Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:08938

Full Text
AUNO IIITI. HOMERO 12.
Por tres mezcs ada Por tres mezcs Yene!*"* 6SQ00.
SEGUNDA FEIRA 16 DE JANEIRO DE 1860.
Foi anuo adiantado 1O$0O0.
Porte franco para o subscriptor.
ENCARREGADOS DA SBSCRIPCAO DO NORTE.
Pnraliiba, o Sr. JooRodolpho Gomes; Natal,
o Sr. Antonio Marques da Silva ; Aracaty, o Sr.A.
de Lemos Braga; Cear, o Sr. J. Jos do Oliveira
Maranho, o Sr. Manoel Jos Martina Ribeiro
Cumar's; Piauhy, o Sr. Joo Fernandes de
Muraos Jnior; Para, o Sr. Justino J. nouius;
Amaznnas.n Sr. Jernnvmn da Costa.
l'AtvtiUA im.i tuimtiua.
Olinda todos os das as 1/2 horas dodia.
Iguarass, Goianna c Parahiba as segundas e
sextas feiros.
S. Anlao, Bezorros, Bonito, Caruar, Allinhoe
Garanhuns nas ten;as miras.
P.io d'Alho, Nazareth, Limoeiro, Brejo, Pes-
queira, Ingazeira, Plores, Villa Bella, Boa-Vista,
uricury c Ex nas qinrtas-feiras.
Cabo, Serinliom, Ro Formse, Una, Bnrrciros,
Agua Frota, Pimcnleias o Natal quintas fciras.
[lodosos curroios parlera as 10 lunas da manhaa )
AUDIENCIAS DOS TRIBNAES DA CAPITAL
Tribunal do commercio: segundas e quintas.
Relaro : trras feiras e sabbados.
Fazenda: tenas, quintas c sabbados as 10horas.
Juizo do commercio: quintas ao meiodia.
Dito de orphos: Ierras e sextas as 10 horas.
Primeira varadocivel: tercas e sextas ao racio da
Segunda vara do civel: quartas c sabbados, 3o
moio dia.
EI'HEAIEKIDI-^ IK, MZ DE JANEIRO.
1 Quarto crsmente as 8 horas e 28 minutos da
manhaa. ,'
8 La chata a \ \t0Ta e 3 minut08 a inrde.
lo Orarlo rainguaute as 4 horas e 3S minutos da
Btanhia.
i'.ua nova as 9 horas c 27 minutos da tarde
' (Juarto creso, as 2 horas e51 min. da manhaa.
PREAMAR DE HO.IE.
Primeiro as 11 horas e 42 minutos da manhaa.
Segundo as 12 horas e 6 minutos da tarde.
EXTERIOR.
DA DIPLOMACIA VENEZIANA.
Jlolaers dos embaixadores de Veneza com as
eortePsIrangeiras.
I.
\
Grandeza da diplomacia veneziana.Curiosi-
dad.- de seus monumentos oscriplos.Relozioni
,111 rclalorius dos embaixadores 00 regressar de
snas misscs Fim da primara paito d'este Ira-
balho.
U ponto o mais civisado do mundo, na meia
dade, c ; t o motado do seclo XV, nao foi neni
Taris, 11 'tu liorna, e anda menos Bysanciu e Lon-
dres ; fui Veneza. A Corma engenhosa de seu go
verno, o podar e a grandeza de seu commercio,
nsqualidudes e os recursos de su a industria ob-
liveraro-Ihe desdo ento um renomo de civilisa-
e riqi /i, que tova a roga a mais ampia e a
menos contestada. Todas as chronicas estrangei-
ras, e especialmente as nossas, desde as inge-
nuas narr-icoes do crusado Wilteehadouin at s
mais elevadas do diplmala Philippe* de Comy-
nes, leslil rain principalmente a torca o a pru-
dencia d'esla repblica, cuja poltica foi durante
tantos seclos de una actividad lo fecunda.
Quanto ei ganaram-sc, e illudira 11-se depois
respoito d > gorerno d'cste paiz ? A historia que j
neje se moslra infaligavcl na invesligaco da ver-1
dade, evo incumbir-so da reparacao de lanos i
oros, e do aniquilamento de lanos preconceitos.
Desde o mciado do seculo XVII, nao lem ha-
vido estado menos patonteado* em sua verdadeira
clareza, e tao mal comprehondido como o de V'e-
neza. 0 odio c a cubica que tinha inspirado Hes-
paniia, as lulas veheinenles e atrevidas, que sos-
levo contri Huma, deram lu|*ar, n'uma poca, A
centenas de pamphlelos, que com seus arrogan-
tes modos philosophiros, nao foram, na realida-
de, mais que amalgamas de inlerprelaces men-
tirosas, e de exageraces irrisorias. O romaneo
que, ilis, nao tern necessidade do attender de
multo perlo, aulhentitidade da historia, c &
precisao das fados, apoderou-se depois do que
OS pamphlelos tiuha parecido dizer de bem fun-
dado.
Fomentadas e endeudas entao per esses di-
1-i i agentes da opiir.au, ns imaginacoes sub-
levaramcontra esse paiz, & poni de sao repre-
sentaren) como o paraizo do cnme, da juslira da
violencia, c da airocidadc. Osbliu.iram-SC cm s
rar nos magistrados de seu conselho assas-
sinos victoriosos, e congregados para fulminar
arbitrariamente, c quasi sem outn motivo alm
de seu capricho, ordens das quaes o puuh.il e o
veneno eramos nicos execulores. Smente con-
siderando a extrema superficie das colisas, ajui-
zou-so, por sua simples designarlo, do inslitui-
J, que f iran lalvez nao smenle uteis, mas,
airei mesmo, necessarias, e nao invcsiigoii-sc,
na evidencia e enumeraco dos servicos presla-
dos as razoes de ser que podiam e deviam ler.
Compellindo pelo contrario o espirit de pa lido
sua mai.s dp.'oa] oxpreasio, fo\pnrom de s
n are 1 i seu t ir essas mesmas irsiituices nos
^i:>- dias de seus abusos : o que i: o requinte da
ni fe D'a 11 a cxplicaeo d'esses llvros de intui- j
los mesqui ihos, e de ctijos auloresde todo o m-
rito consiste em saber mentir com algum espiri-
1. Ueste jaez a historiado govoino de Veneza
por esse mediocre embaixador Araelot de llous-
s lye, que nao achou, para [azor esquecer sua
triste missiio jnelo aos Venezianos, oulro meio
mais nobre do que escrever con lia ellos dous vo-
luntes aos quaes, a pozar da pompa de seu titu-
I noconvem dar mais ere Jilo do que urna
mullidaodfl atligos de gize.la insignificante, cujo
I smenle prejudcar c deshonrar. Iloje
sejamos mais justos, mas justos sem recorrer,
para as exigencias da causa, essas especies de
apologas cmphaticas, que, longo ce seren mcios
seguros de defeza, se lornam armas mais com-
ihodas nas maos dos adversarios.
Em lugar de fazer un acto de reparaco, pelo
contrario mostrar-se pueril. Altn d'isso o opte-
mismo na historia de cousas tao transadas nao
seria j.i riJ culo por isso mesraoque seria intil I
Nao queremos inllammar-nos com esses enthu-
siasmos que nos Qzessem linear mao da penna
com o cavalleiro protector di Tnesto-Figura lan-
eava mao da espada. Esclarecer os fados obscu-
recidos, panetrar em um terreno incompletamen-
te res olvido, haurir em Coates esquecidas, algu-
mas mesmo desconhecidas.cis o que nos anima
lambem pr Veneza mudas vezes em secna era
nossos escriplos. Adiamos chiu do allracttvos o
Je interesse o esludo de um estado que formou-
n um espirito de aclividade fecundo em sor-
: 1 1 is, c que submetteu ao voto dos seus, na au-
rora mesmu de sua formaco, o va or e o poder,
de seus estatutos, de seus "decretos e de suas leis.
Nao antis de indo, pela intelligeneia, o vi-
gor de su is nsliluiedes que um pa /. se torna 1110-
rci lor da admiracSo da posleridado ? O gorer-
no de Veneza para quem considera suas molas e
Cunerdes, admira pela maravlhosa sagacidade de
espirito que revela. Veneza polittcie administra-
tiva c real nenie admitavel .pela minuciosidado
de desvelos com que cerca certas de suas inslitui-
, e na vanguarda, como pod ;ndo obtcr-lhe
o mais vivo, e .dniiravel relevo do gloria e ha-
bidade, eucolloco a instituico de sua diplo-
macia.
Na organisac3o govcrnamenla' tao singular
d'cste amigo estado, o exame do seu poder di-
plomtico offerece um dos mais curiosos, o ma-
sas quadros que pormitlido ao mundo po-
ltico observar e admirar. Foi n'esle hoiisontc que
en quiz ptucurar Veneza c considera-la.
Os coslumes excepcionaos que do faci creou
para a honra ediguidade de sua diplomacia, e
que prescrevcu-lhe como deveres, as allencoes
iiinuclosas ciucessantcs que leve por torna-la
influente, coosidcravel e considerada, poderosa
e consultada, activa e perspicaez junto a todas
as COttes europeas nos manifestan urna Veneza
pouco corhecida, e que eu ambiciono fazer co-
nhocer. Nao foi por essa diplomicia tao sabia-
mente, entendida, formada corgusada que Ve-
neza tevo occasioes [requemes de assombrar A
V. \ opa ?
Alm d'isso este vivaz inslrumenlo de polilira
lornoii-SP rpidamente celebre. Bello c grande
estudo, seductor e animado, c de nenhum modo
exclusivo porquo estende-se, desde o rclrato a
<;abado completo, c vivo dos persanagens que en-
conlra, al asconsideragoes as mais elevadas dos
negocios que lhe dizem respoito. Tenho materia
para prolonga-lo por espaco de muilos annos,
porquo niuito aproveilci noseio mesmo das gran-
des ruinas do Veneza, no coracaa de suas provas
escripias, para poder explanar'os assumplos os
mais variados.
; pela evidencia da perfeicao que o senado
venezlano levou a sciencia do coiiselho que nes-
tc trabal 10, e nosque se seguirem com diverso
titulo, esforcar-me hei por fazer Iransparecer o
vigor iilelligente, e por consequencia interes-
sante, dessa repblica tantas vezes complicada
nos mesiios negocios de nossa Franca, onde nao
iu di ser representada desde o rei l.uiz XI
por homens, dos quaes mais de um Coi da gran-
de escola poltica ; dos quaes un, enlro outros,
conquistoo de tal sorle o espirito de Richelicu,
que este mestre dos negocios du seu lempo, pe-
d|0 ao govprno voneziano quo o mantivesse co-
mo embaixador na crtrte, lauto lhe era de utili-
zado e boin conselho.
1 I,ra misler possuir qualidades muilo ex-
troordintirias, diz Wicquefort, para poder ad-
quirir nesle cargo nao somente a eslima co-
mo at a confidencia de um ministro que nao
era muilo prodigo nem de urna nem de oulra, A
pernio de com mmico r-lhe os Lpgocios os mais
Longos osforcos
111 ais de urna vez <
secretos e empregur sua pessoa em corles es-1
Irangeiras em servico do rei.
Vicquefort, que tanto osprevpu sobre a diplo-
macia, falla largamente sobre a diplomacia, al- '
la largamente sobre Vene/.i diplmala.
Por muilo tempo, de fe o, ella leve voz junto !
nos principes os mais poderosos, e para sen pro- j
prio interesse; en; jncio al de circunstancias |
que pareciara desesperadas fez niaravilhas. De
que modo c porque meio subtrahio-sc as garras
da Enrona colligada contra ella cm Cambrai?
Dillicilinenle se contarla muilos {rindes Ira- '
lados, al o do Woslphalia, nos quaes nao tires- '
se tomado parle.
Foi entre o lim do 12 e o melado do 17" se- !
culo que os Castos da diplomacia veneziana en-
contraran! seu posto e o necuparam esplndi-
damente. Durante'este vasto perodo, que ac-
lividade primeiro 110 Oriente, e depois no Occi-
dente !
; lula? numerosas; a patria
111 perigo ; algumas vezes re-
vezos em consequencia de erros ; mas lambem
em coinpensacao, buanloa Inumphog, c quan-
los salvamentos deudos a essa habilidade, p i
esse saber obrar nos consdhos c nas discos-
soes E islo, tanlo lempo antes que as outras
nacoes se podessem dizer suas rvaes cm laes ,
materias !
Lina penna sabia pude, porlanto, dizer com '
razo en- tima obra rcenle :
Em um lempo cm qup, quasi em loda a
Europa, a admintslraco < ra dcixada anda :
conCusao e anarchia, em que a scienria polti-
ca eslava na infancia, o grande conselho de Ve-
neza tinha ji determinado com regulamcnlos
precisos os deveres daquellcs a quem a rep-
blica elega pata enviar em misso ao exlc-
rior. [I]
Appliquei-mc d ponhecer esses regularapntos,
e assim opiendi o que poderia chamar os cos-
lumes e os usos da diplomacia veneziana.
Preciosos lextos cscriptos foram por ella mi-
nistrados, infinitamente variados, posto que s
pertencam duas grandes divisoes de classtOca-
eo : de 11 m lado, as correspondencias [dispic-
ct!, de oulro, os relalorios, mais geralmente co-
nhecidos com o nomo de relazioni. Sao me-
recedores em ludo da grande curiosidade que se
consagra presentemente todos os documentos
autheulicos peculiares historia do certas -
pocas.
Quando nm embaixador da repblica de Vene-
za tinha pieenehido o lempo determinado de
sua misso junio nina potencia estrangeira, era
de ccslumc apresentar-se 110 senado dentro dos
qunze dias subsequenles i sua volla, para pro-
nunciar .solemnemente o discurso que, sob a de-
nominacao lechnica de reasione, nao era mais
do que um relalono acerca do Estado junto ao
qualseu governo o tinha acreditado.
Antes de sua sabida da sala das SCSS0C3, o
embaixador devia depdr, nas miios do grande
Chaneeller o aulographo de sua relazione; e,
pela diligencia desle magistrado, era mmediata-
nii'iilo coilucnjo nos corlOes da tercia, rcscrT-
dos pira os actos diplomticos.
Este nolavel coslume da diplomacia de Vene-
za s lerminou com a repblica, em 1797 ; c
como Coi misler remontar pelo decurso de mui-
los seculos para encontrar suas fontes, dalii ro-
suliou a eompilacao de urna ordem inleira de
documentos rcspeilo dos Estados do globo cm
que_ linham representantes. Os incendios de
1577, lo desastrosos para algumas. salas da
chancellara, c para o palacio dos doges, irre <-
ravelmenle deslruiram os aulographos os mais
anligos; mas so nao podemos proseguir uossas
investigaces, quer nas bibliolhecas, quer nos
archivos, alm do 1 90, acharemos a reformar
series sufficientes para (presentar una vasta
e magnifica collcccao acerca do 16", 17" c 18
seculos.
Estes documentos curiosos, a cuja intelligen-
eia os embaixadores estrangeiros, residentes em
Veneza, davam gr.mdo valor, ponto de fazerem
dellos objecto de um assento no livro de' suas
dospezas secretas, deram lugar, ha alguna anuos,
publicares italianos consideraveis, que la-
mentamos ver muilo pouco propagadas deste la-
do a quem dos Alpes.
Tardava-nos examina-los particularmente :
queremos apreciar essas colleccocs segundo o
valor de suas paginas c segund o mrito da-
quelles que tiveram a louvavcl iniciativa de da-
las luz.
Por outro lado, grande numero destes precio-
sos lestemunhos de una diplomacia fecunda
Gcaram inditos: os que, ueste numero, dizem
respoito nossa Franca lem maiores direiius a
urna cuidadosa analyso ; e foram estes us que
por mais lempo prenderam nossas vistas c nossa
alten cao.
Assim, mostrar rpidamente a marcha diplo-
mtica de Veneza, iniciar nos expedientes toma-
dos por seu govprno paia inslruir-se do toda a
poltica do exterior ; e entre estes expedientes
expor, em primeiro lugar, o derer que linham
seus embaixadores de pronunciar relazione, llo-
rante o senado congregado ; applicar-nos depois
historia exclusiva desses documentos; mostrar
a variedade do seus proveitos como minas de
conhecimentos e de instrueges acerca dos cos-
lumes polticos da Europa ; investigar os pri-
meiros vestigios de sua nomeada no estraogei-
ro ; acompanhar j>ari passu cada urna das pha-
lim do dcimo
em que deram
ses de sua publicidade desde o
sexto seclo al os dias recentes .
logar vastas emprezas, por em relevo algumas
de suas paginas interessantes, a respoito das cor-
les de Inglaterra n de Roma, 011 sobre principios
taes como o imperador Carlos V, o o rei Philippe
II; cm summa escrever a legenda desses aulo-
graphos : e moslro-los na ordem que devem bo-
je necupar, entre os monumentos uteis histo-
ria, eis o inluito'da priaira parle deste ttaba-
Iho, o qual, se o obtivermos felizmente, far-nos-
ha colhero primeiro Crudo das horas laboriosa-
mente passadas, durante tres annos, sob a saiu-
lar proieccao de Sen-Marcos, padroeiro de Ve-
neza.
II
Primeiros estotros da diplomacia do Veneza.
Origen) das relacin, ou relalorios do seus em-
baixaaores acerca das corles estrangeiras.
O texto originario, n registro civil das relazio-
ni deve remontar ao meiado do dcimo segundo
seculo. O aulographo do decreto que eslabele-
ecu a sua pratica permanecen desconhecido; po-
rm o mais anligo que o modifica e cuja aulhen-
licidade n.io pode ser contestada pertrnce ao au-
no de 1268. Em 1296, appareceu um segundo
decreto mais preciso anda. Um c outro sao os
registros dos naseimetos das rela/.ioni dos
embaixadores de Veneza, acreditados junto s
cortes estrangeiras.
Decidimos, est cscripto no segundo, que
lodos os enviados em embaixadas solemnes pelo
chelo da commum de Veneza sejam obrigadosa
entregar por cscripto, dentro dos quinze dias que
decorrerera depois de sua volla a osla cidade, s
rpspostas que lhe liverem sido dadas durante sua
embaixada, assim como 0 que tiverem cscripto,
c ouvido dizer em honra e prov-ito de Veneza.
A maior parle dos estatutos dilados por urna
tao alta prudencia, para o regulnmento das em-
baixadas, pertence esse periodo do XIII seculo
que vio organisar-sc de urna maneira eslavo! a
poderosa instituico do senado, que se chamara
(\) Os monumentos da diplomacia veneziana,
considerados debaixo do ponto de vista da histo-
ria moderna om geral. e da historia da Blgica
em particular, por M. Gachard, archivista (eral
do reino da Blgica (Memoria opresentada ses-
sito da Academia real, S 7 de marco de 185
entao contiguo i/ci pregadi. l'euelrai iiij Xlll se-
culo da historia de Veneza ; quanlo i curioso o
seu esludo E' a era legislativa de fina repbli-
ca queja poda estribar-so na experiencia. Todas
as magistraturas se conslituiain'ou se consolida-
rain conforme as nocessid;,dps polticas o admi-
nistrativas que se revemvam : cada um dos gran-
des cornos Jo estado va extremar suas altribui-
coes. 2) Espectculo locante o desta aurora do
'.oiier veneziano Pcquenu povo, mas glandes
meios, c intelligeneia vasta, manifestada mi lu-
do o que so fundava e se constitua I Podendo
desde entao laucar suas bases de observa ."m e
icllexao sobre alguna seculos que lhe foram mis-
ler para se elevar, vede a aclividade, a pruden-
cia e o desvelo que a repblica empregou para
lomar forte sua magistratura, por meio de leis
que colleccionadas segundo o seu objecto, forma-
va m, debaixo da dciiouiinapao de capilpiari ou-
tros lanos cdigos especiaos. [3] Nessa poca
fecunda em deliberaecs tao sabias, das quaes
exemplaros contemporneos sao anda conserva-
dos em urna magnifica ntegridade, perlencia ao
Senado, ao consiglio dei pregadi discutir e votar
as medidas as mais importantes lomar, quanlo
repartico dos impostes, s expedices da ma-
rinha mercante, ao armamento dos navios, ao
abastccimcnlo das fortalezas e das piaras; per-
lencia ainda, o especialmente, essa reunio de
homens cncanicidos no servico de sua patria, de-
cidir dos negocios da paz e da guerra, e pronun-
ciar-se sobre as quesloes de economa poltica,
sobre a necessidade e carcter das intssdcs, eni-
lim, sobre a cxpcdip.io dos embaixadores. A'
este ultimo ponto se'prende o objecto deste tra-
balho.
Alm disso muilo lempo antes desto perodo
constitutivo do XIII seclo, os conscihos linham
estatuido sobre a organisae.ao das embaixadas, c
sobre os devores dos embaixadores; a importan-
cia de laes negocios de estado tinha sido bem
comprehendida e recouhecida. Com o Oriente e
com Koma. Veneza tinln aprendido o que podia
fazer, desfazer, ou nao fazer um embaixador.
Alm de que desde que compreheudeu a oxlen-
so e importancia que poderia lomar sua diplo-
macia, em razo das retacos maisou menos fre-
quentes, que se eslabeleciam entre as nacoes,
applicou-so a saneconar, com sua approvacao,
decretos especiaos desuados a serem onlras lan-
as normas de conduela para seus enviados, o ne-
gociadores no exterior.
A que altura nos seculos devenios remontar
para encontrar as ongens diplomticas desse pe-
queo povo de homens diligenlissimos? o espi-
rito engenhoso, muilo sabio e se ni pro activo que
foi o caracterstico peculiar de seu governo, le-
vo occasio de exercitar-sc dous seculos antes
quo o vencedor dos Saxonios, esse imperador
Carlos Magno que as hlalas populares appelli-
darantdc homem relho da barba branca, se ajoe-
Ihi.sse soleiiinei.vi'VcV nos o'of\os da igreja de
Roma, afim de rcccbcr das n> -lo pontilice o
sce do or-j.d." Oriento que
Ven apenas .hora de al-
guns pequeos lagos, trocou pela primeira vez
relaeoes deplomalicas. Oseculosexlo nos legou
seus vestigios, e as chronicas dessas pocas tran-
sadas mencionaram-nas cm termos que nao dei-
xam duvida alguma s investigaces dos histo-
riadores.
No imperio grej?o bizantino, a diplomacia ve-
neziana tentn seus primeiros estoicos, e con-
quislou seus primeiros Inumphos ; na" cidade de
Constantino deu osen primeiro passo. Nos gran-
des eventos da meia idade, nos tratados com os
lilbos de Carlos Magno, nas cruzadas, na guerra
das Investiduras, na liga lombarda, na paz do.
Santo-Imperio, jurada sob as abobadas sagradas
de S. Marcos, e onde nossa Franca tinha seus re-
presentantes, Veneza diplmala leve parle. To-
dos esses eventos que necessilaram de tantas iti-
orveneoes negociadoras foram a escola politice
exierior nm que a repblica sereuissima ames-
Irou-se nessa magnfica experiencia, que foi cha-
mada dar tao altas provas de si nos grandes
embaracos, e nos vastos conflictos dos seculos
XV] e XVII
Procurar nos archivos da anliga chancellara
secreta, tao admiravelmenle arruinados c con-
servados sob as abobadas profundjs do convenio
dos Frani, os registros chamados Pacta ou col-
leccao dos tratados. (4) Exi de suas folhas de
pergaminhu os numerosos ttulos de aclividade
e acrao diplomtica que conservara, desdo o pri-
meiro, com data de 88J, e aprofundando nosso
exame no meiado do seculo XIII reconhecereis
Cacilmente, que ainda depois de execuladas taes
obras, o senado de Veneza podia, mesmo desde
o auno de 1250, aperfeicoar, cora seus decretos,
medidas, das quaes s a escola experimental dos
factos ti 11 ta podido dilar a necessidade. A nao
havercm provas de urna authenlic.idade tao va-
liosa como as dos aulographos que consulten
cerca desse periodo legislativo, nunca so imagi-
naria que em urna poca tao prematura, entro
1238 e 128o, houvossem decretos assignalados
com o cunlio de tal prudencia :
...... Nenhum veneziano poder ir era em-
baixada para um lugar onde tiver possesses.
Nenhum embaixador pode prestar juramen-
to, obrar e tratar sem ter constantemente cm
mira a honra e vanfagem da repblica.
pever enlregar em sua volla os presentes,
que tiver recebido ; nao poder afastar-se um
s dia do seu posto.
Todo o embaixador enviado Roma nao po-
der procurar obier beneficios para particulares.
excepto se tiver sido especialmente incumbido
pelo dugo e seu conselho (5)
Ao mesmo lempo e s mesmas datas perlen-
cem lambem o autographo c a approvacao do
bello decreto que nos inlcressa hoje por lanos
j litlos ; quero fallar do decreto, que com sabios
Idetalhes, confirmou o coslume de pronunciar
i perante o senado a relazione, o discurso sobre
I os negocios tratados, sobre os coslumes c a pol-
tica do paiz para ondea volitado do conselho ti-
vesse enviado; um meio cheio de prudencia
afim de conservar constantemente esclarecidos
os espiritos daquclles que governavara ou erara
chamados a governar, sobre os modos de obrar,
dillerenlcs em tal ou tal naco. Visloquc ja
era coslume, ciim hactenns eral consuetud') ,
diz o decrelo renovador, o qual, segundo me pa-
rece, o dosonvolvimeulo e o eommentario o
mais preciso dos decretos de 12C8 e de 1296.
que sao os primeiros cujo ronledo nos co-
nhecido. Ambos os aulographos fazem-nos fa-
cilmenle recouhecer c cslabelccer as origens das
relazioni dos cnibaixadorcs venezianos, chama-
dos a ler lao grande nomeada nos seculos 16. e
17. ; mas o ultimo mais explcito c mais dc-
monslrativo que os precedentes promulgando a
ordem de que para o futuro os aulographos de
todas as relazioni Cosscm hincados cm registros
especaos, determina a data e "abre o periodo dos
monumentos cscriptos da diplomacia venezisna.
Relataremos porlanto o texto dessa medida lao
(2) Veja-se todos os registros sobre pergami-
nho das deliberazioni del maggion consiglio e das
deliberazioni del senato, nos archivos de Ve-
neza.
(3) dem as collecces mannscriptas sobre a
rubrica Compclarione' delle legi.
(4) Vide a curiosa memoria Inderecada pelo
sabio M. de Mas-I.atric ao ministro de mstrurcio
publica sobre os registros dos archivos de Ve-
neza, chamados Pacta. M. de Mas-I.atric con-
sultou esses archivos para a sua importante e
conscicnciosa obra sobre a Historia da ilha de
Chypre debaixo do reinado dos principes da casa
de Lusignun. (Imprensa imperial 1855.)
(5) Archivos de Veneza. Compilazioni delle
Ceggi. Filz.i, Ambcscintori, oratoria Passim.
noUvel, muilo luipoilaiilu em dala pira ser ape-
nas indicada em um Irabalho do qual o verda-
deiro ponto de parlida-
Enlre as louvaveis insliluicoes que sao per-
lencentes ao governo de nosso oslado, ha nina, q"
sernpre respeilaran nosso- muilo sabios maiores,
dalli supieiUissimi maggiorinoftri sernpre os. vata. ynnido effectuava-se a volta dos minis-
tros, partidos a preencher suas missoes, quer no
interior, quer nu estrangeiro, era coslume que,
para melhor instrueco daquclles, que com o lem-
po podiam cedo ou tarde ser'chamados a gover-
nar-nos, esses ministros prestassem cunta de
seus actos c de suas nogociaces. Esse coslume
offerecia a rantagem de que em medidas neces-
sarias a lomar acerca de tal ou tal naco. os nos-
sos governanles podiam confirmar sabedoria
de suas deliberaces cora o auxilio das observa-
ces, que livesseni ouvido, ministradas por ho-
mens que linham esludado essas regios, e que
deviam ler aprendido a conhecer os seus habi-
tantes.
O uso desses discursos e preslaces de conlas,
fielmente manlevo-sc ; e como semelhanles re-
lalorios as mais das vezes lo importantes, nao
podem em iazo das continuas oceupaces de
nosso governo firar eslaveis no espirito dos 011-
vintes, e assim se perde a lembranca de suas
paiiicularidades, desejamos prevenir semelhanlc
prejuizo, o para remedia-lo,
Decidimos :
Que para o futuro todos os enviados s pro-
vincias, todos os reiteres, syndicos e embaixa-
dores sero obrigados a escrever, com sua pro-
propria mao, depois de as ter pronunciado, is
relazioni, islo a coliecco do suas observa-
ces, assim como os pareceres que julgarcm con-
teniente dar-nos.
Aprescntadas primeiramente aos consclhei-
ros que eslivercm em servico, essas relazioni
sero depois consignadas nos registros do nossa
chancellara secreta. Dous desses registros se-
rn destinados, um fiara as relazioni dos envia-
dos s provincias, o outro para as dos enviados
uu estrangeiro.
Deste mu Jo conservar-se-ha de ti as una
perpetua memoria e sua leitura poder servir
de instrueco para aquellos que sao e sero cha-
mados a goveruar-nos.
Porlanto esto deste modo claramente expos-
las as origens de urna ordem inleira de lextos
histricos muilo dignos de estudar-se. S nos
oceuparemos aqu dos fornecidos pelos enviados
ao estrangeiro, porque estes principalmente
constiluem o que mais cima chamamos os mo-
numentos da diplomacia veneziana elevados pa-
ra honra da poltica e vanlagem da historia. Por
mais pomposa que possu parecer esta qualifica-
cao, nao exagerada : outras pennas mais anti-
gs que a nossa o envclhecidas no habito dos
documentos os mais variados, j a applicaram,
ella pertence de pleno direilo a obras claras, pre-
cisas, eminentemente instructivas, de urna for-
ma multo bella, muilas vezes encantadora, mili-
tas vezes chique-ule. Por mais olvidadas quo al-
gumus.iciiliAin sido, nao salisfazem menos a to-
jo o allractivo quo se deve esperar de um Ira-
balho desuado a extender-se acerca de urna
nago estrangeira, sobre a natureza e estado do
seu commercio, sobre o genero e grandeza de
seos recursos, sobre o etnprego de suas finan-
fas, sobre o numero e disciplina de seus exerci-
los, subi a sabedoria o necessidade de suas leis,
sobre o mrito o inleuces de seus ministros, so-
bro o carcter emfim, "o espirito, os hbitos e as
pessoas de seus prncipes. Tal era, de feito, o
circulo de quesloes que devia comprehender, e
s quaes devia responder todo o embaixador na
relazione q e upresenlav.i. i fcil agora depois
do delalhe destas materias, conceller o papel
que convem a esla ordem de Irabalhos no que
so chama hoje a curiosidade na historia.
111.
Instrucciio e interesse polticos contidos nos
relalorios dos embaixadores venezianos no sena-
do. Processos usados no seculo 10." para escre-
ver-sc urna relazione. Caracteres essenciaes
dos monumentos diplomticos escriplos, uns de-
nominados correspondencias, e outros rclaces
A redeauco das leis vpnezianas estabeleceu
desde o XV seculo, que um euihaixador nao de-
vera permanecer em com misso na mesma cor-
te por mais de dous anuos. No lim do sccnlo
XVI foi coslume conservadlo por tres anuos,
intuito desla medida foi anlepor um obstculo
ao eslabeleciraento de relaeoes muito intimas
entre os personagens dessa corle c o embaixador,
o qual em consequencia de nma loriga residen-
cia junto ao mesmo governo, leria podido, ou
por urna complacencia de que nao livesse sido
senhor, ou por motivos individuaes, seno es-
quecer, ao menos abracar com menos ardor os
interesses de sua patria.
Alm disso, a repblica muilas vezes suspei-
tosa, reeei iva que a prudencia de seus ministros
enconlrasse limites, ora esta sabia, com certeza,
que cm materia de legacao e negociaco poliii-
cas a inipiiidencia lo pergosa quanlo a tnfi-
deldade (l). Durante o decurso desses dous ou
tres annos do legaco, o embaixador doria man-
ler urna correspondencia incessante com o sena-
do, eolligir materia para a relazione, que era
obrigado a escrever antes de sua volla, e pro-
nunciar depois, cm sesso solemne, perante o
mesmo senado, presidido pelo age e a senhoria
ou O ministerio, Essa pratica de relaziona, cu-
ja orgera esbocamos, nao cabio em desuso, e
foi sernpre observado cmquanto subsisliua rep-
blica, Minhas investigaces muito diligentes a
esso respeilo me provara'ra que ha poneos exem-
plos de negligencia citar. A relazione cons-
lilua de lal srte um dever de Estado, o cuida-
do de compo-la era lo geralmente considerado
como um artigo de le do corpo diplomtico ve-
neziano, que mesmo quando um embaixador re-
cebia mandado de passar da legaco de Franca
para a da Hespanha ou de Inglaterra, sem ter de
apresentar-se no intervallo em Veneza, devia
antes de entrar em cxcrcicio cm urna corle no-
va, enviar a seu governo o manuscripto da reto*
sione acerca da corle edo Esladojde que era re-
movido. Na analyse que vou proceder mais
abaixo das relazioni peculiares nossa Franca,
darei mais urna prova da fidelidade e exactidao
desses diplmalas em salisfazer esta obrigaco
essencial do seu cargo.
No mesmo dia em quo um embaixador, de
volla sua patria, pisava em Veneza, lnha co-
mo instrueco apreseutar-so na chancellara, no
palacio ducal, afim de ah consignar a noticia de
sua chegada cm um registro especial, do qual o
grande chaneeller, da repblica era o guarda.
Era nos quinao dias posteriores dala desla
formalidado de apresentaco, que em pleno se-
nado o embaixador devia fazer reiasione. Tal
era a cxpresso techinica.
O que ha de mais nolavel que mesmo a mor
parte dos embaixadores, opprovaram em termos
eloquentes esla obrigaco. que ronstituiam en-
tretanto um dosdfliceis Irabalhos de sua misso.
Mas islo coroava lo perfelamente o resultado
do seus esforcos, fadigas e estudos Ilonveram
poucos que 110 dia da leitura, nao comecassem
pelo elogio solemno de um coslume lo adapta-
do A ministrara uma respeitavcl socedade poli-
tica a inslrucco continua dos negocios relativos
aos paizes estrangeiros, cuja poltica linha mui-
las vpzos do discutir no ponto de vista das rela-
eoes iniernacionaes, e dos interesses r.ommuns.
As vanlageus desse admravel coslume nica-
mente veneziano (legge nos[ra laudalissima) co-
rno dizia Daniel Brbaro em 1552, se revellara
fcilmente. A noco perfeita de lodos ns Esla-
DIAS DA SEMANA.
10 Segunda. S. Marcellop. m.; S. Berordo 111.
17 Terca. S. Anio ab.; s. Leouilla m.
18 Ouarta. S. Frisca v. m. ; S. Liberato m.
19 Quinta. S. Canuto rei ni. ; S. Basiano b.
20 Sexta. S. Sebaslio ni ; S. Fabio p. ni.
21 Sabbado. S. Ignc; m. ; S. Palrocolo m.
22 Domingo. S. Vjecntfi m. S. Anastacio m.
ENCARREGADOSDASUBSCRIPCAO NO S! I..
Alagos, o Sr. Claudim. Pakao Dias; Baha, 9
Sr. JosMartins Alvos; Rio dejan iro.o Sr.
Joo Pereira Uartins.
. EM PERNAMBUCO.
O preprietario do ounto Uanoel Fiucii i d
Paria.na sua livrariapraca da Independencia n.
6 e 8.
(6) l.dc Wicquifurl cuja prudencia tao gran-
de ncslas materias.
dos puiuicus u gloUu e u carcter p.n ticutar os
chores desses Estados era cxposlo assim em urna
forma precisa, O senado inteiro, na vontado du
qual resista a geslo dos negocios estrang
era assim instruido, de tres em I res annos, 1
bre as Coreas, as eondcoes, os recursos, as Cra-
quezas ou as miserias de cada uma das nacoes
iius qiia-s era representado. E>se senado pola
busca eloquenle de seus ministros va nascorem
o crescerem os principes estrangeiros ; aprenda
coiihecc-los, como se livesse sido incumbido
de crea-Ios ecduca-los ; na sala magnifica de
suas sesscs, essa solemne cnngregaeo de por-
porati assislia assim ao espetaeulo das cortes e
dosgovernos mais longiqnos ; porque, dizer a
verdade, essas relazioni conlinuos nao eram
mais do que uma brilhante exposicao de quadros
polticos, era que a arle de bem fallar empresta-
va seus encanlus a sabedoria alim de tornar mais
seductores seu allractivo e interesse. Nicolu
Tiepolo acabava de terminar era 1835, o lempo
de sua legaco junto ao imperador Carlos V ; ti-
nha lelo numerosos prodecessores, porque, des-
de 1515, esso imperador Carlos linha aciivameu-
teoecupado os negocios diste mundo, e Veneza
nao leria querido ser a ultima cm mstruir-se
esse rcspeilo. Tiepolo desde o comeco de sua
relazione de obrigaco, fez alluso vaiilagem
quo havia em escula-lo apezar do numero de
senadores presentes, que sem duvida linham
vindo embaixadores como elle, esse mesmo
senado, fallar desse mesmo imperador Carlos V.
Anles de mim.disse elle ; o nao sem grande
gloria, muilos senadores, uns j morios, outros
presentes, entre os quaes ha alguns que foram
enviados para junio do mesmo principe que aca-
bo de deixar, ampia c brilhanlemnule Callaram
de sua pessoa, dos seus o do seus negocios.tara-
bera quo parecera mesmo dever reslar-me mul-
lo pouca cousa a dizer. Entretanto, nao que eu
pretenda equivale-los ou ullropassa-los, mas
pela razo do que os negocios d"S principes o
dos Estados da lena vo se transformando
diariamente de diversas maneiras, o por isso
mesmo que nao live de negociar com o impera-
dor somonte mas tambera cora o serenissimo rei
sen irmo, e com quasi lodos os principes e lis-
lados da Allemauha, podendo assim a pro ve* lar
cousas novas, tnlciramente dignas de vos serem
relatadas, vira hoje cumplir este dever que me
obriga a fazer a vossas excellentissimas senhorias
a narracao do que, durante os vinle mezcs que
estivo em vosso servico, pude aprender da na-
tureza e carador de um imperador como ainda
nao vio achtiustandade depois do Carlos Magno-
E' assim que ee trecho da relazione do em-
baixador Tiepolo maiiilesla a vanlagem dos dis-
cursos composljs tantas vezes sobre um mesmo
personagem : Perch le cose de principie Stali
umanidi giorno ia giomo si vanno i di ver si
modi imitando ; porque os negocios dos princi-
pas o dos Estados da Ierra se vo transformando
de dia em dia em pbrases dilTerentoa (7
Conhecendo esao detalhes, fcil pois cum-
preliender como nao houve no mundo governo
melhor informado acerca de todas ascoites eu-
ropeas, em qualqner ctrcumslancia ou periodo
que fosse da vida de seus soberanos. No impor-
tante capitulo da analyse das relazioni sobro O
reino de Franca, lomare! porexempo do allrac-
livo desla progresso discriptiva os diversos re-
tratos de Catherina de Mediis e dos Valois seus
filhos, escriplos e pronunciados pelos embaixa-
dores venezianos que se linham succedido na
corle desdo 1517 al 1589. Nao ha exemplo, em
parle algoma, mesmo nas narracocs histricas
contemporneas, de lo grande talento o habili-
dade para despertar e salisfazer ao mesmo lem-
po a curiosidade, quo com tanta razo, dou-sc
as personagens soberanas dessa anormal e tu-
multuosa poca de nossa historia.
^ Pictro uodo, que Coi embaixador ordinario de
Veneza junto Henrique IV depois do tratado
de Vervins anuuuciou as divisos da relazioni
que ia ler no senado : os pontos principacs de
meu rotatorio sao osseguinlos: Do reino, do
chefe de estado, dos prncipes e da nobreza ; do
clero, do povo, do conselho do gabinete, dos prin-
cipes de sangue, da pessoa do rei e das condires
de sua poltica.
Este programraa enunciado rom uma to rele-
vante clareza, com pouca differeuea o de todas
as relazioni : mas um documento manuscribi
muito ingenuo e que eu esqueceria at citar so
nao se ligasso lo intimamente com a natureza
do assumplo, revela com lodo o cuidado minu-
cioso do melhodo os detalhes, que era de coslu-
me, cstarem comprehendidos no quadro de taes
discursos. Adiado no numero das esciipturas
do consideravel legado de collocces mannscrip-
tas feito pelo ultimo da grande familia veneziana
dos Conlarni biblioteca de S. Marcos, lirei d ;I-
le uto cxemplar como uma cilaco curiosa, que
poda lomar lugar nas primeirs liulias de um
ensao sobre as relazioni dos embaixadores. I.en-
do-sc estas reconimendaces, minuciosamente
poalas emordom como arlgos de abecedario pa-
ra o uso dos meninos, propcndc-Se ere-las es-
cripias por um desses velhos encanecidos no
Irabalho da experiencia que, pouco confiando na
seguranca de espirito dos mocos applicam-sc a
dar-ihes, era forma de observaco, lodosos de-
talhes de urna senda que devorara trilhat para
chegar ao melhor lim. Mas, exclundo as ins-
truccoes puers de que est cheio este documen-
to, e que, fazendo-o um regula monto de rela-
zioni bem formulado.cahem no ridiculo de querer
circumscrever, nos estreilos limites da cstaluti-
ca, pensamentos e impresses aos quaes sao iu-
dispensaveis toda a liberdade e desenvolvin.ento.
lia entretanto algumas que transcrevo como um
summario pnlitico, sufiiciente para dar uma idea
dos detalhes que particularmente deviam excitnr
o atlrahir a aileneu de embaixador: llecordi
per ambas ciatori.
Eis as cousas que misler examinar, diz ella,
para fazer um rotatorio: Questi cose si ricercano
per faz uia relazioni.
A siluacao do lugar para que fui legado o
embaixador ; suas denominices antigs e mo-
dernas, a parte do mundo cni que se acha ; seus
graos de longitudc e lalilude, seus limites dos
qualro lados, sua largura, comprimento c cir-
cumferencia...... ; suas divisoes em governos
ou provincias, os nomos de suas cidades princt-
paes, de seus porlos famosos, de suas fortalezas,
de seus bispados o arcebispados ; ocurso de-
seos principacs rios, suas monlanbas, suas flo-
restas e passagens liuiilrophes......
Convm fallar (conviene ragionare) a seus
habitantes, de seus coslumes, usos c lradces ;
da religoque profcssain e das superstiees que
podem ler. E' misler particularisir seus prclre-
chos de guerra e fazer a relacao de suas forcas,
lano de mar como de Ierra ; designar as artes e
olfiios que exercem, sua variedade, eaquelles
era que primara ; enumerar suas mcrcadoras de
importado e exportaco.
E' misler relatar a forma de govprno dos fi-
dalgos c ministros de estado ; expro estado de
suas riquezas, suas allianeas, e circulo. O ca-
rador o as condices do povo devem especial-
mente excitar a altencao do embaixador. mis-
ler emlira relatar as particularidades da pessoa
do soberano, narrar sua genealoga cora um cui-
dado extremo, diserever sua physionomia, sua
vida n incliiiacos ; dizer como *amado de seus
(7) O Sr. Tornasso em sua obra sobro as rela-
eoes dos embajadoras Venezianos no XVI seeu-
lu, comprehoudeu perfeitamento esla vteissitu-
do, quando dsse na pagina 3 de seu primeiro
prefacio: Observara lodos o mesmo paiz, os
raesmos hoaieus, ha muilo pouca distancia uns
dos outros, e, entretanto, achim modo de enca-
rar os objectos, per alguraa Cace nova e sernpre
importante.
subditos : in urn u de seos fu |us ...
pezas : d si n ; a grandeza de sua n I
zer bem conhecer os pi de que .' ,
iminigo S .
I. como os embaixadores paraos
instrueces eram assim formuladas i i -
deixaram de observa-las com i
ustica, i.uilriienie ge rompreheiide poi ii
blicisla napolelann s.-i;. ,,,, ,\mra rato
sens Discursos sobre. Tcito, publicad is em \:^.'^
que .os embaixadores veuezianin satisl
om lanta t lii ida I o di d :
lr"1' 'ns e 1! i., :. iS dos outros | aizes, que
Ira vara muilas vezi s coi'Vccn
que as pessnos desses mesmos paizes. 9 \-
corresponden :ias e ns relali rise
escriplos aos embaixadores venezianos ; ol
um mesmo cmbaixad ir, s linham de
o intuito de por em sua maior clan 1
polilic is.
Mas a Corma de composi^u, o si :
l.vlo, os circumstancias le fugar de
dos os procesaos em im eram
erentes.
a- correspon lea i is eram o que 1
uma narracao por assim dizer .-
por todos os minislri ai re lil 1 los 11 is
Irangeiras das 1 h uo momento. A diplomacia fran pza le 16 .
Ii seculo possuo algumas multot lias
li m sido publicadas : as d cardi al de
presidente Ji-anniu, de M; de 1 resn 1
lluraull de M< -- -, si.....3 m
rrancoz. Pela form 1 de una -
um embaixa lor p mJu d ir aos mu
soberanos que leem porkiloros a prova 11
vel 011 dcsfaroravel de sua en
tillies que ii:i,.i coi respoiideni ia 1 omj irta,
iniiiem aoque .1 redige um ceilo es
e certa agu loza de de licaco que n 1
de observaco pi rspicaz podi 1 mu
parar.
." v expi sil e o numero de Jet
sao qualida les es
ca. Na primeira que ,1,,.- ,| .. :... ,:
a Henrique 1\, es card .1 .
desde as prraeiras linhas, quantu a natura
com que iacscrevc-11 devia exciU sida le.
Como importa, diz elle, ao rouli m in
de Vossa Magesl ide, sal irlicul 11
como ludo se passou cm minha iu I
mesmo por muilas parlicul iri lad ispodci -
fcilmente julgar da disposi^o do
meu dever expr-vos minuciosamente, como mi-
houve, O que disse, e o que me foi res:
Toda a diplomacianao smenle veneziana, mas
italiana em gerallem realmente orimado na
c.inipos:e.ei desla imp irl inte el isse : d
los polticos. A belleza do espirito, o M
ameno do dialogo, a pri
habiluiade.il 1 ip siyo, .1 seguranra da .) -
cno, e islo nas mais n -ias
unginaes que lenli 1 lulo, dao-lhes um v, 1
peculiar que as lornam de uma le
lisMina NV1I abunda o Ca I lavia
comprometter o serio das quesloes .1 rea d 1
quaes informara Se a famiiiaridade >
mas vezes n'clli ac esso, I .. de in
vulgar, a reseula-s com ssa naiui
graca que lo vanta
rilo doctoral. Lcmbra-me d
pon leticias do lempo de Luiz I. de Pi m I
de Colharina, c Reclielieu, que li nos |
Estado dos Uih l .. nlii \
nezianos ; o embaixador que as
rdalava o dialogo que linha lido c ira o m 1
do principe, ou com a ir
nhecia-se em sin narrar
eilamente M ,. ,.,, _
Cao s cousas, que nao me Iend
uma conversaco mas ouvi-la. ^ntes qui 1
diz um publicista que o estylo de um d
nao livesse a menor pureza do q
do e allecla lo. I naa n<
leiro assenla melhor cm um euiaaixadoi
a affectacap de um pedante. Q undo em uma
oulra diriso de estudos, sobre os monum
escriplos da anliga diplomacia, oc
licttlarmentc das corres;, mdoncias, lerei !c
numerosos e valenles exemplos dessa hab
de diplomtica italiana, precisamente cm
ser mais encantadora do que pedante,
decousas que sua natureza mesma exiga que
fossera exprimidas de urna maneira 1110
do que agradavel.
Onde encontrar monumentos mais capai
nos iniciar na p 1!;;; -a intim 1 d 1 Eran -a, n .prin-
cipio dO Secul 1 \\ i, do que ncl:.s
desse admiravcl homem d'Estadoe raagnitico es-
cnptoi Ni-olo Hachiavel, ender .11 is
verno do Florenca, durante tres u'i qm : 1
das que fez na corle de Luiz \ll f O q
mos do tlenlo de Machiarel pela
se rezdosuas correspondencias, 1
co mais ou menos do talento I res,
embora lo numerosos, na corto de n u si
durante Iros seculos ; porque suas C
dencias, que Dea rain pela mai ir pai
t'ato longo de ler adquirido a mesma non
que suas relazioni.
_ Ajuntci c copici gran le numero do
Calharina, Uenrique I\ c Richelicu ; o nicu in-
luilo principal torna-las populares por uo
porlanto publicidade. A vida intima
no da Franca, e do governo di -
paizes est cuntida n ellas, o Ilustre bisl
dorallemo Leopoldo Banke, nos en-
corn pelo uso -e suas revela II
e conhecer a Koma de Sixto \ e Urbano MU,
Eis realmente o que ha de bello nessasduas
nedades das obras uu inonumeulos escripl -
diplomacia veneziana, uma chamadaron
dencias,dispacci, outra relolorioS, reltii ;
que sendo absolutamente dillerenles, Iu todava
uma harmona poderosa o encantadora que Cu
da segunda a cu|iula magnifica da primeira, p s-
suindo todava uma e outra, um carcter esen-
cial de orgiualidade e interesse proprio,
Convinha niesie cscripto cslabelccer bem ,
dierenca teldvante d'esses dois lextos diplom-
ticos, que na linguagem ordinaria sao to pro-
pensos confundir. As correspondencias vi
porlanto ludo o que as relazione nao sao : -
analyse quasi quolidiana de eventos snece--
levain impresses do momelo, desenvolve >>s
negocios ou nogociaces ao passo que rao sendo
'.Miados : todos os embaixadores de lodos es
principes escreviain-nas, ou as deviun escrev r.
As relazione pelo contrario eram obras amida-
monte concebidas, fruelos de una ol
que linha sen vagar, resoltados de una appli-
cacu paciento em bem a informar. Se m cor-
respondencias eram a anotomia descriptiva de
um tacto ; sobre o qual a poltica do gi verno ,i
que eram enderezadas linha motos vives que
discutir, as relazioni eram a analomia geral do
um desses grandes corpos denominados imperio,
reino ou repblica : inspiradas em laos nian.m-
ciacs ellas foram tambera muilas vetes l
trechos eloquentes.
Alem disso as retaxtoni no sentido cm que
fallamos, eram obras excloaivamente venettanao*
Algurcs fura Veneza, houve relalorios escrip-
los para a curiosidade dos principes c instru-cao
dossecretariosd'Eslado ; islo nao duvib
nossas collecces manuscripias, repartidas naa
bibliolhecas celebres, possuem tira grande nu-
mero deviJo tanlo 4 diplomacia frauceza com
a estrangeiros. Mas esses relalorios nao eram
(8) Biblioteca da Marciana. llanosa:;:
Conlarni, c I.XXWli.
(9) Vede Seipione Amminto, Li*. f4. Disc.
9 p. 296, Em 4o. Tior.....15'js o nota vel dis-
curso do Sr, Gachard, Monumentos da din)
cia vecziaua, p. 37.
f A II
A\


(a)
fHA'RIp 3. SEGUIDA FFIRA 16 DK JANEIRO VE 1860.
r-scrtp us un pronunrtaos regolarnieetc; non-i < Nrt edtila grande,' nt> 'Ultofar, saquearan a
huma so'cmnidade olfici.il prrsilia Icilura, o I umos'.ani-ioiro que linha vendido novilhos; e
dava-lhcs esse prestigio e (trilito particulares que j querosdo Coser o roesmo n'outra estau ia, o dono
iiiisUniinin-iios umo vprdadeira eslabildade na I do casa fez resistencia, e do conflicto resullou fi-
prestdoii'o a pruvtnci.i doAs lugares de pen-
sionistas internos no seu dfoltegio para eerem
prchonchidos por ni en ir. os/ pobres que S. E*c.
designar., obrigandu-sc a /fudo que for mister
culada onde o liara de S. Marcos guarda o van- oar baleado no jodii, un dos salteadores que tanto para sua educacAo, torco vestuario, sus-
gelho e segura a espada Durmi o lempo que,
o esli passado, cotisagrci sbibliolhccas Chig-
gi e Corsini cm Roma, Palatino c Magliabecctti
m Florones, municipal em Sicilia, cucontroi e
li muil >s eulre os manuscnplos, que nao eram
despidos de inlcresse e bellesa de estvle. O
ruesrao Machiavel ascreved uta memoravel e
curioso quadro da Franca, depois ra norte do
-ardes! de Aniboiso, quetern '.odas as propor-
.es, indas as formalidades e U do o esseneiul.de
una verdadeira reiaziani. Alahonso de la Cue-
va, maiqucz de Bedhmar, einbaixador dos-
ji.inli.i (ni Veneza em 1018, o muitos ninoios,
durante o 17. sdcuIo legaram-nas A crea a"es
ta cidade relaces, que embora inuilo pawiacs,
ca iirol de sena iulcrcsscs que o totolee Icr coiu
prudencia, nao dcixara de ser obras de mrito e
consdciacao. .) presidente ieannio, embaixa- d^Ma??!h*?? ^1^,0 aposenladona.ip
ilor do re nos Paizcs-Baxos e r i Espanha, Cha-
uuto, ni Sueria, no lempo de Chrislina.l* Avaux
oSciaien, em mais de unn corte, Uralsiugham,
embaucador de Isabel, o Wattoio de J seques 1.
doixaram-nos lambem grande numero Je memo-
ou [elaterios quo nio se pode eonlieoer sa-
lisfai loi iami nte, por menor que seja gesto que
se lenlu pela historia porem mullos nCeses re-
latorios sement diziam respeilo negociacoes
presents e preenrhinu antes as rondices de
unn correspondencia desenvolvida e commenla-
!.i, do que de uina rel.too sobre 0 tai/, corle
[ue seos autores liuhnu feito residencia.
Por esto motivo pode Wiequeforl dizer com
tanta ra/.o, no comeen mesmo de um des seus
livros: t Ha grande diiTerenca antro o rclaterio
Une o einbaixador faz do sua ncgociac.o e cm-
b.iixada e a relaco que faz da consttiuico do
1 -lado, o da corle onde neg tciu i. Todos os
embaixdnres fazem relatorio; mas halan pou-
eosque fa ;ani urna telarn completa do Estado
nde residiarn, que me | a rece *er sso particular
tos de Veneza, que fa/ant-uas nuil > bellas., cs-
o-argento do polieia do departamento. Os pru-
,prios empregados da policia -so os malares la-
dros, e o mais esl processaudo no eslaecteiro brasilciro polo
tacto de 1er dado um tiro en quera llie quera
saquear ; o resallado -sen o fazendeiro ter de
abandonar sua cas>t c iuteresses para nao ma-
l horer, quando menos o pensar, de casa quei-
mada o pescoco corlado.
<< O roubo no Estado Oriental escandaloso o
em grande escala, ese onosso governo uio lo-
mar providencias inorgicas, o numero dos sal-
teadores ira augmentando, e enlo as consequun-
cias sero graves.
4 -
Foi concedida an oommendador Joo Antonio
o. por
iiias eiiii'nnidades, pedio, no lugar de direoter da
[azenda provincial de lliu de Janeiro.
Korain Horneados :
Director da fazenda, o contador Francisco An-
, Ionio de Almcida.
Contador o chee de seeeSo da niesnia direelo-
rii Jos Joaquina Vieira Souto.
Cltefe de .-eceao, o 1" ollicialda admin'tstraeao,
cora exercicio na diiecloria das obras publtcs,
Luiz Jos dos Hi'is Alpoim.
1" oflieial. com exercicio nesla directora de
!-, o 2o Joa [uifid Ignacio Garca Terra.
-' oflieial, com exercii-io na secretaria da^prc-
i Icncia, o 3" Jos Casiano dos Santos.
G
Entrou bonlem ile Hio da Piala o paquete ii:-
glez Verse y. Trar datas de Buenos-Afnes at
29, e de Montevideo al 30 do nic/ passaJo.
Da Repblica Oriental nada .lia que morera
mein-ao.
De Buenos-.Vyres conlirmou-se a noticia do
Iriumplto do partido exltalo as elei.es do
nte moros para a coureneau revisora da conslilui-
r-.io federal" A carta do nnsso correspondetrte
explica as cansas desse Iriuntplio. Tara ella pois
chamamos a alten<;M dos leilores.
Rcunio-sehonlem cm cosa do Sr. visenle de
i'panema a commissao organisada na freguezia
da Candellario para promover e dirigir os feste-
jos com que leem de ser recebidas Suas Majes-
tades em sua volia dos purtos du norte. Abrio-sc
una subscripQao entre os merabros da cuuimisso
e m.iis algitns se:.iiorcs, a qual DlOlllOU logo a
mais de 8:0009.
lislo encarregados dos festejos da ra do Ou-
vi lor os Sis. Joo Gonealvos Huimaracs, Sebas-
p?cialmenlc s ibrc a corle de loma, o de al;. mas
ootras corles i'..\ Italia. 10
Aler disso quando so conli ce a org.iuis.ieao
la vida poltica iw Veneza, desloes seculos 15.
lti., lem-si- menos r::/.ao de admirir o tal. nte
al irod'aquelles que- eram chamados dol-
a participar. A repblica de Veneza eragovrr-
nada por urna aristrocracia o'igarclnca na mais
lata aucepcao da palavra s eram em
grande numero, e por isso mesmo que se era
patricio devia-sc ser subdito activo c sua pa-
tria. A deliberarn do grande consellio decidid
do ponto que se devia oceupar. o nico raeie
de ser excluido do s 'rvigo do Estado,- quer na < Uao Pires Pem
adminislrac&o, q ler c n scu governo, era refu- Lima.
giar-se as ordensreligiosas. Neiihum sacerdn- paz parte da commisso da freguezia do Santa
le de fjilo, poda ter accesso aos negO'-ios : -,.,,,, Exm. eliefo de esquadra Joaquim Jos
Estado em Veneza, aindj que fosse lilho do do- Ignacio, ujo nomo por descuido omitlimos na
ae ou lo maisilluslrc senador: d'ahi csses mos noticia que honlem demos.
olhares de Roma sobre Vene/a, chcios de um Os membros da municipalidade dirigirm um
tespetto malvolo; a'abi essas coleras por mu- convite a presidente c secretario da praca do
lo lempo surdas da santa s le, mas que repen- coraraercio para festejos do e lid :io da praca.
linamcnle arrebi-ntaram e se manifestaran! com
suas armas'ontr'ora lerrivcis e tmidas na mo
dos i illar das bullas dv' inii rdi
Era na idade de linle e cinco nones c no da de
Santa Barbara quo o joven patricio lomava
assenlo pola priraeira vez, no grande couselho,
sancluario activo do livro de miro. Toda sua
juvenl i.le se linha passado ouvindofallar e Ira-
tarde negocios, deselle que temi ingresso no
recinto d'essi magestosa assembla do la^gior
i onsiglio nada do flite ahi bia servir poda sur-
prcheuder sua experi ncia assim como nenhuma
formalidades dcliberaliras o podia eml
e.ar. Antes mesmo de ser ura dos melitanlcs da
naca, o patricio por mais novico que fosse
no exercicio de laes fiinrcons, conhecia as diftl-
les o os i itsl mies; ; r as > raras vezes
i honra as l i rj ie decida de sua
i na vida oliiica.
Nao lia paiz, di. um i lad ''
. 'ni que tanta.- j i isoas [arlicii em dos i
gocios pblicos como em Veneza. Em lodosos
1
e !)r. Albino Moreira da Costa
A.L&GOAS.
Hacjei^ de jaueh-o ta lHG.
VISITA IMPERIAL.
Magostado o Imperador acoinpanhado <'.o
sous semaiarios, do presidente da provincia, e
de i.ni cr. si i.lo numero de cidadaos, lodos a ca-
vallo i.i s o horas da laido- passear na bella os-
tra la do Jacaracica, percorren lo lo lo csse agra-
tcnto.-elc. Um proce4i o di^uo director do vollegio, perpeta tambera
a honrosa visita que '-evo a provincia das Ala-
goas. /
As noiles de anle-4ontem e hontem, es'.ivnram
tosanlo animadas, -tybnlinuando as roas a soiem
percorridas por una t-mullido immensa que fa-
601 do largo de palacio o poni de estrada. A
'lluiiiiiiaco das cfwnsSconluiuou comd no pri-
meiro dia, bem como a. palanqun junto ao paco,
que se lem conservado 'sempre Iluminado tom
una bella banda do niusiea. O onthiisiasmo lem
tocado ao seu auge, e auM" ^0 horas da noito o
povo nao abandona o largo do paco, dando vi-
vas, atacando fogwles. e solalraejaiido ver a nos-
sa idolatrada Imperatriz, quo\para salisfazeral
esses anhelos do pino, durante *fl noite mais do j
uma ve/, apparece a jmila e sauwAda com do-
lirio.
Tem-se cantado o hymno nacional e recii-'do-
s diversas poesas,..: tal o pra/.er que transbor-
da lodos os coraoea que iodo lem sido enlhuV
siasmo e nao temos a registrar o menor distur-
bio, o incidenle rnais nsigniflcanle que seja.
povo alago.tno lem feito uma brilhanle recepeo
aos seos soberanos, mostrando-so anlhusiasraa-
do e possuido do verdadeiro jubilo pela augusta
visita que acaba de receber, demonstrando desla
fotma o amor consagrado ao Uunarcha chote da
liaran.
As manifestares do amorr acalamenlo Au-
gusta Pessoa e Sua Magesiade a Imperatriz,
succedem-se ornas s nutras, em tanto enthusias-
mo t: lauto fanatismo que auasi se nao pude mar-
car a inlerrupi-o que ra de urna u oulra. A
populacao (-st^emjiro em frente de palacio, on-
de se desfoz e;n constantes o eulhusiaslicos vivas
a Suas Majestades Imperiaes.
Macei jamis fcio de lano jubilo c de tanto enthusiasnio. 0 povo
sement pesa us Augustos Soberanos, ideali-
sando foslas para deioonstra.eui o amor, respei-
lo e n fanatismo de que so a.ha possuido.
Ka q uarta-feira [.fj noite mais do JJ sen ho-
ras foram coiepiiiiiiiilar a S. M. a linpcralriz, e !
liveram a honra de Ihes bejaramo, sahiudo!
ledasellas fanatisadas pola man eir dislincla por I
quo focan, arolhidas.
Na quarta-feira s 7 horas cmeia da noileapre-
si Rtaram-se em palaciu differeoles cidadaos dis-
tinctos, para formarem uma guarda do honra a
Sua Mageslade a Imperatriz, commandados pelo
Sr. Dr. Manuel Sobral Piulo. Sua Mageslade agr- j
deceu bondadosamente esta prova dededicacaoe i
amor do seus subditos, nao aceitando aguarda
por estar ausente Sua Slagestado o Imperador t|
nao querer por si deliberar.
- 12
Regressaram na terca feira s 7 horas da noite
de sua viagom as lagas de Sol c Norte, e foi
uma nova recepcao que o povo maceiornse fez
aos sous idolatrados soberanos. A cidade estove
toda iluminada; os palanqiies, os arcos, os tem-
plos, ludo estove acceso, e o povo em raassa
atopelava a praca com Irenelicos vivas, com
poesas com o hymno nacional cantado, e toda
a sorlo de ovacoi-s populares, demonstrando as-
sim o fanatismo deque se achata possuido.
SS. UM. 1!. chegados ao paco deram o beija-
n...o do despodida, quo foi tuilo concorrido tan-
davel siti, oxainmou ludo at o lugar que devi-, lo de homenscomode seithoras, receberam anda
do esta :eg1e/.n co:n a de l'luca. Em hora (! feloa.-oes defamaras 0 sociedades CS M 0
meia s> M. fez a viagom de ida c volla quo sao Imperador fallou pobreza quo atopelava os im-
eguas bem puchadas. Por lodo o caminho o en- niediaces do paro. Os batalhoes pal. nticos po-
ismo foi extraordinario
. patrtoiicos po-
o povo atopelava pula: s esliveiam formados em frente do paco,
tu los n, lugares por onde tinl.a de passar 0 a- e s J horas da noite marchara:.! para Jangua,
compaiihalraculo imperial, c os vivas eosogue- onde postoram-se na ponte de embarque. Ahi
les alroavam os aros com um estridor immciiso. BSi.,va tambera uma guarda de honra do 1." ba-
A noile tei urna das mais bellas para as illumi- | tallio ds suardas nai-ionuM.
itacoes, por isso ijua o vento esleve mais calmo.
.a.ie contiiiuava luda iluminada, e o poco
cm mas'sa a percorrer as ras. As8horas o meia
coiiocanu-o coovonitiii.oujeule para que pOssa
ser promplamiite mobilisado segundo as noces-I
sidades que e futuro apreseatac.
A pjudenciac zelo que o governo imperial tent
desenvolvido ao mesmo lempo em relaeo a es- I
les melindrosos negocios do Rio da Pr'ata, sera
se rieixar tevar pelo enlhueiasmo da opiniao, e
sem se esquocer laubom cm moinenio das emer- I
geneias te qualqucr nalureza em que o imperio I
se poder ver envolvido per causa dclles, lem
allrahido a approvaco e louvor de lodos osito-'
mens sensatos, o mesmo iuspirado admirado ai
muilos (|ue no esperavam que elle lvesse pro-1
cedido assim, principalmonlo quando o rninis-
de f de agoslo contavt em seu seio dous ntem-
brof proeminenies c lio eonhecidos da polilica |
do Rio da Prata, que fuasi ja chegaram a ser I
cornprornelidos nella, donde Ihes deveria ter i
viudo uma eonviceo profunda da nossa justiea
e lea Idade para com ajjuellcs povos e da des-
lealdadec iugralidan com que somos todos os I
dias por ellos offendidos.
).; irabalhos preparatorios da reconstrueco da '
Coniedorai.ao Argentina com a nova admissj da
provincia de lloenos-Ayres, parece que nao mar- i
chara bem, como j na minlia ultima en previa,
por quanto dizeni as ultimas noticias d'alli che-:
gada.squo ns dnpuiados ltimamente eleitos pa-
ra tomareiu parlo no congresso que deve rever'
a constiluie.ao federal, sao Indos do parlido ven-
cido, inimigos de (Jrquiza, e dos quo ocespa-
ram as priraciras posicoes polticas no amigo
govciiio da repblica d"e Bueoos-Ayres. Vere-
mos o iue islo d de si.
Depois qijo llie exped a minha ultima carta do
auno passaoBj um jornal desta corle publirou al-
guus artigos historeos sobre o estado dos nossos
negocias com o Brisada Prata ou autos sobre a
nossa anliga questo-CPm .Montevideo c Buenos-
. e com quanlo nV-grjam esses artigos mal
escrptos e enlremeia I is, da trsnscrjpeao do di-
ferentes documentos diplomticos e parlamenta-
res daquclla poca, era offerecem com ludo o
inlervsse poltico quo delles se esperava, tem
deixam ainda ver com clareza qual seja a opi-
niao do escriptor a respeilo do modo porque mais
convem ao Brasil proceder na situaco actual
cm que se acham os negocios. Tambern por ora
esses escrptos s se lem referido a poca do pri-
rociro reinado, e principalmente guerra que
olamos com Bucnos-Ayrcs e Montevideo .
mas o publicista prometi continuar o nos o
acompanharemos para verse elle define melhor
a sua posicu o se procura esclarecer o espirite
publico como ora sen dever.
O movimiento eli.iioral na corte do imperio c t-
'.'3 ja com a prxima furmago das juntas do i
qualilicaeao que ho de ter lugar a 13 do cnen-
le. Todos os que se oceupam do eleicoes sabem .
quanto importante a qualilicaeao dos volantes)
no armo critico da eleieao, o por isso fodns os i
partidos eslo despertos c vigilantes para lisca-,
iisaram a sua legalidaac. A proposito de clei-
efies noiavel, o chamo para elle a sua aliene; i
um avi presidente da provincia do Rio de Janeiro, ex-
plicando o modo porque se deve pro eder a res-
peilo dos funecionarios pblicos quo so apresen-
lant candidatos nos disliicios do suajiirisdiccao,
sem qie teiiliam antes pedido a sua dem.Ssao do
argo que oxercem em icspcilo incompalibili-
dade decretada na le de 'J de agosto : corto
di/, o governo, que a lei nao lixa litlcralraeule a
auloridadcdo lempo em que a deraisso deve ser
pedida ou concedida nestes casos; mas ao go-
verno compele fazer respeilar o espirite da lei,
que clarissimo eslabeleceudo o principio das
incompatibilidades, e nao devor consentir que
o funecionario publico faca servir a autoiidade
de que se acha revestido dos interesses parlicu-,
lares da sua candidatura. E uma docisau que
deve salisfazera bolos os iuteresses legtimos e
a praca a espera pe-
en! imuiucadi s somcnlc a mul-
to ; iucos depiilados ou ministros ; e nao ha paiz
>m que so Ihes consagre em lo verdes anuos.
A conversarn um nto grande numero
de liomcn sabios o circum ros os emdn mui -
os ; acs no i .em, de mau qn um
i: onsiuar culros seus li-
'.. s, na i se t ir vc-l >s h ibeis p n i e-
que cono ''lio conbe-er-50 >>
-se como pode I i er i m Franca e
na E>panua, n Lempo do grande liiclte-
Ib i o do lilli il Plnlippe II, jovens ombaixado-
- vene n i, capazos oo fa/.or face, as
neias, nter! cteres d'este quilate, dees- ;
- -rever lo nolaveis correspondencias, e do com-' rcriii
i ; omfira lo i lo |uentes relazioni.
0 excreieio d -, o habite das discus-
-, i | .- i .
rao para os empregos p n i a almiriislra-
livosos mais variados, davam .i esses vonezia-
a sublilesa e perspicacia quo os dislinguiram
- m lo alto poni no mu,ib. das nacoes do 10.
- 17. D'ahi uma iiiircpide, e propcii-
sao diplomticas, que obliverain, durante muio
ira Mia.rcpulilica serenissiuia, uma po-
t, que nao loria, podia conservar, em lace
dos subios, pelo poder numrico ou forca das ar-
mas.
. Con'iOir--e-fti.)
ll
k
o balalho dos lyceislas Pedro ll, todos vestidos
do brauco, o do gorros o fachas verdes e amaril-
las se aprcsenlaram em frente de palacio, bem
c o balalho 111 ra m-se por algum lempo dando expanso a lodo
o enthusiasnio que arda uos pcilos brasileiros.
SS. UM. lf. appareccram na janella de palacio, e
enlo houve um delirio geral: os vivas, os fo-
gueloj, as duas bandas do msicas, ludo isla
faza um la) enlhusiasmo, que uma s pessoa
I nao ha.a naquclla reunio do porto lalvez do
110 mil per t, [ue nao grilasscviva o Impe-
| ra lor, viva a Imperatriz. Quaudo o enlhusiasmo
i un pouco u;n joven lyccsta canlou o
.i nacional, e seguiram-se varias poesas
Jas e muio applaudidas. SS. UM. cou-
servaram-se nasjanellas porto de 1 hora a recc-
bereni as ovaces do povo alagoano, que lera
no amor o dedicaeo aosseus so-
beranos nao ccJem a palma a neuhura dos seos
irraos. Esses batalhoes depois percorieram to-
das as on.iu.i. le paravam, canlavaiu o
hymno nacional, o rceitavam-se poesas. O arco
J i cantos sem duvida tlguma lem sido o
mais biillianlemenlc illumna.lo. Esperandu-se
que SS. MM. percorressem ne.-'.a noite as illa-
minaeoi-s ; a con n s o du comniercio linha
uoparado uma pomposa rooepi.oo.
Rio de Janeiro^
-'7 de dezerol ro de 1859.
decretos do 17 do crrente foram
no-
do Ro-
da da
Por
I -
- i van da i da provincia
Grande do Norte, o ajudanle conferc
corle Ignacio .loso Caelano da Silva.
Ajudanle coiifeienlc da alfaudega da i 'ole, o
io da provincia do Rio-Grande do Norte
.Mximo Ferreira de Vlbuquerque.
Amanm ns da alian leg da corte, o pralicantc
'i' mi sma reparlico Jos Ferreira Vianna.
2 escripturario da alfaudega da provincia do
iho, o amauuense da mesma repartico
Primo l'eicira Lapa.
Ara da mesma alfaudega, Isidoro Ju-
vi ucio da Silva Barrcir -
i soureiro da alfanJega da Baha, ManoelJa-
'ira.
Laiieador da receliedoria do municipio da cor-
lulio Baplisla do Sotiza Cabral.
Por decretes da mesma data foram aposen-
tados :
(i amanuense da alfaudega da corlo Francisco
'. .. de Souza Nazarelh.
i) continuo da lltesouraria de fazenda da pro-
vincia de S. Pedro, Jos Diss da Costa
Por portara de 26 do corrate foi nomeado
i lor das n ndas genes do municipio de Hag
rovincia do Bio de Janeiro, o lau;ador da
recebedoria ^ municipio da corlo Joiio'Anasia-
Cio Lopes.
3 do Janeiro de 1S60,
Enlrou honfem do liio da Prata o paquete a
vapor Toeaatins, trazendo datas do Uontevido
ale ^7 do raez passado.
Da Repblica Oriental nada ha de inleresso.
Em verdade, a nica noticia do importancia quo
nos vem por este piquete roforo-se a Buenos-Ay-
res. Aqu a damos sem por ora coinmenta-la.
No 25domcz passado procedeu-se em Buenos-
Ayrcs eleieao da convenco nacional que lem
do rever a conslituicio federal, e de approva-la
ou de propor-lhc reformas.
i) actual governo de Bucnos-Ayrcs, c lodo o
partido moderado, desejavam que para essa con-
venco fossera eleilps membros quo accoiassem
pura e simplesmeate a conslituicio argentina,
ilexando as reformas n-cessarias" para pocas
mais tranquillas. O parlido exaltado leudo sua
frente Alsina e Mitre, prelendia pelo contrario
qqe a eleieao rccaliisso em membros que nao
tassem a tOMliluico federal Foi este o
partido que vencen na eleieao do dia 25, eleicio
tumultuosa e banhada em sangne, segundo nos
assegura una cita do Montevideo.
U povo nao abandonou -
lo momento cm quo SS. MM. Imperiaes tinham
de se retirar, c as ovacocs conuuaram sempre
com o mesmo delirio. "Soou a hora da partida
o > 11 unas da noile debaixo do urna .Mande
tormenta de chuva ss. UM. saliiram do paeo el
foram a carro para Jaragu acompanhadosde
grande numero de cavalleiros, de carros o de
uilo povo a ji('-, que em despedida saudava fre-
nelicaiuenle ao seus Soberanos. A citado ainda
so achava (oda Iluminada, as iliumjna.oes ac-
uosas, e em Jangua bavia um pora immensu
que encina a [o,nte. Tudn quanto ha de grafio
nesla c.pital ahi se ochava com um crescido nu-
mero de senhoras; para se despedirem de SS. j
MU. quo com muito cusi poderam caminhar I
por entre esse povo era massa. que se apertava
o empurrava, nao respoitando nada, lo smenle
para vcrcm o beijarom a Mo de SS. MM Impe-
riaes, os vivas, os gritos, o hymno nacional lo-'
cado pelas msicas, a alluvTo do ardiles, as
oudas de povo que inundara a ponto, e o baru-
Iho da chuva que era inmensa, ludo islo fazia ba-:
ler o coiveao com dous snlimcnios or domis
lorieso enlhusiasmo pela monarciiia e a sau-
dade do Soberanos.
A cmara municipal recebcu SS. MM Imi'- !
nres debaixo do pallio ao desemltarcarem do
carroc os acompanharam al galeota, o po-
vii grilou fn neticamente. o apezar da;
..............<-. o apezar das minias
pomposa recepcao. Crescido chuvas SS. MM. Imperiaes foram acompanhados
numeru de senhoras e meninas elegantemente ;,io o Apa pelo tixm. Sr. presidente da provincia,
w > das de bran: o aguardavam a chegada dos seu secretario, e muitai pesso.s distinclas, que
uio om^iel VI'!?! ^'M;l,0"'"'.l""",-"os:>'i"da n bordo quizoram lor a honra de anda
q te con a chegada do vaoor do sul nao poderao UIBa VCz beijar a Augusta Mo de SS. MN. 1
salar a noile a passcio. | periaes.
As 2 horas da noite emltarcou S. M. Imperial j pariinm SS. MM. Imperiaes e
paia o norte da provincia, no ropor Apa, tencto- povo ahi est
nando ir al a colonia militar Leopoldina. A-J Jos.
iiii-
corupaitharam S M. o seu camarista, medico,
mordomo, o Sr. ministro do imperio, o Sr. pre-
sidente da provincia e os Srs. baro de Ata-
laia, commendador Olicica o depulado Manocl
. lint. Apezar da hora S. M. levo um bri-
lhanle embarque. Os batalhoes lycoistas, Pe-
dro 11, c 31 de dezembro faziam a guarda do
: honra na ponte, um povo immenso todo com ar-
diles e lanlernas Cormavam alas dosde o prin-
i lipio da ponto al o Qm, o no mete das mais en-
I Ihusiasticas saudai;es S. M. embarcou na sua
'galeota.
a saudade do
manifestada no semblante de lo-l
-Nao ha quein fallando no Imperador ou na
nossa virtuosa Imperatriz, nao tetina una lagri-
mado saudade para den amar como uma home-1
nagcni tributada ao cora cao bemfazejo o s vir-
tudes dos Nossos Soberanos.
Pas
s agora lia saudades c recordarnos, snm que
jamis urna doce esperanra pos-a consolar a
tris troza, do que todos so acham possoidos.
A es [uadrillia imperial levanten forro e sabio
' para o Aracai s 2 horas da madrugada, e al
essa hora o l.Mu.Sr. presidente da provincia es-
tove a bordo.
'assaram-se os dias do tesla e de alegra, e
No dia S deve regressar, c nesse dia lot lu- .
gar o baile e o grande fugo artificial. ^ ,..1.._ ~
S. M. a Imperatriz ficou no Paco.com a sua CORRESPONDENCIA DO DIARIO DE PER-
dama, o os Exnts. Srs. cousolhouos Pedrcira, I ... AMBCO.
Helio o o capeii,. de s. m. Rio de Janeiro, 6 ilcjaiicii'o de 1860.
I odos os das das ti s S horas da noile S. M. j Nao possivel que ao desponlar de um anuo
a Imperatriz recebo tedas as senhoras c cavalhei- novo, e de um auno que proaictle ser lo fecun- I
ios que quizorem ler a honra de lite fallarem e|do em ocurrencias polticas em todas as cinco
DCijarem a mo. parles do mundo, um correspondente comece a
3 : sua primeira carta sem felicitar e agradecer aos
O povo maccioense a quera S. M. o Imperador j seus leitoresja pela benevolencia com que sup-1
coriliou sua idolatrada Consorte, em quanto Ello \ porlaram as suas narracoes, mu tos vc/.os eslo-
trislo desgranado, que nos dolos putos da alma
candida de sua Soberana eucontra sempre a fon-
le petircnal de fecidado ;por essa Mulher, Se-
rtina descido do Co, sempre lem para o infeliz
um gemido de compaixo, oslendondo a mo
com o soccorro cerlo.
Na noite de 3quasi toJa a cidade se illumi-
minou, o palanquc junio ao palacio imperial'
conservou-se illuminado, e com uma banda de
msica que tocava lindas pecas com pequeos
inlervallos. 0 povo que atopelava a praca nao
deixou un s momento de enloar vivas aiis seus
Soberanos, e asgyrandolas de fugeles de alroa-
rem os ares.
e de objeclos itileressaulos com que pretende
captar a sua attencao no actual bissexto que ha
pouco comeQou.
Para nos principalmente o auno de 1860 figu- j
ra-sc como um dos mais notareis do aosso ka-
lendano poltico, tanto porque nello se verifica a i
coiijuncro cloitoral. que sempre um perodo
de muviinenlo, de concepeojs ougenhosas e de |
pretenous mais engenhosas anida; mas lam-
bem porque assuraplos rauilo graves que se
cham pendentes no nosso horsonto poltico de-
ven ter nellc a sua solueo, ou pelo menos ser
cncamiuhados no niollior sentido della. Entre
estes nssuruptos ha uns do polilica externa e ou-
8>. M. a Imperatriz por duas vezs apparecou j tros de polilica e organisacao interna ou niera-
janella para satisfacer aos desojes do povo, que | mente administrativos. No numero dos priraei-
almejava vo-la. e por duas vozes as ovaces deli- : ros figura em primeira linha, como j lera advi-
i as acclamaces que parliam em um s nhado. o das nossas relaces com os estados do
O TocatUint traz datas de Porto-Alegrc at 27
o do Rio Grande at 29 do passado.
A assembla provincial n-jeitra na segunda
discusso do orramento a emenda proposla para
o restabelecimenlo do imposte de 3n; sobre a car-
ne de xarque e os couros.
L-se em uma correspondencia remedida de
Jaguaro ao Diario do Rio-Grande :
No oslado Oriental tem-se dado ltimamen-
te roubos escandalosos. No dia 8 do correle
mez de dezembro foram encontradas 16 vacca3
moras, na fazenda do Brasiloiro lenle Floren-
cio Correa Miraparelhela, na costa de Jaguaro,
n leguas distante desla cidade ; e no dia 10 fo-
ram encontradas mais 20 raccas mortas, na fa-
zenda do Joo Francisco Cortea, vizinho da-
quellc !!
10 Wiequeforl. Liv. 11,
edi>o Cologno 1715.
serroo ivi, pag. 227
grite de teda esssa gente que euchia a praga de
palacio, bem demonstraran que o amor a rao-
narchia um lirazo do povo alagoano, c que
nesse amor se fanatisa todo, porque os brasilei-
ros se orgullto por possuircm os Soberanos que
lem.
Muilas senhoras foram cumprimentar e beijar
a niao de S. M. a Imperatriz, e sahirara capti-
livas c peuhoradas pelo modo porque foram aco-
Ihidas.
As 8 horas e 1 quarto uma msica particular
composla de empregados pblicos, olliciaes da
guarda nacional, e outras pessoas qualillcadas
se aprcsenlaram era frente do Pago e depois de
darem muilos enlhusiasticos viras'a SS. MM. II.,
c s Princezas Brasileiras, cantarara o hymno
nacional, recilarara pocsias e tocaram diversas
peras.
S. M. a Imperatriz mandou por "seu viador
agradecer esta prora de amor c dedicaco, e ap-
parecou oulta vez janella a receber s ovacocs
do povo.
Percotrcu depois essa msica as ras da ci-
dade e por toda a parle o enlhusiasmo era geral.
O director do collegio de S. Bernardo, como
demonstraran do amor c respeito quo tribua a
SS. MM II; olerecou e pez disposicao do Sr.
Prata, que lodos os dias so torna mais grave e
complicado, c que exige da parte do governo
brasiloiro urna polilica de energia e vigor, a que
csses mos vistnhos eslo desde muito desacos-
lumados por nassa parle, o que muito tora acoro-
coado a sua arrogancia e uialdadc.
Ainda ha poucos dias nos chegaram pelo pa-
quete do sul noticias bem pouco agradavois do
Estado Oriental, onde os subditos brasileiros
continuara a ser roubados, ameDcados, persegui-
dos e mesmo assassinados pelos propiios agen-
tes da auloridade publica na campanha de Mon-
tevideo, vendse ellos quasi na necessidade ou
de abandonar as suas propiedades depredaco
dos seus perseguidores, fugindo com suas fami-
lias para o territorio brasileo, ou de se espo-
ro m a ser qualquer dia atacados em suas pro-
prias casas c assassinados pelos mesinos que de-
visa protege los contra semelhantes allenlados.
Com as outras republquolas deas* lado, inclu-
sive as aldenlas do Paraguay, que sombra da
prolcccao do Brasil se constitua cm estado in-
dependento para hoje lhe querer fazer foscas,
parece-me que as nossas relaces nao sao mais
cordiaes ora mais seguras; o que sera duvida
explica a solcilude com que o nosso governo
est tratando da reorganisacao do nosso excrcilo
e empregando todos os roei'os para complcta-lo,
que nao poda ser mais judiciosa o mais Ilustra-
da vista da omisso da le.
O ministerio vai revelando do dia em dia a
io dcsuus vistas adminislralivas e o desejo
que lem de acertar e fazer o bem do paiz, na
considerneo de lodos os negocios quo chegam
aoseu couhecimenlo. Elle procura igualmente
auxiliar-sedas luzesde ludas as pessoas corapo-
leitlcs ara a deciso dos negocios oais imp ir-
lanles, desejando que lodos os grandes iuloros-
ses da socio lado sejam esclarecidos por a
que mais de perto os comprchendem. Ha pon-
eos das foi expedido pe ministerio daiazena1
um aviso prac.i rommcreio do Rio do Juilf-
rodealgunsm ^is qualifleados p*-
gtodoasuao; onze .-,
'ormiilnUoa i. ............ Ja alia o^ai
xa do cambio, das primipaes circ imstancias que i
niiiam estes fados u do suas causas concu-
l's, bem como sobre differentes outros ob-
jectos relativos ao estado o marcha comraercial
ua nossa praca. o ministro da jiislioa lambem,
depois do aviso diigldo ao supremo tribunal do
a consultando-o sobre a reforma hypolhe-
caria, do que ja lite fallei na caria passada, lem
ampliado ainda mais as suas vistas e o seo de-
sojo de escl-arecimenlos ueste importanleassump-
in, exigindo novas e detalhadas informacoes i
dos labellies de liypolhecas em lodo o imperio
eja dos eslabelecimcnlos de crdito quo fazem
estas operaedes sem duvida para poder melhor
guiar-se nesla grave reforma da nossa legisla-
cao Itypothecaria o do nosso rgimen econmico.
xudo islo mo parece que sao materias e oleo.un-
ios que e governo trata do reunir para olTcrccer
consideraco do corpo legislativo na prxima
sesso, o que devem servir a solueo daqueslo
: ia que ficou pendente na SCSSOO passala,
o que rii-i deixar de ser considerada na -
dcste anuo, ii'oin terreno ainda mais complexo
lalvez do que aquelle cm que foi posta.
Entros pro.Jencias administrativas loma-
das p"lo governo nestes ltimos dias, nao de-
vera lambem ser es [uecidas aquellas que ser-'
ferem colonisa^o e |uc conslam de ura aviso
publicado no Juina! do Comniercio, dirigido ao
presidente da Assoeiaco Central, no qual re-1
commenda aconstrueco do una ponto na tilia 1
do Rom Jess, que servo do hospedara aos co-
lonos aqu importados, alera de ouIros melhora-
mentes convenientes e salutarcs que mandou fa-
zer no edificio quo serve all para alejamenlo
delles, aliin do que sejam guardados lodos os
proceilos inoraos e liygionicos exigiveis nesses'
lugares destinados a nccumulaco de grande nu-
mero de pessoas do differente sexo e Jados.
Parece que o governo esluda com multa alten-
cao esta unporlanlissima questo da cotonisac,o
na paiz, e provavclmentc lera do fazer alguns re-
toques s disposiedes regulamenlares que a re-
geni actualmente, o que sao extremamente de-.
feiluosas e quasi inexequiveis, trazendo somonte
uma a.ultida dospeza aos cofres pblicos sem a
menor vantagem. A colonsai-o lalvez a ques-
to mais complexa quo se agita no paiz ; o o go-
verno que conseguir doscobnr-ihe o lado mais
recio o mais proveiloso para resolvo-la dofinti-l
rnmenle, asseulando no systema que su deve
seguir de una vez, lera s com isto ebtido um
grande trumpho. Pola minha parlo considero
nao so uma questo econmica o administrativa,'
mas lamben poltica o social; e sao laes c lo
exquisitas as raiuhas ideas a respeito dola, lio
diferentes (Taquillo que se chama a opiniao ge-
ral, que tea al ntedo de aqui consigna-las : es-
perarei perianto a roaeco das ideas e o dosen- ,
gano da experiencia para depois pronunciar-mo.
A nossa cmara municipal est lambem prepa-
rando festejos para receber SS. MM. II em sua
volla esta corle ; e para islo tem-se dirigido
s pessoas influentes das difiorentes freguezias
para promovermsubscrip^oes voluntarias coni
que se possa realisar esta patritica idea. Espe-
ra-se que a volla dos Augustos Viajantes lera lu-'
gar al 15 de fevereiro prximo.
J recebemos noticia (pelo paquete ingle/) da
partida de SS. MM. d'essa para a provincia da Pa-
rahiha : acompanho-o porlaulo e a tudos os seus
loitores as saudades deque devem oslar pos- j
suidos.
Antes de terminar queto recommendar-llto a
letura do importante artigo do retrospeclo poli-
tico publicrdo pelo Jornal do Comniercio no prin-
cipio desta auno, desda o numero 1 al l. um
escriplo digno do ser lido, nao s por ser muito
hora elaborado, noticioso e chcio do observaces
nolaveis, como porque resume perfeitamente o
i estado da nossa queslo polilica com as Rep-
blicas do Rio da Piala, que objeelo da maior
aclualidade e inleressc.
Termino assegurando lhe que a corle do impe-
rio fica em paz, e quo o mesmo bem desejo te-
das as suas provincias. 17.
E' elle urna caria do couespon lente daquollo
jornal no Ro de Janeiro, n.i qual atacado a
Brasil em pontos mu sensivois, procuraniJo-se
a lodo o transe e com uma exageracao palmar
desvirtua-lo aos olhos da Europa, quer cm rela-
jeo ao seu movimenlo ascendente do prosperida-
de, quer no que d.z respeilo s suas relceos
coininorciaos com os oslados do vclho conlinen-
le. O Brasil c os Brasileiros, felizmente, pelo
crdito que ho sabido augariar o sustentar por
uma conducta regular e franca, nao podera ser
abalados pela voz solada da maledicencia, voz
que mesmo all na Europa abalada pelos t-
cenlos vigorosamente imparciaes dos Sis. Carlos
Iteybaud, S. Dulol, conde de l'ontlioz, ele, que
hao escriplo iuiportanles obras a nosso res-
peilo.
Entiende o correspondente que a viagom de I
SS. MM. II. ao norte do imperio nao mais do j
que urna Ionio de despezas,, dospezas quo d i
como improductivas pela razio de nao ter o Bro- '
sil estradas nem industria, o inin aleo presente
|er feito alguna cousa do serio I Por esto in-
troito ajoiza-sc muito bem o posodas seguintes
observaces, c qual seja a sua importancia rela-
tiva veracidadp da narraco.
Dizer que o Brasil nao h feito al o prsen-
lo nada Jo serio, quu por consegu nte lom-se
conservado na inaeco do slatu quo colonial, lem
lauto valor quauto negar os grandes resultados
que devem provirda viagem de S. M. o Impera-
dor ao noite do imperio.
Nao somonte urna naco, que lem attingido
um corto grao de prosperdade e melhoramenlo
em lodosos ramos da manifeslaQo so ial, que
acha so corlada do canses e dividida em zo-
nas do vas felfeas, quo lucra com a prosonca do
seus soberanos. tem oll'eito, esse fai lo nao pode
ser estril, ainda-raesrao para pazcs que nao
estojaul na vanguarda da elvilisaco; e O Brasil,
que segu o movimenlo do progresso, apezar I
das predicos de mo -ignoro do correspondente,
que ludo caridosamcnle lhe nega, ha ile auferirl
pi r corlo vanlagens da visita de S. M. o Sr. I).
Pedro i s provincias do n irte, oude ji so re-
senleru os b .. influios dola de um modo
bem manifest, sem que seja preciso aguardar-sel
.un intuid longinquo ou incerlo.
Nao avao amos mu absurdo, consignamos uma
pratica, sonsivcl e sem contestaco ra-
ciona!.
O nosso estado linaiieeiro, a sita, o do nos-
so comniercio, a nossa agricultura, n mo lo por
iitisaco entre nos desenvolvida, ludo
o mais que lhe di/ respeito nao deixou de tn -
rotor al.onra da c.iltca alala do correspon-
dente, do pcssiiuismo quo noile abunda para
comnosco. No ctanlo porra o nosso estado l-
nanceiro maulem-sc no p de crdito, do quo ha
milite gozam os nossos fundos o nosso com-
mercio desenvolve-se as condices que o paiz
oll'erece, dando sempre lucros u i'Strangeiros
litro nos vem fazer fortuna para ao depois
abocanhar-nos, com as evidas exceptos ; a
nossa agricultura, so ltimamente nao ha ti lo
grande expanso pela ellicaz repressao do trafi-
co, nao ha cora ludo soffrido os gol| es inven-
lados polo correspondente, visto que o levanta-
raciilo de engcuhos em nossa provincia ha con-
tinuado sempre na mesma escala primitiva ; fi-
nalmente a nossa colooisaco passa polas dlli-
culdades das estras, verdade, mas cynisrao
lia ule esse quo ostenta o corr
as toros com quo piula-a na pratica cuite
nos
A i passo que assim setellc exprime n'uma
hyperbole, quo ullrapassa lodos os limites da
credibilidade, o Sr. Car os Iteybaud diz sobre a
materia: Em parlo algo uta odiieito deproprie-|
dado goza do maiores garantas, assim com u
direilo individual dispe do maior extenso le-
gitima ; c estas vantagens que r.asccm dasleis,
ajuntam-so era favor do colono as incln
hospilaleiras da populacao brasileira, que a
c io. cordialidade os cslrangoiros, o i-uj is itis-
linclos benvolos lano mais espontneamente
- 'iivolvem quanto lem-so tornado boje a
colonisaco uma necessidade imperiosa do im-
perio, como todos o reconhecem.
Na itnporlaiile obra do Sr. Iteybaud, sobre a
O mis ai: do Brasil, ainda i
rilo dos colonos da Ihuringia, que depois
de muilos proles is, declara cslarem tiles
feiliit e serem tratados conforme o respectivo
U oto.
Lio prosenca do que fica exposto, o que resta
da i-arta ? que conecito merece ella?
Picar calendo o quo ella elTeclivamcnle em
-i, o em seas rola^oea con o autor.
Em si nada, o em suas n laeo c im
ser o despeilo, para nao ser oulra cousa, que
nos absleraos de qi....., .,,.
DIARIO DE PERNAMBUCO.
Dando publtcidade ao artigo que segu, c-
traclado do Conslitutionel de Pars, como Brasi-
leira nao podemos aprescnla-lo pura e simples-
mente apreciarlo dos nossos loitores, ou alias
de lodos os Brasileiros, que nello sao gratuita-
mente menoscabados por uraa inlenco cojo mo-
tolitos escapa, masque fica caractersticamente
accenluada considerando-se, que at o proprio
ConHilutionel nao pojo furlar-se do averba-la
de imprudente as observaces com que prece-
deu aiuscrso desse artigo."
Rorpb >mos de um % nossos i orre ; unientes
do Brasil a seguinlc carta sobre a qual incoca-
mos a aileiejo. Tal vez baja algunta impruden-
cia lias ol serva; :as do nosso con..
denle, mas nada quizpmos alterar cm sua caita,
que s conten alias upinies sinceras, leal seito
radamente man las Outras carias, vi-
i ni, al... disso, provar quo 0 nosso COITO}
. que ha muito lempo ha' ita o paiz, o lem
diligentemente <--\-.i I: lo, o [ue suas criticas sao
pelo d o de ver o Brasil, Inll ar
a vereda da prosperdade polilica o commercinl,
do que por ura espirito do malevolencia, com o
i,; I uos longo de piel
Uio de Janeiro, oulubro de 1859.
Dcixei partir, depois de minha chegada aqui
os dous corrcios i Euroj a sem escrever a \ rus
mas nao di re o nsurar-mc 0 silencio, por <\ le
nada do nolavel lem occorrido ha dous mezes.
Domis, possa em algumas palacras relatar os
acoiitoeinienios quo minhas caitas Iho tinham
prognosticado.
A sesso legislativa foi encerrada polo Impera-
dor com as ceremonias do costume, e provavel
que em materia de discusso parlamentar per-
ra a eca utos em calmara podro al o mez do
mato que a poca ordinaria da reunio das ca-
li
O Imperador li. Pedro deixou o Uio no I" de
oulubro, para ir visitar as provincias do seu vas-
to imperio. Na Baha, cm Pornambuco, cm te-
da a parte por onde lem de passar, faz-so gran-
des preparativos com o tira de solcmnisar dig-
namente sua chegada, esperada ha. muito lempo.
E' realmente, a primeira vez que o soberano sae
da provincia do Rio de Janeiro, por que a cous-
lil liio s lli'o concedo com uma aulor-
espccial das cmaras a qual, at agora, liie linha
sido nogada.
Os brasileiros, era geral, suppdem, ou finge ni
suppr, que esta viagorn produzr grandes resul-
tadas, lixando a atlenco do cltefe do estado so-
bre as nocossdades das parles do paiz que eslo
menos immediamciilc em contacte corr o gover-
no. Mas os espirilos monos enthusiastas nao
veorn nesla viagom mais do que um motivo do
foslas mais ou menos bullanles, mais ou menos
mal organisadas, o um motivo do moito grandes
despezas, do urna ulilidade eontcslavcl para o
pa:. Vine, mesmo o coutprchender por que
quando una naco lem adquirido um cerlo grao
de prosperdade e melhora nenio, quando nella
se lem j executado parte dos Irabalhos ndispea
saveis para a exploracao do suas riquezas, a pro-
sonca do soberano nos logaros, as ordens, os
conselhos, a animaco que d ; ludo isso pro-
prio para imprimir um novo impulso ao desen-
volvimenlo das riquezas do paiz.
Mas no Brasil, al o presente, nada de serio
lem sido feito, nem estradas, nem industria. S
se patenleia uma obslinaco na rolina que faz
desesperar aos horacns os mais pacientes; e isto
nao s as provincias longinquas, como at na
provincia do Rio de Janeiro.
Sabe-se perfeitamente no Uio que a cousa
I naisindispensavcl para um paiz cujas riquezas
sao essencialmcnte agrcolas, islo coninhos
! que perntillam o transporte dos productos, falta
; do uma nianoira absoluta cm lodo o imperio.
Ha sjcuIos que o Brasil existe, e nao se lem
li lo mais esse respeilo do que no primeiro dia.
O quefar o Imperador alravcssando as immon-
, sas florestas e as vastas solidos de sen imperio?
Dar ordens para que se facam obras ? Mas so-
| berano conslitucional, e nada pode ordenare de-
cidir sem o consentineoto das cmaras, c as c-
maras, como acontece muitas vezes, se oceupam
rauilo mais de seus interesses pessoaes, do que
dos do paiz. Dar animaco ? S pode d-la
com palavras, sendo seu budget extremamente
diminuto, e nao lhe facultando grandes genero-
sidades. Alera disso sabe-sc que quando era um
povo, como este, o inleressc pecuniario nao
suOicieule para sacudir a a[ alhia indgena, nao
socouselhos, ainda sahidos de uma bocea im-
perial, que ho de produzr efielo.
De mais, o grande obstculo presentemente
para o paiz, a falla do dinheiro. He a mais
grave, a mais perigosa das chagas que allligem o
Brasil. Elle a sanar sem duvida ; mas de
mister para isso Iranspor uma crse inovlavel.c
o que tem de sor (ante mais gravo quanlo mais
tarda for. Nojulgo que a viageni do Impera-
dor possa retarda-la.
Nao ignora Vmc. quo quasi nao ha numerario
no Brasil, servem-se exclusivamente dei pa-
pel moeJa. Ksle papel, cojo inmuno raWtf .'
do pouco mais ou menos 2 francos :\ e i
emillto por ban?os aulorisa )i: porm rom>
o governo nao examina omite atttUamta
papis postos em eirculc&o, resalta qm- um
grande numero obra d falsificadores, e qu,
em breve, inundara i rompi.amni-ie o pas.
Alera disso, essas sedlas sao, e:n termos mar-
cados pela lei, roerabolsaveis ora numerario
vista e ao portador pelo banco que as ewtttio ;
mas na pratica islo inexeqniel. Os bancos
acibara de ser aulorisados s rembolsar vis-
ta 1(3 em numerario, e anda assim nao se lo
obte-lo quando se presntala signas atilham i
francos. Os porta Joles lem, na verdade um re-
fugio : intentar um processo, mas con.i. sana-
pre ha recursos, um processo peda ser prolon-
gado pelo espaco de selo ou oiio annos, e m
bancos antes so qnerem dentar criminar d i
pagar a somma exigida. Al.n do qo
das lutas, Innsigcm por l| ou r i
cento !
Entretanto, como essns sedo n, verdadeiras
ou falsas, circulan com fnilidadc en lod i o im-
perio, o inconveniente seria ifisign
n-ose contasse cooi a Europa. K-ta enva lodos
os productos manufacloii.i-lns qiese coasasai
no paiz, o mislor mandar-lhe oin troca,OU mi-
tros productos ou dinheiro. Quand< o valor d
pro lucios expoliados superior ou equival
importaeo, as conlas sao facis de (justar.
Mas quando r-.o accentcce assfai, td< vrntu
dilliculdades que se levantan.
lia iros ou qualro anuos as colheil is lera
roa, cao passo que a exportaeo ten din.....ti
a importaeo, tem augmentaba. Foram pon
oqui ncia, funadiis enviar lodo ii n.
clinii na cireulaco, o este recurs i se I nJo de-
pressa esgolado, os tres q /!
nao saben mais hoje de qnc-iuo
comniercio europeu. Desde o .
cambio subi perto de 10 OjO, m
viuJoura form,cono o affirmam,
en uma espantosa pro]
O pare, compra pois, crea lo na Em -
mente por sua amiga reputar
mais que possivel a verda .' ra siti
misler obter crdito a todo trai :
liio apresontam aos crdulos i
peus as cifras as ma
loras. Qual o manufictun ira
conhecenrlo aperif
c rali >r gneros & um i
lhe viesse provar rom os Ir
de por cinco francos o que con
rnos, e que prefaz n nten ts de mil frai
Iransacres por auno* M ss esse o -. i
ga com gros leva grande comitiva, s falla de indi
transaccoes, de spiis armazi
de sua numerosa rica cli
a prudencia do nao ac<
muitas vezt s lettr i irla,
naes permanecen) suidos algum ts i -
credor que reclama o pagamento de -
Tem igualmente a prudencia de i
centar que vende liado lodo n I
so lhe apiesema com appnn ncias de I.
co. ou s ente ah tsl
E n que agora lhe digo
conheeo muilos mcrcadores que t
vendem por baixo preco as mere loi ;
restara ou as dividas, cora ofimde, : .- :
ter ajumado algum dinheiro, parlir ; im
ropa para olfuscar com seu'.uxo ephi n
iciante que lhe entregue
ni ndo-sc unn unpor i m iii
cante.
Enlrclanlo -nao se deve
de dirigir ns negocios mais do que o
Esta-se aqui em uma mingos qu
dever ser passageira. I -
negocios so h i i de tomar o que erara n-aii i .
e que por conscqucncia se poder -
contractos, por mais onerosos | i
Di sejam-no principalracnte, e o ho
pre propens i crer o que di eej 'i
segundo pi ri-o, a- pessoas que
es 'ranea nao eomprehendera bem o verdad,
e-lado do Brasil o a gravi-lado do m
Nao ': pi r ue tem havido dua-
Iheilas que pens d'este modo,
i de rosperid ule abusou-se d
porque rauilo lempo antes
- do futuro, o esses lucros hj ;
I 01 joo quando o dinheiro aOundoil
ram-no largamente e hoje na
gr mas as despezas.
A aoolicmj do truflro, alfm -
I um gi Ipc do qnal nao t m \
ecer-se. Todos se queitam da fu "
lem razo, i mto mais
que ha sao empregados de m
menor somn a de oll'eito til
era lodos os das, ou pida norte, i.
restringir, lo-si lodos os
l'em-sc lenl I i, le t-s
. i do | |
so cha,.ia colonos livros, o que ora rea
0 mais do que o trafico sob ouir.
ctffercnca de que exerci lo -
OS I .'
rerpi limite quo ci
ore a rolonisi oo Brasil ; n. ,- -
lo de n inha cuta immediala. i
como racrutam os
pa, proraeltendo-lhes mu
|ui vendidos, tratados d
os es. ravos, i nslrangid
truel ; aos Irabalhos os mais pi
cmiim, ha alguns nczes, renlenas destecj
los, o entre riles, Infelizmente, n
zes, morreram de misi ra e I
armazens pojados de vveres. ,,.
ler socorro. Esta qn -
graves que se agitara nesto paiz, o g rern
me a mais alta importancia, p procura poi I
os neiOS pOSSIveS atlenua:- 0 :: ll.
Depois far-lhe-heis contieccr o
i, os recursos que
aeaqne aprsenla, a organ -
va do paiz, e mais especialmente a : -i
siluacaodas insliluicoes de crdito das .
be dei urna noticia muito vaga. Esl< ; .
lem na Europa importancia i.:i.
grande importancia commenial Julp
mais mil a massa de seus Irilon -, -
maior parlo lem directa oa indirectamenta i
i.oos con o Brasil, pxpondo o estado exacto
recursos do imperio, do que narrando-lhti
Iranias polticos as intrigas dcilorai !
lar-ntp-hei citar algnns factost vida i
so raen le quando poderent ofterecci ala
rpsse, esalisfazera curiosidade.
Pelo vapor Princesa de Joinville, en
portos do sul, recebemos jornaes, cien ,:
do Rio 7, da Baha 11, e do Alagoas l do
rente:
Em oulra'parlc eneontrar-se-ha i .
de novo as repblicas do Prata o Ri<
do Sul ; assim como grande numero de
ces, etc.
Rio de Janeiro.Foi nomeado. loo An
ci Lopes para o emprego do collector
das provincaes do municipio de ag.
Foram retornados os Srs. tenantes Jos l
nandes dos Santos Tercira o Joo Cario- do S
za Cananca, e os alteres Domingos Ele .
qnes, sendo este e o primeiro do ti t
infantera, e o segundo do i' da mesma an
Por decretos do 17 :
Tivor.am merc do foro de fi lalgos ca
da casa imperial os Srs. Cypriaoo Jos S'cli
Vianna e Raymuiido Gabriel Vianna.
Foi concedida a Joaquim Antonio do 8
Auna, mostr da garoupeira l'ensam, r.t-j
a medalh.i de dislincco da 2' classe. por ler
salvado 19 nufragos da galera inglcza H' .
Gibson, pcrlo de Cabo-Prto.
Foram transferidos :
A cfieclivos, no corpo de estado maior do ^,
classe oscaplaes Francisco Marques de 01 i
e Joaquim Barroso de Carvallto, e os aliare* Ar-
senio Joaquim de Souza e Mainel Francisca Re-
fugio, lodos aggregados ao mesrno.
A aggregados arma de infantera os capiles
Joaquim Beriiardino de Magalhos Uarcez, m IV
balalho; Antonio Baplisla Je Almeida. do i
e lente Amonio Cardozoda Costa, do i
Era virludo do arl. 119 do regulamcnt
gente, foi couferido o grao de ba.harel en
Ihematicas da anliga escola militar aos Sn
nenie-general Jos Maria da Silva Bitloncourt .
major do corpo de engettheiros Vicenta Antonio
de Oliveira.
Sabia no da 31 do passado para Europa em
viagem de inslrucco a crvete l). zabe!. com-
mandada pelo ca'pio-leuente Cont Je*
Carvalho.
A crvela deve locar : ros Acores ; nos por-
tos de Hortas, da ilha de Fayal; Aatgra, da ilba
da Terceira : Pona Delgada da de San-Mi,
nos Eslados-Lndos, em Nev-York ; na 1
ierra, era Phymoulh e Parstmouth na Blgica,
em Anwers e Oslcnde ; ua Franca, em Cherb
bourg ; e, finalmente, cm Lisboa"; devendo de-
morar-se em New-Yoik mais tempe, em razao
de ler de forrar de novo de cobre.
""
k 11 I


DIARIO DE PERNAMBUCO. SEGUNDA FEIh,
liahxa. Desei>votvera(n-so algwts casos uo
Cubre amarclla na Rente dada vida do mar,
liavendo, al o da 5 do corrente, l doenles do
hospital de Muiil-Sorrat, mandado abrir era con-
lincnle mo ls.ru. Sr. presideuto da pro-
vincia.
Alagoas.Sob o titulo de Interior vero os
nossos leitores o que ha desla proviucia.
Quando findavamos o artigo cima, enlrou o
vapor Tynt, que adianta um dia do Rio c outro
da Baha.
As noticias do que foi portador, reduzem-se
6s soguintes :
Por decretos de 28, 23 c 21 de dezembro (In-
do foram apresentojos :
o conego de prebenda inteira Miguel Anto-
nio Ferreira, na cadeira de ihesaureiro-mr da
Se Metropolitana ;
O conego de meia prebenda Manoel Jorge
1'ratico, o ni una cadeira de prebenda inteira da
mesma S.
v 1 'iveram mare da serventa vitalicia :
Joo Caelano de Oliveira Guimaraes, do of-
ficio de partidor do juizo de orphos da corle ;
.Manoel de Anhaia Mello, do officio de 2"
tabello do publico, judicial e notas, e escrivu
das execuQoes civeis e crimes do termo de Pira-
pora, da provincia do San-Paulo.
i Foram nnnieados :
O coronel Fortunato Jos da Silva Botelho,
commandanle superior da guarda nacional dos
municipios do Araxi o Desemboque, da provin-
cia de Minas-Oraos ;
Jos Fereira do Faria, tenente-coroncl
commandanle do batalho de infantajia n. ) da
guarda nacional da provincia do Rio-Grande do
Norte.
< Foi reformado Antonio Luiz Cardoso, coro-
nel da amiga guarda nacional da provincia de
Minas-Ceraes, no mesiuo posto.
Foi pardeada ao reo Giminiano AlfreJo Vel-
loso da Silveira a multa correspondente meta-
de do lempo do seis mezes de prisao simples, a
que foi condemnado por senlenca do jury do
termo de .Nazareth, da provincia de Peraam-
bnco.
> Foi comutada na quanlia de 300* o favor
das obras do novo cemiterio pa cidade da Vic-
toria, da provincia de Pernambuco, a pena de
30 dias de prisao e mulla, a que foi condemnado
los Francisco de Salles, por sentonoa confir-
mada pelo juiz de direilo da comarca'dc Sanio
Anio da mesma provincia.
Foi exonerado do cargo de coronel comman-
dunlo ger.il do corpo policial da corte o lente
coronel Antonio de Sampaio :
<' Foram Harneados :
- O major de cavallaria do exercilo Manoel
i'edru Drago, commandanle gcral do corpo po-
licial da corte ;
i> bacharcl redro da Cosa Abrcu, juii mu-
MM. njquelia p.uiu do imperio. A recepedo de
Suas Magostados foi alli superior ao que sc poda
esperar, atientas s circumslanciasda provincia:
os Alagoanos mostram-sc era ludo merecedores
da subida honra que Suas Magestades so digna-
ram fazer-lhes.
S hoje foi que chegou dos porlos do sol quete nacional Princeza de Joinville, trazendo-
nos as noticias que os nossos leitores eneoolra-
rao em outro lugar desta folha e que porisso nos
dispensarnos de reproduzir aqu.
As noticias do interior da provincia, satisfac-
torias omgeral pelo que tocaaosocego publico e
o bera estar material dos habitantes, sao toda-
va pouco lisongeiras quanto seguranza indivi-
duas e de propriedade. O brbaro assassin.Mo de
mua e 1 triado, < cenle Ferrca uuiuus da Sil-
va. W. Olto, I.uiz B. da Costa, Francisco de Al-
meida, o duas irmaas de caridade.
Passageiros vin Jos dos portos do sul no va-
por brasileiro Princeza de Joinville ;Capito
Pedro AfTonso Perreira e 2 escravos, dito Jos Vi-
cente Forreira da S,lva Guimaraes. dilo Irino
Brasiliano de Carvalho e 1 criado, dito Francisco
Jacinto Pereira da Molla, lente Entrico Cle-
mente Duarte, alteres Boa-Ventura Leilo do
Almeida o sua familia, dito Francisco do Reg
Barros, cadete Manoel Antonio de Moraos, Luiz
Augusto de Carvalho, sua senhora o 3 escravos,
Manoel Monteiro da Cunha, Luiz Caelano Muniz
Brrelo, Alipio Autran da Mata, Guilherme Au-
gusto Ricardo, Rodolpho Joo Barata, Rosalina
urna enanca, perpetrado no dslriclo da Villi do Rosa d'Annuucacao, Jesuina Josepha da Silva
Gano, a evasao de 10 presos da cadena da cu ade e 1 filha, Antonio Jos de Carvalh., Pedro Viei-
de Goianna, lodos ellos criminosos de moites, ra Juniro, Manoel Vieira Brrelo, Manoel Ponlon,
roultos e fenrnentos, o a deum celebre faeanhu- \ Joo P. Machado. Francisco Jorge Pimenlel
do, que era conduztdo de Barreiros para Tauau- Francisca Balbina da Silva, I.niz Demetrio Co-
aarc, sao tactos de summa gravidadc, que poe lho, Manoel Felippe do Santiago Manoel Alvos
em continuo susto as populaooes, oque reclantam Pereira, Raimundo Jos de Arnnjo c 2 filhos
serias providencias da parle da autoridade. Antonio Francisco Goae Rentos Pereira dolle-
Aqui mesmo na capital a polica nao lem po- go. Conrado Kclppo sua senhora e 1 filha, Anto-
dido previnir de modo desojavel a perpetrarn dos nio Augusto Colho, 6 artfices, 1 nnspecada, 1
crimes. Durinle a semana honre un rouln na inferior cora 10 praeas. escoltando 10 senten-
rua da Impcralriz, unas lacadas em S. Jos i no
sitio em que mora oSr. desembargado; Gilirtna,
e urnas caectadas na ra das Cruzos. do notar
especialmente o pouco zelo.ou antes a mavJnta-
do cora que os soldados de polica se prest un a
auxiliar as autoridades quer naprevenco dos de-
liclos, quer na perseguicao dos criminosos. I esdo
que so creou o corpo de pedestres que os solda-
dos do corpo de polica enleiideram achar-8! de-
SObrigados do servido que at enlo era exclusi-
vamente seu. Ha das passou a correr pelajfren-
te do quartel de polica o criminoso, que empan-
dados.
Segucm para o norte:Teoenle-coronel
Jos Joaquim R. Lopes, Joo R Pereira da Silva
o sua senhora, Fernando de C. Carreiro e sua fa-
milia, Francisco Mariano de Siqueira, Carlos Ma-
noel do Lima, Laureano V. de Oliveira Limn,
Gald-.no Correa de Vasconcellos, Joo Francisco
das Chagos, Archanja Maria da Conceieo, Theo-
dora Jos Correa, Francisco Antonio' de Lima,
DionisioG. Vidal, Manoel Lourenco da Silva,
Antonio G. de Gouva, Antonio Tilurcio Soarcs,
Jacome de Araujo, Manoel da Costa, Manoel Do-
cara o Iraucez Jacoby, n urna hora da noil, sem mingos da Silva, Carlos Vuuven e sua senhora.
quelite pozessem all o menor embarace. Dous Claudino Jos da Piedade, l.udugerio B. Garcia.
soldados daquelle corpo, requisilados paraiellec- .1. Galle, Rollaedine Luizs, Maria B. de Santa
Miar a prisao do criminoso, derain volla 8 l'raea Arma.
Passageiros sahidos para o Acarac.no hiate
brasileiro Sobralense ;Dr. .los Antonio Figuei-
rdo, 1 tilhoel escravo, Dr. Joo C. B. de Mel-
ndades policiaes, por maior que soja o seu em-1 lo, 1 ilho el criado, Dr. Francisco Assis O.
penno na prevencao dos crimes e na captura dos Maciel, sua familia, 7 escravos
mmosos. mpossivolquo a polica so faca re- Raimundo F. C. de Albuaoe
da Independencia, c foram declarar que o iio l-
nham encontrado !
Por melhores quesejam as inlcncoes dai aulo-
JANEIRO m 1860.
fcuur o Mipor yne que egue
aftanbaa para a Europa mon-
taran a cerca de cent mil li-
bras\terlinas. regulando-sobre
Londres 25, 25 1/4 c 25 1/2 d.
por lj.i'sobro Pars a 385 ris
por ir.,'esobre Lisboa a 115
por cont de premio. Saccoo-
se lambem sobre o Rio de Ja-
neiro a 1/2 por cen.
Algodao-----------O superior vendeu-so a 83000
porarroba, c o regular a 7g80D.
Assucar-----------Os finos negociaram-se de ris
4j>70 a 5U01) por arroba, e
terceira sortc de 4g4oO a 4:600
Ossomenos de 3!2l0 a 3#40O.
mascavados purgados de 2j}830
a 290, America de.23(!:)[l a
2a700 c Canal de 2S50 a 2j50O
ris; sendo o deposito pequeo.
Agurdenlo--------Vcndeu-se de 60}000 a 6550
rs. a pipa.
Couros-------------Os seceos salgados gozaram o
pceo de 275 a 285 rs. por libra
Azeite dore-------Vendeu-se de 2J00 a 2/JG00
por galo.
Arroz-------------dem dc2$S03 a 23600 por ar-
.Bacalho----------
l.da Abril do orr*nle anuo o praso de JG mezes
marcado em lai para o descomo do 10 por rento
em cada mez no valor dellas, conforme oonsta
do officio da Fresidsncia do 5 deste mes com
referencia ao Avir> d Ministsiio da Fazsnda
de 20 de Dezembro antecedente. ThesourarKi |
de Fazenda de Pernambuco em 10 de Janei-ro
de 1860. Jor> Bapiisia de Caslro o Silva____
Idntica, mulalis matandis, aos Colleclores a
Provincia.
De ordem d lHm. Sr. Inspector da The-
souraria de Fa?enda desla Provincia, se faz pu-
blico que a arremala^o da parte do sobrado de
<'ous andares na ra da Guia n. 29, penhorrula I
aos herdeiros de Antonio Fcrreira Duarie Vel-:
oso, nao leve efTefto n->dia annunciado por fulla |
de licitantes, e por isso fica a mesma arrema-1
la?.io transferida para o dia 28 do corrento mez. '
Secretaria da I'hesouraria de Fa/.en !a de Per-
namhuco 0 de Janeiro de 1860. O fficial
Maior interino.Luii Francisco de S. Paio e Silva
J!L
eclara^oes.
gularmenle com semelhanle tropa, a quem nao Jos Carlos Pessoa Jos B
ntovu iiem o amor do bem publico e neiu o temor calo II de Arago.
eruardo Teixeira, Cun-
do castigo.
Demandaran! o nosso porto, do dia 6 ao dia
13 do corrente, 2!) embarcacoes mercantes, corn a
Iota-rio de 7,314 toneladas. Sahiram dujan-
os meamos dias, 10 embarcardes mercantes com a
lotaco de 3,333 toneladas. 'Alem dessas. enlrou
e sabio o brigue de guerra 'iancez Le Zcbrc e
Relacn dos baptisados havidos ua fregue-
zia de Santo Antonio do Recite do Io a 1 ue
Janeiro de 1S60.
Luiza, branca, filha natural deUmbelina Candida
do Figueirdo, Santo Oleo.
Jos, branco, lilho natural
de Gusmo.
de Emilia Fortunata
guary.
Rendeuini, do dia 7 ao dia 13 do corrente ;
a alfandoga, 1S:7713'J,!1 ; o consuladjo geral,
il e de orphos do termo de Paiub, da 83:571 $608 ; a recebedoria das rendas gsracs in-
provincia da Babia. ternas. 3:O70;572 o consulado provincial rs
Chegra & Baha S. A.JI. o archiduque Maxi- 24:544892.
toiliaoo, como o diz o Diario : U movimento, durante os mesmos (lias ( 7 a
O vapor austraco ElizaBeh, que entrn 113} foi de 5,000 voluntes, a saber
honlent ueste porto, rindo directamente da liba
da Madeira, Haz seu bordo,segundo nos cons-
entrou da commissoa canhoneira nacional Ara- \ Alerandrina, parda, filha natural de Lui/.a Rosa
da Conceieo.
Benjaraim, "branco, filho natural de Fesmina
Senhorinha de Jess.
Batatas----------Regularam de 1J200 a 1 j600 Pera!i, a J"n,a da mesma lliezouraria. a quem
' por menos lizer a obra de quinhentas bracas de
empedramento entre os marcos oito e dez mi!
bracas, na estrada da Victoria, avalado em
8:8000000 ris.
A arrcmatac,ao ser feila na forma da li pro-
vincial n. 343 de 4 de maio* do 1854, e sob
as clasulas especiaes aba\o copiadas.
As pessoas que se proposercni a esta arre-
matarlo comparecam na sala das sessocs da
niejtni junta no dia cima declralo, pelo ineio
da compettnlemente habiliadas.
E para que chegue ao conh?cimento Je Iodos
se manJou afiliar o presente e publicar pelo
Diario O Secretario A. F. d'Aonunc3C,ao.
Clasulas especiaes para a arrematajao.
por arroba.
Bolachinha-------Yendou-se a 3300 a barriqui-
nha.
Banlia- Negociou-se de 330 a 350 a li-
bra da de porco.
Carne secca- O mercado hoje flrou de possa
de 35.000 arrobas, sendo 17,(100
do Rio-Crande e 18,000 do Rio
da Prata. Vendeu-se aquella
de 300;) 59500 o estado 3g4t)
a 58000 por arroba.
Ceneja----------Vendeu-se de 45GOO a 4J800 a
duzia de garrafas.
Carvao de pedia- dem a 2l00 a tonelada.
e 1 criada, Dr. Cha----------------Variou de 1S550 alc50o,lS70
rque e 1 escravo, e 1900 a libra.
Farinha de trigo Retalhou-se de 2OJO00 a 22.;0un
a barrica de Trieste, a lgOO
a do Ballimore, 18000 a de
Philadelphia e ew-Orleans, e
COiN'SELHO ADMIMSTRATIVO.
Oconsellio administralivo para fornecimento
do arsenal de guerra lem de comprar osobjeetos
seguintcs :
Para o 9" balallo de infantar^.
Charlateiras para msicos segundo ultimo fi-
gilrino pares '27.
Para aCompanhia de Pedestre de linha.
1 .* Companbia.
Livro de 200 folhas para os ofliciaese com-
panhia 1.
Dito de 200 fulhas para ndices de docu-
mentos archivadas 1.
Dito de 200 folhas para rarf;a c descargs |,
Dito do 200 folhas para registro de titules *
voluntarios engajados 1.
Grvalas de sola de lusire 20.
2.* Companliia.
Livro de 200 folhas para os oliciaes conrean-
do documeii-
,,1 c dts.arga I .
Dito de 200 f,.lhas [ara registro de liiulos J
voluntarioso engajados 1.
Cra\ata: (iesia de lustre 20.
Corneta de tojua t
Quem quizer vender tacs oljeclos apre
lem as suas propnt.,, em caila eichoda u se-
cretaria do eonseiho as 10 horas da maabl do
dia 18 do corrente.
Salla das sessocs do eonseiho administrati-
vo para rornecimento do arsenal .le guerra II
de Janeiro da 1800. Boito Joi I.amenha
Lins, coronel presidente. Francisco Joaquim
Pereira Lobo, coronel vi gal secretario interino.
" Pela mesd do consulado \ rovioi ial .-. *r
Pl -o o que o5 trinla iii..s uli i.- i ara < agam n-
lo a bocea do cofie dos inipo.,tos do poi cenln
sobre diversos rstabelfcimcntos d" [Oj
Candido, pardo, lilho natural de Redozina Rusa teijao---------------Ido
da Conceieo.
Mara, parda, lilha natural de Maria Joaquina da
Conceieo.
r dos ro o KT' 'U,r : V"'*'Tro?-"" ,01"". franco, flll.o legitimo de Joaquim Jos
,l\l ?lo ,:;"" \U\ C1CnCI0' 1'6(,t) ; dn Guimaraes, c Mirandolina Amalia da
I r f l':' ';'oS- "2- ; ">Tm?* ?- Silva Guimaraes. (sub eonditione).
, !o;:;isriv(iiumeJ;,s!:S; i^m ] i:!i; M/;Aisrnatural d ^da costa
Sr conselheiro Perreira Peona, presidente da I 3 humeas, 1 mulhcr e 3 prvulos^ escrvos! Ss Albu1ucr(ue- u ,0MM C,aud,na a
D. do niaudiocs
sacca
::\
ta, S. A. I. o archiduque Maximiliano d'Austria,
que vem fazer, como ja so luuia annunciado
ma viagem diversas provincias do Brasi
provincia, acompanhado dos Srs. ehefe da esta-
cao naval, intendente da marnha e capito do
porto, foi apresentar seus cumprimenlos no ar-
chiduque, o oll'erccer-lhe hospedaem no pala-
cio do governo; masS. A. I guardando o mais
rigoroso incgnito, j tinha desembarcado com
de
Lm filho legitimo do Antonio Bezerra de Menc-
KEVISTA DlRA zos Lira.: Ucenca em 5 do corrente.-
A polica nao di ve ser iiidfferente para om lrna "menina lilha de Virtorino Jcs Ferreira ;
um caixeiro que l.a n'utna luja da na tiieita, o '"-'enea em 5 do corienle.
qual lem por cosime defraudar a quem pode'.,- Casamentos:
1 Manoel Correada Silva Lobato, com Antonia Ger-
que/a Carlota, leudo viudo em companhia de
seu augusto esposo alea liba da Madeira, alli
ucura por mclivodesaude.
O brigue francez Ftrnando, fundeado seita-
a noite. em nosso porto, viudo do Havre,
com .11 da, de viagem, troiixe-nos jornaes at 10
o passado, os quaes adiantam as noticias se-
. I os :
As adheses dos governos Russo e de Porlu-
C$000 a 7g000
de 1?>600 a 3;000 por
arroba.
Genebra-----------Em frasqueira a 5J000 c cm bo-
tija de 260 a 270.
Hantciga----------A iogleza regulou de 600 a
650 rs. por libra, c a france/.a
de 320 a GO a libra, havendo
cm ser 3,000 barra.
Oleo de linhaca- Vendeu-se a 1$700 por galo.
Passas----------- dem de 5> a 5^500 a cai\a.
Queijos---------dem de lg600 a 1$800 rs. os
flamengos.
Toucinho--------dem al 1^0JO porarroba.
Massas-------------dem a 52500 rs. por arroba.
Milho-------------a sacca de 4 arrobas vendeu-se
a 4:000.
8:S00.000 ris.
2. As obras do empedramento eompcaro
no praso de um mez, e terminara no de dez,
ambos contados na forma da le numero 286.
3. 0 pagamento da importancia da arrema-
tado, ser elfectuado em tres presiaeoes gu es,
correspondentes a cada terco da obra oxecut; 1
4. I'ara tudo o niaisque nao estiver especi-
ficado as presentes clausulas, ser observado o
quedispe a lei numero 5:86. Conforme
O Secretario A. F. d'AnnuetacSo.
, O Illnt. Sr. inspector da Ihesouraria pro-
vincial, em cumprimento da ordem do Exm. Sr.
.presidente i!.i provincia, manda fazer publico,
que no dia 20 do corrente, peranle a junta da
do Rios, administrador.
= Tt-udo o governo imperial n
dar fazer por arrcmalaeSo a parte das
caes da
imPei -" arha por 1 1 com-
preh ndida desde a liuha da ra de R
lo-se o i
apn si ... eiigcuheiro 1 ..
1 ule s con vid 1 ... p
r a contii la obra ..
senlarera suas pro] las. m 1 arla : m .;,
si loria de estado, den 1
contados desta Jala.
Secretaria de estado ni gocios d .
1859.
Favxlo
en. 2 de noi embro di 1850.
Acedes de comp" Sem transaccocs.
rs. a libra.
ajguns oniciaes'do navio didglnd^se Ty^rZu^tV?;11^ v ,
na, que como se sabe um dos mais aprazi-Lto b!5.Mdf ,t rti S'e '"" P*?0
veis bauros da nossa capital m. lulo na^enJa de algodaozmho, q ic medio
Tambera nos consta que'S. A. I. a archidu- ?? CvaJo' aPczar dc loar-lhe o cusi de
tsie acio nao pode deuar de ser cii ninoso, e Ao0.s|i"no l-rancisco Berirand, com Auna Arman- Descont----------Rculnu de 9 a 12 ao anno
por isso deve-lhe ser infligida urna punfeo, tan- dlnt J,ll'> Amelia Jacobi. Frotes--------------Para o Canal a 32-6 e 3 r !''-
10 mais quanto o dono do estabelecimcdto paroco M*nr,1,ie ,os* Lopes, com Francisca das Chagas ra Liverpool a 15 o lastro e
nao dar eavaco com a brincadeira. Pereira ; licenca em 12 do corrente. 5,16 :> s por bra'do algodo.
K a quem pots competir o resullai o d'ella ? "" Mataoouro publico : _______!_
trudes d'Albgqucrque : liceuya em 5 do cor-1
vi !,'"l.e' .- o-, o a 1-0S000 a pipa.
Manoel beodalo da Silva, com Constanca Ma- Velas stearias Vendeu-se a 610
na dos Santos : licenca em 7 do corrente.
Agosli
Quem resolvor este"problema bem m rocera da
numanidade.
Sezta-feira procipilou-se de un tercero
andar da ra do Livramcnlo, um pardi
escravo do convento do Carino desl;
- eslrartgeiros, o o principe d>: Hollernich ;
c pela Russia, o principe Goclschacou" e o conde
KissclcfT.
O Journal d) Havre, diz que havendo che-
gad 1 a resposta da Suecia, no dia 9 do passado,
apenas se espera pelas dos governos re Roma c
aples, pirf que a poca c o lugar da reuniao
uo congresso sejam publicados.
O rci Vctor Bmmaoucl receben, em au-
diencia solemne, os Milanczes chantados ao go-
verne de algumas provincias, exptimindu, por
sio, em termos os mais altenciosos pos-
sivel, su 1 benevolencia para com a cidade dc Mi-
' para com a Lombardia, manifestando o de-
. 1 i/cr urna visiia aquella. loo que os
1 1 -talo o permttirom.
V '.' istia Piemontesa pnblicou um decreto real
oinmando o morimenlo de emigraesMdo V'oncza.
Em v.rluJe desle decreto, os jov'ens emigrados
rovincias venezianas e do Tyrl i!.,i.: mo que
irem cominuar seus esludos lias L'niversi-
' es leaos do len.n, c Ibes fallarem O
que era
cidade,
cspj-'iava
Mataram-se no dia 14 do corrente para o con-
sumo desta cidade 90 reos.
UORTALIDADB DO DIA 1! DO Cor.IlF.M y :
Joaquim, preto, escravo, sollciro, 42 anuos, cn-j
digeslo
ir ; o que
e delicio.
artes n'a-
imin
i de Maria
i'" IIo 1 uiverilo, havia ha pOUCO rug
logo apptehendido para ban,
Farinha : c n'essa occasiu d. u-s i p
do Sr. Manoel Buarque, a quem os o
res toram-n'o levar nosa persuas
elle Subindd para o tercero andar co:i
o do ir buscar um palelot, deilou-:
baixo.
Este escravo frcquenln-.a a casa do
que, como seu barbeiro.
Foi recolhido casi dodeteneo
do corrente 1 homem escravo, ord-
chefo de polica.
Le irlandesa sobbe is .,.m<.-i-la alsrum
lempo que os jornaes ioglczea publiaram que
um soldado, leudo cortado o bigoi"
prisao por lodo o lempo rireciso paro
Vinho-------------O linio1 vcndeu-se do 190*000 a mesma thesonraria, se ha uVarn-matar, a quem minando.-na forn
5205000 a pipa. por menos flzer a obra de 500 bracas de empo- baixad
Vinagre----------o de Lisboa vendeu-se de 120dramenlo entre os marros 10 el2 nil 1
estrada da Victoria, avahada em 8:800c*.
A arremataco ser feita ua forma da lei pro-
vincial 11. 343 de l de maio de 1851, e s
clan-nl.is especiaes abaixo copiadas.
As pessoas que se propozerem a esta arrema-
taco comparecam na sala' das si --os da mencio-
nada junta rio dia cima indicado, pelo meio
i dia, competentemente habilitadas.
e %ll\\Tmariom*aU fer0rreSCI"Pli;-----------1- UC,l'ni:i"un,co ,CC-
Secretaria da Ihesouraria provincial de Vn- as 1,ofas oe sua emis$3o d .; de
20;.;, ep de aos pi ssuidon dai ib
o tavor de as viren, trocar no s u cs-
\tiausulas especiaes para a arremati rr'mnrln ,l-,c 111 j 1-
aAni Birfl 1S ... Coi/ros.-Teve muita procura, e venderam-s< Argo l.-As 50 bracas de empedr'.in.entc L"'"^110 1;;-";'S aa maoluu ate
,0- I M00 seceos salga los. do armazenado, a 73 r. entre os marros 10 o 12 mil loaras da estrada ?. a da tarde.
50 e., e 3,200, a entregar pela chegada da i?er- Victoria, sern execntadas do cenformidade Arha 1 casa de d
//.'/.a ,:\ frs. Ghegaram na aomapa, 405scrcos, com o orcamento npprovado pela directorio n: erava Maria que di/, perl -%
HanoeT, preto, 5mezes, coovulsoes. [[[V, 1,3'^t .s'!'5'.,.le.^:,!?.?l...sa,!5aJus vcrd,,s-; "i0'v!:lllf\. u'"'"","!;|-!!l1" uia'i- .. .' ';}'",: Arc, \
Tboma, Francisco, preto, soileiro, 19 anno?, ph- J?fftiilfffi d d'^la, !roV"C
thisica. um.1110, do 11b u 12! frs. por 50 kilo :.
NOTICIAS COMMERCIAES 1". MARTIMAS.
O brigue franco/ Femando, entrado do Havre,
Irouxc-nos as seguintes noticias :
Algodo.Vendcram-sc, na semana de 2 a 9 nambnco, 4 de Janeiro de lb60.O sccrctarii
ia, or- I r- da Annunciaro.
.1 ugvMo t.' .'. -i::r.
is: ;.:-. du arsenal do utArinba.
1 ''- publici ; ia commissi
minando, na forma del n
^"5"" r":" o W\ de 5 di
I I--.. 1 11 ;. .0i raa
;o, amar as 1 ancoras do 1
" da i-i mpanhia Pernambucaiia du 11
costeira, achou lud 1 em sudo regular.
Inspeccao do arsi 11.1 de marinha do Pera i-
buco.em 1 ,; 1860.O nsi
Llisiano Anton id -
Novo Banco de Pernambuco.
O novo b.inco do Pernambuco
Francisco de Sant
nos, cantaras de san,.
Urna enanca, encontrad] na porta da igreja
Marlyrioa.
Sr. Buor-!!'u l''"10 as 7 horas da manha, pelo Dr.
Dornellas s 8 horas da manha.
no dia 1' I
.11 do Dc.
l" PRA5A 1)0 RECIPE l DE JANEIRO DE 1SJ.
AS TRES HORAS DA TARDE.
Cotacoes oftlciacs.
Chegaram ao Havre
A ."> de dezembro, o clipper francez li7/e rfe
Boulngne, de Pernambuco.
A 8, o brigue francez Pernambuco, do Para.
Achavam-sc carga :
remalacao ser effectuada em Ires prestacoes
iguaes correspondoutes a cada ierro da obra
ejecutada.
Ait. {." Para todo n n-ais que nao se achares-
pecficado as presentes clau -, robsrva-
le. Ifoi punido
JO ijreciso paro ,,
cr.sier oulra vez aquella cobertura do labio su- Uesc9,nlo de letras1.0 c 13 0/o ao anno.
porior. Este proced ment a resucito de bieodes cotac5es officiaes no dia 13 depois das l horse
No II ivre : brigue francez Comle Rogtr, para do o que dspc a lei f-rot incial n. 2t 6
o Maranhao e Para. Conforme.O secretario, Anioiito Ferreira d
.1 nnttnciar \o.
Era Harsclha : clipper francez Zonace, para
este porto.
cwsEzwen.-i*--
da lardo.
corlados excitam a curiosidade dos re]daclores das
notes ad Queries ; c no ultimo numero desse Cambiosobre Londres90d[v. 25 I18 e 25 lii d.
' ambio sobre Pars393 rs. por fr. 00 div.
les reaes do reir.o, c Ibes fallarem os tocios J0rna1, !'"",',-so quen'um parlamento celobrado am0lsobrePars393 rs. por fr. 00d[v.
serao admillidos graluitamcnte nao s s ma- f01 Torim por Jolm Halbot. con.le do Shrews- i 'l,!'', dl! assucar da Paralaba para o Cana
trcalas, mas tambera aos exames. >' ,0-'ogarlcnenlo, uo anno do 1847, vi- ordem=32i0 e 5 0|0
K-n o-, :,-,, do Iratadu austro-sardo d quinto do reinado de Bcnriquo VI, foi. Francisco Mamede de Almeida.
1, publicou-se em Vicnnad'Austria um'avi-\'?> ''"'' ,odo u irlaillioz devia corlar sen! Secretario.
so convidando os inleressadosauslriacos do Mon-8, ?"aoJ(,uizMse exPor-s a ser tratado, ------
por
tii-
icclama.oes al 15
1 Lombardo a fazer. ni suas
d 1 correle
- I uilralado acaba de ser asaignado, enlrc
os ducados do Saxe-Coburgo-Cotha e Saxe-Mei-
u, polo qual cada um dcllesso obriza a lo-
mar, sob o poni de vista legal, os induslrios is
co ouiro, ibsi. lulamente como so fossom subditos
seus.
MOVIMENTO HA Al.FANDEUA.
como umigo da cora. Os irl indezcs nessa po- I Al.l'ANOEGA.
cagoslavim muito da moda do bigodc, moda R^ndmoato do dia 1 a 13.
alias espalhada por toda a Europa, c que anda M*" do dia l .
duran desoll annos. O infeliz Podohv foi consi- :
dorado um inimig.j por causa do seu bigode, e1
Iralado como tal s foi pi rdoa lo, abandonando
ao risco as suas ierras. A corda tirou duas van-
lagcns da sua ei ./ ida contra o bigodc ; diminuio
o numero do seus inimigos, auniquilando o poder
de alguns, e augmeulou o numero dos seus ami-
gos, enriquecendo-os com as torras conliscadas.
Us ..llenos dos estatutos Foram to assusladores
que a lilanJa nao levo outro remedio seno sub-
mclter-se u navalha ingleza ; porque, os senho-
17! 100SCSO
110275308
!85.S17j:i5S
nao n aceita.
0 gr&o-va r Irabilha as reformas a inlrodu- l's "cham monos ilesagrad'avei perder os seus
. r, havendo posto de parte as que dziim res- > Dlf.ofle8 du 'I'"-';IS SIJ;|' Ierras. Esta lei foi re\o-
' retirada do papel-mocda e rcgularisa- ga jpor '"'|,s depois de ter estado em vigor
Voluntes entra.los com fazendas
< c cora gneros
Volornes sahidos com fazendas .
< com geueros .
Descarregam boje 10 do Janeiro.
Barca inglezaFavoritafazendas.
Barca inglezaMirandadem.
Brigue inglczClemaat plvora.
1 16
== 5 i 5
9
125
= 219
Movimento do porto
Navios entrados > dia 1 i.
Portos do Sul (i dias e 18 horas Vapor Bra-
rileiro Princeza de Joinville. Coramindanlc o
1. Teuento, Antonio (1. de ISrilo.
Portos do Sul 6 dasVapor Inglcz Avon
Com mandante, R. Rivell.
Rio de Janeiro 18 das Barca Americana Gra-
pe Shot, de 345 toneladas. Capito, Uomcswood,
equip12, carga 962 sacas com calle, 9 Rockcr
iS; C, : seguir para New Orleans, anibou a este
porto por dezavor do maslro de proa.
Grenock 51 diasBrigue Inglez, Clcmanlc.
de 17! toneladas. Capito, Daniel Smilh, equip I
8 carga 600 barris com plvora, carvao do
:
lo3o Bapllsla de Castro e Sjtva, oflici.il da or
dem da Rosa, e Inspector da Ihesouraria d<
fazenda de Pernambuco por S. II. 1 que Utos
guardo.
Faco saber aos queo presejnte edilal viemque
em cumprimento de'ordem do tribunal do thc-
souro nacional do 1 '1 do noijcmbro prximo pas-
sado se conteea a nzor nesta Un murara a subs-
tituidlo d s nnlas do 50U0\M) da prmeira, .- -
;unda e terceira eslampas. Os seus ; ossuidores,
pois, podera apresenla-las ao Ihcsoureiro dest
Ihesouraria, que Ih'as trocar poi 1 ulras de di-
versos vaores. Thesouraria de Pernambuco S
le dczciii'uro de 1859.
Ju Baplistade Castro e Silva.
Acamara municipal marola publicar,
conhecimenlo de seus municipes, e dev :a exe-

Quai't-feira 18 le Janeiro de 181
Pruieiro ronrerto vocal: ranu
pela soeicdade Ijrrica italiana,
PHIMEUIA rai; i:.
Sympln nia.
lina
- i ia Mari
Duelo da .... ,(, ,
ra. Luiza i...., :i. II
polilo '
Cavatina
di pelo Sr Luiz Testa.
i.ramio rondo da ep< ra Ltm id i
do maestro Donizri lli, : ola Si Gal
SEGUNDA PABTI .
cuco, a postura abaixo transcripta, que foi ap- \^'',!' ;',' ,-,., ", ,
...av.j. ,.i.. i-..._ i>.. ____.,...'- i uavauna ua opera ueatn; ,
ibio, por causa da insufucicncia ile I **or ^ous seculos. '"' j Escuna inglezaSpritfarinha dc trigo.
i i thc-souro, motivo que lovou o governo a T 'VMI'U' scbjiarivha.Os Irabalhos subma- "arca americanaUniofarinha c ba'nha.
I ir tirar, a litlo de cmpreslimo de 2i) a 30' rill"os sa,) faaa voz mais numerosos : e para a | 1!'lroa americanaVirginiafarinha de trigo.
sobre os ordenados dos omp'regados su- '"f cxc.cuCao lem-se inventado urna cons
,,erog -o 0,0 presidente da provincia, allendendo no qui
Rode Janeiro-I!, 2iio Brazilero Almirante 5? SSRSWSS Municipal do '
Capito. Joaa Tarares Teixoira ; carga assucar. I ? ". dc U d? corrfntfl ">-' \cs'*\e
Rio Grande do Norto-EscunaHolandeza !I,v- ff* P10"sO"a">cnte o seguinlc artigo ,K
res. ea resl ih. I ero imposto daspatenlcs.
O ni : lo de eleico do palriarcha ecumoni-
'I 1 de ser regulado pela assembla naci-
t-ga, do forma seguinte : 1. ser non I
lo clero e pelos seculares ; i.
dera- l!uri-'il fraeceza--S. Thomaz objectos para ai
mcr-
eslrada.
vi I vaned.de de engenhos ; j. havia o sino ..
zulhador, o or comprimido pira faer sabir a I ^scuna dlnamarquezaHenrickqueijos e farelo
agua de. nina capacilaJe determinada, os vest- lll'Sue dinaniarquezCeros diversos gneros.
forra i. Capito, F Pieax; om lastro.
Rio de JaneiroBarca Americana Floresta.
Capito S. M. Welsh; com a mesma carga que
rouxe de Richmond. Suspenden no lamarao.
dos impermeareis com tubos r
espiratorios etc.;
um apparelho muito
-.' deve ser oseo- asd,7 ^nilew des InlereU maUrials, falla-
lindo d eoirc a tololidado dos prelados; 3. deve I ?,"" a ""W?ao snrniarlnha, cuja lacuna
!' ; adminisl ado, por 7 anuos, sera nouhuma no-
'. una linese qualquer; -." sua conduela
sei rn n hi nsivel ; 5." deve ter una ins-
io salisfaloria,sendo versado, se frpossi-
vel, as scieocias profanas ; G." conhecera his-
11 a tica o os caones do.; santos con-
; 7. 1 sido sempre, desde sua mocida lo,
13 dogmas divines e da Iradicao sagra-
'.', enif.ui, que seja capaz de, em caso de
resida le, servir, nos por patarras como per
es, de defensor da igreja orthodoxa, da qual
o presidente uo proexarguo (chote supremo.)
Segn lo noticias recebidas em Madrid do
Ir 1 .la guerra, em data de 6, os Mouros, dc-
: > combate de 30 de novembro, nao ha va m
iiiis ata. ado, conscrvando-se em defensiva. As
tropas hespanhobs fortilcavam o lerreno con-
j do.
O goveroo hespanhol recebeu do general em
do exercilo d'Africa um despacho telera- |
phico, dando o total dasperdas desde o corcca |
ni raroes.
o numero dos Mouros morios, diz elle, sobe,
500, e o dos feidos a 1,500, nao havendo pri- i
ros. A cifra total dos nossos de 88 mor-
s, 717 forillos, sen lo : 1 general ferido ; offi-'
acaba do sor preenchida p
simples de M Guigurdet.
Consiste elle n'uma lampada de hydrogcnco
liquido, encerrada n'uma margem do vidro di-
forma cylindrieo, hcrmelicomenlc fechada, c
com a solidez precisa para resistir pressso do '
ar ; es'a manga coroaJa de um tubo ou cha-
tmne para fazer sohir o fumo do gaz resultante
da combuslo.
Bous tubos verticaes, enllocados laleralmen i
introduzem na lampada de vidro, e pela parle in-
ferior o ar necessario combuslo. Ura reci-
pente com a lorma do um p, que communica :
com os tubos do ar antes uestes cnlrarem na
manga serve para receberos lquidos, que sep-
dem couclusar na manga 011 nos tubos, liquides
que accumulados as rollas do-; tubos do ar po-
deriaiii obstrui-los, e impediran) o accesso do
ar no luco da lampada.
Finalmente, um aneldo ferro, posto cm bailo
do recipiente; serve de segurar um poso pro-
pno para conservar a verlicalidado ea Oxidado
do apparelho, eiu quanto que urna bia serve de
a snslanlariia profunddade que se queira.
Com esln apparelho, na ponto d'Arcole em
Pans, ii!U mergulhador pode examinar os elTci-
Brigiie portuguezAmaliabatatas e cascos.
Brigue brasileiroloven Arthuro resto.
CONSULADO GERAL.
tieudimcnto do dia 1 a 13.
dem do dia 14 .
32-6603190 -j
450,095 3
32:9409285
DIVERSAS PROVINCIAS.
Hondimento do da 1 a 13. 1:7365944 ES
dem do da 1 i...... 21$600 g Z
1:7581544
DESPACHOS DE ESPOUTACAO PELA MES
DO CONSULADO DESTA CIDADE NO DIA
14 Di: JANEIRO DE18C0.
Lisboa=Barca purtugueza llortencia, Amorim
Irmos, 51 saceos assucar mascavado.
Rio da PrataBrigue nacional Marinlio III, A.
Irmos, 50 pipas cachaca.
New-York Rarca americana J. A. Ilasard,
llonry l'orstcr fi C, 100 saceos assucar mas-
cavado.
Exporiacao,
Brigue Austraco Maria, conduzio o seguin-
to : 3,800 saceos assucar.
Patacho portuguez Flor dc Maria, conduzio o
seguinte : 1,775 saceos assucar, 57 cascos
postura.
Artigo nico. As pessoas que caiarem ou pin-
taren) as frentes das casas, e com t?es obras dam-
nificareis os nomos das ras e os numi ros dos
edificios, decenio ropo-Ios no seu perfeilo estado,
os infractores soffrero a mulla do 10; ; o o tra-
talhoser feito a cusa delles. Liiz Bar
Muniz Fiuza. Conforme. Antonio Leite de
Pinito.
i concert i
l'R!
I." oidem.......... : -o (i
- dita.............
dila.............
1 I iras............
^Plateas.............
Os bi a< || m-se vmda 1
Jo ti.ealro.
1 imi ra i s 8
Avisos mar i!
Cear, Warauliao e Para.
ie om pi 11c s di s :
hiato nacional ttido Paavete, capito I
rintho Nuil s da < osla, por ler parte da carga
I ta : paia o usto C pas
com os consignatari
O Dr. Anselmo Francisco Pcrettl, commen
da imperial ordem da Rosa ejuiz de direil
pecial do commercio, nesta cidade do l
capital da provincia de Pernambuco e si u r-
mo, por s. M. I. c C. o Sr. D. Pedro II, que
Dos guarde, etc.
Faco saber polo presente, que requer ment
dos cooimercianlcs Joo Jos de Carvalho lloraos ,
o Joo Baplisla Fragoso, fui aborta a fallencia do
Negociante Ed: Hiberl Wyall, pela senlenca se- C' ru-' '':; Ci uz n. i7.
guinte :
Dos documentos de ils. 3 a fls. 20 e caria- do
fls. 23 e lis. 29 se mostra que Ed: Hiberl v. >alt,
commorciante matriculado o eslabclccido nesta
cidade com escripiorio o arraazem na ruado
Trapiche n. ls, lem cesando os seus pagamento.-:
pelo que declaro em estado de quebr c lixo o
termo legal da existencia desla, a contar do dia
4 6 de dezembro do anno prximo passado de. 1859
| Nomeio curador fiscal do credor Joo Baplisla v ^
Fragoso, e depositario interino do credor Joo i>a>CgICUO COSteira a Vil I
Jos do Carvalho Moraes ; e prestado pelo pri- O vapor nacioaal tguarass, rommaadantc i
meiroo juramento do eslvlr, e pelo segundo as- segundo lente Uoreira. teguiri pan M porto
do norte de sua escala al a da
leza no dia 10 (locorrenle 's 4 horas da 1
recebe carga para o Cear e Ara ai> nos i
e 12, para o Ass c Uu> Gran i do .Serie no dia
C0MP.WHIA PEKiMBl'Cm
Secretaria do governo dc Pernambuco, em 5 signado o termo de deposito, o escrivao reroel-
de Janeiro do 1860. i ter copia desla senlenca aojuiz de paz compe-
S. Cxc.^ o Sr. presidente da provincia manda tente para a apposieo de sellos, que ordeno se
ponham em todos os bens, livros c papis do f U-
lido. Feito o que, e preenchidas as formalidades 113, e para a Par ihiba n t dia 1 al ao meio
PERNAMBUCO.
O'Donnell, diz era 7. do acampantcnlo d'Afri- S^pliandra, e munido dc urna ardosia o de laps
ca. queos trbalhosde fortificaces conliimam. cul"Pe">nle. deseen a bata para procurar una
^gM,,_______ caixa de vidro, que se duba hincado paia o lugar
prximo da .lampada, cooiendo urna mcdolha,
sem o mergulhador o saber.
O operario vio logo a caixa c escreveu na ar-
dosia u luz da lampada, o que ella conlinha, e
assegurou que a lampada illuminava completa-
mente um espace dedous metros em roda d'ella.
Todas as oulras experiencias confirmara o prcsli-
mo deste apparelho e mostram a sua grande uti-
li lacle.
Passageiros vindos do su! 110 vapor Inglez
Aron :1n*ln>l W- f-lralb' SYl i-'lcoth, sua fa-
RECIF, i-.1 w- JANLiUO BE 1860.
Is,skiSbJ,**t"*uw-
Delrospeclo .emnnal.
Duranie todo o correr da st r"ona cslireraos
Laidos de noticias, quer do exterior c 1uor nHiS"
modo interior, salvo algumas poucs que tCC*~
temos dasAlagas, e qucscTcferiam quasi que
c.chisivanienlc recepeo o i oslada de SS.
CONSULADO PROVINCIAL.
Rendimenlododial a 13. 44:23312z
dem do.dia l....... I:060$24
45'293
Praia do Recifc
*4 d Janeiro dc 180.
As 3 horas da larde.
6.015$220do corrente anno. secretario do governo, Jos
Denlo da Cunha Figueirdo Jnior.
CIRCULAR Ns 13
A' Alfandega, Consulado, e Recobedoria.
O Inspector da Thesouraria de Fsscnda di
Pernambuco determina ao Sr. Inspector da Al-
fandega que faca cessar na sua Repartirlo o re-
cebimento das notas de 508000 ris da 3. es-
tampa,papel roxo, e de 5003*000 ris da I., 2.
a 3. eslampas, visto que urnas e. oulras esto
sendo substituidas pela Thesouraria em virtude
REVISTA SEMANAL.
Cambios. Os saques dc que deve ser por- deordens do Thesou'?, f.enlo d? corneja r no
determinadas pelos arts. 812 do cdigo cominer-
ial e 120 do regulameiito n. 73b se daro as sub-
sequcnlcs providencias que dilo cdigo e regitia-
menlo piescrcvem. Rciife 11 de Janeiro de 1SC0.
Anselmo Francisco Peret'i.
Por forra desla secretaria convoco a lodos os
credorts do dito fallido, para no din 19 diste mez
s 10 horas do manha, na sala das audiencias,
comparecerem ofint de proceder a nomeaco dc
depositario ou depostanos.
F. para que a todos os credores do nnteJilo fal-
lido chegue noticia, mandei passar editaos que
serio aalxados nos lugares do costume, c publi-
cados pela imprensa..
Dado e par-s.-.do nesta ciJntlo do Recifo de Per-
nambuco aos 13 de anaue de lbCO. F.u Fran-
cisco Ignacio de Torres Bandein, escrivao do
juizo especia' do ^ommercio o lz e esrrevi.
A'n*tlmo Franctscc Pereti.
\ carga deve ser posta a bordo ai 1 'ado-,
competentes despachos c cuohecia
Asiglo-ljiso-BrasiScia.
O vapor Brasil, rspera-seda Furopn dc dia 17
cm dianlo, c seguir para os portos do sul 110
mesmb dia da chegada, para.j s trMs-sa
crm o agei les Tao fr;
-~aV ai al

t i~


(*)
DIARIO DE PERNAM:
- SEGUNDA FF.TTU ifi BE JaEIR DB 1860.
Para o lUo de Janeiro.
O veleiro c bem conhccido brignc escuna Jo-
ven Arthur, pretende seguir com niuita brevi-
dado, trm paite de scu ratregamento ; poia o
resto .(fie lln falta, passageiros, para os ajines
lem bous fomnodes, e esrravos a frote: trata- ,
c rom os seus consignatarios Azevedo & Mendos
no sen escriptorio, ruada Cruz n. 1.
Para a Babia.
Pretende seguir nostos 7 dins a esruna nario-
i.al Canelola, tem dous trros de son carrega-
mriiio promrto ; paja o reato que lhe falla, lin-
ia-sc com es seus consignatarios Azevedo &
Mendos, no scu rscriploiio, ra da Cruz n. 1.
Para o Rio do Ja-
neiro
D patacho nacional Capuar, Segu rm poucos
dias por ter a malor parte da carga engajada :
pan o resto, passageiros e esrravos, irala-se
coni J. It. da Fonseca Jnior, na ra do Vigario
numero 23.
Para o Porto.
LEILAO
Terca-fcira 17 do correnle.
na ra no
IMPERADOR.
O agente Boria far Ir-iliio no scu arraazom na
ra do Imperador n. 15, de grande quanliHo.dc
de obrasdeniarceneiria, mobiuas, crystacs, lou-
eas, vidros, el., que vender sen reserva de
pioro s 11 horas cm ponto.
LEILAO
S
Terea-feira 17 do
PELO AGENTE
correnle.
coatemente de Portugal.
Vinagre
de Lisboa.
PELO AGENTE
1
Vai sabir erm brevidado para a eidade doror-j
to obligue | ortuguez l'romplido II, forrado o i
cncMilhado de cobre, de primcia marcha e pri-
meira classe, por ter parle do sen caricgamcnto \
promplo: para o rosto e passageiros, para os I
'juai'S tom encllenles eommodos, trata-se com
Elias Jos dos Sanios Andrade & C., ra da Ma-
dre de Dees ii. 32, ou com o capitao.
Para Lisboa,
seguc com liovidadea barca portugueza Horten-
sia, caoilao Jos Mano. I Horneo, por 1er orna
pane do eairegamento piompto ; recebe carga a
rote, e lem boas acoromodaces para passagei-
ros : qnem n;. mesma qoizer carregar, poder en-
lender-se com os consignatarios Amorini Irmios,
ra da Czjuz n. 3, ou com o sobredilo capitao na
pr3ra do commercio.
Para o Rio de Janeiro.
O veleirr patacho nacional Ueberibe, de pri- O Uai*ta-fera J8 meira man lia, pretende seguir com muila bre-l
vidade, lem parle de sen carregaraonlo prorap-j
lo ; para n resto que lhe falla e passageiros,
ara os qnnea lem eicellontes commodo3 e es-
craVos .1 it 'le, Irala-se rom os seus consignata-
rios Azevedo & Mondes, no seu escriptorio, roa
da Cruz n. 1.
Vnv.n r. I noAftlv referido agenle vender par conla de quom
idid u .natal. perlenccr no mencionado da pelas 10 horas da
O hiate Serffipaoo por ja* ter par- roaahtno armazem do Sr. Araujo no Forte do
te do sen earregamento, a tintar com o o pipas e i2qUartolascom vinagre de Lisboa.
mestreHenriqua Jos Vieirada Silra,oui
com Luz Borges de Cct-queua na ra
do Vigario n. 5.
Paya Lisboa segu no di.i 23 o correnle o
brgue portuguez Lait III": qnem nclle qoizer
carregar ou ir do passageni, trate rom os seus'
consignatarios Francisco Severiano [tabello
I lli i, no largo da ssembla, nu tom o capitao
Jos' Januario da Costa, na pra;a do rom me: rio.
Para a Figueira, com escala por Lisboa, vai
g.ihir no d a 28 do correnle o brgue portuguez
'.illa Plg leirensc: quom nello quizer carregar
ou ir de pnssagem, trate com os seus consigna- '
taos Francisco Severiano 11
largo da ssembla, ou com
Oliveira Lobo, na praca doro
Pata Lisboa, o brgue -Pino, segu m-
preterivcli icnte at o da 2U do correnle, tem a
seu bordo dous tercos de seu earregamento : para
O Sr. thesoureiro manda tazei pu-
blico que se acham a venda todos os das
das 9 horas da manhaa as 3 da tarde,
no pavimento terreo da casa da ruada
Aurora n. 26 e as casas commissionadas
lo a pro lucero para todas as qualidadcs do eul-
luras parece nao ha ver superior em paite al-
guma lem boas multas e terreno para levar.lar
outro engenlio, ficando o To:oz com as tetras
necessarias ptrs safrejar os mil paes de assucar
queso quifer plantar, de peseme o nico in-
veniente que se aprsenla estar lonjo do em-
barque .cus das de viagem para ida e volla dos
carguc'rej, inconveniente este que breve tem
de desaparecer com achegada da estrada de Cirro
que reduz a iluas cargas por dia portanio quein
quizer possuir um Potozi, ou mesmo desfrtalo
porarrendamento no engenho Udia achara cm
Ra Nova, em Bruxcllas (Blgica),
SOB A DlUCClO DE E- KKIVMD
Este hotel collocado no centro de urna das capitaes imporlanics da Europa, lorna-se de grande
.valor paraos brasileiros eportuguezes, por sous bons eommodos e confortavcl. Sua posiee
! urna das melliores da eidade, por se adiar nao so prximo s estac.es de caminhos de ferro, da
: Allemanha o Franca, como por ter a dous minutos de si, todos os iheatros e diverlimenlos ; e,
; alni disso, os mdicos presos convidam.
No hotel basempre pessoas especiaes, fallando o francez, allemao, flamen," in"lez e por-
A porta do armazem do Sr.Annes defronte da t'JS'iTTE "2"' ** *" SUMfUr*M ^ !' no 'O, qur
i aliandcga no dia. cima designado e pelas 10 ,.! para l0da a turoPa Por PrfCs que nunca excedem de 8 a 10 francos (39200 45>000 )
horas da manhaavender por da.
Caitas com ceblas inuilo novas chegadas re-1 Durante o ospaco de-oito a dez mezes, a*lii residiram os l'.xms. Srs. consclheiro Silva Fer-
rao, e sen filho o r. Pedro Augusto da Silva Ferro, ( de Portugal ) e os Drs. Felippe Lopes
Netto, Manoel de Figueita Faria, e desembarjjador Pontes Visgueiro ( do Brasil, ) e muilas ou-
I tras pessoas lano de um, como de oulro paiz.
Osprecos de lodo oservico, por dia, regulsm de 10 a 12 francos (-15000 -iOO.)
No hoitUncontrani-so informacois exactas acerca de tudo que pode precisar um eslransciro
^
Jos Soares de Azevedo,
proessor de Jingua e littera-1
tura nacional no Gymnasio
desta eidade, tem aberto em
sua casa, praca de D. Pedro II,
Q. 37, segundo andar, um
curso de Geographta e His-
toria, eoutro de RiiETORici q
Potica. As pessoas que de-
sejarera estudar urna ououtra
destas disciplinas, podcni di-
rigir-se a indicada residencia
de manhaa ate s 9 horas, e!
de larde a qualquer hora.
Caetano Pinto de Veras faz scien-,
!te a quem interessar, que tem entrado'
Inoexercicio de ji.iz de paz do quailo
lanno do prinenod8ticto de S. Anto-!
'iitfoiS!Na Tila (1o Illipe.adOr II. n0 ^cidevje para quloi elito, e
mmereio i "t por isso despacha todcs c$ rl.ns qua nao:
51, primCirO aildar. | forem santo* ou feriados, na casa de
Manoel Jps de Araujo Costa Filho ao ret- sua residencia, na rila de S. Francisco,
o Rio de Janeiro
Ql'AUTA-FEIRA 18 DO CBRENTE.
iai-.se para o Rio do Janeiro no prximo vapor, sobrado n 8- nstim rnmn rm l.xla >
o rosto que lhe falta, e passageiros, para osquaes llln a ^onA de pardpar ao .s llavel lt)'|i(,,; I >BIdU0 n" ; aSMm como cm t0(la <
iem ox.ecntes eommodos, irala-se com a seos dcsla c no dia c ndrna dunado qualquer pai te qne seja encontrado, e
signatarios Azevedo & Mendos, no seu es- oslar esposla a venda
10 riada Cruz n. 1, ou com o capitao Ma- lerreneo .1o ae
DOOl .! Oli ,-i'ira llanos no Cupo SantC
Hotel Trovador.
Roa larga do Rosario n. i(>.
Cesse ludo quanto a enliga musa cania
ijue o TruvaJor altivo se levanta.
Utencao, rapazeada,
rede o hotel Trovador,
J em ludo reformado
Polo novo possuidor.
Elle a lodos participa
Al mesmo aos entes gulosos,
.loe prepara a qualquer hora
Bous petiscos saboiosos.
Nao ludo l s'encootra
0 que as almas d conforto : s
0 moscatel, o champagne
Com o velbo Duque do Porto.
Jnlien Medoe, chamico
E cilios vinhos cuiihecidos
1 se acham nos armarios
Esperando ser bellidos.
Tambem lem muitos xaropes
L variados licores,
E a genobra aromtica
i.'ue mitiga fortes dores.
P'ra os rapazes de bom gusto
Da Veneza americana
.Vfandou vir o Trovador
Tinos Charutos d'llavana.
pelo mesmo Senhor tlicsoureiro na pra-; quem trataron na ra do Quuimado n. 39*
ca da Independencia n. I i elG, os fallar com Manoel Florencio Alvos da Marte*,
bilhetes e meios da pnmeira parte da
pri meira lotera do cernterio de Ifjua
rassu', cujas rodas deverao andar im-
preterivelmente no dia do coi-rente
mcz.
Tiesouraria das loteras li de Ja-
neiro de 1SG0.O escrivao, J. M. da
Cruz.
Attencao.
m
A pessoa que ao desembarcar na ma .rugada
de 25 de dezembro, no Varadouro em Olinda, e
ronduzio em Sua bagagem urna hacia grande do
ti and res, contendo 4 ou mais vestidos novos, ca-
misas, saias o rasavequos, tenha ahondado man-
dar quanlo antes entregar a sua dona, pois urna
pobre niulher, do contrario ser por esto jornal
publicada sua morada, o numoro da casa, e seu ,
nomo sem lhe faltar orna letra, nois nesta eidade I ""e-lieamenio, o boje se achao assaz conhec
Pilulas
Vegelo-depuralivas
Estas riLLi.AS, sendo unkamenie compestas
de puros vogetaes rolbidos nes campes e malas
j da provincia de S. Piulo, j foro analysidas
pelo Sr. Etienne I.agardc no Correio Paulis-
lano onde sabiram algnmas publica^oes a res-
peilo das virtudes e ellicacia desie marawlli.iso,
las
pelas innmeras curas que com ellas so Uta
O pintor. obtiJj, lornandi-se um remedia sempre til a
Qnem precisar de urna ama para oo/.inhar necessario, especialmente nos Ingarcs onde Hit
inja-sc ao boceo do Rosario n. lti. que ser !,. .i-. ,
servido. houverem medieos e forem escasios os lecuisos
Joaquim Goncalvi-s Pereira Casco declara d* medicina.
ao publico e ao corpo do commoreio, que ajustou I Sendo o fnn Drincipal desl3S pilulas purificar
suascontas com Jos Peres da Cruz, ouirora Pe a massa do saligue, uual ser a crelura
no da 12 do cuento, comol^^^ fc ^^^
bom conhocido por lodos.
quo
der-
Le loes.
oslara esposla a venda por publico Icilo c in-' que as audiencins do mi sirio juizo con-j
ente B015JA, o seu escolhido sor-i tinUam a ser feitas ni man nnh'ir'i rlua
lmenlo d fazendas vindas do Rio do Janeiro,' ... Sl1 'e. '?.a C,a8a Pubica ddS
constando de fazendas de. seda, la, linho, safas audiencias ao meio da das tercas e sex-
1 Ue balo para senhora o menina, aloalhados do : tas feiras
m.nuiji'.'rfiSSS h,".S! I I,Q",e," Capa:S ~ Na rua d3 Cadoia d'5 Reclfa 38- dea-!
raanlelelos velludos baieges, r.quissiiuas cami- sc faHarao Sr. Manoel da Silva Pontea Jnior, a
sinhase camisolas bordadas para senhora, ves- Lcgorio de seu interesse.
dinhos para meninas, alcatifas, tpeles e ou- prccS3.se do urna criada para oservico in-
?m a verdade quizer
Do que digo confirmar
Devc de quando em quanJo
O Trovador frequeutar.
P'ra provar a evidencia
Oue o hotel lem nu-lhoraju
Pasta dizer que tem sido
Por inglezes requentado 1
r.s di Vasconcellos,
dos documentos que eiislera em'so'oder." ae,xara ,, eiider a propria conservado,
mesmo declara que nada deve, e se alguem sel |>re>anlo um medicamento que, mesmo em esta-
julgar seu credor, aprsente suas conlas.a qoal- do do sau.lo, conrorre para a toa nul'ii
Vl^^^^"'12'"""10 c = Vende-se um bonito escravo moco, cozi- 9"lw molestia?... E* inconlestavel que gmn-
nheiro, o bom pagem, sem vicio nem achaque, e ''e l'arle dos solTrimcnlos humanos lem por oii-
muilo fiel: a tratar na rua Nova n. 7, priineiro gem a impuresa do sangue.
__in i ,._i f *,\ i Assim, iulgtmos fazor um gran le servico a
No da sexla-feira, 13 de janeiro correnle, i,m.;i ___.. *
ausenlou-se da casa de seu senhor o escravo iri- ""da acantilando o uso destas Piuus,
gueiro, por nome Age pilo, andando voudendo e indicaremos os JilTerenles modos por q
agua nochafariz da ribeira da freguczia de S. devein ellas usar, segundo o estado das i isoas,
Jos, vestido com calca o camisa de a/ulao j i~v i
chapeo, baiio. chelo do Ucposilo gcral.
Rua do Parlo n 119, peno da Carioca Rio
bastante usada, sem
corpo. pomas algiima cous arqueadas, moio ma-
luco : roga-sc as aulortJades policiaes, capiaes
de campo, ou a enmpanhia do pedestres, o ap-
prehendam e entregucm na rua do Rangel n. 21,
que se rao recompensados Prolosla-se contra
qnem o liver oceultado ou mimosiado para se
ulilisar Je seus servidos por mais commodo proco
por elle ser miope.
de Janeiro.
Agradec ment,
Infla ma*ao do ligado estomago.
Eu abaixo assigoado attelo que ptdtetado
mnha senhora re inflainaeo de figa.lo e esto-
;raago por muito lempo, e sempre traala, ul-
! limameniese I lio a.lJicioaou ao seu trata memo
possoa ebegada ltimamente do s,r(-l0>"oP^'ico (co peruiisso do medico assistentel
lem para vender um escravo de bonita figura,3 appliencao dis sbapas medicinacs Allcn?o.
lias
DE
Aapora
muilas fazendas de goslo.
Bem como
para casamen-
l'm rico par delenoes bordados
to e um grande srlimento 2
Charutos de Harana.
Chamai-so a alteneo dos Srs. particulares para
I o importante leilao annunciado que ser etl'ec-
1 tuaiio em lotes a vontade dos compradores s
! l'.( horas em pomo.
Avisos diversos.
Ionio de urna casa de duas pessoas de familia
tratar na rua da Cadcia do Recifo n. 40, loja<
Hospital Porlugnez (le
Beneficencia.
la assoriacao
coniicrdal.
Segunda-feira 16 do correnle. [
O agente orja tara' kilao na porta i
da associarao commcrcial, por conti el
isco de quera pertencer de -"."jO cou-
ios seceos salgados a variados, os quucs n
._ _i i o .i O tllIUlIlillv (Id |)l OV lllCia naid < mesma casa vende-se lo lia de
se ach-un a exime dos Sr?. pretenden- r h.r.
tes no trapiche do algodao no Foite do COI'rClUe a 11110 C
Matos. Principiara' as 12 horas em
ponto.
Carneiro sumido.
Desapareceu ou furtaram no dia 12 petas 5 ho-
ras da larde, da casa amarella na rua doJasmim
um carneiro grande lodo branco e muito gordj :
quom delle der noticia ou lcva-lo a casa cima,
aee r<>rnnippii. liver oceuliado.
Na rua Direita n. Si, precisa-se comprar
duas marque/as que este-jam em bom uso.

- : 5
tj> I _x @
Almamii da provincia.
Sabio a luz a folliinha com
o qule vende a 800 rs. na
piara da Independencialivra-
Conio >': engranado o senhor annuncianln do
Diario de honlem sob o nome de um dos reelei-
, tos, a nao ser alguma arliraanha de algum dos
! que se dizeni nossos amigos nao podo deixar d.'
ser alguma graea, porque parece que nao pos-
I sirel que a actual junta, digna de todo o elogio,
queira ver seus actos no olho da rua, e porlauto,
expostos a seren migados pelos abilhudos dus
i seus contrarios.O verdadeiro reeleito.
Preciso-se de urna ama : no paleo do Ter-
\ ro n. 26,
Muito s.' i'esoja saber so vivo Jos I.uiz
Lar, do logar de Villa Cha, freguczia de S Ro-
' que, Consclho de Oliveira d'Azcmeis, em Portu-
gal, para negocio seu, na rua da Praia n. 6 : na
carnauba muito
barata, o buchos de pescada.
Jockey Club.
A commisso directora lem marcado o dia 19
de Janeiro, s 4 horas da tai Jo, para a segunda
corrida, no prado Prauga, sendo os premi is o
entradas para as Iros corridas seguintes :
i." corrida 1.000 bracas 20(^000
Entrada COsO'K)
2.' corrija 500 bracas J0:000
9
com idade de 20 a 2 anuos, proprio para qual-
quer servico ijuem o pretender, dirija-se ao
armazem do s.l, na Boa-Vista, a tralar com Do-
mingos Velbo Itarret >.
O abaixo assignado perden no dia 1-4 do
crrante umaordem de 50j, passada c assignada
pelo Sr. Cavalcanli Pessoa, morador no Giqui :
por isso previne ao Sr. Antonio Jacinlho Borges
para que nao pague seno ao abaixo assigmdo.
Jos Domiiii]tes Goncaloes Torra
r^ Perdeu-seda roa do Livramento para o Re-
cife urna caixa de tari
chapa d
quein
rua o l.ivraiuciilo n. 2i, Iccceiro andar, ou no
trapiche do algodao, que .1 ir lo.'i de aehado. !
Precisa-so de urna pessoa habilitada para !
ensinar primeiras letras n'um engenho prximo
a villa do Cabo : a tratar na rua estrella do Ro-
sario o. 8.
I'ma pessoa de boa conduela se offerecc
para eaixeiro de vender assucar, do quo tem
5t@$@ mui,a piaiuj : j u'in p pretender, annuucic on-
v le deve ser procura.!.).
]'._ Quem precisar do urna cria-la
'' dirija-so a rua do Sebo n 8.
Ricardo Kirie, com escriptorio na rua do Parto
n. 119, c a doente se restbeleceu intnirtfoavo.
faz uso das chapas do mesmo autor para oli ido
ou eslomago, sempre como coa.ljuvante do tra-
tamento allr.paihicoa quo se submelle, e vai ti-
rando proficuo resultado.
0 que retiro verdade, e o juro.
Collegh nacional em S. Corislovio, Rio de
Janeiro Joaquim Sabino Pinto Bibeiro
a caixa de tartaruga para rap, com urna lleconheciJa vordadeira a aisigna'ura raprt pe-
!ff^lrrawU:i|,taMi0 Luz RoJriso pnd **
Cura completa
Se ni

@ Desembarradas ltimamente viudas do
v-0 l'orto, proprias para prsenles, por che-
9 garem inteiramcnte perfoilas: vendem-se i-
fi no armazem Progresso no largo da Ponlia.
@ n.8, lano em porcao como a relalho;'
@ preoo commodo. *'
O agente Peslana coulinua a estar autorisadoi :-, o ,.n,ltnmln a|
I a commisso liquidataria da exlincla socieda- '' ". O e > eoiIlCllUO dlt.lll 110
ia .-ao o lecidos deaigodo pira vender o Lalfiidario eeeleiasl ICO O
restante do terreno do sitio da mesma sociedade.' '
Os prelendenles podem dirigir
rua Jo Vigario n. 11. a qual
ler-iC com o dito agente.
II'T
ao armazem da
hora do dia a
civil:
Noticia dos principaes esta-
dos da Europa t America com
o nome, idade etc. de seus im-
peradores, reis e presidentes.
Resumo tos impostos gc-
raes, provinciacs, mu ni ci paes
i e policiaes.
Tabella tos emolumentos
iparocbiaes.
Em pregados ci vis, milita-
Barrot C. oiisitiialaiiosila |ale- r,es ecclesiaslicos, lilterarios
1 a americana Medlesaser ( capitao de toda a provincia.
(ook) larao leilao por iulpopiiriio do| Associaces commerciaes,
agrcolas, industriaes, littera-
rias c particulares.
Entrada UfOOO
3.' corrida 700 bracas 1309000
Entrada -OO0
Os socios quequi/.eroni inscrever seus cavallos
deverao dirigir-se ao secretario da commisso
directora al o dia 14, depois do qual nenhuma
inscriprTio lera lugar.
Champa uha.
Os abaixo assignados venderara
lizes bilhetes da ultima parlo d.i
meira da quarla do Gymnasio os
nes :
Ns.^ 373
547
2055
400
:(79
11)21)
" oulros menores.
5:0003
1.-0O0J
005
200|
1003
loos
A garanta
I
nos seus fe-
tereeira e pii-
seg.untes pre-
Rilhete.
I meio.
Bilhele.
Bilhcte.
Bilhele.
1 meio.
paga na praea
resguardo nem iieoiuiiiotl-i
Jthoiimutisino
Un mo al ao meio do braco
Eu abaixo assignado, declaro que una n
:icSreo'aila soffria ha bastante tonino de rbeurea-
portugueza, lis,n0 nai coslai Ja "lfl al ao IBero do ll-
' i (cando por isso impossibiliala Je f./.jr CMsa
alguma com essa mi ; e fazenJj usa de mu;.
remedios sem resultado avoravel, re.orreu as
j a chapas medieinaes do Sr. RicarJo K'uk,
aseriptoriont rua do Porto n. 119, com as qaes
ticou complelaiiienle boa. E para constar ;
li.SO'IO lS. a presente,decbrtcao. Rua de S. Pedro, n.
Sacras grandes; na rua Nova n. 52. ,17 rio de Ja"eiro a Manoel Antonio RcJif-
Vende-se una terreno de 30 palmos com ga8 lleconherida verjadeira a tstigBttu-
uma mei'agn no fundo, proprio, com fronte pa- ra supra pela labdliao Pedro Jom Castro
ra a rua do Socogo, sito no Campo Verde: quem
o pretender, dirija-se a taberna de Miguel losJ .
da Cusa, que dir quem vende, no mesmo Ivar.
Compra-se urna escrava de mcia idade que Sem ros-uur.Ii
saiba eo/.iiiliar o diario do urna 1 asa, engommarl 1 11 11
c coser alguma eousa : na rua da Cruz 11. 35. IllilamacaO tlO baco C CS-
O proessor de latim da freguezia
de S. Jos detta eidade, abaixo assigna- Ilava m!|il0 ^
do, declara ao publico que a matr.cu- soffria de inflanuneo do
Cura coniplela
ciiMiiiimai:;.,
tomago.
la de sua aula se aeha abierta, e~que os
trahiilios lectivos da mesma principia-
raonodia3 de evereiro prximo fu-
uma escrava n.
baco e estooMg
Gcando debilita la imposibilitan lo-a do
qualquer servido, soffrendo muit.s dores e a lem
disso cansaco. SenJo-llij otistrado iodos
Vende-se barato, para fechar coritas, una pe-
quea quantidade do champanha, cm .ig.>s, da
marea acreditada C&C, na rua da Cadeia do Reci-
fo n. 02.
Prccisa-se
aWMJnTID
ageste cima do earredasento ta re-
de urna pessoa habilitada para ensinar primeiras
letras e iattin, no engenho Siberia do Sr. Dr
Arroda Palco : Irali-se na rua da Senzala Nova
numero 38.
da Independencia n. 22 aonde se acham a venda
os bilhetes e meios da 1.a parle da 1.a lotera do
cemilerio de [guirass rubricados Dor
Metra i llolhchilJc.
Aluga-sc o primoiio
andardacasa 11. 15 da rua do Vigario! a tralar
com Prxedes da Silva Gusme na rua Augusta
ferida galera, consistindo cm rento
1 1 111 4
Estabelecimentos fabris, in-
dustriaes e commerciaes de
todas as qualidades como lo-
jas, vendas, acougues, enge-
nhos,clc etc.
Serve elle de guia ao com-
deXnle\ido os mais lindos que temj terciante, agricultor, mari-
>indo a esta eidade, visto <|uc foraiu es-1 timo e emfin para todas as
libidos naquelle porto. Edesnecessa-classes da sociedade.
1'O qoalquei' elogio a CSles animis al- "7 Pel_e-se quem vem consignado as soguin-
tendendo-se o que a experiencia tem
mostrado, que para o servico de carga
jrestani-se muito bem relativamente a
orlido, por tanto sao eamidado* todos
os seuliores de engenho a aprovetarem
esta juadra assegurando-se que nao se
engeitar preco e que todos sero ven-
didos ao correr do martello.
n, *"> Formcso onde prel
na-los no armazem amaeello em frente tende exercer a fun ^ de 8ua Pe_
doarsenaldemannha e ah ser effec-ssao, onde espera merecer daqfelie
tuado o leilao; terca-feira \1 do cor|rpeita?el publico *eu bom acolhi-
rente s 11 horas em ponto. ment e proteeso.
tes fazendas, vindas ordero, pelos seguinles na-
vios, a saber:
F 4 raixas com missangas pela barca sarda
faolo, de Genova.
Diamante Jf. n. 440/468 20 ditas com papel e
El. n. 31 1 dila rom luvas, pelo brigue belga
Emma, de Antuerpia ; queira vir pagar os com-
petentes frotes no escriptorio de Bastos & Lemos
rua do Trapiche n. 17, consignatarios de ditos
navios.
Para RioFornioso.
Dom Joao Nogues.protetsor dentista,
n. 91.
Veudc-se a arma cao
l gneros da taberna n. lf do paleo do Tereo
Precisa-se arrendar urna baixa para plan- jnrtlor na rua Augusta n. 91.
lar-se capim, e tambem laz-se sociedade com al- Na livraria n. G e 8
guem que queira, entrando-se com 10 escravoti Independencia nrecisa-se
quem quizer annuncic para sor procralo. ~, '
n / Andie Abivu Porto ou
lloga-se aos Srs. devedores do cstabele- Porto,
cimento do fallecido Jos da Silva Pinto, o ob- j
sequo de saldarem seus dbitos na rua do Col-
legio venda n. 25 ou na rua do Queimado luja
n. 10.
da praca da
fallar ao Sr.
And re A lves
turo. 0-: nteressados dirijam-se a casa remedios intilmente ; como tloso recurso re-
desna residencia, n. "y, sita no pateo r50'" Mahapas modieioies do Sr. Rieardt Ki. i
do Terco. com escri,to;io na rus do Parto n 119, rjm is
Jos Joaquina da Silva Maia, tea-i ?uaes tr,zenJo a 8PP|io nailos humo-, .
do de retirar-sj com sua familia para
Poilnjjal, ven.le urna boa mobilia de
Jacaranda', urna rica secretaria, e utni
ludo da mesmi mad
brevemente sen o -.-veis metJaortJ, a na 0
'28 dias se arhou perftilamenie boa, pod.n'.
agora irabalhar ; paranlo, reeoabeeeat eu o
morerecimenio das dilas dupas, e dando h -
COmmoda, tudo da mesmi madeira e seu devido apreco, faco a presen e deciar
maito ricas peras, bem como urna es- para saiisfae.o de leu iu-.or. Amonio Ma-
crava com todas as habilidades, urna noel Sodr, rua do Conde n. O, Itio do Ja
molecota que cozinha o diario de urna weiro.
casa c entetide de costura, um dita de ;
oito anuos de idade, e um inoleque de
( Consultas lodosos dias, Jas ) horas da nc-
nha as 2 da larde.
i 8(10.
Attencao.
A lypographia da rua do Imperador, defronte
de S. Francisco, acaba de recobra um riquissimo
apparclho para obras de luxo. assim como coreas
inodernissimas desde o minimo at o maior la-
manho, do Brasil, Portugal, Franca, Inglaterra,
Saxonia, etc., e por conseguinte cha-sc habili-
tada para desempenhar qualquer obra para os
consulados eoutras reparlioes, e impiime dou-
rado, prateado, e de differenles cores.
Eslevao Cavalcante d'Albuquerque, Dou-
lor era Medecina pela Fuculdade do lio de Ja-
neiro, lendo vollado de sua viagem a Europa
aclia-se com residencia na Ci.lade de Olinda rua
do Boa-Hora ondo poder ser procurado a toda
hora para exercer actos de sua profissao e espe-
cialmente para tralar de partos, molestias de
tero, de ollios, e de vas urinarias o fazer loda
e qualquer operado.
Traspasse-se o arrendamento de um En-
genho muito perto da prac,a, vejide-se urna par-
ta do mesmo Engenho, urna maquina a vapor,
urna desiilacao nova montada de um ludo, 22
bois Ao carro, 6 queraos, e outros objectos:
lracia-;'e na rua do Queimado n. 10.
Roja-se aos Srs. devedores a firma social
de Leile & Correia em liqutdac/io, o obsequio
de mandar salda'.' SU3 dbitos na loja da rua do
Queimado n. 10.
FOLIIlMItS l'ARi
Estao venda na livraria da praca da Inde-
pendencia ns. 608 as l'olhinhas para 18130, im-
pressas nesta lypographia, das seguinles quali-
dades
OI.IIINII.V RELIGIOSA, conlendo, alm do
kalendario e regulamento dos direitos pa-
rochiaes, a continuacao da bibliotheca do
Crislo Brasileiro. que sc compe : do lou-
vor ao sanio nome de Dos, eoroa dos ac-
tos de amor, hymnos ao Espirilo Sanio e
a N. S., a imitacao do de Sanio Amhrozio,
jaculatorias c commemoraeao ao SS. Sa-
cramento e N. S. do Carmo', excrcicio da
Via-Sacra, directorio para oracao mental,
dividido pelos dias da semana, obsequios
ao SS. coracao de Jess, snudacoes devo-
las s chagas de Christo, orace's a N. Se-
nhora, co patrocinio do S. Jos e anjo da
guarda, responco pelas almas, alm de
outras oraeoes. Preco 320 rs.
14 annos de idade, todos muito lindas
pecas : a tratar na rua dos f.oelhos
da Roa-Vista com Jos Joaquim da Sil-
ka Maia.
O r. Joo Joe Pinto Jnior ad- da de fono.
Atlciieo.
vo{ja no civil e no en me ; para o que
pode ser procurado das 10 horas dj
manhaa ate as 5 da tur Je, na rua da
Roda n. 17, primeiro andar.
Vende-se meia I gua de ierra em qutdi
lugar denominado Japarandobinha, freguei
Vsua. I'rea, junio lo qual lem de passar 11
Ksla torra ara-se toja eobrrla ,.
mato, virg^m e consta pela maior paito de m
p. l terreno Je rargeaa e pude dar par..
bona engenhos, ambps d'agua, poia nelle cm
riacho Japarandobinha, que nunca seria
no maior rerao : as pesftat quo a preiender :>
uem dirigir-se rua Direita n. 32, ou ao en -e-
Aluga-se por commodo proco para ama nho Re/anto, freguezia de Sertnhaem.
casa eslrangeira, um casal do esertvos pardos Vende-se urna eadeirinha em bom estado
bastante habilidoso?, aos quaes afianca-se acn- "3 rn* da A"rora *<
duett. Queraos pretender annunci, par,rLjuRtSi\LS2?!f
procurado.
a da rua Dir.il.-
da mesma .
com consentimeulo do proprielario : a Irtlai
Da-se dinheiio a juros, em pequeas por- ;rua do ijueimado p. 52.
cues sobre ouro ou prata, a tratar na rua de Or- j PllOSllOrOS.
tas casa n. 1 -22, aqualquer hora do dia. Os wrdadeiros phosphoros de estallo denom,-
Pereisa-se alugar um andar de sobrado, na|los palitos do gaz ehefaraai anie-liontein i .
ou casa terrea, nos bairros de S. Jos, S. An- P10^3110 e vendem-se unkaatoate na Iraveea i i
ionio, e ecife. quera liver annuncio para sar S^ltS^T^
procuiado lommendaram, e aos que ainda nao esto Mt-
pridos ventara quanto antes ao referido armaz. ni
comprar, visto que sao poucos e em bftee so
D
D
ITA DE VARIEDADES, contendo o Calenda-
rio, regulamento dos direitosparochiaes.e
urna collecco de ancdotas, ditos chisto-
sos, contos, fbulas, pensamenlos moraes,
receitas diversas, quer acerca de cozinha,
quer de cultura, e preservativo de arvores
e fructos. Preco 320 rs.
ITA DE PORTA.a qual, alm das materias do
costume, contm o resumo dos direitos
parochiacs. Preco 160 rs.
Precisa-se do urna ama que saiba cozinhar:
na rua doJardim n. 43; e ter preferencia sc
for de meia idade para cima.
Precisa-se do urna para fazer o pouco ser-
vico da casa de um moco solteiro, prefere-se
que j n5o seja moga : a tratar em Santo Ama-
ro, segunda ca terrea da travesea do Lima.
Ama de leite
Precisa-cc de urna ama de leile, forra ou cap-
liva, sem cria, na rua da Aurora, passando a
primeira pontesinha, no primeiro sobrado.
A assistenle examinada Firraina Emeren-
ciana Carneiro, acha-se morando na Camboa do |
Carmo, casa n.SQ,
Vende-se urna prela de 21 annos de idade,
sem achaques, boa lavadeira de sabao, engomma
muilo bem, muilo deligente e soflrvel casi-
nheira, por ler bstanle pratlca da todos estes
servicos. Quem pretender dirija-se a casa n.
27 da rua do Queimado, e se dir o motivo da
venda.
Vende-se ou arrenda-se o engenho Potozi,
silo na freguezia d'Agoa-Prela, moe com agoa
e copeiro, as obras lom os necessarios, novos
eommodos, e bem construidos, e no que respei-
acabam ; o prejo mdico.
CARROSAS.
Vendem-se duas carroc.as novas, sendo para
boi e oulra para cavallo : na rua da Concordia,
confronte ao armazem do sul.
Para acabar.
Narua do Crespo, loja de
k portas ii. 4,
vendem-so chitas larris, muito bom panno, e
lindos padrocs, com um pequeo toque de moto,
que sahe logo que lavada a 220 o 240 cada cov t-
do, fazenda de 320.
Vende-se um cavallo com hons andar* :
no largo da Ribeira do S. Tos-i n. 15.
lf til itii i\r\r\ i


DIARIO DE PERNAMBUCO. SI.GUNDA FEIRA lfi DE JANEIRO DR 1860.
(5)
H&&&Sg*t*
rreisa-se Ue urna ama luna iu captiva
para o servi50.de uraa cusa do familia, c que se
preste a comprar e a sabir a ra em olijectos do
servido : na rua larga do Rosario n. 28, segundo
andar.
COIIPANHIA
Cp'KEMP^pe^^or)
PILULAS VEGETAES
ASSUCARADAS
DtLi'AUbiS L l.xtALUVLJS.
Estabclccida eni Londres
r.M
mt.
ffARP B
CAPITAL
Cinto mWiocs i\e liaras
esterlinas.
Pastilhas vegelaes ile Kemp
contra as lombrigas
NEW-YORK.
O MF.I.IIOR RF.MEniO coNiir.nno
Saundcrs rothcrs 4 C." tera a honra de In-
formar os Srs. negociantes, piopr.eiarios de
I casas, e a guom mais convier, que eslo plena-
j mente autorisados pela dila companhia para j
: ellectuar seguros sobre edificios de lijlo epc-
'dra, cobertos de telha e igualmente sobre os
approvadas pela Exm.a inspeeciio de estudo de
Habana e por militas mitras juncias de hy-
gicne publica dos listados Unidos e mais paizes
da America.
Garantidas como puramente vegelaes, agra-
dareis vista,doces ao paladar sao o remedio
infallivcl contra as lombrigas. Nao causatn nau-
seasnem sonsacos debilitantes.
Teslemnnbo expon'.aneo em abone das parti-
I llias de Kemp.
ContracoiiHipacoes ictericia, adecenes do figado, objectos que conliveiem smesmos edificios, 12*do*,sal) de 18" Seiihores."Spasihas
febresbihosa8,cohcas,indigesloes,cnxnq*ecas. |quer consista em niobilia ou cuilazendas de N mrg faz(a curarai me.i filho o pobre
qualquer qu al.dade. w*az padeca de lombrigaa, exhala* \im ebei-
- I raspassa-se o arrenda m en lo de u.u enge- f ^ ,nha 0 esloma0 Ilf had coimnua
nlio distante dcsta praca duas legoas, vende-so
urna parle no niesiuo "cngenl.o, machina nova
que aspasthas de Kemp linham
Heinorrhoidas, diarrliea,doeucus da
pe le, impelios,e todas as enfermidades,
PROVENIENTES DO ESTU10 IMPCRO 1)0 SIMIIE.
75,000 caixasdeste remedio cousominem-su an
nualmenle I
ltemodio la natureza.
i CHUSO
i preparatorios.
|| O b charel Jpe Joaciuim de
^ Moiaes Navano tein nherto em
fj* sua casa na do Hospicio, sefytin-
M do sobrado passamlo o Gymna-
tt sio, um curso de preparatorios, M i'>''
* para que acha-so competente- 2| | spd
i monte autorisado pela directora M da intruccao publica, os estu- M
g'dantos pois que se quizxrcm 'a- ?|
I btlitar para exame o acharSo
H sempre pronipto. :j%
^ w&mm&& %mwzvm san sagam
NICA, VERDADEIRA E LE-
GITIMA.
mmm<:mmr? wmm-mmmm \
N4 RUA DA 1HPERATRIZ ii 27
ILOM IDI Tli8n
I TI
ib
IDIS
plantada
\pprovado pela faculdade de medicina, e re- 13, loja.
commendaoo como o mais valioso catartio re-'
comichao no nariz, lao magro se poz, iiue cu
i tema pcrde-lo. Neslas crcumstancins um visi-
vapor, djst.lai ao nova c bem montada, i bota ,, melu jsge ,;n M I!a.,;,h
correa, seis quarlaos, algumas obras, sallra
getal de todos os conhecidos. Sendo estas (lulas
puramente vegelaes, nao conten ellas nenlnim !
veneno mercurial nem nlgum outro mineral ; .
esto bem acondicionadas em caixas de olha pa-
ra resguardar-se da humillado.
Sao agradaveis ao paladar, seguras c efTicaze i
em sua operm.-o, e um remedio poderoso para a
juvenlude, puberdade e velhicc.
etc. ele. ; Irala-se na rua do Crespo n.
GABINETE PORTUGUEZ
DE
nb
curado sua Giba. I-ogo quesoube disso, com-
pre! 2 vidros de paslilhas e cora ellas salvei a
vida de meu filho.
Sou de Vmcs. seu amo agradecido.
ir. T. Floyd.
Prepralas no seu laboratorio n. Jtt Gol 1
Street pelos uinros proprietarios I). I.anuan e
Kemp, droguistas por atacado era New York.
Acham-su venda em todas as boticas das
principaes cidades do Imperio.
DEPSITOS
Lea-sc o mlheto que acompanha cada caixa.pelo [ publico a tolos os schores" que prelendercm I ? ^ Jiln*y*cia u/SSalfn' 89'
qualse ficar eonbecendo as multas curasmilagro- 0 mencionado lu-ar, para que facam -cus reqne- p Tmzem de draua de J Soum
sasquetem elTectuado. D. T Unman* Kemp, rmenlo mesma directora, acompanhados deTj?cSKi!K?SiSrzb^P
droguistas por atacado em Nova York, sao os uni- documentos authenticos, que atteslem lerem os rtefS^tSaft^waG^^S raes
<2)
Achando-se vaxo o lugar de guarda do tabine-1
te l'ortngnez de Leitura, a respectiva directora |
p^ra vender ricas mobil:a3 de Jacaranda e de mogno, ricos vdros Je espelho
Jes e pequeos, assiin como mili tos trastes a vulgos ; na mesma loja se tazem
spara camas e janejs, lava-se chapeos de p'alhinha da Italia o se pde i
na moda, lava-se tambein a palhinha das mobilias a mais cncarida torm-.-.
' Ira vez nova sem ser mais preciso as mandar pintar, limpa-se e grud i-se ntaloaa de
- >l>y pedra marmore, de alabastro e ridros de todas as qualidades torna-se ontra vea lao
f&/h seguro e limpo como o estado primitivo.
yr^ comados
vVs ultima mo
^
REMEDIO INCOMPARAVEL.
UNGENTO HOLLOWAY.
Milbares de individuos de todas as na<;oes po-
dem testemunhar as virtudes deste remedio in-
comparavele provar em caso necessario, que,
1 peto uso ius delle flzeram tera gcu corpo e mem-
i uros inteiramente sitos depois de baver GBjprega-
i do intilmente outroa tratamentos. Cada pesoa
; poder-se-ha convencer dessascuras raaravilhosas
pela leitura d>>s peridicos, que Ih'os relatara
tiiibis os das ba muilosanuos; ea mnior parte
dellas sao lao sor prndenles que oiojioipa so
., ~ : mdicos mais celebres. nanlas oessos re -
Remedio sen, igual, sendo rcconl.ec.do pelos braram comate soberano reTcdto o usTde si us
SALSA PARBILHA
DE
I!i[.
mdicos, os mais mnenles como remedio infal-
livel para curar escrophulas, cancro;, rheumalis-
cos fabricantes c proprietarios.
Acbam-se venda em lodas as boticas das prn-
1 ipacs cidades do imperio.
DEPSITOS.
Rio do Janeiro, na rua da Alfandega n. 89.
Haba, Germano & C, rua Juliao n. 2.
'crnambuco, noarinazem de drogas de J. Soum
k C, rua da Cruz n. 22. -
Curso de preparatorios.!
U bacharel V. R. de Toares Randira, profes-l
sor de geograpliia e historia antiga no gymnasio i
desta provim ia, contina no ensino dos seguintcs j
preparatarios: rhetorica, philosophia, geogra-i
phia, linguas france/a e ingle/a ; na casa de sua '
residencia, rua larga do Rosario n. 28, segundo '
andar.
= Precisa-se alagar una escrava para o ser-;
vico interno o externo de uma casa, assira como!
lambem um cscravo : na rua da Santa Cruz n. GG. ;
Denles arliflciacs.
mesmos prctendentes as habilitaedes que exige
semellianlc encargo.
Secretaria do Gabinete Porluguez de I.eilura
30 de dezcnibio de 1859.
J. G. Villa verde.
1." secretorio.
O Dv. Cjsmc de Sa' l'ereira^'
'*de voltf de sua viagem instructi-
S.- .. .- B
bracos e peinas, depois de ter permanecido lon-
go lempo nos hospitaes, onde de viam sotTrer
tttt&s&sx&i&Y-^ .....ri-
m.dades resultantes do em preso de mercurio, submetlerem essa operacSo doorwSi form
ulceras e erupcoes que resullam da impureza do curadas ,,,,1,i,,illll(,lll.li ,;,,; 0^0S
' nirm preciosoremedio. Algumas das taes pessoas na
tiAiiii'.LA. I enfusao de seu reconheeimento declararam es
D. r. Lanman & Kemp, droguistas por atacado tes resultados benficos diante do lord coirege-
New \ork,acbam-se obngados a prevenir o res- dor c oulros magistrados, alim de maisauteni-
Vende-se rap de Lisboa na na larga Ro-
sario passando a botica do Sr. tartholomi
segunda loja de mudezas n. 40, rap grosso,
lo ineio grossn, dito gasse lino, dito Paulo C n
[Ciro, dito Meron, dilu rolao [ranees : lodo -'
rap vende-se .n libras e lambem em oitavas,
ludo ramio fresco.
Vcnle-se a Liberna da rua do Am ...
n. 17 por sou dono precisar de ir miar da >ua
sauJo quera a prelen lor dinja-se a laboras ou i
ruado CorJonis n. U que achaia com
tratar.

do deposito geral do Rio de .la:
cora Tasso & Irmos.
cicio de sua profissL^ ...^^,^.
Av-Jcn oao nnpOf 1 f\- \? Da* ronsuitas em seu escripto-*'
AVISO club taCdil- ^..o.nobairro do Recite, rua' da
Cruz n. 53, todos os dias, menos!
tiva a Europa continua no exer-zAg pcitavcl publico para descouar de algumas te-
" .--. ~,i; BS51 nes imitacoes da Salsa Parrilha de Krisiol que
sao rneuica. z,fc i,,, cu ,., -i ._ m_ j..i,...j ,_!..
res.
Espingardas de espoleta muito Tinas, c garan
ic-se a qualidade por j se ler esperiraentado ;
na rua Direita n. i.
Precisa-se Je urna ama o paga-se bem : na
no pateo ile S. Pedro n. 10, segundo andar,
cima do marcinero.
Publicaoiio liHoraria.
Guia Luso-Brasileirodo Viajante da Europa
1 vol. em 4o de 500 pag.: vende-se na m&o do
autor rua do \ gario n. 11, hrox. 3^ cucad 4jf
^nos domingos, desde as 6 horL.
V|te as 10 da manhSa, sobre os|
%| seguintcs pontos : >)
. Molestias de ollios ; ..)
. Molestias de coracao e ef
peito ; ^
. Molestias dos orgaos da gcra-?A
rao, c do antis ; =
. Platicara' toda e
carera sua lirmativa.
Ninguem desesperara do estado de saude se
livesse bastante confianca para ensaiar este re-
. euiudo algum lempo o
do l)r. Lrislol. *ndo-lhc comprado no auno de mentratalo quenecessitassea natureza do mal
hoje se vende neste imperio, declarando a todos
que sao elles osnieos proprietaiios da receila medio constantemente seguindo aU
operacSo quejulgarcouvenien- ^
qualquer |^
juvenien- YC
te para o restabclccimento dos^
;em-
Franciseo Pinto Ozoiio tem a honra de scien- uimimmm a j,, j),
tiflear ao respeilavel publico desta cidade. que ^.VZSSJKWXiaSWWWSS "KSfflKwA^WCBSSiftiS: "S'
esl de posse da machina a vapor vulcanilo ; gt '?'" Casanova pode ser procurado K 5*
colloca denles por este novo syslcma oinda nao | Vg qualquer hora em seu consultorio lio- ^J ^ seus doent-S.
visto nosla cidade, c lalvez em todo o Brasil por] ?| meopalmcO __,,,, |l# ^3 O exame da3 pessoas que o con- V?
.. gt Insultaren! sera' feto indistincta-|
mente, e na ordem de suas en-
tradas; fazcnlocxcepcaoosilocn- K\
tes de ollios, ou aquellesque por |
motivojustoobtivcrein bora mar- S
cada para este lim.
guinle rauilo fcil para as pessoas que m veern
na precisao de usar delles ; lambem os colloca Prc grande sortimcnto de mcdicamen-
por meio de chapa era ouro ou platina com molas ; *S !,IS em lioturas e glbulos, os mais 110-
ou pela presso do ar, calca os que esto em es-1 *Svoa L' bem preparados, os elementos de
tadode caria com ouro e massa adamantina, e ? homeopalhva e Nystem diccionario dos
outro s massas brancas, por precos razoaveis, po- tttermus de medicina.
Eir^SttS m3?aSqua?qe*; ^HH^^HH-f?- WW^WW
bora do da. ^ Precisa-sepor alugnel de uma ama forra ou I
O advogado Souza Res n.udou o seu es- captiva, que saina engommar bem, para uma
criplorio para a rua larga do Rosario, sobrado da casa de. pouca familia, paga-se bem : na rua do
quina n. 52. Hospicio, casa terrea confronte ao collegio 1
OrPPCCC-SC ur.l llOIUCm ftanan N s- ^ Bom Conselno.
Paulo Gaignoux, dentista, rua das La- <'
rangeiras 15. Na mesma casa tem agua e ? ^ p denlifleo. q
rapaz
rom familia para feitor de sitio, t|uc'^ wm"'"t t, -iri'nrrrsrrTnf*
enleadc perfeitamente de plantarcs: : DEN11STH FRANCCZ.
cnsla l\pogi*aphia se dir. &
agreneia Sus lubricantes amcrlca- cT
nos Crouvcr l Baker.
Machinas do coser: em casa de Samuel P.
Jobuston & C, rua da Senzala Nova n. 52. VftCCinQ pUUliCQ.
Precia-se fallar 80 corresponden- Transmiss5o do Buido de braco a braco, as
te dos Srs. tenente-coronel lloraeterio q liulas e domingos, no ton cao de alfandega, e
Jos Velloso da Silveira e Francisco Xa- nossabbados ate as 11 horas da manha, na re-
o sidencia 00 commissario vaccinador, rua estrella
e do ftosurlo.n. 28, segundo andar.
O Dr. Manuel Mon-ira Guerra mudou a =ua
.residencia para a rua da lmperalriz n. -S, sc-
1856.
Casa nenhuma mais ou pessoa algum a tem
direilo de fabricar a Salsa Parrilha de Brislol,
porque o segredo da sua prepararlo acha-se so-
mente era poder dos referidos l.a'nman & Kemp.
Para evitar engaos com desapreciaveis co-
binacoes de drogas perniciosas, as pessoas que
quizerem comprar overdadeiro devem bem ob-
servar os segrales signaes sem os quaes qual-
quer oulrapreparaeao falsa :
Io O envoltorio de fora est gravado de um
lado sob urna chapa do aro, irazendo ao p as
seguintes palavras:
D. T. LANMAN & KEMP
SOL AGENTS
N. G9 Water
cujo resollado seria prova rinconlestavclmcnte
Que tudo cura.
ungento lie li!, tnais partieu-
larinente nos seguintcs casos.
F:!i-ii!ia de niaii'iora
asso \ l>m
Nilho
nosarmazens de rassoj limaos.
r.'- armazens de Tasso \ [rn
Street.
NcwYorii,
2'1 O mesmo do outro lado tem um rotulo em
papel azul ularo cura a firma e rubrica dos pro-
prietarios.
3" Sobre a rolha acha-se o retrato e firma do
inventor C. C. Broi em papel edr de rosa.
i Que as direcoes juntas a cada garrafa lem
uma jilienix semelhantc a que vai cima do pre-
sente annuncio.
DEPSITOS.
Alporcas.
Caimbras.
Callos.
Canceres.
Cortaduras.
Dures de cabeca.
I das costas.
I dos membros.
Enfermidades da culis
em geral.
Hilas do anns.
ErupQoes o escorbti-
cas.
Fstulas no abdomen.
I Prialdade ou falta de
calor as 1 stremida-
des.
Priciras.
Gengivas escaldadas.
1' chaces
lutlamiaaco do libado
Inflammaco Ja bexiga.
da matriz
l."pra.
-Males das pernss.
dos peil is.
de dllies.
Uordcduras de r**pti.
Picadura de mosquiti'3.
Pulmes.
Queimadelas.
Sarna.
Supuraeos ptridas.
Tinlia, era qualquer
te que seja.
Tremor <' ervos.
Ulceras na bocea.
do ligado.
das articula! >es.
Velas 1
das as
ar-
Caixas do massas de 1
.i!roba a 5-, em hi >
2((; lendo s irtimcntj de lelria, mai
Ilionra, assim romo manteiga nslez
S30, a 720 e 320 .<;<..!- -
1 Ora modo prcQO.
Vandc-se farinha do Aca
orcidasou noda- ',niil'" c arroz d'' MSI ''''" r '"'' '
as nemas : "'' lravessa l!j rua a Pi ''' 'i 34, j ;
ribei .1 Jo peiie.
A applic.icao dealfuns medica -Q\{ Rio de Janeiro na rua Ja Alfandega n. 89.
entos iidispensnveis em varios f i sh. Germano & C, rua Juliao n. 2.
' if v> Pernambuco no arraazcm de drogas do J. Soui
mentos
casos, como o do sulfato de airo- SL
5 pina etc.) sera' feito,ou concedido W
& Comiiarrliia rua da Cruz n. 22.
vier de Andrade : na livraria n. C
da praca da Independencia.
LCOES PR\TICAS
ESCRITA COMMERCrA
I:p papudas tlobradas
E HE
' gundo andar.
Temos a honra tic com-
uq un i car ao respeilavel corpo
docointnercio desta praca que
nesla dala deixa de existir a
Isoeiedade tjue tiuliamos for-
mado e que gyrava sob a ra-|
zao de
Aranaga & Brvan
J2gratuitamente. A confianca que!',
^/ nclles deposita, a presteza de sua
^acrao, e a necessidade prompta ^
seu emprego; e ludo quanto o V
sjdemovc em beneficio de seus '
idoeotes.
v^-v^^?- S v'v-S'-v-^?^
Pao d'Allio.
Novamente roga-se ao Sr. Jos Garca de Sou-
za llamos, que venha quanto antes pasar o que
deve na padaria do pateo da Santa Cruz n. 6,
pois j 6 lempo bstanle, e mesmo tem-lhe sido
pedido por diversas rezes por carias, c al o pr-
senle nao lem dado solucao alguma.
Os abaixo assignados declarara que desde o '
dia 3 do crtente o Sr. Joaquim Carneiro l.eao,
deixou de ser seu caixeiro. Recite de Janeiro
de 1860.Francelino Izidoro Leal&C.
Purtaram do terreno de Pora de Portas, de
Tliomaz Jos ilas Nevos, uma canoa de um pin
, s de araarello, nova, com uma marca de fogo
na popa ; a pessoa que della der noticia e des-
| cobrir o ladro, dirija-se a rua do Vigario n. 5,
que ser bem recompensado.
O Sr. Paulo Jos t iIjjucira mora-
dorna Escoda no engenlio Rua Nova,
faqa favor de apparecer na rua Direita |
Compras.
Vende-se este ungento no estabecimento
geral do Lonres n 22, Strainl, e na luja de
lodos os boticarios droguistas e nutras pessoas
encarroadas do sua venda era toda ;> America
do si,I H.ivana c llespanba.
Ven le se a M)0 rs., cada bocelinba contm
upa mstrucco cm prtuguez para o modo de antes une se acabe.
fazei uso desie 1 nguento.
O depn-iio geral en casa do Sr. Soum!
Marmelada.
.Na roa Direita n. 'i. vendo-se mam:
de primeira nuaiiJada a oiO res a lib'j sella
Compra-so urna 1 teira preferin-
do-se de mola : na piara da Indepen-
dencia 11 0 c 8.
= Compram-so as seguintes comedias Ber-
nardo na La, o .ludas em Sabbndo de Allcleia,
Qucm casa qiier casa, Por eousa do um algaris-
nio, V rosca, o Duelo no Terceiro Anda:-, o lr-
mao das Almas eo .ibo na escola : ne.-ta lypo-
graphia se dir.
Compra te urna liteira: nesta i\-
pographia.
Ilafata baratas!!
pharmaceutico, na rua da Crun. 22. em i'ei -
nambice.
= Farelode Lisboa supeviora 5j50O, cbegadol iyiSQS de 32 libra.- a 1,>00 par a.-
ltimamente; na rua do Vigario n. 19, primei- roa da Madre de Dos n. 3, armazem
ro andar. ; 61 '-
_ Vende-se um bom escravo crinuln i
w urecos lia-
ir 1
azoitfe
ralissiiMS.
1
airaos Je idade, niuito robusto, sem lirio 1
iViio algum, roes!re -; iteiro r [ eril 1 coj
a tratar (om o abaixo assignad 1, na
em sua r. -' li ncia 1 a rua va S 1 1 lade, 1 1
-1 com soto do lado do sul. Ped 1
drillO <> Preguica vende em sua loja na rua dotj ici-
mado n. i, as seguintes fazendas:
zinheira e perfeila engoramadeira : na la
numero o .
Vendas.
MItiflIIYIM
Una Xara n [5, segundo andar.
J. FoitNt'*:* denedeiros, escriturario d.
thesouraria deazendadesta provincia.competen- fcaildo SU8 li<[llidae0 a (tarCTO n 'G a nepociodn -u intir.^J" ; rouP5es evestiJos de montaraue
t.'m Mite halnhlado pela directora de instiuccao1 ^ u. uu, ,i nLjotio uo seu mteitSSt. LM..,..:M j -,-..; o,.n (ni
publica para leedora arilbmelica nesla cidade, C 110SSOS SUCCCSSOI'eS OS SrS. Manocl Joaquim de Oliveira & C. !,?!, "le,nn0s a j0U,e *"/ISocova- r)U)S d( (i1 ,,la ,10|,,_1,,a
tem resolvido juntar, como complemento Jo seu .___._ ii:;rt o. r fazem Publico ao co-nmemn desM nr >IoU,a'l,:s ,,e raerino '^rapados mu.lo finos pelo Brim branco de llnho fino, vara
curso ortico do escrituracao por partidas do- ATOaaga, IllJO bradas, o ensino de contabilidade especialmente 1 IVrnambllCO 3J do (lo7CUl- 'a' ,UC dezernbl do an,, modernas, bastante largas, de varalos nadiGes 1,il0 di, dito, vara
na parle re alivaa reduccao de moedas ao cal- -"'"^'-' -- *J^ u./.oui r>. n..oSr Anlnn n Jn.Tinm PinncalvM' -><-n 1 nu""'~ -*"~
ii., u 31. miioiuu jua juim uuni3divc a 20O e 2S0 res o cova io gravabas a :anlazia.o
--= Compra-se uma escrava parda ou preta, co- Loacos de cambraia lisa muilo fina, du-
Nova zia
Ditos de cassabraneosc de cores, duzia
Cambraias de cues de diversos gosl >s,
covado
Chitas francesas de lindes pa lii 5, c -
vado a 290 e
Chales do merju lisos com franjas Je
lelroz, 11 m
Ditos de dilo bardados de velludo, um
N, w i ,-. Ditos de dlo com palmas de seda, un
a loja flO I'regUira na na tlO Alpaca de seda de quadros, novado
OiiPtiiAfln n 9 "liMii u-i Meias muilo Tinas para senhora, duzia
VJULllllilUO II. Z.ieill para Ditas ditas para dila, duzia
VPndfl* Ditas ditas para dita, duzia
. Heiis casemiras de quadrinhos, covado
Chaly e merino decores, opli rao nao sopara Ditas ditas escuras com duas larguras,
Sra. como para covado
Cortes de dita muilo fina
ilioffucn a 'echinelm
ir-''
210
1
BjJ 00
640
;-m> 1
:,'$60(J
aaooo
500
Na loja ao p do mi
de
auto Antonio,
ebegnu ora rico c cora piel 1 utin pnlo 1
dos de I5a/inlia com babad -, dos mais
se lem visto nu merca I", e pe se vend
po com modo.
Vende -e un bonito escravo
nheiro e bom pageni, sem vivios nem
' 1 lie! : a tratar na rua Nova n. ',
an lar.
llenco.
Ve:
do 05

duas amarras para navios.
ene uu algoduo ao lado ua allane;. r
ci^/in mo uraa bomba para o mewno, que
lign, P"J do guindaste da ea-adinha da
quera pretender diriia-se a rua il Ijucil I n
1.
culo de descontse juros simples e compostos, 1)|*U fie 1 8.")).
conhecimenlo in-lispensavcl as pessoas que de- J I **"fa" ** |miuwuui-
sejam empreuar-se no commercio ou que j se AraitlTa Ai Bl'Vail. I ma e n^10 e mais socio de sua casa.
acham netle estabelecldas. A aula ser aberla Tr 1 A&ftAAftAAft-A6A-^fi^Sh^A
no da 15 de jaueiro prximo futuro as / horas JId>LIlUO (.ChSdtltJ l r0- ; (^ Camisas inglazas com pello de linho a
da mulo; e as pessoas que desejarem malricu- pi0(l;i .l, ,,,,., frvrnvn llPctn nrn.l 55* a duzia : na rua do Queimadon.il. ft
lar-sepoderaodeixarseusnoincscm casa do an- *'1V'U" 4U' oJrittT uoompia $$$48 &S$$<$&8
nunciante at o mencionado da. Ca Slj a inua de Al'aiiara &\ 4*I,^^,A^
I ma pessoa que desoja mu lar-86 e nao lendo : O \ 1 | PTIPIO
adiado casa, nao lera duvida em itocar o pri- Urvail, parllCipamOS aO Tt'S- i*W/VUyaill
meiro andar do sobrado em que mora cora oulra |, 1 Arnn.nmmftral nna \ Gralif.ca-se bem a quera encontrar ou der no-
el que estoja as raesmas cncumslancias, [^Hu > V^I CUI |>UCUI11IIIC1 CIdl (Jtlti iicia exacta de ura cavallo que se acha fgido
:a seja por urna casa ler- cuj lniiilnp'n fipn n naiwn ,. desde o dia 23 do mez prximo passado, com os
elha da Boa-Vistan. 77, SUd IiqillaCdO lILd d CdlgO O ss,iaes 8Pgullll0S carJa0f ahura de amba* as
por conta da sociedade
.*a-SC nesta data formamos e
Precisase atusar uma escrava para lodo o ser- rO rara SOD a raZJIO (IO
Dito dilo dilo, vara
.0 outrismuilas fazendas quo se vendetao
mais moderno pos ivel a l*e 1200 cada uma, e1 tado do comprador.
oulras muilas fazendas, rojos probos exbaor-
IjiOO
J 2(1(1
IjJOOO
a von-
(linariaiuenle biralos, salUfaro a
do com piador.
de Ilenry Forslcr
! rudas.
Na rua da matriz da Ron-Vista 11.
ii, luja de ferragens.
*,-., > .......- .i-i,v
i
8
llenco.
primeiro andar.
Al
tine 1 *"*com a
1 em boas carnes
vico de uma casa de muilo poura familia, paga-
se bem : na rua cslreiU do Rosario n. 31, pri-j
Aranaga, Hijo fe C,
larca M C. no quarlo direilo, e
a pessoa que delle liver noi-
IUO i C'a, dirija-se ao sitio da Capunga, de Francisco
I Custodio de Sampain, ou a rua da CaJeia do Ite-
cifc, loja de Sampaio Siha & C.
AVISO
a qual continuar OS IiegOClOS Antonio Pereira de
Em casa
Trapichen.8, rende-se :
Um carro americano d
Arreios americanos.
Bombas americas.
Fogoes americanos.
Alados de ferro a o',l-5
Champagne e cognac.
Relogios americanos.
Farinha de trigo de todas as marcas.
Vende-se c permuta-se por casas
Dobairro de S. Antonio dcsta cidade,
ou arrendarse o sitio da travessa dos,
Itemcdios, na (reguezia dos Afolados
n. 2!, pelo tompo que lr convenci-1
expectativa 2i. lia para .vender uma cadeirinha da g
Balita, em muito bom estado.
PalilsdcBrim 3000 I
o: C, rua do
Vi': Icm-se livros em branco
de tu las ;s qualidades, pianos dos
mais acreditados fabricantes da
Europa : em casa de I). I'. Wel
'
Na rua do Queimado n. 19. eslo-se acaban- S & C. largo do Corpo Santo 11 I ~.
do Palitos de Brim a 38000
Cobertas de chila

a 2.S000.
Rua Jo Queimado n. 19.
Aruiazcm de fazendas
Ruado Queimado u. 19.
Relogios.
De novo ebegaram os afamados re -
glezes de ouro.de patente, e clao
armazem de Rostro Rookei C, praca di i
Sanlo n. 46.
=_ Vendcm-se bahus ingle proprio*
iroupa, por preco commodo na rua do ^
numero 5.
2600
covados
Goegio de Henifica.
Director c nico proprictario
Estevao Xavier da Gunha.
F.ste collegio, lcgdlmentc autorisado, e estabe-
lecidono arrabaldc do Chora-menino, abre o san
auno escolar, em conormidade dos respectivos
estatutos, no dia 7 docorrente. Seu director es-
pera continuar a merecer a confiane-i de que al
ag"ra lem gozado, naocessando de empregar to-
do o disvello para que seus alumnos recebara a
instrucao e a educaco convenientes.
J. Ilunder. alfaiale, lem a honra do avisar
ao respeilavel publico, principalmente aos seus
fregupzes, que de hoje por diante cnconlra-so
urna uzeada moderna o do variado gusto, para
qualquer obra, e prego razoavel : na rua Nova
n. 69.
Seve, ilhos c\ C. declarara que Manoel Jos
de Alraeida iunior deixou de ser sen caixeiro
desde o dia 12 do crrente. Rccife, 12 de Janeiro j "vragT
e 18' ..' William Jackson, subdito inglez.
Precisa-se de uma ama que saiba cozmhar p,aha
e fazer todo o servico de casa ; na rua do Cal- Anionln Jnsnnim TAvir
deireiro, taberna n. 60.
Aluga-se uraa mulata para servi-
co de casa : n rua do Crespo n. 16.
O Sr. Antonio da Silva Bastos Pi-
mentelqueira dirigir-se a loja da rua
do Crespn. 16.
Na rua do crespo n. 11. saba-se, quera
um carpinssjiara allugar
de 1800.
Anfonio de Aranaga.
Enrique de Aranaga.
GuilhernieJ. Kreisler.
Juan Anglada Hijo.
Tliomaz de Para, .'.acca sobre Portugal :
na rua do Trapiche n. 40, escriptorio.
Precsa-se de uma criada para co/.inha : a
tratar na rua da Madre de Dos n. 26, armazem
de Vicente Ferrcira da Costa.
No esciiptorio da rua da Cruz n 27, cxislem
carias para os Srs. Jos (.arlos Figucira de Sa-
boia c Rocha & C.
Precisa-se de uma ama forra ou captiva,
(ue saiba cozinhar e engommar para casa de
ouca familia : a tratar na rua do Imperador n.
serrara.
Quem preciser da um ama de leite, dirja-
se rua do Rosario n. 58, defronlc da rua do
correte mez; assim como avisa aquel- u'ciTa' Para tratar do $cu ajuste.
es que devem a rcais de um anno eque Varas tluuratlas para lliol-
nao pagar ate o mencionado dia 30,
serao chamados a uizo para pagar o
que estiver devendo.
O abaixo assignado faz scienle ao respe i la-
d uras.
Na linaria da rua do Imperador n. 21, c\i.-l i
uma grande variedade de varas douradas do to-
Crambrsis miudinha a oOO a vara.
; Dila 4t'0 vara.
I lales oscuros para ir ao bando l V00
Chilas francezas muito finas raiudas e escu-
fou
9,
vai a
Bastos, vai
as Provincias do Sul.
Na rua Eslreita do Rosario n.l. percisa-se
de um caixeiro que enlenla de taberna.
ras a 240 covado.
da* as larguras, para faor-sc quadros e moldu- | l-"m com|ilclo sorlimcnlo do maJapolao.
vel publico e principalmente ao corpo do'com- irosPaa retratos e paineis. ? OrtUi \ /liir-#*<-|
mercio, que deixou de ser caixeiro do Sr. Auto-i Veude-se um cavallo novo, de bonita cor, I /\ ^ili ii 4| (^| l^U.
na Joaquim (tabello Bastos desde o dia 18 do !l)e,n fei,0> c l)(),n andador, sem achaque algum :
mez de deze.mbro de 1859 ; c como o mesmo seu j a '"tar na rua Imperial, casa ou silio do raajor Lenr0S de cambraia para algibeira a 2,000 a du-
ex-patrao se lenha occullado ou negado a fazer- Antonio da Silva Gusmao. za rui, j0 Oueimado n. 19.
Ihe seu ajuste de cuntas como era de seu resine- IivrnJOm hrnnen nai-a i'- n < I I *
to dever ; aproveita esla occasio para protestar jjimucj lu uiaiiiu jiaia to I iPIO W PliTlhPtl*) IM'M'K
f_^^ Veiidem-se 41' escravos do ambos os s
sos sendo 3 mulalinlios proprios para pagcn, i
moloques do 12 anuos, escrai u pri pri -
todo o serv eo e 10 esclavas rom babili
sem ellas, lodos se veo 1em per prefiH i >ri n
dos, a prazo e a dinheiro e tambora Iroca-si
rua DircHa n. CO
Aluga-se
(Jma loja no largo do Terco n. 3J, para qual-
quer cslabclecimenlo comraercial : e tratar na
rua da Cadeia do Rccife n. 4.
pelos seus ordenados de seis airaos, 5 mezes e
18 dias, como deve constar de seu9 assenlos, e o
mais ficar para seu lempo, llocife, 12 de Ja-
neiro de 1860.Manoel Martins das Xeoes J-
nior.
No dia 8docorrente Qcou por osquecimen-
lo dentro do baubeiro do Sr. Jos Antonio Vieira
de Souza em Beberibe, um relogio de ouro pa-
lenle inglez, do fabricante Simpsou Samuell, n.
6G.286 : roga-se a qualquer pessoa que o liver
achado, ou delle livor noticia, e mesmo aos se-
nhoros relojoeiros a quem pussa ser olcrecido,
ou levado a concertar, o obsequio de o enliega-
rcm rua da Cadeia do Recite u. 52, onde rece-
berao boas alvicaras. 4
i ik Oferece-se um moco portuguez, chegado
ha poneos dias da lha, o'qual falla o inglez com
perfeico, para caixeiro de alguma casa comraer-
cial, o qual lem alguma pralica tanto do mar
como de trra: a pessoa que precisar, annuncic
por esto Diario, ou dirija-so a rua dos Pescado-
res OS 1 e 2.
criplorio.
^r?u\c a':f d" .50 fluali,lafles, frontes. Na rua .Jo Queimado n. 19.
entre ellas as afamadas pennas inglezas do pro- _, .
fessor Schuly, e c.onhecidascora o nome de pen- i tHOlUlCVO SOl'ilfllCUiO IVC
na9 caligrophicas, linteiros de porcellana c de !
vidro, lapes, carleiras, escrevaninhas, segurado- ;
res de papel, borraxa para amarrar voluntes, o
muitos oulros objectos de escriplorio e proprios
para as pessoas de commercio : na livraria aca-
dmica, rua do Imperador u. 21.
Aos senhores encadernadores
e chapeleiros.
Carnciras de cores proprias para encapar livros
e fazer forros de chapeos, mais barato do que em
qualquer outra parle : na livraria acadmica,
rua do Imperador n. 21.
Vende-se ou oluga-so uma carroQa para
agua com ura boi cscolhido : a ver, na cocheira
de Francisco Ribeiro, na praca do oipilB,
rua do Collegio o. 23.
relogios iuglezcs Ae ou-
yo c \>viUa.
No armazem de Ilenry Gibaos, rua da Cadeia
do llccife n. 52, ha para vender a precos com-
raodos, relogios inglezes de patente, lano de
ouro como de prata, chronomelros, mcios chro-
nomi-tros, saboneles do vidro, com pontero
grande, ou pequeo para segundos: todos dos
mais afamados fabricantes do Londres,
Relogios.
Vendera-se relogios do ouro inglezes, de pa-
ou na i lente : no armazem de Augusto C. de Atreu,
I na rua da Cadeia do Recife n. 36
os para vi-
draca-
*
P A 6$ a caixa: na rua larga
do Rosario armazem de loura.
Vidros para caixilhos.
Na rua tarea do Rosario loja i
28
armazem de louca, mandamse bolor ci-
dros cm casas particulares por preco
muito coramodo, assira como vendem
se vidros a retalho do tama nho mai
queno ate mais de 6 palmos.
Vende-se leijao de diffsvtutes
qualidades vindo da llha, por prero
commodo : na rua do Vigario, renda
de Joo Lomos de Almeida.
Ven^-se um wol'jquc crioulo, do lannos
bonita figun ; quem o pretender dirij-e A ru.i
Jo Crcpo, loja 16.


m
DIARIO DE PERNAMBUCO SEGluNDA FEIlU 16 DRJAiNEIRO DE 1860.
Botica.
Bartholomeu Francisco de Souza, ra larga
do Rosario n. 36, vendo os seguintes medica-
mentos:
Hob L'Affecteur.
Pillas contra sezoes.
Ditas vcgetacs.
Salsnparrilha Bristol.
Dita Sands.
Vermfugo inglez.
Jarope do Bosque.
Pilulas americanas (contra febres).
Ungento Holloway.
Fillas do dito.
Ellisir anti-asmathieo.
Vidros de boca larga com rolhas, de 2 oncas a
12 libras
Assim como tem um grande sortiracnfo de pa-
pel para forro de sala, o qual vende a mdico
prego.
Superior ao oiellior
presunto de fiambre.
Linguasde vacca cmsalmoura vindas
de Londres, vendem-se nicamente no
armazcm de Luiz Aunes delronte da;
porta da alfandega.
45Ra Direita45
Ra da Vnzala JNovan. 42
Vende-se em casa de S. P. Jonhston & C. va-
quetas de lustre para coitos, sellins e sillines in-
glezes, candeoiros e casticaes bronzeados, lo-
uas inglezas, fio de vela, chicote para carros, e
montara, arreios para c arro de um e dous cval-
os, e reosnos d'ouro patente injtlezes.
|tuow m %m no yiocitsE
MOSELLE MOSSEUXS
DE
LONDRES
i em garrafas e meias gar-
rafas.
Para horneas.
Borzeguins a socrticos (lustre)
Borzeguins zouavos, obra forlissima(be-
cerro)
Borzeguins cidadaos (bezetro o luslrc)
Bor/.eguins econmicos
Sa.ialies batedores
Para senhoras.
Borzeguins para senhora (irimeiraclasse)
Ditos (segunda elasse)
Dilos jura meninas (primeira elasse}
Queimado n. 40.
Grande e variado soiiimeuto
DE
Fazendas francezas erou-
pasfeitas recebidasem di-
reitura pelo ultimonavio.
Do-sc as amostras com penhor.
' Ricos cortes de vestido de seda de cores
de 2 saias............................ g
Dilos de ditos de seda prclos bordados a
velludo............................... 9
i Ditos de ditos de seda de gazn pliantasia $
C T AcfloVCrP Ki. O. AM1CVO& L.. S. Taimas de grosdenaples bordadas...... |
--------------------------_-----g Chales de touquim branco boadadosa
II 30J>e.................. 80$000
fe | Grosdenaple dc cores de quadrinhos co-
vado................................. 1g200
'; Dito de dito liso novado................ 1$8<)0
t i Seda branca lanada covado lg600 a.... &8C00
Grosdenaple preto lavradocovado...... 2*000
| Dito dito liso encorpado a l$600e.... 2S500
, Dito dito cora 3 palmos de largura a
MSWO c.............................. 2$500
; Sarja de cores larga com 4 palmos do
VI largura covado a...................... lj500
g Goze de sedada China de lloreselistras
| covado a............................ 1^000
I Follar de seda de listras gosto novo co-
g| vado................................. 1#000
e So|im de escociac diana de seda covado lj}000
?i Chaly de llores novos desenhos covado 900
Seguro contra Fogo
COMPANHIA.
LONDRES
AGENTES
I C J. Astlcy & Companhia.
Meias de seda de peso
9000
8$000
RA000
f 00(1 I ')ara sen',ora' brancas c prelas, e para meninas,
K brancas e riscadas : vende-sc na loja de Leite
^wu & irm0 na rua (ja cadeia do Rccifc u. 48.
! 38C>iLiilJ>(l
55000: a

;600
(5000!
Vende-se
vado................................. 500
Meio velludo de cores covado.......... 1|800
Vclbulina de todas ascores............ 700
Sctira de todas as cores liso covado ... 800
Brilhanlina branca muito fina a....... 500
Chitas francezas claras e escuras a 260 e 320
Casemira preta fina algiOOc.......... 2$500
| Panno prclo e de cor lino provade li-
mo a 3$500a........................ 7g000
res de casemira de cor a 5g e........
r; Cassas organdys de uovos desenhos a
vara
1$000
500
Caixas com 32 libras de tiacarrao, rccenlemen-1 '
le desembarcadas a 4$ ead i una, ditas de aletria i
com (i inesmo peso a C$. na prara da Indepen-
dencia n. 22. W
Vendem-se foges de forro econmicos, de
patente, para casas de familia, conlendn 4 torna- 1
Ibas, o torno para co/iiiha com lenba ou carvo, Q
ptima invencao pela ecouomia de gastar ura S
lergo de lcnha ou carvo dos aniigos, c de cozi-
niar com irais presteza, lem a di'orenoa da se-
ren amoviveis, octuijareii pequeo esparo da '
casa, e de fcil condueco: vondem-se porpre-
ros muito mocos, na fundigo de Francisco A
Carduso Mosquita) rua do Sruin, o as lojas de
Ferrogens do Cardoso, junte a Conceico da pon-
te ti Rccife, c rua do Queimado n. 3.
Vendcm-sc dilTercntcscaixhos que podem
servir para diversas obras, mis com vidros e ou-
-. ni ellos, porpreco commodo : defiontc do
S. Francisco.
g| Dilasfrancezas muito finas a....'.'.'.'.'.'."!
Q j Manguitos de carabraia transparente bor-
p dados muito ricos.................... q
g Golinhas de carabraia bordadas de ponta 9
Ditas do dilo bordadas a GOa.......... 1500
Folha de cobre e Metal ,r^l-?d.l.^.m.irJa_dccora!>Se--.-..... 7
amarello.
Estaiiho era barra e Pre-
gos de cobre.
Alvaiade cYerniz copal.
Folha de Flandres.
Palhinlia para niarci-
neiro.
Aiiihos linos de Champa-
nhe e MoseJle.
Lonas da Russia e Brirn
de vela : no armazem i
deC. J.Astley&C.
Chapeos de caslor preto
.....,,,- uw..........
~ Jiras e enlrcmeosdecambraiabordados
B Ricos manas prelas de linho para se-
1 nhora ...............;................
g Ditas ditas de blond brancas o prelas..
^s. ('.lales de sada de cores, prelos e roxos..
e Dilos de merino bordados com franja de
3 seda..................................
Hilos de dilodito de la...!..'.'.'.'.!!!!!..!
| Ditos de dilo liso dilo de seda..........
;,; into de dilo dilo de la..................
I !)to de dilo estampados fino lisiado
g seda ..................................
Lencos de cambraia de linho bordados
e irnos .................................
Dilos de alaodao de labyri'niho'e!!!!
i-apollas brancas para noiva............
Krilcites de vidnllio prclo e de cores....
Aberturas para camisa de esguio de
I
I
7500
73090
Cti()0
4Jj300
sjooo
s
icooo
Machinas de costura
de S. M.Singer &C. de
New-York, o mais aper-
feicoado systcma, fazen-
do posponlo igual pelos
dous lados da costura,
garanto-se a seguranza
das nr achinas e manda-
se ensinar as casas de
familia, bem como se
mostram a qualquer ho-
ra do dia ou da noite
nesto agencia : nicos
agentes em Pernambuco Raymundo Carlos Lei-
te & Irnio, aterro da Boa-Vista n. 10.
9 Vende-se um brago de balanca o conchas
. l,a? e correnl,,s. cora pesos d raela quarla
ale 8 libras : na rua do Rangel n. 7.
21000 c 21300 a peca.
Algodao trancado americano branco, proprio
para toalhas e roupa de escravos, com um pe-
queo toque de agua doce : no armazem de fa-
zendas da rua do Queimado n. 19.
Cheguem ao barato.
O Leite & Irmao continuam a torrar na rua
da Cadeia do Recite n. 48, pecas de cambraia li-
sa com 10 jardas a 4s500 e 5g, lencos de cam-
braia de linho a 3 a duzia, cambraas muito fi-
nas e de lindos padroes a 640 a vara, meias fi-
css para senhora 3-356OO a duzia, dilas cruas In-
glezas para hornera e meninos, chales de meri- |
n lisos a 4g500, e bordados a 68, paletots de |
alpaca preta e do cores a 5&, ceroulas de linho
e algodao, camisas iuglczas muito superiores a
60ja duzia, organdys de lindos desenhos a
1100 a vara, corles de cassa cliila a 3g, cliila |
franceza a 240, 280, 300 e 400 rs. o covalo, pecas
de madapolao com 30 varas a 4S800, 5?, 5g:>00, '
6,7 e 8g, chitas inglezos de cores lixas a 200 rs o I
covado, toalhas para mesa a 3 e 4#, cortes de
calca de brim de linho a 89, dilas de meia case-
mira a 2-3210, vestuarios bordados para meni-
nos, e outras muitas fazendas que se vende por
barato preco.
-Em casa de N. O. Bieber
4 C. rua da Cruz n. 4, vende-se ;
Champagne de superior qualidade de marca acre-
ditada na corte.
Tinta branca superior em oleo, latas de 25 li-
bras, por commodo prero caixasde4 latas.
Verniz e veroiz copal.
Algoduo/inho da fabrica Todos os Santos da Ba-
ha.
Brilhantcs de diversos tamaitos c de primeira
qualidada
AttENU\
A prazo ou a di-
FlNDICiOLOVVMOWj nheiro.
ftoa da Scnzala !\OVa n. 42. vende-se a cocheira da rua da t
Vende-se a cocheira da rua da Cadeia do San-
to Antonio n. 7, tendo 5 carros e 1 riro eonpe
sem uso algum : quem pretender, duras' j
das para eaSenho, machnM"de" va^or"e Ute i "Si1"!0-;'1,'u !c,,ar ^m quum ,ralflr
de ferro batiJo o coado. de lodos os lmannos rp~ ."a? ,",n" de Js Antonio M .-
reir uias x L., na rua da Cruz n. 2'j
Mercurio doce.
Retro*.
Liuhas eni novellos.
Cera de Lisboa era velas.
Graxa ingleza em boies.
Lazarinas e clavinoles.
Na roa do Queimado n. 37 toja de A imo0mmiianoC.01'
portas acalia de receber pelo ultimo ^errosdty-0*Para engommar.
navio ,indo do Havre um completo sor-! oSfa^S 21555? *,ua
Nesle estabilecimento cotitinua a haver um
comapleto sortiracnto de moendas e meias moon-
para dto.
Cortes de vestidos
de seda
qualidado.5
tmenlo de vestidos de seda de 2 saias,! ^^je----,-.
2 babados c de avental.os qnaes se ven-
dem por preco commodo.
Ghapelihas de seda c de i
velludo para senhora. |
Ricas cliapclinas de seda c de vellu- i
do para senhora: na rua do Queimado |
a. 37, loja de 4 portas.
GIMDE E VARIADO SO iTHESTO
DE
Golas e manruilos.

c braucos
Na lOJa dOSCrtanCiO.rUa: ^'a^uadoOuemadon.37,vcndem-seoSmC-|Di;a0SrrdCiedi,0 dc jodii "bancas" e'd
. A i roa Ihoros chapes de caslor. rflSi:."^'"^.'.'.*::..................
<2o Queimado n. 43 A.
Aviso,
eberam ern direitura de Franca, deencom-
mer la, os melfaores chapeos dc castor ropadoss ,
sendo brancos o prclos, e as furnias as mais mo- j No armazem de Adarr.son, Howie & C. rua!
dornas que tem viudo ao mercado, c por me- i ^ Trapiche n. 42, vende-se selins para hornera i
no: que era outra qualquer parte, assim como e pohora, arreios pralerdos para cabriolct, chi-
m lera um grande sjrlimento dc enfeite I cotes para carro, coleiras para cavallo etc.
1T
Saias balao modernas..................
| Chapeos francezes forma moderna......
. Gravnlqs de seda de ponta bordadas a
| velludo ..............................
Camisas francezas de cor e brancas
linas al$800 o..
di ridrilho prclos c dc cor?s pelo diminuto pre-
i:- cada um, assim como tem chapeos do
rio mtinn n lC-)flll c'lfi um n r\-\^f,>;i., ^.-i -
a estrella.
Rua do Queimado n. 7.
Este eslabelecimento contina a oslar sortido
de panno a 1$200 cada um era perfeilo osla-
do, aberturas brancas muito finas 320, ditas de
esguio de linho a 1? urna, cambraia prcla fina
ivado, e a vara a 560,e a 040, gangas
de cOr a 50, brim branco de linho a 1^200 o va- i
rolletes'de velludo de furla-corospr^os a ^^^ ^ hr T^&F "**"''
. ditos prctos a 8 c a93, calcas de case- ^SSlSfi TSuit
mra de c6r a 7, 8 e 113, dn.s. presos a 7, 9 e rSffj^kAvtU'
ti "vi n Z "i"-S;;;'1:;' a 5 *Sl S'1CC0S Pa" "'os de dito muito fino
ra tiagem de diversos lanianhos, eras cruas, por Diloc de caseiira dc Cr
duzigarafl0.9P.f?'iS "S?! "aS ff e ** S deCdaSlC a a preos muito unos e
duzia, finas a d e 49, chpeos enieilados para! mais obaixo
is o meninos e senhoras por qualquer pro-' Dtos dl. a e de brns
SO, c ludo o mais aqu se encontrar o prero, Calcas decasemi
e i.ao se dcixado vciuuJ. r
20^000!
40j;ooo
25000
Dilas dilas do fustao branco c de cor....
Dilas dilas do esguio muito finas mo-
dernas ................................
Seroulasde brim do algodao"e" do'iii'h'o
' is do casemira preto sctira 9g e....
Uilas de dilas de cores 8j| c............
Dita de meia casemira .................
Dijas de brim fino c varias qualidades
d#e Colleles de velludo, gorgurao,
casemira c selim....................
Casacas do panno preto muito fino 305 e
Sobrccasacus c paletots de panno preto
2S c............................
fino
5?
P.
5
a
do fila de velludo do um dolo mnimo de larj,"ira
:"in 10 1"2 varas, bandos di crina para senhora
muito bous a 400 rs. o par, pulsoiras de contas
para senhora ou meninas muito lindas a ICO rs.
para acabar; na loja de miudezas do aterro da
ioa-Vista n. 82, quasi confronte a matriz.
rs & C. tora para vender en;
eu armazem, na praca do Corpo Sanio n. H, SfdeTlalfra^ezal
Pianos do uili.no gosto. recenlimente I K "! fff SSSnS-
iras prelas e de coros
Ditas do luim branco e de cores
Collctcs de velludo prelo o de euros.
Dilos do gorgurao muito liuos
Dilos do islao
Camisas francezas de todas as qualidades
Capara lioraem
misas francezas bordadas para senhora
Lcques da uiolhor qualidado e do ultimo
gosto
llantas o grvalas do seda de todas as qua-
lidades
Chapeos de sol de seda inglezes '
Ditos decastor para cabeca muito finos
Dilos prelos os melhorcs que tem viudo
a o mercado
Taimas prctas do ultimo gosto
Casemlrasde cores para palotot
3
9
9
l
S
s
i-
ralclols de casemira mesclada gollade
velludo ..............................
Ditos do alpaca preta muito linos......
Ditos da merino setim prclos e da cores
: Ditos de meia casemira..................
Ditos do alpaca prctos e de cor forrados
: Dilos de brim branco epardo finos......
Hilos de brim de quadrinhos finos
^OO e ..............................
Dilo de alpaca preto e decores..........
Rologios de ouro palen........tes......
Ciapos de seda paral
S
6000
8^500
g500
2^500
s
y
ngooo
IOjOOO
4S5000
5^000
4O!000
OOjjOOO
185000
10*000
ogooo
79000
65O0
C-5000
5O00
3g5O0
S
sorlimento de cha-
peos.
Chapeos de castor pretos de superior qualida-
de a 10J>, ditos francezes do seda a 7$, dilos de
caslor brancos a 1-g, ditos de velludo o 8 e 9,
ditos da lonlra de lodas as cores muito finos, di-
los de palha inglezes dc copa alta e baixa a 3 e
">S, dilos de fol 1ro, um sorlimento completo, do
2$500 a 6500, dilos do Chile do3#500, 5, 6, 8,
9, 10 c 12jJ, ditos de seda para senhora, dos mais
uiedernos, a^l2g, chapelinas cora veos do ulti-
mo gosto a 155, enfoites finissimos para cabera
a 4g00 e 5s, chapeos de palha oscura, massa'e
soda, muito proprios para as meninas de escola,
sendo os seus preoos muito em cotila, dilos para
baptisado de meninos c passeios dos mesmos,
tendo diversas qualiaados para cscolhcr, boncls
de galio, ditos de marroquim, dilos dc vellu-
do, ditos enfeitados, chapeos de boa qualidado
para pagom, chapeos de sol de seda para me-
ninos de escola, e inesmo para senhora e paro ho-
niens ; finalmente outros muitos objeclos que se-
ria enfadonho mencionar, e ludo se ven de mui-
to em cotila ; e ossenhores froguezes vista da
fazenda Bcoro convencidos da verdade : na bem
conhncida loja de chapeos da rua Direita n. 61,
de Bento de Barros Feij,
Taclias para engento
Fundico de ferro e bronze
5 "
nicas golas c manguitos dc cam-!fa
liraia : na rua do Queimado n. 37, loja j
dc 4 portas.
Manteletes
Ricos manteletes dcgrosdcnaplc ri- ^^vJT^V!^0 N- '46-Ff!l-ST!: :
camente bordados: na ruadoQueima-li Slt^SS^SSiinSS
dO 11. 37, loja dc 4 portas. v'.',^ !l Panno prctos e de cores a t&$, lj
Pentes de tartaruga.
Fazendas inglezas e francezas e
roiipas fcitas
recebidasem dircilura
NO
Armazem e loja
DF.
Goes do brim prelo .
Ricos pentes dc tartaruga pai
cabello: na rua do Queimado
loja de 4 portas. wfiuEL
Camisas franeozas >?% urfcr!,,eMa!*' dt*d
viaiui.asiiunttAiiS ,g ulmo gosto cor de l.raua a ^.
lucas camisas francezas tanto de "sacos do alpaca muo cno a :,-
peio de linho como dc algodao c dc fus-! | aSS^lK^^^K
tao: na rea do Queimado n. 37, loja dc i dc cor a 8e ,0*-c!
I itorl-K ^ cores e; prelas a 8, fy, 10|, nj
4 pOIhlb. .v calos debnm de cor a 350, -i-
TaOnpf IJUIICIS |idl U LI lailLcl es de gorgurao de seda o d ci c !
Ricos boacls dc marroquim para ^ ^P^SJ**?
crianta : na rua do Queimado n 37, lo-
de 4
portas.
Fazendas boas e
baratas.
CSOOO
12;000
ijyuo
4*000
6*000
8:000
DE
t
-- !
Cu
i
"
senhora.
Campos & Lima tem para
0
i
vender g|
E
s lanos do ultimo gosto
idos, dos Lera conhecidos c acredilados fa-
- .1. Ilroadwoud iSons dc Londres, e
o proprios para este clima.
Vende-se um carro do i rolas, bem cons-
i o forte, com assento para 4 pessoas de
dentro, o um assenlo para boleeiro o criado fra,
forrado de panno fino, o ludo bem arranjado :
nara fallar, com o Sr. Poiriei no aterro da l'.oa-
S i.o kooseiiptorio de Jamca Crablroe C. n.
',.', : ua da Cruz.
Ditos de ditas muito finas
j Chapeos Amazona para seiihoras^e me-
I I.UJ
Rua do Queimado
loja de 4 porlas n. 10.
Anda restara atgumas fu^njjs pnra conclu-
ir a liquidaban da firma de Leite & Crrela, as
quaesso vonlem por deminuto preco, sendo en-
tra uniros as seguiites :
Mayos de meics cruas jara liomem
Unos de (lila? de cores
Ditos da ditas cruas muile superiores
5) io- Jo Jilos para ssnhoia
Diios .!e ditas muito finas
Cortes de calca da meia casemira
! tos da ditas de casemira de cores
1) los Je dilas de casemira preta a 5*
limo trancado branco de linho lino
vara
O dono da loja do miudezas da rua do Crespo
n- 5, desejando acabar com a maiar parle das
miudezas, esl resolvido a vende las pelos pre-
ros abaixo mencionados: eaizas do agulhasfran-
cezas a 2 rs., pentes de balea para alisar a 2 ti)
rs., ditos de Iravcssa [borracha) para menina ;
800 rs., essenca do rosa a 500 rs., latas con,
banha franceza a 800 rs., rico.-- pontos do tartaru-
ga virados a 10.00U rs., thesouras linas para
unhns a 400 rs. lioha dc 200 jardas carretel a 00
is brreles pilos do seda para meninos a 1,200
rs., pulseiras de differentes cualidades a 5j0 c
1,000 rs., loques tinos a 2,f:0 c 500 rs., pisto-
las para meninos a 200 rs., i osarios do contas
dc leite a 1,800 rs., cartoiras com agulhas fran-
cezas a 200 rs.. ricas loucas de fil c de cambraia
bordadas a2,000 rs sapatos ele merino bordaJos
pnra baptisados a 1,000 rs., facas finas do cabo
s
2j 00
5OO
$000 ; =; Vende-se um sitio com 200 palmos de fren-
l" o 200 do fundo, no lugar da Torre, margem
i do Ro Capibaribc, com urna grande e moderna
casado vivenda. cocheira, estribara para 4 ca-
vallos, galliniero, cacimba cora tanqucS bom-
ba, baixa para capim, todo murado na frente, e
lado com porlao de forro : os pretendenles podem
dinair-se ao agrille Pestaa, que se aclia autori-
sado a dar as necessarias informaces, c a tratar
da venda sob as condcoescslabelecidas ao raes-
mo pelo legitimo proprielario. O dito sitio todo
em chaos proprios,
RELOGI0S.
18600
2S000
^nc ldc uo,ae a 5.000 rs., loucadoros de Jacaranda
oO'J grandes a 4,00 rs., tesouras finas para costuras
^OOO a 100 rs.. bandejas finas a 1.600 c 2,000. cartas
22000
5*000
655000
Vende-se em casa de Saunders Rrothcrs 4
C., praoa do Corpo Santo, relogios do afama-
do fabricante Roskcll, por precos commodos,
e tambera trancelUns o cadeias para os mesmos,
deexccllenle gosto.
Vende-se
Cuites 'e colote de sorgurao de seda
1*000
2#000
45000
1=?000
Pao prelo fino, provade limo 3* e
(', avalas de seda preta c do cores
Biscados francezes, largos, cores fixes
cova lo 200
Chitas francezas largas fims covado 210
I tas estrellas 100
Biscados de cassa de cores lindos padrees e
i rior qualidade covado 280
Cassaa .la cores covado 240
Fessas de cassa branca bordada cora 8 va-
ras por 25000
Tiras bordadas 200
; raas lisas muito finas peca 4#000
Ernestinas do cores para vestidos covado 240
Challes de la bordados do seda um 2*000
Grodenapte preto, largo covado 1*800 e 2*0jb
Seda, o sarja lavrada 1T800 e 2*000
Vestidos brancos borJados para baptisado 55000
25000
15600
100
200
Veo> bordados para chapeo
E'itre meios bordados
Ailinilhado adamascado li.rgo vara
Lencos de chita escures um
Gangis de cores para palitos covado
Vendem-se 350 libras slerlioas em ouro a
10 cada urna : no csc ploro de Manoel Ignacio
de Olivara & Filho, defronte do Corpo Santo, no
Recifo.
Bom negocio.
Vende-se, com poucos fundos, ataberna do
palco do Torro n. 12 : a trotar na mesma,
orluguezas a 200 rs. o baralho, ditas francezas
linas a 320 rs., luvasde seda com bico a 50t) e
1,000 rs., ditos de Irocal para senhora e menina
a 800 rs, o par, manguitos finDs para senhora a
2,000 rs. o par, phosphoros de sola proprios para
charutos a 8') rs., ligas para senhora a 240 rs. o
par, cartes com clchelos a 60 rs.. dilos de 2
carreirasa 80 rs., ricas pulseiras prelas a 1,200
rs., oculos de aro de aro a 400 rs. o par, ooulos
de cangaiha a duzia a 400 rs., caixas de linha de
marca a 1,200 rs., obreas para os n-tmorados a
200 rs. a caixa, grampas o maco 40 rs., tranca
de caracol o maco a 720 rs., di de linho a 1,000
rs.. aljofrc perola fio 320 rs.. cofiadores para
espartilhas a 80 rs.,.ditos de seda prela a 80 rs.,
groza do pennas finas a 500 rs., alamares para
capole a 1,000 rs. a duzia, botocs de louoa para
camisa, groza 10 rs., botos de cornolia para
casaveque a 1,000 rs. a duzia, botoes finos para
punho a 1,000 rs., ditos prctos a 500 rs., lio
liara sapviiciro a libra a 320 rs. lia de cores li-
bra a 6,000 rs., froco fino e grosso peca a 400 rs.,
dito para bordar a 200 rs. a pega, ga'lao bramo
e de cor e franjas a 120 rs. a vara, ditas para cor-
tinado a 3,000 rs. a peca, filas dc velludo a pea
a 500 rs., lucos a 60, 80 e 1(10 rs. a vara, enfei-
los de vidrilho a 2,500 e 3,000 rs fitas de sarja
lavrada a 500 rs. a vara, dilas muito finas a 1,000
rs tranca dc linho de caracol a 400 rs., pentes
dc moca virados a 1,800 rs.. ditos direitos a 1,000
rs., macos do coral verdadeiro a 320 rs., peines
prelos com enfeite de vidrilho a 5,000 rs.. ricas
seslinhas com louca para meninas a 4,000 rs., e
1*280 outras muitas miudezas qic fe venderao porfe-
nos do que em outra qual juer parle.
Em casa de Rabe Schmettan &
C, rua da Cadeia n. 37, vendem-se
elegantes pianos do afamado fabrican-
te Traumann de Uamburgo.
Cera de carnauba
de boa qualidade, a llgOOO a arroba: na rua da
Cadeia do Pecife, lojo n 50, de Cuaba e Silva.
g Estopa
|g Lona.
j Camisas inglezas finas.
OS No armazem de Arkwrglit
rua da Cruz n. 61.
""2,
Farinhade mandioca
emilho.
Vendem-se saceos grandes com muito boa fa-
rnha de mandioca, ditos com milho muilo uo-
vo, couros de cabra em porcao ou a retalho, ludo
se vende por menos do que. em outra qualquer
parlo : na rua do Queimado, loja de ferragens
numero li.
Francisco Antonio Corma Cardozo,
tem um grande sorlimenlo de
tachas de ferro fundido, assim
como se fazeeoncerta-se qual-
quer obra tanto de ferro fun-
dido como batido.
SYSTEJIA MEDICO DE H0LL0WAY.
PILULAS UOLLWOYA.
Esle tnestimavel especifico, composto inlcira-
menle do bervas medicinaes, nao contm ni ire i-
ro, nem alguma outra substancia delecteria. l!c-
nigno mais lenra infancia, eacompleico mais
delicada igualmente prorapto e seguro para
desarraigar o mal na compleico mais robusta;
inleiramente innocente em suas operagoes e ef-
; pois busca e remore as doeneas de qual-
quer especie egro por mais antigs o leazos
quesejam.
Entre milhares do pessoas curadas com este
remedio, muitas que j estavam as portas da
morte, preservando emscu uso: conseguirn]
recobrar a saude e torcas, dopois de haver tonla-
i do intilmente todos os outros remedios.
As mais afililas nao deveni entregar-se ade-
! sesperaoao ; facam um competente ensaio dos
efficazes offeilos desla assombrosa medicina, e
prestes recuperarn o beneficio da saude.
Nao se perca lempo em tomar este remedio
para qnaiqucr das seguintes enfermidades :
Accidentes epilpticos. Fcbrato da especie.
Alporcas.
A raplas.
Areias(malde).
Asthma.
Clicas.
C.OHvulsoes.
Dobilidade ou exlonua-
cao.
Dobilidade ou falta de
torgas para qualquer
cousa.
Dysintora.
Dordc garganta,
de barriga,
nos rins.
Dureza no ventre.
Enfeimidades no venlre.
Ditas no ligado.
! Ditas venreas.
Enxaqueca.
lierysipela.
Pebre biliosas
Febreto intcriutonfo.
Chapelinas o chapeos de seda c palha
para senhora, bonilos e bem eufei-
tados a 15S e
. Chapeos de soda enfelados para meni-
nas a 8; o
Capellas o enfeiles de flores o froco para
cabeca de meninas a2*000, epara se-
nhora atio
Enfeiles do vidrilho para cabeca a 3;500 e
Chapeos prelos francezes, linos, para
hoincn a 8S e
Dilos brancos do castor, modernos
Pilos de casemira de tures para hornera
Dilos dc feltro Gnos a J, 5 o
Dilos de dito finissimos, fila larga
Dilos de soda do coros delicadas
Hilos de caslor tambera copa baixa c
flilUa
Donis dc panno Cno, francezes, para
meninos a 2* e
Camisas braucas c com pellos de cores
a if!S00 '.
Ditas dilas com pclo do fustao, finas.
i 2*800 e
D'tas com poito dc linho a 3,J !), I* e
Calcas de brim de coros e brancas de :','
Dilas do casemira de cor o prctas a 8* o
I Celleles dt brim o fustao a i' o
Hilos de gorgurao do coros a 5 c
Ditos de velludo dc cores a 12; e
Paletots de brim dc cores c brancos
do 3* a
Dilos do alpaca preta c de cores a 5* e
Ditos de panno e casemira prelos e do
cores a 20. 22, 2', i
Sobrecasacos de panno prelo superior
Vestuarios do fustao, mu lindos, para
m< nios
l'iulos do tartaruga modernos a 10, 16 e
, Loques entrefinos c bonilos a 3, o
; Dilos de madreperola a li, 20, 25 c
Ramos de llores finos a 1$, ~ e
Saias a baldo do boa qualidado a 5 e
Vestidos dc phantasia, do lindas coi 5.
a 25*000 e
Corles do vestido dc -ciado coros deli-
cadas, com 2 saias c babados borda-
dos a100 e
Calcas pan meninos bordadas ale
Toalhas de algodao e de linho a 1S603,
1*800, 2*600 e
l.uvas de pellica brancas, amarellas c
prelas, para senhora e hornera a 2-? c
Gollinhas bordadas a 600, 600, 1*200
10600,2*100 e
Manguitos bordados a 2$ c
Ditos com gollinha o 3*600, 4, 6 c
Alem destas, outras muitas fazendas, .
loia de Cunha Silva, na rua da Cadeia do Recite,
se vendera por procos baratos.
| do a Id* e 12?, camisas inglezas lai
g iiomens como para meninos .' lanianlios, sroslas do todas as qual
g chapeos de sold alpaca a 5*, mat
g pretos de muito bom goslo i 302 e 10*
m n.y.eq,,:cs de fusir, l,orJl
P- 0%, chapeos de castor a N -
?? manguilusde punhos bordados
x 4S, ditos com gollinhas a 5*e 6$, gollin
de traspasso bordado o transparente
| calcas de meia casemira padroes modi n
:,; a 5g, coleltes do fustio do cor e de
b'!"!';C' a.;! c 3?5P0e outras n.uilas a-
-.------.__ w v. uff.n, t- uuiis ii.unas ;.
u^nn S ^"^ e roupas feitas que seo pa <.;
J>00 g |.;-, Sei ca do freguex.
5^000.
Chapeos de palha escura, copa alfa para h -
Qsuvui m' p(' diininul0 Po de5*000 i... .
,?HS Adnat!0 '-nsl|o. rua do Cres| n.16.
14MWW ,,-......____________________
ill-lll
4endem-se fazandas por baratu t
proco c atgumas por menos de seu
sa3 jal >r para acabar, em pe a e a rea-
fiffifc Iho : na rua do Queimado loia c
^ portas n. 10.
4os estudantesde rhe-
torica.
O resumo de rhelorica nacional fcita i
i. do Ucnoratoest renda na livraria c!.:
na piara de Podro II a. 2.
129000 Novos medicamentos li<
| meopathicos eii\i
da Europa pelo Sr. I
Sabino O. L. Pinlio.
. Es'ps medicamentos preparados -
'..ijidc segundo as n --.:.,.;, s d
homcopathia no Brasil, i udora-se :
3*000 H preces conhecidos na botica central b<
c-} H "eophmica, rua de Sant i Ai M
mooo S:^y^^ ees
= Na rua do Crespo n. 1C, loja d l '
120*000 Castro, vendem-se ricos chapeos dc palhi i
5000 p,lf,,iiados para senhoras e mi
unto preeo de7*000.
3S000
53000
I
6*000
1 IgOOO
26^000

12-000
25S000
89OOO
ClI-OOO
i." -
200
cobertos e descoberlos, pequeos e grandes, de
ouro patente inglez, para hornera o senhora,
de um dos melhorcs fabricantes de Liverpool,
vindos pelo ultimo paquete inglez : emeasa de
Southall Mellors & C.
Cal de Lisboa.
Vendem-se harris com cal de Lisboa, da mais
nova que ha no mercado, por preco de 6g cada
ura barril: na rua do Bruta n. 18, armazem de
assucar.
Muilo barato.
Na rua Nova n. 7 existe ura resto do calcado
francez que foi dc oulraloja, e que se vende pe-
los seguintes precos :
Borzeguins para senhora 48000
Ditos para meninas a 2g e 2*500
Sapales para meninos a 2*500 c 3*000
Culta.
Hemorrhoidas.
Hydropesia.
Ictericia.
Indigestos.
Inflammacoes.
Ir r eg u (a dados
monstruaoao.
Lombrigas dc toda es-
pecio.
Mal de podra.
Manchas na cutis.
Obstrucco deventre.
Phtysica ou consump-
puliiionar.
Ri.'loncao de o tirina.
llhcumatismo.
Symptomas secunda-
rios
Tumores.
Tico doloroso.
Ulceras.
Venreo (mal).

Si
3,5000
3*500
8:000 '
que n.i
500 rs. oeovulo.
c^ Campos & lima, tem para
'-jg alcatifa com qualro palmos de li
g| 51)0 rs. (. covado : na rua
n.12.
Arados americanos e machn;
pata lavar roupa : em casa de
Vendem-se eslas pilulas no eslabelecimento
geral de Londres n. 22i, Strand>\ c na loja dc
todos os boticarios droguistas e outras pessoas
encarregadas de sua venda era toda a America d
Sul, Havana e Hespanha.
Vendem-se asbocelidhas a 800 rs. cada urna
dolas, coutem urna instrueco em porluguez pa-
ra explicar o modo do so usar destas pilulas.
O deposito geral em casa do Sr. Soura
pharmaceutico, na rua da Cruz 11. 22, em Per-
nambuco.
Attenco
Vende-se urna porcao de burros en-
tre os quaes existem 40 parelhas, todos
muitos gordos, novos e de bom tama-
nlio do excellente carregamento ebe-
gado ltimamente de Montevideo: os
preterdenles dirijam-se ao trapiche da
companhia ou ao armazem de carrocas
em Fora de Portas, de Fex da Cunha
Teixeira.
Tachas e moendas
Braga Silva & C, tem sempre no seu deposito
da rua da lloeda n. 3 A, um grande sorlimenlo
de lachas e moendas para engenho, do multo
acreditado fabricante Edwin Maw : a tratar no
mesaio deposito ou na na lo Trapiche n 44.
hnston Chapeos prelos,
Na rua do Queimado
p 1
12.
mimo
rol i).
Armazem k fazendas.
Rua do Queimado numero 19.
Corles de riscado francez 3 1(2 corados a2*500.
Cobcrtas de chita a 2*60).
Chapeos enfeitados para menino? e meninas.
Dilos prelos Qncs, ultima moda.
Dilos de feltro.
Cambraia organdys muita fina.
Chales de fro'o de tres ponas.
Ditos de merino bordados de duas ponas.
Dilos muilo tinos bordados a froco.
Ricos chales de touquim branco.
Cortes dc seda dc duas saias.
l.uvas enfeitadas.
Manteletes prelos bordadas.
Lencos para algibeira, brancos, a 2 a duzia.
Ruado Queiimdo n. 37.
A 30g cortesde vestidos de seda quecustaram
60-3; a 169 cortea de vestidos de phantasia que'
cu si a rara 30?; a 8$ chapelinhas para senhora;:
na rua do Queimado n. 37. ------------..^.x.^
Brim trancado dc linho lodo- dc crina parapenteados de
preto, senhora.
fazenda muito superior; garanle-sc que nao
desbota: na rua da Cadeia do Recite n. 48, lo-'
ja de Leite & Irmao.
Enfeiles de vidrilho c de retroz a 4$ cada
um : na rua do Queimado n.37, loja de 4 portas.!
i.
Chapeos pretos de primeira < j
lrma elegante a lOjt cada um.
Nova iveiifo apeiTei-
Coada,
Bandos ou almofadas
Vende-se nicamente na randa Cadeia lo I
ite n. 4b, loja de Leite 4 Irrao.
Para mesas e
Vende-se na rua do Imperador n. 5, bom
doce de guiaba o arass, assim aomoqueijos Ion- .
"tatS|Si[":llv" mcn" p"":o"eiroh.M?T?.*~*i-"
camas.
Pccliiiicha seo igual.
fW^F"""-"
Dilas de liho de 2, 3
varas dc a
3 ll2, 4 e i 1.2
l Ditas de dito m'Mlo superiores de 2 a 3
tnie,es iie vidnlho preto os mais modernos,! varase 6,8, ln 12 14 e
veadem-se por 3 na rna do Crespo n. 16, loja Atoalhado de duas larguras tran. -dc
da esquina da rua das Cruze* .i,^..-.^- "" f.. ..' 'r.an-'d0 u
da esquina da rua das Cruzes
Na rua do Imperador, defronle dc S. Fran
cisco, ha vend o seguinie : diccionario porlu-
guez dc Constancio, de Fonseca em 2 volumes
frncez de Fonseca c Roquete, e tambem dc Pon-
seca somonte para a tradcelo, Ritual Romano
da ultima edicao, mui acrescentado, dourados,
com atacasdouradas e sem ellas, e lambem d
encadernaciio ordinaria, breviarios romanos, rica
encadernagiio. selecta frenceza e ingleza, guia
do conversaran rratue/a, carias dc A II C, tabea-
das, caihccismos, economa da vida humana,
carlilhas, e muitas outras cousas que se apre-
sentaro ao comprador, c ludo por precos os mais
commodos pessiveis.
1
adamascado, vara a 1$, 1200 e
Guardas-roupa de algodao alcoxoado
duzia, a 2j e
Dilos de linho a
Bramante dc linho para lenco com 8 '.
10 palmos de largo a l$SO0 e
Toalhas do linho com labvrintho pava
rosto a3jc
Babados de linho para lencee?, toalhas
e camisas de linho, pocas de 30 raras
a 2500. 3S e
F. outros muitos arligos, que na leja de Cunha
&. Silva, na rua da Cadeia do Recife o. 5C, esqui-
na defronle da rua da Medro dc Dos, ven
te lo ral os.

4009
2: KM
3051*


DIARIO DE PERNAMBUCO. SEGUNDA FEIRA 16 DE JANEIRO DE 1860.
00
FABRICA
eikffRiSi)
DE
Mf&G) B!
E7AE&
Sita na rou Imperial n. 118 c 120 junio a fabrica de sabo.
DE
Sasfio J.da Silva dirigidapor Manuel Carneiro Leal.
LIVRARIA ECONMICA
DE
N.2 UA DO CESPO-N.
2
37 Una do (intimado 37
Loja de 4 porlas.
MIBM}
Fugio ha poneos dias, do lugar onde iralialha-
va, o cabra Oclaviano, perloiirenle a Manorl Joa-
qun da Silva Lelo, de acet, donde veio ba
poucos mezes era companliia do m.'smo. tflado
os signaes seguintea : estatura regular e reforja-
do do corpo, representa ler 40 anuos, pouen mata
ou menos, tem marcas de bexigas pele rere,
turna fa/er a barba deixando suissas de p
piolbo, muio legriste, falla um paveo desean-
Defronte do arco de Santo Antonio.
melhores nyslemas hoje approvados e conheeidos nesta e otras provincias do impario, bombas
de todas as dimenroes, esperantes c de repucho tanto de cobre como de bron/e e ferro, tornciras
de bronze deisdas as dimencoes e (cilios para alambiques, tanques ele,, parafusos de bronze e
ferro para rodas d'agua,portas para oniallias e crivos de ferro, tubos de cobre e chumbo de todas
as dimencoes para encmenlos, canias de ferro com armacao e sem ella, fugues de ferro pelareis e
econmicos, tachas c tachos de cubre, fundos de alambiques, passadoicas, espumadeiras, cocos
para engenho, folha de Handrcs, chumbo ein lencol e barra, zinco em lencol e barra, lsnces e
arroellas de cobre, toncos de frreo latao,ferro sueeia inglez de todas as dimenses, safras, tornos
e folies peta forreiros etc., e oulros muitos arligos por menos prerodo que em oulra qualquer
parle, dcsenipenliando-sc ioda e qualquer enrnmmenda com presteza c perfeioo j conhecida
e para coininodidode dos freguezes qoe se dignarein honrarera-nos coa a sua confianca, acha-
ra,", na roa Nova n. 37 loja de foreagetis pessoa habilitada para tomar nota das enrommendas.
Chegou a este estabclecimenlo um completo
sorliraento de obras feitas, como sejam : pale-
1 ojts de panno fino de 16g at 28$, sobrecasacas
de panno fino preto c de cores muilo superiores
a 353, um cmplelo sorlimenlo de pnleiots de
riscadinho de bnm pardo e brancos, de braman-
le, que se vendem por proco rommodo, ccrou- j sedo, aila raleado, inliluli-se por forro ; levou
las de linho de diversos tamaitos, camisas j calca e camisa de algodiiozinlin azul rom listra*
francezas de linho e de 'panninho de 23 at 5$! c boncl de lia proptio para manijo : roca-oa
cada una, chapeos francezes para honx-m a 8, quein o pegar de. levar i Manoel da Silva Sames,
,. ,. .v &ESTE NOVO ESTARELECIMENTO VF.NDEM-SE: : ditos muilo superiores a lttf, ditos avelludados, ra da Cadeia do Recife n. (12.
Livros de religino.sciencias, de letras, arles, Tiagcns, historia e classicos; romances alustrados e'cooa alta a 13 dilos copa baixa a 103 cha- c v a-, i i i
outraspublicacoesem diversas linguas. ; Jco* {J'Urcpara honn,.^ de JJ. V? Tll 7 T F,I6' ^ 2? 'T*? d a.nno
Globos atlas e rnappas geographicos. cacJa un dilos de srda e (!o palha ei,rcitados [)a. prximo passado, do engenho Bre|0, fregurza U
l ape de hollanda, de peso, paquete, almasso, de cores e oulros de diversos frmalos e gostos. ; ra meninas a 103, ditos de palha para senhora a i Jaboalao, o ccravo Altxandre, caira, sapalci-
P censas para copiar cariase oulros msiiuscr.ptos, livros e tintas proprias. i2p, chapelinhas de velludo riramenlc enfeila- ro, idade de 30 annos POUPO lliais cu mcno< de
Livros em branco, i.ennas de vanas quahdades e mais oi.jectos para uso de repartilos, secreta- das a 25S ditas de palha de Italia nimio finas a V l,cnos' ,1C
rias e casasJc commercio, u.enclios para desenlio etc. 25,. cortes devesi'lo de ida em ca"K dTloS T"! T^' *C' F,San,1 mil fr CM"
Artigos de bom goslo, fantasa e curiosidade das fabricas de Taris para uso dos elegantes ; orna- al 150$, ditos de phantasia de 103 al 358060 sa llas '"'"J<> T10 vera nos ps ha um anno :
.. tos, presentes etc. gollinhas de cambraia de 19 al 59, manguitos : e tem o coslume de embriagar-se : de-eoiilia-sc,
Carloes e billietes para bailes, casamenlos e visilas. hp mri(inal5s nnnnrlv Knint o plarna J _, n.;r. ., i.. .... .i.
HISTORIA NIVEUSAL desde os lempos primitivos al 1850, por Cesar Canlu, 12 volumes, in fo- m a vara, casSaS franre/ moo supcrmrc" ; ?"" ^ *mU 0" ***** Pjf" *
lio, enriquecida de mais de 90 magnificas estampas, obra em que uada se poupou para o e padrees novo? a 720 a vara, casemiras de cor- ? 1ucm e,1con,ror '\w,V Wl'W a uelle
leitor encontrar nella crudieo, estudo solido e ieitura agradavel. |es para C0Heiis, paletots e calcas de 3-500 at engenho, ou ao escriplorio do Sr. Manotl Al-es
ALMANAK de lembiancas de Casliiho para 1860, assim como collecces completas desde o scu 4g o covado, panno lino preto e de coresd"e 2*500 Fencira, na ra da Moeda ; e preeaettO-M
titwn?'im^S0AnvT,r- y. ,- al IOS o corado, cortea de rllele de vellu do Uma boa recompensa
MANUAL DE CONTAS ja feitas para comprase vendas deassucar, algodao ele. ....:..."........:,..., n .. << .j:i a. ______-_
Encaderna-se em todos os goslos desde o mais simples em papel at ao melhorem panno oupelle.
Imprime-se carios e bilheles, c marca-se papel com typo proprio e pm relevo vontade dos
prclendenles.
Acceila-se o encargo de quabiuer oneommenda de livros e outros arligos tanto da corte e provin-
cias do imperio, como de Toitugal, Franca, Inglaterra e Blgica, coiu as condieces mais ra
zoaveis.
muilo superiores a9e 125, dilos de. gorgnrao Dssannarec-u o Fsenvo Vir-in
o de fustn brancos de cores, tudo por [reo snpparec i o !..cr.,\o >irc.nio,
barato, aloalhado de algodao a l>-280 a vara, l,!o' |J"0 peno da qiia renta anno, rqsto cm-
corlcsdc nasemirasde cores de 5 at 99, grosde- prido, pouca barba ; amia caldillo, e Calta da
nop es de corese pretos de 19800 at 3*200 ol ser loo, consU que para ali seguir -le eaminho,
covado, esparli! ios para siuiltora a (\?, coeirus' i vn. i c l. r\ i i
de casemira ricamente bordados a lacada ut, I P^' Villa de Saboe.ra. Quemo ipprehend. r, a
lencos de cambrniade linho bordados para se- ;cor.liizir a rua da Cadcia do Recife n. "^ pri-
i n .. > i
RE VIS T A IIE B I) O M A DAR! A
COIXABOB.VDO
riios srs.
D. Antonia da Costa A. F. de CasliihoA. GilAlejandre Ucrculano. C. RamosA. Guima-
raesA. de LimaA*de Oliveira ManetaAlvos BrancoA. T. Lopes de MendoncaA. Xavier
Rodrigues CordeiroCarlos Jos BarreirosCarlos Jos CaldeiraE. Pinto da Silva' e Cimba F.
Gome de Amoiim Y. U. Bordalloi. A. de Freitas OliveiraJ. A UaiaJ. A. MarquesJ. de
Andeade CorvoJ. da Costa CascaesJ. Daniel CollaeoJ. i- de Magalhes CoutiohoJ. G. Lobato
Pires I. II. da Cunha IlivaraJ. I, d.t Craca JniorJ. Julio do Oliveira Piulo.los Hara
Latino CoelhoJulio Mximo de Oliveira PimenlelJ. Pedio de Souzai. S. da Silva l'erraz
Jos >ie IonesJ. \. S. da MollaLeandro Jos da CostaLuiz Ftlippo LeiteLuiz Jos da
Cunha L. A. llebello da SilvaPaulo MiilosiRicardo Julio FerrazValenlim Jos da Silveira
Lopes."\isio Cmara.
DIRIGIDO
ron
A. P. d CamllioI. :. Silveira da HollaRodrigo Pagaaino.
Destinado a resumir lo.as as semanas o movimento jornalislieo e a offerecer aosleilores, con-
iuntamenle com a revista do que mais nolavel houvcr occorrido na politica, na sriencia, na indus-
ina ou nas artes, alguns arligos originaos subte qualquer desles ass impos, o Micnivo CSivEttSAt,
lesde Janeiro de lSr>), em quo coi iccou a publicar-se, tem satisfeito aos seos Qns, com a maior.
exaclidao o regularidade.
Publica-se todas as segundas feiras em folhas de 16 paginas, e completa lodos os semestres!
durne de 420 paginas com ndicee-frontispicio competentes.
A igna-se no escriplorio deste Diario, roa das Cruzes, e na rua Nova n. 8.
Prer.e da assignatura: pelos paquetes vapor 10jJ20 por anno ; por navio devela Sg (moeda
brasib ira).
lia algumas collecijoes desde o cometo da publicaeao do jornal.
Seos proprielarios offerecem a scus numerosos freguezes e ao publico em geral,
2
toda
2$400, barege de srda para vestidos, covado a
Icio1', um completo sortimento de collelcsde
gorguro, casemira preta lisa e bordada, c de
fuslo decores, os quaes se vendem poi barato
qualquer obra manufacturada em sen reconhecido cstabeledniento asaber: machinas de Vapor de PreS Relindo decores a 7 o covado, pann< s
todos os lmannos, rodas d'agua para engenhos todas do ferro ou para cubos de madeira moen- Par? ,1,nn (l(, mesa 10:s c*da "m- mcrl,"', al-
dea e meias moendas, taclias de ierro batido o fundido do lodos os lamanbos, guindastes, "utn- coeltoado [roprio para paleto!- c i olletes a 2SS00
los e bembas, rodas, rodetes, aguilhes c boceas para fornalha, machinas para amassar man- f.ova,|o. bandos para armacao de cabello a
gradara co- 1"-;,(J0> saccos de tapete e de marroquim para va- guido por uma mnlher forra, i ftf fula, de ni
" alvarengas pL'm' c um. fnn^e sorlimenlo de macas e .malas Candida, que consla ser natural di U
botes e todas as obras de roachiiiism. Executo-sc"qualquer obra seia qual fr sua na'lureza pelos e pregara, que ludo se vende vontade dos cabello amarrado. O cscravo 6 natural de
desenhos ou moldes que para tal fin forem apresentados. Recebcm-se cncoinmcndas neste esta- freuezf8> e putras multas tazcodas que nao 6 | gipe, aonde lem mai, boje forra.
nhora a 9 e 12t cada um, dilos lipes para ho-1 metro andar tvi senero^amenie recompens..lo.
niem, fazenda muito superior, de 12 atSOjfa Desappareceu na noile do da 7 de Janeiro
^'.'f!.'1.' casemiras de cores para poeiro, covado a; cerrme de S. Jos do Menguintio, i i
Teixeira Bastos, oeseravo rrroolo, de ni
nedicto ; representa25 a 5ti anoosde i
co mais ou monos, sem barba, altura roj
corpo igualment res "i;" e bem feiio, levo
pa, constando de cairas de easimii i la de
panno fino azul, camisas brataiaal
ganga e de brim trancado branco. chapi
de fetlro escuro, euma rede, Indo usad i. I
dioca e para descarocar algodao, prencas para mandioca c oleo de ncini, porles g
lumn.as e monhos de vento, arados, cultiva loies, pontes, 'aldeiras e tanuues, boias,
boles e todas as obras de macliiuismo. Exocuta-se qualquer obra seja qual fr sua na
desenhos ou moldes que para tal flm forem apresentados. Recebcm-so encommendas .
belecimento na rua do Brum n. 28 A o na rua do Collegir. hoie do Imperador n... moradia do cal-'P0S8lTe a^ul mencionar, porcm com a vista dos Roga-se a quera o aprehender
zeiro do eslabelecimento Jos Joaquim da Costa Pereira, com quera os pretendentes se pdete compradores so mostraro. Slanguinbo em casa de Jos T. ti los, ou ih-i.i
entender para qualquer obra. 17 fa r# r*i"k 'S ^ o v>> r\ /S ni ridado em rosa de BaMos & Lemo, rua di
___________________________________________________________________________________ 1 lfa"111 Icio lllOtX\?Jl pic'ieu. 17, que ser geocrosaoicDto recon
as.
Xodeposito da rua das Oazes i. 4!,;
defrontc do sobrado do Sr.
Figneiroa.
lia um completo sortimento de gneros para a
fi sta, dos quaes se aGcnca a boa '\ lalidade, quei-
jos londrinos,do reino, suisso, lalas com boli-!,
i de todas as quatidades. conservas de Imr- ",s '-'V''"'' ,1''"'",l0f
vilhas, ameixas marmelada, passas e figos, ""do'e de?Pacha'
issi s para sopa, cha, presunto, 1 ngukas, man- P'?os "70fTer,8 cscriptono do agente O
i ingliza, vinhos engarrafados. Porto, Ma- '"!* rua da Cadoia o Becifo n. 62, primci
leira, Uuscalel o Bordeaux, chan panfaa. cerve-
;j, licor, nbsinlho, xaropes, e os afamados (ta-
rlo- de Ibom Pinto e de trandao, sm caixa e
- ra'.,,-.
^4 0
JA OAGLORIA.CA^AjOOFUIIDIO 3
Clunca por ambos os systemas.
sado.
Fugio no dia 9 do correntc n n n c>.
'. Cypriano, i rin!o, de 22 annos I .
ir bem prcia, pouca barba, rosto redoi
Cortes de casemiras de cores linas a 5i;500, di- riz chato, \ >- c n ios bastanti
; las de uma s cor muito finas de 3 e6jJ. cortes meltidospara denlro.olhos grandes .;-ti-
lde collete de velludo de cores a GJOOO, ditos dito eados.o qualeomprci ao Sr. Ant< nioJe
preto a 5S e 6J, colchas do argodo adasmasca- ra por ordem do Sr. do engenho Pindol .
das a 5$, brilhanlina branca 0 covado 480, case- co Xavier de A teredo : qunn o peg i li
mira dequadriohos o covado 1, pannos para na Hireila n. 66, que ser bem i
mesa muito bonitos e modernos a 6?. corles de
barege cora tres ordens de babados a 153, i:-1-
peos de phantasia para hornera, sendo de gor-
guro de seda a 7$, ditos doChille de i a 25$,
dilos de eliro du 4-?500 c 5a, camisas de cam-
braia de linho para senhoras, ditas de esguio .
muilo fino, ditas de cambraia bordadas com man- !;ul"iri pab5,0l-. de l** \ "'
G9S lie gratificado
a qu< m pegar o cscravo Ji quim, fgido i n
ibro proxin o passado, com os -
dos boje, vendem-s
fT 5
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G&
= i=.i x a
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p; = "r:C E'
_ -^ *- ^- f-
o-jl^ s'fs*g 1
el ,-S^= 3
-o.2b2?cb3
O Dr Lobo Hoscoso d consullas'todos os dias pela manha ede tarde depois de 4
_ 22S5 ''" )S Para CUra'" anl"i;lll"e"te nao s para a cidale como para os engenhos ou
i pos de ouro e prata, coberlos edescober- propiedades ruracs. B
os melhores que existem no Os chamados devem ser dirigidos sua casa al as 10 horas da mauhaa e em caso de ur-
se por .^neta a oulra qualquer hora do dia ou da noite sendo por escriplo era que so declare 0 oome da
le Oh- pessoa, o dama co numero da casa.
iro Nos casos que trio forera de urgencia, as pessoas residentes no bairro do Reeife podero re-
w f,r;T"S cihCteS 1>0!!? 2 Sr '"'" S ">"" i:- !" ru:!da Cruz ou a loja do livros'do Sr. Jos
Nogueira de Souza na rua d.......spo ao p da ponto vclha.
m,.n., '":' I"J';!i'-' l!:! '"? d0 an'mBfiante achar-se-ha conslanlement eos melhores med a-
viuho do Porlo, do mais superior, engarrafado, I meotosn<>,eopath.cos ja bem conhecllos e pelos procos seguintes:
dito champagne, idem, dito nuscatel, dem : no "?,lca '!" ,ubos gandes
andar.
:a.DiE-Slg
horas.
oulras
gas, ricos corles do seda de todas as cores, mn-
deles dos mais modernos, grande sorlimenlo de
perfumaras inglesas legitimas, joias decoral ver-
dadeiro, oleados de diversas cores imitando
marroquim para c ibrir mesas, forrar almotad is,
travesseiros, etc., etc., c bem como um completo
sortimento de a/.endas do mais apurado goslo e
melhor qualidade, vendendo-Se ludo por baixos
precos, no armazemde fazendas de Raymundo
Garios Lidie i Irntao. aterro da Roa-Vista n. 10.
mais ou i baixo e cheiodoc
dondo, cabellos duros c corri os, i
nariz peiju: i, I i u pe picna,i i^rn fal a >!.-
les su| na frente, asa I : ide, i q'-.,-.l !r>-
daria pd ler rapado, sem barba; cond
rede, calcas e camisas, levando restiJo calca i
camisa de algodao ti a lo azul < i !.. ;
ro ; vio do Cear nu vapor Cruzeiro d> S
i de ouiubro prximo passado, rem
Ril. iro da Cunha a Antonio l u i
: i S llolim quem o api n h< ndi r,
Vende-sesuperiorlinha de algodao, bran-1'"5* *v""" .'"" Vi'..... V.
cese do cores, em novello, para costura: em dado do Recife rua do Crespo n. 11.
casa de Seulhall MelloriC. rua do Torres a r^umpen!
Q jg as lutnrulades policiaes e rapiiacs i
Dinhciro de cobre.
armazcm de Barroca ; Ucdciros, rua
do Recife n. 4.
da Cadeia
A.
M
i) Miva neins
lem pira vender no seu depositoda run do Vi-
| gario n. 27, velas do carnauba do 6, 7, 9 e 12
: em libra, dilas de composbo de Ge 7, saccos de
o branca e amarello, ludo so vende em pe-
quenas e grande- poi ;5es, c por menos do que
em oiitta qaalquer parle ; e compra-se ellettiva-
n inte toda e qualquer porco de pingos que cabe
das velas quaado acezas,
uta--- a i Dda
preijo at mesi 10 por menos do seu valor, a
-'" afim de liquidare 'nas : na loja de 4 portas fi
na rua do Qucimado n. 10.
c^*SSoo 2- .........-- "
I liles de 2 dilos. .
Ditos de 36 ditos. .
Hilo de 48 dilos..........
Ditos de 60 dilos.......'.'.'.
Tubos avulsos cada Um. ..'.''
irascos de linduras...... .' ,' .' ." .' .' .'
Mam al de medicina homcopathica pelo br.'jair*"trdu*zid"o
em porluguezcom o diccionario dos termo- do medi-
cina, cirurgia etc.. etc............
Medicina domestica do Dr. IIcrin
Repertorio do !)r. Mello Moraes
com diccionario.
10,3000
ir.ooo
200D0
253000
fJsOOO
IgOOO
2^000
20#000
68000
Vcnde-se na rua da Penha, sobrado n. 19, em
pequeas e grandes porcoes.
Escrayos us^Io.
rSgJ gs?l

-5 a ^^= '"
2 es
E^Sa^S]
C w K -
s o a r o~ s.g."'
"''.' s'c 2
Goiabada Imperial.
Veiide-se e:u eai\es e tm latas a mais fina
goiaba que se lera visto. Rua Direila n. f5.
Fu-b.
Farinha zada no ultimo navio dos Estados Unidos : nos
armazens de Tasso Irma os.
Escraroc venda.
Vende-?e um niolequc de 18 annos, purfeito
roziiibeiro, uma negra que cozinlia, lava e en-
gomma perfeilameiile, e uma iiegrinhadc lan-
nos, esc ra vos todos d<-. qualidade e sem vicio al-
n 50, a Jos Antunio do Araujo Guimaraes, que
generosamente reco 1 alera das des
(ue com a priso do mesmo se faeam.
J!^J^Af*by?am?at* queF%* a0 V03 n>elBO"montos feitos acha-se conve- Ausentou-se de casa de sua senhora o es-
bao tambera do 1 denovembro em vante, contratos mensaes para cravoJuvcneio, preto, idade de 20a22an
Vugio do engenho Pono da Cal o escravo
1, com os signaes seguintes : crioulo, de 1\
1 22 annos di3 idade, altura regular, bem leito de
corpo, cor retinta, I'illa muito bem, sabe lere
escrever, muito poltico, inculca-so de forro,
ccsluma oceultar-se por Ulinda enea de,
na Boa-Vista, onde a mai que 6 forra, serve de rente anno, levando calca de cor, ca
^?^toM7!S!S po.cS.dapcE *"*Pa,ha o!esdoem>i r
itrcsccapiacsdecampo doprende-lo o lova-Iu de aslhma e a ponco esleve doente de be
'ao dito engenho, ou nesta prara roa da Roda dcsconfia-se que esteja acoitado por i
o: o do mencin.
poe f sse para o c< otro do Ci |
ser natural da 1 illa do Casca' el e 1 mui
'[no v se inculcando d
vezes lera f> ito.
Holeque Fgido.
lOO.s-'ijl) le gratilicr.co.
Roga-se aos espitaos de campos, i .-. u '
qualquer auloridade a appiebenso de um i
que de nome Mar.oel, crioulo, idade 2 anm s
pouco mais ou menos, o qual fugio da c.tsa Jo
baixo assignado no dia 30 de ouu.L:
lalhao, que se quena aproveiti 1
i !ii!e para o Seduzir, desJe j ptoiestj a n
abaixo assignado !e cahir sobre dito l 1
lodo o rigor da lei, e gralilica da mai eii
= 8 a i J'o-s a :'1'1" : '!'''''''"' com Oc,aviono co Souza Franca,
u > Z, ~ 1rua da Cadeia du Recife 11. 36.
-neg ,t 9 i
1 o o a S** >-1,
Sc'CSn _ c
= i S =
l*?'\
Vende Jos Dias Brando,
-, a libra.
'QQf. At%
Dos premios da ultima parte da erecira c primeira da quarla loleria a beneficio do Gymnasio
Pernambucano, exrahida em 14 de Janeiro de 3 800.
NS. 'REMS.
ca Lingffeta n. 5, s
iussia
E CAL DE LISBOA.
Ki bem conhecido e acreditado deposito da \
rita la Cadeia do Recife n. 12, ha para vender
la da Russia e da do Rio de Janeiro, nova j
e de superior qualidade, assim como tambem j
cal virgera em podra: tudu jaor urecos muito
razoaveis.
5ELLINS.
Vendem-se os melhores seilinsinplezesdepa-
lenle. no armazcm le Roslron Uooker.&C,
prapa do Corpo Santo n. AS.
Valide-so em casa de Arkuripht & C., rua da
Cruz, armazem n. 61, relogios do fabiicante Hi-
qhbury, sendo que pelo seu pe -feilo machinismo
-se usar cora cubera ou stm ella.
Chafalla.
Acsba id cbagar novo sortimento de cha-
falla, no Armazcm de fazomls de IlaymunJo ''..'
ifs Cortes de vestidos rrclos, ricos de
l 7
~XS Dilos de seda de cores reos de
S )- a
*e Dilos proprios para casamento de
(jloi Leite & Irmao, rua da Imporalriz n. 10 &; Vestuarios de seda para meninos a
serve para tornar os movis velhos novos, sem (, Dilos de aleochoadinho para ditosa
precisar raspar ou lichar. M Variado sorlimenlo de chapeos pa-
1803
1303
2008
1!SJ
12S
ra meninos.
Aende-so ura bom escravo crioulo, de 21 i S^
anuos de idade ; jbuslo, sem vicio, oudcfeiloi >-^^ rC?U 11O a 11(131' 110 SO-
algum, mestre de sapa>eiro, c ptimo copeiro ;
a tratar com o abaixo assignaco na alfaudega.ou
em sua residencia na rua da Saudade primeira
casa com sotao do lado do sul.Pedro Alexan-
rino de Barros Cacalcanli dv. Lacerda.
8ES
brado da esquinada rua I
do Queimado por cima 1
da loja do Sr. Preguica |j
entrada pelo becco do |
Peixe Frito n. 1.
BfiraY
Superiores charutos de S Flix, bico de re
lio/, dilos laneciros, ditos regala de S. Flix:
wi,Jcm-se em porco c a rclalhopor precos ra-
zoavois, na praca da Independencia n. 22.
A 25,000
_ Acaba de chega r do Ro de Ja
neiro alguns exeraplaresdo
primeiro c segundo \olume
da Corographia.
Histrica clionologica, genealgica,
Cortes de barege de tres folhos de'nobiliaria e poltica do imperio do Bra-
diias saias diversos gestos, camisas de |*. pelo Dr. Mello Moraes : vende-sc a
can lira a de linho para senhora e pata! *# o volume, podendo-se vender o se-
hoinem, paletots de panno saccos e so-'gundo em separado : na livraria n. 6 e
brecasacas a 20,ditoi de casemira mes- j 8 da praca da Independencia.
ciados de superior qualidade e outras j Vestidos de Sedfi.
umitas fazendas por precos biraissi.: Vcndera-sc cortes de vestidos de seda com 2 o
mus ni rua dnfrpim loi amarolh n- 3 babados, armados, de20# a 404 cada um, lea-
mos ax rua dodespa tja amareua n- Q gcu yalor razoavd sera de ^0 Ba loja
u. 4 de Antonio Francisco Pereira. 4
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Oescrivao, Jos ilaria iaCrnz.
Ptrnambuco: Tyf. rftJf. F, de Faria.1589.


(8)
DIARIO DE PEBNAHBUCO. SEGUNDA FEIRA 16 DE JANEIRO DE f860.
Litlcratura.
xas. Lni uiu pasSeando ao lauo da raua cu-
bana e lendo o raen breviario, scm perceber es-
1 raagava us rins Je urna serpenle venenosa que
Os iidisonas dos ramios dosovlosda'sc nchara pmmi"ha pas3,geni- Se os rePli' e
ws laHinws uu?. ri.niut > utse IOS ua 3 insPC|0S venenosos atiacassem o hornera nos
AlUei'ica Sl'jlll llrioilill, pelo abbade las regios, de certo que a historia dos deserto
nao passaria do urna tenga marlyrologa ; feliz-
Era. Domeneeh, missionario apost-
lico.
r.om osle ltelo o Sr. Atbale Domonecli, enli-
go missionario ir.mcez cm Texas, autor do iole-
essante jornal de mu missionario no T case no
ico (ISiG-lSi... orepara una novo Irabalho
no qual propoe-so lornai conheciana as grandes
solides do novo mundo com suas proJuccdes,
i lea, 08 plieii'imi'iiiij geolgicos do sol,
o sua lopographia ; estudar suas tribus selvagens
era sua origcm, suas tradioes, seus costemos,
suas linguas, i poesas, sua msica, suas re-
gi es o o sen ful'iro. Nos tiramos desta grande
obra, ainda indita, a deseripefto dos grandes
desertos.
I.
Divisos da Amorica Septentrional.Campias
seplentrionaes do Texas Desertes.Serpeles.
Inserios. Sorras. Rio Vermclho Lagos.
Crozo Timber lenles Witeliila.
Ticemos noticias dos Pelle* Rubras dos Esta-
ii s-Uoidos nao s pelos raissiooarios do seclo
passado, como lambem pelos romances de Peni-
more Cooper e ainda polos siliios escriplos do
muitos amores ann:r:anos ; porm essas tribus,
quasi exterminadas, sao mais dignas da syropn-
thica complacencia Jo historiador que da alten-
co dooscrijitor molerno ; visto como os Anglo-
Saxcs os sepultaran! vivos sob os andrajos do
urna civilisaco imaginaria que torna esses s>'l-
ragens repulsivos tanto sob o poni do vista phy-
sico, como sob o moral.
A originalidade primitiva dos Indgenas s so
on ontra nos grandes desortos, islo longo da
tchiskty, das bexigas o das plantacoes america-
nas, lie nestas vastas solidocs eompreh-Midi-las
entre o Texas ao sui, o vallo, do Mississipi les-
t'. s possesses nglezas ao norte o o ocano
Pacifico a oeste que preciso ir esluda-las;
ahi que se as vai encontrar em seus caracteres
pritnordiaes, suas facilidades nativas, nati-
vas, seus roslunjes originaos, cercados por
nma na tu reza inieiramcnlc grandiosa, triste e
potica, cujo cunlio nos desertos lo profunda-
mente se imprime ao hornera o s eonsas.
Descrover minucii.smente essas vastas solidos
habitadas por tantas myriadas de homeiis do va-
ria is odres, costuraos diverso*, usos singulares,
t.io dfferenlcs do que habitualmenle vemos, es-
sas solidos em que.i natureza cada momento
muda do aspecto ; em que phenomenos extraor-
dinarios a cada passo tocam de pasmo o adrara-
ro os i ajantes, um semelhantu Irabalho portn
seria tao fastidioso, quanlo sao penosas essas
tongas viagens afrarez tic campias sera horisou- f.".".',So3' "1"' '^?' ,,"u ?.'! .rcsp'Slu. T*n8anS*
i cu por entre montanhas d'uma magostada es-
pantosa. Assim pois scmelhantes ao adejar do
passarn varaos percorrer essas iranfonsidades sel-
IS, s mais nos demorando em alguns luga-
icepcionaes dignos do attrahir nossas vistos
por detalhes originaos.
A America Septentrional se divide em duas
zonas bom differentes. A de leste c coborla de
densas florestas que se estendem quasi sem iu-
terrupeo do ocano Atlntico ao valle do Missis-
sipe e mesmo 120 kilmetros alera do lio.
Em
tejosla superficie s se encontrara esses gran-
des abortos, chamados gladc, ora alguns valles
da principal cadea dos Atlcghanies e no Ken-
tucky. As florestas ileixam ao depois de appa-
recer, substlfuindo as campias, que cotneeando
no Texas e continuando de sol para norte al s
regios hiperbreas vo-se perder oeste as
vagas do ocano Pacifico. He esta zona, corlada
era toda a sua extensao pelas cadoias das mon-
tanhas Bochosas da Sorra Nevada, a menos co-
nhecida e perianto mais curiosa e a mais inte-
inte do novo mundo ; dola que oceupar-
nos-bemos.
.J fallamos do Texas no nosso jornal de um
misionario no Texas e no Mtxico e aquiso urna
palavra diremos sobre sua parte septentrional,
comeeam os desertos. Sabemos que este
novo Estado da niao'-Americana se oslen lo ao
sil para o golfo do Mxico em planicies arenosas
e pantanosas o que a" pr iporco que se sobe para
o norte lornam-se fur (izadas, onduladas, eleva-
das o cobertas de feriis pastos, que engordam
rosas manadas de bois, carneiros e caval-
ios. Soso reera raontaulias.10 norte o noroes-
te, porto do Rio Vermclho, do Vano-Estacado o
do Sovo-Mcxico. Os prados que precedem as
monlanhas sao cortados por um sera numero de
riachosorlados era suas margens por flores-
tas de cedros, magnolias, eyeomoros, pltanos,
tanos, mesquilas, lulipciras, bordos, pinitos,
militas variedades de acacia e de carvallo eou-
tras arvores propriasdospaizesqnenles.Osprados
xas soraelham-seaos otitrosgrandes desertos
ricanos, po'ni sao menos ondulados e mais
feriis. Aira vessei alguns que nham mais de
1 kilmetros de extensao ; assemelharam-sc-
me ura ocano de horras currascsombras, em
que un s arbusto nao obstrua a vista, em que
havia um signa I de tira principio e de um
em queso reinara o silencio e a immobli-
I-.m vo procurar-se-hia poesa nesta na-
tureza, 6 verdade que grande, porm des-
sa grandeza melanclica e selvagem dos de-
sertos. Como no Ocano, a alma deixa-se apo-
derar da immensidadc do quadru ; porm ornar
10 menos as ragas e o vento que o animam,
o passo que um silencio sontlirio o triste, semo-
llianteao dos lumulos, ordinariamente reina nes-
lidoese cuche o coraro da sombra inquio-
p ireco lembrar o"vacuo do nada.
Di li lmente percorre-se esses desertos pores-
paeo de muitos das sem ouvir o canto de um
passaro, sera ver mais que a amarollada herva,
llores resequidas do calor, cabrilos monlezesdei-
- pn : i.';osamenle, que vos esprcilam cora
uto levantando as orelhas, ossadas esbran-
i is pelo tempo, raro- lumuU dourados pelos
ultinn do sol cadente, 011 envolvidos nos
azulados vapores da almosphera. Tmulos ig-
norados, bauhados por ondas de luz 0i occullos
peles nevooiros do crepsculo, lacs sao 03 nicos
monumentos, os nicos traeos da estrada do I10-
; nessas solidos.
Ao occidente do Texas, entre Lavaca e Victoria,
entre o Itio Secco e o Rio Blanco, acho-se duas
planicies cortada? por pequeas odulacocs na
o d : leste para oeste ; as corvas "do ler-
n 110 leera a appatencia das pequeas vagas do
Iluso e refluxo do mar ; compridas, eguacs e
s. |>o quando em qoando, mosquitas de
- disformes baloigam sua folhagem de um
verde oscuro; alguns ramalhetes de acacias csto
caprichosamente espalhados tiesta planicie e as-
Iham-se sombns mmoveis inclinadas pa-
ra mu mar petrificado o coberto de zebas nia-
; inhas.
i -' >- 1 gioes sao do
o c o cicscimenlc
perdizes, as codornizej
litantes a poqneiias couenas a/.ounl,is, era qno os
passaros pozeram ovos de ura uraarello cor de
ouro, reflectem-sc mgestdiaraente nestes vastos
espelhos da creaco. Borbolelas cor de esmeral-
da c do lupasio tapetara as montas floridas : es-
car jvolios cora o venlre cor de saphyra, passa-
ros-moscas, beija-flores pre0'uieosamente agi-
tara-se ao sopro da brisa no seio das flores fur-
ta-cres como os mais raios do sol era scu poen-
ta. Lilazos chiuezes ( eyring chinemi* ) som-
breain longns ni jutas do rosas que exhalara sua-
ves perfumes.
A viuva e a pomba gera'em tas arvores e o
mofador si billa, suas cantilenas originaos. Suas
rotes doces, tristes o harmoninsamcnle perdidas
no silencio do deserto, cliogavam aos ineus 011-
vidos como os ltimos suspiros de una virgem
que expira e cnchiaai meu eoraco de profunda
melancola.
N is vastas solides ludo impressiona o ho-
I inora ; sen indilferenlisrao seria impossivel dian-
raaior do lodos os inconvenientes ; le desses espectculos da inexgotavol niagniliccn
ciada natureza.
A menos que elle pao linha urna alma gros-
seira 011 eslupidamenlo enervada, deve chorar o
admirar pelo pensamento s beiras do cainiulio
om fragmento de si mesmo, ou ento ser um
ser incompleto que nao deve profanar com sua
presenta esses desertos, onde o Creador acha-se
lo prximo sua raiseravel crealura.
A 8 kilmetros abalxo da junceio dos dous ra-
mos do rio Vermclho, que se reuncm oeste do
Cross-Timber e sudoeste dos montes Wilchila,
v-ge um algodoeiro cresciilo naturalmente em
um monliculo do arcia silgado 17 metros do
rio. l.sta arrore esl assigualada nos pontos
cardeaos com as seguinics inscripces :
Ao sul : Texas, 1)' longil. O. *
A leste : Meridiano, 100' u'i" lon'it. 0., 3"
3i'0>"lat.N.
Ao norte : naoo dos Chelas.
V oeste : capitao R. B. Harcy, 2'J de maio de
1652.
Neste lugar o rio Vermelho lera mais de 600
: melros de largo e sua profunduza nao de mais
que 1 metro o30centme!ros.
I)' um lado ve-se o motiles Wilchila, cujos
i azuladosperlis se desemham no horisonlo ; do
outro, no Delta formado pelos dous bracos dorio
I acham-se collinas elevadas e arenosas* que se
avistam de mu longo, o solo desta regio urna
I continuaeo campiasonluladis, arenosas e con-
j sequentenienio ridas : as margenados rios e re-
galos geralm"lile sao raui pouco cobertas do lilal-
las. As arrures raais communs sao : algodoeiro,
mais corajoso, ain-1populusangulala : o olnio-pequeno, umus-ame-
ricaiia ; o rarvalho. quereus macrocapa : e al-
gumas brenhas fructferas, como a grosselheira,
o fi.imboezeiio, a ameixeira selvagem, prumus-
chicusa, ele.
Us montes Wilchila sao de urna grande belleza
pittoresca : tom una apparenria pouco mais 011
menos uniforme em sua formacio. Compostos
de granitos de diversas durezas e cores devana-
se bruscamente de una planicie unida altu-
ra de 250 300 metros. Muitos destes montes
acham-se solados e assemclham-se conestron-
cados, oulros a o contrario acham-se em grupos
e juntos, conservando sua forma circular. Era
distancia, parecein pulidos na superficie, porm
de porto representan! una massa de rochas con-
fusamente amontoadas uraa sobre as outras.
Comludo em alguns logares o granito couservou
sua posico primitiva, porphyro verbro e pe-
dacos de feldapath da mesma cor achara-so em
abundancia. Todas eslas rochas sao otravessa-
das por veas do dioritz e quarlzo, este 6 ordi-
nariamente colorado pelo onydo de forro, s
seos declives sao frequenlnniente cortados por
grandes precicipios, cobertos de plantas parieta-
rias. As planicies, de cujo centro surgem, pos-
suem numerosos e magliuicos pedacos de calce-
donias, jaspes e agalas. As nascentes
lo i" do seio dessas rochas 011 da relva
pidas, e a agua tera ura gos'.o alcalino
nuuciado.
mente tal nao c mui Ionios sao os movimentos
destes animaos n esses paizes quemes. Por osle
facfO {iodo sor julgado. l'm joven selvagem
viajando a p no (irado da Leona, parou embaixo
de uraa arvorc para descancar. Procurando ura
lugar cararaodo, por descuido andn por cima da
cauda de nraa cobra-cascavel escondida sob a
a herva. repliil levanlou a cabega e j ia
morder o imprudente, quando esto sem pertur-
bsr-se em presenea do perigo que o anicaea e
queja nao pude evitar, lira rpidamente sua fa-
ca o a ilcixa cahlr perpeudiciilarmenle sobro a
caboea do reptil, indo sua lamina atravessa-la de
lado lado.
Porm o
para o hornera que alravossa essas solidos, o
lick, urna especie de persovejo d4i campo. Este
insecto, cuja prodigiosa quanlidade espanta, 11-
Iroduz-se na roupa, apega-se pello, se incrusta
na canil-, chupa o sangue e atormenta-ros com
urna continuada comicheo, es com a raaior dif-
Gculdadc pode ser arrancado do corpo. Muitas
vezesaconleceu-ino contar at 5:) desses insec-
tos que linham estabelucido sen domicilio era rai-
nhas ponas dorante o acampamento de uraa ho-
ra OU duas.
I 111 outro tormento insepararel as tongas via-
gens por esses campos dos grandes desertes, a
falla d'agua.
Us rios e regatos, nessas regios, sao geral-
in.Mito muilo aiastados um do outro, para que
dcxem os viajantes sera moio algum de saciaiem-
s-- durante das nleiros. A sede fatiga, esf.ilfa o
torna imitis 113 animaos muilo mais depressa que
acabrunha os hotnens. Comludo osles sofTrem
cora a falla d'agua ; o calor atgumis vezes ma-
la-os sem que sua garganta possa-sc saciar com
o cnnlaclo do ura liquido refrigerante.
Vi nos bosques esqueletos seceos, de brancos
infeli/.es, morios de sede, perlo do una tente o
d'agua que anda julgaram distanto, ou tia-
ra cuja approximaco j nao liveram forras
Huitas rezos tire de me eslender sobre a serra
durante a noilc para humedecer meas labios ar-
denles, chupando as pequeas guitas que o or-
ralho da lardo linha deposto sobre a relva das
Solidos.
Sem ailar dos nimos fero/.cs, cuja vista sera-
prc fa/. tremer o hornera por
da 11 rn perigo, que sern cessar paira sobro a
cabera d..s viajantes, na parte septentrional de
Toxas, a flecha ou a lauca dos Comancos.
Estes selvagens foram lo maltratados pelos-
Americanos destte a junccSo de Toxas aos Esta-,
o 111 ule contra as fucos paludas. Todos os an-
uos o numero das victimas que cahiain debai.xo
do ferro dos Indgenas, nesse estado era lo con-
sideravel que ningucm ousava arriscar-sc s
uesses desrlos sera necessidade.
iio Vermelho e o alto laboleiro do Llano-
Estacado, formam os limites seplentrionaes do
l'e.xas e o separara, em parlo da Louiziana, d'Ar-
xansas, do territorio dos Chatas, dos Cbickassas
e do Novo-Mexico.
as regios em que a argila, a ara c os dep-
sitos ferruginosos, tngem todas as aguas d'uma
cor averraelhada, nao admira ver niuilos rios ter
o mesmo norae, lirado da apparencia de suas
aguas
Os mexicanos o os Indgenas do Texas e do
-Novo-Mexico costumam chamar Rio Color ido to-
dos os rios cujas aguas sao de um amare lio aver-
melhadu : e Canadsanna, muitos rios e riachos
do Texas e do Novo-Merico receberam esse ap-
pclido, o que oxplica o erro do baro do Hem-
boloii, do coronel Songe, e do lugar-lenenle Pke,
era sua lopographia das nascentes do rio Ver-
melho.
No comeen do XIV sceulo, o governo francez
linha mandado ofliciaes peritos para explorar o
rio Vermelho ; porm os exploradores nao pas-
saram alera do paiz oceupado polos Naichilochas
da Luizlana.
Tros annos depois da cessao da Luiziana aos
Estados-Unidos, pelo prraeiro consol, fui orgo-
nisa la urua nova expedico, sob o commandodo
capitao Sparka e composta do ilugar-lencnte
Uumuhry, de M. Prcoman o do Dr. Cuslis, c
0 lint de subir o rio .Vermelho al s suas nas-
centes. I'oim saluda de pono do Natchez, 3
de maio de ttJ, a expedico eucoulrou taes dlf-
fkuldades que pouco lempo depois foi abandona-
da. A que foi dirigida polo lugar-lenenle Piko
no mesmo auno nao fui mais feliz. A honra des-
sa explorarao eslava reservada ao capitao Itan-
dalpho Marey, que verificou a siluaco geogra-
phica das nascentes do ro Vermelho, por occa-
siao de um reconheciraenlo scienlilico que fez
era 1852 por ordem dos Esla los-Unidos.
Desde as suas nascentes olFuIlon, na Arkan-
sas, o ro Vermelho se dirige sempre d'oesle pa-
ra leste, depois desee rpidamente de norte sul
al sua embocadura no Mississipi entre 31" de
lal. septentrional e 91 50 de longil, occidental.
Sua oxteJso total de 2,800 kilmetros. cx-
cepeo dos montes Whilchila, toda a extensao do
paiz percorrido por este rio nao mais que urna
vasta planicie sobra a qual esfo espalhadas al-
gumas collinas pouco elevadas, l'uasi porespa-
CO de 5S0 kilmetros para oeste esta planicie
mui rida e quasi que desputada. Scccas peri-
dicas lomam estas regios impralicaveis agri-
guliura. menos que se criem trabalhos de ir-
rigacao mui dispendiosos. O rio Vermelho corre
constantemente sobro ura leito de arete fina e
movedica que faz com que a passagera dos vaos
soja mui perigosa, sobretudo para as cargas.
Alravossa a rnaior carnada de carvo bituminoso
e anlhraoile que se acha lalvez era lodo o globo.
Essa carnada comer 28" 4' 51 lal. N c fslou-
de-so ate i:}" 3:)'' col-rindo aqut toda a superficie
das regios comprehendidas entre 91 30' long.
S., at 100. Seus limites sao o Rio Grande o o
Brasos, no Texas, ao sul ; o forte Smilh, no
Arkensas, leste ; o Ncbraskc ao norte, e o paiz
dos Navazos, no Novo-Mexico, oeste. O que
d urna extenso de 1.335 kilmetros de norte a
Sul e de 905 kilmetros do leste a oeste.
Anles de entrar as campias do sudoeste, n
rio Vermelho alravossa urna cortina de bosques,
chamada Cross-Timber ; ura terreno de allu-
viao de notavel forlilidade e sobre o qual eres
sem arvores de diineiis 1 gingantesca.
que
sao
raui
jor-
liin-
pro-
II.
Anedoctas. Collinas de ara. Canono.
Nascentes dorio Vermelho. Posis. Caos
de campos Nascento do Zich--qu-hono.
Mano-Estacado Aspecto das solidos em una
noitc de esli.
Urna Ierra espessa e do comprimento de 3
I metros cobre o solo dos valles, sombreados
por caslanheiros proles, algodoeiros, carralhos,
freixos, lilazes chiuezes, mosquitas c salgueiros.
Bfalos, paiitheras, antlopes, cabrito^ raontezA,
lontras, castores, peritas, otomjw, codornices,
perdizes, e mofadores vivom tranquillamentc
nessas solides.
Outr'ora havia na fraldadas montanhas min-
ias aldeias deludios Wiichiiis que cultivavarao
niilho ; porm desde 1850 abandonaram seos
povoados para dispersarem-se pelos campos pro-
vavolmenle depois das invasdes dos Comancos.
Portento devia ser agradavel rirer nessa regio ;
o ar [oiro e fresco como o beijo de um innocente;
o clima delicioso ; 0 co sempre azul como urna
saphyra do Oriente uini brisa continua embal-
sama a almosphera, passando sobre o clice
das llores : os cedros o lila/os da China exhalara
suaves perfumes ; o beija-flor. o cardoal e o pas-
saro azul adejam de ramo era ramo ; grandes
ninhos de ares de rapia esto collocados no ci-
i das rochas nu no oco dos ridos barrancos;
tartarugas arrastom-se isoladamente junio aos
regatos que murmurara docemenle ; absinthos,
lloros d'amaraulho e purpuras, pedacos do gra-
nito vermclho, d'ondo pendem horas, desenham-
se a verdura dos carvalhos c ligeiras nuvens
pairam sobre a fronte tranquilla das inoilas.
Scenasencantadoras que captivam a alnu, mcr-
gulhando-a de todo na melancola.
Os Charlas a quera portencem estos montes,
nunca s'aventuram ; temom os Comancos e pre-
ferem cultivar era paz suas trras na planicie,
medirem-so cora esses Indgenas nmadas, cojo
desprezo ainda maior que o scu modo. Nos
campos risnhos encontra-se urna multidao de
elovaces cylindricas dt- 30 10o melros do cir-
cumferencia sobre urna altura semelhaulo da
mesma forma que as montanhas. Nilexlreraida-
de occidental dos montes Wilchila, 2 dos tes cy-
lindros sao estriados em aspiral ; sua altura de
10 metros e circuraforencia de 15. Nao so ex-
plica porque piocessoa natureza eleva cd laes
fcitos ossos pedacos de granito.
Todo osle desorlo al s nascentes do rio Ver-
melho, cortado por atalhos tracados pelos sel-
anuas. Il"|iuis iieiihii leitu, iravou-so resikll-
do combate, leando os Guapaws vencedores.
Doixando os montes Wilchila para subir o ra-
mo seplentrionalldo rio Vermelho, a conslituico
geolgica do terreno muda completamente. O
gr..nito dosapparece para dar lugar ao carbonato
de cal e ao gesso, cujo jazigo so eslende desde a
Cmadianna at o Rio-Grande no Novo-Mexico.
Era cerlos lugares este veio lem de largo ale 2(1
kilmetros c deixa ver lodas as variedades de
gesso que se possaro imaginar desde o conimum
de Pars at a seleciles pura, de que se eucon-
tram pedacos de mais de um metro de ospessu-
ra, lo transparentes como o vidro. De distancia
era distancia v-se colimas soladas ou alionadas
era grupos, cuja elevado media entre 100 e 250
metros ; pela raaior parle sao de forma cnica e
Com pos! as de diversos depsitos de argila, de
gesso ede cal. Vistas de longo assomelham-so
leudas gigantescas mosqueadas do diversas cores
plantadas na in.mensidade do deserto para abri-
gar ura povo de colossos.
Nestas regios como as margens da Caqadi- modas, em prejuizo dos proprtela'iios conslruo-
anna, encontram-se tengas lileiras de moitiuhas teres. Cora bello lempo esse animal, cima refe-
regularos da argila verde ou azul, com urna so-'ndo. assenta-se no curaede sua habilacao e con-
bre-cama de urna especie de estacada de gos- yersa cora seus risnhos de ura modo "mui rui-
sosemelhanles coluinuadas de uraa antiga ci-
dade tirada das cutranhas da torra c cobrta por
terrenos em que nao eiicoiiiror-se-bta uraa s go-
la d'agua abrindo pogo de mais de 4l) melros de
profuiididade. Tambem as cxlrcmidadeg d'esscs
povoados tcm geralmente um aspecto rido e de-
solado ; estes pequeos vndalos ainda augmen-
tan! essa apparencia roendo e devorando toda a
especie de vegelaeao prxima s sitas habilaces;
nao poupam seno algumas llores, cuja presenea
parece agradar-lhes, como o trigeroa divariea-
lum, o tolanum, o tllyxia nyetagenea e duas ou
Ires outras dos mismos gneros.
Este animal assemellia-se muito no lalhc ao
esquilo, como tambera na grossura o physiono-
rnia ; de Com mu ni com o cao propria. nenie dilo
so lem ura latido approxiroado. Cava o terreno
ate a profundidade do : metros, collocando essa
ierra era forma do cono cima d
s
em urna raorlalha de crep que cobre o mundo
nlera ; a vida nao c despertada s^nao
scntillar das estrellas, o movimentosse man-
fes t a pela manha da la que ptoaagm
carreira tranquilla aira vez das espheras celestes
A natureza parece mergulhada om um lerriv. 1
somno, myslerioso, cholo de tristeza e de dor.
como o do hornera no sepulcro em fice da ter-
nidade.
III
Desertes do S. B.Topographia dos laboletrw
As Hierra de S O.Porte Sroiih.Prado*
ondulados.Os Chactas.Valles do i
o da Cauadianna.
Depois de ter visitado os desertos os n
ura zirnborio de verdura.
doso.
Cora a approximaco de ura
cavalleiro ou de
Esses montculos le- j um animal perigoso! o nrimeiro eruuo oue"o a-
u?cTggates0 ^ conslru"> i"" uraa vis.a Ule de' m modo p'ar.iclar e o alarma cora-
E' que as obras da natureza sao fecundas em
maravilhas e as solidos ella acham-se
loadas com uraa inaudita profuso.
Na direeco das nascentes do rio Vermclho co-
mecam-se aeliar os curiosos cnous, especio de
barrancos naluraes de grande profundeza cavados
espa-
ein ramensidalc sobro a superficie dos grandes '. ir
I mmica se do um lugar outro lodosos ida-
daos da repblica ; todos levantara a caneca, es-
, cutara cora inquictaco e|olhain era deredor de
I si com anciedade; ento comeca ura coro de
latidos estridcnlcs, urna agilacao extrema faz-se
i notar em toja a extenco do povoado, depois lu-
' do se cala, como que. por encanto c toda a com-
, ..111111 lade dosapparece pata baixo da lena cora
desertos d oest". Esses barrancos deixom des-1 a rapidez "
cooerta a crusla terrestre, composla nestes loga-
res de muitos depsitos de podras ferruginosas 011
de argila vcrraelha ou calcara, achando-se nesta
conchas fosseis do genero helix plebeium, succi-
nea elongata, oslrea, etc. Algumas vezes ainda
se encontian nosses barrancos grandes pedacos
de lia e outras produccoes volcnicas, assim co-
mo agalas, cuya (gatafina), calcedonias e arvo-
res fosseis.
(Juanto aos campos risnhos esto juncados
le fragmentos de carbonato deca, coberto era
parle pela herva.
Esses barrancos tornara mui difficeis as via-
gens nesses paizes, principalmente para carros
carregados, visto corao estes obstculos sendo
pola maior parle inlransitarcis, necessario ro-
dea-los, o que faz perder grande espaco de lem-
po. Us enfados e dilficulilades desls viagens
sao por vezes ainda augmentados pela falta de
alimento, porque era certas estaedes do auno os
ipi, para lermiuarem 110 golpho caliiornio ou
I mar Vermelho, atravessando porto d .- 2,525 kilo
niclros de paizes quasi que desconhecidos f la
j Europa.
Do forle Rmilh Sania V, capital do N6to-
I Mxico, .1 distancia do 1,100 kuomelroa
. menos, chega-se ahi viudo por urna subida quasi
impereeplivel, que eleva-se gradualmente a
mais do 2,000 metros cima do nivel do ni4r.
Esta regio nao mais que um vasto laboleiro
inclinado para leste e corlado de profundos val-
lados abortos no solo pelos rios que o n .
Segundo aformarao geolgica de terreno
Iremidades desii laboleiro sao perpendn ni
0 dentados, corao 110 Llano-Estacado e muitos
oulros pontos, ou ento deseen por um decl.rc
suave al o lotlo dos rio?, como 'ara o Arkansas
c a Cauadianna.
Entre as montanhas de Santa Pe" e 11 Sic rr:
Madre existe um outro laboleiro egnalmente in-
clinado para leste, que tom urna extensao de
do relmpago.
Quando ellcs ifiew a approxiraaro do inver-
n, nos lins ile out'ibro, fechara com patease
troncos das llores todas as passagens que vo ler
aos seus terreiros e adormecen! ate a rolla da 100 kilmetros atravessadoion sua p
primavera. as grandes solidos septeulrionacs | lal pelo Rio Grande e o Itio Pucreu Esla
gio composla de rochas assentadas
do Texas e raro riajar-se sera encontrar muitas
repblicas d'esscs animaos. A, raarg ns do Ki-
chi--qu-hono em particular aprsenlara mui
considerareis.
Todo o paiz na visinhanca d'essc rio, chea
de accidentes: as gargantas'sao mais fiequentes e
raais profundas que no resto do pniz. No fondo
dos barrancos compostos de cmulos de rea, de
gesso e do argila vermelha e azul, correm bra-
raindo pequeos riachos de lmpida agua. Na cx-
iremidadeS. E. do Llano-Estacado acham-se as Sandia, montes de Ouro
por
toadas honsonlaes o raais ou menos profonda--
mente cavadas polas correles d'ag 1. \ Si
ra Madre como que a espinha doreal di
tes Ttos ; o sen ponte culminante, dahi qm
partero para leste i i ste as du i> gran 1 in-
cliuacocs, que forraam o cataeter diffen
desses pai'-.
Cinco cadoias de monlanhas alraves-am -
latitudes. A primeira formada pelos n
nascentes do Ki-rhi--qui-hono; sua posiean
geographicade :t" 52' lat. N. e do 103W' 11
longil. (. Sua altura de 820 melros acuna do
la F. Eli
e as montanh
a oceupada em mnilos lugan
passagens baixas e mu largas, u- m mti San-
dia tom um aspecto I alpestre magnifli
-oilo do Mxico. Sahem cora impeluosidade do cuines chegam allura de-.OtM) nn-trus acirra
1^ seU~C:'tv S 'T-eZCS UUC Jaia.lor-l>d urna caverna, perto da qual se choga i do nivel do ,ar. Ella .presenil par. -
l "ai S sekagens sao raa)S e quas nao a- passando por um corredor estrello formado por oeste escarpados quasi perpendiculares ,
c. eI.,, i laatJ,,,us c MlnJ'genas altrahcm duas mufalhas naluraes de 3O metros de altura. Albuquerque ou seus aVredorcs, asi
Pfrf.i"".? f? ?A?s,r_a5cf^?. buil?los queseacham j Estas rochas tomaram sob a dupla influenciada famosa Table do Cabo da Boa 1-
agua e do lempo as mais bizarras e exlraordina-, encontram-se depsitos carbonifi ros
ras formas que se posssra imaginar. Conslruc-' 'es pretas, fosseis do genero prod .
eoes, caslellos o campanarios da idade media, leus, terebraala, polype, *p*riftr baixos relevos e figuras humanas, ludo ahi se a- -aptrenli e crnatele. Asegunda 1 -
cha misturado com capricho o at mesmo con: Madre, algumas rezos chamada Sierra de/
arlo, ludo se combina admirareimente para pro- 'orraao ponto de scnarac&o^entre as i|
n el'eilo piltoresco de urna belleza mar- cerrera para o Mississipi e as que se
' para o Ocano Pacifico ;.d ; em Ch imp-
ao alcance do sua voz, imitando, o mugir dos tio-
zerros ; porm este mete muitas rezes perigoso
pois que elle allrahe cgualmente as pantheras e
os animaos ferozes, que velara perlo dos acam-
pamentos. Lu outro desagrado que sonto o
viajante nessas latitudes, a qualidade d'agua
dos rios c regalos quasi sempre salobra. A ne-
cessidado obriga-os beber, e sou uso frequenie
occasiona molestias de intestinos asmis das ve-
zes perigosas.
proporco que se approxima das nascentes
do braco septentrional do rio Vermelho, o rio
subdivide-se, introduz-se e corre por urna serie
de gargantas estrellas, formadas de rochas pe-
dregosas e argUosas de 100 melros de eleraco
que perdem-se nos escarpados do Llano-Estaca-
do, a siluaco geographica d'eslas nascentes a
33 kilmetros da Canadauna, entre 101 55' de
longil. O, e 35u 3V o3" de lat. N.O, carainho
mais simples para ao depois visitara nascente do
outro braco ir directamente para o sul segurado
os limites do Llano-Estacado
A forraaco geolgica d'este paiz ainda difiere
das dos que precedentemente j lizeraos conhe-
cer. as rochas domina a podra comniuui com
reas do quarlzo, feldapath, mica e serpentina.
O solo gretado, collado de profundos barran-
cos e o carcter geial do paiz a aridez de ura de-
serto abrazado pelos ardoi"s do.sol. As arvoressi-
liciQcadas soz2rauiabundanlese as pelrificagoes
de tal sorlo perfelas que deixara ver as fibras, os
nos e a casca da arrore lo dislnclamonte como
se a arrore vivesse. Encontram-se essas petrifica-
ces era quanlidade em urna planicie arenosa cu-
bera de sensitivas selvagens e sobretudo da
vilhosa. Os (irnos das duas mur.ilhas appareceni |
sob o veo azul.ido do firmamento, como os cu-!
racleresde um alphabeto monstro ou como tor-
res quebradas. Dir-se-ha que o divino architec-
lo quiz conservar o'esse pqui no canto da ierra,
quasi desconhecido pelos homens, n Ij po primi- j
Uro, selvagem o grandioso da creaco ante-dilu-
vianna.
ell l'ass, que csl 2,050 "metros cima do g'
pho do Mxico.
As outras lies cadoias de monlat
Sierra dos Aztecos, cuja altura de 2,Tai di -
tros e os montes Aquarius, mu in
sua forma, a Sierra de Cerbalc e a
r n I te ou i'ai Utals, que sao um meo men -.
O Llano Estacado que j muilas vezes temos elevadas que as precedentes. 1
nomeado e que est sltuido ao oliente das nas-
centes do rio Vermelho cura laboleiro unidoc
I mu elevado. Sen nomo que quer di/er : aplan-\
eic /js estacas, lhe vom de que outr'ora era atra-
que
vessado por ura caminho na direeco do Texas
Santa F no Novo Mxico e seniedo de estacas
com o lim de indicarera aos viajantes os lugares
era que poderiam acharagua.
A extensao approximativa d'este laboleiro de
lio kilmetros e sua largura de 270 kilmetros.
Elle se estonde desde a Cauadianna al o Rio Po-
roso, o Rio Grande no Texas, entre 37" lat. .Y, c
de 101" 10-" longil. O. Sua superficie de
10.000 kilmetros quadrados, e sua altura cima
do golfo Mxico e de perlo de 1:000 mellos. As
paredes do Llano Kslacado.so escarpadas, quasi
perpendiculares, brancas coran a nove o levemen-
te cobertas de tojos o cedros pequeos; d
rc dir-se-hia serum
ni-
sxhrankia aystala Esta planicie c limitada ao mote ou de alabastro vejado, dominando o ocea-
N.por 1.111 labyrnlho de mameloes d'aiea do no dos prados. -\o norte a ln,ra-se un, 1 i-oiii 1..
comprimento de 10 kitometros: do alio d'esles le norestes de codro.porm s d, s' S"s
n a uelocs, descobre-se o abo o.ro do Llano-Es- nao se encentra umasarvore excepto em alguns
laeado, que eleva-se a 2i0 melros cima dos pai- barrancos
zes cimimvizinhos. Pcnsou^se que o vento S. O. impeda a rege-
Pnu ','f, go J,'S ^"-1siconl.nuar..et.to goza-so do taco nesses lugares ; porm as lorigas seccas a
engaador lello.vo especular. Os pilnemenos que -
elle aprsenla sao lalvez raais singulares c mais
curiosos que era noiihuin nulro paiz do mundo.
As diflereucas de densdade dos cmulos da at-
mosphera sobre estas planicies elevadas causam
1 jiiaeoes de refruceo extraordinarias e fazi
tanto
ola
linhas lera lodas una direeco pouco mais
menos uniforme, indo parallelamenle de norte a
sul e pordeitJo-sequer as montan isa*,
quemas provincias seplentrionaes do Mexi<
antes nos di Iteren los valles ainda :
dos dos desertes de sudo
Tal a coniigoraco geni deslaa
borlas de ruinas e de restos de p
dias outr'ora mui numerosas. Os Indig
ah se encontrara lem pela maior parle ha-
bilaces Uxas a de urna especie inleiran
particular ; egualmente dlfferem mais 1 1 a
n >s dos outros lndigonss que os cercam,
seus costuraos, sua Iheogonia e seu 1
rirer.
Tara ir dos Estados-Unidos ao golpho califor-
nio, passando pelo Noro-Mi xico, o can
lhor e o mais curtolque se lem a seguir
nenso pnhasco de mar- ''"u a I""""i>1 natureza Ir ac u cavando a I
da Canadauna que um dios prncipses afloi li-
tes do Aikansas.
I.' no forte Sinilh, situado as fronteiras d<
Arkansas, que comeeam, geograpliicameul
: lando, os grandes desertes de sudoeste. 1 -1
lorie construido na margeni direita do Arkaa-
sis e perlo da embocadura do Poteau, enti
2^ 30 lat. N., e 94 2'J'longit. O. pelo merl I
de Greenwich. Sua altura acuna do nivel o
de Iii niel r-is e a distancia que OS
Memphis no Mississipe 6 de perlo de 420kil-
metros. A coilinaque servo do base
da pedra de am (criollo sombroe rotea
va-se ao mais a ltl melros teima do rn.
Logo depois de lerdeixado o forte Smith, a-
Iravesss-se o Poleau que lem mais de lz5
tros de largo o que mui profundo 1
chuvosa. Ponetra-sc ao depois em um !
Formado por terrenos de atlurio, mui
berto de maltas e as mais das rezes cfcw
urna especie de canuiros arunde prhagmileo
Por espaco de mais Je 200 kitometr
que se percorre regado por nmeros
de lodosos lamanhos; cumpe-se di ,
e collinas, cobertas de freixos, ole
ras netas, salgueiros (talix augustifolia pac 1-
que lem os Indios
o aos campos, cx-
quo a vioh ncia
de
ou cretcea. Este paiz n-
e deshabitado, a falla d'agua faz com
que os homens e os animares oevilcra, os mea-
mos selvagens raras vezes arriseam-se. Alguns
antlopes, caos do campos, lagartos, ras do chi-
flos o de cauda [plujsonoma platyrrhiuos.physo-
, noma cornutum), cobra cascareis, laraniuias c
; scorpie* sao pouco mais ou menos os hahilan-
!S dessas regios elevadas, cujo clima no entre-
ameno o o ar excellente. L'm faci di
.no ns arvores que vingara nos barrancos
c a beira dos escarpados nao apodrecem quando
velbas, porm seceam e lornam-se duras como
ferro.
Ordinariaraenti
nao so alravossa o Llano E
j lacado seno era dous on Ires lugares era que se
achara algumas rebentaces; porm esles dous
ou tres lugares sao frequentados polos Comancos
e oulros Indgenas que criara cavallos para tro-
calos com raercadnresfmexicanos pelo tabaco,m-
linha e outras mercadorias. Os Mexicanos
os anuos nume-
rosas manadas de carneiros pastar e engord.11
s_ nters [noxueira d'Amerira algodoeiros p'-pulus
notavel ferlilidade ; vi-
da herva e das flores. As
as peinas selvagens e os
cabritos montezes dolas fizeram sua babitaco
predilecta: por outro parle spndo abundantes
b as-cascareis,scorples e tarntulas. V'eem-
se-as lodosos momentos as planicies, nos
bosques, as margens eos rios, emlira por toda a
pule. He iinpn sivcl fazor-se uraa idea da quan-
lo o vanodade de leplis c insertes contami-
- que pullulam ao norie c noroeste de To-
encerram mais tribus nmadas. Todo esto paiz
Irequcnlado pelos Gomancos c os Kioways, que
aiu rom apascentar seus cavallos e machos.
Desdo Jolferson, um pouco abaixo de Pullon,
at junto do Mississipi v-so uraa serle do lagos
estrelles e compridos costear o rio Vermelho.
Estes lagos, como as sesacas do Rio Grande, fo-
cara sem dunda formados pelas endientes do rio,
que muda de leito poroccasio das innundacoes
Estas innundacoes sao peridicas ; tom lugar 110
invern para o me/, de maio 011 dejunho.
A regio dos lagos triste, porm encantado-
ra. Todos esses jacios d'agua sao cercados de
um largo cinto de berras e de lloros das coros do
arco-iris. Arvores carregadas do ninhos serae-
ORIGINAL DO
DIARIO
DE PERNAMBUCO-
A CAIITEIR4.
l DE JANEIRO DE 1860.
Depois que escrevemos aquellas duas patarras
queosnossos leiloros loriara occasio de apre-
ciar, em retaco a Schillor o fos'a que lhe con-
sagraram o auno passado, em quasi lodos os pni-
1 Europa ; despertou-se-nos o desojo de
emllir algumas ideas, de que nos acharaos pos-
suidos sobre o deseiivlvimcnlo historico-lillcra-
rio do nosso paiz.
Qual ser, porm, a associaeo que prende es-
tes dous pensaineiitos r: Que ha de coinmum en-
iie o grande poeta allumo e a nossa litteralu-
ra ? Que laco pode unir ura vulto antigo, corao
que resplandece nos aunaos histricos da
patria de Hoffmann, ao que se passa entre nos,
quasi nos primeiros p( rodos di renascenca Ili-
teraria e artstica ?
Cretnos, que se algucni nos interrogasse nesle.
sentido, lhe podaramos darem resposln nao urna
proposeao difficil de coinpreherider, mas sim urna
das mais legitimas eraioaveis.
Prmeiro que ludo to nosso proposite con-
fundir duas lilieraluras, que par tantas fcices
part miares se caracterisera e difierenca 111. Una
c a arvore vigorosa, cora toda a scivafle vegeta-
cao, crescida era fructes o em flores, o dilatan-
do-se n'ura lerrenc Jo !ia muilo arrotcado e so-
meado. A oulra, arvore nova, destaca-se do so-
lo pingue, enraina-se vicosa na primavera ; c por
isso mesmo denota o nasccr de poucos dias, mas
indicadores do una vida abundante e prospera.
Dentis, os genios dos povos sao lo diversos,
lo distnctos quasi corao os genios dos indivi-
duos ; c so as leis da natureza physica influeni
poderos menle 110 desenvolver e progredir das
condiijes malcraos para osle ou para aqoelle
paiz, irapimindo em cada um delies urna physio-
noniia especial e propria, as leis da natureza
moral, dirigidas e alimentadas pela cducaeao e
pela experiencia, geram era cada um dos povos
o que (tiles bem podom chamar sua civilisaco pri-
vativa.
Claro pois, que a nossa idea de hoje, e a que
nos preoecupara hontem, nao se casara porque
entre ellas baja denudado de relacoes; mas
sira porque ha ura ccrlo ponto de analoga. As-
sociara-se ambas ; c esla assoraco lilha dos
principios goraes, que presidera ao uascer c ao
culto das tellras.
* *
* .
O poela, cujo respeilo nos pronunciamos, ha
poucos dias, nao bebeu lorias as iuspiraces, qoe
lauto engrandecern) a sua musa, na simples na-
nfeslaeo da natureza, que lhe fallava lo enr-
gica e expressiva 90 eoraco c ao espirito. De
sobra linha elle o talento inventivo e a terca crea-
dora, que tanto realce davam aos sonhos c ca-
prichos da sua maginaco : estas erara, sem du-
vida, as prerogalivas sublimes do genio, que nel-
le, assim como n'outros, sobrepuja sempre s as-
pirarles ordinarias, s qualidades communs.
Deve-se a estas poderosas circunstancias o
muito que elle fez, alim de augmentar o domi-
nio, j to extenso, di litlcratura de seu proprio
paiz. Se nao a creou de lodo, poique ella dala
ge us sao em maior numero Comancos. Wacos.
Ilechios e Guapaws. Esta ultima tribu, quasi
inteiramente destruida, lira sua origera da na -
cao dos Arkausas o rivia aotigamente 12 ou 10
kilmetros do rio Blanco. Sao homens de ura
exterior imponente, bous cacadores e bravos
guerreiros. Contara que lendo ellcs entrado urna
vez no territorio dos Chikassas para cacar bufe-
tes, estes nao ousarara oppor-se sua Snrasaoe
julgaram prudente retirar-so. O chefe dos Gua-
paws soube que os Chikassas assim ohravara por
falta de plvora ; logo depois fazeudo despejar a I necessidade de
que trazia era uraa vasilha o dividindo-a era I eslabolece-se a
duas partes eguaes, deu urna aos seus inimigos
e distribuio a oulra pelos seus eoinpanheiros de
natureza do solo e o habito
de animalmente lancarem lo
plicom essa aridez muilomelor
dos venios.
O Llano-Estacado mu rico em fosseis
zera ap-j forrna-ao jurassica ou cretcea
parecer os objectos allaslados sob as termas as leianienl
mais extravagantes e as mais phanUsticas ; ao
mesmo lempo a reverberarlo do sol sobre a su-
perficie dos campos quebra os raios, reflecte as
cores variadas da luz o do espectro irixado sobre
o azul do firmamento. Por vezes ura corvo visto
de longo assemelha-se ura hornera que sallila ;
um antlope toma as proporcesde um bfalo ou
de ura camello.
Os lagos imaginarios, as aerias cidados. os rios
o as sombras graciosas que se encontrara na maior
parlo desses rele.xos.tomam junto Llano-Esta-
cado contornos mais aveludddos, um aspelo
mais encantador, mais fresco o mais potico; os
detalhes sao mais tocantes e a Musi mais com-
pleta ; infelizmente o viajante nexperiente,devo-
rado pela sede e accabiunhado pola faoiga nao
larda perceber que esses qnadros seductores
nao passa ra de nma negaea fatal.
Us Comancos chamara o braco meridional do. .
rio Vermclho Ki-chi--quihono, islo rio da ci- do Noro-Mexlc lodo
dado dos caos dos campos. Eslo nonie lhe vera
firlffeid/t a JJM"Jue*,w^P^M,M.-|n magnficos pastoslitdoi^o oorta doTab- wrallbsperteoceiileswaos i hacas, aos "fai
'"j'^spermoplnlus tudovtcianu), que hab- leiro. se... receio que os selvagens os oubem ou a,,s Delawarcs, cojas herdades- succe I
maior numero que nos matera, porque as regios o!,, que o carador
... -i*3" (Tinulivo anda nao foi desnaturado
nao creio cora elleilo que exista no mundo Mtodos brancos, nao cuidara
que os caes dos ; seos risnhos.
Tal esse magnifico deserto, pnra assim
ter, sem agua, sera vogetaco, sera habitantes,
tostado pelos ardores do dia c apenas refrigerado
pela briza da tardo. Nada couheco no mundo
mais melanclico do que essas vastas solides
ora tuna noite le esto, quando a la brilhandn
cas pode-so julgar da populacao d'esscs nteres- j n0 meio
sanios vivparos que ahi vivom.
Encontram-se povoados de caes dos campos
dosdEs0tadoX'h1uo-OS hl"lUS S maS alVuslados "''. transparenie nove no es-
paco ; scorpies arraslam-se tinindo as suas es-
camas ; grandes Ligarlos verdoso amarollos rao-
vein-se lentamente na herva tostada.
Nao se ouve o melodioso murmurio das aguas
correntes nem o alegre ciciar da folhagem. s
passaros nao leudo ramas para pousar nao can-
tera ; r briza nao sossiina na folhagem, nada
perturba o silencio da noite, nao sor o cri-cri
montono de alguns grillos solitarios
Esse silencio opprime, acabrunha como o pen-
samento do infinito. Julga-se oslar envolvido
lam n'eslas solidos em
oulros deserlos americanos,
com elleilo i,
urna aldeia lo grande como a
campos construiram na planicie que sedercatro-
vessar para chegar s nascentes do K-chi--qui-
ho-no. O seu cumprimento de 34 kilmetros
o sua largura to consderavel que suppondo-a
circular, faz una superficie de perto .de 834 kilo-
metros quadrados. l'or estas diiuensos gigantes-
pelo con-
canadenii popuUtmre nolifera cmuiUi 1
l tes de carralhos. As pameles sao onduladas
1 gualmenle; encontrara se ahi em abundan-
cia plantas mui bellas; euphorboa praleados,
es, euphorbia margnala, eupatorio-, pur-
purea, vernica pasicula la, etc. Os ia-i .
semeados de toureiras de milho e bellas pasU-
gens que suslentam grandes manadas de
se quasi sem interrupeo entra
i' a 8 kilmetros "sudoeste do I Sa
esideneta do
despojar os 'l111- est situada Scoyv lio, acta
agente do governo dos Estados l nulos junte
d- Chactas. Esla poroario consiste em urna Irin-
Na oscolha de ura lugar para o cstaholecimcn-
to de suas- colonias, esses animaos preferem sem-
pre ura lugai descampado, ura pouco elevado, ao
abrigo das innundaees.e sobre o qual cresce uraa
herva corla do que se nulreiu mais parliculai-
raente. ho supporque eslo quadrupede nao lem
agua para rirer, viste como
jumas voz.es era localidades, e
em que nao ha nem rebentaces d'agua. era
rios mais de O kilmetros em deredor e sobre
tena de tasas, pela maior parte a. I de-
posites de mercadorias para 1 In-
dios.
Antes de chegar embocadura do Canil.,,
xa-so diieila o forle Coffee, prorarelmenl
Sim chamad!, em honra do general 1 bl
llexos sobre essa Ilimitada planicie. A vista per-1 |l0r so"s combates contra osCweks em 181*
de-so era um paludo crepsculo, sem sombra c | ,,or, (io forle ve-so collinas d
sem voz; levo neblina, transparente nevo
das estrellas projectaseus praleados re-
dos primeiros secutes da Germania classica e
guerreira, abrio-lhe por ccrlo, ura campo mais
gr carbonfero
em carnadas eguaes e honsonlaes queeteram-sc
cima do Arkansas corao una vasta oseada, d
que cada ura degro reprsenla um terraco
breado por arbustos de toiLi a especie. A
p 3 alravessa-se o rio Sens-Uois que
mais do30 metros do Urgo. Este no corre aira-
res de urna espessa floresta de arvores mui lin-
das, de rujo centro doslacam-se a 05U met
altura montanhas desnudadas era scucutae, cha-
madas pelos catadores Stnt-B ns.
[Cninitar-te-ha.
I Seoiel liante 80 dos Alp-
II IIIIIII^M
phanlazia, negligeiiciasse o concurso assaz valio-
so das tradiecos e da historia do sua patria,
vasto, e rasgou-lhc mais dilatados horisonles. | nem podero ser um rerdadeiro poeta, era subi-
Enlretanto, Schillor que fez appareccr de novo! "a jamis altura que iiiqueslionavelmonle lhe
a poesa robusta e alhletca dos cantores priraiti- pertence na repblica das loltras.
vos ; que em grande parlo concorreu para a com-i -V poesa, que ora grande parle o ideai, que
pela rogoiiciaeo da musa popular, despenando sonha muitas rezes, e se recrea com os seos pro-
as (radicos e os con tos caralleirascos dos trova-I prios sonhos, lambem se comsubstanca com o
dores de sua patria, dos afamados ilinnesinger;\re(tl ; c dessa raulua convivencia, dessa
ontendeu necessario por isso mesmo recorrer as
fonles da historia que se lhe osteniava lo rica
do nteressantes episodios, na vida e na succes-
so continua de lanos hroes conterrneos, e de
lanos lacios racuiuraveis.
Eis a razo porque Schillor chegou a ser um
lo insigne poela, um dos mais distinclos genios
Iliterarios do seu lempo e da sua naco. Nelle
reuuia-se o historiador e o poeta : quando a
imaginaco levava-o impetuosa pelas regios do
drama c do romance, pelos espacos brilhanles
da idealidade e das bellezas eslhet'icas, elle nao
deixava de ir apoz as leudas c as commemora-
ces histricas desse mesmo povo, que tambera
era seu.
O historiador e o cantor davam as raaos ao ph-
losophu ; e por isso a escola creada por esse ge-
nio de primeira classe apresenlou-sc no quadru
da lilleratura allema com ura carcter quasi u-
loiramente novo, coni un typ especalissimo
e digno de geral apreco.
E poique succedeu ssira ? qual a razo pri-
moldial desse phenomeno, que, poste soja natu-
ral, e ser sempre lo adrairavel e maravilho-
so ?
A cxplicac&O esta no plano que Schllerse ba-
ria tragado a si mesmo desde o principio de sua
carreira. Se elle, indagando apenas os segredos
da natureza, e coutentando-so com os recursos da \ des uovos, nao americanos, mas brasileos, ap-
pareceu com esse prmeiro niovimenlo que a
dala da iiacionalidade para todos nos.
unimos, essa 6 do todos os povos, o paia bada -
liimaiiidado. O scu moldo esl, por assim o di-
e em
Nao nos segregamos, por cetto, desse imperio erraos, escripto em todos os cor oes .
suave, a que oslamos ligados ha lempos, em ra-, d;l P'jpna da vida particular o r'econd.
zo de um viver littorario, que a ideutidade da c'dado ha uin.i iuspiraco, um suave per
lingua e a unida le da forma ha de constituir dessa poesa que toda sentimental.
sempre urna individualidade, aliavez das idades "* s"ccedi assim com a poesa heroica.
e das revoluedessociaes. varia, na razo das proporcora que
mas essenciaes do lyrismo, prendeni-se mais ou '
menos a essa origem coiiimura ; o c por islo que
em toda a poesa Ijrica pode manifestar-sc, romo
do foilo so manifesta, esse necessario enlace do
j que cima fallamos.
Schillor o coraprolioiidou perfectamente, quan-
Os grandes fartos que so prcslam s proporces
picas, ainda faltara nossas memorias da pn'uii- so"'>"a de bellezas," que sem numero do encantos
cao, nc3ses vultos giganles da nossa i ic "'" Pot|t
A ser esto principio una verdade evidente, que
ellezas, que sem numero do encantos
Jero encontrar na pocsia histrica do
tiva civilisaco, nesses vimos gigantes da nossa ,
patria, a desenharem-se esplendidos nos costu-Brasi1 ?
raes, as Iradicos c nos ritos das primeiras ge- I <-,|,e nianancal fecundissimo est reservado pa-
racoes. D'ahi por (liante, comeca comino
mais vi- ra os rerdaderos cultores das lellras da i
do pelas bailadas, pelas legendas, pelos cantes. lalidadc o dominio da poesa nocional porque i "l'slc ormoso paiz I Corao se tarantera eDn-
populares, e pelas phantasias romnticas, re- I representa ura povo livre, porque realUa pelos "losa e viva essa arlo feiticeira, deacnToTrid
produzo a belleza nexgotavei das recordacoes e! formas d'arle o que ha do raais ideal as Iradic-' 'or lalenlos de valor, e haurida cm caudaes li
das impressoesde sua histeria nacional o pa- ; ces, c idealisa pete
tria.
poder dessa racsnia arle o prodigiosos c magniticos !
que ha do mais real na historia.
Oque se deu na Allemanha com Schlller, e' Com taes condic.es nenhum povo se deve
cora oulros mais ; o que se ha mostrado, sob es-: queixar de pobreza potica ; e a niniiem tica-
te mesrai relocao, era oulros pontos do mundo ; ra menos juste essa queixa do que a nos que fe- '
lilterano ; pode-se dar com as convenientes pro-1 lizmente possuimos urna fonle histoiica de tanta'
porqus, cutre nos que vivemos sombra de um riqueza, de tanta elevaco c sublimidade
bom rgimen social, e que lemos lambem urna Dcsaulorisado nos reconhecemos para dictar
historia cora as dtmeiisocs mais largas que c pos- preceitos, e formular Iheunos, em objectos que
sivel imaginar.
Sea nossa lilleratura csl n'um periodo de re-
uasciraento, como dissemos principio, porque
principiando de quasi honlein a nossa vida corao
naco, a lilteraiura, que se deve vasar em nio
se
sao de to inconteslavol diflieuldade ; mas,
d'aqui nos permittido exprimir o que sentimos lanl
a semelhanle respeito, diremos que o Ronero que .
se deve cultivar mais na poesa brasileira o e-1
ncro hisiorico.
iV poesa anacredntea, a poesa dos tfcetosl
E nao ser isto ura triurapho, urna lonipkta
victoria para as lellras patrias 1
rensamo-lo ccrerao-lo tanlo maisquanto Mn-
l imos do fun lo do eoraco nao ler-nos Dos i on
cedido as qualidades precisas para que i
mos por nossa parle contribuir para este m
leo desidertum.
Fagam-no aquellos que podera : c nos nao i. .
chora de innovador, que nao teem
razao para
T t.
I'ERS.- IVl'.DLM. r.LUi'.\UlA.-lsr:.
II
IX
1