Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:08942

Full Text
AMO XXXVI. ROMERO 16.
Por fres mzes adia lados 5S0O0.
Por tres mezes vcnci.hs 6S000.
SEXT FEIRA 20 DS JilEiRO DE 1869.
Pop anno adianado 10$000.
Porte franco para o subscriptor.
E.NCARREG ADOS DA SUBSCRIPTO DO NORTE.
Paraliiba, oSr.Antonio .\li?xnndrino de I.ima;Na-
tal, o Sr. Antonio Marcaos da Silva; Aracaty, o Sr.
A. do Lomo: Broga;Cear,o Sr. J. Jos dc Oliveira
Maranho, o Sr. Hanoel Jos Marlins Ribeiro
(juimares; Piauhy, o Sr. Joo Fernandos de
Moracs Jnior; Tara, o Sr. Justino J. nomos;
Amazonas,o Sr. Jerenymo da Costa.___________
1'AKllUA l)U? t.UltltblU.S.
Olinda todos os dios os 9 1/2 horas do dio.
Iguarass, Coiaiinao Paralaba nassegundas e
sextas fe i ras.
S. Airio, Becerros, Bonito, Caruar, Altinlioe
Garanhiins as Ierras feiros.
Pao d'Alho, Nazorelh, Limoeiro, Brejo, Pes-
queira, Ingazcira, Flores, Villa Bella, Boa-Vista,
Ouricurye Ex as quartas-feiras.
Cabo,Scrinhoro,Rio Formoso, Una.Bnrreiros,
Agua Prrta, Pimenteiras c Natal quintas reiras.
(Todos oscorreios porlem ns 10horas dn monhn '
AUDIENCIAS DOS TRIBUNAES DA CAPITAL
Tribunal do commcrcio: segundas e quintas.
Relaco : tercas feiras e sabbados.
Fazenda: trras, quintas e sabbados as 10 horas.
Juizo do commcrcio: quintas ao meiodia. .
Dito do orphos: ternas c sextas as 10 horas.
Primeira vara docivel: tercas e sextas ao meio dia
Segunda vara do civel: quartas e sabbados ao
meio dia.
EPJ1EME1UUES DO ME/. DE JANIBO.
1 Quarto crescente as 8 horas e 28 minutos da
manhaa.
8 l.ua cheia a 1 hora e 3 minutos da tarde.
15 Quarloniinguate as 4 lloras c 38 minutos da
manhaa.
22 l.ua nova as 9 horas e 27 minutos da (arde
31 Quarto cresc. as 2 horas e51 min. da manhaa.
PREAMAR DE 1IOJE.
Primeiro as 3 horas e 18 minutos da manhaa.
S'-Kunrtn a? 2 horas e 54 minutos da tarde.
DAS DA SEMANA.
10 Segsida. S. Marcello p. w.;S. Berardo m.
17 Terca; S. Anto ab. ; S. I.eomlla m.
18 Quartn. S. Prisca v. m. ; S. Liberato m.
19 Quinta. S. Camilo reim. ; S. Basiano b.
20 Sexta. 9-. Sebastin m. ; S. FaL-io p. m.
21 Sabbado. S. Ignc. m. ; S. Patroolo m.
22 Dominio. S. Vicente m. ; S. Amistado m.
ENCARREGADOS DA SCBSCRfPCAO NO Sl'L.
Alagoas, o Sr. Claudino Falco I':." Baha, o
Sr. Jas Marlins Alvos ; Rio de Janeiro,* Sr.
Joo Pereira liortins.
EM PERNMfUCO.
O preprietario do diario Mam 1 Figuoi; ;<>
Paria,na sua lirrariapraca da Independencia ns-,
C, o 8.
PARTE OFFICIAL
."t misterio da fitzenda
EXPEDIENTE PC DIA 9 DE DEZEMBRO DE 1859.
Circular s thesourarias, recommendando o
exacto cumprimento da legislaco fiscal relativa-
mente cobranca Jo sell'ie diVeilns, e notada-
incnle das insruceos do | 30 de julho de 1851 n.
210 ; visto como nos exares a que se tem proce-
dido no Ihesouro sobre os processos, tanto de
aposentadoria, como relativos concesso da
gratificacao do art. 2 do decreto n. 2,35,3 de 29
le Janeiro do corrcnle anno, verificou-se que di-
versos ttulos de nomearo nao tinham o respec-
tivo sello, e que de outros no haviam sido co-
brados os direitos de 5 0/o-
A llicsouraria do rara, revogando, era de-
fcrimenlo ao recurso de Geraldo Antonio Alves c
Filho, a deciso da mesma tliesouraria confirma-
toria da alfandega, que classificra no art. 787
da tarifa, frascos escuros de forma irregular,
quando os devia ler comprehendido na V classe ^,
do art. 830, que os sujeita aos direitos de 20 re. uij,0 c agost do cprronte excrcicio ; devendo
por libra ; cumprindo que a thesouraria advirla a essa d0Spe2a sa\iit ti0 crodido de 15:308*860 ;
alfaudpga por ter preterido as formalidades esta- ajjert0 ,)0i0 aviso de 11 de novembro prximo
do decreto do 17 de novembro de! (ndo.Comn
aos ilhos dos professores pblicos do recruta-
mento, e nao sendo lambem plansivel a razo de
ler o professor de priniciras letras outro ti I lio no
excrcito, faca reverter ao servico o recruta Anto-
nio Augusto" do Araujo, a quem mandou excusar
dellc por aquellas ra/.oes.
Ao msmo, que por imperial resoluco de
30 de novembro ultimo se determina que, cin
quanto do poder legisla tiro nao emanao medidas
queexlremem asdespezas feilas com os destaca-
mentos das pracas do exordio emprelas as
provincias eni servico policial, sejam pagos pelo
governo gcial os aluguoiS das casas em que se
oquartelarem as pracas de 1" linha cm lal servi-
co, e os demais despezas que com ellas foram
feilas.
Ministerio da marinha.
EXPEDIRTE DO DIA 20 DE DEZEMBBO DE 1859.
2a seceo.A' presidencia do l'ar, approvan-
lar, de ordem de S. Kxc. o Sr. presidente da pro- ; Expediente do secretario do governo.
vincia, para o Rio tirando do Norte, no primeiro Officio ao lenente-geimrol commandantc das
vapor que passar do sul, tres caixc&xum noven-i arlhas.De ordem de S. Kxc. o Sr. presidenta
ta pares de polainas, noventa camisas e nvenla da provincia, peco a V. S. que se sirva de fazer
e quatro pares de sapalos, os quaes serio remel- 1 a presentar ao Dr. chelo de polica, na tarde do
lidos para bordo do mesmo vapor por parte do da 22 docorrenle, 50 praras de infantaria com-
director do arsenal de guerra, devendo ser pago mandadas por um olficial, alim de fazerem o po-
uaquella provincia a respectiva despeza.
-21-
OITicio ao ao presidente das Alagoas. A vis-
la do que V. Exc. solicilou no sen uflicio de 22
de novembro ultimo, contralou-se com o nego-
ciante Antonio Jos de Araujo, como V. Kxc.
liciatncnlo na estrada nova o noite manlerem
o scelo e Iranquillidade dos lugares visinhos
casa onde devo tor lugar o baile que Icm de dar
o corpo do commcrcio.Olliciou-sc ao Dr. chufe
de polica.
Dito ao chefe de polica.O Exm. Sr. presi-
mellior ver das copias juntas a rom essa de 3G5 dente da provincia manila communicar a V. S.,
toneladas inglesas de carvo de podra que j I em resposta ao seu officio de 19 do correte, sol
foram remetidas para essa provincia na barca numero 1,376, que tiesta datase olliciou ao com-
i, para mandar a-
mesnio corpo, afini
Dito ao mesmo.Tenlio expedido os ordens de escollarcm os 3 criminosos que tem de res-
necessarias afim de seguirera no 1." opportuni-1 ponder ao jury do termo do Rio Formoso.
Olliciou-sc ao commandantc do corpo de po-
v&miii aiii'K', ii pun tajd lil *'% lllcui lia i'UIIU nuiuviu i.d'p, u ni; Iludid UcIUS
Hindoo, afim de lerem a appticaeu iudicaau o mondante do corpo de polici:
dito oflicio, presentar a V. S. 6 piaras do n
liclecidas pt
3841, para o processo de qualificaco, c fac res-
tituir aos rccorrcnles os direitos que pagaram de
tois.
A" de Sergipe, declarando, em resposta s
suas duvidas propostas em 22 de agostoultimo :
1 ', so um chefe de seceo de llicsouraria da 2''
ordem, removido no mesmo emprego para oulra
thesouraria da mesma ordem, perde a antiguida-
de na respectiva classe, passando a conla-la do
seu novo excrcicio, ficando assiin mais moderno
do que os outros cmpiegados da mesma classe ;
2", se um einprogado nestascircuinstancias deve
prestar novo juramento para poder entrar em
excrcicio do emprego para que lora removido, ou
se pelo contrario pode exerce-lo com o que ha-
va ja prestado na thesouraria da provincia don-
de viera : que quanto primeira parte, as reuio-
ci.es nao tiram aos empreados a antiguidade
que tiverem adquirido, sendo mais antigo o que
primeiro houver tomado posse e entrado cm ex-
ercicio, na classe a que pertenec" da mesma ou
fura de duvida, applicando-se esla doutrina ao
caso que deu origem referida consulta, que o
chefe de seceo Joaquim Jos da Silva Castro
mais antigo nesso classe do que o oulro Pedro de
Alcntara Salles, porque sendo iguaes em cate-
gora, por Dertencerem ambos a thesourarias da
mesma ordem e classe, o primeiro conta a sua
antiguidade nesse emprego desde 9 de terereilp
de 1852, em que lomou posse e entrn cm excr-
cicio, ao passo que a do segundo, pela mesma
razao data de 27 do abril de 1851: e quanto 2* I
parte, que sendo absoluta a doulrina dos arts. 65 '
do decreto do 20 de novembro de 1851) c Io do
de 30 de novembro de 1852, claro que o chefe
de seceo Silva Castro devia prestar juramento
para poder entrar no exercicio do emprego para
que fui removido, sendo que cm regia geral o
.juramento deve ser sompre prestado as niaos do
empregadoque esliver exercendo o cargo de ins-
pector, ainda quando seja mais moderno do que
aquello que o liover de prestar.
10
Circular s presidencias, declarando que, sen-
do conveniente ao servico publico que o governo
imperial seja informado da existencia de quaes-
quer cstabelecimcnlo bancarios, lujam de com-
municar o esle ministerio o installaco ido qual-
quer estabelecimenlo desla natureza que possa
ter lugar as respectivas provincias.
Ao ministerio da juslica, declarando que
visia do parecer da directora geral das rendas,
nao pode car elTectiva aos administradores das
mesas do rendas 0 collectorias a obrigacao de as-
sistir entrada de qualquer quanlia para o cofre
dos orphos para assignar o respectivo termo,
conforme o indica o mencionado ministerio em
seu aviso de 27 de outubro-ultimo : e aceres-
centando quo o provimento em correico do juiz
de direilo de Campos, de que tratou o aviso des-
te ministerio de 19 de setembro ultimo, parece
estar no caso de ser cassado pelo governo impe-
rial, nos termos do art. 2 do decreto 7 de feve-
reiro de 1857.
A' recebedoria, ordenando, abem da fisca-
lisaco do pagamento dos direitos da fazenda,
que'fara cessar a pralica de se darem connbeci-
do a despez, na importancia de 8:7463481, que j dado para essa provincia 6 pracis da eompanhia
auloiisra paia os pagamentos das obras dos pha-: do artfices para o lim indicado cm olTicio de V.
roletes e boias no rio Amazonas, cm os mezes de Kxc. com dala de 12 do crranle.()lficiou-se ao
tenenle-general commandantc das armas cao di-
rector do arsenal de guerra-
Dito ao icnenie general commandantc das ar-
mas.Mande V. Fxc. abrir assitilanienlo de pra-
nunicou-se ao ministerio da fazenda
conladona.
21 -
A" presidencia da provincia do Para, oppro-
vaudo a delibaraco que lomou de mandar pa-
gar, por honrada firma, a quanlia de 259$060,
importancia do instrumental encommendado pe-
lo seu antecessor para a banda de msica da
eompanhia de aprendizes marinheiros daqtiella
provincia, romi|uanto fosse a cncommenda feila
sem auterisaco desla secretaria de estado, o as-
stm rsquecid'o o disposicao do art. 25 do regula-
menlo de 20 de fevereiro do auno passado, alem
de que pelo decreto de de Janeiro de 1855, so-
tnenlc dado |a eompanhia Je que se trata ter 2
pifaros e 2 tambores.Expedio-se aviso ao mi-
nisterio da fazenda e comraunicou-se contadu-
ra.
23
Circular s presidencias das provincias do
Par, ',1'ernnambuco, Babia e Santa Calharina,
determinando que Facan rceolher oo quartel do
corpo de imperiaes marinheiros os aprendizes
que se acharem compreheudidos na letrado art.
\i do regularaento mandado erecular por decre-
to n. 1,517, de de Janeiro de 1855.
ticia.
22
Oflicio ao Sr. lente general commandantc
das armas. Mande V. Fxc. abrir asscnlamenlo
de prora aos recrutas Virissimo de Oliveira Sou-
za, Jos l'erreira de Carvalho, Jos Pedro de Li-
ja ao recruta Manuel Lopes da Silva, visto ter na e Ilerculano llenrique de Carvalho, que fo-
sido julgado apio em inspecejio de saude, como ram julgados opios em inspeceo de saude como
V. Ex. declara em seu oflicio de 20 do corrcnle V. Etc. declaren cm seu officio de 21 do corren-
SOb ti 164. te sob n. 1165, providenciando V. Exc. para que
Dito ao procurador da corda, soberana e la- os dous primeiros sejam vaccinados.
zonda nacional.Remeto por copia a V. Exc.
GUYERM) 1>.\ PUOV1ACL1.
Expediento do dia 34) de dezembro
de 185,
Officio oo Exm. general commandantc das ar-
mas.Visto ter sido julgado incapaz do servico
o recruta Manoel l.uiz Francisco, mande V. Exc.
pd-lo em liberdade, ficando ossini respondido
seu oflicio de hontem sob n. 1453.
Dilp oo capilao do porto.Pelo seu oflicio de
houlem tiquei inteirado das providencias dadas .
requisico do cnsul deS. M. Britnica para con-
ter a Iripolacao da galera ingle/a Aecringlon.
Expediente do secretario do governo.
Officio ao general commandantc das armas.
por copia a \. He. o
aviso do ministerio da fazenda de 18 de outu-
bro uilimo, a que se refere o seu oflicio de 19
do corrcnle.
Faro lambem chegar s mosde V. Exc. a col-
lcgao de lei de 1858, icando assim satisfeita a
sua requico.
Dito ao inspector da thesouraria de fazenda.
Dilo ao inspector da thesouraria de fazenda.
Approvando os contractos que, segundo se ve
dos termos juntos, foram fritos pelo conselho
de compras navaes, para fornecimento dos na-
vios da arma la o estabelecimentos de marinha,
assim o communico a \. S. para sua intelligen-
eia. OIQciou-se oo conselho de compras na-
vaes.
Dilo ao vigario da freguezia de Serra Talhada.
Com a copia inclusa do officio desla presiden-
cia de 2 de novembro ultimo respondo ao que
guezia de S. Fr. Pedro Gonrahes do Recite o ar-|ceza, p. especialmente do congresso dn Vieni
cediago Placido Antonio da Silva Santo. Oili- positivamente declara que um ron/rrsn i
cioii-se a thesouraria de fazenda. um tribunal supremo, que decida d!i Borlo do-
Dilo ao presidente dj relaco.O 1." supplen- outros Estados ; mas urna especie d teuns Iho po-
do juiz municipal da 2* varadesta cidmleJoo Utico, noqu. I as
le do juiz municipal da 2" varadesta cidadeJoao Utico, noqu '. is primeiras poloneias eropn
Jos Pinto Jnior, participou que por ineommo- sua influencia ara f.ver aceitar ajustes favora-
dadde saude passouao 2' supplento o exerci- veis paz o a ordem. We acroseenta que nin-
cio das funecoes no dia 22 do crreme. O que guem jamis pede m-m poder em fiTi;to al
communico a V. S. para seu conhecimento. O- assignar um congresso urna i^nv. .[ni- '
ficiou-se a thesouraria de fazenda. da, em
Dito ao inspector da thesouraria de fazenda. renose
Conslando-mo do aviso junio por copia expedido jeitar ou aceita; su
peio ministerio do imperio em 20 do correle
que S. M. o Imperador houve por bem deferir,
de conformidade com a informar o inclusa por
copia ministrada pelo director do arsenal de
guerra em 13 deste incz, o requcrinienlo- de
Francisco Xavier das Neves, mostr da quarta
classe das officinas do referido arsenal : assim o
communico a V. S. pira seu conhecimenlo.Of-
liciou-.se ao director do arsenal de guerra.
Dilo ao mesmo. Na conformidade do aviso
junio por copia expedido pilo ministerio do im-
perio em 22 do coi rente, inandei admillir come
servente no arsenal de guerra o soldado Antonio
Jos Dezerra.Oillciou-se ao director do arsenal
de guerra.
Dito ao director do arsenal de guerra Res-
pondo oo officio que V. Mee. me dirigi em 23
razao d que a rxH'pen ieni
ios t-si ids Ibes garante o .;
i voilado, tal i.-: :.i| mi
impossivel yee a mai
negociarao, e por
; oria Ibes faca ,i ti.
m ou dous Estados, por influencia reparada
| mi combinada, pudem sos regular suat quei !
las. Seus representantes preenchera as (imi
de mediadores olScialmeulc e liiie uto tcito.
O congresso, que vai ler hipar | .
ida questo italiana, nao poderla f.u r '. u i
esta regra geral. Invosli-lo das oeniii -
biiices ctm i etMiumcru las s>ria um j
lo. Tcnlaram curar as causas chroiii
descontentamento italiatmo cela cit n
rra.
E'impossivel negar que esta tentativa !
naufragado. Agora un ere ni npplkar reim I:
menos violentos, porm sua ellicaea rcsolve-si
do corrente sob n. 403 declarando que approvolem definitiva na esperanca de que a bi
o contracto celebrado com Almeida Gomes Al-
vos & C. para conducao dos objeclos viudos da
corle com destino s provincias do Maranhao,
Piauhy, Para e Amazonas. Ofliciou-se ueste
sentido aos respectivas presidentes.
Dilo ao juiz municipal do termo de Santo An-
ioRemeto por copia a V. Mee. para sua in-
genua da Franca a da Ingl i te rra .- ; i su ixi inte
para nssngurar felalia, do um modo p icil css
reconhecimenlo do sua indepoiideticia, que a
l-'r.ni i nao pddo sosinha [se podemos julg ,
lo tratado de Z'iricli oliler pHa guerra.
Mas nem os esfurcos da Franca e dn '-.:
Ierra, nom os lo I is as potencias da i
igeiieia e devida execucao, o aviso expedido reunidas, conseguiro cutido turna lar
Pica V. S. autorisado a mandar pagar os conlas j
que lhe remeten o director da faculdade de di- ;
reilo do ftccife relativas a objeclos comprados de
ordem do niesmo director para aquella faculda-; Vmc. me dirigi em 7 do corrente" consultando
de.Ofciou-se ao director da faculdade de di- se deve receber multas dos possuidores de Ierras
reilo. que se optesenlarem para o registro depois de
Dilo ao inspector do arsenal de marinha. lindo o primeiro praso.
Em resposta ao ollicio que V. Mee. me dirigi, Dilo a Manoel Jos Peixoto dos Guimares.
em 20 do correte sob n. 438, tenbo a declarar, Lavrando actualmente a varila na freguezia da
que, approvando o contracto celebrado com Jo- Escada, tenho rcsolvido incumbir a Vmc. de pro-
s Antonio do Araujo para fornecimento de car-1 ceder o vocciuo, e de curaros presos pobres do
vo de pedro requisilado pelo Exm. presidente codea e quaesquer pessoas pobres accommeltidas
le
pelo ministerio do Imperio* em 22 do corrente e
a copia do decreto da mesma dala, pelo qual S
M. o Imperador houve or bem commular na
quanlia de 3U9O0 i favor das obras do cemile-
rio da cidade da Victoria a pena de 30 dias de
piiso e multa a que foicondemnado Jos Fran-
cisco de Sales por senlenca confirmada pelo juiz
de direilo dessa comarca.' Communicou-se ao
juiz de direilo.
Dito ao juiz municipal da 1.a vara.Hoja Vmc.
de ministrar com a possivel brevidade informa- 7.es podesse amansar nssiru
das Alagoas para os navios da esquadra as or-
dens de S. M. o Imperador, autorisci o inspec-
loi da thesouraria da fazenda por disposicao
desla dala a mandar pagar opporlunameute nos
termos do contracto.
Dito, ao director do arsenal de guerra. Pro-
pondo-se Raymundn Jos do Souzo Lobo a ron-
da varila na freguezia, percebendu Vmc. uina
gratificacao quo se llio marcar conforme os ser-
viros que prestar.
Expediente do secretario da provincia.
Oflicio do lenlo general commandantc das
armas. De ordem de S. Exc. o Sr. presidente
da provincia pero o V. Exc. qnc se sirva de in-
duzir para o "presidio do remando passageiros formar sobre a segunda parle do ollicio incluso
e gneros do governo no briguo nacional Bomldo inspector da thesouraria de fazenda acerca
Jess, convem que V, Mee. faca com elle o ajus-|dos recrutas que fez o capilao Jos dos Santos
le necessario para esse lim, submetlendo-o fian- Ljii)naI.BW.
provarao da presidencia. Dito So clninandanto da dtviao naval. S.
municou-se ao chefe de polica.
Dito ao chele de polica,Declaro a V. S. cm
additamento ao meu officio de 10 do corrente que
deve ser feilo pela thesouraria de fazenda o pa-
gamento da quantia do 269000, importancia dos
rencimentos da escolla que conduzio recrutas do
termo de Santo Anto para esla capital, como
consta do ollicio de V. S. de 30 de novembro ul-
timo, sob n. 1298.
Di'oao commandantc superior da guarda na-
cional de Goianna.lie ordem de S. Exc. o Sr.
presidente da provincia, pero a V. S. que se sir-
va de informar sobre o incluso requerimcnlo do
Antonio de Souza Mnraes.
Dilo ad inspector da thesouraria de fazenda.
De ordem de S. Exc. o Sr. presidente da provin-
cia pero a V. S. que se sirva de informar sobre
o incluso officio do lenle general commandan-
tc das armas com dala de hontem, sob n. 1155.
Dito ao mesmo.De ordem de S. Exc. o Sr.
presidente da provincia pero o V. S. que se sirva
de informar sobre o incluso ollicio do director da
montos avulsos exirahidos de livros de lalo pe- I colonia militar de Pimentciras com data de 10 do
lo pagamento dos direitos devidos ao estado pe- i corrcnle sob n. 55.
los ttulos ou decre'.os de nomcaco, devendo as '; Dito ao mesmo.De ordem de S. Exc. o Sr.
verbas de pagameiKo dos mesraos direitos c dos I presidente da provincia peco a V. S. que se sirva
emolumentos seren lanradas nos proprios ttulos ; de informar sobre o incluso requerimcnlo de l.a-
ou decretos. j dislo de Souza Mello Nelto.
14- Dilo ao mesmo.Constando de paiticipaco
A' caja da moeda, declarando que, sendo I officiol que o bacharel Felisbino de Mendonca e
conveniente que hija a mais perfeita exactido i Vasconcellos, juiz municipal e de orphos do
nos lontalios que devem servir as alfandegas termo do Cabo, enlrou no dia 14 do crranle no
do imperio, c cossem de urna vez as reclamares ; goso da licenca de tres mezes que lhe foi conce-
Expedienle do secretario da provincia.
Officio ao lente general commandaute das
armas.De ordem de S. Exc. o Sr. presidente
da provincia pero a V. Exc. que se sirva de
De ordem de S. Exc. o Sr. presidente da proyin- mandar apreseniar ao chefe do policio no dia
ca peco a \ Exc. que se sirva de mandar ins- 22 do corrente oo meiodia, alem da forra de
pcccionor 03 recrutas Virissimo de Oliveira Cou-, f,0 irala 0 mPU oir,cio dc hontem, mais 5" pra-
lo, Jos Pedro de Luna, Jos Ferreira de Carva- | cas j0 cavalaria, para policiarem a estrada nov
Iho e Ilerculano llenrique de Carvalho.Com- | p0r occasio das corridas do Jockey club. Hi-
edes sobre o incluso requerimcnlo de Manoel
Rodrigues Iiaracho, como se exige no aviso junto
por copia, expedido pelo ministerio do imperio
em 2o do corrente.
Dilo ao collcctor das rendas geraes do niuni-
chin.erica, como a creaco de urna confi le:.n io
italiana, em qic o Papa, o Rei d Napi -,' .
imperador da Austria e o llei da Sardenha -
sem obrar dc commum acord, o gato s o ra-
linho, o c'io rasleiro e o ralo, o gaviac o poin-
bo, a raposa ea galinlia s>>algumas vezes cos-
lumados por um engenhose amansador de ani-
tnaes, de modo viverom mis na mesma galo-
ta coma um afclii familia.
Mas duvidamos uuoo Imperador (!
os membros do S.i -
revoltodas das H -
qual [uor conl del
que se tem suscitados da parle do commercio,
evitando-se ao mesmo lempo os prejuizos que
essa divergencia possa occasionar aos inteiesses
da fazenda ; hoja a provedotia, com o auxilio do
fstcrcomelra da alfandega da corte, e leudo em
vista a tabella C annexa tarifa cm vigor, de li-
la r rom urgencia sobre clculos xodos a base
ahi estobelecida fin um conlalios, que far ire-
parar e remetlcr ao thesouro para ser comparado
rom os que actualmente servem na mesma al-
fandega, e proceder-se aos exames que forera en-
to julgados convenientes, alim de que, quando
reconhecida compelcnlementc a sua exactido,
possa servir elle dc padro para os que devero
ser preparados e remettidos a todas os olfonde-
gas.Communicou-se & alfandega para sua in-
telligencia e para o fazer constar ao referido cs-
tereomelra.
Circular s thesourarias, transmiltindo una
formula, para ter execucao as alfandegas, alim
de se harmonisar em todas ellas a cssripluratj-o
das impugnaroes ; e declarando que, quando
houver necessidade de supprimenlo do cofre ge-
ral das alfandegas para o das impugnaroes, deve
preceder requisico do empregado encarregado
dessa escrpturaco ao respectivo inspector para
autorisaro suprimento.
dem idem, declarando que, a bem do ser-
viro das olfandegas, os focluras das mercadorias
nao laxadas na tarifa devem ser processadas cm
separado das olas para o despacho, c escripias e
assignadas pelos donos ou consignatarios, con-
forme os modelos remettidos com esta circular,
em iim dos quaes seacham designadas as forma-
lidades a seguir no caso de impugnarn ; cum-
prindo que as ditas facturas tenham numero idn-
tico ao do despacho de que fozem parte, c sejam,
depois de pago este, emmacodos separadamente
para servirem nos ixamcs q'ue so fizerem neces-
arios para o futuro,Commuuicou-sc a alfan-
dQg i da corle.
A' presidencia de Pernambuco, declarando
om rcsposla a seu officio dc 21 de junho uliimo,
que nao podem ser despachados livres de direilos,
por nao estarcm incluidos em nenhuma das di>-
jiosicdes da tarifa, os objeclos mandados virpela
t-m[p"reza e esgoto da capital da provincia.
ministerio da Kiierra
Em'Kiemk no da 21 1>K DBZBMMQ.
Ao presidente da provincia de Pernam-
buco, que, para se poder resolver sobre o
abono do quanlia de 500$ feilo ao f. es-
cripturorio da thesouraria de fazenda da mes-
mo provincia, Jos Filippc Nery do Silva, por
ter ido exercer as funres de pagador do 3o bata-
Ihoo de infantaria de Villa-Bella, deve remetlcr
todos os popis relativos a este objeclo.
Ao do do Mannhao, que nao sentando a lei
dida por portara de 9 do corrcnle ; assim o com-
munico a V. S. de ordem de S. Exc. o Sr. pre-
sidente do provincia.Comraunicou-sc ao presi-
dente da relaco.
Dilo ao mesmo.Constando de participacao
offieial que o bacharel Ayres do Albuquerque
Gama, reassurhio no dia 7 do correnle o exerci-
cio das funecoes de promotor publico da comar-
ca do llio Formozo : assim o communico o V. S.
de ordem de S. Exc o Sr. presidente do provi-
cio.Igual commimicar foi feila ao presidente
da relaco.
Dito ao inspector do arsenal de marinha.De
ordem de S. Exc. o Sr. presidente da provincia
peco a V. S. que so sirva de informar sobre o in-
cluso requerimcnlo de Manoel Marlins de Oli-
veira.
Dito ao director do arsenal de guerra.De or-
dem de S. Exc. o Sr. presidente da provincia pe-
co a V. S. que se sirva de informar sobre o in-
cluso requerimcnlo do Ignacio Kavmundo de
Brillo.
Dito ao juiz municipal da 2.* vara.De ordem
de S. Exc. o Sr. presidenta da provincia peco a
V. S. que se sirva de informar sobre o incluso
requenmento de Joaquim Jos do Espirito Santo.
Dilo ao director geral da nslrucco publica.
S. Exc. o Sr. presidente da provincia manda com-
municar a V. S., em resposta ao seu olfieio de
hontem, sob n.232 que por despacho de hojeau-
torisou a thesouraria provincial a pagar a quan-
lia de 123&20, despendida com a compra de ob-
jeclos pora o uso das escolas de um e oulro sexo
do 4. dislriclo da freguezia da Boa-Vista ncsla
cidade, como se ve das duas cuntas que acom-
panharam o citado officio.
Dito ao superintendente da estrada de ferro.
Na ausencia de S. Exc. o Sr. presidente da pro-
vincia declaro a V. S., em resposta a sua com-
municacao desla dala que os trens em que tem
de seguir S. H. o Imperador e as pessoas que o
acompanham, dcrciao estar promplos s 5 horas
da manhaa do dia 21, cumprindo que haja corros!
proprios poro a conduco de Irinta animaos se
occorrer alguma alterarn, depois dachegada de
S. M., se cotnmunicar a V. S.
Dilo a thesouraria provincial.De ordem dc
S. Exc. o Sr. presidente da provincia pero a V.
S. que se sirva de informar sobre a inclusa pcli-
cii de Manoel Vieira da Silva, qual se refere a
informaco do inspector da thesouraria dc Fa-
zenda.
PortaraO Sr. agente da eompanhia de pa-
quetes a vapor matute dar transporte, de ordem
de S. Exc. o Sr presidente da provincia cm um
dos lugares vagos pora passageiros de eslodo a
Jos Varonil DezorrS de Albuquerque, que segu
paro o Cear no vapor que so espera do sul.
Dila ao mesmo.O Sr. agente do eompanhia
brasilcira de paquetes a vapor, mande Iraaspvr-
Exc. o Sr. presidente do provincia manda decla-
rar a V. S. que Pica inteirado de se haver expe-
dido ordom ao commandan'.c do vapor Pedro 11,
afim de receber no correio duas malas para a
provincia da Paralaba. Officiou-se ao admi-
nistrador do correio.
Dilo ao inspector da thesouraria de fazenda.
De ordem de S. Exc. o Sr presidente da provin-
cia pero a V. S. que se sirva de informar sobre
o incluso requerimento do alteres Antonio Ray-
mundo Compeli.
Dilo ao delegado interino da repartico espe-
cial das Ierras publicas. De ordem de S. Exc.
o Sr. presidente da provincia pero a V. S. que
se sirva de informar sobre o incluso olfieio do
vigario da freguezia dc Ipojuca com data de 18
do corrente.
Dito ao chefe de polica. De ordem de S.
; Exc. o Sr. presidente da provincia pero a V. S.
queso sirva de informar sobre o incluso oflicio
| do subdelegado de polica da freguezia de Fazen-
da Grande.
23
Officio oo lenle general comm indonie das
armas. Tendo Suas Mageslades Imperiaes de
embarcar boje s 6 horas da larde, sirva-se V.
Exc. de expedir as suas ordens para que os cor-
pos do excrcito estacionados nesla provincia,
reunindo-se aos da guarda nacional marchom
para o campo das Princesas s 5 horas da larde,
afim de fazerem as devidas continencias. Ofi-
ciou-se ncsle sentido ao commandantc superior
da guarda nacional do Recite, e ao director do
arsenal dc guerra para fazer marchar a eompa-
nhia de artices.
Dito ao commandaute da diviso naval.
Tendo Suas Mageslades Imperiaes do embarcar
boje s 6 horas da tarde sirva-se V. S. de expe-
dir os suas ordens para que os navios de guerra
perlencentes a cstaco facam as devidas conti-
nencias.
Hito a cmara municipal do Recite. Convi-
do a comara municipal do Becife para que se sir-
va de comparecer hoje no Poco Imperial s 5 e
meia horas da (arde alim de conduzir debaixo do
pallio a SS. MM. II. que embarcam s 6 horas da
larde.
21
Ollicio ao lente general commandaute das
armas. Respondo ao oflicio de V. Exc. decla-
rando que na conformidade do artigo 26 do de-
creto n. 2171 pode mandar passar escusa do ser-
vico do exercito ao ansoecada do 4o balalho de
artilharia a p, Vicente Benigno de Vasconcellos.
cro-Collegio c as populacdes
manas.
Cromos que o sonso pralico deve le-lo < -
duzido hoje por sobre as llieorias ou antazias
polticas, e que as alias in s contratantes
cipio do cabo.A relaco dos imposlos dessa col- vem ler comprelioiidiJo quo nos acta,- i
lectora que Vmc remelteu-me com o seu oi-1 cumstoncias impossivel qual
ci de 16 do corrente apenas conten a declara-
cao dos seus imposlos, sem a designacao da im-
portancia dos seus rendiinentos especificaada-
menle por verbas como se exigi cm ollicio do
16 deste mez.
Para conhecer-se a denominaco dos imposlos
nao era cerlaiuente precisa a relaco quo Vmc
ministrou, o que se exigi foi o reudimenlo an-
imal de cada um delles, c tiesta conformidado
deve Vmc.organisar oulra relaco, para me ser
lalianua. Temos ti Uo urna grande obra, dizi
irnicamente o imperador Jos a proposito da
inania, que linha a mpcratrz Calliariii.i tij Rn
! sia, de fundar cidades; S. M. collocou .i :.:.
podra de urna eiiadc e eu a ultima, c ambjs n
mesmo dia.
A primeira e a ultima pedra da confederar
ilalianua foram collucadas era Villa-Franca.
Em \> z de tentar construir una ci
; cao to contraria situaco actual da Ilali i, que
licio ao chefe de policio
Dito ao mesmo.De ordem de S. Exc. o Sr.
presidente da provincia peco a V. Exc. que se
sirva de providenciar para que urna guarda de
honra com bandeira e msica estoja postada,
amanha s 6|2 horas da tarde cm frente do edi-
ficio Pedro 11, onde a associaro commercial be-
ncficcule tem de dar um baile com (asistencia
de SS. MM. II.Officiou-se associaro com-
mercial bendceme.
Dito ao mesmoDe ordem de S, Exc. o pre-
sidente da provincia, aprsenlo a V. Exc. para
ser inspeccionado o recruta Bonifacio Jos de
Araujo.Communicou-se ao chefe de polica.
Dilo ao presidente da relacoDc ordem de
S. Ex. o Sr. presidente de provincia pero a V.
S, que se sirva de dar o seu parecer sobre o of-
licio incluso do delegado supplentc em exercicio
do Termo de Barrciros.
Ditoao commandantc da estadio naval. De
ordem de S. Exc. o Sr. presidente da provincia
peco a V. S. que se sirva de informar sobre o
incluso ollicio do administrador do corrreio des-
la dala.
Dito ao inspector do arsenal de marinha S.
Exc. o Sr. presidente da provincia ficou inteira-
do de lerem sido feilo pela quanlia de 100$540
res o concert do machinismo do leme da ca-
nhocira Iguatemy, como V. S. communirou em
seu officio de 21 de novembro, sob n. 338.
Dito oo mesmo.De ordem de S. Ex. o Sr.
presidente da provincia pero o V. S. que so sir-
va de informar sobre o incluso requerimcnlo de
Jos Antonio de Araujo.
Dilo ao mesmo.S. Exc. o Sr. presidente da
provincia manda communicar a V. S.. cm res-
posta oo seu oflicio de hontem, sob numero 439,
que deu sciencia thesouraria do [fazen-
da. de haver V. S. requisilado do agente da
eompanhia de paquetes a vapor o entrega na
mesma llicsouraria da quantia de 18801 ris,
despendida com os concertos de um escaler do
vapor Oyapock pertencente mesma eompa-
nhia.
Dito ao mesmo.S. Exc. o Sr. presidente do sendo alistado como substituto o paisano Joaquim
provincia mando declarar a V. S., cm resposta Francisco da Silva.
enviada com urgencia.Officiou-so nesto senti- poderia ser a utopia ou Icaria, o congress
do ao colleclor das rendas provinciacs do muni- ria muito quo fazer se quizesse regular as i
cipio do Cabo. Qesdos oslados da Italia Central, principal ment
PortaraO presidente do provincia, confor-
mando-so com a proposta do chefe de polica de
21 do correnle sobn 136, resolve deuiittir a Joo
Alvos Norato do cargo de subdelegado de poli-
ca do 3. districlo i S. JoS'i o S. Pedro) da fre-
guesia do S. Jos dc tngazeira. Officiou-se ao
chefe de policio
DitaO presidente da provincia conformaodo-
se com a proposta do chefe de polica de -21 do
corrente sob n. 1385, resolve nomear a Jo.lo da
Molla Brasileiro pata o cargo de 1. stipplciite do
subdelegado de polica do 2. districlo I L'rligas e
Gontendas] da freguezia de S. Sobastio do Ou-
ricury. Olliciou-sc oo chefe de polica.
Dita0 presidente do provincia attendendo ao
que requereo o juiz municipal c de orphos do
termo do Rk) Formoso, bacharel Francisco de
Caldas Lins,resolve conceder-lhc 15 dios de licen-
ca com vencimentos.
Expediente do secretario do governo.
Officiou-se ao commandantc superior da guar-
da nacional do municipio do Recifo.=Do ordem
do S. Exc. o Sr presidente do provincia c in-
do territorio pontifical. Public.unos, sabbado,
urna parle da circular diplomtica do iverno
das Romanias; talvcz o mais importante do-
cumento dos que tem npporecido a prp
da questo italiana, t) congresso devor l
regular a questo romana de manetra a conciliar
es direitos do povo italiano com a posico, qtit
oceupa o chefe do mundo calholico.
Ser possivel um tal comproiuisso E-I i
possi ilidade nao parece ser admlttda peles ; ie
sao mais inlcressados na questo pelos proprios
taha nos.
E'evidente que qualquer tentoliva, que li-
i 3so o congressu de rcsiabeh cet \ la forra das
armas o despotismo pontifical, contra o" qual
enrgicamente prolestou u povo das Romanius,
encontrara urna opposirao formal da parte do
povo c governo ingiez, e esle nao poderia adop-
tar una poltica machiavelca, que constsliria
em impor os archiduques a seus subditos, esgo-
tando a paciencia desles, prejudicando os
nteresses c parando suaorgauisaco. Os archi-
duques mesmo devem ler comprehendido boj
munico a V. Exc. em resposta ao seu officio des-1 quanlo seria impossivel oblcr cm seo favor um
dala que autorisou-se o insoector da thesou- I verdict eu roneo. 1". bem que se pretenda que
oo seu officio de 16 do corrente, sob numero
134, que tiro inteirado dc se lerem feilo os con-
certos precisos ru ronhoneiro Araguury, impor-
tando elles em 612$926.
Dilo oo mesmo.De ordem de S. Etc. o Sr.
presidente da provincia, peco a V. S. que se a eompanhia fixa de avallara no semestre
sirva de informar sobre o incluso requerimanto zimo.
de. Antonia Hara do Espirito Santo. Dito ao mesmo.Remello por copio o V. Exc.
Dito ao inspector da thesouraria de fazenda. ; para sua inlclligencia, o aviso expedido peio mi-
S. Exc. e Sr. presidente do provincia manda nislerio do imperio em 22 do correnle e o decrc-
Iransmittir a V. S. a inclusa ordem do Ihesouro lo da mesma data, pelo qual S. M. o Imperador
Dito ao mesmo.Sirva-se V. Exc. de informar
sobie o oflicio incluso, que me dirigi o inspec-
tor da thesouraria de fazenda cm 22 do corrente'
sobn. 911, acerca do arbitramento para a clapo
di tropa de 1" linha, e racao de forragem para
pro-
nacional docorrenle mez.
Dilo oo commandaute superior do guarda no-
cional da comarca do Brejo.De ordem de S
Exc. o Sr. presidente da provincia, mondo com-
municar a V, S., em resposta ao seu ollicio de
hontem. que acaba de anlorisor o director do
arsenal de guerra a satisfazer o pedido que acora-
pauhou o citado officio.
Dilo ao Dr. Gervasio Compeli Pires Ferreira.
S. Exc. o Sr. presidente da provincia manda re-
metlcr o V. S. a primeira va do recibo da quan-
tia de 86i$00 ris, quo para ser applicada ao
osylo de mendiciaJe, foi enviada com olfieio de
16 do correnle, por V. S. o os outros membros
da comrnissao nomeoda pela cmara municipal
de Scriiihaem, para dirigir os festejos por oc-
casio da visita de S. M. o Imperador a essa
villa.
Portara.O Sr. agente da eompanhia brasi-
lcira de paquetes a vapor mande dor passogem,
dc ordem de S. Exc. o Sr. presidente da pro-
bou ve por bem conceder ao padre Antonio de
Oliveira Aiitiiues a dcmisso que pedio do cargo
de capello do exercito.Olficiou-se thesoura-
ria de fazenda.
Dilo ao mesmo. Na conformidade do aviso
junto por copio, expedido pelo ministerio do im-
perio em 22 do correnle, mande V. Exc CSCUsar
do servico o soldado da eompanhia Osa dc caval-
laria Joo Carneiro Mochado freir.
Dito
ao mesmo. Communico a V. Exc. poro
seu conhecimento que, segundo consta de aviso
expedido pelo ministerio do imperio em 22 do
corrente, S. M. o Imperador houve por bem con-
ceder por portara daquclla dala um mez de li-
cenca com os respectivos vencimentos ao capel-
lo alferes da repartico ecclesiaslico do exercito
Antonio de Mello o Albuquerque. Olliciou-sc
thesouraria d'e fazenda.
Dito ao mesmo. Para cumprimento do aviso
junto por copia expedido pelo ministerio do im- res ajudante
perio em 22 do corrcnle,sirva-se V. Exc. dc
ta
caria da fazenda a mandar pagar a importancia
do pret das pracas do 5. balalho da guarda na-
cional dcsle municipio relalivamenle primeira
quinzena do correnle mez.
Dito a thesouraria de fazenda. De ordem do
S. Exc. o Sr. presidente di provincia commun-
vuicial a mandar indemnisar o cofre dessa Ihc-
sourorio da quantia de 28S$t>)0 que se abonou
de vencimentos as raras da guarda nacional
destacada no villa de Pao d'Alho no mez de no-
vembro ultimo.
o duque do Modena deelarou a suas lro| as que
eslava prximo o dia do liiumpho e s ni duvi-
da lodos os esorrs sero feilos para obler nina
semelhanca de demonstraco a seu favoi ..
opiniao publica, tanto nos estados, como nos d i
cados visinhos, tem-se manifestado assaz clara-
co a V. S. em resposta oo seu oflicio de 22 do mente paro dissipar qualquer duvida sobre -
corrente sob n. 912 que por disposicaodesta da- sentimen(o3 rases do povo.
la aulorisou-sc o inspector da thesouraria pro- | Le-se no Times:
As condecorac&es c caixas de rap cravadas
de diamantes, dadas por antigos e rcspeitaveis
lentes aos negociadores 'n:i\ tratado, fo-
! ram bem e devidamente distribuidas; b a as-
semblo diplomtica, que so demorn lauto
lempo em Zurich. separou-se depois das corte-
zias habituaos. Vamos entrar agora cm urna
nova phase da questo italiana, o ser, assim o
esperamos, a ultima. As grandes potencias I
Europa reunir-so-hao om congresso, provavel-
mente cm Pars; e. a observar-so fiel mente o
precedente do congresso de Vienna, ser permil-
tido s potencias de urna ordem inferior move-
rem-SO oo redor dos asiros mais luminosos, e
por intermedio do protector, que tiverem i
luido, expor cada urna seus respectivos direitos.
_ L'm congresso, que aprsenla um caraeler
la o geral ruino aquelle, para o qual os co tvites
sao actualmente preparados no ministerio dos ne-
gocios eslrangeiros de Franca, faz nascer graves
pensamentos. A Europa saber, nao sem algu-
ma sorpreza, mas tambera nao sem alguma es-
per inra quo as disposiedos lerriloriaes, solem-
COMANDO DAS ARMAS.
Quartel genera! do commaiul das
armas de Pernambuco, na cida-
de do Hecife, 18 de Janeiro de
I80.
ORDEM DO DIA N. 342.
0 lenle general commandantc das armas de-
clara, de conformidade com o aviso do minis
lerio da guerra de 19 de" dezembro ultimo, que
tem a numeraco de 1 a eompanhia de pedes-
tres da comarca da Boa-Vista, da qual com-
mandante o Sr. alteres Rozeudo Monteiro de
Lima e ajudante o Sr. 2. cadete 1." sargento
AntonioMaria de Souza Lobo ; e de 2/ a eompa-
nhia de pedestres da comarco do Tacarat da
qual c commandantc o Sr. alteres l.uiz Antonio
Ferraz Jnior, e ojudonlo o Sr. 1. cadete Fian- emeto "feilas depois d urna guerra geral, c
cisco do llego Barros. durou toda o vida de urna gera^o, e que consli-
O mesmo lenlo general publico pora conhc- luem ha quarenla anuos, salvo" algunias modifi-
cimenlo da guarnico, o aviso circular do mes- I eoes, o direilo publico da Europa, vo ser revis-
vincia, por contado ministerio da guerra, no va- j prestar informoco circunstanciada sobra o in-
por que se espera do norte, ao primeiro cadete cluso requorimenlo do soldado do 2o balalho de
segundo sargento Jos Sergio Ferreira Jnior, infantaria Demetrio Jos de Faria.
Dito ao mesmo. Pode V. Exc. mandar abrir
asscntameiito de praca ao recruta Bonifacio Jos
de Araujo, a quera se refere o seu officio dc 22 do
correnle, sob. n. 117.
Dito ao Exm. hispo. Communico a V. Exc.
poro seu conhecimenlo c afim dfc fozer constar oo
agraciado, que, segundo cons.lou de aviso expe-
dido pelo ministerio do imperio em 20 do corren-
te S. M. o Imperador houve por bem conceder
por portara da mesma dota seis mezes de licen-
que segu para o corle.Olliciou-sc ao tenenle-
generol commandanle dos armas.
Dita.O Sr, agente da eompanhia brasilera
de paquetes a vapor mande dar transporle.de
ordem de S. Exc. o Sr. presidente da provincia
no primeiro vapor que passar do norte ao capel-
lo da repartico eclesistica padre Manoel Tho-
maz da Silva, que segu para i corle, afim de
servir no segundo balalho dc artilharia a p.
Ofliciou-se ao tenente-gcneral commandaute das
armas.
ea com os seus vencimcnto; ao vigario da tre-
mo ministerio de 27 do icfciido mez abaixo trans-
cripto.
Circular.Rio de Janeiro. Ministerio dos ne-
gocios da guerra, em 27 de dezembro de 1859.
lllm. o Exm. Sr.Determinando o governo im-
perial, em additamento ao aviso da repartico
da guerra de 27 de agosto do corrente anno, que
os meJicamcnlos pora os olliciacs e mais pes-
soas do que trata o citado aviso sejam forneci-
dos pelos hospitoes ou enfermaras militares,
vista das reccitas dos mdicos do corpo de son-
de, que sao obrigodos ao tratamenlo dos ditos
officiaes o pessoas em suas molestias; assim o
decloro a V. Exc para sua intelligencia, e para
que o faca devidamente constar.
Dos guarde a V. ExcSebastio do Reg
Barros. Sr. presidente da provincia de Per-
nambuco.
Assignodo.Jos Joaqun/ Coelho.
Conforme.-Horacio de Gusmo Coelho, alfe-
d'ordens do commondo.
EXTERIOR.
E"
como
preten-
o
O que e um congresso ? ^ mm,
dem os que delle esperam sua redempcao,
conselho amphictyionico da Europa moderna ,
e o arbitro supremo dos deslinos dos Estados,
urna alta corte dc appellacSo que devem ser
submetlidos todos es pontos litigiosos da lei in-
ternacional, e que tem o direito de fazer execu-
lar s.ias decisoes pela forra das armas ?De mo-
do nenlium. 0 hbil historiador francez, cujas
obras foram muito lempo consideradas como fa-
zendo auloridade na historia da diplomacia fron-
las por uma commisso de dc/ ou doze gen-
llemens.
A historia dos precedentes congressos euro-
pe us nao nos anima a ter grande coafianea nes-
sas assemblas, quando deliberara sobre o
de saber se podem com toda seguranza .- iguic
uma poltica generosa a respailo de uin'povo. lia
ua athmosphera de um congresso, composto de
representantes de caberas coroados, algumo coli-
sa que nao l'avoravel s borreiros, que se que-
reriam oppor auloridade dos soberanos. O que
nelle se discute o que convem aos soberanos ;
ea moderadlo, que se mostra tratando dos inle-
resses reaes, lorna-se timidez quando Irata-se de
fazer coucessoes aos subditos destesgovernos.
Durante os guerras que apenas foram inter-
rompidas polos eongressos d'Anvors, de Praga e
Chotillon, e que foram terminados pelo de Vien-
na, os diversos antagonistas multas vezes appello-
ram para o povo. Napoleo I, nao deixou de con-
vocar os Polacos, os Hngaros ou os Italianos sol-
os estandartes da liberdade.
A Austria entondeu-se com Mural, e offe-
receu urna vez garantir essa soberana revolu-
cionaria em aples. L'm grao duque russo cha-
mou os Polacos cm seu soccorto em nome de
sua nacionalidade. Mas nem em Chalillun nem
em Vienna essas potencias reunidas reconheec-
ram os obrigaroes que tinham acettado durante a
guerra. Quando publicou-se o resultadodessas
deliberaroes, vio-se que lratava-se de urna dis-
tribuiro de territorios conforme os desojos e a
seguranca dos soberanos da Europa ; que os ha-
bitantes do Europa eram transferidas nao segun-
do seus votos e inlercsses, mos somonte segundo
as cifras oecessarias para cofroquecer a Saxooia


b
^^-r^^y
(i)
DIARIO DE PERNAMBUCO. SEXTA FEIRA -2G DE JANEIRO DE 1860.
rte un modo,a neutralisar suss^tredilcccocs fran-
.s. A Ausli'i i era bastante poderosa para de-
fender as chaves da Italia contra a Franca, e a
P russia linha assas habitantes para ser contada
"como poten-a de primeira orden.
Lasas asserablas sao tambera lorriveia por I
sua forc irreslslivel ; o como sua respousabili-'
dade mullo dividida, cmprcgam-na tora le-
vandade.
Finalmente, nao sempre possivel prever,
lieos que s 'ja conhecida a poltica geral daspo-
i'ncias, como lal eu tal potencia volar sob o im-
pulso Jo um mo'.ivo oecullo ou de um rancc-r.
<< tra congreaao foi bastante para auimisar a
Prussia eo R-snover a desmembrar a Saxonia. A
Inglaterra, p. possessao, cujo valor s excedido pela tedia in- i
teira : a Inglaterra, protestante introdtuio o pa-
minou S. M. I. que Bzesse a seguinUj ^xposeo.
[Segu a e.vposiro, que conclue j$sim) : Que
<<, sem isso talve dentro em seis me7Cs o Brasil
nao liv^sse porto algum don (ll5 gtcaso aquello
Iraflco, a nao ser por conl-rthanj0 qe a r,,_
sislencia da parle do go mno brasilciro seria
s< comploUmente intil. ,,or(UC assentado como
est entre lodas s n^^g cuas acabar com
< esse traQco gernlme-jte> c tendo El-Roi Fide-
lissimo proraetlidti. hz,,.\0 tambera gradual-
a mente, promessa qUC na0 c ,umprio de ma-
nena algttrua. n governo brilannico ou faria
.>-!.! quo l'orli'.jjai frehasse osporlos africanos
ao commerci.o brasilciro de escravalura, ou
L'inbsracaiia com suas esquadras o aceesso aos
navios brasileiros que para piles se dirgissem.
Diste sorbe o governo atlenlou pelo bem da
-iarao, riMlendo por bem o que 1 lio seria lirado
pa no congresso. e a llussia, desptica, constran-l k pela forra, ponpondo at asperdas, ge teria
sida pete ministro de l.uiz \\ 111, nlw hesitan I fallar contra o reino dos Bourbous, e fazer allu-
Baes 4 Tevolacao inglesa de lt88. Nao se pode I
prever o que lao potencias, que dispemdu f*r-
jas iao enormes.
O congresso doChatllon lerminou-sode um
modo inexperado pele (alado do Chaunort e a
ussemblea de Vicua estove ponto de separar-
se em una extrema coofusao, c de ver urna no-
ca gera-; Uavar-sc entre a Inglaterra, aVranea
v a Austria CT aira a Prus.-ia a Russia, quando
apuleao, voliaiido da tilia < Elba deu occasiio
decessaretn estas loucas querellas, e um perigo
commum Lmpoz unta aece commum.
Xao pois sem si rpreza que po otos enca-
rar o que offereco-nos etn perspectiva um con-
gresso geral ; reuoindn .;;; i fazer resurgir ques-
ious de il :.. -1 j i j de territorio ;e nao me-
nossetn amwodade que esperamos convite, que
ni :'.i/.''ii! a Franca e Austria e aceitar nina
liarte eir seus uclos. Cedo ou taede, este convi-
te llegar sempre, i mistar desde ja temar
un part. Ou il a r elle B para a Inglater-
ra urna ffraudiSaiiiK responsabitidade. Ella nSo
est iioj na posicie que oceupava em 1815. Ti-
i.iia u dweito de crguer grandes prclenroes, ten-
do, untante tantos annos, su I .'encionado loda a
Europa, supportado todo o pesojda guerra naval,
-uihiiio (oda a gloria martima, abalado, priniei-
.i .'.c lodos, sobre a Ierra ;i potencia Jo grande
ininugo. Iivrado Portugal eliespanha, c descar-
gado o ullimo golpe, que abaten o oppressor
commum. Mas agora llevoapparecrr na posie i
um pe.ico sem gloria de ti* i conselbeiro impor- i
(uno. quo querer dar pai -ceros sjoliroa maneira com Portugal; e posto que no pensar da oora-j
por que ouiros do\em levar seus louros. Fo- misso a pena de birotaria pareca dura e nao Pon-
ios espectadores em quaulo outros rombaleram orino com a nossa Ici fundamental, sendo mais .
Fizeraos volos pela Italia, i; nao lomos sem- concentaneo que as penas contra os transgresso-
pre muito ronliados us resultados dus sacrifl- resdesta convenci fossera estabelecidas pelo
. pelos qooes ella cotiquistou sua posieao ac-i poder legislativo do Brasil como ja havia acon-
.u.il. Fizemos nossa idea, como as oulras naces; lecido a respeito do tratado do 2 de Janeiro de
cao que
et pareen forte de serum considerados piralas os
armadores que lizerem contrabando, compre
a notar que notorio que a Inglaterra lem in-
sistido sobre esto ponto com todas as narfles
eslrangerras, e que ja nos Estados-Unidos da
> America passou na cmara dos representinles
a urna Ici em que so imputrha igual pena sobre
os referidos armadores, por se ler reconliecido
que era esse o nico efflcaz meio do se evitar
<<: a rentinuaco do trauco da escravalura.j
Marqmx de Queluz,
Foi este olQcio de remessn juntamente com o
trata.o commissao de estalislica e diplomacia,
a qe.il, em scsslo de 16 dejunho, leu oseguinte
parecer:
A femmisso de diplomacia o estalislica vio
a convenci para a final abolico do commercio
ie cseravoliira celebrado entre S. M. o Impera-
dor e S. M. Britannica, e ratilicada por ambas as i
altas parles contratantes, o julga dever apresen-
lar a esla enmara as particularidades da mesma
conven ao.
No ari. |. se estbelece o prazo de tres annos
depoisda troca das raliflcsce9 para ser de lodo!
exlinrto o referido commercio, e se considera pi-
citara a sua continuaco depois da dita poca. |
A este respeito nao se pode deixar de reconhecer
que esta convengan priva o Brasil de grandes r-
ditos o de bracos para a agricultura ; porm
bem corto que as luzca do seclo nao permiltiro
a conservacao de semclhante commercio, ao mes-
mo lempo que da nossa part: havia a promessa i
de o abolir quando formavamos una s naeio
Kados ; mas o caso 6 mu dilTeronle com a na ao
brasil eir.
_ Nao a assemblca legislativa que fez a lei:
so os luglezes que a dictaram ; sao os Inglezcs
que no-la iiupoe ; e s.io os Inglezesque a bao de
executar contra os infelizes Rrasilciros por elles
speramente ameacados.
As colonias iuxlczas da America regorgitam
do pnpula;o, c a Gra-Brelanha nao duvida, an-
tes pelo contrario estud em sacrificar a seuses-
tabelecimentos occideulaes as suas vaslissimas
acquisicoes.
< Qp Oriento os Estados-Unidos que tein dis-
fruclado um crescimenlo de populaeao superior
a tudo quanlo ha na historia anliga *e moderna,
acha-se em circuinstancias mu diversas do Bra-
sil.
Se a cmigrar.iio para esto Imperto guardasse j foi insinuado em 9 de dezembro de x%5*8ahindo
proporeSo com a dos Estados-Unidos; se o Bra- pleitos metnbros delle o sargeulo-mr Miguel
s.l j livesse chegado no grao de industria e civi- j Vello/.o da Silveira Nobregao Vasconcellos, Rvm.
I isjcao em que se achavam os Americanos quan-i Francisco Jos Crrela, capitio Jos Pinto da
do nublicarain o sen acto de piratalia, tambera Molla Nunes, lenle coronel Jos Gomes Ribei-
nos deveriamos iinita-los.
Desapprnro portanlo a convenci frita com
Assis Barbosa, que prestou juramento om 10 de]
Janeiro de 1824; governando a provincia al Io i
de julho desse nnno ora que terminou esse modo
degoverno nesta provincia c comecuu a ser ella
administrada por presidentes na coformidade do
arl. 165 do pacto fundamental.
Presidentes noinciiilus pelo Imperador
D. Pedro I.
1.O. Irtt.no Eugonio de Locio e Seilbiz, o
primeiro que exerceu o cargo de presidente da j
provincia juramentou-se na dala do Io de julho i
supraeitaua, vislo que ao anteriormente noraea-
do Domingos Malaquias do Aguiar foi concedida !
exoneraco miles de vir tomar posso. Em virlu-
de da carta de lei de 20 de outubro do 1823 pro-
cedeu-se a oleicdo do consellio do govemo que !
o govornu bi itannico sobre a forcadn abolico d
ro, capilao Tertuliano de Almeida Lius e Hanoe! |
Joaquim Pereira.
_o A adminisiraeao do enrgico D. Nudo durou
comniPiviu de escravos (foicada pelasameatras do qnasi 5 annos. leudo sido escolliido senador des-
hoslihdades no caso de opposiciu da nossa par- la provincia seguio para a corte em 5 de maio de
le.) Desapprovo o inconstitucional dccretamenlo 11826,* entregando a adininistracao ao vico-presi-
do enme do pirataria o todas as suas barbaras denle Tertuliano de Almeida Lins, em cuja vico-
consequencias, o declaro que o govemo e a na- "
cao brasileira foram coactos, obligados, oppri-
midos, sujottadose compellidos pelo governo iu-
glez urna onerosa o degradante convenrao so-
bre os nossos negocios, inleressos dome Micos
puramente nacionacs e da nica competencia do
livre e soberano poder legislativo e do augusto
chufo da naci brasileira, 9 dejunho.)
Cunha Mallos
Sentimos nao poder IrallSCrcvcr' igualmente o
voto era separado do Sr. L. A. May, uem mes-' alterada peas disidencias entre aquelfes'primei"
mo o resumo da nolavel discussao da sessao de "
i de julho.
S diremos que, na do da i, foi approvada a
emenda do Sr. deputado Paula e Souza, a sa-
ber :
(Juc so nao lornasse deliberado a respeito do
tratado, reservando-a para lempo compe-
i< tente, d
Fu pois evidenciado que a convencao de
1826, nalinguagem do proprio ministro que a
presidencia oceurreram graves divergencias por
parte do ouvidor. eommandante das armase es-
crivioda ferenda, que abcrlamenlo sedeclariva
conlra o vice-presidente, no entretanto estove
elle em ejercicio at- 1 do fevereiro de 1828
em que veio lomar posso o presidente nuineado.
^ 2.a Foi esle o l)r. Candido Jos de Araujo
Vianna (hojeo illustradissimo risconde do Sapo-,
cahy, senador do imperio e conselheiro de estado j
ordinario) o qnal restaboleceu o socego e ordein
rosfuaccioiiarios pblicos: tendo 5 meies in-
completos de presid. ncia sabio elcilo deputado a
asst'inbla ger.al legislativa por Minas pelo que
leve do seguir para a corto deixando a provincia
entregue em 2o do julho do mesmo auno io con-
selheiro do governo mais volado, Miguel Vellozo
da-Silveira Nobregao Vasconcellos, o qual admi-
Dislrou-a desta data al o Qm do anno.
3,"Seguio-se o presidente Manoel Antonio
Gal vio. que estove em exercicio desdo o primei-
mas longo do guerrear por essa idea, declaramos
altamente que nao ttnhamos iulencio nlguma de
i'dmbalcr. Nao somonte professamos o principio
de uo hiterveucio nas lulas dos outros povos,
mas ainda demos do laclo prova deque em nos-
so vocabulario nao iulerveiiciu nao como de-
linio T.ille\-rainl, urna phrase diplomtica que
significa precisamente o mi smo que interven-
rao.
Temos pois oulro titulo para ter parte no
congresso-, qual o do aigumcntar, para adver-
Iencas, enunciar principios conslilucionaes, de-
monstrar a pxislenci i de um contrato primitivo
entro o principe e o poto, e insistir sobre o di-
i oilo quo lem loda a soriedade, quando acha-se
vago o lugar .1 o primeiro magistrado, de esco-
Hier um chefe. .Mas sao doulrinasestas, que ra-
receao do favor de urna assembl.i, onde reina
a influencia da Russia e d' Vtislria, e onde sua ap-
1815 e convenci addicional de 5S de julho de !
1817, segundo se ve. do alvat de 2 de Janeiro
de 18IH. como ludo do olficio do Kxni. ministro
marquez de Queluz claramente se conhoco qual
o espirito com que o governo brilannicu entrou
com o brasilciro nsta negociaco, < dahi nnscem
as oulras consequencias do haverem commissoes ;
mixtas ni forma do ait. i, e do se adoptar os
ariigos e disposicoes dos tratados de 22 de ja-1
noiro de 1815, 28 de julho do 1817 e os ranos
ariigos explicativos, como se acha estipulado nos
arls. 2 e :5.
A commissao tem a observar que ratifica- '
ci de S. H. Britannica falta a assignatura do mi-
nistro respectivo, o que, conforme aos principios
dos governos represenlalivos, torna nenhuma a
mesma ratiiieacao ; mas ao governo loca atlen-
der Uem a esta falta, e assim a commissao de
parecer (uo Sf responda ao ministro que a ro-
referendou, foi urna c serta tirado por forga l o bem nssim quo vozes
lio (laiiiutieas como eloqiienles so ergueram
contra semclhante tratado, com argumentos va-
liosissimos; finalmente que a convencao nao foi
approvada'pelo podor legislativo, o qual se re-
servn para um len-po competente, que nunca ha
chegado.
Aqui | odciiamos terminar esle artigo; po-
rm como o plano que adoptamos exige a discos-
sao dos pontos de direilo publico liglos com a
especialidade, permiita-se-nos aventar [etnbora
a modo, porque us nao consta que esta duvida
houvesso sido suscitada,) um poni constitucio- '
nal, que os mais Ilustrados podero
solver promplamenle, a saber:
-< Poda este tratado ser valido sem a appro-l
vacio, quo nunca oble ve, do poder legisla- sidenle desta "provincia'"gaaef
itdr ironccllos, foi em seu lugar i
lia, "
luicii
velo
oulro subslituj-lo.
-i." Foi o viscondo da Praia Grande, que adnii-
nistrou a provincia at 19 de maio de 1831.
Presidentes da regencia provisoria.
5.Na dala supra foi emnossadoManbol Lobo
de Miranda Heiiriqnes, presidente nomeado pela
regencia provisoria. Ksla adminisliaeo que du-
rou um anno e meio leve de hilar com os distur-
bios de 1831, com a faccao de Pinto de Hadeira
que ecoaram nesla provincia e com os prdromos
da rebellio de Panelb s de Miranda, conhecida
pelo vulgo com o noiue de cabanada ou guerra
lal vez re- i dos cabanos, quo lauto sanguo cuslou esta e 'i
; provincia de Pernambuco.
6.=N3o tendo ocecitado a nomeaco de pre-
cio Accioli de Vns-
,ui nomeado Antonio
m, sem duvida, o 8. do art. 102 da consli-1 pinio Chichorroda Gama, que juramentou-sc em
do Brasil ao poder execulivo o mmenso 20 de novembro de 1832, o presidindo a provin-
nwleg'.o de so depois de concluidos levar ao cia por oto mozos incompletos, obteve a demis-
os seguintcs j sao que solicitara e enlregou em de julho de
1833 a administracao ao conselheiro do govemo
.-ral
plie.ua.i c contraria poltica do impeiador_dosjmara lita ntokaila,-notando-se nesla resposla a
ezos. | referida falta, c que remeta commissao de le-
Qnaiid i mesmo a Austria fosse capa/, de gislacSo esta convenci para propor a lei que
convencer-so sobre esles pontos, e por algum )deve dizer respeito pirataria, ou 03 necessarias
iiiotivo inexperado, inslignejcs da Inglaleru.a circiimslancias e requisitos que devem regular
Franca o a Austria nao cons 'gulssem a maioria ,l(i dbjuolio)./ /'. (/ Araujo Hasta. Cunha
tos co.;, restara o faci importante de que a ilaito?, vencido em parte.Uispo do Uaranho. i
a liii 60,000 homens no paiz, de cojo des- Arcebispo d,i Uahia.L A. ilag. vencido em '
i. o se decidir ueste ?so. apuleao III parte.
; i um homem de lisiado, que retire suastro-l _E' indispensavel, para completar eta narra-
pas i primeira nolilicapio do congresso. Sup-1 Qio, dar em seguida o importantissimo vol em I
qne elle lancasse les 60,000 homc is na separado do deputado marechai Cuaba Mallos, o]
luan-'. podemos nos prever o resultado deuma qnal foi do Ihcor seguinle, em resumo, pois sup-
'"" ''i'l'e-il rircumslanria .' rodenos calcular primimos os trechos de obvia argumentacio:
conhecimento da assemhla
I rala dos :
Deallianca o (Tensiva c defensiva.
De subsidio.
He commercio.
Nio se Jira que a abolieodo trafico seja con-
venci do commercio, subsidio, nem olTcnsivo ou
defensivo ; parece, portanlo, quo Ihe nao apro-
veila 0 privilegio da COIIStituicSo.
Os tratados que envolverera cessio ou troca de
terriloiio.
mais volado Pedro Antonio d Costa.
"."Era 2 deselembro do mesmo anno del8:t:j
lomou posso da presidencia Vicente Tbomaz Pi-
res de Figueiredo Camargo. Foi durante esta ad-
ninistracao quo mais sangrenta lornuu-se a guer-
ra civil de Panellas de Miranda : grande parte
Jo lempo estovo o presidente no acampamento,
cahindo depois enfermo, passou a administracao
seguem outros tramites ; o quanlo aos cm 11 do agosto de 1834 ao vico-presidente Il'vd.
-l alados polines,- regem-se pelo f do..los de Souza Machado, o qual esleve cm exer-
a lo rtifo, que ao mesmo executivo s cotfere a cicio al flns de outubro em que abandonou-a,
a iiribuu-an de -dirigirs negociacocs polticas passando ella ao conselheiro mais volado Manoel
com os nacocs c-strangeiras.- simoes da Costa que tambera deixou-a no dia 18
ora, a palavra-dirigir,era relacao as neg- do mesmo mrz. viudo a ser delta encarregado
ciasoes poltdcM, conlraposta s palavras-fazer desde cnto al 11 de dezembro o conselheiro do
e conclu.,-empregadas em relacAo aos Irala- governo Joio Caralllo de Araujo.
dos do commercio, ele, parece insinuar que o 8."Na dala su
,i nle al que ponlu seriamos arrastados a '
passar das palavraS a accao ? u mesmo, pondo
de parle lodas estas probabilidades problemali
as, podemos, presentes que .'jamos no congres-
s, impedir que sejamos encadeados por seus
.' Ou se una nula >' i congresso aulorisos-l
se a Austria a reintegrar os grao-duques, e en-
ea rregasse a Fraileado restabeieccr o poder du
I nas ltomanias, podemos nos evitar Acarraos vital da existencia do povo.
A convenci... derogatoria da honra ; in-
leressos, dignidade, independencia e soberana
'l i o icio hrasileira.
" 1." Porque ataca a le fundamental do Im-
perio do Brasil.
2." Porque prejudica enormemente ao com-1
mercio nacional.
8. Porque arruina a agricultura, principio
responsaveis pnraconlecimentos,q'ie de nenhum
modo podemos npprt>> '
- l'oi oulro lado, li r completamente de par-
len jo ama posieao ipjuvcl. Urna potencia
de primeira ordera nio poderia sem perder sen
(ugr na familia da* nnees, relirar-se, amuando-l
se com coiispIIios, era que lomara parle todas
; s oulras nacoes. Nao podemos enropar-nos om I
missanrojua riitude, limitarnos esterisj
symp.athias, sem allrohirmos nlgumas censuras
daquellesque nio favorecemos, e deprezi> da-|
que)les quem nio servimos de obstculo, u
ibolanienlo est bcra perlo da guerra : urna
< _." Porque aniquila a navegaco.
5 Porque di um cruel golpe nas rendas do
Estado.
< 0." Porque prematura.
< 7. Finalmente, porque extempornea.
Al.ua a lei fundamental do Imperio, quando o
govemo se nltribuco dircitodo legislar, direilo I
que s podo ser exercilado pela assemblca gcral!
com a sanceo 9o imperador, sujeilando os sub-
ditos brasileiros aos iribunaes e justicns inglo-
zas; justicas o Iribunaes incorapetenlos, e que
nenluim de nos conhocc, o privando aos meamos ,
subditos brasileiros da liberdade de resgalar ou i
contiverem Iao amala disposicio peral,
do art. 1."
Nao insistiremos
apenas perfuncloriamenle indicado.
, ,. ,,- ,. i n-niiea ^ucuit ci^ii ms i uiu-u.ia ut; .ujuiiiulI na
Admiinudo. porm, plena validado do tratado ,,.,, C0ITPll 0 precioso fanglie Drasfleiro por m;lis
de 1826, passaromos a mostrarqw, nos casos re- (]l. :. annos 0 ma durora St, 0 b Jfi [,nrnam.
clamados, q.iasi todas as prozas foram teilas con- uco nao usasso do Sua nierveneao indo s mal-
'J. 'Foi elle Antonio Joaquim do Monra, que
. entrou Pin exercicio no dia 15 do maio do sobre*
r' dito anno do 1835. Mestaadminislraqae terminou
a renhida guerra civil de Panellas de Miranda na
tra o ihcor do proprio tratado.
Publicla.
ALAiOAS.
S a u d a c a o .
2 PARTE.
Bosquejo histrico administrativa da-provincic
la.; Atagoas.
tas dirigir aquellasdesvairadas ovelhas patarras
evanglicas do divino pastor quo as levaram ao
arrcpendiraenlo, Esle presidente estove na admi-
nistracao 1 anno t; J mezCS.
10.Veio subslilui-'.o o l)r. Rodrigo de Souza
da Silva Pontos, que tomn posse em 2;l de agos-
to do 1836 e presidio a provincia al 18 do abril
de IMS.
II.Foi seu S'.icccssor o Dr. Agoslinho daSil-
'. 1.. i ,u;"i. de hostil i! i le moral ; c urna posiciio negociaren! pretos escravos [escapados inerte]
odio lodas as potencias que activan ente (raba- corda de Portugal ou do oulro potentado da Eu-
l'iara ii concluir a larefa, que recusamos. ropa.
V recusa de aceitar esle convite sea sem <( Ataca o commercio nacional, porque achan-l
i-outradicao olliada pelos que o fazem e pelos que do-so esle j erreumscripto a raui poucos ramos
o a eilam, como um arlo desagradavel. em razio da abertura dos porlos do Imperio a '
Permitli, senhor, que e agora vos aprsenle va Nevos, contra u qual prorompeu em 27 deou-
um ligeiro esbozo histrico administrativo ll.ll,l' "Je 183J na cidado das Alagoas urna sedi-
geographlco da provincia que encheis de honra, '.'"' cujos motivos foram os seguintcs :
gloria o ufania com a V'ossa Augusta Presenta. O inspector da Ihesonraria havia solicitado e
Entro as 20 diamantinas geminas quo adornara oblido do governo imperial permisso para trans-
rosso imperial diadema urna existe de pequeo
\ ira disto po te -1
o direilo de recu ar ess
que nossa polilica egosta, ionio a chamara al-
- naces, nio permiitio-nos concc-le ou-
. ... i ...
{untar-nos s i lomos
fraco concurso, pois
ln las as naces do universo e cm coiiscquencia
do tratado de. 1810, feito com a Inglaterra, e o
que ltimamente foi celebrado com S. M. Chris-I
lianissima ;. nao podera os Brasileiros entrar em
concurrencia com os estrangeiros, que tendo em !
seu favor a industria fabril, abundancia do ma-i
rinhoiros, urna accumulacao do cahedaos, c. o
baixo preeo de fieles, excluem dos mercados nm
in.nos i ar Italia unv> vanlagcni a de advo-1 primeira niio, ou paralyara o dcsenvolvimento I
gar cm seu favor. das manufacturas do Brasil, sujeitando-nos por
< Depois do que disserain nossos homens po- i cs,>' modo lei do mais forte, c obrigaudo-nos a !
lilii is, depois do qu escreveram nossos jomaos, eompraraos estrangeiros os gneros sohrerar-
) od n lo de aba/idonar absolutamente os regados de commissoes, frutes, seguros, araras,
'. ,. Si nau i] leremos comba ter [c lod is os que
l em una na ionaiidade e urna causa adefen-
.. r dao-sc o direilo di Insultar a Inglaterra, se
ella nio quer comhalcr por elles] podemos ao
mito, a qnal, se nao pode competir com as ou-
lras em volme, a nenhura cede era brilhantsmo
e valor, aprovincia de Alagoas.Seu territo-
rio que era parte integrante da capitana de Per-
nambuco desde que el-rei I). Joio 111 deu pelo
feral de 2 de outubro de 15:1 a Duarte Coelho,
pelos relevantes servicos prestados por esto li-
ferir a sua reparlicao e o cofre para a floresccn-
tc villa de llaccio : o presidente tambera reco-
nheceudo a conveniencia do mudara sede do go-
verno para a mesma villa que, alm de oulras
vautagous, linha de ser um soll'rivel porto de
mar, projectava intcevir para que a transferen-
cia se Qzcssecora brevidade, mas a isso se oppu-
nhain os-.nle- individuaos dos habitantes da
dalgo na India, o ltloral comprohendidodesde a *elha capital, os quaes logo que liverara conhe-
fz do Iguarass para o sol atea do S. Francisco, cimento da autorisagao concedida ao inspector c
seguio a sute dessa capitana perto de :l seclos, qnoesto viera a Macei tratar da mudan-a da re-
Por decreto real de 16 de selembro de 1317, foi parlicio do acord com o plano do presidente,
elvala a comarca de Alagoas callu-gora de ca- lovantaram-se em massa o quasi unnimemente
pilania indcpendenle, sendo nomeado governa- cercaram o palacio eexigiram do presidente que
- s da Italia s potencias despticas ? E
quando mesura nos relirasscnms do congresso
de Verona, estaramos em urna posieio peior
iio que se recusassemos unir-nos a eile .' Ao me-
t is leremos dito o que linl s a dizi r: lere-
mos manifestado nossa solicilude era ouvtr o
que as oulras potencias propoem. Tiremos ao
hipos protostado contra o que nao pedemos im-
pedir.
i Tal a questio. Os im onveniontes que ha,
quer em aceitar quei em re, osar esto convite,
que lene e'iegar, sao quasi iguacs. Tentamos
expo-los sem partido tomado uem de uro nem
de oulro lado. Talvez que as objeccoes a oppor
umaattilndc de isolamento absolul > renham
nm pouco mais cedo. Qualquer porm quo seja
partido, que abraceraaquellps, sobre o quaes
isa a tsponsabilldade, sua-decisio deve ler as
: ais importantes consequencias tanto para a In-
r lalet n corno para a Italia.
[lonanj P08t.r=S. Filho.)
eoultas casualidades quo sempre nos
na linha de cunta.
Arruina a agiicullt.ra, etc.
An"
meltcm
i
C(iim:icNba(> Aii^lo-Itrasileira.
FREZAS.
Artigo XVI.
S. POCA.Desde o tratado r/e 1820, al que !n-
dou. em 1& .
Eis-nos chegados ao periodo mais precisado de
desenvolvimeolo; buscaremos ser lacnicos1, no
que sahir de nossa larra, sem comiudo supprl-
mirmos o que tender a esclarecer os vatios pon-
tos que formos tratando.
Devenios fallar do tratado de 23 de novembro
de 182', cujas disposicoes traus.ruvemos no art.
8, assin como no 9 narramos algumas das gra-
ves circumstancias que o acompanharam, e II
aprecia i ios espirito e letlra.
Vindo porm agora a mais pralica avaliacao de
tal I:.ila lo, Iao fecundo era tristes corolarios,
cromos aperlado previamente fazer mitra narra-
cao, e submellcr urna seria duvida de direilo pu-
blico.
J representamos que o tratado de 1826 havia
fido torea, imposto ao Brasil pela Graa-Brela-
nlu. (inio to rpidos correm os lempos, que
i4 um snecesso de honlem causa ostranheza, e
liouve qiem disto duvdasse, importa documen-
tar esta assprco ainda mais cabalmente, como a
todas o Lavemos feito. Ningtiom desmentir os
lacios denunciadas, c cujo cunhecimciilo oblive-
uios de melhor fonte ; mas complela-los-hemos
nui docimentos oIFtciaes, que sao nesla malcra
de urna melanclica franqueza.
lira ministro dos negocios estrangpiros em 182J
o Sr. marquez de (Juclnz, que na sessao de 29 de
maio fez remersa do dilo trotado cmara dos
dcpuladt s, eiprimindo-se desta significativa for-
ma :
' K como compra que a mesma cmara fique
cunto dos fortes motivos que leve o governo
brosileiro iara concluir a dila convencao, iletcr-
a a nave,;a o, porque sendo a mais
substancial o ronsideravel do Brasil a que di-
recta ou indirectamente se applica ao resgale
de commercio do escravos, vem a licar sera om-
prego um avuilado numero do navios omari-j
nheiros : acaba a nossa grande escola naval; e I
liram-se lodos os meios de subsistencia a um
avuilado numero do pessoas que se inlercssam
na car reir da frica e Asia, cm que, nao obs-
tante os repelidos actos de prepotencia ingleza, ]
anda lem grande consumo as nossas agoarden-
I les e tabacos nicos gneros em que nao podem [
competir comnosco], collocando-nos assim nas ,
circumstancias de peniermos o nosso ontigo e
interessante commercio do onro, marQm, azeite
de palma, cera, pannos, resina, 0 outros inuitos
gneros em que dantos tialicavamos
Diminue as rendas do Estado, e d-lhes um
i cruel golpe, porque perecbondo os cofres da fa-
;/.piula publica urna somma excellenlo a 203 do
direitos de entrada do rada cscravo, e oulras!
avalladas quantias a titulo de passsgons nos re-
: gislros ou alfandegas internas, vai agora exlin-
guir-se rsse grande mananctal dasuslenlaciodos
empregados pblicos, e icam mai desfalcados
os meios de fazer freule s indispensaveis despe-
zas 0 infallircis descm[)enhos dos cofres do Im-
perio
prematura por nao torraos por ora no Im-
perio do Brasil urna massa de populaeao lio for-
te, etc., etc.
f? extempornea por ser ajustada n'ura i po-
ca em que a cmara dos deputados havia apre-
)0 sentado um projecto para diminuir gradualmen-
te i impoilaeao de escravos para o Brasil, e por
nao nos peiienccrem mais asilhas dos Acores,
donde nos podia vir um inmenso numero de co-
lonos inlaligaveis que povoassem a beira-mar c
os serles do nosso Imperio.
Ainda que as ameat^as do ministro inglez pa-
ra por termo ao nosso commercio do escravos
merecam rouila considerac.o, comiudo se os ar-
lanjos-diiiloinalicos fosseni hbilmente maneja-
dos e sem o (error pnico de que se encheram as
almas dos nossos negociadores, o governo do
Brasil alcanzara vantagens um pouco transcen-
dentes, que nos alliviassem do peso das nossas
desgratas, e anda mais da infamia do nos Siijei-
larmos s jtisligase nos Iribunaes inglezes, que
conlra nos tem sido inexoraveis.
Os cxcmplos das naces t|ue declararam co-
mo piralaria o commercio de escravos, de modo
nenhum podem servir de lypo ao Imperio do
Brasil.
Cada nm governa a sua casa como Ihe paro-
ce, o os Americanos uo foram obrigados a de-
clarar piratas os seus subditos que fkesseni com-
mercio de escravos; foram elles mcsinos que
conceberam e promulgarain a Ici para seren joi-
dor dola por 3 annos SobaslO Francisco de
Mello Povoas, o qual vindo iuslallar a nova ca-
pitana, aportou em Ja ragua no dia 27 de dezem-
bro do 1818 e foi tomar posse do governo na vil-
la de Alagoas em 22 de Janeiro de 1819.
liste governador, o nico que a capitana tete,
so demillisso, conservando-o preso por 5 das
vendo-se esle abandonado pela torea publica que
fez causa commum com os sed:"iosos, aniea;ado
a> coacto, usou do subterfugio de fingir que acce-
dia exigencia sendo por isso condu/.do ao por-
to do Frnnc'ez onde embarcou era um navio
Qxou a sua residencia na florescente villa de Ma- [mandado polo primeiro yice-presidente que en-
cei onde iuslallou era ;lo do mesmo me/, e auno "jo era Or. Joio Lins Viera Cansinsio do Si-
a junta da administracao e arrecadacio da fazen- '|i|ll'U11 ) com deslino ostensivo para a Babia, mas
da. Por occasiio de mandar o decreto de 24 do '8 l^e chegou a bardo dirglo-so a Macei.
fevereiro de 1821 applicar a conslituicao que so Durante o lempo em que estove preso c coacto o
eslava organisando em Lisboa atlos os dorai- presidente, tomou conla da adrainislracio o Dr.
nios da corda porlugueza. as cmaras municipacs
de varias villas requereraai ao governador que
mudasse a residencia para a villa de Alagoas,
cabeca da comarca, afimde evitar-se a lodaani-
quillacio daquella villa, em vista da decadencia
em que ella se achava o governador accedeu de
bom grado eil'.ituando sua mudanea no me/, de
abril do mesmo anno de 1821. Em 9 de julho fui
Jos Tavares Bastos ; mas o nioviment da capi-
tal nao foi correspondido pelos mais municipios,
do maneira que com o apoio desles, do primeiro
vice-presidente, e de alguma forca rinda do Per-
nambuco pode o prosidonle restabolccer o so-
cego eregressar a capital para onde marchou a
sobredita tarea sob o commando do lente co-
ronel Traj nio Cesar Bulamaque ( hnje coronel c
installada una junta provisional para o governo assistento do ajudanlo general nesta provincia. )
da provincia, eomposta de i) membros, sendo Tondo ah convocadoextraordinariamente a as-
della presidente governador; mas cm virtudc sombla legislativa provincial, influio para a pro-
da carta de lei de primeiro de outubro e do de- molgacio da lei provincial numero 11 da 0 de de-
creto das cortes de 29 do selembro de 1821 pro- sembr to 1839 que decrelou a dila transieren-
cedeu-se eleicao de urna nova junta composta ca elevando Macei calhegoria de cidade.A mu-
denca ell'ec uou-se nesse mesmo mcz.
12.O presidente que seguio-se foi o Dr. Joao
Lins Viera Cansanso do Sinimb ( actualmente
ministro de estado dos negocios estrangeiros e
de 5 membios era 31 de Janeiro de 1822 e sabio
pleito presidente delta 0 dezemburgador Jos A.
F. Oraklami e secretario Jos de Souza Mello.
Foi ossa jnnta que promovou o patritico mo-,
vimento poltico que leve lugar nesse anuo no I
dia 28 de junho sempre memoravel para a cidade
senador da provincia ) que entrou em exercicio
em 10 de Uneire de 18W, e presidio a provincia
de Alagoas, onde o povo com grande jubilo e na mezes. Foi nesse auno do 180 que deu-se o
, melhor ordem acclamou ao iinmorlal D. Pedro I, ^ ! principe regente do reino do Brasil, seu defensor '"'"s dl assembla legislativa provincial, os [uaes
| perpetuo e protector com o poder executivo, dan- leude de funecionar pela primeira vez em a nova
do na mesma occasiio demissao oos emprogados capital e sendo-lhes preparado para sso o con-
pblicos civis e militares eoropeua do rearehen- | sistorio da igreja de Nossa Senhora do Rosario,
I sivel procedimenlo, e mandaudo-os transportar por nio haver ainda casa propria, prclextaram
para Portugal com tu las as commodidados e pos- lu9 "llrt havia all os commodos nocessaros e se
sveis soccorros por couta do estado. Poi enlioI ?olirarara deixando de haver sessao legislativa
incumbido de ir corle do Brasil felicitar ao prin- ( "esse anno.
cipe regento e preslar-llic votos de vassall.agem 13.O Dr. Manoel Fclzardo de Souza e Mello
e lidelidade por paite da provincia o secretario I ( actualmente senador e conselheiro de estado
da junta Jos de Sduza e Mello. Sendo paucode-
pois conferida ao desembargador Br.akiam a de-
[ missio quo pedir por justos raotiros foi eloilo
i presidente da junta o Dr. Caelano Mara Lopes
Gama, que tomou posse em 31 de ogosto de 1822;
extraordinario ) foi o subsecuente presidente, o
qual lomou posse em 18 do julho do mesmo an-
uo de 1810. Tentn elle ainda nesse anno reunir
a assembla provincial ; mas conlinuaram os
niombos da assembla a recusar-se e o mesmo
do entregue a administracao so segundo vice-
presidente Pedro Antonio da Cosa, que pouco
depois passou-a ao primeiro Jos Ignacio de
liaros Leile ; mas cm 27 de malo do mesmo anno
rogressou da corle o piesidente Manoel Felizar-
ein i- op ouiuuro ao mesmo anuo obteno maio-
ria de votos o advogado Jos Fernandea de Bu-
Uldes. Foi na presidencia drsle que se fez o ac-
to da acclamaco do Senhor I). Pedro I como im-
perador, no dia 30 de novembro : a junta deuiit-
lio por inepto a um nfficial superior que exercia
o cargo du eommandante das armas e sondo por doerccnlrou na administracao que tornou a pos-
decreto imperial nomeado pura esse cargo o te- j sarao mes ir. o primeiro vice-presidente por ler
nenie coronel Joaquim Mariano duOliveira Bello ', ac 'r. novamontele corte cm 26 de novembro
foi emf)o te militar3 ca"doa"aadlJidocomvo,onapar" Presidentes noiiieados depois da maio-
Em flns desse anno fez-se elcicao denovajun- Pd\dP.
ta da qual ici presidente o vgarlo Francisco de 14A 27 de dezembro do sobrcdilo >nno de
Ib2 enlregou o mencionado 1." vice presidente
Barros Leito a atlministra<;8o ao presidente no-
meado Caelano Silvestre da Silva. Foi durante
esta presidencia no correr do anuo de 1813 que
se procedeu a eleitao de um senador por esla
provincia para supprir a vaga havida pela morlc
de I). Nano Eugenio Lelos Scilbis que foi pre-
enchida pelo actual senador Amonio Luis Dantas
du Barros Leile. Em 7 de fevereiro de 184 o
presidente Caelano Silvestre por ordem do kq-
verno itnpprial enlregou a adminislraeao ao 1,"
vice-presidente novamenle nomeado Dr. Claudio
Manoel da Costa, qne exerceu-a smenle 21 das,
passando-a ao presidente nomealo.
15Poi este o Dr. Anselmo Francisco Perelt
que tomou posse no dia I.* de marco do mesmo
anuo tle 18. A curta administracao desta
enrgico presidente { mezes) foi muito" caracle-
risada pelos esforc* que cmprognti para melho-'
rar a polica, reprimir o punir o came e estabe-
lecer a segurancia do vida o propredade J
nesse lempo o espirito de partido dominara na
provincia no mais subid3 grao de acrimonia e
intolerancia, cujo estado procuren acalmar. No
dia 1.- de julho do mesmo auno enlregou a pre-
sidencia a seu successor.
10O Dr. Bernardo de Souza Franco (actual-
mente senador e conselheiro de estado extraor-
dinario) lomou posse na dala supracilada, l.-de
julho de 18i, encontrando a provincia om soce-
go apezar da exaltaeo reciproca de dous parti-
dos que sem signiQcacio com a poltica geral t-
nham-se formado nesla provincia com os ap-
pellidos de liso e cabelludo; a excilacio foi le-
vada an ultima auge pelas numerosas demissoes
le solfeen o primeiro. As cleifoes de verea-
dores o juizes de paz a que se procedern] no
mcz de selembro do mesmo anuo foram turbu-
lentas e ardeniem. ule pleiteadas em varias fre-
gup/ias ; enioa oxarcobayiu chegou ao zenilh,
os lisos resolreram-se a pogar^m armas loman-
do a revulta proporces gigantescas de maneira
que em principios do outubro decidirm-seos
lisos [que udubiiavelmcnle erara a maioria da
provincia) a atacar e lomar a capital onde havia
raui pooea torca : o presidente julgou prudente
relirar-se para bordo do nico vaso de guerra
exisnule no porto o hiato Calador] a requis-
(oti torca ao presidente de Pernambuco. No
entretanto os fisos cnlraram e lomaram a capi-
lal.leiuis de fraca resistencia da parle dos seus
defensores ; evacuaram-na porm no dia 10 era
que j havia chegado alguma forca de Pernam-
buco ; no dia seguinle lomou o presidente posse
da capital. No entretanto alguns dos chcfos do
partido lisolembraram-sede convidar como au-
xiliares o caudillo) Vicente de Paula e seus ca-
banas, qm- se prestaran!, itim de alacarem de
novo a capital, \ noticia da viuda dessa gente
amedronlou os habitantes da capital' o corpo do
commercio relirou seus fundos, fazen as e mais
objeclos de valor, grande numero de familias
abandonou suas casas e fugio al Sergipe ; a
guarda nacional e-pavorida recnsou-SO a pegar
am armas e d banuou-sc, finalmente o presi-
dente julgou prudente recolhor-se do novo a
bordo do hiato Carador, Picando a capital entre-
gue a 300 pracas do linha o con a de 100 da guar-
da nacional de S. Miguel e polica.
Na manliaa do d.a21 do sotiredito mez de ou-
tubro apreseniarem-so os lisos em numero de
maisde I.OuO atacaram a captol havendo um
combalo que durou 6 a 7 horas flcando da parte
dos lisos morios 20 homens e varios feridos e da
parle dos defensores do presidente 10 morios e
2 feridos.
No da 2j do mesmo moz chegou nm grande
reforc de tropa do fiocife asrdeos do briga leiro
Antonio Correa Sera [ue morreu o anno pas-
sado no posto do lenle general.] No entre-
lano os revoltosos espalharam-se por varios pon-
tos ta provincia nos quaes deramse combates
parciaes sendo entre lodos o mais nolavel o da
villa da Atalaja em que a forra com mandada
pelo brigadeiro Sera soffrou grande perda.
ti presidente Souza Franco conservon-se na
administracao ate 9 de dezembro em que chegou
3ou successor.
17Foi elle o desembargador Caelano Maa
Lopes Gama [actualmente o viseonde de Maran-
guape, senador e conselheiro de estado ordina-
rio) o qual tomando posso na data supracilada,
julgou conveniente reintegrar os emprogados de-
millidos pelo seu antecessor : pedio e obteve
amnista para os revoltosos, que bem depressa
vieram depdr as armas, e conseguio em pouco
lempo tranquillsac o provincia terminando as-
sim a revoltu de 184. Esforcou-se elle arden-
teracnte em livrar a provincia, do caudilho \'i-
ccnle de Paulo, mas nao [iodo conseguir por
forma alguma. Em 18 de marco de 1815rogres-
sou a curie entregando a adminislraeao da pro
vincia ao 1" vice-presidente coronel Henrique
Marques de uliveira Lisboa [hojo raareuhal de
campo,) o qual eontinuou a dar enrgicas provi-
dencias para a perseguieio do caudilho Vicente
do Paula e seus sequazes, indo elle mesmo ,s
aiallas coramandando urna forca com esse Qm.
18Em 10 to julho do sobrcdilo auno do 18 5
o mesmo vice-presidente lienrique Marques de
Oliveira Lisboa lomou posse do cargo de presi-
dente da provincia para o que dra nomealo pelo
governo imperial. Foi nossa poca que o cele-
bre facinora Manoel de Araujo Muraos pondo-se
frente de 30 a 10 sicarios comecou a fazer suas
cerreras comnielteudo atlenlados da maior gra
vidade, dzendo-so na lirme rcsolucio de assas-
siuar por vioganca todos quaulos suspeitava le-
rera coneorrido para a morte de sen pai o viga-
rio da Palmcira Jos Caelano de Moraes (suc-
cedida no ataque daquella villa n i anuo ante-
rior.) Mandn o pro dente em perseguieio da-
s criminosos uma forra <'.c 100 pracas sob
o commando do capitio PeJro [vo Velloso da
Silveira o mosrao que posteriormente linha de
dar tanto Irabalho ao governo nas mallas do Per-
nambuco ) ipie nada conseguio poraniarem or-
lantes OSfacinoras. Era 10 de novembro do l^i
enlregou o presidente Marques Lisboa a admi-
nislraeao ao seu successor.
19O Dr. Antonio Manuel de Campos Mello
que einpossou-se na data supracilada, estere om
exercicio at 2 de maio de l8!i ora que foi lo-
mar assenlo na cmara tomporaria, deixando a
administracao entregue ao i" vice-presidente Pe-
dro Antonio da Costa. Nessa poca ainda os ha-
bitantes vsinios das millas soffriam as depre-
daces de Vicente de Paula. Km setembro do
mesmo auno regressou da corlo o presidente
Campos Mello c couliuuou na administracao at
junho de IS7 cm que retirou-se segunda vez
corle entregando a presidencia ao mesmo 1" vice-
presidente, o qual esleve em exercicio al 11 do
agosto cm que chegou novo presidenta no-
meado.
20-Foi o Dr. Flix Peixolo de Brilo c Mello
actualmente cnsul geral brasilciro em Despa-
lille, o qual lomou posse no dia 12 de agosto do
sobredita anno de 187. Nesla administracao veio
das mallas V. de Paula e peranle o presidente
preslou obdienaia ao governo, e o facinora Mo-
raes quo por anuos infestara o Ulterior desta
provincia, evadio-se para Pernambuco. Em 80
de abril de 1&48 tendo de ir lomar assenlo na
cmara temporaria, enlregou a adminislraeao ao
2o vico presidente Dr. Manuel Sobral Pinto, o
qual estuvo em exercicio al 16 de maio em que
chegou novo presidente.
21l) Dr. Joo Capislrano Bsndcra do Mello,
que. lomou posse no sobre Jilo da 10 de maio de
188. Em principios de novembro desse anno
comecaram a apparecer os prdromos da revolu-
cao de Pernambuco 0 presidente providenciou
para que o contagio revolucionario nao se com-
muncasso esta provincia c eontinuou na admi-
nislraeao al 5 de fevereiro do 1849.
2Veio entao subslitui-Io o coronel Antonio
Nunes de Aguiar (hoje brigadeiro e quarlel-mes-
Ire general nomeado presidente e eommandante
das armas da provincia, tomou posse no dia 6 do
mesmo toez o comecou a tomar enrgicas me-
didas para impedir que o incendio revoltoso la-
vrasse nesta provincia: oque felizmente conse-
guio. Em meiadoa de julho desse mesmo anno
tai elle substituido ; mas tendo-se apreseniado
candidato deputac&o geral, cuja eleiPo leve
lugar em novembro. demorou-se na provincia,
retrando-se cora a honra o glora je ser o de-
pulado mais volado desta provincia naquelia le-
gislatura.
23 0 Dr. Jos liento da Cunha e Figuciredo
(actualmente conselheiro) foi o successor do co-
ronel Aguiar; tomou posso em 14 de julho da
1849: sua adminislraeao a mais longa que al
agora tem lido a provincia. Viulo para ella
quando a guerra civil de 1818 eslava apenassuf-
forada, cooperen mu officazmeole para extin-
gu ia quando de novo prorompeu nas maltas
sob a direccio do capilao PeJro Ivo Velloso da
Silveira. Acliando-so convulsa a provincia de
Peruamliuce a de Alagoas tinha necessariamonte
do soll'rer aOalos ; para seso ponto convergi elle
toda silencio no principio de sua administracao,
dando enrgicas previdencias e tomando aceita-
das medidas. Com a inlervencao do tenenle-co-
roncl Pedro Antelo Velloso "da Silveira, pai de
Pedro Ivo, conseguio persuadir aquello capillo a
depr os armas, vira esla capital, daqui embar-
car-se para a Babia eai o lito de aguardar all
<..NHiiHvi wisbitfi uu uiii.i uia si-rt^ji: uj *,e-
etara de estado da marinlia) o qual lomou pos-
om 11 de dezembro do dito anno de 1357 e es-
sob as vistas do respe tivo presilento couselhei-
ro Francisco Goiicahos Martns o destino que ap-
prouvesse ao governo imperial dar-lhe. Ficou
assim pacificada a provincia de Pernambuco o
tasassombrada a tle Alagoas. Em de julho di;
180 passou o presidenlo Jos Benlo a adminis-
tracao ao 1" vice-presidente Manoel Sobral Pin-
to, por ler de ir tomar assenlo na cmara tem-
poraria ; regrossando em principios de novembro
tomou cunta da presidencia e tratou cutio com
todo o empenho e solicilude da fundafio da co-
lonia militar Leopoldina, cojo reguiamento espe-
cial por elle organisado foi approvado pelo go-
verno. Em 20 de junho ita 1851 enlregou pela
2a vez a administracao ao sobredo 1" vice-pre-
sJenlo para ir tomar assenlo na cmara qua-
Irienal, vullou em outubro do mesmo auno o
reenlrou em exercicio. Em 3 de abril de 1852 foi
pela 3a vez lomar assento na cmiara dos deputa-
dos, Qcaudo na administracao o rnesoio 1" vice-
presidente at 22 de selembro do referido anno
em que chegou da corle e lomou cenia da presi-
dencia, que exerceu al o mez de abril de 1853,
em que ainda enlregou-a ao suprameiicionado lu
vice-presidente por ler de seguir para Pernam-
buco, cujo presidente foi nomeado. Assim pois
o conselheiro Jos Benlo esleve quatro anuos
na administracao desta provincia que Ihe deve
alera dos servicos mencionados muilos meiliora-
mentos materiaos de que est gozaudo.
21 O Dr. Jos Antonio Saraiva [hoje conse-
lheiro) foi o presidente que se Ibe seguio, vindo
lomar posso em outubro do mencionado anno de
1853. Duianle esta curia porm enrgica ad-
rainistracao restaurou-so a seguranca de vida o
proprio Jado quo se achava em pessimo estado ; o
conselheiro Saraiva foi nesta provincia o azorra-
guc dos criminosos que perseguidos e aco-sados
por toda a paite asylaraiu-se nos puntos lmitro-
phes donde pur seu tumo o conselluo Jos
liento, que entao adminislrava aquella provin-
cia desalojou-03 : Qrmando-se assim o imperio
da lei e prestigiando-se o principio da auluridade.
Tendo de ir o presidente Saraiva lomar assenlo
na cmara qualriennal enlregou a adminislraeao
eui 20 de abril de lb'i.ao t vico-p;e.-idenle Dr.
Huberto Calheirosde Mello, que suslenlou e mes-
mo corroborou as medidas tomadas para a re-
pressio do crimo; eslev o 1" vice-presidente
em exercicio at outubro do mesmo anno em
que chegou o presidente novamenle nomeado.
25 Fui o Dr. Antonio Colho de S e Aliiu-
quer pie, que tomou posse no dia l do sobredito
mez e ann\_ exercendo a presidencia at 4 di.
maio de 1855, em que seguio a tomar assenlo
na cmara dos deputados, entregando a admi-
nistracao ao Io vice-presidente Dr. Roberto Ca-
Iheiros de Mello ; vollando da cyrt era 29 de ou-
tubro do mesmo anno reassumio a presidencia.
Foi nesta poea que o cbolera-niothus in
a provincia cobrindo-a com seo medonho suda-
rio. Os horroies, angustiase tribulaces da pes-
ie c ouie foram demarcados c consideravelmenle
minorados pelas providencias, zelo e solicilude
do presidente S o Albuquerque, o qual naquel-
ia calamitosa quadra fez ludo quanlo era huma-
namente possivel para almiar oscrueis sufTrime-
los e duros padecimentos dos seus administra-
dos! Esleve na adminislraeao al lins de maio
de 185G em que pai lindo pela 2a vez para a corle
a lomar osscnto na cmara temporaria, enlregou
a presidencia ao sobrcdilo Io vico-presidente Dr.
Roberto. Regressou cm 21 de outubro do nes-
mo anno e eontinuou na presidencia al 13 da
abril de li357, em que tendo do ir pela 31 vez
oceupar a cadeira de deputado a assembla geral,
enlregou a administracao ao 2" vice-presidente.
Dr. Ignacio Jos de Mendonca Uchoa, o qual es-
leve m exercicio at dezembro do mesmo anuo
cm que chegou novo presidente.
20 Fui o Sr. Angelo Thomaz do Ama ral
actualmente director de urna tas sececs da se-
cretaria
se
leve era exercicio at 19 de fevereiro do crrenlo
anno de 1859 e.u que seguio com licenea para i
corte entregando a presidencia ao Io vico-presi-
denta Dr. Roberto que exerceu-a al melados
de abril, em que aprescnlou-so u novo presidente
nomeado.
27 Dr. Agoslinho l.uiz da Gama q"ue loman-
do posse era 16 do sobredito mez'de abril seguio
para a corte com licenca era 13 de agosto, dei-
.xau lo a administracao entregue ao 2" vice-pre-
sideuto novamenle nomeado, commendador Ja-
cinlho Paos de Mendonca, que exerceu-a por mez
e meio, chegaudo entao" novo presidente.
2S E' o actual, Dr. .Manuel Pinto de Souza
Dantas, quo tomou posse era i de outubro prxi-
mo passado c acha-se em exercicio.
iaid ed Aruom.J
[Contina.)
Diario das Atagoa.-:)
Parabiha, ss de desembro.
Viagem de S. SI. o Imperador cilla t/i Pilar c
cidade de Mamanguapi.
A despeito dasfadigas da viagem i esla pro-
vincia, do passeio ao Cabedello no dia 25 e da
visita s grojas, conventos, ostabeleeimenlos
pos, rcparlires publicas, quarleis, o cadoa des-
ta cidade, S 11. o Impjrador, s 4 horas da ma-
nhia do dia 20, acompanhado de'pessoas do sua
comitiva, do F.xm. ministro do imperio, do Ev.ni.
presidente da provincia, do Dr. chefe de polica,
do eommandante superior da guarda nacional'
desle municipio, d'um psquadriode cavallara de
voluntarios e de mais pessoas gradas, parti des-
la cidaJo para a villa do Pilar, Ira jando sobreca-
sa-.i de panno lino azul, cabs pardas, botas a
russiaua, chapeo do Chyle, e mualo em um
bom cavailo rnsso.
No lira da roa da Imperatriz, quecaminho vem
do paco, o antes de doscer para a poni do Sa-
nhau, S. M. com toda a sua comitiva atravessou
um arco Iriumphanle, erigido con gusto e arlo
pelos moradores dajuella ra.
O arco eslava todo Iluminado, e cm lomo del-
le se agrupa va grande numero do pessoas, quo
aguardaran] a passagem de S. M. o Imperador.
Ao approximar-se s. M. o povo prorompeu cm
enthusiasticos e frenticos vivas.
Pelo ca mili lio as casas a chonpanas se acha-
vam illumiualas, o ai tropel deslo IroQi impe-
rial os moradoressahiam para tora de suas ca-
sas darem vivas e victoriarem S. M. o Impe-
rador.
No lugar denominado Barreiras exista um
arco Iriumphanle, feito com folhas naluraes.
As 5 meta horas apeou-seS. M. no engenho
S. Joo. do coronel Jos Teixeira, e puchando
pelo retogio declarou, qucsO horas estara do
marcha para o Pilar.
A casa de morada eslava deconterae ilo prepa-
rada, e em urna das salas pxisliam deas mesas
bem serv las, urna do viandas e oulra de fruclas,
doces o vinhos.
Com pouca demora dirigio-se S. M. para urna
das mesas lomar una refeicio ; deu a honra
de sontarera-se na sua mesa as pessoas de sua
comitiva, ro F.xm. ministro do imperio, no Kxm.
presidente da provincia, ao Dr. chefe do poli-
ca, ao coronel Jos Teixeira, e ao Dr. Fia vio
Clementino.
S. M. dignou-se servir-se de una (lincha do
peni e de urna cha vena do cii.
As 0 horas justas montou cavao com toda
a sua comitiva.
ao passarpela rapella do Soccorro o sino re-
picou, o a rmaudado sabio ao seu encontr do
cruz aleada.
Neste lugar referi S. M. o fado histrico, que
deu causa a fuudaco o nomo daquella ca-
pelta.
s 0 horas e 25 minutos apeou-se c:n frente
da igreja la Batalha, que percorreu e exami-
nou.
Pergunlou pelo administrador daquella igreja,
que se Ihe apresenlou. Era um velho de mais d
50 annos de idade, que, aturdido com n Augusta
presenca de S. M. o Imperador, tifio suube res-
ponder as suas perguulas, concluindo por decla-
rar que nao sabia o que havia de dzer.
Indagou S. M. pelo compromisso daquella-
igreja ; ao que responden o bom velho, depois
de tranquillisado, que nao exista c somenle um
livro, ond haviam cortos aponlamentos, quo
he rol prsenle. S. M o fo ler na sacrista da
igreja
Depois de varias oulras perguntas delerminou
S. Exc. o Sr. presidente da provincia, que man-
da 880 procurar o compromisso da igrpja do Soc-
corro para le-lo nesta cidade em seu regresso.
S. H. dignou-se de dar um donativo de 100$
igrpja daBaialha o oulro tanto a do Soccorro,
cujas quanttas foram entregues ao subdelegado d;i
Cruz ilo Espirito Sanio, o dislincto cidad.io Fran-
cisco Manoel Carneiro da Cunha.
Ao passar o rio Parahiba no lugar da Batalha,
vendo no leito um arbusto, denominado Mosam-
b, bem florido, cuja flor so assemclha ao jas-
mim branco, quebrou S. M. um ramo, que depo-
silou em urna das algibeiras da sua sobreca-
saca.
Dahi oncamnhou-so para o engenho Maraii,
portcnecnte ao convenio dos BenoJiciinos, onde
chegou s 7 horas o 3/i declaran Jo que s9 1/i
eslaria do viagem.
Logo que ah chegou, bem longo de ir repou-


DIARIO PE ffiRNAMBUCO. SEXTA FEIRA 20 DE JANEIRO DE 186I.
W
?ar das fa ligas-'de urna viagem tiio accelerada, S.
M. sentn-se em urna cadeira o com um lapis es-
crevia aoccraJmente cin um pci]uouo lbum,
que ceaiu/ia, at que so o foi chamar para o al-
mqoo.
s 9 e um qnarto justamente sesuio caminho
direito para a villa do Pilar, orde chegou s 11 c
Vt qi:artos.
A povoaeao de Taip, que Oca situada em ca-
minho. eslava cheia de gente, que ao pasas* S.
M, dera cnthusiaslicos vivas.
S. H. dignou-so do mandar (10 vigario daquella
fregue/ia : quantia de 300S para seren distribui-
dos cora os pobres.
Em todo esto trajelo pela mnrgem do valle Pa-
rahiba, S. M. indagava com sollicitude os nomos
dos engenhos, sitios, povoados e ros, por onde
-passava, assim romo os dos passaros o arvoros,
que via, e fallava sobre esta especie com os co-
nhecimetros profissionaes, que tein, das scicncias
r.aluraos.
Esta viagem foi fcita em tamaita celeridadee
rapidez, que algunias pessoas de sua comitiva
Joao Baplista dos Anjos, director da Faculdifr
de Medicina da Bahia, e por outro decreto da
Ncsta cccBli' foi chamado o subdelegado da
cidade para declarar o motivo porque anda nao
se achara pronunciis o r recolhida cada
desde odia 4 de novembro.
O subdelegado respondeu, que o procosso es-
lava com vista ao doulor promotor publico da
comarca.
Dos oulros quatro reos uro cumpriaseotenga e cao da barca americana Virgnitm, quasi lodf
os oulros tres so achavam prenunciados, depen- composla de negros e 2 marinheiros, feriram o
expedido pelo ministerio da fazenda, em 15 de
dezembro ultimo, declarando que nao podera ser
mesma data, foi noraeado o Dr. Bicardino Tp- despachados, isentos de direitos, os objectos nc-
cautins para um lugar de 2o cirurgio do referido '
corpo.
No dia 17 do correnle amotinou-se neste por-
to, pela rolla das 11 horas da manhaa a guana-
nao o pnoeram aeompauhar par passn, chegan- tes criminaos.
denles de julganieuto do juiz de direito o do
jury.
S. M. iiftto'i a demora no julgamento dos pre-
sos c mandn chamar o juit municipal do termo
nara nlerroga-lo acerca do motivo porque nao
foram julgados os presos durante a ultima sesso
do jury, que love lugar no mez de outubro.
Doste exarao colligia-so a re :omme:idaeo, que
fazia S. M. o o interesse que Ictnava alia) de que
os procesaos criminaos tivesso n aquella celcrida-
de, que para desejar-se.
Fez ottlias perguntas ao juiz municipal mos-
trando sempre o desojo, de que a administrado
la ttslica nao so demorasse ni decsao das quos-
tlo horas depois no Pilar, e outras vollarim do
mete de caminho. Alguns cavados morreram e
Otilios cancaram no nteio da jornada.
No Pilar apeou-se S. M. em fronte da casa da
cmara municipal, que eslava destinada para
Servir do paro imperial A mo grado das pes-
soas encarrogadas da decorante da casa, ella nao
tinha o asseio e (treparos necessarios para rece-
ber tao augusta personagem.
Todo o servico com a iccepcao de S. M. foi
cilo larJe e a ms horas.
A's 4 horas da larde cstavam as ras cheiaS
de grande numero de pessoas, que viudas dos
arredores m tstravam-se anciosas para rerem a
S. M. o Imperador.
Depois de 5 horas S. M. dcsccu d> paco, e
acompaohado de sua comitiva c de grande nu-
mero de pessoas do povo, se dirigi para a ma-
triz, o ah examinou o seu oslado de ruinas ; as-
sim como a nova matriz, que est em conslruc-
cSo : viailou o cemilerio c a cades, onde apenas
exislia un s preso de poucfi importancia ; nao
s pela sua posioo social, como tambem pelo
aclo qpe se Ihe imputa.
Reconheceu S. M. com os seus proprios ollios
que o municipio do Pilar precisa d'unta cada :
porquanlo a casa para este (im destinada nao
tein as proporedes o seguranza necessarias, len-
do sillo umitas vezes arrumbada o evadidos os
presos.
Depois desle passcio reccl!icu-se S. M. ao pa-
ro, onde deu beija niao.
Estiveram presentes o juiz de direito da co-
marca, o juiz municipal do lermo e o promotor'
publico ; aos quaes S. M. minuciosamente. nter-
rogou sobre a marcha da adminstraciio da justi-
ra civil e criminal; ao juiz de direito acerca das
correices o sess5es do jury, fazendo sentir
Decessidado >!. harerem na comarca as corro
ces e BossOes do jury, mareadas por lei ao juiz
juiz municipal a respeilo das testamentarias, tu-
toras o contas de tutores, eao promotor publico
acerca do andamento Cus processos criminaos,
recoi loiendando-lhe lodo o interesse na rpida
coucluo dilles, forro ac o dn culpa, etc.
A coi pora ai i di cmara municipal nao estere
presente ; apenas compareccu o scu presidente
e inris outro volcador.
S. H. dgnou-se de dar 5003 rs. para serem
buidos eom os pobres; 500-3 rs. para a
j i matriz e O'lS rs. para o cemlterio.
Cerca de meia noite appareceu unta banda de
msica, viuda da cidade de oianna, que acom-
panhada de grande numero de pessoas, percor-
reu as r.tas da villa, dando vivas a S. M. o Im-
perador, s. M. a Imperalriz c Familia Impe-
rial.
O povo conservou-se toda a noite acordado
pelas ras, al que soaram 4 horas da manhaa
do dia 27, hora aprazada para a partida de S. H.
o Imperador, que com a sua comitiva e mais
pessoas que o acompanhavam, soguio pelos en-
genlios Harn, Boa-Vista e Pao d'Arco, onde che-
gou depois de 7 horas, declarando logo que s 9
cantiiiharia para a cidade de Mamanguape
\'i chegar pouco anles do ongenho Boa-Vista
Ticdio S. M. informarles acerca do corlas arvores,
que encontrn, e ordenou que o rrnrdomo tiras-
so, e guanlasse o capulho conlcndo urna certa la
dun arbusto, que vulgarmente se chama algo-
dao bravo.
No ongenho Pao d'Arco o Dr. Joo Antonio de
Ca valho, npezar de ser avisado de vespera, re-
cebeu a S. M. com a deconcia devida e lite ofe-
ii um almoco bem servido
Anlcg de partir para a cidade de Mamangua-
pe, e (loando todos de sua comitiva recobravam
forjas | ira seguir viagem, S. M. acompanhado
de pencas pessoas so dirigi para um monliculo,
pouco distante da casa de vivenda para exami-
nar urna podra, onde se di/.ia que existam ins-
crpeocs e signaos bteroglyphiros.,
Para aproximar-se desta pe-Jra foi necessario
cortarem-se alguns rumos de arvotedos, que ero-
baraeavam o caminho.
S. M. estere a dous passos de distancia da po-
dra, que desenhou a lapis cm seu lbum, con-
servan.lo-sc por bastante lempo em urna posi-
. exrosta aos ardores do sol.
Ah declarou S. M. petante as pessoas que o
acompanhavam, que aquellos hieroglyphos eram
s 'melhanles a oulros, existentes cm uns doso-
hos que Ihe forain apresontadns pelo naturalis-
ta fi uicez Brunet, que os lomou em podras da
Sena do leixeira do termo do Patos desla pro-
vincia.
Nesla occasio soube S. M., que o menciona lo
naturalista nao tinha anda presentado o relato-
rio da viagem, que cusa do governo fez ao
i' tilro da provincia at o termo do Souza, no
> da administrado do Sr. S c Albu-
querque.
I.tiiao soguio viagem para a cidade de Mamut
guapo, onde cbt'n'ou cerca do titeio dia.
A | opulaco, que soube do vespera do traje-
te de S. M., corren espontanea mente, armada de
fonces e enxadas, para lite preparar o caminho
em ama extensao de tres leguas, o ah se con-
serven at que elle pasasse. Ao avisa-lo deita-
?a no chao os instrumentos de seu trabolho,
rompa em vivas e acctamacoes, e aeompanha-
corrida a'.c onde pcrmitliatn suas
ion; -.
Em una varzea, distante ditas leguas da ci-
dade de Mamanguape, denominada Carapusse-
ma, abra em duas alas um grande numero de
alleiros, estando collocado frente deltas o
rommandante superior Andr d'AIbuquerquc
iiho, c d'oulia o coronel Joo Valentim
PeixoJ.o de Vasconcellos.
Au appnnimar-se o prstilo proromperam to-
tsj valleiros em enthusiaslicos vivas e ac,
s o S. M. o Imperador, que leve de
-ir por entre cHes, que acompanharain-no
em seguida.
Na distanciad'uma legua da cidade de Mamin-
; d o as proximidades do ongenho Cuarila
il i senador P. Cunha Cez-se enconlradico o Dr.
Francisco Antonio d'Almcida o. Albuijuerque
com igual numero de cavallciros, que de rato
estrepitosos vivas c acompanharam a S. M. al
a cidade de Mamanguape, onde leve urna recen-
can condigna a honrosa visita que fez aquella
cidade.
Pur tttgum espaco do tempo a cidado do Ma-
manguape vio-so completamente aturdida com
u; eln| ilosos vivas, que dava a popula^ao, cheia
de pnthusiasm ?, que se aggloraerava pelas ras,
com salvas n girndulas, que do lodos oslados
nsirigiam 'i pon > de nio se poder ouvir o neni
ourcrsar-8*
capio com um pao. O Sr. cnsul americano
pedio auxilio 6 capitana do porto, esla requisi-
lou-a a estacao naval, que promptamente pres-
in um destacamento que foi a bordo com o re-
ferido cnsul, o conseguio prender os dous cri-
minosos, que foram rccolhidos casa de de-
ten cao.
O CAVALLO nvs MoXTAHHAS.Os docunion-
ls seguiules sao extrahidos de um trtigo publi-
cado por M. de Seguin no Journal des Hars :
Quera estudar os difTcrentcs typos da especie,
reconhecer desde logo naquello, do que nos
oceupamos, os indicios inherentes s racas pri-
mitivas.
Tesla quadrada, olhos grandes e expresaros,
co
Exigi os livros da cadea e fi-lhe apenas apre-' ventas largas, pouco desenvolvimnto de corpo,
sentados os do entrada e sabida, que examinou
atlenlamentc. comejnndo pelo lermo de abertu-
ra ; assim como exigi (ainbem o de obilos e ins-
peccao mensa! pedlndoacerca disto informaces
ao delgalo, quase aehava presente.
A casa da eada nao osla anda completamen-
te concluida ; mas ji ofl'orece as condices neces-
sarias de seguranza.
Depois desla visita subi para o andar supe-
rior, que se destina para as sessdes da cmara
munii ipal.
Este andar anda nao esl concluido.
Visitan lambem o cemilerio, as igreas do Ro-
sario e Cornean de Jesus e as escolas de primei-
ras lellras de ambos os sexos.
Corea de 8 horas da noite deu boija-mo.
Depois disto foi visitar a aula de latim, de que
digno profossor o Bvd. padre Espinla.
Poralgum lempo demorn-se S. M. cm exa-
minar os alumnos mandando tioduzir o regeral-
guna classicos latinos; retirou-se dahi salsfei-
lissimo com o tptovoilamenlo delles.
Hccolhendo-sc S. M. ao paca love do novo do
appareeer as janellas ao povo, que aoonipanha-
ra urna msica, que locara em frente do paco
dando vivas.
No nieio desle enthusiasmo, que honra por
corto os senlmenios monarchicos dos habitan-
tes da cidade de Mamanguape, urna s palavra
levo a forga mgica de acalma-lo, cora a neces-
ces ciJado.Inieirada.
Oulro do momio, mandando, em cumprimehto
de ordens impelaos, que informasse a cmara
sobre a pelcao que renieltia, do pedreiro Fran-
cisco Luiz do Carino Ribero, feita a S. M. Impe-
rial, implorando a g'aca de poder contar a ef-
feciividade de servico o estabelecimento do ce-
milerio publico desta cidade, onde disse que tra-
balhava ha oilo annos. fechando catacumbas.
Kosnlveii-sc quo se informasse conlra tito desas-
sisada prolencao, visto nao haver obreiro priva-
tivo no referido estabelecimento.
Outro do mesmo, respondeudo que opportu-
mente seriara submettidas a delibemcoda
lassembla legislativa, provincial os atligos de
posturas, que acompanharam ao oleio desla
cantara, de 5 do dezembro ultimo. Iutei-
rada.
Uulro do mesmo, remetiendo, em rirtudc de
ordens imperiaes, o requerimonto, feito a S. M.
o Imperador, re Anastacio Xavier do Coulo,
pjiAcvi, REctfh 19 de janm:ii:u UE 1>6D.
AS TRES IIOltAS DA TARDE.
CotsQes olTlciaes.
Descont do le raslu / ,10 anf'-
Cambio sobre o Ili" de Janeiro 1|2 0(0 do
rebate.
Francitt n Uameie de Almeida.
Secretario.
AI.FAN'f>EGA.
Readimento do dial a 1S. 227 7j7S72
dem do dia 19......l(J;0b8j>8J
parocem indicar primera vista a origem ara-1 amanuenso da secretaria desta cmara, allegan lo
be : mas o poito estreito, formas angulosas, a
garupa deseahida, a junclura saliente, a magre-
za das espaduas denotara tambera urna origem
barbaresca.
A historia obriga naturalmente a
visinhanca de Hespanha contribuio
duzir o sangue oriental na raca
franceza porque essa inOuencia
nos cavallos das charnecas da Gaseonha,
lem muta analoga cora os dos Pyrenoos.
Este ultimo lem sempre as mos para diante
as curvas cerradas, e a razao c simples ; criado
pensar que a
para intro-
da fronlera
conhecida
que
lor inaisde vinle o quatro anuos de servico, a-
char-se bstanlo (lente, e pedindo sor aposen-
tado.(.le se informasse que era mttilo justo o
pedido do supplican'le, ja por ser verdad o que
allega, quanto ao lempo do servico o estado de
molestia, e j pela necessidade de"seren os em-
progados municipaes considerados ompregados
pblicos, mas que anda nao havia lei para isso,
o agora era qu se eslava tratando delta na as-
sembla provincial.
Oulro do secretario do governo, declarando,
de ordem de S. Exc, que em dala de 29 de de-
887:647*576
OVIMENTO DA ALF.VND EOA.
Vulumos entrados com fazeirdas
com gneros
Volumos sabidos com fazendas .
cora gneros .
90
CU
= 710
195
02
=l-zi 297
A cmara municipal manda publicar, para
ahecimento de bous municipes, e devida exe-
ciip.ao, a postura abaixo transcripta, que foiap-
provada polo Exm. Sr. presidente da provincia.
P;e;i di ramara municipal do Recilc em m-
sao de 9 de Janeiro de !S0. Uaiioel Joaqun,
do llego t Albuquerqne, presidente. JUanoe!
I erreira Aceioli. secretario.
4.a ser.cao. Palacio do governo de Pornambu-
co em 1/ de dezembro de 185.
O presidento da provincia, allondendo no que
Ihe representou a enmara municipal do Recife
em offlcio do \2 de torrente sob n. 125. resolte
approvar provisoriamente o seguinte artK. de
p '--ora.
Arii.ro nico. As pessoas que caiarein ou pii-
tarem as frentes das casas, n rom lees obras dam-
i niQcarem os nomos das mas t os numero* des
edificio, doverao repc-los no scu perfeitn oslado.
os infractores soffrero a multa de 1(M ; o o tra-
bilho ser feito a cusa delles. Inri la-bc!ko
i .W/ii: Fiuza. Conforme. Antonio Ltilt de
' l'uiho.
Acamara municipal oKocifc,em wrtndc
idooffioio circular de S. Exm. o Sr. presidenti
da provincia, de 5 do correnle, manda fazer pu
bliee para conheeimento dos seus raimiripcs ,-
' ditol da presid neia, da mesma-data, decoran-
do ojira/o de 1(1 mezi marcados na lei para'
descont mensal de i-t) (i j no valor das notas de
5i. da 3." estampo, papel roxo, e de 500$ dn
1.'. 2. i :." esl pie ge esto substiluindo.
o qu i! principiar a i rre do 1." d- abril desta
anuo.
as ilianteiras ou trazeiras supportam lodo o pe-
so do corpo, segundo a cabera esl rollada para
o como ou a base da tnontanha.
Esla conformaco, pouco engracada, nada di-
miiiiic de sua solidez ; a experiencia constante
constitue urna perfeila conliaitea ; impossivel
deixar de admirar a dexlreza, a
a qual elle pisa por entro os fia,.
chedos, e n'uui caminho escabroso.
Este servo intelligente, tao viro na planicie,
n'um bolla estrada, que parece querer devorar
o espaco, torna-so. de reponte tranquillo, reflec-
tido, aliento no moio das desordens da natureza.
Enlao nao carece do ser guiado. Senhor de si,
aniniado de sua propria energa, elle conduzr
o cavalleiro sein necessidade do seu cuidado,
sidade, que tinha S. M. de repouzo o desea neo. Jucodeixem, ellechegar ao scu termo. Ven-
desde tenra ida le n'um plano inelinavel, as per- zembro ultimo se recommendara ao inspector da
Evacuaram im mediatamente a frente do poco;
mas foram para longo ainda dar expanso ao re-
gosijo quo sentiam.
A populaco nao dorma toda a noite, ale que
s i horas da uianha do dia ->8 S. M. com a su
com'tiva parti para esla cidade, onde chegou s
11 botas do diadobaixo dos maiscstrondososvi-
vas, girndolas o repiques de sinos.
Em caminho S. M. deu a honra de almocar no
engeniio Garga,do coinmandanle superior Joa-
quina (Jomes da Sveira.
A casa de morada eslava decentemente prepa-
rada, en almo-o foi bem servido.
S. 51. alni das pessoas, quera dava a honra
do chamar para a sua mesa, deu tambera igu.il
honra aos membros do esquadrao de volunta-
rios.
tand
cidas as difilculdades, deseen lo outra vez pla-
nicie, ei-lo novamente alegre e disposto como
I na hora da partida ; e basta ehegar-lhc a peina,
I partir a galope sera carecer nera de chicle
nem de espora.
Ocavallodos Pyrcneo? c geralmenle vigoroso,
porque a pozar do mo Ira-
nao se irrita, provando assim quo
o nao merece.
Se o cavalleiro se apeia, basta que Ihe ponha
a rodea sobre o pescoco, eile nao rugir, o espe-
iava paciente o signal de partida ; se o cavallei-
ro quer ir a p elle o segu como um cao lie!. A
par da energa, que lera os cavallos das raeas
apcrfeieoadas, lem urna docilidade, que nao'se
intelligente e manso,
lamento e"
encorara naquelles que exgera cuidados minu-
que o acompanharam nsto itinerario, pres-1ciosos. Scu temperamento c a-toda a prora.
i bous servieo, leudo apenas de lamentar-so ; Chegado ao cunte da montanha,banhado cm suor,
a fractura da pern i d'um tlelles
lo cidade no lugar Barreiras.
Vi-itou lambem a capella e casa
que vio moer.
No lim de poucas horas
va polas ras desta cidad
Iropilosos vivas da populaco percorrendo osedi-
llcios pblicos.
Esta viagem feta com a maior rapidez, que
possivel imaginar-sc, sem nunca se deixar aca-
brunhar pelas fadigas, que lite sao inherentes,
moslrando-sc somprc alegre o satisfeito, conven-
ceu iodos os Parahibanus, de que S. M. o Im-
perador, alm Jos dolos do espirito, lem urna
rgido/ physica superior educaco lina e deli-
cada, que receben ; assim como 'se sabe ser jus-
to o magnnimo no lempo da paz, ser tambem
forte e aguerrido nos campos do combate para
supporlar com soiu subditos as fadigas c Ira ba-
ldos, a que forera submcltdos para mantorillesa
a nlcgridade e independencia deslo vasto impe-
rio; coja corda descanc.1 sobre a sua froule sa-
bia, nobre e esclarecida. Vivara pois S. M o Im-
perador o S. M. a Imperalriz !
[lia Imprenta.)

na entrada des- basta ser desenfreado. Elle espera pacienlemcn-
te, u'uraa estribara aberla a lodos os venios,
do ongenho, '"al calcada e sem estira, que so lite de urna
man cheia de corada. De ordinario elle faz nos
de sua chegada se o das de julho e agosto urna jornada de dez, e dozc
, dcbaixo dos mais es- horas, por caminhos diilicilimos. 6 car-regando
um cavalleiro as vezes mais posado do que (dio, e
recnlhe-se estribara fresco, disposto e promplu
para continuar no outro dia a mesma tarefa,
passando a noite mal agasaThado, edeitado n'uma
cama feito a estno.
thesouraria provincial mandasse proceder 5 no-
va ntimera.-o dos prodios, como indicara esta
cmara emollkiodo 19 do mesmo mez.Iniei-
rada.
Um despacho da presidencia na informaco do
director interino da repartigao das obras publi-
ugeireza, com ] cas, relativa requisicao que fez & mesma pre-
menlos dos ro- | sidencia o Dr. chele d polica dos dous arraa-
ens, existentes na ra do Calabougo, para ser-
virem de ponto de rcuniao da rom pan h a de pe-
destres, fazotido-se-lhos as obras necessarias,
dizendu o referido director que or armazens nao
eslavam a cargo da sua rcparticao.c so achavam
oceupados com mnteriaes pertncentcs cma-
ra.Que se informasse a S Exc. ser islo rerdo-
de, e que laos eram os materiaes, e a porco
delles, que a cmara nao tinha onde deposta-
los, mas que logo desoecupasse os armazens,
com mullicara S. Ex:
Oulro do Dr. chefe de polica, expondo asra.
zoos por quo enlende ser de vantagem, ou que
osla cmara designe as mas, em que devora os
carros e mais vehculos de condueco transitar
em urna s diroccao, ou que por nia postura o
aulorisc a fazer designacao om regulamcnlo
especial, proporco qne o iransllo lor oll'ere-
cendo perigo, pela sua frequencia.Quo se ou-
visse ao advogado.
Oulro do Dr. Joo Jos Pinto Jnior, juiz
municipalsupplente da segunda vara, participan-
do lor om dala de 22 de dezembro passado o
exercicio da mesma rara ao segundo supplente.
Inieirada.
Oulro do bacharel Francisco Jos HarlinsPe-
na Jnior, participando lor entrado no dia 23 de
dezembro no exercicio da delegada do primeiro
dstricto desla cidade.Inieirada, c que se res-
pondesse.
Outro do leoenle-coronel Jos. Gomes Leal,
juia de paz mais votado do primeiro districloda
freguezia do Recife, participando lor lixado a
sua residencia no bairro da Boa-Vista, e que
pelo fado de sua mudanca, entenda que Ihe
nao era licito presidir aoslrabalhos dajunlaqua-
lilicadora, etnbora tivesso feilo a sua convoca-
r o.Que se respondesse que, visto ter feilo a
Descarregam hoje 2J de Janeiro.
Brigue inglezRunnymedebacalho,
Barca Ingleza- Izabolla Itdleydem.
Brigue inglezCaberfegh loura e cen ja.
Brigue ingle/Ctcment -carvo.
Barca inglezaFavoritafazendas.
Ha rea inglezaCrowncarvo.
Brigue portuguez Amaliadiversos gei
Patacho sardo Maradem.
Patacho americanoSlerversgoHo.
Patacho americano-J. C. Coale-farinha d; trigo p.n.0.do, binara mun 1, al -1 i Rrif.
de 16 de Janeiro de 186U i.'., aet J oquim dr
linpnrtavo Renae Albuquerqne, presiden!. Francisco Ca-
Brigue dinamarquez Heindal, vindode Liver- nulo da Boa- 1 i ofli i maior interino ser
pool, consignado a Scott Wilson & C, manifes-j vindo de secretario.
lou o seguiole : | Secretaria do governo de Pernambuco, em
203 toneladas de carvo de podra ; aos mi 3- de Janeiro de 1860.
s. Exc. o Sr. presidente (;,: provincia manda
em s
mos:
Banca ingleza Croirn, rinda del.ircrp ioI, con-
signadaa SaundcrsBrothers & C, manifestou o
seguinte :
24S toneladas de carvo do pe Ira, 15 .
15 barricas c 1 cesto com iouca ; aos mes-
mos.
27 laxas do ferro ; a S. P. Johnslon & C.
-37 pecas ile ferro, caixas e2 barricas ferra-
gens ; ordem.
Escuna ingleza Spiril, viuda de Trieste, con-
signada a N. O. Bieber&C, manifestou o sa-
guinie :
1,00o barricas farinha de Irigo: aos mes-
mes.
Patacho sueco Jenny, rindo Je Cardiff, con-
signado a Soutnal Mellors &. C, manifestou
gninte :
til toneladas carvo de podra ; ordem.
Brigue inglez l'AUa Jenkin, viudo de Sv.an-
sea, consignado a Scott Wilson &C, manifes-
tou o seguinte:
:SI1 loaelados de carvo de pedn
mos.
Patacho sardo Mara, vindo do C
signado a Bastos & Lomos, manifestou
guinlc:
30 pipas e 20 barris vlnho tinto, 00 ditos dito
fazer publico, em cumprimento das ordens i
periaes, que o prszo do lo mezes marcados ua
lei para o descont mensal de lo 0 n i o
'las notas d r>0j M 3." estampa, papel i
de 5 lOj da l.", 2. : eslampes, que se i
substiluind i, ; rini piar a correr no 1." il>ril do
crrenle armo.Jsj /; in da c h ;'
redo Jnior, secretario do governo.I ni
Antonio Leile de Pi>..'>.
Pela nspeceo da Alfandega se faz publico
que no dia l do crreme depois de meodia
se nao tlearramatar u porta da mesma Renarli-
co, sendo a arremslaco i i re de direilosao sr-
remalante, 98 caixas vaaias demarea S aban-
donadas aos direitos pelo negociante Thomaz i!,
Aquino Foneeea. Alfandiga de Pernaml
18 Jos rernanilo Barroj.
'i: s-
0 so-
:.'
blanco, 9 i
licores, 2H dilas e 1 I il i az
ite
doce, 10 I hcelas c557 caixas mas-1-, 320 bar-
ricas farinha do trigo, 850 SiCCOS farelo, 10 di-
tos feijo, 10 ditos orvilha, 21 ditosgru do bico,
27 barricas castanlias, 2 potes btalas, I
queijos, 2 caixas salames, 11 ditas figos, 12 bar-
Subddlegaeia da freguesia d> l'ejj 19 d-
Janeiro da 8(50.
Acha-se depositado um cavallo alazao, tuii
fora tomado a Antonio Sjvorino, no lugar d"
Arraial como furia.lo, a pes^oa a quem o n
perlcncer compareca nesla Subdelegara justifi-
cando Ihe sei entregue. O Subdele
ricas alpiste, 12 fardos alzem, 12S bacetas Jo56 "oncalves da Porauneula.
ido,
Os cavallos de que 03 touristas so servem nos convocacao Ihe compella presidir o junta,
BKfiMBUCQ.
Pyreneos nascem as monlanhas.
As eguas sao cuberas ni primavera, e parem I
na estribara. Quinzeou Irinta d.ias depois, con-'
forme a nev esl mais ou menos expessa a tni
e o potro sao mandados para os pastos chamados
communs. All vivera era liberdade, e por assim
dizer no estado selvagem alo se acabar a hecva.
Os donos vo procura-Ios, eos levara para as
granjas do valle, onde sao sustentados a leo,
durante o invern.
Ha duas industrias o criador o o <;naidador.
ao pnmoiro perteuce a egua o o potro, ao se-
gundo a granja e o fono. sto di o asylo e o
sustento por tres ou qualro mezes a 5t) deos
por cabrea.
Consoguinlemenle o polio desde que nasce
cu-la 56 francos por anuo, ou 150 francos por
tres annos. Completos estos, entra em Bbrvieo,
mas antes de comecar a trabalhar da-se-lhe o
seguinte ensino':
Primciramento lanca-se-lhc ura caboe&o hos-
panhnl bastante grosseiro o forte, c multo mais
Habita-se a fazo-lo
EVIST&OlfiRia
Nao nos possivel deixar de levantar o voz
contra o modo porqu sao transportados os as-
stteares, que rom dos engenhos.
Este servico podo muito bem ser substituido I dirigido por raaos brutas.
por animaos, o (pie dore torua-lo sem duvida I parara urna voz dada,
alguma mais econmico, ao passn que por lal j Depois desla primera experiencia, leva urna
arte ficarao disponiveis nao poneos bracos, que a barda com silbas pura e simplosraeule, e
iro aehar emprego mais lucrativo ora oulros ra- emprogedo ora conduzir lenha da moulanha, aug-
mos, como porcxeinplo a agricultura. monlando-se insensivelraenle a carga
Alm doste lado nolavelmeote mais ventajoso, Acostumado a oslo Irabalho, fcil supporlar a
6 ainda desconveniente seroclhante modo de sella, o freo, e o brido, e-esl promplu para o
transporte, porque o ncommodo publico o gran-
de as immedagdes em que se elle d pelo atro-
pello em que os carrogadores pcm os viandan-
tes, dando-1 he muitas vezes bous eneontrodes.
Do exposlo resulta n necessidade de una mo-
co mu
era expressu no arl. 110 da lei regulameular das
eleicoi s.
Uulro do subdelegado dos Aflogados, pedindo
Ihe declaraese a cmara se Jos Lucio Lins ob-
leve I i cenca para malar gado naquello dstricto,
e em que lugar.Que se respondesse com o quo
exisltsse.
Oulro do procurador, aprcsnnlando o antho-
grapho do orcamento da receito c despera da
cmara paran exercicio do 1860a 1861, atlin de
ser discutidoA cmara conformou-se tora a
maireira ;iot que eslava feito.
Outro do fiscal do Becife, iuformando qne Ber-
nardo Jos Rodrigues Pinhciro poda continuar
cora a edilicacu de sua casa terrea na ra do
Brum, fazvndo-lhc o augmento, para que reque-
rou lii'enra.Concedeu-se.
Leii-se e mandou-se remoller coramisso de
peticoos, um requorimenlo dos amanuense epor-
leii j do cemilerio, pedindo augmento em seus
orden idos.
Aulorison-se ao procurador por em leilo
asmadeiras do pavilho da praca de PedroII,
obrigando-se quera as arrematar, a demoli-lo,
o as fazendas da decorago da groja do Col-
'' '.
t> Sr. Reg apresonlou urna proposta, augmen-
tando as laxas do regulamentu do cemilerio, o
foi remelhdii coinmtssode polica.
D''spacharam-so
spaciia.am-se as peticoos de Antonio Jos
trabalho de cavallana. Soares, Amonio Jos d'Olireira, bacharel Anto-
Esle ensino anda que primitivo produz os me- Ino Luiz Cavaleauti de Albuquerqne, Bernardo
Ifioros resultados cora raras excepeoes. : Jos Rodrigues Plnheiro, Carlos Augusto de Bar-
Depoisde scu bom servico em todo o verao c ros Lima, Domingos da Silva Campos, bochan I
dida no sentido indicado, a lira de nao continua
economisarem-sc aquellos do o lempo, que dura a
para erapregos mais pro-
oulono. se o cavallo supportou bem o Irabalh >,
conduzido aos pastos coniniuns, e ah Qca lo-
herva.
rom des abusos, e
bracos, distrahindo-os para empregos mais pro- '-ugo que chega a nevo, passa para as granjas
veiiosos e uteis. do valle, com os potros, para cm maio tornar ao
Escrevem-nos do Caruar, em 17 doeor-J Irabalho de cavallaria. Beve-se notar, que s>
renie, o seguinte : se Ihes d corada na poca ora que trabalham.
Nao ha tacto algum para referr-se, quanto | Se o cavallo Reo o mais caucado c nao promci-
pratica de actos criminosos ; c sim quanto re-i'c pelo scu estado poder rollar a cavallaria, c
presso pois foi capturado pido digno subdele- "
gado de Panellas, Manoel Jos Francisco,
lioso de morle, na provincia da Parahiba.
A cante verde lem dado hora dtnheiro e j
chegou a 8? a arroba, e os domis gneros con-
servara procos moderados.
No jornal l.a Repblica de Montevideo lomos
o soguinle aviso, que muito interessa ao cora-
mercio e a navegaco :
vendido para Hespanha, e empregado nos ira- Manoel
erimi- balhos agrcolas na Calalunha o Ara gao.
Estes animaos, porm, lo fortes, e lo enr-
gicos as monlanhas, perdeni a pouco c pouco
essas boas qualidades nos planicies, onde a in-
fluencia do clima, do solo, c dos alimentos mu-
dan completamente a sua natureza, e licarn per-
feilamente uns sendeiros.
Assim como os cavalhos croados
nos terrenos
O pharol que exista na ilha dos Lobos om Mal-: planos, nao podem soffrer o irabalho as mon-
donado ral ser transferido para a Pona do Leste,
o se eolio jar om una lorre que se acha edifi-
cando com 30 varas do altura. D. Gervacio Bur-
guer.o, chefe poltico doste dopartamenlo, fez um
duplo servico com esta mudanc.3 ; pois alera
de ser a Pona do Leste ura lugar mais ventajoso
liara a navegaoiio, se conseguir (ue a ilha dos
Lobos se torne novamente freqiientada por estes
amplni.ios, quo se linham nll'ugcnlado de una
maneira notovel pelo ruido do pharol c pelo fe-
udo do azeite de suas lantcruas.
No da 2 de outubro publicou o governo o se-
guinie aviso aos navegantes :
No dia 1." de inarc,o de 1800 deixar de func-
conar por ordem superior o pharol que actual-
mente existe na ilha dos Lobos. No mesmo dia,
o em urna miro de 90 ps i glezes de altura, si-
tuada na Pona de Leste aos3-58s, 5i-50 long.
O. do meridiano de reouv.ich.se estabelecor um
pharo'i catadroptico do luz fixa c branca, que li-
car collocado 152 [ios deelevacao subre o ni-
vel do mar, o ruja luz. cota atmosphera clara,
ser visivcl mais de 20 milhas de distanda.
Por aviso de 29 de dezembio ultimo foram
nomeados os primoir >s lenles Francisco Jos
Coelho "'
Ernesto d'Aquino Fonscca, Ignacio Harlins d?
Cosa, Isidoro dos Anjos da Porciuncula, Joa-
quim da Silva Rogo, JosJacintho Silveiro,Jos
Bernardo da Silva, t)r. Joo Ntmomoceno Das
Fernandes, los Das da Silva Guimares, Joo
Baptisla de Mcdciros, Joaquim Fram isco de Pau-
la Estevcs Clemente, Jos Camillo do Reg Bar-
ro.-, Luiz Pereira Raposo, Luiz Jos Nonos de
Castro, Manoel Peros Campollo d'Almcida, o
Jos; Mactel ; c levanlou-so a ses-
so.
Eu Francisco Canuto da Boa-Viagem, oflicial-
maior, a escrevi. no impedimento do secretario.
llego eAlbuquerqne, presidente.Reg.Mel-
lo. OU reir.Gumeiio.
man, 7 caixas gomma arbica, 1 dita dita lac-
ea, 1 dilas e 1 lata incens, 5 dilas essencias, !
caixas espirito de alfazema, 1 dita raz de al-1
lliea. 1- ditas agua de laranja, 1 i saceos cora-
da, 1 dito senite, 28 latas massa do tomates, 67
caixas o 2 finios papel, 2 ditos e 1 flor de
viola, 1 lata alcanfor, 1 caixa escamonia, 100 di-
las enxofre, 2 dilas phosphoros, 20 ditas alvaa-
de, L! dilas e 1 barrica missangas, 2 furilos cha-
peos, 1 picle panno do linho, 1 dito seda, 1
tala reludo, IbO cadeiras, 80 pedras do marmore,
9 caixas ditas e lijolios de dito, 1,9i ladrilhos
le marmore, 2S fardos cordoalho, urna p rea
de pedia par lastro do navio; aos consignata-
rio-,.
Brigue nacional Algrele, vindo do Rio Grande
do Sol, consignado a Manoel Gonralves da Silva,
manifestou o seguinte
6,135 arrobas de carne de charque, 1i dilas
de sebo em rama : ordem.
Brigue inglez Runnymede, viudo do Terra No-
va, consignado a James Crabtreo &C, mauif
too o scguinlc :
2,090 barr -as bacalho ; aos mcso.o-.
CONSULADO GERAL.
Reudimento lo dia 1 a 1S. .
dem do da 19.....
Tendo o governo i nperial resohi lo man-
dar fazer por arrematado a parto Jas nbra d-
caes da alfandega, perl'onoente ao mini imp rio, o que ainda su m ha poi ir, rom
prehendida desde i tinha da rea e" !5 iari i i
o arsenal de guerra, observando so < ploi i
apresentado polo eng i i : i, s Neal ; j e
presente se convida
remalar a continuadlo da referida obra a
senlarem sois propostas i ni carta .
secretaria do oslado, dentro do prazo de 0
contados desla dala
Secretaria de estad godos do imperio
em 2i de noicmbro de 1859.
Fausto Augusto de A guiar.
Novo Banco ih; Pernalbuco.
O novo banco de Peroambuco r
llij as notas de sua emiss5o de !', 20^, e pede aos possuidores
o favor di; as virem Ire-cor
das mesmas
no s i; e-
naii! :
49 99 I
3.109j450
criptono, das 11 hora c!a
as 2 da tarde.
Subdelegada da Freguesia de de S. A ni -
nio 16 de Janeiro de 1860.
AchSo-se deposita los tres cavallos castanbos,
f|ua foro cuconlrailos as ras desta ciJade,
diversas PROVINCIA?. '1^^'" f-T seus donos roraparejao ncstcjuizi qu
Rendimento do dia 1 a 1 2:6203441 justificando Ihas sarao entresues. An|
___!5J BernarJo Quinteiro, Subdelegado Suppl
Pela mesa do consulado proiinciol -e |
_ publico que os trnta das uteis para o pagamen-
a bocea do cofre dos m dos tos le ; por cen
dem do dia 19
53:103239j
I
.620J441
672^006
3:2923441
taiihas, tornando-so ou temidos, ou de urna irri-
labildadc perigosa para o cavalleiro. Ale/a de
que 0 seu proco nao tem comparaco com a ta-
ca monlanneza.
Passageiros do brigue nacional Artista, sa- ,
hido [tara o Itiode Janeiro : Guilheriniia Ma- Cljj "3 ra-
ria da Conceicio e 2 Qlhos menores.
H&TAD0CR0 rcBLic.o :
Hataram-se no dia 19 do correnle para o con-
sumo desla cidade 52 rezos.
Correspondencias.
Srs. Redactores. A neces dade de ser fu
Idicado cm o seu eoneeiluado Diario o presente
documento, uuilo a bou lade gcralmente conhe-
o1-
n
me conduzem n rogar-Ibes a sua
Neto, Francisco (ionios da Silva, e Joao
Apcou-se S. M. na casa, ha pouco edificada pe- Baplisla de (Mireir Monlauty, para commandar;
Jo Dr. Francisco Antonio, que foi destn ida para o 1. o vapor Theti, o 2. o vapor Piruja, c o
o paco imperial. 3. o vapor Maraacn.
Esta casi estar* preparada com bastante accio. Foi nomeado por aviso de 27 do mez pas-
c docemia. I sado o primeiro lorente Francisco Romano Siep-
O pavimento estar forrado de esleirs e lapc-jplo da Silva para commandar a companhia de
tos e as paredes do paptd fino. aprendizes niarinhciros desla provincia.
Havia urna mobilia de jacarando, primorosa-! O dislincto primeiro cirrgiao do corpo de
mele onlalhada ao goslo de Luiz XV, outras da saude da armada Dr. Joao Juse Damasio, que se
mesma madeira e movis de amarnllu vinhatico; acha embarcado no brigue barca llamaraca, foi
OS mesas eram cobertas do lino marmore, sobro nomeado por aviso de 3 do correnle mez para
Mor.r.iLinAUK do da 19 do CORRERTE:
Jos, pardo, 5 anuos, bexigas.
francisco, pardo, 6 roezes, convulsocs.
Hara, [trola, escrava, soiteira, 60annos, fe
cerebral.
Joo do Espirito Santo Glora, prelo solleiro,
annos, gaslro inlcrite.
Joaquim, branco, 1 dia, congoslo pulmonar,
lias, urdo, S mezes, bexigas.
Francisco, branco, li mozos, convulsocs.
Ha ria, parda, 5 das, espasmo.
Hospital de cabidade. Existem 68 ho-
mens, 59 mulheres Dacionacs, 1 hornera eslran-
goiro, 1 liomem escravovlolal 129.
Na lotalidade dos docn'tes existem 37 aliena-
dos sendo 30 ni ti Hieres e 7 horneas.
Foram visitadas -as enfermaras polo cirr-
giao Piulo s 7 horas el/2 da manhaa, pelo Dr.
Doruellas s 8 horas e 1/2 da mauha.
as fases ilescan -avam candelabros c serpenliuas
de ciysla'
servir no hospital de niaritiha da Baha do cuja
diroccao se ra incumbir, sendo substituido pelo
Exista um bom servido de mesa do tina porec- segundo cirrgiao Dr. Pamph lio Manoel Freir do

lana o cryslal ; assim como de prala.
Os aposentos de dormir c de abluces eslavam
prep.-.rados com aceio, tanto para S. M., como pa-
ra as pessdas de sua comitiva.
Depois d'um jautar bem servido S. M se diri-
gi ao pavilho quo licava em frente do paco
imperial, cm foima de kiosco, forrado de tapete.
Ahi apresonlou a cmara municipal S. M. as
liouieiiagons do cslylo.
S. M. declareu.que despensava a ceremonia
do Te-Ueum ; porque linlia ainda de percorrer a
cidade nns poucas horas, que Ihe resta va m.
Oahi seguio com todo o scu prestito para a
igreja inaiiiz, onde fez orarn, o do Solt visi-
tn a cadn, onde j se aehava o Dr. chefe de po-
lica.
Havia na carica 5 presos, sendo m delles do
sexo femenino, acensado por crime de homicidio.
O Dr. chefe de polica expoz o motivo ra priso
rio cada um delles o o estado dos seus respecti-
vos processos.
Carvalho.
Acha-sc lambem nomeado o cirrgiao de
diviso Dr. Jos Luiz de Arnnjo Lima para ser-
vir de chefe de saude na eslaco naval desta
provincia, cm substiluico a i cirrgiao do divi-
so Dr. Joaquim Hariano P.'reir, que vai ser-
vir no corpo de imperiaes marinheiros.
Aviso aos navegantes. Consta officialnienle
no governo imperial que no noite do Io do ou-
tubro prximo passado, principien accenddr-sc
um novo pharol no Cabo Scaiaunia, provincia de
Nato, no reino das Duas Sicilia*; seu apparelho
lenticular de 3a ordem, a luz 6 fixa c invara-
vel ; acha-se collocado na laltiluje N. 36o
ib-' 15 e longilude I"., de Pars 1210'-7",
e na altura de metros 37, 5100 sobro o nivel das
mais altas mares, c visto na distancia do 18
milhas.
Por decreto de 15 de dezembro foi concedida
a doQiissao de servico pedida pelo 2" cirrgiao
do corpo de saudo (la armada, conselhciro Dr.
CMARA MUNICIPAL DO RSCIFF..
SESSAO EXTRAORDINAIIIA DE 9 DE JANEI-
RO DE laoo.
Presidencia do Sr. llego c Albuquerqne.
Prsenles os Srs. Beso, Oliveira, Mello o Ca-
meiro, fallando sem causa participada os mais
sonhores.
Abrio-sc a sesso, e foi lida o approvada a
acta da antecedente.
Compareccu lambem, j no flm da sesso, o
Sr. Franca.
Le o-se o seguinte expediente :
Um ofBcio do Exm. presidente da provincia, de
6 do dezembro ultimo, recominendando quo o
amara dsse as providencias necessarias para a
reuniao das juntas qualilieadoras do municipio e
do conselho municipal de recurso, nos prazos
marcados na lei.Inieirada, por j assim o lor
feilo.
Outro do mesmo, "exigindo que Ihe remettesse ] (OS
a cmara, at o ultimo doste
cao das uecessidades desle m
publicarlo, pelo que a inda mais grato ser -Ihes-
lia o seu respeitador e constanii leiior.
Antonio Lobo Albertim de Miranda lien-,
|ques, cidade de Olinda 17 dejanoirodo 1860
lllm. Sr. presidente da cmara municipal del
Olinda.O alferes Amonio Lobo Albertim
de Miranda Henrinjaes, veriador da mesma ca-
50 i mar precisa qua V. S. Ihe atiesto so o suppli-
conteiera onnoexercidoo lugar de veriador com
frequencia, exsclidao e confianga da m mara ; como tambara o que constar a V. S. da
conducta morolo civil do supplicante; portanto:
Tele a V. S. que digne-se atteslur o pedi-
do E. R. lf.
jNada me consta cm desabono da -conducta do
supplicante afirmando porm ser assiduo no exer-
cicio das funries de veriador da cmara desta
cidado.
Olinda 8 de agosto de 1855. Joaquim
Civalcnute de Albtiquorquc, presidente.
O veriador Antonio Lobo Albertim de Mi-
randa Henriques. .
( Eslava sellada c rcconboida ).
DESPACHOS DE EXPORTACAO PELA MESA
)U CONSULADO DESTA CIDADE NO DIA
19 1)1". JANEIRO DE 1860.
ew-York Barca americana Proli e C, 30; saceos assucar mascavado.
Philadelphia = Barca americana Imperad
M-tUieus A. & C, 1,00'J saceos assucar masca-
vade.
Rio da PialaSumaca hespanbola Ardillas, \.
Bryan & C, 80pipas agurdente.
Rio da Prala Polaca hospanltoh Paralnos,
A. Irma os, 110 pipas agurdenlo.
Rio da PrataBrigue nacional llarinho III,- A.
Irmos, 1.00 barricas assucar branco, 48 cascos
agurdenle.
CrookavenBarca ingleza Cora, Johnslon Pa-
to;- & i;., 500 sarcos assucar mascavado. <
Lisboa-r.n.irea portuguesa Ilortencia, A. Ir-
mos, 190 saceos assucar branco eCoditos dito
mascavado.
LisboaBriguo portuguez ctLaa III, F. S. Tt.
& l'ilho, 100 saceos assucar brinco o lOOdilos
dito mascavado.
a"ligue portuguez ('Bolla Figuoi, ;
F. S. Rabello & Filho.lUO saceos assucar branco
Lisboa Brigue portuguez Tino, diversos car-
regadores, 425 saceos assitcar bronco, lu'5 di-
li s dilo mascavado, 396 couros salgados.
PortoBrigue portuguez Promptido II-", diver-
sos carrogadores, 4 saceos o 6 barricas assucar
branco, c Odilos dilo mascavado.
IIECEBI^ORIA DE RENDAS NTLRNAS
GERAES DE PERNAMBUCO
Rendimento do dia 1 a 18.
dem do dia 19 .
8:8f.Ca755l
397^636
9.2C4j39l :
CONSU LA DO PROVINCIAL-.
Rendimento do dia 1 a 18. 57:855*97:!
dem do. dia 19....... 3:170)- 5
6102BJ956
Srs. Redalores. Vendo no Diario n. 31
de 17 do correnle a discripcao dos festejos de
Olinda, e as pessoas que para ellas conconeram
nao pude conter-me avista do modo por que
all se faz mencao dos relevantes servicos pres-
tados pelo muito honrado promotor o sr. Dr.
Manoel Izidro de Mirand. Cello de que este
Sr. foi do?, menibros da commisso da decomcao
da casa cmara, o que mais trabalhou e mais
constancia lev em administrar aquelhs servi-
conservando-sc a assisti-ks mesmo a noite:
Movioienlo do porto.
Navio entrados no dia 19.
Ro Grande do Sul21 dias. brigue nacional ila-
fra, de 270 toneladas, capilio Jos Joaquim
Dias dos Prazeres, equipagam 15, carga 10:500
arrobas de carne: a Amorira & Irmaos.
Navios sahidns no mesmo dia.
Rio de JaneiroPalhabotc nacional Artista, ca-
pilo Joaquim Jos Al ves das Nevcs, carga as-
sucar.
ParalabaEscuna ingleza Spiril, capitao I. F.
Fownd, em lastro*
ValparaizoGalera ingleza D. Mogo, oapil.o Ja-
ntes Cli.indler, carsia assucar._______________
Editaes.
e mez, urna exposi- | mister se faz que haja mencao mos honrosa de
aunicipio, alun de ser sua dedcacao, > nao da maneira porque se disse
levada ao conheeimento da assembla legislativa *..:.%- r ,.
provincial.Inieirada. | naquella discripcao ; Esquecia-me dizer etc.
Oulro do mesmo, remcllondo aportara, por Se nao foi proposito d) correspondente o que
copia, pela qual approvara provisoriamente o ar-
tigo de posturas, que acompanhou ao offlcio dos-
la cmara, de 12 de deztmibro, sob numero 125.
fcilmente cruio, fot urna esdruxularia que nao
devo passar ilesapbrcebida. Publicando estas
i illllillil! Ui; l HTj (Ji M llll'Hi! ,->i7l/ ll'llii'.lt' l-'J. ,, I 1
Que se puWicasse, e se remctlessem copias aos nnas poderao VVT 55. constar com agralidao do t
Os'raes. Verila?,
Outro de mesmo, enviando o aviso, por copia, =====;
Secretaria do noveruo de PcinambuGO, cm 5
de Janeiro do 1860.
S. Esc. o Sr. presidente da provincia manda
fazer publico, em cumprimento das ordens im-
periaes, que o prazo de 10 mozos marcado na lei
para o descont mensal de 10 U/o no valor das
notas de 50$ da 3.a eslampa, papel r\o, e de
500$ rs. da 1.a, l*.e_8." estampas, quo se cstao
substiluindo principiar a correr no 1. de abril
do correnle auno.O secretario do governo, Jos
Denlo da Cunha Figueiredo Jnior.
De ordem do lllm. Sr. Inspector da The-
souraria de Fasenda desta'Provincia, se' faz pu-
blico que a arrematado da parte do sobrado de
dous andares na ra da Guia n. 29, penhorada
oos berdeiros de Antonio Ferreira Duane Vel-
loso, nao teve effeito no dia annunciado por falta
de licitantes, o por isso Gca a mesma arrema-
tarlo transferida para o dia 28 do corrento mez.
Secretaria da Thesouraria de Fazenda de Per-
I nsmhuco 9 de Janeiro Je 1860. O Gracia!
10 a bocea do cofre dos mpostos do
sobre diversos estobeleciiiicnlos de 4(1 I
sas de modas, de perfumaras c de vena"
vora, e do i$ sobn ir r
dativos ao anuo Jlnancoiro do l.s.jU o .
cipiam a contar do da iO do janeiio cor;'.
lindo os quai II. ara incursos na mulla de ti
por cotilo os i, m depois desse i razo.
i do coiisulad i provincial de P< rn n
11 le Janeiro de 1860.Antonio Carnci.o Mach -
do liios, administrador.
A directora di- obras militan -
construir no quarlel do balalhSo dei rlilhr;j
urna casa para banhos das pracas do di
quem deste servico se queiraoncnireg
reca na mesma directora, das 10 horas em
le, nos das 19, 20 o 2\ para tratar a respeilo.
Directora das obras militares di Pernan
18 de Janeiro de 1660.u 2." lente amanuen-
se, Joo Uonleiro de Andradt Malceii .-
Conselho de com-
pras nayaes.
T. o lo de fazer-se o arquisco dedivers is "!-
jectos de material, abaix d lai los, ra for-
neciraento do almozaiil lo do
nha, manda o conselho fazer publica que ti
Jiss i em sesso de 25 do correnle mez, 6 vista
da prop : >las em carias [ochadas enln nu i -
mesmo dia atea-; 11 horas da mauha, a tnpa-
nhadas das amostras que caibam no i
cortos o- confuir i mes de su
de 500|0dj valor decada oi'jrcto nao e ..
da '[ualidade o na qoanlidade contraa as e .:
carregarem alem disto com o excesso do pre^o,
se o liouver, quando pela falla so ret ra ao
mercado, bem como de seren papos do q le -
dercm pela forma ha muito om pratica.
Objoclos.
Ail na de pinho de 70 ps de compri-
inenlo o 20 de dimetro
Ano. ra pequea de ferro
Amarras de li a 83
Alicates no ferro chaloso redi
Agulhas de palomba
Algodao em rama
lirovas grandes do pnlai
Cofre com tres chaves
Croques de ferro
ae
6[3
-'', -
' Maior interino,Luis Francisco de S. Paio Si|v
(iorrontc di.' forro
Camisas de brim
Dilas do algodo
Calcas de brim
Dilas de algod.io
Cadnho de lapis ns. 25, 3.', 0 c 50
Dobradicas fle meta!
Bsealcr de 4 roaos
Fillo encarnado
Flanella de esealec
Fechaduras de eaman te
Fechaduras de porta
l.iuha de barca
Lisa de vidro
Podras de amolar
Peonas Ue nqo
Papel hollanda
Remos ue faia tie 19 a
Saceos de tonduccao
Sola
Socante
Tinla branca de zinco
Sala doconsolho de compras navaes eos 14 (!:
Janeiro de 1860=0 secrviario,
^________A lexandre Rodrii u esjl)* Aa/wt,
Baile -nacional.
Snbbado 21 do corrente, haverS grande e pom-
poso baile nos grandes e espacosossalos d< caos
de Apollo.
Debaixo da direcgo do novo proprietark An-
tonio To\ieira dos Santos, tem rpresee.ladc esta
1
.1
i
10
l
2
SO
1
r.o
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10I

100
11H
40
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i arrobas
200 toan ^
10
. visas

200

se
Ti
5u i -l.-.s
[Ti
v


m
Mario bfc rt&NMBTjm sexta ff.ira o de U'^ e
-
estabelccimcnto a niihor orden em seus diver- more, tendo soruente de estadtr,
lmenlos, coi tinuando o mrsmo a emprogar lo-
dos os meios ao seu alcance para a conseivaeao
da nicsina oriem, c explendor nos seus divert-
mentos, pedi:ido no respeilavel publico n sua va-
liosa coadjuvaco, paia levar a efTcilo lito lou-
vavcl intento.
O reglamelo do Illm. Sr. Dr. chtfe de poli-
ia ser HelmenlQ executado, nao pdenlo ler
ingresso quem nao se aprescnlar decentemente
vestido.
Billieles pua senhoras gratis, parorhamens 2?.
dous
dias a contar da data, do 1-Hio : hoje
20 do crvente ao meto dia n> porta da
associaco commerctal.
LEIL
Queijos flamengos
O Dr. Manoel Moreir Guerra,
tem o seu escriptorio de advocada na
ra estreita do Rosario n. 21, prinv M
andar, onde sera encontr^ no$ ^
~^juiz municipal supplen-
te em exercicio da 2.a vara,
transferio sua residencia para
?aet$ardei0hOmdamanh5aat,': as 5 aruaNova,primeiro andar do
Va" cocheira o. 2\ 1> ^ Lsobradoda esquina 11. 23, on-
de lem lubrica de chapeos de
PELO AGENTE
Tura-iVira 21 de Janeiro c I8G0.
l'riiHCit-o concert vovalacaracter
* j do pateo do
Paraizo, vende-se u-;a cabro!et de i ro-
das muito mane;.ro e em bom estado.
_ \ ende-so um escrav0 crioulo. moco e bo-
lilla figura, para roca : quem o pretender, diri-
ja-se a .oja (je ferra'gens na ra da Cadeia do Re-
c'f, de Sampsio Silva & C, que so dir quem
vende.
Vende-se um relogio com diversas pecas :
na ra Direila n. 29.
OflVrcce-se umo mullier do meia idade pa-
ra ama de casa de pouca familia ou hornera sol-
leiro : na ra do Pilar, casa de urna porta e duas
janellas defronle da fabrica de sabiio do Sr.
Santos.
sol o Sr. Manuel.
Quem livcr um moleque para alugar men-
salmente, dirija-se a ra da Cruz n. 5, segundo
andar.
O abaixo assignado deixou de ser caixeiro
do Sr. Joao Pereira Moulinho desde hoje 2o de
Janeiro de 1860.Jos Antonio Ferreira.
O refeudo agente fara' kilao por conla de
ice.. suciedado fijrica KaEamt, ( quem poitencer, hoje s 10 horas da manli.ia na
PRIMEIRA L'AUTi:. porta da alfandega
Sytaplionia. nc
a da opera Maclith -3 maestro Verdi, 15caixas.com queijos flaniengos o melhor que
lem viudo ao mercado o muilo frescaes, os
;a Sra Sjlia Uarini Testa.
Duelo di opera Travitt do maestro Verdi,
"pola Srai 1. ;i..j Gave'lliloggiaui e o Sr. Hyp-
"'tO '
Cavatina da pera 3!a$ucidieic do maestro Ver-
di pelo Sr ).-;,. resta.
Grande rundo daopora LuziadelMmmermooT
to maestro Donizre'H, pela Sra. Gavelti.
SEGUIDA PARTE.
Sympfoiiia.
Cav.-.i aa da opera Beatriz de Venda do maes-
tro i ni pi l.i Sr. Hyppolito.
I1 i '.< Ja opera Luir Uillero maestro Verdi,
i Sra. Gawlli e o Sr. Testa.
ina 6a opera farbeiro de Seiilha do
ro i, sini, pel Sr. Jos Mara Ramonda.
Due'to dr. mesma-opera, ela Sra. Hanoi c o
fr H amoaaa.
.i onec lo regido pelo Sr. muestro J. Smoltz.
PREQOS.
1.a oidora.,.......
! dita..............
3.a dita.............
Cudeiras............
Plateas..............
1 bilhcles acham-se ren<
do lliealro.
Comecar > S horas.
quaes desembarcarn
leilao.
hoje na oceasiao do
Ama.
Precisa-se de urna ama que saiba cozinhar o
engommar : na praca da Independencia n. 3i:
loja de chapeos.
Almanak da provincia.
Luvas de Jouvin.
Vcnderrr-se verdadeiras luvas de Jonvin muilo
novas, pretas, cor do canna, e brancas para ho-
raens o senhoras a 2$500 o par, para acabar": na
ra da Imperalriz, loja da boa fe n. 74.
3S!53IMiSaa-
teW9
Para acabar vende-se
barato na loja de Nabu-
n. %
123000
I5$000
000
39000
2$000
a no escriptorio
Precisa-se de nina ama para o servico de
pouca familia : na ra da Imperalriz n. 74.
Sr, directores : A directora do Gabinete
Porluguez de Leilura, leudo annunciado nosjor-
naesqnc se achava vago o lugar do guarda da
sua bibiiollieca, e leudo cu apresentado o mcu
requei ment na conformidade do aununcio, sen-
do o nico concurrente, segundo se me fez cons-
tar, nao de admirar que eu deseje saber qual
foi a razo que moveu a mesma directora a pre-
ferir, no provimento de um lugar vago n'um es-
labelecimeiilo portuguez, um eslrangero ao uni-
i co concurrente porluguez quu se aprescnlou !
Sabio fl lii7 a fnlhinhi fnm' A carl3, pos'- quc dir'J a Vs- bs- servc dc
I cmpiozameulo mesma direcloiia, para aprc-
sentaressa razflo; e cu espero que ella nao fal-
lar a este cmprazamciilo, como, alias, do sen
dever.
Sou, Sis. redactores, de Vs. Ss. atiento vene-
rador e criado, Antonio Augusto Xovaes.
S G. 19 do Janeiro delSOJ.
I'ugio a escrava Silvana, c julga-se eslar
omit co uon/lo AO lo n- Pcl Alorro ou ra Imperial, reprsenla ler 25
O quai SC Vende a OU rS. lia anuos, parda, anda com lenco amarrado nos
' praca da Independencia livra- 2'1 VZ?^ S*S2?""? pcsco-; iufm
.. | r. ... i?**'ar, leve-a a Soledade na casa junio a la-
Alionso tj.tnier tara k-iiuo por tn-, ra 11. 6 e 8 COlteildO allll do berna da ! T? t Ste SSf rs d,; /?ar Calendario ecclesiastico e r *"*+!uraa Pss,,a i"e sc "ha habil-
: nos linos, cnsemtra, portes de colletes! .... onw lada para ensiaar primeicas leUas com perfeicao,
de velludo bordados., gravatas, chapeos C1^'" : i "Soes de arithmetica, e deseja fra desta ci'da-
Sexta-feira 20 do correntc.
PKLO AGENTE
o almanak da provincia para
o correneanno de
de fcltra, penle. de tartaruga, paletots, Noticia dos prilicipaes esta- | tXS&SS^?S& fS
mo se quizer ulilisar, dirija-se a ra do
undes n. 25, que achara com quem tratar.
seu
Fa-
CO A G. na ra Nova
o seguinte:
*%) Borzeguins do doraquo gaspeado de
Jgi lustJO para senhora a :S
r Ditos dito dito para homcm a 7g
^ SapatOes de lustro para homeni a 5-)
)f Sapales dc lustre para menino a ijj
Ditos de bezerro para meninos a HJJ
jfto Botinas de bezerro para menino a 73
Jg Ditos de duraque gaspeado de lustre
,; para menina a 3!
j Sapalos razosde lustre rom sallo pata
f> homem a 4|
^yj Ditos ditos sem sallo a 3J
Rua da Imperalriz n. 2
VenJe-se superior qneijo do pralo a 1000
alibra dito suisso a 800 ris a libra, manleiga
ingleza primeira qualidade a 12&000 Jila fran-
ceza 720 cha do primeira qualidade 2#560 Jilo
25400diioa 2b20 dito 2IJO0O bolachinhas de
todas as qualidades, peras seccas a 800 ris
a libra e caixinhas de \ libras 2^500, ameixas
a 800 a libra, vellas de espermaecte a 700 ris
a libra viudo raadeira secca dito cherez dito
musca le.
Vondem-se luvas dc camurca
brancas, amarellas o piolas para mi-
litares na loja de Nabuco & C. na
rua Nova n. 2.
Para (lenles.
Bezerros fran-
cezes,
de rhuilo boa qualidade, recentemenle chegados;
vende-sc no armazem de Almeida Gomes, Airea
; r,., rua da Cruz n. 27.
i
;
Vende-sc na loja do Nabuco & C. na $$
rua Nova n. 2, camisas do casemira. di- #
las dc flanclla, ceroulas dc uicia, meia dc C
la ccarapuras de meia. #
Vendem-se
meios de sola envernisados,couros de lulre, pel-
licas brancas, tudo chegado rccerilemente : no
armazem dc Aiiucida Gomes, Aires & C. rua da
Cruz n. 27.
\endcm-se loalhas de linbo do Porto a ^>
7#a duzia.guardanapos grandes a31 a du- &>
!4 lia, dito mais pequeos a 2j : na loja i
@ Nabuco & C, na rua Nova n, 2. fe
lai'Oiie
DO
L-JT-^aMtrjuryrB
cheles, contras fazendas propriai pa'a;0 nomC) i(]a(]e etc# de seug |m I de-
___Avisos mar i limos.
Para o Porto.
Va sabircem brevidade [ara a cidade doPor-
to o brigue porluguez Promplidao II, forrado e
i ni viljiado de cobre, de primeira marcha e pri-
a tlass por le parle do seu carregamento
promplo: para o resto e passageiros, para os
liiaes tem excelieMcs commodos, trala-se com
Klias Jos los Santos Andrajo & C rua da Ma-
dre de Deus u. li-, ou com o capilo.
Para Lisi)oa,
com brevidade a baa portugueza Ilorten-
capilan Jos Manoel /(omo, por ter urna
do carregamento ptomplo ; recebe carga a
fete, e tem boasacommodaces para passagei-
o mercado : as
seu escriptorio
Recifen. 41.
II
na
horas
rua
em ponto no! "' ^w ~^...^ ., Relmenlo dado sobre o requerimculo de Vicente
da Cideia do : peradores, I'CIS e presidentes. fwreir Gon,e. quejora submeiiido s. M. o
tafetaes, chapros de sol, IfineteS. cor- tlos ft Eui'Opa'c America COIU
R, Imperador por ccasio de sua risita a esta pro-
CSUinO UOS linpOSlOS ge-U">cla, eque foi transcripto no Diario do Per-
Ira cq nrnvinr>inpc mnnionnoo oambuco a. 4 de 5 do corrente, oo se entende
; I a^, [II U\ IUCldCS, IllUIllCIpaCS com o abaixo assignado, que naua requereu, e
sim com Vicente Ferreira Uomcs da Silva, como
se ve do mesmo requerimeoto existente na se-
Cni0luinent0S|rS.tai'ia d0 goerno. RccitelO de Janeiro de
looO.l i'cene Ferreira Gomes.
. Precisa-se alugar dous escravos para ser-
llllllta- V1Q0 de cocheira : quem livor, annuncie para ser
,.., procurado.
res, ecclesiasticos, Iliterarios; -Aiuga-se
e policiaes.
Tabella dos
parochiaes.
Em pregados civis,
Vende-se a loja de calcado da rua
cruzas n. 10.
Aviso aos fumantes
Vende-se na loja de Nabuco & C. na
i Nova n. 2, o seguinte :
Fumo caporal, o mago
Dito da Virginia, o mal
A 20 do corrente. jde loda a P^mcia.
O preposto do agente Olivei.-a far leilao da, ASSOCiaCOCS COIUnierCaeS,
mobilia de urna familia cslrangeira que se relira ;irrifnl;i< i mi lltil i'iaoc lilt.i-i
desla praca, consistindo em sof, mesas redon- ^"lt*5, lllUUbll IdCb, IlllCl il-
das, conslos, cadeiras de sala, ditas de bataneo, 1'lS e Particulares.
Estabelecimenlosfabris, in-
duslriaes e counnerciaes de
dar com frente a rua
lar na mesma casa.
una sala e alcova do prlmeiro an-
do (.lucimado n. 20 : a tal-
Se i n
Cura completa
resguardo ucui tiicomniodo.
llheumatismo
fa mao ale ao meio do braco.
| Papel para cigarros o livrinho
B Cigarros Bola Fogo, o maro
i Cigarreiras de palha.
o Ditas de marroqaim.
| Charuleiras do marroquim.
^ Boiras para guardar fumo,
g Pinras para segurar cigarros.
g Rocaes para charutos.
| Cachimbos finos.
O agente do verdadeiro xarope do Bosque fem
estabelecido o seu deposito na rua da Cadei.i \
Iba n. 61, na botica c armazem de drogas de Vi-
cente Jos de Brllo & Filho : desnecessario fa-
zcr elogios bondade dcste xarope, nao s pelo
reconhecidu crdito de seu talar como pela acei-
tac-ao que geralmentc tem lido. Um cem nu-
mero de curas se lem conseguido com applica-
nao do xarope dc Bosque, o qual c verdadeiro an-
udlo para todas as molestias dos orgaos pulmo.
nares. Para conhecimento do publico declara-
se que o verdadeiro contera no envoltorio a pro-
pna assignatura dos proprietarios, c no falsifica-
do e esta lithographada.
?5K@@ SSSS@ @@@g
100S (le graficacaO.
Desapparcceu nanoited17 do corrente
"X s 11 para as 12 horas, do hotel inglex,
T u,n carallo caslanho com cauda o cunas
$ largas, tendo um denlo quebrado c no
pescoco alguns calombos: qaem o lertr
ao hotel inglezahi receber a gratificaco
@ cima. gg
Vinho do Porto.
Vende-se o verdadeiro vinho do Porto engar-
I rafado, c em barrisde quarlo, por preco como-
j do : no armazem de Adamsou Huwi it C., cj
; rua da Trapiche n. 42.
i

i
suu bordo dous torcos de seu carregamento : para
i resto que I he falta, e passageiros, para os quaes
tem exceilentes commodos, tratante com os seus'
signatarios Azevedu & Mendos, no .'"ii es- _
r'iiptorio ruada Cruz u. 1, ou com o capilao Ma-
. de Olivcira Barros no Corpo Santo.
liit^iiCllO.
Vende-se urna boa barcada de lole de 50 tone- t- las, muilo bem apparelhada e nova, de pri-
: marcha, por preco commodo-; a tratar na
i oa da Madre de Ucos n'. 7.
Para o Rio de Ja-
neiro
O patacho nacional Capuam segue em poucos
dias por tor a raaior parte da carga engajada
para o resto, passageiros e oscravos, trala-se
o I. B. da Ponseca Jnior, na rua do Vigario
uumerp 23.
Fara o Araeah.
--------: timo c emini para lodas as e.c,il"orionaruadoPorlon* ,19'comas'iuae
-O LacharenViTiicMo tem elasses da sociedade. t^SSSS^^ ZVfSJT
sen escriptorio no 1- andar Jo; Sniro ,1* Ayovmir. U1 rio de Jancir0 Manoel Amonio Rodrf-
do sobrado n 3 da rua Nnva c f A^eyeao, gues B UCconuecida verdadera a a^^-
, U."*r V i ', ProfeSSOl- de Illl^ua C Rllora- ra supra pelo ubellio Pedro Jos de Castro.
cuja entrada pela Gamboa do | tura nacional no Gvmnasio ^
desta cidade, tem aborto em titira COIlipIela
Lonstando que um dos lierdeiros do finado 011 rt_ i t\ Tk 1 ti |^*v/*/m.
Mrquez do Recife ja comerara a vender alguns _d Casa.prafa tle DA' C(i l'O 11,11. Sem resguardo iiem encomuiotlo.
predios pertencentes yo extincto iiospiaf do 37,segundo aiidar,inii curso de lulamaco do baco e es-
Faraizo, Administrago (leral dos Estabeleci- p,, iLOsopiii l oonlroilo ivrm ', tomaco
menlos de Caridade dc novo avisa ao publico ILUisUl "IA,C OUU O tic LINGOA lOHldfeO.
que esses bens aindaesta) em litigio e por con- FftANCEZA. As pCSSOaS que de- :, J?? ? temp? T T' ""^
, sequeneia toda a tranzaecao feita com lies pode seiarem'cstudar llin/l ni mil m ,' ? i \~n^ \hp es,ra -
s tornar-se nullas- Assim pois ninguera pLa o ,V / T llina OUOUl'a ; Picando debilitada imposs.b.l.tando-a de fazer
:! fnturo se chame a ignorancia. destaS disciplinas, podeill di- I"3'1!"" servio, soffrendo multas dores e alem
- Troca-seumescravopcdreiro por urna pre- riffir-Se i\ indicada residencia \imo*nW'., Send-|he ministrado lodosos
la : quem quizer fazer este negocio, dirija-so i T i ^aiuciiLia : reroed,os inut.luiente ; como ultimo recurso rc-
senaiia da rua daPraia n. 55. IUe lliailliaa at S 9 llOltlS, O : r"\ as chapas medicinaos do Sr. Ricardo Kirk
Espcciaes fruclas de co-!. mS&jsttttiusssi
I ditos de popelina a 128 : na rua Nova n. 1
i loja do bom posto.
Hiiora Farinha de trico.
Na loja da aguia de ouro rua
do Cabug n. 1. B.
Vende-se especiaes fruclas che^adas Je Lisboa
sendo caixinhas ricamente enfeitadas de pecegos
e peras e alpece e ameixas rainlia Claudia amen-
: doa e superior marmclada em quarlo, propria
para doontes, tudo se vende por baratissimo
prego para acabar, assim como marmclada em
caixinhas a 500 a libra.
IfcaflM
Vende-se na loja deXabuco & Ci-
a rua Nova n. 2, cxcellentc tinta
[ireta para marcar roupa.

No armazem de Valonea & C, na rua da Ma-
! dre de Dos n. 8, vende-se farinha de trigo da>
marcas segumos, por preeos convenienb
S5S P.
Gallega-.
Fontaine.
S3- PARA O CARNAVAL.
Na rua do Cabug.'i, loja du fazendas finas n. H,
do Almeida & Burgos, vendem-se vclbutinas cc
de carmizim, verde, azul ferrete, claro, rx i,
cor de rosa e prelo, de boa qualidade, qoe bem
assemelha-se com o verdadeiro velludo, a :
de 720 cada corado : existe rauitas ouiras fazen-
das proprias para aprompUiom-so os masa a-
rados.
Vende-se rJriTa escran de 2t annos. de bo-
nita figura, engomma, cozinha, lava c cose b -m
e urna negrinha de 10 anuos : na rua Inri
Rosario ti. 26, secundo andar.
iereipanoPorjVterPar- Na CSa de balIlOS de tarde a qualquer hora.
seu carregamento, ; tratar com o! -.
do pateo do Car- Aviso.
inestre Henrique Jos Vieira da Silva,ou
com Luiz Borges de Cerqueira na rua !
do Vigario n. .
Para Lisboa segu no dia 28 do corrente o '
brigue portuguez Laia III : quem nelle quizer'
carregar ou ir de passagem, trate com os seos
consignatarios Francisco Scveriano Rabello &
Filho, to largo da Assemblca, ou Jos Januario Ja Costa, na pra Leiloes.
Scxta-feira 20tdo corrente.
NA itla no
Imperador n. 15.
O agente Borja far leilao ern seu armazem na
rua lo Imperador n. 15, de grande quantidade
-e objectos de marcineiria, mobilias, chrystaes,
Joucas, vid ros etc.,que tudo vender sem reser-
vo depreco no referido lugar s 10 horas em
poli! O.
ct
O agente Pestaa continua a estar nulorisado
pelacoinniisso liquidaiara da exlincla socieda-
de do liaco e lecidos ile algodao p?ra vender o
restante do terreno do sitio da mesma sociedade.
Os prctendentes podern dirigir ao armazem da
ina doVigarion.il, a qualquer hora do dia a
mlender-ee com o difo agente.
DE
1110
Prccisa-se de laradeiras c cr.goramadeiras,
que sejam livres ou escravas : paga-so c trala-
se bem'.
O proesserde latim da freguez/ia
de S. Jos desta cidade, abaixo ass'na-
do, declara ao publico que a matricu-
la de sua aula se acha aborta, e que os
trabalhos lectivos da mesma principia-
rlo no aia 5 de everero prximo fu-
turo. 0< interessados dirijam-se a casa
: de su3 residencia, n. 33, sita no pateo
do Terco.
Manoel Francisco Coellio
Piecisa-sc de um menino de 1 i annos pou-
co mais ou menos, chegado ha pouco do Porto,
para caixeiro de taberna : no pateo do Paraizo
n. l.
Advertencia.
Roga-se ao Sr. chefe da eslaco naval qucir-i
dar suas ordens aos commissarios dos navios da
armada para que quundo forcm receber a carne
verde nao receberem seniio depois que liverem
corrido o sncougues e verem que a carne que o
fornecedor lem de primeira sorle, c nao consen-
o fornecedor tenha dividido a carne sem que
lirein que seja om sua presenca, perqu do con-
trario daose abusos como dizni, que o fornece-
dor mistura a carne magra com a gorda : acarno
de ""
Precisa-se de alugar una escrava
nliar e fazer o mais servico de ca
tnilia : a tratar na rua do* A poli
Pedc-sc ao Sr. J. F. X. que Irale de .
as suas contas na rua do Crespo, as casas que "oel Sodr, rua do Coade n. 20,
nao ignora.
Quem precisar de urna mulher de idade
para ama de casa de pouca familia, dirija-se a
com escriptorio na rua do Parto n. 119, com as
quaes trazendo a suppuracao muilos humores,
brevemente seniio visiveis melboras, c no fin de
28 dias se achou peritamente Loa, podendo SapatOes do lustro a
agora traballiar ; portante, reconhecendo en o i tapalodo lustro rasos
Calcado francez
f* Na loja n. 4 da praca da Inde-
pendencia sel-sc torrando
mesmo a tronco de sedulas
velhas.
Broseguins para homens a
Ditos para senhora a
Ditos para meninas a
Ditos para crianga a
I1IB
Amaro, casa n. 18.
D-se 4.003.1 juros, ou lodo com seguranra
dc alguma hypolbcca, ou por partes com boas
firmas ou penhores : na rua da Cadeia de Santo
Antonio n. 15, no segundo andar.
Deposito ce papel para
scrava para cozi- I mererecimento das ditas chapas, e dando-Ibes o i ^ilos J(J ,aPele Para homem a
oii 19 ^dV11" 'SeU deviJo aPre fSo a presento declaragao S3Pates de hierro para liomeui a
pa;ar para satisfagao de 9eu aulor. Amonio Na- Botininhas de lustro e marroquim a
Rio de Ja- ^apatiiihos de lustro de calxetes a
neiro. : Assim como tolo o calcaJo se vende
( Consultis lodosos dias, das 9 horas da ma- l0 Prc
nhaa as 2 da lardo. )
por
6*000
32000
2#5P0
25000
53000
25000
1^000
48000
19000
640
lara-
primena sorle gorda e alva, e nao c a que
lem-sc dado estes dias que tal 'vez seja de
segunda serle.
O agente Hynpolito da Silva fara'
leilao de 290 barricas com macaes vin-
das no gello : hoje 20 do corrente as 11
Jio.tas em ponto no armazem do gello
no caes de Apollo, tendo o arrematante
o direito deas guardar no mesmo ar-
mazem.
O agente Hyppolito da Silva fara'
leiloda cart de afretamento do bri-
gue americano H. A. Didier, de
cerca
As autoridades-
Fugio do cngeiiho Dous Irmaos no da 23 do
moa prximo passado um escravo ciioulo dc no-
Ime Jos Flix, 6 carreiro, illo,secco, andar lar-
go e descompasado, denles abertos, idade 45
annos pouco mais ou menos, falla muilo, mte-
se a r alen le quando est bebado, nao pronuncia
sem sobresahir os RR; levou um cavallo cas-
lanho de um p branco, estrella na testa, e
um mal de besla na anca. Esle escravo ja foi
fallecido Lacerda ; dizem que elle fora para
o sul, porque antes di/.ia que ia para um certo
engenho do sul, eque l r.inguem o tirara : por
isso roga-se s autoridades locaes a captura do
dito negro, levando-se em conla toda e qualquer
despeza.
Preyne-so ao Illm. Sr. major Francisco
Borges Vieira de Mello, que nao pague a quantia
do 600 rs. restante de una lelra que deve aos
herdeiros do finado Antonio Jos Bezerra, saca-
da por Manoel dellollauda Cavalranli de Albu-
querque, pois que o verdadeiro dono dessa letra
o abaixo assignado; sob pena de pnga-la era
duplcala, conforme judicialmenle for decidido,
cuja queslao nenhuma duvida ha em venlilar-se.
Itecife, 19 de Janeiro de 1860.Florencio Jos
Bezerra.
O abaixo assignado tem justo e contralado a
compra da armac.io e mais perlences da loja
n. 12. na rua Direila, com osSrs. Antonio Jos
Fernandos de Castro por autorisago do Sr. Jos
Leonardo Rsdiche. Becifo 20 de Janeiro dc 1860
Jos Pedro Fernandes.
Precisa-se de urna ama forra ou captiva
rua de Santo
Em additamento ao aununcio inserto no
ario n. 3 de 4 do corrento, declara-sc que a
pessoa suspeila dc ler furlado o novlho prelo
ovara multo poucas rezos, e cujo conductor dol-
as ora uro destes individuos que fazem profisso
dessa industria, c a que chamam tangedores.
Finalmente declara-so mais que no mesmo dia
llIlDl'iS^IO vespera de testa) passra outro tangedor cou-
1 *ww- duznido um pequeo lole de rezos, lodas, ou
-\a typograplna deste diario se acha 38i lodas, vaccas sem crias,o sabe-fw que osle
estabelecido um deposito de nanel de JIndlvld,., dl8'<>-80 com ellas para o lado do sul
A:i\\..nnt .. ^ ue papel ac do provincia, sendo encontrado era c-imioho por
andente lormatos, para tnpresso, urna pessoa que disse ler visto enlre estas vac-
que se Vende por preco commodo : as- cas nov|1,' ^ 'iuc se trata : quem levar esle
smco;no seu proprietario conta.a o Sft.'".^.'^^
lornectmeiiso regular do que se precisa ou seu valer, receber 203000 de gratificaco da

Aviso.
para
mensalmente.
Attenco.
Roga-se aos devedores taberna sita na rua
de S. Jos 11 2,que venham salisfazeros seus d-
bitos al o fim deste raez,alias passarao pelo dis-
sabor de vercra seus nomos por extenso ueste
Diario, o declaradas as quantias
Roubo no Recite.
de 3,500 saceos para, o porto de Balti- S^S i^^lfST ,n>m:
Rouharam da rua do Eneanlamcnto n 4 B.ler-
cciro andar, de 1 s 3 horas da tarde de 17 do
corrente oseguinte :
1 corrento de ouro de le com 1 chave.
1 cadeia de duas voltas cora pedra no meio.
1 redoma grande com a imagem de Chrislo
em um lado, e do oulro a de Nossa Senhora por
fra.
1 pequeo relogio horizontal descobcilo.
1 sinete. e chaves juntas, e grandes.
5 anneles sem firma, sendo um com pedra
encarnada. r
3 pares dc botos, modello antigo.
1 bolo de abertura, modello antigo.
1 annel de cabello com as letras 1. X. B.
2 moedas do 16cada urna.
2 ditas dolares de 8&500 cada urna. '
1 dita dita de 4500.
1 dita dita de 2JO00. *
1 dila dita de 500 rs.
1 par de fivellas de prala. de suspensorios.
2 livellas de dita para calcas.
Diversos pedacos de ouro'e prata, 2 passadores
e pegadores de trancelim, leudo anda nos pega-
dores restos de trancelim : pede, portanlo", o
abaixo assignado, a todos a quera lhe fr taes
objectos oterecidos, e em particular aos senho-
res ourives, 03 apprehcndam ; cerlos de que,
quem der noticia de ditos objectos, ser gratifi-
cado no caes do Apollo, deposito da renaco do
Monteiro, por F. da R. Passos Lins.
F. R. Possos Lins.
Prcciza-se de urna ama que saiba coziuhar,
engommar, e que faga ns compras diarias de
urna pequea familia : na rua dasCruzcs n. 41,
segundo andar.
= Aluga-se o sobrado n. 11 C de dous anda-
res c solo, silo na rua do Imperador : a tratar
no Mondego, em casa do fallecido commendador
Luiz Comes Ferreira.
mo de Salvador Coelbo de Drummond c'Albu-
querque.
Sitio Monte-Alegre 17 de jancirade 1860
JosMartins Fernandes, subdito portngucz,
vai s provincias do sul.
Prccisa-se de uraa ama que saiba engom-
mar, c para fazer as compras diarias dc urna pe-
quena familia ; na rua das Cruzes n. 41, segan-
do andar.
Pede-se quera vera consignado as soguin-
les fazendas, rindas ordein, pelos seguimos na-
vios, a saber:
F 4 caix.is cora raissangas pela barca sarda
Paolo, dc Genova.
Diamante JL o. 410/463 20 dlas com papel e
EL n. 31 1 dita com luvas, pelo brigue belga
Emma, dc Antuerpia ; queira vir pagar os com-
petentes fretes no escriptorio de Bastos & Lemos
rua do Trapiche n. 17, consignalarios de ditos
navios.
O lintureiro do aterro da Boa-vista avisa
aos seus freguezes que mudou sua residencia pa-
ra a rua da Boda, segundo andar 11. 47, onde
continua a lingir com perfeico.
Aluga-se ou vende-se m carro de traba-
lliar na alfandega, quasi novo, e por barato pre-
go : a tratar na rua do Burgos n. 31.
O antigo estabelecimen-
to de fabrica e loja de chapeos
nesta cidade na praca da In-
dependencia ns. 24* a 30, de
que proprietario o Sr. Joa-
quim de Oliveira Maia, ausen-
te, continua no mesmo lugar
ecasa, sob a gerencia de seu
sobrinho Manoel de Oliveira
Maia Jnior, por ter de com-
mum accordo sessado nesta
data a gerencia do Sr. Manoel
Francisco Moreira Maia. Re-
cife 14 de Janeiro de 1860.
C5000
55OD0
igOOO
Si Roupa feita, chapeos e calcado
?j se vestir uro homem dos ps a" cabca : s
* na loja de Nabuco & C. na rua Nova n. 1, >
I& alrazda matriz. ^
mmw&m &&mmm m:&Mi
Gneros superiores e ba-
ratos.
Ruada Imperalriz,outr'ora aterro da Boa-Vis-
ta, taberna da esauina n. VI, defroute do sobrado
q icimailo.
Superior vinho vclho do Porto, caada
ilo dito Lisboa o Figucira, iJcm
nito dito de Cctle, dem
Dito Duque engarrafado, o melhor do
mercado, do autor Antonio Ferreira
Menezes, garrafa
Dito dito Madelra, idem
D.lo superior, Porto, idem
Dito dito dito, dem
Dito moscatel Sotubal, idem
Dito dito francez, idem
Champanha, marca muilo acreditada
Licores francezes muito finos
Vinagre branco do superior qualidade,
garrafa
Tiascos de genebra hollanda verdadeira
Ditos de dita mais pequeos
Ditos de conserva grandes
Sal refinado igual ao de potes (cuia)
Chocolate francez muito lino, libra
Volas de espermaecte, superior qualidade
Cha hysson muilo superior
Dito uchini, o mais superior do mercado
Mantciga ingleza flor
Dita dita de 60a
Dita franceza muito superior
Latas de sardinhas dc Nanles
Ditas dilas muilo superiores
Ditas dc blscoitinhos finos
Bolacha americana, libra
Dita ingleza
Vinho engarrafado Malvazia supeiior
Pares de garrafas brancas, o par a 2#,3j o 4$000
Barris de cognac nglez, em caadas, mantei-
ga franceza c ingleza, em barris e meios ditos,
e outros muilos gneros que se vendera por mo-
nos que em outra qualquer parte.
|JJ \ endem-se camisas fraucezas do di-
ffi versas qualidades, eeroulas dc linho, di-
|E tas do algodao, camisas de meias etc.,
jw tudo por preco commodo: na lojadcNa-
i| buco A: C. na rua Nora n. 2.
liillio, farinha e Trelo.
Vende-se no armazem de Francisco L. O. Aze-
ve Jo, na rua da Madre de Dos n. 12.
2-5000
13500
15500
15200
2000
13000
2S0O
1fi500
320
13000
500
13000
320
13'2S0
720
2S000
250O
1;00
800
560
640
440
1$800
120
i O
13500
do bom gosto,
Na rua Nova n. 14, contina a ter um comple-
to e variado sortimeulo das mais bellas c indas
fazendas proprias para a praca ; a-- mo fa-
zendas proprias para a quar'osma, como cortes
de vestidos pretos, grosdenaples, las, mantas
tilo, o manteletes,garganlillias pretas e de cores :
vende-se por menos do que em outra qualquer
parle.
= Vendem-se cortes de vestidos de seda es-
coceza, muito lindos padresa 30$ : na rua No-
va D. li, loja do bom gosto.
Atlencao.
Digo eu abaixo assignado, morador em Santo
Anlao, que conslando-me que existe una letra
vencida da quantia de lb?, vencida em 20 dn
dezembro prximo passado, cm cuja lelra figura
minlia firma como sacante, e o Sr. Ignacio Scrj
Ferreira como aceitante : reuho perante o pu-
blico desta praca snenlifirar a quera for o
suidor dadia lelra que nao sou eu o sacante, o
era lao pouco tcrilio transacfes algumas eom o
dito Sr. Ignacio Nery Ferreira. Recite 10 de jj-
nciro de 186o./oo Jo$ Ferreira.
Monitor das Familias.
Acham-se publicados o 1., 2., 3., 4. i.
nmeros da serie extraordinaria deste per!
destinada a dar conta da visita imperial
provincia, devendo sabir o 6.'' por toda a
na vindoura.
Dez estampas aeompanhara os nmeros publi-
cados : os retratos de SS. MM. 11. as vistas do
seu desembarque na rampa do caes do Collcgio ;
a passagem do prestito imperial pela roa do Im-
perador : as illumiuai-oes da Boa-Vista, Arsenal
de Marinha, Pora de Portas, Lingoela, rua da
Praia e Cinco Ponas ; o pavitho o chave man-
dados fazer pela cmara municipal, e a sala do
doceldo paco imperial na oceasiao do beija-mu
dado no dia de dezembro.
O sexlo numero ser acompaohado pela vista
da igreja do Espirito Santo na oceasiao do Fc-
eum ahi celebrado.
Entra os arligos publicados sobresali um
que, dando conta da genealoga de SS. MM II,
moslra quo-as mesmas Augustas Peasoaa contara
entre os seus ascendentes mais de 70 Reta e Im-
peradores.
Rccebcm-se asignaturas por toda a serie i ra-
zo de 53000, na rua do Imperador n. 2, pri-
meiro andar.
Precisa-se de uraa ama que costaba bem, pare
casa de homem solleiro : na rua do Impei.ido;
loja n. 82. '
Precisa-se alugar urna escrava para o ser-
vico interno de casa de pequea familia a tra-
tar na rua do Cabug u. 3, no segundo andar.
Sr. Jo.o Tavares Cordeiro, que mora
na rua velha tenha a bondade de ir buscar as
imajens de Santa-Anna Santo Cosme e Damii3
justas por vinle e um mil ris pois j bastan-
te totopo de espera, o bastantes ve-es que se tem
ido a sua casa pedir para que assim o cumpra
fique o me-mo sr. advertido que se espera at
o fim do mez ; sirva este tambero para outras
pessoas que em css do mesmo artista lem man-
dado encarnar sanios e l eslaojdelides, elle em-
presa dinheiro e nao pode empatar sem lucro
algum por que enlao os vender e perder
seus donos todo o direito a ellos. Recit, 19
de Janeiro de 1860. Antonio Firmo
O Sr. Filippe Benicio de Albu-
querque Cavalcanti, queira chegar ao
pateo do Terco n. V0, a negocio que
nao ignora.
11 r-Mr%f% #r-i


DIARIO DE PERNAMBUCO. SEXTA FURA 20 DE JANEIRO DE 1860.
i^Effi 15)
Precisa-se de urna ama forra ou captiva
para o servico de urna casa de familia, c que se
preste a comprar e a sabir a na em cunelos do
servico : na ra larga do Rosario n. 2?7sogundo
andar.
COHIBANIIIA
PiLULAS VEGETAES
ASSUCAIUDAS
m
NEW-YORK.
O MELnOR REMEDIO CONHECIDO
Contrcconsli>ares, ictericia, atfecroes do figado,
f re biliosa*, clicas,inditjcsl~)e$',ei'.xaquecas.
Hemonlioidas, diarrhea.doencas da
Estabclccida ca Londres
CAPITAL
esterlinas.
Saundcrs rtrolhcrs & C* lera a honra do in-
formar aes Sis. negociantes, proprietarios de
DELICIOSAS E LNFALL1VEIS.
casas, e a gueni ruis convier, que eslao plena-
mt'iite autorisados pela dita companliia para
effecluar seguros sobre edificios de lijlo e po-
dra, cobertos de lelha e igualmente sobre os
objectos que contivercm osmosmos edificios,
quer consista rm inobia ou cnifazendas de que Y mes. fazem, curaran) meo filho ; o
qualquer qualidade.
Pastilhas vegelacs de Kcmp
contra as lombrigas-
approvadas pola Exm.a inspeceo de estudo d-
Habana e por muitas oulras juncias de liy-
gicno publica dos Estados Unidos e mais paizes
da America.
Garantidas como puramente vegelacs, agra-
dareis i vista, doces* ao paladar sao o remedio
infallivcl contra as lombrigas. Naocausam nau-
seasnem sensaces debilitantes.
Tcslenuinho 'espontaneo etu abone das parli-
Ihas de Kcmp.
Srs. I). T. I.anman e Komp. rorl Tyron
12 de abril de 1859. Senhores. As paslilbas

MEVBOD Me0
DO DR. CHABLE
MEDICO E PROFESSOI DE PHARMACIA, DE PARS,
PAHA O IRATAHENTO E PhMI'To CCRAT1V0
SKXI'AK.S, DN TODAS AS AFFECQOES CUTNEAS, VlIll'S
Citrato de ferro Chalilc.
Xarope mu prcferivel ao
Copahiba e as Cube-
bas, cura immeilialamen-
te qualquier purgado ,
relaxaba.) e debilidade, e igualmente fluxos e
flores brancas das mulbeves. injcerao do
Cbable. Esla injeceo benigna emprega-se mes-
mo lempo do xarope de cilrato de ferro, una vez
de mauha, e urna vez de larde durante tres das;
ella segura a cura.
DAS ENFIRIDADES
PLUS DE
COPAHU
SANGIE. 3
DEPURATIF
iu SAIVG
E ALTERA^OES
l)'|iuruli o de KflDIliio.
Xarope vegetal sem mer-
curio, o nico ronlipcido
c approvado pava iurir
con proroptidao e radi-
calmente impigens, pstulas. I rpes, sarna, co-
mix;s, acrimonia e alieraces viciosas do san-
gue; virus, e qualquer afleclo venrea. Bo-
nhoN tninrracH. Tomo-se dous por semana, se-
guindo otratamento Imputativo. Pomada un-
tiiierpciira. De um tflVito maravhuso as af-
feces cutneas e couiixes. .
HemorrohidaK.Pomada que as cuaa em 3 dias.
O deposito na rita larga do Rosario, botica de Bartholomeo Francisco de Soma, n. 36.
pello, rupcOet.e todas as enfermidades, nfcT 1I'1asp1nsf f arridan,c10 de ura 8-
""' nlio dislanlo desta |irai;a duas legoas, vende-se
unta parle no nu-sino engenho, machina nova !x
vapor, dstilaco nova ebem montada, 22 bois
de correia, seis quartos, algumas obras, salfra
plantada, etc. etc. ; tratu-se na ra do Crespo n.
13, loja.
Aluga-so um segundo andar com grandes
rnnimodo.s: qucn pretender dirjase a Jos Hy-
gino de Miranda,
Precisa-so de unta criada que saina cn<;om-
raar pcrfeitamenic e ensaboar: na ra do Quei-
maJo n, 28, terceiro andar.
Publica cao Iliteraria.
Guia Luso-Brasileirodo Viajante da .uropa
PROVENIENTES PO ESTADO IMPURO DO SANGIE.
75,000 caixasdeste reraedio.consommem-se an
i ualmenle I I
Remedio da natturezn.
Appiovado pela faculdade de medicina, e rc-
commeiidauo como o mais valioso catrtico ve-
getal de todos os eonbccidos. Sendo estas pillas
purameiile vegelacs, nao contcm ellas nenlium
veneno mercurio' ncm algum outro mineral ;
est o bem acondicionadas em caixas de folba pa-
ra resguardar-se da bumidade.
Sao agradareis ao paladar, seguras e cfiicaze
eai sita operado, e um remedio poderoso para a
juventude, pnberdaJc e velhice.
Lea-seo follieloqueacompanhacadacaixa,polo' 1 vol. em 4o de oOpag.: vende-so na mo do
qual se ficarcouhcccndo as multas curas milagro-1 autor ra do Vigario n. 11, brox. 3> cncad 4#
sas quetem clTecluodo. D. T. Lanman & Kemp, i&a* ? e c ; ,< ., ; j ; j ,, *?f
droguistas por atacado em Nova York, sao os uui- gS^liffTTffttggggCT ~'^&Mb'4&&yMB>
eos fabricantes e proprietarios.
Acham-se venda em todas as boticas dasprin-
cipacs cidades do imperio.
DEPSITOS.
liio de Janeiro, na ra da Alfandcga n. 89.
Baha, Germano & C., ra Juliito n. 2.
Pernambuco, uoarmazcm de drogas de J. Soum i'
& G., ra da Cruz n. 22.
Curso de preparatorios.!
O bacharel A. lt. de To-ires Bandira, profes-!
s.ir de geographia c historia anliga no gvmnasio i
desta provincia, contina no cnsino dos seguintes '<
preparatorias: rhetorica, philosophia, geogra-
phia, liuguas francesa e ingleza ; na casa de sna
residencia, rea larga do Ilosario n. 28, segundo i
andar.
Precisa-so alugar tima escrava para o ser-!
O Dr. Casanova pode ser procurado
a qualquer hora em scu consultorio ho-
meopalhico
23=RUA DASCRUZES=28
o>jmestio consultorio acha-se sem- j.
pro grande sortimento de niedicaraen- fcj
tos em tinturas e glbulos, os mais no- ||
vos c bem preparados, os elementos de p*
homcopathia e Nyslcni diccionario dos &?
termos de medicina. K
pobre
rapaz padecia de lombrigas, cxhalava um ebei-
ro ftido, tinha o estomago incitado e continua
comiclto no nariz, tao magro se poz. itue cu
temia perdc-lo. Neslos circunstancias um visi-
nho nieu disse que aspasli|has de Kemp titiham
curado sna filba. Logo que soube disso, com-
prei 2 vidros de pastilhas e com ellas salvei a
vida de meu filho.
Sou de Vmcs. seu amo agradecido.
ir. 7'. Floyd.
PreparaJas no seu laboratorio n. 30 Go'.d
Street pelos uincos proprietarios D. Lanman e
Kemp, droguistas por atacado em New York.
Acham-se venda em todas as bolicas das
principacs cidades do Imperio.
DEPSITOS +
Rio de Janeiro na ra da Alfandcga n. 89.
Babia, Germano & C, ra Juliaon. 2.
Pcrnambuco.no armazem de drogas de J. Soum
i Companbia ra da Cruz n. 22.
> ( U Dr. Cosme de Sa' l'ereira '<\
* ^^e volt de sua viagem instructi-"'"
' GRStiva a Europa continua no exer-^
Jc'tcio e sua profisso medica.
$9 rx.- .....L________________.
Aluga-.-e a casa mire as duas ponas da Pai
sagem da Magdalena, do i)r. Ignacio Firmo (a-
i vier : procure no paleo do Carmo n. 1), nrimcir
andar, ou na alfandega, das 9is9 da larde, a
Iralar com Pirmino o*6 d", Olireira.
j I'if'ga-se aos Srs. dcvclores lo esta!
cimento do fallec lo Jos da Silva I'"mo, o ob-
sequo de saldaren cus dbitos na ra da Ci-
legio venia n. 25 o;t na ra do Quemadoloia
;n. 10.
l'orcisa -so alu;:.ir om andar Je souraJ*,
ou rasa terrea, nos bairros Je S. lote, fe. An-
tonio, e Hccife, quena liver annuncio para sr
procurado
A pessoa que quer arendar urna balsa
capim, declare sua morada pan -
Preciso-so de urna ama que saina i
comprare fazero si riro interno de ama i as
pouca familia : na ra da Roda segando i]
n. 17.
ATTENCO
L:i. pessi 9, fue tem praiico do V. .
e que se acha babeliudo, para easinar prim
lettras, grmmalica nacional, e DOfj sg
lingua latina, iem de abrir urna suIj parti
| na villi do C'tbo, sendo prceiso que tentia
menos vinte a iri:,ta allomnos para pede* prinet-
piar.
Aquellos Senlicros, que quizerem niatri.
seos iilhos poJcro dirigir-se no Reeife a e
Is 5 ponas a tratar com o Sr. Pacheco,
jdarasprecisa3 nformaces, A mesma
se olerece lambefli a algum seohor de a
T\ 11 /> l \ p8ra enf5nar seus fi*os, fiHias se qu'ner, por
CSH lirilXGilclS (liCl[Cd.) isso1uecsJ<.esuaScnhoraseaeha habiti
Ra Nova.
SOB A DlBECtlO DE E- BRVVSD.
tada pnra eslo fim.
|| hacnarel Vrenle Aurelio dr Kreil.i
g C itinbo i. n,l,i d.
m disso, os mdicos procos convidam.
Da' consultas em seu escrinto-f i
Esg rl i! 'f i t-iPl sempre pessoas espcciaes, fallando o francez, allemao, fl3mengo, inglcz e por-'
b^no, nobairro dolieciie, ra aagS uigoez, para acompanhar as tourisus, qur em suas excurses na cidad, qur no reino, qur
^Uuizn. oo, todos os das, menos|g|Cri,fim para loda a Europa, por prteos que nunca excedem de 8 a 10 francos (3*200 a -iOOO "!
nos.domingos, desde as G horas? por dia.
St as 10 da manhaa,

sobre
OSc
| seguintes pontos :
Molestias de ollios
A bandeira de Santo Amaro de Ja-
v ;<;<) interno e externo de urna rasa, assim como bo." tao sera' levanfada no dia 20 do \fffl 7,
i tmocm umescravo: narua dabanta Cruzn. 66.'__ x a i i i \9k
corrente pelas o horas da noite, deven- J
do a esta ter lugar no dia 29 com Tc-
Deuiu c lirada a bandeira.
avisase ao publico, |ue uingucm
gocio algum com Marciano Acrioli I.ins Bar
acerca dos bens desto, visto cstarem suj^il
Durante o sspaco do o!to a ilez mezes, ah resiJiram os Cxms. Srs. consellieiro Silva Fer- .^uc o mesmo 6 deved'or.
O advogado Souza Reis mtidou o seu cs-
ii io para a ra larga do Rosario, sobrado da
quina d. 52.
ttgeuvla dos fabricantes america-
nos Grouvcr & Baker.
Machinas do coser: em casa de Samuel P.
Johnston <5c C, ra da Senzala Nova n. 52.
I'recisa-sc fallar ao corresponden-
te dos Srs. tenente-coronel Hemeterio
i
Altenco
Precisa-sede urna ama para casa de:%
pequea amilia : na ra IJella n. 8.
.Na ra do Vigsrio casa n. 7 ha S'
.lose Velloso da Silveira e Francisco Xa-1 para alugar um escravo, excellenle co-
vier de Andrade : na livraria n. G e 8 jzinheiro, para qualquer casa de trato.
da praqa da Independencia.
LICOES PRATIGAS
DE
r
|rtYTTTTT TTTTYTT^TTTTTTTTY fYTX'
|g DENTISTA FRANCEZ. J
Paulo Gaignonx, dentista, ruadas La- 31
rangwas 15. Na mesina casa tem agua e <'
W 1' dvntilico. q.
>vlA.ajLL>jtjLtJUJJLAAjLtJUJLAA^JJJLJty
Vaccina publica.
Transinissae ,do fluido de braco a braca, as I
quintas e domilgos, no lorrcao "da alfandega, c!
'nos satinados al as 11 lloras da manhaa, na io-
sidencia do commissario vaccinador, rita estrella
/ r | | do Bosarle-n. 28, segundo andar.
lULlAOian lo,SCgUlldO (indar., O Dr. Manoel Moreira Guerra muden a sua
31. Fokscc icncilciro, escriturario da residencia para a ra da Imperalriz n. 48, sc-
thesouraria de fazenda desta provincia,competen, gundo andar.
tmenle liabiLiadu pela directora de inslruccao I ___ TimfkC n lrnti"i publica para leccionar aiitUnulica Desta eida'de, x^uiKJi> a UUUIH llb U 0111-I
i.-ni resolvidojiratar, como complemento do seu UlUlllCar UO rCSpeilaVCl 001*00 i
curso pralico de escrituragiio cor partidas do- i '
bradas, o cnsino de contabilidadc especialmente (10 COmiliei'ClO (ICSUI praC-1 qilC
Por partidas obradas
E DE
. Molestias de coraro e des
peilo ; fflm
. Molestias dos igaos da gera-|^|
cao, e do antis ; ?"v I
. Praticara'toda e qualquer Sfc
opeiaeao quejulgarconvenien- f \
lepara o rcstabelccimcnto uos.r
seus doentes. ^i
O exame das pessoas cpie o con- &#?
sultarem sera' fcito indistincta-|>
mente, e na ordem de suas en- IjC,
tr&das; fazendoexceiu-oosdoen- S
tes de olhos, ou aquellesque por fe'
raotivojustoobtiverem hora mar- ^|
^'cada para este lm.
A applicacao de alguns medica |v
meatos indispensaveis em varios*"'
casos, como o do sulfato deatro-
WGt pina etc.) sera' felo.ou concedido
^^gratuitamente. A conianea que.?
^ nelles deposita, a presteza de sua ?"
>;acrao, e a necessidade promptags
*v}3 de seu emprego; e tu Zademove em beneficio de seus j
g| doentes.
^^5Egyas2K rao, e seu filho o Dr. Pedro Augusto da Silva Ferrao, ( de Portugal) e os Urs. Fehppo Lopes
Nello, Manoel de Figueirda Faiia, c Jesembargador Pontes Visgueiro ( do Brasil, ) e muitas ou-
lras pessoas lano de um, como da outro paiz.
Osprecosde todo o servico, por dia, regulam de 10 a 12 francos (-iJOOO -i^OO;)
No hotel encontram-se informa^ois exactas acerca de ludo que pode precisar um cslrancrciro
~ T' rTTWi I M i -
Compras.
(1< 01!-
Sirop dvfr
JARABE DO FORGET.
\\\i Ul) iif) Md U Kste xarope esl approvado pelos mais eminentes mdicos de Paris,
' li iiii r Te onio sendo o melbor para curar constipacoes, tosse convulsa e oulras,
auec<,ues dos bruncbos, ataques de peito, IrritacAes nervosas e insomnolencijs: urna colberada
pela manha, e outra noite sao sufficientes. 0 eileito desle excelente xarope satisfaz ao mesmo
lempo o doenle e o medien.
O dsposi na ra larga do Rosario., botica de Bartholomeo Francisco de Souza, n. 26.
A\ iso aos senhores
genhos.
ir'-jj : a tratar O
Na
ivraria n. 6 e 8 da praca da
Independencia precisa-se fallar ao Sr.
Andie Abren Porto ou Andic Alves
Porto.
'&'&%& ""-." ;.-; =.;~ '.'.-. '"'-
di:
Preparatorios
i
m\
Compra-sc to>
do llamos u 0.
Compra-sc urna pro| rie! lern q
em boa ra : quem a livci e quizer vi n i
nja-sc a na da Cadeia do Reeife u. i>.
Compra-s i um casal de i raros, qn
acoslumadus ao Irabalho du i mp
da Imperalriz n. 7 Irrceiro andar
Compra-sc urna hteira prefei
do-sede mola: na pra<;a da lode]
dencia n c 8.
pode er procurado das 10 horas 'da Coaipni se uma liteira: n
manhaa ate as 3 da tarde, na ra da i i;,l';;P'"a-
Moda n. 17, primeiro andar. T .ComPra-s,<'.,,ma escrava parda ou preta, .
r,,s,iV,:., llin. ,,,,,. nnheira e pcrfei uimadeira : na ra f
ki|!lr\!S\S PAR iSIll numero 34.
EstcTSI na livrariTd praga daWde- L^Cf"Tj!iJLTta "" '
pendencia ns. 6 e 8 as tolltinhas para 1860, i:,,- u2 cL ",'er i ^ '
prensas nesta lypographia, dassSguinlesq'uali- 1^? Jft Ve
U Dr. Joo Jofe Pinto Jnior ad-
voga no civil enocrime ; para o que
AVISO
Antonio Pereira de veira Ramos,
na parle relativa a reduccao de nioedas ao cal-1 r|ato flol rloivn rio* ;' .f tendo de fazer urna vagem para lora
culo de descoHlose juros" simples e compostos, "SMI (lt,l<( llClXd (1C < Xltlir a do imperio, cir. virtude de Stia saude'e
conbecimento inlispensavel as pessoas que de- or* i <> se-am mpreaar-se no eonraorcio ou que j se socieuatle 4U0 HiHiamOS lOI -, sendo preciso saldar todas as suas contas
abena i litado O ([lie gyrQVQ SOl) a ra-|'r?8aa todos os seus devedores que ve-

achasn nellc estabelecidas. A aula ser
no dia 15 de Janeiro prximo futuro s 7 horas i ,r-
da neite : e s pessoas que desojaren] matricu- j ZlO (O
lar-se podorao deixarscus nomos em casa do an- i .._.. (. ,.
iiuitciaulo al o mencionado dia. Mallil-ja Ol JL>I\iltl
pa pessoa que deseja mudar-se e nao leudo: fcail(l(i stll li'lliid-K'n n oaran
ochado.casa, nKo lera duvida em trocar o pri- aUUU bUa iKlUI(K,V', meiro andar do sobrado-em que mora com ouira de 11OSS0S SllCCOSSOrCS OS Sl'S |Ser^ chamados a tuzo para pagar o
pessoa que esteja nasmesmas circtrmslancias,j 4 ,.____ n;i_ o n que estiver devendo.
Roga-se aos Srs. devedores a firma social
de dezem-
brodel859.
nham pagar suas contas at o da 30 do
corrente mez ; assim como avisa aquel-
es que devem a mais de um anno e que
nao pagar ate' o mencionado dia 00,
O bacharel Jote Joaquina de
| Maraes Navarro tem aberto em
p sua cnsa ra do Hospicio, segun-
z{> do sobrado passando o (vmna-
H sio, um curso de prepara tonos, jfi
X para que ac!ia-se competente- i
i mente autorisado pela directora '0
M da inslruccao publica, os estu- M
dantos pois (tic se quizerem lia- ^
bilitar para exame o acharao *^
^ sempre prompto.
NICA, VERDADEIRA
GITIMA.
mo das Almas e o Diabo ua escola
grapl a so dir.


E LE-
idas.
OLIllXIIA RELIGIOSA, contendo, alm du
kalendaiio c regulamentodos direitos pa-
locbiaes, a conlinaco da bibliotheca do
Crislo Brasileiro, que se compe: do lo-
vor ao sanio nome de Deas, coroa dos ar-
tos de amor, hymnos ao Espirito Sanio e ~ '': ;' -e superior lii lia de algodio, :
a N. S., a imitacao do de Sanio Ambrozio, ftse jaculatorias e commemorarao ao SS. Sa- ca .....
a >ue cstt'ja as mesillas circumslancias, 11 p f
mesaao que a troca seja por urna casa ter- ArailOgft, JIljO & L.
I rtmekordrarM "" "* Ba_VS,a ^ ""' l^mamblCO 31
Aranaga & Bryan.
Haveiido cessado a so-
de Leite & Concia em liquidacao, o obsequio
de mandar saldar seu3 dbitos na loja da ra do
Queimado n. 10.
Lina pessoa de boa conducta se offerecc
para caixeiio de vender assucar, do que tem
muia pialica : qucln o pretender, annuncie on-
Gollcgia de Bonifica.
Direclor c muco propietario
Estevao Xavier da Cunha.
Este collegio, legalmeote autorisado, o etabo-|ra cnl, a firma" do iriiinc/i S,' x.-iTnn nmU a*'u ?l?lp0Sfe,ou dtSeICa"
idone arrabalde do Cbora-.nenino, abroo sau! tl b,) (,<- Al aliaga &|"o de Ramos Medeiros desdo o da 10 do
auno escolar, em conformidad dos respectivas BrVATl iarlipilinillfm .in rac_ rren o.
estalutos.nodia 7 do Crrente. Seu director es- S,'* l -Quem precisar de urna mullior para azer
pera conUouar a merecer a confame de que at peitaVCl COrpOCOmmercial (1110 con,Pr.asr Picure na ra da Gloria n. 50.
agora tem gozado, iiio cessando de'emprcgar lo- ,. i:, i ~ n aviso ao respeilavcl publico c pnncipal-
do o disvcllopara que seus alumnos recebam a SUl HO.Ultla*aO lCa a CargO O '"?"1? a( c9rP do coinniercio, que deixeideser
[caiXL'iiodoSr. Tltom Lopes de Sena
inslruccao e a educaoao convenientes.
Precisa-se de um coainheiro para casa de
({UO
que
por couta da sociedade
iamlia : na ra da Cada do Reeife l. 13, escrip- I IlCSta data foniiaillOS C
;ono de Jos Pon-ira da Cunha. ,
Na ra da Praia n. 43, precisa-se de um | gVrar1 SOD a raZi"0 lie
lioir.em queso encarregue da dislribuico da Or- tf c ti
dem, nos bairros do Reeife e Roa-visla'. Al aliaga, HIJO & L.,
Scv.e, Cilios /i C.4oclirnm que Manoel Jes i n nilil cantiimin-i c r,nrtr^nc
d M.neida Jnior d.-ixcu de ser seu caixeiro "UtU C 0niHI Uara OS HCgOClOS
deSi86dit 12 d0 Cneulc- Uecife'12 de jnnoko dfl extiuetafirma e espera aio-
Alufja-se urna mulata para serv- I'CCCr a mesilla COIlfiailCa (le
ro de casa : na rua^io Lrespo n. 10. QUe gOZava.
Pernambuco 1* 10 do corrente.Manoel Filen
son
desde o.dia
Fernanda.
etratos.
Osabaixo assignaJos. honrados pela incum-
bencia que receberam de SS. MM. II., previnem
O Sr. Antonio da Silva Bastos Pi-
mentel queira dirigir-se a loja da ra
do Crespo n. 16.
Aluga-se o primeiro
andar da casn n. 15 da ra a Vigario: a Iratar
'din Prxedes da Silva Gusmo na ra Augusta
ii.l.
Curso de inglez.
Eneas Bruce, natuial de Inglaterra, e profes-
sor d^' liuguas, participa ao publico desta cidade,
que vai abrir um curso da lingua iogleza em sua
casa, todos os dias, especialmente para aquellas
pessoas que desojan perfeicoar-sa na conversa-
cao ; aesde_as 7 at 8 horas da noite, mediante a
qiiantia de >< por mez porcada alumno : na ra
do Queimado n. 26, primeiro andar, defronle da
loja da Roa Fama.
SALSA P4RRILILI
Remedio sem igual, sendo reconbecido pelos
mdicos, os mais mnenles como remedio infal-
livel para curar escropliulas, cancros, ihcumalis-
mo, enferraidades do ligado, dyspopsia, debili-
dade geral, febre biliosa e inlcrmillente, enfer-
midades resultantes do emprego de mercurio,
ulceras e erupees que resullam da impureza do
sa ngue
CAUTELA.
D. T. Lanman & Kcmp, droguistas por atacado
New York, acham-se obrigados a prevenir o res-
peitavel publico para desconfiar de algumas te-
nues mitacoes da Salsa Parrilha de Rristol que
boje se vende neste imperio, declarando a todos
que sao elles os nicos proprietarios da reccila
respcilavel publico, que se acham actualmente !2r5r- Brislol lcudo-lhe comprado no anno de
no caso de poderem fornecer o retrato fiel dos'
85
cremento o N. S. do Carino, exercicio da
Via-Sacra, directorio para orago mental,
dividido pelos dias da semana, obsequios
no SS. corarao de Jess, saudades devo-
las s chagas de Christo, oraees a N. Sr- '
nhora, ao patrocinio de S. Jos e anjo da
guarda, responro pelas almas, alm de
outras oracoes. Pceo 320 rs.
ITA DE VARIEDADES, contendo o kalenda-
rio, regulamenlo dos direitos parochiacs, e
urna collerco de ancdotas, dilos chisto-
sos, conlos, fbulas, pensamenlos moraos,
receitas diversas, quer acerca de cozinha,
quer de cultura, c preservativo de arvoxes
e fructos. I'rc.jo 3 rs.
ITA DE PORTA,a qual, alm das materias do
costume, conten o resumo dos direitos
parochiaes. Pre;o 160 rs.
n. 3f.
Vendc-se duas casas ii .reas em Oliiidi
na ra larga do Rosario n. i';.
Irat
GRAXDEEVARIADO SdiTIHE?
Iwipas leifas e
Loja
PiS,
e tvma/.em
DE
O Sr. thesoureiro manda fazei pu-
blico que se achara a venca todos os dias
Na iuq do Queima-
do n. 4G.
Augustos Monarclias Brasikiros, o que al boje
era tao difficil de alcancar-se, visto que as copias
Mitltograpltadas cram quasi todas sem semellian-
ea .i._ ,:i i
Os Pernambucanos que lano amor e dedicarlo
maiiifc-slaram aos seus Augustos Soberanos em
sua recente risita a esla provincia aonde Elles
i deixaram rerordagoes ciernas, nao deixarao de
approveitar este ensejo para possuirem urna
C, lembranca de seus augustos hospedes.
Ulliernie J. KreiSler. i Alcm da simples pholographia em fumo, pos-
.fllilll Alin-lniln lliin suimos retalos em aquarelia c a oleo sobre tela,
J,JO. qner para ornar salas, quer para reparlices pu-
blicas. O lim do que as incumbencias* possam
ser salisfeitas com preste/a, rogamos a3 pessoas
que desejarem possuir algum dos retratos cima
o bsequio de nos prevenirem com antecedencia.
de 1800.
Anfonio de Aranaga.
Enrique de Aranaga.
IElBiM
00
Reeife a Sao Francisco.
"Limitado.
AVISO.
Em cousequeucia de achar-se urna das pontos
da via frrea em obras nao haver trem na ler-
a-feira 24 do corrente.
Deseja-se fallar com urgencia a
Sr. Francisco Jos Siqueira Alves d
Barbosa ou a alguem por elle : na ra
do Vigario n 7.
Caetano Pinto de Veras faz scien-
le a quem interessar, que tem entrado
no exercicio de juiz de paz do quarto
anno do primeirodistricto de S- Anto-
nio desta cidade para que oi eleito, e
por isso despacha todos es dias qua nao
forem santos ou feriados, na casa de
sua residencia, na ra de S. Francisco,
sobrado n. 8 ; assim como em toda e
qualquer parte qne seja encontrado, e
que as audiencias do mesmo juizo con-
tinuam a ser fcitas na casa publica das
audiencias ao meio dia das trras e sex-
tas feiras.
" Da-se inleresse em urna boa olaria, a quem
liver dous escravos, o que cntenda do Irabalho:
ao prelendcnlc se exporii as vantagens do mesmo,
na ra da Imperalriz n. 47, 3o andar.
Altenco.
o
O Sr. Spier, machinsla inglcz' morador na
ra do Brum n. 15, acaba de asseniar nene en-
genho urna machina de vapor, nao s com todo
asseio e perfeicao, como com economa e pres-
teza, por isso rocommendo aos meus collegas
Instituto pliotographico
DE
N.60.
Precisa-se de costureiras de alfaiate de lodas
as obras : na ra Nova n. 60, esquina da ponte
Faz publico
O proprielario do baile nacional dos saloes do
caes de Apollo, que achando-seos mesmosdecen-
quo uveremmachinas de vapor para assenlarem, lemenle preparados com toda a limpeza e aceio
I que o prelira a outro qualquer macliinisla, com os olfercce pura qualquer sociedade que nelles
e o que minio ganharao. qera celebrar as suas sesse*. por alugu*! com-
Sahl & Coiii|i;ii)liia
Photogniphos de S. M. o Imperador.
Ra da Imperatriz (outr'ora aterro da
Boa-Vista) n. 12.
Engenho Timb-Ass. na fregueaia de Ipoju-
ca, 3de Janeiro de 1860.Anfonio Peregrino Ca-
valMhli de Albuqtttrqttt.
alugt
modo : porlanlo, quem prolender dirija-se ra
do Imperador a Iralar com o seu proprielario An-
tonio Tcizeira dos Santos.
Casa ncnlitima mais ou pessoa alguma tem
direilo de fabricar a Salsa Parrilha de Brislol,
porque o segredo da sua preparacao acha-se so-
mente em poder dos referidos I.anman i Kemp.
Para evitar engaos com desapreciareis co-
bnacoes de drogas perniciosas, as pessoas que
quizerem comprar o verdadeiro devem bem ob-
servar os seguinles signaos sem os quaes qual-
quer oulrapreparato falsa :
Io O envoltorio'de fora est gravado de um
lado sob una chapa de ac, trazendo ao pe as
seguinles palavras:
D. T. LANMAN & KEMP
SOLK AGENTS
N. G9 Water Street.
New York.
2o 0 mesmo do oulro lado lem um rotulo em
papel azul claro com a firma e rubrica dos pro-
prietarios.
3o Sobre a rolha acha-se o retralo e firma do
inventor C. C. Mrislol em papel cor de rosa.
4o Que as direces juntas a cada garrafa lem
nma phenix semelhaule a que vai cima do pr-
senle annuncio.
DEPSITOS.
Rio de Janeiro na ruada Alfandega n. 89.
Baha, Germano & C, ra Julio n. 2.
Pernambuco no armazem de drogas de J. Soum'
& Companhia ra da Cruz u. 22.
Traspasse-se o arrendamento de um En-
genho muito peno da prara, vende-se urna par-
te do mesmo Engenho, urna maquina a vapor,
urna deslilacao nova montada de um ludo, 22
bois de carro, G rjuarlios, e oulros objectos :
iracia-se na ra do Queimado n. 10.
Precisa-sc de urna ama : no pateo do Ter-
co n. 26.
aosociaco (Zrjfio 9 vApIuca
iPcrtiAmlmcaita.
Domingo, 22 do corrente. s 10 horas da ma-
nhaa, haver sessao ordinaria do consclho di-
rector ; sao convidados os senhores conlhci-
ro* comparecer.
/. L. Dornella Cmara,
Io secretario. _
Ricas sobrecasaras de panno fino p
das U horas da manhaa as 3 da tarde, ; o de cor.^s a 2sji, 30#e 35>, lambem en i i
no pavimento terieo da casa da ra da
Aurora n. 26 e as casas commissionadas
pelotnesmo Senlior thesoureiro na pra-
ca da Independencia n. 1 S- e 16, os
bilbetes e meios da pnmeira parte da
primeira loleria do cemiterio de Igua
rassu', cujas rodas deverao andar im
pretcrivelmcnte no dia 25 do corrente
( rodas deverao a*dar"im-j j ZTo\SA
paletols dos mesmos pannos a --2- c j
etolsdc rasemira de cores de muil :
: bom goslo e linos a 12,-, 1 fg, \i\< |8,
tos do panno preto pata menino a 18a .
: (;S, ditos de cesemira de i 10
i caigas de casemira de corea |% pn I -
: lamente para meninos a 7, 8>, >, \< ~
ii, eolletes de Rorgurio de seda e cas
tira a 5S. t.' c 7'. paletols de alpaca .
i i||, ditos sonre is .
: a 9 e t>;, dilos de brim, de csgui.'io o
ment de vestidos
: bordados d
s.. s
Recreago do tkeatro d'Apollo.
Pordelibera^o tomada emlISSaS i"*^
COI
e cambraia Li.n, -
o melbor gosio qu,. ican ari
rccido a 26, m.iiii,.lel.-s de fil
responsabilisa por divida al- i*
guuiafeita ant
tohaver recebido
: lade do freguez. escolbeno os mcVnioi' .-
| pannos a seu goslo sendo os pre-os a J
Camisas nglezas
; No mesmo eatabeleciaeulo acaba de che- :"
. g^r um grande soriimcnto das vevdadeiras '
E camisas inglezas peiWs de luihocom proKaa '
'rgas, uliima mola, por ler-se mu
fe quanlidade delerininou-se a voud
er
sociedade sem
Reeife 18 de Janeiro de 18G0.
O primeiro secretario, Joao
Mara de Moraes Navarro.
Srs. Redatores. Vendo-me lodos os dias
bstanle ncommodado por algumas pessoas po-
bres desla minha Freguezia de Sao Pedro Mar-
lyr de Olinda, persuadidos deque cu recebi al-
guma quanlia dada por S. M. o Imperador, i H menos do valor sendo a d'Jzia a 3 T '""
para dosiribuir era asmlas; e como nao appa- .rs:-
tecesse ossa deslribulgao, ha nastiJo dahi juizos
sem duvida bem desfavoraveis a minlia repula-
jao, posto que inteiramenio injustas.
Por lano presando, como mecurapre o milin-
dre da minha replselo, apre=so-me em levar ao
conhecimento de lodos pela publicidade da sua
tao bem conceiluada folba que no recebi do
Mordomo de S. M. I. nem ainda do oulra pes-
soa quanlia alguma para laes esmolas. Ficar-
llie-hei assas obrigado por esta publicasao.
Olioda, 16 de Janeiro de 1860.
O Arcediago Vigario Joao Jos Pereira,
por i
:
Vende-se una prcta de meia idade, ada *
robusta por 280g : n.i,a do Queimado, loja de
miudezas n. 13 se dir quem a vende.
Sabo
do deposito geral do Rio de Janeiro : a halar
com^Almcida Gomes, Alves & c, ra te Cm
Farinha de-mandioca
a Iralar com Almeida Comes, Alrota C


8
DIARIO DE PERRAMBUCO SEXTA FEIRA 20 DJaNlIKO DE 860.

?}W'^m$>M&M
m RIJA DA IHPER4TIIZ N- 27
IBM M TTMSTBS
Queimado n. 40.
Grande c variado sortimento
DE
L
Fazendas francezas e rou-
pasfeitas recebidasem di-
reitura pelo ultimonavio.
Do-se as amostras com penhor.
lia pira vender ricas mobilias do Jacaranda c do
grandes c pequeos, assim como muitos trastes avulcos : na mesnia loja se fazem
Ricos corles de vestido de seda de cures
r-^N'J> i d ^ sains............................
mogno, reos vi iros de espolljo &yS^| Dilos de ditos do seda prelos bordados a
P- corlioad spara camas ejandlas, lava-so chapos do palhinlia da Italia c so pe na ~Ja i Di
9 ultima muda, lava-se lambem a palhinha das mobilias a ruis enca.dida torna-se on- & | Ri
B Ira ve/, nova seiu sor mais preciso as mandar pintar, limpa-se e gruda-se estatuas de f^.^ Tu
3
pedia marmore, do alabastro e vidros de todas as qualidades lonia-sc
seguro u limpo tomo o estado primitivo.
oulra voz tito
Rdogios.
De novo chegaram os afamados rollos in-
gleses do euro, de patente, e estiio & venda no
armazom de Rostro Rookor & C, prao.a doCorpe
Sannto n. 18.
0.
r^> Veo.Icm-se.80 escravos de ambos os se-
xos sendo3 mulalinbos proprios para pageos,
mole ;nes de 12 anuos, 5 escravos proprios para
todo o servico c 10 escravas com babihdadi s c
sern ellas, todos se venden)por piceos comino-
dos, a prazo e a dinheiro e lambem troca-se : na
ra Dire'tla D. 0G
Oleados pintados
a 24000 o covado.
Lindos padrees e boa ijualidade : un praoa da
Ii pendencia n. 2 a 30, chapelnria do Joaquim
i l-.-4 Maia.
ara vi
draca.
velludo............
Diios de ditos do soda do gaze pbantasia
icasromeiras delil c de seda bordadas
almas de grosdeuaples bordadas......
Chales de louquim brauco bondadosa
30ge........ .........
Grosdenaplo de cores de quadrinhos co-
vado .................................
Dito de dito liso covado................
Seda branca lavrada covado ljJGOO a-----
Grosdeoaple pelo lavradocovado...... 2S000
Dito dito liso cncorpado a lj?600e.... 2S500
Dito dito cora 3 palmos de largura a
1$600 e..............................
Sarja do coros larga com 4 palmos de
largura covado a......................
Cazo de sodada China de floreselistras
covado a ............................
Follar de seda do listras gesto novo co-
., vado.................................
AGSaCaiXa: na na larga Setim de escociae diana de seda covado
, T __ J-. 1-.. Chaly de flores novos desenhos covado
(10 IlosariO armazem G lOUCa. Barejede sedado variasqualidades co-
Vidros para caixilhos. Metotiiudo' de" coros'S::.:
Na ra larga do Rosarlo loja n. 28 V elbulina de todas as cores............
armazem de louca, raandam-sc botar vi- SeUm dc toda as cores liso covado
* *
i
i
803000
1S200
1$800
25600
2$500
1$500
ljjOOO
1000
I5OOO
900
Madrinas de costura |
de S. M.Singer &C. de
Nevr-York, o mais aper-|
fei<;oado systema, fazen- i
do posponto igual pelos
dous lados da costura,
garante-se a seguranza
das rr achinas c manda-
se ensinar as casas de
familia, bern romo se
mostram a qualquer ho-
ra do dia ou da noitc
nesla agencia : nicos
agentes em Pernamburo Raymnndo Carlos Lei-
te & Irmao, aterro da Roa-Vista n. 10.
=: Vendem-se I boi.s acost ruados a Irabalhar
era carros da alfandega, muito bons : cm Santo
Amaro, ao p da fundico, taberna do Jos Ja-
ciulho dc Carvalbo.
20_00 e 2SS00 a peca.
Algod.io trancado americano tranco, proprio
para toelhas e roupa dc escravos, com um pe-
queo loque de agua doce : no armazem de fa-
zendas da ra do ueimado n. 19.
Cheguem ao barato.
O Leile & J1111 fio conlinuam a torrar na na
da Cadeia do Recife n. 48, pecas de cambraia li-
sa com 10 jardas a 4500 e 5,<, loncos do cam- I
braia de linho
as e de
as para se
glezas pnra l.omem c meninos, chales de meri-
no lisos a 4$500,
MTCKCA.V
PA
Fazendas por preeos fe
ralissimos.
O rrcguioa vende em sua loja na ra de Q
! mado n. 2. as seguinles fazendas :
FlM)I(!iO LOW-MOW,
Ra da Scnzala Aova n. 42.
Neste cstabelecimonlo continua a haver un
cmapletosorlimentodeinoendaseinciasiiiocn-jLcncosdc ratIlV)r^a lisa muft0 fina, du-
das para euScnho, machinas de vapor e taixas I z-a '
de ferro bali Jo e coado, de todos os tamanhos
para dtc.
Cortes de vestidos
de seda
Ka na do Qoeimado n. 37 loja dc \
Ditos de cassa brancos o dc coro-, duzia
Cambraias de cores dc diversos goslo?,
covado
Chitas francezas de lindos padroes, co-
vado a 290 e
Chalos de merino lisos cora franjas do
reros, um
Ditos do dito bordados do relindo, um
Ditos de dito com paireas de seda, um
Mirlas tralia i!p i'pppIkm dpIu illimo |A,Paca de svd3 dc ledros, covado
(lUiut* t lUti UL llixuii ptiu uiuuiu |M(,ias mujio finas para senhora, duz.a
!1AV10 Vltldo do HaVPe UIU COmjHfttO SOI'- Ditas-dillas para din, duzia
llIUttll) UC estlliOS e StUd (.t & Mas, ( M(>iascasemiras de qoadrinhos, covado
2 baliadOS e dC aVClnl.OS qnaOS SC VCn- Ditas ditas escuras com djas larguras
dem por preco commodo.
Chape linas dc seda e dc
velludo para senhora.
lucas chapclinas de seda e de vellu-
soo
lie
k
35(1 1
nho a 39 a duzia, cambraias muito f- o naa scu!iora: na ra do Queimado
lindos padroos a CO a vara, raeias fi- i A ,
enhora a 3-^800 a duzia, ditas cruas In-! >/, lOja UC 4 poi'tas.
Golas c manguitos.
covado
Cortes de dita muito fina
Dilos de dila prela bardada
Riim branco de llnho fino, vara 1.
Dito dito dito, vara lxKiO
Dito dito dito, vara
Dito dilo dilo, vara
o nutras inuilas fazendas que se venderle I
lado do comprador.
=r Prelo de Lisboa superior a 5&50O, chi
uliiinamonic ; na ra do Vigaro u. l'J, pri
ro andar.
.J Palitos dc Brim 3^000
Hrilhantina branca muito fina a...
500
15500
700
800
500
320
21500
res em cusas particulares por preco chitas francezas claras e escuras 260 e
muito commodo, assim como vendem-l Casen.ira preta fina al$400c..........
se vidros a retalho do temanho mais pe- jV* l"^ Jf cr '^ '^^
(jueno ate mais de 6 palmos. | Corles do casemira de corage........ 7*000
Cassas organdys dc novos desenhos a
vara..................................
Ra da Scnzala Nova n. 42
Vende-seem casado S. P. Jonhslon & C. va- Ditas francesas muito finas a............
quetas de lustre para carros, sellins c silhes in- Manguitos de cambraia transparente bor-
glezes, candeciros e casticaes bronzeados, lo-; dados muilo ricos....................
nas inglezas, lio dc vela, chicote para carros, c Oolinhas dc cambraia bordadas depona
montana, arroios para carro de ume dousca-al- >a..........
os. e reloetios d'ouro patente inslezes.
<5'-ju>its'ft"tt.!!:'- in)ti iiiicacjD
3-
lgOOO
1300
&
Caisas com 32 libras de maoarrao, rerenlenien-
i" desembarcadas a--,- rada urna, ditas do aleiria
com mesmo pese a (<. na pr^ca da Iodepen-
d ,i n. "il.
Vendem-se foges de ferro econmicos, do
.',. para rasas de familia, conli ndo 4 torna-
11 is, c r;riui para cozinha cura lenha ou carvao,
ptima invi!u;ao pela cconomia dc gastar um
terQD de lenha ou carvao df>s antis"?, o d< cozi
ihi com mais pp Blcza, .Mn a difiereiiQa de so-
x'.n amoviveis, oceuparein pequeo espado da. g
casa, o i! fcil condcelo: vendem-se porpre-
i mdicos, na fundico o Francisco A
'.' ii : i Mes [uila ra do Brum, e nas lojas i!,
\ _. lu C.ri!oso, junto a Conceiciio da p^ii- t
! i '.i i..' e ra do (.teiraado u. 30.
Na !oja dosertaDejo,rua
io Queimado n. 43 A.
Kci'cberam em direitura do Fronda, deencom-
tnenda, os melhores chapeos de castor rapadoss
sencu brancosi prelof i as formas as mais mo-
dernas que lo in viudo ju mercado, c por me-
j i- que em oulra qualquer parle, assim como
tamlcm lem um grande sortimento df enfeile,
do vidrilho pretoso de cores polo diminuto pre-
50 de i cada um. assim como lem chapeos de
ul i!.- panno a 1J200 cada um em perteito esta-
Iterluras brancas muito lina? a 320, ditas do
e :m ; ii boa 1;> nina, cambraia prela lina
a Stitl o covado, e a vara a 560,e a 610, gangas
do c a b 0, Irim branco de linho a 18200 a va-
ra, rolletes de velludo do furla-corespretos a
7;I0J, ditos prclos a 8 c a j, calcas de case-
i" eflt a 7, 8 e ll, dilos prelos a 7, 9 e
': collti s de forguro a i, 5 e {>$, saceos pa-
dc diversos tamanhos, eiascruas, por
sei in le p< a 19500, ditas a l$00 o "s a
i, linas a ;' r \$, chapeos cufoitados para
mcu nose meninas e senhoras por qualquer pro-
co, e ludo o mais aqui se encontrar o prego,
e nao se deiade vemndoe.
MOSELLEJIOSSEIX
tm wuaat & c
L*l
em garra las c meias gar-
rafas.
C.J.Aslley&C.
Seguro contra Fogo
LONDRES
AGENTES
| C J. Aslley & Companhia. '
I I flfti vete: O
Meias de seda de peso
para senhora, brancas e pretas, e para mcnin?',
raneas c riscadas : vende-sc na loja de Le i te
vV Irmo na Tua da Cadeia do Recife u. 4.
k S00 rs. a peca
(ic-se
Metal
Folha dc cobre e
auiarcllo.
Estaiilio em Larra e Prc-
gos de cobre.
I
Tiras c enlremeiosdecambraiabordados
Ricas mantas pretas de linho para se-
nhora ................................
Ditas ditas de blond brancas e pretas..
Chales de soda decores, prctos croxos..
Dilos dc merino bordados com franja de
seda..................................
Ditos de dito dilo de la..................
Ditos de dito liso dito de seda.......... 681)00
Dito de dito dito de la.................. 4^500
Dito de dito estampados fino lista de
seda..................................
Lencos do cambraia de linho bordados
fino?..................................
Ditos de alsodode labyrinthoSOOc....
".apellas brancas para noiva............
Eoieites dovidrilho preto e de cores___
^Aberturas para camisa de esguio de
g| linho..................................
Dilas ile dilo de algodao brancas 8 de
cores..................................
iSaias balao modernas..................
i I Chapeos francezes forma moderna......
f Gravaiqs de seda depona bordadas a
^| velludo ..............................
Camisas francezas de cor e brancas
finas aljSOO e............"............
Ditas dilas de fustiio branco c de cor___
Dilas dilas de esguio muito finas mo-
dernas ................................
Seroulasdo brim de algodao o do linho
Galeas de casemira prela selim 9J e___
Dilas rio ditas de cores 8# o............
Dita de moia casemira ................. 4$5000
Dijas de brim lino e varias qualidades
3#e Collctes dc velludo, gorguiio,
casemira e selim..................:.
Casacas le panno preto miiiio Uno 303 e
Sobrecasacos e palotots de panno preto
tino 2b e............................
Palotots de casemira mesclada golla do
velludo ..............................
Ditos do alpaca preta muito finos......
Dilos da merino selim pretos e do cores
Ditos de meia casemira..................
Ditos de alpaca pretoso de cor forrados
Ditos de brim branco epardo finos......
Ditos de brim dc quadrinhos finos
.3J500 e..............................
y Dilo de alpaca preto e de cores..........
g I llelogios do ouro paten........tes...... g
r-
l
$
s
750G
73090
89000
15000
8
9
8
8
63000
8500
pgSOO
2-500
9
ngono
103000
55000
4Og0OO
85#000
18*000
IO3OO 1
9JOO0
7c00(t
. c bordados a 69, palotols de
alpaca prela e do cores a 5, ceroulas de. linho I [>:.,.,<. i, aasnitUS llf! DIB
e algodao, camisas ingle/as muito superiores a ,!l, b"1^ *- HW.Jou,l,,s "' .
60> a duzia, organdys de lindos desenhos a brilla I D Pfi (lo Queimado 3/, lcjH a ra do Queimado n. 19. eslao-se aciban-
ljlOO a vara, cortos de cassa chita a $, chita Ll 1 !do Palitos de Brim a 3f000
franceza a 2f0, 280, 300 e 400 rs. o covado, p
de madapolao com 30 varas a 4?800, 5?, 58500, I
6,7 c 8(, chitas inglezas de cores lisas a 200 rs o
covado, toalhas para mesa a 3 e 49, cortes de i
lea do brim de linho a 23, dilas de moia caso-
mira a 2>20, vestuarios bordados para moni-1
nos, e outras muitas fazendas que se vende por
barato proco.
Era casa de N. O. Biebcr
S C. ra da Cruz n. 4, vende-se ;
Champagne de simeriorqualidade dc marca acre-
ditada na corte.
Tinta branca superior cm oleo, latas dc 25 ll-
/bras, por commodo preco caixas do 4 latas.
\ erniz e rerniz copal.
Alj.'odaozinho da fabrica Todos os Santos da Bi-
hia.
Brilhanles do diversos tamanhos e de primeira
qualidada
fSl1 4 porlas.
Manteletes
Ricos mantelelcs dc grosdcnaple ri-
camenlc bordados: na ra do Queima-
do n. 37, loja de \ portas,
rentes
Ricos oentes dc tartaruga para alar
eabello: na ra do Queimado u. 37,
loja de 4 portas.
Camisas francezas
Ricas camisas francezas lano de
Cuberas de cinta
a 2:;000.
Ra do Queimado a. 19.
Armazem de fuendis
tartaruga.
Ruado Queimado n. 19.
Saias bordadas a 3200
Corle de riscado trance! 13 corados a 250o
Chapeos emfeitados para menino
Chita a ICO covado
Pujas de chita miudinlii fina co;u 3.S eo\
pOO de linho como de algodao C de flK-j Crambra?a mindiuba a 500 avara.
ao: na ra do Queimado n. 37, loja de Dita a -ino va-a.
' pOl'taS. ( hales escuros paia ir ro banho 'iOO
Boncts para cranca ChZs SXTZSi' f"'5S "^ e;
Ricos lionels de marroquim para Dm comflctosonimenw de madapoljo.
ciianca: na ra do Queimado n 37, lo- .4' QAOl o lii'yc^a
ja de'4 porlas. ** Ai
Fazendas boas c
baratas.
sortimento de cha-
peos.
Chapeos de easlor prclos de superior (ualida-
de a 105, ditos francezes dc seda a ~$, dilos de
castor brancos a l-i, ditos de velludo a 8 c 9{j,
ditos da lonlra de todas as cores muito finos, di-
tos de pal ha Inglezcs de copa alta e baixa a 3 c i
5?, ditos do fol tro, um sortimento completo, de I Chapclinas e chapeos do seda c pallia
2g5O0 a 6*500, ditos do Chile de 355H0, 5, C, 8,: para senhora, bonitos e boui eniei-
9, 10 e 128, dilos de seda para senhora, dos mais ( lados a 150 o 1C;000
modernos, a 12g, chapclinas com veos do iilli- Chapeos de soda enfoilados para meni-
mo gosto a 153, enfeiles Qoissimos para c.abcca nas a 8j n 9#000 I
a 4g>00 o 5?. chapeos de palha escura, massa e j Capellas e enfeiles de flores e iroco para
seda, muilo proprios para as meninas do escola, cabeca do m -ninas a 2^000, o para se-
sondo os scus procos muilo em conta, ditos para hora a 5) c 120( 0
baptisado de meninos c passeios dos mesraos, Enfeiles do vidiho para cabera a 3#500e
tendo diversas qualidades para escolber, boncts | Chapeos pretos francezes, linos, para
de galSo, dilns de marroquim, ditos de vello- '
do, dilos enfeitados, chapeos de boa qualidado
para pagem, chapeos dc so! de seda para me-
ninos do escola, e mesmo para senhora e para ho-
mens ; Analmente oulres muitos objectos que se-
ria enfadonho mencionar, c ludo se ven de mui-
lo em conta ; o ossenhores freguezes vista da
fazenda ficarao convencidos da verdade : nabem
ronhecida loja de chapeos da ra Direita n. 01,
de Bento de Barros l'eij.
Taclias para engenho
Fundico de ferro e bronze
DE
Lencos de cambraia para alibeira a 2,000
zia ra do Oueimalo n. 19.
Cortes de cambraia
Na ra do Queimado n. l'J.
Aprazo oa
nbeiro.
a di-
Fraticisco Antonio Corrcia Cardozo,
^Jgl lem uiu grande sortimento de
tachas de ferro fundido, assim
5gnnn
3S50
co fila Je velludo do um dedo mnimo de largura i ^
-.d:ii l 1(2 varas, bandos de crina para senhora ^
muilo bous a 400 rs. o par, pulseiras de contasSl
V ii i senhora ou meninas muito lindas a ICO rs.
cara acabar ; na loja de miudozas do aterro da
Boa-Vista n. 82, quasi confronte a matriz.
1
i
fl
Alyaiade eVerniz copal.
Folha de Flaadres. ||ChaBS dft SCla prall
senhora.
para raarci-
Snunders Brothers & C. tora para vender err.
i i :.. m.napracado Corpo Santo n. l,
;r;::is canos do ultimo gosto, recentimente
:,!' 1 ... conhecidos c acreditados fa-
,ies J. Broadwood &Sons de Londres, e
multo proprios para osle clima.
Vende-sc um carro de 4 rodas, bem cons-
truido e forlc, com assenlo para 4 pessoas de
dentro, e um assenlo para boleeiro e criado fra,
forrado de panno fino, e ludo bem arrarjado :
para fallar, com o Sr l'oiriei no alono da ftoa-
Vista, e no osciijjtorio dc James Crabtree & C. n.
42, na da Cruz.
iiua do Oucimado
loja de i portas u. 10.
Palhinha
neiro.
Yiiilios finos de Champa-
nhc e Mosellc.
Lonas da Russia e Brim
de vela: no armazem
de C. J. Astley & C.
Chapeos de castor preto
e brancos
Na ruado Queimado n. 37, vendem-s; c:
Iboies chapes da castor.
b
as
fe!
9
J
|pg Campos & Lima tcm para v*udi
^ chapeos do seda para senhora a 10# cada ci
^S um : na ra do Crespo n. 12
Vcnde-SQ urca prela moca de 17 anuos, que
i j faz todo o servico de urna casa, ou troca-so por
P um pro! i : na reslilaco per traz da greja de
CSO OM Santa lula.
= Vende-sc um sitio de torra, com duas ca-
sas de vivenda, um quarlo para taberna, no dis-
inti de Santo Anlo, fra dacidade mcialegoa,
c-hamado Peupcrizinho, proprio para engenho:
quem o pretender, falle com Joaquim Domiugues
nos Afosados.
me-
Aviso.
5>
ELOGIOS.
como se faz e concerta-se qual-
quer obra tanto de ferro fun-
dido como balido.
SYSTEMA MDICO DE U0LL0WAY.
PILDLAS HOLLWOYA.
Este inestimavel especifico, cempe; lo inleira-
mente di- berras medicinaes, nao ci nlcm mercu-
rio, nom alguma oulra substancia deleeleria. Be-
nigno mais ten.a infancia, o a compleicao mais
deli ada igualmente prorapto o sogio para
desarraigar o nial na compleicao mais robusta;
inti iraiueute innocente em anas operacoes e cf-
foitos; pois busca e remove as doenca.; dc'qual-
quer especie egro por mais antigs c icuazes
que soj.un.
Entre milhares de pessoas curadas com este
remedio, nimias que j estavam as portas da
morte, preservando emse'u uso: conseguiram
recobrar a saude e forcas, depois de haver tenta-
do intilmente todos osoutros remedios.
As mis afililas niio de-, em entregar-so a de-
- ipcra^o ; (acam um competente ensaio dos
j cicazes effoitos desta assombrosa medicina, e
, prestes recuperaro o beneficio da saude.
Nao se perca lempo cm tomar este remedio
para qnaiquer das seguinles encrmidades
honumaSSe 9jj000
Ditos brancos dc castor, modernos 140000
Dilos de casemira de cores para human 49000
Dit< de fe'ilru tinos a 4d, 5e
Dilos do dilo Quissimos, fila larga 7ft000 i
Dilos de seda do cores delicadas b>000
Dilos de castor tambera copa balsa e
finos 9000
Donis dc panno fino, francezes, para
meninos a o 0j"00
Camisas braucas e com peilos dc cores
a I$800 c 250
Dilas ditas com peito dc fuslao, finas,
a 2#800 o 3*000
DUas com peito de linho a 3$-j00, 4* o 5()()0
Calcas de brim de cores o brancas de Ug a 6000
Ditas de casemira do cor e pretas a 85 e 1:
CelU los do brim e fuslao a 4e
Ditos do gorguro de coros a o o
Dilos dc velludo de coros a 12j e
Palclots de brim do cores e brancos
do 3-T a
Ditos de alpaca prela e de cores a 5 e
Dilos de panno e casemira proles e de
coros a 20. 22, 2io
Sobrecasacos de panno proto supciior
Vestuarios do fuslao, mui lindos, para
mi nios
Penles dc tartaruga modernos a 10, 1C o
Loque? entrefinos e bonitos a 3, 5 e
Ditos dc madreperola a 10, 20, 25 c
Vende-se a cocheira da ra da Cadi ia de
49000 | lo Antonio n. 7, leudo o carros e 1 i
sem uso algum : quem pretender, dii j
mi sma,que achara com quem tratar
B*3
Vendem-se





fazendas por
preco e ligninas por mi nos d<
valor para acabar, em pe^a e a n
l'uo : na ra do Queim.
perlas n. 10.

4os osludancsdc rhe-
(orica.
Ojesumo de pool: nacional feitu i i
'?"" Y. dc Honorato est venda na i:
!83BfllHeS5S -:
"i 000, &f
129000II1
:>
26S0I') P
389000
Ramos de flores finas a ]$,
Saias a balao de boa qualidadc a 5 o
Vestidos de phanlasia, de lindas ceros,
a 238000 c
Cortes de vestido de seda dc cores deli-
cadas, cm 2saiase 2 bebadosborda-
dos a 100,? e
Calcas para meninos brdalas a 4 e
12,-000
25SOO0
85OOO
3lJO00
3000
Ccooo
ovos medicamentos I:-
mi'opathicos enviado
Sabino O. L. l'inlio.
lisies medicamentos preparados
cia!_.jnte segundo as nccesaidsdei
homeopathia no Brasil, vendem-sc |
gg preeos conhecid na botica central bo-
Qf meopalhica, ra dc Santo Aman : 1
Novo n. C.

308000 .ij
120j000
O5OOO'
2?800
22500
No armazem dc Adamson, Howie & C. ra, ^ende-se cm casa de Saundcrs Drotliers &
do Trapiche n. 42, vende-se selins para horaem C, praea do Corpo Santo, rologios do afama-
3 penhora, arreios prateados para cabrio'.et, chi-I do fabricante Koskcll, por preces commodos,
coles para carro, coleiras para cavallo ele. e lambem trancelhns c cadeas para os mesmos,
I de escolenlo costo.
Cm casa do Rabo ScL-aiettan &j$$$@$#$$ ^@@3?
C., ra da Cadeia n. 57, vendem-se
a conclu-jeteantes planos do afamado fabrican- \\
ir a liquidaao da firma de Lcile & Corrcia", as te Traunonn de Hamburgo. ; |
Botica.
Ti.irl'.olomcu Francisco de Souza,
do Rosario n. 36, vende os seguinles medica-
mentos :
Bob L'ATecieur.
sendo en-
1600
2t00
rjuaos se vendem por deaiinulo nreQ",
ir ou Iras as seguinles :
" jos de meis cruas para horccn
Ditos de ditas de cores
Dilos dditas cruas muito superiores 45000
Di;o de dilos para senhora 8000
Di ios de ditas muilo finas 4?000
Cortes de caiga do maia cosornira 25000
Daos do dilas dc casemira de cores 5$000
Di ios de ditas do case.c.ira preta a 5$ e 65000
ilnin trenzado branco de linho fino
-vara 1*000
Cortes do coleto ? gorguro de seda 2CH)0f)
Pao pcio fino, prova de liinao 3& e 4>000
Grvalas de seda piola o do cores 13000
ra larga


0
Risc.tos francezes,
eo a lo
largos, cores fixes
Chita; francezas largas finas covado
2C0
240
Hilas c Iliscados de cassa de cores lindos padr5e3 e
superior qualiJade covado 280
Cassas do cores covado 240
Posas dc cassa branca bordada cora 8 va-'
r>; or 2300O
Tir9 bordarlas 2o0
Ca i.braias lisas muito finas peca 4>000
Kmesnas decores para vestidos covado 240
Chllos da laa bordados de seda um 2non
Giudenaple preto, largo covado 1800 o 2000
Soda, e sarja lavrada 1*800 e 2*000
Vestidos brancos bordados para baptisade 53J0O0
Pilulas contra sezes.
Ditas vegptaes.
Salsaparrilha Bristol.
Dila Sands.
Vormifugo inglez.
A'aropc do Bosque.
Pilulas americanas (contra febres).
Ungento Ilolloway.
Pilulas do dito.
Kllixir anti-asmalhico.
Vidros de boca larga com rolhas, de 2 onceas a
12 libras
Assim como tcm um grande sortimento de pa-
pel para forro dc sala, o qual vende a mdico
prego.
Superior ao inelhor
presunto de fiambre.
Ltnguasde vacca em sal moni a vindasj
de Londres, vendem-se nicamente no
armazem de Luiz Anncs deronte da
portn da alfandega.
Ailencao.
s
Vendem-se livros cm branco
de ludas as qualidades, pianos dos
mais acreditados fabricantes da g
Europa : em casa de D. P. Weld
& C. largo do Corpo Santo n. 13. I
*,laaf>!hffi?> -c> &* . "*. & ^?> >',
Vende-se urna preta crioula muilo mora, de
esvella figura.' com urna filha de 4 p.nnos", sabe
perfeilamente engommar e cozinhar, c propria
para casa de tralaraenlo : no largo da Assem-
blan. 6.
i Alcatifa ai
500 rs. o covado. |
Campos & Lima, tem para vender J
alcatifa com quatro palmas dc largura a S
500 rs. o covado : na roa do Crespo
Accidentes epilpticos. l;ebreio da especie.
Alporcas. Gota.
A mpolas. Ueraorrhoidas.
Arcias [mal de). llydropesia.
Aslhma. Ictericia.
Clicas. Indigcstes.
i.oHvulses. [nflammacocs.
ebilidudc ou extenaa- i i- r e g 11 la ri Judos
cao. menstruago.
Dol.ilidade ou falla de Lombrigas do toda es-
forcas para qualquer pecie.
cousa. Mal de podra.
Dysinleria. Manchas na culis
Dor de garganta. Obstrue.co de-.entro.
de barriga. Phtysica ou consump-
-nos nns. pulmonar.
Dureza no ventee. Rete ao de our.ua.
Eufeimidades no ventic. Uhcumalismo.
Ditas no figado. Symplomas secunda-
Ditas venreas. nos
Lnxaqueca. Tumores.
Herysipela. Tico doloroso.
l'ebre biliosas. Ulceras.
Febrelo inteiuitentc. Venreo (mal).
Toalhas dc algodao e de linho a 1$GC0,
1*800, 2*60tie
Luvas de pellica brancas, amarellas e
pretas, para senhora ehomem a 2$ o
Gollinhas bordadas a 000, 800, 1>200
lf600,2c!t;. SgOOO
Manguitos bordados a%f e 3*500
Ditoscom.gollraha a3*500, 4, 60 8:000
Aloni doatas, oulras muitas fazendas, que na
loia de Cunha Silva, na ra da Cadeia du Recife,
se vcsidcm por pucos baratos.
Armazem ile fazendas.
Ruado Imperador n. fi,
confi onte ao gaz.
Caixas com :I2 libras de macarro iioto
Ditas com 1. mesmo peso do lalharim d;:o
Ditas com 01 do aletria
Cestas com cerca dc I [2 arroba de 0
Sapatos do Aracaly, o par
Ditos de lustro para sentiora id,:.-.
Sapldes de lustre para ..
r
I:
1
Arados americanos v- mi..'"
I pata lavar roupa : cm casa c S. P J >-
Ihnston & C. ra da Sensata n. i2
I Chapeos pretos,
Na ra do Queimado
numero 19.
Chapeos prelos de primeira qaadae, e .'
trma elegaute a 10$ cada um.
n.12.
*
V^o burilados para chapeo
En re meios bordados
Alio liado adamascado largo vara
Lencos de chita oscuros um
Gangis de cores para palitos covado
Bom negocio.
Vende-se, com poucos fundos, a taberna do
paleo do Terco n. tila trotar na mesma,
-45Ra Direita45
255000 T l.
i96oo; Para nomens.
1^230 Rorzeguins aristocrticos (lustre)
100 Borzpguins zouavos, obra forlissima (be
! zerro)
Borzguins cidados (bezerro e lustre
Borzpguins econmicos
Sapates batedores
Para senhoras.
Rorzeguins para senhora (primeira classe)
Ditos para meninas (primeira classe)
9j>000
8g000
8a;wo
6X000
5&00')
5?000
45000
Vendem-se estas pilulas no estabultcimcnto
ge ral de, Londres n. 224, Slrand, e na loja de
iodos os boticarios droguistas e outras pessoas
encarregadas de sua venda cm toda a America do
Sul, Havana c Hospanha.
Vendem-se asbocetidhas a 800 rs. cada urna
dolas, conten urna inslruccao cm portuguez pa-
ra explicar o modo do so usar dcstas pilulas.
O d.'posito geral em casa do Sr. Soum
pharmaceutico. na ra da Cruz u. 22, em Per-
nambuco.
LI
cobertos e dcscobcrlos, pequeos e grandes, de
ouro patente inglez, *para hornera o senhora,
de um los melhores fabricantes de Liverpool,
vindos pelo ultimo paquete inglez : emeasa de
Southall Mellors & C-*
Cal de Lisboa.
Vendcm-sc barris com cal de Lisboa, da mais
nova que ha no mercado, por prego do 6$ cada
um barril: na ra do Brum n. 18,, armazem de
ossuear.
Vende-se urna porco de burros en-
tre os quaes existem 40 pareihas, todos
muitos gordos, novos e de bom taraa-
nho do excellente campamento c!ie-
gado ltimamente de Montevideo: os
preterdentes dirijam-se ao trapiche da
enmpanhia ou ao armazem de carrocas
em Fora de Portas, dc Flix da Cunha
Teixeira.
Tachas e moendas
Braga Silva & C, (em sempro no scu deposito
da ra da Moeda n. 3 A, um grande sortimento
de tachas o moendas para engecho, do multo
acreditado fabricante EdwinMaw: a tratar no
mesmo deposito ou na ra do Trapiche n 44.
Rua do Queimado numero 19.
Cor!;? de riscado franco/. 3 Ii,2covadosa2;00.
Cobertasde chita a 2f500.
Chai i ..- enfeitados para meninos e mcuinas.
Ditos prelos Unes, ultima moda.
Ditos de fellro.
Cambraia organdys muito fina.
Chales de froco de tres ponas.
Ditos dc merino bordados de duas ponas.
Dilos muilo finos bordados a troco. ,
Ricos chales de louquira branco.
Cortos de seda de duas srias.
turas pnf"iladas.
Manteletes pretos bordados.
Lencos para algibeira, brancos, a 2j a duzia.
Ilua do Queimado a. 37.
A 30$ cortes de vestidos de seda que custaram
60?; a 165 cortes de vestidos dc phanlasia que
custaram 30$; a 8 chapelinhas par;* senhora:
na rua do Oucimado n. 37.
Brim trancado dc linho todo
prelo,
(azenda muito superior; garantc-se que nao.
desbola: na rua da Caden do Recae n. 48, lo- ^^ '
ja de Leito & Irraao. I'QT^Q ll'C'lfi
Enfeiles de vidrilho e de rctroz a 4 cada J. CA Cl. AAV^OCO \D
um : na rua do Queimado n.37, loja de 4 porta?.
I camas,
r< albas de algodao alcoxoado para mesa
Enfeiles de vidrilho preto os mais modernos,: del, 1 IA 2,2 \\1 c 3 varas a 800,
vendem-se por 3$, na rna do Crespo u. 16, loja lg500, 2,_ 3 e
linho do 2, 3, 3 1|2, 4 e 4 I
iDvcDCo aperioi-
Coada,
Bandos ou almofadas
de crina para ponteados de
seuhora.
Vende-se nicamente na rua da Cadi:.
Pechineha sem igual.
da esquina da rua das Cruzes
do deposito geral do Rio de Janeiic. a tratar
com Tasso & limaos.
IJ
un
Farinha dc mandioca
Tasso c\ Irm
MiHio
nos armazens de Tasso c\ Irmcs.
nos armazens do Tasso c rmeos.
Vende-se a obra de Casos de Consciencia,
de Benedicto XIV, c os cxercieios de anal yac l-
gico, c gruramalical: na^roa do Q-ictmado' B, -13. so barate?.
Rilas d
varas de 4$ a
Ditas de dito muito superiores de 2 a 5
varas a 6,8,10, 12, 14 e
Aloalhado de duas larguras, trancado e
adamascado, vara a 1, 1&200 e
Guardas-roupa dc algodao alcoxo.ide,
duzia, a 2JJ e IfMP
Ditos de linho a #B0
I Bramante de linho para lenco com 8 c
10 palmos de largo a 1S800 c 8 '"'-'
Toalhas de linho com labvrintho para
rostoa3.fe 4-,'
Babados de linho para lenQoe?, toalhas
c camisas do linho, pocas de 30 varas
a 2*500, 33 e Sf800
E outros muitos arligos, que na loja de Cuorr.
iV Silva, na rua da Cadeia do Recite n. 50, eaqui
na defronte da rua da Madre dc Dcos, veodtu;


DIARIO DE PERNAMBUCO. SEXTA FEIRA 20 DE JANEIRO DE 1860.
ro
Batatas baratas!!
Gigos de 32 libros a lg'100 para acabar: na
ra da Madre de Dos n.8, armazem de Valen-
'.a & C.
Defronte da matriz da Boa Vista, n. 86, ven-
dern-se e alugam-se bichas de Ilomburgo, por
pmenos do que en) qualquer oulra parle, amola-
se qualquer ferrmnenl8, tira-se e chumba-so
Escrava.
Vende-&Q "raa bonita esclava pela, crioula,
idade de 20 nnnos, engomla, cose, borda o co-
ioha o diario regular do urna familia ; bera co-
mo um moleque da mesmo idade, pouco mais K
ou menos, boa figura, robusto, e propno para Jenles sangia.s,, c r,1z_se lllu0 qanto perleucc f-k I II iB I O ft R 11 J*\
aiialaiirr srrvico : na ra do Queimado n. 35. ..,,, ,, ,la,..iri, Uft LU U-L ELiVulID
57 Ra do Queimado 37
a arte de lareiro.
Livros em branco para es-
criplorio.
Peanas de aro de 50 qualidades diffcrenles,
entre ellas as afamados peonas inglczas do pro-
fessor Schulv, e conhecidas
DE
fGlfiflglG) II
IlfAlf,
Sita ua ra Imperial n. 118 e 120 junto a fabrica de salmo.
DE
qualquer servico : na ra do Queimado n. 35.
Rtulos para charutos.
Ha um grande sortimenlo de rtulos para cal-
las de charutos, para garrafas de licores, lano
de bojo como de gorgallo, rm bronco, para nelles
so es.rever o que so quizer, de botica, para cal-
as de cha, viudo do Rio de Janeiro, de vi unos
do Porto, fciloria, e de caj ; na lypographia e nas caligraphicos, linteiros
encadernaco da ra do Imperador defronlc do vidro, lapes, caileiras, escrev
S Francisco. res do papel, borraxa para amanar volumes, e Ncsle estabolecimento ha sempre promptos alambiques do cobre de diflerenles dimencoes
ojmJift ili Ninllia miiitos oulros-objeclos de cscriptoiio c proprios (de 30(13 a 3:0>0 simples e dobrados, para destilar agurdenle, aparelhos destilatorios confiaos
1 nr ,., r.,.cn,.c .1. rnmnjereio : na livraria ac- I ,,ara resHlar o destilar espiritos com graduaco al -JO graos (pela graduaco de Sellen Cartier) dos
melhores syslemaa hoje approvados e conhecidos nesta e oulras provincias do imporio, bombas
de todas as dimencoes. asuerantes e de repucho lano de cobre como de bronze e ferio, lorneiras
Loja de 4 portas.
Marmelada
Vende-se malmtala superior cm lulas de 2
libras a 500 lis a libra ; na na Direila n. 93.
esquina do beco do Serigado, no mesmo esta be-
lecimento vcnJo-se cognac e naos mais b
Farinha.
t as es Scbasliao J.da Silva dirisida por Mantel Carnciro Lea!.
ivanmhas, segurado-' O I
Chegou a este eslahelecimento um completo
sortimento de obras feitos, como sejam : palc-
oits de panno fino de 16$ at 28g. sobrecasacas | to quQ en oulra p3rlG"
de panno fino preto c de cores muito superiores
a 3o, u:n completo sortimento de poletots de
riscadinho de bnm pardo e broncos, de braman-
te, que se vendem por pceo commodo, cerou-
las de linho de diversos lmannos, camisas Ferreira & Mar Una em seu armazem na ira-
franec/.as de linho c de panninho de 2g at 5;" vessa da Madre de Dos n. 10, vendem por pn
cada orno, chapeos francezes para bomem a 69, j ron,modo a superior farinha de mandioca ri n-
ditos muito superiores a 10?, ditos avdludados, lmente chegada do Maranhao, em saceos gran-
copa alta a 13#, ditos copa baixa a 10$, cha- des, tanto cm porces romo a retaih'j.
I peos de feltro para homem de 4-J. 5J c at 7-3
Altenco.
o
Vende-se urna botica homeopalica im lintu-
para as pessoas de com me
Obra completa ntidamente impressa em muito I demM |ja do imperador n. 21.
0111 popel, eque est usada em todas as oselos, a0flllftl,a nn/.'uloi'nid
a provincia, cartas doABC, laboadas, rosla- j AOS SCilIlOl t'S CU^dUCl liad
c ehapeleiros.
ores
da p._
dos de muilos molellos, arte de 1er por venlu-
ra, metbodo faeilimo, os marlyrcs pcrnarubuM-,
nos, que se a.-ham adoptados para a leitura das; Camenas de core .
.-rolos carliihas de mui boa edico e conside- e fazer forros de chapeos, niais barato do que cm
ravelmento augmentada, economa da vid.i, urna, qualquer oulra parte: na livraria acade
eonfortissin.a carlonagem, arithmeli-e o gram- ra 00 Imperador n. 21.
niaticade professorCastro Nunes, catbecismo da'
doulrina chrlslao, mui correcto, impresso em
mui bora popel e lypo grande, papel de peso]
transparente para estrever nas escolas com pau-
la, almaco (!e linho, greve, de machina, etc..: na
lypograpnia e eneadernacao da ra da Impera-
dor, defronle de S. Francisco.
.No armazem de fazendas de
sos de bronze e
tubos de cobre c chumbo de todas
mencoes, esperantes ede repucho lano de cobre como de bronze e
de bronze de iodas as dimencoes e feilios para alambiques, tanques etc., parafu
ferro para rodas d'agua,portas para fomalhas e crivos de forro, tubos de cobre e c
. as dimencoes nara encamen tos, camas de ferro com armaco e sem ella, fuges de ferro potaveis c
Cameiras de cores proprias par* encapar Bm, ^Kg^laSu e lachos de cobre, fundos de alambiques, passadeicas, espumadoiras, cocos
mi, para engenho, folha de Flandrcs, chumbo em lencolc barra, zuico era lencol e barra, lsnces e
arroellos de cobre, kiiQes de ferro a lato,ferro suecia inglez de lodos as dimensdes, safras, lomos
e folies para forreiros etc., e oulros muitosarligos por menos prero do que cm oulra qualquer
parle, desempenhando-se toda e qualquer encommenda com presteza e perfeicio j conhecido
e para commodidade dosfreguezes que se dignarem honrorem-nos com a sua confian.-a, acha-
ra o na ra Nova n. 37 loja do ferragens pessoa habilitada paia tomar nota das cnnimmcndas.
Ghcffuem a Pechiocha
Raviiuiudo Carlos Leite fe
Na loja do Preguiea na ra do
Queimado n. 2. leni para
vender:
Clialy e merino decores, ptimo nao s para
I ron pues evestidos de montara de Sra. como para
l'tliao, na da mperatriz n.' vestuarios de meninos a 3(30 e 400 rsocova-
10, tem constantemente um grande sortimenlo do Challes de merino estampados muito fieos pelo
deiiiiiuto prego de 2:500 cada um mussdinas
TOgOOO
eotooo
209000
15S00O
103001
sogooo
305000
640
5*000
3JO00
S
$
1"S00)
fijjOOO
C0
2:500
de fazendas fazendas linas por menos do que em
oulra qualq icr rule, a saber ;
Vestidos de seda bordados a terral, de
todas as cores,que .- vi/nderam a300$,
vendr.-se agora cor
Ditos que se vendern) por 120;000,
vended-se a
Ditos que s Dilos de pliantasia que se venderam a
:!5*, veni. e-so a
Dilos de harego que se venderam r. 20J,
vende-se a
Vestuarios di seda de cores para crlan-
.- a l'$ e
Camisas de rambraia de linho para sc-
nhorns a 8|, 12$ e
Manteletes ic seda de cores a
Dilos de seda prela a 20?, 25$ o
Ditos de gros'denaple pelo, do ultimo
gosio, por
I.aas de cores matizadas, muito bonitos
padrees, (ovado
Ditas de cores, lisas, de urna cor s,
covado
1 orles de easemira de cor para calcas
Bonete de phantasia para meninos
Chapeos dem para meninos
liollinhas di^ missongas para senhoras
Chales de froco com tres ponas
Ricos cortes de gorgurao para colleles
Chita franeza escura celara, covado a
2*0, :'.M ,
Dramonie de linho, 10 palmos de largu-
ra, vara
Goardanapos adamascado*, duzia, a 1C'5
I2j000e
Ditos doalgodo acolclioados, duzia
Saias de baluo de criuoliiie, da melhor
qualidade que at hoje lem apparecido
BCSre mercado, de 12J a
l"m grande sortimento de camisas de
is os (ualidades para homem a
OjOOOat
Perfumarlas inglezas do afamado fabri-
cante John Gosnell & C.
Assim como um grande sortimenlo de fazendas
proprias pan os serios, que se vendem muito
baratas, e o mesma esta bel eci ment se obriga a
mcaixolar despachar, embarcar com a inaior
presteza possivel.
Acaba ile chegar ao armozem do fazcudas
Ja ra da mperatriz n. 10, o seguale ;
Ferros de engomiliar
momii 9, Jo melhor autur.
Chalala.
Preparac.ao propria pora tornar as mobilias
usadas em novas.
Paunocouro,
que ptimo para fazer guardas-lamas de carros i
o maisiocorpado, e pelo e lustroso, do que o ,
mellior courp de lutre.
Para fra da provincia.
Vende-so um escravo bonita iigura, crioulo,
idade 30annos, pouco mais ou menos, perfeito
boliciro e jardlnciro, advirlindo-sc porm, so-
bre a clausula da ser para fora da provincia:
quem convier dirija-sc a ra da Cadcia, loja de
Sampaio Silva & c.
Na ra do Rosario larga n. 38, segundo an-
dar, existe para se vender dous escravos pecas de
desotto para vinte annos de idade.
cala um, dilos de sida e de palha enfeitados pa-
ra meninas a 10#,.dilos de palha para senliora a
12J, chapelinhas re velludo ricamente enfeita-
das a 25J, ditas de palha de Italia niuilo finas a
253, cortes de vestido de seda em carto de 40$ ros, contendo 00 \idros dos mais necefsarios m-
ate 150J, ditos de phantasia de'16$ atOSSOOO, dcament09. sendo estes vidros do onca cada un,
golllnhas de cambraia de 19 at 5$, manguitos!c urna dita cm glbulos con 75 medicaim
do 1^500 at 5$, organdya escurase claras a diversos, oestasootics acompanham os melho-
800 rs. a vara, cassas francezas mullo superiores i res compendios desta sciencla [leudo viudo do
e padres novos a 720 a vara, casemiras de cor- Itio de Janeiro de um das melhores cnsulh
o que ludo -e vende por oreos coromodi
razio do seu dono relirar-se: rua do (jui iuia-
do n. 11.
. a <.--.- < -; p .' 4J. -.* "i *>v ^\ -- t. -..
* *_i> :i '*.,'.".- s 1 > \-, ^ > > v -- ,
REVISTA HEBDOMADARIA
COLLABORADO
PKLOS SUS.
modernas, bstanlo largas, Jo variados padres
a OGO e ^80 tis o rov-i lo grvalas a ranlazia o I Antonio da Costa A. F. de CastifhoA. GUlexandre Ilerculono-A. G. RamosA. Cuima-
1*V10 V \ V 4-nn |anlaZ,a, I raes-A. de Lima-A. de Ollveira Marreca-Alves Branco-A. P. Lopes de Ueodonca-A. Xavier
iwsuuu | mais moderno pos tve! a 1 e 1200 radauma, e Ro(]rgllcs Cordeiro-Carlos Jos Dai reros-Carlos Jos Caldeira-E. Pinto da Silva e Cunha-F.
Gomes do Amorim F. U. BordalloJ. A. de Freitos OliveiraJ. A Mala J. A. MarquesJ. de
tes para colleles, palelotse cairas de 3$500 al
-1$ o corado, panno lino prcto e de cores de 2-3500
al 10$ o covado, corles de collete de vello do
muito superiores a9e 12$, ditos de go-guro
e de fusto broncos de cores, ludo por preco
barato, atoalhado de algodo o lJji2,S0 a vara,
cortes de cosemiras de cores de 5 at W, grosde- v-
nnples de cores c pretos de 1 #600 al 3;2'.)0 o
covado, csparlilhos para senhora a 6g, cociros
de caseruira ricamente bordados a 125 cada um,
lencos de canibraia.de linho bordados para se
ahora a 9 e 12^ cada um, ditos lisos para ho-
mem, fazenda muito superior, de 12 at 2(1.; a
I duzia, cosemiras decores para cociro, covado a
|2jJ400, barege de seda para vestidos, covado o
[19400, um completo sortimento de collelesde'^J l,nr ^l> sobrado da esquina da ra do
gorgurao, casemira preta lisa c bordada, e de ;; Queimado, por cima da loja doSr.Pregiii- .,
fustu de cores, os quaes se vendem por barato
preco, velludo decores a 7j> o covado, pannos
para cima de mesa a 103 cada um, merino ol-
eochoado propno para paletols e colleles ;, .
nova.
->
Bnm lona brauro c di^ cores para cal- :
i, vende-se a 3"; a vara, no segundo an-
-
exl'aor-
outras muitas fazendas, cujos presos
dinariaiuenle baratos, satisfarao a
do comprador.
= Vende-se o romance Kodolpho ou o lou-
15500o'c0 assass'lll)i obra importante e ja bem conheci-
da e muito acreditada, por preco commodo
ea entrada pelo
^ x> v> \y v* >
eco do Peixe Frilo n. !
:::,-; : y;..:- .
Vende-se 1. 1 irmazem de Jos Antoni'
reir Dios o. C, na ra da Cruz n. 2 .
na
livraria u. 6 da proca de ledro 11-
J. A Maia
Andrade Corvo.1. da Costa CascaosJ. Daniel CollacoJ. E. de Magalhes CoutiuhoJ. G. Lobato
PiresJ. 11. da Cunha Rivarah J. da Greca JniorJ. Julio de Oliveira PintoJos Mario
Latino CoelboJulio Mximo de Oliveira l'imc.'itcli. Pedro de Souza J. S. da Silva Ferraz
Jos de TorresJ. X. S. da MollaLeandro Jos da Costa Luiz l'ilippo LeiteLuiz .los da
Cunha L. A. Rebollo da SilvaPaulo MidosiRicardo Julio FerrazValentina Jos da Silveira
Lopes Xislo Cmara.
DIRIGIDO
ron
A. P. tic CarvalkoI. F. Silveira da MottaRodrigo Paganino.
Destinado a resumir todas as semanas o movimento joraalistico e a offerecer aos leilores, con-
Mercurio doce
Retroz.
Linhas em novcllos.
o covado, bandos para armaco de cabello a
1^500, saceos de tapete c de mnrroquini para vio-
gem, ounrgrande sortimento de mocas e mala?
de pregara, que ludo se vende vontade dos
freguezes, c outras muitas fazendas que nao | C*ra do Lisboa em velas,
possivel aqui mencionar, porm com a vista dos Graza ingli za rm boides.
compradores se mi.-traio. Lazarinas e ca vinotes.
Chumbo em b ncoL
|L ; Ditode municao.
UNGENTO UOLI.OWT. Perros de ac" para engommar.
Milharea de individuos de todas as narres po- Pregosde ferro de todas as qualidades
dom testemunhar as virtudesdcste remedio in- Ditos francezes sonidos,
romparavel e provar em caso necessario, que,
pelo eso que ib lie lizeram tem seu COrpO e mem-
bros inteiramente saos depois de haver emprega-
do intilmente outr-is tratamentos. Cada posoa
REMEDIO INCOMPURAVli
IIEIDS-SS
yinho do Porlo, do mais superior, engarrafado,
dito champagne, idem, dito muscatel, idem : no
armazem de llarroca & Medeiros, ra da Cadeia
do Recife n. i.
A. F. da Silva lleiris
ISOOO
2500 tmpora vender no seu deposito da ra do Vi-
gario n. 27, velos do carnauba do fi, 7, D e 12
em libra, ditos de composicao de e 7, saceos de
C>.000 fp'j5o branco e amarello, tui
quenas e grandes poreos, o por menos ilo que
em oulra qaalquer parte ; i compra-se elTeltlva-
SSigua-se no cscriptoiio leste Diario ra das Cruzes, e na ru Nova n. 8. ,... ,. ..,.as depoia do ,,.,. permanecido Ion
reco da assignatura : pelos paquetes a vapor 10j>200 por auno ; por navio ue velo > imoeda (J ,
Ass
P
btasileira
lia algumas colleccocs desde o conieco da publicacao do jornal.
mpo nos hospitacs, onde de viam solTrer u
: amputaco I Dolas ha muitas que havendo dei-
xad0e-i5e.sns.ylos de padecimentos, para seno
submetterem essa operaco dolorosa foram
curadas completamente, mcdlaute o uso d issi
I preciosoremedio. Algumas das laes pessoas na
enfusaodc sc-u reconhecimeuto deelararam es
tes resultados benficos diaule do lord i
I dor o oulros magistrados, alini de maisauteuti-
; carem sua Qrmaliva.

l.siao se acabando sebolas de resi.o s a le5
sollul a 13 : na ra do Vicario n. 27.
Escravos fgidos.
Fugio ha poneos dias, do lugar ond.' Irabalha-
va, o cabra Ociaviano, pertencente a Manoe! Joa-
quim da Silva Lea.), de Hacci, d'oude \ io ha
pour-os mezes em companhia do mesmo, len
03 signaes seguintcs : estatura regular c reforja-
do do corpo, represente! le 10 annos, pouco mais
Scus proprielorios offerecem a seus numerosos freguezes e ao publico em gerat, loda e tivesse bastant
Ninguem desesperara do estsdo dn san le se 0:l menos, tem marcas d bexigas pela cara, cos-
': qualquer obra manufacturada em seu reconhecido estabelecimento a saber: machinas de vapor de ,,
InHno na Inmankna mitaa A'aain nsr.i Pie'i'illlOS todos de feTO OU |)al'a CIlllOS de niadeilO, inCn-
GCSOOO
lodos os tamanhos, rodas d'agua para enge
1 das e mrias muendas, tachas de ferro batido e fundido de lodos os tamanhos, guindastes, guin-
chos e bembas rodas, rodetes, aguilhoes c boceas para fornalha, machinas para amassai man-
KlS^ttr,0de !!I-"S'l"eCal'e;dio^ e paa dc^scaroca, algodao.pre.-as para mandioca e oleo de riciui, portees gradara, CO-
l UU eczd. ; lumnas e moinhos de vento, arados, cultiva loies, ponles, -aldeiras e tanoucs, boias, alvarengas.
'":'" botes e todas as obras de machinisma. Esecata-sc qaalquer obra saja'qaal dr sua nalureza pelos
B Conlinua-se a vender fazendas por baixo J: | desenhos ou moldes que para lal lim forcm apresentados. Ueoebeiu-se encomuieiidas ueste esla-
- preco at. mesmo por menos do seu valor, |jjjj| belecimenlo na ruado lliuui 11. 28 A e na rua do Collegiohoje do Imperador n... moradia do co-
nento Jos Joaquiui da Costa Pereira, com quem os pretendemos se podem
[uer obra.
e conlianca para cnsaiar osle re- luma fazer a barba dcixando snissas de |
edio constantemente scgulndo algum lempo 1 P'olho, muito regrista, falla em poico des .._
lentratato que nei lassea natureza do mal, sado, anda calcado, inlilulo-so por forro ; levou
ijo resultad o seria pro va rinconlestavelmeute : calca o camisa de algodozinho azul com lislras
ue tudocura. o bonei dfe la proprio para morujo : roga-se a
O utt^uentn he ulil, mais partleu-
lariucuto nes c2ruiutcs easos*
..... .... ..... ...... .-.., W|Ociecl|]|i.r:ioii;i rua
I al.m de liquidar cenias : na loja de -. portas xcir0 llo esUbelecin
tS no roa do Oueimado 11. 10. ,.nlpii,l..r n.ira miiili
-v.r: a 1 s i. a>-a>
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b -2 ta n
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= .." n ='t- "2
Ttt**2<-.Z
i s
= o
= 115:2 >SS!
: =3 5 5; 5 = =. -o
Goiabada imperial.
Vende-se em caixoes e em latas a mais fina
goiaba que se lem visto. I\ua Direila n. 0.
Fub.
Farinha de milho americana, em barricas, che-
gada 110 ultimo navio dos Lstados Unidos: nos
armazens de Tasso Irmos.
Espirito de vinio com \\
graos.
Vende-ser espirito de vlnho verdadeiro com 44
graos, chegado do Europa, as garrafas ou as ca- j
nadas : na rua larga do Rosario n. :JG.
I Potassad&Rossia I
E CAL DE LISBOA.
No bem conhecido e acreditado deposito da
rua da Cadeia do Recife n. 12, ha para vender j gencia a outra qualquer hora do dia'ou da uoite sendo por escripto em que se declare o nome da
potassa da Russia e da do Rio de Janeiro, nova '. pessoa, o darua e o uumero da casa.
e de superior qualidade, assim como tambera Nos casos que nao forem de urgencia, as pessoas residentes no bairrodo Recife podero re-
cal virgen) em pedra: ludo nor mecos muito j melter scus bilhetes a botica do Sr. Joao Souuii& 0. na ruada Cruz ou loja de livros do Sr. Jos
razoaveis. i Nogueira de Souza na rua do Crespo-ao pe da ponte velha.
.SKI.LINS. Nessa loja e na casa do aiiunnciane achar-se-ha coiistojjteiaent eos melhores medica-
Vendem-se os melhores seilins inglezes de pa- menloshomeopathicos ja bem conhecidos c pelos preces seguintcs :
teote. no armazem de Rostron Uooker&C, Botica de 12 tubos grandes, ...".......
praca do Corpo Santo d. 48. Ditos de 21 ditos............. .
Ditos de 36 ditos. .............
Dito de 48 dilos...............
Dilos de GO dilos.............. .
Tubos avulsos cada um.............
Frascos de linduras........,.....
Manoal de medicina homcopaihica pelo Dr. lahr traduzido
em porluguez com o diccionario dos termos do medi-
cina, cirurgia etc.. etc............
Medicina domestica do Dr. Bering, com dicciouario. .
Repertorio do Dr. Mello Moraes.......
Alboreas.
' Caimbras.
'' Callos.
Canceres.
, Cortaduras.
Dores de cobeca.
I das cuitas.
1 dos membros.
Cnferndades da culis
em gcral.
Ditas do .-.us.
Erupcocs e escorbti-
cas.
Fistolas no abdomen.
Frialdade ou falta de
calor nas cxlreuiida-
d es.
Frieiras.
Geng.vas escldalos.
li chaces
Iullamraai-o dofigado
Inflammaco dabexiga.
da matriz
Lepra.
Males das pernos.
dos peitos.
de olhos.
Mordeduras de reptis.
Picadura de mosquitos.
Pulmocs.
Queimadelas.
Sarna
Snpuraces ptridas.
quem o pegar de levar n Manoel da Silva San ,
rua da Cadeia do Recife 11. 62.
Fugio no da 27 de dezembro Jo auno
prximo passado, do engenho Brejo, freguezia de
I Jaboatao, oeferavo Aioxandre, cabra, sapatei-
110, iJa.le da 30 anuos pouco mais ou meos, de
estatua mediana, secco, o pisando mal por cau-
sa das bobas, que livera nos ps ha um anno :
e leus o costme de embriagarse : do.-coi. lia-so,
queesi 110 Recife ou lis marac : peJe-se 1 01-
tanto a ijiieni o encontrar queira lvalo acuello
engenho, ou ao escriptorio do Sr. Manoel Abes
Moeda ; e |irometle-su
wmm wmmm i iPiiRiiDffia,
3 RUA DA GLORIA, CASA DO FUIVD
Cliniea por am^os es syslemas.

O Dr. Lobo Moscosod coosultas'todos os dias pela manhaa ede tarde depois de 4 horas. ,
Contrata partidos para curar aunualmente nao sopara a cidade como para os engenhos ou outras la*cr us0 J'-'3!c nguwtto.
propriedades ruraes.
Tiha, em qualquer par- Ferreira, na rua da
te que seja. uina uoa recompensa.
Tremor de ervos. Desapnareceu o Escravo Virginio, mn-
-dofigado. CCa' la,' ldado Perl (1' aH3rela an,l0*> w-' c !"-
das articulaeoes. prido, pouca barba ; an.la calcado, e fillio do
Veas torcidas 011 noda- -'crlao, consta que para ali seguir de caminlio,
das nas peinas pela villa deSaboe'ra. Quem O appreliendur, e
todos os boticarias orogoistas e outras pessoas
encarregadas de sun venda em toda a America
do snl, Uavana e Uespanha.
Ven le-se abOO rs., cada bocelinha cen.'];,
nina :nstruccao em prlugucz para o modo de
Os chamados devem ser dirigidos 1 sua casa at as 10 horas da manhaa e em caso de ur-
Si8-ei&a8giSSi85i8Si8ai68ie 8&U
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do 2i'e,ifl 2* '
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b.Mo 5 a & ,
'- 5 2?"* 5 a ~ =
6 Corles de vestidos pretos, ricos de
70$ o
s Dilos do seda de cores ricos de
m a
Dilos proprios pora casamento de
80$ a
Vestuarios de seda pa.a meninos a
lOjJOOO
15$000
20*090
25$000
0-,000
I.-O(K)
2jj00
Vende-se este ungento no estabccimenlo conduzir a rua da Cadeia do Recife n. 38 ,
Londres n Strand, e na loja de meir0 an(,ar gef getierosanK.rile rcc,n-,pensado.
Desoppareceu no noile do dia 7 de Janeiro
crrenle de S. Jos do Manguinho, casa de
Teixnira Bastos, o escravo crioulo, de nome Be-
nedicto ; representa 25 a SG annos de idade pou-
co mais ou menos, sem barba, altura regular,
corpo igualmente regular e bem fcilo, levou rou-
pa, constando de calcas de casimira, jaqneta de
panno lino azul, comisas brancas Unas, cobas de
gan 1 e de brina trancado branco, chapeo redon lo
de feltro escuro, e nina rede, ludo usado. se-
guido por urna mulber forro, cor fula, de nome
Candida,'(pie consta ser natural do Macei, usa
cabello amarrado. O escravo natural de Scr-
gipe, aonde lem mi, hoje forra.
Itogo-se a quem o aprehender do entregar no
Uanguinho em casa de Jos T. Bastos, ou uesla
cidade em casa de Bastos & Lomos, roa do Tro-
O deposito geral em casa do Sr. Soum,
pharmaceutico, na rua da Cruu. 22, ein Per-
uambuco.
Espirito de vinhe a I$800 a caada, manteiga
inglez flor a 969 rs., franceza a 040 rs., macar-
ro, talhorim c aleiiia a 100 rs, passas e ameixas
muito novas a 4S0 rs., figos a ;M0 rs., doce de
goiaba tino a l>280, dilo de banana a 800 rs.,
cha hisson a 2-:,\ gomma de aramia a 110 rs. :
na taberna da travessa do pateo do Paiaizo n. ;
18, paredemeia da fabrica de chapeos do Scuhor j
' Maia.
200$
155
12
o -
titos de alcochoadinho para ditos a
3| Variado sortimenlo de chapeos pa-
1 ($/ ra meninos. o
&z^Segundo andar do so-
piche n. 17, que scr generosamente recompen-
sado.
il de graficacso
a quem pegar o escravo Joaquina, fjigidp em 2 de
dezembro prximo passado, com os signaes se-
guintcs : ca bocio, de idade de 27 anuos, pouco
mais ou menos, baixo c cheio do corpo, ro 1 re-
dondo, cabellos duros e corridos, olhos pardos,
nariz pequeo, bocea pequena.com falla de .fu-
tes superii res na frenie, usa bigode, o qual to-
dava podeterrapado, sem barba; conduzio urna
redo, oleas e camisas, levando vestido colea e
baratissnio preco de 2S cada corte : na' loja" do I camisa;do algodao riscado azul e chapeo de coij-
sobrado amarello nos quatro cantos da rua do j mo, J' cr ."" vaPor Cru:euo do Sul en,
Neste proveitoso estabelecimento, que pelos novos mtlhoramcntos feitos acha-se con ve-' Queimado n. 29, de Jos Moreira Lopes
20S000
ogooo
6.S0O
KISHIRHIS
di W
sem igual.
Lindos corles de chitas franco/as largas pelo i
ffl'Ss
a>
-
ce18
nientcmeute montado, far-se-hao tambem do Io de novembro em vante, contratos mensaes para \ Resumo das licoes de eIoqueiibianaclon.il
maior
tantos
c* t-
eig -i-^ c ai .; -
'S?"2Pc3 o.
O U
o-a a %." ra
o c -a
fKTfi* 1
o
(5 7
S 2 % ? S = ~r
brado da esquinada rua I
do Queimado por cima I
da loja do Sr. Preguica!
entrada pelo beCCO do % j Vende-o ou arrenda-se o engenho i'otozi,
PeiXe Frito "fl. 1. Slsilona freguezia 'Agoa-Preta, moe com agoa
s-ipassa^ e copeiro, nas obras lem os necessarios, novos
Luiz Ribeiro
los & liniii
commodidade e.ccouomia do publico de quem os proprictarios esperam a remuuerayao de ; para facilitaros exames desta faculdade : acha-se ? ~ ,"'.. ;
sacrificios. j a venda ua livraria acadmica, rua do Imperador''''','.' u" '''
Assignatura de banhos fros para urna pessoa por mez, .... lOgOOO |n. 21. p.r? '',_'jC1;
'ara os folgasftes do Car-
para urna pessoa pi
morno3, de choque ou chuviscos por mez
Rfirift.s de. cartons e banhos avulsos aos oreos annuneiados.
lOfOOO
159000
srix

Acaba de chegar do Ro de Ja
Vonde-se em casa de Arkuright & C., rua da
Cruz, armazem n. 61, relogios do fabricante lli-
qhbury, sendo que pelo seu perfeito macliinismo
pode-se usar com coberta ou sem ella.
AHEN$0.
Vende-se um rico vestuario de velbulina de
cor, proprio para o carnaval, na rua -da Cruz 11.
2G, armazem.
Champa nha.
Vende-so barato, para fechar cuntas, urna pe-
quea quandade de champanha, era gigos, da
marca acreditada C>iC, na rua da Cadeia do Reci-
to n. 62.
Attencao.
Lelellier k C. tem para vender em seu arma-
zem na ru 1 da Cadeia Velha n. 1 f, o verdadeiro
vinho Bordeaux, em barris, bem como Kirsch c
Rillersem caixas de 12 garrafas.
Vendo-so urna casa de loipa nos A fugados,
na rua do Quiabo quem a quizer, drija-so ao
mesmo Afogrdo, na rua Direita ilogou) n. 19.
*io aterro da Boa-Vista n. 80, vende-sc
presuulo de Lisboa inlcirosa 400 rs. a libra, ale-
liia, macari.o e talharim a 400 is., macorrao
branco a 320.
commodos, ebem construidos, e no que respei-
0 a pro.hirvi para todas as qualidades do cul-
neiro alcus exemplaresdo Iluros Paroce,nDo havef sl,i,erior e,n ar,e al"
. -1 Iguma lem boas maltas e terreno para levantar
primeil'O e Segundo VOlume,0utroengenho, ficando o Potozi com as ierras
da CorOgraplla. necessarias psra safrejar os mil paes de assucar
Historfica clionoIof;ca, ffen-aloelca, !1u9.se I"'5" Planlar de presente o nico in-
nobiliana e poltica do imperio do lira- flwtaL J al,res.en,a e ^ar lonja do em-
bariiiie dous das de viagem para ida e volla dos
veniente que se aprsenla estar lonja do era-
sil!, peloW. Mello Moraes: vende-se *iwgwAmit inconveniente este que breve tem
4$ o volunte, podendo-se vender o se-ide desaparecer com achegada da estrada de ferro
{undo ein separado : na livraria n. 6 e : que reJuz a (|uas cargas por dia p0rianio quem
8 da praba da Indenendencia. | ruzer possuir um Potozi, ou mesmo desfrtalo
Vestidos tle Seda. porarrendamento no engenho Ucha adiar cora
Vendera-se cortes de vestidos de seda com 2 e quem halar ou na rua do Queimado n. 39 a
3 babadas, armados, de20;j a 40 cada um, sen-
do que seu valor razoavcl ser de 80g : na loja
de 4 Dortals da rua do Oueimado n. 10

m
i
i
Desembarradas ltimamente viudas do @
@ Toito, proprias pora piesenlcs, por che-
} garcm inteiramente peifeilas : vendem-so
y no armazem Progresso no largo da Penha
3 n.8, tanto cm porco como a relalho ;
preQO commodo.
Veude-se a armaco e
gneros da taberna n.lido pateo do TerQC : a
tratar na rua Augusta n. 91.
fallar com Manoel Florencio Alvcs de Moraes.
Farello a
G^OOO rs.
Saceos grandes ; na rua Nova n. 52.
Vende-se um cavallo prcto, gordo, muito
manso e bom andador : no paleo do Paraizo nu-
mero 10.
Relogios.
Vendem-se relogios de ouro inglezes, de pa-
tente : no armazem de Augusto C. de Abreu,
na rua da Cadeia do Recife n. 38.
Vende-se e permuta-se por casas
no bairro de S. Antonio desta cidade,
ou arrenda-se o sitio da travessa dos
Remedios, na freguezia dos Afogados
n. 21, pelo ttmpo que lr convencio-
oado : quem pretender urna destas de-
claracoes, entenda-se com o seu pro
prieturio Caetano Pinto de Veras, na
casa de sua residencia, rua de S. Fran-
cisco n. 8, ou na reparticao da alfan-
dega, para tratar do seu ajuste.
Era casa de Hcnry Forstcr & C, rua do
Trapiche n. 8, vende-se :
Um corro americano de 5 rodas.
Arreios americanos.
Bombas ameritas.
Foges americanos.
Arados de ferro a 30#
Champagne e cognac.
Relogios arflericanos.
Farinha de trigo de todas as marcas.
Varas douradas para mol-
duras.
Na livraria da rua do Imperador n. 21, existe
urna grande variedade de varas douradas do to-
das as larguras, para fazer-se quadros e moldu-;
ras para retratos e paineis.
Vende-se um cavallo novo, de bonita cor,.
bem feto, e bom andador, sem achaque algum :
a tratar na rua Imperial, casa ou sitio do major
Antonio da Silva Gusmao.
Marmelada.
Na rua Direita n. 6. vende-se marmelada
de primeira qualidade a Q\Q ris z libra a ella
antes que se acabe.
naval
la Cunha Antonio Luiz dos San-
quera o appreheoder, o levar a
fe, rua t) Cicspo n. 11. onde re-
ompensa cima. Pede igualmente
s autoridades poiieiaes e capites de campo a
apprehonso do mencionado escravo, que se sup-
pe fosse pora o centro do Ceor, porque dizia
ser natural da villa do Cascavel e muito de
suppor que v se inculcando de forro como por
vezes lem fe'.o.
Moleque Fgido.
lOO.V-OtJO de gratifcalo.
Roga-se aos capiliics de campos, e a loda o
qualquer auloridade a appieheriao de um mole-
que de nome Manoel, crioulo, idade 12 annos
Gama & Silva, no anligo ater-
ro da ba-visla hoje rua
mperatriz n. 00.
Vendem lindissimos chamalotes de algolo
a imitacaodeseda, de todas as cores proprios pouco mais ou^menos, o qual fugio^ da casado
para vestidos de senhoras para vestuarios para
horneas por prero baratissnio que facilita faser-
ce um rico vestuario gastando muito pouco di-
nheiro da-se as raoslras com pinhor.
Pera e ameixa
., i Indo para o sedtizir, desde i pro'esta o mear
Vende-se pera secca e ameixas ranina clau- ... ..u-..Jl i:,i,;, ,
.. I i-, ...An abaixo assignado de cahir sobre dito larapm c
da em caixinbas de 2 libras a I511OO a caixi-
nha ou 500 res a libra ; na rua Direila n. 93.
esquina do beco do Serigado.
Com toque de avaria
a 1:800
Corles do vestido de chita rocha fina a 1:800
lencos de caomraia brancos a 2:000 2:500 3#
4:000 a dusa dilos cjm 4 palmos por cada face
e do 4 e meio por 5:000 cousa rara no Arma-
zem de fazendas de Raymundo Garlos Leite &
Irmos. rua da mperatriz n. 10.
Farelo.
Vende-se farelo superior, saceos com 90 e lan-
as libras a 5jj!6jJQ : na travessa da Xlndro de Dos
n. 18.
abaixo assignado no dia 30 de ouiubro do cor-*
rente anno, levando caiga de cor, carniza azul,
chapeo do palha oleado e o maior signal sofl'ro
de asihma e a pouco cstevedoente de. Lexigas ;
desconfia-se que csteja acoilado por algum esper-
talhao, que se quena aproveitar do sua pequea
mo
rapio com
lodo o rigor da le, e gratifica da maceira cima,
aqutlle que Ihe der noticia certa, e paga loda
despeza que se fizer cora o mesmo moleque para
se effectuar dita aprehensao, levando rua Nova
n. 21. Francisco Jos Germano.
No dia 2 do Janeiro desle anno fugio o mu-
alo escuro, idade de 40 i 50 annos, escravo do
Francisco Dios ile Aft^Lmondor no lugar Cua-
nta, pertencente a PoranrW, rujo escravo tem
o signes seguintcs : cheio do corpo o calvo,
com alguns cabellos brancos, quando anua alira
a perna direita para fra e leva apona do p
em procura do esquerdo, o que chamara zarabe-
ta ; levou chopeo de couro, tendo por enfeite
urnas bololas feitos do raesmo couro, quocahem
Sara o lado, e um veste com giiarda-pe;lo, tu-
o de couro ; julga-so andar pela Passagnn da
Magdalena, aonde lem um mano : o Mssoa quo
o pegar, drija-se a Boa-Vista, rua da Hanguei-
ra, casa n. 11. que ser bem recompensada.


i'8.
DIARIO DE PBttXAMBUCO. SEXTA FEIfU 20 DE JANEIRO J)E 8.
Litteratura.
V..^. .. .- .,..... MMIII I, [M I Em. Domeiiccli, missionario aposto-! s"l,rP as rM,,rn3
:;eo amphuhealro ;
I abramlam-se o tornam os lons monos pronun-
ciados, menos duros o menos avolludados, I.a-
-* '--------------------------------------------- {tuna lem a apparencia de urna dessas ci lados da
0^ !.idiucuas dos grandes descrlosdaAllema!,aednsmar8cn3,:io Rnono situadas so-
litltt*i.' <,i'i.l.n!iftii-.l nolft -.Whadi l" uma monlailha escarpada. As casas com sous
meritd ^eplenllOn.\l, pCIO li)dae|a1,|arc3 jc terracos parecom apinhadas urnas
c fazem o efTeilo de um mense
o rio banha a frald i da eminen-
cia sobro a qual osla edificada a Laguna o corro
Do rio Puerco pode-se ir visitero pu-ihlo do serpenteando na planicie. Este ;>ue6/oindi^ona
>. quo a mais extraordinaria c a oais an-; 6 um dos mais amigos do Novo-Mexico; -.inda e;t
tas enlades indgenas desses pairos. Para tal qual o acharan) os Hespanlies no 1G. secu-
a'ii ir ler inlrodoz-sp nos desertes do Sul, aira- lo; conten periodo 1,000 habitantes, afamados por
de un pai/ do aspecto selvagera o desolado, sua honradez, sobried.-ide c al mesmo industria.
lo-Si i sua v gelaro em jueras e ce Iros. No centro deslo povoado ibre-se uma pr.iea on-
le lempos lempos 6 que ooncontra '(*] de os Indios se reunem para certas Testas sqnaes
tsj de catadura tov oir, roba- | ns Mexicanos nao poiem assislir. Cousa singu-
nhosdo eoineiros, guardados por pastores : lar, esses Indios oulregam-so domado bu fulo,
dos de fnndas-como no lempo dos Azi ecos e In- como as tribus do norte da America Septcnliio-
digenas com as pomas nuas, conduzindo bostas | nal. As outras ceremonias religiosas resumem-
arregadas do Inicias e legumes. se do culto do Montezumn.
Acema- est situada sobre um penedin solado junio praca est edificada urna-egreja callio-
que elevase perpendicularmente 120 metros I lica servida por um padre moxi-atio; esta egreja
cima da planicie e asscmelha-se A urna ilha no meia arruinada serve de cemiterio. De cima do
meto de um lago. O cume dcsle penedio per-' edificio pode-se admirar toda a espantosa bello-
fcitamento bonsontal e sua superfino de cerca de ,7a do canon no qual o rio abre caminho com
H> geiras. Para ah ir ter, sobc-sc um montan ; difficuldade o d i paisagem to pittoresca como
le arcas juntas pelo vento at o terco de sua al- eslranba. A- 50 kilmetros ao norte de Laguna
ira ; os dous outros tercos do caminho sao ca- existe umvolco; a montanha em que labura
9 na rocha como urna oseada em aspira!, i cheia de aberturas, donde constantemente sa-
m inultos lugares ve-so massas enormes degro I hem columnas de fumo espesso e negro.
(reparadas da massa primitiva pola acc&e do lera- Os Navajos inradem muitas vezes esse paiz e
pc>), senielhantes a turres quadradas situadas ao roubam ludo que Ihes vem iis mos ; levam re-
redor do pueblo paradcfende-lo. ( banhos e at mesmo nrisionciros uno nao dao
A cmado compoe-se de quarleiroes, contando j a libertado seno depois ter delles tirado um
grande resgate.
Os Navajos no entretanto neni sempre esli
, cm hoslilidade com as populaces dos povoados
e campos, algumas as visitam como amigos com
de um aspecto triste c desolado tomludo ter- j Na oulra oxlremidade est enterrado um porte
til. do cedro esculpido aberto, poslado horisontal-
A' dircila e esquerda do rio elevam-se Ierras menle o cercado de conchas e outras flexas do pe-
de penedios negros metamorphicos e cortados em quena dimensao. Alguns d'estes aliares sao de
columnas como a Calcada dos Gigantes na Ir- remola anliguidade c os Indgenas nao permt-
landa : lguraas d'ossas columnas esto inteira- tem que os eslrangeiros o loquera
mente destacadas da massa principal e ficara em (Contina.)
p como immensos pharoes na entrada do deser-
to. No mi'ii oni am;tliilea!ri) sobre uma eminencia que de lon-
go pro luz o elTeito de urna pennsula.
A' signos kilmetros ao sul de Zuni estendo-se
urna plinura, cujo3 lados sao perpendiculares o
era cujo centro acha-sc Zuni Vieja (o Velho Zu-
ni). Em certas distancias appareccm os altos das
torres as quaes os pastores e cultivadores ve-
lam para apreeatarom-se de qual iuer sorpresa
da parte dos A pachos.
Ensuio histrico e critico so&re
inte lefio da imprensa por C.
Paeile,
Longos dbales, apaixonados c ardentes, se
bao suscitado sobre a invencao da imprensa. As
opinioes a respeito do nomo do inventor direr-
geni muito, o varias cidades dispulam entro, si a
gloria de haver dado origem a ossa orto. A opi-
niao divulgada e mais geralmcnlo aceita allii-
/uni est situada entre 10a" c 109 long. O. e buo-se a Gutemberg toda a gloria, ou pelo menos
35 lat. N. Sem lti'Jj foi deunilivamente con- a maior parte da gloria dessa descoberta. As ma-
quistada pelos llcspanhes, sob ocommando do nifestacos publieas o allestam, e os livros em
capitn general Carlos Diego de Barros Zapata, seu lou'vor se leem multiplicado ; tanto sito es-
Sua populaoao actual de 2,000 almas ao maxi- tos. c tantas sao a3 provas, que fazem duvidar se
mo, porque em 1832 a bexiga dnuda alii fez | a verdade lem necessidado de todas essas confir-
grandes estragos. Muitos dos habitantes leo ni a
pelle branca, os cabellos lnuros e os olhos azues.
cada um 00 'i 70casas e de uma grande egreja ca-
iho!ica,que lera duas trrese bonitos campana-
As casas lecm tros andares, s com janellas no
or, e [llanto sua eonstrncoo a mesma
que a dos cutios pueblos do Novo-Mexico.
Os habitantes de Acoma ccnheccm o que he
confortare!, parecen) [elizes, sao mansos c gene-
rosos ; ordinariamente cobrem-se com capas de
brancas e prelas fetias pelos Navajos ; suas
calcas sao mui largas e aperladas no joelho, com-
I ridas, meias dela ou polainas de como com-
pletara seus trajes. As tnulheros, como as de
Santa Anua, engrossam horrivelmcnte as pernas
pot meio di calcos alcochoados.
Acoma 6 provavelmente o cueo, de quo fal-l
iam os antigos historiadores hespanlies, qucirl
icara como que situada entre Cbola e Tigm ,
edificada sobre o cume do uma rocha perpendi-
. qual s ia ter por meio do 300 degros
.liados na rocha.
Em lodo o derredor destepueblo, reputado in-
nperavel, os habitantes liuham collocado grandes
i8, que podiamfazcr rolar sobre os assaltan-
-. que livesscm a ousadia de escalar essa pra-
ca extraordinaria. Prxima s habilaeesria-se
trras lavradias para a cultiva do inilho cin
;|uantidade bastante paraa.s necessidades da po-
;5o e grandes cisternas para receber as
- dachuva Os cueos liuham em tedas as pro-
vincia^ confinantes sobre as quaes faziam cons-
- excursoes o appellido de bandidos.
Acoma faz lembrar as fortalezas encontradas
por Fernanda Cortez, tal como o povoado de Ca-
pistlau as m .nianlias de Guaslcpegue, deserip-
to por Solis como uma cidade forte por sua natu-
reaa, assentada sobre o cume de um grande pe-
lio, de to difflcil accesso que os Uespanhoes
nao podiain gaiga-lo aiuda mesmo ajudando-se
eom as maos.
":uias deslas cidades corajosamente resisliram
i urtez que fui obrigado abandonara con.|Us-
ta probleinaliiM com temor de ver todo o scu
ito perecer sem poder atlingir um iniroigo,
que poda esmagar o.< assaltantes atirando-lhes
enorme' podras.
A existencia dessas popularoes perdidas nos
deserlos um objeclo de admiraco para o via-
jante queso comprehende a vida con: os encan-
tos la Sociedade ou com a independencia dos In-
das nmadas
i effeilo esta semi-cvilsacao que reina n >s
P'ieblos do novo-Mexico tlicma para
motaces. K' ella um avaneo para a barbaria
j uon pro?resso, um psforco desses povos para
a rivilisaco .' Profundos mysterios sobre os
- a lisloria conserva um segvedo alisj-
0 fin de trocar os seus productos, que rendem
por oulras mercadorias. Esses Indios antiga-
mcnlo lisonjeavara-se de poder exterminar a lo-
dos os Mexicanos; se o nao faziam.di/iamelles.era
atim de s'esquivatem ao Irabalho de cultivar o
mho o criar rebanhos de que, quando querem,
fcilmente se opropriara.
Deixando Laguna, passa-se 8 ou 10 kilme-
tros ao sul do monte Taylor, volcan extinelo que
repousa sobre carnadas "horisontaes do lava. O
vallo de San Jos torna-so ao depois mui largo
feralmente e coberto de lava ; a planicie primi-
tivamente havia de ter sido inundada pelas tr-
renles de uma massa deste substancia semi-li-
quida de 100 metros de largura sobre 10 de es-
pessura e (jue ao depois se endureceu, ennegre-
cen e abrio-so para dar passagem an rio.
Do monte Taylor Agua-Fria, na Sierra Ma-
dre, o terreno eleva-se rpidamente na ra/.ao de
1 l metros por kilmetro. Agua-Fria um
pe |ueno riacho que sabe de um leilo de lava,
por poucos instantes corre na superficie da tr-
ra e ral ao depois perder-se em rochas volcni-
cas. E' a ultima nasceute desta lalitude que se
dirige para o Atlntico ; junto ao cume da Si-
erra Madre, 2,000 metros cima do nivel do
mar.
L'ma antiga tradico explica esta parliculardade
da rnaneira segunte :
Em oulro lempo minerosdo paiz de Giles vie-
ram essa regiiio e foram massacrados petos In
digenas, quo potiparam as
ellas casarem. Destes casamentos
macoes, e de todos esses documentos.
A historia de Gutemberg c obscura. O que se
sabe dessa personagem d a entender que elle
era um hoincm activo, curioso, muito aveniurei-
ro, amigo de anionloar (irojecto sobre projeclos.
0 de se deixar levar por chimeras antes do ir em
mulhcres para com busca de alguma cousa til e pralicavel. Gabou-
nentos nasceram fi- I se de possuir diversos segredos que nao quiz di-
llios semclhantcs s suas mais, c esta rana bran- j vulgar com modo de ser aecusado de feiticero ;
ca (cr-se-hia assim perpetuado at os nossosdias. I procurou todava exercia-los, e cstabeleceu
Em apoio desla tradigao, poder-se-hia citar um urna sociedade com o fim do pulir podras, c lo-
grando numero de patarraszunis, que leem ana- bricar espelbos : calculou assim tirar grande pro-
logi.i com patarras inglezas que significan! a i veilo do seu genio as fciras de Aix-la-Chapelle.
mesma cousa ; todava os Indgenas negara essa ; No meio de lodos esses projeclos levava uma
historia, que nao honrara sua hospitalidade. vida poaco rejrada. Em t-dt foi citado
Cunto qur que seja essa? poputaedes parecom
i/"s : vvem frugalmente dos productos do
suas lenas ; veslem-se com a laa de seos reba-
nhos ou com a pello dos animaes que frequen-
seus campo- ou sua- monlanhas ; ignoram
aixdes que Bgitam o restante da humanidad.:
superficie do globo o sem ruido extinguem-se
no silencio dos desortos, sem que sua tonga ago-
na seja perturbada pilas convulsdes polticas
atormentan) os povos do velho mundo.
IX.
Rio de San Jos, Rila-Laguna. Navajos
: "ria. Itocha hieroglyphica. Ruinas de
I i..'.i."=-Zun A anliga Zuni.Volciio
an Francisco.Valle do William. Curiosi-
les.O Coloradi .
ni seu curso o rio de San Jos toma successi-
ntcos nomos de Mo-del-Ualto, llio~ de La-
te Itio Rila. Antes de penetrar no paiz ro-
San Jos, alravessa o ro Puerco, de-
pois cosloia-S o rio deixando-o esquerda. em
itoque direita alonga-se uma linhadcro-
eba3de ztio vermclha,de mistura com espessos
jazigos de gesso eara branca jurassca O I), lia
trabado pelo Puerro o o San Jos formado do
ama serie do colimas aplanadas c coberlas de
mitas.
1." ao norte de San Jos que se lancou CM)
metros de altura o po volcnico do San Mateo
A: alguns kilmetros de Puerco o vallo se con-
e so descobre sobre uma plauura do lava
as ruinas de uma anga cidade mexicana
cLamad Rita, le os habtanlcs deveriam ter
abandonado em virtode dos ataques continuos
e Navajos e da falla d'agua ; o San Jos ape-
Basura riacho,cujas aguas pouco abundantes nao
De Albuquerquo Agua-Frls frequetcmente
ancontra-su no caminho bellas florestas de pi-
nheiros e floridas planicies em que habitara ca-
britos montezes da cauda negra, antlopes, lo-
bres, esquilos e todas as especies de pequeos
passarosilc- pemiugem brilhante.
Alm da Agua-Fria, desce-sc a verlente occi-
dental da Sierra Madre e chega-se um valle
mu descampado em que se acha a Rocha, das
Inscriprbes, chamada el Moro pelos Mexicanos.
A face da rocha de N. E. vertical e naturalmen-
te lisa at a altura de 70 metros ; a base, deste
lido est cheia de liiernglyphos indgenas eins-
rripedes hospanholas : n verlente opposta (S. E.)
tem a forma de um bastio e possue urna nas-
ceute de lmpida agua, que apnarece em sua ba-
se do meio de, urna naca circular cercada de ver-
dura. O cume da ocha do gres branca leve-
mente veiada de araarello, partido perpendi-
cularmento em minios lugares, de modo repre-
grandes |sentar de longe as lorriuhas de um castello raou-
risco ; sem duvida o que Ihe den o nome de
tl-iloro. Junio essas lorriuhas v-se as rui-
nas de um antigo povoado cujas muralhas indi-
cara uraa certa habilidade de construeco ; al-
a cs-
dras
.,, nuittvL-iid :!. .:i ( ue loiisuuccao ,
guns muros da altura de 2 3 metros a'inda
18 cm p ; a alvenaria est perfeita, as pee
pequeas, porm regulares, as Ira res sao de ce-
dro e parecom ter s.do Irabalhadas com pedias
cortantes, em vez do seriadas ou corladas com
instrumentos de ferio.
No meio das ruinas, frequenleoicnto encontra-
se restos do loucas de barro pintada. Frontciro
ao El-iloro, alm de um profundo barranco.
egualmente re-se as ruinas do um oulro puc&io
Escrplores dislinctos julgarara que estas espe-
cies do fortalezas liuham sido construidas por
um poro do pastores para aluigarcm-se das in- I (icaram a cidade
O Zus conservaran! uma profunda veneraco
Montezuma.; reservarara no cenlro da cidade um
pateo espaCosO para as danos em honra deste
semi-deos. Na poca desses rigosijos pblicos os
dancarnos trajavam-se singularmente, pela maior
parle representando animaes do clifres, ferozes
ou phantaslicos.
As casas dos Zunis leem a mesma forma que
as dos outros povoados indgenas, seus andires
do oseadas sao quasi todos entalhados de compri-
das fulhagcns de pimcnlas encarnadas, seccas ao
sol.
A cidade possue uma egreja calholica quo lem
3: metros de comprido sobre 0 do largo ; edi-
ficada de aduubos e alraz do scu nico alirosla
suspenso um quadro que representa Nossa Se-
nhora do tiuadalupo, padroeira do Mxico ; al-
gumas estatuas ccrcam o quadro ; as pareHes
laleraes eslo completamente despidas. O ge-
remador habita urna casi de tres andares na
qual frequentomente se rcuncm os caciques ou
chefes do governo. Estes sao em numero de
quatro eo sen emprego hereditario ; o filho suc-
cede an pai, ijuando este morro ou se torna in-
capaz de preencher suas funcc.oes. Toem a di-
receo gerftl do todos os negcius pblicos e o
poder de fazer a
pojeo rearada. Em l-t> foi citado peante
o tribunal de Strasbourg para cumprir uma pro-
com seu neto em um bosque fora da cidade di-
rertio-se em abrir letras nas cascas dasarvores.
Tendo-as revirado unas apos outras sobre um
papel, forraou palarras, depois versculos inte-
ros. Suspeitot logo que poderia tirar partido
desse processo ; e multiplicando os seusensaios,
aperfeicoando os seus instrumentos, conseguio
com o djulorio de sen generocompor umatirili
particular, e snbslUor as letras de madeira por
;-;;as de ehumbo, o depois de estanho e desta
sorte imprimi diversos livros por meio da
prensa.
Esse primeiro inventor, Laurent-Jaussoi-Cos-
ter, morreu em 1439. Os livros, que se lhc at-
tribue, sao os impressos cm lypos bastantes
grosseiros, os quaes os jnlgadores corapetenles
querem que fosse fundidos em areia, e que i---
lo lon^'o de ler a belleza dos lypos do Guteiu-
berg. Cosler lnha a principio guardado em sua
familia o segredo da sua invencao. Quando os dar a discusso que o autor faz sobre o processo
seus trabalhos apresentaram alguns resultados, j do Strasbourg como curiosa e bem fundada.
o I orna rara tal ou qual impulso, vio-se obrigado Quantoao essencial. a causa de Gutemberg e
a aluciar alguns obreiros. I 111 delles u'uma noi- Mayence a mais vulgarmente acreditada. Nao
le do natal, depois da morte de Coster, intro- obstante as proleslacoes da Hollando. :ontiiiuam
dnzio-se no armazcm dos lypos. apoderou-se a persistir ; e na Franca parece haver disposicau
dos instrumentos os mais engenhosos invena-1 em conce.der-lhes alguma vaniagctu. M. Cli.
dos por seu meslre, e carregado cora esse roubo,! Paeile resolrc ludo. Segundo o scu parecer Cos-
fugio para Amsterdam, depois para Colognc, e ler o verdadero inventor da imprensa : a glo-
finalmenle para Mayence, onde montou uma of- i ra de Gutemberg consiste em t-la aperfe'n;oado.
(icina, em que Gutemberg poudo conhecer os O Bollondez deiava os caracteres mudareis fei-
noros processos, a que dcti grandes aperfeicoa- tos do metal, a prensa e a tinta grossa, cujo uso
racntos. I se lem conservado. O Majncense descobrio os
Demos aqu urna analrse rpida da tradico' padrees para afundico dos caracteres, e deu as-
hollandeza, o nao nossa intenco indicaras i si vi a esses trabalhos uma rcguLirdade e acciu,
testemunhas e documentos, em que ella se ha-! que depois dello nao se lem augmentado : subs-
sea, nem tomar partido a esse respeito. Por {lituio os grosseiros caracteres hollandezes por tv-
muilo lempo abandonada o por assim dizer obs- pos delicados c magnficos, tanto quo ha quatro
curecida no brilho de Mayence, perseverou com sceulos se nao ha descoberlo cousa de melhor.
do Mayence, e os Hollandezes tirara dessa exgs'
lencia nossa cidade da officina montada pelo fu-
gitivo de Harten. As Tprelencoes de Slrasbour-
so firmam alera disto sobre um processo, cujas
pecas anda hojo exislem, sustentado por Gutem-
berg em 1 39 contra os herdeiros de um dos seus
fornecedores de fundos por occasio da publica-
cao dos seus famosos segredos. Essas pecas in-
felizmente incompletas (!) sao assim mesmo de
grande interesas, e muitos autores concluirara
que ellas forneciam a prova real sobre a origeni
da imprensa. Pora chegar a esta concluso, ob-
serva M. Paeile misler interpretar na sentido
tcchnico, que os lypograpli m dio hojo, certos ter-
mos que os termos que os jnlgadores e os con-
tompiirawesdereram ler entendido na sua ca-
cepc.io vulgar. I'sl bem visto que nao quere-
mos tomar partido na eonteslaco que faz o as-
suraplo desse lvro ; mas podemos recommen-
ludo islo, c 1
M. Cb. Paeile,
messa
iojo parece rehaver o s"u credilo.
bibliothecario da cidade de Lille,
O Psallerio de 157 conserva-se o primor d'arto
da lypographia ; e, a proposito, nao posso dei-
xar de concluir declarando, que esse Iriumpho
a mullier. De volts a Mayence sua patria, di-
zem que associara-se com o banqueiro Fusl,
montou uma olTicina de impresso, acabou de
imprimir a Riblia de quarenta c duas regras,
allem.ia. Em arabas asparles a discusso seria
e inleressante; talrez cm cortos lugares a crti-
ca se aperceba de lozes qno nao brilhar.io a to-
dos os olhos, ou de obscuridades que na serio
fundi os caracteres para o maravilhoso Psallerio dilficeis de penetrar. O lodo da discusso parece
'.l.f'ii AnhineaiSilieira.'1
Variedades.
do 1457 ; quando em 1453 l'ust intciitou-lhu um
processo. O fin desse processo foi passar paro
as maos do banqueiro e de um obreiro, a quera
Gutemberg tinha iniciado nos segredos da nova
ai te, lodos os fructos, e lo Jos os instrumentos
que linhamsido o resultado da sua apphcacao de
muitos anuos. Desta vez Gutemberg possuia
uma arto verdadeira, que nao era chimera ou
feiticeria ; conseguio montar uma oulra of&cina,
c eral 60acabou o primeiro livro irapresso quo
elle deu luz. O Psallerio de 1457, posloque re-
vestido dos nomos do Eust e de Fierre Seliafier,
o obreiro infiel, era na roalidade obra de Gutem-
berg, assim como a Biblia terminada dous an-
uos antes.
No seu lvroO Calholco concluido em 1G0
paz ou declarar a guerra, no-
meiaiu dous chefes capities com os quaes con-i Gutemberg explica os processos da sua arle, di-
sultam nas occasics urgentes. L'm o general \ zendo que esse livro lnha sido feitoconfectus,
fundado ; ella digna, sempre conscienciosa, sa-
bia e aiirahenle.
t) interesse da verdade, aiuda nas cousas se-
cundarias, um grande interesse. Quanlo ao
essencial a qneslSo simples. Ouo importa que
os elementos da imprensa lenhara sido postos
era pratica vinte e cinco anuos mais tarde ou
mais cedo '? Que Gutlemberg se lenfaa apoderado
do pensanicnto de Coster, o simplesmente aper-
feicoado os instrumentos lypographicos, ou que
tenha ludo creado por seu proprio gtnio ; que
desenvolvesse o seu [irojccto em Strasbourg ou
em Mayence, o que enconlrassc o sua primeira
indicaco, vendo um Uonat da Hollanda, ou vi-
sitando a officina preparada pelo fugitivo d'lar-
lem ? Comprehende ludo i-io uma questo de
patriotismo, e ninguem est prompto para se-
gui-Ia cora interesse, a nao seren esses cnerffu-
paraas nomeacijes de governadores e officiaes Iportioneet modulo. Sem duvida os bcus con-1 descoberta. E' um instrumento de grande poder,
inferiores. So um destes pratica exaeces ou j temporneos poucu coraprehendiam O que elle que lem contribuido para modificar as con-
exerco alguma lyranma, o poro queixa-se dos {quera dzer ; e agora mesmo depois de quatro | diQfte do esludo, que le propagado c salvado
o acensado e o depc, se o seculus to fecundos para
separara de Gutemberg,
se achura embarazados
caciques que julgara
reconhecem culpado. Os Zunis lem a paixao de
criar aguias que apanham ainda mui novas nas
monlanhas risinhas ; mulidoes destes terriveis
passaros estendem ao sol suas enormes azas so-
bro us torraros das casas.
a imprensa, que nos muitos monumentos do espirito humano, que
tal vez us nossos-leiloresl anda buje conserva. Quanlo ao hornera e sem-
para entender o valor pre o mesmo ; seu poder iiitellcctua! nao se tem
dessas palavras. Sem entrar em delalhestech-1desenvolvido porque ello lem sabid. imprimir,
icos a esto respeito, o convencido do que nin-jo porque lem podido ler mais-ceramodamente, <
, guem ignora boje os promenores lypographicos,; cora menos costo. Tono eir.prcgado maior un-
tara ir visitar Zuni Vieja, dirige-se para uraa i vou todava esclarecer alguns pontos. mero de vezespara mal do que para o bem-o
garganta eslreita situada 3 kilmetros a<>sul | A maravilha dessi nova arle nao consisti s- instrumento que Dos Ihe permitlio descobrir.
do povoado ; depois alravessa-se essa garganta I mente em reproduzr sobre o papel caracteres; Depois de Coster e de Gultembcrg os homens
por um caminho em zig-zag, que va ter trada trocados primeiraraente sobre qualquer materia nao se lem ornado mclhorcs-, nem mais gene-
do uma elevada planura ; ah se acha uma grulla rija, A gravura exista havia mullo ; desde os rosos, non: mais lories para resistir s suas pai-
sagrada, onde os Indgenas vemjcelebrar suas ce-i lempos amigos que era appttcada escripia. Nalxes, cpartvlular contra as suas pessimas incli-
remonias religiosas. Ao depois conroca-so a su- idade media se usara della para supprir a dfe-|nacoes. A grandeza do homem moral; ese a
bir rochas quasi iuaccessiveis, elevadas mais mora da transcripeo manuscripta ; ao que se
do 3U0 metros cima da planicie. Algumas des- chama impresso" por chapa--. Ella permitlia
sas rochas tormam uma projeclura mui larga,em ; multiplicarem-se os exemplares de uma obra ;
oulro lempo cercada pelos Indgenas com um porm exiga muito lempo, muila despeza.ee
muro, alraz do qual, por occasio da invaso dos irabalho uocessario para obter-90 as chapas da
Uespanhoes, elles oceultaram-se para lancar-lhes impresso, s poda aproveilar para uma obra :
luda a casia de projectis.
Logo que socticga ao ponto culminante da pla-
nura, descobre-se una superficie plana em que
crescem grandes cedros ; por sobre edsas arvo-
lancam-se uma altura de 105 metros, duas
nova ai <\ eu-
|OJ|;
moral nao k?ci aproveilado com a
vido quo a grandeza intellcclufil do homem te-
nha ganho alguma cousa. Nao se i se possiri I
encontrar-se um grande esnirit-j unido a um co-
racao avillado ; mas estou certo que um grande
coracao dilata roaravilhosamente o espirito, e
columnas de pedia do urna apparencia bizarra s
quaes dizem respeito legenda que vamos
contar.
Em uma poca mui remota, os antepassados
dos Zunis vieram de mu ionge para oeste e edi-
por couseguinle chegara a resultados mui limi-|estende sobre a crcatura humana toda a sua
lados. A verdadeira descoberta da lypogrsphia I magnanimidnde. Nao quero porem agarrar-me
consisti pos em invenlar-se caracteres muda-|aos abusosdo nosso lempo. Gutemberg e Cos-
veis, disiiruios uns dos outros que. uma vez ler noo sao esponsaveis pelo embriitecimento
gravados, batidos e fundidos, p-jdesem servir le, ha mais de seculo, a lypographia desenvol-
para diversas obras.
ve, propaga e maniera entre os povos. Mas deve I jaj
Como foi descoberlo asse segredo, que hoje nos : observar que o espirito humano n,":o se tem for-
va-1 s de algumas tribus nmadas e selvagens ;
IB a rcgularidade e a belleza dessas cidades
anuuncara urna civilisa;o mais adanlada que
a dos povos pastores o nos vemos por Acoma,
Laguna e outros povoados actualmente habitados
que era geral cosluir.e entre os Indios construir
suas moradas nos all iras. Todo esse paiz mu
rico cm cactus, licluns c outras plantas, cujas
variedades sao desconhecdas na Europa o at
mesmo no resto do continente americano.
Depois do valle do El loro vem o de Ojo Pes-
cado. O Pescado um regato mui bello, que
nasce em uma carnada do lava e possue pcixes
de uma especie particular. Amigamente essa
nasceute era cercada de um muro, cujos restos
anda juncam o solo. Junio este muro se
acham as ruinas de dous povoados do tal Borle
amigos que os proprios Indgenas ignoram a sua
m : estes dous povoados leem uma firn.i
quasi circular c dimensdes semelhantes, de 300
metros de circunferencia, provavelmente faziam
parte do reino de Cbola
Um pouco mais 00 sul a vista-se tambera uma
, cidade deserta, porm que s foi abandonada ha
ifaziam as necessidades de uma grande popu-| pouco lempo ; os Zunis que cultivan) legumes e
Lico. crcaos no valle do Ojo Pescado, babitam essa ci-
ta margens do ro sao feriis c frescas ; cm ; dade durante o eslo. Esle paiz despido da al-
os logares sao esbranquicadas pelas eflores- ka TpgCucao at junio de Zuni; alguns'cedros
as salinos. Mais odiante o valle ainda mais pequeos e pinheiros caca pos sao os nicos quo
estreila, torna-se um canon, depois alarga-se vegetara aqui o acola nas fondas das rochas. O
parece tao simples ? Aquelles quo allribuem
essa invencao Gutemberg nada sabem a este
respeito. A arle da imprensa mu diverso dos
segredos de pulir podras e fabricar espelhos. Como
foi que parliudo desses segredos um tanto opo-
iimni-1 eryphos sem duvida, e destinados a enriquecer
em pouco lempo os socios que Ihe conliaram
talecido depois que vaio cm scu auxilio sorac-
I lSunic vanlagem. O livro que antes da imprensa
I se era obrigado a conservar de memoria, ccllo-
ca-se hoje nabtblic-lheca : a memoria poracaso
1:111 lugar mais decente 1 \. como :.nanear dahi al-
gum sen lmenle de ai gulho? Nao insisl iremos sobre
I as coudicoes mu differenles ilaqiell is, mclhores
seus fundos, elle Gutemberg. o industrioso aven- ou P"*oi8, que a imprensa 1 m troztdo crudi-
tureiro como demonslram os fados authenticos i C A opmao, que se pode faser sobre esses
da sua historia, chegouaessa grand." arte da Iv- | ""'ersos pontos, nada lem com o interesse do
pogr.ipIii.i-? Cortamente o historiador nao *sc ; 1;vr".T'e nes oecupa.
deu ao Irabalho de explicar a suoeessao dos! Alm do attraetivo que tem a mdagaeao da
tactos estat)olecidos. O- caso porm, da invencao verdade, sempre importante, romo dissemos,
de Gutemberg nao est, muito provado ; e isto I daas cousas cumiaras,
se confirma apresentando-se livres impressos
em caracteres mudarais anteriores Biblia de
1455.
Sendo-a-invencao das artes um dlreito dean-
i tigudade, o problema se resolve por urna queslo
que seus descendentes ainda
habitan). I><: ha muito ah viriam, quando em
uma mul obscura o paiz foi subtamenli
dado. Aagua elevava-socom uma lol rapidez que
uma parle do povo n'ellaflcou sepultada ; o res-
to refugiou-se na planura e conslruio a cidade
que sioda actualmente tem o nome de Zuni Vie-
ja. Alim de apasguar o genio irritado que ti-
nha mandado essa calamidade, sacrificaram-lhe
um mancebo e uma donzella que foram laucados
nos aguas. Logo depo3 d'este sacrificio, estas
retiraram-se e os Indgenas antes de tornar a
dcscer para o valle, crigirom, cm honra das duas
victimas essas columnas do pedra que perpe-
tuam al ns nossos dias a recordaejo desta gran-
de catastrophe.
Prximo esses monumentos que parecom I chronolagica*. Se lodosas obras typoraphicas fS-
mais uma obro da natureza que dos homens, I sem revestidas das datas compclenlcs.nada have-
rioro e deixa ver Laguna.
V0 pdr do sol, quando
os raios luminosos
i.inad nepodo roedor americano.
ria discutir. Porm as cousas,mesmo puramente
humanos, nem sempre sao de muita clareza ues-
te mundo ; e os livres, de que fallamos nao tra-
zem data, nem o nomo do impresser. E verdade
que rielles se acha. envolvida uma Iradirohis-
ffOIJIETIil.
BRANCAS,
pon.
ALFREDO ASSOLAXT,
VII
fConfinuoco.}
__ i-iiio nao s rico ? perguntou o advogado
r-. scu amigo, 8poz alguns instantes de silencio.
__ Ora! pode-se l fazer figura com um pobre
milho ? Supponhamos que venho a ter tres fi-
ihos : uma cunta razoavel. Se cu viver anda
no Pescado bem depressa perde-se era um leilo
de lava e de novo rcapparere lomando o nome
de rio Zuni. O paiz por elle regado, ainda que
Rivacs Qttores ser depnlado om Vieillc-
ville, quando podes sc-lo em Pars.
Pars mais bonito, mas Vieilleville mais
seguro.
E essa a razo principa! que tens para ca-
sar com a menina Olivcira ?
Principal nao, mas uma das melhores.
Pobre Rita disse Alhanazio com ar me-
lanclico.
imconlra-se fragmentos de muralhas de 3 i
metros de altura sobre 2 de espessura, que co-
brera uma superficie de inuilissimas geiras. Es-
tas muralhas eslo meio occullas debaixo de
montas de im mensos cactus c de um arbusto de
fructo amarello (opunlia
estas ruinas descobre-s
de barro pintada, com
abandonados do Novo I
ta do Zuni Viejo.
Ao lado da cidade em uma floresta de cedros I entre Chimiral Era um dos primeiros burguezes
v-se muitos lugares consagrados s ceremonias da cidade de Hartera, na Hollanda-: tinha enve-
religiosas dos Indios. Sao especies <'e altares Ihecido no mino dos seus concidndos exercende
oraes de torra de 2 a 3 metros de co
muito baixos, leudo era uma das eatlre
uma Hecha enpennada c armada de uma fibra, anuo de liO pouco mais ou menos passeando
o Ensato liisiorieo
e en!ico sobre a invencao da Imprensa traz par-
lioularidades sobre a vida e coslumes das perso-
nageusedo paiz, de que se falla ; cila, analysa,
e discute documentos importan'es, c esclarece
diversos pontos da historia.
Pallamos dao-lradicces da Hollanda odas de
Mayence; entro estas Strasbourg tambem intro-
duz suas preteneoes. Uma chronica annima
impressa em Cologne em 1499, tratando dos en-
saos da Hollanda, c da gloria de Mayence, do
uma inlerpretacao em proveito tambera das pre-
teneoes slrasluirguezas.
lisias preteneoes sao modestas; nao se glorian'.
quer que p
1410 a origtm da nova arte, antes doseusaii s da
Hollanda, e oeste caso o Iriumpho paia-Stras-
, bourg, por que em.1440 o G mpndo e entre ellos diversos cargos pblicos. Possuia uma 1 strasbour
emdades officina de impresso por chapas; cura diado ,
E verdade que o chronista falla posi;menle
nunca leve amante. (Juer fosse por piedade, quer
Perguntou
Brancas
' Pois tu a conheces ?
admirado.
Sacrificada aos clculos do pai Olivera.
Como sacrificada
Immoladd ambiraode um advogado!
Immolada ?
ijueimada como Ephigenia sobro a foguci-
ra do amor filial ....
Ola o que queros
tens dn sacrificio ? Sers
moda de l'aris, recilam George Sands, e occcul-' alulha a estrada publica, eis os monumentos que
tam debaixo do Irivessero as poesas de Alfredo] recommendam Vieilleville curiosidade dos in- i por desprezo do sexo mascolino', quec Gnolmcnle
de Musset ; vestem-se s tres horas da tarde pa- : glezes. A nica casa confortavel n do bispo, o
ra fazerem visitas e fallaren) mal do prximo. I que tunilo justo. A quem deveremos os res-
Como lero lempo para cuidar da casa ? Hoja o \ peitos e commodtdades da vida terrestre, seno
casamento um precipicio. E por isso nao vs i ao representante do co?
como va salando da moda ? A casa do major Booscrgent ero situada no ar-
Nem por issso cm Pars ainda ha sous ca-, rabalde, alora do rio, a alguns passos da casa da
smenlos. (arrocadaco. O major amador apaixoaado da
Boa duvida e em Vieilleville tambem ; [ horticultura, tinha mandado fazer entrada um
soja testemunha Eluda. Mas Elodia casou nos
com receio do temivel major, cuja scputai}ao de
espadachira meltia modo aos mais> bravos, ou
por cssj'3 tres motivos juntos, Bonsergent evtou
a triste sorfe de que o ameaeava;u es aspragoes
poticas de sua esposa
Mas com que angustias pagou a sua fidelida-
dc 1 Com a idade, a imaginarn axdente esonha-
dura da bella Elodia lornava-se azeda, como o
nula anuos, o por que feliz accaso O major
Irinla on quarenla annos ella eosfilhos npa-j della*?
dizer ? Que provas
por acaso confidente
Orando jardim, que era, com sua fllha, osen amor lete guardado por muito lempo ; seu carcter
e a sua alegra. A fachida, por uma exquisiticc vilenlo e imperioso nao snpporlava mais resis-
Bonsergenl, estragado por quinzn campanhas c de homem de gosto, que nao sao raros na pro- \ tencia alguma e os discursos mais. singulares re-
por dez anuos de vida de guarnicao, polido pelo vuica, dava para o jardim. Exposta ao meio jtumbavam desde pela manhaa at a noile na ca-
atrito como uma pedra de estrada", amarello chcio dia, e revestida das ftores ozues da climaliic, das sa do major. Este, sempre iropassirel e calmo
10 moscas, sci necessario arranjar lugares
hospital.
Pois hem! Irabalharo. E uma perspectiva
to assustadora .'
irabalhar! Irabalhar fallas nisso cora mni-
ia facilidade. Quem que pode Irabalhar quan-j
do em criunca foi embalado em um milho ?
Adrogar? nem Indos advogim. Julgar ou pedir i
*ra giria judiciaria a cabera dos mais? Queres
'miar para lia causada Providencia que S,I
te mundo, distingue o justo do injusto ? Abrir'
., comprar, vender, engaar o publico, arrui-
naros concurrentes, mentir, fazer prospectos, an-'
daa|<'in rezes por perto do cdigo e livrar-so dos
Bpicios 1 Antes quizera cultivar rosos, como
lajor Cosa do Meio
O major jardiueiro ?
I-; apaixonado Elodia permiili-lhe as cou-;
ret em favor das tollipas, das camelias c dos'
travos
Claudia ?
Bom disse Rapainsel rindo, i vejo o eirei-
'.0 das minhas advertencias. Vais queimar os
dedos vela, como as crancas. Como querns,
meu amigo.
-^- Que loucura Apenas a conheco.
I.'.vra-ie de aprndeles auAhcce-la muito
cedo. Se Elodia cspreitai^^tBpi perdido. Nao
conheces a forra ded^H^WaqucMa mullier.
Ora, nao arriscjtBl Rcnhuma. Vou casar-
no uestes Ir
Cora
Cojn a fllha do Sr. Olivera.
O depnlado de Vieilleville ?
Isso. Cpnherea ?
Se conheco Son o chote da oppnsico
aqui ; e designado para sor seu successor.
__= Diabo entao somes rivaes.
casa do prefelo.
-me ao abrigo dos
Felizmente ah
./; Vidc o Diario ti 15.
,Eu nao !
Seu amigo ?
Nao.
Seu pai, seu irmo ?
Nao, dansel com ella em
Respiro... Enlao, ju gas-
olhares da lidia Claudia ?
De nada se deve jurar,
tambera o lugar est tomado.
Ella lem algum amante ?
Amante, nao ; masjim amigo designado.
Que especie de homem ?
Ah ali para homem quasi casado ests
muito curioso.
.1 influencia da provincia. Continua.
De.ora tratante a.esse marido designado a
distancia pequea. E o Sr. Audinet, secreta-
rio geral da pieteilura, filho mais velho do com-
mandanlo Malaga, mentiroso, insolente com os
traeos, submisso c servil cora os fortes, vil cm
toda a parte, author presumido de vinte cartas
anonymas, colleccionador ile bofetadas que Ihe
cahem na face como granizo, homem de espirito
( segundo dizem as moras, porque l disso nao
entumi porem um dos trastes mais cobardes
que deshonran! este paiz.
E ella ama-o ?
Nao, mas supporla-o, c casar elle, segun-
do receio.
Como Pois nao ha ninguem para fazer
concurrencia ao amavel rapaz ?
Logo que ella estver casada, apparecerSo
rail ; mas ninguem casa com uma moca muito
bem educada, bonita, elegante, cujo toilette s
! cusa por anuo ohi uns quinhentos francos ; islo
; o rendimento do dote t um brilhante, mas a
' cravaco c muito cara. As mtilheres lem-sc ter-
| nado bbjectos de luxo como os cavallos inglezes.
ITocam piano como Thalbcrg, canlam mostrando
o braceo dos oiho?, penle-im-sc lodos os im
de rugas, mas ainda firme nos arces, brilhante trepodeiras do flores cainpanuladas, em que o
como um polvartnho nos dias do parada, vio-a amarello, o branco e o azul so uncm em adraira-
na missa, noile pedio-a era casamento c fot to vel harmona, c dos cachos vcraielhos da glyci-
feliz que oblevc-a logo. Mas isso sao caprichos: na escarate, annunciava a todos os olhos a asa
de fortuna com os que imprudente contar. Es- de um veterano Je Napoleo, a quera o repouso
ses veteranos de Napleo sao dn uma ingetiui- se tinha tornado caro apoz tantos combtese
dado incomparavel. Habituados a obedecerem marchas inute-is de Cadix e Moscow.
sem raciocinar, trazem para a familia esse costu-
me dos acampamentos e as inulhercs vo apro-
vcilando ; aliram s costas delles todo o fardo da
vida e oceupam-sc em apalpar galliuhas, opera-
cao que nao as canea muito.
Nao s nada indulgente para cem o sexo
encantador!
Ora, meu charo, s se diz mal de quem se
quer bem.
Eis-ahi uma mxima bem relachada, disse
Brancas. Boas uoitcs, vou dormir.
ltpainsel levou-o para o quarlo que Ihe eslava
desunido. Das janellas desse quarlo, situado no-
segundo andar, a cncoenla ps do chao, via-se
em alguma distancia por cima das arvures do
iarque que descia em declive rpido para o rio,
as luzes das rasas de Vieilleville.
A cidade, disse Alhanazio ao seu hospede,
c a uma legua d'aqui. Acharas na minha cstri-
O andar terreo, elevado um degro cima do
jardim, e um celleiro compunham toda a casa.
na tempestado, levantara) es hombros, accendia o
cachimbo e procurara un asylo no jardim.
Esse sanguo fri do veterano, acoslumado ao
eslrondo do canho o ao sibillar da meiralha
exasperara a nervosa Elodia. Para que nao cou-
fessa-lo ? O major nada tinha de ideal. Elle nem
se quer suspeitava a causa dessas eras seniDre
renasceotcs de sua mulher. Philosopho pacien-
te, acoslumado & desgrana pelos obalos dasguer-
Era dividida em duas partes iguacs pela porta | ras dos guerrilhas na Hespanha, sempre de olea-
da entrada. direita havia a cosinha coniraoda, lea 0 prompto para todos os pongos, mas positi-
espacosa, com uma grande churain ao p da
qual'pedia a familia reunir-sc no invern o con-
versar alegremente 00 fogo do lar ; mais longe a
sala de janlar, com o lecto de corvalho e guar-
necida de immensos armarios. A esquerda es-
lavam o saloe o quarto de dormir do velho Bon-
sergent. Por cima, os dous quartos da bella
Claudia c de sua mai. Em toda a parle entra-
vam com profuso o sol c o ar.
Dizc-me onde moras, que drci quem til s.
Essa casa, nica em Vieilleville. o de um aceio
hollandez, era o fructo das medilaces reunidas
do major e de sua mulher a quem todos chama-
vara a ponsatha Elodia. Madama Bonsergent,
antes de casar, tinha comecado muilos romances
baria um tylbury e dous cavallos, um de sella, 1 sera terminar nenhum. No fim do imperio, os
e oulro de corro, de que le peco que uses e
abusos.
E tu ?
Kestam-uic anda tres cavallos para uso
particular.
O sobrinho de Cnio Craccho um (dalgo,
disse Brancas a rir c odormectu sonhando cornea
bella Claudia.
VIII
Vieilleville, que poucos viajantes lera \isilodo,
a antiga capital do uma das mais bellas pro-
vincias do Oeste. Bas estre-itas, tortuosas e per-
cas, armazens cm que o comprador nada v, lo
oscuros sao, uma calhedral muito (eia, era que
so acha o retrato de S. Prclcxtato, o galante ca-
pcllo de Santa Aldegondo, grojas re has bolo-
rentas que os niitiqnaros conservara religiosa-
mente por amor ao que desacciado, e ao que
maridos erara raros, e 0 genio do grande Napo-
leo tinha lareado tanto as hidras dos homens nu-
beisque um marido de boa saude bem constitui-
do, nem muito gordo nem muito magro, nem
muito alto, nem muito baixo, nem muito feio
nem muito ciumento, s se oblnha a peso de ou-
ro. Elodia, muito orgulhosa do seu genio e de
sua belleza para comprehender esso simples cal-
culo de pslalislica, ficou em 1825, como o moca
de que falla La Eontaine, muito contente por ca-
sar.... com o major Bonsergent. Em oilo dias
eslava o negocio concluido, e o major percebeu
um pouco tarde, que a poesa 6 o mais perigoso
de lodosos ingredientes que cntram na composi-
co de um casal.
Isto nao quer dizer quo o bravo veterano lives-
se queixaa da fidelidade do sua mulher. Gra-
bas ao eco, Elodia sem ser isempla-de coqnelterie,
vo o sabio, preoecupado da realidade presente e
nao dos souhos femininos, ello excitara, sem
desconfiar disso, a indignacao de madama Bon-
sergent. Esse filho do seculo 18, que tinha es-
grimido sem descanco de 1708 a 1815, nao des-
confiava dos estragos que a leitura de lord lia-
ron e Chateaubriand tinha (cito na alma do sua
mulher. Nunca tinha lido fe 11 c nem o Corsario,
c se os Uvera lido, nada comprehenderia desses
tormentos imaginarios. Considerara a enriada
como o mais bello dos poemas picos c o mais
duravel monumento da lingua tranceza dccla-
mava cun prazer estes bellos versos :
Je chante ce hros que regne sur la Erace,
El par droil de conqute el par droil de nassance.
E o resto. A enriada e as tragedias de Ha-
cine e Corneille era para elle o supra-summum
de toda a liileratura e de toda a poesa. Em ver-
dade, cu vos digo, este francez. da tempera anti-
ga, era um homem de senso. O que temos nos
ganho em solelrar Shakspoare e Gethe, esses fi-
Ihos de uma raca estrangeira ? Temos nos mui-
ta certeza de entender o llamlel e de decifrar
Faust e Withelm 3!eister ? De boa t, haver
um francez que se possa lisongear do penetrar
essas imaginatdes germnicas .'
De resta, muito se engaara quem pensasse
que o major Bonsergent se inquietara com os so- Malaga.
nhos poticos de sua mulher. O velho guerrei-
ro nao era dessa raca heroica e simplona, que
sem saber porque seguio Napoleo desde lena al
Warteloo e que um philosopho cynico pinlou
cora urca polavra, c Soldado Yolho, gloria reina,
Com nm calca o ligeiro e claro que apenas co-
bre a metade das coixas e do corpo, um cocbiti
ahinez se julga vestido. .Masca a plaa betel
como um malaio, e fuma (abaco opiado como
um chinez.
Oa meninos de ambos os ;exo3 conservam-se
mais al a idade dos dez a doze onnos. Esfe
custumr. desespera os missionarios, que nao o
podeni modificar, Ha para isto orna razo, que
os missionarios nao comprehendem, e que os
meninos assim vestidos dariam a conhecer a re-
lgio de seus pas, que immediatamente seriam
mpalados, ou pelo menos engaiolados como um
metro cm uma caixa de bamb' de tal tamanho
que o preso nao pode deitar-se nem estirar o
braco ; porm os reverendos padres, que s< so-
nhara marlyrios, sacrificios e fogueras, ficara.
multo contrariados cora e3sa resistencia.
A' estes bous e excedentes padres seria mai
agradayel ver todos os chrislos queimados vi-
vos ou mpalados, do que ver os meninos us.. A
expanso do clholicsmo aqu liga-se alguma
cousa com a queslo dos ra-lces.
_ As mulheros nivolem, verdade, as formas de
Venus, de Milo, mas sao melhores que os ho-
mens. Veslem-se um pouco-mais decenleman-
te. Lina grande blusa de Iccid* dealgodo, alvo
como mussulina, Ihe cobre a metade do corpo
alosjoelhos, quando-o sol est- muito ardente,
ou quando chove, ellas a collocam sobre a cabe-
ca, aqui deixa alguma cousa descoberta suas
bellezas plsticas.
As ricas temo luxo de unas p-anlalonas lar-
gas e iotas do mesmo estofo ; nao as-deixam se-
no quando sao desuecessarias para- as caricias
de amor. Em geral semuilo industriosos. Ex-
cepto o ollicio de soldado, azem quasi ludo, fa-
bncam lecidosdo seda c ulgodo, plntame cs-
colhom o arroz, cultivara a ierra, dirigen) os ba-
lis, trabalbara na. bigorna do ferrerro, e oceu-
pam-se no governo da case, verdade qde esto
ultimo trabalho nao l dos mais pasados. A
cosinha redama poucos cuidados, e 09 meninos
de tenia idade sao deitados cm cestas, que se
suspendem nas orvores, ficando as pobres crian-
ras exposias desde manlia il de noite aos tor-
mentosdos insectos, e mefi>S dos animaes fe-
rozes, o guarda de Dos c dos ra pazos que p-
ilem correr ssinhos. 1
Quanlo ae carcter, o cocfcichinez uma ver*
dadeira manea, quasi um selvagem ; como os
macacos em-nada diverte, distralu- o oecupa. J
vos disse que era um curioso. Que Dos riosli-
vre de encontrar um em vosso caminho Exa-
minar allenciosamente vossa roupa, rosaos cal-
cados, vosso chapeo, vossas seroulos e rossos
calados. Despir-vos-ha para melhor ver-vos, e
ainda que vos mostris muito obsequioso cite
vos levar l-.ido sem sedar ao Irabalho ae me-
nus de deixar-vos o pedaeo de panno, cera que
cobre a nudez:
Comoo malaio carrega um wang, punh-al en-
renenado, cuja lamina s perigosi quando con-
tera ura veneno fresco, Os sapa'os sao quasi
desconhecidos; excepio os reendirins qne os
trazem de palha ou junco trancado, nao os vi nos
ps de outras pessoas. Na cabeca trazem um
chapeo cnico de lecido do casca de bayib'i e
com a largura de um guarda chura Esta largu-
ra desmedida se explica fcilmente ; do d:a co-
brem a cabeca, e de noile fecham a porta. Nada
o prende na cabeca, de maneira qce o vento o
carrega, e v-se a pessoa que o traz extravagan-
temente obrigado a um exercicio continuo.
O mandarn) cochinchinez pouco mais cu me-
nos veste-se da mesma maneira quio mandarm
chinez. Sua autoridade sobre o povo o raes-
mo. Sempre onda acompanhado de c-u 5 ser-
ves, um leva o parasol sagrado c tradiccional,
oulro cora longos carlaz.es Suspensos em om bam-
b, e onde eslo escrplos com caracteres de to-
das s cores o nome, os pronomes, as quadades,
as virtudes o os altos feilos do sua alteza ; este
com lascas de bamb, insignias de sua ennipo- .
lencia, e aquelle com uma Linterna, nltributo do
suas lur.es. ________[Continuars-ha] *
I Fazem recahir sobre um advogado da causa
allema a aecusaco de haver elle mutilado esses
documentos.
tolos volhos Sob o veo de uma ternura con-
juga! que so tinha tornado proverbial em Vieille-
ville, elle occullava csso egosmo sabio, fino, de-
licado, polido, benvolo, circumsperto. que a
mais til de todas as virtudes sociaes. Atien-
to em nao ollender ninguem, porquo- avista do
um rosto triste perturbara sua doce quietaco.
ainda ninis atiento em nunca cscutax o que di-
ziara es seus visinhos, finga cree na amizade do
lodos o passava por um bom homem simples o
manso que linham escrpulo em engaar. Do-
mis, a sua conhecida firmeza inspirava respeito,
e sua reserva rcpela a familiariade. To hbil
em governar a fortuna como em usar della, go-
zara da consideraco que a provincia concede de
bom grado s pessoas que de ninguem precisara.
O seu amigo mais intimo era o coronel Audinet,
por appellido Malaga do paiz em que tizera a sua
fortuna.
O coronel Audinet era um sujeito alto, magro,
cuja face triangular, provida de dous olhinfcos.
pardos, brilhanles e duros, enterrados sob espjs-
sas e negras sobrancelhas, meta modo a tudos
os seus compatriotas. Os frudes hespanlies pre-
sos com as armas na mao e fuzillados eram, s
suas menores proezas. Eram inimigos c inimi-
gos ferozes; mas o coronel nao vollou com as
mos vazias desse paiz do ouro.
Os bons habitantes de Vieilleville quo o linham
visto em creanca andar de ps 110 chao pela ra
da Queene des Vaches ficaram mararilhados de
torna-lo a rer depois de vinle annr.s de comba-
te, comprar como o lente da Dama-Branca um
castello o uma Ierra de oito cenes mil francos
das suas economas. E em pouco viram que ello
nao tinha esgoUdo o saco. Emprestara sem ce-
remonia, a quinze e vinte por cenlo ; sobre boas
hypolhecas. To terrivel para os l-rancezes co-
mo para o inimigo conduzia os seus hussares ao
cmbale o exproprava dcsapiedadameute os seus
devedores. Um desses infelizcs, cruclmcule per-
seguido, pz fogo em um dos seus bosques. O
coronel, previnido a lempo, apagou-o s com os
seus criados. Nenhum habitante Vieilleville
quiz prcslar-lhe soccorro, ainda que o bosque fos-
se visinho da cidade. O "coronel sem se com mo-
ver nem se diguar pedir juslica aos magistiados
poz-se cata do incendiario, agarrou-o e deu-
Ihe lauta paulada que o pobre homem morreu no
hospital dous das depois.
O negocio nao leve consequencias c esse terri-
vel castigo fez tremer todos os inimigos do vilho
{Conlinuar-se-ha.)
PERN. IVI'. DE M. F. DF. lAUlA. l>{0.
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