Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:08941

Full Text
AMO imi. HOMERO 15.
Por tres mezes adia lados 5S0O0.
Ptr tres mezes venciJs 6$Q00.
QUIHT FE1RA 19 DE JANEIRO DE 1860.
Por anno adiantado IOS000.
forte franco para o subscriptor.
OCIRLEG ADOS DA Sl'HSCRIPCAO DO NORTE.
Parahiba, o Sr. Antonio Alexandrino de Lima; Na-
tal, o Sr. Antonio Marques da Silva; Aracaty, o Sr.
A.de Lcmos Braga; Cear, o Sr. J.JosdeOliveira
Maranhiio, o Sr. Manoel Jos Martina Ribeiro
Guimares; Piauhy, o Sr. Joo Fernandos de
Maraes Jnior; Tara, o Sr. Justino J. namos;
Amazonas.o Sr. .leronymo da Costa.
fAKlll'A UUS CUMRfclUS.
Olinda todos os dias as 9 1/2 horas dodia.
Iguarass, Goiannae l'arahiba as segundas e
sextas feiras.
S. Anto, Bczerros, Bonito, Caruar, Alliuhoe
Garanhuns as torras feiras.
Pao d'Alho, Nazarelh, I.imoeiro, Brejo, Pcs-
qneira, Ingazcra, Flores, Villa Bella, Boa-Vista,
Ouricury e Ex nns quartas-feiras.
Cabo, Serinhcm, Uio Formoso, Una, Barreiros,
Agua I'rct.i, Pimenleiros eNatal quintas feiras.
(Todos os correios partpm as 10 horas do tnanha 1
AUDIENCIAS DOS TRIBUNAES DA CAPITAL
Tribunal do commercio: segundas e quintas.
Relaco : tercas feiras e sabbados.
Fazenda: tercas, quintas e sabbados as 10 horas.
Juizo do commercio: quintas ao meiodia.
Dito de orphaos: tercas e sextas as 10 horas.
Primeira varadocivel: tercas e sextas ao meiodia
Segunda vara do civel: qeartas e sabbados ao
meio dia.
EPHEMERIDES DO MEZ DE JANE1HU.
1 Quarto crescente as 8 horas e 28 minutos da
manha.
8 La cheia a 1 hora e 3 minutos da larde.
15 Quarto minguante as 4 horas e 38 minutos da
manha.
22 La nova as 9 horas e 27 minutos da tarde
31 Quarlo cresc. as 2 horas e51 min. da manha.
PREAMAR DE 1IOJE.
Primciro as 2 horas e 30 minutos da manha.
Segundo as 2 horas e 6 minutos da tarde.
DAS DA SEMANA.
16 Segunda. S. Marccllo p. m.; S. Bcrardo m.
17 Ter^a. S. Anto ab.; S. Leonilla m.
18 Quarta. S. Prisca v. m. ; S. Liberato m.
19 Quinta. S. Canuto rei m. ; S. Basiano b.
20 Sexta. S. Sebaslio m. ; S. Fabio p. tn.
21 Sabbado. S. Ignocm. ; S. Patrocolo ni.
22 Domingo. S. Vicente m. ; S. Anastacio ni.
PARTE OFFICIAL.
MLNISTERtu 1)0 IMPERIO.
Expediente do dia 2 de descubro de 1859.
Aos presidentes das provincias, recommen-
lando a execuco da circular ue 5 de novernbro
remetessem ao governo imperial as leis provin-
ciaes, as zessem acompanhar da exposiro do3
motivos porque linham dado ou negado sua sanc-
c,ao para cada una deltas.
Ao presidente da provincia do Cear, res-
pondendo ao olicio, em que participa ter avisa-
do ao senador Francisco de Paula Pessoa, e ao
coronel Antonio Pinto de Mondones, para man-
darem eceber os camellos importados naquclla
provincia porconla do governo: e outrosini, lia-
ver morrido um destes animaos.
26
A' C. B. Lae, exigindo um relntori'i do es-
tado da.-: obras da estrada de ferro da provincia
Je Pcnuimbuco, ou de quulquer nutro traballio
relativo mesma estrada, quelites fosse incum-
bido pelo ministerio do imperio, inlerpondo o
sru parecer sobre a solidez o direccao das ditas
obras.
-27-
Ao presidente da provincia do Rio-Grande
do Norte, acusando o recebinienlo do ollirio cni
fraudes commettidas na eloico de depulados
aasembla icrol legislativa, feita em novernbro
bros das mesas eleiloraes das diferentes paro-
chias.
5." serulo.Ao ministerio dos negocios oslran-
-peiros, nos seguidles termos : Acuso o recebi-
mento do aviso de V. Kx., datado cm2dc agos-
to ultimo e beni assim da copia que o acompa-
nhou, da unta que o ministro plenipotenciario
francez dirigi a V. Lx. eiu data de 22 do roes-
jiiD Diez,, Iransmillindo-lhe diversas observa-
cees feitas pelo chancellcr da lagaco sobre as
isposic,es do rosillamente danspecco de sau-
de dos porlos de 27 do abril desle anno.
c Priineiramrnte se contesta nessas obsorva-
coes a ulilidade das medidas geraes preventivas
adoptadas no rogulamenlo, pelos embaracos que
devem trazer navegoeo, e se poe em duvida
os beneficios que dolas so esperam, com-
parados c mi os prejuizos que hilo de causar.
lia seguido lugar, se impugna a disposejo
da mesmo regulamcuto relativo cartas de
saudo.
Quanto ao 1. ponto, transmuto por copia a
v. Ex. o parecer dado a tal respeilo pela seceo
dos negocios do imperio do conselho de estado,
exarado r ni consulta de 26 de selembro, e com
> qul S. M. o Imperador houve por bem con-
formar-so por sua immediala resoluco de 2'j do
mesmo mez.
Pelo que toca ao 2." ponto, cumpre-nie
communiear a V. Ex. que lendo sido comprehen-
didas por diversos modos as disposiciios do cap.
t do regu amento, em razo de alguma obscu-
ridade que se ola em sua redaeco, tiesta data
sao tomadas as providencias necessarias alini de
que se nao eutenda jamis que a obrigaco im-
posta aos navios de tirarem caitas desaude quan-
do reinar alguma epidemia, se eslende aquellos
que sahir.'in cora destino a portes estrangeiros,
devendo >orem ser-lhes dadas quaudo se solici-
taron!. Communicou-se no inspector de sauJe
interino do porto c aos presidentes de todas as
provincias onde ha inspeccoes de saudc.
7. secroAo ministerio dos negocios da fa-
zenda, para mandar pagar em letras do thesou-
ro a nm mez de prazo companhia Brazilcira
de Paquees a Vapor a quanlia de 13,5003, ira-
portancia da primeira metade da subvono.o que
he compete pela viagem do vapor Paran ao
corrente mez, e bem assim igual quanlia pela
viagem redonda do Oyapok em o mez passado.
REPART1CAO' GERAL DAS TRRAS PUBLICAS.
Espediente do dia 1 de desembro de 1859.
A' presidencia do Para, autorisando-a" a
fundar urna aldea para cada nma das tribus Apa-
ro!,y c Japuruhy, onde mais conveniente pa-
recer.
Ao ministerio da fazende, pata por dispo-
sicio da presidencia do Para 4,000$ para despe-
zas dos ieferidos aldcamentos.
20
A' presidencia do Para, approvando 3 subs-
tituido do padre Jos Rodrigues da Silva na ca-
pellana da colonia militar de Pedro 11 pelo mis-
sionario apostlico Fr. Egydio, que se acha no
convento da Penha, provincia fe Pernainbuco,
coso as informacoes exigidas da presidencia
desta ultima provincia sejam favoraveis ao re-
L-rido missionurio.
24
N. i0.Rio de Janeiro, ministerio dos ne-
_" ios do imperio. Repartirn geral dos Ierras
publicas, em 26 de dezembro de 1859. lllin. e
Exm. Se.Tendo sido presente a S. M. o Impe-
rador o ollicio n. 2'i de 17 de junho ulljmo, com
que essa presidencia transmitlio urna duvida do
delegado do director geral das trras publicas so-
bre a legalidade com que Adriano, Jos da Sil-
va possue urnas trras, concedidas cm 18i2 a
Jos Constantino da Costa, dcbaixo das coudi-
das leis provinciaes, e'poresle transferidas
quelle, houve o mesmo Augusto Senhor por
amida a seceo do conselho de estado dos
ios do imperio, mondar declarar que, posto
sse milla a transferencia, leudo o concessiona-
rio peidido o direito por falta de cumprimento
das coidicoes impostas, e posto fosse a demar-
o requerida pelo comprador seis anuos de-
peis da transferencia, feita em lugar diverso do
indicado ni concessio, comtudo nao se pode
drsconhecer em Adriano Jos da Silva a quali-
dnde Je posseiro, favorecida pelo iit. 2J 2 do
regulamenlo de 30 de Janeiro de lb5, pelo que
<]*\e jer respeilada a sua posse. Dos guarde a
V Lx.Angelo Muniz da Silva Eerraz. Sr.
presidente da provincia de Santa Caihariua.
. MINISTERIO DA JUSTINA.
Ministerio dos negocios da justiea, Rio de
Janeiro, 3 de Janeiro de 1860.Illm. o Exm. Sr.
No officio d V Kx. dirigido a este ministerio
;nm data de 3 de julho do auno passado, cons-
ta que ojuiz de direito interino da commarca
d i V clona dovidou se deveria funecionar o Iri-
, dos jurados, convocado para 9 de maio,
visto como, leudo sido adiada a sessao para 6 de
.julho pm motivos imperiosos, o lapso de lempo
decorrido entre a convncaeo e a reunio podia
fazerpresumir a suspiico dos juizes de acto.
'. Ei., ci.mo convinlia responieii ao referido
juis, que, nao obstante a razo apreseulada, de-
veria reunir o tribunal e funecionar com elle,
porquTiito a le nao niarcou prazo alem do qual
n.io deva ronlinoar a servir o sorlcio feito.
Sua Magesiade o Imperador, a quem foi pre-
sen e o son dito oflicio, tend ouvido o consul-
tar dos negocios da justiea e o conselheiro pro-
tnodorda 9rAa, houve'por bem, conformando-
sc i om o parecer desle, de accordo com o que
opinara aquelle, mandar aprovar sua deciso,
po ser a que mais se ajusta com os paincipios
da noasa legiataco, c principalmente enm o que
eMi ditpnsto nos decreto? de 26 de junio e 31
de agesto de 1850.
Daos goarde a V. Ex.Joao Lustosa da Cun/ia
PoranaguSr. presidenlc da provincia do Ls-
pi rito-Santo.
GOVF.R\0 DA PROVINCIA.
Expediciito do dia II de dezembro
de 1SS.
Oflicio ao Ex;n presidente da provincia do
IVauhy.Em ddilamento :'p mcu oflicio de 10
do correle, declaro a V. Rxe. que a prorogaco
de prazo concedida naquclla dala oojuiz de direi-
to removido para a comarca de Paranagu nessa
provincia, Joo Francisco da Silva Braga, foi de
tres e nao de dous mezes, como no oflicio cita-
do dcclaiou-se.
Dito ao commandanle dos armas. Observan-
do-se quo a casa do plvora no isthmo de Olinda
existe sera guarda nein seguranca, sirva-se V.
Ere, de informar a este respeilo, dando os provi-
dencias necessarias. Ofliciou-se tambem ao di-
rector do arsenal de guerra sobre o mesmo as-
sumplo.
Dito ao mesmo.Mande V. Exc. abrir assenla-
mcnlo de praca ao recruta Bclchior Gomes dos1
Santos, a quem se refere o scu oi:io de honteni, I
sol n. 1115.
Dito ao hcfe de polica.Com as informacoes !
ministradas pela thesouraria provincial respondo
ao ollicio que V. S. me dirigi em 5 do corren te,!
sob n. 1309, sobre o pagamento dos vencinientos I
dos guardas nacionaes destacados no termo de
Iguarass.
Dito ao inspector da thesouraria de fazenda.
Visto oque V. S. me comrnun ca em sen oflicio \
de honlem, sob n. 81, lenho a dizer-lho que1
mande pagar ao engenheiro Villiam Martineau,
sob minha responsabilidade, os vcncicimentns
que lhe competen), tonto pelo ministerio do im-
perio, como pelo da marinha, observan Jo-se des-
le modo o respectivo contrato.
Dilo ao commandanle superior da guarda na-
Cional de Santo Anio.Declaro a V. S.,cin res-
posta ao sen olicio de 29 de oulubro ultimo, sob
n. 31, que o forja destacada da guarda nacional
na villa da Escada deve ser de 2i procos. Com-
municou-se ao chele de polica e ao inspector Ja
thesouraria provincial,
Dito ao dito de Pao do Albo.Remello por co-
pia a V. S., para sua inteigencia o aviso expedi-
do pelo ministerio da justiea cm 6 do corrcnle,
declarando que. por ora nao se julga convenien-
te a admisso do cornetas no batalhao 16" de in-
fantaria da guarda nacional desse municipio.
Dilo ao mesmo. Declaro a V. S., com refe-
rencia ao oflicio de de 25 de ontubro ullimo, que
vista da ihtorma^o do delegado dosse termo,
com a qual concorda o chele de policio, nao con-
vem a reduceodo numero dos guardas naci-I
naesahi destacados
Diloao inspector do arsenal de marinha.Ap-1
provo a deliberaco que Vine, tomn de admil-
tir provisoriamente no enfermara de mirinha
Francisco Bernardo Pessoa de Vasconc.cllos como
onformeiro.Communicou-sc ao inspector da
thesouraria de fazenda.
Dilo ao juiz de direito da comarco de Sanio
Anlo.Com as informacoes ministradas pela
thesouraria provincial, respondo ao oflicio que
Vmc. me dirigi em 5 do crreme, sobre o paga-
mento de sold aos guardas nacionaes destaca-
dos nessa cidade.
Dilo ao inspector da thesouraria provincial.
Vista a sua informacao de hontem, sob n. l,
monde Vmc. pagar pela collcctoria do Rio For-
moso os vencimentos das pracis destacadas em
SerinhcmCommunicou-se ao chefe depo-;
licio.
Dito ao mesmo.Visto o que representa o di-
rector interino da reparlico das obras*publicas
no olficio junto por copia, mande Vmc. cntre-
gar-lhe a quanlia de 1:500,$ piro as despozas de
que trata o mesmo officio, e que deve ser levada
verba das evenluaes.Communicou-sc ao re-
ferido director.
Dilo aojuiz municipal da l1 vara. ConvinJo
que siga para o presidio de Fernando, na pri-
meira opportunulade, O preso Pantaleo Roque
Pinto, de que traa o officio junio por copia ; as-
sim ocommunico a Vmc. paro sua inlcliigencia, ]
previnindu-o de que ollicio a este respeilo ao
chefe de polica.Communcou-se ao Exm. pre-
sidente de Alagoas e ao chefe de polica.
Dilo ao juiz municipal e de orphaos do termo
de Pao do Albo.Picando inleirado de haver ex-
pirado o segundo prazo marcdo ao escrivoIg-
nacio Gomes de Souza, em vrtude do decreto n. ;
1293 de 16 de dezembro do 185-i, aguardo as in-
formacoes, documentos e provas, que devem ser
subrocllidos ao governo imperial para resolver
nos termos do art. 6 do citado decreto.
Dito ao delegado de pohcia do termo de Igua-
rass.Rcmelta-me Vmc. com urgencia urna
relaco dos procos que existem na cadeia desle
termo, cora decluraco das suas culpas.
Dito ao collector do rendas geraes do rauni-;
tipio do Cabo.Convm que Vmc. me remella,;
com urgencia, a relaco das rendas desse muni-
cipio, com especilicaco das verbas respectivas. ;
Iguaes aus collectorcs de rendas geraes dos mu-
nicipios de Serinhcm c Ro Formoso, c ao de
rendas provinciaes de Rio Foimoso.
Dito cmara municipal de Iguarass.Con-;
vm que a cmara municipal de Iguarass trate!
de promover a fundaco de um cemiterio nesse
municipio, sendo aproveitado o terreno que cede
para ese lm o Dr. Manoel Joaquim Carneiro do
Cunha.
Ao thesoureiro das loteras determina que fa-
ca extrahir una parle deltas em favor do mesmo
cemilerio.Olficiou-sc ao Dr. Manoel Joaquim
Carneiro da Cunha e ao thesoureiro das lote-
ras.
Dilo dila de Rio-Fonnoso.Constando que
existe no Rio-Poruioso urna fon le chamadaolho
d'aguaem Ierras do engenlio Siqueira. cujo uso !
lem sido ulliniamente embaracado, porordem do
senhor do mesmo eugenho, nao obstante os re-
clamacoes do povo e ordem do fallecido marquez
de Paran, cumpre que ji cmara municipal do
Ro-Furmoso me informe a este respeit.i, indi-
cando a medida que parecer conveniente.
Portara.O presidente do provincia, confor-
niando-st com o proposla do Dr. chele de poli-
ca de 9 do corren te, sob n. 1327, rosolvo consi- .
dorar vago o lugar de 5 supplente do delegado
de polica do Io districlo do termo do Recife, o
noroeia para o exercer o bacharel Francisco Jos
MartinsPenna.Communicou-sc ao chefe de po-
lica.
Dila.O presidenlc da provincia, attondendo
ao que representou o chele de polica em oflicio
de 12 do crrante, sob n. 13l, resolve conceder
ao alteres Manoel Germano de Miranda a exone-
rado que pedio do cargo de delegado de policio
do termo do Cabo.Communicou-sc ao chefe de
policio.
Dita.O presidente da provincia, allendendo
ao que requeren o juiz de direito da comarca de
Goianna, bacharel Joo Antonio de Araujo Frei-
tas Hcnriques, resolve prologar por30 dias a li-
cenca de um mez que lhe foi concedida por por-
lara de 26 de ..tubro ullimo.
Dita.O Sr. agente da companhia brasleira de
paquetes a vapor mande dar transporto para o
Cear a I). Joonna Cavalcante Torres era lugar
destinado para possageiro de estado.
Dita.O Sr. agente da companhia brasleira de
paquetcsa vapor mande dar transporte para a
Baha, no vapor Oyapock, ao acadmico Jos An-
tonio-de Magalhes Castro, cm um dos lugares
destinados para passageiros de eslado.
Expediente do secretario do governo.
Officio ao commandanle das armas.De ordem
de S Exc. o Sr. presidenta da provincia peco a
V. Lxc. que se sirva de informar, com o que" se i
lhe oflerecer, sobre o incluso rcpierimcrilo de
JosCunegundes da Silva.Of/iciou-se no mesmo
sentido a respeilo do requerimen'.o Ue Jos Pe-
reira Teixeira.
Dilo ao mesmo.De ordem de S. Exc. o Sr.
presidente da provincia a^o apresenlnr a V. Exc.
para ,*erem inspeccionados, os retrulas Joo
Chrb/bstomo da Silva c Francisco de Sales dos
Sanios.Cnmmunicuu-se ao chefe de polica.
Dito no mesmo.De ordem de S. \c. o Sr,
i presidente da provincia peco a V. S. que sirva
! de informar sobre a requisico, constante do ofli-
cio incluso do Exra. presidente da provincia de
Alagoas.
Do ao chefe de polica.Pora cumprimento
: das ordena imperiaes peco a V. S., de ordem de
! S. Exc. Sr. presidente da" provincia, que so sirva
| de informar, com o que se lhe oTerecer, sobre o
I incluso rcquermenlo de Ignacia Thereza de Je-
ss, a quem se refere a informaco do comman-
danle da diviso naval.
Dilo no inspector da thesouraria do fazenda.
| De ordem de S. Exc. o Sr. presidente da provin-
cia peco a V. S. que se sirva de informar sobre
o incluso requerimento de Francisco Pacifico do
Amoral, a quem se refere a informaco do dele-
gado interino da reparlico (das torras publicas.
Dito ao mesmo.De rdem de S. Exe o Sr.
presidente da provincia peco a V. S que se sirva
do informar sobre o oflicio incluso do director do
arsenal de guerra, com data de hontem, e sob n.
:!I5
Dilo ao mesmo.De ordem de S. Exc. o Sr.
presidente da provincia peco a V. S. que se sir-
va de informar sobre o incluso requerimento de
Manoel Alves, a quem se refere a informaco do
inspector do arsenal de marinha. Oflicou-sc
tambera acerca dos roquerimenlos de Ensebio
Joaquim de Sant'Auna c Joaquina Bezeria do
Valle. 4
Dilo ao inspector do arsenal do marinha.De
ordem de S, Lxc. o Sr. presidente da provincia
peco a \.S que se sirva de informar, com o
que se lhe offereeer, sobre o incluso requerimen-
lo de Thereza Mara de Jess, a quem se refere
a informaco do comraandantc da diviso naval.
Dito ao mesmo.S. Exc. o Sr. presidente da
provincia manda communic.ar a V. S. que a the-
souraria de fazenda lem ordem para pagar, vis-
ta da conla, qne acompnnhou o ollicio de V. S
de 7 do corrcnle, sob n. 409, a quanlia de ris
90$S00 despendida com os ol'jOCtOS que foram
lomeados para o lolegrapho da torre do CoUegio.
Dito ao inspector da thesouraria provincial
De ordem de S. Exc. o Sr presidente da provin-
cia peco a V. S. que se sirva de de informar so-
bre o inclusa requerimento do Mauoel Vieira da
Silva.
Dilo ao director interino das o bras publicas.
S. Exc. o Sr. presidente da provincia manda com-
municara V. S. que acaba de aulorisara thesou-
raria provincial a pagar, pela verba das even-
luaes, as despezas de que trata o ollicio de V. S.
de hontem, sob n. 29.
- 17 -
Officio ao Exm. presidente da provincia da Pa-
ralaba.Acenso a recepeo do ollicio. que V. Lxc.
se servio diiigir-me em 14 do correte, sob n.
199 com duas collcccoes dos actos legislativos
promulgados nessa provincia no corrente anno.
Dito ao nommandante das armas.Gom a in-
formaco do inspector da thesouraria de fazenda
respondo ao ollicio, que V. Exc. me dirigi cm
28 de novembro ullimo, acerca do pagamento .le
um livro fornecido pera a secretaria dossa com-
ino ndo.
Dilo ao mesmo. Ao officio, que V. Exc. se
servio dirigir-mo cm dota do 2 de novembro ul-
limo c 3 do corrcnle, sob ns. 1053 e 1026, res-
pondo declarando que leudo a companhia lixa de
cavallaria aleo prsenle salsfeito aoservico, lor-
na-sc dispensavel o aquartelamento de ua for-
Ca de cavallaria da guarda nacional pelo resto
do lempo da estada de SS MM. II. nesla pro-
vincia.
Dln'ao mesmo.Pelo oflicio de V. Exc.de
honlem, sob n. 1121 fiquei inleirado de haver o
alfeies do 9 balalho de infamara Joo Paulo
do Lima resignado, no dia 15 do corren le, o res-
to da licenca que lhe tnha sido concedida por
aviso do ministerio da guerra de 4 de novembro
ultimo, para ir a provincia do Cear.Commu-
nicou-se no inspectoa da thesouraria do fazenda.
Dilo ao presidente da relaco.Consta de par-
ticipado otlicial do 10 do'corrente, que o juiz
dos Jeitos da fazenda nacional Alvaro Barb.ilho
UchOa Cavalcant reassumio naquclla dala o exer-
ccio, por 1er lindado a licenca de que gozara : o
que communico a V. S. para" seu conheciment.
Communicou-se tambem ao inspector da the-
souraria de fazenda.
Dilo ao mesmo.Communico a V. S. que, se- \
gundo consta de participarlo olfical de 10 do !
torrente, o juiz municipal "c de orphaos doler-'
mo de Nazarelh, bacharel Jos Maria Moscoso da i
Veiga Pessoa, reassumio, naquclla dala, o xer- ;
cicio de seu cargo Communicou-se tambera ao
inspector da thesouraria de fazenda.
Dito ao inspector da thesouraria de fazenda.
Sirva-so V. S. de informar sobre o que pede o I
vigario da fieguezia de Barreiros Joo BaplUta
Soares no incluso requerimento.
Dito ao mesmo.Transmiti a V. S. para o fira
conveniente, o nciuso aviso de lellra na irapor-
tnncia de 260000 r.-is. saccada pela thesouraria i
de rendas da provincia do Rio Grande do Narle i
sobre esta d a favor de Jos Joaquim do tima. '
Communicou-seao E.vra. presidente do Uio Gran-
de do Norte.
pilo ao mesmo.Visto o que pondera V. S. no
oflicio de hontem, sob n. 89J, o aulorso a man-
dar pagar, sob minha responsabildade, os jor-
naes dos serventes da cupatazia da meza do con-
sulado, at alie o governo imperial providencie
a esle respeilo.
Dito ao inspcclor do arsenal de marinha.
Mande Vmc. fazer com urgencia as subslitiiicoes
precisas na cauhoneira Araguary, como solicita
o commandanle da diviso naval no oflicio junto
por copia.Communicou-se ao commandaute da
diviso naval.
Dilo ao mesmo. Pa-a cumprimento do aviso,
junto por copio, expedido pelo ministerio da ma-
rinha em 6 do corrcnle, convm que Vmc re-
mella um oicameiito do que se tem de disten-
der iviii o ser vico da illuminacu a- gaz desse ar-
senal, a coular de agosto al o lira do actual
exercicio.
Dilo ao captL i do porto.rod ser alialodo
poro oservico da armada, e incorporado esfa-
co naval, o recruta Joaquim Lcite Cavalcant,
de quem trata Vmc. em seu ollicio de lioutem'
sob u. 215.
Dilo ao director geral da instrueco publica.
Ao olicio de Vino, de 13 do corrente, sob n!
228, respondo declarando que o lempo da licen-
<;a conci'dida em lBde novembro ultimo ao pro-
fessor publico de Agua Frota Ivo Pinto de Mi-
randa, doro ser coniado^lo dia 4 daquelo mez,
na conformidade da portara citada, na qual Vni.
pora o cumpra-se, adverlindo, porm, ao rilo-
ido profossor que elle procedeu irrcgularmente,
deixando de apreseutar a dila portara a ess.i
directorio, antss de entrar no gozo da licenca.
Dito ao thesoureiro das loteras.Fa^a Vu'ic.
exlraliir no prximo mez vindouro, ou no de fe-
vereiro, se antes nao for possivel, urna parle da
lotera em favor do collego do Bora couselho em
Papacoca.
Dilo o delegado de polica do termo de Seri-
nliaeru. Fico inleirado do que Vmc. me com-
municou em seu officio de 15 do crtenle, com
o qual rocebi a quanlia de 14$000 mis, resto da
que ficou entregue para as despezas com (.avallo.
Communicou-se ao commanJauto das armas.
Dito ao superintendente da estrada de ferro.__i
Conslaudo-me que os Irens da estrada de ferro I
parlera inegularmenle da eslacao do Cabo para
a das Cinco Ponas, c destapar aquella, chamo
a attenco do Sr. superintendente da estrada de
ferro, esperando que so sirva de providenciar
pura que se nioiilenha maior irregutaridade nos
horas das partidas dos Irens. Communicou-se
oo engenheiro fiscal da mesma estrada.
Dito oo agente da companhia brasleira de pa
inetes a vapor.Pode Vmc. tazer seguir para os
ENCARREdADOSDASUBSCBJfPClO NO SIL.
Alagoas, o Sr. Claudino Falco Dios "Baha, o
Sr. Jos Hordas Alves ; Uio de Janeiro, o Sr.
Joo Pereira Marlns.
EM PESNAMBUCO.
O preprietario do diario Manoel Fimieir .a d*
Foiio,na sua livrariapraca do Independencia n*.
6 o 8.
portos do sul o vapor Oyapock, hora indicada
em seu oflicio desta dala.
Dilo cmara municipal do Rccife.=Ao officio
que me dirigi a cmara municipal do Recife
respondo declarando que opporlunamente sera
submelliilo a approvaco da assembla legislati-
va provincial Jo artigo da postura, que acompa-
nhou o officio da mesma cmara datado de 19
de novembro ultimo, sobn. 123.
Portara.O presidente da provincia tendo em
vista o que requereu o praticanle da thesouraria
de fazenda Antonio Jcrotiyrao de Oliveira, ebem
assim a informaco do respectivo inspector de 13
do correute, sob n. 867, resolve conceder-lhe um
mez de licenca com vencimentos na forma da
lei para tratar de sua saudc fora da provincia.
Dila.O presidente da provincia, attondendo
ao que requereu o procurador fiscal da thasou-
raria de fazenda bacharel Fernando AtTonso de
Mello, resolve,conceder-lhe 2 mezes de licenca
com vencimentos na forma da lei para tratar de
sua saude fora da cidade.
Dita.O presidente da provincia, allendendo
ao que requereu Antonio Piuheiro da Palma, es-
crivao e labellio do termo do Rio Formoso, re-
solve concedor-lha seis mezes de licenca.Com-
muucou-so ao presidente da relaco o aojuiz
de direito inlcriuo do Rio Forraozo".
Di(a.=0 presidente da provincia allendendo
ao que requeren o capitn da guarda nacional do
municipio do Rio Formozo Antonio Pinhciro da
Palma, resolve conccder-lhe seis mezes de li-
cenca.Communicou-se ao respectivo cominan-
danle superior.
Dila.O presidente da provincia, conforman-
do-se com a proposta do chefe de polica, desta
dota, sob numero 1,369. resolve nomcar o capi-
llo do corpo de polica Jos Pereira Teixeira pa-
ra o cargo de delegado do termo do Cabo.Com-
municou-se ao chefe de polica.
Dila.O presidente da proyincia, allendendo
ao que llie representou a cmara municipal do
Recife em ollicio de 12 do corrente, sob numero
125, resolve approvar provisoriamente o seguiite
artigo de posturas :
Artigo nico. As pessoas que caiarem ou pn-
larera as frentes das casas, e com tacs obras
damnificaren] os nomes das ras e os nmeros
dos edificios, devero repo-los no scu perfeito
estado : os infractores sofl'rerao a multa do lOg
ris, e o trabalhoser feito custa delles.Ro-
melifcu-se copia desta portara mencionada
cmara.
Expediente do secretario do governo.
Oflicio ao commandaute das armas.De or-
dem de S. Exc. o Sr. presidente da provincia faco
apresenlar a V. Exc. para ser inspeccionado,'o
recruta Manoel Luiz Francisco. Communicou-se
ao chefe de polica.
Dito ao vico-almirante Joaquim Marques Lis-
boa.S. Exc. o Sr. presidente da provincia man-
da comraunicar a V. Exc, era resposta ao seu
ollicio do 15, do corrente, sob numero 32, que
acaba de aulorisar a thesouraria de fazenda a
abonar ao comraissatio do vapor Amasnos a
quanlia de 200$ rs., de que trata a guia, que veio
anuexa ao citado ollicio.
Dilo ao chefe de policio. De ordem de S. Exc.
o Sr. presidente da provincia communico a V.
S que em resposta ao seu ollicio de 15 do cor-
rente, sob numero 1,361, que, por despacho de
hoje, aulorsou a thesouraria provincial a pagar
os vencmeulos da escolla de guardas nacionaes,
que, cm marco deste auno, veio da villa da Es-
cada recebernesta capital presos, que linham de
responder aojury naquello termo.
Dito ao mesmo.S. Exc. o Sr. presidente da
provincia manda communicar a V. SI, em res-
posta ao seu ollicio de 15 do corrente, sob nu-
mero 1,363, que a thesouraria provincial tem or-
dem para pagar o aluguel vencido nos mezes de
abril a selembro ultimo,',da casa que serve de
cadeia e de qvarlel ao destacamento da villa da
I.scada.
Dito ao commandaute da diviso naval.De
ordem de S. Exc. o Sr. presidente da provincia
peco a V. S. que, para cumprimento das ordens
imperiaes, se sirva de informar sobre o incluso
requerimento de Mara da Conceico da Costa, a
quera so refere a informaco do capilo do
porto.
Dito ao inspector da thesouraria de fazenda.
De ordem do S. Exc. o Sr. presidente da provin-
cia, peco a V. S. que se sirva do informar sobre
o incluso requerimento de Alberto de Brito Ca-
valcauli.
Dito ao mesmo.De ordem de S. Exc. o Sr
presidente da provincia, peco a V, S. que se
sirva de informar sobro o olicio incluso do le-
nenle-general commandanle dos armas, cora
data de 15 do corrente e sob numero 1,113.
Dito ao juiz de direito da comarca de Naza-
relh.De ordem de S. Exc. o Sr. presidente da
provincia, peco a V. S. que se sirva de informar
sobre o incluso requerimento de Joo Ferrera
de Andtade, que pede perdo da pena, a que fui
condoinuado.
Dilo ao dilo nomeado para a comarca, do Ipu.
S. Exc. oSr. presidente da provincia manda
transmittir a V. S. o incluso ollicio, que lhe
reraellido pelo Exm. presidente da provincia do
Cear. Comri.uuii-ou-se ao referido presi-
denlc.
Dilo ao capito do porto.De ordern de S.
Exc. o Sr. presidente da provincia, peco a V. S.
que se siiva de informar sobre o incluso reque-
rimento de Jos Elias Machado Freir.
Dilo ao inspector da thesouraria provincial.
De ordem de S. Exc. o Sr. presidente da pro-
vincia, peco a V. S. que se sirva do infor-
mar com o que se lho oterucer sobre o in-
cluso olliciu do commandaute do corpo de po-
lica.
Dito ao mesmo. De ordem de S. Exc. o Sr.
presidente da provincia, peco a V. S. que se
sirva de informar sobre o incluso ollicio do chefe
de policia, com data de 15 do corrente, sob uu-
mefo 1,360.
Ditoao director do arsenal de guerra.De or-
dem de S. Exc. o Sr: presidente da provincia,
peco a V. S. que se sirva do informar sobre o
incluso olicio do commandanle superior da guar-
da nacional dcste municipio, com data de 14 do
corrente, e sob numero 257.
Dilo ao mesmo.De ordem de S. Exc. o Sr.
presideute da provincia, peco a V. S. que se
sirva de inlormar sobre o oti'ico incluso do com-
mandaute superior da guarda nacional deste
municipio, cora data de 15 do corrente, sob nu-
mero 258.
Dito ao inspector de saude publica.De or-
dem de S. Exc. o Sr. presidente da provincia,
peco a V. S. que se sirva de informar sobre a
inclusa pelico de Ignacio Jos Pacheco, qual
se referem as informacoes juntas.
Diloao director interino das obras publicas.
De ordem de S. Exc. o Sr. presidente da pro-
vincia, communico a V. S., em resposta ao seu
ollicio de 25 de novembro ultimo, sob numero
288, que nesla dala aulorisou-se a thesour ira
piovuciul a pagar, vista do competente certi-
ficado, a iniporioucia a que liver direito a coin-
panliia Pernam'uucana, por haver cumprdo as
condices de seu contrato, relativamente a coo-
servacodo canal do ro Arequiud nos tres mo-
zos, decor:idos de 15 de agosto ullimo a 15 de
novembro.
Dito ao director das obras militares.De or-
dem de S. Exc. o Sr. presidente da provincia de-
claro a V. S.. em reposta no seu oflicio ae 16
do corrente, sob numero 328, que, por despacho
desta data, se autoritou o inspector da thesou-
raria de fazenda a mandar pagor a Serafn) Soa-
res da Silva n quanlia de 295j!000 ris. inmor-
tancia to pe-riao de'ferro c de urna grndo 'qne
se mandaram fazer para ser collocados no hos-
pital militar.
Dito aojuiz de rphos desle temo.Do or-
dem de S. Exc. o Sr. presidenlc da provincia.
peco a V. S. que se sirva de informar sobro a
inclusa pelicio de Leopoldo do Reg Barros,
qual se refore a informaco do ronsclho admi-
nistrativo do patrimonio dos orphaos.
Dilo ao juiz municipal o de orphaos do lermo
de ltorreiros.De ordem de S. Kxc. o Sr. presi-
dente da provincia, peco a V. S. que se sirva de
informar com urgencia" sobre o incluso requeii-
mento de Mara do Carmu Vasconccllos.
Dilo ao conselho administrativo do pilrimonio
: dos orphaos.De ordem de S. E\c. o Sr. presi-
dente da provincia, peco ao conselho adminis-
trativo do patrio uni dos orphaos que se sirva
de informar sobre o incluso rcquermenlo de Ma-
na Filippe de Jess.
-19-
Oflicio ao Exm. presidente do Para.Com a
informaco do proTeilo da Penha, respondo ao
ollicio, que V. Lxc. se servio dirigir-me em 22
de novembro ullimo, a respeilo do missioiiario
apostlico Fr. Egdio.
Dilo ao commandanle das armas.Monde V.
F.xc. abrir assentamenlo de proco aos retrulas
Francisco do Sales dos Sanios, e Joo Chrisoslo-
ino da Silva, que foram julgados apios era ins-
peceo desande, corao V. Exc. declara cm seu
ollicio de 17 do corrente, sol. n. 1141, provi-
denciando V. Exc. para que eiles sejam vacci-
nados.
Dito ao commandanle superior da guarda na-
cional do municipio do Recife.Fico inleirado
de haver aquarlelado com o 5" balalho da guar-
da naci
ua nacional deste municipio o rirurgio mor do
I'' balalho de arlilharia Pedro de Athayde Lobo
Moscoso, como V. Exc. me communeou era seu
oflicio de 6 do corrente sob n. 254.Communi-
cou-se ao inspector da thesouraria de fazenda,
Dilo ao chefe de polica.Com a informaco
do lenente-general commandaute das armas,
respondo ao ollicio, que V. S. me dirigi em li
do crreme, sob n. 1359, relativamente conve-
niencia de seguir para o districto de Capoeiras o
subdelegado nomeado alteres Joo Francisco da
Costa F.slrella.
Dito ao inspector da thesouraria de fazenda.
Pica aulorsado o pagamento da quaniia de. .
1495OO,coiTespondenlc a um terco dos venciraen-
los dos guardas nacionaes, que, sob o commando
do 1" sargento Jos Rodrigues da Paixu, escol-
laran! do lermo de Garanhuns para esla capital
tres recrulas, um desertor e um sentenciado,
como se acha declarado no officio, que V. S.
dirigi o secretorio do governo cm 12 do corren-
te cora a relaco nominal dos mesmos guardas.
Dilo ao mesmo.A'vista do pedido incluso
mando V. S. adantar ao almoxorife do hospital
militara quanlia de 1:0005 pora occorrer ao pa-
gamento das despezas daquelle cstabelecimenlo,
na segunda quinzena do piesenlo mez.Commu-
nicou-se ao commandanle. das armas.
Dilo ao mesmo.Aos estados maiores do va-
por Pedro II, brgue barca Ilamarac e brigue
escuna Xing mande V. S. abonar, com urgen-
cia, as comodonas relativas no mez de Janeiro
prximo futuro.Communicou-se ao coniraan-
danle da diviso naval.
Dilo ao inspector do arsenal de marinha.
Mande Vmc. subsliluir o africano Jos Candido,
que est cm servico no hospital militar pelo de
nomo Pedro da Costa, que se acha nesse arse-
nal. Communicou-se ao commandanto das ar-
mas.
Dito ao director do arsenal de guerraFico
inleirado do que Vmc. me communica em seu
ollicio de 16 do corrente, sob n. 399, com refe-
rencia, casa de plvora, situada no isthmo de
Olinda.
Dito ao mesmo,Mande Vmc. f. mecer dous
clarins para a Parahyba, como solcita o respec-
tivo presidente, devendo de sua parle verificar
opporlunamcnlc se por engao segtiiram para
oulro porto os que ltimamente se remolieran)
para aquella provincia.
Dilo ao cnsul de Portugal.Acenso o recebi-
mento da coinmunicacao, que era 17 do corrente
rae dirigi o Sr. Jos Henrique Ferrera, cnsul
de Portugal, relativamente ao contrato feito com
um subdito portuguez, que so acha ao servico do
arsenal de marinha
E Picando inleirado da deliberaco que tomou
0 Sr. cnsul, de dar sciencia desse negocio ao
ministro portuguez junto corto de Rio de Ja-
neiro, se me offerece a dizer que a corresponden-
cia havida sobre o assumplo, de que se trata,
ser por mim levada ao conheciineiito do gover-
no imperial, cuja dciso aguardarei para cum-
pri-la fielmente.
Dilo ao inspector da thesouraria provincial.
Fica aulorsado o pagamento da quantin de .
298^800 ris, correspondente a dous tercos dos
vencimentos de una escolla de guardas nacio-
naes, que, sob o commando do 1 sargento Jos
Rodrigues da Paxo, condiizram do termo de
aranhuns para esla capital 3 recrulas, 1 deser-
tor el sentenciado, como se acha declarado no
officio, que V. S. dirigi o secretario do gover-
no era 12 do corrente.
Dito ao mesmo.Mande Vmc. adanlar ao the-
soureiro pagador da reparlico das obras publi-
cas, conforme requisita o respectivo director no
ollicio junto por copia, mais 3:000# por conla da
verbareparosCommunicou-se ao director in-
terino das obras publicas.
Dito ao mesmo.Ao seu officio de 15 do cor-
rente, sob n. 413, respondo declarando que, at-
ienta a falla de concurrentes, pode ser aceita a
proposta de Joo Francisco Autunes para a illu-
minaco publica da cidade de Olinda.
Dilo ao commandaute do corpo policial.
Mande Vmc. darbaixa do corpo do seu comman-
do ao soldado Manoel Neves d'Albuquerque, a
quem se refeic a sua informaco do 16 do cr-
lente, sob n. 503.
Dito ao engenheiro \V. Martineau.Tendo S.
M. o Imperador, na viagem que se dignou fazer
ao municipio de Goianna, recoiihecido a conve-
niencia de examinar-se o ro desle nomo, afim
de se reconheccr a possibilidade de o tornar na-
vegavel, rccommendo Vmc. que siga para all,
e proceda ao conveniente exorne, indicando as
providencias necessarias.Ofiiciou-se sobre esle '
assumpto ao director interino das obras publicas.
Dilo ao commissario vaccinador provincial.
Remella Vmc. directamente algumas laminas de
pus vaccinieo ao juiz de direito interino da co-
marca do Rio Formoso, visto que na cadeia d'a-
quella villa se lera desenvolvido a varila.
Communicou-se ao referido juiz de direito
Diloao director interino das obras publicas.
Fica approvado nos o orcamenlo que Vmc. me
remellen com officio de 21" de novembro ullimo,
sob n. 287, na importancia de 700*, para a caia- '
dura c pinlura do edificio, onde funeciona o tri-
bunal da relaco, mas tambera a deliberaco, que
N me. loinou de mandar pagar essa quanlia pelo
thesoureiro pagador dessa reparlico, a medido
que for sendo o trabalho cxeculado : o que lhe!
communico em resposta ao citado officio.Com-
municou-se lambera ao inspeelor da thesouraria
provincial.
Dilo ao ogenlo fiscal da illuruinaco a gaz.
Fico inleirado do que Vmc. me .communica em
seu oflicio de 21 de novembro ullimo, acerca do
accidente, que deu lugar a ficar sem illumina-
Co o b.irro do Recife. no dia 18 daquelle mez.
Portara.O presidente da provincia, confor-
mnndo-se com a proposta apreseulada pelo ma-
jor commandanle do esquadro de cavallaria n.
1 da guarda nacional do municipio do Recife, e
a que se refere a informaco do respectivo com-
raandanle superior datada de 16 do cnenle re-
sohe, de corformidede com odisfa?io uoart. 58
da le n. 602 de 19 de selembro de 1850, no-
mcar officiaes do dilo esquadto os cidadi- .-. -
guinles:
Eslado maior.
Ailcres portaestandarte, Francisco Cezaro di-
Mello Jnior.
I.* Companhia.
Tmente o alteres porta estandarte, Manoel Jo-
s d.i Silva Guimares.Communicou se ao cora-
mandante superior da guarda nacional deste mu-
nicipio. ^
l-ipcdiente do secretario Ji, governo.
Ollicio ao commandaute das armas.Di- ordem
de S. Exc. o Sr. presidenlc da provincia peco a
S. Lxc. que se sirva de informar sobre o oflicio
incluso do Exm. presidente da provincia dos \-
lagdas.
Dilo oo chefe de policio.De ordem de S. Lxc.
o Sr. presdeme do provincia pero a V. S. que.
paro cumprimento dos ordens imperiaes, se sirva
de informar sobre o incluso requerimento de Vi-
! cenlo Aires de Rorros.
Dito ao mesnio.De ordem de S. Lxc. o Sr.
presideute da provincia peco a V. S. se sirva de
inlormar sobre o incluso rcquerimcnle de Com-
alo da Costa Lima, o quem se tetero o informa-
gao do thesouraria provincial.
Dilo ao inspeelor da thesouraria de fazenda.
De ordem de s. Exc. o Sr. presidente da provin-
cia, peco a V. S. que se sirva de informar sobre
o incluso requerimento de Rosa Candida Con-
calvcs Ferrera e bacharel Frahcisco Augusto da
Costa.
Dito ao director geral dos indios.De ordem
de S. Kxc. o Sr. presidente da provincia, pego o
V. S. que se sirva de informar sobre o incluso
requerimento do maioral da aldeia dos indio:, de
Barreiros Pedro Concia da Maia, leudo visto a
informaco ministrada pelo juiz municipal da-
quelle lermo.
Di|o ao capilo do porto.De ordem de S. lxc.
Sr. presidente da provincia pero a V. s. quo
se sirva de informar sobre, o incluso requerimen-
to de Jos Antonio de Araujo.
Dilo oo juiz de direito da comarca do I.imoei-
10 Do ordem de S. F.xc. o Sr. presidente da
provincia pecu a V. s. que, para cumprimento
das ordens imperios se sirva de informar sobre o
incluso requerimento de Joo Ferrera de Lacer-
da Jnior.
Dilo ao presidenlc do conselho administrativo
pora forneeimcnlodo arsenal de guerra.De or-
Idera deS Lxc. o Sr. presidente da provincia
communico a V. S. que nesla dala se ofliciou ao
ministro da guerra para providenciar sobre a re-
raessa do panno meselo, que nao ha no mercado
desla proco, como V. S. declara era seu ollicio
de boje, sob n. O.
Dilo ao inspector da alfandega.De ordem de
S Ex--, o Sr. presidente do provincia oceuso c
rccebiinento do ollicio, que V. S lhe dirigi em
17 do corrente com urna corla, que kveio dentro
do manifest fechado da escuna americana Ifar
Jen, chegada de .New York.
Dito ao director geral da instrueco publica.
De ordem de S. Lxc. o Sr. presidenlc da provin-
cia peco a V. S. que se siiva de informar sobre
o incluso requerimento de Joo Luiz da Silva
Leiria, a quera se refere a informaco do inspee-
lor da thesouraria provincial.
Dito oo presidente do associaco comtnerriol
benelicenie.De ordem de V. Lxc. o Sr. presi-
dente do provincia remello a V. s. pora qu se
digne de fazer presente associaco commercial
beneficente, a quanlia de S6i>buu reis, que a
comraisso nonieada pela cmara municipal de
Serinhcm para dirigir os fesiejos poroccasiu da
chegada de Sua Magestade o Imperador aquella
villa, offececeu por intermedio do presidencia
'jara o asylo de meudicidade, como se v do of-
licio junio por copia.
Rogo a V. S. que se digne remctler-nic r. com-
petente recibo por dos vas, alim de liear urna
archivada nesla secretaria, sondo a oulra remet-
tida sobredila commisso.
Dilo a cmara municipal do Recife.De ordem
do S. Exc. o Sr. presidente da provincia pe o :,
cmara municipal do Recite, que se sirva de in-
formar so'jre o incluso requerimento de Francis-
co Joo Honorato Serra Grande.
EXTERIOR.
Diplomacia Veneciana.
Relalorio dus embaUadores ventziano sobre y
cortes titraugtiras.
IV.
O dcimo sexto seculo abre a era de nonieada das
relasioni dos embaixadores venezianos. Nu-
mero de suas copias nas colleccoes de nianus-
criplos politices do rslrangeiio. Segredo do
Eslado exigido poro estis cscripluras diplom-
ticas- Invesligacoes curiosas a respeilo de
sua divulgaco.
Os primeiros indicios da eclebridado adquirida
no exterior dos estados da repblica pelas reta-
rdes dos embaixadores de Veneza remontara a
essa poca de vigor em que lies horneas, l.eao \,
Carlos V e Francisco 1 deram aos negocios do
mundo um impulso completamente novo.
E' certo que ento o espirito poltico mudou
de forma, e arnpliou consideravelmente sua es-
phera pelo descnvolvimento de seus meios de
raciocinio. Durante o decuiso do primeira me-
lade do seculo desosis notaveis diplomlos, Se-
baslioo Jusliniano{13), Andrea Navagero, Marino
Cavalli, Lorenzo Conlasinini, illustraram-se sum-
mamente em Veneza, ao regressar di' suas di-
versas missoes, n'cssa arle superior de usar da
eloquencia, c de urna animado originalidade de
forma em ser' ico da observado e da verdade.
Nesse lempo os embaixadores "que representa-
ran!.na repblica seus respectivos soberanos,
comec.aram a conhecor a influencia e a mpres-
soque produziam no espirito do senado disen-
sos laes como as relazioni.
Privados de ouvi-los, e sabeitdo'alra disso
que os aulographos depositados na grande chan-
cellara, ao sabir da sessao, eram eoniiderai o
como documentos secretes, liveram, alim de ob-
ler eonheeimcnlo deiles, de inventar os rocos
ordinariamente prainados para adquirir a posse
do Inicio prohibido. Com efleito, os leis que
vedavam mesnio a circulaco occulla de lodos .-
documentos diplomticos, ou que, por qualquer
(itulo, portenciam chancellara secreta, nao
podeiam impedir que algumas copias satisfrzes-
sem myslerisarucnlc a lenlaco irresislivel do
um poderoso e rico erabaixador eslraogeiro, in-
cumbido de saber, para o beneficio de sua cor-
le, o que nao deve saber, e o que nao sobem
todos.
A curosidodc que deu-se desde essa poca, n
oslas especies do documentos do historia con-
tempornea, explica-se naturalmente, e essa cu-
riosidade augraenluu cora sua nomeada. o po-
der e o genio poltico de \'eneza eslavom ento
na primeira classe entre os povos : nao era cu-
rioso, importante mesmo para os gabinetes e pa-
ra os principes saber como erara coneeiluados <>
julgados? D'ahi lanas copias de algumas dessas
pecas diplomticas, que encontramos hoje, e que
reconhecemos lerein perlencido 6* carteiras do
archivos das antigs secretarias de eslado dos
negocios estrangeiros.
- (13 Vede suas admirareis correspondencias.
Iraduzidas c publicadas em ing'cz com um ds-
vello particular pelo Esquirc Bawdor Crawn, co-
mo o titulo do Four years al the court f Ben-
ry VUl Selcclion of despatchet wrilen bj the
Venelia ambassador Sebastian Uniltiniun and
address lo the signori of Venid, jannary 1515
tojuhj 1519 2 vol. F.sta obro estmavcl cm to-
fos os pontos mullo digna do grande txito,
qw c'.'.cve cin Inglaterra,



Ct)
DIARIO VE PEUSaMBOOO. QUlflTA FE11U 1* DK JANHKO BK 18G0.
Mas cali aqui aproseiilir im tcslcmunho uns
nuguiico de eoleluiJade menos exclusiva ; (alio
il'i pro;. que d avara os grandes lid alzos para ub-
ter copias de relazioni, no metano do secu-
I 16.", leudo emprahendid.u e posto etn moda a
foraaacftn dessas preciosas rccolli di codici. mi
cotlcn-oes de manuscriptos nticamente compos-
tasdc documentos diplomticos de lodo o gene-
ro, lirados do todos ns paites.
Boma era principalmente fecunda necias espe-
.'-s dt iliosouros. Os ricos principes da igre;a,
.1 iranio os seclos 16." B 17.', assclitavam no
ii i mero de. anas despozas principaea a compra de
liibliolhecas abundantes de improssos raros o
manuscribios de toda i ualnreza. Domis, ho-
im-us polines, lano por gasta romo por posi-
;o. procur.ivam rom espeeialidado lulo e Sjue,
nao alando ao alcance do vulgo, os poda ius-
soas arlitlciosas manobras. O embaixador mi pos> veneziano Tommasco, dcbaxo da dirco|de M.
siiiilor olUcial das pecas o iginaes raras vezes at-1 Guizot, enlo ministro da instruce.o publica ; era
U*I5 |l.l|ltl^, (JL'SIIII... ..... maiU' 5 TVIIII- ( Hi\ JI.Il H; UU:. VamURMIN *J JO-J ......7...v- ......
a compra de copias desses Militares cipes, nao salisfeitos da digcripc&O ij'io o embai-
icntos relativos dos acunleciineiilos xajor livesse feito, ou do juizo que livesse dado?
riseava sua pessoa n'essas negeciacos deshonro
sas ; mas os que os coreavam, seos criados, ceua
domsticos dedicava:n-so atgnmas vezes seno A
pessoa d'esses raloneiros de segredos.pclo menos
aos d ica los c sequos de ana bolsa. Assim pra-
licoii-se pjr rniiilo lempo nato commercio tene-
broso ; o assim explica-se a eircnlaco de papis
dos quaes o Estado suppe-se mHilas vezes o
nico possuidor. Em paite iienhuma vi pols ves-
tiglM do conseulimento exioesso ou tcito dos
oh f'-s do governo de Veneza para a circulado
d is relazione. Sem o segredo exigido para as
rela:i:te um que onsisviriam para os eii.balxado-
i es as garanlias da liberdade da palavro, as cen-
suras que laziam de laos aeros ou medidas dos
principes junto aos quaes tiithara por multo tem-
i luir sobre os negocios interiores dos governos j pi residido? A repblica mesma nao eslaria
s'.ran.ciios. Ricos por seos patrimonios, ou | continuamente sojeita exigencias de explicarlo
peta fj^oi dos papas, destiiiavain grandes som- da paile dos embaixadores d'esses meslos priti-
ii:.is para a
I J..comen
onteinporaHeos. Em seos vastos palacios do a- Nao se pod.ria tomar enlo coiiio desculpa as
milla estovan reservadas militas galea, que. reu-j obligamos devidas urna brea de goveino lo
tudas, lorm-nain o v. idadeiro sancluario das ar- constitucional com o da Gram-llreUiilia, ou as
tes e ila mtrlligencia. linas brilhavam com lo- exigencias do uso que existe de comrauoica ao
do o esplendor dos quadros dos grandes meslres, parlamento as pecas diplomticas ?
oulras linham livros e pecas manuseriptas Lo.urenco Contariui, que tinha acompalihado
consonadas e ordenadas pul" hmeos de urna Fordinaado as campanhas contra os proleslan-
eiudicciv.' acabada. los d'AUemanha laaibem conhecia perieilaniente
Falta-so mu i las vezes da corrupgJo da Roma Cirios V : obtuve d'elle mais de urna audiencia
palriria dos seculoa 10.' e 17", mas parecc-me I e em 15S, data de sua relazione no senado, nao
que fallar levianamente, ?em relfeclir que essfl deixoa dedizer francamente 08 erras que, em sua
meaaia Roma assim accuiada lem n seu favor I opinio, o imperador Garlos tinha commetiido.
uitMiM di: deeza liio adutiraveis quanl glorio- Feria elle narrado com a elocuencia animada e
roa. E'a Boma artista, espiritual, animada, vi-1 lgica errada de que deu prova, so estivesse
va, e lamliem miiilo grandiosa. E' a lillia eme- i cerlo de que o imperador Carlos V poda ler
u dease Leae X que, per setis conheienlos, conhecimenlo de opinca lao formalmente
aeusactos c exemplos, qu ensiuacaosprinc- exprimida^ 'em urna assembla solemne ?
pes da igreja que deviam lamboui sor prolecto- Nao o crio. Admiro muito que Al. Gachard
rea pateruaes das bellas arles edas bellas le-1 que conheco esta relazione, entre outrav
iris. i por t-ia magnficamente analysado, e. mostrado
K realmente aclici graado e bella osla Roma i em sua verdadeira clare/a, leulia conjeclurado a
sabia e artista, curiosa e iuveslig*dora, no 16." menor tolerancia do senado de Vene/.a, a respei-
neculosob Leo N-. o hh 17." sob Urbano VIII,[lo de gemelhaiilespecas Urna prova escripia,e
(iiand penetrando paulatinamente no amago que traduzi no aulhographo dos inquisidores con
,,n~ di 'sirocos espartas desses esplendores, im- servado em um dos mmoscriptos da
riava-iiic Mu segredo do lanas riquezas conser- do S. Marcos, vem alin d"isso tornar
das nos palacios Ckiggi, llarberini, Corsini, I anda a minlia convieco. Muito curiosa
.-.m filiar nos do lautos claustros e curporacoes carta prohibitiva em a nada d'esse celebrCtribunal
':n que o amor do esludo e oculto das letlras | denominado /afesfori de Stalo,
tanto amontoain. As bibliothecas publicas da ll, c
Italia esiao
gelos uliiino. .
tdifiale.-cas que tinham outr.ora csses opulentos deve licar em suasmaosao sahirda legacao.
deshonro- Plorenca es doze volumes de um
todo lio pre-
cioso para a historia geral do XVI secuto, pu-
blicados sob o patronato un urna sociedade esco-
Ihida, teedo por editor Eugenio Alben, o muito
couliecido autor da vida de Catliariua de Medi-
is ; c:u Bruxellaa reunan lao eugenlmsa
quauto curiosa das re'itsioiii acerca de Carlos V
e Filippa II, execulada pelo celebre M. G uhard,
director geral dos archivos reaes da Blgica, era
Veaeza emlim, neslea ltimos anuos, a pnblica-
go das relazioni sobro a Franca e Hcspanha
durante o XVIIseculo, pelos estorbos emritos
de dous mocos, quesou feliz do poder contar n-
treos meus companlieiros de esludos venezia-
nos, os senliorcs Nicolo Barezzi e Guglieluio
Berchel. Mas antes deexpor coiu clareza os de-
lelhee-deaaea importantes Irahallios, convm que
remontemos o curso mus antigo desla di visa o
bibliographica da historia da publicidade das
relazioni.
O Tioro polilico appareceu em Colonia em
los na historia da publicidade das relazioni, e i
este respeito importo que assignalemos a origi-
nalidade do intuito, que alias, apesar da gravi-
al ade do assumplo, apenas um negocio de civi-
lidade como vamos vc-lo.
as provincias da Italia do norte e na Venecia
propriamento dili, existo um costume, muito an-
liqundo, mas florescenlc tomo nunca, cojo fia
dominios eapanagios, eram. pelo menos brilhan-| ria que adquiri, c. a de grande justeza que me-
tes pela proteceo intelligente e magnnima que
honravam-se de oulorgar aos artislas e letrados.
A pquena corle de Urbino, principalmente, era
deslc numero; sob o governos dos duques que
compunliara essa familia impetuosa, Uella llove-
re, da qual proceden Julio II, esse grande papa
que quiz ser tambem um capitao de guerra, e
e con-agror por urna homenagem de lilleralura| soube Iludir lodo o mundo com o vigor de sua
ou erudieo a leiubranca das nupcias de um a mi- poltica astuciosa. A relazione publica Ja am
_o ou prente. A poesa, terreno lao fecundo
ueste paiz, do sol nunca f.ihou a posterida-
1856 por Vicenzo Lizari foi pronunciada em 157
por Frederigo Babocr, o mesmo que, era 1555
de com urna tal tradicao, e as nupcias ve- j rcpreaenlou um lao pe feito papel diplomtico
nezianas foram cantadas era versos os mais va- junto Carlos V em 15C, Veneza o tinha envia-
do em embaixada extraordinaria Guidubaldo II,
riados ; mas nesses ltimos lempos.- principal-
mente depois que o esludo da historia ou antes
a curiosidade histrica desperton em lao grande
numero de espirites, notavel que a pralica
constante desse proveitoso costume tinha feito
explorar do um modo particular a mina abun-
dante das colleccoes manuseriplas.
I'udo observar, em urna loriga estrada
em urna tonga estrada, que
im casamento nao se contractava em urna fami-
1589, com o sello e pelos cuidados da jtcademta lia patricia ou do alia burguesa sera que, che-
ilalUt estabelcida nesla cidade. Seu Ululo I fando propagar-se a noticia, desse m
iblioiiinca
mais firmo
como
de Tlicsnuro polilico nao deixavn de ser pompo-
so, mas sea subtitulo o era mais anda, e mi-
nunciava-se dcsle mudo : Ou relacties, tratados
edi$er>$variad>$, aproprindos ao conhecime-
lo e inlcl'je.nc'a dos Estados, interesie.s e de-
pendencias doslmaioret principes. Em formato
em qirarlo, esta prunelra edicto couiinln sele
relajos vcne/iaii is, Mas ou os manuscriptos
chogados a Colonia fossera copias Inexactas, ou
a Academia italiana que se tinha feilo edictor
nao livesse querido tornar-se respousavel da im-
pressao de um texto completamente conforme
com o do original, em razo da ouzadia dosjui-
zos, e da veracidado dos retralot, corlo que
mor parlo dessas reliziit, senao ledas, nao sao
m lis do que reproducoes inlieis, delurpadas e
impudentemente desfiguradas, para quera os es-
t ud.ir seriamente e os comparar com os originaos
conhocidos e com as copias imadas. O Ilustre
critico Mareo l'oscarini exprimi tambem este
respeito lodo o son desdora por semelhanle frau-
de commellida em detrimento do pencamente e
eloqueucia desena preiecessores, quando diz:
l! muita felicida le que os nomos dos auto-
res,
duque de Urbino.
<< Do duque .Francisco Mara, diz elle, e de
madama Eleonora Gonzaga, descomi o prsen-
le duque Guidubaldos segundo de nomo e quin-
to do tuccessao ao ducado..... Os aves desee du-
que foram lodos hoinens exemplares, dedicados
ao oUirio das armas, c todos grandes capitaes,
pulenlados, mas tambem versados as letlras, o
que sera pro tiveram om sua corte os honiens os
olivo i mais bem preparados da Italia : Uomitti dei pi,
una quanlidado multas vezes consideravel do \ cirtuo libretti (brochura] dedicadas ao nomo dos dous i Aqui termina a nomencltor.) das relasloni
esposos, com a formula de costume : Per le noz- parcialmente imprcasas, o juo tiveram apenas
xefoustistime... (As (tauito venturosas nupcias.^ urna pubiicidade limitada. Se aqui alguns
IIouvc em taes circumstaneias publicacoes de anuos, tivermos de fazer dellns una novo recen-
um luxo singular, c nao rae possivel dar una soamcnlo bibliographico, desojamos acha-ln con-
idea mais exacta da quanlidade dessas Iiomena- sidcravelmenle augmentado. Um grande nume-
geus hislorico-litleranaaparia ttoxat fmttiame, ro do relazioni sobre paizes diversos, durante
lo que ..lirmando que boje um dos mais cons-1 os seculos XVII e XVIII eslao anda inditas ; e
lames elementos de aclivilade para as Impren-
tas do Veneza. Se este uso tora seus ridiculos,
suas Ca.es ms, entre oulras a de fornecer um
pretexto muito fcil para imprimir muito raaos
versos, e para cantar, cora todas as exageraces
di emphase e do elogio, a felicidada de nupcias,
cuja coosequenrta multas vezes desgraca, lem
tambera a eminente vantagera de fazer" editar
inditos ue grande curiosidade.
Um investiga ou faz investigar no passado de preciosas colleccoes,
tal familia a memoria de tal Jcuiitecimento bon- Fl irenca, ou em qua
i animacao do huraens eninenics.
em dala de
jressada Pedro C-niirini, einbaixa-i-rompidos : Casi depacate soriUnre.
Esta falta de inte'lid.ide lano mais
roso, ciimmenla-o e imprime-o per le nossi maram" pe
faiistissimi, encontrando om lexto manuseriplo Ipevemos, pois, presentemente desr rev-las e
qualquor de um valur histrico, como urna cor-Jan!ys*-lns com o desvelo que raerecemobras
rospoiidencia ou relacio diplomtica oceultas na que a posteridade laboriosa, considerar de nao
menos ulilidado no campo da historia, do que
monumentos qua o secuto ultimo
exeepoao dos de l.a/.aio Moceuigoe Jeto-1 oliscuridade de carleiras desposadas com um p menos ulilidado
nimu l.ippomano, nao estojam estampados em | de rautos seculos, lira-os de lo profundo es- essas obras,
faro de escnpios de tal modo adulterados o cor- j quecimento o os publica per le nozzi faustixsi- vio surgirera

accumuladas de dadivas ulorecdasldor.a corlo do Franca lerabra-lhc que conforme
as represenUtitos dessas familias car-| nm decreto de 151, nonliuma scriptura offlcial
Muito Ilustre Qdalgo e irinao mullo honra-1
d i (14]
Alera das ordens que, conforme a deliberaco
do excellenlissirao ronsclho do Dez, do S de ju-
ulio de, 1605, derem ser observadas pelos em-
baixadores respeito de todas as escriptu ras que
I ratera de materias de estado, saber que em
sua volt a devera fazer roslituicao dolas, ou s
.is deixarem seu auccessor, fazer inventario
com juramento escripto de-nao ler conservado
era dado copia alguma; jnramonlo que tam-
bera sao obligados a fazer os excellenlissimos
inquisidores; exislem anda oatras delibera oes
precedentes, como a de 15 de Janeiro do 1518,
pelas quaes, ao regressar das embalsadas, os
embaixadorea sao abrigados a apresentar as rela-
zioni cartas, registros e escriplur.is que dizem
respeito a materias de estado. Bromo em ludo
laa materias, o particularmente ao sabio M. Ga- o que lem relacio rorn a nossa ni ujislratura, nao
cherd, que o senado vent-ziano, longo de vedar a i devenios esquecor nina exaclidao rigorosa, pa-
commuuii neo do taes pecas, pareca antorisa-la recen-nos conveniente recordar a voss
un por um couseutimenlo
nos Licito.
st!u:i lo
deleitos de um luxo assim comprehendido. Mul-
lida > de acervos do manuscriptos encerrara ain-1
da os uoiius do caldeaos ou ministros vidos de
semelhanlea Ihesowns. A felicidade que Uve
em ronsulla-Ios durante una estada prolengada
i,a Italia, tornoii-me familiares essas colleccoes
preciosas, mesmo ai' m de todas as miiihas espe-
rances o pro visos. I. i procura va principal men-
te n'ellas os documentos vnezianos, e foi assim
qae veriliquoi polo numero quasi incrivel do co-
mas do certas Tc'.uzioni ii apreco que linham ob-
.ii.ii lo de .todos os -.nidos amadores, e bri-
Ihautes adoros da poltica italiana nos lempos
successivos de Carlos X, Francisco 1, l.eao X,
Goame 1., Phippe II, Sixto V, Henriquc IV,
l'.icii.liou o Liii.no VIH.
A quanlidado consideravel d'easas copias fez
oror alguns aulor-.'s que escievi :am sobre es-
me. Quanlas vezes era Veneza os manuscriptos
menla- u"a bibliotlieca de S. .Marcos do seminario da S'i-
vei quanto a esculla das pocas reunidas en real-1 ',t'c c d" Musen orrer, quanlas vezes os archi-
raeiilu feliz, porque coraprehondia sote das mais i "os geraes as colleccoes patricias dona du'.L: ll<>-
noiaveis relazioni que tinha envido o senado de I *e< '! onar.to Marriu, Gusliuian Recanati, Moro-
Vuuoza durante o XVI seclo. Anda que lo
maltratada no duplico sentido da lilleralura e d>
historia, esta obra, nova alias ueste genero, leve
um multo grande numere do edicoos.
que tinha dado a primoira em 1589 den
.la om 1595 o a lerceira em 1598, Mi
oiilra em 1600; asimpreusas do Bolonlia doram
luz em IrjUJ um volumc que, segundo son li-
lulo da segunda parle, u a continuado .lo TUe-
souro poltico ;*e a lerceira parte, impressa em
sini del fu Domenico, Pietro Gradinigo, Pieiro
Zen, Sagredu o Kaivdon Broucn, a admiravel col-
leceao do cavalleiro E-nmanuel e Cicogna, obra
Colonia prima em gosto e scicncia, cultivadas pelo amor Focca sobre
i segn- constante de urna patria lio gloriosa, satisfizeram
jo vio ii ni .i ; js indagacoes dos visitadores em busca de um
argumento para imprimir per le nozzi fauslissi-
ine Se nossa encantadora Italia, so julgasse po-
der abusar do lulo de homein de letlras, arro-
ganlo-se as distincces que elle anfere, somen-
recou.sao, segundo a ur.nba aeiuio, sene dous
mais bellos ttulos.
A posleridde jamtis olvidar nagem Ilustre soube ser amigo liol e consolador
develado de nm grande principe durante seus re-
vezos, quando era um desterro voluntario esse
principe tragacn o calix amargo das derepces as
mai* ruis. O cavalleiro Cibrario foi um dos
poneos horaens que alcancaram a cosa de Por-
tugal, nos lempos em que urna pequea cidade
des-te reino, no d,a sulisoquoule dolores i, mas
gloriosa derrota de Novara, o mais bravo dos
re, quero fallar de Carlos Alberto, se tinha re-
fugiado. 0 cavalleiro Cibrario presenciou os ul-
liuios momentos desle principo, que morreo de
pezar e melancola, depois de ter entretanto aven-
turado sua vida era tantos campos de hataih.i,
como o coslumam pralicar os grandoa principes
da casa do Saboia.
As brilhanle3 cstreias da carreira lo nobre-
iiienlo percorrida pelo cavalleiro Cibrario sao to-
das Iteraras ; dodicou-so s invealigaces que
erara api.as reflectir urna nova luz sobre sur.
historia nacional : por esse lado a casa do Sa-
boia deve isto esto hornero.
Seu perfeito conhocimento das collei'coes nia-
nuscriptas facultou-llie o descubrir no numero
das memorias polticas pertoneenles a amigos
registros, rauilas relazioni de cmbaxadores vc-
nesianos, sobre a corle de Saboia.
A leilura e exaine que d'etlaa fez revelaraaa-
llie sua impoitaucia, at enlo, nao direi desco-
lihecida, mis quasi ignorada. O Sr. Cibrario cora-
preliendcu todo o altrativo e inleresxe que devia
ler para com seus concidadaos n partirularmenle .
para os leltrados a publkaco desses textos. Pu-
blicou tros reiar.ioni de Ilustres embaixadores,
perleiicente cada urna a umseculo dilTerente. A
escolha que fes, fi'onda sobre urna apreciaco
severa, e auloriaada por urna cafeira exacta, foi
excedente : nao se podedeixar de fazer justica &
idea que leve do earactorisar tres seculos conse-
cutivos da historia de seu paiz por tros d'exscs
documentos da diplomacia vennsiana, isla o
lG'p.la relaco de Francisco Molino 1574), o
17 pola de Cuierin Belegno ; 1,670} o o I^1 pelo
discurso lo Maree Posearini [1,742) : .< Das iros
relazioni que publicamos, diz o Sr. Cibrario, em
seu prefacio, a prrmeira de Francisco Uolin,
qo leu-a o sonado, no flin de 1571, auno que
vio seren restituidas Bmmanuel Philisberlo as
fortalezas que anda oceupnvam os Praucezcs ; ;<
segunda do Catherino Belogno e deve ser de
de 1670, quan lo esto embaixador nlicrou a har-
mona que exista entre a corte do Snbois o a re-
publica soreiiissima, em coiisoquoncia de contes-
t.icoes que j 40 anuos antes .e linham elevado
sobre o lulo do reino do Chypre. Depois de
! Beleguo, decorreu um inlervallo de 72 anuos
antes que se visse um entro embaixador vene-
Perlence especialmente nossa poca a hab- simo na corle de Saboia, porm, em 17-2, foi en-
lidade no esludo do historia. Esta sruencia alia-; va.lo em embaixada, como para compensar de
mente posta em relevo pelos fecundos esforcos urna lo tonga tregoa .!.- relacoes, um homcmdo
dos horaens do cstudoa que celebrsaram-sc na maior valimento nao menos' Ilustro pela lama
reslauraco, e que, como Agostiuho Thierry e que adquiri em qualidade de escriptor, do qtu
Guizot, proddziran obras mmorredonras, encon- pela digni-lade do doge que sua patria o ele-
como nao duvidamus que haja anda nossa faus-
Ultime para encher de oblaces e honras, osla-
mos ceilos [porque anda existo a moda) de ver
i as primeiras perpetuarem is segundas.
Para comuletar .) curso desla tonga divisodc
! nosso trabalbo, falla-nos apreciar o grande mo-
j vimculo que entre 185.) o 1810, operou-so em
; favor desles textos histricos vene/ianos. N
principio deslc capitulo auniinci unos as bellos o
que, ou om Paris, ou em
uar outra pulo ao forma-
dossas rasas veneraveis, em que os
eos paJres do oratorio honravam
lao digno, Dous, s sdencas e
benedictinos
lo um mojo
s ledas.
Era do renovacao histrica.Os archivos la-
tios e o historiador Leopoldo Ranke. Dso
que elle faz das Relazioni venezianos. caval-
leiro Ltgi librillo comega o periodo das gran-
des pubiiea oes dbslcs documentos com urna' col-
illus-
xpresso polo rae- ; trssim.i senhoria a observan, ia dessas delibera- |
.oes, do mesmo modo que recordamos o iodos
< .No principio, segundo parece, diz M. Ga- os oulros cmbaixadorcs e representantes pblicos,
rhato\ o governo de Veneza nao poz obstculos desejando. e comando, por causa d.i mporiau-
- mis a divulgacao d'esses esciiptos. Islo im-lcia do negocio, com urna prompla e inteira sub-
P'iii.i al s.'lii.a. tente o mesmo, que dizer que o missao lei do estado, o anhelando toda a felici-
: de Veneza nao considera'., como peca se-dado vossa illusirissintasenhoria
i .i relazione de seos embaixa'lnres. Esta Esperamos, na primeira occasio de caitas
opinio nao pode ser admiliida o ou a julg
mi.-lainoni errnea. As refoztOM foram sein-
pK i'iicacalas como documentos lio secretos
r ',n i os dinpacci ou correspondencias; mas como
ora muito mais fcil transgredir 4 l"i que dizia
espoiloas pniueiras. pela razo de une durante
beri, que as addioionou sua obra Da preemi-
nencia de nomos rey* ; urna telarn italiana
- i de Miguel Suriano, Veneziano, sobre sua em-
baixada Franca, em 15GI ; a outra, felaco
italiana de Bernardo Nacagero, Veneziano, e
depois Cardca!, acerca ds sai cnibaixuiii lo-
ma era 1558. liorna era lGlil mandn tambera
pubcaf urna, apparecida em Leylo em 1G63. e
devida ao Ilustre embaixador Angelo Carrero.
Pon.'o lempo depois era Franca, em Houtbolliaid
as
do
pecas publicadas
1815 al oslo an-
quaulo curioso reunir todas
per le rtozss fanslissime
no de ISO. Nu possivel imaginar a quanli-
dade de engenhosas e inleressantes publica-oes,
priiicipalraeut pulo lado da historia As rela-
zioni meditas [e existo anda um lao grande nu-
mero lamliem devora sor contadas entre as llo-
res mais elegantes, e que mais brilhantmenle
contribuiram para a ormacao dos bouquet litle-
r.uius/;/.: nosze f.iuslis'sime. Um bollo exem-
piiu, .- oi.iuio'ai.u.iiii su i uuraa j
ra a diviso ttospovos, que enlo repousavam cavalleiro Cibrario.
do sol de tantos canhes. V relazioni do 177, que a primeira do li-
A historia principalmente progredio por sig- vio, descreve o ducado de Saboia, sob o gover-
naos oudoutes, :a primeira nr.lem dos quaes j no do um dos seus mais Ilustres principes. Em-
o mi- .suas, a devoluco da presente, em um envolu-1dona pequeos tolumes em t, muito raros ho- I1'" desles altos feitos de rivilidade toda italiana
xoelletitissimos che-,jo. veram luz em lCo o 1668: um ora a Rea- leVli '"""" e;" Veneza em 18. e lano mais
llespaiihi de Thoraaz Canlarini: a| meu uever cita-Ios quanlo me facilita a cnu-
i Inglalerta par Marco Antonio Cor- uicracau da* relazioni publicadas parcialmente.
rer. u conselheiro extraordinario Spiridione Papado-
1670 pu "
i. ao sobre a
, 'o. i sjbie
d!
ere cora o subscripto aos e
fes do alto conselho do DZ
Do Veneza, 18 de oniubro de 101 .
Mano Antonio l.ored.ino, ) rnnultnri
r< Hieroiiimo Giuslniaoo, \ '' "sl,ori
Philippo Bembo. j S,a,t)- "
Com datado dous anuos depois da remessa da
carta que acabamos de repro.lu/.ir encontra-se
um documento mais curioso anda o que descre-l versas publicacoes parciaes,
creve toda a sorpreza de um enviado da repu- '\ do um frmate pequeo,
O livreiro Cotlu em t7t) piiblieou tambem om
Paris, a Relaeo da earla imperial, frita no io-
ge de Veneza, polo Sr. Sacredo, depois de sua
eolia d' ,liemanhapara Veneza. Has estas di-
de poneos volumes,
que no vocabulario
es quinze das dcixados ao embaixador para lor-
mularseu discurso, poda-se mais ou menos com-
inudameute lirir urna copia, resullon que um
grande numero d relazione poderara serfraudu-
lentanieiite cmilieci las. a ue pelo contrario as
correspondencias, que una vez < bogadas seu j blica, quaudo em um dia visitando Oxford, o a ''(s b;blio. hilos chama-so plaguen i*, oque na
destino, nao passavam poroutraa raaos s.-no is biblioteca di universidad.:, recotihereu entre os Italia usa-so designar nos catlogos, fom a ru-
da Senhoria, e do grande chaneeller eram con- manuscriptos um numero notavel .:.; relazioni | briea do UiceUanea, sao boje r.iiid.i les, o come
servadas era'um segredo muilo owis sollcto, e at enfo inodilas; esses documenios pertouciam i laos s possuera um ulerease do curiosidade,
innito menos violavel. Excepto alguna registros ao archivo dos inquisidores ao Estado (sec;3o das) sondo, pela raaior parlo ofoiluosas quanlo ao
.le torrospondencias de pmbaixadores venezia- coj-respbndencias do exterior).
Giordni ballisla Lionello, enlo secretario de
Veneza em Londres, escrevia pois no lira de sua
corrcsppndeiicia, com dala d 2 de agosta de
tos dexados bibliote. n .;.. S. Mano.- por lega-
dos de familias patrie;.-, romo a dos Gontariui,
desde os tontpos os mais antigos, tinha visto
|>IC Uosdo os
legcrum iinir.eroconsideravel deseos membroa
para embaixadorea da icpublica era todas as cor
li s, quantos se podera contar em todas \. biblio-i
.':. .-.s a Europa .' numero seria muito res-
irkln. Nossa bibliotlieca mpeiial, que possue.
1616, o
nota precisa.
.Na
81
ompauliado ii\i urna
assumplo.
Seguindo assim a or.lo.n chronologica nesla
oxcarso do bibliographia, desle 1670, em Pa-
rs, em casa do livreUo Colliu, ohegamoa Bru-
xelias em Ki72, onde rros rol i o -s sobro Boma
poli quera celebrisar a memoria das nupcias do
conde .acopo Husconi com a condessa Christina
Albertoni pola homenagem de urna publica cao
disliucla.
Era seu amigo o r.^hi ;.\goslinlio Sagredo,
patricio dos mais leltrados, historiador dos mais
afamados nossa palria, que tinha sido represen-
tada por seus aulepassados, em todas as grandes
cortes com provas de iim pensamento to robus-
to, como de iiini perspicacia mullo feliz. Foi
ao conde AgoslllllQ Sagro.lo que o consolheii >
Speridioue contou a esculla do assumplo e o
cuidado da edi.au.
Entre os mannacriplos inditos do archivo dos
Sagrados conservado o arrumado em son vene-
ravcl palacio em Santa Sola ichava-so urna re-
esto collocadas por si mesmas a paciencia
rom uitar s ionios originaos, a pericia do distin-
gu-las. a arte de critica-las, o o discornimeiilo
quasi espontaneo de seu valor. Eslo impulso e
exernplo nao tiveram lugar somcute na Franca.
A sabia Allemanha, posto que ordinariamente
lo lenta em suas rcioluQRS, progredia enlo
passos gigantescos no culto dos esludos, e nos
annos das tettras. V impetuosa mocidade das
cidades agglomerava-so enlo as umrersida-
dos, com um ardor igual ao da niodi
Franca agglom irando-seera Sorbonna,
las respirar a alraosphera gemrosa
jue foiiieiitavam cloqueles professores
do Bheno tambem a historia gusa va
anima, o que entre mis: alguns nomos
va ni om seu culto o servlco. Eolio estos, des-
de o atmo de 1821, dislinguia-so o do Leopoldo
Ranko. E fazer um erando* elogio este ho-
rnera o dizer que nao faltn s brilhanles pro-
messasque fez seu talento em sua obra da
Historia dos poros romanos c germanos. Un-
jo, o mesmo desdo que elle lerminou o son mais
notavel trabalbo. ouos Principes e povos do
mcio-dia da Europa, obra prima em cstylo o
scien ia, podemos considera-lo como o paliiar-
bibliolheca de Oxford, cidade onde se
acha a uiiiveisida le principal desle reino, depa-
rci com um voluraede grande frmalo, manus-
tantas copias do re tzi >ne, (.ossua apenas Ires re-j cu po, contondo una correspondencia do Vene-
gislros de correspondencias, o,se ne mo engao, za, issiln como mullos discursos Vene/ianos co-
.-> possue algn.as correspondencias de 1005 e I mo podpro Vosaa Excellcnrias verificar pela
1606 escripias de Ghioggia, pelo podest Antonio lola juila. Paroceu-mo oslranho que os es-
trinn criplos Iraporlautes da screnissima repblica se
0 n......ro das copias dn relasione averiguadas j eslojam assim disseminando com arandoprejuiso
dos iuleresses pblicos ; e julguei d. riieu dever
to Ueste pequeo volme foi o maror p s-
o cditou com um excellente
hiij nao um lesiemuulio. da boa ventade ou
lob'ramia du si nado i i rea da pnblicidade d'esses
; utos. Sa i'.' islava .....i s copia oblida pelo a-
^!i.' se.rolo de um prelado ou embaixador para
uo, urna voz i 'hgada liorna, s mos do con-
xervador de um desses grandes depsitos de do-
. utoeutos diplomticos manuscriptos passasse du
-ta em ...pista, e se repelase assim em gran-
avisar-vus tanto mais,quanlo nao creio, que so-
moiautos tactos acoutooain com os oscriptos se-
cretos dos outios principes ,15). Tal era a
lei para a conservado do segredo ; como todas
as ieis elicenlron Iransgrcssores, principalmente
dopots do meiado do XVJ seculo. E dahi essas
reproduiies mauuscriplas lo numerosas, que o
fie numero de esculpalos para o proveilo das indagador nao v sera adrairacao as bibliothe-
. ol... l.-ta conji dura me parece lano mais ras do liorna, Pars, aples, Sieiina, Florenca,
a, quan'
fundada, quanl i eraug.H deso achar urna vano-
dade senslvel no numi ro das refasione copiadas, |
pelo conlraiio, v-se un.a uniformidado de dala
muito evidente. Ola l que 80 livesse podido ler
i i ommunicac; o desembaracada du todas as re-
lazione escripias durante os seculos X\ I o \\ II,
porque nao loriamos O*o assignalar lacinias de-
iilor.i'. eis. Ha multas das quaes osnfrbivos da en-
liga repblica possuem smenle o original ; mas
I imb.in lia militas de que nao se cneoiitia vrs-
- ni lugar algum, e que foram eiilrelanlo li-
nas era seu lempo as assemblas do sonado.
0 tai aos decretos utficiaea sobre obliga-
.o du segredo em materia diplomtica, ionio ob
ter rautos, apj'.'ovados inosino no seculo N\ to-
iloa me tornara fcil provar que nunca o senado
d'esse respeito, deu musirs da tolerancia. Em
I 'i. 1 iiv) ; 1180, o conselho dos dez lomou mo-
.ii las uj> sentido se pode assim formular :
Os eiifbaixadorea nao devem discorrer com es-
Irangeiro algum sobre cousas chamadas mate-
rias de Estado. Sej.. llics vedado alguma cusa,
i-screver solee quesloes polticas oulras pes-
soas que nao as do governo. Um costume de mos-
trar, o ler aos ouiios, cartas, que llics fot ara cs-
criplas, inlroduziu-se cutre alguns dos nossos
nossos ulereases. Os cmbaixailorea devem pois
abster-se de luda eommunicaco d'cste genero,
xcepto por nina aulorisaco expresan de nossa
parto.
E estos decretos com dala da ultima motado do
ficc.ulo XV, em una poca em que infelizmente
para a historia, os chusos de divulgarnos eram
lo [...neo freq i ni quanlo o furam muito polo
contrario no seculo aeguinle, foram mullas vezes
renovados. I.' pois do .videncia, que o espirito
d'essas leis diversas se eslendia igualmente s
relazione, porque eram escripluras de Estado
< iuformacoes polticas laalo e ruis do que qual-
sivel. us embaixadores que reprosentavam
ne/.a om liorna eram ordinariamente diplmalas
consummados nos mais importantes negocios, o
que linham adquirido o maior renoin" como ne-
goriadores as primeiras corles da Europa. Taes
tracteres diidomaiicos eram conheridos, o bas
prelacio
V,.. "o as preciosas, podido generoso do conse-
lheiro Padapoli, para as nupcias Muscoili-Alber-
toni.
Assim appareceu, em I8i, esse relalorio to
notavel dcGiovanni Sagredoe que nostes anuos
rcenlos, leve a honra do sor citado e apreciado
lava sto para tornar natural essa curiosidade lo [ lt"" minueiusidadu no celebro livro da uepubll-
grandn que te dava em iota a parte publica- *" Inglaterra, porM. Guizot.
..oes como /.; Tesori della corte tontuna, bitas] Sugredo ttnia pronunciado esta relaeo peran-
para mostrar como Veneza, por intermedio de lc o senado quasi na mesma poca da leilura de
embaixadores de primeira ordem, ajuizava de Re- sua utra relacao sobre a Franca un 1655 ; e
Turiii, Madrid, Londres, Berln, Vicua eGotha.
Assim foram escondidos e quasi extraviados, du-
rante alguns centenares do anuos, lo preciosos
escriplosl Nessa poca lo fecunda ora deseo-
bertas no ocano da historia soube reconliecer
seu valor, e hojo brilhanles publicacoes favore-
cidas pelos mais nubres sulTragios, osfoream-sc
por obler a popularidade hislurica de que sao
merecedoras.
V
Publicidado das relazioni.Sua bibliographia
desJe 1589 al 1830.Seu papel actual em
Veneza. as homenageus lillerarias, por occa-
sio de casamentes,
A primeira melado do 16seculo tinha inaugu-
rado a Horneada das relazioni pur um numero
consideravel do iu;iias manusciiplas ; o lim desso
mesmo seculo conliuuou-a, e awplion-a, nbrin-
do-lhc urna sonda nova, mais mporlaute pola
rapidez, do seus meios de propagarn, fallo da
pnblicidade. A conquista do iciioio que linham
comocado as copias, a imprensa lerminou. Em
mi o de sua caria ponliliral
A este mesmo auno de 1072, perlence tam-
bem segundo Fosearinio, om sua famosa obra so-
bre a Lilleralura Veneziaua, a relazione sobre
a llespauha, por Domenico /.ano, iuipressa em
Comospoticom o titulo do Relazione succinla
della famosa corle di Spanlia, escripia, diz o
cavalleiro Cicogno, com grande elegancia, e na
qual o retrato do Philippo IV eo qu.nir.i de sua
corlo eaio delineados por urna mo rio mostr.
O aii. de 1693 delimita o primeiro periodo da
publicidado das relazioni
essa dala cora offetto, remonta a apparico
da colleccfio l.eltere mamorabile islorieo pohti-
r-sses .os r. latorios sobreests ditas grandes po-
tencias da Europa, facultaram jo scm.lo a vista
quasi ao mesmo lempo, do elegante quadro das
qualidades socacs e polticas do Mazarino o a dis-
cripcoo maravilhosa da phisiouomia.o espirito de
Crou.well.
Foi lambem publicada para nupcias nupcias
Ciltadella-Dolfio) em 1845. urna parto da rela-
zioni do cavalleiro Dolln, embaixador cor-
le de Franca cm 1785. Nosso mesmo auno ap-
pareceram tambera ns relceos sobro Co oslan-
lim.pa, en 1521, por Marco-Minio, editadas com
urna biogr iphia e commentarios pelo cavalleiro
Eminaiiu.ile Cicogna; a relaeo de Leonard da
che confeccionadas pelo sabio livreiro Bulifon, o Ca-Mener, sobre o commercio dos portugueses
osla publicaco niisler chegar no anuo : "u 1""1'1- cm 1-*9' depois da deseoberla do Cabo
depois desla pulilicacao o misler cheg
de 1830, Tuiin, para ver abrr-se una phase
nova, a qual, ora razo do longo inlervallo de si-
lencio o osqneciinenlo em que as relazioni pare-
cern! mergiilhadas, durante o decurso do mais
de um seculo, podemos encarar como urna pha-
se do ren.isciniento.
No numero das memorias muito variadas, in
seriJas por Bulifon em sua collccco, existe ni
Ires relceos das mais celebres, e altamente
1589, pola primeira w, foram mpressas rea-1 adaptadas a consolidar a rcpulago adquirida cn-
zioni de. embaixadores venezianos, e apparece- lo pelos embaixadores voucziauos. Duas, entre
rain sob o titulo collectivo de Tesoro polilico ;
por este livro, a historia dessas obras escripias
.ia Boa-Esperance, o a relaeo do Frederigo lla-
doer sobre sua misso junio' Filppe 11 cm Gru-
xollas cm 1557
N'o anuo seguinle, era 1816, M. P. Manzi inse-
rio no Saggialori, jornal das bellas arles e bellas
loltras, que se publcava em Roma, una outra
relazione sobre Fillppe II, escripia em 1559 por
Miguel Suvian. Disto mesmo jornal, eml8ii,
M. Melchiori tinha imprimido a relacio de Bal-
tisla Nani, sobro a Franca, que cima citanos
como perlenceodo collercu do Bulifon, om
i.spitaloira, tez as eolm-iiss
ollas! (,)ue caminbos nao trequentados, que sen-
Jas nao percorridas, quefontes inexploradas v-
ram enlo investigadores sob a impulso de no-
vos onlhii.-iasmos!
Engenhoso em suas discripcoes, do urna ima-
ginaco brilhanle, porm moderada pela perfei-
.;o o dignidade da rellexo, amigo desses deta-
ilies que caracierisim urna Bgura e facilitara o
seu retrato, Ranke rpidamente coniprchendeu a
vanlagem do sein.-liantes riquezas italianas,
quasi completamente permanecendo obscuras,
nram-uo cm Veneza, Florenca, aples c Ro-
ma. Vram-no coliigr em Vicua o que esta ca-
pital tinha enlo aproveit.ido dos depsitos de
v'oio/a e Milo, o que possuia do acquisicoes,
do cuja importancia a raccolla Toscarini po
dar umi Idea. Depois de sua rolla Berln, o
primeiro volumode Principe* c povos do melo-
da da Europa, fez conhecr molhor do que
qualquor informarn, que excellentes materiaes
im vordadeiro historiador podia explorar om se-
melhnules thesouros. o mesmo Ranke relatou
ao publico allemo seus processos investigado-
res ; narrou sua viagem do exploraco, mencio-
nando suas felizes clapos; seus prefacios cun-
eara a historia do suas invesligacoea; em toda a
sua leilura recoiihec.e-se quanlo o aulor se apraz
em confessar que Italia que deve o ler es-
. r.riplo suas paginas mais admiraveis, nao somon-
te polo encanto do eslylo, como pela gra.a, ve-
hemencia, vigor e verla.o dos laos detalhos.
Veneza e suas fecundas lonles diplomticas sao
os themas favoritos do sua expauso grata.
Quando reconheceu que magnitude de nocoes
novas, o que narracoes amenas Iho 0(Terecia a
qualidade e numero dasrelastont, tanto para sua
Historia ios osmanlis e da monarchia hespanho-
la como para a dos Papas romano.', de sua
Igreja e dos seus Estados no 16" e 17 >ecuh-,
subdivisoes principaea de sua obra de Principes
manuel Philisberlo, pde-se dze-lo, operou o
renascmenlo desla casa ; elle dala dessa poca
esforcada om que, na mor parlo da Europa, os
poderosos do mundo foram quasi todos grande.'
figuras o grandes caracteres. Uno recordara".
osio encon olas uestes nomos: Carlos V, Fran-
cisco I. Calharina do Medies, Phippe 1!, Isa-
bel e Em manuel Philisberlo !... Este ultimo foi
eeilamoiile um grande hornera : derrotou-nos
lorrivelmenle em Saint-Quouiiii ; era um mui-
to perito capito de guerra. Bmmanuel Philis-
berlo p.Tsiiio osla enorme o preciosa vanlagem ;
quando roassumio a posso de seu ducado, antes
por conso uencia de ver-se principo soberano,
tinha sido horaem. Lira tanto educado na fecun-
da escola u'as aventuras, conhecia o mundo, t
nao o tinha visto smenle, desdo o seu nasa-
mente envolvido na engaadora rapa do purpu-
ra e do arminho. A' respeito d'este principe em
particular os documentos venesi ..'os sao fraguan-
tes o minuciosos, e sao tanto mais preciosos
quanlo os mismos paizes que Emmanuel gover-
nou, por exemplo os Paizes-Baiios, como suc-
cessorda rainhd alaria na regencia esto pou-
co fornecidoa de docuraeulos para facilitar o son
conhocimento.
Felizmente, disse o Sr. Gachard em um li-
vro intcressanle, do qual mais adianto fallare-
mos, felizmente esses pintores famosos ios quaes
ja tomamos emprestado os retratos de Carlos v.
o Phippe II queremos fallar dos embaixado-
res de Veneza legaram-Bos descrip^-oea nao
menos mwuciosM do principe que receben da
historia, nao se sabe bem porque, o sobre-nomo
do Tosa de Fono.
Existora com effeilo cinco relazioni do ombai-
zad'ires de Venosa sobre a Saooii no lorapo do
Emmanuel Philisberlo : a primeira om 1561, poi
Andr Rold ; a segunda em 1571, por Francis-
co Molino. Esta segunda a do XVI seculo, que
o cavalleiro Cibrario reproduzio, e lomou-lhe
emprestada esta curiosa passagem sobro a pesson
do famoso dii'iue.
.( Suppoudo sempre que a coragem o que
torna os principes grandes homeos, em prega lo-
dos os seus esforcos, e consagra lodos os seus
pensamentos fazer-se principe corojoso e vr-
C | luoso, comecando por trabalhar, por iigr ocio-
outras, sao desse Ilustre diplmala historiador,11693. Em 1850, M. \V. Bradford, em sua obra
Nani, que roprosenlou Veneza em Pars, Vienna I Correspondencia do Imperador Carlos V, Irado- I e povos, achou, que tinha sido alcanzado o lira
da diplomacia de Veneza entra em seu periodo o Boma, em circumstaneias brilhanles, o mesmo i zio a rola, o feita por Bernardo Navagoro sobre I de sua longa o estudiosa exploraco, e proseguid
bibliographico. a quera a repblica incumbi de escrover a hs- I a corte desle imperador ; cm 1852, a ediccaodas no seio do sua patria, gloriosa da possui-lo, por
loria poltica de seus aunaos, desde o ponto cm obras cmplelas do celebro historiador e polilico lanos litlos, os grandes traballios que tinha
que o hiiloriographo Morosiui a tinha deixado. Proli, que so eslava confeccionando emiFlo-
As duas retacos de Nani. reproduzdas nossa col- renca, sob a diroccao do Mosani nao poda olv-
Iccco, dcscrevem a corto de Franca cm 1601, o dar son discurso como embaixador venezianoso-
i de Vienna alguns anuos mais tardo. A lerceira | bro o governo do papa Clemente VIII. Em 15
Seguindo progresivamente as differenles libra-
ses do aeco, lentidu, o in'.oiriipco que parti-
cularmente assigualam a primeira parte desle
periodo, toremos a certeza do nao ler passado
de relame por i.enhiim ds aconlecimenlos
dizem respeito as relazioni desde
que
sua origem ;
porque depois do ter verificado o esquecimemen-
to completo em que esses escripios nolaveis es-
tiveram morgullndos durante mais du um secu-
lo, (llegaremos ao periodo do brilho o triumpho,
muito recente alias, em que, reconhecidos como
monumentos historeos dignos de ser conserva-
quer escriplo d'este genero. Ora, desde o como- ] dos e popularisados, doram lugar honrosas e
co do XVI secuto que foi um seculo essencial-1 bellas ejnprezas de renovamenio. Os maisglo-
mente de Iuzps, urna sciencia renovada depois de riosos leslemunbos osle renascimenlo contara
facilo o Tilo Livio, dos quaes aprovcilou mais j apenas vinlo anuos do dala, e mamfestaram-se
le orna de suas in-spiracoes, foz-se um da bri- era diversos lugares, grabas impulso do ho-
raens lo disiinclos por sua houoriicencia pes-
soal, como por sua erudico. Assim se pode es-
6 de Pedio Mocinigo, e descreve a Boma polti-
ca, e ntima do 1071, no lempo do pontificado de
Clemente X.
Do 18'JO 1830, o silencio .uo o XVIII seculo
tinha conservado sobro as relazioni, nao foi em
o conde Alenandro Marcello, pleito depois ^>o-
dosi.i de Veneza, o que importa dizer, que foi o
sustentculo das ultimas liberdades municipaes.
hornera a quem sua intelligencia robusta o a no-
breza deseos sentimentos dislinguem no mais
vordado, interrumpido seno duas vezes, porm alto grao entre os seus comoatriotas acrascentou
de urna maueira rauito acnnada para poderuui a publicaco d.' urna outra relazione esta lista
resplandecer na repblica das letlras. Nao que a j to bem precnchida ; e foi tambera ora occasio
qualidade e honorilicencia dos editores nao fos-lde nozzc fausUssime que mandn imprimir n re-
sera das mais recommendaveis para meiecor a lago sobre Cmslanlinopla, que um embaixador
Ihante : quero fallar da.sciencia da poltica.
Machiavel, escriptor adminrael, pensador ou
ado, ao qual B.icon reconheceu dever agradec- ; labeleccr sua roparlico summaria
montos, por ter dito francamente, e sera perifra-
se, o que oshomeiis ordinariamente tazara e nao
u que devem la/.or tinha inaugurado com pode-
rosos esciiptos osla sciencia da poltica. Os maio- j
res lidalgos se llie alloicoararn. Fui do moda e
curiosidade entra ellos conhecer ludo o que com
olla tinha rolaoo por qualqucr lado.
D'ahi essas colleccoes poltico histricas que
cima reierimns. As rafoxionc dos Vene/ianos
t rain em ludo pecas s quaes sua noture/a c ca-
Ta.ier de textos secretos davam urna primoira
osdem n'essas colleccoes. Nao faltavam meios de
obler nina posan raystcrosa d'esses preciosos es-
cnpt03.
Era todo lempo, cot effeilo, houvo contraban-
distas de documentos polticos secretos. Em Ve-
neja sob a vig tanda do conselho dos dez o dos | de Coiislaniinopla, por sir Marc.
inquisidores de Estado, este commercio era peri- baro.
gfiso, mas tara jemas esportillas eram cm propor- de Constantinopla, desirGiacome Sotan/o.
C0 dos riscos isto muito grandes. Esses no- \ Ja Porsia, por Vicenzo Alessandri, secretario,
otiadores atievidos e niysleriosos tinhara por ue Boma, por ser Bernardo Mavagor.
principal e poderosa clientela es gabinetes di- de Terra-Tirme, por ser Alvse Moceuigo,
plomaticos da Hespanha c Boma, aos quaes era provedor 1568.
virtude dos meios de corrupeo, c dos recursos da Dalmacia o do Levante, por sor Octavian
rogenhosos do que podiam o sabiain dispor, en-i Valier o Andrea Zusiinan, 1576.
Uegaram cora grandes lucros os resultados de I -. Ue Portugal, pjr ser Gostontiu de Gazzoui,
era Tulin a
publicaco nacional "do cavalleiro Cibrario, de-
pois ministro dos negocios cstrangeiros do Pie-
moiile ; cm Prtaos dous volumes formados pelo
(Ii) Tal era a formula epistolar de que os in-
quisidores d'ostado serviam-se dirigindo-se a um
embaixador.
15) Lisia das relaeocs possui.las pela biblio-
tlieca do Oxford em Inglaterra :
Relazione de Inglaterra, por S. Z. Michieli-
do Saboia, por 5. Francisco Moln.
do rei dos Itomanos, por ser Louienco Con-
larini.
do rei dos Romanos, por sor Mcbcli Surain.
da Hespanha, por Tiepolol567.
da Polonia, por sor Hierouimo l.ippomano.
Aut. Bar-
lois cmplela e cuidadosa atloncn, mas son bri-
lho era dotado pola extrema parcimonia do nu-
mero de exemplares impressos. 0 conde de Ma-
(arlney, em 18l), cm Londres imprimi vinlo
cinco ou vinlo oilo exemplares da relacao de I
Danille Brbaro sobre a Inglaterra em 1551 ; el
o marques de Chateaugiron mandn imprimir em
Pars, rm 1 27, '2 etompiares da relaeo do ca-
valleiro Errro sobre a Franca em 1(i'J9. Estas
duas obras enderezadas um publico que ape-
nas ullrapassava os limites do lar domestico, po-
doin ser consideradas romo o resultado do duas
horas de caprichos aristocrticos; mas toora ura
dtroito inaiiferivol ura lugar dislineto nessa pe-
rodo bibliographico, porque, at 1830, sao os
nicos que so encentra.
Entre 1830 e 18lt) est collarada a era do re-
nascimenlo das relazioni venezanas (estes dez
anuos conslituem o seculo de Luiz XIV); e co-
mo, para fallar dolas com a minuciosidade que
exige o examo das bellas obras desse seculo, ira
da grande casa dos Horosini, que se tinha folio
liHin conhecer era Aossa corte, no lempo de Ca-
lharina e lleiirique III, tinha aprescotado ao so-
nado ao vuliar do una embaixada do dous anuos
(15831585) junto ao gro-senhor. Um oulro
nomo, caro i minchas reeordaeoes pessoaes, faz-
rae pararem 1856, era minhas invesligacoea so-
bre as variedades da publicidad^, das relazioni.
Anda que na mais vasta e menos estril analy-
se por causa das cuacos com que poderel em-
bellecer ns suas paginas) que pretendo fazer da
grande collecro d'Albori, lonlia do encontrar o
nomo do seu cnllaborador Vicenzo Lazan, pe-
lo menos unta felicidade para mira o lerdecollo-
ca-lo desde agora em lao boa compauhia. la
mu los annos c o zoladnr do encantador e pre-
cioso museo Correr, e toda Veneza sabe que cui-
da los elle consagra ; tambem Infatiitavul la-
vrador neste campo dos ostudos venezianos ; a
numismtica o a historia Ihe devem bellos Iraba-
oinprehondido. Desde ento a popularidade das
relazioni, fon les era que o autor tinha mais
abundantemente haurido do que era quaesquer
nutras, coinecpu a propagar-so no mundo his-
trico : conheceu-se bem enlo o que eram es-
sas obras particulares dos auligos diplmalas ve-
nezianos ; eniflm os brilhanles lestemunhns dos
servidos que linham prestado L. Ranki, para
a Historia dos Pontfices, deram idea do valor
dos que poderiam prestar historia dos outros
principes 8 dos oulros Estados. Leopoldo Bank
, pois, sem rival o promotor da importancia o
valor dos textos italianos repartidos entre essas
volumosas colleccoes manuscriplas do Roma,
Veneza e Florenca : individualmente o revela-
dor do mrito o valor das re/azston; inctou
sobro ellas o pensamento do3 indagadores, fe-
tos sabir das trovas do esquecimenlo com a mes-
ma felicidade com que oulros cxlrahem das cn-
tranhas da Ierra os mais puros diamantes. A
prosperidad); qae Ibes tinha preparado pouco tar-
dou em manifoslar-se, para consolidar o divul-
gar a reputarn desses testos elle associou si
inlellgcnles collaboradores. Cora elfoito, urna
publicaco especial, consagrada casa de Saboia
e nicamente composla de relazioni de embai-
xadores venezianos, enrequeeidaa de notas e com-
mentarios, appareceu em 1830: foi o signal de1
publicacoes mais importantes anda, por sua
exlenso o curiosidade. O cavalleiro Cibrario
foi porisso o predecessor eminente de Thommas-
co, Alben e Gachard.
O cavalleiro Cibrario, hoje um dos senadores
da Sardenha, o grande chanceller da ordem de
S. Mauricio o La/.aro, ex-ministro dos negorios
Ihos e felizes descoberlas ; lainbooi o editor
porta que nossa atleuco nao tonha de ser dos- das viagens desse veneziano ousado que, como' oslrangeiros e da instrueco publica, nao cessou
trahida pelo embaraco do nina chronologia mu- os grandes navegadores, lovou maros ongin- do oulorgar s sciencas hisioricas, brilhanles tes-
tas vezes confusa, preferimos acabar logo com a ; cuos o estandarte de S. Marcos ; quero fallar de lonninhos de sua alta sympathia, e direi mesmo,
enumeraco das publicacoos parciaes appareci- I Marco Polo um dos dignos avs do Chnstovo Ce- do seu culto por olla, seremos fcilmente acredi-
das fra das grandes obras de collecco al estes lombo, por seu. genio fecundado pela sciencia. lados se dissormos que acharaos uraa satsfai;o
ullimos annos. Assim como foi por occasio do nozzc fawtiisi- particular era ver ser inaugurada a serie das pu-
0 pequeo numero de sua tiragem, raras vezes me, que lveraos de noniear o conde Alessandro i blicaco.-s importantes de relazioni por nm lio-
superior ao das relazioni publicadas pelo conde j Marcello, porque ello dou-lhos por tributo urna mera que lornou seu nonie de lal modo honro-
de Macarlney e o raarqnez de Chateaugiron, por- j relazine chela de delalhcs, sobre urna
;ii
O cavalleiro Cibrario oceupou os mais altos
aullo-mis id eonsidera-las como pe-jiicco* ron- corles Uaiianas, que se erara pequenus por seus carjjos polticos e a rcBuiaco de grande sabedo-
sidade, o por evitar as occasides le delicias quu
possain contrariar sua firme deciso, qual ha-
biluou-sede tal serte que desdo esse lempo em
dianlo nao teria podido viver, so seu espirito ou
sen corpo tivossem permanecido ociosos; com
effeilo nunca o duque est em descanco, nunca
veem-no senlar-se, excepto o poucu lempo o.ii
que so d refeicao, sendo nisto principalmente
muito expedito ; conserva-so tambem muito pou-
co no leilo ; osla acostumado cora 0 sol o nao
sent fro nem calor; trata sempre de seos ne-
g, ios em p ou caruuihando ; e, como quera leni
passado sua vida na direceo das cousas i\,\ guer-
ra, e que nunca leve era quem confiar nteira-
menle, leudo sempre mil auspeilas ou do Hes-
panha ou da Friiica, ou mesmo a respeito de
seus propiios iiiieressos, quer ouviv o conhecer
as cousas por si mesmo ; alera disso prudente
e reservada nos resposlas, c lem um cuidado par-
ticular em exprimir seu pensamento era poucas
palacras, alias cheias do encanto ; o, desle mo-
do tambem, sabe fallar lo perfeilainenle que
adquiri renome desaber fallare responder como
principe :
A* cima de ludo taz profisso do sor justo,
magnnimo e liberal, ii:l sua palavra e capaz
de antes perder seus Estados, sua vida e seu i-
llio do que fallar sua promessa, mesmo cm
cousas de punca importancia.
Procura os sabios em qualqucr ramo que o
sejam, raciocina com elles, informa-so das cou-
sas e dos meios do possui-las ; urna vez conhe-
cidas nao as esquece jamis, e moslr.t segundo
as occasioes com umi sagacda.lo adiniravcl.
Fazia o possivel para conhecer lodos os quo
lera rome era alguma profiss&O, o nao os deixa
separarero-se delle. eoofonne son costme, sem
que leiiha tirado delles sua quinta essencia (la
giusla essenza). E por isso quando se aprsenla
occasio de agilar-se alguma quosto, de guerra,
de loltras, de artes nobres, ou de arlos mecni-
cas, expoc seu parecer cora tanta justeza e tam-
bera que deixa os que 0 cercara, em espanto e
surpreza.
A historia da vida do principe c de suas bri-
lhanles aventuras como soldado, capito e gene-
ral sob Carlos V, loma por modelo este retrato
lao glorioso. O embaixador outra depois nos in-
timas detalhos do paiz, passa em revista as dilfe-
renlcs elassas, d cenia das (mancas, das posses-
soes da Saboia e do Piemonte, e emlim do osla-
do e nalureza da harmona poltica entre o du-
que e as coi les eslrangoiras.
A segunda re/a;ione publicada pelo cavalheiro
Cibrario do Callerino Belogno, embaixador
junto Carlos Bmmanuel II ; vio o conheceu a
corte de Saboia de 1667 1670. 0 (tocado tinha
aoffrido grandes revezea desde Emmaiiuel Phr-
lisbcrlo, particularmente no lempo de Vicioc
Amedo, pai do duque Carlos Emmanuel II g
marido da princeza Chiislina, irm do Luiz XIII.
o qual por morlo do seu mando foi regente do
Saboia e totora do pequeo duque : Princesa.
diz o embaixador, cujo coinpurlamcnlo mereceu
duvidar-se o que mais lhe compela, se os elogios
se as censuras do mundo, lendo alijado militas
virtudes muilos deleitos. Belogno eslende-sc
com complacencia sobre as diversas possessoes
do duque, e depois de ter dito que encontrou e
deixou Carlos Emmanuel II as delicias da paz
o de um governo pouco agitado, entra nos pon-
tos rapilaes de sua relazioni assim divididos :
os Estados de Sua Alteza divididos era quatro
i


DIARIO K reUNAUBUCO. QUINTA FElU 9 DE JANiffrTO T)E 1860.
JBL
partes; as forjas e recursos de cada umadellas,
partlatolarmonie no ponto de vista mtlilar, suas
espitaos, o cuiisclho do principe, era cuja presi-
dencia eal grande dwnceller que, segundo a
linguagcm do embaixadet, reprsenla a pessoa
do soberano.
E' ao mesmo lempo o olho do principo pelo
qual elle considera a face de seiis Estados, o ou-
vido coni que deve escular as qneixas de seus
subditos, e a lingua para manifestar suns vonta-
Segundo a ordem das notas que tomn o cm-
baixador falla das ordens da casa de Saboia, e
iaz a historia das d S. Mauricio e S. Lzaro ;
depois filia da pessoa do principe c faz delle esle
hbil retrato :
E' ura principo muito activo e de mrito,
doem Southamplon, ondeattrahe ratiila atlencao.
Para olfuscar a jue'.la maravllho intentam os
Americanos agora construir um vapor anda
mais extraordinario. Tora elle i.OOil ps de com-
pnmento, 73 de boccae 62 de poital. Armado
rom 6 rorlps collosaes, dever andar 100 m. por
hora. As extremidades, em comprmanlo de 12
ps sero do ferro solido, e pesarn 36 toneladas
cada urna.
O que mais nos sorprende nao a coneepcSo
dastes disparates, pois para urna cabeca lankoe
isto nada _, mas sim a fncilidide cora que se
tem dinheiro para re.ilisn-los, embara a razao e
a experiencia os coademne.
A coinraissao cncarregada de preparar ora Ma-
Macei o palacete da assembla provincial para
nello dir-se o baile olTer.'cido a SS. M.H. II no
mostr na arte de fingir, sujeilo menor im j da 8 do corrente, era composta dos seguintes se-
pressao ; ninito affavel, exercitado em todas as nhores :
adigas, desdenhoso dos perigos e um pouco in- Bardo deGiqui.
clinndo severilade. Al o presente aindn nao Bar.io de Alalaia.
admiilio pessoa alguma em sua privanza, toma l*r. Antonio de Carvalho Raposo.
cuidado de lodos os negocios, assiduo no ron-' Guilherme Jos da Graca.
Belho, d froqueiUas audiencias, e urna vez aoa- .Jos Correa da Silva Titra .
badas as discussoes, decide em muilas cousas l)r. Thoraaz do Bomlim Espiudola.
seu arbitrio, alguma ve/es at contra a opioio \ l)r. Manoel Sobral Piulo.
e seus conselhero*. Tem tambem o coslume Umbclino Gnedes de Mello.
de dizer que prefere engan ir-so obrando por si, Dr. Matheus Casado do Aranjo Lima Arnaud.
a arertar por ronselho dos outros, leudo sido Dr. Manoel Jos da Silva Neiva.
ducado na opimo de ser maior do que real- Dr. Antonio Pinto da liorna.
mente e de poder equiparar s maiores po- Dr. Aurelio Fcrreira Es;>iolieira.
(encas, tem urna verdadeira paixao om ser tido O nosso correspondente B. A. nos .'ssegura que
como tal por lo lo os principes ; e, francamente, ; osles distinetos eivnlheiros 80 esmeraran! em
': o nico defeito e i nica extravagancia de que apreseitlar urna [anecio brilhante, ji nao pou-
dominado. pando despezas, | cuidando ua decorado do sa-
0 cnibaixador se orcupa depois das allianr.as lao c dependencias, noque principalmente Bo-
de Carlos F.miuanuel II! representa sua corlo I bresahiram os Srs. Dr. Antonio de Cirvalho lli-
e a Familia soberana, e, como de costme em | pozo, Guilherme Jos da Graca e Jos Correa da
todas as re luz ion acaba rom a exposico das re- Silva Titra.
lacoes polticas da corle de Saboia com asoutras O primeiro at fez urna viagem de proposilo
cortes da Europa. esta cadital para arranjar vanos objet tos de que
Marcos Foscarini o autor da terceira rea- so precisara all
i emitida no livro do Sr. Cbraiio. A casa No da S do corrente, no sitio denominado
de Saboia, de ducal achava de ser reconhecida Buenos Ayros, seis legoas distante da cidade da
real. O maior de seus principes, Vctor Ame- Victoria, dous irinosde nome] Joio Antonio de
do II. Ihe linha recentomenie oulofgado um Miranda o Antonio Joaquina do Lima feriram-s"
briiho que nao tiuha at cntiio condecido. Car-! reciprocamaulo com tacadas, leudo o primco
los II, seu filho aeabava de subir ao ihiono, e a sofrido um tiro do segundo,
repblica de Venrza, que setenta e dous annos I Ficarum em perigo de vida de sorle que foi
linha intorfampido suas relaccs diplomticas msler o delegado manda'los guardar por urna
co'n o governo de Saboia, envin entao no novo : torea na casa or, que se esto tratando,
rei, para o comprimentar, o mais Ilustre dos -No dia 6 pal 1 7 do corrente na povoaeao do
seus representantes. Marco Fosrarini. Gamella, Ji>s<; Wenceslao de Paiva Coelbo, ron-
Saudemos oe passagein o nome desto grande deiro docngenho Caunbrava, do termo do Porto
homem, um dos mais notareis entre os*qne ti- Calvo, assassinou a Francisco Jos de Salles,
zeram honra Venoza ; nao s pela maravilhosa depois do que ugio.
Mgacidadu d" quedeu tantas prov.is.eai poltica,
ni is s mi lo nos tambera nelle o amigo das leilras,
o sabio sincero e o autor einineuto desle bello
livro : delta Literatura oeneziilta, O fin du
Ba carreira iovi.i ser taoglO'ioso quinto linha
sida brilhmle o seu comeco. Mario Foscarini
morreu Joge da serenissima repblica depois de
a lar servido om muiUs altas missdos excculadas
cora felicita lo e d- pois du ler-lho legajo mullos
luios escriptos coa um tlenlo de primeira or-
dem e un oslo dos iii.iis ois.
(,'ii> lugar portanlo nao Ihe deve ser reservado
0 lugar disiiui'to co'lamente, em urna obra como
em [uanlo que as plantajes de quasi tolos 09
seus vizinhos sofTreram muito dajuellas chrisa-
lidas. Como, em todo o caso, experiencias desle
genero nao sao dispendiosas, era tra/.cm perd
alguma deterapo, e (iualinente uenhum darano
podem causar planlaco do legume, jjue so
qner aproveitar, parece de toda a ulilidade fazer
o ensaio as hortas ; porque verificado o ficto do
canliam 1 afugenlar as lagartas, o resultado o
mais vantajoso para o cultivador, que se ve livro
de nao pequeo prejuizo.
N'um destes dias, diz o Courrier de lyn,
ura olllcial cabelleirero, a esperunja do topete.
domis os olficiacs do seu najaie, anda nao me
haviam visto pora poder julgmem se cu eslava
mais 00 menos alTeetado.
certo que o Sr. Artciro, nao entrn em
ajuste comigo, mas tambem certo que se en
ofTeroccso-ihe quantia que saciasse a sua am-
biciffse removera a dilfiruldnde que apresenlou
falta de commodosporque enio- pouco se
Ihe daria que eu o os mais doenles viessemos
mais accommodados: disto estou profundamen-
te convencido.
O Sr. Wanderley, npezar de em sua carta em
satisfaceao do pedido do capito do Lindo Pa-
teve phantasins de homem rico. Jogou o ecarte o \qnele, di/.er que os cornmodus do navio eroni
perdeu 1,700 francos. Elle possuia no seo bolso, acanhados e que cu nao poderia vir setio mui-
a penas meio franco, o seu peale e sua teso ufa.
Era pouco, mas nobre como D. Casar Bazan, o
Fgaro I.yonez, a lodo o cusi, quiz pagar a sua
divida de jogo. Procurou no da siguilo o seu
rredor, e Ihe disse : verdado que vos devo
1,700 francos, e de accordo, neslo ponto, liiteii-
do, porm, que nosou obrigado a pagar a m-
nha divida n'uma certa e determinada moeda. A
todo o deveitor permitlido pagar na moeda, que
possue, fazendo o devdo descont. Ora, eu nao
vos posso pagar nem em doblas dn Mxico, era
em rixdalleis d'Allemanha. nem em rublos da
Russia, nem em duros de Hespauha, nem em gui-
neos inglezes, nem em guias da America, nem
lo mal ; todava quando foi a bordo por convite
do Sr. Arleiro, para examinar esses commodos,
tambem pedio-lhe que me ndmiltisse como pas-
sngeiro ; que o que faltava era 11 m camarote,
mas que havendo lugar onde este se collocasse
que elle obrigava-se a mandar faro-lo a sua
cusa, tantos desejos mostrava ler que eu viesse
em sua companhia ; o Sr. Arteiro, porm, res-
pondeu-llic que de modo algum me conceda a
passagom.
O Sr. Wanderley, ah esl para confirmar este
faci, assim como dir genio fui cu que o deci-
d a vir no Lindo Paqnele; pnrquanto contando
ler nelle passagem por se m'a haver prometti-
do, desejava le-lo por companheiro de viagem
assim como o fomos na ida, no hyate
em alguma dessas vas futilidades metallicas,
que me sao completamente estrauha3; t.io pon-1 na viuda
co vos posso satisfazer em notas do banco, de que i Sobral.
s conheco o nome ; mas posso saldar a minha Fui eu que 0 induzi a que elle eonlrahisse a
divida com o nico valor, que laza minha forlu- I passagem no-riavio do Sr. Arteiro, ponderando-
na, que a minha naralha, o mou pente e a mi -1 Ihe que o seu projecto de mandar aqui frotar u
nha tesoura. Devo 1,70!) francos, que sao 170,009 | 011 tro paia o ir buscar, alera de ninior demo
cntimos, 011 8,500 barbas feitas a 20 cntimos
cada urna; cu vos barbeare! de dous em dous
dias no esparo de 46 anuos e 8 mezes ; cu vos
cortarcio cabello, e vos pentearei por cunta dos
juros, eos annos bissextos^serio applicadus ao
pagameulo dos juros de juros.
ArcGOLOGIA. A .lyijlc de Tonloife conta
qui o doutor Fournals, amador de antiguidades
possue um monumento mumismilico muito in-
teressante, que se acaba de adiar n'umas esca-
vaces feitas as vizinhan \is do Toulouse.
l^iiiia peca de ouro de Tiberio III. A medalha
tem a eifigie do soberano com a legenda 0. N.
Tiberios Severos Augustos. No reverso acha-se a
victoria personificada, pizando a cabeca de urna
serpete ; e a legenda Victoria Augusia GGG e a
seria lambem maior a despeza; assim, pois.
mais Ihe convinha aproreilai aquelle que se
achara a carga para esla e approvando a mi-
nha opiniio resolveu-se ajuslar cora o Sr. Ar-
teiro, a passagem e adar-lheos dous eolitos de
ris exigidos, e dara mesmo mais alguma cou-
sa se nao o quizesse fazer por menos.
i) Sr. Wanderley abastado, poda e nao so
Ihe dava de satisfazer a ganancia do Sr. Artei-
ro ; pois mais perda era se ver domorado em
Maranhoo, onde nao s soffria a sua sauJe, co-
mo solTriam os seus Interesses: portanlo, den
de bom grado os 2:0O0;00 que o consciencioso
Sr. Arteiro, achou justo e razoavel lcvar-lhe pe-
la sua passagem, a de sua senhora e cinco enera-
ros, e mais a sua bagagem : consislindn esta
! cadeiras, 2 banquinhas e 12 volumrs,
bahs. malas, condcjis, balaios, ele.;
MarselhaBarca fruncen Deus Eduardo, N. O.
Bieber C, 1,500 saceos assucnr mascavado.
Ito- da PrataBrigue nacional Uaiinho Hl, A.
Irmaos. 28 cascos cachaca.
Va Ir a raizo Barca hamburgueza 'Christiaiu- \ N.
O. Bieber & C. 280 saceos asnear branco.
New-York Barca americana Virginia, Wha- :
tely Forster & C, 1,550 saceos assucar masca-
vado.
New-Voik Barca americana <-J. A. Hasard>\
H. Forster h C, 600 saceos assucar mascavado.
LisboaBrigue porluguez Bella Figueirense-,
F. S. Babello i Filho, 300 saceos assucar bran-
co e 100 ditos dito mascavado.
Lisboa Brigue porluguez Tino-. diversos car-
regadores, 465 saceos assucar branco e 55 di-
dilosdito mascavado.
LisboaBarca prtugiirza cUsffsncis, diverso
carrrgadores, 91 saceos assear branco e 12!)
ditos ditu mascavado.
Porlo Brigue porluguez iPromptidao II, diver-
sos carregadres, 28 sarcos assucar branco, 12
ditos dito mascavado, 13 barris mel e 240 cou-
ros salgados.
Exportaorin.
Rio Grande doSul, palhabole nacional ''Direc-
tor, rondn/.io o seguiote : r(")3 barricas, l'-'
meias iluas o 1.1.J0 saceos assucar.
Maiselha, brigue francez cZelie, de 258 tone-
ladas, conduzio o seguinle : 2,000 saceos as-
sucar.
Rio de Janeiro, barca nacional clmperalrz
Vencedora)', conduzio o seguinle :-: 3,62(1 sac-
eos assucar, 150 ditos milho, 1,7)0 cocos seceos.
4 caixas doces, 1 dito estaadores.
r.KCEBE ORIA DE RENDAS INTERNAS
GERAES DE PEBNAMBL'CO
Rendimer.tododial a 17. 8:138:9t:i
dem do dia 18...... 727?82;
8 866*755
CONSULADO PROVINCIAL.
Rendimcnlo dodial a 17. 5-i'18l$93S
dem dojdia 18....... 3:674$035
855S973
ida do Soekey-Club,
sian do tiro.
Foi presos a menina se acha cm Irsl.uneato
em Ii ipisshi.a.
U iliuctor do collego de N. S. do Bom Con-
selho, em comraomorai;o da visita de SS. MM.
a esta provincia olTereceu ao Exm. presidente
esla provincia dous lugares para dous meninos
pobres, quosorao educados, alimentados c vesli-
esta cojo liui a g ocia dos monumentos escrip- | dos a cusa daquelto director
tos da diplomacia rnneziana, a elle. Muco Fos- lioje lein lugar acorr
carini, quo, no lempo em que tanta se despre- no piado da Piranga.
y.ou a i isse desses preciosos textos, no XVlll.; -1 Temos noticia de Villa Bella, que alcancam
culo, como ja o idssemos, Ihe consagrara o-1 a 3 do corrente. la at essa daia ludo em paz,
berbas paginas de (rilica e apreciacao dando-lhes mas u calor era abrasador.
por grandioso qumlro sua obra dc!!-i Litteralura \) Paje livemos noticias lambem, que sao
ri nezian i, una das mais be.las publicacoescas da mesma dala.
sicas.da Italia no IVIII seeulo I Elle foi como Ahi tem-se dado algnus desaguisados, que re-
(1 ito o sen prime i'j crin o a primeiro historia- ; clamam pmvi Icncias.
cor, o numero dos que colligio foi enorme 6 le-1 Em Baixa Verde foi espancada urna mulher,
moa pro\a disso nu catalogo de suas colleccoos mas 0 autor ha sido parseguido.
roaiiuscriptas publicadas por Torainosco Car cm Em Cilurabi um camarada matn a outro, lo-
111,1 dos \ liimes do Amlico sturico italiano. Es-! grando evadir-se, andando-lhe porera a polica
te hornera amavaa historia cenlo pressenlido no encalco.
o valor que obteriam os documentos venez^aios o nosso noticiador faz algumas censurrs re-
para aquelles que procurassem estudalos no latirsaos venciraoulos dos guardas nacionaes
XIX seculo linha [orinado o archivo o mais pie- | destacados em lugazeiras, porquanlo diz que
ciosu do instruccoes diplomticas de lodos o- c mente all nao recdborcm sold esses sol-
geueros e sobre lo.ios os paiaes, que era permit- dados.
tido um particular formar. A biblioteca im^e- Nada podemos asseverar sobro la!, todava
rial do Vicua possue esta colle ci inapprecia- recla.namos urna syndicacao a ros'peilo desto
negocio, que por cerlo melindroso, e como tal
nao dci o liar ua oscilacio.
Carahyba Je l'ctropolis refere o se-
{uinlo :
O municipio i!a IVirshyba offeci-nos um
palavra CNOS. E' a segunda me lalha de ouro do
mesmo imperador, que se tem encontrado, mas! sendo
a primeira tiuha outro lypo, e nao eslava lio a qual embarcada a frite, ach'o que
perfeita, como a segunda. j mais que 3ogtH)0.
Era Iguarassu, nailhade Itamarac emo dial Hatadocao publico : Os Srs. Almeida Gomes, Alvos & C, nognei-
9 do corrente, Mauricio Jos Francisco, oslando | Mataram-se no dia 18 do corrente para o con- antes abalisados desla praca, devera de estar bem
embriagado foi desporai um clavlnole, e liosumo desta cidade89 rezos. lao fado das tabellas das passagens ; tanto nos
desastrosamente se houve quo ferio morlalmenle | Mortalid.voe oo da 18 do corrente : paquetes do vapor, como em navios d vela, tan-
a urna mollina qne casualmente passava na oc- Jos Felisherto da Costa Gama, branco, casado, lo dos passageiros de r como dos de coiivz ; e
35 annos; apoploxia.
Theodoro, branco, 9 mezes ; espasmo.
Francisca, preta, escrava, 1 dia ; espismo.
Melilana, parda, 2 anuos hydiopisia.
Angela Mequolina Honteiro, branca, viuva, 48
anuos: apoploxia.
Hospital de cvninvnr,. Existem 68 ho-
cnto tacara a conta a dous daquelles c cinco
destes, que sao as sele pessoas de familia do Sr.
Wanderlov (nao contando, um sobriulio e urna
criain inha) e verao que a pagar aquillo que
quarta [irre do que
praxe nao mentara nem
Ihe levou o Sr. Arteiro.
Respondam os Srs. Almeida Gomes, Aires &
mena 59 muiheres nacionaes,- 1 homem eslran- |C, seo procedimento dote senhor nao fui o do
geiro, 1 homem escravo, total 12J.
Na lotalidade dos doenles existem 07 aliena-
dos sendo 30 muiheres e 7 homens.
Fnram visitadas as enfermaras pelo cirur-
giin Piulo s 8 horas da manhaa, pelo Dr. Dur-
nellas s 8 horas e 1/4 da manhaa;
palaVras de informaco, ombora valiosas, do pu- nua temos noticiado, na
blidsta de 1595, ScipioAmodiralo, nem mesmo.eL,., ii-.-j^ ,.,
as du erudito blbliotccariu de flazaUo, o ,ono.' (e, "i A1"jm:lies-
vel: um dos s-us thesouros. Marco Foscarini
so primeiro que seria e altamente disper-
tan a alleneao firmo sobre as relazioni de Veueza
i- as apreciou bSleUcamenie. Qucm antes dcllo
linha fallado de seu mrito e cabed es como
apreciador e critico profundo? inguem. Nao
denomino urna critica e apreciacio as poucas' exempio do longevdade dos mais raros e curiosos
la pesso.i do Fabiano da
natural Jo Rio de Janeiro, e
ravel liabriel Nand; msler vir at Uicque- Wt*to nesti; nuz ua freguezia Je Saul-Anna Jo
fort e Foscarini para encontrar os que raelhor do ( Ceblas, on le morava.
que tolos us ses pr.decessores, recelaran a Nao se podo precisar a'lleS do macrobio
importancia o ulilidade desse costume particular ci;,.,... ni- ,
a dipluraa. ia de Veneza, quero fallar do acto di bal""l ,n Pssoas (ii loligu .s o do ulade bas-
,'<',<( .',.-i ni, tinte avaugaja, como soja entro oulras, o irmao
Marco Foscarini linha de tal sorle conseguido i do Sr. coronel Felippe Bernardas Das, o ir
aprecia-las que entre as suas occiipasoes diplo- paseoaL qu< conta VIO annos de iiade, infor-
maticis linha cousiderauo os esluuus a que o .- ..
Obrigava o traba!.....le suas relazioni como os. ,mT, a (ll,jm "Ji lransn>'>U etta noticia que
mais importantes. Leu do-as alternamente, ob- Fabiano vivera para cima de IlOaums !
ra-seo seu cuidado por ter um bom ostylo, e \s Iradices que chegaro a nossa noticia
o carcter de sua ponetraco ; ludo ah est em 0 confirmo, como sj vera dos [uclos quo vamos
(iran harmona, o quadro, o painel, as perso-
aagens, os di laihes, depois ;; id '..: e as instruc-l
damos come exe.iiplo essa grande e bella]
'iri.-jii'ao regressar da embaixada extraordi-
naria acorte de Saboia,jle que fui incumbid)
cuja primeira publicacio dvida ao cavall ira
Gibiario.
Esta relazioni no um simples discurso, mas
um livro, tanto pelo voluiuo como pela bondade
o ju-.io/.a dos delalhes.
Buje que o rom i da Sardenba est em tal ele-
vaeo, e atlrahe sobre sua posieao proee
de eircuinstancias recentes, os otilaros do mundo
esli luitura uraa das mclhores que se pn
'Sica historia das cousas e dos homens da
illusln casa que regeo eslo reino.
i r l~ i-, no dia subsequenle, por assim di/.or,
aodajnorte de Viclor Amedo, o cmbaixador
mi, tonJo do narrar o reinado florescenle
na qualid idea polticas i! i rei Bnado, sci i ia-s
desia elo |u< nlo transigi para descrecer os es-
- do ici, II Ih i su ce ssor de Vctor Araedo :
l' n lu j d scril este reino para indicar as
i '^ .i casa de Saboia nos cenia e o-
annos passado, Vossas Excellcncias podem
para disrenyr facmeirto os contrastes, confron-
tar o seu poder antes di Erainanuel-l'hilisberto,
eoqueViclor Amedo legou ao rei prsenle.
- i t ellencins acharara que os estados es-
xti nsos, i riqueza publica triplicada,
s lisposicoes introducidas no governu
que os mi Ihoros cilicios sao cultivados polo po-
so, as jurisJicceseslrangoiras reduzidas me-
tade, i is i n das, as fruuteiras guarnecidas de
fortalezas, a capital embellecida de adiiidos e
os soberanos honrados com o titulo real.
O que satera 3 ui/er boje, livessemos de
zer rtlasioni do reino da Sardeoha ? Erama-
nuel l'hilisberlo como o primeiro lerm decra-
lo n io est.ina miisem seu lugar, o sera
no interva lo que separa Viclor Ame leo de Vc-
tor Emmaii icl qu* se deveria laneai os olhos, e
c inclun depois. .Nao querendo afastar mu dd
roen as-, nimio o remello pua o livro do caval-
leiro "''> .',..' capitulo lerceiro, na rtlitziant
d "loco Foscarini. Sera duvida achar-se-ha
- is reflexos nesse trecho cas -
icia poltica sobro o progresso da
cas; ia.
(Coiii/iiiar-sc/iii.
Pti1iVi8UC0.
reienr.
A matriz do Ceblas tem seguramente
rento e vinle annos do data, o Fabiano foi
qucn ortou as prmeiras ma.leiras ura sua
conslrucco, de que foi eucarregado o av do
Sr. I'as oil, q-ic, como j dissamos, oonla hoje
n ivenla anuos .
So o neto lem esta da je, qu.il no seria
hoje, se vivesse, a do av, qua foi conlampora-
neo a Fabin) e teve com elle parle na axecueao
da Matriz de Gofa ihs ; aquello om a direceo
da obra, e esto com ca le Jas madeiras para
ella !
Quan lo Fabiano vaio do Rio do Janeiro,
i so propoz derruba-las da uta virgem, con uva
j: Jo 5 a 3 ) auno*, o qu-asseguro e garante
o calculo quo se faz de ij na!:, alem de outro
tacto nao monos curioso, tjkvept anda altestar
a sua exacli !ao.
<( Dous dias depois da nUrllfdaTFaRiano, leve
lu^'ir no corrente nie/., com mais de 140
anuos eomo acabamos de demonstrar de*a pe-
dra ecala.com a igreja de Cebla, fallcceu
llosa ura "ilaria da Coonceicao, que foi coeva a
Fabiano, e doixou um taiarenea de 10 anuos
o Di dade desta mulher, que foi quatro \u-
?c~ ma om graos diversos, e. falleceu com acento
e vinio quatro anuos n e >lguns mezes
Correspondencias.
Srs. redactores.Niosendo assignante do Diu-
rii de l'ernambuc), nem de nenhuma das gnz
las que se publicara n'esta capital; alera diss
residindd fura da cidade, somente tarde o rara- ?0 def rideu,
venes lenho conhecimenlo de alguna fados que
esses jomaos revelara, e osla a ra/ao porque
s no dia 15, por m'o advertir um amigo, sube
da correspou leucia que contra mim Qzeram pu-
blicar os Srs. Almeida Gomes, A Ivs v C, no
Diario de 11 do corrente, e d'este molo nao pu
de logo dar a derida resposla cora a promptidio
que mi'u costume fazer a aquelles quo scui ra-
zan ouzam aggredirem-me c offenderem me.
Ciimprc primeiramente declarar que, os Srs. \!-
mei la Gomes, A lves & C. sSo muito mous con
heridos, liuli i-Ibes inimeiisi sympalhias, final-
mente devo-lhes favores por Uso bstanle me
pea ver-rae obligado a bem de minha ropulacao
a co'ili aria-los em quasi ludo quanto esses se-
ii(iiires. afrraaram em sua correspondencia ; na
qua! com tanto empenho e enthiMiusiu i defen-
dem o sen commotleiiie, o Sr. .1 is Francisco
Arleiro, negociante da praca do Marauhao, da
censura que Ihe fiz do s u procedimento deshu-
mano para coramigo, naquelta praca, romos f
de mou \oto do agradecim uto dirigido ;i -
prelario e aocapilao do hiato Nocaes, publii I i
u'eslo Diario do Jo corn nlc, no qual lomauJo
a generosidade d'esles, cstranhu < censuro acre-
mente a usura o inhumanidade daquellc, com-
parando-os e analisnnd estes lao op] istos
le. -.
Os Srs. Almeida Gomi -, Ali \ C. acreditara
mais consummado usurario !
E_ a um homem destes que com tanta exal-
tacao clogiam-no?!!!
Nao acham que um tal procedimento deve ser
tachado de illiiito, immoral e escandaloso?! !
Sabam os Srs. Almeida Comes Alvos & C,
que nao fui s aqui que censuroi o proiediraen-
lodo seu commitente o Sr. Arteiro; j em Ma-
rauhao o I,avia feto no jornal intituladoA Mo-
derar ao ; habito em mim enraizado nao fe-
rir ninguem nicamente pelas costa?, pois nio
son cobarde.
Entretanto o Sr. Arteiro, at minha sabida p.*>n
eui arhou amigos uno tomasse n
inieialiva : foi mais feliz em Pernambuco.
O proce lmenlo dn Sr. Arteiro cm Marauhao
espanlou a todos, principalmente ao commercio,
foi geralmente reprovado, reputado indigno ; ap-
pello para suaconsciencia. que lalvez lenha n-
tido reinorsos bem penetrante!).
Disseramos Srs. Almeida Gomes. Aires & ('..,
que eu nao estaca lutonsa lo p-'.o Sr. Wander-
ley, pan no seu voto de agradociraento envolver
" seu nome, tocando ern ura facto com o qual eu
nao me deveria embaracar a ganancia do Sr.
Arleiro.
Respondo aisto que fa:(os imiaoraes e escan-
dalosos como este nao involvendoa vida privada,
qualquer pode lera-Ios ao conhecim ralo do pu-
blico e submelte-loa a criticaecensura. Nao era
, ks preciso autorisacio do Sr. Wanderley, para
fazer ; lano mais que eu conheco raui de
perlo osle amigo, c lenho certeza que a reve-
lacao dcste negocio, nao o desgoslou ; antes
itpa-sesalisfeilo capprora oque fl;c aquello
que o eonhecem e, com 'i lio se rommunicam e o
oovem fallir sobre esto assumpto.sabem se ou
nao verdade oque assevero.
Movimenlo do porto.
Navios entrado* o dia 18.
Rio de Janeiro18 dias, barca portugueza For-
moza, de 193toneladas, caplo Joaquim Fran-
cisco Pinheito, cquipageni 10, cm lastro; a
Manoel J. de Oliveira & Filho.
Macei2 dias, brigue-barca de guerra brasilei-
ro llamarae, commandante o capitio-lsiien-
te Amonio Jos de Aguiar.
Rio de Janeiro19 dias, barca franceza Entile
& Fcrnand, de 28$ toneladas, capiliio Yerre,
equipagem 11, em lastro; a Tissot Frero & C.
Terra Nova34 dias, barca, iogleza Stella, de
^77 toneladas, capito J. Andreus, equipagem
13, rai';a 2.800 barricas com bncalho ; u Ja-
mes Cabllrce & C.
Boslon39 uias, patacho americano irSoners,
de 192 toneladas, capitn B. F. Rice, equipa-
gem 9,carga gelo e mais gneros; a Ueory
Forster & C.
Ilhas Sandwich130 dias, galera americana Ta-
uiarooh. de871 toneladas, capitao Bobcnsen,
equipagem '.J.0. carga azeilc de pexe, ao capi-
tio veio refrescar e sigui para Fair llasi n.
Navios sahidos no ihcsmo dia.
Rio Grande flu Sol palhabole brasileirn. Duec-
r. capilo Manoel Jos Pereira Caldas, carga
assiK ar.
Barbadoesbrigue ingle*/ Volante, capitao Jen-
kens, em lastro.
Jloras.
I'arocen lo-me j abosar da atlencio publica,
io esta mal dirigida correspondencia, pe-
iiiido aos Srs. Almeida Gomes, Alvos & C, que
me disculpen! se nu mi o de exprimir os mi us
xMisamentos julgarera haver aigoma cousa de
que se no vim no Lindo Paqnele. foi por lalta aggravanle s suas pi ssoas ; e se assim enten
de commodos do navio, e n.. i purque conorine ucrom, assevpro-lhes qn >. rao live o menor pro-
disso em meu voto de agradec ment, nao pud psito de olfende-los, s sim justilcar-n;c.
Tambem proloslo-lhes nao escrevermais sobre
tal assumplo, en lioia rcllem a elle ; por quanto
cumpro-me desprezar ludo para s cuidar do
meu oslado morboso que relama lo Jo repouso
le Pspi rilo.
dispor de urna avullada quaulia em relaco cura
a que pag m o Sr. Wand ;' evero-l'hes po-
rm, que lenho a coiiviceao ', que a causa pri-
mordial de nao me ler dado o Sr. Arleiro, p iss i-
aora em seu navio, foi o nao ler ou uso -

y. _j
Sjl^itaes.
p ira uiiar a sua cobija, e nao a fall ido com rao-' Sirva-so, Srs. redactores, inserir em seu acre-
dos i un a qual so desculpou era Maranhao- e a liladlssimo Diario, aprsente com que muilo
que o querem despulpar os Srs. Almei la Gomes, grato Ihe ser
Alvi-s & C. Os Srs. Almeida Gomos, Alvos & r.
fallara por uformacojs, nao csto por i-so to
habilitados como cu, para dizercm a verdad i i-
bre um Tacto que coininigose pass.ou, evourefe-
ri-lo.
Acliava-me.ein Marauhao, desde os lns dese-
tjmbro do anuo prximo lindo, e encontrando
all os me.s.-.iusobstculos.queencontrejno Par,
do nao puder embarcar-menos vapores, o geren-
te d* companhia d'esles, o Sr. -inool Antonio
dos Santos, o negociante mais dulincto daquella
pa a-, pola sua illustr.iQiu, probidad* e bondade
de corai-o, vendo que apezar de seu empeuho
nao consegua dos commandanles dos menciona-
I is vapores, o n eu transporte, prontetleu-me c
asscgiirou-me que euembarcaria.nof.aiirfo traque-
te; cujo p'issag a ihe seria I i-'il o'.iier, per ser
o p/ontiiaci d'este navio o Sr. Artejro, |
iueW o considera va muilo sen amigo. Trate:
oe esperar por eslo navio, que etttio anda all
au se achava, mas quo se espefava de volta
d'este porto ; c logo que a'.li se recolheu, inme-
diatamente o Sr. Sanios, enipeiihou-se com o
Sr. Arleiro, para me dar lo suspirada passar
g'in ; e pste senhor, mspondeu-lhe que depai-
dia isto lambem do capitao, o querer ou nao tra-
zer una nessoanas mmhnscircuuistancias,doon-
REVISTA DIARIA.
Hontem ao meio dia rundoou nesle porto o
rea do ;;uerra nacional Itamarac, pro-
iite dareio, d'ondesahio no da 15 do cor-
re ule, di ix odo aquella capital cm perleila Iron-
quilida le, nao se tratando netla d'oulra cousaso-
. bo i.,i> saudcsas lecoidacts dctxadus pela nu-
:- n :ia ri ci ule de SS. MM.
ronco dopois de tundear ssbrou cora 7 liros,
leudo i'.ado o dilnclivo da corveta I), habel
lorrosp an'londo salva dada por ella ao Sr. chele
da es'acau naval ua segunda foira.
Teve hoje baixa para a enfermara demnii-
nha o guarda marraba Heiiriqto Mendesda Ro-
cha Frene, que nao podo coniinuar fazer a via-
gem de iislruco encelada pela crvela I). ha
bel, por se achar seriamente doente.
PRAGA 1)0 RECIPE 1S DE JANEIRO DE LG0.
AS TRESUORAS DA TARDE.
[>ais, i le de um'n.al do qual alguna teem repugancia;Jn .. A C"t3Coes odiciaes.
i Descont de letraslo 0.0 ao aun;'.
Assucar mascavado Gaual2*350 rs. poi arroba.
francisco Alamcde de Al me.ia.
Secretario.
u Ao exhumar estes entes que j foro, e que i Run escrpulo se por acaso o capitao o tivesse
rocamenta se leslica a longevdade, do
c i laes que forao uns a outros, figura-nos a
imaginaeao ver nuiles os a Du^raves de Vc-
tor Hng), o sen tecto anliiraissimo na matriz
mais que centenaria da freguezia de Ceblas.
Mao grado o fardo do quasi soculo e rn^-i o
a pesar-lhe sobre os hombns, o nosso derruba-
dor de matas, Fabiano, trabdliava ainda cm
sua reca, ia todos os dominaos e dias santos ou-
vir mis-a freguezia, quo disla de sua casa le-
gos e meia e fazia esla jornada sempre a p".
Quem dora a mr.itos suas pernas e sua dc-
voco ,
I.e-se no Joiima! de la ocUl ctn'.ric tic
agricnllure:
PhocBSso p\u\ rusBRVAa as oonves u* lv-
OAni.v.()s pri'epssos os mais simpU'sso muilas
vezes oa raelhorea : sera que, comiedo, se possa
garantir a officaeidade daqneilo, que aprsenla o
|ornal de horticultura de Hambnrgo, convm la-
ze-!o eonherer por causa di sua extrema ahnpl-
cidade, que [nimillo a lodos os horticultores o
seu uso sera o menor inconveniente.
Esle processo destinado a preservar as plan-
lacdes das couves do Oagellu das lagartas, coii-
F -ancuco !,.' Pa ta.
Pernambuco 16 de Janeiro de ISG.t.
IIIm. Sr. Paula.(i Sr. Arleiro aqui esleve
comigo, i disse-me que os ofBciaes losen navio
Lido Paquete Ihe disseram que elle, como
don i do navio, poda fazer o que quizesse, e ad-
mitiir o Sr comopassageiro, mas que neste caso
clles so despediatn do navio, e despuzesse delle
como ente.'idesse!
A razao que dao c esta : que o navio ape-
nas tem comino lo [iiia se poder arranjar o Sr.
Waiidi'rej e familia ; que estes nao esli lio
affeclados como oSr.,eqoo por estas razes i io
pode ir.
< Repito, rom dor, o que elhs disseram, c
lastimo nao poder laucar mo de outro meio para
poder proporcionar-lhe a passsagem.
De V S. muito ltenlo e cria Jo. M. A. dos
S'iel 18.
Sun casa 15de novembro de 1859.
COlMIKElGB']
Secretaria do enverno do Pernambuco, em 5
de Janeiro de 1860.
S. Ese. o Sr. presidente da provincia manda
fazer publico, em cumplimento das ordens iin-
periaes, que o prazo de U) mezes marcado na lei
para o descont mensal de tO O/o no valor das
olas de 5l>j> 3a 3.a estompa, papel rovo, e ne
500J rs. da I.*, 2.a e 3.a estampas, que s.
suDstiluindo principiai
do corrente anuo.o secretario dogov
ALFANDfiGA.
Rendimento do dia la 17. ,
dem do dia 18 ... .
2!0 563.*021
17.184^721
(
227.757742
Depnis ue uina im,lorlanio discussao, c em | siste simplesmente em semear entre as cnuves
resuliaii, dos mais serios estudos resolveu ulti- \ ii'um conveniente espado a sement do canhaiuo,
MOVIHENTO DA ALPANDEtA.
Volurties entrados tora fazeudas .
do me Irazcr a sen bordo, como de faci que o
couibaleu a respeilo do Sr. Wanderley, que cn-
tao anda nao se achava < :: Maiaulio, o S mui-
b s dias dopois do meu empenho, foi que alli oho-
gou e m uidou fallar paia lambem vir n'esse na-
vio. Pedio entao o Sr. Arleiro, ao Sr. Wander-
ley 2:400,$i00c aliual coucoidaiaui eiu 2;000$ l!l
\ linio eu, que o capitao do navio nao mostrava
escrpulo em rocebec a bordo o Sr. V/nnderlcy,
com raviora do razao contova lambem ler pas-
sagem, e procurando o Sr. Arleiro, para saber
quanto devia dar por ella, respundeu-me que eu
nao poda vir no navio ; poruuanto esto nao linha
mais commodos olm dos que estavara desua-
das para o Sr. Wanderley e sua familia.
l'oi esla a desculpa qtie deit, nao attendondo a
maneira humilde* supplicanle (lo que me ar-
-. '*; i }> ooi"qiat?:ii o Ine ped queme desse a
pa^sigpai oin.da ffue fosso a proa : Dieus rogos ,
porm, nao furamcapaz.es de cominovcr o inflexi- ,..rca ,uf5'z- Unbella Ridley-dem.
Arleiro !illS110 inglezCaberhigh loma e c rvi
l t com gneros
Volures sabidos com fazcmlas .
L com genoros .
223
_57J
T]
458
79C
= 502
Deacarregaui hoje 19 de Janeiro.
Brigue porluguezAmaliadiversos gneros.
Patacho sardoMariadem.
Patacho americanoJ. Coatefarinha de higo
Riigoo ingle/Claman! cerveja e earvio.
Brigue francezParahbaqueijos e hlalas
l'.rigue inglezllunnymedebacalho.
mano i e o govenio ingle/, abolir os castigos cor-
s no exeraito e inaiinha, segundo o exempio
de longa dala apresenlaJo pela Franca.
O Ureal F.cMern, \ iiiaiavilha (les navios,
foi condeniodoJP''los ii-.spectoros do consulado
t.Sitriejm- ofde BOord of Trade) como incapaz e
in otiqilcto para atravesar o AltoiUico, pelo que
nao fui |lli regislado. nem receben ajlestado. Lis
jie> no que deu esla espceuloco. A vista desta
solueao as aeros drsta companhia baixarara fi
shilings. 0 Ureal Eastern esJ boje fci.dca-
cujo cheiro, segundo se allirma, afugeiila as bbr- vai transcripta.
blelas, e as impide por conseguinto do depor
as fu Ibas da couve seus ovos, deudo depois as-
cem as lagailas.
M. Kramer, jardineiro em Riel, USOH, diz o jor-
nal allemo, desle mclhudo, e lem obtido pti-
mos resultados.
Elle scnioiiu o canhamn gigante cutre couves
com uiiervallo de 4 a 5 metros.
Por causa desta simples precaucn ello" vio
vel corceo do Sr. Arleiro.
Vollando ao Sr. Sanios, e expondo-lhe o
acontecido, esie digno Sr., pasmou ao saber da
exorbitante paga quo o Sr. Arleiro exigi du
Sr. Wanderley, pela sua passagem; assim como
se indignen em extremo com o sen procedimen-
to a meu respeilo, negando-toe a passagem
tendo-lji'a promellido muilo antes do Sr. Wau-
der haver tallado para s; e dirigindo-se pesso-
alim nlc ao Sr. Arleiro, a resposla que teve a
ue so v da carta que me dirigi, a qual abaixo
fj.i
Ha rea inglesaCroaraearvio,
Barca ingle/aFavoritafazeudas.
Barca inglesaMirandapedra para calcar.
Brigue francezFeruandqueijos c btalas.
Paladn americano Sterversgcllo.
O.NSUIADii GERA!..
Reudimenlo do dial a 17. 45:S86#637
dem do dia lo......4:457153
-19 W8J789
DIVERSAS PfiOVINClAS.
Kendimento do dia 1
dem do dia 13 .
a 17.
Por essa caita v-so que nao se desculpava
s eom a falla de coinniolos, que lambem a Iri-
pulaco do seu navio so dispcdiiia se eu (oaso
adioiitido a bordo na quaiidade do poseagoiru
por me achar maisalfeclado do que os oulros.
Despedase o capilao, o contramestre o o I DESPACHOS DE EXPORTACVO PELA MESA
pralico; dis.sc o Sr. Aiteirn, se cu viesse no na- DO CONSULADO DESTA CIDADE NO DIA
vio, mns nao se despedirn! viudo oulros docn-| 18 DJ? JANEIRO lE 186<>.
2:16iji7C9
155j?2
2.-620J441
suustiluindo principiar a correr no 1." de abril
rerno, Josi
liento da Cunha Figueiredo Jnior.
De ordem do Mm. Sr. Inspector da The-
aourara de Fasendadesta Provincia, se faz pu-
blico q ie a arremalaco da parle do sobrado de
1*008 andares na roa da Guia n. 29, penliorala
aos herdeiros de Antonio Ferreira Duarie Vtl-
oso, no teve effeito m da annunciado por falta
de licitantes, o por sso fica a mesma arrema-
tarlo transferida pira o dia 28 ilocoirdite mez.
Secretaria da Thesouraria de Fazenda de Per-
nambuco 9 de Janeiro de 1860. Offieial
Maior iuterino.Luiz Francisco de S. Paio e Silva
A -.amara municipal manda publicar, para
conhecimenlo de seus mtiDcipes, e devida exe-
cucao, a postura abaixo transcripta, que foi np-
provada pelo Exra. Sr. presidente da provincia.
r,eo da cmara municipal do Recfi' era ses-
1 sao de 9 de Janeiro de lStifl. Ha noel .1 aqnim
do Reg c Albuquerqne, presidente. Manoel
ra Accioli. secretario.
-!.a 6ec.;o. Palacio do governo de Pernambu-
co em 17 de dezembro de 1859.
O presidente da provincia, attendendo no que
Ihe representen a cunara municipal do flocift
] em oflicio de 12 do correnle sub n. 125, resolv
approvar provisoriamente o seguinle artigo de
postura.
Artigo nico As pessoas que caiarem ou pin-
: as frentes das casas, e com Ices obras dam-
nil careta os nomes das mas e os nmeros dos
i edificios, devoran repo-los no seu peifeilo estado.
os infractores solfrero a mulla de 10:) ; e n Ira-
hilho ser feito a costa del les. Luiz Barballu
Huniz 1'iuza. Conforme. intonio L'.ile de
I'i aho.
Acamara municipal do Recife, om virtode
do officio circular de S. Exm. o Sr. presidente
da provincia, de 5 do correnle, manda fazer pu-
blico para conhci imculo dos seos miiniripos o
eliial da presidencia, da mesma data, declaran-
do o prazo de 10 me/es marcados na lei para o
descont mensal de 10 ,'() no valor das notas de
50. da 3.a estampa, papel roxo, c do 500$ da
l.1. 2.a e3." estampa? que se eslao subsiiluinde,
0 qual principiar a correr do 1." de abril desta
ai no.
Puco da cmara mu.o pal do Recife em 9 SSao
de l de Janeiro do 1&60..Manoel Joaquim do
It >oo c Alluquerqiic, presidente.Francisco Ca
nulo da lloa-Viagem, ofltcial maior interiuo ser
viudo de secretario.
s cretaria do governo de Pernambuco, cm "
de Janeiro de ISoO.
S. EsC. o Sr. prcsidiito da provincia manda
fazer publico, om cumprimento das ordens im-
poriaes, que o prao de 10 mezes marcados na
ki para o descont mensal de 10 O/o novator
das olas de 50$ da 3.a estampa, papel roxo e
de 5U0j? da 1.", 2.a c 3 estampas, quosoestoo
subslituinde, principiar a correr iml." abril do
crrenle anuo.Jos<5 lenlo da Cnnha e Figuei-
redo Jnior, secretario do governo. Conforme
Aiioiiio Leilc de l'inho.
Pela Inspeccao da Alfanl.ga se faz publico
quo no dia 21 do correnle depois de meio nia
se hao dearramalar a porta da mesma Reparli>
cao, sendo a arremalaco livro do direitos ao ar-
rematante 2S caixas vasias demarca S tban-
I donadas aos direiios pelo negociante Thomaz de
Aquino Fonccca. Alfandcga de Pernambuco
Id de Janeiro de 1860. O Inspector Bou lo
Jos Fernanda Barros.
dar fazer por aireinalaco a parto das obras o
caes da alandega. pcrlencenle ao ministerio do
impeiio, e quo ainda se acha por concluir, com -
piehsndii'a desdo n linha da ra do llnsarii at
0 arsenal de guerra, observando-se o piano
aprcseulado pelo engenbeiro Carlos Neale ; pelo
presente se convida as pessoas que quiztrem ar-
rematar a continiiaco da referida obra a apre-
senlareiu suas proposlasem carta fechada nesta
secretaria de oslado, dentro do pr.-uo de 90 dias,
contados desta dala.
Societaria de estado dos negocios do imperio
en. 2 do noicinbro de 1859.
FaVutO Augurio de Aguiar.
Novo Banco de Per-iiambueo.
O novo li'.nco do Pernambuco reco-
Ihe is olas de sua emisso de i>-j e de
-')$, e pede aos possiiidores das tnesmas
o-favor de ;t$ virem trocar no seu ci-
criplorio, das 1 I horas da mnnia ate
as -2 da tarde.
Subdelegada da Frcguesia de de S. Anto-
nio 16 de Janeiro de 1860.
Acbd-se deposita los tres cavallos castanhos,
que forao encontrados as ras desla cidade,
quem fur seus dunos comprelo neste juizo quo
justificando Ibes serao entregues. Antonio
Bernardo Quinteiro, Subdelegado Supplente.
- lie ordem de S. Ere. o Sr. presidente dn
caxa filial do Banco do lirasil nesla provincia,
so faz publico, para conhecimenlo dos Srs. ac-
ciouislas, que o thesouieiro da mesma i.iixa o.-d
auforisado a pagar id'ora em dianle, o 12" divi-
dendo relativo ao semestre lindo rm 31 de de-
zembro prximo passado, razao de OgtlO.I jior
aeran, de conformidade com as ordens receidas
da caxa central.
Caxa Filial em Pernambuco 10 de Janeiro do
1SG0.U guarda livros, Ignacio Nones Correa.
Companhi fixu de. cu-
va llar ia.
F-iz-sesccntc a quem convier, que precisa-so
comprar 14 cavallos, sendo ellcs grandes, saos <
castrados, pelos quaes a companhia pagar na
razao-te ICO; cala um. Quartel em Sanio Ama-
ro lli de i.uo ru de 1860.
Antonio Dionisio de Sonto Gonditn.
Consegro lailauiniNtrativu,
O conselho administrativo, para furnociment
do arsenal de guerra, em cumprimento ao arl.
22 do rcgulamenlo de l dezembro de 1852,
faz publico, que foram at-eilas as proposlas dos
sennores abaixo declarados.
l\aa o ." batalhao de auarda nacio.ial de
infantera.
Antonio Pereira de Ulivcira Ramos1 baude-
i.i de damasco de seda com armas iiupeii es por
983.1 porto com galao do ouro por 51 200, 1
hastia com esphera dourada por \, 1 saccu de
oleado para a mesma por 2,?, 1 dito de brim
por 400 r.
Para a enfermarla a cargo do 1 batallio de
infantaria de tiuha destacado em ilacei.
Joan Jos da Silvai lavatorios de Ierro n 5S.
Para o presidio de Fernando de Noronha.
Joaquim Hilario da Assumpco50 caMicaes
com 2 pafnicsdc altura c 50 jarros com um pal-
mo de altura, sendo ditas pecas plateadas e f.-i
Li conforme o molde apresentado no conselho
por 40, cora a condigno de da-Ios promptos at
o fim de fevorciro p. v.
Gumares cV Oliveira6 livros de 200 fu!i: a
de papel de Hollanda paulado a 103, 20pennus
de naneo para a sei i laiia o centu a 1J6U0, fo-
Ihinhas do algebeira 320 rs.
Jos Rodrigues Ferreira900 alqn ires defa-
rinha de mandioca, me lida velha c pos a bordo
a G-S :>.
Antonio Joaquim Condal ves Fraga, nesgpneros
1 seguintes posls a bordo4 banicas de farnha
I de trigo marca SSS a 2-?, saccas i!.' arroz pila-
do arroba a 3f, i barricas de assucar branco li-
i no arroba a >, I I arril de vinagre do Lisboa do
5 em pipa por 35j$.
Francisco Xavier da Fonseca Coulo3,000 li-
jlos do ladrilho postos em frente do arsenal de
guerra o milheiro a 60j.
Luiz lorg s de Cerqui ira2 peras de cabo de
li ti he de 5 7 pol lega das o quintal a 38
Jos Ferreira Coelho24 paos de jangada len-
do 2 de palmos de dimetro e 40 I i tos do
corapriraento a I2tf, e 12 du i 1 2 palmos de
dimetro com igual romprimento a 10, 2 ditas
de laboas de sssoalho amaiello a duzia a 120},
lodo-- os objecli poslos a l'ordo
Jos llygino de Mimla 6 linhas de travs
di 10 palmos de comprimenlo a is?, 12 frechai -
de 25 a 3U palmos de romprimento a 5,s\ ;t;.;i
caibros de M palmos a 800 rs., 200 duzas de
ripas a duzia a duzia a 801) rs., 40 ciu-hamos de
22 palmos do eomprimeolo a f$500, lu duzias
de assoalbo de louro de 2 i a i~ pa'raos deiora-
primenlo e 10 a 12 pollegadns de largura a ilu-
zia a i'25, poslos a bordo por con la do vi ndedor.
Targino Jos do Modeiros16 libras de cera
preta para sapoleiro v libra a lcl).
Joo Jos da SilvaG resmas d ; -1 almaro
n. 2 a ;) a resma, 6ditas de dito paulado a res-
ma a 3$C00, 2 mei is : mas de dito de e
3j|i00, 1 caxa de penuas de ac por liuOi), 4 ca-
ivetes de 2 i'olhas BSOOrs., ihiesoura de
rar papel por 2-3, 1 peca de linhu para adrissa
1>. 1 larraeha de ferro por G, 1 lg i pm
I2f, 2 lomos 1 para banca per i.; e I para fer-
reiro com 39 12 libras por 159800, 2 dilasde
mao por 2-71)0, 24 limas realas de9 pollega-
das a ;!2l), 12 ditas de 7 pollegadas 2'l is..2ili-
i ia Iriangulares sendo 12 Guas O U grossas
rs., 12 dilas de dilas d lar de 13
a 1 pollegadas a 800 rs., 12 alicates s mi los a
500 rs., 1G libras de aQO a libra a 240 rs.. ', |-
ln de trinca I a libra a 'JiO is., 2 arrobo de
P rro em Cu I ha arroba 2< rjo, 2 quintaos :, forro
da Sueci.i de 3 a i pollcgadas o quinlal a 2-,
2 ditos de dilo dilo surtido o quintal a \2 i ar-
robas de dito inglez de 1 pi II goda o <\ lininl a
7j>50 i, 2 dilas de I du pnllegnda arroba a 1 5 : ',
2 ditas de dito de 12 polle. la arroba a 2j5i i,
2 quinlaes de ferro redondo o quintal a 7 \
i arrobas de ferro do va randa arroba a 2;&T)0,
i malhos de ferro calcados de ac com \ lili ng
a t>>, 2 Ihesouras pata ::..iii i: -. 1 c m S polle-
gadas por 3^ e oulra eom 10 pollegadns por .
3 martelos de n. 1 por \, do n. 2 ; I5 e
de n. 3 por 29, 6 serrotes 3 di : i poilegadas a
I;;im)i) e i de 28 ditas a 2-j rs., i'i liui .- nu i i cali-
na, 12 de 8 pollegadas a 280 < I2de9p.dll -
das 320 rs., :! s rrotes de ixa i de 8 pulh gadas
por 1-GDU o de l pollegadas a 1- m. 6 ti
de rosca de difieren les tamanhos por I638IM, ti
verrumas de guarnico sorlidas a fit) rs., 21 gu-
sas .- Midas, sendo 8 d 1 8 polh gadaa a 321), B tir-
io pollegadas a 400 o 8 do 12 pollesx I a a I8
ris, 21 formos surtidos de ac a duzia ; 5tn,
" 1 rros de "alona 12 de n. 1 aToO rs. c 12 do
2 a GO rs.. 12 dilas de desbastai a iU rs 12
ditos para junteira a 240, 12 machados linos, 6
tes do mesmo Mal, os quaes nao se acham como i M:,r -Iba Marca franceza .Raoul T. Frerec.
luacouves obeolutamnito livros das Ingorfis, diese esse Svuhor, tai m.ilhor efUd'j do que eu : i 350 suecos assuca macavad>,
ciarac6rs.
= TcmJvi f 5' verne ijperial rtsolviUo mau-
de n. 2 a 2*600, 12 marli los aorlidos, di 11 1 a
100 rs., 4 de n. 2 a ISO e 4 de n. 3 a 5C0 rs., fi
compacos de 11 pollegadas a 40 r., 12 goivas
surtidas por ;!*, 5 compactos com molas 2 de 4
pollegadas a Ifi c 2 de pollegadas a t200, 0 ser-
ras pequeas de acinacao a &") rs., 2000 Ct
sorlldos o milheiro a 2*400, 2 arrobas do arcos
de ferro de l 1/2 polfegadas arroba a 2-7)00, "
ferros de guiiherme cora sopo 39800, &n ma-
chados 25 .le n. 2 a 75;> is. o _.") de n. a 9U.1 rs..
2 si'jfuros n G?, 1 cute lio por -;?, 2 raspilhus .i
l, 2n<-hea ; vas den 2 a 3a60, 1(K).>
snvcllas a 20 rs., 12 canelas de peonas de ac
1G0 ris.
O conselho avisa aos mesmos vendedores, que
devem rcrolher os objeclos vendidos no dia 20
do correnle na sala das less e do 11 seibo s
10 horas da manhaa.
Sala das sessoes do conselho administrativo
para fornecimenlo do arsenal de guerra lfi de
Janeiro lie 1860. I i ./ >aquim Penetra
Lobo, coronel vngal secretario interino.
A directoria das obras militares proli n Ii
conatruir no quartel do 4." baulloio dearlUharia
ume casa para banhoa das pracas do dilo corp:
quem desb servicosfl queira oneairegnr, comp-
rela ii mesma directoria, das 10 hora om di li-
le, nos das 19,20 e 21 pua tratar a respailo.
Directora das obras militares de Pcrnanifcuro
18 de jaio iro de 1860.n 2." lenle amanuen-
se, Ju Monteiro dr Amra'le ilalcciras.
Conselho de com-
pras navacs.
Tei.do de fa/.er-se a arquisico do diversos ob-
jeclos do malcra!, abaixo declarados, para for-
iiocimento do almoxaiifado do arsenal de aaari-
nha, manda o conselho fazer publico que lialar
disso em Si-ssio de 27j de corn nlo me/, t visla
do proposlas em carias fechadas entreauas nesse
mesmo dia .teas 11 horas da ni; nh&a, aconm."-
uhadns das unotlrts que caibatu no possivel.
'"
III


)
'orlos 6* enncui remes de sujoilarem-se a mulla
<)o 50 0|Odo valor de cada ot'jeclo nao cnlreguo
ila qiialiiladc c na qunntidade contratadas e do
cangarom alcm dislo com o excesso do preco,
se o houver, quando pela falla so recorra "ao
mercado, bem romo de seren pagos do que ven-
dern pela forma ha milito em pralica.
Objectos.
Antena de pinho de 70 ps de compti-
MAMO BE PfcnNASBUCO. QUIETA EfeiRA 19 BK J NIMO t* 1860.
menlo e 20 de dimetro
Ancora pequea de ferro
Amarras de 6 a 8\3
Alicates ne ferro chales e redondos
Agulhas do palomba
Algodao em rama
Brozas grandes de pintar
; <-roquis do ferro
Cortelo de ferro de fifi
Camisas de brini
Hilas de algodao
Calcas de brim
Ditas de algodao
' i linho de lapis ns. 25,30, iOc 00
Dobradicaa de metal
F.sealcr ile 4 remos
1 ilele encarnado
Flanella de escaler
aechaduras ", camarote
Fechaduras de porta
Linda do barca
Lita de vidro
PeJras de amolar
l'ennas de aro
Papel borland.i
Remos ii<- faia de 13 a O ps
Saceos de touducc-i)
Sola
Secante
Tinla branca de zinco
Sala do conselho de compras navaes eiu l de
Janeiro de lb60=:t) secretario.
Alejandre Rodrigue* dos Anjos.
1
5
2
10
50
1
Sil
1
00
1
too
10
100
100
to
5a
t
2
25
30
2<>
200
10
5
20'I
200
20;)
50
5
50
O agente Pestaa continua a estar aulortsido
pela comtuissiio liquidataria da exiincta socieda-
de de liaco c tecidos de algodao pira vender o
restante do terreno do sitio da mesma sociedade.
Os prclendentes podem dirigir ao armazem da
ra doVigarion.il, a qualquer liora do da a
entender-se com o difo agente.
pares
pr^aj
a rrobas
tullas
caixas
cedernos
Quinta-feira 9 do corrente s
10 horas em ponto.
O agenteCamarrjo fara' leilao na por-
ta do a imazem do Sr. Aunes de um
porcao de gigoseom batatas.
LILAO
Sexta-feira 20 do corrente.
PELO AGENTE
O Dr Manoel Moreir Guerra,
tem o seu esoriptorio de advocada na
fu estr'eita do Kosario n. 21, primeiro
andar, onde sera' encontrado nos das
titeis das 10 horas da manbaa at as 3
da tarde.
Na coclieira n. 2G do pateo do
Paraizo, vende-se um cabriolet de 4 ro-
das milito maneiro e em bom estado.
Vcndc-se um escravo crioulo. moco e bo-
nila Ogura, para roca : quem o preteoder, diri-
ja-se a loja de ferragen.s na ra da Cadeia do Re-
cite, de Sampaio Silva & C, que se dir quem
vende.
Vendc-se um relogio com diversas pecas :
na ra Direila n. 29.
Olferece-se umo mulher do raeia idade pa-
ra ama de casa de pouca familia ou homem sol-
uma ,e'ro : "a ruo "* Pu**! casn Je urna porta e duas
Ijanellas defronte da fabrica de sabiio do Sr.
Santos.
Pilulas
Vegeto-depuralivas
is tanas
meioa
arrobas
latas
Ama.
Trecisa-se de urna ama que saiba rozinhar c
engommar: na praca da Independencia n. 31:
loja de chapeos.
Aluiauak da provincia.
Sabio a luz a folhinha com,,
O almanak da provincia para qualquer molestia?... EMncontestivel
Estas 1'ii.ULAS, sendo nicamente compostas
de puros vegelacs colhidos nos campos e malas
da provincia de S. Paulo, j orao analysadas
pelo Sr. Elienne Lagarde no Correio Pakis-
tano onde sahiram algmnas publicaces a res-
peiio das viitudes c eOlcacia deste maravilhoso,
medicamento, e boje se achao assoz conhecidas
pelas innumeras curas que com ellas se tcm
oblido, tornandj-se um reme.lio sempre til o
necessario, especialmonle nos Ingarcs onde nao
houverem mdicos e forem escassos os recursos
da medicina.
Sendo o fim principal destas pilulas purificar
a massa do sanguc, qua"
Juizo de ausentes.
Tcndo fallecido Joaquim Sebasliao Alves da
Fonseca, na freguezia de Igrapiuna, municipio
da Villa do Cainam, provincia da Baha, c de-
clarando era seu testamento ser natural da cida-
de do Recifc, em Pernambuco, onde tcm um ir-
inao de norae Antonio Alves da Ponscca e um so-
biinho fllho deste, do mesmo nomo, declarando
mais sr r casado com afana Joaquina da Concei-
o, natural da freguezia de Sao Jos de Bezerros,
a quem ja se communicou o dito fallecimenlo,
e, porque nao se lenliam aprcscnlado, ou por si
ou por seus procuradores, para andamenlo
inventario do dito fallecido, e para conhecin
do
men-
la de lodos a quem possa convir, faz-se publico
ipecuamltucatta.
Domingo, 22 do corrente. s 10 horas da ma-
nha, haver sessao ordinaria do conselho di-
rector ; so convidados os senhores conselheL-
ros comparecer.
/. L. Dormitas Cmara,
Io secretario.
Retratos.
| Os abaixo assignados, honrados pelvincum-
pelo-juizo de orphs e ausentes desta" villa e|i
cariorio do escrivao Sant'Anna Raptiata, que fica ?c,, qu^ rec* ,cran> de ss- MM prcviuem
marcado o prazo de 60 dias para seus devidos peitav!1 Pub,llc. 1 se achara actualmente
cTeilos ; findo o (pial sedara andamento ao iu- TJ!?n Poderem fornccer o retrato fiel dos
ventario. Augustos Monarchas Brasileiros, o que at boje
Villa le Camam 14 de novembro de 1859. tul la0 ", de '""Qar-se, visto que as copias
Aluga-se ou vende-se um carro de traba- 3 m **** qUaS' lodas sem *ean-
Ihai na alfandega, quasi novo, o por barato pro- n-iv
co : a tratar na ra do Burgos n. 31.
Joaquim Francisco da Silva Aze
ranle soa ausencia deixa por seus procuradores
os Srs. Henrique do Olivcira Soares, Cuimnif.es ,& Azavedo,FranciscoFerreira da Rocha Leal. Pe- ?J?\P, ar,os,c ensej0 Para '^uirem urna
, deixar de tender a pronria on e o dT- I fe "Pd'2Z dC T ""T "^ "* 'f^-'* "' "**** ^^
| ,. I"UI"IJ coustnjL.do, uor i de seus amigos, o que faz pelo presente, pedin-1
i presando um inedicami-mo que, mesmo em esta- i do-lhc desculpa de urna falla involuntaria.
dodesaude, concorre para a Loa nutricio da = O abaixo assjgnado declara que seu filho
irnambucanos que lano amor e dcdicaco
'zevedo du- : manifoslariani ?a seus Augustos Soberanos rn
procura*dores'5U'?.ll;rnle/,SJ"a-a e8t proTincia aonde Elies
por n-
de pan-
AVlSOS martimos.
Para o Porto.
Yai sabir cem brevidade para a ddade do Por-
o corrente anno de
A'onso Garnier Tara' leao
tervencao do agente Camarrjo,
nos linos, casemira, "cortos de colletes
i de velludo bordados, {jravatas, rchapeos
jde Teltro, peptes detaitaruga, paletots, > "-"* -"-----l
tafetaes, chapeo deso, aliinetes. cor- praca da Independencia livra- LltpOSHO gcrll.
de parle dos soffiimenlos humanos lem por on-
gem a impuresa do sanguo.
Assim, jiilgamos fazer um grande servido a
, liumanidadeaconioliando o uso destas pilulas,
\e indicaremos os ilifferenles modos por que se
de nome Manuel Tcixcira Cnvalcanli n cha-so em
estado de demencia, e por isso incapaz de tratar
qu60ran- > je qUa|,|Uer objeclo, sendo nullo quanlo appare-
oqual se vende a 800 rs. na devem ellas usar 8^un' eslsd<> das pessoas
clietes, eoutras fazendat proprias para, ria 11. 6e8 COIlteildO allll do ^Ua ^0 *>orl n 119' porl da Carioca Rio
toobrigue portuguez Promplid&o II, forrado c i o mercado : as 11 horas em pon'o no l 'ilondirio
oncavilhadode cobre, de prinnira marcha e pri- $eu escriptorio na ruada Cideia do' *ailw
Mieira classe, |ior ler parle do .seu earregamenlo ,. -e CIVlI '.
promplo:"para o reslo e passageiros, para os *ecile n. 4>I. ^^ tvt "i ; i
ecelesiastico e
luaes tcm excellentes cnminodos, trata-se rom
Elias Jos dos Sanios Andrade & C., ra da .Ma-
dre de Dos n. 32, ou com o capillo.
Para Lisboa,
segu com brevidade a barca portugueza Ilorten-
Cta, caoilo Jos Manuel Romho, por ter urna
parle do earregamenlo promplo ; recebe carga a
trele, c lem boas acominodacocs para passagei-
ros: qnem na mesma qui/.er carregar,poder en-
tenJer-se com os consignatarios Aroorim Irmios,
rea da Cruz n. 3, ou com o sobredito capilao na
praca do commercio-
Para o Rio de Janeiro.
0 veleiro c be;n conhecido brigue escuna J--
' e i IrAitr, pretende seguir com muila brevi-
dade, lem parte de seu earregamenlo; para o
reslo que Ihe falla, passageiros, para os quacs
lem bous cominodos, c escravos a (rete : trata-
se com os seus consignatarios Azevcdo& Ucndes
no seu escriptorio, ra da Cruz n. 1.
Para a Babia.
Pretende seguir uestes 8 das a escuna nacio-
nal Cauelola, tcm dous tercos do seu earrega-
menlo promplo ; para o resto que lhe falta, lia-
la-se com os seus consignatarios Azcvedo &
Mendos, no seu rscriplorio, ra da Cruz n. 1.
-T- Para a Figueira, com escala por Lisboa, vai
sahir no dia 28 do corrente o brigue portuguez
ago por mimo leir.po, e sempre tratada, ul-
Noticia dos principacs esta-
dos da Europa e America com
O nomo, idade CtC. de SCUS lili- limamenleselheaddicionou ao seu tratamenlo
do corrente peradores reis e presidentes a"Palmco (com permissao do medico asssteme)
tni pomo. Resumo dos impostos ce-
LCZ:,f^rJot0.7$eU! 9H.fr****. mumeipaes
lepoliciaes.
de Janeiro.
Agradec ment,
Iiiflamacao do filudo e estomago.
Eu abaixo assignado atiesto que padecendo
minha senhora de inflamacao de ligado c esto- mingos Francisco de Souza l.eo ; em 2. os Srs.
cer. Rccife 16 de Janeiro de 1860.
Manoel Hilario Teixeira Cacalcanti.
Aluga-se a casa enlrc as duas ponles da Pas-
sagem ria Magdalena, do Dr. Ignacio Pirmo Xa-
vier : procure no paleo do Carino n. 9, primeiro
andar, ou na alfandega, das 9 s 3 da tarde, a
tratar com Pirraina Jos de Olivcira.
Precisa-se de urna ama de mcia idade para
comprare cozinhar, para rasa de pouca familia ;
na caraboa do Carino n. 15.
= I.uiz Filippc de Souza Lcao durante o lem-
po de sua ausencia desla provincia, deixa cncar-
regados deseos negocios em 1. lugar o Sr. l)o-
Ouint a-fe ira 19
ao meio dia
O agente Cama
arma/.em
EK
Varas obras de marcineiria.
Poreo de pares de lanternas.
Ricas redomas com (lores para cima
mesa ludo sera' vendido sem reserva
de preco.
Lomos Jnior & Leal Reis; e em 3." o Sr. Octa-
viano de Souza Franca.
Urna pessoa que deseja mudar-sc, e nao
lendo achado casa, nao lem duvida em trocar o
a applicacao daa chapas mcdicinaes do Sr. pmneiro andar do sobrado cm que mora, com
Iticardo Kiik, com escriptorio na ra do Parto I ""tra pessoa (ue esteja as mesmas eircumslan-
n. 119, e a doenle so resubeleccu inteiramente, : ,.ii___ j_______......._______"! terrea: a iralar na ra \ elha da Itoa-Visla n. 77,
Cura completa
S".u res^uardi nein incommodo.
llheumatismo
Da mo at ao meio do braco.
A pessoa que acliou um
tcndo no fundo urna podra verdi
X 20 do corrente.
O prepnsto do agente Olivei.-a far leilao
Bella Figueirense : quem nelle qu'rzer carregar mobilia de urna familia estrangeira que se retira I nbn<5 oto oto
ou ir de passagem, trate coro os seus consigna- desta praca, consisiindo em sof, mesas redon- 'P
  • taos Francisco Setenano Bahcllo & Filho, no j das, consolos, cadeirasde sala, ditas de bataneo,
    largo da Assemblca, ou rom o eapltao I.uiz de ditas para sala do jantar, mesa clstica, bancas
    Oliveira Lobo, na praca docommercio. de jogo, loucadores, lavatorios, lanternas, cama
    Para Lisboa, obligue .Pino, segu im-i de ferro, dita para menino, um lindo jogo de
    prelerivelmenle at o dia 20 Jo corrente, lera a bagilella completo e novo, armarios, quadros,
    seu bordo dous tercos de seu earregamenlo : para secretaria, banca de ..oslura, guarda roupas, re-
    o resto que lhe falta, e passageiros, para os quaes i logio do parede, camas de vento novas, mesas
    tem escolenles commodos, Irata-se com os seus, para engommado etc., etc. : sexla-feira 20 do
    Tabella dos emolumentos
    d paroebiaes.
    Empregados civis, milita-
    res, ecclesiasticos, Iliterarios
    lele toda a provincia.
    Associacos commerciacs,
    agrcolas, industraos, littera-
    rias e particulares.
    Eslabelecimeutos fabris, in-
    duslriaes e commerciaes de I u abaix0 assignad0f declaro que uma minll3 ,
    | todas as qualldades COinO lo- ggrgad offrw ha bstanle tompo de theuma- i Ul I II C.L
    da i jas, vendas,acouiues, ence- f*0**coslas da n'5al ao meio lo b'H.
    I ficando por isso impoisibililada de f<-zer cousa
    alguma com essa mao ; e fazenJo uso de muilos
    Serve elle de guia aO COm-' re":edl0s fcm rsultado avoravel, recorreuas
    merciante, agricultor, mari-
    Alem da simples photographia em fumo, pos-
    suimos retratos em aquarella e a oleo sobre tela
    qner para ornar salas, querpara reparlicoes pu-
    blicas. O lim de que as incumbencias" possam
    ser salisfeilas com presteza, rogamos as pessoas
    que desfjarem possuir algum dos retratos cima
    o obsequio de nos prevenirem com antecedencia.
    instituto photographico
    DE
    Slalil & Companhia
    Pholographos de S. M. o Imperador.
    Ra da Imperatriz (outr'ora aterro da
    Boa-Vista) n. 12.
    Para os folgasoes do Car-
    naval
    Gama & Silva, no ailtigo ater-
    ro da ba-vista boje ra
    Imperatriz n. 00.
    Venden lindissimos chamalotes de algodao
    imitacfiodcseda, de todas as cores proprios
    para vestuarios para
    para vestidos de senhoras
    t i \ % r\ ".ne! a nal-ir
    faz uso das chapas do mesmo autor para o ligado primeiro aadar.
    ou esiomaRo, sempre como coadjuvanle do ira- Toma-se uma mulher portugueza, descm-l,
    lamento allopalliico a quo se submelle, e vai ti- b:in:ada. que saiba engommar, e sobre ludo eos- ''omens por prec;o baralissimo que facilita faser-
    rando proficuo resultado. ",' ^*8eD?im 'tomento, o paga-se bem : a cenia rico vestuario gastando milito p'ouco di-
    0 que refiro verdade, e o juro. \^SS^SS^^S^SSiM H""^*^ as n, pinhon
    Lollegio nacional em S. Chrislovao, Rio de James Clulon, subdito ingle/, vai a Babia.
    Jaaero Joaquim Sabino Tinto Ribeiro ~~ OlVerece-se um rapaz para caixeiro do co-
    Reconhecida ver.ladeira i assitmiinr- sunra no branca ou mesmo armazn), o qual d.i fiador a v>. i .
    lo tabott I SrnSZl ? I r P isua con,,uc,a: 'l"cm Preclsar. PO ! ra Augusta n. 32, ou annuncie para ser procu- i,1"' em caixinhas de 2 libras a 1000 a caixi-
    nha ou 500 risa libra ; na ra Direila n. 93.
    sinelo de ouro esquina do beco do Serigado.
    e : caso ciueira ____ buuu
    ----- __-------------... .. l^ii |/14H1\/|#
    Pera c ameixa
    resliluir, dirija-se ao cariorio do labellio' Cos-
    ta Hontcijo, na na esireila do Rosario n. 13,
    que se gratificar: foi perdido no sabbado lar-
    de desde os Remedios al os fogados.
    DE
    A.
    Lm vista do que dispc o artigo 30 dos esta-
    tuios, o Sr. presidente do conselho deliberativo
    rham medicin-Yoc .ir, S, manda convidar os senhores membros do mesmo
    , chapas med.cinaes, do >r. Ricardo Kirk,; conselho, para a sessao ordinaria que dever ler
    escripionona na do Porto n. 119, com as quaes lugar quinta feira l'J do corrente as 6 horas da
    consignatarios Azevedo & Mendos, no seu os-corrente s 10 horas da manhaa, ra Nova n. 65,1 J ^yj'xl uo A, ,U1"' ues w KeM
    criptoro ruada Cruz 1, ou com o capitao Ma- primeiro andar, oseada contigua loja do Sr! pt'OiGSSOr de llUUa e ttira 'ra suPra pelo ta
    noel de Oveira Bairos no Corpo Sanio. Qiiinleiro. ,___ ____. ^^
    ,,..- tura nacional no Gvmuasio BJir
    . p ------1---------- .,.., ii.|U'iu .i-i|uji.m ,,! huiiiu iuij i uo crrente as o oras ua
    limo e emillll para tOtlaS as ificou completamente boa. E para constar faca '"'d,, ">a sala das respectivas sessocs. Recite
    Classes da SOCiedade. present,declaracao. Ra do S. P^ro.XjflivoSrJ0 lbG0- Primeiro seciclari.
    i./ o^- i i 1 .1-iT no de Janeiro Manoel Antonio Rodrf-' D i> r>
    - Jos boares de Azevedo, 'gues Reconhecida verdadeira a assicnatu- l ara Uo tormoso.
    Dom J0S0 Nogues.professor dentista,
    a assignalu-
    abelliao Pedro Jos de Castro.
    Allenco.
    Avisos diversos.
    ATTENCAO
    Uma pe?soa. que tem pralica do Magisterio,
    e que se ada habeiilado, para ensinar primeiras
    leitras, grmmatica nacional, e nocoes geraes da
    lingua latina, tem de abrir uma aula particular
    Vende-se uma boa bereaca ce lole de 50tone-
    s, muitobem apparelhada e nova, do pri-
    ineira marcJia, |or preeo commodo ; a iralar na
    roa da Madre de Heos n. 7.
    Para o Rio de Ja-
    neiro
    O patacho nacional Capuam segu em poucos
    dias por ler a maior parle da carga engajada :
    para c resl >, passageiros e escravos, trata-se
    com J. II. da i-'onseca Jnior, ua ra do Vigario
    numero 23.
    Para o Rio de Janeiro.
    O veleiro patacho nacional Veberibe, de pri -
    mt ira marcha, pretende seguir com muila bre-
    vidade, lem parle de seu earregamenlo promp-
    to; para o resto que lhe falla e passageiros,
    para os quacs tem excellentes commodos c cs-
    crwos a fn le, trata-se com os seus consignata-
    rios Azevedo A: Mendes, no seu escriptorio, ra
    Para o Aracaty.
    O hiate Sergipano por ja' ter par-
    te do sen carregamento, a tratar com o
    inestrellemiriini Jos Viettada Silva.ou 11 lr0 dc 4 dias'1 con,,ir ll(,s,a dala. al'ia de
    con Luis BocSm de Cerqueira na ra f isco" pagas- Recfe 19 dc jane,r0 dc
    do Visarlo n. 5.
    Gy
    desta cldade, tem aborto em
    sua casa, praca de D. PedroII,
    n. 37, segundo andar, um
    curso de Geograpuia e His-
    toria, eoutro de Rhetorica e
    Potica.
    Cara completa
    Marmelada
    Vende-se matmelaJa superior em latas de 2
    libras a 00 reis a libra ; na na Direila n. 93.
    esquina do beco do Serigado, no mesmo esla be-
    kcimento vende-se cognac e macas mais bara-
    to que em oulra parte.
    Srs. Redatores. Vendo-me todos os dias
    bastante incommodado por algmnas pessoas po-
    bres desta minha Freguezia de Sao redro Mar-
    lyr de Olinda, persuadidos deque eu recebt al-
    guma quantia dada por S. M. o Imperador,
    para dostribuir em esmolas ; e como nao appa-
    recesse essa deslribu'iQao, ha nascido dahi juizos
    sem duvida bem desfavorave'u a minha lepula-
    Cio, pesio que inteiramenio injustas.
    Sem resgiiarilo 110111
    Inllamac-ao do baeo e es-
    tomago.
    Havia muilo tempo que uma escrava minha
    sollria de inflamando do baco e estomago
    vai a cidade do Itio Formoso onde pre- ,,or lanIt> Pasando, como mecunpre o m in-
    I tende exercer as ftincccs de sua pro- Jre Ja min,ia rePut35o apre-so-me em levar ao
    jfassSo, onde espera merecer daquelle con!;eci;iiento de lodos pela publicidade da sua
    respeitavel publico sen bom acollii-
    mento e protecao.
    Uoga-se aos Srs. devedores o estabele-
    cimento do fallecido Jos da Silva Pinto, o ob-
    sequio de saldaren) seus dbitos na ra do Col-
    UnM AS peSSOaS que C-qualquer servico, sorendo muUs dores e alera n. 10 .
    meno!Titate.^nt^SLPn^r^L^^H0 Searem CSludar lima OUOtllra disso,ca"SO- Sado-lhe ministrado todosos; Guimares & Caryalho estab leci-
    inmos time a irinta allumnos para poder nnnc- .!_<._ ,. .. ; remedios inuLi nente : como u timo rmir^. .1_______ i- '
    para poder princi
    piar.
    Aquellos Senhores, que quizerem matricular
    eus lillios poderao dirigir-se no Ilecife a eslagao
    das 5 ponas a tratar com o Sr. Pacheco, que
    dar as precisas infuimacoes. A mesma pessoa
    se offerece tambera a algum senhor de engenho
    para ensinar seus filbos, e fillias se quizer, por
    isso que casado, e sua Senhora se ada habili-
    tada para eslo fim.
    |g O bacharel Vicente Aurelio de Ffeilas
    ^ Couliriho leudo de se retirar pelo primei-
    M ro paquete para o Rio de Janeiro declara
    < que nada deve nesta cidade ; porem quem
    3g se julgar seu credor apreseniat as suas
    contas no hotel inglez, onde reside, den-
    agoia iraballiar ; porlanlo, reconhecendo eu o lloares Gut maraes Manoel Antonio Jle
    ! mererecimenio das ditas dupas, e dando Ihes o Carvalho.
    seu devi lo apreco, fajo a prsenle declaracao Estevao Cavalcante d'Albuquerque, Dou-
    para salisfacio de sen aulor. Antonio Ma- .tor. era Mddecina pela Faculdade do Rio de Ja-
    ._,,,.-, M M noel Sodr, ra do Conde n. 20, Pi de Ja- neiro lendo voltado de sua viagem a Europa
    s&stsx a^w^ss;"e- t- rhRser resid)cnca na CiJadt de oiinda rl,a
    vida convida a todos os seus irmaos a compare- : ( Consultjs lodosos das, das 9 horas da ma- uo Hoa-"ra onde poJer ser procurado a toda
    cerera no consistorio da mesma rmandade no "hia as -2 da larde. ) ''ora para e\crcer actos de sua profissao e espe-
    oi'\ d correnl;0/,s 9 horas d dia,para tratar-, Km addit iiu.-nio ao annuncio inserto no cialmcntc para tratar* de parios, molestias de
    se era mesa ge ral de negocios de grande necessi- Otario 1. 3 de 4 do.correnle dedara-se uuc a nUrn ,|0,li- J ,.;, V
    dado, perlencen.es a irmandade.-Cynaco .Ite i pessoa suspei.a de lef furl& o nov'lho prto : ",1^, ^ 3ZCr ,0da
    , levva muilo poucas re/.es, e cujo conduelen- del- ; e;l"-,,(l'lcr ?pera$aO. ..
    lias era um destes individuos que fazera profissao 11 1 eici-a-se alugar um andar de sobrado,
    dossa industria.
    de Jess, escrivao interino.
    lo bem coneciluada folha ciue nao recebi do
    Mordomo deS. M. I. nem ainda de culra pes-
    soa quantia alguma para laes esmolas. Ficar-
    Ihe-liei assas obrigado por esla publicado.
    Olinda, 16 de Janeiro de 1860.
    Arcediago Vigario Joao Jos Pereira.
    Com (oque de avaria
    1:800
    Corles de vestido de rhita rocia fina a 1:800
    lencos de cambraia brancos a 2:000 2:500 355
    4:000 a dusia ditos com i palmos por cada face
    e de 4 o meio por 5:000 cousa rara no Arma-
    zem de tazendas de Raymundo Carlos Leite &
    IrmSos. ra da Imperairiz n. 10.
    Calcado francez
    Na loja n. 4 do praca da lude- *
    pendencia esla-se torrando
    mesmo a troeo de sedulas
    \ el has.
    Leioes.

    Si
    GoDfinuaco do leao
    gno
    = Vende-se o romance RoJolpho ou o Ion- I Vi'nde-se uma casa de laipa nos Alegados, I
    co assassino, obra iraportanle e ja bem conheci- i na ru;l ^ Ouiabo : quera a quizer, dirija-se ao
    da e muilo acreditada, por prceo commodo : na I raPsmo Afogado, na ra Direita '.logou) n. 19.
    - No aterro da Boa-Visla n. 80.
    livraria n. 6 da praca d PedroII
    Vende-se um cavallo pre.lo, gordo, muilo
    manso e bom andador : no paleo do Paraizo nu-
    mero 10.
    lllenco.
    * Na ra do imperador
    numero 21.
    Manoel Jos de Araujo Costa Filho, nao po-
    dendo hontcm (indar osen leilao de fazendas li-
    nas, continuar hoj. a vender o que lem de mo-
    Ihor goslo, por iolervencao do agente. Borjn, na
    supra mencionada rna sobrado n 21, primeiro
    andar. Principiar s 11 horas em poni.
    es
    Quinta-feira 10 do corrente.
    O agente Camargo fara' leilao no seu
    armazem da ra do Vigario n. 19 de
    um cavallo de estribara, ao meio dia
    era ponto.
    LEILAO
    Sexta-feira 20 do corrente.
    NA IU A DO
    Imperador n. 15.
    ii agento Borja fav leilao cm seu armazem na
    ra do Imperador n. 15, de grande quantidade
    -e objeclos de marcineiria, inobilias, chrystaes,
    Ioucis, vidros pIc.^uc ludo vender sem resor-
    va de pceo no referido lugar s JO horas em
    ponto.
    I
    Boga-se ans devedores taberna sita na ra
    deS. Jos u 2.que venliam salisfazeros seus d-
    bitos at o fim desle mez.alis passarao pelo dis-
    sabor de verem seus nomos por extenso ueste
    Diario, e declaradas as quanlias
    Roubo no Ilecife.
    Roubaram da ra do Enc.anlamcnlo n 4 l.lcr-
    ceiro andar, dc 1 s 3 horas da tarde de 17 do
    corrente o seguinte :
    1 correntio de ouro de lei cora 1 chave.
    1 cadeia de duas voltea com podra no meio.
    1 redoma grande com a imageai de Christo
    cm um lado, e do outro a dc Nossa Senhora or
    fra. F
    1 pequeo relogio horizontal descobcito.
    1 sinete. e chaves juntas, e grandes.
    auncles sem firma, sendo um com pedral
    encarnada.
    3 pares de boles, modcllo anligo.
    1 bol.io do abertura, modcllo anligo.
    1 annel dc cabello com as letras I. A. B.
    2 mocdts de !C#cada uma.
    2 dilas dolares do SjoOO cada uma.
    1 dila dita de -i500.
    1 dita dita de 2000.
    1 dita dila dc 500 ra.
    1 par de fivellas de prata. de suspensorios.
    2 livellas de dila para calcas.
    Diversos pedaeos de ouro'c pratn,2passadores
    e pegadores de trancelim, lendo ainda nos pega-
    dores restos de Irancelim : pede, porlanlo, o
    abaixo assignado, a lodos a quem lhe or taes
    objectos ofterecidos, e em particular aos senho-
    les ourives, os apprchendam ; cellos de que,
    quem der noticia dc ditos objectos, ser gratifi-
    cado no caes dc Apollo, deposito da rcuacao do
    Monteiro, por F. da R. Passos I.ins.
    /'. R. Possos I.ins.
    Preciza-so de uma ama que saiba cozinhar,
    engommar, e que faca as compras diarias de
    uma pequea familia : na ra dasCruzcs n. 41,
    segundo andar.
    = Aluga-se o sobrado n. 11 C de dous anda-
    res e solo, silo na ra do Imperador : a tratar
    no Mondejo, cm casa do fallecido commeadador
    Lu GonfrJs Ferreira.
    n. 8<), vendc-se
    presumo de Lisboa inteirosa 403 rs. a libra, ale-
    Iria, macarrao e lalharim a 400 is., macarro
    brauco a 320.
    Quem precisar de urna mulher de idade
    para ama de casa de pouca familia, dirija-se i
    ra de Santo Amaro, casa n. 18.
    D-se 4005a juros, ou todo com seguranea
    de alguma hypolheca, ou por partes com boas
    firmas ou penhores : na ra da Cadeia de Santo
    Antonio n. 15, no segundo andar.
    Altenco.
    O Sr. Spier, machinisla inglez' morador na
    ra do Bru n. 15, acaba dc assentar nesle en-
    genho uma machina de vapor, nao s com lodo
    asscio e perfeicao, como com economa e pres-
    teza, por isso recommendo aos incus collegas
    que liverem machinas de vapor para assentarem,
    cas o novilho'de que se Irata : quem levrosle
    io, ou dlloder noticia certa, de maneira
    que possa seu dono bav-Io nova mente a mo
    ou seu valer, rereberi 205000 dc gralflcac5o da I
    mao do* Salvador Coelho de Druininond e Albu-
    tjuerque.
    Sitio Monlc-Alegre 17 de j.ineira de 1800
    No dia 2 de Janeiro desle anuo fugio o mu- i
    lato escuro, idade de 40 50 annos, escravo de
    Francisco Dias de Axaujo, moridor no lugar Gua-
    rila, pertencente a Parahibi, rujo escravo tem '
    ; os signaos seguimos : cheio do corpo c calvo, i
    ' cora alguna cabellos brancos, quando anda atira
    1 a peina direila para fra e leva a ponli do p
    , cm procura do esquerdo, o que chamam zambo- I
    ; la ; levou chapeo do couro, tendo por enfeile j
    I urnas bololas l'eitas do mesmo couro, que cahein
    I para o lado, e um veste com guarda-peilo, tu- '
    jdode couro ; julga-se andar pela Passagem da ]
    Magdalena, aonde lera um mano : a pessoa que I
    o pegar, dirija-se a Boa-Visla, ra da Manguei-
    ra, casa 11.11. quesera bem recompensada.
    O abaixo assignado, membro do conse-
    em : a tallar na loja da ra do Cresj
    ao arco do Santo Antonio n. 3.
    Aluga-se um barraeo no lugar
    o prximo
    das corri-
    S Z$SST**~ "-"""" c"; I StfiTs:.s3Ew*T=B SER
    Engenho Timb-Ass, na fregue/.ia de Ipoju-
    ca, 3 de Janeiro de 1860. Antonio Peregrino Ca-
    valcanti de Albuguerque.
    l'recisa-se de ura menino de 14 annos pou-
    co mais ou menos chegado ullimamenlo do Por-
    to, para cai veiro do taberna.
    Precisa-se de um cosinheiro para casa de
    familia : na ra da Cada do Recite 11. 13, escrip-
    torio de Jos Pereira da Cunha.
    Na ra da Praia 11. 43, precisa-se de um
    homem que se encarregue da distribuico da Or-
    dem, nos bairros do Recifc e Boa-vista.
    Faz publico
    O proprielario do baile nacional dos saloes do
    caes de Apollo, que achando-se osmesmosdecen-
    temente preparados com toda a lirapeza e aceio,
    os ollereco para qualquer sociedade que nclles Paolo, de Genova,
    queira celebrar as suas sesses, por aluguel cora-
    modo : porlanlo, quera pretender dirija-so ra
    do Imperador a tralar com o seu proprielario An-
    tonio Teixeira dos Sanios.
    Precisa-se de uma criada que saiba engom-
    mar perfeitamente e ensaboar: na ra do Quei-
    mado n. 28, lerceiro andar.
    Aluga-so um segundo andar com grandes
    commodos : quem pretender dirjase a Jos Hy-
    gino dc Mirando,
    leudo felo boje entrega ao novo conselho, jul-
    ga nada dever do lempo vencido de sua admi-
    nistrado da mesma sociedale de 14 de novem-
    bro do anno prximo passado a 14 do corrente
    Recite 16 de Janeiro de 1860.
    Joaqnim Jqs Rodrigues da Costa.
    Jos Martins Fernandes,*ubJito portuguez,
    vai as provincias do su!. '*t* ,' .
    Precisa-se de uraa ama ue .saiba f ngom-
    mar, e para fazer as compras diarias dc uma pe-
    quea familia ; na ra das Cruzs n. 41, segun-
    do andar.
    Altenco.
    I.elellier & C. tem para vender em seu arma-
    zem na ra da Cadeia Velha n. 14, o verdadeiro
    vinho Bordeaux, em birris, bem como Kirsch e
    Bitters em caixas de 12 garrafas.
    Pede-se quem vem consignado assoguin-
    tes fazendas, vindas ordera, pelos seguimos na-
    vios, a saber :
    4 caixas com missangas pela barca"" sarda
    .de Genova.
    Diamante JI. n. 440/463 20 dilas cora papel c
    EL n. 31 1 dila com luvas, pelo brigue belga
    Emma, de Antuerpia ; queira vir pagar os com-
    petentes freles no escriptorio do Bastos & Lomos
    ra do Trapiche 11. 17, consignatarios de dilos
    navios.
    O liuturciro do aterro da Boa-visti avisa
    aos seus freguezesque mudou sua residencia pa-
    ra a ra da Roda, segundo andar o. 47. onde
    continua a lingir com perfei^o.
    das do Jochey Club ; quem o pretender, dirija-
    se aos Remedios, que achara emu quem iralar..
    Prrcisa-sc de uma ama que saiba ensaboar,
    comprare Inzer o snico interno de uma casa de
    pouca familia : na ma da Roda segundo andar
    n. 47.
    O abaixo-issignado declara ao respeilavel
    corpo de commerclo quo o Sr. Manoel lavares
    Correa deixou de ser seu caixeiro desde o dia 10
    do correle, assim como Qcou sendo seu caixei-
    ro geranio para qualquer transaeco o Sr. Anto-
    nio Jos Bupiisla. .
    Reaife 16 de Janeiro de 1860, Jaeiniho Jos
    Amural Aragao." **
    D-se 8H>! a "juros : na ra da Paz n. 36 se
    dir quem d. ri.* ,
    Constando que um dos herJeiros do finado
    Mrquez do Recite ja comec,ara a vender alguos
    predios peilenccntcs ao exncla Hospital do
    l'araizo, Administrado Geral dos Estabeleci-
    menlos de Candada de novo avisa ao publico
    que csses bens ainda esiao em litigio e por con-
    sequencia toda a tranzaccao feia com elles pode
    lornar-se nullas- Assim pois ninguem para o
    fnturo se chame a ignorancia.
    O anligo estabelecimen-
    lo de fabrica e loja de chapeos
    nesta cidade na praca da In-
    dependencia ns. M a 30, de
    que proprietario o Sr. Joa-
    quim de Olivcira Maia, ausen-
    te, continua no mesmo lugar
    ecasa, sol) a gerencia de seu
    sobrinho Manoel de Oliveira
    Maia Jnior, por ter de com-
    mum accordo sessado nesta
    data gerencia do Sr. Manoel
    francisco MoreiraMaia. Re-
    cife 14 de Janeiro de 1860.
    .Troca-se um escravo pedreiro por uma pre-
    la : qnem quizer fazer este negocio, dinji-so
    serrana da ra da Praia n. 55.
    a
    a
    a
    a
    Broseguins para homens
    Ditos para senhora
    Olios para meninas
    Hilos para crianza
    Sapa les de lusiro a
    Sapatos de lustro rasos a
    Ditos de tapete para homem a
    Sapa loes do bezerro para homem a
    Bolimnhas de lustro e marroquim a
    Sapaiinhos de lustro de colxeles a
    6^000
    33OoO
    2?50O
    2500O
    59000
    2O00O
    1*000
    S50O
    155000
    Assim como lodo o cacado se vende por barato
    prego.
    te@9>&m&& @@j
    a ;s 3}>@)
    lona branco e do cores para cal-
    cas, vende-se a 3#_a vara, no segundo an-
    n dar do sobrado da
    fe
    P
    i
    i
    esquina da ra do ^
    gj Queimado, por cima da loja do Sr. l'rcui-
    M ca enlrada pelo becco do l'eixe Frito n. 1
    S. D. P.
    Rea-cacao do thedtro d'Apollo.
    Pordeliberacao tomada em
    conselho, manda o Sr. director
    fazer publico que o conselho
    que hoje funeciona, nao se
    responsabilisa por divida al-
    guma feita anteriormente vis-
    to haver recebido a caixa da
    sociedade sem debito algum.
    Recife 18 de Janeiro de 18G0.
    O primeiro secretario, Joao
    Mara de Moraes Navarro.
    Deposito de papel para
    impressao.
    Na typograpliia deste uiario se aclia
    I estabelecido um deposito de papel de
    dilferentes formatos, para impressao,
    que se vende por preco commodo : as-
    sim como seu proprietario contrata o
    ibrnecimenso regular do que se precisa
    mensaimente.

    11 rrr^xici
    - w


    DIARIO DE PERNAMBUCO. QUINTA PKIRA 19 DE JANEIRO DE 1860.
    (5)

    Precisa-se de urna ama forra ou captiva
    para o servico de urna casa de familia, c que se
    i preste a comprar c a sahir a ra em objectos do
    servido : na ra larga do Ro.saro n. 28, seguudo
    andar.
    COMFxlMHIl
    DELICIOSAS E I.NFALI.IVEIS.
    EsUibclecida era Londres
    EM
    a&fjQ) u mu.
    CAPITAL
    Cinco miUioes de liaras
    eslerUnas.
    Saunders Ttrotriers & C" tcm a honra de in-
    formar aes Sis. negociantes, propietarios de
    casas, e a gera mais convicr, que estao plena-
    mente autorisados pela dita compauhia para
    | eflectuar seguros sobro edificios de lijlo epe-
    ,dra, cobertos de. lelha e igualmente sobre os
    objectos que conlivcrera os mesmos edificios,
    quer consista em mobilia uu
    qualquer qualidade.
    Trasp4ssa-se o arrendamento de um engo-
    nho-dislautc desla praca duns legoas, vende-se
    urna parle no mesmo engonho, machina nova A
    DEKEMP nifaayork)
    PILULAS VEGETAES
    ASSLCARADAS
    NEW-YORK.
    O MELHOR REMEDIO CONIIECIDO
    Contra constiparles, ictericia, a/fcerdes do fijado,
    febres biliosas, clicas, indigesles, enxaquecas.
    ilemorrhoidas, diarrhea.doencas da
    pelle, irupcoes.e todas as euermidades,
    PROVENIENTES DO ESTADO IMPIHO DO SANCl'E.
    75,001) caixnsdeste reracdio.cousommem-se an
    nualniente !
    Remedio da nalnrczai
    Approvado pela faculdade de medicina, e re-
    commendaoo como o mais valioso catrtico ve-
    getal de lodos os conhecidos. Sendo estas pillas
    puramente vegetaes, nao contera ellas nenhum
    veneno mercurial nem algum outro mineral ;
    esli cm acondicionadas em caixas de folha pa-
    ra resguardar-se da humidade.
    Sao agradaveis ao paladar, seguras e cfficaze Espingardas de espoleta muilo finas, e garan
    em sua operarao, e um remedio poderoso para a lc-se aqualidade por jase ter esperimentado
    juvcnlude, puberdade e vclhicc. na ra Direita n. 61.
    Lea-se o folheto que acoinpanh.i cada caixa, pelo i Pullipi'-' n lil I orara
    qual se licar rnuhecpudo as multas curas milagro- A uunuiuivi uuv/iaiia.
    sas quetem elfecluado. I). T. l.onman & Kemp,' Guia Luso-Brasil ciro do Viajante da Europa-
    droguistas por atacado em Nova York, sao os un-: 1 vol. em 4" de 500 pag.: vende-se na mo do
    eos fabricantes e propriclaros. autor ra do Vigario n. 11, brox. 3 encad 45
    Acham-se venda em todas as boticas dasprin-1 ^2? ? *tr* *i. _?*? tJf-J-.^*/
    cipacs cidades do imperio. : ^ftv/>*s3SeW rft^^^&&MfoiS
    DEPSITOS y* r- Cawnov* pode ser procurado |f*
    Rio de Janeiro, na ra da Alian lega n. 89. ; S& VlW ora em scu consultorio ho- |
    Baha, Germano &C, ra Jolino n. 2. 4$ me0po ,,. r>c rnr.7ire_=>a ST*
    Pernambueo, no arma/ein dedrogas de J. Souru | t -eKU.V DASCRL/.bS--S g*
    & C. ra da Cruz n. 22. $ o^imcsmo consultorio acna-se sera- 5^
    /-, "' t I f| pie grande soriimento de mediCamcn- E
    ClirSO UC prCparatOriOS. tj tos em tinturas i glbulos, os mais no-
    O bacharel A. R. de To.ires Bandira, proles- '
    Pastilhas vegetaes de Kemp
    contra as lombrigas
    approvadas pela Exm." inspeccao de estudo de
    Habana e por muitas outras junctas de liy-
    giene publica dos Estados Unidos e mais paizes
    da America.
    Garantidas como puramente vegetaes, agra-
    daveis vista, doces ao paladar sao o remedio
    inallivel contra as lombrigas. Nao causara nau-
    se.isuera sonsacos debilitantes.
    Testemunho exponlaneo em abone das parti-
    Ilias de Kemp.
    Srs. D. T. Lanman e Kemp. Port Byron
    12 de abril de 1859. Senbores. As pastilhas
    emfazcndas e; 1"C Vmcs. fa/.em, curarara mcu iilho ; o pobre
    rapaz padeca de lombrigas, exhalava um chei-
    ro ftido, linlia o estomago incluido c continua
    comichao no nariz, tao magro se poz, uue eu
    tema perde-lo. Nesias crcumstancias um vsi-
    vapor, disti aco nova ebera montada, 22 bos; "ll0 inou "sse le spaselas de Kemp tinham
    de correia, seis quarlos, algumas obras, saffra cur? s".a ,' '-so quesoube disso, com-
    planiada, etc. etc. ; lrala-se naiua do Crespo n. P.rei \ "ros de pastilhas e cora ellas salvei a
    j in ; vida de meu Iilho.
    loja.
    Aviso aos cacado-
    res.
    ros e bem preparados, os elementos de
    r huincoplalliia e Nvstera diccionario dos
    sor de geograplua e historia antiga no gymnasto l .%u,tmos J medcina.'
    dista provin- 1a, contina no ensino dos seguidles
    preparatarios : rhelorica, philosophia, geogra- M9XSXSS3S313SSSSSS:. ^5Eft332RSa5| U
    phia, linguas franceza e ingleza ; na casa de sua '*** *?** ??*??*?* ?*?% j j^J
    residencia, ra larga do Rosario n. 28, segundo
    andar. BLJ9
    = Precisa-se alugar urna escrava para o ser-
    viro interno e externo de urna rasa, assim como
    larabcm um escravo : na ra da Santa Cruz n. 06.
    O advogado Souza Reis mudou o sen es-
    criptorio para a ra larga do Rosario, sobrado da
    Sou de Vmcs. seu amo agradecido.
    W. T. Floyd.
    Preparadas no scu laboratorio n. 36 Gold
    Street pelos uincos propietarios D. Lanman e
    Kemp, droguistas por atacado em New York.
    Acham-se venda em todas as boticas das
    principaes cidades do Imperio.
    DEPSITOS
    Rio de Janeiro na ra da Alfandega n. 89.
    Bahia, Germano & C, ra Julion. 2.
    Pernambuco.no armazem de drogas de J. Soum
    & Companhia ra da Cruz n. 22.
    O Dr. Costnc de l'ereira
    i/??de volt. de sua vi u instructi-
    S-tiva aKuropa continua no exer-g
    ci de sua proissao medica.
    Da' consuitas em seu eacripto-i
    ^no, no bairpo do Recife, ra da
    Cruz n. 53, todos os das, menos
    nos duminyos, desde as' 6 horas
    t as 10 da manhaa, sobre,
    seguintes pontos
    OS!
    A bandeira de Santo Amaro de Ja-
    bo?tao Sera' levantada no dia 20 do
    quina n. >. ,corrente pelas 8 horas da noite, deven-
    asencla dos fabricantes amerlca-'do a (esta terlufrarno da 29 cotn Te-
    Deiiui e tirada a bandeira.
    Molestias de olbos ;
    . Molestias de coraeao e de
    peito ;
    , Molestias dos oreaos da gera-
    eao, e do anus ;
    . Praticara' toda e qualqucr fa
    juejulga
    --/^5r**;.
    o
    DO DR. CIIABLE
    MEDICO E PROFESSOIl DE PHARMACIA, DE PARS,
    AIU O TRATAMENTO E PhMI'TO CWRAT1V0
    DAS ESFEM!DADES SKXCAES, DN T.DAS AS AFFECCOES CUTNEAS, VIRIS
    <:lrulo de ferro Cliablc.
    Xarope mui preleiivel ao
    Copahba e as Cube-
    bas, c.ur.1 immediatamen-
    te qualquicr purgan o ,
    relaxsfto e ilebilidade, e igualmenie flnxos e
    flores brancas das mulli-. lujrrcun de
    Cbable. E mo lempo do sarape de curato de ferro, uina vez
    de manb, e urna vei de tarde durante tres das;
    ella segura a cura.
    PLUS DE
    C'O PA H U
    E ALTERARES I>0 BAXfiDE.
    :T|u.ra(i\o de iintc.
    a,, SANG
    Xarope vrg'i:il mn mer-
    curio, o nico coiibcrido
    e approrado pra runr
    i'on promplidii e radi-
    ca'.menie impigens, |us'u'ap, li< rpes, sarna, co-
    mix>\, acrimonia e alleincoes viciosas do san-
    Kiie ; virus, e qualqucr auVio venrea. Va-
    nlio minci-HCN. Tonao-ie ilous pov semana, se-
    cuindo i irataniento depuiaiivo. Pomodn un-
    ttirrpetirtt. De um i UViio maravilliuso as af-
    feces cutneas e coniiies.
    Kio:iiri'oiiiiiit.Pomada que >s cuaa t-m 3 das.
    O depvs lo e na ra larga do Rosario, botica de liarthotomeo Francisco de Sema, n.
    36.
    Compra se urna liteira : nesta ly-
    pographia.
    = Compra-sc urna csrrava parda ou prcla, co-
    zinheira e perfeita ingomniadeira^. na ra Nova
    numero 31.
    Compra-sc
    prata velha sendo de le: na ra do Ca-
    buga' n. IB loja da a{;ua de orno.
    = Coinpiam-se as seguintes comedias' Ber-
    nardo na La, o Judas em Sabbado de Allelcia,
    Quem casa qcr casa, Por causa d- um algpris-
    rao, A rosca, o Duelo no Tercejro Arnliir, o h-
    111.111 ilas Almas e u Diabo na escola : nesta lypo-
    | grapbia se dir.
    Vendas.
    Vende-se no armazem de Jos Antonio Mo-
    rena Das J C, na ra da Cruz n. 26 .
    Mercurio doce.
    lietroz.
    I.inhas em novellos.
    Cera de Lisboa em velas.
    Graxa ingleza em boioes.
    Lnzarinas e clavinotcs.
    Chumbo em kncol.
    Dito de municao.
    Ferros de aro para engommar.
    Pregos de ferro de tudas as qualidades.
    Ditos francezes sonidos.
    Vende-se a padaria da povoaco do Casai -
    g, com bom sylindro, 2 bous cavallos, bom tor-
    doc telheirodo mesrao e iodos os mais perlcn-
    ees que Ihe sao precisos par o seu uso, leni du.-.s
    bas reguezias de pao para fora e freguezia para
    vender toda bolacha que possa fazer ; a tratar
    I com seu dono no lugar da Tamarineira, venda d-i
    telbciro. As crcumstancias por que se vend as
    ; comprador se diro.
    S .. -
    Ra Nova, em Bruxellas (Blgica),
    SOI A DIR[(X\0 DE E- UViffl-
    Este lioiel collocado no centro de umn das capilaes mf orlantes da Europa, torna-se Je grande
    valor paraos brasileiros eportugiiczes, por ?eus bons comrnoJos e confortavel. Sua poic>
    urna das melliores da cidaJe, por se adiar nao s prximo s estarces de caminhos de ferro, da
    Allemanlia o Franca, como por ter a dous minutos de si, todos os theatros e diverlimenlos ; e,
    alm disso, os mdicos presos convidan).
    No hotel hasempre pessoas especiaes, fallando o francez, allemao, flamengo, inglez e por-
    luguez, para acompanliar as tourislj?, qur em suas excurses na ciJade, qur no reino, qnr
    emfim para toda a Europa, por precos que nunca exceden) de 8 a 10 francos (35200 45>0OO N
    por dia.
    Durante o aspaco de oito a dez mezes, alii residiram os Exms. Sis. conselheiro Silva Fr-
    reo, e seu fillio o l)r. Pedro Augusto da Silva Ferro, ( de Portugal ) e os Drs. Fehppe Lotes!
    Netlo, Manoel deFigueira Faria, e desembargador Pon les Visgueiro ( do Brasil, ) e nimias ou-
    tras pessoas tanto do-um, como do outro paiz.
    Os precos de lodo o servico, por dia, regulara de 10 a 12 francos (455000 4#30O.)
    No hotel enconlram-se informacis exaclas acerca de ludo que pode precisar um eslrangoiio
    ...........

    '

    : i
    :
    :
    :

    : i
    ; i

    ; GMSDE E VARIADO SORTIMEJiTd :'
    DE
    ;Ron)as eias c (izeiida
    Loi
    t.\
    DE
    ;
    nos Grouvcr & ICaUcr.
    Machinas de coser: em casa de Samuel P.
    Johnston & C, ra da Scnzala Nova n. 52.
    i
    Precisa-se fallar no corresponden-
    Altenco
    te dos 'Srs. tenente-coronel llemctcho
    Jo$e Velloso da Silveira e Francisco Xa-
    vier de Aridrade : na livraria n. 6 e 8
    da prac,a da Independencia.
    LINES FRANCAS
    ESCRITA CONIMERCIAL
    Por pai'lidas dobradas
    E PE
    operacao quejulgarcotivenicn-,,
    te i>ara o restabelecimtnto dos
    l (3
    seus doentes. 8*
    O exarne das pessoas que o con- &
    9E|sultarem sera' foto indistincta- K
    de r|| mente, e na ordem de suas en- S
    Bella n. 8. ^tradas;fazendoexcepcSoosdoen-i
    ^ra tes de olhos, ou aquelles que por
    lia
    i Precisase de urna ama
    I pequea familia : na ra
    i Na ra uo Vigario casa n. 7
    , para alugar um escravo, excedente co- i m notivojustoobtiverem Iiora mar-
    inheiro, para qualquer casa de trato. <^cada Par? este lim-
    : DENTISTA FRANCEZ.
    P Paulo Gaignoux, dentista, ra das La- *;;iJacaS0S como o do sulfatodeatro-?
    >* rangeiras 15. Na misma casa lem agua e
    ^ P*denlifico' gratuitamente. A c manca q
    VTYTTT?TTT'f jm. ^ A appcacao de alguns medica b
    i>^inentos indispensaveis em.varios'
    Sipop du
    DrFORGET
    JARABE DO FORGET.
    Este xarope est aprrovado pelos mais eDnrntes mdicos de Pars,
    Icomii sendo o melhor p^ra curar constipa^oes, tosse convulsa e uuir. ,
    afleccoes dos bronchios, ataques de peito, irritares nervosas e insomnolencias: urna colherada
    pela manb, e outra noite sao sufQcientes. O tlleito deste excelente xarope satisfaz ao mesmo
    lempo o doente. e o medico.
    O dsposito na ra larga do Rosario, botica de Barlholomeo Francisca de Souza, n. 26.
    Xa ra do Qiieima-
    do n. 46.
    Na livraria n. 6 e 8 da piar da Jose'Joaqaim da Silva faia, ten-
    Independencia precisase fallar ao Sr. i do de retirar-se com sua familia para
    Andre Abreu Porto ou Andre Alves Pottugal, vende urna boa m
    Porto.
    Jacaranda', umn rica secreta
    Vaccina publica.
    Jjj pina etc.) sera'fetlo.ouconcedido |c ^ 13PpT|||*$|f AF1AQ
    |^|gratuitamente. A confianca qne2? ^ -L 1 vjWI HW/l lU8i
    Transoiisso do fluido de lun;o a braro, as
    : quintas e domingos, no torri'io da alfandega, e
    nossabbados at as 11 horas da manhaa, na re-
    V> nelles deposita, a presteza de sua 'ffl
    e seu em prego; e tudo quanto o v
    em beneficio de
    deinove
    seus m
    -c*^? fr^-'-^"',-^^->r-*^>'".
    jfflaccao, e a necessidade prompta J
    r \ I/im I t# I nossaonaaos ate as n oras ua tnannaa, na re- \'<
    Ua.\Oi(l l LDySCgUnaO arUlUl. |sidencio do comnussario vaccinador, ra estrella I [S* doentes.
    M. FoiiM-r loMcloiros, escriturario da ] do Rosarlo n. 28, segundo andar. ^Egs^ragyi
    thesouraria de fazenda desta provincia,compelen- w Dr. Manuel Moreira Guerra mudou a cua JfZ^rt!V!,"V!
    ||&eiS^g^^^gie^SSi5^!:iS|commoda, tado da mesma madeu-a e
    If CjB tt^ || I muilo ricas peca, bem como urna es-
    te
    ;;
    -- -
    Ricas sobrecasacas de panno ilno prctos zf
    c de cores a 2s$, 3:)5e 3o#, tamben) temos
    paletols dos mesmos pannos a 223 e 2:-. :
    !;: paletols de casemira de cores de muitu rf'
    ;:; bom goslo e tinosa 12->, M. 16$ o 18. di- -,
    j : los do panno preto para menino a 189 e
    : : 2)$, ditos de cspmira de cores a 8; e 109,
    ; caifas de casemira de cores e prelos ejun- :"'
    i ; lamente para meninos .i 7>, 8j, 9{?, loa c ':'..
    : \i, colldes dr orgurao de seda e tase- !'
    I j nnru a 5$, Gg e 7$, paletols de alpaca pro- ='
    '... .'-. lS"ic cores saceos 1 4*, ditos sobrecasacos : .
    nobtlia de : a .5 8$, dilus de brim, de esguiao o de '
    fia, e urna i| ["^'IJ tanto bramos tomo du cores a -ic, : ,
    , i-: 493OO, 5ce t>o, raleas de brins brancosmui- :

    da Impera(riz n. 48, so- j
    ,. Fesla de Nossa Se-
    teniente habilitado pela directora de Dslrucco I residencia para a ra
    publica para lecciouar arilhmelica nosla cidade, < gundo andar.
    lem resollido juntar, como complemento do seu __ TcillUS 9 llOIH'l (lo CO
    curso pralico do escrituraco por partidas do-1
    bradas, o ensino de contabilidad!* especialmente 111 LlIllCat'90 reS|)Clt9VCl COI'OO!
    na parte rea iva a reducao de nioedas ao cal- 1 ,
    culo de descontse juros'simples c compostos, OO COIimieiClO (lL'Sia [>r9C9 ([UO -No dia quinta-tetra 19 do crtente as
    conhecimeto iniispensavel as pessoas que de- 1 < 11S -i ilcivi rl< i\ flir i nur.is da tarde saliira' deseutimplo
    jiliora da Boa-Viagem.
    a bandeira da Virgem Senhora, condu-
    sejam emprejtar-se no commercto ou que ja se
    achara nelle estabelecidas. A aula ser atera j sOCCtla 110 da ta de lauciro prximo futuro as 7 horas 1 : '-,u< poi iijjiiidu um coto ue vngens
    da noite; e as pessoas que desejarem malricu- matlO O (IUO gVraVQ SOb 9 i'9- candidamente vestidas,que enloaiao do-
    lar-su poderlo deixar seus nomeseui casa do an- Viiiv.
    1m.1da1.le at o mencionado dia. /90 UC
    Urna pessoa que deseja muJar-se c nao l(;ndu
    adiado casa, nao lem duvida cni trocar o pri-
    r-ciro andar do sobrado em que mora com outra (\fif\i\(\ un lff uiil'ie-'iA n fmrrn
    pessoa que ,suja as mesmas circumslancias. "'nao SUaliqUtUaC90 a CargO
    nuda mesmo que a troca soja por uina casa ter- (le 11OSS0S SUCCCSSOrCS OS SrS.
    rea : a tratar na ra \elha da loa-> isla n. 77,1
    primeiro andar.
    raaaga & Bryan
    Collegio de Benifica.
    Director cnico propiictario
    Estevo Xavier da Cunta.
    Aranaga, Hijo & G.
    Pcrnambiico 31 de dezem-
    !brodel859.
    Aranaga & Unan.
    Havendo cessado a so-
    a mesma Santa Virgem,
    acompanbada igualmente pela banda de
    msica marcial dos menores do trern,
    e assim percot reta' toda a povoacao,de-
    pois do que ser.i' tsteado este santo es-
    tandarte ; no dia eguicte as mesinas
    lior.is tera' lugar
    O bacharel Jofe Joaquina de =.
    Moraes.Navarro tetn aberto em j^|
    sua casa i ua do Hospicio, seguu- ^ I
    m do sobrado passando o Gymna- {fj
    fsio, umcuiso de preparatorios, ir
    para que ncba-se competente- '
    (P mente aufoi isado pela directoria
    ' ('- 7tf, collclos braucos e de
    meninos : '
    crava com todas as habilidades, urna ,^l? ySSr&Pft caiSa de '"ini ,!o = '
    i- i -: corcs fl,ias adolXl, ft e 55, um rico sorli- :
    molecotaque cozmha O diario de urna g ment do vestidos do cambraia braucos :|
    casa e entende de costura, urna dita de-l bordados do melhor goslo que tcm appi- :'
    i recido a 28*, manteleles de fil prelo e de
    . <
    oito annos de idade, e um moleque de
    14 anuos de idade, todos multo liadas
    a tratar na ra dos Coellios
    da Boa-Vista com Jos Joaquina da Sil-
    i-a Mata. j parecido a 10 e 12;, e oulras muitas fa-
    O Dr. Joao Jos Pinto Jnior ad- i',t'";,ai (' ro"P0(s filos 1ue cou> a presenta
    . .o ireguez so tara patente.
    a 20$ cada'_um e 249, ricos casaveques de :
    cambraia bordados para menino a to-, di- i"
    : los para senhora a 15g, ricos enfeite de '-'
    ara auc nelri-se comnetente- ~ Dr- Jo3o Joie Pinto Jniora:!- ; *?T0*0 ru"Pfs ""s que coma presenta ;
    '.ente autorisado pela directoria i Voga n0 CIV e n0 cnme ; Para (luc 2-/1
    aimtruccao publica, os estu- I Pl*>** procurado das 10 botas da ^aSlCIS Dai'l flarOSHUV
    antes pois que se quizerem ha- | manhaa ate as o da tarde, na ra da g I 'juiuvoim
    litu- nara evam. n irli-.r-ir H Koda n. 17, primeiro andar. No5tc "i;^<> estabolecimenlo ha um
    uii.u paia e.vamc o act).udO|i 'i iaoi\ : randesorDmenlo de casaras preUs, as-!
    fg serapre prompto.
    NICA, VEHDADEIRA
    GITIMA.
    E LE-
    & as novenas as quaes
    oliciara'o mesmo coro de virgens en-
    toando versos anlogos a Santa Virgem
    e assim conlinuarao at o dia 28 e no
    da 29 tera' lugar a esta,cujoprogram-
    l'.ste collegio, legalmcnte autorisado, c eslahe- i r I ma para diante se annunciara' ; appro-
    l-cido no arrabalde do Chora-menino, abren sau I Cie(ldQ6 (UC Vl'a\'l I1CS19 pr9- veita-se a occasiao para pedir-se aos il-
    ffi.^-lTl'SSSS Su S: Q S0b Arma de Araiiaga & lustres habitantes epasseado.es de esta
    pora continuar a merecer a confiari'-.i de que at JBl'Yflli UarticDaillOS ao 1*0S lugar (|ue se digncui illummar as
    agora lem gozado, nao cessando de empregar to-1 I, tentes de suas rasas rbirantp eti f<>':_
    do o disvello para que seus alumnos recebara a pCllaVel COrpOCOllimCl'Cial (IUO tivHad
    instruccao e a educaco convenientes. L,, HmiiJnn'.A fi nviaaucs.
    - J." Hunder, alf.iiale, tem a honra de arisai,55"! liqiliaaCaO ilCa a C9I*gO e @3^>rj'
    FCLHISIIAS PAR4 1860.
    Estao a venda na livraria da praca da Inde-
    pendencia ns. 6 e 8 as (olhinhas para 18C0, im-
    pressas nesta typographia, dasseguintesquali-
    dades :
    I simcomo manda-se fazer por medida a ron- '
    lado do freguez, cscothendo*us mesmos ns
    pannos a scu goslo send os precos a 35&
    e 40-3.
    w
    OLIIINHA RELIGIOSA, conlcndo, alm do
    kalcndario e regulamento dos direiios pa-
    Camisas inglezas
    SALSA PARRILHl
    : No mesmo estabelecimenio acaba de ebe-
    . gar um grande soriimento das verdadeiras
    i camisas inglezas peilos delinhocoui v ;as
    ; largas, ultima moda, por ler-se mu
    quantidade delerminou-se a vender
    : menos do ra'or sendo a duzia a SM&
    a
    por
    Vende-se urna prcla do meia idade, sadia e
    robusta por 280g : na ra do Qui ini ido, I le
    1 se dir quem a vendo.
    publico, principalmente aos seus ;
    freguezps, qui do boje por dianle enconlra-se
    a o respeiiavi'l
    a-se i Por co,l^a l'a sociedade
    urna fazenda moderna c de variado goslo, para nesta data foriliaillOS
    q lalquer obra, e prero razoavel : na ra Nova
    ff||a|9 Camisas inglezas com peilo do linho a @
    'luu j 33 55 a duzia : na ra do Queimado n. 11.
    gyrar sob a razo de
    Aranaga, Hijo & C,
    o que
    * -fi '-*-.'
    n. 69.
    Scve, Glhos ^ C. declaram que Manoel .Irse
    de Almeida Jnior deixou do ser seu caixeiro
    di ide i dia 12 lo corrente. Kccile, 12 de Janeiro
    de 16(50.
    Alu{;a-se tima mulata para servi-
    co de cata: n ra do Lrespo n. 16. |recer a mesilla COfianca de
    O Sr. Antonio da Silva Bastos Ti-1 *
    mentclqueira dirigir-se a loja da mal'
    do Crespo n. 1G.
    AVISO
    Antonio Pereira de Oliveira Ramos,
    a qual CODlinuar OS negOCOS; feudo d fazer urna viagem para lora
    do tnpe o, em virtude de sua saude'e
    sendo preciso saldar todas as suas contas
    da cxnctafirma e espera me-i"0 lm l0'
    Aluga-sc o primeiro
    ai d ir da casa n 15 da ra do Vigario! a tratar
    eort Prxedes da Silva Gusrao na ra Augusta
    n.94.
    Curso de ioglez.
    Eneas Bruce, natural de Ingbterra, e profes-
    sor <: linguas, participa ao publico desta cidade,
    que vai abrir um curso da lingua ingleza em sua
    de Janeiro
    . Pernambueo 1
    de 1860.
    Anionio de Aranaga.
    Enrique de Aranaga.
    Guilherme J. Kreisler.
    Juan Anglada Hijo.
    Cietano Pinto de Veras faz cen-
    te a quem interessar, que tcm entrado
    no exercicio de juiz de paz do quarto
    asa, todos os dias. especialmente para aquellas janno do primeiro districto de S. Anto-
    pi'ssoas que de^eja.n aperfoiroar-sc na conversa- ; e\oela ^;a^a<.__r* ,.., ;
    cao ; desde as i ale 8 horas da noile, mediante a
    quantia de 5$ por mez porcada alumno : na ra
    do Queimado n. 26, primeiro andar, defronle da
    _ loja da ltoa Fama.
    DO
    Recife a Sao Francisco.
    Ilimitado.
    AVISO. ,
    Em consequencia de achar-se urna das pontes
    da via frrea em obras nao haver trem na ter-
    ;a-feira 2 do corrente.
    Deseja-se fallar com urgencia ao
    Sr. Francisco Jos Siqueira Alves de
    Barbosa ou a alguem por elle : na ra
    do Vigario n 7.
    nio desta cidade para que loi eleito, e
    por isso despacha todos es dias qua nao
    forem santos ou feriados, na casa de
    sua residencia, na ra de S. Francisco,
    sobrado n. 8 ; assim como em toda e
    qualquer parte qne seja encontrado, e
    que as audiencias do mesmo juizo con-
    tinuam a ser feitas na casa publica das
    audiencias ao meio dia das tercas e sex-
    tas feiras.
    Na ra da Aurora n. 551 andar, precisa-so
    allugar um prelo para servido de casa.
    Precisa-se de um caixeiro pequeo, para
    a venda do paleo do Terco n. 21. Se garante.
    Lava-se com brevidade : na praia do Galde-
    reiro defronle da sala do Baplisia.
    I)a-se interesse em urna boa olaria, a quem
    tiver dous escravos, e que cnlenda do trabalho:
    ao prelendenle se expor as v.inlagens do mesmo,
    na ra da Imperalriz n. 47, 3 andar
    Precisa-sc lomar a juros a quantia de dous
    conlos de ris a prazo de un a dous annos e com
    o premio que se convencionar, dando-sc por hy-
    potheca urna casa de milito maior valor, na fre-
    guezia de S. Jos ; quem lho convier por este
    Diario anauucie para ser procurado.
    roga a todos os seus devedores que ve-
    nliam pagar suas contas at odia 30do
    j corrente raez ; assim como avisa aquel-
    les que devem a mais de um anno e que
    j nao pagar at o mencionado dia 30,
    |seraochamados a uizo para pagar o
    i que estiver devendo.
    Ofl'erece-se um mono porluguez, chegado
    ha poucos dias da lllin, o qual talla o inglez com
    pert'eicao, para caixeiro de alguma casa coinmer-
    cial, o qual lem alguma pralica tanto do mar
    como de Ierra : a pessoa que precisar, annuncie
    por eslo Diario, uu dirija-sc a ra dos Pescado-
    res ns 1 e 2. 2o O mesmo do outro lado tem uraroiuloera
    Hoga-se aos Srs. devedores a iirma social ^ papel azul claro com a firma e rubrica dos pro-
    ile Leite & Correia em liquidaco, o obsequio! prielarios.
    de mandar saldar seu3 debilos na loia da ra do! 3 Sobr^ ro,ha aclia-se o retrato e firma do
    OiiPimadrin 1(1 inventor C. C. Vristol em papel cor de rosa,
    yueirnado n. U). 4 Que as direcoes juntas a cada garrafa tem
    Urna pessoa de boa conducta se olTerece lima phcnix St.nelhaute a que vai Cima do pre-
    para caixeiro de vender assucar, do que tem sent annuncio.
    Remedio sem igual, sendo reconhecido pelos
    mdicos, os mais iminenles como remedio inal-
    livel para curar escrophulas, cancros, rheumatis-
    mo, enfermidades do ligado, dyspepsia, dcliili-
    dade geral, febre biliosa e intermitiente, enfer-
    midades resultantes do empreo de mercurio,
    ulceras e erupedes que resullam da impureza do
    sanguc
    CAUTELA.
    D. T. Lanman & Kemp, droguistas por atacado
    New York, acham-se obligados a prevenir o res-
    peitavel publico para desconfiar de algumas te-
    nues imitarnos da Salsa Parrilha de Biislol que
    hoje se vende neste imperio, declarando a todos
    que sao clles os nicos proprielaiios da recolta
    do Dr. Brislol, tendo-lhe comprado no anuo de
    1856.
    Casa nenhuma mais ou pessoa alguma (era
    direilo de fabricar a Salsa Parrilha de Brislol,
    porque o segredo da sua prepararlo acha-se s-
    mente em poder dos referidos I.anian iV Kemp.
    Para evitar engaes com desapreciavcis co-
    binaroes de drogas perniciosas, as pessoas que
    quizerem comprar o verdadeiro devem bem ob-
    servar os seguinles signaos sem os quaes qual-
    quer oulrapreparac.ao falsa :
    Io O envoltorio de fora est gravado de ura
    lado sob una chapa de ac, trazendu ao p as
    seguinles palavras:
    D. T. LANMA.N & KEMP
    SOL AGENTS
    N. G9 Water Street.
    1*
    Eslo e acabando soblas de resines a ljSOOc
    sultal a 1JS: na ra do Vigario n. 27.
    Sabo

    New Yovk.
    muia pratica : quem o pretender, annuncie on-
    de deve ser procurado.
    O professorde latim da freguezia
    de S. Jos desta cidade, abaixo assigna-
    do, declara ao publico que a matricu-
    la de sua aula se acha abei ta, e que os
    trabaIhos lectivos da mesma principia-
    rao no dia 5 de evereiro prximo fu-
    turo. 0< interessados dirijam-se a casa
    de sua residencia, n. 33, sita no pateo
    do Terco.
    Manoel Francisco Coelho
    Jos de Oliveira Campos deixou de ser cai-
    xeiro de llamos & Mcdeiros desde o dia 16 do
    corrente.
    Quem precisar de urna mulhcr para fazer
    compras, procure na ra da Gloria n. 50.
    Aviso ao respeitavcl publico e principal-
    mente ao corpo do commercio, que deixei de ser
    caixeiro do Sr. Thomc Lopes de Sena desde o dia
    16 Jo ccrrcule.-i-J/(io< Filenson Fcmande?.
    DEPSITOS.
    Rio de Janeiro na ruada Alfandega n. 89.
    Buliia, Germano & C, ra Julio n. 2.
    Pernambueo no armazem de drogas de J. Soum
    & Companhia ra da Cruz n. 22.
    Ofl'erece-se urna cosinheira para casa de
    homem solleiro : quem de scu prestinio so qu-
    zer utilisar, dirija-se ra de Santa Rita, n. 32,
    que achara com quem tralar.
    Traspassa-se o arrendamento de um En-
    genho muilo peito da prac.a, vende-se urna par-
    te do mesmo Engenho, una maquina a vapor,
    urna desiilacao nova montada de um tudo, 22
    bois de carro, G quartos, e outros objectos :
    iracla-se na ra do Queimado n. 10.
    Precisa-se de urna ama : no paleo do Ter-
    co n. 26.
    Quem anniinciou querer arrendar urna baixa
    paraeapim, querendo urna na estrada doArraial,
    que lem um riacho corrente : procuro a Marceli-
    no JosTLopes na ra do Cotovello em sua ola-
    ria, 9 horas do dia em diante, ou era ;cu sitio,
    nos domingos.
    rochiaes, a continuaco da bibliolheen do
    Crislao Brasilciro, ue se compoe: do lou-
    vor ao sanio nome de Dees, coroa -Jos oc-
    ios de amor, hymnos no Espirito Santo u
    a N. S., a imitacao do de Sanio Amhrozio,
    jaculatorias e commemorsco ao ss. Sa-
    cramento e N. S. do Carmo, exercicio da
    Vja-Sacra, directorio para oraco mental,
    dividido pelos dias da semana, obsequios
    ao SS. coraeao de Jess, saudacocs devo-
    tas s chagas de Christo, oracocs a N. Si>- | miudezas n.
    nhora, ao patrocinio de S. Jos e anjo Ja
    guarda, respongo pelas almas, alm de
    oulras oracoes. Prof;o 320 rs.
    ITADE VARIEDADES, conlcndo o kalenda-
    rio, regulamento des direiiosparochiaes.e
    uma collecco de ancdotas, ditos chisto-
    sos, contos, fbulas, pensamentos moraes,
    receitas diversas, quer acerca de cozinha,
    quer de cultura, e preservativo de arvores
    e fruclos. Prego 320 rs.
    do JoposUo goral do Rio de Janeiro : a tratas
    ITA DE PORTA,a qual, alm das materias do com Almeida Gomes, Alves & c, ma da Cruz
    costume, contm o resumo dos direiios 0. 27.
    Farinha de mandioca
    a tratar com Almeida Gomes, Alves & C.
    a novan. 18.

    VI. A. Caja & C. a cabao o rereberera um
    soriimento de visitas, mantelete?, e casaveques
    i Je grosdinsple preto, de ;osio pouco vulgar, os
    IJ I mais bom acabados que tem vinloao mercado
    O Sr. thesoureiro manda azer pu- em arranjos, e quadades le fazemi... loro para
    blicotjue se acham a venda lodos os dias. senuoras gordas o altas, a.-sim como coniinuo y
    das 9 horas da manliaa as 3 da tarde, lerem um grande soriimento de azeiidas linas a
    no pavimento terreo da casa da ruada 'ro?3S.de seda, linho, algodio, bicos franjas.
    Aurora n. 26* e as casas commissionadas i Peu*'-'s. j* a pessoa que vier a csia casa sahir
    pelo mesmo Senlior thesoui
    ca da Independencia
    bilhetes e meios da primera parte t{;, 83t,0 C,omo maii0r'linarl0 por Pre* ma cm'
    ^ ti- i i modo do que nos annos americios.
    primara lolena do cemiicno de fgua '
    rassu', cujas rodas eleve, ao andar m- Vnjan (].. n/ip IiiA/>AC \v\
    pretenveimente no da 23 do corrente ff aUUU3 HOS \i C^OS \h[m
    mez. Thesouraria das loterias li de Ja-
    neiro de 18G0.O escrivao, J. M. da
    Cruz.
    commissionadas I i'c""-si pe*ua que vier a csia casa satura
    loureiro na pra- I VC51kI *^cs P^s I.he5 to tacto que quizer com-
    n. 1 l elG o^" assin como 'lualll"ef fazenda tanto de
    ratfssiinos.
    Jockey Club.
    t
    Os senhores socios sao convidados a virem rc-
    ceber os seus cartees de entrada o cenviles na
    casa do thesoureiro na ra do Trapiche n. i,
    para as prximas corridas.
    ________Compras._______
    Aviso aos senhores de en-
    genhos.
    gOSlS,
    CO-
    . Compra-se niel em porc&o
    do llamos n 6.
    a tratar do caes
    Corapra-se urna propriedade terrea que seja
    em boa ra: quem a tiver e quizer vender, di-
    rija-se a ra da Cadeia do Recife n. !S.
    Compra-se um casal de escravos. que es-
    tejnm acuslumados no trabalho do campo : ra
    da Imperalriz n. 47 lercciro andar
    Compra-se urna hteira prefenn-
    do-se de mola : na praca da Indepen-
    dencia n. 6 c 8.
    O Preguica vendo cm sua loja na ra do Quei-
    mado n. 2, as seguinles l'azendas:
    Lencos de cambraia lisa muilo una, du-
    zia
    I Ditos de cassa braucos e do cores, duzia
    . Cambraias de corea de diversos
    covado
    I Chitas (rancezasde lindos padrees,
    vado a 2'JO e
    i Chales de merino lisos com franjas de
    retroz, um
    , Dilos de dilo bordados de velludo, um
    Ditos de dito com palmas de seda, um
    Alpaca de seda de quadros, covado
    Meias muilo linas para senhora, duzia
    Dilas ditas para dita, duzia
    Ditas dilas para dita, duzia
    Meias casemiras de quadrinhos, covado
    Dilas ditas escuras com duas largura--,
    covado
    Cortes de dita muiio fina
    Dilos de dita prcla bordada
    Brim branco de linho lino, vara
    Dito dilo dito, vara
    Dito dito dito, vara
    Dito dito dito, vara
    e outras muitas fazenjas q ie IC venderao a von-
    tade do comprador.
    1*800
    1CU)
    2K>
    300
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    DIARIO DE PKRWAMBUCO QUISTA FEIRA 19 DE JAJfclRO DE I86A.
    1 NA RISA DA IMPEMTRIZ N- 27
    MUTA M TftMf S m
    L.
    i .<,h ',a para ve"^er ricas mobilias de Jacaranda e de mogno, ricos vidros de espclho n
    "^ grande? e pequeos, assim como inuitos trastes ayuhos : na mosma loja se fazem ggj
    Italia e se pe na MS!
    torna-se 011-
    pintar, limpa-se a gruda-se estatuas de
    3 pedra marmore, de alabastro e vidros de todas as qualidades torna-so oulra vez lio
    seguro e Impo como o estado primitivo.
    &//* granaos e pequeos, assim como nimios trastes avulros : na menina le
    j/M roriiiiado para camas e janelhs, lava-se chapeos de p'alhinha da Italia (
    r'*/t "ll'ma m,dai lava-se tambera a pnlhinha das mobilias a niais encardida I
    y0. ':1 vcz nevasera ser mais preciso asjnandnr pintar, limpa-se a gruda-si
    Queimado n. 40.
    Grande c variado sortimento
    DE
    Fazendas francezas erou-
    pasfeitas recebidas em di-
    rcitura pelo ullimonavio.
    Dao-se as amostras com pf-nhor.
    Ricos cortes de vestido de seda de cores
    de 2 saias............................
    Ditos de ditos de seda prelos bordados a
    velludo..............................
    Ditos de ditos de seda de gaze phantasia
    S
    ;X9
    ^^m
    "! Hicas rom ei ras defil c de seda bordadas
    f )*L i Taimas do grosdenaples bordadas......
    22? I Chales de touquiui brauco boadadosa
    p&> 30j>c.................
    gjg? i Gresdenaple du cores de quadrinhos co-
    I-m/. vado.................................
    ^&$.^m$&mM']fi>~il?^dho Uso COTado................
    Relogios.
    De novo rhogiiram os afamados relogios in-
    glezes de ouro.de patente, o esto venda no
    armazem de Rostro Rookei & C, praca doCorpo
    .Sanlo n. 48.
    2?^ Vi nlem-se 20 escravos de ambos os se-
    xos sendo 3 mnlitinhos proprios para pagens, 2
    n: le ues do 12 anuos, escravos proprios para
    todo o service e 10 escravas com habilidades e
    sem "las, lodos se vendem por procos comiuo-
    dos, a prazo o a dinheiro e lanibem troca-sc : na
    ra Direita n. 60.
    Oleados pintados
    a 2#i)00 o covado.
    Lindos padrocs e boa qnalidado : na orara da
    mu!, iiria h. 24 a 30,cli3pelariade Joaquim
    ira Maia.
    Vidros ara vi-
    Seda branca lavrada covadoIgOOO a___
    Grosdenaple preto lavrado covado......
    , Dito dito liso encorpado a IJJOOOe....
    Dito dito cora 3 palmos de largura a
    j 1S60 e..............................
    Sarja do coros larga com 4 palmos de
    I largura covadoa......................
    ; Cazo de seda da China de flores e listras
    covado a............................
    j Follar de seda de listras gesto novo co-
    vatfo...............................,
    Salta) de escocia e diana de seda covado
    Caixas rom 32 libras de mararrn, rcccnlemen-
    iseobarcadas a 45 eada urna, dilas dp aletria
    com o mesmo peso a 6t. na praca da Indepen-
    dencia II. 'zi.
    Vendem-se fogoes de ferro econmicos, de
    patente, para casas de familia, contundo 4 forna-
    b is, e torno para coziuha com lenha ou carvo,
    ptima invenciio pela economa le gastar um
    trro de lenha ou cmo dos anligos, e de cozi
    nhar com mais presteza, tem a differenca do se-
    rem amoriveis, oceuparem pequeo esparo da
    casa, edn fcil condurco: vendem-se por pre-
    eos muilo mdicos, na fundicao de Francisco A
    Cord isa Mi iqnila] ra do Br'ura, e as lojas de
    ferragens do Cantoso, junto a Gonceico da pon-
    Itei fe, e ra do Queimado n. 3).
    Na loja do ser tae jo, rua
    do Queimado cu 43 A.
    Rercberara em direilura de Franca, decncom-
    meuda, os mclhores chapeos do castor rapadoss
    sendo brancos c pretos, e as formas as mais mo-
    dernas que tem vindo ao mercado, c por me-
    nos que em oulra qtialquer parte, assira como
    taml ni tem um grande sortimento de enfeite,
    de vi : ilho pretosc de cores pelo diminuto prc-
    \% cada um, assim como tem chapeos de.
    draca.
    A6$acai\a: na ra larga
    do Rosario armn7fm do 1mir>.i n'*0^ d,c flores "ovosdesenhos corado
    !.. lUUZLin (le lOl^a. Barejc do seda de varias quatidades co-
    v id ros para caixilhos. u^d,v;.........................
    v j 1 __ l co velludo de cores c.ovado..........
    Na ra larga do Rosario loja n. 28 Velbulina de todas as cores............
    armazem de louca, mandam-se botar vi-! Setim de todas as cores liso covado ...
    dros em casas particulares porpnm\^^!^I^J^!itum*"'ti:-
    i n > i-iuia iiancc/as liaras e escuras o 200 o
    muito commo.lo, assim como vendem | Catemira preta lina algOOe..........
    se vidros aretallio do temanho mais ne-' 1>a"", Pr"ln o de cor lino provade l-
    ,>.,, r Uiaoa30a..........
    qucDO ate mais de G palmos- cortes de casemira de raraBf!....!.!
    Ra da Scnzala Novan. 42 (C"SSf!*.!?..!!f?..!
    Veiide-se em casa de S. P. Jonhston & C. ya- Ditas francezas milito nsa.'.'.'.'.'.'..!.'!!
    quetas Je lustre para carros, scllins e silhes in- Manguitos de cambraia transparente bor-
    glezps, caudeeiros e casticaes bronzeados, lo-; dados niuito ricos....................
    nas inglezas, lio de vela, chicote para carros, e j Golinhag do cambraia bordadas de ponta
    montana, arrcios para carro de um e dous cval-
    os, e relogios d'ouro patente inslezes.
    Ditas de dito bordadas a 600a...
    Tiras e ntremelos de cambraia bordados
    lucas maulas prelas de linho para se-
    nliora
    u
    C?B I V MACOPIIV fi ?taiSdtasde blnd brancas e prelas..
    APjIjlirJ i?tlYltfil \ ^ ,'!,alc3d<-' sada decores, prctos eroxos..
    KJMJ*JUCJ L1i\JkJkJMJ*J*.Q Ditos de merino bordados com franja do
    be f| seda.............................'_...
    11 (DI1D llMilLi a & 'Ij9 Idios de dito liso ditdesed!!!;!!*.!*.'
    a | l>Mo de dito dito de la.................
    ) fe Dito de dito eslampados fino lisiad
    em garrafas e meias gar-
    rafas.
    C.J.Astlev&C.

    SegnrocoDraFogo
    ._de
    seda
    l-eiicos de cambraia de linho bordados
    finos.................................
    Hilos de aluodao dVa'yri'lhoSo'o!!.'.'
    Capellas brancas para loiva............
    I'.nleites devidnlho preto c de cores....
    , Ql Aberturas
    fe
    eol do panno a ljJOO cada um em perfei'lo esta-
    do, aberturas brancas muilo linas a 320, ditas de
    : linho a 1 una, cambraia pela li;,3
    rado, c a vara a 5G0,e a 640, gangas
    a ~'M. brim branco de linho a la200 a va-
    le velludo de tu-rta-corespretos a
    I, ditos prelos a 8 e a 9$, calcas de case-
    6r a 7, 8 e ll.j, ditos prelos a 7, e
    ' blletes Je gorguro a 4, 5 c 0t>, saceos pa-
    lle diversos lmannos, eiascruas, por
    indi 5o, a lj>500, ditas a 1GI)) e 2-J a
    duzia, finas a a e -.s", chapeos enfeitados para
    meninos e meninas e senhorasporquatquer pre-
    cn, e ludo o iuais aqui se encontrar o preco,
    e uiu se deixa de vemnder.
    500 rs. a peca
    de fila de velludo de um dedo mnimo de largura
    tOru 10 112 varas, bandos de crina para senhora
    muo bonsa 40o rs. o par, pulseiras do cotilas,
    para senhora 00 meninas multo lindas a 160 rs.!!
    para acabar : na loja de miudezas do aterro da
    Boa-Vista n. 82, quasi confronte a matriz.
    C";
    U
    LONOOES
    AGENTES
    C J. Astley & Com pais a.
    Meias do seda de peso ^,1MM Klim.......
    para senhora, brancas e prelas, e para meninas, i ^asacas de panno preto muito tino 103 e
    para camisa de esgiiiao de
    linho.................................
    Ollas de dito de algodao brancas z de
    cores..................................
    Saias balao modernas..................
    Chapeos francezos forma moderna......
    Gravatqs ae seda de pona bordadas a
    velludo ..............................
    Camisas francezas de cor e brancas
    finas a 1-3600 e........................
    Ditas ditas de fuslao branco e de cor!','.'.
    Ditas ditas de esguiio muilo finas mo-
    dernas ..........................
    ISeroulasde brim de algodao e de linho
    UjOaleas de casemira preta setim 9$ e....
    y j Ollas do ditas de cores 8$ e............
    Hila de nieia casemira .................
    1 Olas de brim fin e varias qualidades
    , 09 e Colleles de velludo, gorguriio,
    casemira c setim..............
    2
    80$000
    18200
    I58OO
    23600
    28000
    23500
    2S500
    1&500
    1*000
    1*.000
    ljnoo
    900
    500
    1J500
    700
    800
    500
    320
    23500
    7g000
    75000
    1$000
    500

    lgOO
    9
    I
    i
    8
    7&500
    7*090
    iciooo
    4S500
    8?000
    Si
    IcODO
    3
    9
    3
    %
    69OOO
    8500
    3
    91500
    89500
    Machinas de costura
    de S. M.Singer &C. de
    New-Yorlt, o mais aper-
    feigoado systema, fazen-
    do pospouto igual pelos
    dous lados da costura,
    garante-se a seguranca
    das o achinas e manda-
    se ensillar nas casas de
    familia, bem como se
    moslram a qualquer ho-
    ra do dia ou da noile
    nesta agencia : nicos
    'gantes em Pernambuco Rayraundo Carlos Le-
    la v Irmo, aterro da Boa-Vista n. 10.
    . Vendem-se 2 bou ucostiimados a liabalh.ir
    cm carros Gaalfandega, muilo bous : em Santo
    Amaro ao pe da fundico, taberna du Jos Ja-
    ciutho de Carvallio.
    AAiETSClA.
    Rap.
    FINDICSO LOWMOW,
    Roa da Senzala Itova n. 42.
    Neste cslabelecimenlo continua a haver um
    comapleto sortimento de moendas e meias moen-
    das para eu3enho, machinas de vapor e taixas
    de ferro batido e coado. de todos os tamanhos
    para dto.
    Cortes de vestidos
    de seda
    Va na ipoilas acaba le icceber pelo ultima Pal i IOS de Brim 34000
    2$000e 2$S00 a eca. nny'0irdd<*fl,1aY^um^tp's10sor"j ^^00^^.19.^0.^0.
    ., M+w-v u ['^V"iliracntode>esliilsdese(Iade 2 saias, I do Palitos de ri.n a 3aooo
    dem por preco commodo. i^OlJeilclS U.e Cllltl
    Vende-se rap do Lisboa na ra larga do Ro-
    sario passando a botica du Sr. Rarlholoineu n
    segunda loja de miudezas n. 40, rap grosso, di-
    to mcio grosso, dilo gasse fino, dito Paulo Cor-
    deiro, dito Meiron, dilo rolo fr.mcez : lodo este
    rap vpnde-s&em libras c tamban em oitavas.
    ludo muito fresco.
    Vcnde-se a taberna da ra do Amorira
    n. 17 por eu dono precisar de ir tratar de sua
    saude quem a pretender dinja-se a taberna ou ;
    ra do Gordonis n. 9 que achara com quetu
    tratar.
    == Farelode Lisboa suppriora 5--500, chegadi.
    ullimamente; na ra do Vigario n. 19, prime i
    ro andar.
    brancas e ciscadas : vende-se na loja de Leite *brecasacos e paletols de pauuo preto
    & Irmao na ra da Cadeia do Rerife n. 48. !, 25 .....................'......
    >fcSL5MUM na ,: ,, j .. B99E9ig:j PaletoLs de casemira mesclada colla de
    velludo.......
    para
    neiro.
    Vinhos linos de Champa-
    nlie c Moselie.
    Lonas da Russia e Brim
    devela: no armazem
    de C. J. Astley fe C.
    Chapeos de castor preto
    e braneos
    4 rodas, bem cons- nZ^S^^. "' VCDdCm"SC
    5-se
    Folha de cobre e Metal
    amarcllo.
    Estanho em barra e Pre-
    gos de cobre.
    Ahiinde eVerniz copal.
    Folha de Flandres. r,SiailAfi Aa vaA*\ wknM
    Palhmha nara marci- i Pfi<*F*S 1C SCi fStig
    scnliora.
    Ditos de alpaca pula muilo finos......
    r Oj'os do merino setim prelos e da coros
    Olios de tocia casemira..................
    p j!'"s de alpaca pretos e de cor forrados
    g, j Ditos de brim branco epardo finos......
    fe Ditos de brim de quadrinhos linos
    I, 3j500 e..............................
    -,_ Dilo le alpaca preto e de cores___......
    g Relogios de onro palen........tos......
    - '- "i;:: --- wei&-erfiiii^!et
    usooo
    1(13000
    450(X)
    59000
    40OO
    359OOO
    issooo
    1000'i
    7000
    69500
    oyjoo
    5g000
    :tg5i
    S
    Algodao trancado americano branco, proprio
    para loalhas e roupa de escravos, com um pe-
    queo loquo de agua doce : no armazem de fa-
    zendas da ra do Queimado n. 19.
    Chcguem ao barato.
    i ^^'^ & Irmo continuam a torrar na ra
    da Cadea do Recite n. 48, pecas de cambraia li-
    sa com 10 jardas a 49500 c 5g, lencos do cam-
    braia de linho a 3 a duzia, cainbraas muito li-
    nas e de linios padrocs a CO a vara, meias li-
    nas para senhora a 39800 a duzia, dilas cruas In-
    glezas para l.omem e meninos, chales de meri-
    no lis os a 4g500, e bordados a 6, paletols de
    alpaca preta e do cores a 59, ceroulas de linho
    c algodao, camisas iuglezas muito superiores a
    609a duzia, organdys de lindos despulios a
    lolOO a vara, corles de cassa chita a 3$, chita
    franceza a 240, 280, 300 e 400 rs. o cova lo, pecas
    de madapoln com 30 varas a 4^800, 53, 5g.>0,
    6,7 e 8g, chitas inglezas de cores lixas a 200 rs o
    covado, loalhas para mesa a 3 e 49, corles de
    calca de brim de linho a 29, dilas de meia case-
    mira a 29240, vestuarios bordados para meni-
    nos, e oulias muitas fazendas que se vende por
    barato preco.
    Em casa de N. O. Bieber
    i C. ra da Cn 4, vende-se ;
    Champagne de qualidade de marca acre-
    ditada na coi. ..
    Tinta branca superior em oleo, latas de 25 li-
    bras, por commodo preco caixas de 4 latas.
    Verniz e rerniz copal.
    lgodaozniho da fabrica Todos os Sanios da Ba-
    bia.
    Brilhanles de diversos tamanhos e de priracira
    qualidado
    Chapeliuas de seda e de
    velludo para scnliora.
    Ricas chapeliuas de seda c de vellu-
    do para senhora: naiua do Queimado
    u. 37, loja de \ portas.
    Golas e manguitos.
    Ricas golas c manguitos de cam-
    braia : na ra do Queimado n. 37, loja
    de 4 portas.
    Manteletes
    ea
    a 2#000.
    Ra do Queimado n. 19.
    Armazem de fazendas
    Ruado Queimado u. 19.
    Saias bordadas a 3200
    Corle de riscado francez 13 covadcs'a 2500
    Chapeos emfeitados para menino
    Cinta a ICO covado
    Pecas de chita miuJinha fina com 38 covado-
    a 5500
    Crambraia miunlia a 500 a vara.
    Dita a 400 vaia.
    (lales pseuros nara ir an banlio 400
    nas mluda
    e esc t-
    Ricos manteletes de grosdenaple ri- lr\' pfsruros Para '.'*,
    menle bordados: na rMltBi-|a;j/3niJT
    Um completo sortimento de madapolao.
    A' 2000 a duzia
    sorlimenlo de cha-
    peos.
    Ciiapco3 de castor prelos de superior qualida-
    de a i, ditos francezes do seda a 7g, ditos de
    castor brancos a lg, ditos de velludo a 8c 9;\
    ditos da lontra de todas as coics muito finos, di-
    tos de palha inglezes de copa alta e baixa a 3 e
    a|, dito.-, de fcl tro, um sortimento rompido, de
    500 a tioOO, ditos do Chile de :i5(JO, 5, 6, 8,
    , Ule 125, ditos de seda para senhora, dos mais
    nademos, a 12$, chapeliuas com veos do ulti-
    mo gusto a 15j, enfeites Qnissimos para cabera
    a 43'iO e 5&, chapeos do palha escura, massa e
    seda, muito proprios para as meninas de escola,
    sendo os seus preeos muito em conta, ditos para
    baptisado de meninos e passeios dos mesmos
    tendo diversas qualidades para eseolher, bonets
    de galn, dilos de marro juirn, ditos de vellu-
    do, dilos enfeitados, chapeos do boa qualidade
    para pagem, chapeos de sol de seda para me-
    ninos de escola, e mesmo para senhora e para ho-
    mens ; linalmenlc oulros minios objectos que se-
    na enfadonho mencionar, c ludo se ven de mui-
    lo em conta ; e osscnhores.fregezes & vista da
    fazenda flcarao convencidos da verdade : na bem
    eonhecida loja de chapeos da ra Direita n. Gl
    de liento de Oarros Feij.
    Taclias para engento
    Fundigo de ferro e bronze
    do n. 37, loja de 4 poetas.
    Terites de tartaruga.
    Ricos pestes do tartaruga para atar
    cabello: na ra do Queimado n. 37, Len.ps (o cambraia para algibeira-2,000 adu-
    loja de 4 portas. i zia run Qamado 19.
    Camisas francezas
    Ricas camisas francezas tanto de,
    ocio de linho como de algodao o lie fo
    lao: na ra do Queimado n. 37, loja i!;1
    poi
    11IS.
    Corles de cambraia prelas
    Na ra do Queimado n. 19.
    A prazo ou a di-
    ir
    Saunders Urotl.ers 'v C. tem para vender em
    tem, na praca do Corpo Santo n. 11,
    - pianos do ultimo goalo, leeentimente
    los, dos bem conhecdos c acreditados fa-

    -. -
    -,;
    i
    brieanles Broadwood &Soaa de
    muito proprios para este clima.
    Londres, e
    o e forte, com assento para 4 pessoas de
    um assento para boleeiro e criado fra,
    forrauo de panno fino, e ludo bem arranjado :
    para fallar, com o Sr. Poiriei no aterro da lioa-
    . n 11 riptorio do James Crabtree & C. n.
    42, ra da Cruz.
    iua do Queimado
    loj.i de \ portas u. 10.
    Aviso.
    N'o armazem de Adamson, Ilowie & C ra
    do Trapiche n. 42, venlo-se selins para horaem i
    e penhora, arelos prateados para cabriolet, chi-
    cotes para carro, coleiras para cavallo c'.c.
    Em casa de Rabe Scbncttan
    Campos & Lima tem para vender :^'i
    m chapos de seda para senhora a lftj cada ?
    m ar o.n : na ra do Crespo n. 12 fj?
    m\ Vende-se duas casas terreas em Olinda : a
    ; Iratar na roa larga do Rosario n. 46.
    Vende-se urna preta moca del7annos, que
    faz lodo o servieo de unta rasa, ou troca-se por
    iiin prel Santa lula. J
    = Vende-se um sitio de loria, rom duas ca-
    sas de vi venda, um quarto para lanerna, no dis-
    j trillo d- Santo Anlao, fra da cidade meialegoa,
    chamado Peupenzinho, proprio para engenho :
    ! quera o pretender, falle com Joaquim Domiugues
    nos Alogados.
    c,
    ra da Cadeia n. 37, vendem-se
    RELOGIOS.
    Vende-so em casa de Saunders Brothers &
    i C, praca do Corpo Santo, relogios do afania-
    do fabricante Roskell, por preeos cominodos.
    e lambem Irancellinsecdeias praos mesmos,
    Ainda re-lam algumas fez-n.lis para conclu- alegantes pianos do afamado fabrican- deencllenle eoslo.
    ra liquidacao da Gima ue Lcile guaesse vendem por deu.iiito preco, endoen- r < A i S Alla^
    Botica.
    Bartholomeu Francisco de Souza, ra larga
    do Rosario n. 36, vende os seguintes medica-
    mentos :
    liob L'Affectcnr.
    Pilulas contra sezocs.
    Ditas vegetaes.
    Salsaparrilha Bristol.
    Dita Sands.
    Vermfugo nglez.
    Jarope do Bosque.
    | Pilulas ami ric.anas (contra febresj.
    19000' Dngtiento Uolloway.
    1600
    2*ti00
    45000
    3*000
    45000
    25000
    -r)000
    OHOO
    fj-.iae- su venaem por aeuunulo preco
    tro outr: s as seguintes :
    M jos de meis cruas para liomem a
    Ditos de ditas decores
    3)it >s de ditas cruas muilo superiores
    Dro de d'ios para senliora
    Dios .o ditas muito finas
    ' res de caifa do moia ciseraira
    Ditos de dilas de casemia de cores
    Ditos de ihlas ;lc case.nira preta a 59 c
    Brim trancado branco de linho fino
    vara
    Coi les !e colele de gorguro de seda
    Tao prelo fino, prova de limao 39 e
    Grvalas Je soda pruta e de cores
    Risca.los francezes, largos, cores fixes
    covado 200
    Cliitas francezas largas finas covado 240
    Ditas estrellas 160
    Riscados decassa de coros lindos padrocs e
    iipcrior qualidade covado 280
    Cassas .lo cores covado 240
    Pesoa docassa branc bordada cora 8 va-
    ras por
    Tiras borda las
    Cambraias lisas muito finas poca 49000 I
    Ernestinas do cores para vestidos covado 240 | Porta da alfandea-
    Altenco.
    Vendem-se livros em branco
    de todas as qualidades, pianos dos fi
    mais acreditados fabricantes da g
    Europa : era casa de D. P. Weld C
    & C. largo do Co'-po Sanio n 13. *
    ty8'';l ;:$@Wfl3||3:;

    n
    9
    459000
    13T0OO
    Froeisco Antonio Corrcia irdozo,
    tem uui grande sortimento de
    tachas do ferro fundido, assim
    comose faz econcerta-se qual-
    quer obra tanto de ferro fun-
    dido como batido.
    SYSTEMA MEDICO DEflOUOWAY.
    PIL1.AS HOLLWOYA.
    Este Incstmiavel especifico, composl i intoira-
    menle de hervas medicinaos, nao conten mercu-
    rio, nem alguma oulra substancia del. cteria. Be-
    nigno ,-', mais tenra infancia, ea complcic.ao mais
    delicada igualmente prompto e seguro para
    desarreigar n mal na ci mplcico mais robusta ;
    inleirar.iente innoc ate em suas operacoes e ef-
    reitos; lis busea e remore asdoencas de qual-
    quer especie egro por mais antigs e leazos
    que soja ni.
    Entre milhares de pessoas curadas com este
    remedio, muitas que j eslavam as portas da
    mortc, preservando em sen uso: conseguiram
    re obrar a saude e forcas, depois de haver tenta-
    do intilmente todos osoutros remedies.
    As ma s affliclas nao devem enlregai se a de-
    sesperaco; facara um i ensaio dos
    efficazes effeitos desta assombrosa medicina, e
    prestes reruperarao o beneficio da saude.
    Nao se perca tempo em tomar esto remedio
    ia:a qnaiqucr das seguintes enfermidad :
    Accidentes epilpticos.
    Alporcas.
    A mpolas.
    A reas (mal de).
    Asthina.
    Clicas.
    Conruises.
    Dbil.
    Bonetsparacrianca
    Ricos bonets tic manoquini par
    enanca: isa na do Queimado n 37, lo-
    ja de 4 portas.
    ' Fazendas boas c
    baratas.
    Chapelinas e chapeos de seda e palha
    para senhora, bonitos e bem enfei-
    tados a 155 c
    Chapeos de seda enfeitados para meni-
    ' nas a 89 e
    ; Capellas e enfeites de flores e froco para
    cabeca d" meninas a2000, e para se-
    nhora a .*; i e
    Enfeilesde vidrilboparacabega a335 "
    Chancos pretos francezes, linos, para
    hoincni a 8$ o
    Dilos brancos de castor, modernos
    i Hilos de casemira de cores para horaem
    . Ditos de felrrn Dn is .1 -r, 5e
    I Dilos de dilo Gnissiinos, fita larga
    i Hilos de srda de coie i di licadas
    'Ditos de castor tam bem copa baixa
    finos
    Donis de panno fino
    meninos a 2J| e
    Camisas brancas e com pcitos de core,
    a IJ800 >
    Ditas ditas com ptilo de fuslo, finas.
    2j8O e
    DUascom peito de linho a 3$500, ? e
    Calcas de brim de cores e brancas de
    Ditas de casemira de 1 or e pn-tas a 8S o
    Cclleles de brim c fuslao a 4$ e
    IHius degorgurao de cores a 5 e
    Dilos de velludo do cores a 12g e
    h ciro.
    Vl''"'' -f n 1 o ira da ra da (..da de S
    lo Anl- uiu n. 7, tendo o cunos e 1 i. 1 1 ou
    sera uso alguna : quem pretender, dirija-se
    mesma, que achara com quem tratar
    55000.
    Chapeos de palha escura, copa alta para h(
    mi in, pelo diminuto preco de 5?!'00 na loja d<
    Adriano i Castro, ra do Crespo n.16.
    i
    IO5000!
    9*000;
    12:000
    9SOO0
    14g000
    SOOO
    e^.
    preco e alguma- por menos de sen
    . ti h r para n abar, em pera e a n la-
    \f& Dio: na ruado Queimado" loja de S^J
    tzmrzz"-_ *'t^i ^fTs^
    i. ~ -'. .
    copa
    francezes, jara
    4 os cstudantesde rhe-
    torica.
    mo de poi ica nacional feito poi y.
    1. do HoMorato esl renda na lirraria clasi.
    na pr-n-j de Pedro II n. 2.
    9*000 '^p^- l ->;;
    3#ooo Novos niedicamentos !;-
    Pali lols du
    de."! a
    brim de cons c brancos
    2500
    39000
    5S000
    1 '- D
    \%WS
    GJ
    1OO

    moopalhicos enviados
    da Europa pelo Sr. Dr
    Sabiuo O. L. Pinho.
    Estes medicamentos preparados ere-
    ,.'''- ;nte segundo as neressidades da
    l raeopalhia no Brasil, vendem-se pelos
    preeos conhecdos na botica cenl-a] ho-
    '.: ; meopalhica, ra de Santo Amaro Mundo
    Novo n. 0.
    <&
    ('
    -
    i.
    -

    Ditos de alpaca pr< la o de cores a T>* e
    Ditos lo panno e -casemira prelos e de
    ci res a ^l). il, 24 e
    So'.irecasacos de panno prelo supi ri t
    Vestuarios de fuslao, mui lindos, jiara
    nu nios
    IVntes de tartaruga modernos a 10, l b
    beques entrefinos e bonitos a 3, 5 e
    Ditos de madreperoia a 16, 20, 23 c
    I! a mus de llores finas a \, '!- e
    , Saias a balao \^: boa qualidado a 5 P
    Vestidos de phantasia, de lindas con?,
    a239OOO e
    I Corles de vestido de seda de cores deli-
    cadas, com 2 saias e 2 babados borda-
    dos al!/,, o
    Calcas para mi nios bordadas a 4 o
    Toa1ha3 de algodao e de linho a 1S600
    15800, 2860"i e
    II
    26$000
    3800
    I
    123000;

    C9000
    Ra do
    conf
    imperadora. 6,
    so^ooo,
    ;
    &;oO
    ni ouic aogoz.
    :'- li : di macarrao novo
    ou extenua-
    cao.
    Dcbilidado ou falla de
    forcas para qualquer
    cousa.
    Dysin loria.
    Dor de garganta.
    de barriga,
    -nos rins.
    Dureza no reir.
    Enleiniidades no eAlre.
    Ditas no ligado.
    Dilas venreas.
    Enxaqueca.
    Herjsipela.
    Pebre biliosas
    rebroto da especie.
    Cotia.
    Ilomorrhoidas.
    Hydropesia.
    Ictericia.
    Iudigcstocs.
    Inflammacoi s.
    Ir r cg u a riii. : -
    nniislruacao.
    Lombiigasdc toda es-
    pecie.
    Mal de podra.
    Kanchas na cutis.
    Obstruccoo de reir.
    Phtysica ou consump-
    pulmonar.
    Fieti-icao de ourina.
    Rbeumatismo.
    -ymplonias secunda-
    rios
    Tumores.
    Tico doloroso.
    Ulceras
    A'cnereo fmal).
    Elliiir anti-asmalhico.
    Vidros de boca larga com rolbas. de 2 cucas a
    12 libras
    Assim como tem um grande sortimenfo de pa-l l,ara (:ssa de tralaraeuto : no largo
    pe para forro de sala, o qual vende a medico i b,6a D- 6-
    preco.
    Vende-se urna preta crionla muilo moca, de
    esvelta figura, com urna fllha de 4 annos", sabe
    perfeiamniie eugommar e cozinhar, e propria
    da Assem-
    Superior ao melhor
    presunto de fiambre.
    Llngtiasde vacca emsalinoura vindas
    ?000. c Londres, vendem-se nicamente no
    ^'''U i armazem de Luiz Aunes deronte da
    cobertos e descobertos, pequeos e grandes, de
    ouro palete inglez, para hornera a senhora,
    de um dos raelhores fabricantes de Liverpool,
    viudos pelo ultimo paquete inglez : em casa de
    Febreto internitenle.
    Vendem-se estas pilulas no estabeWimenlo
    geral de Londres n. 224, Slrand, e na loja de
    todos os boticarios droguistas e outras pessoas
    encarregadas de sua venda em loda a America do
    Sul, Uavana e Ilespanha.
    Vendem-se asbocetidhas a 800 rs. cada urna
    dellas, conlom una inslrucco em porluguez pa-
    ra explicar o modo do so usar deslas pilulas.
    O deposito geral em casa do Sr. Soun
    pharmaceutico, na ra da Cruz n. 22, ca Per-
    nambuco.
    CIi.ijs de laa bordados de scJa um 2C0')
    Gro.lenaplo preto, largo cova.lo 1$800 0 29(>00
    Seda, o sarji lavrada UP800 e 2*000,
    Vestidos brancos borlados para baptisado 529000
    Veo* bordados para chapeo
    En're meios bordados
    A ibn Ihado adamascado largo vara
    Lencos de chi la escuros um
    Ga^g-is da cores para pa!ii= covado
    255000
    15600
    200
    Bom negocio.
    Vende-se, rom poucos fundos, a taberna do
    pateo do Terco n. 12 : a Iratar na mosma,
    -45Ra Direita45
    Para homens.
    1*280 j Borzeguiti3 aristocraticos^lustrej OjOOO
    100 Dorzeguins zouavos, obra fortissima [be-
    zerro) 8g000 Na a Nova n. 7 existe um rosto do calcado
    Borzeguins cidados (bezerro o lustre) 850OO; ffancez que foi de oulra loja, e que se vende"pc-
    Borzeguins econmicos 6$000los seguintes procos :
    Sapalcs batedores 5f00(>' Borzeuuins nara senhora ^?000
    Parn sonhnniq ni,os M'"'l ,"onin3s a t 2
    Sapales para meninos a 200 e SjOO
    Vendem-se barris com cal de Lisboa, da mais
    nova que lia no mercado, por preco de 6jJ cada
    um barril: na ra do Brum 11. Ib, armazem de
    assucar.
    Muilo barato.
    Borzeguins para senhora (primeira elapso) 5^00 Vende-se um moleque co/inhciroV na na
    l Ditos para meninas (primeira clnssej 45OOO da Au
    isoia 11. 5 primeiro rndar.
    Vende-se urna potco de hunos en-
    tie.os quaes existem 40 parellias, todos
    mui tos gordos, novos e de bom tama-
    nlio do excellenle carregaraenlo c!ie-
    gado ullimamente de Montevideo: os
    preterdi'ulcs dirijam-se ao trapiche da
    companhia ou ao armozem de carrocas
    em Fora de Portas, de Flix da Cunha
    Teixeira.
    Tachas e moendas
    Braga Silva & C, lem serapre no seu deposito
    da ra da Moeda n. 3 A, um grande sortimento
    de tachas e moendas pora engenho, do mullo
    acreditado fabricante Kdwiu Maw : a tratar no
    mesrao deposito ou na ra do Trapiche u 41.
    2j500
    I-uvas de pellica brancas, amarellas c
    pretas, para senhora 1 homem 1
    Gollinhas bordadas a C00, 801.' 1*200
    '1JW00,2*400 e
    Mai lil is bordados a 2jS c
    Dilos com gollinha a 3^00, 4, 6 e
    Alera deslas, outras muitas fazendas,
    loja de Cimba Silva, na ra da Cadeia. do Re fe,
    se vendem por preeos baratos.
    C nxa 11
    Ditas com omesn u peso de lalharim dilo
    ";l ci ni o mesi i ; sn de aletria
    - com 1 erea de I(2arroba de figos
    | ilos do Aracaty, o par
    Ditos de lustra para senhora idi m
    Sapales de Instre para homem, dem
    2*800 ..
    i I .
    r,^>- ?-,:;:.-^^
    3g000
    3*500
    8^000
    que n.
    .3
    1
    500 rs. ocov-'uli.
    i
    .
    C|Sb
    l
    C'JO

    :,"
    irmazeia de fazendas.
    R
    Campos & I.ima, tem para vi
    r al al .1 com qnatro palmos de largura
    t U rs. o ci .: lo : na rua do
    ln.12.
    !
    ua do Queimado numero 10.; ***
    Cortos de riscado francez 3 li2covados a2*500.1 Amdos americanos e mecliinas
    jpaia lavar roupa: cm casa de S. P. .! -
    bnston Cobertasde caita a 2560:).
    Cha pe i enfeitados para meninos e meninas.
    I i pretos linos, ultima moda.
    Ditos de fellio.
    Cambraia organdys muito fina.
    Chales de froco do tres ponas.
    Ditos de merino bordados do duas ponas.
    Ditos muilo finos bordados a fro: o.
    Ricos chales de tonjuim branco.
    Corles de seda de duas saias.
    I.uvas enfiladas.
    Manteletes prelos bordados.
    Lencos para algibeira, brancos, a 2g a duzia.
    d.
    51
    Rua do encimado n.
    A 30JJ cortes de vestidos de seda que rustir m i
    G0; a 16a cortes de vestidos de phantasia que.!
    custaram30$; a 8f cbapelinbas para senhora:1
    na ruado Queimado n. 37.
    Brim truncado de linho lodo
    preto,
    fazenda muito superior; garanlc-se que nc :
    desbota : na rua da Cadeia do Recife n. 4S, lo-
    ja de. Leile i Irmao.
    Enfeites de vidrilbo e do retroz a 43 rada !
    um : na rua do Queimado n.37, loja de 4 portas.
    'cchina sem igual.
    Enfeites de vidrilbo preto os mais modernos,
    vendem-se por 3j, na rna do Crespo n. 16, loja
    da esquina da rua das Cruzes
    do deposito geral do Rio de Janeiro: a tratar
    com i'asso iv Irmos.
    Farinha de mandioca
    nos armazens do Tasso & limaos.
    Milko
    nos armazens do Tasso & Irmaos.
    Vende-se a obra de Casos do Coiucier.. a,
    de Benedicto XIV. e os exercicios de analyse lo-
    ica c grammatical: na rua do Queimado o. 43.
    Pfa rua do Queimado
    numero 19.
    Chapeos prelos de primeira qualidade, e
    rraa elegaule a Isg cada um.
    Nova iiivencao a^erfei-
    Coada,
    Bandos ou almofadas
    de crina para penteudos de
    senhora.
    Vende-so nicamente na rua da Cadeia d
    cite n. 48, loja de Leite Para mesas c
    camas.
    Toalbas de algodao alcoxoaJo paia mesa
    dol. 1 1:2, 2,2 li2c 3 varas a bO).
    1$500, 2, 3 e
    Ditas de linho de 2. 3, 3 \\2, S c 4 Ii2
    varas de 4,t a
    Dilas de dilo muito superiores de 2 a 5
    varas a 0,8,10, 12. 14 e
    Atoa I hado do duas largura*, trancado e
    adamascado, vara a Ig, 1^200 e"
    Guardas-roupa de algodao alcoxoado,
    duzia, a 2$ c
    Ditos de linho a
    Bramante de linho para lenco com Se
    10 palmos de largo a lsSti c
    Toalhas de linho com labvrinlho para
    reslo a 3j" o
    Babados de linho para lencoe-, toalhas
    e camisas de linho, pocas de 30 raras
    a2*r,00,3?e
    L oulros muitos artigos, quena loja de Cunh.<
    oc Silva, na na da Cadeia do Recife n. 50 esqui-
    na defronte da rua da Madio c Dcos, venden -
    se tralos.
    iv fj
    MfOG
    lCfOOii
    |#Ov
    Sg6 l -
    400ti
    S5400
    SfSOO
    N
    -
    I
    II A


    DIARIO DE PEBKAMBUGO. QiiNTA FEIIU 19 DE JAKEIRO DE 1860.
    ("O
    Escrava.
    Vende-se una bonita escrava preta, crioula,
    iJade de 20 anuos, engorama, cose, borda e co-j
    inha o diario regular de urna familia ; bem co-
    mo um moleque da mesma idade, sonco maisi nic,l0s ',0 1e oni qnahiuer outra parte,
    ou menos, boa figura, robusto, e propcio para!!0 1,lua,cl,IPr lerramenla, tira-sc e chu
    Btalas baratas!!
    Gigos de 32 libras a 1J400 pora acabar: na
    na da Madre de Dos n. 8, armazem de Valon-
    ea & C.
    Defronte da matriz da Boa Vista, n. 86, ven-
    dem-se o alngam-se bichas de Haroburgo, por
    amola-
    . .......vara, "- c ciiuinba-se
    :ualqucr servico : na ra do Qu'eimado n. 35. i denles sangra-so e az-sc ludo quantu pertcnce
    - VondeVa-se garrafa, e botija* fa- a a{,e.dc barbc,r0' ,
    aias : na rm Vellia n. 67. Ln roS em DraUCO para GS-
    Rotulos para charutos. B criplorio.
    Ha um grande sortimenlo de rtulos para ca- fennrs de aro de 50 quolidades dilTerentes,
    xas de charutos, para garrafas de licores, lanin en,re L'"'!s ,os '""""las pennas inglezas do pro-
    de bojo como de gargallo. em branco, para nellpe ilossor ?.c"ul e conhecidascom o nome de pon-
    se escrever o que se qnizer, de botica, para cal- ',ils cWPl>C8a, tinteiros de porcellann e de [
    xas de th, viudo do llio de Janeiro, de vinhos i ,' la,,es1 c,a'u,lras. cscrevaninhas, segurado-
    FABRICA
    DE
    Sita na raa Imperial n. 118 e 120 jonto a fabrica de sabo.
    37 loa do Queiraado 37
    Loja de 4 portas.
    Chegou a este estabolecimento um completo
    sortimenlo dc obras fei.as. como sejam : fa.e- ^bST^T^SS^T^SS %S!
    oils de panno lino de 168 ate. 28g. sobrecasacas *" p ""
    -^anno fino preto e de cores rauito superiores I Vende-se superior linha Je algodo, bran-
    -?, um completo sortimenlo de paletots dc ccs e do cores, em novello, para costura : em
    Precisa-se de costureiras de aliialc de todas
    DE
    Scksliao J.da Silva i ida or Manoel Carneiro Leal.
    Jo Porto, feitoria, e de caj ; na typographia p 7 papel' ,rraxa Dara amrrar volumes, e Noste estal-clerimcnlo ha <
    encadema. o da ra do Imperador defronte p UIUU0S 0,llr S. Francisco. para as pessoas do rommereio : na livraria ac- para reslilare destilar espirilos c
    demica, ra Jo Imperador n. 21.
    sempre promptos alambiques dc cobre de diflorentes dimencoes
    rados, para destilar agurdente, aparclhos destilatorios conti'nos
    com giaduacao al 40 graos (pela graduayao de Sellun Cartier) dos
    SililAo (le Nailtlia i"."''''rua^ imperador n. zi. melhores systemas hoje pprovados e conhecdos neata e outras provincias do importo, bombas
    Obra completa ntidamente impressa" em milito SeilOreS CnCaderiiaOreS d,e ^^^A^^^'JVf^f* ,d:? repucho la"t0. ?*.vbr? con' de broiue ? fe". lorneiras
    bom papel, e que est usada em'todas as escolas | C ChopclerOS.
    ..-olas, caraibas de mu boa edicao e conside-
    rnvelmente augmentada, economa da vida, urna
    'onfortissima cartonagem, arlhmeti.a n gram-
    il tica do professorCaslro Nones, calhecismo da
    doutrina chrisiaa, mu carrelo, impresso em
    mu ln.ni papel e lypo grande, papel de peso
    tiasparenlepara escrever as escolas com pau-
    ta, almaco de linho. grave, de machina, i te.: na
    lypographia e cncadernacao da ra da Impera-
    lor, defionie de S. Francisco.
    Clscjiieni a Pediiiielia
    do bronze de iodas as dimencoes e feilios para alambiques, tanques etc., parafusos de bronzee
    ferro para rodas d'agua,portas para fornalhas e crivos de ferro, tubos de cobre e chumbo de todas
    eis e
    cocos
    Na ioja do Preguica na ra do
    Queiinado Q, 2. tem para
    vender:
    Clialy e merino decores, oplimo nao sopara
    :>0 armazem de fazendaS de : roupoes evestidos de montana de Sra. coiuo para
    liawmiuilo Carlos Leite AI Te)!"|os n,eni"os a so oo risocov-
    I '*. ... i T__ : o Challes de merino estampados tnuilo finos pelo
    IlIUaO, ruada ImperalriZ II. !deminuioprcSo de 2:500 cada um imissdinas'
    as dimencoes para encmenlos, camas de ferro com armaco e sem ella, fugues de ferro potav
    econmicos, tachas e tachos para engenho, fulha ite 'landres, chumbo cm lencol e barra, zinco em leucol e barra, lsnces e
    armellas de cobre, lenoes de ferro o latao,ferro suecia inglcz de todas as dimenses, safras, lomos
    e folies para ferreiros ele, e outros muitos arligos por menos preco do que em outra qualquer
    parle, desenipenhando-se toda o qualquer encommenda com presteza e perfeico j couhecida
    e para commodidade dos frosuezos que se dignarcm lionrarein-nos com a sua confianca acha-
    rad na ra Nova n. 37 loja de ferragens pessoa habilitada para lomar nota das encoramendas.
    REVISTA HEBDOMADARIA
    COI-LA ROBADO
    de
    a 3!
    riscadinho de bnm pardo e brancos, de braman-
    te, que se vendem por preco cummodo, cerou-
    las de linho de diversos lmannos, camisas
    bancazas de linho e de Jpanninho de 2 al
    cada una, chapeo, franceses para homem a 8#,
    ditos muilo superiores a 105, ditos avclludados,
    copa alta a 13)5, ditos copa baixa a tOg, cha-
    peos de fellro para liomem de 4. 55 cat 7
    cada um, ditos de seda c de palha eufeilados pa-
    ra,meiiina.s a 10, ditos de palha para sonliora a
    123, chapelinhas dc velludo ricamente enfeita-
    dasa 25j, ditas de palha de Italia niuito (nasa
    255!
    ate
    o
    de
    800 rs. a vara, cassas rancezus muilo superiores
    e padres novos a 720 a vara, casemiras de cor- ;
    'es para colletes, palelulsc calcas de 35()0 al |
    4$ o corado, panno fino preto e decoresde 29500
    nlelOg o covado, corles dc collete de velludo
    muilo superiores a 9 e 12$, ditos de gorgurao
    e de tostao brancos de cores, ludo por preco
    barato, atoalhado de algodo a 1#280 a vara, i
    cortes de casemiras de cores de 5 al 9#, gresde-
    naples de cores e pretos de. 15C0 al 3^200 o
    covado, esparlilhos para senhoraa (ig, coeiros
    de casemira ricamente bordados a 123 cada um,
    lencos de cambraia de linho bordados para se-
    nhora a 9e 12v cada um, ditos lisos para ho-.
    mem, fazenda muilc superior, de 12 al 20 a i
    diizio,casemjras decores para coeiro, covado a ;
    2gj00, barege de seda para vestidos, covado a I
    J3100, um completo sorlimonto dc colletes de I
    gorgurao, casomira preta lisa e brdala, c de I
    usto de cores, os quaes se vendem poi barato '
    casa de Seutliall Meilor i C., ra do Tonca
    n. 38.
    Farelo.
    Vndese farelo superior, saceos com 90 e tan-
    tas libras a 5g6O0 : na travesea da Madre de Dos
    n. 18.
    Farinha.
    Perreira i. Uartins em sea armazem na tra-
    AUenco.
    Ven de-se urna botica hommopstica em tintu-
    ras, contendo tividros dos mais necessarios me-
    dicamentos. sendo estes vidroa de onija cada um,
    o urna dita in glbulos com 75 medicameni-n
    diversos, a estas boticas acoinpanham o^ melho-
    res compendios desla sciencia leudo viudo do
    llio de Janeiro de um das melhores consultnos!
    o que ludo se vende por presos eommodos em
    razao do sen dono relirar-se: va do Oneima-
    do 11.II.
    Escra\os fgidos.
    m
    cas a I2S0
    Camisas de cambraia dc linho para se-
    nhoras a 8?. 12$ e
    Manteletes de seda de cores a
    Ortos de seda preta a 20#, 25g c
    Hitos de grosdenaple preto, do ultimo
    goslo, por
    Laas de cores matizadas, muilo bonitos
    padroes, (ovado
    Ditas (ie cores, lisas, de una cor s,
    covado
    Corles de casemira dc edrpara calcas
    Benels de pbanlasia para meninos
    Chapeos dem para meninas
    Golfinhas de mis^angas para senhoraa
    Chales de froco com tres ponas
    Ricos corles de gorgurao para colletes
    Chita franceza escura celara, covado a
    280, 330 o
    Bramarte de linho, l palmos de largu-
    ra, vara
    Guardanapos adamascados, duza, a 10
    12^000 e
    Dito de algodo acolchoados, duzia
    Saias de halo de crinolinc, da melhor
    '! lidade que al hoje leui apparecido
    ni le mercado, de 12$ a
    1 m gmnde sortiuiento de camisas de
    todas as cualidades pata hornein a
    2000al
    Te
    15JO0O
    WStioo (
    angooo1
    305000
    55g000
    0
    6<0
    54000
    3JO00
    s
    $
    A. P. de Carvalke1. V. Silveira da MoltaRodrigo Paganino.
    dem lestemunharas virtudesdeste remedio in-
    comparavel c provar em caso necessario, que,
    Ftigio no dia 27 fe dezembro do anno
    prximo passado, docngenl;< Brejo, fregurzia de
    '&!X;i"r,,1;'l'^/"''-""-'Vr '"'''" ,"""1" taoaUo, oescrvo Alex-indre, cabra,"sanatei-
    Drosulciramcnte saos depois dc haver empresa-i ;ij,j oa_____ .
    do intilmente outros Ir .tmenlos. Cada pesoa 'dade d".30 annS PuUC0 m;,is ou ,neuos' ,,e
    Destinado a resumir todas as semanas o movimcnlo jornalistico e a offerecer aos leilores, con
    Relogios de ouroe prata, Poberlosed68cober-'|Ju.nlamei,tc com a rnvi*la (1 T'e ais nolavel houvcr occorrido na poltica, na sciencia, na indus-,
    tos patente inglez, os melhores que exislem no : 'na ,ou. "as. ''"les, alnuns arligos orginaes sobre qualquer destes assumptos, o archivo umvkbsai m i :? ','::' "l:".'' >,'.' ascuras marai ilhosoa
    mercado, e despachados hoje. vendem-se por tie. JnnPlro dl- IS'->9. em que comejou a publicar-se, tcm satisfeilo aos seus fins, com .. maior P'' ," ,'s ,l;dicos, que Ih as n latam
    raroaveis : no escriptorio do agente Oli-; eMeSd5S p 'egularidade. do os das ha muitos annos ; e a maior .. arle
    veira, ra ta Cadeia do Recie n. 02 r-rimeiro "bUca-se todas as segundas reirs em folhas de 10 paginas, e completa todos os semestres h8 M0 sor.Pendentes que meanupe so
    andar. un volme dc 420 paginas com indic.ee fronlispicio competentes. obres.
    Assgna-se no escriptorio desle Diario, na dasCruzes, e na roa Nova n. 8.
    Preco dd assigualura : pelos paquetes vapor 10$200 por auno ; or navio d
    brasilea).
    mm
    i>m
    vinho do Porto, do mais superior, engarrafado,
    dito champagne, dem, dito muscatcl, dem : no
    lOgOOO I armazem dc Barroca & Uodciros, ra da Cadeia
    OgOOo doRccifen. 4.
    110 A. F. da Suva Beiris
    Quantas pcssoa.s reco-
    esiatura mediana, secco, e pisando mal por cau-
    sa das boba?, que livera nos ps ha um anno :
    e tem o coslume de embriagar-se : de cunia-se,
    que est no Recife ou hainuacj : pele-sc por-
    Il.i algumascollcccocs desde oconieco da publicaco do jornal.
    ie vela 8R moedi '''" "s l M'n,ils. depois de ter permanecido Ion- engrillo, ou
    6 l g -n'pu os hospitaes, onde de viam sollrer a Ferreira ns
    [amputagaol Helias ha muitasque havendo dei-1 m. \',
    2;500
    l-SOOOl"
    tem para vender no seu deposito da ruado Vi-
    gario n. 27, velas de carnauba de 0, 7, 9 e 12
    ,em hbra, ditas de composicode 6e 7, saces de
    *w reyao branco e amarello, ludo se vende em pe-
    quenas e grandes porces, o por menos do que
    fiOOO IeiD a."lra 1aa,flUPr Par,e e compra-se elletiiva-
    meiiic toja ,. qualquer porcao de pingos que caite
    das velas quando acezas.
    toda <
    i por de
    Seos propretarios oTereccm a seus numerosos fregue/.es c ao publico em geral,
    qualquer obra manufacturada em seu reennhecido e.slabelecimento a saber: machinas de x
    todos oslamanhos, rodas d'agua para engenhos todas de. ferro ou para cubos do madeira, inoen-
    dase meias muendas, tachas de ferro balido e rundido de. tolos os tamaitos, guindastes, guin-
    chos o bombas, rodas, rodetes, aguilhoes c boceas para fornalha, machinas para amassai man-
    dioca e para descarocar algodo, preneas para mandioca e oleo de ricini, portees gradara, co-
    lumnas e moinhos de rento, arados, cultiva loies, pontos, 'aldeiras e tainjups, boias, alvaren
    raram com este soberano remedio o uso de seus lan, n'I'"-' o enconlrar quelra leva-lo aquello
    Ion- engenho, ou ao escriptorio do Sr. Manoql Ahes
    a ra da Moeda ; o prometle-so
    . xado ess'es asjlos de padecin^los^sent am *" P r
    submclterem essa operacao dolorosa forana Dasapparcciu o hscravo Virginio, mu-
    I curadas completamente, mediante ousodesse ''<>. Jado parlo da quarenla annos, rosto com-
    i-r^i.^remedio. Algumas das toes pessoas na prido, pouca LarL.a anda calcado, o filh do
    enlusao de seu reconhecimenlo deelararam es ,- ,
    ! tes resultados bi-oeficos diante do lord eorroge- "?*:eonsU 3U6 poraa1' seU!ra de c:,nmi1"7.
    dor c uniros magistrados, afim de moisautenti- P* Vllia deSa'ooera. Quero a irpprthcnder, e
    carera sua Crmaliva. conduzir a ra da Cadeia do Recife n. 38 pri-
    vesslbasutocrn^ **" "?" wa "^""f P!"^
    sncaixolar despachar,
    presteza possive
    Acabado chegar ao armazem de fazendas
    da ra da Imperatriz n. lo, o seguinle;
    Ferros de engommar
    econmicos, do melhor autor.
    Chafla.
    Preparacao propria para tornar as rao'.iiiias
    usadas um novas.
    Panno como,
    Farinha de milho americana, cm barricas,che-
    2ada no ultimo navio dos Lstados Unidos: nos
    armazons dc Tasso Irmos.
    que e ptimo para fazer guardas-lamas de*carros
    imaisincorpado, e pelo e lustroso, do que o
    melhor couro de lustre.
    Para lora da provincia.
    Vende-se um escravo bonita Ugura, rrioulo,
    dado 30annos, pouco mais ou menos, perfeilo
    cora M
    Svi^r
    graos.
    DO
    i'.Si'

    9

    Cortaduras.
    Dores ue c.abeca.
    das costas.
    I membros.
    Enfermidades da cutis
    em geral.
    Rilas do anos.
    Erupeos e escorbti-
    cas.
    Fstulas no abdomen.
    Frialdade ou falta de
    calor as extremida-
    des.
    Frieiras.
    Gengvas escldalas.
    I' ch.icoes
    Inflamciacio do ligado
    rdadeirocom 44 3 RIJA Ox%GEllMIACASAIMFIJitO^O 3
    uVieiroeiardineiro.advirtindo-seporem, so- o--, chegado da Europa, as. garrafas ou as ca- A^.AkJ.AWV UlWAV *
    bre a clausula da ser para lora da provincia:'
    juem convier dirija-se a roa da Cadeia, loja de
    Sampaio silva v C.
    Na ra do Rosario larga n. 38, segundo an-
    I ir, existe para se vender duus esclavos pecas de
    desoito para vinle anuos de idade.
    Vende-se este ungento no
    g"ril de Londres n 224. Strand,
    ninho, (.>.i
    Teixeiro Bastos, o escravo rrioulo, de m n I'
    nodictn ; representa 25 a i0 annos de idad pou-
    | co mais ou menos, sem barba, altura regular,
    c irpo igualmente regular c bem feito, levou rou-
    ; pa, constando de caigas de casimira, jaqm
    panno fino azul, camisas brancas linas, calcas :!
    gauga o de brim trancado branco, chapeo redondo
    Je fellro escuro, e uma i-*de, indo usado. I se-
    guido por urna mulhei forra, cor fula, de non:o
    Qandida,' ue consta ser natural de Uacei. usa
    I cabello atearrado. O escravo natural di r-
    gipe, notulu li ni mili, hoje forra.
    Ro^a-sca quem o aprehender de entieg r no
    ! Mangiiinhti cm casa de Jos T. Bastos, ou iicsta
    i cidade em casa le Restos \ Lemos, ra do rra-
    , pichen. 17. que ser generosamente rccompci -
    sado.
    100$ dc graliflcaco
    a qiiem pegar o escravo Joaquina, fgido cm
    dezembro prozimo passado, com js -
    |guiles : cabocio, de ida le de 27 annos, pouc
    mais ou menos, baxo e chcio do corno rosto re-
    "s .i" s'pena0" <^!^.o. wbelloduiwi e cor,:,-., oLsi pardos.
    mentratatoquenecessitassi a natureza doma!
    rujo resultado seria proa rincontcstavelmeule :
    Que ludo cura.
    {9 ungummUt Ie at, mais partien-
    nos seguntes casos,
    Inflammaco da bexiga,
    da matriz
    lepra.
    Male.-; das prnas.
    dos peilos.
    de Olhos.
    Mordeduras de repts.
    Picadura Je mosquitos.
    Pulmoes.
    Queiraadelas.
    .Sarna
    Supura^cs ptridas,
    linha, em qualqui r ar-
    te que seja.
    Tremor de ervos.
    Ulceras na bocea.
    do ligado.
    das articulaces.
    -V-t-. 19 I 9 I 9o
    ~z o. ^ >j
    * _- S 2 2
    --=, = -. 2 g
    = 33
    - o o-
    S =
    S S ** p i H-S
    a -1 2
    s ct-
    ffi =3
    - a S SL"" "5
    g.= *2.q*8".s
    S r/:"? c'- "= "H
    jas : na ra larga do Rosario n. 36.
    PotassadaRussia
    E CAL DE LISBOA.
    No bem conhecido e acreditado deposito da
    ra da Cadeia do Recife n. 12, ha para vender
    potassa da Russia e da do Rio de Janeiro, nova
    e de superior qualidade, assim como tamben:
    cal virgem cm pedra : ludo Dor recos muilo
    razoaveia.
    SELL1NS.
    Vendem-se ios melhores selins inglczcsdepa-
    lenlo. no ariiiHzem de Roslron Rooker&G.,
    praca do Corpo Sanio n. -18.
    ! '$,-
    c Z r ' *ft *" B s- m c b
    - z. '-J --
    g o m fifi o =
    a 2 a i S
    C\iniea po* ambos os systemas.
    p I)r. Lobo Moscosod consultas-todos os das pela mnnhaaede tardedepois de 4 horas
    proprmdafi'ruraes"" curar an,,ualmenlc '^ *P dade como para os engenhos ou outras
    ,- S c,'a"lil,j";s dert s,\r -iro'J'-'S sua casa at as 10 horas da mantea e em caso Je ur-
    gencia a outra qualquer hora do da ou da noite sendo por escripto em que se declare o nome da
    pessoa, o darua e o numero da casa.
    Nos casos que nao forem de urgencia, as pessoas residentes no bairrodo Recife podoro re-
    metter seuslulheles a botica do Sr. Joao Sounn&C. na ruada Cruz ou loja de litros do Sr. Jos
    Nogueira dc Souza na ra do Crespo ao peda ponte velha.
    m..mrf,''1.m0"t\C- "a "i3 d a'"l",'ia"10 achar-se-ha constanlemcnt e os melhores n.edica-
    mentoshomeopalhicos ja bem conhecidos e pelos prc-os sesuintes
    Botica de 12 tubos grandes, ."
    Ditos de 2 ditos............
    Ditos de 30 ditos......
    Dito de 48 dios......
    Ditos de 60 ditos......'.'.'.'.'.',
    Tubos avulsos cada um...... .
    Frascos de linduras. .
    nariz pequeo, hinca pequeiia.com falla de den
    estatu ment les superiores na frenic/usa gode, o qal ia-
    . todos os boticarios ,r>gu,Stas a aspessoa {SS,1' I^ffif %2? =2'?;""
    \ vstsjfo' a "m loda a Ameri"a: ^"iSi^ass; asarla:
    ' v> .. l\ < i v> cu : r v,i0 ll" ,'";>r'1 o por Cruzeiro do Sul cm
    Ven le se a800 rs., cada bocclmha contm do oulnbro prximo passado. remettido pS
    w:;Sf'" ',ara B,0d0de "-IxBIbeiro da Cunl.a l Antonio Luiz dos sin-
    aSL ste ungento. los 4 Rolim r quem o apprehender, o levar a
    nMrfnf ? SCnU C T r"** Sr' S',m ciddedo Recit, ra do Crespo n. l. onde e-
    p anmceutico, na ruada Crun. 22. em Per- cebera a recompensa acimaf Pede igualn
    as autoridades policiaca e capiles Je can;; i .<
    apprehensiio do mencionado escravo, que se sip-
    I poe fosse para o centro do Cear, porque dizia
    isn.:
    1505
    200
    15&
    9
    Hanoal de medicina noraeopathica pelo Dr. Jahr traduzido
    em portuguezcom o dicuonaiio dos termos de medi-
    cina, cirurgia etc.. ele. .
    10J00O
    150000
    2!!,>0!!0
    2S01J0
    OaOOO
    15000
    2^000
    1 ser natural da
    i. Cascavel
    , e c minio de
    forro con
    Espirito de vinho n 10800 a caada, manleiga
    inglez I10r a 96.1 rs franceza a 60 rs., macar-
    rao, lalharim e aletria a 400 rs, passas amaizas
    muilo novas a 480 rs., figos a 320 rs., doce de
    guiaba lino a IgiSO, dito de banana a 80(1 rs.,
    cha hisson a ?, guarna de aramia a 1 0 rs. :
    .ni taberna da Iravessa do paleo do Paraizo n.
    Medicina domestica do Dr. Bering' com diccionario."
    Kepprlorio do Dr. Mello Moraes. .
    ** e> lis*
    =
    S W B E M --
    *o|
    t- es
    r- O
    = ~l C5 -n
    .- ''T "
    ^ -r. CO
    o m o .. ez o 4-
    - E 60
    .; ra ev .
    Neslc proveiloso estabelecmento,
    r; Cortes de vestidos pretos, ricos de
    & .705 a
    'fj Ditos ue seda de cores ricos de
    $k .i0'5
    ;,' Ditos proprios para casamento de
    1 W
    ^S \eslnarios d|? seda para meninos a
    Ritos de alcothoadinho para dilosa
    5 e g z. l {i; ^ riado sortimenlo de chapeos pa-
    -=3^0 ''' ra ,lu'"'nos.
    ^lSl^o"l =! 5*^*Segundo andar do so-
    brado da esquinada ra
    doQueimado por cima
    da loja do Sr. Preguica
    entrada pelo Lccco do J
    Peixe Frito n. 1.
    "; = : ^^'lf^^i^^'^SiecoPeiro' "asomas lem os necessarios, novos
    . eommodos, e bem conslruidos, e no que respei-
    ' o a pro lucero para todas as qualidades da cul-
    2O5OOO
    IO5OOO
    BS0OO
    i 18, paredemeiada fabrica de chapeos do Scnhor! pouco mais ou menos, o anal fugio d
    Ma3 _. __ ^^ _^ __ abaixo assignado no dia 30 le outubre
    VI
    ser igi
    1.
    suppor que v se inculcando de
    vezes lem feito.
    Moicque Fagitlo.
    100,y00Odegratiflca^io.
    Roga-se aos capilaes de campos, e a loda e
    qualquer autoridade a apnichensao de um niole-
    pie de nome Manoel, crioulo, idade 1 annos
    a casa Jo
    ro do cor-
    ' rente anno, levando ealc,a dc cor, carniza azul,
    chapeo de palha oleado e o maior signal solTrec
    de asihma e a pouco estcedocnie de bexigas ;
    desconfia-se que esteja acoia.lo por olgum esper-
    tulhao, que sequeira aproveilar Je sua pequea
    que. pelos novos nielhoramenlos fetos aclia-se conve-ICueimado n. 29, de Jos Moreira Lopes.
    .VrlL "' far-se-hao lamben, do Io de novembro em vante, contratos mensa es para Resumo das l.ces de
    maior commodidade e.economia do publico de quem os propretarios esperam a remunerar o de
    Lindos cortes de chitas francas largas polo ''*'!6 P&ra. ^T' d,e.sde Ja PT0'^ "^'r.o
    aralissirao preco de 2 cada corte: na loja do abaixo assignado de calnr sobre dito larapio co^
    obrado amarello nos quatro rautos da ra do todo o rigor da lei, egralilica da ma eir cima,
    'ueimado n. 29, de JcsMoreira Lope-. aaur.lle aun Um dr noticia i-nri a ,,,, i.
    Assignaluc de banhosfrios para urna pessoa por raez.....100000
    _ momos, de choque ouchuviscos por mez l&aOOO
    Sor^.Q no Partoes e banhos avulsos aos Drecos annunciados.
    Vende-se ou arrenda-se o engenho Potos,
    silo na freguezia o'Agoa-Preta, moe com agoa
    "es ? r ^ -t" = wl
    .JSJ||SS5
    ?e5-_r"S3
    era a. = = % 3
    VonJu-sc em casa de Arkuiigbt C., ra da
    Cruz, armazem n. 61, relogios do fabricante lli-
    qhbury, s^ndo que pelo seu perfeilo machiiiismo
    pode-se usar cora coberla ou sem ella.
    Vende-H um rico vestuario de velbulina Je
    er, propcio para o carnaval,- na ra da Cruz n.
    2ti, armazem.
    utos finos
    Sajicnores charutos de S Flix, bico Je re-
    ros, ditos lanreiros, ditos regala de s. Flix :
    kiudem-sc m porcioe a rolalho por piceos ra-
    zoaveis, n.i praca da Independencia u. 22."
    Chainpmiha.
    Vjnde-ae baratb, para fechar cotilas, urna pe-
    quena quantidade de champanha, em gigus, da
    marcai acreditada C&C, uarua da Cadeia do Reci-
    te o. 62.
    Acaba de chegar do Rio de Ja
    iieii'O algllllS eXClplaresdo luras parece n5 haver "Petior em parle al-
    nrmoiro O SP'niniln vnlunin gUma 'Cm Loasrmal,as e ls"o para levamar
    piimtiro C SC,9unO -VOIURIC |0uiroengenho, Picando o Polozi com as Ierras
    da LorOgrapllia. necessarias psra safrejar os mil pes de assucar
    Histrica cliouolo{j!ca, genealgica, 1U9S8 quiser plantar, de presente o nico in-
    nobth.nria e poltica do imperio sil, pelo Dr. Mello Moraes: vende-se a bar1o >ous d.as de viagem para ida e volta dos
    H o vulutne, podendo-se vender O ie- fe*" '"nveniente esle que
    mmdn P-n -nmrf, i" le desaPafecer com odiegada da estrada de ferro
    8 di rT. '^P, A S -rana 11,w reduz a ,!uas carSas l'0- Ja Porlanlo quem
    8 da prac, da Indeoendenaa. ;,,uzer possuir unl Ploz; ou ,,;, ^^
    m VeStldOS de Seda. \ ; porarrendamento no engenho Ucha achara com
    Vendem-se corles de vestidos dc seda com 2e i fIem Halar on na ra do Queiinado n. 39 a
    o babados, armados. de20 a 404 cada um. sea- fallar com Manoel Florencio Alves dc Moraes
    do que. seu valor razoavcl ser de 80g : na loja e '
    de 4 portas da na do Oueimado n. 10
    i I
    Castanhas.
    i
    ^
    Farello a
    % Desembarcadas ullimamenlo viudas Jo i
    & Pollo, proprias para presentes, por che- @
    garem inleiramenle perfel.as: vendem-se @
    no armazem Progresa* no largo da Penha
    S n. 8, lano em porjao como a relalho ;
    *e preco commodo. t
    Vende-se a armando e
    gneros da taberna n.lldo paleo do Terjc : a
    tratar ca ra Augusta n. 94.
    G#000 rs.
    Saceos grandes; na ra Nova n. 52.
    ' Vende-so um bonito escravo moco, cozi-
    , nheirO. e bom pagem, sem vicio nem achaque, e
    i muilo fiel: a tratar na ra Nova n. 7, primeiro
    andar.
    Vende-se e permutu-se por casas
    no bairro de S. Antonio desta cidade,
    ou arrenda-se o sitio da travessa dos
    Remedios, na freguezia dos Afolados
    n. 21, pelo tempo que r convenci*
    nado: quem pretender urna destas de-
    claracues, cntonda-se com o seu pro-
    prietario Caetano Pinto de Veras, na
    casa de sua residencia, rita de S. Fran-
    cisco n. 8, ou na repartirlo da alfan-
    dega, para tratar do seu ajuste,
    que breve tem t Em casa de Henrv Forsler & 0.. ra do
    Trapichen. 8, vende-se :
    Um carro americano de rodas.
    Arreios americanos.
    Rombas americas.
    Fogoes americanos.
    Arados dc ferro a 30#
    Champagne c cognac.
    Relogios americanos.
    Farinha de trigo de todas as marcas.
    Yaras douradas para mol-
    duras.
    Na livraria da ra do Imperador n. 21, existe
    urna grande variedade de varas douradas do Io-
    das as larguras, para fazer-se quadros c moldu-
    ras para retratos e paineis. '
    Vende-se um covallo novo, de bonita cor,
    bem feito, e bom andador, sem achaque atgum :
    a tratar na ra Imperial, casa ou sitio do maior 7<2
    Antonio da Silva Gusmo. '27
    i Relogios.
    Vendem-se relogios de ouro inglezes, de pa-
    tente : no armazem de Augusto 0. de Abreu,
    i na ra. da Cadeia do Recife n. 36.
    aqutlle que loe ier noticia certa, e paga toda
    aioVs'd^a adad':' a"e ^ *"* ** f^ *
    venda na livraria acadmica, ra ao Imperador se effeclnar dita aprehensao, levando ra Nova
    o. 11. r. 21. Francisco Jos Germano.
    Dos premios maiores de 20$ da 28a lotera concedi-
    da a empresa lyrica da corte, extrahida no Rio
    de Janeiro, em 28 de Janeiro de 18G0.
    NS. rRE'tS.
    22
    37
    09
    no
    89
    99
    JIS
    sa
    53
    (9
    70
    428
    47
    58
    69
    96
    518
    41
    633
    74
    Marmelada.
    Na ra Direila n. 6. vende-se marmelada
    deprimeira qualidade a 610 ris i libra a ella
    antes que se acabe.
    84
    835
    99
    914
    1016
    17
    3:>
    Ojj
    SOp
    2005
    400
    1002
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    40$
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    403
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    405
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    4 OS
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    II4
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    67
    1148
    82
    93
    96
    151
    47
    60
    62
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    81
    98
    1604
    4'J
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    61
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    27
    47
    56
    N'S- PKEMS.| ^S. PilFMS.
    '.os 170!) 20.0J05 2993 loo 1652
    HM)! 70 003 3033 409 85
    40 1917 lOOj 48 409 88
    2005 46 400? sa 10,0008 3746
    O 027 100-5 97 405 56
    409 78 408 98 lOoa 78
    405 2157 40 3163 iuo 3819
    409 62 405 72 20i 20
    lOu 70 409 77 1009 39l'3
    409 92 40a 78 1005 10
    2009 97 100 81 409 i 3
    2009 2287 290g 93 409 37
    408 89 100g 3219 405 91
    1009 2362 4009 71 IOS 4058
    1009 2-S 405 99 40 i 113
    409 2jI3 1,000 3369 1000 24
    100; 19 lOtf 3429 408 32
    408 55 49 40 40 36
    21.10$ 2617 1009 63 409 43
    tone 2703 1009 82 409 4204
    l,0i0 20 409 91 1009 0
    409 68 100; 3304 405 29
    4005 77 4009 5 2uOS 36
    1009 98 405 7 IOm 54
    409 2800 1009 17 40: 57
    1009 14 4* SI 37 4o 75
    too 91 2 0009 46 1,0008 i30i
    40$ 2933 1009 6t 409 o
    1005 7i 408 :6|3 1009 27
    NS. PllEMS.
    4(H) 4333
    iOj 58
    40 76
    40o 4489
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    iOd 90
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    409 51
    409 64
    00a 89
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    2008 53
    408 78
    200 89
    100 SS08
    2005 22
    1005 36
    200 50
    100o 67
    40 81
    400 92
    100 S7
    1000 4923
    '.009 33
    too 48
    100 84
    100 87
    2005 5045
    >S. IKIiMS
    40: 5060
    409 62
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    lOOg 92
    409 5267
    2009 95
    1.000 3300
    4,000 6
    409 39
    405 89
    40 94
    1005 5469
    409 O
    1009 5524
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    40 3717
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    NS. PBE11-".
    100
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    40
    iooj


    m
    DIARIO DE PERNAMBCG. QUINTA FEIRA 19 DE &NEIRO DE fSfiO.
    Litteratura.
    A gloria de Dos Pai.
    Meditando attontamcnle o Evangelho, vemos
    que Nosso Senlior em loda sua vida mortal s
    pareca occupado e inteirmenle possuido deste
    nico ponsnir.cnto. Desde aquella divina res-
    posta sua Mi Sanlissjma na idade de dozo an-
    uos, al suas ultimas palavras no ullo da Sania
    Cruz, indo mi Evangelho transpira este zelo sr-
    dentq da Jess Christo pela gloria de sen Pai.
    A gloria d.1 Deas corno que se linha perdido no
    lo, Jess vinha para* repara-i.i. Has para
    osle fim que amarguras nao passou sen Divino
    Coraco ? 1"i.-: o exemplar que temos; o estoja-
    mos cortos que o fin das groos de que elle nos
    cuche gloiii anuos DOSSO Tai que est no co.
    E quem peder dizer, vendo as tinturas do
    mundo, que nao est perdida nelle a gloria do
    Dos ? Fazer triumphar esta gloria o ponto ca-
    pital do inleresse de Jess.
    Scm mencionar aqui as culpas graves de lodo
    genero, como pode conceber-se esto esquecimen-
    to de Dos que reina na maior parte do genero
    humano ?
    O cerlo que miHiares de homens vivero como
    se nada houvera de sobrenatural e divino. Nao
    ha revolta ora guerra precisamente contra Dos,
    lia o es qucriinento de Dos, lia o ignorar-se a
    Dos, e o reputa-lo por cousa nenhuma. O mun-
    do sua'obra. Ello o creou c conserva por sua
    omnipotencia c bondade; mas o mundo o trata
    como a uro hospede importuno, um objecto n-
    commodo ; urna estatua em desuso
    urna estatua em desuso que se eos-i
    turna por de parte. Os homens de ledras, os lio-1 coslumcs soltos, e inclinaces depravadas,
    sinou, porque esse hornera nao era um idalgo,
    ou um padre ; mas um miseravel plebcu, um
    sapateiro, um homemdc nada.
    Gil levanta-se, vai buscar um punhal que pen-
    da de um prego em urna das paredes da barra-
    cj, e-volla para o sou lugar.
    Mi, disse elle agujando o punhal na sua
    pedra de amolar, rcconlai-me essa historia : que-
    ro novamonle ouvi-la.
    E para que, lllho? de que scr\e derramar
    um pranlo intil ?
    Nao, inmbcm pranto nao quero eu verter ;
    lagrimas de que serveni ?... porm avivar teri-
    il.i, faz-la sangrar de novo., e duendo islo agu-
    enva o ferro com mais Corea.
    A mai comprchciideu-o'e pondo-lhe a roa o so-
    bro a que movia o punhal, disse : Ha res an-
    uos, liiho, que a abastanza reinava em casa do
    sapateiro Alfonso Annes ;' sem sermos ricos, des-
    conheciamos nos os desgoslos da necessidade, e
    as humiliacoes da pobreza. Teu pai, mostr h-
    bil o acreditado no seu ofieio, passava o dia e a
    noile no trabalho, para poder por de reserva al-
    guns maraveds : vivamos felizes nessa siluaco
    simples o obscura, que nao o resultado da oc-
    ciosidade nem da baixeza : em quauto os bandos
    do rci Affonso c do principe Pedro enchiam o
    reino de desordens o de sangue : indilTeronles a
    partidos no modesto canto de uossa casa viva-
    mos ignrados tranquillos e contentes: a casa do
    mestie Anues era dada por modelo visinhaca.
    Ai !... este lempo diloso j l vai, passou como
    umsonho. Pouco lempo antes da mortc do rei
    Affonso, despachou elle para conego da uossa
    cathcdral a D. Henrique da Silva, mancebo de
    todo
    jni'iis polticos o parlamentares, os homens de
    financas e negocios, como que capricham c tetu
    por conveniente nunca fallar em Dos, porque
    fallar nT.lle, ou dar d'EUe a
    conceder-lh rouito I
    Ora, lodo este esquecimento de Dos, toda esta
    ignorancia espantosa das consas de Dos, um
    Obstculo lerrivel sos interesses de Jess e bem
    digno de nossas lagrimas, obstculo, que eu cha-
    mara sem remedio, se a-greca nao fosse omni-
    polente. Oh! que quadro to afflhlivo! Quanto
    ROS fere o coraco, c DOS faz at suspirar pela
    norte I Mas nnodesai.inemos: mos obra O
    Rozara de Mara, as medalhas milagrosis, a
    Sania Missa, nao cenheccm limites em seus po-
    llero-;.
    Ha lambom grande numero de homens bous, o
    entro ellos muila gente com o nome de piedoso,
    que nao dao militas largas gloria de Dos, o a
    oollocam sempre no segundo lugar. Falia-llies
    diseerninr-nlo e luz para conhocerem as ardilosas
    manhas dos dous inimigos d'alma, o mundo e o
    demonio, que.com o manto de razo e modera-
    cao, prejudicaro infinito a gloria de Dos ;' e falta-
    Ihes a coragem para aifronlar as opinies do
    mundo, e ler urna vida conforme a f. Pobre
    gente mal sabem ellos, que sao a ruina da egre-
    ja sem o pensaren) ; o muito importara aos in-j
    leresses de Jess, se conhecessem a si niesmos,
    e soubesseni o que c pi e contra a gloria de
    Dos. Temos aqu bem que Irabalhar c rogar ao
    Senhor conceda a laes pessoas este feliz discer- I
    tmenlo sem o qiial muito perdem cada dia.
    Alin disso ha ordens religiosas, que a egroja '
    sache de heneaos, cujas regras cooperara glo-
    lia de Dos. Ha bispos eminentes e sacerdotes
    -aelosos, que trabalham so luesino liui com har-
    nionioso necordo o admiravel perfeico ; e ha
    Congiegaces sem numero empenhadas no mes-
    mo objeelo. Espostos estamos a mil persegui-
    oiies, perigos e escndalos ; mas (embromo-nos
    que a egreja deve curvar-se pecante o mundo
    hoje, para csmagi-lo amanh. Ora, em ludo islo
    tem Jess interesses, que de nosso dever pros-
    perar. I ns poucos de homens percorrendo o
    mualo smente oceupados na gloria de Dos,
    aplainariam montes, assiu fui promeitido a
    homens de lima f rira. E porque nao seremos
    destes.'
    WlLLlM FABER.
    [Koliciador Calholico.)
    dado aos prazeres e desordem ; porm de urna
    familia asss poderosa para impr silencio ma-
    ledicencia, e asss rica para poder comprar a lo-
    uma idea, j islo i Icrancia da justica. Logo que chegou osla ci-
    dade, ouvindo fallar da habilidadodo ineslre Ati-
    nes, veio ler com elle para que izesse urnas chi-
    nellasdo velludo, que Ihe desfarcassem o defeito
    que linha de coxoar. Debalde leu pai empe-
    nbou na obra toda a perfeico ; elle nao conse-
    guio satisfazer o conego. < Por vida minha ex-
    elamou osle na sua colera aliraudo com as sau-
    dalhas na cara de teu pai eis-ahi a paga que me-
    rece a tua obra.
    Posto que spateiro, Affonsa Annes era hornera
    queconhcciaa sua dignidade, tanto como se
    Irouxera um rico pelote, ou um arnez dou-
    rado.
    Nao acensis o defeito da obra, lhe disse elle,
    aecusai a nalureza que vos fez coxa. D. Henri-
    que exasperado pelo dilo lcvautou de um grosso
    bastan que trazia, e descarregou to violenta
    pancada na cabeea de Alfonso Aunes que o es-
    tendeu por Ierra para mais delta se nao levan-
    tar. Bem pouco se lhe deu ao couego deste a-
    coolecimenlo : a sua victima nao era raais que
    O conego eslremeceu, e fez-sc plido.
    Tu ho me conhecias Alolado nos vicio
    esquecesloj sera duvida aquolle assessinio :
    condemnado apenas nao excrcer o teu ministe-
    rio por um auno, o remorso nem de leve rocou a
    la conscicncia, e no meio de infames orgias es-
    quccesle aquella|punico irrisoria.
    Mas, se Dos demoru o castigo de teu crime,
    se juzcs corrompidos pelo leu ouro passaram a '
    esponja sobre o sangue de meu pao ; nem por
    isso a la punica ser menos lerrivel.
    Miseravel 1
    Assassino! Tu esquecestes sera duvida, que
    a la victima linha um filho, que esse fllho che-
    garia a ser honem, o que o seu odio crescena
    com elle : tu nao pense, vas que o desgranado An-
    nes me deixaria em heranca o cnidado de o vin-
    gor ; ou antes nao pensaste que o filho de um
    sapateiro ousasse aceitar o encargo desla heran-
    ca... Enganavas-te. Muito lempo ha que deseja-
    va ver-te s por s. para te dizer na cara : 'fu
    assassinaste meu pae fizeste raorrer de dr mi-
    nha pobre mi, enroaste a minha existencia, a
    fanasle a minha mocidade : ora pois, chrgoujho-
    je tambem a tua hora : vinle vezes eu hei dirigi-
    do sobre teu petto a ponta deslo punhal,mas vin-
    te yezes o acaso fez demorar minha vinganca.
    Hojo, porm, continuou o orphao com um sor-
    riso maligno, chegou o ton dia.... oh I e que dia
    lerrivel esto, se tu le lembrasses !... Faz boje
    seis anuos justamente que meu pao morreu s
    tuas mos.
    Ouvindo as palavras ameaendoras do mancebo,
    vendo seus oliios scintillanles, seus beicos lvi-
    dos e trmulos, todos os syraplomas de urna rai-
    va implacavol, o conego, que al alli afia espe-
    rado que o sagrado carcter de que eslava reves-
    tido importa rospeito ao filho de Atines, senlio
    desvaneccr-sc toda a sua esperanca : elle conhe-
    ceu que o nico meio que lhe poderia anda va-
    ler era a supp'ica o u hurailacao, e dirigindo-se
    ao orphao lhe diz :
    Um homicidio involuntario nao um assas-
    sinato : cu matei teu pai, vordade ; mas Dos
    bem sabe que foi sera querer. Todava cstou
    irompto a reparar o mal que liz : falla e dar-le-
    E o assassino do concho ?
    A ser esquartejado.
    Pelo sangue de Christo, exelamou o rci, a
    justica nao deve conheccr distineces. nem pri-
    vilegios : que a loi seja ogual para lodos. Revo-
    go a sentcnca do tribunal, e condemno o roo a
    nao Irabalhar um anno pelo seu ollicio.
    O concho e o sapateSro,
    1.
    Em urna miseravel barraca, junto ao famoso
    templo de Diana, cujas ruinas anda boje aties-
    tan) aos moradores da cidade de Evora a gran-
    deza dos romanos, uraa mulher mais onvelheci-
    Ua pela desgraca que pelos anuos, o um rooeo
    apenas sahido da adolescencia, eslavara occuii-
    dosa fazer um par de pantufos. Bastara ver o
    mo oslado e a nudez da barraca, parj se conhe-
    cer a miseria deseos habitantes.
    liil ? diz a mulher depois de um longo si-
    lenci". (i moco levanta vagarosamente a taboca
    abatida pelo cansasco.
    Ole quer mi ? lhe responden ello. "'
    A mulher enchuga duas lagrimas, que cahiram
    re suas faces plidas c encovadas.
    E" hojo o anniversario de um dia bem triste
    IBCU filho. lia tros anuos que a nossa habilaco
    era menos miseravel, e o nosso pao monos amar-
    ge amda ruto nao era eu viuva nem tu eras
    orphao.
    E hoje? urna nuvcm de tristeza passou so-
    bro o rosto do mancebo, c lhe cortn a falla.
    Hojo, o boro Affonso Anuos repousa a um
    canto escuro do cemiterio, c nos vivemos na mi-
    seria e na dor, em |quanlo o seu assassino [oiga
    entre prazeres no seio da prosperidad.'. Como
    conego da culhedral, os moradores de Evora oli-
    vera piedosamenle os seus serrooos ; como no-
    ble e poderoso, lodos se curvam diante delle e
    uioguem se lemhra j de homem que elle assas-
    uni pobre plebcu, u o valimento de sua familia o
    linha j feilo passar a salvo por crimes de muito
    maior vulto.
    Os labios do moco fiel cerraram-se com urna
    forte convulso.
    One mais le direi ? continuou a viuva com
    voz cortada de gotucos : cu quiz vingara raorle
    de leu pai, peguci nesse punhal que tu agora
    leus na mo.. mas lombrei-me que era mai,
    lembrei-meque havia uro tribunal para fazer jus-
    tlca, uro algoz para exocular suas scnlencas, e
    levei minhas queixas aos ps dos juizes ; porm
    o criminoso era um padre e a sua causa [o de-
    volvida ao cabido. Dirigi-me a esses ministros
    de Dos, pedi-lhes justica ; ellos me allenderam
    com bondade, promellcrain-mc uraa salisfaco
    publica, e oilo mozos depois o conego foi con-
    demnado.
    A perder a vida n'um patbulo ? exelamou
    o mancebo com profunda anxiedadc.
    A nao ir um anno ao coro, replicn triste-
    mente a viuva.
    II.
    Era o dia da testa de Corpo de Dos. Ainda
    as ras da cidade de Evora se viam juncadas de
    verdes espadaas e odorferas llores, e as jalad-
    las e portas ornadas de vistosas colgaduras ; mas
    o povo quedo manha se apinhra as ras pa-
    ra ver esta procisso solemne em que a egreja
    para Iriumpho perene do nra dos seus mais sa-
    grados misterios, costuma desenvolver toda a
    pompa e magnificencia religiosa, havia-saj re-
    colindo s suas pensadas ; as ras estivam des-
    cras, o ha pouco o crepsculo d i noile ia envol-
    yendo as grimpas e alies campanarios dasegro-
    jas da cidade. Assentado sobre as ruinas do una
    dcsstis antigs torres edificadas pelo roi godo Si-
    sebulo o que anda existara na piara da Sallara,
    e junto ao templo de S. Tiago, um mancebo pen-
    sativo e imraovel pareca absorta em profunda
    meditacao. O loque das completas na torre da
    cathcdral o tirn do seu lethargo.
    Vira elle agora ? rourmurou com urna voz
    abalada.
    E ainda oslas palavras nao oram bom acaba-
    das, quando se devisou um. vulto caminhaudo
    '.enlmente daquellc lado. medida que so a-
    visinhav9,os olhos afoguenlos do mancebo o con-
    leinplavara coro impaciencia. Urna soilana bran-
    ca de sclirn, moda do lempo o sobretudo o cin-
    gindouro pelo franjado de euro, o deram bom
    depressa a conheccr. o mancebo tancou-se so-
    bre ello como um tigre, o agarrando-o cora vio-
    len ca furiosa:
    I). Henrique, conheceis-me ? lho grilou.
    Nao.respondeu o conego,recuando um passo,
    o forcejando dcbalde por escapar-Ihe das mos.
    Pos bem, cu te digo. Eu sou o filho do sa-
    pateiro Alfonso Aunes.
    A vespera de um noivado.
    Slrollcr, rico negociante de vinhos da cidade
    de Insprurk, e o juiz Boldhcim erara visinhos. O
    filho de Ooldheim e a lllha de Stroller tinham si-
    do, por assim dizer, educados juntos. Habitua-
    dos, desde a raais lelira infancia, a partilharem
    os mesmos prazeres, conccb-raru um polo oulro
    a mais viva p,iix.
    O pai do joven Boldheim, apenas osle complo-
    lou a idade de dezeseis anuos, delermiuou inan-
    da-lo para Vionna, afim de concluir nesla cidade
    os seus csludos, o tomar o grao do doulor em me-
    dicina, cuja profissao o deslinava.
    OuIrQ motivo decidi o juiz Boldheim a tomar
    este partido; a inclinacao que havia entre seu
    filho Gaspar c Josephina Slrollcr, pois ainda que
    reputasse este sentimento como una amizade in-
    fantil, temia quc.desenvolvci'do-se com a edade,
    viesse a lom ir o carcter do urna paixo violen-
    ta. Mas o amor j linha lancado profundas rai-
    zes nestes lenros coraces. A separaco foi do-
    lorosa, os dous jovens ilcrramarara copiosas la-
    grimas, juraran) de se amar serapre... Emfim,
    Gaspar tomou o caminho de Vienna.
    O filho de Boldheim linha um amigo chamado
    Bclthordo, que ora desde muito o confidente de
    seus amores, com o qual se entendeu antes de
    partir, e por cuja rooiiitaco as suas cartas de-
    vlam chegar ao poder de Josephina ; esta, da sua
    parte, devia escrever as escondidas de seus paos.
    K, cora cfTeilo, por meio desla oceulta correspon-
    dencia, os dous amantes conseguiram dcalguma
    forma mitigar os rigores da ausencia.
    Entretanto, um inesperado accidente produzio
    graves mudancas na casa de Stroller ; a mai de
    dado de seu amante, ropreseniando-lhe este como
    totalmente esquecido dos juramentos que lize-
    ra... Desgracamente para o pobre Gaspar, a
    conflanca que havia depositado em Bortholdo
    era um seguro meio de Iraico de que osle prfi-
    do amigo sosoube aproveitar.
    As carias que Gaspar escrevia a sua amanto
    cram,como cima referimos, dirigidas a Bor-
    tholdo, que as entrecava occultamenle a Jose-
    phina. Desde esto momento, Berlholdo inter-
    ceplou a correspondencia, rasgou as cartas de
    seu amigo : e quando Josephina lhe perguntava
    se linha recebido noticias de Gaspar, dizia-lho
    que nao, ou levando anda mais lorige a sua
    perfidia, respomlia-lhe : Escreveu-me, po-
    rm, nao veio nada para vos.
    Esle silencio, do que Josephina eslava longo
    de suspoilar o verdadeiro motivo, lhe causou
    urna iva inquielacao, e affeclou profundamente.
    Muitos mezes se pssaram assim ; Berlholdo pa-
    ra nao excitar a desconfianza deJoophiua, nao
    lhe deixou logo entrever quo aspirava a sua
    mo. Entretanto, o tempo corra ; em dous mo-
    zos Gaspar concluira os seus esludos e voltaria
    do vinte annos,
    juslicado.
    de Gaspar Boldheim, que fio
    [O Progresso.)
    Os Indgenas dos grandes desertas da
    America Septentrional, pelo abbadc
    Em. Domenccli, missionario aposto-
    co.
    Dirigindo-se para assolides de O. as ruinas
    lornam-se cada vez mais numerosa?. As primei-
    ras sao as do pueblo, siluado na Sierra do los
    Mimbres ; depois as de Wc-jo-gi, d'onde so avis-
    ta magnificas monlanhas, rochas amontoadas
    urnas sobre as ouiras, cones truncados, colum-
    nas naluraes partidas, planuras coberlas de ce-
    dros e pinheiros ; ahi que o deserto apparece
    em toda a sua admiravel magestade.
    A N. O. do pueblo We-je-gi est situada a
    Mesa-Fechada ; urna planura mu vasta, uni-
    ------------------------------------------------------------ ------------ i t>*- ^vmuu V UIIIU UIUIIUIW Ul'il *.?, uin
    a Inspruck, ludo iaser descoborlo, o nao havia da como um lago e cujo horisonlc illimilado ttw
    hei tudoo que pedires ; soja ouio, seja protec-! Josephina morrou. Bassados os primoiros mo-
    o, ludo havers de mira. I racntos consagrados dor que lhe causou esta
    E a vida de meu pai, poder-me-has rcsli- perda, Stroller pensou com razo, que sua filha,
    luir? i que acabava de completar dezesete annos do
    Mas posso darle por olla a riqueza, a forlu- idade, nao devia conlinuar a permanecer isoiada
    era urna casa de negocio ; rosolvou eni conse-
    na, a consideraeo.
    Oh nao, nianhojso padre, tu nao resgala-
    rs assim o teu crime, nem cu traficarci vilmen-
    te com o sangue de raeu pai. O leu ouro pode
    corromper a juslifa ; raas eu serci monos venal
    que os seus ministros
    Dizcndo isto o filho de AiTonso Annes agarrou
    forlcmoiilo o conego pela golilha, o abalendo-oa
    seus ps, lhe cnlcrrou o punhal no coraeao. tem
    longo de horrorisar-se da aeco que commcttra,
    ello contcmplouo cadver por algum tem[iosem
    a mais leve commoco ; retiren framente o ferro
    da ferida, limpou-o com o longo, o carrogandu o
    chapeo sobre os olhos e cruzando os bracos
    disse :
    Embora venha a mortc ; eslou vingado !
    111
    Do todos os rois do que Porlugal se honra, nc-
    nhum seguramente foi mais amante, da justica
    que D. Podro I; so inflexivel se mostrou sempre
    para com os criminosos, foi cgualmenio genero-
    so e liberal com os benemritos : no seu tempo
    as leis oram respeitadas, e os povos viviam em
    perfoita seguranc.a. O nomo de juiticeiro, que
    nao o do cruel, que a imparcial historia lhe
    lera marcado. So D Pedro nunca pordoou ao
    crime, tambera nunca deixou a virlude sera re-
    compensa.
    Depois do assassinio do conego Silva, o filho de
    Alfonso Annes foi ello uiesmo denunciar-so nos
    Iribunaes. Os magistrados, como de presumir,
    nao lhe levarara era conta as cireumslancias al-
    lenuinles de sou crime. Gil Annes nao ora mais
    que um plebeu, o D. Henrique era um padreo
    um fidalgo. Esta differenca, naquelles lempos.
    avultava muito para que os juizes houvesseni de
    tratar o assassino do conego como seis annos mi-
    les haviam fcilo ao assassino do sapateiro. Gil
    foi eohdemnado morlo cruel, c a scnlenca leva-
    da a confirmado do rei: j d'anles conhecedor
    do lodo ocaso, maiidou ello chamar o reo sua
    presenca e lhe diz:
    Accusaiu-te do assassinio de D. Henriquo da
    Silva.
    quencia, relirar-se do commercio, o tratou seria-
    mente do estabelecimento de Josephina, procu-
    rando-lhe um esposo.
    lempo a perder. Berlholdo pedio a mo de Jo-
    sephina. Stroller inslou vivamente cora ella pa-
    ra dar o seu consonlimenlo esta unio. A ti-
    mida joven resista ainda... Por fin persuadida
    que Gaspar a havia esquecido, ceden s impor-
    tunaces de seu pao, arrancaram-lhe o desojado
    sim, e fixou-Se o dia para o noivado.
    Esta nova nao tardou em chezar aos ouvidos
    de Gaspar que ficou, recebendo-a, como assom-
    brado de um raio. Era possivel ser atraicoado
    simultneamente por sua amante o seu amigo?
    Gaspar nao pode vi ver nesta certeza. Parle do
    Vienna apressadamonte ; e, o dia 3 de maio,
    ante vspero do que eslava destinado para o ca-
    samento de Josephina e Berlholdo, o v chegar
    Inspruck. Suas duvidas se dissipam ; nao se
    falla ora toda a cidade seno da prxima unio
    do rico Berlholdo com a filha do opulento
    Stroller.
    Enlao os mais sinistros projectos germ inaram
    no coraejo deste mancebo. Nascldo cutre a Al-
    lemanhae a Italia, o natural do Tyrol, parece
    resscnlir a influencia desles dous climas: seu
    amor recebe de um as graciosas chimeras, o
    sublime da paixo ; do oulro a sua vivacidade,
    asna violenciae o seu cime : ama como Alle-
    mo, e vinga-se como Italiano. Mas ha ura
    Apenas Slrollcr annuncion sua filha um tal' P->samento_que anda suspende Gaspar. Acaso
    projeelo, esta lhe declarou com toda a ingenui- i JosePMma anda estar hvre? Tudoo que prati-
    dade os sentimenlos que o seu coraco abrigavn ca .e ,sem conslrangimento ? Elle quer >o-la,
    pelo joven Boldheim, sentimcnlos que rocebiam 2,u q"r qU el,a P'opria I
    deste urna completa retribuirao ; mas o pae de
    Josephina nao fez caso desta confisso.
    Tu' lens dezesete annos, lhe responden elle,
    liaspar ter dezenove, muito moco para li, e
    domis ainda estudante ; seu pae lera a dis-
    nidade de juiz, mas nao rico. Nao pode con-
    vir-le uro consorcio desta nalureza ; c, alm dis-
    to, ha tres anuos que Gaspar le nao ve, e a esta
    hora j so ter totalmente esquecido de ti.
    Estas palavras affoctaram vivamente o cora-
    co da sensivel Josephina ; coratudo, nao deses-
    peren da suasorio, porque eslavo bem certa da
    estima de Gaspar, que ainda cm urna de suasul-
    limas cartas, cheia de exprossos de constante
    ternura, lhe fallava, ce rao sempre, de seus pro-
    jectos de una prxima unio.
    quo j o nao ama... He impossivel osla bocea
    que lanas vezes lhe repeli : Eu le amo
    nunca poderexprimir-lhe o contrario... Jose-
    phina foi engaada, constrangcram-lhe a volita-
    do : preciso que elle a veja, elle a vera.
    Com effeilo, Gaspar consogire fazer chegar ao
    poder de Josephina um bilhote, pelo qual lhe
    pedia urna ultima entrevista no jardini de seu
    pac : Josephina, a quom osle bilbele fez renas-
    cer todas as esperancas,quer responder-lhe ; us
    observada de pcrlo por seu pae,quo j linha si-
    do advertido da chegada de Gaspar, nao acha oc-
    casio para o fazer.
    Entretanto, Gaspar.linha espralo toda a noi-
    le, e, quando v raiar o dia, rccolhc-s casa
    com o coraco cholo da mais virulenta desespe-
    Fui eu que o matei, responde tranquilla-! na consideravel, e Josephina ora extremamente
    mente o orphao. bella. Todava, uenhum doslos pretendentos agra-
    Porque motivo? dou ao vclho conimcreianle, quo os nao a.hou
    Para vingar a inorte de meu pii: bastantemente rieos, exceptuando um, que. pela
    Mas D. Henrique era nobre e ecclcsias- sua posicS de fortuna, lho parecen conveniente
    tico. para sua filha. Era precisamente Berlholdo Bar-
    E nem por isso o seu sangue era roclhor que tly, o confidente, o amigo de Gaspar. Slrollcr o
    o de Affonso Annos sipaloiro.
    Porque nao recorreslo justica ?
    A justica, senhor, Iraz os olhos vendados
    A desdi tosa Josephina leve primeramente in-' <"aeo... Acabar.iui-se as incertezas; Josephina
    longao de rehilar ao seu amante ludo quanto se j ""'" :'m3- Do por sua livre vontade que el-
    tinha passado entro ella e sou pae ; o intento ln vai sur a esposa do Berlholdo.. lie por isso que
    que este linha do a casar, e mesmo os obstcu-
    los que havia apresontado ao complemento de
    seus recprocos desojos ; mas rcUcclindo madu-
    ramente : Nao exelamou ella, isto o allligiria
    intilmente : anda ura auno ; Gaspar ter con-
    cluido os seus esludos, e ser doulor I E Jo-
    sephina nao poda couiprehendcr que Stroller
    podesse ento recusara mo de sua filha ao dou-
    lor Gaspar Boldheim Em coosequencia dter-
    rainou-so a guardar profundo silencio.
    Entretanto, espalhou-se pela cidade, a noticia
    da resnluco que Stroller havia tomado de casar
    sua filha, e grande numero do pretendentos se
    apresenlaram ; porque Slrollcr tnha una forlu-
    2TIM.
    BRANCAS,
    ALiltF.DO
    >0R
    ASSOI.VXT,
    VI
    HITA CLAUDIA.
    (Continuarao.)
    Cm grave incidente |ioz limas refiexdesaenti-
    meulaes do advogado. A diligencia doscia enlao
    por urna colima ngremo; o conductor dorma,
    ! o postilho, hebado ou desasado, guiara cega-
    mente os cavallos A estrada, orlada de um Fa-
    do pola niontanha e do outro por un precipicio,
    viravii bruscamente no meio da deseida De l-
    penle os cavallos lomarara o fifio nos denles e
    precipitaram-se galope. Os dous primoiros
    em seu impulso, pnlaram o parapeilo pouco ele-
    vado que servia de peitoril ao precipicio e a dil--
    a Qcou como suspensa e quasi a precipitar-
    se no abysmo. () postilho foi dorrubado com o
    chique; os viajantes daram gritos procurando
    abrir as portinholis o embaraoando-se mutua-
    m lo ora seus esteros. Tu'do pareca per-
    dido.
    Sj o advogado conservava o sangue fri. Sera
    se commover com o tumulto,c com o espirito to
    livre como se estivesse em um salao, abri promp-
    tamonte a portinhola, o disse a visinha que esla-
    va lod.i trmula.
    Na i U nha reccio, Acompanhc-me. Eu ros-
    pondo pela sonhora.
    Ao mesmo lempo saltn ao chao livre de peri-
    go porem o mais dillicil ainda eslava por fazer.
    \ ahora magra grita va comquanta terca linha :
    Salvc-me, salve-me I o esteudia-IInj os" bracos.,
    Blancas, pondo o p m roda da diligencia ape- oesfoz-se em agradccimentos, a que
    jar do perigo de ser dorrubado c esmagado pelas I po:? Jnel!'"r 'luc '"',.'1''-
    escrever a adminislraco das Mossagerios e heide
    faze-lo dcinillir. Misericordia quo fri I
    Minha senhora,disse Brancas, cu vou dcs-
    cer ao precipicio e l procurare! no carro o sou
    chalo.
    Meu senhor, disse a mulher magra loda so
    requebrando; nao sei se devo...
    l. comsigo, ella ardia em desejos de vc-lo
    descer. Brancas comprehoudu-a e agarrndo-
    se com as mos aos arbustos, pondo o. pe com
    precauco as menores ponas dos rochedos,
    luz da la comecou essa perigosa desoda.
    Deixe l o chale, gntou-lhe o conductor, o
    Sr. vai quebrar o poscoeo !
    Mas Urancas nao lhe dava ouvidos. Do repen-
    te, urna grande pedra sobre a qual linha os ps
    escorregou, o elle esleve por um Iriz a virar de
    cabeea para baixono precipicio. Foli/.mcnte vio
    o pongo, e por um esforco desesperado, readqui-
    rio o equilibrio c chegou sem accidente ao fundo
    do vale.
    Os viajantes que tinham fioado na estrada,
    olharau-o com urna admirado misturada de
    terror.
    Aquello iatago tem sangue fri, disso o
    conductor. Diabos me leven, se arrisco a minha
    pelle e ossos para ir buscar um chale.
    A sonhora magra ouvio-o o rephcou inmedia-
    tamente :
    Estes homens sao egostas c cobardes !
    (J conductor rio bem que nao linha tercas para
    sustentar una conversa que principiara to \-
    vamenle, o apandando o sacco de despachos que
    tinha lirado di diligencia, poz-se fenle da ca-
    ravana e tomou o caminho da muda. Os viajan-
    tes acoinpanharam-o coxeando, meio dormindo,
    meio acordados, mas resmungaudo todos coiii
    urna harmona porfeita.
    Emtirn, voltou o adrogado, carregado de rou-
    pa de loda a especie, entre a qual vinham os so-
    cos c o chale da sonhora magra. A mai de Clau-
    elle res-
    para nao ver o fiel da batanea.
    rar dola urna senlonea egual,
    eonstitui juiz e exccuior.
    Conhecias a pona que te esperara ?
    Muito bem. Nao ignorara cu quo se havia
    poupado o assassino do sapateiro, porquii ello ora
    asss rico para pagaros favores da le; o que se
    condomnaria morlo o assassino do conego por-
    que nao linha meios de comprar a
    de seus juizes.
    O rei virando-so cnlo para o corregedor da
    corlo lhe pergunla :
    A que pena foi condemnado o assassino do
    sapateiro ?
    suspenso das ordens por um anno.
    fez sondar a esle respeito. A imposta foi ac-
    Ihidacom transporte por Berlholdo, que achara
    Josephina o ainda mais o cofre da pao) muito de
    Nao pudendo ti- jcu gns,0: Dissimulou, porm, arleiramenle a
    ou mesmo me sua alegra, porque a siluaco era delicada.
    Com effeilo, Berlholdo eslava seguro do con-
    sentinento do Stroller ; pois que era deste ulti-
    mo n.iie linha emanado a proposla ; mas era
    tambera preciso oblor a approvaeo de Josephi-
    na, e nisto consista toda a dilli.'uldade. Slrol-
    lcr, vordade, nao aceitara Gaspar por seu
    indulgencia geuro, mas tambem amara demasiadamente sua
    filha para a obligara um casamento contra sua
    volitado :
    nao ousa encarar o sen amante... Gaspar tra-
    hido, nao ha duvida Corre, compra lima pisto-
    la dedous Uros, carrega-a, o, logo que anoite-
    eo, escala novamente o muro do jardiro, inlro-
    duz-so na cmara do Josephina c espora.
    Nesta noile ora vespera do noivado), as duas
    familias dos futuros esposos eslavara reunidas
    em urna sala ao nivel do jardira. As dez horas
    da noile, Josephina, aderezada com todos os
    adornos do una noiva, sobo ao seu quarto para
    buscar alguma cousa que lho havia esquecido.
    Entra, d um grito do terror... mas rcconhcceu
    Gaspar...
    Es tu', s lu'! exelamou ella abraeando-0
    cstieilanienlc...
    A voz daquella que elle amnu tanto, Gaspar
    hesita... mas vista deste* cnf.itos, destas llo-
    res destinadas para oulro lho reslitue toda a sua
    raiva.Sim, sou eu lho responde ello cora a
    voz corlada : agarra-a com foica. ouve-se urna
    as quinas das ras para apunhalarera cobarde-
    mente sublimes padeiros. Meu senhor, ora urna
    bencao Contei viole o cinco pessoas que mor-
    riam de morlo violenta em sois mil versos. Note
    que deixo do lado os crimes pequeos, as trai-
    eoezinhas, as violacoes, os adulterios o outros in-
    cidentes trgicos.
    E s se venderam seis exemplaros !
    Sim, senhor, seis !
    Mais ao menos I.uiz Phillipe que. tem tanta
    amizado ao Sr. Duverney comprou um dos
    seis ?
    S. Mageslade pouco se importa com poesia !
    A primeia vez que M. Duverney jauln as Tui-
    Ihoras Luiz Phillipe falln de suas botas durante
    ura quarto de hora, mas nao disso uraa palavra
    sobre a Danta macabre. Meu senhor meu primo
    licou to insultado quo a volar no candidato da
    opposico. Felizmente o ministro do interior
    soube c mandou-lhc urna condeeoraco. Desdo
    esse lempo, meu primo 6 lodo dedicado dynas-
    lia o o roi riada faz scm lho pedir consolho. Oh !
    um homem de carcter o nieu primo Duver-
    ney Elle lom dilo muilas vezes ao rei!Senhor,
    faca frente aos Inglezes, desenvolva o commer-
    cio, anime a industria, torne o povo feliz, c res-
    pondo por ludo. Os verdadeiros amigos s se
    conhecem na adversjdado, se V. M. for infeliz
    algum dia, eu rei consola-lo no seu desterro-
    Os seus pares e deputados podoro trahi-lo, mas
    Duverney nunca lhe fallar.
    E o que responden o rei ?
    Ficou muilo lisongeado. Duverney 6 capaz
    de fazer o que di?.
    O advogado divorlia-se muilo enrn a historia
    do Sr. Duverney, chote do balalho na guarda
    cxploso... Josephina cabe... Gaspar vo
    raj contra si, dispara ; porm O tiro, maf dirigi-
    do, s lhe foro a face, Berlholdo entra precipita-
    damente na cmara, tropeca no corpo ensan-
    guenlado de Josephina, apodera-so do Gaspar, e
    urna lula lerrivel comcei entro ellos ; cahem,
    rolara pelo sobrado ; mas Gaspar, a quem o fu-
    ror redobra as tercas, consegue levantor-se, e.
    cora o canno da pistola, ia fazer era pedacos a
    cabera do seu prfido rival, quando o resto da
    familia que espavorida correu ao lugar do comba-
    le,consegue separa-!us.
    Josephina eslava mora ; seu coraco lora
    lembranca a iinmensidadc do Ocano.
    Entra-se ao depois no canon do Chaco ; no
    cimo septentrional desta profunda garganta
    acham-so as ruinas de outros oitos pueblos situa-
    dos 2 kilmetros de distancia uns dos outros ;
    os principaes por suas dimenses sao os pueblos
    Hungo Pava, Che tro Hetle, Bonito, del Arroyo o
    Penasca Blanca. O coraco eiilrislece-se ao ver
    um tiio grande numero de ciliados desertas, de-
    molidas todos os das pola mo do tempo, desdo
    que suas populaces exlinctas para sempre re-
    pousam no silencio do turnlo.
    Doixando o canon de Chaco, percorre-se por
    espaco de 50 kilomelras ura paiz selvagom e deso-
    lado, depois sahe-se no valle deTunccha ; es-
    te valle cortamente um dos mais curiosos que
    oxistom no Novo Mxico. Em corlas distancias
    osio cspalhados madeiros petrificados, ponedios
    de gres representando palacios phanlasticos,
    zimboros, agulhas e torrinhas cora rodas de
    relogio) ; dir-so-hia seren conslrucooes incau-
    tadas, ordenadas pelas mos do ura mago em ura
    mundo virgera.
    Todos estes objeclos singulares forera a nossa
    attcnco por sua rogularidade e bizarra ; nao so
    sabe como a nalureza s pode fazer ura traba-
    lho que tanto se presta illuso.
    Ao norte do vallo avista-so ao longo os tros pi-
    cos azulados Ojos Calientes (Tontos lliermaes;
    que elevara-so cima di planicie como tres py-
    ramides.
    A O. da sierra deTunccha, corlada pelo ralle
    do mesmo nome, abre-so o canon do Cholly, es-
    pantoso labyrintho atravez do qual ditricifabrir
    caminho. Os Navajos ahi baloram muilas veze*
    os soldados Hospanlics e os Mexicanos que que-
    dara puni-los das constantes pilhageus que estes
    indgenas commellem nessas regios e al a mar-
    gem esquerda do jo Grande. A maior parle-
    dos ponedios que dominara o canon de Chelly
    sao perpendiculares ; teem de 100 a 150 metros
    do altura : alguns, minados cm sua base de um
    modo admiravel, quer pelas aguas das torrentes,
    quer por outras causas desconhecidas, formara
    urna inmensa abuboda, capaz de abrigar milita-
    res de homens, Sob uraa destas abobodas se de-
    senliara as ruinas de uraa cidade indgena, cuja
    siluacao goograpliica c entre 36" 9' -i" lal. N. e
    100" 42' 30"' longit. O.
    Deixaii'jo o canon de Chelly dirige-so para o
    sul para ir terao paiz dos Zunis; dosce-sc o ca-
    ivjii Bc-nlto, assim chamado por causa do sua
    belleza pitloresca e suave frescura de sua at-
    mosphera. Esle canon nao tem 40 metros de
    largura : t regado por ura pequeo riacho do
    lmpida agua, que corre na baso de una dupla
    murslhade gres rermelha de 120 metros de al-
    tura. No meio dessa garganta eleva-so, sobre
    urna porco de (erra sotada, urna curiosa colum-
    na do gres de 15 metros de alto, que do longo B9-
    stnelha-se urna estatua e de porto um gran-
    de vaso que repousa sobre um pedestal oval.
    Sahindo do canon Bonito, penetra-so no paiz
    dos Zunis, depois do se ter atravessado, pouei-
    se-hia dizer nasenlranhas da trra, una grande
    j parlo dos desertos os mus curiosos c os mais
    interessautes do novo mundo.
    i
    O caminho meridional quo conduz de Sanio
    i Domingo aos Zunis egualmento merece particu-
    lar mencao ; primeiraraentc segue-se a margcni
    esquerda de rio Grande at Albuquerque, pas-
    ora, em quiuto Josephina amasse Gas-
    par, eniquanto se julgasse por elle amada, nun- :,l!;ivsado por duas balas,
    ca a sua mo pertenceria a oulro. Nao havia, No dia 27 de maio do 1837, s 7 horas da ma-
    pois. meio algum de triumphar da constancia de lihSa, a populaco de Inspruck, reunida sobre a
    Josephina, do que buscar persuadi-la da iufidoli-, prara publica, assistio a morlo de um mancebo
    (a a ar-| sando por Bernardlllo, celebre pela bondade dos
    vinhos que ahi se fabricara ; doixa-se no cami-
    nho o pueblo de Sandia, cujos habitantes sao de
    proverbial honradez.
    Albuquerque menos consideravel, porm
    mais central que Santa F ; sua populaco. com-
    prehendendo a dos runchos visinhos, de.
    2,500 almas ; as casas construidas de adoubos
    apenas leera ura andar e a cidade nada que as
    dislingua das outras cidades do Novo Mxico. F.
    a localidade raais rica e mais frtil de todo o val-
    lo uo rio Grande ; suas vinhas sao egualmento
    as mais estimadas. Depois de ter atravessado o
    rio, o terreno levemente abaixa-se quasi logo
    depois, continuando sempre 6 medida que se
    aproxima de San-Jos, offiuenle do rio Puerco.
    (Cot^)l^<^l-sc-A,.
    vos viram loda a Europa sem se admirarem, raas
    tambora scm nada comprohenderera. O com-
    mandante Audinct, podo dizer-te, com differen-
    ca lalvez de um cntimo, o que cusiam as me-
    sas redondas do hospedadas de Madrid, do Ba-
    luaute, de rosto mobil, siiceossivaraento risouho vida, rijo e perianto muito requeslado pe-
    o sombro, doce e terrivol, alegre e melanclico,: las raparigas nubeis, porem mais inclinado poi-
    que se diverte nos feslins, nos combates, com os i goslo s cosinheiras cuja conquista mais fcil e
    discursos dos sabios e no tumulto das mullides, i do menos atrapalhacoes.
    que sopra vontade o amor ou o odio, que lera j Depois dos primoiros abracos, disso elle :
    era sua rao o coraco dos homens c o destiuo ; Antes de ludo, c larde,' ramos ceiar ; con- dajoz, do Porto, de Vienna.de Berln e doTarco
    dos rapenos Onde achar esse gomo tao llexi- versaremos do negocios depois de bebermos, c o
    re, tao extenso, to sublime, to profundo, to* roolhor modo.
    variado que a poesia pedo ao poeta f Os homens. A casa de Alhanazio Ripanscl, raslo, antiga,
    cora seus fros clculos, seu estreito hora senso, ornada de duas torrinhas o do ura parque iuiraen-
    o horror que tora pelo ideal, podero altingir os- : so, mereca o nonio do castello. Foi construida
    sas alturas ? Nao podeni, recuam espantados, o i era 1512, por ura companhoiro d'aruias do Baiard
    desanimados, o procurara desanimar os mais bra- i e do La i'alisse, meio hroe, meio traanle, quo
    vos. Muito fracos para tenlarera a escalada, der-1 tinha feilo bous negocios as guerras do Italia.
    rubain com golpes de gracejos eslulios as osea- nico cora a pilhagem de Brcscia, raandou esgo-
    lar, cora grandes dospezas, inmensos pantanos
    e fez erigir os seus dominios em barona. O pai
    de Alhanazio, socio de seu irm.io nos foi Decl-
    nenlos dos exereilos imperiaes, comprou a maior
    parlo desse dominio, o o castello quo Itcra per-
    nacional, o amigo dedicado, mas ndependenle.de ; Ierra, nao ?
    palas dos cavallos, disse-lhe com voz forte :
    De-me a mo, seno est perdida.
    Ao mesmo lempo, os cavallos Qzeram esforgo
    violento para lirrar-se e o carro rccuoii. Clau-
    dia, fora de si, lancou-sc nos bracos do Parision-
    ie tirou-a rpidamente c pola era segu-
    ranza.
    Senhor, salvo minha mai exelamou ella.
    J a diligencia inclinada sobre o fosso per-
    da o equilibrio o ia rolar ao lundo do precipicio;
    a sonhora magra, espantada, sahio meio corpo
    do coupsem so alrevora sallar ao chao o sola-
    va gritos espantosos. O Parisiense agarrou-a
    bruscamente, lirou do carro, e enlregou-a, nao
    sem algum perigo, as mos da filha.
    No mesmo momento fez-so ouvir uro grande
    evito. A diligencia o os cavallos rolaram-se no
    fundo do vallo. Felizmente o conductor, c o
    postilho, (no so tinham levantado sera graves
    eontuses, haviam lido lempo de livrar os outros
    viajantes. Tojos estremecern! e Claudia ex-
    elamou :
    Oh senhor, dorcnios-lhe a vida !
    Brancas recebeu com modestia esse agradeci-
    mento o os da mai.
    Passado o perigo, rcuniram-se om conselho.
    Os viajantes estram a duas leguas da muda raais.
    prxima. O conductor, terrado a annunciar es-
    sa Diste nova, Coi to coberl'o demaldircs como I
    o desasado postilho.
    O que farcinos ? dizia gemendo a senhora
    magra. Sao trosjhoras da madrugada ; celaremos [
    aqui. Fslo conductor quer nos malar Hei de
    Vidt o Diario n 12.
    Depois de alguns minutos, que os tres viajan-
    tes era prega rara em enrolar-se nos seus capoles
    e chales, a reina tomou o bra^o do advogado e
    forana reunir-so aos pobres diabos menos felizes
    que j estaram ora caminho.
    O Sr. Parisiense, disso a sonhora magra.
    Sim, minha senhora. V. Exc. lambom sera
    duvida ?
    Nao, senlior, disso com orgulho a senhora
    magra, mas fui eu quo nao quiz habitar cm Pa-
    rs : l temos amigos em alia posico. O Sr.
    Duverney, meu primo, que c chote de balalho
    na guarda nacional, janla com Luiz Pllippe Iros
    vezes por anno.
    K ura homem feliz o Sr. Duverney, disse o
    advogado ; o que ello ? funccioiiario pu-
    blico ?
    Nao, senhor, sapaloiro, disse Claudia.
    E sapateiro, replicou a mi, raas nao linha
    nasci.lo para fazer bolas. Pu'olicou era 18J5, ura
    piorna dramtico intitulado a ansa macabre
    que Lamartine chamava < movimento iramorre-
    douro do seculo dezenove. Lenibro-mo ainda
    das ultimas palavras da carta de Lamartine :
    teia a Biblia e Homero, meu charo Duver-
    ney. Nulra-se dessa medula do leo.
    Caspilo 1 disso o advogado, isso urna pa-
    tente do imraortalidado.
    Nao acha, senhor'? Pois o publico lo conhe-
    cedor que s se venderam seis exemplares o en-
    tretanto juro-lhc que nao lho hilara nenhum dos
    adubus da ve.rdadeiru poesia. Viam-se nelle
    mulhores assasslnadas por gnomos, poetas mais
    bellos que o soi nssassinados e noile por jovens
    Luiz Phillipe. Ne lhe cuslou a reconheccr na
    senhora magra, ura dessos individuos dessa bella
    familia do vertebrados, mammiferos, bpedes im-
    berbes, de dedos angulados, do denles incisivos,
    canino se molares,que sob pretexto do poesia,tom
    regeilado, ha 30 annos, um numero consideravel
    de mai idos de provincia. Advinhou que olla de-
    via sor poeta, o melado para entreter a conver-
    sa, melado para ganhar-llie a coufiauca, disse :
    Gosla de poesia, minha senhora?
    O'iera nao gostaria ... exelamou ella com
    enlhusiasmo. Nao aos poetas que devenios os
    gozos mais puros e mais sublimes ? Nao o poe-
    ta o senhor soberano da nalureza ? Na sua palhc-
    ta mgica o azul de cobalto confunde-so cora b
    branca do prala, e o cannim cora o barro do
    Sioiinc. A poesia o azul do co em que se per-
    dem milhesde estrellas ; a profuudoza inson-
    davol do Ocano quo oceulta aos nossos olhos
    raoulcs inuuraeiaveis de entes como nos, filhos
    do Eterno.
    Minha mi, disso Claudia, varaos caminhau-
    do mais depressa, esl fazendo fro.
    A senhora magra doilou-lhe ura olhar encolv-
    risado.
    Minha querida filha, disse olla cora um lom
    agro-doce, caminho como me agrada. Nao na
    miiilia idade que uraa in recebe ilices da
    filha,
    D-me licenca para lho offerecer u meu ca-
    pote, mademoisello, disse Brancas.
    O senhor tora rauita bondade era dar ouvi-
    dos a esta tolinha, disse a senhora magia. Ella
    s fallou para me iulerromper .... Onde esla-
    va eu ?
    V. Exc. fazia o elogio da poesia, disso o Pa-
    risiense que morda os labios para no largar uraa
    risada.
    isso... Mas o que dizer das mos cm que
    tem cabido a poesa ? Onde achar essa densa
    dasj encostadas s uiuralhas : puxain pelos ps
    aquellos que ja locavam as solloiras cora as ca-
    beeas Ah senhor, quo do genios desconhe-
    cidos, que do grandes espirilos vegetara u.as pro-
    vincias, a quera s lora faltado oceasio para su-
    blevarera o mundo. Quautas mulhores, lalvez lencendo naci pela fuga do propretario, que
    eguaes pela elevaco dos pensamontos essa foi m'orl era 705 naslileiras do oxeicito do Con-
    raulher Ilustre que una das primoiras escrip- i d. 0 relho Ripainsel, que visara o que era so-
    loras deste seculo, exlinguem-se todos os das na lido, venden as grades de brome dourado qiie
    morle lenta dos trabalhos domsticos, do fazer subslituiam a velha niuralha e defendan), desde
    meias e de remendar camisas! Ah como du- 75 a entrada do grande paleo do castello. Os
    ro habituar-te era Vielloville gneos, os palos e as gallinhas, lomaran) posso
    Durante essa lirada, o Parisiense olhava para a da rolva, o os volhos balius ndeslrucliveis do
    bella Claudia que dava sgnaos nao equvocos de | seculo dezeseis, que ainda nao estarm na mo-
    da om Pars, forara o nico ornamento dessa ca-
    sa a nliga.
    Alhanazio e o Parisiense sentaram-se sos
    ante una meza sumpluosameute servida. A
    provincia, cm que ludo abunda o por barato pro-
    co, onlendo mclhora vida conforlavel do quo Pa-
    rs, em quo ludo sacrificado moda o a appa-
    rencia. Depois da ceia, quando os dous convi-
    vas, chelos dessa salisfaco voluptuosa que d
    a conscieocia do cnmprimenlo du dever, c do
    apetite satisfeito, acccuderain os charutos, o po-
    zcram os cotovellos sobre a mesa. Ripainsel cx-
    plicou o seu ii'gocio. O advogado escutou-o al-
    mpacicucia. De repente voltou-se, admirado
    das ultimas palavras que a senhora magra tinha
    pronunciado.
    A senhora vai Vielcville ? perguntoii
    elle.
    Sim e o senhor ?
    Eu tambera, minha senhora. urna bella
    i priucezos mal educadas, res que se emboscftaai I magnifica de andar magostes;), de vestido fluc-
    O Sr. uo a conhccc E inconccbivel. T-
    nhara-inc dilo que os Parisienses nao erara gran-
    do cousa em geograohia, mas isto passa os limi-
    tes, Vieilleville, senhor, una grande cidade de
    30 rail almas,empoleirada n'uma colina muilo ele-
    vada. Os Romanos edilicaram-na, os Inglezes lentamente, fez algumas perguutas, tomou no-
    lomaram-a, os protestantes queimaraia-a, o tri- las o ^oocluio ao cabo do inoi hora, dizendo :
    O leu negocio est seguro. Provaremos a
    biiual regio ahi d os seus arrestos, os bispos'
    ahi faz as suas pasloraes, o reilor as suas circu-
    lares, e o prefoito l lera o seu throno. O Sr.
    lera amigos era Vieilleville ?
    O nico amigo que l tenho o meu clien-
    te o Sr. Alhanazio Ripainsel.
    O Sr. advogado ?
    Sim, minha senhora.
    A conversa d'ahi a pouco lomou-se mais inti-
    ma. A senhora magra disso a Brancas admira-
    do, que ora madama Bonsergeul, quo mademoi-
    selle Claudia era amiga de collogio de uiademoi-
    selle Rila, e que tinham ido visitar ura lio que
    habitara em rlcans.
    Emfim, chegaram muda, e os viajantes fati-
    gados c raeio golados podoram sentar-se o des-
    cansar ao canto de um bora fogo. O resto da
    viagera foz-se sera accidento, e urna nova dili-
    gencia, carregada com as bagagens da antiga que
    .'raudo, 0 rohaveremos os dous inilhes. Falle-
    mos em outra cousa Con heces por acaso ma-
    deinoiselle Claudia Bonsergent ?
    A filha do major Cosa do Meio ? Boa du-
    I vida 1 se a conhoco a maravlha de Vicille-
    vil le, una bonita moca do cabellos pretOs, clara,
    direila, graciosa, um tanto magra, muito espiri-
    tuosa, elegante em supremo grao, que lo roman-
    ces, e que segundo dizm, sonda cora seu he-
    , roismio ; em uraa patarra, a digna bordona da
    meditabunda o sensivel Llodia. Mas onde foi
    , quo a encontraste ?
    Brancas conlou as desgracas dos seus compa-
    nheiros do viagem.
    ' Donde vero esse nome do major Corla ao
    Meio? disse elle terminando.
    Nao soi. O velho major, quo fez desdo Aus-
    terlitz todas as guerras do Napoleo, ora, segun-
    acharara era muito mo estado no fundo do pro- do dzem, uraa das primoiras csyadas do exer-
    cipicio, deixou Brancas portado seu amigo Ri'- cito. Nao se dava espaldoirada no regiment
    painsol. No momento do dospedir-se das senho-, era que elle nao fosse juiz, actor ou lesleiniinlu.
    ras, pedio polidameulo a madama Bonsergent pa-j Bra a inania desse bravo, hoje pacifico, e manso
    raso presentar em sua casa e lcvar-lhe a p;ul- como um vigario. Os camaradas dizem quo no
    soira que mademoiselle Hila enviara sua ahii- espadao nao havia quera o cgualasse, o ci'.im
    ga. A pcrmisso foi concedida cora prazer e o biticos partidos, ponas corladas, caberas racha-
    Parisiense onliou alegremente em casa d/ seu ; d.is al os hombros como no lempo dos Paladi-
    clicnle.
    VII
    nos. Esse velho o o oramandante Audinol, por
    apellido Malaga, quebraram raais cabecas aus-
    oridesecomem os raelliores meles, onde se ven-
    de o vinlm mais barato ; mas ahi para a sua sei-
    cncia. E um espectculo curioso ouvi-los discutir
    os mritos comparados da infamara e carallaria.
    Cada um dclles quer que a sua arma tenha de-
    cidido ludo cm todas as batalhas. A artilharia c
    a engenharia... isso sao as cousas ruins do exor-
    dio...
    Mas que intoresse lomas tu por esses su-
    jolos?
    Eu, nenhum, disso o advogado rom ar de
    pouco caso. O que faria cu com um veterano,
    cora a filha que bonita, vordade, mas quo
    nao disso sois palavras, e com a mulher para
    quom Valentina-, Jacques, Indiana e ilaupral
    sao osquatro Evangelistas
    Ailianasio tomou um ar misterioso
    Escuta, disse ello, s "raeu amigo o meu
    hospede, doro-te prevenir dos lacos que te po-
    dera amar. Desconfa de Flodia.
    Ouem Elodia .'
    E o nome de baplismo de madama Bonser-
    gent, mulher do Corta ao Meio, a bicha raais
    prtico c insupportavel de todo o distado. Elo-
    dia ser una sogra lerrivel, se algum dia o fr,
    o que lodos duvidam. Elodia anda sempre pen-
    siliva, lera espasmos nervosos, tem espirito, bon-
    dade mesmo o dedicaco para com os seus ami-
    gos, tem ludo, excepto bora sonso. Aposto que
    lo fallou era poesa ?
    Advinhaste.
    Ora boa se ella nao faz oulra cousa. A
    pobre mulher que lalvez da massa de que se
    fazem as Sapho, morrer do desespero remen-
    dando a roupa velha do major Corla ao Meio. O
    que queros f Sapho nunca remendou o tnica
    do velho Phaon ; eu nao sei quom tratara do
    arianjo caseiro ; lalvez naquelles lempos nao se
    jantasse. Vivia-so de pao, do azoitonas ou do
    passas ; mas o major Corla ao Meio nao onlendo
    disso. O velho gosla do passar larga, c se dei-
    xa era ludo o ministerio do interior sensivel
    Elodia rom a condico do janlar bem.
    O que tenho a temer do Flodia f
    D'ella s, nada ; da li I fia, ludo. Claudia
    lano mais perigosa quanto com difficuldade
    so achara urna mulher lo amarel om Wiollle-
    ville. E um mixto de graca, do altivez, de fran-
    queza ede impertinencia que nao rieixa indiife-
    rente nenhum d'aquelles que dola se apnro-
    ximam.
    Ah trahiste-ie, disse o Parisiense, Esto re-
    trato s pode sor feito por ura naraorado dcs-
    presado.
    Despresado, possivel, disse Ripainsel,
    porque crcio que a rapariguinha olha-se como
    muilo superior lio rcslo do universo, no naraora-
    do, oh nao, Alheaste Ripainsel nao hornera
    de perder o seu lempo om suspiros imitis. Gra-
    eas ao co, acresecntou elle dando um geilo aos
    bigodos, nao eslou roduzdo a derroter-mo aos
    pos de qualquer namoradeira, e o que c peior
    que urna rapaiig scm dote?
    Sem dote ?
    Oque sao duzcnlos mil francos dos quaes
    Fslo esperava-o no limiar e abrto-lho os bra- triacas, russas, turcas, inglezas e hespauholas, do
    ;os com olTuso. Era um rapago de magnifica
    estatura, forte como o grao turco, consumado ca-
    valhoim, mo peo, destiraido cacador, amigo do
    feslins, d"uma icildc vigorosa, contente coin
    que lora de das o anno.
    - A historia das suas caupanias Jave ser di-
    ve lida.
    -- Sim, duraste urua liota. s^sses velhos b:a-
    s a lerji parte era diuheiro do contad-,
    [Co:ctinuar-se-La.\
    PERN.- TVP. Di: M. 1'. D FAlUA.-l^.).