Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:08935

Full Text
USO XXXYI. HOMERO 9.
Por tres mezesadia ados 50O0.
Por tres mezes vene. Ir* 6QOO.
QUINTA FEIRA 12 DE JANEIRO DE 1860.
Por anno adianhido 19$000.
Porlc franco para o subscriptor.
ENCARREGADOS DA SCBSCRIPQA'O DO NORTE.
Paraliiba, o Sr. JooRodolpho Gomos; Natal,
Sr. Antonio Marques da Silva ; Aracaly, oSr. A.
de Lomos Draga; Cear, o Sr. J. Jos de Oltveira
Maranho, o Sr. Manool Jos Marlins Ribeiro
Guimares; Piauhy, o Sr. Joo Fornandes de
Moraos Jnior; Para, o Sr. Justino J. nuos;
Amazonas,o Sr. Jeronvnio da t'.osta.
l'AHltDA PO.sl.OKlllilUS.
Olinda todos os das as O 1/2 horas do da.
Ignarass, Goianna e rarahiba as segundas e
sextas feiras.
S. Anlo, Bezerros, Bonito, Caruar, Altinhoe
Garanhuos as tercas finias.
Pao d'Alho, Na/.arelh, Limooiro, Drojo, Pos-
queira, Ingazeira, Floros, Villa Bella, Boa-Vista,
uricury e F.x as quarlas-feiras.
Cabo, Serinnaem, Un Formoso, Una,Barreos,
Agua Prcta, l'imenieras e Natal quintas feiras.
i lodos os correios pnrlem as 10 horas da manhaa )
AUDIENCIAS DOS TRIBUNA ES DA CAPITAL
Tribunal do commercio: segundas e quintas.
Relaco : trras feiras e sabbados.
Fazcnda: tercas, quintas e sabbados as 10 horas.
Juizo do commercio: quintas ao meiodia.
Dito de orphaos: tercas c sextas as 10 horas.
Primeira vara docivel: tercas e sextas ao mcio da
Segunda vara do civel: quartas e sabbados ao
meio dia.
EPHEMEKIDES 1)0 MEZ DE JANEIRO.
1 Quarto cresecnte as 8 horas e 28 minutos da
manhaa.
8 La cheia a 1 hora e 3 minutos da tarde.
15 Quarto minguante as 4 horas e 38 minutos da
mauha.
22 La nova as 9 horas e 27 minutos da tarde
31 Quarto cresc. as2 horas e51 min. da manhaa.
PREAMAR DE IIOJE.
Primeira as 8 horas e 30 minutos da manhaa.
Segundo as 8 horas e 54 minutos da tarde.
DAS DA SEMANA.
9 Segunda. S. Julin m. e S. Baslica sua esp.
10 Terca. S. Paulo prmeiro Eremita
11 Quarta. S. Hygno p. m. ; S. Honorata r.
12 Quinta. S. Satyro m. ; S. Eutropio I.eitor.
13 Sexta. S. Hilario b. ; S. Frailo ni.
ENCARREGADOSDA SUBSCRIPCAO NO SI I..
Alagoas, o Sr. Claudiuo Falcio iaa ; Baha, o
Sr. Jos Marlins Alves ; lii.) de Janeiro, o Sr.
Joao Percira llartins.
E.M PERNAMBl'l O.
O preprietario do diario Manuel f'tgi
a da
14 Sabbado. S. Flix do Nule m. ; S. Hacrina v. Paria,na sua livraria praca da Independen*.
1") Domingo. S. Amaro ab.|: S. Scundina v. m. 6 e 8.
e itioiscriplivel. Udouir puz a esia catarata o
nome de Victoria do nome de rainha de lngla-
lerra.
Lis aqu como o doulor descrece una paisa-
geni do rio tinco ou seis milhas cima da cata-
rata :
Depois do ter navegado 20 minlos para bai-
0 pagamento da subscriprao dcste
Diario a razao do o$OOI) por qnarlcl,
somcnlc perniillido at o dia lo do
corrale, que se repula allantado.
al o referido dia, fican obrigados a J.Xns1"6
liJJI'OU o trimestre, como scaclia es-
tipulado no lugar competente.
EXTERIOR.
o vento agita, cuja tope se perde as
que parece nascerem
frica portu$ruvza.
III.
Assim como o Dr. Livingstone na sua viagem
de ida o volta do centro d'Africa a l.oanda ape-
nas percorreu urna pequea parle ;I do curso
do Zambese, assim lanibem nos apenas tocamos
u syslema particular dcsta soberba arteria da
frica-austral: Taes sao porm as vantagens que
daquclla rastissma Hacia podom \r ao nosso
pai/, que nao resistimos tonlaco de apresen-
lar aos nossos ieiloros mullas noticias nteres-
santos, que nos d o mesmo Dr. colhidas na
viagem do mesmo sitio a Mozambique, deseen-
do o lie
0 Zambese, que lem como dissemos, a sua
origcm na alta planura do higo Dilulo entre 8 p
) gr. de lal. sulc 21 e 25 de long. (Greenwch ;
loria apenas nm curso do nica de 3U leguas se
d'ahi dcscesse em linha recta para a sua fo?, que
ja/ nu ponto de intercossao do 17 lal. sul e do
Ji de long. i
Mase-la linha un pouco curva as extremi-
dades, profunda-se no meio para sudoeste onde
descreve ura como larga o profunda baria, ar-
lada nos ngulos inferiores, de altura de
cerca 120 legoase de largura de 90 no fundo,
quasi duplicando assim o curso do rio, que de-
ver ler por isso mais de 5!0 leguas. A |ui ha
de particular que punco abaito da abertura des-
la baca os seus dais lados sao poslos em coin-
muuicaco por "arias correles caudalosas i
navegareis que sao como bracos do mesmo rio.
Este mesmo phenomeno se observa para o la-
do exterior do fundo hacia de modo que um es-
paco de 100 leguas de largo-e 90 de eomprido
em ambas as margens do Zambese pode ser ra-
lo tanto em roda, como no centro por essa
grandiosos canaes, tamaitos que ncllcs
pullulaui os liypopotamos.
1 sla niargem direita do Zambese o valle dos
Carotss o que fallamos no precedente artigo.
Que riquezas ahi jazera desapproveitadas ties-
tas 9,000 leguas quadradasduas vezes e meio
o territorio de Portugal e ilhas adjacenles! 9,000
leguas q. de terreno levemente ondHilado pelo
que i maior parle desla regiao nao se ollera
a mais de l mellos cima do nivel das corrett-
ti que o regam ,579) (3)
A largura da hacia de Zambese com OS seus
afluentes rio 0 menordc 850 leguas latvez mul-
ta mais porque as extremidades sao pouco co-
nhecidas. i '
o Dr. que linha conseguido grande influencia
na poderosa naco dos Makololos e que por tan-
to tinha posto u seu quartel de descaneo na ca-
i I destesLinyanti sobre o Chob, a 18 a
20 leguas do Zara ese, violando alli de Loanda,
leudo adiado toda a sua bagagein que deixara
eniperl'eitoesladode conservaefio, ncluindo.o
carro e caca/'os do viagem e provalvemento
o sua igrejinha protestante, deque adiante fal-
laremos, animado pela amisade do grande che fe
Seklelu, delermin >u explorar o Zambese na sua
dcscida al Quilifliane, ou t'.osta Onenlal.
Parlio pois acompanhado al urna certa dis-
tancia pelo chefe e 200 dos homcns mais influen-
tes da liibu dos quaes II i o foram aeompanhan-
possessocs porloguezas. ( grande che-
. sustentando toda a caravana al as extre-
midades de seus dominios que sao largos, ma-
tan,; I lis i ni todas as paragens e (piando de-
penetraram nos paizes indepcndenles dos
Makololos admira o doulor a geiierosidade com
que eram tratados 117 vagabundos polas tribus
por rujo territorio passarom. 505 Bi7 ) Chega-
los ao lio por uiin noile fria nao escapa ao via-
jante relatar um risgo do caridade do chele que
vciido-o eslendide na trra fra c ma para pas-
sar urna pessima noile privon-se do seu maulo
deitaud-o por cima do doulor, Picando elle sem
jiada para se Cubrir. Ahi na despedida o mes-
jno chefe o presenleou com 12 bois (3 habitua-
das a seren montados! una enorme porcao de
de urna elevar
arbocisadai A belleza da paisagem indiscripli-
vul ; grandes arvores de cores e formas variadas
bordam o rio e as ilhas do que est scraeado ;
todas lem orna phisiotiomia particular e muitas
estao cobcrlasjde flores; o macisso baobab, cu-
jos ramos podan) ser nutras lautas corpulentas
.livores, levanla-se ao lado de un grupo de pal-
meiras, cujas Jigeirasfolhas se desenham no co
onde Iraeam jeroglyphicos que quereni sembr
dizer longe da la patrial pois imprimen] alias
sem pro paisagem, carcter extico.
O mahouonu argentino, semilhanle aqui nao
forma ao cedro do Lbano contrasta felizmente
com o sombra molsuri, lalhado pelos moldes do
cyprcsle, fazeldo rcalcar a sua cor escura com a
escarale dos spus fruclos. Algumas arvores se-
melliam os nossos carvalhOS, oulras os nossos ol-
meros sceulafles c velhos caslanheiros; comtu-
do ninguem, oelo que lem visto em Inglaterra,
po le i li ara bdlleza Jesi
europeus u virpm nunca
l\
vdo levem pairar a ronlempla-lo com
Colina? de l! (l a 130 metros coborlas de
que di
do sol
faltam alcantijs coberlos de nveconfundiudo-se
com o horisontc. G9 e Ci'O.j
O doulor atdavessa oZarabczc marchando qua-
si para o nordeste paralellamentc ao rio mas dis-
tante delle 12 a 16 leguas, leudo andado 20 le-
guas encomia urna planura ligeiramcnlo on-
dada.
Segundo o tcstemunho dos nicus homcns di/
elle esla regiao um verdadeiro [>araiso ; assuas
pastag ns, a sna fcrtilidade, o seu ai salubre tu-
llo concoma a torna-la preciosa aos Modellos
entre os quaes grande honra a agricultura c a
creaeao de gado, o lerreno secco c formado em
grande parte de rea averm Ihada.
l'oucas oreslas ; mas grandes arvores copadas
appareccm no assenlo de enligas aldeias, despo-
voadas (pelas conquistas dos Makololos). Lina
deslas arvores, da especie Jas Qgueiras linha mais
de 12 metros de circumferencia. A vista desla
planura descobcrla, a sua elevaeao cresecnte, a
pureza do ar.quescohi respira,fazem-nos immen-
so bem ao corpo : os gran Jes animaos abuudam ;
m-se bfalos, alces antlopes de diversas
especies, elep i mi is que de nada se assuslara
porque uingu 'tn lies d cara. l'.m um dos ca-
naes que corlain o grande planura, deque cima
fallamoso rio K ifuc, encontra o duutor urna
quanlidade enorme do hypopoUmos, cuja carne
lem o sabor da Je porro c cujas prezas sao do
excclleulc marflm. Atravessada urna monlanha
[pros
Depois da riqueza do solo e da salubridade do
clima sao para desojar populaces traelaveis,
e laes sao as que se eiiconlram no centro d'A-
frica.
J nos referimos proleccao e generosidade
do chefe dos Makololos para com o Dr. Livings-
tone e accrescentaremos, que a guarda, o.ue o
acoiupauhou at Angola o Mocamhique, servio
com una abnegaran admiravel, sujeitando-se
mesmo ao perigu de vida, que por vezes corre-
rn!, quaudu ao approximar-se das colonias por-
lug'iczas liveram de alravessar os paizes infesta-
dos pelo trafico da escravalura, que lem torna-
do os populaces mais inlractaveis e espolia-
doras.
A liospilalidade largamente pralicada pelas
tribus do interior. Por loda a parle, narra o
Dr., os habitantes (de riba Zambese continan)
a dar-nos provisoes em abundancia : nao sei
por que modo souberam que cu tra/ia medica-
mentos e de Unas as parles me Irazena os lilhus
para os curar, alguns dos quaes eslao atacados
da losse convulsa, una das raras molestias epi-
dmicas deste paiz. o 012
Em todas as aldeias nos dio para nos con-
du/.ir aldeia visinha dous guias, que nos sao
muilo uteis para ovil-iruios os junraes impratica-
veis .. As nossas relacoes conlinuam a ser ex-
|U3dro ; ncnhutis ollios Icellenles com os cheles das aldeias, que atraves-
las os aojos no seu sainos, e .i porlia nos vem o.Terecer fariulia e
proveiio, e grande seria se empregasseiu o iner- sexta parle pouco mais ou menos das despezas, |
curio.... Como as parcellas de ouro sao mais gros- que nos eiislou a guerra.
Por esta correspondencia po4ereis exacte-
sas na circumferencia do circulo do que no con- Depois de ter indicado como as questes, que mtnle examinar a conJucta do soltao, no-so le-
tro creio que as verdadeiras minas aurferas ja- dizem respeto .1 resliluicao dos presioneiros, dos nlior ; saber se elle obrou neslas nasocii
zem em volta das carnadas de carvao de podra, navios capturados, e amnystia, sao regulada- J0 uma maneH r.,[lhr e amig,V(| ou% 0\Q.
que ah ha, e assim teamos duas minas precio- da maneira a mus liberal, a circular finalmente .____ i f J""o'1 / uu ;u V
sas eollocadas em uma regiao bem cortada de I irata das quesles do poltica geral o ie rrsnci- c 101 ,l13n'l"S'.ou desdo o principio
um vivo dasojo d tobar um protosio nara dada
correles, ahondantes em vveres e em madeiras, I tara ao estado futuro "da Italia.
circumstancias (aroraveia bem difUceis de achar A Austria e a trama se compronJeltern a unir rar-nos a guerra.
reunidas, ( 690 e 97. ) | seus exforros para obler do Sanio Padre um me- Sabis aue a un ni i a tr;! i n" lu ra
O carvao de podra lao abundante nesta re- Ihor syslema de goveruo; as duas potencias re- '
giao, que o Dr. diz que o espaeo comprehendido servam OS diroilos dos soberanos de Toscana, meHeu ,acWt 1UJ meneonatnos, o suliao Mu
entre Zumbo e Lupata abaixo de Tele ) isio Modea e I'arma ; prestaram seu apoio forma-1 ''-')' Abderrbam.au, BOSSO senlior, morr,!ii ; i.
uma exiensao de urnas 05 leguas em linha recta cao d'uma confederacao italiana, de que far par- poca nao (abamos 03 nece-sarios 'oleres pan
uina mina que nao lem de largura menos de-{ le a Venecia ; emfim convidara a reunirem-se adoolar alauma melida a ratrnUr L *
leguas, comprehendidas as numerosas falhas pro- em congresso, para deliberaren, sobre as qoes-1 t- l regulares,: ner
duzidas amigamente pela accfio volcnica f 694). loes pendentes, nao s as potencias, que assigna- a0 lu,*nos posstvel oceupar-nos disso. -
Os Portoguezes conhecem j nove veios e no rain o tratado geral de Vienna em 1815, mai- qnandofomos confirmado em dorso posto p Ij
paz dos Maravis o carvao encontra-sc ao cimo .anda as Duas-Sicilias, liorna e a Sardenha. Sidi Mohamed, nossoseulior, que Deps acaba de
do solo ( 092 e 9:1 ). i Os ltimos paragraphos da circular deixam en-
Quanto ao fero a sua abundancia em Angola (rever as ideas, que ogoverno rancezsustentara
muilo conhecida, como pouco aproveitada. no congresso, C os me ios, que julga mais pro-
Mais para o interior algumas tribus libalibanas, prios para consolidar uma nova ordeui decousas
populaces laboriosas,abundam em ferro de que na IiaUa.
a/.ein facas o outros instrumentos. O paiz de O governo francez j recebeu do Papa a pro-
arrobo. ; antros alimentos. Boje trouxerjm-mc um cesto
arvores, d'arroz, oprimairo que vejo nesta regiao e o
xain passar as gradaris rutilantes da luz : que m'o offeiece chama-lhe pao dos homens
imitara a perspectiva por Irez lados. S | blancos (03) o Dr tmlia chegailo regiao orien-
' tal do trafico da
escravalura, das visinbancas de
/. millo na confluencia de Zambese comoLoan-
goa, que um daqucllcs grandes canaes, que
communlca o Zambese superior com o inferior.
Zumbo craumoutigo eslabelccimenlo pDrluguez
de que fallaremos.
Anda assim o trafico com loda a sua inluon-
cia desmoralisadora nao te tu chegado a destruir
este carcter hospitaleiro em lodis as tribus por
aquello infestados. Abaixo de Zumbo e 40 le-
guas cima do nosso eslabelecimento de Tete ja/,
a aldeia de Hosura em terreno de una fertilJa-
de immensa que d aos habitantes enormes
qantidades de milho, de sorghoe outros produc-
ios. Lis como o Dr. falla destes habitantes :
Eis-nos aqu cabidos no meio de uma popu-
laeo extremamente generosa ; os meus homens
nao vollam nunca das aldeias prximas sem as
mijos cheias, o o modo porque nos offerecem v-
veres era quasi tolas as aldeias do interior que
nao loein relacoes com os europeus delirada,
por modo que se aceita semprecom gusto verda-
deiro. A porfa vem desculpas por nao poderem
dar mais, a expresso du pesar de na > estarcm
prevenidos seno leriam feilo moer mais fariuha
etc. Quanlo a nos que lites nao podemos dar
nada, a'-liam ellos isso muilo natural p"r nao
minos do paiz dos braucos, onde as mercadorias
se fabricam.
Tudas eslas povoaQcsdo inlerior leem o sen-
Tet rico em ferro c a sua qualidade
lente.
excel- messa de instituir urna adminislracao geralmen-
te leiga, cuma seria verificacao i'
el "ar ao throno.
O governo hespanhul, em \i-ts <
cmontos, queacab..vam de surgir
fixou principio umi primeira e
i.irava i :"> | oululiro, eS -ra, q i'
liada at i i lo mesmo
os a<- .ole-
ra i II |
i, que e\-
l I '"I I-
iii /.. A al i- de i. .
O Dr. lcvuii para Inglaterra algumas onxadas. finanzas, (.maulo aos ducados, a circular assig- nomeajao fizetti 5 lodo 0| issivel p ra qu u
dos Makololos e oulras de Quilimane e a quali- nala de uma maneira asss vaga um plano ba- novo d'Aujera s'abslivesse de III I l'ier desordeui
dado do metal pareceu to superior a um amigo seado sobre a volta do grao-duque, de Toscana : \\
do Dr. denirmingliamquemandou fazer cllas seus estados, eque se combinara com cerTasdis- U*"IBB encan > : > nejnos
ii m.i iMr.-il.im nnsieos itrnnrine c .ll.fi ,.,r ,., miunin i....... "C I I esp.'llih.l Ped O tilla Se lite Ii n,,' I
t ao mesntu inmp
que mandou la/.er cllas seus estados, e q
urna carabina. posieoes propras satisfazer
Transcrevercmos aqu uma ola dada ao Dr. os votos e os iuleresses
por um dos armeiros mais habis e mais expe- Ces Prev se Saber qual este pian i, cuj i antis is o-lipul "oes e r
rimenlados; nao devendo esquecer-se que o fer- base a volta do grao-duque de Tosctna. lio sft j ,mft .a?..* ..
ro para a fabricaco das amias de fogo deve ser oulro trecho des!., parle <\j circular indica que au c"n' u ae "mterreno para p
diverso segundo os dilfcrenles litis e escolhido governo francez procurar obler para a Venecia tnceoles as hespanTi0es>mas M. U!
sempro com o maior esmero. | uma adminislracao e um exercito uacionaos. .Nao sua carta, nao falla absoltiUlBinlc
sse p>.!
Hi spanba podio que se ihe petmit
egifimos das popula- construir furiificaccs no campo de C illa. V
i.'.n ln cipn^rt rt -1a .. t ........., ..^_ .. ..
circu ar indica que o
O ferro das duaseiixadas africanas, diz ano- falla-se nesse trecho se se pedir que Mantua e campo.
la, parece-se muilo cora o ferro da Succia o com Peschiera sejam declaradas fortalezas I n y ,
o da llussia, c conten urna grande qiianlidade de mas esta queslao muia importancia perde ao I w, nosso senne .
carboneo. A tempera d-lhe todas as proprieda lado da primeira, que, resolvida no sentido dos ;l"na ln5P' 'i e-'j
des do ac. Ralido em quenie c muito malcavel, votos do governo trance/., farsa de Maulua e res-
mas era fro quebradizo. chiera fortalezas venczlanas.
O pedaro de ferro com o numero 2 convm Qualquer que soja a solucao das numerosas e
perfeitamente fabricaco das armas de
relacoes amiga\cis, ordenou-noa
mos a pelicao feita, econsenlio neos
cacao das armas
por sua na tu roza fibrosa dobraria sem
etc., etc. > ( 711 ).
Oulras muitas producc/cs offereco a frica-
austral apenas conhecidas, atrs das quaes quan-
tas nao ter de lodo ignoradas ?
Assim por exemplo o Dr. vendo que o Times
prometiera um premio ao dcscouridor de alguma
planta propria para o fabrico do papel, pedio ao
commandanlc de Quilimane iuforinacoes sobre
este objecto.
Este deii-lhe uma amostra das fibras de una
i a so mean uas nuui'ro-as u ,.,,,.,,., t ., r .
! fogo; graves que.-;,',.s submeltidas s deliboraces das "Mr*n orufiopics no recinlo
quebrar poleucias, a assignatura tanto lempo la 'ecebemos osla orJem ant>s de 5 da (
dos tratados de Zurich, e a prxima reuna o do [jra lixada p
congresso, nao podetn deixar de ser acolhidas
com favor pela opiuiao publica, que desej i vi-
vamente yer a Europa emfim sabir das compli-
cages e incertezas, em que empenhou-sc desde
o comeco da ultima guerra.
1 -
O re de Sardenha recasou ou nao ao princi-
pe de Saboia-Carignan a autorisaeo de aceitar
a regencia.
L esla urna questo, que pareca decid la pe-
i 11
fado
t ^r-
,
sena i
la si
i; mantee
H r
prim;iro uliunalum.
Depois disto, como veris de s i ciria, o
oncarregado de negocios de l formulan
uma segunda pretncao ; em que pela que Hi
fosse pormilti lo levantar forti
terrenos, que linhamos cinc-'i 11 em Ift-iS lar-
especie de loes, chamada cong, e o linho ex-
Irahido de uma plaa chamada buaz. llemetleu lo despacho, que chegoii de Turm Pars
eslas amostras para Londres a um dos mais pe- de novembro, e que annunciava como um
renos exclusivamente destinad > ao p ld
c inti ii i i
pro
lo elle
lela -
zimo do 2S long.) descendoa encost vollada I un en lo da religiosidade mais ou menos desen vot-
ente a perspectiva que se desenrola nossa vido. Em uma cacada diz o Dr. (jamis proxi-
a rlenle a perspectiva q
vista, diz o doqtor, explendida I mo de Tete) que eu'e os meus guardas Uzcntos
Quasi ao sop d:j monlanha o valu serpentea rom alguns caradores do sitio, um destes fez uma
pelo meio de uuri planicie coberta de flotes!os o t fervorosa oracao para que a carada fusse bem so-
corre a unir-se
longe [para sud
lanhas que fecham o horsonto ; na ir
ao Zambczc que se apercebe ao I ccedida. Lu nao posso deixar de admirar a
sie lian piando de sombras ilion- | profunda dcsta mbre gente na existencia de se-
la m bem
ni es-
querda doKafule cenlo de zebras, de butilos de
elefantes pastan por meio das clereiras.
is estes animaos sao de uma confianca e\-
Irerna, Descidos planicie vemos grandes ja ralis
ai uiados que iios olliaiii com sorpreza e cujo nu-
mero c immenso. Aquanlidade de animaes que
cobre a planicie prodigiosa; parece-me estar
no lempo em qjne o megalherium passcia tran-
quillo pelos bosques primitivos. [625
Ncm estes vastos territorios sao* ittciraraenle
despi vidos de cultura. Como j dissemos eslas
tribus do inlerior amara a agricultura, u doulor
passado o Kafu euconlrou a sua margem es pier-
da que se a levanta para a prxima monlanha to-
da ag cuitada:
Todos os negros do interior d'Africa, diz o
doulor descreyendo a sua rolla d'Augola, atuam
apaixonadameule a cultura ; os meus zamb zi i-
res invisivets. e lamueni oro porque elle.-- pos-
sam eonheccro Dos soberanamente bom que
pai de lodos os homens. Anda que os meus
guardas nao tcohara a mesma elevarSo de sen-
limento religioso, leem comtudo cremas : e 1-
ludindo a iiineleph.iule que matramos. L Dos
que no-Io den, diiiam- Kilo disse a c^e velho
animal:
Vai, que ha ahi homens que lera necessidade
de ti para le comercia. (665)
_ Por desgranadas que eslejam eslas popula-
coes, nao ha necessidade de Ibes fallar da exis-
tencia de Dos, riera da vida futura, porque sao
verdades umversalmente escripias n*frica.
Todos os phenomenos que os indgenas nao
poden explicar por uma causa ordinaria, laes
como a crear.o, a marte etc. sao allribuidas
Divindade. I7J O Dr. rerificou que a crenca na
imrnorlalidade da alma, era mais viva anda en-
cuite
nos ii junlaram uma boapor^aoda somentes de Ir os Barotss de riba Zambese) do que
lodi a casia da provincia d Angola e vao-nal os Beelmanos mais visnhos do cabo(2i9.)
Sao tambera g-raes os desejos de pacillcacao e
osles pobres negros sciitiam grande alegra quan-
banbos. Esta nova exigencia era
que M. Blanco linha-nos formalmen
tiJo, do que temos as provas ; comt'.ij
ritos preparadores das plantas textiles. I cerlo esta recusa.' ('fil,|a des,le l' dc outubro uma c m
A opinio deste apezar do mperfeito tralamen- Mas a ausencia de toda dcclaraciio offi- fa?ao este respeilo.
lo dado s amostras em razo da sua pequea I cial sobro um ponto desla importancia, o pouco a A'13 de outubro, nova pretenaaj : o r -
quaniidade. fui que o buaz possue urna fibra li- lempo decorrido entre o vol das assemblas prescnlanle hespanliol oedo disi
nissiina e fortissima com todos os caracteres do da llalla central, e a recusa altribuida ao re. i ,r i r. ,
linho. acreditando, que sea porcao proparada omlim a falla absoluta de pormenores sobre as Pfr" a oteza de Uoula e. se ler.jesjc i
fosse ora quantidade que se lhe podesse applicar ^ circumstancias, pelas quaes leria li lo lugar i sla (;1U pua carta de ."> iste tn \ i r h i
loda a onergia do processo cria, que a fibra seria I recusa, despertaram duvidas serias sobre o au- clara por duas veztts toi
mesmo mais bella e forte que a do l.uho. thenlicidade da noticia vinda de Turim. sa( ,ie consIrilir forI R ', ,-, 4ni .1
U conse. niais eiimoso. so tecebeu meio trata- I. pi mcipalmente em Londres re sr reus
metilo o por isso nao se pode saber o que peder | crerera tal, e os jornaes ingle/es dcclaram que
ser anda. Um fabricante de papel em Leeds of- foi transformado cm recusa definitiva o sin
fereceu pela libra do buaz e mesmo preco do li- adiamenlo da Jecisao do re.
nho, o accrescentou, que nao poda oflerecer A confusao nao todava to importante como
mais em quanto nao cxperinienlasse um ou dojs os jornaes inglezes pretenden! ; porque i m laes
quintaos. casos adiar recusar, ou ao menos deixar a
Ora diz o Dr. que os Porlugue/.es o informa- queslao indecisa al a reunan do congresso. era-
ra m ser esta planta coromunissima na margem j quanto que a iulenefio evidente das i
esquerda do Zambeze no territorio dos Manilea- da Italia central c de adiantar sobro I
ris, onde nao cultivada. O lio do buaz, continua | a resolucao da Europa.
elle, nao menos resistente que as fibras ani- Nao pretendemos censurar o partido, qu
maes ; produz no tacto o elTeito de uma corda de nham crido dover lomar os cheles do movimen
rebeca e lem uma lal resistencia, que mais de-I lo da Italia central. Se seu proceder foi ma
pressa corlara os dedos, que o puehassem do succcdiJo, como annuncia-sc, elle nao p
que quebrara ( 706 ). sensivclmenlo sua siluaro, eesta recusa mi
O Dr. achou tambora em Quilimane uma plan- nos embarazosa para clles que para o governo J
la, dc que os Poriuguezes e indgenas fa/em uso piernn tez, o qual, muilo lempo solidario de seus letrilorio, comprehendido entre o ralle <'.: <
contra a fu are eo Kumban/.o, to potente fe- actos, devej encommodar-se era abandona-los JJoma al Ceuta.
brifugo, que pode ser considerado como um suc- 1 publicamente suasorio. Se ao contrario seu .,.,',_-. ,
A esta pretencao respondemos que na i r
nlias limilroph -.
Nao lomamos em cm-i uraco i ..
maneira tortuosa, pela qiiul ell proc Ira <
carsuas palavras, nem procu r seha-
\i: 'i-'I i traigao ; conced i s-lhe o qu :
na inlelligencia de quo ess anejas crai
cessarias defuza e engrandec nenia da cid 11 \
e porque cm tima particularconvt
-. e
,_ havia assigna lo que ellas eram proxl
uma grande distancia de Ceuta.
Acceiiou pois ne -. e i
na noile de 16 Oujtra pi
c dcsta vez pedia a poss ssao de um va-i

distribuindo aos seus amigos; alguns Irouxeram
albos, ceblas, pimcnlOS planta los cm pequeas
>.'. 5 que agora comccan a arrvbcntar ; as nu-
las de lulo;.Jas vejo platllaeoes dc tabaco, cali-
nas de assucar, plantas aruiualicas e hortenses,
cultivadas com uma nlelligcocia que se mos-
manteigo, ptimo niel, um cerlo numero de en- -,
xadas e de (ios de contas de vidro, que sao a
morda do paiz
De resto sem a generosidade dr Skitu a
m seria impossivel porque aquell'outra de
Loanda tinha cons unido todos os recursos do
Dr.
\ viagem foi fehze desassombrada al as pro-
ximidades da colonia porlugueza de Tete pois
que ahi r mesmo lahi para baixo as tribus mar-
ginaes perJeram a benigndade de trato das do
trava que o ineu alfobro nao sena descurado.
532/
I. quc]o doulor o os seus companheiros linham
larabeiu tra/.ido de Angola um vaso coui plaas
de larangeira, ligueiras, caf e oulras plaas e
teniendo que o trio as perdesse levando as mais
para o sul deixaram-uas aos Bulondas de riba-
Liba,
As magnificencias e fertlidadc da lena seriara
muilo despreciadas se a ruindade do clima cm
suas condices hygieuicas o lornasso mortfero
para os europeus. Felizmente. A vaslissima alta
"ui direita para a esquerda observou uma
le catarata 5) formada pela ruptura de uma
la de basalto, que alravessar a o rio, c que
em lempos nao mu distantes formara uma for-
midavcl barragem convenendo as planuras, cor-
ladas boje pela rede de canaes de que fallamos
em um mar inlerior de 9(M) 1. q. A ruptura de
25 a :i() metros de largura esenou esta mar e
paia ella cachoje o Zambese rio da largura de
1 mellos em um abjsmo de f) metros de al-
tara e do 15 a 20 i o fondo formando ah rede-
OMho d'agua qun lovantam columnas dc ras
por a grande altura onde a bellesa dos arcos-iris
corresponde s magnificencias da paisagem que
I 0) doulor percorreu precisamente o fundo
aquella agigantada hacia de que fallamos no
artigo.
[2 Lpngiludc oriental de Grecnwkh ; o sitio
chamado Bocea dc lio no vrtice do delta do rio
que lem a forma de nielado de um quadrado cor-
tado por (bus bngulos. Os lados lem 18 leguas,
c no oriental est Quilimane.
-' >c scmelhanlea ilgarsmos refercm-sc
I .ma- da obre de l.ivingslone inlicada no
1. artigo.
i Pora os curiosos de geographia que nao
poderem ver a obra de Livingstone c quizercm
ter uma idea aproximada deste nosso famoso rio
e al indicarem-nos a lapis nos seus mappas,
daremos aqui este meio :
Em seu mappa tracem uma recta que lenha
16 graos segundo is dados referidos acuna e co-
nieeando do lado do equador, contados 4 graos,
quebrem a linha e piincipiem a inclina-la para
sudoeste como formando os contornos de um
vaso de bocea muilo aborta e assim reulia caliir
riodicas a prodigiosa quantidade dr' materias em
decomposieao, que fica depois daqucllas exposlas
aos raios to sol tropical, a espessura das Dores-
las, que mpedem a rentillacao, ludo contribuea
lomar o clima do valle do Zambeze muito
salubre: mas is febn s que d'ahi procedem sao
quasi as nicas doencas daquclla regiao. Nao ha
plhysicas, nem scrofuas c apenas alguns casus de
alicnagao mental; ha irinta anuos que noappa-
rcrein sarampos nem bexigas, que lem agitado
as costas martimas ; nem cholera c nem can-
cros; e os mturaes ignoran) mesmo a existencia
dc uma grande quantidade de molestias communs
na tviiropa. No oeste ('Angola ote.] as febres sao
nfiuilamenle mais graves e mais mortferas que
na regiao do centro. > [551
Mis este mesmo inconveniente desapparecc
ii-,s planuras elevadas que licam a leste c oeste
do valle nao recommendarei nunca cm dema-
sa eslas Ierras elvalas, s pessoas que ou a
scienria ou o commercio Irouxercm a esla pule
do mundo, diz n doulor, os meus makololos que
a febre accommelleu no valle nao leem sentido
aqui (7] uma d ir de cabera.
e Podc-se chegar por agua alcao p da cadeia
dc oiidiilaeocs da planura elevada) onde se cu
contra o nico obstculo navegaeao (a calarac-
ta) e aproveitando a estaeSo favoravel para alra-
vessar o valle [do Za'iihc/e; poder-se-ha, repcll-
mo 1", cscolher assenlo na planura sem nenhum
modo.
Tomos pois que o centro d'Africa oferece a
Porlu
poss
do o Dr. Ihes repula aquellas palavras do Evan-
gelho : Paz na Ierra aos homens de boa volita-
da 'iJ'Joj. E porque estas populaces soUrein pe-
ridicamente as destrincos causadas pelos pe-
queos conquisladores," que a frica do hoje
produz como os produzia a civilisaco anliga.
Eram anda osles annuncios de paz que o Dr
di/.ia deverera resultar do Erangelho e do com-
mercio com os europeus; a moeda com qu?clle
pagara muitas ve/es s presentes que lhe tra-
ziam [621).
l'n.a oulra qualidade, que o Dr. veiificou em
ranas tribus o amor do trabalho os Banyetis
d i margem esquerda do Zambese no grande val-
le, dc que fallamos no artigo antecedente, alera
da cultura de uma grande quantidade de cereaes,
Irabalbam em madeira e em ferro com grande
habilidade e em especial depois da introduccao
dos bancos no paiz dos Makololos leem aquellos
mostrado grande invenro na forma dos ps des-
les moris que leem sabido variar com infinito
gosto.
Alguns fazem cestos engracados c muito soli-
dos com a .raz de uma certa arvorc, que para
isso fendem em vergas finas ; outros sao excel-
lenies em forjar o ferro c a louca de barro (-2-V
Esta mesma habilidade dos negros mais desen-
volvida pelo ensino admirou-a o Dr. em Senna
no governo de Quilimane. O de que mais gos-
lei i ai Senna foi de ver os negro? do Sr. Isidoro
[commandanlc em Senna] construir barcos sem
que ninguem os dirigisse ; linham aprendido
rom um constructor perluguez e asora entre-
gues s suas propras luzes rao ellos mesmos s
florestas, cscolhem as arvores com cuja madeira
conslruem chalupas e barcas muilo conveniente-
mciile feilas e que valeni de 500 a 2,500 francos
[722).
A esta aplido junclam os negros uma grande
paixo pelo negocio, infelizmente que estes (os
das cercanas de Zumbo) nao conhecem seno o
trafico da escravalura e do marflm. (623
J referimos os ardenles desejos d is poros do
inlerior para coinmerciarem com os blancos de
Angola.
A& producccs mineraes sao abundantes c ri-
ca- as regides zambesianas.
l'erlo da embocadura do Kafo rio o Dr. pas-
sando um riacho, cornadas de marmore-roso no
leilo desles emquanto algumas pequeas monla-
nlias prximas eslao coroadas d mar more de
uma alvura admiravel sobrcposlo a rochas de or
geni vulcanice (613).
Os velhos "
cedaueo da quinina ( 709). proceder foi bem succoddo, quera pode negar
O algolao selvagem, cresce no delta do Zara-1 que um passo decisivo nao loria sido dalo na
be/.e c parece de excediente qualidade : este del- senda da unifio, e que nao leria sido bem di
la de lal feriilidade que tudo alli se d quasi I ao congresso substituir o principe de Cari
sem trabalho { 727 ] por um nutro soberano a uao ser pelo re d-'
A vinha cresce tambem espontanea em todo o Sardenha !
valle do Zambeze em grande abundancia e ha al- Nao ha pois alguma censura
mos iltr uma re-posta precisa sem u.
dens do Sullao nosso senhor. Cesiara n
nos as relaces lesdeesle mmenlo, e I
nos de guerra.
o Esperan lo, snpplira ; os docu-
-
:er que em nome do Sullao,
si a a faz 'r ans
guias qualidades, que dao uva excessi va mente autores deste projeelo ; mas nao podemos deixar nienlos juntos vosso gjverno,
dore ( 07i ). |de assgnaiar o principio, que Ibes inspirou esl i
A todas estas magnificencias da nalure/a, idea
importancia dos bracos o trabalho das tribus afr- Este principio que faz lodos os das nov atamos contra o goxerno I! ,
canas accresce uma circumstancia capaz de in-1progressos no diroito publico curopu, quelpo' Irez veses, fallou a sua patarra u -
Huir cousiderarelmente no commercioa bara-1 a influencia do fado ultimado deve leva-lo por e declarou-nos a guerra sem i ,l
tezado trabalho. isobre todas as oulras consideracoes. quo polos- Temo-nos vivamente surp hunJi.l
Os operarios livres empregados na agneul- sem determinar o julgamenlo da Europa. A fe, i. __-:. .',... i ,
tura, as minas, as lavagens do ouro receben que bo presta um tarto ultimado, a opinio, do que os jornaes, tratando le negocio,
de salario diario, um metro e oitenta cenlime- j apoiada por folizes excmplos,, de que um fado guram que as pnpuhQoes de. Aujcii insiilUm
iros de panno cru ; e ajustando-os por las sao ultimado arrasla necessariamentc aadheso un- todos os dias a piara de Ce lia. Sabbis i rfeiti-
inuiio mais baratos e vem a sabir por qualorze I versal, tomaram lugar na primeira ordem entre ,.,le durante o esoaco de
metise meio por mez. osaxiomas da sciencia poltica conlcmpuraii '
O facto ultimado parece ter herdado a antiga de sna parle aggra'sao alguma contressa | .
inviolabilidade, atlnbuida ao direito divino: < al o .lia, em que si lador qiiz faier le-
elle que passa d'ora em diante por.iuviolavcl. Uantar forti'Gca^oes em um ter: nao
Por isso r-se opinioes diversa-; combaterem l(,llrC a Hesnanl i
com uma emulaco maravilhosa os fados ulli- .. ,'.'
mados. &uppucamos-vos que
L de quem lomar mais cedo, segundo a ex-]*voSS0 governo a nanaco fiel
pre.ssao consagrada, uma vigorosa iniciativa; sou-se a este respeilo,
de quera livor posto mais depressa de seu lado ConhccVis a fundo i
um tacto ultimado.
Igual o salario diario dos pedreiros e carpin-
teros ; opanno cru de fabrica iugleza ou ame-
ricana a nica moeda corrente do paiz. 695]
Com lodos osles elementos de riqueza s Por-
tugal que podia deixar chegar as suas posses-
sdes d'Africa ignominiosa decadencia a que che-
gara m.
E com tudo bem pequeo esforco era a neces-
sario para as alcvantar.
O elemcnlo religioso cis a grande alavanca !
barala e nos somos pobres ; c noderosissima o
nos carecemos dc uma grande forea para lio
grande empenho.
Mas antes dc traannos deste ponto anda nos
demandara consideraco outros assnmptos.
(tfa;o, ]
Franca.
Pars, 11 de novembro de 1859.
O Slonienr annuucia esla manhaa a a-si;
tura dos Ires tratados concluidos em Zurii
publica ao mesmo lempo uma circular, dirigida
pelo ministros dos negocios eslrangeiros todos
os agentes diplomticos do gorerno francez.
Nesta circular o ministro exomina as princi-
pos quesles, que os plenipotenciarios, reuni-
dos em Zurich, linham a resolver, c indica a
solucao que se den a cada uma dellas. Parece
que sem grande difficuldade foi regulada a ques-
lao das fronteiras. E j sabido que o tkalweg do
do Mincio forma cm grande parle a novo fronlci-
ra, que descreve cora tudo um semi-circulo de
iim raio de 3,500 metros ao redor de Peschiera.
Desle modo adquire o Piemonle as Ires quintas
parles das antigs possessoes d'Austria alera dos
per-
Iransm
b que
a linha quasi junto do gr. l de lal. e 2C, 15 deiSe isloaccresccnlarmosafacilidadedeconqus-
long.atravessand) aquello ueste 20 exacta- lar pacifleamento numerosos bracos indgenas
mente c descendo direito al23, 40 long. ahi i P.,ra a cultura, nao possivel imaginara prospe-
vollj formando um como seg metilo de circulo [ "dado a que Portugal poderia elcvar-SC.
cujo meio poisa na nlercccco do 17 lal. com o 1 "'as l!"ua lomos que dizer antes de meditar
24 de long. e cuja oulra cxlteinidade seguacsl P,1, n,:,is delidamenle.
li o li lal. en'.ie ij c 27 de long.sobe on-T------------------------------------------------------------------
to na direceo nordeste al encontrar o 20 de (6; Sao os Makololos que o acompanharam a
long.-abro depois como do oulro lado percor- Angola, chamados assim por habilarem ns mar-
rendo .( graos no 15",33 de lalitudc, dirigindo- gens do Zambeze.
bo emfim com pequeo curva para a Bocea do (7) No cadeia das elevadas ondulagdes que for-
Bio, anma determinada. mam a desigual planura da esquerda* do Zambeze
(5, Lm pouco a oeste dainlerseccao de 180 lal. quando descrevi o lado sul daquclla figurada bo'.-
c do "0 long. s uc que fallamos.
uno Poriuguezes indcam para os lados
rlugalum vaslissimo territorio fecundo quanlo ; de Zunibo> un)a clril.-ao chauiada D.mbalari, cu-
sivelccoraespac sas salubres_ para a se- jas cerranias forneciara at.tigaraei.le grande
mais longo sempre para
teste ja/, o reino de Ahatua, outr'ora celebre pelo
seu commercio de ouro em p, reino hoje des-
la-
i, e
ura fundarn de'esperancosos eslabclecimenlos. {ua
conhecido. Para leste ha as lavagens de Macho-
na, de Bazizulu, c a de Hanics, onde o ouro c
muilo mais abundante, e que segundo alguns do-
ria ser o ptiir de Salomao. O ouro que ri dcsta
lavagem era da grossura do grao de trigo.
Pondo a ponto de ura conipasso sobre Tete des-
creyendo um circulo de 3 graos c meio de raio
( 1 f> leguas de diamelro ) dirigindo-nos dc nor-
deste a sudeste da povoaco, passando pelo lado
d'ocsle teremos toda a regiao aurfera conhecida
na frica.... MAo grado os rudos processos des-
las lavagens os Poriuguezes tiram dellas olgura
Alpes ; _e esta alcm disto renuncia o diieito de
guarnico em Placencia, Ferrara c f.omacchio.
A questo financeira era muito mais dificil de
resolver; e foi a verdadeira causa da morosida-
de das negociares, Ver-se ha na circular fran-
ceza que o ponto contestado era saber que parte
caberia Lombardia na divida geral do imperio
d'Auslria. O gorerno austraco reclamara prin-
cipio uma soinma de 600 milhes, mais tarde re-
du/.ida 375. O Piemonle consenta em tomar
seu cargo, alem de 150 milhoes, quecoosliluem
sua parte no passiro do Monto dc Mlo, uma
Nao podemos deixar de reeonhecer a impor-
lancia legitima, que o successo deve ter. na or-
dem deste mundo; justo que a energa -
vezes recompensada, e s ve/es do interesse
geral, que o direilo venhaconsagrar oque foi aoj
principio um puro resultado ou um injusto abu-
so da torca ; mas a f exagerada no fado ulli-
mado, e o ardor confiado, com que se ci noile
para que prevaleca sao traeos peculian 5 ni ;sa
poca.
E difiicil nao ver nesta disposirao geral um
lestemunho da frouxidao e molleza'dos gorernos
e dos povos, apressados emsuffocar o mais de-
pressa possivel, e sem grande cuidado do fulu- |
ro, lodo o nssuniplo de querella ; mislcr ver
conduela Jos habitan
les de lodas as Ci la les do imperio, l
viver em paz com tolas a; nac/j -.
h foin a m i: le do uliiino S I .
e qusn I i
li
^o^Sriaus1r1a^d"iS BSfS "n,3S car,aS. V -l- -presen,
surgi em divers w p inl is -;. nptima rio.
dem e insubordinac >, f i
ncm maltratado.
c Em Mazagos popula^o lm lar!
contra a genio docimpo em defeza d 1
peos. De-ejo que fagis cmfa porme-
nores a vosso governo, pe lindo Iheii ie ni
crdito a linguagem d'aquclles. qu bao conhe-
cem esto paiz ou que nao team alguma sympa-
unan i u i |
tambem ah um symptoma dessa indiiiereu a ll"a Por sua populacao e governo.
polo direilo, que o fructo ordinario das rer-1 Nosso desojo o entreter as miis amigareis
luces muito numerosas e precipitadas. relces com lodas as naco:'? ; ma i
parVcCurar o^'c&t iW^ffi^ft"- .-- P^ I a ron lucia injls,, da na -
rem tentado fazer cm seu proveto uma nova op- cao Iiespanhola, que nao sabe Gxa-se noque
plcaco da doulrina favorita do dia. pode, ncm res pe lar sua pro netsas,
[Journaldes Dbats.}S. Ftlho, Appellamos para Di i '.o Podan
i para os grandes c po L rosos g \ rnos da Eun i
F.is o protesto do imperador de Marneos con- c da America ; appellamos para i doios homens,
tra a declaradlo de guerra da Hespanba.: que Irilham neste munlo o caminho da justica.
Gloria e louvores ao Omnpotjiiie que julgam os direilos dos outros lela recon >rj i
Aos representantes das potencias]estrange- forca. Pomos em Dous nossa cjnlanca, sup-
ras, residentes em Tnger. ( Seguem-se os com- plican lo que nos lance seus ollios farorareis
primemos do custume.) Esperamos com calma os aoollecinienlos,
Acham-se rompidas as relaces entro nos e e obraremos de modo que ninguem possa cen-u-
03 Hespaulioes. Creio de met dever fazer-vos a (rar-nos; to lo o mal vira de nossa? iunigos.
exacta exposiro de tudo quanlo passou-se entre, A paz seja comrosco !
nos e o representante hespanhol; e, igualmente, 25 dd Outubro de 1850.
junto esta communicacao cinco copias de oulras
ferccimcnlos foram finalmente acceitos pela Aus-
tria. A Franja consenle fazer Austria o paga-
mento das sommas promettidas pelo Piemonle,
concedendo 6 esla ultima potencia facilidades
para o reembolso das sommas pagas pela Fran-
ca. Ao mesmo rompo o Piemonle dever ao go-
verno francez uma indemnisaco dc 00 milhoes,
o MahuneJ-cl-Katib .
[ Jornal dus Debates. S. Filho.
te, assim como a copia de qualro respo?las, q-ie
llio demos. E' toda a correspondencia trocada
Sentimos saber que o gabim le, depois do
entre nos dosde o dia, em que os rabes d'Au- uma seria diseussao, resolveo que lord ti
jera destruiram as estacas, plantadas para marcar!l0" "l0 ^istiria ao eongresso c pie-
os .imites, e isto sem ordem nossa /em forma. \ ^^s^ue SS !
oppcsijao a nossa vonlade e desejos, I primeiro ministro na qualidade de n prc*enU


(4)
DAKIODEPERTUWBqCO. QUlfiTU FURA 14 DE JANEIRO DE 1830.
i)a(jian-BiTMii.ia, serum lias ca luaioi rutila
poca importante.
O gabinete poivra decidi-Se polo seu projedo
primitiva, o en consoquciu a lord Cowley assis-
tir a esse congreso para cxpr, c dar o impul-
so que Ihi' for possivcl nos piaros do seu gover-
no. E' escurado dizer que o gabinete nao con-
sentid na ausoiuia do sen chefe por causa das
quosiiies iiiui importantes que lia para discutir-
si1 na prxima n iiniau do parlamenlo. O con-
;r mas piovaw.l que coinoce a unecionar seria-
rutle do dia lo em diante; o o parlamento lem
a 24. Seiia pois preciso quo oo lord Palmerslon
deixasso a sessao no sen romero, -mi houvcsse
iiiudanca ilo plenipotenciario, o que seria corla
mente peinr do que entregar as maos do lord
Cowley oencargo de I oda a arela desdo prin-
cipio.
Jelgavamos que, segundo lud.i a probaliilidade,
o gabinete aprcsenlaria as medidas meiios im-
portantes na abertura dassessos do parlamenlo,
aguardando, para apresantar o bil da reforma o
unirs medidas essenciacs, a \olla do primeiro
ministro.
Seu.-. collegas porm entendern) que islo so-
la urompatircl coio as suas obrigaees, o osla-
mos longo do alimenlai nm parecer contrario so-
bre objooios cm que ellos sao os melhoresjni-
zes. nicamente conllamos era quo o dia lixa-
Jo de aulc-miio para abertura do Parlamento, o
a resolueo de lord Palmerslon em conservar-sc
no seu po.-io, grjam indicios bem Fortes di' quo
os traballms leg.slalivos proseguirn desta vez
com Orilleo e sera cessar. Nesies ltimos iros
anuos tiremos nos to que em 1S7 passassem algumaa medidas me-
diante urna prorogaco que eslendeu-se aleo
me/ do agosio, todava o syslema parlamentar
dh pode solfrer mallas experiencias uesi i urdem,
< por isso nao foram ellas raais adoptadas.
Quasi nadase lo/, duiaule as sesses do 1858
e lfc'J, upara o auno prximo so guirdaram
a grande quoslo do bil de reforma o raolho-
ramer.lo das leis sobro .illenclas e sobro trans-
ferencias ilo b.'ns de raz, o finalmente as ques-
loea relativas s dofesas nacionaes, e ao nos-
-1 syslema Uuonreiro.
Se, grabas a sabedoria p energa do gabinete, e
ao patriotismo da opposico, essas quesles fo-
roin devidauenlc resol vi das, reeonciliar-nos-he-
inos laive/. com i idea de que a [nglalerra per-
dn una bella oeeasiao do propagar seus prin-
cipios sobre o ccntinente, c de. que nao repru-
seutou no congresso geral o papel elevado que
Uie proprio.
Nao duvidamos qui umitas pessoas acolher&o
ora salisfaeao a nulicia de que nao ser enviado
daqui para l'ars um*plenipotenciario, o que lord
Cowley, i> qual j so acha naquelta corle, si o
represntame da Inglaurra, u manifestara a su a
intencu sera alguiu apparatu ou ruido.
ifasas possoa- r em saber quo aiinal
a Inglaterra por mu,. ', ci rteza nlernarionalse
aprsenla, c abaiidona a organisacn dos nego-
cios italianos aquelles a quem esses negocios
aflTectam. syslema le nao intervencao, diru
-, paia ser possivi .|. re sor completo. Um
paiz, que con.i' a de< hitando que era aso algum
iuterviri i..... a fui iot da Italia, nao po-
do ur a influ icia de ipii! gozan) aquellos que
eslo sonipio promptos n enviar exordios para as
planiceis do P; e depois disto sea Inglaterra
por sita posic i julg.--.-so dcvi r ilrometlcr-sc na
rgansaeiio dos negocios italianos, crio que
un dia ella ver-s-'-Iiia obrigada a fazer valer os
seus raciocinios ou per um uovimenlo da cs-
quadra do Medite'i lalvcz pela n
de alguna milh in a -' liouieiis.
Jl ia esses argumentos por mui i isoaveis sao, prcslam-se oinda a una oulra conclusu l-
gica, que est m a opioio de mui-
las pessoas entendidas, o vera a ser: que de
nenhum mu lo le ei amos fazer par le do cong es-
so. Se nada l< ni is a fazer cora a Italia, se boa
i poltica q le a n iqo lia olguns nie/.es impoz ao
- i vorno, nenl um plenipolenciaiio ingle/, lc-
i la que tomar a;sentj no congresso entro os di-
plmalas europeos -!. quo comba I era m soi
'-. i -, lizeram a pazseni nos, regulem lam-
iera n --: inleriencao as desavengas entre
o pe penos i subditos. "
E' oslo o ?\rte na, nos o confessamos, que
adoptaramos de preferen i.\ a qualquor outro ;
porm ni i fui cll pie o n sso gorenio, de-
pois de se bav lijo com as diversas po-
tencias europeas, se ion .. lar. Em visla
das soliiitaroes di Franca, e das tradiedes que
jigara entre si os dulcientes estados, o* goveruo
inglcz ronscnlio e;n lomar parte no congresso;
seguio-so a questLo siilire enviar-se ou nao ex-
pressamente v.n plenipotenciario. Resta agora
"I" sentados nesse mu-
g sso.
Parec ;. claro que se lendo a Inglaterra re-
I i a intromi Ib r-sc nos negocios d.i Italia,
ileveri i en\ elhor esli lisl i pie li-
zesse sentir a sua influenciada maneira a mais
enrgica.
Julgamos [iie lord P la rsl in pre neberia bom
, e por mai ir que seja o rospeilo
que tribuamos a 1 ird Cowley na sua gualidade
' dipj 'mal i, n :u i .;: isso podemos negar que
leria um iniuis-
M dos iirgo eslrangoiros, rdbo e experi-
mentado, em um rousollio o.- homens quelite
seria m inferiores na ida Je, no talento e na expe-
liencia.
Esperamos nii i i bstanle que o ombaixaJor in-
glcz ileseuipeniar. i i:n :' ,: successo as suas
funcees lemporarins i :o boura do seu paiz, e
vantagem do poro nfeli/, que lula presenltraen-
to contra os seus oppn-ssures.
(Juanlo ,is vicissilud s que aprsenla o con-
gresso^ nao nnirimos a pretenco de saber algu-
ma eoosa a este icspeilo, c provavel que as
proprias cabecas cornadas pomo mais adianla-
das i.-leja ni do que nos. Ja nao e um serrodo
oo a i ti n ... di Inglaterra ser no seulidu do
assi -orar a indep ndencia >J.i Italia central na
olha de seu sob 'rano.
Pode si i que o imperador dos francezes nao
a mal que sejam regeitadas as condicoes de
H tu i lo proiavel puis que tosse ale a luz Ue-
se. grande rio que rhegaram esses primeiros des-
cobridores, onde saliindo a torra fossem ikalira-
lados polos sr-lvageus que em duvida eramos
caheln, numerosa tribu snlropophaga que Jiabi-
lava aquellos lugares.
Talvcz desacoroeoaitos os bespanhoes pela hos-
duetos iigmeni.ios, sua iuiinislrai;ao regu-Uda
c seus indgenas libertados!
V
Vossa bisav D. Mara I. succedeu a D. os
seu pai : viuva desde 1786 e atacada de urna mo-
lestia mental em 1792 marchava o reino sob a di-
recc,o do prncipe !o Brasil D. Joao, o qual so
til rocepeo que Ibes lizeram aquellos indgenas1 loroou o titulo de regente em 1779.
resolvessem retrogradar o seguissem rumo de
norle : o que atiancam os mesmos ebronistas
que da foz do sobredito rio navegaram por dian-
le, foram ter a barra do Amazonas c dabi segui-
rn! at as fozes do Orenuco, donde regressa-
rain para a Eoropa, deixando a gloria da real e
ellocliva descoberla do Brasil ao illuslre portu-
gus Pedro Alvos Cabral, o qual Ires mozos de-
pois quo Pinzn avistara o cabo de la Consola-
Foi durante este reinado que leve lugir a gran-
de revolue.ao franeeea : as commocoes com que
esto ingente cat.iclisma poltico abalou o mundo
eslenderam-se al o pequeo reino de Portugal.
A Pranea e a Hespanha em 1801 declararam-lbe
guerra por nao ler querido manifeslar-.se eonlra
a Inglaterra. Em 18H7 Napoleao I, no auge do
poder riscou-o no tratado de Ponlenebieau da
caria poltica da Europa; Junot foi mandado cora
ciou (chamado posteriormente S'ano Agosiinho\ 50,l homens para invadi-lo ; vendo o prncipe
pelos Pottuguezes] descubra a inontauba dos A y- regento que eonservar-sc em Portugal seria um
mores e ancorava em 'orlo-Seguro, onde has- erro de graves conseqnencias para a monarebia
| leou a sagrada cruz que deu o primeiro nomo a '
nossa ierra.
II
Reinara enlo em Portugal D. Manoel (o ven-
' turaso). Ksi.tplores estrangeiros pouco escrupu-
losos, fallando, como quasi todos elles cosluraam
fallar de nossas cousas, sem informaoao rerda-
deira, acoimam a este grande rei o a'seos suc-
cessores de pouco cuidosos do novo deseobr-
| metilo o do o considorareni somonte como lugar
^de desierro de ntalfoilorcs, o que os colonos s
foram atlrahidos pela descoberla das minas de
' molaos preciosos.Esta asseroao falsa e in-
I fondada cou.a mostraremos com I). Francisco de
s. Lniz.
A India linha sido no anno anterior descoberla
pelo famoso Vasco da Gama : a coincidencia d-'s-
; es dous iteseebrimeii los abra em corlo mododous
ampios Ihealros s empiezas o glora da nacu
' portugucra : o primeiro Ibes oHerecia o lermo
do amigos e ardonlos desejos buscados por mais
de 80 nonos cora intaligavcl perseveranea, gran-
ldissimo8 Irabalhos e extraordinarias despezas,
era um paiz extonso, amigo, eheio de povos ci-
vil, sudos e abundante em mas e variadas pro-
duce/jos ; o segundo era um paiz inleirarnente
novo e adiado por una feliz casualldade, rico na
I verdade e mui fecundo em producidos, mas
I anda nao explorado iiem cultivado pela indus-
tria e Ira bal bu humano, povoado de naeoes bar-
baras o entre oslas varias anlopograph.is, dosli-
luidas dos benolicios da dvilisacao, sem leis,
: sem arles, sem commercio e quasi sem rcligi&u !
No primeiro ludo eslava feilo, os Porluguezes
porlugue/a eu:barcou-se com toda a sua familia
em 29 do novembro do sobredito anuo na esqua-
dra anglo-lusa o deu vela para a America sal-
vando assiin os destinos de sua cora. Aos 22
de Janeiro de 1808 chegou a Baha a esquadra
real.
VI
Hospedando a seu soberano abra-se para o
Brasil um futuro do prosperidade, deixafa elle o
jugo de colono que por mais de 3 seclos Iroo-
xera 1 Em lins de 1815 foi elevado a cathegoria
do reino : pouco depois o principe regenfe. qno
desde Diuitos anuos roinava de laclo, eomecoii a
ser rei de direilo rom o nome de I). 4oao\I,j
pela morie da rainha I). Mara I. aos 20 de mar-
co do 1816.
K inuito estrello esle lugar para enumerar lo-
dos quanlos benellcios, favores e engrandeciinoii-
to recolieram o eommercie, a navegaeo, artes e
letras no Brasil durante os 13 annosda venturosa
oslada do vosso bemfisejo avA. Os mov montos
occorridoseni Portugal ein 182i) quo delormina-
ram a constituido polillca portugueza resole-
ram o rei a regressar a Lisboa, o que leve lugar
ein2| de abril de 1821, deixando vosso heroico
pai o prncipe D. Pedro como regente do reino
do Brasil.
O proced monto das cortes de Portugal, a son-
sarao que elle, produzio no espirito publico no
Brasil e as instancias dos patriotas Andradas le-
varam o prncipe regente a desobedecer os de-
cretos das corles (pie haviam determinado seu re-
grueso a Portugal.
Foi a 9 de Janeiro 1822 qno, deferndo urna
s iiuliam do assntar ajustes de amizade e re- pelicau de 8,000 assignaluras apresenlndi no llio
laces commerciaes ; no segundo era uecessa- de Janeiro por Jos Clemente Pereira, proferto
no cri-r ludo o fazer ludo novo, civilisar ou do- j aquellas memorareis palavras Como para
bollar povus barbaros, colonisar o paiz, estirar bem do lodos e felicidade geral da nacao diga
o solo, explotar suas liquezas, eslabelecer arles no poro que lien Pouco depois tomu elle o
e industria. titulo de defensor perpetuo do Brasil. 0 governo
No entretanto era quasi impossivel que o pe-
queo reino de Portugal podessu dar ao mesmo
lempo igual alteuco e cuidado a ambos estes
dcscobnmenlos, nao o pernnlliam nem suas for-
jas nem seus recursos, alias dislrabidos. cuino
se sabe, para as coiiqnislas do Mauritania e eo-
lonisaeao das Acores ; era pois forcoso eseolber
o el-iei t). Manoel nao hcsilou em dar preferen-
cia ao trato do Oriente sem coniludu desprezar
nem abandonar o Occidente, como provora as ar-
madas que niandou em loiJl e 1503 em viageus
de exploracoes ao Novo-Mundo.
Se esleiiitercssanledcscobrimcnlo nao obtuve
logo lodo o zulo o 8olicitude que pareca mere-
cer, foram causa as razos expendidas ; mas nem
seus descubridores o consideraran! somenle
ticilo otiles marcar com lellras d'ouio lOSaasac-
3 de munificencia, caridade e beneficencia en-
chena por certo um volumoso rutilante li-
?ro I
Mas o extico enfezado arbusto transplanlado
de virgneas breuhas aos ardenlesareaps era que
vegeta, que viro pode ter, que flores pooe dar,
que aromas segregar ? Apenas pode o mesqui-
nho volver em adoracao as murchas folhas ao
astro vivificador da nssa ierra, mas assim como
o pai da luz aceita a oblacao da planta ignota c
nao desdenha a mais humilde de suas crcaluras,
Vos, 6 excelso Prncipe, nao desprezareis a res-
peitosa saudacau que Vos dirige um dos vossos
mais suhmissos e reverentes subditos I
Alagoanos, esse que com Sua Augusta Prsen-
es vem boje abrir nova era memoranda nos an-
naes de vossa historia, o foi te novo ramo tlo-
resconte de urna arvore do Christo mui amada,
a vigorosa estirpe do. gloriosos res do heroico
Poiiug.il e de uobilismos archiduques da aristo-
crtica Austria ; saudai comigo o talaraneto d.-
I). Joao V, ao trinlo de I). Jos, ao bisnelu de
I). Mara I, ao neto de I). Joao VI, ao lilho de
fautor da nossa independencia, do fundador do
imperio do Cruzeiro, do hroe dos 2 mundos I
I'a/.ei cordial preilo e homenagein ao monarcli
nico do Novo-Mundo, a Pedro II o munilicenle,
o sabio, bemfazejo Prostai-vos peranle esse
anjo tutelar de eandura e bondade que a seu
entro vivas deiainacoea le
uni povo ufano de |||t
.. r lraperalriz da Ierra, qual benfica aurora
lan.a gloria, e ao som destes bronzes que do alto refulgente, que despuntando na liaba vcio a->
campanario se deixa onvir, reunem no Templo ; Brasil abrilhanlar oexeelsoihr.no de V. M. I.
es porfo de subditos de V. M. Imperial. n08 prrmittisse a graca de gozjr aqui lambem
o',o!",'VU"'l' i <,aCa'"n V P!rnl2lLda' d0S da "" penosa, que sua alia e inexgola-
uma prova de miiiba dcdicacao e leaidade a par vel munificencia fez omprehender, roflerlem al
Arrebata-n... o fervor de verdadeiro patr.olismo,, u,rerlos. saberao roiribuir-lho fio alio beneficio,
mas so com vossas insuflat;ocs podcre elevar-me '
altura do meu assnmpto.
Senhoi Plalao renda gracas ao co por o ler
feilo nascer no lempo de Scrates ; eu, porm,
nao lenho forjas para agradecer a Dos por me
ter feilo nascer i
I
Senil u Digne se V. M. I. aceitar osles sig-
nas! de contenlamento como nnagras liis dn--
senlimonlos que animam os habitantes dcste mu-
nicipio, que aiosiumados a sirtipliridadr rural,
desronhecem a lisonja c Ongimenlo ; sao dc-
er leiio nascer no g.neino era quo vivo, por me (monslracdw, Sonher.llhnssolenle de ron
orporra.tlido a gloria de conhecer aV.M. Im- en, que Veina a mnocencia, e impera o amo'r o
' ',!, ., reconhecimenio.
Esta ventura que a despeilo de minha insoffl-
cicncia, deu-me a coragem precisa para compa-
re, erem iiionieiilos lao epreciaves, me vai es-
cudar, Senhor, =ob a clemencia de V. M. Im-
perial.
irilha, a virtuosa lilia dos Cesares dosse anli-
jgopaizda beroicidade, patria dos genios das
bellas arles, tena classiaa da msica o poesa :
a benfica e linda estrella transferida do em-
pyreo da amena Italia, cojo co s teiu rival no
co da nossa torra !
Macei, 1 de Janeiro do 1860.
[Continuar-se-ha.)
/Saio tu Amo i
[ Diario djs Alagoat.
do principe regente foi acclamado quasi ao mes-
mo lempo na villa da Cachoeua da Babia e na
villa do Alagoas, anliga capital dcsla provincia ;
visto como uaquolla teve esse mevimento lugar
a 25 e nenia a 8 do raez dejunlio.
Comecaram desde enioo a manifestar-so os
prodomos da independencia, proclamada pelo
hroe herdeiroda corda portugueza em S. Paulo
nos campos do Yniranga no fauslissimo dia 7 de
setembro delS22; rogressando ao Rio de Janei-
ro loi ello, acclamado aos 12 de outubro impera-
dor constitucional sendo eoroado o sagrado no Io
de dezembro.
Nos ltimos dias do anno de 1823 oi publica-
da a Conslituico pulilica do imperio e aos 25de
maieo de 182 receben ella o juramento do im-
como Ierra de degredo de inulfeilores, nem fo-' perador, impera ti iz, bispoe cmara, l-'oi o feliz
rara as minas de molaos preciosos que liie al- : anno seguinleque Vos vio nascer no venturoso
ti .i h i a ni colonos. dia 2 do dezembro. O imperio infante marchava
Alguns degradados foram com effeto a prin-1 com doudejautes passos; pelos cunos de 1830 e
cipia remellidos para cumprir suas sen toncas | .'831 lizeram dollc presa anarchislas, que, lor-
jando as mais \is calumnias contja o nosso Au-
gusto Bemfeitur, fumentavam sedicoes era varias
provincias, onde iucansaveis apstelos do urna
infernal doulrina empregav*ra-se com ardor o
FEh-NAMBUCO.
O dia em que regia nido bondadosa abrindo os
Ihesouros das grabas os lilhosila patria gozara da
prosenca desejada do son adorado Soberano,
ado i Sempre um dia do gloria que leva os coraedes
gi alose generosos a ti bular ao Dos Klornoso-
lemiies hymnos de alngrii.
Sim, senhores, desde o fausto dia 2 de dezem-
bro de lb2, em que approve a Providencia mi-
mosear o Brasil cora 0 lyrio mais bello, o melhor
ornamento deque lauto se orgulha o Imperio
da Sania Cruz, desde esse dia feliz, digo, so ge-
rou nos corarnos Brasilelros o ardente desojo de
conhecer aquello que nadextra aleando um scep-
tro de miro linha de fazer a glora e a ventura de
sua patria.
Biislava sor Brasileiro, baslava ter sido emba-
la lo entre o remanso do pacifico Piala, e os in-
r.xuliemos, concidados, eralemos, eia alli o
excelso, o nclito Pedro, de cujas maos gobei
liendeui as chaves de ouro, qm; nos fnnqoeiam
Ihesouros da nossa felicidade^ exultemos; cis
alli o nosso amavel e maguaniaio Imperador, n
beijando sua sacra dextra solemnes Ir. irnos do
alegra debemos onvir, que fazfndo echwar nos-
sas pnces nesle Sagrado Teraplo pela eatobe-
dade do nossas iuslituirocs, pila perpetu
da mimosa prole dos Bragairas, pola dila
dos preciosos dias dos nossofl raros visitantes,
elevcm nossas vozos al o eco, lomando o. ati-
fossando o Dos Poderoso. Te-cum lamit
le Domine con file mur.
Tenho concluido.
O caf De todas as prodnccOcs eslraanas,
que a Europa importa, nenhomi ha de um con-
sumo lao geral como o caf. As ni I .
tes sao um resumo de um excjelleiile ira:
publicado sobre esta planta no t i
Is llaguzine.
No coroeeo deste socolo, as indias, lanln i .
REVISTA DIARIA.
Agora que acha-se concluido o caes e alono
entre as duas [nuiles, bom seria que s por ah
fosan feilo o liansilo de animaos de carga, que
se dirijara para o Recite, alim de eviiar-so a
grande poeira que cssa passagotn levanta na ra
do Imperador.
E' esta una medida mui fcil de realisar-se,
e ao paeo que ganha o publico com a sua effec-
Inacao, urda perdem os malulos pela mudanza
de dircrco.
Pedimos a quem compolir que vulva suas
vistas para o boceo do Camarao na Boa-Visla ; o
qual acha-se n'um oslado bem digno de repai i
pela lama c inmundicia que por ah vai.
Dizem-nos que ha um canno de esgolo nosea
localidade, masque oslando de presente obstrui-
do, nao se pode prestar evacuaeo das aguas
pluviaes, que ficando alli eslagnadas. produzera
um semelnante estado'; para o qual que cha-
mamos a allenoao da auluridade competente.
Do 1o de abril futuro dc\er principiara
correr o pra/.o de dez mozos pai a o descont
mensal de 10 por rento no valor das olas de
50#nQ0 da tercoira eslampa e de papel rdxo, o
de 500$00 da primeira, segunda o terceira es-
tampas.
Quem possuir, perianto, taes sedlas de.veal
fius de marco tratar de troca-las, pois que dahi
por diantc scffrerao cada mez um abato de 10
porcento al fiearem roduzidas a nada, ou nao
lerein nenhum valor.
Resolveu o governo imperial mandar por i
ressanles arroios do sobe'rbo Amazonas para nn- ''"'s' ",:i "Ccidentaes, baslavaju poi -
Irir aspirares lo nobres, anhelando certamenlc ''':"'":" cral lJ ':^--
conhecer o Principe que em sua orphandade ti-1
nha sido confiado a dignidade da nacao.
Embora uma meiioridade ineritavel viesse pro-
crasiinar o cumprimenlu de uma esperanca lao
consoladora, embora o delestavel lacho da guer-
ra civil, lanoando centelhas abrazadoras dentro
de v.nias provincias, ceifasse a lanos Brasilei-
ros que apenas comecavom a sentir as docuras
da patria.
Aquello que preside aos deslinos das naeoes,
aquello que a mesma elernidade, inmulavel
em seis decretos suplaiiluii lodos OS obstculos, e
o Principo Augusto foi por su i prccocc sabedoria
investido do poder soberano, a que o cbamava
sen alto destino
Alborece eulro ns um dia fagueiro ; no me.io
da representacao nacional retumba rom so-
leinnid-ide um guio que revela uma grande ne-
cessidade, e de uma a oulra exlremidade deste
vasto Imperio se ouve repercutir com entbusias-
mo esse brado grandioso do Principe Excelso :
Anl s da nsurreico, S. Dolning -
mais de de 37 milhocs de kiloglammas. Bra
sil, onde o caf foi intrnduzidu em 1771, i ; .
rtou hnje mais de melada
cessarios ao consumo do manto tnteiro, u..
'i'--1 i po a ainda couhecido ro i u ; .. ex
, e os plantadores davau a preei
assucar.e ao inchigo. I;
do caf do Brasil, que de 1831 a II 18
nao de C51 'i75 saccas por lodos os q .
nos, em l^'t al selembra lem sido de SS7.70I
saccas.
ii consumo do caf varia malo i
! lizes ; nos Estados-Unidos elli de I 1 i
gramra.1 por individuo ; em I nao pw-
sa de ires quartos, emquanl i i
cha : quasi duplo.
Pelo contrario, em Pranea, o r
' uma bagatella cm coi ip ira.o .:
que i3 mais u.; duplcalo ha det aun is
Java t-'iu o E
Irado venladeiranenle nacional quo ve; i i.'..!..-ai .. Java lem segundo lugar na | lo Ca-
as esperancas da palria. l'ial segundo os ltimos mappas
Csi.s successos, soiihoros, sao lo prodigiosos Ic,,s nr..'"cde dos diversos tontas uas
que sera preciso cari cor inleirarnente de f para ,',;i '!'' : : "
nao r. conhecer nolles o dedo de Dos, dedo que !"'Ml P>*oduz..
ce approxiraar-se tanto a Brasil, quanlose ,'"?:...............
et a rerdadeira nacao escolhida enlre todos os V'-y''".'.............
>. Domingos........
S re aira.........
nacao escolhida enlre todos os
da Una .Yon deficiai exle rir, ui regat
populum meiim Israel.Jamis Ihe tallar um
Monarcha que forme a gloria da nacao.
1! mu, senhores, no Brasil aurora brilhanle, e
como veo do Templo que envolva o Sane la
173,0 0300
07,500000 Ji ni.
o.OOlHCM) id. ni.
j no Brasil ; mas nislo faziam os Porluguezes o
tuesino quo ainda hoje fazera os Itussos, Fran-
cezes e Inglezes mandando criminosos fiara a
i Siberia, Guyanna, Botany-Bay o Vaii-Diemen :
a assereo de ser o Brasil colonisado sonieule
em arremalacao a parle das obras do caes da al- v rasgam-se sauriverdes cortinas '
fandega, quo correm pelo ministerio do imperio, ?"'?*..,So'' .enerando, refulgente asscnlo da
por maifoitores dogiadados torna-so absurda e
urisoria, rellecliudo-sc no cxliaordinario numero
do facinuras quo serio necessaro haver no pe-
queo reino de Portugal para que esle podesse | sangue; permitii que eu nao estigmatise aiui a
com elles colonisar a extensissima cosa do Bra- revolianle ingralido praticada em 1831 eos
sil, devendo sbrar-lhe ain/.ia malfeitores para | vergouhosos aclos que determinaran) aabdicacao
solroguidao na predica dos assassinalos e parnci-
dosl Consenti, Senhor, que en volio envergo-
nhado a negra pagina que lomos demagogos es-
lereotyparam em nossa historia com lellras de
di
gr dar para a frica, como effectvaraenle dos- e retirada daquclle que havia proclama
le: rava
i.'uani s minas de nielaos preciosos,
> foram descoberlas mais d
de fundadas o oslabelecidas
ollas
ii un secuto depois
as pi inicuas colo-
nias, cm lempo do rei I). Pedro II 1007 como
do a nos-
sa independencia, fundado o imperio, doadoa
consliluico nais livro ndemocrtica do mundo.
e que por amor nosso havia renunciado a corda
le seus gloriosos antepassados Nesse anno do
luctuosa memoria deixou o grande duque de Bra-
dcmonslra o dislico latino que se pz era seu gmica para sempre a ierra a que linha feilo Inn-
lumulo era Boma .Voris n ha-Alia inven- 'os|e tao incalculavciabeneficios pa^os com lan-
lisaurifodinis munificetitiat Petri II seroil na- 'a ingralido mas superior aludo era sin gran-
iura. ; de alma: bem reda se arropendeiam es que con-
III Iribuiram para aquelle acto talvez o mais vergo-
oso da nossa historia, mas ja era larde, muito
A roloiiisaco do Brasil porm uma dos foi- i (arde !
los mais tnemoraveis da historia de D. Joao Ilt
[o piedoio), o |ual, subindo ao ihrono por morli
Vil
Sohranceiro as injusticas e ingrutidoes o mag-
o ei-rei i. Manoel seu pai, resolveu mandarpu-juanimo Prim
voar o novo descobrimcnln deslruindu as Ierras |d
em loles do 50 o mais leguas a pessoas nobres
uno
a mais
ierro Defensor Perpetuo de Brasil
convincente prova do cstreraocido
0 que acliam-si: anda por concluir.
t) (llano para a respectiva execneo o o lie- I
recido pelo engeiiheirn Carlos Neae.
O conciurentes esla arrematacao lem de
apresenlar as suas propostas ornearas fi chadas,
na secretaria de estado dos negocios do impero ;
e o prazo marcado para islo, deve finalisar a 23
de fevereiro prximo ful uro.
0 Sr. Dr. Sabino Olegario 1.-Ligero Pin lio,
que ha seto me/es pai lio para a Europa por mo-
livo do solTrimentos de olhos, acha-se em Pars
aproveilando as melhoras quo lem obtido no es-
tojo das materias <\c sua proflsso com o fin de
lomar-so cada vez mais all aos seus seine-
Ihaiucs.
Elle lera recebido dos mdicos curopeus, que
como elle pensam qooiiiliiami^'ie nooiigrau-
decimonlo da nova medicina, todis as proras de
considerafo o eslima.
O Sr. [Ir. Sabino, queja era ronheci !.i no mon-
do medica homopalbico polos sen.-, irabalhos,
ataba de ligar seu nome aos fastos da pharma-
cia hon.eopalhica rom a invoni-ao do uma nova
machina para a prepararlo dos medlcamenlos
homcopathicos, por meio do qual se con- gue
dar inda a rcgularid ido sejavel s dynamisa-
';oes, c lo Ja a energa de aeco aos medica-
inenlos.
Esperamos Tie a viascm do Sr. Dr Sabino
do Co, desuada a
a felicidade da Nacao
fazer a
Brasi-
Uageslade, mimo
i, a glora o
leira.
I'.alou finalmente o 23 dejulho ; o desde esse
momento feliz, senhor, desdo cssa poca dilosa,
que eu cliamaivi restauradora, slenla V. M. um
corar i vcrdadciramenle paternal, e aos Parahi-
'"''- is nulre a esperan;.! de gozar da soberana e
augusta presenca de V. M. I., esperanca que de
lia iu ,li i mais o mais se arraigara no intimo
d'aln.a daquelles, queso ufanam de ser sub-
ditos de V. M I.
I u na i I olamos em nosso fervor a invo-
jar esses senliraentiiueulos ardenles e generosos
intr'ora douiinavam o paiz do Iduma, es-
ses rasgos de patritico cnthusiasmo, que dis-
tinguan! os povos ib- Israel dosojosos .- um
25,000000 u.m.
lO.OJOOO idnu.
10.000000 : in.
10,000000
5,0 MlOOO
5.000ih) idem.
2.5OU000 idem.
2,500000 dm.
UJ dtll .
1,000(1
liante. /.,' unircr. a Ierra desid
*cra-
lia
bal vullum Sabmonis.X Paralaba, o Brasil,
a nacao intuir arda no desojo de ver o seu Sa- '
lomiio.
fe. paralen:; a nossa fortuna : esla esperanca,
senhores, conrerlcu-se hoje em venturosa rea-I
i'lade. dsportosdo Brasil podem assignalar
- um da de verdadeiro rigosijo nacional, e
esu provincia mesmo abrilhantar as paginas de!
?ua historia com um aclu do gloria immensa.
" res, de ci i i ;o lirn c e generoso, o Mo- !
Cuba c Porto Rico..
zuella.........
Costa i; ca..........
Singassura e Ualaca
Moka...............
Indias orci lentaes
ingle-as..........
Manilha............
Indias occidenlacs
francezas e hol-
lando/as.........
Total do caf produzido U i...... -
grammas.
\ segiiintc a tabella do consu
Estados-Unidos o
pro\ incias britan-
nicas............
Franr i, H lissa, il
da Europa e Tur-
pii i.............
lolhverein alleniao
Hollanda o Bel-
co.............
Austria o oulros
estados alleinae-
Dinamarca.Succia,
Russia e Polo-
nia, ele.........
Gra-Brelanha___
California, Auslra-
ra, ele..........

112,000000 :..: ..
67,500000 :
i. '.OOOOO idi
V7,ooooo dem.
25.000000 idem.
10,000000 idem.
l;t,O00OO0 idem.
Sorama total380 milhoes de Lilogia
I. rumpre notar que j cm Zemzibat .-
a plantar o ra, o com fiianl i o -.
come-
lere
Villafranca por uma assembla internacional, a
qi al dosuar a i.-, ilidade que sobre elle
rclativamonto ractificaeo da desenlroni-
: i lll -menibrae.'ui dos esta-
lo papa. i. lambem pos-arel que o impe-
rador se porte coico lilho delicado da igrejae
como parlidi-l i ze m i da ordem ; o que defon-
da a causa dos u limos soberanos com entliu-
-siasmo digno dos applausos da Austria. Maso
que disposicHs os plenipntenciarios da Russia e
Ja Prussia traiarac os negocios da Italia.
Esses governos, sobretodo o primeiro, sao na-
turalmente opposlos a ludas essas manifesiaces
de independencia quo lem lugar em Florenga e
i m Bolonha ; mas nem um nem ouiro favo-
avcl Luslri u lalvez que aml a so dccidam
ii dependenten ente do voto da Franca.
i que nada se pode saber
por agora ; por [ti a experiencia nos lera mos-
trado que as proprias ideas dos governos modam
al o ultimo momento. E'esla uma razao de
mais para que lord Cowley seja prudente e firma
e para que ogiverno que o apoia se empenhe
em i icilitar-lb a missu de que elle acha cn-
, por mei i de uma exposico des seus
principios quo seja inleirarnente frailea.
Timea.=Silceira
; quista da Aplica, onde se obumbruu loda a glora
i! lustro porlugucz na famosa batatn de/l/cace-1
Quicir, em a qual morreu aos 2 annosde idade
sem dei ar progenie e com elle perecen a flor da
na.-ao Esle grande revez que soflVortm as ar-
mas porluguezas, e maoesiado em que icaram
m'goci s do reino, cujo sceptro coube a um
vollio prelado no declinar da .ida, ocardeal I).
Hcuriquc (o casto), o litigio que snsctoo-se,
anda em visla deste, entro varios prclendenles
-i heranca dacoroa, as commocoes quo se segui-
j nuil .-ua morte que succedeu dous anuos de-
pois, eram motivos mais que su Bidentes para
que os Porluguezes curassera pouco da colonia
brasileia.
Segiiiram-sc os 60 anuos em que Portugal gc-
. mera sob o pesado jugo da Hespanha nos reina-
dos dos 3 Pihppes, ;2, 3" e 4"; al que em ICIO
leve logara heroica e proficua resolueo que deu
em resultado a restaurar o de 1640 sendo a corda
portugueza restituida ao'8 duque de Braganca D.
1 i l\ 'restaurador,] vosso glorioso 6 avo quo
; oceupou o trono 15 anuos fallecendo era 1G56; se
, guio-se-lhe seu primognito r>. Alfonso VI (o vicio-
| rioso.] que reinou 12 anuos e a este o irmo I).
Pedro 11 [opacifico,) vosso 5o avo, a quem suc-
eedou em 1707 vosso lalarav I). Joao 5" (o man-
nanimu] fallecido ora 1750, di ixaadoo sceptro a
' tiisat 'i li. Jos I.
IV
x glorioso reinado desle grande principe co-
i iiierou o Brasil a merecer mais solicilude da me-: Turo do v
treple : durante os seculos que se
ao reinada d" 1).
Scnl
101
meus nios
* i
Siiblcvacocs miliares, exageracoes de ideas, en-
earnicadas lulas de pulidos, inotns, tumultos,
desordens militares c populares em varias pro-
vincias, insurreico de escravos, o rcvolta no
Rio Grande do Sul e Babia A anarchia promo-
vida pelo espirito demaggico qual prolixa hydra
de Lerue refiroduzia jbecas por toda a parle : Que veio "' '
assim se passarara 0 anuos 1
Corra o anno de 180, ainda nao lindis 15
anuos rompilos, mas a adversidado havia da-
lo precocidade vossa inlelligencia
cido o vosso espirilo os homens
e Ilustrados em vos reconheciam
lilaees para comportar nos hombros 'ainda qua- nam o coracao bumam
si pueris o psalo encargo do governo. Naca- permille resistir. E
mar dos deputados discutio-so acerca da vossa
maioridade ; consullaram-Vos a tal respeilo o
dedarasles quero j ; polo quo [osles
acclamado motor no dia '23 de julho sendo sa-
grado e coioado no anno seguintc em 18 do mes-
mo niez.
VIII.
Dala dessa poca a verdadeira prosperidade do
Brasil; em punco lempo fugio d'entrc ns a a-
narchia indo refugiar-se algores, desoppareceram
os molins, pacifi- aiam-se as revollas, cessaram
as desordens e o imperio gigante, desembalado
de-e- bices que se antepunham a sua marhi,
conioeou a dar passos largos na senda do
gresso.
Conscio do grandeonus que assumistes, Icndcs
curado com a maior solicilude e desvelo do fu-
Bi'i-le lauta gloria, que so nao
achara oulra igual a li enlre os
l'iis de todos os seculos
sados.
I.. 3" dos Rcisc, ;!" v. 13.
pas-
rial
osso grande imperio, nica monarchia
os seculos que seguiram-se no continenle americano, onde fulgura como umi
i^m, 5?AiB"had "s lor" 8gntesca gemina extica Bolidamente engastada
ugiuzei, pela cata>Uophe de Alcaccr-Oiuvir, op. e rodeada de outras mal seguras que poda se
I pressos depois sob ojugo hespanhol, aosorvidos entrechocara. Re aos 15 anuos nloUivesles ado-
nas guerras estrangeiras e mesmo em revoluooes lescencia pessastes da
ALAGOAS.
viudacao
i
. S,JU.....A Ierra a que hoje dais a insigne
lionra do visitar o lalvez um dos primeiros luga-
!S I '' : ^ ucwpcus calcaram em o vosso vas-
lissimo imperio.
Quando 7 anuos depois da famosa expodieao
do celebre Chnstovao Colonibo do pequeo poro
lo Palos, um dos seus compauheiros, Vicente
kanes Pinzn, e mesmo que com manda va a A'inn
ua viagerada descoberla do Novo-Hondo, insti-
gado pela ambicao ou gloria de por sis descu-
brir novas Ion i-, deu vola do mesmo porto de
Palo cm dezembro de 1400 com seu sobrinho
Arias, e abalancand J-se com caravcllas de con-
serva aos mares pela primeira vez devassados
peto intrpido genovez, transpoz a linha equi-
noccial c aos 2o de Janeiro do anno de 1500 na
latitude de 8 graos e meio su] avistan um pro-
montorio a que den o nome de Cn&o de la Con-
sotatton, nclle dcseinbarcou com sua genio o lo-
man posse do paiz para a coroa de Castello.
oslrando-se porm inlrataveis os indigenas oue
anciinlraiam.dahi seguiram dizeffl os chronis-
as) at a foz de um grande rio onde sahiram
Ora, o nico ro a jijo pode competir a quali-
ncacao de grande na distancia de mais de cern
leguas ao norte e ao sul da fuella lalitude o
magcslosoS. Francisco, cujas agua* ha pou-o li-
veram a honra de tuibalarseu Sobcrpno.
o Har- dos anuos ; lano u tao proficuamente cstudasles
i ao os [nglczes lambem zeram a mesma ten-, os diflereulcs ramos dosconhecimenl
lalna em S. Paulo, Espirito Santo, Pernanibuco
que o que se passa diante d"
No meio de lao grandiosos o sagra
dos objeclos, que me cercara, entre lauta pompa,
e apparalo digno da religiiio, digno da puna, eu
o amadurc- me cunfesso arrebatado, sinlo o que me nao
mais sensatos dado explicar, e como que duvi lo mesmo do que
torcas e hab- cu proprio presencio lia transportes que domi-
e a que a nalureza nao
so a visita de V. M. Impe-
e tira desses acconlccimonlos eslron l -..
que comtnovendo um povo inteiro, sOem abrir
na historia uma nova poca, c dar nina nova
pliase a vida das nages, 6 lambem, Senhor, um
rasgo sensivel da Bondade Divina, que am la esla
vez |ior sobre ns se divisa, sobre nsse inani-
fosla.
J nao admira |uc rcronhi rendo esta prolcrco
do co, o povo ora seu euthiisiasroo sollo vivas
acclamacoes com o rigosijo quo so Ihe inspira a
presenca do seu adralo soberano, c que este
pequeo mas dedicado municipio de Mamangua-
pe, por meu orgo humilde eiraca, procure ins-
ta occasiao solemnesaudarao magnnimo Impe-
rador, e tributar os mais sinceros protestos de
amor e leaidade ao Salomao Brasileiro que dirige
os deslios da palria.
Concidados, justo que exultemos.: \sitar
Sua Magostado Imperial o Senhor 1. Podro II as
localidades do Imperio consolidar a unio e
fralernidade Brasileiro, estreitar o lago da ani-
dado nacional, un idade que nos prometlee asse-
gura o,tro as naceso raais brilhanle iiluro. I,
eis um fado esperancoso, um aconleeimei.io \-
Iraordinario, que abalando os nossos coraedes,
encona os raais poderosos motivos de gi ili lao
para com o pai daslozes, donde vem luda dadi-
va c lodo dora perfoilo.
De um lado eu vejo o cordeal amor quo o ex-
celso Monarcha do Brasil consagra a seus fiis
pro-
Aociosos lodos se tornara ; e o rico c o pobre,
e o poderoso, e o fraco, c o cidado o o plebo
alvoroc.am ; ludo inculca succpsso eslrondoso,
e a cidadi! inteira abre suas portas e se i cora-
eao, al que recebe em seus bracos o Prl
v"! 'lia o o seu n.elhor braso.
E s enlre ns, senhores, o Hroe que a Provi-
b'ii ia desune;, ;,.,,., pstabelidade e apoto da Na-
cao ; e no auge .i n ,-<,, arrebalan.ento dti
moa nmgrilo de alegra. Salvo, oh ion te d
Salve, oh !
;ia-
niakkachim [chefe] um vi Iho
branca, e que i or coslume passcia n'u
bramo, cora um i standarlc tai m .
ma i. Elle sabe seguido de se is adei tos, iu
aosom //, iromlea. c
cxeculam dausas de possessi s, ........
fecla uma sombra immol Seos
nina vez excitados ;
a um oslado de : .
malar, dilacerare i n
maes i ncoulram no seu transito, e na falla
nuciros
i hegain
raccara a
s.ihe, oh
i lu-ie incansavel, Pai do povo, alia-
vel e magnnimo Salve, oh fonto de gracas I
Eis enlre ns um Iloraem de molde para' os;
8. Populrsela baixeza, valoroso sem os- '
ieuiaeao -Superior as invectivas, desprc
-i calumnia, somelhante a Frederico.Laborio-
so e sem pompa entre a grandeza que o ,
qual ouiro Podro Grande ; e nfaligaul cm Seus
i mais consumada sabedoria, faz'
l(eiig.,io o do Es la- >. (1. i.-_,. i e
Os chamados Santrens, e\
que vivem no deserto, ou longe das i.
/.ara lambem de urna grande venei io. Ua
[ duas especies ; os loncos e dn las, u
lenibr, ra Solomo.
Eis entre nds o ;Sr. D. Pedro II Imperador
Constitucional, e Defensor Perpeliio do Brasil....
i.i meu Dees, como retribuir agrande divida
con.rbida por esla visita grata e inestiraavel ?
Cora que corresponder a grande prova da amor,
i pesie da feliz recebemos do Augusto Mo-
narcha Brasileiro?
Senhores, ueste ado de inagnainiiiida.le.
subditos, cujas nocessidades interr i
o"
a ora sua
e Pai sem colherem grandes resdltados; mas
i d'enlre lodos os povos europeos os que mais in-
I sisliram na conquista do Brasil foram indubila-
j velraenle os hollandczes, os quaes susteniaram
porfiada e sanguinolenta lula de que foram thea-
i tros a Babia, Pernambuco. Alagoas, Sergipe, lia-
ra nho o Para ; durou mais de 30 annos essa re-
jnbida lulaem que se dislinguiram por lanas fa-
tanhase aclosde herosmo Joan "ernandos Vioi-
ra, Camarao, Ileurique Dias e lanos oulros va-
ros esforcados que fulgurara nossa brilhanle
. gma do nossa historia.
pa-
e as eousas e negocios da
cedo fostes considerado pelo esle
iim dos principes mais illuslradt
lual o por ns como o 1 esladis
bem depressa principiou a sabo
e sazonados fructosdo vosso de
cao '
Quem compara o Brasil
mar
nes
para
lapid
de
nda.ie, que encantadores do serpeles).
r........ Ja nossa fe- um vasto sancluario, que c
llCldade, nosso Principo diloso. s vejo um ma-
nancial f< c nido de verdadeiras vanlagens, de be-
neucios roaos para o Brasil, e assim coma os po-
vos sao desgrasados e ale barbaras, sea sua 1c-
gislacao injusta, se o sen governo ignorante
o inepto, assim lambem sao felizes e Iluminados
se a sua legislaeo. a da justica, se o u gover-
no o sabio e instruido de suas nocessidades.
Ah Senhores, se aguma obra do hornera me-
rece ocunho doabsolutamonle perfeito cerla-
menle aqu lia que lem de garantir os futuros lu-
tosos Je um paiz; e se reconbecendo
as nossas neces-idades
e pe/nudo bstanlo gil
por sua augusta presen- ; quc suas i oa
ra o nosso adorado I mperador veio assegurar-
nosdias d
pu lados sao los em todo i Oriei
de boa-le. ludo Ibes permitlido, c seu i
lo c un lugar de asjlo que proli ge ..i o 1
e o assassiuo. E lambem um objecto deperegri-
nagem. Dcslcs lugareso mais tlebn
mcluariode Huley-Abd-Sclam,
. do no iiioiiie Beni-Hassi i.
^ As i is de Gilalas, de Aknmckai c do /;.
I Olas sao as que gozara de maioi favor depo
| dos Ilaiudonchas e dos Sanloens. (is Darkonas
sao uma especie da deislas, i i ampos
e ,i- iliieias vestidos groteseametiie, e recobem
as offerendas dos li-is. Porm do todas a- -
, a mais popular a d i Si : I los Ati
Fea
que e a cas i rrnlral da
comrauniade. No raez do jullio, aprese
so por bandos na provincia de .-
rerem de serpentos, e percorrem d ..- ; :, 0
i ra pe rio.
A excessiva superili o dos rraquinas J.i
lamb m lugar a pralicas, cuj i ,^.
da pagua. Por exemplo, enlre o Bcrberes na
poca da germinacao dos Higos, as camp. i
arianjara uma grande boneca, e percorrem -
campos cora ella, canlando e Janeando. Aquel-
c que se encarrega da levar a boneca deve
para ir sempre adianto, alim da
lanheiras lh'a ue lirem. o.
mens pralicam a mesma ccrem s .,
i Teve ainda o Brasil de solTrer dos Ilespanhocs, | pelo
; pela parle sul, hostilidades que s terminaran]
; com o tratado do anno do 1777 cm cujo pnucipio
| alleceu el-rei D.Jos, deixando restaurada a glo-
;fia e brllianlisnio da cora portugueza, pan o
que muito coiicorrco seu hbil e famoso ministra
Sebasliao Jos de Carvalho. a quem nomeiou pr-
meiramente conde de Oeiras depois e marquez
d'i!,,''l,'al' i- I M 'Snanimo Prncipe, se cu I ir es a penna de
1'JJ,.',"U;..feu_fl'llz ,?*,na4 PortJ i ergu- um Joao de Barros, padre Antonio Vieua ou Al
xandie llerculano procurara escrever a vossa
historia ; se eu fosse dolado do estro poelico de
do abalemcnlo era que jaza, lomando a adqui-
rir os foros de polencia enlre as naces da Euro-
pa : a disciplina militar e governo poltico foram
restabelecidos, a agricultura, arles, commercio o
industria proiegidus, os rendas do estado augmen-
tadas c os jesutas expulsos. A colonia do Novo-
jndo lambem parlicDou dos beneficios da
mclropole : sua nav
ega
;o animada, seus pro-
Luiz de Camoes, Antonio Dinizuu Alineida Gar-
ren faria um poema era vosso louvor ; se eu pos-
suisse a illustraco de Damiao do Gcs. Fr. Luiz
de Sogza ou Froissart regislraria era nossqs au-
naos a brilhanle chronica do reinado do raais
virtuoso soberano de nossa poca, e se rae fosse
mos ao sabio Imperador com que iras enrque-
ceu o Dcos das naeoes, salemmsemos esle di i de
verdadeiro jubilo para o Brasileiro, acompaohe-
raos os cnlhusiasticos vivas que o poro com to-
da espoiilaneiuade dedica a seu Rei, enriquecido
por Dos de tanta gloria, que o toma superior
a todos os Reis dos seculos passados.Uedi Ubi
:.....gloriam...... ut nenio fuerit similis ir
m lleg%bus candis retro diebus.
Taes sao, Senhor, os motivos valiosos e justos
que hoje por entre o crepitar do garandlas, por
lerminador, pretenda mesmo suplantar asmis
sanias insliiiiicos do Paiz. este Anjo da Paz
cora a energa que o caracteris, com a sabedo-
ria que o distingue saliera apagar o ardile da
discordia, o rom urna spalavra derramar a se-
renidada. CoMine manum tuum.Suspende
Oh I Brasil, oh Palria minha, exulta I
Senhor! O jubito que esle dia veio inspirar em
nossos enrocos, lano mais intenso, quanlo
digno de merecer-nos no futuro lagrimas o
saudade, c se tornara de lodo perfeito, se a me-
to pulmonar.
Francisco de Souza Bellro, bronco, casaJo. bO
Pannos, parolysia.
Malaquias, pardo, escravo, 2 mezes, espasmo.
iiu'odor.i Mara Pereira, prcla, viuva, "0
paralysia.
Anua Francisca do Jess,
annos, gaslrite.
Muva, parda, solteira, 101
Jeronyma I'scasso Neporauccna, jarda, 9 inuos
gaslrite chronica. ''
lo da Cunh
pulmona.
Jofto da Cunha Lana, bronco, viuvo, 00 mnos,


BgMrtjj WR PRTOAVBIirO. OWN'f'A FKRA ti f>fi JANEIRO DE 1R60.
---- HOSPITAL UK CAIll JA.ir.. CAiaful UO II"
mens 56 mulheres naeii naos, 1 hornera estran-
;eiro, 1 liomi'tn escravo, total 118.
Na lotalidadc dos doentes exislem 37 aliena-
dos sendo 30 mulheres i 7 homens.
l'oram visitadas as enfermaras pelo cirur-
,giao rinto s 7 horas e 20 minutos da manhaa,
:pelo fir. ornellas s 7 loras e 50 minutos da
manida.
Falleceu una mulhc:- de paralysia.
I Vil A'I V MI VICIPYI. RF.CIFK
SESSAO EXTRAORDINARIA DE 22 DE DK7.EM-
RltO DE 1859.
Presidencia do Sr. Reg e Albuquerque.
Presentes os Srs. l'ranca. Roso, Birata. Oli-
veira. Millo, Pinto e G.wnciro, fallando aumenta
o Sr. Rarros Rogo, a lirio-so a sessao, e foi lida e
apprmada a acta da antecedente.
O Sr. presidenta declarou que convocara a c-
mara para se reunir hoje. alim de so resolver so-
bre o ceremonial que compele a menina cmara
fazer no acto da separaean do SS. MM. II. desta
provincia ; o entrando isto em discussao resol-
vcu-seque a cmara di va ir em corporaoao no
luzir a SS. MM. II. sob o palito ao lugar do em*
barque recitar pelo sen presidente, na oceasiio
do embarque, untaallocuco auologa a separadlo,
preparar o pvitbo etc."
I.eu-se o seguinte
EXPEDIENTE.
\Jra offlcio do secretario du goveruo da pro-
vincia pedindo se servisse a camarade informar
sobre o requerimento que enviara do Francisco
Joao Honoialu Seria Grande, pedindo pagamento
de ordenado, a que sejulgacora direilo. A coru-
misso de peticoes (Barros Reg e Mello.]
Doua officios, mu de 19, e outro de 20 do cor-
rente, i! eidadio Manuel Fernandes Aniones Vil-
laca, subdelegado da frogue/.ia do Santo Antonio,
no primeiro declarando ler entrado no exerccio
deste cargo, e no segundo, communeando ha ver
por inconiinodJo, pasBado o oiercicio ao primei-
ro supplenle.lnteirado.
Outro do refirido primeiro suplente, communi-
cando ler entrado em exerccio do mencionado
caigo.lnteirado.
Despachaiani-se as pelcoes do Dr. Bernardo
Hachado da Costa Doria, Francisco Jos de Souza
Almeida, Manuel Jos Mauricio de Sena, e lc-
vantou-se a sessao
En Manoel Perreira Accioli, secretario o subs-
crevi. liego e Albuqueriue, presidente.Fian-
ca.Reg.Mello.Oveira.Garaeiro.
Iteiu a ioi.i |icui.i, e Ckiuu i.ii lOuo.i.iuCio, mu so
em sita comarca, como lambam nas visius.ha
nao s nos sertes desta provincia, como lam-
ben! nos da Babia, o major Renes nao d asylo a
criminosos cni suas tenas, e pelo contraria he
lia escrupuloso esto respeito, que despede a
todo aquello dos seos moradores, quo desta d
porlar-se bem, do mineira que coni a simples
auloridade de proprielaro, elle faz alli em bem
da ordera e da represso dos crimes, mais do quo
poderia (azar a polica Ora, sendo isto assim,
comn poderio informar as autoridades criminaes
c polinaes daquella comarca, he fra de duvida
que a nformaeao dada a S. Exe. nao foi sincera,
e que outro lim nao leve senao cevar antigos
odios, ou dezairar as autoridades de Tacaralu',
e ao mesmo temp) dispertar prevenidos contra o
referido proprictario.
Felizmente pornr, podemos dizer, que quin-
to as autoridades daquella comarca, ellas pos-
suem tantos, e loo valiosos precedentes do aeli-
vidade, honra e /.ido polo servico publico, c ru-
pressao dos crimes, que bastam elle?, para des-
mantelar o plano do calumniador ; e pelo que
f'speila ao major Rodrigues, tem tambera elle
urna tal reputadlo de probidado, he lio conhe-
cido por sua conducta nobre e honrosa, que de-
balde a calumnia o procurar manchar; cm-
quanlo bonicos sensatos, o prudentes foiem en-
carregados da ftdmtnistraco da provincia o das
cmaras.
Cumpre-nos dizer, que alm da Serra Negra,
de que lentos listado, exislem tres como mes-
mo lloran, a saber : urna em Sergipe, ouira no
Rio Grande do Norte, e a terceira mesmo em
Agoas Bellas, onde Joao Tenorio, e SUa amazia
perpetraran o crime, e seria mais acertado e
prudente, que o informante ndicasse esta ulti-
ma como o lugar aonde se achara asylades e pro-
tegidos, tal vez pelo mesmo informante os dous
referidos criminosos. Se assim o li/osso, seria
mais digno do credilo, e nao dara o triste cx-
peclaculo de passar por un vil intrigante e ca-
lumniador.
Recife, 11 dejaueiro de 1S60.
D.
Publcaces a pedido.
Decreto de 25 de agosto
de 1831.
A regencia em oome do Imperador o
Sr. Podro II, tem s uicetonaio
Coimn nica dos
l'iii*u niorreu na balalha, e que. es-apoii d'ella, retira u-
do-se para um deserto, a chorar as suas faltas o
desgranas
O fundamento que houve para fbula lo acre-
ditada foi o seguinte :
Os poucos que se sal vara m ochegaram, na-
que! la noitc, s portas de Anilla erara 4 ou 6
mancebos.
As senlincllas nao podinm abrir-lhes as per-
las sem que chogasso a manhaa ; e ento os fu-
gitivos, que se julgavam perseguidos, disseram
que vnh| alli o rci I). Sebasliao.
Abriram-se ontSo as portas, mandando o go-
vern.idor aacoadoe alguma* tochas.
Um dos lidalgos, para nao ser conhecjdo, en-
trn emDucado e desappareceu nas ras da ci-
liado.
Foi isto o quo den origeni ao boato. >
O PRINCIPE DECARIGNAN.
O principe de Cirig.nn naseeu cm abril de
1S16, e, por conseguate, tem de 42 a 43annos.
Sua rolla, que naseeu sm 1814, casou oom o
principe de Siracusa, irmo do re Fernando do
aples.
E' principe do Sabaya Carignan, em virludc de
um decreto real de 183.
Carlos Alberto, miando subi ao throno em
1831, por falla de lierdeiros do re Carlos Flix.
representara o verdadeir ramo da Sabaya Carig-
nan, cuja o'igem so remonta ao celebre principe
Thomazde Saboya Carignan, ilho de Carlos Ma-
noel I, duque da Saboya, que naseeu em 1596 e
morrea em 1656.
Era ura antigo ramo menor da antiga casa de
Saboya, c que subi ao throno ni pessoa de Car-
los Alberto, quando a liona directa de Saboya se
extingui em Carlos Pelix.
Oulro anuos dopois, Carlos Alberto, para
croar outro ramo colateral, nomeou o principe
Eugenio, principe de. Saboya Carignan. que foi
regente durante a guerra do 1848, e o lurueu a
ser durante a ultima.
POLICA DE LONDRES.
A polica do Londres comp'-se de 1 director
geral, de 2 sub-direrlores, 18 inspectores, 133
sub-inspectores, 625 sergtns e 4954 constables.
Tciu por missiio vigiar, em tolos os seus por-
menores, a vida daquella inmensa cidado, e ter
em respeito mais de 50,000 malfeitorcs de todas
as calhegorias.
Cada constable tem 8 horas deservido, divi-
didas em servico de dia o servico de noite.
S se escolhem para constables homens bem j
apessoados, ageis, robustos e que sabein 16r e]
escrever.
m
>' a |Mo,.ueujjo Oo guu t iiiustaiUu
branca ;
O grao de mostarda branca pertenro salu-
bre familia dos crucitros. He depurativo e 20-
Consome, poto, um an^io americano ires teces
mais papel que um ioglez ou um franeoz.
Nos Filados Unidos em prega-se mui pouco
papel er. embrulhos e oulros usos do rommer-
za da propriedaite de purificar o sangue, sanear I rio, deslinandu-se niasl totalmente para impri-
toaos os humores e reparar ludo o organismo. O mir livrus o peridicos. Em seis mezes inipri-
-raode mostarda he, alem disso, aperitivo, la-1 miram-se 60.000 exemplares da -Historia de In-
xtivo e ligeirameoto purgativo. Estas proprie-
dades s.io cm tal medida, que purga suavemon-
glalerrapor Marcaula'y. Publicam-se 3,000 pe-
ridicos polticos ou litterarios, que tirara alguns
te, sem nunca provocar nem clicas, nem acci- I80,(H)0 "exemplares. Nos Estados luidos func-
denles de nonhuma espocie. Adniinistra-se com cionam 800 fabricas de papel com 3 000ma-
conanca absoluta s pessoas mais delicadas c s j chinas, e produzcm ao auno 27') miMioos de li-
mis irritaseis, s mulheres, scriancase aos re-
Ihos os mais faltos do forcas. O lgeiro abalo
quo imprime no apparellio gastM-inteslinal, e
longe de deixar era neuhum orgo relaxacao ou
debilidad)1, parece que Iho d um principio de
orea e una vialidade que aecusa urna ligeira
propredade tnica.
He facl conceber que una sement com tao
ricos don?, animada por urna combinaco de
energas naturaes, que a tornam simultneamen-
te aperativa, laxativa, purgaliva, depurativa e
tnica, devia exercer, no maior numero de ma-
les que nos allligcm, urna influencia favoravel e
diversificada. Fcilmente se podia prever a sna
enorgia ellicaz contra as cffeiroes e perlurbacoes
diversas dos oreaos digestivos. Ora quem "nao
sabe quo estes igaos, que sao o nixo principal
da vida orgnica, parecem ser, ao mesmo lem-
po, os insliumentos predominantes do sollii-
mentoe do bem-estarr Quem nao sabe queelles
conservan), com iodos os ai>parelhos da vida, as
mais delicadas relaces syalpalhicas o a mais
estrella solidariedade ?
Esto remedio elficaz contra as innumeraveis
doenras dos orgaos digestivos nao est longo de
ser um remedio universal. Tal, com a reserva
das excepces que dependen) da naturezo das
cousas, se moatra noasa admiracaoo grao da
mostarda branca He mister, comtudo, nao im-
pular as virtudes occullas ou mvsticas de nina
incgnita admirare! diversidad* dos servidos
que presta este medicamento. Tudo se explica,
tudo he aqu effeilo natural de propriodades ma-
nifestase descouhe idas. Nas curas mais ines-
peradas e Iheoricas acha-se sempre urna snluco
lgica do pheuomenns pbvsiologicos ou thera-
peulicos, que legiliman a adtoiraco eacon-
liam.a. sem foruecer ne.ihum argumeuto su-
persiieao.
E3TATISTICA DE NOVA-YORK.
Era urna correspondencia de Nova-York, pu-
blicada pela Patrie, lo-se o seguinte :
Mr. Samuel Hallidey acaba de publicar,
O Sr. Dr. Joaquim do Aquino Eonseca refere-so
a mim lo claramente em scu communicado in-
serto no Diario de hontein, que nao llie posso
recusar a salisfaco devida.
A maledicencia do comniunicante lem-so tor-
jiado aqu proverbial. As amargas provacocs por
que elle lera passadon'uma idade j madura,nao
redi ram anda attenuar-lhe esse defeito. Ou por
gosto ou por systema, o Sr. Dr. Aquino niiiira
cnirou em discussao, embora srientifica, s-m ira
/ir por lim sceua, quasi fona, alguma des-
venturada personalidade, para aturd-la sem d
E isto justamente o que acaba de acontecer co-
ntigo. Imputando-me sem fundamento a pater-
nidadi de una communicados relativos ao cemi-
terio publico, o Sr. Aquino encaozinou-se pretex-
lando injurias que ninguera Ihe fez. Dizer, por
exemplo, que o Sr. Aquino tem um pender irre-
S'SUvel pura envenenar as intenedes alheias, nao
e dizer ainda a verdade toda inleira.
Se o communicante pode atirar a'pedra a quem
por ventura se caracterice por insultos, u leloi
alo que julgue apreciando as expressoes por
xtremo dedicadas do communicado a que res-
pondo
Em tudo que lem escripto sobre o cemilerio, o
Sr. Aquino nao sseiuculca como ha vendo Ogu-
na fundarao desse eslabelecimeulo, mas at
divulga o nrcumslaocia relevante de ler sido u
umcomartyr de una parle da populacao, qn \ o
praguejra por causa dos cnlerramentos. u Sr.
Aquino represenlou porlanto dous papis dis-
ttni tos pira pretender que Ihcaeja concedido o
primeiro logar entre os que concorreram para a
fnndaco do cemilerio.
Porqne o Ilustre coramunicanlc teveem; enhos
rara augmentar a cifra de ordenados, nao se se-
gu- que o presidente os livesse tambem. Lmesoi-
nio que n.io esvesso iao preoecupado como odo
Sr. Dr. Aquino explicara um en outro augmento
(se que o houve) pelo accresciraodo Irabalho e
bela caresta crescente dos meios de subsistencia.
Estas causas lom influido poderosamente para se
clevarem uestes ltimos lempos os venc-
lenlos di mor parte dos empregados pblicos;
c o Sr. Dr Aquino estar lembrado que por mais
de ama vez falln na escassez do seu honorario
eomo meinbro da commissao de hygienc.
Seo Sr. Aquino allega ter fcito mais pela sci-
uiedc i do que cu e meu pai, nao vejo niss i
novidade. So porra se refere a qualqucr outro
ramo le sciencia, permita que cu nao mclla-me
i m comparates antes de examinar bem os seus
ttulos. K um ponto histrico que carece de ser
esclarec lo.
Em lodo o case, dado o descont devido pela
enea das nossas idades, ninguera ficaria
pasmado com a soperioridade scicntifica do Sr.
Dr. Aquino a meu respeito.
Nao sei quem esse que $e tem prevalecido de
trabalhos alheios para apresenta-4ta como seus
afim deobler {raras, e que manda pru seu ri-
me em eslabelenmeulos que nao fundara, oh
para cuja fundar io nao concorrra. Ainda te-
mo aqu outro ponto histrico que nao se pode
deixar de investigar ; eo Sr. Aquino me faria
grande honra so quizesse passar das alluses .s
narrativas, para ter resposta.
O coinmun'caiite toma a nuvem por Juno,
quando suppoe, como tem propalado, que certa
pes^ia se empenhara com elle em quesles de
histnria. Eu dcixaria durar esse engao d alma,
io fosse mister provar que o Sr. Aquino, ou
qui ira inculcar o sen valor Iliterario, que altrahe
a si as summidades, ou entre cm eomparaco s
mal cabidas, sempre o mesmo homem vanglo-
-1, que nao perde ensejo para fallar de s
quando nao o fj/ em detrimento dos oulros
Se advinhasse que o Sr. Aquino desejava ver-
me travado na discussao bavida, dunnle a qua-
dra a que alinde, sobre pontos histricos de l'er-
nambuco, nao me fallara forra de vonlade paia
roubar mais algumas horas ao soninn, com o lim
de salisfazer a Sr. Dr Aquino. Anda assim lal-
/ nao me sob ijasse o tempe para dar passcios ao
Pilar, e deitar livrOS abaixo, para ver onde c que
loi o Forte de San Jorge, e se o here Camaru
morreu na cania, ou no campo da bstalha.
(nan lo eu pretendesse defender os serviros de
alguem, havia de fazc-lo sem faltara verdade, e
sem escurecer o mrito de quem quer que fosse.
O Sr. Aquino nao me couhecc bem de pcrlo, e
por isso perdo-lhe a sem razao com que julga-
ine capa/ de roltar as costas discussao quando
entendesse necessario dizer a verdade cm qual-
quer lemio e lugar.
O peior que as polmicas poderiam forcar-me
a revolver en roicas que nao sao remotas, e que
seram, lalvez, impertinentes no ineio das
t0rias e Iriumphos do communicanle.
S Dos sale o constrangimento que preciso
vencer paraenvolver-me em contestaeoes com o
Sr Dr. Aquino. A mnha curta e modesta vida
publica nao pode offerecer motivos mordaci-
dade : mas amolina-rne, por um lado, a perda
de lempo, que o Sr. Dr. Aquino lera de sobra, o,
por oulro lado, a triste necessidade de sustentar
polmicas esteris, que s servem de fazer nrao
publico. Procurare!, pririn, evita las at onde
lcvar-me a paciencia, o taco votos para que o
communicanle seja inspirado dos Sentimenlos de
que me arho, felizmente, possuido. Una paz
liourosa, o que mais nos convinh*. SeoSr.
Aquino vivesse, como eu vivo, r.tarefado, nao an-
daria promovendo rixas
ernain-
dos -
Art. l. Ftca prohibido em l'
l)uco a asspciaco dos carmelitas
caraos denominados Thercsos.
Art. !. Acis^i cm que ate agora
le.m habitado s?ia' destinada para o es-
Libelecimento de urna das casas em que
se devem recolher e educar os orphaos,
a cuja ininuleni-io foram destinadas a>
ras de papel, que vendidas a 10 centesimos de
uro, mporlam 27 milhes de pesos. Os fum-
os npiessaros para produzirem esle papel de
405 milhes de libras, empregando-se urna libra
e qnarto de far-apos para cada libra de papel.
26parxes diflerenies forneceni o farrapo aos Es-
lados Unidos, sendo o principal a llalla, que re-
melle a quinta parte do tarrapo que. consom
aquella Repblica.
RECONHECIMENTO DA PALSIFICACO DOS
VINHOS.
Do Archivo llural:() (iui dos vendnlhcs
desie genero c fazer muilo do pouco vinho pela
addicSe da agua ; mas como o vinho qiiaulu mais
Lisboa- Rrigui! potlugwez Tino dntr-os r*r-
regadores, 140 sanos e II barricas assuwi-
bramo, e 100 SOCCOS dito nu-i avado.
Lisboa=Barea oorlugueza -II irtencia, Amorim
Irmaos, loo sacos assuear branco e 6( dito
dito mascavado.
HavreGalera [ranceza Adela, Tisse! Fren.-.
800 couros salgados.
Rotterdam Escuna hollandi.M oSpiculanl-,
B. Blands & ('.., 1,340 muro? salgados.
RISCEBI-DORIA DE RENDAS INTERNAS
OKRAES 1*1 PERNAM1UCO
Rendimenio do dia 1 : 10. 4.r74ol I
dem do dia 11...... (:r5Jz7n
5(H)9;t7l
CONSULADO PUOVINC.IAI.-
Rendimenlo do dia 1 a 10. o2:i8$92!)
dem do da 11....... 4.SJ4j.",^
I73g44
U
tiovtinento do pono.
Navios eidra I ;, Un \\.
aguado mais descorado se faz, procurara (lies -'~J "'''- briguo porlugm-z Amalia l, d
com materias corantes eslranhas, dar cor ao vi- -'B.toneleda, rapilo Jos di ... i Amella-.
nho que a agua Ihe tira. O vinho baplisadn aze- i ^'"pageni Id, ruga vinho a atis g eros
da mais fcilmente, e como, alrn deste sabor ''V'0,"1 J"J '"" ll;"""s eSilva.
a/edo, contrahe o sabor amargo das m llenas co- :'' l!t' 'l,li '- das, brigu russo Su tator,
Depois dos 15 das do exereicio sao mandados I
para o escola da polica correccional, onde per-
manecen) seis mezos, e aprendem a rodigir suc-
cintamenie relatnose a depuros tribunacs. As,
qualldades que se oxige sao ura impcrlurbavel
angue fro e una paciencia extrema. Depois I
deste lempo, o constable recebe as insignias a
sua prolissio ; o baslao e a matraca, que nao
traz vista, mas modestamente nos boleos, poi-
que nao deve usar do seu leinivel lomahawk se-
nao nos casos do legitima defeza, e nao dar o
sigual seno nas cin.umstaneias as mais graves.
rendas dos ex congregados de S. I'.lip- o constable perfeilo urna machina
pe Nei-Y
Diogo Antonio Fej etc. Palacio do
Kio de Janeiro em 25 de agosto de 1831
10* di independencia e do imperio.
Francisco de Luna e Silva.Jos do
Co Diogo Antonio Feij.
Eleif*o das pessnas quo foram lc-
tas v.'.n m^sa, paen funecionar
nesta iv. ri::iii!i' ra iIji Soledade pura o unno 1860.
Juiz por eleii^ao.
Osllms. Srs. :
O Irm. Revjn. Padre Jos Antonio dos Santos
Lessa.
Eserivao.
O Irm. r.nir de Amvedo Souza.
Tliesourciro.
O Irm. Francisco Jos Arantes.
Procurador Geral.
O Irm. ex-juiz Dr. Siivino Cavaloant-; du Al-
buquerque.
Procuradores.
O Irm. ex jniz Joaquim Jo^ Martins.
O Irm. cx-tliesoureiro Bernardo da Gutiha Tei-
xeira.
O Irm ex-eserivao Jos Antones Gumares.
O Irm. Manoel Ferreira llamos.
Consultores.
O Irm. x-lhcsoureiro Luz Perrira Raposo.
O Irm. Dr. SilvioTarquiuio Villas-Boas.
U Irm. Jos Mara da Costa Carvallio.
0 Irm Francisco Jos de Souza.
0 Irm. ilferes l'oiycirpo Jorge de Campos.
0 Irm. Joaquim Jorgo do Souza.
. viva, que es-
Iranhoa todas as impressocs, cxecula desapicda-
damenlc as suas instrucjdes.
Tem em cumpensacSo desta renuncia a sua in-
dividualidade, urna existencia confortavel.
CLEMENCIA.
L'ma correspondencia de Munich de 25 d
vembro, d a seguinte noticia d'um acto de
mencia, que d honra ao czar Alexandre :
Quando, na segunda fera, s 6 lunas da tar-
de, se parlicipou ao imperador a Russia a noli-
ca do casamenta do refugiado escrlptor russ i,
Iwan Gulowine, que naquele momento, se reali-
sava, aqu duas horas depois recebeu-se de
S. Petersburgo o seguinte despacho lelegra-
phico.
A minlia benro di- imperador e pai ; ludo
esl esquecido i perd i lo.
S
ouza
Braga.
O Irm.
sk
Seja como for, as calumnias e doeslos nopo-
iro jamis acobardar-me. Evite as lulas; mas
serei tenaz, sea ellas me obrigarem.
Beata-me agora pedir ao Sr. Dr. Aquino a
moce especial de mandar por este meu conimu-
nicado no mesmo lugar.em que, como elle reve-
a, tem de ser lidos e apreciados os oulros
dous que o Sr. Dr. Aquino me atlribuc c quo tan-
fu o molestaran!.
Jlerife 10 iie Janeiro.
/ t Ueio da Cunha Figutiredo Jnior.
SKKli.Y M-:tiK\.
Quem iiformou ao Exm. presidente da provin-
cia, que o facinoroso Joao Tenorio, o sua ama-
va fbereza, autores do assassiualo do infeliz.loan
'tenorio de Albuquerque, se achom homisiados
na Seria .Ni-gra, comarca de Tacaratu', ou quiz
calumniar, oudosvairar a polica nas pesiuizas,
e deligencias que deve proceder para a captura
daqueiles dous criminosos. Km todo o caso nao
iiouve boa fe uessa inforoiaciio.
A Serra Negra he propredade de um disluclo
cdadiio o (major Jos Rodrigues de Moraes), que
"i mcrova, c lem suas fezendM, Homem de
() Irm. i apilan Joo Baptista d
0 Irm. lern-idino Jos da Cosa.
O Irni joaquim lie:nar.lmo Ferreira.
O Irm. X-esci,tv3o Pedro Ignacio Banlisia.
O Irm. Antonio Joaquim d'GTiveira.
0 Irm. tN-ili'jsoureiro Jos Anio de Souza Ma-
galhis.
Zeladores.
ex-juiz Dr. Antonio I.uiz Cavalcanle
d'Alb,4'|iiurque
O Irm. ex-juiz Simplicio Xavier di Foncca.
Juizes protectores.
S. M. Imperial o Sr. I>. Pedro II.
E"c;n. Lispo I). Joo .la Purificado.
Juizas protectoras
S. M. a Emperatriz a Sra. l). Thereza.
Cxma. Sra. niarqueza do Recife.
Juiz por devo^jc.
O Illin. Sr. Jorge Jacomc Tasso.
Juiza por devoco.
A IIIma. Exma. Sra. D. Joanna Amara!, esposado Illm. Sr. Bemrindo Gru-
Zel do Amaral.
Juiza por eleigo.
A Illm. Hxma. Sra. 1). Joaquina Cavalcanle
I.eal de Barros, e-qiosado Illm. Sr. major An-
tonio 1,'j'l de Barros.
Eserivao por devoeSo.
O Illm. Sr. Thomaz Fernn des da Cunha.
Eseriva por eleigo.
A Illma. Exma. Sra. ViscoiJessa da Boa-
Vi>la
Sao paginas dcsuladoras, nas qunos a natu-
reza humana apparece revestida de cores revol-
lanles, e, pela sua simples lelura, o coraco ro-
peilo o se.ilimento de piedade, para s dar lu-
gar ao despiezo.
Nao se pode imaginar quantos soflVimenlus
abriga a populosa e brilhanic metropolu com-
merctal da Uuio. Miihares de familias viven,
em casas subterrneas, veidadeiras covas infec-
tas, priva las de are de claridade, onde, durante
a uoile, dormcni, por assim di/.er. encamados
minios homens, mulheres o criaucas.
Desde 1S10 a morlalidadc em Nova York
irm fcitos progressos assustadores. Nessa poca
ella eia dr. 1 sobre 44 habitantes : em 1820 de 1
sobre 38 ; em Is30 de 1 sobre !!5 ; em ISiOdel
sobre .2 ; em 1850 de 1 sobre 30 ; e boje de 1
sobre li.
Esle augmento nos falleeimentos6 urna pro-
e no-' va dolorosa e irrccusavel da criminosa ucgligen-
. ,|,,_ ca das autoridades niunipaes.
a O abuso das bebidas alcoolcas nos Esta-
dos- I nidos, a origem du maior parle dos crimes
: que alli se coinme.itcm. Do 13,705 prisdes, fei-
i las em Nova-York nos qualro mezes de veao,
10,003 liverain a embriaguez por causa.
- Os Irlandezessao os que infelizmente, forne-
cenias prisdHS um conlingente mais numeroso :
de 8!):;.S:) individuos, que
versos delictos. n'um
09142 orain lrlandezos,
Allomai's.
Durante os tres ltimos anuos teem sido
coriduzidos para o deposito de mendicidade
I individuos, entrando nesse numero 7, OI
Jes.
% Este ultimo numoro, rotativamente lo baixo,
caracterisa bem a dedicagaoindustriosa da popu-
' ica > allemaa, quo s implora j caridade publica
quan-lo lem esgot ido todos os meios de ganhar
a vida (i dn son Irabalho.
Noshospilaes a proporcn a mesnn. e os
doeiiti s e--;,o ulassificados da seguinte ni mena :
20 por cont irlandezes, 7 por cento mglezes, 4
por cent o escocezes, 6 por ceuto allemaes e i
por cen o canadianos.
Todas as cidados americauas se asscmelham
mais ou menos, a Nova-York.
A miseria assumc de da para dia maiores
proporedes, e os crraes iiiullplcan.-se de urna
maneira extraordinaria./.
COMMERCIO DE TRASTES YELHOS.
> um litro, ultimamenie publicado em !.<;-
ic curiosos pormenores sobre o desti-
. os tragos velhos, vestidos usados o
os espolies da alta sociedade. Nada se perde. Os
vestidos das gentes da moda depois de ligurarem
era lana, passam ao ultramar para figurar e lu-
zir de novo o produzir novos effeilos.
limpies, i=to os da elasse media,
aos Estados-Unidos, onde os en i-
foram presos por dl-
periodo de. zl mezes,
4,0') i Inglezes e 9,488
rantes, os mesmos vendelhdcs procurara anda,
por meio do substancias doces, ou aducicadas,
masearar o mo geste do vinho conirafeilo.
Sao, pois, dous os generes de fraude que se pra-
licam nos vinhos, um da er: outro do sabor.
A fraude da cor mais ditliii! de descobrir que
a ilo sabor; entretanto esi reconhecido que o
alomen neulralisado com a polassa e msl
com
Vinho natural.........d urna rrcnzcnta
arinhada.
Dito ion baga.........azul violcea.
Dito com amura........violcea.
Dito com pao de campeche, verraclh i
Dito com pao da India ro\ i.
CortJ o amoniaco, o vinho natural loma edr
verde mais ou menos clara.
Com a poiassa, o vinho natural tingc-sle de
verde garrafa.
As substancias addicionadas para encobrir a
azedia, para prevenir, o anda para disfarcar o
mo gr.sto das materias corantes sao prin
mente o assnear de saturno acetato de chumbo .
a er (carbonato calcreo' o o gesso [sulphato de
cal.)
Para reconhecer a primeira falsificaeao mistn-
ra-se 1 de vinho com 2 em peso de nitrato de
amoniaco, evapora-se o mixto siccidade, Le-
va-so o residuo ao rubro n'um cadinho de plati-
na para dissipar a materia orgnica. As cinzas
que licam dissolvem-sc no acido ntrico. Esl i
solueo com um sulphato dar precipitado bran-
co, o com o sulphydrato de amoniaco d:: pn -
cipilado negro se houver chumbo,
Para descubrir a er mistura-sc o vinho com o
oxalato de amoniaco; se n vinho for bom o li- i
quijo apenas luna, mas si' existir a fraude, ha-
ver em abundancia precipitado branco. Lanra-
se gesso no vinho nao lauto para destruir a dz- !
dia, como para o fazer mais claro, brilhanle i
vermelho, e al mesmo para o lomar um pouco
mais alcoolico. A clanflcaco explica-so y '.
depoaicau e crislalisaeao do gesso que arresta as-
sim para o fundo as materias suspensas
O avcrmelhamento do licor attribue-sc do aci-
do (rtico que, desprendido em parle da sua
combinaco com a polassa, reage sobre a ni
na corante.
A maior forca alcoo'ica. procede d i q n
o gesso absorve para se hydrolar, a qi... licando
de menos no vinho, augmenta a nropono d
oleool.
s o gesso laneado em pi nena frac ;3o, na
pode rommunicar qualidades nocivas ao vinho,
porque da acc) recioroca entro elle c o bilar-
treio de
de 280 toneladas, capo ih ar o.:!,
equipage u 12 ; a nrdi m.
Reehmond 3 das, barca americana li
de 3,(0 tune! i : >. \|
i [g< m 1!, rarga 3.033barricas enm farinba dr
trigo e mais gneros; a Instran iool r Je l
Trieie 66das,.escunaiiigleca Spirit, ,i- 14-.
tunela I is_, i ipito .1. I i>un !. equipa^ -m b.
carga 1,566 barr si m farinba de iriso: u
N. O Bii bei 4 C
Liverpool16 das, I rlfeinml,
de 32 toneladas, capiti i Rudker, equi|
10. carg carvao d i ped i a Scoll W
son A (.
-r'" no (.>ii di :
CanalBrig io ii (.
Re Idi .
Ion lloads, brij ia> d W i
i i Marovii h, rar^a assucar.


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idade.
1- I :
- 1 / 1 I ;
Centgrado. Z
* 'r j ; -
" -. te
f f l r i
S-ICC e I
n ur.
j

mheit f
II'
i
o
-
buiiaes.
Seci.iMM iio governo de I'
re de 1860.
s l ..'. i Sr,
fa/. ; ; ublico, eni cump in It'liS iin-
p< ra* -. que o prazo d-- 10 mezes
para o descont mensal de 10 t1
nulas de 505 di 3.a esl i ,
1 ', 1:' -i,,.
ibsl principiai .. I
polassa resulta o sulphato de polassa : mno.us
que ligeiramenle purgativo. Mas se a qiian- Otnl 'nfi I I irirrdo J
nde. o vinho pod ficar sileniloso e ClRCULAll
DOUS PRESTIGIADORES.
Mr Conste, que ultimamenie fallecen cm Pa-
rs, era muilo hbil ventrilocj. c como prestigia- i ,',
dor, asna estrella s comeo,, n empalli,l,.Cer Alleiae>.
quando appareceu Ki.....rl-Hodin. Ainda assim,
os dous ru.ies ei.rn amigos, e entre ambos Si
den o seguinte caso :
Tinham ido ambos, para tratar cerca d'uma
reprcsenlaco, ao gabinete do director da ii| era,
que era ento o Dr. Vron. Quando desriam a
giande escuda, Robert-Uodin ouviu urna voz afas-
tada, com o timbre da do director, que o chama va
ooi instancia.
Quediabo me qncrer Vron? disso o esca-
moteadnrao seu companheiro.
Tornai a subir, e o saliereis, respondeu Mi.
Conste.
Roberl-Hodin torna a subir, o v ninguem,
procura nos corredores, interroga os empregados,
o reconhecendo por lim que fdra logrado re-
signou-so a ir ter com Mr. Conste, que o espe-
rara.
UmoSmu'n^
b respnnde'.i tambem muilo ealuralmen-
le liobert-Ilodin, quera onlregar-me avossa cai-
xa do rape, quo vos foi roubada.
1 _f_S da -"'opa d onde saluram para sempre. Os uni-
r.S(. .,,.. frmese dragonas encontram venda segura na
t Um funesto accideile seden no dia 12 na gare \tSSit ^ Cm'Uda ^^ ** glph
VrSnfd^annos de idade, sahindo do u^ZaS^^, SSS US
exeicer na economa todos os effeilos das aguas
selenitosas.
Reconhecer-sc-ha a presenca do gess > ren I"
se o vinho precipita em branco pela ad I'. i do
chlorureto de bario ou do aztalo de b irvl.
N.VVEGACiO AERIA.
Decididamente os alTeicoados \ ni-, i
ai n asttica eaio desapontados.
O aereonauta de protlss.lo Mr. Lamonlani e o
tor do perindi o tteformer, dos t'slados I ni
dos, metterom-sc na barquinha do globo mons-
Iru chamado Atlntico, no da 22 de setembro
Ns i:
A' Alfandega, Cunulilo, c 1
O Inspector di Thesoiiiaria d\- r.-.-cnl., !
Pen imliueo determina ao Sr. Ini ect h \'
jfandega que fafi cessar na sus 1'. o re-
eebimenlo das notas da 5U900 i 3 -
lampa,papel roto, e de 500?0':<) n la i
' e 3. eslamj is, visto (os urnas o mitras
I sendo sub-lituidas pela The>ouraria em riada
deordens i!j l'hesouro, tente d rito
ndado de
ultimo, em W'arlerlown
Estados de Nova-York).
l'ra quarto de hora depois, vi ram-nos passar
por cima da povoaco de Pbiladelphla, a 1\ ki-
lmetros, e depois por sobre Euxvler, distante 10
kilmetros, no condado de Sainl-Lawteiire,
globo pareca caminhar na razo de 02 kilo-
metros por hora, o, continuando assim, lluvia
alravessar o esparo de dous milhes duzei I i
Irinta e dous kilmetros nas primeiras vinle i
qualro horas.
Em dala do 1." do conentc mez nao se linha
noticia alguma d^Hn em Nova-York, nem sa-
bia o que era feilo des dus individuos qu li-
uham confiado a sua orle n ivegaeo aeria
(Comine>cio do !'
sra?jjniiwwas laTfif1
i pirou
A morle deste homem fez que se revclassc urna
historia das mais extraordinarias.
Jardn, antes de ser empregado da administra-
cao dos tabacos de Nevers, habilava em Cher.
no burgo de Saiit-Germain-des-Rois, onde nxer-
cia a piufisso de alfaiale. Sua mulher linha
suecumbido antes cinco anuos a una molestia de
peilo. quando ha oito anuos elle foi ['ara Ne-
vers. Com urna devocu que levara exaltacao
eiilregara-se cum fervor s praticas da religian.
fiuha no seu quarto um genuflexorio, onde fre-
quentemeule se ajoelhava. No da 11 estando
so com sua llha, annunciou-lhe que um secreto
presenlimento Ihe dizia que sua morle eslava
prxima.
Ouve, Ib1 disje elle, a minha ultima vonlade.
guando eu morrer, entiega a M. B... i chavo do
meu g< nuflexorio para que elle tire o colloquc o
que adiar dentro no meu c3i\o.
Admirada desla recouuiieu laro a filha de Mr.
Jardn, perguulou a seu pai o queconlinha o ge-
nullexorio. Elle recusou primeiro responde"
porem como ella insista, responden-Iho que no
genuflexorio eslavam os restos de sua nii.
Disse-lhe, que antes do deixar Saint-Germain-
des-Bois. fora de n-
del d
iros abundara mais queosalfiates naquel-
| las regios tropicaes ; os exordios leera mais
officiaes que soldados ; os generaes sao lo nu-
merosos que nao lem tonta ; e vista disto pode
corapreheiider-ae u affau com que serao procura-
dos os auligos uniformes de militares.
Os chapeos usados teem urna grande saiiida no
Etaity.
Para os negros 6 um lino o una voidade par- i
tieular usar chapeos de fabricas europeas sobre- I sobre a praca do Rio de Janeiro, reci be diufiei-
tudo sendo blancos. Por muilo estragado que ro ao premio de 7 ( y-
esteja, semprco ochiim elegante
CONMUHC!
PRAGA DO RECIl-L 11 UL JANEIR !U. ltGO.
AS TRES HORAS DA TARDE.
Cotacc- offici
Descont de letras10 0 0 ao aune
Camino sol re Londres251 l e Ij2 0i d/r.
Fele de assucar para o Canal por ci i
5 0(0
franctwo Mamede ieAlmeida,
Secretario.
Jefferson, I' Ae Abril i crranle ai.no o preso i!e ln m
mareado em le para >> ile*conlo do 10 poret
era ca la mez no valor del I -. i nf i tu z :i-p.
do olicio da Presidencia .le '> leste] in
referencii a-> Aviso i Min b-rio \i I cenia
de 20 de Drzeuibro antecedente. Thesim
deFazondade Pcroambuco em io .| Janeiro
de lS:i'). Joao bsptisU de Castro eSilva
l'lentica, mutalis muan lis, aos Ctdle
Provincia.
De ordi m do Illm. Sr. Inspector da Tfce
ouraria de Fascndade la Provine i, -e faz pu-
blico qne a arrematadlo da paite lo le
i'ous&n'arcs na ra da Gui n. -,'.).
aos herdeiros da Antonio Fcrrei a l'.. \ Vel-
loso, n i tere effeito n i dia annunc 11 po falia
de licitantes, e por isso fin a mdsmi irreeaa-
laco iransfi ri la para o da 28 lo ci* rente i
CaixaFilial do Banco doBrasi
cm Pernambuco.
EM 10 DE JANEIRO DK 1800.
Directores da semana os Sis. :
Dr. Augusto Prederico do Oliveira e Jos Bop- [,.-
lisia da Ponscca Jnior.
A caixa descont letras a 10 O/o, loma saques
As luvas usadas sao expedidas para Jamaica o
Fllippilias, depois de lavadas e perfumadas. Os
nmamontos da-: grojas inulilisados, e as antigs
cap is de esperge domadas, vendem-so na Ame-
rica e no Chlll. onde ha muitos ecclesiaslicos.
Desta maneira fjz-se um commercio activo em
que se faz pouco reparo, veslmdo-se os poros do
ultramar coni Irages usados, purera renovados e
virados como novos, das elegantes do Paris, de
ambos os sexos. Todo o navio que sabe do Ha-
vre leva numerosas raixas d'estas mercadorias.
Os sapatos velhos sao objecto de um trafico em
maior escala. O calcado de selim branco, depois
de oppnmir durante umanoilcos ps dos pari-
sienses, vai terminar na America o seu passagei-
AI.PANDEGA.
Reudimento do da 1 a '. .
dem do dia 11 ... .
Secru'.jrii da Thsouraria de F.:/mla da l'cr-
ii iml.....n 0 le Janeiro Je lt<60. < fl
Mai ii ini rio Luiz Fi i :ise idaS. Paio e Silva
O Illm. Sr. In-peti.r da Tbeslmraria Pio-
rincial, em eumprimenlo da i I .
Sr. Presi lente da Provinei ^.,),,-
co, que no dia 26 do corro:-' lu lc arraaaat if
peranle a junta da ursina s qsjeja
por menos fizer a obra de quinhe las bi .;-!
empedrameoio entre os Bsarcos oito e lt i
. na estrada da Victoria, t\ \u l
8:80MOO r -.
A arrcinsl ca se' i t la na oraii da I -i
uncial n. :i". de 11 rasio de 1854, i
as clasulas espciii:? al, '.\o .
As pessoas que se proposerem s esta arre-
1.038J178 tnata^ao comparecara na -. la
~-- mc.-ma junta no dia cima declarado, pelen i
I2992*j.i8i da comneuntemenle hab
115 S3i
laudas
Variedades.
Ai'O.NTAMCNTOS HISTRICOS.
irlos dos
os testantes luan
linha os restos da que fra sua compauheira.
-Nao quereudo separar-se de tao querido despojo
pegou nos ossos e os encerrou no seu Eemille-
xono.
Na manha seguinte Jardn foi para a sua re-
rnrisUios passaram de 11000 c \ panicao segundo o coslumo.
captivos, anda que muitos, 'una hora foi mandado a qitrr para rece-
ilelksnioneram depois das fendas em Pe cera ber os saceos de tabaco destinados para o deim-
Narroros. i sito. *
Dos MouVos morieran, para mais de ld.000. Foi na sabida da gare que foi vietima do fu-
Lm pagm lo re D. Sebasliao. chamado lo- noslo accidente, o COnduzidu a casa sen. senli-
Miide. pasSando por certa parla do campo, reco- dos, que recuperou, quando Ihe minislraram oc-
nheceu o cadver d i scu infeliz amo, j lodo n. : corros.
Marcando bem o filio, foi dizer aos nobles c ca- Pedirain-lhe enlao que se dexasse desr.ir di
a lomitiva do rei que eslavam capti- ra se Ihe examinar o peilo, ao que elle oppoz vi-
cavo,, a |,rra ate que den con. o ca.xaoque con- Untas. C0USWe,a?e18 > &* *"** e bo-
AS CHAVES DE COROVA L GRANADV.
Em Rabal flfarrocos), era consequenciaidas
prximas hostilidades com os Hespanhes an-
daram ora procisso pelo cidado ns chaves de
Loroova, que por oapace de tres das estiveram
expostas n urna salva de prala, na grande mes-
quita. Cordova foi a capital do reino musulma-
nodoCordova o Toledo, que foi tomada em 12;1G! Brigue portuguezMana Ignez=diversos genc-
por Pernondo III, rei de Castella e t.eon. ros.
MOVIMF.NTODA ALPANDEUA
Volumcs entrados com fazendas 131
cora geueros 502
Volumes sabidos com fazendas 2311
< cora geueros (27
S57
Descarregam boje 12 de Janeiro.
Barca inglezaMirandafazendas.
Barca ingleza Crilerion fazendas.
Barca inglezaCorabacalho.
Bngue inglezVolantdem.
Barca fraecezaS. Thomazobjectos para a es-
trada.
Barca americana Imperadorfarinha de trigo.
1! a rea americanaVirginia dem.
Patacho americanoHenry\ Dediodem.
Brigue dinainarquezCeresgarrafoes o fardo.
Brigue portuguezAmaliaceblas e batatas.
vos na leuda do Xerife Aniel, e logo se deu or-
den) para O ir buscar.
O pageni lirou a sua camisa para cobrir o ca-
dver do ici, que, posto alraveasado em cima de
um cavnllo e amparado por um mouro, foi con-
ducido leuda do Xerife. que o fez reconhecer
por lodos os caolivos.
rei linha duas primipaes feridas no corjio:
una de bala de arcabuz, ao soslayo, nas costas, e
nutra d'alfange, na sobrann Iba direita.que nios-
trava ser a que Ihe arrancara a vida.
Os raoliios Ihe bcijnam os pos, cobiindo-os
de lagrimas; e o Xerife o mandn enterrar no
Alczar, onde depois foi exhumado, quando I'l.-
lippe II, enviando ao Xerife Ahnicd um presente
de pendas e pedias pri'ciosas, no valor de mais
de 400 mil ducados, para older a liberdada do al-
kuiis captivos e do sin emhaiador junto do rei
D. Sebasliao, I). I.uiz da Silva, e d'oulros lidal-
gos castelhanos, o Xerife Ihe mandn entregar o
cadver do rei, que foi conduzdo para a igreja
de Belem, era Lisboa, e Ihe dovolveu, sem res-
galo, o joven duque de C-rccllos e oulros prin-
cipaes cavjallciros,
Os Momos, depois da perda de Cordova, einas Brigue brasileiroJoven Arlhurpipas vasias.
larde depois da de Granada, que fui lomada em Patacho brasileiroCapuamdiversos gneros
1 J-, por Isabel de Castella, reliroram-se para CONSUI.ADn GtKAL.
Alma levando ns chaves das uuas edades, quo Reudimento do dia 1 a 10.
considerara proprtudad* sua eesperara tomar um dem do dia 11 .
K para que cheguo ao con!. Je todas
te nsandou afOxar o presento e publicar -lo
-.,.. diario O Secretario A. I", d'innunc
Qasulas especiaos para a arrmalac .
1. O empe-lramento i quiatentai I
entraos marcos oito c toz mil br iira>ia
da Victoria, ser executado eonf roe o
mcnio approvalo pelo conseibo da ditect
enes'.a data Robmettido a spprovaojio do Exm.
Sr. ('resllente da Provincia na importane
8:81109000 rcis
1. As obras do eropelramoni'i oomeeare
no prasc de um mez, e termnalas no de d-r,
ambos contados na formada I-i numero -2s6.
3. O pagamento da imporianrii da arreas,
laceo, ser eftectnado em tres prastaedes Siseas,
correspun Icn'esa c la larco da i bra executoda
4. I'ara tudo o mais que nao asiivar asfari-
icado nas presentes clausulas, ser osa maA > o
va^reswtenei., e de repente desMIeceiie ex-ldia. As chaves de Cordova sao conservadas em ,
l'oi'collocad,. n rornn ani.r I nl,nl P"f urna familia de clierifs que se diz des-
c qoal, pudentes d'Al-derrarna |, qoe reinou pelo auno |
?m
Ih d'sserf ,aavrne"-,7 .bllnd V" *" n'3' VC3-d Vino^ lndicar a Mouros que^s io^-
llie^issera na i espera e ..bundo-se o gemirte- narao a ver um dia o paiz que oulr'ora Ibes per-
do
paz que ouu ora mes p
e onde repousam os seus mais gloriosos
Xono tirou-si
lULona
de um cadver ainda com cabelllo .
da mochila appareceraui os ossos d'um caqui le-
lo, liraiu os reslus da mulher de Jardn.
vonHd'cillo!.-,!^"1 ''"l''rTi"i0 SPgl""10 "'1 n,a,or 1ue "" *2S s TngTa'ierra" mmid'os"
ade. collocaram-se-lbo no cania os restos Franca.com 35 miUtoas de habitantes, s pro-
fundo una mochila da guarda I lencera, (
.... desla jrioehilaesiava a cabeca antepassados.
e por baixo ______
CONSLMO DE PAPEL.
O consumo de papel nos Eslados-L'nidos
do sua multar ; e sobre o peilo a mao dessecada
por baixo da qual por espneo de oito anuos, ba-
[Commercio do Porto.)
O CHAO DE MOSTARDA BRANCA.
0 Dr. BtUaoger publicou scruuIc Oflnile
duz sonualmenle 70.00 toneladas de papel, do
qual se expolia a stima parle. A Gra-Brcla-
nha c Irlanda com 28 milhw's de habitantes s
produz 66,000 toneladas de papel. Na America
do Non?, cora 28 milhes de habitantes, prodw
20'^Ono umcladns dt naoe!. '
DIVERSAS PROVINCIAS.
Rendimenlo do dia 1 10.
dem do dia 11 .
DESPACHOS DE EXPOUTACO PELA MESA
DO CONSULADO OBSTA CIDADE NO DIA
11 DE JANEIRO DE 1860.
1S1SSS901 jqucdispe a lei numero .SO. Confunse
5-271 'JOS O Secretario A. F. d'Aniuria(o.
- O Illm. Sr. inspector da Ihesiuraria pro-
2-. iCDji'O rincial, i'in rumprimeolo da ordeai do Esm. Sr.
presidente da proviicria, manda mut puMir*,
que no dia i do correnle, pe;,me a junta da
I:4t8J001 mesma tlusonraiia, se ha de arrematar, aqnem
2.9Si por monos Bzer a obra do 500 br <". de i n um-
"------; dramenlo entra os ljanos 10 e!2 mil bracea da
l.475$985 estrada da Victoria, avallada em cvSOOj.
A arrematadoaeri U [la na forma da k i pt i-
vincial n. ie di 1j de mai de 1851, e sob as
clausulas especiaes abaixo copiadaa.
As pessoas que se preponerem i e-ia mm-
HavreGalera [ranceza t Adele, J. Kellor iV. C, lacaocompore^am na "sala da scsses da nwnrw-
12Jconros salgados. nada junta no dia cima indicado, lo mi k
/C 1,200 saceos assucar mascavado ; f. Souvage; E para constar se mandou affoar o presenta
& C, 000 saceos assucar mascavado. e publicar pelo Diario.
ValpaiaizoBarra hamlurguez. Chrisliana, K. Secrelaiia da ihesouraria prodncial de Per-
0. Bieber & C. 1,100saceos assucar branco. | nainburo, -l de Janeiro de 1860.O seintano,
PhiladclphiaPataclu americano A J. XV Ap- A.F.da Annunciafa.
pligarlh, J. Patcr k C, 600 saceos assucar! \Clautula* etpemae* pan a arremwtmgim.
mascavado. Artigo 1.As 50t bracas de cm.cdr..u.eoto
Breakwnter Barca amtiicana Margarelh, S., entre os marcos 10 e 12 mil bracea da estrada da
roltars & C., 800 stifees assucar mascaradoi Victoria, striio cxeculrdus di- cvr.f.n:.idads

* v
^5*


M)
DIARIO DE PERNAMBUCO. QtWTA FEIRA l DE JANEIRO DE 1860.
COiii o orcamento npprovadd pela diiectwria ein
oii'lho, o nesla data submeitido a approvaco
do Esm. Sr. presidente da provincia na impor-
tancia di; 8:800$.
Art. 2.O cmpediamr-nlo comeear no prazo
de mi) mci c terminara no de- dea inezes ambos
contados de conformidade rom a le n. 286.
Ait. 3. O pagamento da importancia da ar-
'emalaivo ser efectuada eni tres prestacoes
guaca correspondentes a cada ierro da obra
escrutad,
Ait. ."Para ludo o mais que nao se achar es-
pecificado as presentes clausulas, ser observa-
do o que dispoe a lei provincial n. 286.
Conforme.O secretario, Antonio Ferrcira da
Annunciaroo.
O Dr. Manool de Barros Brrelo juiz do paz do
1." dislricio da freguezia do Poco da Panel -
la, ein viilude Ja lei, de.
Fac.o saber que tendo de formar-se a junta
lualifieadora desta freguezia, uo da 15 de Ja-
neiro Jo auno prximo futuro, cotuo determina
o art. 5 Ja lei n. 3K7 de 19 de agosto de
l8iG, para execueo do que dispoe a mesma
lei, acerca da revisad o qualifieoco dos cida-
ilos votantes, e tambera Jo que a respeito de-
termina o decreto 842 de 19 le Miembro de
lSriS e 1812 de 23 de agosto de I8>6. mis-
ler para o indicado fin, que soreunara os elei-
tores, e suplientes desta freguezia, em conse-
cuencia doque e em vi Hurle das resolucoes do
governo os convoco pelo presente, para se acha-
ren) no indicado dia as 9 horas da manlia no
consistorio da igreja matriz, sob pena de incor-
rerem na multa fulminada na lei citada, aquel-
ses que fa!iarem sem motivo justificado, os
quaes eleilotes e supplentes cima comocador
o us seguntes senhores :
Joao Francisco Jo Reg Nlaia.
Henrique de Miranda Henriquos.
Je s Theoduro de Sena.
Dr. Antonio Joaquim de Moras? e Silva.
Dr. Jos Bernardo Galv6o A'coforado.
Florencio Jos Carnciro Monleiro.
Jorge Vctor Ferreira Lopes.
Joe Francisco Pires.
Antonio Jos (lomos Je Crrelo.
Jos Feiisberloda Costa Gama.
Sebaslio Alfonso Jo Bego Barros.
I anci-co Duarle Coellio.
Jos Lopes Carnciro Ja CurJia.
Jos Francisco do Reg Barros.
Manoel Peres Campello de AlmeiJa.
Joo l.uiz VctorLculiier.
francisco Jos AlvesGaroa.
Vigario, Francisco Luiz Je Carvalho.
Francisco (', sario Je Mello.
Francisco Marinliu de Albuquerque Mello.
Jos ("encalves Ja Porciuneula.
Jo. Ignacio Pereira Ja ludia.
Joo Paulo Ferreia.
Dr. I uiz Carlos le MagalhaeS Breves.
Nicolao Machado Freir.
Dr. Joaquim Francisco Je Miranda,
mi Ayres Velloso.
Jor Bernardina Pereira Je Biito.
Jos Marques Ja Fonreca Borges.
E para que chegue o conhccimcnto Je lo-
dosmandei passar o presente, que seta aflixade
no lugar mais publico desta freguezia, e publi-
cado pea imprensa. I'riraeiro dislriclo da fre-
guezia do Poco da Panella, 15 do Jozembro Je
I8J9, l'.u Joo Nepomoreno Uibeiro, cscri-
ecrevi, M. Je Barros Brrelo.
B iplisla do Castr i e Silva,
(ni da
fazenda
guarde.
Faeo saber aos que o presente edita! viren] qu<
cmprlracnio de ordiiu do tribunal do the-
- .. i nacional le 1 i de novcml px(
se comeea ,i Uuiii uesla Ihesi uraria a .->;:: s-
;o das notas de oOOgOOO da primeira, se-
gunda e lerccira estampas. Os seus possuidores,
pane o earregameuio prompto ; recele carga a
frele, e lem boas acommodaces para passagei-
ros : qncm na mesma quizer carregar, poder en -
tender-se cora os consignatarios Amorim Irmos,
ra da Cruz n. 3, ou coro o sobredilo capilao na
praca do commercio.
A barca nacional Imperatriz Vencedora, de
pr meira marcha, pregada o forrad* de cobre
seigue para o Rio de Janeiro com muita brevi-
dade, recebe inda alguma carga : trala-se com
os consignatarios viuva Amorim & Filho, ua ra
da Cruz n. 45, ou com o capilao na praca.
Para Lisboa.
secretaria de estado, dentro do prazo de UO das,
contados desta data.
Secretaria de estado dos negocios do imperio
era 2i de notembro de 1S59.
Fausto Augusto de Aguiar.
Cotreiogcral.
Relaco das cartas seguras existentes na ad-
iiii-nitfracSo do correio, para os senhores abai-
so declarados:
Auna Francisca Leal.
Antonio 'os da Silva Viveiros.
Claudino de Ilollanda Cavalcauti.
Joao Octavio Vieira.
Joo Taula Ramos Chaves.
Jos Raptisla Riliciro de Faria.
Jos Cupeilino dos Santos Meira.
Jos Maa Carueiro de Albuquerque Lcenla.
Uanocl Jos Lopes.
Tedio de Ancanlara dos Guinares Pcixolo.
Paul Cassas.
Cecilia Rosa Pereira de Drilo.
Companhiu fixadc caval-
laria.
O Sr. capilao coramandante manda fazer publi-
co, que no dia 13 docorrenle, s 8 horas do dia,
ueste qiiailel su bao de vender em hasta publica
18 eavallos que so achaii) incapazes do servico.
Quartel em Santo Amaro 9 de Janeiro de 1860.
Antonio Dionisio de Soulo Guudin.
Alferes.
Tela directora das obras militares se tem
de fazer retaros em difieren les lugares do quar-
tel da companbia de cavallaria, em Santo Ama-
ro : quein deste servido *e queira encarregar,
comparcea na referida directora das l horas da
niauliaa em diante, para tratar a respeito. Di-
rectora das obras miliiares de Pernambuco 10
de Janeiro Je 1800. (i amanuense,
J>ao lottleiro de Andrade Malveiras.
2. lenle.
NOVO UilllCO (le PeriiambllCO. O vapor Prtnwr* d JoiMHe, TOmmaodanlc
.-, i o primeiro lente Correia de Rrito, espera-s
U novo b.inco de IVrnanibuco reco- dos portos do sol em seguimenlo aos do norte
llie as notas de sua emissao de 10/11 e de | ale da 13 do corrente me/
20$, e pede aos possuidores das mesraas!
o favor de as virem trocar no seu es-
cnptorio, das 11
as 1 da tarde.
Iioras da manhaa ate
tta provincia ; tjnilxni ira' a leilo a
tnesma occasiao uma rica coi tina e sa-
nefa de velludo guarnecida de gallao
de ouro, uui magnifico tapete avellu-
dado e diverses armarles de trinas etc.
queseacham na igreja do Divino Espi-
rito Santo : sabbado 14 do corrente as
11 horas em ponto no mesmo pavilhao.
LEILAO
Bradock Chester capitao da barca
americana Leander, arao leilo por in-
j tervencao do agente Hyppolito da Silva
jcom autorisarao do Sr. inspector Ja al-
fandega e em presenca do Sr. cnsul
dos Estados-Unidos de uma porcao de
jar^y ."Ss dVnV $sa I ri,,ame p? *?* w** :*
soguir com muita brevidade, lem a seu bordo, pipas e 9o barris : sexta-feira 15
dous tercos de seu carregamenlo prompto : para do corrente as 11 bora em ponto no
armazem alfandegado de Jos Antonio
de Araujo caes do Apollo.
LEILAO
Quinta-feira 12 do corrente,
i'isll horas em ponto.
O agente Camargo ara' leilao em seu
armazem na ra do Vigario n. 19
DE
Vanas mobilias de Jacaranda' e de ama-
relio e mesas para janta r.
Porcao de jarros com flores.
Aparadores demogno, toalhetes egran-
de quantidade de quartinhas da Ba-
Na liviana n. e S da piara Ua
Independencia precisa-se fallar ao Sr.
Andre Abreu Porto ou A ndre Alves
Porto.
Alinanak da provincia.
Sabio a luz a 'olhinha com
o almanak da provincia para
o corrente anuo de
o resto que lhe falta e passageiros, para ns quaes
lem excedentes commodos, trata-sccom os seus
consignatarios Azevcdo & Mendos no seu escrip-
lorio, ra da Cruz n. 1.
COMPAMIIA UISASLIEIUA
DE
MgDIRS 11 m&
TIIEATRO
DE
ro u encommendas e engaja-se a carga que o
vapor poder condu/.ir sendo os volumes despa-
chados com antecedencia at a vespera de sua
chegada : agencia ra do Trapiche n. 4o.
R|AL0HPAN1IA
DE
ifllrial da or
, c Inspector da Ibesouraria de
de Pernambuco por S. II. I que Dos

ni
T
a i lli< soureiro desta
\.,ii outras de di-
do pernambuco E
senla-las
liesniuaria, que lli'as trocir
va>re s. Thesouraria
de dezembro de 1859.
Joa faptista de Castro c Silva.
Ara.na:.i municipal manda publicar, para
'. i iincHlo de seus municipes, e de id exc-
i, a postura al ixo In us ; ':, que "i ap-
pelu l.Mn. Sr. presidente Ja protincia.
ida
Pacu ila cmara muniri; al di Re fe em ses-
'.! de Janeiro de I80. ilanotl loaquim
Albui/uerque, presidente. la noel
I ci i /i. sei: i lario.
i.' seecao. l'ulacio do governo dePernambu-
m 17 le dezeml ro de 1s"j'J.
0 presidente da provincia, altendcndo no que
he repre.-entou a cmara municipal do !'
i:i (ti ci de 12 do corrente sob n. li.J, resoke
approvar provisoriamente o seguinle artigo de
i slura.
Artigo mico. As pessoas que caiarem ou pin-
. fenles das casas, e com lees obras dam-
irem os nemes das ras e os nmeros dos
odiiicins, dercrao reno-lo: no se i perfeilo estad .
raetnres soffii ra > a niiill i de it's ; c o tra-
' ;-: ser feilo a cusa dulles. twz larballw
: Fhzi. Conforme. Antonio Leite de
Pinho.
IWatnMg-r ii flu ii
arac'
:>.--;fc-C4
Sabhado 14 de Janeiro de I8G0.
l'iimeiro eoneerto vocal a carcter
pela socicdatle lyrica italiana,
PRIMEIRA PARTE.
Syrophoiiia.
Cavatina da opera Macbtk do maestro Vcrdi,
pila Sin Sola Marini Testa.
Duelo da opera Traviata do maestro Verdi,
pela Sra. Lui/.a Gavetli Reggiani e o Sr. Ihp-
Cavatina da opera Masuadiere do maestro Ver-
di pelo Sr l.uiz Testa.
Grande rondo da opera T.uzia de Lammermoor
,1o maestro Doniz/eili, pela Sra. Gavetli.
SECUNDA PARTE.
Synipl.onia.
Cavatina da opera Beatriz de Tcuda do maes-
tro Bellini pelo Sr. Hyppolito.
Duelo da opera l.ui'za Millero maestro Verdi,
pela Sra. Gavetli e o Sr. Testa.
Cavatina da opera Barbeiro de Secilha do
maestro Rossini, polo Sr. Jos Mara Raraonda.
Duelo da mosma opera, pela Sra. Marini c o
Sr. Ramonea.
O eoneerto regido pelo Sr. maestro J. Smolt/.
PREQOS.
1.a ordem.......... 12;000
2.J dita............. lglOO
'- dita............. K5()00
Cadeiras............ tjOOO
Maleas............. 2^000
Os bi aeham-sc vendo no csciiptorio
do Ihca ro.
Comecar 1 8 horas.
Avisos martimos.
Cear, Maranho ePar.
Segu 1 :.i 1 micos das para os portes iudica-
dos o ii.ale nacional Lindo l'at/uete, eapito Ja-
ciulho Xunes da Costa, por ter parte da carga
prora pa : paia o resto o pasaageiros, Irata-se
com os coi,signatarios Almcida Gomes, Alves&
C, ra da Cruz u. 11.
Coa ni cAcarac.
Si -uo no dia 11 do mez corrente o palhabote
So6ra/eisel capilao Rales ; recebe carga; a lra-
larcoin CablanoCyriaco daC. M. no lado do Cor-
po Santo d. 25.
Papeles ioglezcs a vapor.
No dia 14 deste mez espera-se do sul o vapor
Avis, o qual depois da demora do costme se-
guir para Southampton tocando nos portos de
S. Vicente o Lisboa, para passagens etc. trata-so
cora os agentes Adarason Howie
Trapiche Novo n 42.
N. B. Os Srs. Prilehard & Monneron, r
11.1.
Tudo sera'
prero.
vendido scn rescr.a de
LILAO
DE
iuileiga ranceza.
Quinta-feira 12 do corrente.
O agente Hyppolito da Silva ara'
leilao por conta e risco de (juem per-
tenoer de 50 barril e 50 meios ditos
& c. ra do I com manteifja tianceza em lotes a von-
tade dos compradores : as 11 \\i horas
Drouotn.10 e rucRossinin. 4, emParis, sao os'em ponto no armazem do Sr. Aunes
de (ron te da portada alfandega.
agentes desta companbia naquella cidade.
'*t*9WfcS&i&#*-
C0.MP ANUA
PEUnA MELGANA
DR
umegacao
O vapor nacional
o qual se vende a 800 rs. na
praca da Independencia livra-
ria n. G e 8 coiilcndo alcm do
kalendario ecclesiastico e
civil :
Noticia dos principaes esta-
dos da Europa c America com
o nomc, idade etc. de seus im-
peradores, res e presidentes.
Resumo dos impostas ge-
raes, provine iaes, municipaes
e policiaes.
Tabella dos emolumentos
paroebiaes.
Dinheiro de cobre.
Vende-se na ra da Tenha, sobrado n. W, ea7
pequeas e grandes porces.
= Vende-se uma bonita vacca com uma cria
de poueo tempo, aroslumada ao pasto c muilo
mansa, assiio como uma earroea com boi ou s<:n
elle : em Santo Aman, passa'ndo a bomba, do
primeiro sitio que tem a casa ao p da estrada.
Veudem-se 350 libras sleilinas era ouro a
10) cada urna : no eseriptorio de Manuel Ignacio
de Oliveira & Filho, defronte do Corpo Santo, n>
Recite.
Vendc-se um bra^o de btbmea e ronchas
de lalao e correntes, com pesos Ce mcia quarta
at 8 libras : na ra do Bangel n. 7.
Temos a honra de com-
municarao respeitavel corpo
do commercio desta praca que
tiesta data deixa de existir a
sociedade que tinhamos for-
mado e que gyrava sob a ra-
za o de
Aranaga & Bryan
ficando sua liquidacao a cargo
de nossos successores os Srs.
A rana g.i, Hijo Pernambuco 31 de dezem-
bro de 1859.
Ara naga A Unan.
Iavendo cessado a s enge-
C |IU
Emprcgados civis, milita- ciedde que gyrava tiestapra-
res, ecclesiasticos, Iliterarios ?sob afirma de Aranaga cv
de toda a provincia. Bryan, participamos ao res-
Associacoes commerciaes, Pe|tave!corpocomknercialqae
agrcolas, industriaos, Hilera- Slli liqunlarao lica a cargo e
?articulares. Por C01lla ('a sociedade que
nesla data formamos
gyrar sob a razao de
Aranaga, Hijo & C,
a qual continuar os negocios
da extincta firma c espera me-
recer a mesma confianca de
que gozava.
Pernambuco 1* de jaueiro
de 1860.
Antonio de Aranaga.
Enrique de Aranaga.
Guiiherme .1. Kreisber.
Juan Anglada Hijo.
Aluga-te uiua muala para servi-
p. i: terreno de vargem e pod dar para dous QO i!c casa : na ra do Crespo n. Iti.
ras e particulares.
EstabelLM'iineulosfabris, in-
dustriaos c commerciaes de
todas as qualidades como lo-
jas, vendas, acougues,
nbos.etc etc.
Serve elle de guia ao com-
mercianle, agricultor, mar-
timo c emfim para todas as
classesda sociedade.
I
Vlleneo.
Vende-se mcia legua de trra em quadro no
lugar denominado Japarandobinba, freguezia de
Igua Prela, junto do qual lera de passar a estra-
da de ferro, lista Ierra arha-se loda coberla de
mato, virgem e consta pela maior parle de massa-
Per*inunga, commandante
O agente Hyppolito da Silva por
ou-
" in|'vi lint i> 11, ii i a cftMriHK^u, luiiiiiiuiiuuiuv (,-. ^',r\
Lobato, seguir para os portos do sul de sua tOTMacaO do Lxm. Sr. Dr. juiz especial
CONSKLIIO AD.M1MSTRAT1V0.
Oconstlho administralio ara formciincnio
lo arsenal dt guerra lera do comprar osobjeotos
SSguiutCS :
balalhao de
Para o 0
,rl
Cl rlale ras para msicos
pares '11.
ana.
i ufan l
segundo ultuno fi-
rffl
l'ra a Companhia de Pedestre de
1." G'mpanb'a.
. ro de 200 folhas para os olficiaes e
panliia I.
Diiode 200 folhas pira ndices ,!e
mentes au hivudas i.
Dilo de 200 folhas
Dito do 20 folhas |
voluntarios engaja s I.
Grvalas de s >Ia do lustre 20.
-.' Companliia.
linhj.
com-
ducu.
sr;; cara e descarga 1.
ora ie"is!n) de titules de
81
(i ve
i iro
c bem conhecido brigue nacional;
Al.'iilliAMi:, pretende seguir cora muita brevi-1
dade ; tem parle de seu carregamenlo a bordo :
para n reslo que lhe falta trata-so com os seus
consigo liarlos Azevi do & Mendos, no seu eserip-
torio, roa da Cruz. n. I.
fia
COMPAMHA TERMIIBICAM
DE
Navegaco costeira a vapor.
0 rapor nacional Iguarass, coramandante o
si gundo tem uto lioreira. seguir para os portos
do uorli de sua escala al a da cidade da Forta-
leza no dia Iti do crrenle s i horas da tarde,
recebe carga para o Cear e Aracaly nos das 11
o 12, para n \ss e ltio Grande do Norte no dia
Para o Rio de Ja-
neiro
O patacho nacional Capuam segu em poucos
dias por ter a maior parle da carga engajada :
para o resto, passageiros e escravoB, trala-se
com J. B. da l'onseca Jnior, na ra do Vigario
numero 23.______
Leoes.
mmlm
NA
Porladaalfandega
Quinta-feira 1^ do corrente
0 agente Borjafar leilao na porla da alfan-
dega defronte do armazem do Sr. Annes, por
conta e risco de quera perlencer, de 12 barricas
com eerveja branca, 1! latas de bulaehinha de
soda de i libras e 500 ditas de ditas de 2 libras,
que tudo ser vendido en> lotes a vontade do
comprador e sem reserva de preco. Principiara
s 10 horas em poni.

telle : <|uinta-{'eira I 2 to curente as 11
horas em ponto no largo da Assemble'a
no nrmazem ro Sr. Joo Jote Rodri-
gues Mendos.
8
S JK8 -ib $$ -a^5^^
O agente Pestaa continua a cs'.ar aulorisado
pela commissao liquidataria da extincta socieda-
de de Qacao c lecidos de algodo pira vender o
restante dn terreno do sitio da mcsuia soeiedade.
Os prelendenles podem dirigir ao armazem da
ra doVigarion.il, a qualqucr hora do dia a
entender-se com o diro agente.
Livro de 20(i lolhas para os oOiciaes comman- 1;!' 8 !,n,n n Parahiba no dia 1
unien-
1; ule da ci mpsnhia l.
Dilo de 20n fo!hn.i pira ndices i!c doc
los archivados i.
Hito de ::00 folhas para carga e descarga 1.
Dilo de 21:0 folhas para registro .e ttulos de
voluntarle; e engajados 1.
Gia\ati desoa de lustre 20.
Cornett de toque 1.
Quera qui/.er vender laes objeclos opre?en-
t-.ni as Bas propostas em caita eichada r,a se-
cretaria do conselho as JO horas Ja manbaa do
dia 1S do corrente.
Salla vo para forneciniento le janeirs de 1860. Bento Jos Lamen ha
f.ins, coronel presidente. Francisco Joaquim
Pereira Lobo, coronel rogal secretario inlerino.
Peta iiks.i do consalado provincial se faz
publico que os trinta ms uteis para o pagamen-
10 a bocea do cofre dos impostos le } per cento
sobre diversos estabeleciinentoB de O-S sobre ca-
sas de me das. de pe fumarias e de vender pl-
vora, c de 2i) sol>re casas de jogo de buhar re-
lativos ao auno frnariceiro de 1809 a lfcGO se prin-
cipiam a contar do dia 10 de janeiio corrente,
lindo os quaes liean incursos na mulla de tros
por cont os que pagaren) depois desse prazo.
Mesa do consulado provincial de Pernambuco
11 de Janeiro de 1860.Antonio CarneiO Macha-
do Ros, administrador.
= Teot'o o governo imperial resohido man-
dar fazer por arremata>;o a parle das obras do
caes da allandega. pcrlencenle ao ministerio do
mpeiio, eque anda se aeha por concluir, com-
prehcnJid desde a liuha da ra do Rosario al
o arsenal de guerra, observandi-se o plano
.^presentado pelo engenheiro Carlos Nealc ; pelo
presente se convida as pessoas que quizerem ar-
rejoatar a continuado da referida obra a apre-
cnlarcio IQM proposlasem caria fecjyufa nesta
al ao meio dia.
\ carga deve ser posta a bordo acnmpanhada dos
competentes despachos c conhecimenlos.
A barca Imperatriz Vencedora, sabe para o
Rio de Janeiro no dia 13 docorrenle, recebo pas-
sageiros u escravossomente : tiata-se na ra da
Cruz n. -15. eseriptorio de viuva Araoiim & C.
ou com o eapito.
Avisos diversos.
A resposta dada ao Foreiro nao justilica o
crcdimenlo havido para rom elle ; um fo-
, .....i de terreno de marinha, que lia 13 anuos se
| acha de posse do mesmo dada pelo governo,
| leudo sempre pago o foro e registrado o seu li-
! lulo no registro das torras publicas, nao podi
jSerdalli cxpellido por outrem, que ob e sub-
repticiamente oblove mandado de manulenco ;
e nein o aviso pela resposta citado faz me'nsao
des lerrcnos ; o quando oflzesse, nao autorisaria
a privar-sc um tjo amigo foreiro do seu direilo
de posse : pois bem o mesmo foreiro assim ex-
bulhado vai lecorrer a juslica, que o deve ga-
ranli-lo no seu direilo.
O Foreiro.
Precisa-se alagar uma prela forra ou'es-
crava, que d fiador para vender miudezas na
ra: na ra do Rosario da Boa-Vista em frente
; da roa do \ragao n. 5.
Precisa-se de uma ama para o servico de
portas a dentro, que saiba cngomraar e coznhar
com perfeiciio : na ra do Camaro, laberna n 7.
Recrear o.
Por orden) do conselho deliberativo da socie-
dade D. P. Recreaco do tbeatru de Apollo con-
; vido aos Srs. socios a couiparecerem no dia 12
do concuie s 5 horas da larde no salan do mes-
; nio tlieairo, para em asscmblea geral tratar-.
' se negocio de importancia a bem da sociedade.
Recite l de Janeiro de 1&00.U l. secretario'
\Joao Francisco Marques.
O que o Sr. Poreiro pergunloa foi se os
(errenos alagados enlre a frabiribeira e Mocol -
lomb pertencem ao Sr. Dr. Ignacio Nery da
Fonseca, ou a fazend nacional A esta simples
[lergunta respondeu-se rom disposices lo
Iranscriplas no Diario de 10 Agora'porm pa-
rece querer o Sr. Poreiro suscitar a queslao pos-
sesona. A solueo desta compete aos Iribunaes
peraule quera se ventilara cabalmente qual i,in
es de marroquim e lustre etc.. que serio vend- me,',or direilo posse respectiva; se o foreiro
miara de Olinda a quem pertence os ditos
bons engenhos, arabos d'agua, pois nelle corre o
riacho Japarandobinba, que nunca secca anda
no maior yerao : as pessoas que a pretender po-
dem dirigir-se ra Direila n. .'12, ou ao enge-
nho Reanlo, freguezia doSerinhcm.
Altenco.
o
v. nde-se uma barcada de lole Je 50 toneladas,
nova, de primeira viagem o bem apparelbada : a
bre penhores
1 os pre-
jaes da Un-
ir quem d.
Preciso-sc de mea ama para o servido de
pequea familia, prnfenndo-so a quem so pres-
tar a comprar ; quera se arhar nestas circuras-
tancias, dirija-se i ra da Sania Cruz n. 7i
Consiaodu-mu que i::i pessoas que-lem es-
palhado que en tenho uma (ilha bastarda, dei la-
roque nunca li?e Qlhos, e islo mesmo declaro
no nuMi testamento : porlanto leui muilo pouco
jui.-.o quem se anima a dizeroque nao saoc. Ite-
cife 10 de Janeiro de 1SCH.
loi i l",i,. i / dt Cliaby.
Antonio Moreira Vinhi vai ao Cear.
^os eskilaiilesdc rlie-
torica.
O resumo de rhelorica nacin..; [cito
1". de Honorato est venda na livraria el.
na praca de Pedro I n. 2.
Aluga-se
Uma loja )io largo du rerco n. 31, para qual-
qucr ostabclecimcnlo commercal : o tratar na
ra da Cadcia do liento n. .
0 propriclario do engenho Mussambi [ui
faz scienlc a quem pretender fazer n v i i cura
OS!
mente
do Crespo n
Antonio da Suva Bastos
a loja da
queira dirigir-te
ri-
ma
i(i.
Fazcudas por piscos lia-
ra
O Preg ii.;a vende era sua loja na na do
m; do n 2, as seguintes fazendas :
Lencos de cambraa lisa muilo :iua, d i-
zia
Ditos de cassabrancose de cores, duzia
Camnalas de renes de diverso- -'
COV a do
Cnilaa l.-.m.-.-i-no <)., Jm,1<. p]n', .
vado a 290 e
Chales do merino lisos com franjas d
rclroz, um
idos de vellnd i, um
Ditos de dito com palmas de seda, um
Alpaca de seda do quadros, corado
Meias muilo linas para senhora, duzia
Dilas ditas para dita, duzia
Dita? dilas para dita, duzia
Meias casemiras de quadrinhos, corado
Dilas dilas escuras com das lai
corado
; Cortes de dita muito fina
Ditos de dita prela bordada
300
in
500
liim branca de llnho lino, vari
o rendeiro.do Iraspasso da
de
se enlenda
I
renda,nao o fa a sem
Dilo dito dito, rara
Dito dilo dito, vara
Dilo dito dito, vara
e mitras murtas i \ se i voa-
tade do c unj ra !or.
6$Kl
I ;i i
I $200
Atencao.
com o prnprn tario
anuo e me/es ha de entregar
que no lim
o engei
segundo o Irale da escrrplura, conforme recebeu
com tolos os pertences e a machia no seu lu-
gar.Francisco Uibeiro de Brilo.
Aluga-sc um mole [uc para criado
leo do Terco n. 40, padaria.
Precisa-se do nina ama d
forra ou captiva : na roa do Lhiamcntoii. tf.
(I PREGI l(*.\ participa aos sen; freg-iezes quo
comprou ullimaraente um bello sortimento do
e merino de ditferentes coros. muiUi
pro para senhora e louplnhas de n cha-
a muito un
chai i y
priu p
les di
nopa-
l'raa loja de calcado,
Ilua Direila n. 48.
Seita-feira 13 de Janeiro.
O AGENTE
0%
Do trapiche da alfandega, no dia 3d di
dezembro passado, exlraviou-se urna carrada de
2i caixas de cerveja franec/a marcnJ is JPA it C :
mga-sc a quera por engauo as roeolbeu, queira
declarar no airaazom de J. P. A l ir & C, ra
da Cruz n. 40.
GABINETE PO^TGUEZ
a '2yj00 rada um, o que
est \ Duden lo pelo bai
(0 rs. o '.ovado ; ein sua lo i
mado n. 2.
D-s
P"
na ra d i .
um sitio para l.ivr i casa
nvenda, eslriba in, roa para eso i
lo engenho, e bom parti !> n > eng nli
rodo ijoil, freguezia da Luz. distante C :
do i!, pifo ; quem pretend r, procure no i
engenho o propiietirio Joaquim do R
Pcssoa.
tu-;
, aulorisado pelo Sr Marciano Aceioli I.is Bar-
1 radas, l'ar leilo no dia e lugar cima dcsigna-
, dn, da armacSo e mais pertences da referida
i toja, que cont))) uma porcao de obras da torra
pirahomcm e senhora, sapatos do Araratv, pe-
dos sera reserva de preco, s 10 horas era ponto.
REAL COMPANBIA
Aiio-Liiso-Brasileira.
PELO AGEiNTE
Para Lisboa,
- --------- referido agente vender por conla de quem per-
lencer
40 saceos com arroz do Maranho.
O vapor Brasil, espera-so da Europa do dia 17 .
mn diaule, e seguir para os portos do sul no I A Prla do armazem do Sr. Annes defronlo
mosmo dia da chegada, para passageiros tratase al/'1l.la"(lcga hje pelas 10 horas da manhaa o
com os agentes Tasso Irmns.
Para o Porto, j
Vai sabir cem brevidade para a cidado do Por-
to o brigue portuguez Promptido 11, forrado e
encavilhado de cobre, de primeira marcha e pri-
meira classe, por ter parle do seu carregamenlo
prompto: para o resto e passageiros, para os
quaes lem excellenles commodos, Irata-se com
Elias Jos dos Santos Andrade & C, ra da Ma-
dre de Dos n. 32. ou com o capitao.
GJEUID
O agente Hyppolito da Silva aulori-
sado pela cmara municipal desta cida-
de fara' leilao do grande pavilliao edifi-
cado na praca de Pedro II (antigamen
segu com brevidade a barca porlug.mza 7/orfeu- |te IarS do Collegio) para a recepco
c, eapito Jos Manocl flomao, poricrumaldeSS.MM.il. na 8ua recente visita a
rtrir
terrenos desdo 1678, ou a fazenda nacional que
nenhum dominio o direilo nelleslem visto como
n.io por meio de aun uncios publicados era or-
nees que se apurara e verificara direitos leli-
giosos.
I'urtaram da corredor da entrada do quintal
do sobrado da ra do Enrmenlo n. 2-"> um gran-
de almfar de bronze, o que se faz publico pa-
ra que uinguern o compre aoladro e gratificare
a quem o descubrir, no mesmo sobrado.
i'rocisa-se alugar um sobrado que tenha
doas salas, 5 qiiartosc cosinha, na proximidade
da ra Augusta : quera o livor queira annunciar
por meio desta folha ou dirigir-se a fabrica do
gaz.
Joaquim Lopes Pereira Guimaies, juiz
actual da irmaudde de Nossa Senhora do Livra-
mento, pelo prsenle congralula-se com todos
irmos e irmas da mesma irmandade pela nova
organisaco que pretende dar, aos negocios da
mesma irmandade em harmona com a mesa
actual, pelo quo espera restabelceer o imperio da
ordem e reabililar o que se ha perdido, uma ve/,
que lodos o coadjuvem, por tanto declara que a
roesraa irmandade vai dar principio ao acaba-
menlo das calacuraoas, que se acham fcilas no
comiterio publico das quaes os irmos eslavam
privados do uso dellas e para que tenha o devdo
impulso, espera que todos os irmos e irmas
concorrara com seus contingentes na forma j
decretada, bem como leuibra aos irmos que Di-
urnamente entraram por 4g eslo na obrigico
de coiicorrercm para as catacumbas quando quei-
ram terdireito a ellas.
Vende-se um cavallo com bons andares :
co largo da Ribeira de S. Jos n. 15.
Vendem-se 12 caderas, 1 sof, 2 censlos
do podra, 2 cadeiras de balanco, ludo de Jacaran-
da, e de muito bom goelo f a i-aar m ra da
M.jdr* de Dos n. 36.
IJEITIMA.
Por ordem da directora do Gabinclo Portuguez
de Lei tura em Pernambuco, se t'.iz constar a
quem inlerossar possa, que, Jesejando a m
direcloriaIluminar extraordin riamenia orefe-l
rido Gabinete, por occasiao da augusta visita a
esta provincia de J5S. MSI. II.. nao lhe fo possi-
vel,por mais esforcos que iizessc.levara effoil
luuvavel intento, era consequencia de uo ler
podido a companbia do (faz ,w cumprimenl
aes| respectivas obras, por ler de salisfizer outros
coraprsraissos di mesma nalureza, a que se su-
jeitra. Portante, lodos os senhores queso dig-
naran) subscrever para a referiJa illuminaco, e
[ue j pagaram, terao de receber a respectiva
quantia da mo do cobrador do Gabinete, Tilo-
ma/. Pereira de Mallos Estima.
Secretaria do Gabinete Portuguez de Leitura
em Pernambuco 11 de Janeiro de 1860.
J. ti. Yillacerde.
\. secretario.
cocao.
rara acabar.
amado Crespo, loja de
\ portas u. i,
vendem-se chitas larga-, muito bom panno, e
lindos padrees, com um pequeo toque de mofo,
que sane logo que lavada a 220 o 2(0 cada cora-
do, fazenda de 320.
Offerece-se um homem de meia idade p-ra
feitor de sitio ou engenho ; nesla lypograplna
se dir
fy__ No dia 1S de dezembro do anno passado
fugio do abaixo assigoado um escravo crioulo de
Marcelino, com osseguiotcs signaes : alio, corpo
regular, costuras no pescoco : quem o pegar le-
vc-o ra do oilo da Pcnlia, ou Assumpcao so-
brado de dous andares, que ser recompensado.
Francisco Jos Duarle Camaxo.
Aluga-se
Precisa se aluzar nina escrava para lodo o ser-
vieodc una casa de muito pouca familia, paga-
se bem : na ra eslreila do Rosario n. 31, pri-
meiio andar.
= Trecisa-se de um caiveiro de 16 e 18 an-
nos, que lenha pratica de laberna : na ra da
Florentina n. 30.
Vende-se uma barcaca muilo bem obrada,
delotaco de 10 caixas; vende-se a prazo com
garantas : no largo do Toreo u 32, primeiro
andar.
A lypographia da na do Imperador. .'
de s. rancisco, acaba de i iccbcr um i
apparelho para obras de luso, assim i uno coroas
tuodernissimas deslo u n n ij.
manho, do Biasil, Portugal, Franca, I
Saxonia, ele, e por conseguala acha-s
la la para desempenhar qualquor obra pai i
consuladus eoulras repacti^des, e mptira -
ra lo, praluad >, e de difforenles
o Sr. Antonio Americo UrzeJo Jnior tem
uma carta vinda do Rio de Jaitiro, ua ni
Cadeia do Recife, armazem n. 2.
Offerece-se um um o portuguez, chi
ha poucos dias da loa, o'qual fal u g :zcom
pe;ei;o, para caiveiro de alguma casa ton
cial, o qual tem alguma pratica tanto do mp-
comode trra: a pcssoa que prteisar, ann ra
por este Diario, ou dirija-se a ra do- Pes
res ns 1 e -'.
Precisa-se alugar um sitio ue \-:,
vol casa de morada, na Passaxem, Torre. .
praca >la Boa
ni Iroear i
(ora com nutra
circumst meias,
de l.'clioa, Soledade ; a tratar ua
Vis'.a n. 22.
Le te.
Precisa-se de uma ama que tnha muit i bom
lote, forra ou escrava, nada nlporta, conlaato
que seja de boa conducta, paga-si e trala-se bem
na ra da Imperatriz n. 21 (Aleo da oa-\
ou annuncie.
Uma pe.-son que deseja mu tar-s" c uo li nd
adiado casa, nao tem duvid.i
rcoiro andar do sobrado em que
pcssoa que esleja as meso as
anda mesmo que a troca seja pr urna casa Ier-
re* : a tratar na ra Vclha da Boa-Vista n. 77
primeiro andar.
HOSPITAL
PORTUGUEZ DE BENEFICENCIA
EM
Pernambuco.
De ordem do lilm. Sr. provefor do Hospital
Portuguez de Beneficencia, convido a todos os
senhores socios do mesmo a reuirem-se era as-
sembla geral para a sessao qut; deve ter lugar
as 9 horas da manhaa do dia 15 do corrente, atni
de Iratar-se de quo dispoe o 5}1.* do ait. 17 ios
eslalulus. Recife 11 de Janeiro ide 186n.
J/i.-ioe/ Uibeiro Bai
1." seeretai! i.
Precisa-se fallar com o Sr. Ignacio de Soal-
zo Leo : na ra Direila n. 6 i.
II
1%


DIARIO DE PERNAMBLCO. QUINTA FEIRA 12 DE JANEIRO DE 1860.
;^^!I^f5
PILULAS VEGETAES
ASSUCARADAS
Precisa-so c uma ama luna uu captiva
para o servido de urna rasa de familia, c que se
preste a comprar e a sabir a na cm objectos do
scrvko : na ra larga do Rosario n. 28, segundo
andar.
DfcLIUUAS t 1 aFaLUVLJS.
NEW-YORK.
O MELIlOTl REMEDIO CONHF.CIDO
Contra conslipac.es, ictericia, affeccots do /gado,
febres biliosas, clicas, indigeslcs, enxaquecas.
Hemorrhoidas, diarrhea.doencas da
pelie, irupeoes.e todas as enermidades,
PROVENIENTES DO ESTADO 1MPI RO DO SANC.l E.
75,000 caixasdeslc rcmodio.euusoramem-se an
nualmente 1 !
Remedio la itatureza
Approva'do pela faculdade de medicina, e rc-
commendado como o mais valioso catrtico ve-
Qilal de todos os cotilleados. Sendo estas pilulas
puramente vogetaos, nao contera ellas neiihum
veneno mercurial ncm algum outro mineral ;
eslSo bejri acondicionadas cm caixas de folha pa- j
ra resguardar-se da humillado.
Sio agradaveis ao paladar, seguras e cfficaze
Eslabclccida cm Londres
fflK\m Ti? &QA pstilhas vegetaes de Kcrap
SUtlBQll IL&t&A* conlra aslornbrigas
CAPITAL ..
0. .,-, m .- approvadas pela F.xm." inspeccao de estudo do
YjIUCG "ailliOCS &C illiraS, "abana e por umitas outras juncias de by-
- I giene publica dos Estados Unidos e niais paites
eSteVUnaS. ! Saundcrs Brothers & C. !em a honra de In- ^S^SS^Sl^SS^9 v0c,aes- a-
rormar aes Srs. negociantes, proprietarios de Sj/i^^ZC^f." ir* rmedl
casas, e a gera ruis convier, que esto plena- 2 !*2 T ^i. CaUSam naU"
ment aulorisados pela .lita companhia para "^S&SSSSlSS^iS* a
effectuar seguros sobre edificios de .jlo epe- ihJfJf'SSS? "po"aneo em abnc das Par"-
SecSs^e8 ctK?etSr,eSio0s: L^Z*1" oLTre."^ W
ssjshiisr^U elfuzeJas de ^^^^^^r'X
SSSrr arrcnrrdc ura sr ras^sas tas sus
nho tetante desla praea doas legoas, vende-sc comicho no nariz, to magro se poz.Tue en
?TJ n -m'"" V'T"'"' '"f0 ,,l,%,',va teraia pcrde-le. Neslos circunstancias ura visi-
vapor. dislilacao nova c Lera montada, 12 bo.s llho nielu disse ue os pa,.,108 de Komp linha ra
de correa, se.squa.laos, algumas obras, salir., curado sua fil^. Ug^msoube dUso.com
plantada, etc. ele. ; irata-se na.ua do Crespo u. 2 vjllros d>, pasulhas e com efg *ff^
13, oja
GABINETE PORTUGUEZ
DE
rr.
3
era sua operario, o ura remedio poderoso para a | Aclia.ido-se vago o lugar de guan
juventudepuherdadeevelh.ee i te Po.li.gnoz do l.eili.ra, a resperiiv
Lea-so o folheto que acompanha cada caixt.pelo: faz publico a lodos os senhores que pretenderen! .
qual se ficar couhecendo as minias curas milapro-1- ----->- >....... llama, i.trmano a do IJabino-
a direcloria
vida de meu illio.
Sou de Vmcs. seu amo agradecido.
W. T. Floud.
Preparadas no sen lahoratorio n. 36 Cold
Street pelos uincos proprietarios 0. I.anman c
Kenip, droguistas por atacado em New York.
Aeham-se venda em todas as boticas das
principacs cidades do Imperio.
DEPSITOS
Rio de Janeiro na ra da Alfandega n. 89.
sas quelera ctlectuado. D. T I.anman & Kemp,
droguistas por atacado em Nova York, sao os ni-
cos fabricautes e proprietarios.
Achara-se venda era lodas as boticas dasprin-
cipacs cidades do imperio.
DEPSITOS.
Fio de Janeiro, na ra da Alfandega n. 89.
Pahia, Germano Pcrnambuco, no armazem de drogas Je J. Soum
& C, ra da Cruz n. 22.
Jos Antonio Moteira Das & C, continuara
a receber por todos os paquetes de Europa nra
lindo sorlimcuto de obras de ouro, diamantes e
brilriaiites: a tratar no scu escriptorio, ra da
Cruz n. 26.
Curso de preparatorios.
o mencionado logar, para que facara scus roque- periiamliuco.no armazem de drogas de J. Soum
rmenlo mesma directora, acnmpanhados de & Companhia roa da Cruz a. 2f.
documentos auuienlicos, que aitesiem terem os! ^^."^jyiy^SJgff;-^ r^^r^uKj^x_y
meamos pretendentes as nabililacoes que exige cJsSSs^n^--'A^r??.5^y! ~5SffiSiTrT'^x*yf^5s
semelbanlo encargo. <; O Ur. Cosme de Sa 'ereira^
30SdTfficmb?ode859!e Porlue2de Leilura H^ voltP de sua agem ustiuct.-
J. Yillarcrde. ,5St,.v? a iurol,a continua no exer-
jUjcicio de sua pi'olissao medica.
1. secreta.
Aviso aos cacado- Iri^JtS^^
FoLin.Mhs n\w .8<;o.
Ealo venda na nvrana la praea da Inde-
pendencia us. 6 c 8as folhinl.as para 1860, im-
pressas nesta lypugraphli, dasseguintesiiuali-
dades :
.'OLIIINIIA RELIGIOSA, conlendo, alm do
kalendario e rcgoJamento dos direitos pa-
rochiaes, a continuaeo da bibliotheca do
Crislao Brasileiro. que se compe do Iou-
vor ao santo nome de Dos, coroa dos ac-
tos de amor, hymnos ao Espirito Santo e
a N. S., a i.nilacao do de Sanio Amhrozio,
jaculatorias e commemor icao ao SS. Sa-
cramento e N. S. do Carmo", etercicio da
Va-Sacra, directorio para oraco mental,
dividido pelos dias da semana, obsequios
ao SS. cor8(o de Jess, saudaces devo-
tas s chagas de Chrislo, oraeos a N. Se-
iibora, ao patrocinio de S. Jos e anjo da
guarda, responco pelas alias, aluna de
oulras orajes. Trcco 320 rs.

Di
ITA DE VARIEDADES, conlendo o kalenda-
rio, regularaenlo dos direitosparochiaes, e
urna colleccao de anccdolas, ditos chisto-
sos, conlos, fbulas, pensaraenlos moraes,
receilas diversas, quer acerca de cozinha,
quer de cultura, e preservativo de aores
c fructos. Preco 320 rs.
ITA DE TORTA,a qual, alm das materias do Allemanha e Fra
cosiume, contera o resumo dos direitos!
parochiaes. Preco 160 rs.
NICA, VERDADEIRA E LE-1
GITMA
Ra Nova, cm Bruxellas (Blgica),
SOB A DIRECAO DE E- IHYA!
Esle hotel collocaJo no cenlro Je urna das capilaes imporlanios da Europa. torna-M it -
Valor paraos hrasileiros e portuguezes, por se.i hons corara-) os e confortvtl. Sua po una das melhores da ciJade, |or so acba nao s prximo s ests<*0es de ea.uinbos de
res.
Espingardas de espoleta rauilo finas, e paran
le-sc a qualulade por j so ler esperimentado ;
na ra Uireita n. 6-S.
i Cruz, n. 53, todos os dias, menos!
fno domingos, desde as" horas<&
Publicaco lilleraria.
0 bacharel A. R. de Toares P.andira, profes-j Precisa-se de uu.a ama e paga-se bem : na I S2 '
sor de geographia e historia enliga no gymnasio | no paleo de S. Pedro n. 10, segundo andjr, por '/j?
desla provinria, contina no ensiuo dos seguintes cima do marcineiro.
preparatarios: rhetorica, philosophia, geogra-I
phia, liuguas france/a e ingleza ; na casa de sua !
residencia, ra larga do Itosario n. 28, segundo
andar.
= Precisa-so alugar una escrava para o ser-
vico inlcrno e externo de urna casa, assim como
tambera ura escravo : na ra da Santa Cruz n. 66.
| le as 10 da inanhaa,
sefjuintos pontos :
I .Molestias de ollios
sobre os
le coraeao e
. .Molestias
petto ;
, .Molestias dos orgaos da gera-|t
eao, e do arius
Guia Luso-Brasileiro do Viajante da Europa ^j
1 vol. en. 4" de 500pag.: vende-se na mo do >', ,
autor ra do Vigario n. 11, brox. 3 enead 4j | /-S *"
VS *t ?ft.ttTtt* T*tt*ft**tt 1* ^'
?iv asawKsasa -&i^&xr4mm:S s/-?
g* O l)r. Casanova pode ser procurado $] ^^
S a qualqucr hora era seu consultorio ho- p Kg
IH meopaihico ^ jfea
M 28=RA DASCRDZES=28 % flg
3 o>jmcsmo consultorio acha-se sera-B* vVsullarem sera' feto indistincta- $
2 pro grande snrtimento ele medicanien- U l ? .,.,, ~ .i.^ J ,.. ,r
| os em tinturas o glbulos, os mais no- U* % me*te> e ordena de suas en- fe
^2vos e bem preparados, os elementos de SI \ ti'&das; azendoexcepraoosdoen- %
homeopathia e Nystera diccionario dos g. M tes de olhos, OU aejueles que por V
Praticara' toda c qualquer^L
operarao quejulgarcoiivenien- *r
te para o restobelecimtnto dosS
cus doentes. ffl
O exame das pessoas que o con- &r>
SALSA PARRIUIA
DE
Remedio sem igual, sendo reconhecdo pelos
mdicos, os mais mine..les como remedio nfal-
livel para curar escrophulas, cancros, rheumatis-
mo, enfermi lades do ligado, dyspepsia, dbil i
dade geral, 'obre biliosa e intermitiente, enfer-
midades resultantes do e ni preso de mercurio.
de caminaos de ferro, dj
nea, como por ter a dous minutos de si, todos os ikeatros o divciiituiuios ; e,
alm dsso, os mdicos preeos coiuiJam.
No hotel haserupre pessoas especiaes, fallando o raaeez, allemao, fl,men,-o, ia| i
luguez, para acompanhsr as tourislas, qur em mas excursoes na cidaih, qe. no i,ii
cnifim para to.ia a Europa, por pregos que nunca exceden de 8 a 10 francos (39200 i 4-?i
por da.
Durante o 9sp.ir;o do oito a dez mezes, ah residirm os EsmS, Srs. conselhdiro SHva F r-
rio, e seu fillio o Ur. Pedro Augusto da Silva Ferrao, ( de Porlogal) e os rs. Felir.ie !
Nelto, Manuel de Figuei.j Faria, e dcsembr.rrjaJor Fon tes Visgueiro ( do Brasil, ; b ibuU!
Iras pessoas tanto do um, como de oulro paiz.
Osprreosde lodo oser\igo, por dio, regulara de 10 a 12 francos 19300 i 4|JJ00.)
____^"0 hotel tnconiram-se inforraacs exactas acerca de ludo que pode precisar um

Collegio de Henifica.
Director r unieo propietario
Estevo Xavier da Cunlia.
Este collegio, legalmentc aulorisado, e eslabe-
locidono arrabalde do Chora-menino, abre o san
anuo escolar, em conformidade dos respectivos
estatutos, no da 7 do.corrente. Seu director es-
pera continuar a merecer aconfianca de que at
agora lera gozado, nocessando de empregar lo-
ulcerase erupces que resuliam'da impureza do do disvello para que scus alumnos recebara a
saifue mstruccao e a educara) convenientes.
CAUTELA.
>rac
D. T. I.anman ^ Kemp, droguistas por atacado
New Yo.k, achara-se obrigados a prevenir o res-
pcitavel publico para desconfiar de algumas te-
nues imilacoes da Salsa Parrlha de Bristol que
hoje se vende neste imperio, declarando a todos
que sao ellcs os nicos proprielaiios da reccila
do Dr. Bristol, lendo-llie comprado no auno de
1856.
Casa i.enh.ima mais ou pessoa alguma tem
direito de fabricar a Salsa Parrlha de Bristol,
porque o segredo da sua preparacao acha-se so-
REMEDIO INCOfVIPR&VEL.
UNGENTO HOLLOWAY.
.Milharcsde individuos de lodas as nacoes po- Kuropa.
dem testemunharas virtudesdcste remedio in-
coniparavel e provar em caso necessario, que,
ii.fi/.
Pn .- i-se de urna ama pai
de hornera solleiro: na ra da Impe
A pessoa que olereccu urna li-
le re na ivrariu .. (' <: H da
Independencia, (.eir rlirigir-se
da Aurora cata do Sr. Dr. Gab
da Can na
Pre isa-so de urna ama para
familia : no bi 'co do Carioia n. :> i i no
Ramc s, ni mazem n. i.
= u Sr. l'hiago Com i
.i

pelo uso que dellc izeram tem seu corpo e mera-
bros inleiramenle sa
Sitio.
Aluga-so u:n sitio na Soled i
ios depois de haver emprega- cnu rom .: .
do intilmente outros tralamcnlos. Cada pesoa cimbas com bomba c banheiro, ares
poder-se-haconvencerdessascuras raarovilhosas | para plantar, miiilos arvoredos de ';.
a tratar na i < da Sol- : .
SENIIORE* OS.
Preoi |
^' pjna etc.) sera' eito.ou concedido h
ira (iiie-^
i lv
de sua s>
Aurora n.26 e as casas commissionadas! N. S. do Dom Conselho.
pelo mos.no Scnhor tbesoureiro na pra- TTTTTrrnTTTrr^
;, Ja U^Ml. n. U e 10, os C DENTISTA FRUHCEZ. 3: ISdTSSBS: to
bilhetesemeios da ultima parte da ter- C Paulo Gaignoux, dentista, ruadas La- sSaceno, e a
reir e primeira da quarta lotera do r rangoiraslS. Na mesma casa tem agua e ^ M i,'',,.' M*
>* ,- Aon fio ts -" eu Rmprego; e Indo q un uto o Rffi
kf ., -lemove em beneficio de seus'.>
!oe:.l '.--.
pela leilura dos peridicos, que Ib'as relatara
lodos os dias lia muitosannos; ea maior part
mente em poder dos referidos I.anman i Kemp.'; ^'j'^'" '." sor prendentes que rawui|
Para evitar engaos com desaprecia veis ro- !!!.'.;d.":s ma,s l?rcs. Quantas pessoas reco-
binaces de drogas perniciosas, as pessoas que
quizerem comprar o vordadeiro devem bem ob-
servar os seguales signaos sem os quaes qual-
quer oulrapreparaeao i falsa :
Io O envolloriodc fora est gravado de um
lado sob una chapa de ac, trazendo ao pe as
scguinles palavras:
D. T. LANMAN & KEMP
SOL AGENTS
rieiros ,! lij
braram com este soberano remedio o uso de scus no sobrado.
bracos c pernas, d pois do ler permauccido Ion- loga/.
go lempo nos liospitaes, onde de viara soffrer '
amputaco I Helias ha rauilasque harendo d< i-
xado esses asylos de padecimenlus, para
ipcrar^o dolorosa
enana |
subnietlercm ,i essa
tonipras
N. C9 Water Street.
Newlorl,
(ivmnisio cujas rodas deverSd andar
impretetivolmente no da IV de Janeiro
do anuo prximo futuro.
Thesouraria das loteras 21 de de-1
zembro de 1859.O jscrivao. J. M. da
Cruz.
E. C. de Plocg mudou-SO da Passagem da
Magdalena para a ra da Iniperatriz n. i7, pri-
meiro andar.
rangenaa 10. .\a
j. p denliftco.
X*.*.JLAJIJLi.XXXX.klLJLJ.JLJL ti. i L Ua.;.
Vaccina publica.
Transmisso do fluido de braco a braco, as
quintas e domingos, ..o torrea o da alfandega, t
nos sabbados at as 11 horas da raanbaa, na re-
sidencia do commisffario vaccinador, roa estrella
do Rosarlon. 28, seg indo andar.
= Offeroce-so um rapa/, de 14 a 10 nanos de
idade para caixeirn de laberna, do que tem al-
guma iratica, e afianea a conducta : na ruados
necessldadc prompta
Fo d'Alho.
2o O mesmo do outro lado tem
papel azul clero com a firma e rubrica dos pro-
prietarios.
3o Sobre a rolha acha-se o retrato c fuma do
inventor C. C. ristol em papel cor de ro.-a.
" (,>ue as iTees jimias a cada garrafa tem
nma phenix scmelbante a que vai cima do pr-
senle anouncio.
DEPSITOS.
Rio de Janeiro na ruada Alfandega n. 8-J.
Babia, Germano & C, ra Juliao n. 2.
Pernambiico no armazem de drogas de J. Soum
i Companhia ra da Cruz n. 22.
Estevo Cavalcante d'Albuquerque, l)ou-
tor era MtJecina pela F.culdade o Rio de Ja-
neiio temi vollado de sua viagem a Eurona
ciliadas completamente, mediante o uso dessi
ioreraedio. Algumas das taes pessoas'na
eiifusao do scu rccouhecimenlo derlararara es
les resultados beneOcos dianle do lord coi
dor e outros magistrados, aiim de maisaulenti-
carem sua firmativa.
Ninguem desesperara do eslsdo di- saude se
t | tivesse bastante conllaiiea para ensaiat este re-
'; medio constanlcmi nli s'eguindo algum ii raj.....
meutratato que iieeessilasae a natureza du mi I,
cojo resultado seria prova rinconlestavelmi ule :
Que ludo cura.
O ungento he til, mais particu-
larmente nos sesuintes fftsus.
A\ iso aos Srs. ile oiigenli >.
* npra-se niel en i
' imii n. 6
i.
i; i i-so um i
que -.; i r e rngon mar : ;
. dis or, dirija-s a r fe n i. toja. -
Compra-$e urna liteira
do-se de moTa : na praea
ueucia ii '') c 8.

i n-
Novaracnle roga-sc ao Sr. .los (Jarcia de Sou-
za llamos, que venhq quanlo antes pagar o que,
deye na padaria do paleo da Sania Cruz n. ti, I afl'a-se coai reMdenca na UJade de Ulinda ra
: i lempo bastante, e mesmo tera-lhe sido Jo Boa-Hura onde poder ser procurado a toda
lo por diversas ve/es
Vlporcas.
Caimbras.
Callos.
n s.
' Corladuras.
: Dores de 'aboca.
das costas.
! dos membros.
Enfermidades da culis
em geral.
Hilas do anus.
Erupces e escorbti-
cas.
Inflammaco da 1
da matnz
Lc|
cas.
dos peitos.
'Je OlllOS.
Mord lu de reptis.
Pica I ira de m
Pulmoes.
Queimadelas.
Sarna
Supuracocs pe.!rulas.
Tinha, i m qualqm r

;afe'. '.',,: i da i.

piei isa-se n mprar nai
ineia dado, que uti I
nha.

.. ....
I =i Compran)
.': rdo na La, o J las
7 ti ni asa pier i isa, Por i r. i a d< ui
rao, A : usi a, c Dm Ioj. i Ai
mo das Almas coDiabo na i
graphia se dir.
Comprara-; ... : -
praea da Indiq andencia i. -.'.
Compra se urna liteir. : n
apia.
t" .i--.
pormeio de cbapacm ouro ou platina cora molas ,!'l:1 laberna, e todo o activo e passivo da toes-
ou pela pressao do ar, calca os que esto em es- "ia [ c socio Uartins dcsone.'ido. Itecife y de
tadode caria cora ouro e massa adamantina, e i Janeiro do 1860.Francisco Fcrnandes de Farias,
outros massas brancas, por precos razoaveis, po | Hanool Carlos Marlins.
denda ser procurado para esle hm em sua mora-1 Geovani Florensano, Gcinaro Tenamorc c
di, na ra estrella do Rosario n. 3, a qualquer
he
i. Gibo Guisepe Tenamore, Fenccnso T
maro,
counr o ladrSo, dirija se a ra do Vigario n. ,
que ser bem recompensado.
Sac<>-se sobre Fortugal, em casa
de Augusto C. de Abren.
Saca-te sobre o Fot to por qualquer
liois de carro, 0 quartos, e oulros objectos : I lodos os boticarios droguistas e outras pessoa:
tracta-se na ra do Queiniado n. 10. encarrewdas de sua venda em loda a A raer ic
Roga-se aos Srs. devcJores a firma sorial
do .-ni. Ilavana e Hespanha.
Vente se a800 rs., cada bocetinl
ue Lene & Lorrea em liqui.lacno, o obsequio IIia Mistrucgo em prfuguez pan o ra di
. de mondar saldar seus debites na loja da ra do [azor uso d-sie ungento.
Leilu
:, sem
- 'I >
-
1 i dia.
i.i. 1

i
) i !:'!'.. i |,1 : || i
-



iMislii lvogi*;->liia se diri.
ugcnela tus fahrieantes america-
nos Grouver & Baker.
Machinas de coser : era casa de Samuel P.
Jobnslon & C, ra da Senzala Nova n. 52.
po do coraiiiercio, que compraran! a loia de fer I,-,,. ,, ir.,.. *t
agenssila na ra de Qucimado n. 51 ao Sr. .loa- '01 '" ECa,da no engenbo Ra Nova,
quiaU-'rancisco da Silva Azevedo, licando a nos- ^at^l lavor de apparecer na ra Direita
so cargo o activo passivo, e gyrar na razo
social de Guimares & Azevedo. Recite 2 de Ja-
neiro de 1860.Joaquim FcrreiradeAra.ijo l .,
vier de AnJrade : na livraria
da praqa da Independencia.
n.
_, g gai, [nra negocio sen na ra na l'raii n. 6; na
| mesma casia sr vende palha de carnauba niuilo
LINES PRATICAS
n. GG, a negocio do seu interesse.
lanoel Joaquim de liveira C.
.izeui publico ao couimercio desta pra-j das as qualidades e lamanhos. a mesma casa
ea, que desde ">1 de dezembio do anuo i so Vl ,,,3e um3 f"celle.ilo machina com todos os
o.p.toSr.AntomoioaquimGon^lve|,p;pr0enCC'" "ecessarios ^ara *^-
Fraga, deixou de fazer parte da dita ir-
\a la iII I;
, lia i venda o s. gil :
.
seca .-011.1 ule para I lilu
da ultima icao, 1
cora alai-as douradas e sem
encadi1 na
1 ncadi rnac o. si h 1 la fren
de conversaao fi im e/a,
Nova, n. 18. pri.neiro andar, continua-se a tirar Jos Joaquim da Silva Maia. das, calhecism da 1 la
retratos pelosyalema norte-americano. A por- Acha-se justa e contratada a casalorrea si- cartilhas, e rauias nulr 1 : ie se
fcirfio dos trabaIhos sabidos dcslo eslabeleci- la na ra da Praio n. -!, pcrlcncente a Izid ro nlaro ao 1
nenio to bem conhee.da do publico destaca- dos Anjos da Perciuncula : quem se achar com n modos :">.-:\
"a, dirija-se.no prazo de t:vs dias a:^^
r.-i t
barata, c buxos de pescadas.
i Antonio Augusto dos Santos Porto faz pu-
blico que o Sr. Antonio Joaquim da Silva Brito S,xls,em "ras para os Srs
I deixou de ser seu caixeiro desde o dia 9 do cor- B0-?Z0 ll" c<"nara. lente
ma e nao e mais socio de sua casa.
Na ra do Apollo n. 16, segundo andar,
!>r Gabriel Soares
Manoel de Azevedo
rciuncula
pilal. Ahi seenconlra um varidissimo e esco- dircilo a ella, dirija-se, no
nido sorlimenlo de caixiuhas e quadros de lo- palco do Paraizo n. 16.
A..u.
Precisa-se de ofDciacs
Fugio
Do Emgenho Aca daconimarca de Goianna
o escravo fulla denome Joaquim, pouea barba
Cli ks :!'i: para,
de alfaiale, tanto pan:
boas
para collele : na ra da Madre de
] obra grande como miuda, assim como muilo bo
DE
ESCRITA COMIHERCIrL
Pop partidas obradas
< E DE
filHiTlfflBntCjl
Ra Nova ti lo, segundo andar.
.ti. Fihimc**:i detlCleSro, escriturario da
thesouraria de fazenda desla provincia,competen-
temente habilitado pela directora de instruccao
publica para leccionar arilhmctica nesta cidade,
lem resolvido juntar, como complemento do seu
curso pralico de escrituraco por partidas do-
bradas, o cnsino de contabilidad! especialmente
na parle relativa a redueco de moedas ao cal-
culo de desconlos e juros simples e composlos,
conhecimenlo in.lispeusavel as pessoas quo de-
sejam empregar-se no commcrcio ou que j se
acham relie eslabelecidas. A aula sera aberla
no dia 15 de jaueiro prximo futuro as 7 horas
da noite ; e as pessoas que desejarera malricu-
lar-se podero deixarscus nomesem casa do an-
nunciante at o mencionado dia.
r= Precisa-se de urna ama para comprar e co-
ziuhar : na ra do (Jueim ido. loja n. Ai.
Precisa-se alugar urna sala e quailos, sen-
do fresca e no Recite, para morada de ura es-
trangeiro o este solleiro ; a Iratar ua ra do
Trapiche Nora n. 18.
Attenco.
i rente mez.
Precisa-se alugar nma ama
nhar e enjgoramar, preferindo-,
j praea da Ipdependcncia u. 39.
pie sa.tia coz-
s escrava : na
O agc.nlc
carregadon
publicados
vapores, e 'cabimento de carga : esta somonte
poJe ser sllendida, sendo os despachos levados
a agencia ciun das antecipados chegada do va-
por, para ser recebida segundo as circumstan-
cias que o commandante ponderar, quaudo che-
gar.
Desde o momento que o vapor tirar chegado
ao porto ali): sabir, nao recebo-so mais algum
despacho, cicada um deve tratar dos embarque!
que lver engajado com antecedencia,c recelado
ordem da agencia para levar a bordo.
Us despachos originacs, depois de cffectuado
o embarque,' devera immediatamenlc ser leva-
dos agencia para irem fechados no manifest
que o vapor tem do apresenlar as alfandegas. U
desvio desla regra lera originado embaracos
tanto companhia, como aos proprios senhores
carregadores, que oraissos no cuniprimenlo des-
les deveres eoncorrem para que os vapores nao
i leve.u os monifeslos da carga que conduzem, o
Isejara mllalos, e as cargas dolidas as alan-
i dogas, at pagarem os direitos de consumo
i quando j 03 lera pago nesta alfandega.
Outro sira, por encommendas he entendido ser
, o T p os volumes de amostras, inicias ou doces, c 011-
rCUe-Se 00 >1*. JCSUlllO Al- lro objectoslde pequea endade.c nunca fa-
p 1 r__^ _i,_/N..;,. zondas ou mercadorias de negocio.
lOIlSO O BarrOS, O X)l)SeqU10 0 expediente na agencia est marcado nos
I do Nascimento, lenle Jos Francisco de Moraes cabeca comprida olhos grandes e enfu.nassados
V'asconcollos, Jos Jacintho do Souza e Pedro de \ iim uma niarca (|e feriJa na penia
Alcntara Pinheiro. ., ,'
Antonio Augusto dos Sanios Porto faz pu- Ju,,, do i e' Pes m'los e bem marcados de
., \ Idico que o Sr. Lenidas Francisco da llocha del- bixos quem o pegar pode entrega-lo no dilo Ea-
LOlllpllllll JrQSlCJrO (IC xo d0 scr seu caizelro desde o di:, i do corren le genho a seu senhot ou nesta Cidade, 110 cscriplo-
Precisa-se de um
um engenh
AVISO. tender, dirija-se "a ra da Cadeia do Itecife nu- Aluga-sc a casa da ra do Tambi n. 30
piquetes a vapor.
da companhia, pede aos senhores I mero 36.
s que p.estem attenco aos avisosi S-:!';;\'i@e- HH-i3S#S
ueste Uiurio para as chegadas dos Camisas inglezas com peilo de linho a Q
':: 005 a duzia : na ra do (jueimado 11. 11. %$
Attenco.
rio na ra da CaJeia n. 10 .....- ..- ..... caixeiro portuguez para ,
no na fregnezia de Jaboalao: quera pre-; mente recompensado.
rija-se a ra da Cadeia do Itecife nu- Aluga-sc a casa
fleos u. 36, primeiro andar.
Oueni pretender alguna maslros d"-; que sen i-
1' (i 111*r113
I ram nos festejos imperines da Boa-Vista nesta
cidade, enlenda-se na loja n. l'i da ra da Im-
peralriz.
Ai
i
DI ) i"'-!
Cam; is \ Lima U m .
, lia 1 : :
um : na ra do Cn spo n. \




[fHPJI
....
enerosa-
leucao.
na roa Helia n. 14, de 1 s3 horas da larde.
Precisa-se de una pessoa que entend bem
de fazer velas de carnauba : a tratar na ra do
GraliGca-se bem a quem encontrar ou der no-
ticia exacta de um cavallo que se Beba fgido
desde o dia 23 do mez prximo passado, com os
signaes seguinlcs : cardo, altura de ambaa as
sellas, cora a marca M C. no quarlo direilo, e
em boas carnes : a pessoa que delle IIver noli- de joias do mais apurado gosto, ludo de ouro d
ca, dirija-se ao sitio da Capunga, de Francisco ei, por precos commodos, das 10 al 4 horas.
Vigario n. 29.
Pergoiila-se ao Sr. Jas Ignacio du Monto, se
elle poda ou achava-se aulorisado a vender ura
casal de cadellinhas de raca de lilla, pertencenle
j ao abaixo assignailo, os quaes achando-se em
seu poder at que fossem ciados, aconteceu que,
; tendo o mesmo abaixo assigado os mandado bus-
1 car no dia 27 de novembro do anuo passado, do
de tres

dr S. M. Si gl vY ;
> -York, o c
. do i ispnnto i
JJ dous lados
arante se a 1
das 11 ai hias 1
se ensiiiar as 1
a, bem
musirn
1 a do da ou d 1 1
nesta
E. L de P!oeg,
na ra da Irapcralrizn. 47, priraeiro andar, ven-
e
: poder do dilo Monte, por ja terem mais
mezes, esle os deixra de remelter, disculpan- agentes em Pcrnambuco l!ymundo Ca.loa I. .-
do-se que. leudo acadella saludo a ra no indi- te & frmo, aierro da Boa-Vista n. l.
cado da 27, acorapauhada dos seus tubos, vol- 'f': :.;.- ~. ;:: :-"7-:^J. :- .
tara s. dizendo elle terem sido roubados os mes-
mos lhos. Admira, Sr. Monte, aue se dsse isso
sera ninguem ver, era urna ra to publica como
a do Alono, hoje da Iniperatriz. O furto il.is
cadeilinhas tica por sua cents, Sr. .Moni-, pode
l
500 r
Campos &
na agencia
(IC appdreLLl lid Ilid UUnus i poru do escriplorio da agencia no dia da chega-
piClO SeTUnda Casa paSSailUO d,a ds vapores : depois da hora designada fe-
* "^ cha-sea escr.pturaeao que o vapor lera de con] Purreira Kibeiro & Irmao, licando a meu cargo
O UyUlOajUlO, a JlgOC10 O SeU duzir. leciff,^jeocia raa do Trapiche n. 40, 2 lodo o activo e passivo da cxliscta firma. Reci-
interesse.
do prximo passado uma vacca caslanha com mu
chille esburgado, muilo magra e muilo mansa,
j estando nos ullimos dias de sua barriga, que
hoje suppe-se estar parida : quem a tiver em
scu poder, ou della culher noticia, dirija-se ao
referido sitio, que ser generosamente recom-
pensado.
O abaixo assignado faz scienle ao respeita-
vel corpo do commcrcio, quo dissolveu ainiga-
velmenle a sociedade que linha com sea irmao
Jos Maraedc Ferreira Riboiro era meu estabcle-
eimenlo de padaria, no dia :il de dezembro de
1859, cuja firma gy.ava na razo de Joao Luiz
J de Janeiro de 1860.Thomaz de Faiia, agente
lu companhia.
fe 8 de Janeiro de 1860.
Joo Luiz Ferreira Ribtiro.

. ocovado.
1. lem para v
palmos de largura fj
Carmo, uma casa terrea nova, com 4 guarios no escriptorio de Carvalho Nogueira & C.
ra do Vigario n. 9, priraeiro andar.
Paracas.
interior, cozinha e 1 quarlo lora, cacimba e bom
quintal: quera pretender, dirija-se a Flix Fran-
cisco de Souza Magalhes, com residencia no
sobrado rxo do pateo do Carmo, a Iratar das 6
s 9 horas do manlia, ou das 3 s 6 da tarde.
O abaixo assignado faz scienle a quera livor
penhores era sua mo, de os resgatar al feve-
rero, do contrario sero ajuizados para seren
vendidos.Joaquim de Almtida Queiroz.
= Perdeu-se na noite do 7 do correnle, de 6
para 8 horas da noite, urna carleira de algibeira
do capa do couro, a qual lem o nomo do dono, e
levava cartes de visita e oulro3 papis : quem a
achou, tendo consciencia. e querendo restituir,
diiija-se a ra de Cruz n. 40, primeirj andar,
que se gracfra.
Aos Boavistanos, pela ausencia de seu paro-
dio por esles dous mezes ; que Dos o conserve
por muitos annos na ciJadu.le Goianna
Vigilante.
Precisa-se de uma criada para cozinha : a
tratar na ra da Madre de Dos n. 26, armazem
de Vicente Ferreira da Costa.
Precisa-se de uma ama que saibn cozinlnr
e fazer todo o servieo de casa ; na na do C;l-
deireiro, taberna o.'60.
- a Lima,
alralifa com qualro
5 0 5. o eo\ ado : na
Vendem-8o7 bois mansos de cano e
Iros por preco comino.lo : a ver. no engenh"
i Fo.no da Cal, c a Iratar, na ra do Crespo,
de los Azevedo de. Andrade, en raa de M.
1 Ferreira, era Otiada, sobrado n. 6.
Predios para veatler.
V*eodem-se dous sobrados de dous
sendo un na.ua estrella du Rosario n. 8, cora
cozinha fora, quintal e cacimba ; vatro na na
do Scnhor Rom Jess das Crioulas n. 19, i om
fundo para a traressa dos .luart^is : os pul...-
denles podera ir examina-loa, e para o
te, doren d.-iir-se a ra da Cadeia, loja ?. 6.


(6)
DIARIO DE PERNAMBUCO QUINTA FEIRA 12 DE JANEIRO DE 1860.
Bolica.
Hua da Senzala INova n. 42
"Barholomeu Francisco de Souza, ra larga Vende-sc cm casa de S. 1. Jonhslon & C. va-
do Rosario n. 36, vende os seguintes medica- quetas de lustre para canos, selhns e silhocs to-
mentos :
Roli L'AfTecteur.
rilulas conlrasezoes.
Ditas vegetaes. ,
Salsaparrilha Bristol.
Dita Sands.
Yermifugo inglez.
.Jarope do Busque.
Pilulas americanas -contra tabres).
Ungento Holiovay.
Pilulas do dito.
Ellixir anli-asmathico. !S
Vidrosde boca larga com rolhas, de 2 oncas a
libras
Assim como tena um grande sortimenfo de pa-
pel para forro de sala, o qual vende a mdico
prego.
Na ra Nova n.18, primeiro andar, vende- ,
se por 70.) una caiteira homeopalliica com 2 i2 g
tobos do medicamentos em diflereiitea dinainisa- 5
Coes o preparados no laboratorio de Wdber, em g
tarta.
Superior ao nelhor
presunto de fiambre.
Llnguasdc vacca cmsalmoura viudas
de Londres, vendem-se nicamente no
armazem de Luiz Anncs deronte da
porta da al&ndega.
f i
45Ra Dircita-45
glezes, candeeiros e caslicaes bronzeados, lo-
nas inglezas, lio de vela, chicote para carros, e
montara, ari eios para carro de um e dous cval-
os, e relogios d'ouro patente inslezes.
'^.iO&ttJHLiiB !_5* VS-,1 LaO II3&CBS
MOSELLE MOSSEUX
Dr
TIHffiMILffi(C9
I em garrafas c meias gar-
rafas.
C. J. Astlev & C.
Queimado n. 0.
Grande e variado sortimento
BE
Fazendas francezas erou-
pasfeitas recebidasem di-
reitura pelo ultimonavio.
Do-se as amostras com penhor.
i
I nr
S i'
Seguro conlraFogo
coiiPAiimi
rera
LONDRES i
AGENTES
C .T. Astlev & Companhia.
Meias de seda de peso
Pii'l llfimons para senhora, brancas e prctas, e para meninas,
luiauuuicua. brancas e riscadas: vende-se na loja de I.eite
florzegu-.ns aristocrticos [lustro) 9-<000 & Irmao na ra da Cadeia do Bccife n. 48.
Bnrzpgiiins zouavos, obra fortissima (be-
zerro)
Borzeguins cidados (be/erro c lustre)
Borzeguins econmicos
Sapatues balcdorea
Para sen lio ras.
Borzeguins para senliora [primeira classc]
Ditos o"'inda clssso)
8$00
891)00 5
03000 ::
D?000 S
jf IJ flTWjB t W&J lOJ'dSCBItKn^
Vende-se
5.J000
46u0
43O0 ,
Ditos ira meninas (primeira classe,
Vende se, perrauta-se, ou arrenda-se o si- J
tio da traressa dos Remedios, na reguozia dos 9
Atagados, n, 21: (juem pretender urna (tastos'n
declaraces cntenda-sc com o seu pjcprictario
Caetano Pinto de Veras, na repartidlo a altan
dega, para tratar do scu ajuste. i
Vendern se fogoes do ferro econmicos, de
patente, para casas de familia, conlendo 4 forna- ?
Ili-.s. e tarno para eozinha com lenha 011 caan, j %
ptima nrcuefio pela economa do gastar um "
terco de lenha ou carvo dos antigos, c de cozi 8
nli r com mais presteza, tem a dTcrcnca de se- J
1 di amoriveis, ocruparem pequeo spaco da 9
casa, p do fcil couduccao: vendem-sc porpre- %
ros ni lita a oeos, na fundicao de Francisco A i
lardoso 'Mosquita) ra do Brum, e as lojas de ^
'< :. de 1 Moso, junto a Conceicao da pon
Ri fe, e na do Queimado n. ;li), ] Q
Vendern-sedifferenti'scaiiilhos que podrm ?.OTaCS'tfWJaotttttJQ :r-.,;'. o
servir para diversas obras, uns com vid ros o ou- -.1 -,
s. 111 elle?, por preco ommodo : defronlc de LlipCOS (JC CaSlOf" prClOS
e brancos
Follia de cobre e Metal |
amarello. |
Estanto em barra e Pre- i
gos de cobre.
lvaiade eVemiz copal.
Folha de Flandres.
Palhmha para marci- 5
ueiro. i
Viiihas linos de Cilampa- 5
nbe eMoselle.
Lonas da Russia e Rrim 1
de vela : no armazem
de C. J. Astlev & C. i
S. Francisco.
Na I ca do serlaiicio, ra Ka ri]do 0Mtdo n. 37, rendem-se osme-
' .1 tu o res chapes de castor.
do Qcimado 11. 43 A. |va
Itercberam era direitura do Franca, decncom-' mllovi
menda, os melhores chapeos do castor rapadoss v,______. ,, 0
1 brancos e prelos, e as formas as ma s rao- "V nrm,azem t* Alia.ms("1. owie & C. ra
o tem 'indo ao mercado, e par me- """ 4-2, vendc"e sel,,,s Pa,nof!>
m sutra qualouer parte, assim cmo i T^0'*', arrci5 Pr?teados P cabnolet, chi-
:. um g?ande boAbmIo de cnfciTe! COlcspaf"?' colciras PaM "vallo etc.
Iho prelose de cores pelo diminuto pre- ; Vn Ia| ' eaa um/25?im ,como lera ch'PC0S de! 1 d (35 Clld*
sol de panno a IglOO cada um em perfeHo esta-
.lo, aberturas brancas muito Unas a320, ditas de fino 1^ f\ ,-t ni rv\ t\ A t\ H
ei i5o de linhoa IJ urna, cambraia prcla Gna : Itllrt UO \UCI 1113(10 U. / .
' Slad. c f vi"-' ;1 5fi0-c a C4- 8anSas i Fsl estabelecimento contina
de edr a 510, aira branco de lindo a 1200 a va- ; de fazendas de todas as qualidadc
ra, rlleles de velludo do furta-coresnretos a Riens r.oripsdp vo a eslar sorlido
..o quaiidadcs como sciam :
--a" i' velludo do fiirta-corcspretos a Ricos cortes de vestidos do seda de 3 lo-
r$4ix>, ditos pelos a 8 o a 7, 8 e llg, ditos preto a 7, 9 o Palototsde pann.
ii a di gorguiao a I, & c Cg, saceos pa-' Ditos d dito mu
ito fino
ra viapem de diversos lamanhos, ciascruas, por Ditos de casemira de cor
i ireao, a 1500, ditas a 1$G00 c 2tf a Ditos du alpaca prctos
duza, linas a 3 r lg, chapeos enfeitados para '
ilpai
mais abaixo
muito finos e
3
903000;
40S0II0'
25J000;
meninos e me; ; e senhoras porqualquer pre-, Hilos de ganga e de brlns
''"' todo o mais aqui se encontrar o prejo, r.nlcas de casemiras pretas e de core3
> nao sedeixadc vemnder. Ditas de biim branco e de cores
A S00 rs. a pcea
Colletes do velludo preto e de cores.
Ditos do gorguro muito finos
Ditos de fuslao
Camisas francezas de todas as qualidades
I

S
s
L'e Ota de velludo de um dedo miuhno de largura' Capara hoiuem
om 10 \[i vara?, bandos de crina para senhora misas francezas bordadas para senhora
muilu bou a 400 rs. o par, pulseiras do contas Lequcs do mclhor qualidadc e do ultimo
para senhora ou meninas muito lindas a ICO r-. gusto
; ira acaba ; ua loja de miudezas do alerto da Mantas e grvalas de seda de todas as qoa-
Boa-tisla n. 82, quosi confronte a matriz. lidades
IOS
Chapeos do sol de seda inglczes g
, Ditos decastor pira cabera muito fines g
j Dilos pretos os melhores que tem vindo
ao mercado g
; Taimas netas do ultimo gosto g
Casemiras de cores para paleto! g
saonaers Brothers & C. tem para rend r. em j cortes de casemiras inglezas 2*100
seu armazem,.na praca do Corpo Sanio n. 11, Ditos de ditas trancezas 55500.
alguns pianos do ultimo gosto. recenliracnte | Ditos de ditas muito Qnas 9--00 '
chegados, dos Lem conhecidos c acreditados fa- Chapeos Amazona para senhoras e me-
Dricantes J. Broadwood aSons de Londres, c nina
muito propriospara este clima.
Vende-se um carro de 4 rodas, bem cons-
truido e forte, rom assento para 4 pessoas de
desle, e mi asseotn para boleeiro e criado frn, j
forrado de panno lino, e ludo bem arraniado :',
para fallar, com o Sr. Poiriei no aterro da Roa- d,,scJ',n,, a",,3r '
Liquidac-ao.
O dcinoda foja de miudezas da ma do Crespo
a m.iiar parte das
isla, e no escriptorio de James Crabtree & C. n. ^SiSLliSS vendeHlas P.e*os Fe"
eos auaivo mencionados: caixas de agulhas fr.in-
' cezas a 2i(l rs., penles de balea para alisar a 240
O *1 ^ /~V_- ^ ^ 1 Ira" ^',os (l" travrssa (bnrracha1 para menina a
ilt UO (fUCIlllQdO 800 t senci._de rosa. 50o'rs., Utas con,
Ricos cortes de vestido de seda de cores
de 2 saias............................
Ditos de ditos de seda pretos bordados a
velludo...............................
Ditos de ditos de seda do gazo phantnsia
Ricasromeiras defil e dp seda bordadas
Taimas de grosdenaples bordadas......
Chales de louquim branco boadadosa
30jje.................
Grosdenaple de cores de quadrinhos co-
vado.................................
Dito de dito liso covado................
Seda branca tarrada covado lgGOO a___
Grosdenaple preto lavrade covado......
Dito dito liso encornado a lgOOOc...
Dilo dito com 3 palmos de largura a
lg60o e.......!......................
Sarja de cores larga com 4 palmos de
largura covado a......................
Cazo de seda da China de flores e listras
covado a ............................
Follar de seda de listras gosto novo co-
vado.................................
Setim de escocia c diana de seda covado
Uialv de floics novosdesenhos covado
Rareje de seda de varias qualidades co-
vado.................................
Meio velludo de cores covado..........
^elbulina de todas ascores............
Selira de todas as cores liso covado ...
Rrilhanlina branca muito lina a.......
Chitas francezas claras e escuras a 200 e
Casemira pela lina algtOOc.......... 2S50
Panno preto c de cor lino provade li-
man a 350a........................
orles de casemira de cora5ge........
Cassas organdys de novos desenhos a
vara..................................
Ditas francezas muito finas a............
Manguitos de cambraia transparente bor-
dados muito ricos....................
Golinhas de cambraia bordadas de ponta
Dita'de dito b irdadas a 600a..........
Tiras e entremetas de cambraiabordados
Ricos mantas pretas de lioho para se-
nhora .......................,........
Ditas ditas de blondbrancas e pretas..
Chales de soda de cores, prelos e rozos..
Ditos de merino bordados com franja de
seda............................."___
Dilos de dilo dito c~\i.y.....'.'..'.......'.
Ditos de dito liso dito de seda..........
Dito de dilo dilo de la..................
Dito de dilo estampados fino lista de
seda..............'....................
Lencos de cambraia de linho bordados
linos..................................
Dilos de aluodo de labyrintfioS'"..'
Capellas brancas para noiva............
Enfeiles de vidnlho preto e de cores___
Aberturas para camisa de esguio de
linho..................................
Ditas de dilo de algodao brancas e de
cores..................................
Saias balita modernas..................
Chapeos francezes forma moderna......
Grava;.s de seda de ponta bordadas a
velludo ..............................
Camisas fraucezas de cor e brancas
finas al^o e........................
Ditas ditas de fuslao branco e de cor....
Ditas d.tas de esguio muito finas mo-
dernas ................................
Seroulasde brim de algodao e de Itabo
'alcas de casemira prelasctim 9g e....
Ditas de ditas de cores 8g e............
Dito de meia casemira .................
Dijas de brim fino e varias qualidades
0$ e Colletes de velludo, gorguro,
casemira e setim....................
Casacas de panno preto muito fino 30 o
Sobrecasacos e palotois do n.innn preto
lino b e............................
Palotots de casemira mesclada goliade
velludo......................
Ditos de alpaca prcla muito finos......
Ditos da merino setim prelos e decores
Ditos de meia casemira..................
Ditos de alpaca prelos o de cor forrados
Dilos de brim branco epardo finos......
Ditos do brim de quadrinhos titus
3-5500 e.............................
Dito de alpaca preto e do cores..........
Relogios de 011ro natcn........tes......
L'm casa dos Sis. Ilenry Forater
& C. ra do Trapiche n. 8, vende-se:
Dous carros americanos novos.
Arreios americanos.
Bombas.
Atados.
Champagne superior
Cognac.
Relogios americanos.
Velas cora toque de avaria.
. ==JSf?de,"8e UM1 silio com 20 l'almos de fren-
te ciOI de fundo, no lugar da Torre, margem
ao 1110 Capibaribc, com urna grande e moderna
casado vivenda, cocheira, estribara para 4 ca-
latas, gallinheiro, cacimba com tanque e bom-
ba baixa para capim, todo murado na frenle, e
lado com porlao de ferro : os prelcndenles podem
Hiru'ir-se ao agente Pestaa, que se acha autori-
sado a dar as necessirias inforraaQes, c a tratar
da venda sob as condicesostabelecidas ao mes-
mo pelo legilimo proprictario. O dilo sitio 6 todo
em chaos proprios,
8
S
9
80g000
lg200
1800
2SC00
SfOOO
23500
2g500
1^500
1$000
isooo
J00
500
1*5011
700
800
500
320
7g000
73000
lgOOO
500
I
i
1S500
9
9
7S500
7.5090
651)00
49500
89000
15000
s
9
I
65000
85500
JHJ500
25500
$
7*
11000
105000
4g5000
5000
40iJOOO
355000
189000
109000
OS1""!
75000
6?500
O5OOO
5SO00
3S500
CrUAUDE
pechinclia.
Na loja do Preguica, na ra do Queimado n.
2, vendem-se pec,as de chitas finas de cores fixas
e de escolhidos padrees com 38 covados cada
urna, peta baralissimo precc de 5J800, e em rc-
lallio a 160 o covado.
Coberlas de chita a 2$.
Ra do Queimado n. 10.
Vendem-se cuberas de chita a 29, cortes de ris-
cado francez a s>g500, lencos de cambraia para
algibeira a 2ga duzia.
28000 c 28500 a peca .M;
A.E.^CIV
PA
FINDI(1(\0 LOW-MOW,
Ra da Scnzala \ova n. 42.
Neste estabelecimento continua a haver um
comapleto sortimento de moendas e meias moen-
das para eucnho, machinas de vapor e taixas
de ferro balido e coado. de todos os tamanhos
pura dto.
Corles de vestidos
de seda
Aprazo ou adi-
nheiro,
Vende-se a cocheira da ra da Cadeia de
to Antonio n. 7, tendo 5 carros e 1 rico c .upe
sera uso algum : quera pretender, dirija-* i
mesma, que achara com quem tratar
= ,}'.rn''e~5e armazem de Jos An
ma da Cruz n. 26
reir Das & C, na
Mercurio doce.
Retroz.
Linhas cm novellos.
Cera de Lisboa em vela-.
Oraxa ingleza em boiot-s
Lnzniinas e clavinotes.
r. Chumbo em lencol.
iAa roa do Queimado r. 3/ loja de \ Dito de municao.
portas araba de receber pelo ultimo
do Havre nm completo sor-
cstidos de seda de
lonhM .
zendas da ra do Queimado n. 19.
Chegucm ao barato.
O Leite & Irmao conlinuam a lorrar na rita
da Cadeia do Recite n. 48, pecas de caminata li-
sa com 10 jardas a 4500 e 5$, lencos de cam-
braia de linho a 39 a duzia, cambraas muito fi-
nas e de lindos padrees a 640 a vara, meias fi-
nas para senhora a 3j>S00 a duzia, dilas rruas In-
glezas para hornera e meninos, chales de meri-
no lisos a 4g500, e bordados a 69, palotots de
alpaca prcla e do cores a 59, ceroulas de linho
e algodao, camisas inglezas muito superiores a
60j>a duzia, organdys de lindos desenhos a
lalOO a vara, corles de cassa chita a 3g, chita i
franceza a 240, 280, 300 e 400 rs. o cova lo, pecas i
de madapoiao com 30 varas a 4$800, 5!, 5g50,
6,7 e 8$, chitas inglezas de cores litas a 200 rs o
covado, toalhas para mesa a 3 e 49, corles de I
calca de brim de linho a 2, ditas de meia case- IUC0S IlUiniCIClCS UC gl'OSllenapIe I'l-
mira a 2&240, vestuarios bordados para meni- oamonlf hm-ihi^nc n- im-i linfiiAm-i
nos, e outras multas fazendas que se vende por! mt". bd U0 UUeilHd-
barato preco.
Em casa de
Ferros de ac'para engommar.
Pregos de ferro de todas as qualidedes
francezes se rudos.
Dilos
2 saias,
Algodao trancado americano branco^ prnprio 2 babatlos C de nVCIllal,OS qnaes SC Ven-
para toalhas c roupa de escravos, com um pe- rjpm nnp nt'Ofn cor.u'ai'lii
queno toque de agua doce : no armazem de fa- "^i V m* COmn,OJ-
Chape milis de seda c de
velludo para senliora.
Ricas chapelinas de seda c de vellu-
do para senhora: nariia do Queimado
n. 37, loja de i portas.
Golas c manguitos.
Ricas golas c manguitos de cam-
braia : na ma do Queimado n. 37, loja 1
9
52SESKS8ES5&a
:" :v
fJ
:
CnAXDE E VARIADO SORTIIinTO
DE I
Paseadas inglezas e francezas e
roupas feilas
recebidasem direitura
NO
N. O. Bieber
& C. ra da Cruz n. 4, vende-se ;
Champagne de superiorqualidade de marca acre-
ditada na corte.
Tinta branca superior em oleo, latas de 25 li-
bras, por commodo preco caixas de 4 latas.
Vemiz e verniz copal.
lgodozinho da fabrica Todos os Sanios da Bi-
hia.
Brilhanles de diversos lamanhos e d
qualidade
de \ portas.
Manteletes
Ricos manteletes de grosdenaple
(do n. 37, loja de i portas.
Pcntes de tartaruga.
Ricos pentes de tartaruga para atar [j wj. dfto^a"
Armazem e loja
dt. J
, Ges NABa DOQIT.1MAI.ON. 46,frente da!
11 LOJA AMABELLA L BOTCIAS BRA.M \
mcompletoe rico sortimento desobreca-
?as do panno pretos e de cores a2SS,3
taj .casaras de panno preto muito Imo a I
!;J 'll,lJS 90?- P?'eiots do mesmo pann
s de casemira
primeira
1 a 1 i. 16. i
Baraaiar | 189, ditos saceos dmeaoas i
cabello: na ma do Queimado n. 37, prcioscde coreaaioj el .r.
loja de \ portas. SSoMann S^'r? ^ ,1',a !' bnm
* r m paruoa49500( af, ditos de bnm pi
tiOinisas Irnneeyrm t. utos trancos a &i^ utos de
^'llll.tU llilllCL/.fia I ullimo gosto cor de Urania a 5$, sobre-
Ricas camisas francezas tanto de s^e alpaca muito tm-. a:?
... s..;i!ccasaca de panno linoprete
i 159, 18 e 20$, di'-"- de ra
10
fle fus-

ja oe % por
Fazendas boas e
baratas.
sortimento de cha-
peos.
Chapeos de castor pretos de superior qnalida-
de a 109, ditos francezes de seda a 7$, ditos de
castor brancos a 14$, dilos de velludo a 8e 0jf,
dilos da lontra de todas as cores muito finos, lu-
los de pallia inglczes de copa alia o baixa a 3 e
5$, ditos de fel tro, um sortimento completo de
2fi500 a 69500, ditos do Chile de 39500, 5, 6, 8,
9, 10 e 129, dilos de seda para senliora, dos mais :
medernos, a 12$, chapelinas com vos do ulti-
mo goslo a 159, enfeites fmissimos para cabeca '
a 4S')00 e 59, chapeos de palha escura, raassa'e :
seda, muito proprios para as meninas de escola,
sendo os scus preces muito em conla, dilos para
baptisado de meninos c passeios dos mesmos, i
tendo diversas qualidades para escolher, bonets I
de galo, dilos de marrojuim, ditos de vellu-
do, ditos enfeilados, chapeos de boa qualidade Ditos brancos de castor, mod
peio de linho como de algodao e d
lao: na ra do Queimado n. 37, loia de 1dl> cora**}0*ca!?*"''"""*>'^
1 pai'I-k w cores c preUs a 89, 9, 10J. lia t I:
-1 poiia>. calcas debnm de cor a 3|600, 43 '-.
Bonelsparacrianea
Ricos bonets de niarropim para
g ditas de brim branco uno a 6re 7|,vdlle-
:.; les de poipnaodcseda e de casen. .
'.- c,ort's.(I.f'rf'10 a 5*. Cp <- 7c, ditos de fu-
120, camisas inglezas tanto|
g ti
109
enanca: na roa to Queimado n 37, lo- :v thomenscomo para menino* d.- i
de \ Dorias. lainanhos.seroulasde todas as quali I

Chapelinas e chapeos de seda e palha
para senhora, bonitos e bem enfei-
lados a 159 e
Chapeos de sida enfeilados para meni-
nas a 89 o
Capellas e enfeiles de flores c froco para
esbeca de meninas a 2*0GO, e para se-
nhora a f9 e
Enfeites de vidrilho pera calera a 3J5O0 c
Chapeos prelos francezes, finos, para
homr-m a 8$ o
990011 I
169000
. t liapos de sol de alpaca a 5>. manti
- pretos de muito bom gusto a 3o$ e 40;. ca-
s.ucques de fustao bordadi -
2t)J, chapeos de castor N
mauguilos de punhos bordados a 3g000
48, dilos com gollinhas a 5; e 6f, gollinhas
oe Iraspasso bordado e Iransparciite .
coicas de meia casemira padroes modi
a 5$, colelles do fustao de cor e de 1
loanco a 3 e o$5ilii, outras mu
zendas e roupas feilas que serio patentes a -"
presenra do freguez.
CBDlj
oleao 80, r

ernes
l" II.V *i\s 1 .1. 1 1 tijv,
Tacllas para cngenlio
Fundieao de ferro c bronze
Ditos de casemira de coi -s para homem
Ditos do feltro linos a l, 5'e
Dilos de dilo finissimos, fita larga
Ditos de teda de cores delicadas
Ditos de castor tambem copa baixa e
linos
Itancts de jianno fino, francezes,
meninos a 29 e
para
para pagem, chapeos de sol de soda para me-
ninos de escola, e mesmo para senhora e para ho-
rnees : finalmente oulros muitos objec'.os que se-
ria enfadonho mencionar, c ludo se ven d raui
toem conla ; e ossenhores fregue/es 5 rista da
fazenda ficarao convencidos da verdade : na bem
COnhecida loja de chapeos da ra Dircita n. 61,
de Dent do Barros l'cij,
Camisas brancas o com peitos de cores
a I$800 o
1 Dilas ditas com peilo do fuslao, fina1--
a 2.98OO e
' D'tas com peilo de linho a 30500, 9 e
' Calcas de brim de cores e brancas de 3g
Ditas de casemira d" cor e prctas a 8 e
., Clleles de brim e fustao a i e
lem um grande sortimento dePllosdegor?uraodecort3a5 e
t__i___ j c e i- 1 Ditos de velludo de cores a 12
nclias de ferro fundido, assim
12'rOOO1
iOoO :
0^!00
1480001
(000
69000
7000 :
8~ooo;
95000'
3?000(
2$500
Cl
me til
541000.
1 escura, cop; al ;
pelo diminuto preco de SyoOfl na loja
Adriano i Castro, ra do* Crespo u.16.
Vendem-se fazandas
WmSm
por barata
prerjo e Blgumas per menos de seu
valor para acabar, em pera c a r
Iho: na ruado Queimad-i Icj.i de
piulas 11. 10.
DE
Francisco Antonio Corroa Cardozo,
cmase faz econcerta-seqaal-
quer obra tanto de ferro fun-
dido como batido.
SISTEMA MEDICO DEHOUOWAY.
PILULAS HOLLWOYA.
Este Inestimavel especifico, composto inleira-
bnm de cores c brancos
26$O00
388000
loja de i portas n. 10.
Ainila re-'.am algurnas fozndas para concli-
ir a liquidac^o da firma de Leite 4 Correia, as
quaesse venJem por deminuto proco, sendo en-
tre otitrs as seguintes :
Macos de mei.'sernas para horrem
Di os i!e litas de cores
Dilos da ditas cruas muito superiores
l)io de ditos para senliora
bitas de litas muito finas
Cortes de caiga de meia c.isemira
Ditos de ditas de casemira de cores
Ditos de dilas de casemira preda a 58 e 6"5OO
11 nm trancado branco do linho fino
vara 18000
2^000
490O0
Cortes de coleta de gorguro de seda
Pao preto fino, prova de limao 38 e
Grtalas de se.la preta e de cores 1F00O
Iisci.io= francezes, lardos, cores flxes
cova lo 200
Chitas francezas largas finas covado 240
lulas estrellas 160
Riscados de cassa de cores lindos parlroes o
.superior qualidade covado 280
s de cores covado 240
IVsas de cassa branca bordada com 8 va-
ras per 2#000
Tiras bordadas 2o0
Gambrai is lisas muito finas peca -18000
KmeMinis de cores para vestidos covado 240
ialles da laa bordados de seda um 28!'0
G lenapte preto, largo covado 18800 e 28f'00
Seda, e sarja lavrada 19800 e 280(10
Teslidos brancoa>bordados para baptisado 55000
banha franceza a 800 rs., ricos pentes de tartaru-
ga virados a l0,00u rs., thesouras linas para .
unhas a 400 rs. linba de 200 jardas carretel n 60
rs barretes pretos de soda para meninos a 1,200
rs., pulseiras de diftVrenies qualidades a 5)0 c
1,000 rs., taques linos a 2,500 e 50o rs., pisto-
las para meninos a 200 rs., rosarios do conlas
de leite a 1,800 rs., carleiras com agulhas fran-
l&iOO \ cezas a 201 rs., ricas toncas de fil e de cambraia
SOtiOO Prdadaso2,tl0l) rs sapatos de merino bordados '
para bajptisadns a 1,000 rs., facas linas de cabo |
de balajnco 1 5.O0 rs., tomadores de Jacaranda
grandes a 4,0.10 rs., lesouras finas para costuras
a 161 rs., bandejas (nasa 1 600 e 2.000, carias
portuguezas a 200 rs. o baralho, ditas francezas
linnsa ;120 rs., luvas de soda com bico a 500 e
I.OOU rs.. ditos de troc.il para senhora e menina
a 8 10 rs, o par, manguitos linos para senhora a
2,000 rs. o par, phosphoros de sola proprios nara
charutos a 80 rs., ligas para senhora a 240 rs. o
par, car loes com clcheles a 60 rs., ditos do 2
carreiras a 80 rs., ricas pulseiras pretas a 1,200
! rs., oculos de aro de ac a 00 rs. o par, oculos
RELOGIOS.
48000
3800
4^000
2?000
58000
Veo* bordados para chapeo
Kime metas bordados
Ath'-iilhado adamascado largo vara
Lencos de chita oscuros um
t a 1 da cores para palils covado
Vende-se una hypolhera no engenho da
Barro, em Santo Anto, o qual perlence a Joao
Franciscc de Araojo, conhocido por Joo do ou-
10 : quem a pretender, dirija-se a ra de Hor-
ta3 D. 22, primeiro andar.
23N100
1560D
18280
100
200
Bom
negocio.
Vende-se, con poucos fundos, a tabern? do
pateo i" Tfrce n. 12 : a trotar na mesma,
de canfjatha a duzia a 4l)0 rs., cainas de linlia de
marca a 1,200 rs., olireias para os Di morados a
200 rs. a caixa, grampas o maco 40 rs., tranca
de caracol o maco a 720 rs., dita de linho a 1,000
rs.. aljofre perola fio 320 rs., enliadures para
csparlilhos a 80 rs., ditos de seda preta a 80 rs.,
groza de pennas linas a 500 rs., alamares para
capolo a 1,000 rs. a duzia, botoes de louca para
camisa, groza 110 rs.. botoes de cornolia para
casarequo a I.OoO rs. a duzia, botoes linos para
punho n 1,(M)0 rs., dilos prctos a 500 rs., lio
para sapaleiro n libra a 320 rs. 13a de cores li-
bra a 6,000 rs., froco lino e grosso peca a 400 rs.,
dilo para bordar a 200 rs. a peca, ga'lo branco
p de cor e franjas a 120 rs. a vara, ditas para cor-
tinado a 3,000 rs. a pera, litas de velludo a peca
a 500 rs., hir-os a 60, 80 e IiO rs. a vara, enfei-
les de pidrilho a 2,500 c 3,O0 rs fitas de sarja
lavrada a 500 rs. a vara, ditas muilo linas a 1,000
rs tranca de linho de caracol a 400 rs., pnuies
do mocil virados a 1,800 rs., ditos direilos a 1,000
rs., majos do coral verdadeiro a 320 rs., pentes
prelos jum enfeile de vidrilho a 5,000 rs., ricas
seslinhijs com louea para meninas a 4,000 rs., e
outras limitas miudezas que se venderao por me-
nos du que era outra qualquer parle.
tem casa de Rabe Scl>mettan &
C, ru da Cadeia n. 57, vendem-se
eleganltes pianos do afamado fabrican-
te Tralumann deHamburgo.
Cera de carnauba
de boa qualidade, a 118000 a-arroba : na ma da
1 Cadeia do Rccifp, leja n 50, de Cunhae Silva.
Vende-se cm casa deSaunders Brothers &
u, praca do Corpo Santo, rehgios do afama-
do fabricanle Itoskell, por precos commodos,
e tambem trancellins e cadeias para os mesmos,
dccxcellenle Rosto
Vende-se |
Estopa i
'/ Lona. ft
Camisas inglezas finas. >
( No armazem de Arkwrght i& C. g
gj ra da Cruz n. 6!. ?M
Farinha de mandioca
e mi Iho.
Vendem-se saceos grandes com muito boa fa-
rinha de mandioca, ditos com milho muito no-
vo, courosde cabra em porco ou a retalho, tudo
se vende por menos do que em outra qualquer
parte : na ra do Queimado, loja de fetragens
numero 14.
mente de hervas medcinaes, au contera mercu-
rio, nem algum a outra substancia delecteria. Bi -
nigno mais tenra infancia, e a compleico mais
delicada igualmente prompto e seguro 1 ara
desarreigar o mal na compleico mais robusta ;
6 inteiramente innocente em suas opera^des o ef-
feilos; pois busca e remore as dneneas de qual-
quer especie DgrSo por mais amigas e tenazes
quesejam.
Entre milhares de pessoas curadas rom este
remedio, militas que j estavam as portas da
raorto, preservando em seu uso: conseguiram
recobrar a saude e tarcas, depois de haver tenta-
do intilmente todos osoutros remedios.
As niiiis affliclas nao devem entregar-so a de-
sesperaro : facm um competente ensata dos
efflcazes cfTeitos desta assombrosa medicina, e
prestes recuperariio o beneficio da saude.
Nao se perca tempo em tomar este remedio
para qnaiquer das seguintes enfermidades :
128000
25S0O0
89000
30.-4)00
38000
.TOO
cobertos e descobertos, pequeos e grandes, de
ouro patente inglez, para homem o senhora,
do um dos melhores fabricantes de Liverpool,
viudos pelo ultimo paquete inglez : em casa de
Southall Mellors & C.a
Cal de Lisboa.
Vendem-sc barris com cal de Lisboa, da mais
novo que ha no mercado, por proco de 6$ cada
um barril: na ra do Brum 11. 18", armazem de
assucar.
Muilo barato.
Na ra Nova n. 7 existe um resto de calgado
francez que tai de outra taja, e que se vende*pe-
los seguintes presos :
Borzeguins para senhora 4$000
Ditos para meninas a 25 e 28500
Sapates para rocinos a 2^500 c 3qi.<0
Accidentes epilpticos.
Alporcas.
Ampolas.
A reas (mal de).
Asthma.
Clicas.
CoBvulsdes.
Debilidadc ou extenua-
cao.
Debilidadc ou falta de
tarcas para qualquer
cousa.
Dysinteria.
Dor de garganta,
de. barriga,
-nos rins.
Dureza no reir.
Eufeimidades no vcnlre.
Ditas 110 Qgado.
Dilas venreas.
Knxaqueca.
Herysipela.
l'ebre biliosas
Febreto interiutente.
Febreto da especie.
Gotla.
Heniorrhoidas.
(lydropesia.
Ictericia.
Indigestos.
Inflara macoes.
Ir r eg u arid,
menstruago.
Lombigas de toda es-
pecie.
Mal de podra.
Manchas na culis.
Obslrucco de\ entre.
Phtysica ou consump-
pulmonar.
Retencao de ourina.
Rheumatismo.
Symptomas secunda-
rius
Tumores.
Tico doloroso.
Ulceras
Venreo (mal'.
l'alelols d
de 3? a
Dilos de alpaca preta o de cores u 5o e
Ditos de panno o casemira 1 reos o de
cores a 20. 22, 24 e
Sobrecasacos de panno preto superior
Vestuarios de fustao, mui lindos, para
u nios
Pentes de tartaruga modernos a 10, 1C e
Loques entrefinos r bonitos a ;t, 5 e
Dilos de madieperola a 10, 20, 25 c
Ramos de llores linas a i$, 2? e
Saias a balito de boa qualidade a 5 e
Vestidos do phantasia, de lindas r. :
a 258000 o
Cortes de restido de seda de cores deli-
cadas, com 2 saias e 2 babadus borda-
dos a 100$ o
Calcas para menino? bordadas a 4 e
Toalhas do algodao c> de linho a 1R600
1800, 28600 e
Luvas de pellica brancas, nmarcllas e
pretas, para senhora e homem a 28 e
Gollinhas bordadas a 600. blK', 1200
ISCOO, 2c'.'JO e
Manguitos bordados a 2| e
' Ditos com gullinha a 39600, 4, 6 c
Alera deslas, oulras rauitas fazendas,
loia di Cunha Silva, na ra da Cadeia do
se vcndciu por procos baratos.
4rmazom de fazcit!as.
Ra do Queimado numero 19.
Corles de riscado francez 3 1(2 corados a 22500.
Cuberas de chita a 28600.
Chapeos enfeilados para meninos u menta -.
Dilos prelos fines, ultima moda.
Ditos de feltro.
Cambraia organdys muilo fina.
Chales de Cro-o de tres pontas.
Ditos de merino bordados de duas pontas.
Ditos muito linos bordados a froco.
Ricos chales de tou |uim branco.
Corles de seda de duas saias.
Luvas enf-itadas.
Manteletes pretos bordados.
Lencos para algibeira, brancos, a 2 a duzia.
Alten rilo.
\ ndem-80 velas de carnauba rcGaada d
dos os tamanhos, ditas de carnaula
bi m de iodos os tamanhos, mata bai it is d
em outra qualquer parte emeenac |uencia
nimia porco, e vende-se a porcao quesa q
1 5D0U ''' l'1"ll":m s'' loma punta de tial [ucr encom-
> I menda com presteza, isto fazenda muito supe-
7*000. ,or: naJ)ein conbecida fabrica da ra Dii
128000
3-00!)
a 68000
12,1000
5$000
6a 100
l.Novos medicaictof '
li<
meopatnicos enviados^:
da Europa pelo Sr. Dr.s
Sabino O. L. Piulio.
Estes mi dicamcntos preparad
>'. ;nta segundo
J5'l0,il precos conhecidos na
ft>

ai
CU'
;*
Vendem-sc eslas pilulas no estabelecimento
geral do Londres n.221, cStrand, e na loja de
todos os boticarios droguistas e outras pessoas
encarregadas de sua venda em toda a America do
Sul, llavana e Ilcspauha.
Vendem-se asbocetidhas a 800 rs. cada urna
dellas, contem urna instrueco cm portuguez [ia-
ra explicar o modo de so usar deslas pilulas.
deposito geral em casa do Sr. Soum
pharmaceutico, na ra da Cruz n. 22, em Per-
uambuco.
ltenlo
Vende-se urna porco de burros en-
tre os quaes existera 40 parelhas, todos
muitos gordos, novos e de bom tama-
nlio do excellente carregamento che-
gado ltimamente de Montevideo: os
preterdenles dirijam-se ao trapiche da
companhia ou ao armazem de carrocas
em Fora de Portas, de Flix da Canha
Teixeira.
Tachas e moendas
Braga Silva & C, tera sempre no seu deposito
da ra da Moeda n. 3 A, um grande sortimento
de lachase moendas para engenho, do multo
acreditado fabricanto Edwin Maw : a tratar no
mesmo deposito ou na ra do Trapiche a 44.
120*000
5SOO0
25800
2500
sgooo
38500
bcOOO
que ni
as npceaVidad
I, vcndei-sc
botica central !,.- A
meopatliica, ra di Santo Amaro Mundo ?'
Novo n. 6. i
Na roa do Crespo n. 16, loja le I
Castro, vendem-se ricos chapeos de palha eacui
enfeilados para senhoras e meninas, pelo
nulo preco de TjUO.
Arados americanos e
paia lavar roupa: em casa de
hnston i\ C. ra ta Sen/ala n
in.clin;.-
S. P Jo-
i2.
Chapeos prelos.
Na ra do Queimado
numero 19.
.de,
Chapeos prelos de primeira
lorma elegante a 10$ cada um.
Rna do Queimado n. 5
37.
Nova inveiifo aperlei-
(oada,
Bandos ou almofadas
de crina para ponteados de
senhora.
! Vende-se nicamente na ra da Cadeia Jo 2
i cife n. 48, taja de Leite i Irmao. '
Para mesas e
camas.
A 30J cortos de vestidos de seda quecuslaram
C05; a 163 corles de vestidos de phantasia que
cuslaram 30$ ; a 8$ chapelinhas para senhora:
na ra do Queimado n. 37.
Brim trancado de linho todo T^*%di.4g?K13*lwr
preto,
fazend3 muito superior; garante-so que nao
desbota : na ra da Cadeia do Recite n. 43, lo-
ja de Leitft & Irmao.
Enfeites de vidrilho e de retroz a 4-j cada
um : na ra do Queimado n.37, loja de 4 portas.
3, 3 li2, 4 e \ 12
Batatas muito
novas.
Vendem-se gigos com 22 libras de batatas in-
glezas pelo diminuto proco de 18500 cada um:
no Forte do Matlo ra da Moeda n. 23
Pechincha som igual.
Enfeiles de vidrilho prelo os mais modernos,
vendpm-se por 3$, na rna do Crespo n. 16, loja
da esquina da ra das Cruzes
= Vende-se urna preta de nacao, a qual tem
33 annos ue idade, sabe coznbar o diario do urna
casa, enxomma roupa de senhora, lava, e faz os
mais arranjos tendentes a urna casa de familia,
o o motivo da venda se dir ao comprador : na
ra dos Harlyrios n. 'J6.
J mesa
- aSOO
1$500, 2, 3 e
Ditas de linho de 2
varas de 4$ a
Ditas de dito muilo superiores de 2 a .
varas a 6,8, 10, 12, 14 e
Atoalhado de duas largaras, trancado e
adamascado, vara a 1?*, 1j200 e"
Cuardas-roupa de algodao alcoxoado,
duzia, a 2j c
Dilos de linho a
Bramante de. linho para lenc;o com 8 e
10 palmos de largo a 1s8()0 e
Toalhas de linho com Ubyrintho para
rosto a 3 c
Babados de linho para lencoes, toalhas
c camisas de linho, pocas de 30 varas
a 28500, ;l? o
E outros muitos arligns, quena loja de C
&. Silva, na ra da Cadeia do llccita n. 50, esqui
na defronte da ra da Madre de Pets, renden
se baratos.
Vende-se um carro america-
no com algum uso, com qua-
tro assi-ntos para uir. e dous
cavados, pintado d noro ; a tratar na
ra da Aurora n. 26.
Vendem-sc qualro colleccGes completas d-
Diario dp rernambuco, dos anos de 1856,1857
1858 c 1859 ; na ra dos Cecilios, a trata:
Jos Joaquina da Silva Haia.
4Xv.
ifluv
IflfBft
Ufo
2|S0
4^oo(
25100
4?0lX'


DAK10 DE PER NAM BUCO. QUINTA FEIRA 12 DE JANEIRO DE 1860.
e* lgm&li g flpsfirsie m mnu.
Sita na rua Imperial n. i 18 c i 20 junto a fabrica de sabo.
Vestidos de seda.
Vendem-sc corles de vestidos de seda com 2 e
3 babados, armados, do 208 a 409 cada um, sen-
do que seu valor razoavel ser de 8tf : na loja
de A porlas da ra do Queimado n. 10.
Vendc-se un bom escravo crioulo de 24
annos de idade, muito robusto, som vielo ou de-
! feilo algum, aestre sapateiro e perito copeiro :
I a l rala i com oabaixo assignado, na alfandega, ou
: em sua residencia na ra da Saudade, primeira I
i casa com soio
' rfrtno de Barros
(1)
Vidros para vi-37 5 !!??*"
DE
draca.
AG#acaixa: na na larca
enca na ra oa >auoacie, pnmoira ,i t\ ___ % i
no do lado do sui. Pedro Aiexa*- do Rosario arinazcn (le louca.
ros Cavaicanli de Lacerda. VilrOS para CaXlh0S.
Ol lA |\nm OACiA Na ra larga do Rosario loj n. 28
MJXJJll \M.\J U%JHl gUSLU jarmarem de louca, mandarn-se botar vi-
Guiabada Imperial.
Vende-se era cahes e em latas a mais fin
Locl lio h> iOrl'm ; goiaba que se tem riti. Ra Diraita n. 6.
C-egou a este cslahelecimento um completo i 1111\ FUI O, I l 11 l
sortimento de obras fritas, como sejam : pal- itiVliltlU.
oits de panno fino de 16g at 28]?, sobrecasacas N ra Direita n. 6. vndese manncUJa
de panno fino prelo e de cores muito superiores de primeira qualidade a G|0 res a liba ae'la
a 3Stf, um completo sortimento de paletots de ,' .
riscadmho de bnm pardo e brancos. de braman- at8De-
te, que se vendem por preco commodo, cerou-
las de linho de diversos tamaitos, comisas
francezas de linho e de pahninho de 2$ at :>.<
e folios para, fe-renos etc., e oulros muitos arligos por menos) preco do quo em'outra quaiqu
parle, desemponhando-se toda c qualqucr enconimenda cora iresteza e pcifeicao j conhecida
e para cojumodidadedos freguezes que se dignaren) honraremf-iios com a sua conflanca, aeha-
rau na na Nova n. 37 loja do tVrragcns pessoa habilitada part lomar uola das nncorameudas.
REVISTA HEBDMADA UA
COI.I.\BOJi\SM>
Pl I.OS sus.
1). Antonio da Costa A. F. de CaslhoA. GilAlejandre He
'"esA. de LimaA. do Olivcira MarrecaAlves Bronco__A. P. Lo
reulanoA. i. RamosA. Guima-
Bodrigues CordeiroCarlos Jos BarreirosCarlos Jos Calde
Gomes do AmarinaF. M. BordalloJ. A. de Freilas Olivcira
AndradeCorvoJ. da Costa CascaosJ. Daniel Collaco -J. K. d
PiresJ. II. da Cunha RivaraJ. J. da Craoa Jniori. Jul
Latino Coelhc Julio Mximo de Oliveira PimentalJ. Pedr
Jos do TorresJ. X. S. da MollaLeandro Jos da Costa
Cunha L. A. Rebollo da SilvaPaulo MidosiRicardo Julio l
Lopes Xiblo Cmaro.
DIRIGIDO
ra -I'.. Pinto da Silva"c Cunha F.
-I \ MaiaJ. A. MarquesJ. de
; llagalhes ContinuoJ. C. Lobato
io de Olivoira PintoJos Mara
re SouzaJ. S. da Silva Ferraz
Lui/ Pilippo l.eiloLuic Jos da
?rrazYulcntim Jos da Silveira
A. P. de Ca valho
ron
-I. T. Silveira da Motta--Rodrigo Paganino.
Destinado a resumir todas as semanas o moviracnto jornalis
juntamente cora a revista do que mais notarrl houvcr oreprride
tria ou as artes, aiguns arligos originaes sobre qualquer desti
exaeliduo o regularidadi
;ies de MendoncaA. Xavier
luauros de linos pa-
dioes, e um grande snrtimonlo de fazendas pro-
prias para a Praga, por seren do mais afamado
gosto e modernismo; vonde-se pur menos do
i que eni outra qualquer jiarte, com lauto que se-
j.i a Iroco de dinlioiro ou mesmo de notas do go-
verno, iiu do qualquer dos Bancos.
Na loja ao pe do arco de
Sanio Aoloiiio,
hegou iini rico e romplclo sortimento de vesti-
dos de laazinha com babados, dos mais ricos que
su lora visto no mercado, o ue se vende por pro-
co commodo.
hosph
Os verdaderos phoaphoros de estallo denomi-
nados palitos do gaz chegerum anle-honlem ao
mercado e vendom-so nicamente na travessa da
Madre de Dos n. 9, armaxera de Ferrcira i. Mar-
tina, por isso previne-so aquellas pessoas que en-
COmmendaram, e aos que anda nao estao suu-
pridos venhan quanlo antes ao referido armazcm
comprar, visto quo sao poucos e cm breve se
acubam : o preco mdico.
Vendem-Sfl bahus inglezes proprios para
roupa, por prego commodo : na ra do V igario
numero 5.
Balalas baratas!!
cada urna, chapeos francezes para homema 8,
ditos muito superiores a 10J, ditos avelludados,
copa alta a 139, ditos copa baixa a 10$, cha-
peos de feltro para hornera do 43, fije at 7f
cada um, ditos de seda o de patria enfeitados pa-
ra meninas a lj, ditos de palha para senhora a
12J, chapelinhas de vetludo riearceulo enfeita-
dasa 25j, ditas de palha de Italia muito finas a
25$, cortes de vestido de seda em cario de. 40$
at 150.?, ditos de plianlasia de 169 at 350(K),'
gollinhasi de cambraia dolante 5, manguitos Puuio no dia -'7 e df/onih
i de lgOOnt, organdys escurase claras a* "oda./ Te dezembro
800 rs. a vara, cassas francezas muito superiores' Prox,mo PssadO, Joensenlio Brip., rregurzuia
e padroes novos a 720 a rara, casemiras de cor-1 Jboalo, o escravo Alexandre, eabra, upatei-
irs para colletes, paletots o calcas de 38500 al ro, dada du 30 anuos penco mais i u meo; -, ,,o
f? o covado, panno fino preto e do cores de 2^5(M>',. i..t ,., ,,i ___. i
at IOS o coVado, cortea' de collctede vrllu ,\ "L l"'? .'"!,,3a3' acra- e l),?3n !o '"rf I ": '"-
muito superiores a 9 o 12g, ditos de go-gur*o **"*" 'P' uvera nos pes li.i um auno :
Gigos de 32 libra- a 1SIO0 para acabar: ni
ra da Madre de Dos II.8, annazem d" 'lou-
ca Cd c.
-~ Faielo do Lisboa superior a 5*5flft, i',
ltimamente; na ra do Vigario u, l'.i, prii
ro andar.
scravos futidos.
do anno
e de fustn brancos de coros, tud i
barato, aloalhado de algod i a 13280 a
por proco 6 tem o cnstume de embriagar i>e: di
cortes de casemiras de cores de 5 ot 99 Krosde- / "'
esoprclos de l600 at 'tgto lanlo Mc o encontrar qusir
vara, que e-t;i no Recife on Itamarac : ple p r-
a leva-lo a jut-lle
naplcs de core.
covado, cspartilhus para senhora a 6$, cotiros ?cne,,'M>, ou ao cscriptono do Mr. Ntnoel Ales
ft^* Vendem-se 20 scravos de ambos os se-
xos sendo 3 mulalinhos proprios para pageos, 2
moloques de 12 anuos, 5 scravos proprios para
todo o servico e 10 eacravas com habilidades e
sem ollas, lodos se vendem por precos com mo-
dos, a prazoe ndinheiro e lambcm'lroia-se : na
ra Di i cita n. G6.
N.2 UA DO CESPO


ilk
2
&
C*
Defronle do arco de Santo Antonio.
freg'uezes, e'o'utras mutaa fazendas que nao wnduir a ra da Cadea d> Recife n. '
posslvel aqui mencionar, porm com a vista dos meiro andar Fe- generot-ainenta i
compradores se mostraro. Ao amaul erd I ioj
1 CtAviHltlo lIIUUCl" p Pi^com
; lato, de .unios, [cices ; .
so, poncj bar i, e an la i i n a cal ...
voii calca o camisa brancas e d '
luii rri lo. di 25 ai
as.
:o e a oToreorr aos loilores, enn-
na poltica, na sciencia, na indos- NEgTE N0V0 ESTABELECIMENTO VENDEM-SE
il&oHo'To'ac; ."com a V^r'U^t^^^^ t^^^*' U*"ta ^^ ; r,"IK"" 3 UuslradS
'Globos, atlas o mappas geographicos.
\m
Pnblica-se todas as soguillas reirs em folhas de 16pagin
vulume Je 20 paginas com indico o frontispicio competent
Assgna-se n i escriptorio deste Diario, ra das Cruzas, e n
o da assrgnalura: pelos paquetes vapor 10$200 por
brasilcira].
Ha algumas collccres desde o comeoo da pblicacao do jor lal.
r anuo ; poi navio de vela S \odeposito da raa das Crazes n. ii,i
tlelVoHlc to sobrado do Sr.
Figooii'oa.
Ha um completa sortimento de gneros para a '
la, dos quaos'se afiangaa boa qualidade, quei- n
os londrinos,do teiuo, suisso, alas com boli-
olios de t< das as qualidades. conservas do her- los a
rilhas, araeixas .: mermelada, passas o figos, "":La,l,)- '' despachados
isparasopa, :h,prosuulo,linguigas, man- Pre08 razoav
eiga inglaza, vinhos engarrafados, Porto, Ma- VtMra- rua da
. Jluscalel c Bordcaux, champauhi corve- "uar-
a, licor, absinlho, tarops, o os afamados cha-
i ilos Je llc.mPi lio c de Drandao
mvias cais -
is. e completa iodos as tnestres Papel de hollanda, e peso, paquete, almasso. de cores e oulros e diversos formatos e gustos.
| Prensas para copiar cartas e outros manusenptos, livros e tintas proprias.
Livros cm luanco, peonas de varias qualidades e mais objectos par-i uso de reparlicoes, secreta-
rias ecasasde commercio, uteiicilios para desenlio etc.
, Arligos de bom gosto, fantasa e curiosidade das fabricas de Pars para uso dos elegantes orna-
tos, presentes etc.
Carios e bilhetes para bailes, casamentes c visitas.
HISTORIA UNIVERSAL desde os lempos primitivos al 1850, por Cesar Canto, 12 voluntes in fo-
lio, enriquecida de mais do 90 magnificas estampas, obra em que nada se poupou'paru o
leilor encontrar nella erud-ao, estudo solido e leitura agradavel.
Al.MAN.Mv de lembrancas de Caslilho para 1SGO, assira como colleccoos completas desde o sen
comeco.
MANUAL DE GONTAS j feitas para comprase vendas deassucar, algodao ele.
ogiosdd oiiroc prata, cobertos e descober- ^ncaderna-se 0I lodos os gostos desde o mais simples em papel at aomelhorem panno onnclle.
lenle ihglez, os mclhores que existem no 'Ui'niM,"v cartocs e bilhetes, e marca-se papel com typo piuprio c em relevo vontado dos
-spachados hojo, vendem^e por I A.ft5,prj!,e"dentes- A ,,.
!is : no escriptorio do age ule OH- AcccltoTse encargo do qualquer encommenda do livros e outros arligos tanto da corte oprovin-
eiro j d0 imperio, como de Portugal, Franga, Inglaterra e Blgica, com as condic oes mais ra
. mira de quadriohos o covado Ij, pannos para palhada. Clcmenfr, i
mesa muito bonitos i modernos a 65. cortes de pes apalhetados, v qu fulla coi.
barege cora tres ordens de babados a 153, chi- romo il nzeiro. Antn :
I peos de phantasia para hornero, sendo de gor- (0 annos, com moa cicatriz en
( gurao de soda a 7>. ditos doChie de a 2".-, n( nte de un |< |
ditos de feltro de 4^500 e55, camisas de cara-'Angola. Rnga-se a
| braia de linho para senhoras, ditas de esguio [uerpess i, pie os prendara i
mnJo lino, ditas decarabraia bordadas rom man- rido i ngenho cima, que sera
gas, ricos cortes de seda de tolas as cores, man- abni Jo acradeciiueiili
- [eletes dos mais modernos, grande sortimento de
ue serao
. i ibaixn
i/
perfumaras inglezas legitimas, joias decoral ver- i ppai ceu na n
dadeiro, oleados de diversas cores imitami nte de S. Jos do Mans
marroquim para cobrir mesas, forrar almofadas, reveira Bastos, o c-
| travesseiros, etc., ele., ebemeomo um itaSS atu
i sortimento de fazendas do mais apurado gosto e co mais ou menos, sera I
melhor qualidade, vend baitos r i igualmeiil
precos, no armazemdc fazendas de Ray : i, constando de calcas le i
Garlos Leite 4 Irmao, aterro da fl i-Vista n. 10. i panno lino izul, 'ai
em oixa e
Cadeia do Recife n. 62, primeiro
1&1IBDI-8I
\ inli'i do Pi>i !
Jilo i hampag .
Je
lio Recife n. 4
lo mais superior, engarrafado,
idem, dito moscatel, dem : no
ni ua Ucdeiros, rua <1,\ Cadeia
/oavcis.
*-* ^> o --> v:r 'V ....
:
-
V_* OVOv>-
Allciicao.
i
livros
Rua do emperatriz n. 7,
loja do econte.
Esseucia de sndalo.
Ricos leques verdadeiros de
sndalo.
Renga las e puleeiras ricas.
\IHiii'l<>i n-iiM, nn1jUn ,liA ^ na rua do uemado n. 10.
-\11111t ttb i.iiit caneiio, dilo -
para segurar chapeos del CARROCAS
senhora.
ludo chegado pelo vapor
nglez.
Al? ?Q Qll'* DoRflP I ai prcfprlelanos offereccm a seus numerosos freguezes e ao publico cm gcral, toda c
t' Ul Oltl Ul II |3 qualquer obra manufacturada em seu reconhecido estabelecimento a saber: machinas de vapor do
| lodos os taannos, rodas d'agua para engcuhos tojas de forro ou para cub >s do madeira, moen-
lem para venller no seu deposito da roa do Vi- as n metas moendas, tachas de crio batido > fundido de tolos os Umanhos, guindastes guin-
gario n. 27, vjel.is de carnauba de 6, 7, 9 e 12 cbos e bombas, rodas, rodetes, aguilhfles e boceas para fornalha, machinas para aniassa'r man-
om libra, ditas de composicaodo 6e 7,saceos dejdioca e para descarocar algodao, prengas para mandioca c oleo do ncini, portos gradara co-
feijo brauco a amarello, ludo se vende em pe- lumnas o moiuhos de vento, arados, culii\.i loies, pontes, 'aldeiras linones, bolas, alvnrcngas,
quenas e granues porgues, e poi menos do que botes e (odas as obras de raacliinisrao. Execiila-so qualquer obra seja qual f'">r su i nalureza pelos
em outra qaalauer parle ; c compra seelfeliva- desenlies ou moldes que para lal lira forem apresentados. Recebera-si encommondas itesn esla-
mente toda o < ua! uei porcao de pingos que cah i '' |eciincnlo na rua do Brum n. 28 A o na ru i do Collegio boje do Imp ,'rador n... morada ti.....-
das velas guando acezas. I xciro do cslabelecimcuto Jos Joaquim da Costa Peruira, com quera os pretendentes se uodcni
'". "'" "- entender para qualquer obra,
i-so a vend r faz< ndas i r baixn '
Vendem-se uvros em branco
de todas as ua I i lados, pianos dos
$ mais acreditados fabrican ti i la
j Europa : em casa de D. P. Weld
brim
de b Uro i. .
i, I
"I.

' lido ],: um i II lili I i,
.-" e a
r il !lo an 0
. aonde lora nai, !. ji f rra.
j & C. largo do Co'po Santo ti \~.
.Vu?cntou-e da caa o \i i

(- IlllUIl
preeo at n
Mq.
por
esmo por menos I i
idarcontas : na luja de i ponas '
Vendera-sc duas carrogas novas, sendo para
boi e nutra para cavallo :" na rua da C mci rdia,
coufruute ao armazcm do sol.
Mih.
R :- i: .i quera o
f' M.ingiiinho em c sa de
i le cm casa Ba;l \ L* n
he n. 17, q .i r.,
.:.... .., ... ... .
jrv signado mi.i no Iur ir i
Reloff-,
O parda t!e uorue Kuiina ltit tun....., de
De novo chi ram afamados nlogios in- 2 annos cli:imadu .Maria, e cor.t-ta
glezes de ouro, de ptente, e estao venda no <,. ,.i... ...,.. ,i., n u i i
amiazem de Boslro ttookei. f, r... pracadol lU,d ,lulaUa ceile, ptlo
baonto n. 8. i'Oga-se as tito id..des \ olieae' e
"^o?'ios ,,a,d?
Qiiauu tu.i nu nij;:r ui r,:
|(riguezia dos Alocados, urna < i
-^
s^SS'j

3 es 6 S
e3cs3'--_S:-- =
s; B OS c.*-
3 = : :r. -= = =
-A i I = -- S,^ I esirtl^H Z
- -= a, t =
|.5 =-0 a *
S 2 s"? *S*s"2
_ -2 '~ 5 = ~ 5
Farinlia de|n americana, em barricas, che-
jada no ultima navio dos Estados Unidos : nos
araiazcns de a^so Irmos.
Escravoc venda.
Vend se um mole que do 18 annos, perfeito
cozul i negra que cozinha, lava c en-
gomla perfeilamonte. e nina negrinliade 13an-
uos, os lod >S dv qualidade e som vicio al-
gura a fallar; com Oclaviano >e Souza Franca, I
rua da Cadiia do Becife n. u'J.
i.
m9m.
fli
mg
m%
IP

otassac
DO
mm i (dipsmidib.
3 BA DAGLORIA9A^AOFUrVDAO 3
Clnica por nmltos os syslcmas.
O D.r. Lobo Hoscoso d consultas todos os das pela manha e de lardo depois de
!..'.'.M. .'.?.!j.!''.'"'!'1.'i!'? cuiara"li!'-,ilut-,'lc nao s para a cidade como para os cngetlios
lie
Has Ua compnnliia de [ lestn li ; :>;
de annn lien
la c i'iiti: jal
na

Vendem-se relog is de ouro inglezes, de pa- casa ou naiua Di re ti da povo vi
lente : no annazem de Augusto C. d a. Mocados ,o S- i:' i Fi-
na rua daCadeia do Becife o. 36 ,u ., ......
vende-scsuperiortinha de algodao, bran- Mivinn, que gratiuenra o ,\<
cese do i res, era novello, 'ara costura: en prehensor. Hrurinuc Anruisto \\
casa de Seuthall McUorA C, roa do Iones Fugiu no dia 9 doV ri "
ios sciiiiores diarociros.

Vndese fumo com folha do melhor que lem
apparecido no mercado, por ser de Garanhiins,
por incoo-- prego que em outra qualquer parle :
na rua do Bosario n. 7, deposito de assucar.
.Ni rua das Flores n. 1 lua di-
ni i, rrioulo, de -2 ni i
I ni pn la, poui a barba, i
i:/ Ii. I ). ; i H i: '. -' in
I is i ara denln .
gados.o qm 11 omprvi a i Sr. vi
ra por oidcm do Sr. do ngenl P i I
co \ai ii r de \zei
i ua Direila u. 0(5, .
Pugio 00 din .:
i ei gento Caranna, h< g
na rua 'as ores n. I loja < io ei-geniio Carauna, fiegue;
marcineiro, vende se urna cabra bicho ilalo Antonio Pedio, i i
., :, k. i i I 'bel
muito Doa e le te, com duas crias mu- muitos bran. s. ol -
to nutridas e novas. o un untadas mos, .i lo a
4 horas,
ou oulras
i.!_iSS propriedades ruras.
i Os chamados devem ser dirigidos sua casa al as 10 horas di manha c em caso de ur-
gencia a outra qualqucr hora do da ou da noile sendo por eseripto cm que se declare o nome da
. pessoa, o darua eo iiu.'uoro da casa.
f lSMSM rSIfpS0 ve0ndder | ^>J1%? A-^..'Wifc.- W!! ** b? -? ** P?-qro re-
E CAL DE LISBOA.
-i--i'' *
-= S en^o -.= =
_t --> m ; .,
'- _- ~~ -
? .;2 ; r i ET"3
lilsgllsl
E S
m>
do Rio'de jlnei,,:^ | Jg&SJS ?2 t^^T^^^' ^ ^ ^HTiSk
Nessa loja e na-casa do annnnciante achar-se-ha constanlemcnt e os mclhores
meclosliomeopalbicoa ja bem conhecidos e pelos precos seguintes:
Botica de 12 tubos grandes, ..."...
Ditos de 2i ditos............
Hitos de : ditos...........
Dito de 48 ditos........
Hilos de 00 ditos........ .
Tubos avulsos cada um..........
Frascos de linduras......
de superior qualidade, assim como tambem i
cal virgem em podra : ludo uor prc:os muito '
razoaveis.
SELLINS.
Vendem-sc os mclhores seilins ingle/es de pa-
tente no armzem de Rostron Hooker&C.
praca di Corpo Santo n. 18.


xasss^
age
o
- --t ".
.2 E es 1, --.-.;
Uanoal de medicina homoopathica pelo l)r. Jahr traduzido
em portuguezcom o diccionario dos termos de medi-
cina, crurga etc.. etc. ........
licma domestica do Dr. Bering, com diccionario. .
io,Sooo
I5M00
20*090
5$000
OaOOO
1S00O
S$000
i v5~ / s c ^ "''s ''' vestidos relos, ricos de
/. t -.- v 2 '*& "llC i
- y c
Sa'

m hilos .le se
5 03 a
::"'; Dii.
la de cores ricos di
1803
1503
M
llonortoriodo l)r. Mello Moracs.
2OJ00O
oiooo
ooo
c
ola % = S^1 o

200
J.;
m
5

Sper mcete.
Vende Jos DasBrand&o, na I.ingocta n. 5, a -.
700 rs. a libra.
M RUA DA 1HPEBATRIZ N- 27
uu m tmsitss idie
S35
{Vi
s proprios para casamento de
.r; Veslnarios de seda para meninos a
- i 3 de nlcochoadinho para ditos a
jgj. Variado sortimento de chapeos pa-
ra. ra meninos.
^ Segundo ailar doso-^
brailo da esquinadara *
ilo Queimado por cima ff
ila loja do Sr. Preguica i
entrada pelo beccodo^
Peixe Frito n. 1. p
m^ tissee 8ee@@ mm $t^i
i Acaba de chegar do Rio de Ja
neiro aiguns e.vemplarcsdo
primeiro e segundo volume
da Corographia.
I,,S,nca chcolocica, gen-alogico, ^^^^^^-^^^^-g^^g
lerio lo b*ra-_____________________^^^o ^^^^^^'^^^^^^^^^
nohiliaria c poltica do itnpe
Vonde-se em casa lie Arkuiighl & C., rua da
Cruz, armazem n. 61, relogios do abricanle 11 j
qhbury, sendo que pelo seu pereito maciiinisino
podc-se usar com roberla'ou scui ella.
Chafalla.
Acaba da chagar novo soitimenlo ,decba- sil, pelo Dr. Mello Moracs: vendc-se a
filia no Armazcm de fazanlas d Rayraundo \$ o volutne, podeudo-se vender o se-
gallos Leite & Irmao, rua da Imperatriz n. 10 gimdo en separado : na Iivraria n. 6 e
serve para lomar os novis vellios novo?, sera g d praca d IndeDendencia.
precisar raspar ou lrliar, .
- Vende-so um bom escravo crioulo, do 24j B OlO IOS
annos de idade; robusto, sem vicio, ou defeilo J.^.,-'*,-'^5*v-'k-,
algtiro, mostr de sapateiro, o ptimo copeiro ; j Vende-se em casa de Johnston Palor & C, rua
a tratar com o abaixo assignado na alfa'idega, ou do Vigario n. 3, um bello sortimento de relogios
em sua residencia na rua da Saudade primeira de ouro de patente nglez, de um dos mais afa-
casa com aetao do lado do sul.Pedro Alexan- i mados fabricantes de Liverpool, e tambera urna
drino de Barro! Cava'canti de Lactrda. viricJade de bouitos trancclins para os mesmos.
ha para vender ricas mobilas de Jacaranda c de mogno, ricos vdros de espelbo
grandes O pequeos, assim como muitos trastes avulcos ; na mesma loja se fa/.em

Neste proveitoso estabelecimento, que pelos no vos melboraraentos feitos aclia-se conve-
nientemente montado, far-se-hao tambem do Io de novembro em vanle, coutralos mensaes para
maior commodidadce.economia do publico de quem os proprietarios esperara a rcmuneraeao de
tantos sacrificios.
AssignatuEa de banhos Crios para urna pessoa por ruez.....10$000
' momos, de choque ouchuviscos por mez 15#000
Series de caxtoes e bachos avulsos aos precos annunciados.
C r.
f
r 3

i- "C1 ^

pegar e I
leia do Becife n. -'fi, sei
recompensado.
Fugio na Jia 21 do i
: .1 c i de : up, no Mondogo, <
Raimundo, id idc 30 | ai i
i Costa, si ni ., |
tura regular, falla embarazada, [ i
masligar fura I
..... prel
lo a mesma fab ica.
'.. utiia a estar fug
Jo Joa |uim de Mosquita, na
los, a pn la Antonia, de n
csi i. ra i!-' Francisro Goncalv lo l I
a is senhores capitaes de campo.
ten ir possa, a captura da i
recolherem ."; cas id letenr i, .
: lile : i
se ci ulra quem a li i aeouta la.
T3
s & e
"3
" -.- 'Jk

so

~ c
s -
- I. ~
I
100$ de mlilmci
' qui i i ; egar n i seravo Jnaquim,
di ; ibru pn limo pass ul ....
guiites : caboclo.de idole de T, -
mais ou monos, baixo o chei
dondo, rab los duros i
nariz pequeo, boca pequea,com falla de
lis superiores na frente, usa bigode,
ilavi.i podo in ra| a! >. s< m barba .
rede, calcas o camisas, levando reslid
camisa de algodao riscodo azul c iia| fio .i.
ro ; vi io do Coar no rapor Cmsere u S
i de oultihro prximo passado, remriiidu
I .' Bilu ro tos A- Holim quem o apprehcndcr, o :.v.::
o .2. o. edadedo Becife, rua do Crespo n. II. i nde r< -
n |* cebera a recompensa cima. P<
s autoridades polciaes e capitoes de campo a

-3
c
2 2
uidar.
Galios com 32 libras de uiacarro, rorontemen-
te desembarcadas a i3 cada urna, ditas do aletria
com o mesmopeso a Cg. na praca da Indepen-
dencia n. 22.
= Vende-se um cabriolo! de duas rodas, pin-
tado de novo o forrado, com arroios, ludo com
muito pouco uso, sendo de balaustre; e tambem
um cario e dous bois de trabalhar com o memo,
sendo gordos e bem mansos: quem pretender,
dirija-se a rua estreila do Bosario n. 45, na fa-
brica de charutos, que se dir quem vende.
Vende-se a armaeao da loja da rua Direila
n. 111, e traspassa-se a chave da mesma casa
com eopsenlmenlo do proprictario : a tratar na
!' rua do Queimudo n. 52.
Vende-se urna cadeirinha em bom estado :
.na rua da Aurora n. 10.
pprehensao do mencionado escravo, que sesup-
poe fusse para o centro do Cear, p
sei natural da villa do Caecavol mu
suppdr que v seiiii'iiicaudo de forro coa
vi /.es tem feilo.
Moloquc Fgido.
100$000 do gratificado.
Roga-se aos capitaes de campjs, e a t Ja o
qualquer auloridade a spptebeacao de um mole-
que de nome Mar.cel, crioulo, idade t-2 aiine<
pouco mais ou menos, o qual fugio Ja casa Jo
abana Msignado DO dia 30 de outubro do cr-
reme anno, levando calca de cor, carniza azul,
chapeo de palha olelo e o raaior sgnal wffrac
de asthma e a pouco esleve Joenie Je be\
desconfa-se que estoja acoitaJo por ligua fper-
talho, que se queira aproveitar Je sua pequea
idade para o seduzir, desde j pro'esta o mesir.o
abaixo assignado de cahir sobre Jilo lafftpw r,
iodo o rigor da le, egralilica Ja mateira cima,
aqutlle que Ihe der noticia certa, e paga toda
despeza que se fizer com o mesmo moleque psra
se effectuar dita aprehenso, levando rua Nova
n. 21. Francisco Jos Germano.


(*)
DIARIO DE PEBNAMBCO. QUINTA FEIRA 12 DE JANEIRO DE 860.
Lilleratura.
A le vis le Tocqueville.
Huid genio pensa quo rm poltica os Estados-
I"mi.los nada lora que nos ensillar. A America
urna torra nova d'alii conclueni que o rovo
.110 a habita um povo novo, Se por aerase os
n al.;um duollo 1 carabina que te-
\anau singularmente ; a esseuria uu governo
! ten mudado poueo. Depois de cada revoluco,
' rebocam do novo a fachada do edificio e pOcm-
lhe outro letreiro ; mas apezar de longos discur-
' sos e de bellas promessas, ninguem vai mais
adianle. Urna cenlralisaoo que confisca e ab-
i sotve a aclividade da provimia e da mimicipali-
dade, ura oreamenlo enorme, urna igreja do lis-
tado, on ao menos una religiao da maioria, urna
persigue suas imugetis quanlo
m a'riim uuello a carabina que te- -i. ---.a-- -""?'."- """
nn aserto, l oto colas leguas L Bos-1 ?* olI!'-11. uma l08^ n.erarch.ca. urna
Mkbfc.il, os m-yos sabios lepetcn mpI^ SUJ' '"" "'n "6uln>cnlo e mnnopo-
r-xule wiTchilisaciu no bcrco que "i8"-' eiS-* ?ue se u-onlra n lodos os reg-
; o.ei il esii.d i-ia.
Esse desden, lci n.ii i lo para a ignorancia,,
' ge de scr-pai t.lhado por M. de Toc-
tui riile. Lile vii elariiraenle que a llberdade dos '
s-Unidos o io outra cousa mais do que a i
le nglcza som o envoltorio federal A
i lo Ni le i a Inglaterra emigrada, mas
deixnndo no velho mundo a realeza, a igreja es-
tabelccida, o paralo, a nobreza c o privilegio ; 6
, por assim, a Inglaterra livre mas aceommoda-
da a* nova flaqueza e us prejuizos. Longo de
ser una sociedad nova, a America a mais an-
liga democracia dos lempos modernos. .No mo-
mento ein que l.uiz \1V dissipava ate a sombra
ssas liberdacs municipacs, os puritanos
tavam sua igreja sua uunicipalidade repu-
blicanas no pal/., que lo justamente chamavam
Nova-Inglaterra. Too ciosos da igualdade como
i o somos de hoje, nunca coubeceram outra
:5o; porm, mais fezes que nos, nao live-
neeessidade de preparar para a liberdade
mu i ovo que dol.i s conhcccu o nomo. Os pe-
regrinos, quando fugiram, levaran) coinsigo to-
das as franqueza* da mai-palria. b'azem dous
[uc os Anglo-Aoiericanofl resolveram o
problema que nos esludamos desde 1789; a/.em
dous seclos que sem sacrificar a liberdade nem
izam t-.-11 .a/ desse duplo beneficio.
i os, abi, u nao na Inglaterra, quo devenios
'" IiOi'9.
O Alianliro nos separa menos que o Mancha.
< Xa America, escrevia ha viole c cinco anuo-
SI. do Tocqueville, a democracia est entregue as
bas proprias inclinare-es. Seos modos sao ua-
s c lodos os seos iiiovimentos sao livres.
la que conycni julga-la. 1. para quem esso es-
seria inleressantc e proveiioso seno para
[ue um momenio ii re.-isiivel arrasla lodosos
das e que andan) >s como cegos, lalvcz para o
lisron, lalvci para a repblica, mas indu-
i. ule par um estado social democrall-
.'
1... em 1&:>5 qu M. de Tocqueville pubhcou o
res litdo de suas observocoes sob o Ululo ; Da
a na An.ericn ; a accitaeo foi univer-
i! e. cousa rara pa a obra tan seria, essa accila-
i popular, tm quioze anuos leve o livro
i : o -. Nao faltaram ao autoras felicita
mais Ilustres a Academia Franceza, tern-
ura i i ultima monte \\. Villemain eom todo o en-
i sua palavra, quz ser a prineira ein co-
ro:.-.-! iem erario Americana :cedeu-lhe
nlyon Fem parlilha. De sen lado, M.
:i r-Collard, lio avaro de elogios o lio altcn-
lamcnto ouvido, di/.ia que desde Monlesqiiicu,
na i linha apparecido obra semellianlc Nao I
esta a unia re/ q pozorain o nomc de M. de
icville ao lado do do .Moiilesquicu ; mas, on-
, essa approiiiuaoao mais honrosa
isla. Tudo dilere nos dous escriptores, o
,i. .: lo, a concopeo, c 0 estro.
um lance de olhos o lulur do Espirito das
rara toda a humanidade, ve ludo, abr va
lutl : a palavra lo vanada como o assumplo,
una lodos os lons, 6 eioquenle, facelo, iro-
sempre brillianlc.
Democracia na America 6 um livro de una
lea, a qual appari ce di baixo de (odas as for-
. s n estylo e as '.../.(s austero al a mono-
Si d< io [ueville evita os detalhes e as
- q le lano agradou a Montesquien ;
u termos abstractos, cxpresses seracs, em
, i! nos dar o elralo da America ou da
i i a pela inagem da democracia ; sa obra
ti ni .1 vivacidad
mi iis. A imagem do nosso governo o lelegra-
pho eiecliico; a ordem parte de um ponto nico,
a vida se espalha do centro para as extremida-
des. K o imperio romano suavisado pelochiis-
lianismo e pela rivilisac&o, Ncssa rede de insti-
luiroes, cojos fios lerminam lodos na poderosa
mao do Estado, Augusto recoiiheceria seu espirito
c suas leis.
Lis o modelo que crnlSI Iracava M. de Toc-
queville cm sen pensamciilo. eis'o ideal quo os
liberaos de enlao llie fa/.iam admirar. Essa cen-
lralisaro que a Europa inveja era enlao uma
phrsse efrat que nunca se repeta na tribuna
sem ser saudada rom applausos. Creio que an-
da boje um syslema mui popular e que nao
lem s para si o favor do oslado.
Um .nio mais tarde, M. de Tocqueville volta-
va para sen paiz com a tristeza de um homem,
cuja f lem naufragado e que se juiga estranlio
na igreja cm que nasecu. Todos esses principios
que, segundo a opinio ger/.l, eonsliluiam a gran-
deza da Tranca, apiesenlax am-lhe nos Estados-
1 nidos como uro erro fatal, corno urna causa de
flaqueza, o governo que linha fundado Was-
hington e seus amigos, essa obra de justica o de
razo a quem a America reconheciila altribiie
sua iiieoniparavel fortuna, era o avesso do sys-
lema franrez. Nao havia somonte grandes diffe-
rencas as insliiuiroes dos dous paizes, havia
uma opposigo radical, que nada podi-i conci-
I liar.
Em Franca, M. de Tocqueville s linha visto o
estado ; na America, era sempre o individuo que
I cncoutrava diante de si; a lei nao conhece alli
grojas, a religiao 6 entregue aos fiis ; no entre-
j tanto, se nao lem influencia alguma poltica, 6
mais poderosa e rica que em qualquer outro paiz
do relho continente ; a educaco nao importa
1 ao Estado ; negocio da municipalidade e da
I provincia ; apezar disso, a educaco dessemi-
nada por (oda a parle com uma liberdade sem
cgual. Diante da justica, suarda da constilui-
co, preciso que a adminislraco c as proprias
cmaras so nclinem : mas o poder nao sol're
com esta obediencia e o juiz nao abusa della. A
iuiprensa emlim inlerameiile livre, o proprio
congress nao podo regularisa-la ; 6 injuriosa c
vilenla, mas com lodos os sens abusos, me-
nos perigosa que em Franca ; a concurrencia il-
limilada faz do jornal, uo o amo, mas o servo
da opinio. Quanlos desmenlidos dados nossa
sabedoria L'm espirito menos firme que o do M.
de Tocqueville (icaria profundamente abalado.
Com ell'eilo, quanla gente nao ha que, em vez
i de ceder evidencia, prefere illudir-se a si pro-
ra e declara que o governo dos Estados-Unidos
urna especie de anarchia que s se conserva ha
scssenla anuos em vlrtude da inimensidade do
territorio, da falta de populacho, da facilidade
do Ir.iballio, condicoes estas que fallain inleira-
mente ao nosso continente Anarchia singular
humano aiuOa
sunha (3).
Na America ninguem conhece essa doulrina ;
ninguem cumprehendn a centralisacao nem essa
caricatura de renlrnlisacao, que se chama socia-
lismo. Essa abslracrao que adoramos sob o no-
mo de Estado e qnc representa e concentra toda
a energa da nacao, nunca atravessou os mares.
O soberano 6 o poro, soberano sempre cm aclivi-
dade e que exorce o sen poder por uma serie do
delegacoes electivas, lao limitadas cm sen objec-
lo como era sua duracao. Ahi o governo om
nipolenle, mas em um crculo estrello que nao
pode transpor. E' o guarda da paz publica e 0
representante da nar;o ; perlence-llie o ejerci-
to, a niarinha, a diplomacia, as alfandegas, eos
correios. O commcrcio interior, a industria, o
banco csliio fura de sua aleada, niio lhe dado
dirigir nem o individuo, nem a municipalidade,
nem a provincia; domina-o a juslica, subtrahida
a sua inlluenria ; emim lhe-6 prohibido locar
na igreja, na educaco, na imprensa, isto 6, no
pensamenlo. Pela natureza das cousas, nao ,
pois, genio o servidor da vontade publica ; se-
gu a opiniao, nao a dirige. Nosso ideal 6 a hic-
rarchia da igreja calholica, hierarchia que a pro-
Ipria igreja lirou do plano da adminislraco ro-
'mana ; a direccao vem de cima. O ideal ame-
ricano a igreja puritana onde cada um sa-
cerdote o nico encarregado do cuidado do sua
salvacao. A exepcio dos fiis, nao ha mais na-
da ; e uma sociedade que nao reconhece outra
aulondade seno a regra que livremeiito aceitou.
Porlanlo, romo notava M. de Tocqueville com
uma grande exactldao :
Nos Estados-Unidos o dogma da soberana
do povo nao uma doulrina isolada que nao se
retira, nem aos hbitos, nem ao lodo das ideas do-
anuos que com urna sogactdade admirare! eacrc-
va elle as lionas seguidlos, cuja vordade pouca
gente reconhece, mesmo hoje.
Nao ha nos Estados-Luidos privilegio para os
impressores, nem sello para os jornaes, cmfim a
lei das caucos deseonhecids. A crea;ao dos
jornaes 6 uma empresa simples e fcil; sao pre-
cisos poucos assignanles para que o jornal cubra
as despezas ; por isso o numero do esCriplos pe-
ridicos nos Estados-Unidos e\>-ede o virosimel
Os Americanos mais esclarecidos atlribuem es-
sa inciivel dessiminaco das fo
ShrT^mS^^?!? ,n1'U,' SlU k"18 l verdadeiro|christao, Chaning, constiluia-M o,
oura completa em que sempre eolheram bons' .. ,. ., ,
resultados os Americanos e Ingle/es ; quanlo aos { fcslaaos Lomos o apostlo Besas reforma neceo-..
Prancezes, verdade dizer que nunca ensaiiram-'"* Eu nao sei se M. de Tocqueville o contie-
na. Desle lado da Mancha, os partidos disputara : ceu ; mas, coliocado no mesmo lerreno, part-
M de
queville, cd esta a sua gloria, coiistiluia-se pelo
contrario, advocado da liberdade ; advnga lo mui
dcsinterossado, pois osla um i elienlella que
uinca deu honras nem fortuna. Romper abei-
nal, remontar cor-
s forras da imprensa o i im luto com o prejuzo naci
seu poder: 6 ura axioma da sciencia poltica nos rente da opinio publica nao era cousa fcil, mas
EstadoUnidos que o nico nieio de neutralisar nao era uma vaa popularidadc que desejava II.
os cfTelos dos jornaes, multiplicar sen num.'io. de Tocqueville. Sorvr justica o liberdade
que uma idea lo evi-1 c:.i a sua nica ambicio, i Escrevondo este li-
vro, dizi.i elle, nao julguej servir nem comba-
Nao posso me capacitar de
denle nao so lenha tornado entre nos mais vul-
gar. Que aquellos que querem fazer rovo1
por nieio da imprensa procurom dar-llie a; nas
alguiis orgos poderosos, comprehendo-o sem
difliculdade ; mas que os partidarios officiaes da
ordem cstabelccida c os sustentculos naturaes
das leis existentes julguem alleniiar a accio da
imprensa concenlraudo-a, eis o que nao poderia
eu absolutamente comprehender. Os governos da
Europa me parecen) obrar para com a imprensa
da mesmo maneira que obravam outr'ora os caval-
lciros para com seus adversarios ; ellos nolaram
por sua propria experiencia qoe a centralisac.o
era urna arma poderosa e querem cede-la a seus
inimigos, aflm de tercm mais gloria em Ihes re-
sistir. (6)
Emlim M. de Tocqueville quera dar magis-
tratura O lugar que lhe pertenre n'um paiz livre,
isto torna-la soberana. A csserespeito prece-
da lauto as ideas franco/as que eu nao sei se o
comprefcenderam. Nossa magistratura (. muita
rexpeilada e cora justa razio; mas so nossos Iri-
mi
ler partido algum emprehend ver nao de mo-
do inverso, norcm mus distan!
mesmoj temores, i.iita mollas \.zes
como elle ; e a pagina seguinte, uma das me-
Ihores que M. de ToequeviUa escreveu, p
ser assignada pelo Fenelon americano :
Nos seculos aristocrticos que precedern) o
nosso, havia particulares Mi poderosos o unii
auloridade social mui fracs. A propria imagen
di sociedade era obscura e se perda acessaote-
monte no meio de todos o? poderes diHerenles
que regiam os cidados. O principal eoforro do.
ao inverso, porem mais distante que os part- homens daqoelle lempodevia ler porflm engrm-
los, e ao passo que ellos se occupaui com o da | Hor at .,.- ..
sofuim>,eu quiz cuidar no ful uro (81 Pa-deCer e forlificar o poder social, augmentar c as-
layras oobres e altivas; mas appellando |iara os |scSllrar suas prerogativas e pelo contraro en-
leiloresdeM.de Tocqueville, pergunto : di/.era' cerrar a independencia individual em liaaite*
e,p"S>qM h Vrdade ?n i- raiseslreilos, e subordinar o interesse partteu
Em 1810, M. de tocqueville publicou uma con- i,. _. _, .
tiuuacaode sen livro; noll.i procurava provar a in- dr' ao ln,orCsSC geral.
fluencia da democracia sobre as ideas, do sent- Oulros pergos o ou
meato o coslumes d'America bem como da Fran-
ca. Esta segunda parle leve menos aceita ;o que
a primeira ; segundo o mcu pensar, ninguem se
deve admirar disso. O assumplo quo o autor cs-
coll era, nao era daquelles que se pode conside-
rar por u.ii s lado. Mostrar que a liberdade 6
nec.essaria para moderar a egualdade, sem du-
vida um problema delicado, mas esso problema
resol-
da de-
limitado ; por isso M. de Tocqueville o
ven. Pelo contrario determinar a acciio
perigos c oulros cuidados esperta
os homens de nossos dias.
Na maior parle das naeoes mol. mas.
berano, ijuaesquer que sejam a sua orifea, ..
sua conslituicao e o seu noine, ten
quasi omnipotenlo e os parUeulares rahen de
da em dia no ultimo gio da ftoqaea e da de-
pendencia.
Sudo era diverso as antigs sociedades. \
unidade c 3 unifermi.lade nao se encooll
mocracia sobre as letras, as artes o os coslumes, em parle alguma. Tudo ameaca
e, segundo [omiso, uma queslao insoluve em-
quantoa estodarem isoladamcnte. Quantas cau-
sas nao ha que modificara as ideas, os gostos,
de uma naea .' A religiao, a
minantes; pelo contrario pode ella ser consido- i bunaes asseguram aos litigantes ordinarios un
rada como o ultimo anncl de uma cadea de opi-I justica imparcial e esclarecida, nao consliluera
nies que involve todo o mundo anglo-america- uma garanta poltica para o cdadio. Todas is
no. a Providencia deu a cada individuo, qual- nossas cartas repelen s porfa que a separacio! os sentimenlos de uma naro A
quer que soja, o grao de razo necessaria para Idos tres poderes, cxcculivo, legislativo cjidcia- educago, a mocidade ou idlico de u poro.
que possa dingir-se por si mesmo no que o in- rio, a condicao da liberdade ; mas desde I7S9 sua pobreza ou riqueza, as Iradiroes de seu pas-
leressa exclusivaneole Tal c a grande mxima nunca a justica marchou em Franca a par da au- sado, o secuto em que vive, sao oulros tantos elc-
finH "i ^i'n l,0I^i?s,,JoS~K,,ii(c>f rer^ousa a socie- ; loridadedas cmaras ou do principe ; csse poder montos que nao lem menos influencia que a
egualdade sobre o cara, ler de uma civilis.i;m.
Uccupar-sos de uma dess forras, reconhocen-
do as outras, engrandece-la dosproporclonal-
niente ; 6 ao mesmo lampo condemnar-so a ser
incompleto c por isso mesmo inexacto.
Esse defeilo scnsirel na obra de M. de Toc-
queville; repel Jas ve/es loma a democracia n --
ponsavcl de vicios e flaquezas que nao l!ic per-
tencem. So o goslo do bem-estar forma o sig-
nal caractcrislico de nossa idade
? Nao '
dade civil e poltica : o pai de familia faz appli- independenlo esleve sempre sujeilo. A adninis-
cacoes della i seus filhos, o amo seus cralos, Irajio Iheescapa pelo privilegio de suas jurisdi-'
a municipalidade seus municipes, o poder as ces c mesmo o domina algumas vezes pelos con-
muuicpalidadus, o Estado s provincias, a uniao lucios. Debalde se qucixa o cidadao, o juiz nao
aos lisiados. Estadista por loda a naro, loma- tem aeco sobre o funecionario. que obedece a
se o dogma da soberana do povo. I uma ordem regular, e anda mesmo quo o offi-
A uma sociedade assim constituida nao pre-lctal publico abuso claramente do seu pod cuso pedir a regularidade ou suavidade de nossa 1 necessaria a permisso do Estado para levar o
Civihs.igjo. O individuo entregue, a si mesmo, I culpado a barra dos tribunaes. Nao assim que
nellas mais speroe rude, ahi a existencia mus! as cousas se passam na America ou na Inglaler-
estrepilosa c agitada. E' uma olicina onde cada ra. Todo o agente da auloridade pessoalmcnle egualdade
um procura seu lugar, ludo esperando de sua t responsavel pela ordem que oxenla; nao ha um
coragem e de seu trabalho; mas sob essa desor- s funecionario que o cidado nao possa, quando
dem apparenle que alerrorisa as almas tmidas, i quizer, leva-lo peranto a juslica para o obligar a
como se sent a vida que transborda Como pa- rospeitar a le. Nesscs confliclos inevilaveis que
roce mais enrgico c maior o cidado que c se- se do em todos os paizes entre os particulares
nhor de seu deslino |o Estado, entre nos, o desenlace perteucc a ad-
M. de Tocqueville fez sua esculla enlre essas mnistraco ; entre os Inglozes ( Americanos, o
duas sociedades. Em perigo de r de encontr a desenlace pcrlencc a juslica. Nao ha questo po-
algum prejuzo, prefeno a America. Nao quera lilca ou adininistrat.a que em Franra nao ter-
impor a Franca instiiiiicoes eslraugeiras ; o este I mine com um decreto, e na America com um
um anligo eiro que nao engaa mais a ninguem : processo. E simples a razo disso : cm um g'*-
o que elle admirara nos Estados-Unidos, o quo I verno ceiilralisado, o interesse geral, represen-
nos quera dar, era o espritu de liberdade. Nao lado pelo EsUdo, precede o direto do in lividuo
era desses fatalistas que condemnam uma naco em um paiz livre, odireitodo individuo resiste
a nao sabir jamis da senda que lhe tracaram 88 prelencoes do Estado ; ao juiz a quem loca
seus anlepassados; pensara que a grandeza dos decidir
ornar-so i
semelhanle cm nossas sociedades, que |
particular de cada individuo
em punco na pliysionomia ronmnm. N
pas eslava-n sempre dispolos a abusir
dea que os diroitos particulares sao n-.-
veis e nos somos naturalmente inclina I
gerar esta outra que o interesse de um indi-
viduo deve sempre curvar-se dianle d
de alguns.
* o mundo poltico muda; preciso do
em dianle procurar noves renedioi para
IIOVOS.
Fxar
cortos direitos
desses direiios
.". f^ar ao poder social extensos limito-
visiveis e immoveis; conceder g
B garantir-Ibes o gozo pacifico
conservar ao n 1 % diio a ;
a culpa da independencia, fona c originalidade que lh<
preciso procurar? causa dis- lam; colloca-lo a par da sociedade e
so no desenvolvtmento da industria, no gozo de cm sua face, tal me parece sor
uma longa paz, no augmento da riqueza geral fl gislador no seculo
Inglaterra nao uma don...-Lina e o coramcr-
gular que lodos os anuos faz remar a solidao o
espalda ao longo a abundancia c a paz I Anda
j que duro apenas at o fin desle seclo, ha de
nos ofierect i o maior espectculo que jamis lem
rslo a historia: um povo do cen milboes de
homens, senhor dos dous ocanos, fazendo por
si s face a Europa e dispulando-lhe a supre-
maca dos mares, isto a soberana do mundo !
iiii! esses dous systcmas de governo, adop-
forma que lhe convm. M. do Tocqueville amava
a unidade nacional ; nolava ahi a obra do lem-
po, o produelo natural do genio francez; mas es-
sa unidade lem legtimos limites ; nao se enfla-
quece iiilioduzindu nella a liberdade, o lomando se amigo abuso que louvais; foi separar
sempre a adminislraco da juslica. M di
a
co ah e menos extenso que nos Estados Lui-
dos ? A industria nu transforma a socio lado na
nina bem como na Blgica e na Suissa .'
Em Bostn o New-York, di/. M. de tocqueville
reduzem-so as scicncias ao utl, s se procura a
sua applicaeao immediata. Concedo-o ; mas
-.- que um secu! i de rerolueao separa es-
ns. O g nio >i<' Molesqtiieu nos
listeza di M. de Toe [iiei lile nos
essona, suas in piietaci sin as i os as, i s-
sc futuro que o amcdroi la o da Franca e o da
. "...
ii -.. I o i ;; um lh o que I .-
i lerain, | iiro cn.iai ts ulga-
M. de Sai y c a seu respeito nesle jor-
. ; i indi situaco de i -
.: seachava M dcToi [uevillo ao dei-
i I c b sita _,ii do Icilor que
'' acia 'ni .1//. rica : ser-ne-hiaentilonais
I isl ar a que, do outro lado do oci
lo, o que acabar de dar
o U ni lili ral que sempre con-
.
is sc.i'i lanrado em roslo aos
ii ii em sua Un-ua e desprera-
- lilli i aturascslrangeira -: o que no exterior'
ua a vaidade franceza e o que as raaisl
- ii 'i onfianea ingenua na sii| roi
de de nosso paiz. I u virludc nao c so-
.. as It'llras |ii lenes essa f que faz i
. rea ni guerra e nossa fraqueza em polil-
ios | reilaiiicuti [uc enli e os In-
e Americanos o estado con lituido d
i diverso que en Franra ; mas a
1 i a vi .J.; |e, nos s com prebendemos e esti-
ma' i si regan n ; o nosso. Em um dio- i
le i d slbronai ios soberano, n
i.
'' -'i....... que as 'ornas p >.. :a
i Da di mocracia, til. 1, p. 2:.j. *~
VfNLUETIll.
one jaz a opposieio e como o que parece admi-
ravcla um francez toma um aspecto bem diverso
aos olhos de un; Americano.
O syslema francez repousa na ida romana da
soberana do Estado. O governo nao s o bra-
co da nagao, tambera sua alma. Sem duvida
alguma o Estado procura csclarccer-sc, cerda-so
de cmaras, de conselhos, de homens envclheci-
d na pratca dos negocios; mas
o F.slado quem obra e quem q
on monarcliia, a Franca sem pro um exercito
; ic deve viver do pensamenlo de sens chores.
i novo esse modo de encarar a larefa dogo-
no : o mesmo raziare Riclieleu e f.niz XIV;
0 mesmo fazcm lodos os partidos desde 1769.
Os homens de nossos dias, dizia M. de Tocque-
viile, acham-se niuilo mines divididos do que so
i : disputan! incessantemente para saber a
que luios ser confiada a soberana ; mas ron-
i Jan fai ilmente sobre os devores c direitos da
soberana. Todos oncebem O governo soba ima-
gem de um poder nico, simples, providencia! e
creador [2). A maior parle pensa que o governo
obra mal; mas iodos ireem que o governo deve
in i s, intrnenle obrar c intervirem ludo. Aqucl-
1 mesmos que fazcm a mais crua guerra, nao
iu de concordar a esse respeito. A unidade,
a ubiquidade, a omnipotencia do poder social, a
unifoiradado de suas regias, formam o signal
caracterstico que distingue todos os syslemas
[lolilicos de nosso)} dias. Sao encontrados no
i'uiido das mais extravagantes utopas. O espirito
ao mesmo lempo o cidadao mais prudente e mais
forte.
As reformas que elle pedia nao se drigiam,
pois, a essencia da soberana. Emancipar a mu-
nicipalidade, fa/er della a escola orimaria da li-
berdade, era uma utopia cm 1835; hoje uma
reforma da qual se approximam pouco a poucu
lodos os partidos. U. de Tocqueville nao ficava
ah. Sinceramente chrstio e calholico qui/.era
que a religiao tivesse mais ascendencia sobre a
sociedade. i
Quanlo a mim, dizia elle, duvido que o ho-
(< mem possa jamis supporlar ao mesmo lempo '
uma completa independencia religiosa [enleii-
da por isso a ausencia de qualquer religiao] e
uma iuleira liberdade poltica ; e ciiclino-me a
K pensar que se o homeiu nao lem f. foreoso ]
que sirva ; u se livre, que crea. [II
o as ruaos do juiz que se acba a garanta da lei
e da liberdade. Cuiihccemos esse rgimen, dir
algucm ; remontis ao lempo dos parlamentos;
uma das conquistas da revolucio foi reformar es-
para
Toe- '
queville linha suas duvidas sobre essa nova ver-
dade poltica que rscapou aos nossos viznhos; |
nao quc_ rectamasse para os tribunaes uma'
intervenido poltica de que abusaram os parla-
mentos ; mas elle nao rompreliendia que ai
segurar essa divisan do poderes, fosse necess rio
em caso de conflicto, submeiler a justica ad-
minislraco. Elle bem va que a separacio -
entendida dava ao Estado uma torca que vence
loda a resistencia : procurava somonte o que lu-
crara com isso a liberdade.
_ Taos eran as ideas de M. de Toe lue.vrtte, M4aa
lio relhas na America o lo jusAiftcadas pela ex-
periencia, quo alii tem o carcter de axiomas ;
ideas lo novas em Franca que depos de um
qu.nio de seculo .inda nos admirara por sua ou-
sadia. Sem ler a desculpa de no>sos pas, per-
nens enrclbeci- Para reanimar a f, M. de Tocqueville quera nanceemos as Iheorias da flevolueo ; ideiilili-
M politiconentc separar a igreja do Estado e libertar a religiao canos a liberdade e a egualdade; eremos que
icr. uepUDiica de um patronato que considerara como lio f.iial bastante deslrdir o que excede o nivel commum
para o protector como para o protegido. Julgava
cniiobrccer a religiao separando-a da poltica :
espera va reconciliar assim a igreja eom a egual-
dade que ella ama no templo e com a liberdade
quo nialdiz um pouco por loda a parle, ao passo
que, imitando o cxemplo d'America, scr-lhc-hia
fcil converi-la em seu apoio.
Libertar completamente a imprensa era anda
uma das ideas favoritas quo M. de Tocqueville
trouxera dos Estados-Unidos. Ello bem conhecia
os defeitos da inprensa ; na America, os jornaes,
salvo algumas exceptos, rospeilam-se menos e"
sao mais violentos que os nossos; mas, apezar
des es vicios, a inpronsa, no pensirde M. de
Tocqueville, nao deixava de ser o instrumento
necessario e constitutivo da liberdade, a garanta
das minoras, a salvaguarda dos individuo- 5
Em vez, pois, do roduzir os jornaes para fazer
delles os orgos pudorosos de um partido, quera
multipliea-los infinitamente para que a voz de
cada cidado achasse um echo. Ha vinto o cinco
.:: ] r-:.ssADo ko outrg ruhdo.
LEOX GZI.AA'.
V.
b ii.'. do que o outro
uto de vis lad : diicc
vci i rio o oulro ond 'mnaco ; e nislo
I ram se I : ira cherem de
ita e parilaua dos
Esse nomc infama lo, desacredita I
lia, era o di- -Mossalina.
primeiro niovimenlo da asscnihla fn re-
pelli- i i Irevos como indigno de merecer
io qnalq le o gundo mais refloctido
[nella que lio horrivcl-
i e, Ii n 11 Ilustra I i i ru inulher e como
lili lo perdi por algum
ido na ierra Desses dous senti-
"u o ultimo. E demais, ha vicios,
2 a Democracia, t. 11, pag.330.
Este inmediatamente purou, a fallar verdade.
mais de urna hora. Scrates nao tornara a ap-
r. Teria ficado no caniuho a conversar
com 1 hesplirasto ou com Plalo ?
A que causa allriuir uma demora menos f-
cil de explicar do que as outras havidas durante
a --.10 "
Solales sem duvida nao tera vollado aos Es-
i-L'nidos: Mossalina nao linha razo nenbu-
ma para perder-se nn India como Salanaz ;.......
Ao cabo de hora e mk-ia foi nos annuucado o rc-
i do sabio dos sabios por um estremect-
menlo aitculado na ino do nosso Mdium, 'ira-
/ia ,i resposla. Scrates nao tinlia encontrado
I lii i m lugar njciihuin do reino das Som-
bras. Debalde haviaIpcrcorrdo todos os barros
desse mundo, muilos u.illioes de vales nais vas-1 tranquilamente aqu ou all, na
los do que este em qile habitamos, debaldo linha '
perguntado aos ageiilcb inferiores, encarregados
de uma vigilancia parliictilar, em que recanto ne-
buloso eslava oceulta k lerrivel e cvnica esposa
do imperador Claudio,minguen lhe" linha sabido
dar resposla suflicienld. Todava Messalina
nlava um ente mjuilo
lavel individualidpde
l Da Democracia, I. 11, pag. 329.
a Democracia, t. Ii, II. 22.
(5; a Democracia, t. I, fl. 219228.
ra e que parle do nosso globo habitara no anuo
de 18j'J.
Dessa vez nao foi
I1
para que a liberdade saia logo da superficie.
Conceder a lodos os cidados os mesmos direi-
tos polticos, crear um mecanismo poderoso i
cap lo que transforme em le a vontade nacional,
isto : o vol do maior numero, tal o de noss -
demcratas nais adiantados; ellos nao imaginara
que com ludo isso um paiz nao tem Ubi
A liberdade nao foi inventada para as niJoiias ;
basta-I he n opinio o a torca ; ao individuo o
minora he que necessaria a liberdade.
O habeas-eorpus, a separacio da igreja e do
estado, o direto de ossociacao, a liberd 11
educaco, a liberdade de imprensa nio lem por
(im a.-segurar o (ruinplij dasdoutrinas reinantes
nem dos direitos reconhecidos : pelo contraro, 6
contra a tvrannia do numero, contra a opprcs-
sio do estado que ellas protegem as ideas nas-
centes e os direitos noves que procurara con-
quistar um logar ao sol.
Para org.misar a liberdade, preciso pois ga-
ra nlias lgaos baneras protectoras que dele-
culpa do osudo social ou nao ser simplesmente
porque o espirito ortico dos fnglezej einigrou pa-
ra o novo mundo? A pequea repblica deGene-
bra tem produzido naturalistas, botnicos, c phy-
-; os de primeira ordem, mas em Franca nu nos
fallara Iheoricos. Nao conteslo que em urna dc-
inucraoa as arles o aslettras leuhain um carc-
ter especial, mas nao posso concluir com M. de
Tocqueville que o sgradavo) e dclcilavel veoce-
rao uecessariameiile o grande o o bello. Alhe-
ase Florenca produzirara suas obras primas no
meio de um ; no nioso o desconfiado ; nao -
' realeza e a aristocracia tem produzido melbo-
ros poetas que Sophoclcs, Dantcou Milln. Oer-
ro de .\ de <>: [ loville nao ler conhecido que
o nome de democracia cobre as sociedades mais
-1- o que era cada uma dessas s iciedades ha
em aclividade mil influencias que se ntromet-l
lera e. se combinara com a vida poltica : eis a
razo porque qualquer conclllsio geral ni
rece arriscada e quasi sempre desmentida pela
reflev.an. Os esbooos de M. de I [aoville me
; i rece ni ao menos'conlestaveis, quando elle o.s
aprsenla como leis da democracia ; sao quasi
" verdadeirosquand i algucm os reduz a.is
O o' [.-
em que vivemos.
l'ir-se-lua que os soberanos de n --
s procuram fa/er com os homens grai
sas. Eu qui/.era que ellos cuidassem no
fazer grandes homens, que dessem mi
co obra-e mais ao artista, e se lambrassem in-
cessantemente que uma naci nao pode ,
ueccr por rauito lempo forte, quand
mem individualmente fraco e anda n
acharam formas sociaes, nem conibii
liticas que possam fazer un povo enn
do romposto de cidados pu.-n i
i eos 9 t
A aceilaeo da Democracia na America
, as portas do Insliluto j II. il Im ici II i. I -
1839 foi uomeado nembro da Acadeiuia I sS
cas Moraes ; em l&il da Academia Franceza
Seu discurso de recepeo ten um sig
cular ; urna profissio de f. M. Mo
poiida ao novo eleilo, o notou i un aqu
linio irnica em que primara, \ -
sempre verdadeiros quan I i algucm os re luz
justos limites da i bserv i ii i feita. Eu acertara
quasi todas as suas.idas se lcssc America oli-
do elle cscrcvese Dem >cra i
Comludo se nesse complemento de um bello
livro ha seus defeitos, considero o ultimo ca
io pin sv yititulaj D tierno-1
le politica, como a obra
dez u m
dircurso, senhor, rossa pessoa. t) que
ve- distiiigue do tuJos os vossos coi
-, si i essas convceoes profuu I
.< reproduzem sempre na Voasapeni e roa i. -
| conduzem sera cessar ao mesmo
M. de Tocquevilc substitua Lacue di Cesa
republicano mu moderado no lempo da i
ca e ao depois ministro de Na| olea i. M. de Ces
sac deixava um nome mais conbei idmi-
nistracao do que as letras. Sua vida,
honrada, preslai i-se pouco ao el >g
co. Por essa razo M. de Tocqneville
filiando de sen pn lecessor : repi
nio o execulor inli lligonte, inflexivcl c prol
grandes designios do Ndpoleo, porem
mo lempo como um d -- -
consistir sua gloria en execular a i seu
amo, e seu palrotisno en
longa a expedico : un mi-
[6] a Democracia, t. I, 11. 22!.
7 a Democracia, l. I, fl, 11 \-
rante a sua viagem lelhargica do finito
tillo.
Dados esses oselarccimcrjlos, persisti a
i io chegain o mulo dos partidos ou o fuo
dos syslemas, lodos os seus stud -, todas as
ss,as refle nduzian-o para uma verdade
[ue elle percebia a final em todo o seu es|>lcndor;
e que o o ijeclo principal, o Obje rio essencial da
poltica, ii'.o o estado, mas o individuo. O in-
dividuo i nica furea real c viva ; abate lo pa-
ra engran lecer o estado sacrificar ludo a uma
estril unilormidade. Desenvolver o individuo.
de seu poder e da sua res-
dar-llie o scntimeni i
ponsabildade, libcrla-lo do indo o que lhe pron-
d o pensamenlo, a ,i accio, limitar-lhe
somonte g liberdade pela justc t, "eis o problem i
do futuro. K-si verda le lio si nples, mas lio fe-
cunda a aurora de uma politica nova ; ahi
quo se deve procurar a salvarn das sociedades
modernas e nio em suas formas vias que tantas
i \3 desvairaruru o perderam-nos. Hoje
se comeca a conli > r que -; desse lado que con-:
rom andar : ha vinle e cinco annos que M. de
rocquoville supplicava Franca que cntrasse
i -- raminho, mas infelizmente ninguem o ou-
': i. Na mesma poca um cidado prestavel, um
S
T--1 r
Da Democracia, t. I, f. 1'.).
- T-T -
ao mu-
tullo depois de partir, Scrates voltu a dizer es- senblisa no seu desejo de que se orrancasse
tas meinoraveis palavras assombla.
Nao s soube que Messalina havia retoma-
do uma reforma corporal, que linha vollado para
Ierra, como tambera soube que eslava aqu cutre
nos, nesta amavel reunan.
oler ii Uad
re-
importante por sua
para escapar assim
e, ella nao lem direitos ao nada. En-
Aqui Nesta reunan Entre ros Muilos ou-
lros gritos juntos esses saturara da sala e es-
palharam-se como fogos do artificio om urna
noite de obscuridade. Estarn todos alordoados,
deslumhrados, cegos rom a historia. Pois que !
Messalina seria uma dessas mulheres sentidas
primeira filcira
OU |iliis galeras ; que a impdica esposa do
imbcil Claudio usara plumas ou narabouls, fio
res ou lilas ; conversara cora sua irma ou sua
mi, corasen pai ou marido ; o marido do Mes-
salina Para laes sorprezas na vida anda esli
por nasrer as cxpresses sob a penna dos prosa-
dores ou dos poetas. Verifica-so a insufilciencia
que ha etn pintar-se-lho os ell'cilos e depois nao
se tem cotilas a regular seno com a verdade.
veo Messalina.
.Ii que assim, disse o presidente, vou pe-
dir Scrates que nos ponha em telar.", > magn-
tica com o espirito de Mossalina, mas bem en-
tendido, sob as condicoes de conveniencia, o de
decencia de que nunca se deve apartar uma so-
ciedade ngle/a respeilosa para comsigo e para
cora os mais, reseivando-me alera disso a facul-
dade de levantar a sessao se essas condires nio
me pareccrcm rigorosamente preventivas.
O Sr. Daniel esclamou depois .
Socrales, estaos ahi'?
Essa boa I Se estou aqu
Se Socrales nio disseEssa
se de uma expressio ingleza
mesmo.
leudo recebido a sua niisso
i
boasi
que significa o
official
. pre-
sidente, Scrates procuren logo exlrahir a alma
de Messaliua do corpo da mulher feliz quecon-
linha essa bella alma. O que se passou nesse mo-
, ment no coracao de ludas essas mulheres e\-
esse
e obando-
depois de
da assom-
mios que elle Ltihadcii'do aterra, incon-
! ; im a sua pi i : i,
[autoo senhor Arlhur Daniel anda pouco
m os ltimos abalos, est meditan-
' indicaremos io Icilor que lem o complacen-
trur-se coran oseo pos myslerios do
lo, um guipo sentada nos primeiro.
, ugarede honra, quo formam o hemyei-
do qual csto o senhor Daniel C o
S'-1 d inin.
homem, anda mogo, uma melhcr menos
i |ue elle, formse, de pbvstonomia cal-
modcsta, ambos da melhor sociedade, a
r pi lo traje, formam esse grupo para o qual
dirigimos e caacentranos toda a atlcncio do nos-
nevlo leilor.
X'^^.i, cscutemoscom a nossa melhor attenco
fatigavel chefe do espiritismo, interpellaido ,
nma das ultima vezes O nio menos inatigarel ffiSlSS '
verso que deviam-o presidente Danie
rola que se saberia par Socra- ''/ '^f",""'- u acTesc,',ll'JU, mullas ve-
s de avecen,;, Z^%2+ SSfSa
hostil, em virludc de razes mnito tongas para
-lasaqui, o nosso caso a pesquiza longa
A alma
e minias ve/es mesmo mposstve..
considerada enlao como nao achavol
nain-sc todas as pesquizas.
Assim, disse o presidente Danie
ler agradecido a Sociales em nome
b'.a por lodos os serricos queja havia feilo ao
espitiltsmo, assim, Messalina, ausente do lugar
onde psroria veroznil que a cncontrasseis, ani-
ma de novo oulro corpo,quer en um dos inn-
meros pianolas do universo, quer mesmo na tor-
ra, que jd urna vez habitou, no principio da nos-
sa era ?
Creio que sim, responden Scrates.
i J que assim disse o mancebo sentado ao
pe Ja mora que acabamos de designar ha pouco,
Socral
O presidente inspira-so e chama,
Socrales Scrates I
A m.io do Meditan eslreincceu.
Estou '.-rutando, responde Socral' -.
Queira dizer-nos o destino de Messalina no
mundo dos espirilo.
Suas ordens vio ser executadas immedia-
menle.
-M^mau ^uLiiuua (Jai
rollan ou nao Ierra
[ Vi le o /': ti i i o. 8.
se se Messalina
Presumo, que seria pa-
ra todos que aqui eslo, muito inleressantc sa-
ber qlue novo papel, representa no mundo essa
mulhbr de coslumes lio dissolutos e atroces.
A i alavia fcil, o acccnlo puro, agradavel, as
boas naneiras do orador grangearam-lhe immc- '
diatat lenlo (odas as opinos quo encoslaram-sc
i sua pedindo ao presidente que sollicilasse
I de Socrales o r saber se a infame Messalina ha-
[ vera lescido por acaso para oshabitanlcs da ler
para evocar Messalina. Disse 'icou complclameiil
que nao se all'rontavam certas operaces mague- i les disseA alma
Ucas ou mgicas com os escrpulos eslreitoa e
fastidiosos da alia sociedade que a curiosdadc,
em taos casos, precisara ser (Ilustrada como a
m.-dicina ou como a crurgia ; para resumir dis-
se : Vejo muilos inconvenientes em deixar pai-
rar sobre cada mulher que sabir deslo recinto a
suspeia deploravel do que Messalina, ao passo
que se Messalina esl realmente enlre nos, nao
vejo nial a que tuna impura desse calibre soja
descoberla c corajosamente denunciada a todos
os olhares honestos.
Uando o mancebo acabou de fallar, ergueii-sc
o Mdium c pedio ao presidente a permisso do
dizer Igumas palavras sobre a questo. Era do
seu deverannunciaros phenomenos particulares
que se deram esperar necessariamenle, se qui-
zessem sempre cotihccer qual a mulher presente
que servia de involucro novo a" alma da prosti-
tuta antiga, da corlpzaa coroada. Eis quaes isc-
ram os phenomenos : o seu espirito, chamado
pelo [loder do Mdium, deixaria o corpo c rol-
lara, como j indicamos no principio desla his-
toria, para o reino das abstraeges. Ahi sofTre-
ria, vonlado do Mdium, o costumado interro-
gatorio, o corpo abandonado pelb espirito, nao se
mecheria ; conservara na Ierra o estado deim-
niobilidade completa ou do sonino. Acabado o
interrogatorio o espirito restituido liberdade'e
tornando Ierra, entrara de novo no corpo da
mulher adormecida, e inmediatamente ella acor-
dara, sera nada saber das cousas passadas du-
mmovel. E quando Socra -
de Messalina extrahida do
roa do presidente e grilou-lhe rom uma
voz lormi I ch im i*c um n
falla em pleno marMaster Packington l !
Masler Packington I
l'orm a sesso est acabada, dissc-lhe o
; ule.
Quero Packingl
Queros Parkington 1
Sim. P igtici para i-- i.
J em r.imiulo) parasahir, a mulldao fez uma
rolla eparou al m de ver que deciso se loma-
ra a respeito lesse furioso, que quera por for-
ja M sen eterno 'ackii non.
N i havia rccusar-lhe o que ello pedia com
tanta instancia : o manijo era capaz do devorar
o presi lenl % o l/i ftain c imc u a >.r..
do-os u:n sobre o outro manteiga c pre-
sunto.
Tranquillo al o fui), o digno presidente dis-
se-lhu :
Ora vejamos, meu amigo, o que he
Packington lie seu rmio ? seu pai ? he...
lie o meu capilao : o capitio Packington.
Tem um rmio, Janes Packington, que lie mcr-
rador do sebo e alcatrio em Varmouth ; uma ir-
ma. lamete Packingl in, que vende camares
em Hull ; mas elle, be II nriquo Packingl ti ou
como o chaman, o capiloPack ngl m.
M lito bem di/, culo que elle lio capilao 1
Sim, meu *almao/.i i
Eu nao sou salmozinlio. Tememos ao ca-
p ti >.
CJ estou. s -rvi com elle bodo do lu-
ir/',! e qu i chamavamos .
P"' Pul : "' ::" carr constantemon-
le can io Nev astle pelo Tamisa nesse lugre.
Era o re dos lugres ; vou fallar-Ihc desse lu-
gre...
Nada, nada, falle-nos e depressa do capilao
Packington.
Sim, meu caranguejofa.
Eu nao sou caranguejola.
Est lien:.
O quo desoja he'sor posto em coraraunca-
iteira, fio rom o capilao Pai kington, nao he isso ?
lio o que eu quero, quero conversar com
seu corpo, acaba de deixar totalmente a Ierra c i
Mdium len-a em seu podera mulher, pesa-
da, inerte como uma niassa de chumbo, cabio
sobre o hombio do marido.
O marido levantoo-se de repente como impel-
lido por uma mola de ac ; a assemlla i
que nada havia perdido' dessa secna, deu nina
mniensa gargalbada. A Messalina evocada por
elle era sua mulher..... Sua mulher!
Homem de boin goslo e probidad", o presi-
dente deu no mesmo listante suas ordens ao
Mdium, este Iransmillio-as i Scrates o immc-
diatamenle a alma de Messalie, i, que havia sido
chamada ao mundo dos espirites, vollou com a
mesma velocdade, para o corpo da bella senTto-
ra, que acordou som de nada saber. O marido
nao lhe deixou lempo de informar-se sobre u
motivo que allraha todos os olhares sobre ella
cello; pegou-a nos bracos c sahio da sala, o experiencias esli terminadas. O que desoja sa"
uoiico podo enlao dar largas sua hilari-'. ber sobre o capilao ou do capilao Packiu-
lon ?
revolu.-o leve lugar sob o imperio I un: i
d Ipla crrenle de ideas : o odio ao privio
desojo da liberdade. Dessas duas con
leyava s inslluicocs constiturionaes, a oulra
sob o nomo de. egualda i sobcrai
arrastava o paiz para a cenlralisaca i e p
i i ler absoluto. Foi o que senli N ,
deixou a onda liberal que as len;;
volucao linhan turrado, e mais de uma vez en
sanguenlado; fui uma outra crrenle qu<
barcn sua surte. Poz seu genio
egualdade e dentro em pouco, como os C<
pudedzer.quc linha 0 direto de dominar tuuV
i-urque era sd que fallara en nomc da
lal foi o retrato de N i que M. de i
ville esbocou ousadimeni indo o -
acadmico, lerminou por um
" Aquello que fundara esse in'|
le, e que o susleulara, era o ph
extraordinario que app.ircccu ha
mundo. Era lao grande como pd
homem sem virtude. -
( Coninuor-se-fca. I
D : Democracia, t. II, p. 3G ).
Sim meu arenquezinh lo c racao.
Lu nao sou arenqur/::. se me tai I
vor.
Esl bem.
Has para evocar o espirito he i
quoeu saiba em quo annomurreu
kingl ui. Em que auno morrea ello
Como, em quo auno morreu '
Sera duvida. Repi
1 u espirito he necessario |ue en sai > .
Mas o capitio Pa kingl m nao
ron....
O qin p lis n > he n
Nada,nao snior ; elle hoartuafm i.
de velas, ancorase cordoalhas em S
Gastlc l'ois m nrer qual inorrer !
E entio quer eu chame aqui o
um hoiueni que nio est muri
doudo.
Doudo esi o genhor.
Lo, o presidente Daniel, doudo !
o senhor, sim. lira, vamos a ver a quena
he de nos dous o doudo. l. o s nhoi
lera o poder de mandar vir do fundo I -
espirito? dos morios c de [aze-los I
lo lhe agrada o nao tem o poder de me i/e:
versar cinco minutos rom um In,
vivo e s al'umas n.ilha.s d'aqul,
Cas le?
Aqui, como ni scena da evoca "i J M
lis i a mullidlo que licra parada para conbec i
o_Om do dialogo enlre os dous singulares
roes, largan uua esirondosj gargalbada; as
lesla vez cu nao me atrevera a nffirnar q i
risadas foraui a expressa> de uma i imbana
gida contra o tramo marinheio, o maruj i c
vociro de New-t.asile.
Vejamos, lerm inou elle, pode ou
ultima voz, azer-me conversar como neo n
Iho amigo o capilao Packington f
Dous o confunda I disse presid
do garbosamente do hemveicio para un
porta.
espii
N K CSl i
En lo
quer ? Est bom, i pa-
sa de ura porco do mar, pjritoa-lhe o inantj
mnli-indo-lhe nos salios das bolas como
elle, alli ; com os cotovellos na mesa, como dous I *os e deilar-lhe o barpio e eom o rost > Ii
cimaradas que eramos. Oh 1 que prazer, que' flaninndo contra o espirilisno e os -
prazer, que
felicidade seiia para mim ve-lo fallar como no
lempo cm que elle era simples manijo como cu.
Eu vou dzer-lhes o que me impedio de ser ca-
pilao....
Palle do capilao Packington.
Sim, meu rodovalo.
Eu nao sou rodovalho.
Esl bem.
Ande, apresse-se, a note adianta-so o as
dade.
O espiritismo nao sempre lao louco nos es-1 Aqu est o que desejo saber. Alera de
peclaculOS pblicos que di. Eslava nos seus das I que sou marujo -o bom manijo carvoeiro, lenho
uizes. O ultimo episodio da sesso, que eu jul-1 minbas fuinacas disso, sou tambera ferrelro.
Ora, conhecendo o servico da forja c da raachina,
gava terminado cora esse epilogo, deu-me umdi-
rertlment quasi lao alegre como aquello que
deixavaraos.
Eu me linha esquecido do marujo que nao se
esquecia do seu pedido : o lerrivel interruptor
escapando aos guardas logo que os vio oceupa-
dos com os preparativos de partida, pukui para
quero pergunlar ao capilao Packington, que he
de bom consolho. se devo ir China onde me
prope embarcar por bom prego. Como ferreiro
ou como nechamco.... Depois....
He quanlo basta! Vou evocar o espirito do
seu anligo capilao. Silencio.
o espiritismo
eos.
Eu nao sou porco do mar.
Andaspeiordo qaeisso, es un]
mar velho !
O resto desla disputa perdeu-se pan n
coiifuso de mil dilos milito anima
dos passos, no ranger dos rostidos, d<
da geral.
Tal he o quadro fiel com alguns Ira
nos que es-aparam mnha memoria, doq r
me foi dado ver c ouvir na M
piritsmo de Brighton.
Se agora me ti/essem esta grave rergunl
Acredita ou nio acredita no espiritismo I lu r. -
ponderia : O que se ha de fazer para |
noite ?
E. Bel
FIM.
PERN.m. DE M. 1\ DE lAUiA. IsoJ.
II