Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:08945

Full Text
ASNO XXXVI- HOMERO 19.
Por tres mczes ada *ados 5$0O0.
Por tres mezes vene.J s 6SD00.
mCi FEIBi 24 DE JAHE1R0 DE 1860.
Pop anno adianlado 19$000.
Porte franco para o subscriptor.
BNC1RREG ADOS DA SUBSCRIPCAO DO NORTE.
Parahiba, o Sr. Antonio Alejandrino de Urna; Na-
tal, o Sr. Antonio Marques da Silva; Aracaty, o Sr.
A.de LemosBragj;Cear,o Sr. J.Jos de Olireint
Maranho, o Sr. Manoel Jos Martn? Ribeiro
Guimares ; Piauhy, o Sr. Joo Fernandos de
Moraes Jnior ; Para, o Sr. Justino J. i.amus;
Amazonas.n Sr. .loronvmo da-Costa.
l'.viviii'.v m>n Uiitiu.iiAi.
Olinda todos os dihs as 0 1/2 horas dodia.
Iguarass, Goiannae Paralaba as segundas e
sextas feiras.
S. Anto, Bozorros, Bonito, Caruar, Alnhcc
Garnnlnins as tercas feiras.
PSo d'Alho, Nazareth, l.iinoeiro, Brojo. Pes-
queira, Ingazera, Flores, Villa Helia, Boa-Vista,
Ouricury e Ex as qtiartas-fciras.
Cabo, Scrinhem, ltiu Formse, Una, Barrciros,
Aqtia Pivla, Pinienleiras e Natal quintas feiras.
(Todos os tiTreiiis [lartem as10horas da manha )
AUDIENCIAS DOS TRIBUNAES DA CAPITAL
Tribunal do commercio: segundas e quintas.
Reaco : tergas feiras e sabbados.
Faienda: trras, quintas e sabbados as 10 horas.
Juizo do commercio: quintas ao meio dia.
Dito de orphos: trras e sextas as 10 horas.
Primeira varadocivel: trras c sextas ao meio dia
Segunda vara do civel: quartas e sabbados ao
meio dia.
I.l'llhMI' lilIH'.S 1)0 MEZ DE JANtlRU.
1 Quarto crescente as 8 horas e 28 minutos da
man ha a.
8 Lna cheia a 1 hora e 3 minutos da tarde.
15 Quarto minguante as 4 horas e 38 minutos da
tnauha.
22 La nova as 9 horas e 27 minutos da tarde
31 (Juario cresc. as 2 horas e51 min. da manhaa.
PREAMAR DE 110JE.
Primeiro as 6 horas e 6 minutos da manhaa.
Secundo as 6 horas e 30 minutos da tarde.
DAS DA SEMANA.
23 Segunda. S. Raymundo do Penaforte.
24 Terca. N.'S. da Pai ; S. Themoteo b ni.
25 QMrta. Convrrso de S. Paulo ap.
26 Quinta. S. Policarpo b. m. ; S. Paula v.
27 Sexta. S. Joo Chrisosloroo b. doul. da ig
28 Sabbado. S. Cyrillo b. ; S. Lenidas m.
29 Domingo. S. Francisco de Salles b. doul.
ENCARREG ADOSDASl BSUtIPCAO NO -
Alagos, o Sr. Claudino Falco Mas Bal
Sr. Jos Marlins Aires ; ltiu de Janeiro, o cr.
Joo Tema Marlins. <
EM PERNAMBl'GO.
0 preprietario do i.muo Manuel Figueiroa da
Faria.na sua lirraria praca da Independencia n.
6 e8.
EXTERIOR.
llclalorio dos enibahailores de Yeaeza
sobro as cArtes cstrangeiras.
x.
(Conin-iioro.)
O secretario de Grili testcniunha de.nossas
guerras de enio, no lempo do rei Francisco,
retatou lambern a esiaja do 40 mezes que fez'
<5om os logar-lcncnlcs reaes residentes cm Mi-
, 13o ; e as impresses que elle relata desse :
lempo que achamos, uiu interesse inloirameuie
francs :
Achei-me, diz elle, em Miln, com os tres ,
logar-lenentcs do rei, o Sr. de Lautree, o Sr.
Joo Jaiques Trivulce c o Sr. de Teligny.
Como segundo uiorreu, faarei priniciratuenle j
delle.
O Sr. Joo Jacques Trivulce gozava da maior:
auloridade na Lombardia, muito amado por sen
partido e muito temido por todos. A familia Tri-
vulce muito nobre, como demonstrara Mas se-
pulturas em S. Francisco, e na scena da absol-j
vicio, pie vi representada, dada polo papa Be-
nedicto XII nobres Milanezes fulminados de'
iulerdicco se achavam os Trivulce.
Este introito sobre o famoso capito de guerra,
empregado no Borrico de tres dos nossos reis, c '
aeompanhado de una cloquenlc e minuciosa bio- !
graohia na qual, depois de ler levado o grande
condolliere at a morte que o sorprende! cm j
Chartres, relata sitas brilhanlos qualidades. pon- :
o communs em homens que, como o Sr. Trivul- '
ce, passaram sita vida nos campos, ao ruido das
(nmbelas ao retintn) das espadas.
i Recreara-so, diz elle, cora as bellas ledras,
3 conversar com urna graca infinita, falla va
muito bem e dira muito era poucas palavras.
Sen discurso era sempre fundado cm alguma au-
loridade tirada da historia ou da poesia, e algu-f
ma sentenca bella o expressiva enfeilava o seu
estro ; sua aptido para aviar os negocios era
extrema, e nunca eslava ocioso; accolhcu to-
dos com jorialidade c dignidade ; anda que es-
tiyesse sempre pensativo,deixavasempre expan-
dir-se seu liom humor. Sua experiencia era pro-.
funda na arle ti ilitar, como o poderam ver no
Campo de Bolonha, ijuando, sem que Itouvesse
precisao de tirar sua espada, penelrou no campo
do exercilo pontificio, no lempo do papa Ju-
lio II. >
Passando do Sr. Trirulce ao Sr. de Lautree,
Carujdo remonta igualmente s nobres origens
de sita casa |uc era o (Je Foix, descendente da
de Arago.
O Sr. de Lautree, possue nina bella comitiva
de vjiite c cinco fidalgos,aos quaes d urna pen-
sao di; sua bolea, alm da que percebem como
homens de anua, de sua companhia ; emprega
seis ou oilo pessoas cm seu governo, lera dez
ns rom Ma libr, tcm so'.icrbas carallaric.as ;
reste-se com muita pompa e observa sua posi-
cao mais que sufllcientemenle; supponho at
que esse respeto faz mais do que izeram os]
duques de Milo. Educado na corle de rararra,
jii'-ir. seguir antes os costuraos hespaaboes de ;
que os rancezes. Conla trinla c sote annos, tem
un bello semblante,apezar de urna fPrida na fa-
ro ; pequeo de estatura, portn muito robusto e :
cheio de bravura..... Muito generoso, fe-z aug- :
mentar os ordenados c dar empregos milites'
rancezes ; mas sua muito altivez faz sor odiado
l>or ellos e mais anda pelos italianos, dos quaes
inostra fazer pouco caso. Alfecla nao querer
pactuar com partido algum, nein com o Guelfo
nem com o Gibelino, pelo que mal visto de
ambos. E' colrico e impaciente, entretanto mo-
dera-sc todos os das e esforra-so por governar
melhor. Mostra amar muilo o Sr. de \'e-1
neza, < estima que elle deva-lhe gtande obrga-
cao pela restituirn que fez-Ilie de Brescia e Vc-
rona ; lem cm muito boa reputaco o poier e : |
sabedoria de uosso governo. Emfim oSr.de!
Lautree possue duas qualidades pouco usuaes nos
Francezes : nao suspeitoso o diOlcilmente acre-
dita, no mal, principalmente se tem con&anca so-
bre um estado ou urna pessoa...
Terminando B3la rpida menco, observa de
novo que a relazioni de 15-20 sobre os Milane-
zes, enderezada Vene/.ianos, mas que aos
Francezes que deve mais interessar, aps lies
seculos de acontecimentos que teem decorrido
depois. l'oi a Franca que, ento como hoje.co-
brio-a com sens regimenlos magnnimos o bello
ducado dos Milanezes; em 1,520 corno em 1859
mas cm que dilTerente occasio c porque cau-
sa nobre! Singulares rontosde contacto da his-
loria Allus5es admirareis nos mais simples lac-
ios Ento lambem nos tinhamos acampado em
Villa-franca, modesto nome que tanto dar que
fallar historia L deparo com este nome ties-
tas poucas linhas do secretario Caroldo, fazendo
urna memoria de sua expedieo em urna passa-
gt m de sua rela:ioni :
a Fomos alojar-nos era Villa-franca, dra esle
Veneziano, mas quando digo nos, quero dizer os
rancezes, e os uossos alojaram-se urna legua
distante, onde descansamos, e ahi permanecemos
ate Janeiro, no dia em que fui concluida a
primeira allianna entre o rei de Franca o o rei
catholico por intermedio do Sr. de Boissy, grao-
meslre de Franca, e o Sr. de Chivrcz. S. M.
Cathotica esforcou-se, com efleilo com o impe-
rador seu av para que esle restituase Verona.
XI.
Segunda serie da colleccao de Florones. Itela-
=iom dos embaixadores renezianos sobre Roma
c ns pontifices do XVI seculo. Physionomias de
Alexandre VI, Julio II, Leo X, Adriano VI, Pau-
lo 111, Paulo IV, Pi V, Gregorio XIII eXislo V.
Os relatnos sobre Roma eos papas, durante
<' XVI seculo, formara os dous volumes mais
Lira prehenchidos e mais completos da colleccao
iiiteira Como esses bairros de algutnas grandes
cidades que em razao de sua separado c seu
carcter pule considera-se como formado urna
ctdaae na cidade, assim pode-sc considerar estes
dous volumes reservados Roma como compon-
diiuma colleccao na colleccao. Sua publicaQao
oi feila com os cuidados os mais eminentes, le-
ve o aoxilio de urna muhido de notas ecsclare-
cimentos os mais preciosos : summariosque nao
teem os dociimculos da primeira serie coucor-
rem para a facilidade das consultas ; urna bio-
graphia especial do embaixador, autor da rela-
zioni, precede a cada discurso. Cheias de fac-
tos sobre a rida poltica destes renesianos to
iccupados.^ao a:liros, to enthustastas pelo ser-
vico de sua patria, essas biographias sao tanto
mais proreilosas ao leitor quanto lhe importa
bem conhecer oquelles de quera l as impressos
pessoaes sobre tantos assumplos televantes: e
lamenlarel que o mesmo processo de publicarn
nao lenha sido empregado em todas as series* O
mrito e a bondado destes desvellos especiaes
pertencem ao Sr. Tommasco Gar, erudito frtil
em meios de altrahir, professor emrito, inves-
tigador feliz e fecundo, bem conheeido daquellns
que leram e medilaram sbreos numerosos vo-
lumes do Archivo Storico, esta encyclopedia do
que lia de curioso na historia da Dalia. O Sr.
Eugenio Aiberi recorrendo ao Sr. Tommasco Gar
para o incumbir da tarefa de publicar as relazio-
ni papes, deu prova do melhor lino o da mais
pura justica. A joven Italia nao possuia homem
mais apto para um trabalho sobro os papis que
lizem respeito a Roma moderna, do que o Sr.
Tommasco Gar, sabe os conclaves c. conbece o
Livro de Ouro do principo da Igrejn, como se
desde Gregorio VII, o Vaticano nao livesse tido
ouiro notario apostlico.
Oeste o IX seculo abundaran] em Roma em-
baixadores venesianos, porra a dalas de suas
rtlartoni c correspondencia nao precedem ao
XVI. Os incendios do que cima fallamos anni-
quilaram os preciosos depsitos que encerrarais
o$ arcauosda diplomacia venesianada media ida-
de. Manuscriplos particulares, ricos de lembran-
cas c impresses manifestadas no mesmo dia em
que appareceram, fizeraiu com que se acvhasse
os priineiros annos do XVI seculo se nao i uleros
pelo menos mais bem prvidos. Existen] em
Veneza, cm o numero dos thesoutos da bibliote-
ca de S. Marcos, 58 volumes in-folo, roanuscrip-
tos, denominados com o^modesto ttulo dfi Diarii
di Marn Sanuto. Comecando em 1 il)(i 0 ter-
minando em 15-'?3, do "una relaco diaria do
que snecedia cm Veneza era poltica : cm diver-
sas noticias, em medidas administrativas ou mu-
nicipaes, em discursos de tribuna nos ronselhos
e em summarius de despachos el
mesmo os que lacos de familia preud>am a laes forrea de Sao Paulo; e nao poda esta en-
cardeaes ou que linlian interesse particular em centrar melhor acolhimento, pois logo foram ne-
Roma, deixasscra o recinto do senado e nao as- Rociados os seus fundos com um premio de
sisttssem de maneira alguma s discusses. O 3/ al/2, o que at hoje tem continuado apezar
registro era que essas sessoes eram consignadas de nao estar anda registada no gtock Exchangc u
linha na chancellarla secreta o titulo liorna ex- j mestna erapreza por nao estarem passados os
pubis. Ccrtamenlo semelhantes medidas nunca Scrip. S na prxima semana ter lugar essa
foram interpretadas pea santa sede como actos fornialidade, pois ento que os accionistas de-
do delicadeza para com ella, c se pode fcil- I vern entrar com mais urna por aeco em con-
mente imaginar quanto o despeilo dos pontfices formidade do programla da directora,
aprovelava o menor pretexto do ,manifestar-se O d*smsI da directorio consta de nomos mili
Os embaixadores venezianos eram. de lodiis os ( acreditados insta pra^a; e a isso attribuo tarabem
representantes de potencias era Roma, os que o bom xito da empreza. Alera do nome do
tiuhain a posico mais dillicil ; deviara por meio tninislrodo Brasil, que director nalo da emprc-
de subtleza, de habilidade e astucia respeito-1 za, figuran os segninles : Mis. Cohn, llird.
na nos ronselhos, sis, moderar as susceptibilidades papes sempre Sampsoit e Rcynell de Castro. Os senhores N.
chegados ao sena- to terriveis, e lo promptas", seus manejos de- i M. Rolhschild & Sons sao os banqueiros da cotu-
do de lodos os ngulos do mundo. U colieclor viam infinitamente variar, porque deviam saber' panhia.cujo corrector nesla praea o senhor Ca-
di'sles.factos quotidianos, o diligente annotador I pratica-los sem por isso so moslrarcm servs, j seora.
das cousas de sen paiz nosses lempos pretritos, Luanlas vezes (oi-lhes til uma ingenuidad.: ad- A distancia da linha 6, como se sabe, de 88
est bujo prestando um dos mais relevantes ser- miravel e excellentemenle dosfareada I \ militas ; e o capital arbitrado para asna cons-
vicos ao mundo histrico Nao s sua dignadade i F^m suas i-e/a;tont, mesmo do 16. seculo, I trueco do dous milhoos eslerlinos. O governo
de sendor facullara-lhe muilo aprender, como a i achei disso admiraveis exemplos, tanto pelo ar- imperial e o provincial de Sao Paulo-garantem
communicaeo com os papas de estado lhe linha lilicio empregado, como pelos resultados obli- sobre semelhante quanlia um juizo liquido de
sido concedida em privilegio derido seu carc-
ter de hisloriographo: por lauto uma corres-
pondenca ourelasioni que elle ligeiramento li-
nha ouvido no senado, podia le-las poucosdias
depois- na chancellara, e formar um resumo
para maior certeza dos tactos que depois consig-
nara em suas memorias. O* Diarii di Marin Sa-
ltillo, quotidianamenlcescriptos com uma perse-
reranca to tocante como admiravel, durante o
espaco de qua.-i 40 aitnes, sao ]i"je a mais abun-
dante mina venczianae a mais fecunda em acon-
lecimenlos minuciosos e precisos, era documen-
tos esquecidos, fados notareis sobre ess-> perio-
do to curioso e agitado coraprehcudido entre
1 i'JLi e 1533.
Por morte desse patricio, rerdadeiro modelo
da perseveran a e habito constituido un derer, o
consellio dos 1);:/. fez Irans.ioriac pin satis ar-
chivos os papis era que. eslava lo fielmente
relatada a vida publica e particular de Veneza :
ahi permanecerm occullos c sem duriJa esquo-
cidos al o XVIII socolo, poca em que o conso-
Ihoexislenle tomn a sabia medida de fazo-Ios
copiar, enri [uecendo do laboas analyticas o
oxomplar manuscriplo dcsta copia, que boje
possue a bibliolheca de S. Marcos, em 5S volu-
mes in-l'oo. Ha mais de 20 anuos, que o no-
nio doMaiin Sanuto vai conquistando de dia em
dia a gloria to tarda que lhe lo justamente
deuda : j tem dado lugar a nobres actos de
sincero reconhei'niciito. O ncstimavel e leal
sao ordinaria junto do imperador dos Francezes
a marques de Villamarina, no meado recente-
mente para o importante cargo de governador de
Hilo.
A Austria enviar como seus representantes o
rondo de Hechberg, ministro dos negocios es-
trangeiros, e o principe de Metternich, que resi-
de cm Paris na qualidade de embaixador Aus-
traco junto do imperador Napolen, por quem
foi no da 20 deste mez rccebidu em audiencia
publica para entregar a sua credencial de em-
baixador.
\ l't ussia ser advogada no congres.-o pelo ba-
ro de Srheilnilz, ministro dos negocios estran-
geiros, e pelo conde de Portales, sen enviado
em Franca.
A Hcspauha ser representada pelo sen embai-
xador em Paris Mr. Mon, como primeiro pleni-
potenciario, o pelo marquez de Viluna como se-
gundo.
Ir por parte de Portugal o conde de Lavradio,
ministro de sua magesude Franceza nesla corlo,
como primeiro plenipotenciario, e o risconde de
Paira, enviado portuguez junto do imperador
os. Nao devenios pois admirar-nos de que os que i %, asstm como a perpeluidade da propriu- Napoleo, na qualidade de segundo agente,
mais bellos e mais notareis documentos da di-, dado cunslitue essa empreza. A garanta do juro
plomacia reneziana sejam os que receberam suas
inspiraces dos negocios romanos, e das intrigas
tempestuosas que circumdavam a santa sede.
Nunca vi mais eloquencia, mais sagacidade,
mais vigor de raciocinio, empregados com um
loni de alio respeito. do que as corresponden-
cias de um Grilli e de um Badoer no lempo do
um Paulo III e um Xisto V, ou de um Hocenigo
e de um Contarini no tempo de um Paulo V e
um Urbano VIII. Nunca vi tarabem relazioni
porm limitada ao termo de noventa anuos. A
estrada deve enmecar em Santos e lindar era Jun-
diahy ; bem assim'estar concluida no prazo de
doze anuos.
O numero de acedes emiltidas de cen mil,
sondo cada uma do valor de S 20. At hoje po-
rm consta-me que ja havido pedidos para mais
decent e vinte rail. Ncnhuma porco desses
fundos foi reservada para os mercados do Brasil'
entretanto nada obsla a que os nossos comprado-
mais estudadas, mais repetidas, e mais inters- res venham concorrer aqu, quando as circums-
santeniente preenchidas do que as que o senado lancias do mercado Ins conrenham.
ouvio recitaron] os seus embaixadores ao regres- No principio do raczde Janeiro devero seguir
sar de suas missoes Roma papa era de lo- para Sanios os engetiheiros desta nova compa-
dos os senhores do mundo o que mais importa- nhia, acnmpanhados dos utensilios c pessoal ue-
ra \eneza conhecer; era pois mislcr confiar a cessarios para dar comero s obras da linha. A
poi
tarefa de sen retrato e apparenria aos que eram
mais aptos para produzir suas feices : quanlos
f^in por esle modo dcscriplos perfeilanieitto
nestas relazioni destinadas instrueco do um
governo, cuja curiosldade poltica era insaca-
vel Ouantos delalhes nao s sobre a pessoa
pontificia do soberano espiritual e temporal, mas
lambem sobre sua cidade, sobre sua Roma e
suas pompas! Quanlos quadros seria fcil de
segregar da confuso de seus accessorios, e fa-
zer brilhar saladamente com o scintillanle ful-
gor das cores que lhe foram to hbilmente mi-
nistradas erepelidas! Nao sendo possivel mos-
tra-Ias aqui com toda a cxlenso necessaria, as-
suraraa de & 45 mil destinada para despezas
preliminares da obra.
Aproveit aqui a occasio para rectificar o que
disse na mittlia ultima carta a respeito dos donos
da nova linha do vapores entre Milford c o Bra-
sil. Quando ponderci que seria de summa van-
Ocardcal Anlonelli representar sua sanlda-
de nocongresso, anda pie a este respeito paroro
ler havido durida em consequeneia de preemi-
nencia a que aspira aquello ministro quanto
precedencia que no congresso devora observar-
se. Moiisetilior Sacconni, nuncio do papa em Pa-
ris, ser o segundo plenipotenciario do governo
pontificio.
A Russia mandar ao congresso o principe Gor-
thschucol eo conde de Kisseleff ; o primeiro mi
nistro dos negocios cslrangciros, e o segundo
embaixador em misso ordinaria junto do impe-
rador dos Francezes.
E aples enriar como segundo plenipoten-
ciario o marquez de Anionini, antigo enviado Na-
politano em Franca. Quanto pessoa que derer
preencher as uncQes de primeiro plenipoten-
ciario, ningueni est por era quanto designado ;
mas acreditarse que a final ira nessa qualidade
o principo de Salriano.
A Succla smente nao rommunicou anda a
iionicacao dos seus plenipotenciarios ; mus pare-
ce que nao ha duvida de que adherio ao convite
lagem, para o desenvolvimento da nossa nave- : para figurar no eoogress
gacao a vapor de longo
ura subsidio pecuniario
do governo imperial
crenca do que era el
curso, a concessao de
essa linha por parle
foi porque eslava na
a tambera propriedade
brasilelra ; mas agora sei que nao, e que lodos
os seus vapores so achara registrados como pro-
priedade portugueza, com cuja bandeira devero
Espera-so que todas as potencias calholicas,
excepeo do Piemonte, advogaro no congresso
a causa da inlegridade do territorio pontificio,
com quanto se esforc.aiao por aconselhar ao ga-
binete do Vaticano a* iniciativa do reformas ur-
gentsimas. Assim pois nao cielo que em resul-
tado as legacoes pontificias viro a ser desmem-
lirilez, o Sr. Rawdon Prowns, que tantas vezes
lem expressado em Veneza, cora seus estudos e signalamos ao menos alguna sem ultrapassarmos navegar. '.Vdvo'guei por tanto" sob uma falsa sup-l bradas dos Estados do Papa urna vez que este se.
nos. a sympalhia que transborda era seu os limites que nos esto circumscrptOS. posico o poni, era questo; pelo que julguei do preste a sauccionar as reformas que aquellas ja
[Continuur-se-ha.) meu dever dar nesle lugar a explicaco que aci-1 iniciaram.
madeixei.
cora;o pelo passado desse povo que toi lo
civilsado, o Sr. Rawdjn l'rowns, entre todos os
sabios do nosso lempo, publicoit Ires volumes de
estudos c extractos da maiorcurosidado legada
por Mario Sanuto, com o titulo de Ilaggitaijli
sulla vita e ulVopere di Marin Sanuto'.
Sen livro abri o caminio aos investigadores,
muilos o rcconhi'ceram, explorarame Irilhararo,
piirOm a mina C inesgolan'l : Veneza c ludo
o
CORRESPONDENCIAS DO DIARIO DE PERNAM-
BUCO.
Londres, S:t de dczcmbr4> de is.').
Fin conformidade do que proini.tli na tninlia
ultima carta, vou dar as notic<>8 occoridas desde
a partida do paquete da linha de Scnithampton,
etr9do correle. O portador desta missiva ser
que iiuha relacao com N cneza durante os qua- o vapor Brasil, que amantada largat de Milford
renta annos mais fecundos de sua poltica, e vi- Haveo com deslino ao llio do Janeiro, fazendo
ClSSttudes Sem Marin Sanuto, sem a perseve- escala por Lisboa, Mudeira, Cabo-Verde, Peruam-
ranee pnntual deste homem amoroso de sua pa- buco e Babia I
tria poique cm cada pagina e pela maneira [ Foram
ingenua -porque narra ou menciona ludo, reco-
nhece-se claramente corno osle Veneziano era
auiatite de Veneza quanlos tartos, quanlos
documentos se leriarn perdido no abysmo do na-
da .' Quanias relazioni que form perdidas en-
conlra-se em suas paginas, que grande e impor-
tante lugar nellas occupaui a Franca eRoma I
Para uma selieSo sobre a cidade papal de lo
grande importancia para seu livro, o Sr. Tom-
masco Gar, assim como o Sr. It iwdou Browns re-
rolreu as paginas venerareis dcslas antigs me-
morias. Kilo pode encontrar os vestigios das
relazioni perdidas e dispersas, o foi assim que
pede publicara preciosa relleco florentina de b
relazioni cuja compilarn permiti conhecer o
XVI seculo do Roma pelo retrato terrivcl desse
ponlilire que, como papa, foi Alexandre VI, o co
mo homem, um Boigia.
Francesco Capello o primeiro dessa brilhan-
te reuna o de numerosos diplmalas que, duran-
te o lb\ seculo, representaran),com uma pompa
e fausto dos mais grandiosos, a repblica serens-
ima junto santa sede. Entre esse Capello cm-
com effeito alteradas as partidas dos
paquetes dessa nova linha, devendo para o futu-
ro ser a partida tnensal de cada utn dellesnn oa
2 em vez do 1" como a principio leve lugar
aqui gcral o sentimento a favor da erraco deste
novo meio de communicaeo entre Inglaterra e
o Brasil, attendendo ao immenso progresso em
que vao asrelacoes commerciaes dos dous paizesj
entre si; mas ao mesmo tempo iiinguein confia na
prosperidade da empreza, porque, entregue uni-
camentea seus proprios recursos, nao agotra ella
felizes resulladcs.
A experiencia tcm moslrado que nciihuina (
linha de paquetes a vapor pode suslenlar-se sem I
Os fundes pblicos brasileiros de 5 % ficam a
103; os de 4 1/2$ de 1852 a 93 ex divid; e os4 1/2
' de 1858 a 94 ex-divid. Os consolidados inglezes
do em sido colados a 95 7/8, 3/4. Os fundos
Chilenos de 1/2a 8*1/2; OS da llollanda de 5 ;,
a 101 1/2 ; o> Peruanos do 4 1/2 % a 4)2 1/4 ; os
tus por cento hespanhes a 45 1/2 ; e os tres
por cento portugue/.es a 46 1/2.
) algodio de Pernarabuco e Maranhiio tem es-
tado em grande procura fio mercado de Liver-
pool ; i- os seu precos lem regulado do modo
seguinle : 7 1/4 d a y 1/2 d por libra.
1) coco do Brasil lem sido vendido de 43 s. a 50
s., sujeilo a 1 d. por libra.
(I caf de primeira qualidade de 59s a 70 s.; o
de_segunda de 52 s. a 58s.; e o ordinario de 46 s.
a 51 s, 6 d pagos os direilos de 3 d. por li-
bra o ludo pela medida ingleza de 112 arralis.
O pao Brasil conserva o rnesrao proco que dei
na minha ultima carta,islo de 100 s.'a 105s. por
tonelada.
O assucar de Pernambuco c da Parahiba lem
reglalo pelos precos segninles : branco de 20s.
6 d. a 31 s. 6d ; mascavado 20 s. 6 d. a268.
O da Baha branco lea de 6 s. 6 d. a 31 s., e o
subsidio pecuniario dos governos que deltas pos-1 mascavado de 21 s. a 26 s. : todo csle.gencro est
n tirar interesse ainda que mediato, e por esse sujeilo ao direito de 16 s. por cwt. sendo branco,
motivo cessaram nao s as linhas l'rancczas do
Havre c Marselba para o Brasil, assim como a
Portugueza ea Ingleza [de Liverpool] para aquel-
le mesmo deslino.
Ora a nova linha, de que cima faro menco, se
aclia em idnticas circumstancias, pois noperce- pa Inglaterra, no decurso deste
be subsidio algum pecuniario dos governos ittglez ; da 9, resumen)-M as segninles
- portuguez, riera do brasilciro
e ao de 13 s. e 10 d. sendo mascivado.
Os couros salgados do Rio Grande ficam de 7
d. a 8 1(2 d. por libra; os seceos de 9 d. a 11 d. ;
e os salgados de 3 l|2 d. o 9 112 d. por libra.
As procedencias dos portos do norte do Brasil
mez desde o
Do Rio Gran-
. apenas me cons de Vlonde e Eagh, o primeiro no dia 12 a Dcal,
Dallador no anuo de l.">i>0, no tempo do pontih- i la que lem ella promesssa de lhe ser votado as e o segundo no dia 1 i a Gloucesler ; da Bahia o
I Alexandre VI e Giovani Dellin, embai-1 cmaras portuguezas ura subsidio na importancia I Richmond a 2i em Liverpool ; c nesto mesmo
de 1600, no pontificado de Ce- | de 28,000. O governo inglez uao est por cm-; porto enlrou lamiera nessu dia o Charlotte Dro-
quanlo disposto a favorecer essa nova linha cora ceilete do Maraalio. A barca l.ady-Franklin,
auxilio algum pecuniario; pelo que respeila ao de Liverpool para o Maranho, foi mctlida a pi-
Brasil, pessoa fidedigna me assegura que os nos- que na noiic de 29 de novembro por um navio
sos ministros da marinha e da guerra scopporo do alto bordo, que se suppe ser des Kstados-
a qualqucr concessao diquelta natureza, visto; Unidos ou Inglez. Dous pussageiros e 16 homens
que a Europa nao nacional. Claro est que os' da tripola^o perecern) ; smenle ora negro
xador no anno
mente \ III, Roma vio dentro de suas murallias
a entrada solemne de setenta e tres embaixado-
res venezianos, dos quaes quarenta e nove fo-
ram ordinarios c vinte o quairo extraordinarios.
Como mais cima obserrei, os enriados de Vene-
za Roma eram rscolhidos d'cnlro os homens
~- ...... '""'"ivj u vhi>u vo uvaivwpiH a i.uio|i.i uno u nacional, ciaio esta que os u.i uipuia'_ao perecerara ; someuie oui negro,
d tstado os mais consummados, experimentados nobres ministros araliam perfeita e imparcial- : pertcncenic a cquipagem, e que bniara sobre uraa
em todos os negocios politices e encanecidos po
traquejo da diplomacia, mas ainda bastante ro-
bustos para fazer face gloriosamente s prelen-
coes de alguna pontifices muilas vezes exagera-
das e cm um lom muilas vezes violento. Du-
rante o 16 seculo, excepto o tempo das coleras,
assoraos, e raios do mais militar dos papas, islo
. Julio II, os negocios polticos entre Veneza e
Roma marcharan) ainda com muita harmona ;
mas no 17." seculo o horisonte annuvou-se ler-
rivelraente para os dous estados, e esla a po-
ca das hostilidades continuas, dos interdictos,
das pequeas e grandes chica as, assim como
das quesles do gabinete, ludo o que torna
unta siiuaco di&Vil e irritante pata dous. chefes
de familia ambos poderosos, manifestou-se qua-
Si incessanlemenle em torno do solio de S. Podro
e do estandarte de S. Marcos. Pranle tantas
dilficuldades moraes, e uma siluoco lo emba-
razosa, o que leriarn teito diplmalas ordinarios
e inhabeis ?
O syslema de conduela, e a maneira de ver
as cousas ou de descreve-las, eram lambem in-
leramente differentes a respeito de Roma.
Fraco leria sido o procedimcnloj alias bom
em Franca c na Hcspauha, que consislisse s
mente cm conhecer e dizer as nlenccs e pen-
samentos do rei, da rainha, da raiuha me, e
dos ou Ires secretarios geraes ou favoritos de
urna influencia mais ou menos grave sobre as
decises ou resoluc.des soberanas. Que difieren-
tes allences devia ler, de que artificios se de-
va muir o negociador veneziano junto aos pon-
tfices Dcvia conhecer lodos os cardones, cora-
prehendc-los, delini-los e descrere los. Consi-
derar o lado corritplivcl de uns; esludaro modo
de conducta que se doria conservar para com
uns, e a insmuaco que se deria praticar para
com outros E quanto aos rardeaes papabilex,
islo os que eram susceptiveis de chegar mais
larde dignidade soberana, nao hara necessi-
dade e necessidade capital de saber dslingui-
los, sonda-Ios, allicia-los a si cora o emprego
de todos o recursos do mais consummado ge-
nio diplomtico?
O papa, no 15. e 16 seculo e al o mciado
mente a conveniencia da cousa ; porque em ver-
dado o governo imperial nao poderia razoavel-
mente prestar-sea subsidiar linhas estrangeiras,
pelo menos cm quanto uma longa experiencia
nao liver creado forles razoes cm favor de uma
ou oulra, ou mesmo d muilas : o disperdtcio em
assumplos desta ordem era grave prejuizo do
ihesouro publico, assira como uma mal entendi-
da economa aneciara o desenvolvimento das
relaedes commerciaes e por conseguinle o mesmo
lltesouro.
Nestas circumstancias, portanlo, a linha de pa-
ineles Anglo-luso-brasileira nao olTerccc me-'. sob a presidencia do conde VValewski, ministro
llior perspectiva do que vimos a respeito de lo- dos negocios cslrangciros da Franca. Lord Cowley
das as linhas de vapores entre a Europa e o Bra- | embaixador da Inglaterra em Paris, ser o pri-
sil, com a nica excepro da de Southampton, meiro plenipotenciario ; e lord V'odchouse, que
que recebe do governo inglez urna avultada sub- lia pouco lempo ainda represontava a Gr-Bro-
vencao. tanha cm S. Pelersburgo, ser o segundo plenl-
Faro todava rolos pela prosperidade dessa no- potenciarlo Sao ja conhecidos ossentimentos do
va empreza ; c queira Dos que a direcloria pos- governo britnico, c da naco Ingleza, a respei-
sa contribuir por meio de uma cxcellcnle geren- lo da questo Italiana ; e por isso se pode infe-
ca para aquello lira. rir que aquellos plenipotenciarios combalero
loda idea de intervenco estrangeira
cios da Italia o que al
verga daquclla barca foi salvo pelo vapor ilarley
llill no dia 30 daquelle mez, na tal. 48 N. c Ion.
7 W. A barca Lady Franklin era propriedade de
uma casa do Liverpool.
Seguirom para o Recife os seguintes navios ;
no dia 9, o Miranda de Liverpool, e no dia 18
Gepbxena Hellena de Falmouth. De Cardiff seguo
viagem a 19 para a Bahia a barca Celerilas.
Esto ja noracados os plenipotenciarios que
derero representar a Gr-Brelanha no grande e
famoso congresso europeo, que dever reunir-se
era Paris entre o dia 5 a 18 do prximo Janeiro
O rapor Milford Haven, um dos da nova linha,
chegou a Milford na manhaa do dia 21 do cor-
rente, Irazendo seis das de viagem de Lisboa
al alli em consequeneia do mar tempestuoso,
que encontrou no golfo de Biscaia.
As noticias trazidaa por esse paquete pouco ou
nada adiantaram s que haviamos recebido do
Brasil pela mala ordinaria : assim, pois, as folhas
desta capital nao tem publicado cousa alguma de
interesse, com relaco ao imperio do Brasil. A
coufirraaco porm, da noticia do zelo e empe-
nho, cora que Sua Mageslade o Imperador tem
inspeccionado as obras da estrada de ferro da Ba-
ha veio produzir aqui um cxcellcnle eTeito, con-
tribuindo notavelmente para fazer subir no Slock
Exchange os fundos da linha frrea da Bahia e
rapsrao os da de Pernambuco,
E assira que os priraeiros ficam colados com S
1/8 de premio sobre & 5 de entrada; e os segun-
dos com ^la 7/8 de descont : por onde se v
que a condico desses fundos tem ltimamente
melhorado.
Corre aqu tambem a noticia de que a directo-
ra da estrada de ferro do Recife contrahir era
do 17., era na realidado o soberano, cujas ron-i brere um noro emprestimo, garantido pelo gu-
iados e descontentamnnios eram mais lemiveis rerno imperial, para a final concluso das obras;
para os inleresses pblicos c particulares de Ve- e nao durido que da realisaro desse boato pro-
noy i p -.,.. ........ r. ..ka.. ^..nt;i',..r nMn ..:_'. :.....i .. ____j~ l..__t* _____ ... .,-.
neza. Raras rezes o soberano pontfice, como
principe espiritual, e como potentado do mundo dos fundos dessa empreza, assim como da ins-
catholico, leve muilo que congratular-sc do pro-
cedimento esquivo da poltica veneziana a seu
respeito, porque a inadmisso constante do clero
nos negocios pblicos, era uma das leis funda-
mentaos da repblica, e alem disso, quando no
senado se linha de traclar do3 negocios de Ro-
ma, um decreto prescreria que antes de por a
questo na ordem do dia das discusses, todos
os senadores conhecidos como partidistas pro-
nunciados (es nec plus ultramontanos de hoje)
vira igualmente grande beneficio para o crdito
se
pecro a que na linha ter a esta hora procedido
Sua Mageslade, suppondo como geralmente se
er que nao haver motivo para conderanar par-
te alguma desses trabalhos. Bom ser que ludo
isso venha marcar uma poca favoravel nos des-
linos dessas duas eraprezas, al hoje contraria-
das por circumstancias todava independentes da
vonlade do governo imperial.
No dia 17 aununciou finalmente o Times a ap-
parlco a renda dos fundos da uossa empreza
nos nego-
recusaro a assignar
rualquer acto contrario s vistas c poltica da
Inglaterra sobre semelliante assumpto.
O imperador Napoleo deseja sinceramente que
a Italia fique organisada de modo que no futuro
olTereca solidas garantas de paz e prosperidade ;
smente nao approrar ou apoiar o engrandeci-
raenlo a que aspira a Sardenha, receioso de ter
lo perlo de si uma to poderosa risinha. En-
tretanlo esl obrigado pelos preliminares da paz
do Villa-Franca a idvogar a restaurado dos du-
ques de Pirma, Modena, e Toscana ; sem o que
essa paz nunca teria sido assignada, pois se er
'no foi condico sine qua non do imperador da
Austria, alim de conservar ainda no futuro uma
certa influencia na Italia por intermedio dos seus
prenles duques de Modena, Parma, e Toscana,
por cuja reslauraco tanto se empenha sua ma-
geslade imperial e real apostlica. Como porm
a roaioria do congresso que derer decidir das
questoes que lhe forera submetiidas, poder o
imperador Napoleo, caso queira proteger since-
ramente o rolo italiano, sujeitur-se simplemen-
te a aualqucr deciso e protestar cm todo caso
conlra qualquer inlerrenco estrangeira nos ne-
gocios da Italia uma vez que a ordem nao deixc
de ali reinar.
As outras potencias que lem de figurar no con-
gresso nomearam tambem ja seus plenipotencia-
rios. O segundo plenipotenciario, que derer re-
presentar a Franca naquella assembla ser o
principe La Tour de Aurergne, que era ltima-
mente ministro do imperador Napoleo junio do
rei Vctor Emmanuel.
A Sardenha ser representada pelo eximio pa-
triota conde de Carour, e pelo cavalleiro Desara-
brois, que ja a representou as conferencias, de
Zuen, e que agora acaba de substituir em mis-
Sua mageslade a rainha Victoria regrossou Iioti-
tem de Osborne ao Caslello de Windsor onde
passar o Natal. O principe de Galles se acha
era companhia da familia real.
Lisboa,
2 de Janeiro de 1860.
Meu charo redactor.Serci hoje muito bre-
ve, porque urge o tempo de encerrar a mala do
vapor Brasil da companhia anglo-luso-brasileira,
e sobretudo, porque poucas noticias lhe posso
communicar em relaco a Portugal.
O estado sanitario* bom. A reooraco da
concessao para a livro admisso de cerca es nos
nossos porlos at o tim de fevereiro prximo,
pe-nos ao abrigo da caresta. A tranquilldade
publica nao tem sido alterada at agora, c se o
foi n'utna ou n'oulra locahdade, em consequen-
eia das cleices, nao o disse ainda o telegiapho
nem o corre'io.
Dous diplmalas portuguez.es, o conde de La-
vradio c o risconde de Paiva represenlaro este
paiz no congresso europeo. 0 primeiro o
uosso ministro plenipotenciario em Londres, e o
segundo reside era idntica qualidade na corte de
Paris.
Aseleicoes que liveram lugar lionleni, foram
as mais disputadas de que ha memoria lalvcz,
desde que rege entre nos O syslema representa-
tivo. Perora os resultados do que se passou pe-
las provincias sao pouco conhecidos.
Em Lisboa, o triumpho da opposco progres-
sista fui completo O ministro do reino, que se
propunha a candidato pelo bairro do Roci, foi
supplantado pelo candidato Jos Joaquim Alvos
Chaves, que um honesto burguez, que tem si-
do duas vezes vereador municipal, e servio hon-
radamente o lugar de regedor de parochia. Re-
presenta o pequeo commercio. Esta derrota
do ministro' tem a maior signilicaco, por isso
mesrao que o seu adversario no linha enhuma
importancia poltica. Gregos e Traannos lica-
ram assombrados do poder da opinio publica c
da imprensa.
Esta derrota de um ministro da coroa, por ura
simples cidado, sera mais influencia que u pro-
bidade do seu carcter, equivale ao maior choque
da populaco do Lisboa contra o gabinete per-
dulario, vaidoso e Icviano que to desacertada-
mente lem gerido os negocios pblicos desde
marco. Vencern) alera disso os seguintes can-
didatos da opposco por Lisboa : Anselmo Braou-
camp, Jos Mara Frazo, e Carlos Bcnto da
Silva, que foi ministro das obraspublicas na ad-
ra mistiaco histrica.
O ministro da marinha (Ferreri) do gabinete
actual, nao obteve maioria absoluta por Lisboa,
eando para segundo escrutinio. O mesmo suc-
cedeu a outros dous candidatos minisleriaes. O
Sr. A villa (que foi ministro da fazenda no gabi-
nete Loul), sahio deputado por Oliveira d'Aze-
meis, segundo ura despacho que vi hontem
meia noile. No Porto veuceu a opposco. Eui
Coimbra e Santarcm perdeu tarabem o" governo
quasi todos os seus candidatos. A torca moral
que tinham comcrado a perder cora a dissoluc
da cmara, fugio-lhes loda agora, mormete
com o desaire porque passou o Sr. Fontes em
Lisboa, devendo adverlir-lhe que o ministro do
reino, sendo a alma do actual ministerio, a sua
derrota altamente significativa.
Parece que os ministros nem coragem lero
para comparecer perante a represenlaro na-
cional e pediro a sua dcmisso antes da reunio
das cortes.
Para o paquele de 13 screi mais extenso. O
Tync ebegou no da 31 cora feliz viagem.
O governo nomcoit uma commisso composta
de alguns dos nossos compatriotas mais conspi-
cuos no Rio de Janeiro, para solicilarern dos sub-
ditos portuguezes que residerem nesse imperio,
donativos para as obras da Casa Pa de Lisboa. A
commisso composla dos Srs. risconde de Con-
deixa (presidente), risconde da Estrella, Antonio
Jos Aires Souto, Bernardo Ribeiro de Carvalho,
Antonio Joaquim Das Braga, Francisco Antonio
de Carvalho Ribeiro, Francisco Augusto Mendcs
Mouleiro, Manoel Pinto Torres Neres, e Luiz Au-
gusto Ferrcira de Almeida, os quaes elegero
d'entre si thesoureiro e secretario.
Esta commisso poder crear juntas filiaos as
provincias do Brasil.
O noro raso de guerra porluguez D. Maria
Anno, o ultimo dos doze que raandou construir
nos eslaleros inglezes o risconde de S da
da Bandeira, chegou ha poucas semanas, fez
uma pequea viagem de experiencia, d'onde se
reconheceu serem as machinas exccllentes, c vai
sahir um dia destes para Antuerpia, conduzindo
S. A. o principe Leopoldo de Uohcnzollerne, ir-
mo da fallecida rainha de Portugal.
O archiduque Maximiliano, irmo do impera-
dor d'Austria, e a archiduqueza Carlota, sua es-
posa, tinham chegado & ilha da Madeira, onde
lencionavam demorar-se.
Continua a residir entre nos a priuceza Olga,
da casa imperial d i Rus a. A sympalhka prin-
cesa assiso ao primeiro concert do i-lub liel
nense c vista lodas as n ules nn Ihealro "li
Habita no hotel Central, caes do Sedi.
Chegou no ultimo paquete do Southampl
mais opulento representante da ari
lannica, o duque de Norlhuniberlaml. lo,
quasi todo o hule! de Braganca c gasta fabu
smente comsigo e com o seu sequilo, r
que o nobre lord lem ura rendimento de m fi-
bra* esterlinas por dia.
Salamanca, o rei J"- banqueiros hl I]
mece lambem na capital, ten
por uns poneos daonos o palacio Palmella no
Calhariz. Cora a rinda du duque do iirtbum-
berland, j licou eclipsado t> bualn do nababo
castelhano. lia mesmo certas mesquinheras que
abalaran o prestigio que riqueza de h. J -
de Salamanca linha pn luz lo. Potocas
lendo elle mandado rir de fura un
para seu uso particular, obliresse llreii s r
fazer sahir da alian rga, lar." d.- direi'tus, i ,-
mu material circuanle para o raminliu d
fazer de leste de que eoncessiunario. A m-
prensa aecusou o escndalo, e mostrou que a fa-
zenda (icaria prr-judicads em 400 e lanos u
res, alm dos emolumentos dos empregados lis
caes, notando alm disso que o Irem sahira, n
pela polla principal di alfandega, o.i-
das que do para o rio, chamada aportada.'
Asia, embarcando u'uma faina, que a lerou ?*
Santa Apolonia estarn do cmuho de ferro
onde era esperada por uma parelha. U
d alli paui casa de Salamam i, c es
va tarde o sen passeio na raesma coi com; .-
nhia das suas duas charas metales. I) di -
fez bulla c poucos das depois o famoso ca
lisia pagara os direilos do vehculo, confirman
a censura do publico, pois, se liresse moliri -
para nao pagar aquella soinrna. nao de pn
mir que dsse o s.-u braco a torcer. J as fron-
teiras, as suas bagageus linham deixado il
revistadas ni alfandega d'EIras o depul I
realista Carlos Kefirino Pinlo Cuelhd que entrn
pela r..in na mestna occasio, bradoo que
delle nao seria concedido um privilegio a um
rstrangeiro. do que elle nao gusasse lambem.
Os aduaneiros alerntejanos houverom p n me
Ihor nao abrir os bahs de nenhum dos re
chegados! sao pequeas miserias,) pie
ha mezes leve lugar no Tejo, quando el-ni sa-
lamanca foi com algum do nossos ministros de
estado visitar o camioho de ferro do Sol, quv
parle do Barroiro para as Vendas-Novas. No rapi i
do transporte fui icada a bandeira hespanhola
em obsequio a Salamanca, e os ministros con-
sentir m n'esle servilismo aquella potencia mo-
ndaria. Cousas nossas. Entretanto, devo di-
zer-lhe que ludo islo deu margem a severo com-
mentarios, pois aqui ha anda muilo patriotismo '
c espirito de nacionalil ide, npesar dos
azooreiros das Cassandras litterarias que pro
pheisam a nossa decadencia.
O inrerno vai rigoroso. Poucas chinas mui-
lo fri, mas grandes ventanas. Sinislros mari-
limos e ilmiaes nao teem tallado, infelmente.
No dia 18 leve logir um pouco cima da H
(l)ouro' um naufragio lastimoso, n arr-i.
barco chama-so Manoel Antooit da Silva,
alcuuha o Bailique. irazia do c es do \ eira ti
carros de castanhas, e rarios paai I he
gando ao Pinho, melteu mais um can
seceos e muilos passageiros Irabalhadorcs, que
anduvara era algumas quintas c rinham pasi
festa a suas casas. Chegando ao aeme de s
Narlinho, tatito por Irazer carga de mais, romo
pela incapacdade do marinheiro que rinha .--
padclla, virou-se o barro, morrendo 33 pesst is.
homens e mulheres. o sino da ealaatrophc i
legoa e mcia cima da Regoa.
A corrente do Douro contina lorrf, porm
ajnda d pela mar. A maior parte d a n
j lomaran) o anioradouro de Val de Pied
A alfandega annunciou aospossuidores de gne-
ros armazenados no Ca 5-Moro para que lomem
as preeaurdes necessarias, aiim de evitar os prc-
juizos que possam resultar-lhes, no caso de
cheia do rio.
Fin Braga tcm chnvido exlraordnariamcnle.
O temporal do da 2t causn em Visea e (eos
arredores considerareis estragos. Nao ha all
memoria de um vendaval semelhanle.
No dia de Natal subi o no Hondego q
repentinamente e inundon o bairro hamo da ci-
dade' de Coimbra. Em Fafc os estragos sao no-
tareis, causados pelo temporal de 25 de dezesa-
bro. Lin lufo de vento fez grande prejuizo no
hospital de cardade que se anda consimtndo
naquella villa. Esta obra, que so achara muito
adiantaita, e que devia licar prompta em pouct
dias, soffrcu erando arara.
O sympathico prestigiador Hermn parte de-
pois de amanhaa para Madrid. Os seus actos >!
beneficencia pralicados peste paiz do-lhe di-
reito ao appcllido de feiticeiro pniluntrop
lhe poscram na America do Norte.
a luz co
Hespanha.
As noticia; alcanzam a 27.
No da li deu a rainha D. Isabel I
feliz successo uma infanta.
Correu o boato de mudanca de miuUtero, mas
parece que foi destituido de fundamento.
0 gabinete iglfz nao leva a bem a guerra da
frica ; e islo lo conheeido por todo o povo
hespanhol, que o menor transime que aconte-
ce logo aitribuido a influencias inglezas ; por
exeuiplo, sahio fora dos earris umeombuyo que
lerava tropas, c lodos acensara os inglezes ; ar-
den o Genova em Malaga, e o fumo cheirava a
inglez uma legoa de distancia; corlaram-sc os
los lelegraphicos da linha de Audaluzia, c nislo
acreditaram vera mode Albon |>or ultimo at
na casa do renegado, se diz haverem-se encon-
Irado 14 moitros brancos e rosados como anjos
o armados de rorolrers. Tudo isto 6 provavel-
mente exagerado, mas o tacto mais significativo,
que a Inglaterra exige da Hespanha o ;
iiienlo de (4 milhes que esla lhe deve, a-
Rora que tem de necessaramenle fazer face j
enormes despe/.as de uma lula em paiz eslranho.
Diz-so que lord John llusseil fizera suspender
essa reclamaco. Consta tambera que o minis-
tro inglez cm Madrid nao recebera instruyos
algumas a semelhanle respeito, c que na uli'ima
conferencia que livera com o ministro dos cs-
trangeiros nao tratara de semelhanle assumpto.
izem os jomaos hespanhes, que ainda quan-
do se verifique esla noticia, o governo hespanhol
nao admiltir demoras na resoluco que houvcr
de lomar, por isso que a dignidade nacional es-
l inleressada em que se pague o que se deve,
sera precisar delongas.
Continua o enthiisiasmo geral pelos feitos d'ar-
mas hespanhes; as aeces lem-se repetido, c as
vantagens tem sido todas para os hespanhes, se-
gundo as participaces dos seus generaes, e as
narrativas dos seus peridicos.
Nao podemos de lodo descrcr da veracidade de
taes noticias, mas doremos dar-lhe um descon-
t, visto que ouvimoss uma das parles conten-
doras, e que teem grande interesse cm uo es-
triar o enlhusiasmo do povo hespanhol.
A situaco do exercilo critica ; acha-se an-
da acampado no Serralho, a uraa legoa de Ceuta;
os reconhecimentos lera chegado a duas leguas
de Teluo ; e traia-se por agora de tornar a es-
trada de Tctuo, transita) el para aarlilharia e a
cavallaria.
O lempo lem oslado pessirao, cera consequen-
eia das chuvas acham-se em um rerdadeiro pan-
tano.
Em resultado da mudanca de clima, e de ali-
mentes a que os soldados, se nao achavam acos-


(1)
DIARIO DE PERNAMBUCO. TERCA FEIRA 24 DE JANEIRO DE 1860.
turnados, lora grassado bstanlos doencas no
acampamento hcspanhol, que tem feilo victimas
bastantes.
Trata-se de por este mozse fazerum rccrula-
reenio de 6 mil horneas ; o exercito de opera-
dlos consideravel; e-a orvallara hespanhola,
cha-soja loJa em territorio africano a estas ho-
ras, a nao ler acontecido algum desastre ultima
conducao.
Far-lhc-hei urna enumeradlo rpida c succin-
la das acodos dadas, depois das que lhc onumc-
ri i na niinlia ultima :
A accao de 30 de novembro Coi un.a das mais
sanguinolentas; ois a participado do general cm
cliefe O'Donuell :
Exercito d'Africa.lisiado maior general.
Esa. Sr.Seria 1 hora do dia quando comecei a
ouvir alguns tiros na parle que cobre o reducto do
Isabel II, e que forma a direita da nossa linha
a raneada, e ao passo-qno o lirotcio augmeniava,
sem que tomasse caractet de importancia, rercbi
una parto do general Gassct, dotido-me cunho-
C ment de que corcavam os nossos postos, su-
bindo da banda do Aughera e Belzos, forcas con-
siderareis de momos, o que ludo annunciava um
ataque serio As nossas primciras posices.
[inmediatamente raonlei a (avallo o subi ao
reduelo de Isabel II. donde podia ver lodo o
campo, Undo antes ordenado que o segundo cor-
I o sordena do general Zavala, avancasse s al-
loma do Scri-allio, e que a divisao de reserva
luarchassc a osle ultimo ponto, pora auxiliar em
.aso necessario ao primeiro corpa, que era o que
eslava em combate.
* A' minlia chegada, em vii lude das disposiroes
neral Gasset, commandanle do sitado pci-
rueiro corpo, subiam o regiment de lourbon e
* iluo de Talaren, do commando do bri-
gadeiro Sandoral, ao reducto, o os batalhes de
Calalunha e Madrid, si guiram o caminho do Au-
ghera, s ordens do brigadeiro Lansaye, seguin-
do as demais forras do mesmo corpo para refor-
e ir os pontos qu fosseai necessarios.
0 inimigo tiulia dirigido a maior parte das
' s.ias sobro a nossa direita, tomando as alturas at
.'i casado Renegado, e pela esquerda sobre o ca-
minho de Aughera annunciando querer inlerpor-
sfl entre este ponto, e o Serralho ; porm vigo-
rosamente rccubido pelos batalhes de Boorbnn
Talavera, foi arrojado a os barrancos e esj -
[iies de que eslo revestidos, perseguindo-o |
tapuis at garganta que couduz
dondo preveni que retrocedesseni os no
INTERIOR.
Alagoas.
.VIAGEM DE S M. IMPERIAL A' COMARCA DE
POBTO CALVU.
cuita u
Mea charo senhor.Encerrc a minha primeira
carta noticiosa justamente quando ia S. M. o Im-
perador seguir para o ongenho Novo, proprie-
dade do l)r. Jaciulho Paes de Mendonca, legua
e meia distante da villa.
Pe feilo cram 3 horas da tarde c tornara- se
diflicil atravessar por entre o povo que se aglo-
merava em toda a exlensao da roa e paleo do
Paco Imperial, dando vivas a S. M. o Imperador
e a Augusta familia Imperial, soltando foguetes
continuadamente, ele etc.
As quatro horas om ponto seguio S. M. para o
engenno Novo acompanhado por irais de SOUcn-
ralleiros. Km lodo o caminho saino o povo ,1
estrada, dando vivas onthusiasticos, acompanha-
do de girndolas, que constantemente subiam
ao ar.
As 5 horas chegava S. M. a porleiri do cerca-
do do dito engenno, que se achara bellamente
enfeitada e toda embandeirada, donde subir ao
ar urna mnllido de girndolas, que annuncia-
ram a chegada de S. M. Duas alas de bandeiras
desde a porlcra do cercado al o pateo do en-
genno guarnecala a estrada : repelidas girando-
las e Ires especies de fortes, enjenhosameiile
preparados, salravam incessantemente. O gran-
de numero de cavalleiros que acompanhavam 8.
M., e urna mullidlo extraordinaria de povo, que
se havia apinhado no cercado do ongenho sauda-
vam em delirio S. M. 1. A recepeo que leve S.
M. no engenho Novo nao foi urna recepeo par-
ticular : pelo ell'eito admiravel que pro luzio,
dir-se-hia um festejo publico,tanto era a anima-
cao e o conlent'imciilo quo arrebatara OS espec-
tadores do urna scena magestosa. As pequeas
fortalezas que salvaran), urna longa linha de gi-
rndolas que disparavam continuadamente, a
msica marcial que animava o senlimento em
lodos iis c na. oes ; e os frenticos applausOS de
lodos os cavalleiros e espectadores, que vidos
se agrupa vara em torno de S. M. davara a
esse acia um aspecto festival c triumpnanto.
I'ouco depois de 5 horas, ao apear-se S. M. foi
ierj recebido pelo digno depulado o E&m. Sr. Dr. Ha-
ss*g S0[M noel Joaqun de Mendonca e o dslincto cava-
Iheiro Dr. Jos Antonio de Mendonca Jnior, pro-
motor da Malta-Grande
Na direita tinha-sc sustentado um vivo rogo ",mr aa aua-uranae e oulros mpujuetoet-
baslanle lempo at que, calculando que os i ***". 3e P" n l l",hacm T'n^H
subido altura do kene- menle llun d,'; colharein S M. I. Dcpoia demu-
.,,. 30 reo[. dar d roupa da viagem S. M. visitou a casa do
frenlocn- 0!>g*nho, casa de purgar e maisedificios, quelo-
m no melhor aceio.
dos so achav,.
As 0 horas e
por
II iinigos que linham subido .1
gado poda' ser cortadas, liz carre
i culo de Botirbon com o sea corone
ir a dita allura c as que oceuparam um cresci-
1 i nuncio daquelles, o que vcrilicou com um "10,a s- dmgio-se para a casa dei putar, mag-
p admira!, (cando cumprido o meu dse- n,fic0 "j*0.1e se achara preparado com que-
jo: porm os mouros, que virara a impossbili- \zaS 8,.; __
' lade de reunir-se ao grosso das suas tropas, por1 sala" ,eni > V^mos de cumprioiento. trulla
- ach< i n: utcrposlas as nossas tropas, prcripi- [
laram-sc em derrua pelos dcsfiladeiros que des-
cem ao mar, alirando-se a elle mais de 300, e
deixando muilos cadveres no caminho. Os nos-
sos soldados perseguirn] o iniraigo at s pri-
meiras chocas de Rabila de Belzus, dos quaes
queimaram algumas, rclirando-se ao campo em
virlude das mullas ordens, pois considere! des-;
i ecessaria urna perseguico maior quando nao
I rala va ni os de avalizaras nossas "posiroes.
N<>!, rombale em que so lomaram parte
iiore batalhes do primeiro corpo, licou altamen-
te satisfeilo o general Gasset com o brigadeiro i
Makenna, segundo chefe do estado-maior gene-;
ral, que com a maior iiitclligeucia, diri'ioa car-;
ga da direita dos brigadeiros e chefes de brigada .
caquelle corpo de exercito, e dos chefes, ofllciaes
t tropas do mesmo, nos quaes nao falta, oenhuma
sombra de arrojo, segundo notei.
Refugiados os moiros no mai- alto da Serra
Ilulhes, e sobrevindo a noiie, liz que as tropas!
legressassera aos seos acampamentos respec-
tivos.
A nossa perda consisti em 7 oOQciaes e 5
soldados morios ; 2 chefes, 4 oificiaes e 258 sol-
dados feridos, o 3 oificiaes e 38 soldados con-
tusos.
A do nimigo, segundo os cadveres que fi-
lie largura, 6 janellas c tres portas, forrado de
um lindo papel, aonde se desenham inleressan-
les o variadas scenas.
As janellas estavam guarnecidas de ricas cor-
tinas ; forrado o pavimento de lina esteia. lla-
viam tres elegantes aparadores, onde descansa-
ra m lies magnficos espelhos. lindos vasos chelos
de llores aromalsavam o bello salo. Urna so-
berba baixellae custosos vasos dispertavo a cu-
riosdade, distinguinJo-se entre elles una mi-
porlanle urna de prala e de grande valor. Do
lecto penda um lustro de cristal cora i\ luzes,
e 16arandellas com Bures dourados, que derra-
mavam a claridade naquelle vasto salto.
No centro eslavam duas mesas, una especial
para S. M. e oulra com Z<'.) lalheres para todos
que acoinpauhaiam S. M; A primeira eslava
preparada caprichosamente. O servico era de
porcellana dourada com esmalte azul, os lalhe-
res de ouro e os vid ros de Bnissimo cristal dou-
rado Com as armas imperiaes, coroa imperial e
nomo de 1\ II. As chvanos do delicada por-
cellana do Sevres c- bem assim os jarros, que
guardavam lindas (lores. Dous bellos candela-
uros de prala uugiueutavam a claridade do sa-
lio.
A mesa da comitiva pouco difteria : o servico
era lamhem de porcellana dourada ; i Tros de
llores,e dous oulros candelabro oguaas aos primei-
osmagnificos; om dos quaes com 30 palmos rl',,8aci,av C"p',''u,,ml0 !,od ''
le oxtenso o 25 de largura est forrado de lin- fZ" (-1,ssara- Ml,"ini- Maruros-
lo papel brancoo fina esleir. Lage.s llamos e Jan,
nA...m..iu.... \-.....rio ,.m ui ... Id-in de 19 do correiitc foi n o ni
caxain no campo, e que s deixam quando Ibes ros resplendiao anda clai idade.O janlar esleve
impossirel leva-Ios", calculo ser una ;I0 mor- magnifico, cncontravam-se manjares de apurado
los e (lliU feridos.
I vera desejado dar a V. Kxc. ha mais tem- i
po i arle deste fcilo d'armas, porm alineles ur-!
gentes do servico a Qzeram retardar contra mi-
nha vonlade.
Dos guarde a V. Kxc. Quarlel general do
acampamento era frente de Ceuta, G de dezembro petaveis.
gusto ; era o Ira bal ho de peritos para este lim
deslinadus. Nao sou exagerado. E' a exposico
que lenho feilo inferior realidade. Nao vos
iosso descrever com loda a lidelidade tanto luxo
e riqueza, que felizmente foi presenciado por um
numero consideravel de pessoas fidedignas e res-
de 1859.
Leopoldo O' Donnel.
No dia y pela manhia, os mouros em numero
Sera misler urna penna delicada para trazer-
ros a exacta e completa discripeo de lao des-
Itmbraole e niagnilica sumptuosidule. Tendo-
de de/, mii hoinens, alacaram impetuosamente ns me proposto a descrever-vos a viagem de S. M.,
leductos de Isabel II c Francisco de Assis. Fo- eu nao devia ficar emmudocdo, o indefferenle a
rain repeliidos mas carregaram de novo. O se- um dos episodios mais inlcressanlcs da visita
{cundo corpo de exercito lomou enlao posicoes e Imperial nossa bella provincia. Eu nao pudc-
iie&alujou completamente os mouros. O pri-lra mesmo, para poupar a modestia natural do
nieiro corpo da divisan da reserva verficou al ] nosso honrado patricio, deixar no olvido um fac
guns movimenlos para apoar as orcas que avan-
caram, ms nao foi necessario envolver-ee em
logo. Os mouros deixarain no campo 300 mor-
ios, o tivetaiu approximadamente mil feudos. A
peda dos hespanlies. segundo OS despachos of-
flciaes, foi de quarcnla morios e trila officiaes,
280 s.ddados feridos.
No dia 12 apresentaram-se 7 a S000 mouros
sobre a direita da linha hespanhola Os bosques
las imniediacoes do reduelo le Isabel II c Fran-
cisco de Assis, eslavaui occiipados por grande
numero de mouros ; collocaram os hespanlies
'12 ncas de montanhas em baleras e romperam
(i logo.
A metralha, e granadas arrojadas ao bosque,
produziram grande espanto as tropas iuimigas,
quo se reliraram om muila confuso, e conside-
ravel perda, sendo carregados pelos batalhes.
Na esquerda apresentaram-se ao mesmo lempo
i- mil car al los e 21HKJ infantes que foram re-
hassados pidas tropas do gi neral Cos.
A peda dos hespanhes f.,i de 48 homens. Os
ii uros nao alacaram com o ardor do costume.
A aeco lerminou depressa.
No da de manha emquanto se celebrara
una missa solemne pelas almas dos que linham
morrido durante a actual campanha, ouviram-se
is tiros do lado osquerdo da linha, os mou-
linham simulado um ataque por aquello lado
eempenhou-se vivamente n'oulra para forrar o
centro pela esquerda do nd icio de Francisco de
Asa s, assallo quo foi valorosarocnlc rochassado
lo que honra a provincia de que somos titlio
Assim pois, permilta-me esse nobre cavalhclro,
j que fui acolhido, como loda a comitiva, com
aquella urbanidade lo franca c lo expansiva.
que distingue o sou carcter, permitla-mc, digo,
que, penetrando at o recinto de scu lar, eu con-
tinu com a minha tosca penna e desalinhada
phrase, a descrever o histrico de um fado, que
cessou de ser particular para assumir o carcter
da publicidade. Quando se traa da gloria da
provincia, deixemos o senlimento egosta dos
partidos, as animosidades de inimigosrencorosos
e do ruins rilaos, para rendermos homenagem
ao mrito daquclle, cuja casa fui por duas vezes
lao distinctamenle honrada pelo nosso Magnani-
mo.lmperador que felizmente dirigo os destinos
do Imperio da Santa Cruz.
Continuemos o assumplo.
A casa du engenho Novo tem nove salas e 10
quarlos.
No fundo nma magnifica rea com duas gran-
des varandas da largura de 12 palmos, c em ci-
ma urna grande varanda em todo o cumplimen-
to com lindas columnas que sustentara, a co-
berta.
A entrada espacosa, ladrilhada de marmore,
c no lelo v-se nin luslra de bronzo dourado
com 12 luzes.
Em frente da porta da entrada est a oseada,
que d subida para o sobrado, forrada de exced-
iente encerado c que ra terminar em urna sale-
ta de 12 palmos mais ou menos. Esta pequea
bre elle se divisa a Santa Vrgem la Purificaco,
ooutras imagens. As paredes sao guarnecidas
de ricos relabulos ; todos os ornamentos de bor-
dadora de ouro, e os rasos de prala.
Junio capella eslo dous espocosos quarlos
forrados de papel e esleir,mobiliados completa-
mente, que foram destinados um para o Exm.
presidente, e oulro para o mordomo.
A quartasala da frente do andar terreo for-
rada de lindo papel branca, o pavimento de li-
no raarraore, e finissimo o da mobilia de jaca-
randa, que adorna a salla com jarros de porcella-
na, e bellos candelabros.
Dcsla passa-separa a quinla sala, forrada de
mu lindo papel verde. O pavimento de fino
arbico. Ah havam solas, mesas para jogo, ca-
deiras de balanco, etc., etc.
Esta eonduzia sexta sala forrada de bello pa-
pel de paisagem ; pavimento de lindo azulejo,
por onde a vista alegremente se eslendia depa-
rando com um gran Je aparador, e mesas rechea-l
das de licores, vinhos, limonadas e refrigerantes
de variadas quadadcs.
Em segiiimenlo eslava oulra g-ando sala con-!
gua do jaalar preparada de expelientes e lar- j
gas mesas destinadas para o deposito de comidas, |
guarda-toncas, e todo o servico respectivo.
D'ahi atravessava-so para a rea, que na rea-
lidade olTorccia urna perspectiva bella e encanta-
dora. Esta rea circulada de varandas e ele-
gantes columnas. Do lado do sul tem urna sala
forrada de papel amarello primoroso; o deriiar-
moro fino o pavimento ; a inobilia de inogno,
sobre cujas mesas repousam preciosos jarros c
ricas serpentinas.
Junio i esta e do mesmo lado est uta espado-
so quarto,forrado de papel chines, perfeilamen-
t mobiliado, sendo igualmente forrado de mar-
inore o pavimento.
Do lado do pocnle se achara tres ospacosos
quarlos exactamente preparados c com todo o
gosto, e urna extensa sala destinada para o re-
ceplaculo de todas as comida?. A grande co-
zinha era lo acetada, que-em todos dispertara
alenla curiosdade.
Continuando a discripcao dessa impurtanlc
rea, encontramos ao lado do norte dous quar-
to
d
d
iousguardas-roupas, lavatorio, um bello cs-
petho, cama com os cortinados de renda, nma
mesa o sobre ella rico estojo, jarros diversos e
linas perfumaras formavam o toilette elegante
deste quarto, destinado para repouso do. Exm.
ministro.
O oulro
servio de aposento ao medico de S. M.
Junto esles grandes quarlos ha urna saleta
forrada e preparada com o mesmo apurado gos-
to, dondo se passa, para urna outra sala, que
franquea a entrada para o paleo ao lado do nor-
te. E' urna sala simples e elegantemente ador-
nada.
As loalhas e fronhas do lodos esses quarlos
erain defino linlio e labyiinlo primorosamente
Lrabalhado.
Durante o janlar, para o qual S. 51. dignou-sc
convidar a muilos cavalheiros, que se all acha-
cara, a msica incessanlcmenle tocan e repeli-
das gyrandolas alroavaiu o ar.
Depois do janlar, quo lerminou Ss 7 e meia
horas da noile, S. M. chpgou varanda c foi de
novo saudado com vivas enthusiaslicos, salvas
e gyrandolas, que se disparavam aos ce-
ios.
Todos os edificios do engenho se acharara
perfcilamente Iluminados ; o cercado e o pala-
cele, disiinguindo-se no brilho a luminaco da
bella rea, onde havam lindos glbulos de vi-
dros dornajos e mais de cera lanternas de va-
riadas coi es, que desenrolavain vista do espec-
tador um lindo panorama cheio de cucanlo e de
alegra.
O que all Oca dito o transumplo infiel d^
urna realidade, que, presenciamos, mas que nao
podemos exprimir.
O aceio, o luxo, a sumptuosdade c capricho-
so gusto com que so achaca decorado o palacete
do engenho Nuvo.na recepeo de S M. I., oque
apenas deixamos em esboco.
O trabalho descriptivo c'certomente o mais ar-
duo, eo mais improbo de lodosos Irabalhos in-
lellecluaes.
O assumplo delicado e sublil dos engenhosos
primores da arlo ou da industria,csgolain e es-
lonlisura a penna do cscriptor aos primeiros tra-
i eos de sua enunciaco.
Como a pintura, a descripeo deve lradiiT.ii
com todas as cores naturaes a iowgftai genuina
do typo representado.
Senlindo a exlcnuidade de minlias forcas para
empreheuder um trabalho desta ordem, prefer j
fa/.er um excerpte, posto que ru.e do que vi de |
grande e inagestoso, a deixar no olvido um gran- ,
Je feilo, e os extremosos esforeos, q ie tanto dcs-
tiiiguiam o respeitavel o Exn:. commendai'or
Jaciniho Paes de Mendonca.
Era todas eslas grteles estas, que a nobre
provincia de Alagoas preparen pomposamente
para receber seu Soberano, o Alustre comraenda-
dor desempenhou um papel imponante e magni-
fico.
A' grande parle de seus iiicalculavcis Irabalhos
deve-se certainenle o brilhanle Iriumpho da re-
cepeo que obteve a Visita Imperial provincia
das Alagoas.
rabbira, da Parahiba, quo nos affirma, em data | Emim.'so um voluntario esliver empregado &
de 15 do correle, quo nao era chegada anda bordo de nm navio mercante de um porto es-
alli a mala de 25 do passado I E de admirar que trangeiro na occasiao de sua cliamada para o
em lo pouca distancia, acbem-se as coniniuui-
caces to retardadas.
No dia 21 do correnlc pelas 11 horas da
manha Manoel Ignacio, encontrando-se na es-
trada do Choia-Menino com os Bamos de Oli-
veira, pardo, official de serralher. travou com
este urna lula, e o malou dando-lho i facad is
com um caivete de mola, que trazia.
Manoel Ignacio soldado da compauhia de ar-
tfices, reo do terceira disergo, c se linha ho-
msiado em casa do infeliz Jos Ramos, que o
protega, e donde se retirara dias antes do assas-
sinalo lurlaudo a quanlia de 6g.
Jos Ramos encoulrando-.se com Manoel Igna-
cio exigi o pagamento da quanlia que lhe fdra
por elle siiblrahida, c exprobou-lhe o seu proce-
diraento : dlsso originou-se a lula que leve lo
funesto resultado.
O criminoso foi preso era flagrante por pessoa
do povo.
Pelo subdelegado do 2. dislriclo da re-
guezia da Escada foi preso francisco de Souza
Pereira, que na noite de 11 do correte invadir
servico activo, elle devora proniplamenle obe-
decer s inlimaeoes que icccber para este Gm do
oflicial commandanle do navio de guerra que
ah i tambem se achar, de tal sotle que eslas re-
servas possam ser oiganisadas, quando forera
necessarias, lo rpidamente no estrangeiro, o
as colonias, como nos portos da Ingla-
terra.
Arciif.ui.oou.A Reme Europeenne publi-
ca a segunte nula:
Todos devem estar lembrados dos debates,
que, ha muilos annos, apaixonam o mundo ar-
cheologico n respeito da loralidade da Alaise de
Cesar e de Vercingetorix ; Bourgonhezes e Fla-
mengos leera re lateado cada um em favor de
sua provincia mas estes ltimos, segundo pa-
rece, tcem todas as probabilidades por si. o
sabio e dedicado II, S. Just Vuileret, qno com
lano zelo dirige o musen do Besancon, M. Dela-
croix, que primeiro chamou a altenco publica
para a questo da Alaise, M. Quichcrat finalmen-
le, cujo nome de lo grande auloridade em
materia de erndi
22 Antonio Domingos Pinto.
23 Andr Saturnino Copes.
2 Apolinario Pereira Baduem.
25 Antonio Jos Ribeirodo Boras.
20 Hermenegildo rirmiuo de l.emos.
27 Franklim Jos de Moura Poggi.
28 Gabriel Moreira Bangel.
29 Joo Moreira de Mendonca.
30 Joaquini Elias de Macedo Gondim.
31 Joaquira Jos Ferreira Pcnha.
32 Joo Diniz e Silva.
33 Manoel Rodrigues Anjos.
84 Manoel Joaquina da Silva.
35 Manoel Luiz de Mello.
36 Joo Jos Barroso.
37 Antonio Pedro de Kigueiredo.
38 Antonio Carlos Paes de Andrade.
39 Dr. Candido Aulran da Malta e Albuquc;
40 Joo Francisco Regia dos Anjos.
41 Joo Jos de Mor'aes.
42 Jos Goncalres Torres Jnior.
43 Joo feuein dos Santos.
! Tenetite-coronel Manoel Cemetn \
da Calanho.
45 Jos Leo de Castra
40 Jos Joaquim Boiges de Castro.
Foram qualifteados juizas de helo pea junl
revisora dos jurados do termo do Beciie, os c.-
dados seguinles :
e eruiiicao, cimlinuam com diligencia a
a casa do Antonio Mara de Conceico, e a es- fazer escavaces em Alaise e as vizinhancas; c
bordoara gravemente. om resultado do seu trabalho escrevem o sc-
_ No da 7 do corente na villa da Escada Jos : guinle :
francisco de Souza Chaves, atirando em urna ca-l A Alaise sequaneza completa todos os dias a ABton| Theodoro dos Sanios Lima.
bra (bicho; ferio levemente o menor Joo, filho : serie de proras, que se exigan) dola ; emquari- Antonio Ferreira Lima Mello,
de IIcnnquo Antonio Pereira, que se banhava i lo se cscreviam voluntes sobre as verosimilhan- i A"'0"'0 l'i"!l) do Araujo.
no rio Ipojuca. I cas ou asimpossbilidades, faziam-se escavaces >. AntDn! Pi' h(,t' Sil.
O delegado do termo proceden a visloria, e na Alaise; edesdeo ultimo anuo j se Iija Aiitoiiio Aloxar
mais diligencias do eslylo, que deran em resul- i adiado um
lado conhecer-se que o ferimenlo foi lodo lilho [ que ella por si so caractcrisava a sua cpoi
do acaso. sua nacionalidade. Exisia-se anda o testerau-
No dia 21 do crrante, na ra do Aragoda nho da existencia all dos Romanos; as ultims
rregueziada Bea-Vista, Luiz Marques da Concoi- escavaces do uuia prava desse fado; em Chas-
sagne, sobre a planicie d'Aroenccy, a 2 kilme-
tros das grandes sepulto ras clticas, eleva-se um
magnifico tmulo de 60 metros do circumferen-
cia. Em lugar de anuas e ornamentos aohou-se
carvo, rnza e nina poreo de ossos cuidadosa-
, e uesje o miimo auno ja se naua """".";" *""u"-''""""'*-"*
na tal colleccao de reliquias clticas, | An101"" Conrado.
or si s caracierisava a sua poca c a Antonio Teixeira de M_endonca.
cao, ferio com escotadas o soldado de polica Joa-
quira Bernardo Solero.
Foi preso era flagrante, c esl sendo processa-
do pela subdelegada da Boa-Vista.
Por porlaria de 11 do correte foi creado'
na povoaco do Granito do termo do Ex, distan- mente smontoados no centro c cobcrlos de una
le da villa do mesmo nome, um districto desub-l grande eannda de nina ierra igual e escolhida.
o terreno das
Gcnipapo,
igual; cooscguinlcmente as proximidades das r- a"dino da Silva Ferreira.
sepulturas gaulesas, encontra-sc semine a ince- ,.au?mo. ll'.,;'' I'".'.'1-
neracao romana. Estos teslemunhi
que sufficicnles pora mostrar a exi:
teres ; 1." supplente do subdelegado Joa- permanencia dos Romanos naquclla
Pereira da Silva Trislo ; 2. supplente W se no llorning Herald:
eado o ci-
dado Francisco Antonio da Silva para o cargo
de i. supplente do delegado de polica do
termo de Garuar.
dem de 20 do correnlc foi nomeado o c-
dado Epamiuondas Vieira da Cunta para o car-
quarto era nada inferior ao primeiro f ^ subdelegado do 2. districto da freguezia
.,_______,:..... ,, de Santos Cosme e Damiao em Iguarassu.
Para subdelegado do dislrirlo de Bel monte.
no termo de Villa Bella,o alteres Joo Pereira da
Silva Neves
quira Pereira da Silva Trislo ; 2." supr
1 Jos Pires Bibeiro.
Foi nomeado o tenenlc-coronel Thomaz Al-
I ves Maciel para delegado de polica do termo de
Barreiros.
Pelas 4 horas da manh do dia 13 do cor-
rele no engenho SacaOlbu do termo do Cabo,
propriedade de Virginio Barbosa da Silva, Jum
escravo deste do nomo Urbano, assassinou com
urna lacada a um sen parceiro de nome Francis- segundo
CO, depois do que se foi aprcsenlar ao delegado'
do Cabo.
Acha-SC trabalhando no Bio de Janeiro um
consclho do inquiri.'o nomeado pelo Se. minis-
tro da marinha, e composlo do Sr. capitn de
mar e guerra Lourenco da Silva Araujo e Ama- '
zonas, como presidente, e dos Srs. capito de fra-
gata Fernando Suraiva de Lima, e capito len-
te Jos Malheus de Olveira, como vogaes, para
conhecer de cortos factosconlra a disciplina,pra-
licados burdo da corveta escola nacional /; i- '
hiana em sua recente viagem Europa, dos
quaes sao aecusados quatro oificiaes, pelo res-
pectivo commandanle, o Sr. capitn de mar e
tierra Joo Custodio d'Ifoudaiu, que os Irouxe '
presos al o Rio, onde foram sollos por ordem
ilo Sr. ministro da marinha logo que chegaram. !
f' muilo deploravel que em urna viagem de
instruccao para jovens guardas marraras com
e-sa, e para porlos da Europa, se ib'em lij tris-
tes acontecimenios, e bastante estimamos o pas-
so dado pelo Si. ministro da marinha para co-
nhecer os veid ideiros culpados.
Os raembros do consclho, pela sua inteireza, !n-
lelligencia e criterio, garantein o bom resultado
desl.i medida.
Por aviso do ministerio da marinha de 19
do me/, ultimo foi determinado ao conselho d
compras para o.arsenal
procurasse obicr por mtio de concurrencia, o for-
necimenlo das madeiras que forera necessarias
para a ossada, nao s das duas crvelas A vela,
mandadas construir por aviso de 3 de novembro,
como do nina fragata hlice de primeira ord ni.
Se ceilica a sepultura, fon-os confessar tam-
bem que t'oi (cita segundo rilo romano puro c
simples.
A diinenso, a disposico, o cuidado, que se
deu a esie lumulo, mostram um monumento gran-
dioso, que ns Romanos cnnstrnian seinpre. de-
pois de nma balalhano estrangeiro.
<> professor Qnicherat agora mesmo descobro
t iinliera em I.i/.ine, junto de Alaise um lumulo
Antonio Manoel Estevo.
Antonio Jos Leonoldiiio Anotes.
Dr. Americo Fernandes Trigo de Loureiro.
Dr. Adeiino Antonio de Luna Fu in .
Dr. Aureliano Augusto Pereira de Carvallm.
Augusto l'ai'-r Cesar.
Augusta Pinto de l.emos.
Americo V'espucio deQolIaods Chacn.
Antonio Augusto da Cmara Bodrigoes
Dr. Adolfo de Barros Cavalcanli de Lace
Aristteles Carneiro da Cunha.
Angosto Coelho Leile.
Alexaudrino Alves de Aniorra.
Antonio Jos Alves deAraoeim.
Andr de Abril Bezerra.
Bento da Costa llamos dcOliveira.
Bento Jos Pires.
Belarniino do lugo Barros.
Callos Augusto l.ins d'.: Souza.
i m inleressaulo casamento foi celebrado no
Illinois, entre o niajor Bulberlon, mercader in-i
dio, bem conhecido, o agente da companhia ante-I
ricana naquelle punto, e Natowisl, lilha do che-
le dos Indios de ps negros.
Elles liuham-se casado, ha dezesete annos
com o ceremonial indio ; mas querendo regujla-
risar o seu consorcio, casaram-se de novo,
o rilo da igeeja romana, celebran-'
do a ceremonia o padre Scandeu do moslei-
ro de San-Jos. Madama Culberlson una mu-!
Iher de talento e de coragem; ella tem servido
rauilas vezes de medianira entre o gocernoame-
ri'Jiio e a narao, a que ella perleiice.
Danra-t religiosa na China.O correspon-
dente especial do lllustraled London News na
China cnViou a este jornal a" segunte noticia,
com um desenlio representando as dancas reli-
. giosas da ilha Formosa.
Tendo levantado n'um pateo nm aliar burles-
camenle adornado, appareceram uns poneos de
sacerdotes, e cunecaram a dansar fazendo algu-
mas figuras reglales, mas aconipanhadas de
; Iregeilos e contorzocs laes, que nao podiam dei-
xar de excitar o riso a qualquer europeu, que
; pela primeira vez presenciasso aquello espect-
culo. Ao mesmo lempo que dancavam, tis sa-
ceedoles locavam nina especie de llaiiiim, sendo
acompanhados por outros locadores, que eslavara
lassentados, e faziam retumbar os arescom clari-
uelos, timbales e oulros instrumentos nao menos
.'osos, i'm iios sacerdotes dancariilos e
I Qautnisi is apresenlava principalmentea figura
ja mais co nica egrotesca pela expresso de sua
B, rom as bocio v lias indiadas, para uielhor
; no agudo instrumento,quo elle fazia soar,
.- :;i medida tiem harmona. Alm disto o po-
marnhada corle, quo bre li imcni linha perdido as ligas das rucias. <
eslas i.i!o(is sobre suas eonellas concorrlam pa
r.i lomar anda mais ridicula a sia figura.
0 grande sacerdote va toila esta ceremonia
com o aspecto o mais serio. Elle eslava resu-
do de escarate, o linha no seu peilo bordado de
alamares, varios hyerogliios, que, parece, de-
Caelano Lenidas da Gama.
tocto da Costa Campe
De. Constantino Rodrigues dos Sanio;.
Claudino \avi(r deOliveira.
Dr. Cicero Odn Peregrino da Silva.
Domingos francisco Ramalbo.
Hollino Cavalcanli Pesi
Dionisio S iieno Pereira.
Dr Eugenio Augusto do Couto Bclnv
Eduardo Burle.
Eslevao Jos Paes Brrelo.
Dr. francisco Leopoldina de Cusma ) l
Francisco Xavier Fonseca Coulioho.
Floriano Jua de Carvalho.
Dr. Firmino Antonio de Souza Juu
flvio ferreira Clao.
Francisco Pacheco Soares.
francisco Antonio de \>.-is G
francisco Rodrigues Lima e Silva.
Francisco Antonio v S.i Brrelo.
Prancelno Carneiro de Lacerda.
I Mo .- o Estevi dos Santos.
Francisco lien les da Silva.
Giiilhermio V. Moni Lina.
Gustavo Augusto de Fig
lienrque Jorge.
Ilyppolil Machado freir Pcrcin
liemos Carneiro Machado Bies.
Dr. Henrique Pe le La
Honorato Alves de Ji
Ilerculano Antonio de Muraes
Henrique Manoel Malheros d.- Mi
: i ll.iito de Loyutla Jnior.
Ignacio Joa |um Goncalves da L
Ignacio Canlanil.
'< \ Imo Duartc d Irim.
Jos Gil Til
' Ani i da Costa e Siln .
Joo Mane da Costa e Silva.
Ji s l'ranclj o de Mi lio.
Dr. Joaquim da Costa Doura ').
Jos Flix Pereira Je :,
'_ V*i.*,o i:;.,, t,i.. i:<:i-iini \ i. i,, ..
- ... de S >uza i i [\ au.
J Qibero Simes
Dr. Joaqiiim rheotonio Soares de \.
Jos Miiximiano Soares de Avellar.
Dr. Jos da Cunha Ti \oira.
daucar
Quando os dan- '"' -1""" Harliniano Cavalcanli de A
Uro sacerdote a "I"'1'" Uygiuo de Morad.
Muilo folgamos com esta noticia que manifesla
lerogoverno em vista dotar nossa marinha de signavam a sn.i rchia.
guerra com os vasos necessarios para substituir CO'tuos cancaram, appareceu i
ns que se arruinara ; mas nos admiramos que
aluda hoje se mandem construir crvelas vela,
quando na Europa al se trata de transformar Eos, se das o presnciassem. Seguio-se depoL,
qu poz termo bu baile sagrado, dando J"'u' Jos Je
um solo, o o fez com lanas
carolas e I Tenentc-corouel .1 is Antonia Pi
ulai'u-s, qo faria fugirum bando de crian- "?'j"|".'.'l".!,l1'',:" r ,J 1!r"-
idous os navios deste sysiema approvetaves em
O llllllllO,
navios hece ou mixtos.
auazo que depoe contra nos.
O governo pruss
vapor Ge/ion para se
I.' una prava de
saltos espantosos, e mostrando a loda a assem-
- i extraordinaria flexibilidade e lig<
Joo Nunes da I ilvao
Ji
Juo da Cruz Macedo.
Jos.': Sorberlo Castcllo Branco.
e estacionar nesla eraq
d des com a llespanha. Esta fragata a mesma
As suas vistas e allen.oes se esteadiam por di-, ,j,10 fii ha p,,,.,,, (!l, qU3(ro Unnos, atacada pelos
versos punios.- I mouros de ltifi. Era cnto commandada por s.
Seu promplo auxilio foi cncouirado sempreU. a< 0 p,-ncipe Adalberto, grande almirante da
que o presdeme da provincia activo c zeloso se prussa que sc distingui nesla ocrasio de una un1
lllll-I lio A llili.-lf .....
llll ItOS .-.. .. -i, muoiuiiiiiiiii iiriiiunuuui ', lip' in/.a. ..
ssiano desiannu a frasala O mais deslio acrbata da Em opa nao seria ca- ; '"' :":i''" '.' ,-'"l!^-
dirigir costa do HarVoSos P" ''- por pardeita perso.gem to insi?- ^T^'^1''^'v^ ^v^ ,^
amianto durarem as hoslil- \nf f,s rolla, Em uanlo elle enireii- ,r; '';' -.-, 'r'^1 '" 1"';!" 'Kl *o-
jolas tropas do primeiro corpo, que faziam o ser- sala forrada de papetcr de seixoc o pavimen-
wco avaii_ >.
\vancou iinmedialamente o general Boss rom
urna divisao para envolver a ala direila do ni-
migo, o que conseguio fazendo retirar com pre-
cipitacao toda.a forca, que linha em frente que'pape! branco. As janellas guarnecidas de ricas
nao era pouco consideravel. Os mouros linham
'l mil homens.
Em prega rara ueste ataque pela primeira vez! mesas de
1 rallara, que se apresenlou numerosa, e fugio I esm magnficos espelhos, ricas serpentinas e
sob o logo da fiizillaria, sendo destrocada pela | preciosos rasos de porcellana de Sevres e de ala-
lo de encerado, pendendo do tecto um lustro
egual ao antecedente. Enconlram-se ah duas
portas que abroni entrada para as salas da casa.
A primeira sala da frente est forrada de lindo
pe! branco. As jane
cortinas de rendas com cornija dourado de pri-
moroso goslo. Toda a mobilia a de mogno. As
indo marinero, sobre as quaes dcscan-
quiz de'.le utillsar.
O fado publico; o ahi eslo no dominio de
todos, os vivos esforeos deste cavalheiro illuslre,
desta alagoano preslimoso c dslincto que honra
a provincia, que lhe. deu seu nome.
S. M. o Imperador comprehendeu fcilmente,
que o merecido prestigio, do qual so cerca o Dr.
Jaciniho de Mendonca, nao a sequencia de po-
sicoes offlciaes, costosamente alcanzadas, dilfi-
cilmenle manlidas; que era a opinio esponta-
nea. Vio Elle, franca e sincera, a oxpiessao
vtina e constante de todos os alagounos dislinc-
los. e de todos os homens de oem, de que a
provincia abunda.
E' por isio que vimos S. M. I. prestando loda a
considerarn, e dislinguindo o nosso excellente
patricio cora a subida e muilo particular Iionra-
ria de, por duas vezes, em sua propria casa, e
cheio de confianea, repousar tranquillo c salis-
Kilo.
n.'.ii particular e foi al ferido durante
baslro.
O tocto forrado de um mu lindo avclludado
donde pende um lustre soberbo de cristal doura-
do. rm frente desta sala achava-se o busto ve-
neravel de S. M. I e ao seu lado o de S. H. a
Imperaleiz.
A segunda sala da frente ornada com os mes-
mos primores da primeira. Varava a mobilia
de Jacaranda, e os marmores das mesas rauito
delicados e de precioso goslo.
Junio A esta sala era o quarlo destinado
para repouso de S. M. Eslava decorado com
a maior pompa e riqueza. Tem pouco mais
ou menos 30 palmos de comprmenlo e 20
de largura. Era forrado de papel dourado.
Das janellas penda ni ricas cortinas de linis-
renda. Um bellissimo tocador e um
guarda-roupa
cavalUria. Diz o general cm chefe que nn-
possvd poder-se transitar pelos sinos por onde
a cavallaria fez a sua retirada.
A peda dos tnarroquinos consisti segundo o
mesmo general n'uns 1500 homens. e a dos hes-
panhes em 25 a dO morios e 12G feridos.
A 17 honre oulra nova accao entre as tropas
I. general I'rin, conde de Be'us, 6 as hostes aga-
renas. Tinha a dita divisao lomado a ocenpar]
as poso oes dos dias anteriores para continuar1
or. irabalhos do caminho; quando cerca de 2 ho-
rada larde, 300 cavollos mouriscos, a potados I
por numerosas tropas de infamara, Iralaram de :
envolver esquerda hespanhola. Porm foram
repeliidos com bastantes pedas, causadas nao '
spelas finas do general I i in, mas por alguns
gando a frica dous dias antes receben o bap- brilh
uio de sangue com o mesmo valor e seren-' urna linda secrelara, lavatorio c locador, tu-
dade que os seus compaiiheiros. do de eralbe e de gosto rauito superior c ci-
Noilia22 linha o general I'rin marchado cora prichoso. Elegantes e magnficos vasos de pra-
a sua columna para o caminho de Teiuo, c la cora preciosas flores c finissimas perfumarlas
una hora da larde comecaram os mouros hos- O lcilo era lambem de eralbe. As cortinas do
tilsa-la, sem que por isso deixasscm do conti-! loilo de delicada renda eram suspensas por urna
liuar os Irabalhos al as 4 da larde. bella cpula, os colxes e Iravesseiros de damas-
Os mouros alacaram mais numerosos que nos co cor de rosa ; os lences c fronhas de finissi-
dias anteriores, e apreseniaram lambem alguma mo linho, e sob o leito'uma riquissima colxa de
cavallaria, diz-se que dous esquadeoes do caral- matiz e ouro, tendo em cada urna das quatro
lana hespanhola produzirarn no inimigo um ler-1 ponas urna pesada borla de ouro. O pavimen-
ror pnico, e que em lugar de esperarera o cho- lo do quarto cobra um lapele magnifico.
que se pozerara em fuga. Junto esle quarlo eslava um outroquo fora
A linba de balalha dos mouros orrupara urna desuado para o camarista. Era forrado de pa-
legoa de exlensao ; o fogo durou porto de 5 ho- j pe azul, e os cortinados de excellente goslo. A
ras, tendo os hespanhes 40 a 50 homens fra do mobilia era de Jacaranda ; todos os vasos de fina
combate. j porcellana dourada e chcios do flores. O pa-
lima follia belga publica a noticia de que a vimenlo do quarlo era forrado de esleir.
JICp collocada entieas grandes potencias.
O gabinele do Madrid faz prevalecer em favorl
prolcnco que a llespanha tem a mesma
Se por um lado port-into, o Exm. Sr. Dr. Ja-
ciniho se deve cncher de regosijo e nobre orgu-
llio de haver recolhido em seu lar o Augusto Im-
planle do Brasil; por oulro lado a provincia
das Alagos se ensoberbece lambem por sua vez I \\_
pela confanos de que cm nenhuma outra o nus-
so Adorado, Sabio e Magnnimo Honarcha sera
reverenciad., com um senlimiiilo de liddidade e
de amor mais expansivo.
Adio-rae agora fatigado, meu charo,breremen-
tc voltarei para contar-ros minuciosamente, se
me for possivel a viagem de S. M. I. do enge-
nho Novo colonia, e dahi aleo seu desembar-
que para esta cidade.
O. C.
[Diario das Alagoas.)
maneira
a accao.
EullMVi\i 1)!' L'M CORPO DE RESERVA MAR-
TIMA KA IsOLAXERRA.O susto em que a Ingla-
terra vive continuamente de urna invasao da
Franca e que tem ltimamente assumido as
matares proporcoes, nao obstante as palavras
de tranquillidade dirigidas em nome de Luiz
Napoleo a quatro execntri^a negociantes de
Liverpool, que lhc escreveram urna caria in-
dagando quaes ns suas nteiicoes cm reho-o
Inglaterra, lera obligado esta pofenci a um rui-
noso armamento.
Amia DO lim da ullima SCSso, o parlamento
votou um acto para a crcaco de um corpo de
reserva de voluntariosas 10,000 homens. O ar
rolainenlo deste corpo cometaria no 1. deste
mez ; eis aqui ascondicoes do contrato queaca-
bam de ser publicadas em lodos os porlos do
Reino-Unido, e que dardo idea aos nossosteito- Kmi
res dos sacrificios quo esta siluacau irapoe
Gin-Bretatiha.
Todo marinheiro que desojar arrolar-se como
voluntaric\da marinha dever ser subdito de s.
Britaunica, e lerdo idade mem s de trinta e
cinco annos. Dever ter navegado cinco annos
| n ha os espectadores, seus companheiros cauta-
vam e vivloriaraiu o seu confrade.
I'assageiros do vapor portuguez Brasil, en-
trado de Milford liaren e portos intermedios:
Joaquim Aires Machado de Carvalho, A. Jos
Furlado, D. Emilia Carila S Vianna Caldoso,
c Bennett, John Salthouse, Richard Nibblcl,
Joseph Biotherion, Charles W. Bayley, Henrv
Newalle, Palrick Cnvauagh, rancia l-avaingh
sua sen hora e :! fllhos menores, W. Walling,
John Ward.
Passagcrodo hiato brasileiro Aracaly, en-
Irado do Aracaty : Dr. Hilario Gomes Nogueira.
I'assageiros da barca braslcira Saudade, en-
trada d i Itio-rande do Sul: Jalobert Gabriel e
sua sen hora.
l'ossageiro da galera l'ranceza Raoul, sahi-
Ua-
Joa |um Gilsino de Uesquila.
! -.' Antonio do Olivi '.ia c Silva.
Jacom i M.iilins Pereira.
|. Bodopiano dos S
Jos Gonzalo do Espirita Sant
Jos Eleulerio de Azevedo.
Vctor da Silva Pimental.
f)r. Jos Antonio Coelho Bamalho.
Dr. Jos Joaquim de Moraes Naval
Dr. Joa Alv Dias Vitalia.
Jos BaptisU de Castro e Silva.
Dr. Joa [uim Barbosa Lima.
Joo Chrysosthomo de Albo |u ,
Dr. Joo Nepomuceno Dias Fern
I is de Souza I.co.
i Coelho da Silva.
Jos Demcsio Ferreira
da para Marscille pelo Bio-Grande do Su
noel Luiz Alves Vianna.
Bassageiros do vapor portuguez Brasil, sa- i
!i..:i p ra es porlos do sul : Felippc figueira de |
faria, Antonio Joaquim T. Bastos, Joo Baplista
da Silva, lente Tiburcio Pereira de Uagalhes,
Dr. Tarquinio Braulio de Souza Amaranto, Ali-
po Aulran da M. Albuquerque e 1 Cliado, Wil-
Jatkson, l'olidorio Guimares (preto li-
berto,;.
HATAnOL'llO ri BUCO :
Mataram-se no dia 2:1 do correnlc para o con-'
sumo desta ridade 87 rezos.
No dia 2-t do mesmo 88.
ORTALIDADE I") IllA 22 DO CORRENTE
Amare, branco, 8 .lias espasmo.
Jos Carlos \ ieira Te:\-
pelo menos, durante os dez anuos que precede-
rem sou contrato ; um destes anuos eleve tari &"Leopoldino* DeTno de Abren, branco,
sido passado no servico do Estado Alera disso |er0, 26 anuos, congest&O cerebral.
devera aprcsenlar certificados de boa conuu.ta,
o ser isento de qualquer enfer
sol-
, Jos Joaquira dos Sanios e S3va
Jos Bra/. Pereira.
Joo Pereira da Costa.
Joo Francisco Lauriano.
.los Gomes Velloso.
Joaquim da Cunha Camello.
Jos Vendes de Ca voltio.
Luiz Amavel Dubouicq Jnior.
Lauriano Jos de Ba
Dr. Luiz Lopes Castalio Branco.
Dr, Harlni no Mendos Pereira.
Dr. Manoel Francisco Teixeira.
Dr. Manuel EneJno do liego \ i
Manoel l'ol.M.upo Moreira de Ai.udj.
Maicolino Jiis Pup|
Dr. Manoel Coelho Cintra Jnior
Manoel Teixeira ltaccll.ir luili
pon.
Eis aqu as vsntagens que lhe sao offere-
cidos :
1." Um sold aunual do 150 francos pagivel
trimestre.
oai conducta, Lucia Mara da Conceico, parda, soltaira, 45 an- '!'' Marl Mur,,'lrla"n:, -
nudade cor- uos phlysica. Hanoel Gomes doi
| francisca de Paula Maior, parda, soltaira, 70 an-
Uanoel Eleulerio da silva.
Manee! francisco Pereira.
I Alexandre, pardo, solleiro, 29 anuos, dr- i J)r; N0M Carnciro 0nem Cavalcanti.
uidigesiao.
desta
extenso de terreno quo a Prostia, que possuc
urna esquadra, colonias o ura exercito respela-
vel. Na maneira por que se expressa a mesma
folha, a Franca c a Austria sao favoraveis ao pe-
dido do gabinete hespaiiho!.
L.
Nos fundos destes quarlos esl a sala, que d
entrada para a capella. Esla sala tonada de
papel amarello ; e a mobilia de chao dourado.
lia dous lindos espelhos, jarros, etc. O pavi-
mento forrado de um bello encerado.
Junto esta sala acha-se a capella, elegante-
mente preparada, forradas as paredes de papel
dourado, o pavimento do fino e delicado tapete
avclludado, ficando era fronte da porta o altar
adornado do ricos caslijaes c jarros lidos, e so-
REVISTIDUBIfl
No domingo passado duas Venus de chne-
los IV rain s nios, para bandas da ra de Santo
Amaro, sahindo urna dolas ferida por urna gar-
rafada, que lhe deu a aggredida.
Acham-se ambas a bom recado, comprimi que
o fado soja devidamento aprecalo para que,cora
boas o justas providencias, se remedie e obsle-se
a reprodueco de taes scenas, desagradareis a
todos os respeilos.
Nesse mesmo dia, falleceu de urna congos-
to cerebral o Dr. Leopoldino Betuno de Abreu,
juiz municipal do termo da Befada.
Hoje lera lugar no Sania Isabel o segundo
concert vocal da sociedade lyrco-ialiana, que
obteve da presidencia dar all algums represun-
taces.
As pejas que levam scena, sao escolladas e
de goslo, sendo o concert regido pelo maestro
Smollz.
A boa execueo do prhueiro, e os artslas que
formara o elenco di companhia, garantan) exube-
rantemente este segundo. de crer, pois, que
maior concurrencia obtenham esses arlislas que
vicrara espontneamente, dando-nos alguns es-
pectculos, distrahir-nos e pNmencher algumas
das nossas nuiles, na quadra actual.
Depois de adiarse no prelo o nosso ffefros-
pecto, foi que o lelographo mudau as bandeiras
dos signaos de entrada c sabida de navios. An-
da bem, que j cram una verdeira afronta, ver
os farrapos que all serviam.
Os cerreras carecem decididamcnle de urna
reforma geral. Anda mal acabalamos declamar
contra os desta provincia, quando vimos de rece-
ber urna carta de pessoa circumspeda de Gua-
pee
2." I ina penso de 380 francos por anno quan-l
do completar00 annos de idade, ou quando se ,
tornar incapaz de provee suas necessi-
dades.
Sob estas condicoesser sujeto un servico
de 26 dias durante o curso do auno quer a bur- '
do de ura navio de guerra, quer em nina bale-
ra da costa. as localidades em quo o perruil-
lr o numero de voluntarios, se tnniaro medi-
das para fue este servico temporario se preste
na praca; nesta caso, a presenca dos volunta-'
ros nao ser exigida seno durante o dia, c elles
podero pernoilar em suas rasas.
Quando liverem de sahr do lugar de sua re-
sidencia para itera prestar servico n'oulra, se-
rio indemnisados das despezas d; viagem, e do
oulras quaesquer peodu/.idas por esla inulanca.
f.mliin, para assegurar era qualquer lempo, no
reino, a existencia de urna forca permanente de
voluntarios da marinha, os alistados nao dere-
ro jamis, sem previa pernjisso, emprehonder
urna viagem demais de seis mc/.e-.
Taes sao as vanlagense os deveres dos volun-
tarios cm lempo do paz. Em lempo deguerra,
podero sor chamados para o servico aclivo por
una proclamadlo real, porm expressamente
declarado, sob"palacra c empenho do governo,
queso sei'ar uso desla faculdado sc circums-
taucias imperiosas exigircm o auguieulo imme-
niato das forcas martimas do paiz.
Nesle caso) o voluntario podor primeiro ser
chamado a um servico aclivo de tres annos ;
se, na expraco desle prazo, a guerra nao esli-
ver terminada, se poder novamentc exigir del-
ta um novo servido de dous annos ; porm, en-
lao, elle recebera durante esto lempo, ura sold
suppleiuentar.
No caso de feridas recebidas durante o lempo
de servicoadito, o voluntario da mafitrna ser
exactamente collocado as mesmas condijdes
que ura marinheira do oslado. .
nos
Mano
arihea.
Maiia larinlha Raposo, branca, soltaira, 23 an-
uos, gaslro intentes.
Alfonso, prelo, escravo, 38annos, typho.
Hospital de CARidadb. Exislem 68 ho-
mens, til mulheres nacionaes, 1 hornera estran-
geiro, 1 homem escravo, tolal 131.
Na lolalidado dos doentes existen 37 aliena-
dos,sendo 30 mulheres c 7 homens.
foram visitadas as enfermaras pelo cirur-
gio Pinto s 7 horas e 3 da manha, pelo Dr.
Doroellas s 7 horas 8 3/4da manha.
falleceu 1 homem de dyarrhea
Tribunal do Jiry.
Ri is&o da isla de pessoas optas ou nao, para
jurados.
Foram eliminados, na conformidado da lei.de
jurados do termo do Recita, os juizes de fado
seguinles :
1 Antonio Carneiro Campollo.
2 Commendador Antonio de Souza I.co.
3 Tenenlc-coronel Antonio Germano Cavalcan-
li de Albuquerque.
i Capito Antonio Joaquim de Meljo.
3 Majoe Joaquim Jos de Parias Noves.
G l.i iz Goncalves Agea.
7 Manoel Joaquim Seve.
8 Elias Baptilla da Silva.
9 Cosme Damin dos Santos.
10 Francisco de Paula Lopes Ueis.
11 Jos Antonio dos Santos e Silva.
12 Commendador Jos Victorino de Lomos.
13 Jos Thomaz de freias.
14 Jos de luojosa Varejo
15 Manoel Figueirda de Faria.
16 Manoel Luiz Goncalves.
17 Dr. Luiz Antonio Pires.
18 Dr. Pedro de Albuquerque Aulran.
19 Dr. Jos Silvano Ilcemogenes de Vascontcllos.
20 FelipDC do S Albuqut rque.
21 Dr. Luiz Duartc Pereira.
id O Ferreira da Silva.
De. Olympio Adolpho de Souza Pita
Dr. Pedro Sccundjno lleudes Lii
|>r. Pedro .'vivares de Hirauda t'arejao.
Pedro Celestino Uindeto.
Pedro i.ou.es da Rocha.
Pedro da Cunha Albu |uei
Patricio Jos Cavalcanti.
Pedro de Alcntara Lira.
Ricardo Pereira de Parias.
Dr Rufino Coelho da Silva.
; Sabino Itrulio do Rourie.
Trislo Jacome de Araujo.
Dr. Tarquinio Braulio de Souza Ato
I iburrio Valeriano dos Sanies.
Tliom Correa de Araujo.
Thomaz Jos de Olivcira.
liysses Jusliniano de Uvera.
Vicente Ferreira da Costa'Miranda.
Recita 11 do Janeiro de U360.
O Escrjkrio do j i
Joaquim Francisco de Paula Esteces CU
PublicaQoes a pedido.
BOA NOVA PARA OS BRASILKIROS.
lia dias passados foi declarado pelo Diario d
Governo, que dnquella dala em diante se con-
deravam os portos do Brasil lim pos di Mra
amarolla : porlanio, todos que daquclle importo
chegarem a esle reino, j nao faaeiu quarentena.
ou por outra, nao sero mellidos cm asqu
priso, afim dedescancarem das fadigas da via-
gem ; porm dizem quo isio s durar at marco
prximo, e a rszo que apresenlam a seguinle :
como na presente estacan, mu pequeo o nu-
mero de passjtgeires que d'alii chegam, parece
que o pequeo numero de passageiros nao pde-
la importar a molestia, e era to ponco, ren-
d monto necessario para o oslabclocinienlo da
quarentena, e o contrario succed?r quando o
numero de passr- ;ciros for araltad ', o,ene en-
%f~^tr\\ #f-i


DTAWO DE PKRNAMBITCO. TF.RC4 FET1U 24 DE TANETRO DE 1fi6n.
M
lo sim, no s podero trazer a molesta, como
tarabemlicro paro o arreraalantc de semelhante
estabelecimento. No entrclanlo esperemos pelo
futuro, e ramos a ver o que apparecc. ,
Um Brasileiro.
[Jornal do Commercio de Lisboa.)
Variedades.
NOVA INVENCAO DE RRQCRUTAMEMO.
Diz a Razo, que o pai d'ura reconscado, fal-
lecido ha 7 aonos, dirigi urna cmara desle
distncto, o requerimento seguinte :
Illma. cunara.Diz.... d'esta villa, (pie seu
ilho.... aciba de ser reccascad<) para o rncrula-
mcnlo do exercilo aque se procede O supulicantc
tem a ponderar, que o dito seu ilho, desde 20 de
agosto de 1852 se acha .'listado na milicia do oulro
mundo,e se a patria neeessita da sua assistencia.por
se achar cm perigo, nao tem mais do que deprecar
parala, para elleseepresentar.ao queosupplican-
(e muito prazer teria, e de bom grado servira a
sua nacao, scm o menor dispendio. Parece in-
crivcl que ordenando a lei, que o recenseametito
se faca visla do assenlo dos nascimentos,
nao lenha prsenle o dos bitos para ir dan-
do baixa naquellc que, nesle mundo, lera dado
alta no outro, c assim: Diguem-se Vv. Ss. ele
ROUBO SACRILEGO.
Causava grande sensato em aples o roubo
feito na egreja de la Madonna-delle-Grazia [Se-
nhorada (Iraca), situada no meio d ra de To-
ledo. Esta egreja linha j sido roubada ha um
anno, dia por dia. O rei Fernando 11 mandn,
sua cusa, substituir todos os objoclos roubados,
eos liis fizeram depois numerosos donativos.
Tinha-se (eilo urna subscripeo para comprar o
palacio ccnliguo a egreja, por onde os ladros
se introdi.ziam, fazendo uui buraco nu parede
grossa.
Desta voz procedemm dill'crenleraente e cora
una habiiidadc inacrcditavcl. L'ui dos seus cm-
plices escondeu-se na egreja e arrancou a fecha-
dura da r. orla principal, que d para urna ra das
mais frequentadns da capital.
Todos as vasos preciosos da egreja foram rou-
bados ; ;scaixas das esmolas arrumbadas eesva-
siadas : irese alampadas de prala massissa, de-
soilo grandes candelabros do mesmo metal ; o
rico vestido da Virgom, guarnecido do pedras
preciosas, dado pela rainba mai, e avaliado em
6,000 ducados (4:00ff) ; as joias de que eslava
coberto ; ludo os ladros levuram. So rospeila-
ram a cora, em que nao tocaram.
PERDA PARA AS LETRAS.
Washington Irwing, um dos mais graciosos
escriplores que at hoje tem produzidc a Ameri-
ca, nu rreu ha pouco. Tinha nascido em Nova-
York a 3 de novem'.iro de 1783. Seu pai, nego-
ciante respeilavel, originario de Escossia, linha
morrido quando Washington era ainda joven ;
a sua educicao havia sidu dirigida por seus ir-
maos mais relhos, tres dos quaos, ao mesmo
tempo que continuara ni a eqtrcgar-se sua pro-
issio de negociante, haviam alcanzado uma re-
putado iliteraria dislincta.
TETLAN.
A ciliado do Tetuan, que os hespanhoes se
prorem atacar c sitiar, segundo parce, tica
periodo Mediterrneo, a 44 kilmetros S. L. de
Tangur. Tem 15.00J habitamos, fortalezas nu-
merosas, mesquias, bazar e commerciocom Fez,
Gibraitar, etc. O porto Pica a distancia de 3 ki-
lmetros. O arrabal.les de Teluan abuudam em
nabas, laraojaes, ele.
espaeo d'alguraas horas, noticias do Calcull, de
Chandernag, de Madras e do Pondichery.
Este projecto ja fot sanecionado pelos gover-
nos mais directamente inleressado, e d'aqui a
alguns raezes poJeremos saber, dia por dia, o
que se passa no exlromo Oriente.
M. Collins, cnsul dos Estado3 Unidos da Ame-
rica em Nicolaieff, apresenlou ao governo russo
um projecto nolavel para o estabelecimento
d'ura telegrapho entre Moscow e a cidade do
S. Luiz, nos Estados Unidos, pelo estreno do
Behring e Slika. Eslabelecer-se-ha assim urna
communicacao directa entre New York e S. Pe-
tersburgo. O autor da memoria julga possivoL
eslabelecer um ramal de Kiakla, a Pekn, o um
outro pela ilha Sachalin ou loddo e ilakodati.
A exlensao d'este fio lelegraphico ser de por-
to de 10:00 milhas inglezas. O estabelecimen-
to do telegrapho costar 3,i00:030rublos, ea sua
consorvacao 900,000 por auno.
O rendimeiilo animal no ser cerjtamento in-
ferior a um milhio do rublos, do modo que os
accionistas paJcrio contar com um dividendo
de 8 por cento.
CAPTURA.
Um navio negreiro, sem uom; e sem bandei-
ra, foi capturado em Jackuel pelo navio inglez
Spitlire .
Tinha a bordo 100 escravos que linham sido
embarcados na respeta noile, no espaco de
meia hora. O porfo era vasto o os negros cs-
tavam mais larga do que costume. Perdeu
sete homens durmi a sua vi.igorn de
Lea, que durou 3j dias Dosembarcu 284 ho-
mens, 10i mullieres, 3 rapazas o 40 raparigas ;
ao lodo 402 escravas.
con serrara, co mtudo, a lembranca das suas obn-
gacoes, e'correu para aigreja, onde, um momen-
to depois, o sino deu o signal da mnhaa. Os ha-
bitantes, acordados em sobresalto, snhiram das
suas casas para saber a causa daquelle -toque des-
usado a tal hora. Alguns gritavaio togo 1 po-
rm o desasocego cessou logo e ludo voltou ao
estado normal.
LOLA-MONTES.
Lola-Monles, diz oNew-Yorck Book resi-
de cm Brooklyn, onde vive na inlimidade de al-
guns amigos, que se Ihe conservaram fiis em
lodas as vicisstludcs da sua fortuna. Vive como
siucera e piedosa chris ta. Desde o seu casamen-
to com o lente ileald cm Inglaterra, lem cons-
tantemente usado o nomo delle, e o que era-
prega em todos osseusaclos de negocio.
Ileald deixou-lhe, no seu testamento, urna
penso animal c vitalicia de 50J libras ester-
linas.
pa, fazenda de 15a, mercearia, modas, calcados,
camas de ferro, etc.; a E A. Burle Si C.
4 caivas trastes; o Barroca & Castro.
CONSULADO GERAL.
Rendimento do dial a 21. 58:458502
dem do dia 23......4.029774
62-488J276
DIVERSAS PR0Y1NC1AS~
Rendimento do dia 1 a 21. 3:6845509
dem do dia 23...... 82594
3.767$103
"M APOSTLO DA l.NIAO DA HUMANIDAD!..
Odoulor Eruerton, membro do clero anglica-
no, consagra, ha bastantes aunos, generosos es-
foiros para dssipar as preoccupac.ocs que se iu-
terpem entre as. naodes o fa/.em entro ellas con-
servar odius funestos. ltimamente, sobreludo,
est empregando tola a sua sollicitude em remo-
ver, tanto quanto podo depender de um particu-
lar, os obstculos que seoppcm a um estabele-
cimento Qrrae e duravel de boas relaees entre
a tranca e Inglaterra. Tevo a idea de abrir em
cada um dos dous paizes um concurso para cada
um >los quaos ollerecc uiu premio do 50 libras
slerlinas. Os Inglezes o os Pranceze* sao convi-
dados polo liuuianilario doulor a tratar separada-
mente, cada um em sua lingua, o assumpto se-
guinte : Da immensa importancia de una es-
(r< la uniau entra a Franca o Inglaterra, tanii
para seu proprio inleresse o bem estar, corno
para a paz e felicidade do mundo, com a indica-
rlo dos ineios que parecam mais p.oprios para
ti Dseguir este Qm.
Sem entrar na dseussao das formas governa-
mentaes dos dous paizes, os concurrentes deve-
rao por lodo o seu empenho em fazer sobresahr
os resultados desta allianca para osprogressos di
cvilisacao e os interesses da huinanidadc : e in-
vesligar egualmenle 03 meios mais apptoiriados
para a consolidar e tornar perpetua.
Os juizes do concurso, em Inglaterra, ao lord
Erougliam e o conde Clarendon, que, por cartas
cue tornaram publicas, lizerain saber que accei-
tav.im esta tarefa ; e era Franca, MM. Tiiiers,
Uignel c Mrime, quo lambtu acceilaram a
raesma commisso.
Este concurso nao poder deisar de produzir
ilguma obra importante. J na poca da expo-
i unirersal de Londres, o doulor Emeriou
tinha aberto um concurso egual, que produ/.io
obras nolavets, e que tinha por ohjeclo-as conse-
cuencias moris e religiosas desta solemuidade
industrial.
ORIGENS DA LINGUA INGLEZA.
I.'-se no City l'ren, a proposito do dicciona-
rio de Johnson, que contera 15,790 palavras, os
curiosos pormenores que se soguera sobre os
idiomas eslraugeiros de que se formou a lingua
ingleza.
lia alguns annos que urna pessoa se dedicou a
fazer uma tabella das linguas e idiomas que ser-
virara para formar a lingua iogleza, e eis qual
foi o resultado :
A lingua ingleza possue
(>7o2 palavras derivadas do latim.
6691 do liollandez.
4al do francez.
1175 do saxonio.
ll i' dogrego.
211 do italiano.
6 do allemao.
).> Jo bretao.
T.'p do dinamarquez.
50 do caslerhano.
50 do islandez.
31 da lingua gothica.
3a do sueco.
16 do liebreu.
15 do loulonico.
13 do ai abe.
6 do irlandez.
4 do rnico.
.'i do gaelicu.
A do llamingo.
l do siriaco.
2 do irlandez gealico.
1 do turco.
1 do portugjiez-
2 do irlandez e escocez.
1 do phrygio.
1 desconhecida.
l.M URTAMENTO DE DISTANCIAS.
Para apreciar as distancias que se enciirtam
com a abeitura do islhmo de Suez, basta ter
cm conta o espaeo quo separa da India os prin-
cipal s ceiros do commercio do occidente.
Pitando iombaim como ponto de destino, a dis-
tancia que ha em leguas de 4 000 metros aos
pontos abaixo mencionados, pelo Cabo da Boa-
Esperanca ou pelo islhmo de Suez, com a diffo-
rencu entre urna ou nutra va a seguinte :
Pelo Cabo. Por Suez. DilTercnca.
SOBERANEA ESf.HAVISADA.
E" uma triste condicri a do imperador da
China ; e so o dominador do celeste imperio
excrce sobre os borneas uma autoridade despti-
ca, as mil algemas. com que o prendem o uso
e a etiqueta, lornam-o mais escravo quo o ulti-
mo de seus subditos. Era primeiro lugar,
o imperador nao gosa do prazer de levan-
la r-se larde antes das qualro horas, um
eunucho, munido de uma lantorna, vem ir-
revogavclmente arrancal-o aosomno; chegam
depois os criados du quarlo e os domsticos en-
carregados dos preparativos do eli. A abado
o toitle, e tomado o cha, o imperador passa
ao seu gabinete, onde o esperara macos de pa-
pis. E'-lho nocessario tomir conhocilpento de
cada urna das pecas, o indicar a sua approvaco
ou a sua censura imperial por moiod'uin'a dobra,
ou d'um risco d'uuha. Os conselheiros de ga-
binete traduzem o commnntam a dobra ou a
nubada. Durante este tempo, e apezar de ape-
nas ter nascido o dia, a sala do throno enehe-se
de mandaras o imperador apparece, lodos os
assistentes balem por tres v'.h cora a ca'aeca
no chao, e a auJiencia comer. O soberano de-
ve conversar con cada um, seja direciamenle,
quando tem por interlocutores personagens con-
siderareis, seja por meio de ofieiaos, que. trans-
mitiera era v '. alta as perguntas e resposlas
quando so trilla do commmn dos dignatarios.
Este trabalho prolonga-se por muito lempo, por
que 6 a hora da recepeo dos mandarlas Inova-
menle promovidos, que vera agradecer, o dos
mandaras deaittidos, que vem reconhece(r pela
sua presenca llerem merecido sua desgrana, c
pro va r ao mesmo lempo que nao iicaran des-
peilados.
A's 7 luas a audiencia termina, e o otoar-
cha ra lomar um almoco solitario ; corno nao
tem quera lhe seja egual, nao admiti ninguem
6 sua meza. Do mesmo modo que lhe n8b
permittido o dormir quando lemsorano, lambem
nao pode comer segundo o sen goslo ; a lei lixa
os pratos que dovera ser servidos meza de S.
AI. chineza. Os loguraes e fructos obtidos pre-
maturamente por meios arliciaes sao absolu-
tamente prohibidos.
Depois 'I i al n i; >, ,i etiqueta concede ao im-
perador duis horas de liberdale, seja para dor-
mir a sosia, soja para nao fazer nada, se mais
Ine apraz rolla depois aos negocios de gabine-
te ; mandarina destacados decadi adminislracao
talharn-lhe o trabalho, e tteam a pequea di.--
laacia para responders pergunlas e dar esefa-
reciraentos. Algnmas chicaras do cha sao as
nicas dislracces que polo gozar o dominador
do celeste imperio, durante as horas do traba-
lho, que o oceupara a raaior parte do dia. Gh -
ga assira o momento do jan lar, cuja listi re-1
guiad i com o mesmo rigor da comida da manh. '
Da(futa djjinlar, lem lina monto o imperador!
un momentos de descanco ; pdehir pisseirl
nos seus jardius ou nos aposentos do su i fi.nii i
mas estes prazeres domsticos leera ain la um |
lado desagradarcl: 6 a hora da comida dos1
principes e das mullieres, c como o< rigor'1- d i
lei nao se ester.lem aestes. o imperador pl i
ter a morliticaco de os ver regalar-so de com-
das e ile fruclas era que lhe prohibido locar, j
Para corooro dia, apenas o sol se esconde "
necessario que o imperador, egual este, fac
oulro tanto.
Tal o circulo quotidiano no qual S. H. chi-
neza devoimperiosamente volver, salvo as raras
excepcoes que causara os dris de testa ; e estes
das sao para ella antes de fadig do que de des-
canso, porque a etiqueta as solemnidades re-
dubra de lyrannia. O escravo imperial nao po-
de quebrar esta lerrivel monotona por meio de
riagens, ncm mesmo por curias excurs es ; fi
elle considerado no sen palacio poalo central a
alma do celeste imperio, d'onde espalha para
loda a parte a benfica influencia e por isso
que lhe prohibido deslocar-se, afim de que
cada provincia lenha sempre uma parte justa da
influencia imperial.
NAO S POR C.
Chegou ao couhccimeiili das autoridades de
Manchesler (Inglaterra) que na cidade sj fabrica-
vara moedas falsas.
Os policemeni pozeram-se en campo, e apro-
sentaram-se em urna casado Ebden-Strccl, l.on-
don-road, oceupada por AI. William Joos e sua
mullier. Us agentes da polica encontraram mis-
Iress Jones na cozinha.e lhe perguntarara por sen
marido ao quo respondeu que eslava ausente.
Us agentes da polica deram busca casa e acha-
rara Jones muito oceupado, junto de tima bale-
ra galvnica, a mergulliar no bauho, para os
pratear, snUlings de cobre. 'Alguraas deslas moe-
das eslavara j promptas e 23 anda meltidas no
banho. O acento que fez esla descoberta cha-
VICTIMAS DA EMBRIAGUEZ.
Segundo as raelhores cstalislicas, o numero
do pessoas que annualmente suecurabem s des-
vaslacoes do alcool,monta em Inglaterra a50:000,
e na Russia a 100:000. Porm, aules de morrer,
osles desgranados pagara sua triste posieo um
tributo de soffnraenlos, quo alorracula a sua mi-
scravel vida o Ihes d uraa morle anlccpada.
A agurdenlo activa poderosamente as glndu-
las da bocea e do estomago. A socrocio torna-se
muilo abundante, e a sensibild ido acaba por se
Sorra embolar. O gosto desappatvee com ella ; o islo
lo verdade, quo nao raro ver passr alguns do
uso de uraa bebida mais branda para oulra mais
forle, e chegar insensivelmenle a achar que o
alcool puro o o absintho nao lem nenhura sabor.
Pela influencia deslas bebidas funestas, as
mucosas turnam-se espessas, os tecidos, o cere-
bro e o sysleraa nervoso desorganisam-se, c o
individuo contralle ura estado mrbido que, por
lira se torna chronico,
[Commercio do Porto.)
COMMffiBtLClO.
AI.FANDEGA.
Rondimento dodia la21 .253 499,51465
dem do dia 23......114851335
26i:73IJ800
MOVIKENTO DA ALFAN'DEGA.
Volumes entrados cora faz en das
< c com gneros
Voluoics sabidos com fazendas .
com gneros .
DESPACHOS DE EXPORTACO PELA MESA
DO CONSULADO DESTA CIDADE NO DIA
22 DE JANEIRO DE 1860.
CrookarenBarca ingleza Cora, Johnston Pa-
ter & C, 300 saceos assucar mascavado.
Balliaioro Patacho americano James Goals,
II. Forstcr & C, 800 saceos assucar masca-
vado.
Pbiladelphia = Barca americana Imperador,
Milheus A. & C, 1,214 saceos assucar masca-
vade.
New-YorkBrigiic inglez Grecian, Whalely,
Forstcr & C 900 saceos assucar mascavado.
Rio da PralaPolaca hespanhola Paralnos,
A. Irmaos, 52 cascos cachaga.
Ro da Prala Sumaca hespanbola Ardilla, A.
Bryan & C, 30 pipas agurdente.
PortoBrigue porluguez Amalia I, Manoel I.
Ramos e Silva, 480 saceos assucar branco e
102 ditos dito mascavado,
PortoBrigue porluguez Promplido II, Jos
Antonio S. de Azovedo, 6 cascos mol.
LisboaBrigue porluguez Bella Figueirensc,
diversos carregadores, 350 saceos assucar bran-
co o 50 ditos dito mascavado.
LisboaBrigue porluguez Laia III, diversos
carregadores, 25 saceos assucar brinco, 25
ditos dito mascavado, e 300 meios desoa
RECEBEDOUIA DE RENDAS INTERNAS
GERAES DE TERNAMDUCO
Rendimento do dial a ti. 10.112S903
Idera do dia 23......11:2283801
21:341 #70 4
Unhas de boi
Vinagre .
cento
pipa
LISBOA, Al DE DIZBMBUO DE 1859.
Precos correales do gneros de importacao do
Brasil.
Algodo de Pernambuco.. ft
ilo do Maranho
Aluella gruita........ra.
Dila fraca...........o
Arcos da Trro inglez.....qq
Assucar de Pernambuco bran-
150
14 150
115*000
95SO0O
3? ;00
mez Tarujo IPerca nbuco a 15
1" classo, Pcruani-
2*700
1*8 50
Isli.VJ
29300
i*6")0i
1*600!
25500
43 00
59000
5500J
C?2 i
880
2'!7
761
== 908
186
116
ais
Descarregam hoje 2! de Janeiro.
Barca inglezaFavoritaferro e carrito.
Barca inglezaMirandaferro e lenca.
Brigue inglesRunuyraedesbacalhau.
Barca ingleza- Izabella rdley idera.
Brigue dinamarquezCerosinercadorias.
Brigue francezFernandoinercadorias.
Patacho americanoSterversgcllo.
Patacho sardoMariadiversos gneros.
Patacho americauo J. C. Coalefarinha de trigo
Importa 'o.
Brigue francez Fernand, viudo do Havre, con-
signado a Tisset fieros, manifestu o seguinte :
5 volumes chapeos, fumo, bter e calcado, 25
barris e 50 meios raauteiga, 15 caixas queijos ; aos
consignatarios.
14 volumes fazendas de algado, seda e linlin,
chapeos, realejos, icupa, etc., 2cmbrulhos amos-
Iras ; a J. Kelier Je C.
33 caixas amellas, conserva', chapeos, burras
e man olotes ; a Araaral, Alvos A C.
100 barris e 10J raeios manieiga ; a Johnston
Pater C
9 caixas requifes, arenes, pennas d'afo, cili-
lerias etc.,. 50 barris c 50 meios manteiga ; a
ordem.
3 caixas fazendas do seda e algodo ; a Schaf-
feillin & C.
4 ditas grvalas, fazenda de linho, roapa c sa-
palos de panno ; a Antonio Luiz de Olivcira A/.e-
vedo.
2 caixas manteiga, 1 dila lirros ; a A Gome-,
Al-es \ C.
3 litas porcelanas, crystaes c cutileras a A.
Garnier.
lu barris c 125 meios manteiga ; a W'hateley,
For-lcr A c.
75 gigos champagne ; a Saunders Brothers & C.
'A p.auaa ..i >.ij o panos ; a E. Laurance.
1 dila quinquilhana, camisas, pannos, nulas,
ele. ; a lllanchuis.
6 barricasc -J caixas rinho, 100 dil^J velas, 45
ditas conservas, 7 ditas sardinhas, 3 ditas azeito-
n.i8, 10 ditas licores, 1 dita chapeos do fellro, 1
caixinha amostras ; a J. Pracger iv C.
1 caixa sedas ; a M. Garneiro.
SI barris e 50 raeios manteiga, 1 caixa fazon-
dasde la i ; a II. Brunu A C.
- fardos chapeos de palha ; a J. Saporiti.
3 caixas modas, crystaes ele. a J. J. Rodri-
gues da C.
25 barris c 25 meios manteiga ; a A. Lopes Ro-
drigues.
12 barris o 15 meios manteiga ; a J. Baplisli
da Fonseca Jnior.
I caixa perfumaras; a Cmara v\. Guimares.
1 dit olivros o artigos de imprensa ; a Miran-
da \ Vasconcellos.
1 caixa vi Iros ; a .1. Antonio Pinto.
2 ditos velas ; a J, J. Monleiro.
i volumes prensas, lirros c calcados ; a Ser,
Filhos&C.
I gigo champagne ; a Paulo Tisset.
12 volumes sedas, calcados, camisas, pannos,
etc. ; a Ramos, Dupral : C.
7 caixas chapeos, etc., 1 embrulho amostras ;
a Ferreira & Araujo.
9 caixas sardinhas, 1 ditas flores, calcados,
espelhos, perfumaras, quin^uilharias, chapeos,
inicias secc&s, mercearia eU. ; a F. Aires de
l'lllho.
9 volumes roupa, chapeos, sedas, objcclos para
chapeos de sol, calcados, ele. ; a E. Adour i C.
30 volumes porceilina, vidros, fazendas de
se la, calcado, quinquilhari is, objectos parasel-
leiro, etc., 10'J caixas ceneja ; a J. F. Adour
& C.
II caixas calcado, chapeos de sol, e trastes ;
N. O. Bieber ei C.
3 caixas fazendas de seda, l.a c algodo, 1 cm-
Exportac&o,
Lisboa, barca portuguesa. Ilortenca, de 571
toneladas, conduzio o seguinte : 4,021 saceos
assucar.
Marselha, galera francesa Raoul, de 530 to-
neladas, conduzio o seguinte : 900 saceos as-
sucar, 3,U0'l ponas de boi, 792 saceos caf.
Valparaizo, haica hamburgueza Christine\ de
toneladas, conduzio o seguinte :3,380 sac-
eos assucar.
Falmoulh, brigue banoveriano Burgismisler ,
de 250 toneladas, conduzio. o seguidle ; 3,80
saceos assucar.
Lisboa, brigue porluguez Tino, de 27! tone-
ladas, conduzio o seguinte : = 2,705 saceos e 11
barnquinhas assucar, 770 couros salga los.
CONSULADO PROVINCIAL.
Rendimento do dia 1 a 21.
dem do dia 23.
6766J781
3:6$"i>7
__________________^m >
68:410378^ !
moii o seu companheiro, que ficra a guardar a brulho o 1 caixa amostras ; a C. J. Aslley \- C.
mullier, c ambos apprehendi'rara os objeclos do
corpo de delicio. Alera dos shillings, encontraram
oulras moedas. Na fornalha que mstress Jones
vigiava acharam-se moldes de shillings e muas
coras. Ajustica proceda.
De Marselha 5300 2374 2926
B irdeos 5700 2800 2900
Havre 5800 282{ 2976
Amslerdam 5960 3100 2880
Cadix 5200 2224 2976
Conitaiitantinopla 6100 1800 4300
Londres 5950 3100 2850
Liverpool 5900 S050 2850
Lisboa 5350 3590 2850
Malla 5800 2062 3738
s. Peteraburgo . 6050 3700 2950
Trieste 5960 2340 3620
Hora-York 6200 .'!71 2439
Nova Orleans 6450 3442 2708
PIIOGRESSO.
Segundo diz a Patrie, formou-sc ltimamen-
te uma companhia anglo-franreza, para estabe-
lecer uma linha de telegraphia elctrica, que
imindo-se em Mossoul ou Bagdad linha turca,
passari, olravessando a Persia, por Tehern,
Chiras, Bender-Abassy, pa-a chegar d'alli a Hai-
Icrabada, onde vao juntar-sc lodas as liuhas in-
ilianas.
O eslabelecimento d'eslo communicacao ele-
Irica permitlr receber Londres e Pts, no
ASSASSIN'ATO MVSI'KIUOS >.
Tere lugar era nina das ras de Galata, em
Coustantinojla, um assassinato myslerioso. O
delegado do priucipc Dauilo fui raorlo cora ura
liro de pistola.
O assassino fugio e cscondeu-so em uma das
ilhas dos Principes, em frente de Constantino-
pa Este assassinato reeorda o do joven prncipe
pe Czouzo, prenle de Danilo, morto no caes
Buyukdr, ha dous ou lies meses, por ura pa- I
dre tuonlenegrino, que nunca mais appareceu.
FUGITE MOS011TOS.
Es um meio fcil e singello de tos livrarmos
dos iiiosquilos.
Toraa-se ura pouco de camphora natural do
lamanho da terca parte de um ovo. Faz-se
erapora-lo, pondo-o era uma caixinha pequea,
que se enllocar era cima de uma vela acosa ou
lamparilla, lendo cuidado que nao arda. Os va-
pores que se cspilharem pela casa faro fugir to-
dos os mosquistOi.
A1MSTA INSENSATA.
Em consequencia de uini aposta insensata,
ura marchante de Ninove, chamado Carlos Van
den Winckel, foi a Bruxellas para lular com um i
cao vigoroso. Parece quo este individuo tinha j
empenhado combates desta nalureza, lendo sem-
pre sahido sao c salvo Nao foi o mesmo desta
vez. Apenas comecou a lula, o cao lornou-se
furioso, e, lancando-sc ao pescoen do seu Oggres-
sor, o eiiend'-u raorlo.
FACTO ENGRANADO.
Em uma corarauna belga deu-se, uliimomcn'.e,
o seguinte fado :
As 6 horas da tarde, o slneiro da freguezia, a-
cabando de locar o Anjelit*, sabio da igreja para
casa ; porm enconlrou no caminho alguns a-
mtgos.que o arraslaram para a taberna.
As duas horas da noite, o laberneiro, irapa-
ciente por se nao poder ir deitar, resolveu re-
correr aus estratagema para fazer sabir os seus
fregueses, fazendo passar o ponleiro do relogio
das 2 para as 6 horas, e grilou :
Sao 6 horas da maohaa; lempo de nos
deilarraos.
Os freguezes desappareceram tapidamente; e
o sinero, debaixo da influencia das bebidas e
aturdido pelo annuucio deque ernm Choras,
7 caixas fazendas do seda e de algodo ; a H.
& Vinassa.
17 volumes chales, pianos, briuiiicdos, cha-
peos, perfumaras, penUs, ole. ; a Monleiro, Lo-
pes & C.
60 caixas velas, 7 ditas ameixas, 22 Tolumes
papel, mercearia. trastes, medicamentos, modas, [dem idem ordinario,
a Ifinetes, charutos, grvalas, ele. ; a J. da Silva Gomma poiviin0 .
Faria.
3 caixas trastes, porcelana, mercearia, etc. ; a
J. Pinto de Lomos Jnior.
4i volumes fazenda de algodo e linho, cha-
pos, carros e seus pertences, crystaes, calcados,
arenes, porcellana, etc., 1 embrulho amostras ;
a F. Souvage & C.
5 caixas perfumaras, marroquins, ele.
Vianua t C.
ron I
Ipecacanhua. ......
Lenha era achas grandes .
dem idem pequeas. .
Idera era toros......
Madeiras cedro tabeas de forro.
a Pa- Louro pranchoes de 2 custados
Cosladinbo. ...'...
Costado........
& Du- Forro.........
jSoalho........
Varas aguilhadus.....
dem quiriz *......
Vinhrtico pranchoes de dous
cuitados.......
dem dem custadinho de dito
"dem I abo as de costado de 35
3 de
10 barris tintas ; a B. F. de Souza.
1 caixa sedas ; a Francisco tendan.
9 volumes vidros, o mercearia ; a C.
beurq.
1 caixa ignoro ; a Wilsen.
1 dila drogas ; a Feidcl. Pinto k C.
13 volumes chapeos, mercearia, etc., 6'J caixas
velas ; a ilaiday i C.
10 volumes perfumaras, papel, mercearia etc.
a Mello, Lobo & C.
1 barril vinho, 4 caixas aceite,4 volumes tras-
tes, bonetes, obras de metal ; a l.etellier & C.
2 caixas chapeos, trastes etc. ; a Christiini iV
Irmaos.
2 ditas trastes ; a A. S. Caralcanti.
4 ditas porcellana ; a Fragoso & Valle,
13 volumes mercearia, chapeos, burras, etc. ;
a Vas 6 Leal.
2 ditos calcado, po'cclann, ele. : a A. RoberUV de ra idem de forro
Futios.
1 caixa sedas, etc. ; a II. Domonl.
1 'lila perfumaras, vidros. objeclos para chtt'
peos de sol, ele. ; a Manuel.
2 barricas rinho ; a F. I.ahanlur & C.
6 volumes chapeos, calcado, agua de Colonia,
perfumaras, quinquilharas, ele. ; a i. A. M.
Dias&C.
4 caixas roupa, camisas e sedas ; a Damas-
ceno Carneiro iV C.
2 caixas espelhos ; a Luiz Piiech.
3 caixas pianos ; a J. Vigncs.
14 volumes chapeos, careado, traslO, chapeos
de sol, ele. ; a Caris V freres.
12 ditos papel, Unta, perfumarias.bonelts, Col-' 1>li"5sara em mf'lhos .
xelcs. marroquins, etc. ; a II. Azevedo. SabAd......
2 baixas perfumarias, mercearia c objeclos i Salsa parrlba
para chapeos de sol ; a C. Saulner.
1 caixa rclo^ios ; a F. G. Germann.
2 ditos lirros ; a Guimares & Olireira.
200 gigos btalas, 38 volumes chapeo?, rc-ts-
canada


botija
caada
garrafa
caada
arroba



arroba
alqui ir
arroba

caada

arroba

arroba






cento



libra

y
um

libra


ura

uma
arroba

alqueirc
alqueiro
arroba




arroba
ci nio


urna
u m
uma





um
600
360
400
6 0
20
640
280
Paula dos preeos dospi'iaci paesgs e-
ros c produccoes nacionacs,
que se despachan pela mesa do consu-
lado na semana de
23 a 23 de Janeiro de 1860.
Agurdente alcpol ou espirito
de agurdenle ......
idem caxaca.......
dem de cana......
dem genebra......
dem idem.......
dem licor.......
dem dem.......
dem resillada e do reino .
Algodo era pluma 1.a sorl .
! dem idem 2." dita ....
dem idera 3.' dita ....
dem i m caroco.....
\r.o/ pilado......
m cora casca .....
Idera branco novo. .
j Idera mascavado idem .
: Azeiie de mamona ....
, dem de niendoim c de cuco.
Bolacha fina.......
Id om grossa.......
j Caf era grao bom.....
Idera idera reslolho ....
Idera idem com csea .
dem muido.......
Carne secca.......
Carvo de madeira ....
Cera de carnauba era pao .
dem idem em \ das. .
Charutos bous......
! lem ordinarios......
| dem regala.......
Chifrcs........
Cocos seceos.......
Couros de boi salgados .
Idera idera seceos espichados.
Idera idera verdes.....
dem de cabra corlidos .
[dem de onca......
Dosce de calda......
dem de Goiaba .....
dem seceos.....'.
Espanadorcs grandes. .
dem pequeos......
Esleirs de preperi
I'.sloupa nacional.....
Farinha de araruta ....
dem de mandioca ....
Feijo.........
Fumo era folha bom ....
dem idem ordinario ....
dem idera reslolho ....
Idcmem rolo bom ....
co............ a> 2>000
Dito mascavado..... l$5l)0
Dito do Rio de Jaueiro m. 1$*m)
Dilo da Babia b..... 1950
Dito dilo mascavado. ... IJTiOO
Dilo do Cara brula .... l$i09
Dilo do Cabo Verde..... 2*400
Arroz da India (Goa). ... qq 4#000
Dilo du Maranhao e Para ord. 49800
Dito dilo inelhor......i) 5-5^00
Dito dito (uptrior ...... 59600
Alpista............ A
Agurdente de eanna do Bra-
iil.........P 429000 453000
AlcairSo............b. 59900 600001
Anil.............lib.
Alraiada...........fe'
Azeile d* pulma.......al.n.
DHn d aneo.........
Caf do Riu primeir.i sorte .
Dilo dito segunda dita. .
Dilo dilo teneira (lila ....
Dilo dilo esculla boa ....
Dilo da Babia.......
Dilo da Cabo Verde.....
Dito da S. T. e Prncipe. ,
Dilo ile Angola........
Cacao do Para ... ,
Dilo da Babia.......
Dilo de San Thom.....
Cuirlla di China.......
C 1 ia-roza...........
Cravo de iMiolle......,
Cravo do Maranhao .....
Comii. los..... .
Cim parola......
hy 11x110......,
> 1 'jii......
lomlo......
panrhong .....
pill......
congou......
> Ijure .*....
Cera araarella de Angola .
Dila dita de Benguela. .
Couros seceos da Rio.....
Diloteipieliado* da Bahii. .
Iilos ditos da Minas .
Ditos ditos de Angola.....
Ditos s.ls^do* do Maranhao .
Dlos illa, de Pernambuco...
Ditos (litis da Bahia...... u 97
Dilos dilo das Ilhas.....
Ditos di.n de Cabo Verle..
Dilu (Mus ii > Anu i|n.....
Ditos verdes do Para' .
Cevaild ettrangeira.....
Carrao de pe Ira. .
G*tanhai do ttaranhlo .
Denlos de marlim lei.....
Ditas dito in.'io........
Ditos dilo escrvelho.....
Erva-doce...........(S>
3001 Brigue porlu.
50;p000 do Janeiro.
Briguo portuge/. Floriuda,
buco a 1 2 de Janeiro.
Brigue porluguez Constaule I Pcrnambcco.
em breves dias.
Brigue portugus Anglica, 1" classeRio do
Janeiro a 10 de Janeiro.
Brigue portugus SophiaRio de Janeiro a sa-
bir de proraplo.
Vapor paquete OnciJa, da companhia Roval-
Maila 3 de Janeiro para os porlos do Brasil.
Brigue porluguez Iuliepido Bahia a sabir
cora brevidade.
Barca NereidaPara at 31 de Janeiro.
Bares portuguesa EsperancaBahia a sahfr
com loda a brevidade.
Galera brasileiri FalmyraRio de Janeiro tem
a bordo a maor parte do c.arregnmenlo.
Galera portugueza Cidade de lU-IemPara.
Barca LindaMaranhao sabe a 8 de Janeiro.



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650
900
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330
152
122
2:)7
8'>
177
167
Ferroeommutn Instes era bir. i]i
da Suecia.
Folha de fdrro nelez. .
d 1 Suecia. .
Goranra cojial >operlor.....
! Dila dila recular.......
Dila dila ordinaria.......
I Dila do lira-il..........
.\lela50............
ala melga d Coifc ....
M1II10 olr mi eiio........
Oieo de cupahiba......
<'e lindaba.....
Ourac............
Pimenla da India........
720 Pellas salar S$20! ra e-h!!,) )e Calcuta*
7200 Ml'lre relio.di.....
Btiarui Sal'4" parrilha sup-riar.....
i>-'li Dila dila regular.......
-' 501 Dila dila aniara......
Tapioca boa.........
Trigo estraogeiro rijo.. .
0 mole. .
Ir/ella de Angola.....
Dila de B'iiKala......
Dila de Cabe Verde.....
Vaquetas do MaranliSo. ...
Ditas iia Pernambuco.. .
Verguinbi pira preeei orI.
BxpcrtacSo
Agurdenle........" p.
Azeile doce.......
para depoiilo
sumo.....
Armz nacional. .
Amendoa em milo doce
?".......
D'ta em catea cu?a .
Bac.ha era rama nulo barril!
Batatas...........
Cera nacional branca. .
sraarelli .
Dila branca em gramo\ .
Dila dila era velas.....
Cevada ...........
Cenleio...........
Ceblas...........
Carne de vacca.......
de porco
Clioiiricos ........
30000
3g500
4PO0
29650
800
2^560
7g0OO
3S80
6g500
4g000
5000
9$60C
6$000
2$00
10$O
12,^000
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1 $0C0
3g0C0
50000
3J200
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33200
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300
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143000
9$000
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23500
13600
123000
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19100
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333
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197
267
1.-0
217
207
1(17
210
215
18")
107
|$20J
I-'- 1 1
i '
19200
39600
55OOO
590(10
Litboa :!() de (tezemhro de 1650.
3 I sssentamento 461/247.
Coupons451/445 I 2.
Divida diferida33 :l :.
Banco de Portugal 5509551 $000.
Dito do Porto 25392559OOO.
Juros do I de Janeiro.
Movimento do porto.
Afamas entrad 11 o rfia 22.
Milford Haven eportosnlermedios24 dias.n
por porluguez Braeil, de 165
mandante Luiz Augusto da Suva.
98, carga varios generas ; a Tasan A Ir ni
Aracaly12 dias, Mate nacional i/ 1
35toneladas, capilao Joau Uciuique de Ai-
meida, equipagem (. carga couros e
eros; a Caminha A Filh -s.
Bio Grande no Sul:il dias. barca S /(7e, de 2I toneladas, capitao Joaquiui Ln-
louii Dias da Silva, 1 ..,, im 12.
11,500 arr ibas de carri ; a A inm .. I
10I70 dias, barca ingleza / de
21:! toneladas, capilao S m Co
geni 10. carga carean de p<*di is\o*li m, i;
ter A C. S ig lio para > l." de Janeiro.
Nacios tridos no mi n>i Ha.
Portes do SulVapor porluguez Brasil,
mandante Luiz Aug islu la Sil
LisboaBarca portugueza Horieneia, capujo 1.
M. Bom'io. 1 arga assu ai.
VelparaizoBarca hambiirsueza I ca-
pilao Nomens. carga assucar.
Uarseille pelo Rio Grande do N .
ce/a Raoul, capillo Rodes, carga assucar.
LisboaR -\
_ de O Lisboaj ca r.
Xew-YorkBares americana Virgiua,
H. I. I.uwry, carga -- 1
Navios eulradi,- no Jii i-'..
Babia13 dias, 1 1 un 1 hol II
. .
3 do 105 toneladas, capilao i. C. I
.
pagem 9, em lastro ; a Am
i', ai i15 di is, I
i i loneladas, capilao Wil
pagem 10. em lastro ;iN O.l
M : J, barca ingleza llin i 1,
loneladas, capilao K n, equipagem I*
c a!.- ido ; a S 1 .
Vcio receher ordena e segu Pai
Navjo dia
M irs Ule D 11 ,'...-
lo l.aiiralclle c.:_a assucar.
99OO I IgOO 1
1^500 59OOO
39600
|S00
f 10
29000:
300
38!) I

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159000 169009
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(|. 1 :!.".()!) 149000
139500 II9OOO
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* 1 ii: -l
lti i 1-O 1: li 1 ;; a i X 1 i '''' "
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A 330
A 390
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6 (g
o
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Curliji I" qual. de 1 pal. pira
em*......... De ordem do lira. .Sr. [n tor da The-
ouraria de Fssendadesla Provincia, fe faz pu-
:; blico que a arremaiago di paiie do sobrada da
dousan lares na ra da G:ii n. 29, penborada
aos herdeiros de Actinio Ferreira Duana
oso, nao leve effci'.o :n Jia an lo por f lia
le licitantes, c por isso fica a nesmi srrema-
tacio transferida para o dia 28 da con na mes.
Secreiiria da Thesouraria de Fai Per-
nambuco 9 de Janeiro de 1860. <>
Maior interino.Luiz Francisco .le S. Paio s Silra
Pela inspec^o da alian I
[ue no dia 25 du corrcnle, depois do 1
publica, -
Cartlca 2a qual. de 1 pe.
cclu liiia .'ii i al 1 pol.
5$()0
1JJ6O0
800
2g9O0
156()0
300
380
350
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310
400
150
129OOO
2*00U
49800
9S600
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79OOO
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49800
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45000
49400
39800
780 81O
SO 710
459000 509000
509000
V I00?00!) I10?000
1209000 ii0>l)OO
a O p. de c. c 2 1/2 a
largura.......
dem idera dito de dito uzuae?
dem idem soalho de dito
dem em obras oixos de MCupi-
ra pura carros..... par
dem idera rodas de dita para
ditas........
Mel......... caada
Milho......... alqueire
^ ordinaria para peica o
Figos do Aieiivc eomadre .(a)
Farinha de Ir'go.....B
Laranjai oea.....cai*.
Milho............ A 350
ilai ilhas..... 320
Manleig.i de porco..... ,1
Paioi............ d,'i/.
Presantes......... (&
Sal IrUueiro grouo. Moio
lino psra a trra ...
Sarro de vinlio linio |
branco. >
Toucinho. ......... i)
["riso rijo do reino..... A
Dilo mulle......... b
Vinagre de Lisboa tinto P.
Dilo branco dilo......
Vinho de Lisboa linio.
Dilo dilu branco ....
Bulletim martimo e commercial daprara de
Lisboa.
Embarcaccs entradas no porto de Lisboa des
de 13 dedezembro de 1859.
13 Milford Haven, vapor paquete portuguez do
Rio de Janeiro, Bahia, Pernambuco o S. Vicente.
de Cabo-Verde, (eulrou no difrll s 11 horas da
I i ii l '.
1! Nereida, barca portuguo/.ado Tara.
10 Ave, patacho inglezBahia.
2 Atlila, barca portuguezaRo de Janeiro.
27 Tarujo I, biiguc perluguez Ro de Ja-
5>jt2iO neiro.
13600 2Z Flix, barca portugueza Uio de Janeiro.
27 Paquete Saudade, batea portuguezaBalita.
28 CooQaoca, brigue porluguezPernambuco.
.j 2i) Joven Carlotla, galeota portuguezaRio de
**}n" Janeiro.
14$000 20 l.iberdade, patacho porluguezMaranhao.
30 IIarmona, barca brasileirado Rio de Ja-
neiro e de Fayal.
1
se han de arrematar em h 1-11 publica, -
arrematarao livro de direilo ao arrematante, a
seguinte mercadura, rinda da Parta ira 1
Promplido entrado era i terebro I 1 anno paa-
sado, abandonado aos direitos por Frai
des do Araujo : E& 186 caixas le 8
figos, no valor d 1 200 r cad 1 caixinha, 1 |
xas cora caiiinhas e cestas de B os, 1
. ids uma. Alfandega de Pernambuc
Janeiro de 1860.=O inspector,
Benlo Jos Ferna roe.
ee!ara<
i-:\:-ii nu esliiba |
ca uracavallo riidadn, .indo com os 11
imperial, na riagein da Victoria, o rujo d
nora-se quera se ja : a pes
direilo a elle, dirija-se a ropartico .
publicas, a fallar com o abaixo assi^e
avista dos signaes cerlos, (ardclle entrega.
liecil'e 20 du Janeiro de 1860, Jlfiii
nio Rodrigue Sanaco.
Subdelegacia da fregucsia do Pojo 10 '!o
Janeiro de 800.
Acha-se d.-positado um cavado
fora tuina lo a Antonio Sjvorino,
Arraial como furia lo, a pessoa a qnem o resmo
perlencer compareca ne-ta Subdelegacia jusliG-
siazao, (jua
no lugar do
Pedras de-amolar,
dem de filtrar.
dem rebolos .
Sebo em rama. .
Sola ou vaqueta [mei<'
Tapioca .....
una

i-
un
libra .
arroba

uma
arroba
45JJ0O0
l|O00
sgooo
logooo
10000
30S0UO
2-iO
2$500
800
0000
IfKO
200
i
25S000
lt'$000
35200
es-1 cando Iha era entregue. Subd
I Jo.- Goncalvos da l'orciuncula.
Nova Banco de Pernambuco.
O novo banco uY" Peroambuco recc-
' Hie as olas de sua emtala de 1 .; e de
1 Oj, e peda aos poaaoidore dai mesma
o favor de as vrem trocar no aeu es-
criplorio, das 11 horas da man!.aa ato
as 2 da tarde.
Subdelegada da Fregucsia ds de S. Anto-
nio IG de Janeiro de 1860.
Achao-se depostalos tres cavollos cusannos
que foi o encontrados as nas deMl cidade.
quem for seus donos comparejao oeste juila man
:IJ Indiana," galera brasileira de Montevideo, i justificando Ihes serao entregues. Antonia
31 Tyne, vapor inglezUio de Janeiro, Bahia, Bernardo Qninteiro, Subdelegado Sllp| '
Pernambuco, ilha de S. Vicente de Cabo-Verde. Pela mesa do consolado provincial se t
;l rabe, paiacho porluguez Hio de Janeiro.! publico que os trinta dias uteis para n ; raaaen-
;!1 JixIj, brigue porluguezMatanhao. 110 a bocea do cofre do-: imposlos la -i p< r cnriti
31 Cidade do ltlem, galera portuguezaPara. sobre diversos PSlabetecim nlos de 40| > >bn 1
sas de modas, de perfumaras i de T.ona>* pol-
F.mbariunics utkidas
11 Avon, vapor, paquete ingle/. S. Vicente,
Pernambuco, Baha, Uio do Janeiro, Uonlevido
e Buenos-Avres.
vota, c de id lativos 00 anuo Bnnnreiro de ItfoOa 1810 ao prin-
cipian) a contar do dia 10 ile joneia corr m.-,
lindo os quaos licain incursos na mulla de Iros
l- hice, escuan purflgucu Rio Grar.dc do por cento os que pagarem depois deas* ana*.
Sul. Mesado consulado provincial de Pamafnaaan
10 Cruz V, brigue porluguez Bio de Janeiro, i 11 de Janeiro de 1H60.-Anlor.io Cainei.o Bnata
20 Thomaz Waltson, galera americanalo de I do Rio, administrador.
20 Baguio, brigue brasileiro-Bahia c Rio de (^OIlSClllO (C COlll"
21 Tarujo & Filhos, brigue porluguezBaha. 1
21 Mondego, brigue portuguezBabia.
;i Ligeira, barca porluguc/.aRio de Jai .
2 dejaneiro de 1860.Brasil, vapor, paqr.elt
porluguezpora os porlos do Brasil.
pras navaes.
.Vario sahir.
Patacho Trovador Marnniiao
pp.rte do cnrregamcnlc prt np'o.
b ; l
Tc-ndo de fazer-se a acquisicao de din 1.-. s nb-
>de maieii.il. ala:xodeclaradi.*, para lor-
lui ment do .i!moxar.;Uo do arsenal rio mari-
nii.i, innTidj o e*nerbo l ie '.latir
(lisso 1 i.i s< :---ao di. ?, '' vista
-? pmr -h.-bs '.r:lrog'::i '..-i

4)
DIARIO fiEmNAMBCO. TERCA FE1TU 24 DE JaNKIRO > i860.
restante do terreno do siliu da mesma sociedade.
Os prclendcntes podern dirigir ao arroazem da
ra doVignrion.il, a qualquer hora do dia a
entender-se cora o difo agente.
mu
Flix
Souvajje & C.
farao leilao por
intervencao do agente Hyppolito da Sil-i fornecimenso regular do que se precisar
vadeum completo sortimento de t'a- mensalmente.
zenclasdesedu, se > e algodao, seda J 0 bachai*el WlTRUVIO tem
saccas la, la e algodo, lintio, elinlio e algo- 0 SP1| c0rin*orin na Andar
do todas propias para este mercado,i 4,eu esci 1Pl0" n0 af1a'
para o que convidain aos seus numero- ; rt SODratlO D.. o (la l'Ua INOVa,
mesmo da alcas 11 horas da manhaa, acompa-ide de fiacao e tecidos do'algodo pira vender o
uadas das amostras que raibaiu no possivel,
cortos oconcuiremes de sujeilarem-se a mulla
de 50 0|0 da valor de cada objeclo nao entregue
da qnalidado c na quaotidado contratadas e de
earregarom alem disto com o excesso do pree,o,
se o houver, quando pela falla su recorra ao
increado, bem como de seren pagos do que ven-
derem pela forma ha muito cni pralica.
Objcclos.
Antena de pinho de 70 ps de comnri-
menlo e SO de dimetro 1
Ancora pequea de ferro : 5
Amanas de6a8(3 2
Alicates ne ferro chalse redondos 10
Agulhas de palomba 50
Algodoo en rama '2
Broxaa gran los de pintar 30
Cofre com tres chaves 1
Croques de ferro ')
'Jrrenle, de farro de 6^3 1
Camisas de hrini 100
Ditas de algodio 100
Calcas de brini 100
Ditas de algodao 100
Cadinho de lapis es. 2r>, 30, 10 e 50 -10
Dobradicas de metal 50
Escaler de i reinos l
Flele encarnado 2
Flanella de escalcr 25
Fechaduras de camarote 30
Fechad aras de porta 2rj
Liaba de barca {
4.isa de vidro 200
Podras de amolar 10
Pennas de ac 5
Papel hollanda 200
Hemos do faia de 13 a 20 ps 20!)
Saceos de. conduelo 200
Sola 50
Socante
Tinta branca de zinco 50
Sala do conselho dc compras nanos era 1 de
Janeiro de 1860 secretaria,
Alemndre Hodrigves dogAnjon.
aHi
THEATRO
Deposito de papel para
impresso.
Na typographia deste diario se acha
estabetecido um deposito de papel de
dilFerentes formatos, para impressao,
que se vende por preco comraodo: as-
sim como seu proprietario contrata o
pares
pecas
arrobas
folhaa (
caitas I
cadeinos
Almanak da provincia.
Sahio a luz a folhinha com
o almanak da provincia para
o corrente anno de
o qual se vende a 800 rs. na
praca dalndependencialivra-
ria n. G e 8 contendo alm do
Vcgcto-depurativas
E pechincha
sem igijai.
para O qii -.un i *i,i m uva seus imuiciu- i ----------------- ~~* > ~ i i
sos regueze* comparecerem no seu cuja entrada pela Gamboa do K^*"-" ecclesiastico
arinazem ra da t u/ : terea-'eira 2*CamiO. CIVll:
do crtente as 11 horas cm ponto.
LEILAO
Tere^a-feira 2 do corrente.
PELO AGENTE
Ojuizmunicipalsupplen-
le em exercicio da 2.a vara,
transerio sua residencia para
a ra Nova, primeiro andar do
sobrado da esquina n. 23, on-
Noticia dos principaes esta-
dos da Europa e America com
o nouie, idade etc. de seus im-
peradores, rcis e presidentes.
Resumo dos impostos ge-
Eslas pilulas, senda nicamente composias
de puros vegetaes eolhidos nos campos e malas'
da provincia de S. Paulo, j foio analysadas
pelo Sr. Eiiennc Lagarde no Coneio Paulis-
lano onJe sahiram algnmns pubcagoes a res-
peilo das viiiu.Ies e efficacia desle maravilhoso,
meilicamer.lo, enoje se achilo assaz couhecid3S
pelas innmeras curas que com ellas se tem
oblido, (ornand)-se um remedio sompre til o
necessario, especialmente nos Ingarcs onde nao
houverem mdicos e forem escas.-os os iccursos
da medicina.
Na loja do Progu.ca, r, d Cjeiraa,,0 ,
vcudem-sc cambra.^ organd \ ^^
iPei!;^pre^eS^raUv,!aaUOmerCad0-
Batatas a 800 rs.
O gigo com
Heos n. 8.
32 libras : na ra da Madre de
MffiD
ib
Vende-se cemento branco e
ea rrtalho, por barato preco
materiaea da ra do Imperador n.
maia pertencentc a pedreiro.
A qnem fallar duas cavernas do demfka.
3
prelo, em barrica
no armazem do
17, a ludo
meios
arrobas
latas
A' porta do armazem do Sr. Alies defronte
, da alfandega no citado dia e polas 11 horas da
! manhaa, o referido agente tender por conla de
; qnem pertencer;
50 barricas com sardinhas.
2 ditas com salitre.
50 saceos com feijo branco.
de tem fabrica de chapeos de raes' P'^vinciaes, municipaes
sol o Sr. Manuel. e Policiaes.
Na olDcina e galera da ra Nova n. 18, pii- Tabella dos emolumentos
SSore^-lparochiaes.
Em pregados civis, milita-
emprgadojnicos, que garan-res, CCCleSasticOS. litlcrai'ioS
> innalteravel e a aceilacio que """^*"- *vo
de toda a provincia.
Sendo o fim principal desl3S PILlas purificar dirija-se ao sitioda Tacaruna, que dan
naos das mosmas e pagando as ,
com a approhonso, ser-lhc-lifio entregues.
Antonio Augusto Coelho Sou/a retira-i
vapor ingle/, para o Rio de Janeiro.
Desappareeeu de casa deso senjasc, njdia
a massa do sangue, qual ser a creatura que
deixara de allender a propria conservacao, der-
presando um medicamento que, mesmo e;n esta-
do de saude, concorre para a boa nutricio da
DE
Tfita-leira 2rt de Janeiro de 1860.
Segnudo eoueerlo vocal :i uaractd
t>cla sociedade lyrictt i(i?axia.
PRIME1KA PAUTE.
Sjrmphoma.
Cavatina da opera ilarbth do maestro Verdi,
la Sra Sola Marini Testa.
Dueto da opera Trucinla dn maestro Verdi,
. la Sra. Luiza avelli lleggiani e o Sr. Hyp-
polito
Cavatina da opera .Va* na diere do maestro Ver-
vi. pelo Sr i.-.:'./. Testa.
'.ruido rondo da opera I.u-ia de Lammermoor
do w.ioliv lluni/./otti, pola Sia. Cavetli.
SEGUNDA PARTE.
S> mphonia.
Cavatina da opera fenlris de Tcnda do rnaes-
I i Bellini polo Sr. Hyppulito.
i.....lo da opera Luiza Mlero maestro Verdi,
pola Su. Gavelti o o Sr. Tosa.
Cavatina da opcia Barbeiro de Secilha do
-lio Rossini, pelo Sr. Jrts Mora Itamonda.
Duelo da mesma opera, pela Sra. Mariui e 0
Si. Ramonda.
0 oo orlo regido polo Sr. maestro J. Smollz.
PREC.OS.
1.a oideni.......... 12tO()0
2. dita..............15J5O0O
3.a dita............. bcOOO
Cadeiras............ 8j>000
Plateas.............. 2g000
Os biihclcs acham-se venJa no escriptoric
Jo thealro.
Comccar s 8 horas.
Avisos martimos
Fazciuas, ferra-
I gens e miudezas
Quarta-feira 2i> do corrente.
NOARMA2EM DO AGENTE
metro andar, conlinna-sc a tirar retntos
syslema norte-americano. Mais de
tos tirados em quatro annos pelo artisla que
dirige esse estabeleeiraento, provaiu a bondade
dos processos
, lem um retrato
i at de BEM AI.TO lem merecido. No iccsnio
Iestabelecimento se euconira o mais variado, i
abundante e bello sorlimento, que existe nesta ASSOCia^OeS
cidade.de quadros, molduras dour?das, passe- aifrieola*; imluctiMo^c llll.-a'
par-toota c Caixinhasde todos os lamanlio.se fei- P icoiub, II1UUS11 iaeS, llllera-
jtioa Constantemente recebe-se de Franca e dos. I'iaS C I)ai*tCUlareS
; Estados-Unidos ludo o que diz respeilo a pholo- r* i i
graphia.e sempredesprezando-se ridiculas eco- | li-StalJCleCimentOS fabl'S, in-
noinins, mandam-se ir objcclos mais modernos, rliicIr!Ac
e de mellior qnalidadc : attestam-no as amostras I' ut,tt I ea
i patentes o publico, assim
reveativo de 12? (l(' Jai"J"" ;1" "loiodia, oescravo Ivo.'do na-
er molesua |... E'ioeonlesUvel que gran- ffft S ffi^ ^5^,'
e uos sotinmenios humanos lem por or- depressa gagueja um pouco : aaon o
ve-o ra do Collegio, casa
ser gratificado.
Seminario de Olinda. f
existencia, e que e sem
qaalque
i de parte
gem a impuresa do sangue.
A?sim, julgamos fazer um grande servico a
i I)uni8nidade aconselliando o uso destas PiLDLAS,
e indicaremos os Jifierenles modos por que se
COmmCrciaeS, devem ellas us3r, segundo o estado das pessoas
Deposito gera!.
Ra do Porto n. 119, perto da caiioca Rio
de Janeiro.
Agradecimento,
Inflamui/ao I (i^atlo o es lomado.
Eu abaixo assigoado atiesto que padecendo
minlia senhora de ioOamacao de figa.lo c esto-
'mago por muito leir.po, e sempre tratada, ul-
timamenleso Ihe a de
u mencionado dia o pelas 10 horas da ni
nhaa o referido agenta expor concurrencia de ,fl
seus numerosos fregnezes oni leilao'publico que
devor ler lugar em seu proprio armazem da ra : lornar-se nullas- Assim pois ninguom
doVigarion: 11, as seguintes merendonas que fnturo se chame a ignorancia.
sero vendidas em lotes vontade dos compra-!
commerciaes
ten, honrado esse estabeledmen.^^han^e f0(lilS 9S 'H-iaUdadoS C01110 lO-
rclr''l^f.,1,0(,!'s os dlflS' e os Pres prncipiam jas, vendas, acougues, CDC-
I cni -i-jviuu res. o o
Ferrcira Villela. prnlographo. IHIOS, etC, CtC.
Constando que um dos herdeiros do finado Qapva a]la Mrquez do Recife ja comecara a vender alguna ^Ve elle de gllia HO COm- opa juco (com permissao do med.co assis.ente
predios pertencentes o exlincl3 Hospital do HlCrCiante, agricullOl', llllli- HrtTc
laraizo, Adminisiraco Geral dos Estabeleei- (imo e Clfilll para todas as!n."ll'a e
nn-nlos de Candado de novo avisa ao publico: .. i ______i_ _. |,._ ... ,
que esses bens anda estao em litigio e por con-
secuencia toda a tranzar-cao feila com elles pode
para
pouc nuw
faltar mais

i si-nhor, quo
i
Nao podemos deixar paaMr em
a feliz lem branca que leve 0 dosso digo J?
prelado na nomeaoo feila en um
dote iiiiir.Uisado, este reconhecuneala s
duplica, quaudo salisfeilos oh- f*
que a esculla recahie cui un sacf*rdnte
dolado de probidade, virtud *>?
ca, visto corno dcs< II peilhuu a sua func- i$
cao com louvoresatifs ionoi
orphaos onde foi vico director, o nia i
menos do esperar da prudencia de S Ei
Itviu.' Askin o Rvd. con _
[ie ce mar-
dores, Sem reserva de prei-i e a gol
tollo a qneima roupa
Cal xas eom linhas de superior qualidade.
I.uvas lio camurca.
Calcas e molas de algodo.
Cobertores do lia.
Panellas e marmitas do ferro e folha.
Ps de ierro e tulla.
Escumadeiras e colheres.
Aparclhos para tirar comida.
ubrasde ierro o de folha de (landres.
Cadeiras de abrir.
Cenluioes.
Capachos, baldes, alflnctes etc.
Caixas coiu velas de composico
do Ivirk, com escripiorio na ra do I'ario
a clociite se restubeleceu inteiramate,
faz uso das chapas do mesmo autor para o ligado
ou estomago, sempre como coadjuvanje do tra-
tarnento allopathico a que se submetle, e vai ti-
rando proficuo resultado.
0 quo refiro verdade, e o uro.
Na casa de banhos!'1^' eidade;"te" abedo'"^,.1 "si0n'ti0Ml -*
ciassesda sociedade.
Jos Soaresde Azevedo,
proessordelingua e littera-
lura nacional no Gymnasiol
m
m

sua casa,praeadeD.PedroI[,ii.
(10 pUteO (10 Cicir-^T.scgundoandar.uiiicursode
m/v PHlLOSOPHIA.eOUtrodeLLNGOA
Frax
iro Jo.iqnim Sabino Pinto Bibeiro ~
Reconhecida verdaJeiraa assignaiura supra pe-
lo tabelio Luiz Rodrigues Pires da Costa.
Precisa-se do lavadeiras e
quo sejam livres ou esclavas :
se bem.
ceza. As pessoas que de- sem
Cura completa
pKgommadciras, e,.;,.,,,., _i,
etrau- scjaicm cstudar urna ououtra
paga-so
tiestas disciplinas, podem di-
s@fc@s@ ss5@@@@@g rigir-se a indicada residencia
DENTES 1 de manhaa at s 9 hora.'
g
|Ruaestreita do llosa rio n. 3|
? de tarde a qualquer hora.
e
&
Para o Rio de
neiro
u patach i nacional Capuam soguc em poneos
lias poi ler a maior parle da carga engajada :
para o resto, passageiros e es ravos, Irala-se
com .1. R. da Fonseca Jnior, na ra do Vigarie
numero 23.
Para Lis! ja segu no dia 28 do corrente o
brigue portu^uez Laia lili. qnem nelle quizei
gar ou ir de passagem, late com os seus
'onsignalarios Francisco Severiano Rabello & j
. no largo da Assembla, ou cora o capitao
- Jnnuao da Cosa, na pra;a do commerrio.
Para o Porto.
Vai sabir por estes das para a cidade do Porlo
i brigue portu^'uez Promptido II, loriado e
ncavilhado de cobro, de primeira marcha e pri-
meira classe, por ler seu carregamentj quasi
completo ; para o resto o passageiros, para os
quaes lem excellentes com modos, Irata-se rom
Elias Jo.s dos Sanios Andrade & C., ra da Ma-
dre de Dos i.. .'12, ou cora o caiiiiio.
Tcrca-eira 24 do corrente.
NA RA DO
imperador n. 15.
Desappareeeu do engenho Peros, um gar-
role prcio con, nina slra vormelha por cuna
$ trancisco Pinto Ozono colloea denles ar- U o Iombo, j furado, porem anda nao trobalha- chopas medicinaos do Sr. Ricardo Kirk,
."S iniciaos pelos doussistemasYOLCAMTE Si do......
resgraardo nem Eneouimodo.
Kheumatismo
l><( nio at ao mel do braco.
Eu abaixo assigoado, declaro que nina miiiha
aggregada soffria ha baslante tompo do ilieunaa-
lismo as cosas da mao al ao meio do brago,
(cando por isso impossibilitada da f.zor rousa
alguma com essa nio ; e fazcii lo uso de muilos
remedios sem resultado favoravel, recorreu as
por le viudo h
W quim.Camello de Andrade foi a
9 apto para reger osemtnario, ;i, .
*3 Usfeitos reccboiiios, cortos que hai
;j ler um reilor lau beuigno na sua ndro-
) nistraoo, quanto o nosso vicc-reiloi o
Rvd. Tranquilino Cabul Tararea
concellos, quo po,- sias excellentes quali-
v dades nos salislaz basUntemenle i
g .idminislracao.
... U^..l- : i
Roga-sa ao Sr. Antonio Henri
randa o favor do apparecer na ra dos M
11. :t6, que se llie deseja fallar a n i
interesse.
Sorvete em Olinda.
No hotel da cidade de Olinda. ru de 5 II
contina a haver sorvete das 0 .
iiuile, pelo preco de 280 rs. .
Fugiona noite do dia 21 para o da i
le corrente Janeiro um negro Caaaang, de i
Itanocl, pequeo, de 50 anuos, pouc
menos,corpo seceo, ps largo- -
eom toda a barba, pode-so couhecer m
ser quebrado e lamben as niaos por le
amassador de podara : quem o pegar, leve-o a
padaria rranceza da ra da fmperalnz n. 56,
ser recompensado.
Collegio de N. S. do Bom lou-
selho, ra do Hospicio
numero l>.
Precisa-se de mu criado, escravo ou forr
chapas de curo, ou plalina, podendo ser i Um. qae eslej dcSoRSto tSSU^SSC-' T^T^ 7, "'* 1 ^ "p"9' C'n '','" -'-" ^ *'"" **
procurado na sobredila roa a qual-juer | las imiediacocs: q.2ffiSKd5!ffiS. J" P^mnl. bofc E para constar f.co'
A hora. 9 no mesmo engenho, ou na rualmoerial u 10 a P^unte, dedaragao. Ra de S. Pedro, n.
i) agente Boija fara' loilaocm son ar-
mazem na ra do Imperador a. Ib, de
ricas obras ilw; marcineiria, mobilas,
| candelabros, crvstaes, loucas e ouUos
muilo rticos que tuJose vendea' sem
reserva de proco, as 10 horas em ponto.
Si:r.-:::.-y-y:. v @8fe@ se
GABINETE PORTGUEZ
generosamente gralificado.
DE
Por
0\
A C^
3>
O
Ka
AGENTE
Em virlude da dcliboraeao loniaija em sessao
do conselho deliberativo em 19 do corrente, sao IIiii <1:| I lili l' l';i I l'i / n 7
convidados nvamele os membros do mesmo "Uf "*' I' h' "f. *
conselho para a sessao extraordinaria que dovo- '-ccomtc acaba de receber do Kio do Jin-uro
r ler lugar uo dia 25 fis 6 lii horas da tarde, na "Ptrntiro corUra-meslro da casa Augusto Clau-
sala das respectivas sessocs. d.10- "'" "!'";0 vl"do ,lc ?,*na- i:sl: cslabelc-
Socretaria do Gabinete Portuguez de Leilura 2\ rlmc,ll csla
t" rio de Janeiro c Manol Antonio Rodrf-
nm aai.(a L ^^1 II b'"cs Keconhecida verdadeira a ''natu-
r um corle de cabello e n^"^^^**}^*^*.
Cura completa
Sem resguardo
[uflamaco
fisameulo S00 rs.
oje as mclhores eondicoes que
de Janeiro de 1859.
possirel para satistazer as encommendas dos
A. D- Xogueira.
1." secretario.
iiciii tMi.'uitimodo.
.do baco e es-
loma go.
Havia muito teinpo que una eserava minlia
soffria de inlamancio do bago e estomago
Picando debilitada impossibilitando-a de fazer
Vende-si' urna cama nova ntuilo
feita no Rio de Janeiro, com lodos os ii
paros, pois a dona lem do se retirar para tura :
na roa estrella do Rosario n. 18
= Segunda voz roga-se ao Si 1 ; ism v* -
noel dos Passos Coelho, do duiir-se a
ra do Mondego. ou man I i
<>;>.. cr|in4 Iwge ua o su Vonieii
ja de dirigir-so a olaria da roa do Mon :
l're as obras quo vez do empreiii la, i a
de aprega-las na obra d.i ,
estrada doArraial, cerno consta do do
ja leudo mandado pregar algunas pecas por um
oflicial, ele.
= O alteres alumno Jos Tiburcio Pen
Magalhes, retirando-se para o Ido de Jam
vapor portuguez (Brasil, por falla do l
dcixou (lo dvspedir-se d>
objectos cm cabellos, no mais breve lempo, co- qualquer servigo, solrendo muitas drese alem p^diealpa!* oBarVce M^diAu'nu'lo'pi
g!os?'braceirs?,a^io ^ndo-.he miuislrado todos os ;"
i bolleiras de toda a especie para homens o se- re,Beai0S nulilmenld ; como ultimo recurso re-i
j nhoras. lava-so igualmente a cabeca a moda dos POrri
Estados ("nidos sem dt"
icinr^es do Sr. Ricardo Kirk
fara' leilo no trapiche do Angelo, de
urna grande quan{dade de mastareos,
vergas e muitos otros paos que se tor-
natn necessariosa qualquer na vio: c
Precisa-se
Estados Unidos som deixar urna s pelcula na com escriptorio na ru.i do Tarto n 119 comas
alagar um prelo par? bater sorvete. pagndose caneca dos clientes para salisfazer os pretenden-11n,t i.,,. iA r.....:....;. i
SVmensaes o comida: na ra da Cadei! do Re- es. os objectos em cabello sero fcitos em sua ?uaes lr"cn,, a B.uppuraeao muilos humores,
as chapas me
ta-feira 25 do corrente as 11
ponto no referido trapiclie
qu ar-
ci fe n. 15, loja.
Nos abaixo assignados, lendo comprado a
Francisco Jos Guimaraes a sua loja de fazendas
sita na ra da Madre de Dos n. 9, fazemos ver
aorespeilavel publico, c especialmente ao corpo;
101 as em do commcrcio, que s somos obrigados para com '
O dito Guimares pelas fazendas existentes na
dita loja. Approveilamos a occasiao para fazer
ver ao respeilavel publico e ao mui digno corpo I
do coinmercio, que da dala deste em diante Oca :
gyrando o dito ostebelecimento sob a firma so-
cial de Senna 4 Rabello. llecife 21 de Janeiro
de 1860 Joaquim Bernardina de Senna, lie-
liodoro Cundid') l'erreird Rabello.
objc
presenea, so odesejarem, e arhar-se^faa sempre
urna [essoa disponivel para cortar] os cabellos, c
pentear as senhoras en casa particular.
Precisa-se
alugar um piolo para bater sorvete,
[lagindo se 30 m-nsaes e comida : na
ra da Cadeia do Recife n. 13, loja.
Agencia tle (lassaporle e lollia
brevemente senlio visiveis molhora;, e no fim de
28 dias se arhou perfeitamenle boa, podendo
agora Irabalhar ; portanlo, reconhecendo cu o
mcrerocimcnio das ditas chapas, e dando Ibes o
:seu ilevido apreco, faeo a prsenle declarajao
para salisfac/io de seu autor. Antonio Ma-
noel So Ir, ra uo Conde n. '20, Rio de Ja-
neiro.
na capital do imperio, roa do Senado n. ai.
= O abaixo assignado deetara ao re
! publico cao corpo do coinmercio, qrie
de sua loja, no dia SO do corrente, o seu
Balduino de Queiroz Uonteiro llegadas, e por
isso nao esta mais habilitado a receber qoantia
alguma perlencente referida loja. I!
de Janeiro de 1860.
Franei* i. ... y Uo.
Precisa-se de um caixeiro para den ti
padaria : a tralar na ra Din i n. 19.
Curso de ingkz.
Eneas Braco, natuial de Inglaterra, e pr
sor di lioguas, participa ao publica d"-ia > datle.
corrida.
Claudino do llego iLinia tira passaporle para
dentro e fora do imperio por commodo preco e
O ve!, iro a bem conhocido patacho naciona
6e. pretende seguir at o lim da prcs< nle
na, lem melado de seu carrogament a bor-
do para o resto que Ihe falla, trata-se com os
i-'ens c insigna arios Azevedo o alendes, no sen
.'lorio ra da Cruz n. 1.
Para a Baha.
A bem mohecida escuna nacional Carila, pre-
tende seguir rosts qnairo dias, ainda recebe al-
guma carga miuda : trata-so com o seu consig-
natario Azevedo & Mondes, no seu escriplorio ra
Para o Rio de Janeiro.
ij brigue escuna Jocen Arthur, segu uestes
ias, am la pida receber alguma carga miuda e
'ravos a frele : Irala-se com os sirus consigna-
- Azevedo A; Mondes, no seu escriplorio ra
da Cruz ii. 1.
Para o Arara I v,
o hiale Sergipano, sabe na prsenlo semana com
a carga quo liver : para o resto c passageiros,
dirijam-se a ra do Vigario n. 5.
A 25 ilo corrente.
0 preposto do agente Oliveira far leilo de
por-ao de ptima cerveja em caixas de 4 duzias
desembarcada um destes das, em lotes a vonta-
de dos preteudentes : quarta-feira 25 do corren-
te as 10 horas da manhaa defronto da porla da
alfandega.
im
PELO AGENTE
>-lio com rnuit.i brevidado para o Cear o hia-
i porta
Santa Rita, j lem parle da carga prompta: Sr. Annos, detronte da alfandega.o referido ogen-
----- NesUl tvpOgrapbia pre presteza :na ruada"Praia primeiro andar n." I
f'ittn.cp ilik nni mooft mi,, e..; lNo Pr, do raP''n cha-se a venda um
t.livl-Se Q6 lllll IllOeO, que- sai- bom bui de carrosa ja experimentad) no servico,
ha Sllil liii'Mi.'i otnn nropiftili um burro da rara de Bucnos-Ayres, muito uovo:
U" SUtt imSua uu1 Precisao quem os pretender compar dirija-se ao seu do-
pai'a apreUCr a arte. u0 armazem da esquina que vende inalertacs
. c lambem capim defionio do mcsiuo porto.
Aviso.
Na noite do 20 para 21 do corrente, desappa-
reeeu do -.lio do Sr'.JoaquinaCarnciro, no Man-
guinho, um cavallo castaubo, lendo urna nialha
branca no pe esquerdo, c com a marca O na per-
na ; portanlo, pede-se a quera o liver adiado, de
leva-lo ao mesmo sitio, ou ao escriplorio da
ra dd Trapiche .Novo O. 11, que ser bem re-
compensado.
Precisa-se de urna mulher honesta e de
idade, para casa de pouca familia, para fazer
pouco servico ; -na ra do Livramonto n. 9.
A actriz Maria Luiza de Oliveira pede so-
ciedade dramtica particular lteereac.ao, que
; trablha no thealro de Apollo, baja d'e declarar-
I lhe o dia deste inez em quo pretende dar a ulli-
j ma recita delle, visto como devendo nella Iraba-
- j lhar, ao passo que tambera deseia Irabalhar no
, thealro de Santa Isabel no niez prsenlo, quer
I isso saber para concillar umnc outra cousa, e
! afim de que nao oppareeam dilliculdades ou em-
barams, que lhe. venham contrariar o desejo que
nutre de cumplir sua proinessa para com dita
sociedade particular, e de apreveitar seus servi-
armazem do'S0S> percebendo pot ellos um honorario.
( Consultas lodos os dias, das 9 horas da ma- Tu0 vai al,1''r um i urso da lingua ingl i c n sna
nhaa as 2 da tarde ) casa, todos os das, especialmi aquellas
- Em addilamento ao annuncio inserto no !f'^ISff Jde^jjm aperfeicoar-se na .
Diario n. 3 de 4 do cnente, declara-se que a g..fLHftffJ ate 8 huras da noile. mediante a
pessoa suspeita dolo, fu nado o novilho prelo E!^*!J* por moa por cadatolomoo na rae
lovava muito puncas rezos, e cojo conductor del- I ^' '- ',r""oiro "*"' u'
las era um destes individuos que fazem profissao 'J ,, ,"'' fm": ,
dessa industria, e a que chamam-langedores. .~ ab.mxo i justo e cont-
paia o reslo Irala-se
numero z.
na ra da Madre de Lieos
REALCOSIPANIIIA
DE
Paquetes inglezcs a vapor.
Aleo finido me: espera-se da Europa um
dos vapores desta enmpanhia, o qual depois da
demora docootume seguir para o Rio de Janei-
ro ; locando na Babia,para passagens etc., tra-
ta-ae com os agentes Adamaos, llowieiS C, ra
do Trapiche Novo n. -12.
te vender por conta de quem pertencer
25 barriscla mantoisa franceza
50 meios ditos com dita dita
desembarcados recentemente do navio
ADELLE
Leiloes.
LEILAO
DE
Charutos da Babia.
Qnarta-feira 23 lo corrente.
NO ARMAZEM 1)0 AGFNTE
PESTAA.
No mencionado dia c no proprio armazem do
referido agente, vender-se-ha por conta de quem'
perlenror para fechamcnlo de contas
000 caixas com olannos da Baha.
m^^mm^M^
Avisos diversos.
VVUUUUUllll
muito macios, todos de duraque lino, tanto para
homens como para senhoras: lia ra Nova, loja
de calcado francez n. 7.
Quera liver nm moleque para alugar men-
salniente, dirija-se a ra da Cruzn 45, segundo
andar.
Collegio tle N. S. do Bom Con-
selho, ra do Hospicio n. 19.
O director pretende abrir no dia 3 de fevereiro
prximo futuro os cursos de agricultura e de
commcrcio, creados pela reforma dos seus esta-
tutos. As pessoas que quizercm habililar-sc pa-
ra as respectivas aulas, poder vir ao institua
dar seus noraes matricula.
= Oferece-se urna mulher de meia idade pa-
ra ama de algiini moco solteiro ou de pequea
familia: quera pretender, dirija-sc a ra do
Bru, ao lado direito, passando a fundico do
Bowman.
Fuginno dia 16 de Janeiro o preto Faustino
que representa ler a idade de 25 annos com os
signaes seguinles : cor preta, rosto redondo, bar-
bado, altura regular, grosso do corpo, olhos ves-
gos. bem fallante, na'ural da provincia do Ma-
rauhao de onde veio ha 4 mozos pouco mais ou
menos, levou vestido camisa de madapolo e
Fazem-se franjas, trancelins, tranca para calca de riscado, chapeo de couro : quem o
: aneis e recebe-se roupa para engommar : na ra aprehender o poder levar ra do Collegio loja
O agcnie Pestaa continua a estar aulorisado ; do Apollo sobrado de un s andar com varanda do sobrado n. :j, quo ser rPConjppn5,dc do pela commissao Iiquidataria da exiinota socieda- de pao. ] irabalbo.
'Finalmente declara-so mais que no mesmo dia
(vespera de fesla] passra .miro langedor cou-
duzudo um pequeo lote do rezes, ludas, ou
j quasi todas, vaccas-scm crias, o sabe-s' que esle
individuo dirigio-se com ellas para o lado do sol
da provincia, sendo encontrado em camiohu por
una pessoa que disse ter visto entre ealas ac-
; cas o novilho de que se trata : quem levar este
novilho, ou dolle dei- noticia certa, de maneira
: que possa seu dono havc-lo novamenle a mao
|0"u seu valer, receber 20^000 de gratifica cao da
Imode Salvador Coelho de Drummond oAlbu-
querque.Sitio MonleAlegro 17 dejancirade 1SC0
O antigo estabelecimen-
to de fabrica e loja de chapeos
nesta cidade na praca da In-
dependencia ns. 24* a 30, de
O abaixo assignado cora loja de pintor na ra
dalmpcratriz n. 72, faz sciente ao respeilavel
publico que leudo muitas imagens do alguna
irogue/.es para encarnar, j fazem para mais de
um a dous anuos e nao podendo o arlista mais
esperar, faz sciente aos seus dorios para procu-
rar na dita loja marcando o pra/o de 15 dias, e
nao se apresentando os seus donos.serio troca-
das para pagamento das despezas feila* cora di-
las imagens. Recito. 23 de Janeiro de 1860.
MaAoel Ignaeio de Oliveira Marlins.
Precisa-se de una mulher eslningeira quo
saina corlar vestidos e roupa para meninas para
casa do urna familia que de bom tratamoiilo 6
paga bem, cora lauto que seja desirapedida : a ~
fallar na loja n. 3 prximo ao arco de Santo An-^Oim (le (JllVCIlVl MilUl, lUSeil-
l-OSr. Antonio Jos dos Reis nao se pode Il^ COIltilllll 110 meSlllO lugar
chamar senhor la motado do meio bilhcle n. 4H3 ( e Casa Sol) l STCrCncia tle St'll
da 19 lotera de S. Pedro de Alcntara, primeiro i 'i r i -x i ^
por ter assignado contra vontade do dono do bi-, SOlU'l IlllO MailOel (le OllVCira
Ihete ; segundo por nao ter aquello recebido di-
cempra da armacao a mais per
n. \Z, na ma Uueila, com usSrs Vulonio
Fernandos de Castro por auloriaar;io d<
Leonardo Radiche. Recife 20 de Janeiro de ldU.
Jos Pedro Fernndet.
Houbo.
No da 21 do corrente, polas 8 horas da
nha, no atorro dos Afogados, caa n. 211. d
gueteiro, rouliaram do abaixo assignado i:,-
moeda papel, e urna bocetinba comjoiaa ^
e prata, consistindo dojis era Irancehns do uur >
usados, um com 4 oitavas e mei.i o outra com i .
urna inedallia de cruz de ouro com dous dianau-
les, um de um lado o ouiro dooulro ; uun
seira do ouro del i quilates, com cinco oilav.is u
meia, pouco mais ou menos, dous parca do
las de ouro modernas, urna maior que ouira ; um
ionio do prata moderno taboa virada i
fazer paranoiva, urna caeolela di atttir.
cora vidro dentro moderna o fui aHiuoto de \
([UO (' nroprielai'lO O Sr. Joa- l0 dc 0,,r0 a modera: roga-e a qual-iuer
1 soa de nao comprar as dilaajolaa vi-io aeram mu-
nheiro algum para lhe Iransrailtir direito de pro
priedado e como a lisia de tal lotera ainda nao
viesse c se nao possa dizerque ha dolo, faz-se a
presente deelaracao.
Roga-soas pessoas que devem na ma da
Cadeia de. Santo Antonio n. 15, Icnhain a bou-
dado do vir pagar o que devora ao menos os juros,
sob pena de seren chamadas de outro modo.
Compra-se urna eserava preta que soja boa
engominadeira e cosinheira, e um moleque do
13 ou 14 annos, sera defeito algum : em casa do
Manool Ignacio de Oliveira lugo do Corpo Sanio,
no Recife.
OlTerece-st um homcoi que ja n,io enan-
ca para lodo o qualquer mandado como tambera
se nao poupa para qualquer servico interno
seja decente : quem precisar annuncie.
Ciuaeppe Seognamiglio e Antonio Gifoni
de Vibonati. subditos Napolitanos, retirara se
para a Pa rali iba.
Roga-se ao Sr. Chrislovo do Santiago do
Nascimento o favor de dirigirse ra dos Mar-
tyrios n. 36, a negocio que lhe diz respeilo.
badas c tambera rogase s autoridades policiaca
do prenderem os laea Iraflrantes vislo sen i
nhecido, d-se urna sraliticae.rio a quem denun-
ciar.Antonio Jos de Oliveira.
- Provino-so ao Illm. Sr. major Prai
Rorges Vieira de Mello, que nao pague a qaaolia
de 6001, reatante de una letra que de\i ton her-
deiros do finado Antonio Jos Bezerra, sai
por Manoel de Hollanda Cavalcanii do Atbuquer-
que, pois quo o verdadeiro dono dessa letra o
data a gerencia do Sr. Manoel abaixoaBnado, sob pena do Mg-u ,, dlI1,ii.
^ r m# cala. conforme judicialmente For dividido,, cuja
rraneiSCO MOreiraMaia. Re-'*!"05150 nphuma dnvMa ha em venti
.f.ii Ia :S- l a c\nn I Recife 19 de Janeiro de 1660.
Cite i 4 de jaiieirO de 1860. ; Florencio JoU Dezerr*.
Maia Jnior, por ler de com-;
mum accordo sessado nesta
Por procuraco de Joaquina de
Oliveira Maia, Jos Antonio de
Carvalho.
que
A vico.
Gertrudis de Miranda protesta contra toda e
qualquer Iransaccao feila por seu marido Ma-
linas Jos das Chagas, sem o seu consenlimento,
relativo aos beus do seu casal, constantes de
una eserava de norae Domingas e una casa ter-
rea nos Barros Baixos n. 10.
Precisa-se de urna ama que saiba cosiohar
8 engoinniar, para casa do um hornera solteiro :
na praca da Bjj-Vista n. 10.
Loja
Constan-,l0 imi ***>
temeate
Na ra Nova n. 14, contina a ter um rnmple-
I toe variado sorlimento das mais bellas a lindas
j fazendas pioprias para a praca ; assim como fa-
! zondas propiias para a quaresma, como corU-s
trocam-se, coraprara-sc e vendera-se escravos de 2?.Teslido* Prato, grosdenaples, las, inanias dc
arabos os senos, dc todas as idades c cores com i fllo\c nl*let,gar*na!b*s Pelas de cores :
habilidades o sera ellas e lodo este negocio s;, i v0l'(le-se por menos do que em outra qualquer
faz debaixode lodasincetidade : ni ra ireita a
numero 66
Preclsu-se de urna pessoa activa
que se encarregue de cobrancas nesta
prara e que de tiador, dando-se 5 por
cento de commissao do que cobrar : a
tratar no armazem de roupa feita da
ra Novan. 49.
Vende-se urna eserava de 21 annos, dc bo-
nita figura, engorama, cozinha, lava e cose bem,
e urna negrinha de 10 annos : na ra hrga do
Rosario n. 26, segundo andar.
Chainpanba.
Vende-se barato, para fechar conlas, urna pe-
quena quantidade de champanha, em gigns, da
marca acreditada C&C, na ra dz Cadeia do Reci-
fe n. 2.


DIARIO D PERNAMBUC._*- TKRC*. FEIU M DE JANEIRO bfi 1860.
(5)
poggfi^4fe L10ES PMTICAS
ESCRITA C0R3MERCIAL
Por partidas dobradas
E HE
PILULAS VEGETAES
ASSUCARADAS
NEW-YORK.
O MF.I.HOR REMEDIO COMIECIDO
Contraconstipagoe, ictericia, affecces do fgado,
fcbrcs biliosas, clicas, iiiJigesles,ei>,xaquecas.
llcmorrhoidas, diurrhea.doencas da
pelle, irupcGes.e todas as en tenuidades,
PROVEMK>TF.S DO ESTU)0 lMrt.RO BO SALGUE.
75, ualinente I
ISemctlio la natnrczai
Approvado pela faculdade do medicina, e re-
cora mondado como o mais valioso catrtico ve-
getal de todos os conhecidos. Sondo eslas pitillas
puramente vogetaes, nao con lera ellas nenhum
ven.'no mercurial nem algom oulro mineral;
estSo bem acondicionadas em caixas de folha pa-
ra resguardar-se da humUade.
Sao agradareis ao paladar, seguras e cfficazc
era sua operacao, e um remedio poderoso para a
juventudo, pnlierdade e velhice.
Eea-se o folheloque acompanharada caixa.pclo
qual se ticar oonhecendo as multas curas milagro-
sas quetoin ellectuado. D. T. I.anman & Kemp,
droguistas por atacado etn Nova York, sao os ni-
cos fabricantes e proprielarios.
Acham-se venda eni todas as boticas dasprin-
cipaes cidades do imperio.
DEPSITOS.
Rio do Janeiro, na na da Aliandega n. 89.
Pabia, Germano & C, ruaJuliao n. 2.
Pernambuco, no armazem de drogas de J. Soum
&. C, ra da Cruz n. 22.
Curso de preparatorios.
O bachera! A. R. de To.ires Randira, profes-
sur do geographia o historia antiga no gymnasio
desta provincia, contina no ensino dos seguintes
preparatorios: rhetorica, philosophia, gengra-
pbia, linguas franceza e ingleza ; na casa de su a
residencia, ra larga do Rosario n. 28, segundo
andar.
UuaNoca n 15,sc M. FonNcia Se HMteiNti escriturario da
thesouraria de iazenda desta provincia, competen-
(emente habilitado pela directora de instruccao
publica para leccionar arilhmetica ncsla cidade,
tem resolvido juntar, como complemento do seu
DELICIOSAS E INFALUVEIS.
Pastilhas vegetacs de Kemp
contra as lombrigas
approvadas pela Exm." inspeceo de estudo de
Habana e por militas outnis juncias de hy-
curso pralico do escriluraciio por partidas do- "ene publica dos Lslados Lidos e mais pauos
bradas", o ensino de contabilidade espetialraent
na paite relativa a redueco de nioedas ao cal-
culo de descontos e juros simples e coniposlos
conhecimcnlo indispensavcl as pessoas que de-
soja m e^[iiear-se no commorcio ou que j se
acham "lio establecidas. A aula ser aborta
no dia (5 de Janeiro prximo futuro Ss 7 horas
da uoile ; e as pessoas que desejnrem matriru-
lar-se poderiio deixarseus nomos cin casa do an-
nuncianle :.t.'; o mencionado dia.
Urna pessoa que desoja mudar-se c nao tendo
achado casa, nao tora duvida em trocar o pri-
meiro andar do sobrado em que mora coni oulra
pessoa que estoja as niesmas circumstancias,
ainda mesmo que a troca soja por urna casa tor-
rea : a tratar na ra Yc'ha da Boa-Y isla n. 77,
primeiro andar.
l'reeisa-se de urna ama forra ou captiva
para o servico de urna casa de familia, e que se
preste a comprar e a sabir a ra em objeelos do
servico : na ra larga do Rosario n. 28, segundo
andar.
m mt
Estabclecida ciu Loudics
i:m
um iiifi.
da America.
Garaulidasoomo puramente vegetaes, agra-
daveis vista, doces ao paladar sao o remedio
infallivel contra as lombrigas. Naocausam nau-
scasnem sensacoes debilitantes.
Testcmuuho uxpontaiieo em abone das parli-
lhas de Kemp.
Sis. 1). T. I.anman e Kemp. Porl Ryron
12 de abril de 1858. Seuhorcs. A pastilhas
que Vracs. fa/.om, curaram mou lilho ; o pobre
rapaz padeca de lombrigas, exhalava um ehci-
ro ftido, tinha o estomago ochado e continua
comicho no nariz, to magro se poz. uue cu
temia perde-lo. Nestas circumstancias um visi-
nho mou disso que as pastilhas do Kemp tinhnm
curado sua lilha. Logo que soube disso, eom-
prei 2 vidros do pastilhas e com ellas salvei a
vida de mou filho.
SoudeVmcs seu amo agradecido.
W. T. Flo'jd.
TieparaJas no seu laboratorio n. 3 Gold
Slreel pelos uincos proprtetarios D. I.anman e
Kemp, droguistas por atacado em New York.
Acham-se a venda em todas as boticas das
priucipaes cidades do imperio.
DEPSITOS
Rio de Janeiro na ra da Alfandega n. 89.
Babia, Germano & C, ra Juliao n. 2.
Pcrnambuco.no armazem de drogas de J. Soum
& Companhia ra da Cruz n. 22.
.'jS O Dr. Cosme de Su Pereda
-^de volt; de sua viagem instiucti-
IODO Mili
DO DK. CHARLE
MEDICO E PROFESSOR DE PIIAKMOIA, DE PARS,
D.'.S ENFHHJIIUADKS
r u I a x -. <; ;"< i e d
flores lirancas
( ualilo. EiU inj
PARA O TAATA.:KNTO F. KJII TO Ctr.ATlVO
tlUES, i>s r rus \s Arri.ccoi s CCTANBAS, viras
Ce-uto Xarom* mu pn le ivel ab
Cvpah b. c s Cube-
has, ii.r.i immediaUaien-
le <|ual<|uirr purg4<; o ,
bilida le, c igualiuemc fluvs e
das Bul her*. lti-c-.-ii ci bnigna eni>retia-se mes-
iiv ti'iupo do \iroj.e de curato de ferro, unu vi
de uianl'a, e U'iu VOZ de larde durante lies tila segua a cura.
H,.nor.oii.iHu.Poiui.la que s cuaa rm 3 dias.
O deposito e na ra tanja da lusario, bvtka d-: larthohtmco Francisco de Stuza, 30.
S F. ALTERACOES 110 SA>i;i I .
ll.|.oruli\ o de ''-U'i<'.
Xiiupe vet;eial tetrt mer-
curio, o nico coiiliccido
e approvado para tQTtt
c<* iiroinpi'dio e vaili-
pasiMt**; h ijcs, sarna, eo-
alle:'oes Tiaof*S do y.Mi-
cai
ni >
giie ; viius, e qualquer ar'io veierea. -n-
niios ...t:-i-nps. Ton.ao-se douipfr semana, <-
miindo oiraiameato ii.cr|otic. De um iBVilo maraviilioso lias ai-
! i '<-: cuiaDe.ts e comiioes.

Prccisa-9C do urna ama forra ou raptira
para o serviro de nirtl casa do punca lam.li i
na ra da Cruz n. 45, segundo andr.
l'reeisa-se alugar urna casinha rujo altt-
guel nao exceda a IG mi! res, dando-.-e al
raniias precisa; : a tratar na ra Direila loja ilc
miuJesis de urna poila conron'.e ao boro du
S. Pedro.
Precisa-so deum homum torro pira
'o do um p>"|ueno sino : queni pretend r,
ja se a Boa-Vista, roa do Pues, no sitio ; i
ta para o Corredor do Bispo.
= Precisa-so alugar urna esirava para
vico interno eexterno di: urna rasa, ; r
taiubeui um escravo : ni i.....la Santa Cruz n. <''>.
O advogado Sou/a liis auudon < sen cs-
criplorio |iara a ra larga do Rosario, sobrad
quina n. i>2.
Copr
as.
Conipra-se

jlbe:
urna casa que s> ja i' u '. loi
tal, ou mesmo sitio i ineno,
I guiles Solodade, Campo Vit!", B i
ra do Subo : quein tier quizei vender, .
a-se a roa da Cadeia n. 1>, n
1 Aviso aos seuhoivs '.< kii-
genhos.
Compra-se m
do llamos n (i.
Compra-se um casal de
leja m ai stumadoa ao Iralialho do i
: a Impnralriz n. ;7 le eiro andar
Compra-?c urna Luir
do-se de mola : na praea il.i
dencia n O c 8.
em |
a ir.!.ii
preferin-
IndepeQ-
2
Ra Nova, cni Bruxelias (Blgica),
SOB A NKflGM BE E- KfiltVMB-
Compra $c tfma liteira :
pnrjraphia.
II S(.! I\-
Precisa-se de urna ama que saiba cnsaboar, qualquer qualidade.
CAPITAL
Cinco la'vVYiocs i\c U\>ras
eslftTWuas.
Snunders Brothers & C* lem a honra de In-
formar aos Sis. negociantes, proprietarios de
casas, e a giieni mais convir-r, que eslo p!''i;a-
mente autorisados pela dita companhia para
ell'ectuar seguros sobre edificios de lijlo e po-
dra, cobertos de tclha e igualmente sobre os
objeotos que contiveroin osmesmos edificios,
quer consista em mobilia ou emfazendas do]
lisie hotel cullocado no cenlro de tima das capilaes importantes da Europa, lorna-se de grande
valor paraos brasileiros e portuguezes, por seus bons commodos e coufurlavel. Sua posio graphia si .;i.
exer-* 9 uma ^as raemore3 ^a ciJaJe, por se achai no prximo s estacos de caminos de ferro, da
' \\. > ,r 7* [ Allemanha e Franca, como portera dous minutos de si, todos os theatros e diverlimentos ; e,
.'/.", ctcio ue suri proussu.} iiieuicn. ^-t # c> i
^fi ,. ^ lalem disso, os mdicos presos convidam.
i* lia consultas em seu escnpto-^l Nq ho(el liasen) re eiSOas eSpcciaes, fallando o francez, allemio, fiamengo, inglez e por-
i^no, no bairro do llecile, ra da?-|
Cruz n. 53, todos os dias, menos
Compram-so as .:oii li I.
nardo na La, o Judos i m Snbbado de Miel
Queni casa quer casa, l'or causa de
ido, A rosca, o Duelo no IVretiro Vml
mao das Vlmaeeo Diabo na escota : ni fl
:-.--_- .
odas.
comprare fazero servico interno de urna casa de
pouca familia : na ra da Roda segundo andar
a. 47.
Koga-se aos Srs. devedores do estabele-
ciment do fallecido Jos da Silva Pinto, o ob-
sequio de saldarem seus dbitos na ra do Col-
lcgio-venJa n. 25 ou na ra do Queimado loja
n. 10.
aos domingoSi desde as G lioras
!V?le as 10 da manha, sobre os.'/i
seguintes pontos :
I*. Molestias de ollios ;
l*. Molestias de coracao e
pcito
Molestias dos orgSloS da gera-&*
m
i
iOOS de waflcacao.

rao, e do anus ;
'. Praticara' toda e qua
opciarao quejulgarconvcnien-1
lepara o restabeleciniento dos ir
seus doentes.
O exame das pessoas que o con-
^sultarem seta' i'eito indistincta-
1
Desappareceu nanoiledol? do correte *j
s 11 para as 12 horas, do hotel inglcz, S
um cavallo caslauho com cauda o dinas ,
largas, tendo um dente quebrado no $f
''. pesco > alguns calombos: queni o levar ci
t ao hotel inglcz ahi receber a gratificaba o js
cima. @
O Sr. Filippe Benicto de Albu-
querque Gavalcaoti, queira chegar ao
pateo do Terco n. 40, a negocio jue
nao ignora.
Traspassa-se o arrendamcuto de um enge- ; j/go-.
nlio distante desta pra;a duas legoas, vende-se
una paite no mesmo engeuho, machina nova
vapor, distilaco nova ebem moulada, 11 bois
do corroa, seis quarlos, algums obras, saffra
plantada, ele. etc. liala-sc na ra do Crespo D.
13, loja.
'recisa-se de uma criada que saiba engoin-
mar perfeilamente e cnsaboar: na ra do Quei-
mado n, 2$, toicoiro andar.
Publicacao litteraria.
_ .,*. ... ,. r, rn <> mente, e na ordem de suas en-
Guia Luso-Brasileiro do Viajante da Europa jsfi .
1 vol. cin4" de Opag.: vende-se na mao do j '$$ Ira das; iazeno excepcao OS doen- g
autor ra do Vigario n. 11, brox. 3 encad 4# ^| tes de olhos, ou aipiellesque por
^^^sUxs^a -tttatXS | %% motivojustoobtlverem hora mar-
g O l)r. Casanova pode sor procurado |t |Scada para este im.
* a qualquer hora cmseucousultorio lio- '
meopaihico
28=RUA DASCRZES=28
ojjmesmo consultorio acha-se sem- -^
pre grande sortimenlo do medicamen- fi o
?ft los em tinturas o glbulos, os mais no-
^tvos e bem preparados, os elementos de ,
^2 homcopalhia e Nystem diccionario dos U 4>;nclles deposita, a presteza de sua ?
?gtermus de medicina. Vt.. i
o
luguez, para acompanlnr as louristas, qur cni suas excurses na cidade, qur no leino, qnr
emfim para toda a Europa, por precos jue nunca escedem de S a l francos r'5S20 4vC00
por dia.
Durante o espaco do oito a ilez mezes, ahi residiram os Exms, Srs. consellieiro Silva Fer-
rao, e sen fillio o l)r. Pedro Augusto da Silva Ferrao, ( de Portugal ) e os Drs. Fehppa Lo| es'
Nelto, Mancel de Figutiia Faria, edesembar/jador Pon tes Visgueiro ( do Brasil, j e muitas ou-
tras pessoas lauto do um, como de outio paiz.
Os presos de todo o servico, por dia, regulan) de 10 a 12 francos (-flOO 43300.)
No hotel enconiram-se nforinac58 exactas acerca de ludo que p!c precisar um eslrangeiro
PQ
Ui
v .
I .'. ,<
> I
lll
ty x Uii..
DO FOUGfcT.
Esle xs ^ esta rmi.v .|.i pelos mas ri!ilnrni<,s melie.< s ile I'.-..
'ernu setiiln O nirlh'ir liara eiirar cnuklip'oeti, li Sie Clivulsa t Oinr;
I :illef<;oea doj liroiictiios, li|'ies i peiUi, ir i! '< n< rvosa e ii.M'iuili-tvii una o :
pela maulla, e oulra i noiie sao sutil ciemos, o i il'.ito dese excelente xatope su m'jz jo iui
lempo o doeule e o me-lic-i.
O (hpatUo na r.u Iu,-q-.-.
i-o Rogi i\ /' lien i!. /"'.. (I meo I m fl rfi #M, n. 0.
.
. _- ....

?,ii,is ij.' bal < pelo bai .'i
na roa do Crespo n. lii, loj < d
ig'liti ilSSfi'O.
A *>>0 rs. \ ara.
N'o armazem da i na do
di se ilgodao i H limos de !.., .
ralo | :<'r" de 600 rs. a vara
p..ru lOillll 15 m :-.'-:,;
dado.
Fardo a 5 i saim
k applieacao de alguns medica g| NICA,
g jumentos indispensaveis em.variosfiy
!" iH* ^casos como o do sulfato deatro- |C
j^ pina etc.) sera' fetlo.ou concedido fft
^gratuitamente. A conlianca auefi
Xa livraria n. 0 e 8
Independencia precisa-se
Andre Abren Porto ou
Porto.
VERDABE2RA
GITiMA.
da piara da
fallar ao Sr,
Andre Alves
0 Dr
?oga no civi
Jo Jos Pinto Jnior ad- vender arclo .. un
i a .>, cnegado ulli
e no enme ; para o que \ ario n. 27.
da
Antonio Fernnnd- d ^:;
:
11 ii-j n ru
Bezerros frau-
E LE-
Aiicncao
Precisa se de uma ama para casa de
pe<(uena amilia : na ra bella n. 8.
E DENTISTA FRANCEZ. 3
o. Paulo Gaignoux, dentista, ra das La- -<
) rangeiras 15. Na mesina :asa lem agua e ^<
p ucnlifico. ^
\SLXiJ>..tXJU.tSi.i.t.i i i.t.1$. ? UL&X>-
Vaceina publica.
laceSo, e a necessidade prompta '
S do sen cuiprego; e tinto cjunuto o
demove
Precisa-se de urna ama que eo/.inhe bem, para
casa de homem solieiro : na ra do Imperatriz,
loja n. 82.
Precisa-se alugar uma escrara para o ser-
viio interno de casa de pequea familia : a Ira-
lar na ruado l.ibug n. 3, no segundo andar.
Curso particular de lingua
franceza .
Americo Netto de Mendonca, alumno do quin-
to anuo da l'aculdade de Oireito, professor do
lingua franceza, provisionado pelo goveino dn
provincia, faz sciente ao publico o com especia-
lidadc aos pais dos seus discpulos, que no din
15 do corrente deu principio s lices do curso
de lingua franceza, que dirige em casa de sua
residencia, ra da Penha n. 11.
Aluga-se urna escrava para o servico de
casa : quem a quizer procure na ra Vr-lha ~.i.
126, sobrado.
L'ma casa estrangeira precisa alugar um
criado : a tratar na ra da Cruz n. 10.
Aviso.
O abaixo assignado proprietaiio do
botel Jaboatao, junto a barreia, avisa 'socictiatlc <[UC titlhaiIlOS foi'-
aos seus reguezes que tendo Je sea.erjj, b
uma excellente testa no da 29 do cor-| l '
rente me/., ao padroeiro da mesma fie- ^.ilO lC
Aranaga & Bryan
ficando sua liquidagao a cargo
de nossos successores os Srs.
Vranaga, Jijo & C.
Pernainlmco 3J de dezem-
brode!859.
em beneficio de
y doentes.
AVISO
Antonio Peieira de Ol.veia llamos,
teiido de fazer uma viagem para ora
do impeli, em virtude de sua saude'e
sondo preciso saldar todasas suas eontas
roga a todos os seus devedores pie ve-
nliain pagar suas eontas ate odia 50 do
corrente mez.; assim como avisa aquel-
les que devem a mais de um auno eque
nao pagar ate o mencionado dia 50,
serao chamados a uizo para pagar o,
pode ser procuuado das 10 horas
inanhaa ate as ,1 da tarde, na ra da
Koda n. 17, primeiro andar.
FOLIliMIAS PAR 18>0.
Estao venda na livraria da pra<;a da Inde-
pendencia ns. G e S as folhiuhas para 1860, im-
pressas nesla lypographia, das seguintes quali- cVC, ra da Ctaz n. 27.
cezes,
do inuito boa qualida
vende-se no ai in Alnv
:i;i uti
:a Gumi -,
dad es
SALSA PAttlULHA
firma social
& Corroa em liquidacao, o obsequio
de mandar saldar seus dbitos na loja da ruado
guezia, pot essa razaoolferece o seu ho-
tel com todas os commodos e afliunc.
fornecer cora promptido excellente
comida a todo e qualrpjer numero de
pessoas que se designar querer servir-se -
do seu estabeleeiment, para o que se
eolia prevenido de tudo quanto ne-
cessario para bem servir aos seus fre-
guezes, oque para isso nao tem poupa-
do esforcos nem despezas.
Antonio Flix Pereira.
Villa do Cabo.
O Dr. M. T. de Bithencourt Corte
Real, tencionando fazer sna residencia
temporaria nesta provincia, oerece os
serviros da sua prolissao medica a todas
as pessoas (pie o queiram honrar com
sua conianca a qualquer hora do da
ou da noite o encontraro nesta villa.
Transmisso do fluido de braco a brac.0, as
quimas c domingos, no torroao da aliandega, e
nossabbados at as 11 horas da manha, na re-
sidencia do commissario vaccinador, ra estrella
do Rosarlo n. 28, segundo andar.
Precisa-se de urna pessoa forra ou captiva, que esliver devendu.
que saiba eugommar bem : na Passagem, depois t Itoga-se aos Srs. devedores a
da poute pequea, segunda casa a esquerda. ||(J Le,0 & Corruia
Icmos a honra de com-
inunicar ao respeitavel corpo Queimado n. io.
agencia dos fabricantes america-
nos Grouvcr & Ilaker.
Machinas de coser : em casa de Samuel P.
lobnston & C, ra da Senzala Nova n. 5*2.
Precisa-se fallar ao corresponden
te dos Srs. tenente-coronel Ilemctcrio
Jos Velloso da Silveira e Francisco Xa-
vier de Andrade: na livraria n. 0 e 8
da praca da Independencia.
Remedio sem igual, sendo reconhecido pelos
mdicos, os mais iininentes como remedio infal-
livel para curar escrophulas, cancros, rheumalis-
mo, enfermidades do ligado, dyspepsia, debili-
dade geral, ebre biliosa e inlcrmitlentc, enfer-
midades resullanles do empro0 do mercurio,
ulceras e eiupooes que resultan) da impureza do
sangue
CAUTELA.
D. T. I.anman & Kemp, droguistas por atacado
New York, acham-se obligados a prevenir o res-
peitavel publico para desconfiar de algumas te-
nues imitaces da Salsa Parrilha de Brstol que
hoje se vende oeste imperio, declarando a todos
que sao elles os nicos proprietaiios da recolta
doJ)r. Brislol, tendo-lbe comprado no auno de
OLHINHA ItF.I.IGIOSA, contendo, il-m do
kalcndario c regulami n re ti pa-
rochiaes, a eonliuuarao da bibliothcca do
i : .-Lio Brasileiro, que se compoe : do lou-
vi r ao sanio nome de Dos, coroa dos
losde amor, hymnos ao Espirito Santo
a N. S., a imitarao do du Sanio Ambrosio,
jaculatorias e commemorieao an SS. Sa-
cramento e N. S. do Carmo, excrcicio da
Va-Sacra, directorio para oracu mental,
dividido pelos dias da semana, obsequios

. >

sa

m
m .-
illgji
; !l< i
m
ao SS. coragSo de Jess, saudaeoes i. -
tas s chagas de Christo, oracocs a N. Se-
i -
D
ii agente fl' i er ideii
os t a b e 1 er id o. i I .. -1 i
llia ii. 61,na I .,.,.., u
cenlo Josi le D li I
nhora, ao patrocinio de S. Jos e amo da MI '1"8'?f bond ,
guarda, responco polas almas, alm de t[*c?B,'CCHicrdito de seu aul
oulras oracoes. Preco 320 rs. tacao que geraimente tom tido.
mero de tu t i .
cao d i san ; 1'.
ilolo par.! lod un '--.'-
1TA DE VARIEDADES, coutendo o kalcnda-
rio, regulamento dos direilospari es, e
uma collecco de ancdotas, ilos chisto-
sos, contos, fbulas, pensamentos m
receitas diversas, quer acerca de cozinha,
quer de cultura, e preservativo de arvores
e fructos. Proco 320 rs.
i i A l'l" PORTA,a qual, alm das materias do
costume, contera o resumo dos direito
paruchiacs. Prego ICO rs.
-. Para n
se que o vei i;,-;,
pri.i
do I -' : litl '.-.
:

i 1.
docommercio desla [traca que
uesla dala deixa de existir a
1856.
Caa
direilo
Attenco.
Faz-se publico que ninguem compre a Sra. Au-
na Joaquina Soares 1 neta rommoda, t banhei-
ro, 1 banca, 1 so, 1 marque/a, e mais alguns
movis de casa, visto que a mesma senhora nao
podo vender nenhum dos ditos movis, porque
estao penhorados Thomaz dos Santos Estima
Lessa, por execuco de Antonio Gncalves de
Azarado, e por estar em ferias ainda iiao foram
em praga ; e para que ninguem se chame a ig-
norancia, se faz a presente declaracio.
fe de Janeiro de 1860
D-so dinheiro a juros em pequeas por-
ces, sob pcnliores do ouro ou prata : na ra de
Hurlas n. 122, a qualquer hora di dia.
Palitos pcroaiubucanos.
Esta qualidade de palitos a primeira vez
que apparece nesta provincia, a maca c de cor
pratiada e lera eslalo, sao muito fortes, e resiste
a qualquer invern por Otaior que seja ; sao fa-
bricados na Boa-Vista, nos Coelhos, na ra dos
PrazeMSj casa junto a officina de ferreiro do
fallecido Daie, o vende-se a 1$ o cento dos mas-
sos, sendo embrulhados, e raassos mteiros a 2$
o cento ; e hoje 23 so achara na ribeira de S.
Jos um caixio grande para vender ao povo a
retalho, das 7 horas da manha s 10, e os dias
que tiver de seren vendidos ahi, scro anona-
dados. Todas aquellas pessoas que quizereni
fazer as suas encommendas para fra da provin-
cia, podem ir ou mandar fabrica, que promp-
lamcnle Iho scro levados.
c= Precisa-se de uma 3ma para casa de pouca
familia ; na ra da Cruz do Recifc d. 6, loja.
Aranaga tk Bryan.
Os abaixo assignados, honrados pela incum-
bencia que receberam de SS. MM. II., previnem
respeitavel publico, que se acham actualmente
no caso de poderem turneen- o retrato Rol dos
Augustos Honarchas Brasileiros, oque al hoje
era lao dillicil de al( anearse, visto que as copias
liihographadas eram quai todas sem semeHuiri-
ca alguma,
Os l'eiiiambucanos que tanto amor c dedicaran
manifeslarara
Haveudo cessado a so-
eiedade que gyrava nestapra-
ca sol) a firma de Araaba &
,, ... 'J maiiifeslaram aos seus Augustos Soberanos em _.
Bryan, participamos aO res-! sua recente visitas esta provincia aonde Elles |-2i,rS^lJ?VS"J!L^S?>! 89'
deixararu recordacocs eleriiBS, nao deixarao d
nenhuma mais ou pessoa alguma tem
1^..^..., do fabricar a Salsa Parrilha de Bristol,
porque o segrodo da sua preparaco acha-se so-
mente em poder dos referidos Lanman & Kemp.
Para evitar engaos com desapreciaveis co-
: binacoes de drogas perniciosas, as pessoas que
i quizerem comprar o verdadeiro devem bem ob-
servar os seguintes signaos sem os quacs qual-
quer outrapreparacao ( falsa
Io O envoltorio "de tora est gravado de ara
lado sob uma chapa de ac, tra/.endu ao p as
seguintes palavras:
D. T. LANMAN & KEMP
S0I.K AGENTS
iY. G9 Water Street.
New York.
2 0 mesmo do outro lado tem um rolulo em
papel azul claro com a firma e rubrica dos pro-
prietarios.
3" Sobre a rolha acha-se o retrato e firma do
inventor C. C, fristol em papel cor de rosa.
4o Que as direcoos juntas a cada garrafa (ora
nma plieuix semelhanle a que vai cima do pre-
sente annuucio.
DEPSITOS.
que
que
peitavel corpocommercial que ,,?"'".'
sua liquidacao lica a cargo e
por conta ta sociedade
nesta data formamos e
gj rara sob a razao de
Aranaga, Hijo & C,
a qual continuar os negocios!do mpe
da extincla firma e espera me- St
recer a mesma confianca de
que .gozava.
Pernambuco 1* de Janeiro
3- de 1800.
Anfonio de Aranaga.
Baha, Germano & C, ra Juliao n. 2.
Pernambuco no armazem de drogas de J. Soum
li Companhia ra da Cruz n. 22.
Tiaspasse-se o arrendamenlo de um En-
genho muito peno da praca, vende-se uma par-
ttar este ensejo para possuirem uma
lombranoa de seus augustos hospedes.
Alera da simples pholographia em fumo, pos-
: suimos retratos em aquarella e a oleo sobre tola,
quer para ornar salas,
i blicas
que dosijarein possuir algum dos retratos acuna I,I0IS de carro, b quartaos, e outros objeelos:
| o obsequio de nos pioveniein com antecedencia. | tracla-se na ra do Queimado n. 10.
08AADEE VARIADO
f
i y.
fUflSl) kS 0
Pda
^ .
Sr. thesoureiro
blicoque se achara a venca todos os dial
das 9 horas da manha as 3 da tarde,
no pavimento terreo da casa da ruada
Aurora n.26e as casas commissionadas
pelo mesmo Senlior thesoureiro na piu-
ca da independencia n. 1 i- e 10, os:
bilhetes e meios da primeira parte da
primeira lolera do cemiterio de Igua
rassu', cujas rodas deverao andar im-
preterivelmente no dia 25 lo corrente
l^oja e arnvaxcm
Na roa do Queima-
do ii.
16.
208, itos de c
>
o., liIIIo
isemii i do ccie*
de cas rnii i di
i"-.
;r para ornar salas, quer para repaitiooes pu- le do mesme Engenho, uma maquina a vapor.
;as. O iim de que as incumbencias possam I ,. i,-.i__=^ ..j. i* r,
salisfeitascom presteza, rogamos as pessoas i lum" 'desl,,,Sao nova montada de un ludo, 22
Quem tirn (por engao] uma carta n. 52GI
do mez de dezembru, mande-a a son
do Kncanlamento n. 7, loja de al-
Enriquc de Aranaga.
Attenco.
Precisa-so alugar um sitio com casa de vi-
venda pelos arrabeldes desta cidade : na ra do
. Vigario n. -J5, primeiro andar.
O professor de S. Jos desta cidade, abaixo assipna- pern ,n"l"uar a n.crecer a confianca de que at '
, i i .. ag"ra lera gozado, nao cessando de empregar lo-
i do, declara ao publico que a raatricu-do o disvello para que seos alumnos recebara a
de
Collcgio de Benifica.
Director c nico proprictario
Estevao Xavier da Cunha.
Este collcgio, legalmente autorisado, e eslabe-
lecido no arrabalde do Chora-menino, abre o san
anuo escolar, eiu conformidade dos respectivos
estatutos, no dia 7 do corrente. Seu director es-
Ricas sol
: e de cores a 2s'. 30j 35},
mek:. inesouraria das loteras li .leja- : paletots dos mesmos pan sa 12* .
uciro de 18G0.O escrivo, J. M. da iplctoisdc ra
n boro gosto e finos a lft, I ;<. h.
' : tos .le panno pre para ui.mino a !-
Prensase de uma ama de, leile para criar
um nionino : na povoaeao do Uonteiro, bono do
Ouiabo.
Prrciza-se de urna ama que saiba cozinhar,
engommar, c que faca as compras diarias l<
uma pequea familia : na ra dasCruzes n. 41,
segundo andar.
Aluga-se uma preta que saiba vender na
ra: quem a tiver o quizer alugar, dirija-seis
Cinco Ponas n. lifi, ou aununcio por este Diario .jj* lo linos a Z. i.~ e7, clleles L
No dia 5 do corrente desapareced da ra fa cores a 3g e 3;."ij;, camisas
lar^'a dj Rosario um quarto comcangblha quem j ''- di^fSM qualidades, 0
o tiver adiado annuncie por este Diario afim de : ?"J 'T :' W*' i?, ^- 'lm rk'f
,: ment de vestidos de eambraia bi
I bordados do melbor gasto qve lena
. ...... .^ ..i- cisviuii n ui
: tamcuti para meninos i 7?, >-
: \2<, colji les de gorguriu de
mira a |, (^.< i 7J, paletoUde lpica
| losde cores saceos i if, il I n
- a "8 e 8$, ditos do brl, do esgu o a de
fusiao lauto branros
15500, aje ti.-, .alcas de l>i i |
que seu dono o possa ir revendicar dando o ferro
esignaes, que pagar lodas asdespesss.
Glli lierme I Krcisler 'a dC suaauia seaclia aherta, c que OS instruccao e a educaeao coiivenienles.
trabalhos lectivo
Juan Anglada Hijo.
Da-so inleresse em uma boa olaria, a quem
livor dous escravos, e que entenda do trabalho:
ao prelendente se expor as vaolagens d
ua ra da Imperatriz n. 47, 3" andar.
'teir^irt F^sta na regaezia
Attenco.
o
O Sr. Spier, machinisla inglez' morador na
ra do Bruui n. 15, acaba de asseutar nesle en-
genho uma machina de vapor, nao s com todo
rao no dia 5 de tevereiro pi
turo. (): interessados dirijam-se a casa
sita no pateo
o mesmoJ de sua residencia, n. 53,
do Terco.
Ala noel Francisco Coelho
O Dr. Manoel Moreira Guerra,
tem o seu escriptono de advocada na
ra estreita do Kosario n. 21, primeiro
asseio c perfeicao, como com economa o pies- andar, onde sera' encontrado nos dias
toza, por isso rocommendo aos raeus collegas I j-_- n !..,.. ,1, ..,1 s ^' -x
que tiverem machinas de vapor para assentarem. | Ut' ,s daS i 0 IlOl'aS da mailhaa ate as 3
que o preflra a nutro qualquer machinisla, com | da tarde.
o que muito ganharao. \ O tintureiro do aterro da Boa-visti avisa
Engenho Timb-Ass, na reguezia de Ipoju- aos-us (reguezegque mudou sua residencia pa-
ca, 9 de Janeiro de 1860..In.'onio Peregrino Cz- \ ra a ra da Roda, segundo and-r ti. 17, onde
valcanti de Albu querque. i continua s iajr coro perf"i';ao.
Precisa-se alugar um pequeo sitiona Ca-
punga, ou Estancia, promele-se nada deteriorar
quem o tiver para alugar annuncie ou derija se
a ra da Cadeia do Recite n. 19. que achara
com quem tratar.
Companhia iiidemni-
sadora.
. recido a 289, manteletes de fil preto i d<
,.; cor muito superior goslo e muito iod<
: a 2M cada um e 24}, rices csav( u.-
(: eambraia bordados para menin i IOj
I tos para senhora a ljt, ri. -
.: roco de velludo goslo melhor i len
': parecido a I0| 12, e auti i
. i /i miase roupss feilas que coa a pres. n i
i do freguez se far patente.
Casacas para aquarosma
Nesle mesmo estabelecimento ha um
grande sortimenlo de jasa, as pretas, as-
sim como uianda-se l'a/.or por medida ,n,'
instas a reun.rem-se era assemblea geral. no res- .; ,ade do f,,.,,,,.,. escolhenSo
A directora da companhia de seguros mariii-
mosIndeninisa Jora convida os senhoros accio- ''
"> mesmos
dos Afogados.
No dia 27 do corrente se levantar a
bandetra da padrot ira Nossa Senhora da
Paz, com o esplendor do costume, ves-
pera e o da 29 sera' de sua festa, a
noite oTe-Deum, i depois machinas e o
fogo de vista. \o dia 30 ters.' lugar a
(esta do SS. Sacramento, e a nolte|Mdtdlcai, ; a d, w ^ ,
tera lugar no pateo O brinipiedo dos com Prxedes da Silva Gusmao na rus Augusta
b inguelinhos. 9t- Vndense superior liiihj' de algodao, bran-
,.,... ... L "" kl9** ou 'ende-se u:n carro de raba- oes e do cores, cm novello, prra costura : erv
h.abcl Mana Rodrigues da Silva, porlugue- |lhar na alfandega, quasi novo, e por barato pro- (casa de Seutliall Mellor 4 C. ra do Tenis
ia, ctira-se pari Uio de Janeiro. co : a tratar na ra do Burgos n. 31. ,q. 38.
peciivo escriplorio no da 85 do crtente pelas{g pernos a seu gostosci;do"o'-
a manha, para os lins consignados no ;.; e^O?. '
Camisas inglezas
No mesmo estabelecimento araba de ebe-
. gsr um grande sortiraeiito das ri rdad<
.imisas ingle/as peilOS de li:;'io com | i
. lugas, ultima rauda, p.ir ler-so muii.i
1 : .iiaiitidade delorminoo-se .i render
- menos do valor sendo a dosis a 349.
art. 40 dos estatutos, e proceder-se a apnrova^ao
das transferencias de acedes ltimamente reali-
sadas. Recito 21 de jsniro do 1860.Os direc-
tores, J. J. Tdtso, Joao Ignacio de ledtiros lle-
go. Joo da Silva Regadas.
Aluga-scoprime.ro

i


(6)
DIARIO DE PERSAMBUCO TERCA FEIRA 24 DE JANEIRO DE 1860.
Milho, farinha efarelo.
Vende-so no armazeni de Francisco L. O. Aze-
vodo, na ra da Madre do Dos n. 12.
| Aviso aos fumantes 1
Vende-so na loja do Nabuco & C. na a
3$ raa Novan. 2, o seguinte:
^ Pumo caporal, o maco 1J000 a
fo Uito da Virginia, o maco 320 j$)
>#:- I''P! para cigarros o livrinlio 120 3?

Lj& Cigarreras de palha. J!
-P Ditas do marroquim. cffi
;? Charuteiras de marroquim. jQj
.;' Huleas para guardar fumo. 9
i'inras para segurar cigarros. H
uj llocaes para charutos. <<
f|J Cachimbos Anos. r^
Itelogios.
De novo chegaram os afamados relogios in-
gleses de ouro, de patente, o estao venda uo
armazem de Rostro ttooker 4 C, prara doCorpo
;o n. 48. *
Attenco.
CF* VeuJcm-se 20 escravos do ambos os se-
tos sendo3 mulalinhos proprios para pagens, 2
|ues do 12 annos, 5 escravos proprios para
loto o servico e 10 escravas com habilidades e
lias, lodos se vendem por procos commo-
dos, a prazo e o dinheir c lanibcm"lroca-se : na
i na Direita n. GO
\rndeni-se camisas francozas de di

' lis de algodao, camisas de meias ele, j?
> ludo por preco commodo : na loja.de Na- d
'.?: bucodc C. na ra Nova n. 2. M
Oleados pintados
a 2$00O o covado.
(os padres e boa qualidade : na prara da
, endencia n. 2i a 30,chapelariade Joaquim
Oliveira Uaia.
A prazo ou a di-
nheir.
Vende-se a cocheira da ra da Cadeia de San-
to Antonio n. 7, tendu 5 carros c 1 rico coupc
m uso algum : quem prelender, dirija-se
Elesma,que ochar rom quem tratar
Vendem-se fogoes de ferro econmicos, de
patente, para casas de familia, contendo 4 toma-
inas, e rurno para cozinlia com lenha ou carvao,
i .i invenco pela economa de gastar um
terco :li< lenha ou carvo dos antigs, e de cozi-
nhar com mais presteza, tem a differenra de sc-
amoviveis, oceuparem pequeo sparo da
o de fcil couduccao : vendem-se porpre-
ru il i mdicos, na fundicHo de Francisco A
iso (Mesquita) ra do Brum, o as lujas de
o Cardoso, junio a Concoicao da [>ou-
l'.ecife, e ra do Oueimado n. 3i).
loja do scrlanejo, rua
Ouemado n. 43 A.
*^
B '. ram rm direilura de i'ranea, deencom- I
i la, os n i's chapeos de castor rapadoss
incos e pretos, e .ndo ao mercado, e por me
qualquer parle, assim como i B'
m : um grande sortimonto de enfeile, |1
iilrilho prclose de cores pelo dimir.ulo pre- '
cada um, assim como lem chapeos de !!
panno a 1200 cada um em perfeito esla-!
icas muilo linas a320, ditas
< iho i Ijj uma, rambraia
Luvas de Joirvin.
Vendem-se verdadeiras luvas de Jouvin muito
novas, prels, cor de canna, e brancas para ho-
mens e senhoras a 2J500 o par, para acabar: na
ra da Imperalriz, loja da boa f n. 74.
|Para acabar vende-sel
barato na loja de Nabu-
I confc C. na ra Nova n. 2,
8 o seguinte:
Borzeguins do duraque gaspeado de
luslae para senhora a 3$ *jf
l Ditos dito dilopara homem a 7g g
JBb Sapafcs de lustre para homem a 5$ g|
r* Sapa'es de "lustre para menino a 4$ g>
3o Dilos de bezerro para meninos a 3$ ^
t* Bolinas de bezerro para menino a 7j <**
|g Dilos de duraque gaspeado do lustre jB
para menina a 3$ s
Sapalos razos de luslrc com sallo para :=
homem a -!s v.
i|s Dilos ditos sera salto a 3$ ;-"-
Queimado n.40.
Grande e variado sortimeoto
DE
Fazendas francezas erou-
pasfeitas recetadas em di-
reitura pelo ultimonavio.
Dao-sc as amostras cora penhor.
Vidros para vi
draca.
Ricos corles de vestido de seda de cores
de 2 saias............................ g
Ditos de ditos de seda pretos bordados a
velludo............................... jj
Ditos de ditos de seda de gaze phantasia g
lticasromeiras delil e de seda bordadas
Taimas de grosdenaples bordadas...... g
Chales de louquim brauco beldados a
3*e..................80g000
Grosdenapledo cores do quadrinhos co-
lado................................. i<<200
Dilo de dito liso covado................ 1800
Seda branca lavrada covado lg600 a.... 25G0O
Grosdenaple prelo lavrado covado...... 2*000
Dito dito liso encorpado a ljJGOOe.... 2500
Dito dito cora 3 palmos de largura a
. 1600 e.............................. 2$500
barja decores larga com 4 palmos de
largura covado a......................
] Gaze de sedada China de floreselislras
covado
15500
1J>000
AG$aCaXa: na Tila larga Fjiar d"e'seda 'do' Vistrsgst novo 'co-
do Rosario armazem de louca. Uf>S'Cscci;\; diana de seda'c^d
Vidros para caixilhos.
Na ra larga do Rosario loja n. 28
armazem de louca, mandam-se botar vi-
dros em casas particulares por preco
muito commodo, assim como vendem-1 JJrHhantioa branca muito Una a...
' Chitas francezas claras e escuras o 200 c
Casemira prela fina algiOOe.......... 2!500
Tanno prelo e de cor tino provade i-
7g000
70O0
I Chaly de flores novos desenhos covado
parejo de sedado varias qualidades co-
vado.................................
Heio velludo de cores covado'.'.'.'.'.'.'.'.'.'.
Velbutina de todas as cores............
Selim de todas as cores liso covado...
se vidros aretallio do tamanho mais pe-
queo ate mais de 6 palmos.
Vendem-se luvas de camurca
brancas, arnarellas e pre tas para mi-
litares, na loja de Nabuco & C. na
ra Nova n. 2.
mao a 3$500 a........................
Corles de casemira de cora 5> e........
Cassas organdys de novos desenhos a
vara.................
Utas francezas muilo finas a....'.'.'.'.'.'!.'!
Manguitos de cambraia transparente bor-
dados muito ricos....................
Golinhas do cambraia bordadas de ponta
Dila dedilo bordadas a 600a..........
, Tiras e entremeiosdecambraiabordados
Ricas maulas preias de linho para sc-
Vende-seemeasadc S. P. Jonhston & C. va- r.nhora ................................
quetas de lustre para carros, sellins c sillines in- ; if dl,as ^0 blond brancas e preias..
glezes, caudeeiros c casticaes bronzeados, lo- Chales de sada decores, prclos eroxos..
oas inglezas, to de vela, chicote para carros, e u^os do merino bordados com franja de
monlaria, arreios para carro de un e douscaval-
relosios d'ouro patente inflezes.
". HLltt,:.:
Ra da Senzala Nova n. 42
1^000
lffOOO
000
500
15)500
700
800
500
320
seda.
IgOOO
500
1S500
9
7&500
Dilos dedilodito dla,...............'.. 75090
u\
MdSELL m
lDIDIHIEMILWtC,
l em garrafas c
rafas.
meias gar-
C. J. Astley&C.
Seguro conlraFogo
AIHIA
de
na lina
(aneas
l
o covado, e a van a5G0,e a 6O,
i 540, brim branco d.i linho a ls'200 a va-
velludo do, furta-corespretos a
I, ditos prclos a 8 e a 9g, calcas de casc-
cor a 7, 8 e 11$, dilos pidos a 7, 9 e
9 de gorguro ai, 5 c 6$, saceos pa-
ra iv i" Je diversos lamanhos, eioscruas, por
porcao, a i?:.U0, ditas a lgCOO e 2j a
is b 3 e !,.', el api os enfeilados para
mi nios e meninas e senhoras por qualquer pre-
e indo o mais aqu se encontrar o preco,
e nao .- ix i de vemuder.
Ditos de dito liso dito de seda..........
Hilo de dilo dilo de la.........M.......
I ;Dito de dilo estampados fino listado
g: seda ..................................
g [.curios de cambraia de linho' bordados
linos....................
Hilos de aliodod'e labyri'ntnoOe".!
Capel I as brancas para noiva............
Eufeites dcvidnllio prcto e de cores___
Aberturas para camisa de esguio de
i linho..................................
f' 1 Ditas de dito de algodo' brancas's'do
cores..................................
i Saias balao modernas....."!!!..."*!!
g I Chapeos francezes forma moderna......
Cravatqs ae seda de pona bordadas a
velludo ..............................
Camisas fraucezas do cor e brancas
finas a 18800 e........................
as ditas de fustn branco e d cor!!!!
unas dilas de esguio muilo linas mo-
dernas ................................
'las de brim de al
Gal
63000
45500
8J>000
t
15000
1
S
i
feooo
8-J500
f
^?r,oo
23500
rs. a peca
jodo-e de linho
jairas de casemira prela selim 9g e....
Ditas de ditas le cores 83 c............
Dita de meia casemira..................
Dijas do brim rio e varias qualidadrs
3ffe CoIIcles de velludo, gorguro,
casemira c selim....................
Casacas de panno prelo muito uno 30
sobrecasacos c palelols ae panno preto
_ r,u) 23 e............................ 3J000
laielols do casemira mesclada eolia de
velludo..............................
"*' d alpaca prela muilo finos!!!!.!
M las ue seda de peso !"!ifJ morin colm pretos oda cores
para senhora, brancas e preias, c para meninas, S2u5!e,,e",tt'--;.....V.......
brancas e riscadas : vende-se na loja de Leite I! .*'! ac? '"'clos e de cor errados
& Irman na roa da Cadeia do Itecife n. 48.
j '. >!' i(J iJilL! i >:. 355oo c
c
AGENTES
J. Astley & Companhia. '
Ditos de brim branco epardo"flnoi7.7!7T
Jilos de brim de quadrinhos linos
11JOO0
108000
4$500O
:
4UOU
18S000
10800D
93000
7c0l!l)
GJ5500
C;U0
\G^1XCI\
DA
Machinas de costura
de S. M.Singer &C. de
New-York, o mais aper-
feicoado syslema, fazen-
do posponlo igual pelos
dous lados da costura,
garante-se a seguranca
das a achinas e manda-
se ensinar as casas de
familia, bem como se
moslram a qualquer ho-
ra do dia ou da noite
.___, nesla agencia: nicos
agentes em Pcrnambuco Raymundo Carlos Lei-
te & Irmuo, aterro da Boa-Vis la n. 10.
, 5n"*V-'Idem"S0 c,orlcs de vestidos de phantasia
a-.9, ? ,arlalana bordados a retroz a 25l
ditos de popelina a 12: na ra Nova 1. li'
loja do boni goslo.
2000e2$S00apeca.
Algodao trancado americano branco, proprio
para toalhas e roupa de escravos, com um pe-
queo toque de agua doce : no armazem de fa-
zendas da ra do Queimado n. 19.
Cheguem ao barato.
0 Leite & Irraao conlinuam a torrar na ra
da Cadeia do Recite n. 48, pegas de cambraia li-
sa com 10 jardas a 4^500 e5S, lencos de cam-
braia de linho a 38 a duzia, cambraas muilo fi-
nas e de lindos padroes a 040 a vara, meias fi-
nas para senhora a 3;jB00 a duzia, dilas cruasin-
gUzaa para hornera e meninos, chales de meri-
no Usos a 4S500, e bordados a 6, palelols de
alpaca prela e do cores a 58, eeroulas de linho
en* j"'- camisas uglezas muito superiores a .
1 inn duzla' organdys de lindos desenhos a Tilia
1510 a vara, corles de eassa chita a 3$, chita
franceza a 240, 280, 300 e 400 rs. o covado, pecas
de madapolao com 30 varas a 4<800, 5, 5S30,
o, 7 e 8g, chitas inglezas de cores lixas a 200 rs o
covado, toalhas para mesa a 3 e 48, cortes de
m n %%''a d ll"ho.a **< uilas dl meia case-
nos, e oulras muitas fazendas que ^vende^or camcn'C l>0I'(latl0S I RA l'U (lo Qucma-
baralo preco. I d0 n# 37? l0ja dc .4 por|a8.
Em casa de N. O. Bieber
& C. ra da Cruz n. 4, vende-se ;
Champagne de sucerior qualidade de marca acre-
ditada na corte.
Tinta branca superior em oleo, lalas de 25 li-
bras, por commodo preco caixas de lalas.
Verniz e verniz copal.
Algodaoziuho da labrica Todos os Santos da Ba-
ha.
Brilhantes de diversos lamanhos c de
qualidado
I Fazeodas por prefos ba-
ralissiincs.
O Preguica vende em sua loja na ra do Quei-
mado n. 2, as seguintes fasendas :
Lencos de cambraia lisa muito fino du-
zia
Ditos de cassabrancos e de cores, duzia
Cambraias de-cores de diversos gosios,
covado
Chilas francezas de lindos padroes co-
vado a 290 o
Chales de merino lisos com franjas de
retroz, um
18000
300
FlNDICiO LOW-IOW,
Roa da Senzala IVova n. 42.
Ncsle eslabelecimento conlinua a haver um
comapleto sorlimenlo de moendas e meias moen-
das para enSenho, machinas de vapor e taixas
de ferro bat Jo e coado, de todos os lamanhos
para dio.
Cortes de vestidos
de seda
i, j a i ni i > Ditos de dilo bordados de velludo, um
M I'Ua (10 QlietmadO 3/ loja (le 4 i Ditos de dito com palmas de seda, um
portas acaba de receber pelo uHimo!>Il[)aca de.,scdado .., ; ,,:,..i .i li .. I->'eias muilo finas para senhora, duzia
n>IO VllldO dO Ham Um COmpldO SOr- [ Dilas ditas para d la, duzia
lmenlo de vestidos de seda de 2 saias,
2 babadosc de aventados qnac&fe ven-
dem por preco commodo.
Chapelinas de seda c de
velludo para senhora.
Ricas chapelinas de seda e de vellu-
do para senhora: na ra do Queimado tWSSStr1" ,B* rtouh> *
n. 37 loja de 4 ponas. 'Palitsdc Brim :].S000
(jOlaS e liailgtlllOS. Na na do Queimado n. 19. eslao-seacaban-
licas golas c manguitos de cam- do Plli103 dc Blim a 3000
Manteletes
Dilas dilas "para dita, duzia
ascasemiras de quadrinhos, covado
Ditas dilas escuras com duas laic
covado
Corles de dila muilo fina
Ditos de dila prela borlada
Biira branco de linho lino, vara
Dilo dilo dito, vara
Dito dito dilo, vara
Dilo dilo dilo, vara
f-O
4?00 50O
io
Oj 100
81500
lg6Mi
Ricos manteletes dc grosdenaple ri-
a2^000.
Ra do Queimado n. 19.
Pentes de tartaruga.
Armazem de fazendas
i.}.
Ruado Queimado n.
Sai3s bordadas a 3200
francez 13 corados a 2!
ra menino
pnmeira
Ricos peales dc tartaruga para atar rlede riscaJo [naee
.abcll: mm Oo ciinado i. W, g^.S^S."
loja dc 4 porlas.
Camisas francezas
Ricas camisas francezas tanto dc
pcio dc linho como dc algodao c dc fus-
to: na ra do Queimado n. 37, loja de
4 portas.
11'ec.as de cliiu miudinha fina cot 3S"rovr. i
a ."j50O
r.rambraia miuditiha a 300 a vara.
Dita 400 vara,
(hales esetiros para ir 30 bani:o 100
Chilas francezas milito finas miada e
ra3 a 240 cavado,
i Um completo sorlimenlo de m3d

sortiinento de cha-
peos.
Chapeos de cantor pretos de superior quada-
de a tj>, dilos francezes dc seda
A' 2000 a duzia
Bonels para crianza
Ricos boncls dc marroquim para
Crianca : na I'Ua do Queimado n 37, lo- Lcngos de cambraia para atgibeira a 2,000 a J
ja,de 4 portas. | ia rua ><)""doa. i9.
wwmwm Corles de cambraia
ae o iwp, ditos francezes de seda a 7:?, dilos do -V-XovOQ nio, PVm7..' '^J''' Ka !
castor brancos a 14$. dilos de velludo a 8e 9? ^>i>0>S "U.OlCdmClllOS 110
m
m
0
Veiiile-
6 Dito dc alpaca piulo e de cores___......
Kelogioa d^
velludo de um ido mnimo de largura
o.'ii 10 \[ varas, bandos de nina para senhora
as a 400 rs. o par, pulseiras e ronias
senhora ou meninas muilo lindas a 100 rs.
para acabar; na loja de miudezas do aterro da
Boa-^ st i ;]. bJ, quasi confronte a matriz.

ouro naten........tes.,
55000
3.">
S
rs Brothers & C. tem para vender en
,. zem, na praga do Curpo Sanio n. 11,
: ri"s do uiiimu gosto, recenlimente
los, Jos bem conhecidos e acreditados fa-
'. is J. I'.roadwood &Sons de Londres, e
proprios ;;;'.ra esle clima.
N um cano de 4 rodas, bem cons-
tru.: i o lorie, com assento para 4 pessoas de
o, e um assento para boleeiro e criado fra,
lo dc pumo fino, e linio bem arranjado :
! ara [aliar, cora o 8r Poiriei no alerro da Boa-
siu, e no i.-. ripiorio de James Crabtree C. n.
-i.!, rua u,i Cruz.
- ti
b Oueimado
Folha de cobre e Metal
amarello.
Estanho em barra e Pre-
gos dc cobre.
Alvaiade e Verniz copal.
Folha dc Flandres.
Palhinha para marci-
neiro.
Viiihos finos de Champa-
nlie e Moselle.
Lonas da Russia e Brim
dc vela: no armazem
de C. J. Asiley & C.
-,r ;:9 3H6JH QM| I 1 '
Chapeos de castor preto
c brancos
Na ruado Queimado n. 37, vendem-sc 03me-
loores chapes da castor.
&8-$msmiiWiwsn

II
k
m
Campos & Lima tem para vender %*
i liapeos de soda para senhora a 10J cada 15/
ift "' : na ruado Crespo n. 12
Chapeos k seda paraf
senhora.
S Wt
^.a-i<:
ttm&&msmsmsB/SKiM'
:.
RELOGIOS.
1 Vende-se em casa de Saunders Brolhers i
i C, prara do Corpo Sanio, relogios do afama-
|ldofabncanfe Iloskcll, por preco? commodos,
g e lambem trancellins e cadeias para os mesmos, ^o intil nenie lodos os outros remedios.
g de cxcellente gosto. As mis afQictas nao devem entresai-si
dilos da lontra de lodas as cores muilo finos, di-
tos de palha inglezes de copa alia e baila a 3 e
5g, dilos de fel 1ro, um sorlimenlo completo, de
2So00 a G500, ditos do Chilo do3$5<)0, 5, 6, 8,
J, 10 c 12.J, dilos de seda para senhora, dos mais
mcderiios, a 12g, chapelinas rom veos do ulti-
mo gosto a 155, enfeites finissimos para cabera
a 48)00 e 5$. chapeos do palha escura, massa'c
seda, muilo proprios para as meninas de escola,
sendo os seus preros muito em conla, ditos para
baptisado de meninos c passeios dus mesmos
leudo diversas quaades para cscolher, bonets
00 galao, dilos de marroquim, dilos do vellu-
do, dilos enfeilados, chapeos de boa qualidade
para pagem, chapeos de sol de seda nara me-
ninos de escola, emesmo para senhora e para ho-
mens ; linalmciile outros muilos objectos que se-
na enfadonho mencionar, c ludo se ven de mui-
to em conta ; e os senhores freguezrs vista da
fazenda licarao convencidos da verdade : na bem
conherida loja de chapeos da rua Direita n. 61
de Denlo de Barros l'eij.
Taclias para eogenho
FundiQo dc ferro e bronze
DE
Francisco Antonio Correia Cardozo,
tem nm grande sorlimenlo de
lachas de ferro fundido, assim
como se faz e concerta-se qual-
quer obra tanto de ferro fun-
dido como batido.
SYSTEHA MEDICO DE 1T0U0WAY.
PII.UI.AS HOLLWOTA.
Esle inrstimavel especifico, comporto inleira-
mente de (ierras medicinaes, nao conten mercu-
rio, nein alguma oulra substancia delecteria. Bi -
Digno mais tenra infancia, o a compleico mais
delicada igualmente prompto e seguro para
desarreigar o mal na compleico mais robusta;
inleiramenle innocente em sas operarOes e ef-
feitos; pois busca e remore as doenea *de qual-
quer especie egrao por mais antigs e lenazes
- ain.
Entre milhares de pessoas coradas c i este
remedio, muitas que j estaram as portas
morir, preservando em scu uso : conseguirn]
i cobrar a saude e forras, depois de haver tenta-
meopathicos enviados^
da Europa pelo Si*. Dr.S
Sabino O. L. Pinho.
Estes medicamentos preparados espe-
cia'^jnii' segundo as necessidades da
homeopathia no Brasil, vendem-se pelos
pregos conhecidos na botica central ho-
nieopalhrca, rua de Santo Amaro (Mundo
Novo' n. 6.
Na rua do Queimado n. 19.
i
ifia
llCun

! .' 3 Ci!;3 t-flj ^> .

%m%&i
B
da ultima moda
Yende-se bbis recentemente ch<
(chapeos dc senhora para pasf
g'indo andar do sobrado da esouini
No deposito do
gelo.
Vendera-se barriquinhas
com manaes da melhor quali-
dade, viudas no navio do golo, Ifc*0 OL *m mt,
, ,.~ .D uruz uo iie>iie n. ou pni..nu aun
^^"S^'^:1"1^ Charutos dc Havana.
Vende-te charutos melhores marcas conliecida n tta pi
ivincia: na ruado Imperador n. 11 C
Raridade.
I
>-
rua do Queimado por cima
sjg rre0-ui,i, enlrada pelo beceo di !' .\c .--
f& Prilo ii. 1
Fumo americano
Vende-se fumo americano para azor chirutes
o cigarro, e mascar m caixinhas de 20, 0
ruM Ja
a libra : na
nneiro anclar.

Vendem-se fazandas por barato
preco e algumas por menos de seu
valor para acabar, em pera e a reta-
lho : na ruado Queimado loja de 4
porlas n. 10.
-<-
Chapeos pelos,
Na rua do Queimado
numero 19.
Chapeos pretos de primeira qualidade, e de
rraa elegante a l cada um.
Riova invcn?ao aprei-
coada,
Bandos ou almofadas
de crina para penteados de
Vende-se um excetleole mulato de 1> mi
lmalo bonifa figura, com principio de
' ferreiro : na rua do Queimado n. J2
Altenco.
a
Na pr.iri di, Boa-Vista n. 15, ha para >
guintes objectos ; 2 cadeiras do balan
dilas de bracea, 1 mesi r.-il.....la t n ei.i d -
! ludo de amarello, 1 candelabro do vidro.
I res dn lanternas com pea de vil?... i espclhi
grande. 1 panno de mesa arelada i >, 1 ;
com 30 serias, e mais alguns objectos d<
9.
= Vende-se um prelo moro : na i
| numero 00.
Pichincha sein igual!!
V,:. [em-se b trhlinh i un Bgo! di t i d
pelo diminuto preco de 1,400 o barril: no 1
do Manos, rua da Moeda n. 2 I.
Vende-se u
senhora.
Vende-se nicamente na rua da Cadeia do Re-
ma preta crioula muilo mora, de
esvella figura, com urna filha de 4 annos". sabe
peifeilaniente engommar e co/inhar, c
para casa de tratameuto : no largo da
bla n. 6.
a de-
sesperaron; faram um competente ensato dos
efllcazes effeilos desta assombrosa medicina, e I cite n. 48, loja de Leite & Irmlo
prestes recuperarlo o beneficio da saude.
Nso se perca lempo em tomar este remedio
para qnaiquer das seguintes enfermidades
annos, sa
propria
i\ssem-
loja de 4 portas n. 10.
Aimla res'.am algumas fe/.-ndas para conclu-
ir a liquidado da firma de Leite & Crrela, as
quaesso vendem por dcininulo prego, sendo en-
t"o outn s as seguintes :
Macos de niks cruas para homem a 18600
Dilos Je dilas de cores 2JJU00
is de ditas cruas muito superiores 4*000
Ditm de ditos para sjnhora 3o00
i Je ditas muito finas 43JOOO
Cones d; caiga de meia casemira 2300O
Bilos do ditas de casemira do cores 50000
Dito.; dedi'.as do casemira prela ai} e 65000
lrim tranjado branco de liaho fino
^ >ara 1*000
Coi les do colele de gorguro de seda 2^0001
L'ai p elo tino, prova de limo 3ft e 4?000
Gra?... de seda prela c de cores 1*000
Risca-los Irancozes, largos, cores li.xcs
co'-a lo 200
Chitas francezas largas finas covado 2-0
aslfeilaa 100
[],- idos le cassa de cores lindos padroes o
puperiorquaHdadfl covado 280
as .lo cores covado 240 i
Pesas de cassa branca bordada coro 8 va-
ras por 25000
bordadas 2uO
Cambraas lisas muilo finas peca 4^000
KrnaeiiM de cores para vestidos covado 240
Cli iI!j= de laa bordados de seda um 200 naplo preto, largo covado 1800 e 2000
$L, e sarja lavrada 19800 e 2000
Vestidos brancos bordados pata bap,do 59000
Veos lardados para chap30 25000
Entra meios bordados 15600
Adiolhado adamascado largo vara 1*230
[.micos dedillo oscuros um IGO
' gis da coies para palitos covado 200
Altenco.
A
Veril c-se urna .irmar.'io envernisada, de ama-
lello : pan ver, na rua liircil n. 52, e a tratar,
na prara da Independencia n. a.
*5@g
9!
No armazem dc Adamson, Ifowie & C. rua j $g
do Trapiche n. 42, vende-se selins para homem Q|
8 penhora, arreios pralcados para cabriolel, chi- n
cotes para carro, coleiras para cavallo etc. \ s
Botica. J
Carfholomeu Francisco de Souza, rua larga
do Rosario n. 30, vende os seguintes medica-
mentos :
Rob L'Affecteur.
Pilulas contra sezoes.
Ditas vegelaes.
Salsaparrilha Bristol.
Dita Sands.
Vermfugo inglez.
Xuope do Bosque.
Pilulas americanas (coa'.ra feLres).
Ungento Holloway.
Pilulas do dilo.
Ellixir anli-asmalhico.
Vidros de boca larga com roll.as, de 2 oncas a
12 libras
mm%!3wem?m
500 rs. o covado.
Campos & Lima, lem para vender
palmos de largura a
na rua do Crespo
cu
I
Assim como tem um grande sortimenfo de pa-
pel para fono dc sala, o qual vende a mdico
prego.
Superior ao melhor
3gj alcatifa com qualro
tf> 500 rs. o covado :
y
cobertos e descoberlos, pequeos e grandes, de
ouro patente inglez, para homem o senhora,
de um dos melhores fabricantes
Accidentes epilpticos.
Alporcas.
Ampolas.
Arcias(malde].
Astbma.
Clicas.
CohvuIsoc s.
Debilidade ou exleuia-
co.
tdade ou falta dc
forcas para qualquer
cousa.
Dysinteria.
Dorde garganta,
de barriga,
-nos rins.
Dureza no venlre.
Enfeimidades no venlre.
Dilas no figado.
Ditas venreas.
rnxaqueca.
tlerysipela.
Pebre biliosas.
Febrcto da especie.
Golta.
Heniorrlioidas.
Ilydropcsia.
Ictericia.
Indigestos.
IDII a ni mar oes.
I r r c g i! \r ridades
menstruac&o.
Lombrigasde lodacs-
i i ie.
Mal de pedra.
Manchas na cutis.
Obstrucco deventre.
Phtysicaou consuir.p-
pulmonar.
Retengo de ourlna.
Rlicumalismo.
Synip! ornas secunda-
rios
Tumores.
Tico doloroso.
Ulceras
Venreo final1.
Armazem de lazeailas.
Aleiico.
V nde-Si farelo de Lisboa en
i bras, pelo barato preco de 68 o saceo, ni
5$500 0 sacco, arroz de casca rm aaeros, d
Maranhao, rafa do Rio, feijo mulatinb
do Aracaly a 2|560 a arroba, cournhos de ca-
Febreto internitente.
Vendem-se estas pilulas no eslabelecimento
geral de Londres n. 224, cSlrand, e na loja de
ce Liverpool, iodos os boticarios droguistas e oulras i
SmhaK" IM ni1,"* H" mglCZ : ^ "" d ""egadas de sua venda em leda a America dc
^ouinali Meuors & L lc.,i Havnna p llcsoaiiha
^^^^Jt^ eda urna
! I deltas, contem urna inslruccao cm portuRuez pa-

7a duzia,guardanapos grandes a 3S adu-
na, dilo mais pequeos a 2& : na loja de @
@ Nabuco & C, na rua Nova |n, 2.
45Rua Direita45
Para homens.
presunto de fiambre.
Linguasde vacca erasalmoura viudal
de Londres, vndem-se nicamente no
armazem de Luiz Annes deronte da Vendem-se barris com cal de Lisboa, da mais
portn da alfandepa. n0Ta T10 1,a no mi'l,ndo, por preco de CS cada
' um barril: na rua do Brum n. 18, armazem de
assucar.
| Para (lenles.
j Vende-se na loja de Nabuco & C, na $?
; rua Nova n. 2, camisas de casemira, di- tt
Borzeguins aristocrticos (luslrc) 96000 f"9 dc flan0,la. cereras do meia, meia de (g
Borzeguins zouavos, obra forlissima (be- I '^iflf^wx^^'^^^ ^.^^f
zerro) v 8JOOo| *3 8SS3 @@^@K
Borzeguins cidados (bezerro o lustre b9iWO Arados americanos e machinas
63JW0 para lavar roupa: cm casa de S. P. Jo-
Irnston & C. rua da Senzala n. 42.
= Vendem-se corles de vcslidos de seda es-
coceza, muilo lindos padroes a 3"$ dj rua No-
va n. 11, loja do bom gesto.
ra explicar o modo de se usar destas pilulas.
O deposito geral em casa do Sr. Soum
pharmaceutico. na rua da Cru; u. 22, cm Pcr-
nambuco.
Sapales baledores
Para senhoras.
Borzeguins para senhora (primeira ciaste)
Dilos para uv.nliias (primeira classe)
5^000
5*000
4{000
Vrende-se urna porc&O de hunos en-
tre os quaes esistom 40 parelhat, todos
muitos gordos, novos e de hom tama-
nlio do cxcellente carregament che-
gado ltimamente de Montevideo: os
pteterdenlcs dirijam-C ao trapiche da
companhia ou ao armazem de carrocas
em Fora dc Portas, de Flix da Guaba
Teixeira.
Tachas e moendas
Braga Silva & C, lem empre no scu deposito
da rus da Moeda n. 3 A, um grande sorlimenlo
do tachase moendas para engenho, do multo
acreditado fabricante Ldwin Haw: a tratar no
mesreo deposito ou na rua do Trapiche n A \.
Ditos de feltro.
Cambraia organdys muilo fina.
Chales de froco de tres ponas.
Ditos de merino bordados dn duas pon as.
Ditos muilo linos bordados a troco.
Ricos chales de touquim branco.
Corles de seda de duas saias.
Luvas enfeilados.
Manlcleles pretos bordados.
Lencos para algibeiro, brancos, a 2$ a duzia.
Rua do Oucliisado n. 7.
A 303 cor(esde vestidos de seda quecustaram
60$; a 169 cortes de vestidos de phautasia que
custaram30S: a 8g chapelinhas para senhora:
na rua do (,'ueiuiado n. 37.
qualqv
I armazem da rua da llangel n. 62.
3. suttes*
^VV*>V.liV< .lilil ^^
ipa. ^;
lili
Calcado francez
Brim trancado de linho lodo
prelo,
Na loja n. 4 da prara da Inde-
pendencia sel-se torrando
mesmo a Ironco de sedulas
velhas.
i Broseguins para homei3 a
Ditos para senhora a
fazenda muito superior; garante-se que nac Ditos para meninas a
St'Ldte^'irntCadd l *<* 48' l0' I "f Pi crianza a
., ...... ;Sapatocsdo lustro a
En.e.tcs de vidnlno e de retroz a 4 cada I Samtode l.isim rn- ,
um : na rua do Queimado n.37, loja de 4 portas. SaPalodciluslr0 "SO> a
_ _. Uns do la pele para h?mem a
^ Em casa de Rahe Scftmettan & Sapates de beserro para homem a
C, rua da Cadeia n. 37, venr!em-se Diiininhas de lustro e marroquim a
elegantes pianos do afamado i.\\>\ \i an- Sapalinhos de lustro de colxetes a
te Trr.uinann de Ilamhurgo. Assim como tolo o calcado se vcnJe por
to prefo.
Vende-se
6>C00
3?000
25001
2f0O
590M
IJOOm
U600
l00O
640
do drposilo geral do Rio de
com Tasso & li maos.
Farinia de maotloca
nosarmazens de Tasso & Irmos.
lO
nos arraazens ele Tasso & limaos.
Yende-se um hom carro america-
no de 4 rodas, pintado de novo : a tra-
tar na rua c'.a Aurora n. 2G.
Janeiio: a ratnr'g Kstopa,
! Lona,
s Camisas ingle/.as finas.
9 No armazem de Arkv^rinht
M
iC.
rua da Cruz n. 61.
9999999 9^^99 99999999
Aviso s senhoras.
Chegon ullimaniente n mais d sejadas i
tanas em peca, e de lodas as cores, propri.i-
rn vestidos para a fesln deN.S. da Saude, < ver
de-se por menos do que era oulr-i qualquer
la m rua Nova n, li, loja do '.">vo jevlo.


DIARIO DE PRNAMBUCO. TERCA FEIRA 24 DE JANEIRO DE 1860.
H)
k
Vendem-se
meios de sola envernisados, couros de lustre e
pellicos brancas, ludo chegado recentomcnle :
no armazem de Almeida Gomes, Alves & C, ra
di Cruz ii. 27.
Lavadeira.
Vende-se uraa cscrava lavadeira e quilandei-
ra : na ra da Imperatriz n. 46, loja.
Vcnde-se uma casa terrea de pedra e cal,
coro chao proprio, sito na ra Direila da fregue-
zia dos Auigados, teru2salas, 2 quartos, cozinha
ora, grar de quintal murado e cacimba, muilo
fresca, e Gca do lado da sombra, tem boa vista
para ver Je perto lodos os vapores que passam
na via-ferrea, o ptima para podara, relinacao
ou outro quaquer estabelecimento por so sedar
a casa na mellior ra de negocio, e junto das on-
Iras casas de negocio : quem a pretender, diii-
ja-se a ra Direila' da povoaco dos Afogados,
casa n. (10, que ah achara o propietario a qua-
quer hora do dia para eft'ectuar a venda.
Rtulos para charutos.
ria un grande sorlimento de rtulos para cai-
xos de charutos, para garrafas do licores, tanto
de bojo como de gorgallo, em bronco, para nelles
>e oscrever o que se quizer, de botica, paro cai-
xas de cli, viudo do Rio de Janeiro, de vinhos
do Porto, cili ria, o do caj ; no lypcgraphia e
encadernaeao da ra do Imperador deronte de
.s. Francisco.
Sima o de Nantua.
Obra completa ntidamente impressa em muito
hom papel, e que est usada em todas os escolas
da provincia, cartas de AB C, taboadas, trasla-
dos de mijitos nioiellos, arte de 1er por ventu-
ra, inctliodo acilimo, os marlyres peruambuca-
nos, que se arliain adoptados para a leilura das
escolas, carlilhas de.mu boa edicio e conside-
ravclmcnte augmentada, economa da vida, urna
confortissini3 cartoiiagem, arithmeti'Ui e gram-
nialica do professor Castro Nunrs, calhecismo da
doutrina chrisiaa, mui correcto, impresso em
mui boin papel e typo grande, papel de peso
transparente para escrever as escoles com pau-
ta, almaeo (!e linlio, gieve, de machina, etc. : na
iypogrnphia o encadernaeao da ra do Impera-
dor, delronie do S. [francisco.
No armazem de Fazendas de
Raymuudo Carlos Leite efe
Irmo, ra da Imperatriz n.
10, tem constantemente um grande sortimento
de fazcnlas fazendas linos por menos do que em
outra qualqiicr parte, o saber ;
Vestidos d* seda bordados a torcol. do
todas as coros.que se vendern) a 3005,
vende-se agora por 16000
Ditos que se venderam por 1205000,
vended-se a 70J1000
Ditos que se venderam por 705, a C;0O
Ditos do phantasia que so venderam a
35>, vende-se a 20^000
Ditos do barege que se venderam a 20g,
vende-se a lgOOO
Vestuarios de seda de cores para crian-
easal2ge 15$000
Camisas de cambraia de linho para se-
nhoras a 85. 12J e 16S00O
Manleletos de seda de cores a 20g000
Ditos de seda preta a SO, 2o$ e 30J0C0
Ditos de grosdenaple preto, do ultimo
goslo, por 5 Laos de cores matizadas, muito bonitos
podroes, covado 6-10
Ditas do cores, lisas, de uma cor s,
covado GiO
Corles de casemira de cor poro calaos SftUOO
Bpnets de phantasia para meninos" 300
Chapeos dem para meninas (
Gollinhas de missangas para senhoras g
Chales de froeo com tres ponas 10000
Ricos cortes de gorgaro para colleles 6g000
Chita franceza escura e claro, covodo a
280, 330 e C40
Bramante 3o linho, 10 palmos de largu-
., ra. "aro 2|500
ijuardanapis adamoscados, duria, a 105
12*000e WjooO
Ditos de algodio acolchoados, duzia 2300
Saias de balo do crinoline, da melhor
qualidnde que ;,t boje tem apparecido
neste mercado, de \i a 5*000
Im grande sortimento do camisas de
lodos 09 cualidades para humom a
209OOO at cr>sooo
Ferfumarias inglezas do afamado fabri-
cante John Gosnell &C.
Assim como um grande sorlimento de fa/.endas
proprias pira os serios, que se vendem muilo
baratas, e o mesmo stabclucimenlo se obriga a
encaixotar despachar, embarcar com a inaior
prest za possivel.
Acaba do chegar ao armozem de fazendas
da ra da Imperatriz n.10, o seguinle ;
Caalas brajas!!
Gigos de 32 libras a 1S400 para acabar: na
ra da Madre de Dos n. 8, armazem de Valen-
Caoi C.
Defronte da matriz da Loa Vista, n. 86, ven-
dem-se e alugam-se bichas de Hamburgo, por
menos do quo em quaquer outra parte, amola-
se quaquer ferrainenta, lira-se e chumba-se
denles, sangra-se e faz-sc ludo quanto perlence
a arle de barbeiro.
Na cocheiran. 2G do pateo do
Paraso, vcnde-se um cabriole! de 4 ro-
das muito maneiro e em bom estado.
Marmelada
Vende-se nuimelada superior em latas do 2
libras a 500 res a libra ; na na Direila n. 03.
esquina do beeo Jo Serigado, no mesmo esta bo-
lecimenlo vende-se cognac e majas mais bara-
to que era outra parte.
FABRIC
DE
uuumm i fukmi?I(5) u mtm
Sita na ru:\ Imperial n. 118c 120 junio a fabrica de sabo.
DE
BAZAR
DA
IBM
Chegiicm a
m
Na loja do Preguica na ra do
Queimado n. 2. tem para
>ender:
Chaly o merino de coros, ptimo nao s para
j roupoes evestiJos de montara do Sra. como para
vestuarios de meninos a 3C0 e -100 res o cova-
doChallesde merino estampados muito finos pelo
deminuto prego de 2:500 cada um musstlinas
modernas, bstanle largas, de variados padres
a 260 e 280 ris o covalo grvalas a fanlazia.o
mais moderno pos: i val a 18 e 1200 cadauma, e
ontras muias fazendas, cujos presos extraor-
dinariaiuenle baratos, salisfaro a expectativa
do comprfdor.
SasSiao J da Silva dirigida por Manoel Carociro Leal.
Neste eslahelecimenlo ha semprc promptos alambiques de cobre de differcntes dimoncoes
(de 300$ a 3:000j) simples e dobrados, para destilar agurdenle, aparclhos destilatorios contnos
para restilar e destilar espiritos com graduacito al 40 graos (pela graduaco de Sellon Cartier) dos
melhores syslcmas boje approvados c conhecidos nesla e oulras provincias do imporio, bombas
de todas as di monges, asperantes o de repucho tanto de cobre como de brome c ferro, lorneiras
de bronz'e de iodas as dimeneoes o feilios para alambiques, lauques etc., parafusos de bronzo e
ferro para rodas d'agua,portas para fomollias c crivos do ferro, tubos de cobre c chumbo de todas
as dimences para encmenlos, camas de ferro com armaeao o sem ella, fugos de forro potaveis e
econmicos, lachas e lachos de cobre, fundos do alambiques, passadeicas, espumadeiras, cocos
para engenho, folha de Flaudrcs, chumbo em lencol c barro, zinco em lenco! e borra, lsoces e
armellas de cobre, lenees de ferro o lalo,ferro suecia inglcz de todas as dimn.scs, safras, tornos
e folies para ferreiros ele, e outros muitos artigos por menos prono do que em oulra quaquer
parte, dcsenipenhando-se toda c quaquer encommenda com presteza e per fe cao j conhecida
e para comniodidadc dos fregiiezos que se digna re m honrarem-nos com a sua confia nca, acha-
r--.o na ra Nova n. 17 loja de ferragens pessoa habilitada para lomar nota das encommendas.
Rclogios de ouroe prala, cobertose dcscoher-
tos" patente inglez, os melhores que existera no
mercado, e despachados boje, vendem-se por
procos razoaveis : no escriptorio do agente Oli-
veira, ra da Cadeia do Recie n. t2, primeiro
andar.
MBIDMiE
vinho do Porto, do mais superior, engarrafado,
dito champagne, idem, dito inuscalel, idem : no
armazem de Barroca i: Hedeiros, ra da Cadeia
do Recite n. -i.
j Contioua-se a vender fazendas por baixo fe'
j prero al mesmo por menos do seu valor, *
*> aflm de liquidar contas : na loja de 4 portas i
|j na ra do'Queimado n. lo.
J
Goiabada Imperial.
Vende-se era caixes e em latas a mais fina
goiaba que se lera visto. Ra Direila n. 6.
Fub.
Farinha de railho americana, em barricas, che- |
Cada no ultimo navio dos Estados Unidos : nos |
armazens de Tasso Irmos.
Vonde-se no armazem de Jos Antonio Mo-
reira Di as-4 C, na ra da Cruz n. 26 .
Mercurio doce.
Retror.
I.inhas em novellos.
Cera de Lisboa em velas.
Grasa ingleza em boies.
Lazarinos e rlovinotes.
Chumbo em lencol.
Dito de mutiico.
Ferros do oro para engomraor.
Pregos de ferro de ludas as qualidades.
Ditos francezes soriidos.
Gneros superiores e ba-
REVISTA HEBDOMADARIA
COI.LABORADO
PELOS SR8.
D. Antonio da Costa A. F. de CastilhoA. GilAlcxandre HerculanoA. G. RomosA. Guima-
racsA. de LimaA. de Oliveira MarrecaAlves BrancoA. P. Lopes de MendoneaA. Xavier
Rodrigues CordeiroCarlos Jos BarreirosCarlos Jos CaldciraE. Pinto da Silva'c C.unha F.
Gomes de AniorimF. M. BordalloJ. A. de Frcitas Oliveira.1. A Main.1. A. MorquesJ. de
Andrade Corvo.1. da Costa CascaesJ. Daniel CollacoJ. C de Hagalhaes CoutinhoI. G. Lobolo
Pires.1. II. da Cunha RivaraJ. J. do Croco JniorJ. Julio de Oliveira PintoJos Mora
Latino CoelhoJulio Mximo de Oliveira PimentelJ. Pedro de SouzoJ. S. da Silva Ferraz
Jos de TorresJ. X. S. da MollaLeandro Jos da CostaLuiz Filippe LeiteLuiz Jos da
Cunha L. A. Rebollo da SilvaPaulo MidosiRicardo Julio I'errazValentim Jos da Silvcira
LopesXislo Cmara.
DIRIGIDO
ron
A. P. de CanalhoI. F. Silvcira da MollaRodrigo Paganino.
Destinado a resumir todas as semanas o movimento jornalistico e a offereccr aos leitores, con-
juntamente com a revista do que mais notavel houver occorrido na poltica, na sciencia, na indus-
tria ou as artes, olguns artigos originoes sobre quaquer destes assumplos, o archivo Universal,
desde Janeiro de 1850, em que comecou a publicar-se, tem satisreilo aos seus ius, com a niaior
exactidao c regularidade.
Publico-so todos as segundos fciros em folhos de 16 paginas, e completa todos os semestres
um volume de 420 paginas com indico e frontispicio competentes.
Assigna-se no escriptorio desle Diario, ra dasCruzes, e na ra Nova n. 8.
Prego da assignalura: pelos paquetes vapor 10j>200 por anuo ; por navio devela 8S (moeda
brasileira).
Ha algumas colleceoes desde o comeco da publicaco do jornal.
mrkrajjd:b.
N.6.
DEFROlTEDOARUlZEfillGtZ-
Cortes de casemira de goslos modernis-
simos
Bolsinhas escocezes para meninas de
escolo a 200 rs. o
Sapales de couro de lustre para kx
57 Ba do Queimado 37
Loja de 4 portas.
Chegou a este estahelecimento um completo
sortimento do obras feitas, como sejam : palc-
0|ts de panno fino de 16$ at 28g, sobrecasacas
de panno fino preto e de cores muito superiores
a 35$, um completo sorlimento de palelots de
riscadinho de bnm pardo e brancos, de braman-
te, que se vendem por preco commodo, cerou-
las de linho de diversos tamaitos, camisas
francezos de linho o de panninho do 2g at 5$
cada uma, chapeos francezes para homem a 8#,
ditos muito superiores a 10-5, ditos avclludados,
copa alta a 13, ditos copa baixa a 10J, cha-
peos de fellro para homem do 49, 5S e at 7#
cada um, ditos de seda c de palha eufeitados pa-
ra meninas a 10, ditos de palha para senhora a
12 das a 25jj, dilas de polho de Italia muilo linas a !1)ilos ,!o bezerro
25g, corles de vestido de sedo em carteo de 40g Sapatos de couro de lnslre para senil h i
at lOg, ditos de phantasia de 16-5 at 355000, l-indissimds chapeos da Italia para i >. -
gollinhas de cambraia de 1$ at 5#, manguitos "nos
do 1g500 ot 55), orgondys escuras e claras a I Oarrafocs com eeradinha
800 rs. a vara, cassas francezas muito superiores i Cestas com 15 libras de figo-, cada orna
e padrocs novos a 720 a vara, casemiras de cor- Alelria, caixas de 32 libras
tes para colleles, paletolse calcas de 3*500 at ; Macarrao, caixas da mesmo p
4S 0 covado, panno fino preto e de cores de 2^500 Assim como um exccllente cabriole! por n
al lOg o covado, corles de colletc de vellu do commodo preco.
muito superiores a 9 e 12$, ditos de gorgurao ft 1 I ^
Roa da Impcralnz i. i
Ven lose superior queijodc prata a 1:
alibra dito suisso a 800 lis a libn, mai
ingleza prinieira qua.lado a 100O dita ran -
ceza 720 cha do primeira quolidde S956Q dil i
--" Odiio a 2:200 dito 2$<>0O bsiachinh
ualnlades, peras scrc;is a BOO ris
a libra c caixinhas de 4 libras 23500, ara
a 8)0 a libra, vellas de espermaect-i a 700
a libra \iulio madeira scrca dito eberez Jili
musca tel.
i
600
Seus proprielarios offerecem a seus numerosos freguezes o ao publico em geral, toda e
quaquer obra manufacturada em seu reconhecido estabelecimento a saber: machinas de vapor de
todos os tomanhos, rodas d'agua para engenhos todas de ferro ou para cubo3 de modeiro, moen-
dase meios moendas, tachas de ferro batido e fundido de lodos os lmannos, guindastes, guin-
chos e bombas, rodas, rodetes, aguilhoes e boceas para fornalha, machinas para amassar man-
dioca e para d^scarocar algodao, prencas para mandioca e oleo de ricini, portos gradara, co-
lumnas e moinhos de vento, arados, cultivadores, pontes, 'aldeiras e tanuues, boias, alvarengos.
botes e lodos as obras de machinismo. F.xccuta-se quaquer obra sejo qual fr sua natureza pelos
desenhos ou moldes que paro tal (im forem oprescnto*os. Recebem-se encommendas neste esta-
belecimento na ru do Drum n. 28 A o na roa do Collegiohojc do Imperador n... moradia do cai-
xcro do cstabelccimenlo Jos Joaquim da Costa Percira, com quem os pretendentes se podem
entender para quaquer obra.
e de fuslao brancos de cores, tudo por preco
barato, atoalhado de algodao a 12&0 a vara,
cortes de casemiras de cores do 5 ot 9p, gri
noples de cores o pretos de 18600 at 38200 o
covado, espartilhos para senhora a 6$, coeiros
de casemira ricamente bordados a 12j cada um,
lencos de cambraia de linho bordodos pora se-
nhora a 9e 12 cada um, dos lisos para ho-
mem, fazenda muito superior, do 12 at 208 a
duzia,casemiras decores para coeiro, covado a ,0',as as
2$ 00, barege de seda para vestidos, covodo o
1100, um completo sortimento de colleles de
gorgurao, casemira preta lisa e bordada, o do
fuslao decores, os quacs se vendem por barato
preco, velludo di'cores a 78 o covado, pannos
para cima de mesa a 108 cada um, merino al-
cochoado proprio para palelots e colleles a 28800
o covado, bandos para armaeao de cabello a
18500, soceos de tpele e de ma'rroquim paravia-
gem.eum grande sorlimento de mocas e'malas
de pregara, que ludo se vende vontade dos
freguezes, c oulras muilas fazendas quo nao
possivel aqui mencionar, purm com a vala dos
compradores se mostraro.
Aviso.
Roupa feito, chapeos e cal
so vestir um homem dos p
na toja dcNabucoA C na roa S
airaz ilo matriz.
REMEDIO INC0&1PARAVEL. "^TS
IjSGENTO I10LLOV, A Y. ofRcial de oleiro de lijlo e (raai (para ri
Milhorcsde individuos de todas as nac5es p9-| tambera tem principio de pedreiro, traba :
dem tcstemunhar as virtudesdeste remedio in- guroa cousa de carapina ; o mitro 6 mi
comparare! e provar em coso necessario, que, trabalhador de rasada : em Santo :
pelo uso que delle fi/eiam tem seu corpo e mem- \ le da fundico do Sr. Starr, defr nti
bros inteiramenle saos depois de haver emprega- de arvoros que estao na roa.
do intilmente outros tratamentos. Coila pesoa
poder-se-ha convencer dessascuras maravilhi
pela leitura dos peridicos, que lh'as relatan
todos os dios ha muitos annos c a maior parte
dellas sao to sor prndenles que mj(mp so
im,nos mais celebres. Quanlas pessoas reco-
braram com este soberano remedio o uso de seus
bracos c peinas, depois de ter permanecido Ion- Fumo
gotemponoshosptaes, ondede Tiamsoffrer na madrugada da da 19
amputaco 1 Dellas ha muilas que haveododei- crrante do Sitio do Sr. Jos Tcixeird
Escrayos fugid(
Aviso.
colK
i< i
;ra
enfusao de seu recouheomento declararam es i
tes resultados benficos diante do lord crrese- toiaua no pes,oLo c un
dor o outros magistrados, afim de maisauti nti- ca n0 f!:,,u 'queruo : quem o i
carena sua Qrmativa. ao sobredito sitio ou a ra da C id<
mngucm desesperara do estsdo de saudc se Recifa n 91 ror*!
- tnesse bastante confianza para ensaiar este re- '
, medio constantemente seguindo algum lempo o
i mentnitalo que ne vssitasse a natureza do mal,
; cujo resultado seria prova rincontestavelmente :
Uue ludo cura.
I O ungento he til, irais particu-
larmente nos se.u.iitcs casos.
Ferros de cngoiimir
econmicos, do melhor autor.
Chalala.
Preparaco propria pora tornar as mobilias
'isadas em novas.
ratos.
Panno couro,
uc OQlimo pora fazer guardas-lamas de carros
O mais incorpado, e prelo e lustroso, do que o
melhor couro de lustro.
Para fura da provincia.
Vende-se um oscravo bonita figura, crioulo,
idado 30 annos, ponco mais ou menos, perfeilo
bolieiro e ardiueiro, odvirlndo-se porm, so-
bre a clausula do ser pora fora da provincia:
quem convier dija-se a ra da Cadeia, loja de
Sampaio Silva t\ C.
^5 B.S.K g-gs
^ *- r2S g g
b 8-l*as8
-,|g0-S*g
So g -> Ka""i
s-gl-S-S-gg
g-S-S-o-Sll
3 2 9*3 2 al
B 'S fe 2 -i*
u. ^> J = l- !0 "*
Z ^ t a = = -J- 5 =
g'3S2ia'2S
s:3sls&e.s
I o- 13.2-5
Ruada Imperatriz, outr'ora aterro da Boa-Vis-
ta, taberna da esquina n. 12, defroulc do sobrado
queimado.
Superior vinho velho do Porto, caada
Dito dito Lisboa o Figueira, iJem
Hilo dito de Cello, idem
Dito Duque engarrafado, o melhor do
mercado, do autor Antonio l'crreira
Menezes, garrafa
Dito olo Madeira, idem
Hilo superior, Porto, idem
Dito dito dito, dem
Dito muscalel Setubal, idem
Dilo dito franco/., idem
Champonha, marca muito acreditada
Licores francezes mui'.o linos
Vinagre branco do superior qualidade,
garrafa
Frascos de genebra hollanda verdadeira
Ditos de dita mois pequeos
I Ditos de conservo grandes
Sol refinado igual ao de potes [euia]
Chocolate francez muilo lino,- libra
Velas de eapermacete, superior qualidade
Cha hyssoii muito superior
Dito uchira, o mais superior do mercado
Manteiga ingleza flor
Dila dilo de C4a
Dita franceza muilo superior
Latas de sardinhas de N.inles
Ditos (litas muilo superiores
Ditos de blscoilinhos linos
Bolacha americana, libra
Dito ingleza
Vinbo engarrafado Halvazia superior
Pares de garrafas brancas, o par a -23.3$ c 400O
Barris de cognac inglez. em caadas, mantei-
go froncezo c ingleza. em barris e meios ditos,
e outros muitos gneros que.se vendem por me-
nos que em outra quaquer "parle.
Vinho do Porto.
Vcnde-se o verdadeiro vinho do Porlo engar-
rafado, e em barris de quarto, por preco commo-
do : no ormozem de Adomson Ilovn & C, na nienle
ra da Trapiche n. 42.
0:000 i
fOUO
4UO0
2$000
las oo i
gsoo:
15200
2,-jOOO i
13000'
2000
lv'500
3201
ir,ooo!
5001
lgOOO
320
i2so;
720 !
2S00O :
25500
ljooo
soo
560
640
440
1S800
120
210
1J-500
3 RA DAGI^OR5xl,CAISAROFU]VDAO 3
Clnica por amitos os systcmas.
rnnir.,(, ^;,L?bn Moscoso d consultas-todos os das pela manha e de tarde depois de 4 horas
l^&!t!air^mnaam*nie'aUs6**'a addad* como para oseDgUos ou oulras
-^im^d0iS CVT S,r ,1riSd0' i sua cosa al as 10 horas da manha e em caso de ur-
SttV^Z^S^Ii^da n01lc SCUJo por ^{0 cm ^ue se declare d
itJSiL^S! ,Incn\,0,forom de urgencia, as pessoas residentes no bairro do Recite poderao re-
metter seusbilhetes a botica do Sr. Joao Sounn& C. na ra da Cruzou loja de vros do Sr. Jos
Nogueira de Souza na ra do Crespo ao pe da poni velha.
Nessa loja e na casa do annnnciante achar-se-ha constantement eos melhores medica-
mentoshomeopathicos ja bera conhecidos e pelos precos seguimos
Botica de 12 tubos grandes, .
Ditos de 24 ditos. .....
Ditos de 36 ditos. ...
Dito de 48 dilos....., '
Ditos de 60 ditos..........'.'.'.'.'.
Tubos avulsos cada um.....', \ '. '. !
Frascos de linduras.......".".*.*,,
Monoal de medicina homcopathica pelo Dr.' Jahr'irduzid'o
em portuguezcom o diccionario dos termos de medi-
cina, crurgia etc.. etc. ,.......
Medicina domestica do l)r. Horing, cora diccionario.' .' .'
Repertorio do Dr. Mello Moraes. .
Alporcas.
Caimbras.
Callos.
Canceres.
Corladuras.
Dores de cabera.
das costos.
dos membros.
Enfermidades do cutis
era gerol.
Ditas do anos.
Erupcoes e escorbti-
cos.
Fistolas no abdomen.
Frialdade ou falta de
calor as extremida-
des.
Frieiras.
Gengivas escldalas.
Incha^cs
Inflammai-o do ligado
103000
I5000
20t 25g000
0j>000
1S00O
2g000
20000
10S000
6J00O
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Relogios.
Vonde-se em casa de Arkuright & C., ra do
Cruz, armazem n. 61, relogios do fabricante Hi-
qhbury, sendo que pelo seu perfeito machinismo
podc-sc usar com cubera ou sem ella.
Relogios.
Vendera-se relogios d oro ingezes, de pa-
tente : no armazem de Augusto C. de Abreu.
na ra da Caricia dn Reeifs n. 3fi
tSW PARA O CARNAVAL.
Na ruj do Cabuga, luja de fazendas finas c. 8,
do Almeida & Burgos, vendem-se vclbutinas cr
de carmizim, verde, azul ferrete, claro, rdxo,
cor de rosa e preto, de boa qualidade. que bem
assemelha-se com o verdadeiro velludo, a preco
de 720 cada covado : existe muilas oulras fazen-
das proprias pora apromptaiem-sc os mosca-
rados.
Farinha de trigo.
No armazem de Valonea & C, na ra da Ma-
dre de Dos n. 8, vcnde-se farinha do trigo das
marcas seguinies, por precos convenientes :
SSS F.
Gallego.
Pon taino.
Acaba de chegar do Ro de Ja
neiro alguns cxemplaresdo
primeiro e segundo volume
da Corographia.
Histrica chonologica, genealgica,
nobiliaria e poltica do imperio do Bra-
sil, peloDr. Mello Moraes : vende-se a
4# o volume, podendo-sc vender o se-
gundo em separado : na livraria n. 6 e
8 da prac-i da IndeDendencia.
Vestidos de seda.
Vendem-se cortes de vpstidos de seda com 2 e
3 babados, armados, de 20? a 40J> cada um, sen-
do que seu valor razoavel ser de 80$ : na loja
de 4 norias da ra do Oueimado n. 10.
Neste proveitoso estabelecimento, que pelos no vos melhoramer
mente montado, far-sc-hao tambem do Io de novembro em va
ntos feitos acha-se conve-
.. vante, contratos mensaes para
maior commodidade e.cconomia do publico de quem os propietarios esperam a remuueracao de
tantos sacnhcios. r
Assignaturj de banhosfrios para uma pessoa por mez.....
> momos, de choque ou chuviscos por mez
____________Rorifisdecartop.s c banhos avulsos aos oreos annunciados.
103000
159000
Sebolas novas
Estao s acabando sebolas de rostaes alSOOc
soltal a 13 : na ra do Vigario 11. 27.

$3&S
<>e;
nova.

i

Caslanlias.
#
i
*
Desembarradas ltimamente vindas do
Porto, proprias para presentes, por che-
tgarcm inteiramenle prfeitas: vendem-se
no armazem Progresso no largo da Penha @
n.8, tanto em porco como a rctalho ;
preco commodo. .;>
S^@@SI! @@@ @
Veude-se a armaeao e
gneros da taberna n.lido pateo do lerjc ; a
tratar na ra Augusta n. 94.
3 Brim lona branco e de cores para cal- s
cas, vende-se a 3 a vara, no segundo an-
@ dar do sobrado da esquina da ra do @
Queimado, por cima da loja do Sr. Prcgui- fifi
<;a entrada pelo becco do Pcixe Frito n. 1. Z
@@ @@ @e
Farelloa
G#000 rs.
Saccas grandes ; na ra Nova n. ,ri2.
Espirito de vinho com 44
graos.
Vende-se espirito de vinho verdadeiro cora 44
graos, chegododo Europa, as garrafas ou as ca-
adas : na ra larga do Piosario n. 36.
Vende-se e permuta-se por casas
no bairro de S. Antonio desta cidade,
ou arrenda-se o sitio da travessa dos
Remedios, na freguezia dos Afogados
n. 21, pelo tempo que r convencio-
nado : quem pretender uma destas de-
clararues, entenda-se com o seu pro-
pietario Caetano Pinto de Veras, na
casa de fu residencia, ra de S. Fran-
cisco n.8, ou na repartirao da alfan-
dega, para tratar do seu'ajuste.
Era casa de Ilenry Forster & C, ra do
Trapiche n.8, vende-se :
Um carro americano de 4 rodas.
Arreios americanos.
Hombas americas.
Fogoes americanos.
Arados de ferro a 30$
Champagne ecognac.
Relogios americanos.
Fariuha de trigo de todas as marcas.
Marmelada.
Na ra Direila n. 6. vende-se marmelada
de primeira qualidade a6i0 ris a libra a ella
antes que se acabe.
Farinha.
Ferreira & Martins em seu armazem na tra-
vessa da Madre de Dos n. 16, vendem por preco
commodo a superior farinha de mandioca recen-
temente chegada do Maranho, em saceos gran-
des, tonto em porgoes como a retalho.
Na ra do Rosario larga n. 38, segundo an-
dar, exisle para se vender dous escravos pecas de
desoito para fite annos de idade,
Iiiflanima'-ao dabexiga.
da matriz
Lepra.
Males das peraas.
dos peitos.
de olhos.
Mordeduras de i ; lis.
Picadura de mosquitos.
Pulmoes.
Oui i modelas.
Sanio
alvirar; t.
Escravo fgido.
No dia 9 do concille fugio do engraho I
bira, fraguezia da Escada, oei .
prelo, estal ira e corpa regular, sembl mi<
gre, falla desembarazado, repaeaenu 2i a
ps feios, um tanto combado,
levou camisa de olgodfio de listra, cal a
godao azul e chapeo de bata prcl
rarao dito engenho o seu senhor Roqui 1 i
I i I sta, on a Francisco Jos Leite w : \
scr generosamente recompensado.
j Fugio no dio I" do corrente o ni
, faci, que t. ni o,iio de colchoeii cents
ao Sr. liiogo los I-'ite GoimarS
ler mais de 10 annos, leven vestido rab;a d
i lo, comisa do chita paleto! esl
Supuraeoes ptridas. ilcm as peinas inchadas, n baixo el
Tinba, em quaquer par- "cas do ventosas quo ltimamente
lequeseja. peilo direilo, bastante regrista, inli .
curandeiro e feiliceiro qu> m o
a ru da Cruz do Rccife n. Oi, q
Gcado.
Tremor de ervos.
Ulceras na bocea.
do figado.
dasnrlii ulaeoes.
Veas torcidos ou noda-
das nos ponas.
MTEHilD.
Vende-se este ungento no estabecimento
Fugio ha poneos dios, do lagar onde
va, o caba Oetovimo. pertenrenle "
orno instrucco em prlugucz pora o modo de
fazer uso d"sle ungento.
O deposito gerot em cisa do Sr. Soum,
pharmaecutico, na ra da Crun. 22. em Per-
nambuco.
PotassadaRussia
E CAL DE LISBOA.
No bem conhecido c acreditado deposito da
ra da Cadeia do Recite n. 12, ha para vender
potassa da Russia e da do Rio de Janeiro, novo
e de superior qualidade, assim como tambem
cal virgem em pedra : tudo Dor jrecos muito
razoaveis.
SEI.L1NS.
Vendcm-sc os melhores seilins ingezes de pa-
tente no armazem de Rostron Rookcr&C,
praea do Corpo Santo n. 48.
sem igual.
Lindos cortes de chitas francezas largos pelo
baratissimo preco de 2$ cada corle: no loja do
sobrado amarel'o nos qualro cantos da ra do
Oueimado n. 29, de JosMoreira Lopes.
Resumo das lices de eloquencia nacional
paro focilitar os exornes desta faculdade : ocho-se
venda na livraria acadmico, ra do Imperador
n.21.
Para os folgasocs do Car-
gerol de Londres n. 221, Strand.s e na loja do 1"l,n da Silva Lean, de Macei, -
todos os boticarios droguistas e outros pessoas P0ll?"s mezes em companhia do n
encorregodas de sua venda em toda a America "s signaes seguintes : estatura regular i
do snl. Havana e Hespanha. (|o do corpo, representj le 50 auno-. ,"n
Venle-se aSOOrs., cada bocetinha conten ou menos, tem marcas debexigas pela i
turna fazer a barba deixando suiss '
piolho, muilo regristo, fallo um pon
soilo, onda calcado, inlilula-se poi forro
calco e comiso de algodaozinho azule
e bonet de laa proprio pora marojo
quem o pegar de levar a Manoel do Silv
ra da Cadeia do Rccife n. 82.
Fugio no dia 27 de dezembro .Jo auno
prximo possodo, do engenho Brejo, fregnezia do
Jaboatao, o escravo AltxanJre, cobro, -
ro, ijade de 30 annos pouco mais ou nien
estatura mediana, secco, e pisando mal por cau-
sa das bobas, que livera nos ps ha tira anno :
e tem o costme de embriagarse : de con!; -
queesi no Recife ou Iiamarac : peJe-se por-
tonlo a quem o encontrar queira leva-le a :
engenho, ou ao escriptorio do Sr. Mano.l
Ferreira, na ra da Moeda ; e promet
urna boa recompensa.
Desappareceu no noile do dio 7 .i.-
correte de S. Jo.^ do Moi.-joinho, rasa
Teixeira Bastos, o escravo crioulo, de non
nediclo ; representa 2o a 20 ann is de idad
co mais ou menos, sem l llura
corpo igualmente regular e bom I
po, constando de calcas .le casimira, j
panno lino azul, camisas brancas linas,
ganga e de brim trancado branco, ebaj
de filtro escuro, cuma rede, Indo uso lo -
guido por uma mulhcr forra, cor fula, .
Candida,'que consta ser natural d. Ua
cabello amarrado. 0 oscravo natura
gipe, sonde lem mi, boje forra.
Roga-sea quem o aprehender do enl
Hangoinho em casa de Jos T. Bastos,
ridade em casa de Bastos & Lemos, ru lo I
pichen. 17, que ser generosamente re(
sado.
naval
Mocque Fgido.
lOO.s-OOOdegratilicacSo.
Roga-se.acs capitaes do campos, e a

Gama fe Silva, no anligo ater-
ro da ba-vista hoje ra
IlliperalriZ ll. G0. .quaquer autori.lade a apptehensle de na mnlc
Vendem lindsimos chamalotes de ali{oJao('l|,e de nome Manoel, crioulo, idade Igaaata
a imitado de seda, de todas as cores proprios; pouco mais ou menos, o qual fugio da ca
para vestidos de senhoras para vestuarios para
liomens por prego baratissimo que facilita faser-
abaixo assignado no dia 30 de outubro Jo cor-
rente anno, levando caiga de cor, carniza azul,
ce um rico vestuario gastando muito pouco di- chapeo de palha oleado c o maior signal i >
nheiro da-se as rncslras com pinhor.
Pera e ameixa
Vende-se pera secca e ameixas rainha Clau-
dia em caixinhas de 2 libras a 1J00O
nha ou 500 ris a libra ; na ra Direila n. 03
esquina do beco do Serigado.
Com (oque de avada
1:800
Cortes de vestido de chita rocha fina a 1:800
longos de cambraia brancos a 2:000 2:500 39
4:000 a dusia ditos com 4 palmos por cada face
e de 4 e meto por 5:01)0 cousa rara no Arma-
zem de fazendas de Raymundo Garlos Leite &
Irma j. ra da Imperatriz d. 10.
Farelo.
Vende-se farelo superior, saceos com 90 e tan-
tas libras a 58600; na travessa da Madre de Dos
n. 18.
de aslhma e a pouco estevedoente de IhiIijm ;
desconfia-se que esteja acoita.lo por algum cafar.
talliao, que se queira aproveiiar de sua apipiai
idade para o seduzir, desdo j protesta o mesmo
abaixo assignado de cahir sobre dito larapio com
n.} ledo o rigor da le, e gratifica da mai.eiio cima,
aquella que Ihe der noticia certa, e paga leda
despeza que se fizar cora o mesmo moltquc
se effecluar dita aprehonsao, levando ra Nova
n. 21. Francisco Jos Germano.
No dia 2 de Janeiro desle anno fu;jio a mu-
lato escuro, idade de 40 i 50 anuos, osera i
Francisco Dias de Araujo, morador no lugar Hus-
mo, perlencenle a Parausa, rujo escravo tem
o* signaes gegui.tos : cheio do corpo e .
com alguns cabellos brancos, quando anda atira
a [lerna direila para tora e leva a ponli d
em procura do esiuerdo, o qucchamain tmbe-
la ; levou chapeo do couro, lendo por enfeite
urnas bolotas feilas do mesmo couro, QMcaben
para o lado, e urna veste com guarda-peito, tu-
do de couru ; julga-se andar pela Paisa ge m da
Magdalena, aone lera um mano : a pessoa que
o pegar, diriia-se a Boa-Vista, ra da Jlanguci-
ra, casa a. 11. que sera bem recompensada.


rs)
DIARIO DE PKBNAMBUCO. TARCA FEIRA U DE JANEIRO DE f860
Littcratura.
Os Indgenas dos grandes desertas da
America Septentrional, pelo abbade
Fm. Doraenech, missionario apost-
lico.
XI
-'os
gcntil-horncrn
que iiocessitaram
incial Juo de Palacios nprcsentou-lite nina
aria Dioi judioiosa sobre esseaasumpto; no
principio ella i nconlra i grandes difficuldades no
lio: patena dupois ilo diversas reprsenla gw* reiiexoes.
tribunal. Pcrmitl3-sc-me,ncstaocca9o,responder
censura, taas vezes eita oogoverno romano,
de demorar muito os julgamenlos criminaes e a
execuro das sentenc.as capitacs. Esta cen-
sura traz gloria sua juslca e moderarlo. Nao
! ha com clleito cgslaco alguma no mundo, que.
na pratica, peca mais provas contra o criminoso,
que Ihodeixe mais lempo para juslificar-se, e
que rnlha com mais solicitu-Je os mcios de re-
liiliilUa-lo. Tode-sc dcixar de seguir taes ejem-
plos, escolher, em vez de juizes propriamente
dilns, jurados, e cerrar a rehabilitado de diffi-
culdadesoucOmais ou menos inveheiveis, nao
[Cvnliniiarao.)
-.os prsperos principios animaran osjesui-
s pedirem .o riee-rci, conde deKoolezumn,
da Nnva-Hespanha a licenen rio! censuranroa ludo islo ; mas deve-se ao menos
o sua empieza, (i padre
reconhecer uma grande sabedoria e uiua pru-
dencia consomrando na administrado dajustica
romana. Vullo 5 Mara Chrislina. A Civiita cal-
lonca faz preceder narraco de sua vida d'al-
coes, vendo que liada se pedia ao re. a quem a
expedidlo dj almirante mundo Un ha costado
225,400 piastras, concederam-lh'a 5 de feve-
reiro de tGJ7. Pela ordem expedida ao padre
Joo Hara de Salva Tierra permitlla-so-lhe, do
tucsnio modo que ao padre Kino, o auloriaava-
se-lhc que se transportasse California sobrinas
I fdes ; urna do nada extraviar do que per-
fencesse corda e nada tirar do tbosouro real
sem ordem expressa do re ; e a segunda de to-
Nao sabemos por que privilegio do co, es-
creve ella, na segunda sesso de oulubro, o rei-
no de Napo'.es, ncsios ultimes lempos, d por si
s mais santos egreja, do que o resto da lla-
Desde sua primeira infancia, moslrou um ca-
rcter dcil e tranquillo ; a virtude pareca nao
custar-lhe esforcoa nom combales, mas ter-se-
hia crido um effeilo ou urna consequencia de
sua natureza. As pessoas ao acrrico da casa
real, e em particular suas augustas irmas, com
as quaes viva em continua inlimidade nao lhe
viam defeitos, enopodiam descobrir que a pra-
tica das mais nobres e delicadas qualidadcs cus-
lesse-lhfi algum esforco.
Viam-na sem cessar radiante de paz e de ale -
giia, regular emsuosacces, submissa s vonta-
ries da rainha mi e os desejos de suas irmaas
mais velhas, piedosa, fazia suas delicias da pra-
lica da religian, e eta affavel para com lodos.
Ellas diziam : I" um anjo E' que sua innocen-
cia, a candura de seu espirito, a belleza de. sua
alma eram como d'um aojo, que, sob urna for-
ma humana, digaasse-se viver na Ierra ; e suas
irmaas, gozando de scusdous sublimes sem ad-
mira-los muilo, persuadiam-se que o Senhor
In'oa hara communicado creando-a.
Os reaes esposos Iinh3m confiado sua filha a
la, porque se verdade que os encantos da na- duas oas, madama Bosio e madnme Mammclli
lurezacaptivam de ordinario os espintos, e os i que doviam alternar um dia por outro. (Omiti
u das cousas celestes, o reino de Na- I algun3 pormenores menos inleressanles.) Mara
poles, que, pela pureza e serenidade do clima,
pela amenidadoe fecundidade do solo, peles en-
cantos dos rios, o jardira da Italia, o reino de
mar posse do paiz em nomo de S. ti. Dava-lhos aples, di/emos dos, devia fazer pesadas as azas
! idi i de armar soldados, disso dando parte ao daquelles, que procuram elevar-se As rogies su-
rci. Emfim promeltia-se aos padres qoe i olimos da sanlidade.
aram certas pessoas que julgnsseni habili-l Mas 6 sobroesla Ierra que os principes dos
adas para eiercer o jusiica nu paiz reccirtemcn- apostlos Pedro e Pauloprimeiro pisaram,
le cunquislado. __ I deixnndo a Palestina ; c nella qoe ellos lanca-
D padre Salva Tierra ndo assim oblido o qoe ram as primeiras semenies da f. Nao devn p'ois
i, apressou-se em deixar o Mxico e depois tin=nr admiracao que aples produza santos, e
Ift-tor dado ao podre ligarlo o cuidado de re- seJ fecunda em milagros, como nos primeiros
ueber as rollectas e as contribuices e fazer-lh'as sceulos da egreja de Jess Christo. Nao se ve,
ir em Hiaqui por lia de Arapaleo, emba--
se lu de oulubro de 1697 cora alguna sol-
dados e lies Indios. Depois de tres dias de a-
fio, cntraram na baha da Concecao o des-
renram na de s. Ilionizio, como a'que offe-
tecta melbor aguada. Cincuenta Indgenas ca-
thotieos vieram njudar ci padre Salva Tierra o
orapanheiros em sua inslallayao e o zeloso
naro, depois de ler-se dado "aos mais ins-
tanlcs cuidados j estabclccimento, poz-se es-
tudar ce n ardor a lingua dos selrogeos e ded-
su inlciramente seu bein-estnr religioso,
mi ral e material. O padre Kino sjudou-o po-
.menle es-a obra civili.-adora, e apezardo
ciume dos sacerdotes iudigenas que viam desva-l
necer-so a sua influencia, apezar da recolta de
algumas i opularcs que quizeram arruinar o iio-
vi stabeleeimento c malar os missionarios, ape-
/ t d.i fome que escapou de faze-los perecer, o
destes apostlos fui coioado de um pleno
s>o, mi.i missao lornou-sc florescentc
ti s ou i ros jesutas se Ibes juntaram e tendo-lhes
com elfeito, operarem-se hoje sob osolhos des-
lea poios liis, prodigios admirareis, taes como
a eluillieao do sangue de S. Januario .'
> Honiens ignorantes c sem f reputam os
napolitanos como supersticiosos c incultos, li-
gados puens devoces ; assim parece que pa-
ra confundi-los Dos lenha enviado aples
urna celeste crealur, c a lenha collocado sobre
o throno, donde csclareceu u mundo com raios
d.i mais santa luz. No momento, em que auibi-
bu"
Mara Chrislina possuia tambem um bom cora-
cao. Cuidosa para com o* pobres, dra-lhes rio
boa vonlade esmolas quando lhe pediam ; nao
houve comtudo nada de extraordinario na pratica
desta virlude emquanto viveu em casa de sua
mai; roas emquanto viveu em aples sua cari-
dado nao conheccu limites. (O redactor deslo es- !
cripto lembra-so de ter ouvido contar rasgo' ina-|
sos d'amnr para com os pobres, e de mu- ere*
enlio presente, ficou por algum lempo fixa, im-
movel, gelada e toda concentrada em si. Depois.
sahindo de seu silencio, accitou por esposo S. M.
Sieilianna. *
Taes sao as noticias, que o escriptpr colhe da
boceadas duas augustas irmaas de Maris Chrislt-
m, S. M. a Itnperatriz d'Auslria, e S. A. K. a
duqueza de Parma ; noticias, que elle aqu es-
^ 1 r p'." n m !'-','-r,,s> e1"e '""' crove- Cr S','i";'11" fcr ncr'csceolor algumas
nii.c.enc a no reino das Duas-Sullias. onde mu- palavra*. rolnlivamonle una carta que
tosestabelecimenlose numerosos familias vivem Man Christna escrevau sua irmaa Mari)
anda boje de seus donativos, didos pelo Rvd. reza, onto d.^ueza de Lucas, qaaudo parti de
Christna em urna mu tenra idade amava a ora-
cao, e sua felicitado consista em assislir s so-
lemnidades, que celebravam-senos na capclla
real, mas tambem as cgrejns da cidade. A
rainha Maria Thereza tinha por costme quando
enviuvou, c quando viva em Genova, conduzir
s festas religiosas suas filha.v que, por meio
dessa pompa, desses ritos sagrados e desse's divi-
nos cnticos, onchiam sua alma de gustos celes-
tes, odiavam os prazeres do mundo c lancaram
em si os solidos fundamcnli,s de piedade, que
ellas jtraais deixaram al?erar-se. Christna pnn-1 repugnancia algumas vezes em ezecutar
cipalmcnte colina dess.is pralicas fruclos abun- i vonla le do sua irmaa, derramava ligrimas
danles. Ella tinha por assim dizer urna paixo '
pela devocao do Ilosario. Era emtim um coslu
me da casa real re/a-lo lodos os dias durante a
Ouaresma ; mas, breve, afim de contentar os
desejos de Christna, comeraram a reza-lo muilo
maisfrequentemeule : e ella, servindo-se d'uma
campainba, corra pelos quartos do palacio,
chamando ao rosario as camaristas, as criadas
graves e de servico.
O re Vctor Emmaniiel. sen pal, tinha tambem
sacrilegio, na calumnia, opportuno lembrar as
I virtudes diurna rainha, sobrinha, lilha, es>osa,
mai de rcis, d'uma rainha, que a egreja pro-
cura elevar s honras mais sublimes do
altar.
; Christna de Saboia vio seu lio e seu pai ab-
dicarem generosamente j realeza, um para vi-
feitiisgrauJes doa^es, mu longo leraram I vor concentrado era Dos em um claustro (1', o
.15 lu/.i-sdo r.vaiigrlhoo'dnciviUsaco nesse paiz. outro para nao submeiler-se urna forma de
O vice-rei do Hexico monduu-lhessoldados para gpverno, qual, lalvez com razao, sua conscien-
. -los e o calholicismo foi poueo depois es-1cia rc
palhado em loda a pennsula.
Carlos III leudo boixado em 1767 um decreto
qual os jesutas eram expulsos dos lerrito-
liespaiihocs, lirou-se-lhes o governo tempo-
ral e espiritual d;i Cajiforiiia, que linham exer-
ido .le essa poca com lana dedicaco, .inania
- ncia. Franciscanos e dominicos foram
- is -i;iis-.:,. a ainda hoje acham-se na
i ou Velhi-Calil irnia.
A primeira missao erigida na alta ou Nova-
rnia o i i em San-Diego, pelo padre Juui-
\ \-< Siii,i da ordem de s. Francisco. Urna an-
liga clironica altribue esse religioso a dcsco-
I da baha de S. Francisco, que, era nossos
lias, devia lornar-se 13o celebre. Querendo
i Monlerey, o padre Junpero loinou a ca-
de montan has que segu s costas septen-
trionaes de San-Diego, onde acabava de fundar
urna mi-sao. Passou Monlerey sem v-la e
chegnu baha de S. Francisco, qual deu o no-
Die do fundador de sua ordem. .Segundo a chro-
nica eis como este nome foi dado a esse porto
ingnava. Ella mesma, casada com Fer-
nando II, lhe foi um exemplo continuo, c lhe va-
leu a piedade, de que era ornado Hoje, do alto
do co, ella cerca como d'uma aureola o bem
amado, quem deu o ultimo beijo apenas quiuze
dias depois de o ter dado luz,o joven mo-
narcha, cojo mais glorioso titulo ao
resjii'ilode seuspovosc inconteslavcl
ser lho d'uma sania rainha.
Nao pode convir aos restrictos limites
jornal quotidiano escrever n vidainteira d'uma'
innlher, que, aos diversos ttulos de lilha chrs-l
la e d princesa, de esposa e de rainha, acaba j
de dar to maravilhosos exeraplos de piedade ; e i
contar depois nos vinle c um proetssos detalha-
dos da volumosa obra, remetlida pela commissao
aos eminentes cardeaes consultores, os leste-
nunhosaulhonticos, colhidos sbreosla heroica
sena rio Dos, sobre os dons sobrenaturaes, que
ella recebeu emquanto viva o sobre os mila-
grea, que seguiram-se sua morle. En me li-
ntitare a rproduziras dcclnaces, escripias em
lingua italiana, de suas augustas irm.ias Maria
perspec-
! Uvas, c desenliar os trajes dos pastores, dos ma-
| gos e das diversas figuras, que cercavam o divi-
no filho de Maria. As prince/.as faziam estas,cou-
sas, que constiluiam seu principal recreio. : ne-
i cessario dizer que cuidado e que zelo tinha Chris-
I lina para qup ascena inspirasse sentimenlos de
f e de piedade aos que doviam visita-la ? O facto
c que entregou-se esta locante d'tslraeo, mes-
mo depois do maiscrcscida e sabida dos laQOS da
puberdade.
Tendo completado sote anuos, Iralaram dedis-
DO-la, como pratiea-se as familias christas. a
reeeber o sacramento da penitencia. Mas era tal
sua innocencia, que a rainha julgou melbor espe-
rar um anuo Ella foi disposta e instruida pelo
Rvd. padre Ter/.y, napolitano religioso, benedic
ao oiui e ino da congregaco do Monte-Olevclo, o qual,
mente o de CBjraj0 enl i04'em Gacta na familia real, fugin-
, I do ento de aples para a Sardenha, ensinou
1 as primeiras Ietlras e os elementos das scieneas
padre abbade Terzy seu eonfessor, o qual, pas-
sanrio i residir era Vienna, vinha de lempos a
tempes visitara augusta irmaa de Christna, S.
M. t Iniperalriz Hara Auna.)
No dizer familiar da Imperalriz, a innocencia
de Chrisiina era enorn -, qnerendo S. M. -..
car qui ella era maravilhusa pclaelevoco de sua
perfeico : f S, M. assegura que est lirinemenle
convencida de que sua Irmaa nao cominelteu ja-
mis urna falla grave.
Christna era d'uma grande hnmildade. Os
louvores, que lhe prodigalisavam, pareciam-lhe
extravagantes e ridiculos, e causavam-lhe muilo
riso. Sempre moslrou o maior amor o urna per-
feila submissao sua irmaa mais velha, que de-
clara nao ler dola recebido, mn occasio algu-
ma, o menor desprazer Quando S. M. sopron-
se de Chrisiina em Hisano parapassar-seA Vicu-
a, onde chamavam-na seus novos deveres de
esposa, Chrisiina deixou oslentar-se toda sua dor.
Desojando conservar um objeclo, que tivesse
perlencido sua irma, o nao adiando em seu
quarto sen.io um par de sapatos, apanhou-os e '
os guardou preciosamente.
Sua obediencia era jierfeila, e se aconteca ler
urna
. obo-
decendo e di/.end
Minlia Maranna, perdoa-me, nao posse fazer
d outro modo
Tinha um amor pida ordem, segundo deca ram
suas auguslas irmaas, levado um poni emi-
nente. Quera desde urna tenra idade ordem em
suas accocs, era suas horas de trabaUo, do re-
creio, de oraedes, em sua possoa, em se.u quar-
to, fnalrnenic era ludo.
Sua nielligenci.i c a seguranza de seu julga-
niento eram extraordinarios. Ainda menina, po-
da ser chamada niulher de consolhos; e suas ir-
maas mais velhas, consultando-a militas vezas
em seus negocios, admiraram-se sempre.de seus
pareceres, cxposlos com toda a simplicidade.
Nunca moslrou uclinaco polo casamento.
Una do suas auguslas irmaas, Maria Beatriz, ti-
nha casado aniel que Chrisiina viesso ao inundo;
a oulra, Maria Thereza, euijuanlo era anda me-
nina. Morrendo seu pai, Victor-Emmauuel I, que
abdicara em 1821 em favor riesen irmo Carlos
Flix, morrendo, repetimos, em 182, ficou ella
em Gono'a, onde estabeleccra-se a rainha viuva
Maria Thereza com a oulra sua irma Maria Ati-
na, que s em 1831 parti para Vienna para o la-
do do seu marido, rei da Hungra. Desde enlao
appareccram alguna casamentos; purera ella de-
cUrou nao querer deixar sua mai, a quem ama-
va ternamcnie. Comtudo, em marco de 1832,
sendo a rainha assaltada por um mal' sbito, foi
roubada dentro de tres dias aos bracos de Chris-
Portici para N ipoles para ai
eslava >roximn.
N'esla ca la l s,.
lor sou parto, que
Esla pe.orna vi Iha fallara (!
quena velha vai agora r-ncerrar-se em sen t-
mulo : su i, vou .'. aples para ah ler o ra u
parlo, mas la nbem para perder a vida. M ,-
rerei.o quero, morrendo, deixar rainha Ma-I
" rta-Anna (islo 6, a imperatriz d'Auslria) o ob-
jectu mais charo que possuo.
Era urna collecao de desenhos, mu arlistica-
mente Irabalhados por seu p,i o rei Viclor Em-
manuel, que dlv
Supportou os tormento e as dores cora umi
resignarlo heroica, como verdadeira c pcrfeila
christa, sem rejeitar as prescripces dos mdi-
cos. Quando foi-lhc annunciado que devia mu-
mr-se dos ullimos sacramentos, recebcu-os com
urna alegra, serenididc c reverencia to profun-
das, que edilicaram os assslcnles, princinalmen-
a rainha le nos o a familia real presente. O fervor d
sin piedade ia augmenlanJo ncslrs momea
supremos, acompanhava com os labios j gelados
os psalmos c suppliras dos sacerdot.-s: de aorte,
que. quem a contemplasse, rocebia urna i
deira idea do sua sanlidade. Pedemos iizer, tal
nossa opinio e cerleza, que o Senhor a i
bcu em seu panizo, porque sua norte foi aaal i
preciosa.
i esl i ; -
Sua m.igeslade em oulras dBScoefl M r
ta numerosas particularidades, que eooco
para augmentar esta sania e locante figura no m-
raanuei, que dlverlia-se com as obras de meca- ; racao de todos que as lecm
nica, tila dar n.ais aproco i estes desenhos *
do que & jolas preciosas. Nolou-se que antes de, 0s I"'lncpcs e princezas da familia real
que antes de i "a l"""-'l'" e princezas oa lamiii.i real de Ka-
metler-se na cama para parir, destinou le/nbran-! potes aprosentam tambem lesteraunhos uiidir.me-
'SmSSSZl ul?raa,ho?.?m0 q"eM T rUnd' adm'ra-;'0 : "" ""'" ''*"'
do do cfo, escrcvcii urna de suas eonhad is. Sni
e.is
sabe
o manuscriplo est assignodo
Mara Auna, impera/rice d'Auslria.
* Mara Teresa, duchesta di Parma .
Luigi Bragalo,
k Camarierc segreto soprannumerario di S. S
virtude off$eaea-no$% declara urna oulra.
Apar das maravillosas bellezas da veneravel
serva de Dos, veeuo-se brilhar aeatea proc
Pi IX, cappclaiwdela corle imperiaed^Aut- os traaos salientes doscostumes reaes. Ve -e eae-
i tna e eonfessore di S. M. Fimperatriee Varia guc-se em sua vida publica c privada eaaa rei, que
. tt-r na historia, lao triste de nossos das un. I
noto a?gunsrrag- *v m'or' *Ma*u reino ,ia car1^' ^ ">"*>
menlos. ( so re, quem a rerofac&o perseguiocom satrras
No resumo n. 3, De Patria, Parcnlibus, alone insultos e calumnias.
ortu Chrt.ili famnl.-. etc., '
r. Mt. 1' ...
Anna.v
Nao menos ntoressantc
rei Fernando II. das quaes
. le se :
Nos, Fernande II, rei das Duas Sicilas, ert.,
depomos ter (do desde a idade de dezoilo annos
informaces respeito da serva de Dcus, Mana
Chrisiina de Saboia, e que desde enlao, sem que
nos soja possivel dizer como, entrn em nosso
pensaraenlo que era ella a princeza que poda-nos
convir por esposa. Esta idea nao nos deixou
mais, o o matrimonio segundo p ritto da Santa
. i Catholica leve lugar em Voltri, Ierra upar-
la i i algumas milhaa de Genova, < um Sanetua-
rio dedcalo, Icrabramo-nos diss, Sanlissima
Vrgem, de quem era muito devota a familia real
de Saboia A serva de Dos contava enlao vinle i
annos .
_ Tendo lido a iiifeliridadc de perder sua mai,
s. M. a rainha Hara Chrisiina de Sardenha, nas-
cida princeza de iples, e viuva do rei Carlos
Feliz, inleressou-sfl tiesta unto. A' excepeo
das cartas de conveuien :ia o uso, nao houve en-
tre a serva de Dos e nos alguma oulra ci
poodencia ou relajo antes da cel< brar i.
A primeira pessoa que ouviinos,' se lomos
Bel memoria, follar com muito elogio da serva
do Dos, foi monsenhor Olivien, hispo fn parti-
os e preceptor de nossa real esp isa. O ivimos
depois oulras pessoas da corte, que a Itoliam co-
nhecido na poca,
Todas as ve/es que presiJe o conselho d .
nilros, a virtuosa rainln spproxim,-.
colloca as mos sobre o piulo, deixa cahir a ca-
beca para irae, ecooi os olhos levanta Jos a
pronuncia orarues e invoca pan elle a atsisl
do Espirito Santo, depois rojn-lbe que ir.
Keni Creator. ludas as testemunhas aflirmam
que as.qualidades de Fernando II, sua pi, .
devora,,, urmeza, sua tida casta epura.u ai
- is [brillos, a sabedoria de suas
do islo einlim devido
Chrisiina. Estas leste
espozos percorrendo as mas da capiul, entrando
as igrejas, prostrando-se piameale c or nd
mono lempo, as altitudes humildes e Un
dobompovo. Vao ambos 5 p, sem aerea
erados, a urna pequea egreja franciscana i
mungar eganhar a indulgencia ria Poreiu*
\i/itam os pobres, e fundara institutos .1
dado.
Senle-se os olhos hmidos de lagrimas ; i
_ leos^usiemutihos das mulhercs, qii
A boa jon a
emp' tas, i i
influencia de M
tirara os i
ram
diz ;
a Maiia Chrisiina.
ia poca, em que ellas linham acoiipa-
na. e ndo chorou urna senhora grande por nhado S. M. Francisco, nosso real pai, em suas
seu bora coracao, por excmplos luminosos d
virtude, c por obras considerareis era bem da !
ugreja e do oslado, obras concluidas em lempos'
minio crticos, e durante o total Iranstorno >\^\ or-:
dem publica e religiosa,consequencia da inva-
so franceza. (Aqu ocrescenlou u Imperatriz por!
puulio : c consequencia da recolumo
V'ollando da baixa California, o padre Junpero Aima, imperatriz d'Auslria, e Maria Thereza, du-
ui do inspector geral tnstrucees respeito
iioraes dos sanios, >|ue doviam ser dados s
novas niissdcs, como padroeiros. t) nomo de S.
isco nao apparecia na lista, Como, t x-
clamou o bom missionario, sorprendido por
osla omissao, nosso churo fundador S. Francisco,
li ra moa luisso que lhe fosse consagrada?
A' islo o inspector respondeu : Se S. Fian
quer una missao, deixe que adiis um bom por-
to e enlao dar-Ihe-heis o seu nomo. U pri-j
nuiro porto descolori depois Ueste colloquio,
foi ,, magnifica bahia de S. Francisco e o religioso
veudo-a cxclamou com transporte : lis, pois, o
porto que desejava o inspector, e para u qual S.
. isco couduzo-nos! bemdilo seja o seu
[nuar-sc-/ia.]
de-
do
Mara f.liri>iin, rainha de aplos.
Com a approvacaade S S. Po IX, dada em'.
iJo, a commissao de oso, pode
principiar a causa de bea.liiicaco e canonis
da veneravel serva de Deoa
rainha de aples, mortu a 31 de janeiio
1836 ,com vinle e ires annos, na opinio
sania.
Trezentase duas carias de cardeaes o pispos c
oulras pessoas de distinr.cn suppliearam no
.Sanio Padre que dsse esla approvaeao, e duas
inquirices judiriarias, feitas urna em Genova,
onde muitos anuos residi Maria Chrisiina,ejoulra
em aples, colheram numerosas deposicoes de
lestcmuiihas, que attestam a grande repulaco
de sanlidade, de virtudes e de niilagres, que
queza de l'arraaf^J, do seu augusto marido o rei
Fernando (3] c de algumas oulras personagens
da corte. Estes documentos leem um interesse,
que os fazera servir lauto a gloriado Dos como
historia,
Declaraco das duas irmaas :
A veneravel serva de Dos, Hara Chrisiina
de Saboia, era urna riessas almas priviiegia-
i das, que, prevenidas pela doeura egraca divi-
nas, parecem nascor sobre a Ierra sei trazer
a inste heranea da falla original, isto sem
as paixoes desordenadas, quo atormentara a
ludos os lillioa de Adaui desdo a aurora da
' i ida.
Harta Chrisiina nasceu m Capliaii, a 14 de
novembro de ls 12, de Viclor Emmanuel, rei de
Sardenha, e de Maria Thereza, urchi-duqueza
d'Auslria.
i i regenerada as aguas salularcs do bap-
lismo no da seguinle ao seu nascimento, e fo-
ram sc-us padrinhos, seu lio e sua lia SS. AA.
Hit. Carlos Flix e Mana Chrisiina, de quera re-
i-l cu onome. l'ouco depois comecou a raos-
Man.i Chrisiina i |rar 0 eucanUdor natural de quo era" dolada, c a
para
10
seu pai espiritual,
sobro a
s (llhas renes, e mais larde tornou-se coirse-
lliciro e pai espiritual de quasi todos os mem-
bros da dita familia. Chrisiina pois pela primeira
vez confessou-so elle, c nao leve outro director i seu propiio
at o momento, em que Dos charaou-a desto "e i'2l
mundo. Recobeu depois em Lucas a ronlirmaco; Hecebendo to lerrivel golpe na flor riaedade,
da mo do Rvd. monsenhorarcebspo de Lucas,el nos v'",e anuos Maria Christna fui heroica,
sua irma, Maria Thereza, ento duqueza reinan- Deixou correr abundantes Ingrimas sem pr ife-
tc deatc ducado, servindo de madrinha, duu-lhel rir ",,la a palavra rio desespero c de queixa. S-
0 nomo de Thereza. O padre Torzy a dispoz para
a santa coramunhao, que leve a felicidado de re-
eeber pela primeira vez na idade de doze annos,
em corapanhia de todas as pessoas da familia
real. Desde ento a rainha aconselhou sua li-
lha que so chegasse mesa eucharistiea urna ve/,
por inez, e a chara menina lomou este conselho,
bem que tizesse conhecer algumas vezes A suas
irmaas o desejo de dar sua alma este divino
alimento. Mas era tal sua docilidade, que em lu-
do submetlia-se vontade de sua m5i. A tran-
quillidade de seu espirito nao pormltlia jamis
poder-s dizer: Chrisiina deseja urna pessoa ou
una eousa. Comludo moslrava algnmgosto pelos
bailes, que davam-se una vez por outm durante'
o carnaval, particularmente por causa das prin-|
cezas, quo esbeltas e ageia, nelles muito se diver-
tan!. Mas somonte como ura exercicio do corpo
que ella aceitava esta diveriiracftto; exercicio
reclamado por sua constuico physica, emquan-
to que moslrava ndifferen^a c enfado pelo Ihoa-
tro. Ella prefera o retiro em setisjiuartos, a cul-
tura das llores e a ereaco de passarinhos...
(Aqu a imperatriz d'Auslria acresrentou com seu
CISCO,
Vageos fra do seu territorio.
\. I irtutibus iu genere, l-sc:
Minhas queridas, nao mais (han
nha. riem mageslade ; vos vedes queestou
rer; chamai-me vossa irma.

ledo esse huelo de seu seo, que lhe coi
nda, abraca-o, abencoa-o, e ura emesias -
as raaos estendidas sobre seu pequeo coren De
que a serva de Dos era lempos lempos volla-se para o rei < \
aceento de ten
mente voltando-se
disse
Meu pai, agora es-me so/.inha
torra ; espero que mo nao abandonis.
Esias palavrasdespedacaram ocorae.au do bun
religioso, que lhe proinetiou chorando nao des-
ampara-la, como depois acontecen.
Era cora ludo msior tomar um partido ; prin-
ceza real, nao poda, em sua edade, flear sozmha,
e roflecta que lnha tres irmaas mais velhas, in-
das casadas, e .que lalvez convlosse unir-.-.-
urna deltas ; porin, cheia de sabedoria como era,
pcrgunlava a si inesmn
Fica-me bem ir para junio de minha irma
maia velha. a archiduque/,! d'Auslria, Maria i
Beatriz, em Hodona ? Ella lem rious lilhos I
ainda jov.-iis, quasi rio minha idade, com os '
quaes nao me convem vivor sob o meso < tor-
io, em urna inerUvel farailiaridade. Minha
oulra irmaa, a duque/a de Lucas pouco esla-;
vel em sua casa, deve viajar por aqu, por all, j
cesta existencia na i me assenl.iria. Minha'
irma, a rainha do Hungra, que esl na corle!
d'Auslria, nao esl sobro si, c dependo de seu I
proprio pu'nho oslas pai vras: l'm de sem gran-\" suf5r0. s- M- Imperador Francisco I, o su i
des prateres era que a levassem aos mosleiros Mgra, S. H. a Imperatriz Carolina Augusta de|
da religiosas.) Baera, e o nao devo servir-lho de embara-
ornada do todas as virtudes christas de um mo-
do sonsivel. V'ia-se nella como um edificio de
piedade e de rcligiao, eslabelecido p da gcaca de
Deo- sobre os inabalaveis fundamentos da'f a
mais \ iva, da esperane a ra lis sent i i, da cari-
dado a mais perl'eita, de sorle que cada parte
desle edificio, em perfeita harmona com sua ba-
se, era admiravel, nao offerecia o menor trajo
de lesao ou defeito, e podia repular-se inallera-
vel. Assim pensamos, cada urna de suas nccOes
era urna emauacao do principio de virtude, que
por assim dizer nella so va.
- ABrmamos alera disto que o exercicio das
vino les christas da serva do Dos era extraor-
dinario, principalmente na oracao, que entre-
gou-se at o ultimo momento, tornando-o sem-
pre mais vivo o ni lis assiduo.
Copio algumas asperones rio rei no resumo n.
5 De Firtulibus Iheologicit
<< A serva de Dos, nossa augusta esposa, foi
constantemente purssimacm sua vida o hbitos,
religiosa e al muilo devota, durante lodo o lem-
po de seu matrimonio. Couhecia seu estado,
que fazia respetar sendo a primeira em res| pla-
lo c una dignidade a allabilidade : desorte
ci|n-jiiiiIi-tiii jur.-T pie naneo den-no ru.iis
ligeira occasio de desprazer.
" Nascirrumstancias, que inevitavelmente nas-
ceui i;as familias, ella nos una Iwdoa por Sua
gr.iea, piedade o manotras admiraveis.
_" Sen procedimento era lao digno, la
lao decenio, que nunca deu lugar a ura
ment mo.
i Pralicava por longo lempo n orar-o e os di-
puro e
pensa-
lornar-se o objeclo das ternuras da familia real,
o principalmente da rainha Maria Thereza, sua
mi, senhora do grande capacidade, de tlenlo
I c d'uma solida piedade pralica. A real menina
Ihavia-se to vivamente ligado sua mi,que era
diflicil separarem-na della : noite quena ser
adormentada pela rainha, quo umitas vezes a-
bandonou o thcatro, onde se achava reunida o
curte, at em eccasioes solemnes e de diquela
de gala, para dar-sc a este cuidado maternal.
Nj idade do Ires annos a joven Maria Chrisiina
oenouesla serva de Dos. Estas deposicoes fo- doecendo, s encontrava repouso nos bracos de
ram impressas pelos emincntissimos cardeaes, Sua m- (, debu|liava.sc em agrimas quando era
do Sagrada Congregaco dos Riiios, rom as ob-1 mgjer oiza-la
tfes rio promotor ria F-e os arrazoados dos | -------.'
pesluladores Ellas formam um volume em 4."' [/Carlos Emmanuel IV marido Wa ven. Clo-
de 700 paginas. tilde, cuviuvaudo, culrou na companhia de Je-
Esles Iraballios, estas indagaces escrpulo-1 sus, c morreu no noviciado de S. Andr, em
- nao sao senao prrliminaresj le trabalhos, de Roma.
es, de debates e exaraes muito mais [3 Estas declarares foram rc-digidas por or-
considraveis. Tal a fraqueza original de nos- dem das augustas princezas por Luiz Bra-
si natureza,que a egreja antes de declarar so- galo. O manuscriplo traz margem diversas
lemnemento que urna erealura digna, por suas I correcjoes, feitas pelo punho j do S. M. alm-
hernieas virtudes, da homenngem publica, pede! perotriz d'Auslria, j de S. A. I. c R. a duqueza
aos homens.ao lempo o mesmo ao poder divino,. do lamia.
!
que lhe apresentem provas ante sou
supremo
(3 Escripias c redigdas por S M.
A condieo de seu nascimenlo, e mais anda as
tristes vieissiludcs dos lempos lendo-a rauitas
vezes obrigado a mudar do residencia com a fa-
milia real. Christna aceitava indifferonleinente
essas mudnnras. Comludo prefera era segredo
Genova a Roma. Quer dexasse, quer roltasse
oslas duas eidades, nao poda furtar-se rio derra-
mar lagrimas, vendo de longo as altas torres o
cpulas de suas egrejas; lagrimas, que faziam
coi rer, sem duvida alguma, seu senlimenlo reli-
gioso c o encanto, que achava as pompas das ce-
remonias, c nos celebres monumentos de nossa
religiao, que abundara em Genova e principal-
mente ni capital do mundo.
E fcil comprehonder quanlo uma alma to in-
nocente amava a modeslia, virlude que fazo
mais bello ornamento das ftllias christas. Chris-
iina procurou sempre ser modesta, nao s na
linguagem, mas ainda nos vestidos, eingindo-se
s regias do mais escrupuloso pudor, anda que
possnisse grandes altractivos exteriores, o ainda
que sua mi e toda a corte exaltassem seu espi-
rito, grecas e belleza. Por um privilegio extraor-
dinario ella nao conheceu a dor dos escrpulos.
Jovial, afl'avel o candida conversava com todos,
sem parecer duvidar ao menos da existencia do
que mal.
Entilo nao a-reditas na virlude
BRANCAS,
ALFRF.D ASSOL.WT.
IX
Sceptico!
das mulberea
| Creio tanto que como meu tio vai easar-me
! com raadamoiselle oliveira antes que lenhara ha-
| \ ido tres revoluces de la.
Assim, quando le pergunto o que pensasde
Claudia, respondes-me que a mi e muito pre-
tenciosa ?
Ento nao achas que c responder com cla-
reza ?
Ripainsel nao pode tirar-llm mais nada: po-
rm durante toda a noite o Parisiense, sob di-
versos pretextos, procurou obter informacOes so-
Brancas, semelbanle no joven Hvppoliio, re- re Bonsergenl e a mulhcr.
lomou todo pensativo, o raminho do caslello do No fim, Alhanasio encostou os cotovellos
si u amigo Ripainsel. Sua nio deixava luctuar mesa, poz a'barba as mos, e olhando para o
as redeas sobre o corscl, e eslc aproveitou-se amigo disse :
i liberdade para ircaminhando a pnsso, como Sabes qual a mclhor de todas as defini-
o manso e prudente burro do qualquer cura do | '.oes ?
mato. O Parisiense estaca deslumhrado pela bel-: Nunca pensei nisso, mas causar-nic-has
le/a de Claudia. pta/cr dizendo-me.
Esta moca encantadora, dizia elle comsi- E' a que define pelo genero prximo e pela
go, e Hila sempre foi bem imprudente de mos- differenca especifica. Por exemplo; o hornera
trar-m'a as vesperas do nosso casamento. E' j um animal racional; uma defiuico, que
verdade que nao < rica, mas vire a advogar por i achas .'
uecessidade em vez de advogar por prazer. Es-: Sini e mullo ruim, segondo me parece,
luido a lila segura, tanto faz terem-se rios,' Nao impotta. E' de Desearles, Mallebran-
qualro, seis ou dez cavados. Andar com quatro jrl'('. Leibnilz ou Cicero ; e ncm por isso vale
g fo. Minha corte ser pois um claustro, o mi-
iihas irm.is religiosas.
Depois destas rcflexoes, patenteou seus inten-
tos a seu pai e conselheiro, o padre Tezry, de-
clarando que quera fazer-se religiosa Sacramen-
lina.
Todava j antes, o depois da morle da rainha
mi. Mana Chrisiina tinha sido pedida em casa-
mento por S. M. o re das Duas Sirilias, feliz e
gloriosamente reinando Francisco II. O padre
Terzy, que amava ardenlemenle sua patria e de-
sejava fazera felicdade do rei e do reino, riese-
java tambera quo ella aceitasse a inao de S. M..
ese assentasse como soberano no throno do a-
ples.
Desle modo, saliendo da rosolueo do sua chara
princeza, respondeu como esclarecido por uma
luz celeste :
0 estado, que V. Alloza quer escolhcr,
a^duo, diflicil, e exige, com grandes virtudes,
uma vocacao especial ; e eu pens que Dos nao
iquer islo de vos. Aillos creio que apraz-lhe que
! Vossa Alloza aceite o partido, que elle vos apre-
i sonta, e quo devela regosijar o rei Fernando com
uma resposta affirmaliva.
oslas palavras daquelle, que ella olhava
Como Tallan Jo-lhe em nomo rio Dos, calou-se, e
como altesla sua irma S. A. R. Maria Thereza,
- nxercicios de piedade; chegava-se fre-
quentemenle aos sacramentos, e nao era menos
escrupulosa em prcencher os deveres de rainha c
de raulhor.
" Apenas erguia-e do leito, orava rom reco-
ihimento e piedade de co-aco. Do mesmo mo-
lo nssislia lodos r-s dias, como uso do nossa
corle rea!, Sania Missa. No decurso do dia, fa-
zia leitoras piedusas,rezara e tinha muias tozos
conferencias espiiluaes com seo director o pa-
dre Terzy. De tarde ia, como tambem uso de
nossa curto real, vizita do Sanlissimo Saera-
eramcuio, rezara o roza ro e oulras oracoes, sem
fallar ras que fazia antes de deilar-jc.
Amava ardeiilemonio o bem c a propagaro
da f christa.
Tmha uma particular devora i Santissima
Virgem, Sobo ttulo de Immaculada.
Era cheia do respeito para com a Sanli S,
e o Pontfice romano, etc. etc.
No resumo 7, Ue heroica serete Di ch
ia eum, a longa deposicao do re, encerra al-
guna promenorea sobre os ullimos momentos de
Christna :
cavallos um prazer de poslilho.
Lolas cogita';oes levaram-o longo.
Ora historias sempre sou muilo tolo em
cuidar em semelhantcs cousas. Ella j c meia
caaada ; e pela cera, o Audinel nao de largara
presa com muia fucildade. E Rila ? e a dc-
pulaco *
mais. Roa ou m, uma deunioao.
Rom. E depois ?
O hornera um animal ; eis o genero pr-
ximo. Assim lu s um animal c Audinel outro.
E tu ?
Eu tambem. Era em altencao o ti e Au-
dinel que cu nao me atreva a moller-me em
Esta ultima refloxo despcrlou-o inleiramenle.! to boa companhia. Ora o hornera um animal,
Deitou o cnvallo a galopo e chegou ao caslello,
Alhanasio esperava-o cdisse-lhe a rir:
Ento V viste a sereia ? O que dizes?
Que muito inferior repulaco, respon-
deu o advogadu com ar indilTerenlc.
Caspile E's diflicil. Pelo que vejo, as Pa-
risienses deitaram-tc a perder.
A miffi nao. Porm a madama Bonser-
genl parece-me uma provinciana muito preten-
ciosa.
vio as mais entrarem ora linha de cotila
Algumas vezes, principalmente em Pars,
em que a belleza to rara que supprem-lhe a
eis u genero prximo ; mas um animal racio-
nal, eis a differenca especifica, a que distingue a
ti e a mim do meu cavallo e do meu cao.
Conclue.
Ora, qual -o objeclo de uma definico?
E' fazer conhecer a natureza de uma cousa.
Amigo, vem aos meus bracos. Respondesto
pcrfeilamcnle. V-se que conhces fundo a l-
gica de Porto Real.
Ento, acaba, disse o advogado. No foro
Bom! fallo-te da filha e nao da mi. Jase' nao levaramos mais lempo a explicar-nos, e no
enllanto fallamos por hora marcada.
Tem paciencia, advogado. Toma nozes
para malar o lempo c vinho de Rouvray para
falla a terca do espirito, de tacto e de uso do digirires as nozes. Quero dizer que ha urna hora
mundo, 6 um artigo do cdigo feminino que
s as mais tem a palavra. Tor esse meio, evi-
lara-se os perigos quo pode causar a indiscrip-
cao de uma mora muito sincera e mal adestrada.
Ha muito sujeito que lera casado o quo nao o fa-
ria se podesse suspeilar oqueoceulta esse silen-
cio pdico e myslerioso com que se envolvern as
filhasd'Eva que querem casar.
('] Vidc o Diario n, 17.
que procuras, sem poderes adiar, urna defini-
co soffrtvel da bella Claudia.
Eu I
Oh I nao te defendas. Ella vale a pena, c
se eu nao tivesse contra as mulheres poticas
uma nntipathia natural, j havia de saber mui-
to como me comportara a seu respeito.
E o que fariaeucom uma definigao?
Nao sci, mas lu a andas procurando. Co-
nheces j o pai e mai della, isto o genero pr-
ximo ; quanto ao seu carcter e espirito, isto ,
a diirereiica especifica, ninguem em Vieilleville
pode advinha-la. Tracta de procura-la.
O Parisiense eslendeu os biaeos bocejando.
Bocejar diante de gente 'falta de educa-
cao, continuo", o desapiedado Alhanasio, noem-
tanio perdoo-te, porque islo nao le salvar dos
meus consolhos. Vai dormir.
No dia seguinle pelas nove horas dn manha,
apresenlou-se o raajor Bonsergenl no caslello.
Brancas um pouco admirado de visita to mati-
nal, levou o mnjor para o parque.
Vejo, disse omajor, que em Pars ninguem
se levanta to cedo. Eu s quatro horas da ma-
nha estou de p. E' um bom habito, que d
snde no corpo c ao espirito... Oh que bonitas
taladas !
Sim, este jardira 6 magnifico, replicou o
advogado.
Por S. Christovo, disse Alhanasio que ap-
pareceu de chambre c. que foi reunir-se aos dous
passeadores, pensa ento, major, que o nico
jardioeiro da trra Ora veja-me estes peceguei-
ros ? Qual este de folhas compridas, agudas e
dentadas, de flores pequeas e de um vermclho
vivo?
Y.' a Chevreuse tmpora.
E este de folhas chalas e estreitas, de flores
pequeas e de urna cor de rosa desmaiada?
E' o pecogueiro de Troyes. Qualquer crianca
Ib o dizia.
A' f, disse Brancas que quiz ganhar as boas
grarjaj do pai de Claudia, eu lhe admiro porque
mesmo nao sei o que enxerto [grejfe).
Pois nao por falta de conhecer os tabel-
liocs {grejfiers) disse o major (1).
Ah ah disse Alhanasio rindo as garga-
Ihadas, o calembour bonito.
Ora qual! disse modestamente o major.
Nao diga, ora qual! E' encantador.
E' mnila bondade, disse Bonsergenl.
Nao bondade. Digo o que pens. E' um
calembour sem igual.
Se o quer absolulamenle.
Quero Olhe, major; sabe que gosto muito
do meu vinho de blos-Vougeot. Tenho na minha
adega doze garrafas que dalam de 1811. Isso
um titulo de nnbrcza. Pois bem darei todo o
meu blos Vougeot pela palavra quo acaba de di-
zer. A greffe os grellersl Palavra de honra,
excellenle I O major levanlou a palavra na pon-
to da lingua como era outro lempo levantara os
Austracos na pona da baionela.
Hum llum I disse Bonsergenl, j descon-
fiado com tanto elogio, se fallasseraos em oulra
cousa !
Como quizer.
Nao, disse Brancas, vollemos ao enxerto,
e ensine-me, senhor, a grande arte de enxerlar.
Era Paris nao se enxerla 1
Muito pouco, disse o advogado.
Ento, em que se passa o lempo ?
Fallara, gritara, venden), comprara, fabri-
cara, imprimera, governam, romera, bebem, dor-
mem, e vao ao Pre Laehaise sem saberem para
que ncm como.
Mas nao essa toda a vida de Paris?"
Cora pouca dilTerenea. O Sr. ha de ouvir
dizer algumas vezes qoe tambem fazcm revolu-
ces. E' a queslo dos sujeitos que imprimara,
e dos que julgam, brgara e governam; grande
processo militas vezes pleiteado e que ainda nao
est decidido. Os que imprimem dizem cobras
e lrgalos dos que governam ; os que governam,
prendera e mullam os que imprimem, e os que
puxam da espada e questo inleiramenle impar-
ciaes entre esses e oulros, fazcm inclinar a ba-
lanca ora de um lado, ora deoulro, segundo Ihes
agrada ou agrada aos espectadores
De sorle que aos Parisienses resla muilo
pouco lempo para cuidaren! era enxertos.
E' como diz.
Pois bem, Sr. vouse lhe agrada, riar-lhe a
primeira lico.
Antes rie ludo, inlerrompeu Alhanasio, nao
(j Maria Chrisiina desposou o rei Fernando
21 de novembro de 1S32. Fernando linha viole
e dous annos, o linha succedido seu pai 8 de
novembro de 1830.
com um arrento de ternura exirema : Fernand i!
Fernando !!! Se o rei aOasla-se um instante,
olhos e sua voz o procuram ; quanlo porm
le que s lhe restara algumas I
ra, i:/ adeus lodos que < reinal, e -e o
Ira em Dos, nao tendo mais alteo
Dos, o unindo seus ullimos so-; B||_
mos clarees de seu espirito supplica daegreji.
Nao cnlrarc-i na analyac das pecas
mininos, produzdos nosresumosintitulados: ,
fama sanctilatis posl ubitum, et De Mtracviis
, >! obilum.
Acha-se depois disto a vida de Mari-i I
a dos grandes personagens de sua familia i
pobres da ridarie c do campo, que receberan
cas singulares por nilercesso da rainha.
Muitos milagros recenlemente havidos m
festarara o poder divino, exeitaram uma grand
piedade entre os Deis, e ciiveucerstu it en duli -.
pois tal parece o triplo fim dos pi .: r -. \
egreja deixa registrar estes nilagres;
Sua calillado, devidaie.ontc provada, que el
tabelece a declaraco de beatiGcacao. i -,., icm -
q ue ella se pronuncie.
ienho-me particularmenteempe
prodwtu os extractos que preceden), pi
peo ronstraste de sua brilhante bell. /,.
d'e,toso espectculo que hoje apresen' i
a poltica da casa do Saboia, ura gran le eu
Praza Dos que este cnsim noj
pelo sobnnho de Maria Chrisiina !
Termino com um laclo mi, es.-.iole en
familia de Saboia pintada em urna'-rao,.
curaslancia. Copio-oda deposicao, i. .:, ,
nova, pela marquesa Luiza Birago de V da-
ma de honor da rainha Mana 1 hei
r.siavn cu de aervipo junto da rainha em
ISdl no da da abdiracao do rei \. ., i
nuc, eassisli a uma scena verdadeiramenti i
nvenle. Mana Thereza, que linba ura ai
dente incontesUvel sobre o espirito do i
aconselbadoa abdicaeo. 7 /., zia ella, muitas constituirle,, t lenho a, ;
em todas ha sempre alguma cou.-a d
mcitus immoral.
Na mesma tarde lembro-mc que eu linha ..
honra de estar sentada mesa entro a rainha e
o principe Carlos Alberto de Cnrignan. |K
dojanlar, tendo chegado a noticia da abdi
a rainha fez chamar as princezas enrolla privada
e loes disse : c 0 rei vosso pai a ,,.
nao somos mais que simples parlirulore-: igra-
deramos Dos, minhas filhas, .- M ter imi-
tado a consetencia e a honro. Ella annumio .
sua prxima pariida, e todaa njoelhando-
pes do altar e proslrando-ae, Acarara en

B miiiHi.
/ nicersS. Fii!
neraes, submettido todava a um diminuto
numero do lois gomes, e lalvez me atreva a con-
cluir que essas leis j, lao pouco numerosas se
confundiran) todas quando a sciencia cstiver
mais achantada era uma s ; a atlracco, coja
formula e diversos modos anda sao dosconhe-
cidos.
A profuudeza desta hypolheseadmirou o major.
0 veterano acostumalo sbalalhas, linha pas-
sado a m?ior parte da vida a observar pequeos
fados sem indagnr-lhc as causas. Uma ra n. pa-
ra elle era uma maca, isto um Inicio d cor
verde, amarella ou vernielha, de forma esphe-
riea, achatada no exo, concava na base, e [iro-
pria para fazer charopc ou inannolada. Nao que-
na saber mais. Entretanto nao desorientou o
conliuuou ncsles termos :
Quantas especies de enxerto conla ?
la pergunlar-lh'o, disse o Parisiense.
Ah mancebo, voce ha de ir longo ; son eu
quem digo.
Aceito o augurio.
Sim, ha de ir longo. Sabe escutare respcitar
a velhicc. O seu amigo ura eslurdio, incapaz
de sustentar durante dez minutos uma conversa-
j cao ser.ia Elle nao seria capaz de informar-se
! do numero dos enxertos e do sua differenca. Nao
(1) Ha aqu um calembour entre greffe carto-
rio e enxertoe greffier tabellio, impossivel
de reproduzir na nossa lingua.
obraramos com juizo indo almocar? O que diz,
major? Recebi esta manh do Rochella uma la-
gosta sobre a qual rae ha de dizer a sua opi-
nio.
Una lagosta, ceos! exclaraou Bonser-
gent.
Rom, est justo, disse Alhanasio, vou man-
dar por um prato para o major. No omtanto, vi
ensillando a este mancebo essa sciencia adran-1-
vel em que o proprio Hardy nao lhe leva as
lampras. Eu lh'o confio. Faca-lhe apreciar os
praseres innocentes c puros do campo.
Com estas oalavras retirou-se deixando Bran-
cas as mos do major.
Responda-rae, como ao calhecismo, disse
Bonsergenl, O que o enxerto? ... Enloca-
la-se? Pois que I era sequer sabe que. o enxer-
to a arle de transformar uma arvoro sylvesirc
em arvore de especie cultivada?
Sim, j tenho ouvido alguma cousa a res-
peito, disse Brancas.
Tem ouvido alguma cousa !
Oh ninguem faz dea da ignorancia destes
Parisienses. Saiba pois, meu charo senhor, que
a reprodcelo dos vegelas nao difiere senstvel-
inente da dos animaes; que se podem crusar en-
tre si a raca dus roseiras dos pecegueiros e dos
ps de maca, como se crusu um cao ordinario
coro um galgo, uma ovelha mesmo com um car-
neiro dishley. Comprehcnde.
Perfeiamente. Parecc-me mesmo que o
mundo, bem que composto de' um numero inli-
cito de especies de animaes,de vegelas e mi-'quees Ingleses o bebam
sena quem....
Esl bom, disse Alhanasio que appareceu na
volla rie um passeio,dizem mal de mim por aqu.
Ser voce, meu charo major? Diz ento que eu
sou u m ignorante '
Sim, ora pouco mais ou menos isso, repli-
cou Bonsergetit.
De veras E se cu lhe dissesse que ha qua-
Iro especies de enxertos ; o enxerto por avisi-
nhainento, o enxerto por meio dos rbenlos, o
enxerto por gomos, o enxerto herbado, quo o
primeiro c o que... o lerceiro c o quarto sao os
que.... o quo respondera, major? Chamar-me-
nta aiuda ignorante e insensivet s bellesas da
naturesa?
Confesso, disse Bonsergenl rindo, quo ex-
ceden todas as mosraas esperancas que julgava-
o mais atrasado.
Nao faca mais juizos temerarios, c venha
beber romigo saude dn velha guarda, da ve-
lha das velhas, que nunca recuou nem dianlc dos
canhes da Fjiropa ncm ante um copo de bom
vinho. Perfilar direila ; em frente, marcha!
Brancas lem muilo lempo de aprender a puxar
uma carreta.
O mnjor e o Parisiense acompanharam Alha-
nasio e a conversaco lomou. oulro curso. No
finido almor.o diss Ripainsel.
Ora prve-tue l desee vinho, major, disse
Ripanscl abrindo uma garrafa de champagne, e
dga-me se nao utna desgraea publica deixar
Porque os Inglsese nao os China i
ion Ronsergenl.
Porque guardaran) Napolcao em Sanl i ||, -
lena. Ento, raajor, u seu corar o nao mo ti i
cora esla lembranca .'
Sim, bastante.
Como, bastante' Deve sangrar muilo' e
nunca seria de mais. Pense em ludoquam.
tren o Grande Hornera e repetir comi-
Em Franca jamis
OInglez reinar !
E nao beber o nosso vinho de c!, impagne
Eu, disse Brancas, (ico sempre admi
com a cnlrepidez dos gevernantes.
Pois eu, nao! inlerrompeu Aihanasi .. Quera
quogoverna? Os deputados. Oquefai
doputados? Responda major.
Represenlara os eleitore..
Muito bem. Ora aquelle que n precenta da
ve representar em grao supremo aquellet
escolheram-o para represntalos.
. E' claro, disse Bonsergenl.
Ora, os eleitores sao idiotas. L' um .
amo que nao soflra replica, nio achas, Ran ...
Eu sei! disse o advogado.
Esl bem fases-te de sanio por causa do
Senhor Bonsergenl. Tubera sabe.-qne M BC6-
soas presentes sao sempre exceptuadas. To. i i
o o major temos genio O mais nao lem milos.
Ser verdade ou nao ?
Alguma cousa, disse Brancas, rindo,|
Muito bem. Sigam ambos o meu ra.
nio, mas primeiro deem-me para
um copo rasio encomoda-me.
Bem cheio disse Bonsergenl
o copo.
Fallou em regra, major. Palavra que as
ceu para orador, e se nao brilhou. foi pelo
me de Napoleo que nogo.-lava dos lagarellas ...
Mas onde eslava eu ?
Dias, disse Brancas, que os represen! i
devein, para fazer bem, representaren) em
supremo os representados, qner isto diser.
ponho eu, que os deputados dos eorcundas de-
vera ser eorcundas, e os dos coxos, cambni
Sim, isso. Acrescenteique iodos os eki
toros sao idiotas.
Mesmo aquellos que votaran em ti nas ul-
timas eleices?
Esses principalmente. Tira agora a
eluso.
E'fcil- O eleitor idiota, logo o depulado
idiota ; mas o que disse daquelle que nao lem
sido julgado bastante idiota para cblrr no pri-
meiro escrutinio ossuffragios desses idiotas, cc-
cupn-sede raerece-los?
[CctfMtiMr-e-
PLRN. TVP. DE M. 1. lL l'ARI.V. ly-
ca
apresentando