Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:08939

Full Text
ASNO IXITI. HOMERO 13.
Por tres mezesadia *ados 5$000.
Por tres mczes venci 6$000-
TEBCi FE!BA 17 DE J1REIB0 DE 1860.
Pop anuo adiantado 19f000.
Poi-le franco papa o subscriptor.
y ?
ENCARREG A.DOS DA SUBSCR1 PC-AO DO NORTE.
Farahiba, oSr.Antoiiio.\lexandrnodoJLma;Na-
al, o Sr. Anlonio Marques da Silva; Aracaly, o Sr.
A. do Lemos Brog; Cear, o Sr. J.Jos deOlivcira
Maranho, o Sr. Hanoel Jos Mnrtins Ribciro
Guimares; Piauhy, o Sr. Joo Fcrnandes de
Moraes Junior ; Para, o Sr. Justino J. natuvs;
Amazonas,o Sr. Jeronvmo da ("oslo.
l'AUilLl.Y 1>U t-UIililU.
Olinda Iodos us dins as 9 1/2 horas do da.
Iguarass, Goinimac Parahiba Das segundas c
sextas Feiras.
S. Anto, Bezerros, Bonito, Caruar, Altinhoc
Garanhuns as tercas fciras.
Pao d'Alho, Na/oreth, Limoeiro, r.rejo, Pes-
qaeira, Ingazeira, Flores, Villa Bella, Boa-Vista,
Uuricuiy e Ex as qiiartas-feiras.
Cabo, Serinhem, Hin Pormoso, Una, Barreiros,
Agua Frota, Pimenleiras e Natal quintas feiras.
(Todos oscorreios parln) as 10 horas da manha !
AUDIENCIAS DOSTRIBUNAES DA CAPITAL
Tribunal do commercio : segundas e quintas.
Relago : tercas feiras o sabbados.
l'azcnda: trras, quintas e sabbados as 10 horas.'
Juizo do commercio: quintas ao meiodia.
Dito do orphaos: ternas e sextas as 10 horas.
Primeira varadocivel: ternas e sextas ao meio dia
Segunda vara do civel: quartas e sabbados ao
moio din.
EPHEMF.KIDES DO MEZ DE JANEIRO.
1 Quarlo crescente as 8 horas e 28 minutos da
nubla.
8 La cheia a 1 hora e 3 minutos da tarde.
15 Ouartominguanle as 4 horas e 38 minutos da
macha.
22 La nova as 9 horas e 27 minutos da tarde
31 ijuarto cresc. as 2 horas e51 min. da manha.
PREAMAR DE IIOJE.
Primeiro aos 51 minutos da manha.
Segundo aos 30 minutos da tardo.
DAS DA SEMANA.
16 Segunda. S. Marcello p. m.; S. Berardo m.
17 Terca. S. Anto ab.; S. Leonilia ra.
18 Quarla. S. Prisca v. m. ; S. Liberato m.
19 Quinta. S. Carmn re m. ; S. Basano b.
20 Sexta. S. Sebastian m ; S. Fabio p. ni.
21 Sahbado. S. Ignetm. ; S.Patrocolo ni.
22 Domingo, s. Vicente m. ; s. Apasiono ni.
ENCARREGADOSDASl"BSCRnCAO SOS! I
Alagoas, o Sr. Claudino l'alcu Biaa ; Bal i a
Sr. Jos Martina Alvos; Rio .de Janeiro, o Sr.
Joao Pereira Uartins.
EM PERNAMBUCO.
O prepriotario do diario Uanoi oa d
Faria.nasua lirrariaprai da Independencia a*.
ti o 8.
de, te modo que oargyrassc libremente por ci-
ma, mas que ao menos livesso cada familia o
sen cubculo separado. Cabo a este respailo a
obserragoque li/ sobre aponte de embarque ;
quantolraais ligeira a despeza prensa pira re-
media-la, mas digna de reparo se torna a
falla.
PARTE OFFICIAL
MINISTERIO DO IMPERIO,
:t' secc&o Rio di Janeiro. Ministerio dos ne-
gocios d imperio, eni 21 de dezembro de 1851)..
Jllm. e Exn Sr.l-'oi onvida a seccao dos'*ne-
gocios do imperio do conselho de estado, sobre o
officio de V. Exc. de 12 de novombro ultimo,
pedindo que governo imperial decida se a dis-
posieao do decreto D. 812 de 19 de setembro de
Iv"ij, no 20 do arl. 1" que prohibe que cortos
empregados pblicos sejam eleitos membros das I*'
assemblas legislativas prowuciacs, deputados o
senadores nos eollegioa eloilornes dos districlos
em que exercercm auloridade ou jurisdicro, im-
porta a obrigaeao di elles solicitareni anlecipada-
iironlc exoneraeao tos scus empregns para se a-
presentarem candidatos, observando V. Exc. a ,
conveniencia de estabelecer-se um prazo anterior J^S"08 doin,Pwl cm 29
Illiu. e Exm. Sr.o presidente
nao do laboa, ale. tres quartos de altura da pare- l hlrem nelles votos para membros das assemblas
provinciacs, o para deputados ou senadores, de-
clara que laes rotos serio reputados millos ;
vendo-so lambem que basta que os ditos empre-
gados nao exeream os empregos na occasio em
que 03 e'.eilores sao chamados a volar, para se-
consideraiem validos os votos, que nelles reca-
liirem. Ora, como a obrigaeao de pedir anteci-
So estas as nformaeOes que colhi no desem- padamonlo demissao nao esl estabelecida pela
, ,-...- r> ._ i;_____ l... n....... _.,., _______ .i. a 1u i. ... i-,i .,..
penhod-j commissau de que V. Em;. se dignoi
encarregar-me.
Dos guarde a V. Exc.Illio. e Exm. Sr. con-
selheiro Angelo Muniz da Silva Ferraz, ministro
secretario de estado interino dos negocios do
imperio.No impedimento do director-geral, Dr
LuizJottquim de Oliveira e Castro.
Circular aos presid Bies das provincias.
3." seceo.Rio de Janeiro. Ministerio dos
de de/.enibro de
ser roque i ida e
nao ser illudida
a cleico, dentro do qual deve
concedida a demissao, alim de
aquella disposo
E Sua Mageslade o Imperador, conformando-
sd por sua immediata resoluco de 14 do coi rente
mez com o parecer da maioria da dita seceo, o-
\arada em consull de 29 do referido mez de no-
vombro : manda declarar a V. Exc que, vista
des termos em que est concebida a citada dispo-
sigo, manifest que ella nao impde aosenipre-
progados pblicos, que menciona, a obrigaeao de
pedirein antecipadamentu demissao de ses car-
gos para se apresentarem candidatos nos distric-
los em que exonera jurisdicro ou auloridade ;
tanto nssim que admitte a hynothese de elles re-
coberom votos, quando os declara nullos. E por-
que, cm viriude do proceito do art. 179 5 Io da
constituieo do Imperio iicnhum cidadao pode
ser obrigado a fazer ou deixar de lazar alguma
cousa seno em viriude da lei, tora de duvida
iiie, em quauto urna tal obrigaeao nao fr im-
posta por lei, o governo nao pode lomar a provi-
dencia lembrada [ or V. Exc. de marcar o prazo
para o pedido e aconcesso de demissao a laes
empregados.
cerio que o fim da lei, cslabeleccndo a in-
compatibilidadc relativa de certos funecionarios
pblicos, peder ser perfeilainenie illudido urna
ve/, que elles sendo candidatos, nao dcixem o ex-
crcicio de seus cargos muilo antes da elcco pri-
maria. O governo imperial reconhece esse mal ;
o tomar as providencias que no caso eouberein,
alim de fazer reapeitar o espirito da lei, sendo
urna di lias, tratai.do-se de empregados ainovi-
reis.a de dar-Ibes demissao em lempo opporluno
quando se convence de que laes empregados pre-
ralecem-se de sua posigo ocial iudevidamenle
ou com prejuizo do servico publico, para fa/crcm
Iriumphar a sua cindidaiuo, visto que este tacto
inconciliavel com a conflauca que nelles deve
depositar o mesmo governo e incompativel com
urna leguljr c recta administragao.
(*osla conformidnde dever V". Exc. proceder
respeito dos empregados proviuciaes. dando con-
* i, ou representando com a necussaria antece-
da provincia
do Rio de Janeiro ronsultou o governo imporial
sobre o moio de evitar que soja illudido ollm
que leve o ni vista a lei da reforma eloiloral n.
b 2 de 19de setembro de 1S r, quando no ; 20
do art. 1." prohibi que- cerlos empregados p-
blicos fossem eleitos membros das assemblas le-
gislativas proviuciaes, deputados e senadores
peloscollegioseleiloraes dos dislrictos em que
indicand i
ei, e como, nos termos do g 1 do arl. 179 da
consliluieao, uenlium cidado pode ser obri-
gado a tazar ou deixar de fazer alguma cou-
sa seno iin viriude da lei, fra de duvida que,
emquanto nina tal obrigaeao nao fr determina-
da por lei, o governo nao*pode lomar a providen-
cia lembrada pelo presidente da provincia.
A seccao recoahece que o lim da lei, eslaDelo-
cendo a Hieompalibilidjde.relativa de certos fune-
cionarios pblicos, poder ser pereitaine-iile illu-
dido, se, sendo elles candidatos, nao deixarem o
; oxercicio dos seus empregos niuito antes da elei-
co primaria.
Estes funecionarios poderao empregar os meios
que Ihesd a influencia official para vencerem a
i nomcaeo de eleitores quo possam apoar com o
sei voto a sua candidatura, e, conseguido Ui",
nenhuiu perigo havora em pedirein a demissao.
Assim que a uccessidade de eslabelccer-se um
prazo para tacs empreados se demitireui de
Suas tu.ieeoes, alim de serem elegiris nos dis-
s em que exercem auloridade ou jusrisdic-
exercem auloridade ou jurisdiceo, indicando a
providencia do eslboleccr-se un prazo interior Qo, nao pude admitlir conlcstago ; ms persua-
eleieo, dentro do qual dova o empregado soli- de-se aseeeo que esla providencia, alias urgen-
citar eobtcrsua demissao. u> "ao cabe na airada do poder cxucutivo ; i: da
l'oi ouvida sobre osla materia a soeco dos ne- competencia do poder legislativo, porque crea
godos do imperio do conselho de oslado ; c S. urna obrigaeao, e regula a elegibllidadc do cida-
M. o Imperador, conforman Jo-so por sua impe- dao tnasileiro.
rial resoluco de 1 do corrento me/ com o pa-
recer da maioria da dita socro, exarado em con-
sulla de 29 de novombro ultimo, houvc por bem
mandar declarar ao referido presidente que a
providencia por elle lembrada ^ pode ser toma-
da pelo poder legislativo; mas que no onlanto o
governo imperial nao. Pica inhibido de lancar
inao daqucllas medidas que no caso couberem pa-'
ra fazer respeitar o espirito da lei, sondo urna
deltas, tratando-sc de empregados nmovi-
veis, a do dar-Ibes demissao cm lempo oppor-1
(uno.
Dondo conberimento a V. Exc. dosia deeiso,
que consta do aviso publicado no Jornal do Com-
mereio de 28 deste mez, chamo a allenco de
V. Exc. para a ultima parle do mesmo aviso,
[cuja execui-ao S. M. o Imperador ha por muilo
rct-ommendado.
Oros guarde a V 1'v.c.Angelo Muniz di
$ilca 'errar. Sr. presidente" da provincia
de....
No mesmo sentido ofliciou-s i aos Srs. minis-
tros c secretarios de esta lo.
Rio de Janeiro.Ministerio' dos negocios do
imperio.Reparlioao geral das ierras publicas,
cm :J1 de dozembro de 1859.Illm. e Exm/ Sr.
Dando-se nlguns inconvenientes no modo por-
qiiaes, absolutamente fallando, podem admitlir
privilegio, mas que sendo privilegiados, iriam os
privilegios offender ora geral a constituieo c em
particular os poderes geraes. Assim que o
privilegio concedido para um s individuo ou
corporaco poder abrir aulas, ou ensinar certas
materias on imprimir, ou vender livros sobre lo-
dos, ou anda sobre certos ramos de instruirn
publica, ira offender a constituieo no art. 17!)
S2. O privilegio que isenlasse dos impostes,
art. 10 ij 5. ou da contribuido directa, o mesmo
artigo S 6. iria ofTendor a constituieo no arl. 179
8 16. que fosse concedido para' um s indi-
viduo ou companhia poder fundar colonias iria
offender os direitos dos poderes geraes, osqnaes
pelo menos 8 15 os tem iguaes sobre esta ma-
teria.
Na 3*. classe finalmente contempla osobjectos
do 8 do arl. 10. que Irata de obras publicas,
estradas c navegaeo no interior das provincias
Sao estes, diz a seccao, os nicos objectos que
podem admitlir privilegio ; mas, como as ass ni-
blaa proviuciaes nao podem conceder privile-
gios seno sobre objecli s de sua exclusiva com-
petencia, como tica dito, o anda nao esl de-
clarado qnaes sao as obras, estradaes e navegacao
que se devem considerar provincias : emquanto
nao bouver lei que faca esla delaraco. as con-
'ressoes que assomblas pro.inciaes lizerem so-
bre esses objectos devem (icsr dependentes da
approvaco da assembla geral, que a qiiem
definitivamente compete regular esta materia,
nianlendo-se no eulauto as concessos j feitas,
do mesmo modo por que a lei que interpreten o
acto addicional, mantove as leis proviuciaes, an-
teriormente decretadas, que cram offeosivas do
mesmo acto.
Si porm o governo se convencer de que os j A seceo do conselho de estado, lomando de-
em prega dos a que se refere o 20 do art. I" da I pois em consideraeo os objectos pare que V.
le u. s2 de 19 de srtembro de 1855 prevale- Exc. dizquetom sido solicitado privilegios a s-
lenle, ou sa presidencia, a saber : a navegacao
dencia ao governo imperial acerca daauellcs so- T"-' U'"'. '"";"' lr8"sporlo dos colonos de Ionio
bre que nao leoba aeco, para que se possa re- I
solver o que fr conveniente.
O quecommunico a V. Exc. para seu reconhe-;
cimento, e devida execuca.
Dos guarde a V ExcAngelo Muniz da Sil-
va Ferras.Sr. presidente da provincia do Rio
do Janeiro.
Itepartiro geral das letras publicas, em 29 de
dezembro de 1859
Illm. o Exm. Sr.Cumprindo a ordem de V.
Exc, dirigi-mo honiein hospedara da Associa-
i;ao Central de Colonisaco, na Ilha do Rom Je-
-us, para syndicar dos tactos que o Correio Mer-
cantil de 27 do correte affirma terom-se dado
por OCcasiSo do desembarque dos colonos viu-
dos ltimamente na barca oldemburgoeza l(o-
bert, Inlerroguei separadamente e na sua pro-
pria lingua d.fforcitcsdcstes colonos, e, segun-
do suas respostas unnimes, houve de corlo al-
guma exagerarao a parte do informante daquel-
!a folba diaria.
Os emigrantes r em apanharam chura nem fi-
caram a bordo da barcaca at s 2 horas da ma-
drugada ; comludo, forcoso confessar que, se
nao a apanharam, fui porque Dos a nao man-
dou, e se vieran para ierra das 81/2 para as 9
horas da noite, foi porque tomaran) a resoluco
1 lie res e os filhos.
O resultado foi ferirem-SO alguns com as os-
tras e jicdras agudas da praiu ; e cu anda fui
adiar dous com as peinas envolvidas cm pannos
rilados as camas.
Alm destes s enconlrei docntes um que me
disseram estar de suadouro
dos navios para a ilha do Bora Jess, onde sita
a bospee.iiia da Associaru Central de Colonisa-
eo, c sobreludo no desembarque dos raesmos na
referida ilha, lembro o V. Exc a necessidado de
mandar construir all urna ponte, onde as em-
ccra-se da sua posico ollicial indevidamec
rom prejuizo do servico publico para fazerem
l'iumphar a sua candidatura, como este laclo
inconciliavel coma confianza que nellas deve
depositar o governo, e ineompalivel com urna
regular e recta administrarlo de Justina, pciisn a
maioria da secnao que ueste caso o governo ve-
a usar opporlunamonte do direito demssorio
que as leis [he concedem :i respeito de alguns
usses funecionarios que eslo sujeitos a esta me-1
dida, applicando aos ouiros aquellas pura que
esliver a itorisado.
Tal o parecer da maioria da sccnfto ; mas
N. -M. Imperial resolver o que fr mus acer-
tado.
Sala das conferencias da seceo dos negocios
do impeli do conselho de oslado, em 9 de no-
vombro de 1859. Viscondede Abaeli.Marques
de Monte-Alegre.
Concordo em que o governo nao pode impor a
obrigaeao da demissao. Concordo lambem em
qinialei dofeilujjsa,. pudendo ser [acumenie
Iludida cm seus lins. Mas nao me parece satis-
factorio o expediente proposlo na concluso do
parecer.
Quanto aos empregados a,u0vivcis, o al-edrio
offerecido ha deproduzir, na maior parte dos
casos, o elleilo contrario a0 que se pretende,
"oiii sempre i,a de ser informado
para alcannar a
quera isso incumbir,
O governo
das diligencias que Se fizercu
volaijao : as autoridades a
barcacoes possam atracar em qualqucr estado quo ho de deixar de o Utet e isto por rauitos moti-
sc ache a mar. 'os que sao obvios. para ,,ue 0 empregado con-
Eoi por falta desli ndispcnsavol rommodidade siga seus inilenos, nao necessario que aprsenle
que ullimament os colonos chegados na barca com muita antecedencia. Com bastante arte pode
eldemburgueza Robert, vendo a barrara que os '.! ir ganhando as affeices das influencias eleto-
conduzia encalhada a algumas bragas de distancia raes ;pralicando actos que Ihes caplivem as reina-
da praia, sallarara ao mor, pora irem a trra, re-, des, muilo embora com detrimento do serviro. L
sultando daqui alguns fcrimcnlos, que, se forum se aeaso, par assegurar olrcsultado, fr necessario
leves, podiam ter sido graves. que se abra com um ou outro influente, este,
Quanlo ao trajelo de bordo dos novios para a ,e|u partido que saber tirar da posirao depen-
ilha, recommendo a V. Exc. que expega ordena denle em que se elle collocou, ser igualmente I
lermiiianle-
om nos, a
oxploso de salinos, barcas de passagcra.e diver-
sos ramos de industrias; e oxaminaudo os privile-
gios para estradas, assim para carro s movidos por
vapor,como para vehculos puxados por animaos,
Iferoce algumas obsorvagos,acerca de cada uma-
desas materias nos cinco paragrapiosconslanles da
copia junta ; e conclue o seu parecer com as se-
guiutes advertencias :
Muilas vezes tem sido autorisados emprezas
para certas e determinadas obras, com conces-
sos de privilegios para, sua exocugo: tal a
lei provincial das Alagoas, que concedeu privi-
legio para o eiicananieiilo de um riacho pora a
cidade de Macei.
Taes concesses nao sao privilegios com-
quanto vulgarmente assim sejam denominadas.
Lina fuile, una ponte, um canal, exigeni dis-
pendio do dinhoiro e de lempo, prazo quo se
morca para a porcepco da laxa nao mus do
que o justa compensocao do cusi da obra. Ou
a despez lia de sabir dos cofres proviuciaes, ou
ha de ser feita com o producto do um imposto
especial. Este segundo systcma o que se ve-
rificar na Gonceasao da percepgo da taxa, a
qual paga pojr aquelles que tirara proveilo iui-
medialo da obra.
_ Portanto, em laes casos, a irrogularidade cs-
i.i propriamente no emprego da pilavra, e nao
uso do direito, comanlo que a obra soja da clas-
se das proviuciaes.
* \ oulra^observanlfo relativa formaco de
compauliias'para execuno de obras proviiiciacs,
As assemblas podem autorisar obiaa por meio
de companhiaa ; mas as condicoca da formago
dostas, iiiiu se fallando nos da sua constituieo
primitivo segundo seus fins, nao podem deixar
de licor dependentes da approvaco imperial.
Estas companluas eslo compreliendidas as
dsposines do decreto n, 575 de 10 de Janeiro de
1819, que rogulam o modo por que devem ser
reconhecidas legaes. Alora disso ellas eslo su-
possn ser mais van la josa, ou ser sacrificada a
oulra que reno mais proporees de propreda-
de, ou ser abandonada por falta de clemenl
que a maiitoiiham. Esta daquellas obras que
nao .se devem exccnlar sem se formar ur:: sys-
lemo que as ligue entre si. lina estrada de ferio
deve ser ronstruidn sempre com o inluMu do seu
prolonga ment, e ah -vio envolvidos inloross -
de mais de una provincia. A de Hnua, que pa-
rece encarregar-so nos limites uue lem, osla in-
Iciramonte dependente da de Hinas-Goraes, que
6 a que llie d,i sahida pela sorra da Estrella : no
mesmo roso est a de Tamondarem relneoaos
terrenos de onde tem do recebar alimcnl
0 sen Irolieo.
AlciH desta razo releva ponderar que as es-
tradas de ferro devem regir se por nina discipli-
na geral, o sua policio rogular-se de um modo
uniforme, oque as ronslituu dobaixo do insj cc-
ro do goveruo geral.
Oanlo s estradas sen ida- por motor animal,
nu fia duvida que as assemblas legislativas pro-
viiiciai's podem legislar livremento sol.....
salvas sempre as attribuigos dos poderes %
e nomeadamente os que dizem respeito cons-
Irueco das eslilas geraes e a do nutras q
qui'i obras que perlenrom adininislracao gi ral.
rodara cura pro advertir que as desta natureza,
e particularmente as que sao construidas
tnlhos do ferro, polem muitas vezes arrisca
grossos capilaes e prejudicar, cora alias tabellas
de passagens o troles, os interessos de oulras
provincias ; pelo que (ornar-so-ha no
cm laes nasos, o inlervenco dos poderes gi
paro autorisar qualqucr privilegio quo as acora-
panha.
S 4." A respeito das salinas, entend' a si
que os assemblas provinciacs nao podem cn-
j'i enir
ceder privilegios sobre ellas. A s
go-mn da ocrnsio para : nijr os mous pi
los de eslima o onnsideraco a V. \'.\v
' ii le.hiia f.n* uha l'ai
yu.Sr. An i p Mi:. I Silva Perraa.
' irenlar.Mmi-i i .
-'.lio do Janeiro, 1 .1
e Exm. Sr.Expeca V. Exc. asconvenieni
j dous para pie os i iboll di i << lij ; thocas
prOVI I.. !.i a ,:
I presidencia iuformagctai i a ns-
p ito i! i id] ortnnria fi\:
ari '. registra la nos rsped
le i..- ltimos cini n anuos, rom a lisiini
a divida sub predios reslii i i
:'. nos, as qui i V, l -.
.i medida que fori m
leos guarde n V, I no.J \ ii/i i l'aragu.Sr, piesidenl J i
Minislerio dos negocios da Justina Ri ,;
neiro, 1 de d I I
\ uin. em e com broi. la le a .
iuformaro rrniirastanciad.i i speite la in
ca annual da i!i\ ida Ir
carlorio a seu cargo durante i uli
iiu^; fa/.endu V'mc. dislii
bro predios i u :|ii n-, t s
Dos guar lo a VmcJ tus!
I'.r magua.Sr, la bol
hypotliecas doslo rurl .
Circular.Miai! '
fi lo J I : i l
" Exm. Sr.Expega \. i >coiivonienl
ira que op jui/es do co
lia ili 01 liii-Ul ruin 111 licia I ii nuil.e:
lentes do sen ju
m pioforoiiQia su! re n i alor do
salinas, pelo com o decloranii de ha\
nosso direito, pertencetn ao dono do lerreno om
queso achara ; ao estado, se em lerreno devo-
lulo; oos particulares, so em lerreno de
dade particular. Ea'secgo julga ser-Ibes ap-
plicavol a doutrina que leve ureas:,":' de expen-
der em seu parecer de 20 de maio deste anno,
na ultima parle, o qual pede Hcciiga a \. M. 1.
pai a iranscrever:
< Comquanto no comeoo desle parecer so es |j0 cora is
tabelecesse o principio geral, d.> quo lodosas conliec'er a nqti
polhecoros, i zand -se i .
1 '"i: que laes pt......-
r i oslan 'ia ::;.:;. i
i -'. : curadores
nome de seus luidla lo
ju '"- o que derain causa : raulbeos cas :
iiitcrdiclati ; 3", Iquai ; |
deciso cm que n hj pt ln c.i seja
dcrl ira i
minos sao de propriedade nacional, lodavia o
mesmo uso, que ampliou a ordenaeo a uniros
mineroes, lem considerado como fr da rogra os
pedreirus de granito, de marmore, e om eural
d-
turez i i! i
para que se faca sempre a horas pro- uleiessado no segrodo o qual ser sufUcienle jeilas 4s regras do cdigo commercial : o que as
on .-i fnrr.T tlf\ a! ne ni iln nntlp fi'- ,ia ,.n ,..,..... ___. -____... .. -i .- ., nonvtilne nn iihrifrnr Tin rl.> eme > ItI ntnt- .-,.^...
prias, nem com a torca do sol, nem de mul fe-
chada, o em embarcaocs coberlas, se nao com
toldo ixo, pelo menos volante e encerado, fcil
de arniar-.-e.
Igualmente chamo a atlengao de \'. Exc. pora
o grayissimo inconveniente de dormirem na hos-
pedaria homeus, mulherese enancas promiscua-
mente no mesmo dormitorio, o que fcilmente c
com pouco dispendio se evita, ou fazendo nos
dormitorios que nao forcm exclusivamente desti-
nados para bomens ou mullieres solteirns com
partimentos de tobos, ou por oulro qualqucr
mudo que a V. Exc. parena mais acertado.
Do zelo de V. Exc. confio o governo imperial
que brevemente desappareccro os inconvenien-
tes apuntados.
Dos guarde a V. Exc luje!) Muniz du Sil-
va Ferraz Sr. Candido Borgos Monleiro.
que se rompa as approxlraagoes das eleicoes. i constitue na obrigaeao de seus estatutos seren
Esta ser a marcha ordinaria," sempre qu um prvidos pelo governo. Perianto inda que
empregado se propuzer depulaco. Oavedrio tragam sua origem de una lei provincial, nao
nao poder aproveitar seno no caso de saber-se, : s podem eximir da approvaco imperial.
e com muita ontecipano, da direceo que o ero- Su* Mageslade o Imperador_conformou-se por
pregado vai dando aos negocios pblicos ; mas
esla direceo com muita facildade se poder en-
cobrir por bastante lempo ; e os distancias, j|
dentro da provincia, e j em rclagao sede do i
governo, muilo ho de cooperar pora que a ver-,
: dado nao seja sabida.
sseram estar de suadouro por urna ligeira ---------------
conslipano, e una velha cuja maior enformida- cosscit da seccao us negocios do imperio do
CONSELHO DE ESTADO, SOBRE V OVAL SE IAIM-
iiculo a bordo do navio em que veio. Nenhum
dos colonos cointuco so mostrou queixoso por
esla demora e dilliculdode do desembarque, nem
baver passado grande sede.
Da parte de quera dirigi o desembarque hou-
ve sem duvida improvidencia, fazendo largar a
barcaga a horas de ir ehegar a ilha quando a ,
:nar estara razia, de modo que encalhou a al- I consulte cora
gumas bragas de diilancia da praia, sendo esla a presidente da
|i||l\'l OS VVISOS Pl'BLICADOS N i >ll OASSADO -
CERCA ni-- INCOMPATIBILIDAD! S ESI lili:! i i|i\-
l'l.l.V LEI DAS ELEICOES DE 19 DE SETEMBRO M
15.5
Senhor.Por aviso de 1! do correle mez
ordeno Vossa Magestadu Imperial que a seceo
dos negocies do imperio do conselho de estado
0 seu. parecer sobre o ofiicio do
provincia do llio de Janeiro, em
pedindo que so deca-
Omulo aos empregodos quo nao eslao na ca-
tegora dos amoviveis, que sao osjuizes de di-
reito, c os juizes municipacs, o governo apenas
pode em pregar as remoges Mas estos, qunnto
aos primeiros, offorecera tantas difficuldadcs p'ra-
licasom coosequencia dos regras eslabeleridas a
eslo resucito, que de nenhuma ulilidade servir
o avedrio apontado no parecer ; e quanto aos
segundos, nao podendo elles ser lirados de scus
lugares seno no fim do quatriennio, lambem
ponen pielera elle aproveitar. Nao ser lora de
prop >sito observar que o juizde direito que es-
liver nos circunstancias de ser Horneado desem-
bargador achara no arbitrio offerecido um meio
oxeellento de entrar para urna rclagao ; o ojuiz
municipal que j tiyer o quatriennio, o de fazer
nomear jui/. de direito.
Porlaut a demissao ou a remoco, lenha o
ou nao lenha
ircumslancia que retardou a ida dos colonos pa- j dato de 12 do mesmo me/, pedindo quo se dcla-! Kft emVreMdos"^ !!L*l
i a ierra. Se os col tos nao livessera, perdendo | re se a disposieao do decirlo S2 de 19 de se- j 2?. frS fmDrcada nara illm a'lei
a paciencia, langado n.o do oxpedienle a que lembro de 18o5, no 5 20 do art. 1" que prohibe
recorrern), era lugir deesperar, como se lhesI"6 certos empregados pblicos sejam eleitos
dizia, que cnchesse o mar, ter.am evitado sem membros das assemblas legislativas provinciacs
e deputados ou senadores nos colleglos eleito-
raes dos dislrictos em que exercem auloridade
ou jurisdico. importa a obrigaeao de pedirein
esses empregos onlecipadamente exonerarn
dos seus empregados para se apresentarem can-
didatos, observando a conveniencia de eslabelc-
cer-se o prazo anterior cleico, dentro do qual
deve ser pedidd e concedida a demissao. O cili-
cio do presidente da provincia du theor se-
guinte :
>o sendo expressamente determinado no
decreto de 19 de setembro do 1855so a incorapa-
tibilidade dos cargos policioes com os de depu-
tuao geral ou provincial importa, do porte das
pessoas por quom forera servidos aquelles em-
pregos, a obrigaeao de pedirem utecipadamento
a exonerarn para se upresenlarem candidato?,
as arranhaduras nos conchas, e por venturo al-
gum perigo mois grave, mas leara tiendo por
unios poucas de horas mais expostos ao retento,
temprc to prejudicial a eslrangoiros recem-
chi-gados, mas com particularidade na ostaco
quente em que nos ichamos, o tratandose de
homons viudos do porte da Europa, dondo ha-
va ra partido quasiro invern. Ouanto a mim,
nao deve o servico continuar assim. O trajelo
longo do ancoradouro dos novios para a ilha do
llora Jess, o os colonos recein-cheg >dos nao de-
vom faze-lo expostos ao lempo. ,
As barcagss devem ser cobertas, c as viagens
fazer-so a horas proprias, nem com a torga do
sol, nem de noite fechada Mas sobreludo que
do inderlinavol ncicssidado a conslrucgo
de urna ponte qualqucr no lugar do desembar-
que pora a hospedara : nem se cornprehende co-
mo a Associagao, achando-se ha j tanto lempo
no gozo dnquelle imprtanle edificio, nem un.o
lab a sobre qualro espeques alli pozainda. Como
eslo as cousas, nem de bordo do mais ligeiro
escaler, se pode inpara Ierra, seno ou s cosas
dos remadores ou meitendo-se a agna.
Tanto mais dignase torna de reparo esla falta,
quontn mais insignilii anle seria a despeza no-
C s-aria para sana-la. Com una ponte de desf m-
sua mmediala resoluco do 26 de oulubro do
anno passado com o referido parecer, exarado
em consulta de 27 de setembro rio mesmo auno ;
e assim o manda communicar a V. Ex. em so-
luro oo seu citado offisio de 27 de moio, e ao
oulro de 18 de agosto, em que pede deciso so-
bre aquello ; havendo pnr muilo recoinmendodo
o V. Ex. a observancia dos principios que fieain
expostos, c dos que se achara consignados na
copio dos paragraphos do parecer que envo.
DeOSguarde a V. Ex.Angelo Muniz da Su-
ca Ferraz.Si', presidente do provincia do Rio
de Janeiro,Deu-se conhccimenlo aos presiden-
tes dcsla deciso.
Copia de cinco paragraphos da consulla da see-
r/(r) (/:,.< negocios do imperio do conselho de es-
tado de 27 (te setembro de 1859 sobre eoncesso
de privilegio pelas assemblas proviuciaes a
que se refere o aviso do ministerio do imperio
de 4 de Janeiro de 1860.
Si" Quonto navegacao, importo observar:
1.", se o rio banha territorio de mais de urna
provincia, por si, ou pelos seus confluentes, pa-
rece claro que as assemblas proviuciaes nao
podem privilegiar sua navegacao, a qual nao
privativa de neuhuraa.
Esta rogra deve vigorar anda no caso de o ro
correr era mais de urna provincia, offerecendo
porcm navegacao smente dentro dos limites
de urna dellas. Muilas causas impecem a nave-
gacao que podem ser destruidas cora mais ou rae-
nos esforco ; fazer dstinceo entre estas causas
de pedras calcaras, gesso, greda, e pode-se
zcr era geral, as que pela legislacoo fronceza, e
de outros estados da Europa, estab na classe das
pedreiras. Eslo oxccpgo lem sido respeilada pela
assembla legislativa geral, que nao lem irapug
nado o uso que fa/.em os donos-des terrenos em
que se achotn loes substancias.
Deste modo as salinas Dcam perlencendo aos
donos dos terrenos, c esta a legislarn da maior
paite dos estados da Europa, os quacs co
lom-se com impdr sobre us productos qne deltas
se extraem, sera se adjudicarom direitos s ibrc
ellas ; notando-se s a differonga de que, em
urnas partes, deixa-se liberdade iiiteira aos I
nos para as aproveitar, e em nutras exigo-sc li-
cenca previa pora as lavrar, mas ist > son
para observancia das regias policioes ; u milito
poucos sao os governos que se reservara esl
minio.
3 o." Ouanto industria em geral, ella esl
fra da aleada das assemblas proviuciaes, i
deudo estas compreheiide-la em suas legislones
somcnlo nos casos em que 11 quo envolvida as
rugas geraas em viriude de algumas das facili-
dad 'S ampios, que ellas lem de conseguir cerlos
lins sem limilagoes do meios. como acontece
com a disposieao do art. 10 5 '>', q te as aul
a laucar impostos com o s limilacao di
prejudicarem os do estado.
.lllnisteriu da justirn,
decreto n. 2,510 de 8 de dezembro de 1650.
Crea urna companhia avulsa de cavallaria da
guarda nacional nos municipios de Macei e
una Luzia do Norte, na provincia das Ala-
goas.
Altendeiido propusta do presidente da pro-
vincia das Alagoas, hei por bem decretar o se-I
guiiilc:
Artigo nico. Fica croado nos municipios de I
Macei e Santo Luzia do Norte, da provincia das
Alagoas e subordinada ao commando superior da
guarda aeioual dos mesraos municipios, una
companhia avulsa de cavallaria, a qual lera a
sua parada no lugar que I he l'or marcado pelo!
presidente da provincia, ni forma da lei
Juo Luslosa da Cunha farauagu, do .
conselho, ministro e secretario de estado dos n
gocios da jqstica, assim o lenha entendido c
executar. Palacio de Pernambuco ora 8 de d-
zerabro de 1859, trigsimo oitaro da ndepeiideu-
cia e do imperio.
Cora a rubrica do S. H. o imperador.'
Luslosa da Cunha Paranagu.
da le dos rrod in s c do
transmitlir n esl i se re iri i do
ios !\ moli Ib q*ie se for i
Dos guarde n \. Exc,J
nha Parana.ju i.Sr. .
de..,
lo V
Parece pois ao consellioiro abaixo assgnado,
emquanto esle objeelo nao fr regulado por lei, i
que fra dos casos : Io de provar claros c con- j
ddenles du proposito era que esl o empregado I
' de se fazer eleger ; 2o do haver noticias dessas !
1 provas com umita antecedencia, circunstancias i
1 estos que devera andar juntas ; o meio mais se- seria deixar a una provincia o arbitrio de cscas-
i guro de acabar cora estes*subterfugios conser- se?r s recursos daoutra.
| vor o empregado era lugar de o demillir, muilo -" Sc a navegano do rio for tal que possa
embora peco elle a demissao.Mariuez de Olio- frequentar a cosa, fallece s assemblas provin-
I da.Como parece maioria da seceo. Palacio c'a*s o direito de conceder privilegios, porque
do Recite, em 1 de dezembro de 1859.Com a j estando ligadas as dos uavogaces, o ultima, o
ida llua' esla '"ra ^a aleada provincial, (Icaria pre-
rubrico de S. M. o Imperador.yoo deAlineida
Pereira Filho,
aflu de que, na bypothose de ser esta solicitado
smente nos vsperos da elcicao, nao fique illu-
dido o espirito da lei ; rogo'5 V. Exc hoja de
providenciar pelos meios a seu alcance, esclare-
cendo-me de modo que rao habilite a decidir as
quesles sobre osle poni, que podem sobrevir,
muilo cotivindo que (icios meios compctcnios i-
cosse eslabclocido o prazo anteriora eleigo,que
deveria constituir o antecipago legal, tanto para
o pedido, como pora a eoncesso da demissao,
barque ler-se-hiam evitado os fados desagrada-' am de que as disposiges da le nao possam ser
veis que se derora ; mas j que anda se nao fez, Iludidas.
hom ser que se fana agora, para remediar ao
menos o futuro.
Tambera interrogue, os colonos sobre o traa-
monto quo recobom na hospedara, e lodos di-
zem que bora. AssLsti ao final do janlar ; a co-
mida parcecu-me abundante e o servgo feito
com asseio. Osarranjos internos pdreceram-me
igualmente adequados ao lira ; mas nao posso
prescindir de levar ao conhecimento de V. Exc.
urna circumstaireia a que, a mcu ver, compre
por cobro. Homens, mulheres e crangas dor-
iiii'in todos promiscuamente no mesmo dormi-
torio, posto que cada uro era seu leito. Ha sim
dormitorios especiaos para as mulheres solleiros,
o alguns quartos pora familias, mas em numero
muilo diminuto.
O resto das fomilas l vai para o dormitorio
cominum, onde nada seria mata fcil do que fa-
zer compartimeatos, anda que nao foastin se-
Dos guarde a V. Exc."
O S 20 do arl. Io da le n. 82 de 19 de selem-
bto de 1855 dispe o scguinlc :
Os presidentes de provincias e scus secreta-
rios, os commandontes do armas c generaes em
chele, os inspectores do fazenda geral e provin-
cial, oschefes de polica, os delegados c subde-
legados, osjuizes de direito o municipacs, nao
podero ser volados para membros das assem-
blas provinciacs, deputados ou senadores, nos
collegios eloiloraes dos districlos cm que exer-
cercn auloridade ou jurisdico. Os votos que
recahirem em taes empregados scrao reputados
nullos.
E lao claro que esla disposieao nao impde eos
empregodos a que ella se refere, a obrigaeao de
pedirem anticipadamente demissao dos cargos
que exercem, para se apresentarem candidatos,
que dando como possivel a hypolhese de reca-
judicada cora o privilegio concedido primeira
este rio estara, quanto cosa, no mesmo coso
daquelle que communica cora outra provincia
por meio de-seus confluentes.
3." A navegacao por vapor dentro dos ros j
est declarada pela lei n. 60 do 8 do outubro de
183U que ao governo pertence a faculdade de a
favorecer com privilegio. E couiquauto esla lei
1 seceo. Ro de Janeiro. Ministerio dos
negocios do imperio, era i de Janeiro de 1860.
illm. e Exm. Sr.l'oi ouvida a sccgoo dos ne-
gocios do imperio do_consolhode oslado sobre o
ollicio de V. Ex. de 27 do maio do auno passado,
consultando se as assemblos proviuciaes sao ou j seja anterior ao acto addicional, esto, como todas
nao competentes, paro conceder privilegios, em as uniros que so possam dizer contrarios s dis-
vista da falla de aulorisacjio que Ibes conliro o posines daquelle acto, lem-se entendido cons-
ocio addicional. : tontinenle que continuara era vigor, como con-
A seccao em seu parecer reconliecendo a dif- lnuan, segundo esl expressamente declarado
liculdade du se lixarcm regias especia es que es-1 no art. 8. da lei de 12 de maio de 180, os leis
clarcgam o decidan todas as quesles que se provnciaes que se achara as mesmas circums-
possam olferecer acerca do objecto, aprsenla j lelas.
algumas consideroces sobro as disposiges dos 2. As passagens nos ros por meio de bar-
aris. 10, 11 c 12 do acto addicional, e deduz cas nao podera ser objecto de privilegio provin-
dellas os principios seguinles: 1., que as assem- cial, nos casos seguimos :
blas provinciacs nao podem concodor privilo-j 1." Se o ro esliver nos casos coraprehonddos
gios sobro objectos que sao da competencia dos nos dous primeiros nmeros do paragrapho au-
poderes geraes ; o pela mcsina razo 2., que os terior; 2.u, o, quando nao eslejam nesses casos,
podem conceder sobro os objectos de sua exclu- se suas margens forem pontos de estradas ge-
sivo competencia legislativa.
Eslabclccidos estes principios, divido a seccoo
era tres closses os objectos da competencia le-
gislativa provincial, sendo considerados em ro-
laco quosloo de que 3e trata.
Na 1." classe comprchende as materias dos
loslnogociosda liga. Rio
20d<- do) IS-J'.LI ic \.
- i nari i- dosso
lielecimenl ... bserva .i
cias.
I" Cada un .1 < facull ilivi I nata o sen
'.i urna parle d .. pn-
i, iru rae i '.
os da pon i i :a to deten "u>,
segn lo dos d ito d A
livi es e ir ulhon s. c o oxl -
\ os da rasa de dl'lonni
'1' O 1 .:. I > i ,
lamento d un rm i; e do ; -.
nas.
3* A \>la dos d rites
nunca las 9 lioi I i.
V A folla do om :'
(una por oulro, lini
le que nao podr rompan r tei ipporlii-
no para que a vigila nao _<. pn
rt lie elll llOI i li.'i" : :
:i Em cada semana i u mez um is l
la uvas quo o dirocli
promplo par i qunlqu
lor houver de I >. .' iirn i .-
Iraordinarias.
' Scnipi ir iro ton
enfermidade grave nvoca
.i d ouli is dous | i consull
director o direito'de fazer lae : coi
do julgar necessario coi
houver foilo
7' As operaroas cirui gicas soi
Iros tacullatii us reun i Jo dil
chamar um nirurgio de re
rag i fr importante, I : i issini o rc-
quisil .
Doos guar lo a V. s. i /
/' ir i !ju '.Sr. Anl .i
i iio.
l.ii\ ular.Mil ios da ju
Itio de Jaiu iro, :!u de n vera bre .1 > l
Illm. e Exm. s-. s M. n Imperador li<
m declarar pe i sun ira mi ala
i 17 de-' mi '. t : id IS'b
11 A,\ seceo de i i-'ini d i
ilando o esnrivo du jnrv s
: pie privativo, i i csi lii
rao, d'ooilc nao lia n -sidade le au-
. nenhuma incompnlibilidade existo onti a-iu
Ministerio dos negocios da justica.Rio doJa- officio e i lo distribuidor.
raes.
Cnrapre advertir que as mesmas hypothescs,
que ostivercm tora dostas dos, os privilegios
nao podero embarogar as obras geraes, que polo
governo forera julgadus necessarias.
3. Quanto s estradas, cumpre distinguir
1. 3. 4. o 6., na 2. parle, 7. 9, 10 e II do ar. entre as que sao servidas por vapor, e os que o
10 do acto addicional, e as do art. 11 em todos sao por aniraaes. A primeiros, qualquer que
os seus paragraphos, com cxcepgo do 5. na ul-i seja sua exonlso, entende a seccao que devora
tima parte, relativa ao ostabelecmento do col-' ser classicadas enlre as geraes. Estas obras, pe-
nias. Estes objectos, diz a secgo, nao sao sus- los grandes capilaes que empregam, e pelo ser-
Ministerio dos negocios dajusliga.Ro de Ja-
raneo, 11 de dezembro de 1819. Illm. e Exm.
Sr.Digne-sc V. Exc. de exigir das estacos su-
jeitas a esse ministerio inforraoges a respeito da
importancia annual do sello proporcional, pro-
. veniente de contratos hypothecarios, durante os
5. o 6. na primeiro parte do art. 1. e do 5. do, geraes. Urna estrada dcstas, sendo mal calcula- ltimos cinco annos, re'meltendo-as a este mi-
art. 11, na ul'ima pnrle, relativa a colonias, os! da, ou embaraar a conslrucco de eulra que uiuicrio medida que crcm recebidas. Prevale-
cepliveis de privilegios.
No 2." classe enumera os objectos dos $
I.
vigo que devem prestar, nao devem sef empre-
hondidas sem serem consultados os iuterossos
neiro, 13 de dezombro de 1859.' Illm. c Exm.
Sr.U governo imperial sent a urgente ucces-
sidade de melhorar a agitaco predial brasileira,
no sentido de favorecer a instituigo e desenvol-
viinenlo do crdito leriiloriol, e como diversos
Irabalbos a esse respeito se tem iniciado as c-
maras, sendo os principies os dous projeclos in-
clusos, resolveu antes de aceitar o pensainento
de um ou de oulro, ourir esse tribunal sobre as
questes prejudiciaea que devem tragar o circulo
de qualquer reforma a fazer. Sao essas quesles
as seguiutes:
1.'' Urna reforma geral de todo o rgimen hy-
polhecario sobre os bases da espccialisaeo e da
publie.dode exequivel do Brasil no oslado actual
de sua propriedade territorial nao demarcada, in-
certa e mal conhecida ?
2.a Quando essa reforma seja possivel e reali-
za vel, produzir ella immedialamenle sua pro-
raulgoeo o elleilo que se ueseja de auxiliare
promover o desonvolvimento do crdito territo-
rial ; ou esse elteito vira tardio o lento, s depois
de radicados no paiz os habiloso formas estabe-
lecidas pelo novo pystema
3.a Lina lei de excepgao a favor das associa-
ges lerritoriaes, garanlindo as hypotliecas cele-
bradas com essas ossocioces, por urna preferen-
cia absoluta, fundada na reuoio do iraraorel,
ser demais exocugo c de mais prompto resul-
tado >
as repostas a essas quesles convir que es-
se tribunal lenha em c9iisiderago os dous pro-
jeclos inclusos, e faca sobre elles os considera-
ges que julgue acertadas era relacao s difficul-
Deos gu irde a v. Exc./
Poi ;. >!' prosi I
C -
.i pro\ :.
Ministerio le .- ;. i -
neira 1 de dezopibro de iM'J. Illm. I \ i
Sr.lingo o V. Ekc. .' expe i ;o de suas
am de que, por conl lil dil i 10 du
:i.' da rigente loi de orcimentii-so ponha na i
souraria da proviacia de M itto Ur >-1. 6 d -
sico do respectivp diocesano, a quaniia de i-
6:000^, p ira cunl i do seinin u io pjms
pal, I'ri-valeri.'-iue da oecasio para renovaros
meus protestos de estima o consderago .i \ .
I.ce, a quom Heos i i i Lu
Cunha Paranugn: ir. Angelo M :
Ierra/.
Ministerio dos qegocios dajusliea.Rio do I -
neiro, 31 de dezembro I 1859.Illm. c I h
Sr.Digne-se V. Exc. de oxpedi -. micn^
aflm de que, porci na lilu l" ln d < art.
3. da vigente lei de ornamento se :. nha tm imv_
souraria da proviacia de Goyaz, para repa
seminario episcopal, a quantia d 6:W
Prevalego-meda pecasio para n norar as mi .i-
proleslos de estima e consderago i V. Exr. a
quera Dos guarde.Joo l.uslosa dn I un,
ranagu.Sr. Artgelo Huniz da Silia Peirai.
3.'' Seceo.Ministerio cus da jhsii-
ca. Rio de Janeiro, om S/ic dezembro de 1659
Illm. 0 Rxm. Sr.S. M. o imperador, a quom
submettia duvida que V. Exr. relata i
co de 20 de novcnibro passado, sobre i legilimi
iades pralicas que possam encontrar na execuno dode de liceneos concedidas pelos prelados aos
devendo ser remettido a e.ssa secretaria qualquer
parecer at 15 de marco futuro, alim de que o
governo imperial possa preparar um rotatorio e
exposico de motivos que tem de ser prsenle s
cmaras sobre lao importante assumplo.
parochos de suas doeeso-: considerando piante
importa prevenir essas e nulia- duwlas que pos-.
sam suscitar-so a scmclhanic respeito, inda de- -
clarar a V. Exc. :
1. Que estando ais parochos pela natureza mit*
BWS dom poderes,
ni por ambos ser !i-
Deos guarde a V. Exc Joao Luslosa da Cu- la de suas funecoos sujeitos
nha Paranagu.Sr. Joaqura Jos Pinheiro de Temporal e Espiritual, pode
Vasconcellos.Idnticas aos presidentes das re- cenciados. A compelen: ia do primuiro o fundad.
lagoes, tribunaesdo commercio, bancos do Brasil i na constituieo, ail. 102 2.", acto adduional.
e Hypothecarios, caixas liliaes da Baha e Moro- art. 10 S7,u, lei de 3 de oulubro de lSJ, art, 5.
Hyp
nho, facilidades de direito, instituto dos adroga-
dos, Drs. Urbano Sabino Pessoa de Mello, e Au-
gusto Tcixcira de Freilas.
li, e aviso de de junho de 1832. A compe-
tencia do segundo foi estabelecida pelo Concilio
Tridoulino, sessao 6.a, decreto de reforma, eapi
lulo 2., pela consliluino ecclesi istiea pelos al-
vars de 15 de jauoiro de 177 i e 11 de outubro
de 1786, o declarada pelos avisos de 1^ de abril
do 18H o 17 de Janeiro de 1851.
2. Que sondaos dous podere> iaiependentes
a (cenca concecrrJn por um nao lic.i sujeila a ap-
provaco ou conflrmeco do oulro : mas era rir-
lude riaquella mesma independencia, podem, tan-
to o governo, come o? prelados, na rbita de rh
11 I
II
irni=>%r% #


(i)
DIARIO 'ffi PKRNAMBUGGL TE-lt^A FE1RA 1? DE JANEIRO BE 1S60.
attrbuiees, impr ao beneficiario es condicoi
Ao inspector o nrsennl iic rucrinhaos que forera convenientes para que cnlre DO go/.o | Antonio Jos Pozerra. Anua do Reg Barros,
da licenca. concedida pelo oulr poder. Assim, I belgas engajadoe, Joronymo lelchiades Ferretea
pelo aviso de 23 de selembro do 185'i, n'io per- da Silva, operarios do nicsrao arsenal.
que se nao deein abusos por occasio desla li- [commatidaJo pelo Sr. 1. tenle Accio, afim
d
cebera congrua os paro ios licenciados petos pre- Ao director do arsenal de guecraos de lila-
s, e podeni ser rosponsallisodos quando nao noel Tcixeira de Jess, Senherinha Maa de
.presentare li presidencia e-sos dispensas de resi- Jess.
.1 iH-in. romo j fot declarado pelos avisos de 18 i Ao juiz municipal da 1" varaos de Alexott-
irilde 1811 e 17 de Janeiro de 1851. drfna Mara do Espirito-Santo,'de Flix de Ara-
il." Que o aviso ultime do 28 de outbro o jo l.ins, Sabino I.insde Araejo e Herculano Das
ira'.uii das liceneas concedidas pelos prelados, so-i Correa, de Francisco Pedro <1e Oliveira e Joao
bre as qnaes rijo versava a do vida submetlida Marins l'erreira da Costa, Hauocl Joaquim do
ao ronheuimento do governo ; mas nicamente Nascimento.
das liccnoos concedidas polos presidentes, dis- Ao juiz municipal da 2* taiO de Joaquim
pondo qu, de lonfonnJado cora a legislaoao ci-jJos do Espirito Santo.
tada, podem aquellos funecionarios conceder laes] Ao juiz municipal e de orphos do termo de
liceneas independemos dos prelados ; nao exclua- Olindaos da irmandade de Nossa Senhora do
do essa faculdade a audiencia dos uicsiu -, sem Guadalupe, Itolino Cavalcanti de Albnquorquo.
pro que seja posstvcl. Ao commandante do corpo de policao de
;." (.Me do aviso ffc 28 de outnbro nao se in- ; francisco Soares da Fonseca. j Exc. o Sr. presidente da provincia peco a V. S
fero a incompetencia do hispo desso diocese para Ao curador dos Africanos livres- o de Jacinlho que, para cumprimenlo de ordens mperaes, se
conceder dispensisde residencia ao vigario da Antonio Eiisiarlo. sirva de informar com urgencia sobre o incluso
fregc?,ia de Paslos-Bons, uein tal se poda esta-
belece.r vista da logUla.au cni vigor e Concilio
Trdentino. [Par > 5." u.ie a legilii iiddu da licenca, porem nao
i.,i ao dito vigario o direilo percepoao da con-
grua durante o lempo que esleve sem exerei-
eio como declara o citado avisa ido 17 de
cenca
Expediente do secretario do govertt.
Offcio ao commandante das armas. Do or-
dem de S. Exc. o Sr. presidente da provincia
declaro a V. S., cm resposla ae seu oflicio desta
data, sob ti. 1082, que, por despacho de 10 do
correle, se mandn pagar a importancia da
despeza eita rom os alngueres da casa, que sor-
ve de quariel i companhia do 8o balalhao desta-
cada na villa "do Bonito, com fornecimenlo de
luzos, como se participou a V. Exc. no oflicio da-
quella dala.
Rilo ao mesmo. Do ordem de S. Exc. o Sr.
presidente da provincia peco a V. S. que, para
cumplimento de ordens imperiaos, se sirva de
informar com urgencia sobre o incluso requeri-
mcnio de Antonio l'erreira de Lima e Mello.
Dito ao chofe de polica. De uidem de S.
Ao Ihcsoureiro das loterasO da mesa rege-- requeriineulo do Francisco Jos do Sacramento e
dora d.i imperial capilla de Nossa Senhora da
Assumpco das Fronleias.
Ao vigario da [reguezia da Boa-Vista desta c-
dadeo de Frmina Mara da Conceicao.
ndininistrarao geral dos estabelecimentoa
do caridade os de Ignacio Francisco dos San-
de 1851 ; ao mntmri ', a falla ti.i apresen- lose Juanita Mara da Conceicao.
i.i i,i da licenrn a 'ssa presidencia, o sujola a
i : sabilidade nos le/raos o aviso j 18 de
al til lie lbi i.
. rrde i V. Exc.Joao Luatosa di Cnnha
i wtjitd.Sr. presidente da provincia de Mi-
nas C '. aes.
IV.icio ao presidente da retaceoDe ordem de
S. Exc. o Sr. presidente da provincia communico
V. S. que, como conslou de pariicipacftos ofll-
Silva.
Dito ao mesmo. De ordem de S. Exc. o Sr.
presidente da prowncia peco a V. S. que se sir-
va de informar sobre o incluso requeriinento de
Mara Cautam ds Jess.
Dito ao inspector da lliesouraria do fazenda
Do ordem de S. Exc. o Sr. presidente da pro
viuda peco a V. S. que, para cumprimenlo do
ordens mperaes, se sirva de informar sobre o
incluso requcrimeulo de Isidoro do Franca
inistsria :\ v.\ trnaa.
ivwj de Li) i '. i ie 1859.
' i i i i ; irn idos pedid"
... i trio de objeclos
.- i h i sroi ida
i. i preci une Uo c ir 11 i, com a i
i : i >, a .. i te e U
2. >' '. i.iio de laueiro.Ministerio dos
i!'-, i Ja e.arinlia, en 10 de dezembro de
'i"-j'J.Sua Uageslaile u Imperador, leudo em
vista impedir que, no< pedidos 'i'1 forncciniunlos
.,,,. obrosalontes las, que acompanliaram o oleode V. S.do ludo
n. lo! .
iA Ihusouraria provincial tom
u ios, o jui/. municipal Uisbello Florentino Cor- Barros, a quem se refere a nformacao do direc-
tor do arsenal do guerra.
Dito ao mesmo. De ordem de S. F.xc. o Sr.
presidente da provincia pego a V. S. que, para
cumplimento das ordens mperaes, se sirva de
informar com urgencia sobre o incluso requeii-
mcnlo de M.uia l.ins de Hollando.
Dito ao mesmo,De ordem de S. Exc. o Sr.
Dilo ao .lele de pulicia De ordeno de S. Exc. presidente da provincia, peco a V. S. que se sir-
de prestar ossoccerros necessarics. No dia 20
entrou em Porto-Seguro o brigue escuna, leu-
do em mira o seu commandante saber com cer-
teza do lugar m que se ochava eucalhado o na-
vio, e lomar um pratico. Saube se ento
que no Pon tal rio Norte de Cerumbao, 30 mi-
Ilias ao Sul, eslava encalha ja a barca fianceza
Magnolie da qual era capitao Alfredo Lo
Rey, procedente de Marcllia para o Rio do Ja-
neiro com carregamenlo de vinlio o sal, lendo
sido j o navio abandonado pelocapiao o alvo
todo o vinho que so ochava em Porlo Seguro
mais idolatrada das Soberanas aJfPMUTUtfz
Continuando na nossa larefa do descrever to-
cias as illuminacoes que se Uzeram nesla i'iiIaJe
para a honrosa visita imperial trataremos hoje do
elegante prtico dos Lceislas, que entusiasma-
dos levantaran! la.-nbein o seu templo como sig-
na I de MOmenageai ao Soberano incansavel Pro-
tector das lellras.
Urna cominisso dos Licestas composla dos
Sis. : Antonio Antero Alves Monleiro, Auieliano
Tolenlino llunoiio da Cosa, Astolpho Barbosa de
Moraes'Cabral, Antonio Simdes do Souza Jnior,
millo de Le lis Preira da Cosa, onde se
ron Sua Magcslad- l hora e 10 minutos, m
dendo ao mais giimieiosa evaue em '| laln m -
nios, em leilura, grammaira, e arUhnrtlca.
A lerceira escola fui a de meninas da Sra. I.
Maria Carolina da Conceicao Soares, onde se de-
morou 1 hora c 9 minulos no mesmo exrnne.
A quaria foi a de meninos do Sr. padre Anto-
nio Procopio da Cosa, onde nos exam- s l quo
proccJej demorou-se Su Mageslade 1 hon c ib
minulos, mandando no lim ao professor exami-
nar em religiao, no que os meninos deslingui-
ram-se.
Bm todas eslas esrolas ioi Sua Hag
cebido com completas ovacoe, e por i ai
mas que passuii os vivas, MtsfMwa pavo
lados .-ubir.uios.
e Domingos Bentoda Uoeda Jnior, dirigiram c
organisarara os festejos dos ilhos das letlras, jo- razian uncomplcio akoMC* de'vBihsia
i\o da 1 o Sr. lente Accioli. seguio para yenlude progressisla, e de quem a patria multo ,,, Uldo demonslra o analisn.o da popal
^.orumboo, onde chegou os 7 horas desso mes- deve esperar. Para rcalisarera a idea dos scus I pelos seis idolati '
mo dia ; e ah recouhecen lo o p
da Iiarca, concebeo a idea da, emp
os esforcos, salval-a ; o do ffeilo isso conse- iseguircm mota cousa, contb de sua propna
guio coadjuvaJo pelo Sr. commandante do hia- lgibeiraconcorreu com avultada quaulia por tu-
te < Monl-Serral A barca tinha o leme par- > d,;' 'J"(J "s>1' necessario.
i's Licestas, alemde lorem organisado um lu-
perfeitO estado fest^os, os Licestas enconlraram todo 0 apoiO el Depoisde II horas Sua Magestade rrroi;
irpan lo todos coaJJ.uv.acao Ja Porle do Bxm. Sr. presidento da!0 paco, ouvie intssa no oratori >, .,:-
o provincia, que nao s- f..cilou-lhcs us ocios de, mocou, e meia hora depois de meio-iiu lorava .i
sabir a p, acompanhado palaa mesin ,
e dirigio-se ao lyceu. onde oi n- b. lo porta
pela congregacao dos lentes. Dirigio-se lag i
biblioteca da sociedado do gabinete de lei-
lura olido demorou-se perto de 1 hora a Mft-
minar alguns lvros, passando-se depoia a una
roa do Melio assumiu no dia 2'J de no-
li ro ultimo as Fiincces de juiz de direilo da
i comarca do Brejo no impedimento do ell'eclivo,
iio 1 supplente Caelano do Oliveira Mello as-
i na mesiua dala os de juiz municipal do
k'i'ino daquelle uorae.Communicou-se lanibem
no inspector da lliesouraria de fazenda.
o Sr. presidenta da provincia communico a V.
s. que, \i >r despacho de boje, autorisou-se a
lliesouraria provincial a pagar a quanlia de rOis
CSftGOO despendida nos me/es de junho e julho
desle auno com p sustento dos presos pobres da
cadeia de Uaranliuns. como se v das duaseon-
de 1857, seja ex bsolula......- or.iem para pag
le necessana, como conveni aos inleresses da no mez do nove
i IS ija( i, bellas : d co.-renle, sol
iran com o derroto n. 1.921 de 11 do abiii | Dito au mesn:
ga
ve
fazen la n icional o a minia que cum-
iar lar em la i > dci i rar a V. S. ip.' au I illa a r-i.i secre-
stado ; i : I ;...:.' sem que
ra pre iami ule n-i li *a I"-, com a ni i n
. .: idado e li gali la le : o i|uc "''mello a \. s.
ii,., ,n,k; i reco.iimenda.lo nos comm indultes dos tunaos,, que s
uavios da armada, sob sua re lonsabilidade. Holrigues (
Reitero a V. S os votos do minh.i eMimac d C.araiihuns al
ao.Fraii c, r Uarreln. sertoruos
Ao Sr. onse de esquadra oncarre- Sendo urgente
: lo do quartel gein ral '' ""'snia oscoll
termo, i
pre os pobres d
da i ma, que v
i l correte,
Sr. presidente di
Dito .:, inspe
va de informar sobre o incluso requeriinento. em
que Francisco Marciano de Araujo Lima pede
pagamento da conducco, a que se julga com
direilo, como ernpregado da colonia militar de
Pinten tetras,
Dilo ao mesmo.De ordem de S. Exc. o Sr.
presidente, da provincia peeo a V. S. que se sir-
va de informar sobre o incluso requeriinento de
Francisco Marciano de Araujo Lima, em que po-
a quanlia de 1)5)5iOO despendida ll" o adianlameiito de seus venciraenlos corres-
nbro ultimo rom u sustento dos pondenies a dous mezes.
adeia do Brejo, como se vft| Dilo ao mesmo. De ordem de S. Exc. o Sr.
iio annexa ao olBeio do V. s. de1 presidente da provincia peco a V. S. quesesir-
s ib n. 1335, a que S. Esc. o | va de informar sobre o incluso roquerimeulo em
provincia manda responder. i '1" pliarmacoutico Jos da Cru/. Sanios pede o
lor da tii,; ornara de /.endai pagamenlo dos medicamentos, que fonieceu ao
a rclaco nominal dos guardas ; presidio de Fernando"
b o cumulando do 2" sargento Dito ao mesmo.Do ordem de S. Exc. o Sr.
a l'aixo, cscoltarara do termo presidenw da provincia peo a V. S. que se sir-
s esta capital 3 iccrulas, 1 do-1 va 'e informar sobro o incluso reqnerimeulo de
a ios. Francisc i Ribciro Pavo, a quem se refere u iu-
o pagamento dos vcncimcnlos formarao do director do arsenal de guerra.
que lim de regressar para! Dito ao mesmo.Peco a V. S., de ordem de
lido e eslava apenas com os masiros reoes, e o ,;,. atal|,ao ., di:imai,im ,
apparelho fixo : tralou se enlao de preparar um tormisados lodi a, collelce palitos bran-
esparmella, c com algum
hiale s
mes
da
brigue escuna Eolo Capitao da barca op- danl o Sr. formn i guar- grande po*o que se reama para o s.u,| n
poz-sc a quo o commandante r i i ii i -i quando sua Mageslade o Imperador einbarcou netava as ost-jtiiaa nninn dni< ,. < \ i
I-.olo se scrvtssj do vellame Jeseu navioed' nara \isilar o nVm da nrnvimia os lieaUas J V '
.... ,..... ,, laiiur o noin.ua promiLia, os Lictisiaa 0m ponto sanio a ravallo acornar iado
ua guarnicao para o trobalho, e nao leuda o conslruiram um elegante .prtico no largo da Ma- Uas peskoas, e de grande numero
juiz municipal do lugar resolvido cousa alguma Iru junto ao cdilicio do Lyceu. Este prtico tem tornou a sabir para pncorrer ases
scana, diudidas por que aindt Ihe fallaram. Unto nl
Aos commandanlei desses dous navios, aos
:cus officiaes o guarnije deve-se o salvamento
lo navio francez.
Ce nsla que o Magnolia c navio de primei-
[Jornal da Uuh'
,::.'
v, i < III .: i IS5'J
'o a V. S. iiue se sirva de man- S. Exc. o Sr, presidente da provincia, quu se
itregara'lliesoureiro da reparlieo de po- sirva de informar se a lilha do finado piajor
graduado reformado do exerciloJosc de Oliveira
D a Jo.-, |ira Gifkcno di H< [uila a quanlia de i grauuauo riormaao uo exerciio josc de o;iv
.. tinento 1195 W res, cjiTesprnidento a um len;o dos | nos Prazcres, a quem se reerem os popis i
u. 2.103 d r
!, I||
lS5*r, *ej t a1. malin m le a -
..: !
.-'.' icios da mari-
n .' em _, le dezi mbro< 1659.Sua Magostado
i ir, pon ii uiaudo-s com o que V. S,
expenju em oul io n. i do 9 do crrenle, so
bn nao iii lie i- imenlo promulgado pelo
: ruto n. 2,108 do le creiro de 1858, por
i-I leve r ; ; i ,- gn i i m usal '
.
, '. ,' iio mesmo regulan! i apo-
i art. 31 'le dos dinh
estar cuntas no Ihcsuuro
;iios ila iesma escolta, licando i> res- Iclosos, tem recebido dessa Ihesouraria o meio
pata ser satisfelto pela lliesouraria pro-(sold, que Ihe possa competir na forma da lei.
a respeilo sem o consenso do Ex. Sr. prest leu-
um elevado ai cnlado por duas columnas eiu Jara-u i iprminnniin iuiauni ,,,. .
le.segu.o para este porto o comandante Acc.ol, d ^ fc;^t^ -.;. J-'-;-!.-
deixando a Laica a compauliada do Inste Mor.l restos de llores, o lilas verde e amarello. Bem >, horas da noite.
Serial. "" cenlro ye-so a c.....i imperial, circundando-a Rccolbn-sea pa'odeubciia-
as ~ :" imperio, e abaixo o seguinte le- anda muulas feliciia^es.
A !t e meia horas foj para o baile qu* i
vincia das Alagoaa Ihe onerecej*.
O palaaete da asacmbla provincial entere dra-
lumluanle ; L.iihanlenieiile iiluu in.elo po
ii" porfora, ricamente n
vista encdnUdora. As 10 horas roa s
slade o Imperadoi
Iradanea com a Exm." senhora do Sr
i da provincia, lendo por vis-a-vis a Sr. le
de polica, que dansou con a Exn i
secretario do governo.
' Mageslsde a Imperairia lansoa nono
Exm. ';i'. ministro do imperio, Ion Jo por i -
O Sr. deputa lo -eral Pedro .Vntoui la< i Uo
reir, qu dansou c ,;n urna lilha uo Sr. ,
lor Ja lliesouraria proi mi ial.
A segunda coi
perador dansou coma Exm nli ira du -:
pulido geral Manuel Joaquim : Men Ion i
:do por vis-a-vis o Sr. commai .
: ti il, que dansou com ama .
tem rile-coronel Paula Mosquil.
Sua Uagestade a Imp i iii/. .
; ;t. Sr. presidente da proi iti u la
vinel il.
A s. Exc o Sr.lpresidenlo da provincia, que se
aclia locada capital, commusicarei opportuna-
m tile o que ora solicito, em virludo de ordem
, lim de quo alio se digne de expedir a cen-
le aaloii-alao. Oliiciou-se laubeui ao
inspeciut da thesojuraria provincial o ao chele
do poiicia.
Dilo ao mesmn-l-De ordem de S. Exc. o Sr.
Ionio da provincia communico a V. S. que,
como consta do oficio, junto por copia, do le-
-general cominandanle da
Dilo ao mesmo,De ordem de S. Exc. o Sr.
presidente da provincia transmillo a V. s., para
lim conveniente, as primeiras vas dos coiiheci-
mcnlus em forma, que foram remetlidos pelo
commando do presidio de Fernando com oicio
de lo de nuvembro ultimo, sob n. 3!), sendo um
dos gneros enviados no brigue U. Affonso para
fornecimenlo do almoxarifado daquelle presidio,
e outro de medicamentos para a respectiva bo-
tica.
Dilo ao director do arsenal de guerra De or-
arnos, se do-; dem do S. Exc, o Sr. presidente da provincia
pa- i i11".'" *" S. qua se sirva de informar sobr
: : ha por bem dele nainou ao Papilan commandanle da compa- PeC" S. qua se sirva de informar sobre o
mentes i a referid lacio abonada ao nhia do aslillces pira cobrar nessa ihesouraria | incluso requerimento, em que Luiz Ferrcira da
. ,,-,.! da os j.....ii das duaa pragas do corpo de arlilices Assumpcau pede que seja eliminado da cumpa-
liiarinha, sahindo d 1luedianlc do corle, que dalli rteram era diligencia dis-* mado menores desso arsenal o de nome Vicente
ALACOAS.
Uac i, O de ja \eii'o IS50.
Todas eslas nuil s lia sido inuilo concurrido u
beijamao, a S. M. a Im eralrjz, lano de honn n
como de senhora-, que na lionra que
lirn] fanalisados pelo aculliimcnlo que oncon-
tram na idolatrada Soberana dos Braseiros.
O povo em massa nao tem abaldonado a pra-
ca, e contaulemeiilc os fugeles v us vivas do
fogo ao enthusiasmo do que se acha pos lido o
povo alagoano ; as lindas nuiles de la hao abn-
Ihanlado mais o festim popular.
Na quina-feira noilo, porem, deu-se um
s lacios gr indio e liio ublini > qu I
difc.il descrevc-l s;laua foram as inipiv!a
,ii
\ IVA O IMPERADOR.
i IVA a Al :,: -1 \ i. i.N UTE.
- cadas de i ida moa das Ires i o! i
I se a n aos lad i do centro leem-
! segntnles disliios.
Na primeiro arcada do part nrienlal :
A maion s obj< I nlepon lo
O amor, us; ovos ver o excila,
Pedro Iransj ares a balisa,
"n '.:: honrar com a Imperial Visita.
Na un la arcada 10- .
,: dies i is uianebil semprc immortalis,
ira arcada 10s i .
D'enire os li los N'oilisias que cxlasciam
\ endo cntr'ellas o I". ". ., luipeador,
So exaltan) os liis i nos
Do :. ... Lili: e pu
Na primeiro arcada da pai'.
Viva i om a ] ole sua Pi dro
' s ilvaeao, un '.
r.m quem, pe n do Mnimo J
.'. irle do lira; an a.
Na s ,, l-sc :
que elle dcixou gravadas no co..... "tur. vis-a-vis o Exm. Sr. vice-pre
J '''tf'n? !"U'Iu'^h" 11 i V "; I la,6rE?: ,. mmeudador Jacinlho de* I
pmta-las. Ouero nos fallar do b.vt luao d.v iji- Alag ,s broquel da monaichia, sou rom a fllha do Sr. commandanl. ,u
pkratriz, composto smenle de senhoras c oulr'ora a tem salvado, capital.
mercho \<\~j noilc do largo dos Mariyrios, i
gar da parada, p,ua a prar.a do paco imperial.
Era necessario ver e assislir a esse espectaeu-
|o grandioso pora so poder azor urna verdadeira t uda vista.
idea (io que elle foi em ti. De lu I
! ,. i [ira: essa da ; iiuel
i- ma Ioi. i t)\n rvan-i g linies :
lio do astrnomo Emmanuel Liaes.
Dilo ao mbs.'n iDo ordem de S. Exc. o Sr.
iio d i provincia peco a V*. S. que se sirva
lo iiiform ; sobre i o incluso requerimento do
ulo a'.ni
.. use i. i
il i ro. .man
mi il:is armas.
t. .VI o .. i o de cida iii"*z u ag ule i imp i-
dur apreseular uess i co ita,loria lod >s i-
llieillO I"!.l!n ,,:;..,, [os II
c II |I)-
o ,i: iio i
II 'S I T I10S i Ij III |U o ..... l ile J de
-. Sum preceder o pi lo
i ... i til ceden' r lir:ar o abono
da cousiguaro do un uinle: c aconlecendo jquanlia de 2:282g932
i Lm nlos, do 1
rercl.ida, i a o novo .......i a dif- lindo, dos ofliriaea dol balalhao n. 9 de guarda
,. per maiivira que nao exista cm .." ,- cmnal du municipio! de Olinda, que aquarte-
i
l
da Assumpco.
Dilo ao juiz mnnicipal dj primeira vara.--Nao
lendo cliegado ao presidio de Femando o S ii-
leuciado Jos Ambroziu Piulo, a quem se refere
ixanfc Uo forte do Huraco Casemiro ollicio incluso do respectivo commandanle,pe-
as, a qqem se refere a informacao '.' a V._s., de ordem Je S. Exc. o Sr. pre-
da provincia, que se sirva de informal' a este res-
Dito ao colnmandalnlosuperior do guarda un-: peito.
ciooal de iiliii,!.! e Igaarass S. Exc. o Sr. pre- Dito ao mesmo.De ordem de S. Exc, oSr.pre-
iloda provincia manda declarar o V. s. que ,sidenle da provincia peco V. S. que se sirva de
a Ihesouraria de fazeqda lem ordem para pagara i informar sobre o incluso requeritndulo do sen-
rois, ora que importaran! I tenciado Agosliuho Nones da Silva) a quem se
; i de novembro prximo refere a informacao do coramaodantc do pri
de Fernando.
Dito ao director interino das obros publicas.
!> ordem de S. Ec o Sr. presidente
uanlia s :,:.,. i cidado, assiiu como a de 3:5l3$7tK) rcis, |! "dem de S. Esc. o Sr. presidente da pro
i. :,' do regu ra os vcncimcnlos, de 16 a 30 vincia, pojo a V. S. que se sirva de informar so
.presta..... iiesmo liez, das pr icas do referido balalhao. bro o incluso requerimento, em que Joao Auto
je vedas has e prets em duplcala, nio Ribeiro pedo ser nomcado conservador d
, i aiia, sonde hvor.1 i acoiupajuharam o lfiuo du V. S. do 1" do
... i
Loa] Liisgusto Par Sagrado, A lerceira contradanea Sua M
i auge _da gloria o ufana! pcradordausou com a xm. Senhora dSr. Dr.
elegante] rlico lodo llumn I Benjamim, filha do Exm. Sr. baro de .\
, e offerece urna linda vista. lo por vis-a-vis o Sr. ii a
... le S. Miguel, barao dcJequii,
sido felo nesla capital paras r a Homo- .'... .: ranos a Exm.a sen), oa do Sr. coat
sa Visita Imperial, nada ha que so | am-se, o nloni Sua Mageslade a Imparatria daianu c.....
ao bataliuo BAiMPEttATRiz, de cujas recordar liotico, a irai- depntadogeral Robeito Calheiros de Mello, l-n-
lianamaa.1K,.spaii(>m!,:saud;,ie .,>-"' ^-" im um bonito lem- do por vis-a-vis o Sr. Tilara que dansou i
AsShorasdanotlcdendocorrentemarchou legorico no largo do Quai um- | Exm. Sra. do Sr. oilical de eabin
do largo dos Marlyn csse disltncto balalhao, nado u noi si- denle
composto lodo de senhoras gradas desta cidade'v, i. i .. j tymnaa Sua Magostado o Imperador danaou
a duas de fundo lendo por sua chefe a Exn, :... madeira, ajeniad sob. pe-,q.,odrilia com a Exui.* sentaocado Sr. i
Sr. DAraaha Dantas, digna esposa do Es.ni. deslaes ira les da Ihesouraria provincial, leudo i
!>r presdeme des a provincia. jpedesl nomo un......' co- Ir. Dr. Oilicica qua dans i com
.vi Humo do bal,ioo,io io a ron i o : : ia, lumoas suslentam urna irande i sphera recan; da ju Sr. li ncnlc-coiunol Paul i Mes mil
s uindo-se logo una guarda de honra, compos- do eslrellas, so! na ,. cuta i coroa mpc- Sua Magesiade a lmperalriz dans i i
la de officiaes do marrana, em grande unifoi 'onde se el :.. is m isli ,, gr. denotado geral
cora archotcs na mao, c o balalhao de sei nocionaes......ido cornija- Mendonca, tendo por vis- fl .
entro alas do distinclos cavalleiros, li ,i de ui a columua a ouqiie jansou com a senhora don
uos ue preto e qe ardile. ira ...... ..... ... em Cuimaroes.
i
Hvro do coi ...
.
::lo comprador, do.
iiin los leos da estrada da provincia.
iloao commissario vacciaador provincial.
larsenal de mariuhaDe De ordem de S. Exc. o Sr. presdeme da provin-
cia peco a V. S, que se sirva de informar sobre
o in 'luso requerimento do Jos Eleulcrio Car-
ili respeci la ao o eximo e ooncerlos, de que prarisa a canhonei- neiro da Ciinha, a quem se refere a iuformaeao
i ii i in iot por lo, ra Ar tjuary, como declara o commandante do do inspector de sonde publica.
dli proceder-s dilligencias de que iio naval no oicio junto por copia.Com- Dito ao ronsellio administrativo pira forneci-
i in alo obso..... ''- lano da diviso naval. ment do arsenal do guerra.De ordem de S.
no qual ... as e. re- i ilo ao iui*;iccl ir do
I i di !.. o Sr| presidente da provincia
.... ,..,. ,. sirva-s V. S. do mandar fazer, com breridade,
.
>) de
var p i di reto n. 2,1
ta ,. /' ,
ctor interino das obias publicasj Exc. o Sr. presidente da provinua pero ao i n-
Deoijl ,u di S. Exc. o Sr. presidente da provin seibo administrativo para fornecimenlo do otse-
aa c dis- cia pero a V. S. que so sirva de informal sobre pal de guerra, que se sirva de informar sobre o
I -:. i Si. I ......tilia,
."

li I d l ;
do Ja ni ro, i ni? "io
ra
dos n, go os da
o oincio incluso, que om 7 do coi rente, u sob n. incluso reqnerimeulo de Carnciro & Irmo.
l-J, dirigi o chefe de polica cerca da coso, Portara.O Sr. agente da compauhia brasi-
rve de QaJa no lerinu de Uuiicury. leira de paquetes a vapor mande dar transporte
o oo coijimandante do corpo de polica! para a corte, de ordem de S. Exc. o Sr. presidcii-
(iidein deis. Exc. o Sr. presidente da pro- le daprovincia, no vaporqoe espera do nort
guerra, i.i,ni. e Exm. :; *1 s- apresonl opporlunamenle ao
Sr.- : .. 13 de oulnbro ulli- Dr. rh [ede ilicia duas prai;as do corpo de seu
mo delern -se a esta ;ilil" de escoltarcm um sentenciado
, ..;,,, ,,.ea Paiahiua no primeiro vapor, que partir
ilai i, tiara o norte.Communicou-se oo chefe de po-
..".o : lo : vou (imn ... licia.
aviso. ao pt icurador Fiscal da lliesouraria de
til I i(i[0 ,.' )
Mira la.
I! o de Janeiro, m in i
i.i, i i de jiui oi'o le i' ) i.Fi Vine.
o,, inl i de que (I me i'n-
- .,.!.,, ,.' I.) Slll II i
dos tra'oolhos di en I I ,
[uc foi non .:.'.-
--.., i Vra Se-
. .. :. J .. los da
:
Era timo dislinclo homenagem prestada rir- :;ua face,
luosa [iiiperatriz, cuja virlirde v historia fazi Viva o dia 2 de dezi
esplendor da corda bratileira. Auxili.i
u balalhao marchou pela ra do Corara y;.......
al a piara de palacio, acompanli ido ir uta po- ;, icionali/ ii o Come .
ro imroenso, que entre culhusioslicos vivase Viva a i
urna alluviao de foguetcs vicloriavara o SS. JIM.
Imprtaos-
As iilumiiKV' s do 1,11.' id
do Commcrcio acccnderamsc nca'o
continuado.
Cliegado o bal ilho prara o a tendo n
Ioi nou em linha fronleiio ao paco imperial.
Lino c uninissao ento corapi
cavaileiros : o iuspectorda Ihesouraria geral I n-
bellino Gucdcs de Mello, Drs. Joaquim -I
Araujo Jos Ai,ionio Baha da C tuli Cari' s Auz
gusto da Silveira Lobo, e lunoccnci i do i >-
subiram
I a ssa o para as senhoras beij ir-lhe o Mao.
Concedida esta grara, fon '; i-
gusla presenca de S. SI. Imperial porto '. -
senhoras, de que se rompunha u balalhao,
a i'.Mn Sr." D. Amalia Dantas recltou os
le discurso :
Sesiiora.Suffocar os sontim e ;
- Ao coraeao seria contrariar a nalurea.
'. A honra que concedis s Alagoanas, visi-
tando as suos plagas, os leslemunh ii- ve no si m re .. m i
'.:. les.
Do roa parlem liras de fl-
. io sao pi
i [lionas laucas com
i verdes u ,i i ellas. I i i illa -
tu : lo l rita-i ...-.'. i .-'. j iTcrcce urna
bella ,
ii i >n I ro si pa ra
.
, o Exm. S lente facilito i-lhes meios
lolles ovaren) i i ara.
A- 11 botas e u:: quai lo qui
I um lindo fogo ailificial. O largo eslava
petado de .ovo que iiem se pndia mover.
O baile esleve poiii; .-..! .
I Ihida sociadado enchla o safio. Par* ;
100 Sras. qu.iM ludas ricametile >
i abundante serviro, c bandas de iiihj i
semeessur derramavam lorrenti -
tu le isto era mais que fasciu idor;
I mo, i sem duvida alguma ai
- i- .linda nao leve um baile, ,
V i a nou te foi a :
lo ss. M'i. ||. reliraram-se.
II bailo du: pois das 3 li
drueaJa.

.SS. MM. II. ,is 5 horas ni
na leva,i,i para 1)01 do do vapor Pirnii,
palacio a pedir S. M a li \ vjo, que rara nellc para \\, ~ pilar
Uoje lorra-foira dove* visitar a' villa de s
Luziado Norce, e s 2 boi is da lartl
a obro
Na i rlislas |
i um < i ;, :, icavisto nos aun >cs dos rno Vclho.
i ; '' "-" slJ" SS. MH.II. lODcioiiavamrerar-
I" : pe no dia 11 ou \ du correte.
Desdeqn ellts ti levantar o seu tem- Ainda honlemchega rain para 15 ,. -
i im i. f no centro do praQade xarem-nos com o cora o Iraspas
; alai io, na: ssai io qui a pra ;a csti-
para 3grande i]
:*!
:
R i lan Sr. .1 .'. i Anl
2a secro.Palacio do governo de Pcrnambu-
co, em 12 de Janeiro de 1860.
O presidente da provincia, usando da altribui-
QiQXE PZSOYraCIA.
E.vpodieate do tliss 13 de e
tic s..::.;, <":> :,. retai*io i. go-
.....
1 o ao Exm. i is| i iDe ordem de
S. Exc. o Sr. i a X.
Exr. Iti m i. 'i io, i- ra c mprmi uto
i iai s, se dgi i un in
o incluso ruqu Jo padre bemclrio
Jacon c de Ai auj
no -.. i ".'. I i, remellcn-
i. -se:
Ao mesmo Exm. bispn il sanoos reque-
t Lino do Monte l......nello e
Serafm C inealvcs dos p la.
Ao c ira tnand oasos do Antonio
ollicio, '.indo ii i provincia do'Cear.
PortaraO Sr. agento da compauhia brasilci-
i.-i de ; i pieii s a vapor mande, de ordem de S.
q Sr. presidente da provincia, dar irans
porle para a Paralaba, no primeiro vapor que
norte, ao sentenciado JoaquimGor-
1 du Mello, escoltado por duas procos do
corpo de policio, cojas passagens serao all pa-
gas. Communicou-se ao chele de polica.
:>edientc :!.> dia E 2S ,
Oflicio ao Exm. presidente da provincia da Pa-
rahiha. Tenho pre-. ule o offlcio, que V. Exc.
se servio dirigir-me em 8 de dezembro ullimo.
peduidi
:. o lm
pelo juiz mutiiiip
2'' pelo de Olinda ; 3" pelo da 2' vara ; 4 pelo
il" Iguarass.
S 2o O juiz de direilo da 2a vara ser substi-
tuido : 1" pelo jui/. municipal do Ia vara, 2" pelo
jui/. municipal de Olinda ; 3* pelo da 2' vara ; !''
pelo de Iguarass.
J* 3o O mesmo juiz municipal ou supplente
nao poder accumular duas varas de direilo, e
passar* o ullimo que vagar ao juiz quem tocar
ne seu impedimento, c em quaulo osle durar.
Art. 2. O jui/ de direilo da comarco de Sanio
Anta o ser substituido : 1" pelo juiz municipal
de Santo AntaO : 2" pelo da Escodo.
Art. 3. O juiz de direilo do comorc-
.0 do Rio-
i stada a galeota paro receber a S.' Formoso ser substituido : 1 pelo juiz munici-
operador em seu desembarque nessa pro- pal do Rio Formoso ; S pelo de Serinhcm ; 3"
V|"''i'1- pelo de Barreiros.
i de nao haver no arsenal de marinha ou- Art. 4. O juiz de direilo da rumoreo do Bonito
Ira embarcaco, que hque em lugar daquella, I ser substituido : 1 pelo juiz municipal do Boni-
conl .rme informa o respectivo inspector no om- to ; 2' pelo de Cantar.
" i"" Iransmitli a V Exc. com o men de 3 des- Art. -. O juiz de dirdito da comarca de Gara-
te me/, accrcsce a dilhculdade de se conduzir a I nbuns ser substituido: Io pelo juiz municipal de
mesma galeota, que entretanto, no servieo, om Garanhuns \2 pelo do Buiqne quando lor creado
i '-1'- i'!l '' nde ::|i *a-la, pode ser subs- o lugar por decreto ; 3 pelos nppteules de Ga-
ilexo, os sentiraentos de gralido, ano,;' e di-di- seando m:.s esl largo, q ic a ; i i onde arde o
cacao que sobrepujara nossas almas. i j., ;,.;. isiasmo alagoano pelos idoiatn
,i Si fiioiiA.Parece um contraste da nal '. mar has ibuta amor e n speilo,
que a linguo jamis se eleva alluta dos so.lilj- adoracao c acatami nlo.
montos; lalvez o mellior privilegio do j ni Fui
rosolve esse grandiu >o pro! en a d'i slheli : i. pieza ugradavel Tara rcalisarera esta id', cer-
Recebei, pois, senhora, nos Vos pedimos, ra os tas, as cnlaram-
asinecridade de nossos senlimeutos, esquecendi s, e | r m i de i % ;, ; r um
i tosca roupagem que os revcslc, e conced ndo- povo i e a lo bymno
noso subida honra de beijarmos a vossa >r.\ nacional, t i bello banda de msica da
E BEMKAZF.JA M.O. 'I, I I) i I.''. i'.im O SOU l.ll.'plo 0111
Macci 5 de ianelio de 1860.Amalia Jos- iriumplioa i indo u de mil vivas,
al o largo do Paco.
Foi mais um regosijo do p vo, mais urna [esta
lo enlhu: i uno c mais um liado do roroeo que
',,1--.,,. i uc !
cora a alma la o cheia de d
oes.
S. M. 0 lulj era lor djinou-se
para a matriz de Porto de lv.ir.i-.
n do m i( ir, S a"- para
da colonia Li ...,,., i, n i: .._. i os <
. 500J para o remiterio de Porto l
,'' para os pobres la B irra i
i i S. SI. Imperador deu por ,
diversas.
/'. o '. Ato
-
PEBAmBUCO.
., iquim de Miranda llunriqucs, Aulonio Eran- tiluida porum escaler do vapor Apa, que tem ranhuns ; 4o pelos spplenlos do Buiquo.
ri. o ilos S.iiiIik neiior P."ro:n .t o I vi/ |.\.r. ..Ir, :i< iii'i,i,f. ,',^i..,tii,i,ii.iiliij ... / n : i- .
ii- o dos Santos, ni i .i Forreird
Cesar Lourciro, Cleun .te Saraiva do Araujo,
i utiii i .1 is da Silva, Fortnalo Gomes
Fvrreira, I naci, Janu ira la-
la Conceicao, Juanna Francisca de Oliveira,
ite Joaqii a Jo i ntos A rail
coronel Joaquim Caelano de Souza Coussciro e
locl Pereira do Sou/.i
as proporces convenientes.
Dito ao inspector da Ihesouraria de fazenda.
Ten lo participado o capilo do porto haver non-
io.u assumido o exercicio do sen era prego o se-
crclario daquelia capitana Joaquim Pedro Hrre-
lo de Mello llego, renunciando o resto da licenca,
que se acha gozando : assim o communico a V.
I S. de ordem de S. Exc. o Sr. presidente da pro-
.\o commande rior da guardo nacional I vincia.
ueste municipioo de Joaquim Mauool da Silva Hilo oo commandante superior da guarda na-
Ucndes. cional de Santo Anto. xpega V. S. suas or-
Ao presidente da relacooos de Gadino Fer-ldens para que o doslacamento da guarda naci*
reir de Araujo Brrelo, Jos l ram si o Bastos, n ,1 i termo do Sanio Anio seja commandado
" moel do Nasciraenlo llego. Manoel Ferrcira de i por un inferior da mesma guarda nacional.
Communicou-se ao chefe de polica.
Dilo ao director do arsenal de guerra.Mande
Vmc foroecer ao commandanle do presidio de
Fernando os objeclos constantes do pedido junto
por copia, que se fazcm precisos a ofFicma de
sapolorio daquelle presidio, segundo declamo o
mesmo commandanle em offlcio de 17 de novem-
bro ultimo, sob n. 32.Communicou-se ao ins-
pector da ihesouraria de fazenda.
Dilo ao cousclho administrativo para forneci-
menlo do arsenal de guerra. Convm que o
conselho administrativo para fornecimenlo do ar-
senal de guerra promova, nos termos do sen re-
gulamculo, a compra dos objetos constantes do
pedido junto por copia, e destinados olflcina de
sapataria do presidio de Fernando.
Portara. O presidento da provincia, altcn-
dondo ao que Ihe requeren Francisco Gonealvos
de Arruda, resolve couceder-lhe licenca para cor-
lar as maltas do engenhoGamba de dentro
do sua propriedade, 100 pfios de sicopira, afim
de ti i om applicados ao fabrico de una barroca
i no borro de Caluama, o recommenda s autori-
j da Jes lo'.-aes qic leuham lodo o cuidado paro
aujo Brrelo.
Ao (befe de policaos de Anna la As-
mpco, Alexandre Luiz Peroifa, Cosuia Damia-
a, Francisco Joao Alves de Almeida, fgnacia
.aria da Concerno, Jos Francisco do Souza,
Maiia Ramos do Amparo, Serapiana Joaquina do
Sacramento.
Ao commandanle da diviso novalos do An-
glica Maria da Conceicao, Gamillo de Lelii Fon-
teca, Flonanna Maria da Conceicao, Joanna Ma-
ria do Espirito Sanio e Miguel Archanjo da
Cunha.
Ao inspector da lliesouraria de fazenda03 de
Francisco Pereira de Garvalho, guardas e con-
tinuos da mesado consulado oda alfandega desta
provincia, Jos Agostiuho, Manoel Marcellino
Toes Brrelo, serventes da alfandega.
Ao dosemoargodor presidente do tribunal do
commercioo de Innocencio Aniones de Fjiias
Torres. gm
Ao juiz do direilo especial do^rommercioo
de I). Clara Regueira Pinto Durte.
Ao juiz de direilo do 2' vor.ie de Joo Coc-
lli do Rosario.
11; i o de jaueiio
pliina Barala de Souza Dantas.
s. m. a Impcratriz Dignou-se responder que
l.he peuhorava muito e agradeca esta prova de
amor que as senhoras de Macei Ihe Uil":
Desceudo do palacio, as senhoras formaran)
o.ilra vez em linha lodo o balalhao, e os seos
dous directores os Srs : Dr. Dios de Monte -
laiio do gove.no, e Dr. J. .1. de Araujo levanta-
ran) vivas cstroudosos a SS. MM. 11., s Seren-
simas Princesas Brasileiras, Religiao do Estado
e Conslituieo do Imperio; vivas correspon-
didos com muito enthusiasmo nao s por todo
o balalhao de senhoras, como por lodo o povo
que alopetava a praca.
Art. 6. O juiz de direilo da comarca do Brejo
sera substituido : 1 pelo juiz municipal de Cim-
bres ; 2" pelo do Brejo.
Art, 7. O jui/. de direilo da comarco de Flores
ser substituido : Io pelo juiz municipal de Viila
Bella ; 2o pelo de Flores quando for creado o lu-
gar por decreto ; 3o pelo de Inga/.eira, quando
lamben] fOr creado o lugar por decreto ; 4 pelos
supplentes de Villa Bella ; 5" pelos sopplcntcs
de Ingazcira ; G" pelos de Flores quando forem
nomeados.
Art. 8. O juiz de direilo da comarca da Boa-
vista ser substituido : Io pelo juiz municipal de
Cabrob ; 2o pelo da Boa-vista ; 3o pelo do Ou-
ricury.
Art. 9. Os juizes de direilo, na falla do juiz.es
municipaes, sero substituidos pelos supplentes
destes, observando-se nao s a ordem era quo os
ditos juizes municipaes se achara designados pa-
ra a subsliluico, mas lambem aquella em que
estiro os supplentes as listas de suas noraca-
edes.
Art. 10. Os juizes de direilo das comarcas nao
mencionadas nesla portara, sero subslidos pe-
los respeciivos juizes municipaes e na falta des-
tes pelos sous supplentes.
tu i; llarbalho .t/i/iii Fi'iza.
rtodeJaragu o vapor Imperial com Sua
Magcstadc o Imperador e toda a sua comitiva de
rolla di viag un donorleda provincia. Foi nina
nova r j [ om; ^a como a ri-
meii a.
A | iva apinhada de
povo, com ludas as pessoas gradas. Alienas o
Nesse momento es Srs. Innocencio Reg, o II- rapor tundeou ai m- a bordo o secre-
ueonso de Paula Mesquita reciiorom poesas, lar0 j0 g0verno, o official de gabinete do presi-
que foram muito applaudidas, e S. U. a rape- Jenle> ,;. (] cap,io do porto, o
lalriz, todo bondosa, e demonstrando alegra, l0(ja a oiclalidado de marinha dos navios do
conservou-se sempre na janclla durante o lom|.....uerra.
(uc o balalhao estove na praca. Era mageslo- a's 5 i i Sua Mageslade Imperial des
so c .sublime o espaclaculo urandioso que se via. Cou, o dirigio-so a cano para o pac. Por todo
Lma Qleira de perto de 200 senhoras todas Ira- 0 caminho rcccbcu una cmplela oVajao ; o po-
jadas de bronco, com laeos de lita verde e ama- v0 alopetava lodos os lugares por onde linha de
relio, e bem no centro a bondeiro nacionalsus- assar o trera mpeiial ; e os vivas, os fugeles
tomada por una dolas. Lm povo immenso ato- us repiques dos sinos, ludo fazia um tal estrondo
pelando ludo, a la brilhando n um sereno ceo de alegra, qui era verdadeiramento urna non
azul, a clardado dos archoles, es foguetes cslru- esta do i
A' noiie acoiidcram-se lodos os illuminacoes,
e a concurrencia de povo fo extraordinaria. Des-
de s li horas d i tarde al s 9 da noite grande
REVISTA DiRIA.
Abaixo traoseievemos una i lo Sr
Francis X r de Albuquerque Mello, ;
da v;:i de S. M. o Imperadi r i freg
rejurupapo :
Poi um acaso veio lor as minhas n
. va D. Pedio ll.-Viva o Imperariz ''"''''." IOdo ^ojente, e leado nclle ., .Cll..
. Ll.Viva a Familia Imperial. ta mrta, vi que V mes foram mj
. r poralgum rneudesalfectn, que i
..,.,_. .';' ditar, na narraeo. que fez da vi n d S
iras da larde fundeou Imperador A esta ir
..._. .
gindo nos ares, e lodo esse povo era delirio gri-
tando VIVA A IIIPERATIUZ VIVA o IMPERADOR;!
Era no verdado a felicidade de um povo fan-
tico pelos seus Soberanos, e a sincera borne- nuai 0 homon:
nagem do mais profundo amor, respeilo e acata- paco a curaprimenlarera e beijarcm o mao de ss.
ment que a El les consograra. MM II.
Espectculos como estes veem-se, mas nao se A's 8 1.2 boros marcharan) osbaUlhoes Pedro
podem descrever. [i, (lyceUlas), o Triota e im de Dezembro, e os
o balalhao de senhoras marchou depois por 1 Vole.ntariosdo Imperador, cada um delles com
diversas ras desl-i, sempre na melhor boa or-, a sua bando de msico ; e poslados em frente do
deiu, o provocando grande: enthusiasmo ; o foi paco, cantou-se o hymno nacional, recilaram-se
dchandar em frente do palacio do governo, onde J umitas poesas, c liouve um eulhusasmo que era
um verdadeiro delirio.
O povo andn pelas maslo depois das duas
horas da noite, SS. mm. n. receberam diversas
feltctaroos Je cmaras municipoos, odocom-
mercio.
A's 7 boros da rnanhaa.de 8, Sua Mageslade o
INTERIOR.
BAHA.
11 de Janeiro de 1860.
Tendo se propalado a noticia de que ao Sul
do Pono Seguro se cima encalhaJo um navio,
fez o chefe da esuejo seguir para esso lugar no
dia 15 du dezembro o brigue escuna Eolo
a digna chefe desso dislinclo balalhao, depois de
despedir-se de todas as senhoras, rada urna de
per si, subi a palacio, c apparecendo a una das
janellus deu enlhusiaslicos vivas :
A S II. o Imperador,
A' S. M. a Impcratriz,
A's Sereuissimas Priucezas Brasileiras.
Vivas respondidos com n.uia enthusiasmo, Imperador cavollo, acompanhado de mu cama"
nao s pelas scnhoras.comp pelo povo que sem-1 rala e medico, minialro d imperio, presidente
pre acompanhou com ardiles o distiucto bala-
lhao da Imperariz.
De todos as homenagens rendidos melhor
das Soberanas, nenhuma por corto foi mais dig-
na de louvor, e provocou lauto o enlhasiasrao\i
como a do llalalho da Imperariz, composlo de
senhoras distinctas desla capital.
Mil louvores aos Srs. Drs Dias Honra e Araujo,
autores da idea, e directores do festim, pelo bri-
da provincia, e sen ollicial de gabinete, inspec-
tor da lliesouraria geral, rice-presidenta da pro-
vincia commciidador Jacinlho,do director da ins-
Irucco publica e de grande numero de cidados,
sahio a visitar as escolas publicas.
A primeira escola foi a de meninas da Sra. D.
riiero/.o Maria Espinosa, onde Sua Mageslade exa-
minen lies meninas cm leilura, gramraalicae uas
quaire. operaedoa, e fez a professora argumrntai
Ihanlismo, boa ordem, c enthusiasmo quo houve religiao com os meninas. Esta visita durou 1 ho-
nesso Datalbao, quo symbolisa o amor, o respeilo ra e 5 minulos.
e o profundo calamento, que se consagra I A segunda escola f:>i a de meninos do Sr. Cs.-
oguezia.
epoia de ler dito'ue s \\ rbiiare ii
lo, em uno existi nma
urna guarnirao de mulheres, que d
le pellejoram contra os Dolan lezes,
depois dislo se dignen S. '!. i i.,. ;_ -
ro.lonche, que Ihe offereccu > .
lugarFrauciaco Dias (! ~ icrque; ei
abaixocm Tejucupapo du OUtpara
Sainara Vmcs. e o mun I
gado do segundo distrcto da fregaezu .
popo, que leve a subida cnmerccida
hospedar cm sua humilde o pobre rasa, S. M.
Imperador,rhama-se Frannsco \'.-
buqiierque Mello, c nao Francisco IJ ,- \
querque, assim como, que receben das
Sr conslhciru Aulonio M in 1 U< .,
dein de S. ||. tmenla 2S e nao 500o),
all se le, de que passou recibe, di.lado
mesmo Sr. conselheiro.
Dando pablicidade, em obsequio i re
publica, eslas toscas linhas, Vmcs. muito
garo ao de Vmcs. aliento venerado.', ra.
lamer dt AlbHquerqm Mello.
Cartas de Cimbres nos diacia que a -
opresenlo-se com um carador lerrirol, na .
las localidades, subndodo poni, a j nao haver
nonhuin pasto, e achar-se o galo quasi |
morror do tome.
A mesa de qualifleacSo -i fregu >zia de San
lo Anlouio, cou composla dos Srs. Barthol
liuedes de Mello e Manuel Aulonio de Jeras J-
nior, cm primeiro lugar; e dos Srs. Serprian
Jos de Honra e Caelano Silrcrii da Silva, cm
segundo.
Faz-se preciso que soja limpe un c.no do
esgolo, quu d para o boceo ou ru que Dea por
dolrazda ra Nova ; visto que delle sahem eiha-
lacoesque, alera de incommoJas, nao |
doitar de ser nocivas saudo dos individuos quo
all moram.
Nao se devem negligenriar loes cousas, p.eis
quo de um seraelhantc deleixo semprs proicm
consequencias fuucstas.
A hem da moralidode publici c dos boos
costuraos advertimos a esso senhor que sonta ae
na ponte da Passagem de um modo pouco con-
veniente, que se abslenha dessa pralica inmo-
ral.
Convm que, cm lodos os lempos e cm todas
circumslancias, aejaa respeilodas as eeuaaxra-
res que tem recebido o assonso geral, par maior
quo seja o grao de scepiicismo ou desabusamen-
lo do que ellas se oppe.
L% AI I
i% A
11 a*-*!* *r-\



DIARIO DE PEIHVAMBTTCO. TERCA FEIrTA 17 DE JANEIRO DE 1860.
(3)
Andar n. quando lodos so veslem, e. alrn
dslo, em exposirao como urna marmota, coli-
sa insupportavcl no estado de sociedade, que
prcscrcve reslricoties aos seus difTercntcs raem-
liros, os quaes deltas se mo podn) aparl.'.r scni
faltar a om dovcr dolinido.
Aeham-se fu necio muido as juntas do qua-
lifieacao nas diferenles freguezias desta cidade,
tendo' dado cotueeo spiis trabalhos no domingo.
Lavaceh das garhafas por meio no carvao.
Todos sabem quanto difflcil lavar as garrafas
que conlveram liqnidos risinosos, oflm de que
las lc|iiem proprias para recebcr vinhos ou ou-
tros lquidos. M. Ed liarms indica o meio fon-
dado na propricdade, que tem o carvao de ab-
sorvcr nos bous poros os lquidos resinosos, mis-
turados nu alcool,para osle (lm laoca-se na garrafa
un punco de alcool para humidecer u substancia
apegada nas suas paredes internas ; depois in-
troduz-se um pouco do carvao animal e agua.sa-
coleja-se com forca ; vasa-so a garrafa o euxa-
gua-se com agua "pura. Se nao bastar a primei-
ra lavngem com carvao, repete-se segunda ve/, o
<>peraoo, o ser bastante.
arlilharia da marinha de guerra dos Es-
tados-l.'iiidos composta de 3.301 pecas, dislri-l
buidas do modo seguinlc : naos, 872 : fragatas,;
500 ; corvetas, 4J6 ; vapores 464 ; brigues 16 ;
transportes, cter etc., .23.
Di/, um jornal de Philadelphia, que um ho-
nu'.'n ca rulando com um cuidado minucioso a
somma doouro, que lera produzido as minas da
California e d'Australia, achou que sua importan-
cia era ce 1,400,000:091) dotlars (7,000:000.000)
francos.
Droit, jornal de Paris publica o seguate
faci ;
M. G. linha n'oulro lempo exercido por sua
conla una fabrica de chucolalc ; mas, dando-se,
jioiioo lempo depois ao vicio da embriaguez, foi
ubrigado por seus descuidos c desmandos a ven-
der o seu estabelecimcnto, vendo-se na necessi-
dade de ser operario da fabrica, do que havia
sido dono.
Nessa situacio M. C entendeu que se devia
consolar na taberna, c linha cabido coi tal estado
de degradacao, que j frequentava as rasas de
bebibas as oais intimas. Por diversas ve/es li-
nha tentado suicidar-se, mas circunstancias in-
dependentes da sua vontadu o haviam impedido
de. realisar es30 projecto.
ltimamente, voltando da taberna condecida
pelo nomo de California entrou para casa bastan-
te avinliado. Sua mulher, que nessa occasio i
eslava engoruniando, vendo-o cambalear, come-,
(.'i a reprohende-lo daqueile vicio.Nao fagas
bulla, mulher, diz-lhe M C. En nao te darei |
Btais desgostoatgum, porque mo vou enforcar.,
lena oiio sao tantas vezes. respondeu sua me- j
Marcelino Candido da Rocha,, pardo, csalo, 42
annos, anorisma do coracao.
Guhermina da Conceijo, preta, casada, 23 an-
nos. tvpho.
-16-
Francisco, (Costa,! prcto, viuvo, 52 annos, apo-
plexia.
Jos Augusto, branco, so'.teiro, 10 annos, febre
ana ralla.
Maria. preta. cscrava, 1 anuo, congoslao cere-
bral,
Tlieodora, parda, 8 dias, espasmo.
Maria Rosa, preta, solleira, 80anuos, estupor,
Antonio, pardo, cscravo, solteiro, 25 annos, bo-
morrhaga.
Felippe, pruto cscravo, solteiro, 50 annos, gastro
inlerite.
Hospital de cimdade. Existcm 65 ho-
mens 58 mulhores nacionaes, 1 homcm cslran-
geiro, 1 hoto era escravo, total 125.
Na lotalidado dos Jocotes existem 37 aliena-
dos seiidj JO mulheresc 7 horneas.
l'oram visitadas as enfermarlas pelo cirur-
giao Pinto s 7 o 3/4 horas da manhaa, pelo l)r.
Doradlas s 8 e 17 i luirs da manhaa.
Communicados
Dfacrfi$&o da visita de SS. MU. IT
a etailc al Oliixfn, no
ineinor:* ve! dia IJ ce dezembro
Nio quiz a cidade de olinda, poslo que assaz
decadente, ficar a quem de oulros lugares da
provincia, que linham de gozar da honrosa visita
de SS. JIM. 11.
Ella se esmeran o oais possivel o tez o que na
realidaiie podia fazer ltenlas as suss circums-
tancias.
O digno presidente da cmara municipal o co-
ronel Joaquim Cavalcanle de Albiiqucrquc envi-
dou iodos os seus esforcos aiiin de que a recep-
cSo fosse a oais decente c propria dos Augustos
Visitantes; elle carregou por si s com iodos os.
gastos da hospedagem Imperial, supprindo desle
modo a despoza a que os cofres da municipali-1
dade nao pomporlqvaoi.
Em garal todos os habitantes daquella pilorcs-
ca cidade, mostraran] os molhoros desejos e o \
mais completo enlhnsiasmo, dislinguiudo-s na
coadjuvarao e servicos para esse ni prestados, i
varios eidaplos, cojos nomos iremos mencionan-1
do nos lugares competente*.
Doecre vendo o que se passo i na [uolln cidade,
como tcsleinuiilia occular, n; da mais temos em
que espancara o Francez Jacoby, sem que hou-
vesse quem o prendesse, aerescenlando, que
ara
ii- soldados dnque.llo corpo, requisitades
effecluar a prisao do malfeitor, deram volln
vista do
a verdad,', cumprirido-nos confes-
sar que prcinido romo eslavamos, fomos com- c\,\
isso tantas vezes, responueu sua -1 ptetmele surprehcndid.. por peannos o coo-
tade, que ja me da cuidado. I ,rario do v'ini,. ,i;,.!v, Vl0^
H. t, entrou n um quarto, e por algum lempo
sua mulher ouvio que elle andar de um ponto
para outro ; seguio-se depois silencio profundo. |
A mulher admirada de tanto socego, foi ao quar-
to, e encontrn o marido om p n' un canto da
casa, onde naquella oecasio fazia bstanle
Ireraulavam as bondeiras nacionae3, tendo en-
costado a cala ngulo um Iropho imperial.
Na face ocidental da cimatha do lado do norte
eslava primorosamente pintado o rctralo de
Duarte Coelho, primeiro donatario do Pernambu-
co ; cao lado do sul, a figura de urna donzella
mirando-so em um espelho, c com urna canoa
do assucar na mi dircita, representando as ar-
mas do Olinda.
Na face oriental lia-sc em leltras gigantescas
ajltiga capital do Pernambuco.
A altura do terreno a chave da abobada forma-
da polo arco tanto do um, como de outro lado,
decorada de tarlatana verde c amarella formando
arregacos dos quacs pendiam duas grandes
borfas.
A pintura formada por lindos arabescos cujas
cores com arto e gosto combinadas prodiuiriam
um cffeito encantador, foi peosament e execu-
i-.oo dos Srs. lenlo Jos Joaquim de Lima J-
nior o Jos Eleulerio Cameiro da Cunda, que le-
vados nicamente por seu patriotismo e adhosao
ao nosso adorado Monarcha, e ajudados pelos
Srs. I)r. Domingos Soriano Fernn les Soaros c
Malhias Jos da l.apa, choios de enlhusiasmo se
prestaram a ISo ardua quanlu delicada larefa.
Nos pedestaes do lado ocidental su oslentavam
com garbo militar os dous hroesDarrelo de
Henezes e Henriqucs Dias.aquello, general em autortdade policial, que possa
chefe do exercito Pernarabucano; c este, fiel, casas c ordenar diligencias da
executor de suas ordens, c intrpido conquista-
dor de olinda do poder dos hollandezos.
Duas ricas oitavas, anda feliz, c sublime inpi-
racao potica do Sr. major Salvador Henriqun do
Mlniquerque, so achavam collocadas abaixo des-
sos retratos; as qnaes indicando que os hroes
fallavam ao Monarcha Brasileiro, exprimem um
tributo de homenagem. supplicativa facililando-
Ihe o segundo a ntrala da cidade.
1UMIETO DE MENE2ES.
Da hrrida oppresso do Belg injusto,
Salvei, 6Grande Pedro, a rica Olinda,
Autiga capital de un potro justo.
Que oiilrasorlc loria, a nao ser linda;
Tirai Senhor com vosso bra^o Augusto
Do triste abalimenlo em que se linda.
Esta patria de hroes, scena de glorias.
Que j foi 0 thealro de victorias.
HENRIQDES DIAS.
Ouando o Belga Si-ii'ior veio atrevido,
Arrebatar Olinda furioso,
A ordera do mea chefe destituido,
Eu cumpri desprozando-o de gnslozo.
Entrai Senhor, est desimpedido,
Este campo que foi p'ra us honroso :
A patria v em mim cabo gueneiro,
E em vos um Monarcha justiceiro.
Acabada a ceromonia da entrega da chavo da
ade forain SS. UM. conduzidos dobaixo do
Mti
dem de Goiaba ,
dem seceos
Espadadores grandes.
dem pequeos. .
Esleirs de preperi .
prac da Independencia, e se recolheram dizen-
do que o rio haviam encontrad11- No verda-
deira a primeira parle da accusarjo, e quanlo
seguoda lambem naoexacto.quc houvesse quem
requisitasse os dous soldados para perseguir o
prender o criminoso.
O q ue se passou foi o seguiote :seria 1 hora
o mcia da noitedo dia indicado, quando eu fui
avisado pelo alferes Borges Leal, que mora no
sobrado fronteiro ao quarlel, do que na ra das
Cru/.es harin um alarido: imniediatamentc fiz
reunir a guarda c mandei dous soldados verem
o que era e apprchender a quem quer qae
fosse o omotinador; pelas duas horas voltaram
os ditos soldados, c cntao me informaram, que Gomma polvilho
linha ha vi do um conflicto entre dous trabalha-1 Ipecacanlma. .
poros da lypographia do proprietnrio deste jor- .
nal, de quo resultara um delles ferir ao outro,
mas que o o (Tensor se havia evadido, de mancha !
que nem elles (soldados) uem o major chefe I
dos pedestres do Recife, que na mesmn orca-
siao se aprestntara, o tinhara podido encon-
trar.
Nada mais me cumpria fazer, porque nao sou
mandar varejar
competencia do
Sr. chefe de polica, delegado e subdelegados. E'
esta a pura verdade, e se ha quem visse o cri-
minoso passar pela frente do quartcl, sem ser
perseguio, ou mesmo quem requisitasse solda-
dos para o perseguir, eu o desalio, para que ap-
paroca, porque quero solemnemente desmen-
t i-Io.
Se o corpo do polica incorreu no desagrado
do alguem, que seja aecusado em regra, c com a
verdade, e nao com a falsiticncao dos Tac-
tos
Sirvam-sc, Srs. redactores, do publicar estas
lindas de seu venerador o obrigado.
O tuneute do corpo do polica.
Francisco Beringuel lmeida Gitedes.
Ttecife. 16 dn Janeiro de 1860.


um

una
Estoupa nacional..... arroba
Fariuha de arara la .... >
dem de mandioca .... alqueire
Feijo......... alqueire
Fumo em foi ha bom .... arroba
dem idem ordinario .... x
dem idem reslolho ....
dem em rolo bom .... >
dem idem ordinario.
.... >
400 buco que a arrcmataco da parlo do sobrado de
.'ous|.,n lares na ra da Guia n. 21, pcnliorarU
!>,>-!'); aas herdeiros da Aolon'ro Ferrcira Duarie Vel-
I ;o=o, n:io leve effeilo noia annuncioilo por falla
300 do licianios, c por sm fina a mesma arrema-
IS'600 larpo transferi la para o dia 28 do cumulo niez.
3$000Scre!aria da ThesiK.aria de Pazenda de l'er-
JSOO Dambneo 9 Janeii i d : I MO. O Official
SfOOO | Haioi intorino.Luu Praneseo do S. Paio o Silva
O Illm. Sr. In-polor da 'J'hejouraria I'ro-
liSOOO
9^000
vincial, em cumnriinento da ordem do F.tm.
arroba
cento


una
um
una
sombra.
Como elle se mechia de urna maneira singular,
chamou a porteira, que aecudioa promplo. Am-
bas foramvero miseravel, e sua mulier pegan-
do-lhe na ino disse.Vamos, dexa-te de toli-
<:es, vem iara o teu lcito, que oslars melhordo
que aqu ; masento ella pereebeu que seu ma-
rido balanceara como urna massa inerte, o co-
mecou a alterrar-se.Nao reparis, que elle os-
la enforcado ? Ihe diz a porteira, e parece que
anda nao esli morto. Eu vou prevenir o pro-
pietario.E eu nao tico s aqu, accresccnta a
znulhcr de C, vou para a oseada.
Sahiram ambas deixando o pobre enforcado
nas suas ultimas convulses. O proprielario
avisado pela porteira apresentou-so logo com
mais alguna engenheiros, cnlre os qnaes disse
tim :o iioniini anda respira ; seria bom desa-
tar-lhe o laco.Por forma alguma, disse o pro-
prietario, nao sabis que ninguefl pJo tocar
u'um enforcado antes de chegar o eommissario
de polica ? Vou eu mosmo chama-lo j.
Effcciivjmenle deseen para isso, e encontran-
do um nierinho, disse-ihe que linha um enfor-
cado na sua propricdade. Ha milito lempo que
se enforcou ? perguntou o meirinho.Nao. Cor-
taram-lh: j o laco ? Nao se pode fazer tal se-
rillo na presenca d'o eommissario.
O meirinho subi de prompto. e com grande
escndalo do proprielario, tralou logo de desa-
tar e laco do enforcado, mas com estas idas e
rollas, o infeliz linha deizado de exisiir.
O meirinho foi avisar o eommissario da scc-
cao de Luxerabourg. Este veio inmediatamente,
e romerou logo reprchendendo as pessoas pre-
sente?, '(ue por causa de um prjimo tdlo li-
iiham deixado morrer un hornera, tendo prova-
velmente opportunidade de o salvar. Quiz ver
- a corda, com que elle se havia enforca-
do, c apresentaram-lhe um pedazo que leria pal-
mo c meio de comprimodto. Porm, disse o
magistrado, impossivcl que alguem so possa
enforcar com 15o pequeo pedajo de corda !
Tolo; assislentes, nlhando-se reciprocamente,
tirarani. cada mn, das suas algbeiras um peda-
que vimos
Pelas sele horas da manhil do dia '> do crlen-
lo S. M. acompanhado j Exm. ministro di Im-
perio, presidente da provincia o oulros de sua
comitiva assim como de um grande numero de
cavalleiros do Recife, se aproximarara aponte do
Varadouro ; e quan 1 i se acharara em distancia
de200 passos as commissoes nomeadas se iliii-
gram ao seu encontr ; dignando-se os Au jus-
tos Visitantes apearem-s-j, o receberem as de-
monstradnos do sois Res vassi los a quem cou-
bc Logo a honra de heijar-lhes as raaos. Varias
senhoras disiinclas se acharara no mesmo lugar
afim de receberem c acoinpanharem a S. M. a
Emperatriz.
Acamara municipal com o pallioencaniinhaodo-
so para o lugar receben a SS. MM. quasi fra da
ponto o d'ahi seguio a! i o elegante pavilli i que
Iseachava elevado ao lado direito ao lindara
a ponto junto l'aqual so :hava o Rov. ca-
bido da S o olTicialida le e mais pessoas gradas.
E' impossivel pintar o quo so via nesse mo-
mento !... A altenco reclamada para lautos ob-
jecto digo is de .observar-so faz com que s so
possa lano mais s ntir quanto monos discre-
ve-lo.
0 aspecto n i resloso c bello da vellia Olinda
que remoenda com as : is o altavios da mnei-
dade, naquellc memoravel da, nunca, jamis se
riscar da inainacude lados os que assisliram
a soraelhantc acl i.
O eslrepilo dos fogueles, o som do IiymnQ l-
calo pola msica do!) jalalho da guarda na-
cional quo se achara poslado era frenle da gre-
ja do S. s
corn grandes acclamaces do povo.
S, Rento, do sobrado do Sr. I.uiz Goi
palio ate a S ; c por todo o caminho victoriados
Na ra de
onzaga forain
lancados ra una alluvio do beta elaborados
versos impressos em papel verde e ainarelln, e
de oulras casas tambera lancaram flores. Che-
gando S. M. I. a Calhedral f orago, dispen-
sou o Te-Deum, pereorrondo iodo" o tomplo e
procurando fazer certas indagarocs acerca do an-
liguidades. De volta corren o palacio episcopal
da ra Nova que so acha bastante arruinado, o
ao sahir dirigi se a casa da cmara que pro-
visoriamente a einque estove a mitiga academia
dn direilo. Ah deixando a S. M. a Imperatriz,
tornou a sahir o percorreu varios lugares da ci-
liado, o voltando a urna hora da lardo servio-se
do al moco, depois do qual conserrou-sc na sala
lo docel por algum lempo onde afTavelmonte so
dignou ouvira todos os que livrram a honra de
bciiar-lhe a mi.
A tarde ao sabir, S. M. a cavallo com lodos os
da sua comitiva, o presidenta da cmara muni-
cipal, algumas pessoas gradas da cidade percor-
reu oulros pontos mais distantes da cidade, exa-
minando de eamiiiho a aula publica de nslruc-
'."io primaria da freguezia de S. Pedro Martyr
professor Joo Anlunio da Costa Medeirns, onde
ernonlrou alguns meninos bem instruidos nas
materias daqueile casino, c cuja aula eslava no
melhor asseio e regularidade.
Esqneciamos dizer, que, dentre os membros
das commissoes incumbidas das differentes ra-
mos doservico, distinguio-se o Sr. Dr. promoloi
Miranda pela sua constancia c alineo.
&msbi-que S. M. mandara dar dous ionios de
PRVCA DO RECIFE 16 DE JANEIRO DE 1360.
S TRES HORAS DA TARDE.
CotaQoes olTIcaes.
Descont de letras10 0/0 ao anno.
Colacoes officiaes no dia 14 depois das 3 hor se
da tarde.
Camio sobre Londres25 010 90 d/v.
Francisco Mamede de Almeida.
Secretario.
ALFANDEGA.
Rendimenlo do dia la 14. 185:817^088
dem do da 16......8.03237i
191:7505362
MOVIMENTO DA ALFANDEGA.
Volumes entrados com fazendas
c c com gneros
Volumes sahidos com fazendas .
com gneros .
217
503
~37
136
= 273
f.enha cm achas grandes .
dem idem pequeas. .
dem em toros......
Madeiras cedro taboasde forro.
Louro pranchoes de 2 custados
Costad!nlio. .......
Costado........ >
Forro.........
Soalho........
Varas agnilhadas.....
dem quiriz.......
Vinhrlico pranchoes de dous
custados....... um
dem idem custadinho de dito
dem laboas.de costado d 35
a 40 p. de c. e 21/2 a 3 do
largura .......
dem idem dilo do dito uzuaes
dem idem de forr o
dem idem soalho de dito
dem em obras eixos de sccu;o-
ra para carros..... par
dem idem rodas de dita para
ditas........
Mel......... caada
Milho......... alqueire
Pedras de amolar. una
dem de filtrar......
dem rebolos......
Piassava em molhns i:. ,
Sabao......... 1
Salsa parrilha...... arroba
Sebo em rama......
Sola oa vaqueta [meio] urna
Tapioca........ arroba
Unhas de boi...... cento
Vinagre pipa
7000 Sr. Presiden le da Provinc'u, manfla fazer pi Mi-
ro, que no dia 26 Jo crranle si ba la .rreraaUr
perante a junta da msma iliezouraria.a quem
por menos li/.er a obra de quinhenlas bracas de
ampedramenio entre os marcoa oito e >Uz n\
na estrada da Victoria, avallada en
8:8OO#000 ris.
A arremal i feila na forma da loi pro-
lineial n. 31! de 4 de maio do !S5f,esob
as clasulas baixo copiadas.
As pessoas que ?e proposerm a esta arr,'-
nuatafo comparecen na sala das sesaVs da
mesma junta no a afima declaradlo, pela hkm
dia compeunlem< ote Inl litadas.
I', para que el -jjuc i ronbecmenlo Je todos
jo n au lou sflr.. r o j ;' e p il
Diario O Secrctaiio '.. I". d'Aanunciace.
6JO00
35p)0
%s
I2
'
3SO00
4g000
25240
1|604
2;.- > '
especiaos para
IU0 I
c dez mi
a arrematacao.
quinbenl.is bi
[ ogoo
105000

Clasulas
1. O e.ni
entre os maro s < ilo e dez mil br.-c.-.- na es
da Victoria, ser execulaJo conforne o
nenio approvaJo pelo consclbo da diuetotia,
; nesta data Bulimeltido a approra^o do Y.\: .
Sr. Presidente da Provincia na impon
8:800*000 rii.
2. As obra- do empedraroenM t
no 1 raso de um me/., e terminarao n
ambos contados na formada W\ numero 286.
O pagamento da importancia da arn
-.
Descarregam hnje 17 de jamuro.
Barca inglczaFavoritafazendas.
Rarca inglczaMirandapedra.
Briguc inglezElisa Juskino carvao.
Escuna inglczaSpirilfarinha de trigo.
Barca francczar= S. Thomaz objectos para a
estrada de ferro.
Brigue portuguozAmalia diversos gneros.
Escuna dinamarquezaHenrickidem.
Brigue dinamarquezCoresfazendas.
Brgjc sueco Junycarvao.
Patacho sueco Maria farelo, raassas, phos-
plioros.
CONSULADO GERAL.
Reudimento do dial a H. .
dem do dia 16.....
NOTICIAS COMMERCIAES E MARITIM IS.
Ido de Janeiro, 8 de jineiro 'le 1860.
Cambios.Sobre Londres t& 1/8, 25, 1\ 7 2 \
3.4 d. a 90 dias.
Sobre Paris 385, 3S c 838 i
francos.
Uahin. 12 de Janeiro de 1 Cambios.Sobre Londres 25 I e 25 5.
Sobre Paris MSO a 390 rs. por
Sobro llaniburgo 730 7 |U rs. por
m. b.
Sobre Lisboa 120 a 125 por cont de
premio.
3. O pagan "' "> ''
l8?So, ser i!' ctuado m ir. preslages i
pon lentes a c da l '. I itada,
4. Para ludo o mais que nao eslive
ni 3 el iu: n..s. ser obson
quedispoe a :i numero s'. Confonm
O Seci lui.i A. !'. d'At
O Illm. Sr. i'.- i I
rint'ial, era tul
. mai
lio dia ...... peranle a junl
I
| or tin ii.' i n o!; a i.
: I
da Victoria,
A a. .. ;.:
i ii .,.! o. 3S3 d I ".'.
s al
8

1526
12
1 /

clausula \
32:949#285
cao.
E' que o Moi relia i'.r -. uro
seu llironn na liase mais solida,
lera firmado o
. que 0 cora-ai
de seu povo !
E' que o povo Brasileiro reconhece a fortuna
do lor um monarcha que ; ide s irvir de modelo.
a todos os luiros'...
Subindo SS. '.'.'A. I. ao pavilho ahi so digna-!
ram ouvir a allocucao que o presidente da cama-1
ra como orao da mesma, e interprete dos sen-
Iiment03 de seus muni upes tero o honra do di-.
rigir-lhes, no IIm do qual fez a entrega a S. M. I.
ro de igual tamaito. Tinham repartido com da chavo da cidade iue orado
le da cmara.
Nao sao csses porm 05 beneficios que ia Imperial doveni nicamente resultar .aquella
cidade, oulros por corto de grande importancia
Ihe prepara a munificencia do nosso justiceiro
e virtuoso Monarcha. A antig.i capital de Per-
nambuco a urna legua de distancia do Recife com
tan bellas proporees para ser o melhor dos sous
suburbios, vai sor tirada do abatimento em que
so acha. E' provavel que S. M. com sua in-
fluencia anime o impreza do trilho de forro
proje lada, eque entre outros a que mais deve
escrupuloso cuidado aquella corda", ignorando pies poitTn! oWo"i "di-tin" se or dou4 UlI'Sar "el!a CJad' Logo que ella se veiili-
duvida, que a corda dos supKciados, e nao SutfeSa q ii.Th de .Tm lado-U laWS Oh"? '^Tl 1''"" fT'^S S """' ^
o dos suicidados, que, segundo os amigos ma- da, o do onlro Pedro 11,1-5!). Eslachave consta .'; | ,'- p?'s q"e os aUv'l,'[< i'- ,-J>as na -
noaos de teiticeria, eonsliluo u.n talismn da fe- que fra nlTorl da a ram ira p. lo nu iciautcJoa- P n fez cin "m au8mp,,l eapantoso.
Licidade. quim Lopes de a ,ealgu- n.^ conserve a precios, saudo o v.da do nos-
Cusa a crer que no dcimo nono soculo, e 00 mas prori ladea n qual fra a :cili para aquello
centro do urna capital, como Paris, se deeni acto.
cousas scmclhanles! O menP pavih3n levantado sob a direc-
\o da 15 de novembro foi lancada ao mar e cao do Sr. Josc Hartad irvalho Jniorajudan-
coHi toda a felicidade, no Seyne, o vapor ATocor- te de engenheiro que t\<\ bom erado a isso se
.a do Brasil. Apresloucom a niaior dedicacao; foi construido
em fonna ocio onal, elevado*o se'j soalho sele
palmos a,, a lo Ierre. ,; para elle subia-se por va lo reconhecimento que" lia correspondencia
arga es da ;uarneci.la de novo degraos dosia tdade, iliseria as colu.
1 01 1 ios .le lino tapete, bem como todo o roi(ii.i(l< inrnnl i ,1.. r> ,1.1
Interior que formara u na su: rucie de 616 pal- ;
mos quadrados, leudo no centro um rico tapete
carmezim orlado Je urna grega formada de diffo-
renles 1 on -, 1 uja cm un as do tapete
produzia 11:11 bollo puoil >.
N' 1 fon lo (11 m -smo, 110 lado opposlo a oseada
se clovavj um ihnnio fo ra lu igualmente de lino
tapeto sobre q qual se ochavara col 1 idas duas
cadeiras forra: 13 lega ni un inte c im damasco do
seda verle o amarella, o guarnecida de lindas
franjas. De cada ngulo do pnligno se elevara
>> M 01a nli.i virtuoso, para que po.ssamos do seu
reinado lirar as vautagens que sua iilitslracao
nos prometi.
DIVERSAS
Etendimento do dia 1
dem do dia 10 .
f.hgaram, saludos desle porlo :
Ao do Ido, 25 do pasando, a barca M i
.....6:851775 na, com 8 dias; a 26, as barcas ioglczas Ol
------- j com 7, e Fury, rom 22 ; a 4 do correle, o va-
39 801J060 por inglez Montevideo, com A C meio ; e a 6, u
-----------------' vapor de guerra inglez Splimx, com 7.
rnnYINClAS. Ao da Rabia, a 24 do passado, a polaca -
a t{. l;75s;r> Ltnrfo.com das; a 27, o briguc oldembur-
..... 70692251 guez Cari, com 8; a 3 do corrate, a barca in-
-----------------1 gleza Elisa, com 2 ; e a 5, o brigue inglez Milli-
2:461$769|ceil,com2.
-----------------! Sahiram para esto porto :
Do do Rio, a 25 do passado, o brigue 1 -
Joven Arlliur ; c a 30, o barca franceza ,
! Ferdinand.
Do da Babia, o brigue ingle/, atar 0/ U
o patacho liollandez Wiltlmina.
Acham-se taiga :
No Rio, os brigues Dumo e Mari 1 '< ;. '.
Ne Babia, o brigue Maria Luzia, o u p
lo ous Amigos.
Companhia dos Ucnsagerias iraperiaes qua
perlence o Guejenne c o Navarra, lem anda
nos estahros de Seyne o Extremachira, o Anda-
luzia e 1 Sardenha, todos igualmente destinados
. sesvico transatlntico.
Pnssageiros sabidos pora es portos do nor-
I ,. io vapor brasileiro Princesa de ioinvile.
Jorge Vctor Jnior, Francisco Goethe da Fonse-
ca, Dr- Pranciscn laciotho Pendra, Dr. Luiz Fe-
lippe do Souza Leo, sua senhora e cscravos,
Antonio dos Santos Noves, Jos O. Villa-Ycrde,
Mauririo Jos dos Sanios, Francisco de Paula
Penaa, Mara Theresa de Jess ; 5 lilhos.
Passageiros sabidos pira Soulhamplon e
portos intermedios, no vapor inglez Avon :
Gustavo Tissel, C. J. Astley e sua senhora, J.
Barling, D, Simpson. A. Cook, J. Bobinson, E.
Maiiin, Dr. Francisoo Jos da Silva Almeida, I.uiz
- Gustavo Masset, Antonio Jos Mootciro,
Joaquim Francisco da Silva Azevedo.
Passageiros sabidos para Micei e portos
intermedios no vapor brasileiro Pcvsinunga
Correspondencias.
Srs. redactares.Foi penhorado do mais ele-
urna I
lodos
ninas de sen con-
correntorassignada
1 1 mi 22 palmos
urna columna da nr lera
de altura inclusive al 1 o ca I, que bem
como o fuste de todos eram forrado! dotarla-
lana verde e amarella. I. gradoamento de 111a-
deira (na com palmos de altura, circulava o
intervallo da columnas ; sen I 1 aquella pintado
de verde, com um lindo Horfio de metal dourado
Antonio da Silva Rocha, Jernimo I.arco, Por- no centro de cada urna das cruzlas do gradea-
lunalo Raphael dos Santos, Eufrasio Soares do
Reg, Pedro Vieira Jnior, Jos de Oliveira Bar-
Agostinho Ferreira Jnior.
Paasageiros sabidos para os portos de norte
no vapor brasileiro Iguarasv :Uanoel Jos da
Silva Crido, Jos Laurentino d'Azevedo, Dr. Ma-
noel Buarque d'Azcvedo, Hanocl Barbosa do
NasciraenlO, Francisco Jos da Cunha Sampaio,
sua -'iihoia e 2 cscravos, Augusto Carlos d'A-
morim Garca, 4 senhoras, 1 meninos, -feriados
< 2 crin, Joaquim Manuel do Albuquerquo,
! \lsiilos Raposo da Cmara e 2 escravos,
Manocl Cabral de Mello, Manoel Jos de Almei-
da Gomes Mondes Lima, Agostinho da Rocha,
Dr. Irino Brasiliano de Carvalho c Silva e 1
1.. .do.
Passageiros sabidos para o Maranhao no
hiate brasileiro Lindo Paquete ;Agostinho Jos
lavares, e Antonio M. Viudas.
Passageiros sahidos para o Aracaly, no hia-
te brasileiro Novo Anglica :Joaquim Manuel
de Souza, .losepha Maria da Fonscca c 3 mono-
-, .1 launa da Conecicao.
Lista dos baptisadus e casamentas bavidos
ha freguezia da Boa-Vista de 8 a 14 di crrante.
Josepha, parda, nasidoal5 de selembro do an-
uo passado, lilha legitima do Vicloiino Lopes
loi! .sao Francisca Maria da Conceiao.
Florioda, parca, nascida no 1" de abril do auno
passado, Riba natural de Marcelina Jos de
Santa Anna e Lucinda Ferreira.
l'.e.T.vinda, paria, nascida no l-. de novembro do
auno passad >, filha legitima do Antonio Jaco-
tomo da Costa o Beim inda Fernandos dos
Santos.
Edal orla, branca, com oito mezes de nascida,
filha legitima de Simphrono Olimpio dcQuci-
roga e Rosa Amalia de Oueiroga.
Iginiio, pardo, com 4 raezes de nascido, filho
natural de Luiza, escrava.
Casamento* ;
Ilerculano Xavier de Mendonca com Francisca
\a.ior da Conceicao, pardos.
Miguel Raptista ila Cosa, com losepha Mara de
Mello, brancoa
Matadoluo iublico :
Hataram-se no dia 15 do corrate para o con-
sumo desta cidade 83 rezos.
No dia 16, 87.
MOKTAIIDAS DO DIA 15 DO CRREME :
Anlonia Maria da Conceicao, branca, viuva, 45
annos, tubrculo pulmonar,
SeTerino, prcto. tinto, 30 runos, beKig"s.
es-a la CS-
Uma faxa
lo cornija,
ment, cajo corrimao bem como o da
lavam forrados do velludo carmezim.
com 3 palmos de altura em forma
acbmpaiihando o pcrimelro <]-\ base superior do
pavilho o circu iva prendcndo as columnas, o
sobro ella urna junecao do voltas om forma de
melas las em cujas ponas viradas para cima so
apoiavam pequeos circuios de folha deBandres
com a primitiva cor que recebendo a reflezodo
sol produziara um maravilhoso effeilo.
Na face da cornija que Geava superior a osea-
da do pavilho se achaca em lettras raaiusculas
escripia a seguale quadra que consiou-nos ser
iospiraco potica do Sr. major Salvador llenri-
que de Albuquerquo.
Como Cesar es s ao mundo novo,
Como Mario, valen te e poderoso,
Como Nuina, 5 Pedra 6s piedoso,
Como Jilo, Senhor s pal do povo.
A parle inferior da cornija eslava forrada de
setim verde o amarello, formando entro as co-
lumnas arregacos, do centro dos quacs pendiam
borlas das mesmas cores, a robera dj pavilho
terminara representando dous truncos de pira-
mides oclogonaes cm sobro o outro, c na parte
superior do menor se elevava um uiastro de 10
palmos 110 qual tremulava a bandeira nacional.
Do conlro do ledo penda um elegante lustro do
vidro c eui cada lolunma se lix.tva una linda
arandela.
Achando-sc 110 pavilho duas olas de meninos
e meninas todos vestidos de branco corn faxas do
fila verde e amarella, disposlos a recitaren! n'a-
quellc lugar algumas poesas, e a tornarem con-
aeguinlemente o aclo mais encantador, infcliz-
mente nao leve isso lugar poi falta de lempo.
Depois que S. M. I. se dignou agradecer, des-
eca do pavilho e passou por baixo do arco que
se achavacollocado na entrada para a ladaira do
Varadouro entre a groja de S. Sebastiio e a es-
quina do sobrado fronteiro.
0 grande prtico sobre 55 palmos de altura e
35 do largura, opresentava urna entrada elegante
e magoslosa por um orco de 25 palmos de di-
metro sustentado per 4 meias columnas da or-
dem loscana servimlo de ps direilos encostados
as paredes lalcraes do mesmo prtico, is quaes
tuham 10 palmos dt comprimenlo, 4 dt grossu-
ra e 15 do altura.
1 ma cornija de 4 palmos de altura corra na
parle superior das paredes, e sobre a qunl assen-
lava urna etmalha em forma de parapeilo, sobre
os ngulos da qual se eloravara tn?s'.'-os onle
por K.A.
Agradeco sobre-modo por miaba parle os en-
comios que o Ilustre correspondente E. A. tri-
bua commissio cncarregada da preparacao do
caes para o desembarque de SS. MM. II. no por-
to desta cidade : sao ellos, por corlo, devidos
i mais bondade do nobre correspondente, do
Iqueao meiito do membro signatario da presente
I rorrcspcndcncia, o qual so nao reconhece Lio
preslimoso, como devera, 00 desempenho do en-
cargo que heden o Exm. presidente desla pro-
rin ia : mas, peco ao mesmo Ilustrecorrespon-
dente E. A., que 1110 permita a reetifleacao do
11 m ficto, do que o nobre
duvida nao leve conh
commisso, de que fallo- ce que om dos
membros que mais trabalhou nessa comraisso,
o quo muitos objectos seus minislrou por em-
pri-slmo para o bom commodo e docoracao da
ponte de desembarque, foi o negociante" desta
cilade o Sr. Manoel Joaquim da Silva Leo, que
omlldo na relaco publicada dos membros da
.referida commisso, foi alias incansavel cm pro-
1 mover a prestes concluso da obra da mencio-
nada ponte, niio so poupando, cm neubuma
I hora do dia, em acudir ao ponto, em que se tra-
balhava para dar as providencias que por vcnlu-
I ra fossem precisas. No reslabelecimento da ver-
dade desle fado, iiiconleslavelmento ignorado
1 pelo referido correspondente, nao vai oll'ensa
sua pessoa e escripia : pero nao obstante dcs-
culpa da liberdade que tomei, porque o silencio
de njioha parte seria pouco airoso dignidade
da (ommisso, que estou corto subscreve ex-
posieao succinla quo acabo de fazer.
Um membro da commisso da ponte do
desembarque de SS. MU. l. em Jaragu.
Macei, 13 do Janeiro de 1860.
DESPACIOS DE F.XPORTACAO PELA MESA
DO CONSI'LADO DESTA CIDADE NO DIA
16 DE JANEIRO DE 1860.
Marselba Rarca franceza Raoul, T. Freres,
550 saceos assucar mascavado, 3,000 ponas
do boi.
New-York Rarca americana el. A. Hasard,
Houry Forsler C, 700 saceos assucar mas-
cavado.
New-York Rarca americana Virginia, Wha-
lely Forsler & C, 1,400 saceos assucar masca-
vado.
Crookam Barca ingloza Coras, Johnslon Pa-
lor & C, 1,800 sarcos assucar mascavado.
Val 1 araizoBarca hamburgueza Christlaur, N.
O. Bieber & C. 1,000 saceos assucar branco.
lelphia = Rarca americana Imperador,
Mitheus A. & C 1,500 saceos assucar masca-
vade.
LisboaBrigue porluguez Celia Figueirense,
F. S. Rabidlo & Filho, 450 saceos assucar bran-
' a 100 ditos dilo mascavado.
LisboaBrigue porluguez Tino. Marinos liar-
ros & C, 40 saceos e 15 barricas assucar bran-
co c 30 saceos dilo mascavado.
Lisboa=Barca portugueza Uortcnciai-, Amorim
Irraaos, 555 saceos assucar branco e 2f dilos
mascavado.
Ro da PrataBrigue nacional Marinho III, A.
Irmaos, 350 barricas assucar branco
IIECERKDORIA DI". RENDAS INTERNAS
GERAFS DE PERNAMBUCO
Rendimenlododia 1 a 14. 6-6158230
dem do dia 16......
' I |ue se
i impai a ni na sala da
nada una no dia cima indicado, ;
E para constar .> m m | n nffixar o
o publicar ;< la Dia
Secretaria ia r -
i, 4 de \ GUI O i
I. /". d '
ira nrremalat
Artigo 1 o .
entre i 10 e I
Victoria, se rao cxi ri>iif< rn
i i, ., : -: i -. : 11
consolhn, e nesta data
do Kvm. Sr presidente
lanria i!c 8:8
Arl. 2."O cmp
de um mez c termii i i le de* n
. nm a ii _
Ai l. '.).' O pa
remalti > ser elecl ida ei
- corres]
ii
Arl. 4.Para ludo > n .'- que i
i iaiisulai
d.....| ." a i- 1 n. > h,
I forme.- i A
r da Ihesourai
11
-
vimento do Dor
CONSULADO PROVINCIAL.
Rendimenio do dial a 1!.
dem do dia 16. .
Navios entrados no di i 15.
CardiH', 2 das, cscum sueca Jenny, :'. i3 I i-
neladss, rapitao P. Petlcrson, equi| m ~-
carga cnrvo de pedra ; a Southal Mellor ,N; C.
Genova, 42 dias. patacho sardo Mari:. .1 174
toneladas, capitn I.uiz Bnzano, equipag iti 9,
carga difterentes gneros; a Bastos \..
Suansea. 42 dias, brigue inglez Elisa Jen
de 197 toneladas, ca pitad Richard Joel, r |ni-
pagera 9, carga carvao do pedra ; a S
son & G.
Navios sahidos no mesmo d
Portos do norte, vapor brasileiro Priti
ioinrille, romniandanlc 1." lente lnl
Gorreia do Brilo.
Macei e portos intermedios, vapor bras
Persinvnga, comniandante Manoel Joi
Lobato.
Soulhamplon e portos intermedios, va; r
Avon, commandante R. Revct.
092$ 109 Philadelphia, patacho americano, .1. ,1. 1!'.
------------| gartho, rapito A. J. Collim, carga assucar.
307-5629 Maranhao, hiate brasileiro Lindo Paquete, ca-
-r=r^=r ; pitao Jacintho Nuaes da Costa, carga i
generas.
Havre, galera franceza Adele, capillo Duri ili ,
carga assucar.
Aarios entrados no dia 16.
Terra Nova, 32 dias, briguc Qglez Runnyi
de 181 toneladas, capitSo S. Paowse, e \
gem 12, carga 2600 barricas com bacalho

.
oiipla, ;
; ~. I ule la ] nia
.
da i niara m i- pal do II
:; I ,'....
-. L( lile
45-293g3*6
4:221 201
49:51f$547
I -
".';aii. Pnl d.i :-
i

re corrcapondenlo sem Paula tJOS Bl'CP OS llOS nriDCipacs ^Pae- James Crabireo c C..
! Liverpool 55 dias, brigue inglez Ca&ei
151 toneladas, capito J. .lefl'ry, equtpagcm .,
Srs, rsdactoMS. (*)Como ofcial quo me a-
chava de estado no quarto! do corpo de polica
no dia 11 do correte, em que se deu a oceur-
rencia que desfigiiradaniculc relata o felros-
pecto Semanal publicado no seu Diario de boje,
nao posso donar do protestar contra a inezacti-
dao que se nula no mesmo Re raspelo, quando
l' refere, que na nole daqueile dia passara a cor-
! rer pela frente do referido quartel, o criminoso
(" Quando liemos em nosso ttetrospeclo a no-
ticia de que traa o Sr. lente Beringuel, narra-
mos o fjclo lal qual so passou, e nao ticemos
em vista desabafar o desagrado em que iiicorrea
o corpo do polica. Em quurlo de hora depois do
laclo do que trata foi que appareceram dous sol-
dados desse corpo, do qual nos mesmos demos
as informacoes do lugar para oode con. u o cri-
minoso, e aps isso nada mais soiibomos do re-
sultado que colheram. Dizer o Sr, Beringuel
que nao vio correr o criminoso pela frente do
quarlel, c querer dar urna prova de sua previ-
dencia, a monos quo se nao achasse sccole do
facto que doria ler lagar naquella ooile. Nao cos-
tumnmos dar noticias falsas, e por isso persis-
timos na alhnia<;ao do que o criminoso passou
em frenle do quarlel, segundo as indicares que
tiremos. (Juanlo ao que diz o Sr. lenle Be-
ringuel sobre nao ser de sua competencia a
prisao de criminosos, admira-nos muito, porque
qualqucr pessoa pode prender um criminoso in-
depcndcnle de ser HutOridade policial.
O Redactores.
pos c producedes nacionaes,
quesedespacham pela mesa do consu-
lado na semana de
16 a 21 de Janeiro de 1560.
Agurdenle alcpol ou espirito
de agurdenle ..... caada 600
dem casaca....... 360
dem de cana...... >
dem genebra...... >
dem idem....... botija
dem licor....... caada
dem idem....... garrafa
dem restilada e do reino caada
Algndo em pluma 1. sorle arroba
[dem idem 2.a dita ....
dem idem 3.a dita ....
dem em caroco.....
Arroz pilado...... arroba
dem com casca..... alqueire
dem branco novo..... arroba
dem mascavado idem ...
Azeile de mamona .... canada
dem de mcndoiui c de coco. >>
Bolacha lina....... arroba
dem grossa......
Caf em grao bom..... arroba
dem idem restolho ....
dem idem com casca ... >
dem moidti.......
Carne secca.......
Garvo de raadeira ....
i do carnauba em pao
dem dem em velas. ...
/o
. '"ni
carga fazendas; a Paln Nash" & G.
Rio de Janeiro, 22 dias, barc franceza,
de 260 toneladas, capito Auberl
11, em lastro ; a Tsset Frere & C.
Rio de Janeiro, 14 das, crvela brasileira /),
Isabel, commandante capit&o-lcncnlu Beato
Jos de Carvalho.
Atitios sahidos no mesmo dia
. I Aracaly, hiale brasileiro Novo Anglica, capilao
Joaquim Jos da Silveira. carga varios g
640
240
60
280
720
8J0C0
7gO00
egnoo
2g000
3JJ000
3^500
42)0
2550
800
2|500
7^000
3g8O
6J500
ros.
Portos do norte, vapor brasileiro Iguarassit',
commandaote 2" lenle Joaquim Ahes Mo-
re ira.
Charutos bons...... cento
dem ordinarios..... >
dem regala-....... v
Chfres........ >.
Cocosseccos....... x
Couros de boi salgados libra
dem idem seceos espichados.
Idom idem verdes..... v
dem de cabra corlidos um
[dea do onca...... >>
Dos. e de calla.....
4S00U i g
5g000
geoo
6$000i
2JJ000
ogooo
agooo
2JJ.500
1^000
3g009
5g000
3/J200
275
300
175
300
ogooo
900
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I l)r. Anselmo 1 Perelli,
rial orden la Rusa
lo
capital da | roviii :ia di I
i '-. '! \ Sr. I) : Iro il,
I. os nai le, '
. pi os : :
dos com i Joj
0 Joao Raplist.i :
rt Vi yall, pi la -
le :
Dos dorun Is. 3 a Os. 26
fls. 28 o fls. 29 se inostra q ic I I
commcrcianle matriculado e eslabelecido i
cidade com rio e .'irnia/.en: na ni
Trapiche n. 18, lem eess
pelo qoe d em estado da I \
termo legal da i visi
t de dezembro do aro n ma |
. Nomei r fiscal do Joo B
Fragoso, e depositario tul' rino de 11
' los de Carvalho llorara ; r prest lo pelo ; i.-
| mero o juramento i
i signado o termo de deposito, i cscrivao i
lei copia di .-'i si nli nca aoj |
lente para a aj poscj d rallos, que ordeno >.
notiham em iodos os .cus, livros :.i f '-
[ido. I'eiio o que, c preenrhi
determi indas pelos arls. -l i do i
rial e 1^:) do regulamento n.738 se darao a
sequentcs providencias que dilo cdigo e ..,,. -
ment prescrevem. Recife 11 dej i
Anselmo Pro co Perelli.
Por forra desla 6oereli ria convi co al los
(redores do dito fallido, para i 19 '
as 10horas da manhaa, na sala
1 compaierereni afim de pn ceder a nomc;.
i depositario ou dei i uius
K para que a tod. S es ero li ie- do ante I '
lido ebegue noticia, mandei pass*r i d
I sero afTixadoa i le ;ares do cvalnme, e
cados ol imprensa.
Dado e psesMlo nesta cidade do i;.. je p r-
nambuco aos 13 de Janeiro de 1860. = l.u i
cisco Ignacio de Ierres Bandeira, escrivi
juizo especia! do commercio o ti/, e Pt-en i .
Anseliuo 11 anciM o Perelli.
Secretaria do governo de Pernambuco, em 5
de Janeiro do 1860.
S. Exc. o Sr. presiden le da provincia manda
fazer publico, em cumplimento das ordens im- i
perins, que o prazo de 10 mezes marcado no le |
para o descont mensal de tO 0/o no valor das i
notas de 50J da 3.a eslampa, papel rxo, e de
500# rs. da l.\ 2.a e 3." estampas, que se esli
subsliluindo principiar a correr no 1. de abril
do correnle anoo.O secretario do governo. Jos
Bento da Cunha Figueiredo Jnior.
De ordcmdo Illm. Sr. Inspector da The-
Bouratia de Fasenda desla Provincia, se faz pu-
Declara U)
CONSELUO ADMINISTRATIVO.
O conselbo alministralivo para formen:
do arsenal do guerra lem de comprar isoLjectos
seguinles :
%ra o 0' baiolhao de [abotona.
Cliarlaleira3 para msicos segundo ultime fi*
gurino pares 27.
Para aCompan'-la i: PullH Jo ti'ia.


(4)
DIARIO DE PERNAMBUCO. TF.P.CA TrilA 17 DE JANEIRO VE 1860.
Para o Ri do Janeiro.
I." Comnanliia.
Livi'o tic 20 folhas para os tfliciaes o coin-
.. l O vclciro c bcm coi hec.ido brigue escuna /o-
paitnia i. vea Ariliur, pretende seguir coiu muita brevi-
Dito de 2>0 olhas para ndices de docu> dade, lein paite d cu rarrcgainenlo ; para o
inenios icliivadas 1. I resto que llie falla, passageiros, para os quaes
IYu, ,iu nnn r. it,,*. ,.. ~ ___ [teta bous commodos, e escravos a freto: liala-
Uilo de 200 folhas para carga e descarga 1 ; S(. ,,om s S(M1S ,.OI1iili:ilnrios heredo4Mendos
uno de -00 tullas para tegisiro de ttulos de j no seu escriplorio, ra da Cruz n. I.
voluntarios engajados 1.
Gualas de sola.de lu?tre 20.
2.a Conipai.liia.
Livro de 200 folhas
Oante da eompanhia 1 .
Para a Cahia.
Pretende-seguir nesles 8 dias a escuna nacio-
>ara os oflteiaes comman-1 nal Conclua, (em dous tercos de sen carrega-
1 melo promplo ; para o rest que Ihe (alta, ira-
Dito de 200 folhas para ndices de documen- i?~s! com ('s seuS "signatarios Azevedo &
...i.:... i.. l Hendcs,
los archivados 1
Dito de 00 fulhas
nara carga e descarga 1
5, no seu escriplorio, ra da Cruz n. 1.
Para o Rio de Ja-
neiro
Dito do 200 fulhas para registro de ttulos de
voluntarios o engajados 1.
Grvalas desoa de lustre 20.
Corneta de toque 1.
Quem quizer vender taes enjertos apre-en-
leiH as Buai proponas em caita bichada na se-
rretara do conselho as 10 horas da manhaa do
dia 1S do crreme.
Salla das fcsscs do eonsdlio administrati-
vo para fornecituenlo do arsenal de guerra 11
Oe Janeiro do tSGO. lento J.s I.amenlia
Lins, coronel presidente. Francisco Joaquim
rreira Lobo, coronel vigal secretario inlerino.
Pela nii'safdo consulado provincial se im
publico to a bocea do cofre dos impostos de i por cenlo
sobre diversos estabelcciiiieiilos de 408 sobre ca-
dc modas, de perfumaras c de vender pl-
vora, e de 20g sobre casas de jogo do buhar ro-
lo! i"-; ao anuo finanreiro di' 1859 a lsGO se [ rin-
'ipiam a contar do dia 16 de Janeiro correnle,
'.ni)" os quaes lican incursos na imilla de Iros
por cento os que pagaren) depois desse prazo.
i uo consula t.i ;>: ivincial de l'eruamhttco
11 de Janeiro de 1860.Antonio Carnei/o Macha- 'gario n. o.
do Ith'S, administrador. Para I.Mina segu no dia 2S do correnle o
= Tendo o governo imperial resolvido man- brigue portuguez Laia III*: quem nelie quizer
dar fazer por arremata, u a parle das obras de carregar ou ir de passageni, Irate cora os sens
r.acs da aliandcg.1, perlncenlc ao ministerio d< c nsignali a Francisco Scveriano Rabello &
imperio, eque oinda su aeha por concluir, com- Pilho, no largo da Vsscmbla, ou om o capito
egeiar piee e que lodos serao ven-
didos ao correr do ntai-lello.
Os piclcnilentes pois podem evami-
iia-IosnoiU'inazcmainarello em frente
do arsenal de mai inha, eahi ser effec-
luado o leilao: terca-feiea 17 do cor-
rente s 1 i horas eiu ponto.
Fariaha.
Terca-feira 17 do correnle.
NA RA 1)0
IMPERADOR.
O agente Dorja far leilao no seu armazem na
Ferr.ra & Mnrlins cm seu armazcm na ira-
vessa da Madre de Dos n. 16, vendein por preeo
cominodo a superior faniiha do mandioca recen- i 20,
lemenlc ebegada do Maranho, cm saceos gran-
des, tan'o em por'jes romo a relalho.
Compra-se um casal do escravos. que es-
tejara aeoslumados ao trabalho do campo: ra
da Imperalriz n. 47 lercciro andar i
Vendc-se um catxo proprio para deposito,
e un braco de batanea grande : na ra das Cru-!
zes n. 21.
Farelo.
Vende-so farelo superior, saceos com 90 o tan-
las libras a 5$600 : na travesa da Madre de Dos
n. 1S.
Aviso aos senhores de en-
geuhos.

iiy.'mvi
Vendc-se um rico vestuario de vclbulina do
eflr, proprio para o carnaval, na ra da Cruz n.
arma/.c'iii.
.1.
Compra-se niel em porc.ao : a tratar uo caes
,,....,, gunii; oorja lara ic-uao no seu aimazcm na '-"mpi.i-se uici i-iu imrcju : a uaiar un caes
O patacho nacional lapuam segu em poneos, nia do imperador n. 15, de grande qna.itldade do llamos o. 6.
das por trr a maior parte da carga engajada : de obra3 (lt marCeneiria, mol.ilias. cryslac, lou- N na da Cadeia do Recife n. 38, desoja-
para o resto fwssageiros e escravos, Irala-se cas, vidros, el., que vender sem reserva de e fallar ao Sr. Ha noel da Silva Fonles Jnior, a
rom .1. I, da 1-unseca Jnior, na ma do \ gano | preco s 11 horas em ponto. i negocio de seu intereses.
"u""'lu "-- t^^.^^- -5* ^ Precisa-sede ama criada nara n m-v-n in.
ose l'ereir.i de Azevedo. Joaquim de
Azevedo Pereira, Jos de Azevedo Maia e
Silva e Francisco Ignacio Tinoco de Souza,
summamcnt'j agradecen! as pes30as que
se dignaram assislir a encommenaaco so-
lemne do cadver de seu f.llecido lio o
Sr. Joajuim Francisco de Azevedo, assim
(ambem agradocem aquellos do seus ami-
gos que acompanharam o corpo ao cemi-
terio e a veneravel ordem lereeira de S.
Francisco sua assislencia i: coa Ijuvaco.
Convidara a todos os parales e amigos
do fallecido para a missa auianhaa quarla-
la-fcira s (i horas da manba na capella
da mesma vennral urdam.
i^i!fflEKg^B^JglL-rWB!
do Recife a Sao
nuuieio "2-i.
Para o Rio de Janeiro.
O veleiro patacho nacional Jeberibe, de pri-
meira marcha, pretende seguir com muita bre-
vidade, lem parle do seu carregamento piomp-
lo ; para o resto que lhe falla e passageiros,
para os quaes lem excellenles commodos c es-
cravos a helo, irata-se cun os seus consignata-
rios Azevedo \ Mendes, no seu escriplorio, ra
da Cruz n. 1.
Para o Aracaly.
O ltate Sereiparro por ja' ler par-
te do sen carresjamento, a tratar com o
mestrelienrique .lose Vieirada Silva,ou
com Luiz Borges de Cerqueira na ra
Tcrca-feira 17 do eorrentc.
PELO AGENTE
preiieuJida desde a liuha da ra do Rosario ale
i arsenal de guerra, c^aervando-sc pla
: n -i ma lo pelo engenln ii i Carlos Neatc ; pelo
convida as pessi as que qui. erem ar-
rematar a continuar i da referida obra a apre-
senlarem suas proposlasem caita fechada nesta
'aria dcfl&lado, dentro ou prazo de O dias,
la dala.
Secretaria de estado dos negocios do
A porta do armazem do Sr. Aunes
nlfandega no dia cima designado
horas da manha vender
Caixas com ceblas muito
cculcmenle de Portugal.
a
defwjnteda
ecisa-so de urna criada para oservico in-
terno de urna casa de duas pessoas de familia : a
i tratar na ra da Cadeia do Recife n. 40. loja.
Jockey Club.
I A comroisso directora tcm marcado o dia 19
! de janeiro, s horas da tarde, para a segunda
corrida, no prado Pirauga, sendo os preu ios e
entradas para as lies corridas seguintes :
1.* corrida 1.00) luanas 200*000
Futrada 600(K)
2." corrida 500 bracas lOli^li)
Entrada 30^000
3.'' corrida 700 bracas 150-5000
Futrada 40J000
Os socios quequizercm inscrever seus cavados
deverao dirigir-so ao secretario da coramisso
directora ate o dia 1-i, depois do qual nenhuma
inscripcao lera lugar.
Via frrea
Francisco.
Ouvimos com prazer que no sabbado l do
correnle um i locomotiva passou a vapor da villa
do Cabo at filingo, sobro .i parlo mais posada
dos Irabalhos da ..,< dcsla estrada de fono.
ferio do luunel do Pavoofoi removido o buei-
ro para poder pass ir polo lunncl na aliara actual
e reposto logo que a machina chegou ao outro
lado.
Esta machina ficar agora no lado do sul do
lunnel para carregar os- maleriaes necessaries
para a construeao da linha por estarem oslrilhos
assentados at Olinda do ond a companhia ja
fez transportar assuear par o Re ifo, e pode-
mes esperar *er brevemeute esla parlo da iinha
prompla para o trafico do districlo.
S
!
novas
pelas
chegados
10
Prccisa-se
de uovembro de l^'J.
imperio
Fausto Augusto de Aij i /-..
Novo Banco de Pernauhuco.
O novo baoco do L'ei'oambuco reco*
Hie as notas de sua emissao de 1 :'.'-: e de
-f),-', e pede aos possuidores dos m :smas
O favor de as virem trocar no si i es-
criplorio, das 1 horas da manhaa ate
as -2 da tarde.
Aeha-se n casa de detonoao a es-
erava Mara que diz perlcnccr ao padre" Agosl -
I >- Janusrio da Cosa, na pra;a do commerrio.
Para a Pigueira, com escala por Lisboa, vai.
sahir no dia 28 do correnle o brigue portuguez
!':,-' i irens : quem ncllo quizer carregar
ouirde passagem. trate com os seus consigna-
tarios Francisco Sevcrian > Rabello & Pilho, no
largo da Vssembla, ou com o capito Luiz de
Oliven:i Lobo, na prara do comracrcio.
l'aia Lisboa, obligue uPinoa, segu im-
preterivelmento at o dia 20 do correnle, tem a :
irdo dous lerdos de seu carregamento: para Qliarta-ICira 18 lio COlTOllte.
n resto '; io liie falla, e passageiros, fura os quaes
de una pessoa habilitada para ensinar primeiras
letras e lalim, no engenho Siheria do Sr. Dr
Anuda Falco : trata-se na ra da Senzala Nova
numero 38.

E E VARIADO


n i:
Vinagre
N \
lem excellenles commodos, trala-se com is seus
giratarios Azevedo & Mondes, no seu rs-
criptiirio ruada Cruz n. 1, ou rom o capito Ma-
nuel deOliveira Barros no !orpo Sanio.
i '*t?-->^3^r
Leiloes.
TELO AGENTE
O referido agente vender por coala de quem
Precisa-se arrendar urna baixa para plan-[ :
lar-sc capim. e lamben) faz-s.e sociedade com al- E* ai
guem que queira, enirndo-se cora 10 escravos: :llvll|?lij eLI'uo \j iC
quem quizer annuncic para ser procralo. i
Roga-se aos Srs. devedores rio estabele-
cimento do fallecido Jos da Silva Finio, o ob- a^v-^S
sequio de saldaren) seus dbitos na ra do Col-
legio venda n. 2j ou na ra do Quemado loja
n. 10.
une
.1
io Ai- o;,i, pe loneenle a fn
riuhaem. Subdeh^acia do Poco da Pane:la
13 do Janeiro do I8GO.O subdelegado, J i
tices Ja Porciunciila.
Subdelegada .la Fregucsa d
nio 16 de Janeiro d: 1360.
fft

pcrlencei no mencionado dia polas 10 horas
manhaa nu armazem do Sr. Arauio no Forte
Mallo
pipas e 12quartulascom
iia
do
vinagre
do Lisboa.
do S. Arito-
O agente Pi (ana contini a a estar aulorisadu
pela coinmisso liquidatnria da eitincta socieda-
de di' liaro c lecidos de algodo para vender o
restante do terreno do sitio da mesma sociedade.
Os prclcudenles podem d rigir ao armazem da
Adiao-se depostalos Iros cvanos cmanhos, ma do Vigarion.ll, a qualquer hora do dia
! furao encontrados as mas dcsta cidade, i enleuder-se com o difo agente.
fao ncsie jm/.o qua
justificanJo Ilies sarao entregues. Antonio
que-ii f.r s.-iis Joos rom par
justificanJo llies sarao ent
Bernardo Quiileiro, Subdelegado Supplenie.
lio ordem do S. Exc. o Sr. presidente da
I do Banco do Brasil nosla pro)
i publico, [.ara conhcciincnlo dos Sis. ac-
cionistas, que o lliesoureiro da mesma i aixa esl
aulorisadu a pagar fil'or cm dianle, o 12" divi-
dendo relativo ao seini stro lindo i m 31
zembro pr simo passado, razao de U
aceao, do confuriuidadi coiu as o lens i
\' ci ntral.
. : ':"! cm Pe nan I um IG de aneiro de
l I.U guarda livros, Igi ;. un

i

i ua
ile>
M
L
(, arla-fcira 18do correnle, tcm lugar s 10
horas em pon ?, na ma acinia, o importante lei-
1 de fazendas do gosto, importadas direrta-
- e Londres, as quaes serao ven-
didas em pequeos lotes, para que possa chegar
i lo los; a occasiao de surtirom-se do bom por
ido pro." Entre multas fazendas que
' levadas a leilo chamamos cspecialmcute a
rA'nnanho <"v J^ o l,esao para os seguintes objectos:
luU; iljJuiHliti U\d (lC CU- Cortes de eJa de cor de duas saias-Haule
vallarla.
1 '-' a quem c uiv r, s.i-S(.
irai 1 i cavallos, s< n I i elli s grandes, saos
''-I;-: i es a couipaul ... ;
razao ite ICOjcada ui i. .. unir! Ama
M l(i dej metro de 1860.
.1 itl >nio /' .', Sonto C
desl i capital que no dia e lugar acimvi designaoo
oslara esposta a venda por publico Jreilo o in-
lerveneo do agento BOfUA, o seu escolhido sor-
limenlo de fazendas viudas do Rio do Janeiro,
constando de fazendas de seda, la, linho, safas
no- de balan para senhora e menina, aloalhados de
,. ,. linho, chapeos para senhora o homem, capas,
le ino.reanliqitfl lisos para passeio, mantelete* velludos, bwnes, riquissimas cami-
- sinhas e camisolas bordadas para senhora. ves-
lidinhos para meninas, alcatifas, tpeles c ou-
Iras juilas fazendas de gosto.
A lypographia da ra do Imperador, defronle
do S. Francisco, acaba de receber um riquissimo
apparelho para obras de luxo. assim como coroas
i modernsimas desde o minimo at o maior la-
manho, do Brasil, Portugal, Franca, Inglaterra,
| Saxonia, etc., e por consegrante acha-se habili-
tada para desempenhar qualquer obra para os
consulados eoulras reparlicoes, e imprime dou-
rado, prateado, e de diffcrenles cores.
Eslevao Cavalcantc d'Albuqtierque, Dou-
tor em Medecina pela Faculdade do Rio de Ja-
neiro tendo vollado do sua viagem a Europa
acha-se com residencia na CiJade de Olinda ma
do Boa-Hora onde polei ser procurado a tola j
hora para cNercer acios de sua profisao e espe-!
! cialiiienle para tratar de partos, molestias de
ulero, de ol.os, e de vas urinarias e fazer toda
e qualquer operario.
Percija-sealugar um anJar de sobrado,
ou casa terrea, nos bairros de S. Jos, S. An-
Manocl Jos do Araujo Costa Fiio ao reti-' tonio, e Reeifa, quera, livor annuncio parase'
rar-se para o Rio de Janeiro no prximo vapor, procurado
lem a honra de participar ao respeitavel publico
meima-
(0 II. k ). :
Ricas sobrepasaras de panno fino prel is
e de cores a 283,:; v1-' '>'' i;;i!- ::i '
pannos
a 223 2,
~^V<;ll^<.l\J QARTA-FEIRA 18 00 COMENTE.
t do Imperador21 Narua doimpciador
51, primeiro andar.
n.


pn los para chapeos,
lond Ele
ri *
I i J.A.
DE


... : < .
Ti

In 18 de Janeiro de I8C0.
Prime ir o concorto vocal a carcter
;>!.; sociedadle lyrica italiana,.
PltlMEIRA PARTE.
Sj ni| honia.
' ~!io Verdi,
\larini Testa.
Dui lo da n| i iia do mar .
re dos floristas Constan-
tino.
V'os de renda chantilo
CTiap '- ai tazonas pai a senhora.
s canard para homomdu Mond Ele :anl.
...
pan senhora
Corles de barege de duas saias, enlrc ellos ha
_ ulguns muito prnprios para senhoras viuvas.
i --'.i arios de popeln- para meninos ou mo-
ni: .
RoupCu.- para senhora
I ;n pardo Icnees cfronhasricamente bordadas,
muito adequado para presente de noivada.
lee cariado sortiiianio de charutos le Ha-
das seguintes marcas M-galia, meia re-
. i-'O iros, Qor do afamado fabricante t.
andes Abreo.
. io para sen horas e meninas.
; palelots dos mesmos
: palelots de caseiuira de cores lo muilo
; bom gOStO e linas a I2j?, i I.-', IGJ B 18,
'. los de panno pelo pata menino a l&s o :
: *'S. ditos do casemii
. ; calcas ii casi nina de cores v prcl is e un-
: lamente para meninos a 7-, v- .- -, I I5J < .
.; 12, colletes do gorgurao de 11 e cas
' ; mira a ;.'. (i> e "g, palelots de alpaca ;
H los de cores sacc s 1 &, ditos sobre sacos :
:'- a 7? o \:, ditos de briin, de es t-ui 1 de \ '
; fuslao tanto branros co'no den is a :,
; 455OO, ><'.-. calcas de brins brancosmui- :.
: lo tinos a ;,<, c ,Hi o- br no" .- de
cores a .'i-; e .':::.<', camisas para meninos
: de diversas qualidades, cal biins de ;
: cores lina- a ;;-':.i, s c 5, mu ri 1 -. -
-; ment de vestidos de cambraia brancos 1
; bordados do melhor gosto que lem appi-
: recido a 28?, 11 mteletes de lil pn I 1
-_ cor muilo 511 1,10 o muito modern 1
: a 20$ rada u m u 2l#, ricos casaveqttes de:
cambraia bordados para menino a 10$, .
: los para senhora a 15$, i.-ns cnfeiles de
: froco de velludo ,- 10 mcllu t ; n lem ap- :
: [ arecido a 1 e ouiras n fa-
(--: zondas e ronp is feilas que
: do trege/ se far pa
Jockey Club.
(Js SeilhoiOS socios sio convidados a virem rt-
ceber os seus carioca de entrada e convites 1 1
casa da lliesoureiro na ra do Trapiche n. i i.
para as prximas corridas.
Quera anuunciou querer arrendar una baila
para capim, querendo urna na estrada do Arraial.
que tcm um riacho correnle : procuie a Marti Hi-
o Jos Lopes na ra do Colovcllo era mi i M-
iia,0 horas do dia em diaate, ou cm .seu -
nos domingos.
Rogarse ao Sr. Franciseo ktasoel dos Pis-
sos Cocino de dirigir-sc a olaria do Sr. Miiceliin
Jos Lopes, 011 declararaonde devo ser proi-ma-
llo no Recite, a negocio que lhe di/ rMpette.
Na ra da Aurora 11. f Io andar, prccisa-;o
allugar um pi'lo para serv -o de casa.
I'recisa-se de um caixeiro pciueno,
a renda do paleo do Terco n. 21. Se garante.
Lava-se com brevidade : na praia do Caldc-
reiro detropte da sala do Baptista.
Da-se inleressc cm urna boa olaria, a qei,
livor dous eacravos, e que entenda lo IrahaUn
ao pretndeme se expora as vaategens do mesnio,
na ra da [mperalriz u. 17, 3" andar
Precisa-se tomar a juros a quantia de dona
conlos de rcis a prazo de um a dous anin 1
o premio que so conveneion.ir, dandi-se porkr-
polheca una casa de muilo maior valor, 1. 1
guezia de S. Jos : quem lhe con.i r pi 1
Otario anauucie para ser procurado.
Jiiizo de auscDles.
Tendo fallecido Joaquim Sebaslic AW<
Fonscca, 1 a freguezia de Igrapluna, muni
da Villa de Camam, provincia da Baha, 1
clarando eba seu lala ment ser nmu d da
dedo Recife, em Pernarabuco, onde lera um ir -
i mao do iiome Antonio Alves da Fonsc 1 un -
, lninlio lillio desie, do mesrao no:ne,
, mais ser rosado com Haria Joaquina '. 1 Co
5S0, natural da freguezia de Sao Jos d H
im jajse communicou o dito falleeitnenu*.
^ o, porque nao se lenham aprosenl ido,
ou por seus procuradores, psra andamento do
inventario do dita fallecido,
ladoloJot a quera possa convir, faz- ;
pelo juizo de orphabs e aran nli -
1 carlorio do escrivo Sant'Anna Ba| 1 -
us de
1I0 .
n
\ illa de Camam i 1859.
Trimuphou na corleo
metbrodo castillio.
O Jornal do Rommerciodc 23d<
di a faustissima noticia do con..;
lanos espectadores que presenciaram as
Dublii,.- nu lia 2 1; esla 1 a reservada pa 1 o nu
rilissiui 1 K Abbade de S. i:
cor para a humanidade uto grande dei
Iriumphou a infancia na coi ;.- di -
rio. Em dous ponas da provincia d I i 1
i uieiro j linhamos o eicellenle im ;,-
. Iho; mas nao ousavamos planta-lona e< rte,
11 i indo a Mu,, de S. Joo lii; lista ni is
cola bcllissima do umsteiro de S. Denlo esli .'.
coberlo de qu il |u rpersegu
perio despresou o raelbo lo casliliio
j prio autor alli foi ensinado, mas este
nao leve urna cansa legitima. A corlen
1 1 provas do no> o systeni id sino
investigaco nan so fez, o men ir traba 11
ten lou ; o lempo moslrou a Liando vanUgcm d.>
mclhoio Honra ao tiln. I). Abbade de S. Sab-
io e aos professores -Je lodas
guem. Parabens ao Exm. Casi Iho
central da ra Nova cm Pi 1 aa ni 1 1 15
neiro de 1860.Francisca it Fre .
Aluga-so ou vende-se um carro de li
Ihar na alfandega, q 11 asi novo, e por baral ;
eo : a lral.tr na roa do Burg is n. di.
J 1 iseo 'i 1 Silva tz< n lo, du-
rante sua i isencia deixa por seos proctradorcg
03 Sis. lleorique de Oliveira Soares, U .
& Azevodo, Francisco Ferreira di Rocha Leal, pe-
la lapide/ de su a via-em nan pode despcdir-i
de seos amigos, i) que j/. pelo prea lin-
do-lhe ib sculpa de uma taita imol
n marcado o prazo de GO das pai
L'5'/-^IIif ^fl effeilos; lindo o qual sedar ndame:
\L\ Uno ventano.
c i.-u a re
Bem como
L'm rico par de lem oes bordados para casamen-
to e uin grande soriimenlo de
Cliai'ulos de Havaim.
Chama-soa ailencao dos Srs. particulares para
o importanteleilao annunciado que ser ellec- primeara loiei
luado era lotes a voniade dos compradores
10 horas era [ionio.
da
u !;jna
s rassu', cujas rodas deverao andar im-
parte
d
UO CallCllO
Avisos diversos.
Alinanal.
tU
Gavctti lcggiaui
o o Sr. Hyp-
Sra. Lu/ i
Cavatina da opera .)/. do maestro Ver-
lo Sr Lu/ I'esla.
' m rondo la Lu:ia de La 1
do n 1 ni, .'a Sra. Gavelti.
SI Gl SOA PARTE.
nia.
lina da ,. :.
Rellini : filo Sr, II) ;; 1,1o.
11 Uilli r do mnestr 1 Vi :,!,,
pela Sra. Gavelti e o m-, l'esta.
' atina .1 opera arbeiro de Secilha do
iiineslio Rossini, | elo Sr. Ji 1 Itamonda.
"Il"' : mesma opera, pela Sra. Marini e o
Sr. Uamonda.
...... ^- uarris com mameiga inut''"/a.
^r.maesli iJ.SmolIz. 198 gigos do champagne as melhor
, '"'''"' ., lem viudo ao morcado.
' ""dea.......... 12S0G0 m
51
1 dita.............
i O
la............. -jimo
Cad iit 5............ 33000
Plateas............. 2$000
les acham-su venda no escriplorio
: 1.
ComecarS fis 8 horas.
O Sr. thusoiireiro manda fazer pu-
blico que se achain a venda lodos os dias
das 9 horas da manhaa as o da tarde,
no pavimento terreo da casa da ruada
Aurora n.2(ie nascasas comraissionadas
pelomesmj Senhor tliesoureiro na pra-
ca a Inc|jjpendenca n. 14 e IG, os
biibetes e meios da primena
a do cemilerio
1
1
I preterivelmente no dia
mez.
Thesouraria das loteras 1 \ de Ja-
neiro de 1S60.O escrivo. J. M. da
Cruz.
0 abaixo assignado, vendo o seu no me
jior eslenso no Daiio n. JO de 13 do crreme,
de seu ex-caxciro, Jlauocl Mariins das N'eves,
protcslando pelos seus ordenados de G aunse j
mezes e 18 dias, pcrgunia a eslcSr. so elle nao
i lera lcmbranc,a de ler passado alguns recibos de
' salJo de comas do seus ordenados ein 30 de
Abril de 1808, e dahi ai o dia 18 do dezem-
bro de 1859 anno hnanceiro, se quatro ceios
1 a lanos mil ris de desptsas nao deverao ser in-
clodos nos seus ordenados, assim como mais
despesas que fez e nao as langou em sua coala
0 referido agente tara leilao por conla de! f*~*~ ..uvj.vuuvmaaini- 1 p0r qUom as prt,;eMo para ajuste de conlas e
quem pertencer quarla-fcira 18 do correnle s I'IH II. 0 C O COlllCIlUO attMll (lo '|e islo mesmo servir de noveno ae mesmo
II horas da manhaa no armazem do Sr. Aunes 1 ,i,,,.,i ,.;^ ,!:, i- s
dtfronte da alfandega IvUlMldariO CCClCSiasllCO ''
l)E civil-
'anas com .....i.leiga ingleza. .
es marcas que; Noticia tlS piilicipaes CSta-
dos da Europa c America com
a 33*
UOtltU5[ ,;: < jiS cMll
i Nesle mesmo esl ment ha urn
: grande soriimenlo do casa as piolas, .,-
; sim como manda-se fazer por medida a vou-
. lade do freguez, cscolheudo os mesmos os
' s a 1 .,.
1 10$.
Camisas inglezas
: No mesma imem 31 !e be- ;
um gran le soriimenlo das veri le
: camisas inglezas peilos de linho
: largas, uliim 1 ni la, por Icr-s'1 muila :
: quanlidadc delerminou-se a vender 1
menos do va!or sendo a a a 3 s. !
mu
na provincia.
Sabio a luz a folhinha com
O abaixo assignado declara que
d" nomo Uanoel Teixeira Cavalcanti acha-
stado de demencia, e par issu in
ci qual [uer objeclo, sendo nullo qu inl
cor. llecife 16 de aneiro de Isli.
Manoel Hilario Teixeir I
A J ,
Aluga-se ,1 casa entre as duas pontes da P --
sagem da Magdalena, do Dr. Ignacio Firmo Xa-
vier: proco.a' no pateo do Carina :>. ,
1 1 dar, ou na alfandega, das 9 larde,
, I tratar com Pirtnioo Jos de Uliveira.
Precisa-se de uma ama de mi ia .
comprare c izinltar, para casa de 1 uca l'iuilia .
na cambo do Carato n. l.
= Lu/ Filippc de Souza !
po d sua ausencia desta provincia, deixa encar-
cela IS :- [ti g '. a, |. lugai
mingos ran :isco de Soui 1 l.< !. os Srs
i J mi. ir \ l. il Reis ; c em J u S.-. 11
viano de Souza l'ranoa.
l'ma pessoa tjue
lend 1 acltado casa, nao lera du vi li 1
piimeiro an lar do .-"i-, ido era que m n
oulra pessaa qu -. smesi
cas, aind 1 mesra 1 que 1 iro 1
terrea : a tratar na ra \ elha da lio -\ isla 77,
anteira iarIczae'onlluailak daprovincu
, o corrcii/eaniio de
ia para
cnampagne.
PELO AGENTE
o qual se vende a 800 rs. na
piara da Independencialivra-
Keciu.
.""r. Mariins, cao respeitavel publico
lo de Janeiro de lf>60.
Antonio Joaquim Meuello Bastos.
m citi-

.-viso;; iiiaritinios.
limite.
AGENTE
REAL OOVUltt
Aisglo-Liso-Braseira.
o vaporHiv/.-i',', espera-seda Europa do dia 17!
i diante, cseguir para os portos do sul no (
mesmo dia da cnegada, para passageiros Irata-se
i ora os agentes Tasso limaos.
Para o Porto.
Vai sabir cem brevidade para a cidade do Por-
to o brigue portuguez l'rompiido II, forrado e
cncavilhado de cobre, de primeira marcha e pri-
meira classe, por ler parle do seu carregamento
promplo : para o resto e passageiros, para os
quaes lera excellenles commodos, Irata-se com
Elias Jos dos Sanios Andradc & C, ra da Ma-
dre de Dos n. 3z, ou com ocpitao.
Para Lisboa,
segu com brevidade a barca porlugueza Horten-
cia, eaoilao Jos Manoel Aomao, por ler uma
parte do carregamento prompto ; recebe carga a
lele, o tem boas acommodaces para'passagei-
ros : cnem na mesma quizercarregar, poder en-
lender-se com os consignatarios Amorim Irmaos,
ra da Cruz n. 3, ou com o sobredito capito na
praca do commercio.
o nome, idade etc. de seus im-
peradores, reis e presidentes.
Resumo dos impostos ge-
raes, pro\ inciaes, municipaes
epoliciaes.
Tabelia dos emolumentos
parochiaes.
Empregados civis, milita-
BarrotA C. ,i>nsisalanos,la ale-fe ^sisticos, litterarios
ia americana wJtumt (ea^iio ^^ toda a provincia.
Cookjfaiao leilao por nlmeiicao to Associagoes commerciaes,
ageitecima galera, eaasistnida em t-enlo rias e particulares.
Estabclecimenlosfabris, in-
dustriaos e commerciaes de
i lodas as qualidades como lo-
:jas, vendas, acougues, enge-
|nhos,etc, etc.
Serve elle de guia ao com-
de)ionle>Moosmais lindos que 4 f^nte agricultor mari-
>indo a esta cidade, visto une foUn es- l m0 c emiu para todas as
collados naquelle porlo. K desnecessa- classes da sociedade.
rio ualaiicr eloio a espvi aiiimaps al- 7 PedTse q.ucnve,' c0n8,nnd0 as. ssui"-
i n< i|ii..ii|iii i iiriii ti imcs tUllllltll Sdl- les fazendas, vindas a ordem, pelos seguintes na-
tendcnilo-se o que a experiencia tem vios- ,a saber:
mostrado; que para o ser! ico de carga ffSS! nri8MBgw pela barca ,rda
preslam-se muito bcm relativament a! Diamante ir. n. 4io;63 20 ditas com papel e
o.-tido,por tanto sao convidados todosj l^iS^r^^JSTJS.
OS Senhores de ClIgCnllO a aprOVeitarem Ptenl3s fretes no escriplorio de Bastos A Lemos
esta quadra asseguraudo-sc que nao selSIiS.Tropichc^17- ^^'^ <
Para io Foriuoso.
Djni Joao Noffucs.pioessor n'entista,
vai 1 cidade do liio Formoso o.-.!.; pre-
tende exeroeras funccOej de sua pro- l>tm;;iro"a- iu.'
itssuo, onde espera merecer darjucj oir-i
respeitavel publico seu bom acollti- ""ll11.1. com muito e
ment e pt ulcnu.
Na rita do Rosari larga n. 3S, md
dar, existe para se vender dous escrav is pecas de
desoito para \ inte ann 13 de i lade
Para ora da prov incia.
Vende-se um escraro bonita ligura, erioulo,
idade 30 annos
11
I
*- .11 kj\i
bampaio Silva J( C. o
Ukl.iL I ll f I buUCL "* I le vai abrir um curso <..i Itogua ingiera c...
casa, lodos os dias, --;.... i p.ira r<|
I 1 ssoas que di sejam ape fei
cao ; desdo as Tal 8 horas da noile, mediante a
quanlia de ">> por rae porcada alumno na ra
In oiieiiii.de n 26, primeiro andar, defroule da
1 Gloria, casa do Sr. Paulino n. 'J2.
IJ i :i i pl
ta urna casa, isi nlo d
. cure 1 1 ra da Concordia 11. 7.
Toma-so unta ni ilher porlugueza, d
barcada, que.s liba engontmar, e sol
tora, d-se lioni tralamento, 1 ;
fallar ora Guillierme da Silva Guintari
aajc 3annos, pouco mas ou meno* imtVn-, :, ., .....-......"""'"' "
olieiro c ardineiro, advirlindo-sc p,?em,'' :.. :' J- Pr"s,mo ao arf0 ^ ^'"l' A"l>""
'reaclausula do ra fora da prov,-, !piCA tlfi \ntv\w
[uem convier dinja-sc a ra la Cadci luja de iiUlNO C l\,\i L
. MEIT .i.
Lu vi.-ta do que dispue o arligo 36
lulos, o Sr. presdeme do conselho de
dos csla-
iiieralivo
(ciida
e um
altas, assim com
lerem um grande soriimenlo de fazendas finas e
grosas.de seda, linho, algolao. Lieos franjas.
penles, ele a pessoa iiue vier a esta casa salina
vestido des pos a Cabegl do fac'o que quizer com-
prar, assim como qualquer fazenda lano de
I gosto como mais ordinario por precio m3s com-
modo do que nos anuos anteriores.
Defronle da matriz da Roa Vista, 11. 8G, ven-
deni-se o alugam-se bichas de Uamburgo, por
menos do que em qualquer o-.ilra parle, amola-
se qualquer erriuienla, lira-SC e ehuiiiha-se
denles, sangra-se e faz-sc ludo quanlo perlcnce
a arte de larlieiro.
Olferece-se uma cosinieira para casa de
homem solleiro quem do seu prestimose qui-
zer utilisar, dirija-se roa de Santa Rila, n. 32,
que adiar com quem tratar.
D-se 800$ a juros : na ra da Paz 11. 36|sc
dir quem d.
Compra-se
prata velha sendo de lei: na ra do Ca-
buga' n. IB loja da aguia de ouro.
- Guimaraes & Carvall.o estab leci-
dos com lujado izetidas na ra do Que-
mado n. 17. dissolveram amigavelmen-
te a sociedade, icando a cargo do socio
Carvalho o acli.o e passivo. Recife lo
de Janeiro de 1860. |Joo Baptista
Soares Gmmarcs Manoel Antonio {de
Carvalho.
Altencao.
Vende-so farinha de milito fina, c mais quali-
graos.
se urna rasa nova
quer eslabelecimenlo por ser em qu
no Campo Verde, cm chaos proprios: procure
na rita de Sania Hila, casa n. 10, quediri quem
vende.

Vende-se .ima prela crionla mailo bu .a. d>
esvella ligura, com uma lilia de 4 auno.-.
perfeilamente engommar e coiinbar, o i
para casa de' Iralaiiieiito : no largo da A
bla o. 6.
dades, nova, feita n
co Tonlas i. \o2.
torra : ua taberna das Cin-
Vende-se espirito de vinho verdaJeirocom i!
graos, cltegadoda Europa, as garrafas ou as ca-
adas : na ra larga do Rosario n. 36.
0 antigo eslabelecimenlo de fabrica c loja
do chapeos nesla cidade, na praca da Indepen-
dencia ns. 2 i a :$:), de que proprielariu o Sr
Joaquim deOliveira Maia, ausente, contina no
mesmo lugar e casa, sol a gerencia de seu so-
brinlio Manuel de Oliveira Maia Jnior, por ler
pecommum accordo cessado nesla dala a geren-
cia do Sr Manoel Francisco Morena Maia.
Vende-se a padaria da povoac5o do Caxon-
g, com bom sylindro, 2 bous cavalos, bom [or-
no o lelhcirodo mesmo e todos os mais pertcn-
ces que lhe sao precisos para o seu uso, tem duas
boasfregueziasde pao para fora c freguezia para
vender loda bolacha que possa fazer ; a tratar
com seu dono no lugar da Tamarincira, venda do
telheiro. As circuinstancias por que se rende ao
comprador se diro.
A pessoa que achou um sinete de ouro
tendo uo fundo urna podra verde : caso queira
restituir, dirija-se ao carlorio do labelliao Cos-
S Montci.io, na ra eslrcila do Kosano n. 15,
que se gratificar : foi perdido no sabbado lar-
de desde os Remedios at os .llegados.
Attenco.
Vende-se una bolica homeeopalica em tintu-
ras, contendo 60 vidros dos mais necessaiios'me-
dicamentos. sendo estes vidros de onga cada um, \^o deposito geral do Rio de Jane
e urna dita cm glbulos com 75 medicamentos Icon1 -VlmeiJa Gomes, Alves & C,
diversos, a estas boticas aconipaiiham os melho-!" 2".
res compendios desta sciencia (tendo viudo do li'opnlio 11 < ml n t \i \f \
Rio de Janeiro de um das inelhores consultorios) L dl IHId UC Illilllll KM o que ludo se vende por procos commodos ca. a tratar com Almeida (iomes, Alves e C.
razio do seu dono retir.ir-se ; ra do Queima- Vende-se um ni ilcque cozinhe ro : na ra
do n. II, da Aurora a. 5 primeiro andar.
Vende-SC nina prc-la do meia idade. sadia o
robusta por 280J : na na do Qaeimado, I .a de
miiidezas n. i;l se dir quem a vende.
Vendc-se a obra de Casos de Consciencia.
de Benedicto \l\\ e os evercicios de analys
gica c grammatteal: na ma do Queimado n. ii.
novas
Eslo se acabando sebolas de rest.-.es a Ir;'
sollal a lj : na roa do Vicario n. 27.
Sabo
neiro : a tratar
ra da Cruz


DIARIO DE PERNAMBUCO. TERCA FEIRA 17 DE JaNLIRO DE 1860.
(i)


Precisa-se de urna ama forra ou captiva
para o serviro de urna rasa de familia, c que se
preste a comprar e a sahir a ra em objectos do
'servido : na ra larga do Rosario n. 28, seguirlo.
andar.
DELICIOSAS E I.NFALLIYEfS.
PILULAS VEQETAES


ASSUCARADAS
HWW.
NKW-YORK.
O MF.UlOIt REMEDIO CONlir.ClDO
jastiihas vegetacs ile Kemp
contra as lombrigas
: a| provadas pela Exm.a inspecc&o de estudn de
i II ibaoa e por nsuitas outras juncias de hy-
ne publica dos Halados Unidos c mais paite*
da America.
Garantidas como puramente vegetaes, agra-
*% B
Estabelecida cm Londres
mw ii mu,
CAPITAL
Cinco milUuc-t Ae libias
esterlinas.
Saundors Brothers & C. tem a honra de In- veis avista doces ao paladar sao o -renado
formar aes Srs. negociamos, proprictarios de i i*Hwel raninas loaabrigas. Nao causara nau-
casas, e a cuem mais convier, que esta,, plena- seasnem sensaees debilitantes.
ment aulKdos pela dita' componhia para|.j^temnho espontaneo em abone das part-
effectuar seguros sobre edificios de lijlo epe-| "i03 e Rera'. ,.-. t. t.
dra, cobertw de telha e igualmente sobre os | .Srs. D. T. Lanman |J"mP;-fori Byron
Cowtraeonalipace, ieerieia, affecedes de figado, I objectos que contiverem osmosmos ediflcios, ]
febresbitiosas,'colcas,indiijcsle^,ei>xaqucca$. 'quer consista em mobilia ou coi lazendas dt:
Hemorrhoidas, diarruea.doeacas da qualquer qualidade.
... .. i Traspassa-se o arrendamcnlo de um enge-
pellc, irupcoei.e todas as enlermidacles, ho di8tanted( sta praea duas legoas, vende-se
i'nnvEMKNTF.s do KsiAi'O nimio po SAHGUE. i urna parte no mesmo engenho, machina nova
75,000 caixasdesle remedi.cousomuicui-sc an vapor, disllacao nova c born montada, li 1 ois
nualmente 11 I de correia, seis quartos, algumas obras, saffra
Uemcdio I:i naturezn. plantada, etc. etc. ; trala-se na ra do Crespo n.
Approvado pela faculdade ile medicina, e re- 13, |oja.
commcndaao como o mais valioso catrtico re-1 _____, -. ^ n^. '! ,-
Aviso ao eac&uo-
b;i
m
VcgeNiepfalhas
que Vmcs. fa/.em, curaram meu lilho ; o poDro
i paz padeca de lombrigas, exhalara um chei-
id, linha o estomago incitado c continua
chao no-nariz, lo magro se poz. iue eu
mia pcrdc-lo. Neslas circunstancias um visi-
to mcu disse que aspasliihas de Kcmp linham
ciliado sua ulha. Logo quesoube disso, cun-
Ra Nova, em Bruxellas (Blgica),
A DIHMAO iE E- HRWXD.

Estas pilulas, c'mdo oniraa.enie i
\c puros vi lai i oMiid s i; n
la | :..>' 1.1 \* tic S. Paulo, j.l fl :
pelo hr. l'.tienne 1.a.;ai le no Correio I
: tao on lo sahir a i .
i peito das virtudes e elieacu dcsie tuaravilli .
medicameolo, e buje se aclio ass
i pelas niiumoras cm s u ni
oblido, lornamh se um i .. !. i na1
i necessari i, meni n i In ; ires ood
-
'an.!

ijelal de todos os conhecidos. Sendo estas pilulas
puramente vegetaes, nao conlcm ellas iienlmm
veneno mercurial neni nlgum outio mineral ;
i stiio bem acondicionadas cm caixas de folha pa- .
i i i esguardar-se ila humidade.
Sao. agradareis ao paladar, seguras e eficaze
res.
Espingardas de espoleta nmilo fina*, e g
i 2 vidros de pastilhas c cora ellas salvei a
ni sua operavao, c um remedio poderoso para a te-se qualidade por.j se ler cspenincntado ;
juvenlude, puberdade e velhice. na ra Dircila n. 64.
l.ea-se o follieloquc acompanlia cada caixa,pelo PnMi>-iPMn littiTirl
nual so licarconhcccndoasramtas coras milagro- l UDllCdOttO lllio .ti lil.
sasquetem effecluado. D. T. Lanman 4 Kemp, Gma Luso-Brasileirodo \iajanle ...i l.uropa-
drogutetas por atacado em Nova York, sao os uni- 1 rol. ein4 do > U pag.: vende-s
tos fabricantes e proprictarios. i aillor rua do > gono n. II, brox. $ entai
Acliam-se renda em todas as boticas dasprin-
cipacs cidades do imperio.
na mo do
da de mi*u filho.
Sou de Vmcs. seu amo agradecido.
W. T. Floyd.
Preparadas no seu laboratorio n. 36 Cold
sjin.oi pelos uincos proprictarios I). Lanman c
emp, droguistas por atacado em New York.
Acliam-sc v
Hrincipaes cidades do imperio.
DEPSITOS
io de Janeiro na rua da Alfandega n. 59.
ahia, Germano & C, rua Julion. 2.
ernamliuco.no armazem de drogas de J. Soum
c\ Companhiajua da Cruz n. '2.
l'ereiraK
Este liolel collorado no centro de una das capitaes imporlantes Ja Europa, lorna-se le
valor paraos brasileiros e portuguezes, por seus hons comiuo.Jos o confurtavel. Sua po.-_
urna das nielliores da ciJade, por se adiar nao s prximo s estates de carainlios i!e ferro, da
Alloma nha e Franca, como portera dous minutos de si, lodos os theatros e divertimenlos ; e, prcsanJo u
lionverera im
da ii.clicin.i.
Sendo o i:..; principal i -ti-, i i
a massa do salngue, qual ; qiw
leixar de allei
alera disso, os mdicos precos convidara.
No hotel ltaseni|.re pessoas especiaes, fallando o francez, allemo. flamengo, ingle/, e por-
tuguez, para acompanhar as louristas, emfm para toda a Europa, por presos que nunca exceden! de 8 a 10 francos (3^200 49G00 )
por dia.
Durante o espado de oito a dez mezes, ahi resMiraoi os Exms. Srs. consellieiro Silva Fer-
| rao, e seu filho o r. Pedro Augusto da Silva Ferrao, ( de Portugal ) e os l)rs. Felippe Lopes
do de san !.. c nci rre p ira a h
eiislencia, e <\w seuipre tira ;
qualquer molestia ?... I.'
de parte dos soHrimenios ham no tem ; i oii-
Assim, ,;'-.. ir um le
hunianilideacn: liando o u ; Nlto, MonoeldeFigueiroj Faria, edesembargador Fontes Visgueiro ( do Brasil, ) e muitas ou- e indicaremos o- I i Aerales
onda em todas as boticas das tros pcss03S tanto de um, como de ontro paiz.
Os prreos de lodo o servido, por dia, rogulam de 10 a 12 francos (-i-OOO i?.')00.)
No hotel encontram-se inforntacois exactas acerca de tu.lo que pode precisar um estrangeiro

$ O llr. Coime de S>i rcreiia j,
mm^W$m&-X ..,- 3reSS)9K k/devolti. dosua viagein instructi-^
DEPSITOS.
Rio de Janeiro, na roa da Alfandcga n. 89. \5 a '1
Baha, Germano & G., ruaJuliao u. 2. M meopa
Pernambuco, no armazem de drogas de J. Soum ^t'
g Hr. Casanova pode ser proi kj;tivn
*^ a qualquer hora em sen consultorio Lo- ^ |CM|
i Kuropa continua
no excr-
IllCO
28= R I.' A DAS CRUZ ES=28
cicio de sua prousao iieJica.
Da' consultas em seu eCripto-^
M
JARABE DO FOIIGET.
* 2"'^1 ^?"S !HJ M Este xarope est approvado pelos mais eminrntes mdicos de Paris,
S^*fteA^-*L-_*:mo sendiio itiilltor para curar coastpsc/>es, loase convalsa e ouir...-.
alleic.'i,.< dos broocDios, ataq pela maiiti, e ouiia noile sao sutlicicntes. o iiv-ito diste excelente x*ro>e B-itisfaz ao nitsm i
lempo ii iliuiiti! e o me o.
o dtpotllo na rua larga to losarlo, botica ,i,: BarlMomeo Francisco tic Sema, n. 20.

:u ellas u-.tr, nulo o i
Dep i
Rua da I'oilo n 119, pelo
de Janeiro.
Agrati -in
... .....
Eu abaixo assigo
.'.'
ma aiiilo l po, e
| timamente se llio addicionou ao i M
allopailii o co u "
i a applicacio das
I Ricardo ktik
. n. 11'J, c a .! 'ni i cou
lo le Trovador.
filia larga *<: Rosario n. 'i'<.
, ,. faz uso Jas el
Cessc ludo qnanto a anliga mus i ca
Que o Trovador allivose levanta. I ou eslom: .,
esidencia, rua
captiva, que saiba engommar bem, para urna
Precisa-se alngar una cscrava para o ser- casa c p0uca familia, paga-so bem : na rua do
vico interno-e externo do urna casa, assim como Hospicio, casa torrea confronte ao collegio de
tambera um escravo : na rua da Santa Cruz. n. GC. pj, s. do Bom Conselho.
- Oadvogado Souzafteis mudou oiseu es-1^^Tn I ; H I I
criptorio para a rua larga do Resano, sobrado da k rtETIUTICT f CGft HOT7
quina n. 52. |r Utit i o l i', rntlwtt^
Oiei'CCe-SC Ulll IlOmClll Cllliaz p Paulo Gaignouz, dentista, rua das La-
coi fanlia para fettor de sitio, que | yiSuaS Ka mesma""lem a"a e
enfeude perfeilamente tic planlaces: > ujjjlaxxji.ijl u.
rusia lypograpliia se dir.
asrenela Sos fn7;ri*aiius aiuerlea-
nos Grouvcr & Dabcr. I Transn ndu de lraeo a
t, hias de roser: em casa de Samuel P. q""ase domingos m, t...-.v:.j, f**^ :
i. ti K- r ma dn SnnT-ila Nnv n M ''" sabbados ale as 11 luirs da manha.'i, na 1. -
nston \ C., rua da senzala Nova n. w. sidcndo do coimnlssar0 ,-accinador, rua estro
t'recisa-se fallar ao corresponden- Jo R0SB,l0n, indo ai lar.
te dos Srs tenente-coronel Ilemeterio 0 Dt. Manool Morcira Guerra mudou a i
Jos Velloso da Silveira e Francisco Xa- residencia para a rua da Imperaliiz n. 43. si
.. G!guudo andar.
vier de Anuale : no liviana n. o c o rn>A^ o !.^,,. .1
Vaccina publica.
Molestias
peito ;
. Molestias dos orgaos da gera-S
c3o, e da anus ;
. Praticara' toda e qualquer
o.ierarao (luejulgaiconvenicn- "(
Le para c rcstubelecimento dos
seus doentes.
m
n
Prcparalorios. i
O bacharel Jo e Joaquim d
*a
:jcus uoemes. b; ;
O exame das pessoas que o con- "r? '$
visultarern sera' eito indistincta- '.^ J}
5 mente, e na ordem de suas en- ^

Moraes Navarro tem aberto em ?
sua e.ta rua do Hospicio, segn- ;,?
do sobrado passando o Gymna- ftv
sio, um curto de preparatorios, $
'Q jiara que acha-se competente- ;
j?b mente aulorisudo pela directora % da mtruccao publica, os estu-

J
da praca da Independencia.
LICOES PR.\TIC\S
a A applicaco dealguns medica .
^Jmentos indispensaveis em.varios ?
|Jcasos, como o do sulfato deati o-^
0 'i': piiM iser 'feio.ou concedido
Tomos a lio:ira tic con
I mullicar ao rcspcitavel corp^
, i traiuicataente. A conianca fiue
docoiamereio rtesta praca qi neiles deposita, a presten*de su
IliCSta (lata (Jaiva (lecxisll* a -' ncrr.o, e a necessidade prompta ^
_ -[' !c seu erapreg; tudo quanto o |S
NICA, VEKDADKIRA
GITIMA.
ITQriaiT?\ rn^MP'in/il soeiedade que Liuliamos l'or- s^cscuemprc
LbLHIU ll.HlthLI*4L- SQb i emove em
Porparlidasdobradas ,-A An l t lenles.
1. DE
V.iiO lie
Aranaga & Bryan
beneficio de seus O
s.
Hii!IiTj:liiii'iC. ricaiidosualiquitk^-oacar
uaNovan io,*egundoandar. (jc nossos successores o
M. Fonscc du Medeiros, escriturario da .... e. p
Ddadesla provincia,competen- Al aliaga, tlIjOcvlj.
lo pela directora de instruceao ParrininluiPA SU i!r> dn-oJn_
:,., arithmctica nesta cidade, I Ct ItaiMUilLU OJ UC C/.L 11
Ivido juntar, como complemento do seu |j 1*0 (le 1 8")'.!.
so pr'alico de cscriluracao por partidas do- '
bradas, o nsino de contamlidadc especialmente Al'anaga bl'\ail
Havendo cossado a so-
?.
S^;v

-)
a o cal-
composlos,
mtosejuros"simples e composlos, lilNL'llUO UtSSIlUO Jl
eonhetimenlo in-lispensarcl as pessoas que de- i i .... ,,..,,,, noel < ,
sejam empresar-se no commcrcio ou que j so i-'^"< acham nelle cstabeltscidas. A aula ser aberla cu so!) a i filia >'.r Al'aUaTl
no da lo de jaut-iro prximo roturo as horas
uoilc;eas| ssoasqne desejarem malricu- Drvail, |Uli*iClpailOS 0 \
tar-se y i ixar '
sus ii )mes em cosa du an-
&
es-
Pao d'Alho.
N'ovamenle roga-se ao Sr. Jos Garca de Sou-
/.t Ramos, que venha quanto antes pasar o que
devo na padaria do paleo >\\ Sania Cruz n. 6,
j lempo bastante, c mesmo Icin-lhe sido
pedido por diversas ve/.es por caitas, c at o pre-
sente nao lera tlado solurao alguma.
Puilaram do terreno de Pora de Portas, de
Thomaz Josdas Keves, una canoa de um pao,
m de amarello, nova, cora urna marca de fogo
na popa; a pessoa que dclla der noticia e des-
ir ii ladriio, dirjase a rua do Vigario n. 5,
que Si r bem recompensado.
O Sr. Paulo Jos rilgueira mora-
dor na Escada no eiij'jenlio Hua Nova,
SALSA PARlULH.l
DE
52*. EtJ.. ^J.SfjWx tSO*. m
Ce
Qu(
Ai:, iho, rapazea la,
Pede o hotel Ttovador,
J em tudo reformad i
Pelo novo possuidor.
lil. a todos participa
At ni sino a os entes gulos -.
One prepara a qualquer hora
llons peliscos saborosos.
Nao Indo l s'encontra
(i que s almas d conforto :
ii moseati I, o cha
i un o vellio Duque do Porto.
Julien Medoc, cliami< o
L outros vinhos eonln
L ;.: acham nos armai 9
esperando sec bebide -.
i ambem tem muitossai
K cariados lio res,
E a gencbi a aromtica
Oue mitiga fortes dores.
P'ra os rapazes de hora gusto
Da Vene/a americana
Mandou vir o rroi ador
Finos Charutos d'Havana.
v lem a verja li piiz r
Do que .:.- i oniirinar
!:... : de quuiulo em
U Trovad ir fre [iientar.
P'ra pro\ ar a i
Une o hotel tem ni
Basta dizer que ti m sido
P i froq lonl
Jos Joacaim da Silva nlaia, ten-
do de retrar-se com sua familia para
10 i .. un ;.
I rand
<:"' i
C '. -gio nacional e:n S. LhrW
. Janeiro Jo Pinto Rib'iro
LlcconheciJ .;.:.. ...
' lo labeliao Lu|z Rj i. .:..: I':. La.

I

resft'H:ti\;<> i...- ki
Uhcuma'.i
Eo abaiNO asignad '.
.i la ...
tsnm uas c i-' d i ni i u lu
(cando por issp hn r
I alguma c un essa in d
...-:: re :.
il I '.-'.
a do 1 .
ticou mi 11 .
. a preson ( racao. Ilua


T i '!
. Uccinl
ra supra pelo laliclli .
Ci .
-
I 1 nat'io lo! -
OIIl
Portugal, vende urna boa mobilia de Haviam
i


Jacaranda', urna nei secretaria, e xin,. jollria Ja > m.iji
Remedio sem igual, sendo rcconhccido pelos!corimoda, tudo da mesma madura uMeando debililalj i
sangue
CAUTELA.
I. T. Lanman & Kcmp, droguistas por atacado
New York, acham-se obligados a prevenir o rcs-
pcitavel publico para desconfiar de algumas te-
s imitacoes da Salsa Parril
ranciante at o mencionado dia, |)ClaVCl COrp) COlir.Sl'.jrcial
m iquedeseja mudar-se e nao lendoRna lifiiiiilaAn lPl n f;ir casa, ni..... n duvida em trucar o pri- ua liquiUrtt/UU lioa -.1 idt.
eiro andar do sobrado em que moro cora nutra 'por- COIlla da SOCiedadC
ssoa que csteja as mesmas circumstancias,;l
m
pe
ainda mesmo que a troca soja por urna casa ler- IlCSla data loniiaillOS O
rea : a tratar na rua Vclha da Boa-Vista n. 77, .
primeiro anda. g\ l'ai'a SOU VOZlW (i1
Aranaga, Hijo & C,
. .mes muacoes oa salsa rarriina de liiisiul que
[a qUC n. 66, a negocio do seu ioteresse. 1ue siio- oll,'s os u,,ko?. Pprieiarii s da re eii
.Manuel Joamiim de Oliveira & C.
1 i a mos de idade, lodos multo lii las
pecas : a tratar na rua dos Co
dd Boa-Vista com Jo-:c .! >. qii. da
va Maia.
U Ur. JoSo Jote Pinto Jnior a !-
ju.ius Irazeii loa
n 'ilio vi-i'
'' liOII | i
uto, re
niiiicrc uioto da
seu dovi lo apn ;, I" .i

do I)r. Bristol
1856.
tendo-llie comprado uo auno de
voga no ctv
Aaiga-se
a qual conifinuar osneg
Precisa-SC alugaruma cscrava para lodo o ser
... urna casa de muito pouca familia, paga- da CVl IHCla firma C t'Sjlt'r
a : na rua csti lila do Itosario n. 3!, pri
dar.
.izetn publico ao eommereio desla pa- Casa nenhuma mais ou pessoa alguma lem
,IUt ra, que desde o I dedc/.embio do anno | ^i'^J"1!!!* ,!,i B,isl01"
( i|-k i porque o segiedo da sua prepararan acha-se so-
4UC O. p-, o Sr. Antonio Joa'pum Oonealves monte em poder dos referidos I.anian & Kemp.
raga, deixou de azer parte da dita fir- rara evitar engaos con. dcsaprcciaveis co- casa esrangeia,'um
- -i binai'oes de drogas perniciosas, as pessoas que ;.,.,
a e nao e mus socio de sua casa. ,1I/;.1Cm comprar o verdadoiro de ven Lem 2b- bastante habilidosos,
Pntfsa
ma
recer a mesma coniiau
que gozava.
)C10S
nie-
a de
Jlegio de Benifiea.
Director < uui o proprietario
Estevado Xavier da Cunha.
Este collegio, legalmcnb aulorisado, e eslabe-j
. no arrabolde do Chora-menino, abre > san i
lar, em conformidade dos respectivos
no dia 7 do crlenle. Seu director es-.
a merecer aconanca de que al
;"',, loj ":"' 2^" lWl"iir,'f '- Precisa-se de urna ama que. sail.
do o duvello para que seos alumnos recebara a fn/r ,odi) ^ dfl \
instruceao e a educacao convenientes. deireiro, taberna n. 60.
J. Ilundi'i-, alfaiale, lem a lumia de avisar.
spcitavel publico, principalmente aos seus I
que de buje por dianlc enconlra-se i
u ni i fazenda moderna c do variado goSto, para
qualquer obra, e preco razoavcl : na rua Nova
o. Ctf.
Scve, ilho- \ C. deelaram que Manool Jos
de .Vluicida Jnior dcixou de' ser seu caixeiro
desde o dia \ do correle. tecife, 12 de Janeiro
d 1SG9.
;; 55S a duzia : na ra do Quemado n. 11.
i.i .;; 3 -> v x., '; t <-> <:; . i CraliGca-se bem a quem mconlrar ou der no-
fernambUCO i' de ja|neirOlcia exacta de um cavallo que se aiha fgido
diste o da 23 do mez prximo passado, com os
signaes seguintes : cardao, altura de ambas as
sellas, com a marca M C. no quarto direito, e
de liver noli-
de 1860.
Anfoio de Aran g
Enrique de Aran; ga.
Guilhermc .1. EvipisIei*.
Juan Anglada lijo.
,.,-, ..-..^ g ..-,>->. v.-.--v>^->.,/>. .t servar os segrales signaos somosquacs qual-
lamisas inglezas com pcilo do nono a $|quer outrapreporaco falsa !
Io O envoltorio deora csi gravado de um
lado sob una chapa de ac, trazendoao p as
segrales palavras :
D. T. LANMAN KEMP
SOL AGE.NTS
N. 09 Water Street.
New Yovli.
2n 0 mesmo do oulro lado tem um rotulo em
e no crime ; para o .;
pode ser procurado das 10 horas da
manhaa ate a* da tarde, na rua da
Ltoda n. 17, primeiro andar.
Aluga-se por commodo presa pira urna
um casal de escravos pardos
aos quaos afianca-se ocon-
ducla. Quoni os pretender annun a ser
procurado.
F0LHL\II4S PAR; (860.
F.stao venda na livraria da picea da Inde-
pendencia ns. 6 e 8 as folhinhas para 1860, im-
pressas nesla lypographia, dassi cuali-
dades :
... i ; '.,-_----| Al:1

"I
I!
IIOL'I ^1J
II
i. todos I
nha as i Ja lardo.
lloga-sc aos :
de L?ite .
.I.' mandar saldar seus dbil na
imado ii. 10.
Ama de leilc
Proci a-e le orna .1 na de leite, "
liva, sem ciia, na rua da '.
primeira ponlesii ha, n< priro

W

ao.
1 coznnar
do Cal-
em boas carnes : a pessoa mo duu
,ia,dinja-se ao sitio da Capunga, de Francisco-I gfEu2j t,arocom a Qrma u rubr,ca dos Pro"
S>S S5!fi Si.Tcda Ci,dc,a dKe" Sob" ro,h do
AVISO
Antonio Pereira de Oliveira llamos,
tendo du fazer urna viagem para ora
do impeli, em virtudc de sua gaude|e
Gompra-s
do-se de m
nina lit< ira
ih prara da
inventor C. C. Wrislol cm papel cor de rosa.
4o Que as direcoos juntas a cada garrafa tem
urna phenix seinelhante a que vai cima do pre-
sente annuncio.
DEPSITOS.
Rio de Janeiro na rua da Alfandcga n. 89.
Baha, hermano & C, rua Julio n. 2.
OLHINHA RELIGIOSA, conlcndo, alm do
kalendario e regulanienlo 1 -
rochiaes, a continuaco da 1 blii lli -. d
Ciislo Brasilciro, q ic se compoc : do lou-
vor no santo nome de lieos, coma dos ac- 'enca n U C S.
tes de amor, hyninos ao Espirito Santo c = Compr; .
b N. S., a imitacao do de Santo A ni 1 ..'..-. 11
jaculatorias c commemora^o ao SS. Ra- Qui m 1 aa qner casi I', r
rramcnlo o N. S. do Carmo, esercicio da n 1, A 1 a, o '.
Va-Sacra, directorio par.] 1 ra ao nn nial, mao
dividido pelos dias da semana, 1 I ni
ci :
: -: .' I
rapliia se dii,i.
A pessoa que ao desembarcar na
de 2D de dezembro, no Varadouro en
conduzin cm sua baghgem una hacia]
(landres, conlen'do ou mais vestidos
misas, saias e casaveques, lenha a bo
dar quanto antes entregar a sua dona,
pobre mulber, do contrario ser por
nalrugada roga a todos os seus devedores que ve-
0 inda,, c n|)a,n pagar suas coritas ate o dia 30 do
ido de 1 <
Aluga-se tima mulata para serv- publicada sua morada, o numero da
eo de casa : na rua do Lrespo n. tfi-
O Sr. Antonio da Silva Bastos Pi-
mentel queira dirigir-sc a loja da rua
do Crespn. 1 G.
' sendo preciso saldar todas as suas contas Pernambuco no armazem de drogas de J. Soum
esta cidade
Osabaixo assignados venderam nos seus
lizei bilhetea da ultima parte da terceira e pri-
ineira da quarta Jo Gymnasio os seguintcs pre-
mios
NS.= 37:1 5:000S rilhete.
57 l:000g 1 mera.
2055 003 llhcte.
00 200g Rilhete.
879 100$ mihele.
1929 lOOg 1 meio.
o outros menores. Agaraotia paga na praea
da Independencia 11. 22 aonde se acham a vcuda
os bilheles e meios da 1.* parle da 1." lotera do
cemiterio de Iguirass rubricados or
Vieira & Rolhchilde.
Aluga-se o primeiro
andar da casa n. 15 da rua do Vigario: a tratar
com Prxedes di Silva Ousmto na rua Augusta
nome sem Iho fallar urna letra, pois
bem conhecido por lodos.
O pinllur.
Quem precisar de una ama pala COzinhar,
|dirija-se ao boceo do Rosario u. 1(1, que ser
i servido.
Joaquim Goncalves Pereira Casco declara
ao publico e ao eorpo do commercioj que ajustou
suas contas cora Jos Peres da Cruz, oulr'ora Pe
res & Vasconcellos, no dia 12 do corrente, como
dos documentos que existen) em seu poder. ()
I mesmo declara que nada dove, e Ise alguen se
1 julgar seu credor, aprsente suas contas a qnal
qoer momento, na ruado Cabuga i 12, primeiro
andar, para seren pagas.
B (jucni precisar de urna criada porlugueza,
fe- dirija-sea rua do Sebo n 8.
Cactano Pinto deV'erds faz. scien-
te a quem intereMar, que lem entrado
no exercicio de jui/ de paz do quarto
anno do primeirodistricto Ide S Anto-
nio desla cidade para que) loi eleito, e
por sso despacha todos os dias qua nao
grai... --
novos.ta- corrente uira ; assim como avisa aquel-
1 la le man les que devem a mais de um anno e que
este jornal n'l PaSar at(^ mencionado dia TO,
asa, e seu: serito chamados a uizo para pagar o
que estiver devendo.
(lll'erece-se um moco porlugticz, chegado
ha poneos das da llha, o'qual falla o inglez com
perteicao, para caixeiro de alguma casa commer-
cial, o qual lem alguma pialien tanto do mar
como de Ierra : a pessoa que precisar, annuncie
c Companhia rua da Cruz n. 22.
Precsa-sedo una ama para fazer o poaco
servico da casa de um moco solleiro, prefere-se
que j nao seja moca : a tratar em Sanio Ama-
ro, segunda casa terrea da Iravessa do l.inia.
A nssUieiile examinada Firmina tmeren-
ciana Carneiro, acha-se morando na Camboa do
Carino, casa n. ?0.
Traspasse-se o arrendaniento de um En-
: genho muito perto da praga, vende-se una par-
' le do mesmo Engenho, urna maquina a vapor,
una deslilacao nova montada de um tudo, 22
an ss. coraeao de Ji ns, sauda Oes devo- Compra e urna iiteira : 11 : .
las s cliagas de (busto, ora;6es a N. Se- .w^o-i-mlii.,
11 hora, ao patrocinio de S. Jos e anjo da 1
guarda, responeo pelas almas, alm de outras oraedes." Prcco 320rs. inheira o perfcila ei gon 111 nleii 1 : na 1
numero :t .
v r\i: v t pti.th nrc n.,i...i v..i._>. lainHira-se u;na es rava de meia id !
1TA DE VARIEDADES, conlcndo o kalenda-
rio, regulamenlo dos dircitosparo hiacs.e
urna colleceao de anccdolas, ditos chisto-
- -. eontos, fbulas, pensamontos moraes,
recoltas diversas, quer acerca de cozinha, |
quer de cultura, e preservativo de ai
e Inicios. Preco 3 rs.
numero :ii.
Compra urna es 1 .1 de m
saiba co/.inliar o diario de urna casa, e
o eos I COIIS I
na rua la Cruz 11 :
Vendas.
TA DE PORTA.a qual, alm das matei ias do UCl!"(IN t*m \*i i\Mh
costuine, contm o resumo dos direil *
parochiaes. Prego 160 rs. iKifi.i--i.Lfr.'-
raussimos.
1
Procisa-se d.
Preco 1G0 rs.
urna ama que saiba co/.inlinr.
bois de carro, 6 quartos, e outros objectos :
",'' nfi e'l"0' dirija"sc a rua dos Pescad- \ tracla-se na rua do Queimado n. 10.
rC= Perdou'-so da rua do l.ivramento para o Be-1 ~ >** *** Jros, em pequeas por-' ?*^J^iLf lcri Pn
rife urna caixa de tartaruga para rap, com una Qcs sobre ouro ou prala, a tratar na rua de Or-, ri(.,.j'a->-e de urna ama no nal o I ler- mado "" ,IS S(,8uiul
' apa de ouru orlada com as iniciaes J. A. 0. : las casa n. 122, aqualquer hora do dia. Ico n. 20. '" i Lencos de cambraia li lina, do-
l Pre^uica vende i
quem achou, querciid) restitula, dinja-se a
rua do Livramonlo n. 2i, lerceiro andar, ou no
trapiche do algodo, que dar 1 Og do adiado.
r= Precisa-se de 11:11:1 pessoa habilitada para
ensinar priuieiras letras n'um engenho prximo
a villa do Cabo : a tratar na rua estrella do Ro-
sario n. 8.
lina pessoa de boa conducta se olYerece
para caixeiro de vender assuc.ar, do que lem
muila platica : quem o pretender, annuncie on-
de dove ser procurado.
O proessorde latim da freguezia
de S. Jos desta cidade, abaivo assigna-
do, declara ao publico que a matricu-
la de sua aula se acha aberta, e que os
trabalJios lectivos da mesma principia-
forem santos ou feriados] na casa de
sua residencia, na rua de p. Francisco,
sobrado n. 8 ; assim como em toda e
i qualquer parte qne seja encontrado, e rao no dia o de evereiro prximo 'u-
Ique as audiencias do mtsjroo uizo con- tuto. O". iutereiSados dirijam-se a casa
tinuam a ser feitas na cap publica das* de sua residencia, n. 33, sita no pateo
audiencias ao meio dia dajS torras e sex- do Terco.
las feiras. I Alanoel Francisco Coclho.
M8$ G OWO
DO DR. CIIABLE
MEDICO E PROFESSOR DE PHARMACIA, DE PARS,
PAIU 0 TRATAMKNTO E PKMPTO CCRAT1VO
BXCAES, DN T^DAS AS ArFECeOES CtTASEAS, VIRUS
Xaropr niui prelerivel ao
('opal-ba e as Cube-
bas, cura immediaiamen-
le qualquicr purgue 10 ,
relaxaco e dtbilidade, e igualmenie Ituxos e
flores brancas da; mulfaeres. Iajecrao de
Ciiubic. Esla injetcaj benigna caiprega-se mes-
mo tempo do xarope de citrato de ferro, urna vez
de manca, e uoia vez de larde durante tres dias;
ella segura a cura.
DAS ENFEI1MIPADES
PLUS DE
COPAHU
DEPURATiF
an SAJVG
E ALTERACOES DO SANCI E.
Oepuralit o de muft
Xarope vegetal um mer-
curio, o UBICO conhecido
e approvado para curar
din prnmpiido e radi-
caimcnie iDipigens, [usiubs, btrpes, sarpa, co-
iimm'.-, acrimonia e alieraciV s riciofs do s*n-
gue ; viius, e quatqurr afltiau venrea. Ba-
niios iiuiirrnt -. Tomao-ie dous por semana, se-
Kuindo o 11 aumento depurativo. Fumuila iin-
tihcrpeicu. De un ffleiio miravilliuso as af-
fecoes cutneas e comixoes.
Hc.nora ohid*.Pomada que as cusa cm 3 dias.
O deposito 111 rua larga do notario, botica de tartholomeo Francisco de Stasa, 11 He.
i : >
I Ditos de cassa brancos e de ce
I Cambraias de cores de div sos ( -1 .
covado
I Chitas francesas de lindos padres, 1 -
I vado a 290 ,.
Chales de merino lisos com fi injaj
lelro/, um
i Hilos de. dito bordadas de. velludo, um
Ditos de dilu com palmas de sed, um
Alpaca de seda de quadios, rorado Ci'i
Meias muito unas pera seirhors, duzia
Ditas ditas para dila, doria
Ditas ditas paradia, du/i.i
Heas casemiras de quadrinhos, covado i B
Ditas ditas escuras com duas larguras,
covado
Corles de dita muito fina
Hilos de ditaprela bordad 1
Itiim branco de linho Boa vara
Dito dito dilo, vara 1400
Dito dilo dito, vara 12iKI
Dito dito dilo, vara
o outras mullas faieodos que SC veiidorao a
lade do comprador.
l! i-rii Ar.r\i


fl
DIARIO DE PERSAMBUCO TERC-A PEIRA 17 DE JANEIRO DE 1860.
m MI4 DA D1PEMTS1Z N- 27
ha para vcndor ricas mobilias de Jacaranda e de mogno,
grandes e pequeos, assim como muitos trastes aleos ;
rico3 vidroa de cspclho
na mesma loja se fazem
;. corlint dos para canias c janollas, lava-so chapos de palhinha da Italia e se pe na
v., ultima moda, lava-se lambem a palliinha das mobilias a niais cnenrdida torne-se ou-
'$S\y Ira vez novascui sor mais preciso as mandar pintar, limpa-se o pruda-so estatuas de
9 podra marmoro, do alabastro e vid ros de todas as qualidaJes torna-se oulra voz tao
seguro o limpo como o estado primitivo.
6~
Queimado n. 40.
Grande e variado sortimento
DE
Fazcndas francezas erou-
pasfeitas recebidas era di-
rcitura pelo ultimonavio.
Do-sc as amostras com penhor.
Ricos cortes do vestido de seda de cores
de 2 salas............................ 5
Ditos de ditos do seda pretos bordados a
velludo............................... y
Ditos do ditos de seda de gaze phantasia $
I Ricas romeiras de fil e de seda bordadas
1 Taimas de grosdenaples bordadas...... $
_> Chales de touquim brarico beldados a
JSRj 30jje.................
Machinas de costura
IUV&TSCIA
do S. M.Singer &C. de
New-York, o mais aper-
feicoado systema, fazen-
do posponto igual pelos
dous lados da costara,
garante-se a scgiiranra
5
lina da Senzala Fiova n. 42.
Nesti lecimeulo continua a haver um
comaplcto sortimento di- raoendas c metas rnoen-
das n achinas e manda- das para euenho, machinas da vapor c taas
se ensiuar as casas de de ferro batido e coado, de iodos os tamanhos
bem como se nara dio.
lj!C.
De novo ebegaram os afamados relogios in-
g'.ezos do onro.de patente, o estao venda no
armazem do Rostro Rookcr ov t:., praca doCorpo
anulo u. 48.
W
Grosdenapledo cores de quadrinhos co-
vado.................................
Dito do dito liso covado................
Seda branca lavrada covado 1 $600 a___
Grosdenaple preto lavrado covado......
Dito dito liso encorpado a ljJfiOOe___
Dito iiio coin 3 palmos de largura a
lgGOo e..............................
Sarja de cores larga com 4 palmos do
largura covado a......................
Cazo do sedada China de floreselistras
co va d*o a............................
Follar de seda de listras gostonovo co-
I vario.................................
j Setim de escocia e diana de seda covado
iln lineai*in ormr/pm in lrtima al? de Dores novnsdesenlias covado
(10 10S11 10 aima/.tm UC LOUCa. ] Banjo de seda de varias qualidades co-
ara vi
(Iraca,
A G,J a caixa: na ra larga
P* Vendem-se 20 escravos do ambos i
ios serillo 3 niulatinhos proprios para psgens, 2
moloques e 12 anuos. 5 escravos proprios para
todo o servico e 10 cscravas com hbil 11
sem ellas, tod is se ven lem por precos coi
dos, a prazo e a dinheiro e lambem Iroca-sc : na
ra Direiia n. 06. se v
Vende-se cijao de difFerentes quen
; : ..I:,ludes vindo da I iba, por preco
commodo : na ra do V'igario, Vdnda
de Joao 'Lomos de Almeida.
vado.
Meio velludo de cores covado..........
^elbulnade todas as cores............
Vid ros para caixilhos.
Na ra larga do Rosario loja n. 28'
armazem defouca. mandam-SC botar vi- | f,0.1,'"1 dc todas as cores liso covado
i i urilhanlina branca milito fina a
drn ein casas particulares por preeo chitasrancezJclarTeeJeSrasV
milito commodo, assim como vendem-l Casemira preta fina algiOOe
80S000
1$200
1 .$800
2600
2*100
2S500
2JS500
1500
1000
1000
19000
.900
500
1500
700
800
500
320
2S500
LlIiHilua
id ros a retallio do tr.manlio mais pe- Pan". 1"''? de cor no provade li-
. 'i mao a 3,<500 a........................ 7J000
DO ate mais de O palmos. ; Cortes de casemira dc cor a 5$ e........ 75000
Ra da Senzala Nova n. 42! *XS 0!"s.andy.3 d.e.n.0,:'os..dese.nh?f..a
Vende-se em casa de s. p. Jonl.ston ft C. Ta-1 't*s francezas multo finas a............
quetas de lustre para carros, sellins c silhoes in- | Manguitos de cambraia transparente bor-
glezes, candeeiros o caslicaes bronzeados, lo- [ dados muito ricos....................
s inglezas, fio de Tela, chirote para canos, c i Golinhasile cambraia bordadas de ponta
nlaria, arreios para carro de um e douscaval-i Jjjla de di I o bordadas a 600 a..........
. e relosios d'ouro patente ins'.ezcs. | ''ras o enlrcmeiosdccambraiabordados
1000
500
lias in
' :
Caixas rom 32 libras dc macarrao, recenlemen-
le desembarcadas a 13 rada nina, dilasde aleiria
na prjea da Indi n-
i mesmo peso a .S :
dencia n. "i.
Vendem-se foges de ferro econmicos, i!
patente, para casas do familia, contendo 1
lhas, c forno para co/.inha com lenlia ou c
ia inven', pela economa do gistai
terco dc lcnha ou cerv5o dos antigos, c
. mais pr l i, lem a differenrj de s -
a amoviveis, occparem espado da
conduceo: vendem-sc por pro-
Francisco A
. e relogios d'ouro patentenslezes. | ,,"> e emrcmeosaccamhraiabordados
.: *i J-: Ricas maulas relas de linho para sc-
nhora ................................
| Dilas ditas do blond brancas e prctas..
9
1S500
9
familia
mostram a qualqucr ho-
ra do dia ou da noite
nesta agencia : nicos
agentes em Pernarabuco Raymundo Carlos Le-
te & Irmao, aterro da Boa-Vista o. 10.
~- Vende-se um braco de balanca c concha?
do Jalao e correnles, com pesos d meia quarla
ale 8 libras : na ra do Rangel n. 7.
2000c2$500apeca.
Algodo trancado americano branro, proprio
para toalhas e roupa de escravos, com um pe-
queo toque de agua doce : no armazem do fa-
zcndas da ra do Queimado n. 19.
Cheguem ao barato.
O Leite S Irmo conlinuam a torrar na ra
da Cadeia do Recifc n. 48, pecas de cambraia li-
sa com 10 jardas a 43500 c 5g, lencos dc cam-
braia de linho a 3$ a duzia, cambraas muito fi-
nas e dc lindos padroes a 610 a vara, meias fi-
nas para senhora a 3^800 a duzia, dilas cruas in-
glezas para hornero e meninos, chales de meri-
no lisos a 4$500, e bordados a 63, palolols dc
alpaca preta c do cores a 5#, ecroulas do linho
e algodao, camisas inglezas muito superiores a
60ja duzia, organdys de lindos desenhos a
l^lO a vara, corles de cassa chita a 3J, chita
franceza a 2(0, 280, 300 e 400 rs. o covado, pocas
de madapolo cora 30 varas a 4;>S00, 5$, 53500,
6,7 c 8j[, chitas inglezas de cores fixas a 200 rs o
covado, toalhas
Vcnde-se rap co Lisboa na ni i larga da R i
sario passando botica do Sr. Rartholoneu
segunda loja dc m.ndczas n. 40, rap pi
lo meio grosso, dito gasso no, dito Paulo i
ileiro, dito Meiron, dito rolo francez : tod
rap renda-so em libras e lambem em oilava-
ludo muito fresco.
Vende-se a taberna da ra do A;.
n. 17 por seu dono precisar de ir tratar i
do quem a prelen ler dinja-se a talierna o,
do Cordonis n. 9 que achara com qi
tratar.
n; Trelo dc Lisboa superii r i .".-" oo, cli
ltimamente; na ra do Vigaro u. 19, ;
Ka roa do Queimado n. 37 loja de 4 ro andar.
portas acaba llilMO VlldodO Havre Completo sor-i Na rua(]o Queimado n. It. estao-se O
lmenlo de vestidos de seda de 2 saias, do Palitos do Brim a ssooo
2babadosedeaveB(aI,c ; iscvea- rnliPrtoc lo hln
deni por preco commodo. l^Ul/Oi ltl5 UC t II llil
Chanelinas (ic seda c dci a2ooo.
Ra do Queimado n. 19.
Corles de vestidos z
eseda
velludo asa senhora.
Ricas chapelinas dc seda e de vellu
da para senhora: naraa do Qh
n. 37, loja de h portas.
Golas e manguitos.
Ricas golas c
manguitos
ti;4, cani-
raia
na roa do Queimado ;. 37, loja
de -4 portas.
Manteletes
Ricos
Arniazem (Se uzeadas
Una do Oiieiiiuido u. 11.
Saias horJadas a 3200
Corle de riscado francez l3covadcs a 25b >
Chapeos cinfeitados para menino
Cima a 160 covado
'ceas de rliita tciiidinlia fina cora CS r
a 5500
Crambraia mudiuha 500 a vara.
' Dita 400 vara.
I lales escuros para ir ao banho iiOO
" ios miu las
c esen-
ealca de brim dc nho a^^iilisede3meia,case,- I RlCOS ffiatttcletl (!c SfOSlll Oaple rf- IT-^ f"8 p3ra '5 ,0 *
mira a 2-5210, vestuarios borlados para raeni- iyimM,ip lmnl-vin m rna dnAnVim aS [ra?cezM niU" fin
nos, e outras mnilas fazcndas que se vende por (ame"* lM)l (1',! >> <'' U0 UUC1GM- ras a 24o n^0m
barato preco. ^ -^ (lo 11. 37, lojil lie 4 |)0l'tS. ( completo sortimento de madapolao.
A' 2000 a duzia
I0SELL
a
TOJDmAiriLiEaic,
p
it
casa, o de I ici
eos muito nn. 1 i o
na fniiih""1,1 di
Cardoso [.Mosquita] ra do Brum, c as lojas dc
ferragens de Cardoso, junto a Cooceicn da pon-
ledoD ife, ra do Q icimado n. 3 I.
Na hija doseri;
co Queimado n. 43 A.
garrafas c meias gar-
C.J. Asllev&C.
gu
raas.
Pl
- i pretos, e as formas as i 11 !
mu viudo ;^i mercado, i por me- i. '
[iialqucr parle, assim como --J
Seguro contra Fogo
Ueo beram em direitura de Franca, dci nc im-
menda, os roell ores chapeos 'lo castor rapa I ss
' brancos i pretos, e as formas as mais
is que te
nos que em o
bem lera um grande sortimento de enfeile, .
preljse do i ; i diminuto pre-
ro de jl cada um, assim r mo lem i .
sol de p inno .1 i,: i cada um em perfi ilo es
do, aberturas brancas muito linas a 320. dii

oniPAiiniiA
ao de linho a 1$ urna, cambraia prela lina
1 o corado, e a vara a 560,e a 640, san is
ra 540, brim branco dc linho a l-^-io a va-
ra, -,Heles de velludo de furta-core relos a
D, dilos pre es a & e a 9J, calcas'de
cor a 7. e llg, ditos pretos a 7, 9 e
125, colletcs !o gi rguro a i. 5e6g, sai pa- iU,;i
ra viagei ,.., eias cru
grande porc o, 3 hJ500, ditas a IgC 1 e -: a
[$, chapeos enfeitados
e meninas e senhoras porqual u ; pro-
co, e ludo o raais aqui se encontrar u
n idor -
d
AGENTES
C J. Asllcy & Gompanhia. {
Meias de seda de peso
para senhora, brancas e prctas, c para meninas,
brancas e riscadas: vende-se na loja de. Leite
Si Irmo na na da Cadeia -lo Hecife n. 48.

i
Vende-se

wfs. a peca
le Iluda de 11: : uro
11110 1(2 vara!, ban !' de ;-i.- para 1
bonsa lO rs. da contas
nhora ou

a ':
bar ; na loja d 13 do aterro da
u. 82, q
gtf||
-
-
Folha de cobro e Metal p
amare lio. i
Estaiiho em barra e Pre-
sos de cobre.
Alvaiade e Ye miz copal.
Folha de Flandres.
Palhinha para narci-
ueiro.
Viuhos finos de Champa-
Chales de soda de cores, pretos e rosos..
Ditos de merino bordados com franja de
seda........................
Diios deditodilo dlo...!!".".".".!*!!".".".!.
Unos de dilo liso dito de seda..........
Dito de do dilo de 15..................
Dito de dito estampados fino lista de
seda..................................
Lencos de cambraia de linho bordados
finos..................................
Ditos de alodaodc labyrinlho c....'
Capel I as brancas para noiva............
Enfeites dcvidnlho preto e de cores___
Aberturas para camisa de esguiao de
linho..................................
Ditas de dito do algodao brancas 3 do
cores..................................
Sjiias bailo modernas..................
Chapeos francezes forma moderna......
g Graratqs do seda depona bordadas a
01 velludo ..............................
Camisas francezas dc cor e brancas
finas a 18800 e........................
Ditas ditas de fustn branco e de cor.!!!
Dilas ditas de esguiao muito linas mo-
dernas ................................
Seroulas brim de algodo o de
Galeas de casemira preta setim 9g
Dilas de. ditas de cores 83 c............
Dita dc meia casemira .................
Dijas de brim tino e varias qualidades
ojo Collules de velludo, gorgijiro,
casemira o setim....................
Casacas de panno preto muito fino 305 e
bobrecasacos e paletots de panno preto
^ fino 2 c............................
Paletots de casemira misclada Rolla dc
velludo ..............................
1 :' de alpaca prela muito finos......
Ditos da merino sel: m pretos c do cores
Ditos io meia casemira..................
Mos de alpa a pretos o de cor forrados
g Ditos do brim branco epardo finos......
Hilos de brim de quadrinhos finos
.3S500 c..............................
Dito de alpaca preto e de cores..........
g Relogios dc ouro patcn........tes......
inho
e
I
3
7 9500
7*090
65000
45O0
8000
13000
t
9
65000
8?500
23500
8
9
11S000
10*000
4g5000
5S000
40S000
358000
Em casa de N. O. Biebei
& C. ra da Cruz n. 4, vende-se ;
Champagne de suueiiorqualidade de marca acre-
ditada na corte.
Tinta branca superior em oleo, latas de 25 li- iV-i Vi ini-l-w
bras, por commodo preco caixas dc 4 latas. > 1 UI ,'',>#
Verniz e verniz copal.
Algodozinbo da fabrica Todos os Sanios da Ba-
ha.
Brilhantes de diversos tamanhos c de primeira
qualidado
Pe ules re tartaruga.
roe
Ricos pentes de tartaruga para atar
cabello: ;;:l raa (!o Queimado n. 37, LenSs de cambraia para aJgita'ra a 2,000 a I
zia ra do Queimado n. 10.
Corles de cambraia prela
Na ra do Queicado n. 19.
A prazo ou a di-
nheiro.
sortimento de cha-
peos.
Camisas francez
Ricas cau as francezas tanto tc
co lao: na ra do Queima' u. 37, loja de
i portas.
Bonctsparacriaiiga
Ricos bonels do Riarroqnim
crianca: na ra do Queimado n
|ja de 4 portas.
Fazcndas boas
para
37, lo-
Chapeos de castor proles de superior qualida-
dc a 10, ditos francezes de seda a 7S, dilos de I
castor brancos a 11$, ditos de velludo a 8c 0$,
ditos da lonlra de todas as cores muito finos, di- l ^1 ^ G
tosdepalha inglczes do copa alta e baisa a 3 i i-'tl1' '' 'il'<
5ffctoa ?.fS *? un\ sortimento completo, dc I e chai da c palha
lbt? J^50?. dUos do Chile do39500, 5, 6,8, para scnl ra, I .. o I
J, ru ljj, dilos de seda para senhora, dosmais i la los a 1"
medernos, a 12g, chapelinas rom veos do ulli- Ch pos de sed '
ni o gusto a lo&, enfeites Dnissimos para cabera as a $' c
a i$-m e 5?, chapeos de palha escura, massa'c I Capellas eenfi ites de 11 o para
seda, muito proprios para as meninas de escola,
sendo os seus precos muito em conta, dilos para
baptisado de meninos e passcios dos mesmos,
tendo diversas qualifladcs para cscolher, bonels
dc galn, dilos de marroquim, ditos do vellu-
do, ditos enfeitados, chapeos do boa qualidade
para pagem, chapeos de sol de seda para me- Oiti s de c semi
nios de escola, e mesmo para senhora
mens ; finalmente oulros muitos i i
ria enfadonho mi rrcionar,-c tudo se do'mul-
lo em conta ; e ossenhores freguc/.es vista da
azenda ficarao convencidos da verdade : na bem
conhecida loja do chapeos da ra Direiia u. 61,
de Denlo de Barros Fej,
c
cabera de meninas a2J00O, eparq se-
nhora a r e
F.nfeitcsde ridril a 3; 50 o
' I :':. !-: i 1 ra
homi m a f
Oos neos d r,
Vende-se a cocheira da ra da Cadeia le s
i" Antonia n. 7, tendo > canes e 1 ri
sem uso algum : quem pretender, dirij
', qne achara com quem ti
= Vende-se no armazem de Jos K\ >M
reir Dias \ C, na ra da < ;*'. o
Mercurio Joce.
Ilclroz.
Linhas om novellos.
1 ra de Lisboa eir vela;.
Grasa ingleza era boio-'b
i Lazarinaa e i lavinotes.
Chumbo em lencol.
165000; Dilo do muniro.
Ferros de ac para engommar.
dc fen i de todas as quali!
Ditos francezes sonid
a e para lio-; Ditos dc fe'.l i 45, 5 c
los q.uc se- Oiti dc dito .
Taclias para engeako
FuikIquo dc ferro e bronze
DE
Francisco Antonio Correia Cardozo,
lem um grande sortimento de
tachas de ferro fundido, assim
3S500 como se laz e concerta-se qual-
qucr obra tanto de ferro fun-
18*000
10,^0.')
9SII00
700()
6500
69OOO
5S000
; i n
/, .. :i
i;.- do
rgnoo
73000
85000
1
35000
2S500
53OOO
1-000
agooo
6 1 !
1<00
. .. ;, ... ,.,, ^^|B51 dj(]o cojiio j^^^^


Brolli rs v\ C. I para vender em
irn '. : 1, n-i praca i < Corpo S mto n. 11,
piai '.1 ultini to, recei tmenle
, Jos b un conl
ules J. Broadwi as de Londres, e
. roprios p^i 1
Vende--' ni) carro d i rodas, bem 1
1 o forte, com asento ara 4
dentro, e um nto pai
forrado dc panno no. e ludo bera arranj
para fallar, rom o Sr. Poirici no aterro d 1
1, mi rio d? James Cral Iree tu C. n.
42, ra da Cruz.
1
Ra do OtT dc
loja de i portas n. 10.
Anda restara alburnos fez-nas para conclu-
ir a liquidac,ao da firma de Leite 4 Correia, as
n i n par deminulo preco,
para liorcem
une eMoseile.
Lonas da Russia e Brim
bapos dc seda para
senhora.
1
Sfe
Campos & Lima tcm para veuder ?K
chap. os de seda para senhora a 10 cada dc vela: no armazem
de C. J. Astley & G.
Chapeos de castor prclo
e brancos
Na ruado Queimado n 37, vendem-se os rue-
Ihores chapes de casi r.
Aviso.
to armazem de Adamson, Ilowie & C. rua
do Trapiche n. '..', vende-se selins para homeml
e penhora, arreios praleados para cabriole!, chi-
cotes para carro, coleiras para ca alio etc.
Em casa de Rabe Scbmettan &
= ^ ende-se um sitio com 200 palmos de fren-
y | te e 200 do fundo, no lugar da Torre, margem
do Rio Capibaribe, com urna grande c moderna
casado vivencia, cocheira, estribara para 4 ca-
vallos, gallinheiro, cacimba com lanque e bom-
ba, baixa para capim, todo muradlo na frenlc, e
ludo com porto de ferro : os pretendenles podem
SYSTEMA MEDICO DEHOl.LOW VY.
PILULAS HOLLWOYA.
Eslc Inestimavcl especifico, composto inl lira-
mcnlc de herras medicinaos, nao i ni lercu-
rio, nem algnma oulra substancia dclccleria. Be-
nigiio mais tenra infancia, eacompleicao mais
delicada igualmente prompto e seguro para
desfirri igai o mal na compleico mais robusta;
inti iramenle innocente em suas operajoes e i f-
feitos; pois busca e remore as doeneas dc qual-
quer especie egro por mais antigs e lenazes
que sejam.
Entre milhares de pessoas curadas rom osle
remedio, muitas que j estaram as porti
minie, preservando em seu uso: conseguirn!
recobrar a saude e forjas, depois dc haver tenta-
do intilmente lodos osoutros remedios.
As mais nffliclas nao devem i ntregar-se a de-
LOGIOS.
en
tro outrs os seguinles
. is Jo me ss cruas
Ditos de ditas i'erores
'!:i is de ditas cruas muito superiores
Di'o- de ditos para senhora
i do ditas muito finas
Cortea d. caiga do meia casemira
Ditos ilo ditas de casemira de cores
Ditos de ditas de casemira prela a 5$ i
Brim trancado branco de linho fino
vara
Cortes do coleta de gorgiuaodfl seda
Vano prelo fino, prora de limo 3$ e
'.as i!e seda preta c de cores
Biscados francezes, largos, cores fixes
covado
Chitas franeesias largas finas covado
Dilas oslreitas
Biscados de cassa de cores lindos padroes e
superior qualidade covado
Cassas de co-es covado
Pessas de casa branca bordada com 8 va-
ras por 2v000
Tiras bordadas 200'
Cambraias lisas muito finas peca 4^000
Ernestinas de cores para vestidos covado
Challes Je laa bordados de seda um
Grodenaple preto, largo covaio 1*800 e 2000
Seda, e sarja lavrada 15800 e 2*000
Vestidos brancos borJados para baptisado 53000
Vende-se em casa de Saunders Brothers &
C, praea do Corpo Santo, relogios do afama-
do fabricante ItosVcll, por precos commodos,
elegantes .anos do afamado fabrican-1 e- ('imb--ra ******* e cad,-'ia3 .
ndoen- C, rua da Cadeia n. 37, vendem-se
3*00 I
43000
23000
r)000'
C?'J00
i
1*000
23000
'." >O0
y
i
s
m
3

280
240
240
2*000
de cxcellenlo gosto.
< \ <. -;.. -o, <> r. r. Q,n, \ o,
ivtJA VS vy y;> m V t> v>
Attenco.

Vendem-se livros cm branco
de todas as qualidades, pianos dos
mais acreditados fabricantes da
Europa : em casa de D. P. Weld
& C. largo do Corpo Santo n. 13.
Farinha de mandioca
e milho.
Vcndcm-sc saceos grandes cora muito boa fa-
rinha de mandioca, dilos com milho muito no-
vo, courosde cubra em porco ou a retalho, tudo
se vende por menos do que em oulra qualquer
parte : na rua do Queimado, loja de ferragens
eobortos e descoberlos, pequeos e grandes, de
ouro patente ingles, para homcm o senhora,
de Londres, vendem-se nicamente no de um dos melhores fabricantes de Liverpool,
armazem de Luir Annes defronte da
porta da alfandega.
1*000 te Traumann deHambur/jo.
2*000 ,, ..
Botica.
riholomeu Francisco de Souza, rua larga
do Rosario n. '36, vende os seguintes medica-
mentos :
Rob L'AfTecteur.
Punas contra sezes.
Ditas vegetaos.
Salsaparrilha Bris '
Dita Sands.
Vermfugo inglez.
A'aropo do Bosque.
Pilulas americanas [contra febres).
13000 Ungento llolloway.
Pillas do dito.
00_ Ellikir anti-asmathico.
" Vidros de boca larga com roll.as, de 2 oncas a
240 Klibfas
160 Assim como tem um grande sortimenfo de pa-
pel para forro de sala, o qual vende a mdico
preeo.
para qnaiquer das seguintes enfen lidades
Superior ao mellior
presunto de fiambre.
Lingnasde vacca emsalmouia vindas
Accidentes epilpticos.
Alporcas.
Ampolas.
Arelas [mal de}.
Asthma.
Clicas.
Convulso*-.
Debilidade ou extenua-
cau.
Debilidade ou falta de
lonjas para qualquer
cousa.
Dysinteria.
or de garganta.
de. barriga.
nos rins.
Dureza no venlre.
Enfeimidades no \ entre.
Dilas no ligado.
Dilas venreas.
Lnxaqucca.
Ueryaipela.
Pebre biliosas
Pobreto internitente.
Febrcto da .pe i i.
Gotta.
Hemoiihoidas.
Uydropesia.
Ictericia.
Indigestcs.
Inflamraai s
Ir r cg u la ridades
menstruaco.
Lombrigas d*e toda es-
pecie.
Mal di pedia.
Manchas na i utis.
Obstrucro devontro.
Phlysica ou consump-
pulmonar.
Relencao de ourina.
Rheumatism >.
Symptomas secunda-
rios
Tumores.
Tico doloroso.
Ulceras
Venreo [mal).
Ditos lelica las
Ditos de cas m a 1 ; i^a c
finos
Bonels dc pai no Gn i, fran i, para
menino'; a 2
Camisas hra i peilos de cores
a IgSOc
lilas ditas c n pcil 15o, finas
n 2*800 c
DHas lo:.! peil i dc linho a 3$5 10, e
1 e braucas
Ditas de < ira lo cor e prolas a 8* o
Colletcs de brim e f i ;to a i.-': o
de : uro dc con a S e
Dilos dc velludo de rores a U- o
Paletots dc '. de i eos c brancos
de :- a
Dilos de alpaca pr la i le cores a ."- e
Ditos de nsomi prelos e li
c : a 20. 22, ;
Sobrecasac is de
los, para
nuiii
Pcnlcs dc tari a 10,16 c
I 5 enl is e I los a 3. 5 o
Dilos dc i la a 16, 20, 3 >
Caraos de I : ,.
11 | le a'5 o
Vestidos de le lindas
a 25*000 o
Cortos dc vctilo dc
cadas,
dos a '"':' e
Calis para :. 1-nrd i o
Toa'lhn- de
1*800, 2 :' Luvas de pellic br ricas, nmarellas c
nretas, pii
1 Gollinl : a 600, bOO, l200
l i .
Manguitos bordad
Dilos rom : [, (i o
Alem desta las,
loia de Cunha Silva, na rua da Cadeia do Recite, i
se veiidcm por prer
mLx i le ilm
nsooo.
Chapeos de palha escura, coi lia
mem, pelo diminuto pre
no & Castro, rua d 10.
.
\cndem-sc fa/andas r : tmr
prego e algumas por meio .; -
valor para acabar, em p;a e ,,..1;,. **|"^
llio : na rua do Oueima I
?.

.
na rua do OueimaJ
as n. Id.
4osesludantesdcrho-
torica.
U resumo de poctiea nacional ;
IIi norato est a venda i
na praca de IVJro II u. .
medicamentos ho-
mcopalhicos enviado
da Europa pelo Sr. i
bino O. L. Pihho.
\ OS
I
2R$000 :
12.*000
25$000 -:-' '"' ,:-' :: nti ; n parados
8-3001 '.:. ;o''....';:io segundo as i
:: .-1 ;o ; < liomcoi athia nn Brasil,
decido na botica
hica, rua d Sai Aman
30*000 ;1
= Xa rua do Crespo n. IC, loja de li
.....
i taslro, i m-sericos el
e m : i
'',
--> -- --
SSOQ
2$00

que n.i



...

i
Vendem-se estas pilulas no estabulecimenlo
geral de Londres n. 221, Slrand, e na loja de
todos os boticarios droguistas e outras pessoas
encarregadas de sua venda em toda a America do
Sul.llavana c Ilespanha.
Vendem-se asbocetidhas a 800 rs. cada urna
dolas, conlem urna instruccao em porluguez pa-
ra explicar o modo de se usar dcstas pilulas.
O deposito geral c em casa do Sr. Soum
pharmaecutico, na rua da Cruz u. 22, cm Per-
nambuco.
Veos bordados para chapeo
Entre meios bo-dados
Athoolhado adamascado largo vara
T.engos dechia escuros um
Gangas da eres para palitos covado
25000
i6oo;
19280
100
200
rindos pelo ultimo paquete inglez : em casa dc
Soulhall Mellors & C.
io Cal de Lisboa.
45
45Rua Direita-
Para homens.
Vendem-se 350 libras slerlinas cm ouro a Rorzeguins arislocralicos (lustre)
100 cada urna : no escriptorio de Mauoel Ignacio Borzeguins zouavos, obra foriissir
de Oliveira & Pill.o, defrontc do Corpo Sanio, no zerro)
Rccife. ; Borzeguins cidados (bezerro o lustre)
' Borzeguins econmicos
Bom negocio. ^"RS sonlloras.
Vende-se, iom poneos fundos, a taberna do Ror7egnins pora senhora (primeira cla?e)
-pateo do ferro n. 12 ; a tratar Da mesma, 1 Ditos para meninas (primeira classe)
Vendem-sc barris cora cal de Lisboa, da mais
I nova que ha no mercado, por preco do 6$ cada
um barril: na rua do Brum n. 18, armazem de
990001 Macar.
8S000 Muilo barato.
89000
G3000 ^'a rwa Nora n- ex'9,e um resto de calgado
5^00Q j francez quo foi do oulra loja, e que se vende pe-
los seguintes precos :
Borzeguins para senhora 4S000
5^000 i
49OOO
Dilos para meninas a 1% c
29500
Sapatoes para miniaos a 2$500 e 3j>00
Vende-se urna porco de burros en-
tre os cjuaes existem 40 parelhas, todos
muitos gordos, novos e de bom tama-
nho do excedente carregamento clie-
gado ltimamente de Montevideo: os
preterdentes dirijam-se ao trapiche da
companhia 011 ao armazem de carrocas
em Fora de Portas, de Flix da Cunha
Teixeira.
Tachas e moendas
Braga Silva & C, lem sempre no seu deposito
da rua da Mocda n. 3 A, um grande sortimento
de tachase moendas para engenho, do muito
acreditado fabricante dwin Maw : a tratar no
mesmo oposito ou na rua do Trapiche, a 44.
Rua do Queimado numero 19.
Corlesdci I necz 31(2 co vados a2$500.
Coberlasde n 03.
Chapeos enfei ra meninos e meuii
Dilos prelos iiucs, ultima moda.
Hilos de ellro.
Cambraia organdys muilo Tina.
Chales de freo do In s ponas.
Ditos de merino bordados de duas ponas.
Ditos muilo linos bordados a troco.
Ricos chales do tou |uim bi n
Corles de seda de duas saias.
Luvas enfeitadas.
Manteletes prelos borda
Lencos para algibeira, brancos, a 2 a duzia.
Rhi do Qnciiiajo n. 11.
A SOf corles de vestidos de seda que costaran
608: a C5 cortes d" vestidos de phaulasia que
custaram309; a 8g chapelinhas para senhora:
na rua do Queimado n. 37.
Brim trancado do linho todoj de crina Par ponteados de
senhora.
500 rs. o covado.
1 impos & Lima, lem pai
:u qualru pal
9| I rs. i co\ ad i : na roa do
12.
Arados americanos e nwcbii
paia lavar roupa: cm casa de S. P. .] -
hnston S C. rua da Senzala n. 5-2.
Chapees prelos.
Na rua do Queimado
numero 19.
Chapeos pretos de primeira quali I :
irma elegante a 10$ cada um.
ova inveiico aperei-
foada,
Bandos ou almofadas
Vende-se nicamente na rua da Ca.!
cife n. 48, loja dc Leite & Irmao.
Para mesas e
camas.
Toalhas de algodao alcozoaJo para mesa
preto,
fazenda muito superior; garantc-se que nao
desbota: na rua da Cadeia do Rccife n. 4, lo-
ja do Leite & Irmao.
Enfeites de vidrilhu c de relroz a 4j cada
um : na rua do Queimado n.37, loja de 4 portas.
Peehifldia sem igual.
Enfeites de vidrilho preto os mais modernos,: do 1, 11(2,"2,2 lp2 e 3 varas a BOO
vendem-se por 39, na rna do Crespo n. 10, loja 1S500, 2, 3 e
da esquina da rua das Cruzes Ditas de linho de 2, 3, 3 Ii2, 4 c i li5
^ varas de i Dilas de dito muito superiores dc 2 a 5
varas a 6,8,10, 12, 14 e
' Atraillado de duas larguras, trancado o
adamascado, vara a l}, 1>200 o
do deposito geral do Rio de Janeiro : a traOr Guardas-roupa de algodo alcoxoado
com Tasso v*i Irmos. duzia, a 2g e '
Dilos dc linho a
Bramante de linho para lenc.o com 8 e
10 palmos de largo a 18800 c
Toalhas de linho com labyrintho para
rosto a 3| c
Rabados de linho para lencocs, toalhas
e camisas de linho, pocas de 30 varas
a 2j00, 3$ e

Farfolla dc mandioca
iiosarmazcns de Tasso limaos.
Milho
nos armazn do Tasso t Irmos.
Vendem-se balics inglezes proprio* para
roupa, por preco commodo ; na rua do Vigario
numero 5.
lOjOOt
*9<(h'
4j(Xh:
E oulros muitos artigos, que na loia de I
i Silva, na rua da Cadeia do Hecife n. 50 esq
na defronte da raa da Madre dc Dos, ver-'
so baratos.
141 itti Ar\rn


DIARIO DE PERNAMBUCO. TERCA FEIRA 17 DE JANEIRO RE 1860-
(7)
DE
ummmm i roncgi se utm<
Sita na rna Imperial n. i 18 e 120 junto a fabrica de salmo.
DE
LIVRARIA ECONMICA
DE
!1M 1H lilla 4 (G
N. 2- UA DO CESPO-N. 2
Defronte do arco de Santo Antonio.
NESTE NOVO ESTABELECIMENTO VENDEM-SE:
Livros de religiao.scieiicias, de letras, artes, viagcns, historia e classicos ; romances illustrados e
Dinheiro de cobre.
Vende-se na ra da l'enlia, sobrado n. 19, cm
pequeas c grandes porces.
Vandc-so farinha do Acarar e juntamr-nle
Cliogou a este estabclecimento um completo I milboe arroz do casia, ludo por preco crame-
57 RuadoQncimado57
Loja de 4 perlas.
outras publicacoos em diversas linguas.
atlas e niappas geographicos.
lipcl de hollanda, de peso, paquete, almasso, de cores e outros de diversos formatos e gostos.
Sebaso J.di Silva diriinihi par Hsnocl Carceiro Lcai. \ y$ihx>s^;$s;
.... i ,.., ,. i Prensas para copiar cariase outros uianuscriptos, lirros e tintas proprias.
Nosle estabelecinienio ha scropre promplos alambiques de cobre de difJercnles dimencoes Livros (.m branco, penuas de varias qualidades e mais objeclos para uso de reparlboes, secreta-
ido 300 a 3:0005) simples e doblados, para destilar agurdenlo, aparelbos destila lories ceimos | rias e cusasd( conimertio, uteucilios para desenlio etc.
para resillar c destilar cspintos cum graduacao ate i graos (pola graduacao Je Sel or Carlier) dos Artieos de
r. e hores systemas hojo approvados c condecidos nosta e outras provincias do niporio, bombas
de todas as dimencoes, asperanles c de repudio tanto de cobre cuino debi
Artigos de boia goslo, fantasa e curiosidade das fabricas de Taris para uso dos elegantes ; orna-
ui.po.io bombas | lo? prcscn,cs cXc.
l0' l ; Cartees e bilhetes para bailes, casamentes e visitas.
, 12 volumes, in fo-
a se poupuu para o
i: para coruraodidade dos freguezns ano se dignaren honrarcm-nos com a sua coufianca, acha-
la ra Nova n. 37 Inja de ferragens pessoa habilitada para lomai notadas cncoinmendas.
VA
t
RE VIS T A HEBD O M A DA UTA
COIXAB0RASO
PELOS sns.
pelas desde o scu
em panno ou pcl'.e.
relevo vonlade dos
pe com typo propri
preteiideiitcs.
Aeceita-se o encargo do qualquer cncommenda de livros eoutros artigos lano da corte e provin-
cias do imperio, como de Portugal, Franca, Inglaterra e Blgica, com as condieges mais ra
zoavcis.
sortimenlo de obras feitus, tomo sejam : paie-
oits de panno fino de 1G< at 28$, sobreeasacas
de panno lino preto e de cores mnilo superiores
a 3o, um completo sortimenlo de palelols de
riscadiuho de bnm pardo e broncos, de braman-
te, (iie se vendem por preco cummodo, cerou-
las de linho de diversos tnmanhos, camisas
franeczas de linho e de "paniiiuho de 2g at 5$
cada urna, chapeos franeezes para hornero a 8,
ditos muito superiores a 109, ditos avelludados,
copa alta a 13$, ditos copa baixa a 10$, cha-
peos deeltro para hornera de4?, 53 e al 7?
cada um, ditos de seda e de pilha entintados pa-
ra meninas a IOS, ditos de palha para senhora a
12$, ehapcli ibas de velludo ii^ai:: nlc enfeita-
das a 25$, ditas de palha de Italia muito finas i
do : na travesea da ra da l'raia n 31, ao p da
lilieia do pcixe.
Vcnde-sc ou alugase urna carrosa ara
agua com um boi escollado: a ver, na coclieira
de Francisco Ribciro, na praca do capini, ou na
ra do Collegto n. 23.
vende-se superior linha de algodo, bran-
cas e do cores, em novello, para costura: em
casa do Seutiall Mellor t C, ra do Torres
Escravos Cogidos.
Kugi i i engenho Forno da Cal o cscrav*
Ni i i o, cora os signaos seguinlcs : trienio, do 21
800 rs. a van, cassaa francezas muilosuperiores n a isla, onde a mi que forra, servo d
e padrees novos a 720 o vara, casemirasde cor- ama actualmente era urna casa da praca da!
ilori lados pnliciaes, pedes-
capics decampo de piciule-lo e Icva-lo
ra da Roda
'es para collcies, paletotse calcas de 35O0 at
4$ o covado, panno Pino preto e decoresde 250
atlog o covado, corles de colletede velludo ao dito engenho, ou osta praca r
muito superiores a 9 e 12$, ditos de gorguraojn 50, a Jos Antonio lo Arauj'o Guimaraes, que
e de fustn broncos ilo cores, todo por preco g ru-rosanicnte i nsarft, alem das I
barato, atoolhado de algodo a 1280 a vara, n a priso do mosmo seacam;
corles de casemiras d i iresdeS at !!'-, grosde- a -. de casa de na senhora o
oaples do cores c pretos de 19800 at 39200 o travo Juraicio, pietp, iJade 4v 20a 22 i
Seos proprielarios oTerecem a seus numerosos freguezes o ao publico era geral, loda e
; qualquer obra manufacturada em sea reconhecido estabelecimento a saber: machinas de vapor de
lodos os lmannos, rodas d'agua para engenhos todas de ferro ou para cubos de madeira, inoen-
covado, esparlilhos para senhora a (i-, coero?
do casemira ricamente I irdados a '. i ida um,
leos de cambraia de linho I lados para se-
nhora a 9 e 12v cada um, ditos -
ineni, fazonda mui rior.de 12 ale
duzia,casemiras decores para coeiro, coi
2$400, barege de seda para vestidos, coi
1&400, um completo sortimenlo .!> collel
gorgurao, casemira prela lisa c bordada, e de
I tuslo de cores, i vendein | ..barato
preco, velludo de cures a 79 o covado, panno:.;
| pira cima de mesa a 109 rada um, merino al-
cochoado propno para palel >is >i
e.-iiiiua regular, pertins finas, ps um pouro vo-
sos, e b -i. nd : quem o appreliendT
leva-lo o casa do fallecido rom-
Gomts Fcrreira, se:.! generosa-
M'l M)
Fugio ha pon do lugar onde Irabalha-
vi, o cabra 0 lavisno, perlencente a Mam !
da Silva Leaol, de Macci, d'ondc vi
poneos mezes era rompanhia do niesmo, lendo
es seguinlos : i lalura regular e re
LopesXisto Cmara
no
de >! ;: :nbro do nnno
A. T. de Canalho!. F. Sil ira da XoUaR< Pagaaiao.
I) stinado a resumir lodas as semanas o movimenlo jornalistico e a offereci r aos leilores, con-
juntamenti! com a revista d i que mais no'.av 1 !.. uver occorrido na poltica, i rienria, na indus-
tria ou as arles, algu sari es : qualquer deste-s utuplus, nvo isiveb il,
ilesde Janeiro de li'.'J, em que coinecou a publicar-se, lem salisi ito ai s seus fins, com a maior
xaclido c regularida :
Publica-s lodas as gundas fciras em f Ibas l< Ifi as, e completa ti los os semestres
im volume de 420 paginas coiu ndice e fro: lentes.
Assigna-se no es ri rio d ,;' i /:: irio, ra das Cruz ;, e na ra Nora n. 8.
i'rc;' da assignatura : os pa [uctes vaj c I0g200 por anuo ; j or ca io de rea 8$ [mooda
! rasileira).
Jla algumas collcccoes desde oc :. la ; ublicaco do jornal.
prximo passado, do engenho Bu-jo, fregueziado
Jaboalao, o frravo Alex-in.flre, cabra, g.ipate-
:o, idade de 30 aunes pouco mais mi ment -
as.
Cortes de eoemiras de i n '' ; a 59500, fli-
jtas de urna s <-or i uilo finas de 3 ei?, rorl a mediana, seccoj a pipando rpl por cau-
1 de CQllete do velludo de cores a OOOa.dil s di'o .. '
| preto aD Cg. o I hasde algod.io 1n0 l,vera "ui I** "3 ""1 M'no :
das a 59, brilhi niii i o covado 460, case- a lem o costume de embriagar-se : do-cot.a-se,
Mi |B f|

j mira de quadiinhos
mesa muito b Ii -
do 19, pannos para queesi no Rcife ou Itamarac
modei i is a :; l de
clc-fo --or-
iicao.

lem-se duas amarras para navios, p1
d s n lendentes examina-las junio ao trapi-
llo do algodo ao lado da assimeo-
.. o urna bomba para o mesmo, que se acha ao
pe do guindaste da escadinba da n indega:
I icm prelendei dirija-se a ra d^ ..... Jo n.
7', loja de ferragens.
I
::'-'I:';il,"i' "- :" tanto a quera o tnconlrar inn lova-lo a.ti
.barege cum Ircs ordens de babados a 1; ,,. ,',
| peos do phantasia para bomem, ngenlio, ou ao cscriptono .lo Sr. Jlanoul Alvef
: seda a 79, do Ferreira, na ra ra Moda ; c |irome>le-se
ditos de feliro de i 500 e! i urna boa re impenda
braiado linhopara a ditas de esguiao __ Dasappareccu o Escravo Virginio, n:u-
I muito lino, dilas decan ian- ., vx -
"k *5T ^ H1 & tf^f hWT ^ sT* a 7t a Bffe. 2a8. ricos cortes de seda de I as cores, man- ljl- ';" lwrt0 dd quarenU annos, rosto c m-
9 ^a^ic ai?.Alb?j^.akM.l,^x5k.feAaPOft< S.'i'siOA^ J aletea dos mais moderno limenlo de Mido, pouca barba ; anda calcado, c fiiliode
mas, joiasde
wntMM mwsm b dbmid'M.
CAinlea ^or aiabos os systemas.
a manha ede tardedepois de i h iras.
tidade tumo para OS engenhos ou outras
/-. -- 1 1 t-a -
w o
O Dr. Lobo Moscosod consultas'lodos os das peli
C ntrata partidos para curar animalmente nao sopara a ti
Rtlegii 1 ouroe prata, tobertose descober- propriedodcs ruraes.
; s paii;.. inglez, os o lem no i Os chamados devem ser dirigidos aua casa al as 10 horas da manha e em raso de ur-
''. des| :.. : boj veudem-se por gencia a outra qualquer hora do dia ou da noite sendo por escripto em que so declare o uome da
is: no escri do agente OH- pessoa, o darua e o uumero da casa.
i, ra u;i ia ;.. 62, pri Nos caso
andar. nielterseui billn es .1 p mea do sr. Joo Sounn\ C. na ruada Cruz uu loj
Nogui ira de Souza na ra d Crespo ao p da ponte relha.
Nessa loja e na casa do annnnciante achar-so-ha constantement eos melhoros medica-
icrfumarias inglezas is, joiasrtecoral ver- serla ,c nsta que para al i seguir de carainho,
lnieiio, olead.; do diversas cores rido _ti c.i ,r. n,.. *r%,\ ., i,- ^
narroquim para c. i, lo Saboo-ra. Quem o appnhendcr, e
ravesseiros, ele., etc.. ebem como um coi a ru da Ladea da Kocilo n. 38 pri-
t
sortimenlo de i. i apurado
melhor qualidade, vendendo-s ludo por bnitos
precos, no armaznmde ; de Ray
Garlos LeitciSc. Irmao, aterro da iVi tan. 10.
iilJ5i&abii
Nos casos que nao forem de urgencia, as pessoas residentes no bairrodo Recife podero re-
metterseus bilbi les d botica do Sr. Joao Sounn & C. na ruada Cruz uu a" lojade livros do Sr. Jos
~ -_
i s S "> -
_,": 1- r r1 "
i 5 S B geg'S'i
1'Zs a -t
'^H :i;
^W _____ -i. 2 ~
c^ % ^" ^-/ = i'*
J=J ; -t na ~ ^ = :-":' :
-.- '-i
tnrJ 0 ^ jq 53 '
. '. -i c Sr-
vinho do Pcrlo, do mais superi -. engarrafad ^nloshomeopallncosjabcmconhecidos c pelos precos segumtes.-
id : Icl.idem: ;oina de 12 tubos grandes,..........
- :, daCadeia SSSt%...............
ten. ;. ':':"; vr fos..............
h plirrt !>A t\ k' i \
SfV
Sil fijCa!..")
I lem para vender no sen psito da ra di Vi-
1 n. 27, velas de rarnanba de 6, 7-, tt c 12
5 i icao de ti e 7, saceos de
i bi ani o e irel i i ven de er i pe-
as o g an les | por mi nos do que
o outra qaalqucr parle : c ci mpra-sc clteltiva-
la c qualquer urcao de pingos qu
velas quan i s.
Tubos avulsos cada um........
Frascos de tinelo ras........
Manoal de me licina bonieopalhica pelo Dr.'iahr trdudo
era porluguezc i u o diccionario dos termos de medi-
cina, cirurgia etc.. etc............
Medicina domestica do Dr. Ilering, com diccionario. .
Repertorio do Dr. Helio Moraes.....
20^090
25000
0;!iO
i, ltOOO
6JOO0
-
. iuua-se a ven r I 'Midas por baixo
.....A_________ ,.......... I .....I.
= _= = ~= o -- prero ale mesi 1 ptir do si 1 valor,
- '': "" 5 z tr : alim de 111 i Hitas : o.l loi.i de .i nn;-l.-.s

. alinidel mtas : na loja de 4 portas -
na na do Qucimadn n. ).
-s'l'-||"s Goiabada Impenal.
&.= -' g'c'-o *= Vendo sa caicaixcs e em latas n mais fina
-5~ = '- -_ 7 >_. -._ \ -ui..',j que so lem viste. Ra Direila n. 6.
rIDS
andar sea generosamente recompensado.
|| ippnn ceu na noil i do dia 7 di an ro
e. re S, lo- i > -, i: i-- t ro rrioulo, do inn
: repre?oi Ia2 r. vi; annosde idadepnu-
n ?, sera buba, allnra reg
corpo nle r e I >iio, levou
; -. roniando de calcas casimira, jaquel
'.;/;' ; bran finas, calc de
' ;adn rail >, i ,- .,, \
iro, c un a : 'lo, indo usado. I --
ninlbi r f-: ra. i Or fula, de :
r natural de Mareo'', usa
imarhrlo. O escravo natura! de Si r-
le i o mi, boje forra.
ii m o ,i; rehender de cnlrcga
n b i ni rasa de Jos T. Bastos, ou n -a
ra dicos i > (Juanias pess i cdad me isa de 11 islns ^: Lem os, ra do i
braramci m ior n, i," que ser generosamente rccoin
bracos e peina depois do i lo.
lempo .- r -.. s ,io
ainputarao! Dol <) M r'a*f/***/*
a qu ii .-':..'. Joa luim, fugii! 2 -:-
ato pi simo -- id i, ci m os sign
REMEDIO Ifti
l:;1;' ento ii i.oway.
5Iilhares de iudividuos de i pn-
dem i udes di te r io in-
aravel e j var m ca o n ; .
pelo uso que delle fiz tciii lem s :u c i.
Iiros inlciramente ; :
d i intil moni Iral pesoa
i podei
j pela leitura d que Ih'as
iodos os dias l. ; e a maior parlo
dolas sao lo sor pi .les me muiie i i
jses _'
ittcrcm css :'
uradas complot \
soremedin.
, enf iso seui !:> decan
fie a " Nesle proveitoso estabelecimento, que pelos no vos melhoraraentos felos acha-se conve- i ,;.,Xi' :''r'"!;.:
i nfusao d si ti n d r
tes n sulti los' :: fieos di I ,. .
dor c outros
eareni sua Di iva.
nientcuicnto montado,for-se-hao lamber do denorembroiem vante, coTraloVmesa^'para lauto conlii
lade'o.econoniia do publico de quem os proprielarios esperara a remunera "
tantos sacrificios.
As&ignatur de banhos ftios para urna pessoa por mez.....10$000
' mornos, do choque ou chuviscos por mez ljOOO
J-cnes (! eartoes e. banhos avulsos aos oreos annuneiados.
Vende-se ur

ni
t r. ='= = I r- ...::., ui i i que coznna, lava c cn-
i-- 5^5 25S" -e*s Knmma p ule, e urna negrinhade I3an- Yende-seou arrenda-se o engenho Polozi,
~- ~~.-B E o -- '' -^ '' '' -1 -' ', : de in i io al silo na freguezia d'Agoa-Prea, mu com agoa
l2"J-5S"M r:li".: fallar coni Otlaviano .e Souza Franca, e copeiro, as obras tem os necessarios, novos
--- t a e i;i do lucife II do. ,, i u
=-5& a c | = commodos, e bem construidos, o no .ne respei-
o a proJuc^a para todas as quaii ades la cul-
turas parece nao baver superior em parte al-
guma lem Loas manas c terreno para levantar
oulro engenho, ficando o Tolozi com as ierras
n
iss ssia
'. CAL DE LISBOzi.
No bi m i
i id i de] sito da I necesarias pera safrejar os mil pues de assucar
' ': ''-, na para vendei _.... -... i, j .
da Russia e da do Rio de Janeiro, nova .1ue.t0 ^'&eT P!anlai. d prsenle o nico in-
\ ;.: .! i! as r.rando, na Lingoeta n. 5, a Ppr qualidade, assim como tambera veniente 1ue M pwaenta estar lonje do em-
l virgom ere pedra: ludo or precos muili bariue doiis dias de visgem para ida e volla dos
cargueiros, inconveniente este que breve lem
Je desaparecer com aebegada da estrada de ferro
que reduz a uas cargas por dia porianlo quem
quizer possuir um Polozi, ou mesmo desfrtalo
s. a libra.
H%fM
aa
u
Voude-seem casa de Arkuright & C.
Cruz, armazem n. 01, relogios do bbr
qhbury, sendo pie pelo seu perteito machinismo
ide-se usar cora cubera ousem ella.
Chafalla.
SELLINS.
V'endem-si os ...... res scilins inglezes de pa-
tento nu .......em de Roslron llookcr & C,
. do Coipo Santo i. S.
_- .....- -e;< por arrcnJamenio no engenho Ucha achara com
;,, ra ii !- ---------------"-.Vw'' "y"" 1 ('"oin ""alar ou na na do Queimado n. 39 a
,,M!'t,C;aI.!; ""^ lil A J^^ I fallar com .Manoel Florencio Aires de Moraes.

raco de :""'''" C( i,ai : '" '
, mentratalo que n a do
cujo r sulta lo seria pi
Que ludo cura.
< Es::r-.ic.'t3 r.:* til, ntas prsr!c;a-
lariaento su. ;,\,:i.:._ cr-sosi
. i,
: rz
a.
--
peilos.
.
UCtdi

ISO.j

Acaba de chafar novo sortimenlo di clin- j Lur.es de veslid s, ric09 di
falla no Armazem da fazenJas de Raymundo | Dil0, seda dc corcs rcos dc
danos Lfcila& Ir.aao, ra da lraporalriz u. 10 -..' I1),,,
sor va para tomar o movis velhos novo?, sem ', aroprios para casamento de
.'> ,.: : '
i stnari is de si la pira mi nios a
; tos le a'.coi lio idinho ['ara d
w \ aado sortimenlo de chaj jos pa-
11 wQ h ra ,ii(,iiino3-
Ilvi3 ^^^'Scgumo andar do so- m
lirado da esquinada ra fe
riorca charutos de -S Flix, bien de re- ..
ti z, ditos laneciros, ditos regala de S. Flix: -:
vendem-so cm porcoe a rolalhoipof proQos ra-
zsaveis, na praca da Independencia p. 22.
lar raspar ou lidiar.
ni
i-as '"
- =;i
20raS
do Ui!chii\(!o por cii::a M
da loja do Sr. Prcgui^aS
oittrada pelo boceo do
Pcixe Frito o. i.
quenaquanlidade derchampania~ em'gigos.'da '
0^000 rs.
Saccas grandes ; na ra Nova n. .',2.
Vende-se um terreno de 30 palmos com
nina mei'agua no fundo, propno, com frente pa-
ra a ra do Socego, sito no Campo Verde: quem
; l o pretender, dirija-se a taberna de Miguel Jos
3 t^ | da Cosa, que dir quem vende, no raesmo lugar.
= Vcnde-sc um bonito escravo moco, cozi-
nheiio, e bom pagem, sem vicio nem achaque, e
muilo fiel: a tratar na ra Nova n. 7, primeiro
andar.
Champnuha.

Vende-se barato, para fechar coritas, i ... a | e-

marca acreditada C&C, na ra daCadeia do Reci-
te n. 62.
-- ^7^3.,<> -- s.-\ ^% r^
.....;..-..
!
Acaba de chegar do Rio de Ja
neiro alguns exempiares do
primeiro e segundo volume
da Corograpla.
clamroes, cntemld-se com o seu pro
prietario Gaetano Pinto de Veras, na
casa de sua residencia, ra de S. Fran-
cisco n. 8, ou na repartirao du alfan-
dega, para tratar do scu ajuste.
Em easa de Henry Forsler & c, ra do',
Trapiche n. $, vende-se :
L'm carro amerlcauo de rodas.
Arreios americanos.
Bombas ameritas.
Fugues americanos.
Alados de ferro a fl.J
Clianipagne e cognac.
Relogios americanos.
Farinha de trigo de todas as marcas.
Varas don radas para mol-
duras.
Na livraria da ra do Imperador n. 21, existe
urna grande variedad de varas douradas de to-
das as larguras, para fazer-sc quadros e moldu-
ras para retratos o paineis.
Vende-se um cavallo novo, de bonita cor,
bem feito, c bom andador, sem achaque algum :
a tratar na ra Imperial, casi ou silio do major
Antonio da Silva Cusino.
^ca.
ros.
Enfermidades da i
em geral.
lulas do anus.
trupeoes e escorbuti-
cas.
Fstulas no abdomen.
| Fiialdade ou falta de
calor nas extremida-
des.
Frii iras.
nvassc:lda 1 .
11'chaces
Inflatmacao do (la
i lade de ^7 aunes, .
i.\o...... .
-i euS dlir S ,; :
naiiz i ii a ', I o ei p quena, com falla de
na frente, usa bigode, o qu
ler rapado, ra barba ; 11 nduzi i urna
re e, talcas e canii i-, .,.;..! i i [ido cal
......- I Igod i :. ado '.' '. c ha ou-
ro ; vcio du Cear no i a| or Crusei'ro do S
oulubro prximo ; remettido
Ril ico da Coi ha a Antonio Luiz dosSau-
v [loliiu quem n npprehender, o levi
lo II rife, raa do Crespo n. 11. on I
i a recompensa cima. Pede igu nte
poiic se capital s de cut]
. lo ii lo i -travo, que i snp-
'' 11 i s.
Pici
s.
das.
jes]
; rao ci ulro do Cear, potqu
e ii
ro iv :.. : .
poo
. i illa du C
. inculcando de f
i fzes lem
iC Fgido.
100 Idog Eificcao.
Roga-se a.s espitaes do campos, e a loai
i, m .;;' iic 1 |uer suloridade a apprehenso Je um ni de-
le qu |que da nome Maroel, crioulo, idade lan
:. 'o mais ou menos, o qual fugio da casa do
ibais assignado no dia 30 do outubro do i
rente anno, levando caica de cor, carniza aznl3
Vi ,, cha| loe o maior signal -
gas;
gum esj r-
dasnasi ^e as;!tma e a pouco eslevedoenle de bes
eotifia ?c que esleja acollado per .
Vende-se este ungento no esta:
geral de Londres n. 224, Strand. e na loja d
todos os boticarios dr / listas e outras pi
encarregadas de sua venda em toda a America
do snl, ilavana e llespanha.
V.nle-sc a800 rs., cada boccliuba i
lima Jnstrucco em prtuguez para o un aqntlie que lhe der noticia certa, o p;gn loda
^^suo'gerof,?1.-. -nueseOzercomome, ,que para
pharmaceutico, na ra da Crun. 22. em fui :tuar dita prehens ado a ra Nova
uambuce. n. i!. Pram isco Jos Germano.
, que so queira aproveitar do sua pe
para o seduzir, desde j protesta o ni ;...
i assignado de cahir sobre dito larapio eoro
I I ir da :tilica da rr.a..ciro cima,
^i
Livros em branco para es-
cripiorio |[)os premios maiores de !20.( da Ia lotera concedida
50 qualidades differenles, ^. __
paraaconclusaodaigreja do Senlior dos Passos
dacidade deS. Leopoldo, no Rio Grande doSul,
extrahida no Rio de Janeiro, cm 31 dedezembro
del 851).
IhegDem a Pee-hincha
Na loja do Preguica na ra do
Queimado n. 2. tem para
vender:
Clialy e merino de cores, ptima nao s para
roupSea evestidos do montara de Sia. como para
vestuarios de meninos a 360 e -100 ris o cova-
do Challes de merino estampados muilo linospelo
deminuio preco de 2:500 cada u;n musselinas
Desembarcadas ltimamente nudas
Histrica chonologica, fjcnnnlgica, modernas, basianlo largas, de variados padies
.. 8 nobiliaria c poltica do ai per o do Bra-i* 260 e 280 ris o covaJo gravatas a faniazia.o
I Porto, prop.ias para prsenles, porche- I>l, pfclo Dr. Mello Moraes : vende-se o maismo^rno pos.ivel a 1* e 1200 cada urna, e
outras mullas fazendas, cujos pregos extraor-
dinariamente baratos, slisfaiao a exrecUtiva
do comprador.
Relogios-
Vcndem-se relogios de onro inglezcs, de pa-
tele : no armazem de Augusto C. de Abreu,
na ra da Cadeia do Recife n. 36.
A garem interamenta perfetas : vciidom-so" .^ U o aoluine. po lendo-8Q vender O SC-
H no armazem Progresso no largo da Penha .?)\^ i l i ... .
( n.8, tanto cm poreao como a retalho ; % gundo em sepatatlo : nu uvrona n. 6 e
preso cemmodo. a 8 ?. praca dn Iudependencia.
Veudc-se a arma cao
gen croa da taberna n. 11 do pateo do reo
tratar na ra Augusta n. y{.
Veslidos de seda.
Vendcm-sccartea de vestidos de soda com 2 o
*- | 3 babados, armados, do 205 a 408 cada utu, sen-
JO : a | do que seu valor razoavel ser de 80$ : na loja
; de i portas da ra do Queimado 10.
Pennas de ac de
entre ellas as afamadas pennas inglezas rio pro-
fessor Schuly, c conhecidascom o nome de pen-
nas caligraphcas, linteiros de porcellana o de
vidro, lapes, carteras, escrevaninhas, segurado-
res do papel, borraxa para amarrar volumes, e
muilos outros objeclos de escriplorio c proprios
para as pessoas de commercio : na livraria aca-
dmica, ra do Imperador n. 21.
Aos senhores encadernadores
e chapeleiros.
Carnciras de cores proprias para encapar livros
e fazer forros de chapeos, mais barato du que em
qualquer outra parle : na livraria acadmica,
ra do Imperador n. 21.
Rndese um nioleque crenlo, de 12 annos
bonita figura; quem o pretender dirija-se &rua
do Crespo, loja 16.
Marmelada.
Na ra Direila n. G. vndese marmelada
de primeira qualidade a 610 ris a libra a ella
antes que se acabe.
Raalas baratos!! i
Gigos de 32 libras a lgOO para acabar: na
ra da Madre de Dos n. 8, armazem de Valen- i
ca\ C.
Vende-se um bom escravo cioulo de 24,
annos de idade, muito robusto, sem vicio ou de- ,
feito algum, mestro sapateiro e perito copeiro :
a tratar com oabaixo assignado, naalfandega, ou
em sua residencia na ra da Saudade, primeira
casa com soto do lado do snl. Pedro Alejan-
drino de Barros 'avalcanii de Lacerda.
\*. 1'ltEMS. US. PKL.M. Kg. 1' (EMS. '
18 2008 los 40$ 1j> 2763
4t 408 13 :oj 93 I00v- S2
H'J 40* 25 '<02> J0:)l 1003 89
87 408 :) I.OOOj! 25 Wl 2812
17o 40$ 41 U-'O.N 78 40$ 59
i 403 43 108 2127 1 1117
JtS 1008 1353 40$ 37 \ 60
21 1003 JO O 43 1005 97
7i 40 1483 20,000 2231 (00$ 3202
87 100$ 89 1008 77 100 (6
3dr> 1.000 151G 4u 80 100? 2.)
9i 200 19 100- 91 408 49
m 200 52 408 2328 1008 Gt
34 408 70 1003 40 200? 71
O 405 8J 400 50 Oc i
507 400 8'J 503 52 40 3300
51 40 i! 40fl 68 IO0-; 3159
55 40 IG52 100J 2431 403 fif
74 100 180!) 1003 41 2!)U$ 90
8 405 33 405 91 408 353S
87 100 59 4,000j 9J. 403 42
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88 40 11)03 100$ 25 10 78
738 100 7 200 C3 '' i 81
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40 88 100 78 200$!
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403 65 1,000$ 86 400
100$ 1811 100 88 40
40 29 200 5838 40*
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40 61 OO 42 40$
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40 38 100
40 50 100$
100 60 40
1


r. DIARIO DE PERNAMBC.O. TERCA FERA 17 DE JANEIRO DT. 860.
Litleratura.
jvomem mui boa intelligencia enlre si ; casa-
mentes vem de lempos cid lempos eslreilar an-
da mais oslacos que as nncm e un din acabao
Os IlldifteMS lilis grandes desfrtosda "? confudk wj_M_etamente as diversidades da
"Bem. Os sacerdotes 011 homens-medecina ,2
America Septentrional, pelo abbadc
Ero. Domenech, missionnrioaposto-'
i neo'itRi-se o vallo do
on<
dos De
awares mineni-sc urna vez por anno para
ser sea c tongamente esludado e talvez por es-
te meio chegassemos a encontrar algunas pagi-
na? di historia das tribus indias dessas latitudes.
Entre o Llano-Estacado e a Canadianna, em
frenle lio Valle Rochos, abre-se um bella plani-
cie _rli.-ur.ada pelos Mexicanos Plaza Larga e que
un i rio
renovar a ceremonia do fogo sagrado, de que 6 afamada pela belleza de seus sitios, fertiliddc
mais larde fallaremos o que se conserva durante' de sen solo o suavidade de seu clima.
auno con o maiur cuidado. A i norte avislam-se mon lachas mui altas que
delaw.ue que est situado a 97" de elovani-se urnas sobre as oulras em (errados
o moni
' ... ....... ........... -, .- .------,......_........, u j v.b. v.ii- a. ..ni u.t OWIV o? .uii un 1
i ii' Indi- longil. u marra o limito entre as planicies cober- : diversas cores ; dir-se-hia sercm 03 degros de
i. O Canad tero asmis das i tas das mallas de sudeste c os altos prados do unn osrada de Titano, quo ligara o co a Ierra: I
largura, ndostin pro-1sudoeste. Logo depois de ler passado alera desse [cada um dedos recama.lo d,e pequemos cedros!
iicm mexicana ; silenciosa durante o dia. relum-' 7 de margo de 153! com os oulrns don* francis-
a Vlj e no,l com "3 ale8aS estridentes canos, o iiegro e bom numero de Indios libertos,
dos faMangos ; cidade ao mesmo lempo triste e A pequea caravana demorou-se tres das cm
alegre enca de fuluro para o homem positivo e Pellatam, capital d'iima provincia do mesmo no-
de melancola para o pensador, me pour.1 distancia de Culiacan. O nomo de
h Pellatam lheveio de que as casa* cram onnstrui-
uesertos de sudnesle. Novo-Mexico.Indi- das de esleirs de junco chamadas peales.
nos de un Indio Texas Tentativa de Nuno de Os habilanles nos costuraos scmclhanles aos
ismao. y Desastre de Pamphilo Narvacz. Tatus linham suas povoacoes sita
i ; quaiidn aschuva* nao I montes, entra-se
em aii; un ntar seu volun -, po le-se p
leiramenlc sem .livores, excepto nos barrancos
ares,
i cerra do 2 itn Iros por kiln-
i..' olyaienta. qoasi clara,leve-
mente alcalina, corre subre um leilo de ara,
calca rao o guaso, segundo sualatitudc;
asstm io no o Uto Vermelho do Texas, elle corta
as nao | montes, entra-8e em um prado elevado, ondula- c pioheirot do urna especie utui pequea. A lib-
ar 6 do,de Formacao arencea e calcrea e quasi in- \ ra deslas regies de urna riqueza o variedade
admirareis,
i- ,i iirir.i das rebontacoes d'agua. O valle de Tucumcari, que segue-se
Os bolillos vinl. i ni cm nutro lempo habitar
if esta planicie e u forte Ilolmes, mais troquenle-
mente forte Chouleau, do nome d esse celebre
Francez, que creou as solido-es tantas casas de
lo queja fallamos no capitulo precedente. Mui
bollo o valle por elle regado : n'elle se encon-
uam carrathos, ol rae i ros c cedros gigantes* i s,
i mas nnii variadas o pomo roubecidas ; a vi*I
selvagem ah pteduz bollo.* cachos do uva ;
oncerrain eouchas fosseis o os regalos
es mui curiosos; dir-se-bia ser um parque
inglez d mais do lili k Ion el ros de exlt nso.
A.i amanliecer, oslo novo Edn aprsenla um
ctatulo lid gracioso, i uno animado. Por
i U mj antes dos am-i-ues a aurora, os
carvalhws u os piuheiros das solides enchem-so
le acentos confuso.* e mu ebrio myslerioso ; a* t-
n Cross-Timbcr e o immenso deposito de carvao, I commercio para as Indias, o forte Ilolmes, di-
ce moa nos, recebia animalmente dos selvagens
um grande numero de pollos de hualo e oulros
animaos ; agora d'elle nada mais resta que o no-
mo, al mesmo as ruinas dcsappareceram com
os bfalos.
Nesle lugar a planicie Ion,a a cobrir-se de
bosques e logo depoischega-se regio do Cross-
Timber. Na margetn esquerda do Canad,
pouoa distancia do rio. v-e urna serie dcfuinu-
li iialuraes e columnas de gres de.20 a 30 metros
de altura, que assemelharo-se aos pilares ggan-
testos de um templo colossal. Entre os mais cu-
riosos doremos citar o Rock-Mary, que repre-
lasdeorvalho cabera sobro a lo iva o lloros comsenla um obserralprio em forma de pande nssu-
ri ni ruido harmonioso e triste. Por toda a parle carpiendo sobre si duas pequeas torras de um
oove-se vo/.ei suaves, como o murmurio do non efeilo ni ni gracioso. Essas massas terrosas paro-
corronti que jorra do meio do mi campo, quei- ceta ser os restos de urna formacao geolgica su-
- isas r un i u ci ar da rainagem Jos cedros, es- porior e mais enliga que o solo actual, l'rova-
ir.inli os como o ligeiro io mi de um epll sobro velmenle sao devidas mais aeco poderosa de
.i rol va. Quaudo o douradu alvor di aurora co- grandes cataclismos da poca diluviana do que
o pino das rochas" o o cimo das colinas no arco loma das chavas e do lempo. Comoquer
as arvores c o valle eubrom-sc do urna
ulada, o cac.iroj ir das g.illiuha* repele-sc
i a cm distancia,o esquilo ilado otero-
i olucella) adeja de ramo em rao.o, o
p i satta na [dan ce, n rap >s.-i vermelha e a
inthra rio saciar-sc & mar^em dos legatos c
era que se baoham o cari ir nu a lonlra.
Pouco punco avista-so eulre ascollinas cobrea-
9 primeiros raios do se 1 paisagons azula-
ii lera-so as nevoas de um horisoiile
Ilimitado, e as grandes linhas d'esla natureza vir-
. i mam contornos macios c avoludados, em
que o grandioso do lodo o oispula ao sublime
dos dbales. Xa verdade oa disertos do novo
mundo esli cho:'.'.* do qnadros encantadores e
- Hilo-, que lanl i fazoin amai quantu ad-
isa I rra lo [ocunda cm maianlhas ; as
as, os ms, as clros e as iozes misluram-se
que soja, nina crusla superior, principalmente
composia de gn?s vermelha, cobrio, ha bastantes
seclos, todo esse paiz ; essa crusla fui cavada e
quasi tul,lmenle lirada por corren les d'agua ;
agora s deltas restara alguns vestigios, espalha-
dos na superQcie do solo e que anda se achaii
cm pe como que para convidar a scieucia cjuc
penetra os segredos do deserto.
S Plaza-
Larga rene urna iraraensa collcccao do pheno-
menus geolgicos ; a natureza parece ter-se di-
vertido em issemelhar nesso esparo ja tao pillo-
resco por si mesmo os objectos os mais extraor-
dinarios e os mais pliantaslicos formados pela
dupla aeco do lempo e da agua. To rico em
cactus, yuccas, mosquitas e plantas mui cu-
riosas, este valle possue anda urna pyramide
muilo eslranha de 170 menos de allura, formada
de 12 carnadas horisontaes de calcreo, gres e
morros brancas, amarellos, grisalbos verdes e
vcrmelhos. As carnadas superiores desla pyra-
mide, de formacao jurassica, encerrara numerosos
fosseis entre os quaes nola-se o grypiea tucum-
cari, que una nova especie ou variedade do
gryphwa pitcheri. Alm desla pyramide, sobre-
montada de duas lorrinhas e caja base ornada
de una multido de contra-fortes do morros de
diversas coros, tambem v-so no mesmo valle
rochas de gres semclhantc as Iones ou fortalezas
oda idade media, casiellos gotlicos, calhedraes
cm ruinas, mirantes, collumnas quebradas ou
enormes vasos que teriam sido fabricados por gi-
gantes.
Mm do Tucumeari deixa-sc inleiramente a
Canadiana para dirigir-se sobre o rin-Pecos. que
se deiza aquem de si um pouco antes de 105."
longil. O. ; depois chega-se a Antn-Chico, cn-
I de o caminho bifurca-so ; o de Bu<1 ueste vai ler
i Albuquerque o o de noroeste Santa F, ros-
leando o rio Pocos aleas ruinas do velho Pocos.
Anton-r.hico 6 a primeira cidade que se encon-
Ira entrando no Novo-Mexico ; contera 5,000
hab. ao mais,que vivem em casas do adaubei ou
do Culiacan. Viagem do padre Marcos de ica.
Drscoberla do Novo-Mexico.Kxpedicio di Vas-
quos Coronado.
antes de intromellcrmo-iios mais profunda-
mente DOS deserios de sudocsle, devenios contar
em p.iucas palavrafios aconlccimenlos que ore-
cederam o seguirara se desenberl do ?. ivo-
Mexico. Estos acontecimenlos a inda pouco co-
ohecidos na Europa sao bastante dignos de ex-
citar nossu iuloresse.
Po anno de 1530, Nuno deGusmo, enlao pre-
sidonie da Nova-Ilcspanha, possuia um Indio
natural de Exilipar, chamado Tejos ou Te.vos po-
los Hesp.inhoes e que povavclmenle nao era ou-
tra cousa mais que o Texas actual. Esse Indio
disse a sen senhorque era filho de ura mercador
bastante lempo morto ; que durante sua in-
inrn suas povoacoes situadas as mar-
gos dos ros o i montanhns. Em todo o
caminho o padro Mareos encontrou popularnos
que aeolhiam com prazer e daram vveres, llores
oulras prsenlo?, o priinciro deserto que vio
c de que falla na relacao do ra viagem, man-
dada ao in perador C iri V, som duvida o que
se acha onire o rio-Yaqui e orio-Sonora. Opaiz
cora clcito i i rido e falto o'agua em naia
extensao i 5 kilmetro?.
Os indios que habilavam alm deste deserto
oceupavam n valle do Sonora, que raheza de
Vaca linha chamado Tierra de la*.Caraxonas,
paiz dos corac5es, poi|ue ora sua passagem li-
iiliam-se-lhe presentado rauitos coracoes de
animaes. Os natur.ies desse paiz erara numero-
sos o inteligentes; asmulheres Iraziam japonas
de pollo de veado coriulas. Todis as manhaas
faacia, seu pan percorna o interior do paiz para os,Caciques subiam em certas eminencias o por
:i il I ''i.n.l i.r -i..- .r. ..-..... ...... .)........... .. ... ..
' m iii.1 1 irnmnia cheia
do, bem di
r
1 1 .i
Do Rock-Mary vai-seler s Colimas dos Anii- largos lijlos seceos ao sol.
I >pes situadas 100" longil. O. passando por um o valle do Peros est mui bem cultivado, o mi-
paiz coberlo de gesso ; esta substancia se acha Iho rings admiravclmente 00 caminho percorri-
supoillcie da lena sob todas as formas, terrosa, do pelo rio alos vclhos Pocos urna serio de
fibrosa, selinica o ma-tsica ; sua presenta campos e hurlas, que moslram a grande fertilida-
quo a* aguns devem suas mis qualidades, so- de do terreno. A' meio caminho para-so em San
bretnd-i entre .1 Canadianna o o Whachita. As 1 Miguel. Esta povoaoo est encostada a moila-
VoWnas don antlopes forman) um grupo de 51 nhas que elevam-se era amplithcalro ao redor
monl.iciilos destarados ; sao .-ligninas rezos cha- dola. 0 Pecos corro cm sua halda ; oslo rio
mados monles liounday '.imites;. nao lem mais de 1 metro de profundidad! so"bro
Como o lio' k-Mary.o Delawre c as oulras loca- 7 ou 8 de largura. Durante toda o dia v-se ah
lidades, de aneja temos filiado, olios sao espe-' rnulheres que vao buscar agua em grandes jarras
cies de limites ilenerarios, estacos que servem que carregam na cabeca. As donzollas de*te paiz
paraos viajantes nos deserios do sul. A altara I tem por cosluraedar edraoseu todoou lingirom-
dos Aulilopes varia eulre 10 e 50 metros cima ,*e com os suecos dos fructos selvagens. Em San
- Sh.-.-.vi.io*. u anoilecer sobre as j do campo. Dous del les sao cnicos c os uniros, Migelos habitantes fazem mol ou antes melaco
oui-.iiilo o varioila-
gna da omui;>olciicia lo ('; ..Jordn
IV
1 mh or o solidos.^N iiuii '.1 do solo.
ah vender as bellas pennas de passaros, com que
os Indios ornam a cabeca o que era troca ira/.ia
una grande quaiiiidade de curo e rala, melaea
mui communs, segundo elle dizia, nesso paiz.
Elle assegurava teracompanhado algumas vezes
seu pae e ler visto grandes cidades com mas
inicuas em que se Irabalhava cm metaos precio-
sos ; cmlim accrescentava que para chegar al
l era preciso primeiro caminhar alravez de um .
deserto em que se nao encontrava mais que urna c o cha
icrva curia e depois iulroduzr-se no interior do
paiz dirigindo-se para o norte.
Nuno de Gusmo, confiando nostas informa-
rnos, reuni um oxercito de 400 hespanfioes e
20,000 indios, alliados da Nova Hcspanha, par-
lio do Mxico, alravessou a provincia de Tarara
e chegou de Culiacan, cm que terminara asna
junsdieco. Nao achando caminho para ir alm
e encontrando grandes difTiculdades para passar
as montanhas, ouc Ihe obslrulam o caminho. rio
a maior parle de seus officlaes c alliados desa-
nimar e abandona-lo. essc inlerim soube que
Fernando Corlez, seu iniraigopessoal, vollava do
Mxico accumulado de favores e
ven enlao estacionar em Culiara
Pouco lempo depniso Indio Tojos morreu e.Nuno
do Gusmo foi lancado om urna prisao.
Por essa mesma poca, Pamphilo Narrez, o
desafortunado rival do Fernando Corlez, leudo
obiiloo governo da Florida, linha deixado S.
Domingos com (00 homens e 80 cavados, repar-
lidos em 5 navios e chegou Plorida i 11 de:
abril de 1528. Ao 1." de maio seguiute mandn
son- navios em demanda de ura bom porto c cn-
tranhou-se no interior do paiz frenle de :J:> ho-
mens. Depois de tongas e penosas marchas,Nar-1
vao/
t
espaco de mais de una hora inflica\ 1111 0111 voz
alta o que cali um faria durante o dia. Em suas
ceremonias plantavam ao redor dos temidos He-
chas, como o pralicam anda algumas veces 03
Zus junio do seus aliare* e tmulos. Nos con-
lins desle descro, o padre Marcos achou oulros
Indios que Bcaram mui sorprendidos de ve-lo,
vislo como nao linham nooo alguma dos chris-
Alguns procuravam locar era seus trajo*
imavara soyta, islo homem dcscido do
co. Estes indios lho disseram que se elle con-
linuasse caiiiiiili.ii- entrara em nina planicie
muilo extensa, cheia de grandes cid.idos habita-
das por homens vestidos de pannos de algodo,
que Iraziam aunis e brinco.* de miro, e que fa-
ziam uso do pequeas ps do mesmo metal para
raspar o suor de seu corpo.
Ainda que os indicios dados polo padre Marros
sejam bastante vagos c que se nao possa apreciar
o 1I1111 rano de sua viagem nem demarcaras pos-
Qoes geographicas dos paizes por elle percorridos,
e piovavel que a planicie que aqu semenciona
a Vi'iios";' resol- S0Ja a d0 J' de las Casas Grandes, situada 200
in c colon isa-la. kilomeln s lostedo rio Sonora, a que est actual-
mente coberta do ruinas majestosas, quo Cazem
lembrar bellas c populosas cidades.
N'oim de alguns dijs de caminho opadre Mar-
cos 1 V acapa, agora chamada Magdalena,situada i
160 kilmetros do golfo californio esobre o rio
San Miguel, ir* habilanles desla cidade f o rain
sem duvida os anlepassados Jos Cocopos, boje
dispersos desde a embocadura do rio Colorado
at os deserios do noroeste.
O padre M uros domorOll-SC alguns dia*
em
ros
111
Vnlilopcs.Grulla-musen do val-
1.o
i-ari.Povoados do No-
sua composic.oo de
II \\eo. l.'-'i la* du Pe us sobre
- gada Sania F,
Monlczu-
1 o osle, o 10 Canad loma um
0 inleirai li igem : o rio sorpenteia
na l'i.iUa de urna longa cadeia de coilinas do
:-i porosas, lendo por cima um ten 1 I
- re3iculari sem carnadas horisonlaes de6
ntetro ... Vlgnmas 'eslos coilinas sao
u mui escmpodas, i) nr'01 a 11 o
1 rmavam mais que nma continuada explanada,
churas e o lempo corlaram 1 deram a
rma xlraordiiiariaquo hjo prende a nos--1 al-
1) o nos admira. Nos fundos encontra-se
.is rezos aris movodicns e perigosas na poca
1 1 ; I -..... .--. p r m ; al un 1,1 lodo csle
; 11 i'- ser percorrido por carros, anda que
loado do profundos barrancos, 'arpo* re-
ine ni no 1 ana o montculos de
.-: .i;... Je podra ou selisle grisalho* escu-
al os montes Delawarc. o
lavrav mu fo'iil, sobroludo junto das
i 1 Chai 1. 5 os s: iwnies o us
is ahi culti 1 'ii bom resultado 1 -
- 1 's.'o miili iia d 1 o, a btala, o ar-
I lomo, etc. as pl uiici s as arvorescres-
111 Miladamenle ou era bosquetes o se', smar-
;-' ms o -- r os reunein-sc 1 m ir.ni gran lo qnanli-
iiimai ci rdes de bos |u is mais 011
- 1 ...... A' quera ealui do anli o for-
lie 3 >' lal. N.,
' O., _v-s povoados Si av.nies que indi-
ca m 11 :u grao d i'ivilisar i I -m estar bastante
alian1. : .. A casas sao espacosas, comiuodas,
las le arvores frucliferas norias. Oscam-
; is sao bem cultivados o revelara verdadeiros
' m 111 .' : ii ullura.
Indios inlelligenlcs c robus-
Ios ; 1 : ... : Uvas e n ibalhadciras,
II .1 ierra, sendo as b uncus mui org ilhosos
cosos para 1 atregnrom-sc a oulros ira-
iS que I I ac.
la familias indias que cm prega 1 1 raros
ra mexicanos as lavuuras c oulros tra-
- 1 mh : n'essc caso ns rnulheres ci-
l.i.los doinosluos. Essrs escra-
> ordinariament comprados aos braucos
"^ 'ii de pii e 'naneas roubadas
' c vendidos aos ludios agiii 1
Vs lonzellas shawnies lora pela maior par-
branca que ver.neiha o algumas
mo_ mui bellas. As cidades ou villas desla
pomo pot las, porin muilo extensas,
1 edificadas na dislanci.i de 500
c reatadas por rorgeis, varas
: IOS.
s Del nrai es, os Uio'.v ais e 03 Chii hass is lem
1 i?o.te 1 Mabcl im .1 is ui sses lugares. He
S oulra i ca itnhos in lio* ox-
"lo una lio'osla ou passando
sando pelo centro de algumas rochas de
ilaccesso. Valo toes obras, espanla-se
or de 1 n os In los actuaos lenham li'l"
-' reza c espirito publico para
1 mpiohi nde-1 i-las Io bem. Os De-
0 in mus civilisodos que os Chac-
SI, 1 vnies ; suas herd ides sao larabem
: bem acabalas. Esla.i Ires Iribus vi-
.;"- :- :
oblongos
urna segunda carnada de um
compacto de ti metros de espessura.
Ie cima dessos 1 'irados goza-se de urna vista
admiravcl. V-se esquerda o leilo avermelha-
do do Canad, cujas corvas tortuosas rindo de
sudoeste, por um momento dirigem-se para o
norte, indo perder-se para 11 leste na immcnsida-
de. 1 horisoiite nao mais quo um circulo de
verdura, cojo centro so oceupo. Aqu e acola
alguns escarpados brancos e vermclhos elevam-
se cima da planicie corlada por franjas de bos-
ques, que indicara um barranco 011, as mais das
vezesainda, um moderado regato. Ao anoilecer,
o venlo sopra constantemente sobre a horca tes
lada polos ardores do dia ; traz
- 1 natureza. que lembram os gemidos di
nma alma sobredora ; seus accordesronovam-se
e morrein cada minuto, depois perdom-se na
imm -o-!! lile A la apparece como um globo
i de alabrastro abysma lo em nevoeiros azulados ;
'sua luz Gsbranqucce as h irdas do crepsculo e o
pino dos carvalhos seculares.
A medida que o tinelo negro c rubro aparla-se
! do firmamento, o astro da noile pinta a abobada
j estrellada de urna cor de prata. Enlao nao se
oure mais que o cantar do grido as profunda*
gargantas e o gasnar das raas na superficie do
. lo.
O homem 'l 1 cimo dessas ai-ida* coilinas sen-
il fascinado pela poderosa melancola da so-
l lao, d,!- lievas c do silencio ; serra-se-lhe Iris-
lemenlc o coraco como a perpetua que cresce
sobro os tmulos e que a nove do invern sor-
; premie om iodo o son brilho ; seu pensamcnlo
mi rgulha-se era una medilacao solemne, em
nina visio sublime que 1 eleva cima de si raes-
mu o o transporta em maginaoo regios lumi-
11 isas, em que um mural > lodo novo revcla-se
Sua alma espantada.
Po 1 o alerad 1* coilinas dos Antlopes atracos-,
s.i-se o rio Loche, cuj 1 largura do I"! 200 me-
, porin que geralmenles conlm ara. ha-
b al as prm?iras projecluras do Uano-Eslaca-
do, 0 valle do Canad nao olerecc mais que nina
s to de lumuli naluraes e pequeas crranles de '
agua insignificantes.
A2l() kilmetros mais i nesle do rio Lecho, 1
o* lmites do Llano-Eslacado, sao chanfrados
pu- um valle estrello chamado Vallc-Itochoso
[llooky dol).
Nesle lugar acha-se uraa rocha perpendicular!
que ilravessada por urna gruta, do que os In-
dios fizeram urna especie de galera de Bellas-
gres porosa c lera das bastos do inilho que pizam por meio do gra-
terrado blanco c des mus de pedras.
Entre os passaros, que povoam este delicioso
vallo, devenios citar um gaio estrellado [garrutus
stelleri), cojo canto estridente faz-so ouvir da
manhaa at note. Eslc passaro ordinariamen-
vollou para a cosa para junlar-.se sua fio-; *acapn para deixar descanear seus companhein
ha que em parte alguma pode descubrir. O de viagem; os Indios generosamente Ihos dera
offcial que a commandav.i linha partido para I lUt, 1'ie necessitavam. Os religiosos desconten-
Harana, abandonando Narvacz e seus rompa- I"3 '"'ll o negro que so portara mal com as 11111-
uheiros. Estes resolver in ento construir bar-1 Hieres do paiz e s cuidara cm eiiriquecer-sc,
cas na esperanza do. chegar Panuco seguindo a resolveram reo imbia-ln; porm como elle sabia
cosa para oeste. Os estribos, as esporas e todos fazer-se entender dessas populaoocs, que ja
os ulencilios de ferro l'oram convertidos em pro
eos e instrumentos cortantes, e arala que os
hespanhocs nao livessem mais quo um carpin-
le acompanha os viajantes que passam |ior junto tero, no espaco de seis semanas conseguirn)
delle, adeja de bosque era bosque e cania con-construir cinco barcas Durante este tenido co-
linuamente como para encantaras horas de ra- meram os cavados n 22deselembro do mesmo
5e,- anuo, Narvaoz embarco-se nao leudo consigo
Eslassolides sao egualmente frcquenladas pe- mais que 212 homens ; os oulros linham mom-
ios restos da antiga irib dos Teguas, que do de cansaco o fonic 011 das fondas rocebido
. j ti tilia percorrido 0 como o* Indios o conlie-
ciain, o padre Marco* decidi manda-lo adian-
to, ordenou-lhe que dos'sc cotila corrento das
descorbertas que Qzesse. Qualro das depois
Estevas expedio para -i superior um mensagei-
ro que contava maravilhas de una grande cida-
imada Cbola, coiihccida boje com o nome
de Zuil.
negociara com os Comancos dos campos e os
mercaderes de Santa-F.
As inleressantes ruinas do amigo Pecos eslao
as queixas sua-situadassobre urna pequea collina perto do rio.
cima das casas arruinadas domina a egreja que
cm forma de cruz ; as duas ior.es da lachada
o os muros exteriores anda estao bem conser-
vados, porm o lempo cada dia dedos lira
algumas pedras. Esta povoaoo era afamada por
nina raca particular de Indios que a habilavam.
Contam-so seu respailo muilas leudas singula-
res. Em seu lempo anligamonte conservavam
una enorme scrpeute. qu.il oll'eruciara victimas
humanas.
Tambem em Pocos conservava-se o fogo sa-
grado acceso por Montezuma ; lodos os annos era
escolhido um hornera para alimentar esse logo
sob pena de morle.
l'm dia que Montezuma se ochava om Pocos,to-
mn urna grande arvora e planlando-a do lopo
para baixo, disse : << quaudo esla arvore dosappa-
recer, raca cstrangeira, reinar sobre meu povo
ea chura deixar de cahir. Depois recommen-
dou aos sacerdotes que velnssem no fogo sagra-
do al a queda da arvore, o que loria lugar
quaudo una multido de homens brancos vie-.-
SGM do Oriente para destruir o poder de seus
oppressoros c que elle ao depois voltaria para
engrandecer seu reino. A trra, enlao, fertili-
sar-se-hia por meio de abundantes orvalhos e o
povo enrquecer-se-hia com os thesouros encer-
rados 110 seio das montanhas.
I)e Poco*, Montezuma dirigio-se para o Mxico
edificando urna multido do cidades. Ahi, di-
zem os Indios, elle viven al achegada dos Ilos-
panhnes, desapparceendo para rollar logo de-
pois, visto romo a pliopln-cia se lem cumplido
at o prsenle. 0 paiz tornou-seseceo, rido e
deserto ; a arvore do Pocos cabio no dia da en-
trada dos Americanos em Sania F e o ultimo
sacordole que volara no fogo sagrado morreu
nessa mesma poca.
Mudos Indios cora cfl'eito esperara com once-
\ -. Euiblamas naluraes que lapclam o solo
forara curiosamente esculpidos e a* paredes co- dado a viuda de Hontezuma e em San Dorain-
berlas de desenlies e pinturas hicroglyphicas.
I.niie os animaos representados o blalo, o ur-
SO, o lr.01, 11 CO o 0 COCl'Odillo, sao OS Iliais fro-
quentes e reconhecidos. Dislingnem-se egual-
menle figuras humanas e eulre oulras a de um
cavalleiro h 'spanhol rom sua serape capa) c seu
sombrero ch ipo] na cabera ; no lodo bem exe-
'. Acsculplurao pintura que recamara o
interior da gruta sao mui numerosas ; as inscrip-
cos emblemticas modernas estao de mistura
gos, povoaoo situada sobren Rio Grande, todas
as manhaas ao nascer do sol, urna viga sobre os
tediados da casa mais alta o com os odios flzos
no horsonte procura ver chegar o divino chefe
que deve dar sgnalde sua redempro.
Pocos osla apenas 'As kilmetros" de Sania F.
O caminho oplimo ainda que passe alravez de
desflladeiros esireitos e gargantas escuras, indo
ter ao Rio Chiquito ou llio de Sania F. Este
pequeo regato um afilente do Rio Grande
coiubatondo os Indios. Depois de urai navega-
cao perigosa os enmpanheiros de Narroez desco-
briram a embocadura do Mississipi 'i 011 3 de
outubro o quasi lodos perecerm poucos das
depois, un* em naufragios,oulros do tome, eos
ltimos massacrados pelos naluraes do paiz.
So Iros homenssobreviveram : Cabeza do Vaca
pairan da barca ; Esteras llorantes, negro arabo,
e Castillo Maldonado. Estes Ires homens chega-
ram ao cabo de oilo anuos ao Mxico depois do
ler nimyess.ido .i p o continente americano les-
de Mississipi al o Ocano Pacifico. Coiilar.uu
suas aventuras, assegurando que linham visto
tribus indias eullivarem o milho o oulras que vi-
viam da caca c da pesca ; que linham ouvido
fallar de grandes cid idos com casas elevadas do
mudo* andaros o situadas na mesma di'
que a indicada pela iiniio*Tcjas.
I). Antonio de Memlonea era ento rice-rei da
Nora-Uespanha ; fez vir sua presenra estes
tres viajantes e communicou as infnrmirjes que
receben Francisco Vasques Coronado,' gcutil-
homem de Salamanca e governador da provincia
do Culiacan. Esto abandonou logo o Mxico o
voltou luda a pressa para sua provincia fira
de preparar-se para a conquista desse paiz.
Culiacan c o nome de una cidade que Nuno de
Gusmo fundn no novo reino da Galicia, quau-
do o cooqiiislou. Est situada 90 kilmetros
oeslo do Mxico.
Segundo Pedro de Caslanheda do Nagera, <]\\'i
fez parle no excrcito de Coronado, havia nesle
paiz tros grandes populachos distinclas : os Ta-
hua, os l'.o as is e os Acaxas. Os Tahua forma-
va m a naca o a mais intelligente e a mais civili-
sada e que primeiro converteu-se ao calholicis-
mo. Antes da conquista estos indios adoravam
0 mensageiro linha o rosto, o peito o bracos
pintados, segundo o coslume de sua tribu, lis-
ie- ludios, 1 han 1 I Pinl 1 los, pelos llcspanhoes,
habilavam nos fronteiras d is 7 ci 11 les q 10 for-
mara o reinado do Cbola ; sen* descendentes, ac-
tualmente chamados Papngos o Pimas, residen)
ainda no raesra 1 paiz qu estonde desde o
valle de Saula-Cruz al o no i.ila. Cbola, a pri-
meira las 7 cida les e capital lo rcin 1 dosle 11 1-
nie, osla situada M dias das de caminho de
Vaeapa. i)s Pintadosiam militas veces Cbola
em que erara cmpiegados cm lavrar a ierra e
davam-lhe em paga Inrquezas e couros curtidos
L'm Indio conloo ,10 padre Marcos que Cbola ora
I nina grande cida le mui populosa,que linha ras
e prae.is om quanlidadc, em alguns quarleires
casas mui vastas, que linham lu andares; os che
losa!ii se rcuniara cm ccrl p icas do anno e
para tratar dos negocios pblicos. Eslas casas li-
nham as portas o fachadas ornadas de Inrquezas.
j Os habitantes linham a pello branca como os Ues-
: panhes, vesliam grandes camisas de algodo q le
iam ateos ps, aboloadas no pescoeo p >r um bo-
ta", i-fechados no lalhe por um cinto coberto do
j lurquezas mui lina* ; por cima dessas carnizas,
i uns traziam excedenlesmantos e oulros couros de
boimui bem i--,ibil!ia lo*.- O mesmo Indio acres-
cenlou : Que exista para sud'csle um reino
chimado Marala, marola, que linha cidades e po-
pulaces considerareis, cujas cusas cgualmcnte
linham muilos andares; que osses povosguer-
rea va ni continuamente o soberano das Zei-
o que na direc;". de sudoeste, sobre u rio
Verde achava-se um oulro_raino chamado Folou-
leac, to povoado quanto rico e cijos habilanles
im-Se COm p.unios linos. Aiinla que 03-
[sas narraooes fossem exageradas, uu c nonos
verdade o lercni sido autigamentc esses paizes
o demonio sob a forma de grandes scrpcnles que mui povoados,abortos de caminhos e scraea los de
creavam com milita venoraoo e as quaes <>tl' cidade-.
estofos o turquezas. Anda que estes
com as antigs 0 al s mais das vezes esculp- reg a magnifica planicie cm cujo sobo eslo es-
das ou pintadas por cima, ce sorle que a-maior palhadas as casas o edificios da capital doNoro-
Iccifrada. Esto musen dos Mxico, cidade singular, que nao nem sel va-
era india, nem americana,
FOILETIM.
BRANCAS,
POR
A i. FB EDO A S .'I..WT.
paite nao pode |*er d
selvagens nao e menos
- -
iuteressante, merecera geni, nem civilisada
hislo- 1
plill
11
Prooiiomi*.
>cira re be 1- --1 polide/ amavcl c
- ; "' a mais til c ,1 11 unos provinciana
as i iludes. .!'. us i cilios coronis do
tas cali o os magistrados .....-
. itavam sentados e jogavara whisl. O'.ivei-
>i. os dous 'i les pua um salao parti-
' 1 > ma 1 "... espadas da 1 la le
', |;-- loJa rssa feriara que convcuien-
' iciiim da cal a quando se quer fumar
(.ii,'1 harulo.
I) 111 cala a laga florentina ?pergun-
I 1 Bi 1 is i dono da casa.
O punho, res| ndeu nogligontcmenle Oli-
do Cellini. qne a rfnzclou do
prop .i" para Francisco 1 ; a lamina do sc-
1 tud /, de Toledo.
ue do Berrau lez .' disse o aJvogado com
.... ijao.
1 [u 1. Essa a laga lem sua
1 um ca\allo ai >l : uu como um
P'
le Loignac racebeu-a de Henrique ll o
rrou-a no pcil 1 do duque de Guise. Veja na
pona essa no la que respeitararn, urna gota
d 1 sangue d 1 Bolafr [Aculilado.l
I m noto de M. de Loignac emigrado cm 1792,
11 sua adaga um boyardo russocujo li-
orreu em i.lichy. Da mo delle que le-
lamiua adiiiravel, cujo segredo Ber-
mudez pedio aos fabricaulcs de Alcpo c de Da-
1.
Perdoe o raioha igorancia, disse o advoga-
do, e diga-me, o que era esse Bermudez ?
Era um alchimisia do Valonea que procu-
rara a p ,lia philosophal no Oriente no anno de
1320. Segundo o uso, deu sua alma ao diabo, e
'o em troca, por intermedio de ura fabri-
le Alepo, a arle de combinar a plantina
.'.oque d s espadas urna tempera
irresistivel. Trouxc esse segredo para o Europa,
com niuitosoutros, e adquiri urna grande repu-
lacao. 'or infolicidade, a Santo Inquisico, ven-
do-o pouco assiduo mesa, por que ns'viagens
c scencias occullas raras vezes aproveitam de-
', b-lo queimar eum grande pompa era Va-
lonea, no anuo 153o da nossa era.
Compre confessar, disse o dvogado, que o
senhor um homem sabio.
[*] Vida o Diario u. 11.
Erara todas ns economias do velho lalinisla
0 a motado da sua bibliotheca, a oulra era um
-liiocreoii/c de Henrique Eslume. O pobre re-
viva de pao e agua como quasi lodos os seus
din
coll
egas, cm comparaco de quera os burros
Procuro fazer com que me perdoem os
midios, replicou Oliveira. (> senhor achara lo-
d 1 1 ssa narrac5o na Historia dos alchimislas.
feiliceirose antros ajenies do diabo nos reinos
d? Valeneaede Arago, pe padre Bunardoy,
in i. Lcgovia, 1640. O nico exemplarquo ha | camellos do deserto d Mesopotamia sao gotes.
em Franca, est na bibliotheca de virellerillc. No mais, alegre e sem cuidados, como se fosse
sob a guara do senhor Kranlz, antigo artillieiro, propietario das uiinas do Polosi. 0.uz agrade-
0 mais rabugento de lodos os homens. i cer-lhc.
Pois quo! entre tantos negocios lem lem-' Toma, dsse-me elle bruscamente, de que
podo ler as historias do padre Bunardoy. ; me podert servir esses rinlo francos? E' muilo
Ol nem sempre estire lo atrapalhado | pouco para gozar, bstanle para eraprehonder.
com 03 negocios como me v ? Quando era en Abrace! leruamenlc o velho latinista c part com
escrcrenlc e 11111 alcaide linha mudo lempo de OS ps no chao para poupar os rneus sapatos.
""'!l- Foi com o Prodromus philosophiuj inslu-
O conselheirode Estado sonio odiando para o randa que o senhor fez fortuna?
sobrinho. Sm, mcus senliorcs, disse Oliveira. I.em-
Como se pode ser escroveiile de alcaide"? re- brem-se do corJociro das UU c urna NoUet. I)e-
plicon Oliveira. Nao o que querem dizer. Ju-I rm-lhe um ped.aco do chumbo. Esse chumbo
ro-lbe*. mcus senhores, quemsso nao haviacul-;servio-lhc para cndircitara rede de um
pa miuha ; eu antes quizera sor duque o p
Largiioi oollieio logo que pode ; mas emlim e
necessario virer, e eu recebia do meu patro lo- le que valia cen mil pocas deTouro, c o cordo-
dos os das urna fatia de pao c nma trincha de eiro lornun-se ura dos mais ricos 'senhores de
,i.i-..-...w-,iiv|fai 1 iiiiiiiu u ieue ue un pesca-
Kir. 1 dor ; o pescador apanhou um ostorjo e deu-o ao
era cordoeiro ; o ostorjo linha engulido um brilhau-
salchiche, que me ajudaram niaravilhosamenle
a supportar a vida. Eulre duas inlimacoes, cu
ia Bibliotheca e ao Musen-. Admirava'a Venus
de Mediis, lo frgil c delicada, c olhava com
admiracao pira Venus de
Bagdad. E' a miuha historia. Em quince dias
gaslei os meus viole francos, e achei-me s com
o meu Campanella, sera trabalho e sem asvlo.
No dcimo sexto da
reciara
homens fossem dados "ao peccado contra a nalu-
ro/a, ellos celebraran) grandes testas em honra
das iiiulheres quo volavam-se ao celibato.
11* Pacasas eram mais barbaros; coiniain car-
ne humana, ou casaram-so com muilas rnulhe-
res e mesmo com suas irins e adoravam pedras
esculpidas ou pintadas.
Os Acaxas eram cgualmcnte antrapophagos,
caca vara os homens como animaes e eslabele-
ciam suas povoacoes sobre penedios escarpados,
separados uns do* oulros por barrancos inlransi-
lav es.
Coronado linha Irazido comsigo o negro Esle-
vas e Iros franciscanos, dos quaes limera o padre
Marcos de Nica, que acompanhara ao Per por
torra I). Pedro de Alrarado. Logo que o gover-
Depois de ler descaneado, o padre Marcos poz-se
om oslado dejuular-se a seu negro, acorapanha-
do dos Pintados que Ihe serviara de guias e par-
lio de Vaeapa no dia seguintc ao da pasenoa.
Por luda a parlo foi recebido com a mesma ancia
c a mesma cordialidade; por toda a parte da-
ram-lhe lurquezas, couros curtidos, coclhos, co-
dornizes, caen, milho e legumes.
A' .1 de maio elle 1 ntrou 110 ultimo deserto quo
o separara de Cbola. 1'oii.lu parado 11111 instan-
te para janlar era urna bordado, vio correr um
dos eompanheiros de Esteras todo coberlo desuor.
caliindo de cansaco e tremendo de uido, .po
Ihe disse ler sido aprisionado,'depois raorlo, as-
sn; como minios d is lu lios que o acompr.nha-
vam. Esla noticia laneou a conslernaco no raeio
nador ciiogou Culiacan mandou o padre Mar- da comitiva do padre M ireoso sobreludoentre os
eos para
prenles e amigos das
religioso de ser a causa dessa desgraca e resol-
veram mala-lo. Porm felizmente escepou des-
se perigo e voltou Culiacan, onde informou o
governador de tudoquanlo s passra durante a
sua expedico.
Animado polas narracoos do padre Marcos e es-
perando de.-o obrir novas torras, o capito-genoral
.asqu.s Coronado, organisou na Nova-IIespanha
um peqiiono exercilo que se reuni cm Com pos-
leda, e, no da soguinte no da paschoa de 1510,
pos-fe frente de sua tropa, compnsta de 150
caralleiros, 200 arbalardcirs ou archeitos c &l'0
ludios. Chegando Culiacan o oxercito parott
p ira desiancar. Ao cabo de 15 das Coronado
l 111011 a oiantera acompanhado de 50 ravallei-
ros, alguns infantes e dos seus molhorts amigos.
!> commaijdo do resto da Iropa foi confiado I).
Trislo d'Arellano, com ordem de partir de-
pois e seguir o caminho do canito-gencial.
depois de um mez de fadigas c priractaes de
toda a casia, Vasques Coronado chegou Cb-
chillicale ; esto, nome, que quer dizer cidade
vermelha, foi dado a essa lucalidade, poique ahi
se achaca pma grande casa d'.-ssa cor, habitada
por una dopulacao rinda de Cbola, onde come-
r o ultimo desorto. Nesle lugar os Hespanhocs
perdoram rauitos cavados o mesmo alguns ho-
mens, portada de alimento ; comludo animados
por seu chefe, continuaran] a marcha, e duas se-
manas depois de ter deixado a Chichilljcale, nao
estaram mais que 'S kilmetros de Cbola.
Avistaram pola primeira vez os naluraes desse
reino, ellos porm fugiram, cspalhando o alar-
ma em todo o paiz, por meio de grandes foguei-
ras que accendiam sobre as altas montanhas,
como o mesmo que ainda se pralica entre as tri-
bus do Novo-Mexico.
Xo dia soguinte Coronado estara vista de C-
bola ; os habitantes da provincia ahi se acharara
reunidos eesperavam os Hespanhocs p Orine.
Bem longe de aeccitarem as proposiedes do
paz quo Ibes foram ledas, ameacaram os" inter-
preies de mata-Ios. E.iio os Hespanhes atla-
cnam os indios com impetuosidad!- ao grito de
San-Yiago I e apezar de urna resistencia rigo-
rosa. Coronado eiitrou vencedor nos muros de
Cbola.
VI
Tomada do Cbola.O Tiguex.Conquista do No-
vo-Mexico. ftevollas indias. Valle do rio
Grande.Geographia do Novo-Mexico.
Os indgenas no combate so serriajn de flecha*
e podras que lancavam com muda dextreza. Du-
rante o assalto, o general hcspanhol, derrubado
por orna enorme podra que Ihe foi lancada, teria
sido raorlo a nao ser 1 forra do sua armadura e
a dcdieaoo de seus amigos, Garca Lopes do
Crdenas e Hernando d'Alvarado.que llicfzeram
ura baluarte de seus corpo.*, emqu.mlo o le-
vanlavam. Coronado nao achou na cidade nem
vclhos, ora rnulheres e meninos de menos
de 15 anuos. Os sitiados os linham feilo trans-
11 s iiionianlias,antes do principio da accao.
A descripcao quo elle faz.'em seu relatorio ao
imperador Carlos V, do paiz, clima, habitantes,
- co-lumes e usos, assemelha-se mudo ao
[ue anda boje se observa entre os Zunis e em
sua provincia, lieralmcntc quando se esluda
silenciosamente os escriptos dos missionarios
o dos oulros Hespanhocs do J.VI o XVII seculos,
mandados pelos xce-rcis da Nova-IIespanha
dcscobcrla de paizes longinquos, nola-se sercm
exactas as informaces desses escriptores, ainda
que as mais das vezes incompletas e exageradas.
O resto do oxercito que (irra em Culiacan,
poz-so om marcha no lempo marrado para jun-
ta r-se seu general era chefe- Todos marcha-
vara p, com a lauca ao hombro carregando vi-
veres. Depois de inauditas fadigas chegou ao
valle de San-Miguel entre os Corazones ; mas
como o milho anda nao eslava maduro e os sol-
dados morriam de fome, I). Trislo d'Arellano,
sen commandanle, mudou de caminho e dirigiu-
*e a um valle chamado pelos Hespanhocs Seo-
ra, nome que foi mudado em Sonora. O valle
de Saya, em que o exercilo fundn nesla poca
1 cida lo de San-IIyeronimo, esi 160 kilmetros
mais distante que o do Sonora. Estes dous val-
le* eram povoados por Indios cultivadores, quo,
linham a mesma liugua, costuraos, usos e rcli-
gio. As rnulheres pintaran) o queixo c a cir-
riiuiferonea dos odios ; os homens embebeda-
vara-se cpra vinho feilo da pitahaya que em
inda a parle cresce abundantemente ; domesti-
cavain aguas, como o fazem anda algumas Irib*
do Novo-Mexico.
Chegados .1 sierra Mogoyou, os Hespanhes
perdoram rauitos de seus companheiros em vir-
lude das privaeoes e diinculdades da marcha.
Durante csle trajelo o exercilo linha passado
mudos ros que vo desembocar no golfo Cali-
fornio o em cujas margens acharara numerosa*
tribus indgenas cultivando milho, feijo, meldes
e aboboras de grossura tal que um homem linha
dilli.-tildado cm mover, depois de urna longa
marcha, a tropa drigo-se para noroeste e pouco
depois jiiutou-se 0111 Cbola a seu general em
chele. Uracas a osle reforeo, Coronado poz como
um de ver proseguir cm suas conquistas ; man-
dou seu lugarlenle Alvarado para apoderar-
se da provincia de Tiguez sobre o Rio-Grande.
Esla provincia foi submellida depois de 50 dias
de resistencia. Continha 12 cidades govornadas
por u 111 conselho de anciocs. As casa* tons-
truiara-so em commum, as rnulheres laziam a
argamassa, levanlavam as paredes, o os homens
carregavai a madeira e preparavam os vigamen-
tos. Erabaixo das casas ou dos pateos hariam
estufas subterrneas calcadas com grandes po-
dras polidas. No centro havia ura fogo acceso,
sobre o qual do lempos lempos lancavam um
pnnliado de lomilho, o que bastara para ahi con-
servar um grande calor, de modo a gozar-se do
urna temperatura do banho de vapor. Os ho-
mens passavara urna grande parte do lempo nes-
gas estufas ; as rnulheres s podiara entrar para
levar alimentos a seus maridosou aos seus lidio.*.
victimas ; acDiisaram o
(Contina. >
rrrniwi
sentar um vaiideville o exclamei como Corre-
gi.Eu tambem son pintor I Seis mozos depois,
os meus vaudevillcs contavam-se s ductas, o s
duzias tambem os meus triumphos. Com vinlo
francos e cincoenla cntimos por cada represen-
laco, o Ihealro nao se arruinava o eu comeoava
>i fazer fortuna. Nao tire menos de Irinla ou qua-
renla ri'presenlar;es. Eu linha adiado a recita do | murcio do
vaudeville. Os senhores a couhecem, nao as- ( Lamartine
sm
Elle gosta degabar-so. Os lilhu.. da fortuna
de oulr'ora occullavam a sua origcm como o Ni-
lo occulla a sua naseenca. Os de boje poriam de
bom grado cm suas armas os chiliellos que lem
remendado Tudo vadade, como diz Saloman.
V. domis, Oliveira nao se gaba muilo. Escrcveu
para joniacs, leve negocio do banco, fez 0 com-
courosdo Piala o das UedilarOes de
emfim foz fortuna, c juro-te que ga-
iibou bom os seus midios. All vera
Conhecemos, disse o ronselheiro do Estado, sella Rila cora duas chicaras de cha
mas estimaremos muilo sabc-lo de um meslro
{Parle.
Meu Dos I replicn modeslamenle Olivei-
ra, nao mais dillicl do que fazer charape do
groselha. Esonao vejara : lim homem pc o seu
paleto! sobre una mesa e sabe ; cliega outro que
o domno da casa e casado. Esse palelol da-lhe
que pensar. Eis-ahi, diz elle naturalmente, um
madcmoi-
V a 11103 a o
comprador de alfarrabos, velhtnho anda forte, um cachimbo turca guarnecido de prata cnzela-
.0..,'a.n7'.,.)0,"lu'10, lam'os pcquwtW e aperlados,; di, que linha pcrttncido ao finado Baraiclaro
derinham qual
e
pesca-
elol, o marido, a mulher, a criada, o escrcven-
te, so o marido procurador, entrara, saliera,
crii/am-se, cxpiioani-se, brigam, empurram-sc
durante um, dous ou tres icios, !s vonlade do
aulhor. Alguns vo at cinco acto?, mas nma
lemoridade que rrra voz tom bom xito. Ajuntc-
Ihe coplas, carolas o calembours c cxlirpe cuid.i-
. andava eu em jejum pelos! liosamente lodo o vestigio de bom sonso, e lera
MilOque lodos lu- caes, toteando lodos os alfa rrabios c meditando un excedente vaidovide. Nesse ollicio ajunlo
1 geni admirare que nao passa df urna mulher al- com os olhos a profundesa do Sena. Folheando depressa urna decena do mil fiamos e mandei
1.1 minio mal proporcionada hu lia Wmrk.M-' o soprando nos dedos, reparn om ram um '. ao meu velho professor os seos vinte francos
man em urna Iraducoao e Clanssc llarlouc era '
iiiglrz sem osquecer por isso os livros do bom
Holline a mclaphysica do Lhelling ; cmlim,' testa nieflida para dentro,'muito semclhantc
mandava enigmas para o jornal de Vicelleville. celebre relalo que David deixou de Robcspi-
Adquiri em pouco lempo a repalsco de sabio e erro-
de espirito singular, incapaz de azor fortuna lias | O que voc lem ahi embaixo do brarn, um
ctaces, notificaedeseintimaees. Deitaram-mc Campanella ; nao? disse elle com ar de'c'obica.
para (ora e assim perd o pao e d salchichao. Na' Sira, senhor, o Prodromusphilosopliioi is-
mesina note recebi a maldlcao de meu pai e a tauranda; lvro raro, edicao princeps.__Oh
ordem de alistar-me 00 exercto francez. Eu ti-! menos raro do que voc pensa, me disse elle,
riba enlao decoito annos, recurso nenhum e um Logo porislo, couheci eu ura comprador e puz-
nie de alcalea. Isso vale bem trinta sidos,
coutinuou elle metiendo a mao no bolso.
Trnla sidos pois nao disse eu rindo com
1 moxilla cora resigna- desprezo, urna edicao princeps Trinta francos
se quizer, e nao fallemos mais nisso.Levantei
os hombros c ingi que 1110 ia embora.
O meu lvro nao para vender. Ello agarrou?
me no braco c disse-nu- cora ar supplicanle.
urna phantasia ruinosa, mas emfim urna plian-
tasia, aqu osto os Irinta francos, deixe-mc o li-
vro. Dci-lho o Prodromus. Bom I disse cu,
tenho rom que virer tres semanas. Elle virou-se
estupefacto. Como era o seu ullimo recurso, e
soube arrnucar-me Irinla francos Mancebo, ro-
c lera o genio do commercio, fique coraigo, eu
o formaroi, e s me deixar para ser millonario.
Acoilei. O'velhinho nao nienlia. l'.m pouco lem-
po, conhec lodosos segredos do olicio e come-
coi a sonhar oulros destinos. Una rez, vi repre-
salao. O momenio favoravel para entrares cm
materia efazeres a la corte. Vai o s3 feliz; a
miuha grao-cruz e a la pasta eslo as las
raaos.
III
Margarida Oliveira, loura, de olhos de saphy-
ra, a quem as amigas de collegio chamavam It-
palclol que do amante de nimba mulher. Opa- | la, linha toda a graca e siniplicida.le que s se
nos dous polos da civilisaco, onlreas sel-
apelilc feroz. O quo loria feilo qualqucr dos se-
nhores no meu caso ?
Eu Icria obedecido, disse o conselheiro de
Estado, c carrogaria
rao.
E o senhor ?
- Nao sel, respondeu Brancas ; talvez procu-
rasso plantar couvus.
V-se bem que nenhum des senhores esle-
ve exposlo a esse infortunio. Eu que condeca,
o meu genio; ser operario ou soldado para mim,
era a mortc. Um velho professor do lalim, cora
quem eu nha decifrado Tilo Cirio, deu-me vio-
le francos e o Prodromus philosophia instau-
rando^, de Campanella, que era o seu aulor fa-
vorito. Munido desses dous viticos, enlrei cm
Pars no dia 8 de dezembro de 1819.
Fo um magnfico prsenle, disse rindo o
conselheiro de Estado.
achara
vagens de Olaili e em alguns salos de Pars. Al-
la, bem foila-, risoilha, cheia de docura e de en-
cantos, muito instruida para compreditdcr era
caso do necessidade, para fallar de tu,lo sem af-
foclacao, agradav a iodos e nao se inrpunha a
ninguem. Sua alma era lmpida o sem mysle-
rios como o sen olliir Talvez nao fosse proprta
para as grandes paixocs, ou como diz Chateau-
briand, nao linha sitio raothada pela chura das
grandes tempestades do coraco.
Rila ofloreceu chao conselheiro d'Esldo que
aceitn. 0 adrogado fez um geslo do recusa.
Maderaoisellc, disse elle, agradeco, nao ges-
to do cha.
Isso uo razao, senhor, disse ella. Quem
que gosta de cha .'
Ninguem ; porque nao cnnlo duzontos >u Ire-
por palriolis-
que o be be 111
gro-vzir da Sublime-Porta,
foi a resposta do bom homem.
Rocusou ?
Nao. (icon com a cachimbo do gro-vizir
rcenviou os viole francos com esla resposta :
Meu charo lillio. Esses unto francos nao po-1 zontos mil Chin? porque o bebem
dem mais pertencer nem mim que l'os de, 1110, e Irinla inilhoes de Inglezes
nem ti que j nao precisas mais driles. D-os por liiinin. urna tisana das mais mediocres, po-
ao primeiro pobre diabo que encontrares, rom a rra aceita polos homens de bem. 1'.' necessario
condico de quo os dar a outro e osle a um ler-; seguir-so o excmplo geral Tome, senhor, tome
cciro, logo que se vir livre de vexames. Por esse 1 e beba !
meio seremos ambos bemfeilores dahumanida-! Durante CSSO lempo, o conselheiro do Estado
do, por barato proco, al o fin dos seclos, retirou-se, sob pretexto de ir ver o whist e os
Adcos, eslimarci que passes bem, nao fazo raudos I dous mancebos Bcaram quasi sos c um lano ve-
vaudcvillcs porque nao sempre sao fazer rir o xadosorn um canto do salao.
publico; nao te enriquecas muito depressa, c so i Madomoiselle, disso o advogado foleando
achares algumas pitadas de bom fumo d'Argos um albura, lera aqui mui lindas paysagcns. Que
para encher o cachimbo do senhor Baraictar, nao
osquecas o leu velho amigo.
Nesse momento um criado approximou-so do
Oliveira o dsse-lhe algumas patarras em voz
baixa
Oliveira sabio.
Ento O que pensas do leu fuluro sogro ?
disse o conselheiro d'Esldo.
Que cus charutos sao excedentes, disse o;
advogado, mas que a sua disloria um lano
comprida.
que vao
nunca lho
largo rio e oslo que corre eulre duas cadeas de
montanhas escarpadasf E' urna vista da Allema-
nha ou da Siissa
Islo, senhor"? una vista do Dolcware quer
visilei o anuo passado cora meu pai. F.slasmon-
taohassao os Albghmesso essa ponte que se en-
terra no rio sob o peso de ura com boy de cami-
nho de forro, nina ponto do Pensylvanian llail
lload, i quem acontecen isso quando iamos de
Philadelpliia Pllsbourgo. Este vapor quo o Sr.
vfl um pouco nnis longe periclite ao cousliuclor
da ponto ; serve para pescar os Irens
agua e segundo dizem os vizinhos,
falla oceupaco.
V. Eic. esleve enlao nos Estados-Unidos?
lisso o adrogado admirado.
Sira, senhor, e no Canad. Bem sei que isso
nao osla lias regras e que meu pai me poderia
levar Italia ou Sussacomo lodas as meninas
que sahomdo collegio; mas ento para qne n-
commodarjse a gente? Para ver sitios que todo*
COnhecem, cslalagens que lodos descrrvem, ria-
janlt.'s que era toda a parle se encontrara 1 vale
mais ficar-se em Pars. Meu pai comprehendeu o
bem elevon-me logo catarata do Nigara, que
a mais bella cousada criaoao...
IV
Seflexo inesperada.
A principio eu linha pensado em contar pala-
cra por palavra ,1 conversarn de Rila c do ad-
vogado. esperando que servirla de modelo aos
mancebos dos dous sexos que se quzessem pren-
der nos doces laeos do bymineu ; j o meu plano
estar feite, e o meu hroe, como se deve espe-
rar, sij teria pronunciado discursos graves, sen-
satos, espirituosos, philosophicos, inoraos, hai-
montosos o doces, laesquaos roctam nos roman-
eos inglezes high Ufe com voz grave e melodiosa
esse* lidalsos, cujas suissas espessas c bom es-
coradas, estatura perpendicular e grecasinirai-
laveis fazem as delicias do povo parisiense mas
temi o acaso feilo cahir as mnhas mos una
cariado mademoisello Rila Oliveira madomoi-
selle Claudia Ronsorgonl, na qual o mesmo os-
sumpto 6 tratado cora grande suporioridade, jul-
guci dever deixar palavra mademoisello Rila,
melhor juiz do que cu, sem contradico, das gra-
cas c da cloquencia do seu noivo. F.i's a cario.' ou
anles o post scriplam.
Rita Ciaudia.
10 do maio.
/'. S.
Grande novidade. Vo casar-rao. trio, islo
, meu pai. Sendo a mulher, segundo dizem o
poetas, a obra prima da criaeo, como miuha
querida, que todo o bom pai do familia nao lem
outro cuidado seno ver-se livre da dita obra pri-
ma em favor do primeiro sujeito que apparece ?
Por acaso, zombarfto de nos os pocias ? Respon-
de a isto.subtil philosopha. Olha, eu eslou mui-
lo hurailhada.
(Tonltnuar-se-na.
l'EKN.- m. DE U. F. WL FAM4.8S&"
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