Diario de Pernambuco

MISSING IMAGE

Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:08946

Full Text
AHNO XXXTI. HOMERO 20.
f*or tres mczcs adia ados 5S0O0.
Por Ircs mezes venCiJs 6S0OO.
25 D JiHElllO DE 860.
Por auno ndiantatlo IdjOOO.
Porte franco para o suL~ ENCARREGAUOS DA SUBSCRIPCAO DO NORTE.
Paralaba, o Sr. Antonio Alejandrino de Lima Na-
tal, o Sr. Antonio Marques da Silva; Aracaly, o Sr.
jt.de Lomos Braga; Cear, o Sr. J.Jos de Oliveira
Maranho, o Sr. Manuel Jos Martins Ribeiro
Guimarcs; Piauhy, o Sr. Joo Fernandos de
Horaea Jnior; Para, o Sr. Justino J. nomos;
Amazonas,o Sr. Joronvnio da Cosa.
1'AlillUA UU8 LOitttbiua.
Olinda todos os din.- as '.' 1 2 horas dodia.
Iguarass, Goiauna e Farabiba as secundas e
sextas feiras.
S. Anlo, Bezerros, Bonito, Caruar, Altinhoo
Garanhuns as tercas feiras.
Pao d'Allio, Nazorelh, Limoeiro, Rrojo, Pes-
queira, fugazeira, Flores, Villa Bella, Boa-Vista,
urirurye Ex as quortas-foiras.
Cabo, Serinhem, Rio Formoso, Una, Barreiros,
Agua Prela, Pimenteiras o Natal[quintas(iras.
(Todos OS crrelos parlem ns 10horas da manhi '
AUDIENCIAS DOS TRIBUNAES DA CAPITAL1
Tribunal do commercio: segundas e quintas.
Relaoo : toreas feiras e sabbados.
Fazenda: trras, quintas e sabbados as 10 horas.
Juizo do commercio: quintas ao meiodia.
Dito de orphos: toreas e sextas as 10 horas.
Primeira vara docivel: toreas o sextas ao meio dia
Segunda vara do civel: quartas e sabbados ao Primeiro M 0
meio dia.
fePUEMERIDES DO MEZ DE JANEIRO.
1 Quo rio crescente as 8 horas e 28 minutos da
nianha.
8 La clieia a 1 hora e 3 minutos da tarde.
15 (tiiartoniinguante as 4 horas e 38 minutos da
manha.
22 [.na nova as 9 horas e 27 minutos da tarde
31 Quarlo creso, as 2 horas e 51 min. da ruanha.
PREAMAB DE HOJE.
ioras e 55 minutos da manha.
Secundo a? 7 horas e 18 minutos da larde.
DAS DA SEMANA.
ai Segunda. S. Raymundo de Pcnaforte.
2 Terca. N. S. da Paz ; S. Tliemoteo b m.
25 Quarta. Conversan de s. l'uulo ap,
20 Quinta. S. Policarpo b. ni. ; S. Paula v.
27 Sexta. S. Joo Ghrisoslomo b. doul. da gr
28 Sabbado. S. Cyrillo l>. ; S. Lenidas i.:.
20 Domingo. S. Francisco de Salles b. doul.
ENCARREGADOS DA SUBSCBJPCAO l
Al igoas, o Sr. Claudino Fal
Sr. Jos Martins Alvos; Rio de Janeiro, i
i Pereira .'' rtii
EM PERXAMBl'CO.
0 ;"" lO DIARIO Mi :: "1 1 ..
Fario.i i .-.. i li pi i da lo
6 < 8.
Silveira.
S.
PARTE OFFICIAL.
GOVtUXO \ PU1VI\CI.\.
OlTicios do E\m. Sr. presidente da provincia di-
rigidos no gorerno imperial, do parlicular nteres-
se los nomos abaixo declarados, os quacs de-
verao satisfazer o respectivo sollo para poderem
seguir ns seus destinos .
Anua Francisca Leal de Castro.
Alfonso .Vives liego Villela.
Atieres Aristides Baltbazar da
Furriel Amonio Carlos Costa e
Antonio Cosa Mello Luna.
Antonio Francisco de Barros.
Antonio Jos Dias Nunes.
Antonio Mano I Esteva >,
Antonio Silveira S Brrelo.
Antonio Teixeira ivixoto.
Antonio Viclor S Brrelo.
Cabo de esquadra Belarmino Francisco Barbosa.
Belarmino dos Santos Bulcao.
Coronel lenlo Jos Lamen ha Lins.
RernarJo Jos Martins Pereira.
Segundo lenle Carlos Lsteves de Fenlas Gui-
m a raes.
S igundo lente Clemente Francolino Tavares.
Fortunata Alcxandrina de Almeida Fortes eduas
irn s.
Major Feltppe DuartoPereira.
Primeiro cadete Frederico Jos Wickeuhagcm.
Francisco Aires dcOliveira.
Francisco Eduardo Benjamim.
AIferes Francisco Genuino ?imi>s.
rr.nn.iseo Muniz das Cliagas Pacheco.
Fiaurisco Manoel de Faria.
Francisco Quinlino da Silva Vieira.
Ignacio Fortunato do Espirito Santo.
Jgnaeie Jos Rodrigues.
Justina Francisca de Jess,
uveliuo Arroiniode llarros Corroa,
oaquim da Cruz Lima.
Cnente Joaquini Jos dos Sanios e Araujo [2]
Soldado Joaqnim Jos lavares de Souza.
Dr. Joo Alfredo Corroa de Oliveira Andrade.
Joo Alfonso Rigueira.
Joao Baptista do Amarle Mello.
Joo Eduardo Cbauvin.
s"oo Finio de Lemos.
Elias Baptista da Silva o
neiro.
I ni Paulo Je Miranda
Joao do llego Barios.
Jos Anadeto do Nascimento.
Cyriaco Ierre ira.
Jos Faustino de Barr >s.
.1 is .1 la inim di.1 AlmeiJa.
Tenente coronel Jos Lui/. Caldas Lins.
Tenente Jos Manoelda Silveira.
.os Rodrigues Araujo Porto,
.'os Raymundo de Caivalho.
i);. Jos Sergio Fcrreira.
rhoodoio de Azeveilo.
Soldado Leoncio Jos Joaqun).
Alferes Luizde Oueiroz Coutinho.
Ifiguol AflbflJO i'Vrrc.'ia l." ijiobre.
Marcolino Evangelista da Paixo.
Soldado Marcelino da Silva.
Manoel Augusto Menezes Costa.
Capitao Manoel Claudino de Oliveira Cruz.
Sentenciado Manoel da Costa.
Manoel Eduvigesda Silva.
il lado Manoel llylario de Santa Rosa.
Manoel los da Costa.
'..dote Manoel Jos Goncolvcs [i).
Ex-soldado Manoel do Nascimento Segundo.
Soldado reformado Manoel Rodrigues da Costa.
Primeiro sargento Manoel Saturnino daCunha.
Dr. Pedro de A. Lobo Moscoso.
Religiosos.do convento de Santo Antonio.
Roberto Pereira Duarte.
Tiburcio llylario da Silva Tavares.
Vicente L'mbelino Cavalcanli de Albuquerque.
Umbelino Guedes do Mello.
licencia Maria do Livramento.
Angelo Francisco Car-
EXTERIOR.
liorna, flO le dezembro de irt^i.
A queslo do congresso que chamado a re-
de que estas ruis, esta cazerna e esta pra;i fo-
roiu o Ihenlro cnsaiigucnt.ido.
Tambera atravessando esla prara sinislra, um
dos nieus companheiros de mnibus, um mance-
bo parmezano de boa figura nao levo nada de
mais importancia que moslrar-me, rindo, de que
0 ral"\ onde, dizia He, cortaran) o pescoeo ao
coronel Auviti, cun um mo sabr da guarda na-
cional.
triste e muilo triste, mas por toda a parte o
inundo asna.
K preciso ter resgnaco esperando pela justica,
que, diga-so o que se disser, hade chogar.
Tambem nao ha effeito sem causa, nem to
pouco ha no mundo laclo sem consequencia l-
gica.
A 1 ranea speramente rudo,tere que roronhocer
esli le do mundo, e a hist ira nos diz ass ", por-
que proco ella pagou os crimes da sua primeira
revoluco, da > j 1 anda estamos soffrendo as
conse uoncias.
Os Parmezanos comprohenderao lalvez nm dia ,
como nos o que cusa deis ir impunemente arras-;
tar c torturar os cidados as ras, em pleno dia ;
' o face do poro.
A justira do dictador l'arini conseguir ella os
effeilos desia fatal justica da lgica providencial |
evitando as eonsequencias moraes do altentido,
pelo castigo dos assassinos ?
Nao .-. i.
Al a |:ii iiTio so icm feito mais que f 'liar amea-
i car c prender alguna individuos que nao sao tai-
ve/ us mais milpa los.
Emquanin ac mais o proresso continua a oslar
suspenso e a es;>:i ladi l i aindi nao ferio.
liuranto lauto lempo a primeira imprcsso de
horror se entraquece.
Quando livor esqueci lo do toJ >, usar-s -ha an-
da puniros culpados c irritar por sen suplicicio
ii pariido violento que n- arrojou ao crime ou
pelo menos que o favorecen, e com o qual o
partido rcalisl i da annexacn commelteu a imp u-
dencia de so 'liar?
Quero acreditar que o dictador c os seus ami-
gos estejam muilo dispostos n este acto de jus-
' liea, porque coinprehendem mui bem, assnn co-
s anncxiouis ,1-, sensatos, que a salvocao da
sua causa est na inoderacao c que devem sob
1 pona de suicidio poltico, preservar-sede ludo o
excesso.ao's 1 >s das grandes pcleniias euro-
peas, arbitros da sua sorte.
Mis anda urna vez, ousaro ellos arrestar com
auxiliares tao litis como perigosos .'
Apezar da upiniuijade do que sejaclam, os
chefesdos anuexionistas ; iiontczes sabe ni me-
Ihor que niiig'ii m que a sin causa Iraca ;.or .-i
mesma na lialip cntrale quanlo tem necessida-
de do apoio da fraceo mazziniana, a p"i ;o mais
numerosa o a mais enrgica do partido r>
cionario para formar um carcter de niaio'ria na-
cional em seu favor.
l.sta allianca toreada de anibico realista sarda
com a repblica vermellia italiana faz duridarda
justica d" dictador parmezano e anda de muitas
oulras cousas.
i iiiiiu, 11 de dvaembro le 1859.
Voitamos anda queslo de saber se Mr. do
Cavour ir ou nao ao congresso, e esta questo
agita nao s o ministerio, mas tambem o pu-
blico.
As notabilidades do pariido* de Cavour lulam
com todas as suas loicas para persuadir o re o
couduzi-lo urna correessoo que os seus minis-
tros nao se teem poupado em aconselhar-lhe.
Mas o rei, mellior quo ninguem, sabe ale que
poni pos-icol a entrada do seu anligo minis-
tro de negocios estrangeiros n'um congresso que
so vai abrir segundo as estiputacocs quasi ami-
gareis entre a Franca o a Austria ; porisso con-
serva urna reserva que [lie pedein tanto as cir-
cumstancias como a consciencin do que se pas-
souha algnns me/os em Valeggio.
J vos refer, na miulia precedente correspon-
dencia, a causa dos anligos odios entre Mr. Ilat-
(azzi e Mr. de Cavour, e precisamente contra o
seu anligo coliega que este ultimo dirige todas
as su.is balorias.
be Milo e Florenca (era chegadoalgumas per-
sonagens para communicar a Mr. Rattazzi se se
enva Mr. Cavour ao congresso, e alguns anligos
amigos do ministro do interior esto quasi a
l'rorurou persuadir o general Darbomida, que | rompanheiras de coraro, nascem cidadas do
seudo elle dosinleressado nasquesloes preceden- Italia, e aos milhares. as seuhoras Veni, Casani,
les, principalmente em relaco Franca e Aus- Mantagozza. Ada mol, Sunelliui, que anemessa-
tria, teria no congresso una posico mais pro-1 rara face de quem as quizor opprimir, o seu
pria para ajudar causa do Pkimonle. superfluo, as suas joias, os seus colares, e at
Nao oceitliou os seus receios que: so na ap-1 seus lilho.s, em holocausto, para a redempeo des-
parencia, a misso do conde de Cavour, nao sus- le povo, que nao quer servir senhores cstrangei-
cilva ohjccces por parlo do olguma potencia ros, o sim collocar-so a par das nocoes estran-
estrangeira, linha motivos para desconfiar de que giras, de queso sent digno,
a piesenca do conde do Cavour no congrcss 1 .-e- I PnrtaMo, urna sonhora de qualquer cidade
ra mais prejudicial do que til aos negocios do ritaliam, de qiialquor villa, de quatquer aldea,
Piemonlc. deve concidaro bello sexo 'exaltado por este ac-
AfRrma-se que Rntazzi exprimi ao rei os mes-; lo solenitic^ vital para a patria'1; o dizor-lhe : na
inos argumcnlos em uma entrevista, que o gene- da de pulseiras, nada de colares, agora nao
ra! Darbomida quiz ter antes de se decidir a to-, lempo disto, viudo porm offerecer este superfino
mar um pariido dcOnilivo. a osla Italia, que um dia pederemos elevar, se
Ao mesmo lempo as multiplicadas sollicilacoes realmente quizerdes, porque diantedeste milhao
das pessoas mais influentes do pariido liberal de cousas superfluas, diante de um milhSo do
perseguirn! o Sr. do barbumlda pelo espaco de cid .daos armado.-;, as potencias do mundo incl-
nala ,1 sua fronte.
a No mais veremos os nossns fllhos expostos
a 1 -aiiiilicitias dos campos de batalha, o Dos
abencoar a nossa sania obra !
Garibaldi.
minios das, o hoje lalvez se decida a grande
questo.
Entretanto o Sr. do Cavour aiii la PSt Pin l.e-
s, d'ondc a todos os instantes espera ser chama-
do pelo rei a Turin.
Esta mnnlia, a Opinione tornou a fallar no as-
sumpto, do urna maneira mais directa, o insina
com pouco babilidade que o conde de Cavour|
nao pode aceitar a misso de representar a Ita-
lia no congresso, se nao livor grande liberlad de
aceao.
Este jornal, que ordinariamoiile inspira o
pelo ministerio, diz com contlanea: que as le-
garles nunca mais tornaio para" o papa, que li-
cau'i com a Omina e com oulras paites dos esta-
dos da egreja, mas quo eniquanlo estes territo-
rios nao furem desligados do poder do chele di
egreja, h:,vci pCrgO.
Ora o nico lioiuera, que po le pela sua poiiti-j rinlendoncu
ca bem couhecida [eda sociedadc universitaria j viles feitos.
italiana], conseguir este resultado o conde de
Cavour.
A Opinione lambem dcixa antever que o minis-
terio quiz sondar, antes do se decidir, as-inieii-
fdes de muitas potencias, principalmente a !"iau-
ca, e sem se atrever a allirma-lo o jornal niiuis-
ANTIGIDADES.
as esravacoes, que para a obra di nova es-
Irada, se estn fazondo, no cimo da calcad .1
Serr, apparecerara a grande profitodidade ns
ruinas de uuii anliquissiiin casa, vendo-si
, as paredes defu^nadas por fugo.
' Segundo enliga trartico houve por
Sitios uma casa que denominavam o facho, que
; em eras remlas servia para dar sigues com
fachos. Suppde-se que as ruinas prn queslo
sejam asila casi do facho, sublerradn pelo andar
1 dos seclos, com os enlulhus arrestados pelas
aguas pluviaes.
INVENTO DESTRI IDOR.
Fez-se ltimamente em Inglaterra a experien-
cia de um projeclil 6cco, que se enchc no 111
ment de ser empregado, de urna materia em
ebulirao, eos resultados oblidos pan ce -1 > 1 -
liveis. Umavclha fragata, locada porduas des-
las bombas incendiarias, se incendiou immedia-
lamente, e bastaram urnas duas balas para ,
raotter a piqu.
A asscmbla protestante celebrada em Peslli
a 12desie me/, inspira as seguiutes rellexoes
Gaseta Austraca :
A asscmbla nao foi ranvoeada sobre a base
a
di patente imperial do moz de setembro, mas
sim sobre a da anliga organisacn ; ella linha
por lim o oslo lim nao era occulio exprimir
pelo disiricto d'alm de Fheiss os mesmos moti-
vos de recusa, que j linha exprimido o synodo
evanglico de Kas'mork.
O governo nao lardn om dar o seu rolo a
urna tal asscmbla, o a administracao da supe-
receieu orlcm pira cassar os con-
lerial d a entender que o imperador dos Fran-
- nao poderia, sera fallar aos seus compw-
missos para com a Italia, fazer objeccoes oseo-
loa do conle de Cavour.
Mas o que corto que o ministerio lera
receio, que passou do publico para o gabinete do
rei.
V'icfor Emmanuel aperlado per algnns cons -
Ihciros muilo offlciosos responden, em um des-
les momentos que Ihe sao particulares:
Pon ie-vo; primeiraineiite de accordo o de-
pois V'.li.ii a tallar-me.
" Que o ministerio faca o qno lhc parecer, eu
lavo as minlias mos.
Com cfTeilO, o jornal que cima vos cilei, co-
n ;:i o seu artigo por oslas palavras, as quaes
carai lerisam bem a nossa situaeo e como aqu j
praticado o governo constitucional
Foi isto o que fez n administrador Bathory,
que passou algnns dias em Pesth, e que procu-
rou dar a oslo uegocio urna direceo mais lian-
quilla.
O sen procedimento, justificado pelas or-
dens superiores que recebera, foi todava muilo
censurado, principalmente pelos secylar.es, o
a rcunio celebrada boje na egreja evang-
lica.
Apezar de nao se acbarcm
os que primitiva mente liiham
viam-se muilos estrangeiros, e
lie outius os mais distinctos
lares.
A presidencia foi conferida ao conde Radav, o
um pastor do condado do l'eslh, M. Fcdor Paul,
foi encarregado de substituir Mr. Bathory, o ad-
ministrador da superintendencia o qual eslava au-
sente
No seu discurso o conde Raday expressamentc
so jus'ilicou da censura feita aos evangelistas de
< deixarem guiai per motivos polticos, c disse
que estas discussoes defezas pela autoridade, de-
vi un sei senI is do qualquer preoecupaco desle
DESCOBERTA.
I m processo bem simples e pouco cusloso,
foi ltimamente descoberlo por Mr. Lama11, jar-
dineiro em Rongies, para destruir as pequeuas
lagartas, quoiiifeslam osjardius. A experiencia
que se fez ha lempos na presenea de um guinde
numero do pessoas, deu os resultados es mais
completos. Lis o meio empregado por Mr. La-
raain ;
'.'uando as arvores 011 arbustos sao atacadas
pelas lagartas, toma alguns ramos de ?ii -la ver-
do, fixa-os na arvoro, no lugar ond : lia mais
deslcs insectos, jue quasi immediatamenle ca-
hem asphyviados.
presentes todos
sido convidados,
sobresahiam eu-
membros secu-
um protessor, exprimio-so
- Gorro o tmato de que 0111 alguns dia<, o mi- genero, ior isso que s se tratara de interesses
nitenoproceder nomeacoo primeiro pie-; puiameute religiosos,
oip'iieiici.irio pora 1 congresso.
Bem \i''i que o rei nao tem nsto voz activa ;
o ministerio quem noma os rcprosentanti s de
S. M. o rei Vctor Emmanuel.
Entretantoainaa se nao sabe seo ministerio se'
pozdo accordo; esta noite eclebrou-se uma reo-1
uia'o de deputados, para Iratarom dos meios do quo ultrapassou os imites, que impoco respeit
resolver a queslo, o que da maior necessi la- pela lei.
de, por isso que o Pioinonte o nico que ainda k Gisela de Pesth, jornal official, nnnuncia
quo o governo j tomn as medidas proscriptas
I o OUtra orajor
no mesmo sentido.
A assorabla rcsolveii dirigir a S. M. uma po-
1. _i anloga 6sque ji linham sido feitas.
. agera gnnde impaciencia por cerque me-
a governo lomar contra esta assembla,
15
A reaii o do pariido opposlo ao ministerio oic-
monlez comeca a manifeslar-se por queixa e bjo tul.
amargas recriminacoos.
As mudancas introduzidas em lodo o pessoal da "-jjuj
administracao publica, o augmento dos salarios e
a proluso dos cargos em favor dos seus amigos, '
sao o iheina l'ivoriio dos jomaos .que cantaran) ---------
louvores ao ministerio.
Lu grande numero de posicoc, em coi
quencia deslas mu laucas, foram translornadas ;
homons que apparecerara pela primeira vez na
scena poltica subira'm de repente, gracas ao:
arbitrio do ministerio, ao cuino da escala hierar- ;
chica.
pela le.
A assembla synodal nao s:r reconhocida co-
(t ya cao
Variedades.
ul-ir, se lal cousa c possivel, o-sfu uros destinos abandona-lo, se elle nao cede Assolicitacoes to
da Italia j um facto incontestavcl.
As crias de convocaco foramexpedidas sdi-
versas potencias que lomaram parlo no congres-
so de Vicua, 00 governo pontificio recebcu ha
dous dias as que llieeraiu dirigidas.
J so decidi que se responder aoconcitc que
Mo foi dirigido que ser representado no seio do
dito congresso.
Asscguraui, porm, que nao soriam agita-
das certas questes, o que a independencia
- soberanos seria completamente respei-
tadi.
fortes quo de toda a parte Ihe dirigera. Tein-se
chegado at a promellcr a Mr. Rattazzi que em
nenhum caso, nem antes nem depois da sua
misso, o conde de Cavour apresontaria nenhuma
prelenco que podesse conslranger o ministro,
ou aba la-I o na sua posico.
Por oulro lado, Mr. de Cavour quer fazer valer
a sua importaucia.e diz-se,mas cu nooalTirmo,
que prupoz as condices seguinles para aceitar a
misso de representar o Piemonte no congresso : '
Que o ici Ihe pedisso islo di sua parto.
2." Quo os seus poderes nao seriara submelli-
lambem so assegura que os rcp.osenlai.tes da dos & C(.IlSllra ,,,, lllislcrio, podendo elle obrar
Sania Se declararan! na abertura das_ sossoos do! no oonsresso sogundo as suas vistas:
congresso que os poderes do que eslao munidos 3.0 qu6 1|lt, s pCrmudo absier-se o mais
nao os aulonsam a lomar parle as quesloes ou
egulamcnto de interesses temporaes.
(juese as deliberaces devem recahir sobre ns
direitos da egreja ou sobre materias que inleira-
mente II10 s-a reservadas pelas lois cannicas,
ver-se-ho na necessidado de protestare) c de-
clinarem qualquer discusso a esto respeit.
relacao com o gabinete das
nao deve sor muilo alfoi-
possivel de leda a
Tulherias, ao qual
coado.
Em lodo caso o facto que o conie de Cavour
a alma d'uma grande intriga que so trama em
Turim : todo o pariido revolucionario est do
seu lado, e o nico homem em quem oslo par-
POR CAUSA DEUMGATO.
As 11 horas da noite de sabbado para domin-
go, [15 d.' dezembro) ouvio-se tocar no largo de
S. Sibastio da Pedreira, de Lisboa, a sinela
destinada ao servido da raissa naquella parchia.
Passava no largo, apezar do fri o aurontando
a cacimba, um sacrislo, reformado em pro-
Escolheram-se*homens, nao para dar salisfa- veito do fllho, e que tem a alcunha de Pinta
can opinio publica, como se leve cuidado de j Monos.
apregoar, mas para salisfazer a empeuhos pos- loque da sinota aquella hora, e a sua irre-
soaes, em despreso da opinio publica. guiar-dado, causaram-lhe rstranheza, abysma-
Mr. Hatlazi um honicm que, conhoce muilo iam-ocm rellexoes. Ouvindo repetir o "toque,
pouco a sua posico e quo estando ligado com | concluio que s alguma tentativa de roubo lhc
uma mullido de gentes que t>lisongeam, tomou l dara causa ; e, poi tanto, gritou pela guarda.
inforutaces urnas rezes incompletas e oulrasf Accudio uma patrulha, a qual guiada pelo des-
muilo inlcressadas. | confiado cx-sachristo, dirigio-se a urnas obras
O partido de Mazzini que ja o reconl.och por1 que se esto fazendo prximo da egreja, e pro-
seo amigo ocooporador, o assaltou por lodos os, "uio das quaes est um pateo aondo existo asi-
ledos, recordando-lhe um passado que elle muilo neta. Os gritos haviam allrahido uma chusma
quer esquecer para si e para todos. Mr. Rattazzi I de cabos de polica, uns uniformisados, outros
leudo plenos poderes, sem nenhum obstculo das; om tragos menores, o todos promptos a lularem
cunaras 011 da impreiisa, procurou, como o linha com os ladros.
ja feito antes dclle o conde de Cavour, croar um l Cercada a groja, vio-so, junto aomuro do pa-
i ?<\ '"" C0"l1 PStaS rrm,"rta rcservas,'^ ''do espera, sobre ludo para a annoxacao das Ito-
depulados do soberano pontitico consentirao manag_ r
Vos sabis que o programma poltico do conde
ns
cm lomar asscnlo no congresso.
Vqui, com
imo succedeem Paris e em toda a (.ar- do Cavour abraca/como aqee da soc'icdad'e Ha"
personagens, a quem destinada a honra do re
presentar a Santa S.
' liana, ludo o que pode conduzir unio de loda
" a Italia.
Foi com este fim que elle se lign com Gari-
Muilos jomaos dcsignaram o cardeal Anlonelh; ua|j: -....... -^ .-1 .. ...
como primeiro plenipotenciario.
Fslo rumor foi prematuro, porque mesmo at
I.oje nao se Icm decidido cousa alguma a esto res-
peit; o cardeal Anlouelli s ir a Paris, se as Solferino
nutras potenciasforom representadas no congres-, Hoje julga sor chegado o momento de dar o
so pelos seus ministros dos negocios estrangci- ; ass.,ll0 ,!a ,:| do congresso Que quer fa.
ros, ou pelos presidentes dos gabinetes; se po- (zer entrar as suas balonas.
Os ministros Dubormida o La Marmora esla-
e que attrahio quasi tolo o pariido de Ma-
ziui.
Mr. do Cavour disso om corla occasio :
Rom dopressa Icrei a rainha recompensa de
se po-
rm o cuidado desla represeuiaco for runliado a
.'imples diplomticos, mais que provavel que o
cardeal Anlonelli ficar em Roma, c que oulro
cardeal ser nomcado plenipotenciario.
A decisodo representante ser subordinada
quo for adoptada polos outros Estados.
Nao vos lallarci nos diversos rumores que se
citain, pois ainda se nao decidi cousa alguma.
Falla-so nos cardeacs di Pietro, presidenlo do
oonsolho d'Eslado, de Raisack, e de monsenhor
Franehi, anligo internuncio na Toscaua, como do-
vendo ser chamados a esta misso.
Em todas as hypotheses designa-se como um
dos futuros plenipotenciarios o actual nuncio da
Santa S na corte das Tuilherias.
Faria, de dezembro de 1859.
Parma apresenta-se bem de longe com seus
grandes zimborios e suas numerosas torres ele-
vando-se por cima dos bellos arvoredos dos seus
passeios ainda frondosos no oulono, porm a
cidade ganha mais ainda vista de perto e com
miudeza.
um verdadeiro museu.
Comludo, quando se atravessa hoje a ponte de
lijlo construida sobre a torrente de Parma, que
divide a cidade cm duas parlas desiguaes, e que
se passa logo por diante da famosa caserna dos
'.arabineiros, que to heroicamente entregaram o
reu prisionoiro aos assassinos, e depois por de-
fronte do palacio ducal, para chogar grande
praca onde leve lugar a Iragedia de 14 de oulu-
bro, o espirito acha-se menos preoecupado dos
monumentos lombardos ou das obras primas do
r.orrge e dos Carracho*, qaie do horrivel drama
partido para se subtrahir dominaco do seu
amigo o collega '.'
Mas coosegui-lo-ha ?
Duvido muilo.
Sei que Mr. de Cavour nao lhc perdoa a croa-
co do 17 governadores.
Muilos dos seus amigos esto descontentes por
nao terem sido contemplados.
Odios recentes tem rindo em grande numero
juntar-so a antigs sympathias, e elevados func-
cionarios do estado esto hoje collocados n'uma
posico que faz dcllcs inimigos naturaes do mi-
nisterio.
leo, urna espada que os traalhadores all haviam
encostado ao largaren! os trahalhos.
J nao ha duvda alguma grita o ex-
sachrislo os ladres subiram por esta oseada
e esto pilhados !
Todos concordaran! no luminoso raciocinio.
As durindauas onferrujadas dos cabos, saturara,
a cusi, das bainhas '. as bengallas e paos dos
que o nao eram foram levantadas ; os munici-
paes riram-se, c todos tratarara de colher os la-
dres.
Um troco dirigio-se porta da egreja, e, aber-
ta esta, invadio-a furioso. Todos procuravam
PHl.NOMl.NO
Osicego Paladium, jornal de Nora-York?, refe-
rindo-se a urna caria recebida de Birminghas
[Inglaterra), Iraz aseguinte noticia de ura ai
teclmcnlo extraordinario occorrido recenten
na America, qual o a queda de uma massa im-,
mensa de torra, viudo do alto, sobro os limites
das cidades de Bolyton c Reducid. Foi tal o
eslrondo e abalo que causn essa enoime mas-
si na sua queda, a qual leve lugar entre as ' huras da manha, que acordou os vizinhos que
dormiam a milhas de distancia.
Diz-se que o molo oceupa urna rea iio me-
nos de meio are 1I72 das nnssas varas quadra-
dasj, e sua altura irregular entre 60 ,1 8o ps,
siippoiido-so queoutro tanta se ocha introduzi-
[ do na Ierra. Os fragmentos, quesalloram 1
fu rea desse embate, rhogaram a distancia de
, dous lercos de milha. A superficie dessa massa
1 melerica tem a apparencia de ferro bruto. Foi
I ternvel a sensaco que causou esse phcnomcuo
[ nos habitantes aquellas cidades, a ponto que
muilos criam estar prximo o lim do inundo.
Ni vordade, nao consta das historias oulro
mais espantoso quo este .'a quo dillicultosam mli
podemos dar assenso] emquanto ao volumc da
massa expedida sobre o noaso globo. J em di-
versas pocas ho ehovido pedras ou massas pe-
: drosas do differentes tamanhos, cojo peso, po-
rm, se pode determinar: sendo as raaiores as
duas que cahiram perto de Veronna era 1702,
pe.-ando uma dolas 200 libras, c a oulra 3 0,
com as quaes a mole, do que cima solala, nao
I tem por cerlo alguma compararn Na mesma
America cabio em 5-de abril do'lSOO um 1 massa
de forro de 7 ps cbicos, como se le no Philo-
iophical Magasin. Sao diversas as opinios dos
philosophos naturalistas sobre a origen] o causa
de laes phenomenos, quo at boje nao passam
de meras conjecturas. mais ou menos pro! \\ is,
e lalvez sero por seclos baldados tod 1-
osforcos para explica-los.
COMMERCIO DE OSSOS.
A importacao dos cssos de Sebastopol fez nas-
cer duvidas, que s explicaedes muito 1
podera destruir. Cumpre, porm, dizer que
um commercio que ha mais do quarcnla anuos
se faz no interesse da agricultura
Na Escossia observam-so plhas de ossos des-
tinadas a fecundar o solo, e que sao importadas
da Russia.
Ha em San-Pelersbiirgo
mado Stepanoff, que em
commorciado em ossos, o
porta para o ostrangeiro mais de 70.000 pouds.
Um najante conla urna entrevista que leve
com M. Stepanoff ha annos. Snube doli quo a
grande quanlidade de ossos que exporta das
margeos do Volga. desdj Kasan. Compra-os al-
l o os faz transportar para Sau-Petersburgo, on-
de os vendo aos Inglezes.
Antes de chegar a San-Pelersburgo, estes os-
sos atravessam provincias,cujosolo muito po-
bre c carece do adubo.
Ninguem, naqucllas provincias, traa de os
comprar e os deixam conduzir tranquillamcnlc
para ir ferlilisaro solo escossez.
A nica circumstancia suspeila nesto negocio
que ueiiiium medico, nom naturalista parece
ter sido chamado para os examinar.
Temos todas as razos para pensar que nao
sao ossos humanos, porm nao venus queso fi-
zosse um apello sciencia medica, que poderia
resolver a questo.
nam proraplos a ceder, nao sosentindo comfor-
gas para substituir o conde do Cavour; mas Rat-
tazzi resiste, e nao quer o anligo ministro.
Os jomaos do partido occopam-sc de toda a
maneira em representar a cousa como eminente.
So a Austria so enoja lanto mellior, dizem
ellos ; se a Franca mostra desgoslo, ainda um
tostomiinho rend'ido ao rondo do Cavour.
O rei est solicitado tanto por um como por
oulro partido, c nao sabe para que lado deve do-
cidir-so.
A mudanza que acaba de operar-so no pessoal
da diplomacia franceza accresconta ainda esta in-
certeza do.governo piemontez.
Nao se sabe qual a misso de Mr. de Taley-
rand.
Em quanlo de La Tour d'Auvergne e acausa
do seu rcenle augmento, nao ha lempo nem
lalvez vontade de se explicarera acerca do urna
queslo lo delicada.
Emlim a lula c a incerteza existera e em bre-
ve se verao as eonsequencias.
13 -
Est a terminar a lucia para a escolha do
plenipotenciario.
O governo fez sondar pelos seus amigos o Sr.
Mximo d'Azeglio, o qual antccndenicmento linha
combinado com o conde de Cavour, nao aceitar
a misso de plenipotenciario do congresso, se aca-
so Ihe fosse offereciJa.
O Sr. Ralazzi, vendo falhar osta lenlaliva, quiz
exigir do seu collega o ministro dos negocios es-
trangeiros, que a exemplo de oulras potencias,
que nomcaram os seus ministros dos nogocios
esirangeiroo, fosse elle mesmo ao congresso.
Emlim o favoritismo sem freio, e nos dizemos; ladros e ninguem os via. Foram a pateo da
mais, sem pudor, quo se manifestou em quasi sinela e ouvirara oulro toque da mesma. Ento
todos os actos do ministerio Raltazi, indispoz a j alguns empollideeeram, porque julgaram ter do
todos. i luiar com almas do oulro mundo.
Ag raque ello conheco a lula surda, mas Se fossem ladresdiziam ellesnao loca-
progressiva que se Ihe prepara, procura conjurar' riam a sinela que OS denunciara.
a tempestarte prestes a rebentar na abertura do' Emfim, depois de muito procurar, virara um
parlamento, o acabara de dizer-me que modificou gato brincando com a corda da sinela I Furiosos
muito a Sua opposico desde que sotibc quo o pelo desapontamento, aliraram-lhe pedradas ; o
conde de Cavour tria a Paris. j galo assanhou-se e corren para a egreja, ar-
Acrescenta-so, mas transmiito-vos islo cora I queando o lombo e engrossando a cauda. Ah
loda a reserva, que foi o proprio conde de .Ca- mesmo nao Ihe deram quartel. Corcaram-o, e
vour que aplanou o caminlio, fazondo-se part- depois de Ihe darem mulla pancada, mataram'-o,
dario do una poltica quo oulr'ora combateu, o trazendo-o, como troplio, para a ra !
quo segundo declarages formaos e cathogoricas Pinta Monos leve um pensamento feliz, attri-
cerca das suas intencoes, relativamente a Italia, buindo lenlaliva do roubo o toque da sineta.
a sua presenea no congresso podero nao ter ne- ; Se nao encontrn ladres, vingou-se ao menos
iilium perigo. j naquolle quo lU'os simulou.
Torno a repelir-vos que esla noticia deve to-I ---------
mar-secom toda a reserva, porque de um lado, MEMORIA HISTRICA,
o partido est emmovimenlo para fazer cora que O Parlamento publica a seguinte memoria
o conde de Cavour nao falte ao seu dever e ao histrica, que Ihe enriou um seu assignanle :
seu compromellimento para com a Italia. | O papa Mnrlinho V, por bulla de 7 das calen-
Emquanto ao mais nao ser impossivel que > das dojunho da era de 1429, linha concedido a
Mr. do Cavour v ao congresso prompto a servir cl-rci I). Joo I a graca de ser sagrado. Nesta
a dous senhores, e lalvez a engaar a ambos. bulla falla I). Rodrigo da Cunhano Catalogo dos
------------ i bispos do Porto, parlo segunda, pagina 252, c
MENSAGEM E GARIBALDI: vem de theor no tomo 4o das memorias de .
ii's senhoras italianas. Joo 1, por Soares da Silva, pagina 148.
Quando as senhoras de Milo, Vcnozi, o de i O papa Eugenio IV, instancias de el-rei
oulras cidades perguntavam as reunios da noi- I). Duarte, coolirmou aquella graca em 1436, de-
le aos seus conhecidos, aos seus amantes c aos signando o arcebispo de Braga para ministro da
seus lilhos so elles nao parliam para a guerra sagracao. Esla bulla vem de theor na colloccao
sania, e quando ellas ossim augmentavam, com das bullas relativas ao padroado do oricule.
valerosos e distinctos mancebos, os ileiras do mandadas publicar por el-rei D. Pedro II em
exercito libertador, ento, digo, iujprimiam ellas
no carcter da poca este brilhanlo sello do pa-
triotismo femenino, quo a historia nos transmil-
tio do valor das senhoras de Roma, de Sparta e
de Cartlago I pois bem, estas senhoras, estas da-
mas dignas dos lempos da anliga Italia, que en-
viavam aquellos, que estremecan:, s lides san-
guentas, negar-sc-ho hoje a depdr o seu supe-
fluo na balanza do resgate da Italia ?
As senhoras Caisoli, de Pava ; Martnez,
Deorchi, Sisoui, Bincardi, de Como, as senhoras
rillnvaciua, Speri, Pepoli, Salvi, nao leem por
1707, e hoje bem rara.
Finalmente, o papa Clemente XI, por breve
de 26 de setembro de 1720, instancia de el-rei
D. Joo V, ordenou que a sagracao dos rcis de
Portugal fosse feita pelo patriarcha de Lisboa e
nao pelo arcebispo de Braga, como ordenara o
papa Eugenio IV. Este breve vera de theor no
Codex Titulorum Sancto Lisbbneusis Ecclesite,
tomo Io, pag. 310
E" uma memoria histrica que vi, querendo,
pode publicar, porque ha muita gente boa que a
ignora, t
cada face,, en
ci;; io que .1 diante -
I). M.
[..ENTELO i : U [\
. I. I il ASI
1 G. vil r. ;. 1
\'- si.v. sur. ,
'.: IEIVS A.M'i e II\S.
PATRONO. PTIMO
I '.
NTA
fEM. \M
da 1 : pie este pad
levanl I
1 onl le de Lucio I nli lo Flarino, i I
leu libvi lo tul
Lucio Anlioco era
-' : ublevc sxt non
sei rio 2 anuos a leg p
hz, e morreu na idade d< i un -.
Nao fcil, -iv indo a 1 na .
que j v ir.un o dito niounmonto. 1
cisami .
que a ril
I arragoua, e qw l.egio da (
terior, loma ,
Calalunha, no i:..,
1.1 cantbrica.
O Sr. lio > que esl
soja da | oca dos A11I
Faustitin Dii
llontem demos 1 mi i,|.
limamenlo doscoberlo n'um 1;.:. ao da
de \ lili
uma ra Uri 11 do 1 i-
peitencenio u nina eslalua de Fa i>l 1 I
lioje po ; ..
do lias i mu -i
nilico meio lU. _
na lha do philosoph :
a mullier de Marco Aun-
Apresen) 1 io broa:1 -
gie a meio perfil da I
com i- cab : is a lorn 1 I de :.
:' ;i ..... 1 .
e lio id ei- 1 um
leltras S. i.., .- -nal .- I n
a u gend 1 Juno.
! lliu e u verd.i i 110 re) USO dj
'" Fauslina... Juu 1 asph in lo o
flor deu o dos Marte a tod 1 1 1
i ausiina claudican lo 1 3 lid >l .
ao inundo o imperad ir ( :
mais incommodo e lyranno d
ma s ::. 1 durante l aun
iiova las todas as cruezas e I
bei ios e dos >
A I'.-1 iria d Faustiiia Diva pode-s
00 eiiumeraco dos seus aiuai li i. c das
ces que seu mando Mar. o Aureli
son, apesar de bem comicto, 1
lar, que s.ia uuilher i"ii passava I
produceo das Hess .-!.:-
t.leopatras.
Fauslina fui
des exercitos cons ai 1 s
templos e test is era seu -
le nao nos parece I
do para Marco Aurel
denle, enmonto : s maridos |
O- /.''ti ---'.;.;.. ..;
quanlo uo 1111 le extrema 1
ludo aprociuvois, c bem
museus de ntimai 11
1 -; nosso Icm anda o val r d
' '' de boa conserva
um negociante, cha-
toda a sua vida tem
que anuiialmonto ox-
DESCOBERTA IMPORTANTE.
A academia das Sciencias do Paris, na sua
ultimo sossau, receben do Mr. Velpeau uma com-
municaco das mois extraordinarias de que ha
muilo lempo ha noticia.
L'm medico ou cirurgio de muilos crditos,
Mr. Brocea ou Roeco, fez, diante de Mr. Velpeau,
a seguinte experiencia :
Collocai diante do rosto de uma possoa, entre
os dous olhos, a uma distancia de 13 a 20cen-
tmetros, um objecto 11 m pouco brilhanlo. Con-
vidai essa pessoa a 'olhar o objecto lixaniente.
Passados alguns instantes, ella cambalear e ca-
lar, por fim, em calalepsia e ser csponlanea-
racntc privada do toda a sensibilidade.
as experiencias tontadas, a insensibilidade
do paciente era que se Ihe vollava a eabeco
de um lado para o oulro, c davam-se-lho a todo
o corpo movimentos, de quo se nao (embrava
quando vollava ao seu estado normal.
Esta singular descoberia nao podia passar des-
apercebida para um homem intclligenle, e sug-
gerio a idea de experimentar se a insensibilida-
de obtida por um processo lo simples ser
sulicienle pora substituir a que se procura ob-
ter com o auxilio de substancias aneslhesicas.
A experiencia deu bom resultado. De cinco len-
tativas seguidos, tres deram o mellior exilo.
N'um dos cosos, o doenle foi operado de um
abeesso, que exigir uma inciso importante.
Dez 011 dozc minutos depois da operaco, ain-
da durava ajinscnsibilidade.
O doente, voltando a si, nem sequr liaba
a coosciencia da operaco doloroso por que pas-
sa ra.
Comprehende-se a importancia desta deseo-
berta, recordando o porigo do era prego do ether
e do cloroformio. Com o meio simples, natural
e fcil, que o acaso poz disposico da scicncia,
ovitam-se os accidentes que frequenlementc cora-
promettem a vida de muitas pessoas. "
Lapida rimiami,
O Sr. Hernndez, inspector de anliguidades no
reino visinho, descubri no interior do uma casa
particular, uma lapida asss notavel, a qual em
29 do mez lindo foi conduzida ao museu archeo-
logioo de Tarragona.
Pesa esto monumento perto de 60 quintaes,
tem de altura 1 m 35 por 0 m 70 de largura om
Hospitacs nustrlaeos.
A luonarchi 1 ausli
Micos civis, e 159 militan -.
Ncsscs* estabeb im .:
medio, 400,()0d doi lili por anuo-.
Ha alm diss 1 i 1 rasas d aliena I
prximamente 6,1 Id -, 1 0 .. -
parios ond< se do 6 1,9 K) as
no; 33 casas do eng ilao 1,003 cii
COMMERCIO DE INGLATERRA COM ACHINA.
Tom-sc fallado muilodas relacoes 1 mmer-
cjaes que existem entre a Inglaterra > a 1
Um documento mui recente, pule: 1 ,.
roccao geral das alfandegas ti.^ Gia-Brcta
permitte demonstrar por fados rrecusavci? 1
i mi 1 rlancLa destas re
1G02 a eslabelecer-se striamcute e d<
tem sempre do em progresso.-
As relacoes de interesses, entro a Gra-Bi
nha o a China sao de qualio eS| ecies 1
'.o :
1. Ao ci nm 1 dii el > da Inglaterra 1
China ;
-. Ao commercio eni;, .1 Ind 1 a f.l
3." Ao conimeicio entro a I 1 Ausli -
lia;
.' Ao commercio entre a China c os I--
tados-Unidos por navios inglezes ou casas n-
gle/.as.
Durante o auno de 1842, os producios manu-
facturados levados dilectamente Ierra
para a China elevaram-se sommi d
luirs esterlinas, t o3 pro lucios el
lados 1 ni [ng'aterra elevaram-se 5 imn 1
9,956,200 libras esterlinas. Desle esti
ao 1." de Janeiro de 1859, isto durante
paco do ouze anuos, esta cifras subiram a
do duplo. Durante o annodel85S, os producu
manufacturados inglezes importados elevaram-se so mina de 2,o>7t>, i libras ester-
linas, e os productos chinezea exportados para
Inglaterra foram 7,043,000 libras esle I
Osprincipacs srfgos fornecidos pelas manu-
facturas inglezas para a China sao es tecidos d'al-
godo, os algodona em to, os estofo e obi
malha de la, o diversos outros laoiQcios Os
princ.ipaes artigosexportados do China para In-
glaterra sao : o cha, a soda, 0 MNCII e 0 I
barbo. Era 1858, a Inglaterra receb 1 da 1
73,359,000 libras de cha, e 2,5X1,000 libras do
seda.
O commercio entre a India ea China foi,
18\i, de 2,833,794 libras esterlinas para .
porlacdes da India parai a China, e de
libras"esterlinas para as iniportacoi s da I
no India. Durante o anno de IbS, este 1
mercio foi de 9,366,800 libras esterlinas paraos
exporlacdes da ludia para a China, e de 915,000
libras esterlinas para as importa^des da Chin 1 1
India; durante este ultimo anuo, a quanlidade
do opio importado na China foi de 68,004 ca-
xas, representando um valor de 8,211,032 libras
esterlinas.
A China recebe da India ingiera muilo mais
do que lhc d, e a maior parte do cha e da seda
importados da China em Inglaterra acha-se
aos ebinezes com o opio e o olgodo da India.
O documento donde sao cxlrahidos os clculos
precedentes nao presenta as cifras relativas a
Australia e aos Estados-Unidos d'America, por-
que as minutas da alfandega de Shang-hai e as
da diroccao de Hong-Kong, as ultimas data.-,
nao cstavam ainda terminadas : mas podo-se 111-
duzir dos fados conhecidos de um modo positivo,
e dos que se nao conhecem seno aproximada-
mente, que as relacoes da Gra-Bretanha com a
China, comprehendendo as transarcocs de todo
o genero a quo ellas do lugar, pro'cura para o
commercio inglezuma massa de transaccoes que
se pode avahar em porto de 80 railhoes de li-
bras esterlinas (360 rail conlos de ril) e que
leude ainda a augmentar-se.
A LEOA DO JARDIM DAS PLANTAS EM PARS.
Que levas tu nobrago? Perguntara um ci-
ruiio da marinha franceza a um negro que di-
IT
1% #1-1


r>
DIARIO DE PERNAMBUCO. QUARTA FEIU 25 DE JANEIRO DE 1860.
rigla os SCU8 passos [ ara o caes de S. Luiz, uo Se-
nogal.
4 Urna Ica nova, meu senhor, respondeu o
negro; rualei mi anlcs do hontem ; Iioje vou
n fugar a filha, anlos que chegue idade do Tin-
gar a mi i.
Urna leda peqoena! disse ocirurgioo, apro-
\imando-se do negro. Que lindo bicho! pega
l, uqui lena cinco francos. D-nie o aninal; se-
ria pena aoga-lo.
O negro ausenlou-sc pulando de contente, pola
boa venda que liha feito.
Na larde desse mesmo dia a lea fa/.ia a sua
Mitrada triumphante a bordo da fragata.
O estado maior bobea champnnge om abun-
dancia saude da rece-chegada, quo fui bap-
(isada coni o nonio do Cecilia.
de niaio de 1557 pela devogo d'l-Uei D. fftao ]
III c da Rainha 1). Calharina, sua niulhcr, in-
tervindo o padre Fr. Miguel de Yalenga, da or-
dom do S. Jeronyino.
A It.iinlia D. Cofhorina fe/, merc do padroado
d.i referida egreja ao offlcio de livreiro, incorpo-
rado era irmondode no auno do 1567, com a
obrgago de servir sompre de juiz uin fidalgo da
primeira grandeza. Era administrada pela con-
fiara dos livreiros.
Nesla egreja da Santa Calharina jaziu. na ca-
paila ao lado do evaugelho, Manuel Fernandos
Thomoz, porin, no anuo de 1823, foi dalli lira-
do, e esta opcragofoi precedida de um auto la-
vrado pelo compclenle oserh-o, com assistencia
de um descuibargador da rclario ecclesiasliea, e
do respectivo cura, que eolio era o padre Jos
cadver, porque havia :erleza de quo o povo es-
lava disposlo isso. Foi sepultado no cemite-
rio da paroehia, em sepultura ordinaria, o pa-
Iriarcba da liberdade em Portugal.
Animada pelos ofliciacs, festejada pela equipa- de s,, ofim de evitar algum insulto qoelle fro
gem, Cecilia crescou d'um modo maravilloso I
Era lio socegada quo a deixavam vaguear por
lodo o navio em liberdade.
Era curioso ve-la no sali dos ofliciacs, men-
digando una podra de asquear, como furia o cao
mais dcil, brincando com os mogos no lomba-' MODO DE TORNAR SADIOS OS TERRENOS
dillio, e conservando-se immovel junto das crian- j PANTANOSOS POR MEIO DO GYRA-SOL.
ras que faziam della Iravesseiro. Os arredores do observatorio de Washington
Um dia. duus oiliciaos dcixaram-sc tentar pela | apresenlam as mais favoraveis condioos pro-
vista Je uina praia magnifica, verdadeira praia duccoo do fehres perniciosas. O proprio obsor-
d'area, onde o mar dorma socegado. Cecilia, I vatorio muilo doentio ; nao le m de elevago
que os linda acompanliado, fez urna cova na cima do nivel das aguas mais de 94 oes. e o rio
rea ; e all so estendeu lnguidamente 00 sol. que corre na sua proximidode nao 6 na realida-
Em quanto que ellcs folgavam longo da fraga-] de mais do que urna serio de lagoas cuberas da
la, dous negros scapossaram do ludo que tin'
deixado, billas dragonas, armas, bullanle
vestidos coberlos do bordados.
Em tal siluaco como ir para bordo f Ero que
rilado, ineu DeOS !
Maldieao exclamen um dos ofliciacs, rou-
baram-nos !
De repente nadaran) com loda a torga em di-
recgo a praia.
contra dous homens us e desarmados. Era cu-
rioso ve-Ios rii das imprecages ioutuis dassuas
victimas.
Os dous ofTtriaes lomaran) e os negros cor-
rern! sobie ellos, amcacando-os com os s
" .....'------------1-^ ...-^^...w -%, .^0^------------------------------
tam j vegelaco propria de laes terrenos. As febrespa-
s, e, ludosas apparecem epidemicainente na poca em
que estas plaas se pulricam. Para absorver
as emanaees que ellas exhalam que o Sr.
FOCOS FI.L'CTUANTKS.
A podido especial do conde de Sherburn e de
Mr. Thompson Baring, membro do parlamento e
presidenle da insliluigo real e nacional dos
barcos de talvacao, fez-se ultimamcnlc em Bluk-
wal (Inglaterra) tima nova experiencia dos fogos
sumo mensal desles molluscos, s na capital de
Franca.
Em Dijon vendem-sc annualmente 6,000 fran-
cos de caracoes. pelo prego medio de franco e
meio cada rento.
Tom-se calculado que osles molluscos vend-
as. Dous bureos, a bordo de um dps quaes es-
lava M. Silas, atrovessaram o Tamisa, e vol-
larom, expondo os fogos fluctuados, que oram
frcquenteinenlo mergulhados na agua, sahindo
della sem ler perdido nadado seu brilho. Lau-
guram-sea 12 ps de profundidade lubos met-
licos, conlendo a substancia phosphurira inflo ra-
mada, e vio-selo(?o apparecer na superiicie suc-
cessivos reflexos de luz, que allumiavam ludo
em volla. Esta maravilhosa invenco, com os
aperfeigoaracntos de quo susceptve!, surada
maior importancia pora a marinha.
OS barcos Salva-vidas com esles fogos fluctu-
amos poderao rpidamente aproximar-se dos
novios em perigo.
No dia
P,
fllho
PRINCIPE NEGRO,
a 1 sabio de Cdiz para Fernando
no vapor hcspanhol Patino, o principe
do rci dos Congos, que depois seguir para o sou
paiz.
Esto principe foi entregue por seu pai o im-
perador Congo o Cocongo, Ilonnquc II, a um
capitao hollandez, nonorlo de Loaiigo, para que
o Irouxesse a vizilar as principacs cidades da
Europa, dando para csse fim ao capitao hollan-
dez, que era pessoa da sua intuir coufiaitca,
una somma considcravcl. O capitio, iogo que
sabio Je Loangn, carregou de ferros o joven prin-
Maury prope plantar nesse lugar vegelaes que cipe, c se apresenlou em ilavana para o vender
floresgam "no niesmo lempo. Escolheu ogyra-
sol, por ter o poder absorvenla muilo enrgico,
visto que una geira de ierra colierta de gyra-
soes em flor Bbsorve milharesdo litros de humi-
dade, mais do que a foinecida pela chuva.
O observatorio foi rodeado por um algrete da
largura de 5 pos e situado a 00 jardos do rio,
aonde se semearara gyra-soes ; veio o mez de
agosto, a ni estacao por excellencia, sem sor
avompanhada das ebres, quo nao haviam fol-
como oscravo
O principe pode fazer-sc entender de alguem,
o foi rosgalado pelas autoridades licspanliolas.
Soure este objeclo pendo um ruidoso processo
C0N.5UMM0 DA
PAI-
que Ibes linbam rottbado. A posieo ca bastan-. [ada um anuo desde a fundado do observa-
'"' era.', i. : lorio.
Immcdialamente um grito surdj) se ouvio, gri-
to horiivel, c ii uito couhecldo dos indgenas da'
frica. Urna leda se lancou de um pulo na tren-
te dos agressores.
Cecilia estamos salvos, disseram os dous
olVidacs.
Erna coa estamos perdidos, balbuciaram
os negros.
Mas Cecilia era um boro animal; sabendo
brincar com lodos, nao linha feito nial a n:n-
guem. Couliulia-sc em mostrar aosdous desgra-
jadi s os bellos denlos. Os negros acabru-
nhados de rnDdo, deiloram-se na ara.
que
nbol
do a
dura lia dous anuos. O governo hespa-
ordenou que o joven principe fosse envia-
seu pai. Chama-se Fernando Antonio.
MARIMIA ANGLO-AMEBICAKA.
Segundo o Crrelo dos Estado*Unidos, a ar-
tilharia da marinha de guerra daquella repblica
consta do 3,301 pegas, repartidas uo seguinTo
modo : 872 em nus do linba, 500 em fragatas,
426 em curvlas, 464 em vapores, 10 cm ba-
gues, e23 em transportes c culers.
CARNE NOS DIVERSOS
/.ES.
Segundo um trabalbo do Dr. Block cada indi-
viduo consumirla em carao o pornnno : Franca.
20 kilogr.; Gran-liielanlia, 27 kilogr. 546
gram. ; l'.avivra,2 kilogr. lOOgram ; Rade, 25 .
kilogr. 100 gram.; Ilespanha? 12 kilogr. 04, | horoem que leve jt paciencia necessana para cal-
gram. ; Pnizos-Baixos, 1S kilogr. 251) gram ;
ORO.
l'm jornal de Phadeiphia diz que houve um
bro do Io corpo
Vesl-York
Succia, 20 kilogr.
logr. O' gram. ;
200 gram.
Soxe, 10
; Dinamarca, 22 ki-
kilogr. ; Wurttetu-
berg, 22 kilogr. 400 gram ; Austria, 20 kilogr.
Osofliciaes lornarm a haver lodos os seos '"--Smlias, 10 kilogr 700gram. ; Hanover,
bjectos, o vcsliram-se Iranquillaraenlc, c em kilogr. 10 gram.; Luxemburgo, 21 kilogr.
uauto que islo te passava, a leda conservou os i!W 6M">- : ? d,,l|s Mecklcnburgos, 20 kilogr. ;
sua miillier liulia sabido pela manhaa, deixandol com urna ma saia, e quasi complolamenlo enro-
seu lilho em casa da porteira, e que nao vol-|gelada pelo fri
tara. i O aldeio foi logo participar o quo vira ao pre-
Itguma cousa Ihe aconteccu disse M. sidcnle da communa, e a pobre rapariga foi con-
X... afflicto; r, siibindoa sua casa, estremeceu I duzda para urna cavallariga, cu jo calor Ihe fez
iu o"ca es a va- aos Ps cabega.vtndo sobre um raovcl urna cor-; bem ; e dpois que voltou'a si foi recolhida no
' I la, escripia por sua mulbor, com o solre-escrip-
lo : Para ti, meu pobre amigo
o
quautu que i?lo se p
negros em respeilo, pondo-lhes a sua larga pala
sobre us hombros 00 menor uiovimculO que fa-!
ziam.
Vamos, ponhamo-nos a ramiuho, dsseram
os o fin ;;.i g. A des| i dido foi acompatiha la com |
um bom pardo murros.
0 navio voltou a Franca. Comointroduzir un!
hospede lio perigoso no lar domestico pensou
e dono de Cecilia. Abandona-la .' aonde? Ma-
ta-la i queru loria roragem para tanto? O ci-
iur^i."io fez presente della a um capitao de fra-
gata, que parta para o norte.
Neulium dos costuraos da leda foi mudado a 1
Luido.
A trgala estacionou era uin dos : irtosda In-
glaterra. Os ge os ricos eommercianles
da ci lado ron .
ros janlares.
Os francezes na 1 podiam dcixar-so vencer em
cortezia ; assim n'uiua bolla tarde do ostio a fra-
gata apresenlon-sc resplandcconle ile luzes e ga-
Ihardamenlc embandeirada. Era dia (! bailo a
bunio; baile e ceia; eai urna palavro urna gran-
de fi sla.
Tudo que havia d< n ilavel, quer por uosci-j
ment, quer por fortuna, os ......midado. Urna
Cesta frauceza Julgai se nao ira l todo o mun-
do! 8
1 111 bule dirigia-sn para a fragata. A quem .
bcio de tapetes mullico res
cujas franjas domadas cabiam at .'i ag 1a, e com
1.111! os adi* vestidas leganlem uto i em trajes,
do grande ceremonia i Portencc ao mais rico ar- .
mador da Inglaterra. Vede-o, o roo armador
inoslrand sollicilo junio das palltdas o bel-
las ingle/as.
Abordaram. Lina oseada do corda eslava .-.--
. do navio ; bolle escada goarnocida de vel-
ludos. Que prazer haveria um moa festa a bor-i
i >, se l nao liouvesso 1 las as commodidades
como em um sali .'
Lu hornera gordo e baixo, a quem o titulo de
armador dava quasi o diretto descjulgsr um ma-
liiiino, foi o primeiro quo saltn, ult'erecendo a
nio a urna senhoia.
lia elle, quasi chegado ao lombadilho Jo na-
n trepidar, e c< i tal exemplo lodos se a ni-1
niarara. Erara dez as 1 mu .!. dos e com lodos ellos
se contavo, quando o intrpido armador cheio de
sorpreza leon immovel I Pareca que sambak-a-
va por se adiar mol.
Na verdade o caso oaoera para monos. Quem
poderia prever um scmelhanle encontr?
No meio da oseada, a dous passos do hornera,
urna lefia 1-ingou soL:u elle uns olhos iujcclad -
de san;
Pobre Cecilia, como te calumniou em seu
pensaraeulo, este hoTnom a quem Iu davas us
bous dios porque lu formavas parte da guarn-
gao, e dovias nessa tarde fazer as liornas de
burdo.
Mas ji!,ii l para cima, gritara um Ingloz
dot 1 n de pouca paciencia e contrariado por se
vi'r entre o eco e o mar.
Eu... cu... ora leao !! c o armador dando
um guio de terror, largou a corda dos mos. Os
ps faltaram-lhe aomesrao lempo que o corceo,
o e-lo rolando como uma bola, levando dianle
Je .--i ades e lords. ~
Os marnheros gritaram ao niesmo lempo: do
um modo assustador:
Dez homens 00 mar !
Tiraram-os todos da ag a : os vestuarios sof-
freram alguma cousa e nada mais.
Tai o maior crirao de Cecilia.
O comraandante voltou a Pranca.
Jautandu um dia mesa de LuizFelippcconlou
as aventuras da boa. o ni pedio-llie que lli'a
moslrasse. No dia seguinie, Cecilia fazia sua
entrada as Tuilherias. Havia entao l una
cranco que era oihada como o chufe futuro da
1 E-la crianga era o conde do Paris. Brin-
cou cura a lea loo bem qjie o commandanle la
dcixou. Cecilia que tinha servido de Iravesseiro
flucluantes Hiextinguiveis^ de Mr. Fernandos Si-dos em Dijon, desprezando o poso do elemento
aquoso eda concha, representan! em substancia
vordodoiramenlo alimentar o poso de 8,000 ki-
logiammns, tonto como a carne do cont o cin-
cuenta vtollos.
Em Argel fez-so grande consumo dos caracoes,
apparorendo nos mercados grandes rimas d'el-
les, que so vendem aos conlos c aos alqueires.
Em muilos poizos os babilanlos do campo usara
este alimento nos das de abstinencia.
Fishcr aflirmo quo nos orroboldcs de Rordous,
lodosos omos, na quarla-foira de cinza, o povo
se banqueteia com caracoes. despedindo-se do
carnaval e preparando-su para os iejtjns da qua-
reama.
Anlgomento a cidade do L'lm venda annual-
mente mais de. dez milhoes de caracoes, que
oram consumidos durante a quaresma nos con-
ventos da Austria.
Plinio di a milicia de quo osles molluscos ja
ennstiluiam um alimento muilo estimado pelos
habitamos de Roma ; notorio que a arte culi-
naria tinha rhegado ao maior auge do perfeic i
entre os Romanos.
Apicius, no seu traalo d'arte culinario, di a
receila de tres mullios principos para os cara-
coes, merecendo especial meneSo aquello cm que
flgurain vanas plaas, leite, "raantega, queijo,
vinho, fiirinha o assafro.
Em Pa is a pratica mais geralmento seguida no
preparaco desle alimento assar 05 caracoes
sobre agrelha ou no forno, depois de frvidos na
concha c temperados com inanleiga e.salsa: as-
sini preparados consliluom um alimento su, nu-
tritivo e de fcil digeslo. Nao bom como-los
iramediatamento depois que sao rolbidos. Te n
succedido casos do onvcnenamoniu, determina-
dos por caracoes, que so colheram em luaos era
que rogetavam a cicuta o belladona. Para evitar
estes accidentes basta ter a preeaugo de nao co-
mer os caracoes senao depois que osles anima ;s
sonreram um jejuin demorado, al que o sou
tubo digestivo se Ump completamente.
Estas observagoes de zoologa priiea sao im-
pnrlaulc, so nliou termos ansdamnos que os ca-
racoes pro lu/em era muilas culturas.
Era I856 os caraces occasioiiaram mais pre-
juizus que o oidium om alguns vinheJos da
l'r.uiea ; e noto-so quo al agora anda nio se
descubri molo mais seguro de destruir esti s ani-
maos damniuhos, do que culho-lus mao ras vi-
nas ou nos pomares, logo quo principiara as
vos tupidas da primavera, a caga dos caracois,
tem por consequencia, dous flus uicis ; libertar
a agricultura d'um verdadeiro flagello o enrique-
cer com um elemento importante u rgimen ali-
mentar do lumen).
de carabinciras voluntarias de
[Commercio do Pprlo.l
REVISTA DIARIA
Temos noticias mu rcenles da cidade do
Ico, no Coar ; as quaes dio-nos o resultado da
eleie&o provincial por aquello circulo, resultado
que constituio mombros i asserabla os Srs. Drs.
Benjamin Pinto Nogueira, Fructuoso Das Ribei-
Antonio Ferreira dos
10 e Antonio Ferreira dus Sanios Caminha, e o
conego Uauocl Roberto Sobreira.
O vigario Frota pleileoi a sua reelcigao, mas sendo seus patricios o eeaapanbeiroa learam
do 18GO.Illm. Sr. Dr. Manoel Pinto do Souza
Dantas.
Bernardo Ptrira do Car,n<-.
Este aclo do maior aprego, o digno do
maior reconbeciraento, tanto nnis quanto ao
nca^savcl zelo do Sr. Dr. Pereira do Lami, e
ao sen patriotismo tem a provincia um coilegio
do nslrucgao que nao ha superior em oulnspro-
vincias. r
Consta-nos que um dos motivos da ti.-ns-
forcnciado concert lyrico. foi a lamentavt
graga occornda a iufuliz Sr." Ltiza It.dandini,
primeira dama soprano da-companina Iv.-ia di
Baha, que dingindo-se para oCcari noullimo
paquele viudo do sul, no desembarcar em janea-
da perece* miseravoltu.intc alegada. Ou arUsUs
achando-se sera forga mral, e baldo dos fortes
esleios quu da vez passadn levoram-no cadei-
ra provincial, passou pumima verdadeira.decep-
gao, fleand 1 afinal inlngodissimo com o lente
coronel Casimiro Pinto Nogueira, com os majo-
res Jos Fructuoso Dias e Joaquim Pinto Noguei-
ra, com o com mandante superior Francisco 11.1-
noel e com o Dr. Fructuoso, pessoas essasprin-
cipaes daquella localidade; de maneira que nes-
la situagao nao podciido elle subsistir all, corro
que procura uma permuta d(t reguezia.
O revorendssirao vigario Frota, no seu desa-
ponlamento, allribuo a sua derrua i varios, o
por ultimo pegou-se com o padre Theodulpho
Franco Paito Bandeira, o quem d a paternidade
da guerra que soffreu; c por isso nao perde oc-
oa-i.oi .;.. uma rolaltaco. ao passoque este pa-
B|*6 6 um dos ornamentos du clero icense, j
por suas virtudes, j por sua regulardade do
conducta, jj final mente por sua inlelligencia.
A eleigao geral ji enlrelcm os espritus dos ho-
mens do eleigao.
O Dr. Carvalho Brando, desengaado de om
xito em sua candidatura, parece haver di
csse campo e procurado o do Cralo; de modo
que assim nao podc-se assignar quem soja ocan-
! didato \i( loiiu.su. Por agora soineiilc -so falla nu
Dr. Raymundo Foi reir de Araujo Lima, qne
; portanio acha-se sem competidor.
----- .' :i)
summaraonlo triste recebendo semelhanl'
ticia.
Pasease i ro da barra americana //;
sabido para Pbiladelpbia Nfcelio ll.niv.
De Ignaras*A escrevem-nos em data di
Na miiiha anterior tratando do recrutamenlo
de guarda nacionaos que aqui se tem feito, d
Ihe que um, quo at havia sido, na asperean
o.-la, julgado incapaz do servioo militar
nha contra si ordein do reerutaaienlo. Ha nisso
alguma inexaclidio, que me apiesso de coi
antes que mu quoiram allribuirsenlimenlM par-
-. quo nu lenho. 0 que ha contra 1
da nao ordo'u de recrutamenlo, sitn atropello
de senigo do batalbo.
Pan co quo quem nao .'Si apto para om
do primeira linha. nao o deve laubem estar nna
o aoli\o da guarda nacional ; mas Uto i
mui pe luonina pira se fazer mengo delta.
L111 dos rorrutas foi posto eni liberdade. c
dous seguiram para ema cidade. L'm dalles, Ma-
noel Thomaz. homem de 1 rxcll nte
11 apcncionado de ramilla, cono
""niaas, 1 011 v 0 deviam
do recrutamenlo.
', Felizmente, porem, est suspenso o
Diz ira uns, que elle nio rea parecei
lo ja eslarem salisfeilus cortn eaprickos,
que iguarda-se 1 solugio da pres
podemos deixor de consignar nesla fe- menle aos dous recrulas, que Ihe foram i-
o estado deptoravcl, em que acha-se a pon-
tezmh.i da ra da Aurora; a qual em vi ruado,
; ur um milagre j nao lem desalado.
Admira |uc laes cousas sejara iiegligenciadas
a tal ponto, mesmo aqui dentro da eidade, onde
ha lautos olhos a re-las e nao menas bi
cens -las!
A ruino completo : os
?s que
Ihe sor-
cular, com luda a exaclido possivel, o que lem
produzido os minas da California o da Australia,
no espago de dez annos, e raonla summa de
1:100,000:000 de dolais.
Tescuna, 8 kilogr. 500 gram.
A EXPIACAO*.
Casado om 1S52 com uma mulher joven o
linda, que olio adorava, N. X..., empregado em
ama importante casa de commercio da capital,
viva feliz, leudo o nascimenlo d'um lilho aug-
mentado a sua ventura domestica.
llavia.perto de l> anuos que gozara osla paci-
fica felicidad!, quando, em agosto do 1858, che-j a sua admiraeo redobrou quando vio,
gando a casa, licou sorpiendido desabor que | sobre as folhus uma creatura humana.
Ul.HER SELVAGEH.
Lltimamente deu-se um laclo muilo curioso,
perlo da aldea do Sainl-Margaiethen, no cantan
de Sainl-Gall (Suissa.)
L'm linhador dirigia-se para una floresta pr-
xima da aldea, o mal onlrava no ai voredu, vio
una porgan de ramos verdes, encostados a um
pinheiro, bolir do repente, como se por baixo cs-
tivesse um ser vivo.
Sorprendido o assuslado, o aldeio docidio-so,
nao sem longa hcsilac&o, a levantar os ramos, e
duilada
coberta
DIVIDAS DE LAMARTINE.
O Ilustre Lamartine, que se ochava cm Macn,
voltou para Pars. Nao se tinha aprosentado com-
prador algum para os seus bous, o como a subs-
cripcao nacional s proiuzo 160,000 trancos l-
quidos, para pagar dividas que passamde...... .
2,000,000 e meio, Mr. de Lamartine vio-se na
ni cessidade de pedir prazo. Depois de convocar
em sua casa, no castello de Monicoon, us seus
credores, em numero superior a-100, propoz-lhts nandes lo Figneiredo.
entregar-lhes os sus bens, cujo valor cxci n j
muilo o seu passivo. ~ ,; ; l:l dc '
vera de amparo, ctvam-se'f n lid os; o madeira-
inenlo ludo carcomido e deslocado ; as nclina-
I i subida o descida csto estragadas a pun-
to de hoverem-lho addi ionado d um lado uma
carnada de lijlo partido e postoaesmo; ludo
linalracnl urge | ; uma re ai igo lisiante.
Avistada expusigao resumida, mas veri
do estado de ruina desla ponte, curapro que seje
ella para logo reparado ou concertada, como pe-
de o coso.
Ilontem leve lugar o lcvanlamento da ban-
deira do Nossa S uhora da Saude, do Poco da Pa-
nellf.
0 acto tuvo o luzimcnln, que de eostume,
sendo muilo concn i lo.
Fallcccu honteni repentinamente o portei-
i" da i da presidencia, Ruliuo Jos Fi r-
do do car:
19 do correlo foi exonera-
supplenle do 5" distrielo da
e Bonito, o alteres Antonio Itaymun-
reunir-se ao seu ba-
Esleve perder o juizo qoando abri a caria o ;
soube o motivo que levara sua mulher a fugir
do ledo conjugal.
Depois da lerrivel revelago, M. X... fieou;
s dios como anniquillado. Poi mais de]
um mez foi-lhe irapossivel vencer a sua dor.
l.-!o estado do cousas dnrava ha perlo de 18
nn aes e M. X... mostrava-se 15o pesaroso como
no primeiro dia, quando, ltimamente, receben i
da fugitiva urna corto, no qual ello 1 lio assegu-
rava o sou arrependimenlo, supplicondo-lho que ;
asylo das pobres.
Declorou que nunca habitara debaixo de um
lecto, e que era filha de pais nmadas, que a dei-
xaram crescerscra Ihe daruutro nomo scnoode
Modeli pequeo.)
L'm dia seus pas tiveram entre si urna desor-
dera vilenla, ora resultado da qual sou pai ma-
ln sua mi com una focada. Muilo aterrada,
fugio, c nao soube mais o que fura feito de seu
pai
Desde cnto a existencia da pobre rapariga foi
anda mais desgranada.
Provou que, apezar da insufficiencia da subs- ; .-
cripcao nacional, pagou a todos os credores pro-1 r ,, n
, zenles a so.nmo do 1:200 mil francos eu. 18 nio-! <' ,9'l'elln, visto ler de ir
zojs. s com o producto do seu trabalbo: e com- lal,a a l'^inciado Maranhao.
promellen-se a pagar cm Janeiro o fevereho pro- T '\'",'";;" p' ',l 5.tn fWtal 'Io ro"b
ximo 300:000 francos cora o produelo dos suas pu- do bnll lo aoioalnciro Jos Mana
; blicagoes Iliterarias. Se o publico continua so- .!,"]"* 'Va i s,"9*0 Ennlle Iscby, no da
cundando os seus esforcos, a sua divida de......I .' ,l" nK'/ nnn,>> na PrPria residencia do Exm.
2;400:000 francos litar nlao reduzida a 1,300,000
francos. Por ultimo, sollicitou do cada um dos
credores a faculdade do dividir o pagamento era
:t ou pro/os, esperanoo, disse, Ion de irab.i-
balho e economa, pagar a tudus sem a menor
reduegau do capital, nem juros. Todos os crc-
[ dores acceilaran, commovido?, os proposlas do
nobie devedor, que naquella uuanimidado encon-
Irou a coosolagau de grandes amarguras.
Sr. presidenle uu provincia.
Nu sabio senu ao romper d'alva o di'pois do
ddixasse regressarao domicilio conjugal e ro-jsol posto. O rosto do dia passava-a nos bosques
gando-lhe que Ihe respondesse logo pelo cor- c entre os rochedos.
reo. Alimentava-se nicamente com fructas silves-
M. \... responden lies o raizes.
Pola rainnaparte, senhora, naopossoesque- Chogouasslm ai aos dezoito annos, sem tura
cer quehaveis distruido a minha felicidado; po- menor nogoda divindade.
tora nu popo esquecer tambera que sois a mi fi o Pcnda,u da mulher selv.igem que, nr, seco- caiullc fi c ladi:o'_ pr'liartbiha'a"paflVdo' Ba- !'"''"V
). que nao devu pnvar'-das vossas lo passado.appareceu em Champagne, o de qne I diali, que recusara cantar. Os rogos, os ameagas ,J
1 '; su isso (omou passagem pora o Maranho
1 no 3| Sut no dia I o
da 15 doscobrio-se o artificio com que elle ha-
. i i Iludido a f daqui Un joalheiro, c logo S.
Exc, o Sr. pt o ao comman
la est iga i naval para que fizesse sahir com
presle/a a canhoneira gualemy, a rer se conse-
gua upanhar aquello vapor e prender o la-
dra o.
com a activdade
os con-1 atlJ mmedialamenle s'jj^irdi'tis
a outu- nepois communtcava S Exc. que
i varaos tinha parlido.
que o distingue
o duas horas
a cauhoneira
caricias. Voltai,(pois, quando vos aprouver ; e
so, d'ura avante, somos ostranhos um para o
u'.iiro, ao menos fleai corla que nunca vosfalla-
i'ii do que se passou.
Na taido do 7 do corro.lo, M. \... rollara do
seu trabalbo, conduzindo, como costumava, o
seu menino da escola, quando a porteira, depo-
sitara da chave, llic disse que a senhora linha
rllalo.
A'esta noticia o pobre mancebo, cqucccndo
"= m ; -, i!. : r.iiiioii Ligrima.-: Uu alegra ;
o, pegando no menino nos bracos, subi as es-
cadas quolrn quatro, dizendo crianga quo ia
ret >ua mai. *Enlrou em rasa, corren paran
quarto dc dormir, onde vio luz o onde contara
que a pobre peccadora o esperava anciosa. Mas
ju'giie-se da sua dor quando abri a porta do
quarto o vio aquella quera trazia o perdi, cinza.
ajnclhada, com os cutovellos apoiados sobro o
o rosto entre asmaos, eo quarto saturado
do emanaedes carbnicas,que liuham exhalada
dous rescaldes extiuctos, collocar'os no meio do
quarto.
A pobre arrependida linha-sc asphixiado.
Saine o loilo eslava aborta a carta que U. \...
Ihe linha escripto. o por baixo da qual a desgra-
c-.il.i escreveu, no momento supremo, estas duas
nicas palavraa : Perdo Adeos"...
Rouffou falla as suas obras.
FOI REM VENDIDO..
Mr. Duinos, filho, venden o manusctipfo do
seo ultimo drama o Pai Prodigo por 25,0(10
francos ( -'i:5O ) a Mr. Michel I.evy Nao havia
exemplo em Paris d'um manuscripto dramtico
vendido lu caro a un editor.
J se vfi que em Franga vale a pena queimar
as poslanas para ser dramaturgo ou roiuau-
ci-la !
OS CANTORES EM ITALIA.
Em Italia os directores do thealro, os can-
tores c os compositores esiao debaixo d
ndado immediala da polica o o fado que
referir indica bem a omnipotencia d'a*la aulori- N .,,,; s a ilurls da ,,,, (.ci,n,rnu ,.H:,
DeVia representar-so o Milao a onera VOe. K^'CteLl'* rSSJ'^0! ''" S
[(oque o souueque o Cruzeiro do Sul linha ape-
as horas de avengo : o quo induzio o
commandonlo locar no Coar, onde esperava
. -_-.x,.,....... .....uww^-im -.i.".. -;.......ll.. i ii: i
prezario dirigio-so ao chele da polica, que le
promeiteu a sua coadjuvagao.
Faiiiuni eslava u'uin cal quando duus
birros, aproxiraatido-so U'elle com pulidez, o!, :'r,V'
convidoram a aeompanha-los da parte da autori- ;' '.' ?.0C ^ V Z JU g"" P'r"
I .n.u.iiiiiuu, smenle a relia ; porque punco car-
vu Ihe reslava. Chega a fondear s l horas da
mellidos. Se torem sorte, o'o have
crutamenlo, se forem para o exordio eontii
com mais torca. Sa i von por i
os lacios, para dir-lhe conta delli
l'.orre por aqui que esl i i
uo oo segundo districto oeste le i
inmundos Vieira da Cunha.
i um exeellente moc
' l"il Prova- v sa o
arl lauto mais luanlo i
que seta leme,,, de pardos, ao mi nos pr.
uadamente, nem que lenlia comprora
nenlium dos dous lodos, cm que actala
aqm so divide o partido conservador, le
at nos consla q ir se ha a
lo dessas conten las, re
malmcnle assolieilag es que d>. .
tem feito um delles.
Ha porm, pres m is fundad
o Sr. \ o-..-, ni aceitar o c irg i. n
a pos|.-,-,o de subdeleg i :
esta, muilo abaixo do ten
diflicul 11 ; | licaes, oo. i
ha anuos que a acgo da antoridade d
ah exereida convenienemcnlc p. la incuiia do
quelles em cujas mos .se acbou.
No entretanlo nao ha nada : poail
nos auloriso a dizer que o Sr. fieira regita a
subdelegada ; o que damos cono certo, .-, <
se ello a acunar, tara c.-m issu grand* lacnQcio.
- \ qualifieaco dos votantes d
! ii nte, porque at aqui anda
.i queixas
- Pi icerh mtem andou o
do lermo em deligencia? pelas ban I
uo o llapissuma ; mas nao fez pris>
- Iloje eslendi-me de mais : at outra ^
- Cei r\ r. Tam-.kr M. \. |
rigne, pubtieou nu MoniUur de iar
guintes di'lalhes :
Antes da invasao da Hespanha Ha
Ceuta, eapitil da Mauritania I.
oos Godos. Foi d'alli qui
giacas da Pennsula] e da queda da ana ni
cha. A lenda conta que o conde Julia
nador de Cenia pelo rei Rodrigo, ofc
insulto que osle li/ara sua filha, culi .
pruga aosHooros. Neste portse era
us seus exordios, que nao se conleot. i \m i
conquista de Hespanha, m .-
os Pirineos e invadirn a Frat
para o decidir foram sem resultauo. Entao o cm-1 nchar ;iillJ, ,,,,, A chog0 Js |l0rj, (-, mij.
le, e soube logo por urna jangada que o Cruzeiro
-. do Sul havia seguido par* u norte s 5 huras o
': 30 minutos da i nde. Sem pegda de lempo, sus-

:
faca iodir.i J.-.J.. ,j,:.. unupo dal
... i, a propnoJade do C
longos seculos, os II.
dominio arabt
dado superior
Na Italia nu se brinca com a polica, Far-
liani acounaiihou os esbirros, que o couduzirara
a casa d'ellc, e, quando chegaram salo, Ihe
disseram com luda a delicadeza de que cram sus-
ceplivois:
D'aqui a sois dias deve ter lugar a primeira
de lerga-fetra deu-se um doploravel; represeuiaco da opera VOcsosom fa el ladro. ,
Tendes um papel u'esta opera que nao o sabis u L desPParcc*u 8aBe" que idos esluuar. : dinle quando no da segrale fundeou no porto
Nada de observaces.
POR CAUSA DA CRIN0L1NE.
No noile
accidento em Lancy. Ilouve um bailo em casa
de M*", o, antes do 'comego das dansos, oliime
do fogo linha sido cuidadosamente caberlo cun
uoite do da 10 vista do pliarol de Ilacaliirae,
e nao segu mais para dentro por dizer o pra-
licoque nao era prudente. Punco depois avis-
ta-se de bordo urna luz, que se ordo de nsla, c
s i huios outra, que o oilicial de quarto per-
gunlou aopratico se seria o pharol de S. Marcos
OS GUERREIROS MARROylNOS.
0 Clamor Publico, de Madrid, d os seguintes
pormenores do modo porque os raouros pelo-
jam contra os liespanhes :
Agachados_pordetraz das podras, fazcm fu-
go, sera se intimidar, e ainda que seja um s e
veja avangar uma forga para elle.
Quando sao acossados, lngara fura a espin-
garda o com a guma so defedem at niorrer.
Teudo-sc nolado que os Hespanhots morios
no fogo sao geralmento ferldos na cabega, averi-
guou-seque os rr.ouros escolhem para alvo todo
o objeclo que tem a altura do um homem, o,
atirando com muila certeza, maiam todo aquello
que so nlerpoe entre ellos e o objeclo que Ibes
servo dc alvo.
Sen tai -vos ao pia-
Tinha acabado a primeira danso, c orgomsa-! Il0 c estudai, do modo que a represcnlacao pos-
va-se asegunda, quando uma joven senhora. sa dar-se, ou emo vos conduziremos icadea.
, passaudo por dianle do fogao, varreu, sem duvi- j gu 8a|)Crj uiinha parle .
da, com a extrcmldade do seu vestido a cinza de : Mu.io bom ; mas como o director da polica
lume, do qual repuchou urna chamma. que, fa- o conlia na vussa palavra, temos ordem de
vorecida pela loveza do tecido d um vestido de permanecer junto da vussa pessoa, e de nu vos
haile, a envolvou logo desdo a cabega aos pes. ,ierder de vista at represenlag. Nao vosin-
Mademuisello **', correu desatinada para o meio
do
VI
con-
fu
re
No meio d'uina confuso inexplicavel, chegou-
q io este Ihe de vera ler solo do Cruzeiro do
Sul, que sabio noile, e que passou em distan-
cia de nao se coiihecer da cauhoneira se era va-
por, ou se ao menos ora um navio que s,> nio-
\i.i.
O digno presidente do Maranhao manda for-
neccr canhoneira earvo o manlimentos com
toda a ccleridadee a faz seguir pora o i'ai, no
dia 21 s 3 horas da tarde. Sabendo o chefe do
polica que all so ulVereciam alguns brilhantcs
se, comludo, a extinguir promptamenle o fogo
nos vestidos do tres jovens ; porem as ulras tres
sotl'reram muilo.
Gracas aos promplos soccorros, o seu estado
nao dava recelos. "
As nutras victimas do accidente tiveram ape-
nas algumas queiraaduras sem perigo.
grumetes da marinha franceza, lornou-se o i -l',1"'e*'-' raz:l S solu.;"10i ''osponhes fogem
brinco de um joven lilho de um rei.
Os flhos dos res, assim como us lllhos do po-
o, dci ressa esquei s seus btuquedos de n-
foncia.
Cecilia foi mandada, em 1317, pora o jordim
das plaas.
Podis v-la socegadamente eslondida na sua
forte gaiola. Vs a conheccreis pelo uorae do
Lisa do Senegal, 1847.
Tarvez que o seu guarda ingnorc esta historia,
que verdadeira. O seu primeiro dono, foi ve-
la anda ha pouco lempo. A pobre Cecilia pare-
Cou reconbeco-lo.
Mas como poder aciedUar-se na amisade loo
duiavel de um animal, quando baslam alguns das
mudaros scnlimt-nlos dos homens ? !
Acorapanhorani-o aos ensaios para o thealro c
al io seu camaiiin, uo noile da representando, e
s o largaran) depois quo ello cantou, com o" rac-
Ihor xito a oi.era.
ROA RECUA.
Na ultima reprteeutagao do thealro italiano do
S. Petersburgo, cm uno a prima dona La Gra
cantn o Uihelo com o tenor Tamberlick, pro-
duziram as entradas .OO rublos de praia 2:880j
reis.
NAVIO NEGREIRO-
O vapor hespanhol Masco dc Garay leve oc-
casio de prestar um bom servigo liumanida-
do. Dirigia-se este navio, segundo dizem C-
tela, Militar de Madrid, de llavona para Guaira,
oapprohendeu uma escuna nogreira con) 450 ou
550 escravos, que desembarcou no prximo por-
ra quo podora ser mais seguramen- to de Nuevila.
lo victimas do immigo.
Entre as diversas estrategias de que se valem,
uma dolas c nao atacar seno quando o sol d
de cara oos seus inimigos. Tambera se lem vis-1que, tratando os tripulantes da fazer o mesmo dos ritus", ura brilbaute i
com o piloto, levo este a fortuna de ver o seu na- I 0 tmulo de Beuto do Labra de
vio tomado polo navio do guerra hespanhol, que no mez do dczi.-u.bro.
Iu .. i ii.i, i ui..il unala
Diz-so que houve uma revolugo a bordo do lar
navio negreiro na viagoni para a frico, morren-
do assassinados o capilo o o contra-meslre; c
BEAT1FIGACAO.
Fazom-se om Huma grandes preparativos para
a bealicacau de lenlo de Labra.
Todas as arles, a msica, 1 pintura, a esculp-
tura, su convidadas a concorrer para abiilliau-
a soleinuidade edar-lho um esplendor, que o
to Gngirem-so morios, o, quando os contrarios
se lhes aproximam, puchara da gumia e os raa-
tam. Sao muilo bous a tiradores, e, alm da
bala, nicllein no cano da espingarda balinhas
mais pejuenas, cm grande quaulidade.
mendigo da Picarda nunca em sua vida sonhara.
A eluquencia sagrada prepara, na congregaran
ia ser alerlo
suspeilas; drigio-se logo ao chelo n eslaga
naval o com elle fui palacio, onde coramunicou
presidencia o fim de sua comraissao. Tres ho-
ras depois j eslava preso o la rao polo Dr.
chefo de polica, isloe, oito dias depois da sa-
bida da cauhoneira deste porto. Todos os bri-
Ihanles foram tambera adiados, sendo quo j
Limlie linha vendida uito podras, quatro no Pa-
r e quatro no Maranhao. Estas foram encontra-
das entre astria c lanas apprehendidas por
preyengao e parece quo pelos restantes Bcava a
polica do Maranhao na espreta do lira oulru
glande roubo.
11 ladran veiu preso bordo da cauhoneira e
[oi recolhido casa de dolciigo depois dc ler
ido presenca do Sr cheo d polica. Se aca-
nnoneira su demora mais un dia nao o encon-
trara mais, poique elle segua para Liver-
pool.
o 6
reconjuislando rom .
cuidado o palmo a palmo suas provndas
tro lempo christaas, as Caslollas, V'ale
flova, Sevnlia, vendo a mais rica
usa corajosamente guardada pe 1 -
nado, nao tinhaui nem pnrtos nem ma
costas do sul. e nao podiam cuid
cor sua fortuna perdida.
, ;: P>rtuga^ essa nago inli |
hendedora. anda de descubertas c do -
longmquas, que leudo primeiro expuls 1
sulraano do sou territorio, arraou t-sq.ia Ii
seguir n frica, e se alirou
anuos da conquista do Granada.
Joao ] deixou o porto de Lisboa a K I
de 1 iiucoiii 3J naos de linha. T, gale
ordena do remos, 32 galeras de duas
lau as s de diversas dimensoes.
Os soberanos dessa poca maravha l< 1 de ar-
mamenlos lo considerareis mandaiom 1
duros ou ni Joao
A armada naregoo para o estreilo,
ura temporal, que estovo quasi a dispensa-la
naoparou diante de Gibraliar, niqoellc le
aldea miseravel, ecorreu paro Ceuta.
No lim de agosto desso auno, 1 cidade musul-
mana era uma praca portugue/a, uma -
o Joan l acrescentoa eo seu li .
copal
MEMORIA.
o livrou d'uma raorlo corla.
CRESCE O ELEMENTO DE CORRUPCO.
As noticias da California fallara da descoberla
dc ricos depsitos do materias aurferas no valle
I ui ragnieiilo dus ossos ser enviado, como
reliquia, para a caihedral de Arras, cidade natal
do santo.
O doutor Calmeil, medico do hospital dos dou-[ de Carson.'ao longo do rio Wafkcr'ao este'da
dos. de Charenion, publcou uUimaracntc-urna Sorra Nevada.
MACROBIA.
Na noile do 26 para 27 de dezembro falleceu na
(reguezia de Tagilde conselho de Guimares, Ro-. .
$a Voz, por alcunlia a Sebaslida leudo an- bnaKuez.
dado sobre este planeta sublunar por espaco do
i i, 1)15 das o doze horas ,\,', anuos o mezos.J
Gonservou al o ultimo lisiante do sua vida, o
pleno uso de suas facilidades; lendo ido .'1 missa
no ultimo di.i do Natal, vspero do seu falleci-
menlo. Durante o longo tempo, que errou nes-
s-! mundo, viu dar ao tmulo sele abbades. que
tantos foram os que paroehiaram a sua freguezia
em quanto viveu.
: memoria sobre o abuso de bebidas espirituosas.
Diz que esto abuso runduz quasi sempre a do
metida. O iranstorno quo causa na razu princi-
pia por sor passageiro e acaba por tornar-se chro-
nico.
De 176 doudos, que em 1858 enlrorom
Charenion, 60 deviam a perda da razo a
em
lago Honoy ao
n'um:C cxlensao
Eslos minas eslendem-se do
norte at ao rio Wallcor oo sul,
de 200 milhas.
lia alli, entro outros, um montieulo a quo po-
zerara o nomo do Gold Ilill, ou tollina d'ou-
ro, que tem sessenta ps do altura, cinco milhas
cm- de cxlensao o duas de largura. alravcssada por
duas veas de quarlz aurfero.
pa-,
DEBIDAS ESPIRITUOSAS.
Quasi lodos os paizes tem o seu licor
RECE1TA PARA A HYDROPHlilA.
Tomara-se tres geminas de ovos, e depois de
bem batidas, junla-se-lhes onga o meia de ozoi-
lO, ou a porciio que levar meia'casca do ura ovo ;
langa-so em um vaso vidrado e colloca-se em
lume brando al que lomo a consistencia de xa-
rope para se poder beber. Toma-se por Iros dias
continuos, em jejum, e nao so toma oulro ali-
mento so nao passadosseis horas.
Nada so perde em usar e experimentar uin re-
medio, cojos boiM resultados lano pala pessoas,
como para animacs, nos sao affianeados pela pes-
soa que no-lo communicou.
DEMONSTRAGAO PACIFICA.
Na Hungra manifeslam-se demonstroges
cidras, mas cuja sUniOcacio nao escapa os I luoso que Ihe peculiar,
agentes oustiiacos. L'ma dolas consiste o uso Na Inglaterra o Gin a bebida
do troge nocional hngaro, que desde ha annos usado temperada com lerebenlina.
se comecara a abandonar, subsliluindo-o pelos
tragos francezes, que se tornou o do toda a gen-
te civilisada. Agora, homens e mulhorcs do lo-
dos os classes, tornam o usar o pillorcsco trago
nacional. Nao uma demonstrago sem impor-
lancia, porque em todos os lempos a opposicao
na Hungra coraecou pelo Irage.
espri-
geralmcnle
CRISE MONETARIA.
No imperio dc Austria o numerario coda vez
mais raro, e na circulagao s apparecem o pa-
pel-mooda o olas.
Eis um facto queda uma justa dea desla ver-
dode :
M. Bosco, filho do clebre presligilador dcsle
nomo, est dando represenlagoes em Vienna, que
sao muilo concorridas.
StMi riTitintu Emuma dolas, pedio aos espeeladores que
fcUUJA DL SANIA (AIIIARINA EM LISBOA. Ihe einprestassem um corto numero de moedas
tsia egreja que toi Da pouco lempo arremata- i dc praia para executar uma sorte. Foi impossi-
da ora praca, foi fundada na eminencia do mon- vel oble-las, e a sorte ro pode ser executada.
le chamado outr ora oo Pico, ou Beber, em 271 _____.
Na Hollanda a bebida chamada Jeneva Bran-
deiryn, temperada com a baga do timbro.
Era Tronga o Cognac, feito de vinho; o gosto
particular que lem produzido por uin oleo es-
scncial, chamado oleo de vinho.
Eulre os Indios a Arrach, extrahido do ar-
roz.
Na Allemanha ena Suissa o Kirch Wasser, ex-
Irahido dascerejas.
Na America o AtM, extrahido de um lcr
incryslalisavel, que lica depois da refinagao do
lastrar:
Na Irlanda e na Escocia, finalmente, o Whis-
key destilado, no primeiro desles paizes, da cc-
vado, c uo segundo, da cevada e da avoia mis-
turadas.
OS CARACOES COMO ALIMENTO.
Nos mercados de Paris j apparecem abundan-
temente os caracoes e as hosvedorias tambera
figurara as lisias das iguarias.
Era 1852jscavaliavaem mc-iomilhao o con-
OPERARIOS.
Segundo o roceiiseaiuouto ltimamente feito
do numero do operarios do ambos os sexos, que
rosidtm em Pars, veiiticou-se que montara u
pello do 3O:UUO_os homens e muliieres que tra-
",ara nos diversas industrias. A industria que
ba
uceupa mus brogos a dos alfaiales. e estabele-
CimeulOSde laclo feilo em que so emprcgain por-
to de 100:000 pessoas.
MONUMENTO HISTRICO.
Foram a Solferino tres membrosda commissao
franeeza encarregada do mouumeitlo, que all vai
crigu-so, era huma do exercilo francs. Lid jor-
nal italiano diz, dando esla noticia;
No sabemos o que os tres mombros decidi-
rn) ; mus coi lo que se auuiidonou a primeira
idea de formar da lorre de Solferino o pedestal
do monuuienlo.
Esta turre que caraelcrisa a posigo. Pela
graude clevago era que se adra, descobre-su a
uma immensa distancia, c por isso Ihe chamara
o espiao da Italia.
Do alio d'esta torre dcscobre-se toda a Lom-
bardia. Para foi mar com ella o pedestal do mo-
numento, seria preciso apeo-la e alarga-la, pois
muito estrello, e se tirara a localidade a sua
nica uriguialidade.
Portugal o dos Algarves, o de tenhor de r
que entao era chamada Sepia de tepUi
tem calles.)
Da tomada desla praca cometa pare P
gal araasene defaganhs maritioias; t>. ii.;
blho de DJnao I organisou uma enisad
inflis d'Afnca, o lentou tomar Tan-, r em I
cora um ezercito de (us un eavalleiro^ mil ar-
dimos, o mil infantes, ao qual us \
zeram tropas numerosas.
Aimprozo falhou : o iufant.- i. H
a diriga, fui obligado a proeje!ler .. resittutrio
dc Ceuta, e deixou em n feos seu una ti
nando. Porm as corles portuguezas n
se a roctiiicar esta cenvencie,
pe morrea captivo em Pez, depois ..
sullrimenlus inauditos.
Ceuta, que loo cora cuslou, fico.i oa
Portugal, que conimuou suas incurses n'frica,
conquislou pracas e territorios, ato ai
gracada, era que o cavalbeiro 1). Sebas
lomando partido por um dos pretend
se disputavam o ihrono de Marrocos, ,
1578, com refteos liespanhes e alien
trou imprudentemente .polo paiz para cbi.
I.araihe, o onconirou o inimigu em Alcacer -qui-
t*. O cmbalo foi mal conieoado, os l'uiluguo-
zea foram vencidos, derrotados edis t,a n
Scbaslio desoppareceu no forte da
Muley-llamed, seu alliado.
Portugal passou ao dominio de Folippe de u, .
panha punco lempo depois da morle de H s, -
basao. Foi eolio quo Ccula, do que
ia se trata, voltou ao peder hespanhol.
Quando era 10O Portugal oscapnu, por un rt
revolugo s raaos implocoveis de Pelinpe II q
governador
I1
O bello o importante resultado desla coptu
devido & diligencia, energa eaagaeidadc com
que procedern) os autoridades, o sobretodo pe-
lo zelo ompiegado nella pelo commandanle da
canhonch-a, que para regressard esio porto, onde
fundeou honloni s 7 horas da inanba, lutou
cora muilos contrariedades, desarraujo do hli-
ce, etc., leudo tido necessidado de arribar
Acorac, paro rereber lenho etc.
Felicitamos, portento, aoExra. Sr. presidente
desta provincia, commandanle da estacao naval,
commandanle da canhoneira Igualemy, Etms.
presidentes do Maranhao e Para, e respectivos
chele de polica e commandanle da estacao na-
val do Mnraiiho por este importante sorvigo que
ncabam do fozer. nha pelo tratado de paz com-iuiJo era 1668 em,
No poder do criminoso enconlraram-se passa-, os dous icinos.
portes cm quasi todas as lnguas.e com diversos i Os Mouros por varias vozes tentaram
overnador do Cenia recnSM entregar a \
ue licou duiinilivameule perteueendo HeaVa-
beleceu
. que i.eni.i lena cnido en
dc educacao sobjder dos Francezes ou dos Mouros, a nao ser Sir
sua oirecgao, como se lo no Tempo, de 18 du ; Coln Campbell, quo wwidiw em Gibraliar,
tUlr!V''!.'.^ ule/, embarcar 500 homens para guon.
ga. O governador hespanhol quu op;
ntrada dos Inglezes ; mas Fraser, que os com-
MULHERES PATRITICAS.
Ha pouco, uma dama inglesa publcou umo
carta emillindu o idea do qu* as damas que se en-
tregavara uo exercicio do orco podiam .substituir
eslu enliga arma pela carabina, para acudircm,
em coso de necessidado, defeza do solo brit-
nico Lady Marj-Ttiompson, residente era Sbe-
ritf Hulton-l'ark, respondeu rsle appello,
dando o seu ame para ser incluida como rnem-
O Sr. Dr. Bernardo Pereira do Cormo, paro
dar uma prova do commemorago-pela visita im-
perial esta provincia, dirigi o officio abaixo
ou Exm. presidente da provincia.
- Illm. e Exm. Sr.E' possudo de grande
salisfago que teuho a honra dc coramunicar a
V. Exc. que, como lenue, mas sincera demuns-
Irago de amor, Qdelidade e respeilo que tribu-
to a SS. MM. ll.,hei reservado e posto a dispo-
sicaode V. Exc. duus lugares dc pensionistas no
coilegio de S. Bernardo, para serem proenchidos
por dous meninos pobres que V. Exc. designar
obrigando-mo a tudo que formisler para o seu
sustento e cdueoefio duranle o lempo quo per-
tencer e esliver sob miuha drccgo o mesmo
coilegio.
Espero que V. Exc. se dignar dc aceitar
esle meu ollereciraento com a benignidudu que o
caracterial.
Dcosguurdc a V. Exc.
guarne,
praga.
ci
mandava, pronunciando estas palavra*, que i
historia guardou : Ceuta mus be prest
onlrou na cidade.
Quando a balulha de Aropiles, fatal s armas
francezas, icanimou a Hespanha, as corles de
Cadix perceberam o perigo, lolor.im uma lei, quo
prohibi a couservaooo do um s soldado cstrau-
geiro n'uraa praga hespanhola. Os Ingleo-s pro-
leslaram conlro as mpulocoes injuriosa-,
eram objtelo, e conservaron) Cenia al o mo-
mento cm que Fernando MI reciamou a sua re*-
lituigo.
A hisiorio de Tnger pouco ranis ou menos
o mesraa cousa. Esla cidade foi por muilo U-nipo
uma dos possessoes dc Portugal ; sua conquista
dalo dos expedigesaudazes daquelle paii.
Era 1050, depois dos halados dos Pirineos, a
Macci 2 de Janeiro Hespanha, em paz cora loda a Europa, smeo'-'a-


DIARIO DE PERNAMBCO. CUARTA FIU 95 DE JANEIRO DE 1860.
3)
va Tollar todas as suas forjas contra seus visi-
iilios, 03 quaes recorrerara Inglaterra dando por
niulher Carlos II a ifanla D. Calliarina filha
de D. Juo IV.
Por occasi.io deste consorcio a Inglaterra pro-
mettu um succorro do tros rail infantes, rail ca-
rados o H fragatas, e Portugal den de doto a in-
fanta Bombaym e Tnger, mas j a esse tempo a
Inglaterra lilaya mais alto ; Cromwell linha j
pressenlido a importancia de Gibraltar; Tnger
era muito pouca cousa, e foi abandonada ; os
Porluguezcs a reclarcaram, exigirn que a pra-
ca lh'-s fosse restituida, e nao fosse, entregue aos
Mouros; masa poltica de Carlos II recuso"-se
essa resliluicao, c os Mouros loraaram conta
del la.
O Jornal do commercio de Lisboa publica
o soguinlc :
O principo de Carignan nasceu cm atril de
1816, e lem por consoguintc 42 a 43 annos. Sua
irma nasceu era 1814, c casou com o principe
de Siracusa, irmao do rei Fernando, de aples,
F. principo de Saboya Carignan ein virtud de
um real decreto expedido cm 1824 por Carlos Al-
berto, quando subi aolhroiioein 1841, falla de
Jirrdeirus z Carlos Flix; representa o verda-
deiro ramo de Saboya Carignan, cuja origem se
remonta ao celebre principe Tliomaz de Saboya
Carignan, 'llio de Carlos Manuel I, duque de
Saboya, que nasceu era 1596 o morreu era 1656,
o qual at 1612 combaten contra a Franca, e des-
de aquella poca curabateu a favor da nicsina
naco.
ste era um anligo ramo menor, da antiga fa-
milia de Saboya. da tsesma raaneira que a casa
de Orlana ara Franca, e subi ao throuo na pes-
soa de Cirios Alberto, quasi ao niosino lempo
que a familia de Orleans cm Franca, quando a
linha directa de Saboya se extingui cm Carlos
almente, akm da pensao acuna declarada,a-I nao poder cumprir este prereito, parliripa-lo-ha
quelles 408 c estes 205, quantias estas que serao I imraediatamcnte ao vice-dircelor, cu quem
entregues com a 1" preslacao. suas vezes lizer.
Arl. 10. As aulas de musir, desenlio e dansa
serio pagas separadamente pelos alumnos.
8 1. O estabelecimento fornece piano aquelles
que quizeretu aprender este instrumento.
An. 11. Os alumnos que por qnalquer circuns-
tancia se relirarem do eslabelecimenlo, nao to-
rio direilo resliluic&o alguma pecuniaria.
Art. 12. Os alumnos externos serio adimitli-
do3 gratuitamente aula de religiao.
Arl. 13. Os alumnos pensionarios, que adoe-
cerem, sero tratados gratuitamente, sendo que
a molestia nao exceda de 3 das. Aquelle, que
dep us deste prazo continuar a ser tratado no
eslabelecimenlo, pagar, alera da pensao, lOJ
diariamente, e as despejas de medico o botica.
Art. 8. Os alumnos externos, que fallarem s
! nulas, ou a ellas chegarem depois de eomeeadas.
serio punidos, se nio justificaren] a falta ou de-
mora com bilheto de seus pais ou pessoas que
os regem.
Art. 9 Os alumnos, que por quolquer circums-
lancia defxerem de fazer exame, no juiderao
obter atlpstados de suflicienria, ncm medalhas.
Arl. 10 Ds alumnos internos nao podem sa-
bir a ra mais de urna vez por mez, excepto em
casos extraordinarios, e sendo redamados por
seos pais ou correspondentes
| 1. S aos da 1." classe permellido dormir
tora do estabelecimento.Os das oulras classos
poderao faze-lo e.m casos extraordinarios e prece-
Art. li. Gymnasto Bahiano ser dividido cm ,iendo liepnca do director.
3 classes de alumnos, segundo as respectivas
idades. A V clns.se comprehender os de 5 11
atines ; a 2a os do 11 15 ; e a 3' os de 15 para
cima.
Arl. 15. As 3 classes do alumnos i}o Gymnasio
estorao sempro absolutamente separadas, reu-
nindo-sc apaas, mas nao se confundindo, nos
diversos actos era que devora comparecer todos
a o mesmo lempo.
Art. 16. V.' absolutamente vedado qualquer con-
lacto entre os alumnos internos, c os semi-pen-
sionarios e externos, excepto as aulas.
Arl. 17. Os alumnos internos do Gymnasio te-
rio uniforme para os actos externos e para as
solemnidades do eslabelecimenlo.
Art. 11. Nenhum alumno podo ler comsigo
i quanlia maior de dois mil rcis.
Art. 12 Os alumnos internos cscrevero lodos
os mezes una vez pelo monos, suas familias.
CAPITULO VI.
nos previos,
Art. l.Ol premiosdo Gymnasio ftabiano con-
sistir&o em:
1. Medalhas do ouro.
2. Ditas de piala.
3. Mcosoes honrosas,
3. Inscripcao no quadio de honra.
5. livros escolhidos.
6 Coras de lonro.
7. Certttb-adns de distineco. (I)
Art 2. Os alumnos que soll'rerom a pena de
Art. 18. A eraulacao, o por lano o progresso
dos alumnos, ser promovido por um novo sys- : cafa perdern o direilo no anuo respectivo s 3
tenia de premios e caslig primeiras especies de premios.
Art. 19. O Gymnasio Bahiano abrtr-se-ha lo-I \r\. j para outer medalha de ouro essen-
dos os annos 3 de. fevnreiro, e dar ferias no cial da parte do alumno ptimo compoi lamento,
Flix, sendo uecessaria a asconcao de um ramo j domingo mais prximo 30 do novembro. muita applicacao c rauilo progresso, olm de ter
colateral aj tluono. Art. 20. llavera annualmente no Gymnasio sido plenamente approvado em lodos os exa-
Qualro anuos depois deste acontocimento. Car- exaraes geraes das materias que nelle se cus- mes que houver feilo.
los Alberto, julgando que a ereaco de ouiro ra-jnam, os quaes comecare no da 3 de novem-l Arl. 4. Para obter medalha de prala sao pro-
mo colateral poda ser conveniente, expodio um [ bro o sero foitos com toda a publicidade, e o cisas pelo menos tres das circumstancias exigi-
decreto nomeando o principe de que se traa niais solemnemente possivel ; sendo annunciados [ das para a medalha de ouro.
principe de Saboya Carignan O principe Eu-1 pelos jornaes com a conveniente anteceden- Art. 5. Para cbler meneos honrosas requer-
genio de Sabeya Carignan, que foi regento du-1 ta. I so do alumno, que lenha pelo menos duas da-
ranto a ultima guerra, linlu desempenlndo j Art. 21. \lem dos creamos geraes, haver de2 quellas etn grao elevado .
l cargo cm 1848, durante a campirana de Car- era dous nezes.em cada urna das aulas, um oxa j ,\r 6. Para obter iiiolquir dos oulros pro-
los Alberto, c deseo lilho Vctor Kmmaniiel. II1L' particular assislido pelo director, que. assim mos o alumno dee ler em scu favor ao menos
Forana recolhidos casa de detencao no mohecer do progresso dos alumnos, c dos cui- urna das dilas circumstancias.
dados dos mestres. Art 7. Na distribuicao dos premios levar-so-
Art. 22. No da das ferias haver urna solem- |l3 muito em conta o maior ou menor numero de
".'' reunido para a distribuicao dos premios pelos certificados de distineco. que cada um livor ea-
alumnos que mais se houverem distinguido, quer
pela sua applicacao e progr sos demonstrados
nos exames, quer por seu bom proceder.
Art. ^!. Nenhum alumno pJo retirar-so do
dia 20 do corrente : 1 homem e 3 mulheres, sen-
do 2 livres e 2 eacravos, a saber: 2 a ordem do
d ido do 1. distrieto e 2 do subdelegado de
.Sanio Antonio.
Foram recolhidos inesma no dia 21 : ho-
mens 4, sendo livres 3 e escraro 1, a saber ; 1
ordem do I r. chefe de polica, 2 nrdein Jo de-
legado do 1." distrieto e 1 do subdelegado da eslabelecimenlo antes do dia das ferias, escoplo ,
cm casos extraordinarios.
Arl. 24. Nenhum alumno ser dispensado de
fazer exame das materias que houver frequen-1 sorvam sentados!
lado. 2. Privacao de recreio cora obr
freguezia da Boa-Vista.
Foram recolhidos fi mesma no dia 22 9
liomcns c 3 mulheres, sendo vos, a saber: 2 ordem do Dr. chefe de polica,
2 ordem do delegado do 1." distrieto, 1 or-
den do subdelegado do Reeife, 2 ido subdelc-
lo de Sanio Antonio, lado suhelegado da fossor o um ou mais ajudanles.
Soa-Visla e 4 do subdelgalo do Poco da Pa- Art. 20. llavera no estabelecimento um vice-
nella. ; director.o ;t ou mais censores, conformo o nume-
Foram recolhidos casa de detencao no dia re de alumnos que concorrer.
23 : 9 hora us, sendo 7 livres e 2 escravos, a sa- Art. 27. Js alumnos, que passarcm as ferias
ber: 3 ordem do Or. chefe ele polica, 3 do | dentro do estabelecimento, pagarn mensaltncnle
nho durante o anno. A aprescnlacio desles certi-
ficados far-so-ha no dia 30 de outubro.
CAPITULO VII.
DOS CASTIGOS.
Art. 1. Os castigos para os alumnos do Gym-
nasio Bahiano consisliro 'in :
1. Ficnrem do p, em quanto os nutres se con-
delegadodo Io distrieto desla cidade, 8 do sub-
di legado da freguezia do Reeife e 1 do subde-
legado da freguezia do Poco da Panclla.
ATAnocno publico :
Hataram-se no dia 24 do crrente para o con-
sumo desta cidade 80 rezes.
Moi.t.'.udade no da 22 do com\E:Tr.:
Miguel Antonio da Costa e Silva, brauco, viuvo,
63 annos ; apoplexia cerebral.
Ramos de Oliveira, pardo, casado, 44 annos;
assassinado.
, pardo, 8 das ; espasmo.
Custodio Pereia da Silva, viuvo, 46annos; he-
potiles.
- 25
Juma do Rosario, parda, solteira, 18 annos ; bc-
xigas.
io de escrc-
Art. 25. As rulas que rarem requentadas por Iverem um Verlo numero doli .has ou paginas de
5 5'J alumnos, seao regidas por um pro- | qualquer livro. que Ihe Bej i designado.
3. Prohibicao de sahirem ra por um oumais
mezes.
!. Privaeo do olmoeo, ou da ccia.
5 Jejiini de pao c agua.
6. Pnsao.
Expulsao, quando incorrigiveis.
quanlia de 40?.
Art. 2. Medanla a quanlia de 60j pagos adi-
aniados o estabelecimento se Cncarregar de
mandar lavar e eugommar a roupa de cada um.
Arl. 20. Os alumnos h [ora da cidade sao
obligados a ter aqu correspondentes que se en-
carreguem do prumplo pagamento das pensos
e mais despezas ncuessarias.
UegulameBlo do Gymnasio Bahiano.
CAPITULO I.
00 DIUECTOR.
1. O director estar presente sempre lo- :
do direc-
cxceplo o
dos os actos em que os alumnos se aprescnlam 0.se vest l
Arl. 2. 0 vico-director na ausencia
tor, pode impor todos osles castigos,
ultimo : fora deste caso, s peder impor os
primeiros.Os censores e professores s podem
appiicar os primeiros tres.
Art. 3. Dos castigos applicados pelo vicc-d-
rector censores e professores ha recurso para o
director.
CAPITULO VIII.
Di! ISO 00 TEXPO.
Pelas cinco horas da manliaa no verao, C cinco
C mota no invern, levaniar-sc-hao os alumnos;
o. pouco mais ou menos mcia hora depois, len-
nlcmenle, composto seos
bu-
los (2! e lavado os rostus, dirigir-se-hio ao soli
Rufino Jos Fernandos de Figueiredo, pardo, ca
-i lo, 115 anuos ; febro typhoyde
em comnnirn.
Arl 2 Far-se-ha substituir nos seus imped- do estudo em commum, onde!'feita urna brev
ntos pelo v.ce-director, e na falla deste por oraco, csludarao suas liS6es durante urna hor
0 mcia.
congestao cerebral.
i_ algum dos professores.
Ai!. 3. Tratar lodosos alumnos como se fos-
sera seus filho, Uto com a misa le ou indiile-
ine o pro-
do-:
?e-
Manoel, braneo, 1 hora
Cleraentina Ermelinda de Suiza Gomes, branca, renca, blandura ou severidad?, confor
solteira, 35 annos ; bexigas. cedimento o applicacao de cada um.
Laurind i, braneo, 1 ann; dyarrhea. Art. 4. Conduzir os alumnos missa n
Marta do Carmo,parda,solteira, 26 anuos ; pncu- mragos e das Santos de Guarda, e algn:
monia. ees passeo pe i cam o
plieio Cordeiro do Reg, pardo, solteiro, 42 Art. 5. Remetiera de 2 era 2 mezes aos pas
annos ; hep ". i ios. ;' de seus aliimiins bolelins relativos saude, pro-
HosriTAi he caaiDADE. Exislcm 70 ho- cctfmento -
-, O'i mulheres nacionacs, 1 homomeslrau-
geiro, 1 homem escraro, total 132.
Na lotali lado dos doenles oxislem 37 aliena-
d is,sendo 30 mulheres e 7 homens.
Foram visitadas as enfennarias polo cirur-
giao Pinto s 8 horas da manhaa, pelo Dr. Dor-
s s 7 e 1/2 huras da manha.
Fall ceu 1 niulher de pneuinonia.
lio \ li I -DIREI rOl
Art. 1. O Tice-director rolar ouidadoeamcnlo
rdem do cstal lo, visitando diarii-
rian pillo o em horas diversas lodas as aulas,
aflra de obsen ir o qucnellas se passa.
An Z. Dar loda- as noiles parte escripia ao
director das i ecurrencias do dia, e o mesmo to-
das as manhas das oceurencias da noitc.
rccrcio, que
Coinmunicados
do as columnas desic Dinno os es- '" conunuui, iiuu ue imeirar-se co si-
pgu la ment do Gymnasio Bahiano. Io,,.c, .b,a orem 1 al" sederem guardar,
amo-lo aos nossos assignantese le- Ul- Inspeccionar os consores no enmpri-
..pando lias
5, e r
recomnteni
lores. Este eslabelecimenlo honrado pelo Tito
Brasfleiru fi diiigido per um dslinclo o inlelli-j
gente cavalheiro ex-director da instrucco publi-|
ca da provincia da Buhia. A localidade co col-
legio, a modicidade do ensino.a aplido dos pro-
fessores, o commodo para os alumnos, e o sys- \
tema lectivo, tornara o Gymnasio Bahiano, digno
den
As 7 e meia hora da manha servir-se-ha o al-

As 8 horas em poni comecaro as aul is que
devem funecionar durante a raanha, segundo a
ordem i slabelc i! i.
Al hora d.i tarde em pon" servir-se-ha o jan-
lar, di pois do qual haver um quartu de hora do
recreaco, e linda osla, haver estudo em com-
, mum al i as 1 e mi ia horas quando eoraccarao as
>, ipplicac o, progresso etc: des meamos.' .,,,i... ,1, i-lrii,,
IMIMTI 1(1 II ''.' laiut.
As 5 huras da tarde coniccara o
durar at o oscurecer.
A-i eutroi do ii'.ii. nunoenr:' r\ otinito em com-
mura, que durar urna hora para a primeira clas-
se, e urna e meia para asegunda e lerceira.
As 7 c meia hora servir-se-ha a ceia para a
primeira classe, o as 8 c mcia para a segunda e
lerceira.
As8 horas deitar-se-ha a primeira classe, e s
Acompanhars -mpreos nlumnosquan- 3 c IPPa ,, sogun ,, e lerceira.
As ) hi ras come-Qar o esludo voluntario quo
dorar ate as 1*1 e meia, A este nao comparecer
alumno algum, sem licencia especial do director
ou do vice-director.
CAPITULO IX.
Hlllli.iO DAS ATLAS.
Vrl. 1. A duijco das aulas ser marcada em
lab lia esperial ; e assim tamban as horas em
I que devem co mocar.
CAPITULO \.
i:\xovai..
Art. 1. Os alumnos internos devem Irazcr pelo
forera ao banho na fonte.
_ Ait. >. Visitara frequenlemente as bancas d
s_ esludo cni cnminum, alim de inierar-se do s-
menlo de seus deveres, c aflvcrti-los-ha quando
necessario.
Art. O. Far em ludo as vezes do din :lor,
ache ausente, cumprindo suas or-
co ni eiactidao.
( vPITULOHI.
DI Cl XSORES.
-^----------------_. ~ -^........ ^-j.....,--------.......^..-., .0..^, .,||. 1. \iy iUUiIIm.' lili! lll"J Ml-> lili
da preferencia dos senhoros chefes de familia, e I A"- "s tensores rigiaruo incessantomenle menos os si.....inles objeclos
dispeusam osnessoselogios. Que esU nessa re- os"mnosT1 'elid s sua in eo. 18 eamisal, de collari'nho commnm.
comineiidacao aproveito niocidadc estudiosa e ''.'.,.- trataran os alumnos com franqueza c ditas coraprdas dedurmir
; ie per ella se inleressam, cis u i
Eslalutos
no
Gymnasiu Bahiano.
aflauilidade, c com a reserva necessarta para
couservarem o prestigio indispcnsavel ao bom
cumprimento dos seus deveres.
Arl. 3. Uiirao minuciosa c exarla conta ao di-
rector ou vico-director de ludo quanto so passar
entre os alumnos, que v de encontr us regras
csl.ibelccidas.
Art, .. Nao faro com os anuimos Iransarco
Arl. I. O Gymnasio Bahiano, fundado na cida-
de da Rabia em 3 de (crerciro de 1858 pelo r. lalgunia de compra, renda, troca ou empresiimo,
Abtlio Cesa Borges, 6 um eslabelecimenlo des-' sol. pena de si rem inmediatamente d
la encarnado.
tinado educaco da raocidade, e regido por um
i'iua ein que sio abolidos os castigos
physicos.
Arl. 2. O edificio em que funeciona osla si-
tuado mui prximo a esta cidade em una iha-
oude os alumnos por sobre estarera isen-
os das distracedes e desvos que d lu,'ir a
da no centro da povoaeo, lem dilatado es-
: ara o necessariocxcrciciocorporal e excel-l ao director'
lentes banhos. An. 2. Faro no
Arl. 5. Visilaro durante o dia c a oite os
dormitorios, alim do observaren! si miles se
guardara a ordem e o acceio convenientes.
CAPITULO IV.
DOS PROl ESSORES.
Art. 1. Os professores do Gymnasio abrirn o
encerraro animalmente suas-aulas com um dis-
curso escripto, cujo authograiho ser entregue
4. Francez, traluzido, escripto e fallado.
>. Ingle/, dem, idem, idem.
6. Geographia.
7. Historia, principalmente a nacional.
8. Lalim.
a Grammitica rrhfrosophica.
10 Ilhetoina.
31. Geometra.
.:. ; lil isi phia.
I. Msica.
1 Besen! o.
. Dansa.
lo. i lemenlos de gymnastica.
Art. Haver lambem ensino das liuguas
giega, allema e italiana, conforme o numero de
alumnos que as quizerem aprender, preceden- ;
do ajuste especial.
Arl. 5. S haver aula primaria pelo methodo
Casli'.ho no caso de se apresen taren matricula
I elo menos 3u alumnos anafphabetos.
Art. 6. Alin das malcras referidas, o dlrec-
nota diaria dos suecessos de sua aula.
Art. 4. Nao fallarn umas vez a sua aula sera
motivo justo, que ser levado cora antecedencia
ao conhecimento do director, para providencial
em 11" inpo.
Arl. 5. Dario pessoa idnea que os substitua,
no caso de serena obrigadus a faltar mais de dous
das.
Art. 0 Apresenlar-se-ho na cadi ira hora es-
labelecida para romecodosua aula, e nao le-
vaiitar-se-hn antes de terminado o espaco de
lempo que Ibes perlencer.
Art. 7. Tralaro seus alumnos com franqnesa,
dignidada e alfeclo, promovendo ao mesmo lem-
po a emulacio por lodos os ineios seu alcance.
Art. S. Faro diariamente a chamada de seus
alumnos, logo que se achem na cadeira, mar-
cando as faltas em caderno especial.
CAPITULO V.
DOS M.l NOS.
Arl. 1. Os alumnos do Gymnasio guardarn o
orfar, ao,ceos una vez por semana, prelec- rcspeilo necessario ao dircctoi, vice-direclor,
oiisdi! noces geraes de Physica, Chimica, e
Historia Natural a todos os alumnos, quer nter
quer semi-pensionarios ou externos.
Art. 7 O Gymnasio Bahiano admitlir alum-
nos pensinanos, semi-pcusionaiioa e exter-
. 5.
.; I Os pensionarios pagarn pelo anuo lectivo
:on.- em tres ireslacoes ; a Ia de 160^ na occa-
siu de enlrarem para o estabelecimento, a 2a e
I* de lOjcaia unaaquella no ultimo de abril,
. esta no ulti no de julho
} 2. Os semi-pensionarios pagaro 200g pelo
iniu lectivo, lambem em tres preylaccs effec-
luadas as dulas referidas, sendo "a Ia de 8'JjOOO
c os otiles di 60J cada urna.
S 3. Os externos pagaran annualmenteos de
primeiras I. tiras 405, os de Lalim, Francez, lu-
glez, Geugraphio c Historia, Graminslica pl.ilo-
ea O, o-os de Philosophia, Geonietria e
I'.hetorica 8U}. Os que cursarcm mais de urna
aula das do linguas80$. Os que cursarcm mais
d( o:iia das eulras aulasloog.
Arl. 8. Os pagamentos da poiso dos alumnos
cm roes serie fuilo. em 3 prestaces adianlalas,
as d.itas lima establecidas : a Ia de 4 me-
/ s, e as oulras do 3 mezes cada nina.
\ii. 9. Os iliiraiios internos ou scnii-pcnsio-
:.. ros que r.ursarein qualquer das aulas de Phi-
iha, Geemetria c Rhetorica pagaro atmu-
pri
C caigas,pelo menos, de riscado escuro para o
uso ordinario,
o blusas da niosma fazenda pelo modelo do
estabelecimento.
1S pan-s de monis.
4 lencos do mo de cor.
4 lencos de mo branec -.
0 lences.
2 cuberas, e I cobertor d
i guardanapos.
i loalhas de rosto.
dilas de ps.
1 Ir ivesseiro com i fronhas.
2 pares de suspensorios.
1 uniforme completo de panno lino azul .se-
gundo o modelo. 3
2 colleles braucos.
1 baii do 3 a 4 palmos de comprimen lo.
3 pares de sapatos para casa.
2 ditos pira sabir.
1 dito de soceos.
1 sacco pare roupa suja.
1 pequea estante para livros conforme o
modelo.
1 cama de ferro.
1 ourinol cora lampo.
1 hacia de roslo i
SAb folba.
1 dita de banho)
1 penle lino.
1 dito de alisar.
1 escova de falo.
1 dita de denles.
I dita de cabello.
1 espelho.
1 caixa de pos para denle.-.
1 tbesmira de unhas.
1 linteiro.
1 resma de papel moio-hollanda.
1(2 dita de peso.
1 raixa de peonas do ac.
1 du/.a de lapis.
1 diccionario portuguez do Moraes cu Cons-
tancio, (j)
Art. 2. Ouaiido qualquer destes objectos ven-
nha a acabar ou inutiiisar-se, nao peder ser
substituido por ouiro, sem ordem expressa do di-
rccior.
Art. 3. O eslabelecimenlo, medanle a quanlia
censores, e professores, ouvindo com toda a al-
li'io;ao suas lieoes c cuntelhos, e sujeilando-sc
pmthii'trl'tr^f;^ quind de,D ;., > : m'-' l 1 S P"1' t",'S- permanecorem. cama do ferro, col-
,nV. iidtd' J Z-1 S coroPanheiro*com ch:,0i bacias r08t0 e d0 aillu ourinel cs.
allalnlidado e polidez, evitando escrupulosa-1 ianic
,'!;."','!' JSS.iSIKSS! Krnss,lil'',sV,ul ,scU,>-. Arl. 4. Todos os alumnos apresenlarao annu-
pT,'.2.ni. g 8erem proferidM Pr almenie ao director, na oecasio da entrada, urna
Ait. 3, Nao firao com quem quer quo seja a
mnima tsausacclo de compro, venda, troca, ou
empresiimo.
Art. 4. E'absolutamente prohibida a mais -
geira commiiiiiacio entre os alumnos de una
com os de entra classe.
Arl. 5. No refeitoro, nos salos de esludo,
nos aulas e principalmente as ras e na missa
conservar-se-hio em silencio, guardando a ue-
cessaria compostura e gravidade.
Art. 6 Todos os das, em quanto durar o re-
feitoro, cada um dos alumnos, por sua ordem
numrica, far, d urna tribuna, letura em voz
alia do qualquer obra fwmecida pala director.
Arl. 7. 0.4 alumnos, quer internos, quer ex-
ternos, sao rrslrii'lanicnlc obrgados exceular
rom toda a pnntuali lade os aclusquo forem in-
dicados pelo toque de urna sinela, segundo for
eslabelecido.
g 1. Aquelle que p)t luaVquor circumslancia'lerceira cnsse.
(1 Estes premios sio conferidos as aulas du-
rante o auno aos alumnos que se distinguem as
lices, que fazem boa leitura durante o refei-
toro, ele.
(2) Os alumnos da primeira classe serio lava-
dos, vestidos e ponteados por ama especial, que
lambe ni 6 encarrpgada de compor seus leitos e
de todo o mais servleo do respectivo dormitorio.
(3) Alguna pas nio leom recebido cora muito
agiado a exigencia do uniforme, entendendo ser
elle raois despendise que o trajar ordinario.
Para comprehenderem que se acharo em comple-
to engao, basta refiectireni que cora o uniforme,
acabam-se da parle dos estojantes as exigencias
continuadas de calcas de casimiras diversas, cul-
letesde soda e velludo disvarias cores, sobre-ca-
sacas etc., era quo fazem annualmente despezas
eonsderaveis.
(4) Smuite e obrgolorio para a segunda o
lista de todos os objectos que trouxerem,J sera
exccpiao de un s.
CAPITULO XI.
niSPOSlc.ES GF.RAES.
Art. I. llavera um cdigo pennal do Gymna-
sio Bahiano, em que estarn classificados os prin-
cipaes delictos, em que podem incorrer os alum-
nos, c as competentes penalidades.
Arl. 2. Em coda nina dos aulas haver um li-
vro especial de matricula cargo do respectivo
professor.
Art. 3. Haver um livro de actas dos exames
dos alumnos do Gymnasio Bahiano, c outro de
octas das dislribuicdes dos premios. Estes livros
serio abortos, encerrados, numerados e rubrica-
dos pelo director.
Art. 4. Os resultados dos exnmcs serio publi-
cados pelos jornaes, e assim lambem os nomes
dos alumnos premiados.
Arl. r). llavera um livro gorol de parles dia-
rias, tambera numerado e rubricado pelo direc-
tor, no qual lodos os professores consignarao
da por dao raovimento de suas respectivas
aulas. F.s'.o livro ser apresenlado aos examina-
dores, quando tiverem de proferir seu juizo acer-
ca dos exames, o ser lido em grande allenco
para a distiibuico dos premios.
Art. G. O director resolver da melhor forma
ludo quanto nao estver consignado nos prsen-
les eslalutos e regulament).
N. B.O director nio se cncarroga por consi-
deraco alguma de ser corresponlento de cslu-
danles.
Correspondencias.
Senhorcs redactores.
Lendo o telalorio sobre as repartices publicas
desta cidade,publicado no Liberal Pernambucano
de 16 do crrente mea d*> Janeiro ; notei,que sen-
do publicado o rendimenio da collectoria geral
do exercico de 1858 a 59 e o semestre segunle.
nao foi o da collectoria provincial desse mesmo
auno, e nio exaela a que se declarou do respec-
tivo semestre. Pora que pois se supra essa ladi-
no ; e como collector, delibere-nie a fazer publi-
co, quo por esia collectoria foi arrreadada no
exercico de 188 a 1859 a quanlia do 10:4179217,
e no semestre relativo a de 2:2398630.
P.ogo pois a Vv. Ss que se dignein dar ao pre-
lo estas linlias do seu eunslanto leilor
Tiburlino Piulo de Almcida.
Victoria, 19 de Janeiro de 1860.
Publicaces a pedido.
O ultimo vapor inglez procedente dos porlos
da Europa, foi portador da noticia de haver fal-
lecido em Pila lelpia um dos inaiores capita-
listas, o francez Eslevo Gerard, haveudo dcixa-
d i urna fortuna colossal.
Sagundo as informaces colindas de negocian-
es de primeira ordem desta prago, consta que
elle em sen testamento, alm do oulros legados
que li/er.i, destinara a quanlia de quatrn mil
conlosde res para a fundaco de um edificio
para rcrolliimcnto de meninos orphos, e que
sendo calo feilo, j conta para mais de 600 o nu-
mero dos recolhidos.
Pelo que parece esquecou ello do fazer mencio
em seu testamento dos seus prenles, mas como
depois que o lizera comprara um vasto lerrilo
rio, que abundante em minas de carvo ue
podra, sendo elle avallado em raois do seis mi-
Mies de doliars, de crer que sobre esta gran-
de parle de sua fortuna, ninguem lenha direilo
a dispula-la seuo os seus prenlos, como seus
legtimos herderos, era cujo caso est o Sr. Jo-
s Faquinele e seus irmaos, como sobrinhos do
dito Sr. Gerard, que era irmio de sua tni.
la agora confiar que o mui digno Sr. cn-
sul franee;., tome o devido empenho por csses
subditos de sua naci, alm de que possam re-
ceberoquo Ihes perlencer, em cojo numero o
dito Sr. Faquinele, entre nos residente, c que
pelo sen honroso compurtamcnto se lera tornado
credor da eslima de todos.
Desde j o felicitamos por essa inesperada ven-
tura, a*sim como nao deixaremoa de lecor os
nossos encomios ao referido Sr. cnsul polo ser-
viro que prestar para ser adquirida essa heranca,
que parece ter sido pela Providencia destinada
para mudar de soite ao diio Sr. Faquinele.
rnaudrs Bairos.
San-
eclaraeo^
charutos, 1 dila livros, 1 dita salames, 2 ditos lo-1 Albndega de Pernombucn, 2f de Janeiro d*
nos, 1 dita sabio, 1 dita rotlos impressos, 1 d-!lS60.O inspector,
la confeitos e doce, 1 pacote etiquetas, 1 caixa Bent Jus4 Fi r
tabnas, 65 ditas conservas, 1 dita amostras de |
chaiutos, 373 ceslos batatas, 3) garrafes ceva-
dinha, 14 ditos errilhas ; a Praeget & C.
1 caixa meias ; a IIcnry Gbson.
10 ditas espelhos; a Brander Brandis.
1 dito fazenda de algodoo ; a Yaz & Leal.
1 dilas tilas de seda, 2 dilas videos, 3 dilas
pianos, A dilas mobilia; a Nicolao O. Bieber
&C.
1 Caixa fazenda de lia ; a Ramos & Dupral.
15 ditas ac, 349 barras de ferro ; a C. J. Sa
los Andradc.
2 raixas chapeos ; a Chrisliani & Irmaos.
4 ditas fazendas de Iaa ; a ordem.
24 ditas e 1 fardinho fazenda do algodo, de
la, de lnho, de seda e mixtas; a Dameyr &
Carnero.
Barca ingleza l-iabelht liidley, viuda de Terra
Existe na estribara de palacio da presiden-
cia um ca vallo redado, rindo com os da ion
imperial, na vianam da Victoria, c cujo dio
nora-se quem seja : a essoa que M julgai
direilo a elle, dirija-so a repartidlo das obras
publicas, a fallar com o abaixa os'sgnado, quo
avista dos signaos certos, far delle entrega.
Reeife >) deJ......iro de 1860. Mn:wel Anto-
nio llodrijucs Samico.
Novo Banco (le Pernarabmxk.
O novo I).uico de PerDambu > rece-
llie as notas ele sua emiuo Nova, consignada a Saunders.Br'olhers & C, nu- 80^1 epede aos possiiiclores 0 favor tic as vitcm trocar no s. u <:-
riifesiou o seguinte :
2.80 barricas bncalho ; aos mesmos.
Barca nacional <.auda.de, \ indo do ito Grande CI 'P-Ono, etas II Horas ua munliu.i ato
do Sul, consignada a Amorim Irmaos, man- as 2 da tarde.
festn o seguinte : "
de gra-
rama, 00
aos incs-
12,000 arrohas de charque, f'CO dita
cha cm bexigas, 68 ditas de sobo em
couros seceos, e 21 rollos de fumo ;
mos.
Hiato nacional InrencUel, viudo do Aracaly,
manifeslou o seguinte :
! saceos cera de carnauba ; a Francisco Go-
mes da Silva S.
12 oitos dlla de dita
13 dilos dita de dita
Ferreira.
2o dlos dila de dita ;
nha e Silva.
2C ditos dila de dita ;
Hiendes.
33 ditos dila do dila, 3 mol!.os couros de
bro : a lose A. Caminha & Irmaos
Sbdelegacia da fragoes di Poco It ka
Janeiro de iSOO.
Arlia-se d posiudo um cavallo alazao, m
I fora lomado a Antonio Sovorino, no lugar 4)a
: Arraial como furia lo, a pess ^ a IJIK m o u W t
perlencer comparec nesla S ibJ gacia i
a Rodrigues* Ribeiro. ndL,i,a "!l "tr8w- O Subiclegado.
: a JManoei Rodrigues Jof Gnn{lves da I'orciuncula.
Pela mi a An consulado
a Antonio Gomes da Cu- publico que os trinta i: -
i o bo id mpostos de 4 |
a Joio Jos.' Rodri) J estab d '
de m las. de |
ci- vnr.i, p de !0g sobre i '-
lativos ao anuo financpiro d 1859


26 molhos couros de cabra ; a Jos- Joaquim cfpnn da dia ir. de
Alves da Silva. lo os quaes fleam ineurs lia d<
36 saceos gomma de mandioca, 101 dilos cera
de carnauba, 19 mei is desoa, 30 c ur s -
godos, 1 borrico sebo, 1 dila giz ; ordem.
Vapor porlugiicz Brasil, procedente de Li
manifeslou o seguinte :
50 caixasceblas : a Joaquim Pinto Alves.
10 dilas cera branca ; a Jos Baptista da Fon-
seca Jnior,
50 ditas ceblas ; a llosa Irmaos.
1 caixotecom obras de prata ; a Mane 1 Gon-i
cal ves da Silva.
Hiato nocional Aracaty, vindo do Aracaly, ociosde material, obalxo"declarad
manilesliu o seguinte :
253 ditos com 0,300 pellos de cabra ; a Cami- nj>a. manda o conselho fazer)
nha Irmaos \ C. disso em si -.
84 ditos com 830 ditas de dito. \ dilos com do prop las cm
'850 esleirs de palha, 4 pocotes com 400 chapeos mesmo dia al as 11 horas
I de dila, 5 saceos com SO arrobas e !s libras d" nliadas das amnslras qu
porcenlo os quo pagarem depois desse praro.
M > du ronsula'to pr i I
11 de. Janeiro de 1860.Ai u H
lo Ros, administrador.
Coseiho de com-
pras navaes.
Ti lo de faz ir -se a ai ; ofc-
cera de carnauba, 25 C 'gajos ;
Joaquim F. Bastos
481 ineios de sola. 40conros saldados, G sac-
eos cora 23 arrobas o 17 libras de cera, 1">
velas de carnauba,2 baritas com o') pares sapalos brancos; a Joaquim Lopes Ferreira.
49 momos com 1,225 esleirs de palha, ls
eos com 9-j arrobas e 4 libras de olsodii
loma, 226 meios de sola, 13 sarcos com 21 al- Anli
ueiresde feijao, 37 ditos com 12 arrollas ,.
ci rtos n concuifenli '
lo 500|0ili val
Ja quahdade e na quanl
n / irem r.K m disto com o ,
e 'i lourer, quando pela falla -
mercado, bom como de -
h rem i 4a forma ha i
tos.
"" I
libras de cera de carnauba : a Joaquim Froi.
d'Abren.
CONSLI.ADO GEP.A.L.
eudimculo do dia 1 a 23. .
dem do dia 2......
02 8S*276
2.277567
C :765aS 3
DIVEBSA PROVINCIA?.
Keadimeulo do da 1 a 23.
dem do di 2 .
2:707..) :
340-J3I 0
4:107403
CU
:so.
PRAtA DO RECIF 21 DE JANEIRO DE lbO.
AS TRESUUKAS DA TARDE.
Cotacoes otFiciaes.
Descont de letras10 0.0 ao anno.
Colaccs ofQciacs no dia 2:! depois das 3 liorso
da larde.
Descont de ledras10 0/0 ao anno.
Assucar mascavado B|520 a 2$850.
francisco dumrde de Almeida.
Secretario.
CaixaFilial tloBanco doBrasil
cm Pernanibuco.
EM 2 l)L JANEIRO DE 1660.
Directores da semana os Srs. :
Amonio Marques de Amorim c Francisco Joio
de Barros.
A caixa desconta letras a 10 O/o, toma soques
sobre o prai a do Bio de Janeiro, e recebe dinhei-
ro ao pieniio de 7 O/o.
NOVtfBANCO
DE
EM 2 i 1)1". JANEIRO DE 1860.
O Banco desconta na presente semana a 10 O/o
ao anno at o prazo de 4 mezes, e a 11 0/(j at
o di 6 mezes,e toma dinheiro era cuntas corren-
tes simples ou com juros pelo premio c prazo
que se convenuionar.
ment e :;i d
Ancoi a pequen
ras d" i.: :
Alicates ne ferro '<
Agulli.
" em rama
- -raudos de ;
cora I res i hai -
Croqius ') ferro
'oionie de ferro de 6 -
Camisas - de olgodao
de brim
Dilas ii" algodao
Cadinho de o| is i
Bobradieas I
I ren -
Flelo encarna'.
21 DE JANEIRO OE1860. I Flam-lls ,lcr
Ballimore Patacho americano Henry & Do- Fechaduras de
dier>/, II. Forslec C, 1,000 saceos assu i :,;
i mascavado. |.ii
BalmoreBrgue americano J. C. f.oals, u Lisa di .-.!:"
Forsier & C, 80J saceos assucar mascavado. I p, |at
New-YorkBrigue inglez Grecian, Whotely, ponn
Forsterji C 040 saceos assucar mascavado. < ': ,
I Rio da PrataPolaca hespanbola Paralones, ;;. .,.
! A. Irmaos, 50 cascos cachaca.
; PortoBrigue portuguezAmalia I, Antonio da j .
silva Canijios, 18 saceos assucar mascavado
! PortoBrigue portuguez Promplido II, An- ,
;

DESPACHOS DF. EXPORTACAO PELA UES.i
O CONSULADO DESTA CI1ME NO DA
Ionio Jos Arantes, 7 cascos mel
UtCEBbDDIII.A DE BENDAS INTERNAS
GERAES DI". PERNAMBCO
Rendimento do da 1 a23.
dem do dia 2i
21 347*101
1:332)1665
22 679S769


'

M
CONSULADO PROVXNGIAI
Rendimeulo do da 1 a 2!. .
dem do dia 25. .....
68:411 J8S
2:450|577
70 8618363
THEiTRO
DE
ALFANDEGA.
Rendimento do dia 1 a 23
Idera do dia 24 ... .
26{"3800
17.4615611
282.196J441
MOVIMENTO DA ALFANDEGA.
Volumes entrados com fazendas
c com gneros
Volumes sabidos com fazendas .
< < com gneros .
216
2C2
= 478
107
51
= 218
; a Rabo Schmmet-
Manoel Ignacio de
Descarregam hoje 2 de Janeiro.
Barca inglezaMirandaferro e carvao.
Barca inglezaFavoritaferro e carvao.
Barca inglezaCrownidem.
Brigne inglezCiernen! idera.
Brigue dinaniarquezCoresfazendas.
Brigue hamburgusEsperanceidem.
Brigue francezFernandoidem.
Patacho sardoMaradiversos genero-.
Patacho americanoSlervcrsRelio.
Importa?,
Escuna hamburgueza E*petanca, vinda de
Uamburgo, consignada a Ileniy Brunn & C, raa-
llifi sluii o seguinte :
13 caixas fazendas de lia, do algodo e mistos,
1 dila charutos, 1 dita livros, 1 dila vinho. 21
ditas vidros, 1 dila conserva, 4 presuntos, 2 p-
celes carne fumada, 1 uaixiuha amostras, 5 5/6
lastros de carvao do podra ; aos consignatarios
4 caixas fazenda de algodao ; a J. Keller& C.
4 ditas bezeiTos onvernisados, 1 dila objectos
de bario, 1 dita calcado, 1 dila bollos, 2 dilas
mercearias, 1 pacote* livros
tan & C.
1 caira carne fumada ; a
Oiivcira.
4 ditas enserados,19 dilas meneara, perfuma-
ra, obras de folba de llandres ; a Amaral, Alvos
4c.
1 caita pellos ; a Ilenriquo & Azevedo.
1 dila papel para imprimir, 1 dita ferragens ;
a Prente Vionna & C.
1 caixa piano, 3 ditas pelles ; o Monsen & Vi-
nd.sso.
10 lolasbiscoutos : a J. S. G. Kladb.
6 ceslos vinho, 4 caixas bezerro envernisado, 1
dila gneros incendiarios ; a Domingos Alves
Matheus.
1 barril tinta em oleo ; a Schafhcilliu. A; C.
1 caixa pianos ; a Fritz Lenic bre.
50 frasqueiras e 20 huiricas genebra, 20 caixas
queijos, 21 atas fructos ; a Antonio Lopes Ro-
drigues.
216 caixas velas de composicao, 2 dilas fazen-
da de algodao ; a C. J. Asllcy &. C
1 caixa f.iclo ; a B. F.
1 dita 'halesde algodao c cartoes cora amos-
tras ; a r.oralt.
20 bariis vinho, 1 9 garrafes genebra, 10 cai-
xas licores, 10 dilas espirilos. 43 barris alcatro,
1 caixa vasos de bairo, 1 dita vidros, 2 ditas be-
zerros, 1 dita cspclhes, 2 ditas chocolate, 4 ditas
M o vimen to do p o rto
yavios entrados no din 2i.
Da commissio Canhoneira brasileira Iguale-
tny, comranndanlc o primeiro lenlo Domin-
gos Joaquim da Fonseca.
Navios taidos no mesmo dtu
Rio da PrataBrigue brasileiro ttarinho III,
capilio Jos Mar:a Alfonso Baccllar, carga as-
sucar.
PhijadelpliiaBarra americana Imperador, capi-
too \V. ilubbard, carga assucar.
Valparaizo Brigue hano vera no Durginerslen,
capiao H. Jlenniks, carga assucar.
CanalBarca inglez* Cora, capilio James Wal-
lace, carga assucar.
New-YorkBarca americana/. A. Hasard, capi-
ao Charles William, carga assucar
BOJR
mmM
He crea cao.
Pre ne-1 i aos so (eral,
nenie 'tora lug ir a la da -
: mandar por seii bihet
torio do th 10 da
manha s G da lard B fe, 24 d
tario, Joo M x -
,
SIT1| -
"7B =
o a "
-o?
&* C
O
a 2
5 3 H.
a a
Sil
aIs
i? ~
- is
O Q.
f ^
o
S.7! 5 CTJ
CL1 O-
I
Hora?.
o ^ S
' = SS
p =
V.
/
i
v
Atmospkera.
Direcro.
* w g 1 1 i Intensidade. c
li I4J IS hi 1^ -iccp-ip .! i Centgrado.
h. hS l 14 hS 1* Z lil O -1 C: ti t ooaocr n -i astuto t ee ge t x -1 c ce =-. 1 .i Fakrenheil Hygromctr c
^1~I -I ~1 3
C't't'C-
' c c^ yi g
x w'tx
Barmetro.
i mselho delil crali' o da me<
ni ri-sposl na da atriz Sr. Mara I
de Olivi ro, serta no Da
de boje, mi inda declar ir-lhe que
traa ter lufi ir ii
. corrente. ti cons Ih i
nhar i pergunla dessa s
' pe quanto eslaudo
les, nos ensaius, com > director c mais
| do con.-elho da s '
c essa i ergunlaque r im n
7 por sso que p r mais
_ il perantc ella o lia d i
. lo. O conselho ve-se obriyado
o.^'da ;i Sra. Mara Luiza de Oliveira, que au p
> c | dola cumprimento de promessa, a
ES
ri resvisto que di sdo i
n 3
iditaes.
Ue ordem do Illm. Sr. Inspector da The-
souraria de Fsenla desta Provincia, se faz pu-
blico que a arrematac/io da parte do sobrado ile
i'ousan lares na ra da Guia n. 29, penhorada
aos lierde'fos do Antonio Ferreira Duarje Vel-
loso, nao teve elTeito no dia annunciado por falla
de licitantes, e por isso fica a mesma arrema-
lacao transferida para o da 28 do corrente mez.
Secretaria da Thesoararia de Fazenda de Per-
I namlmco 9 de Janeiro Je 1860. O Offictal
| Maior interino.Luiz francisco de S. Paio e Silva
Pela inspeccao da alfaudega se faz publico,
que no dia 25 do corrente, depois do meio da,
se bao do arrematar em hasta publica, sendo a
arrematarlo livre de direilo ao arrematante, a
seguinte mercadnria, vinda do Porto no navio
Promplido* entrado em dezembro do anno pos-
sodo, abandonado aos direilos por Francisco (lu-
des de Aroujo : E & I 86 caixas do 8 libras com
fiios, no valor du 200 rs cada caixnha, e 4 ca-
xas com caixinhas e cestas de Hgos, no valor de
12$ cada urna. Alfandega de Pernarnbuco 23 de
Janeiro de 186.=0 inspector,
Bento Jos Fernandes Barros.
Pela inspecc,o da alfandega se faz publico
que no dia 27 do corrente mez, depois do meio-
dia, se nao de arrematar & porta da mesma re-
parlic.io, sendo a arreraatacao lvre de direilos
o nrrematanle, vinte cromas de palha pozando
108 libras no valer de rail ris cada urna libra
abandonadas ao? dircito? por Fructuoso Munz
.Gomes.
papn a quanlia de -
balboa at :ll di que lem revi
_ por essa forma a mesma senhora i-bi
~ 11 'dado ate osle dia. E porque dita
-c Luiza de Oliveiraci i
- m sua pergunl i / i
c thratro de Sanl 1- rbel no pri s< ntr mez n
I o conselho deliberativo da Mcieda
~ di clarar-lhe lambemafi i
u | difficuldades ou 91 d
corr ule nao |
serviros, visto que os aingnu i
que j. est pagac que nem Ihe pi
..i para Irabalhar onde quer
na gociedadecon vi ni. lo o i !'.
j do direilo qu Ihe assisie base i : dmi-
to que es'. dispMlo desde j a puznar por. II-*
perantc a suloridade coa
Janeiro de 18i).0 secretario, J
U. tfat irro.
Avisos maiitii ii-
Para o Rio de Ja-
neiro
O patacho nacional Capvam segae i
das por ler a maior parle da cr
para o resto, passageiros e (c rav -,
com J. B. da Fonseca 1 n ra do \
numero 23.
Para Lisboa *i brigue portuguez cLata lil> : quem i
carregar ou ir de passagem, trate rom na mhh
ronsignalariM Francisco Severiaao la! clin v\.
Fill'.o, no largo da Assembla, ou (eu.i o capiio
Jos Januario da Costa, na piaca do coran.
Para o Porto.
Vai sabir por estes dios pora a cela,!e do Porto
o brigue porlugucz Promplido II, forrado o
encavilhado de cobre, de primeira marti i
meira classe, por ler seu rarregameno quaci
completo ; iara o resto e panaagrirt para os
quaes lem i xcellenlcs commodos, li.:.
Lilias Jos dos Sanios Andradc & C, ra da Ma-
dre de Dees n- 32, :u comocapili


u---
ilARl DE PERNAMBUC. QUAttTA FfiiTU $5 t)E JaNFJKO DK 1860.
* rim.---------m
Os prelenJenles podom dirigir ao armazem da
rua do Vig.1ri0n.ll, a qualquer hoia do dia a
iiilcnJcr-se com o diro agento.
LEILAO
DE
Fazcndas, ferra-
gens e miudezas
Leilao
O vplclro bem contiendo patacho nacional
ttoenbe. pretendo seguir al o fim da prosete
semina, le inetade do seu rairegamnio a bor-
do : para i resto que lhe falla, Irata-se com os
seus consignatarios Azcvedo & Mondes, no sea
'.lirio rua da Cruz n. 1.
Para a Baha.
\ bem eonhecida escuna nacional Cariota, pre-
tende seguir nustes qualro dias, anda recebe al- j
gutna carga tr.iudu : trata-se com o seu consig- i \T ~*~*T^~? vb>***1 s>s*
natano Aiordo .V Metutes.no sen escriplorio rua .? mencionado da o pelas 10 horas da mo-
da Crur.n. 1. nnaa o relcndo agente expora a concurrencia de
1> t i seus numerosos fregnezes em leilao publico que
il I < O IvlT) (!<,' JaltLlFO. dever ler lugar em seu proprio armazem da rua
O brigwo escolia docen AriAur, seguo vestes ao Vigario n. 11, as soguioles mcrcadorins que
dias, anda pode receber alguma carga ni ida o I serio vendidas em lotos i ronlade dos cumpra-
ivoa a irele Irata-sc com os sous consigna- dores, sem resobra de proco e a golpe de mar-
taos Azevodo & Mendos, no seu escriplorio rua \ 'filo a quenia roupa
Qaarla-feira 25 do crrenle.
NO ARMAZEM DO AGENTE
m
A 27 do correhte.
Por ordem e conta do Illm. Sr. Dr. OUveira
Maciel, que seguio de juiz de direilo para a co-
marca do Ip, o preposto do agento Oliveira a-
r leilao da sua mobilia, conswliodo em piano
Almanak da provincia.
Sabio a luz a folhinha com
o al tn.iiiak da provincia para
o correne anuo de
o qual se vende a 800 rs. na
praca da Independencia livra-
inglez verticalIdo Bradwoad, mobilia de jaca-' va Q. G 8 COllteildO allll (lO pele Sr. lenne~Laga'r'd'no r'Conei'o'"?^-
raniu cmplela para sala de visitas, com mar- .___ ...
mores nos respectivos consolos emesa de meio, kalCUdai'10 CCClCSiaStiCO p|lano onde sahiram algnmns publicares a res-
Pilulas
Yegelo-ilepuralivas
ATTEN(iO.
Cruz n. 1.
Para o Araeav,
n hiate Ser peno, safce n.i presente semana cora
-i carga que Mver : para o resto c passageiros,
diriji i-se a rua de Vigario n. 5.
Sabe com muita brevidade para o Ccar o Iiia-i
S ufa l\td, y\ tem parte da carga prnipta:;
para o reste Irata-se na rua da Madre de D
imei 2.
Caixas com linhas de superior qualidade.
I.uvas de camurca.
Cateas o uiciasdc algodo.
Cobertores de liia.
Panillas c marmitas de ferro o follia.
Ps de ferro c folha.
Escumadeiras e colhores.
Aparelbos para tirar comida.
Obras de ferro c de folha de flandres.
Cadeiras de abrir.
C enturos.
Capachos, baldes, alfinelos etc.
Caixas com velas de composieao
10 horas da niauhaa, rua das CruH [Santo
Ionio) sobrado n. 28, lerceiro andar.
An-
I -

~ '
*>
Peritos olficiaes de carapioa : na rua do Im-
perador n. 20, livraria, se dir quem os aluga
par commodo preco.
Capilla da Seniora da Coiicoivao da ts-
ti aiia de Joao fe Barros.
A sociedade dos. devotos resol .-cu celebrara
tests de sua excclsi padrocira, do accordo com
o seg me
PROGIUMMA.
Estas pilul.vs, sendo nicamente compostss As 7 horas da noile de 27 do correle ser/, a
de puros vegetnes colhirlos nos rampos e malas j bandeira conduzida procissionn'nnente da eosa da
da provincia de S. Paulo, ja oryo Bnalysadus Simo, luisa actual para a cap. lia, sendo acaaa-
panhada de msica marcial, at ser arvorada en
a competente hastea.
Na vespera a noile (28) hovera ladaiaha sokos-
ne cora msica de orcheslra e militar.
A (sta eomeeari as 10 boros di nianl.'u, lo-
cando anteriormente a msica marcial, sendo
pregodor ao Evangelho o reverendo padra l.ou-
renco de Alhuquerquc Loyola, n qual i noite
far.'i anda urna pralica poroceasio da ladaiiih->
final.
Depois desta, ser conduzida a baUldeira pan
casa da Exma. juiza do novo anno. i n i i
Rt'SU li insumo (IOS nipOSLOS gC-a massa .lo sangue, qual sof a crea tura que a festivioado.
raes, IirOVinciaCS, niUnicinaCS d^'^ar re allen.Ier a propria conservacao, der-! Todos os devotos aeaociados doverao cean-
--1. luuo ........------ parecer aos diversos actos da reala, para aeu
Pet
ludo obra mui bem acabada, mobia de sala de
jantar inclusive ptima mesa elstica para 30 eivll '.
pessoas 12 cadeiras modernas de pilla marlim, Nolifia dos TirlloiniOC Pf 1
comtnodas, guarda roupa, marquezas ,largas c n"UHit tlUb (U llltlfatS t.bld-
estreitas, lavatorios com louca completa de por- dos ta Enrona e Vmerica rom
colana, lanieias, jarros, crystaes o oulros mui- ^*vw wui
tos objeclos: assim como um harmnico ou or- ( O 1101110, ldadC ClC. de SdlS lll-
gao moderno proiirio para igrrjn ou acompanha- ___- iw, ,
ment de piano : sevta-feira 27 do torrente, as PCI dUOl CS, 1'CIS C UrCSUlCnlCS-
peito das vii'udes c efficacia desle mar vil Loso,
melicanicnio, ehoje se acliao assaz conhecidas
pelas innmeras curas que con ellas se tem
oblido, tornandD-se um remedio sempre til o
necessario, especialmente nos Inga res onde nao
hotiverem mdicos e forem escas;os os recursos
da medicina.

REHCOMPASHLV
DE
*'M
aqueles iaglezes a vapor.
Me o :i i do m \ espe
ibis vapores desla compan
.i do costume seguii
ro ; locando na Babia, pai
com os agei les Vda
da r i. piel i Novo n. 42.
ra-sc da Europa um
lia, u qual depois da
para o Rio do lanei-
;i passa^eiH etc., tra-
ison, Howie & C, rua
O AGENTE
(ara leilao no trapiche do Angelo, de
urna grande qunntidade de mastare'os,
vergas e rauitos outros paos tjue se tor-
naiu nccessai'iusa qualquernavio: (juar-
ta-eira 20 do correte as 11 horas em
ponto no referido trapiche
e policiacs.
Tabelia dos emolumentos
parochiaes.
Empregados civis, milita-
res, ecclesiasticos, Iliterarios
de toda a provincia.
Associaces commerciaes,
agrcolas, industriaes, lutera-
nas c particulares.
Estabelccimentos fabris, in-
do dia na escidinha daalfandega defronle do ar- (lUslriaCS O COllimerciaeS (le
niax.eui do Serapbim. I^>.1 n i i
loas as qualidades como lo-
Tasso Irmos faz.em leilao por intermedio do
agento Pestaa, c por conta de qoem -perteocer
de marca B com diamante de 1 a l!)=lO!l barri-
j cas com cerveja vinlas de Liverpool pilo brgue
! VaberfugUt, amanbaa 25 do crlente s 11 1
Avisos diversos.
presando um medicamento que, mesmo em esta-
do de saude, concorre para a toa nulricaoda
existencia, e que sempre um preventivo de
qualquer molestia?... E inconlaitavel que gran-
de parte dos soffrimetilos humanos tem por oii-
gein a impuresa do sangue.
Assim, julgamos fazer um gran le servico a
liiimanidadeacan-elliand o uso dcslas pilulas,
e indicaremos os difiranles modos por que se
devera ellas usar, segundo o cst3do das pessoas
Deposito gera!.
Rua do Porto n. 119, peno da carioca Rio ,rlentoquotvodurante o
de Janeiro. | "m 8U" ttM'J!5M J'"'
Agradecimento,
Cnflamat'o do timado c estornuda.
Eu abaixo assigoado atiesto que padecendo
jas, VCndaS, aCOUgUCS, Cllge- ini",ia senhora de inflamacao de ligado e esto-
IlllOS etc etc l"a |1l mui, ,L'I;P e sempre ilutada, l-
timamente se Ibe addicionou ao seu iratamento
DCpOSllO C papel pai'a aerve elle de guia ao COm- allopalhicoi(com perroissio do medico assistentel Ainda contina ausente o pi
" das chapas medicinaes '> do Sr. vo de Francisco Antonio Cabral de Mella i
Para Lisboa
ni lai hrevidac
*.e da carga prumpla, o pal
, capitn Antonio
carga i fre n : iiuem n '> ni
rsnl nd C'.':n 15
il. 17.
>' ler a maior p .r
icb i portuguez Mari i
il i i'.' i:.i, recebe
is-no quizer carreg ir,
.-.o iV Lomos, rua do
t
COMPANIIIA PttAMBUCANA
avegacaocosieiraavapor
f) q ir rersiuunja, rommandanlo Uanocl
[iiin I lo, s 'gue para os p irlos do sul de j
a ..i escala no da l".!.; fevereiro futuro as 5 bo-
i'as da lardo, o recebe carga at o din ;;j do ror-
rente ao meio dia, acompanhada com os corft| e-
5 despachos e conhecimeutos, e os Iretesl
sei.' i | S{ ni gerencia.
A 25 do corre nte.
O preposto do agente Oliveira fara leilao de
porco de ptima cerveja em caixas de i duzias,
d si mbarcada um .lestes das, em lotes a vonla-
i" dos preterde.iii s : quarta-feira 25 do corre-
le s 10 horas da maiiliaa defroute da porta do
alfandega.
DreSSa merciantc, agricultor, mari-
Na typograpL deste diario se acha \l\m0 eillfim para ttlas 3S
estabelecido utn deposito de papel de i ClaSSeS da SOCedadc.
differentes formatos, para iinpressao, I JOS Soai'CS de Azcvedo,
.pese vende por preco commodo : as- proiCSSOr de liliffua C lltei
sim como seu pioprietano contrata o ,, ^
fornecimenso regular docpie se precisar l,l,,a nacional UO Gymiia
mensalmente. desla cidade, tem ab
O bacbarelWixRi vio tem sua casa.prac
o seu e ser ip torio no 1- andai37,segundoa
do sobrado n. 23 da rua Nova, PHiLosoPHiA,eoutrodcLiNGOA
cuja entrada pela Gamboa do Franceza. As pessoas que de-
i Carino. sejarem estudar urna ououlra Sen"
Ojuizinuiiicipalsupplen- destas disciplinas, podein d-
te em exercicio da 2. vara, "gir-se a indicada residencia
I transferio sua residencia para de manhaa ate is ) horas, e
la rua Nova, primeiro andar do de tarde a qualquer hora.
pplicacio
maior esplendor c brilhaiitismo.
Janeiro de 1860.o secretario,
J. A. di I
Manoel Francisco da Silva llib.ir.., subdo
portugus, relira-se para o Rio d-> Jaoi
Precisa-se de um rapaz de 12 !8
deidad.;, para caixeiro de deposito, c
dorde sua conducta: na padaria la I
numero 32.
O abaixo assignsdo declara ao i
publico e ao corpo do commercio,
ser caixeiro do Sr. Francisco Anl
Mello, desde o dia 21 do correte mes .
mesmo lempo agradece ao m.
o i.uipo que i -
. meiro de )*W.
liatduino def/eir-ii M. I;
Simn I.evy, subdito francez, relii
ra o llio de Janeiro a tratar de seos n
Gemiterio publico.
Precisa-se d.- um jardinoiro perito em n
le ; a procurar o respectivo admini
200^ de gratificacao.
inda contina ausente o preto Nii
do Francisco Antonio Cabral de M
Ricardo Kirk, com escriplorio na rua do Parto l"ll'taii" do engenho i ib da I
n. 119, c a doenie se resubeleceu inteiramenle,! tJft'JS^ ftt
f. .. i., i i i- i marro do anuo pa.vado fugiram d ,.
laz uso das chapas do mesmo aulor para o ligado nho, e ten os slgoacs seguintes all
ou estomago, sempre como coadyuvante rio Ira-! J" cupo, representa i.r v.2 anuos le i'dade, >:
llu' lamento allonalliico a iiuo se submette, e va ti-1le'" ;,1f-'u,l sigoaes de castigo na coalas, i-u lo
a- : rando proficuo resultado. ^T ?*T f^l? ''" "!Ik"' J,'
r. ... loi.sia tersido Mstono Ouricurv, u
S10 ?,ue. re"' e verda'k. e o .l"ro- I wrro : quem o apprehender e eolres
Cura t'Oiiijilela
resguardo ncnt Ineommodo.
Rheumatismo
/)-( /nao ai,' oo meto du braco.
Eu abaixo assignado, declaro que urna minlia
aggregada soffria lia bastante
sobrado da esquina n. 23, on-
CharutosdaBahia.
Quarta-feira 2o do correntc.
NO ARMAZEM 1)0 AGP.NTE
Prccisa-se
I lismo nas costas da rnao al ao meio do braco,
(cando por isso impossibilitada do fazer cousa
alguma com essa raao ; e FazcnJo uso de mu'uos
im fan-jna (remedios sem resultado favoravel, iccurreu as
ul- iliii laulta (e CHapeOS Ce atufar um preto para bater sorvete, chapas medicinaes do Sr. Ricardo Kirk,
Slo Si'. Manuel. pag^ndo-se 50| mensaet e comida : na escriplorio na rua .lo Porto n. 119, com as quaes
^---.^^ ,ua da Cadeia do Kecil'e n. l, 1oh.
-...^.-,,y* ;;?* -,--K3:<:v.-->i@ svss-8 O sr. Antonio Jos dos Res nao se pode
9
-
| legio boje do Imperador n. 5), a qual gvrai .
sob a i'j/.Jn de Lima \ Azevedo, Qcan I
do socio Jos Antonio Soares de Azc< I i l
dacao de lodo o activo e pasivo da exlincl i
rna social como unir., responsavel. H.-f.- 2 de
aneiro de 1860. loti Aires Lim i, J t i
Soares de zecedo.
Joaquim Aires de Sloraes relira -
tompo de rheuma- KlJ d,; Janeiro.
Approveitem em quanto
tenipo.
L:na cscrara perfeila engommadein
i, 1 dia boa cozinlieira e quiUndeira,
lo fiel.de idado 26 anuos, por l'.tOOg, '> t
de idade de 13a 26 anuos para lodo ser*i; i
i
Altencao.
ficou completamente Loa. E para
COMP^HIAJUASLIEIBA
O vapor yapock, com mandante F. Ferro ira
spera-se dos portos do sul em segu-
aos do norte ateo dia39 do correnle.
be-so desee ja passageiros, frote de dinbei-
ro o encommj|ndas e eugaja-se a carga que o
vapor poder conducir sendo os volumes d
iscom antecedencia ot a vespera de sua
cbogada : agen a rua do Trapiche n. 4 i.
No mencionado dia e no proprio armazem do
lo agcule, render-se-ba por conta de quera
pcrleucer para fechamentodo cuntas
600 caixas com cbaruios da Babia.
Curso pr.ico e Iheorico do lingos ran- &*>
ceza por urna senbora ianccza, para de/
mocas, segunda e quinta ieia .le cadasc-
mana, das 10 boras al meio dia : quem
quizer aproTeilar pode dirigir-se a rua da 1&
* Cruz n. 9, segundo andar. Pagamentos @
; adiantados.
9
m
Para que nao coulinuein a l-
ludir a pessoas sensatas e
de boa le,
F
Scbolas e batatas.
i

is nao se p.
chamar senhorda metadedo meio bilheie n. 4083
da 10 lotera d..> S. Pedro de Alcntara, primeiro
por ler assignado contra vontade do dono do bi-
Inolo ; segundo por Rio ler aq.ielle rocebido di--
nbeiro lgom para Ihe Iransmiltir direilo de pro
priedade c como a lista de tal lotera ainda nao
viesse e Se nao possa dizerque ha .inln, fa7.se .-.
presente deelaraco.
Roga-scas pessoas que dovem na tua da
Cadeia do Santo Antonio n. 15, tenhain a bon-'l
l.ii' de vir pagar o que deveni ao meos os uros,
sob pena de seren chamadas de oulro modo.
Oercce-st um
nir raro r,,a do Aguils Vordes ;,;-
- Os abaixo assiguados dsolve
-^ _, ** *v HODI^UUWVO IIOSVHVIUIII il '
a presente, dectaracao. lua de S. redro, n., vclmente a sociedade que linham i
147 rio de Janeiro < Manocl Antonio Rodrf-1 lecimento de axendas na ma do
40, no 1." do conente, l: ando a .ir_- i
Santos o activo e passivo, continan !.....-
If.-inmilo COta .i m.-.-.-li i vi ,-,.i i.i,,, ,,.. J..*-
quim Francisco dos Santos. RecifoS
d l~ id. ;/, III | s
Francisco d,-- .V mo*.
j;ues ileconliecida verdadeira a assignalu-
ra sopra pelo Ubaltiao lV-Jro Joj Cura completa
:"-f.?i: resjpaarilo nem eneommodo.
lulamacao to baco e es-
tomago.
Havia milito lempo que urna escrava minlia
ios v
?ap?raodooqalquTmlVado^0faS .e es,omar "
(fiante e esplendido;^
Www'
Sr.ita-fr'i-u 27 do corre ate.
NA
I i>IIifL'1
AS 10 HORAS VM POXO.
DE
HV^uVssiiiios movis i\c
n\og*\o e jacuauAk, yna-
uos, iinissinias porcela-
nas e clirystaes, \vvata
Ac lci em o!vas, l>roa-
aes e cas(\\i\nas ingle-
zes, Iveas de casa, car-
ros, cabriolis, cavallos,
ele., etc.
O AGENTE
O agen le Pestaa fara leilao por conta de
quem pertenec- hojeao meio dia na escadinha
da alfandega
DE
301 gigos con. btalas hollandezas.
l~> ditos com sebolas.
ludo desembarcado boje.
Quinta-feira 20 do correnle.
26 barricas com salitre.
15du/ias de agua do colonia.
'J bandeijas de diversos lmannos.
Em casa de C. A. Borle -\ C, rua d.i I
nao poupa para qualquer servico interno que fic3nJo debilitada mpossinUifando-a de t^m^tfTSS^aSS "
az-se sciente a certoS trampoljneiro SC,a S X?1 *"**?' M0DCe: I"31,1"6' SerV?' f0lTre"do mUli S ,!o,eS e *lm P"o- q-alMadea Si JJ-es
que tem propalado calumnias contra o U^ ^Silor^o.iunir'^'.W^r'e '"V"?* 8mMht ""I""* lJS M "fe'" "-'T "",'"
einprezaro da comnanhia Ivrica di- P Paraiiba ->Poi.tanos, retirara se remedios inulilmenle ; como ultimo recurso re- que/oram premiados com a med
J iini-Lc ,n c. pi:..s. .- c corriasch.il
m escri
aes trazendo a suppurocao muitos humores, I sarem podem compra-Ios com 20 ou 33 UiO dj
brevemente sentio viiveis melliora?, e no fim de i menoa que em oulra qualquei ; irte.
einprezaro da comnanhia Ivrica di- P Paralaba. ........... nwiwioa inuiumoBio ; como intimo recurso re- ^ PJ nF, oin
222 S dC r':i$',Cq1UC S,: 8Cba ^ yn0S D- 36, a "Cg.C0 q.ue lhe ,,1 ? (Ill3es lrl 3 soppuracae mui.os liumores, \ SS!3! ST 5
actualmente preso por dividas; que o
d;to emprezario apenas recebeu do go-
verno provincial a avultada oinma de
600^, para o que den por fiador ao
Illm. Sr. Jos Antonio de Araujo: quan-
to a' sua demora estamos autortsados a
amanear a exses invejosos e cavalleiros
de industria que ate ac im de marco
Avico.
Gerlrudes de Miranda protesta contra toda
qualquer transa cea o bita por seu marido M.i-
28 dias se achou perfeitamenie boa, poJenJo
agora trabalhar : porianto, recoriliecendo eu o.'
tilias Jos das Chagas, sem o sen cousentimenlo mererecimenio das ditas dupas, e dando Ibes o
relativo nos bens do sdu casal, consiaolos de seu devi-lo apreco, faso a presenre deelaraco
S'.'SfSrS Blfc ,aa ca3a ler" P8Ta ""**de.s- -'.--^"- u*
Precisa-sc de urna ama que saiba cosinbar
e engommar, p ira i asa de um bomcm s illi
na praca da Boa-Vista n. 10
m%
aqu se acbara' o emprezario e a com- CollglO de N. S. (lo Bom COU-
; ranina segundo seu contrato. ,, jwuum wu
il^-^s^^^^-iS^SI-, >elno,iua do Hospicio
Licocs (le
PELO GEME
noel Sodr, rua o Conde n. 10, llio de Ja-
neiro.
( Consultas lodos os dias, das 9 boros da ma-
nbiia as 2 da larde. )
O antigoestabelecimen-
lo de fabrica e loja de chapeos
Livros ca
branco.

lleccberam -so ullimam
lirres, do maito superior qualida
sea precos muito razoaveis : na livi tria c.t
mica defroute do arco de Sanio Xi
Carne de vacca salgada, em barra d
libras : em '-.n<,i le rass i iim
antorisado pelo Sr. C. .1. Aslley, que se rclirou
para Europa, apreseniara ;'i> concurrencia publi-
ca em leilao, jiii.'elrectuar na ponte,do L'clioa,
toda a rica mobilia de mogno e mais artigos que
.-rviro de ornamento a residencia do dito sc-
n'.ior, constando de urna rica mobilia de mogno
moderna com pedra marmore, piano ingles de
mogno, armarios, guarda livros, itivans c poltro-
nas, ricas camas de Jacaranda e ferro, cxcellen-
les loilels, guardas roupus,lavatorios com pedra,
mesa elstica, guarda louras e aparadores para
tala de jantar, cadeiras a fu Isas, mesas para jo-
g.is, riquissimos aparelbos de fina porcelana pa-
ra Imoco e jantar, linissimos rhrystacs, cande-
tbros, serpentinas, espelbos, cabriolis, caval-
losote., ele, c oulros muilos artigos queestarao
.i vista dos compradores na
Ponte de Uchoa
ndo a casa do Sr Gibson. o segundo sitio.
O agente Pestaa conlinua a eslar antorisado
prlacommissao liquidataria da exlincta socieda-
tle de lia;'o e tecidos de algodo pira vender o
restante do terreno do sitio da mesraa sociedade.
Viuva Ainorim & filho azem leilao,
pjr intermedio do agente cima, de vi-
nlo braceo de multo boa qualidade, em
lotes a vontadc dos compradores : quin-
ta-letra 2 do corrente na rua da Ma-
dre de Ueos armazem n. 5, do Sr.
L'c'ioa, onde se acha recolliido o refe-
rido vinho.
LEILAO
PELO AGENTE
Que faz Antonio Teixeira Alves : C.
por intermedio do i ge nte cima, no
seu armazem rua da C-ideiado Kecife n.
G3 : quinta-feira 2 do corrente as 11
huras em ponto
DE
Urna porco de gigos de batatas e de
sebolas.
ILM1LM
WaqeVoiS ^
Locria da provincia.
Corre boje s 10 boras.
cni^o^ te, continua no mesmo lugar
nua-se de novo a injuria-la com epihelos do CCaSa, SOll agerenCa do Seii
quem so n odcia ; e obliga aos tilbos a faltar-lhe
o respeito ?
Souza & Bairao.
Nao so neste deposito existe um
laeiiiu desseafama l.i rap, c mi i I u
m
GRANDE AHtZEH
DE
/'. /. La y me.
sobrinho Manuel de Oliveira diud0..p?pnceM. ,* i
, ir r com o titulo de particular, que naqualla prarn-
- Um estrange.ro piacta alS?"" o Ora M ur::,s;,,,o^!,osata,d'';'!'!;,'' mum aceordo sessade iiesu aajaSff"^ ?^iM.......
^niauc, que lenha eommodos sulbeien es para \ > ,
SrdofSonPs7 entender-Sfl "-** 2aia a Serencia d0 Sr. Manoch,-^:.ZC',
FraaciscoMoreiraMaia. [\c-!!'ap1nr3''.!'',.nlar- w" Pa*i"B:
Continuaco do leilao de fa-
zendas de la, linho, seda
e algodo.
Flix So uva ge & C. continuarao sen
leilao, or intervencao do agente Hyp-
polito da Silva, boje 25 do corrente as
11 boras em ponto, em sen armazem
sito na rua da Cruz do Recie e por isto
pede aos seus numerosos regueze que
compare cam.
Rua Noca n. 49, junto
M a Kjrcja da Conceiqo dos I
| Militares. |
^ Neste armazem encontrara o publico 33
i um grande o variado sorlimento do ron- I
^ pas feitas, como sejam casacas, sobreca- S
H sacas, gndolas, fraques, e paletots de
P panno lino preto e de cores, paletots e
sobrecasacas de merino, alpaca e bomba- a
(> lina prelos c de coros, paletots e sobre- 41
K casacos de seda e casemira de toros, ral- f
cas de casemira preta e de cores, ditas de
merino, de princeza, de brim de linho branco e de cores, de fusto e riscados, |
calcas de algodo, colletes de velludo
preto e de cores, ditos de setim prelo e
branco, ditos de gorgurao e casemira, di-
tos de uslOcs e brins, ardaraentos para
a guarda nacional, libres para criados,
coroulas c camisas francozas, chapeos
grvalas, grande sortimenlo do roupas ?
para meninos de 6 a 11 annos ; nao agr- 1
dando ao comprador algumas das roupas _
feitas se apromptarao oulras agosto do E
comprador dando-se no da convenci- o>
nado. s|
<) abaixo assignado pergunta ao Sr. Fran-
cisco Antonio Reg Mello que lhe responda se
lhe constou que o mesmo abaixo assignado fui
receber alguma conla desde o dia que sahio de
sua casa, motivo este divisado da deelaraco que
faz em seu annuncio de hontem, e ao mesmo
lempo declara que antes de ser despedido de sua
casa, jase linba despedido por duas vezes. e que
o mesmo senhor nao quizera aceitar a sua des-
pedida, Rccifo 21 de Janeiro de 1860.
Balduino de Queiroz M. K*gadat.
Alugam-se duas negras, urna para todo o -e i / i -i tender, dinja-se ao Remedio defrenl
servico, e oulra nicamente para o servico n- Cite 14 (le laiieil'O llC 1800. a tratar com Caetano BaplUts
lerno de casa de uina familia honesta
na rua do I.ivramento n. 30.
Hcl
a tratar PorpiocuracAodo.loa<[uim de
- Joseph l.ebman.1 e Nathan Danbaisscr re- \ OVeil'a Maia, JoSt' AlltOHO de
. i il til *<' i k >. A i! J i J i ^_ _
lera lugar a fesla de N. S. da Conceiruo
dos Lasaros no dia 5 de fevereiro vindouro, sen-
do a bandeira no dia 2G do correnle.
Existe na rua Nova, loja do Jos Luz Pc-
reira, um objeclo de valor que um crioulinbo
deixou de penhor por chales que levou para
amostra, esles chales vollaram. e o portador por
esquecimento deixou o penhor, ha 3 ou 4 dias.
Hdame Albcitine relira-se para o su!, no
paquete inglez.
Perdcu-sc na noile de 22 do correnle, da
rua Direilo em direccao a Iravessa de S. Pedro
pateo do mesmo. rua de Hurtas em segoiment
ao paleo do Carino al a rua do Cano, urna pul-
seira de cabello com a forma de urna cabra, ten-
do a cabeca c a cauda de ouro. e lavrada : quem
a liver adiado leve-a a rua Direila, na casa n.
74, que ser recompensado.
Precisa-se de urna pessoa idnea para lo-
mar conta porbalanc.o de urna taberna bem sor-
tija e afreguezada, sita na Capunga, c se offerc-
ce interesse vanlajoso : a tratar no caes do Ra-
mos, armazem de farinba.
Carvalho.
teniente
0 abaixo assignado aulorisa ao Sr. Manoel Joa-
quim Alves de Oliveira a promover ainigavel ou
judicialmente a eobranca de suas dividas.
Jos Luiz Pereira Jnior.
Conrad Klippel e sua muttier Klisabctt lvlip-
pel, Jacob Hender e sua mulhcr Auna F.lisabell
Render, subditos prussianos, reliram-sc para fu-
ra do imperio.
Attenco.
Para as pessoas que tivercm bom goslo de pos-
suir em seus sitios ps de larangeira cravo, ven-
de-seno atorro da Boa-Visla, loja de selleirj
o. 58.
om gosto0
Na rua Nova n. 14, contina a ter um comple-
to o variado aortimento das mais bi las c indas
fazcndas proprias para a proga ; ISBHB i ome fa-
zendas propiias para a quarsma, coma corlii
de vestidos prelos, ijroadeaaples, lias, mantas de
fil, e mantelelcs.gargaolilhas pelas e de e tnt
vende-se por menos do que em oulra qualquer
parle.
Vende-se e permutase coro
no bairro de S. Antonio desta cidade,
ou arrenda-se o sitio da Iravessa
Irocam-sc, compram-se e vendem-se escravos de
ambos os sexos, de todas as idades e cores com
habilidades e sem ellas e lodo csie negocio so
faz debaixodc toda sinceiidade : na rua Direila
numero 6G
Precisa-se de urna pessoa activa
que se encarregue de cobrancaf nesta
praca e que de liador, dando-s 5 por
cento de commissfio do que cobrar : a
tratar no armazem de roupa feita da
rua Novan. 49.
Urna pessoa que se reli-
ra vende 100 apolices dacom-
panhia doBeberibe: a dirigir-
se no escriplorio da mesma.
vende->eum carro e umboi.tudo em mu- para tacihtaros examos desla facutdade ach-e
lo bom estado ; quem o pretender, dirija-se a venda na livraria acadmica, rua do Impr.
rua do Camarao n. 7, que se dir quem vende, j d. 21.
R elogios.
Vende-se em casa do Jobnston Pater & f. rua
do Vigario n. 3, um bello sortimenlo de rciogior
do ouro, patente inglez, de um dos mais afa-
mados fabricantes de Liverpool ; tambem urna
variedade do bonitos Irancelins para os mesmos.
dos
Remedios, na freguezia dos aVfogado]
n. 21, pelo tempo que lr convenci-
nado : quem pret< nder urna destas de-
clara cues, entenda se com o seu pro-
prietario Caetano Pinto de Veras, na
casa de sua residencia, rua de S. Fran-
cisco n. 8, ou na repartico da alfan-
dega, para tratar do seu ajuste.
Resumo das licocs d cloquencia na.
Sebolas novas
Esli M acabando scbolas de restaos a It500 e
soltal a I]: na rua do Vigario n. 27.


DUR D PERNAMBUCO. gARTA FEtftA 25 DE JANEIRO DF, SfiO.
(*)

3
LINES PRATICAS
DE
ESCRITA COMERCIAL
Por partidas obradas
E I'E
DELICIOSAS E INFALUVEIS.
Ihesourarut d> faiteada desla provincia, competen
lmente habilitado pola directora de instriirco
publica para leccin ir arilhmelica nesta cidade,
tem rcsolrido jnior, como complemento do seu
curso pralico de escrituraeo por partidas do-
bradas, o entino Je conlabilidado especialmente
na parte relativa a reduegao do mondas ao cal-
culo de descontse juros simples e compoMos
eonhecimento inlispensa,vcl as pessoas 4:10 dc-
sojam empregar-se no eomniercio ou que j so
achara nato estobelccidas. A aula ser aborta
no dia 15 do jauciro prximo futuro As 7 horas
da uoito ; o as pessoas que desojaron niatreu-
(j KEMP ^EV^DRK)
PILULftS VEGETAES
ASSCARDAS
NEW-YORK.
O MEI.HOR REMEDIO CONHECIDO
Contraconstipacoes, ictericia, affecc.deg do figado,
febret biliosas, clicas, indigetles, e\xaquccas.
Hemoi ihoidas, diairhea,doencas da
pelle, rupcoe.e tolas as en fertilidades,
CROVEXIEXTES DO ESTADO IMPURO DO SANCHE.
75.000 caixasdeste remedio cousomraem-se an
nualmerle I I
Hemedo ila natureza.
Approvado pela faculdade de medicina, ere-
commendaoo como o mais valioso catrtico ve-
getal do lodos os conhecidos. Sondo oslas pitillas
pu-amente vegetaes, nao contem ellas nenhum
veneno mercurial nem algiim ouiro mineral;
esto lom acondicionadas om caixasdc folbapa-
ra resguardar-sc Ja humidade.
Sao agrada veis ao paladar, seguras e efncaze
em siii operacao, o mu remedio poderoso para a
juventude, puberdade e velhice.
Lea-seo ollieloque acompanhacada caixa.pelo
qual s>: licar oonhocendo as multas curas milagro-
sas quelem elTectuado. D. T. Lanman & Kemp,
droguistas por atacado ein Nova York, so os ni-
cos fabricantes c propietarios.
Achara-se venda em (odas as boticas das prin-
cipaba cidades do imperio.
DEPSITOS.
Rio de Janeiro, na ra da Alfandega n. S9.
Babia, Germano & (',., ra Julio n. 2.
Pernambuco, no armazem do drogas de J. Soum
& C ra da Cruz n. '2.
Curso de preparatorios.
O bacharel A. R. de Toares Bandira, protes-
te geographia e historia amiga no "vmnasio ',
desta provincia, contina no entino dos uintes r*80?' MPicinniaia "
preparatorio*: 'rhetorica ptauosopnij TKJEm n ^"f! ,'"' 'r' '''i' '" ',
phia. linguas francera c ingleza ; na casa de sua I f ectuar seguros sobre edificios de lijlo e pe-
residencia, ra larga do Rosario n. 2& segundo ** Pbert0S ,,c','"" '"
andar. objeclos que coiilivorcm osmesmos edificios,
I quer consista cm mobilia ou em fazendas do
iiTuniiTxci
uaMomn ^segundoandar. Pastilhas veetaes 1c Koran
M. Foimcca ele iicdeii'o, escriturario da L ^lli*> > C0^lUei> IlU ft.blllj>
contra as lombrigas
rpprovadas pela Exm." inspeceo de esludo de
Habana c por mullas outras juncias do hy-
gieno publica dos lisiados Unidos e mais paizes
da Amrica.
Garantidas como puramente vegetaes, ngra-
daveis vista, doces ao paladar sao o reraeBio
iufallivcl contra as lombrigas. Nao causara nau-
sc.isnem sensaeoes debilitantes.
Teslcmiinho expontanco ein abone das parti-
llias de Kcmp.
e as pessoas que desojaron) matrieu- Sis. D. T. Lanman e Kemp. Port Byron
lar-so poderlo deixarseus nomos em casa do an- : 12 de abril do. 1859. Scnhores. As pastilhas
nunciante al o mencionado dia. que Vinca, fazem, eurarara meu filho ; o pobre
Urna pessoo que desoja mudar-se c nao tendo rapaz padeca de lombrigas, cxhalava un chei-
achado casa, nao lean duvida ein trocar o pri- ro ftido, linha o estomago inchado e continua
meiro andar do sobrado em que mora cora oulra I comichao no nariz, to magro se poz. auc eu
pessoa que estoja as mesmas circuinstancias, I temia pcrde-lo. Nesles circunstancias um visi-
ainda mesmo que a troca soja por urna casa ter- nho meu disse me as pastabas de Kemp linham
rea : a tratar na ra Volita da Boa-Vista u. 77, i curado sua Olha. Logo quesoubo disso, com-
primeiro andar. I Pfei "2 vidros do pastilhas e cora ellas salvei a
Precisa-se de urna ama forra ou captiva vida de mea lilho.
para o servico de urna casa de familia, e que se
preste a comprar e a sabir a ra ora objeclos do
servico : na ra larga do Rosario n. 28, segundo
andar.
GOMMJSIIU
Estabelecida eui Londres
EM
i&ip bis mu
Sou de Vmcs. seu amo agradecido.
W. T. Floyd.
Preparadas no sou laboratorio n. 36 Gold
Street pelos uincos proprietarios D. Lanman e
Kemp, droguistas por atacado em Now York.
Acham-se venda om todas as boticas das
principacs cidades do imperio.
DEPSITOS
Rio de Janeiro na ra da Alfandega n. 89.
i Babia, Germano & C.,rua Juliiion. 2.
Pernambuco.no armazem do drogas de J. Soum
& Companhia ra da Cruz n. 22.
\m Or. Cusme de Su' l'creita >
' &:,de volta de sua viagetn mtructi-
iw.tn i ... n
^. i*a. -sus' &# ^ >i. ^ n sjsj
BO m. CKAB*A
>!'CO E PROFESSOl DE II;Ali.MACIA, DE TAUS,
11\ 1 P.S AS .Ur
r,s i.M, r,i .'..>:- : r\K
7fl\*I '.lo
\a-r:.r tu, <
h/.'. i-i i ljiini*6iaia" oii-
le quatquicr pnrg: i, o ,
ri'lnx ra e drbHidaie, e ignatmea'e r e
iljures brancas das BMilhrr.'s. n,i' o
<.ii:i-io. Esta inj-icaj benigna eaiprega-se mes-
mo lempo do xar >pe de cr.to de ferro, um i
lo man e u :i vez de larde dufaole ire
(.lia segura a cura.
. 31 BAIP 0
i. i is!.- viai
-
T. 1LTI RAPOC! DO SANCl'C.
JtrpiT.lituilf*^'
(?P:-'iX-.i..;.e v.-!-ul rn.Hir.
, (i U'jiO corlircidu
ti mT" e |>pro\>ik) t4Ti curs-r
i ii i ioui|ilid: 6 ra i
clmente impigtnf, |iis . :ci'iiiioiiia e ilU'ii'i's TiciuFtS ^0 ?:ai-
giio ; ym, eipiab.inr kflliSo Vt-nere. lla-
'<>- mineraen, Tcn.ti- >' us por semana, sr-
flliindo utmamentO | malivo. X'omitdn n-
lilierpeUca. De um < irrito nuravlhoso nas af-
feces cutneas e coicixos.

ki>- i !.:ius.Pmuaila que p.s cuaa rm 3 O deposito ni na larga tf itotario, botica de UartUotomeo Francisco de Suiza, n. H6,

t
ds^m:
Rua Nova,
sos
a casa de banlios
do pateo do Car-
ino
Prerisa-se de laradoiras b aogomi
que sejam lirrcs ou es ravas : paga-sc i l
se bem.
Nesta typographia prc-
cisa-se de um moro, mjc sai-
ba sua liogua com preciso,
. a aprender a arte.
Aviso.
Na noite do 20 para 21 do i ..
reeeu do sitio do -. I >a piim Caruei
guinho, um cavado c.i nho, leu lo un
branca no p esquerdo, o com a marca 0 na ;
na; poilauto, pedo-sea quemolivera
li.va-lo iu ii!.'<:n"i sitio, "i ,i L'snipi ii i
1: i .u n. II, que bei
comf ensado.
Precisa-se de urna mulher hi i
idade, para cesa iiu peo... familia,
pouco rvKfl na rus d>) itramenlo u. 9,
BtlZEOMS
macios, todos de dui. |ue Go ., i ni
tas como para senhoi i: na rua N
ui caljado fi -ni. x n. 7
Unen, livor um mol .
'Imeu dirija-seo rua da Cruin 45, -
a lar.
Collogio lie N. S. (!:. Bou) Con
selho, rua do Hospicio n. \'l
(l director prelen le tic
futuro
cm Braxellas (Blgica),
\ O / 7 IUIOS. AS | SSVi qu (| .,/,;, m
ra as respectivas aulas, poden vii .... .-.
A DIRECTO DE E- KtRVVMl "JSSS
Esle liolel collocado no ccnlro Jo urna das ca ilaes imrorlanics da Enrona, torna-se de grande
valor paraos brasiloiros e portuguezes, por setts lions coinmoJos e confurtavtl. Sua posi^o
ra ana de algum muro sol ro ou
qui m pretend ,t ru i d
mm, -
\. seguintes pontos :
1 Muleslias de ollios
Roga-se aos Srs. devedores do estabolc-
eimcnlo do fallecido Jos da Silva Pinto, o ob-
sequio de saldaren) seus delitos na rua do Col-
legio venia n. 25 ou na rua do QueimaJo loja
n. 10.
i iOOS de gralkaciio. 1
1 Dosapparcccit na noite do 17 do corrente 2
- 11 para as 12 huras, do hotel inglez, S
i um cavallo castanho cora cauda o efinas '
irgas, tond.i um dente quebrado e no
poscoro algons cnlombos: iiiem n
:: ao hotel inglez abi receber a gratilicaco
i m a.
O Sr. Filippe Benicio du Albu-
(|uerq-.;c Gava'.canti, queira chegar ao
qualquer qualid
Traspassa-se o arrendamento de um enge-
nbo distante desla praca duas legoas, vende-se
una parte no niosmo eligenho, machina nova
vapor, disiilaco nova e bem montada, 22 bois
de concia, sois quarlos, algumas obras. safTra
plantada, ote. etc. ; trala-sc na rua do Crespo n.
13, loja.
Publicaco lilteraria.
Guia Luso-Brasileirodo Viajante da Europa jg
sobre os,x-/^
. loltstias de Coracao e de ^
peito ; m
. .Molestias dos igaos da gera-|Kc
cao, e da antis ;
. Praticara' toda e qualquei
o.)tirac3o qucjulgarconvenien- jC
te para i; restabelccimento dos^K
cus doentes. Q
)n- Y)
Durante o espsgo de oito a dez mezes, abi residiram os F.xms. Sis. conselhairo Silva Fer-
ro, e seufillioo l)r. Pedro Augusto da Silva Ferrao, { de Portogal) e os Drs, Felippe Loics r"':
Netto, Manoel de Figueiia Faiia, e desorabargador Pontos Visgueiro ( do Brasil, ] e inuitas ou-
noi I di Passos Conllio, de diri
lo .V lego,
1 vol. em 4o de 500pag.: vode-se na m do j $$suitarem sera' 'etto inilUtincta-
i
-:
levar i
pateo do Torro
nao ignora".
n. -i!, a negocio que
1 i ligua
Frccisa-so ile urna un que cozmhe boni, para
a solleiro : na rua do Impcratriz,
'. > n. b.
Curso particular de
'ranceza.
Vmeiico Nctlo de Hen lonija, alumno do quin-
to auno da Faculdade do Dircito, professor de
. fnneeza, provisionado pelo governo da
-i lente ao publico o com especia-
idade aos pas dos seus discpulos, que no dia
i' iu corrente dou principio s ligues do curso
de lingua franceza, que dirige em casa de sua
lencia, rua da l'cnhan. 11.
Aluga-se una escrava para o servico de
pasa : quem a quizer procure na rua Vclha n.
126, sobrado.
Urna casa estrangeira precisa alugar um
do : a tratar na roa da Cruz n. 10.
O exatne das pessoas que o co
em
autor raa^do Vibrin. It, brot. 3$ encad 4 <| motile, e na ordena de sitasen- a>
3$i9 ~M(M^tkM :> tradas; fazendoexcepcaoo*
sor procurado ^ '.-'
3 pro piando sortimenlo de medicaracn- B; <| A appuc.icao ueaiguns nieoica
J5 '"* em tinturas o glbulos, os mais no- jg 3JinentoS iudispensaveis om.varios -..y-
Svos o bem preparados, os elementos de p 5casos. como o do sulfatodeatro-/t
^i bomoopalliia c Ny.-tora diccieuario uus H* 'T v r i-j feS
^termos de medicina. g* .).-pina ote; sera fotlo.ou concedido |j|
^BH3KRiiWaSaR- SSS WaSBjK?g! i; !;ratuitamente. A conianca que|?
"*" n* *** f *' V ""**"*'- a ; nelles deposita, a presteza de sua $r
Da-seinteressc cm urna boa olana, n qumcjoS 'V
livor dous esrravos. o que cnlrnda do trabalho. ^lacoao, e a necessidade proni|ita :?
lias pessoas tanto de ura, como de outro paiz.
Os presos do todo o servico, por dia, regulan) de 10 a 12 francos (45000 -gOO.)
^'o hotel encontram-se iafermacois exactas acerca de ludo que p.!e precisar um eslrantrciro
I
ni
i.r ii o ."..i corpo di rorai
.. i< i -. .. .
1
.

---------------------- ,...
Itik.Ai- J
DO
m 111

E
[UL1
UBmB^Jik+LmmKn&c'imo -ii :. n mtlhrir i..r.i curar cooi|i-oes, |is.f nuil su e otar: s,
alti-n'iVs dos bl'Mlcmos, : I I i .; i,....-a- e insuin :. .. .- i.u.i r.ollii i:.ila
pela manba, e oulra noite sao fuflicicnies. o < i,' nu dte txcelenie -.,... fslaz ao
lempo o dimite e o mcJieo.
o itposito i na .-.;.. larjo do i. rtholumeo Fraucitca l, Som-i, n. 86.
-*vi-*tf...- ...-.
Na livraria n. Ge S da
piara
da
O Dr. JoSo Jote Piule Junioi a -
[ndependenc'ia precisa-se fallar ao Sr. voga no civil e no crime ; para u qu
Alvos! pode ser procurado das 10 horas da
! manlia ate as da tarde, na rua
LE- ttoda i. 17, primeiro andar.
FOLHINBAS IMB, .8(i().
da
. de seu empreo; fiHloqnanto o I
^demove em beneficio de seus;.;
'oentes;.
- Sg* ;- :-'.'.- .
/
fVvi
ao pretndeme se expor as vaniagcns do mesmo.
na rua da Imperalriz n. 7, 3o andar.
- t ( .' T^T^Y"? YT
DENTISTA FRANCEZ.
Z Paulo Ga (enlista, rua das La- ,- ^-v^V'-V'V^VT VSr^*^V'"i'a^
> rangeiras 15. Na mosraa casa tem-agua e ~ .\'!ri
Z pdenlillco. Al SOU
"!' i fe fe txt t.Jt.*.JLtX*.JLi.y. Antonio Pereira de Oliveira Ramos,
YliCCiQ HUDCIc tendo de fazer urna viagetn para lora
Transmisso do fluid de braco a braco, nas ^ mpe io, em virtude de sua Saudee
quintas e domingos, no lorreao da alfandega, e sendo preciso saldar '.odas as sitas contas
'" .'. i ;.:
' II
i alguma perlenceute i a. i;. _j
dejaueiro de i i
Francisco A
Pr cis
; daria : a tral rua I u. !.
Fazem-i
aneis u recebe-s
-
. ; '
V: isa-sc i!.1 nm servi-
co de u ii pi |in no sitio : quem i
1 i se a Bna-\ isla, ru
Corredor d
_ = Precisa -se alujar um
.trino o exti i no de urna ci
ravo : na rua da S,i
O
. .
quina ii. 52.
Preeii se de un a .
para o son i... de
Esto venda na livraria da pra ida Inde-
pendencia ns. C e 8 as folliinhas pai i ISCO, im-
pressas nesta lypogtaphia, dasseguiulesquali- na rua da Cruz n. ;:..- jjr.
! dados I ananainn
17
nossabbados at as 11_ horas da manhaa, na re- IOga a todos os seus llovedores que ve-
nliam pagar suas contas ate odia 30 do
suloncia do comraissario vaccinador, rua cstn ll i
do
- .... -..-....
Itnsarto n. ''S, sogun lo andar.
DENTES
O abaixo assignado proprietaiio do
Iiotel Jaboato, junto a barreira, avisa
aos seus reguezes que tendo Je se tazer
urnaexcelleiitefesta no dia 20 do cor-1 hora.
rente tnez, ao padroeiro da mesma fre-
gueia, poi essa razaooTerece o seu ho-
tel cotn todas os commodos e afiianc.
fornecer cam promptido excellente
corrente mez ; assnn como avisa aquel-
los que devem a mais de um auno e que
nao pagar ate o mencionado dia 50,
seraochamados a uizo para pagar o
j&Ruacstrcita do Rosario u.3| flue tver devendo.
@ 1 lahoisrn Pinto Ozoii'o colloca denles .ir-
S.V15.4 PARRIULi
DE
8BUNP
Remedio sera igual, stndo reconhecidu pelos
mdicos, os mais mnenles como remedio infal-
livel para curar escrophulas, cancros, rheumalis-
mo, enfermidados do Hgado, dispepsia, debili-
dado goral, febre biliosa c intermitiente, enfer-
midados resultantes do emprego de mercurio,
ulceras e erupcoes que resuitam da impureza do
sangue
CAUTELA.
D. T. Lanman & Kemp, droguistas por atacado
New York, achara-so obligados a provenir o res-
poitavel publico para desconfiar tic algumas te-
OI.HINHA RELIGIOSA, contendo, nim do
kalendario e regulamcnto dos direitos pa-
rochiaes, a coulinuacao da bibliothoca do
Crislo Brasileiro. que se compoe ; do li li-
vor ao sanio uome de Doos, i oroa e
tosde amor, hymnos ao lispivilo .-.
a N. S., a imitacao do iU- Santo .
jaculatorias o commemoncao ao SS. Sa-
cramento e N. S.'do Carino*, sxercicio da
""'a-Sacra, directorio para oraci......;.:,.!,
dividido polos das da semana, obsi quios
ao SS. corsQao de Jess, saudaci .:
las s chagas de Clirislo, oracoes a "
nhora, ao patrocinio de s. e anio da
guarda, respondo pelas almas, .,'.'... !,
outras oraeOes." Preeo ^20 rs.

Compra-se
tasa .pie ude i
tal, nu i, i.i.s
guuitos s ..',
rua i! i ,
o a rua da

\\ iso ; scnboros ;c liliciacs pelos doussyslemasVOLCANITE .
'.", chapas do ouro ou platina, podendo ser
.";-: procurado na sobredita rua a qual [uer ^
v '..<.. *.i ; <* <:\ *.<.
-. ........ .-,.-,'. -. .. ,-j :\
GABINETE PORTUGEZ
Em virtude da dcliheracao tomada em sos:
- JbM, ,M S,s. JcveJojes na Swial: %SttS&3FZE JS
de Lene A: Lorrea em liquidagno, o obsequio que sao ellos os nicos proprietaiios da receita
de mandar saldar seus dbitos na lujada ru do do Dr. Bristol, tendo-lhe comprado no anno to
Queimado n. 1(). 18r,fi-
Casa nenhnma mais nu pessoa alguma tem
gL'iihos.
1 mpra mi i ora porea : a traUr ri i
:. O.
Compra
idos I .1 I:.
IFlTA DE VARIEDADES, mlcndo o 1 dalinneretrii'n.'i
rio, regulamcnto dos direitos paro
una collecQo de arn cdotas, ditos i:
sos, coutos, fbulas, p< nsamenlos moraes,
receitas diversas, quer acerca de cozii
quer de cultura, e preservativo d> ai
e (Vuelos. Pceo 320 rs.
Compra-i i .. |
do-se ci, mola : na pi.
dencia n C c S.
comida a lodo e qualqucr numero de
pessoas que se designar querer ser vi r-se "^" virtude da dcliheracao tomada em sesso ^0C \elIoso da Silveira e Francisco Xa-
seu estabelecimento, para o que se do conselhodeliberativo cm 19 do corrente, sao vier de Andrade: na livraria n. t e 8
, r '. convidados norameule os morabrus do mesmo ,i ,%,. i i
i.i prevenido de tudo (planto e ne- couselho para a sessi.....Mraor.iinaria une deve- : ua l)iaia u
cessario -para h^'in servir aos seus 're-
agencia dos fabricantes america-
nos Grouver ti uct,
Ifachinas de coser : em casa de Samuel P.
Johnston A; C, rua da Senzala Nova n. b.
-P
te dos Srs. tenente-coronol Hcmeterio q""erem comprar o verdadeiro devem bem ob-
servar os seguales signaos sem os quaes qual-
qucr outrapreparac.ao falsa :
Io O envoltorio*de fura est gravado de um
direilo do fabricar a Salsa Parrilha de Bristol,
porque o segredo da sua preparaco acha-se so-
mente em poder dos referidos Lanman 4 Kemp.
Para evitar engaos com desapreciareis co-
Sa-Se tallar 80 Corresponden binaces de drogas perniciosas, as pessoas que
guezes, o (jue para isso nao tem poupa-
! j esforcos nem despezas
Antonio Flix Pereira.
Villa do Cabo.
O Di M. T. de liilhencourt Corte
Real, tencionando fa/.er sua residencia
temporaria nesta provincia, olferece os
i .ieos da Sua prolis.-ao medica a todas
as pessoas que o queiram lionrar com
sua conianea a quuiqucr hora do da
ou da noite o encontraro nesta villa.
Altenco.
a
Faz-se publico que ning cm compre a Sra. Au-
na Joaquina Soares 1 nioia roramoda, 1 banl.ei-
m, 1 banca, 1 so(, 1 marqueza, e maisalguns
movis de casa, visto que a mesma senhora nao
pode vender nenhum dos ditos movis, porque
esto penhorados i Thomaz dos Santos Estima
Lessa, por exeeuco do Antonio GAncalves de
Azevedo, o por oslar em ferias anda niio foram
cm pra?a ; e para que ningoem se chame a ig-
norancia, so faz a presente declarado. Reci-
to de Janeiro de 18G0
ll-se dinheiro a juros ein pequeas por-
, sob penhores do ouro ou prala : na rua de
Jimias ri. 122, a qualqucr hora da dia.
= Precisa-se de una arna para casa de pouca
familia : na rua da Cruz do Recifc n. Ci, loja.
Agencia do passaporte e follu
corrida.
Claudino do Rogo Lima tira passaporte para
deniroe fura do imperio por commodo preco e
preste/a : na ruada Praia piimoiro andar n. 43.
.No porto do capiui acha-se a venda um
bom boi de carroca ja experimentado no servico,
um burro da raca de Buenos-Ayros, muilo novo :
quem os pretender comprar dirija-se ao seu do-
no no armazem da esquina que vende malcraos
e tambora capim defronlc do mesmo porto.
Independencia.
us
ivi. >iwwuvo uuiaui-iiic us iiivuiuius un iiicr.:.'u
couselho para a sesso extraordinaria que deve-
la ler lugar no dia 25 s (i 1[2 huras da tarde, na
sala das respectivas sessoes.
Secretaria do Gabinete Porlugucz do Leilura 21
do Janeiro do lb''J.
A. U- fog'ueira.
1. secretario.
Antonio Augusto Cocino Souza retira-se no
vapor inglez pan o ll.i de .1 ine.iro.
Na ollicina o galera da rua Nova n. 18, pri-
meiro andar, conlinua-sc a tirar retratos pelo
systema norte-americano. Mais do 5000 retra-
tos tirados cm quatro annos pelo artista que
dirige esse estabelecimento, provara a hondade
dos processos empregados [nicos, que garan-
ten! um retrato innalteravcl) u a aceitaeo que
al do BEM ALTO lean merecido. No cesmo
eslabelecimonto so encontr o mais variado,
abundante e bello svrtimento, que existe nesta
cidado.de quadros, molduras dour?das, passe-
par-louts e caixinhasdo todos os tamaitose fei-
tios. .Constantemente recebe-so de Franca e dos
Estados-Unidos tudo o que diz respeito a photo-
graphia, o senipre desprezando-se ridiculas eco-
nomas, mandam-se vir objeclos mais modernos,
e de nielhor qualidade : nttcslam-no as amostras
patentes ao publico, assim como aquellos que
tem honndo esse estabelecimento. Tiram-se
rllalos todos os dias, c os preeos principiara
cm -f.JOOD luis?.
Ferreira Viliela. protographo.
P4 i III ~~ Trecisa-so alugar um sitio com casa de vi-
or sil corle de cabello e ^ftfSSs *s?* ,,a rua du
O professor de latim da freguezia
Aenco.
O abaixo assignado cora loja de piolar na rua
da Imperatriz n. 72, faz scieute ao respciiavel
publico que tendo muiti3 iraagens de alguns
freguezes para encarnar, j.i fazem para raais de
urna dous annos e nao podendo o artista mais
esperar, faz scientc aos seus donos para procu-
rar na dita loja marcjndo o prazo do 15 dias, e
nao se presentando os seus donos,sero troca-
das para pagamento das despezas feila com di-
tas imagens. Recifc 23 de Janeiro de 1800.
Hanotl Tgnatio ababo nssignados, honrados pela incum-
bencia que receberam do SS. MM. 11., previnem
i respeitavcl publico, que se acham actualmente
no caso de poderem fornecer o retrato liol dos
Augustos Uonarchas Brasileiros, oque at hoje
era lio ilnil de akanear-se, visto que as copias
lithographadas craui quasi todas sem semelhan-
ea aleuma.
Os l'ei uambucanos que tanto amor e dedicacao
I manifeslaram aos seus Augustos Soberanos om
sua recente visitan esta provincia aoudc Ellos
l deixaram recordacocs eternas, nao deixarao do
t approveitar este ensejo para possuitem urna
I lenibranea de seus augustos hospedes.
Alcm da simples pholographia em fumo, pos-
, suimos relalos em aquarella e a oleo sobre tela,
quer para ornar salas, quer para reparticocs pu-
blicas, u lim de que as incumbencias possara
I ser salisfoitas com presteza, rogamos as pessoas
que desojaren) possuir algum dos retratos cima
j o obsequio de nos prevenirera com antecedencia.
Altenco.
frisaieenlo S00 rs.
Rua da Imperatriz n. 7.
I.ecomtc acaba de receber do Rio de Janeiro
o primeiro contra-mestre da casa Augusto Clau-
dio, e um outro vindo de Paris. Eslo estabele-
cimento est boje nas roclhores condices que
6 possive! para salisfazer as encommendas dos
objeclos era cabellos, no raais breve lempo, co-
mo sejam, nuiraiis a Lilis W tadeias do relo-
gios, braceletes, anneis, rosetas, ole., ote., ca-
lielleiras de toda a especie para hoiucns e se-
nhoras, leva-so igualmente a cabeca a moda dos
Estados Unidos sem deixar una s pelcula na
cabrea dos clientes para salisfazer os pretenden-
tes, os objeclos em cabello sorao feilos em sua
prescuca, so odesejarcm, c acbar-se-ha sompre
urna pessoa disponivel para corlar os cabellos, e
pontear as senlioras em casa particular.
de S. Jos desta cid.i'ie, ahaixo assigna-
lado sob una chapa de aeo, trazendo ao pe as
scguinles pulavras:
D. T. LANMAN & KCMP
SOL AGENTS
N. G9 Water Street.
l\cw York.
2 O mesmo do outro lado tem nm rotulo orn
papel azul claro cora a firma c rubrica dos pro-
prietarios.
3" Sobro a rolha acha-se o retrato o firma do
inventor C. C. Bristol em papel ciir do rosa.
4" (jue as di reg-es juntas a cada garrafa tem
nma phenix semelhaute a que vai cima do pr-
senle annuacio.
DEPSITOS.
Rio de Janeiro na ruada Alfandega n. 89.
Babia, Germano & C, rua Juliao n. 2.
Pernambuco no armazem de drogas de J. Soum
A" Companhia rua da Cruz n. 22.
Traspasse-se o arrendamenlo de um En-
genho muilo perto da praga, vende-se una par-
le do mesmo Engenho, urna maquina a vapor,
una (lestilacao nova montada de um ludo, '22
bois de carro, G quarlos, e oulros objectos :
tracta-se na na do Queimado n. 10.
Collcgio de Beinica.
Director c nico proprietario
Estevo Xavier da Cimlia.
Este CoUegio, legalmente aulorisado, e cstabe-
Compra st urna liti
DlTA DE PORTA.aqucl, alera das materias do lK'6ial'!,ia"
iniK-]' n-
costume, contera o resumo dos direitos
parochiacs. Prego 1G0 rs.
= Ci
mpram-se .
!
' '-'. o :. .:,, S ibii.i lo e \ I.
i [iii Casa, Pi ,
"'". i Andar,
ruiio das Alm; o Di il i na scola: u ..
ilir.
pie
i ira e eos
i i II im
:'..-. >el Igii icio de i r -
no Re i fe.
O Sr. thesouretro manila azei pu-
jjlico que se acham a venda tocios OS di:..;
das 9 horas da inanhaa as 3 da tarde,
no pavimento terreo da casa da ruada
Aurora n. 26 c nas casas commissionadas
.
-
r i

d
t
Pechincha sem igual!!
^ en lern-si '. arnl
pelo diminulo pn .

1,100 i
pelomc.snio Senhor thesoureiro na pra- do Mal i |.
ca da Independencia n. U elG, os
bilhetes e ineios da rimeira parte da ai
primeira loleria do cemiterio de Fjjua JX
c;ijas rodas devera j andar im- "-;
?:->
rassu
preterivelmente nodia 25 do corrente
mtz. Thesouraria das loteriai 1 .'< Ja-
neiro de 1860.O escrivao, J. M. da <&
du iila moda.

.
Ven
[chapeos de senhoi a p ra
guudq an da
rua do Queimado pi .
I'iogui.a, en'rala ; rio
f$ l'rilo ir. I
8
do Pi v
Icafo.
do, declara ao publico que a matrcu- lecidono arrabalde do Chora-menino, abre o san
la de sua aula se arlii aliprt o r>-'[ an" esco,ar. em conformidade dos respectivos
ia uc sua auia se aciia aneita, e que O |Cftalul08t no uia 7 do Crrente. Seu director es-
principia- 1 pera continuar a merecer a confiami do que at
f.ximo fu- a?'na l.em gozado, nao cessando de empregar to-
O. do o disvello para que seus alumnos recebara a
. mteressados dirqam-se a casa fcartmecio o a cdticaco convenicnles.
trabalhos lectivos da mesma
rao no dia 5 de evereiro prox
turo.
de sua residencia, n. 55, sita no pateo
do Tere/.
Manoel Francisco Coclho
O Ur. Manoel .Moreira Guerra,
tem o seu escriptono de advocada na
rua estreita do osario n. 21, primeiro
andar, onde sera' encontrado nos dias
uteis das 10 horas da manliaa ate as 3
da tarde.
Roga-se noSr. Anlono llcnriques de M-
Cruz.
Preciza-sc de urna ama que saiba cozinh ir,
linar, e que a.;a as compras diarias de
una pcqui na familia : na rua dasCruzes n. -!,
segundo andar.
Precisa-se alugar um pequeo sitio na Ca-
punga, ou Estancia, promele-se nada deteriorar
quem o liver para alugar annuriicie ou deriia-se!
a rua da Cadeia do ecifa n. 19. que achara VwiJe-st faral de Lis
I 183. pelo barato 1 eco de 1 :
5$ eco, arroz de ca .
Uaranliao, caf <.'o Rio, I
do Arara!y a gSW a arroba, coui 1
;;,!,. : paiha iba. \, --
m, balatss a 2$3 A directora da companhia do seguros niari- J s m"ilo.fr,,scocs 1~':"1. P* -' ''
mosIndemnisadoracouvidaossenhoresaccio-1"occ '-' -,l]'1''1. ola de ci rns ib, d -
nistas a rcunirem-sc om asscrabla eeral, no res- permacetc : lodos estos t .. m-s
com quem tratar.
Companhia indemni-
sadora.
Desappareceu do engenho Poros, um gar-
rote preto rom urna lislra vermolha por cima j randa o favor de apparecer oa ruados Martyrios
do lorabo, j furado, porem ainda nao trobalha-jn. 36, que se lite desoja fallar a negocio de seu
do por lor vindo ha pouco do sertao ; descon- i interesse.
tia-se qae esleja desnorteado mesmo para aquel-j A quem faUar duas cavernas de cicupira,
las irrrmcdiacoos : qium dellc souliore der noticia ( diiija-se ao siii< da Tacaruna, que dando os sig-
no mesmo engenho,, ou na rua Imperial n. O, naes das mesmas o pagando as despezas follas
ser generosamente gratificado. 1 com a apprehensao, ser-llio'-liT'O entregues.
alugar ura preto para 4ater sorvele, pagando-se
30j inensacs e comida : na rua da Cadeia do IIe-
cie n. 15, loja.
Nos abaixo assignados, tendo comprado a
pectivo escriploro no da 25 do corrente, pelas
11 horas da manhaa, para os lins consignados no
ari. 10 dos estatutos, e proceder-se a approraco
das transferencias de acedes altimamente leali-
sadas. Recife 21 de Janeiro de 1S00.Os direc-
lores, J. .1. Tasto, Joo Ignacio de Uedeiros He-1
go, Juo da Siloa llegadas.
Aluga-se o primeiro
and.irda casa 11. 15 da rua do Vigario
cora Prxedes da Silva Ousn.au na rua
n.9.
Constando que um dos herdeiros do finado
Mrquez do Recife ja comegara a vender alguns
prejios perlencentcs 00 exlinctj Hospital (|0
:
menos prego que em oulra rmazetn iti rua do Rangel n. \J2.
V'cndo-se na loja deNaburo \ c.
na 1 ua Nma n. i, liuta
piola para marcar roupa.
a tralar
Augusta
&tte&'
Francisco Jos Guimaries a sua loja de fazendas i Faraizo, Administragao Geral dos Ksbbeleci-
sianaru da Madre de Dos n. 9, fazemos ver melos de Candado de novo avisa ao publico
110 respciiavel publico, e especialmente ao corpo1
Machinas de costura
do eomniercio, que s somos obrigados para com
o dito Guimares pelas fazendas alstenles na
dita loja. Approveiamos a occasio para fazer
ver ao respeitavel publico e ao mui digno corpo
doconimercio, que da dala desle em diante tica
gyrando o dito eslebeleciraento sob afirma so-
cial de Senna A llahcllo. Recife 21 de Janeiro
de 1860 Joaqun Bernardina de Senna, He-
liodoro Candido Ferreira tabello.
que esses bns ainda esto.em litigio e por con-:
sequencia loda a tranzaegao feila com siles pode ]
lornar-se nullas- Assim pols ningucm para o
fnturo se chame a ignorancia.
Soryete om Olinda.
No hotel da cidade de Olinda, rua de S. liento,
contina a haver soryete das 6 s 10 horas da i agentes em Pernambuco Remondo Carlos'lV-
noite, pelo proco de 280 rs. | te & IrmSo, aterro da Boa-Vista n. 10.
do S. M.Singor fcC. ri..
Now-York, o ruis 1
feigoado systema, f
do posponto igual ;
dous lados da costura,
garante-se a seguranca
das a achinas e manda-
se ensinar nas tasas de
familia, bem como- se
mostrara a qualqucr ho-
a do dia ou da noito
nesta agencia : uniecs
II
f\/r-i


i)
DIARIO DE PERNAMBUCO QUARTA FEIRA 25 DE JANEIRO DE 860.
fflilho, fariolia e fardo.
Vende-se no armazem de Francisco L. O. Azc-
vedo, na ruada Madre de Dos n. 12.
I ran_ MnaTir
etr.3
wm
| Aviso aos fumantes
Vendo-so na loja do Nabuco & C. na
,{\i raa Novan. 2, o seguiitc:
gf Fu
uno caporal, o muco
uvi Dita da Virginia, o maco
Papel para cigarros o livrinho
Cigarros Bola Fogo, o maco
: Cigarreiras de palha.
*j Ditas de marroquim.
I haruleiras de marroquim.
Boleas para guardar fumo,
runas para segurar cigarros,
lloraos para charutos.
Cachimbos Dnos.
mea
Lavas de Jouvin.
Vendem-se vordadeiras Iuvas de Jouvin muilo
novas, pretas, eflr de canna, o brancas para ho-
mrns e senhoras a 2500 o par, para acabar : na
ra da Impcratriz, loja da boa fn. 74.
MPara acabar Ycnde-sc!
barato na loja de Nabu-!
8 co & C na ra Nova n. 2,|
o seguintc:
elogios,
De novo chegaram os afamados relogios in-
gieras de ouro, de patente, e esto venda no
armazem de Rostro Rookci & G., praca doCorpo
bannlo n. 48.
15000 g*
;2o X
12 B
S ?3?. Borzeguins do duraque gaspeado de
'i lustje para son hora a 3$
<* Dilos dilo dilo para linniem a 7$ q
g; Sapates de lustre para homeni a 5? f$
3 Sapates do lastre para menino a } <
JB Dilos ilo bezerro para meninos a j 'sp,
*%> Botinas de bezorro para menino a "9 t;
$| Ditos de duraque gaspeado de lustre |f|
para menina a 3jj! g
patos razos de luslrc com sallo rara ||
homem a 4 cu
Hitos ditos sem salto a 3jj[ W
i
37* Veodem-se 20 escravos de ambos osse-
i sendo 3 mulalinhos proprios para pagens, 2
moloques de 12 anuos, 5 escraros proprios para
lodo o servico e 10 escravas com habilidades e
Has, todos se vendempor precos comrao-
doa, n prazo e a dinhetro c taoibcm'troca-se : na
roa Direita n. CG
ros para vi-
draca.
Queimado n.40.
Grande e variado sortimento
DE
Fazendas francezas erou-
pasfeitas recebidasem di-
reitura pelo ultimonavio.
Do-sc as amostras* com pcohor.
Ricos cortes de vestido de seda de cores
de 2 saias............................ g
Dilos de dilos de seda prelos bordados a
velludo............................... jj
Ditos de dilos de seda de gaze phantasia g
Hicasromeiras dcfil o de seda bordadas J}
Taimas de grosdenaples bordadas...... j[
Chales de tuuquim branco bojdadosa
30e.................
Grosdenaple do cores de quadrinhos co-
vado.................................
Dito de dilo liso corado................
Seda branca lavrada covado 1G00 a___
Grosdenaple prelo lavrado covado......
Dito dilo liso encorpado a ljjtGOOc___
Dito dilo com 3 palmos de largura a
lg60o e ..............................
Sarja de cores larga com 4 palmos de
largura covado a......................
Cazo de sedada China de lloreselistras
SOgOOO
lgSOO
lSO0
2jo00
2-jOOO
80500
covado a............................
AOKaCaiXa: na Tila larga! alarde seda de lislrasgoslonovoco-
n > ii vado.................................
dollOSariO armazem (le lOUCa. Selim de escocia e diana de seda corado
2500
1J500
1S000
?3> versas qualidades, ceroulas de linho, di- W
las do algodao, camisas de meias ele, |
F i ido por privo commodo : na lojajb Na- |g
| buco& C. na ra Nova n. 2. ?9l
o?^ aft-i
Oleados pintados
a 24000 o covado.
linios padres e boa qualidade : na praca da
Independencia n. 24 a 30,chapelaiiade Joaquim i
Olireira Maia.
A prazo ou adi-
nheiro,
Vende-se acocheirada ra da Cadcia de San-
to Antonio n. 7, lenilo 5 canos c 1 rifo eoupr
sem uso algum : quem pretender, dirija-se
11, que achara com quem iralar
Vendem-se fogocs do ferro econmicos, de
.isas do familia, conlcndo forna-
. o lomo para cozinha com lenha ou carvao,
na iivcneao pela economa de gastar um
de lenha ou carvao dos antigos, o di cozi
uharcom mais presteza, lem a differenca de sc-
. ai amoviveis, oceuparem pequeo spaco da
e do fcil condiiccao : vendem-se por pre-
malo mdicos, na fundi(5o do Francisco A.
Car.loso Hesquila] ra do Brum, e as lojas do
de C irdoso, junio a Concoieao da r.ou-
Kccife, e na do Queimado n. 30.
Na loja dosertanejo, ra
do Queimado n. 43 A.
Yidros para caixilhos.
Na ra larga do Rosarlo loja n. 28
armazem de louca, mandam-sc botar vi-
ros cm casos particulares por proco
tnuio commodo, assim como vomlern
se vidros aretalho do tainanho mais pe-
aueno ate mais de 6 palmos.
Vendem-se Iuvas de camurca
brancas, amarellasc pretas para mi-
litares, na loja de Nabuco & C. Da
- >;T^ii .
ra Nova n. 2.

L1
Chalv de flores novosdesenhos covado
arejn de seda de varias qualidades co-
vado.................................
Meio velludo de cores covado..........
Velbulinade lodas as cores............
Soiim de todas as coros liso covude ...
Brilhantina branca milito fina a.......
Clulas francezas claras e escuras a 2G o
Casomira prela lina algOOe..........
Panno prelo e de cor lino provade li-
mo a 3500a........................
(.orlos do casomira de coraSge........
i Cassas organdys de novos desenhos a
vara..................................
I Dilas francezas milito finas a...........'.
j Manguitos de cambraia transparente bor-
dados muilo ricos.
13000
1J000
900
500
13500
700
800
500
320
2$500
7 son
73000
igooo
500
9
a 1 Golinhasde cambraia bordadas deponta
11 Ditas de dilo bordadas a 600a.......... 1500
Rijo f!o ^nn-zolo \Tri\;0 r h *) .lras e onlrcmeiosdecambraiabord3dos
lld clk3CllZdKl l>OVd i!. Ricas manas pretas de linho para so-
Veodc-se em casado 5. T. Jnr.hston & C. va-
quetas de luslrc para carros, scllins c silliocs in-
glozcs, candeeiros c castieaos bronceados, lo-
nas inglezas, fio do vola, chicote para canos, e
montara, arreios para carro de um c dous caval-
-. e relogios d'ouro patenteinalczos.
.:!aannocj!i!rT::'-;
m
5
1
NOSELLE M0SSEI]X|
DE
nhora
Dilas dilas de blond brancas e pretas..
Chales de soda decores, pretor e roxos..
Ditos de merino bordados com franja de
' soda...................... ......____
Ditos de dito dito de 15.!.!....."!.!..!!
Ditos de dito liso dito de seda..........
Dito de dito dito do la.................. 4J>500
Dilo de dilo estampados fino lisiado
seda..................................
Lencos de cambraia do linho bordados
lirios......
7*500
73090
63O00
8?000

em garrafas c meias gar-
rafas.
C.J.Asllev&C.
m
Seguro coalraFogo
15000
t
s
por me-' *j|
ir parle, assira como l y [~V
iorlimcnto de enfeite, Sil*
res pelo diminuto oro- 2 1
Rccrberara en: direitura do Franca, decncom-
- elhores chapeos de castor rapadoss
lo hrancos c prelo?, e as formas as mais n:
que toro viudo ao racrerdo, c
[lie em oulra qualquer
tambera lem um grande se
de vidrilho [.rolse do coros peto aimnuio p..
le ;,:: cada um, assioi como tcm chapeos di
"! do panno a 12I)0 cada um cm perfeilo 1 si
do aberturas brancas muilo linas a 320, dilas de
le lir.ho a i$ urna, cambraia prela Gna '-
, e i rara a 5G),e a 610, gangas R
1 Jr 1 510, brim branco de linho a 13200 o vH- 5 11
velludo do tdrta-cor a "<
I, dilos prctos a S e a 9$, calca! ip
a1 j, 8 c ii|, diios pretos a 7, g Moias de seda de peso
ollel s de gorgurao a 4, 5 e 6S, saceos pa-
igem de diversos lamanhos, eiascruas, per! [!ara *ea*n, brancas e pretas, c para menina?,
r ao, a 1. 500, ditas a lg600 c a l1"""-5 t nscadaJs: J^^-J8 "a .]Ja de Leile
& Irmao na roa (U Cadoia do Recife ti. 48.
* p 1
LONDRES
AGENTES
J. Astley & Companhia.
, finos a 3 e 4$, cha| ios enlejiados pina
meninos e meninas e senhoras por qualquer pre-
. e indo o mais aqui se encontrar o piojo,
e n5o so deia de vemnder.
A 500 rs. a peca
lo velludo de um dedo mnimo de largura
lOljl raras, bandos de orina para sennora
muilo bous a 400 rs. o par, pulseiras do coalas
sen hora ou meninas muilo lindas a 160 rs.
-'bar ; na loja de miudezas do al^rro da
lja-Yisia 11. 82, quasi confronte a malriz.
VeiiJe-sc
)
Bnfeiles de vidnlto prelo e do coros___
Aberturas para camisa de esguio de
linho.................................
Ditas do dilo do algodao brancas e d
cores..................................
Saias balao modernas.....!.!....!!!!!!
Chapeos franceses forma moderna......
Gravalqs de seda depona bordadas a
velludo ..............................
Camisas frauco/as de cor e brancas
linas abSOO e........................
Ditas ditas de fustao branco e de cor...
Dilas dilas de esguio muilo finas mo-
dernas...........................
Seroulasde brim de algodao o de linho
Galeas de casomira prela selim 9S e....
Ditas de ditas de cores 83 c............
Dita de meia casomira ................
Diins do brim fino e varias qualidades
->?e Colleles de velludo, gorgurao,
casemira e selim....................
1 s iins de panno prelo muilo fino 309 o
aobrecasacos o paletots ae panno prcto
lino 2j c......................... 35#000
? rutoiois do casemira mesclada golla do
velludo ......................___
jlos do alpaca prela muilo Gnos......
Ditos da merino selim prctos c do cores
Ditos de meia casemira..................
Ditos de alpaca prelos e do cor forrados
Dilos de brim branco epardo finos......
Dilos de brim de quadrinhos linos
350OO e ..........................
Dito de alpaca preto e de cores___!!!!!!
Relogios do ouro paleo........es......
f
6-rOOO
8;5
s?r,oo
23500
*
11 son
109000
4$5000
403000
18?000
1000ll
93000
700t)
655OO
6;0II0
Fumo americano
Vende-se fumo americano para fazer charutos
e cigarro, e mascar em caixinhas de 20, e 40
libras ao preco de 450 ris a libra ; na ra da
Cruz do Recife n. 50 primeiro andar.
Charutos de Havsna.
Vende-se charutos da Havana das
melhorcs marcas conhecidas nesta pro-
vincia : na ruado Imperador n. 11 C.
Raridade.
Vende-se um excellente mulato de 18 annos,
muilo bonita figura, com principio de officio de
ferreiro : na ra do Queimado n. 32, loja.
2S000c2S500apcca.
Algodao trancado americano branco, proprio
para toalhas e roupa de cscravos, com um pe-
queo toque do agua doce : no armazem de fa-
zendas da ra do Queimado n. 19.
Cheguem ao barato.
O Loilo & Irmao continuam a torrar na roa
da Cadeia do llecife n. 48, pocas do cambraia li-
sa com 10 jardas a 4^500 e 5J, lencos de cam-
braia de linho a 3-5 a duzia, cambraias muilo fi-
nas e de lindos padrees a 640 a vara, meias fi-
nas para senhora a 3JSS00 a duzia, dilas cruasin-
glezas para hornera e meninos, chales de meri-
no lisos a 43500, e bordados a 65, paletots de
alpaca prela e do cores a 5, ceroulas do linho
e algodao, camisas iuglezas muilo superiores a
60. a duzia, organdys do lindos desenhos a
llOO a vara, corles de cassa chila a 33, chita
franceza a 240,280, 300 e 400 rs. o cova lo, pecas
de madapoln com 30 varas 1 4J800, 5jt, 5g500,
6,7 e 8, chitas inglezas de coros lixas a 200 rs o
covado, toalhas para mesa a 3 e !*. corl '
calca de brim do linho a &J, dilas de meia
mira a 2&240, vestuarios bordados para meni-
nos, e outras muitas fazendas que se vendo por
barato preco.
Em casa de N. O. Bieber
4 C. ra da Cruz n. 4, vende-se ;
Champagne do superior qualidade de marca acre-
ditada na corte.
Tinta branca superior cm oleo, latas do 25 ll j
bras, por commodo prego caixas de 4 latas.
Verniz e verniz copal.
Algodoziuho da fabrica Todos os Sanios da Ba-
bia.
Brilhantes de diversos lamanhos c de primeira
qualidade
DA
PlNDICiO LOWMOW,
Ra da Seuzala Rova n. 42.
Nesle estabelecimento continua a haver um
comapletosorlitni nto Je moendns o moias inoc-n- ta\Z~T:-- __ '."
das para enSenho, machinas de vapor e taixas Lc"^3 de '""'^aia lisa muitu una, du-
Pa3dfobalil0 C Cad' dC '0d0S S tamanhS fi"s do cassabrancosede cores, duzia
1 Cambraias do cores de diversos gustos,
covado
Chitas francc7TS de lindos padr0c 1 -
vado a 290 e
Chalos de merino lisos com fraiij
relroz, um
Fazendas por precos- ba
ralissimos.
O Trcguica vende em ana loja na ra do Qne-
mado 11. 2, as segiiinles fazendas :
Alpaca do seda do quadios, covado
Meias muilo linas para tendn, duzia
Ditas ditas paradila, duzia
Ditas ditas para dita, duzia
Helas casemiras do quadrinhos, c.
Ditas dilas escuras com d'j.is la
covado
Cortos do dila muilo fina
Dilos Jo dila prela bordada
Brim branco de linho lino, vara
Dilo dilo dilo, vara
Dilo dilo diio, rara
I
14
SJH00
64 '
Cortes de vestidos
de seda
t i f\ 1 nm t 1 1 Dilos de dito bordados de velludo, 1 ;
l\a rna o Queimado n. 37 loja port.as acaba ile recetor pelo al timo
navio viudo do Havre um completo sor-
timento de vestidos de seda de 2 saias,
2 babadose de avcnlal.os qaaes se Yel-
den por preco commodo.
Chape.inas de seda e de
velludo para senhora.
Ricas chapclinas de seda e de vella- ^I?d't"d"",' va,ra .
. I e oulras mullas fazendas
do para senhora: na ra do Queimado t3do do comprador.
n. 37 loja de/i portas. # 'Palitos de IlrRl \ 3^000
UOiaS e mailgaitOS. Na n* do Queimado n. 19.est5o.se ar
Ricas golas c manauitos de, cam-ido PaH's dc ,5,im a 3"000
^^"^^^^"^^iCobertas de chila
Manteletes
IfOl,,
qiio 50 \ c..
.-. 2.SO00.
Ru3 do Queimado n. 19.
Ricos manteletes de grosdenaple ri-
camente bordados: na rua do Queima-
do n. 37, loja de i portas.
Pcutes dc tartaruga.
Ricos peales de tartaroga para atar
cabello: na roa do Queimado n. 37,
loja de 4 portas.
Camisas francezas
Ricas camisas francezas tanto dc
peio de linho como dc algodao e Annazc. k fazenilas
i<>.
Rua do Queimado u.
200
Corte i!e risea lo franc-7 3 cr.v ..los a 251
Chapeos emfeitados para menino
Cima a 1G0 covado
Tocas de chila miiijinha lua cora 38^'ca
a 5500
Crambraia miuilinha a !j00 a -.ara.
Dila a 4of vara.
( hules oscuros para ir ao basiio i i00
sorlimcnlodecha-
tac: na rua do Queimado n. 37, leja do Chitas francezas muito finas miudaa e
4 portas. L rM a Vo eo!*do"
- Lm com.lelo soriiineiilo ii. |Jo.
Loncts para enanca a> onn/j n A*fa
Ricos bonets de marroquim paraj x* ^^^'^ UU/.ia
Cl'ianca: na rua IJO Queimado n 37, lo- Lencos .le cambraia para algibeira a 2,000
ja del portas. z'a rua 'Q*M>aadoa. i1..
peos.
ffWssE '"^rir:r^:>::-rrv : lories de cambraia prela i
^odoas ot ^,0vOS medicameulos lio- i
!!* 1 mcopalhicos cmadosS:a ^ r"a'^lo '9-
Chapeos de castor prctos de
de a 105, ditos trancezes de sed
castor brancos a 1 g, dilos dc v
ditos da lontra do lodas as cores t_.
tos de palha inglezes dc copa alta e bataa aSc1^
55, ditos de fel tro, um sortimento completo, dc ^/r-
2J500 a 63500, ditos do Chito dc3$500, 5, 6, 8,
', 10 e 12>, dilos dc seda para senhora, dosmai
modernos, a 12g, chapclinas com reos do ni ti- '*?
mo gosto a 15?, enfeites finissimos para c
a -00 e 5#. chapeos de palha escura, massa c
seda, muilo proprios para as meninas de escola, i f&
sendo os seus precos muilo em conta, ditos para o_-
baptisado de meninos c passoios dos mesmos, 11
leudo diversas qualidades para escolher, bonets Sf
degalo, dilos de marroquim, dilos de vellu-
do, dilos enlejiados, chapeos de boa qualidade
para pa;;em, chapeos de sol de seda para mi -
nios de^ escola, c mesmo para senhora c para ho-
rneas ; finalmente outros muilos objectos que se-
ria enfadonho mencionar, e ludo se ven de mui-
to cm conta ; c os sonhoros freguezes vista da
fazenda Rea rao convencidos da verdade : na bem
iptimua uuuauuav g
da Europa pelo Sr. Dr.|[
Sabino O. L. Pinho.
F.s cia'...jnio segundo as necessidades da
1 homeopalhia no Brasil, vendera-sc pelos
procos coiihocidiis na botica central I10-
1 meopalnica, rua do Santo Amaro (Mundo
1 Novo' n. (>.
No deposito do
.
gcto.
Vendera-se barriquinhas
conhecida loja de chapeos da rua Direita u. 01. ,.. ^ .- 1 11 ,.
de Benlo de Barros Fed. COlll lliaOaCS hl llicllior (Jliall-
[dade, viudas no na\ io 1I0 gelo, f
peto pregode S.s a barriquinba.
CM'iDEEVIVOft S0RTI l
Roiiaspoitasefazefidas
KA
e anuaen
DE
58000
S
Saunders Brothers & C. tom para vender em
e.-u armazem, na praca do Corpo Santo n. 11,
alguus pianos do ultimo gosto, recenlimente
los, dos bem conhecidos e acreditados fa-
i. Broadwood &Sons de Londres, e
muito proprios para esto clima.
- Vende-se um carro de 4 rodas, bem cons-
m asscnlo para -5 pessoas dc i 2
1 o forte, co
deutro/e um asscnlo para boleeiro e ciiadn fra,
I dc panno fino, o ludo bem arrarjado :
m o Sr Poirici no aterro da Boa-
o no escriptorio dc James Crabtrcc L C. n.
42, rua da Cruz.
Rua do Queimado
loja de A portas n. 10.
Airla res'.am algamas fuz-ndis para conclu-
Folha de cobre e
amarello.
Estanho em barra e Prc-
gos dc cobre.
lvaiade e Verniz copal.
Folha deFlandres.
Palhinha para niarci-
neiro.
Viuhas finos de Cliampa-
nhc e Moselle.
Lonas da Russia e Brim
de vela : no armazem
de C. J. Asiley & G.
Chapeos de castor preto
e brancos
Metal g ^mvBMMfrmmmmm
.
Cliapos tic seda paraf
senhora.
i
as
III
Si
S
5 ?f Campos & Lima tcm para vuder ll
fft um : na rua do Crespo n. 12

*-
nmm. hste-^s^ssis^eix
RELOGIOS.
I Vende-se em casa de Saunders Brothers A
g|C., praca do Corpo Santo, relogios do afama-
do fabricante Roskcll, por preces commodos,
.. o larabem trancellinse cadoias pitra os mesmos,
de excellente gosto.
se urna prela crioula muilo moca, do
Na ruado Queimado n. 37, veudeai-so os me- i nS"r-1. com urna filha de 4 annos', sabe
botes chapes da castor. perloiiainonto cngomi
Tachas para ugatfa
Fnndico dc ferro c bronze
Francisco Antonio Concia Cardozo, '
I tein um grande sortimento de w
lachas de ferro fundillo, assim
como se faz e concerta-sc tjual-
quer obra tanto de ferro fun-
dido como batido.
SYSTEM MEDICO DE IIO.LOWAY.
PI1.UI.AS HOLLWOYA.
Esto nostimavol especifico, romp in inleira-
monio do hen as medicinaos, nao centm raen u-
rio, nem alguma outra substancia del ct ria. V.~
nigno mais tenrainfancia, eacompl i Ti .
dr'i ada igualmente prompto c seguro para
ir o mal na compleicao mais robusta :
o inteiramente innocente em suas operaedes i i f-
feitos; pois busca o remore as doeneai 'dcqual-
i ipecie egro por mais antigs o lenazes
que so.jam.
Entre milhares de pessoas curadas com este
remedio, muitas que j estaram as portas da
morte, preservando emseu uso: conseguiram
recobrar a saude e torcas, depois do haver tenta-
do intilmente todos os outros remedios.
As mis alTlictas nao devem cntregar-se. a dc-
sespe
e
asios
--> +; paj hbh flaastaam
Vendem-se fazandas por I
I
valor para acabar, em pi ra o .
Iho: na rua do Queimado* loja de 4
portas o. 10.
t...~.^-_
-
Chapeos prelos.
Na rua do Queimado
numero 19.
Chapeos prctos ci primeira qualidade, c de
lrma elegante a Ki cada um.
Nova
: Vi
raveopo ap
foada,
Bandos ou almofadas
de crina para penlcados do
sennora.
do! Veade-se nicamente na rua da Cadcia do Re-
ina, e i cife n. 48, loja de Leito .^ Irmao.
prestes recuperarlo o beneficio da .-ande.
Nao se perca lempo cm tomar este remedio
para (naujuer das seguales enfermidades:
osporacao ; facam um competente ensaio
jfficazes effeitos desta assombrosa medicin
Na rua do Queima-
do n. 16.
"Ricas panno ui
l c ro i --".::;. :'.-.
I i
: paletots de rasemira de -
; bom goalo o linos a I2jl, ] .< |i g ; -.
s de panno prelo ara menina a l-
', dilos do cas.-miro do i on I a 89 i III,
; calcas de casemira de coi -
lat ra meninos a 7-r, >-. '.i-, i
- 1_". 1 olli les de fti rguro di d 1 e
11111,1 a 5g, i.< e ~$, 1
. los de ron 9 sai ci b b
: a 7j e cS.s1, flilos dc brim,
: fusto tanl con a d< ;.-.
19500, Sje 1'.-. rateo; di I
l:: lt> :'o'. B9 CM, colll l( -
cores a 3fi o 3e500, caminas para mi 1 1
rs qualida les, ral :
- nas 1 <>* l,4| 59, ni
i [ menlo de ^ stidos de 1 n
bordados do nelhor gosln que leu
id 1 n 28, mantolel de (IW
i cor niuiln sii| 1 rior gosti mi
a SOjj rada um o 24, rii
: cambraia bordados para menin 1 .1 10 ,|-
: ',,s P"a senhora -i i" de
: [roco do velludo roslo me!liar qui 1
; parecido a li": e lis, i 1
''' n,'as -.....1; as ilaa [ue ota 11 ss n a
: do treguez so far patente.
Aviso.
4C00
3000 i
4?000
2-000'
flOOO
19000
ir a lii|udaco da firma de Lcito i Crrela, as
quaesse venJem por deioinulo proco, sendo cu-
tre outras as soguinUjs :
Macos de meias cruas para Iiomeio a 15G00
Ditos o dila- decoras
Ditos deditas cruas muito superiores
Ditos de dilos para senhora
i1 iios ile ditas muilo finas
Cortea de caiga de moia cjsomira
Ditos de ditas de casemira do cores
Oitos de dilas do casemira preta a 58 e 69000
Brira trancado branco do linho lino
vara
Cortcsi de collo de gorgutiiode seda
l'an p'eto fine, piova do limao 3J e
fi> talas de seda prola e decores
Llis los .unxuzes, largos, cores fixes
covado 200
Chila:; francezas lergas finas esvado 2-fj
Dilas estreilos 160
liiscados decassa de cores lindos padroeso
st'|!.;iior qualidade covado 280
I isas ,1a cores covado 240
Pessas de casta branca bordaJa com 8 va-
^ ras :or 25OOO
Tira bordadas 2')0
Ga ubraiai lisas-muite linas peca 49000
Ernestinas de cores para vestidos covado 240
Challes Ja laa bordados de seda um 2*000
GrcJenaple preto, largo covado 19800 e 28000
Seda, e sarja lavrada 1O800 e 28000
Vestidos brancos borJados para baplisadc- 58000
T* '. bordados para cliapio 29000
Eni.e meios bordados 19600
Athoalhado adamascado largo vara 1*280
Loncos de chita escures um 100
' i ifigiS da cores para paliis covado 200
Altenco.
Vende-se urna irmacao envernisada, de oma-
rello : pasa ver, na rua Direita n. 52, e a Iralar,
oa praja da Indcpcndenci:. n. 22.
No armazem dc Adamson, Ifov.ie & C. rua
do Trapiche n. 42, vende-se selins para horneo)
3 penhora, arreios prntendos para cabriolet, chi-
cles para carro, coleiras para cavallo ele.
Botica.
Carlbolomen Francisco de Scuza, rua larga
2st)0oll' "osai"i n- J6, vende os seguales meuic-
' montos :
Rob L'Affecteur.
Pilulas conlra sezocs.
Dilas regetacs.
Salsaparrilha Brislol.
Dita Sands.
Vermfugo ingloz.
Jarope do Bosque.
Pilulas americanas [contra febres).
1*000! Ungento Holloway.
29000
49000 I
12
Assim como tora um grande sorlimcnfo de pa-
pel para forro de sala, o qual vcude a mdico
preco.
1 Pilulas do dito.
Ellixir anli-asmathico.
mar e cozinhar, c piopna
para casa de tralamento : no largo da Assem-
blea n. 6.
ammffmmmmm
a a!
S
500 rs. 0 covado.
Campos & Lima, tem para vender &
|g alcatifa com qnatro palmos do largura a af
m 500 rs. o covado : na rua do Crespo s
ummmmm-mmsm-mmS
mmmm
cobertos c descobertos, pequeos o grandes, de
ouro patente inglez, para homem o senhora,
de um dos melhorcs fabricantes de Liverpool,
Vidros de boca larga com rolhas, de 2 oncas a viudos pelo ultimo paquete inglez : em casa de
libras Soulhall Jlellors & C
Vendem-se toalhas de linho do Porto a J:;
7 a duzia,Kuardauapns grandes a 3g a du- @
zii, dilo ni.iis pequeos a 2j>: na loja do @
Nabuco & C, na rua Nova n. 2. c
Cal de Lisboa.
Vendom-so barris com cal de Lisboa, da mais
nova que ha no mercado, por preco de 6jj cada
um barril: na rua do Brum n. 18*, armazem de
assucar.
S@ SSS33@@
i Para (lenles, f
Vende-sena loja dc Nabuco & C. .na
rua Nova n. 2, camisas de casemira, di- tt
las de flanolla, ceroulas de meia, meia de @
l ecaiapuc/is de meia. M
S^ @ dtS
Arados aiuericaos e macliinas
paia lavar roupa : em casa de S. P Jo-
hnston & C rua da Senzala n. 4-2.
= Vendcm-sc cortes de veslidos de seda es-
coceza, muito lindos padrees a 30$ : na rua No-
ra n. 1 i, loja do bom gosto.
Superior ao melhor
presunto de fiambre.
Linguasde vacca ernsalmoura viudas
de Londres, vendem-se nicamente no
armazem de Luiz Aunes deronte da
porta da alfandega.
Para homens.
Rorzeguins aristocrticos (lustre!
9,-jOOO
Borzeguins zouavos, obra forlissima (be-
zerro) 8iJ()00
Borzpguins cidados (bezerro e lustre 8#n00
Borzeguins econmicos M00O
Sapates batedores 55OO
Para senhoras.
Borzeguins para senhora (primeira clnsso] 5j000
Dilos para meninas (primeira classej 4JO00
Accidentes epilpticos.
Alporcas.
A iplas.
Areias(malde).
Aslluna.
Clicas.
CoHvulsoes.
Debilidade ou exten.ua-
cao.
Debilidade ou falta de
forcas para qualquer
cousa.
Dysinlena.
or de garganta,
de barriga,
-nos rins.
Dureza no vonlre.
Enfei mida des no ventre.
Ditas no ligado,
hitas veneroas.
Enxaqueca.
Ilorvsipola.
Febre biliosas.
Pobreto internitonto.
Pobreto da especie.
(olla.
Hemorrhoidas.
Hydropcsia.
Ictericia.
Indigcstes.
Inflammacoes.
Ir r eg o ';i ridad 'S
menstrua;;BO.
Lombrigas de (oda es-
pecio.
Mal de pedra.
Manchas na culis.
Obstrucco de ventre.
Phtysica ou consuir.p-
pulmonar.
Retenfio de ourina.
Rheumalismo.
Symptomas secunda-
rios
Tumores.
Tico doloroso.
Ulceras.
Venreo [mal).
Vendem-se estas pilulas 110 estabelecimento
geral de Londres 11.221, cStrand, c na loja de
lodos os boticarios droguistas c outras pessoas
onoarrogadas dc sua venda cm toda a America do
Sul, Havana e Hespanha.
Vendem-se asbocelidhas a 800 rs. cada urna
dolas. coHtem urna inslruccao em pnrluguez pa-
ra explicar o modo de so usar destas pilulas.
O doposilo geral em casa do Sr. Soum
pharmacculico, na rua da Cruz 11. 22, em Per-
nambuco.
ao
Vende-se urna por^o de burros en-
tre os quaes existem 40 parelhas, todos
muitos gordos, novos e de bom tama-
uho do excellente carregamento c!ie-
gado ltimamente de Montevideo: os
preter-denles drijara-se ao trapiebe da
companbia ou ao armazem de carrocas
em Fora de Portas, dc Flix da Cimba
Teixeira.
Tachase moendas
Braga Silva & C, tem sempre no seu deposito
da rua da Mceda n. 3 A, um glande sortimeulo
do tachas e mocedas para cugenho, do mullo
acreditado fabricante Edwin Uaw: a traar no
mesmo deposito ou na rua do Trapiche n 4.
Armazem Je fazendas. Casacas paraa qiamw
Rua do Queimado numero 19.
Cortos do risoado francez 3 l(2eovadosa2
Cobortasde c-lilaa 2?I50'J.
Chapeos enfeilad p3ra meninos e menin
Ditos pretos Unes, ultima moda.
Ditos de foltro.
Cambraia organdys muilo fina.
Chales do froco de tros ponas.
Dilos de merino bordillos do duas ponas.
Ditos muito linos borlados a froco.
Ricos chales do tou quim branco.
Corles de seda dc duas saiae.
I.uvas enfeitadas.
Manteletes prelos bordados.
Lencos para algibeira, brancos, a 2g a duzia.
Ruado Queimado n. 37.L
: N -i- mesmo estabelecimeulo ha i
andn soniuipqlo dc casacas prrtas, as
simeomo manda-so fr.c.r pui rm lidaa
lade do freguez, i scoll eo I
- pannos a Bi u costo si ndo
.: o 40.
Camisas inglezas
No mesmo eslal
; gar um grande rlin
; camisas inglezas peitos do linttocora pn -
: largas, ultima mola, por ler-se b
delerminou-se a vender i
. menos do mi i du/.ia a ;i-.
Calcado francez
>ja 4 da piara ta inde-
pendencia sel-se torraudo
mesmo a trouco de aedulas
ve 1 has.
i Broseguins para homens a
Dilos para senhora a
Dilos para meninas a
Ditos p3ra crianra a
Sapates de lustro a
".Aff Sapalo,le lustro rasos a
Ditos de lipele para homem
A 30J corles de vestidos de seda quccuslaram
60; a 16tf corles de vestidos de phantasia que
cusiaram 30|; a 83 chapelinhas para senhora:!
na rua do Queimado n. 37.
Brim trancado de linho todo
prelo,
fazenda muilo superior; garanle-se que nao
desbola: na rua da Cadcia do Recife n." 48, lo-
ja ele Lcite & Irmao.
um : na rua do Queimado c.37, loja de 4 portas.
Era casa de Rabe Scbmean &
C, rua da Cadeia n. 37, vendem-se
elegantes pianos do afamado fabrican-
te Traurr.ann de Hamburgo.
391100
stooe
.-no.'
--OCi
:- i
4?00C
IfOtO
6^0
do doposilo geral do Rio de Janeiro: a tratas
com Tasso & limaos.
FarinSia de mandioca
nosarmazcus de Tasso & Irmos.
Hiilho
nos armazens de Tasso & rmeos.
Vende-se um bom carro america-
no de 4 rodas, pintado de novo : a tra-
tar na rua c!a Aurora n. 2G.
bipatoes de beserro para homem a
B uininhas de lustro o marroquim a
Sapatiiihos de lustro de colxetes a
Assim como todo o calcado se venJe por
lo prego.
:S?-tf2'?S :: ::-;.:;:.f,;-
Vende-se
Estopa,
Lona,
Camisas inglezas boas.
No armazAtn de Arkwrigbt
rua da Cruz n. 0!.
.V C.

8
i
I
!
S@S@@S# $$#9 9994;
Aviso s senhoras.
Chegou ltimamente as mais desojadas t.
tanas cm peca, e de lodas ns cures, prorrias j.
ra vestidos para a fesla dcN.S. da Saude. i ven
di-se por menos do que err. duIn ijiialqui i
le na rua Nora n. li, loja do bom gr


DIARIO DE PRNAMBUCO. QARTA FE1RA 25 DE JANEIRO DE 1860.
Farelo a 58 o sacco.
Antonio Fernandos da Silva Bciriz lem para
vender farelo o melhor que tora vindo ao mer-
end, rhogado ltimamente do Porto : na fu do
V gario n.27.
It;
ft)
Na coclieira n. 2G do pateo do!
Paiaizo, vende-se um cabriole t de 4 ro-
das muito maneiro e em bom estado.
Maraielada
Vende-se marmelada superior em latas de 2
libras a 500 ris a libra ; na ra Direila n. 93.
esquina do beco doScrigado, no mesmo esta be-
"davalen- ltcimenl0 vende*se c8"ac o macas mais bara-
tlgos de 32 libras
roa da Madre de Dos n.8~ armazem
ja i C.
Gp- Defronle da metriz da Boa Vista.n.86, von-
dem-sc e alugam-sc bichas de Hnmburgo, por
monos do que oni qualquer oulra parle, amola-
se qualquer ferr-imenia, tira-se e chumba-so
denlos, sangra-so c faz-sc ludo quanto pcrlcncc
a .irle de larbciro.
Veodem-se
ireios do sola envernisados, couros do lustre e
pellicas brancas, ludo chegado reconlemente :
nc armazem de Almeida Gomes, Alves & C. ra
ie. Cru n. 27.
FABRICA
DE
Sita na ra Imperial n. i i 8 e 120 junio a fabrica de sabo.
a
DE
Sebaslio J.da Silva dirigida por Manocl Caraciro Leal.
Lavadeira.
oulras muitas fazeiulas, cujos presos
lunariamente baralos, saiisfarao a expectativa Ic-
do comprador.
\cnde-seuma escrava lavadeira e quilandei-
ra : na ra da mperalriz n. 46, loja.
Rtulos para Churu los.
Ha um grande sorlimcnlo de rtulos para cal-
atas Je chariitos, para garrafas do licores, lano
de bojo como de gargauo, em branco, para nelles
se escrever o que so quizer, de botica, para cal-
zas do cha, viudo do Rio do Janeiro, de vinhos
do Porto, fpitura, e ilr> caj ; na typographia e
lornarSo da ra do imperador defronle do
S l'raiii seo.
Simo de Nantua.
Obra completa ntidamente impresas om mnilo
bom papel, oque osla usada em todas as escolas
da provincia, cartas de A B C, taimadas, trasla-
dos do muitos moiellos, arle do lor por venia- ,
ra. methodo facilimo. os roartyres peroambura- "Ptqno
lo que em oulra parte.
Cbeguem a PechincJii
?a loja do Preguiea na ra do
Qucimado n. 2. tcm para
VPTldpF Neste estabolccimenlo ha sempre promplos alambiques do cobre de diflVrenlos dimences
_. ^"UCI (de 300 a 3:000-5) simples e dobrndos, para destilar agurdenle, oparelhcs doslilalurios continos
Uialy o merino do cores, ptimo nao s para para resillar c destilar espirilos com graduarlo al 40 guos (pela graduacao do Sellon Cartier] dos
roupoes evesiidos de moniaria do Sra. como para i m.elhores syslcmas hoje approvado3 e conhecidos nesta e outras provincias do importo, bombas
vestuarios de meninos a 300 e -100 ris o cova- 1 t,,iaS a* dinienc.ocs, asperantes c de repudio lauto de cobre como de bronze e fono, lornoiras
irt,n j a ,uu.' | do bronze doradas as dimenoocs o felios para alambiques, tanques etc., parafusos de bronze c
do Challes de merino estampados muito finos pelo '
deniinulo preco de 2:500 cada um musselinas
modernas, baslanlo largas, de variados padroes
a 200 o 280 ris o cova lo grvalas a fsnlazia.o
mais moderno pos ivel a 18 c 1200 cada urna, e
ferro para rodas d'agua,portas para fornalhas c crivos de forro, tubos de cobre c chumbo de todas
as dimences para encmenlos, camas de ferro com armario e sem ella, fugos de ferro polavcis e
econmicos, lachas c lachos de cobre, fundos de alambiques, passadeicas, ospumadeiras, cocos
para engonho, folha de Flandrcs, chumbo om lencole barra, zinco era lenco! e barra, IsoCes e
armellas de cobro, lences de ferro o lalo,ferro suocia inglez de todas as dimnsos, safras, tornos
e folies para ferroiros ele, o. outros muitos artigos por menos proco do que om oulra 'qualquer
exUaor- [ parle, desempenhando-se loda c qualqucr cncommenda cora presteza e per fe cao j conhecida
e para commodidudo dos froguezos que se dignarem bonrarem-nos com a sua con nanea, acha-
" "oja de ferragens pessoa habilitada para lunar nota das encommendas.
Relogios do ouroc prata, cobertos e dcscobcr-
los palalo inglez, os melhores que cxislcm no
morcado, e despachados hoje, venden-so por
do asente Oli-
arham adoptados" pora'a leilura das JJ roa escolas, cartilhas de mui boa edicao c censido- '
ravelmcnte augmentada, economa da vida, urna
confortis^im carlonageio, arilhmolia o gram-
malira do nrofessor Castro Nuncs, calheeismo da
doulrina chrlsla, mui corroclo, intpresso era
mui hom popel e lypo grande, papel de peso
transparente '.ra escrever nos escolas cora pau-
la, olmaco e linho grevo, de machina, ele.: na s
typographia eaeadonnclo um ra da Impera- ;- ,; ,.M. .,-,, ;;
vinho do Torio, do mais superior, engarrafado,
dito champagne, dem, dito muscalel, dem : no
o na na Nova n. 37
armazem de Barroca i Mcdciros,
do Recil'e n. 4.
ra da Cadeia
inr, defronle de S. Francisco.
prei-o ate ni*
Goiabada Imperial.
^nde-se emcaixcs e em latas a mais fina
goiaba que se lem visto. Hua Direila n. 0.
Fub.
arraa/.ons de Tasao Jrmaos.
por b.uMi
...10 por monos do son valor, 55
AO armazeill de FazeildaS de afimdeliquidarcontas:nalojade4portasR
K, i r -i J@ oa ra do Oueimado n. 10.
aymuudo Garlos Leitc Irmao, ra dalmperatriz n.
10, tem constantemente um grande sortimento!
zendas fazeudas linas por menos do que era '
oulra qualquor parte, a saber ;
Vestidos sed.i burda,ios a torcal, de
todas as cores,que so venderatu a 300?,
vende-se agora oor 1CO-000
Dilos que se venderam por 120;000,
vended-se a ~0$000
H'los que so venderam por 70>, a C0$000
Ditos de phanlasia queso venderam a
35-, rende-so a 20-000
Dil is do barege que se venderam a 80$,
vonde-so a lJOOO
Vestuarios de seda de cores para crian-
, Cas a luje lJ0GO
Camisas de camhraia de liulio para o-
nhoras a 8>. 12. e 10000:
Manteletes de seda de cores a 2$0U0
Hilos de seda piola a 20j, 25$ e 30OOU
Oil is de gi sdenaple preto, do ultimo
_gosto, por
Laas de cores matizadas, muilo bonitos
padroes, covado
Hilas de cores, lisas, de urna cor s,
covado
de case mira do cor para calcas
Bonets de phanlasia para meninos
Chapos dem para meninas
Gollinhas do mis&angas para scnhoias
Chlesele frooo com iros pontas
Ricos roilos de gorgurfio para collelos
Chita fronceza escura celara, covado a
280, 3:30 e
Bramanio de linho, 10 palmos de largu-
ra, vara
Guardnnapos a(Jomaiu.!o-', du/ia, a 10-3
12j>000e
Di loa de algodj'O acolchoados./duzia
Saias de balao de crinoline^ da melhor
qualdade qui at boje lora apparecido
neste mercado, de 12$ 5*000
Ira grand sortimento de camisas do
todas as cualidades para liomem a
208000 al 65$000
Perfumaras inglezas do afamado fabri-
cante John Gosnell & C.
Assim como un grande sorlimcnlo de fazendas
Eroprias para os sertoes, que se vendem muito
ralas, e o mesmo ".slabelocimonlo so obriga a
REVISTA HEBDOMADARIA
COI.L ADORADO
PELOS SRS.
D. Antonio da Costa A. F: de CastilhoA. GilAloxandre HerculanoA.-G. RamosA. Cuima-
resA. de LimaA. de Oveira MarrccaAlves BrancoA. P. Upes de MendoncaA. Xavier
Rodrigues CordeiioCarlos Jos BarroirosCarlos Jos CaldoiraB. Pinto da Silva'e CunhaF
Gomos do AmurimP. M. RordalloJ. A. do Freilas OliveiraJ. A Maia J. A. MarquesJ do
Andrade Corvo.1. da Cosa CascaosJ. Daniel CollacoJ. L\ do Hagalhaes CoutinhoJ G Lobato
Piros.1. 11. da Cunha RivaraJ. J. da Graca JniorJ. Julio de Oliveira PintoJos Hara
Latino GoolhoJulio Mximo de Oliveira PimenlelJ. Podro de SonzaJ S da Silva Fcrraz
Joso de TorresJ. X. S. da MollaLeandro Jos da CosaLuiz Pilppe l.eitoLuiz Jo da
Cunha L. A. Rebollo da SilvaPaulo Midosi Ricardo Julio Perra/.Valcnlim Jos d Silvcira
Lopes-\islo Cmara.
DIRIGIDO
roa
A. P. de CarvalhoI. F. Silvcira da MollaRodrigo Paganino.
Destinado a resumir todas as semanas omovimento jornalistico o a offerorer aosleitores, con-
unlamentc cora a revista do que mais notav.el houver occorrido na poltica, na sciencia na indus-
na ou as arles, alguns artigos originaos sobre qualqucr destos assumplos, O archivo iniveiisu
lesde Janeiro do 1859, em que comeoou a publicar-so, tem satisfeito aos scus flus, com a maior
E pechincha
sem igual.
57 Ra do Oueimado
Loja de i portas.
Chcgou a este estahelecimonto um completo
sortimento de obras fetas, como sejam : pal- '
oits de panno fino de 16g at 28$, sobrocasacas i
r, ^js? as' Bfsa pr^'d;;
francesas de linho e de'panninho de 1% at 5$ '\?ra.
cada urna, chapeos francezes para homem g 8*
ditos muilo superiores a 10, ditos avelludados,
copa alta a 13$, dilos copa baixa a 10$, cha-
peos de feliro para homem de 4. 59 eat 7*
cada um, dilos de soda c de palha enfeilados pa-
ra meninas a 103, dilos do pnlha para sonhora a
12J, chapelinhas Oe velludo riramenio enfeila-
dasa 253, ditas de palha de Italia muito finas a
2.r>5, corles do vestido do seda era cartao de 401
at 150.?, dilos do phanlasia de 16 al 35$000,
gollinhas do eambraia de 19 at 53, manguitos
de 1S500at59, organdvs escuras e claras a .
800 rs. avara, cassasfrai.ee/as muito superiores'OFFHftMP W\ \RM*'/FtI i0 '-\*
e padroes novos a 720 a vara, easemirasde cor-' **v.l I.. kfvf ;l2i.il.kC,L.U Ll/ v..l-
es para collelos, paletotse calcas de 35O0 al Cortes de casemira do goslos modeniis-
4g o covado, panno tino preto e docoresde 23500 simn
al IOS o covado, corles de collolo de vellu do Bolsiftas escocezes para neninas de
muito superiores a 9 e 12$, ditos- de gorgurao escola a 200 rs. o
e do fustao brancos decoros, tudo por preco Sapatoes d eonro de lustre pai
barato, aloalhado de algodao a lf880 a vara, Ditos do Aracalj
corles do casemiras do coros do 5 al 9$, grosde-
naples de cores eprolos do I56OO al 33200 o
covado, esparlilhospara sonhora a fifi, cociros
do casemira ricamente bordados a 12J onda um,
loncos do canil.....
nhora a 9 e 1
lifl 1DD miPlAD I
O.
ubraia de linho bordados para se-
beada um, dilos lisos para ho-
Dilos de bezerrb
Sapaius do couro do Instre para co
Lindissimos chapeos da Italia para me-
ninos
fjnrrafes com revadinlia
Cosas com 15 Ulnas de Pgos,
1 -: K(|
mem, fazenda muilo superior, de 12 at 20-a Alolria, cairas de 32 libras
duna,casemiras decores para cociro, covado a Hacarrao, calzas do mes
de seda >.ira vestidos, covado a
(lio pi SO
I
Assim romo um excellcnte cabriole! por 11
eomniodo preco.
2|400,
19400, um completo sortimento de rolletes de
gorgurao, casemira prela lisa e bordada, o do
fusiao de cores, os quaes se vondera por barato
preco, velludo de cores a 73 o covado, pannos
para cima de mesa a 10g cada um, merino al-
coehoado propno para patetots e collelos a 28800
o covado. bandos para a r maca o de cabello a Mm* dito suisso a SOO ris a libra, manlci i
I90OO, saceos do tapete -
gom, ei
treguezes, e outras muitas fazendas uno nao i*'Od;io a 2:200 dito 2J00O I
ttiia da lanpe.ralriz 11.2
Venda-se superior queijoMe praio a l|
ibra dito suisso a SOO ris a libra, manlci a
saceos de tapete ede marroquim para via- ingle/a p-lmeira qualdade a 19000 dila ,
possivcl aqu mencionar, porm com a'visla
compradores se mostrara o.
dos
Mes as qualidades, peras sece;,s a SiiQ
a libra e eaizinbas de i libras 29500,
do espcrmr.ceio 7lfj
di lo eberez d.:>
REMEDIO INCOWIPAAVEL. a ?' '* vel,f.
UNGENTO I10LLOWA. ;a ""ra Vlll,' madeira secca
Mil h ares de individuos (l<- todas as nacSes po- musca Id.
Aviso.
jun
l
d
exaclidao e regularidade.
Farinha de milho americana, era barricas, che-! Publica-so todas as segundas letras om folhas do 16 paginas, e completa todos
no navio dos Estados Unidos : nos; um volume do 420 paginas com indico e frontispicio competemos.
Assigna-se no escriptorio deste Diario, ra dasCruzes, e na ra Nova n. 8.
Proco da assignalura : pelos paquetes vapur 10$200 por auno : por navio de vela
brasileira).
os semestres
rnoeda
d^m lestemunhor as virtudes deste remedio in-
comparavel e provnr ora caso necessario, que,
pelo uso que delle flzeram lem sen cor].....mem-
bros inteiramenle sao* depois de haveremp
do intilmente outros tratamentos. Cada pesoa
poder-se-ha convencer dessascuras maravil!
pola Icitura dos peridicos, que lli'as relatara
lodos os das ha muitos annos; o a maior parte

Ha algumas collccces desde ocomeco da publicado do jornal.
agento do verdadoro zarope do Bosque tem
oo^uw | rslabelocdo o sea deposito na ra da Cadeia Ve-
Iha n. 61, na botica o armazem de drogas de' Vi-
cente Jos do Brtto& Filho: dosnecossario fa-
zcr elogios bondado deste zarape, nao s polo
reconhecido crdito de seu autor como pela acei-
laco quo'geralmcnlo tem lido. Um cora nu-
mero de curas se lera conseguido com applica-
fao do sarape do Bosque, o qual vcrdadeiro an-
udlo para ldaaas mokslias dos orgos nulmo.

Escravos fgidos.
C!0
610
5000
33000
S
osooo
fijooo
640
2:5001
14#00O
2500
caros. Para ronhecimento do publico dcl
se que o vcrdadeiro contm ti
pria assignalura d.is proprieta
esta lilhographada.
t Seus propriotarios offorcccm a scus numerosos froguezos e ao publico em goral, toda o
qualquer obra manufacturada em seu reconhecido eslabclocimcnlo a sabor: machinas do vapor do
lodos os lmannos, rodas d'agua para engenhos todas do ferro ou para cubos de madeira, moon-
daso moias moendas, lachas de ferro balido o fundido de lodos os taraanlios, guindastes, guin-
chos e bombas, rodas, rodetes, aguilhes e boceas para fornalha, machinas para amassar man-
dioca c para dcscaroear algodao, prencas para mandioca e oleo de ncini, portos gradara co-
umnas o moinhos de vento, arados, culliva.loios, pontos, aldoiras o tanuues, boias, alvarengas
botes e todas as obras de machinismo. F.xecu(a-so qualquer obra soja qual fr sua naflireza polos
dosonhos ou moldes que para tal (im forera apresentados. Recebem-se encommendas neste esla-
belecimenU) naruado Brura n.23 A c na ra doj:ollegiolioje do Imperador n... moftidia do cai-
ra os pretendentos se podeni
do
Genero.
s
superiores
ralos.
-i$ rariSE ^^tasfia ,oaquim da cosia Pcro,ra> com **
6r.O0O
DJOOO
o00
|g r. upa fcila, chapeos e i para *
vestir um hornera dos ps ; i: tt
**> na loja deNabucoA C. na rui '- .> n.*2, *
atrazda matriz; Sit
mdicos mais celebres. Quantas pcsso'as reco-
braram cora este sobcrarfo remedio o ii i ua Vendem-se 2 prctos crioulos -
Uracos o pomas, depois do lor permanocido Ion- offlcial de oleiro de lijlo c trmas
go tempo nos hospitacs, onde de riam loffrer i lambem tem principio do pedreiro, trabalha
amputaeaol Helias ha muilas que havendo d -iguma consa do carapina; o oulra n
rado esses asylos de padeoimentos, para seno trabalhador de enxada : em Santo Amai
suhmetterem essa opera^o dolorosa foram le da fundieo do Sr. Starr, di
curadas completamente, mediante ousodessclde arvoresque r-slonarua.
preciosoremedio. Algumas das tacs pessoas na
enfuso de seu recouhecimento declararam es
(es resultados benficos diante do lord
dor o outros magistrados, afim d m sau
carem sua firmaliva.
Ninguom desesperara do estsdo do saude se
livi 3sc baslanlo confianza para ensai ir este rc-
medio constantemente seguindo algum ti rapo i
mentrtalo que noc ssilassea
cujo resultado seria prava rinconl uto:
Que tudo cura.
iingoeno te zi, mais particu-
larmente us seguintes casos.
Inflammucao dabexiga.
da raalriz
Lepra.
Mal J.i pe as.
dos peilos.
do olllos.
Moi deduras de repls.
Picadura de raosq .
D..1...-. -.
Queimadelas.
Sania
Aviso.
Fugio na madrugada do
correte Jo sitio .lo
encaixotar despachar, embarcar com a maior
presteza possivel.
A 'aba de ehogar oo armazem de fazendas
c'a ra da tmperalriz n.10, o segunlc;
Ferros de engommar
econmicos, do melhor autor.
Cha fi la.
rreparaco propria para tornar as mobilias
usadas em novas.
Panno couro,
que 6 oulimo para fazor guardas-lamas de carros
o mais iucorpado, e pelo e lustroso, do que o
melhor couro de lustre.
~ '~ c ~ i; ts
J C O O! o
.-^ & p; X
o 2 g 5 "8S
< 2 s = T ~ 5 3
o "3 '= -a
c .X
a r
a r : = -^ = = ~ a
e* S"5 -
--) ^ x ^"-^ ^
C u
cz O CJ -
fi fz -
~ o c.r
o ^ *^ ^- -^ ~
1 j fi O jj ?. ~ ~
Tina da Imperan i/., oulr'ora alorro da Boa-Vis-
ta, taberna da esquina n. 12, defronle do sobrado '
qucimado.'
Superior vinho velho do Porlo, caada
!)ilo dilo Lisboa e Figucra, i lera
Hilo dilo de Cello, idem
Dito Duque engarrafado, o melhor do
mercado, do autor Antonio Ferreira
Menezes, garrafa
Hilo dito Madeira, iJcm
Dilo superior, Porlo, idem
Dilo dito dilo, dem
Dito muscalel Setubal, dera
Dilo dilo francez, idem
Charapanha, marca muito acreditada
Licores francezes muilo linos
fi ro branco de superior qualdade,
garrafa
Frascos do genebra hollanda verdadeira
Dilos do dila maispoquenos
Dilos o conserva grandes
Sal refinado igual ao do potes (cuia)
Chi colale francez minio lino, libra
Volas do eapermacete, superior qualdade
Cha hysson muito superior
Dito nehim, o mais superior do mercado
Manteiga ingleza flor
Dila dila de 640a
Dila franceza muilo superior
I.alas do sardinhas de NantOS
Ditas ditas muilo superiores
Ditas de biscoitinhos linos
Bolacha americana, libra
Dita ingleza
Vinho engarrafado Halvazia superior
Paros do garrafas brancas, o par a ,3$, o
Barris de cognac inglez, era caadas, nianlei-
ga franceza c ingleza, ora barris e meios dilos,:
o outros muitos generas que so vondera por me-
nos que em oulra qualquer parle.
Vinho do Porlo. !
Vonde-so o vcrdadeiro vinho do Porto engar-
rafa.lo, e em barris de quarlo, por proco comino-:
do: no armazem de Adamsoii Howie & C, na nientcmenle montado, far-se-hao tambem do Io de novembro
2*000
100I
1S500I
1.J200!
29000;
1-30C0
2gOOO
I55OO
320 i
1-000
500
15000
320:
1280
720
2?000'
2JJ500 i
l-;0()0
800
560
610
40
1^800
120
210
ltoOO
isooo
IIEDE PlMIini S (DMlJUDia.
3 RIJA DA GLORIA, CASA BOFUNDO S
Clnica or amitos os systcmas.
rnir,M n;r ?b Mosposo d5 consultas-todos os das pola manha c de tarde depois de 4 horas
^StS^J^'SWmatm^^^9m acidadecomoparaosengUos ou outnfs
wnn,uS/l,'ami,d0f deVum Se,r driS'dos s,,a "sa al as 10 horas da manhaa c em caso de ur-
EKaASf^^d^da noite SCDd0 por -^em ^ de -
B.25SSS ?ae nlore? de """Soncia. as possoas residentes no bairro do Rocife podorao re-
Tl'"; *CZ o,he,CS d b0tl^a d, Sr" OO Sounn & C. na ruada Cruz ou loja de livros do Sr. Jos
.xogueira de Souza na ra do Crespo ao pe da ponte velha.
m0n.nS^na^ "? ;C.ata d0 ai,1I,nnPiant0 w*M-se-ha constantement eos melhores medica-
Alporcas.
Caimbras.
Callos.
Canceres.
'.orladuras.
Dores do cabega.
das costas.
'los membr
' o|iTniiil'i.l..s .1 t r'.tc
era goral.
Hilas do anus.
Erupgoes e escorbti-
cas.
Fstulas no abdomen.
Frialdade ou falta do
calor as extremida-
des.
Frieiras.
Gengivas escldalas.
lr>cha(5es
Inlaiaraaeao do ligado
Siipuracoes ptridas.
Tinha, em qimlquer sir-
te que soja.
Tremor de ervos.
Ulceras na bocea.
do ligado.
das articulaces.
Veas torcidas ou noda-
das as 'ornas.
estabocimento
ia 19 do
Sr. Jos T
Basto noManguinho, um cavaiio d
russa, gordo, i ladi potic 1 mam ou 1
nos 11 anuos, clin s gran kl e 1
naes lie colleira no pesclo e urna rriai'-
ca no quarto cquerdo : qiiem o I ra
ao sobredi lo sitio ou a ra Recil'e 11. 21, recebera' alviraras.
Pugln no da 10 de ianein o
enla lor a dado do 25 annns i
' --.' ......1 p| -i T .. I !
la i", altura regular, gross
gos, bom fallante, natural di pi la y -
ranh.iu de onde veio lia m 1 -
monos, levou vestido camisa 1
calca de riscado, chapeo de couro
nder o podo; roa do > .
do sobrado n. 3, que > r recom
I raba I lio.
Dosappareceu de rasa de son senhor, 1
22 do Janeiro ao meo di 1 Iro,
rao Costa, representa ter 40 annos, pou
ou menos, bem fallante, quandu q 1er I
depressa gagueja um ; ouco : qu V o
Vende-se este ungento no .
geralde Lonures n. 224. Strand. e na loja de Vr '.'''! r"':' do Collcgio, cas
todos os boticarios droguistas e outras pessoa- ser" -"'ibeado.
ene-arrogadas de sua venda era toda a America Pugio na noite do da 21 pan 0
do snl. llavana e lies pao ha.
Ven Je-se aSO rs., cada boceliuha contera
urna mstruccao em prtuguez para o nielo de
fazer uso dosto ungento.
O deposito goral em casa do Sr. Soum,
pharmaceulico, na ra da Cruu. 22, em Per-
uarabucc.
mentoshomoopalhicos ja bom conhecidos e pelos precos seguintes
Botica de 12 tubos grandes. .
Ditos de 24 dilos. ...!...
Dilos de 36 ditos.....,
Dilo de 48 dilos. .
Dilos de 60 dilos. .....'...'.', '
Tubos avulsos cada um. .........
Frascos de tincluras......'.".'.'.'
Manoal de medicina homcopalhica pelo Dr. Jahr tradu'zido
em portugiioz com o diccionario dos termos de medi-
cina, cirurgia etc.. etc............
Medicina domestica do Dr. Ileriug, com diccionario." .' '.
Repertorio do Dr. Mello Moraes.
103000
15,^)00
20J090
25jS000
0--000
ignoo
23000
20JJ000
10S00O
osuno
PotassadaRussio
E CAL DE LISBOA.
[o rorrenlc Janeiro um ni gro ( isange,
lanoel, pe [neno, do 50 annos, :
, corpo seceo, es largos -
1 um lo !,i a barba, podo-so contl
ser quebrado e tambem as mos |
amassador de padaria : quera o pegar, le
padaria franceza da ra
'. :=cr recompensado.
*; Zll^TiTRlTJ.Tl
1 ugio-ha poneos dias, do logar 1
[ va, o cabra Oclaviano, perlencenli a Han 1
ra
Pt
e
cal
razoaveis. ioci ,1 vaiua ueixanon amasas c
SELLINS piolho, muilo regrista, falla um
Vendem-se os melhores silins inglezes de Pa-'' ldo' anda calcado, intilula-se
l^nte no armazem de Roslron


praca do Corpo Sanio n. 48.
Batatas a 8
rs.
Dos n. 6.
32 libras : na ra
Neste prove toso estabelccimcnto, que pelos no vos mclhoramontos feitos acha-sc
conve-
V
C Z> i-
-o ^ t_
r/ O CJ q tf
0-"3T5t3 >-
o-= 2 S S
* =5 I fu da Trapiche n. 2.
.
5
- o =

^ ^ rx 3 3
O O fl
5 e -^ g S
K =
-
c j- i.
o. .5 9~ "
" % 9 : 2 c a "t o
tc: > re c o- ^
t--- o 0 c = 2> .
c S t- re
_ & --
* -
'f rr ^
re o -
- eo

SS5S

o-a _
H .= S
re 2
r K re
sb!s
cre. B c
a o
3
Farinha de trigo.
No armazem de Val.ira k C, na ra da Ma-
dre de Dos n. 8, vende-se farinha de trigo das
marcas segumos, por presos convenientes :
RSS F.
Gallega.
Fonlaine.
Acaba de chegar do Ro de Ja
neiro alguns exemplaresdo
primeiro e segundo volume\%
da Corographia.
Histrica clionolojjica, fjenalogica,
I nobiliaria c poltica do imperio do Bra-
sil, peloDr. Mello Moraes : vende-se a
ift o volume, podendo-se vender o se-
gundo em separado : na livraria n. C e
8 da praca da Indei)endencia.
Vestidos de seda.
maior
lanos sacrificios.
Assignatur. de banhos fros para urna pessoa por raez.....
* momos, de choque ouchuviscos por mez
Senes de cartop-s e. banhos avulsos aos Drecos annunciados.
om Tanto, contratos mensaos para
commodidadc e.economia do publico de quem os propriclarios esperara a remuneraoao de
ogooo
IdjOOO
Saias do balao polo baralissimo preco do 4g .-
na ra do Crespo n. 16, loja de Adriano"& Castro.
Vandc-seem casa de Arkuright & C., ra da
Cruz, artnazorn b. 61, relogios do fabricante Hi-
qhbury, sendo que pelo seu perfeito macliinismo
pode-se usar cora coberta ou sem ella.
Relogios.
de pa-
Abrou,
Vendem-se relogios de ouro inglezes,
lente : no armazem de Augusto C. de
na ra da Cadeia do Eecife n. 36
Para o carnaval.
Na na do Cabuga, loja de fazendas finas n. 8,
do Almeida & Burgos, vendem-se vclbulinas cor
de carrni/.iin, verde, azul ferrete, claro, rxo,
cor de rosa e preto, de boa qualdade, que bem
assomelha-se com o vcrdadeiro velludo, a proco
de 720 cada covado : existe muitas oulras fazen-
das proprias para aproraptarem-se os masca-
rados.
?
Fazenda
r.

nova.
Vendem-se cortes de vestidos de seda com 2 e
3 babados, armados, de 20$ a 409 cada um, sen-
do que seu valor razoavel ser de 80jJ: na loja
de nortas da rua do Oueimado n. 10.
Gastanhas.

i
1

i
a
* m
Desembarcadas ltimamente vlndas do &
H Porto, proprias para presentes, porche-
@ garem inleiramenle porfeilas: vendem-se @
@ no armazem l'rogresso no largo da Penha @
v5S n. 8, tanto em porco como a retalho ; $
$J preco coramodo. @
Vende-se a armacao e
gneros da taberna n. 14 do pateo do ?er$o ; a
tratar na rua Augusta u. 94.
'
Brini lona branco e de cores para cal-
cas, vende-so a 39 a vara, no segundo an-
dar do sobrado da esquina da rua do
Oueimado, por cima da loja do Sr. Pregui-
ea entrada pelo beceo do Peixe Frito n. 1.
m
Farelloa
6^000 rs.
Saccas grandes ; na rua Nova n. 52.
Espirito de vinho com 44
graos.
Vende-se espirito de vinho verdadeiro com 44
graos, chegadoda Europa, as garrafas ou as ca-
adas ; na rua larga do Rosario n. 36,
Algodao monsro.
AG00 rs.avara.
No armazem da rua do Oueimado n. 19, ven-
de-se algodao cora 8 palmos de largo, pelo ba-
rato proco de 600 rs. a vara ; osle algodao serve
p^ra toalhasde mesa por sor do superior qual-
dade.
Em casa de Henry Forsler & C, rua do
Trapichen. 8, vende-se :
Um carro americano de-i rodas.
Arreos americanos.
Bombas amercas.
Foges americanos.
Arados de ferro a 305
Champagne e cognac.
Relogios americanos.
Farinha de trigo do todas as marcas.
Marmelada.
Na rua Direila n. G. vende-se marmelada
deprimeira qualdade a 610 ris libra a ella
antes que se acabe.
Farinha.
Ferreira & Marlins era seu armazem na tra-
vessa da Madre de Dos n. 16, vendem por preco
commodo a superior farinha do mandioca recen-
lementc chegada do Maranhao, em saceos gran-
des, tanto em porcoes como a retalho.
Na rua do Rosario larga n. 38, segundo an-
dar, existe para se vender dous escravos pe^as de
dusoito para vate annos de idade.
Vende-se superior linha de algodao, bran-
cese do cores, em novello, para costura : em
casa de Sculhall Mellor & C, rua do Torres
n. 38.
fiooker&C. ca'G ecamisa de algodoznho .
' o bono! do la proprio para marojo : i
quem o pegar do levar a Manool da Sil
rua da Cadeia do Rocife n. 62.
Fugio no dia 27 de Vzembro da
da .Madre do ProN'mo Psssdo, docngenlio Brejo, fregutziada
Jaboalo, oescravo Alexandre, cabra, ia
ro, dade de 30 snnos pooro m: s t a mor. -,
I estatura mediana, secco, e pisando mal por
sa das bobas, quo livera nos ps lia ura m
1 e lem o cositime de embriagarse : do < i fl i-se,
Vende-se cemento braaco e preto, em barrica queesi no Recife ou [tamarac pele te
o a retalho por barato oroeo ; no armazem do tanto a quem o encontrar queira fev-o aaiurlle
malenaes da rua do Imperador n. 17, e ludo i ., 77 ,'.
mais perlenccnte a pedreiro. engonho, ou ao escriptorio do Sr. Manod \Uet
Ferreira, na rua da Moeda ; e promet

Para os folgasoes do mtJSskt-.* *<-
Janeiro
correntc do S. jo^ do Manguinho, casa
........I I'oi\eira Baslos, o osera vo crioulo, dd non i i
iKl tul I ncict0 ; representa 25 a 56 aun a le
co mais ou monos, sem barba, altura i
Hiirv X' miv-i nn nlio-n aiov corpe iua,,nei,le regular e besa feiio, levoo rau-
Uaintl iX Sina, IIO ailllgO ater- pa, constando de cairas de casimira, i
FO (1a b(*a-VlSa linio ni a Panno fln, '. camisas brancas finas,
iu uu uuo viai.i uje lUtt ganga, e de brim trancado branco, chapeo r
Imperatrizn. 00.
Vendem lindissimos chamalotes de algodao
a imita(ao de seda, de todas as cores proprios
para vestidos de senhoras para vestuarios para
homens por prego baralissimo que facilita faser-
iio feliro escuro, o urna redo, lulo usado. I
guido por una mulher forra, edr fula, de nome
Candida,'que consta sor natural do Nac
cabello amarrado. O escravo c natural di
gipo, aonde lera m, hoje forra.
Roga-so a quem o aprehender do entregar no
Manguinho em casa de Jos T. Baslos, ou nisla
ce ura rico vestuario gastando muilo pouco di- rfdaSe em casa de Bastos & Lenios, rua do Tra-
nheiro da-se as moslras cora pinhor. pichen. 17, que ser generosamente rccompe -
Pera c aineixa J MoIcque Fugi(lo
100.S00O de gratificado.
Roga-so aos ra pitaes de campos, e a i
qualquer auloridade apnithensao de ura awle-
que de nome Mar.oel, ciioulo, idade IS annos
pouco mais ou menos, o qual fugio da es
abaixo assignado no dia 30 de ouiubro do cr-
reme a n no, levando caiga de cor, carniza azul,
chapeo de palha oleado e o maior sgnal nfrer
de asihma e a pouco cstevedoente de bnigas ;
desconfa-se que esteja acoilado per algum eaper-
talhao, que se queira oproveilar de sua pequoua
idade para o seduzr, desde j protesta o mflEBO
zem defiendas do Raymundo Carlos Leile & abaixo assignado de cahir sobre dito larapio rom
Irmaos. rua da Imneratriz n. 10. lotJo 0 rigor da iei> e gra,-,,:^ da raa-cra acima,
Farelo aqutlle que Ihe der noticia cerla, e paga loda
Ycnde-sc farelo superior, saceos com 90 e lan- d"l'fM ^ /e fizer Cuom me,smo T^ f
tas libras a 5g600: na travessa da Madre de Dos x effectuar dita sprehensao, levando a rua Nova
n. 18. d. 21. Francisco Jos Germano.
Vende-se pera secca e ameixas rainha Clau-
dia em caixinhas de 2 libras a lj|00O a caixi-
nha ou 500 ris a libra ; na rua Direila n. 93.
esquina do beco do Serigado.
Gom loque de avaria
1:800
Corles de vestido de chita rocha fina a 1:800
lencos de eambraia brancos a 2:000 5:500 3$
4:000 a dusia dilos com 4 palmos por cada face
e de 4 e meio por 5:000 cousa rara no Arma-
II
cnf\ ia


(V
DIARIO DE PERNAMBUCO. QAl\TA FEIRA ft* DE JANEIRO !>E S6.
Littcratura.
felizmente os vencidos apeuas podori;im nrra-
la por si mesmos. O que irrefutavel, que o
O Catholicismo apresentado na uniaO:0?Piritohl,manones,ai,onJ,,ctura to gravo e
A* sinsni'OVlS l-' 'niPorln"u'' limila-so quasi a ouvir a vcida-
Ci:!^^.j!!sl"ia..v.-r.:aJ?!l'!ecida lje Jnii.1 80rlcs. c I com effeito apologistas. Os mcslres na arte de
cscrever, e na arle de pensar, os mais versados
nos esludos theologieos lem muilas vezes pres-
tados son concurso a verdade ; roas o erro, que
POU M. F. B.U.IT.YY! I.T PE PCCHESSl.
!ro dedicado aos i soiisiveis estas provas
uro e nemcaflo mos que dumidam e aos
r;ue crem: A primeara, poder-se-hia porgunlar
chegar ao sou Gm l Que pravas tciode
Vzer do calholicismo os que creern, c ionio os
luviiianj.
i rgur.lara
./, acrese
N i ser
nosso lempo ? Orne
nao muda nunca quauto ao essencial, e que. por
todas as partes e sempre, simplesmcnte a igno-
rancia ou o odio da verdade, o erro modifica-se
incesantemente, dispe suas negaces. oppre-
senla-as debaixo de diversas appurncias ; lem
de, e o concurso da ra/.aoj cujo tonsentimenlo
torna-se necessario, consiste em apailar-se do
ruido das anibicoes, e em separar-se un pouco
de seus clamores. Tanto mais pro/opto fr o si-
que etla Ihes rapocer, quanlo. mais fcil-
mente ebegar i verduc. A patarra decisiva
nao rom eleilo, diilieil de pronunciar. A
pedir urna nergi.. que o *"**** folla, e o ouvirio humano foi rallo para
la lealos, quan- l,inirla- ludo cepcndia pos do momenlo dosi-
. r. inicio que a razao oblivcsso das paltes. Seos
Juocus livesscm dado lempo a Plalos, se scus (er necessidade de apologisias, e defensores. Por
clamores nao se lirossem elevado tucessaulea e niais que se diga, lia sempre nlguma cousa di-
os, nao lea Plalos escolado o Justo ? zer. Os prejuizos quo o espirito das Ircvas sus-
Mas, em suo aoriedade, no meto do lumnllo que ; cila para engaar c perder os homens, variam
se levantara ao redor d'elle, ia, vinha, sania do (anto mais, quanlo menos consistencia ellos lem,
iretono, lornavaa entrar, e se observava o Jos- '
lo
lano o contexto desta phrnse poderia passar por
urna negaco da niisso do areopagila em Pars,
que o breviario romano lem sempre aflirmado e
que a erudiccao contempornea parece disposla
a sustentar e vngar. Mas a negaco 6 absoluta
e formal as ultimas parles da cita'co, onde, por
urna inadvertencia docscriplor, e pela necessida-
de da causa, a Gatia, em rommumeacao lio fcil
coni r.oma e lodo o Mediterrneo, desdo os lem-
acabavan de soar na freguezia de urna aldea da envergaron! capoles c gibocs, c poreni-se a ca-
provincia do Minlio.
Era urna deslas noiles como as produz dezeru-
semprc a seu dispor grandes palavras seductoras, pos de Tiberio e ero, acha-sc enllocada entre
bro as provincias do norte de Poilugal : serena,
mas fria de regellar; a geada cahia a (locos coi
abundancia.
Delraz das cumiadas da serrana, sobranceira
aldea, l comer de ajinareccr una claridade
alvacenla, como vu diaphano que se dilata, e
1 .
na a oscripfora, i iri! <..i Ju-
3so por acraso un i pi ttura de
ar da rerdade; per-
fall
e vagas, que ella'agita e que se eolorem de mui-las provincias mais affasladaslo "imperio. l)- JiE0 P-'IC0 eHf0Ti boSou,*<* das es"
tas maneiras, segundo os seculos, ou mesmo se-L pois de ter, tomo fez o escriptor, pror.ado que
gundo as geraces ; de serle que a rerdade, que i os apostlos penelraram al s Indias e s oxlrc-
nao ser jamis calada, que nao deixar jamis midades do Oriente, difOcil de admillir, com
de existir, oque nao muda, no deixa por issode cfreilo.que livessem desprezadoa Cala, rojos ca-
E' a I o a qu.
A palli a e
ro nascer.
melanclica
rainha da noite er-
vezos, por um effeito extraordinario de miseri-
cordia, domina os paixoes c fa-las calar brusca-
mente ; asmis Cusvezes cllainsinua-se o apro-
retta-so do mais leve silencio que preparam as
circunstancias cu a forca da razao. A alma
onde ella penelrou una vez poder hesitar an-
da, ceder anda aos clamores que a cercam ; guar-
da o germen secreto que fermenta no interior
d'etla, o d'alii em diante Plalos nao se acha
mais em lo bom humor para vollaraos .ludeus,
depois de ter pergunlado qual a verdade. Re-
sistir anda, ou poder-se-ha esperar que esteja
j i vencido. Ser a islo que se chama duvidar
Nao sei ; e esta patarra suscepliret de muitos
graduaces. Mas comprelieudc-sc sempre a ig-
norancia, a flaqueza c a negligencia. O hornera
i-; inla por accaso o que ser talvez, o sein espe-
rar resposla, corre Aos Judeus, aos inimigos do
Juslo acensado (liante d'elle. Por muis que se
diga innocente da norte desle honieiii, em que
nenbum mal cncontra, o snngue divino que os
.ludeus reclaniam com grandes grilos para elle o
para suo rara, nao dever lanibem ser imputado
a Plalos ? I'oi elevado em dignidade para fazer
justica sua flaqueza porm lao abominare
como a paixo selvagem do povo, que folga de
ter i ir cmplices aquellos mesmos que deviam
impedir seus criminosos designios.
Esta lamentavel historia de rilatos, narrada
pelos Unios santos,passa-sc, pos, diante de nos-
Ihos e rmova-se iodos os das em nossas
.ilnias. Pilotos teni sempre o poder as inos.
Us Judeus, islo as ainbieoes humanas, condu-
zoni diante d'elle o Justo, que as contraria, eque
'Has detestara ; Plalos interroga com negligen-
cia, srin loi ar.eiiiJado de escutar as resposlas
la justea e da verdade. Coohece-as, mas s
parece io ser ndifferentca questao que se dila-
ranle elle, porque receia as consequencias.
Como provar esta indiflerenca tmida e vil que
nao ousa contrudizer aos caprichos das paixes,
cuja energa inteira, em lugar de empregar seu
vigor contra as injusteas, do que era sabedor,
consom-so em perorar, em declarar-se innocen-
te da senlenca pronunciada por elle mesmo, que
elle mesmo fizera exeeutar, e cuja autortsaco
lora escripia por seu proprio punho I diante
deste juiz que a verdade traduzda no foro
intimo de lodos os que duvidam. A sentenca
iui dada mil vezes. Felizmente nao detthitiva.
A queslo reno iucessanlementecollocar-sedian- V1*- 3pproxmando-so
te daquellrs que nao ousa ni cucara-la. Corno
chegarao ellcs a rcsoive-la ? rodero cites es-
perar que urna palavra, que un raciocinio, que
urna reunio de fados e de provas possa decidi-
los a voltar a face contra as ambiges furiosas,
lenta-los a guardar silencio, ou ao menos npar-
ta-los em pouco de seus clamores ? Se niiobou-
vesseni os lacios da experiencia, como crer que
este Plalos interior, que uada mais que avos-
so razao, podesse jamis consentir abracar a
causa do Justo e a azer calar as paixoes obstina-
das sua ruina i Nao insisto sobre todas us tra-
eos que oslivros santos nos dao de Plalos, eque
encontramos 15o notareis, e lao vivos na razo
humana, provida de auloridade, e incapaz di
exerce-la. Mas quando revelar-se as miserias,
as fraque/as, a cobarda e as conveniencias desta
pobre razio, ser mister admirar-so quo ella
possa algumas vezes, ao contrario do Plalos dos
livros sanios, abracar a causa da juslica, e deter-
inuiar-se, nao a ser indill'eienie, nas para saber
<:ilin) onde est a verdade. l'.is aqu, com ef-
feito, o giande e admira ve I inysleno Tudo
myslerio no humem, mysterto de assombro,
mysterio deTonsolaco! Como repellir elle a
verdade S Como podet elle abraea-la 1 tiestas
duas maraviihas, nao a mais consolante e a
mais gloriosa que a menos estranha. Compre-1
hende-seo lilho privilegiado das grabas, actusa-jmais lempo nos myslerios divinos,
do no berco, criado a batbuciaro nome de Jess, |scndo-se em admirar a ordera que ah
c iniciad > desde seu nascimeulo em todas a^
suavidades que derramam as almas este nome
admiran!, que faz dubrar osjoelhos dos anjos e
dos demonios, l'elizes dos fllhs, felizes do povo
que nao procurara oulros prazeres nem oulras
-. seno o esplendor deste nome poderoso e
doce Mas quando os honiens cahirem deste
esplendore desta gloria, quando suss almas 0-
carera cnlregues s infectos o eegueira da
ignorancia c do orgulho, como podeto el les sen-
tir os peifumes e a belleza celestes ? Como os
que duvidam podero entender a linguagem d
t '.' (.orno podero estes sordos tornar-se sen-
iiveis s harmonas da verdade?
Infelizmente nos Jiuj om quo vivemos, nos
lempos emque a fe e rara e vacilante, as almas
.'si-.ij. i-, rom fjctlidade dn seu uzq. e mais aue
nunca ella lera tamoeni de rcconduz-las a sua
le. Nestas mullides que obstruem nossas egre-
jas nos das de grandes fustas, poder-se-hia f-
cilmente contar aquellos que tecra a gloria e o
prazer de nao ter jamis esquecido nem despre-
sado o caminho das solemnidades calhoticas A
maior parle 20za das magnincencios dos nos -
aliares depois de le-lss por.mais ou menos teni- em boa ordem e mostra-a com toda a clareza,
po deaprezado e ignorado. Mas por ser frequen-, este lirro com effeito chelo de interesso. Cou-
te, a maravilha nao menos assombrosa. Para sa rara em nosso lempo, ncra urna linha nesles
muitos, c possam ellea lodps os das ser mais dous pequeos rolomes, sentem o rhetorice e o
numerosos anda, ha pos um instante em quo phrasysta. Reconhece-se em cada pagina um
Plalos mudado proceder ; e tanto mais ouve j '
com allenco as rozes da justica, quanlo mais in-
gue a cusi a fronte, annuviada pelos, gelados, clioupi
minti para a egreja.
De repente o sussurro de VOZOS que era Ira?; i
ou levado pelas esfusi.idas do vento que assovia-
va petos esteraes, dobrando os pileiras dos val-
lados, foi corlado petos latidos d'um cao. o gjbal
pareca oslar dentro d'uma casa de melhor ap-
parencia, que fleava apartada da aldeia, para a
baxa da seira.
Os laudos do cao vinham com pffeilo do
rior desta casa ; e o motivo parecia ="r a ]
ximaco d'um vulto negro, romo de hornera eru-
hucado, que .ahira de delraz de um grupo de
minhos Ihes estovara todos patentes? Ser mister
notar, por oulra, que Sao l'olhinio era hispo de
Lyo, eque se as egrejas de l.yao c Vienna con-| Morven
fundram o sangue de seus marlyres em Ainay,
nao eram ellas entretanto dislinclas? Entre os
vapores, que o invern depositara nos cuines la
serra. ]'.' como um espirito aereo do (fcsian,
percorrendo em niveas vestes as mentanhas de
e se acercara da porta d i casa, como
escola. O ladrar do cao ao princi-
Ouanio potico n nancer da lu, quando a
i noite j vni ailianlaJa E' urna hora de tranqui-
apologislas consiste pois em recollicr o raio tu- j icncia do Santa Macolla companheira de Santa csliv,1s cm :,, d
ramoso e cm drigil-o sobre os pontos que po-I Madaglena. Era da Juda. e dcu-se-lhe um no-1
recessera formidaveis de seus lempos, f raro rae romano, pois ella nao havia vivido Soin 0 qMrMi
que nao liaja ah argumentos noves para fazer
valer. M. Ilogiienoult de Pechesse nada preten-
de. Elle assegura nio querer mais que resumir
o contestar os Ira bal los de seus predecessores, e
nosso lao potico hemisphen
! olhar cheio de myslerios. Sen.
Mas o que quizramos notar, proposito desta aspecto, acho-me embevecido, sera de u dcslai
llacao, e que as tradiccoes da Cala clirst sao : Olhando-le, minln alma parece di ;> -nder-se das
ci
mu
anteriores a Sao Polhnio. Nao
ar em o
desfcrlndo um
a leu
r
;
fazerservico nao s aos homens ocrupados que
dispoem de pouco lempo para consagrar ao es-
tudo, com ludo to imprtame da religio, mas
anda aos homens ociosos que perturban) e
repeliera com velocdade as tongas pesquizas
intellectuaos.
As provas que elle reuni, e que prope fer-
llidade contempornea, achara-se dispostas em
seis llulos dilTorenles : o aulor distingue-as em
p
precisa-1 suas ligaces terrenas e voar pelo espago, en-
mos enumeral-as aqui, nem mostrar sobre que' golphando-se as maraviihas, que o silencio
ellas se r.indam Hasta lombrar-so a energa imperlurbavel da mulo nos patenleia. e que
que obispo de Marselha niostrou para susten- tu como um facho inextingnivel que lu/i onire
lar a Iradiccao de sua egreja e como elle fez o homem o lieus, alumias e esclareces I Tu es
lenihrar Mr. Fayet, bispo de Orleans, que a como um farol mysterioso, que as boros era
dizia repudiada e sera fundamento, toda a vene- que ludo }az adormecido, fazes resplandecer as
raeao que se deve guardar urna crenca to I paginas do livro da sabedoiia eterna a natu-
constanlc c abracada depois de tantos seculos do reza '
>ndo-se
; o nao attraho o reparo da genio que |j i
andar accsa om folguodos; mas lauto qn
le avancoii porla, raspando n'clla, corno qi
Iransrcndo o vulto que estar de' fra, nina voz
de homem bradou de dentro .
O" FraneiSCO, V porque ladra aquel',.
Ao soar da voz, o embucaJo desaforroa porta, e correu a esconder-sc com os ele
A porta ahrio-se ; e um homem. lendo i
n'um formidavel rafeiro, que, socudindo a c
uJo era querer partir para o lado onde o faro
Pie denunciara o estranho, oppateceu, deilaodo
a cabera de fora.
Ora o que ha de ser! diz o moco: ni
nada : o diamante, que sentio bol'ir i porta
com o vento, e por isso ladrn.
Qual rarapucaj exclamen outro ;
dentro. Se elle ladra, porque amia
gente. O diamanle nao se engaa assim. \i
gente, c genio a quem elle lem gana ; essa lam-
be m eu le juro.
Eu c nao enxergo viva alma, lio Jerni-
mo, replicn Francisco e-uco o rento que
ra nos vallados, o mais nada. Pois oHic
noite est clara como de da.
I', verdade; que bella noite'. El
una roz enunina, sonora e melga. Parece urna
esta mais ou menos determinado c tranquillo so- provas naturaes, histricas, scientificas, dogma-
ore esle triplico lundamento da duvda. Nao
culto publico do muilas egrejas. Os apostolados O nordeste coraecara de soprar rijo, varrendo noite de esto: ora que nem de^pro-..,-
de Sania Mrlha e de Santa Magdalena em Pro- cora as suas azas da amnlido do espaco os le- assim.
ser mister ir ahi agita-lo 1 Um grande nume-
ro nao so esqqecer d'elle para ah acabar ?
A quelles que possuem a verdade nao devem nada
reservar para fazer huir aos olhos dos que se
recusam ve-la. Um anligo bispo, um dos pon-
lieesda egreja de Orleans', S Theodulpho, dizia,
um facho aos olhos dos
cegos, se nenhuma luz vissem, nentiun calor
tambera poderiara sentir. Qualqucr que seja o
grao de obstinarn e de cegucira, dever sempre
lirar-se algum proveilo approximando-se aos
que duvidam e lacho da f-;, anda quando esta
duvda subisse audacia da negaco, islo ,
ajunlasse ignorancia, fraqueza e negligen-
cia, urna perversidade de ronlade bem rara e
bem espantosa. Aquello quo se diz ou que se
jnlga incrdulo, nao falla, verdade, a mesma
linguagem do Qel, mas a verdade lem una forca
secreta que penetra os coroeijes e que nao depen-
de dos homens.
E pois unri grande caridade oceuparmo-nos
mesmo dos incrdulos, o que ser talvez urna
necessidado, sobretuilo em uossa poca : mas c|
tambem aos queerdem que se dirige o autor do:
Catholicsnio apresentado na unido de suas pro- \
vas. Talvez sejamos breve sobre esle segundo
poni, e nao temos necessidade de grandes dis-
cursos para mostrar o inlcrosse que os liis p-
dera achar no designio a que o escriptor se pro-
poz. A f tcm necessidado de alimentos; asup-|
plica nutre-a e cntrclcra-na, e a pralica das di-
versas virtudes augmenta lodos os das suas lu-
zes; estas luzes peuetram em todo o interior da
alma ; fortificam sua iiitetligcucia, e por sua
vez, essa intelligencia, penetrando por
compra-
brilha de
todas as parles e que corrobora as doutrinas da
egreja e os myslerios que ella nos ensiua, tor-
na o homem capaz de una t mais forte e mais
esclarecida se, segundo Santo Anselmo, a SCen-
eia christa nao nutra cousa mais que a f bus-
can lo a intelligencia, fides queerens intelkctum,
o i: mi i desta busca e desta indagaco deve ser
um augmento do verdadeiro Ihesouro do ho-
mem sobre a trra ; e este Ihesouro nao ser
pois a f Ah se rene a nica signiOcacao de
urna palavra da qual o nosso secuto abusa c que
o progresso das luzes. i: por anliphrase, sem
dunda, e maneirS do figura de rlieturica, que se
pronuncia esta palavra : a luz desee, com elfei-
' :i;i trova.- sos ausmculain em torno de nos, se
a le diminue.
,"l,'Lnn'}r "fsla f'_i sobrenatural os corar-oes
sinceros, e esclarecer us quo esiao na imvda da
duvida, pois o duplico fim a que se propoco
nosso autor. Escripto puramente, com esla es-
pecie de smplcidade o firmeza, em que consiste
a grande arle de cscrever, onde o escriptor es-
quira-sc e desapparece, e, sem por mira na eto-
quencia, abrevia de perto sua materia, dispoe-na
50sl 1 que falla seriamente de cousas
allivel a suasalva(o. Corno leria sirio prepa-
rado as almas este admiravel momento .' Como
se determinaran) ellas a abracar a causa da verda-
homcm de
serias.
Sera insistir por mais lempo no mrito lilte-
rario do livro que nos interessa, preferiremos
fazer apparecer a opportuuidade. Nao fallara.
BRANCAS,
pon
ALFitilDO ASSOLAXT,
IX
(Continnofo.)
Meu charo amigo, disse Atbanazio, respeito
maito a lgica. E a arlo de dizer grandes toli-
sem a qual ninguem as ncharia. Mas nao
leves muito longe ossa arle'admiravcl. Agora,
volto tos meus carneiros. Estacas admirado da
estupidez dos nossos govurnaules. A
de que ?
- A proposito do vinho de Champagne.
em vez de pagar um premio aquellos que nos li-
ram o nosso vinho, deva-sc fazer que carregas-
sem com todos os impostos. Das duas, nina .
ou os Ingtezes precisam do nosso vinho c hu de
paga-lo pelo proco que nos agradar; ou como
muito sovinas para paga-lo, nos o beberemos.
ilmen, disse o mojor. Agora, meus senho-
res, permiltam-me que os convide para jantar
comigo terca feira que vem. Era o fim da mi-
nha risita.
Os tres convivas, animados pelo vinho foram
passciar no parque e separaram-se algumas ho-
ras depois, muito contentes unsdos outros, parti-
cularmente Boosergent que ia maravillado da
docilidade do Parisiense.
Entre nos, o pai de urna moca raras vezes
aborrece.
X
ra lerca feira seguate, depois de jantar, Alha-
nazio Ripansel, Brancas, o coronel Malaga, su
proposito ; u.'ho Andiuel e Ires notareis de Vieilleville apre-
Iciaram o fresco da larde r,o jardiin de Bonser-
genl e fallaran) em poltica, conira o costurae
O que lia de commum cutre o vinho de '1U(-' ponsa o sonhor a respeilo de Abdel-
Champagne e o governo ? K ider ? pergunlou o Parisiense a Audmet.
vals ver. Couheceis a economa poltica ? Abdel-Kader anda nao disse a sua ultima
Conheco de repulaco. E lu ?
Intiniamente. Sabes o quo expoliar ?
Tenso eu que 6 levar o nosso vinho, hoi 011 fundeza desta respusla.
palavra, responden o secretario geral.
Todos_os assistentes licaram admirados da pro
tazer-lhe peseme me-
fazcndi casa do vinho,
dianlc muito dinheiro.
Muito bem. Fallas como um diejionario de
Guillaumin. E importar.'
fazer o contrario.
Cada vez melhor. Jual preferir! ? ....
Major dexerao-nos de Espiitus Santos de
jrelha.
A f, disse Alhanazio, sou da
niao.
De que opinio ?
Da que vais emiltir... Major, o caf esl
bem quente ? ... Anda, continua.
Acredita que Uugeaud conseguir alean-
ca-lo '?
Nao se sabe o que Bugeaud pode conse-
guir replicou Audinet com ar sombro.
Os Ires nolaveis olharam-sc sorrindo. Esse
sorriso significara claramente :
Oue homem !
Sendo o povo fraucez de todos os poros o nic-
tua opi- "s inclinado a fazer scntencis, tambera o que
mais as respaila. Com algunas sentencas e urna
casaca preta, qualquersujeito pode adquirir urna
repulaco. O secretario geral, mediocre em tu-
do, havia tdo o genio de emprchender a lolce
Quando lens sede, disse Brancas, o que pro- publica c de faze-la servir cm proveilo seu. As
fe res ? Dar o leu viiiho a oulrura e toniar-lhe | sentencas, donde tirara toda a sua auloridade, ti-
o dint.eiro, ou dar o leu dinheiro, e lomar o nham a anliguidaJc, mas nao a graca dos pro-
vinlio :
Preflro beber, disse Alhanazio. E roc,
mojor.
Eu, lambem, replicou Bonsergcnt.
verbos de Sancho Panca. Elle linha adquiido
por isso em Vieilleville, urna repulaco que
Syeis e Montesquieu teriam invejado.
O Palense, inimigo das sentencas e alera dis-
Pois bem, disse o advogado, os nossos go- s9 muito mal disposlo para com o noivo de Clau-
vernantes f.izem justamente o contrario. Nao 80
do o nosso vinho para receberem dinheiro, c nos
eixai.i inorrer de sede, como do um premio
aquellos que nos liram o vinho c o levam aos
Ingtezes. Ser islo justo ?
E iniquo, disse Bo.nsergenl.
velatorio, disse Ripainsel.
E por isso, disse Brancas, o que fazcm os
Ingle/es.
Eu nao quero saber, disse Alhanazio.
O que fazcm os Ingtezes ? repeli Brancas.
Como sao uus espertalhoes...
5ao uns bandidos, interrompeu o major.
E quo reem que o nosso vinho nos incom-
moda.
Qual incomiuodo disse Alhanazio. Viva
o vinho.
Os Ingtezes, conliuuou Brancas sem se im- ;
portar de ser cscutado, fazcm ceremonias para re- j
ceber as nossas pipas. Fazem com que pague-
mos cireitos de entrada...
Acabas ou nao a tua historia V disse Ri-
painsol.
Em dous minutos.
Vamos, disse Alhanazio, offeroeendo cha-
da, virou as costas o Audinet e por nicio de urna
manobra hbil, foi collocar-se ao p de made-
moiscllii Bonsergent. Alhanazio Ripainsel ofle-
roceu o braco rai de Claudia e os dous pares,
com alguma distancia ura do outro,foram passeiar
na parte mais afastada do jardim.
Ooe bonita pulecira disse o advogado
nlhando pora o braco branco e n da bella Clau-
dia.
Foi a que o Sr. me trouxe, respondeu ella.
O que lila d sempre assim.
E o presente de raademosello Olreira ? E
de um gosto o de um trabalho primoroso. Co-
nhece muito tempo mademoisello ?
Desde a infancia. Recitamos juntos ogrom-
mulica fronceza de Noel c Chapsat. ura taco
que nada pode quebrar. Nao acha que minio
forraosa ?
Sim, disse Braucos ura tanto embaraco,
muilo araavcl.
Muito amavel? Ento o Sr. nao olbou para
ella ? O prefeilo de Vieilleville ja lhe fez versos.
Ah 6 uraa razo sera replica. Versos de
prefeilo I
Senhor, disse Claudia fazendo um momo-
rutos oos hospedes, nao se impaciente, mojor, e zinho muito ogiadavel, vejo que me toma por
deixe fallar esle tagarclla. Pense nos que apo- '""a provinciana que flca deslumbrada com a
lean ilurou em Sonta Helena. casaca dourada de um prefeilo ; mas engana-se.
A minha concluso, disse Brancas, que i Ah raadenioiselle 1 acredila isso !
.^________ Saiba, senhor, que pouco caso faco dos pre-
(*) Vide o Diario n, 19. I (eitos*
ticas, moraes o philosophicas.
As provas naturaes sao aquellas que se reco-
nhecem no homem, em si mesmo ; elle urna
prova viva das verdades que a egreja nos ensina :
conserva ainda os restos de sua grandeza primi-
tiva, todas as suas tradiccoes altestam sua queda
e a necessidade de sua'rcgeneraco ; conserva
traeos em sua intelligencia e cm'suas proprias
paixoes, nesla necessidado de grandeza c nobreza
que devora-o, neslas aspiraces brulaes do pee-
codo e do prazer, s quaes cede e que muilas ve-
zes conduzem-no ao mundo pago, aos ltimos
excessos-da torco, e avillam-no s mais infames
sensualidades.
As provas histricas sao os nossos livros san-
ios. Seu Icstemunho est discutido c seu valor
6 inconlcstavel Nada mais real que Moyss e
seus escriplos. A Biblia, o povo judeu, as pro-
phecias que elle encerra, lodo a serie dos aconte-
c meo los que preparara a rinda do Messias, a
vida do Salvador, sua doulrina e suas obras, seus
milagros e os de seos apostlos, o mesmo Evan-
gelho e sua diffuso por todo o universo, des-
peilo de lodos os obstculos, ludo islo tcm por
assim dizer uraa certeza palparel e aulhenlica,
que o autor soube fazer apparecer com mais ar-
les e forca. Deixa fallar os fados, e sabe-se que
elles sao eloquenles.
As scientifleas rcuneni em torno das verdades
reveladas o teslemunho da goelogia, da historia
universal, da ethnographia ; ellas nrocam mes-
mo 1 geographia, a archeologia, e a numismtica ;
eno desprezam os trabalhos da hermenutica
e da exegeso. Ili ahi argumentos menos geraes
talvez o menos vivos que os das provas histri-
cas, porera nao menos penetrantes e nao menos
condolientes, o que lem sobre ludo um perfume
de eruJieo precisa que agrada aos homens do
secuto XIX.
As provas dogmticas appresentam a serie e
analysam a historia dos nossos dogmas eo proco
pelo qual o egreja lem-nos sustentado e procla-
mado contra todos os ataques. Ellas insisten)
ainda sobre os caracteres da egreja. sobre a per-
peluidade de sua hierarchia, e sobre as difieren-
cas que 04 fillios desla sania egreja vangloiiara-
se de ver enlre sua divina Mi e todas as diver-
sas sellas saludas delta, para a maior parte, que
conlradizem-na e pretendem combatel-a.
Nao insistiremos pois sobre os provas moraes
e philosophicas. Nao temos a intenco, alem
dis-o de analysar o excellente trabalho que nos
oertipa, mas simplesroenle indical-o e desig-
nal-o aos nossos leilores.
, Por causa do bem que nos parecia destinado a
azer, e ao pomo ae penei^aS que tu~ ...
duzil-o o autor, seja-nos permittido assignalar
algumas nexaclides do linguagem na apprecia-
co de cerlns detalhes historeos. Assim expon-
do a difTuso do Evangelho, diz o autor : Sao
Diniz, o areopagita, continua na Grecia a obra
de Sao Paulo. Toda a Italia est convertida
petos discpulos de Sao Pedro. As provincias
as mais apartadas do imperio nao lardan) em
o seguir esta mpulso... A Gaita, que comer
com o Apostlo de Vienna e Lyo, multiplica
tanto como suas cidades as cadeiras dioce-
sanas. .*
Nada quero dizer a respeito de Sao Diniz,
que continuou cora effeito na Grecia na misso
de Sao Paulo, pois que, segundo a trodieco, foi
enviado s Calas pelo papa Clemente. Entre-
O de Vieilleville casado '!
Nao, senhor.
Ati e faz versos ?
Sim, para as rainhas amigas.
E para a sen hora ?
Nao sei, mas creio quo nao.
Ento porque ?
Porque gosto mais da prosa.
Odeia a poesia ou o poeta ?
Nem urna, nem oulra cousa. Olho-os am-
bos com a mesma indilerenca.
Mademoiselle, disse Brancas, pcrmilte-nie
urna pergunla ?
Pois nao.
O Sr. secretario geral da prefeitura lambem
faz versos ?
Ignoro ; mas o Sr. pode perguntar-lh'o.
Sim, sei disso, mas nao me atrevo : elle 6
lo serio !
Nao acha ? disse Claudia. Dir-se-tiia que
pede a cabeca das pessoas com quem falla. Tem
sentencas co'msigo como urna macieira lem ma-
caas. Eoi elle quem disse que o vapor ir mais
longe do que se pensa.
Poria a cabeca nos mos para ochar esse
pensamento ?
Provavclmcnte.
Tcnho medo que a senhora se enfastie
muilo.
Porque ?
Porque elle tem um parecer muito aborre-
cido.
Ento E depois ?
Perdoc-me, raadenioiselle, disse Brancas
fiogindo hesitar,violo talvez um segredo de fami-
lia.
Une segredo de familia ?
Oh I nada. Nao quero levar mais longe a
indiscripeo.
Leve, senhor, e diga-me por obsequio, o
famoso segredo que pelo geito, todos conheccra,
menos eu.
Ouer ?
Ouero.
Nao se zanga 1
Eu lli'o ordeno.
Puis bem corre por ahi o boato de que a
senhora vai casar cora o Sr. secretario geral.
Claudia corou.
Eu ignorara, disse ella.
De veras ? Veja ao que a gente est ex-
posta I E esl bem certa de nao ter dado o seu
comprimento?
Ellla fez um gesto de impaciencia.
Nao m'o pediram, disse.
E se lh'o pedissem ?
l) Sr. bera curioso.
Perdon-me mademoiselle, disse Brancas
descutpando-se, por me atrever a ioteressar-me
to vivamente pela sortede uraa pessoa...........
A quera salrou a vida, interrompeu ella vi-
vamente.
Nao 6 isso o que eu quera dizer.
Oh diga, senhor; ou nao sou ingrata e sei
ludo o que lhe devo.
Assim a senhora nao esl par casar?
Nao, mil rezes nao !
Pois bem, mademoiselle, estimo muito.
O que, senhor ? disse ella com alguma al-
tivez.
Sim, replicou alegremente o advogado, cm-
quanto nao for casada, nem esliver para se-lo,
ser-me-ha permitlido dizer-lhe quanlo bella.
O senhor, disse Claudia com ar reservado,
esl vendo islo ?
O seu braco, mademoiselle ? niais bello
que o marmore.
Nao lhe pego que olhe para o meu braco,
fallo-lhe na puteeira.
urna obra prima ; nos j c dissemos.
J7ficm&er /
ada Gatia roferc-se ao dcimo quarlo auno da das colimas, se desenliaran) no horisonte eo- lora se poda ver, e se poz a tan -a
epois da asceneo de Nosso Senhor. Ora as Ira- rao phanlasmas negros quo, ao sido rento, ga-la.
iccoes da egreja d'Arles assegiiram aueSo Tro-; que gemebundo, percorria pelos vales, dancas- Accommoda-tc, diamante- len
renca, de S. Lzaro, primeiro bispo de Marselha, I nes neroeiros que a noile accumulara ; e acoi-
de Sao Maximino, pnniero bispo d'Aix, e de seus! lando cm rajadas a encostada monlanha, en-
companlieiros, sao um fado histrico. Sua che-: vergava ospinheiraes, que erguidos na lomba-
gada '
di
di __
phino, Sao Mar'eal, Sao Calino, Sao Saturnino e sem dancas grutescas e buharas.
oulros enviados da Palestina por Sao Pedro, pe- A noii fui alimpando, pondo-se bella e clara
nelraram as (alias antes de Sao Lzaro e de com a sabida da la. sta desassombrada de
Santa Madaglena. vapores no seio da almosphera, fulgurara como
E'bem verdodc que Sao Trophno e scus com- brocha de oiro no raeio d'um vaslo maulo de
panheiros encontraran) sempre successores cui- setim. A'sua claridade, osobjectos confusos e
dadosos, como Mr. do Mazenod, de defender as' Indistinclos, polas sombras da noite, havia-se
tradiceoes das egrejas, que hariam fundado ; OS estremado e lomado perceptiveis. No pender
livros lilhurgicos dos ltimos seculos abandona- da serra, quasi a dependuror-se por entre o*
ram estas antigs glorias, mas a Uthurgla romana jraraaes verde negros dos arvon *, comecra
A esla falla, o cao sollou-se
e roltou-se para a rece-chegada, que era
camponoza joven c gentil, segundo j,
tem-nns sempre sustentado, c esla auloridade e
asss poderosa para conlrabalancar nosso ver,
o aviso de Mr. Paulino Pris, por exemplo, e o
de outros mcmhios do instituto, que affeltos a
una admiracAo cega de Launoy e dos hypercri-
le surgir, atrojando ao luar, a aldea, cujo cam-
panario, aind
Enlre nos,
o comeen da
n'um baile ;
a baria pouco, Ozera soar dez horas.
gente da corte, dez horas apenas
noile ; 6 a hora de dar entrada
a hora em que um peralta vai
lieos jansenistas o anti-tradicionalistas, offen-j para o Iheatro ; a hora eni que se faz a aber-
dem-se quando se agitam quesles cguaes. I tura d'um sarn, segundo as prescriprScs do co-
No sabemos com certeza que se possa apartar digo do bom lom : c emtim, a hora destinada,
son senlimento, seno seu espanto; mas, ser nos ritos da lafularia, parase romerar ludo
muito exigir que esta opinio nao sej formula- que respeila ao mundo elegante, depois que o
da como um axioma, e ser necessario pensar sol deixa de nos alumiar. Mas, no campo, dez
que, ein un livro como o que nos oceupa, soja | horas urna hora adiantada ; t a hora em que
conveniente indicar as razos que fazem refutar um honrado e posiliro larrador lera j dormido
o amiga Iradiccao das egrejas das Galios, apoia- o seu soir.no, o muilo bem estirado ; porque ,,.
da no teslemunho dos seclos e no dos livros li- habitates do campo, como laponios e pouco illus-
thurgos da egreja romana ? Ser ainda necessario Irados que sao cuitados preferem a luz
accrescenlar que estes Icsteniunhos lo vene- d um bello sol q.....is alumic e lhes de rigor
raveis e lo poderosos se currara lioje as asser- e energa, luz artilcal d'alguns resplandenles
Qes de urna erudiccao para qual a academia no lustres de gaz ; e por isso se deitam ao anoi-
lem sera duvda cordas, masque torna entre- leccr, e erguem-so com a aurora, (rosando do
tanto mu ligeira a opinio do M. Paulino Prisl inexplicavel esperlaculo i! > acordar da natiircza'
o de lodos os que seu exemplo, pretendem que Sao gestos. Pois fique eada qual cora o sen,
a queslo da inlroducco do chnstianismo as| que cu, apesar das pinturas dos poetas o das
descrpeocs lisongcira3 da gen le da
boje lo inquieto lera fume, talvez. Vai
comer, Francisco, an i i ; diss i i
vencilhando-se do animal, e indi
Neste cmenos, os ehoupos tremeram, o
maule, pilhando Francisco d iran-
eou ladran lo rom a furia de um Icio N -
arrores boliram mais, e urna ;
nio Je arma que aira togo, fez-se ouvir.
Que 61a iss i .'... Fu ;e, diamante, q i
matara! grita o moco correndo i desviara
A esta exclamaco do creado, i
casa chegou aporta, atroncada.
Quem que me quer mal u
don um homem que vinha frente, adh
do-se, e brandindo ura vara;
pa n'uraa das ponas.
A resposla foi o lampejo da escn ,.
deu sem disparar a arma, enlre es choup
Tira-te, Antonio, que foi
dispararan) d'alli grita a campom
linha apparecido, empecen do a i liomi
rapo .! proseguir na direceo .las an
dosembaracando-se deila, repl
braudura :
Nao lenhas modo, Emilia i
ver quem c o gatuno, que assim me
o cao hei de lhe arrancar as barbas,
urna !
ii hornera que assim fallara era ui i i
:;) para :!:) anuos; alto, robusto,
Anda que nao fosse tortuoso, o seu I
lh

Gallas, se^a decidida segundo o pensar de Launoy
e de Tillomoni?
Insistindo sobre esle delalhe, que nao soo toda-
va, oulra cousa mais que una mudanca de lin-
guagem, e proposito de nina produeco, que
nao seno um trabalho histrico, nao queremos
pr il
nunca morri de amores por ma
antes que o Sol me veja erguer < ........ .... ,
seja eu que o veja erguer a elle. Ha n'isto tal-'
ve/ ale urna cortezia para cien o ro (os astros.
Pois havia ou ser que me levantaste mais codo
sympalbico, e linha ninas maneiras em :
ryvelava a franqueza aldea, cs| i
cortejo de gelos
mira assumplo de
mais que advertir ao autor e nolar-lhe as im- quo elle ? Urna madrugada, acompanhada do seu
perfeeoes, que os prejuizos de vosso tempo tem .
feito apparecer em um bello trabalho. Nossa in- [
lenco nao c ecrlamente azer especialidades, a
obra excellente. O successo deve de ser favo-
rarel. o autor lera toda a facilidade de opro-
veil ir-se dos nossos avisos, e de dar a ultima
rugar. Prefirojdosa, mas acompanhada da res
i niini, do que j decidido.
0 mai>
lapon -
ilOIII' .
calel'rios, foi 3emprc para
1 ice jos e e3preguicanicnt i-,
c nada mais. O mau gosto esl de cirio da
minha parle; mas antes assim. Supporte-se
oinda mesmo o repulaco de semsaboro, com
tanto que nao se troque urna cama fofa e quen-
Coni elle hariam sahi
campouezes, uus poueos de
os unos Uo casal, e um
arancada.
Que fazos? grlou esle, dirigindo-se i \
Ionio. *io lo arrisques assim. Sal -
que sei I
Ora, o que ha de ser ? retro i
bo al leo. Algum ralooi
ta que vamos para a freguezia, pira
era casa.
Dizes bem, nem entra cous
o velho dando alguns pasaos para a
perfeicao um livro quo parece destinado a fazer te, por una madrugada tria e spera.
grande lem, e que de nosso dever recomnioii-! No campo, como iamos dizendo, dez horas,
; dal-o aos nossos leitores, e possam ellcs propa-ique sao horas de tudojazer j adormecido, no--
gal-o e derramal-o com toda a t,onflangn. >! la noile, porm, pareca ler xecpeSo, a nllenlri. rieila.
Len Acbinai. | bem na nossa aldoia, por cujas issn das portas Sim, mas deixem-se estar, insisl I
e iamdlas de algumas habtacos, bruxulearam segurando pelo braco a Anti
luzes, como pyrilampos fulgurando n'um brejo, | Qual! hei de 'lhe ver a cara
ourindo-sc, iuterrompido e intermitiente de vez adiantaudo-se para os choopos i
quando, o ruido confuso d'um rozcar alegre aldeoes. Mas anda nao tinliam ch
[Vntve*.- J. II Mnfn)
(mos i en das dn minha ierra.
A NOITE DE NATAL.
i
O desconhecido.
Fria e escura vem descendo
a noite ; as nuvens amontoa-
ram-SO sobre as colimas ; oc-
culta n'um manto do herra,
a la despede seu paludo luar.
Ossian Scena de urna
noile de oulubro.
Corra a noite de 24 de dezembro, e dez horas
O que quer dizer essa
Sim, justamente,
palavra '!
I.embra-le.
Traduz s mil maraviihas, mademoiselle.
Pois bem, senhor, lembre-se.
De que ?
Da idclitladc que deve Rita.
O Parisiense mordeu os labios.
Nao doro nada a ninguem, disse elle.
De veras ? Ento nao sao noivos l
Nao. O meu lio, cons'elheiro de estado apre-
sentou-me em casa do Sr. Olreira onde Uve a
honra de conversar urna s voz com mademoisel-
le Rita.
Nada mais '.'
Nada mais.
O que significa enlo a caria de Hita '?
Mademoiselle Hila escreveu-lhc '?
Urna comprida carta em que se falla mui-
to no Sr.
Nao me julgara lo feliz, disse Brancas sor-
rindo.
Oh nao fique muito orgulhoso. E verda-
dade que falla muito uo senhor, mas nao disse
que o elogiara.
Tanio peior. E o que diz mademoiselle Hi-
la do seu servo ?
um mysterio.
Os myslerios foram feitos para sercru des-
cobertos.
Sim, os myslerios diplomticos ; mas este !
Ento um myslerio muito mysterioso ".'
Um mysterio mysterioso, 6 isso mesmo.
Sr. auhou a palacra.
em
como cantares, ao que pareca
gara.
Y. folgava, sim; porque esla era urna
tes de excepQo por excelloncia pata
boas gentes : esta" era a noite de 21 de dezem-
bro : era vspera dj dia de Natal, em que ludo
na provincia folga, salta, tange, canta, come e
bebe, j se sabe, devotamente, depois do ler ido
ouvir a inissa do gallo. Esta era a razo da no-
do gente que foi- mo, quando urna sombra se escoo-j por di
as arrores, e o vulto disliiictamenle d
das noi- mem de capote escuro, saltn o rallad
aquellas geireza de um gamo, c desappareceu su I
a elle, diamante! vai-ie a elle! .
Antonio, arremessando o tajado ao iu!:
lugia, e correndo apds elle com a furia d
tigre.
O cao enralvecido voz do don., correa cora
ndado que occorria na aldeia, cujos habitantes a velocdade do raio, galgando o rallado di
j entre anciosos e folgozes, suspiraran) pela pulo.
duodcima badalada do sino da freguezia, para r,,
t ontinnar -se-ha.
Huml isso nao 6 claro, disse Brancas.
Nem divertido, acrescenlou Claudia. Sr.
Audinet, peco-lhc quo veja esla pulsclra.
Estou vendo.
Como a acha ?
Muilo moderna. O bello, o anligo.
Ento o que fazemos boje nao ule nada .'
pergunlou Brancas.
Punca cousa ou nada, replicou Audinet.
E daqui a dez seculos, acrescenlou Claudia,
as bagatellas de h.iqe sero arrancadas a quemas
possuir ? Isso bem animador para os nossos
artistas.
Os artistas morrcni ; a arle c immorlal,
disse Audinet com lom solemne.
Creia, senhor, disse Brancas, que tenho
muila vontade de dizer da scicncia o que o se-
nhor disse ha pouco de Abdel-Kader, islo que
ella ainda nao proferio a sua ultima palavra.
Audinet deitou-lhe um olhar eheio de odio.
Felizmente para a paz publica, o major Bonser-
gent e seus hospedes vinham chegando ao en-
contr de Claudia.
Ento, senhores, disse o major, deixam os
caberas brancas junios e vem conversar nos cau-
tos com as mocas .' o que diziam de interes-
sanle ? Audinet parece muito commovido.
O Sr. Audinet (aliara de respeilar-sc a au-
loridade, respondeu Brancas.
Com effeito disse o major. Esle Audinet
anda-me sempre com estas cousas. Enlo nao
sabes, comarada, acrescenlou elle pondo-lhe fa-|
Oj miliarmenle a mao no hombro, que nao ha nada
peior depois de um bom jantar '.' E tu Claudia,
Claudia disse Audinet.
Senhor replicn ella,
i amo-a, seu pai o sabe, e a ipi
Em nome do co, mademoiselle, diga-me a O que dizes da auloridade
' amor, o meu olha-a j como sua ulha
minha raulher
Claudia guardn silencio.
Ento nao responde ?
Comoposso responder .' replicou i d
ii Sr. atira-rae quema ronpa urna d
de amor o quer que lhe respondan! i
minuto. Isso nao te:n geto. Deis
para retleclir.
Quem ama, reflecte ?
Sim, mas quando nao se ai
Quem n amar, clan lia, a nao
Eu o creio mas loiiha pacie:
consultar minha mi.
Sua mi consentc.
Pois bem deixe-mc ni! .
mesmo.
Honre um instante de silencio, r. india que
noamava Audinet, nao linha pressa le pronun-
ciar-seo nao quera aninia-lo, nem
| lo. Esle reflecla e comecava a suspeilar que
Brancas nao era estranho a "essa resislenci i
perada. A siluaco tornara-se muito dilficil. I'.
reponte Audinet rompeu o silencio.
Heparou na cara desse idrogado f d'-
elle.
Nao. Ter por acaso o nariz on le
oulros (em as oreihos
Nao, disse Audinet : mas tem ama phyot
Pergunlou Clau-
primeira syltaba do segredo. Procurarei advi-
nhar o resto.
Mas, Sr., para ura homem que s vio Rila
urna vez e que nao lhe deve fidelidade nenhuma,
esl multo curioso !
Ol mademoiselle, disse Brancas, como
pode deseonhecer assim a pureza das rainhas in-
tencoes ? Se quero ennhecer esse segredo,
para ajuda-la a guardu-to.
Eu s guarda-lo-hei muilo bem.
Guardado por nos dous melhor.
O Sr. ja leu o Coran ?
dia.
Nunca. E a senhora ?
Tanibem nao. Mas o me3rao. Abra-o no
versculo 21, capitulo.... Ah I esquec-o. Nao
importo. Nelle ver esla bella sentenca.Se
queres que guardera o leu segredo, guarda-o tu
mesmo.
No mesrao mmenlo apparcccu Audinet no
extremo da olea e dirigio-se para os dous man-
cebos.
Mademoiselle, disse Brancas, cu me retiro :
mas se posso fallar sera alacar os direitos do se-
nhor secretario geral, ouso confessar-me seno
o mais anligo, pelo menos o mais apatxonado dos
seus amigos.
Remember disse Claudia baixinho. Hei
de mondar dizer isso a Hila. A poltica oceupa-o
muilo, Sr. Audinet? continuou ella dirigindo-se
ao recem-chegado.
Audinet quiz sorrir c tez urna carola muito
feia.
Quem que se oceupa hoje de poltica ?
disse elle. A poltica esl ainda na infancia, co-
mo a chimica.
Razo de mais, disse Brancas, para se pro-
curar a formula.
Os recursos da sciencia sao innumorareis,
mas deve-se deixar a sciencia aos sabios ; cum-
pre rcspeilar a auloridade.
A autoridade de quem ? perguhtou o Pa-
risiense. A autoriaade dos horneas, ou a auto-
ridade das leis ?
Nem urna, nem oulra. Cumpre respeitar o
principio da autoridade.
Da autoridade dos prcfeilos ?
Sim.
Nao pens nada.
E da dos seus secretarios geraes !
Ainda menos.
E da dos pais sobre os filhos ?
Que contra a natureza.
E da dos filhos sobro os pais '?
Que nao ha nada mais bello.
Fallaste adniiravelmcnle minha filha. 1.
essa justamente a opinio dos prcfeilos acerca
da sua autoridade. Fazo idea se os seus admi-
nistrados devera estar contentes. Deixeraosislo,
c venha c, Sr. Parisiense. Vamos continuar a
nossa ticoziulia de horticultura.
Broncas, fazendo das tripas coraeo, acora-1
panhou tristemente o major. A moca'e o secre-
tario geral licaram sos. llouve un momento de
silencio. Cada um dellessenta as proximidades
de urna crise.
Audinet nao era um apaixonado migar. A
belleza de Claudia, que na roalidade era encan-
tadora, fascinava-o, seu espirito altivo agradava-
llie, o orgulho da moca era una garanta de sua
virlude, e o ambicioso via nella um instrumen-
to necessario sua.fortuna. Ha lanas mulheres
que alrapalham os maridos, era vez de auxila-
los !
O secretorio geral olhou para Brancas que ia
com o major e disse a Claudia.
Nao sei porque razo aqucllc senhor me
desagrada.
Pois eu sei, respondeu ella.
Diga.
Porque o Sr. malvolo.
Quem ? u !
Sim o Sr. A quem ann a excepcao da
sua pessoa ?
A lodos, c era particular a senhora.
Fico-lhe muito obligada.
Nao ha de que disse Audinet rom ga-
lantaria. Esse amor to involuntario 1
Enlo amor '!
Voce brjni o sobe, cruel !
Eu 1 patarra, que nao. Porque que se
reconhece o amor .'
numia atterradora.
Atterradora e porque ?
Annuncia umi alma Mrversi
Tanlo peior, porque c um bonito rapa
Sr. physiologista ?
Sou.
E a physiologia denunci i -
Denuncia, disse gravemente A .
Eoi que o ve '.'
E o segredo da sciencia.
Myslerio incomprehensvel dUs CU
a rir. Faz-mc tremer.
r.i-se ?
Sun. Tcnho a audacia de rir.
J vio l.acenaire, mademoiselle .'
Lacenairc nunca ?
Pois beiu olhe para o advogado. I
retrato vivo.
Reparo, disse Clan lia, que toda'as pe-
que lhe desagradara se parecen era com I
naire, ora com Baslaing, era com Paja
a qualquer outro amavel bandido.
Que interesse loria eu ei fallar mal e
Nao sei, mas logo primeva rista, ci mpa-
ra-lo Lacenairc, c muito !
Eu nao disseque elle um malvado.
Nao, mos diz que o retrato rtwj de |
naire. Dahi a dizer que malou o pal e a mi, i
distancia nao agrande. Desfuca-so, se me qu< r
agradar, desse inocoslume do'fallar mal ..
ximo.
O que vem elle fazer aqui ? porzuntou Au-
dinet irritado com este pequeo sermio.
Que elle 1
O seu advogado I
O meu advogado j que lhe agr.id
lo assim, vem ver meu pai a quem leve i
dade de fazer ura servico salvando a vida de ma
mulhcr e de sua filha. Permitta-me que i
xe por um instante. Aquelles snior.- e*tio
com os chapeos na ino e vo relirar-se.
[Continnar-sc-ha.)
PEKN. TYP. DE M. F. DE FARlA. 1S60.