Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:08936

Full Text
AMO XXXVI- HOMERO 10.
Portrcsmezcsadh ados 5$0O0.
Por tres mezes venCiJ ^ 6$000.
mu FEIM !3 DE JAlfEIRO DE 1860.
Por anno adiantado 19$000.
Porte franco para o subscriptor.
ENCAB.REGADOS D\ SUBSCRIPgA'O DO NORTE.
Paralaba, o Sr. JooRodolpho Gomos; Natal,
e Sr. Antonio Morques da Silva ; Aracaty, o Sr. A.
de LemosBraga; Ccar, o Sr. J. Jos do Oliveira
Maranho, o Sr. Manuel Jos Martin? Ribeiro
Guimaraes; Piauhy, o Sr. Joao Fernandos de
Moraes Jnior; Para, o Sr. Justino J. ttoiiiuS;
Amazonas.o Sr. Jeronvmo i!.i ('.osla.
PAH1IUA US l.IMtKtilua.
Olinda todos os dias as 'J 12 horas do din.
Igtiarass, oianna e Parahiba nassegundas e
sextas foiras.
S. Antao, Bezerros, Bonito, Caruar, Allinhoe
Garantios as torcas foiras.
Pao d'Alho, Nazarelh, Limoeiro, Brejo, Pes-
queira, Ingazeira, Floros, Villa Bella, Boa-Vista,
Uuricurye Kx as quartas-feiras.
Cabo, Serinhera, Rio tortuoso, Una.Barreros,
Agua Preta, Pimenleiras c Natal quintas foiras.
Todos os oorri-ios partom as 10 horas da manh.i.)
AUDIENCIAS DOS TRIBUXAES DA CAPITAL
Tribunal do commercio: segundas c quintas.
Relarao : tercas feiras e sabbados.
Fazcnda: tercas, quintas e sabbados as 10 horas.
Juizo do commercio: quintas ao mciodia.
Dito do orphos; torcas c sextas as 10 horas.
Primeira raradocivel: tercas o sextas aomeiodia
Segunda vara do civel: quarlas e sabbados ao
moio dia.
EI'IIEMKHIDIiS DO ME/. DE JANEIRO.
1 Quarlo crescenle as 8 horas c 28 minutos da
manhaa.
8 l.ua cheia a 1 hora e 3 minutos da tarde.
15 Quarlo raingiiante as i horas e 38 minutos da
manhaa.
22 l.ua nova as 9 horas e 27 minutos da tardo
31 Quarlo crosc. as2horas e51 min. da manhaa.
PREAMAR DE nOJE.
Primeiro as 9 horas e 18 minutos da manhaa.
Segundo as 9 horas e 42 minutos da tarde.
DAS DA SEMANA.
9 Segunda. S. Julio m. e S. Bisilica sua esp.
10 Terca. S. Paulo primeiro Eremita
11 Quarta. S. Hygino p. m. ; S. Honorata v.
12 Quinta. S. Satyro m. ; S, Eutropio Leilor.
13 Sexta. S. Hilario b ; S. Entilo ni.
l Sabbado. S. Flix de Nole m. ; S. Hacrina v.
15 Domingo. S. Amaro al). ; S. Serundina v. m
ENCARREGADOSDASUBSCRIPCAO No si l.
Alagoas, o Sr. Claudino Falcao Dias ; Bal.ia, o
Sr. Jos Martins Aires; Rio de Janeiro, < 5r.
Joao Pereira Martins.
EM PERNAMB1CO
O proprietario do diario Manuel Fiaueii
1 aria,na sua livrarapr.ua da ludependeni
fi c8.
EXTERIOR.
Polilirn conuiitriial da Allenianha.
O /.nllwrt-iii ea Austria
A reforma das leis eommerciaes na Inglaterra
p a liga doanaria na Allemanha sao os dous
priocipacs tactos da historia econmica do secu-
\!\. Na Inglaterra, vio-se o rgimen do com-
merciu e da navegaco lirres substituido ao r-
gimen prohibitivo, a aristocracia supurada pola
industria manufacturera, as influencias polilicas
depostas,os partidos desorganisados, emflm una
revolucao operada em poneos anuos depois de
lulas vehementes, e boje definitivamente adop-
tada. Na Allemanha, o Zollverein constituid urna
grandeunidade all, onde as combinacoes da po-
ltica linham concebido a diversidade bein como
a opposicao de interesses ; eslabeleceu no cen-
tro da Europa un foco de actividade inJustrial e
commercial, que bom depressa eslendeu-se pe-
losseus divorsos estados e fronteiras ; preparou
o terreno no qual so leni destinado fundar un
dia a verdadeira confederacao germnica, em-
preza asss Irabalhosa e longa, que se acha ape-
nas em moio, o que para chegnr ao seo lim tem
do superar anda bastantes obstculos. A liga
doanarii allemaa, lal qual presentemente, ijn
poni ni que Se acha, pelos principios que tem
j desenvolvido, esobretudo pela perspectiva do
futuro engraudecimento, deve sor considerada
un fado igual reforma ingle/a, pelo menos
quanio i sua importancia. Querse a encaresim-
plesmente dohaixo do poni de vista econmi-
co, o como nma satisfago aos interesses maie-
-. querse descubra ah a realisaejia de un
grande pensamonto poltico e nacional, nao
monos corto que o Zollvercin representa um pa-
pel preponderante na historia contempornea da
Allemanha. Se elle criou Interesses c fbrlificoii
aianoas naturacs, lambem grangoou opposees
ivocou rivalidades ; se foi instrumento de
concihacao e de paz, levou lambem mais do nina
vez a discordia ao seiu da confederacao. Cus a a
crer-se nos passos e actos diplomticos, deque
foi causa, as embalsadas, conferencias,, con-
gressos, Halados projeclados ou concluidos. Nao
ha iim s incidente da poltica allemaa, quemo
interior, quer no exterior, que nSo teuha algu-
ma rclacao com acrcaco de Zollvcreio, o al
i ni corlas epocas Deile so tem resumido toda es-
ililica. lia razos para suppor-se que a ul-
guerra da Italia, coja suspenso foi lo vi-
nle sentida a'.-'-m Jo Ithono, nao deixar de
influir sobre o Zollvercin. V'em pois a proposito,
pira o i studu de quesles lo complicadas que
rverqm guerra, ou antes que a guerra
despertou, a indagar em que sentido essa in-
iliit-iH in so manifestar, tanto em rclacao aos iu-
isi allomaos, quanto aos interesses euro-
peus, com especialidade em relacu ao inleresse
fraucez.
A historia de Zollverein, como todo o qu diz
respeito a Allemanha, pouco conhteida na
Franca. I Com as suas numerosas divisos,'
que conipretteudem grandes e pequeos estados,
um impeno, reinos, principados, repblicas, ci-
dadeslivres, com o mechanismo lo complicado
da sua orgaiusacu, tal qual sabio do congresso
do \ienna, a i mi idcracao germnica nm ver-
dadeiro espantalho pata nos outros habituados
unidad". Nao seni recelo que encolamos o
esludo de um paiz, coja descripro c lo confusa,
ecuja instituiQao poltica, destituida declare/...
torca Je procuraras mais justas combin
do equilibrio, nos parece un enigma. Para" se
compreuenuer o Zollverein misi-r conhecer-se
antes a Allemanha, a siluaco, a descendencia
de principes e suas relajos polilicas, a condico
ntica do cada esiado alera do Rheno. l'or
' se comprehender a razio por que
a origem e desenvolvimento da grande liga doa-
naria por muilo lempo cosservaram-sc quasi na
obscuridad?. Essa questo comecou a ser seria-
mente tratada leste o momento em que as duas
principa es potencias da confederacaoa Prussia
u a Austriaa proposito de outrasquesles com-
incrciacs se empenharara em urna lula, cujas
hlTerenles peripecias os governos estrangeiros
h i i seg ii .'o con: atlenco. Enlo ointeresso po-
ltico creou o Zollverein, cansa ou pretexto do
debates, que so lornarara mais apaixonados de-
pois da guerra da Italia, e quejpodem causar no-
vas complicaces na organisscao commercial di
Allemanha.
I
<> principio de urna liga doanaria entre os di-
- i stados germnicos se echa consignado
no artigo 19 d i acto federal redigido em l>15.
Os mi rubros da confederacao, diz esso artigo,
researa para si, deiois da'priineira reunio da
dieta le Franckfort, o deliberar sobro o com-
mercioentro osditferentes estados, bein como
sabr a navegado, segundo os principios adop-
- io congresso de Vienna. >> Todava nao era
mais que urna vaga declaraco que so li-
mitara a indicar o Qm que se devia demandar.
fralou-sc opportunamenie das quesles relali-
; dos ros ; suppriniirain-se do
aum accordo alguns dircitos odiosos, taes
orno .i- de succpssjq de advena e de detrac-
<:'.i<>, anda fragmentos da idade media, que a re-
volucao franeeza rednzira a nada' c que deviam
cahir aa soprorefjrmsdar na Allemanha, 'onde
lie ;es gothic is I iram conservadas.
Quando so tralou sso sobre o rgimen
iri i appareceram n- diverg mas de inicres-
c de opinioes. A dieta germnica reconhe-
: seria irapossivel urna solucao immediala,
e apenas concedeu liga projectada ovlo este-
lo emprazamento.
Entre anin idea era justa, r honra soja feila
eno prusso, que desdo lugo leve o ins-
di que ella se realisaria Jo alguma sorle
mais cedo ou mais lardo. Alcm disto oseo iule-
o levava a desejar, ao menos em parte Jo
tern i o germnico, a suppresso Jos limites em
que se a havarn cireumscriplos os dircitos doi-
narios, '| teextorvavara as communicaeoesentre
.is provincias oricnlaes da monarchia e as pro-
vincias do Rheno. Antes de aconselhar a refor-
ma mis nitros estados, a Prussi; deu oexoni-
plo, e fo a primeira que craprchrndeu reformar
- 11 propiia tarifa. Dahi procedeu a loi do 25 do
maio de isiS. que assegurando urna proteceo
conveniente industria nacional, liuha porfun-
damento supprimir as prohibi^es, minorar os
is d tmportacao das mercudorias eslran-
geiras, nlolir osdireilos de exporlagao, e dimi-
nuir os de consumo. A nova tanf. da Prussia ora
por conseguinte mais liberal duque as tarifas
di Inglaterra, da Franca, da Austria, e da inaior
parle dos paizes da Europa. Cornltinada eni sen
inleresse proprio, offerecia alm disso n vanla-
gem de, no casa do una associaco com outros
I Muios escriptores so tecm conjuntamente
cmpenhaiio em dilucidar o chaos de Zollverein.
Em ISI5 M Richelol publicou unta historia da
J.iga don aria na Allemanha, deque nos acaba
de dar a segunda edico, na qual prosegue na
expdsico dos lautos al 1858. Siu livro que ob-
lo ve um successo mu legitimo 6 sem controver-
sia o mais completo que possuirnos sobre as-
surapto lio importante c diilicil. Teremos mul-
tas vi/ii de guiar-nos por elle i a exposic,o que
pretendemos fazer da origem c numeresas evo-
luces d Zollverein. Por urna firma mais resu-
mida M. Fangere tem igualmente narrado a his-
toria da liga alleme, e o seu trabalho pode ser
consultado com proveilo, bem -orno um oulro
escripto do MM. Bi res e dla Nourais sobre o
mesm > nbiecto. Podc-se mrfro sim citar os Ira-
balhos publicados as Revistas cu 1." de novem-
bro de l>i7 c de 1C> de Ottlubro !: l^'yi.
estados da i onledoraeao, poilet ser alterada para
mais ou para menos, segundo as exigencias que
houvessein.
A Prussia mais larde colheu o frtelo de sua sa-
bia poltica ; porcra principio indispoz mui vi-
vamente os uniros paizos d i Allemanha, que
nessa tarifa nao foram distinguidos, e apenas i'o-
rain tratados como estrangeiros. Igual descon-
tentamente exista contra a Austria, cojos morca-
dos so conservavam fechados aos productos da
confederado.
Fsses sentimenlos nianifeslarain-se em 1819 na
foira de Francurl-sur-le-Mein. Assiguou-so al-
li una peti o expondo os prejuizos do commer-
cio, que nao s encontrava nos paizes estrangei-
ros prohibees ou impostos mui posados, mas
anda se va opprimido no interior da Allema-
nha pelo grande numero de alandegas all exis-
tentes.
Pedia-se dicta ;
1. Que supprimissc as alfandegas no interior.
2." Que ostabelecesse em fac' das naces es-
trangeirasum systoma couinium de tarifas funda-
do sobro o principio de rotorso, al que essas
nacoes adoptass n u principio da liberdade do
commercio eur<>| eu.
A pelico do 1819 lornou-se celebro indica o
ponto de partida do movimento popular, que ini-
pellio OS governos da \llem inha para a liga com-
mercial ; e faz conhecid > nnme do Frcderico
List que a redigio, c que d'ah em dianio, elevan-
do a causa de alguns negociantes altura de um
grande inleresse nacional, dedicou-SO corajosa-
mente ao sea triumpho.
List empregou lodos os meios lgaos para a
propagando da sua una idea ; funda^o de o oa
sociedade, creaeo de um jornal, publicar
pelico geral. K bom visivcl a semcihaiie.-i que
lia entro a origem Jo Zollverein e a do free-tmde.
Na Inglaterra bom cono na Allemanha o movi-
mento comee.ii por urna pctQo cloqucnle em
vo dirigi'la aos poderes pblicos; a pelico
apresentadaem 1320 canina doscommnns cor
responde que foi dirigida dicta em 1819. Nos
dous paizes as reformas lao arJcnlcmentc s i ici-
ladassc persomlicam em dous honiens M. Cuiden
na Engliili na, List na Allemanha. Ilnuverara
do ambas
ni
conferencias algumas vezos tumultuosas, orga-
nisaeao de urna especio de confederacao ; com a
differenca do que na Allemanha, gracas ao tem-
peramento da uacao, a agilacu concentrada as
classes intermediarias era menos prompta o me-
nos violenta.
A origem do Zollverein demonstra assira como
a do frec-lrade o que pndem, a despeito dos go-
vernos e dos prejuizos os mais anltgos, a Ii
za e eloquencia .!, alguns homens quando se ins-
pirara de urna grande id6a. fazendo-a pouco a
pouco sabir d .s regios da utopia para introdu/.i-
la no d (minio da realdade, trumphaudo final-
mente pela irreststivel lona da palacra,--d^ ini-
prensa, D dolando 0 sen paiz com orna nova ins-
littiiijo. List nao entrevia somente na liga doa-
nana um elemento do prosporiitado miAerial, o a
a:>pl:eae."io de um re-imeo OCiUiOBko muis pro-
veiloso i Allemanha ; presenta ah tambera o
comeco de una empreza ao mesmo lempo mais
vasta e elevada, e pensava em primeiro lugar
n 'Ssa Allemanha, sua patria.
A peticao de Francfort mallogrou-sc perantc a
djel i, que ovitou pronunciar-sc ; mas as proposi-
tos nella cuntidas haviam produzido profunda
impressau, e negociacoes se entabolaram entro
muitos governos Jos estados com o lim de for-
tuarem ligas parciaes ; negociacoes que foram de
gran.lo Irabalho c ditliruldade, ora iulcrrompidas
ora recomecadas, cuja cxposig.no seria fastidiosa
cja hoje dosnecessaria, asqnaes rcmataram suc-
cessivamente, d ls.'-> a I1! l, na crcaco de qua-
tro ligas doanarias constituidas.
Finalmente, sub a influencia da revol V> de
de julho, os governos dominados pelas'aprc-
honses pullieas so m ostra rain disposlos a urna
conciliaco mais intima. Em IS33 a Prussia, tu-
ja tarifa se eslendia ja aos dous liesses, obieve a
iccesso da Bavicra, tle Wurtembcrg, do Saxe-
'I I I t .1 l l ( ii l.l-l ti .Vi. III.MU.I. I I ''... I l III
le ambas as partes o mesmo procedinienlo, as
nesmas Iotas, multiplicados appellos opinio,
Royale, dos ducados o principados dcThuringc.
No 1" de Janeiro do 15:> o Zollverein comecou o
seu oxcrcicio com a tarifa po-.-.ana. De '|s.i
a 1836o gran-du :ado do liado, o ducado de Nas-
sau e a cidade livre do Francforl-sur-lc-Mcin
adheriram liga, que assira coinprchcndia mais
de dous tercos d i confodero germnica, c una
popula^ao d'e -i:, mil ies Je habitantes. Depois
do lanas diUiculdados, lautas dolongas, e oppo-
-, o Zollvercin poda-se J/.'.t delinitivaiuen-
le fundado.
'.' ; riinero pe iodo da liga15:1! a 1842cor-
ren pacilcatneiile, sen dilFiculdade seria, sem
conflictos, e com pruveilo geral. Em virtude de
represculaco da Prussia o do grao-ducado de
Ba le, lomaram-se medidas com o lim de favore-
cer as relacoes com o principado de Nouchatcl e
com a Suissa ; i n-se em 137 halados
com o Ilanone e os outros estados de pequeo
grupo comrhercial representado sob o nomo do
Slhcuervcrein. Muilas potencias estrangeiras
entabolaram com o Zollverein negociacoes relati-
vas a tratados de navegaco o commercio. Ten-
taram-se muitos estorcos pa i irnar-se unifor-
me o systcma monetario, questo mui espinliosa
principalmente na Allemanha : c em 183S a con-
ferencia do Dresd.c creou iimaluioeda do prata
denominad i m teda da liga, a qual devia corar
em todos os esta los.
Quanto tarifa das alfandegas, linha sido pos-
ta em eXecue j hava mui pode o lempo, o nao
conyinlw fazeB-lhe lo di press i > iri ts reformas ;
devia aguard.Vr-se pelo menos a experiencia do
alguns anuos, ombora nao salisliz ella a lo-
dos os interosados as apprehenscs manifesta-
das em muilhs oslad -, es.....ialmonte ntreos
manufactureiros, por oicasin d.i crcaco de Zol-
rerein, nao p i liam acalmar-sa logo de principio.
A Prussia lin-ia alguma razo de temer a con-
currencia da ndustria saxonia, quanto aos Dos n
lecidosde al|;odao, cuja mo do obra alli linha
chegaJo a i m proco fibulosamento baixo ; ha-
viam provine as em que os salarios dos jornnlei-
ros exceda apenas :u cntimos. De sua par i i
Saxonia lemia lambem a concurrencia prussiana
quanto e out -os ramo- >\o industria, taes como as
fabricas do d slillaco, o n fabrico dos pannos do
linho, no qor a Prussia linha por si a abundan-
cia dos rapitics, o a perh-icao das machinas.
Knlretante o que sHrcedeu ? Em menos de 5
anuos a indi siria prufsianae a industria saxonia
apresenlarai i maiores produrcocs ; fabricavam
muilo mais, vendiam por precos tnais elevados,
oque ciuicorrou para que se augmenlassem os
salarios o ciescessom os lucros. Algumas pes-
soas foram v climas, acabando em completa rui-
na ; porm, considerado rio geral, o inleresse
manufacturero con utstou Imelhor siluaco quer
do urna quer do outra parto. As fabricas que
ale enlo Iribalhavam para prover ao consumo
restricto de tras estado, possuirara dahi em di-
mite o morcado do Zollverein, isto um mer-
cado-de 25 nilhos de habitautes. V'ein daqui
um faci im, olanle e digno de nolar-se ; quo,
estabelecendp-se no eentro da liga a concurren-
cia activa estimulada pala esperanca de um pro-
ducto vaniajoso, a industria allemaa lornou-se
mais vigorosa contra i concurrencia eslrau reir.
8 com a mesilla tarifa pode hilar com alguns pro-
ducios que aillos eram importados da Inglaterra
ou da Franca Este faci era Certificado pelas ne-
gociacoes das foiras, onde se observava que as
mercaduras
se supnoe ai
prohibitivos s
o'lica/.mpule i
nal isicompi
illemcs iain sendo cada vez mais
para os paizes em quo
ida; une a prohibicao ou imposto?
pie a prohinicao ou imp
o Indispensaveifl para proteger-s
i industria, que o progresso oaeio-
liviltom a coDcurrencia eslrangei-
ra, que urna diiniiiuieo na tarifa equivale a una
sculcnca de moslra, e que os partidistas ainda
menos exaltados das reformas eommerciaes de-
voui ser tidas como utopistas e revolucionarios.
A tarifa prussiana de 1818, tarifa moderada, de
meio leimo, que se apartara lauto da prohibido
como da permuta livre, se achara pouco inaisou
menos conforme com o inleresse geral ; prote-
gen lo silln iontenionle os oslados maiiufaclii-
reiros, quo viam augmentar a sua producQo, foi
igualmente bstanle liberal para os estados agri-
1 as, quo linham necessidade de permutas com o
ostraugeiro para a exttaccao das suas colheilas.
Finaluii'Ule o desonvolvimonto dess is porinula-
trouxe aos governos associados, menos i Prussia,
una renda doanaria mais importante ; de 12 mi-
Ihoesdc fiamos em 183ia receila liquida subi
Pin 1811 quasi a ZOjnilhes; o que pormillio aos
diversos estados nao s effectuarem grandes em-
piezas de utilidade publica, como canaes, carai-
nhos do forro ect., mas lambem reduzirera os
impostos directos. Taes foram no ponto de vis-
ta econmico os resollados oblidos durante o pri-
meiro periodo do Zollverein ; excederam elloss
esperanzas concebidas : causaram admiraeao na
Europa-, que a principio pouca alleucao prestara
a essa novidade que apparecia alora do Rheno, o
finalmente vio assira engrandecer-so urna poten-
cia industrial e commercial, com a qual con vi-
nha coniar desdo oniao. Noslas condiedes nao se
poda um s momento duridar da rouovaeo dos
tratados que consliluinm a liga doanaria, a qual
foi sanecionada pelo tratado de 8 de maio de
1811. Em filis deste mesmo anuo o ducado de
Brunswick, desligando-so do Sleiierrercin, e
muitos principados do segunda ordom accedern!
a liga, que entrn assini no sen segundo periodo
iMn 1-s 2 rom um territorio do ^.221 milhas qua-
dradas, o urna populano de 27,230,000 habi-
I a n ie<.
Quanto inaior vai-so tornando urna empreza,
lano mais croscem as difficul lados em torno
della. Senpie que so trata de nina empreza
commercial e industrial, a necessidade de des-
envolvimenlo se revela a cada instante, um pro-
gresso chama oulro, os nimos so irrlara com os
obstculos, e se cucaniiuban paia as crises.
Quando essa empreza se complica com os inte-
resses polticos, as rivalidades internacin ios ap-
parecein, as paixdcs so exaltara, e dahi para os
Conflictos pouco vai. O Zollverein, iusliluieu
commercial o poltica ao mesmo lempo, nao po-
da os-apar dossas dcsagradaveis conseqnencias.
DesJe 1^2 peholrou no seu scio um principio de
discordia por o rcasio de negociacoes enceladas
entre a Prussia o o llanovre para a accesso do
Stenorverein liga doanaria. Essas negociacoes,
cu jo bom xito seria do grande rantagem para o
Zollverein, grangcando-lhe una cena extenso
de lilloral sobre o mar Negro, foram mal vistas,
e deram lugar recriminaijesreciprocas, deque
uparam por muilo lempo os gabinetes e a
opinio publicn. Na mesrqa poca se deram en-
tre os membros 7a liga os primeiros debates se-
rios s bre quesles do tarifa. Os manufactureiros
que haviam mclhorado, e augmentado as suas
tibruas. lialaram de oblor nina prolocco mais
forte, i-: verdade que cncontraram obstculos na
sabodoria dos governos, ir no inleresse contrario
doscslailos agrcolas ; mas o rgimen de protec-
,.'1" e de permuta livre se a j.i inlroJuzindo na
Allemanha, e alli como em oulra qualquc parle
devia bein depressa lomar um carcter en
o apaxonado.
Asrevises das tarifas operadas em 1^!2 pela
conferencia de Stutlgard foram geralmente ins-
piradas por ideas de protccco. Entretanto essas
ideas Inlvez nao livossem Iriumphado com lauta
presieza nao tor-se dado no exterior um inci-
dente, que forneceuaos sectarios de systema pro-
tector argumentos, de que se aprossaram em ti-
rar partido. Esse incidente passou-sc na Fran-
ea. Afiui de defender nossa industria sobre o li
|uc as importaces sempre crescenles da
Craa-Brelanha ameacavam, elevamos pela loi do
6 de maio de ISil os dircitos sobe o to e lecido
de linho, e de cnamo. A mesma le havia mo-
dificado o rgimen do alguns artigos allemaes.
Bom que ossas alteraces na tarifa nao fossora
>l- natureza lal que podessera afectar sensirel
mente o algarismo da importacoo allemaa na
Franca, todava abalaram os manufacturen
Zollverein, os quaos, appeilando para o senli-
meni i de dignidade nacional, empeuharam-se
em demonstrar a necessidade das represalias. Sob
semelhanlc iipresso a conferencia duplirou os
, direitos relativos muiljs producios da nossa in-
huslii.1,0 esses dircitos continuara em vigor Nao
ha duvida quo urna naco s deve consultar ao
seo proprio inleresse na redaeco de sua tarifa
doanaria, e em lal materia nao"so dore confor
mar ccganienle com os principios abstractos da
a. Porm a experiencia lem mostrado que
' militas vezesns. aggressdea do direitos nao salis-
fazem a um inleresse immediato e parcial seno
.sacrificando o inleresse geral o permanente. A
h'i franeeza de 18-l nao s provocou da parte do
Zollverein represalias, que anda projudicam a
nossa industria, como lambem, o que ainda
mais gravo, contribuir, para fortificar do oulro
lado do Rheno o partido, que funda sobre res-
triccoes doanarias a presperidade do Irabalho ;
deu a esse partido um pretexto assaz forte para
solicitar e obter alteraces na tarifa, quo emba-
racara as nossas permutas com a Allemanha.
Anda ueste ponto a historia do Zollvercin nos
o urna lico, de que a nossa poltica com-
i rcia! fazia bom em aproveitar-sc.
< partido proteccionista aehou alm disto for-
te apoin em um homem, que pela sua posco
particular o pelo seo i denlo, era do grande au-
toridad as deliberaces deZollvcrein. List reap-
parecen no moio d'osses debates. Mas de viole
anuos so linham passado depois da opina em que
ello redigio a pelico dos negociantes de Leipsig,
o mostrou os beneficios da alli.mea commercial
entre os membros da confederacao germnica ;
po lia por conseguidle ver com orgulho a reali-
saco j muilo arencada dessa idea, do que ha-
via sido o protogonisla o mais decidido, .Nova la-
n-fa so offereci i ao spu vigoroso espirito do ini-
ciativa, (h jrogrossos obtidos para as manufac-
turas de Zollverein demonstraram quo a Allema-
nha podia obler um lugar entre as prmeiras na-
coes industriaos. Desde enlo List onlrogoii-so
inleiamonte ao osludo dos inoios proprios a do-
senvolrcr o Irabalho das ofllcinas raanufaclurei-
ras, o declarou-se pela elevaco das tarifas doa-
narias, das laxas dilVoreiiciaes, etc. Km 1S1 pu-
blicou o seu sysema nacional de economa poli-
tica, obra notavel, em que elle desenrolveu os
principios quo fazia prevalecer ; dous annos de-
pois, em 1843, creou em Augsbourg um jornal o
Zollccreinsblatt em que suslentou at as proxi-
| midades da sua morle, que levo lugar em 1816,
urna polmica mui hbil no inleresse do partido
manufacturero, que a uma voz o linha reconhe-
cido como seu orgo, e seu chofe.
As opinioes de List surprehenderam e vivamen-
te indignaram aos publicistas da escola liberal da
Allemanha e de outros paizes. Com olfelo pare-
ca haver contradircaoentre o papel, que repre-
i Sentara o escriplor na crcaco do Zollverein, o a
misso de que se encarregara ltimamente favo-
1 recondo a elevaco da tarifa. Nao comprehendiaiu
como o liberal 'do 1819 tornara-sc em proteccio-
nista oni 18SI. Tara quem 1er com atlenco o
y&lema nacional explica-sc essa convenio. List
i nao era somonte um homem bastante experimen-
, lado nos negocios pblicos, e excellcnle ecouo-
| mista ; e era tambera, i* mais que ludo, verda-
; deiro patriota. Seo primeiro intento fpi estabe-
lecer no seio da Alreunha a unidade corrunec*
cial, o rnanifestou esse pensamcnlo pugnando pe
| la suppresso dos alfandegas do interior; quz
ao depi ..- [ue a tlora,nha a exempiu !?. [ug.i-
lena o da Franca, quo anles dola haviam entra-
do as vistas de augmentar a industria, se ele-
vaste possesso da grandeza manucturera. O
territorio da confederacao lite pareca muilo vas-
to, o gozando de rond'icces bastante faroraveis,
para que nollesc procurasse plantar os primeiros
ramos da industria ; era slo, a sen ver, uma ga-
ranta de liberdade c independencia nocessaria ao
seu pau ; e para chegar a esse fin lodo nacional
elle uo duvidara propor que se estendessem os
limites doanarios pola fronleira exterior. A idea
de nacionalidade eslava lo arraigada no espirito
do List que em honra sua imaginou urna theoria
especial de economa poltica, a qual I lie seria
mui diilicil accommodar quer doulrina de per-
muta livre, quer de prolecco ; e que exiga
como principio cientfico o dcsenvolvimeiito das
, fonas prod'-tv vas. N'clla nao figurara a prohi-
bicao ; e a protccco resultante de uma tarifa nao
; ora recorainendada do uma raancira absoluta, an-
tes deveria ser sraplesinenle temporaria. Sup-
pondo-so que urna industria qual quer pode in-
Iroduzir-se o prosperar n'um paiz, compre para
sustentar usseus primeiros passos protege -la con-
tra a concurrencia estrangeira; desenrolve-se
assimoseu estado productivo; porm se depois
de corlo lempo essa industria ou nao se tem de-
senvolvido, ou lem adquirido sullieiente dosen-
. volrimento por moio da tarifa, esta, inclicaz no
primeiro caso, intil no segundo, deve ser sus-
! pendida. Por meio desso syslema a liberdade
commercial so coaduna eotn os principios da le
natural; ea prolecco um rodeio para chegar
iecessuramente ao mesmo fin com inaisou mo-
nos demora. List nao mereca de todos os ana-
lliornas da escola liberal; mas como atinal ala-
cava nos seos escriplos a doulrina da permuta
livre para inelhor defender peante a Allemanha
um system.i, que qualificara de nacional, como
os seusartigos da Zollrereinsblatlacabaram sem-
pre em argumentaeos sobre os direitos doana-
rios, os liberaos podam considera-lo um adver-
sario, c julga-lo antes pelos resultados immedia-
Ios do que pelo principio fundamental da sua
theoria.
De mais misler que ninguem se illuda sobro o
lira duagitaco prolecionista que, a datar de 182,
apareceu na Allemanha. Eis aqu em que ter-
mos os fabricoutes de Wulomberg exprimiram os
seus votos n'uma declaraco solemne de 27 de
selombro de 18tJ.
A protccco dere sor moderada e proporciona-
da as iiccessidadc3de surte que nao induza a pre-
guica e a indolencia os allomaos industriaes, quer
por meio de prohibios absolutas, quer por
moio de direitos exagerados.
Esta declaraco muilo diversa das exigencias
que se fazcm em outros paizes, e principalmente
na Flanea. Lsses bravos fabricantes do Wur-
temberg, repellindo a prohibicao c solicitajido
apenas direitos moderados, seriam aecusados de
convirna permuta livre, so taes opinioes fossem
emittidas entre a inaior parle das nossas assem-
bleas eommerciaes, e as pelices dos uossos
manufactureiros List campeo do rgimen pro-
tecionisla,seria comprehendido no numero dosses
professores de economa politica que pouco ou
nada valora. As mesillas patarras aletu e a quem
do Rheno nao expremiam as tnesmaseousas ;c
osla uma differenca que se deve ler muilo em
vista na apreciacaodos debales havidos na Alle-
manha sobre as quesles de tarifa. Eram enlo
observados pouco mais ou menos os principios
eslabelecidos pela tarifa prussiana de 1818.
Augmentar alguns direitos, estender aos pro-
ducios em parle fabricados a probvo concedida
aos producios fabricados no lodo.cstabolecer laxas
dfferenciaes para as mercadorias importadas sob
o pavilho estrangero, alim de favorecer o desen-
volv imonlo de uma marinia nacional, e as rela-
coes directas cornos paizes remotos, especial-
mente a America, onde a industria de Zollverein
era ja bastante considerada, taes eram as pre-
jtcncos dos manufacturarlos allomaos, listas
pretences nao pareciam excessiras comparadas
com as dos uossos prohibicionistas. Ellas nao
podam todava progredir muito em presenca da
altilude da Prussia, que pugnara pela sua a'nligu
na, c em virtude da propria disposicio do
Zollverein a vista da qual lornara-se necessaria
a unaiiimida le das associadas para a adopeo de
uma medida doanaria.
Assim pois daquella agitaco apenas resullou a
elevaco dos dtoilo3 sobre os fios e le idos, so-
bre o metal bruto e o ferro, e sobro alguns ou-
tros artigos deluxo o menos importantes, resul-
tado contra o (pial clamaram forlemento alguns
escriptores da osela liberal, mas que nao deixa-
vim do conservar a legislaco commercial do
Zollverein nos limites de urna prolecco bom mo-
derada.
Tal era o oslado das cousas quando sobreve-
ram os acontecimentps de 188. O parlamento
popular que havia substituido momentneamente
a anliga dieta germnica em Francfort, bem de-
pressa rio agilarem-sc no seu sco diversos pla-
nos de unidade commercial destinados realisa-
co por essa voz completa da promessa inscrita
no arl. I do paci federal de 1815. Esses planos
Qguravam princi palmen le no prograrama dospu-
i bucistas, que alimenlaram havia bstanle lempo
o sonho da patria, oque, resdindo pela maior
liarte etn Francfort, se julgavam prximos j do
successo. A lula entro a permuta livre o a pro-
teceo se renovou enlo, o o parlamento de
Francfort se achou dividido etn dous partidos
iguaos, de que sahiam proposiedes oppostas e
contradictorias quanto ao rgimen econmico ;
que convinha applicar Allemanha unida c re-
generada. Nomcou-se uma com misso paracon-
1 ciliar quanto fosso possivel os dous svstemas, ex-
aminando um projecto aproscnlado por M. Duk-
wiiz, deputadu de Brome ; procederam-se em lo-
dos o oslados as vastas iotormacoes para so rc-
colbor os votos das populaccs, c" a pez ir da di-
vergencia que se manifeslava entre as regidos do
norte e do moio dia, esperaVO-SO poder consli-
luir a unidade commercial, quando fosso defini-
livamenle proclamada a unidade poltica na Al-
lemanha. A dissoluco do parlamento de Franc-
fort destruio todos esses projeelos gigantescos.
A imagom da patria, tao bellamente entrevista
j por um raomenlo, se desvanecen ; as illuscs
generosas se dissiparam ; a dieta, que todos eup-
puuliam mora para sempre, ressuscilou em 1851!
^rgueiido-se sobre as ruinas da revolucao; na
Allemanha. assim como na Franca, lodosos ves-
. ligios de 1848 foram apagados pela mo dos go-
vernos, rostanrados na plenilude dos seus pode-
res, t) Zollverein que linha precedido a essa
grande crise, era o nico que represenlva, bem
que sob urna forma restricta, o principio do un-
dado, cojo triumpho completo lora em vo deso-
jado por tantos espritus immiueutcs.
II.
Foi do entao que comecaram enlre a Prussia e
a Austria os incidentes de'uma lula politica, ora
quo se concentra quasi exclusivamente a historia
moderna da Allemanha. A Austria conservara-se
al 1818 totalmente exlranha crcaco o ao de-
-env oh imonlo do Zollvercin ; o principe de Mei-
lornich pouco se preocupava dessa inslituico,
que Ihe pareca um expediente commercial ou ti-
nanceiro ulil smenle a alguns estados. Dominado
polas ideas de conservacio, que inspiraran! at
o lim a sua poltica, nao va que esso expediente
commercial podia tornar-se um instrumento de
influencia entre oaos habis. Alm disto nao li-
nha gosto pelos interesses econmicos ; quesles
do imposto*, reformas doanarias, lodas essas mi-
nuciosidades nao oram dignas de merecer a sua
atlencio, emquanlo.se enlretinha cora a sua po-
ltica do equilibrio. Assim em 1847 quando a
SanU-S, a Sardenha, e a Toscona tenlaram for-
mar uma liga doanaria italiana, atravessou-se
resolutamente no enminho, e combinen por sua
parle uma a-socia;ao comniercial com os ducados
do Furnia o do Hodena ; porm procedenlemooto
em 1840, quando um ministro nlelligente foi de
aviso que se reformasse o antigo rgimen prohi-
bitivo da Austria, o principo de Metlcrnich op-
poz-se, em virtude das reelamacos dos fabrican-
tes. Nada fez por tanto no sentido de preparar o
seu paiz. para os progresos malcraos, que se ro-
volavam na Europa, nom para as reformas de le-
gislaco, que a nova condiccao da industria ou
do commercio cedo ou larde exigira. Sera fazer
injuria poltica por muilo lempo feliz dess
tadista, pode-se dizer que a palarradc ordom, a
senha dessa poltica ora em ludo e por ludo o
sialu quo. Nao era collamente nom ncapacidade !
ora delcixo ; porque hoje em face de lamauha I
exaltaco de ideas e paixes, a altilude ullra-con-!
serradora do slalu qoo seria para os governos a
mais difficil do conservar ; porcra ora rcaceao fji
temtica e nccessariamenle injusta contra o es-
pirito moderno, quo aos olhos de Mcltornich h
toda a parte couduzia o fel da sua orig-'m revo-
lucionaria. O que quer que fosso, corto que a
Austria at 18)8 conserrou-se immovel, entre-
tanto que ao son lado, sob a influencia commer-
cial do Zollverein, a Prussia seapplicava na con-
quista da direccao dos interesses maleriacs em
grande parlo da confederacao. As cousoquencias
dessa siluaco se manifestaram por um acto es-
troudoso, quando em Ib 'J o parlamento da Fran -
fon offereceu a coroa imperial a Frederico Gui-
Ihcrme IV. Era casa de llohcnzollern, a i so-
berano que ora 1^17 linha conce lido aos subditos
o rgimen constitucional, que a Allemanha libe-
ral julgava de ver confiar os seus deslinos. A in-
fluencia da casa do Habsbourg linha cossado de
reinar alm do Rheno.
Dosla sorle despertado de seu profundo lethor
go pela crise de 1S8, a politica austraca ape-
nas leve lempo de a presen tar-se em campo. Eila
linha mudado de choto c de syslema. inercia
calculada do principo de Mettrnich suceedeu a
inergia temeraria de principe de Schwarzemberg.
Depois que as rcvollas foram comprimidas, c res-
tabelccida a autoridade imperial em Vienna, o"
ministro austraco lancou suas vistas sobro a Al-
lemanha, examinou a siiuaeao, e oceupou-s
recuperar o terreno perdido lora por moio do
reformas econmicas, por uma liga doanaria que
a Prussia havia supplautado a Austria ; a casa
de .Habsbourg nao linha mais a preferencia das
armas ; as reformas doanarias nicas podan res-
labelece-la no seu antgio prestigio, permittindo^
Ihe tomar parto as vistas econmicas da Alle-
manha. Era raister que para ella fossem abortas
as portas do Zollverein, ou, no caso de mallo-
grar-so esla esperanca, Irabalhar na dissoluco
prxima da liga para a seu turno recompor urna
segunda liga doanaria com os estados, quo loria
a habilidadc de chamar seu syslema. Esso pla-
no foi adoptado, o o principe Schwarzembergen-
carregou a sua execuco ao ministro do commer-
cio M. Bruck, sabido havia pouco da elasse ti i
burguezia, e elevado ao poder pola rovolla e
1818, n'uma dossas pocas em que as mais -
borbas aristocracias se vem toreadas a ir procu-
rar o talento nas classes inferiores, e elevar a-
ronlureiros.
M. Bruck linha di.inte de si duas emprozas
igualmente dillices. Por um lado devia proceder
a reforma completa da larifa austraca, quo so res-
sentia ainda de militas prohilo.oes, de manoira
que ella se aproximasSC o mais'possivel da tarifa
de Zollverein ; de oulra sotle toroava-sc irrea-
lisarcl loJa a idea de associacao. Por oulro lado
linha que emprehender o espalhar por toda a Al-
lemanha uma propaganda o'lltcial e nao offlcial
com o lim de habituar ao mesmo lempo os ga-
binetes e a opinio publica a idea j. liga au.-lro-
allema. Quanto a reforma nas tarifas, linha a
lutar contra os manufactureiros, que em materi-
as do prohibieo.es segiiian o syslema de M. de
Mettrnich ; quanto au Irabalho da propaganda
la inevilarelmenle de encontr rontade da Prus-
sia, que linha lodo o inleresse em all'aslar do
Zollverein uma influencia, a qual, quando nada,
poderia lornar-se sua rival. Depois de haver
creado uma commissao administrativa encarrega-
da de [.reparar a redaeco do urna noca larifa,
M. de Druck descurolveu publicamente o sou
projecto de liga, ei primeiro lugar n'um artigo
da Gazetta de Netina, depois nom memorial di-
rigido era 30 de dezembro de 1849 commissao
icderal de Francfoil ;e pedia que so organis -
um congresso doanario, ora que os representan-
tes dos diversos oslados fossem chamados a dis-
cutir ora organtsacao. Sorprehcndido por esse
despertar da aeco austraca, inquieto polos sig-
naos da syrapalhia ao plano da liga, q:o se ma-
nifestaram era muitos paizes da Allemanha, ol
gabinete de Berln, fingindo aeolher em principio
essa idea, que devia ser lo rantajosa para o pau
e cuja iniciativa rcrindicara para si lembrando a
creaedo do Zollverein, oppoz todava objecces
sobro a forma, opportunidade, e pratica, as quaes
Irahiam rJsivelmente o seu desojo de que se na-
lograssom as proposiedes da Austria. Porm a
questo eslava j.i no dominio do publico, o nao
poda occullar-sc nos archivos diplomticos. Nao
tora a diplomacia, mas Allemanha inteira que
a Austria linha filiado ; o pois ella resolveu em-
pregar nessa empreza a persereranca obstinada,
o paciento vigor, que foram sempre o carcter
da sua politica.
As objecces 4a Prussia offereccram a M. Bru-
ck pretexto para uma segunda memoria, em que
nao se limitiva a exprimir a idea vaga do ass
ciaco. (i plano fora desta vez desenvolvido
circumstanciadamente, o redigido com melhodo
sob a lorma do artigos, em queso ochavam re-
solvidas as prncipaps difficuldades da execuca i.
Alera disto o ministro austraco fazia cloquemos
considerandos sobre as vantageus que traria in-
dustria allemaa a pxtenso dos seus mercados,
sobro a torca poltica e commercial de que se
veria revestida urna confederacao do setenta n-
Iboes de almas, e sobre o carcter verdadera-
mente nacional dosse projecto qoo devia linal,
depois do lautos esforeos e trabalhos, constituir
a unidade da patria commiim M. do Bruck ia
mais longo; promettia aos futuros confederados
nina influencia quasi irresistivcl sobre os paizes
limilrophes; moslrara-lhes no horisonle do um
futuro bom prximo a Italia, a Hollan la, a Bl-
gica, a Dinamarca, adherindo lodas liga alle-
maa, o abrndo-lhe os seus numerosos portos, o
que importara em grande augmento Jo commer-
cio universal. U Zollverein en apenas uma ins-
lituie.o restricta encerrada em oslroilos limites ;
urna vez que se reconhecia essa instttuico como
boa e til, por que nao estende-la por toda a
superficie da confederacao, do mirlo a sul '? A
liga pois, mas a liga geral ois o que aprogoa-
va M. i\c Bruck, reproduzndo um porum os ar-
gumentos que linham sido invocados
pi I is fun-
dadores de Zollverein, assigurando aos indus-
triaos a garanta de uma prolocco suHicionto,
seduziodo os liberaos com a perspelira do desen-
rolvmenlo que loriara as obras polilicas, as re-
laydes com o estrangero o as empresas collo-
n taes. animando os patriotas com a imagom do
uma allianca diflntira entre todos os mitos da
patria commuiu, nngarando al o favor das re-
parlices publicas promellendo-lhes inelhor or-
ganisaco adminislraliva. Em uma palacra na-
da esqueceu que podesse ser agradare! ao genio
allemo.
Seria injusto recusar Austria o mrito de
urna lolicilude siticea pelos interesses geraes da
Allomanlia, quando submolleii opinio publica
o seu plano de liga : mas, a fallar a verdade, ella
linha mais em Vistas derrotar a influencia, ou
servindo-nos da linguagem de alm do Rheno, a
hegemona prussiana.
O gabinete do Berln nao podia lludir-se ; e
rendo-se atacado sobre o terreno da poltica, pre-
parou .sem demora os seus mei s de defesa \-
chava-sn afinal era posieo bstanle -
Alm da vaniagem iiiconestavel de le -
primeiro que tentn a liga allemaa, linha p
0 partido agrcola e a classe dos rommen
I.....lesejarom a conservaco de urna larifa i
dera la, n partido da permuta livre i -
Ihe a influencia da Austria mais contraria pu-
la l'r issia, e finalmente o parli lo liberal ;
co que devia considerar suspeita loda
cao do \ ieun >.
\penis liuha contra si o partido manuftrlu-
rpiro prep m le mi i nos estad dia, i
alguns sob i : mtigas -;. i
liticas ou tea se ligavam .i r -1 d< II
bonrg. Por conspguinto, se por m h
- fpilas opinio protcccionisi i
chegasse a aproximar-so mais olidamei
dustria dos estados meridional, achar
seguro de conservar a print: / i na d
rao do Zollvprein, o de frustrar os di .: ,. ,i .
Austria miquillo em |ue podessem -
riaes a sua nfliienci i.
Aproveitou-se por i
naiia reunid em Cass rl em 18 I para .<
ler aos representantes d 13 Psl i : .--
urna collccco
lmente por nbjei lo u uma -
lido manufactu
l'ropoz a suppresso dos Jir
fiscal, linham sido
nuiliei joiui u : is,
ios e lecidos,
backs exporlacu dos catufos, a n In
xa sobre i e\- ort i ;ao e o I \
rando ?os es idos n eri lion i
do doscontenlimento ; a I', i ,
as tnesmas iaulagens q i
concosso austraca ; sac
suas convirces liberaos, o os rotos --
do n i; lo, c ill i i is pai diret i ..
sacrificio, c u si h-rav I como ei i, i
dara para i
manejos da V :
A Saxonia e a Bar i I
em exigir que anlcs de proceder a pssas
formas de la il i s< i um >rd issi com o g il
de Vienna na crea ;.i i da I
- .- ni lo as bases M. \
Prussi i n sislio, e mui diftli il Ihe f"i ni -
espectro d i Austria, qoo pela prii i i v. / -
iutiud'i/.ia olli"alenle em un ia d
Zollverein. Depois le m
tarara a ponto de chegar a nm ai
ram a- perturba i sssel.
Separ ii i c-sc sera i onclur i iusi a
Convocada novainotiip em prii pos de II !
ia VN esbaden, a asseiubh ,a q
gr in lo mn l inca hai ia
| ola l'r issi i n i aun i ai
dimiuuico dos direitos -
marias liuha sido manlida ; por
sobro os li o d is desapparc i 1
Ja larifa ; as conees-o prom tildas
proteccinnis liitii .. -
menos alliadas.
A contorencia
ski que, consdi ; I :
podam dcspcrl ir : porm x>\
da lornaram a sua atliludc do dea
lo, e viran, $i
Vienna, qu< observara tod -- -
a mais vi; a solicitudo. II V -
sia uma mu 1 mea compl I) my.-tei
do i eni rev 11 r
Julgando pelas dolbci
estados mcridion .. nao s di ixaram .
abrandar pela; simples me il las :
lariam al o lim em favor la rasa Vusl
gabinete do Berln I lulamenle m i.latl>
de lctica, o lat
norte, onde gracas a n> ii .
sos con lava rocrular all id -. \
que era 18 i Itayi i
1 ,|,;1 o II.....: par veri
r ll o do Sleiierv en n : -sas neg
chegarama concluir-so,
liga allemaa ficarain ah dados
destrua n i ponto de vista ;
urna das suas m lis car is es
Depois di ssa p ca o Stei i vi i
": '' smo, i ora uma popula o de
de habitantes, rom unta n irs
e com lodos os recursos qu -
offerecia um lilloral martimo u ;.
Zollverein nao deixaram de un -
mais feliz n'uma tu la lenl it'n i a Pt .-
conseguiss obter i sso do Il:no\i
seus dous all i los. i 0
lo S ha im irg l.ippe,
lempo reconquistar sua popn
manha, salisfazer aos s us i mi |
te, formar os elcmemus de un
naria no caso craqueos estados lo il
nassem ;uircm a sorl \
mat a si os dssid
cado mui vi itajoso e gran le,
te no solamente a sua an rival, i
para ganhar o Hanov re i
vistas o augmento da larifa, e pro
gencias dos manufaclurei
conceder ao Sleuervorein, ali
tagens particulares por el 11842.
uma grande parte na divisao das
narias. Ora, o llanovro quo estara ao
d^s ombaracos eom que luta i < : litica prus-
siana quera vender caro OS servicos in
ou crenluaes que se esp rara da' sua a< .--
Depois da conferencia Je Cassel n gal
Berlnjulgou que nao devia hesitar, e a"d -
lembro de lsol con luio com o li I rala-
do polo [na
em entrar na I.m d an ira ol
riodn de d izp annos i til ir do i .i" in
185. A noticia desso acto diplomatii
zio grande elfeilo em loda a Al pi i inh i. i
dos esta los a soc idos se formal ts
I. i/jo, por Se lli s \l3\ er or. u|| i i
que iPtidiara aos spus interesses ; outros cii
ram as coucesso s feii ao llanovre; mas
nal eolito nesse tratado as van: ig
aos inconvenientes, lodos los a el .
rram.
lis manufactureiros nao linham razo de quei-
xa, pois que houvera o cuidado d,- man.
respeito dos productos (al em
vigor; se perdiam com o novo alli i m as i
raucasde dcsenvolrer-se a doulrina ;
nisla, obtinham em i om isa ; i a d
de direitos sobre as materias prtm trias, < .
tenio immediala do son mercado interior.
Quanto Austiia, nn p .... rprimit sen
lespelo, porque o tratado era um posso i
oso pai i a un lado al!, mj i, c foi usl .
esse )rn, p ,;,. unidade i ba-
leudo s porlasdo Zollvercin ; mostrou-so,
satisfeila ; porm era muilo de pr te .
triumpho da politica prussiana equivale i uma
derrota para a Austria.
A concluso do "tratado com o llanovre n !.-
rou a discusso s bn.....i novo pacto para .
linuaeio do Zollverein, enjo gund pe
cessou cui ;ll de dezembro de 1853. A l"
publicou, durante o lempo da demora pedida, a
tratado sobre a liga que fez, i conrocou us de-
legados Berln para os priineiro^ me/es c., au-
no do 1S-J2 alim de reconstituir o Zotlrereiu en-
grandecido de Stenorverein.
Estepasso foi previsto e por ello esperara
gabinete de Vienna para tirar a son desforra.
Sem osmorecer com o successo obtido pela
Prussia o principe Schwarzemberg roandou de
sua parlo os oslados do Zollverein a manda
Yiennn reprcsentanles seus que entraaaom em
uma conferencia livre, na qual seriam examina-
das as bases da ligo austro-alien n.
II
i


m
DIARIO DE PKRt^lBUCO. SEXTA FFIItt 13 DE JANEIRO DE 1860.
Mullos osudos, entre os quaes lisura a Prus-
sia era primeiro lugar, recusaran) acceder a es-
se appelln ; mas a Baviera, a Saxonia, u Wur-
tombcig, Bade, Hesso tdeiloral, Ilessc gran-du-
rado, Nassau, e Ilessc llnmlourg, que j as
discussoes preceden les se tiuluim mostrado mui-
to inclinados Austria, aprossaram-sc cni olegcr
delegados, de sorlo quu a eoiifo enca de Vienna
poda considerar-so pelo numero e importancia
dos estados que nea figuravnni como represen-
laudo uiua racco nolavel do 7. illverein.
Nessa reunan dirigida pelo principe do Sctl-
warzemherg, c depois da morte desse hbil mi-
nistro pelo con le de BuqI, foi conveiicionada
como principio a admissao da Ai siria & liga al-
lema; sou,enle rcconhccia-so que dcviu ser
so <-ntr.Ti|in'<-i'iii uioralnieule pelos filnos a
sua rivalidade, o? estado* secundarios interven),
invocara n imagem da patria commum, o dictam
as condtecoes da paz.
Ora, as conjuncturafi acluacs essa interven-
tuuOaua por roertcu o-giaue.r.is o quu
da Prussia tanta Corea sobre a Austria. Ella se
firma om sentimentos do liberalismo e de nacie-
nalidade.
esta a situarn de cada urna das duas poten-
cao lie pelo meiios provavel. NQo podemos dis- cias rivaes. So" a eaa nao livesse sido perlurua-
simular a nossa sorpresa por ver que, durante da, a liga auslro-aleina anda por bstanle lem-
guerra, esobre ludo quando o exercilo franoez' po encontrara ineuperaves obstculos, ta*los
sao os elementos contrarios e anltpalhicoa, que
existem entre apoiitica de Berln e o de Vienna "
lo precipitadamente cepellio ale dos projifios
uniros de Vorona o ejercito austriaeo, batida em
memorivcis balalhas, as syrapathias dos estados *'as sc no periodo niui curto que se vai passar
ella precedida do ujn tratado de commercio ese- una poli tica prudente deveria disso dar satisfa-
culorio a Jalar de 1854, afim de preparar de urna
<" outra pacte a fuso completa addiada para
mais- larda -para I8">9
Alm dito indispoulna pela allil ide da Prns-
.-; i, que peisislia em afastsr os proposicos da
Vuslria das peliheracOcs relativas reconstitui-
co da Zollverein, os estados
que linhaii. enviado
secuudariosse nao twcssera abertamente naani-
feslado em favor da Austria. Legtimos oh nao,
os sentimentos da nacao germnica tinharn to-
mado a rospeito da Franca um carcter las pro-
nunciado de descontinen c do hostilidalc, que
cao. Terminada a guerra, he evidente que es-
ses meamos estados, quo attribuem rhaidade
da Russia os perigos imasinaveis
da Austria |e
da Allemanha, empregoem todos os seos estp-
eos na roconciliace das duas cortes ; e ueste
casu lie admistivel a supposieo de que a liga
pela mator parte commorcial seja abracada como o tueio mais fi-
rrpresctitaMles i Vienna | voravcl para chegar-se a una rcconciliaco. Es-
roncluiram ira C de abril de 1852 em Barras- tamos precisamente em vesporas do 186D, dala
ladt convencoes, que se conservaran) em segredo
por algum lempo, em vista das quaes prometie-
ra m defender por todos os meros a causa da
ouiiio auslro-allema. N'estc eslado de cousas
abriram-se em Berln a 19 de abril as discussoes
da cotiteienci.i regular de Zollvereio.
Acontecen o que era fcil de prever ; appare-
cer m desde o primeiro da dessa conferencia
divergencias d". opnies ; recriininacucs entre a
Prussia c os coaligadus de Darmsladt, projeclos
coiilra projeclos inccssaulemcule laucados no
mi i o dos debates, uao.fzcram mais quo aug-
mentar a conteso. assembla separou-se
sem nada havci dc-dido.
Os governos dirigiram-sc mutuamette notas
notas ; o accordo pareca mais mpossivol
que nunca. Erara a Prussia e a Austria que
possuiatu todo o em
nieio das quaes se a
T
Osada para as negociacoessobre aliga ausiro-al-
lema. Quem se lombrar do motivo poltico e
e lodo exterior que delermiuou a concluso do
tratado de 19 de feve.reiro do 1853. conhecer
que tonsideraroes anlogas pesarn sem duvty
sobre as ticgoiiaces de 1800
Vimos que perseverancia a Austria ompregnu
desde 1S8 em introdu/.ir sua aerad nos feitos de
Zullveren A poltica inaugurada pelo prin;pe
Schwarzoniberg tora chegado ao estado de Ira-
djyo ; ella lera-se insinuado na doalrina dos ga-
binetes austracos. O imperio cora islo haoblido
consideraveis vantagens. A suppressao das al-
fandegas interiores que separaran) a Hungra, e
as provincias dalmaias do resto da inonarehia, a
aliolit'ao das prohibinos, e a crearn de uina la-
rila uniforme sobr as front
al que os representantes de Zullveren e da
Austria se reunam, os sentimentos de grande
parle da Allemanha a rospeito da Franca nao se
modificaren) ; se os estados, que abracaran) a
causa da Austria to-vivamente durante a guer-
ra, persstremem JHlgareru-se tambem os ven-
cidos do Solferino ; era urna palavra se os terro-
res de oulro lempo so vierem a propagar ; nao
ser para admirar que so veja imwnfnlimr-ilf
d+scitlir-se esse projecto de liga coiu tuda a fir-
meza, contra os desejos da Prussia, e pela cons-
*um i'pufcii;au rupia sobre a origein c Oesen- ve por m lioinem cavalin na estrada as ines-
tolvimenlo dessa liga. O Zollvereio c segura- ma horas em que fui ferido. e por isso havia o
monte a raaior empreza da Allemanha cuulem- Sr. Ur. chefe de polica mandado vigiar aquella
poranca ; elle tem excrcdo urna acQo prepon-
derante tanto sobre as ideas como sobe os in-
Icresses moteriaes ; lem-se envolvido em lodos
os incidentos da poltica interior e exterior ; tem
alera disto dado vigoroso impulso ao coramercio
e industria.
Finalmente o Zollverein e urna instituico pa-
cifica e liberal. Desojamos rauitoque depois de
se ler conservado despeilo da revoluco, da
guerra, t das lutasintestinas saia victorioso do
novo periodo de proras que se vai abrir para
elle.
C. I.ovellke.Sifie.
{Rei'ue des eux Mondes
Roma 4 de uoveinbro.
Monsi.'iihor Chigi lornou a partir pata Mu-
nich. O povo leui muilas vo/.os fallado desse pre-
lado para a nunciatura de Paria; taires que mes-
piracao dos estados secundarios. Soja o que for, mo se ten ha m disto ocupado alguns circuios
o gabinete de Vteuua insistir na liga lano mais ; officiaes ; porm. Segundo foinos informados, de-
torlemenie quanto mais seguro se julgardos"Sous i ps do um osarae mais sirio decidir-se-ha .-m-
aDlgos alliados, e
cuiustancias
estrada, que 6 boje completamente abandonada
pelos viondonlcs, que preforcm a nova : mas o
criminoso evilou o eiironlrn da polica embos-
caudo-so denlro do sitio, c fugindo polos fundos
do mesmo silio que deilam paraos Coelhos.
Huiilem 12) a urna hora da manha um
pardo encontraiido-se na ra das Cruzos, da fie-
guoxia de Santo Antonio, con) o francez Pierre
Jacohy, o aecommelteu com um encele, cf> es-
borduou, la/enJo-lhe algumas contusoes pelo
corpo, c qiudirando-lhe acbela.
O motivo que leve para assim proceder foi tero
francez Pierre dado-lite com um martcllo na ca-
beca pelas 11 horas da noite antecedente, do que
Ihfl resultara um ferimenlo.
Por [loriara de 10 do i oriente foram no-
oteados
de exercer actualmente a sua prolissu por ino-
leslia.Como requer, assignando termo o bti -
posto.
O tribunal resolveu numear parj a junta Jos
correloies :
Gcorgo Patchel, presidente.
Iiubourq, serretarie.
John Gatis, thesoureiro.
Nao havendo nada a tralar-se, o Sr. prcsidmtc
encerru a sesso.
Coinmunicados
oros exteriores, em
lo dessas negociacoes, por I palavra, todas as reformas econmicas, que
lava de parle a parle nina I uo decurso dos ullimos anuos leem sido ensaia-
questo heni diversa e mais grave que o uleros-' das na Austria, sao devidas om guinde parte a
sc roHimereial. I dea lixa que persegue o gabinete de Vienna. Ca-
As esprale-as sobre o Zttliv treii oslavain per- da roduceo de laxas, cada reforma um passo
; ralculaia-se j o prejuizo que causara dado para a liga allenia ; em pouco lempo os
imites tloanarios na Austria se nivelaro aos que
toda a Allemanha essa lula fatal de influencia
os espirilos liberaos, as almas vordadeiraraente
alloniaas, va ni eom dor mallograr-se a
ra insltuii;o q'ie liovia arvoiado cora
a bandeira da uu'io germautea
De repente uo meio de ludo
soccgarain o re da Prussia o o
Austria livcram mea conferencia,
I., i hosiis
criou a larifa prussiana uo Zollweroin. A abli-
pnmei- I '.''" J rgimen prohibitivo por venturo cornpro-
successo metteu a industria ? Os manufaetureiros da Bo-
j horaia aeaso suecumbiram quaudo a rasao [ioIiti-
islo os nimos t;l 9S pri'ou di prolecgoexcessiva que Ibes con-
imperador da ceda a antiga legislaco ? Nao; c oslo um
e os dous ya- ficto bem notavol qiiobrillia nessa pagina da hs-
lorii commorcial lo fecunda em ligues. A in-
dustria austraca em lodosfos seus ramps nunca
fot lo ilovoseenlo, lo solida como dejtois que
.sobre ella prevaleccu o systema liberal : ligurou
, com honra na pxposico universal de Parts no an-
j no de 1855 ; e ludo nos leva a crer que depois
I dessa poca poderia sem inconvenientes susten-
rt i om ili.i;."io d.i Prussia c da Austria, ambas tar o concurrencia das manufacturas mais anli-
naram cnt 19 de rvi-reiro de 1553 um ira- gas da llussia rhennna e da Saxnnia. O governo
ado commorcial, o factilaran a reconsiituic3o I austraco lem por conseguinte sem sacrificar o
do Zollverein, que prorogou por mais um peno-1 iuteresse industrial facilitado a li
Appareceu emlim com seu nom. o Sr. b.ich.. -
ni Jos Botito da Cimba o Figuein-du Juoior,
assim foi bem, porquanlo velo justtficer o que
en linha dito, -pcrmilliruJo por este moda cumpa
raro seu com.mullicado com os di Amiaa na
1" supplente do delegado de polica do tnueneia, cuja |iaternidade rojrrta.
crino do Rroju o cidado Francisco Iterenguer Nada atiero as linhis, que foram por
Cesar do Andrade ; Io suppleulc do subdelegido ; publicadas no Diario de Permawbuco. Ouaud >
do Aguas Bellas o cidadio Francisco de Carvalho ] esrrevi o meu primeito comiiiuiiic&il.i. nao Uve
da silva Queiroz. a imeneo de contestar ao Sr. CunJia Pigim-
dem de 11 do corrente foi numoado dele- redo as glorias de fundador do cemitrrio puli-
tnai!, uem lavorerido das cir- ( prega-lo om \ ienna, e dizera que bem depressa gado de polica do termo de Oliuda o c.ipiln de
e se linalmenie ao rabo do lercej- ser nomeado para esse cargo imporianle. fragala reformado Octano Alves de Souza 1 il-
ro periodo d-> Zollverein, era 1800, elle alluigir( Nada sabemos absolutamente a rospeito d gueiras.
10 seu lim, a Europa central formar urna liga | partida mais ou menos prxima dos nossos sol- No dia 11 foram recnlhidos casa de de-
dados; i todos os boatos contradictorios, de que lenco 10 homens todos lirres, sendo 5 a ordera
alguns jnruacs so lem lornardo o odio, sao in- do l)r. chofe da polica, 2do delegado do Io dis-
tetramente destituidos de fundamento. A noli-1 trelo deste tormo, Ido subdelegado da freguezia
ca que se propala no circulo ecclesastico que: do llerfec 2 da freguezia de S. Jos:.
ellos nao parliro lo cedo, e lalvoz nunca, ain-l 0 Mosi.orv.vu. O rio Honlouyah, qucatra-l tanda injurias quo"niaguoot me fes.
mesmo que o governo pontifical teslcmunhe o he presentemente a altenco publica, lem a sua | Diz o Sr. Cuaba c Pigueketfo Junit r que i
desojo da sua relirada. Porm os una circuios- nasoenle na rorlenlc occidental do Atlas, a 8i)k- nunea eutrei em diseusro, mbora h i ul
lancia cuja esaclidao podemos garantir, e que i lomelros distante do Tez, alravcssa Marrocos, e I sera trazer por lim seena, quasi for i i
para o governo devora ser uro indicio bastante; '
curioso da opinio que se lora do que elle se
achara na impossibilidado le manter a torea ma-
terial depois da partida das tropas. Quas lodos
OS eslrangcros considerados polas suas rique-
zas, a (u.mi a incerteza da stuac.o nao lem de-
movido do habito de vi rom passar em liorna a
reconciliara in-se
a causa desse desfecho iues-
Itinotos, ha pouco
immediatamenle.
Qual poderia ser
porado '.
A poca o demonstra.
Os conicrimenlus que eulo so passavam em
anc,a precipitaran!, segunda toda a apparencia,
1) de do/e annos a couvencb de 4 de abril do
mesmo anno.
O Iratadi i ulre a Prussia [em nome do
po Austria estipula numerosas con-
t'csses quanl i uo con mercin e navegaeo; po-
rui o que o loma mais importante a clausula
do art. 25, em viude do qual os represen-
tantes d'os estados contratantes se devero :> u-
niriiu 1860 para tratar-soda liga doa na ra aus-
lloma, ou. no caso em que tssa liga nao
i realisar-se, \h\s.\ cuidaren) ros meios de
facilitar u desenvolver o conimcri io, m
da approiimaeu c semelbanca, quaulo for
: 'Ssivel, d is i irifas respectivas, '
Vssim, de ois de a:.ios passos que estiveram
uto de eompromellor a paz interior da Al-
nlia, o gabinete de Vienna oblevc em 1833
a .-aneco olli.-i.il d is >uas p; clcmoes ia/.er
um dia parte do Zollverein.
,'
le i!e Berln conseguio
essa evenlualidade que elle
o lado o ;
86
liavia conjurado com udasas forcas.
Desiasorlo coda urna da potencias sahia Iri-
nmpha ila; mas parece que mator era a
i raiitagem paia u inete austraco quo de
linha ;.....io inmediato do um
n ial, c a esperan a da sua tosa
lem prxima com a grande liga. Quanto ao
Zollverein, o seu segundo penlo nao linha
i rillianle como o primeiro. As dis
os que si Icvantaram cnlre a proreceo e n
permuta 1\re, os dbales mire a Prussia ea
I usina, a marcha iitceila que esses graves in-
convenientes raprimiram legslac.o, abalada
a.lernalyamente em div. i sentidos, deviam
saiauenle i v rcei subte elle una influen-
uco favorai el.
''" ; as receitas doanarias
so | n o i menos no
o territorio da liga
mo i -:ado, posto qui
igmcntado. (i Zollverein innugiirou o
com um territorio de '.',i:l
--'''S un :i ; o ul oaQ de ,', mi-
3 e linio de hab la u I os.
III
los ce ocluidos em 20 de
i'J enm Bremo, tratados que, som
literar a independencia commorcial ilessc porto,
: garam-no aos dostuos do ZoUvereiii por corlas
iirisl ncias par ul ros
iga, a que aspira
a sua poltica : e corlo que esse plano com tan-
ta madrela meditado, cuja execuijo obstaran) a
guerra rcenle e a nostilidade syslcmaltca da
Prussia, nao tardar a renovar-se com gran le vi-
gor. Repellida da Italia, a Austria mais Iforca
emprogar om vollar-SC pura a Allemanha, C oin
buscar ao norte e ao oeste urna compensaduo
peda de intlueuca que solfreu no sol. A nuive-
gaco do Danubio, o porto de Trieste, as nas
frreas que se concluem, as facilidades de oda
a nalureza que o transito pela Austria olTorocJ s
relayoes ta Europa central com o Uedtterranep e
o Mar Negro, decidiro muios estados do Zcttl-
vtieio a favorecer mais enrgicamente a causa
da Austria as conferencias de 1S0. \ e-se pAis
que os suecnssos da Italia nao deixarode influir
sobre os destinos coinmerciaes da Allemanha ;>e
nao ha lemerdade era avancar-sc, nao obstante
alguns symplomos contiaris, que a queslo d
liga auslro-allema esl Itoju mais udiaiilada d
que a eslava antes da guerra.
Entretanto se a Austria obstinada no seu pro
jecto, a Prussia nao so ntostra menos decidida
em fazcr-lho opposico. De 1849 a 1852 lem in-
eessantcnieute trabalhado cni defender u sua in-
II ii ocia austraca, o tratado de 19 de feverciro
de ljJ sti em ultima extremidade fot por olla
assignado e por necessiade poltica ; o esse tra-
tado nao oll'ereco anda liga auslro-alloiiia se-
nao unta probabilidadc eventual e urna lettra
sem dala celia, ctijo prazo o gabinete de Berln
de boamenie tornara Ilimitado. Aos pretextos,
que a Prussia al aqu lem invocado para retirar
( ns prelenejoes da sua rival, a c | nanea aedresecnta um argumento serio lirado da
siluaco um que se a.-lia Vuueza. Segundo a
: convcHcaa, Veticza nao obstante continuar sob o
dominio ta Austria, ser englobada na futura
i
doanaria romprehendnndottma popula -o de mais
ileGOmilhoes de Iribitantes
A poltica fr.mceza nao olharA com indifferen-
capnra unta tal agglomeraeo de intoressos e d
poder creando-se sobre no'ssas fronteras. En-
tretanto essa evenlualidade nao deve causar gran-
de admiraci). lima associaco commercial po-
de supprimir alfandegas, mas nao pode suppri-
mir as rivalidades entre os paizes que a compoem,
nao pode supprimir os elementos de antagonis-
mo que existe entre os mais fortes, nom a dos-
conlianca ciosa dos mais fracos : o Zollverein
disto urna prava. Se a Prussia pela exlenco de
sen territorio, pelo numero da sua populacao, c
pelo prestigio do sen governo all oceupou 0 pri-
meiro lugar, nem por islo os outros estados ab-
dica-rain a sua independencia poltica ; e o gabi-
nete de Berln lutou mais de urna vez com ex-
cossivas susceptibilidades que animavam contra
elle os mus fracos dos seus associados. Nuco-
meco da ultima guerra vo-se cortos estados,
principalmente a Baviera, precipttarcm-se para
a polica austraca, entretanto quo, nPrussia e os
estados do norte proclamavam rbsolula neulra-
lil.ulo. O vinculo commorcial nao pois noces-
sanamente um vinculo poltico. A Allemanha
olera disto foi dividida nos para que se maii-
livesse o equilibrio europeo, como lamben) o seu
proprio equilibrio.
Os diplmalas que sc empenharam nessa em-
preza de diiBcois combinacoes podem lera gloria
de a haverem cornpletameulo desempenhada ;
porque nao sarta fcil imaginar cnlre territorios
i, que nao fui, como sabem lodo- ; entretanto
o Atoigo na ausencia reio traze-lo diwssio o
provocar-me com palanas juriems Nao i -
i lauto islo, responai com toda a modc-raro, >.m
Idirgir-nie ao .imigo m ausencia : sua resposla
! fui ainda mais provocadora; entreunto o Sr.
Cunha o Fgueiredo Jnior, que pretende sel s-
i Iranho a islo, diz que eu eneainei-me pi
ya i desembocar no Mediterrneo, em face das; goma desventurada persoualidade, para at
ibas Zafarias, depois de um curso de -50 kilo- sem d : foi justamente sto, qu i uru
nu'!'"s- fizor crer ao I). F. para que osle m- nae
Este rio no lempo dos Itomaiios era conhecJo
passar
eslaco do invern, conservan) as suas moradas
com a condicoo bem estipula la de que o orren-
damento cessarA do sor um contracto obligatorio
para el les desdo o dia om que os soldados fran-
ceses deixarcm a guarnico.
e Mon3onhor Spacca Pudra, antgo arcobispo
da
cooi o nomo de Malva.
Ello limitara a Maurtana-Tiiigilanaa resto o
a Maorilania-Cesariona a oeste.
Depois servio de demarcar offlcialmenle o rei-
no de Tlemccm e n reino de Fez.
0 primeiro dcstes Estados comprclienda, in-
dependentcmeule da ridade do Tlcineem, sua ca-
pital, as cidades de Nedroma, do Mascara, de
Mcrs-ci-Kebir, d'Oran, de Mazago, d'Arzew e
de lloslaganein.
' < .-ido C
res| -a, porque se vis o alcance da discos
6 foi por islo que en di-.-e une pslimata que >
Amigo na ausencia mo responde lazia,
para mostrar que, so algumas vezes me irrito .
recorro s represalias, porque rrou prnvoi
como agora pelo Sr. Con!,a e I igm .
i quera eu poda dar um resposta que i serta
inferior A sua, se nao visse que seu cuspe nao
me pode atttngtr, <: que uas provoca
passam d-' latidos.
Por corlo me rao esquocen-i de rcmetter o
soes Itavdasentre n palriarcha actual de Jcrusa-1 louyalt formn o limite desta regeccia e de Mar-
lem o as ordons religiosas eslabelecidas na ler- roe is
j ra-Santa. Parece corto que a longa resistencia
| da propaganda a favor do palriarcha val emlim
cessar ; o quo esse prelado que acaba de ser en-
viado a visitar alguns convenios no monte Liba-
| no, receber ah um cargo conveniente. No en-1
tanto, moiiscnhor Spacca Piolra, que mais tarde
de um mesmo paz, centre povosde urna mesnta I lera o Ululo de palriarcha, o substituir em Je- i
raea, tanta diversidade de uloresses c de sent-1 rusalcm.
melos. Supponbamos que urna eonlerencia O gorerno pontifical consentir em reformas?'
doanana reunisse os representantes d todas as A crer-so no que dizem os noliciadores do Corso
iraecues da Allemanhu. e que de commum ac- cada dia de amanha ser abundanle do mni
cordo estabelecessom am systema do tarifas ou
doimpostos, a dieta de Francfort seria ainda o
Ihealro Jessas discusses inlerminaves
ronteiri provincia
a cidade ntarroquina
l.e
do
com-
proprii, de decretos. O corlo porm que as
pessoas, que rodoram saber alguma cousa, nada
que tra- sabem que lonha um carcter do verdade sobre
lera rempre a poltica federal em um rodeio cons- as revolm 'ios do governo.que bem podo sor, fluo.
tanie dos mesmos debates sobre influencias dis lito lamben) qm irresoluces A opiuit
dos uloresses
riqueza e por
l
pilladas o reciprocas rivalidades.
Nao se pode negar que a fusao
materiaes deise de augmentar a
conseguinte a forrada nacionalidaie germnica ;
mas esse augmento de terca o de riqueza nada
teria de amearador para o equilibrio europeo ;
ajudaria o commcrcio, favoroceria o progresso
das ideas liberaos, e fornecoria urna garanta pa-
ra n paz. A Allemanha tal qual organsada
nao pule ler umo poltica Bggressiva ; com aliga
doanaria ella apenas confeguiria mais um re-
curso para sua defeza, e isto pouco importa
Franca que uo pretende ataca-la. Pode-se mes-
mo suppor que se as negociacoes de 18511 lives-
sem concluido a liga doanaria austro-allema, a
Austria nao loria sido lvre em proseguir na lia-
Trindade ir brevemente a Jerusalem com
uma importante msso do s. S. De slguus lem- 0 reino do Tlemcem, leudo sido con piislado communica lo do Sr. Cunha el.. lo jiuiini
pos paraca so tem particularmente desenvolvido ] pelos Turcos em 1513, foi em 150 1 reunido por para o lugar, a que lem do -> \, i
os negocios religiosos relativamente s iissen-1 ellos regencia de Argel: o desde enlo o Mon-1 ausencia,!) (l farci, parque mais um d
to para provar o que o Sr. Cunha i
Jnior procura negar, procedendo elle por este
modo porque desagradou-lbe que eu me ti
lerabrado do que so disse ao U. I nao i ra -<-
nao o que elle repele i m sea COmnillliicado, que
se If no Diario de Pernambueo de 11 je .
raando-lho que nAo rostumo lomar nuvens ac
Juno, porquanlo, nao obstante
dura, atilda li-uio olhos e utidos, e i
sua/Jido que lodos i ao sao da ti : -- .
que negara > que dizem, negando m< -
escrevem, talvez por screin lioj nlu ,,
Sr. Cunha e Fgueiredo Jnior r spu ;
So alguma vez disse que o ordena* o de i
ceios mil is, que linha o presidenta da i v-
liitcta commisso do hygtene publica, era ns _-
niiicanie, nunca ped augmento, o que nao i
conceder o presidencia da provincia, nom por
isto deixei de preslar-mo ao servici publico,
quando era escull,do para alguma rommi:
duendo constantemente, como anda o faca
das as vezes que linha de dar c< uta de ira)
de que havia sido incumbido pelo Riverno,
tpiutao que
prevalece entre as pe9soas entendidas que seo
governo pontifical Ozor alguma concessao, nao
ser seuo em ultima extremidade, o o mais cs-
cassamenlo possivel.
Occuparam-se ltimamente da reorganisa-
co de un a especie de guarda chamada palatina,
e que nao tem outra uiilidade seno dar uiaior
brilho s procissoos o As ceremonias a queassis-
le o papa. A posar da concessao de ntuilos pri-
vilegios, entre as quaes figura a isencao de to-
da a patento commercial, apenas podero obter
150 desses soldados cidadSos os quaes pela pri-
meira vez apparecoran na fe.sla de S. Carlos, no
Corso, feslaa que o papa assiste lodos os anuos
com grande pompa.
A sociedade romana o ns artistas sottberan
Tal era a stuaeo em 1830, na poca da con-
quKta fratici
no espaco comprohendido entre este rio e
o l.-ly, que servo di
Oran, que L'SlA situada
Ouchda.
A cidade de Fez muilo importante i
uicnio c seus productos ndusiriaes.
Ella acha-se sobre a mesma paralclla que Zel-
don o Saida em Algeria, no limite do Tellao sul
da provincia do Oran.
A cida le de Pez perdn o seu commcrcio por
lena em funis depois do eslabelociinenlo dos
Prancezes em Algeria, mis conservou suas rela-
eo.- directas rom lShacies o Trpoli, o suas cara-
vanas sao muilo importantes na poca das parti-
das o das collas da perogrinagom a Meca.
Os neg; antes de Fez, que. sao ^oralmente li-
eos, porm que Irabalhan) por esconder a sua ri-
queza, por causa da facilidado, que lem o impe-
rador da lhes tomar os seus bous, entreten) agn-
tese rasas filiaos, com depsitos de manufactti- que semine me adiara prompio quai
ras, n'uin grande numero do pontos da fronteira vico fosse gratuito. Ninguein deixar
a l'cslo de Marrocos, e fra dos limites do im-lnhccer que esse ordenado era mui pe<|ueno, o
perio. Sr. Cunha e Fgueiredo Jnior, aproar do di -
Estas casas filaos servem a abastecer as cara-Iteresse com que serve, ha de confess
vanas, e a por a salvo das garras do governo a
fortuna dos negociantes.
._ ^... j-------n'" -- i npiiinauu toaiio.t i; o?i ,ttitM ta a poltica invasora que den origen) guerra com profundo sen timen to de prazer que M. Sch-
nnr'MKi inii lud a., .i., .,.,.. _,.^ .ii ._ ..___._ I ^ .
mes- i'iiilederaeao italian.
Ora, se a firmaeo dess;
hou- con:,- i i iii encarada debaixo do poni de vista
poltico aprcseiilar .imuicnsas difliciildades, po-
der-se-ha pelo menos tentar ah com sticcessu
algumas medidas relativa? ao iuleresse econmi-
co c coinmercial. mui praticavel o plano de
urna liga iioaiiaria italiana lera sido niesoio por
diversas vbzes tentado, mallogrando-se peranlc
obstculos politicos que presentemente nao exis-
tem. Ouaiido mesmo nao sojam oderalnienle l-
porque nao loria ousado eompromellor, no seu
iuteresse egosta, o iuleresse de to los os seus
associados. A Franca aleando a sua \ vor da Italia lena sido mais bem atlendida, se
em u'zde drigir-se a um so gabinete podesso
fallar a Allemanha inteira, o appctlar para os
sentimentos de justica que em uma assembla
numerosa aeltam snmpre defensores.
A unio commercial, snbordiuando a conducta
los po\os e dos governos s considcraccs de
rosperidade material, torna esta conduca mais
Ida e mais prudente, sobretudo no exterior;
conselha a ptz mais eloquonlemonle duque
odoiii fazer os congressos diplomticos e asen-
tyevistas dos soberanos. Nao podemos pois in-
ielar-nos com as suas consequencias como nao
nbs inquietariaraos se uma grande unidaJe po-
lilica se consliluisse sobre a outra margem do
lllieno lo forte para a aggrcsso quanto para a
deUeza. Pelo que respeila a essa unidade lanas
NcV.es sondada pelo territorio germnico, nao es-
lar etlaaind) bem longo de nos as ragas hy-
polneses do futuro ?
_!*ao se deve ler cni pouca conla as manifesta-
coes que sc acabara de dar em Ksenacb, eque
conAcan a agitar a Alie
do-nps
itetz, do instituto, foi conservado as suas fnuc-
'.oes de directores da academia de Franco. A
nova prorogaco por esparo do um auno.
Journal des Debis-.Silvelia.
PERNfiWIBCO.
REVISTA DIARIA.
Cada dia descera de cusi os gneros ali-
menticios, mais ser lorvenlura es-a atea re-
sultado da escacez no mercado ?
Na,o hacera quem o responda nfirmativamen-
le, ao passo que nina voz iodos a-sgnala i
como cans distos aftavessadoresem unio com
os monopolistas, que era laes coujecturas muilo
bem se onU'ndem em detrimento da popul tco
consumidora, ou a ;'is da elasse pobre, que b
que mais soilre pelas suas circumslaucias dcsfa-4
voraveis
A p liria luituicipal nao deve porianto tornar-
se iiduicienlc essee calado; lorite-SO pelo
contrario vigilante coarclando o desenvolvimcn-
to que vai lomando o syslenia tle airaeessar laes
generas, pira rovendc-los ao povo, que poderia
auferir essa dilteronca de lucio que vai da com
ll Mniilouvali, que lambrin algtIRS OSCrevem
Monloniia, recebe um grande numero do corren-
les, que pela maior parle licam seceos no lempo
do vero.
0 paz, de que elle forma o limite c rico c fr-
til, mas sem cessar percorrido por tribus indo-
mil is, que nao vvetll seno de pilhagcm, nao
'prosperar, como devera.
Esto pai/. pode ser considerado como uma das
vas mais vaulajosas pelo liltoral as regios dos
negros. Sc ellu fosso pacificado; su fosse possi-
vel eslabolecer iiolle ordem e segaranoa, lornar-
i um camiiiho importante para o transito
da Afi ica.
A monarchia austraca conlm, diz a Gaze-
: i dos Hospilaes de Pars 3d0 hospilaos pblicos
civis, 15'J militares.
Em lodos riles sao tratados todos os anuos,
termo medio itli) mil individuos.
lia alera disto 10 casas de alii nados, cora per-
io de mil doenles ; io casas de maternidade,
ond lem lugar 60.9J0 uascimonlos coda anuo;
',) casas de expostos coiit i\ mil mancas.
A supertelo actual de Pars de 3.288 hec-
laros.
linha razo ; niss dizer que era us lenificante
ordenado, que se dava aos presiden
cominssoes.iio era pedir lemuiiera.o ou gi
nem quer dizer que so n.io deram i
ra o augmento dos ord< n i IM dosemp
cemiterio publico, que liveram com effciki aug-
meiiio na reforma do respectivo regulan
foita pelo Si Cunha e Fgueiredo.
O que lira dito me parece bastante, i n ;
co julgar. Mais i rot i i bial d
dicencia se lem lomado minia rousas,
mesmo publico nao ignora, f ; i B1
quem nao livesse lo pouca idade quanta
Cunha e Pigueiredo Jnior e seo pac m i* .
que mcuciiuia-las 1 Screi maldizeiile i
pilo o que nalos dizem ralvez ; i
assim pensa o Sr. Cunha e Fgueiredo Jnior.
i- de Janeiro de 180).
I)r. Joaqnim tTAguin !' cea.
Pubcacoes a pedido.
Quan lo os limili s da capital se eslenderam al
de 7,088 l.ec-
o fortificado, ser enlao
Pars assim
o n
lar
o contorno d
ti kilmetros.
ga. Desde lb53
a a larifa du Isfi
' o mu prompla -.-. re o datado de l'J d
' itd ii suas proprias exprs-1 relacocs Cira a I.ombanla
"" to passo i! i poltica! clculos politices
tado.
Os
emanlia ; mas, ropurlan-
A histeria dopassado, vemos queessas
por corlas gados eniie e os diversos estados da Italia, tero tendencias unitarias se lem despertado frequeti- ''''" P"1" f!'.lla il productor, aquella poste-
nuvcgaeo, i lodavia in]eresse em adoptar urna legislaco un; | lemoiile desde 1815, e que leem gempre abor- $ feSde rl'reS0,aai"10 J' Blravssa-
No se consnta islo com relacn somolhan-
palriotas alternaos podem acaso esperar les objectos, que era nada se oliendo a librada le
que conseguirn) as circumslaucias actuaos o lo commerciar, e nem lo pouco da-so essa
lim que tentaram debalde em 1818, quando a! prccontsada derogaco ite diieitos nacionaes, sa-
revoluco ha\ i i teilo banca-rota, quando os so- las populi, suprema lex.
boranos i os governos andavam descrpcao da : A eslaco do sello ou recebedoria do ren-
opinao publica, quando a propria dicta" linha las Internas araba de tounr um arbitrio, a que
desapparocido .' Infelizmenlo para os unilarios "o podemos deixat de fazer algumas considera-
da sua navega _-ao, i tuuavia iuteresse era adoptar urna leg
iportoe transito, o desso lerceiro forme a rdspeito de suas relaces coinmerciaes e
peno.o consiste p m o mais ou menos exclusi- narlimas| e com mais forle*razo devero pra-
|ue a \ii.-tria por diver- licar esse kystetna soba constiluigo que lhes es-
i para mais approximar-se la reservajla. Se pois a liga doanaria se realisar
gabinete de Vienna re- na Italia provavel que Vene/a seja nella com-
molivava uma re-1 preheudidi, nao s por sua qualidr.de de paz ita-
liano, como I ara bem oin virtude das suas amigas
as que nao entra nos
nem razoavel desfazer pela

que di va a u gm ar pro-
i o lumen I lo in
auslro-allema. Ei It e
las numerosas medidas nes-
.' n formas se cumple-
tavam a Austria julgou que enlao poda aprc-
r-se com proveito pera tilo os estadas do
i'ieiu | citar a discusso sobre as
ilispn.vi-o.'.s destinadas a preparara fuso corn-
il atado 1
la i.i addiado de-
do 1860. livcram
seinclhanle lira em
cu Janeiro de 1858
a.- proposicocs eoii-
lida examinadas :
. :, cusso que
liititit ano ote pata o i i
lugar dh nrsi i u es |
. 1 S57 'in iiei lili, u
m \\ -
lin ra de Zollverein,
--.r ii i .' i! ,i. jio
ia foram
; i .--is proposico s em grande numero,
ii jocia diplomticas junto i
-. i mu hbilmente desenvolvidas
petes pnni i aes nrgaos da imprensa allcma, nao !
produziriam resultado algum.
Bem que a Auslrii contase no ZoUvcrcin nu-
meiosos alliados, mui disposlos a favorecer a
: a i-ni :e ni. un caso pddc ob-
ter a i nai ii i ni i nica voz
'i pora desliuir assuas requisices, e essa
Pruss i au hesitara em levantar.
Era casos lees como sttpp >r-se que a unio
austro allcma se elTectuar em lsG'i .' Como sup-
por-se quo a Prussia aceitar na liga uma Infiu-
mcia rival sem empregar lodos os esteros para
Estas erara as impresses de lo-
d i a Alleman'i i ha un anuo ajumas. Os suecos-
ililicos o militares de quo a Italia acaba de
ser Ihealro, e que leem causado lio vivas com-
iu ici s enii i germnicos, inodlicaro
esse estado decou.-as fornecendo Austria novos
argumentos par ensinuar-so no Zollverein, ou
sao ellos do n iiuroza Ial que favorecer o a resis-
tencia da Prussia ? Lis aqu uma questo que
vale apenado ser examinada.
A julgar petes despachos '\ io durante a guer-
ra da Italia, e principalmente depois da conclu-
sao da paz, se icem Iroc ido entro os gabinetes do
Berln c di Vicua, parecer que boje mais
profundo, deque minea foi, o abysrtlO que s ei-
r os dous governos.
A Prussia acensa a Austria de se ler temera-
riamente envolvido as aventuras di guerra, e
de ler compromellido a IranquilKdade da Alle-
manha,sem urna necessidade bem demonstrada,
e sem o assenlimenlo da confederarn. De sua
parte a > usina aecusa a Prusaia do havc-la de-
xadosl :n ura adversario fornidavel,
abandonando a causa germnica indirectamente
Tacad.i na ii,i|a. Ntsatsfeilos com as recri
mina<;esmotivadas pela guerra,os dous gabine-
tes acharam anda na paz novo pretexto para
amargas censuras, manifestadas a lodo o panno
da publiri ade euiopeo, e mesmo hojo, peranle a
agilacao unitaria e que acaba de rebentarem
certas regios da Allemanha oque tem produ-
zido nina espe ie de pruiiuneiaiiionlo em Eisona-
h, vamos a Ausli.i e a Prussia em completo
desaccordo as suas altitudes c linguagem. Lu-
irelaitlo rom en nao esquecer que se a Alleina-
o pai/ do= conflictos, e igitalmeule o paz
las facis roconciliacoes. IIais de uma voz se ho
suscitado entre os menibros numerosos da gran-
de familia germnicas questOes particulares, que
pelo iuleresse commum sao bem depressa apa-
eignadas. Quanig as potencias propoiideranies
iiilervciicb de urna larifa.
No.-1 a hy'poi hese como orgsnsar-se o rgimen de
permutas unir Vencza e as provincias austracas?
Picar V cueza lora dos limites duanarios da mo-
narchia, u ser considerada como ura paiz os-
Irang iro '. Isto sena o mesmo que crear des-
ronienlos, e o governo austraco que receule-
menle su|primira as alfandegas interiores da
lliingna e Ja Dalinacia seiu duvda nao pensar
em eslabolecer limi-es doanarios as fronteras
de Ycncza. Por nutro lado manter a franqueza
completa das permutas entre Vcneza e as pro-
vincias ausliiacas, entretanto que aquella far
parte da liga doanaria italiana, ser profunda-
mente alterar o rgimen econmico do imperio,
tranqueando do mais a imporlaco aos productos
esliang. iros, a rospeito dos quaes a larefa italia-
ibor.il.
uer maneira que so encare a questo
serias complicaeoes. O proLlomma
, a que a convenci de Villafranca
roar para a administraeo austraca,
bou diliicil do resolver, e emquanlo o nao
a bino te de lierii nelle encontrar ex-
ra/.oes para oppor-se accesso da
de Eisenach a rcalisaeo de seu son lio nao pare-
ce provavel, ao menos lo codo e talvez que co-
mo List se rejan) reduzidos a uma preten :u
modesta, e (oreados a reclamar unicainchte a
unidade econmica cuino um progresso para o seu
ideal.
A liga doanaria de (oda a Allemanha, que sob
o ponto de vista poltico em nada nos pode oten-
coes com o jogo da respectiva legislaco, a lira
deque se torne palmar a CXCCnlricidadc 0 111-
pr iiedeiicia do mesmo arbitrio, qner aparte
jurdica, quer na parle pratica que elle offerece.
Cnusisli e-te arbitrio om querer aquella esta-
'.o, que o uosso Diario pague 2$5<30 por cada
exemplar, quando vai all a sor sellado por
|ualquer circumstancia, que islo exija ; mas ara
'aiaS. Exc. Si*, presidente dn |inri-
cia e o S. Dr. cliefe de policia xmtmi.
Ecsinandus e nrhllratrinlnitm tlti
dcle^-idu 1 Scriiiiiitc^iu
O capitao F ir mino do GuitltJ lleyo.
Illm.' Sr.No dia 1 docorrcnti .
engrandecido lea voayo do Po-Branco passava rL.....
paiiina sob i icu commao lu, d > bal lia ;
o recinto continuo ser communicado por cem J-'l! ";|' nacional, de que V. 8. dif
entradas. preseiilou-me o guarda Jos Virginio de Alau-
i) maior comprroonlo de Pars ser do Poinl querque, que contra cite havia sido expedida ; i
iu-Jour, junio a Auteitil, al a poni de Plan- lo delegado de polica dtslc termo om. ordem de
dios, ao norte Je la Villolle. A distancia do lien- I n>:" l,ara recrulam l* linha. em i
liliy a Monlmartro de 10 kilmetros. quetuia do que ochava-!
Passageiro sabido para Lisboa no patacho necessidade de viver forsgido: receandu i
porluguez Flor de Mara : Joaqnim Andrade. parecer a aquella revista. Por considerar
Matauouro publico! procedtnento do delegado contrari
Malaram-se no dia 12 do corrente para o con- r;'gulara a or uis into dos corpos da guard i
simo desta cida le 5'.l rezos. [cion.il ofciei-Ihe em data de i do com ule
MoiviAi.iiiAiii; no da 11 do corrente:
Mathlas Jos do (jueiroz, pardo, soltero, 20 an-
i '.
Jer, ser favoravel ou contrara aos nossos inte- jusliljcaco desta preleusao parece-m>s que
na seria mi
Do quah
apparecem
commercia
acaba de
parece
for, o g
cellentes
Austria ao Zollverein.
.Nessa lula de influencias a Prussia sustenta-
da por un partido poltico, cojo poder alem do
llheiio crease sem cessar ; o partido liberal.
Desde ls7 um que se cstabeleeeu o rgimen
conslitucotal a Prussia conserva na Allomaiiha
arvorada a bandeira do liberalismo. Esse rgi-
men resisti as tempestuosas vagas populares do
I88, resisto anda hojo. com successo aos ulli-
mos esteris da feudalidaile expirante. Euiquan-
lo parlamentos mais amigos c mais Ilustrados,
de-app irociam aos golpes da revoluco, o parla-1
lenlo da Prussia consorvava-so (irme. si
Ein tola a legislaco patria publicada em col-
leceao al 1858, e nos jornaes al 185'J, nao de-
paramos com arto algum legislativo, ou admi-
nistrativo, donde se possa inferir que qual quer
peridico ou jornal deva pagar mais de l'l r us
por meia foiha, por maior que seja o lamanho
e por conseguinte comprara e vendem j delte. Talvez baja em contrario alguma expli-
caco indita, ou somento
resses nduslriai s e contmi reaos Para respon-
der a essa questo basta examinar so as nossas
negociacoes e permutas com os oslados alm do
Rhcno leem solliido depois da crca^o do Zollve-
rein. Ora os documentos e mapnas eslatislicos
mostrara que as nossas retacos com a Allema-
nha leem progredid ) de 18:1 para c. A' me-
dida que os territorios comprchendidos no Zoll-
verein se vo eiiriqieceudo sob a influencia de
uma legislaco mclhor, seu trafico tambera vai
crescendo,
mais.
Alm dislo a suppressao das formalidades do
tiansito, a conslrucco das vas forreas, e o des-
oiivolvinionlo das estradas c canaes f.u'orccein
circula cao das mcrcadorias, e o commercto es-
irangeiro se aproveita tamo quanto o corcraeno
nacional dessas vantagens, que em grande parle
sao devidas existencia da liga doanaria. Aac-
cesso da Austria produziria resultados anlogos,
o. a Franca especialmente obleria tas provincias
austracas, onde seu commcrcio tem sido pouco
activo, contratos mais rantajosos, se euconlras-
se na sua fronteira a tarifa muilo moderada do
Zollverein. Porm, diro, essa vasta agglome-
raeo bem depressa poderia possuir uma indus-
tria iniportantissima, cuja concurrencia seria a
temer para a industria france/a.
Para que esta supposKo fosse legitima seria
nao
ia le alguma, quo na i
eslaco.
1. vejatno-lo por uraa aprccia<;o
legislaco respectiva.
soja a volitado daquella
leparltda da
ciidcreijada eslaco
fiscal desla provincia, mas assim mesmo duvi-
damos multo de sua existencia.
Em primeiro lugar, o rcgulamento do si
quando so referi a juntada de quaesquer docu-
mentos autos, delermiuou por cada naca te-1
Iba ICO rs., sem designa o do lamanho ou for-
mato dessa meia foiha, o onde a lei nao distin-
gue, a tiingnem dado fazer distinecor-s. i) con-
trario sena aulorisar um verdadeiro absurdo,
por que se porscr maior o formato da meia fo-
iha, mas so deresse pagar do que a laxa estabe-
lecida, lambem por ser menor, dever-se-hia -
ininuir liesso paganienlo. Mas onde a tlela
para esses accrescimos e diminuices ? Sem du-
vida, ser o arbitrio
los oxcessos..
Oulr.i razo converge para nao s
nos ; nexigas.
Francisco Tertuliano do Espirito Santo
casado, 50anuos; deabeteabsessos.
Miguel da Cunha, branca, viuvo, 58 anuos, des-
interia chroni a
Trujano, piolo, 3 auno-, peneumonia chronica
Manuel 1/idro da Cosa Lima, pardo, soltciro, 34
anuos; phlhysra.
Meiecinna Mara da Conceico, prcta, viuva, 62
anuos ; tubrculo pulmonar.
I Antonia Mara da CoucoQao, branca, viuva, 49
anuos ; hypertrophia no roraco.
Joa i ii ni Fran seo de Azevodo, branco sollciro,
75 anuo- ; homorrltoia cerebral.
Manoel, paidn, 1 dia; convulsoes.
I Vctor Antonio do Sacramento, prclo, sollciro.
ti'l anuos : appoplexia.
Joaquina Mara da Conceico, parda, sollora, 60
anuos ; absesso fro.
Hospital de caridade. Existem 62 ho-
mens 57 mulheres nacionaes, 1 liomcm eslran-
geiro, 1 hornera escravo, total 1211
Na lolalidadc dos doenles existem 'Al aliena-
dos sendo 110 mulheres o 7 homens.
Poram visitadas as enfermaras pelo rirur-
gao Piulo s 7 horas o 20 minlos da manha,
pelo Dr. Dorncllas s h horas da manha.
mas este dara lugar a mttl-
admiltir o
CHRONICA JUDlClARlft.
TRIBUNAL DO COluMERCIO.
SESSAO ADMINISTRATIVA EM 12 DE JANEI-
RO DE 1860.
PRESIDENCIA lu EXH. SR. DESEMBARGADOS
SOUZA.
As 10 horas da manha, achando-sopresentes
dados de nosso secute, a Prussia cora a sua mo- perfeita.
narchla moderada, com a tribuna e a imprensa A sua legislaco econmica
livres, representa o liberalismo na Allemanha. i que se acha em atrazo
iuampliavel. Oulro do mesmo, de 22 de dozembro prximo
a nica cuusa Ksla nossa nlerprelaco anda apoiada pela passido, mandando informar sobre o numero de
mas osla desvanlagem disposico do regulameiilo do crrelo que man- processos pendentes, era que'se disputara prefe-
i r f Ou.lhe.me que o parlamen- pode desapparecei a todo o momento era que sc da cobrar o mesmo poite pelos jornoeV, ou pe- renctas com o fundamento de hypotheca do or-
!" i'' l.,:"l:.''.,!l ,'I1"!,H'C" em 1S-,!' a.coroa d0,,m- 1"c,ra wsoIUimbI suppr mi-la, o misler es- riodicos de qualquer frmalo, que sejam, donde ma a conhecer-se a sua nalureza ea qualidade
perar que o exemplo das reformasdoanaiias. que se evidencia que o predto formato nao nflue dos credores e devedores.
se multiplicam na maior parto dos' paizes vfsi- para pagamento do qualquer lax* fiscal, devora Um ollico do secretario do merilissimo tribu-
nhos, se torne contagioso, o nos arraste final- ser ella iiialteravel, quer soja a cobranca pelo nal do commercio da provincia da Baha do 31 do
mente a un) rgimen mais liberal. Cora osla correio o quer pela reparlico do sollo. dezembro ultimo, acorapauhando a relaco dos
coiulicao a Franca nada tem a temer das indos- He este o jui/.o du um nosso amigo, que um negociantes matriculados all durante os mozos de
trias que primeiro apparecem no centro da tu- dos advogados nolaveis do nosso foro o so ha jttnho a dezembro prximo passado.Accuse-se
Wpa. i aplicado accuradamenlo ao esludo da legisla- a ncepoo o archivo-so.
Um Zollverein austro-allomo, na hypothesc cao da fazenda. Rosta-nos agora ver se abrir-se- l'o proslito a colncao ofiical dos procos cor-
ainda muilo ncorta quo acabamos do ver, nao na de mao a este arbitrio, que ncnbum funda- rentes da praco, relativa & semana linda.Ar-
fara mam que engrandecer o campo da pro- ment aprsenla, ao passo que por ial arte exer-
diinao em proveito do consumo goral, e o j ce-so una exlorco horrivel, qqe nem lio auto-
campo das permutas em proveito do commercio risada por uma exaeco de devores como empre-
gado publico.
pono germnico o imperio nao ehegou a for-
mar-se, o por conseguinte a corea nao pode ser
act-ila ; porera nessa eeeasia solemne a supre-
maca polilica o moral da Prussia recebia um
testemunho a toda prova. Mais larde quando
a Austria, desojosa de inverier os papis, se leui-
brou de pro lmar a liga aliema, e de abrigar
sob o patrocinio desse smbolo popular seos pla-
nos de associaco commorcial, foi ouvida com
descoaflaneaL e salvas algumas excepces, o par-
tido liberal guardn para eom olla a altiiude do
Troiano que rejeita as dadivas dos Ciegos. Uma
parte da Allemanha reciisou da Austria aquillo
que a Allemanha inteira tena aceitado da Prus-
sia. E pois a casa de Babsbnnrg, reinando sobre
viole rafas dilTorentes, entre ns quaes se acha em
miuorid.ide a raca germnica, nao poderia, alora
das aitribuicoes polticas que Ihe sao conferidas
polos tratados, exercer na conf.uleraeo uma in-
fluencia moral que podosse ser comparada quo
eiorce a moujarcni, q-iasi inloirameote alterna?,
iiiernacleM.
As quoslocs commcrciaes que desde 1852 lo
vivamente se agilam na Allemanha, por algum
lempo abandonados ao esqucciineiilo em conso-
qoeucia das prcoccupacoes polticas que inspira
a siluaco presente, reappareccro bem depressa
no seu primeiro intento. O Zollveicin toca a
um periodo de criso. Pareceu-nos, pois, que
leria presentemente o mrito 4a pportunidade
Anle-hontem (11) pelasOiioras da noilo foi
accomitlido e fondo com duas punhalndas um
criado do desombaigador Cilirana por ura ho-
rnera que se occullara dentro do sitio cni que
mera o dito desembargador na estrada do Cho-
ra-Menino, o so lngara sobre o dilo criado na
occasiao era qu" elle enlrava para casa.
l'se crialo j havia sido investido por tres re-
chive-se.
Tambem foram presentes os mappas dos tra-
piches Alfandega Volha. Companbia o os do nr-
mazem alfnde-gado de Manuel Ignacio de Oli-
veira Lobo.
DESPACHOS.
Lin requermento de Jos Piulo Ribeiro, pe-
dndo o registro do uma escriplura de hypolhecn
i| ie ajunla.Como requer.
Oulro deJoo Roberto, corrolor geral, pedndo
liconj.i para nomear a Bernardina de Voscoucel-
!os seu preposlo, visto ochar-so impossibililido
diudo-lho quo houvesse de esciarecer-me acen i
daquelle lacio ; sem que itenliuma resposta -
desse obter daquella auloridade
Finalmente em data de buje me comm
1 sargenlo Jos Anli itio da M
de honlera fura cenada e varejada sua
adra de ser elTecluada aprisa i do guar-
da por ordem do mesmo deb
procedido o cerco e van-jo pi lo sifi r s de
das companhias do balalhao -12, Emilio de Men-
donca Vasconcellos, o os guardas nacionaes l.uiz
lose da Espcctaco, Antonio l.uiz Sautiogo, o
uniros.
\\ nas recebi a communica argento,
ordenei-lhe por uma portara que riesse a minha
presenta com o guarda nacional Antonio l
Santiago que perlence ao dislrteto de
compauhia, dingi-me de novo ao delegada s t-
cilando nao s resposta do meu oflii o
como ainda informacoes acerca do cerro e va
da casa do Io sargento sondo respi nddo pelo
modo desabrido c deseommunal quo V. S. reri
do ofiicio que remello.
l.e, ando como me compre ao coiiheciuiento d>
V. S. toda essa oceurrencia. confia q.io V. S. da-
r promptas providencias afira do que aq
auloridade seja coutida nas raas da le, nao
tinuando .i por embaracosa regularidadc e
pltna que convem ser observada nos c ;.
mente organtsados.
Reitero a v. s. es votes de incii profundo p -
peito pela pessoa de V, s.
Dous guarde a V. s. (.loarle! do commen
4'1 companhi'i do balalhao da guan i BBMOnal do
muiiicio de Sorinhem 5 de Janeiro de 1800.
Illm." Sr. tencutc-coroNcl Corolano Velloso da
Silveira, digno coiumandaule do b. idho :
Manoel Nicolao llegueiru Valo de Souza, capi
commandanlo.
Um. SrAgora pelas lie.-, lunas da Indo te
me apresoiilam os guardas uacio laes Pin
Vieira de Jess, Anselmo Pereira ce Jess, Ja-
cinlho Jos da Silva, Thoma/ Auio lio Tein i
Nicacio Francisco da Silva, perteneenles i com-
p.inii i do meu commando, f i/.endi-me vei qui
foi un nolifleodos pelo inspector de qoartciro
Lomen ;o Jos Tavares ordem da d 1
te tormo para urna deligencia, c porque .-
lliante acto do delegado sejaemfi.ee da hi arbi-
trario visto como nao me foram os guardas pre-
viamente reqoisitados, venho rogar a V. s quo
se sirra de providenciar de modo que o delega-
do ceda de seus arbitrios, e saiba mais rcspetUC
a lei do que violar OSSeus precintos.
Aprsenlo a V. S. os votos dj meu profundo
rospeito.
Dos guarde a V. S. Quartel do commando da
4'1 companliia do baialho 43 da guarda nacional
do municipio de Sorinhem ( de Janeiro de 1860
Illm. Sr. tenente-coronel Corolano Velloso d.<
Silveira, digno commandanlo do balalhao 43.
Mannel ficolo llegueira Pinto de Souza, capi-
tao commandanleda -:l companbia.
_ Illm. Sr. Era data de G do trrenle oflicioi a
V. S. communicando que por ordem do capitn
delegado de polica desle termo, foram notilicados
os guardas nacionaes Firmiuo Vieira do Jess,
Anselmo Pereira de Jess, Jacinlho Jos da Sil-
va, i liorna/ Antonio Teixeira c Nicacio Francis-
co da Silva, c outros de minha companhia, pelo
inspector de quarlcrio l.oureico Jos Tavaio.
sem que me fossrm previamente requisilados M
conformidade das ordena que recebi de V. S., do
accordo com o arl. 10 do decreto n 1351, de 6 de
abril de 1854.
\


DIARIO DE PEBSAKBUCO. SEXTA FEfU 13 DE JAMURO' E 1860.
Agora veubu de novo trazer A consideracau de
V. S. quo IioiiIphi foram presos os cabos da minha
eompanhia Manuel BaptisU de Parias, o guarda
Antonio Francisco de Fontcs c raais oulro, pelo
proprii) delegado, que pelas 6 horas da tarte, pas-
in pola frente da casa de minha residencia, com
aminho para a villa do Scrinhem, por nao te-
rem obedecido ao inspector de qoartciro, que o
havia notificado ate segunda ordem da polica,
como veri V. S. da portara junta.
Ao rhegarem villa de Serinhem, foram pelo
mesmo delegado postos Immediatameuie em li-
bertado sem que tivessem sido recolhidos ca-
dea os mencionados guardas, os quacs ao re-
gressaiem noite, me commuuicarain pessoal-
mente lodo o occorrido, fazendo-me entrega, a
mea pedido, das coidas com que tiriliain sido
amarrados.
Do que lenho exposto a V. S.,se v claramen-
te que o capitao delegado nao leve oulro intento,
procedetulo aquellas prises vilenlas, seno n-
sultar-me como commandanle da coinpaulna,
promover a insubordinacao della, o que se evi-
dencia anda do facto do *lcr ess delegado per-
gunlado aos guardas segundo me narrara m el-
[uanda os conduza amarrados pela frente
da casa de minha moradia, se conheciam quem
nella habilava.
Estas revoltantas}viaJencias commotlidas pela
primeira autoridade policial, a quem incumbe o
rigoroso deverde velar pela tranquilidade do ter-
mo, contra a guarda nacional, com o nico 11 m
de zombar e escarnecer da nutoridade de seus
cheles, redaman) promplase enrgicas providen-
cias, para que seja respeitada a le, manlida a
disciplina, e garantidos os direilos dos guardas.
i. o que devo esperar de V. S.
Renov a V. S. os votos do minha subida eon-
sideracao e respeilo a pessoa de V. S.
Heos guarde a V. S. Quarlel do commando da
' eompanhia do batalho 4:1 da guarda nacio-
nal do municipio de Serinhem, 8 de Janeiro de
18(10.lllm. Sr. lenente-coronel Coriolano Vel-
loso da Silveira, digno coininandanle do batalho
'i..Viiuoel Nicolao Regueira l'into de Souza.
capitao com mandante.
U Sr. sargento da guarda nacional Clemcn-
lino Francisco das Virgens declaro ao pe dcsll
se, por ordem d capitao delegado de polica dos-
te termo, foram notificados guardas nacionaesda
eompanhia sob mnu commando, por que autori-
dade, o para que ti i ti ; assim como se os guardas
notificados obedecern a ordem da polica.
Quartel do commando da Ia eompanhia do ba-
talho i- da guarda nacional do municipio de
Serinhem, 6 de Janeiro de 1860.llannel Nico-
lao Regueira Piulo de Souza, eapilo comman-
dantc.
Em cumplimento da portara cima, lenho a
responder a V. S. que no da 6 do correte foram
notificados por ordem do Sr. capitao delegado
pelo inspector de quarteirao l.ourenco Jos Ta-
vares o guarda nacional desta eompanhia Manoel
Baplisla de Parias, cabo, Firraino Vieira de .It-
-sus, Areelino Pereira de Jess. Jacintho Jos da
Silva, Thomaz Jos Teixera, ieacio Francisco
da Silva e antros, uo sabemi o para que lim fo-
ram notificados, e s sim at a segunda ordem
da polica.
Declaro raais que algttns guardas obedece-
ram. c os que nao oliedeceram foram presos o
amarrados com cerdas, romo fui o cabo Manoel
Baptista de Parias e o guarda Antonio Francisco
da Ponte, e mais oulro, e levados para a villa
pelo Sr. delegado.
o que posso informar V. S.
Engcnho Camaragbe, 8 de Janeiro de 186").
Clemenlina Francisco das Virgens, -2" sargento.
"^wimmi iiimiii n n i ii i
Variedades.
Partirn) todos para o lugar coiiveneona lo,
e os pa Irinlios, depois de carregarera as pistlas,
as enlregaram aos combaten tes, fazendo com que
estes onmprissem estriclarnenU m convencis.
Collocados os daus adversarias, tremendo, em
frente um d'oulro, dispararan!. 0 prim.'iro
tiro parti enao acertou, mas nao foi assim o
segundo, porqua um dos combalentes ( o pro-
voca lor) caliiu gritando ; a Ah esiott motto !
A este grito, os assislonles desabram s gar-
galhadas em ve? de soccorrer o ferido, que riu
tambem por seu turno quando llie disseram que
a erida que sentir, no momento da axplosao da
pistla, que eslava carreja 11 da plvora sesee,
foi eila por um dos pajrinhos que o picou com
um alilncle na ilbarsa.
[Jornal do Cominercio do Porl >
FAMILIA S1NGIT.AK.
M. W.. de Portland, rinvo e pai de dous ra-
-, esposou segundas nupcias madada F ...
joven e linda viuva. mi de duas joveus fllhas!
Alguns annns depois de una uniu feliz, morrn
M.W..., que leve do segundo matrimonio dous
Idhos, um rapaz o urna rapariga.
^ Deixou para o substituir o seu filho mais ve-
-ho, do primeiro matrimonio, (uc passado dous
anuos esposou sua madrasta, da qual leve nina
filha.
Qual c n ~ro de parentesco desta menina com
outros Qlhos de madama \V >...
Porm a cotisa nao Orou nislo.
O segundo lllho do primeiro matrimonio de M.
W.. naiuorou-se a tiln mais volha do primei-
ro matrimonio de madama W..., com quem ca-
i.eda qual te.ve dous filhos gmeos.
Nao ha com ludo em nenhum destes eaaamen-
U S um s prohibido pela le ou pela relgio.
MEL.
'.'- sal os da anliguidade consideraran! o niel
cvni'j iim remedio soberano e universal : os an-
chegaram at a dizer que a sua arencada
idade se devia ao uso daquelle alimento, e entro
este numero se conlavam liemocritode Abdre
que chegou a 109 anuos : Aiiacreonlo que cont-
plelou 115 anuos, o Pobbco Rmulo que passou
de 100 anuos etc. eic. Ilippocrales, o medico
celebre da antigiadade, aeouselhava lara-
b ni o uso do niel com o fim de prolongar a ri-
la, c elle mes n i chogo i a urna idade multo avan-
zada.
Os habitantes da anliga Grecia adoraram os
seus vinho* com mu: prepararan) com oslo
urna bebida de uso muit-j gen!, que cbamavam
mulsiim.
Anacrcon'e en muito anViei al i ^ esta bebi-
do, c saborean lo-a, foi que orapoz as incoes
graciosa i e alegres que nos deixou.
<>s I Heladores c athlelas da Grecia e de liorna
nunca se aprsenla va m no circo sem ler tomado
antes urna certa porcJJo de mel, Pylhagoras e
Hem rilo viviato, segundo se diz, com pao c
mel, pois eslavam conreocidos de que osle era
o lueio infallirel de prolongar a vida.
NOVA DIVISA'O DA ITALIA.
O Independento do dia 2 enumera 3s
provincias do reino sardo-lombardo, segundo a
nova le. Turin, que comprehende Aosla, Ir-
rea, Pignerol e Suza, conta 924,C00 habitantes:
Genova. 643,000 no territorio de Aluenga,
Chiavari, Levante e Savona : Alcxandria,.......
638,000 em Aequi, Arti, Csale, Novi e Tor
lona : Coni, 604,000 em Alba. Mondovi e 5a-
U77.0 : iVorara, 573,000 em Viella, Vercelli,
Valsesia, Pallanzae Usoa: Cagliari, 328,000'
na Inglesia, Izili, Oriotorio, Algliero e Lanuser:
Chamber, 270,000 na Alta Saboya,. Moriana
oTuraniosa : Aunery, 252,00) em Cliablais e1
i'rancigny : Niza, 248.000 em OnegliaeS.'
Remo : Sassari, 240,000 cm Cagliari. Nuoro,
Ozieri e Tempio.
A Lombardia conlm nove prinvincias : a
maior parle da de Mantua continua pertnneendo
Austria : Crema e Lodi licam suppiimidas e
encorporadas, parto Milo e parte a Cremona.
Segundo a nova divisao, IMilao conta 800,000
habitantes : Breseia, 453,000: Como, 432,000
Paria comprehendenlo a Voghera, Wortara e
Babbio, 4Ul',000 : Cremona, 350,000 : Lan-|
dria, provincia que se conserva em allencao as
consideraroes topograpliicas, 104,000.
O LUXO.
) lu\o j em Paria urna especie da desen-
f rea metilo quo priicipia a [iroduzir funestissimas
rot.s quencias. Por exemplo, em um dos pala-
-ios do fauboug Saint-Honor que pertence
a um personagem mui condecido, coniractou-se
com um horticultor fTbri-ia o abastecimento das
llores durante o invern pelo prego do 25,000
francos ( 4:5O00O res) Com este pregse
jiodiam comprar os jardins (i*Armida. O luxo
ao vestir ultrapassa aos caprichos do millonario
adventicio, e, de^gracalamcnte, estende-se a to-
das as classes. O alian da dar banquetes vai-se
generalisando de tal modo, que familias, cujas
rendas nao chegam para as necessidades ordina-
rias e betn enlendidns de urna casa, excedem a
J.uculc em esplendor e prodigalidado.
DUELLO CMICO.
Um jornal frascez da conta do um duello cu-
lioso que leve lu^ar aas cercanas d'Yvetot :
Dous individuos, ambos medrosos, lomarara-
se de palavras em umeaf. Alguns gracejadores,
que se achavam pre-entes, porsua liram-llies que
deviam bater-se a pistla Designaram-se oe
padrinhos, a esle convencionaram que os dous
e-ampeoes, que linham feito ampias hbagoes, se
liatcssem com os olhos [echados e a de? passos
BQM USO DAS riquezas.
Sir Jamseijee Jeejeebhoy nasceu em Bombaim
de pais pobres, que perdeil sendo muito novo,
e logo sodedicou i carreira coinmercal. Fez
numerosasriagens China, porm em urna del-
tas foi tomado o navio, cni que ia com toda a
sua fortuna, por um cruzador franco/., ficando
prisioneiro, o assim foi conduzido illia Moure-
cia. Tendo em 1810 recobrado a sua liberdade,
logo que os inglezes se apoderaran) d'e-la illii
Jeejeebhoy vollou para Bombaim, aonde lornou
a comegar nova vida.
F.m pouco lempo elevou o sen commercio a
urna vasta escala, e especulou nos productos de
Rngala, Madras, e mares orieritaes carregan-
do-os nos seus ploprios navios D'esle modo
adquiri ama fortuna inmensa, em monos rio 0
anuos.
Qutz ento tratar de gozar das sua-. riquezas,
e entre os dillereniesgneros de luxo, que'so Ihe
olTereciam, preferio o da beneficencia. Comecou
por libertar nos anuos de 1822 a 1S2C, todos'os
presos por dividas do Bombaim, pagando aos
seus credoies as suas dividas. D'aln por diante
a sua vida nao foi mais do que una serie de ac-
tos de beneficencia. O estrangcrn, que atraros-
sando os bairroa indgenas de Bombain, sabe
do bazar de Rhendy para ir para Bycula ou para
Proli, depara com um rosto edificio quadrado,
d eslylo golhico, milito ornado, o Jamsetjce
hospital aberlo a todos osdoenlcs sem dstincrao
de casia ou de crenca a para o qual Jeejeeblioy
coutribuio com 17,000libras.
A ponte entre Salsctto e Bombain c o aqne-
duclo que Ira/, a agua para os bairros Parsis d;s-
ta cidade sao obras concebidas e exceutadas
sua custa, A primeira d'eslas obrascuslou 17,000
libras, e a segunda que s em 1856 se pode aca-
bar cuslou 500 mil francos, Doou mais ao hos-
pital do Nowsaree 73,000 rupias. Sempie oceu-
pado em soccorrer a miseria, linha pouco lempo
antes da sua morto, manifestado a vontade de
(toar para monte-pio dos operarios voltios e in-
vlidos do arsenal 5,00(1 rupias, de dar maior
capacidade ao templo Parsi do forle e de cons-
truir um caminhode carroga entre a cidade o o
cemilerio Estes votos foram cumpridos pela
sua vmva e seus filhos, n quem deixou urna for-
tuna de 2a3 milhes de libras.
Fnndot a l'ar.-is Benevoliit Iuslilulioii para a
educacao dos pobres rapazes Parsis com um mi-
Ihao a 1,250,000francos. Neo,, anuo de 1839,
em que morreu linha dado 1,000 rupias para o
rauscu de Bombaim.
A morte deslo bemfeitor era 15 de abril do
corrate auno, fui chorada por toda a popula, o
de Bombain, e os seus concidaiaos Ihe le va nia-
ra m urna estatua no hotel de Villa d'quclla ci-
dade.
POLCO A POLCO.
As cliibaladas foram, em parte, abolidas no ex-
ercilo ingle/, por urna ordem do duque de Cam-
bridge, de O de novembro.
0 uovo regulamenlo manda que o castigo de
cliibetadas podera* anda ser infligido aos sol lados
procedentemente conderonados a penas aflicti-
vas ou infamantes. Porra abolido para lodo
o soldado que nao reincidir na culpa, c s ser
applieado como a graracao de pena. Assim, di/
a ordem do commandanle cm ehefe, o soldado
lera a certeza que, entrando no servico da rai-
nha, so depender de si collocar.so* o doma punicao degradante; imtnun dado .esta
que poder conservar al ao da em que expirar
u prazo do seu engatllenlo.
Lm auno de bom coinporlaorstrre nnruilla os
eifcilosd'uma condeoacaoanterior, e faz pas-
sar o soldado para a calhgoria d'aquellea a que
nao podem ser applieados as penas corporacs.
Aosconselhos de guerra rec immeuda-se que ii-
cam destas penas a applicaeao mais restricta que
seja possivel.
Nos outros paizes, onde nao gusta de refor-
mas lemas c successivas, estranhar-se-ha que o
commandanle cm chele do ex rcilo inglez censu-
re, n um documento oflicial, urna pcnalldade,
sem a abolir completamente.
Seria grande erro jtilgar dos actos d.i nn.au n-
gleza, segundo as ideas e tendencias das 'oulras
nacoes.
A medida adoptada pelo duque de Cambridge
mais imprtanle do quo cm oulro paiz sen,
urna reforma radical.
A Inglaterra o paiz do mundo onde toda a
reforma para rlngar, deve vencer os maioies
obstculos ; porque e. tambem o paiz onde as re-
formas chegam infallivelmenlo ao seu um, e
precisamente o quo d a Inglaterra o primeiro
lugar entre as nacoa mais liboraes.
Se o respeito pelo passado deixa subsistir as
suas leis textos que pareccm s rezos urna re-
irogradacao de muilosseculos, urna inlcrprela-
cao libeial os deslroe pouco a puco
l. o inverso do que se d as oulras naces,
ondeo espirito das leis quasi sempre mais li-
beral que o espirito dos horaens.
[Commereio do Porto)
DESCOBEBTA ARCHEOI.OGICA.
1 tna descoberl i archeologica da maior impor-
tancia para a historia gallo-romana leve lugar
iiltimamcnlc n'um campo da communa de Vil
Icllc-Scrpaize Cantao ao norte de Vicua).
Mr. Favier, lacrador, andando nos seus traba-
Oos agrcolas, descobrio urna cabeca de broii/e,
do tamanlio natural,que peitenccu'a urna esta-
tua ilo mesmo metal.
Esta peca, da maior belleza, a efiigie de Faus-
tina, joven mulher do imperador Marco Aurelio.
Por baixo d'um rico diadema apparece em iui-
ciaes romanas, cm relevo, o nomo quedcixamos
citado.
0 moseu de l.von, j lao rico de despojas ar-
cheologicos, eiiriqueceu-se mais com esta nova
prora do cabido esplendor da cidade de Vienna,
d onde procede, prorarelmente a cabeca impe-
rial do que se Irada.
ASNEL NUPCIAL.
> una correspondencia dirigida do Pars In-
dependencia lelga l-se segumle passagom :
A viagem de lord Couwley lem dado lgal-
as mais pacificas aprecaQocs. Deu-so a este
respeilo um caso, de quo posso garantir a per-
lera a iilhenlicid.ide.
O imperador, em urna soire muito recente
que houre em Compigne, olhando para a mao
de lord Cowlev, rio que, contra o uso de Ingla-
terra, nao Irazia no dedo o annel nupcial. A' ob-
serracao do imperador respondeu lady Cowlev
que a precipitaco da sua unio conjugal linha
impedido seu mando de cumplir es-a formali-
dad!'. 0 imprr. dor den logo ordem para a com-
pra d'um annel nupcial com Ires ordena de bri-
Ihanies sobre-poslos. I.ogo que a magnifica
joia chegou mao do imperador, este a olerc-
ceu a lady Cowley, dirigindo-lhe as seguintes
palacras, que me foram trausmitlidas quasi tex-
tualmente :
Rogo-vos que aceitis este annel como urn
novo penhor da allianca da Franca e Ingla-
terra.
Lord Cowlev foi agradecer ao imperador, que,
nessa occasio, tomou a iniciatira das explica-
cocs, para dssipar as desconflancas entre Lon-
dres e Paris.
que piolnOe u'uma raaucira aOsululi os casamen-
tos eutre primos e cd-irmas.
A POLICA DE NOVA-YORK.
Copiamos do Correio dos Estados-Unidos os
interessanles pormenores sobre a organisaco da
polica de Nova-York. Segundo o relatori Iri-
mensal redigido pelo siiperinlendenle da polica,
o que findou cm 31 de Janeiro do auno passado,
a forca total da polica de Novn-York compu-
nha-se de 1,289 homens, sendo destes 1,009 a-
gentes, 103 sargentos, 26 capitaes e 60 guardas
de cslaces.
O numero das prses, que se efTecluaram du-
rante o trimestre, foi de 13,765, c o relalorio im-
puta 10,091 dolidos que as molivaram, in-
fluencia do abuso das bebidas alcoolicas! Na su-
[nauta 500) ma lguraiii os Irtandezes por
8,602 ; os Americanos por 2,707 ; os Allemies
por 1,011 ; os Inglezes por 462"; os Franceses
por OS.
Em nenhum periodo anterior os crimes live-
rem umarepre3sao tao enrgica. O numero dos
individuos presos por causa de rouh<> ou tentati-
va de roubo sobe a 626, Da somma de 27,000 dol-
lars, que foi declarada polica, como represen-
tando o valor de diversos roubos, ella conseguio
cobrar perlo de 19,000 dolais.
Lmfim, preudeu 17 individuos por assassiuato
ou tentativa de assassinalo, eso Ihe escapou um
maiinheiro por norae Sanchos. Em oulro ramo
das suas allribucoes, o polica deu abrigo a 3,089
infelizes sem asylo: entregou As suas familias
98 enancas perdidas : recolhcu 232 pessoas fo-
ndas ou doonlea na ra salrou 29 pessoas pres-
tes a alogarem-se : vigiou por 731 casas ou lo-
jas, cujas portas estavam abortas : deu alarma
era 62 incendios e apagou 28 no seu co-
meco.
superintendente completa o seu relatori re-
commendando o abandono do syslema dos guar-
das particulares, que se empregam de noite cm
ceilos sitios. Basta, diz elle, que os donos das
lojas acam na porta um rotulo, pelo qual os a-
genlespossam vigiar o inieiiur, dexando ahi
urna luz accesa ; porque de todos os que lem
adoptado tal syslema anda nenhum se queixou
le um s roubo.
LM CASAMENTO SINGULAR.
Celebrou-se ha ponco cm Roncq (no norte da
Franca) um casamento com circumstancias de
una orignalidade pouco vulgar.
Dous belgas tinhamcontratada unir-sc pelos
lagos do hymioeo eja haviam publicado os ba-
nlios. Na teica-fcira, 2 de marco, diz o Indica-
dor de Tourcoing, os futuros esposos foram
igreja curoprir os seus deveres religiosos ; mas
a saluda veo-lhes ao encontr um mancebo,
lamera belga, que pretendeu ter direilos ante-
riores sobre a esposada, e esta com cITeilo con-
tessou assim ser. A' vista disto entraram os dous
prelendentes em explicacoes, e concordaran!
que a inconstante donzeila vollasse aos seus
pi-unciros amores, com a condicao, porm, de
que este preteiidcntc mais eliz pagara ao ou-
lro raallogrado todas as dcspi-zas que elle tinha
.ello, em risla de tal matrimonio ; o que aquel-
le aceitn, e proinplamenlc pagou. Dah o pa--
feliz parti paia a Blgica com a velocidade das
andorranas quando vollam ao ninho depois de
um rigoroso invern.
Islo foi celebre mas nao para aqui a his-
loria.
No dia segninle pela manhaa, o ex-esposado,
que baria passado a noite a fa/er reflexoes plii-
losoplucas sobre a inconstancia das mulheres,
bea altonilo ao ver ao p de si a esposa fgida,
que Ihe declara que linha reconsiderado, e s
delle quena ser mulher c nao do oulro. E o bom
do belga approra a reconsideraran, o lica muito
contente por casar de graci.
[Commercio do Porto.)
1)0
RECONHECIMENTO DAS FAI.SIFICACOES
AZEITE.
Em razao da superoridade do seu preco, c do
seu grande consumo, quer como alimento, quer
como ingrediente para o fabrico dos saldes duros
o azeile algnmas rezos falsificado com leos de
oulras semenles, de menor valor e Je inferiores
qualidades.
(>s ineios de reconhecer a fraude do azeile
sao :
Io Agitucao.O azeile puro- nao faz espuma
quando batido, mas produz grande quantidade
de tiolhas se cstirer misturado com oulro oleo,
especialmente se osle for o oleo dassemenlcs
de papoula com quem ordinariamente o i ilsi-
licam.
2' r.ongelacao pelo fri. (i azeile puro con-
gela dentro de um tubo motlidn em gello pilado
o sal de cozinha. Nao congelar ou o far im-
per eilameule leudo mistura de oulro oleo.
3o Congellaco pelo nitrato de mercurio.
nissolvcm-sc l grammaa de mercurio em 13 de
aculo azolico de 308 Misiura-se depois IIm par
desta spluc.io com 12 di-azeile. Se este for pu-
ro, appareeer soliditicadu em raassa dura e bran-
ca no lim de 2{ huras.
i Elevaco de temperatura pelo acido sulf-
rico. Tomam-se 13 grammas de oleo e 13 de
acido sulfrico, reconhece-sc a temperatura dos
dous lquidos por meio de um lormomelro c ms-
turam-se ; o mixto apresenlar as seguintes tem-
peraturas :
Azcitejpuro.............................. 37 "7
Dito com 3 100 de oleo do nabos ou de
liiihaea................................ 7'
5." Colornco.t) bom e puro a/.eite toma as
seguintes cores :
Esrerdeada, com o acido sulfrico de 1,(73 na
proporeo de 1 volume de acido o 3 de azeile.
Verde amarellada, com o mesmo acido e na
uiesma proporeo, mas sendo a densidade do aci-
do 1,530.
Escura, dem, sendo a densidade do acido
1,033.
Esrerdeado, com o acido ntrico de 1,180 na
proporeo precedente.
r.l'.STITL'lCAO CURIOSA.
Ha tres anuos, M. I........ rico negociante do
Len, perdeu uma carteira com Ires notas de
mil francos cada urna. Apezar dos annuncios
nosjornaes c das alvicaras prometiido.s, nunca
tnaissoube da carteira, nem o seu contedo.
ltimamente um individuo r-ntregou ao por-
teiro de M. I....... um embrulho, subscriplado
para elle. Era um cofre de po-rosa, no interior
do qual se achavam em notas do banco c em
ouro 3:450 francos, acompanhado da segninle
carta :
Scnlior.Fui cu que ha tus anuos ache a
rossa carteira. F.ra, ,i csse tempo, um pobre
diabo, ua'siluacao de Jeronymo Palurot, islo c,
busca ile uma posico social.
Restituir-ros a carteira foi o mou primeiro
pensamento ; depois reflecti que a restituico vos
nao tornara mais rico, cm quanto que com os
tres mil francos eu podia talvc/ crear-me urna
posico.
Capiulei com a minha consciencia, mas fiz
logo a mim mesmo a promessa de vos restituir
um dia, os Ires mil francos, se Dos me aju-
dasse.
E' o que agora fura ; ao capital ajuntei os
juros, porque eslou relativamente rico, com um
commercio que prospera. Casei, son ha seis me-
zes pai do um lllho, ao qual paz o vosso nome de
liaplismo. que li n'um bilhete de visita que a
carteira coiilinlia. Ainda que sejaes meu bem-
feitor sem o querer, a tos, narealidade, que
devo a minha fortuna ; c por isso lodosos dias
abcnco o vosso nomo, h parece-me queprati-
que um acto de recouhecimunto, dand-o a meu
filho,
Rcccbe, etc.X.
SIATRl.MOMO ENTRE PARENTES.
D'iins nteressantcs esludos que fez o dnutor
i Bomis de Kentuchy sobre as consequencias dos
enlaces malrimoiiaes entre consanguneos rc-
1 sulla ;
Que dez por cento dos surtios mudos, cinco por
| ecuto de cojos c perto de t3 por cento de idiotas
recolbjdos nos diversos asylos dos Estados-L'ni-
dos, sao o fruclo de matrimonios entre dous pri-
, moa em primeiro grao,
i De 737 matrimonios entre primos carnaes 256
linham produsido snrdos-mudus, cegos e idio-
tas.
Dos outros 483 matrimonios entre primos cm
| primeiro grao 151 tiveram irmo prole achacada e
j doenlia. Muitos destes matrimonios foram infe-
j cundos.
Estes fados sao muito cloquentes, e em vir-
, lude disto varios estados da Uniao, enlre elles o
, de Kentuchy, adoptarem ullitnamculc uma lei
PORMENORES SOBRE A CHINA.
Sir John Bowrin deu em Music-Hall, em Edim-
burgo, scsso publica dos pormenores sobre a
China.
As 18 provincias da China lem uma superficie
de 1,300 millias de largo e 1,100 de extensao.
Juntando-se-l!io as regidas dependentes o Iribu-
butanas, tem uma superficie de 4,800 milhas de
L. a O. e de 2,300 de norte a sul. Acredita-se
que a populaco da China actualmente de 412
milhes d'almas. A Chinal exporta 120 milhoos
de libras de cha, cuja qualidade mclhora pro-
gressvamente, diminuindo os prevos. Oschine-
zes, em numero de 400 milhes d'almas, temo
habito de lomar cha cinco vezes por dia. Pde-
se daqui inferir qual a producro. reunindo a
cifra do consumo e a da eiporlarao do cha na
China.
A China est no caso de a duplicar e triplicar,
se for necessaiio ; e para o futuro a China con-
tribuir para resolver a diQiculdadc que embara-
za actualmente os dislrelos algodoeiros.
[Commercio do Porto.)
COMMKKCIO.
ALFANDEUA.
Rendiraento dodia 1 all. .
dem do dia 12 .
129:92S48I
15;20l297
H0.125778
K\0\ IMfc,MIUUA ALfA.Mlfc.ljA
Volumen eairadoscom fazendaa 116
com geucros 173
== 289
Volumes sabidos com fazendas 145
com generoi 226
=^ 371
Descarrejzam. hoje 13 de Janeiro.
P.arca in^lezaMirandamercaduras.
Barca inglcza-Criterion-idem.
Baria ingleza Corabacalho.
Bngue inglezVolanteidem.
Escuna inglezaSpiritfanha de trigo.
Brigue di.iamarquezCeresfanha e vinagre.
Barca fraeceza S. Thomaz objectos para o
gaz.
Bngue porluguczAmaliaceblas e balotas.
Barca americanaVirginiafarinha de trigo.
Barca americanaUnionfarinha, milho o bo-
lacha.
Patacho americanollenrv Adilurfarinha de
tilgo.
Biigue brasilciroJoven Arthurdiversos gne-
ros.
Importaba.
Brigue porlugiiuz Amelia I, viudo do Porto,
consignado a Matine! Joaquim Ramos e Silva, ma-
niiesiou oseguinte:
252 barra e 480 caixes vinho, 5 pipas vina-
gre, 210 saceos feijao, 63 ditos farelo, 10 barricas
corada, 9 di-as e 50 cabas ameixas, figos, amen-
doas, castanhas e nozes, 1 caxo 1 sancluario e
imagens ; a Jos Amonio da Cunha & Ir-
n. aos.
100 barricas farinha de Irigo ; a Bernardo Ger-
queira C. Honteiro.
98 caixes vinho, 8 barris presuntos, 6i ca-
mastras alhos ; a Jos Joaquim Dios Fernsndes &
Filhos.
200 panellas de ferro. 6(| fogareiros, 3 caixocs
lestes, grelhas e tornos. 20 ancorlas de ferro,
70 chapas de dito. 48 pesos de dito, 1 bigorna,
1 sapa, 1 caixo tomos c caralete de dilo ; a
David P. Baltar.
2 barricas, 7 cestas e 1 caxo nezes, casta-
nhas e doce ; a Guimares & Lima.
3 barricas caslanhas e nozQs; a Joo da Cuuha
Magalhes.
150saceos feijao, 10 ditos fardo. 700 resleas
ceblas : a Antonio Fernandos da Silva Bei-
riz.
-185 caixas figos; a Manoel Joaquim R. c
Silva
1 barril vinho ; a Jos Marques Santos A-
guiar.
150 rodas arcos de pao ; aCuilherme Carvalho
& C.
20 barris salpicoes, 13 ditos azeile, 80 ditos e
3 pipas vinho. 70 canastros btalas, 20 sarcos
feijao, 1 caixo obros de palheta ; a Manoel
Duailc Rodrigues.
40 caitea vinho ; a Jos Francisco de S
Leito.
26 canastras alhos, 12 barris presuntos, 40
caixas sebo, 2 dilas linha, 20 saceos feijao ; or-
dem de diversos.
3 viveiros canarios, 2 saceos canastras ; a An-
tonio Lopes Fernandos.
2 caixes retro/.; a Bailar & Oliveira.
20bordeas sardnhas, 8 barris salpicoes, 20
ancorelas azeitonas, 20 saceos farelo, 2 ditos
ieijo, 3 canastras e 2caxoes figos c caslanhas,
1 caixo macolla, 3 caixotes fechaduras, 1 cai-
xozinho retroz ; a Loureuco Pereira Mendes
Guimares.
16 caixotes, 8 caixes e 6 barricas focha duras
enxs, machados, fouces, marlellos ele. ; a Tho-
maz Fernandes da Cunha.
50 caixotes sebo em pes, 50 ditos dito em ve-
las ; a Joo Jos Rodrigues Mondes.
2 caixes chapeos ; a Nogueira Carvalho
1 caixa contas c rosarios ; a llcnrique de Oli-
veira Soaies.
4 barris salpicoes : a Antonio Barbosa de Bar-
ros.
400 ancorelas c 5 barris azeitonas, 1 dilo pr-
senlos, 1 caixotes condenas doce ; a Jos Pc-reira
da Cunha.
2 caixes vinho ; a Jos Joaquim da Silva.
8 barricas corada, 3 ditas euxadas, 2 caixes
chapeos, 2 caixas linha, 1 cunhele pentes; a
Francisco Guedcs de Araujo.
5 barricas carvo animal: a Miguel Joaquim da
Costa.
118 s i'-c farelo ; a Ferreira & Loureiro.
~ caixes vmho, 1 barril presuntos e salpi-
coes, 1 caixo marraelada ameixas ; a Manoel
Goucalres da Silva.
1 caixo fianja c retroz ; a Joo Francisco
Araujo Lima.
2 ditos imagens do madeiras. 6 ditos ditas do
barro, 100 d;los vinho ; a Domingos Ferreira
Maia.
1 fardo pendras, 3 caixas cochina, 4 dilas [ta-
inos, 5 dilas linha, 1 cunlicle relroz, 100 barris
chumbo, 3 cunheles enxs; a Barroca & Mc-
deiros.
18 caixes ceblas ; a Bernardo Antonio Soa
res.
2.000 resleas ceblas, 20 canastras alhos ; a Jo-
s de Souza Andrade.
19 saceos feijao, 17 canastras alhos ; a Ignacio
de S Lopes Fernandes.
1 sacco muinho ; a Manoel Jos de S A-
raujo.
10 canastras macaos, 10 barricas presuntos e
chouricos ; a Domingos Rodrigues de An-
drade.
3 caixes doce a Thomaz de Faria.
3 barricas batuques e lorueiras ; a Guilhcrmc
Carvalho \ C.
40 saceos feijao ; a Francisco Aires Monteiro
Jnior.
10 barris e 3 caixes cnchadas, fechaduras e
fouces, I dilo palitos, 8 ditos sebo, 100 canas-
tros albos; a Lima Jnior o: C.
1 caixo fructa ; o Jos Antonio Pinto.
53 ditos ceblas ; a Jos Fraucisco Bar-
rote.
44 ditos dita : a Silva A; Santos.
4 caixes chapeos, 1 dito 1 commoda ne mog-
no ; a Manoel Francisco Moreiri Maia.
1 caixolraho 1 estola bordada de ouro a Joa-
quim Ferreira dos Santos.
2 barricas nabos ; a Joi Antonio dos Santos
Sena.
2 latas carne emanleiga ; a Dr. Daniel da Sil-
va Ribeiro.
10 caixes sebo cm pes, 10 ditos dilo em ve-
las, 1 dito pentes ; a Antonio Jos de Souza Ri-
beiro.
1 lata salpicos; a Joaquim I", da Silva Cam-
ilos.
1,000 rsteos ceblos. 200 canastros caslanhas,
1 dita macana, 3 ditas louro, 1 vireiro canarios ;
a Joaquim Ferreira Coelho.
1 caixo vidrlho ; a Gaspar Antonio Vieira
uimares.
1 dito ceblas ; a Malhias Jos A. Araujo.
5 ditos gnora-se, 20 canastros albos ; o Jos
Antonio Soares de Azevedo
111 volumes mercaduras, 1 dilo pannos, 2 di-
tos macona o caslanhas. 57 ditos acafatea c ces-
tos, 1 dito sapatos, 1 lata verniz ; a Fructuoso II.
Comes.
2 caixas c 1 barrica batatas e caslanhas ; a
Jos Peieua Moulinho.
10 barris.e 45 caixes vinho ; a Antonio Luiz
d Oliveira Azevedo.
2 canastras caslanhas ; a Antonio Peres de
Oliveira.
100 ancoretas azeitonas ; a Elias Jos dss San-
tos Andrade.
70rodas de arcos de pao, 400 Hacas de vime ;
a Jos dos Sanios Pereira Jardim "
1_barril vinho a Jos Moreira da Silva.
23 volumes cestos, 1<)2 cestos rol has ; a Cos-
me Jos dos Sanios Calado.
2 caixas sancluario, figuras de barro e cha-
peos ; a Patricio Jos Borgrs de Freitas.
Galera Americana Midle^ex, vinda de
Montevideo consignado a Boroit & C.,inanifes-
tou o segrate :
101 burros, 50 fardos feno, 50 saceos farc-
los, 25 ditos milho, 25 ditos cevada, 220 pi-
pas vasias ; aos consignatarios.
Brigue escuna nacional Joven Arthur, viudo
do Rio de Janeiro, manifestou o segninle :
150 barricas farinha de Irigo, 110 meias ditas
e 30 pipas razias e abatidas, 150 barris banlia de
porco. 200 saceos farelo, 162 borris vinho. 5 ditos
sebo, 1 caixo obras de bronze cierro fundido, 1
dito charutos, 2 caixas chapeos do Chile. 2 dilas
mercaderas, 815 ditas sabo, 81 dilas cha, 80
saceos cafe, 1 caixottnho rap, 239 rollos e 85
latas fumo, 6 pipas e 161 o raeia arrobas de gra-
xo, 14 volumes mobilia perlcnces ; a ordem
de diversos.
29 caixas mcrcadorias ; a Raimundo Carlos
Leile & C.
1 dita rap ; a Joaquim Pernira Mendes & C.
3 caixes chapeos ; a Francisco Jos da Costo
Guimares.
3 ditos ditos ; a Cae tan o Cvriaco da Costa Mo-
reira.
1 dito ditos; a Jos Ribeiro Guimares.
I Escuna nacional Carlota, vinda da Babia, ma-
nifeslou o seguinte :
2 fardos mantas para cavallo, 1 caixa murscli-
uos ; aSoulhall Hellors t C.
1 eiHxa caix chales de la, 1 caixo charutos ;
a Schahcillui & C
2 ditas chapeos de palha de Italia ; a Jos Sa-
porili.
2 pomdies azeile de palma ; a Jos Joaquim
Dias Fernandes & Filhos.
30 barris e 30 meios manlega ; a Domingos
Ferreira Maia.
3 ponches azeile de palma ; a Manoel F. da
Costa.
6 coixes charutos ; a Manoel Joaquim do
Rogo.
9 ditos ditos : a D. Alves Matheus.
400 caixinhas ditos; a Manoel Tarares Cor-
deiro.
1 caixo charutos ; a SchonelLino.
5 fardos madopolo, 1 caixo I.eroy, 3 ponches
azeile de palma, 48 saceos caf, 5 saceos tapioca,
8 ditos colla, 27 fardos fumu, 300 betas de pos-
sava, 8 duzias de cossueiras de jacarando, 1,700
quarliriholas, 5 volumes ditas, 3,()Jl caixinhas
e 356 volumes charutos ; a ordem de diversos.
Brigue nacional Uariaho II, viudo da Baha,
manifestou o seguinte :
519 volumes com 322,600 charutos, 400 mullios
de piassava : a ordem do diversos.
Patacho nacional Ueberibe, vindo da Baha,
manifestou o seguinte :
3 caixas chales de la, 5 ditas rscados, G dilas
algodao adamascado ; llenrv Gibson.
caixo charutos ; Smith
2 barricas ncctico, I fardo gomma arbica ; a
Lima Jnior C.
10 saceos lio de algodao ; a I). Alves Mal Leus.
129 fardos panno de algodao, 500 mullios pias-
sava, 1,500quarlinhas, 3 caixos sellinse perlen-
ces, 1 coixo mercadorias, 1 dilo candelabro, 1
dilo mangas de ridro, 28 volumes e2,483 caixi-
nhas charutos : a ordem de diversos.
Patacho nacional < C.apuam, viudo do B0
de Janeiro a Jos Baplisla da Toncoca, mani-
festou o seguinte :
150 barris violto, 1250 barricas e 200 meias
ditas farinha de trigo, 100 volume com 800
barricas abatidas, 10 saceos pimonta da India,
20caixascanella. 2 dilas chale, I caixo cartas
dejogar, 1 dilo chapeos, 1 dito agua tic. Ilr,
254 saceos caf, 0 volumes farinha do mandio-
ca e caf ; a ordem do diversos.
CONSOLADO GEBAL.
Rendiraento do dial a 11. 23 4I0J2G9
dem do dia 12......2-628AS46
(8J
26:069! 5
DIVERSAS PROVINCIAS.
Kendimento dodia 1 a 11.
dem do dia 12 .
1:475:953
1 3'J5'.)
1619,04 i
DF.SrACIIOS DK EXPORTACAO PELA MESA
DO CONSULADO DESTA CIDADE NO DA
12 DE JANEIRO DE 1860.
CanalBrigue Bengermeis Sture, James Rj -
der\ C, 1,900 socios assucar mascavado.
Delarva re BreakwalerBarca americana Mar-
garel.a S. Ilroders \ C 200 sjccos assucar
mascavado.
Marselha Brigue francez cZclle, T. Frres,
1,200 saceos assucar mascavado ; F. Souvage
& C, 3o saceos assucar mascavado.
HarreGalera franceza Adcle, Tissel Frcres,
50 saceos assucar mascavado.
RO do PrataBrigue nacional Harinho III, A.
Irmnos, 30 barricas assucar mascavado, 250
dilas dilo brinco.
Lisboa Brigue portuguez -Tino, diversos car-
regadores, 50 saceos e 11 barricas assucar
branco, e 80 saceos dito mascavado.
PortoBngue portuguez cPromptido II, diver-
sos ca regadores, 125 saceos assucar branco,
25 ditos dito mascavado, 65 cascos com mel.
RECEBFOORiA BE RENDAS INTERNAS
GERAES DE PERNAUBUCO
Rendiraento do dia 1 a 10. 4:57 101
dem do dia 11...... 435270
5.00937l
CONSULADO PROVINCIAL.
Rendimento dodia 1 a 11. 37:173^448
dem do dia 12....... 2:671{930
39845S378
Moyimcnto do porto.
Navio sahido no din 11.
AbanaPolaca lu-spanhola Hermelinda. capitao
Jos Torres, com a mesma carga que Irouxe
de Buenas-Ayre.s, suspendeu do lamaro.
Navios entrados no dia 12.
Hamburgo57 dios, escuna hamburgueza F.spe-
ranea, de 122 toneladas, eapilo J- J. Fock,
equipagem 6, carga fazendas e mais gneros .
a llenrv Briinn Liverpool54 das, barca ingleza Crotn, de 212
tonelada-, capitao P. Fea, equipagem 10, car-
ga fazendas e ruis gneros ; aSaunders Bro-
thers & c.
Natos mliidos 10 inclino dia.
Rio de JaneiroMale brasilciro Piedadc, eapilo
Agostinho Gomes da Silva, carga carvc de
podra.
LisboaPatacho portuguez Flor de Mara, ca-
ptto Manoel Bernardo Buginganga, carga as-
sucar.
BarbadcsBarca ingleza llerseliu, eapilo .lames
Haversom, em lastro.
Liverpool pelo CearBarca ingle/a /'"f/ca,ca-
pitoJohn, Jones, em lastro.
ParaBrigue francez de goorra L Zebr, com-
mandanle Andr f'onl.
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Editaes.
Secretaria do gorerno de Pernambuco, cm 5
de Janeiro do 1860.
S. Exc. o Sr. presidente da provincia manda
fa/er publico, cm cumplimento das ordens im-
periacs, que o prazo de 10 mezes marcado na le
para o descont mensal de 10 00 o valor das
notos de 50? da :l.' estampa, papel roxo, e de
500Jj rs. da 1.", 2." e 3.-' estampas, que se esto
subslitundo principiar a correr no i. de abril
do torrente auno. (i secretario do governo, Jos
liento da Cunha Figueiredo Jnior.
CIRCULAR Ns 13
A' Alfandega, Consulado, e llecebedoria.
O Inspector da Thesouraria de Fasenda de
Pernambuco determina ao Sr. Inspector ds Al-
fandega que faca cessar na sua Keparlicao o re-
celiiment das noios de 50900 res da 3. es-
tampa,papel roxo, ede 5005OOO ris da 1., 2.
e 3. eslampas, visto que urnas a oulrcs estao
sendo substituidas pela Thesouraria em viriude
de ordens do Thcsouro, ten lo de comecar no
1 do Abril do correnle auno o praso de 10 mezes
marcado em le para o descomo du 10 por ccnio
em cada mez no valor deltas, conforme consla
do oicio da Presidencia do 5 deste mez com
referencia ao Aviso do Ministerio da Fazenda
de 20 de Dtzembro antecedente. Thesouraria
de Fazenda de Pernambuco era 10 de Janeiro
de 1860. Joo baplisla de Castro eSilva.
Mmica, mutalis mutanJis, ao3 Colleclores da
Provincia.
De ordem do lllm. Sr. Inspector da The-
souraria de Fasonda desta Provincia, se faz pu-
blico que a arrematarlo da parte do sobrado de
i'ous aojares na ra da Guia n. 29, penhorada
aos herduiros de Antonio Ferreira Duarje Vel-
loso, nao levo offeito m dia annunciado por faii*
do licitantes, c por aso fici a mesma arrema-
tado transferida para o dia 28 do co-rente mee.
Secretaria da Thesouraiia de Fazenla de Per-
nambuco 9 de Janeiro de lt*G0. O Oflicial
llaoi interino.Luiz Francisco de S. Paio o Silva
0 lllm. Sr. Inspelor da Thesouraria Pro-
vincial, em eumpriraenlo da ordem do Kxro.
Sr. Presidente da Provincia, inania tala* publi-
co, que no dia 26 do correnle si ha le arrematar
parante a junta da mesma ihezouraria, a quem
por menos lizer a obra empedranicnto entre os narcos oilo e dez mil
bragas, na estrada da Victoria, paliado em
8:800-5000 ris.
A arrematacao ?e-. feita na forma da lei pro-
vincial n. 34 5 do \ de maio do 1854, e sob
as clasulas especiaos abaivo copiadas.
As pessoas que se proposerem a esta arre-
i raatago comparecan na sala das ses>6es do
mesma junta no dia cima declralo, pelo mcio
dia competentemente habilitadas.
V. para que chegue ao conhecimento ia todo:
se mandn affivar o prsenla a publicar pelo
Diario O Secretario A. F. d'Annunciaco.
Clasulas especiaea pira a arrematado.
1. O empelram-'iito da quinhenias braca
entre os mareos] oito e dez mil bribas na csirada
da Vicloria, ser executado conforme o orga-
menlo approvado pelo conselho da directoria,
e nesta dan sufameltido a spprovacja do Exm.
Sr. Presidente da Provincia na importancia de
8:8009000 ris.
2. As obras do en pedramento com^garo
no praso de um mez, e teiminarao no de dez,
ambos contados na formada le numero 2S6.
3. O pagamento da importancia da orrema-
taeo, ser cfTecluado em tres preslaces i'/uaes,
correspondentes a c -d.i terco da obra oxecotad.
'i. Para tudo o mais que nao eslrer especi-
ficado as prc^cnt s claus r oLserv;doo
quedispo a lei numero >'>. Conforme
0 Secretario A. F. d'Annariaeio.
_ O Ulm. Si. i:.-, ectoi irari pro-
vi ii jal, era cum riraei lem do Exm. Sr.
presidenli da p i | .. publico,
que no di i JO do correnle, ; rante a junta ii
mesma ihcsonraria, se ha lar, a quem
por iiifiios G2cr a obi i de OO bracas de i mpe-
dramenlo entre os n u ni 10 el2 mil brai s da
estrada da Victoria, avaliad i em 8.-80US.
A arrematacao ser Wla na forma da lei
ial u. ::: de 15 de maio d< 1854, sob aa
ca i- das especiaes abaixo i pi
As | pi zerein a i sla irn
laco tompareeam na sala das si------d
nada junta no da nein lo, pelo
dia, competentem ladas
1- para constar se maudou presento
o -ulilii ar pelo i i io
Secretaria da t!u incial de Per-
nambuco, de Janeiro d<- 1S60.O secretario,
A. /-'. d i .1 ;i m unciaco.
/"'" arremata rao.
Artigo 1." As r0i lira.as de euipedramcnlo
enlre bS marcos 10 e \2 mil I r.e_as da e-Irada da
Victoria, scro cxeculadas d ronformidade
como orea ment approvado pela directora era
1 conselho, e nesta dala submtttdo a approi
do Exm. Sr. presidente da provincia na impor-
tancia de >>i|)J.
Arl. 2.O en comecar no prazo
de um mez e terminara lez mores ai
contados de ron I n a li i n.
Ai i. 3. --0 pag ment da rap< i tan .
I romalaco ser elTerluada era Ires i
- correspondentes a i ada i. reo da
i xei ut, la.
Arl. ." Para tud ion ;
ido as presentes clausulas, ser ob:
du o que dis| 5e a lei piovinc d n. 28G
Conforme.O S' cretario, Antonio Ferreira da
Anmntciaco.
O Dr. Manoel de Barros Brrelojuiz t', paz do
1." dislriclo da fregiiezia do Poco da Panel -
la, em virtudeda lei, & Faro saber que leudo de formar-te a junta
qualidcadora desta fregiiezia, no dia 15 de Ja-
neiro do aiiiio prximo fulU'O, como determina
o nrt. 23 da lei n. 3 -7 de i'J do agosU de
I8ii, para execUQo do que dispoe a mesma
lei, acerca da revisao b qoalificaco dos eida-
daos volantes, e lambem do quo a respeilo de-
lermina o decreto 8i2de 19 do setembro de
is,">5e 1812 de23degoslo de 1856. mis-
ler para o indicado fim, que se renan cseH-
loros, e supplenles desta fregiiezia, em cont-
|uencia de que e era vn lude das resoluto-s de
governo os convoco pelo presente, para se acha-
ren] no indicado da as horas da manba no
consistorio da i^reja matriz, sob pena de incor-
refera na mulla fulminada na lei citada, aquel-
isesqua faltarem sem motivo justifica !>, os
quaeseleitores e snpplentes cima con-.ocaJus
| lao os seguintes seuhores :
Joo Francisco de llego Maia.
Ilenrique de Miranda Hentiques.
1 s Theodoro de Sena.
ilr. Antonio Joaquim de Moracse Silva.
I)r. Jc.- Bernardo Galro Alcofurado.
Florencio Jos Caiueiro Monteiro.
Jorge Vicior Ferreira Lopes.
Joc Francisco Pires.
Amonio Jus (lomes do Correio,
Jos Fclisberto da Costa (ama.
Sebastio Aflonso do Reg Barros.
Francisco Duarle Coelljo.
Jos Lopes Carncire da Cunha.
Jos Francisco do llego Barros.
Manoel Peres Compeli de Almeida.
Joo Luiz Vicior l.eulier.
Francisco Jus Alvos Gama.
Viga rio, Francisco Luiz de Carvalho.
Francisco C'-sario de Mello.
Francisco Marinhu do Alhuquerque Mello.
Jos Gongahcs da Porciuncula.
Jo. Ignacio Pereira da Rocha.
Joao Paulo Ferreira.
Dr. Luiz Carlos de Magalhes Breves.
Nicolao Machado Freir.
Dr. Joaquim Francisco de Mira;)!'.
Antonio Ayres Velloso.
Jos Bernardina Pereira de Bulo.
Jos Marques da Fonceca Borges.
F. para que cliegue ao eonhci metilo de lo-
dos mandei lassar o presente, que sc affixado
no lugar mais publico desta fregiiezia, e publi-
cado pela imprensa. Primeiro diatrietoda fre-
guezia do P050 da Panclla, 15 de dezcrr.Lro de
1859, F.u Joao Nepomorcno Kbeiro, esen-
voeeerex, M. de Barros Brrelo,
loo Baptista de Castro o Silva, oflicial da or-
dem da posa, c Inspector da thesouraria do
fazenda de Pernarabueo por S. M. 1 que Dos
guarde.
l-'aco saber aos que o prsenle edilal viren que
em cumprlmcnio de ordem do tribunal do thc-
souro nacional de 1 de novembro prximo pas-
sado se coracca a fazer nesta thesouraria a subs-
iuico das notas de oogO. 0 da primeira, se-
gunda e tercena estampas. Os seuspoasoidores,
pois, podera apresenta-las ao thesourciro desta
thesouraria, que lh'as trocar por nutras de di-
versos raores. Thesouraria de Pernambuco 5
de dezembro de 1850.
Juan Baptista de Castro e Silva.
Acamara municipal manda publicar, pata
conliccimcnlo de seus niunicipes. e devida exe-
cuco, a postura abaixo transcripta, que foi ap-
provada pelo Exm. Sr. presidente da provineia.
_ Paco da cmara municipal do Recite em scs-
so de 9 de Janeiro de 1860. Manoel oaquim
do lego e Albnquerque, presidente. Manoel
Ferreira Accioli. secretario.
4.a secso. Palacio do governo de Pernambu-
co em 17 de dezembro de 1859.
O presidenl" da provincia, altendendo nn que
Ihe represen'.ou a cmara municipal do llecife
cm oicio de 12 do correnle sob n. 125, resolve
approrar provisoriamente o jeguinte artigo de
postuia.


M)
N4MD W TEftNAMBCO. SEXTA FE1TU 13 DE JANEIRO LE 1860.
Alligu nico. Ai pessous que cuiji em uu pin-
tarcm as fenles das casas, e com lees obras dam-
nificaren) os ames das ras c os nmeros dos
edificios, devoran ropo-Ios no cu perfeilo estado.
09 miradores soll'rerao a molla de IOS ; e o tra-
balho Ser fcito a cusa dolles. Luir Uarbalho
Muniz Piusa. Conforme.entonto Lcilc de
Piho.
Mico' que conmina a dar os divertunentos de americana Lcandci, taro leilao pui ni
baile, na coiitormidado do costume, c debaixo .. ,r ~-,
do mesmo reglamelo policial, leudo designado te'VCtieao do agente Hyppolito lia Silva
dar no dia 14 do correte um grande c mages- coin autoriincao do Sr. inspector da al-
loso baile nos sales de Apollo.
A ordeni c o bom Iralamcnlo nos corcurrenlcs
garantida em toda sua plenitude ; os saltes
Ueclara^t-s.
acham-se preparados coin luda a decencia c lim vazilhame proprio para agoada, s
ordeSC C" "cellen,c c de pri,neiia 125 pipase 93 barr : sexta-feir
CONSELHO ADMLMSTRAT1V0.
O conselho admini para fornecimenio
Jo arsenal Je guerra lem Je comprar osohjeclos
seguales
Para o 9 batalho de infantara.
Charlateiras para msicos segundo ultimo fi-
gulino pares 27.
l'ra a Companhia de Pedestre de liuha.
1.a Companhia.
Livto de 200 fulhas para os tflieiaese com-
panhia I.
Dito Je 2"0 folhas para ndices Je Jor-
irenlos ti chivadas i.
ilo le 200 ullias ara carga e descarga 1.
Dito Ju 20 folhas para tegistro Je ttulos de
voluntarios engajados 1.
Gracias de sola de luslre 20.
2.' Companhia.
Livro Je 200 folhas para os officiaes comman-
Jante Ja companhia 1 .
UitO de 200 folhas para ndices de documen-
tos archivados 1.
Dilo da 200 folhas para carga e descarga 1.
Dito de 200 folhas para registro do ltalos da
voluntarios o engajados J.
Grvalas desoa Je lustre 20.
Cornila Jo loque 1
O regulamento do lllm. Sr. Dr. chefe de poli-
ca ser fielmente executado, declarando-so ter-
mina i lmenle que iuleiraniente prohibido o
ingreso a quem no se apresentar decentemente
veslii o.
Os uilhetes para liomens 2$000 e para senhoras
gratn
fandega e ein presenca do Sr. cnsul
dos Estados-Unidos de urna porcao de
sendo
al
do corrente as hora* ein ponto no
fa doapmuzem do Sr. Aunes de 5 eai-
xas de queijos londrinos por conta e
risco de quem pertenec*.
Avisos diversos.
SARAO

Avisos martimos.
Geavr, Maranhao e Para.
Scgye em poneos dias para os portos indica-
dos o hiato nacional Lindo Paquete, capitao Ja-
rintholNuiics da Cosa, por ter parle da carga
promp a : pata o rcslo e passageiros, trala-se
com os consignatarios Almeida Comes, Aires A
C, ruada Cruz n. 27.
Cear c Acarac.
Segu no dia 11 do mez torrente o palhabote
Sobraltnse, capillo Hales ; recebe carga ; a Ira-
lar comICaotano Gyriaco daC. M. no lado do Cor-
po Sanl j n. 25.
l'recisa-sc alugar urna pela
crava, que d6 fiador para vender tniudezas
ra : na ra do Rosario da Roa-Vista em
armazcm alfandegado de Jos" Antonio |da^^.a-gde^na
de Araujo caes do Apollo.
LEILAO
DE
lina lujad!1 calcado,
Ra Direila n. 48.
DI
Sc.vla-fcii-a 13 de Janeiro.
O AGENTE
ain para o servko de
portas a dentro, que taita engommar e co/.nhar |
coin perfeico : na ra do Carnario, taberna n 7. I
- Precisa-so alugar um sobrado que tenha 1 OETICA.
Jos So ares de AzeVedo,
proiessor delingua e littera-
tura nacional no Gymnar-io
desta cidade, tem aberto em mToVr"na'os,ni0 de
forra ou.es- sua casa, pra$a de i). PedroII,
n. 37, segundo andar, um
curso de Geoguaimiia e His-
toria, eoutro de RflETORiCA e
As pessoas que de-
Janeiro: a lral.it
na
frente
que
cluas salas, SqnartOSO cosinhs, na proxiraidade so.,,.|MM pellldni' i n 1 nilftl tl"l
da ra Augusta : quem o liver queira annunciar ,sH3J.reiU LblllUdl II 111*1 (JllOUlra
por meio desia folha ou dirigir-so a fabrica do! (JestaS disciplinas, podeil di-
Farinha de mandioca
isso lim
Millin
nos armazens do T isso & Irmos.
nos armazens de Tasso & Irm
Na livraria n. G e 8 da piara da 1'gr-Se dilldcada residencia
independencia precisase fallar ao Sr. do iuaillla ate S 9 horas, c
Andre Abren porto ou And re Alvos ,i,. i i i l
Porto. "c la,de <* qualquer hora.
i Olhos vivos.
Alniauak da proviucia.
Sabio a luz a'folhinha com
o alinanak da provincia para
o corren/e anuo de
COMPAMIIA rERMUBlCAM
DE
Navegacao costeira a vapor.
O vapor nacional Iguarait-, comniandanle o
segundo lenle Moreira. seguir para os portos
yuem quizer vender taes objectos apresen- do norte de sua escala al a da cidade *
l.iii as uas proposlas em caita '
feichada na se-
cretaria lo conseilio as 10 horas da manliaa do
da 18 lo corrente.
Salla das sessdes o consilho administrati-
vo para fornecinienlo Jo arsenal Je guerra 11
ile Janeiro J') 1860. tent Je; l.amenha
l.ins, co'onel presidente. Francisco Joaqun)
Pereira Lobo, coronel vogal secretario interino.
1'eia mesa do consulado provincial se .i/
pul Jico ni" os t iiii t .i das uieis para o pagamen-
to n bocea do cofre dos impostes .le |o r cento
sobre diversos esiabcleciinenlus de 40^ sobre ca-
sas de modas, de perfumaras e de vendar pol-
i'ora, e de i0$ sobretasas de oso bilhar re-
tal osa aun.i linanceiro de 1n";'J a loGO se prin-
eipiam a contar do dia 1G de janoiio corrente,
(Indo os qnai I i am incursos na mulla de Iros
por cinto os que pagarcm depois desse prazo.
Mesa do consulado provincial de l'eruainbuco
11 de Janeiro de 1860.Antonio Carriei/o Macha-
s, administrador.
..... governo imperial resolvido man
d fazci poi arremata ;ao a parte das obras do
da i landega. perlenceiilc ao ministerio do
lio, e que i in la se acha por concluir, com-
prehendida i sde a linha da ra do Rosario at
" arsenal de guerra, observando-sc o plano
sentado pelo engeiiheiro Carlos Neate; pelo
presente se convida as pessoas que quizerem ar-
rematar i continuacao da referida obra a apre-
reni su is proposlas i m carta fechada nesta
Larii de estado, dentro do prazo de '.o das,
contados desta dala.
Secretada de estado dos negocios do ir,:
ii. 1\ de no\eml ro di 1>o',i.
Fausto Augusto de Aguiar.
Companhii ixa de caval-
laria.
O Sr. capitoc mmandanlc manda fazr publi-
', pie nu dia 13 do corrente, s 8 horas do dia,
quailel se hao de vender em hasta publica
ivallos que se acham incapazes do servico.
: i sanio Aman l de Janeiro de 1860.
.1/iGitiu Dionisio ii Souto Goiidin.
\ res.
Pela directora das obias militares se leiu
i-zcr reparos emditl'ernles lugares do quar-
ifl da con panhiade cavallana, em Santo Ama-
ro: quem dcste servi'jo se queira enarregar,
a na referida directora das 10 horas da
. liante, para tratar a respeito. Di-
rectora das obras militares de l'ernambuco 10
de j ineiro de 1860.< amanuense.
J Montt ,i a de Andrade Main iras.
2 tenei
.Novo Banco de Pernambuco.
O novo hinco de Pernambuco reco-
Hie is notas de sua emi$s5o de li',1-; c de
20$, e pede aos possuidores das mesmat
ii favor de as virem trocar no jeu cs-
criplorio, das 11 horas da manhaa at
as 2 da tarde.
da Foila-
leza no dia 16 do corrente s 4 horas da larde,
recebo carga para o Ceai e Araraty nos das 11
e \, para o Assr'i e ltio Grande do Norte no dia
li!, e para a l'arahiba no dia 14 at ao meio dia.
A carga deve ser posta a bordo acompauliada dos
competentes despachos c conhecimentos.
REAL IIOMPANHIA
Ago-Luso-Brasileira.
autorisado pelo Sr Marciano Accioli Lins Par-
radas, far leilao no dia c lugar cima designa-
do, da armacao e mais periences da referida
loja, que conten nina porcao de obras da trra
pirahomem e senhora, sapatosdo Aracaly, pe-
les de marroquim c lustre etc., que serao vendi-
dos seni reserva de proco, as 10 horas era pona.
.OS
trapicho do
PERATBIZ
\VilTCM TO,
Quem liver na ra da Concordia ou Palma ou
anda mesmo em outra qualquor ra porto da ponte da Roa-Vista, urna casa terrea
I para alugar, de ;t quarlos grandes, cozinha tora,
quintal e cacimba, para o prego de 25 a 30j rs CaXM dc mMMS de t arnil,a -, ,
mensaes, compareca na roa da Cn do Becife 240; londo sortimenlo de letria, macarra o u-
n. 6 primeiro andar, ou do contrario annuncie iherim. assim como manleiga inzleza d !
por este jornal para ser procurad,). | m a 72() 0 m c 0,i||0S Inuil,jS
comn*o'o proco.
J. llunder, alfaiale, lem a honra de avisar
ao rcspcitavcl publico, principalmente aos seus
freguezes, que de boje por diante encontra-se
urna fa/.enda moderna e de Variado gosto, para
qualqucr obra, e preco razoavel : na ra Nova
n. C'J. *
gl II: I
o qual se vende a 800 rs. na
praca da Independencia livra- ~T s,vor lll11'"s l<* ^.,!"1"1"1 iue Manoei/es
r. l mww* >-. .de.Viueida Jnior dcuou i.- ser sou caixeiro:
na 11. G e 8 COIlteildO allll do dL'S(,t:" M* 1- J^ eoncnle. Recife, \> de Janeiro
i i de 1860.
kalendario ceelcsiastico i
Vande-se fariulia do Acarai i o ji>ntaa
milho c arroz de casca, ludo por preco c
do : na Iravossa da ra da Praia n :i.
ribeira do peixe.
aBi2Diva>3
BE.\EFICEME
\o Forte do Matt
al^odo
Sabbado ldo corrente.
O agente Rorja far leilao no dia e lugar cima
designado por conta e risco de quem pertencer
do 50 couros seceos salgados, avariados, que se-
ro entregues sem reserva de preco. As 11 los
tas em ponto.
O vapor Brasil, espera-seda Europa do dia 17
ein dianle, e seguir para os portos do sul no
mesmo dia da chegada, para passageiros Irata-se
coin os agentes Tasso limaos.
Para o Porta.?
Vai sahirecro brevidade para a cidade do Por-1
toobiigue portuKuez l'romplido II. forrado o
O agente Hyppolito da Silva autori-
Proinptido II, forrado e sado pela cmara municipal dcs>ta
encavilhado de cubre, de prijncira marcha c pri- Je (ara' |elo do grande puvillio edili- I
meira classe, por ler parle do seu carrcganienlo i r j n / .l.^i..*___
promplo: para o resto e passageiros, para os oado na prara de Pedro II (antigamen- UUbll'iaCS
quaes tem excclleutes commodos, trata-so coin te largo do Collegio) para a recepcao
^aL,nl0.?S,?sA"raf!*iC-irua da Ma~ de SS. MM. II. na sua recente visita a
Dos n. 32, ou com o capitao. _t______:_..:..i___:.._>_ i.:i_ |ilS Vt'lldaS
Para Lisboa,
segu com brevidade a barca portugueza Hurlen-
civil:
Noticia dos principaes esta-
dos da Europa e America com
o norae, idade etc. de seus im-
jperadores, reis e presidentes.
Resumo dos iinpostos ge-
raes, provinciaes, municipaes
epoliciaes.
Tabella dos emolumentos
parocbies.
Empreados civis, milita-
res, eeclesiasticos, Iliterarios
de toda a provincia.
Associaces commerciaes,
agrcolas, industriaos, littera-
cu!a-j,i,s e particulares.
Estabclecimentos fabris, in-
c commerciaes de
todas as qualidades como lo-
acougues, enge-
na sua recente visita a
esta provincia ; tamben* ira' a leilao na ,
I mesma occasiao urna rica coi tina esa- nllOS, ClC, ele.
nefa de velludo guarnecida de gallao I
ca, capitao Jos Manuel /omao" por ler urna de ouro, um magnifico tpele aveu-
pane do carregamento promplo ; recebe carga a dado e divers.-S armac:.es de trinas etc.
Irete, c lem boas acommodacoes liara passagei- i .' i n- n
ros: quem na mesma quizer carregar, podar en- que se acham na igrea do Divino Lspi-
lender-se com os consignatarios AmorimIrmos,' rito Santo : sabbado 14 'io corrente as
roa da Cruz. n. 3, ou com o sobredilo capitao na
Serve elle dc guia ao
fOIIl-
praca do commercio.
Segu a barcaca
Grande do Norte san,
pai le da carga ; havondo
carga para o ltio (raudo :
Providencia i para o Rio
no dia sabbado, j leudo
quero queira embarcar,
os pn ledenles diri-
C3
jam-se a Tedio llorges de Siqueirn, na ra do
Vigario lojade cabos, ou ao mostr da barcaca
D< ruabel de Tontos Ilangel.
O agente Pestaa continua a estar aulorisadu
pela enmmissao liquidataria da exlincta socieda- i
de de fiaco c tecidos de algudo pira vender o
restante do terreno do sitio da-mesma sociedade.'
Os prelcndentes podem dirigir ao armazein da
ra do Vigario n. 11, a qualqucr hora do dia a;
entender-se com o difo agente.
THEATRO
DE
Sabbtuio
i
i i de Janeiro tic 18C0.
concert vocal a carcter
lyriea italiana.
Para o Kio dc Janeiro.
O veleiro patacho nauonal lltbcribc, de pri-
ineira marcha, pretende seguir coin muila bre-
vidade, lem paite do seu carregamento promp-
lo ; para o resto que liie falla e passageiros,
paia os quaes tem encllenles commodos e es-
cravos a frote, trala-se com os seus consignata-
rios Aievedo ^ Mendos, no seu escriplorio, ra
Ja Cruz u. 1.
Para o Uio de Janeiro.
O veleiro e bom conhecido brigue escuna Jo-
ven Arllatr, pretende seguir com muita brevi-
dade, tem parte de sen carregamento ; para o
rcslo que Ihe falta, passageiros, para os quaes
lem bous commodos, e escravos a (reto: trata-
se com os seus consignatarios Azevcdo & Mondes
no seu escriplorio, ra da Cruz n. 1.
Para a Baha.
Pretende seguir nestes 7 dias a escuna nacio-
nal Cuntila, lem dous tercos do seu carrega- agente vender por conta de
mentu promplo ; para o resto que lhe falla, Ira-1 40 barris com manteiga Iranceza.
la-sc com os seus consignatarios Azevedo & .50 moios ditos com dita.
lindes, no seu escriplorio, ra da Cruz n. 1. gllc seiu0 vendidos em lotes de 5 barris inlei-
ros u 5 meiosou em um s lot-.; vonlade dos
i compradores.
i 2 caixas com maimciada e doce.-
mcrciante, agricultor, mar-
timo e emim para todas as
classes da sociedade.
11 horas em ponto no mesmo pavilho- Constando-mo que ha pessoas que tem es-
palhado que eu lenho urna lilha bastarda, decla-
ro que nunca Uve lillio?, e isto mosmo declaro
no meu testamento : porlanlo lem muito pouco
juizo quem so anima a dizer o qu> nao sabe, i'.e-
: cite 10 de Janeiro de 1860.
Jutio Francisco Antonio Moreira Vinha vai ao Cear.
Aluga-sc
Urna loja no largo do Terco n. 31, para qual-
qucr cstabelccimenlo commcrcial : a iratar na
ra da Cadeia do Recife n. i.
Al iga-se um molequepara criado : no ra-
teo do Teo n. 40, padaria.
lio trapiche da alfandega, no dia 30 de
dezembro passado, extraviou-sc urna carrada de
caixas dc cerveja franceza marcadas jpa & c :
roga-se a quem por engao as rccolheii, queira
declarar no armazcm de J. T. Adour & C, ra
da Cruz n. (.
GABINETE PORTUGUEZ
DE
llolel Trovador.
Kua larga to Rosario n. 46.
Ci sse lodo quanto a ai.liga musa cania
Que o Trovador altivo se levanta.
Attenco, rapazeada.
Pede o hotel Trovador,
J m ludo reformado
Pi lo novo possuidor.
Elle a lodos participa
At mesmo aos cnti s gulosos,
Que pn lalquer hora
Iton- petiscos saborosos.
Nao ludo l s'enconlra
i que s almas d eouforto :
< moscatel, o chan pagno
Com o vellio liu>;ue do Porto.
Juliui Medoc, chamico
E ouiros vinhos conheci I i
i. se acham nos armarios
I -;. raudo ser bebidos.
Tambera lem muitosxaropes
I. variados licon -,
T. a gencl ra aromtica
Que mitiga futes dores.
P'ra ns rapazes dc bom gosio
Da Veneza americana
Mandou \ ir o Trovador
Finos Charoles dllavana.
Qoem a verdade quizer
I) i que digo confirmar
Deve de quando em quando
o Trovador frequentar.
P'ra provar a evidencia
Ouo o hotel lem mc-Ifaoi
Pasta di/er que tem sido
Por inglezes frequentado !
.
. ART1STASSELLEIR0S
Km r<-rii:tiuliu<-<>.
N i so rcunindo numero sufflcii ..,
para a sessao d i asscmbl > nn
I o dia lo do correan flcou transferida
1 I Ss 'i I i horas da larde.
Sci retara Ja sociedad'- Lnio ft<
Artistas Selleiros em Ten,
de 1SC0. 1." secretario.
Taurino Can '.di. di M
Attenco.
o
Vcjidcm-se duasamarras para na\i .;
doos pretendenics examina-las junii
che do alaodao ao ado da alfar
I mo urna bomba para o mesmo, que -
guind isle da escadintia da
l quem ; i n ndei dir ja-se a i ua d
7, 1 a de fe ras
Ciom\y\eto sovlimeiUu de
velorios inv\cAes t\e ou-
ro e pvata.
No armazcm d,< Ilenry Gibson,
do Recife n. 52, ha tara vender
roa
a |
mod is, relogios ing /.-s de pati
ouro como de prata, ebronomcln
nomclros, saboni los ^ vi Iro,
grande, OU pequeo para segundos : tod i
mais alan: idos fabricantes do L< odres,
PORTliGlEZ DE BENEFiCEMl
I H
PELO AGENTE
Pelas 10 horas da mauhaa a porta d
do Sr. Aunes deronte da alfandega
a
trmazem
referido
TororJem da directora do Gabinete Porluguoz
de l.eitura em Teman,buco, se faz constar a
quem inlcrcssar possa, que, desojando a meso.a
directora Iluminar cxtraordinariamonla o-rofe-
rido Gabinete, por occasiao da augusta risita a
esla provincia de SS. MM. II., nao lhe foi possi-
vcl,por mais estorbes que Qzesse,levara efTeito 15o
louvavcl intento, em consequencia de nao ler
podido a companhia do gaz dar cumprimento Ss
respectivas obras, por ler de sitisl'azer outros
Supi harutos dc S l lix, bi< o di
to/, dilus lncenos, ditos regala de S. F
veini' m-se em porcao e a rolalho por precos ra-
zoavtts, na praja da Independencia n.,22."
Vende-sc na ra do Imperador n. 5
doce de gmiaba e arass, assim como qu
driops e*do Reino : ludo por menos prec
em outra qualqucr paite.
Vende-se um bonito cscrav
nhcirn e bom pagem, sem ricios ncni
e muilo lid : a iratai na ra K i n. 7 n
andar.
Rap.
lBEEft-^lJlCBi:4K
Koga-se ao lllm. Sr. provedor de execucao
aos seguiules artigos dos estatutos, sem o que
nao pode tomar posse a nova junta administra-
tiva.
Ait. 28 No caso de recusa justificada por par- *" 1
tedealgumdos eleilos proceder-so-ha a nova ?.""
eleicao la o somenio do cargo recusado, devendo
lal elel^u ler lugar sempre antes do dia deter-
minado para a posse da unta administrativa
[art. 18
Art. 21. Fnda a apuracao serao pelo primeiro
secretario declarados solemnemente os nomes da-1 Para caseiro de taberna ou loja, das quaes
tue houverem oblido niaioria absoluta algurna pralica e sfianga sua conduela
I precisar drija-se a ra Imperial n. 76.
A Commissao Administradora da M
Pi-Philarmonico convida a todos 5 S i ,-
se ra Sessao Geral no consistorio da Irmandal
\ 1 n :-- rap de Lisboa na 1
assando a botica do Sr. Rarth
a luja de miudezas n 10, rap
to meio grosso, dito gasse fino, dito T 1
deiro, dilo Meiron, dito rolo franeez
rap vende-soem libras c tambein
uuio fresco.
ludo
Quem precisar de un pequeo portucuez
de votos para cada um dos
esta forma se considerarao eleilosdos imme-
diatos em votos nao se far men una,
ora leudo somonte 18 1 ilos oblld >s a maioria
absoluta de votos, tem por conseguinte de
proceder eleicao dos dous
failam
completar o numero dos memoros' da']unlaf as" I S" CtC'Ia no dia 17 docorrc'
sim como daqucllcs socios legalmente elitosl
que se recusaram aceitar o lugar para que foram
eleilos.
Hospital Portuguczde Beaei-
de metas. 1 compromissos da mesma natureza,
cenca em
Devendo ler
0 as 10 horas
I'
1 oras
manhaa.
Ycnde-se a taberna da ru do An:
n. 17 por seu dono precisar de.ir Iratar d
quem a pretender ilinja-se a lauorita ou i
n. ) que achara rom
.saiije
ra do Cordouis
tratar.
a que se
a :;
.s'0(M)
50 a 100 caixas com ceblas portuguezas despa- jeilra. Porlanlo, todos os senhores queso dig-
TAItTE.
do 1 ii
stro \ erdi,
rituecra
js'i;t sociedade
TRIMEIRA
Syiupl :ii::.
' ia da opi ra llacblh
i Sofa Marini Testa.
I' 1 l da opi ra Trariata do maestro Verdi,
Ira. i. /a Cavelti Reggani c o Sr. Hvi -
Cav lina da ipera Jlasuaditr do maestro Ver-
il l lo Sr Luiz Tea I.
II nd" rondo da opera Lutiadt Linimermoorl
Iro Doni/./flli, pela Sra. Gavelti.
SEGUNDA PARTE.
Symphoni i.
ii i da opera enlriz de Tenia do n
tro I > Sr. llyppi I i lo.
i opera l.uizu Millero maestro Verdi,!
Sra. Ga elti c o Sr. Testa,
atina u opera liarbeiro de Sevilha do
n ftossini, pelo Sr. Jos Maiia llamonda.
Duelo da i icsma opera, pela Sra. Marini c o
.- Ramnnaa.
< i i.. ucerlo i
A baa nacional Imperalriz Vencedora, de
pr meira marcha, pregada c forrada de cobre
seigue para o Rio de Janeiro com muila brevi-
dade, recebe anda alguma carga : trala-se rom
- onsignalarios viuva Amorim H Flho, ua ra
da Cruz n. 45, ou coin u capitao na praca.
I ( ~*
(in
diadas e a sahii
leilao.
da alfandega na occasiao do
Sem limite.
PELO AGENTE
liEALCinil'AMUA
pr
naram subscrever para a referida illuminacao, e
que j pagaram, terao de receber a respectiva
quanlia da mao do cobrador do
maz Pereira de Uattos Eslima.
Secretaria do Gabinete Portugucz de Leilura
em Pernambuco ll de Janeiro do 1869.
J. i!. Villacerdc.
t. secretario.
Oll'erece-se um homem de meia ida le para
feitor do sitio ou engeubo ; nesta lypograplna
se dir.
A commissao encarreg-ida de dc-
t'Tiiailllmco.
i i ;ar domingo 15 r 1 ron-enlodas ,
da minlia a reunio da assem- |iili'KU s_ bla geral para apreciar escrupit/osamene oes- "*v3 v "
lado linanceiro da junta administrativa, que ^*a ra do Queimado n. 19. eslao-seaeabac-
acaba de funecionar 1,0 preleriloauno dc!859,e do Palitos de lrim a 35009
iraiar ue outros pbjectos assaz importantes; ro- /^ .
Gabinete', Tlio-J gamos a todos os Srs. accionistas dc tao pi quao i lIlOI'I'lC I< /lsif*t
til eslabelecimenlo, nao deixem de comparecer v^'-'-S-'v^l ltio vlv^ \_ll.lii
a esta soberana assmblta geral.
I pedido de atguns socios installadore*.
DE
-umAf ac HitIatac a vanAP ra ncil calesaser ( callao
(lijUClCSlIlglCZCS l YcipOr. Cookilarao leilao por otmeaco do
I \ / U D I i I f I 0rar Pa*ac' PtJe a t0l,as as Pessoas
I T I li 111. I II que com a mesma tiverem contos, que
J14UU V-/U3iJ Ul \*J tenliam a bomdade de tirar e dirig-las
toiToU (.. consiiiiialariostla talo- a loja de Alvaro & Itfapalliae?, ra da
Hospital
Ra
a2$000.
Jo Queimado n. 19.
Portufcuez de Beneficencia.
Tendo-se
arpilleatima do carregamento da re-
cin eento
: ,
lo Sr. maestro J. Smolz.
PRESOS.
1.* oidem.......... 12S000
" lita............. lgOOO
ii'a............. 85000
1 .'oirs............ 89609
Plal.jas.............. 2g000
etes acham-se venda nu escriptorio
Comecar s S horas.
CAS POPULAR
NO
3IAGEST0S0 SALO
no
PALACETE DA RIJA DA PRAIA.
Sabbado, 14 de Janeiro.
Haver baile oeste dia, e ser manlida como
S4 nipre a boa ordera e harmona. A msica exe-
ular_ novas walsas e quadrilhas.
Ser vedado u ingresso o quem nao se apre-
sentar com i devida decencia.
Os carlees estar&u a venda no lugar do coslu-
me, para damas gratis, ravalheiros 2g.
Terminar; $ 2 horas da madrugada.
Baile nacional.
Tendo p.'.ssado a pertencer a novo dono este
eslabelecimenlo, sendo seu proprielario desde o
dia 23 de dezembro do anuo prximo passado
Antonio Tcixeira dos Sanios; o mesmo faz pu-
No dia 14desle mez espera-se do sul o vapor!
.Vvos, o qual depois da demora do cosame se-1 ferda tolera, TOHsislilldo
gima para Southamplon locando nos porlos de! ^
S. Vinote e Lisboa, pira passagens ele. trala-se I "m
rom os agentes Adamson Howie & C. ra do
Trapiche Novo n 42. .
N. I!. Os Sis. Pritchard & Honneron, roe
Dri iiot n. 10 c ru Rossioi n. -, em Taris, sao os
agentes desta companhia naquella cidade.
CO.MPAMHA
PElltAMBUCAXA
DE
i'
de Moulo ideos mais lindos que lem
\indo a esla cidade, Aislo que foram es-
eolhidos naquelle porto. desnctessa-
UNhCU ti d VdWOI I no qualqucr elogio a estes animaesat-
1 tendendo-se o que a experiencia tem
mostrado, que para o servico de carisa
prcslam-se muilo bem relaUvamente a
O vapor nacional Persinunga, commandante
Lobato, seguir para os pollos do sul de sua
escala no dia 15 do corrente s 5 1(2 horas da
Recebe
larde,
bordo
vendo ser acompanhada dos competeutes conhe-
cimentos e despachos. Os tictes serao pagos na
gerencia.
rarga para os mesmos, posta a
3 do corrente ao meio da. de- l'ortldao, |I0T lllllld SO COHYdulOS todos
os senhores de eogcnho a aproveilarem
Para o Rio de Ja-
neiro
O patacho nacional Capuam segu rm poucos
dias por ler a maior parte da carga engajada :
para o resto, passageiros e escravos, trala-se
com J. O. da Fonscca Jnior, na ra do Vigario
numero 23.
Leiles.
LEILAO
Bradock Chester capitao da barca
esta nafra assesurando-se que nao se
eueitar preco e que todos serao ven-
didos ao correr do martello.
Os prelcndentes pois podem evami-
na-los no armazcm amarello em frente
do arsenal dc mariuha, e ahi ser effec-
tuado o leilao: terca-feira \ 7 do cor-
rente s \ \ horas em ponto.
LEILAO
Moje 13 do corrente s 11 ho-
ras em ponto.
O agente Camargofara' leilo na pp-
ete Alvaro C Magalhae?,
Cadeia co Recife n. 53.
AVISO
Antonio Pereira de Olivc'ua Ramos,
tendo c fezer urna vagem para ora
do impeli, em virtude de sua saude e
sendo preciso saldar todas as suas COntas
rbga u todos os seus devedores que ve-
nliam pagar suas contas at odia 30do
corrente mez; assim como avisa aquel-
es (jue deveni a mais dc um auno e que
nao pagar at o mencionado dia 30,
serao chamados a uizo para pagar o
que estiver devendu.
Perdeu-se hojo i2) da ra do Rngel ate
al a praca da Boa-Viata, viudo pelas ras do
Queimado, larga do Rosario, la Nova c da 1ra-
peratriz una pulseira de menina : quem o liver
adiado, querendo entrega-la, pode taze-lo na
praca da Boa-Visla n. 19, onde dar-se-hao os
signaos coitos.
O akaixo assignado deixou de ser caixeiro
dos Sis. Seve, Pililos te C. desde o dia 12 de Ja-
neiro de 1860 Manoel Jos de Almeida Jnior.
No escriplorio da ra da Cru/. n 27, existen*
carias para os Sis. Jos Carlos Figueira de Sa-
boia o Rocha A C.
Precisase de una ama forra ou captiva,
que saiba cozinhar e engommar para casa dc
pouca familia : a tralar na ra do Imperador n
19, serrara.
Quem prociscr do um ama de leile, dirja-
se ra do Rosario n. 58, defronle da ra do
Aragao.
Williara Jacksan, subdito ingle/., ra a
Baha.
Antonio Joaqun* Teixeira Bastos, vai
as Provincias do Sul.
Na ra Estrella do Rosario n.l. percisa-se
de um caixeiro que entenda de taborna.
Ofterece-se um rapaz brasileiro para pra-
licar em alguma luja de fazenda ou niudesa tan-
to na praca como no matio, quem precisar ai-
nuncie para ser procurada.
Na ra do crespo n. 11. sabe-se, quem
(ciu carpirs para allugar
e propalado malignamente na socie-
dade que a juma actual lem sido pouco escrupu-
losa na applicaco dos rendimcnlosda soci
robamos a lodos os accionistas em
deixem &> comparecer domingo i~> do
para apreciaren) a leilura do relatorio
da rerem una commissao de in [uerilo,
Armazem de fazendas
[9.
M.
que nao
corrente, '
i reqoe-
se assim o
juigarera romenii'ute para mellior aquilalarem
os actos d'aquella centraren! no inienln
da talsidade de taes Lalo-, isto para ni
do estabelccimento.
I ni dos reeleitos.
Xa rua da matriz da Roa-\ i^ta n.
24. ha para vender urna cadeirinha da
Baha, em muito bom estado.
A 25.000
Cortes de barege de ti es olhos
duas sai as diversos (jos tos,
lina do Queimado
Saias horJaJas a 3200
Corto de riseado franeez l3ccvados a 2500
Chapeos cmfci'.ados para menino
Cima a ICO covado
l'i'c is de chita Dtiodiaba fina cota 38
a 5500
Crambraia raiodinha a 500 a vara.
Uta 400 vara.
Chalos escaros paia ir ao banho i V00
Chitas francezas muito finas miudas e
ras a 2 O cavado.
L ni completo sorlimento de roa lan. 1
A' 2000 a d'uzia
*ami?as
- Lencos de cambraia pata algiheira a 2,000 a i-
za rua do Queimado n. 19.
cambraia de lindo para senhora epara|f. .
!rcacaPsaltol.iHl'I,ar,OS''CCOS "* LOI'ICS (fe l'lllll)l'lla lll'OlilS
niecasacas a U.>,dito; de casemira mes- I
ciados de superior qualidaJe e outras Na rua do QueimaJo n. 19.
mintas fazendas por precos barafisti. Em casa dos Srs. Henr> Fontcr
mos:iid rua do Crespo loja amarella n- \& C. rua do Trapiche n. S, vent-ta:
n. i de Antonio Francisco Pereira Dous carros americanos noves.
There/.a Alexandrina de Souza Ramosavi- : Arreios americanos,
sa ao respeitavel publico qua j abri a sua bu- Bombas
la no dia 9 de Janeiro : quem quizer servir-se do i .
sen pouco presumo dirija-se rua dos Quarteis Arados.
sobrado n. II, segundo andar. i Champagne superior
o abaixo assignado faz sciente ao respeita- : f0o-nac
vel publico e principalmente ao corpo do com-, u *? .
mcrcio, que deixou de ser caixeiro do Sr. Auto- i elogios americanos.
na Joaqun) Itabello Baslos desde o dia 18 do Velas com toque de avaria
mez de dezembro de 1859 ; e como o mesmo seu I *
ex-patrao se lenha occullado ou negado a fazer-
llie seu ajaste de contas como ca de seu restric-
to dever ; aproveila esla occasiao para proleslai
pelos seus ordenados dc seis annos, 5 mezes e
18 dias, como deve "onstarde seus assentos, e o
mais licara para seu lempo. Recife, 12 de Ja-
neiro de 1860.ilanoel Martins das Neta J-
nior.
No dia 8 do correle ficou por esquecimen-
lo dentro do banheiro do Sr. Jos Antonio Vieira
de Souza em Reberibe, um rclogio de ouro pa-
tente inglez, do fabricante Simpson Samuell, n.
06,286: roga-se a qualqucr pessoa que o liver
achado, ou dclle liver noticia, e mesmo aos se-
nhores relojoeiros a quem possa ser eflorecido,
ou levado a concertar, o obsequio de o cnliega-
rem ruada Cadeia do Recifen. 52, onde recc-
kro boas alvicaras.
Vende-sc una hypotheca no m.
Barra, em Santo Aidao, o qual per tenca i
francisco de Aiaujo, conhecido por Jo.i oou-
ro : quem i pretender, dirija-se a rua de Bor-
las n. 2, primeiro andar.
^ ende-se um eabriolel inleiramente i
dc duas rodas, e de conslrucrao. mxtornn ,
te ; os pretendenics podem dirigir-se j rua du
Hospicio n. 23, paia v'-lo c ajustar.
Binoclos mgicos.
chegados ltimamente com novas e liadas \
tas em collorido e Iluminados, dc dia e de nor-
te ; okjeclo inleressanlo s pessoas de boa gosio,
e as que passam a festa : caixinhas com bonito-
apparclhos de vidros para enancas : na rua d i
'Imperatriz [aterro da Boa-Vista) loja n. 58.


DIARIO DE PERNAMBL'CO. SEXTA FEIRA 13 DE JANEIRO DE 1860.
(5)
^gSUKSTos
t
("EKEMP NlJK\AORK)
PILULAS VEGETAES
i'recisa-se do uina ama lona un captiva
para o servco de urna casa de familia, e que se
presle a comprar e a sabir a ra em objeclos do
servco : na ra larga do Rosario u. 28, segundo
andap
]03IPAMU
NC
Eslabclccida ciu Londres
mu,
CAPITAL
Cinco asllioes de IVbras
esterlinas.
UbLlUOSAS l.xFALLIVhIS.
\ i
Pastilhas vegelaes Je Kemp
contra as lombrgas
NEW-YORK.
O MEI.HOn REMF.DIO CONHF.CIDO
urna parle po mismo engenho, machina nova ,p perdc-lo. NestS etrcmstancias u visi-
22 bois1
vapor, distilaco nova c bem montada,
de correip, seis quarlos, algumas obras, safra
lanlada, etc. ele. ; lrala-se na ra do Crespo n.
approvadas pela Exm." inspeecao de estudo de
Habana e por militas OH tras juncias de hy-
gienc publica dos Estados Cuidos e mais pases
da America.
Garantidas como puramente vegelaes, agr-
Bnunflbrs Brothers a C. temahmn de ta- daveis ft vista, doces o paladar s?o o remedio
.formar .rs Srs. negociantes. propneUnos de \iuam I casas, e a guern ruis convier, que cstao plena- | 8casnem gensacoes debilitantes.
; mente aulonsados pela Uta eompa.il.ia para Testemunho exponlaaeo em abone das parti-
, cfectuar seguros sobre edificios de lijlo ePc" ]|,as de Kcmo
|dra, cobertos de lelha e igualmenle sobre os <( Srs } f Lanmnn e Komp. -Port Ryron
Contra constipe oes, ictericia, a[ecroes do figado, objeclos que contiverem os raesmos editicios, jg dc abril de 1859. Senhores. As pastilhas
febresbiliosastc lletn inlioidas, diarrhea.doenras da ; qualquer qualidade. I rapas padeca de ombrigaa. exhalara 'um chei-
pelle, rupcos,e to lasasenermidades, m{^SSSSiS^Si!! "vcSso ro *fa ^ "r** UCh provkmbWs do estado iMPtRO oo SANGCE. *ffL.JfSL'J comicliao no nariz, tao magro se pos. .me cu
75,000 caixas deste iemcdiueonsomineui-se an
igualmente I
Remedio ila s;;:tureza.
Aprrovado pela faculdade de medicina, e re-1 3, loja.
commendado orno o mais valioso catrtico ve-
getal do todos ds conliecidos. Sondo eslas pitillas
puramente vegelaes, nao contera ellas nenhum
veneno mercurial nem algnm oulro mineral ;
i gtao bem acoidiciouadas era caixas de folba pa-
ra resguardar-se da humillado.
Sao agradaveis ao paladar, seguras e efficaze
em suaoperaco, e um remedio poderoso para a
juvcniudo, puberdade e velhice.
Lca-
qualse
sas qucl-
droguistas por atacado em Nova York, sao os uui- documentos authenlicos, que alleslem lerem os
eos fabricantes e proprielarios. mesmos prlendonlus as habililaeoes que exige ^
Acham-se venda em todas as boticas dasprin- semelhantcj encargo,
cipacs cidades do imperio. Secretaria do Gabincl
DEPSITOS. 30 de dezetabro de 1859.
r.iode Janeiro, na na da Alfandcga n. 89. ./. G. YiUaccrde.
Babia, Germano i C, ra Julio n. 2. 1." secretario.
Pornambuco, noarma/.em de drogas de J. Soum j ._ J __ ,^ .- .1 ^ Sfc'
nbo meu disso que aspasti|has de Kemp tinbam
curado sua fillia. Logo quesoubc disso, com-
prei 2 vidros de pastilhas c com ellas salvei a
vida de meu Olho.
Sou de Vmcs. scu amo agradecido.
W. T. Floyd.
Preparadas no sen laboratorio n. 36 Gold
Sliuei pi-lus iiincus pioprlctaiius O. i.anman c
Kemp, droguistas por atacado em New York,
r Acham-se venda em todas as boticas das
, y. princiiiacs cidades do imperio.
Achaudo-se va*0 o lugar de. guarda do Oabine- DEPSITOS
i le Porluguez de Leitura, a respectiva directora Rio dc janer0 a rua a Alfandcga n. 89.
FOLIIIMIiS IMIU I8H0.
Esto venda na uvraria da praca da Inde-
pendencia us. 6 c 8 as folliinhas para 1860, im-
pressas ncsla typographia, das seguales cuali-
dades :
JOLHINIIA RELIGIOSA, conlendo, alm do
kalendario e regulamento dos direiles pa-
rocliiacs, a continuado da bibliotheca do
Cxislo Brasibjiro. que se compoe : do lou-
vor ao santo noine de lieos, coroa dos ac-
tos de amor, liymnos ao Espirito Sanio e
a S., a imitaeao do de Saiilo Amlirozio,
jaculatorias e commemorsc.o ao SS. Sa-
cramento e N. S. do Carino, Bxcrcicio da
Via-Sacra, directorio para oracjio menlnl,
dividido pidos dias da semana, obsequios
ao SS.coracao de Jess, saudaccs devo-
tas s chaga's de Christo, oracoes a N. Se-
chora, ao patrocinio de S. Jos e alijo da
guarda, responco pelas simas, aliu Jo
oulras oracoes." Preeo. 320 rs.
IfITA DE VARIEDADES, conlendo o kalenda-
rio, regulamento dos direitosparoihiacs, e
urna collecco dc ancdotas, ditos chisto-
sos, conlos, fbulas, pensamenlos moraes,
reccilas diversas, quer acerca de cozinha,
quer de cultura, e preservativo de arvores
e ructos. Preco 320 rs.
t.km
LK:
D
Rua Nova, em BruxcHas (Blgica),
SOB 4 DIRECQO DE E- kERWM)
Esle bote! collocaJo no centro de una das capitaes imrortantes da Europa, icrna-se .le grande
valor paraos brasileiros e portugueses, por scu lions comino los e confurtavel. Sua |
urna das melhores da ciJaJe, por so adiar nao s prximo s estacos de camiiibos di ierro, da
1TA DE PORTA.a qual, alm das materias do Allemanha e Franca, como or ler a duus minutes do si, tojos o. ieatros e divertimentoa ; e,
ij* VEttDADEIRA LE-1 olc basenij.re pessoas espectaes, fallando o francez, allemao, il.mengo, inglcz e
NICA
GITIMA.
GABINETE PORTLGUEZ
DE
Acbando-se vajo o lugar de guarda do l
Portugiiz de Leitura, a respectiva dir
l-sc o folhcloquc acumpanbacada caixa.pelo faz publico a todos os senhores que pretenderen) q^h Germano & 0. rua Juliao a. 2.
>c Qcar conhecendo as multas curas milagro-: o mencionado lusar, para que tacara seus reque-' pernarabuco no armazem de dro"as de J. S
uelem cocluado. D. T I.anroan & l\emp,' rmenlo mesma directoria, arompanhados del ^ Companhiarua da Cruz n. 22.
Porluguez de Leitura
A C, rua da Cruz n. 22. # AVSO aOS CCadO-l
Curso de preparatorios.'
(( bacharel A. R. de Tozres Bandira, proles-1 j eS
sor de geograpliia c historia antiga no gymnasio \
desU provincia, contina noensinodes seguinles Es| ingarjlas dc espoleta milito unas, e garan
preparatarios: rhetorica, philnsophia, geogra- te-se aqualidade por j soler esperimentado
O Dr. Cosme de Sa l'ereiraj
2^de volt de sita viagem inslructi-i^J
j^ tiva a Europa continua no excr-g/
^4C'C' de sua profisso medica.
^| Da' consultas em scu escrpto-|
kHo, no barro do Uecife, rua da!
Cruz n. 55, todos os das, menos;
,nos dominKOS, desde as G horas
Ite as 10 da manhaa, sobre os
luguez, para acompanli3r as tourislas, qur em suas excurses na idade, que. no temo,
emni para toila a Europa, por pneos que nunca excedetn de Sale francos (3^200 WOOfl
por dia.
Durante o aspado de oito a dez mezas, ah residirn) os Exras. Srs. canselhtiro S I
to, e seu filiio o L)r. Pedro Augusto da Silva Ferro, ( de Portugal) e os Drs. I
Neiio, Manad deF'uciJ Parla, edeserobargador Puntes Visgueirj do Brasil, j o muita!
; lias pessoas tanlo de um, como de oulro paiz.
Os prrQos de lodo oservico, por dia, regulam .1j 10 a 13 franc i 100 4?.")00.)
Ao lioiol tncontram-se informai_oi> exactas acerca Je luJoque pJe precisar um inceiro
SALSA PABRlLHi
m

phia, iinguas trancen e ingleza ; na casa de sua
residencia, rua larga do Itosario n. 28, segundo
endar.
Precisa-so alugar urna escrava pava o ser-
vi.o interno e ezteroe de urna casa, assira como
tambem um esciavo : na rua da Santa Cruz n. 06.
r
na rua Direila n. Ci.
l'recisa-se de una ama o paga-sobem : na,
no pateo dej S. Pedro n. ltt, segundo andar, por
cima do marcinciro.
Publicarao Iliteraria.
Guia Luso-Brasileiro do Viajante da Europa1
1 vol. em 4''de 500 pag.: vende-se na mo do I
autor rua do Vigario n. 11, brox. 3 cucad 4S '
O hr. Casanova pode ser procurado p\
a qualquer hora em seu consultorio lio- g*
meopalhico ^
28=RUA DASCRUZES=28 g*'
ONmesmo consultorio acba-se sera- Q^
pre grande sortimento .le medicamen- ||
los em tinturas e glbulos, os mais no- ? ,
|vos e bem preparados, os elementos de p^
homedpathia e Nystem diccionario dos
Etcrmos de medicina.
V seguintcs pontos :
1-. .Molestias de ollios ;
. Molestias de cora cao e de
peito ;
. Molestias dos orgaos da gera-
cao, e do antis ;
. Pratic.ua' toda
mp **& aj^ Tmrj
Remedio sem igual, sendo rcconhccido pelos
mdicos, os maisimincutes como remedio infal-
livel para curar escrophulas, cancros, rlieumalis-
mo, enfermidades do ligado, dyspepsia, debili-
dade geral, lebre biliosa e inlermittente, enfer-
midades resullanles do em preso de mercurio,
ulceras c erupcoes que rcsultam da mjnircza do
sanguc
CAUTELA.
D. T. Lanman & Kemp, droguistas por atacado
New York, acham-se obligados a prevenir o res-
peitavel publico para desconfiar de algumas te-
st
e qualquer r15
operarao quejulgarconvenien- r,t
te para o rcstabelecimcnto dos"
eus doentes.
O exame das pessoas cjue o con-
O Sr. thesoureiro manda lazer pu-;
bheoque se acham a venda todos os dias
das 9 horas da manha as 5 da tarde,
no pavimento terreo da casa da rua da
Aurora n.26enascasas comraissionadas ^SKS99SSKSSSS99_
pelo mesmo Sc-nhor tiiesoureiro na pra- n .
.. T'r Precisa-se por.-iiuguel de urna ama forra ou
ca da Independencia n. 1* e lo, os captiva, ro saiba eugommar bem, para urna
bhete* e meios da ultima parte da ler- ,i,sa dc. Puca amilia, paga-se bem : na rua do
j i,_ :j i Hospicio, casa terrea confronle ao rollcgio de
retrae pnmeira da quarta lotera do N. S. do Bom Conselho.
GytnuJkSO cujas rodas deverao andar
|sultarem sera' leito indistincta- '0
I mente, e na ordem d
e sitas en- ^
Cocgio (le BemGca.
Dirccloi* e nico prdprietario
Eslevao Xavier da Cunlia.
Este collegio, lcgalmenle aulorisado, c cslabe-
lecidono nrrabalde do Cbora-ir.eniio, abre o son
anuo escolar, em conformidade dos respectivos
estatutos, no dia 7 do correle. Scu director es-
pera continuar a merecer aconfianei de que al
agora lem gozado, nao cessando de empregar to-
do o disvello para que seus alumnos recebara a
inslruc.'o e a educacao convcnienles.
REV1E010 INCOrViPflRAVEL.
UNGENTO HOLLOWAY.
Uilharcs de individuos de todas ,is nayOes po-
dem lestemunhor as virtudesdcste remedio in-
ccessario, que,
1'- isa-so de una ama para eozi'
de hornera siro; na rua da Imperalriz o. ii
A pessoa que ollereceu urna li-
le rs ni tu raria u 6 c 8 i.< | rara i
l:-''i 'ncli : ta, que ...
da Aurora casa do S"\ Dr. G :,i. i l\.
da Cam .i a
Pie, sa-sc de .
ti i : no be "co .
liamos, ii mn/em n. 2.
nes imilaci.es da Salsa Panilha de liristol que COmparavel c provar em caso n
boje se vende neste imperio, declarando a lodos pelo 1|S0 (lr,|(, ,/(.,..,.,, ,,., s ,.,ir,,. .,,
que sao ellos os nicos propnetaiios da receita Erosiiiteiramonl.' <<;<
Compras
. oios depois de ha\ ei eiuprega-
doJDr. Bnstol, lendo-llic comprado no anuo do do inuti|jnentc oulros trairacntos. Cada i
! poder-.-e-ha convencer dessascuras raarai ilbosas
1856.
Casa ncnliuma
mais
direilo de fabricar a Salsa Parrilha de Bnstol,
porque o segredo da sua preparado acba-se so-
mente em poder dos referidos Lanman & Kemp.
Para evitar engaos com dusa precia veis ro-
binaeocs de drogas perniciosas, as pessoas que
quizerem comprar o verdadeiro devem bem ob-
servar os seguintes signaes sem os quacs qual-
quer outrapreparaco falsa '.
Io O envoltorio dc fora esti gravado de um
liradas;fezendoexcepc5oO*doen-| lado.o,b na chapa doaco, irazendoao p as
l ,? <; seguintes palavras :
ou pessoa alguma tem ,b ldl a ,,,s perodic0^ que |h-as
'4 tesde olhos, ou a(|uellesque por
motivojustoobtiverem hora mar-
Bcada para este lim.
J A applicacao de alguna medica gB
3imentos indispensaveis em varios |^
ji casos, como o do sulfato de a tro- f
jjj pina etc.) sera' f'eito.ou concedido ^
^l gratuitamente. A conianra que|l|
i- ^TTTT^TTTTTTTTT = TVTVT~ i fTT^ i#igu ,, V --. \,! inventor (,' C Rri-tvl em nancl
impreterivelmentenodialVde |aneiro g DENTISTA FP^NC^? jllneUes deposita, aprestcju desua|| ^D 58 S;r^?jac^H ca
c anuo prximo futuro.
Thesouraria das loterias 21
de de-'i^
cembro de 1850.O escrivao, J. M. da '" p deatilico.
Paulo Gaignoux, dentista, rua das La-
r ingeiras 15. Na mcsml casa lem agua e
" ardemove
Qvuz, IJULJUJULXXJLJL&.XXXJLJLJL.&X.JL&'. tSdoenteS
Denles arliciaes.i Vaccina publica.
am
indos os dias I a iuilos anuos; a mainr parle
dolas sao to sor prndenles que racjiaipn fo
mdicos mais celebres. Quanlas pessoas n a-
braram cora este soberano remedio o uso des.
bra.-os e peinas, depois de ter permanecido lon-
g i i' ni|.....os I ospitaes, onde dc i iam soffrer
amputaro I Helias ha muilasquc havendodei-
x.ido esses asylos de padecimentos, para -
submettercm i essa operaco dolorosa foram
curadas completamente, mediante o uso
pi'criosoreracdio. Algumas des laes pessoas na
enfusao de scu reconhccimenlo declararan! es
tes resultados benficos diante do b rd correge-
dor e uniros magistrados, alni de maisau
carem sua lirmativa.
Ningucm desesperara do estsdo de saude se
, livesse bastante conlianea para ensaiar sle i.--
2o Omcsmo do oulro lado lem um rotulo em I mcil} (.0nslanlcm nloscguindoalgum lempo o
papel axul claro com a firma e rubrica dos pro- .(,,,,,,. ,,,.,,..., .!:,....:I nalureza do mal,
grietarlos. cuio resultado seria prava rincoutestavelnn
Subi a rolha acha-se o retrato e firma do Que ludo cura.
O un^ucsit he til, mais partien-
lai'iucute nos sesiEinSes casos.
Inflamuiaco da 1
da matriz
L ; i.
Aviso aos Srs. de ungenho.
Coiapra-sc niel em pot ;o :
do llanos ii. (i.
^: Compia-se un a es i. .. de I
que s liba co: iliai i i
quizci ... .
, : e le
Core pra-Se mu i l-leira p
do


pala
D. T. LANMAN & KEMP
SOL AGENTS
N. G9 Water Street.
NewYorli.
-se dj mola : na praca da
deniia n (. c 8.
= Conii ram-sc as s
nardo na La, o Judas i m S i i \
Queni i asa quer casa, Por rom
mo, A i u' ra, o Huelo no \:nl
tuaq das Al mas i i Dijbo na ir
a se
Compra se urna lili ra: n '.
;raphia.
C ii -- scravo i
r, >i ..i \
US I

r. i
;i'
ii. ''. 1. and
5 2 d
pois do Uy i
hora .!> dia.
ida garrafa tem
B
Waccao, e a neeessiuatie prompta ^ l nia ,,i,euix scmihau'le a que vai cima do pre- I """
.X de sen emprego; tudo quanto o jv> i sent annuncio. .
em beneficio dc seusf&l,

1 Caimbras.
Callos.
"IV*!^ ""."- "".-"Sf?* ojr<.--...--.y.-.5--i j^- -
Transmisso
>cr um systema inleiramenie novo, e por conse- scienle ao corpo do commercio, que vendeu sua
guinlc muilo fcil para as pessoas que .-o vem lloiadc ferragens sin na rua do Q iciraado n. 51
na precis&o de usar dcllcs ; tambera os collora aos Srs. Joaquira Ferreira de Araujo Guimaracs
por meio de chapa em ouio ou platina com molas e Manuel Francisco dc Azevedo, ficaudo a cargo
ou pela pressaodo ar, calca os que esli em es- Jos mesmos o activo e passivo.
tadodecaria cora ouro e massa adamantina, el o lr. Manuel Moreira Guerra mudon a ua
otros massas brancas, porprecosrazoaveis, po- residencia para a rua da Imperalriz n. 4S, se-
denda ser procurado para este lim em sua inora-i gUndo andar
.!,.,,. na ircila do Rosario n. 3. a qualquer JemQS Q hojlra (]c CQm.
Oadvogado Souza Rcia mudou o scu es-| lUcar 80 l'OS[lClaVC] COl'OO
criptorio para a \d\ larga do Rosario, sobrado da ,____________. tl t _
quina n. 52.
0fferece-se
pois j c lempo bastante, e niesmo lera-lhe .-ido
pedido por diversas vezes por caitas, e at o pre-
sente nao lem dado 8oluc.au alguma.
Os abaixo assignados declaram que desde o
\i: ;1 do curente o Sr. Joaqun) Cameiro l.eo,
deixou de ser seu caixeiro. Uecife i de Janeiro
do lsCO.Fru.HTi'iiio Isidoro Leulk C.
Purlaram do torreno de l'ra de Portas, de
Tboraaz Jos das Neves, una canoa de um pao
s de amarello, nova, com una marca de fogo
na popa; a pessoa que della der noticia o des-
CObrir o ladino, dirija se a rua do Vigario ti. 5,
Babia, Germano & C, rua Juliao n. 2.
Pcrnambueo no armazem de drogas de J. Soum
& Comiianhia rua da Cruz U. 22.
Canceres.
Cortaduras.
Dores dc cobi ^a.
das costas.
dos membros.
Enfcrmida les da culis
em geral.
Dil is du anus.
En peoes e escorbti-
cas.
calor as extremida-
des.
Frieiras,
Venda
.Male.-; das pern s.
dos |
C1IOS.
ihos.
;m casa
' docoinmercio tiesta praca que ?* bem reconipcnsado.
mu liAmo-n f.-.v i i i i 5>ac..-se sobie Portugal, e
ll homo.iic.iiM/ liesty data (ICIva de exiSr a de Augusto C. de Abreu.
co.ll foDUliajm feltor dc SltlO, pe sociIdaile jUC tinhamOS for- -OSr. Paulo Jos rilgueira mora.
(MttCHUC pcriCllaniPnlC tlC planUruCS : dor na bndi nn mwnhn Rua \nv.
...kIi Ivnairr-inliri^ilii-i Miado <' (|11C g^TOVa SOb 8 ra- "r n* BK*a n0 >&* mOVa.
- hj faqa favor deapparecer na rua Direita
T n- ,ili a negocio do seu interesse.
Ara naga agencia dos fabriemitcs america-
nos Grouver & Itakcr.
Machinas de coser: em casa de Samuel P.' Pinntiiln cti'i liiuiwl-ip'in n i
Johnston & C, rua da St-nzala Nova n. 52. IICUlllO Sild JiqilKIilf dO a ( ai gO
Precisa-sc fallar ao corresponden* (le lloSSOS SUCCesSOPCS OS Sl'S.
te dos Sis. teen te-coronel li
Jos Velloso da Silveira e I
vier de Andrade: na livraria i
da praca da Independencia.
J enieterio ArdlUlgd, Hijo & C.
francisco Xa- i
ia d.o8. Pernaubuco 31
Manoei Joaquin de Oliveira & C.
lazem (.Kiblicoao commercio desta pra-
ca, que desde 51 de dezembto do auno
ti. p-, o Sr. Antonio Joaquim Goncalves
Eslevo Cavalcanta d'Alliuquerque, Don-
lor era McJccina pela FaculJade do I\ neiro lenlo vollada dc sua viagera a Europa
acba-se com re.-idencla na Cilade de OlinJa rua
do Boa-Hora onde poJer ser procurado a toda
hora para exercer actos de sita profisso e espe- Pistulasno'alidomi n.
cilmetile para Halar de partos, molestias de, 1'','i,IlI'.l!':.''.. .".1..1,.!:,:.,d.t'
ulero, dc olhos, edevias urinarias e fszer loda
e qualquer operarao.
Tiaspasse-se o arrendamento de um En-1Gengivasescalda las.
geiiho muilo peno da praca, vende-se urna par- ''-i;".'"es
, -i laftammaeao do ligado
le do mesmo Lngenho, una maquina a vapor,
urna deslilaeSo nova montada de um tu.lo, 22
bois de carro, queraos, e oulros objeclos :
iracta-se na na do Queimado n. 10.
Koga-sc aos Srs. devedores a firma social
de Lcile & Correia em liquidacao, o obsequio
de mandar saldar seus debites na leja da rua do
Oueimado n. 10,
; larmaceutico, na
Itoga-se aos Srs. devedores Jo estabele- nambuce.
cimento do fallecido Jos da Silva Pinto, o ob- SitlO.
sequo de saldarem seus dbitos na rua do Col-1 Aluga-se um sitio na Solcdade, lodo murado,
legio venda n. 25 ou na rua do Oueimado leja com duas casas unidas, cora duas grandes ca-
n> jq_ [cimbas com bomba e bauhcirn, copiares, '
Morde luas dc replis.
Pici Jura dc mo
Pulmo. s.
Queimadelas.
Sarna
Supur. i.'es pulridas.
Tinha, i m qual njer
le que s.
rus.
Ulceras ua bocea.
do lig ido.
das arlkulaccs.
- torcidas ou i
das as pomas
no estabecmenlo
N.i rea do Impci a lor, S. I
cisco, ha vend : di i ;
le i mstan u, de Fons i i
. i I: lele,
ule para a t. : ;
la ultima edt<*ao, mu aci es
com atacas don: adas r sem 1 *, i
e;: 'adernaeao ordinal 11, bre
....
' c i ii ei sarao rrance/a, caria-
das, utbei smos,
i, c i Iras
3
i i veis
: lo Vigat
ro and .
Vende-se este ungento
geni de Londres n. 221, Strand, c na loja d<
. os bol.cario droguistas e nutra
encarriladas de sua venda em toila a Ai
do snl. liavana Ilcspanha.
Ven!.' se abOO rs., cada bacelinba co
umo instruccao em prluguez para o ;.. di
fazer uso desle uiigucnl o.
u deposito geral em casa do Sr.
rua da Crun. -, i ffl Pe -
trra I
mas
de costara

<

"
,: p. M.S
l'i-M
du'
' -
' yf
- i
dous Ud
paran
.
:
i ni Pen
te Si Irmo, aterro da 1 | l.

Llf.OliS PltlTlMS
@ Camisas ingle/.as cun peito de linh a @
'. r>".- a dtizia : na rua do Oueimado n. 11. $$
r-E
ESCRITA COMMERCIAL
Pr partidas bralas
1. DE
de d<
ibrodel859.
Aranaga Bryan
Ha vend o cessado a so-;
ciedade que gyrava nestapra-l
Qadobafirma de Araiiaga & iM^^tZ^tZZTV^Ztdl ,,-0.baixoassgndofazscienleaquemlivcr el!
Io'pcnhores em sua mao.de os rescatar ate feve- casal de cadeilinhas de ra,.a de tilla, pertcncenle
reiro, do conlrario seriio aju'zados para seren
vendidos.Joaquim de Ahneida Quciroz.
para planUr, muilos arvoredos de fnicto, vtc. : ] '.'a.
Na galera e ofTicina pholographica da rm a trotar na liberna grande da Solcdade. *
Fraga, deixou de azer parte da dita (ir- Nova, n. 18. primeiro andar, conlinua-sc a tirar AOS SENHORES 0LE1ROS.
!ma e n0 e rnais soeio de sua c.isa. retratos pelo systema norte-americano. A per- j Precisa-sc contratar a compra de30a35iui- w
I AAftAAAftAa.a>aa.ftaAaAAftA 'e'^ dos Irabalhos sabidos deste cslabclcci-11heiros dc lijlos de alvenaria grossa : a tratar ,-
ment 6 tao bem conheeida do publico deslaca- no sobrado a margem do rio, no norte da tabri
pilal. Al seencontra um variadissimo e esco-idogaz.
"hdo sortimento de caixiuhas e quadros do to-
ia a
Altenco.
M3I11HIU
liyan, participamos ao
ipeitavcl corpo commercialqui
das as qualidades e tamanhos. a mesma casa
se vende una exfolente machina com lodosos
perlonces. e necessarios para o daguerreo-
lypo.
oxinm passad! com'os l,0"ll0,0f e,n S"a>ao,de o
t-S i '.- reiro. do contrario serao
Alteiicio.

3
Pergiinla-sc ao Sr. .lose Ignacio do Monte, se
signaos seguinles : cardao, altura de ambas as
sellas, com a marca M C. no quartu direilo, .
em boas carnes : a pessoa que delle livor noli
SlialKlllltlaCaO IlCa a CargO e ca.dlriia-soaosiodaCapunga. de Francisco
1)01* COIltn (Id SOriodllf (lili Cllsl0,ii" doSampaio.ou a rua da Cadeia do Itc-
>U,nXnva tr wnuuilnmutnr '[ ,. socit(iauc que ah#loja de Sampai0 s,iva& c.
HUaiWhan LO^egunauanaar. Iies*a dala fnriIaniOS e que Joaquim Francisco da Silva Azevedo, por-
II. FuiMrcii dclcdrlroM, escriturario da I luguez, vai a Europa.
thesouraria de la/.eula desla provincia, competen-1 gyrai'a SOI) d I'd/.dO tlC lio silio contiguo capella dos Afilelos, na
lenle habilitado pela directora de inslrucco i naUana' 11"/ X C estrada do mesmo nome. desappareccu desde 10
;ca para leccin ir arllimctica nesla cidade, A I dlldgd, HIJO Qi L., do prximo passado urna vacca caslanha com um
lem resolvido juntar, como complemento do seu nil-il cnilT irt nir"i n< rioo-nninc ('llfre esburgado, muto magra e muilo mansa,
curso pratico de escriturac5o por partidas do- ^ Hr"**#' \ uum un utnuciur> -^ ^{.zuo nos ltimos dias de sua barriga, que
braja
na |v3rle
s, o ensino de oontalnlidade. especialmente dd extinctd firma C l'SPPPa QIC- i '"'i1'- suppoe-se estar parida : quem a liver em
irte relativa a redueco de riloedas ao cal-1 _. % | sou poder, ou della colher noticia, dirija-se ao
culo de descontse juros* simples e compostos, recei" a mCSIlia COIliailCa de
conhecimenlo inlispensavcl as pessoas que de- ; ntwAxra
sejam empregar-se no commercio ou que j sel que ^0dd.
acbam nellc eslabeleuidas. A aula ser aberta
no dia 15 de jaueiro prximo Tuluro s 7 horas,
da noii ; e as pessoas que desejarem malricu- de 1800.
lar-sc pedero deixarscus nomesem casa do an-
nunciaule at o mencionado dia.
Le i te.
Precisa-sc de una ama que lenlia muilo bom
lcile, forra eu escrava, nada importa, conlanlo
que seja de boa conducta, paga-se e lrala-se bem:
na rua da Imperalriz u. 2i (Aterro da Boa-Vista;
o annuncic.
Lina pessoa que desoja mu.lar-se e nao lendo
adiado casa, nao tem duvida em Uocar o pri-
meiro andar do sobrado em que mora com nutra
pessoa que esteja nas mesmas circumstancias,
anda mesmo que a troca seja por urna casa ter-
Ifernambueo J- de Janeiro
Anfonio de Aranaga.
Enrique de Aranaga.
Gluilherme J. Kreisber.
Joan Anglada Hijo.
= Precisa-e de um caixeiro de 16 e 18 an-
nos, que Icuh* pratica de taberna : na rua da
Florentina n. JO.
Joaquim Lopes Pereira Guimaies, juiz
actual da iimandad.: de Nossa Senhora do Livra-
meiitoL pelo presente congralula-se com todos
rea : a tratar "na rua Velha'da' Boa-Visla n. 77, iirmaos e irmafis da mesma ii mandado pela nova
primeiro andar. organisaco que pretende dar, aos negocios da
No dia 18 de de2cmbro do anno passado; mesma irmandade em harmona com a mesa
fugio do abaixo nssignado um escravo crioulo de actual, pelo que espera reslabelecer o imperio da
Marcelino, oam os seguinles signaes : alio, corpo I ordem e reabiltlar o que so ba perdido, una vez
regular, costuras no pescoco : quem o pegarle- que lodos o codjuvem, por Uni declara que a
ve-c rua do oito da Penha, ou Assumpcao so- n>esma irmandade vai dar principio ao acaba-
llado de dous andares, que ser recompensado.' ment das catakmmoas, quo se achara feta* no
Francisco Jos Duarle Camaxo. cemilerio publ codas quacs os irmaos eslavara
Aluga-se
referido silio, que ser generosamente recom-
pensado.
abaixo assignado faz scente ao respeita-
vol corpo do commercio, que dissolveu amiga-
vclmenle a suciedade que tinha com se-i irmo
Jos Mamcde l'erreira Riboiro em meu eslabele-
cimento de padara, no dia M de de/.embro de
185'J, cuja firma gyrava na razio de Joo l.uiz
Ferreira Ribeiro & Irmao, licando a meu cargo
todo o activo e passivo da extacla firma.
fe 8 de Janeiro de 18fi0.
Joo Lu: Ferreira Ribeiro.
HOSPITAL
PORTUGEZ DE BENEFICENCIA
EM
Pernambuco.
Dc ordem do Illm. Sr. provedor do Hospital
Porluguez de Beneficencia, convido a todos os
senhores socios do mesmo a reunirem-sc era as
sembla geral para a scsso que deve ler lugar
as 9 horas da manha do dia 15 do corrcnle, afim
de Iratar-se de quo dspc o 1. do art. 17 dos
estatuios. Recite 11 dc Janeiro de 1860.
il-inoel Ribeiro Bastos,
." secretario.
Procisa-sc fallar com c Sr. Ignacio de Sou-
= Perdeu-sc na noile de 7 do corrale, dc 6
para 8 horas da noile, una carleira de algibeira
dc capa de conro, a qual tem o noine do dono, e
levava carines do visita e oulros papis : quem a
acbuu, leudo consciencia o querendo restituir,
dilija-so a rua da Cruz n. 40, primeiro andar,
que se gratificar.
ao abaixo assignado, os quaes achando-se em
scu poder al que fossem criados, acorileccu que,
leudo o misino abaixo assigado os mandado bus-
car no da 27 de noveinbro do anuo passado, do
poder do dito Monte, por j lerem mais de In S
mezc
do-s
cad
tara -, dizendo elle lerem sido roubados os mes-
mos tilhos. Admira, Sr. Monte, ciuc se dss
sem ninguein ver, em una rua to publica como
a do Aterro, buje da Imperalriz. < furt das
500 rs. oco> ui'.
Campos v\ Lima,
. eom qualro palnn -
rs. u co' ad. : ua i ..: .
5> :';l!l
Vcndeni-se 12 cadeiras, 1 >oi.i, -
de pedra, t
','.:. e de :ll'lil
Madre de Ueos n. "ti.
tzes, esto os deixra dc remetlcr, disculpan- Pi|<|Att||iin |\A Ii?Airtk.' El*
-se que. leudo a cadella sabido a rua no indi- f tl/A HU^ j?0 \h "l tf> i ll
do dia 27, acompanhada dos seus Itlhos, vol- E i
raissHBos,
E. L. de Ploeg,
na rua da Imperalrizn. -17, primeiro andar, ven-
de joias do mais apurado gosto, ludo de ouro de
ci, por precos commodos, das 10 al 4 horas.
Quemllver um silio com bstanles arvores
de fructas e lenba lugar para planlar-se capim,
O queira arnnda-lo por anuo, quem d bom
,cj" iralainento, dirija-se a rua do Pilar no 1. andar
do sobrado n. 137.
O Pr.y.ii a rende em -
mado n. ~, as seguinles azendas
Li neos .i" cambraia lisa muile fina, du-
ralbo de Yasconcellox Albuqverque ifaranhao, ... ''., ,
-Thoraazde Paria, sacca sobre Portugal : '*' "^T1,,!-
na rua do Trapiche n. 10, cscriptorio. ^^Jg 'k' ,":"- C" dwcn"
cadeilinhas lie a por sua conta, Sr. Moni-!, pude
ser que se descubra quem os furlou por dinhei-
ro. Uecife 2 de Janeiro de \8&0.IIypolito Car-
I
puinicouasq
privados do ust| dellas e para que lenh* o devido
impulso, espera que todos os irmaos e irraas
concorram com seus coiitingcnles na forma j zo Lco : na rua Dreta n. 04.
Precsase alugar urna escrava para todo o ser- decretada, bem como lembra aos irmaos que ul-j Precsa-se alugar um silio que lenba soll'ri-
\ ico de urna casa de muilo pouca familia, paga- timamenle entr'araiii por 4$ eslo na obrigico | ve] casa dc morada, na PasstfgcnL Torre, Ponte
se'bera : narva estrella o Rosario n- 31, pri-1de concorrerei/i para as calacumbasquejido quei-'de L'ehoa, Soledade ; a tratar ua praca d.i Boa-
neiio andar. 'rara tordireity bollas. Vi*ta d. 22.
Attenco.
A lypograpbia da rua do Imperador, deronle
de S. Francisco, acaba de receber um riquissimo
apparclho pora obras de luxo. assira como coroas
modernissimas desde o mnimo al. o maior la-
manho, do Brasil, Portugal, Franca, Inglaterra,
Saxonia, etc., c por conseguate acha-se habili-
tada para desempenhar qualquer obra para os
consulados e oulras reparlisoes, e imprime dou-
rado, prateado, e de differenles cores.
= O Sr. Anlonio Americo Lrzedo Jnior lem
urna caria viuda do Ro de Janeiro, na rua da
Cadeia do Recife, armazem n. 2.
Offerece-se um moco porluguez, chegado
ha poucos dias da Iba, o qual falla o inglezcom
perfeico, para caixeiro de alguma casa commer-
cial, o qual (em alguma pratica tanto do mar
como de trra : a pessoa que precisar, annuncie
por esto Diario, ou dirija-se a rua dos Pescado-
res ns 1 e 2.
Parabeiis.
S.ica-so para o Porto e Lisboa no Chitas francesas dc lind. ;
\ c ii x' ce- vado a 2'JO e
escriptonoihCarvulho Nogueira iU. cll.,,os do merino Usos
rua do Vigario n. 9, primeiro andar.; retro/, um
I Hilos dc dilo bordados dc vell id
Ditos de dita eom palmas I. si la, um
Alpaca de seda de quadros, eovado
_ Mcias muilo finas pera senhora,
Aos Boavislanos, pela au-encia dc ?eu paro- i Ditas ditas para dita, duzia
cho por estes dous mezes ; que Ueos o conserve I fitas ditas para dita, duzia
por muilos annos na cidade do Goianna
Vigilante.
Precisa-SC de una criada para cozinba : a
tratar na rua da .Madre dc Heos n. 20, armazem
de Vicente Ferreira da Costa.
Precisa-se de una ama que saiba cozinhar
c fa/.cr todo o Service de casa ; na rua do Cal-
deireiro, Liberna n. 60.
D-so um silio para lavrador cora boa casa
de vivenda, estribara, rua para esclavos, muilo
perto do engenho. c bom partido no engenho no-
vo do Goil, freguezia da Luz, distante 6 leguas
do Recife : quem pretender, procure no mesmo
engenho o propricurio Joaquim do Reg Barros
Pessoa.
Aluga-se nina mulata para sei vi-
co de casa : na rua do Crespo n. 16.
O Sr. Antonio da Silva Bastos Pi
mentel cjueira drigir-sc a loja da rua
do Crespn. 16.
:

I
i

U .-1 nsemiras de quadriuho ci
Ditas ditas escuras cora d jas largaras,
cavado
Cortes dedila muilo fina
Ditos de dilapreta brdala
Brira branco de linbo lino, vara
Dito dito dilo, vara
Dilo dilo dilo, vara
Hilo dito dilo, vara
e oulras umitas faz- :i j.:> que se vcudcrae i
lade do comprador.

Alene.
O PREGBICA participa aos seis ir, g
cvmprou ltimamente tira bello lertimci
chaliy e merino de differenles cores, nuil
prio para senhora e louplnbaa de meninos, cha-
lea de la muilo finos a 2>r>00 cada um, a que
est vendendo pelo baralissimo preco de
400 rs. o eovado ; en: ;-ja luja na roi i > v
mado n. 2.


W
DIARIO DE PERNAMBUCO SEXTA FEIRA 13 DE SCIRO DE 860
Botica.
Rua da Sensata iNova 11. 42
Souza, ra larga
seguales medic-
Barlholomeu Francisco de
do Rosario n. 36, vende os
mentos :
Roli L'AlTccteur.
Plalas contra sczes.
Ditas vegetacs.
Salsaparrilha Biislol.
Dita Sands.
Vermfugo inglez.
Xarope do Bosque. '
Pilulas americanas (contra febres).
Ungento Ilolloway.
rilula3do dito.
Ellixir anti-asraathico.
Vidrosde boca larga com rolbas, de 2 ticas a
12 libras
Assiru como lera um grande sortimeofo de pa-
pel para forro de sala, o qual vende a mdico
prec.0.
Ha rua Nova n.18, primeiro andar, vende-i
so por 70-2 urna carleira homeopalhica com2i2i
tubos de medicamentos em diffeientes dinamisa-|
CVs e preparados no laboratorio de Wdber, em
Pari.
Superior ao melhor
presunto de fiambre.
Linjuasde vacca era salmoma rindas
de Londres, vendem-se nicamente no
armazem de Luiz Annes deiroute
porta da alfundefa.
45Rua Direita45
Para hoincns.
Rorzoguins arisiocratiros (lustre) 9>000
Borzeguins /ouavos, obra fortissima (be-
zerro) 8S000
Borzeguins cidados (bezerro o lustro) 8$000
Borzeguins econmicos C$000
Sapatoes batedores 99OOO
Para senhoras.
Borzeguins para senhora [primeiraclasse] 5J000
Ditos [segunda elasse) 4&6U0
Ditos para meninas (primeira elasse) 4j>O0O
Vende se, pennuta-se, 011 arrenda-se o si-
tio da Iravossa dos Remedios, na freguozia dos
Afogados, n, 21 : quem pretender urna dastas
deelaraedea entenda-se com o reo praprielario
Caetano Pinto de Veras, na repartalo a alfao-
dega, para tratar do seu ajuste.
Vendcm-sc fogoes di- ferro econmicos, di-
ilc, para casas de familia, contundo 4 forna- '
ii -. c [orno para co/.nha com lenaa 011 carvao,'
ptima iiircnco pula economa de gastar um
terco de lcnba 011 carro dos amigos, o de cozi-1
nhar com mais presteza, teni a dill'crcnr.i de se-
ren amov res, oceuparem pequeo spaco ria
casa, c de fcil couduceao: vendom-so por'prc-
"i"- muilo mdicos, na fund \iu de Pranrisco A.
iso [Hesquta] rua do Brum, e as lojas de
fenagens de Carioso, junto a Conceicao da pon-
te do Recito, e rua do Ouimado n. 30.
Vendcm-sc dilTcrenlcs caixilhos que podem
sen ir para diversas obras, uns com cidros c ou-
Iros s, ni elles, por preco commodo : defronle de
S. Francisco.
Na loja doscr(ancjo,rua
do Queimado n. 43 A.
Recebera ni em direilura de Franca, de encom-
ia, os mclhores Chapeos de castor rapadoss
si ndo brancos e pretos, e as formas as mais mo-
leta rindo ao mercado, e por me-
ic i'i outra qualquer parte, assiru como
m lem um grande sortimento de e:ifeile,
de fdrlho pretos e de cores pelo diminuto pre-
i de i cada um, assim como tem chapeos de
de panno a 120 cada um em perteito esta-
do, aberturas brancas niuito linas a 320, ditas de
o de linhoa 1$ urna, cambraia greta Gna
a UGO o corado, e a vara a560,e a 6l), gangas
de cora 540, brim branco de linho a 1jj200 a va-
i i, collctes de velludo de fnrla-corcsprclos a
7400, ditos pelos a 8 e a 9$, calcas de cse-
lo cf .i 7, 8 o llg, ditos pretos a 7, 9 e
l, t olleles de gorgurao al, 5 c 6$, saceos pa-
ra riagem de diversos tamanho3, eias cruas, por
orcao, a ljU, ditas a IgCOO c2ja
duzia, finas a 3 e 45, chapeos enfeitados para
meninos e menii s e senhoras por qualquer pre-
co, e ludo o mais aqu se encontrar o preco,
> uio se dcixa de vemnder.
Vende-se em casa de S. P. Jonhston & C. va-
quetas de lustre para corros, sellins c silhocs n-
glezes, canccciros e icaslieaes bronzeados, lo-
nas inglezas, do de vela, chicote para carros, e
montara, arreios paral carro de um e dous cval-
os, e relogios d'ouro patente ioalezes.
fcJiftjiilC&iliJJ t Bita a 1J> &2 JiOOS
OSSEUXl

IMOSELLE !
5? I
1 WMiiOT&(G9
I em garrafas je metas gar-
i rafas.
i c i. i
Astley&C.
Seguro coaira Fogo
9
8
fc!
g
v
ariiiii
uuk
LONDRES
AGENTES
3 C ,T. Astley & Companhia.
Meias de seda de peso
para senhora, brancas c pretas, e para meninas,
brancas 0 ciscadas : vende-so na loja de l.eite
A Irmo na rua da Cade.ia do Recife n. 48.
': oj>rs> cas:*
j| Vende-se
Folln de cobre e Metal
amarello. i
Estauho em barra e Pre-
gos de cobre. I
Al va indo eVerniz copal.
Folhade F landres.
PaHuiilia para marci- {
neiro. i
Yiuhos litios de Champa-
nic e Moselle.
Lonas da Russia e Brim
de vela : no armazein
deC. J.Asiley&C.
Chapeos de castor pretos
e brancos
Na rua do Queimado n. 37, vendem-se os mc-
lhores chapes do castor.
I
9
3

i
Aviso.
u
rs. a peca
r' ido de um dedo minimode largura
10 \\t raras, bandos de crina para senhora
bonsa 400 rs. o par, pulseras do contas
ora ou meninas muilo lindas a 1G0 rs.
na loja de miudezas do aterro da
Ci a-Vista n. t2, quasi cotifionle a matriz.
Saunders Brothers & C. lem pira vender em
bou armazem, na praea do Corpo Sanio n. 11,
alguns pianos do utimo gosto, recenlimenle
Jos, do; l.em conhecidos e acreditados fa-
bricantes .1. liioadwood &Sons de Londres, e
mutto pro;>rios para este clima.
Vende-so um carro de 4 rodas, bem cons-
truido e forte, com assenlo para 4 pessoas de
dentro, c um assenlo para bolcoiro c criado fra,
forrado de panno fino, c ludo bem arranjado :
l ara fallar, com o Sr. Poiriei no aterro da ISoa-
\ isla, e no escriplorio de James Crabtrec & C. n.
i', oa da Ctui.
Rua do Queimado
loja de i portas n. 10.
Anda ream slgumas fez-ndas para conclu-
ir a ]iui.lfic;io da lrma de Lcite & Crrela, as
quaesso venden) por deminulo prono, fendo en-
tre outras as segHioles :
Macos de meiiscruas para horaem a 1*000
Ditos de dias de cores 2JJ000
Dilo3 da ditas cruas muilo superiores 4&000
Diios Je ditos para sanhora 3000
Diiosde ditas muitofinas 435000
Cortes de c.lga de mea c.isemira 29000
Diiosde ditas decasemira de cores .r>8000
Jilos de Jilas Jo casemira preta a 5 e 69009
IJ;;'ii naneado branco de linho fino
vara 1000
Corles Je coli:le de gorgurao de seJa 29000
Pao prelo fino, prova de limao 3 e 49000
Gwalas de seda preta e de cores 19000
lineados fraticczes, largos, cores fixes
eova-lo 2C0
Coilas francezas largas finas covado 240
Dilas e-lrtitas 160
Riscados de csea de cores lindos padroes e
superior quaJade covado 280
iaa do cors covado 240
Pessas decassa branca bordaJa com 8 va-
ras por 29000
Tiras bordadas 2u0
Cambraias lisas muito finas peca 4*000
En iinas do cores para vestidos covodo 240
Challes de laa bordados de seda um 2*000
Grodenaple preto, largo covado 1*800 e 2*000
Seda, o sarja lavrada 19800 e 2*000
\'!: os brancos bordados para baptsndo 59000
Veos bordados para chapeo 29000
Enlre meios bordados 19600
^iialhado adamascado largo vara 1*280
Lencos de chita escuros um 100
(iangas de co*es para palitos covado 200
Vcndem-so 350 libras aterlioM cm ouro a
10& cada urna : no escriplorio de Manoel Ignacio
de Olvcira & Filho, defronle do Corpo Santo, no
Recife.
Bom negocio.
Vendc-sc, com poucos fundos, a taberna do
palco do Terco n. 12 : a tratar na mesmn,
No armazem de Adamson, Ilowie & C. rua
do Trapiche n. 42, vende-se selns para horaem
e penhora, arreios prateados para eabriolet, chi-
cles para carro, coleras para cavallo ele.
Na loja da estrella,
Rua do Queimado n. 7.
Este estabelecimento contina a oslar sorlido
le lazendas de todas as qualidades como seiam :
Ricos corles de vestidos de seda de 3 \o-
lhoso2 saias, c .Vquile
Paletots de panno
Hilos (!.' dito muito fino
Ditos do casemira de cOr
Ditos de alpaca pretos muito linos e
mais abaixo
Ditos de ganga o de brins
Calcas de casemiras pretas e de cores
Ditas de hiim brinco e de cures
Collctes de velludo prelo e de cores.
Ditos de gorgurao muito finos
Ditos do fuslao
Camisas franoezas de toJas as qualiJados
Capara liomem
misas francezns bordadas para senhora
Loques da melhor qualidade e do ultimo
gosto
Maulas e graratas de seda de todas as qua-
lidadi -
Chapeos Je sol de seda nglezes
Ditos decastor para caneca muito finos
luios pretos os uieliiores que tem viudo
ao mercado
Taimas pretas do ultimo gosto
Casemiras de cores para palelot
Corles de casemiras ingiezas
Ditos de ditas trane.vas
Ditos de dilas muito tinas
Chapeos Amazona.iiara senhoras je me-
nina
*
203000
405000
258000

*
*

i
i
s
s
t
1
2gi00
ngooo
c.000
Queimado n. 40.
Grande e variado sortimento
DK
Fazcndas francezas erou-
pasfeitas recebidasera di-
reitura pelo ultimonavio.
Do-sc as amostras com penhor.
Ricos cortes de vestido de seda de cores
de 2 saias............................ *
Ditos de ditos de seda prelos bordados a
velludo...............................
Ditos de ditos de seda de gaze phanlasia
Ricasromeiras defil e de seda bordadas
Taimas de grosdenaples bordadas......
Chales de touquim branco boidadosa
30e.................80JOOO
Grosdenaple de cores de quadrinhos co-
vado ................................. 1S200
Dito de dito liso covado................ 1*800
Seda branca lavrada covado IgCOO a___ 2*600
Grosdenaple preto lavrade covado...... 2*000
Dito dito liso encorpado a lgflOOe___ 2g500
Dito dito cora 3 palmos de largura a
1S6O o..............................
Sarja de cores larga com 4 palmos de
largura covado a......................
Gaze de sedada China de floreselistras
covado a ............................
Follar de seda de Ultras gosto novo co-
va ao................................
Setim de escocia e diana de seda covado
Chaly de flores novos desenhos covado
Darcjcdc sedado y ai ius qualidades ca-
vado.................................
Meio velludo de cores covado..........
Velbulinade todas as cores............
Setim de todas as cores liso covado ...
Bnlhanlna branca muilo lina a.....~~.
Chitas francezas claras e escuras a 260 e
Casemira preta fina aig400e..........
Panno prelo e de cor fino provade li-
mo i 3$500a........................
Corles de casemira de cora5ge........
Cassas organdys de novos desenhos a
vara..................................
Ditas francezas muito finas a............
Manguitos de cambraia transparente bor-
dados muilo ricos....................
Golinhas de cambraia bordadas de ponta
Ditas de dito bordadas a 600 a..........
liras e entremeiosdecambraiabordados
Ricas manas prelas de linho para se-
nhora .......................,........
Ditas dilas de blond brancas e pretas..
Chales de soda de cores, pretos e roxos..
Diiosde merino bordados com franja de
seda.............................;___
Ditos de dilodilo de a!!'.'..'..'.'.'..'.'.'..'..'.
Ditos de dito liso dito de seda..........
Dito de dilo dilo de la..................
Dito de dilo eslampados fino lista de
seda..................................
Lencos de cambraia de liuho bordados
finos....................
Ditos de aluodo de labyrinthoS'e".'.'
Capcllas brancas para noiva............
Enfeiles de vidnlho preto e de cores___
Aberturas para camisa de esguiao de
linho........................
Dilas de dito de algodao brancas" d
cores.............................
Saias balao modernas.............'....'.
Chapeos francezes forma moderna......
Grav.itqs de seda depona bordadas a
velludo ..............................
Camisas frauc.ezas de cor e brancas
linas a I.580O c........................
Ditas dilas de fuslao branco c de cor___
Dilas ditas de esguio muito finas mo-
dernas ................................
Seroulasde brim de algodao c de linho
Galeas de casemira prelaselira 9$ e....
Dilas de ditas de cores 8$ e............
'. Dila de meia casemira .................
Dijas de brim fino e varias qualidades
33e Collctes de velludo, gorgurao,
casemira c setim....................
Casacas de panno preto muito fino 30 e
. Sobrecasaeos e paletots de panno preto
fino 243 e............................
Paletots do casemira mcsclada golla de
velludo..............................
! Ditos de alpaca preta muilo finos.....'.
Dilos do merino setim pretos e do cores
! Diiosde meia casemira..................
Ditos de alpaca pretos e de cor forrados
| Ditos de brim tira neo e pardo finos......
i Ditos de brim de quadrinhos finos
! 3*500 c..............................
! Dito de alpaca prelo e de cores..........
Relogios de ouro paten........tes......
23500
1*500
1*000
1*000
1*000
000
500
1*500
700
800
500
320
2$500
TgOOO
7*000
IgOOO
500
*
*
1S500
9
*
8
S
7*500
7*oao
6*000
4*500
8*000
l
1*000
s
*
8
8
6*000
8*500
S
$500
2*500
*
11$000
105000
4$5000
5*000
403000
35*000
18*000
10*00
93OOO
7*000
6*500
6*000
53000
Predios para vender.
Vendem-se dous sobrados de dous andares,
sendo uni( na rua eslreita do Rosario 11. 8, cora
cozinha fra, quintal e cacimba ; outro na rua
do Senhor Bom Jess das Crioulas n. 19, com
fundo para a travessa dos Quarleis : os preten
denles podem ir examina-1 >s, e para o seu ajus-
te, deveni dirigir-se a rua da Cadeia, loja n. 6.
Gobertas de cliila a 2$.
Rua do Queimado n. 19.
Vendem-secobertas de chita a 2*, cortes de ris-
cado fraacez a $500, lencos de cambraia para
algibeira a 2$ a duzia.
28000 e 28500.a peca.
Algodao trancado americano branco, proprio
para toalhas e roupa do escravos, com um pe-
queo toque de agua doce : no armazem de fa-
zendas da rua do Queimado n. 19.
Cheguem ao barato.
O Leite & Irmao connuam a torrar na rua
da Cadeia do Recife n. 48, pecas de cambraia li-
sa com 10 jardas a 1*500 e 5<, lencos de cam-
braia de linho a 3? a duzia, cambraias muilo fi-
nas c de linios padroes a 610 a vara, meias fi-
nas para senhora a 3*800 a duzia, ditas cruas In-
glesas para horaem e meninos, chales de meri-
no lisos a 43500, e bordados a 6*, paletots de
alpaca preta e do cores a 5*, corontas de linho
e algodao, camisas iuglezas muito superiores a
60*a duzia, organdys do lindos desenhos
YUttNUliY
FUNDIDO L0W-5I0W,
Rua da Senzala Nova n. Al.
A prazo ou acli-
nheiro.
Vende-se a cocheira da rua da Cadeia di
lo Antonio n. 7, lendo 5 carros c 1 rico coup>'.-
sera uso algum : quem pretender, dirija-si i
mesma.que achara com quem Iralai
= Vendc-sc 110 armazem do Jos Antonio HV
Nesle estabelecimento continua a haver um
comapleto sortimento de moendas e meias moen-
das para euSenho, machinas de vapor o taixas
, de ferro baliioe coado, de lodos o's lanianhos ^SXZ^SV&'Sii
P*- : Mercurio doce.
Corles de veslidosius.OT*.
Cera de Lisboa em velas.
Graxa inglesa era boies
Lazarinas e clavinotes.
,- n 1 n. 1 t Chumbo cm lenco!.
I\a rua do Quoimatlo n. 3/ loja de \ Dito de munirao.
portas acaba de rereber pelo "ultimo ;,,rrns^e Wpara engommar
1 i ., i rregos de ferro de tudas as qualidai.
1UHI0 MIKIO lio HaVI*" um Completo sor- Ditos franceses sonidos.
tmenlo de vestidos de seda de 2 saias,
2 babadosc de avenlal,os ifaaesse > cn-
dem por preco commodo.
de seda
sssemma

Chapelinas de seda c do
velludo para senhora.
Ricas chapelinas de seda e de vellu-
do para senhora: na rua do Qoeiraado
n. o7, loja de 4 portas.
Golas e manguitos.
Ricas golas c manguitos de
covado, toalhas para mesa a 3 e 4?), cortes de
calca de brim de linho a 2, ditas de meia case-
mira a 2^240, vestuarios bordados para meni-
nos, e outras militas fazendas que se vende por |
barato preco.
Em casa de N. O. Bieber
k C. rua da Cruz n. 4, vende-se ;
Champagne do superior qualidade de marca acre-
ditada na corte. C
Tinta branca superior em oleo, latas de 25 li- | |n.
bras, por commodo preco caixas de 4 latas.
Verniz e verniz copal.
Algodo7inho da fabrica Todos os Sanios da Ra-
bia.
Brilhanles de diversos tamanhose de primeira
qualidade
H
...v,^ golas c manguitos de cam-n
, braia : na rua da Queimado n. 37, loj.i
l100 a vara corles de csssa chila a 33. chita Ja A mu-i-\<
franceza a 240, 280, 300 e 400 rs. o cova lo, peas aC P01 ldS"
de madapolao com 30 varas a 4$800, 5 6.7c8g. chilas inglezas de cores (xas a 200 rs o MrllllClClCS
Ricos manteletes de grosdenaple ri-
camente bordados: na rua do Qucima-
GRAXDE E VARIADO SOBTIBEMO
DE
Fazcndas inglezas c francezas e
roupas fcilas
recebidasem direilura
NO
Armazem e loja
Ges & Baslos
do D. 37, loja de \ portas.
m \ niA i)OQi;i-:iH.\no n. -46, puente da5
LOJA AMAIU.I.I.A E ROTULAS BRANCAS
,., LUJA AJ.AUI.I.I.A K ROTULAS BRANCAS g
i m completo e rico sortimento des
as de panno pretos e de cores a 28$, 30| -
sorlimenlo de cha-
peos
Camisas francezas
Ricas camisas francezas tanto de
peio de linho como de algodao e de fus-
i lao: na rua do Queimado n. 37, loja de
\ portas.
Bonets para enanca
Ricos boiicts de marroquim para
jerianca: na rua do Queimado a 37, lo-
ja de 4 portas.
Fazcndas
o-, ditos brancos a 53, ditos de ese
g ullimo gosto cor de laranja a b$,
casaros de alpaca muilo ino a 7j> o
w sobrecasaca de panno Bnoprclo para 1
nios a 159, 18 e 20, ditos de casi 1
de cor a 8a e 10, cairas deca
res e pretas a 83, 9, 10, lia e M
,> calcas debnm de cor a 3*500, -i? e ".-, :
. -h lili.1 /1a Km ka*MAA i*. _/*_ p*j >i -.
baratas.
Chapeosdc castor prelos de superior qualida-
de a 105, ditos francezes de seda a 7$, ditos de
castor brancos a 14$. ditos de velludo a 8 e 9,
ditos da lontra de todas as cores muilo finos, di-
tos de. palha nglezes de copa alta c baixa a 3 e
53, dilos de fel tro, um sorlimenlo completo, de
2J500 a 03500, ditos do Chile do3$500, 5, 0, 8,
9, 10 e 12$, ditos de seda para senhora, dos mais 1 iuuos a iag e
medernos, a 12, chapelinas com \.:os do ulti- '. Chapeos de seda enfeitados para meni-
rao gosto a 153, enfeites Qnissimos para cabeca as a 8> e
c
Chapelinas e chapeos de seda e palha
para senhora, bonitos e bem enfei-
tados a 159 e
a 4$.">00 e 5$, chapeos de palha escura, massa'e Capellas e enfeiles de flores e fioco para
i as meninas de escola, caneca de meninas a 2JO0O, e ara se-
seda, muilo proprios para _.
sendo os seus precos muito em conla, ditos para nlior a 03 e
baptisado de meninos e passeios dos mesraos, Enfeiles de vidrilho para cabera a '.',-: I
leudo diversas qualiaades para escolher, bonets I Chapeos pretos francezes, linos, para
de CaljO- dildS lio m.-irrinuim Hlloc Hn i-Ml,. knman, .. U.1
horaem a 8JJ o
Dilos brancos de castor, modernos
Ditos de casemira de cores para huracm
Ditos de fel tro linos a 4?, 5o
Ditos de dilo finissimos, Ota Isrga
Diiosde seda de cores delicadas
Ditos de castor tambera copa baila c
linos

*&
^
apeos de seda para
de galio, dilos de marroquim, ditos de vellu-
do, ditos enfeitados, chapeos de boa qualidade
para pagem, chapeos de sol de seda para me-
ninos de escola, c raesmo para senhora e para ho-
mens ; finalmente outros muilosobjectos que se-
ria enfadonho mencionar, e tudo se ven de mui-
to em conta ; e ossenhores freguezes vista da
fazenda ftearo convencidos da verdade : na bem 1 unos
conhecida loja de chapeos da rua Direita n. 61, i Ronets de panno fino, francezes para
de Benlo de Barros li'eij. meninos a 2 c
I Camisas braucas e com pellos de cote*
a IgSOOe
1 Ditas ditas com peilo de fuslao, finas.
a 29800 o
D'ias com peilo de linho a 3$500, i~ c
Calcas de brim de cores e brancas ,
Francisco Antonio Corrcia Cm^ g^iSff.felt^JJJ-**"
teni um grande sortimento de l,i,os ^egorguraode coresa 5,
innUn t^e o i-i i Dilos de velludo de cores a 12r? r
tachas de ferro fundido, assiinlpaieints de bnm decores o brancos
de 39 a
Ditos de alpaca preta e de cores a 5$ c
Dilos de panno c casemira pretos e de
cores a 20. 22, 24 c
Sobrccasacos de panno prelo superior
Vestuarios de fuslao, inui lindos, para
mi nios
dilas de brim branco lino a 6; e 7; colli '
g les de gorgurao do seda c de casera ea
res e preto a 5, Go e 7-;, ditos de fu- i
-% do a 109 e 12, camisas inglezas laoton
liomi lis como para meninos de lodos
,v lamanhos, seroulas de toda-- ;>s qu
.. hapos de sol de alpaca a 5, mani.U
P pelos de muilo bou. gosto a 30$ e 409,
saveques de fuslao bordados compridos .i H
2<)g, chapeos Je castor a Napoh 089, i
\ manguilosdv punhos bordados a 39500
;c J. ditos cora gollinhaa a 59 e 6l, gi llinhas '
g de Daspasso bordado e transparente
; calcas de meia casemira padroes moden
;, a 5$, coielles de fuslao de cor e de bi
... [.raneo a 3 eSfioOOe eulras mulla* f.i- g
n nnn 'i ze"tJ'ls e roupas fcitas que seriopati
-?000 I presenca do fregus
seoqo 5^000.
4900| Chapeos de palha escura, copa alia para b
mera, pelo diminuto prero de 5?C00 Da
1C-000
9?0C0
i [$000
49000
69000
79OOO
89OOO
Adriano Castro, rua do' Crespo n.lC.
Taclias para engenho
Fundico de ferro c bronze
DF
Campos & Lima tem para \euder
chapeosdc seda para senhora a 10-} cada
um : na roa do Crespo 11.12
como se faz c concerta-se fjual-
quer obra tanto de ferro fun-
dido como batido.
SYSTEM.. MEDICO DE IIOI.LOWAY.
ni.UI.AS HOLLWOYA.
Este inestiniave especifico, composto inteira-
mente de tierras medicinaos, nao conlm mercu-
rio, nem alguma outra substancia delecteria. Be-
nigno mais lenra infancia, c a compleico mais Saias a balao de boa quali la !
SjOOO
I
a G-sOOO
12$000
5000
68 100
li000
72000
1290001
segooo
,; 00
Vendem-se fazandas por barato
preco e algumas por menos .
valor para acabar,era peca e 1 reic-
Iho: na rua do Queimado loja de
I orlas n. 10.
-w-
Atlenoao.
Vendem-se reas de carnauba refinada d
los os lamanhos, ditas de carnauba pura
bem de todos os lamanhos, mais baratas d
em outra qualquer pan,- ero consecuencia de 1
mnila porco, c veudc-se a por^a juc,
ia ; tambem se loma (una de qualquer ei
n 1 la com presteza, isto fazi 1.11 muilo
or : na bem conhecida fabrica da rua I'
casa ii. 50.
Cenes de tartaruga modernos a 10, 10 e 25U0l

beques entrefinos e bonitos a 3. 5 n
Dilos de madreperola 1C, 20, 25 e
llamos de flores linas a 1:, 2> e
Liquilac-o.
I *5s ws,^ *.^:fcv^;ss-?.;-5i9^si59^SSC3g
Vende-se um sitio cora 200 palmos de fren-
?Hu .1.. r_____1^ ... .*
teeSOOde fundo, 110 lugar da forre, margem
1 delicada igualmente prmpto e seguro paro
desarraigar o mal na compleico mais robusta ;
inteiramente innocente om suas operacoes o ef-
feitos; pois busca e remore as doengas 'de qual-
quer especie egro por mais antigs e teuazes
que sejam.
Entre milhares de pessoas curadas rom este
a o r
S?o0
3 i-xKK)
.l-iini)
;000
3000O
120.-000
r-(.uo
O dono da loja de miudezas da rua do Crespo
u. 5, desejando acabar cora a maiar parte das
miudezas, est resolvido a vende las pelos pre-
;os al aixo mencionados: caixas de agiilhas fran-
cezas a 240 rs., penles de balea para alisar a 240
rs,, ditos de travessa (borracha! para menina a
Silo rs., cssencia de rosa a 500 rs., latas cora
banha franceza a 800 rs., ricos peutes de tai taru-
ga virados a lO.OOu rs., thosouras linas para
uiihas a 400 rs. linha de 200 jardas carretel a 60
rs barretes pretos de seda para meninos a 1,200
rs., pulseras de differontes qualidades a 500 o
1,000 re., legues linos a 2,500 e 500 rs., pisto-
las para meninos a 200 rs., rosarios de contas
de leite a 1,800 rs., carleiras com agulhas fran-
cezas a 200 rs., ritas loucas de fil o do cambraia
bordadas a 2,000 rs sapatos de merino bordados
para baplisados a 1,000 is., facas finas de cabo
de balanco a 5,000 rs., loucadores de Jacaranda
grandes a 1,000 rs., tesouras finas para costuras
a lf.'Jrs., bandejas finas a 1 000 e 2,000, cartas
portuguezas a 200 rs. o baralho, dilas francezas
linas a 320 rs., luvasde seda com bico a 500 e
l.OOn rs., diiosde trocal para senhora e menina
a 800 rs, o par, manguitos tinos para senhora a
2,000 rs. o par, phosphoros de sola proprios para
charutos a 80 rs., ligas para senhora a 210 rs. o
par, cartes rom clcheles a 60 rs., ditos de 2
carreiras a 80 rs., ricas pulseras pretas a 1,200
rs., oculos Je aro de ac a 100 rs. o par, oculos
de cangalha a duzia a 4*00 rs., caixas de linha de
marca a 1,200 rs., obreias para os nimorados a
200 rs. a caixa, grampas o maco 40 rs., tranca
de caracol o maco a 720 rs., dita de linho a 1,000
rs.. aljofre perola fio 320 rs.. enliadores para
esparlilhas a 80 rs., ditos de seda preta a 80 rs.,
groza de pennas linas a 500 rs., alamares para
capole a 1,000 rs. a duzia, boloes de 10115a para
camisa, groza 140 rs., boloes de cornolina para
casaveque a l,0)0 rs. a duzia, botos finos para
puiiho a 1,000 rs., ditos prelos a 500 rs., fio
para sapateiro a libra a 320 rs. laa de cores li-
bra a 6,000 rs., froco fino c grosso peca a 400 rs.,
dito para bordar a 200 rs. a puja, ga'lo branco
e de cor e franjas a 120 rs. a vara, ditas para cor-
linado a 3,000 rs. a peca, fitas de velludo a peca
a 500 rs., biros a 60,80 e 1(10 rs. a vara, enfei-
les de vidrilho a 2,500 c 3,000 rs fitas de sarja
lavrada a 500 rs. a vara, dilas muilo finas a 1,000
rs tranca de linho de caracol a 400 rs., penles
de moca virados a 1,800 rs., ditos direilos a 1,000
rs., macos do coral verdadeiro a 320 rs., penles
prelos com enfeile de vidrilho a 5,000 rs., ricas
seslinhas com louca para meninas a 4,000 rs., e
outras militas miudezas que se vendero por me-
nos do queem oulra qualquer parte.
Em casa de Rabe Schmettan &
C, rua da Cadeia n. 37, vendem-se
elegantes pianos do afamado fabrican-
te Traumann deHamburgo.
Cera de carnauba
de boa qualidade, a II9OOO a arroba : na rua da
Cadeii do Recife, leja n 50, de Cuaba e Silva.
As mais afilie!as nao devem entregar-se a de-
-----------1- -we.iu, .UUU ujuiouu na iiuiiiu, e
lado cora porlo de ferro : os pretendenles podem
diriKir-sc ao agcnle Pestaa, que se acha aulori-
sado a dar as necessarias informagoes, e a tratar s^pcra.;aoj tacara um competente ensaio dos
; da venda sob as condices estabelecidas ao mes-
1 rao pelo legitimo propr'ietario. O dilo sitio lodo
, em chaos proprios,
RELOGIOS.
Vende-se em casa de Saunders Brothers &
C, praea do Corpo Santo, relogios do afama-
do fabricante Reskcll, por precos commodos,
e tambera Irancollins e cadeias para os mesraos.
deexcellento gosto.
Vende-se
^5?
efficazes effeilos desta assombrosa medicina, e
prestes recuperarn o beneficio da saudc.
Nao se perca lempo em tomar esle remedio
para qnaiquer das seguintes enfermidades :
S EstoPa w
%$ Lona. M
> Camisas inglezas finas. j>
^S No armazem de Arkwrglit i C. *
g| rua da Cruz n. 6! II
sais mmmmmmmLmmm
Farinha de mandioca
e milho.
Vendem-se saceos grandes com muito boa fa-
rinha de mandioca, ditos com milho muilo no-
vo, courosde cabra cm porcao 011 a retalho, tudo
se vende por menos do qu em oulra qualquer
parte : na rua do Queimado, loja de ferro"ens
numero 14.
cobertos e dcscoberlos, pequeos e grandes, de
ouro patente inglez, para homem a senhora,
de um dos mclhores fabricantes de Liverpool,
vindos pelo ultimo paquete inglez : cm casa de
Soulhall Mellors & C.
Cal de Lisboa.
Vendem-sc barris com cal de Lisboa, da mais
nova que ha no mercado, por preco de 6$ cada
um barril: na rua do Brum n. 18, armazem de
assucar.
Muilo barato.
Na rua Nova n. 7 exisle um resto de calcado
francez que foi de outra loja, c que se vendepe-
los seguintes precos :
Borzeguins para senhora 4S000
Ditos para meninas a 2$ e 2500
Sapatoes para meninos a 2?500 o 3#0l>0
Accidentes epilpticos.
Alporcas.
A raplas.
Areias(niulde).
Asthma.
Clicas.
Convulses.
Debilidade ouextenua-
co.
Debilidade 011 falta de
forcas para qualquer
cousa.
, Dysinleria.
i Dorde garganta.
I de barriga,
nos rins.
Dureza no vciitre.
Enfeimidades no vcnlrc.
Ditas no figado.
Dilas venreas.
F.nxaqueca.
Uerysipela.
Febre biliosas
l'ebreto intenutenle.
Febreio da especie.
Golla.
Hemorrhoidas.
Ilydrope sia.
Ictericia.
Indigestes.
Inflammacoes.
Irrcgu la ridades
menslruaeo.
I.ombrigas de toda es-
pecie.
Mal de pedra.
Manchas na cutis.
Olistruccao deventre.
l'hlysica' 011 consump-
pulmonar.
Retenco de citrina.
niieuraatismo.
Symptomas secunda-
rios
Tumores.
Tico doloroso.
Ulceras
Venreo (mal).
Vendem-se estas pilulas no estabelecimento
geral de Londres n. 221, Straod, e na loja de
todos os boticarios droguistas c outras pessoas
enrarregadas de sua venda cm toda a America do
Sul, Havana e Hespanha.
Vendem-se asbocelidhas a 800 rs. cada urna
dcllas, contera urna inslrucco em portuguez pa-
ra explicar o modo de so usar deslas pilulas.
O deposito geral cm casa do Sr. Soum
pharmaceutico, na rua da Cruz n. 22, em Per-
nambuco.
AUencao
Vende-se urna porco de burros en-
tre os quaes existem 40 parclhas, todos
muitos gordos, novos e de bom tama-
nho do excellente carregamento che-
gado ltimamente de Montevideo: os
preterdentes dirijam-se ao trapiche da
companhia 011 ao armazem de carrocas
em Fora de Portas, de Flix da Cunha
Teixeira.
Tachas e moendas
Braga Silva & C, tem sempre no seu deposito
da rua da Moeda n. 3 A, um grande sortimento
de lachas c moendas para engenho, do multo
acreditado fabricante Edwin Haw: a tratar no
mesmo deposito ou na rua do Trapiche n 44.
Vestidos de phanlasia, de lindas cores,
a 25JKXH) e
Corles de vestido de seda de cores deli-
cadas, com 2 saias o 2 babados Brda-
nos a 100$ e
Calcas para mininos borladas a 4 e
Toalhas de algodao e de liuho a IsOOO
15800, 2&60U e
! Luvas de pellica brancas, amarcllas o
1 prelas, para senhora e homem a 3 e
Gollinhas bordadas a 600, bOO, laO
f8600,2$400 e
Manguitos bordados a 24 e
Ditos cora gollinha a 3.;500, 4, C c
Alera destas, outras muitas fazcndas,
loia de Cunha Silva, na rua da Cadeia do Recife
se vendem por precos baratos.
Armazem de lazemias.
Rua do Queimado numero 10.
Corles de riscado francez 3 1(2 covadosa2j500. !
Cobertas de chila a 20'iOO.
Chapeos enfeitados para meninos meninas.
Ditos pretos linos, ultima moda.
Dilos de feltro.
Cambraia organdys muito fina.
Chales de froco de tres ponas.
Ditos de merino bordados de ditas pontas.
Dilos muito linos bordados a froto.
Ricos chales de ton juim brinco.
Cortes de seda de duas saias.
Luvas enfciladas.
Manteletes pretos bordados.
Lencos para algibeira, brancos, a 2$ a duzia.
Rua do Queimado n. 37.;
A 30g cortes de vestidos de seda que costara ra
60j>; a 16a corles de vestidos de phanlasia que
cusa rara 30; a 8$ chapelinhas para senhora:
na rua do Queimado n. 37.
xNoYos medicamentos h
H meopatbieos enviado
da Europa polo Sr. Dr.j
Sal.iiio o. L.Pinho.
Hs'es medicamentos preparad .- *!'
~fi ci.'L.jnle segundo as Uu *
_^ homeopalhia no Rrasil, ven '. m- peles
ffi preros conhecidos na botica central ho-
a^ meopalliica, rua do Santo Amaro 'Lindo
= Ni rua do Crespo n. 16, loja de Adriano \
2*800 Castro, -vendem-se ricos chapeos de palha escur
enfeitados para senhoras e meninas, pelo c
2$500 noto preco dcTfOOO.
3SO00 Aradoi americanos e machinas
;:;-0, pata lavar roupa : cm casa de S. I* J -
8000 hnston C. rua da Senzala n. 1-2.
que n.t
Chapeos prcos.
Na rua do Queimado
numero 19.
Chapees pretos de primeira qualidade, I
rraa elegante a 10g cada um.
Nova invenfio aperfei-
coada,
Bandos ou almofadas
de crina para penteados de
senhora.
Vende-se nicamente na roa da Cadeia do F!
cife n. 48, loja de Leite &. Irmao.
Para mesas e
camas.
n i ,. Toalhas de algodao alcoxoaJo para mra
lirim trancado de linho todo de 1.1 ia 2,21(2 c 3 varas a 900,
PrCt0, 1 Ditas de linho de 2, 3, 3 1|2, 4 e 1 1
fazenda muito superior; garante-se que nao varas de { a
desbota : na rua da Cadeia do Recife n. 48, lo- Dlas de dito muito superiores de 2 a
ja de Leite & Irmao.
Enfeiles de vidrilho e de retroz a 4$ cada
um : na rua do Queimado n.37, loja de 4 portas.
4f06V
IO|Ml
itgm
Batatas muito
novas.
Vendem-se gigos com 22 libras de batatas in-
glezas pelo diminuto proco de Ig500 cada um:
no Lorie do Mallo ruada Moeda n. 23.
l'ei'liini'lia sem igual.
Enfeiles do vidrilho preto os mais modernos,
vendern-se por 3j, na rna do Crespo n. 16, loja
da esquina da rua das Cruzes
= Vende-so urna bonita vacca com urna cria
de pouco lempo, acostumada ao pasto c muilo
mansa, assim como urna carroca com boi ou sem
elle : em Santo Amaro, paseando a bomba, no
primeiro sitio que tem a casa ao pe" da estrada,
2i:>
4SOO"
23 Ot
varas a 6,8,10, 12, 14 e
Atoiilhado de duas larguras, trancado c
adamascado, vara a la, 1y20O c"
Guardas-roupa de algodao alcoxoaJo,
duzia, a 2g c
Hilos de linho a
Bramante de linho para lenco com 8 e
10 palmos de largo a lsSOO e
Toalhas de linho com labvrintho para
resto a 3$ e
Babados de linho para leneoe?, toalhas
e camisas de linho, pocas de 30 raras
a 2&5O0, 3$ e
F. oulros muilos artigos, que na loja de Cunl i
o Silva, na rua da Cadeia do Recife n. 50. esqui
na defronte da rua da Madre de Dos, tend
se baratos.
Vende-se um braco de balanca e coiu.'.i-
d- lato e correnles, com pesos de meia qu.ir'a
at 8 libras : na rua do Rango! n. 7.
4 os estudantesde rhe-
torca.
O resumo de rhelorica nacional feilo por M
F. de Honorato est venda na limria el.
na praja de fedro II a. 2.



DUiUO DE PEINMBCO. SEXTA FE1R 13 DE JANfclft bE 186O.
(7)
DE
Sita na ra Imperial n. 118 e 120 junio a fabrica de sabao.
DE
o
Sebasliao J.da Silva dirigida por Manoel Carneiro Leal.
Vestidos tle seda.
Veadem-se corles de vestidos de seda com 2 e
3 babados, armados, do 20$ a 409 cada un, sen-
do que seu valor razoavel ser de 80$ : ua loja
de 4 portas da ra do Queimado n. 10.
Vende-se um bom eseravo crioulo de 24
anuos do idade, muilo robusto, setn vicio mi de*
fcilo algum, mestre sapateiro e perito ropeiro :
a tratar com o abaixo assignado, naalfandega, ou
em sua residencia na ra da Saudade, primeira
casa com soio do lado do Sil. ; Pedro Alejan-
drino de Danos Cavuicanli de Lacerda.
Loja do bom gosto
Vidros para vi
draca-
(ioiabada Imperial.
Vende-se eoi caixes e em latas a mais fina
' goiaba que se tem visto. Ra Direita n. 6.
Chegou a este estabelecimento um completo! i ti di IlivMd'Id*
sortimento de obras (citas, como sejara : pal-1 v r- i i j
o)ts de panno Dno de 16$ at 28$, sobrecasacas \ K" ru.a L)ire,.w 6- vende-sc mar melada
A fi ii p'iivi- t fu 1 -,: de,panno uno preto c do cores muilo superiores de primeira quadade a 610 ris a libra a e'.la
A U# acaiXa.Ia Tila larga fat lira completo sortimento dcpaleiots de'anlcs que ;e acabe.
37 RuadoOneinnlo371
Loja de 4 portas.
Na ra Nova n- 14, loja do bom gosto, chegou
ltimamente mu grande sorlimcnto de vestidos
de seda de variado gosto e padrao, assiai como
corles de cambala de seda de lindos
Neste eslabulotimonlo lia senipie promptos alambiques de cobre do diTerentes dimencoes j cores mui bellas, ptoprios paia bailo
[de 3003 a 3:000$) simples e dobeados, para destilar agurdente, aparelhos destilatorios corrimos i caiubraia brauca, ditos de larlalan* bordados a
do Rosario armazem de lotiza.
Vidros para caixiihos.
Na ra larga do Rosario loja n. 28
armuzetn de louca, mandam-se botar vi-
dros era. casas particulares por preco
tnuito coramodo, assitn como vendem-
ri.-cadinho de bnm pardo o broncos, de braman-
te, que se vendem por preco commodo, ccrou-
las do linlio de diversos lamanhos, camisas
francezas de liuho e de 'panninho do 2J at 5
cada urna, chapeos francezes para homem a Bf,
ditos muito superiores a 10?, ditos avclludados,
copa alta a 13J), ditos copa baixa a 10$, cha-
peos do foltro para honioin de 4?, 59 e at 78
cada um, dilos do s da o do pal ha enhilados pa-
s nadroes o se vidros aretalho do tama nho mais pu- ra meninas a 109, ditos do palha pora senhora a
ilc, ditos de | queno at mais de 6 palmos. '"P^i^V6 '""0 ^ata\ entei,aJ
bordados a ri i das a f, ditas de nalha de Italia minio finas a
e folies para ferreiros etc., e outros muitos artigas por menos preco do awe em oulra qualquer I dies, e um g
parlo, dosem;icnhaidi)-ac luda o qualquor encommenda com presteza e potfeicao j conhcid* I prias para a u
e para wniiuediaade des freguezes que se dignairem honrarem-nos com a sua i
ra., na ma X.iva n. 37 loja do ferrageus pessoa habilitada paia tomar neta das
i ande sorlitscuto de fazeudas pro-
praca, por serum do mais afamarte
truhanea, acka-jgosto o modernismo; vende-se pur menos da
ncom mondas.! que em oulra qualquor parlo, com lauto que se-
ja a troco de dinhcire-M rucsnio de olas do go- |
venia, ou de qualquor- dos bancos.
Phosphoros.
Os vordaderos puisphoros de estallo denomi-
nados palitos do gaz chegeram aiile-liontem o
mercado e vendem-so nicamente na travesea iia
Madre de Dos ti. 9, armazem de Fcrreira & Mar-
tn*, por isso ptevine-se aquellas pessoas que en-
coaimendaram, e aos que anda nao estae ud-
pvidos venara quanto antes ao referido armazem
comprar, visto quo sao poucos u em breve se
acabam ; c preco mdico.
Vend-cm-so bahus ingreses proprios para
roupa, prr preco commodo ; na ra o Vigario
numero 3.
25$, cortes de vestido de seda oni carta o da 4M
at 150$, ditos do phanlasia do 1GJ at 350000,
gollinhas de cambraia de !2 at 5, manguito:
Btalas baratas!!
Gigos de 32 libras a 1S100 para araar: ni
ra da Hadre do Dos n.8, armazem de v.
ca& C.
Vende-sc nm esvallo com bons andares
no largo da Ribeira do S. Jos n. 15.
Tara acatar.
sjiXarua do Crespo, loja de
4 portas n. 4,
do 15509 at 5}J, organdys escuras e claras
800 rs. a vara, cassas francezas muilo superiores |
e padres noves a 720 a vara, casomiras de cor- '
leS para colletes,naletr.tse calcas de &5O0at nom-sc chitas largas, muiio 1-o.n pan:
4$ o'covado, panno (i,n preto e lecoresde 2^00 l,ndosPad-'0S' ,om ""' ^^u" J' :
iL
REVISTA nEBDOMAD\RIA
PELOS SUS.
D. sintona daOosta A. F. de Castho\. CUAlejandre Horci.'ljar.c-A. G. RamosiL Guima-
raesA. de LimaA. de Olireira MarrecaAlves Branco A. P. Lapes de MendosenA. Xavier
Rodrigues CepderoCarlos Jos BarreirosCarlos Jos CaMeira4-E. Pinto da Silva' o Cunha P.
Gomes do Armurim F. M. UurdalloJ. A. do Freilas OlivwaJ \ MaiaJ. K. MarquesJ. de
Andrade CorvoJ. daCosla Cascaos J. Daniel Collado -J. E. de Hgalhes Coutinhc 1. G. Lobato
PiresJ. da Cunha ItivaraJ. J. d Qraca JniorJ. alio Ho Olveira PinHeJos Marw
Latino CoolhoJulio Mximo do Or.oir Piraentel J. Podre de SomaJ. S. da Silva Forra/.
Jos de TorresJ. X. S. da MottaLeandro Jos da CostaLuic Pilippo LeileLurz Jcia -da
1 'mha L. A. Rcbello da Silvai'au.o MidosiRicardo Julio FerrizValentino Jos da Silveira
LopesXi-jl'i Cmara.
DIRIGIDO
oja ao p do arca de
Santo Antonio,
c'egou nm rico o completo sortimenlo dos do iSazinha com babados, dos mais ricos que
so tem visto no aereado, o que se venes pur pre-
co commodo.
roR
&. f. de Carvalae-
4. i. Silveira ta fltrttaRodrigo Panino.
altOf o covado, cortes de collctede velludo
mui'ro superiores a9e 123, ditos de go-gurdo
e de fustao broncos de cores, tudo por preco
1 barato, a'toalhade fiealgodo a 12280 a vara, i
i cortos de casomkes de con s de 5 at 99, gresde-
naples de coros c -rotos de 1600 at 35200 o
: covado, espartanos para senhora a (!g, coeiros
de casemira ricamente bordado- a 12^ cada um,
I lencos de cambraia de linho bordados para se-
nhora a 9e lacada um, ditos lisos para ho-
mem, tazcudo muito superior, de 12 at 21)5 a
,_,. dua, casemkas de cures para coeiro. covado a
Jt^* \ onucm-se 28 cscravos de ambos os-s:- 2J100, barege de seda para vestidos, covado a
x-js sendo 3 mulatinhes proprios para pageos, 2ilS moloques de 12 ancos, 5 esclavos proprios para gorgurao, casemira prela lisa o bordada, c do
todo o servco c 10 escravas cam habilidades e tuslo de-oores, os quaes se vendem por barato!
sem ellas, todos se venJern por procos constuo- Pre0, velludo de cores a 73 o covado, pannos 1
dos, a prazo c a din'acro o tambem'trocu-sc : na para cima tle mesa a los cada nm, merino al-
uu sali logo que lavada a 220 o 240 i ida
do, fa/.enda de 310.
Allcnco.
*
Vende-se mera legua do urra 1
lugar denominado Japarandobinba, freguezia d"
A^ua Preta, junto du qual lem do passar i estra-
da ile ferro. Ksta tena acha-se toda cubera d>.
malo, virg^ra e consta pela aaaior parte :
i", l. : ,i"iio do vargem e pode da
bous eiigcnhos, ambos d'agua, poi* ni II
i:nlei Japaraudobinha, quo nsea -
no Diaior verao : as pessnas que pn ;, n | 1
em drigir-se ru.i Direita n. ', ou au
nho Iteaniii, freguezia de Sertuhcm.
Escravos fgidos.
cotboade propno para paletots e colletes a 25800
!?r'!.,;-;,;'''0- bi"dof P 'oaeai, de cabello a Fugio no da 27 de dczenibro tioann
190UU,-saceos de tapete e de marrouuim para va- n
gem, cum grande sortimenlo de macas e malas ,r0X"nCl passado, do ensenho Unjo, f i.
de pregara, quo ludo so vende vonladc dos Jaboalao, o eseravo AleXandre, eabra, sa|
freguer.es, e entras multas fazendas que nao i ro, Jade d: 30 anuos pouro mais 6U n
1.2 UA
possirol aqui mencionar, porm com a vista dos
compradores se mostraro.
taf,
d
P
estatura me liana, 5ecco, e pisando inl por can-
sa das bobas, quo Uvera nos ps b. um inoo :
: e tem o costme de embriagar se : de-confia!
quo est :io Recifo ou Ilamarac : ;
tanto a quemo encontrar ijaeira leva -lo aquel
engenho, ou ao esciipiorio do Sr. Manoel Al
c.'rles de casemiras de cores finas a5?500, di-1 Ferrcira, na na da vfoeda ; e prometa^
Destinarla a resumir indas r.s semanas o movimcnlo jornalis!icb e a olTerecer aos loitores.-con- i JaLFOl Ull 15_/ \.U ..I l) (1C 04S.110 i\0 tOii O
jucrtmenle ooin a revista do quo mata notavel houvcr ocoorrido na poltica, na-scieneia, na indus- | NEOTE NOVO ESTV BI'I ECIMENTO VENDFM-SC
ddo!j'u;r";eo,lSUem^^ ^IrilhanliRa'ranTa"ocovado'wTZSZ "? a.do perto de quareot.tnnos.'rosto
icauv jaiiii.i. ui, iooj, tm qut toruti;t,i a puuiRai-se, tem sai.-iioilo aus souc iins, oomar.aior oulras nublicacoes cm diversas hn"ui;
exMtidao-c egulandade. Ii.i... ..
Fazendas moder-
nas.
ras de coros finas a 55500, d-
n de uma s cor muilo finas do 3 o 6J, cortes nina boa rccompen'a.
e-collete de "lludode cores a 65000. ditos dito Desappareceu o Eram
r. to a yg e bS, coM-hasdc algodao adasmasca- -, M .
o Virginio, ma-
Globos, ntlse mappasgeogrcphicos.
B semestres Papel de ho'.landa, de peso, paquete, almaseo, de cores e onlros de diversos formatos o gostos.
i Prensas para copiar cartas eutros manuscriptos, livros et:rilas propiias.
! Livros e-m'branco, iiennas e varias qualidedos c mais oboctos para uso de rcoartiees socrcta-
arilSnl assno*,ira : Plos Plles vapor lOpOO por annj, por navis v vola 8$ (oeda : as e casas de commereo, ntencitMO para desenhaetc
' Artfgos de bom gosto, fantasa e curiosidada das fabrica
los, prsenles etc.
Carines e bdheles para batlea, casamentos e risitas.
SAL desde os lempos, primitivos ale r50, por Cesar Cnnlu, 12 volemos, in fo-
1* ubi ice. -se todas as segu das tetras em folhas de 16 paginas, e completa ledos o
Ka volume di 2i) paginas com ndice e frontispicio competentes.
Assigna-se no escriptorio desle Diario, ra dasCruzes, e na ra Nova n. 8.
Ha agemas collecQoes desde occtiieco da publicaban do j- nal.
cas de Pars para uso dos elegantes ; orna-
!r-deposito da ra das Cruaes n. H,
defroute do sobrado dSi'.
mira dequadriiibos o covado 1?, pannos paralprido, pouea barba ; anda caleado, e filli .
mesa muito bonitos e modernos a 6$. cortes de seriar., consla que pora ali seguir de camiuho.
bsrepe com tres ordens de babados a 15a. cha- i.v;u.j.e.i. r i i
peos do phan.asin para homem, sendo de gor- P' >< SabooW. Quem 0 .ppr.l, Itr. e
guro do seda a 78, dilos doChillc do i a 258, conduzir a rua da Ladea dj Kecife n.
ditos de feliro do 4&500 e5?, camisas de cam- meiro andar ser generosamente recom
braia do linho para senhoras, ditas de esguiao Ao amanhocer de b
muito uno, ditas do cambraia bordadas com man-1 nho Vargem Grande 6i ndo 1
gas, ricos corles de soda de todas as cores, man- e 5pretoscom os signaes seguintes I
elotes dos mais modernos, grande sortimento i\v lato, de 22 anuo--, feicoo- regulares,
Fipeiroa.
Ha ui:: completo sortimento de gneros para a !
i -, des quaci so aficnca a boa quaiidade, quei- !
jos londrinos, do reino, suisso, latas com bou-' RSs de ouro e prate, coberl
nlios de todas as qualidades, conservas le her- t<,8Pa*en uigh,_os_meli.ores q
lio eariquecida deams de 90 mags.-ificasi esUmpae, obra em v.c nada *e ponpou para o I perfumaras ingieras legitimas jolas dccoral ver- so, poucj barba."c a
leitor encontrar no,la erudieao, esta lei solido e lettura agradavel. dadoiro, oleados de diversas cores imitando ron ralea e camisa branras
ninas, acieixas e marmclada, pasaos o figos,
sos parasopa, cha, presunto, lngoicas, man- Pr:!<.'C r-':
inglesa, vinhos engarrafados, Porto, Ma- 'leira' r
!<-ira, Moscatel o Bordeaux, champanha, cerve-
mercado, e despachados
oaveisPf no eserirtorio do"S;e Ol-' AcoeitT*> e encargo de qoalquer enoommenda de livros c outros artigos tanto da corte e provin-
a da Cadea do Hetif n 62,"prraeiro j gf *? ,n,pen0' &mc Je Porto*M' Fran5"' ^SWterra c Blgica, com as condicoes mais ra
ja. licor, absintho, xaropes, o os afamados cha-
di' 7.. im Piulo e do Brandc, em caixa e
3TH
>: ei>
I
r rto, do mais superior, engarrafado,
lito d ne, dem, dito rouscatel, iden: : no
; armazem do fiarrqca ^ Uedeiros, rua da Cedeia
: cifo-n. 4. I i
!1. /,
de
llua do Impcrairi
loja do cconte.
Esseoda de sndalo, i
Ricos loques verdaderos
sndalo.
Bengalas epulceiras ricas.
Aliietes para cabello, dito
para segurar chapees de
senhora.
Tudo ehegado pelo v-apor
L F. da Suva Bciris
rro da Ito-i-Visla n. 10.
A ii-------_~ ;.
'.-.

goral, loia
Scus pwprietarios oftetecem a seus numerosos freguezes e ao publico i
j qualquor obra manufacturada l lodos os lamanhos, rodas d'agua para engaitos indas do ferro ou para cubos do madeira, moen-
tem para vender no seu depositada ru4io Vi- u;ls'' m< 'as nii cridas, tachas dj ferro batido e fundido de todos os taannos, guindastes, gmn-
^ario u. 27, volas do carnauba de i. 7. y. J2| encao.

Vc-ndeu-se livros em branco
i| de todas as finalidades, pianos dos
mais acreditados rubricantes da
> Europa: em casa de ). P. Weld
g & C. largo do Co'-po Santo n 1".
'.-
.*>.
>. t, -... gj.
"?> O *y ti> x>
/>' -.-
<, yy v> < -... ...
(V}
5*
Cosa, cor fula, cara em lalhtta, e filia aira
palhada. elemento, ri fula, :
pes apalhelados, o quando falla com li
rom o corpo banzeiro. Antonio, alto, -
10 anuos, com urna cicatriz cm um olb
niente de mu lornbinho. Eslcs dous t
Angola. Rnga-se a q
i, que | n ut! nti
rido i ngenho cima, qnc Serio recoir.pe
alem do agradecimeiito do abaho .. '. .
Antonio Ptreir i /; -.. i dt U
Di sappnrcceii na noile do d a 7 d
le di 5. Jos! do Mansroinho, i sa d
Toixeira D
nediclo ; represen a 25 a 26 ann isd
in mais ou monos, sem barba, -ali
i igualmente regular ebei
ment toda o qualquor porcae de pingos que cahe : bclecirai uto na rua do Brum n. 8 A o na rua do Collegiohoe do Imperador n... moradia do cal-
das velas quaudo acezas. xeiro do eslabeleeiraento Jos Joaquim da Cosa Pereira, cosa queai os pretendentes se podem
. .. .....; "^jf eiilender para gtalqucr obra.
Coulinua-se a veuder-faz<*ndas por bailo -'
| co al mesmo por monos do seu vaim-, ^
w aiim de liquidar cuntas : na luja do 4 portas -
| na rua do Queimado n. 10. H
....... .: Z &ir*x \
inglez.
fe-a. l _g ti ti o


c ^ ~ E; ~
k -o-o-r
5.2 fS 2-S |
CARROSAS. I
Vondom-oe duas carrosas novas, sendo pasr.
boi e oulra paracavallo: na rua da Concoi-yii;., I
courontc ao armazem do soi.
Fub. 1
Farinha do mHho americana, en: barricas, che-'
zada no ultimo navio dos Estados Unidos: ilos
armazens de Tarso Irmos.
Kscra\ o venda.
Vende-se um moleque de 18 asnos, perfeilo
cozinhero, una iiepra que cozinha, lava o cn|
I gomnaperfeilamente, e urna ncgrkihade 13an
nos, esclavos lodos do quniidade e sem vicio ali
-mu : a fallar com Ocdfviano e Souta Fraocall
!ia da Cadcia do liecife n. 'ti.
Donovochegaramos afamados relogios in- -
Re

um
uBIM NIIBM 8 OIPEEIIDiIS.
a SlrUA l>AGLORIA,A^ADOFUMAO 3
Clnica por anillos os systemas.
agios.
Vendem-se relogios de ouro nglezes, i\>' pa-
Icntc : no armazem do Augusto C. de Abreu.
na rua da Cadcia do Recife n. 36
vende-se superior linha de algodao, bran-
cese do cores, em novello, para costura : em
casa de Seulhall Ucllordt C, rua do Torrea
1 n. 38.
: \os seulioi'cs charateifos.
Vende-sc fumo com folha do melhor quo tom
apparecido no mercado, por ser de Garannuns,
i por menos proco quo em oulra qualqucr parle :
; na rua do Rosario n. 37, deposito de assucir.
'ik
Dinheiro de cobr
Vende-se na rua .t Fenha, sobrado n. 10,
i pequeas e grandes porcoes.
m
"= = .-^ c; "
= i- ;wC;~=
t -5 -:- a S? c 9
E- m 5 Cfi
5 i :
O "3
~ ,r-

O Br.Lobo Hoscoso d coosultas'lodos os das pela manhaa e de larde depois de 4 horas
contraa partidos para curar ansuamen te nao sopara a cidade como para osengenhos ou outras
pi ntin.u-iu^'o ruriCh.
Os chamados devem ser dirigidos sua casa al as 10 horas da manhaa e era caso de ur-
gencia a ou ra qnalquerhora do dia ou da noile sendo por escupi em que se declare o norae da
pessoa, o darua oo uuinoro da casa.
. Nos casos que nao forera do urgencia, as pessoas residentes no bairro do Recife nodero re-
rua La Cadea do Recife n. 12, ha para vender metler seus bllhetes a boina do Sr. Jo;.,. Sounu & C. na ruada Cruz ou loia do livros do Sr Jos
potassa da Russia e da do Rio de Janeiro, nova ; Nogueira de Souza ua rua do Crespo ao p da ponte volha J
EolSSai T:^'1"1^'1 ]'i:,dc: fs"" como larab9m' Ncssa loja e na casa do annnociante achar-se-ha constanlemcnl eos melhoroa medica-
S = -:= o = = .:' "'r'm cm Pcdra : tuJo d* arceos muito mentoshomeopathicos ja bem conhecidos e pelos preeos soguinles:
Bolka de 12 tubos grandes, ..."......
* :- w- f- i.
_tr xr;--" j
p- ?*i ? r-"/- ^ ~
Potassa da Russia
E CAL DE LISBOA.
l.i m i enlucido c acreditado deposito da
9-S
5 -i ~ '' r 'C '
-. ~ -^> *- a _
SELLINS.
V'endem-sc os melhorcs seilins inglezes de pa-
tente no arm*zcm do Iloslron Rooker Ji C,
pracado Corpo Santo n. 3.
Dilos de 2 i ditos.
Dilos de 36 dilos......
Pilo do 48 ditos......
Ditos de 00 ditos............
Tubos avulsos cada um. ............
Irascos de linduras........
JJaiKial de medicina homcopathica pelo Dr. Jahr traduzido
em portuguez com o diccionario dos termos de medi-
cina, cirurgia ele. etc. ,........
Medicina domestica do Dr. Hering, com diccionario. .
Repertorio o Dr. Mello Moraes.......
sM**^ J*?^ r 5- = '- 352 Cortes do vestidos prctos, ri
^ ;*?SSg|S I 70| a
__-Tti c'".-.: Ditos de se la de cores re
eos de
eos de
10<000
155000
20!090
25$000
0-000
1S000
2S000
205000
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63000
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.cE'r.;--.-:
Z Z i. 2 6 -. = = = 5,
r; ^ = r f= .t 3
.40$ a
*- Ditos proprios para casamento
H .. HS a
de
ir 2 E
~Zi '-'-"- -ri estuarios de seda para meninos a
r.| 3.-. (;* Dilos de alcochoadinho para ditos a
H \ aado sortimenlo de chapeos pa-
ra meninos.
180
1509
200.
158
12J
slA^- *^* Segundo andar do so-
brado da esquina da rua
do Queimado por cima
1! lpSS4lllllMieilISl-aSSIIIIK:S'3
NA RIA DA UIPERATRIZ N- 27 m
UU M TOilS'iniS s

Venie Jos Das BranJao, na Lngoela n. 5, a
}M
m
700 rs.
M.
da loja to Sr. Preguica
entrada polo lieccodo|^
Peixe Frito n. 1. i fli

m
czs
*3 -r
w ^ O
2 f -a
I- 9.
l
o o
= S =
- Z. 3
ola
> c .
2.2!
Vonde-seem casa de Arkuright & C., roa da
Cruz, armazem n. 61, relogios do fabricante Ili-j
qhbury, sendo que pelo seu perfeilo macliinisuio
[iode-se usar com coberta ou sera ella.
Chafalla.
da CorographL.
lli.iorica chooloica, genoalo,ica, ^S?^gllSg^-|SS
nobiliaria e poltica do imperio do JJra-
Acaba de chagar novo sortimento do da- sil, pelo Dr. Mello Moraes : vende-se a
falla no Armazem de fazomlas de Raymundo ri# o vnlume, podendo-se vender o se-
(Jailos Lete& Irmao, rua da Imparairiz n. 10 gundo em separado : na livraria n. 6 e!
serve para lomar os movis velhos novo?, sem 8 da prac da Independencia,
precisar raspar ou lidiar. ._ s
Vende-se um bom eseravo crioulo, de 24 | a OlOfiflOS
Vende-se em casa do Johnston Paler & C, rua
do Vigarlo n. 3, um bello sortimento de relogios
de ouro de patente nglez, de utr. dos mais afa-
mados fabricantes do Liverpool, e tambera uma
virieJadc de bonitos traucclins par os mesmos.
anuos de idade ; robusto, sem vicio, ou defeilo !
algum, mostr de sapateiro, o ontimo copeiro ; ;
a tratar com o abaixo assignado na alfandega, ou
em sua residencia na rea da Saudade primeira
casa com soto do lado do sul.Pedro Alexan-
diino de Uarros Cavakanli de Lacerda.
Neste prove loso estabelecimento, que pelos no vos melhoramentos feitos acha-se conve-
nientemente montado, far-se-hao lambem do Io de novembro em vante, coutratos mensacs para
m.nor commodidadc c.economia do publico de quem os proprielarios esperam a remuncracao do
lautos sacrificios.
Assignatu de banhos fros para uma pessoa por raez.....102000
* > momos, de choque ou chuviscos por mez 15f000
Sees de carices t banhos avulsos aos presos annunciados.
3
-
Caixas com 32 libras de mararrao, recentemen-
le desembarcadas a 49 cada uma. dias do alelria
com o mesmo peso a 6$: na prara da Indepen-i
dencia n. 22.
= Vende-se um cabriolcl de duas rodas, piu-
guido per uma mulber torra, rr fula,
la, que 11 usa ser natural de
cabello amarrado. O es :
: gipe, aonde lem mi, boje forra.
Roga-sc a quera o aprehendo de en I
Mangninbo em casa deJ r. D
ei lado em casa de Hastns \- |.<.M ,,_ ru1 ,i,, ( ,.
piche n. 17, qu< -
sado.
.Vuscntou-tc da casa d !.:i\. ns-
si;iia,iv) sita no lugar ra i;ii.i:i;;.i da
r guezia do Afolados, tima rscrava
parda de rime Biitina com tima c \, !e
2 annos chamada Mara, comta nue
se relia Dcoutadn no Recife, pelo
roga-se as autoridades policiaes e guar
das da companfia de pclestres ha jara
de apprchetide la c entrega-la na dil
casa oti na rua Direita da povoacao
Alujados ao Sr. alferes Francisco U
e dvi s Silvina, que gratificara* o ; ;
prehensor. Henrique Augusto Mi le.
Pugio no dia '.' du corrale mei o -
Cypriano, crioulo, de 22 annos, basl
cor bem preta, pouca barba, i sto red indo, i -
: i;/ chato, ios o inaos l.aslanti in li s, : i .
mellidos para denlro,olhos grandi n |ui-
cados.o qualcomprei ao Sr. AnionioJ. rjtc G
ra por ordem do Sr. dnengentio Pindoba Frai i .-
co Xavier >l*-' Azevedo : quem a ,
rua Direita n. 60, que ser bem recen -
Fugio na tarde do dia 21 do corr ule,
fabrica de rap, no Mondogo. o preto
Raimundo, idade 30 para 32 ann i
Cosa, sem lollios in'm barba, bem parecido, al-
tura regular, talla embancada, por i-i u i
mo do mastigar fumo, Irabalha v ca. : ina i -
< onq ensa-se bem a ; icm o apprehendi i .
lo a mesma fabrica.
100S de gnflkicM
a quem pegar o eseravo Joaqui
dezembro prximo poss -
guintes : caboclo, do idade de 27 u n
mais ou menos, baiso c chei > do corpo, rsl
doudo, cabellos euros o corridos, ol -
nariz, pequeo, bocea pequea,con falla de
tos superiores na frente, usa bigodc, q lal : i-
davia podelerrapado, sem barba; cond i
redo, caicas o camisas, leva d vi stido ralea c
camisa de algodao riscado azul e rhapeo de
ro ; vi io do Ceari no vapor Cruzeiro do Sul m
i de oulubro prximo passado, remellid
Luiz Bibeiro da Cunha Antn.o lo.- I< -
los & Rolim quem o apprehcnder, o levara a
cidade do Recife, rua do Cres|>o n. 11. i n.le re-
ceber a recompensa cima. Pide Igualmenl
s autoridades policiaes e capilies de
Bpprehcnso do mencionado eseravo, q
sse para o centro do Cear, porque
sor natural da villa do Casearel e muil
snppdr que v se inculcando de forro con>o r
vezes lem fcilo.
MoIe([iie Fgido.
100^000 de gratificado.
Roga-se aos capitaes de campos, e a loia o
qualquer auloridade a appieheata de urn mole-
que de nome Manoel, crioulo, idade 12annr
i .in-ii mais ou menos, o qual fugio da casa do
abaixo assignado no da 30 de oulubro do c-
rente anno, levando caifa de cor, carniza ata ,
chapeo de palha oleado c o maior signa! soffrer
lado de novo c forrado com arrcios, ludo com de aslnma e pouco esteve Joenie de beiigM ;
muito pouco uso, sendo de balaustre; e lambem j r -. i i
dcsconlia se que esleja acollado por algum e?per-
lalhao, que se queira aproveilar de sua peinera
i.la le para o seduzir, desde j protesta o mm
abaixo assignado de cahir sobre dito larapio cora
lodo o rigor da lei, e gratilica da mat.eira cana.
um carro c dous bois de Irabalhar com o mesmo,
sendo gordos e bem mansos: quem pretender,
dirija-se a rua estrella do Rosario n. 5, na fa-
brica de charutos, que se dir quem vende.
Vendo-sea armaeao da loja da rua Direita
n. ll-i, e traspassa-se a chave da mesma casa
com CQOsenJuneulo do proprietario : a tratar na
rua do Queimado u. 52.
Vende-se uma caderinha ca bom estado :
aa rua da Aurora n. 40.
aqutlle que llie iler noticia certa, e paga teda
despeza que se Bzer com o mesmo moleque para
se effecluar dita aprehenso, levando rua Nova
o. 21. Francisco Jos Germano.


f'8)
DIARIO DE PERNAMBDCO. SF.X'A FETO A i 3 DE JANEIRO D fS.
Litteratura.
Alexis de Tocqueville.
A rcsposta de M. Mota tai una dcfcsa do 18
brumario e de Napoleao. dcfesa engenhoso e leal
ii.ij uiumpuaram. Lou;e de cscollier a Ameri-
ca por modelo, a maioria da comrmsso compra-
zia-se em rcprodnzir lodos os erros que perde-
rain Donas constituicoes revolucionarias e ttas-
gostaroni a Franca d liberdade. Para cilnr s-
tnenle a imilac mais fatal direi que, confiar o
nial se poda esperar de un amigo ministro do governo de um paize a guarda da liberdade a
imperio que a Restauraroo tinha convertido urna s (jamara, imaginar pie nina asserabla,
liberdade, Decan.n que no 18 brnmario a Fran-1 som um correctivo, pode proiluzir outras cousas
3 lora va o despotismo como um expediente alin do despotismo alternadamente incerioc rio-
s.n;o eqiie o imperador nunca se engallara
i ilo da nolure/i do son pudor, < Depois
< de mim, diziai ello um dia a li -Mul, a revo-
', oti arries as ideas qna fizeram-na. ro-
formarlo seu corso. Ser.'i como um luro ile
que se tira a marcti, reconiec(Hidt>-so a leitu-
ra na pagina em que so tinha cadp. que
qui/er, pois, o imperador e o quefizeraf V
Mole odiziacom n respeilo do um antieo servi-
dor

ionio, era orna illtiso impcrdoavcl. Em loda a
historia nao ha oxemplo de que semelhante sys-
leraa n lenha produzido seno as petares for-
mas da Ivrannia. Quando se do taes desmen-
tidos a espertando, o bom senso se vinga por
meta de revolucoes. S. de Tocquefilie nao po-
dia se engaar a esse respeito ; sinto smenlo
que por mor da concordia, por un escrpulo
xressivq, lenha acert, no menos por seu silen-
a sinceridade do um estadista: apo-icio, nsliluices mais funestas que chimeneas.
cao empregava o despotismo romo um nieta I Ninguem
de tornar a acostumar a Franca revolucionaria I do por te
ordem e i obediencia, de dar a cada um o I de um c
transige rom o erro ; se nao he deita-
ra, elle vos devora ; o prinieiro dever
lado lie combate-lo de frente. Que
lempo de esquecer o que linho feilo, o que li- 1 imporla o derrota do dia ? Militas vezes essa ba-
lda do, e de abrir urna nova poca. Quanto
ao alvo, ello s leve um ; sua matar gloria,
fozendo da Franca o paiz mais poderoso do
universo. Eis Napoleao lal qual eu o vi.
s lembro essa bella sesso, porque osjui-
ros opposlos dos dous acadmicos representam
sufDctentemente as duas escolas que hoje divi-
den; a poltica. Napoleao a mais elevada per-
regiuien mui popular em
taina pei( ida faz a victoria do futuro.
Em 18 II. de Tocqueville foi eleito assera-
bla legisl iliva, que o escolheu para um de s"us
vice-presi lentes. Alguns dias depois dessa no-
moacao, presidente da repblica Ihe coniou
a pasta dos negocios eslrangeiros. Encontrou
una queslio importante que desde entilo oceu-
pava os po ticos : a queslao da Italia.
M. do Tccquevie j linha esludado esse gron-
Bm 1818, quando a Austria, des-
sonificaco de um
Franca, cenlralisacao em tada asua tarca, a I de rrroblen
aeco ilo estado em todo o seu esplendor, a' or- I membrada I e enfraquecida pela revolta de suas
dora e a gloria snbslitiiinrto a liberdade. Esta provincias, procurara refugiar-so na Voneeia, a
grande figura poda agradar a M. Mole, pois tern Inglaterra e a Franca liveram a idea de oirerecer
sed uzido a mui tos outros ; mas nao podia des-1 urna medilco commum. O general Garai
Tocqucrille, cojos olhos li-hinhadesignadolf.de Tocqueville
para
nliam vtsio una luz mais suave h mais pura.
Sen ideal era Washington, esse genio berafaze-
o sempre prompio a sacrificar, para poupar a
independencia de seos concidadaos, e mais cio-
so da Uberdade commum que o proprta povo!
...que Ihe tinha confiado sen destino. M. Mole es-1
lava era sea elemento, assim romo M. du Toc-
queville; cada um defended as ideas que adop- eram quem reclaraavam
tira como norma de sua vida ; somente pens I Tocqueville e cases
q iq so iiesse duello corlez os dous nobres adver- embaracados.' Pi li eslava era Gacla,
leni por tcstemunhaa seos anlepos-j ora Roraac nosso exercito as porias da
noc
repre-
sentar a Franca em um congresso que devia
abrir-se em Bruxellas. Todos sabem como a es-
pada de K adtzhy tornou intil o congresso e co-
mo a Anstri i, segunda vez senhora da Lorabar-
dia, usou di sla fortuna que nao devia encontrar
mais.
Ao entrar no ministerio, os negocios de Roma
a otlenco de M. de
negocios j cstavam bem
Ma77.ini
cidade.
sado.i
da, de nutro o estoico e responsavel defensor de
Luiz XVI, MalesliKibes seria aquello que primei-
ro se reconheroria em seu neto.
Os estudos e os gostos de M. do Tocqueville o
chamaran] para a vida poltica. Nascido em
provincia, vi rendo no domicilio de seos antepas-
ados, conhecido desde a infancia e amalo por
cus concidadaos, ser-lhe-hia fcil satisfazer
lima omhico legitima. Entrn na cmara em
18;, livre de iodo o contracto, sem titulo o sem
funecoos. Em 1832, ao vollar da America, M.
(ie Beaumonl tinha deixado a magistratura pelo
1 \so de nm escrpulo honroso ; M. de Toc-
queville, sem ler os mesmos motivos, seguir o
no oxemplo de seu amigo. A liberdade Ihe
N>ranecessaria para se entregar inteiramento aos
.caniles pensamentos que oceupavam-no.
Como deputdo, M. de Tocqueville foi quasi
3emproda opposico. Nao era hornera de parti-
do, mas goslara* de ver triumphar suas ideas e
ideas, digamo-lo, inleressavam pouco. Lon-
ge de mim censurar o sabio governo que den a
Franca dezoito annos de prosperidadn e de paz ;
mas, fotcoso he reconhece-lo, a garanta da 1-
ide eslava mais nos homens que as insli-
tuirnes. llorara pouco cousa paca partir essa I completa e vaos palliativos. Deve-o censurar
rede de cenli afisaco que eneerrava loda a Fran-M.de Tocqueville ou a poltica que elle repre-
sa ; nao sjc fez nada para habituar e affeicoar .sentava? Nao so poda exigir mais? l'cnso que
libordadeja massa da naeao que nao tinha direi- nao. O Papa nao lie um soberano commum.
lospoliticjos ; para os ministros ludo se reduzio i Nao so poda obter delle seno o que llie apraz
a aiininisjtrar liberalmente, segundo o plano da I ceder. A corte de Roma ressente-ss um pouco
imperio ; para as cmaras, era entraquecer o po-1 da naturezji das mulhcres sua forca est
de um lado o heroico presidente da Fron-, A Austria e aples, decididos a restabelecer o
rapa, linliain posto o gorerno francez na colli-
s'io de tomar um partido ; era a influencia secu-
lar da Fraucca que se achava em jogo ; a ques-
lio era pcifgosa o nao corra risco smente na
Italia.
Nao me pertence julgar a expedicao de Roma
que poz era fogo a asserabla legislativa ; era o
terreno que os partidos linham oscolhido para
mcdireiu suas tarcas. M. de Tocqueviile, que
sem duvida approvou a emyreza, visto que per-
manecia no ministerio, s leve do desorapenhar
um papel activo depois que entramos em Roma,
quando chegou a hora da diplomacia. O que
desejava, e p esse respeito achava-se de accordo
eora o chefo do governo, era que a victoria apro-
veilassc aos Romanos; era que o I'apa, recoudu-
zido pelas armas d.i Franca, resliluisse a seu po-
vo as inslituicoes liberaos que Ihe linha concedi-
do de molu-proprio era 1S7 ; era que aeabas-
sem Com urna poltica retograda lo prejudicial
S Igreja como a Italia e a Europa. Se era urna
prcjuizi.9 historeos, os republicanos Ue 1S4 pen-
sara m que para assegurara durarao de sua obra,
era-lhes bastante um decreto. Foi esta ailluso
da primeira constituinle. Poucas pe3soas se lera-
bram hojo que antes de 1821 era prohibido tocar
n'osse grande edificio que levou mais de dous
anrios em se constituir, e que dosabou em urna
ooiio de 1792. Como possivel quo se esquecam
lo depressa de semclhantes lices ?
O que devia fazer a assembl ern 1851, quan-
do i.iilli nos de [lecoes llie pedinm a fe'iso ?
Ser-me-ha perrnillido'sustentar urna opiniao que
defend em 1851 (11! o dizer que, a ni"'ver, em
urna repblica, urna assemblca, consliliiinte ou
nao, sempre ter o direilo de appellar para o
paiz. A melhuphysica nao se fez para um povo
quesoffre ; a soberana nacional um principio
que nao sofTre exrepros, quando a Justina o o
direilo de lerreiros nao se acham eomprometti-
dos. Nao foi assim que julgou a comraUso da
asscmbla legislativa ; collocada entre o dircito
imprescnptvcl do povo c urna egual.lade oca,
ousou tomar um partido. M. de Tocqueville. ex-
poz com urna grande perspicacia as dilliculdades
da siluacao ; reconheceu que por culpa dos le-
gisladores de 1818 a Franca nao goza va de um
governo regular ; disse que urna inquietarlo
crescente ganhava os espirito*, predisse a ruina
prxima da constituico se nao se corrigisse de
seus vicios mais sensiveis ; mas, como orgo de
una commisso dividida, nao concluio e lancou
sobre a asserabla toda a responsabilidade'de
urna deciso em que se achava erapenhado o fu-
turo da Franca, l'ara modificar a constituico
era preciso os dous tercos dos votos ; sabemos
que a reviso nao os reuni.
O comportnraento do M. de Tocqueville era
dictado pelo patriotismo mais pt.vu, e comtudo
eu llie leria predicto um papel mais dilficil e
maor. I.enibrava-me como em circunstancias
quasi tao graves, Ilainilton e urna pequea por-
hoje, as municipaluadesacliavam-se sob tuttlla ;
o funecionario era protegido contra o cidadao por
meta de urna jurisdieco privilegiada ; Pars im-
punha suas ideas e suas vontades ao paiz ; em-
flm, para que nada falte a semelhamp, havia
urna multidao de lugares que os ministros distri-
buan), e orna mnllido de gente quo dsputava
os favores do poder. Os nomc3 mudaram, mas
no as cousas ncm os homens. Na adminislri-
c.io interior n maior reforma da revoluco foi
enfraquecer as provincias dividindo-as em de-
partamentos e chamar prefeilos e sub-prefeilos,
aquelles que nossos pas respeitavam e lemiara
sob onome de inlende.iles e subdelegados.
lia verdade que a esse respeito a mudanca s
tinha lido lugar as p.ilavras? Rucamos os es-
tadistas do ultimo seclo, ellos fallara como nos-
sos contemporneos. I). Argenson refere em
sois memorias urna con versa que leveenm l.arw,
no momento em que o syndico geral deixav
Franca depoi! de have-la arruinado com o sen
sysiema: Nunca, Ihe Disse I.aw, eu teria crido
o que vi quando era syn Jico das ilnancas. Sa-
bei que este reino de Franca goverado por
trinta intendentes, Vos "nao lendc3 parla-
mentos, nem estados, nem governadores ; sao
trinta refereudarios entregues i\s provincias,
dos qunes dependnin a felicidade ou infelici-
dade dessaa provincias, sua abundancia ou es-
tenlidade. (21
Qual era o elFeito desse rgimen que fazia vi-
ver a naci de uma vida emprestada o, por as-
sim dizer, do sopro vindo l de ciraa ? Turgot
nos vai dizer n'inna pea nada suspeila, ora ro-
tatorio secreto que dngia a Luiz XIV. A na-
cao, lhc disse elle, causa a tristeza de umeida-
dao, a naco 6 uma sociadado compost.i de
dil'erentes ordem mal unidas, e de um povo
cojos membros sao ligados por frageis lacos e
onde por ?oiisequeneia ninguem se oceupa se-
a nao com o seu inleresse particular. Nao ha
Mirabeau m mais longo a esse respeito; sean
Cesan de amar a liberdade, considerava essa vic-
toria da egualdade como o triumpho da mon.ir-
chia.
cm que dlTerc ; o que temos perdido nes- aiv<
roto de ludo o que ganhamos, epiocurare ei;.
Eis o que elle cscrcrj ao re aguns me- i li'n entrever o nosso futuro.
zes depois de comecada a revoluco : Compa-
ra! o novo estado do cousas com o anligo re-
gimen ; c d'ahi que nascem os esperanzas e as
consolaces. Uma parte dosaaclos da pssem-
bla co mais ronsideravol, evidentemente
favornvc! ao governo monarchico. Enlo nao
nada oslar sem parlamentos, sem paiz de es-
lado, sem orpos de clero, de privilegiados, de
nobreza? A idea de nao formar seno uma
claasa de ci idaos, teria agradado a Hchelieu,
Essa superfico eguol facilita o exercicio der._ Alguns reinados de um governo absoW-
lo nao teriam feilo tanto como este anuo
ilo revoluco para a auloridade Era
a presentar a Luiz \vi as reformas de 1789 pelo
lado por onde mais Urdo. Napoleao as tomou.
Revelando as origeus da cenlralisacao, resli-
luindo-lhe sua verdadeira physionomia, M. de
Tocqueville defenda o anligo egimcn e a revo-
luco ; do nicsmo golpe dissipava um equvoco
importuno que durara demasiadamente. Depois
de o lf r lido, preciso uma f robusta para crer
anda que a liberdade moderna se possa harmo-
nisar com um systoma inventado pelos legistas
para aniquilar ludas as nossas antigs prcrogali-
vas. Nos devoraos aos nossos reis a uuidade da
Franca ; um beneficio que exige todo
reconhecmento, mas a unidade nao '
centralisaclio administrativa
Uma parte dessa obra est efbocada .
ainda nao merece ser offerecida ao publico. S
me-hapermillido termina-la? Quem pode, dize-
loi O destino dus indicidiws muito mais oht-
curo iu o o do povot.
IIi uma tristeza Tisivel BMaas ultima- .
vas. Atacado por uma desse* horri'cis mi
tas que s illudem a Victima, M. de I
. contando com um futuro que Ihe falln, ni
dia algumas vezes occullnr uma secreta in
' locao. A dtbilidade de seu pcito, a obrigava ,
I procurar Iuvamos menos rigerosoa que o,
sos; uma febre lenta, excitando Ihe < pin-
to, lira va -Ihe a forca necessaria para terminar a
obra que o oceupava lodo. Eacvpova-lhe o lem-
po de que tonto precisava, pois era dilikil eotn-
sigo nicsmo. Querja ver o fundo das com
s a verdade o satisfazla. Este annaos mdicos
o linham mandado para Cannes a(im de pr
rar debaixo de um co mais brando averna ca'-
nia e descarreo. Foi ah que morrea, a !' k
abril passadtr, leudo apeuas ciucoen's i
anuos.
(ao de homens dedicados linham appellado para cm parte alguna inleresse visivel. As Aldeas
o patriotismo da America e lirado de uma socie-
dade cm ruinas essa bella constituico federal, i
que ha setenta anuos protege a liberdade dos Es-
tados-Unidos. M. de Tocqueville linha asquali-!
dades e as virludesnecessaiias para desempenhar
essa missio delicada ; mas lalvez que tivesse
um genio mui cavallcresco para romper de fron- ,
le com seu partido em um momento de perigo.
Nos conservamos em Franga o ponto de honra
de nossos pas : quando nossos amitfos. se vo
precipitando no abysmo, nao ousamos nos sepa- i
rar delles ; em vez de lhes resistir, os acompa- i
olamos sem esperance e nos perdemos com
elles, victimas voluntarias de uma cegueira que
nao partilhamos. S os coraces generosos se
sacrificara assim ; portn as "mais das vezes
una dedica^o estril, c que nao aproveita, iiein
a patria, nem a liberdade.
Uepois do dia 2 de dez;mbro, M. do Tocque-
ville tornou a entrar na vida privada para sem-
pre. Mas elle nao era homem que se consums-
so era nrazeres inuleis ; recoraeQOU seus estudos
polticos, eslimando que se Ihe fechavam a tribu-
vam a tribuna, podia ao menos servir a Franca
com sua pena.
Era um espirito rcfleclido e uma alma reli-
giosa ; acreditara era Dos e nao no acaso. os
acontecimenlos que engaaran seus clculos e
suas esperances, procurava urna lico para o paiz
e para si. A revoluco de 1839 llie tinha ensi-
as cidades nao lera mais relacpcs reciprocas
que os departamentos a que; sao altribudos.
pira diiigi-
illuso, ao menos era erro do uma alma gene- i nado o papel da democracia no futuro : a queda
rosa e que quera sempre O bem. | de um governo a que tinha affeico, o levou a
Tod is sabem que em Roma, depois da rolla \ porguntar a si mesmo porque o rgimen parla-
de Pi IX, ludo so limilou a uma amuistia i-1 mentar nao linha creado raizes em Branca, o por-
que o povo o tinha comprehenddo e amado to
pouco.
Tara chegar ao conhecimento da verdade, bas-
ta-lhe reunir os factos que j linha estillado, e
retamar uma idea que ha muito Ihe era familiar.
Vio logo que era Franca nunca houve liberdade
poltica seno na superficie. Nos temos tido
nao se podem mesmo entender
rem os trabalhos pblicos, qire lhcsso neces-
sarios. Nessa guerra perpetua de preteni-oes
e emprezas, V. M. obrigado a decidir t'udo
por si mesrao ou por seus mandatarios. Espe-
ram-ae vossas ordens especiaos para contri-
buir para o bem publico, para se respeilar os
direitos alheios, algumas vezes para1 se exer-
cerera os proprios direitos. (3).
Deve-se dizer que a revoluco foi uma pala-
na oca do sentido e urna obra estril ;" Nao era
esse o pensaracirto de M. de Tocqueville. A re-
voluco foi fecundada por suas doslruicOcs, ar-
ruinou ludo o que fatigara a egualdade, Sup-
primio a nobresa, que excepto o exercito, era
o nosso
imporla a
6 fcil conceber da fortuna,
um rgimen que, sem entraquecer o Estado,le-lraeler a sol
me a parlo j individuo. Grande partidario da seus conhecl
unidade franceza, M. de Tocqueville iiosoirhava
um governo quedesprezasso a tradicao nacional;
deixara as maos do Estado o ejercito, a mari-
nha, a diplomacia, a legislacao, a tatiea, o im-
posto, as financas-, a direce das intersses ge-
raes, a polica suprema ; pedia SO mente que se
aiTrouxasse esse a& administrativo qua sofloca o
individuo sem proreito para a sociedade. Quera
que se dcixasse a municipalidade e o cidadao re-
gularera por s mesmo seus negocios, sem que e peto morte.
o poder se intromctlesse em intersses que nao
se refercm soberana Os excessos do gorerno, I '- enarelaalo
o H. de Tocqueville nao tinha trabolho em pro-
va-lo-, sao para o Estado urna causa de flaqueza.
Km vez de um povo energiee, habitulo que-
rer e obrar, s lem dianle de si subditos egos-
tas e enervados. Sera duvida a obediencia
mais fcil, ninguem discute r vontade do princi-
pe, mas a- paz publica nao garifa liad i com CSSI
indifferenca poltica : verdade ujue todos os dias-
curva-se aiguem diante de um empregado,
A considerar 99 censas humaiiamenle, parec
que M. de Tocquevif lem razio de -
A elcvscfto e a reetidio de aee
ble/, de seu espirito, i esti
menlos, facilidade de sua pal
llie asseguravam um exeeUrnta fulero poli; i
A tribuna feehou-sc para elle no momenl
que sua experiencia o thamava a ser\ir e taln
a dirigir sen paiz. Retnrao no estado
Ihe-foi permtiido dar todo o seo ponsaaoeDlo ; o
trabalho que foi sua ci i lalvez leal i
acabado du arruinar uma .-mide delicada c
eo cconomisada.
as suas mais legil
Duas ve/. :; foram rn
mas esperanzas pe! i re
que carreir mai A zna I
veja que a diste hornera que sacrific a i ata
bella causa sua imbico, sua SMde e ?^ia \
a tempesta-
, i -
ilni'
?oi-qm-\ 'A<> foi arrabal i
H. d
de ; vio ossobrar as insliluiroa (u<
acontecimenlosIrahiram-o ; nas ''\<
por si mesmo ; svns trabalhos, m-' red ruma
so idea, sea constante opiniao, sua I rim
liberdade, -"i amor da humnnidadi _>r, ::.-
. Ihe a affercc unfersal. A America lin
renha un: momento de erro ou de colera e dis- adoptado como um true-se
nastia.
um governo ou expulsfl-sc uma dy-
N i higlatcrra e na America cada um de-
uina casta nnutil ; destruio o poder ierritorial do i fende seus direitos : agitam-se.grHam mas nin
?5.'_P??e5-'ue *! lil!na "ais razo do sor;'gera faz revoluepes : dupla
desembaraeou
para o
. vautagem
o solo de encargos pesados c ir- Estado e para a liberdade.
resgatareisque opprreiam a agricultura ; emea- Como sj vd i sempre o mesmo problema que mais respeilad'a
pou a industria ; estabcleceu a unitarmidade de estuiara M. de Tocqueville. Qner estudasse a
imposto; era duas palavras, trouxe uma givn- amiga constituico franceza ou as institu
de reforma social ; mas, passada essa rasoura so-; dos Estados-Unidos, o que procurava por I ida a
bre todas as condiees, aaccodoeslado tornou-' parle e sempre, era a allianca da egualdade com,
se apenas mais inmediata e mais enrgica. Ai a liberdade. Das duas obras que csnsagrou
Inglaiena.qiie parecedesprezarosestrai
tinha-lhe uma estima profunda ; a I rpa in
rp ouvia a sua vore meditara em sua. opii
Em nossos diastem harido nomes
mais ruido ; nao conheco gloria mais
prora que nao ha na Europa uma s raimar-
cha absoluta que nao lenha tomado por modelo
a adniiiiislraco franceza ; a Russia, por excra-
plo, se approxima delta incessantemente sem
queso Ihe possa supporuma affeico immoderada
pelas leas de 1739, por aq.ueM.vs ao menos que
defendiain l.afayelh, Baraavc o Mirabeau.
Dislriiir o privilegio, dir alg-ucm, nao
berlar ao mesmo lempo o povo e dar-lhe
berdado. E' o iue acreditavam- os nossos
o que nosensinam ha sessenta anuos,
negara M. de Tocqueville. Em ultima
a destruico do privilegio s importa
e li-
a li-
pa s,
o i,ue
analyse,
egualda-
esse grande probloma, a ultima, segundo pi
li sua obra prima. Nao porque as ideas teriham
progredido ; uma wz que se vio que a liberdade
o guia Jo individuo, impossivel que nao se
tire logo todas ascocsequenclos desse principio
fecundo ; mas o autor mais senhor de sen as-
sumpto e de sea talento. 'Feudo sabido da vida
poltico sem ler um s remorso e sem esperar
cousa algunia do futuro, M. de Tocqueville '
i.hece-sc pela gravidez de sua palavra) i:c lem
outra paixo senao a uberdade. Nada d peza-
Fes i oes, nada que revele a ambico mallo-
grada^ ludo respira o patriotismo mais sincero e
mais inlelligente. L' ;: obra de nm cidadio que
O fin premalur i de 11. de Tocquerilli
s amigos un solpe lerrivel .
blico para todas as iipiuies. HasquesubMi
de e nobreza npss* mor A vida do .
de entre nos cheide ludo e de > spun i
sempre o nosso coracao '-em eenserra los
meiras affeices, nosso es\ .; lem variada
o nosso coracao. Onde
amigos de nossa moridede '.' :ai as rzoi
fraquez;-, por desgoste, per ei bei
sigimos i-ora o mundo e com fortuna '
de nos em consciencia ::;.c le
der-sef No cnebriamento da vi I: i,
lempo d ciliar para a eonscienc a ; i> q
pois nos transosda moitrr, c. i loda a
vida passa diantc de nos e in ; -
M. de T .-cquevilie nao tinha modado a m
que enchugara-lhe o suor do sua '.:: li
na opposico ao passo qued.Guizo! eslava no roi-
tio : espectculo eslranho o muito frequen-
teem poltica Quantas rezos os espirites feos
para se entenderemsio separados pelasqaeslesI raassera os partidos eque o
do dio! QuantOS estadistas nao sao obligados a ra ser estabelecido entre o
combalcr um adversario que pensa com elles, e
and ir com nm partido que os retarda e militas
i ; i o comprehende !
lie mais, se M. de Tocqueville se achasse =epa-
rado do governo por suas opinies, nao deixaria
dn gozar de um grande crdito na cmara ; li-
nham f em suas luzes c em sua honradez. Foi
assim que em lv.l'.'o 18i0foi relator da corarais- j gera se esqueceu dessa discussio om'quese jo-
-i i |-i p ir indicaco de M. de Traey, procura- '
a preparar a abolicoda esciavido as colonias.
; mais cima dos relatorios de I89 o de
1843 sobre a reforma das prises. Em 1811 e
l^io elle fez dua.sviagens Algeria com M. de
Beaumonl para teiem uma justa idea da colonia
e de -eu futuro. Foi arriscando urna san leja
rompromellida [rio elle quera adquirir o
M. de Tocqueville s licou quatro mezes no
minislerio. Tiulia esperado que o amor da pa-
ria.o o temor commum de uma crise, approxi-
bam accordo pode-
presidente c a as-
serabla. No dia em que foi preciso renunciar
essa esperanca, tornou a lomar seu lugar nos
bancos da cmara, decidido, qualquer que fosse o
futuro, a nao se separar dos representantes do
paiz.
Em 1851,M. de Tocqueville foiencarregado do
relalorta subre a revisan da constituico. Nu-
riovos que a rovo-
para reduzir a sen
ella fez, M. de Toc-
situaco de nosso
lo de fallar ca'mara sobre esse importante I mena e para
assumplo, por loda a parte c sempreenconlra-se comprehendi
ineule combinada, gastara-se gyrando sobre si
niesma, era vez de fornecer productos diarios,
e visiveis que scrvisseni Ionio aos grandes, como
aos pequeos.
resollado dessas reflexoes foi um livro que
appareceu cm 1856 sob o Ululo de : O mitigo Re-
gimen e a llecoluro
l'ara explicaros principios
luco inlroduzio era Franca,
justo valoras conquistas que
queville poz-se a estudar a
paiz antes de 1789. Quiz penetrar at o centro
desse rgimen, lo porto de nos pel esparo de
annos, o to longo pela mullido de aconteermen-
los que delle nosseporom. F.ssas pesquizas, di-
rigidos cora ardor c persereranca, levaram-no a
verificar ura laclo lo curioso"para a historia,
como importante para a poltica : que apezar
de lodos os estallos que lizeram para romper
cora o passado, nossos pas sahiram-se bem mal
ascr indulgente para cora os ho-iJessa ul"'l impossivel ; que a Franca odminis-
com os svslcinas ; mas eu nao ''-oliva do dcimo nono secuta difiero menos do
como al'uus republicanos no- 'I"li se pensa da Franca de Luiz XV : emfim
gava a sorlc da Franca. Sobre esse ponto da re-
viso, como sobre a queslao das duas cmaras,
a assembl coiisiluinle, fiel a seu fetichismo re-
volucionario, tinha adoptado as> falsas ideas de
>s pas; una minora de um terco obr-
gavj o paiz a curvar-se indefinidamente sob uma
lei [lie o sull'ocava. esludo e os anuos me
lem eusinado
bouvesse na naco- uma grande semina de 'li- "livro para no fim do anligo rgimen
berdade, anda que mu desegualmente repart- nao nos diz o que as asseniblcas revolucionarias
da. Como o notara mui justamente II. de Toe-' e o imperio lizeram da liberdade e dacenlralisa-1
queville, o privilegio uma forca dupla ; op-
pressao para os que solTrcm-no. defeso para os
que go5Kim-no, servido por baixe; liberdade
por ctma. Conformo o lado por onde o encara-
da, julga-se de modo inverso revoluc,5o de 1789.
a Franco de S. Luh dividida cm nobreza, clero,
burguezio, plebeos e vles, eom estados, con-
cilios, assemblas, era sem duvida uma socieda-
de mperfeila ; os nais pobres eram os- que sup-
portavam todo o peso. Mas um nobre que nao
poda ser julgodo seno por seus egnnes, um
doutor do unirersidade que podio ensinars de- inccsssntemenie dianta da nos com uma pb- ito-
n:he-
i autor reservava esse esludo para um se-
gunde volume, cujo plano apenas nos dcixcu.
Em ineu pcnsamenlo, disse elle, a obra qu
cemprehendi nao deve Qcar ahi. Minlia inten-
s se nao me fallarem o lempo e as tarcos,
seguir atravez das vissicitudes dessa longo i ivo-
lucSo, esses mesmos franeezes com quem acabo!
do viver lo familiarmente e que esse anlig i -
gimes formara ; re-Ios modificando-sc e lians-
formando-se segundo os acontecimenlos, sem
coroluih mudarem de natuaeza e reapparecen lo
tam vo-to mars uma vez, ero-m os ,.i
mocidade, aquclres que ha '.rima ann< parlillu-
vam suas ideas seus 90! h F i re-
ligiosa era a da s-,is pais sna f ceiilica'cra i
descu l.'isav." como Male Irerbes, i dirra a m-
da a liberdade-e a ainda o uberdade que q
consagrar esse futuro que bm Ihe pe tencia i
Em iaz .nm) lieos e comsigo nwsn c rcrca
ludo o que a-nava, emballade p< i is
dores, adormecen cheio de li allane
dar nesse mundo melhor owdo as airaras raalom
pendendo do reilor, nm burgnvz protegido por
sua municipalidade, um- artista sustentado por
sua cnrporac&O, tenham de corto uma indepen-
dencia e umo tarca de resistencia, que nao tem
norma um pouco mudada, mas sempr
civsl.
ra poca Ue 17>'.l em que >mor da eguald ida
hoje um simples cidodo collorado sli. foco do o (i,:' liberdade divid ..
estado Nesseseotido madamade Slael linha razo quercra smente fundar insHtufces demoi
cm seu c rar 10 ; em que rui
da Franca de l.uiz XV
em M. de Tocqueville esse amor da verdade o dem proclamar que o povo he''soberano e'ao ''uc u cenlralisacao 6 un legado da antigo mo-
do juslica que he o Signal dos amigos da lber- mesmo lempo prende-lo uma consliluco, que,' ""rchia, legado acceito o augmentado pela revo-
tendo sido feilo smente poro elle, uo pude os- 'l".';10
socia-lo o ninguem. A primeira vista esse resultado capaz de ad-
esta umo herisia particular Franca. Nunca mirar, mas, quando se reflecte, v-se que M-. do
uma naco livre cabio em tal. Oque e uma so- Tocqueville observou e julgou com lodo o exac-
berauia nacional que nao lem a maioria por or- tidao. O quo que nos fazem admirar era l'hi-
gio ? Na Inglaterra nao ha carta escripia; a ''PPe Pell cm 1-uiz XI, cm Richelieu, ea
constituico repousa era precedentes que podem Luiz XIV ? Qual O grande objecto dessa poli-
ser modificados lodos os das Na America a tica pouco diUficil no escollm dos meios. mas
reviso fcil o nos Estados particulares da 1ua' os historiadores perdoam at crimes por
Unio, diaria. Emfim se os nossos legislado- caus'1 do lvo'lue'-"> era vista ? E a verdade
res tivessem olliado paro junio de si, teriam vis-' franceza, o bumilioco da nobreza, o reduc-
to como em 187 a Sussa adquirir uma consti- I G* ,l pririlegio, a preponderancia da realeza,
tuico vitovel. De cerlo, M. Drucy, que leve
uni grande parle na nova lei federal", nao devia
amedrantar os nossos democrticos por sua mo-
derarn nem por seus escrpulos ; mas H, Druey,
no meio de suos violencias, era Suisso, isto e,
era ura espirito protico ; olini de que a reforma
durarse, Uvero grande cuidado em dividir o po-
der legislativo e deixar ao poiz o direilo de rever
dade.
Os acontecimenlos de 18{8 o entristecerm sem
sarprende-lo ; mais do que ninguem elle sen-
tira o estremecimento da tempestada; era ura:
discurso prophetco, recitado no dio 27 de jauei-1
1848, elle assignal&ra o opproximocao do'
revoluco ; sua voz fura suffocaua pelo ruido das |
paixes. Nao he no meio de ura combate queso
- la attenco s supplicas de um hornera de
bem, que se inquieta pelo futuro ; sempre os
los preferirn perder-se do que ceder oo !
grilo da razio.
Mandado assembl constituinle peta suITm-I
' i universal, M. de Tocqueiille oceilou sincera-'
leo novo rgimen. Elle nao se Iluda cer-j
ra do inslinctos da Franca, mas nao era elle
n desia receor um ensota de repblica ; o
paiz foi o primeira que secanrou com isso. M.;
quevillo foi em dos membros do commis-
coiistiluco. Niosei que parle tomou
n trabalho
-
ic evidente que as suas ideas | a constituico quando quizesse. Cegos por seus
" _: .'I
em outros termos, ura esforco constante poro a
'cenlralisacao. Essa poltica seguida com tanto
i calculo e os vezes cora Ionio tino por nossos reis
e seus ministros, produzi a monarchia de Luiz
XIV. Emquanto na Inglaterra a liberdade fazia
pouco a pouco rebeotar o envoltorio feudol, em
Franca ero o Estado. No- ultimo secuta, como
(11) A Beotsao da Constituirlo, corlas de um
amigo publico las era 1851._______________
?! i
UNA HISTORIA SIMPLES.
neniar, rada linguagom o seu accenlo original.
O rosto bramo c diaphono da Ingleza do talhe
(lexivel passo va debaixo das larangeiras ao lodo
repnraveis, disse madama Cataln!
mo do mancebo.
Os morios nao volkim,
legando na
minhas senhora, o
era dizer que em Franca o liberdade cue c an-
ligo o > despotismo novo.
Esses privilegios opprimiam duas especies de
pessoas : os que eram victima delle c o ioberano
que achava sempre umabarreira levantado dian-
le de si. O'ahi um accordo constante entre nos-
sos reise-O povo para quebrar o previlogio c es-
magar os privilegiados ; d'ahi ir trabalho subter-
rneo dos legistas para ntroduzir per toda a
parte os-principios da lei romana principios de
egualdade estabelecidos em um li mpo em
que a liberdade nem mesrao linha um neme.
Tal tai a obro da realeza, franceza e isto de
cerlo quo ocobou o revoluco varrendo as
ruinas lo passado. Oueriam acabe- com os
restos do privilegio, restos- tanto mais odio-
sos quanto nada os jisiificeva< mrvls, despe-
dazara m-a nobresa, oni-ruilaram o clero, os par-
lamentos; pozeram iodo a aeco, inda o inergia,
todo-o poder as naos do estado e quando oba-
teram o ultimo barreira, quando esmagaram lu-
do oqpese erguia ocima do solo, julgaraui que
tii.bom fundado a liber.iode.
(2;
3
O a litigo
O-anlizo
rgimen e o revolur/ao, pag
rgimen e o reroluco, paf
0D.
165.
emlnn essa sede de justira de i
consumi nesit mundo.
Nao ; seincl-hanles morloe i to ap| cenles.
privilegio dessas nalurezas nobres toi i sua
lida umo acece benfica. Sabidas d......
t;s contendas sobranceiras M nossa
Ae principio procure eem elles essa nruMt- aos nossos vicios, respland cera com
mais -uro, n--., esses claraos sen m -
- escuras sito o i sperai ea o-o gu a .! i
< balido pelas ondas, (twando um le
de talento, qi-cado um escritor palrii
Ierro, sua obra resenle-se da res i
sauli lade da morto Os saMos do dia i
1. m mais suca ideas como quimeras : i uma au-
loridade que a invoca, unvapoio de ru se pre
si. Emquai !> vivo ninguem Ihe S att.:
- de m !> o silencie reina em ti: no delta
o paiz inii -', gao as g n oes ores
rem ouvir essa voz que sane do lunuio. l'ara
lodos aquelli i que couhceeram M. da l
ville, nada ( -de substituir o amig
rsm ; quanto a nos, elle vive mais qu8 nunc.
m seus li\ r is : suas di i nos -
-lorio nossa heranca. Seu nome no d
I s que se (tlingue con- s annos
liante insaparavel da causa que defendou i
pionlo houver em Prcnra coraces geno .
rvar- -ha com um i -: a me
mora daqcalle que, atravez de tantasproi -
gou-so liberdade cora um amor invencivcl e
que procutara ainda s^sri-la quamta a morte Ih
elou a iro
s) uessa
da Romana de tez morena ; a linguo florentina, tmulo nao nos restituco que una vez nos rou-
esso lingim que parece ler sido inventada pelos hou.
po:-.
M Y. \\ Y
i meninos c pelas mulhcres, misturara os seus
gorgeios ao murmurio confuso de vinle idiomas
eslrangeiros ; lal o coraeler inslinctivo de lodos
os feslas de l'lorenca que sao, a Callar verdade,
tastos europeas.
Deram pois onze horas, na lorre do palacio do
grao-duque, quando de repente essa mullido,
como senlindo uma comnio^o elctrica, eslre-
meceu e veta toda para o mesmo solo. Todas
deve enteii-! os boceas repelim o mesmo nome, todos os
que c
Alpes
lugar
e lo-
i ra n ais (ili Paris, o
commum; Paris inha transposto os
i va-so no bello paiz loscnno.
Os leitores sabem o que que se
der pelo I' [ue rallo ; Irata-se dos poetas,' olhos dirigiam-se paro o mesmo alvo :
'"liaras Urown I Trislo o Viajante 1
Italianos, dos artistas e dos pensadores.
! l'iiis foge de tempes em lempos para uma
cidade situada a der taguas do distancia do bou-
lovor.d dos Italianos, e parece all estar como se
eslivesseem sua rasa. Nao tem elle posto o seu
cunho era toda a parte ?
Passa va-so isto nos fins do oulono de 1837 ;
em l'lorenca toles occiipavam-so muito de um ca que dorma aos ps de suas collinos.
joven inglcz, thainado Williams Brovn, recente-' Oncm esle lord Williams Brown ?
ma 'o i negado de Londres. Lord Williams Brown i Um homem que tem vinte e cinco rail gui-
linha vinte anuo i. vinte e cinco mil guineos de neos de renda, disse um banqueiro.
'. umo figuro encantadora, espirito e spleeo. Cm tolo ou doudo, disse um eclibatario ve-
FJou caleche era ireto, os cavados prclos, o libr Iho, que, apezar de j ter panca, ainda fazia corte
prcta, eo rosto paludo c triste. Viain-o lodosos s mulheres.
oas no caes do .rno, ou (ieboixo das arvores ver-'
des dos possa ros, negligentemente deilodo nos
03 da soge, passaudo distrahido emeloncho-l
lico, pelo meio de inullii es que o admira vara e |
m nao vio. Nos saldes o que attenco no
nhuma o podera atlrahir, tinham-o appcidado
o o Viajante. As mulheres pergunlovaiu
ran le d6r Ifnha soffrdo esse rapaz de rin-
lc annos; teriam pago cora o sua felicidade, a fe-
Sem duvida, c cruel perder nm objecto
amado, mas um primeira amor nao duro todo o
vida, e o destino reserva-lbe outros, acrescentiu
madama Calaloni sorrindo dorementc.
O destino s nos d uma mi, minha se-
nhora, e oque choro minha mi, respoi.nleu
gravemente lord Bravio.
Melania Colalani levou lord Brown para e-jar-
dim, o. quando chegorom a um passeio desello e
silencioso, o joven inglez conloo de urna manoi-
ra locante a lernuza apaixonadao romanesca que
linha dedicado
Williams Brown I Trislao o Viajante I I linha dedicado sua mi. Lord Brown, casado
Moco, fornioso, delicado, gracioso e encanta-' os dezeseis anuos, viuvo aos dezesels, harta
dor no seu traje severo o sombro, lord Williams I concentrado lodo o seu amor sobre o imico lilbo
inclinou-scgravemente ante a senhora Calaloni, que Uvera do seo. Basamento. Moca, formse,
depois atravessando rom or triste e distrahido al requestada pelos grandes de Inglalerza por sua
mullido que se abri ante elle, foi poro o rao I belleza, pela sua posico e pela sua brtuna, U-
de una janclla, contemplar, meditando, Floren-| nha sacrificado lodosos alegras o lodos os vai-
dadesdo mundo esse tilho do seu primeiro e
nico amor. Retirada cora elle no seu coslollo,
hovfl-o criado ello mesrao, tinha disputado, suo
infancia a lodos 03 cuidados cslranhos que ve-
lara sobre os nossos, e lord Williams, crescendo
junto essa mulher, moca ainda, bello, lerna,
assidua, ornada do todos os granas do espirito, e
lodos os de urna virtude indulgente e boa, lhc ti-
nha votado um scnlirocnto de afieico apaisena-
da que nunca linha deixado lugar em seu coro-
uancebo, o multidao cbsUnou-se cm pensar que
1 di'ir du lord Brown era de raca mimos pura e
acrcdilou-se geralmente quclady Lasley era umo
amante infiel e Williams um amante engaado.
A cousa de lodos es lempos o muito commum
cas, mas tnsluicoes livres; nao somente des-
truir privilegios, mas rcccnheccr econsagrar di-
reitos; lempo do mocidade-, de enlhusiasm dn
al'.i-.v, de paixes generosas e sinceras, cuj 1
memoria os homens, apezar-dos erras, c
varara eternamente c que durante ainda minio
perturbar o somne de todos aquelles que
os qukcrem corromper ou sujeitar.
Segundo sempre rpidamente o cura
mesmo revoluco, procura re mostrar porgue
. porque falta;-., porque engaos ceses
mesmos franeezes chegsmni a abandonar
primeiro alvo, c esquecendose da liberdade, s<>
iiui.'.eroui tornar-se servidores eguacs do -
do mundo ; romo um governo mais taris mui-
to mais absoluto que o que a revoluco atravos-
sr;:, tornen ,i mmar e soocentrou lodos ds po-
deres c supprimio todas-essas liberdadae lo car-
ramente pagas...
Parare i no momento ?ra que a 1 -. luco me
parecer ter cumplido [cuco mais ou menos
obra o praduzido a nova sociedade. Cunsi h -
rei enlo essa mesmo sociedade; procurarei
mostrar em que ella so parece que a prece 1.
i O antigo rgimen- e a revoluto, pag. 12
caricias lernas ; nunca seus
EDI AIIHi c o la\ 1.
Htwnai des 9ebats. )
corra pc'a estrada de Roma, a ladj Anna
..---- _._.., """"i "--- --"' o, coiriapi i eairaua ce liorna, e lalv Amia
pncouiravam e quando lady Lasta) colma di bei- rara-o, noite.cm Veneza. no lUeatro de ,
jas muuoardentes a testo o os cabellos desse nice.
mancebo sing
abrazava-se e
lar,
avd
quando o sangue de ambos
'.islev sentia-se proxista jo
em lodos os lugares e por isso pareceu proravd triumpho e lord Brown quasi a ceder, o saugue
em semelhante caso.
n laclo que lord Brown e lady Lasley se li-
nham encontrado pela primeira vez no lerrasso
ilo villa Calla.
Lin me/, depois nao se fallava>era Florenca so-
no do paixo pare.lbada de lord- Brown por lady ior.
cealhava-se de repente nos arterias e lord Bro-
v:n,J cahia desanimado 00 lodo de An-.a, uc-
cullava o rosto as- mos molkando-as de lagri-
mas ; e a pobre Auna, nao pudendo explicar os
caprichos do seu amigo, chocara, vcudo-o cho-
Lastay ; tinhara-osencontrodok a bella Anna ler-
11.intente reclinada no braco do joven Williams, i
salitado juntos a Vallombreuse; tinham-os visto,
urna tarde oo por do sol, oiraz dos Apeninos,
sentados sob os-cyprestes de San Minalo, absor-
tos arabos em ura mesmo. senlimcnlo da amor,
ojnllodo pela contemplaco de una esplendida
lin encllenle partido, disse umo velha quo
ha mais de oilo anuos andar mostrando a filha
sem Ihe poder ochar um marido.
Um poeta, disse urna mulher que fazia ver- cao s necessidades do uma aleico eslranho,
sos.
Child Barold, disse um mancebo que linha
tomado ludo do Byron, excepto o genio.
Lora, disse urna joven Veneziann, que de
muito bom grado trocara o seu vestido de gase
li i Indo de consola-lo. Bigamos do passagera I por una roupa de pagem.
que essa felicidedo nao teria distado muito caro
olguma.
Uma noito haria baile na villa Catala ; a co-
ila 1 rnbaixada linham enriado grande numero de
convites, com o direilo de disporem deltas era
: dos eslrangeiros do dislineeo que se acha-
t.iin enlo em Itarenco ; lord Williams Brown
nao foi esquecido.
Scduzido pela reputocoo do senhora Catolani,
que todas os conloes da Europa haviara applou-
dido [ior tonto lempo, e que, retirado na sua glo-
ria, s cantara em familia, lord Williams resol-
reu renunciar 1 or uraa noitc aos seus hbitos de
medilaco e a seus gostos pela solido, e era a j
noile d dio indicado, dirigio-se cm seu caleche :
pora a villa da celebre cantora.
Podioin ser onze horas ; a noile estovo pura c
sereno; os estrellas brilhavom no co; os vaga-
lumcs, estrellas da trro, brilharam por entre os
fnllios; o luo, feliz c calma, envolva em uma
rede de prata os palacios da villa Florenca. Dan-
covo-se sobre os inormoresdo villa, o mullido
ncha os saldes ; alguns pares se perdiam pelas
tulipeiras do perfumado jardim; cada nacao era
representada, cada rosto tinha alli o seu typo par-
ando elle lo triste o som-
Williams conlou ludo isso com encanto, cora gro-
ca, e quando leve de referir o ultimo instante
dessa mulher, enlerneceu-se-llie o coracao e de-
bulhou-seem lagrrimas. Madama Calaloni coui-
prehendeu e respeitou essa dor; suas lagriivvas
correrain mois do uma vez emquonlo elle fal-
lara.
Arabos se iam opproximondo do solo, quando
de repente rio terrosso, Catolani dcixou brusca-
mente lord Brown, o tai direita para uma mu-
lher que passeava s c pensativa; abrarou-a
com effuso; depois, voltando-so para "\Vil-
l'.slos sienas r.ipeliam-se Quilas veas e todas
linham o mesmo resultado. Uma noite, Willi-
ams esqueceu-se das horas e dcixou-se licar ot
as duas da raanha no touaador de lady Lasley ;
tiuhara conversado ambos dos seus. das passa-
do ; Anna tinha follado de sua olma que nu era
compreheudida, e dos seus sentidos ignorados,
ualureza. Pela monha,. o. mesma barco, levara-1 al o da em que Williams Ihe apparecero pela
primeira ve;. Todas as iimlhercs i/.ein a mes-
ma cousa. Williams que decidid.'.;;!,ute era 11:11
loleiro ou alguma causa peior, nem sequer se
esso re-
os lentamet.le sobre B8.ag.uas do Amo.; o larde,
o mesmo catochefozio-cs voor ao bosque; noi-
te, o mesmo camarote es reuna 110 t!.cairo ; vi-
silavora juntos a oCuina do Borlolir.i, os monu-
mentos e os museiis. Williams acompanhara la-
dy Lasley aos salces que at culac em balde o
haviaiu. solliciloiio. Lady Lasley ru:oleni:i ir com
Williams aos sajictiiarios da solido c da silen-
cio que por tanto lempo haviinira ossustado,
elles. amavora-se c disso nao aziam mystcrio.
Lady Lasley ero viuvo, rico e bella : lord Brown
moco, rico "fc bello. Tenho visto, o sei de o mores
rnauV esquisitos do que este.
Por mais temo, ossiduo, e apaixonado quo so
raostrasse lord Brown, havia no seu amor por
Anuo una reserva, ura respeilo, umo timidez
que a principio encantarara lady Lasley, mas
tinha dado oo trabalho de responder a
velacoos.de Anuo. Smenle algumas vezes le-
vantara os olhos pora ella com uma expresso
de dor o de alegra, de confianza o de amor', de
abaudena e de terror.
O que leus '.' disseta Anna.
Eu le amo. djssora % illiams.
i-, eu ta abem amo-te, acrcscentac Auna
com transporte.
Haldicio sobre nos exclamara Williams
que havia lido- alguns dramas de Alexandre Dil-
uios.
Que luysteria infernal este ? exclamara
tam bem lady Lasley quo linha visto representar
que, indefinidamente prolongados, acoborom por; algumas operas de Scribe.
Porque, razo
bro ?
Tolvcz lenha olguma goslrite, disse um me-
dico.
Affirraam que adquiri a fortuna illegal-
mente, disse um advogado.
Esse mancebo cominelleu um grande cri-! lianas :
rae, disse nina mulher que ainda lia os romances Cara, disse ella sua amiga, opresento-
de Anna Radclilfo. I Ihe um dos seus compatriotas, lord Williams
A amante enganoti-O, oisse umo mulher de Brown ; e dirigindo-se a lord Williams disse
trinta annos, que devia ser entendedora da ma- milady Lasley.
torio. Lady Lasley pronunciou algumas palavras ; 0
Tal re z lsse os seus romances cmicos, dis- som de sua voz fez estremecer Brown. Trmulo,
se sorrindo um poeta elegiaco a um romoncista lovantou os olhos pora ella, o quando claridado
da la vio o roslo da sua compatriota admirado,
deu um grito e desmoiou.
Huante as ultimas horas do baile, nao se fal-
lou seno no desmata de lord Brown ora presen-
ta de lody Lasley, e esso novo incidente contri- pria virtude, a singularidadc desuo conducta leria
melaucholico mancebo, e j o havia caplivado buio muilo para dar ao romanesco viajante um ; desanimado ura coracao menos opoixouodo do
pela sua graca encantadora ; sim, minha senho-! novo inleresse e novo mysterio. Bebalde quiz a quo o de lady Lasley." Lord Brown era lo res-
moderno.
Ou lalrez nunca lsse as suas etagias, res-
pondeu o romoncista 00 poeto.
Sim, minha senhora, disse Williams Brown
madama Calaiani, que se linha approximado do
llie parecer, seno ridiculos, peta menos inul-
to singulares. O o mor puramente eslotico de
corto um senlimonto muilo po ; os niedi'.aces
nos bosques, quando os ratos da la brincar a-
travez dos galbos das arvores ; os posstio.s nos
grandes lagos quando o silencio do noite nao
perturbado seno pelo ruido montono dos re-
mos o petas murmurios da brisa ; as aspiraepes
celestes, as contemplaces poticas, o lieco das
airaos, sao cortamente cousas boas o proveilosas,
mas do que se nao deve abusar.
As noles sao frescas, os bosques hmidos, os
lagos tem nevos.
Ue cerlo, nunca ha de mais animar as aspira-
r5es celestes ; mas h*aspirocoes terrestres quo
iombem lem seus mritos. As contemplaces
poticas sao ura tanto ocas ; nada leamos a* di-
zer de lieco das almas, se as almos se coulen-
lossem com ellos.
A reserva de lord Brown teria aborrecido a pro-
ra, infeliz e triste 1 Dcbalde tenho procurado as Catalam explicar mullido quo a interrogava
viagens alguma dislrocoo minha dr; sinto-a I comardento curosidado, o aosmaio desir Wl-
' aqui, mais viva e profunda do que nunca. liaras, pela emoco que a narraco dn morle de
petoso na expresso do seu amor, que fra dif-
ilcil uma teslemiiuhadesua niimidade suppr
entre elles outros lacos raais do que os la^os pu-
Mas, senhor, na sua idade nao ha males ir- umo mi adorada havia despertado no corocoo do ramc-nle fr'.ternavs. Em vo convdou-o lady
Esse dialogo tinha sido seguido Je uma sceno
extremamonto dramtica, na qual o pudor de
lord Williams leria inallivelmc-iilo sucumbido,
se nao tivesse repellido cora a mo lady Auno
que linha ido cohir, semi-raorto, no ossoalho ;
felizmente havia oll um topete.
No dia seguinte, receben lady Lasley um bi-
Iheliuho uestes termos :
O da em que a vi ( era noile, quera elle
dizer decidi da minha vida. Vou morrer tan-
ge de roce de uuiamor sera esperanca, deroradoIia'se"ineihaii'c'a'qe Ura impossivel nao 1
infeliz lord IVo-wn fez a- !-
ropa para escapar desventurada
queo peiseguia por loda a pacte. Oua'nJi
a encoatrava, eram alegrias indizivi .-,
tes innefaveis ; uma hora den .-, lagrii
lucos, receios.de enanco, leri
e toca para diante, cncheira,.a ierra ^
O "i.wc 6 urna cousa to singular e
que o de Anna augmentara cura as di
pOS! :.
Lin dio chegou Williams i s. Petcrburgo, wa
POUCO.cane-..'.<> dessa va amale, t; clin.
agradou-lne-, seu humor toruou-se anda
sombro. Dous dios depois do sua (ingada.sxm
be que lody Lasley iombem linha rhegado.
i' ira-ssda cama 11'aa.oella mora
nariz a janella o lirou-o gelado -. fez 11
horrvei ; procurau es, seus chii ellos
achou : quiz fazer 9 barba, a nnralha eslava n -
ga Bvsgotose do ida, o mveravcl
com O rosto anda coberto da espuma d
Wmdsor, scrilou-se secretaria, escroceo
Hiele de oigamos linha*, e fechou-o com um
miniatura que nunca o laara. Depois d
posto o sineto r.j lacre e sobrescripto no (a
pe, ocgou na i.avalha e resolveu gravosaonle
! problema ; a saberse una iiavallia que nao toi -
'. la bastante para fazer-se a barba, servir
decepar a cabeco.
Depois do ter chorado sobre o cadver ei
guenlado de Williams, como And
I os rest03.de lleituj, Anna toa os linhas b
I les que lie eram dirigidas.
Anna,
- A miniatura que adiar inclusa, letroi
explique as singularidades de um amor q-:
a sua e a miiiiii desgruco. K O retrato
mi. Comprendida, veudo-o, a singular lu.
que live de sustentar ; s elle Ihe pode
gredo do raen amor e dos minhas ropu)
cas.
WMUmu llroxin.
Ladj Auna deitou os olhos para a miniat
soltou um grito, baria entre ello e esse relia' .
de desejos que nao podera ser satisfeitos
W.
Nao ha nada que irrite mais o amor do que os
difieuldades, lady Lasley chamou os seus cria-
dos;
Urna soge de posla cavallos rio so
formar na embaixado ingleza que caminho
raou lord Brown.
Veneza !
Veneza I lodo a brida !
Lady l.astay encontrou Williams na prora
S. Morcos, e abracorom-SO.
Cruel! disse Anuo, eu nao le amara ? por-
que fugiste de mim ? nao sou cu la .'
A estas palavras ir Williams estremecen da
cabera aos ps. lino hora depois, seu caleche
in-
lo-
de
pintura por uma copia lid dos 1- lady
Lastaj.
l'onham j os cavallos na minha seg de
posla disse ella immcdia'.amente : roe |
para a cidade do mundo em que si esqueca I id .
ateo amor.
Nao lardou com eTeito. a chegar a Pal ie,
citara cora razie, romo uma das mulheres
amovis daquelle lempo.
FIM.
/". Dea
l'ER.N. fiP. l>i". M.
01 !\;;\i- 1.