Diario de Pernambuco

MISSING IMAGE

Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:08937

Full Text
AUNO XXIYI. HOMERO H.
Por tres mczs ada ados 580O0.
Por tres mezcs yenc.Jes 6SQ00.
SIBB/DO 14 DE JANEIRO DE 1860.
Por aiino adianlado 10$000.
Porte franco para o subscriptor
Si.NCARREGADOS DA SOBSCIUPCA'O DO NORTE.
Parahiba, o Sr. JooRodolpho Gomos; Natal,
O Sr. Antonio Marques da Silva ; Aracaty, o Sr. A.
de Lcmos Praga; Cear'i, o Sr. 1. Jos de Olivcira
Maranho, o Sr. Manoel Jos Martins Ribciro
Guimares; Pianhy, o Sr. Joao Fernandos de
Moraes Jnior; Para, o Sr. Justiuo J. a Amazonas,o Sr. Jornnvmo da Costa.
i'Allllu.X nos (.uniitiu.
Olinda todos os dins as 9 1/2 horas dodia.
Iguarass, Goiannac Parahiba nassegundas r.
sextas feiras.
S. Anto, llczorros, Bonito, C.truar, Altinhoc
Garanliuns nas trras reiras.
Pao d'Alho, Nazarelh, Limoeiro, Brejo, Pes-
queira, Inga/.cir-i, Flores, Villa Rolla, Boa-Vista,
Ouricury o Ex nas quartas-feiras.
Cabo,Serinnem, Riu Pormoso,Uaa.Barreiros,
Agua Ficta, Pmenleiras e Natal quintas feiras.
[Todosos curre ios partera as 1 ((horas da manhaa 1
l AUDIENCIAS DOS TRIBUNAES DA CAPITAL
Yrbunal do commercio: segundas o quintas.
Relar.no : tercas feiras e sabbados.
Fazenda: tercas, quintas o sabbados as 10 horas.
Juizo do commercio: quintas ao meio dia.
Dito do orphos: tercas e sextas as 10 horas.
Primeira Tara docivel: Ierras e sextas ao meio dia
Segunda rara do civel: quartas e sabbados ao
meio dia.
bl'lili.MElUDKS DO MEZ DE JANEIRO.
1 Ouarto cresecute as 8 huras e 28 minutos da
manhaa.
8 La cheia a 1 hora o 3 minutos da tarde.
15 Quarlominguante as4 horas e 38 minutos da
manhaa.
22 La nova as 9 horas e 27 minutos da tarde
31 Ouarto cresc. as2horas e51 min. da manhaa.
PREAMAR DE HOJE.
Primciro as lOTioras e 6 minutos da mar.hia.
Segundo as 10 horas o 30 minutos da tarde.
DAS DA SEMANA.
9 Segunda. S. Julio m. e S. Bisilica sua esp.
10 Terca. S. Paulo primeira Eremita
11 Quarta. S. Ilygino p. m. ; S. Donorata r.
12 Quinta. S. Satyro m. ; S. Eulropio Leitor.
13 Sexta. S. Hilario b ; S. Emilo m.
14 Sabbado. S. Flix deNole m. ; S. Macrina v. Faria.n sua livraria praca d
15 Domingo. S. Amaro ab. ; S. Sorundina v. m > o 8.
ENCARRILADOS DA SFIISCRIPCAO NO SI. I..
AJagoas, n Sr. Claudino Falcao Dias ; Ral.: i, o
Sr. Jos Martina Aires ; Riu de Janeiro, o Sr.
Joo Pereira Martins.
KM PEBNAMBUCO.
O preprictario do duhio Manoel Pizuciroa d
0 pavimento da snbscripcio (leste
Diario a razia e 5$000 por quariel,
sanate c perniillid at o dia ludo
correnle, que se reputa adiantado.
0 s sentares que nao tiverem satisfeito
at o referido dia, ticam obrigados a
tiSOOl) o trimestre, como seacha es-
tipulado no lugar competente.
PARTE OFFICIAL
ao congresso ; mas resta-nos anida a saliafacau | causa do sua ucrcdulidade : nao podem as na-
de que este reunir-se-ha lalve/. daqui i quatro j roes mais do que os homens esperar qup se
semanas. j creia inmediatamente em uma brusca mudanoa
[Morning PostSilceira.) j do opinio; e nos temo-nos portado no passado
---------------_ por principios 15o completamenie ditleronles, que
<' A ultima cousa, que poderiamos desejar na as impressos de nossa antiga poltica devem nc-
conjunclura actual, encelar controversias com cessoriamente sobreviver. Com tildo, repetimos
antagonistas, a quem se lem recommondado mo- anda, o que acabamos de dizer a verdado, e
deraro a nosso fespeito. Se pois fallamos d'um todo aquello que tiver estudado a opinio pu-
assulnpto,' que ainda ltimamente muito preoc- blica da Inglaterra adoptar tambem nossa con-
cupava a imprensa franceza, nicamente alim rluso.
de enllocar a qin-sto, por meio de doclaraces ( TimesS. Vilho.}
precisas, sob un ponto mais ciato __
o. Mciihum motivo de quenas tem sido mais Temos motivos de crr que a questo italia-
inexgotavel entre nossos visinhos que a oceupa- \ na absorre neste momento a altenco do gover-
co da ilha de l'erim por forras brilannicas. Nao no ingle/, e principalmente do Foiegn-Oflice. A
necessilamos agora insistir sobre os motivos, aos, Inglaterra nao recebeu ainda, que saibamos, con-
luacs fui atlnbuido este acto
A EUROPA RA ASIA.
O canho chinez nao smente rompen o tra-
tado de Tien-Tsin, o dostruio o prestigio das ar-
ma europeas na extrema Asia; elle dissipa ao
mesmo lempo as illuses, mui acarinhadas em
Londres, que moslravama China j aberta, quan-
do a ludia comer a fefiar-se. Estas illusoes se
evaporaran], o foram substituidas por verdades
lerriveis Inglaterra, tambem graves o impor-
tantes, ainda que menos prximamente, Franca
o toda raca latina.
A terrivcl fumara, que se levanlou dos fortes
de Takou, pode ser comparada a essas nuveus de
theatro, que apparecera de repente, passam de-
pressa, o atroz das-quaes o horisonle muda-se
sbitamente.
A pequea frota ingleza approximava-se, jul-
risoufe, q m cada dia esclarece m n
n i As
O tenenle-general (ommandanto das armas
determina que fique desligado do 1U" balalhode
infantaria, o Sr. alferes Jos da Costa Monteiro,
por ter de seguir para i provincia do Piauhy a
reunir-se ao respectivo meio batalho de caca-
doTes, no vapor que se espera do sul.
Assignado.Jos Joa/nim Cocllm.
Conforme.Horacio de Uusmo Coelho, alfe-
cs ajudanle d'ordu .-.
EXTERIOR.
de serum novas, ale para o povo ter a nossadignidade. sem projudicar nossos pro- Ma.
l'oilomos agora asseverar que daqui um mez
mi congresso comecarn as suas reunides para
deliberar sobre os negocios da Italia, o que o
paiz ser uelle representado. Julgamos
ogualmentc tora de duvida que o congrssso lera
i carcter de urna assembla deliberativa : Exa-
minar o discutir as medidas que forem julga-
da lia ;,i ; dar o devido peso aos argumentos | hay,
eslobclecidos pelos representantes dos estados ri-
vaes, e dtfferenles nacionalidades; procurar
estabelecer o equilibrio entre o orgulho austra-
co, a influencia franceza, assympathias inglezas,
i as sspiraecs italianas ; insistir com toda a
i moral inherente sabedoria collecliva da
Europa na adopeo daqnellas medidas que jtal
li utilidade : porm suas funeces se limi-
. rosamente a deliberar e a dar pare-
ceres,
I m governo liberal corno o governo ingle/, nao
fodia recusar-se a lomar parle era um congresso,
'njT base essencial, cojo principo fundamental,
i o emprego dessa influencia moral, por meio da
qual a Inglaterra esperou sempre obier, nessa
Como muito poneos inglezcs tecm ouvido ambas esto disposlas a concorrer moralmente.
tallar destailha, mesmo de nome, e como todas' A marcha, que tem seguido o governo actual,
as iformarocs possuidas leem sido baseadas em desde que comecou a exercer urna influencia
marraces, que sao inexactas, as ideas falsas so-' nesla complicacao europea, nao dcixa duvida
bro este assumplo sao lo communs desle como alguma quanlo i sua attude ou suas tenden-
do^uiro lado da Mancha; assim as informa- cias no seio do prximo congresso dos estados
cues que vamos dar, em cuja aulciiticidadc de- europeus.
vc-se crer inloiramente, torao provavelmenle a ,, Mas 3rn egla alli(udo se mantenha sem aba-
vunlagein
ingle/.
A pequea illia de Perim, situada a 90 m-
Ihas de distancia do eslabelecimcnlo inglez de
Aden, na entrada do mar Vcrmelho, est sem
duvida alguma em nossa p03SCSso. Mais d'u.na
viv por nos oceupada, foi tambem mais de urna
vez voluiilariamcnte evacuada ; porm foi pela
Ultima vez oceupada no mez de Janeiro de 1S7,
em rirtudo des orJens do gnvernador d'Adon,
alim de oella estabelecer utn pharol. Cincoenta
ou sessenta bomens oceuparam-na, dos quaos
somenle um, jovem official d'arlilharia de Itom-
(|ue deve pnssar ah urna vida lo agrada-
dem, brilha o logo, e quando o vento afugentou
o fumo, no s nao havia tratado, mas, netn
mesmo havia caminlio. Quatro navios ingle/es
de guerra vio ao fundo, o resto se retira ; o ao
longe, em lugar do ridiculo estandarte chine/.,
urna aguia, tem conhecida, irazeudo em suas
garras os raios da Ilustrada Europa, paira vence-
dora e protectora sobre os muros de l'e-
prios interesaos; para que essas tendencias allin-
jam seu fim natural, assegurando a independen-
cia da Italia, o consolidando a paz da Europa,
iritciramenle necessario que se esleja bem clara-
mente de accordo sobro os nieios e o fin com a
potencia, que deu situacao da Italia um assaz
grande interesse.
Pensamos que osla hora os governos de
Franca o Inglaterra devem achar-se bem de ac-
cordo sobre alguns pontos. A declaraciio lisa e
franca do nosso ministro dos negocios estrangei-
ros de que a Inglaterra nao quer nem pode asso-
ciar-se una restauracao fonada dos archidu-
ques austracos, o a importante' condic&O, ligada
pelo imperador dos Francezess promessas, con-
uarnirao d Aden ; sao 2u porta- ( tratadas com a Austria cnT VUla-Franoa, de que
[uelles oceupam-se os archiduques devem ser chamados pela vonla-
de nacional, demonstram igua
vel coma o guarda d'um fugo fluctuanle, e euro
peo. o resto composto d'indigenas da India,
destacados da giiarnico d'Adon
machados e
em conservar as cisternas c os armazens de pro-
visoes, trela que nao fcil ; a estes confia-
da a defosa da piara, que nao lem todava
pegas
intil darmos a nossos visinhos os franco-
zea informaces amiudadasa respeito d.is neces-
sidades d'um cstabelecimcnto sobre seoslas do
mar Veimelho Os atabes d'um ludo, c d'outro
os africanos
mente a impossi-
bilidade de restabelecor soberanos, os quaes,
com a solemnidade das formas conslilucionaes,
seus subditos declararan decabidos de lodos seus
ttulos obediencia c lidelidade.
t i, impossivel imagnar-sc um s instante
que noseio de um congresso a Inglaterra apoie
rcstauraces cm semelhantes condcoes; o da
amcacara-iios com urna aggressao I parte da'Franca tambem mu pouca decencia ha-
: e para que a posicao seja urna hora v,,,.a ,,, insisr quc eUS {l)SSem cumpridas. l'or
arantida, misler
queslan italiana, mclhores resultados, do que por | S'slir a um allaqu
meio do qualjuer intervencao militar. Pode
olla pois com toda a seguranca envidar os seus
is para confirmar o triumpho desses prin-
cipios le liberdade civil, 0 de independencia na-
cional, quo linio lem a peilo. Se lograr o son
intento, s"r isto mais um apoio para a consoli-
da.jTio da p.n/ na Europa, Se pelo contrario nada
piir, terminar ao menos sua lide diplo-
mtica firme na convcgo=de queaqueslao nao
sl em to mo p com) em scu corncro ; por-
quanto as decisoes do congresso, suppondo mes-
Dio que soja ni contrarias suas vistas, nao pode-
rio ser impostas acceilacao de um povo recal-
c trante.
Felizmente cabe-nos lembrar que a nao inter-
vencao foi adoptada como base do congresso
proposto ; c temos tambem a certeza dequeesse
principio ser egualmenle respeitado quaulo s
provincias da Italia cenital, que estao a poni de
ser submetlidas regencia do cavalleirq Buocom-
pagni, pois seria a cousa mais esltanha, a con-
tradieco mais monstruosa, se esse respeito
vantado de urna naci, que ser definitivamente
sanecionado pela opinio da Europa collecliva,
calcado aos pes antes que a mesma Euro-
pa ten ha manifestado un a opinio qualquer.
h remos pois concluir (e al mesmo -uos im-
vi I tirar outra conch sao) que as represen-
isces instantes dirigidas pelo governo francez ao
governo sardo contra a acceilacao da regencia da
iprida
que ento, como bem se tem notado, tendo a iu-
Ouenca exercid-1 ocla Austria sobro os principes
italianos sido a sa (L guerra, esto influencia,
em consequencia dos ajustes definitivos do con-
gresso, se renovara c fortificara.
. Tendo sido omprehendida a guerra para re-
solver i questo italiana, o congresso n delxaria
simplesmente em um estado peior. Tendo sido
declarada a guerra porque se quera previnir a
repeticao incessante de perturbaces, cujos effei-
tos so fa/iam sentir nao s na Italia, mas na Fu-
ropa iuteira, o congresso [aria somenle dar es-
sas causas de perturbaces garantas o sancroes
novas.
evidente que em pontos de urna to vital
importancia nao deve haver algum equivoco, se
deve ser cHicazmente exercida a iuflcticia da In-
glaterra.
Ha romludo outras quesles, sobre as quaes
a opinio publica em Inglaterra nao so acha me-
nos decidida, o a cuja soluco nossos ministros,
estamos cortos disso, ligam a maior vigilancia, c
urna previdencia extrema, alim de assegurar os
meios os verdadeiros interesses do povo italiano,
'"bro europeo, c, asso-
aterra duravcl felci-
m titulo ao reconheci-
...i(.'os da ordem e da li-
trflm_na ,. bordado.
nepois de ter dito ludo isto a respeito del Admitamos que seja definitivamente ronuu-
renm, c de sua guarniQoo, diremos alguma cou- Uit* a idea de restablecer os archiduques; res-
SL^*-LTS-?5!?.f?f^s?*?!fP-?.t"lta linua a T'eslao de saber que forma de
provincias da} Italia
que estej em estado de re-
subilo. Sao oslas as nicas
defesas eslabelecidas em Perim. Urna pequea
obra foi construida aliin de prellger a pequea
guarnico de tiO bomens c suas muoigoes. Es-
tas defesas eslo em estado do resistir somonte
s armas, que estes assalUnics possuem, sio ,
aos tiros de fusil o somenle. Prestam o mesmo
servido que um blockhaus, c abrigara dos deban-
dados [maraudettrs) roubadores, nem mais, nem
menos.
Eis genuinamente a exacta verdado a res-
pnito desias pretendidas forlilicagos. Nao ha,
alm destas obras o outrasdo defeza, nunca liou-
ve nem ha na ilha urna s pera ; a grande dif-
ticuldade consiste em conservar as piovisoes.
Commuoica-se com Adem |ior meio d'um navio,
que faz lodos es quinze dias a viagem de traves-
sia, o que do cada vez traz 10 a 12 homens da
guarnico. O official commandanlc alternado
urna vez por trimestre. Julgou-sc couveuienle
ter sobre o rochedo provises para tros mezos o
anua para seis, mas isto to difficil, o o risco
Ja tdha c lao grande, que roccnlcmcnle resol-
Italia cendal pelo principe de Carignan nao pro- nos voluntariamente acceila por'nossos visinhos, i governo adoptaro estas
.s.igam alguma seria difficuldade como resultado visto como ella cii.cnaui urna conlisso. Deve-central.
d.i nomeaco do cavaileirode Ouoncompagni. O mus pois confessar que bem que Perim nao seja
principe na sua resposta ao cavalleiro de Min- Malla, nem [Diodos, nem una cidadella, e nem
g telli, e ao cavalleiro Peruzzi, que 1 lio ojoruce-
ram a regencia em nome dos Ilomanhes, da
na c de Parma, disso ; que recommenda-
ces importantes, razos de conveniencia polti-
ca, e a prxima reunio de um congresso oira-
p'diam, bem a sen pczar.de satisfazera esse ap-
umafortaleza, nao c tambem o que deveria ser,
i to um pharol. Mas podemos airmur que
desde a origcm osle cstabelccimeulo nao levo
ouiro destino, e que, se ainda assim nao acon-
tecen, por causa das demoras oficiaos o das
vacillacrios muito commuus nos negocios desla
pello, c acceitar as funecoes, quo lhc cram olio- ; nalureza. I>eve-se ter em lembranca que Pe-
recidas.
A resposta do principe de Carignan, eonfessa-
francamente, .(por motivos que nao pode-
mos censurar] o exemplo mais notarelque se ha
(I. ilo do falla do lgica. As recommendaces
rim corresponde com Aden, Aden com Bombar,
Bombay com C.ilcuti o Calcull com a In
torra.
A principio houve inlem;o de por Aden em
communicacudirecta com a Inglaterra, em lu-
engenbeiro lentia sido enviado a Bombay, ha
pouco mais ou menos um aun.), par completar
importantes as quaes bem sabemos que foram di-jgar do fazerdar essa longa volla aos despachos ;
rgidas pela Franca, nao o podiam ser contra elle nas lendo-se o almirautado apoderado da pro-
mmente; mas s contra a acceilacao da re- posta, cmpcnliou-se a discusso sobre a forma
gruciaporVictorEmraaiiuel.regcnciaquesera p'ra do pharol entre as autoridades independenles de
logo exercida por um subdito sardo. Nao podemos! Leadenhall slreet e de Whilehall. ludo isio na-
i quo rozos de conveniencia poltica mpe- turalmeutc nao accelerou as cousas, e bem que
m o primo do re da Sardenha de acceitar finalmente esleja acabada a controversia, e um
funecoes que lhc eram ollorcridas, quando essas
OS razoes o nao iir.pcdiram de lembrar o
cavalleiro de Buoiicompagni, c de transmiltir-lhe
a regencia por sua propria auloridade. Nao ve-
mos outro sim porque m)tivo a reunio prxi-
ma de em congresso devera obstar a acceilacao
pilo principe, ao passo qje nao obsta a nomea-
co do cavalleiro. Fazondo oslas observacoes nao
t nosso intento offender pcssolmenle a M. Buon-
iii i.
Mas em urna questo ta importante os factos
s&e ludo ; o os factos foruccem urna nova prova
pulimentos oacionaea do monarrha sardo :
I cis oslamos cerlos que sem o seu coosentimen-
r i o cavalleiro Buocompagn anda mais que o
i rincipc de Carignan, nao se ter resolvido a ac-
ceitar a regencia. Nao procurando oceultar as
Oblicuidades, que pdem provir da acceilacao da
; ge.ncia, reconhecemoscomtudoqucse loma ne-
ria a adopeo de umn medida qualquer de
natureza a favorecer a ordem e a paz iiasdiil'e-
rentcs polticas da Italia central. Nao devemos
> que a prudencia e a paciencia do povo
ino foram submetlidas a loriga e dolorosa
prava. Filo desenvolver! essas qualidades em
um grao lo subido, como os seus melhores ami-
gos nunca haviam esperado. excepcao do um
ac 0 criminoso filhode una loucura inexplicav.il,
a ordem c a lei foram em todo o lempo por elle
observadas. Sera pois maior loucura nao allen-
der s condiroes por meio das quaes se ha corl-
ado essa disciplina poltica e moral.
Se os republicanos e os anarchislas bao perdi-
do muila terreno ; se a execuco da lei, a admi-
nislracao regular e o commer:io nao tem solla-
do alieraces ; se grandes mudancas polticas se
Jio effecluado quer na forma da lei constitucio-
nal, quer na forma da poltica das relaces so-
- ; csses resultados sao devidos ao facto mili-
to simples, que quasi lodos os italianos influen-
tes das classes superiores e medias se apresen-
laiam em campo e tomaram parle no movimen-
to nacional. Mas essas classes foram levadas a
lomar urna altiludc decisiva pela mesma e nica
razoa confianca depositada no monarcha da
l'drmaro um e muilos estados independen-
d en tos, ou sero annexadas monarchia sarda'.'
Precisamente pelas mesmas razos, quo nao
permiltom ao governo inglez contribuir para a
toreada restauracao dos archiduques, elle so im-
pedir de sanecionar e apoiar actos, pelos quaes
os subditos desle principe transferirn) voluntaria-
mente a soberana ao re Viclor-Emmanuel.
Nao podemos i ni por aos italianos principes,
queelles ropellem ; nao os contrariaremos na es-
S'a- | colha do principe que ellos preferem. Sao seus
interesses, seus votos, o nao os nossos, que de-
vem'ser em primeiro lugar tomados em consi-
deraco no regulamento da questo italiana. Es-
ta questo nao surgi, nao tomou lo grandes
proporces, seuio por que nao.foram syslemali-
camente levados em conla seus interesses e vo-
tos. Tentar urna soluco contraria estos votos
e interesses, seria simplesmente terminar urna
questo italiana para abrir urna outra, que. seria
para a Europa lo fecunda como a precedente
oin innumeraes desgranas.
No interesse da paz o do commercio indis-
os desenlise os planos, anda n esl o pharol pensavel que a Iranquillidade interior da Italia
Jo* do norte seja garantida por um governo forte e
nacional, quo possa (tanto como o reino da Prus-
sia na Conlederaco Germnica) conservar-so fir-
me e fazer frente aos iniuiigos do exterior como
aos do interior.
Quanto mais um tal governo fr lvre e na-
E' urna emisso, de que confessamos-nos
culpados. Porem so os negocios administrativos
cm Finca nao soffrem jamis demoras, 6 poi-
que nossos visinhos sao mais feli/.es de que nos.
Tomos dilo a verdado respeito da ilha de
l'erim ; e podemos aproveitar a occasio para I coiial, tanto mais ser forte e unido, melbor pro-
acrescenlar urna palacra sobro urna questc mais encher suas funeces como membro til da re-
8cro'' publica europea, e"mais parecer poder tornar-so
fl A tranca pode ter a firme convicco de que ( um precioso alliadoda Inglaterra.
a Inglaterra nao necessita d'uma oxieitgo de ter- o liomem de estado, que representar a In-
glaterra no congresso, tem a seguir fielmente as
tradieces polticas de scu paiz respeito da mis-
: sao de Saboia
Os motivos quo empenharam a Inglaterra a
favorocer syslcinalicamenle o engrandecimenlo
da monarchia sarda, certametite leem conservado
sua forra durante o ultimo meio seculo.
A Memoria aprcseut.ida pelo conde d'Aglio
lord Castlereagh, por occasio da partida desle
para o congresso, poderia, no que respeila aos
principios geraes que encerr, ser o manual dos
diplmalas inglezes nas prximas negocia^es O
que ora ento verdade respeito da Ital3 do
norte igualmente boje respeilo da Italia sep-
tentrional o central, isto que sera contradico
do interesse da Europa que a parte da Italia,
situada no p dos Alpes, nao dependa nem da
Franca nem da Austria, o que a Ilustre e anliga
dynastia, que lem reinado ha tintos seculos nes-
te paiz, como d'anles, a contribuir efficazmenle
para a manulenco do equilibrio europeu ;que
deve-sc por conseguinte esperar que as grandes
potencias, que vao reunr-se para organisar so-
ritorio, ou de influencia no mar Vcrmelho, nem
em parle alguma. Talvez nao ha muito lempo
que a osle respeito acharn-sc tixadas as nossas
convcr.OCS- Porem nao menos verdado que
presentemente a noticia d'um novo eslabeleci-
mcnlo sobre um ponto qualquer do globo susci-
tara em Inglaterra mais clamores, do que mis-
mo em Fraieja. Talvez nao se crea nosla de-
clarado ; mas examinen) nossos visinhos sem
paixo os argumentos e os principios, que sao
actualmente sustentados no parlamento c na
imprensa. E' provavel que nos oceuperaos em
iuiroinettor-nos ou manobrar-nios no mar Yer-
melho quando mal salisfeilos oslamos comas
nossas possesses da India? Nao foi seriamen-
te proposto que abandonaremos seus soberanos
indgenas, provincias de muito maior importan-
cia, que. todas as cosas reunidas do mar Vcrme-
lho? Os fazedoresda carta da Europa do 1860
lem tido a grande bondxdc de conceder-nos o
valle do Euphrates nessa nova repartirlo, cosa
muito mais importante que o ilha ae l'erim mas
nao mojaramos a sorto do ministro, quo vies-
Sa denha, o a persuaso deque esto sersemprel Nao as d
> i seu auxilio por maiores que sejam os peri-lca tendea torna-las cada vez mais indenedcn-
kos, de que se vejara roder.dos, comtauto que se les ; o pode crer-se que nao nos hincaremos em
se annunciarao Pailamenlo que elle livesse de bre urna baso solida o edificio poltico da Europa,
foroecer subsidios para a oceupoco e prolccco nao se cclonlaram com estabelecer a inJepen-
d um novo dominio asitico. Possuiirs certas dencia dos soberanos do Piemonte sobre urna ha-
colonias e dependencias, que cram outr'ora con- so to frgil, como a sobre que repousa o sysle-
sideradas como d'um proco inextimavel, o que mi ephemero de cerlos governos, e as inclina-
semprc conservaremos ; porem o valor dessas; cos passagoiras dos homens, que os dirigem.
possesses lem sido muito injustamente depre-l Seria urna felicdade para a Italia e para a
ciado por urna mudanca da opinio publica, j Europa que lord Castlereagh livesse compreheii-
'eitaremos fura ; mas toda nossa poli- dido toda a forra dos argumentos comidos nes-
Uie conservera fiis.
raes sao algumas das difficuldades e compli-
cacs q'ic devem necessaiiaraealc aprescnlar-se
algum novo systema de conquista. "Eis a ver-
dade. Isto parecer sem duvida improvavel aos
olhos de nossos visiulios; nao disputaremos por
ta memoria. Etles nao sero perdidos, nos dei-
xamos convencer disso pelos homens de estado,
que presentemente leem as chancellas do Fo-
rcign-OTtre.
{Stoming-rost.S. Filho.)
donar nos Russos as feriis torras d.i farlana o
de Mantchorie que urna tradiccao perfeitamente I
observada obrigava a conservar despovoada, i .
alim do que os Trtaros possam encontrar ah I '-"'"Prebendamos bem. om Franca, a pos
um asylo, quando forem obrigalos doixar a '" 'l"c, ""s ''""" prescntfmeale, i sita i
China? particularmente critica da Inglaterra. Breve
A resposta est nos escriptos de Un, osle fa- ^nl^t ?Z .TS
moso mandarn! com que nossa diplomacia ira-
ton, o cujos trabalhos exerceram urna poderosa i
influencia sobre o gabinete de Pekn. Lio linha
comprehenddo a situacao do imperio do Meio
em face da Europa, o sua concluso, nrr\[.i afl-
aon I
nal, era i/tte era preciso uppnr barbaron OOS bar-
baros. D'ahi originou-so proposi^es felas aos
agentes da Franca contra os Ingleses. Ellas fo-
ram repellidas, Os Russos as comprohond un
por sua voz o as (inham lalve/ solicita I .
Armas de todas as qualidades, muuicoes de
guerra, cngcuheirosinstructores, era fa il aos
Russos fornecer ludo isto aos Chin-, nao somen-
le sera opposico, tn.is ainda sen censura da
Franca o da Inglaterra. A calaslrophe do Ta-
kou acaba de revelar ao mundo o estado arlual
das negociai;es entre S. Petersburgo e Pekn
Tern-se dito que foram os Mongols e na
Chins, que acabara de balor os Ingleses.
O orgulho chinez negara a derrota de Canflo.
Presentemente confessa como um ullrago, quo
deve excitar vinganca. Elle sent que o vin-
ganca possivel. Desde o 45." al 22." paralel-
lo, 6 o mesmo grito, dado por milhes do ho-
mens : Morle aos eslrangeiros I
Os negociantes hongs nao se inquiclam mais
por fornecer mercadorias aos traficantes do Rei-
no-L'nido ; o opio est araeacado de urna prxi-
ma prohil.ico ; Manchosler o l.vcipool csto
prestes a ver fechar o mais lico morcado do mun-
do. O justo temor dos Inglezes, residentes na
China, desparta cm Londres odios irritados.
Itesdenha-se examinar so a comlucuta dos era-
baixadores europeos foi bastante prudente e an-
da mais saber se olla foi sufficieolemente legal.
Pedc-se que a China seja punida de maneira tal,
que so record por muito lempo da punico. Foi
assim que ha pouco lempo reclamar a-se a puni-
co da India. Mas, depois que a India foi cas-
ligada, parece mais dillicil castigar a China. Os
jomaos inglezes podem sempre gritar que a In-
glaterra deve quebrar ludo que lhc aprescnlc-sc
como obstculo.Polo que diz respeilo ao extremo
Oriente, estes movimentos do'orgulho nao sao
mais lempo. Os Cluns dizem hojo aos i ho-
mens ruivos : Perdestes a postra.
Por cubica pelo ganho, a Inglaterra desprezon
e detcstou lodos os sabios conselhoscm suas re-
laces com as immensas populares da extrema
Asia. Ella verdaderamente ma'toua gallinhade
ovos de ouro.
Quanlo Franca, urna incuria incomparavel,
ora afastou-sc do theatro dos maiores interesses
do inundo, como se ella nao necessilasse do cx-
panso exterior ; ora ella foi para ahi levada por
capricho, sem idea, fixa, annunciando grandes
cousas, s fazendo pequeas, abandonando a glo-
ria, abandonando o interesse, adianlando-se para
ter o trabalho do voltar, semeando para ter a
gloria de nunca colher.
No ponto era que esto as cousas na exlroraa
Asia, parece impossivel que a Franca, ou mesmo
a Inglaterra, obrando isoladamente," possa fazer
ahi alguma cousa importante, ou que smente
lance algum brilho, como seria, por exemplo,
urna estril vinganca. Mas, reunidas, u Franca
e a Inglaterra podero reparar o prejui/o que a
cegueira da primeira o a cruel avidez da segun-
da causaram aos interesses da civilsacao e da hu-
manidado, nesses paizes coberlos de trovas, cri-
mes e sotrrinientos, para o qual o Occidente de-
va levar a salvacao, sob pena de.rcccber d'elles
a ruina ?
Tal a grave e inaudita questo. na qual de-
vem meditar os espirito verdaderamente polti-
cos.
Desgranada da Europa, se seus chefes nao a ou-
sam encelar ou nao sabem resolve-Ia.
Lancemos um olhar sobre os fados. Ellos
boje nao lom necessidade de longos desenvolvi-
mentos, O exigem arnda menos longos coiniuen-
tarios.
Os fortes de Takou foram edificados sob as rc-
gras mais habis da defeza da praca ;
Files estaram munidos de urna" arlilharia su-
perior pelo calibre o pelo alcance ;
A numerosa infantaria, que os defenda, esla-
va armada de carabinas Mini ;
O tiro dosartilheiros e fuzileiros to certo, to
rpido, como o dos soldados europeos mais excr-
etados, fez os assaltantes experimentar perdas
considerareis.
Sabe-se em que estado estavam, ha dous an-
uos, o espirito e a instrucqo militares o o ar-
mamento dos Chinezes. Seu progresso sob esta
trplice relacao foi extraordinariamente rpido !
Depois de se ter tdo delle a dura experiencia,
nao dillicil dar-se a ra/o. A principio cada
um denuncien a poltica, os conselbos, os arti-
ficios, o emlim mesmo a mo da Russia. De-
pois, como se esta revelaco livesse alguma
cousa de espantoso, poz-se em duvida a coope-
rario directa do Czar. Tem-so dito que ainda
nao so provou, que um olficial inglez ouvisse or-
dens em lingua russa soar nos fortes atacados,
e que alm disso poda ahi achar-se volanla-
rios.
A pro*enca d'osses voluntarios russos na Chi-
na j seria ra facto significativo. Mas nossas in-
rnformacoes dizem-nos mais. Elles recordara
incidentes do urna outra ordem, inteiramente
dignos do altenco da diplomacia europea, que
parece completamente os ignorar, e que a diplo-
macia franceza entro todas tem cercado de seu
maisnobro desdm, todas as vezes que elles Ihcs
tom sido manifestados.
Quem podpr medir a intelligenca de cerlos
diplmalas francezes Nos poderiamos nomear
un quo, cm suas perigrinaces a triumphos na
China, leve o cuidado do ver ludo, excepto, o is-
to quanto lhc foi possivel, os missionarios e os
prelados catholicos francezes. Por este nico
meio, osle diplmala mui ongenhoso, chegou
um duplo resultado : primeiramente ; nao fez o
que sobretodo deva fazer ; em segundo lugar,
Mo aprenden o que sobretudo deva aprender,
nas vejamos o que cscapou suas vistas lo in-
telligeiiles.
Os montes Karbott,territorio dos Zibelinos, que
linha ficado cm litigio depois do tratado f it o
por P. Gerbillon (1668) entre os Moscovitas e o
imperdor Chang-Hi, ficaram pertencendo Rus-
sia, assim como todas as Ierras ao norte do
Amour o margem desle poderia. Ao mesmo
lempo, nenhuma estipularlo prohibe a cxlenso
da Russia para o Sul 1 O vice-rei Mouravied po-
do, pois, se estender at porto de Hang-Tchung,
cidade septrenlioual da rica Corea. J os Russos
edifican cidados na magnifica costa da Tartaria.
Elles se collocarara no caminho, que atravessa a
grande floresta imperial; tero por si o verdadei-
ro porto do Hang-Tchung e a chave do Waug
Hung, Meca dos Chine/es, bereo da dynastia lar-
tara e loearam de alguma sbrte provincia do
Chi'-Hi, da qual Pekn capital. Oa Siberia oc-
cidente! Jrkust, o de Irkust, cidade principal
da Siberia Oriental, Corea as etapas estao mar-
cadas. As correntes d'agua e os gelos permitiera
os jxercitos mover-se; paliuos vapor correm
solre a vasla extenso das noves; o que era an-
tigamente um obstculo, tornou-se um meio.
orno que o governo chinez decidia-se abac-
Chius
ou Mongols, o quo cerlo, quo os defensores
de Takou moslraram-sc bous c habis sida I s.
E'do crer, que mesmo os Mongols, qualquer
que seja o mrito do seos instructores, nao lo-
riam adqiierido era menos de dous auno? psta subsiitu -Vi
promptido cesta lirmesa, que revelara o liabil
dofogo.
Alern d'isso tern-so ainda outras provas da al-
lianca cutre o Filho do Co n o gran le II itm.-in
dos Cosacos. O representante rj'es'.oultimo che-
gou em Pekn em triumpho. Ello foi rocobido
em lliakiu, fronteira septentrional, com honras
niciramotite desusadas. Assguala-s mesmo
una particularidade sem precedentes e que moa-
Ira que os Chins sabem,como quaesquer outros,
por-se cima dos prejuisos de religio. Os gran- :
des mandarina, estes grandes mandaras que fa-
zern morrer nossos missionarios nos mais lerri-
rireis e infames suplicios, assistiram a ni ss i
solemne, -jue so celebrou antes da partida da
missao moscovita, para Ihe obler o soccorro du
Ceo na longa viagem, que ella deva fazer aira- I
ves os paizes solados dos Ukazatn. Quanlo ao
interesies sao d\ rsaraeute c Bellidos qno
aos. Paia reparar i derrota ue Takou,
preciso sida ios. a Inglaterra nao os lem .
pois, ella eli 'g i n arrasl ir-n u at i i
cisa forra militar para nao licar un nao
vergonliosamente, estipulemos de i in< ra lo
mar emiim posse d nossos incon dirv-
los sobro urna parle da extrema Asa.
S gurameule, a Franca nao a Imitlii i -
- do ler com alido na l! ilia por om i
lcada indecisa, nos iri un i, rom as maion -
liruldad s,aos confn
singue [or una outra id i, esla voz I .
d i, manifesta o excliisivam nlc ngle
Po |c-so dizer com |od i ..; : -.^
licar solada, o inun lo na......tai i a ver su
lloaci ladu absol ita di n le Ja Asia, ap
- '' ida .i exp ilsar os lu :
las s suas praias.
Quatroi-onlas famili is, dos tres ulos,
ucrarii a prosperi i i dos iul
re i ruina dos inloi ss< sed'- n
occidente, (jue ellas s fram a forra brutal, .
que ella to mjurios
u-oii, ou que el I is coniprelioiid mi que i hi
momento de di i ir o imp ro,
da Inglaterra est d'aqui por diaule om urna
liinca, era quo a Franca nao quer ser
lempo lograda.
1 recia i, n i Eur ipa, rleixar era p iz as
cas o i,s povos catholicos pie :so, n
miin lo, solTrer |ue a Franca mai he n'tim i i
parallola cora a Inglaterra.
Atar segund i yoz i..... '
do l'ai iico ,i China v ao
abasteciuienl i lo, i enii i de i
mcrcio, de infl lencia ; d
da leiin isa, posicoes ao m .i. i lemp mi l i
res, i mas, es rivilisadn ras ; lo-
mar lo la a Cocliiii.-hiua, isto ii II romo
senhor no Ocea lico e mar da Chin i, esl ibe-
icer o can il, qui id unir, lornar-se para
,000 Russos.
aquellos
O faci nao pareca inverosmil
Icrosse e para nao abj irar sua tu ssao na
manid ide.
qualquer requisico, fornecer aos Chins a n cur-
po permanente de h.ouo homensoscolhi I >s As-
sim o FilUo do Ci fes uma allianc. i o//"en i i
defensiva com o Czar. Este faci de gravGS
consoquencias para a Europa latina.
Se nossos leilores tivessein o trabalho
d
linda xer -itos.
zar da *^ i lenci i dos i
oslas provises ainda p.i I a 11-.
Nos esla nos lo i do di ; i.
temos lauta necessidade de nos inlenUr
pensar no dia que reni Conjuram s porlauto o-

de suas dimeuses Poi meo d'estes cara
os homens podero dominar os insensatos o os
eos. One a Inglaterra profunde as cons -
.'- i mu li il i- desl mi ilt I ferro,
iibstituindo um canal lis antigs ivilisa-
pous desde os secu os passad is, v.m por em con-
que ponto i interesse de sua consorvacao
que ellas se unaiii oslieilamente I
O estado, em que se achara os negocios da
China, pesa principalmente sobre a Ingl
L ella quem esl mais prxima o irreraedavel-
mente ainoacada. Mis, os proprios negocios d.i
l ranea, n'ossos loagiquos paizes, nao sao menos
graves e importantes. Acredilava-so na China,
a 8 de agosto, que nosso tratad > coro o imperio
de Annam correspondera muito mal n is moti-
vos, que nos tem fcilo emprehender a guerra.
Nossas operacoes, lentas o in lucs is, aerara aos
C >,hiichin is lempo dse reforjar e as rao'. is
o lempo do assolar nossa pequea tropa.
A necessidade dosoccorrer os Europeos esta-
beleeidos na China, nos obliga deixar em T" i-
rauno somonte algumas centenasd hom uis e n
tira reduelo, o talvez a evacuar Saigon. cuja guai- baisr m
da exigira mais torcas do que nos l temos.
Torna-so evidente que Tu-Duc com suas pro-
posices de paz, eterna estrategia dos barbaros,
lora inleirameule brincado coranosco. llelirado
na sua capital. Hu, onde cessou de tremer,
elle so proclama vencedor da Franca e da lies
pan ha .
Nossa posico no imperio annamita i .
pararelmenle mais miseravel que antes da guer-
ra, o os infortunados chrstos pagaro por cen-
lenas e milharos de martyres o soccorro qui a
tranca lhe foz esperar.
Si era Franca a negligencia, a ignorancia ou a
obslinaco mais ncomprehcnsivcl nos ma on
prejuizos, empedem seguiros habis movimen-
tos da Russia oa Asia ; se todo grito de alarma
dado sobre este faci, quo constitue o grande
acto poltico dos lempos modernos, excita entre I
nos somenle o invencivel desdem da preguiea e
dalincapacidade, nao acontece o mesmo na 'in-hado entre S. M. o Imperador ,1 .* Francezes.
glalerra, e existe ah, como se ver, um de nos- s. y. Imperador d'Auslria, assim como
sos pongos. Era Londres, pode-so fazer orgu-1 seus herdeiros e successores. seus sub-
municaco, fucile apida oC.ispi >, u o iral. '.'i
a Europa m-'r li in il e i i ; i i to ro-
centemenle da I >, n io d
Can iso, que, agora elfec ia I >-, a igmenlam oa
exorctosdo Czar a lJ.OOJ homens d -
Se a E ii'ip i con in ta i espet ella
nua applicar sua aclividade de maneira i
mais desastrosa para si mesma, q .
cm preseuca de um inirnig i, n p int i
rmprehendedot ; se ol i < mti iu i a I
as revoluces a dissolver, dissolvendo o patno-
"'>' > o seuiimento religioso, a proslorflad
e- Ir inho e que n 's na > t. ria-
mos provisl i 1.1 alguns aun -. i i dir Da
i da Crimea dala a era da verdadera gran-
deza dos Czars ; a q ic 11 de S
comprohender que as rh n es la I n i es
mais longo ra Asia. Elles perderam momenia-
nearnente alguma cousa de i \ -
manlia ; mas a poltica que os lom ilibi
Orcsdc e em Carlsruke os lem di m o
cor em Pekiu e lhc foz us u i s o scepltu d"
mundo.
I \i i \ i 1: i i .
Eis o lexto dos li n /
entre a Franca, e a Austri i, e a Sai t pu
licados osla mauha pelo UohIi
Tratado de paz concluido entre l'vii i
A ustria.
Art. 1.' llavera d'aqui em diantc, pai e i
hosas iluscs sobro o futuro, nao se abusa so- ditos respectivos para sempre
tire os esforcos do presente. Dze em Pars, no .........
centro dos maiores negocios, que nt;ii< de t/uu- ,
trcenlos nucios vapor siilcam o Volga, nos
olharo admirados do interesse que parecis dar
a uma cousa lo simples. Em Londres, estas
patarras to simples, soam como o toque de
sino.
Comprohende-se que um poderoso pxerclo
russo pode ser transportado cm alguns dias, com
todo o material de guerra, do Astracn Asde-
rabad,Asderabad, cuja barra recenleracnte o
centro de uma estacao naval russa ;e osle exor-
dio, uma voz desembarcado, chegar cm poneos
dias a Herai, d'oudo penetrar nos bellieosos
os de Afghnistan para os convidar
Art. 2." Os prisionelros de guerra sero res-
tituidos mraediatamente de arabas a- partos
A ri. 3.u Para atleuuaros males da guerra e por
uma dorogaco excepcional urispru lenci i ,:
ralicnie consagrada, os unios au<
rados, que .nmla nao [orara i m lemas : is poi
parle do COnselllO das iro/.as, Sero restitu
Os navios e carrcgamcnl r&oenlregu
oslado, era que se acharen) no lempo da entre-
ga, depois do pagamento de ludas as daspzas
de todos os gastos, que tiverem causado a con-
dueco. a guarda e a iuformacao das ditas prc-
zas, como tambem do frele adquirido pelos ap-
prohensores, e Analmente nao poder ser re la-
vaucs ae .vigtinisian para os convidar ao saque, iada indemiiisacao alguma emrirtudede pre..<
"' Iadia- alTundadas ou destruidas,
Vira aproximar-se o momento, em que Russia,
rainha das praias do Mar-.\marello ao Bosphoro,
senhora de innumeraveis hondas, quo ella ter
disiciplinadn, senhera tambem de lodos os se-
gredos da sciencia, assaz cirilissda para anda
os aperrecoar, assaz barbara par usar d'elles
sem escrpulos, confessar suas pretencoos .
dominaco o posse da Europa.
nem lamhem por ap-
prohenses excrcidas sobra as morcadorias, que
eram propreda.les inimigas mesmo antes .i
rom objecto d'uma deciso do c insclho das
prezas.
lica bem entendido alias, que os julgaracnlos,
pronunciados pelo conselho da- prezas, sao deli-
uilivos, o conUrmam os direlos aos que os li-
nha ni.
Art. -!." S. M o Imperador d'Auslria r. na ni i
O que poder entao fazer a Europa, corromp- pot 8 Dsoua desccuJenles e successores, era fa-
da pela impiedade perdida, pelas revoluces e ror do S. M. o Imperador dos Franceze, a
dissenoues intestinas, sem cheles, ou tendo s- direitos e ttulos sobre a Lurabardia, excepto as
mente mal seguros e disposlosa trahi-la, dsposta fortalezas dePcschierac do Mantua o osterrilo-
a trahir a si mesma, porque ludo a leva i adorar rios determinados pela novadelineacao, que Qcam
a torea T Al) nos oslamos oceupados com as in- em possesso de S. M 1. o II apostlica,
juslicas, que se praticam na Italia, oslo de A ronlera, parlindo do limite meridional do
nosso grande interesse. Tyrol. sobre o largo de Cardal seguir o meio
Nos esperamos saber a quem portencero os di) lago al o altura de Bardolioo 0 de Mauerba.
ducados, o por que meio os Lombardos poderao d'onde juntar em linha recta o poni de inter-
furlar ou se.uo obngados a restituir ao Papa os ccss0 da MM 0 foiu ja prac, dl. Peachiera
territorios, que elles j lhe tinham subtrahido con, 0 i3,t0 de Garda.
desde Pepino o Breve e que a Franca desde i Essa zona ser determinada por orna circum-
enlao lhe lez restituir, com o direito de sua nobre ferencio, cujo roio, contado a partir do centro da
esPada- I praca lixado om 3,500 metros, e mais a distan-
Era quanlo prestamos nossa altenco estoiciado dito centro espaMana do forte nnis
drama, lio glorioso para os espectadores, outras avancado. Do ponto de intersessio da circamfe-
queslesde territorio se aprosenlam, que locare- rencia assim designada com o Mincio a frontina
mos de purto ; questes nas quaes a nacionalida- seguir o thalueg do rio al Le Grazie, ostendor-
de italiana nas servir de algum soccorro e pouco so-ha, em linha recta, de Le Grazie ale Senta-
se soccorrer a si mesma. rolo, seguir othnl>req do P al l.uzzara, onde
Lancera, pois, as naces da Europa, pelo amo- os lmites actuaos sero como cxbtiam antes d.t
de sua propria coasorvaco, os olhos sobre o bot guerra,

^ Al
A\


ti)
DIARIO DE PERNAMBUCO; SaBBADO 14 DE JANEIRO DE 18C0.
lima coouissao millar, instituida pelos go-
vernos inleicssades, sci encarregada djexecutar
o traco sobre o terreno, o mais bieve possivel.
Ati. 5. S. M. o Imperador dos Freneses rbj-
i-Jara sm 100980 dn passar 8. M o re de Sar-
denha es territorios cedidos pelo artigo prece-
dente.
Art. C. Qs territorios anda oceupados, rm vir-
tudc do armisticio de Sde juluu ultimo, sern re-
ciprocamente evac .idus \nlaS potencias belige-
rantes, rujas tropa.-. n< relrrarao aquiun dos fron-
luiras determinadas .polo ail, i"-
Art. 7, nso govcrnotd* Lombardia toma-
r a seu cargo os 3[") da divida do Monte hom-
nido Vencztanno.
Elle so1 portar mmenle una- pofcTio do
i:iiipresliii!o narioaal de Is-l, lixada entre as al
las partes contraanle; era 0 inilhdes de ITorins,
mooda eowviici'inada.]
O molo do pagamento de 10 millides do (lo-
rias ser determinada imii un artigo addicional
Art. 8." Ser imuiCi.Hameiiio instituida urna
rrissao inlernacioi al para proceder liquida-
rn do Monte Lombardo-Ycnesiaitno ; a parlilhs
do activo o passivo d-ste cstabolecimoirto sorS
cenca o nviolaiulidade dos estados conlodera-
dos, assrgurar o dcsenvolvimeulo de seus intc-
resses moracse.mnleriaes, e garantir seguran-
Sa interna ecxtcrnaj da Italia pela existencia de
e um excrcito federal.
A Venecia, que fica collocada sob a cora de
S. II. I. e It. apostlica, formar um des estados
desta confederaco, c participar das obrigac.es
e direitos, resultantes do pacto federal, cojas
1'nsulas serio determinadas por un ssomnlc
comp*>stu dos-representantes de todoacs estadas
italianos.
Art. l'J: As circumsoripcea terrltrriaes* dos
esta** indepondciitra da Italia. qun/o eram
parte* na ultima guerra, nao podendaer muda-
da sonao como concurso das patencia* quo pve-
sidtfMs sua formacto e reconheeeraoi sua xi*-
ti'iieia, e o* direitos do grao-duques de Tosoane,
do duque do Modenae do de Parma, sao expres-
samente resrvalos entre as altas partes contra-
tantes.
Ail. 20. Desojando ver garantidos a Iranquili-
dade dos Estados da- igrejo, e o poder do Santo
Padre ; convencidos que um tal desidertum nao
pode sor i-llicamenle allingido seno pela adop-
effciluada, lomando por baso 1 reparliro de3|5 gao d'um syslema apropriado fia necessiladesdas
para o novo governo, de 2|¶ o Austria. populaees, e conforme as generosas iilcnces,
D activo do fundo d'amorlis.icao do Montee j manifestadas do Suinmo Pontfice, S. M. o im*
sua caixa do depsitos, consislintfo ein effeilos pera lor dos Franceses e S. M. o Imperador da
pblicos, o novo governo receber tres quintas Austria uniro seos osforcos para ohlerem de S.
fiarles o a Austria dos ; e quanlo parle do ai:- s. que a neeessidade de introducir na adminis-
tro, que se compe di- bens de ra/, ou de credi- traan deseos oslados as reformas reronhecidas
rrypothucarios, a commisso offetuar ipnr- iid:spc:isarcs seju lomada por seu go?uo em
iillii, em vista da situaco dosimatoveis, de ma- seria consideranio.
: lira a dar sua proni dado, taulo quonto tr Vil. 21 l'ara coniribuirom cora todos os seus
1 ivcl, ;:q dous gOvcrnos, etll eujo esforr.os para a pacificacao dos cspirilos, as alias
. lados. i' ule contraanlos declaram c promeliom que cm
nanlo as differentes calhogorias do divi las seus respectivos territorios e nos paizes resttii-
inscripras al 4 deju 10 de 1838, s ibre o Monte dos ou cedidos nenlinm individuo comproracltido
irdo-Vonesiaiio, 1 sos capitaes dados a ju-rpor oecasiao dos ltimos acontecimentos na Pe-
ros a caixa de depos >s du fundo de amorlisa- ninsula, quaiquer que soja a classe o cundir o
ra, o novo goven mbu de lies quintas
5 ca A islria de las, q 1er de pagar os j 1-
ros, quer de reeini Isrr o capital, confrmeos
regulameutosalaqui.cni vigor. Os ttulos do
ercdil is dos fundos austracos entrara de profe-
ta na quinta paste u'Austria, que dentro de
11 9 ou 1 es a partir da roca das ralilieacoes, ou
1 se Vir possivel, Iraiismitlir ao no?o
governu da i. ulia qusdios especificados
-les I i luloS.
\:t. ;>.' (1 novo gov ru da I.ombardia succe-
I1 ie- .. resuUautes
ratos regularmeul los pola aditiinis-
ra os objuclosd'ititeresse fni-\roly.Uey$enbug.
ialmeule respeilo ao pa Artigo addicional ao tratado
pie perlencor, podrd ser perseguido, inquietado
ou perturbado em sua pesaoa ou em sua proprie-
dade, em raza* de sua conduela ou de suas opi-
nioes polticas.
Ail. 22. presento tratado ser rnlilicndo, o
as ralifcaedes sero trocadas em Zuricli, no es-
paco de quinze das, ou anlesse lo* possivel.
l-iiii f do que os respectivos plenipotenciarios
assgnaram-o, c Ihe imprimiram o sello de suas
armas.
Feto em Zorich no dcimo da do mee de ne-
vemliro do anuo da graen1859.
Issigna lo. liourqueney.Danneville: /*a-
triaca paraos objeclos do inteiesse puBlieo, que
di/.em especial me 11 le respeilo ao pnie cedMTe.
Art. 9. O geverno austraco Picar.erteairegado
do reembolso de todas as summas, laucadas pe-
los subditos lombardos,, pelas comitruoAB, ea*a-
beleciraeiitos piiblicoa,-"* corporaeo.es rtti|iusas
nas caixas publicas aulriacas, titulo, drr cau-
ques, depsitos ou onsignac^cs. fto mesuio
modo os subditos austracos,,oaamunas, eslabc
lociineiilo pablicoa-e-cmrpofacfieB.- rerltginsas, que
tiverein lamjado sorama, .tiuta o> caucoe.-?, do-
poatUis ou: consiguacOes, na* Cjaxas lBl.oin'mr-
dai serio exactomojufr renbtsaL>s pelo gfr-
veroo sarao.
Art. 10. O gtrroTJKi.d* S. Mt o-Re da Sarde--
reconhoee e coaffrma a* oonccsses- do ca-
minhos de ferro; concedido pcK giiverno aas-
trwaco sobre o leirrtorioeedH) em lod*asuas-1
d-isptisi.oes o por toda sua-duiBeo, o especial-
mente as concessoes, que rcsullam dos r.ontra-
lospssados em datado. 11 de mareo do ltJtifJ. 8
do abril de 1857 e 23 d setembro de 1S59.
A partir da troca das ratilicocoes do prsenlo
tratado, o govurno sardo subrogado em lodos
os diroitos e obrigaQes, que rosultavam para o
governo austraco das conctfst'es meacionadas,
no que diz respeilo s Ilnhas de caminhos de
ferro, situadas no lerriloriocedido.
Consecuentemente, o direito de devolui-o,que
pertencia ao governo auslriacr, respeilo destes
caminhos de ferro, transferido ao governa
sardo.
Os pagamentos, que ro*tani faxcr sobro a sem-
ina devida ao F.slado pelos concessionnrios, em
virlude do contrato de 1 de marco dolS36, co-
mo equivalente das despezas de conslrucco dos
ditos camiulios, sero eTeiluados integralmente
no lliesiono austraco.
Os crditos dos emprezarros de construeco e
dos fornecedo.-ei, do mesnio modo que as indem-
nisaoOes por expropriajpS de lerr.'iios, que re-
inoiiaru ao lempo, era'qrjo os caminhos de fer-
ro em quesla eram administrados por conla do
Estado, o quo anda nao eslivorem salisfclas,
sero pagas pelo governo austraco, o, d> modo
que devem, em virtude do acto de coucessao,
pelos coiicessiuiiaiios em nomo do governo uus-
lliaeu.
Urna convorxfo especial regular, o mais bre-
ve que for possivel, o servco interna
caminhos de ierro entre a Austria o a Sarde-
ulia.
Art. 11. l'ica inlenddO que a cobranza das
tenca puMri serf porseguiuu, uquieludo ou per-, em liiii u concluidos dous airaos depois. Elle .;
(lrtiadoWsua.nvessoa ou em sua propriedade, feilo de granito, lo ni 101) p-s do altura, e sua
por ca asa: dft seu proceder ou du suas opinies' luz lica-visivel a distancia de 13milhas
tmurnm
Art. 23. O proaento tratado sera nlilicado, e
as r-tlfeagoo sero trocadas em Zurcli no es-
pa^o de^juinze dias, ou menos se fr.possivel.
Lio f do que os plenipotenciarios respectivos
aaeignaram-iH o-lle. inipiimiaai o sell do suas
armas.
l'assageiros da escuna dnamarqueza Ilein-
rich, onirado de llamburgo :-. Poudeuz e A.
lfeiioi.Ziricline*dccimo dtv-do-naaz^de ne-
vc-mbro d*t8'J.
DSUrqiteney, BtuB*tnlle,
Hkrnhji, Mrywmbittft
LHs Ambrois, Jadean.
(loiurnal dee Z>&lria.ds30 de nooembr&-&-Vii.ito:
ptmmm.
Come;am-so a tomar os excovacoei da -poni
da loa-Visla, de que ha dias traamos. lom
baja quera o mandn, peis qao assim revela urna
L. Wellelnes.
Passageiros do briguefrancoz Fernand en-
laado lio Havre : Puecli Henry Berges esua se-
nliora.
M*t\dolho riiwjco :
MRlawin-si' no di.i 13 do correnle para ocon-
suuuvdesta cidaile 01 rexesi
agTALiOAB iiodia 18 do ronararrE:
AniiapMouteiio, preta. sollo*, 87 aiwes ; cere-
brite
l.uiz, atanco, 3 mezes; espaaaw.
l"rane-:o de Paula, preto, s.jltciro, 48" armos ;
di*rrri.->.
I'.."is Awtnio Pedro, pardo, soluto, 09 aunes ;
aneurisma.
Ca*!*, |rflo, cscravo, solttiro, 95 nwos; fr^l-
dnde.
' J-iauna, branca, 1 hora ; fraque/.a congencto.
Hospital db cmudahf. Existen) 01 ho-
estran
elle supplicanle meios de BOSlcnlar-M na pr.so
nom mesmo a sua numerosa familia [miuhero
(llios) em razSO'de ser [mlirissiino, rom ': noto-
rio ; ver requere a V. S. -ue se digne do inan-
ouvavel docilidade, ao passe quo satisfaz ao re- mons 57 oiulheres nacionacs, 1 hornera
clamo do publico. Ira, 1 liomem escravo, lolal 121.
N.i lo rali lado dos d ionios exislcm u7 aliena-
Serta para desojar que.igual modida so tomas-1
se acerca da ra da Imperatriz, cujo estado de o* sendo 30 mulhcros e 7 hmeos.
ruina-cri^cc de da para da ; e s o invern ca- Toram visitadas as enfermaras pilo ci
hir mais cedo, como o proiielle, a nao haver os
precisos reparos desde j, ficar ella inlransila-
acarretando o estrado da ruado Capibaribe ;
reparos 11 u
i .'.ido.
Art. 10. O governo 1 icar onrarrega-
1 1 reembolso do I summas, laucadas
: subditos lombard | las communas, esla-
I -v. lucillos pblicos, e corpora oes religiosas,
n is caivas public is a islri iras, a lilul 1 de
-, r..i mesma ma- 1
,ossubdi -, communas, estabe-.
religi is is, le
.N ...... 1 .. ilulos de r luces,
- ilos ou con na caixas da Lom-
1, rao esa l n inbolsados pelo
II tro governo.
Art. 11. O novo couda I.ombardia :
1 hoce r 1 unlii ma 11 des le caminh
urn 1 istrioco sobre o
: lorio aodi lo, em ludas suas disposici ; o
concessoes
lus, isados em dala de
I mai : i >5, b do. abril ti 1857 e 2-J de
sel ;:.: 1 u de 1 '"'s.
' 1 rtir da l: 1 das ra cacos lo pi sonle
lo, 1- n 11 o 30 >; mi .- rigado om l
.. e
: .. s mi 11 ...... las n.1
i- iz > li minaos de ferro,
: mi li rrlorio Jidn.
Con 1 de devolueao, que
ocia a 1 g ive 11 1 1 res| elo destes
nitritos il ,-'.-... ao novo governo
1 iml irdia.
Os pagamentos qncreslim az rs bro i il-
la ao estado pelos concessionarios (Jai
. :. do ce nlralo do 1 i de marco de 1856, co-
mo equival ..:..:, "m dos
atgnada entre a
Franca e a Austria-, emZnrich 10 le novem-
bro de 1859.
O governo de S. M. o imperador Jos Frarrcezos
ic comprometi para com o governo de S. M. I.
e It. apostlica a effecluar por conla do novo go-
"ii.i la I.ombardia, que I he garantir o reetn-
1 pagamento de 40 milhes de florins i moc-
il.1 convcucioiada ; estipulados pelo artigo 7
do presente Iratado, pelo modo o prazos abaixo
: lomados
dividas, quo resullaui dos paragnphos 12, II, 1 i
15 o lo lo contrato de 1 de mareo Je IS-Vi, nao
dar Austria direitu ulgum de exame e vigi-
lancia si.bre a cousirucco c exploraco.dos ca-
minhos de fono no lerrilorio cedido. O governo
sudo ci niproiiiellc-se do sua parte a dar Indas
esto respeilo Uso pedir o termo depois da ultima, foi a pralica de urna svcl
\os lie florins sero pagos moeda cor- portar
os informaeocs, que a
'o\ rrno austraco.
Arl. 12. Os subditos l ni bardos, domiciliados
no territorio cedido, gozarao por espago de um
aneo, .' contar do dii da troca das ralilieacoes,
. e modiaiite urna previa derlaracd Biilorididc
! competente, da plena e inteira facttMade iii trans-
que scmelhaiiteme reclama alguiis
respectivo abaulamemo.
O Exm. Sr. presidente da provincia acaba
de approvar provi-.ui Lmenle o artigo de postura,.
pTQposLo pela cmara municipal desla cidade, e
relativo daiuniricdi.au ou extiiicio dos nomes
das ras o dos nmeros dos edificios.
As possoas que i-aiarcui ou [liularem as frentes '
de suas casas, u asslm desiizerom laes nomos o
nmeros, su obrlgados a repor ludo no seu es-
tado anterior, soilVeuto lOsJJ de mulla, os in-
fractores e sen lo feila a obra a sua cusa.
Do hoje 110 Ihealro do Sania Isabel o- ar-
tistas lyricos o seu primeiro concert vocal, com-
posto do duas parles.
Desd uiui'i que a 110=33 popularo vegetava
na nronotorria proveniente da faltado distraccoes ;
J' hoje porm com a sociedade lyrica italiana vai
dusapparecer semellianle marasmo, roassumirrdo
o diletantismo lodo o seu vigor.
Sua Magestade o Imperador dignou-so as-
signar o lbum do Hospital Portuguez, dando
por essa occasio a quanlia do trezenios mil ris
d esmola.
lisciv.em nos de Caruar cmdata de 7 do
correnle :
0 nico facto criminoso que so den nosl
giao Pinto 7 c 3/1 horas da manha, pelo Dr.
Uornetlas fis 8 horas da manha.
Fallcceu 1 homem de diarrhu.
dar pagar-Ule o diario, que costuma a prestar s
pescoas polires- desdo odia 0111 que foi o suppli-
eanle recolhdo, alim de que nao se de mais o
Irisle espectculo do ficar o supplicanlo pro*lado
pHafome, ajud4* da Insleita que cruelmente se
Hieda em um trwfeo de pft, p*eo* pai*l
ps : oslado do que provea o ier roatabeleeio
a esridade d siguasparti-iilaTos.
O supplu-aiite, poi*. peile a V*. S. qtiollie faca
a jitira de irfardar'foroeror-llie a diaria requ!-
nu>+isporn rer.eber mi ni*.
Ir 5 de noventDTW do 1W.I- J,.:.n Htb. :ro di
tdnseca.
lirs'a prnprr.i firma de .lilao Iti'.ieifo da P>
1 a, i\n que d*'i f.
E mais se nao cooiinha em dito roquerira
que or lahoHio b<*m o ieliri^iiie liz cxlralr
publica forma do proprio original que 1
apresetrta'dA, do que tu to don t, n rrferido e
concertado comigo proprio, aosSdias do mea d^
novembro do anuo do nasrimenlo do Nos** Se-
nlior Jess Chruto de In9. l.u Joaqun
Martin*, tabelliffl publico subscrevi e assignei
Em teslemunho da rerdade. o labeliaa pa-
rur_ I blico.loaqnim ias Ifafflne.
1
Correspan^Hcias.
los 1 it lo -
: : aci -
1 i-.; de constrn
lo que as iii
de trrenos, quo rc-
can i ferro
etn ques'o eram .1 imi: i do os-
la : lias, sero
Iri u o,e do modo que
i i, em virlude lo a id sao, polos
concessi navios era nomo dn tu i auslriaco.
lale, in.'dianle nina ordeni poguvel ciu Pars,
-mi juros, no lim do lerceiro me/, dalo* do dia
ignatura do prosele tratado, o que ser
ln :'i- aos plenipotenciarios de s. M. I. c i!.
apostlica, por occasio da troca das ralilica-
3
i' pagamento dos 32 milhes de florins rostan-
es elfo :tuar-se-ha em Vienna em moeda corre-
le e em flez pagamentos successivos, com nter-
vallo de dmis dous ine/.es, em leWras de cam-
bio sobre] Pars, na razodc 3 milhScs e 2O*),O00
II. moeda conrendonada cala urna. O primei-
ro destes lez pagamentos lera lugar doas mezes
depois do pagamento da ordem de 8 milhes de
dorios cima estipulada. Para osle termo co-
mo para lodos os mais ser i 05 juros contados
a 5 por rento a partir do primoiro dia do mez,
a trocar das ratifcameos do presente
lo. I
o prsenlo artigo addicional ter a mesma tor-
ra e valor, que se esttvessc inserido palavra por
palavra no Iratado deste dia.
Ser ratiflcado era um s acto, e as ratifica-
fes sero (rocadas ao mesmo lempo.
Em f' do que os respectivos ph nipotenoitrios
issignaram o prsenle artigo addiccional, c llic
imprimiram o sello de suas arm .--.
Feilo em Zurich no decim 1 dia do muz do no-
vembro do anuo da gr*a de 1 "il.
*nado. fnurqueney. Bann ville. Karo-
lyi.Heyueribiiy.
os bens movis, livres de direiio, e do
com suas familias para os listados de
uiica ; caso, em que
Tratado de taz concluido entre a Franca,
tria c a Sardnli 1.
Ahs-
\r\. |. fiver, datar do dia dn roca das ra-
1 na conveneo osuei r, omais breve >os dolprosente Iratado, paz e amizade
: 1 --: I, o rvie.i li'-iv, icional dos e.i-
Fjl Ctil es paizes.
. 12. Os sub lito? imbardus d uni ihados
1 cedido pe sent tratad 1 gozaran
I ; 1 de'um anno .i cuntir do dia da 1: ic 1
liG 1 --. i- 1 um 1 previa doel ira-
1 lente, da plena o inteira
is !':-: mo' is livres
1 rn las famili is pa -
i do S.M. 1 II i: caso em

\ ara 1 as [irilid.ides de I
! servar?!
1 Lombardia.
A ii: eami ule concedi-
da aos in liriduos 110 da
de S. M. o
vustria.
Os I
;es nao 1 r, ; [acto 'i" s in
escolha, inq ii lad 1 de urna 1 em de ontra
en mi rm suas propriedad s
.....
\ a iiplind.i dous pa-
lo lerrilorio ci liJo da
: : Iroea das rjeliflca-
lo pruSe.'il 50 I
en-
tre s. M. o 1I11 perador da Austria o S. H. o re de
Sardenha, selis herdeiros e surressores, seos es-
la los e ib.l (os respectivos, para sempre.
\rt. -'. Os prisioneiros de guerra a istriacos o
sardos. imcdialamenlc entregues de ambas
as pai le*.
Arl -'i. li'u Yrlude das cesscslerribiriaes, 1 -
i es n is ir.im los concluidos neslo dia
S. M. o imperador dos Franc / -, e S. M. o im-
p rador d'Auslria, d'um lado, S. M o imp ra-
- Franrezes e S. Mi o ro da Sardenha, do
oulro, a de:n jn-aeo entre as provincias italianas
d'Auslria e da Sardenha ser pira o futuro 1 se-
guate :
a f .... i 1 limito meridiana! do
sobre u lago do barda seguir o meio do
1 le a altara de Bardolino e d Manerba, don-!
do j miar eir| linha recta o ponto de inlcrc
da zona d i defoza da praca do Peschiera cun o
lago de Gard .
Ella seguir a circuiufcron'ia desta zona, cujo
raio, ci utado a partir do centro 11 prac, 1, fixa-
il'i 1 in 3,500 metros, e mais a distancia do dilo
esplanada do forte mais avancado. D-
jiiiiiiu de iiierce-s.iii da circumferencia assim de-
'. 1 rom o Mincio a frontoira seguir o tfcaf-
0 liu al Le Grazio, estn ler-sc-ha em li-
nha rerl i, dc Le Grazie at Sifttrzarolo, seguir
o Hialv.eg do l'i'' at Lnzzara, onde os limites
actuaosserao como exisliam autos da guerra.
1 1 commissao militar instruida pelas altas
i onlralantesscr encarrogada de execular
o sobrp o terreno, o mais breve possi-
vel.
Art. 5. os lorritoriosanda oceupados em vir-
miliai .. viadoj i seus lares, ludo do armisticio de 8 de jullo passadli sero
5 d'cn os que de- reciprocamente evacuados pelas Hopas austra-
co de S. 'i. 1. n i cas e sardas, que se retirarn immediamente
lospor quera das tronteiras determinadas pelo artigo
as, quer em suas proprio-1 precedente.
Arl. 5. o gorcr< o de S. M. o llei de Sardenha
reiirar-si
S. M. 1. e II. apostlica ; caso, em que conser-
varn a qualiilade de subditos ausliiacoS. TerSo
a liben ade .le conservar seus immoveis, sil.la-
dos no territorio da Lombardia.
A mesma faculdade 6 reciprocamente concedi-
da aos individuos originarios do territorio cedido
di Lombardia, cslibelecidos nos Estados de S.
M. o Imperador d'Austrra.
Os Lombardos, que aproreilnrem das prWon-
los disposices nao poderie sor, pelo facto de
sua escolha, inquietados, aera d'uma ncm d'ou-
li-i parle, em suas pessoas ou om suas proprie-
dades, situadas nos respectivos Esl
A demora d'um auno ampliada dous para
os subditos orgifltrtios do lerrilorio cedido d 1
Lombardia, que, na poca da troca das ralWa-
coes de presente Iratado, acharem-s fra do
territorio da monarehi austraca. Sua declara-
cao iioder ser recelda pela miss 1 austraca
mais visinha ou pela auloridade superior .
provine a qunlquer da monarehi.
Art. 13. Os subditos lombardos, que fazem
parle do exeretto anstriaco, etceplo os que sao
originarios da parte do leirilorio lomb rdo, re-
servado S, M. o Imperador d*Ausrria, s.ero
iraniedillmente ddSpediilos do servico ...
e reenviados s us lar-.
Pica entendido que aquellos l'entre os quode-
clararnm querer (car ao aervieo de s. II. 1. e II.
apostlica nao ser* inquietados pnr esso I
quer em suas pessoas, quer co suas ; ro
dales.
As mesmas garantins-sa assogova la- aos :.:-
; >gados clvis originarios da Lombardia, que
manifestaren! a inten<;o do coaserrar as func-
. que oceupam cni sorvioo d'Auslria.
Ail. I As pensos, lano"civis como mili'.a-
res, regalamiento liquidadas, e que eslavam
tentativa .le morlo, na povoaeo de Jurcma, tre-
gueza de Quipap, cni corto individuo, sendo o
autor do tacto criminoso preso.
Derara-sc pola delegaca algumas prises de i
deso loros do exercilo.
A naosei < su-!.ni de tentativa de morte,
no termo nao linha havido fado algum crimino-
so no 11 timo trimestre do auno que liiidou, o
que mullo abona as autoridades actuaos.
Tem havido grandes reunies de povo, por
causa de festejos de bumba-meu-boi, mas ha
reinado muri socos 1.
No ultimo numero da Ordem do anno pas-
sado, fnram foitas censui is ao disuo subdel
de Gi irat, Vital Perelra de Mello, e s -gun I 1
supplenle .1. Soares do Oliveira Grande : as cen-
suras sao injustas o me paroccm lilhas do desojo
le preparar-seo terreno para aseleces du lim
do auno, v
l'orain recoHii I 1 dedelencn no dia
12 do correnle 1 Immens luios o 1 inulhei
erara, sendo : 1 ordem do delegado do pri-
rn'iro disiikio e2 de subdelegado da frcgueza
do Poco da Penotla.
I'i.v.hoi 1.1 iiEvoi pobt.Le-se no /i-;.
Journal:
l'lyuuii'i c D'evna-porl, sua rma mais 11 -
va, que sao puno mais ou menos o Cherbonrg
I-i- lisanos francezes, nao coritm meii
10 habitantes', o sS de urna importancia i
primeira ordem para a naco inteira, como um
13 sus principaes arse mes marilimos, um d >s
orlos militaros iirii, impon mies, islas ;.
dados, [iie na appaivncia nao formara mais .
1, mas que sao paradas, pelo que I
seas negocios parlamentares e m" Icipaes, 1 j-
to situadas sujfe1 os 11 itfl .--j. iqos do i' >-
Ih Sumid. K um viveirt pVospcro do 1
i| ic irab.illi.i 11: constantemente.
Para forrdfcr una idea geral destd Incal !-
Je, preciso iifragirior quatro promontorios a-
vauoando'para o mar. separados por tres gol-
ph is : Sulton Pool, Mili Hay o Sreuelou! -Pool,
o rio LaraouPhym descendo do norte a 1
w nil......o ai 1I11- juntos ei m
- ambientes o def.Midi las
cargo das caixas publicas da Lombardia, 1 orina- pelo farn -1 6reii ; lebra-mar
iiecem nd juiridas seus dono*, e, se livor lu-
qar, a suas vinvas c liIt >s o serao pagas para o
futura pelo goverrre de s. M, Sarda.
Esta i-.-' ipui ly'in ampliada aos penstons
lauto civis como militares, assim cono suas
vivas e tilhos, som disiinecau de origetn, que
conservarcm si ilhi no leiritorio cedido,
e cojos ordenados, pagos al 1*1 pelo d'antes
reino d'-ltatia, passaram euto a se-lo polo le-
SOlirO ausliiaco.
rccein aos na\ ios
comm
i olTe-
: 1 '.i um porto segu e
SenJtores redactare.Habilitando lia anuos a
villa do Ip, 110 Gcar, onde lenho a niiulia fa-
milia, tiens o casa de negocio, honrado com as
soas mais gradas da comarca, cu-
ja confian ;a ufano-uie de conservar pelo meu
proCilmoulo, que, al boje, merefi d..- Dos, tem
sid 1 paulado pelo zelo no cumpriraonto de meus
d vi res ; nal pensava que algucra houvcsse,
que ousasse abocanhar a niinha rcputaoo, e es
moulu o meu creilo, que sobrotiidu tra-
balho por manler intacto, como homem de ne-
go< i >.
Entretanto o estado de anarchia em que tem
se conservado aquella villa, depois que, succes-
sivamente, del I a se reliraram os integerrtraos
ui/os do lireito Calanho, Vioenle Alves, Tosca-
iin Brrelo, e Oliveira Maciol, lem animad').'.
alguns reos de polica n erguerem o eolio, ca 11-
sili.n i'iu "~ liomens honestos o pacficos da co-
marca, quer por fac is, quer por cscriplos, e cor-
res; indi ncias, insertas aqo, 011 no Cear.
.'1 mm coubo-mc | ir irle i mordido por
un re le polica, ti nt-', quanlo despre-
sivcl, chamado J.oo Ribciro da Ponseca, conhe-
cido por Joo Chiquerador, que, ostensivarx
se aprescnlou, pm urna rorrospoiidencia inserta
neslo ilacando a niinha repulaeo como
negociante na villa do Ip.
[110 um amigo sahsse logo em ninUa
le /1, i.-! ize.i lo a negrura do calumniador e
despresivel Joo llibeiro da Fons i; todava
para que o publico lique saliendo quem elle,
1-me a publicar os dous olucios e una cer-
1 ..ii.iixi transcriptos, pelosquaes se v que
e Joo Ribi iro nao passa de un desgranado,
que por duas vezes lem id a cadea, ejaolron-
00 : a priinera por ler insultado ao actual juiz
lii'cilo iiiterinu Antonio Firmo Eiguera de
1, c a segunda por ler ferido a urna mu-
llier de 1101 ic Uelfina.
Enti 11.11 hroe dessa laia que do Ip
1 inserir rom ias em Pernainbuco
i, p ir sen pi 1 :edi 11 jnlo, e pos
aciin 1 dclle c dos seas pro-
L'.'! lOI '.-'.
res, que o hon-
rado juiz do direitu regn [uella infeliz
1.1 -I 1 1, para canter a 13 Jo is llil
ao.- > 'us pati '. is, i. .0 e Irnqurlli-
I..... os e laboriosos du
II ife 13 de Janeiro de 1- I
Jos Bernardo Teixetra
l!l 0. r. l ;. Joj llibeiro da Fonsecai
pros por fi rmenlos pralilica-
1 I I fin 1 do ia!, aie 1 1 rido para que 11-
m .;- 111 uilo do m '. 1 [ue era ira! ele
..-:,"..: era conservado da o noile com o
11 >, ape/.ar da icclumaco que Bzcra
v raule >. S., para que houvcsse do livra-lo de
inmodos leiri cis que
irisan no Irouco, inuito principa 1-
iiilen > lee dia : icndo-mc requerido,
'f. ', [i.iia pie 1 1 I imassecouhecimcnlo domo-
i ra ti ita luna priso, pe lido ao mes
1 a 1 1 pi idenci entend que devia pri- '
uto du r-me a V. S., pira fazcr-lhe
v ue nao c -' trae, e nem justo pieuder-sc
110 I roneo lo que a 1 para os Ga-
. 1 ih'Jciii, para que nao |
A leilura do 1 ... uto de Joo llibeiro veio
Publicaccs a pedido.
Aos socios d Hospital Poi'liigiiiv ir
BiMielit'ciicia.
l'ele-soque explique quem poder pirque
junta administrativa nao aornta-o olTerc im
que fez o Dr. Garneiro Honteiro, da pn -1 1
serricoa mdicos ao Hospital Par! igu /, 1 1
motile como onns de ge Ihe dai li leou a
honorario dr 10)000 me isaes, com u que o di -
mu duulor oblcm meio d" -" Irausporlm quan-
do paga a um mediee 1:0005000 o os iroprios
ihembros da junta sao oa prm iros a 1
a parida, u zelo o as vanl igei ou o
Hospital qiMindu o Dr. Carueiro Hontairu m
re funeciunando-: ser isto prolecoai ro ab !
-.1 do i:u estabelceimento de candada
l.i a
' d 1 ral
Mo reinado doTfenrique II, riymouth era anda eni-her-me i.. ;o, porque pri meira-
uma pequea villa compusta I 1 alu;iias li ibila-
- ; : 1 3ua importancia
eri! lo cr escora ni ronsi leravelm .
zar dos frcquenles'ataqucs dos Francezes, e es-
pecialmente em 1408, lempo- emque foram .:
iiiadis por elles 1, -. Sua admira ve I -i-
indicava
ordo de
-
i
:. 1
luooao a indicara aos 1 los com 1
Arl. 15. Os archivos, contendo os Ututos de feilamerrte propria par*s ostabeleccr urna gi

ui .
1
|I0 !' : .'1 : mi: --":u austria
il a, ou pe 1 r do
1 hia.
Arl. l- lardos, quo fazem
- islriaeo, exi peo dos que
1 lombardo
1 sen da i S M. 1 lor d'Auslria pelo -
I! '. 1
As mi iradas iscm- lomar seu rargoos3[5da divida d
la Lombardia,quema- bardo Vcnezi^no.
conservaras funcees Supporlar igualmente
Mont l.om-
11 ma porcao do em-
prCStiuiO nacional de 185, lixado eulre as alias
p irles cnutralantes em milhes de florins
1.1 conveheionada.)
Art. ''>. \ respeilo dos |0 rttllhes de florins,
oslipulados no artigo precedente, o governo d
S. M. o Imperador dos Francezes renora o com-
(limento, que lomou para rom o governo
deS Vi. u Imperador da Austria de effeiluar sou
que rvico d Austria.
. 14. As 1 civis rumo milita-
res,! que eslavam
la I mbardia, pi
, livor lug i-,
suas viuvas e lilh e sei i| gas para o l'u-
Ksia csiipulajo li la ,. 9 pensiona)
tanto ci isoon o militaros, assim como 6 suas viu- pagamento, segundo o nimio determinado no ni*- sal
i as o til 1 nci fio de ori ?em, que con-
rom 1 id un lerrilorio cedido, c I
*, pagos al 181 i pol 1 d'anles re-
Italia, ; i-lo ] el 1 ti
:-! .ICO
Arl. 15. Os archivos contendo os 1 I lus de-I
'os administrativos e de
tratado.
Art. 7. r
dos das lt;
lamente ios
Monlo-Lom
jusliea civil, relali' u r| irle da Lombardia
rujaposseso reservada a S. M. o imperador da
Austria pelo presente Iratado, quer s provin-
ias vcneznjias, sero 1 aos comtuissa-
rios de s. '!. I. c R. a; ; .1 logo que poder
Reciprocamente, os ttulos de propric lado, do-
cumentos aduiinistravos e de jusliea civil, qne
crom 1 s| cito ao lerrilorio cedido, que
podem encoot archivos do imperio da
As'iia, serao entrcgui s aos commissarios do novo
governo do Lombardia.
As alt is part i mos se comproraetlem
a commuiiiear. 1 entre si, i pedido
aiiloridades administrativas superiores, lu-
jos os documentos o informaees relativas ne-
gocios respectivos no mesmo tempo Lombardia
c- a Venenccia.
Aiq. 16. Asi s religiosas eslabeleci-! aquclle do
das na Lombardia. podoro dispdr livremente de | eslosilum
propriedades movis o immoveis no caso
1 a Icgislaeao nova, para sob a qaal passam,
iiooutorisu a cooservacao de seus estabelcci-
nionlos.
Art. 17. s. m. o imperador das Franceses se
reserva transferir S. M. n rei da Sardenha-, na
forma consagrada das Iraos icQues iolernacionaes,
es direitos obrigaces resultantes dos artigas
' 8. 9, 10, II, 12, J, 1 15, e 1( do prsenle
ligo addicional ao Iratado nssignado, em data
deste dia, entre as duas alias paites onlralau-
les.
I' ir nutro lado, o governo de S. M. o rei de
Sardenha raiteira o cnluenho que conlroton,pelo
i ido assi nado igualmente hoje entr a Fnnea
o a Siilen'n. de rcembiilsar esta sonima ao go-
livo o du pa sivo deste oslabelocinieulo se cffei-
tuai 1, loma ido por base a reparticao de 'd|o pora seus allluenies.
a Sardenna
Do nclivo
e sua caixa
pblicos, a
les e a Aus
que -' com
polhecanos
em visia da
a dar sua p
ros, quer
regulament
crdito dos
o addicional, mencio-, l'eieiieia na
tratado, assim como du arlij
nado no arl. 7.
Art. 18. S. M. o lor dos Francezes c S. ou mais ce
M. o imperador d'Ausiia corapromeltom-se a fa-: verno .- rd
Mirccer eei;i Lodos 0: us esforene n creacaa del lulos.
n,,i eonedetacSo entre as oslados italianos,iim Art. 8.
ser collocada sob a presidencia honoraria do I direitos e d
Santo Padre, e cuj maolcr a iodepen-> gutarment)
propriedades o documentos administrativos e d
jusliea civil, relativos, qaer parte da Lombar-
dia, cuja poss sso reservada S. ,'.I. o Impe-
rador d'Austria, quer s provincias veiiezianas,
sero entregues aos co:nmissaros de S. M. 1. o
1!. apostlica, 1 igo que poder ser.
Ileciprocamenle, os litlos de
documentos adminisiratims e d
que dissereni respeilo ao territorio cedido, quo
podem i-iuiinli.ii-se nos archivos do imperio da
Austria, sero entregues aos conrmisjarios de
S. M. o rei de Sardenha.
Os gocemos da Austria e da Sardenha com-
promettem-so cormaunicar reciprocanen'.e en-
tre si, a pedido das autoridades administi
superiores, iodos us documentos e informaces
[relativos a negocios respectivos ao mesuro lem-
po Lombardia o Vom ca
Art. lii. As corpOraces religiosas, csiaiieiec-
las n t Lombardia; o cuja existencia a legislaco
suda nao autorisar, poderao dspor livremente
de suas propriedades movis c iuiino.eis.
Ari 17. Todos os tratados o convence ;. con-
cluidos entro s. M. o Imperador d'Auslria o s.
M. o rei do Sardenha, que eslavam em vigor ail-
los do 1." de abril de 1859, sao ctfnflruiados cni
ludo, que nao filr dorrogado pela presente Ira-
lado. Todava os alias partes eontractantes se
comprometiera a submellcr, dentro d'ura auno,
esies tratados e eonvcnees a urna diviso gei il,
alim de fazcr-lhes, ue coromnra accordo, os mo-
dilicaces, que forera julgadas conformes ao in
leresse dos dous paizes;
l.mquan',0 Uta se nao der. estes tratados c
convencoes sao ampliados ao territorio nova-
; menlfl adquirido por S. M. 0 rei de Sardenha.
Arl. lfS. A navegaeodo jago de Garda livre',
alvo os regulamonlos parlieularos dos noilos e
du polica ribeirinha. A liberdado da hai
cao do l' o do seus atjenles e maiilida con-
orme os tratados.
lima conveneo, destinada a regular as medi-
das necessarias para provenir e reprimir o con-
tiabando subi estas aguas, ser concluida eulre
a Austria u a Sardenha dentro U'oui auno, a Ira-
le eslaoa 1 maritfra i, c na poca da arm ida li
1, o Sound servio de ancorado rro a
11,i.
I. "......."i" *.-.-. "." II IUI K.X/H.1
i propriedades, I as'oiriras defozas roe
le jusliea civil, Iseguiules lo orm.lavis augm
pi esjs le crime
maior, que illos dentro da
, que o carecroira o outras pes-
111. V. S. nu quei ;.i preso al-
gum no Iroi liud 10 durante a noite, o
vi / :i :: lass r 111 '-lo da ca I
Acho ah urna coi I liro, que rm seria difflcil
explicar, a nao querer altnbui-la a 'motivos
, q ic podem pare 1 r in
1' einpi rga 1 publi 1 .
1 poder ranua conjn
si u e.iv.r 1 ; a viu]. uci 1 Iraz a di \
dio, a vingaiie.i, que por sua vez originara o
. turbara 1 Iranquillidado publi-
a, o debarxo do duplo carcter de ni
.'i 1 id qu c inflan;a c i
do mesmo 10 :m pai 1
le a V.
MOTE.
Tenho um chap) d{ Presmalo,
ForraJo de Bacalhio,
Com presilhas de Toucinho
E a has de Pcixe-Po.
GLOSA.
l) evolicas raridades,
Toaho \iisli coeQo,
Qneboiiie deivar por bra
A's mss r "olas i la les :
Tenho, Je dez quali la
.enros fabricados de Ui
Tenho Caitos etn Saguuto,
Carnizas de MarmelUd,
Tenho iius botins de cocada
u Tenha um chapeo de IV
Tor grande lafularia,
Tenho um capote do A tu ni.
Fino, qual nao lia natihum,
Com galla Jj meUnea.
Tenho do iripas de En
Suspensorios de Bilho,
E maiulei \ir de Macio
Pelo Berganliin Zarolho,
Fin colele .le Replho
Forrado de i!aclho .
Tenlio urnas Lulas Je Pao,
l mas metas do Azcitona,
I", urna rica panialona
Tuda feila da Melo :
Tenho um doble casaco
Feilo Je Borras Je \ 1
E comprei a um meu \
Paro fartar meu m
L'm llob Chambre le Quijo
Com presilhas de Tu icinl
Guardo n" 11111 vitreo canuJj
Trinis paies de ceroolas,
Feilas Je verde ceb das :
Por (iciv.-io eaneludo,
Mas o que amo sobre lu lo,
Que pola e-cuna Uaro
.ilainlei vir de Curaco.
I. um l,n le It ocilo,
Com mangas i-. Po-da-l,
I! abas da Peiie-p 1. >
Necsemper arenm lendi Apollo.
1 ....
3 cun osla
Variedades.
por,se r u [ue Ihn i";n reque-
r i 1 o men :ioi ':.. irodi 1 eca.
Agnard 1 a resp s!a com brevida le.
.1 \\ s. Ipi'i lo de novembro de
I'"'.'.lllm. Sr. rpita 1 Jo: : Bernardo reixeira,
io. Ojuiz
. ii eito interino,
1 F S iio.
lilm. Si. Respondo o oli'o de V. S.datado
intem, em que me falla sobre a priso do
ando-
mi' i' 1 -uto de lu-lo conservado no tren-
te
Cumpre-me dizer a V. S. que tend eu receb-
!u una denuncia de que os pros is so pn para-
v..:u, ; -r insinu 1 5 de 1 minh is .1"- if-
feclas para urna I a, alim d 1 me desa-
creditaron!; exigi do carccrciro toda a seguran-
gurauea, toda ,1 ca itela u vigilan ia na cadeia, e
mJa caire ess o de que V. S. me
, liomem muito audaz, e ousado, e capaz das
zas mais arriscadas, para este exigi maior
verno de S. M, o Imperador dos Prancezcs', se- lar da liora das ralilieacoes do presmilc tratado.
gurvio o mu lo estipulado 110 artigo ') du dilo l'-m quanlo islo nao acontecer, seto apphradns
na cunimis-o CompOSla de dSlega-
s partes contratantes, ser immedia-
iluida para proceder a liquidaeo do
iirlo-Vene/.iano. A pardilla doac-
navegaco as disposices, estipuladas na con-
veneo de 22 de novembro de 1851, para a re-
piv-so do contrallando no lago'Maior, no l' c
lio Ti saino ; u durante o mismo inlervailo nada
ser innovado aos rcgulamculos e aos direitos
do navegaco e;n vigor a respeilo do l' 0 de
polo menos.
A-s foriillcacoes foram principiadas 110 lem-
po do Henr [ue VI ; a 1 idadella sita la n 1 \-
ireinidafle esle do 11 e; foi construida p ir Cari is
111, nos reinados
mentes que a 1 1-
mada da cidade por una frota iniraiga urna
cousa que se julga improvavel.
<( Devonpori cham ira-suoriginariamente Ply-
'> 0 ic, e s des le ls^i que se he deu pie reconsiderando s u ,. abo de e\-
1) nomc actual. Esta cidade manda dous niem-
bros ao parlamento, e administrado por um
, duze nlJermen e iiinia e seis cunsclhei-
ros iniinicipaes, contera iima sobarba reportica,
do correio, una bella casa nioriicipal o um mig-
1 instituto industrial! li' urna cidade muito
,' spora, cheia de vi la e aetividade, sullirienlc
si b perfeilamenlo 0111 oslado de sustentar
urna calegoria entre as outias cidades de Ingla-
terra.
Stone-house: faz parle de Plvnio'iUi e de De-
couport, ou antes una especie deancl, que
nas. Stone-htnsc comprelicnde nos seus
I i in les os qnarteis d intantaria de marinha, as
niauuteiiees navaes, que cobrem quinzo aert-s
da ierra o d'a^ua, e o hospital mariliuio, q
de recebormil doentes.
'< l'ara apreciar as dorkas preciso visita-las ;
destripcu alguraa pude pintar realmente o ani-
maro, que all se observa, nem dara ama i la
da mmeiisdade de materiaes cuntidos nos can-
leiros, arsenaes, forjas, callas de navio--, cur-
t lariaS, duelos seccas, do.las d'agua, asma: 1-
vilhas do marlello a vapor de Ibomyth, fundi-
5es do aiieeras, que se cstcrHlem a mais do
meio-iiiillia de norte a su',, e quasi nutro taulo
de este a m.-ie, c ludo islo consume urna ret .
[ue bastara a uma'dtlzia de principados alle-
mes. Estes estabule iulenlos oceupam o lado
osle do llannaz
roda da qual se
foram construidas em 1728. Do lado da cidade tou a sua pi im i, por i.-so tambera anda n
aS dotka esla separadas por urna alta mura- quahiucr providencia respeilo, e aguardo
art T*'!?1* b18U" lugares 11:10 tem menos de aquella infoimaco para despachar a sua petico
M pos de altura. Adianto do_ porto, e a urna conforme achar de jusliea.
corta distancia da costa foi chnsiruido um dique Nao posso dcixar de sentir oiuiz que a meu
de urna nolavel solidez, e [irofundidade extra- respeilo faz, considerando-me dominado de odio, ja'via noticii
oidmaria Os iialKillios loramconieeados em ou- rmgaiira e violencia para com esso individuo
luiiro oe180; em janeuo de 1819 foi collocada miseravcl, que lem servido de instrumento a
imeira podra, e no anirm seguate tiuham \;-.\:>. pcquonias, c qao sasco e corop
FESTAS EMSIAO.
Na seg 111 la m 'la I
se em l,.i.-.!. k o aun
letch-l'iira, o primeiro 1 .
os nacionaes.
Os i -,-
ra um .r in le ban pile, a qu assi >tii
- digualarios du reinoe us mera Uros :
r al.
.
nticamente fechada d'um lado | ruma imw
gaiola, que neerrav 1 -
lo eolio por um 1 -'.,1 lu
I separava a sala do ui 1 :
leo onde se a :h ivam polo qnei -
riles, q ie s orden -
culav.'im excrci :ios muito curi sos
uotaveis,
o rei appai 1 quandu
banqucl -, si bro mu eslr l |
parado e\;-, -.,.:. 1 mus
euto, tucuu hymn -
de locar, os gran les dig
scnrolaram lanl si le ras de sed
; lautos eram os cnsules. I
deira lia- se, cm liugua sii ti
1 o une d ca a naco que
representada).
o rei r. lir.ui-se depois; porm, p-'r sua 01
un mciiJarira conduzio os cnsul -. lim d
banquete, ao grande pa; palacio, m
que s com multa d.
visitar.
l" :" u mais i1 I
;!.i:/, foi construido por Pha-Na-R
1 mo a cadoia soja iraca, c nao of- Contmn inumeraveis ornan 1 -
una a urna fuga premedi-
tada, o carccrciro entend 11 que s poda conser-
var beui seguro 110 tronco ; e esta a razan por gurados por dous enormes bri
......luo ah lem-sc couseivado.
I ssa mesmo individuo reqjerou-me cm 1er-
isados e incivis, allegando que cu o esla-
- de 011ro, e o grai .
lem dous metros de altura, c
mas por podras de grande val r.
a/e, quo s-rpi-nieia para o sul, c va perseguindo no tronco, e leudo ou mandado
se lem aberlo diversas bacas, que ao carccrciro que inforniasse. anda nao me vol-
a commisso effet'luar
situaco dos immoveis, de inanoira
ipriedade tanto quadto for" possivel
dous goveruos, era cujo lerrilorio
os.
Quanlo ai differentes cathesorias do dividas
inscriptas al i de junho de 1859, sobre o Monto
Lombardo
ros a caixa
safio, a SeL_.
parles e a .uslria de duas, quer de pajar os ju-;
o reembolsar o capital, conforme o";
os al aqu om vigor. Os ttulos de
subditos austracos entraro de prc-
quola-pailo da Austria, quo don lio
do tres mezes, a partir da troca dos radficaeoes,
sido ornpregalos ncsla obra o'J.iIO ps cubitos
e do 2|5 para a Austria. Art. 10. O governo austraco c o governo sar-
do fundo da amorlisaco do Monte do coiiiprommeltem-sc a regular por utn acio
tie depsitos, cnnsistindo em effelos especial ludo o que disser respeilo proprieda-
Rardenha receber tres quintas par-do, e conservac&o das ponles e passagens so-
ria duas; e quanlo parlo do activo, bro o Mincio, no lugar onde forma a frontoira,
ie de bens de raiz onde crditos hy- s novas conslrucees a fazer a este respeilo, s
a parlilha, ] despezas que dells resultarem, e percepcao
das pdriageus.
Art. 21): No lugar, onde o Ihalw'eg do Hrttcio
marcar d'ora em dianle a flonlreira entr .1 Aus-
tria e a Sardenha, as cohslrrces, por ohjadlo
a rccISIkaco c o reprSalncnin deste rio, ou
Ooe forein'de naiureza a ailerar-lhe a corrate,
'eneziauo, e aus capitaes dados ju- sero feitas, de commum accordo, entre es dous
Ue depsitos do fundos de amorsa- estados lirhifropliesi L'irt ajuStd ulterior rogula-
idenha se incumbe de Ires qninlas \ r esla materia.
Arl. 21. Os habitantes dos distTic'09 limilro-
phes gozai'n recip'rocailienle das facilidades,qde c
eram anteriormente garantidas aos ribcirinhis '
do Tessino.
Art'. 22 Para contribuitem com todos seus cs-
foreos para a patitlcaQao'doS cspirilos, S. M. )
imperador d'Auslria e
declarahl o promelloin
de pedia com o auxilio dos sinos'
dores.
0 Syuid uni canal perfeo, formado pela
jncea do Tomar o do Plyne com as aguas da
Manera. Sua exienSae e. de tres n.ilhas pouco
mais ou monos', o otciipa um esbar-o de 4,500
acres. Sua proundldade media de 30 a 7ftpcs.
li' um excOHdnle molhe para 2,000 vasos. Como
porm o aticordburo ostej"a exposto ao vent
sul, e esle faca sofl'rcr- os navios alicorados, o
engenheiro IlenYio conslruio o celebre qu:ebra-
mar,'que roie.edioii do lodo esso iiiroirvonionto.
i 1 s pcquouias, e que
mu inspirava, mas ludo islo parte da ni4 vonla-
que doclarou-se
O quebra-mar urna consiVucco' de
mcrgulha- deqiieV. s. me lem, desde
meu uiinigu iraplacavel.
Nao quero com islo justificar meu procedimen-
lo anlerior, mas V. S. Lem sabe o quanlo atre-
vido e insolente esso preso Joo llibeiro, pois
de ve estar bem lerabrado de quanlo elle insul-
tou-o publican..ule' no meio desta ras, chegan-
do os insultos e as provocaces de insolente a
tal ponto, de V. S. nao poder mais suporla-lo,
0 mando-lo meller 110 tronco.
Nada mais me cabe dizer por oro, se nao que
me achara sempro punto para o que for digne de
V ESTAMPARA .Na BLGICA.
Urna carta do c valieiro te o de Ituibuiv u
academia de Bruxellas, trata de urna des
que fez ltimamente us archivos da cidad
Alivers.
A mais antiga menguo n aliva imp usa
ira prensa de imageas com chapas, e nao 1! 1
prensa com caracteres movis), de q le at 1
na Belftira, 6 i
Acha-se na acta da reorganisac ida le S.
! o Anvers, datada de 22 de j
anuo.
03 pri'ilers impn -
na corporacoo, depois dos llun
juntamente cuinos pintores,* dptores n ni-
doir.i o era podras, e ridraceiros.
A ci lado de llruges polo, por M
vindicar a honra de ler contada cutre osa -
hitantes de 1456 o 1457. um l.m de Printvre<
Joo o impressor de M. Scourfon, eabi 1 arcMvis-
la de ftrugos.primeiro quedeseobrio a ciis
O cavalleiro Len de iurburc deacoMio
que quarenla anuos antes de Jan de l'rinti
do Bruges, existi 11 in Jan de Pvintere cm Anvers
li annunciado quatro veces nas actas aut'iond-
cas da vereaeo da cidade, em I 17. A !
eslampa da bibliolhera ioI de BrwreHas data do
1 flC.
ose for possivel, Iransmittir ao gti-
' os quadros especificados destes li-
li) governo do S. M. sarda succode nos
brigaces, resultantes de contratos re-
estipulados pela adminislaaoao aus-
terrtorios, e nos paizes resdluidos ou cedidos
iienhiim individuo, coinpronlOltido'por occasir
dos ltimos acoiitocimenlos na Peninsula, qual-
oiiocado a U milhas pouco mai ou menos da I xeira, \" supplenle do delegado.
costa, sobre um banco do rochedos, o qual s \ Inslrumenlo dado e passado em publica forma do
se v no baixa-mar. Afiles do quo existo hoje, I 0llii io de niim lahelliao do rcquorimeolo abai-
havian douseslabelecidos sobro as masmas 10- \o iraosciipto.
chas, o primeiio construido em 1(598, e destruido Roquerlmenlj.
;ado do polica.Diz Joo Kibei-
, que achando-se preso na cadeia .
linha 92 ps do uluv.ico 1 1 -'.villa desde o dia 21 de oulubro prximo \ apezar de ler nlercalad is duas folhas manuscri|i-
metndn de Ierro e melado passado, om consequencia de falsa imputaco tas, que mal so dillercn^am das ednes daquel-
de pao, fui queimado em 1/g..,, 0 pharol actual que so Ihe faz do crime de offensas phisicas, pelo I les lempos.
S. M. o rei de Sardenhi j pomo depiS por urna d nipes'lade, eo segundo, I!lm..Sivdele
ue cm seus resperlivoi I i'oiistriiidu por Iludyant foi comoeado em 1706 e ro dja Fonseca,
acabado em 17u'J
apezar do ser fciti
OBRA l)ii (JHS.MH PREGO,
A bibliolheea nacional de Mulud adquiri lti-
mamente urna joia bibliogrnpbic.i do ineslimvi 1
valor.
li urna biblia impressa 0111 HogflDcU ;
compariheiros de Giiltcuiber-i, qualro annos d.-
pois de descoberla a impronsa. o livro im-
presso mais anligo que existe em Hespanha. Is-
la perleilameiilc conservada osla preciosa edicao.
quer que soja a (H**9C ol condieo \ que per-, foi co-ie^.-ado, segutidu o platio Jo Smeaton jual foi injuslaraenlo pronunciado, e nao leudo!
T m. _


PUMO DE PERNAMBUf.O. SERADO 14 DE JANEIRO DE 1860.
WHtu ue ki.-i.l arvam
Bo I'arlwikeiito : Na igrejn d mnstoiro dn in-
vocaran d S. Diniz, no anuo di; 1293, sendo l>.
abbade do Alcoba^a D. Fr. nominaos Mortiiis, o
qual ossistio no principio do fabrica des templo,
o adispoz com el-rei na forma mais convcnien-
lc, no Valle do .Odivellas, junio da porta da sa-
christia est o lomudo do pedra elevado, do lovor
con; a (ora do dito rei em cima esculpida em
morraoro ; e em urna das basas sobre que assen-
a o tmulo so v I figura do um urso, do qual
csl a do um homem cravando-lhc unupunliol,
que ludo alinde ao caso milagroso, que se cont
na vida do sobredilo rei. (Voja-se a Monarcliia
Lusitana, lir. 17, cap. 21). Eslavaro-al. ha pouco
tempo as bases desle tmulo coberlos de estuque,
aellas artes.
O FIM BO MUNDO.
Agrande tribulacaoa o titulo de um livro
om que est faltado mu lo liaruiho o celebr-
rimo Cuiuraing, douto na interpreUicao dos inys-
terios o poca lyp ticos.
A sua theoria. ou antes a dos numerosos outo-
res, de cuja plumagem so reveste sem nenhura
*3l''.'.'."n.,- 6 jiro os seis" "dios d cre.i\iO G S0-
timo do descanso sao o symbolodos seis mil an-
uos que ha-do durar o mundo em lucia, depois
do quo havei.'i urna grande cataslrophe, e priu-
Cipiaro os mil anuos de descanso, ou o milenio
annunciado as propherias. Immensos autores
de vasta crudicao coucordam no faci que os sois
mil anuos coranlclam-se em
nos conven] estar proparado
mocrana oiliooo.u!, q IVVuilam o eaouiaiso
de Brown e seils enmpanheiros, julgam ser os
defensores da moral o da proprindado, porque
levanlnm a esc ra vida o altura d'urna insli-
tuieao. I
QAIlAItlNKlRAS.
Ningucm ignora que algumas mulheres nos
Estados-Unidos, aspirara a ser o quo Dos nao
quiz quo ellas fossem as outras parles do
mundo. Ali ha medicas, sacerdolizas, astrno-
mos, oradoras -publicas, o mulheres fortes que
.vio as que aspirara.a ser era tnd# iguaes ao ho-
mem. O que najo pava anda era companhias
de milicianas, qub agora se trola de arganisar.
No dio 21 de oAlubro fez o seu primeiro en-
sato em.Hartford una companhia de oarabiuei-
ros, coraposlo de 28 raparigas empregadasn'uma
fabrico do carabinais, doquella cidade.
Disputaram. alrndo ao alvo, varios premios,
toes como aunis, I alunles de peilo, brincos,
ele, e algumas dona pmvasjde grande h
dade no manejo das arma*.
Alcancen o primeiro premio lliss Lucy Myc-
res, de 1 t anuos de Ldade, que pelo que so vio
nao precisa taier us'p dos olhos nein dos encan-
tos fominis para trasbassar um coragao o oilo ou
dez varas de distancia.
[Jornal FESfA DE PIEDIGEOTTA.
A principal testa da aples a co Piedigrot-
ta, que-se celebra &6 de aolembro, e .quo foi
"t867 "pacai o' qua i 'nsl'lu'|la Por darlos de Bourbon de QesajiuJia,
s. Odout'or Cura- a ?liem rci"0 uovc lor saecudido o jugo lies-
(3)
>l dove d l
,i Madoni
a cholera, os lerremolos, que ale a Inglaterra
tem experimentado, a rpida decadencia do isla-
mismo desde a balalha de N'avarino al actual
guerra de Itarcocos, ludo isto e muilo mais se
achaaniiuiiciadino Apocatypse o confirmados
estes signaos, o doulor Cumming cr que o sti-
mo vaso apocalyplioo se entornen em 18 f>, o que
por conseguate estamos cerca do lim.
Como bo;n Ingle/., julg que a loglaterrase,
salvar da grande cataslrophe ; porem porqu e
pon duvida, nao leu o v. 20 cap. X.-VI, a quo se
refero, e que diz terminantemente :
L toda a ilba desapparecer.
) celeste imperio desmoronn-se. i
Sao importantes as ultimas noticias da Chi-
na. Insurreico loma grande incremento no ce-
leste impeli. As tropas rebeldes que se acha-
vam acampadas na fronleira de Kooang-Toung,
abandonaran] esta posieao para dirigir-sc s pro-
v incias de llon-Man.
As ultimas noticias contara que estas tropas se!
apo-leraram da cidade do Pas-Kinfon, capital de
un dos departamentos que conapoe aquella pro-
vincia, urna das mais ricas e povoaJas do impe-
rio. Este acontecimenlo causn grande
minge oulros aulores que trotam iesia .
entre elles o erudito lord Ca.ltslo, lem esmiuca- Lsla [esla do cuidadosamente a prophceia de Daniel, b a lere8SCJc ">J" a populacao das provm-
encontram coulirmada em todos os scus pormo- c,as; a I,mi;,;ira v,,/ l! J> monarcha
nores, e passo a passo pela historia romana. As Mllprw a sania percgftnacao depois de suo.su-
guerras o os boatos do Vropo actual, as pestes, P!d,a M. llro,no: ora^do a ranha allraluo as
vistas.de toda niullijao.
Desde manha dos primeiros raios do da, o
etnhao de SauUElino annuncla o principio da
fesla ; os curiosos corren em mulli lo para os
lugares por onda deve passar o prestito real, o
cues do Sania Lucia, a Chiaja, a Villa-Real li-
cam obstruidas por urna populacao estrondoso.
A Villa-Real nesse dia tuleiramento aban-
donada aos viajantes que correm de tojas as
parios do reino. ah debaixo da sombra dos
j verdes carvulhos, que essa mullido com vestidos
| piltorescos e vaciados eslab'dece seu campo im-
provisado; accenilcm-se fogueiras em diver-
sos logares, o as previJentcs cozinheiros pre-
: param os homricos macazonis. Entretanto
os homens e os meninos invehidos em scus
mantos dormem aijui e all, ou silenciosamente
contemplara os vapores, que se escapara do Ve-
suvio.
Mais longo improvisa i cameiite, com voz viva o gestos estro vagan les
cantam os altos fcitos '.do /{.-
naldini. Todo mundo oceupa-so em algumi
coiisa, um especlacuU^icurioso ver osla popu-
iai\io alegro ogglomcra la as proximidades da
igreja do Piedigrotta, na entrada di grua de
llio que os reno, caigain uiouios lu'u escorpu-
dos, o que rematara em picos e plataformas lo
estrellas, que quando chegira na extremidade
ou nao podem descer, ou encontrara urna volla
muilo mais arriscado, do que o subida. forcoso
eulo ou deixawm-se morrer.de fume ou tentar
um passo lo difiicil, que quasi sempre se lem
a cerleza de nao conseguir. Um posso muilas
vezs equivale ao mesrao que a prceipitoco no
abysmo.
Osuperior to convento doAdmont apaixona-
do pela caca, apezar do sou estado, leve a im-
prudencia de deixar-se dominar. Admont um
opulento convento da Sirria, que urna familia
austraca pos*ue como feudo reservando sempre
a cruz e a mitra para um de saus membros. Es-
tando assim monopolisados na Allcmanha as
dignidades ecclesiasticas, os prelados de ordina-
rio enlrcgam-se aos divertmenlos mais profa-
nos. So Jos II eniprehendeu charaa-los os con-
veniencias. O abbadc, do quo cima fallamos,
arriscou-se tonto era urna corrida pelos montes,
que nAo pode voltar, nom encontrar urna desci-
d.i possivel; pareca novo Scmeao F.slellta es-
piando seuspeocados no cimo de utna columna,
com a dfTerenca que a do abbade tinha mil toe-
sas de altura. 'Na vespera lodos os.frodes li-
iijiaui por atocioacao celebrado em um grande
feslim essa cacada de quoTiilo usperavam. L'lH
dos mooges acompanhou sempre de perto seu
superior, sem mostrar comtudo a mesma auda-
cia, tftndo ^subido al ceria altura toase balcao
natural parou. Vio o prncipe ecclesiaslico di-
rigir as vistas era Ionio do si e,depois exclamar:
Eslou perdido, Aniel, perdido sem reme-
dio: jomis podere descer deste pinculo. Dir-
se-ia q.ue o demonio me Iransportou.
Nao desanimoi; observa i bem os lugares
por onde passastes; a volla diilicil e talvez pe-
rigosa, purera nao possivel descubrir una pas-
sagem por onde ja se andou.
Tu te engaas, o lo deixas embalar par
una vaa esperanza, disse o abbade ; quando es-
caloi esta p-ramedo fui arrastrado por um ardor
insensato, por una vertigosa ; agora miiha ca-
NOVO BANCO
BE
pe r Amurco.
EM 10 DE JANEIRO DE 1860.
0 Banco desconta na presente semana a 10 O/o
ao anno at .o prazo do A niezes, e a 11 O/o at
o de 6 mezes,u loma dinheiro era contas crlen-
les simples ou com juros pelo premio e prazo
que se convencionar.
AI.PANDEGA.
Readimento do dia 1 o 12. .
dem do dia 1H.....
! 45:1255778
28.064a902
173:190gG80
MOVIMENTODA ALFANDEGA.
Volumes entrados cora fazendas
< c com gneros
Volumes sahidos com fazendas .
c com gneros .
91
97
== 188
199
251
=-= 440
Descarregam hoje 14 de Janeiro.
Barca fracceza a^ S. Ihomaz objeclos para o
gaz. ,
Barco americanaUniaoforinho de trigo.
Barca ami-FieaflaVirginiafarinlia de trigo.
Barca inglezaFavoritafazoadus.
Uarca inglezoCrilerion idem.
Briguc dinamarquezCoresidem.
P.iigue portuguezAmaliaclulas c batatas.
Brigue brasileiroJoven Arthurdiversos gne-
ros.
maros (le ps, 1 l.irilu! peneiras, l mayo cotilos, '
verrumes, 1 caixa Ireui de co/.inha. 1 ditas e U
fardos tecidos de algodao, de loa ele. ; a Barroca
& Medeiros.
28 volumes e 3 caixas pertenecs de machinas,
2 borricos e 4 mocos do rodas, moinhos, 1G mo-
ceras de forro,90 duzas do ps, 33 barricas o
255 macos ferragem, 2 fardos cwuros, 4 fardos
los de algodao e de sapateiro, 4 fardos fumo,
56 pecas de cabos, 6 barricas salitre, 18 barra
oleo de llnhaca, 1 dito dito de nabos, { ditos sol
do Epson, 1 dito chronie-verde, 8 ditos alvaiodc
bronco o encarnado, 1 caixa salsaporrilhi, 1 dita
remedios,1 dila borracha, 1 dita mappas astron-
micos, 106 toneladas e 10 quintaos de podra ; a
S. P. Johnston.
1 sacco embrulhos de amostras ; a diversos.
Barca franceza S. Thomas, vindo de New-port,
consignada a N. O. Bcber & C., nianifeslou o
seguntc :
115 toneladas carvo de podra, 57 ditos dito
queimado, 60 alavancos, 24 esleirs do corda,
1,000 bracas de cordose cabos, 90 fcxes, 80 bar-
ricas, 6 caixos, 95 volumes com anchadas, guin-
dastes, argollas, ferrollio?, ps enxs, estar,,,.-,
morlcllos, lonternos, tirantes etc., 227 canos .
aos agcnles da companhia da estrada do
ferro.
CONSULADO GERAL.
Rendlmento do dia 1 a 12. 26.069!45
dem do dia 13......6-5910f5
rod is do dita
dem id-
ditas.....
Hel......
Milho......
Pedias de amolar. ,
dem de filtrar. .
dem roblos .
Piassava em moli.- .
Sfibo......
Salsa parrilha .
Sebo em rama.
Solo ou raqueta [mi
Tapioca .....
(Julias do boi .
Vinazrc
3O5fir)0
ranada 2W
alqueire DJfM
urna 80O
OfJOHI
ISSrt
um 20
libra 12!'
arroba zsioen
H'JhV
ama sgaoo
arroba safMe
cento
pipa
trinos couduzi los pe i ca i no centro d i China, augmentando o mimo '''^"'l'i'"-. d'
dos proslitos da insurreico. O partido quo aca-
ba de invadir llon-Man urna iacvo do grande
ncleo revolucionario, cujo centro se acha na
cida lo do Monhing.
0 chele dcstos novos insurreccionados, um
mongo! audaz e ambicioso Ha mozos que o go-
0 beca mais acalmada deUa-me conhecer a terr-
vel posic& em que me vejo collocado ; julgio
quo oslo pona tinha coramunicacao com urna
outro.de que era a parte mais avancada fcil-
mente chegaria al l, porem a paixo porqu
rae. dexei doiuiiiar devia ser castigada :corr
rainha perdico.
Sobresahindo porm oj espirito de cacador,
accrescenlou :
Com ludo bora quizera saber o que fei-
lo do camello ; por ondo possaria elle, grande
Dos! Torio roteado o roenedo,em quanlo olha-
vomos para oulra parte e descena em vez de su-
bir? Pro/u ao co quo nunca o Uvero visto!
Cortamente que nenlium oulro vero mais meus
olhoa; preseulemeulc deve ser raeu ultimo
dado pedir vossas oraces.
Nao poJere eu ministror-vos o'gum soc-
eorro? Como a chamar a communidade para
ojuJar-me.
" Ella nao conseguir rhegar nem ao lu-
gar, era que agora ests, meu choro Aniel, e
raudo dilliculdade ters para descer. Fallemos
. islas muito vantojosas, poro que so subraet-
Ir 9Se ao serv, o do imperador ; porin
nao obstante as inmunidades do parlamcutai io foi
queimado vivo. Isto basta para descrever o ca-
caracter do novo ebefe. O imperador da runa
acha-se hoje, pois, amoacad > por insurrcir.des
formidaveif e compromcltido n'uma guerra con-
tra a Inglaterra o Franca.
proiligalhiatles turcas.
As ullin as noticias de Conslanlinopla di/em
que a lisia civil do sulto ia ser reduzida, c que ] V
r;1 r um di i rei >. se fulminara o luso e corrupeo nos ,' j'er4
levando immensas grinaldas de truclos. (J'! ou.lra couaa; oceupemo-nos com a salvarn
A importancia Josla s d raiuidade lo grande Jl' l"l":'-1 *Inw ; era sempre cumpri rom os de-
aos olhos dos rsticos dos arredores de Nai eres de eu estado e com os do um verdadeiro
que os raparigas quando so casara muitas vozos christao. Devo confessar-mo comlgo oblar
impocm aos n dvos a cndilo do leva-las lodos absolvicoantes de morror.
os anuos fes11. Em todocaso sempre ser umi boa pre-
0 canho troa do novo ; os regimentos com a
cao_o, disse o frade.
banda [msica) na frente se dirigom ao palacio'. ,v E encostando a espingarda ao braco dircilo
) ro, e a procissao com,' a uuia hora depofs Ju"t,J" as mos para ouvir a couli;so de seu su-
de meio-dia ; o re, a coito, os ministros c os
I generaos oceupam varandas do pa-
. lacio, que desta solo.' a pra^a del palazzo rcale
o sobre a slra la del Cijanc' Observa-so a se-
guintc oidem: a cavallaria, a nl'autaia da guar-
da, a arlilharia, os i icad es, porto de vinte
rail homens viudos de C-ipua, de Gaclacdo ou-
Iros pontos do reino; porm ha poucas tropas
ira i Irinta o quatro an-
ic cteixara do concorrer par:.....- .
d i fesla. ond sa i Lo admir il i
opla demonstra a uecessidade de tal
medida.
pro-
perior
s O abbade poz-sc de joelhos sobre a rocho, e
seus olhos para qualquer lado que se dirigissem
s encontraran] abysmos. A scana lornava-se
eslranha pola maneira porque as personagens es-
lavam vestidas. Como usando do um habito ta-
I ir diiTicullosa seria u subilla dos rochedos, e el-
los dispunham-se a correr montes e valles, bem
como os oulros mongos uaavam do vestuario de
caca lores tyrios ; o veste, o calgo curto, us
incias grossas do l verdes, os spalos gross i-
ros, o chapoo pontagudo ornado com urna peono
Oseguinte irecJio de ama covrespoodeiicia ue | brllha^^f niu ii?d,M( 8,k'3,.VCsU',OS
o. niioi.tia o i porte militar. Ac?bada a
cisso, as tropas arrumara era batalhs
i por onde devo passar o picslilo ; os
A.-m .> sin lista civ,I r 6 do perto de COrle scill,! ,t de douraduras o puchado p weumprlo
.ilhoes por mez ?sultao, segundo un i al- sol)erl)OS ou.v,i M,ani;n
.lo n-vntemoni,. f,uo, receben do thosouro U passo para o Rig da sl >cnrgriaeiw umetW cuncodeu-lhe absolvico.
V ?ur*Bt0, d0 us ""l1""5 :,lin"J- Cada carro apenas cont,, ,n mombroda aJ ~ Agora alfo abbadc^que a vo
Ai,r., .... !,-<;,.,:,. do sou harn, e da sua casa, lllUa rea, N' rf ,esm o', ,,-, ; esperar quo a tome termine meus das
O -ol,o. bou a s">U cargo (]ua!ro velhas favonios
nos ras u! -''"." ,! lelms, hes davam 11:111 apparon-
carros d.i cja inteiramenle mundana. Coratftdoo acto re-
cechado por l''.osocumprio-se cora toda regularidide. Fre
ajacsadas caminham v"''' depois.do ter ouvidoseu superior piedo-
Iiiiporta.
Barca Inglea Favorita a viuda do Liverpool
manifestou o seguidle :
3 fardos pannos, 37 ditos o caixas tecidos de
algodao, 4 ditas dito de linho, 12 peis de um
guindaste ; a llenrique Gibson.
1 caixa miudesas, a Mello Lobo & G.
1 dita ferragens; a A. Lopes Rodrigues.
25 feixes de formas de assucar, 49 pocos e 9
caixos raacliinisrao ; a S. V. Jonliton.
50 barricas barrillia, 9 ditas dob radicas, 2
ditas entelaras, 1 dita facas, 2 ditos o 1 cai-
xa ferragens, 2 ditas linhas ; a Jos Antonio
Moreira Dias & C.
6 caixas chapeos do feltro, 1 dita meias, 1
dita carnizas, 2 ditas Selins o borricos cuntas
de viilro, 200 gigos btatas, 8 barricas piles
jeom sal, 9 jarros, passis, 7 caixas qjueijos,
cui- I ** u'las presuntos, l dito saljnao, 4 ditas conser-
vas, biscoiios, 1 dila moslarda, ditas toucinlio;
a ordera de diversos.
2 caixas biscoulos, 2 ditas presuntos ; a T.
J. Leilo.
A barticascervejo, i caixss queijos, 1 dila
mostardo, 1 dita biscoito, lilil loucinho, 1 dila
sbalo, S jarras, passas ; a Mmoel T. 'Goncal-
vos da fonje.
2 caixas presuntos, 2 dilas biseoitos, I dita
queijos ; a J. F. Lima.
23 Larris o 25 meios manteiga ; a Tasso
>. Irmos.
3 caixas lecidodelaa, 4 ditos diti de algojao,
I fario cobortores, 1 dito tapetes, 4 caixas cha-
peos do velliulinj, 1 dila ditos de s;ila ; H.
Uruun ii C-
6 fardse 7 caixas tec'ulo de linho, 1 dila
chapeos de sol ; a Arkwriftht & C.
30 barricasbarrilha, 5 fardos tecido de algo-
dao, .'O Larris ra mteiga ; a Barroca & Medeiros.
20 fardos e 9. caixas tecido de algodao, I
dita fo!ha de cobre ; a Paln Nah .t C.
I ciiva ledo do linho ; a \. O. Bieberoi C.
3 fardos e l caixa tecido do algodao, G bar-
ris agoardente, l gigos e 1 caxto louja ;
a Saunlers Brotli;rs 4 C.
20 caixas ac ; a Brandar Branlis.
I caixa panno a C. J. Aslly & C.
tas s-bao, 1 di-
3 fardos lonas,
2 ditos fer-
James \\alli-
DIVERSAS PaOViNCIAS.
Rendimenlo do dia 1 a 12. .
dem do dia 13 .... ,
Moviment do porto.
.'./:. .- (r .. ,, i di i 12.
Do commisso a ca i i i
r\, commaiidaule o primeiro Icn mte Pedro i
d C. Araujo.
fiavioi Bnlr il no di i 13.
Hamburgo48 das, escuna dinomarqueza //
ricA, d.. 122 toneladas, i ipit i P. St .
pag i i ;,/,;,i i- i: mais geucro* .
Jos Antonio Moreira Dias.
Uavre31 dios, brigue francez Fernand, do 21*
toneladas, ca tan SI
1.619J9i '-',1 ditlcrentes mercaJorias ; ,i l -- I i
117,-000 .\ '-
---------------I (.no./2o d i-, :.:...-, ;, Jane, de 213 to-
1:736*944
32-6604190
DESPACHOS DE f.XPORTACO PELA M
DO CONSULADO DESTA CIDADE NO DIA
13 DE JANEIRO DE 1860.
Valporoizo-rGalora inglo/.a D. Diogo, S. Bro-
loers &.C., 1,400 saceos assucar braneo.
HavreCalera franceza cAdele, 1'. Freres, 1,200 i
couros salgados ; lt. & Lemos, 290 so.....9 as- !
sucar mascavado ; F. Souvago cv G., 3 bar
caf.
New-York Rarca americana I. A. H isai I
Ilenry Forslei'c C, 1,100 saceos assucar
cavado.
New-YorkRarca americana Virnigions, Uenn
l'orsler x C.,700 saceos assucar ni
Uarselha Brigue francez Zclie, F. Souvage I
& C, 300 soceos assucar raascavado.
MarselhaBarca franceza Dcus Eduard, N. 0
Bieber & C., 2,ooo saceos assucar maseavado.
Rio da PratoBrigue nacional (Marinho III, \
50 pipas cocbooo.
Lisboa=Barca portuguezo Hortencia, Amorii
Irniaos, 650 saceos assucar branco e 1"!' I
dilo maseavado.
LisboaBrigue porluguez Loia III-, F. S. H
& Filho, 450 saceos assucar bronco c 100 ditos
dilo maseavado.
Rotterdam Escuna hollandeza aSpceulant,
lt. Brandis & C, 660 couros salgados.
Exporta^&o,
Marselha, patacho francez Georgc?,
o seguinte : = 4,120 saceos assucar.
dem, barca franceza Andora, con I : '.
giiinte : = 5,100 saceos assucar.
neladas, i i>!ni3 J m Irou, i
II, carga sal a Wl i irsl r ,s I
para u Kio de Jan ifn
Navios s i/i.'/..- n.....fi.
.IVerpOfil pela Paral';; in
ton, capito 1 houia I ij em
T) ^ '-a. il 1 - - -_.- =3 lluras. 1
'J . E 1 7 =_ 1 E 1 1 Att'iotphera
Ir.r -- J
a. 7- 1 dade. -'y ~
- I -1 CC T. ~-\ sa 1 '; i 1- ;- 1 ^ S2S2 lT| -: os r 5 3 a i y -i 3 1 ' - r>
i. T. , ni, ni 3 p
- ---------r.-.---^~- -
- ,.
ii m

is urna das sultanas favoril is
urna carruogpni do proti. Na manha se-
guinte bOO.'OO francos, em modos do 5 francos,
i c transforma los, o pouco lempo
iltana pdde mostrar-se em publi-
trem, que nao custou nonos de 2:600:000
I as.
Para arraniar dinheiro, estas
desl i agitar;, >, n mi m i bri ; i ou rixa ap-
eo bsrulhu o nada mais. A lorentella, essa di li-
sa naci mal, occipa i ida a populaco, o as lou-
cas dansarinas se abandonara ao esta lo das cas-
lanholas. Aojrcr-sc a embriaguez do
lanos nesl i fes la p
gares do povb mais feliz
mcltcr urna baila na cabera: acabando assim
o i- I orinen I os. En rogara a Dos durante
i e seguro como eslou de salvar-nic
ira pedir aupo loros, o p alai dosso amigo.
Nio pslando s las h ir is cont las.cfl no as minhos,
se assiste ao^fol- l'eria tempo de aecusar-se a um santo homcm,
do mundo, fi lio t1?"' penitencia c alcancar a remiss] d-- sua
Na poli-
sta cidade falta caridosa.
de lodos os grandes dignatarios.
U paj/ brbaro,
J sabida o noticia da murte de Gero, rei de
Dahomey, trazida S Inglaterra polo ultimo pn-
.11 \frica occidental. Urna eorrosponden-
lirigida l ndres, em 31 do ou d.i a proposito dest"
aconleciniciito, as seguidles no oes sobre o paiz:
u o Dahomev ou Haliomah c um oslado mili-
no
L. Laroqi e.
Iii ;'. m. A. I,
OS CACADRES ni: CAMELOS.
Brevemente dove com este til lo
P"ia m u> pi
A idea desacrillear um homem que a(hia\ : e ijiip
era seu cliefe ecclesiostico, nspirava-lhe um
profundo lornr. Porem por nutra parto deia-lo
laoguecer e sofTrer; sod'ior como um condemna-
do, antes de entregar a alma ao Creador, paro-
lo secuto XVII, quo com pre-
bende lodo o paiz situado entre as embocad iras
do Nig -se at os ultimas encostas
U. s montanhas lo Kongo.
Nao obstante essa immensa extenso, o nnme-
s habitantes do Dahomey nao possar de
porem simpl imente da natureza, do homem c
de um animal entre tolos desgracado. A magni-
bea paisagem dos Alpes forma o lim do qua-
dro ; o autor faz p issar I : i s i do n is olhos
as tropas ligifiros e perseguidas dos cami
depois pon era i terrivel iniraigoo ca-
100, entre os quacs 180,000 sao esclavos, cador Ivrio,piemo.nle/. ou suisso. k poesa dessas
homcm cui quera con flava
va possuirum amigo, ai de
. cia-lhe atroz. Nesle estado deinde;sao senta
|vrana I! : lio um volume, que nao pode aperlos de coraco capazes de suffoca-lo.
eixar de chomai n ol meo do todas as Chuses Entretanto o prelado continuara suas preces
e leitores. No Irala de \ ilitica, guerra, deba- fnebres, e quando 03 tcrmiuou disse era voz
lar. de governo desptico o mais lerrivi I, t m la- 'os reg i os, non .1 > amor, negocios, ogiota :?m : alta :
- Uavia um
nesle. mundo jo!,
iiiiin, en -
.Meu i),..,, perdoai-mc, disse Aniel, \ <-
oes meu cora, a .. vedes a Iota porque estoil pos
saudo, e o tormento q i pa: i i. ol meu D os,
perd lai-me !
I', levando ao roslo a coronha Je sua espingar-
da, fezpontaria ao superior, que neste momento
comecava o De profanis n< oaos do mongo
dilatiram-sc, ceu corpo i trn iu-sc immo\ 1 com..
s, que o circundavam, o com mo
segura complctou o sacrificio. A arma escapan-
do-lho das raaos cabio no abismo cora um es-
,*r..nJes moniauh is un a a il ir o inl 'rosse exci-
tado pela corogejii, ligeireza, constsni'i-i d
cadores, assim como ; los ; origos que c irrera.c
pe is e.xtraordiiiari is silu icj is, eiu iuo ni
lenlrc ellos perecem.
O seguinte extracto dar sem duvi ia um i ideo
., tes sao dedicados guerra, isto a caen
avos, n qual so faz com um exercilo re-
gular de 12,0 11 combatenles, entre os quaes li-
gura um corpo de amazonas do 5,000 n ilhere?
las os oulros 6 me/es sao emprega los era
- ceremonias pblicos. Ahorne}', a capi
' il a lem urnas 80 milhas i'nflczas de muilo antajsa deste novo livro, quo se deve i
circu i, e acha-se rodeada de um fos i penna de SI. Alf.edo Michiels, um dos n
entra-se nella por 6 entradas, por) colaboradores.
A. II.
Era impossivel que um diverlimcnlo lo lo-
merorio, como a caga dos camelos e dos cabritos-
monlezes nao rod'uzisse muitos accidentes i --
urna das quaes nao ; 1 passar seno o rei.
I":.i cimo de ra lo porta ve-se uma fileira de
crneos humnos, c no interior da cidade eleva-
. ido com cabecas de homens c de
f-' pr hibido, debaixo de pena d< morte, sup-
I ir 'i te o rei come c bebe, c que est sugeito fis
mesmas lea physicas quo os cun 9 homens. u
me no parte mais secreta do seu palacio.
A f al chama-so Ikeah-ekrbek ou o
il 1 dos llevadores. Ha em Dahoraev urna
do algojo, 3
caixas ditos do linho, 100 Inrris chambo, l
dilo lijiitiraiitos, 12 caixos biseoitos, 20 ditas
linha, 32 volumes crame lorias &, 6 caixas bis-
eoitos, 3 ditas papel, 10 dilas miudezas, 54 to-
neladas de carvo do pe Ira : a Soulhall M.4-
I us vV C.
50 barrisiniteiga, 1 farJo li.-ci.los de algo-
a J. Pater A C.
1S barricas pe/os, II ditas ferragens, I ea-
xa casquinho e latao ora obra; a i'aronta ^. i-
anna ( C.
115 caixas e 10 fardos (ecidos de algolao,
5 ditas e 11 cws ditos di linho, I fardo Glile ;
a AJamson Howe & C.
caixas e 69 borricas ferragens, 49 dilas
pregos, 30 chupas do ferros, 53 ilesos de oito ;
a E. 11. Wyalt
3 caixas tecidos do algodao. 1 dila dilo do
seda, 1 dila linha; a Augusto Cczar d'Abrcu.
l> fardos o 2 caixas tecidos di algodao;a
Jamo- Crabter & C:
10 .-os e II barricas louca ; a Scolt WI-
son & U.
1 caixa tecido do linhj, 1 dita chapeos de
sol; a Jo:io Keller & C.
7u laxas de ferro, 5 feixes e 5 eaixas e 40
pecas inachiiiismo, 1 enilirulho cjberlores c loa-
Ihas ; a Braga e Silva & C.
1 caixa conta de vidio ; a Yaz & Leal.
8 Larris oleo de Imitara, 3 Jilos pos prctos,
lio si i pedra l di, Liverpool, brigue inglcz Claucus,
o seguinte : 3,500 saceos assuoar, 618 s
algodao era pluma.
RKCEBSORlA DE RENDAS INTERNAS
GERAES DE PERN.VMBUCO
Rcndimento do da 1 r. \2. 5:1133210
dem do dia 13...... 8OOJ603
CONSULADO PROVINCIAL.
Rendimeuto do din 1 a 12. 39-R!5?3TX
dem do da 13....... -:!-"J" '
41:2335128
Paula dos prc; os dos principa es vs,\A-
'os c prodneces nacionacs,
que pela mi ia io ca
lado na se-nana, de
!) a l de Janeiro de 1SG0.
Agurdente alcpol ou espirito
rormi-ir.a lo por nina
[tic em o.imparocoo
tranhos
ii io desmatado, por. m
rise nervosa to ti-rriv
uma syncopc prolongjfS seria um beneficio.
.Nao fallando dos oiitrdPloros porque passou, as
raizes dos cabellos pareciam espinhos, que lhe
singulares catastrophes. Qualqucraca- penelravam o crneo. Vira cahir seu ara
so e bastante paro perder um homcm. Se por
urna prudencia i toda prova lem conseguido por
muilo lempo preservar-so das h icos, que lao
IrequentcincBte so succcdcm, um dia vira, em
que quando menas espere as trab'os la son
sej i victimadlo. Contaram-me o historia do um
seu director espiritual ferido na cal jca nao "se
atreva a voltar suas vistos para aquello lugar.
Com oolhar liso, espantado, as fcicoes agitadas,
pelos estremecimentos cspasmodleos por m-Jilo
lempo conservou-so sem poder f*zer o menor
movimenlo. O sol quo ento se esconda o lirou
losen Lorpor; era preciso tratar da retira.! i, ao
monos para revelar o terrivel segredo e alcanzar
absolvico.
Nosso podro nao existe mu?, disse, elle
aos cacadores, apenas os enconlrou. Eu mes-
iii dillicilmenlo escape do precipicio. Meus
irmos, Dosnos quiz dar uma terrivel lico !
diveriimentos crueis e mundanos sao
;randes pepeados. Eu vos peco ; humilhemo-
nos sob a mo do Sonhor; espiemos nossas fol-
, tas, c nao peguemos mais n'uma espingarda. Oh !
apparecenao-lhe a-tobre, vasou do nina vez a quera torio previsto esla cataslrophe I
rae alcancen centraos inglczcs,"que no 8a" 1U0 '"ha na borracha,ficandoportanlo ex- Ojanlar foi bem triste nosuberbo refeilorio
< rp hereditaria do letrados, cojo nico I pobre suissoIquo cahio na funda da um rochedo
i celebrar os altos feitos do rei, o as- d'uma maneira lo desastrosa, que ftrou preso
sorrra-se que_ esle em prego muto lucrativo, pelo? dous joelhos o sem poder fazer o menor
m cada fesla soerificios humanos, que sao. movimento pira livrar-se. (i peso do cor > ni-
era um polanquo, adornado cora bandeiras da mais o tatorrara entro as pedras como urna
de diversas cores. leunha. o menor extorco que fazia produzia-lhe
| dores inloleriveis. Incharam-lhos as unas de
PALACIO NOTAVEL.
repente, o que jinda mais agravou sua deplora-
vel situaco,
l AI..1I.III nUUlU, I ,, ....... ..i..ij i>niu>iiii j,. uc|iin,i-
0 i ilcio, que era Mequini i Marrocos en :en *e 81,uaeao, (porque R :ou a priso mais oslreita
n thesouro imperial, 6 um immenso edilirio qua- e Wtaou-se impossivel a aalvacao. Fcilmente
drangular, construido no nuco de 1681, pelo im- so Pnac i;'zer idea dos agonas desse desgracado ;
olor Miih.v-feni-.il im commemorocao dos ''|!rjl'ei-'endo-lhe a febre, vasou do uma vez .i
Muley-Ismail, em commemoraco da
'cancn i
lhe linham lomado a cidade d<
linio anterior
toni magflRcas habHac^s paro o
rador e suas mulheres, deliciosos jnrdins,
arvorisados, e nos quaes crescera, por baixo das
-, as rosas, os jasmins, o invito, a madre-
silva, o thyn de frica, e um grande numero de
il i o plantas aromticas. No centro dos
ns que est a fortaleza de tres muralhas
cuja deseripeo j demos, no nato da qual se
ocha j edificio de pedra, com tres portas ilc ler-
u< encerra o Ihnsooro imperia"
posto sede. Disparou sua espingarda na espe-
ranza de que o viiiain salvar : em vio esperou
soccorro. Para cumulo de infortunio vio ao lon-
go a casa de (na residencia, e nutria a esperan-
e*-do que sua mulher c seus Olhos acert
com o lugar rm quo se tinha precipitado. Era
porm impossivel qu
do convenio, o luto foi extraordinario porque o
abbade d'Amont tinha sabido ganhor os tora -
roes de seus mongos. Quadln a Aniel nunca
pudo curar-se da commoco,porque passovo. Elle
lo doce de carcter ver-so ohrigado.... aquella
-reno atroz nunca so riscou de sua memoria.
Alfredo Michiels.
H-^EBITOIIII Ull M
podessem dar com o des- Uma febre nervosa o minava. Definhou por
venturado perdido entre os podras o os abrolhos I dous aunos e no flra desse lempo morrou com o
em urna grande altura. (Jue lempo levara o po- i sorrisode Sdlisfaco nos labios, como um hornera
bre homem a sofTrer os agonas do mora-' Nin-i que vfi aproximar-se o termo de seus males
guein o sabe. Seus restos mortaes s foram en-
controdos no (im de dezoilo meses. A aocao do
A" cidade de Hequinez a residencia preferida : c l*0.*ttlor< <,:i corvos, os milhafres, os ahu- i
i imperador de Marroeos. A posse desio ci-'lrP3 Uaeeraram seus vestidos, aniiiquillaram I
serte do imperio. Esl situada suas carnes, e despicara seus ossos.
a 65 kilmetros do Rabat, porto fortificado do I o esqueleto em p na fonda anda conser-1
o Atlntico, que a principal [.raro da ""a 4 tiracol a bolsa de caca; uma porte do
Costa do Marroeos. cnapo envolva o crneo eniotanquecido; a ar-
DEMOCRACIA ANOLO-AHERICAXA. Inferrojada jasia porto da m5o, que par: ca
No da 2 de d^zembro deve ser enforcado o c*'ar convulsivanrcnto apolada de encontr ao r-
chelo do insurreico'dos Harp peso lorluravf. os joelhos. A cableo collado para assucar.
COSlJBMlIBtCg*.
PRAfA DO RKCIFE 13 DF. JANEIRO DE 1S60.
AS TRK9 HORAS DA TAIIDE.
Cotaeoes offlciaes.
Descont do letras10 0/0 ao anqo.
Descont em 11 de Janeiro depois de Ires horas.
nos re <* governo da Virginia ( Eslados-Lndos )
lhe nao commuie a pena, o que nao c provavel.
Aos olhos de lo la a America quem o capito
Brown? A enearnereao da lberdade. Paraos
partidarios da escraviooo 6 um bandi.lo c um re-
volucionario, ao passo que os ardcnlcs adversa-
rios da cscravido o olhair. como um hroe c
um morlyr. Os que abertamenle lhe nao ch-
mala bandido, e nao ousara ihamot-lhe hroe,
m que e um deudo. Os j scvir?? da dc-
o lodo do casa bem- iudicova qual linha sido sua ; prole ja Tarahiba a Liverpool 3/8
derra leira es|er,-.nca, seu derradeiro pensamen- lo porem os olhos qucoutr'ora linham sido ani Cambio sobre I.ondres-'25 l i OOdiv.
%\< .1 ..- i..." i't^li:<;i.ilhliA>i.' !( ,'> r\.-, -y i nv i.. _.&.. *
o 5 OO al-
iados por vistas'pallteticas, ogera rsi.r.aiu en-
tnelos, e o vento da inoiitauha SibHava entre
suas tenebrosas rbitas.
Nao obstante os cacadores arrebatados co
ardor seleni, sobem sempre em pereguirio do
camelo ou do atrito mdttcz, encontr
Descont de letras10 e 12D/0ao anno.
Dia 13-
Desconlo de letras10 e 12 O/o ao anno.
FranciiCd Mamede dcAtmtidt.
Secretario.
osoa-forte, 1 dita vitriolo, 1 dita man, 6 ditas
drogas, 1 fardo papel ; a Joio da Concoieo
Bravo.
1 embrulho effeilos privados; a C. G. Bonson
e 10
de agurdenle.....
Idom caxaca.......
dem de can i .....
Idi m jenebra......
dem idem.......
Idi'in !ii or.......
Idom idem.......
dem restilada c do reino .
Algodao em plumo 1." sorte .
dem idem 2.-' dita ....
dem idem :'..' dita .
Idom em caroco.....
Arroz pilado......
dem com casi a .... .
Idwra branco novo.....
idom maseavado idem .
Izeite d- mamona ....
Idom d" mead m c de coco.
Bolacha lina.......
dem grossa.......
Caf ora grao bom.....
dem idem n -j lili .
11. io idem i ova caica .
dem moi le.......
Carne secco.......
i d" madeira ....
Cera ^^ carnauba em pao .
dora id on em \ clus. .
Charutos bons......
dem ordinal os.....
dem regala. ......
Chifres........
seceos.......
Couros d boi salgados .
dem idem seceos espichados.
Idi m idem verdes.....
dem de cabra corlidos .
dem de onca......
50 barris manteiga, 24 caixas e 10 fardos Dosce de calda.
tecidos do algodao ^ a James Ryder A C- dem de Goiaba ,
6 saceos e 1 nixinhas amostras; a diversos. dem seceos .
Barca inglcza Miranda, vinda de Liverpool, Espanadores grandes.
signada a c, J. Astley & c., manifestou o se- dem pequeos. .
Esleirs do preperi
;iiiote :
13 moldes
.1.1 moldes. 1 fornalha, 1 ealdcira, 1 ehamin-, ,
1 tubo de cobro o 5 caixas sao partos de machi- ts'oupa nacional .
nos ; a Ceorge Patchell. larinho do araruta
1 caixa chapeos de palho, 1 dila DUMiSSelioo ;
i. i. Fragoso.
consortas ; a M .!. Com-alvcs do
8 ditos ferro Rocho
6 ditas
Ponte.
10 dilis dilas ; a 1'. J. Leite.
9 fardases caixas tecidos de algodao, 1 dita
lencos bordados, 1 dila quejo ; a Atkvrghl
18 barris oleo delinhafa
o B. F. de Souza.
30 magos pfis, 1 barrica lesouras ; a J. A. Mo-
reira Das St C.
50 barris manteiga ; o Tasso & Irmos.
J/ caivas le. idos do algodao, 2 ditas dilo de
loa ; a .1. Ryder & T
2 caivas diversas raWrtos ; a I. Crabtree
x C.
1 dita selins ; a J. J.G. Bastos.
tordos lonas, 12 ditos e 20 caixas tecidos do
algodao c iioi de linho ; a Adamson Howie
Ct C.
o9 fardse 28 caixos pannos, lecidos de algo-
ii''i ,e ,'"'10 etc., 55 gigos e 1 caixa louca ; a
II. Uiugon.
128 gigos, 13 caixas c 10 borricas louca. 3l)
fardos [Btra, 1 dito mantos para selins. 75ditos
o 41 Caixos Cucadas o tecidos do algodao de It-
nlio ote, 100 soceos arroz, 50 barris niou-
eiga. 5o coixas agurdente : a Saundcrs Bro-
thars,^ i;.
, toneladas de carvo de pe.lr.i, 1 volume ou-
nnoes de vidro, 46 fardos e 15 caixas lecidos de
algoaad ; Mora.
( '>6 caixas o 17 fardos tecidos de algodao o di-
.s de linho, 40 caites queijos, 160 barris mau-
lc'ga ; a Johnston Palor & C.
6f catos lecidos do algodao do linho el?,, 1
lila enserado, 1 dita objeclos de Cicriptorio, 10
ditas ccr.scrvss^O ditos agurdenle ', n C J As-
Ooy k c
b caixas fechos de co'rc, 50 tasas de ferro. 2
Idoni de mandioca ....
F< j.oi.........
rumo em folha bom .
Idom dem ordinario ....
Idom idem restolho .
dem em rolo b m ....
Idom idem ordinario.
Gomma polvilho.....
Ipe acanhua.......
Lenha em ai lias grandes .
dem dem pequeas. .
dem em loros......
Hadciras cedro taboas de forro.
Louto pranchoes de 2 cuslados
Costad'iiho. ...'...
Costado........
Forro.........
Soalho........
Varas aguilhadas.....
dem quiriz.......
V'inhrtico pranchoes fle dous
custad ,.....
dem idem custadiaho de dilo
dem jboas de costado de 35
aO p. de c. e 21/2 a 3 de
largura .......
dem dem dito do d;t nzuaes
Mam dem de forro ....
dem dem soalho de dito .
Idemmob desecup-
ra p .
can i la

botija
cana.i i
garrafa
caad>
an I i



arroba
alqui
ai:
>.
caad i
arroba

aro

.-

-.
>
cento


libra


un

libra

um

urna
arrol'a

alqueire
alqueire
arroba

ria do le Pt
i dn I
s. Exc.
-...:.!.- I i las rden*
periaes, que o pr :o
pora o dse into mi usal de iu i1 o
notas d 503 da '>- i imp i, po
1.a, 2.* e I -t.ni'p-'-.
i prinripi I
do eorrenle niuin.-o -
CIRCULAS Ns 13
A* Alfandega, Cnsul.! e !; ria.
O Ins eclor la 1 utari i d I"..
Pernamhuco determina a] Sr. Inspector i |
fandoi que faca ees ir na sua le '
cebiti tito dos notas d- 51
il roso, o Ae 00" la I., 2.
e 3. eslampas, visto que urnas e oul
sendo substituida ; a The tirara era
da ordens do ThesouiJ, lenio
l de Abril I
! j em le 'i i descont Jo 0
em cada mez no \alor deltas, c-
! > officio da Prcsi' -vio 'c 5 '
referen :ia aj Aviso Jj 51 !'
de 20 de DcZeuibro
do Pazenda de Pern i i ; .1 J .
de 18 i". .1 io H ;' Ha C
[lentica, mutatis i;. .
Provincia.
lio ordem do i Im. Sr. I !- I
le F '.' ncia, t
blico que a arremataran
- '- is an lan na ra da Guj n. 2 I,
aos Ii ^ leiros do Am eir l)u irie V -
: : ''
antes, o or i.-.-1 i.-i a n.
i cao ti msl riil i para i I
360
00
c, [O
.:
6*
-
7g0 .:
ri i 11 i'ii souraria d n i
nambitco 9 de J nei IP60____! '
Maioi interino,Luiz Pran ;. ,"
O lllm. Sr. lu-;,- >r da ria P
vincii.l, cm cu m primen lo da ord m d i !
.....................- ..... .-
Presid: ite la '' \\ man la f
o, que no dia 20 I re -i liaJoa
pera rile o junta
-
i mraria, a
Iz t a obi 9 le q linl -,' i- !.-
..o,, dram ni i en! si
bracas, no estrj la da A .
8:800^000
A arre nal 5 la I
80( : rincial n. 3 'l de I-de i | i ', ..."
as das ..).:,
' ; p ssoas que se p
27D ; mesma junta na lia
lia corapeUntem rata habiii i i..-.
Ii para que chegue
n lou allivir o :
Diario O S A. 1". J'Annunci
i para a ai
170
300
] oo 1 O emr las
3$i0 enlre os marc mil brocas
. j da Victoria, ser e ronfor i b i
300 ciento appri \ i lo pelo ci I
,|.! e n :sta .lato submi nido lo E
DO Sr. I*.o-i lento !.i Pi
,, );8009000 ris.
'

2. As obras do
;
no praso do um i. :;, c I
,,-, ambos contados na fe ma da Li num
3. O pagamento la in pona ncia da an
gao, ser effeciuaJo em ir pi

y
arroba
cenlo

urna
um
uma





mu
3J200
2$500
||600
-
4g000

1G0?
18J000
i5gonc
2OfOO0
6jtOO0

par OJOOO*
corresponden es a f da lerjo la obra ejectala
4. Para ludo o mais que nao estiver ea
ficado as presents el usutas, ser observ
queilispe a le numero '.86. Conf
O Secretario A. F. d'AnnuriaQao.
O Im. Sr. ospccti'i da ih-.- uraria
v ncial, em cun
presidente da pr i,. ...
que no dia 26 do con ote,
mesma thesonraria, .....pi ni
por ni
dramento entre os ni 10 12 mil ..
estrado di Victoria, a vi ?.
A arremalacao ser fcita no ferina da lei ;
vncial n. 343 de l de inaio de i' ii, i
clausulas esj eci
As pessoas quo rem a esta
lacio romparecam na sala d
nada junio no dio
dia, competentemente habituadas.
K para constar i i w
o publicar pelo Ha i .
Secretario da theseu:. ,
nambiii-o, 4 de Janeiro uc !' ,
A. /'. da Anmc i
\Chtmka ee tciat ,;,0.
Artigo 1."As 500 bracas de cmneda
entre os marcos 10 e 12 mil bracas do .
Victoria, serio secutados d ee*fvraiasai
con o orea ment approvado pela
conselho, e nesla d::Ia lubnelldo a approi
do Iaiii. Sr. pro-id nte d^ pn i na im->or-
laucio do 8:8.

m u
l% r-aT^i irm%


M)
DIARIO DE PERNAMBUCO. SaBBaDO 14 DE JANEIRO DI 4860.
mi. 2."O eiiipcdrameuie comedora no prazu
de un incz o terminara no ile dez mezes ambos
contados de roriormidado cem a lci n. 28C.
Art. 3.O pagamento da importancia da ar-
remalacao ser ellectuada em tros prcslar^dcs
guaca eorrespondonles a coda terco da obra
cxeculada.
Art, 4.Para ludo o mais que nao se achar es-
pecificado as presentes ca gulas, ser observa-
do o que dispde a lei provincial n. 2t?G.
Coiiforme.O secretario, Antonio Ferreira da
Annunciaeo.
O Dr. Manee! de Barros Bairclo juiz Je paz do
1." districto da freguezia do Poco da Panel -
la, em virlude Ja lei, de.
i'ela uiiociona das obras militares se te ni
de fazer reparos em ditferntes lugares do quar-
lel da companhiade cavallaria, em Santo Ama-
ro! quem dtiste servico 5C queira cncarregar,
compareca na referida directora das 10 horas da
manha em diante, para tratar a respeito. Di-
rectora das obras militares de Pernambuco 10
de Janeiro de 1860. O amanuense,
Jo) Monteiro de Andrade Ualveiras.
2." tenenle.
Novo Banco de Pernainbuco.
O novo hinco de Pernambuco reco-
1I)C as notas de sua emissao de 10$ e de
20,s", e pede aos possuidores das mesmns
Fajo saber que lendo de formar-se a junta [ o iavoi' de as virein trocar no seu es-
qu 1 Curadora desla fregnezia, no dia 15 de Ja-
neiro Jo anuo prximo fulurc, como determina
o art. 25 da lei n. IR7 de 19 de agosto de
184(>, para execueo Jo que dispoe a roesma
lci, acerca la revisao o qualifieacld dos cida-
dos votantes, e tambem do que a respeito da-
lermina o decieto 8i2 de I!) de setembro de
18n5 e 1812 do 23 de agosto de 18,'>6, mis-
ter para o indicado lim, que screunara os elei-
tores, t supplentes desta fregnezia, em conse-
cuencia do que e cni vutudeilas resolucoes do
criptorio, das 11 horas da manha at
?.i 2 da tarde.
Ti-ihiinni do commercio.
Por esla secretaria se faz publico, que na data
infia Bernardina de Vasconcellos prestou jura-
mc.tn para exercer as funacoes de preposlo do
Corrclor geral esta praca Ino Edwin Robests.
Secretaria do tribunal do commercio de Per-
naraburoL 12 de Janeiro de 1860.Dtnamerico
Augusto do Reg llangel, ollicial-maior interino.
Acha-so recolhida casa de detencao a es-
crava Maria que diz perteneer ao padre Agosti-
nho, do engenho Arar, pcrlencente a freguezia
TIIEATlO
DE
governe os convoco pulo presente, para se aclia- de Serinhacm. Subdelegado do Poco da Paneila
remno indicado dia as U horas da manha do 113 (,e Janeiro de 1860.O subdelegado, Jos
consistorio da igreja matriz, sobpenade ineor-1 *ion^le*ia Prciuncula.
rerem na multa fulminada na lei citada, aquel-
ses que faltaren) sem Motivo justificado, os
QUXsS eleitoies e suplientes cima convocado?
lo os segunles senbores :
Joo Francisco do llego Maia.
Henrique de Miranda Hcnriques.
Jos Theodoro de Sena.
Dr. Antonio Joaquim de Mo:aese Silva.
Dr. Jos Bernardo Galvao Aicoforado.
Florencio Jos Carneiro Motueiro.
Jorge Vctor Ferreira Lopes.
Jou Francisco Pires.
Antonio Jos domes do Gorreio,
los l'elibcrto da Costa Gama.
S. Vicente e Lisboa, piia passagens etc. tralo-se
com os agenles Adamson Howio & C ra do
Trapiche Noto n 42.
N. B. Os Srs. Pritchard k Monneron, roe
Drouot n. 10 e ru Rossini n. 4, em Paris, so os
agentes desta companhia naquella cidade.
Para o Rio de Janeiro.
O velriro o bem conhecido briguc escuna Jo-
ven Arlhur, pretende seguir com muita brevi-
dade, tem parte de seu rarregamento; para o
resto que lhe falta, passageiros, para os quacs
tem bous commodos, e escravos a frete : trata-
so com os seus consignatarios Azevedo & Mendos
no seu escriptorio, ra da Cruz n. 1.
Para a Babia.
Pretende seguir nrstes 7 dias a escuna nacio-
nal Candla, lem dous tercos de sen carrega-
menlo prompto ; para o rest que lhe falta, tra-
ta-se com os seus consignatarios Azevedo &
Vendes, no seu escriptorio, ra da Cruz n. 1.
Anuid Abreu
Porto-
Porto ou Andr Alvos
Vlmaiiak da provincia.
^Sahio a luz a folhinha com
o alinanak da provincia para
o crreneanno de
Sehaslio Alfonso do Reg lia iros.
Francisco Duarle Cecilio.
Jos Lopes Carneiro da Cunli i.
los Francisco do Repo Barros.
Manoel Peres Campello de AlmeiJa.
Joo Luiz Vctor Leutiier.
Francisco Jos Alves dama.
Vicario, Francisco Luiz de Carvilho.
I'ranc seo C* sario de Mello.
Frtncico Marinho de Albuquerque Mello.
Jos Goncalvos da Porciuncula.
Jo? tgnaejo Percira da Uorha.
Joo l'aulo Ferreira.
Dr. Luis Carlos de Magalbes Breves.
Nicolao .Machado Freir.
Dr. Joaquim Francisco de Miranda.
Antonio Ayres Velloso.
Jo.- Bernardina Peroira de liiiio.
Jos Marques da Fonceca i Jorges.
L para que cl.egue ao conhecimenlo do to-
dos mancei passar o prsenle, que sei alfixade
no lugar mais publico desta freguezia, e publi-
cado pela imprensa. Frimeiro dislricio da fre-
guezia di Foco da Paneila, 15 de dezembro de
1S&9, F.u Joo Nepomoreno Ribetro, escri-
voeecre.i, M. de Barros Brrelo.
Joo Bapsla de Castro e Silva, oflicial da or
dem da Rosa, e Inspector da Ihesouraria de
fazenda de Pernambuco por S. M. I que Dos
guarde.
Faco saber aos que o presente .idital virem que
em cmprimenio de orden do tribunal do llie-
souro nacional do 14 de novembro prximo pas-
sado se comer a fazer nesta Ihesouraria a subs-
tituirlo das notas de 500$000 d;. primeira, se-
gunda e lerceira estampas. Os seus possuidores.
os, podeni aprescnta-las ao Ihcsoureiro deste
luraria, que Ih'as trocar por outras de di-
versos v.iores. Thesouraria de Pernambuco l
ue dezembro de 1859.
Joao Baptista de Castro e Silva.
Acamar) municipal manda publicar, para
eonhecimento de seus inuoicipes, e devida_exe-
nao, a postura abaixo transcri da, que foi ap-
provada ielo Exm. Sr. presidente da provincia
Paco da cmara municipal do Recite cm ses-
sn fe 9 de Janeiro de 1860. 3anoel 1 do llego e Albuquerque, presidente. Manoel
I i rreir.i Accioli. secretario.
; secjo. Palacio do poveroo de rernambu-
cn eni 17 de dezembro de 1859.
o presidente da provincia, allcndcndo no que
lhe reprrsentn a cmara municipal do Recite
ni odicio da 12 Jo correnle seb 125. resolve
approvar provisoriamente o seguinte artigo de
postura.
Artigo nico. As pessoas que caiarcni ou pin-
taren as frentes das casas, e com .taes obras dam-
nificaren os noraes das ras c os nmeros dos
edificios, deverao repo-ios no sei perfeito estad
i infrae ores soffrero a multa de 100 ; e o tra-
balho seta feito a custa delles. Lu/. Darbalho
lluuiz Fiuza. Conforme.'^nonio Leite de
Pinho.
Sabbado 14 de Janeiro tic 1800.
l'i'kinciro concert vocal a carcter
pela sueiedade lyrica italiana.
PRIMEIRA PARTE.
Syrcphonia.
Cavatina da opera SJacbth do maestro Verdi,
pela Si,i Sofa Slarini Testa.
Duelo da opera Traviala do maestro Verdi,
pela Sia. l.ui/.a Gavelli Reggiani e o Sr. Ilyp-
polito
Cavatina! da opera Masuadiere do maestro Ver-
di pelo Sr Luiz Testa.
Grande rundo da opera Luzia de Lammerinoor
i do maestro Donizzetti, pela Sra. Gavetti.
SEGUNDA PARTE.
Syniphoiiia.
Cavatina da opera Beatriz de Tenia do macs-
i tro Bellini pelo Sr. llyppolilo.
Duelo da opera l.uiia Miller do m.iestro Verdi,
pela Sra. Gavelli e o Sr. Testa.
Cavatina da opea Barbeiro de Scvilha do
maestro Hossini, pelo Sr. Jos Maria Ramonda.
Duelo da mesir.a opera, pela Sra. Marini e o
Sr. Ramonda.
O concert regido pelo Sr. maestro J. Smollz.
PREgOS.
1." oidein.......... 124000
2.idila............. 15g000
3.* dita............. bfi00
Cadciras............ H>000
Plateas.............. 25000
Os biihctcs achim-se venda no escriptorio
do thealro.
Comecar s 8 horas.
COMPANHIA PER.AHBUCANA
DE
Navegado costeira a vapor
O vapor nacional Persinunga, commandante
Lobato, seguir para os portos do sul de sua
escala no dia 15 do correnle s 5 112 horas da
tarde. Recebe carga para os mesmos, posta a
bordo at o dia 13 do crtenle ao meio dia. dc-
vendo ser acoiupanhada dos competentes conhe-
cinienlos e despachos. Os fretes sero pagos na
gerencia.
o qual se vende a 800 rs. na
Jos Soapcs de Azevedo,
proiessor de lingua e littera-
tura nacional no Gymnasio
desta cidade, tem aberto em
sua casa, praca de D. Pedro I,
n. 37, segundo andar, um
curso de Geographia e His-
toria, coutro de Rhetorica e
Potica. As pessoas que de-
sejarem estudar urna ououlra
destas disciplinas, podein di-
praca da Independencia livra-! gir-sc a indicada residencia
ria n. 6 e 8 contendo alm do|de manha at as 9 horas, c
de tarde a qualquer hora.
kalendario ecclesiastico e
civil:
Noticia dos principaes esta-
dos da Europa e America com
O nome, idade etC. de SeUS im-inio desta cidade para que foi eleito, e
peradores, reis e presidentes. |Por 8SO despecha todos es dias qua Dr.n
Resumo dos imnostos ge-^^.-V'"108 ou ed?' casa *
sua residencia, na ra de S. Francisco,
postos ge
raes, prOVillCiaCS, municipaes I sobrado n. 8 ; assim como em tocia e
e policiaeS. qualcjuer paite qne seja encontrado, e
Tabelia dos emolumentos Ve as audiencias do mesmo jubo con-1
^ tinuam a ser leitas na casa puuluru das
paroCiaeS. audiencias ao meio dia das Ierras e sex-
Empregados civis, milita- tas leiias.
PcirQ. O RO QC Ja- res, eCClesiaSCOS, Iliterarios Vende-se epermuta-sc por casas
de toda a provincia. nobairro de S. Antonio desta cidade,
IieirO Associacoes commerciaes,|ouarienda-,e sitl da liavessa dos
O patacho nacional Capuam segu em poucos' agricolas, illdustl'iaCS. littera-
dias por ter a maior parle da carga engajada:; f> r
os. irata-sejnas e particulares.
i do \ gario n e> i
Lstabelecimentosfabris, in-
dustriaes e commerciaes de
todas as qualidades como lo-
jas, vendas, a^ougues, enge-
nhos,ctc, etc.
para o resto, passageiros e escrav
com J. It. da Fonseca Jnior, na ra
numero 2.
Livros em branco para es-
cri|torio.
Pennas de 800 do 50 qualidades diiTercnlcs,
entre ellas as afamadas pennas ingieras do pro-
fessor Schulv, C conhecidascom o nome de pen-
nas catigraphicas, linleiros de porcellana e do
vidro, lapes, carteiras, esrrevaninhas, segurado-
res de papel, borraxa para amarrar Tolumes, o
muitos utios ol.jeclos de escriptorio c proprios
para ^s pessoas de commercio : na lirraria aca-
dmica, ra do Imperador u. 21.
Aos senhores encadernadores
e chapeleiros.
Carnciras de cores proprias para encapar livros
e fazer forros de chapeos, mais barato do que em
qualquer oulra parle : na livraria acade:
ra do Imperador n. 21.
\ende-se ou aluga-se urna carrosa par.-
agua com um boi escolhido : a ver, na cocluira
de Francisco Ribciro. na praea do capim, ou na
ra do Collegio n. 23.
=^-Compr3-?e iima esCTirs parda ou prcta, co-
zioheiri o perfeila engonimadcira : na ra Hova
numero 34. '
Precisa-te arrendar una baixa para plan-
lar-se capim, e lambem faz-se soi edade com al-
guem que queira, enlrando-se com 10 escr.!
quem quizer annuncie para ser procralo.
Hospital
rORTIGlEZ DE BESEFItEXCIV
EM
T> ndo de rcunir-e amanha a assenUa dos
senhores accionista^ do Hospital, coa < lim *-
peii^lde apreciare ntlatoiio da administra;
Remedios, na freguezia dos Afolados que devia lindar, pensamos prestar anda an
n. 21, pelo tempo que lr convenci- slrvi,;0 cs",nl"'ll';n"p"llV P"en,Ml0 f"sc"
, i i nlion-s socios de que esse rilatnrio nao pode nem
nado: quem pretender urna destas de-, leve ser approvado na mesma sessio por
ca i
I
Caetaiio Pinto de Veras faz scion-
te a quem interessar, que Um entrado
no exercicio de juiz de paz do quarto
anno do primeirodistricto de S. Anto
ilaracOes, entenda-se com o seu pro- M8 tempo necessario para se poderem apr
kn!ai.'>:n r.w,.,.^ D' i. i \r duvidaiin-nie os act>is da mc-sma administr*
metano Laet.ino P.nto de Veras, na ,.|[ltu 1|Ki;s 10l Su,,,,. dla I;
Lei loes.
casa de sua residencia, ra de S. Fran-
e
iiianto pcsai
declaracoes bem pouco
airosas.

Pensamos
LEILAO
Serve elle de guia ao cora-
cisco n. 8, ou na renarlicao da alfan- igualmente que a mesma administrado i
... _, cialmentc a provedoria do Hospital sera a pri-
meira a requerer urna commissao de inquerito
para apreciar seus actos e mostrar assim v-
ciaejo, que nao somonte ella nao lem ab
dega, para tratar do sen ajuste.
Vende-se leijao de dilferentes
qualidades viudo da III
com modo : na ni
DE
ORO,
\a poria da associacao
mcrciante, agricultor, mari- de Joao Lemos de Almeida."
timo eeinfim para todas as _Vendewienmmolcqilccroul0i
classesda sociedade.
ria ha nnr nivcr l''."" 1 .........
.. '. j do seu poder, como tambem na ro*nprom<
a do \igario, vandal a junta a que presidio, como lalrex injustam
Precisa-sc alugar um sobrado que tenha
bonita ligun ; qn un o pretender dirija-so a.na
do Crespo, loja 16.
Na ra da Cadeia do Recite n. 3S, deseja-
duaa salas, 5 quarlose cosinia, na proximidade se fallar ao Sr.ManQel da Silva Fontes Jnior, a
da ra Augusta : quem o liver queira annunciar ne8ocJO de seu inleresse.
por meio desla tulla ou dirigir-se a fabricado', Precisa-so do urna criada para o semeo in-
por
taz.
C4SSIIM0 POPULAR
MAGEST0S0 SALO
DO
PALACETE DA RA DA PRAIA.
Sabbado, 14 de Janeiro.
Haver baile nesle dia, e ser mantidn como
a boaordem e harmona. A msica exe-
cutar novas walsas e quadrilhas.
Ser redado o ingresso a quem nao se aprc-
sentar com a devida decencia.
Os car loes estarn a venda no lugar do coslu-
nie, para damas gratis, rayalheiros 2,5.
Terminar s i lunas da madrugada.
Segunda-feira 16 do correnle.
U agente Borja ara' leilao na porta
da associacao commercial, por conta e
risco de quem perteneer de 350 cou-
ros seceos salgados avariados, os quaes
se acliam a exame dos Srs. pretenden-
tes no trapiche do algodo no Fot te do
Mattos. Principiara' as 12 horas em
ponto.
Avisos martimos.
O agente Hyppolito da Silva autori-
sado pela cmara municipal desta cida-
de ara' leilao do grande pavilhao edifi-
cado na praca de Pedro 11 (antigamen-
te largo do Collegio) para a recepcao
|de SS. MM. II. na sua recente visita a
esta provincia ; tambem ira' a leilao na
mesma occasiao urna rica cortina e s-
nela de velludo guarnecida de gallao
Holel Trovador.
Huii larga to Rosario n. iG.
Cesse ludo quanto a anliga musa cania
Que o Trovador altivo se levanta.
Allenco, rapazeada.
Pede o hotel Trovador,
J em ludo reformado
Pelo novo possuidor.
l'lle a todos participa
Al mesmo aos entes gulosos,
Que prepara a qualquer hora
Bons petiscos saborosos.
Nao ludo l s'enconlra
O que s almas d conforto:
O moscatel, o chamjsagfio
Com o velho Duque do Porto.
Julien Medoc, chamico
E oulros vinhos conbecidos
I. se acham nos armarios
Esperando ser bellidos.
temo de una casa de duas pessoas de familia : a
! tratar na ra da Cadeia do ltecife n. 40, loja.
Hospital Forlagnezde
P>eneikeK'i Como engranado o senhor annuncianle do
Diario de honlem sol) o nome de um dos reclei-
los, a nao ser alguma artimanha de algum dos
que se dizem nossos amigos nao pode dcixar de
seralguma graea, porque parece que nao pos-
sivel que a actual junta, digna de todo o elogio,
queira ver seus actos no olho da ra, e porlanto,
expostos a seren juigados pelos abilhudos dos
seus contrarios. verdadeiro reelcilo.
i
Cear, Maranhao e Para.
Segu em poucos dias para os portes iudica-
dos o biate nacional Lindo Paquete,,^'Ja- d.t ouro.um agn.liC0 tapete avellu-
cinlho Nuiles da Costa, por icr parte'da carga
prorapta : pata o rosto e passageiros. trala-sc
com os consignatarios Almcula Gomes, Alves &
C, iuu da Crui n. 27.
tOHPAMIM FEIrlBllGAK.4
Oeciaracoes.
Navegaco costeira
&ia.cv co.uviiu a vapor.
CONSELHO ADMINISTRATIVO. O vapor nacional Iguarass, commandante o
U conselho aJmmistrativo para fornccimenlo ; K'd" ''"V"'1, i,,,r;'ir11, s,'^"'\"? ^ 0tfo
, .. oo :. iu ile .-na escala lie a da cidade da borla-
do arsenal de guerra lem de comprar osobjeclos ,./;i ,l0 dia 16 do correte s 4 horas da larde,
fesuinte :
reci be carga para o Cear e Aracaly nos dias 11
o 12, para oAssu e Rio Grande do Norte no dia
13, e para a Pdrahiba no dia li at ao meio dia.
A carga deve ser posta a bordo acompanhada dos
competentes despachos c conbecimentos.
Pa ra o 9o balalho de infanlaria.
Cliailaleiras para msicos segjndo ultimo fi-
no pares 2~.
Para a Companhia de Pedestre do linio.
1.a Companhia.
Livro de 200 tolhas para os oiGciaese com-
panhia i.
Olio do 200 fulbas para inlices de docu-
montos aicliivadai 1.
Dito de'200 [olbas para carga e descarga 1.
Dito de 200 loUias para regisiro de lilulus de
voluntarios engajados 1.
Grvalas de sola de lustro 20.
2.a Companhia.
Livro de 200 toldas para os of iciaes comman- om dianlc, e seguir para os porlos do sul i
dame da companhia 1 mesmo dia da chegada, para passageiros Irala-sc
Dito dj20 fulbas para ndices de documen- com os i?entes Tasso Irmos.
!
Aiiglo-Luso-Brasileira.
O vapor Brasil, espera-seda Europa do dial"
dado e diversps armacoes de trinas etc.
que se acham na igreja do Divino Espi-
rito Santo : sabbado 14 do correntc as
11 horas cm ponto no mesmo pavilhao.
Tambem tem muilos \aropes
E variados licores,
E a genebra aromtica
Que mitiga fortes dores.
P'ra os rapazes de hora gosto
Da Vene/.a americana
Mandou vir o Trovador
Finos Charutos d'Ilavana.
Ouem a verdade quizer
Do que digo confirmar
lleve de quando em quando
U Trovador frequenlar.
r'ra provar a evidencia
Ooe o holel lem melborado
Pasta dizer que tem sido
. Por ingleses frequenlado !
i
l'ugio ha poucos dias, do lugar onde Irabalha-
va, o cabra Oclaviano, pertencente a Manoel Joa-
quim da Silva Leao, de M.tcei, d'onde mi ha
poucos mezes em companhia do mesmo, temi
os signaos seguintes : estatura regular e reforja-
do do corpo, representa 1er iit anuos, pouco mais
ou menos, lem marcas de bexigas pela cara, cos-
luma fazer a barba dcixando suissas de passa-
piolho, muito regrista, falla um pouco descan-
sado, anda calcado, intitula-sc por torro : levou
calca e camisa de algodozinho azul com listras
e bonet de laa proprio para manijo : roga-se ;i
quem o pegar de levar a Manoel da Silva Sanies.
ra da Cadeia do ltecife n. 02.
Precisa-so de urna ama : no pateo do Ter-
co n. 2(J.
0 Martina do Adamson declara ao autor do
annuncio inserto na Ordemo de 10 do crreme,
que, se quizesse chafudar-se na lam i imm
em que vive, e se revolve o annuncianle, loria
una rerposta cabal para as suas immoraes e -
sulluosas calumnias na chronica escandalosa c
lorpe de-Ex caruncho de cartorio.
Muilo se r'eSfja saber se c vivo Jos Luiz
ifomiilil PnrhicriiP7rlARAnpfi ILarido lugarde > illa Cha, freguezia da S Ro-
llObpildl 1 O lUgUeZUCIitnLIl- quej conselho de Oliveira d'Az meis, em Porti-
?e lem propalido. Dado porm o caso, |oe
de esperar, que o Sr. rov oppoalu i
adopcao desia medida, alias atuiu justa, muilo
Conveniente, e muito honrosa para *
traco : ento curapre |ue os seoh i -
las'no Iransijain de modo algum com -
e actos encapotados, lerabraado-sc de qu
responsaveis por todos os prejuizos que resolta-
rem ao eslabolecimcnlo pela approva^i
relalorio que nem pode ser apreciado neni I
damente discutido e responsabilisad..
i m socio bemfeil
- Vende-se um cabriolet de duas r :
lado de novo e binado, com arreios, lodo
muito pouco uso, sendo de balaustre : e tas
um carro c dous bois de Irabalhar com o m
sendo gordos o bem mansos : quem
i 11 11-se a ra estrella do Rosario n. 45,. na fa-
brica de charutos,que >e dir quem vend .
Loja dobomgoslo
Na ra Nova n. 14, loja do boin gosto, chi
ltimamente um grande sortimciito de ve-
de seda de variado gosto e padrao, assim como
cortes de cambraia de seda de lin
cores mui bellas, proprios para baile, dos de
cambraia branca, ditos de tarlalana b
rclroz, ditos de phantasia, ditos de pop
zenda novissima no mercado], Drgandiz,
cambraias om pecas, de muilo delicado g
mango,tos e golliohas, liras bordada*, entro-
mekis, lii'i di; lindo branco e pret i, luvas di
viu e de Escocia, diales do louqium e de seda, <-
de inuitas qualidades, mantelete de Bl, -
de cambraia, grosdenaple prelo p ira a quan
ditos decores, sedinhasdequadros de .
droes, eum grande sorlimcnto d; fazend
prias para a praca, por seren do mais afamad
gosto o modernismo; vende-se por raen -
que em oulra qualquer parle, cor.i lano qui
ja a troco de dinbeiroou mesmo de nulas do go-
verno, ou de qualquer dos Bancos.
Relogios.
Vende-se em casa de Jobnslon Taler \ C .
do Vigarion. i!, um bello sortimenlo de re
de o no de patente iliglez, de um dos mais afa-
mados fabricantes de Liverpool, e lambem urna
Vbriedade de bonitos traucelins para os mesmo*.
O agente restaa continua a estar
pela commissao liquidataria da exlincla socieda-
de de fiacSo c lecidos de algodao pira vender o
restante oo terreno do silioda mesma sociedade.
,Os pretendentes podem dirigir ao armazem da
ra do Vigarion. 11, a qualquer hora do dia a
entender-se com o diJo agente.
concia em Pernambuco.
Devendo ter lugar domingo 15 do correnle das
aulorisadu'9 as 10 horas da manha a reunio da assem-
bla geral para apreciar escrupulosamente o es-
lado Qnanceiro da junta administrativa, que
acaba de funecionar no prelerito anno de ISo'J, c
tratar de outros objeclos assaz importantes ; ro-
gamos a lodos os Srs. accionistas de lao pi quo
til eslabelecimenlo, nao deixem de comparecer
a esta soberana assimbliageral.
A pedido de alguns socios installadores.
Cliegiicm a Pcchindia
Na loja do Preguica na ra do
Queimado n. 2. lem para
\ entler:
los arcln\ados 1
Dito de 200 folhas para carga e descarga 1.
Dilo de 200 fulbas para regisiro de ttulos de
voluntarios c engajados 1.
Grvalas desoa de lustre 20.
Cornel de loque 1
Quem quizer vender taes objeclos opresen-
itm as suas proposlas em caria leichada na se-
cretaria do conselho as 10 horas da manha do
dia 18 de correnle.
Salla cas sesses do conselho administrati-
vo para fornccimenlo do arsenal de guerra 11
de janeitc de 1860. Benlo Jos Lamenha
Lins, coronel presidente. Francisco Joaquim
Peroira Lobo, coronel vogal secretario interino.
Peta mesa do consulado provincial se faz
publico que os Iriula dias uteis para o pagamen-
to a bocea do cofre dos impostos de 4 por cento
sobre diversos estabclecimentos do 408 sobre ca-
sas de molas, de perfumarlas e de vender pl-
vora, c de 2i)5 sobre casas de jogo de hilhar reI
lalivos ao anuo Qnanceiro de 1859 n lbCO se prin-
clpiam a contar do dia 16 de janeiio correnle,
lindo os quaes fleam incursos na mulla de tros
por cento os que pagarcm depois desse prazo.
Mesa do consulado provincial de Pernambuco
11 do Janeiro de 1860.Antonio Carneiro Macha-
do Rios, administrador.
= Tendo o governo imperial resollido man-
dar fazer por arremaiacao a parle das obras do
caes da alfandega, pcrlencente ao ministerio do
imperio, e que ainda se acha por concluir, com-
prehendida desde a linda da ra do Rosario at
o arsenal de guerra, observndose o plano
aprcsenlad > pelo engenheiro Carlos Neale ; pelo
presente se convida as pessoas que qulzcrem ar-
rematar a jonlinuacao da referida obra a apre-
senlarem suas proposlas em caria fechada nesta
secretaria de estado, dentro do prazo de 90 dias,
contados desta dala.
Secretaria do estado dos negocios do imperio
cm 24 de noxerobro de 1859.
Fauato .moiiso de Aguiar,
Para o Porto.j
Vai sabir cem brevidade para a cidade do Por-
to o brigoe portuguez Promplidao II, forrado e
encavildado de cobre, de primeira marcha e pri-
meira classe, por ter parle do seu carrcgamenio
prompto: para o resto c passageiros, para os
quaes lem excellenlcs commodos, trala-se com
Elias Jos dos Santos Andrade & C, ra da Ma-
dre de Dees n. 32, ou com o capilo.
Para Lisboa,
segu com brevidade a barca portugueza llorlen-
cia, caplliio Jos Manoel llomao, por ter urna
pane do carregamento promplo ; recebe carga a
frete, c lem boas acommodaces para passagei-
LEILAO
Sem limite.
PELO AGENTE
munriB
Barrlo: ('.. consignatarisda gale-
ra americana Metleiaser (capilao
Cook) Carao leilao por inlervcnro do j
a^nte cima do carregamciilo da re-10lUra$ muUi fazendas> cujos
leHda galera, COnsiStindO em CCUlO dinariatuente baratos, slisfaio a expectativa
gal, para negocio sen, na roa .i l'r.ua n. (1 na
misma casa vende-se folha de carnauba muito
barata, e buchos de pescada.
Jockey Club.
A commissao directora lem marcado o dia 19
de Janeiro, s I oras d.i larde, para a segn la
corrida, no prado Piranga, sendo os premios e
entradas para as lies corridas seguintes :
1.a corrida I.Ooj bracas 200SOO0
Entrada 6O3OOO
2.a corrida OO bracas l()o$()(li)
Entrada 3o|000
3.-' corrida 700 bracas 15j>000
Futrada 40$000
Os socios que quizerem inscrever seus ca val os
deverao dirigir-se no secretario da commissao
directora al o dia 14, depois do qual nentiuma
inscripcao ter logar.
Champa nlia.
Vende-se barato, para fechar contas, una pc-
Uialy e maria* de cores, ptimo nao s para : quena quantidade de champanha, era gigos, da
roupoes evesiidos d||M)iontarade Sra. como para marca acreditada C4C, na ra da Cadeia do Reci-
vestuarios da menimB a 300 e 400 res o cova- J ".-
irin 1 i-DV. 1 e i Ausenlou-se de casa d'> sua senliora o 1 -
doU.allesd mermo ettampados muito finospelo (.rav .luv,.lld0i prel(Ji Wade de ,,, Pannos.
/.
de
deminulo preco de 2:500 cada um musselinas
modernas, bastante largas, de variados padres
a 2G0 e 280 ris o cova do grvalas a Fantasa,o
mais moderno pos ivel a 19 e 1200 cada urna, e
e um
do comprador.
mm
SK
de Mo 111e\ ideo os mais lidos que tem
ros : qnem na mesma quizercarregar, poderaen- > Hilo a esla Cdatle, YSt'O UUC foraUl CS- I \
tender-se com os consignatarios Amorim Irmao il- i _..ii ...1. J* j 1
ra da Cruz n. \i, ou com o sobredilo capilTo na"! eolhldOS naqiielle pOft. E desuecessa- \
rio qualquer elogio a estes auimaes at-1 s
lendendo-se o que a experiencia tem \
mostrado, qne para o servico de carga .
presttm-sc muito bem relativamente a \
foi-lidao, |M'i- tanto sao convidados todos
os sentares de engenho a aproveilarem
esta quadra assegurando-se que nao se
eiige i tara preco c]ue todos sern ven-
didos ao correr de na re I lo.
Os pretendentes pois podem exaini-
na-los no armazem amjrello cm frente
do arsenal de maruha, e alii ser effec-
R1EALC0HPANIIIA
DE
estatura regular, peinas linas, ps um pono vo-
lrnosos, c bocea grande : quem o apprehender
1^ leva-lo ao Mondego casa do fallecido com-
mendador Luiz Gomes Ferreira, ser gener isa-
mente recompensado.
Pedo-se ao Sr. Guilhermo Dessone de Al-
meida, corrclor de escravos, o favor de dirigir-se
Olinda fallar com Joo Baptisla da Silva Man-
guinho, a negocio de sen n'.eresse.
Hua do Imperalriz n.
loja do econte.
Kssencia de samalo.
Ricos leques verdadeiros
sndalo.
Bengalas epulceiras ricas.
AKinetes para cabello, dito
para segurar chapeos de
se ahora.
indo chegado pelo vapor
inglez.
Aencao.
Vendem-so velas de carnauba refinada de to-
do- os lamanhos, ditas de carnauba pi ra lam-
bem de lodos OS tamaitos, mais baratas do que
em oulra qualquer parle em c ;
muila poreo, e vende-se a porcao quese-
ra ; tambem se loma conla de qualquer encom-
11.enda i om presteza, islo fazenda naiti -
rior na bem conhecida fabril 1 da na Dircita,
casa n. 59.
praca do commercio.
Para o Rio de Janeiro.
O veleiro patacho nacional Bcberibe, de pii-
meira marcha, pretende seguir com muila bre-
vidade, lem parto de seu curregamento promp-
to ; para o resto que lhe falla e passageiros,
para os quaes lem excellcntes commodos e es-
cravos a frele, trala-se cora os seus consignata-
rios Azevedo Mendos, no seu escriptorio, ra
da Cruz n. 1.
Paquetes ioglczes a vapor.
No dia 14 deste mez espera-sc do sul o vapor
Avon, o qual depois da demora do coslumc se-
guir para Soutbampion tocando nos portog de
CURSO
DE '
Preparatorios.
O bacharel Jos Joaquim de
Moraes Navarro tem aberto em
sua casa ra do Hospicio, segun-
do sobrado passando o Gymna-
sio, um curso de preparatorios,
para que acha-se competente-
mente autorisado pela directora
|| da instruccao publica, os estu-
a dantes pois que se quizerem lia-
fr bilitar para exame o achanto
^ sempre prompto. j^
aiaaiaiMaMalSaiaaalBMBia^alSlaWB
nsvsnBVaSHvSra WwOTWOlweilh cnivSanfWiPSW
Carneiro sumido.
Desapareceu ou furtaram no dia 12 pelas 5 ho-
ras da larde, da casa amarella na ra do Jasmm
um carneiro grande todo branco e muilo gordo :
quem delle der noticia ou leva-lo a casa cima,
ser recompensado ; protesta-se contra quem o
tiver occullado.
Na ra Direila n. 84, precsa-se comprar
duas marquesas que estejam em bom uso.
toado o leilao: ter^-feiri & c- T&HS'tWm*m & C* "*" d
rente s 11 horas em ponto.
Precisa-sc
Avisos diversos.
Na livraria n. 6 e 8 da praca da
Independencia precisase fallar ao Sr.
Um carro americano de 4 rodas.
Arreios americanos.
Bombas americas.
Fogoes americanos.
Arados de ferro a 30$
Champagne e cognac.
Relogios americanos.
Farinha de trigo de todas as marcas.
de urna pessoa habilitada para ensinar prmeiras
letras c lalim, no engenho Siberia do Sr. Dr
ArrudaPalcao : trala-sc na ra da Scnzala Nova
numero 38.
3eeociaco E)|xo0vapIttca
IJcvttatuhticatta.
Domingo, 15 do correnle, s 10 horas da ma-
nhaa, baver sessio ordinaria do conselbn di-
rector ; sao convidados os senhores conselhei-
ros comparecer.
J. L. Dornellas Cmara,
1" secretario.
Fugio do engenho Forno da Cal o escravo
Noreu, cora os signaos seguintes : crioulo, de 21
i 22 annosde idade, altura regular, bem teito de
corpo, cor retinta, falla muilo bem, sabe 1er e
escrever, muilo poltico, inculca-se do forro,
ccsluma occullar-s por Olinda c nesta cidade,
na Boa-Visla, onde a rai que forra, serve de
ama actualmente em urna casa da praca da Impe-
ralriz : roga-sc as autoridades policiaos, pedes-
tres ccapilcs decampo de prende-lo e leva-lo
ao dilo engenho, ou nesta praca ra da Roda
n. 50, a Jos Antonio de Araujo Guimar.ies, que
generosamente recompensar, alem dasdespezas
que com a prisao do mesmo se facain.
Varas douradas para mol-
duras.
Na livraria da ra do Imperador n. 21, existe
urna grande variedado de varas douradas do to-
das as larguras, para fazer-scq.uadros e moldu-
ras para retratos e paincis.
Veude-sc ura cavallo novo, do bonita cor,
bem feito, e bom andador, sem achaque algum :
a tratar na ra Imperial, casi ou silio do major
Aulouio da Silva Gusuiao.
Veudem-sc gigos com 22 libras de batatas in-
gle/as pelo diminuto preco de lj500 cada um
no Forte do Mal o ra da Mol Ja n. 23.
(loberas de t'hila r2S.
Ruado Queimado n. 19.
Vendem-secobertasdc chita a 2j, corles je re-
cado francez a aj5()0, lencos de cambraia para
algibeira a 2$ a duzia.
Vende-se, perrnuta-se, ou arrenda-se o si-
tio da Iravessa dos Remedios, na regottia
Afogados, n, 21 : quem pretender un
declaracoes entenda-se com o sen ptonrii
Caetano l'into do Veras, na reparlnao ca alfan-
dega, para tratar do seu ajuste
Ausentou-se a casa do ; signado sita no lugar da Piran a da
freguezia dos Afogados, urna esci-ava
parda de nome Rulina com urna cria de-
2 anuo chamada Maria, e consta que
se acha acoutada no Uecile, pelo que
roga-se as autoridades policiaes e guar-
das da companhia de pedestres hajam
de apprehende-la e entrega-la na dita
casa ou na ra Oireita da povoacio dos
Afogados ao Sr. alferes Francisco Gon-
cilves Silvina, que gratificara' o ap-
prehensor.Henrique Augusto Milet.


DIARIO DE PERNAMBUCO. SaBBADQ i4 DE JaNEIRO DR 1860.
(5)
l

("KEMP PILULAS VEGETAES
ASSUCARADAS
I'iecisa-se de una Btua lotra un captiva
para o servico de uraa casa de familia, e que se
preste a comprar e a saliir a ra cm objectos do
servico : na ra larga do Rosario a. 23, segundo
andar.
COMJPAXHIA
DLlMOS. S E 1.\FAL1.1VLIS.
NEW-YORK.
O MELIIOR REMEDIO CONHE.CIDO
Contra constipages, ictericia, a/fecces do figado,
fcbres biliosas, clicas, indigestes, tnxaquecas.
Hemonhoidas, diarrhea.doencas da
pelle, irupcoes.e todas as enferruidades,
PROVENIENTES DO ESTADO 1SIP1R0 DO SANGl'E.
75,000 caixasdest remedio.cousoiDmeui-se an
nualmenle I
Remedio da natureza.
Approvado pela (aculdade de medicina, e re-
commendaao como o mais valioso catrtico ve-
getal de todos os conhocixios. Sendo estas pilulas
puramente vegetaes, nao contera ellas nenhum
veneno mercurial uem algum outro mineral ;
pslo bem acondicionadas em caixas de folia pa-
ra resguardar-se da humidade.
Sao agradareis ao paladar, seguras e efficazo
em sua operario, o um remedio poderoso para a
juventude, puberdade e velhice.
Eslabclccida cui Londres
CAPITAL
Cmci miUiocs de liaras
esterlinas.
Saundrs Brothers &C." tem a honra de In-
formar aes Srs. negociantes, proprietarios de
casas, eaguemmais convier, que esto plena-
mente aulorisados pela dita companliia para
eu"ectuar seguros sobre edificios de lijlo e po-
dra, cobertos de telha e igualmente sobre os
objectos que contiverem osmesraos edificios,
quer consista em mobilia ou cmfazendas de
qualquer qualidade.
Traspassa-se o arrendanicnlo de um enge-
nlio distante desta praca duas legoas, vende-se coinTc
una parte no mesmo engenho, machina nova
vapor, distilaeao nova e bem montada, 22 bois
de concia, seis quartos, algumas obras, salfra
Pastilhas vegetaes Je Kemp
contra as lombrigas
approvadas pela Exm.* inspeceo de estuJo de
Italiana e por umitas mitras juncias de hy-
giene publica dos Estados Unidos e mais paizes
da America.
Garantidas como puramente vegelaes, agra-
daveis vista, doces ao paladar sao o remedio
infallivcl contra as lombrigas. Naocausam nau-
seasnera sensaces debilitantes.
Testcmunho "espontaneo em abone das parti-
Ilias de Kemp.
Srs. D. T. Lanman e Kemp. Port Byron
12 de abril de 1859. Senhorcs. As pastilhas
que Vmcs. fazem, curaram muu filho ; o pobre
rapas padeca de lombrigas, cxhalava um chei-
ro ftido, linh;' 'omago iuchado c contiua
ao no nariz, lao rn.igro se poz. nij.e eu
leniia perde-lo. Noslas circumstancias nm visi-
nho meu disse que as pastilhas de Kemp tinham
curado sna lilha. Logo quesoubu disso, com-
planlada, etc. ele. ; Irala-sc na ra do Crespo n. l^ 2 v(Jr0S dc pasUlhas c com cUa> s'a,vei fl
i vida dc meu tubo.
Sou de Vmcs. seu amo agradecido.
W. T. Floyd.
Preparadas no seu laboratorio n. 36 Gold
jSlreel pelos uincos proprietarios I). Lanman e
1 Kemp, droguistas por atacado em New York.
Acham-se venda em todas as boticas das
principacs cidades do Imperio.
Achando-sc vago o lugar do guarda do l>abinc-. r Dl; PSITOS
le Portuguez de Leilura, a respectiva directora Rio d Soum
13, loja.
GABINETE PORTUGUEZ
DE
<2i
eos fabricantes c proprietarios.
Acham-se venda em todas as boticas dasprin-
cipacs cidades do imperio.
DEPSITOS.
Rio dc Janeiro, na rua da Alfandcga n. 89.
Babia, Germano & C, ruaJulio D. 2.
Pernambuco, no armazcm de drogas de J. Soum
& G-, rua da Cruz n. 22.
Curso de preparatorios.
O bacharel A. R. de Toares Randira, profos-
sor de geographia e historia mitiga no gymnasio
desta provincia, contina no ensino dos seguimos
preparatorios: rhetorica, pliilosophia, geogra-
phia, linguas frauce/a e iogleza ; na casa de sua
residencia, rua larga do Rosario n. 28, segundo
andar.
Precisa-se alugar urna escrava para o ser- cima do marcineiro.
nicsmos prelendenles as habilitacoes que exige
scmelhanle encargo.
Secretaria do Gabinete Portuguez de Leilura
30 de dezembro dc 1859.
J. G. Yillavcrde.
1." secretario.
Aviso aos cacado-
res.
Espingardas do espoleta milito finas, e garan
te-se a qualidaJe por ja se ter espermentado ;
na rua Direita u. 61.
Precisa-se de urca ama e paga-ae bem : na \5 1'
no paleo Je S. Pedro n. 10, segundo andar, por J& 1
vico inicuo e externo de urna casa, assim como
laiubem um escravo : na rua da Santa Cruz n. 66.
Publicando litteraria.
Guia Luso-Rrasileiro do Viajante da Europa!'
1 vol. em 4o de 500 pag.: vende-se na mo do j
autor rua do Vigario n. 11, brox. 3$ encad 4$
$i* O I)r. Casanova pode ser procurado
a qiialquer hora em seu consultorio lio- |*J
nieopalhico t
28=RA DAS CRUZE&=28
ojjmcsmo consultorio acha-se sem-
pre grande sortimento de medicaroen-
tos em tinturas e glbulos, os mais no-
vos e bem preparados, os elementos de
homcopalhia e Nystem diccionario dos
imroiHWfff- ftfffffffnki
O Sr. thesoureiro manda lazer pu-
blico que se achara a venda todos os dias
das 9 horas da manhaa as 5 da tarde,
no pavimento terreo da casa da ruada jjftermos de medicina
Aurora n.26e as casas commissionadas
pelo mesmo Senhor thesoureiro na pra- n
. j I j j le Precisa-se por aluguel de urna ama forra on
ca ua Independencia n. 1+ e lo, OS; captiva, que saiba engommar bem, para urna
bilhetes e meios da ultima parte da ter- j casa de pouca familia, paga-se bem : na na do
oeirae primeira da quarta lotera do N|Pd0BomSC
Gymnasio cujas rodas deverao andar! ^ymTTW
impreterivelmente no da ii de Janeiro^ ntNTICT rnMTC7
do auno prximo futuro. DENTISTA FRANCEZ.
,, i ... j j > Paulo Gaignoux, dentista, rua das La-
Thesourana das loteras 21 de de- rangeiras 15. Na mesma casa tem agua e
zembro de 1859.O escrivo, J. M. da p denflco.
O Dv. Cosme de Sa l'ereira|tj
Rde volt de sua viagem instructi-
f^tiva a Europa continua no exer-g
rl^ciclo de sua profisso medica.
jVa Da' consultas em seu escripto-^
!jiio, no bairro do llecife, rua dap|
V^Ci-uz n. 5o, todos os dias, menos?
V VHe as 10 da manhaa, sobre otP
seguintes pontos :
. .Molestias de olhos
Molestias de coraro e del
pcito ;
Molestias dos orgaos da gera-j
cao, e do anus ;
%'. Pra tica ra' toda e quahjuer
operadlo cpuejulgarconvenien-
te para o restabelecimento o%\
seus doentes.
O exame das pessoas que o con-
sultarem sera' feto indistincta-
Cv mente, e na ordem de suas en-
FOLHI.MIAS PAR 4860.
Esto a venda na nvraria da praca da Inde-
pendencia ns. 6 o 8 as folhinhas para 18C0, im-
pressas nesla lypographia, dasseguintesquali-
dades :
K OLTIINIIA RELIGIOSA, contendo, alm do
kaleudario e rcgulamento dos direitos pa-
rochiaes, a conlinuagao da bibliolheca do
Crislo-Brasileiro. que se compite : do lou-
vor ao santo nome de Dos, coroa dos ac-
tos de amor, hymnos ao Espirito Santo e
a N. S., a imitacao do de Santo Ambrozio,
jaculatorias e commemoncao ao SS. Sa-
crameulo e N. S. do Carino, exercicio da
Via-Sacr3, directorio para oraco 'mental,
dividido pelos dias da semana, obsequios
ao SS. coracao de Jess, saudacoes devo-
tas s chagas de Christo, oracoes a N. Se-
nhora, ao patrocinio de S. Jos c anjo da
guarda, respondo pelas almas, alm de
outras orajes. Prejo 320 rs.
FITA E VARIEDADES, contendo o kaleuda-
rio, rcgulamento dos direilusparochiaes.e
urna colleccao de ancdotas, ditos chisto-
sos, contos, fbulas, pensamenlos moraes,
receitas diversas, quer acerca de cozinha,
quer de cultura, e preservativo de aores
e fruclos. Prego 320 rs.
k:
ITA DE PORTA,a qual, alm das materias do
costme, conten o resumo dos direitos'
parochiaes, Preco 160 rs.
NICA, VERDADEIEA E LE-
GITIMA.
Rua Nova, cm Bruxellas (Blgica),
SOB A DIRECTO DE E- htRVAXD
Este liolcl collocaJo no centro Je urna das capitncs ni| orlantes da Europa, terna-se >!e gran ':
valor paraos brasileiros e porluguezes, por scus lions cominoJos e conforiavel. Sua posic
una das atemores da ciJade, por so adiar nao s prximo as esta^ries Allemanlia o Franca, como por ter a dous minutos de ?i, toJos os diestrose diveiiiiixiitos ; e,
! alera disso, os mdicos precos conviJam.
o ioiei iiasempre pessoas specites, asilJo o francez, allemSo, fl.mongo, inglez e por-
tugus, para acompanhar as lourislas, qur em suas excurtes nJ C!*de, ijur. no icino, |u r
emfim para toda a Europa, por precos ue nunca excedutnde 8 a 1C rsnC9 (3HW a 40. (id
! por dia.
Durante o esparto de oito a dos mezes, alii residiram os I".\m>. Srs. consellwiro Silva Fr
. rao, e sen filho o r. Pedro Augusto da Silva Ferrao, ( de Portugal) e os l)rs. Fehp I
; Netlo, Manoel de Figueitoa Faria, e desembargador Pontes Yisgueirj ( do Brasil, ) e muiU-
tas pessoas lano de um, como de outro paiz.
Ospr.rosdo lodo osetvico, por dia, regulara da 10 a 12 fran IfOOO 'o.">00.)
No liolel encontram-se informacis exactas acerca de luJoqUa |>le precisar um
SALSA PARUILHA
DE
ro
Collegio de Bcnifica.
Dircclor cimito propriclario
Estevo Xavier da Cunhn.
i
Remedio sem igual, sendo rcconhccido pelos !
Olhos vivos.
ii livor na na ii.i l r
anda mesmo era onir.i qualquor rua
pi rto da ponte da ltoa-\ isla, um i
para a'ugar, de '' quartos granJi -, i
quinl.il c cacimba, para n preco de 2." i
Este collegio, legalmenle autorisado, e estabe- mensaes, comprela na roa da Cruz lo B
mdicos, os maisiminentes como remedio nial- lociJono rrabalde do Chora-menino, abre o sou 66, prirai tro andar, ou do i uno:;
livel para curar escrophulas, cancros, rheumalis- a","u ",ul',r' cn conormidade dos respectivos P'"' esteiornal para s.-r |:
mo, eufermidades do ligado, dyspopsia, debili- C8lalul.,no da 7 do corrent*. Seu director es; I Ilunder, alfaiate, lem
dado geral, febre biliosa o intennillentc, enfer- Pcra continuar a merecer a confian,;., du que a!.- I I'ubli.
midades resultantes do em prego de mercurio, a80ra j.em fioZ'iJ". "'o cessando de empregar lo- egu.v,-, que de h.
' do o disvello para que seus alumnos recebara a ",in lazenda moderna e de variado j
ulcerase eiuproes que resullara ila impureza do
sangue
CAUTELA.
D. T. Lanman & Kemp, droguistas por atacado
New York, acham-se obligados a prevenir o res-
peilavel publico para desconfiar de algumas te-
ustruc o e a educa, ao convenientes.
REMEDIO INCOMPARAVEL.
UNGENTO Htil.l.oWAY.
utlhares do individuos do todas as nacSos p<>-
dom lestemunhar as virtudes deste remedio in-

)'
tr&das; fazendo excepco os doen-
* ^| tes de olhos, ou a(|ticllesque poi $
M motivojustoobttverem hora mar- 'ti\
^|cada para este im.
\ applicacao de alguns medica fi
j,'-. tnentos indispensaveis em varios r(
casos, como o do sulfato deatio-fc'
| pina ete,) sera' felo.ou concedido W
^|gratuilan:ente. A coniAiiqa que a
i \[ ncllcs deposita, a presteza de sua
nes imitacocs da Salsa Paililha de Biistol que!comparavel e provar em caso necessario, que,
hoje se vende neste imperio, declarando a todos ; polo uso que delle lizeram tem seu corpo c tuem-
que sao elles os nicos propnetaiios da receita brosinteiramenlesaosdepoisde havereroprega-
do Dr. Bristol, tendo-lhe comprado no anno de I do intilmente outros tralamentos. Cada pesoa
*6. I poder-se-ha convencer dessas curas mar vil liosas
Casa nenhnma mais ou nessoa alsruma tem
di
qnalquer obra, e preco i ioovi l ; na
ii. Cl).
S ii o, fillu ,'., ('.. di irarn que M
ida lunior dfixou dc s
desd.....lia l do corren le. !!, ifc, 1-
de IN-'I.
Compras.
Casa nenhnma mais ou pessoa alguma tem pela leilura dos peridicos, que Ibas relatara
ireilo de fabricar a Salsa familia de Brislol, todos os dias ha muitosannos; o a maior parle
porque o segredo da sua prepararlo acha-se so- dolas sao lao sor prndenles que tuejtmpe so
mente em poder dos referidos Lanman A: Kemp. mdicos mais eeleWs. Quantas pessoas reeo-
Aviso aos Srs. lo eutreijlio.
Compra-se mel em p i
Iratai l
Tara evitar engaos com desapreciaveis co-1 braram com este soberano remedio 'o uso de seus
binacoes de drogas perniciosas, as pessoas que bracos e pernas, depois dc ler permanecido lon-
quizerem comprar o verdadeiro devem bem oh- I g0 fempo nos hospitaes, onde de \ iam soffn r i
serrar os seguales signaos sem os quacs qual- lampuUco I Dellas ha muitasque havendodei-
quer onlraproparagao 6 falsa xado esses asylos de padecimentos, para seno
Io O envoltorio de fora est gravado de um
lado sob urna chapa dc aro, trazendo ao p as
seguinles palavrns:
D. T. LANMAN & KEMP
SOL AGESTS
N. G9 Water Street.
New Yor\#
2 0 mesmo do outro lado lera um rotulo cm
iceao,
Cruz.
Denles arliiciaes.
francisco Pinto Ozorio tem a honra de scien-
lificar ao respeitave! publico desta cidade, que
est de posse da machina a vapor vulcanile ;
colloca denles por este novo syslema anda nao
visto nesla cidade, c lalvez eni'todo o Brasil por
ser um syslema inteiramenle novo, e por conse-
guinie muilo fcil para as pessoas que e vem
ra prciso de usar delles ; lambcm os colloca
por meio de chapa em ouro ou platina cora molas
XAi.*.AS.Jt.i.i.i.iJi. ti.i.XXt XX t IXA
Vaceiua publica.
Transmissiio do (luido de braco a braco, as
quintas e domingos, no lorreo da alfandcga, c
nossabbados al as 11 horas da manhaa, na re-
sidencia do commissario vaccinador, rua estrella
do Rosarlon. 28, segundo andar.
O Dr. Manoel Uoreira Guerra mudou a sua
residencia para a rua da Imperatriz n. 48, se-
gundo andar.
Temos a honra dc coin-
e a ncccssidadc prompta O
vv de seu emprego; e tudo quanlo o M
^V demove cm benefici tic scus y
y doentes.
papel azul claro cora a firma e rubrica dos jiro- mcutrataloque necessHassea nalureza do mal
do Kan,ns u. 0.
'- di i i :
[ue saiba cozinhai juramar : qui m
quizer dispr, dii ija-
te ii loja de terrag ns.
Corcpra-sc urna liteira prefei
do-se de mola : na praca da Indi
dencia n. G c 8.
= Comprara-se as -
nardo na La, o Judas era Sabl \ .
es'resultados beneiieos dianto do ordeorrege- y""" ,""' '''" '"' ,''"' '-1
dor e outros magistrados, afira de maisauli uli- '"? ;v ro*,ca' Duel |rr : r- ''
mao ilas Almas eo Diabo na i s-ola : i -..
gra| liia se dir.
Compra se urna lite ra : i st
pograpliia.
submetlerera essa operaeo dolorosa foram
curadas completamente, mediante o uso desse
preciosorcmedio. Algumas das laes pessoas na
infusao de sen reconhecimenlo declararam t
eareni sua ti r 111 n 1 iva.
Ninguem desesperara do cstsdo de saude se
tivesse bastante confianra para ensaiar e-ie re-
medio constantemente seguindo algum lempo o
^c?-r
Pao d'Ailio.
Novamenle roga-sc no Sr. Jos Garca de Sou-
za Ijlanios. que venha quanlo antes pasar o que
dey 3 na padaria do pateo da Sania Cruz n. G,
pois ja lempo bastante, c mesmo lera-lhe sido
ped do por diversas ve/es por caitas, e al o prc-
senle nao tem dado solucao alguma.
Us abaixo assignados declaram que desde o
ni pela presso do ar, caira os que estiio em es-1 iniiiiip.il- nn Pivcnpiiavpl eni-nn dia do curenle o Sr.Joaquim Carneiro Leao,
ladde caria com ouro e niassa adamantina, e U1 U,11Cl' O lCS|)tlia\Cl COI J)0 deixpu de ser seu caixeiro. Kecife 4 de Janeiro
de 1'sGO.Francclino Izidoro LealiiC.
i Purlaram do terreno de Fura de Portas, de
l'liomaz Jos das Nevos, urna canoa de um pao
amarello, nova, com una marca de fogo
a ; a pessoa quo della der noticia c des-
cubrir o ladro, dirija so a rua do Vigario n. 5,
que ser bem recompensado.
-p O Sr. Paulo Jos rilgueira mora-
na Escuda no engenho Rua Nova,
favor de apparecer na rua Direita
n. ^, a negocio do seu interesse.
Manoel Joacjuim de Oliveira & C.
fazem publico ao couunercio desta pra-
ca, que desde 31 de dezembio do anuo
I O. p., o Sr. Antonio Joaquim Gonealves
Fraga, deixou de azer parte da dita lir-
I ina e nao mais socio de sua casa.
:.@&S@S333-*3-3S:$323S Camisas inglezas com peilo dc linlio a
Q 559 a dozia : na rua do Quciraadj n. 11. 0
iVJBftenco.
Gratifica-se bem a quera encontrar ou der no-
prielanos.
3o Sobre a rolha acha-se o retrato e firma do
inventor C. C. ftrislol em papel cAr de rosa.
4o Que ds direcoes jimias cada garrafa lem
urna phcuix senielhante a qi vai cima do pre-
sente annuncio.
DEPSITOS.
Ro dc Janeiro na ruada Alfandcga n. S9.
Ilahia, Germano & t.., iua Jolioo n. fl.
Pernambuco no armazcm de drogas de J. Soum
& Companlua rua da Cruz u. 22.
Estevo Cavalcante d'Albuquerque, Dou-
tor em Modecina pela Faculdade do Rio de Ja-
neiro lendo vollado de sua viagem a Europa
acha-se com residencia na Cidade de Olinda rua
do Boa-Hura onde poder ser procurado a toda
cujo resultado siria prova rincontestavelmente :
Que tudo cura.
O ungento he til, mais particu-
larmente nos seguiites easos.
Vendas.
outros massas brancas, por precos razoaveis. po- '. do COinmCl'Cio dCSlapraCa (|UC
Jenda ser procurado para este lim em sua mora-' .* ..
!i, na rua eslreila do osario n. 3, a qualquer! I1CSU1 (lata Gl.Va UCCXISIII' i\
h0-o.dSado sou Re- mudou o seu es- sociedade que tiiihamos for-
eri|itor.o para a rua larga do Rosario, sobrado da hnado O (Ilie CVraVa SOb a 1M-
quina n. 52. J'
Olorccc-se um honicm capaz /u0 ('e
com familia para fcitor dc sitio, qoel Aranaga & Bryan
entende pcrfeilaiucntc dc plantacocs :| l'icando sualiquidacoa cargo
cnsla typograpliiase,dir. je llSsos succcssoios os Srs.
agenciados fabricantes amerlca- Aranaga, IlijO&C,
Pernambuco 31 dc dezem-
Alporcas.
Caimbras.
Callos.
Canceres.
Corladuras.
Dores de cabeca.
das cosas.
dos membros.
Enferraidades da culi*
em geral.
Ditas do anus.
ErupQes e escorbti-
cas.
hora pata exercer aclos de sua nrofisao e espe-: ,'1!tl,,,,ns,no abdomen.
.:-!_.._..____...... j. _.....- _._. r. Frialdad! ou falla di
calor as extremida-
des.
Frieiras.
das as pernas
doi-
fa ca
cialmente para tratar de parios, molestias de
ulero, dc olhos, e de vas urinarias e azer toda
e qualquer operacao.
Traspasse-se o arrenJamenlo de um En- i Gcngivas escalda las.
gcnlio muilo peno da praca, vende-se urna par- : ^S^ do ligado
te do mesmo hngcnho, urna maquina a vapor, i Vende-se este ungento no estabecimento
umi deslilar;o nova montada de um tudo, 22 geral de Londres n. 224, Strand.n e na loja
bois de carro, G quartos, e oulros objectos: |lodos os boticarios droguistas e outras pessoas
. _. r\ i n enearregadas de sua venda em toda a America
tracla-se na rua do Quemado n. 10. do snii"Havana ,icsllanha.
Hoga-se aos brs. devedores a firma social t- VenJe se a&OUrs., cada bocetinha ronlm
de. Leile & Correia em liquhlaco, o obsequio urna instrucco em prlugudz para o modo de
de mandar saldar seu3 dbitos na loja da rua do fazer usn dnsU' u"Kento
r\a rua Nova n. l?, prirnciro ami
se i or Tu-.- urna carteira non
I. lll'S
cues e preparados no laboratorio di '> I
Pars.
Farelo le Lisbi i i|
ro andar.
Na galera
Nova, n. lv pi
retratos pelo syslema n<
foico dos Irabalhos i: I
ment c lao bem conheeida I
pital. Alii su encontra um .
ns qualid ides o tamanho-
vi nde um i exceden I raachii
Inflammago da bi siga.
da matriz
Lepra.
Males das pomas.
dos pintos.
i'e olbos.
Mordeduras de reptis.
Picadura de mosquitos.
Pulmdcs.
Queimadelas.
Sarna
Supuraeiies ptridas.
Tinha, em qualquer par- ,
, '. Iludo soilmenlo de cauuhas
te que seja. das
Tremor do ervos.
Ulceras ua bocea.
dn ligado.
das articulaces.
Veas lunillas ou noda- l!'' pedra, 2 cadeirasdi I
pe lencos,
lypo.
Vend in-se 12 radeira<, 1
e nccessai ios para
- t, 2
na, e
Madre
oe muilo
de lieos n*. .!.

nos Grouver & Baker.
Machinas de coser: em casa dc Samuel P.
Johnston c\ C, rua da Scnzala Nova n. 52.
Precisa-SC fallar ao corresuonden-
! dos Srs. tenente-coroncl llcineterio
Josc Velloso da Silveira e Francisco Xa-
brodelS.V.I.
Aranagak Bisan.
Ilavendo cessado a so-
vier de Andrade : na livraiia n. C e 8 cedadc (IUC gvrava llCSta pia-
da praca da Independencia. __ ^i <
v % -, ca sob a firma, de Araaba &
LlfjOES PRATICAS
DE
ESCRITA COKIMERCIAL
Pop partidas dobradas
E he
AMfMlE'JMA
Queimado n. 10.
Tltga-se aos Srs. devedores do estabele-
cimenlo do fallecido Jos da Silva Pinto, o ob-
sequio de saldaren) seus dbitos na rua do Col-
legio unja n. 25 ou na rua do Queimado loja
n. 10.
GABINETE PORTUGUEZ
DE
LEITURA.
Por ordem da directora do Gabinete Porlugucz
de Leilura em Pernambuco, se faz constar a
. quein inleressar possa, que, desojando a mesma
hua exacta de um cavallo que se arha lugido! dirccloria iluminar extraordinariamenla o ree-
d:cd0 ? dia 23.d0 mez r-roxl".10 Pass.ad9. c.ot" os rido Gabinete, por occasiao da augusta visita a
esta provincia de SS. MM. II., nao lhe l'oi possi-
vel,por mais esforcos que Fizessc,levara elTeiloto
louvavol intento, em consequencia do nao ler
Rua Nova n 15, segundo andar.
II. Foiimcc:i le!tlclcii*os, escriturario da
thesouraria de fazen la desla provincia,compelen-
teniente habilitado pela directora de instruccio
publica para leccionar arilhmetica nesla cidade,
lem resollido juntar, como complemento do seu
curso pratico de etcriluraco por partidas do-
bradas, o ensino de contabilidade especialmente
na parte relativa a reduccao de moedas ao cal-
culo de descontse juros simples e compostos,
conhecimento inlispensavel as pessoas que de-
sejam empregar-se no commercio ou que j se
acliam nolle estabelecidas. A aula ser aberla
no dia 13 de Janeiro prximo luturo s 7 horas
da noile ; e as pessoas que desejarem matricu-
lar-se poderiio deixar scus nomos cm casa do an-
nuncianle at o mencionado dia.
Lcite.
Precisa-se dc una ama que tenlia muilo bom
leite, forra ou escrava, nada importa, conlanlo
que seja de boa conducta, Daga-se e Irala-se bem:
na rua da Imperatriz n. 24 (Alerro da Boa-Vista)
ou annuncie.
Urna pessoa que deseja muJar-se e nao lendo
adiado casa, nao lera duvida em Irocar o pri-
meiro andar do sobrado em que mora com nutra
pessoa que esleja as mesmas circumstancias,
anda mesmo que a iroca seja por urna casa Inr-
rea : a tratar na rua Velha da Boa-Visla n. 77,
priraeiro andar.
Bryan, participamos ao res-
peitavel corpo commercial que
sualiquidacao fica a cargo c
i por conta da sociedade mie|se"as'cora a m0Tca M c-no iuarl direo.'e
, I .. i em boas carnes : a pessoa que delle tiver noli-
UeSta Uata lOrinaniOS C que a dirija-se ao sillo da Capunga, de Francisco|podid" coMnWrdr'gMHdarcn"mprimeto'
gvrar sob a ra/.ao de gtS*%3l>Si-a*c res(,,>clivas t,b"s- Pr ler d Mst'Mr ou"'os
* .. ciii, injaut .^ampaio ana i\ c. cuinpromissos da mesma nalureza, a que se su-
Araiinga, JilJO & C, A Commissao Admnuslradora do Monte: jeilra. Porlanlo, todos os senhorcs que se dig-
Pio-Philarmonico convida a todos os Socios pa- uaram subscrever para a referiJa illuminaco, o
O deposito goral
pharmaceutico, na
oambuco.
Thomaz de Faria, sacca sobre Portugal :
na rua do Trapiche n. 40, cscriptorio.
- Saca-sc para o Porto e Lisboa no
..riptono d3 Carvalh
rua to Vigario n. 9, nrimeiro
Paraliciis.
Boavisl:
dio por estes dous raezes; qt
por muilos annos na cidade de Goianna
O Vigilante.
Fazewhs por preces I
ralissiiHos.
(i Pri ,'e'. -a vi ole i-m sua I a. na
loado n. ~, as seguinles
raia lisa : na, J -.-
i;i/i.i
franjas d
Aluga-se
rrecisa-sc aluaruraa escrava para lodo o ser-
vico de urna casa de muilo pouca familia, paga-
se* bem : na rua cstreita do Rosario n. 31, pri-
meiio andar.
Perdeu-se hoje (12J da rua do Rangcl al
at a praca da Boa-Vista, viudo pelas mas do
Queimado, larga do Rosario, rua Nova e da Im-
peratriz urna pulceira de menina : quom o tiver
achado, querendo enlrega-la, pode faze-lo na
praca da Boa-Vista 0. \9, onde dar-se*ho os
>ignacs certos.
a qual continuar os negocios
da extincta firma e espera me-
recer a mesma confianca de
que goza va.
Pernambuco 1* de Janeiro
de 1800.
Antonio de Aranaga.
Enrique de Aranaga.
Guilberme J. Kreisler.
Juan Anglada Hijo.
= Precisa-se de um caixeiro de 16 e 18 an-
nos, que lenha pralica de taberna : na ruj da
Florentina n. 30.
O akaixo assignado deixou de ser caixeiro
dos Sis. Soto, Filhos & C. desde o dia 12 de Ja-
neiro de 1860 Manoel Jos dc Almeida lunior.
No cscriplorio da rua da Cruz n 27, c.xistem
carias para os Srs. Jos Carlos Pgueira dc Sa-
boia c Rocha >V C.
Precisase de urna ama forra ou captiva,
que saiba cozinhar c engommar para casa de
ouca familia : a tratar na rua do Imperador n.
u, senaria.
ijuem precisar do um ama de leile, dirja-
se a rua do Rosario n. 58, defronle da ruado
Arago.
Williara Jackson, subdito inglez, vai a
Bahia.
Amonio Joaquim Teixeira Basto?, vai
as Provincias do Sul.
Na rua Eslreila do Rosario n.l. percisa-se
da um caixeiro que emenda de taberna.
Offerece-se um rapaz brasileiro para pra-
liear em alguma loja de fazenda ou miudesa tan-
to na prora como no mallo, quem precisar an-
nuncie para ser procurado.
que j pagaram, terao de receber a
ra Sesso Geral no consistorio da Irmandadede
Sc|. __ .- a_- ,. ,A qganlia da inao do cobrador do Gabinete, 1 ho-
. Cecilia no da 17 do crreme as 10 horas da gg Pereira dc Maltos Lslima.
manhaa. Sccrelaria do Gabinete Portuguez dc Leilura
M7|/-v cm Pernambuco 11 dc Janeiro de 1S60.
iJV ,, J. ti. Vitlacerde.
Antonio Pereira de Oliveira Ramos. I n l sef"c,ario-
, i r "1 _Quemllver um sitio com bastantes aores
tendo de azer urna viagem para lora njfcriclas e lenha lugar para planlar-sc capra.
do itnpe io, em virtude de sna saudele e'Iuc'ra arrenda-lo por auno, a quom d bom
sendo preciso saldar todasas suas contas tfSSS&f?*
roga a toJos os seus devedores que ve-
nham pagar suas contas at odia 30do
corrente mez ; assim como avisa aquel-
es que devem a mais de um anno eque
nao pagar ate o mencionado dia 50,
serao chamados a juizo para pagar o
que estiver devendo.
HOSPITAL
PORTUGUEZ DE BENEFICENCIA
EM
Pernambuco.
De ordem do Illra. Sr. provedor do Hospital
Portuguez de Beneficencia, convido a todos os
em casa do Sr. Soum,
rua da Crun. 22, em Per-
l.i neos '
ra
i Ditos do cassa bronco? c de
Cambalas do cores .' .
, i tinado
escriptorio L" Larvalho Nogueira & C. Chitas francesas dc li
andar. vaJo 290 o
Chali s de mi i
i. iros, um
Hitos do dan bordad nm
Hilos dc i'.itii cora palmas de seda, um
Aos Boavistanos, pela ausencia de ?eu paro- Vipaca de seda de quadros, covado
i por estes dous mezes: que eos o conserve ;!lKii muil '"'^ P9" seuhorj, duzia
Ditas dit..- para dita, c izia
Ditas diiu- ; ira dita, duzia
Ueiascasetniras de quadrii
Precisa-se de urna criada para cozinha : a Ditas ditas escuras cora d i
tratar na rua da Madre de Dos n. 20, arm i/cm cova lo
de Vicente Ferreira da Costa. res de dita muitc lina
Precisa-se de una ama que saiba cozinhar Ditos de dila prela boi
e fazer lodo o servido de casa ; na rua do Cal- Brira branco de linho lino, > 9
deireiro, taberna n. 60.
D-so um silio para lavrador rom boa casa
de vivenda, estribara, rua para escravos, muilo
porto do engenho, e bom partido no engenho no-
vo do Coila, regue/.ia da Luz, distante 6 leguas
do Recife : quein pretender, procuro no mcsuifl
I:

I-
lid ;" -i \ -
1 i engenho (> propriei irio Joaquim do llego Barros
Pessoa.
Atteneo.
A lypographia da rua do Imperador, defronle
de S. Francisco, acaba de receber um riquissimo
apparelho para obras de luxo, assim como coroas
modernsimas desde o mnimo al o maior la-
inanbo, lio Brasil, Portugal, Franca, Inglaterra,
Saxonia, ele, e por conseguinte cha-sc habili-
tada para deserapenhar qualquer obra para os
consulados o outras reparlic.es, e imprime dou-
rado, prateado, e de differenles cores.
= U Sr. Antonio Americo Lrzedo Jnior lem
urna caria viuda do llio de Janeiro, na rua da
Cadeia do Recite, armazem n. 2.
Offerece-se um moco portuguez, chegado
ha poucos dias da lha, o qual falla o inglez com
senhores socios do mesmo a reunirem-sc era as> pnerfeicao, para caixeiro de alguma casa comraer-
Dilo dito dito, vara
Hito diio diio, vara
DilO dito dito, 1
o outras milita -
tade do compra
Na rua da matriz da Boa-Visl
24. ha nara vi nder nina cadeirinli
'" bom estad) .
pa
Aluga-se tima mulata para serv- Baha, em minio
co de casa: na rua do Crespo n.15. IpaltS tle BrilB 3^0i
O Sr. Antonio da Silva Bastos l'i XT n in
, ..... i -N-1 rua do Hueimado n. 19. estao-se acal .m-
mentel que.ra> d.r.g.r-se a loja da rua Jo p,,,,^ d(J ,,,., a 3j0()0
do Crespo n. 10. /"* I l I
Xa rua do crespo n. 11. sabe-se, quera i|OOd*lO.S ilO
tem carpinas para allugar
Thereza Alexandrina de Souza Ramos avi-
chua
a i>.s000.
Rua do Oueimado n. 19.
sembla geral para a sessiio que deve ler lugar
as 9 horas da manhaa do dia 15 do corrente, afira
do tralar-se de quo dispo o 1." do art. 17 dos
estatuios. Recife 11 de Janeiro de 1860.
Manoel Ribeiro Bastos.
1. secretario.
Precisa-se fallar com o Sr. Ignacio de Sou-
zo I.cao : na rua Direita n. ti .
Precisa-se alugar um sitio que lenha soffri-
vel casa dc morada, na Passagem, Torre, Ponte
de Uchoa, Soledade ; a tratar ua praca da Boa-
Yista d. 22.
cial, o qual lem alguma pralica tanlo do mar
como de Ierra: a pessoa que precisar, annuncie
por esto Diario, ou dirija-so a rua dos Pescado-
res ns 1 e 2.
Offerece-se um homem de raeia idade para
feitor do silio ou engenho ; nesla lypographia
se dir.
Quem precisar de um pequeo portuguez
para caxeiro de taberna ou loja, das quaes lem
alguma pralica e afianca sua conduela, quem
precisar dirija-se a rua Imperatriz n. 76.
Ariiazem de iazomias
Ruado Queimado n 19.
Saias bordadas a .'1-200
Corte de rscado francez l3covsdos a -25UO
sa ao respeilavel publico que j abri a sua au-
la no dia 9 de Janeiro : quera quizer servir-so do
son pouco presumo dirija-se rua dos Quarlcis
sobrado n. 1-f, segundo andar.
O abaixo assignado faz sienle ao respeila-
vel publico c principalmente ao corpo do com-
mercio, que deixou dc ser caixeiro do Sr. Anto-
nia Joaquim r.abello Bastos desdo o dia 18 do
mez de dezembro de 1859 ; e como 0 mesmo sen
cx-palrao se lenha oceultado ou negado a fazer- r\ f -,.j.. _. m ;
lhe seu ajuste de contas como era de seu restric- 19a|'e0i .cmfell8dof Para monino
lo dever; aproveila esla occasiao para protestar
elos scus ordenados de seis anuos, ,", mezes o
8 dias, como deve "oiislarde scus assenlos, e o
mais ficar para seu lempo. Ilecil'e, 12 de Ja-
neiro de 1860.Manoel Marlins das .Veres J-
nior
No dia 8 do corrente cou por esquerimen-
lo dentro do banheiro do Sr. Jos Antonio Vieira
di Souza. era Bcberibe, um relogio de ouro pa-
tente inglez, do fabrcame Simpson Samuell, n.
66,286: roga-se a qualquer pessoa que o tiver
achado, ou delle tiver nolicia, e mesmo aur&o-r
nhores relojoeiros a quem possa ser offerecido,
ou levado a concertar, o obsequio do o entrega-
re m i rua da Cadeia do Recife n. 32, onde rece
berio boas ahijaras.
Aluga-se
Urna loja no largo do Terco n. 31, para qual-
quer ctabelecimenlo commercial : a tratar na
rua da Cadeia do Recife n. 4.
Cima a ICO covado
Pecas de rliia miudinha fina cora 38 o
a >:>00
Crambraia miudinha a 500 a \ara.
Di la 400 vara.
Chales escaros paia ir so banho 1400
Chitas francezas muilo finas miuJas c escu-
ras a 2 iO covado.
Um completo sortimento de m.iJapolo.
A' 2000 a duzia
Lencos de cambraia para algibeira a 2,000 a du-
zia rua do Queimado n. 19.
Corles ilc cambraia pas
Me rua do Queimado n. 19.
1 Al
Al


(6)
DIARIO DE PERNAMBUCO y- SABB.VDO M DE JANEIRO DE 10.
Botica.
Hua da henzala iN o va n. 42
Barlholomeu Francisco de Souza, ra larga
i!o Rosario n. 36, vende os seguintes medica-
mentos :
Rob L'AlTecteur.
Pilulas conlrasezcs.
Ditas vegrtacs.
Salsararrilha Bristol.
Kila Sands.
Venir fugo inglez.
-Varope do Benque.
Piliilas americanas contra febres).
Ungento Holloway
l'ilulasdo dilo. j *
Elliiir anli-asraathico. |g
Vid ros de boca larga cora rolhas, de 2 onras a
32 libra*
Assim como tem um grande sortimonfo de pa-
pel para forro de sala, o qual vende a mdico
preco.
Smicrior ao mcliior
i i *
presunto de fiambre.
Linguasde vacca msalmoura vindas'9
de Londres, vciidcm-se nica mente* no J
armazein de Luiz Aunes defronte da'3
porta da alfandega. 2
Vende-sc em casa de S. P. Jonhston & C. va- j
quetas de lustre para carros, sellins esilh6cs in-
glezes, cande.eirps e castieaes bronzeados, lo-
nas inglezas, fk) de vela,t-hicote para carros, e
nionlaria, arreos para carro de umedous cval-
os, e relogios d'ouro patente inalezes.
Machinas de costura
HOSELLE MOSSEIX
DE
BMMIILM&(L
cm garrafas c meias gar-
rafas.
C. J. Astley&C
Seguro contra Fogo
COHPAMHIA
rr
45Rua^lreita45
Para homens.
Borzeguins aristocrticos (lustre) 9 j 100
Borzegums zouavos, obra forlissima (bo-
zerro) 8SOOO
r>orzeguins cidad.ios [bezerro c lustre]
Borzeguins econmicos
Sapaloes batedores
Para senhoras.
lorzegu ns para senhora (priraeira elasse
Ditos (segunda elasse)
Ditos para meninas (priraeira elasse)
LONDRES
AGENTES
C J. Astley & Companhia. (
Meias de seda de peso
C^l'U Pa*"a *ennora brancas c prclas, e para meninas
Queimado n. 40.
Grande c variado sortimento
DE
Fazendas francezas e rou-
pasfeitas recebidasem di-
reitura polo -ultimonavio.
Dao-sc as amostras com penhor.
Ricos cortes de vestido de seda de cores
de 2 saias............................ g
Ditos de ditos de seda prelos bordados a
velludo............................... 3
Ditos de ditos de seda degaze phantasia $
Ricasromeiras del e de seda bordadas *
Taimas de grosdenaples bordadas...... g
Choles de touquioi branco boidados a
30Je.................80$000
Grosdenaplede cores de quadrinhos co-
vado ................................. 1S200
Hito de dito liso covado................ 1;800
Seda branca lavrada covado IgOOO a___ 2j*600
Crosdi'iiaplc preto lavrado covado...... 28000
Dito dito liso cneorpado a lgGOOe.... 2g500
Dito dito com 3 palmos de largura a
1S0 e.............................. 2$500
a L Sarja de cores larga com 4 nalmos de
largura covado a...........'........... 1500
Gaze de sodada China de floreselistras
covado a............................ 1*000
Follar de seda do lis tras gosto novo co-
vado................................. isooo
Setim de escocia e diana de seda covado 1000
Chaly de flores novosdesenhos covado 900
Barcje de seda de varias qualidades co-
vado
FUNDIDO LOW-MOW,
do S. M.Singer &C. del
New-York, o mais nper-1
feicoado systcmn, fazen-
do posponto iguaipeosl ua a senzala nova II. 42.
dous lados,da costura, Nesle eslabelecimento continua a haver um
garante-e a seguranca comapleto sortimento do moendas e meias moen-
das nrachinas e manda- das para eoSenho, machinas de vapor c taixas
de ferro batilo e coado. de todos os taannos
para dto.
se ensuiar as casas de
familia, -bem .como se
moslram a qualquor ho-
ra do dia ou da noitc
nesta agencia: nicos
agentes em Pernambuco Rayraundo Carlos Le-
te tSi Irmao, aterro da Boa-Vista n. 10.
SJ Vende-sc um braco de batanea e conchas
de laloe correntes, com pesos de* mela quarla
' na ra do Rangel n. 7.
500
Meio velludo de cores covado.......... 1J500
brancas e riscadas : vende-sc na loja de I.eite ^"-Ibutiiia de todas as cores............
pife 48. | Selira de todas as cores liso covado ...
orfooo & Irmao na ra da Cadeia do Roe...
-"Kt^,s:?ari;s^;;;^72oe
53000
4?O0u
'redios para vender.
Vendeni-se dous sobrados do dous anda
sondo um na ra estreita do Rosario n. 8, com
cozinha tora, quntale cacimba : outro na ra
do Seuhor Bom .lesus das Crioulas n. 19, com
Cundo para a travessa dos Quartcis : os prclen-
- pi dem ir cxamina-los, e para u si 11 ajus-
te, devem dirigr-se a ra da Cadeia, loja 11. 0
Vi nd j de ferro econmicos, d"
. '. ; a < asas de familia, conlendo i forna- '
irno para cozinha com lenha ou carvao,!
ptima inveiico pela economa de gastar um i
terco de lenha ou carvao dos antigos, o docozi- '
har com mais presl -za, lera a dJTcrenca \^ se-
i('.-< amovrveis, oceuparem pequeo 1
casa, p 1I1 fcil condueco : vendr-m-se porpre-
ros rauilo mdicos, na fund^o do Francisco \
1 (51 squita] ra do Briim, e as lojas de
le Carioso, junio a Conceieao da in-
te J 1 Itiv ife, e ru 1 1!" Queimado n. 30.
>e di lloren tos caiiilhos que podem
sei :. lii obras, uns com vidros
lies, por preco commodo : defronto do
Na loja do sertanejo, ra
do Queimado a. 43 A.
v. i ..';. :n o;; direilurn de Franca, deenc >m-
[ida, os i II chapeos do castor ra
brar.i i i prelos, eas formas ^ mai
' lem vin.lo ao mercado, e poi
[iialquer parte, assira como
-
I
!
a
ir\ um grande sortimento do enfeile,
los c de cores pelo diminuto pre-
: um, assim como lem chop '
, n l!200 cada um em pr-rfoi! i
muito l'.nas a 320, .:.
So de linho a urna, cambraia prela fina
. i v ira i 560,e a Git!, ,:.
I Casemira prela fina algOOc........".I
Panno preto o de cor uno provade li-
g mo n SS50O a........................
| i'orles de casemira de cor a 5j c........
g jCassas organdys de novos desenhos a
a .vara..................................
w Ditas francezas muito finas a............
g I Manguitos de cambraia transparente bor-
! dados muito ricos....................
Colindas de cambraia bordadas depona
Dita de dito bordadas a 000a..........
Tiras e untrcmciosdccambraiabordados
Ricas mantas protas do linho para se-
nhora ................................
Ditas ditas de blond brancas e ore tas..
P (.halesde soda decores, prelos o roxos..
Ditos de merino bordados com franja de
seda.............................',._.
Dilos de dito dito ,^ la..'.'.','.'.......'.'.'.'.'.
Ditos de dito liso dito de se-Ja..........
g Dito de dito dito de la..................
Dito de dilo estampados fino lista de
! seda ..................................
B Lencos de cambraia de linlio bordados
i linos..................................
* r'^fiiic .al-niJ'ao d(1 labyrintho800 e....
I (.apellas brancas para noiva............
. Knfeites de vidrilho preto e de cores___
Aberturas para camisa de esguio de
linho..................................
Ditas de dilo de algodao brancas e de
cores...................................
Saias balo modernas.................'.
Chapeos francezes forma moderna......
Gravatqs de soda de pona bordadas a
velludo..............................
Camisas frauce/as de cor o brancas
finas aI3SOO e........................
litas ditas de fustn branco c do cor___
Ditas ditas de esguiao muito finas mo-
dernas ................................
Seroulasde brini de algodo e do linho
Galeas de casemirapretaselira 9{ e....
lilas de ditas de cores 8$ e............
Dita do taa casemira .................
Di|as do brim fino e varias qualidades

se
Folha de cobro c Metal
amarello.
Estaiiho era barra c Prc-
gos de cobre.
Alvaiade eYcrni/ copal.
Folha de Fland res.
Palhmha para niarci-
neiro.
Viiilios inos de Cliarapa-
nhc c Moselle.
Lonas da Russia e Brim
de vela: no armazein
deC. J.Asliev&C.
800
500
320
2S-J0O
7$O0O
70O0
IgOOO
500
al 8 libras
Cortes de vestidos
de seda
Aprazo ou adi-
nheiro,
V'ehde-se a cocheirada ra da Cadeia do
lo Antonio n. 7, tendo 5 carros e 1 ri.o eMipec
sem uso algum : quem pretender, duija-sc i
mesma, que achara com quem tratar
= Vende-sc no armazcm de Jos Ao Ionio M .-
reir Dias & C, na ra da Cruz n. 20 .
Mercurio doc.
Reros.
I.inhas em novellos.
Cera de Lisboa em velos.
Graxa inglcza em boies.
Lazarinos e rlavinolns.
OAAA Aiuaa ponas acaba uc rcroinir pelo ultimo
iSUUWe i^dUU PCC. vio viudo (lo HaM'Ciira completo sor-
Algodao trancado americano branco! proprio j,!ienl<(!c V , Chumbo cm lencol.
Aa ra do QuciRiauo n. loja de-i Dito de muutc4o.
portas acaba de recetar pelo'ultimo !,' ; d.c ;?"'Pa.ra cnaommar.
L..-.:- -_.i. _it- _i_._ 1 Frogos de ferro de tudas as qualidud.s
Ditos francezes soriidos.
2 habados c de aventados qnaes se ven-
dem por preco commodo.
Chapelinas de seda c de
velludo para senhora.
Ricas chapelinas de seda e de \eilu-
para loalhas e roupa de escravos, com um pe-
queo toque de agua doce : no armazein de fa-
zendas da ra do Queimado n. 19.
Cheguem ao barato.
O I.eite da Cadeia do Becife n. 48, p1"- de cambraia li-
sa com 10 jardas a 49500 leos dc cam-
braia de linho a 3 ,1 du/.ia, cainbraios muito l- 1 do para SCIihoni : 13 1'ilU (lo QueDiado
as e de lindos padroes a 00 o vara, meias fi- .- ..,.,,
as para senhora a 3.JS00 1 duzia, ditas croas in- >_yJ.', ut A I"'1 las-
glezas para l.omem e meninos, chales de Tieri-
n lisos a 4g500, e bordados a 63, palctotsde
alpaca preta e do cores a 5#, ceroulas de linho
e algodao, camisas iuglezas muito superiores a
60$a du/.ia, organdys de lindos desenhos al
lftlOO a vara, cortos de cassa chita a 3g, chita '
francoza a 20, 280, 300 o 400 rs. o covado, pecas
de madapolo com 30 varas a 4800, 5?, BgSO,
6, 7 e 8^, chitas inglezas de cores Qxas a 20(1 rs o
covado, loalhas para mesa a 3 e 4#, corles do
calca de brim de linho a 2*), -ditas do rneia case-!
Golas e manguitos.
Ricas golas c manguitos de cam-
braia : na ra do Queimado n. >7, loja
de \ portas.
nileles
.

GRAMIEEVARIADO S01li}i\)
DE
Fazendas inglezas e foancezas o
roupas feilas
recchidasem direitura
K0
Armazcm e loja
DE J
Ges (L Baslo
s
Ricos manteletes degrosdenaple ri- |NLaAAi2SS?f5f,FA&5-. -
mira a 2-5210, vestuarios bordados para meni-' ..lnMMi|A hrii(lulfi ivi raadaOnaM i r*m^.mBiiT^J .^ SB?A '. '
nos, e oulras muitas fa/.endas que se vende Por ^mp"' f*? ? 'U,i OtUCIUia- | U i rico so:
barato preco. (lo H. 3/, OUI (!c 001' US. .^--yl panno prelos o ,!
^ ._.. J 1 835, casacas de panno prelo Dno a
rentes (Je tartaruga. 40#, tos paictota .;> ;?,
lieos pentes do tartaruga para atar | r5," %? SS
Era casa de N. O. Diebor'
Si C. ra da Cruz n. 4, vende-se
Champagne do SuDeriorqualidade de marca acrc-
9
8
S
7J500
T.-:io
68000
43500
8000
$
13000
Chapeos de castor preto
e braucos
Na rm do Queimado n. 37, vendem-sc os me-
Ihores chapes de castor.
Brilhantes de diversos tomonhos c do primeira
qualidadu
peio dc linho como de algodao c de
. ... soon casaca de panno t.icp 1 para o
US- nios .1 !>, 1- 0 20, dil dc .
3 de cor a 8| o 10$, cal ,. j

sorlimenlo de cha-
peos.
Chapeos de castor prelos do superior qirilida-
castor brancos a 1 g, ditos de vi Iludo a 8c 9?,
ditos da lontra de todas as cores muito finos,
tos de palha inglezos de copa alia e baixa a :' c
5, ditos do fel tro, um sortimento completo, de Chapelinas e chai seda c nnlha
9<*Vlfl .. C.r.aa j:i J PI.JI- j.aarnA1 p c _f_. ___i____* .
to: na risa do Queimado u. 37, loja dc ,.,,,.,, prelM a 8
l pOnaS. i calCa3 debnm de coi i 3y6O0 I- -.- :-
|)Annlp nnn rt,.nu(,n '"'- ^ l"'i"' branco fin,, "a 0
Doacis para ci lanea ^ gorgurao de seda e de

i O i lu

s boas e
de muito bom -
saveques de fustao bordados rompri
1as.
C41I
Aviso.
i No armazcm de Adarpson, Nowic i'v C. ra
IdoTiapichc n. Ai, vende-se selins para homem
I e penhora, arreios prateados para cabriolcl, chi-
cotes para carro, col eir s para cavallo etc.
'.
na toja m esireiia.
do Queimado n. 7.
Este estabolecimeiito contina a estar gorti o
*
na
05000
83500

g500
895OO
8
11*000
IOjOIO
4*?5000
2g5(!0 a CjOO, ditos do Chilo de 3*500', 5, 0, 8,
9, 10 e 12>, ditos dc seda para senhora, dos mais
modernos, a 12g, chapelinas com veos do ulti-
o gosto a 13, enfeites finissimos para cabeca
4g3()0 e 5j, chapeos Je palha escura, massa c
seda, muito proprios para as meninas do escola,
para senhora, bonitos e bem enfei-
tados a I'
Chapeos de soda enfeilados para meni-
nas a S o
Copcllas e enfeites dc (lores o froco para
cabera de meninas i -1' 0, o para se-
nhora a r- o
Enfeites le idrill cal i a 3;500 e
Chapeo~ pelos
homem .i
Ditos brancos dc cos r, lernos

ta- '
zenoos o roupa, las que seraopati uto:
9?000 .do reguey.
a ;s o;.,
padr
do cor e do
outras !.-uiia.
i'iihoras por q
50, e ludo o u1.11. aqu se encontrara o :.: o,
- deisa dc 11 uude.r
A S00 rs, a peca
fo fita do vello lo !: um I lo mnimo d ira ire
:om 10 12 varas, bandos dc orina para senhora
a400 rs. o par, pulseiras de conlos
ira senhora ou meninas muito lindas i ICO rs.
. : ; na loja de miudezas do aterro da
n. S2, qi isi confn ote d tu itriz.
Saundcrs Brothers & C. tem ira m
eeu armazcm, na praca do Coq ito n. 11, i
- do ultimo go lo, ni
chegados, irles J. Broadwo I &Sons de L odres, o
9 para este clima.
Vende-se um carro do { rodas, bom cons-
e forte.com ossento para 4 pessoos dc I
denlro, c um asi mu para boleelro e cuido fra,
p uno lino, e todo bera
, com o Sr. Poirici no aterro da n ia-
v isla, e no escriploi o de James Crabtree & n.
11, < iia da Cruz.
i": dc ganga o do brins
Calcas de casemras pretas e de cores
le biira branco o de cores
Col le les do vellp > preto e de cores.
hilos de gorguruo muito linos
lulos d'' fustao
Camisas francesas de todas as qualida les
para homcml
sai francecas bords las para senhora
l.eques la mcliior qualiddc e do ultimo
gosto [
is e gravitas du seda do todas as qua-
lidades
I ; s Je sol de seda in lezes
Ditos.decaslqr para cabeca muito finos
Dilos pelos fs uielhorcs que lem viudo
ao :.
raima lab do ultimo
1 emlras del coros para |
Cortes do casemiras ingli
Ditos de dit^s francezas
Dilos de dilas muito linas
. i| os 4mazonai>arasenh ras]e me-
ninas
&
5
S
9
S
s
8
Dilos de rneia casemira..................
Dilos de alpaca prelos c de cor forrados
Ditos do brim branco epardo finos......
Ditos de brim de quadrinhos finos
3*500 o..............................
! Dito de alpaca preto e decores..........
itelogios do o uro pulen........tes......
7>0t)o
6s>500
UU0
5?000
3J500
sendo os seos prooos muilo em conla, ditos para
baplisado de meninos o passeios dos m<
tendo diversas qualidades para escolher, bonets
de galo, ditos de morroiuim, ditos de vellu-
do, ditos enfeilados, chapeos dc boa qualiddc
para pagem, chapeos de sol dc seda pan ;. Ditos de< : ira
nios do osela, e mesmo para senhora e paro ho- Dil dc follro finos a
mens ; finalmente oulros mujtos objec'. [ui Ditos do dil 1 fu
a enfadonho mencionar, e ludoyse ven e id la do 1 idas
to em coula *c ossenhoresTftsguezes 5 vista da I Ditos do castor tambem copa bai
tazenda fie a a o convencidos da verdade : nab^m linos
conheeida Ibja do chpeos da ra Dircila u., Bouels dc pumo
de Bento de Barros l'eij.
omcni
:op;
francezes.
ixa c
fi1ae!i
para engeaho
Fundigo de ferro c bronze
fino, irancezos, para
moninos a 2.^ o
Tur,isa? brancas e rom peitos de cores
a IgSOO e
Ditas ditas com bcito de fuslao, finas.
a 2$800 c
DUas com peito dc linho o 3J500, '-
de a,C-s dc brim dc cores e brancas de 3 '
Francisco Antonio Corroa Cardoio,\Z\l^ Y$Ta
lem um grande sorlimenlo dc i D?,os "Jegorgurod 5 o
ti. ir p i- 1 Ditos de velludo do cores a 128 e
taclias tlelerro tundido, aSSim Palelots de bnm de cores o brancos
comosefazeconeerta-sequal- nt!" coresa:
12.-, 000'
1 $000
i-'lllll
95000
5.S000.
Chapoi s ,],-1 Iha 1 m 11ra, 1 .
mem, ; ;..;,:: ij .
Adriano 8 Castro, ra d
faz.mdas ." .
|^S pro'_-o c algtiiurw p ,..
1 alor para ac iba, .: .
Ilio :
10.
m

. ._-:. .
4osestudautesderhe-
Iorica.
.. ,'"". lori.a na< | p
m
U
-:
-
83 ,ii-mssmm^:-r: dido como batido.
hapos de seda para
seiliora.

quer obra tanto de ferro fun-1m*'|.
Sobrccasacos ib
&YSTEMA MEDICO DE HOLLOWAY.
PILLAS HOLLWOYA.
Esle lnestimavel especifico, composio inteira-
mente dc hon as mcdiciuacs, nao ooutm mercu-
rio, 10 ni alguma oulra substancia delecteria. i'."
e casemira prel e d
2fe
n lo superior
Vcstu mos d .. un ;, Pi ,ara
mi nios
Penlcs de tartn rnos a 10, le c
Loques entrefinos e bonito a ''. 5 o
Dilos de madreperola a 16, 20, 20 c
lamus do flores finas a lg, 2-3 e
i;-i!o
est rendana livraria clasa
Iro II u. 2.
12J000 Novos raedicamcnlos li
meopathicos enviadi
da Europa pelo Sr. I.,
Sabino O. !.. Pinho.
2i'vo
ib
23SOO0
30*000
1

Ilt -
homi
,.,,, |,i
s
Campos Lima tem para vender Sif^f m51S- tcn.ra"^c8. eacorapl icao mais Saias a baloo de I lidadr- a 5 c 6*000 2 m ,
h .peus de soda para eXorS loVcada V '' '.-''^- r*-'nip \ e-i.d..s ,!_ le lindas cores, *X
1 um na ruado (rosno n S <& "";,ln'' l8ar ,nl na '"'"Pl"":'"' mata robusta ; 23*000 e ~ -
^'^L'ZLagPgiL- **_____________^ ipteiramentc innocente em sas operacoes n efl 1 Cortes de veslido dc seda d s deli-
ggoo ^mmm-^mmtm tSSF,
pois busca o remove as docncas
ac [ual-
Li
liiMir^n
*OO0 = Vendo-se um sio com 200 palmos de fren- <,"r '.'"I"':i' '-'O por mais antigs e I
le c 200 de fundo, no lugar da Torro, margen; 'i".0 ff^m'.n
|doRio Capibaribc, com urna grande e moln.! i'"1,1" B1,lh.ares '-' pessoas cura i mi esle
casade vivenda. cocheira, estribara pora 4 ca-I Fe,n?Ul0'milllas rallos, gallinheiro, cacimba com tanq
ta ilo Queimado
loja de \ portas n. 10.
---------. .......110 e bom-
ba, baixa para capim, todo murado na frente, e
O don, da loja de miudezas da ra do Crespo I diSrir^ '^'.'^^V 0SPr,|e''^"'^ l'-^"1
n. 5. desojando acabar com a maiar parte das 2'Hu^^ ^n 'a,r'|UC S'' 8Cha *?T'
iniudezas. est i olvido a vende las pelos pro- da Ind-, s. h *ormarUesf c a tratar
ticior, ,ixas Jo agulhos fron-' ?.T5!a.??.M condiooesestabelecdos ao mes-
cez is a 2
rs ditos
800 i-., (
banha
ga vii id
unhos a 300 rs. linha do 200 jardas carretel 60
n i" taro tilgunias fez ti las pira concl-i- rs barrenes pretos de so la para moninos a 1,200
lr..-..o .Ja
0rs.,pentosd ba S'ffraWO Z chaQMlenSn?r0ptetar0' dil lio todo
dc travessa (borracha para menina a
ssencia de rosa a 500 rs., lalas
iccza a 800 rs., rico. poul. 3 dc larlatu-
s a 10,000 rs., thesouras finas para
V
Air
ir a liquidac/to da firma de Leilo Correia, asi"-- putadiraa de difforentes" qualidades a 5'JO c
em or deminuio preco, fOndoon- ] !'U,K'rs-* lei?ucs ''"'M a 2*500 u r,:IJ ; Pisl-
,, las para Ineiunos a200 rs., rosarios de cenias
tre oulras as seguinles : dc ,,,. i>800 rs., carlciras com agulhas rran-
Ma^os de neiscruas para lioiccm a 1*600 eezas a 200 is., ricas toucas de fil o de cambraia I
Di.us Jo ditas decores 2*000 12,000 rs spalos dc merino bordados
1LL
Vende-se em casa dc Saunders Brothers &
C, praca do CorpO Santo, relogios do afama-
do fnbrcanto Rsskell, por ovos commodos,
e l.imbem trancellins e cadeias para os mesmos,
deeicellento gosto.
VJOOO
para bapMsados a 1,000 rs., facas linas de cabo
ido balando a5,000 rs., lo icadores do Jacaranda
.500) gran les n <|,0U0 rs., tesouras linas para eos
49000 a leOrs.j bandejas Uosa 1 000 c 2,000, carias
29000 'rlugudzas a200 rs. o baralho, ditas francezas
r,.nAft finas a 320 rs., luvasde seda com bico a 501) c
, 1.000 rs.. dilos d
Dilos de ditas cruas mirto superiores
ti | .tos para sen!iora
de dilas muito finas
83 le.a du meta ciseraira
Hitos Id litas de casemira de cores
.,-, i. ... ... Z >.Ou rs.t dilos de trocal para senhora
is de ditas de casemira prela a 5* o 6O0 a 800 rs. o per. manguitos finos pa
B .i Irancado Lranco de linho lino

1*000
29000
('orles !e coltle tic gorgurao da seda
Tao preto fino, prova de mao 3* e
jtas de seda prela e de cores
Bise* los francezes, lardos, cores fixes
cova-lo 200
Oi zas largas Roas covado 240
Dilas eslreitas 160
Riscados de cassa de cores lindos pailroes e
superior qualidade covado 280
e mouina
senhora o
2,0110 rs. o par, phosphoros/le sola proprios Dora
charutos a 80 rs., ligas para senhora a 20 rs. o
par, carljoes rom clcheles a 09 rs., ditos de 2
; corre'
iras a &0 rs., ricas pulseiras putas a 1 200
9000 rs., oculbs de aro de ac a 400 rs.'o par, oc il
19000 d cangdlha a duzia a 400 rs., caixas de linha de
marea a 1,200 rs., obrcias para os Humorados a
200 rs. a caixa, grampas o mai-o o rs., ir.inca
de caracol o maco a 721 rs., dita de linho a 1,000
r<.. aljofrc perola fio 320 r.-., enfiadores para
esparlilHas a 80 rs., ditos de seda preta a 80 rs.,
groza de peonas finas a 500 rs., alamares para
capole a 1,000 rs. a duzia, botos de louoi para
Vende-se
inorio, preservando cmseu uso: coi
laude e foi le haver tonta-
do intilmente todos osoutros remedios.
As mais a filie tas nao devem entregar-sc a de-
sespen ;5o; ;'.;-.in um competente ensaio dos
efficazes eflilos desta assombrosa medicina, e|
prestes re upi raro o beneficio da saude.
Nao se perca lempo em tomar este remedio
para qnaiquei das seguintes eni rmi la les :
Accidentes epilpticos. iFebreio dacspi ci.
Alporcas. [Guita.
Ampolns.
Areias [m j1 d;
Asthma.
Clicas.
CoHvuls
Dcbilidadc
cao.
Debilidad o
o'i extenua-
ptopa
.i Lona.
camisa, groza 140 rs., botijos dc cornolina para
L-assas decores covado 240 cas iveqfo a 1,000 rs. aduzia, botoes finos para
Paisas de cassa branca borda Ja com S va- punho a 1,000 rs., dilos prelos a 500 rs., fio
ras por 29000 Pora sall2'ro a ,,'>r8 ^ rs* '^''l ('e Cori's li-
Tiras bordadas
Ca raas lisa; muito finas peca
linas decores para vestidos covado 240
Challes de lia bordados de. sedi um 29000
Grodenaple prtto, largo covado 1*800 o 2*000
S la, e sarja lavrada 1JP800 c 2?>)00
los blancos brdalos para baptisado 5900!)
29000
1960(1
1*280
100
200
bord oos para chapeo
.0T0 mcios bordados
-Aihoalhado adamascado largo vara
Lcnc/is de chita oscuros um
Gangas Ja core;; para palitos novado
Vendem-se 350 libras sterlinas em ouri a
10* rada urna : no escriptoro do Manool Ignacio
de Olivcira & l'ilho, defronte do Coroo Santo, no
Recife. r
Bom negocio.
. Vende-se, ron poneos fundos, a taberna do
I ii:o do Ierro n, 12 : a trotar Da mesma,
9 I bra a 6,000 rs., froco fino c grosso pera o 400 rs.,
*"" I dito para bordar a 200 rs. apera, galio branco
i o de cor e franjas a 120 rs. a vara, ditas para cor-
tinado a 11,000 rs. a pera, fitas de velludo a peca
a 500 rs., biros a 60, 80 e ICO rs. a vara, enfei-
tes de vidrilho a 2,500 e 3,000 rs filas de sarja
lavrada a 500 rs. a vara, ditas muito finas a 1,000
rs Iranea de linho de caracol o 500 rs., pontos
de moca virados a 1,800 rs., ditos direilos a 1,000
rs., macos do coral verdadeiro a ,120 rs., pontos
prelos com enfeile de vidrilho a 5,000 rs., ricas
I seslinhas com louca para meninas a 4,000 rs., e
outras muras miudezas que c venderao por me-
nos do ijueem oulra qualquer parle.
Em casa dc Rabo Scl.mettan &
C, ra da Cadeia n. 37, vendem-se
elegantes planos do afamado fabrican
te Traumnnn deHamburgo.
Cera de carnauba
,de boa qualidade, a 11*000 a arroba: na ra da
I Cadeia do Recife, loja n 50, de Cunhac Silva.
v*> Camisas ingU'zas finas. 3
j> No armazcm de Arkwrght & C. g
j|f ra da Cruz n. 6!.
Farinhadc mandioca
e milho.
Vendem-se saceos grandes com muilo boa fa-
rinha de mandioca, ditos com milho muito no-
vo, couros dc cabra cm porcao ou a retalho, ludo
so vende por menos do que em oulra qualquer
parte : na ra do Queimado, loja dc ferrogens
numero 14.
cobertos e dcscoberlos, pequeos e grandes, de
ouro patente iglez, poro hornera o senhora,
dc um dos raelhores fabricantes de Liverpool,
vindos pelo ultimo paquete inglez : em casa do
Southall Mellors & .a
Cal de Lisboa.
Vendem-sc harria com cal de Lisboa, da mais
nova que ha no mercado, por pre^o de 6J cada
um barril: na ra do Brum 11. 18, armazcm de
assucar.
Muilo barato.
Na ra Nova n. 7 existe um resto de calcado
francez que foi dc oulra loja, e que se vende pe-
los seguintes presos :
Borzeguins para senhora 4S000
Dilos para meninas a 2g c 2ji500
Sapatocs pora meninos a 2$500 c 3*000
o ti falla de
toreas para qualquer
censa.
Dysin loria.
Dorde garganta,
de barriga,
nos rius.
Dureza no ventee.
Enfeimidades 110 ventre.
Ditas no ligado.
Ditas venreas.
Cnxaqucca.
' Herysi|ila.
Pebre biliosas
l'ebrelo intenutente.
morr'ioidas.
opesia.
ctAcia.
Ineugcstes.
Inflammac
1 r r o g 11 la ri lados
menstrua^ o.
Lombrigasde toda es-
pecie.
Mal do pedra.
Maiu'nas na culis.
Obstruceao d( venlre.
Phlysica ou consump-
pulmouar.
Retencao de ourina.
Rheumalismo.
Syinptomas secunda-
rios
Tumores.
Tico doloroso.
Ulceras.
Venreo (mal).
cadas, com 2 2 babados borda-
dos a 10OS e J
Cairas para meninos bordadas a i e
Toalhas do alg le linho a 1S600,
1*800,2*601 2*800
(.uvas de pellica brancas, amare!!.is o
pretas, para senhi ra el _
Gollinhas bordadas a 600, 800, 12 )
IgCOO, 2{>4u0 c 3$000
Manguitos bord idos a 2$ 35500
', 6 c
Alem destas, outi ,
loia de Cunha Silva, na ru. do Cadeia d
se vendera por prooos barati
Vendem-se estas pilulas no estabelecimento
geral de Londres n. 221, Strand, e na loja de
todos os boticarios droguistas e outras pessoas
encarregadas de sua venda em toda a America do
Sul, Ilavana c Hcspanha.
Vendem-sc asbocelidhas a 800 rs. cada urna
deltas, conten urna inslruceao em portusuez pa-
ra explicar o modo do so usar destas pilulas.
O deposito geral 6 em casa do Sr. Soum
pharmaecutico. ca ruad Cruz u. 22, em Per-
nambuco.
Annazom de tente.
llua do Queimado numero 19.
Corles de riscado francez 31|2*covad isa2
Cobertasde chita a 2*600.
Chapeos enfeilados para meninos c meninas.
Ditoa prelos linos, ultima moda.
Ditos de fe'tro.
Cambraia oir ..! > fina.
Chalos do fro o de tros ponas.
Dilos de niorin bordados de dos ponas.
Ditos muito finos bord, los a troco.
Ricos chales de louquim brinco.
Corles de seda do duas saias.
I.uvas enfeiladas.
Manteletes pretos bordados.
Lencos para algibeiui, broncos, a 2$ aduzia. i
= Na ra do Crespo n. l, l<
ro, vendem-se i
enfeilados para senhora
uni preco de 7*000.
500 r&. o covado.
".ampos ,*>: Lima, li tn
ilifa com qn ilro .

n. i:'.
corad i : na ra
Arados americanos e i.
c in casa dc S. 1'.
paia lavarroupa
hnslon & C. ra da Senza
la n. i:
Chapeos pretos.
Na ra do Queimado
nuineio 19.
Chapeos prelos de primeira
torma elegante a 10g cada um.
Ruado Quinada b. 37. Nova inveacaoaperei-
A 30S corles de vestidos de seda que costaram '
60*; a 16o cortes de vestidos de phantasia que
cuslaram30*; a 8g chapclinhas para senhora:1
na ra do Queimado n. 37.
Brim trancado dc linho todo!
rawif
Bandos ou almofadas
de crina para ponteados d<
senhora.
Vendo-se uuia porfi de burros en-
tre os cjuaes existem 40 parelhas, todos
mutos gordos, novos e de bom tama-
nlio do excellele carregament che-
gado ltimamente ce Montevid<;o: os
pretcrdenlcs dirijam-sc ao trapiche da
companhia ou ao armazem de carrocas
em Fora de Portas, dc Fex da Cunha
Teixeira.
Tachas e moendas
Braga Silva iC, tem serapre no seu deposito
da ra da Mocda n. 3 A, um grande sortimento
de tachase moendas pora engenho, do mullo
acreditado fabricante Edwin Maw : a tratar no
mesmo deposito ou na ra do Trapiche u 44.
i-se nicas
.48,
P
pie na na da Cadeia I
Te n. 48, leja de LcileA Irma >.
ara mesas c
camas.
preto,
fazenda muito superior; garanlc-sc que nao
desbota: na ra da Cadeia do Recife n. 48, lo-
ja de Leitc & Irmao.
Enfeites de vidrilho c de retroz a s cada
um : na ra do Queimado n.37, loja de 4 portas.
= Vende-se urna bonita vacca com urna ciia
de pouco lempo, acoslumada ao pasto e muito
mansa, assim como urna carraca com bol ou scui ,
elle : cm Sanio .iiaro, passando abomba no *oa ** de ragodao alroxoadopa
de 1.1 1,2, 2,2 1-2 6 3 vara, a 800,
A$WO, 2, te
Ditas de linho de 2, 3, 3 12, 4 e hg
varos do 4$ a
Ditas dc dito muito nperl 'res de 2 a "i
varas a 6,8,10, 12, 14 e
Atoiilhado de Jims lorpums, troncado e
adamascado, vara a 1*. 1>20O e
pnmciro sitio que tem a casa ao p da estrada.
Pecliia som goal.
Enfeiles do vidrilho prelo os mais modernos,
vendem-se por 3f, na rna do Crespo n. 16, loja
da esquina da roa das Cruzes
Na ra do Imperador, defronle de S. Eran
cisco, ha venda o seguinle : diccionario portu-
gus dc Constancio, de Eonseca em 2 votnmes,
francez de Eonseca e Roquete, e tambem de Fon-
seca somonte para a tradiicc.io, Ritual Romano
da ultima ediro, mui arrescenlado, dourados,
com ataras doiiradas e sem ellas, c tambem de
cncadernaco ordinaria, breviarios romanos, rica
cncadernaQoo. selecto frenccz.i e ingleza, guia
do eonversaco franec/a, cartas de A D C, tabea-
das, calherismos, economa da vida humana,
carlilhas, c muitas oulras usos que se pre-
sentarlo ao comprador, e lodo por procos os mais
commodos possiveis
Guardas-roupa de algodao atooxoad
Id
duzia, a 2j e
Dilos dc linho a
Hramanlo de linho para team com 8c
10 palmos de largo a 1?8()0 e
Toalhas de linho com labvnntho para
rosto a 3g c
Babados de Inho para lenroe--, toalhas
e comisas de linho, pocas dc 30 varas
a 2?5O, 3S e
K oulros miitos artigos, quena leja di
& Silva, na ra da Cadeia do Recife n..
na defronto da ra da Madre de Dos, >'ci
se baratos.

ki itii Arsn
l la



DIARIO DE PERNAMBUCO. SABBADO H DE JANEIRO DE 1860.
C)
Sita na ra Imperial n. 118 c 120 jnnlo a fabrica de saltao.
DE
Sebasliao J.da Silva dirigida por Hanoel Garneiro Leal.
Completo soYtimento de
rcloglos mgleics de ou-
vo e pv.\la.
N,i armasen de Henry Cibion, ra da Cadeia
do Recife n. 52, ha para vender a procos com-
modos, rclogios inglozos de nalcnlc, lano de
ouro como de prala, chiouotnotros, ineios chro-
nomolros, sabonetcs de vidro, com pmileiro
grande, ou pequeo para segundos : lodos dos
1 mais afamados facricaules de Londres,
Yende-sc un bonito cscravo mogo, cozi-
] nheiro e bu ni pagem, sem vicios nein achaques,
e Dtuilo fiel: a tratar na na Nova 11. 7 primeiro
andar.
Aenco.
Neste ostabelecim nlo l-.a semprc promptos alambiques da cobra de diffcreirtcs dimenroes
| Je 300 a 3:00i>) simples o dobrados, para destilar agurdenlo,
para resinar *destii ir esahites com graduarlo at i;' j:i i'ics (pela
nielhores systemas boje ipprovodos e couhecidos neste e oulras
de lodas as dinn-nees, asperanlea e de repudio tanto de cobre a
de bronze do indas as dimenres e eilios para alambiques, laiu
ferr para rodas d'agna,portas para fornalhas ocrivos de ferro, t
as dinicm.oes para encmenlos, camas de ferro- com armaco e sei
DORiicuS, taclias e lachos de Cubro, fundos de alambiques, |
para engenho, fottft da i'landrc, chambo eta lencolc barra, zin
armellas de cobre, lenc.is de forro.} latao,forro siucia ingle/ de Iq
" folies parar ferreiros etc., e oulros murtas arligos por menos
paite, escmpciihamin-se toda e qualquer cucommi-uda com
parolhos destilatorios cominos
graduarlo de Sellan Curlier) dos
ineiaa do impor.o, bombas
nro de bronze e ferro, lomeiras
ues etc., parafusos de branza e
iLus de cobre e cliumbo de todas
i ella, fugues de ferro polaveis e
-aileicns, espumaderas, cocos
o era lenoo! e barra, lsnces e
Jas as dimensoes, safras, lomos
i do que lli nutra qualquer
'esteza e peifeicao jioookeeida
Vidros para vi-
draca.
*
A 6$ a caixa: na rua larga
do Rosario armazera de louca.
Vidros para caixilhos.
Na rua larg- do Rosario loj n. 28
armazera de louca, mandam-se botar vi-
dros era casas particulares por pceo
______ i pcos de ftltro para liomem de4, 53 e at 7
muito commodo, assim como vendem., Uto m, ditos de s< h e de palha ".feria I ; a!
Vendem-se duas amarras para navios, poden- Se vidros aretalho do t.manlio mais pe- ra meninas a lu, ditos de palha para senhora a
o os pretndeme* examina-las junto ao trapi- queno al mais de 6 nalinos. ''' chaBclmba*e vellorn rirainenle cnfeila-
lie do algodo ao lado da aifandega, assim co- das a 25, ditas de iialha de Italia "muilo linas a
Phos|ihoros.
37 Bna do Ouciniado 57
Loja de 4 portas.
Cliegou a este eslabelecimento um completo :
sortiraento do obras feilas, como sejam : pal- '
ojts de panno tino do lCg al 28g, sobrecasacas
de panno fino prelo e de cores muito superiores
a 3j?, um completo sirlimenlo de polelots del
risoadinho de bnra pardo c broiK'os, de braman-
tc, que se vendem por preco commodo, corou-
las do linho de diverso lamanhns, camisas
francezas de linlio; c de [panainha de 2j( al 5jl
cada urna, chapeos francezes para hornera a 8#,'
dilos muito superiores a 10?, ditos avclludados,
copa alia a 13?, dilos copa baixa a lfig, cha- j
peos de fcltro para hornera de4. 53 e at
SARAO
do deposito geral do Ilio de Janeiro: a tratar
con: fasso & limaos.
Farinlia de mandioca
asso & Ira
IHilho
nos ar mazeos de Tasao & limaos.
nos armazens de Taato Ji Ira
r para commodio"atf dos treguezes que se dignaren! Iionrarem-uos com a sua eonfiancsj acha-
r.io-na rua Nova n. 37 lija de terrflema possoa habilitada para
lomar nota das encommondas.
REVISTA HEBDOMADARIA
COIXABORADO
,1
c
mo urna bomba para o mesnio, que se ocha ao
p do guindaste da escadinha da aifandega :
qirem pretender dirija-se a rua do Qheimadu n.
7, loj i de ferragens.
Vende-so na rua do Imperador n. 5, bom
doce de guiaba varass, assim como queijos lon-
drins o do Remo : luda por menos preco que
om oulra qualquer paite.
Vrndc-se um bom escravo crioulo de 24
a unos de idade, muilo robusto, sem vicio ou de-
feiio alguai, iLcstre sapalciro e perito ropero :
a tratar com o abaixo assignado, na aifandega, ou
eni sua residencia na rua da Saudade, prinoira
i asa com solio do lado do sol. Pedro Aletean-
drinode Barro Cavaicnnli de Laceria.
i
Os venladciros phosphoros de estallo denomi-
nados palitos do gaz chegeram ante-honlem ao
25$, corles de vestido ale seda ein cario de M'k>
at 150$, ditos de phantasia de ]''<> al3000,
goilinljas de camliraia de 1) al &$, mang
mercado e vendem-se nicamente na travessatfa 2*ft^*'*W8*' orgarrfjw escuras e claras a
Madre de Dos n. 9, armazera do Ferreia & Mar- r*00 a vara c;,S,-,a l'ai. i /as muilo superiores
tins, porisso previne-se aquellas pessoas que en- Padroca n10lv"5< a '-?' v;ira. casemiras de ce: -
coramcodaram, c aos que ainda nao esto rap- \ P8 colle1t'f. patetols calcos je 3$50 ot
pridos vciiham quanto antes ao referido armazera l- *$.n. ("ovado. pnoo fino prelo e tecarasde 25500
comprar, visto que sao poucos C era breve se al.10f0 covado; cTtes de rollete de velludo
acabara ; o preeo mdico. mwtosupowores a 9 e 12g, ditos de ;
e de fustn braneos de cures, lado por pn co
I-,
j.i i* fu. .a.
)ja ao p do arco de
Sanio Aulonio,
PELOS sns.
-A. F. de CastillioA. GilAlejandre ITercj
=- \enJem-so baluis inglozes proprios para
roupa, por preco commodo ; na rua do Vi-ario
numero 5.
Attenc&o.
iA. G. Hamos A. Gnima- [ eo com nodo.
Lopes de MendoncaA. Xavier,
--------.- _-------.-. .. ------..._-..,-............... .. ., 1I1UI l i i I i i .? ------ j- .
ordalloi. A. de Freitas OliVeira- J. A UainJ. A. MarquesJ. de
lascacsJ. Daniel CollaroJ. I!, de Magalh utinhoi. G. Lobato
i). Antonio da Costa
raesA. de LimaA. de Oliveira HarrecaAlvos Branc'oA. "I
Rodrigues QordoiroCarlos Jos BarreirosCarlos Jos r;-,V!eii iE.'l'into da Silva" e CunhaF.
Gomes de AmorimF. II. BonlalloJ.
AndradeCorvoJ. daCosla C
PirosJ. II. da Cunha IUvaraJ. J. da Graca JniorJ. Julii de Oliveira l'inioJos Mara '
Lali ioJulio Mximo de Oliveira PiraenlelJ. Pedro le SouzaJ. S. da Silva 1\ ira/
los de lories.1. X. S. da MollaLeandro Jos da Cosaluiz Filippo LcitoLuiz Jos da
inha L. A. Rebello da SilvaPaulo MidosiRicardo Julio FirrazVulentim Jos da
I esXislo Cmara.
DIRIGIDO
barato, atraillado de algoo a 1$2S0 a
cortes de casemiras d.' coread* 5 al 1H, gres le-
c.'i'es de cores c pretos de I5600 at :l-2':o r
> covado, esparlilhos para senhoraa 0$, coeiros
de casemira ricamente bordados a 12-) cada ti i 1,
lencos de cambraia de linho bordados para se-
nhora a 9 e M-, cada um, ditos lisos ara bo-
meni, faz 'nda iiiujio superior, de 12 al 1
_ _. duaia, casemiras de cores para coeiro. covado a
{^ \i-nJem-se 20 escravosde ambos osso-aglix, barege d< seda para vestidos, covado a
sos sendo 3 mulatinhosproprios para pageos, i; 1 c?f00, am completo sorlimonto de collelesde
inolcqucs de 12 anuos, cscravo.-; proprios para gorgnrio; casemira prefa lisa e bordada, c de
cliegou um rico e cmplelo sortiraento de vest- lodo o servico c 10 escr.ivas com habilidades e fuslu de cores, os quaes so vendem por barato]
dos de laazitiha rom babada, dos mais neos que sem ellas, lodos se venden por prceos comino- preco, velludo de cores a 79 o cova lo pannos
! lem listono mercado, e que se vende por pre- dos, a prazoe adinhertc e tambera Iroca-se : na para cima de mesa a 103 cada um, merino 1
Silvcir.i
ron
A. P. de CamllioI. F. Silvcira da Hotla-
Ptoirigo Pagaiiino.
1 tinado a resumir lo las as semanas o raoi ment jornalistjco e a ofTereci c aos leilores, con-
iracnlc cora o revista do que mais notavel 1. iuvi r occorrido na polica, na scieneia, na indus-
Defronle do arco de Santo Antonio
NESTE NOVO ESTABELECMENTO VF.N'nr.M-SE
i cochoado proprio para palelots p colb I
! o covado. bandos para armaco de cab
19960, saceos de tapete e de ma'rri
Sem, e um grande sortimcnlo de m ase 1
de pregara, que ludo se vende voul
freguezes, e outras militas fozendas que 1
possivcl aqui mi ncionar, 1 urm ci
compraores se moslraro.
Fazcndas moder-
nas.
r.rles de casemiras de cores finas a 5*500, di-
tas de una s cor muilo unas de 3 1 1','.
de cllete de velludo de cores a 6S000, ditos dito
i,; !" a '} 6g, colchas de I ismasca-
Caixas di i de 1 ai 1 il a a J,
."i; tendo sartimenio de letria, maeai
11, assim romo man
80O, a 72fl e 320 : e outn .
rom-modo preco.
Vand j-se fai'. iha '
casca, I ido poi pn 11 n
do : na ti n-ssa da 1.....la l'raia n 3i,
ril i:.; do peixe.
Goiahada Imperial.
^ n le-se era caixdea e era latas a n
y aba que se lam risi Rua Di '. i 11. '".
Mannelaila.
Na na Dircil n. (i. vei
de primeira qualidade a 640 ruis a libra
riles que se acabe.
lunas iiiduIN;.
i os de -'.2 libras a 1/ I 1 I : ni
rua da luazem
ca a- C.
\'i ndi'-se iii eavallo 1
j. Jos 1
afa acakr.
Garuado Crespo, loja ^
\ portas n. I,
11-so chitas i lile be ni
i|
--'
do, faz :. la i 320.
illcnco.
Vodeposito da rua das Cruzes n. ',\,
defroule do sobrado do Si*.
Fipeiroa.
la um eoropleto sorlimento de gneros para a ;
Jes quaes se aancaa boa qualidade, quei-
os londrinos,do reino, soisso, Jalas com bi !i-
nlios de todas as qualidades, conservas de her-
1, araoixas o marraclada, passas o I
rasoj a, 1 h, presui lo, linguicas, man-
. nli 1 ag irrafados, Porto, Ma-
::, c.hampaiiJta, eerve-
ho, tarops, i os afamados cha-
le! : !-i::to e'do Drandao, em caixa 1
- -
r.arloes e bilheles para bailes, casamentos c visitas.
I11STOHIA UNIVERSAL des
il.\f, ricos corles de seda de todas as cores, man-
ALMAN
enrueco.
MANUAL DE COMAS \s feitas para compras c vendas deassucar, algodo etc.
R lo-ios de ouroe nrata cobertoseeseober fnca9"erna-se om. lodosos gostos desde o mais simples em papel at ao mclhorem panno ou pello.
lospSe ^^,rL.l!['^ tJPO PPrioe em relevo P vontade dos
vendem-se por Acceita-sc o encarg doqualquer encommenda de IWros eoutros artigas lano da corle eprovin-
tas do imperio, como de Tortusal, Franca, Inglaterra e Blgica, com as condi ejes mais ra
zoaveis.
Iravesseires, etc., ele, e bera 1 orno ui
sortiraento de fazendas do mais n] ai
methor qualidade, venden lo-se ludo
precos, un armazn le fa n
Garlos Leite & Irmfio, aterro da \
precos razoaveis : no escriplorio o agente Oli-
veira, rua da Cadeia doRccifc n. C2, primeiro-
andar.
'r?;&
^rS^?
P '!:> ^s supeor, engarr
. idem, dito niuscalel, idera : no
rroca Ucdciros, rua da Cadeia
- B il :.. i.
Prv
rj 1
Bill
o rf% -r s-\ <-.\ tv -x
'- O ..
I
S
::
I
I
:^t
9BHcdSaii
j S Ss r- =
v ~ > ..
' = 'Z S _
- r; n *- ^ r. -
r, '-- -"
'-> ^ ~ 'i -
r: ~ = '-' ,- = ~' ~
- S a : "J 'r>~ "7 t
C .= 7' ?- "^ '-
1 _- .-;.:;i
t.
I h Silva Bel
ven ler no seu
nu Bcsrss
dei' sita da n
1 m
i-t
geral, toda
s.- us profrckHffi ofTercci m a scus numerosos freguezes o do publico
qualquer obra manufacturada era seu reconhecdo estab lccimenlo a saber
lo 'os 1 s Lmannos, rodas d'agua para ongeuhos lodas de "erro ou para cubos de madi ira, moen-
ladoVi- "/"se meras moendas, tachas rerri batido fundido de todfcs os Umanhos, guindastes, gum-
mcaoa
>
Vcnuem-se livros em \>.
tic (olas ;is riirali la i :$, pianos dos
mais acreditados fuhrcnnl
luropa: em casa de | j- & C. largo do Corpo Santo :i I".
1
\\ nd '-se mi
Vg'ia l'rel 1, jui [110I lem de ; .--
Ksta tena i
1 onsta- pela ir. a i
1 1 : ;, 110 di 1 ai geni e diii pai
i
. -
no nu as pessoas
r-s : na Dircil
R ai 1, fregui zia de Serinhi
ravos fgidos.
- -
i-
' iris ie v" or de .-.'.-- -
' is : na 1 ij 1 le i poi
na rua lo 1 lo 11. 10.
C




"i" -- -' S, a =" a
ra ; u f ^
CARROgAS.
Vendera-se duas carroess novas, sendo para;
boi e oulra para cavallo : na rua da Cono
ule ac arrnaz m do sol.
tU..ii
DO
- = s
r=3 -s-.^s
. _. 2 >t '- r 2
? '3 ~ .," ~L 9, ra S
UM.
ricana, em barricas, che-
gada no ultimo navio dos Estados Unidos: nos
de Tasso Irmos.
Escravoc venda.
Ve nd e-sc um moleque de 18 annos, perfeilo
co negra que cozinha, lava e cn-
5 s: 1 5 7" r -> gomi mente, e urna negrinha de 13an-
g g es .e .2_2 nos, cscravos t dos di qualidade e sem vicio al-
c aS g a *' I z g|!m : a fallar 1 1 iviano ,c Souza Franca,
:\ =>,;- ~'z ~. = rua da Cadiia do Itecifo 11 36.
= = aSj"Se
2 ='= s E,n"-? =
^
I
i%i3

J. TI
2 g
MU A AHLOSIIA,CASAE)0:
Clhiieu ^01* Rm\os os systema!
Lobo Hoscoso d cnsul tas'todos os di
\ endem- ;.. ,,-,_
lente : im armazera de Augusto C. d
: na rua da Cadeia do Becife n. 36
1 rior linha de alg
e do 11 res, 1 1 1 noi ello, pan stura : 1
a d Seuiliall 3IvlIor C, rua do ti
, n. 38.
V'ende-sg urna cadeirinha e tado:
na ruada Aurora 11. 40
Vende-si a armaco da luja da rua Direila
i n. 114, o Iraspassa-se a chave da mema 1
m consentiraenlo do propriclario : a I
rua do (Jueiniado n. h.
Dinhero de cobre.
Vende-se na rua, da Penha, sobrado n. 19, em
[nenas e grandes or^oes
i -* 3 5'
R issia
Vi n Jos Di 1 I ng ala n. 3
700 rs. a I
^^^
Ti
Vonde-scera casa de Arkuriglit ; C., roa da
ruz, armazera n. 61, relogios do fabricante lli-
, sendo qu i ; lo seu perfeito machinismo J
om coberla ou sem ella. Corles ie vestid os prelo
! 70$ a
Ditos de
E CAL DE LISBOA.
o bi n, conhecido e acreditado de] osito da
rua da Cadeia do Recife 11. 12, ha para vender
1 ssa da Russia e da do i" de Janeiro, nova .' 5S : '"J;l c. na c;lsa ll" annoneiant
superior qualidade, assim como tamben tnenloshomeopatnicos ja bera conhecidoa 1
cal virgem em pedra : ludo nor precos muito Rotica de 12 tubos grandes
Ditos de 2 dilos.
SELLINS. Ditosdc 36 ditos.
' lera-se os mell ;. ezes de pa-
lo no arm./eni de Roslron Rookcr&C,
lo Corpo Santo 11. -18.
I i
r^.r^I?;.S^,;OSOdCOns,uUas".lodos os dias Pe* manhae de tarde depois de 4 horas.
Co trata 1 aitidos para curar annualmeute nao so para a cidade como para os ingenios ou outras
,S cl,amad0.s 'i"v';',, s" dirigidos sua casa at as 10 horas da manbia e em caso de ur-
gencia a oulra qualquer hora do dia ou da uoite sendo
pessoa, o darua eo numero da casa.
por escupi em que se declare o nome da
Nos casos que 11:0. forem do urgencia, as pessoas residentes no bairrodo Recife poderao
m. tter seus bilheles .1 botica do Sr. Joa So ma & C. na ruada Cruz ou loja de livros do Sr.
Nogueira de Souza na rua du Crespo ao p da ponte velha.
re-
Jos
achar-se-ha constantcment
pelos precos seguintes:
eos nielhores medica-


D4 de 48 dilos.........
Ditos de 60 ditos........ '.'.'.
Tubos avulsos cada um.......... .
Frascos de linduras........
tanoal de medicina homeopatlca pelo Dr. Jahr traduzido
' pa portuguez rom o diccionario dos termo; de medi-
cina, cirurgia etc.. etc............
Medicina domestica do Dr. Bering, com diccionario. .
Repertorio do Dr. Mello Mora es.........
lOgOOO
lojjOO
'0*090
25S000
0-000
IJOOO
25000
20000
ogooo
GOOO
: -:
-. -3
O. ei
jrmmjf IX
C
^ H
Chafalla.
Acaba da c'ngar" novo soriimon!) deca- -*
falla no Armszcm do fazen>las de Baymu o
si la de cores
:"- roprios para casamento
)S0C n
s Leite & Irmao, rua da Imperalnz .1. I I J Vwinarios de sedo para raenin
serve para tornar os movis velhos novoc, sem ,
precisar raspar ou lidiar.
Vcndo-sc urubom cscravo ciioulo, de '. !
ios de idade ; robusto, sem vicio, ou dcfi ilo
., mostr de sapaleiro, e ptimo copeiro ;
a Iratar com o abaixo assiguado na alfan lega, i
ern sua residencia na rua da Saudade pri
casa com solao do lado do aul.Pedro Alexan-
drittO de Sarros Cavalcanli de Lacerda.
Ditosdc alcochoadinho para dilos a
Variado sorlimento de chapeos pa-
la meninos.
T55
19 .
,
^Segundo andar do so- |
lirado da esquinada rua ^
do Queimado por cima*
da loja do Sr. Prega i (a
entrada j*olo beccodo^
Peixe Frito n. 1.
Superiores charutos de S FeKx, bko de re- Aeaba de chegar (loRlodcJa
11''/, ditos lanreiros, dilos regala de S. Flix : I
vender-so em pon;fio o a retal.o por preces ra-
rvi rs, na praca da IndcpenJencia n.22."
IZ N- 27
i'\C^ na Para vider ricas mobilias de Jacaranda c d
.;.- grandes e pequeos, assim como muilos traste
cortinados para camas ejanellas, lava-so chapee
.-\v
/-.
Ksrw*
D
1-^
r-
_ ~-

16
I S s
3 -
o .2, B.
/.
-. n Vi
a
c
c

de mogno, rico3 vidros de espelLo
les avulcos ; na mesma loja so fa/.em
i""" """" c j>'"<--ii, i.itn-u cuapcos de palhinha da Italia e se pee na
\ h; ultima moda, lava-se tainliem a palhinha das mobilias a mais encardida torna-so ou- sw
IgUa Ira ve/ nova sem ser mais preciso as mandar pintar, limpa-se e gruda-se estatuas de @
i^v !.'.0...'.:\lll!!'mrc: .1 alabas,lr? vi.dr9.? de ldas a3 lualdades lorna-se oulra vez tao Wf
I
A 2o.000
nciro alguiis exeraplaresdo!^^se8uro e lin'P coino eslad0 r^^n.
primeiro e segundo volunte! ^J&&mmmjm
da Corographia. ?md&ml & w& 3&&&h^$ &&
Histrica clionologica, {jenalgica, |
Corte de barege de tres oios de nobiliaria e poltica do imperio do Bra-'
duassaias diversos gosto, oumisas de *l| pelo Dr. .Mello Moraes : vende-se a;
Ctnbraia de,|inho para senliora e paa, ''>' o voluuie, podendo-se vender o se-!
homeuo, paletots de panno saceos e so-'fndo e:n separado : na livraria n. 6 e
brecasacjs.a 20jj[(dito$ de casemira raes- | 8 da prac- da In clados de Superior ntialidade e outras i Ypsldos tlP IPla nientemeDlo montado,faa-se-hao tambem do Io denovembro em vante, contratos mensaes para
militas faxpnrlna nnr rrn- l (VI v i 1,. t-sl -!i n"r commodidade e.ecouomia do publico de quem os proprictarios esperara a remuneraco de
pal precos biraliSSi. \ en lem-se cortes de vestidos de seda com 2e lanos sacrificios.
mus: D i rua do Crespo loja amaivila n- b;ib;,do!. armados, de20 a 40?) cada um, sen-
., f, i > *i..:~ pJ.^.i n do que seu valor ra/.oavel ser de 808 : na Joia
II. \ de Antonio FranCHCO Fereira ,J, { p(t,s da ru3 do Queimado n. 10?
Assignatup de banhosfrios para urna pessoa por raez.....10JJ1000
momos, de choque ou chuviscos por mez 15j>000
Series de cartoes e bsnhos avulsos acs precos annunciadof.
5

Caixas rom 32 libras de 'naca; rao, rcccntemcn-
te desembarcadas a 3 cada urna, ditas de alelria
com o mesmo peso a li$ na praea da Indepen-
dencia n. 'II.
Vende-se rap de Lisboa na rua larga do Ro-
sana passando a botica do Sr. r.ailliulonieu a
segunda loja de miudozas n. -iO, rap grosso, di-
to meio grosso, dito gasse lino, dilo Paulo Cor-
deiro, dito Meiron, dilo rolo franvez : lodo esle
rap vende-se eni libras e laniljeui em oitavas,
ludo muito fresco.
Vende-se a taberna da rua do Amorim
n. 17 por seu dono precisar de ir tratar de sua
saudo quera a pretender diriji-se a taberna ou
ruado Cordons n. 9 que achara com quera
Iratar.
Pugio i:o dia -7 de dciembro do i
imo pass ..lo, do engenho Orejo, f
Jaboato, o escravo Alcx*ndre, cali -
ro, ijade da .';.0 annoi pouco mais u mi
a m< li ma, scceo, o pi
bobas, (na uvera nos ps lia u
imc le rI ... ar-sc : de
que cita no Recife ou llamarse i ;
tanto a quera o encontrar queira Lva I
lio, ou ao i -. iptori doSr. '.
; ;, na rua da Moeda e | -......i
una Loa i ir.pensa.
So di '. B ni I
i i lo un escravo cri i
. .

i.'m da Pi .
i
./ 0 Can
Desapi ir< i l'.srravo Virginio, mir-
: peno x quarenta anuos rosto c n-
prijo, | ouca barba ; anda ci arlo, e
la : ra al i seguir de t im
pela Villa de Sabou ra. (' ,
con !u/.ir a rua da Ca I ta >j Recife n.
rneiro andar sci generosarnente i
D na noile Mi nguinho, -
: .i [tastos, o i 'tu o cri
25 a 56
co mais ou i., n i, sem I
i
pa, conslandu de cateas
lino azul, > amisas brar
.; irn ;.adu I
-i uro, b una rede, liifj i -
guido per urna 0 o! [ul I,
Candida,'q<.....insta ser natural di M
cabello amai ralo, u esc n
. non le lera mi, hoje lona.
II ja-se .i quera o apn lu ndvr > ni
i i : i asa de Josi T. D isl -.
cidadi li Bastos & i >ni -. i
n. 17, qui
sado.
I'ugio no dia 9 do correle mez o esi
I riano, i rioab, de 21 ame-, ...-
ai prcta, poui a bai la, i
riz chalo, ps c mos bastanl
n llidos pal a ''. : lio.i.II. i
: rei ao Sr. ni
ra por o do S !
co X a f I o : qu ei
ii. Ci>, sel beni i
ti i ^Iii25:
' '' I
...
lade de 27 ai
-, ixo I
donde, ral Ib .r dur i
nariz pequeo, bo'eci pequea, com falla di
; s na f; cale, osa bigodc, o
dai; i de ler rap ido, s^ m barba; ei ndui
rede, calcas e camisas, le lo
.! e cha|
ro ; rci do CcarS no v;. or Cruzeiro do Svl > m
i de nutubro prximo lo, remet
nibeiro da Cunha Antonio f.aiz dos San-
tos & Rolim quera o apprchender, o l<
cidade do Recite, rua do Crespo n. 11,
ti a recompensa cima. Pede f
is autoridades policiaes e capities de i in
appri hensao du meo
poc fosse para o centro do Gtar, porque
ser natiral da villa du Caseavel e i mu
s ipi it que v se inculcando de forro com
vi /es tem felo.
Moleque Fgido.
I00jj|000 de gratc& Roga-se aos capitaes de campos, e a i
qnalquer autoridade a appnhensao Je um mole-
que de nome Mar.oel, ciioulo, idade 12 anuos
pouco mais ou menos, o qual fugio da casi do
abaixo assjjnado no dia 30 de outubro do ror-
renle anno, levando caiga de cor, camina azul,
cliapeo de palha oleado e o maior Stgaal soffrer
de astlima e a pouco estove doente de baxigai .
desconfa se que estoja acoitado por algun i
talhao, que se queia aproveitar di' sua pe uena
i.lale para o seduzir, desdo ja protesta o ntesa
abaixo assignado de cahir sobre dito Urapi
todo o rigor da le, egralilca Ja mareia a OM,
aqutllo que llie der noticia ctila, c p:iga toda
despeza que se fizer com o mesmo moleque pura
se effecluar dita aprehensao, levando rua Sov
n. 2!. Francisco Jos Gcroano.
' A


(i)
DIARIO DE PERNAMBCO. SABBIDO M DF. JANEIRO nE >P60.
Lilleratura.
A LEC.EXDA DOS SECULOS.
. pon
Vctor Huno.
i lli Opela divagara a horda do njnr.
u sombro [m -un sobre o horizonte. P -
co cib i i ; 11 .i. > un raioesrrot in nos jreos coru
un dedo de fugo. Aostosigual urna figura bran-
i a espuma sibil iln fun.lt) do abysmo. A
qncixara-so suidamente. Dir-se-hia que,
i.iiir.i i],i mundo; ella llio narrava oler-
tristeza.
O noel i via e Olivia ludo slo, qneom son rs-
11 i alma < cor| u Qu m lo menas es-
ilio >.i-- it-lho pela fron le o sopro do
uiim uta ; seria u ronda aguia de Patinos? Co-
luo quer que fosse, ello novia sido inspirado ;
levara consigo urna reveladlo, e, rccolhendo-so
de novo, cscreveu esta legenda.
Legenda ; o nomo bein empregado para esta
obra, visooe realidade au mesnio lempo, especie
de juizo final da humanidade desvanecida, era
lino cada spcuIo levanta alternativamente a cam-
bista a moilallia, lanca un olhar amorteci-
do, e, depois de mostrar a ehaga no pcito, deixa
liir a pedra, e subniergo-se no gnlpho do pas-
sado. St; bom que, aoleresto poema, nosso se-
cuto, possuido de um temor secreto, possa di/.er
anda nina vez: Eis o horacm que volta do in-
i : o
Elle volta rom effeilo, nao d'osso inferno ima-
ginado debaixo da tena peta poesa, mas do in-
ferno do co aborto chamado a historia.
Lile vio o munlo iulein ge mor desesperado o
verter sangue, do idade ora idade, sob o aznrra-
cors, soulimo-iios mus ousados, o,, sera ueter-
mo-nos tiesta ou nnquella especialidade de for-
ma, confessaraospura e simplesmenle nossn ad-
mir-aco. Na realidade o que a nao pnrtilhasse
mostrara enteudec muilo pouro do poesa. A na-
ture/a te-lo-hia fejilo, quando muilo para canta-
rolar urna copla dr versos.
Esta obra parece urna nova croaro no dia se-
guiuuvao do calarilisma. Nella se ve a inspira-
cao, bi-ui como a Vida do Gnesis,brilhar magu--
licamento no raeio das chainmas e do fumo, sob
as formas grandiosas e phautasticas de levia-
tlioes e litos. O ijioeta vio os crinies da (erra,
esle monstrua da ordem moral Segurou-os con
sua mao de ferro,o os reproduzio era seu lypo
ondemuniiliado, Om sua lgubre fealdad. Ki-
los; vede-os; vi
nonio, sob qualqu
apporecer, sabei ualdizo-los.
Nao porque Vi
le-os mesmo, c, sob qualquer
r pretexto que ellcs procurem
lor Hugo ento um canto de
maldic.o como o l)es irm da humanidade. Polo
contrario elle inc
sal de redora pcao,
do ser mais desgr
na-se una doutrina univer-
nao so do homem, mas anda
acodo da nitureza. Croque a
mmorahdado e aifealdade paulatinamente cho-
gam, pela escala trtystoriosa do progresso, vir-
lude o belleza, fon para lodo a desgrana urna
palavra de compaixo. Amnistiada mesmo Bur-
gia se podesse ler um bom pensamenlo.
Ello lom soffridij), mas aprendeu a amar. Hoje
o poema do mal, amanhaa o do amor. Porque o
amor devora o mal como o fogodo altar. Talvez
que anda solTra, sombra cresco aiauto dclle,
porm o co I lie den o dom da prophecia, e elle
em p sobre a mootanha foi o primeiro a ver
raiar, ao nascer do sol a Ierra promelllda. Mos-
Irou-a mocidadoL e llio disse : coragem, cami-
nliai.
Tein solTrido ; deixemos pois de laslima-lo. E'
gae e o ferro. E por (auto ere, erradamente sem j o destino do poeta.] O que pois a corda de sua
la, que a humanid ide cometan pela festa da | lyra seno a libra lorei la ? O eco ama-o de mais
I para Consentir que Idle gozo da mesma folicidade
Eva apparece pura no orvalho da manha da que lodos gcralmenle. Ello caminlia no mundo
s e ferido na fronte por um raio invizivel. Le
iuexplicavel, mas ora apparencia necessaria, da
historia. Todo aqudle que nasee grande era nos-
sa Ierra dove viver na provaro. A cada passoda
civilisaeao, os poetas do seclo, Homero, Virgi-
lio, Dante, Shakspeare, Milln, apparecem rada
um desua vez, em una poca de perturbandoe
10. Sorri para sua mal a nalure/.a, e a flor,
ropliando este sorrir, expande sobre ella
scu perfume. Viver para ella era amar. Ama ; e
um dia, pomlo a mao no venlre, o senlio cslre-
r, One sahir d'elle'.' Um menino chamado
Caim. o erinie devia nascerdo primeirobeiio.
1 lambem o remorso. Dees seja lomado! O
ii lem poisem si alguma cousado mais que! dosappareccm na tempestad
:al, O reiiKe-o. Caim matou, e, desde 0 dia O deserto desenrola ao infinito sua fnebre
em que den .i bebei lena esta Ha sagrada da ] immensidade. Nao ha mais verdura, nem co-
i humana, vaguea e foge nao s do homem, : Iheila, alegra da na tu reza, diveriiinenlo para a
de si proprio; porque ve sem cessar um vista, nemsignal do vida, apenas existe a liuha
olhar sobre S. Edifica urna leuda para alfaslar i CSbranquicada da caravana devorada pelo simoun
-' olhar vingativo, e ello segu-o alravcs da o vacuo e o seu peso,, o silencie, o espaco c o ru-
lenda, edifica urna cdade c o olhar o persegue | litar da alhmospherp visivel e vibrante sobre a
la da muralha. Assini di/o poeta
na sua prmeira legenda.
Porm um raio do co caho sobre a segunda
pagina de seu poema. Elle v o mal transfigura-
do em bom pela mao tranquilla da Diviudado.
; egual bondad*
a bonda le de Roos,
la vestido de
', disse elle, e enlo emita
e a de r.hrislo, osle louro
linlio azul ; porm Cliristo re-1 em lagrimas de ouro,
sus il i La/aro, e, por ler dalo a vida, leve o poeta.
;' a le. L' preciso sempro expiar um I Urna palavra anda
supplicio. i)ac digo, supplicio ? I le ou tlci. Cada dia
Nao 6 anda bastante ; pelas feridaa que receben, severa. A idade apre
rea, qual a trama bm movininnlo as miios do
lecelo. Ah, longe da fonle, da brisa, da flor,
da loulnegra, os azubres escabrosos e solitarios
dirigem ao co sua armadura rrieada de espi-
nhos. Em razio, porm, dos raios do sol, e dos
ardenies ventos, sua casca rebeula ; o orvalho
do co cahesobro suus feridas, e deltas correm,
a myrrha e o inceiiso. Eis
u pola esponja de vinagre.
rislo morre, mas apenas fechada,
se abre a
llura, e d'elia sabe o chrislianismo. Durautc
upo o povo romano expira miseravelmen-
i ii eta lanca por alio a vista sobre o pateo
' li is dos Cesares; escuta por um instante
lodos estes animacs ferozes na gaiola im-
I, passa e entra na raeiaidade. Cbega feu-| da poesa.
lade, esta tyranna exereida sobro cen millluco poltica (
- i cada escarpa de rochedo; esto eovil
- oos sem 11 na em cada garganta de vol-
b o :. '.-.ie de barona; esto latrocinio por
nascimenlo de golpe crio e a salvo,
: 'traz da porta falsa e da ponte levadiea ; a
.. pintada como a outra de azul e
. mas somonte no braio; a caca, aem-
Ninguem sabe quem par-
vida se torna para nos mais
isa-a aiuda mais c toda a
vez que fallarnos cono ou de um homem quasi
que nos despedimos dclle, o llio dizemos adeos.
Pois bem, como ludo acaso, regulemos nossa
vida para que a hora n'io nos sorprenda antes de
lironnos solvido a divida de nossa existencia.
Ha viole anuos um napa/, vnha a Paris tentar
l'oiiuna. Era a idade. heroica do pensamenlo e
A Franca qssislia urna dupla revo-
lilter
por Ludo o enlhusiasm
manila assistia una
Jouffroy. Durante o da
so de Guisot ou de Royqr-C
viva anda, lleranger
menuais levautava a m
lemunhti, Lamartine,
na. A mocidade
C O fogo sagrado.
eo de Michelet
poda ouvir um
tinha
Pela
Enlrelanlo as noticias otiiciaes, approximaaa-
menle verdadeiras, que fornece a commissao
central, e entre as quaes nio fallaremos das
mais importantes, teem sempre um valor muilo
superior aodos dados quasi sempre conjecluraes
que so possuia no vasto imperio dos czares.
Vaslssimo, seguramenle. Segundo os novos
documentos olTiciacs quo consultamos, a Russia
d'F.uropa, comprehendendn a Finlandia [6,S7;l
leguas quadradas), e a Polonia 2,320 leguas
quadradas) esleudc-se 91,740 leguas quadradas
geogiaphicas: mais da melado da eslenso total
(182,512 leguas quadradas) da Europa. Convm
anda accresccnlar o Cnucnso (1,725 leguas qua-
dradas;. e a Sberia 237,503 leguas quadradas,
na Asia, e o lerrilorio da compauhia russa-
amencana f 17,500 leguas quadradju), na Ame-
rica. Dest'urle forma-so um lodcdo 353,466
leguas quadradas, ou qualro vezesa cxlenso de
toda a Europa.
Ninguem se ha de admirar enlao de encontrar
ge vernos (provincias e territorios) coni duas ou
tres rezos mais de exlensao, do que os maiores
Estados da Europa; dos sessenta e cinco gover-
nos e ternlorios, em que se divide o imperio,
hasele, cuja eslenso excede a da Franca ('J,615
leguas quadradas), e qualro somcule que sao
menores que a Blgica (625 leguas quadradas):
a exlensao media das divisos lerriloriacs aug-
menta proporeao que so passa do centro para
a pripheriadesta colossal aglomerado de re-
gioes.
PovoaJa somentc maneira do Portugal, da
Grecia, da Turqua europea, islo ';om o que
chamain densidade media de populacao [pouco
mais ou menos 1,500 habitantes por legua qua-
dradal, a Russia poderia comportar 550 iiilboes
de habitantes : mais de duas vezos c mea a no-
pulacao actual de loda a Europa*. Sem fallar,
porm da Sberia, on lo muitas vezea percorro-sc
una centena de milhas, sem se encoulrar urna
s pessoa, ha, na Russia da Europa, immensas re-
goes, quasi inhabitadas. Todo o norle, com os
seus pantanos, gelos e florestas, as charnecas do
sul tallas d'agui, inleiramenle pareceni condeni-
nadas anda por muilo lempo ao deserto. Vinte
governos ou territorios contam menos de d
habitantes por legua quadrada ; dozo provincias
cxredem este numero, mas contara anda menos
de 1,000 habitantes ; vinte e sele variara entre
1,000 e 2,000 habitantes, e seis provincias semen-
t teem para mais de 2,000 habitantes por legua
quadrada.
Lstes seis governos, urai vez bem povoa-
dos, formara una facha duplica que principia
do norte de MOSCOW, porto do Wolga, alravessa
Oka, e o Dniper, para terminar em Dnister,
perlo do Kanzinez Fodolsk ; era este por assim
dizer o berro, e anda hoje o centro da vida
nacional moscovita.
Se bem que mal distribuida, a populacao da
Russia nao em nada menor do que as maiores.
Nossos documentos olliciaes a elevam 635
milhcs de almas, quanto Russia d'Europa,
comprehendida nella a Polonia (.7 milhoes e
a Finlandia (l 6 milhoes); o Caucaso (2.4 mi-
lhoes), a Sberia (5.1 milhoes), e as possessoes
americanas (10,700habitantes] forneeem ura con-
tingente de 7 milhoes 810,700 almas ; total, 71,3
milhoes de almas.
_ E o dobro quasi do numero da populacao da
Franca ou da Austria, mais de duas vezes c meia
a populacao da Inglaterra.
O que torna, porm, esta grande populacao da
Russia nolavel ou forniidavel, c o augmento
promplo que nella so opera.
Em 1850, cnnlou-se2 milhoes 706,870 nasc-
mentos contra 2 milhoes 146,990 nortes, o que
forma um excedente de 559,070 almas, ou 0.78
por 100. Sabe-se que o cresciment antlual da
para os negociantes das tres classes. o capital
empregado em 1856 no commorcio russo deveria
portante montar 459,6 milhoes de francos, na
prmeira classe, a 465,5 milhoes do francos, na
segunda, e 1221,3 milhoes de francos na 1er-
ceira classe, tolal 2 mlhares 149,3 milhoes de
francos. ltenlas as immensas distancias, o
mo estado das vias de communica^o, e os
enormes crditos qued'ahi resultam necessaria-
nienle, o capital commercal dilTicilmenle pode
ser retirado mais do duas vezes e miia por anuo,
o moviiuento romniereal, interior o exterior,
eleyar-se-hia deste modo a 5 mlhares pouco
mais ou menos por anuo, somnia que o com-
mercio exterior por si s monta em Franca.
E por isso, que o raovimenlo commercal da
Russia, que s sustentado pelos gneros de
ooiisumuio propriamenlc dilos, e pelas materias
primas, esl assim alrazado, porquanto a grande
produrcio industrial quasi que descoilhecida ;
a eslalistica olhcial avalla a producen das fa-
bricas e das manufacturas em 897,3 milhoes de
francos, no anuo de 1856.
Convm notar todava, que em 1849 ella tinha
sido somonte de 621,3 milhoes ; deveria por-
tante em niio anuos teraugnientado do 276 mi-
lhoes ou de mais de 44 por 100.
Nao ha duvda, que esle progresso lem sido
consideravelmenlc obtido pelas tendencias libe
raes era que o actual imperador lem r.ollocado a
Russia, e sobretudo pela grande medida da eraan-
cipaco que de ver transformar em trabajado-
res hvres 9 milhoes de escravos, Mas se o zelo
do governo for grande e a sua vontade constante,
os dados precedentes bao de mostrar sufficicnte-
inenle, que do muilos anuos o cuidado nao o
deixar ir & revelia, c que bao do ser precisos
muilos esforcos, afim de que a Russia possa con-
seguir por nicamente sua populacao e a forca
productiva dola ao lado da inmensa eslenso de
seu territorio.
Evidentemente a Russia na poca actual nao
mais, do que um vasto imperio ; aiuda llio falla
muilo para lomar-so um imperio realmente
grande e poderoso.
(J. E. Bous).
{Journal dos Uebats.Murros'.
pos cubertos de nichos, e parecem esconhocer os
mais simples cuidados de limpeza. Em Marrocos,
para ser-se santo, basta ser lonco, idiota, estpi-
do, ou anda saber fing-lo. O Ululo de santos
d-se lambem a alguna hypocritas quo causara
admiraco por praticas e ora^oes singulares.
Todos julgam-se felizes de tratar c alimentar
essas pessoas hediondas, cujas palavras valem
dogmas. Admiremos nesga venerajo a prmei-
ra vista estpida, o dedo evidente da' Providencia
permiti lambem, que os miseraveis p os
doudos sejam cercados de tamaita aureola. En-
tre os santos, ha alglis que se achara no gozo
de lodas ossuas facilidades, e que zumbara h-
bilmente da crcduldadc publica.
M. Codo conla que encontrara um santo que
se jactara de ser invulneravel, e de ler, om certa
ou conforme urna observaco directa ou confor-
me as taboas astronmicas", de que se serven e-
chinezes.
Quanto a classificacao dos anuos os ehiaezi
nao adoptaram, como' nos urna compulaco nu-
mrica, successiva lendo ura ponto departida
cerla, que permiti dividir a historia em seclos
ou em fraeces de seculos : imaginaran! periodos
de 60 nnnos, que se succedem sem um numero
ordinal, sendo cada anuo designado por una
combinacao duplica de dez caracteres que se re-
pelem seis vezes com doze onlros caradores que
s 86 repetcm cinco vezes.
Allribue-sc a invencao dcsle periodo ou i
sexagenario Ta-nao, ministro do iraperadoj
Houang-ti, leudo o eyelo em que vvenos elas-
sicacao de 75 na chronolog histrica da chi-
na. razan est neste principio cosmogona-
baialha, afaslado do si os chumbos cas bailas:
e, aproveitand-se dfsle argumento, pode fazo- bem extravagante, porm fundado ns anligaphi-
Io confessar a sua audacia. lonopliia cbineza. de que cada um dos cinco ele-
Collora-le dislancia de Irinta passos, disse nonios da nalureza agoa, fogo, pao, metal tter-
eu escolherei una pnntaria a qua
<
elle ao santo, en escolherei una poiaria a qual I ra/ 'ege ura perodo de doze anuos consecutivos.
cobrir com a mao e farci fogo alirando urna ba- I inagen dos doze nezea do auno, c que por con-
la que, pela virtude de que s dolado, apparars scguinic os .henonienos, visiveis ou oceultos da
no ar. Se consentires, convm eras a ura Naza- natureza nao lem lugar; ou se nao renovara se-
nao depois da areao successiva dos cinco elemen-
tos, em um periodo igual cinco vezes dosc an-
uos, isto era um inlcrvallo de 60 revolu- >e-
solarcs.
Cada auno pois lem no kalcndario sua deno-
minado eyelica composla de duas lettras; po-
reno de coraeao duro e alma rebelde.
O homem virou os ollios e responden :
DeOS
Mea amigo, porque hei de en allcnlar a
.' Elle fez-me invulveravel quanto s bailas
e os chumbos dos inimigos ; elle me proteger
lambem ciiitra as lulas de um amigo? Aiuda I 'm como j dissemos que os chinezes Dio CM-
nenliura amigo alirou sobre mira ; Dos nao per- la,n numero dos eyelus e pode succeder que >
i ignore o auno que corresponde lal cyilo, lixain
i iiidirectaineiile sua dala defiguando o reinado do
Un trance! enconlrou um da un. santo que imperador que oceupa o ll.rono nossa occas.a-
recia ja muilo lempo lite dar em publico sig- Assim o auno de 1b60. chamado Kong-ehin n -
es de araizade : nomenclatura eyelica se ada perfeitanenta i
Senhor, lhc disse elle em voz baixa e era sificado na ordem c.hronologica, quaudo si acres-
mi ta que eu experimente
ir; i firmo, o roubo, o estupro, a pilhagem, tribuna.
usa a pi i l-.i.ao, o festim homrico, o
I i, o i.-i.i', de Cydrom I, o gracejo cyui-
si i brutal do buao o doservente, dian-
le bocea da iraiuonsa chamiu, a face
i charama da embriague/, e
11 o, a frente i cadver de um inimigo
i setii-ro, e o p sobre um outro ca-
tivo precipitado nv fundo de urna mas-
' a.
! Ilug i lir u sua priuieira legenda da
la le : Eviradn I i.j is, 6 a carallaria
ite procura da juslea. Por toda a parle
ma mulhi r proteger, um direito a
l radnus irte ci ra i spada desembai-
i carallo de batalha. E'
reler esta leg rala paro conhecer a
nio le Vi tor Hugo. Phanta-
- ten ir, nella empregou de urna vez loda sua
i. I msonbo smente, em nina noilede fo-
iduzjrsua ido. Ha sobre ludo um
I do [ue causa rer'ig r:
me vem sobre as pegadas de F.virad-
Ratberl, primeiro ruclo de Cesar
: i assassino rouba, chama a
. e com i IToil reina : sua coito o pro-
clama rande o justo, i-o pie, lo Afranus cele-
, e beradiz s i,i virtude.
Enln un dia sua rabera cahe rcpcnlina-
para u centro da ierra, sera que se
pie, nem como. Era urna larde somen-
por do soi, ura pobre |> i Iro pensativo, em
p e-cora a mao sobre o habito vio um archanjo
i a limpar sua espada as nuveus
Todava, p-ii mais inspirada que seja esta Ic-
' i,se eu livesse de fazer urna escolha neste
volurae, escolhera a oraran feila por oecasio
da renasrenca intitulada Um i i ilyra. o que <:
satyra? Od i Pan, o espirito de indaga-
"i depravado sublime da scieneia, sempro
ou de I populacao franceza, no periodo de 185^ a 1856,
discur- i foi de 0.1 i tor 100. Convm acrescentar anda
-Collard. Cbabeaubriand que o auno de 1856 passava na Russia como des-
urilicava sua musa, La-1 favoravol ao progresso da populacao ; o cresc-
o para dar um novo les-; monto medio d
depois de havoresgolado reviso o (censo
1 por 100. Comparando a
de 1833 com a popularlo ve
riscada, a cat alga-la, oassallo, a pirata- a gloria do lyrismo, ia i rastrar sua eloquoncia na I riflcada em 1856, acha-sc cora effeilo no espaco
Porm entre todos, Vctor Hugo caraiuhava
de 20 annos um augmento de 12 milhoes 110,000 urna vida maisfoliz.
Coslumps dos HarroqniBOS.
Marrocos habitado pelos Brberos, Arabos,
Mouros, Judcus o Negros ; os Brberos, cuja
maior traeco marroquina chama-so Chelleuhs,
sao agricultores e pastores; os rabes sao, pela
raaior parle, Bedoinos, isto c, enlregam-sc ao
cuidado dos rebaulios, e vivem [ora tas cidades,
as paslageus ou no deserto ;os Mouros, habi-
tantes das cidades, e descendentes degenerados
dos rabes, e de oulras populaces, sao avaren-
los, corroiipdos, fracos, sanguinarios, pregn-o-
sos c vingalivos; o sangue cruzado se mauifesta
mais escuro nellcs do que nos rabes ; os Ju-
deus sao muito numerosos, apezar do tralanien-
to ignominioso que se Ibes faz experimentar ;
una vez quo conservera a alta auloridade do
commercio e da industria, ellos se resignara
abaixr a cabera s exigencias insensatas do go-
verno marroquino, c al eonsontem que
tollia a liberando de culto;os Negros formam o
principal excrcilo do imperio, c sao subordinados
como dove s-lo, o soldado bruto coramaud ido
por chefes ignorantes c crueis.
Os Marroqunos formara um elevado conceilo
de si proprios : como todo o povo, que osla lon-
ge da civilisaeao, julgam-se col loca-Ios na pr-
meira ordem, a rospeilo das oulras naceos ; dcs-
prezain os Europeos, e cha mam-nosageinque
quer dizerbarbaros ; s conheccm um poder,
a forra physica ; o despotismo por tal forma os
tein Brillado, que as palavras honra, liberdade,
nao teem sentido para ellos.
bom francev, ainda que seja de condico muilo
desprezivcl, eu sou Auverguot, senhor' filho de
Cantal
Enlo courersarara, e Nnaliuenlc soube-se que
o santo marroquino era um antigo marinheiro,
que era pocas reraotjs naufragou as costas da
frica.
cenia que o lo" do reinado de Hien-Fung d
dynaslia dos Tsing,
Constantemente se publicam na china calen-
darios ou almanaiksque lem urna grande exlri
cao, graras credulidade supersticiosa das popu-
laces, que diariamente vo consultar o prognos-
tico de sna sorte, bom ou mo. Os autores d
epbemerides astrolgicas nao se esquecf m de in-
Os judeos gozam de nma posipo diametral- Idicar claramente os das era que lleve terlog
mente opposta dos santos ; emquanto estes I casamento para ser feliz, a enpreza de una na-
so honra-Ios. nqncllcs sao humilhados e lorlu- vegarao para chegar bom porlo a combate par.-
rados : nao podem escrever em rabe, o at pro-
hibe-se-lhes conhecer os caracteres rabes, por
isso que, segundo dizem, sao indignos do ler o
Alcorao. Nao jiodem montar a cavallo, nem
cruzar as peinas, segundo o eoslumc mahometa-
no : sao insultados at em seus templos, onde
o primeiro biltre tein o direito dedar-lhrs pan-
cadas ; as estradas os meninos lanram-lhes in-
jurias, dao-lhes bofetadas, ojogam-lhcs pedra-
das e lama ; e se porinfelcidado olles'So atlre-
vem a costigai esses bregciros, sito lego agarra-
dos pela polica.
Aritos ile passarem per diante de urna mesqui-
la, se nao si
sahir-se vencedor, o dia em que se deve dirig i
urna pelieao para ler bom despacho, em que -
deve arriscar, os bens no jogo para fazer fortuna
e oulras seraelhanlos parvoices.
n o I roa na ck imperial, que nao isem; lo
preleneao de sorlilegio. indica alera di>to os
de lulo olicial, em que os funeciouarios pblicos
nao usam dos vestidos de ceremonia. S
dinario os das snniversarios das nortes d
peradorese das imperatrizea da dymnasti
liante ; e como na China as inulheres vivem mui-
lo menos do que os boniens, sao as que teru
raaior parle na lisia do luto olicial.
Certas testas, taes como a das lanternas, i '
ijuizerem expOr as severidades dos bateis-drago. de Dos da Terra, do Espirito que
castigos, saoobrigados tirar os sa patos e nda-
se llies rem descalcos com tulas as apparcucias de pro-
funda humildade.
Iin mouro laucando una palavra injuriosa
im iudeu. c este respondendo do mesmo modo
r precisa a inlervonrao do radi, o nc-
sem se faz-
O fatalismo se ocha to profundamente enra- ci, o oceupar certas posicoes de
de provm esta esnec-ie d
zado em seus coraees, que nunca desesperara,
qualquer que soja o infortunio que os opprima.
Supportam anda mais a mis-ra, sera fazer quei-1
xas, culo usam de raeio algum que a possa ara-
bar, persuadidos de quo o futuro Ihcs prepara I
perdoa e oulras, sao mencionadas em lod --
alraanacks, porque sao observadas no imperio in-
leiro; porru ha festas particulares, unas
buddhislas, nutras dos Tao-se, que s se publi-
cara nos almanacksde cada urna destas -
ra uso dos correligionarios. En geral as testas
goro acabara rom a morle do ideu ; es'.e'paga"- i T,c lem ,:'" carcter religioso sao marcada
r cusa de sua cabera a audacia que leve. A esno di da la todos os anuos, de mal
qualquer palavra do'raouro, o isroelisla deve 'l"c *'w .movis em rclarao ao anuo solar, os an-
ni versa ros dos nascimentos ou dos ol
eoiiiiuladus da mesnia forma.
Pinalncnte os conhecimeulos -
bre a theoria dos kah ndarios ronservt n
de muilo lempo incompletos, e s no len
imperador Kang-hi, contemporneo de l.uia \l\
que cites aprenderam com os jesutas que se
achovam na corte de Pekn a calcular com exac-
respondersidisenhor, e se esle fallar ao ho-
ce- m mais vil, deve trala-lo cora loda a dcfle-
rencia.
A despeilo d lo
las, os judeus tein
las essas exig ncias inscnsa-
chegado dirigir ocommer-
(on(iani;t ; don-
provm esta especie de anomala, quehomens
nlc do morimento da lilleratura. O
almas, ou de 20. 8 por 100. Se os crcscimon-
rapaz foi tos conliniiassem as raesmas proporcoes, a
procura-lo, e, debaxo db suas vislas.Jomoumo-1 Russia, em 1875, conlaria 88 milhoes do habi-
tantes, o 110 milhoes no lira do seculo dezc-
colurana. Se tem sido
evo em parte ; e boj
depor por elle.
r-lhc, de nutro
quer ao
lado da
nove.
Vcrdade que o augmento da popuhro d-
minuc proporrao que a sua densidade aug-
menla
muilos
hoje
unios (em 185C por exemplo)
o numero
deslamento lugar em su,*
alguma cousa, elle o i
que a occosio o chama;
monos urna vez lan-ai
praia, mais que um grito)de admiraco ; um gri-
to .le reconhcciracnto.
Q icm tal dira, oh theslre, que, quando a
Franca brilhava na Europp porseu genio, quan-
do vos, e nos depois de vos, caininhavamos com
coraeao Orne para a conquista do futuro, nos1 lautos em relarao ao loia'l da populacao.
dous governos "do Son-Petersburgo o de
cow sao as nicas cidades que absorvera urna
oarte bastante considerare! ?S9 so o ^>7.5U por
100) dos habitantes : pode-se, quando mullo, ac-
Podo-so dizer, que ellcs usam orgulhosamente
os seus andrajes, o como, em virtude de ordem
superior, a polica eticarrag.ida de dar donuu-
| cas dos homeus ricos, as ras eslao continua-
| mente pomadas do individuos (rajados de farra-
pos; essa deploravel inquisico, que ameaca i:i-
cessanleinnulc os Marroqunos opulentos, da
expostos as maiores afronlas estojan de posse lidoosnovinentos celestes que deterrainam os
de tunpcoes tao impoitanles. Do cara-ler indo- periodos annuaes. E querer-se dar crdito i
do monro pode-se comprehonderesta ano- certas narra?oes, os astrnomos acluaes da edrtc
malia : ha nccessida le de empregac os judeus, t.-(i,.ram dc urna maneira lal o habito das I
porque SO Mes leen bstanle ardor para descm- dos logarilhmos, que viram-se obligado- a i
ponhar empregos, que exigem algum Irabalho. rer todos os annos aos Russos para poderem
> nos marroqunos, vivera em geral na cu- mar um kalcndario s.-gUro
as cidades da Russia veem em nacao o aspecto mais triste ; acontece muitas
riosida 1--, oque paradles nobre ecliumam
mercenarios aos naditas, porque cntendem que
preciso ser ramio vil para laucar mio do Ira-
balho.
(industrie el Commerce Bel Barros)
[Illusl
I in
Chroncle
zes, que ura bouruous usado pelo nai dm-
jos mortos exceder ao dos nascidos. Entretan-1 annos depois trocido pelo llllio' ffuranle
Se si-
lo as grandes agglomeracoes anda sao pou-
co numerosos na Russia", c pouro impor-
oulros os homens de ciricoenla annos, ltimos1
rapazes deste lempo, veramos de repente a Fran-
ja abdicar sea f a idea ceahir na lilleratura in-
spida i!-- romance de aldova 1 Que tollo d-:
Marroquino loiii
oTti
Chalcaiibriandf ntorlo ; Bcranger? morto ; La-
ts 1 morlo ; Lamartine? mais que morto,
abandonado ; c vos ? o vento smenle pode res-
ponder a pergunta.
Nao importa ; fazeis vossa obra, lendcs a pa-
lavra do lempo que mais codo ou mais larde
cumprir sua promessa.
ErcEN i o P11 i.v i w.l't isses.
[Presse.)
0 famoso adagio do philosopho gre:o: Conhc-
ce-le a ti proprio. ha de ser sempre, para o
l.si i lo nao menos do que para o individuo, a
prmeira condico de un desenvolvimento sao c
fecundo; a boa statistica fornece ao Estado ura
-guio de adquirir csse conheeimento de si
proprio, que, nico, p6do imprimir unta direc-
eo racional e til a seus exforros em beneficio
do progresso. isso o que a Russia mui bem
coraprehendeu. Quando, no din seguinte ao da
gm ira da Crimea, se resolten a procurar nos pro-
gressos interiores a repararn da derrota que aca-
duranl 2 I
o ii tro
suspetla que o mais pobre
uiag* riqueza, du que d'anteK
suspeito, e c repolliido-
uns ni sera-
crescentar-lhes os tres governos do mar-Negro:
Cherson, Taurie e Bessarabie, contam 20. 30,
18.iO e 17.80 por 100 da popularn. Em lodo o
demais paiz a populacao urbana insigniflcanlc ;
o termo medio geral e de mais de 9 habitantes
das cidades sobre 100 almas da populacao total.
Conto-se noieem toda a Russia 678 cidades pro-
torna-sc incofltin
Mos- pnso ; assim pois cada qual vivo
velmrnle.
s Nos casas llO lia IIIOV61S, segundo diz M
Snidcr-Pellegrin, Nao se come cune, anda-so
descalco; entretanto iodos os Marroqunos lecm i iodos sex
dinheiro.
O imperador o herdeiro legtimo de lodosos
cidadaos.
Ouan-lo morre ura individuo os soldados en-
trara em casa, e tirara tu lo o que enconlram ;
a familia lira desamparada, se 0 definirlo nao
primcnte ditas, 1,360 enmarcas que gozam de terca precauco do esconder a sua fortuna em
aerios privilegios urbanos, e 305,13'J aldeas. | algum escondrijo ; acontece muitas occasies, que
iusigiiifirencia ralativa da populacao urbana I o lugar do Ihesouro desconhecido dos pren-
les, e enlo tieaiu el les ni mais cruel miseria.
A
so revelia e so rnanifosla no diminuto numero
da classe commerciante. Ella, como se sabe, di- j
vide-se era tres classes : os negociantes da pr-
meira classe dercm possuir um capital de 60,0'JO |
francos, ao menos, c podem fa/.er luds as lran-
saroes coniinerciacs, o bancarias ; a segunda I
classe (21,000 francos) pude conimerei.tr no in-
terior e no internacional, podendo smente cora-
merciar com oulras nacoes cora a somma de
360,000 francos por auno ; a terceira classe
[12,0U0 francos) pode conimerciar somonte no
interior. Ora, em 1856 s se se coulava 1,149
r leanle elle. Hercules foi procra-
lo ; o culpado comparecen Venus ao v-lo rol-
roslo horrorisada; mas p dos Pan [oraou
le marC i a principio o misterio
. Icp iis ii l -i io la humanidade, c
ai liou bello pela i elleza do genio.
Eis em n sumo a obra de Vid t Hugo. Pode-
i destino; a direceo du servico reorganisado
foi contiado a urna commissao central da aleada
do secretario dc Estado do ministro do inlefior
A commissao central acaba de publicar os pri-
meiros resultados dos seus Irabalhos. Desde que
atiender s difficuldades especiaes que a im-
a eslenso do imperio, que seu grao de ci-
-'. a o critirala-hao seguramente. Oses- vilisaro o finalmente que a ndole de suas popu-
limi los querero aceita-la como fivorquo '
regatear sua sympathia. Quanto a nos
alereainla conservamos as emo-1 exaelido & toda prora.
lacees offjrecem as invesligaces da statistica,
nao so pode esperar, desde log, noticias de. una

mero total dos negociantes eslava concentrado
nos tres governos de S. Pctersbourg, Moscow, e
Cherson (Odessa). A fortuna conhecida desles
55,000 negociantes, ou o capital empregado no
commercio interior e exterior da Russia montava
628 milhoes 471,200 francos: na maiora dos
casos, por conseguinte, o numero mnimo de que
devem dispor os negociantes de cada classe
consideralmenle a-liantado ; eslima-se, que, cm
termo medio, o capital em gyro
francos, de 160,000 francos e" de
pelos Hcbreus, os chinezes lomaram es movimen-
los di la para regular a divisan do anuo. A
principio julgaram que as doze las equivaliam
a una revolueo inleira do sol em redor do zo-
ni o raovimenlo regular da la em
torno du asli do dia, logo chamou a allenco c
fez cora que se eslabelecesse ura equilibrio, pri-
meiramenle dando-se trozo las em lugar de do-
ze no lira do qualro era qualro minos, depois
marcando-se, oa viole novo ora Irinta das para
supplicio,c ludo poslo em pratica para alear ','s mo/\" '"ares, segundo asdifferencasquepo-
os delinqnentes. "''"' fobrevlr na cocncldencn das las
Esta ultima hypolhese c ramio froqnentc, por
isso que os infelizes que livessera a indiscrieo
deespolhar o segredo de seus escondrijos, flca-
riara sera ellos, sopor acaso a polica viesse sa-
ber, c neste caso, nao s ficavara sem fortuna,
mas passavam pelas mais crueis torturas; os
Marroqunos teem um arsenal de instrumentos de
l'm eremita insole/.
correspondente do WolvcrhafU
conla o seguinte :
Aalgumas nilhas de Slevonage, c i -M ni-
Ibas quando muilo, da mctropole, ha un lugai
ndario na China perde-se P?ra 0I,de se retirou um ermita. Visitando ha
Os aunaos histricos deste Zm ""' anii" di"I"clla localidade, fui convida
do a ir ver o curioso anachoreta, o pude conten
eer-me que, na verdade, OS eremitas
XIX nao sao homens como osoulros.
-No (im de um caminho por onde eoGam
fereceu-se nossa vista una casa bstame gran-
de, | orm que era si e no que a rodeara
fereria as imagens das ruinas e d- solaeo
0 interior que, oulr'ora fOro rico c connod
c hoje medonho.
Aproximando-rae da celia do eremita, sil
na irazeira do edificio, olhei por entro
.. .... iquetapavam asjanellas, en um quarto bu e
Lomo lodos os potos do Oriente, principiando leireo. De movis s tinha un escabello de pao.
No fogo via-soun pouco de lume amortecido.
Fnlramos.
b--,i
NOTICIA SOBRE O KALENDARIO.
A invencao di kalendari
na noilc dos lem
imperio antigo mencionara em dala de 2650an-
uos ante? de nossa era as ordens que o irapera-
Uonang-tl den para que o kalcndario fosse leilo
- conformidado com as observacoes aslronomi-
cas, que o- anuos fossem classiflcados cm pe-
cuarios. Tres seculos mais larde o
in i lor Vao Qxou sem altenro sobro a ucees-j
sida !- -I-' i !/ r coincidir o auno lunar com o an- !
no solar, o poz era uso o syslcma de ulerela-!
cao para prevenir a dcslocaco das eslaeoes do
anuo.
Ha pois poneos Marroqunos, que nao enter-
rara seus bens, e que nao morrem dando is t-
cala
tora as
O curso do sol oceupa tambera um lugar im-
railias iiiforniaroesstifheicnies acerca do lugar portante no kalendario r.hinez, em que suas pita-
do escondrijo; assim tambera a torra guard i era
seu seio grandes quanlidados de ouro, o i -
sem duvda, exagerado avahar em 2.000:000:000
de francos os thesouros desconhecidos, e talvez
perdidos para sempre.
Os Mouros de Marrocos, por urna superioridad!-
incrivel, venerara OS individuos mais baixos da
naco, e os chamarasantos ; personagens
desgostosas, diz M. Cuite, que so ve agrupadas
pelas cidades, e sobretudo pelos cemiteno-, onde
osen aspecto hidiondo faz lembrar o que as f-
bulas do Oriento nos cusinaram sobre os passa-
de 4O0\0001 ros vorzcs, vidos de cada veros. A raaior parle,
24,000 francos liomens e mulheres vestera-se apenas rom Ira-
at liain marradas do 10 era 15 das ei di-
visoes que chamaremos zodiacaes, e que corres-
:n passagera do sol pelo 1o e lo" graos de
cada signo do zodiaco. Estes periodos bimensacsl
lem urna rclaeo necessaria com as estacdes, 0 C
por isto que os chinezes llies deram nomes que
indicara aproximadamente as circiimslancias cli-
matricas da poca sob sua latilura. Mas desde
logo que a lixaco d'esles periodos depende uni-l
caincntc i! niovimento solar, comprohende-se
fcilmentei que nao caliera todos os annos nos'
un sinos dias das las, e que preciso delcrmi-
na-Ios cada anuo fa/.endo-se um calculo como oj
Ira- que lem lugar no observatorio imperial do Pekn,
i) eremita 6 um homem bem educado, de
familia e muilo rortez.
Estova simplesmenle vestido com uma e-;
de charol, que Ihe deixava descoberl e pes, A sua barba era de uiucom rmenlo pro-
digioso.
Pcrguiitou anciosanente por algunas familias
aristocrticas de Staffordshire e dos condados li-
ra lrophes.
I. evidente que viven, oulr'ora. na n
ciedade ; porm a causa d-> seu estado pr< -
e um rnvsli rio, mesmo para as pessoas .i~
mediaces que ihe levara pao c loile,
alimento.
Ha un/e anuos que o eremita vive assim, leu-
do por unir cama o chao, onde se detla t'.-
vido era duas pelles de carneiro, e por u
compauhia os ralos, quo passeiara tranquillos
perto da celia.
Depois que se separou dos homens, o en
nunca mais se lavou, c o corpo lornou-se-Ihe
negro.
Como para lamentar que um homem, que
revela grande intelligencia, cuja mocidade nao
est anda exmela, c cuja vida poda aluda ,
bella, se resigne a una existencia in
brulecedora >
BRANCAS,
XX. IR! DO ASSOI.AVJ',
porque cu nao ero to lolo que esperasso a he-'do lado do Oeste, to deserta, ainda que me-
i do lio Graccho para viver; mas una I nos selvagen do que o valle do Arve eos arre-
brecha. Dous milhoes' c de pancada I A arti- dores de Chamounix. Ahi poders meditar a ten
manlta 6 notoria. Em sua vida, o defunlo nao goslo.
is ps em uma igreja, nesse ponto erada! Os hahitanles sao a melhor gente do mundo.
Opiniao do finado Condorcel, bom horacm, mas Muito espirito, pouea rnaldade, um grande cui-
um lano obstinado l com certas ideas, que | dado do seu envolucro carnal, nenhum estudo
,i
olhou sempre a existencia de Dos como uma do passado ou do futuro, uma avareza admiran
hypolhese destinada a fazer cozer a marmita de que ellos enfeilam com o nome de sabia ero-
cerlo partido. ] nomia, eis os traeos que dislnguera a rae,a. Ver
'- O convenio, a quem essa pechncha s cus-J dadeiros burguezes do seculo passado que lean
, raanhaa, o Sr. Carlos Brancas, aJvogado : tou algunas chicaras dc tisana, deu-se pressa em vergonha de gastar a terca parte dos seus ren-
2in Pars, roa de lournoii, ii. 13, primeiro on- passar a mo na molestia do derunto o parlicu- dinienlos. De reslo, nenhum gosto pelas aven-
. : porta a esquerda, i de um amigo de (rmenle om um Claudio Lowain, at hoje des-' turas da guerra e da industria, evitara lodos os
por
d
provincia a taita seguinte
Vieilleville, 0 dcniaio de 1865.
'leu charo amigo.
Se nao me prestaros a tua eloquoncia
;io dias, eslo i perdido. Eis o caso ;
loo Pedio llyppolito Ripainsel [em 17'.).!,
Graccho Ripainsel), meu lo, anligo mopo
de raolciro, morrn ,i -nuco doixando dous mi -
-. Passu por aiio a ddr que csse funesto
aronlecimenlo causn aos seus numerosos aini-
Enlre nos, n defunlo era um traanle mor
conhecido, o como o Louvre, digo-o coni orgu- i acasos, menos os do vspora, c (os mais teraera-
s conhc-i ros' os de viole e ura ; rivera felizes, aperlados
Iho, nunca vio egual. Imagina tu, que
color, uma paysagcm da America, em que as
aguas, o sol, a relvn, os animaos, as ruinas, as
arvores, e os homens sao repartidos vontade
uns aos oulros, como uma sucia dc Ripainsel.
Caio-Grac.cho, que foi seu chefe e modelo, dira
que cm dezoilo seculos, nao se perdeu um s al-
I para prazer dos olhos. Talvez. nunca tenhas visto nete no districlo Creio no homem, porque era
a America, nao importa. Ao primeiro olhar, conhecedor.
conhecers que ella deve ser assim. Eu ainda
l estou deslumhrado.
- Ora, sem fallar dos dous milhoss do Caio-
Graccho, podere dcixar semelhanlo obra prima,
sepultada no fundo dc urna collula, se todava
nao for vendida algum rico amador das mar-
nas ui has a pagar-lhe viole, Irinta ou qun-> gens do Tamisa'.' Vencido aos Ingle/es I (Jueop-
i poi eroio. Por essa razio, adquiri aqu' probrio L'ra Claudio Loxcain quo Caio-Gracchu
na Ierra, o maior ronsideraijo. Diz a historia I tinha comprado a um prncipe italiano na que-
~ 'I nte que foi, nao sei como, primei-] bradeira Ves daqui o meu desespero.
i i-nle assontisla, e depois fornecedor geral, I Ora, para tira-lo aos Inglezes, communi-
juar mais de uraa vez os soldados da repu- i dado de P..., para restitui-lo ao Louvre, que m'o ,
blica e 1.0 imperio que os vesto de fazendas i pagar bcra, corno espero, e que a nica gale-
I" ,: ',1;w- ilcou-i com sapalos dc pa- | ra digna de lal obra prima; emlra, para rehaver
i, e dcu-lhes para beber zurrapas horriveis os taes dous milhoes do velho Ripainsel c nao
qi nunca deu dez reis a quem quer que seja e
m ie no enlamo obliga va o primeiro que Ihe en-
era que cnlravam n uma boa raclade as aguas
oelieas do Rheno, do Tejo, c do Garigliano ;
i sao calumnias que nio merecem cr-
dito.
" Apezar de espertalho, Caio-Graccho-Ripain-
i/is Joo Pedro Hynpolilo), aeho bom res-
tituir, depois de raorlo bein enlendidoporque
era vida elle nao era capaz de largar das unbas
um bolo. Restituir, uma cousa muilo nalu-
Adeus, meu charo amigo, espero-te, an mais
lardar, at o dia 15 de maio. A minha catn.que-
aqui charaam caslello, esl mobiliada moda do
paiz ; quer isto dizer que a melhor mobila, est
na adega. Os raeus pas dcixaram-me o que ha
de melhor no genero. Deixo a genio do paiz be-
ber o vinho das suas vinhas c mando os meus
para Paris ; mas guardo para os meus amigos
alguns mlhares de garrafas que nfio faziara ver-
gonha se se apresenlassem na mesa do re Luir
Phelippe. Se queros saber alguma cousa a res-
pelo da minha cosinheira, dir-le-hci que servio
dez annos ao hispo de A... e tu bem conheces a
delicadeza desse prelado
Sade o fraternidade.
O amigo
Athanazio Rip.mnsf.i..
Todo Paris conheceu Carlos Brancas, o hroe
desta historia. Alto, bem feito, de bella estruc-
prc mediocre e sempre louvado pelos seus che-
fes que nao lemiam a sua superioridade; no
mais, inoffensivo c fcilmente adora vel, se nao
livesse muito orgulho do assistir ao re em scu
conselho.
E' negocio concluido, disse elle pondo o
chapeo sobre uma mesa.
Ouc negocio "?
Ora boa o leu casamento.
Enlao vou casar, meu lio ?
Devia prevenir-me mais cedo
po de fazer a barba. Com quera
ment '?
Com Mlle Oliveira
Aquella mora loura Misericordia I
Lu niilho de dote Dous milhoes de es-
peranzas !
Sim mas 6 loura.....
Tein vinte anuos.
Loura !
Lins olhos de saphyra.
Mas 6 loura !
I'm nariz arrediladoe gracioso que nao tem
igual.
'' 'l'.' J*.^- ^ [Commercio do /'
Oliveira enlao aborreee-se muito da depu-
taPO ou da lllha ?
Nem du uma, nem de outra cousa. I-.' um
homem providente que so quer por a salvo dos
golpes da sorie e dos caprichos do escrutinio.
Tem promessa do re de ser feilo -ar de Franca
assemblas, ; e rilar com respeito os axiom -
senhor Koyer-Collard ; si todos esses mritos
juntares o de volar bem, isto ora com a ,-
querda e ora com o centro, segundo os nteres-
i ses do da, prodigo-lc a mais brilhaate fortuna.
na prmeira tornada, e morro por senlar-se entre *ero? Pr'me,ro ministro antes de dez annos, i eu
os duques e os condes da fubrica de Napoleo ou ; ?.e*' sr.an. c.ruz> 0.1'.1" f'" prazer nimba mu-
: nem Uve len-
enlo o casa-
de seus predecessores.
Pois bem disse o adrogado, reflectrei.
Rcflcclicas Enlo pensas que seja lio f-
cil adiar assim de pancada un dolo de um mi-
lita i B ura mandato d
Enlo pensas -pie o Oliv
i Iba? Conhero um duque, maltratado pelas revo-
liicdes e pe i lansqueiiel.Jque do bom grado a fa-
ria duqin za ; mas o Oliveira lem seus receios de
representar para com o genro o papel de pai dos
escudos, que se aproveita e de quem se ii, que
declarou-se contra o bairro de s. Germano.
Safa 1 o raen futuro sogro nao deixa de ter
bom sonso
Bnto aceitas
Pois eu lhc posso recusar alguma
meu charo lio ?
Iher e dar honra familia.
Concedido.
fazer restituir ao
.dous milhoes que a cummunidade de P leve -
Deixe-me smenle o l-rapo d-
nieu amigo Repaittscl im
cousa,
I.oura !
Labios de rosa, denles alvos, sorriso encan- E Icmbrar-le-has sempre de que eu te dei
lador, o carcter excellcnle. a depulaco '.'
Al a ronsuramaeo dos seculos.
dar armas aos "nossos inimigos jesulas. cont
com a tua eloquencia. Um arliguilo dos teus
amigos du Nacional e do Constitucional, sobre
a avidez dos legatarios de meu lio, (aria grande
effeito aqu, e auxiliara maravillosamente a tua' lura, do um rosto intelligente e suave, quasi ce-
eloquencia. liebre aos Irinta annos, rico bstanle para nao
Dentro de uma semana espero-te era Vieillc- vr l>mi,cs sua ambco, muito desinlcressado
rlle A causa hade ser intentada no dia 25 de Pi,ra fazer escolher enlre os mcios de alcanrar
maio ; mas neressario que conhocas dc anle- i fortuna, ello estar nesse meio termo fa-oravel
n t tutu que so resuma, a a judies quera ; mo lodas as circumstancias do processo e todas 1ue faz a inveja dos sabios. Um certo gosto pelo
se despojoii, ou aos pobres ; mas Caio-Gracho as intrigas que lem produzdo a doaco do velho \ 9ue era rmanesco e imprevisto, nao desarran-
ii.iii enlenli-ii assim. l.igou os seus dous mi-! Ripainsel. Um mez nao muito.
llio's ;i celebre coramunidade de P.....afim i E depois Vieilleville cura lugarzinho bonito,
niu mulheres que habitam \ onde adiars em abundancia ludo quanlo os Pa-
Es*e
ess convento arignesa de qne sao diana
acto de sua ultima vontade deixa-me na miseria, I gra. A cdade situada no declive dc uma col-
uuseria relativa, bem entendido, mas que nem lina, entrada da planicie, margemdeum rio-
por isso (.eixa de ser hurailhanlc. zinlio que vai desaguar no l.oire. O paiz um
'.liando digo que o leslaracnto me arruina, dos mais feriis da Franca, e passagem, quan-
cuicndes bem que e uma figura de rhetorica,' do se entra as gargantas que vo ler cidade,
java esse bello equilibrio de qualidades naturaes
ou adquiridas.
Quando eslava rcfleclindo, enlrou seu lio. O
sieuses vio procurar Suissa e Floresta No- Sr. Luiz Grandorge, funecionario prudente, era
un dos mais perfeitos modelos dessa rara feliz e
placida quo serve cora inabalavel dedicco to-
das as dynasas e lodas as repblicas. 'Tinha
nastido funecionario, e funecionava o melhor
que poda, cora Tinte mil francos por auno, sem-
Mas que preciso polo Vmc.ler dc mira ? Nio
rito, nao esl bem na corte '.' O que Ihe resta
a desojar ?
Lina miseria que so desojo para nio per-
turbar a paz domestica ; mas tua tia quer, c cu
nao me allrovo a rccusar-lho cousa alguma.
Ora varaos a ver a miseria.
- A grande ordem da l.egao de Honra e
a
presidencia do urna seceo do conselho de Esta- 11oritloi lagarclla, espirituoso, inventivo, ac
Ah meu to uma moca to pe feila deve ;
ser por forca gaga ou coi-runda.
Nio *gaga, nem corcunda.
J O lio anda com as eousas muilo 1-
gero.
Que duvda rida to curta E depois
nada mais fcil do que nao aceitares c nio se-
res dcpulado.
Eim? que foi que disse ?
Higo que c fcil nao seres depulado.
Enlo o pai Oliveira 6 depulado ?
Do districlo tic Vieilleville, meu charo.
Ah de Vieilleville.... E ello ceder a de-
putac,o ao genio ?
Por contrato de casamento, passado peran-
le um tabelho
E os eleitores ralificarao o contrato ?
Sempre quizeraver que algum delles o a-
chasse
ro
cora
dos
Acahar-se-ha a guarnic,o co lyceu, Vieilleville I quizeres s atar a tua grvala com menos nogii-
seria tratada como o lugar principal de um can- gencia, nao fazeres gesto algum, dc nada lo rom-
lo. Ora concebes a dr dos honrados vende- moveros, teres a cabera c os olhos na posico
Ihocsc mercadores de areia de Vieilleville se llies ; de ura soldado sera armas ( os o.'hos a qxiinze
fallasse a clientela de duzcnlos hussards c de | passos diante de ti, a cabeca (xa e immovel, )
seuscavallos ? Seria uma verdadeira catastro- nao di/eres gracejo algum, que sempre offende
phe. ,os tolos (islo aslres quartas partes de todas as
le depulado ? Reflectir destreza de fazer com que o lio dclle Iba I.
reir cusUrfi i casar a li- se ; quando voliar acompanha-lo-hci ra
pai Oliveira.
O que queros dizer cora o leu Ripainsel '
I.eia Vmc. essa carta.
Dizia o tal Ripainsel, disse o lio depoi< de
lerlido, c agarra a occasio pelo nico cal
que ella lera. Vmc. ver o Oliveira ; um bom
homem que fez fortuna cora botas fura las
leviites acalcarihadas e que nem por isso 0 mui-
to orgulhoso.
Ah elle faz. vaudcvlles !
Nao, depois que hornera poltico, uta i
vinte anuos fabricou urnas cinco ou seis duzias
delles que nao eram melliores nem peiores do
que todos esses que por ahi applaudera ou p..
team.
Enlo nao conheces oten futuro sogro '
- Nunca o vi. Vmc. diz que milliouar:
depulado ; 6 quanto basla.
Oh alguma cousa mais.
Vais ver um liomemsinho gordiuho.risvnh >,
ri.i-
dor, polido, cordial, sollclo, serviral. indilleren-
te a ludo, excepto aos seus interesses, sabendo
amar, gastar, promelter c esquecer as suas pro-
do, diz minha niulher que isso assenla bera em
um bilhele dc visita.
Pois bem, querido to, nao ser isso que me
empedir de casar com a Mllo Oliveira dos olhos i ""'ssas, homem de negorios, que seria ura ugu-
de saphyra. rao l! quizesse lomar interesse na poltica, scep-
Mas sou eu quera deslribue as condecora-'lieo a.pontode oo saber se baptis.ido ou cii-
roes e d lugares no conselho dc Estado ? cumeiso, honrado, tanto quanlo o pode ser um
E porque nao? Tu fallas como um Demos- especulador de profisso, e amigo das artes co-
Iremos, j que assim o quer, disso o adva-
gado.
(Continuar-, PERN. TVP. DE M. F. DE FAlllA. 1&59.