Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:08934

Full Text
ASNO XXXTI. HOMERO g,
Por Iresmezes ada fados h'SOOO.
Por tres mczes yenc.Jfs 6S000.
QUiBTi FEIRA !I DE JiHEIRO DE 186?.
Por anno adiantado 19$000.
Porte Arana para o subscriptor.


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1

_J
ENCARREGADOS DA SCCSCUIPCAO DO NORTE.
Paralaba, o Sr. JooRodolpho Gomos; Natal,
o Sr. Antonio Marques da Silva ; Aracaty, oSr. A.
de Lomos Braga; Coar, o Sr. J. Jos de Oliveira
Maranho, o Sr. Manoel Jos Martin Ribeiro
Guimaraos; Piauliy, o Sr. Joo Fernandos de
Moraes Jnior; Para, o Sr. Justino J. itataus;
Amazonas,o Sr. Jarouymo da Costa.
PARTIDA DOS LORRlilOS.
Olinda todos os (Mas as 9 1/2 horas dodia.
Iguarass, Goianna e Paralaba as segundas e
sextas feiras.
S. Antao, Bezerros, Dbnito, Garuar, Allinhoe
Garanhuns as toreas feiras.
Pao d'Aliio, Nazaroih, Liraoeiro, Brejo, Pes-
queira, logazeir*, Flores, Villa Bolla, Boa-Vista,
Ouricury o Ex na.s quaitas-feiras.
Cabo, Serinhiom, Rio Formoso, Una, Barroiros,
Agua Trota, Pimenteiras c Natal quintas feiras.
(Todos08corrcios partera asIOhoras da manhaa.)
AUDIENCIAS DOS TRIBUNAES DA CAPITAL
Tribunal do commercio: segundas e quintas.
Relacao : tercas feiras e sabbados.
Fazenda: tercas, quintas e sabbados asIOhoras.
Juizo do commercio: quintas ao meiodia.
Dito de orphos: tercas e sextas as 10 horas.
Primeira raradocivel: tercaise sextas ao meio dia
Segunda vara do civel: quartas e sabbados ao
meio dia.
EPHEMEKIDKS DO MEZ DE JANEIRO.
1 Ouarto crescente as 8 horas e 28 minutos da
manhaa.
8 I.na cheia a 1 hora e 3 minutos da tarde.
15 Ouarto minguante as 4 horas e 38 minutos da
manhaa.
22 La nova as 9 horas e 27 minutos da tardo
31 Quarto cresc. as 2 horas o 51 min. da manhaa.
PREAMAR DE IIOJE.
Primeiro as 7 horas e 42 minutos da manhaa.
Segundo as 8 horas e 6 minutos da tarde.
DAS DA SEMANA.
9 Segunda. S. Julio m. e S. pisilica sua osp.
10 Terca. S. Paulo primeiro Eremita
11 Quarta. S. Ilygino p. m. ; S. Honorata r.
12 Quinta. S. Salyro m. ; S. Kutropio Leitor.
13 Sexta. S. Hilario b ; S. Effliio m.
ENC.ARREGAOOS DA SUB3CRIPCAO NO SI L.
Alagoas, o Sr. Claudino Falco Dias ; Bal
Sr. JosMarlins Alves ; Rio de Janeiro, o Sr.
Joo Pereira Harlins.
EM PERNAMBUCO.
O preprietario dn diario Manuel Fizuch
U Sabbado. S. Fclu do Nole m. ; S. Macrina v. Faria.na sua vrariapraea da Independ n<
n Do mingo. S. Aio.tro ali |: S. Senindina v. m 'fio 8.
PARTE OFFICIAL
GOYKR.\ DA PROVINCIA.
V vpoiliciite do lia 10 de tlozembro
le 1859,
Officio ao cliofe do polica. Remeti por co-
pia a V. S., para o fim conveniente, o trecho de
nm officio, que me dirigi ojuiz de direilo da
comarca de Garanhuns acerca da auloridade po-
licial de Aguas Bellas.
dilo ao mesmo.Constando que se acham re-
fugiados na Sorra Negra, comarca de Taearal,
Joo Tenorio o sua amasia Thereza, autores do
nssassinato perpetrado na pessoade Joo Tenorio
Albuquerquo, era Aguas Bellas, queira V. S.
brodeslc mino, cuino s ve dos documentos, que
acompanharam o citado officio.
Dito ao mesmo.Fallecen o barodc Cimbres,
grande do imperio, olltaial da imperial ordem da
Rosa, e leudo o son cadver de ser depositado na
groja matriz da Boa-Vista, onde se farao as exe-
quias, amanha s 8 horas do da, peco a V. Exc.
que so digno de expedir as suas ordons para que
so Cacam as honras fnebres, que compelero ao
mesmo baro.
Dito ao chefe de polica. S. F.xc. o Sr. presi-
dente da provincia manda commiinicar a V. S.,
em rrsposla ao son officio do 10 ilo torrente, sob
n. 1332, que acaba de autorisara Ihesouraria pro-
vincial a pagar a quanlia de 4558500, despendida
coin os reparos "da cadeia de Garuar, como se
rccommcudar s respectivas autoridades policiaes v da conta, que acompanhou o citado officio.
que empreguem a maior degenca para a cap-1 Dito ao mesmo.'De ordem de S. Exc. o Sr.
tura desses criminosos. presidente pa provincia peco a V. S., que se sir-
Dilo ao juiz de direitoda comarca de Taearal. va de informar sobre o officio incluso, que foi di-
Constando que se acham refugiados na Sorra "
Negra, comarca de Taearal, Joao Tenorio o sua
amasia Thereza, autores do assassinate perpe-
trado na pessoa de Joo Tenorio de Albuqucrque
era Aguas Bollas, queira Vmc. concorrer do sua
part- para que se consiga a captura dosses crimi-
nosos, so cun clTcilo so acharem ah refugiados.
Dil i ao juiz de direilo Joo Francisco da Silva
Braga.AtlcndVndu ao (pie Vine, verbalmenle
i -"/, prorogo portees o pra/o de cinco mczes,
;m dala de 13 de julho ultimo llie fui mar-
eado para entrar em exercicio na sua nova co-
marca de Par.magua, na provincia do Piauhy.
Cornmimicou-se ao inspector da Ihesouraria de
fazenda, c ao Exui.0 presidente da provincia do
Piauhy.
Expediente do secretario do j/oeerno.
OTiciu ao l-.'.in. bispo diocesano. De ordem de
S. Exc. o Sr. presidente da provincia rogo a V.
Exc.' Rvm" que, para cumplimento de ordena ir-
poriaes, se digne de informar com urgencia sob o
incluso requerimenlo do Jos Calasans Rufo
D ; irle.
i-sc no mesmo sentido, reraeltendo-sc :
Ao commandante das armas, os rcquerimenlos
de Antonia Joaquina de Oliveira, Aloxandrina
Manados Passos, Francisca Joaquina de Souza
Ihcs, Francisca de Helio Falco, Francoli-
na Francisca Pereira, Innocencia .Mara do Esp-
danlo, Joaquina Bezerra do Valle, Hara
Francisca da Conceicao, Hara Gomos Coutinho
do Araaral, Mara Caotana de Jess, Mara Fran-
eisca da Conceicao, Sebastiana Thomazia da Sil-
va, rsula Hara do Nascimenlo, Venanch Hara
do Valle, major Antonio Jos Fcrreira Huniz,
padre Antonio de Oliveira Anluncs, Andrelino
Arce! ka, Candido Jos daSilreira, Fran-
ciscodi Paula Nunes, Flix Gomos, IgnacioV.de
Paula, Jos Francisco da Silva, Joaquira de Sou-
I Teixeira, Joaquira Garca dos Sanios, Joo N-
es Marinho,
nio Pereira,
1 l'tlippe de Oliveira, Manoel Ilylario do
Santa Rosa. Manoel do Nascimenlo Alces, Mi-
Vi res de branlos, al foros Rozencta Hontoi-
ro Lima e Severiano Vieira d'Ortas.
A din ; r da faculdade de direilo: o de Sc-
i Lucio de Farias.
Ao presidente da relacao : os de Antonio
Lean Iro G imcs, Antonio Joaquim da Coneoiou
>el Joaqun) Prannos, Francisca Xavier,
isca Mana de Jess, Jos Felippe de Sania
Anna, brigadeiro Joaquim Bernardo de Figucire-
-. i inulher.
' i si me do tribunal do commercio : o Jo
Dr. los Cantoso de Queiroz Fonseca.
Ao chufe de polica : os de Antonio Gomes da
nio do Espirito Santo, Antonio Jero-
L pes Vianna, Anua Rila de Jess, Antonio
n Andr Avellino. Francisco da Cruz Son-
to, Francisco de Paula Buarque Gonzalo Borgcs
da Fonseca, Isabel Hara da Conceicao, Ignacio
'ira do Ara ojo, Ignacio Jos de i'coilas, J u
Severiano do Reg uniros, Joaquim Jos Pache-
co, Laurnda Lins de Mello, Luiz da Molla, Mana
da Conceicao, Manoel Joaquim, Mara da Concei-
Polycarpo Pereira da Luz.
Ao commandante da diviso naval ; os de An-
i Carolina Fernandos, Ernesto Dias Honteiro,
isca Thereza de Jess, Isabel Hara da Coi -
i, Iguaria Thereza de Jess, Justina Rusa
do. Sanios, Hara Constancia do Cora ;o do Je-
- is, Manoel de Sania Bita, Bita Mara* da ll> :ha,
Thereza Mara do Jess.
Ao inspector da Ihesouraria de fazenda : os de
Anna Joaquina de Albuquerque Cavolcanli
Anna Joaquina do Sacramento, Gongalo Antonio
icio, Ignacio Jos Pacheco, JosThoniaz de
Freilas, Joao Jos de B.-ito, Joo Jos de Andra-
da, Joo .i.-i deSant'Anna, LuU da Silva de
districtoda freguezia
acompauha a Infor-
da comarca de Ga-
V. S. que se sirva de
do officio incluso do
- >".....,.i'jNiiii \jia na iioa .^iiniu
de A: aojo Suilr, Joo Fernandos
Lucio da SiUn, Lisardo Anionl
sus, Miguel dos Aojos Coclho, Raimundo dos 8,1('0 "lo Ingazeira
Sanios Figueiredo, Sotcrio Flix dos Santos, Tilo I provincia manda
rgido pelo juiz do paz do I
de Aguas Bullas, e ao qua
maeao do juiz de direilo
ranhuns.
l'iio ao mesmo.Pego a
informar sobre a mitera
cnsul do Franca, a que acouipanha a informa-
cao do capito do porto.
Dito ao iispi ctor da Ihesouraria do fazenda.
De ordem de s. Exc. o Sr. presidente da provin-
cia peen a V. S. que se sirva de informar, com
urgencia, sobre o incluso requerimenlo, era que
Antonio Jernimo do Oliveira, praticanle dessa
l tirara, pedo um mezdc licetIC-a para tratar
de sua saudo.
Dito ao mesmo. De ordem de S. F.xc. o Sr.
presidente da provincia transmiti a V. S., para
convenientes ovamos, as copias das acias do con-
sol ho adiniuislrativo para furneciraenlo do arse-
nal de guerra, datadas de 28 c 30 de novembro
prximo indo.
Dito ao commandante superior da guarda na-
cional da comarca do Brejo. Do ordem de S,
Exc. o Sr. presidente di provincia peco a V. S.,
que se sirva de informar sobre a inclusa repre-
sen tac, o do major commandante da seceo do
balalno do reserva do municipio de Caruar, re-
lalivamenle apresenlago de urna proposiado
ofliciaes d'aquelle corpo.
Dito aojuiz de direilo da comarca do Bonito.
De ordem do S. Exc. o Sr. presidente da pro-
vincia peca a v. s. que se sirva de informar so-
bre o ollieio incluso, que dirigi o juiz munici-
pal o de orphos do termo do Bonito, o ao qual
se refere a informaeao do delegado interino da
repartieao especial das Ierras publica-.
Dito ao niesmo. De ordem de S. Exc. o Sr.
presidente da provincia siiva-se V. S. de infor-
ni ir sobre o incluso requerimenlo de Viccncia
Joaquina das Dores, a quem se refere a informa
lo chi fe de polica.
Dito ao inspector da Ihesouraria provincial.
De ordem de S. Exc. o Sr. presidente da provin-
cia |ir-.; > .i v*. s. que se ra do informar sobro o
incluso officio do Dr. juiz de direilo da comarca
de S Aulo sobre a queixa, que, por falla do
ien'0 de sold, fazem os guardas nacionaes
deslaca los no lermo de S. Anto.
Dito ao director das obras militares. )c or-
dem do S. Exc. o Sr. presidente da provincia poro
a V. S. que se sirva de informar sobre o officio
incluso, que era 'J do corrodo, o sob n. 1078,
o o lenlo general commandante das ar-
mas s ibre a illutninacao a gjz dos quartes do
'J' e 10" balalhaodo ifanloria.
Dilo ao commandanlc do corpo de polica.
De ordem de S. Exc. o Sr. presidente da provin-
cia mande V. s apresenlar ao Dr. chele de po-
lica, com urgencia, tres pracas do corpo sob sen
commando, alim de escollarem ura criminoso
al o tormo do Ri i Formoso. Coromunicou-se
ao chefe de polica.
Dito ao mesmo. De ordem de S. Exc. o Sr.
presidente da provincia, po.;o a v. s. que se sir-
va e informar subir o n luso requerimenlo de
Jo i (uiua Bezerra do Valle.
Dito ai direcl ir geral da instrueco publica.
De ordem do S. Ese. o Sr. presidente da provin-
cia iei-0 a \. S. ece se sirva de informar sobre o
incluso requerimenlo, em que o professor do C-
ralo 11 Sj de Olila Maximiano Narciso Sobreira
de Moli pede ser pago" de seus vencimentos.
Ditoao astrnomo Eromanuel Liis. De or-
dem de s. Exc. o _Sr. presdeme da provincia
communco a V. s-, em resposta ao sen officio
de l) do corrento, que o capito commandante da
companhia de arlfflces est aulorisado a receb ir
na Ihesouraria d. fazenda os jornaes das duas
pracas, de que Ira a o citado officio.
Dito ao capito Jos Francisco da Silva, dcle-
Cardozo.
Ao director geral dos Indios: os de Pedro Jos
53 do N scirncnlo, e Indios da aldeia de
iros.
Ao commandante superior de Goianna : o do
de Souza Nunes.
Ao inspector do arsenal de marinha : os de En-
Joaquim de Sanl'Anua, llcrculano Flix, da
I Hu ns, Joaquim Feroandes da Rosa, Jos
Carralho da Fonseca, Joo Felippe da Costa,
Lomen -o Jusliniano Pnheiro, Manoel Alves, pes-
j das eslaces de Fra de Portas e Sao
Jos, o o de Raimundo dos Sanios Figueircdo.
Ao capito do porto : os de Jos Faustino Por-
to e Hara da Conceicao da Cosa.
Ao administrador do correio os de Manoel So-
veriano de Albuqucrque Mello, o dos empregados
Ao inspector d >, safiJc publica : os de Jos
rio Carneiro da Cuuha e Manoel Burgos de
Hend
Ao director do arsenal de guerra : os do For-
tunata Fredovinda da Conceicao, Francisco Xa-
das Noves, Francisco Ribeiro Pavo, Izidoro
do Franca Barios.
Aojuiz municipal da Ia vara : os do Anna Ce-
zar Alves de Carvalho, Francisca Thereza da
Cruz, Jos Vicenta Lins, Jos Domingos da Costa,
ha Hara da Conceicao, Joo Ignacio Coc-
Mara das Dores, Hara Idalina do Santa
'., Pedro Celestino Hagnoda Silva,Severino
Alves Brrelo, Iheoyhila Manadas Dores.
Ao '..ninan lantc do corpo de polica : os de
P ira Teixeira, Jos Cuneguudes da Silva,
cia Mara da Conceicao.
Ao juiz municipal do Olinda : os de Jos Joa-
Nogueira o Francisca Francolina de Mello.
Ao director da colonia militar de Pimenteiras :
O de Jos Antonio Pereira.
Ao curador los Africanos livres : os dos Afri-
canos Rodrigues e Matheus,
Ao conselno administrativo do patrimonio dos
ios os de Francisca das Chagas Mondes e de
.ano Francisco Xavier v liollanda Chacn.
Offlcie aocommandanlc das armas. De ordem
de s Fxc. o Sr. presidente da provincia declaro
a V. Exc em resposta ao seu ollieio de honlcm,
ob n. 1081, que se mandou dar transporte para
a enre oo invalido Francisco Jos da Silva.
Dilo ao mesmo.Avista da informaeao inclusa
pector da Ihesouraria de fazenda, pci;o a
11 Exc, de ordem de S. Exc. o Sr. presidente da
incia, se sirva de dcclarar-me se a marcha,
que fez o lenle Francisco de Assis Guimaraos,
cojo requerimenlo devolvo, foi em virtude deser-
vido militar ou de polica.
Dito ao mesmo S. Exc. o Sr. presidenta da
provincia manda commiinicar a V. Exc., em res-
posta ac. seu officio de 28 de novembro ultimo,
n. 1030, que acaba de aulorisar a Ihesoura-
ria provincial a pagara importancia das despezas
eitas com o; alugueres da casa, que serve de
qoarlel do destacamento do Bonito, o com o for-
ceiroento de luzes, rus ruezesde margo a outu-
posla ao seu ol
que, pur despachi
raria provincial a
em que importara)
roez de outubro,
nessa villa
Portara.O SrJ a
do paquetes a va
edrte, de ordem
provincia, no ra
bacharcl Pedro d
to de i de novembro ultimo,
de hoje, aulorisou a thesou-
pagar a quanlia de 3879910 re.,
os vencimentos, relativos ao
ii suarda nacional destacada
Iva,
S. Exc. o Sr. presidente da
communicar a V. s., em re
enio da companha brasileira
or mande dar passagem para a
le s. Fxc. o Sr. presidente da
or qu se espera do norte, ao
Albuquerque Aulran.
COMMDO DAS ARMAS.
Quartcl kcii:'1':iI lu cuiiiniiiilo las
ansias le lp4^rnamS>ne>, na cilia-
do lo itcufe, 9 do Janeiro d
1860.
ORDOI 1)0 DIA N. 339.
O lenonte gemjral commandante das armas
determina, que annuada soja sua ordem do dia
n. 33S ni parle som me que trata dos Sis. ma-
jares Jos Francisco da Sih a e Joo Baplista do
Souza Braga, que Ikara comprehenddos na deli-
beraeo lomada n
mais senhores ol
Assignado. Jos
Conforme.Horacio de Gusmao Coclho
ros ajudante d'ordens.
sssa ordem a respeito dos de-
caos.
' Joaquim Coelho.
alfe-
Africa poriii^uf/a.
I.
Ha quasi quarenla annos que o demonio do
revoluco se apoderou desle paiz. o no flm des-
te largo espaco a prora cabal est lirada. Se nao
loram os miihoes que a febre amarella lem afu-
genlado do Brasil e que Portugal lem quasi to-
dos recebido ; se ilo fra a honesta Industria
das notas falsas, c a da agintagom a que se rc-
duzi.iia hoje a actvidade commercial ? Que o di-
ga, anda as?ini, o morimcnlo martimo nacio-
nal do porto de Lisboa que de formosos e pas-
sanlcs navios que antigamenle IraBcavam para a
ludia, China, c America, hoje desceu aos hiales
e barcas de pequea porte, tacto parallelo aquel-
la do anligo esplendor de casas verdaderamente
coinmcrciaes comparado niesquinhez daquellas
que hoje mereccm osle nomc.
Eo mesmo se d po commercio interior. Per-
corram-se os mercados provineianos.observcm-se
as povoacoes sortadajase o descahimento nao po-
der ser contestado
Ajnizai-pelasapparencias.de Lisboa da prospe-
ridade do paiz mesmo que tomar a uuvcm por
Juno e o erro conkmellido naturalmente por
inexperieiites eslrangeiros, ou vergonhosameute
por (cranos nacionaes.
Grande crrae qunnlo a nos elevar tanto, n-
sufluar, qual ra da fbula, esse progresso men-
ijoso que ah se observa que no tom de real nao
seno o resultado naturnldo aadameato de urna
sociedade que nao anda cadver e que se v
esporeada pelos deslumbraules exemplus dos vi-
sinhos.
Vcrdadeiramenta patritico aquelle e3ludo
ano desprezando ouropeis po a mo na choga
Iho indica o remedio ; o resto conslituir um .
bom sectario de theorias mais ou menos fasci-:
nanles, mas nao couslitue um bom filho desla
Ierra.
Nem nos venham com as mos cara arguiu- '
do-nos de desprezarmos cortos resultados mo-
res: aos quacsopponho muitas uniros immo-
raes, lilhos do novo syslema, ao menos ortica-
mente, (eremos anda de notar que em 1320 lo- '
da a naoo abencoou o niovimento de reforma,
que se perdeu no pelago das Ihcorias abslrusas,
exticas ou redieulas da revoluco que perden-
do o poder soube deixar dividida a naco, que
unida encontrara, o assiqi adiou, Dos sabe al
quando, o couseguimenlo de un estado de ver-
dadeiro progresso e do verda Jeira liberdade, era-
[iiaiito que por outro lado descoyuntando loda
a machina social que muilo linda de bom abri [
O caminho da decadencia mrale material.
cerlo taniliem que a independencia do Brasil
veio laucar grande perturbado eiu as nossas re-
Ii.'oes commerciaes ; mas este facto nao lem se- '
nao una forra apparenle.
A Inglaterra perdendo grande parte das suas
colonias americanas que formaram os Estados- !
Unidos, vio alargar com elles as suas retardes |
commerciaes por um modo prodigioso. O mes-
mo nos devia succeder com o Brasil, cujo com-
mercio de imporlaco e exporlacao crescendo to-
dos os dias dar beni para que portuguez all
conquistasse una parle, talrcz ludo quanto per- ,
dora pela independencia. A Inglaterra procurou
e achou lambcm outro remedio para o mal da
perda do mercado exclusivo dos Estados-Unidos
deseuvolvendo o seu poder na India o preparan-
do as colonias da Australia para subsliluirem '
aquella quondo perdida.
Nao iinitou esla sabia previso o liberalismo
portuguez. Senhor dos destinos desla naco em
1S!, adiando o campo dosembaiaeado para tudo
ousar o por tanto para poder fazer' todo o bom,
perdeu o norte dus verdadeiros inlercsses da pa-
tria c enlrelcve-se com deslruicoese com uics-i
quinhos interesses de bando ; ms anda destruio
lodos esses raesmos elementos donde podia sur- ;
gir era a nossa frica um outro Brasil, urna pos- i
sesso magnifica que nos podia reharcr todas as
oreas, todas as riquezas perdidas e levantar-nos ;
ao oslado de naco digna do entrar em linha
com as oulras.
Destruio os frailes, abato i a igreja, comprimi'
quanto pode o espirito religioso da naco, nicos
poderosos baratos meios com que podamos c-
rilsar e por lano seuhorcar-nos verdadeira-'
monte da nossa frica, e anda boje una paste
desse liberalismo, a mais ininlelligonlo destes
grandes interesses, mas por certa a nao menos
atrevida e ingoveruavel se indigna porque dous
barbadinhos italianos de passagem para o Bra-
sil tireram a audacia de vir alfrontar a liberdade
liberal desla Ierra com os seus humildes hbitos,
to dulcientes da cirUisadora saia-balo que por
ah toma as nossas ras ecsgola as algibeiras dos
pobres pais de familia !
Ali o Brasil, sim, csscj se curou dessas exa-
geracOes de seu liberalismo parvamente irreli-
giosa e por S30 os seus oreanicntos do a prova
da sua prospcridale.
o Brasil que anda conserva as ordens religio-
sas chama as irrnas da caridade, os lazaristas a
quem confia os seus seminarios, os capuchinhos
a quem confia as suas missoes cmquanlo por c
se faz guerra a ludo isso. quando Portugal lem a
sua frica que cirilisada chrislaraenle Ihe pro-
porcionara os nios de conseguir ser urna na-
co, e nao pode civilisa-la porque nao tem mis-
soes.
A este ponto dirigamos o nosso discurso ;
para aqu, para a civilisacao da nossa frica
que nos qui/.eramos ver rollada urna pouca de
allcnco dos nossos estadistas c legisladores.
Nao quiz -ramos que se descurasse a mi-pa-
tria ; poda haver ah caminhos de ferro, lele-
graphos de elctricos, c lodos os grandes rae-
Ihoramcntos maleriaesque sao grande gloria da
nossa poca ; mas nada disso contradi/, a civili-
sacao da nossa frica, nada so oppoe a que da-
quella vasta regio so faca urna riquissima c po-
lentissima colonia, onde voachar emprego tan-
tas intalligencias c actividades, que ah se mor-
rem mingua de cullocaco e grangeamento de
vida condigna em meio da multido dos preten-
dontes de empregos publi;os, que um cancro
voraz da nossa vida social.
E era rerdado se deilarmos a vista
das mais modernas e exactas cartas
cas da frica austral ah vemos una
se estende de Moeambiqne a Angola por OJO "le-
guas de terrenos feracissimos, cortados de cor-
rentes formidaveis,navegareis acentos de leguas
das duas costas habitadas por numerosas tribus
do selragens de coslumes antes bramlos do que
barbarose com um grande dcsenrolvimento de
rosta martimas, com portes alguns magnificse
olferecendo gjandes provincias nao menos salu-
bres do que a Europa.
Fsla vasta regio est chamando as atlcncoes
dos amantes da scicncia geographica e,o que
omearador para o nosso dominio africano, est
excitando a avidez do commercio inglez e as
ambiges das sociedades de propaganda prots-
tenle.
N
para urna
reographi-
rcgi.) que
uo podemos deixar de admirar, de nos
espantar do silencio em que os nossos estadis-
tas do dia de hoje (cera, paraca que de proposi-
to, conservado esla queslo. Se ah se falla da
frica porque Hocambiquo e Angola ainda
pertencem a Portugal : nom a furia legisladora
do Sr. vizconde de S demonstra o contrario por
que nao custa muilo fazer estiradas o numerosas
leis, a maior parte inapplicavei8 c inapplicadas,
que nao ho de fazer a civilisacao da nessa fri-
ca, resotvendo assim oslo nosso grande proble-
ma nacional, nem em particular se oceupam de
provenir as conhecidas o nao disfamadas lenta-
vas que agitam a nossa fiel alliada, a Ingla-
terra, de ir lomar p nessa regio que demora
entre os limites, conhecidos e realmente por
nos senhorcados, das nossas colonias perigo ini-
menso, porque desde o da em que urna baneira
ingleza lieniiilar em meio doalguma tribu do in-
terior da frica-austral, desde esse dia podemos
comooar a.cntrouxar o facto para abandonar-nos a
frica, pois que o espirito invasor da Ingla-
terra e o seu pouco escrpulo neste ponto de-
monstram-no bem urna grande, parle das suas
possessoes.
Querendo pois conjurar este grande perigo
entraremos em algumas particularidades acerca
da nossa frica c sobre as Imitativas da Ingla-
terra, servindo-nos para isso da mesma obra pu-
blicada pelo Dr. I.ivingstone (1) que todo a por-
luguez, amante das cousas da sua Ierra deve 1er
com atteneo.
Dos perdoc a quem dexou occaso a esto mi-
nistro protestante para ler a gloria dessa nlc-
ressante, perigosa e atrevida viagem. A exlinc-
co dos Jesutas, como indica este mesmo viajan-
te, c a. completa cxlincfio das ordens religiosas
om 35 e o completo desprezo que se lera feito
daquellas nossas colonias que fez ceder o pas-
so audaz empreza do inglez, que portuguezes
teriam ha muilo executado, o que. sera duvida
depois da ndepenpenca do Brasil, depois de 34,
o governo portuguez devia ter feito cxccular,
como meio de cuuheccr o que umm e podam ser
as nossas colonias e o meio e o campo onde
mais ventajosamente empenhar all a balallia da
civilisacao contra a barbaria, engastando assim
na eoroa de Portugal una preciosa podra, at
hoje conservada em Imito.
Nao foi esto comuvtlimonta emprchendido
primeiro polo Dr. Liviugstone ; soube elle fazer
Pila viagem cora todos os predicados scinnlificos,
commerciaes c religiosos que um proleslanle in-
glez pode e sabe alliar.
E com elfeilo elle mesmo confessa nao ter si-
- do o primeiro em fazer passagem de Angola a
Moeambiqne.
.i. nos alsemos, oscreve elle (2, que os
negociantes de Cassang (3) fnzem um commer-
cio considcravel com as iribus do interior, por
' meio dos mercaderes indgenas, chamados Pom-
beiros, conhi-cidos na historia de Angola com o
, nomc de traficantes negros. Dous desles pom-
beiios, Pedro Joao Roplisla o Antonio Jos, que
0 primeiro negociante eslabolecido era Cnssange
linha enviado aos povos do centro vollam agora
i das possessoes portugue/.as da cosa oriental
cora cartas do governador de Mooambiquc data-
das de 1815: o que prova segundo as proprias
evpressoes da carta do governador a possibiiida-
| do de slalo-lc-cer una ra de conimunicaoo
entre Moeambiqne e l.oanda. K esta a vez tunca
que subditos portuguezes lenham atravesado o
| continente africano; iienhum portuguez feznun-
ca esta viagem, bem que esla qualidade a
Pedro Baptista e a Antonio Jos.
Soja como for, c a pozar do estranho que ,
esta uarcacjio.quo s em 1855 chegassem a l.oanda
; carias do governador do Moeambiqne datadas de
1815, cerlo que j.i neste anuo negociantes,
portuguezes, em que pese a Mr. Lcvingstone,
partidos de Angola tiiihain ido a Hocambiquo,
nem he paorarol que elle ignorasse porque devia
oslar munido de lodos as noticias que das colo-
nias portuguezas podiam ser forneci las, e
urna importante era osla, que eslabeloee a
quem perlence u prioridade dcsta atrevida via-
gem.
Nem descontinua o viajante inglez no sen era-
penlio de descobridor c de precursor do comiuei-
i ci o rcligio anglicanas. I. anda elle agora per-
correndo em vina lancha a vapor o rio Shiro,
grande coulluento do Zombese, magnifica arteria
d;i nossa frica oriental.
Mas porque mclhor se conheca a importancia
dos seus irabalhos, c dos resultados que pode ter
cumpre entrar em algumas noticias das regios
que elle percorreu antes de nos mostrar elle
| mesmoquaes sao os fin a quo leudo c como
cumpro a Portugal prevcni-los, o que [aremos em
outro ou outros artigos.
11
Antes do bosquejarmos em rpidos c largos
traeos como o comporta esta escripia a vasta
regio, que se estende de Angola a Mozambi-
que, no intento de mclhor fazer apreciar" a sua
importancia ea facidmte de a elevar eonili-
cao das mais ricas c vant.ijosas colonias, ad-
verliremosquo com este nomo de frica portu-
guesa mais queremos indicar um desojo do
, que um facto, dando assim por assenlaio, que
| Portugal ha de realmente dominar todo esse
! vasto territorio, cuja motado e mais, o centro
das duas colonias, escapa ainda sua aeco o
dominio e assim offerece um largo campo s
ambicoosda nossa amiga e fiel alliada a Ingla-
terra.
E' cerlo que tudo nos convida ao grandioso
empoiiho da civilisacao da frica austral ; ne-
cessidade de justificar aos olhos da civilisacao
europea o nosso dominio, necessdade urgente
de provenir perigosos visinhos, configuraco do
I territorio eseu magnifico syslema flutial, foiti
lidade, produccoes, exuberancia de regetaco e
i riqueza do reino anima!, espirito pacifico e "hos-
pitaleiro das tribus do interior, tudo, tudo ofe-
j rece motivos e fac idades para Portugal se a-
I pressar a desempenhar-se da grande divida quo
; contrado, quando a Providencia lhe conliou pa-
ra os civilsarchristaamente tantos rayriades ie
. homens, que elle lem deixado e;n longo, assaz
longo abandono.
E nem a Providencia lhe cscaccou facilidades,
l-aneando-sc a vista por esse vasto trato do ter-
ritorio, seis vezes maior que toda a pennsula
ibrica observando-o assim compacto sob o sol
ardenle dos trpicos, cuida-so, e a ida ami-
ga, que o interior da frica austral deva desm-
ura outro Sahara. Bem pelo contrario numero
; sissimas e caudolosas correnles, que vo laucar-
se ora soiierbos rios soprovas de que a Provi-
dencia nao abandonen lo vastas espacos mer-
c de um sol estorilisa lor.
Mas ha mais ainda. Cerca do 150 logias ao
oriente de Angola sob o \2. grao do Idlitude
: sul estende-se urna vasta planura que se pro-
longa para leste por espatos descontecidos. Es-
la planura determina o syslema fluvial da frica
1 austral, delta parteo Liba correado do nortea
su] e indo cahir direitamente no Zambese cujo
; principal rumo tem a sua origem mais a leste,
: suspeitando Livingstone, que mais a leste ainda
existam asfontes do Ntto, c:u razo de coinci-
i dir a estaca o das chuvas que devem produzr
I inniindaco da Kilo com as que produzem as do
] Zambese.
| Esta grande planura ou ch'.a innundada por
i chuvas torrenciaos nos dous invenios ananaes
desla regio, em novembro e nos mczes de l'e-
[ verciro c al meados de maio. Como porm es-
teja cuberlo de copiosas e fortes hervas a agua
inlillra-se na Ierra o d origem e perenne al-
mcnlo a caudalosos milliares de ribeiras c cor-
renles que vo formar o grjnde Zambese quo
I desee para a cosa oriental e o Kasai que corren-
! do de sul a norte e ao seu lado esquerdo outro
' grande rio, o Coango lomam no 5 de latitudc a
100 leguas da costa a direceo do occidente e o
i nomo de Zaire ou Congo e "assim rcm cahir no
. Atlntico.
de leslo Uo Ali-
go que paiece ser a Ironteira
gola
Sentaivos, diz o doulor, naquelle sitio don-
do Hara Stuarde assistio batalha deLangside;
laneai a vista para o valle do Clvde e taris a
miniatura do valle do Guango: cen railhas de
largo, coberlo de sombras florestas, que veslem
as duas creoslas deixando apenas no nudo um
prado estreilo de um verde claro curiado pelo
Coango que serpenloaudo-o na direcoao do nor-
te brilha min os raios do sol. A 'rampa que
alrSvessanios, nao lem monos de 300 metros do
altura perpendicular e em tace elova-se-nos una
soberba cadeia de monlanhas. Esta grandioso
espectculo, ao sair das florestas tenebrosas de
l.oanda, faz-me experimentara sensacaoda um
espesso veu que me lirassem dos olhos.
......O Coango aqui um rio profundo, de
IpO metros de largo correndo p ir vastas plani-
cies cobertas de canaviaes e de hervas gigan-
tescas.
Chegados ao cume do Tala-Hungongonge.
adiamos urna planura semelhanla do outro lado
(do valle do Coango) coberlo do grandos ao-
res, entre ns quaes, distingo o Manonga-Zambi,
que d inicios do tamanho de urna bala de 32 c
dahi tornei a deitar a vista para osle vallo, cuja
ferlilidade iguala ado ilississipi.... ( pag. i il,
l i, 419.]
O valle do Zambos aprsenla ainda maior
ferlilidade e basla apuntar o enm.o dos Barotses,
no centro mesmo da frica. F.sla plntale de
10!) milhas de comprdn sobre 2 i de largo, lodos
os annos innundada como os corop I i Nilo pr i-
du/. duas colheitas, o os numerases rebanhos do
podem ah acabar as nasta-
bois e vaccas nao
gens ( pag. 211.
Ncsles mesmos campos se cultiva a caima dn
assucar, mas os africanos nao sabem nem disli-
la-la, nem cxtrahir-lhe o assucar [pag. 215
Assim como ha aguas e chuvas abundantes,
ha tambera fro. Assim as margensdo Cho-
lle, grande con finen fe do Zambese 18." gr. de
lat. sul j gola no invern por modo quo m n-
moda mesmo os Barotses. Remolando o valle
doste, subindo o Zambese nao ha gelo mas o
vento sul faz a mesma sf:<- so geiasse
orintente (059).
A par das magnificencias da nalurcza que aqui
apenas dexamos entrever est a bemgoida odas
popula oes, cuja brandura de trato nao lera si-
do arruinada polo trafico da escravalura, que fe-
lizmente nao tom chegado regio interior; or
modo que ah nao ha guerra entre as tribus, sc-
senao para roubor os gados; algtira is deslas pa-
ra viverem em paz tem renunciado crcaco
desle.
"i Dr. Livingstone achou cm geral um i g
ros bosplalidade em tolas ns iribus que habi-
lam as margens do Zambese o Liba quo ello
percorreu. Muitas vezes o soccorreram quando
j privado de lodos os recursos e a tribu dos
M ikololos, que seiih.iiia com seus diftcronles ra-
mos estas paragens, fornccou-lhe quanto podia;
una guarda, urna frota e :j[ pirogas para re-
montar 0 Zambese o o Liba c favorecern! nn
quanto podoramoa .'cus projci los do viagem al
costa occidental d'Afriea, chogando m no a
comprehendore a desejar que dalla viesseporeui-
ietm contado com os blancos dessa costa p o -
tugese* de Loanda.
Nom islo tai rosoliico de um chefe, mas de-
liberado lomada om assembla da narao, d
de varios e encontrados pareceres, c como ne-
gocio d'estado designando-se logo alii 27 ho-
mens que acompanhassem e doutor, na i
croados, mas como auxiliares, sendo quo no di-
zer dos mais autorisados orad >r i empresa da
viagem ao Oeste nao interessava mi n is i s M iko-
tolos e ao son chefe, do que ao do il p irque
desejavam por-se em relacao com
desla costa para nao seren victimas
dos negociantes do Cab
os brancos
da avaresa
Lvingsto-
la, e
tratamento
(1) Explorations dans t'interieur de l'A frique-
australe et voyages atravers le continent de
Saint-Panl de Loanda l'embouchure dv Zam-
beze de 18l0n1850. Verso (ranceza de madama
Loreau 1859.
Ora, ambos estes rios nascem no pequcuo la-
go Dilolo, () logo cm trrenles candaos, cor-
rendo orondamente polo bronco declive da pla-
nura c formando assim una ligaco lluvial nao
interrumpida do Atlntico no mar das In-
dias.
Este facto importante c que se d em nm pon-
to percorrido pelos negociantes portuguezes de
I Cassangc, mostra quanto seria fcil cslender o
I nosso dominio por esla regio.
Escusado encarecer a magnificencia dos
pai/.cs que estes rios atravessam ; iranscrevere-
mos porm aqui a desenpeo do Valle de Coan-
(2) A pag. 479 da citada obra.
(3 Distrii to 90 leguas pouco mais ou menos
ao oriente de S. Paulo de Loanda, na margera
esquerda do Coango, grande rio navegare! que
corre de sul a norte e vai desaguar no Kasai,
maior ainda, tomando reunidos o nomo de Zalrc
ou Congo; limite norte do reino do Congo e por-
tanto da dominago portugueza, que acaba de
exercor neste reino o direto do suzerauia en-
I Ihrnnisando o marquez do Cazcmbe.
(4) Apenas a 1,200 metros sobre o nivel do
mar. Ora, devendo ter o Zambese cora o seu
anllenle o Liba, que c o que nasce do logo,
muito para mais do 2,000 kilmetros de curso e
o Kasai e Congo para mais 1.5C0 do ver que
devendo a sua correnlc ser branda devem olfe-
recer grandes facilidades navegaco inte-
rior.
Cumpre advertir que nem o Liba, nem o Ka-
sai nascem exactamente no lago, mas sim dous
rios, com o mesmo nome, affluentes daquelles,
dos quaes o que desee para o Kasai linha quando
o doulor c atravessou urna milha de largo c um
metro de profundidade.
Asstm foi que a guarda auxiliar do
neo acompanhou effectivamente ato
ahi ficaram muilo satisfeilos com o .
quo receberam a vend que Bzeram do marfini
que traziam : por molo que vedando ao sen
paiz o chefe summamenie sattsfeito com o re-
sultado do negocio, com os presentes que lhe
raandaram as autoridades de Loanda com
urna nova a:somb!a o lhe propuz a queslo da
contiuuaco deslas relaoes com os broncos, c
mesmo foi feila apropdsicao delei pira que Ma-
kololos subissem o Zambese, c se fossem esla-
bclecer no vale de Barots?.
Opposeram-so alguns velhos, porque ;1(
perder a linha de Chob o do Zambese que os
defenda contra os Hatebcdes; alguns jovens
guerreiros lambcm combateram a proposta por
isso que a herra espessa da campia uo dei-
xa ah correr, nem marchar. Depois que tolos
fallaran), o chefe Sckclelu, drigndo-se a i
lor, disso:
< Estou perfeitamenta convencido da vanta-
gem enorme quo teriamos em Iralicar directa-
mente com o paiz que ros acabis de abrir-nos,
o pens que bem fariamos eslahctecendo-nos em
meio dos Barotses para encurlar assim o ca-
minho entre nos o Loanda ; mas com quem ha-
vemos de virer l ? Se ros riesses com nosco
partiramos amanh ; assim quando vierdes do
paiz dos brancos onde idos buscar Hac-Roberl
; a mulher do missionario] vos me acharis no
lugar que me designar-des. >
Se pois os Hakololos se nao approximaram de
Loanda, parece que persistiram no proposito de
commcrciarem com esta cidade onde, segundo
all lhe escroveram os amigos do doulor, che-
gou outra caravana carregaJa de marQm e pa-
rece que repcliriam.
Estas boas disposicocs dos Hakololosso mui-
lo interessanles, por quanto urna naco nume-
rosa, tuja capital Lyniauti tem solo mil habi-
tantes, emprehendedora c que manifesla as me-
Ihores disposicocs para tratar com portuguezes.
lleslavj-nio ainda, conta o dentar, cal que
trouxeri de Angola e um pouco do ass icar que
linha guardado no met carro; em quanto so
nao gaslou o assucar, Skeltu honrou-mo a
roinhamesa com asna presenca, desconsolndo-
se mudo quando se acabou.
Nao desconlicce elle, como disssemos, a can-
oa d'assucar, que os Barotses culiivain, mas nao
sabia que della se tirara aquella podra branca
que elle diltaia lo deliciosamente. Ouaudo lhe
expliquei como isso se fa/.ia pedio-me lhe ar-
ranjasseos aparelhos necessarios para a fabrica-
eo do assucar, que ento plantara elle campos
de cana e se va j possudor de mullas pedias
de assucar. Toraoi lodo o marfim que qui-
zerdes e arranjai-nio esse moinho. Muito gos-
lei desse desojo, e incumbi-me da commisso.
Animado com esta promessa podio ainda, 0.110
lhe levasse um sorlimcnto de falo de tola- as
qualidades c cores e principalmente urna jaque-
ta, colares de perolas, lio de moial amarello,
urna excedente espingarda, cm fim todas as bel-
las coisas que se eocontram no paiz dos brancos.
Temo, lhe respond, c.uc ser preciso muilo
marfm para tanta coisa
Tudo quanto ahi est, toma-o, cxclaniaram
os conselheiros, seris culpado se o nao acei-
taos Skllu desejava tambera cavados que
lhe tinhim servido muilo na casa dois que Iho
cu dora o o seu desojo era introduzir a rara no
seu paiz.
Pensei que dos portuguezes se podia haver
um cavado e algumas egoas. Todos os Hako-
lolos estavam contcnlissimos com os borros que
Irouxeramos e que sao ptima acquisico por
que nao sao offeudidos pela tse-ts. (5)
(5) Mosca venenosa que mala os bois, cavados
e alguns animaes selvagens, mas que nao lem
aeco sobre o homoiu nem sobre alguns animaes.
Infesta s algumas partes da frica.
I).. iui se \ quanto nteresse na > pode ii a
nosso commercio e udusirin da abertura
trafico com o interior da frica (J que p<
Sdk.elt.-lu oqu desejam iodos os pretos
"" P 'II......ITererer-iios um nn rea lo p
a venda jos nessos produi los. E' urna idea
basta cnum-ia-la para se lhe descubrir para los *
loco o seu alcance.
Assim pois, o que se deprehcndi I I I
les tactos, que o inlerfor d\\
por Ir:,.ns, que 11,10 go-fj ,j a
cesnveis nu commercio c influencia portugui 1
com prevelos incalen 11\ '.-.
Diss irnos que o ni ignill srstem 1 fluvial in
para o norle o sul desee do lago Hillo podia
muitn favorecer lo los os meios que 11 1 .-- 1 -
pozessem em prattaa e agora acres 11 ,1 unos
o Cuanta que despmboc nu Ocano Atlant
junto a Loanda o ruja origem mal c rali 1,
parece pie p rten ao mesin 1 si -'
h :endii da planura do Dilu 1 direcl miente
ra o occidente emqnaiiio n Kasai o Coan
correm pua o non- e o Liba o .'. unbi ;
0 sul, o danza, dizemos, talvez que 11 :
urna via para penetrar na frica.
Livingstone aponl i-llia a orig >,
tasopposl is S baca do C lang 1 q ic n 1 1 disl i:a
vinte legoas da origem do K dsai. |. .
1 '' I'"'I" raqui si p isn abrir tambera '
c immunii ico fluvial, anda quo .
pelas qui :
lambem a cobslruero do um ramuli 1 i
de Loanda at per'o de C maro -
planas do Coan/1 e diz nn( a s, ,, .
quena.
E He caminh 1 ira Iransfnrmir tod -
das marg ns do Cuan/1 c al ihri 1 1
das tribus 111 taj ondonles il is 1
I i7 Esta camj iho, \u t>\\ ain : 1 ; -1 ',.-
-"-' iraria ao porto !.. m la o ro
ii 1 1 o interior '11 Afri 1 mei dional.
l>s il que ao m nos todas oslas ind
-.rv un pjra excitar a opinio publica contri
tentativas de pM;>aganda comraerci il e 1
i -1 ng in : qu 1 a uutt
icm is.
I x -
Le-sc ;i 1 Journal den Deb Us :
" '' o las as cartas [u temos re 1
lio, h 1 quinze das desla par,', si 1 chi ias d
duras bem nu mal funda las s 1 os!
I im rador Alcxan Ir cm \ arsovia, o
conferenci is que lecm tido igar era Bn 1
ran > o o prim nle da Prus-
seu to. 11- nossos corresp m lenti apn s-
- .-.-. cm esclarecer-nos sobre a imporlai
is confere ond --
que tratou-se nao das questoes acl 1
pendentes entro as gra id < potan europeas,
sublevaron] pela 1 o p >la
;o preliminar Vitla-1
la ne m
bjica s 1 ia ni >m iturj poi | nao a-
11a or,en do da, 1 .
';' tnnl >. o sobro !>s qu les .1- I Q
S. Petur .-i. ,,;.,, u- depois d
mutuamente esclarecidas por un,a lis .--.
teri
I sas confoi lvorom pleno .
ventado daqueltas que a linhan d
pruS 1110 nao hesita em .
- res illa : Icem exee ido s suas es
ivern > prussiano cnlretanl
n n 1 dis cao ; isi completa -obre o delalhe
qe p ;sou cm Breslau.e aquelles minsti 3
li ni cora afltrm 1 -
- o indet< rmna 1 is, c im
quo aulorisam inli rpretaco 3 as man
mas que at ah deixam -:'.;--,.i o n peuetravcj
mysleri 1 em pie o 1 se eni olve. p.'. -
de-sc julgar p :i cii rul ir 1 amada ce
quo o ministro dos ni -
da Prussia, H. de S lil i\\ tz, a
com dala de 30 do outubro .1 1* m lisli -
acreditados junto s diversas cortas da I it
'- n >tu muito 1 id 1 di -
. eis um curto resun cxaclid
pensamos que 30 1 -.i 1 .; -; ir.
M. de Schtwiiuiz pxpoe aus re n
Pruss i i, ,;,]: ...
c o princip nlu da Prussi 1 que ni -
lito lempo, dei ivam
imbinarem tente sobre os 1
sos assumpl '~ de poltica ;
as duas cortes de Berln o S. IVIi
1 -!
desojo ora reciproco, elle ex| .,
1 Russia i mo no principe d 1 Pi 11 --
s: 1 pola intimida le 1! 3 la os de famil
, pela antigui la Je de t :
lureza, que lia m nm .-
sislido rjiiasi sem mi : ;..
/os, e pela rommunho d si rs tal
poder:.1 um da araeaoar a stuaco j lo grave
tas :. .: is europeos. 1 i ni i
e o principe regeni res Irer. in p is reuuii --
na cidadn ; Br 1111, bstanle pn -
111a das i',-on 1,'ras ,]o reino da Pol nia, < '.
distante de Varsovi 1. Ahj 1 issar 1 n elles : .
das ionios; ahi t'r. penlos COI
ram da identi-
d.ule de suas vistas, >,o que diz respeito ao
do poltico da Europa.
Os dous principes nao tireram dil
em so entender, que; ; ibre o cor 1! il -
questoes pendentes e das queslei previ
quer sobre as sota cues |ue podiam e deviam rc-
ceber; c ellos p iscram-sc di a -ardo no objecto
da marcha idntica, q 10 os dous gabim I I
rao seguir para o fuluroecm inda a occasio.
M. de Schlei'.vlz di/, ainda em sua rirculat
que o gabinete de Berln experimenta un
viva salisfaoao 1 pi rfeil 1 e 1 rdial inlellig
quo so cstabclcceu entre os dous principes, c o
motivo que elle d que com o aut I m n-
telligencia pde-sc esperar, para'desap] arec^r o
que ha de anormal c profundamente ': tiinavcl
11a siluaco actual da Europa, rcguisrsar por
uinlc essa situaco, e ao mesara lempo
fazer cessar as causas que perturban a confian-
ca das populaooos no lempo do paz, e impedir
o do incidentes que poderam con.
mctt-la seriamente, >
Limtamo-nos a reproduzir osla caria de no>-
sos correspondentes, que Iraz data de S de no-
vembro, e lhe dexamos com a responsabilidade
do suas apreciar-oes, a do resumo que nos lrai.s-
rnittem da circulai de H. Schleiwilz*
Huitn M :3r novembro le 1859.
Corre <\<^ novo o boato de que monsenhor
Cliigi, nuncio em Munich, ser enviado Pars
em subsiituico inonscnhor Sacrom. Acres-
Icentam ainda que a nonieaeo dcsic prelad
: accolhida polo imperador.
(.liando osla caria chogar Pars, a declara-
co, lo eslranha no fundo, como svbillira na
forma, publicada nenien tarde no jornal ofli-
cial de liorna, j tora sido lalvez roproduzida pelos
jornaes francezes. Todava pubicaiiio-la aqui
palavra por patarra, porque temo merilo da biv -
vidade cm falla do da clareza.
Muitos jornaes fallaram de concessoes ou re-
formas, como elta3 rhamam, que o Sanio Padie
fazia a seos subditos. Algumas vezes rxageru-
ram, ontras cquivocaram-se cm suas assercocs, e
cerlamonto coro malicia.
um caso extremamente raro que, oxrep-
cl\o da publicaco dos odelos, decrnlos ou sisacri^, o Jornal de Roma trate de nossos ne-
gocios, e a primeira vez que elle loca neste
assumplo interessante.
Se somos bem informados, o que cromos,
houve inlenco de ferir cora este dardo leluin
fmbede,* m'ais quo alguma correspondencia tem


(S>
DIARIO DE PERNAMBUCO. CAUTA FE1RA M DE JANEIRO DE 1SC0.
ou mal mlini iJ.i. tilo lu arrouicssauo contra
ini) documento olliei.il piib'ii'-ado lia nlguns (lias,
que loda a Eutnpa leu com o mais vivoiuieressc,
por quanlo c urna manifeslaco das vistas e das
esperanzas do guverun [rancez na qucsiio Halla -
na, mas ora que algumas phra>e$ sobre as van-
tagens, i|uc aprosenlar urna adniiiiislraeo leiga
choraram cruelmente terlaa susceptibilidades.
Todava, quer diga quer nao o Jornal de Roma,
lia desdo o da 1 se nos nao engaamos, pro-
inessa offirial escripia sobro a questao das refor-
mas, c, como sabe-se, essa promessa pono
ni.'iis ou monos das eonccssi.es, que aiiiiunciamos
em nossa ultima carta.
A consulta das Imanen; ser augmentada em
numero. Ella lera vol dc.ibcraiivo enecesario
sobre as qnesloes du Ruancas, oxcoplo n lisia
ivil do Papa, que liear (liada como esl.i. Os 1
consultores serio cleiius, pela- municipalidades,
as quaes serio la ni be m nomoadas polos habilan-
tanles domiciliados, e no gozo das aplideesle-
gaes. Oconselho de oslado ser augmentado,
elle elaborar os proj -clos do le. Coneccio-
nani-se cdigos.
< Um despacho chegado lionlem ao governo.
e enjo conteudo maisou menos eonhecido, poe
urna certa agitacio nos espirites. Segundo esle
despacho parece une a Franca e a Austria esto
percitamenle de acroido .sobre as bases do coit-
gresso. que a queslo da Cnnfoderacio ser re-
servada para sci nlteriormenlc regulada por con-
ferencias pillamente compostas dosrcpresenlau-
les dos Estados italianos.
Quostiena-sc seoipre rospoilo de scrocor-
lcal Anlonelli enva.la ao congresso, se outras
potencias euriaiem seus ministros dos negocios
eslrangciros.
v Rispos inglezes, alintaos c belgas enriaran]
ac Papasoinoias consideraveis.
> l'allei-vos era nimba ultima carta dos la-
dinos, queinfeslam lia niuitos me/es a cida le, e
cojos al laques renovaram-se, ha anda anda al-
Ruusdias, com urna frequencia o audacia osean-
losa. Oii OSSC por causa deseo i limero, ou por
outras razos, u corto e que a polica pjrcci i im-
potente ein garantir alan na seguranza as ras
peilo d'lce Muras, i>to i, ueste me/., sS horas
i mu quarto, c as casas qualquer luna que
iosse. t
< geneial em oh. fe da guarnico francesa
irritou-se com esta especie de estado de sitio, ero
"neos ladros linhaui Jiua cidade, onde elle
commanda militarmente.
lnia cola do estado mnior da prara pedio
a >s comn uidantes do hal.ilhi-s que dcsig assera
- homens. disposlos em cada companliia, para
seren reunidos nossos policaes.
< Estes soldados, divididos em pequeas cs-
ladras, dirigidas por um policial, vio pela ci-
.ide rondando lodosos ranlosfuspoilos. Cre-
inos, posto que nao o diga a nota que una con-
venci particular deteruiiiioii que os malfeitores
piesos por elies aeran entregues aos eonselhosdc
guerra franeczes, alias cases bravos leriam de
pn encher a lana dos Danaides.
Existo uma carta aos commandanles deba-
llom poderiam publicistas duvidar da iheso do i Siasllcos sao convidados paro assistir as enromo- mo (lo desembarque para hourarem a chegada de desde que pomos o p na ra, ao poni de 57-
que o fraeciniiamento de urna naci nllerasse as
relceos intornarionaes, (motiladas quantia o Es-
tado era um ; mas tiesta hypothesc, e ntreos
dnus pnizos que tal tratado subsoreverom, nao lia
duvida possivcl, pois a questao se Tesolveu pelo
facln de ambas.
Tica perianto averiguado que o pcrioJode par-
tida a que a coaiinissao lem de pplic.ir-se o
anno de 1822, e que at o tratado de 1826 as
quottdes so devem reger pelo dircito das gentes
natural.
Dia a Sr. consclheiro Bivar, ha niuilos annos,
ii*(ini de seus muilos e importantes escripias so-
bre estas materias o segrate, oheio de senso c
couliooimento da especialidade :
E* corlo se depois do reconlieciineiito do in-
dependencia do Brasil, caducaran! de dircilo to-
das as convenooese tratados, anterinrmento obri-
gatorios, einquanto unido ero um s corpo poli
tiro com Porlugil ; e se, por esse motivo, que
novas conveueocs liveram lugar entre .a corda
desie imperio e a da Grao llretanba, para regular-
se a questio do Irailcn da escravatiira, eelebran-
do-se iid hoc a de '23 de novenibro de lS2(i, de-
monslradu que a commissao mixta de Sorra
Leda ( denominada I-uso-Britannica) deixara de
existir; ou, oque o mesino. deixara de ser
coinpelenlc para o julgadn de propriededes bra-
sileas, apprehcndidas no trafica illieilo ou por
suspeitas lisso, pois que s as commissos crea-
das pela convencao de 18215 podiam julgar taes
propriedades.
Seiia absurdo suppor que o governo do Brasil
cnlendesse consentir em que os navios deseus
subditosfossem juigados por juizesnao seus;
oiinsegiiinlenieute, desde eniae, nao linha a
commissao luso-bntannica rompelencia ou ju-
risdicio para conheoer das iiifraccdcs, caso exis-
lissem, de subditos brasibiros, os quaes nein
podiam ser (muidos do que a sua legislacio nao
cUssillcara delicio, era juigados por Inbunacs
e em torra ostranhos, por aolos nem sequer nes-
sa Ierra eslranha praticados.
E anda quando se pretendesso sustentar a va-
lidade de taes decis&es (durante esse periodo]
argumenlaudo-socom una supposta proroga-
oao da competencia oujurisdicaode commissao
mixta luso-Dritannica, para o julgado das pro/.is
brasileiras at se instaurar a commissao, paclua-
da em 1826, caducara este raciocinio pecante
os saos principios, porquanto, nao havendo as
parios contratantes estipulado a rouiinuaco da
anliga commissao at ao eslabelecimento da no-
va, nao pode altribuir-se anliga a competencia
e jurisdico que as niesmas partes contraanles
lio; noderam, sendo corlo que, se, ad interim,
hnuresse de eonlinuar, assiin so loria eslipnlado
cpn ais verbis.
Mais de una vez o Brasil, pelo orgo do seu
vice-consiil em Sorra Leda (como no caso do
biiguc escuua Voador e outros), proleslou no
sentido que acabamos de expender.
Por couseguiile, de 1S22 a 1826, todas as pre-
/ s ,le navios brasiletros, ainda as apparcnlemen-
le mais jusliflcaveis, foram contrarias a todo o
talbes, que f.>/. a maior honra alienta bencli- direito. bandeira brasilcira nao era prohibido
enca do general M. dt Goyou, que, pcssoal-}** trafico em Airn,nem por tratados, que nes-
meute, faz o mais nobru uso d urna grande for-1 se periodo nao existiam. c s em lN2(i se ajus-
nias do desembar^inc e entrada de Suas Magosta-
dos Iwperiaes, e tanto estes como os cidadaos
que desejarem tomar parle em tao festivo acto
de ver o coneorrer opportunamenle o largo de
Palacio vestidos de gala.
IX
Na ponle do desembarque scro SS. MU. lm-
perins recebidas pelas senhoras para esle iim
convidadas, pela commissao de recebimento reu-
nida e peto cmara municipal, que receber
Suas Magostados Imperiaes debaixo do palio.
Ao cntrarem Suas Mageslades Imporiaes de-
baixo do palio far o presidente da cmara a
entrega das chaves da cidade e dirigir Suas
Mageslades as devidas homenageus e felicila-
coes.
\I
O cortejo segui pelo meio da praea do Pala-
cio e ra do Barao de Maroitn ale a Matri'. e
d'ahi pelas ras de Sao Salvador e d'Auroraalo
palacio.
XII
Na (ormaeo o rcovimento do cortejo observar-
so-ha asesiuinle ordein :
_1. Os funecionarios pblicos e oulros cida-
daos nao comprehendidos nos nmeros SO-
guinles.
"2." Os ofliciacs do exercito c armad i, das cx-
linctas milicias, e da guarda nacional que nao
esliverem de servieoe as pessoas que gozara de
honras militares.
3. Os juizes de direito, osconimendadores, os
cnsules, os mombros da assembla legislativa
provincial, osdepulados asscmbl geral.
4. A corporaeao ecclesiaslica, devendo lodos
estes funecionarios ir adiante do palio.
5." Os grandes do imperio, os Ululares, os
couselhciros. os oificiaos generaos do exercito e
S. M. a Imperalriz, o lodas ella.s acompanha- darmos de olhos tapados.
rain al a malrz na cida lo o at o Paro lm- O clufe de polica Dr. Neiva asiere doente, e
periol. s hontem foi que pojo estar presente na sua
Sendo feito o trajelo de Jaragu a Macci reparligo por occasio da vizitd de S. M. que a
aquella hora de tanto sol, pode-se avallar quan- ella foi.
lo deviara ler solTrido SS. MM. II. que caminha- Desejo-lhe um auno prospero e venturoso,
vam a p o todas essas senhoras que os acompa- qual nao foi para nos aqu o de 18'J que jper-
nhavam. leuceao passado, o que mais nao veremos.
Desde Jaragu al a ponle que cobre o riicho l'irmus.
que d o nomo a cidade, haviam dous pavilhoes
elegantes e decentemente adornados em que
dcscanearam SS. MM., alm do arcadas destina-
das ao adorno do caniiulio.
Desnecessario dizer que nunca cossaram os
estrondosos vivas aos Imperiaes Visilantes em
lodo esse trajelo, sendo tal o enlhusasmo que
nao era possivel conter a mullidao em seus res-
pectivos lugares, porque o desojo ardentn do
tolos era o aproximar-secada um o mais possi-
vcl das Pessoas de SS. MM.
Desde o pavilho prximo dita ponle se ocha-
va m collocadasduas alas de lances ou bastes pin-
tadas das coi os emblemticas da bandeira brasi-
leiri, preiiikndo festoes de urnas s outras com
balos destinados llurninocao o islo al a pra-
ea da matriz em que se aeha o Paco Imperial,
estando da mesmn surte adornada toda a grada-
PARAflIBA.
Cidade de Mamaugiiape, 1" de Janeiro de ISOi).
Comeeo esta com o novo anuo. Dcsejo a Vnic.
felizes (estas e boas entradas de anno.
Quasi desengaado eslava de ler litio a ininha
piimeira correspondencia as honras da impres-
sao no sen csllmaul Diario, quando 3oubo por
carta de um meo especial amigo que ella leve
melliur soi le, o que bastante eslimei.
Prometi que d'ora em diante proenrarei ser
regular em escrover-lhe, dando noticias deslc
nossu mundo.
Hoja o que oceupa a silencio publica a visi-
ta de SS. MM. cun que lomos honrados ; hoje
luamos com a mais cruel saudade de tao bon-
dadosos hospedes. Foi esta cidade honrada cun
una visita imperial ; boje apenas fallare! muilo
na e columnata da rea do palacete da assem- sucintamente sobre islo, primeiro por estar a
bla provincial.' j ininha iudividualidade un) pouco indisposla para
Entre aquella ponte en subida para a matriz i oscrever, segundo porque lora de haver segunda
foi enllocado o pavilhio levantado pela cmara discripgao, a qual ser minuciosa, um meu ami-
muuicipal, onde levo lugar a entrega da chave i 8o ji moslrou-mc parle do scu Irabalho oeste
da cidade pelo presidente da mesis cmara o
lenenle-coronel Paulo Joaquim Telles Jnior,
que dirigi i S. II. o Imperador urna allocuco
anloga e onde tambem recilaram algumas qa-
drinhas varias meninas da aula publica de l"
lettras do Jaragu.
SS. MM. II. foram recebidos na matriz pelo
armada e a commissao do recebimento, quer de Rvd. parodio o conego Joo Barbosa Cordciro e
cavalliciros, quer de senhoras seguiro aira/, do varios sacerdotes, havendo enlo um concurso
tuna. Nesta caria o general .-o informa como
laram,nem mesmo por
poslerioies a le
mais nnnuci is u-uidadndi quanlidade di .-nonas, sao mu poslerioies a le <
que cada compauhia pdi pOr rtisposi^o dos '831.
pobres de Roma, afim de altender a que a mais Parece-nos pois, em re
..til .1! ... .'!.. r -. l l ...... t.x n c.,/...;..)..
gislacao interna, pois
do ISU, o al a de
soja feila aos polms de cada
(til distiibui.
quarleirao.
Basta ler vi-iu (nula dos q larlois com que
' i: leal bondade yossus soldados ni'lrem, lo lo o
iii ', urna n.ullidao do itidigeules, o durante o
' Fcmpo das chuvas os pobres irabalhadoios,
- lo i i do aples ou des rnercadores,
iar as I 11.. iliii adas do ngro-
iimaiin,- para nao duvidar que urna generosa
i'inulai;o tornar a mais efllcaz possivel a re-
commouilaro du general.
Rom a rsl sempru lesp'ula de eslrangeiros.
Houlem-celebrou-se o cis.imenlo do M. Carlos
Nnpoloo Bonaparle, ler. iro filho do defunlu
, com madameselln Rui
l.lha do piiucipe Ruspuli, prinripc Romano.s
JouriuW di : Debal*.)-S. Filho.
resumo, quanlo a esle
ponto, o seguinto:
Considerando que a convenci de 1858
manda reconsiderar as leclamaoes desde a data
dadccUrncoda independencia do Brasil ;
Considerando que esta daladcve serrepor-
lada ao nono de 1822 ;
Considerando que asduas parles contraan-
les rcconhccerara explicilamenie que a separa-
eao do Brasil o linha exonerado das responsabili-
| dados convencionaes, ajustadas por Portugal;
tao numeroso que nao podemos avallar por me-
nos de oto a dez mil pessoas; nao cessan lo es-
se povo de felicitar ao seu Monarcha o Sua Vir-
tuosa Consorte o toda a Familia Imperial com
; estrondosos, repetidos c delirantes vivas, como
I nao cossava o espaco de renovar o ocho produ-
forma- zulo pela explosao continua de um sein numero
r alas para que o clero soja o primeiro a lerin- ; de girndolas, salvas c tiros desde a feliz rhe-
gresso c depois o palio c a mais comitiva na or-lgadadeSS MM. ou antes desdo o feliz anniiu-
dem inversa ist) depois de Suas Mageslades, ci da apparico da esquadrilha imperial,
entraran as pessoas que esto olnssiticndas no
numero ."> do arligo 12, depois as que est.io de-
ba ixo'do numero de 3 c assiin em dianle at 0
mesmo palio.
XI11
Dignando-se Suas Magostados descancar no!
arco em fenle do consulado portugus as meni-
nas canlaro o hymno nacional.
XIV
Na entrada da igreja parar o cortejo e
numero t, que serio as ultimas a entrar.
(juando Suas Mageslades liverem de reoollier-
90 ao palacio depois de lindo o acto religioso,
formal-se-hn novaiiieiile o cortejo pola niesnia
ordem que lica proscripta no artigo 12.
XV
A matriz um templo eteganlissiino e ma-
gesloso a lodos os rospeitos, lalhado com goslo
eacabado com esmero solicita e positivamente
pa ler lugar nelle esse primeiro acto religioso
do TE-DEUM em accao de grar-as pela feliz che-
gada de SS. MM. II., o qual foi satisfactoriamente
descmpenlmJo, sendo procepido de um sermo
anlogo fe.(o pelo nosso patricio o Rvd. Antonio
de Mello e Albuquerque,
eno e AiDuqiierque, em que descrevendo
No pavilhio da ra d'Aurora os meninos rcci-lcom vigorosa cloquencia as qualidades eminen-
lario s Suas Magostados uiui felicitaco, se les dos Imperiaes Visitantes, pintou em umqua-j Por ser niamangapense
Suas Mageslades se dignaren] (miar. ; dro chcio ilegravidade e de conviccao a noces- '
XVI sidade de voltar o Monarcha sua silencio valio-
Aochegaran palacio despersar-se-lm o cortejo sa sobre a instrueyao do clero e sobre a educa-
se nose livor aiinuiiciado que S. M. o impera- c"i religiosa da mocidade em relacio ao ensillo
dor se digna recebor nesta mesma occasiio
sentido.
Digamos algunia cousa.
Logo que se soubc nesta provincia que SS. MM.
so dignavam honra-la com una visita, toJos os
paralbanos exultaran de alegra, e lodosa por-
fa queriam exceler em enlhusasmo Este ter-
mo nao Ucuti a quera os seus habitantes mostra-
yani-sc dis lostos a ludo fuzerom .ara beui rcoe-
bero augmio hospede. A cmara municipal con-
vocoii nina reuniao o foram nesta occasiio no-
meadas varias commissoes anoeadadoras, e urna
directora, em homenagem a verda e dovo di/er
quenenhum resultado se tirn deslas commis-
soes, o genio do nial india linha entrado, nao era
possivel que ellas fossem felizes. Mais de seis ou
oito reunios foram foitas com o Um de tomar-
se algu na medida resolutiva, ainda nestos reu-
nios apparecia o genio do mil enramado em
uma i:i e extica cralora com orclhas de vara
o meia e a vista dos mcios que empregava este
pomo de discordia nada se consegua. Muila
eo isa poda e tslvci devesse dizer de certas en-
tidades quo nao gastando real, e nao lendo o
menor, o uais Uno Irabalho apiesentam buje
como queroiido estar no numero dos mais fortes
hiladores, e o que mais Icuio assiguado corlas
quaulias e promeiiido o seu Irabalho pessoal re-
tiram a pn.no.ri o deixaram de ia/.er o que pro-
mclleram vorgonha das vergonhas. Cal-me
e ler a infelicidade de
ere a tu ras lau ordina-
a esle res-
haviam cossado
de 1809, 1810,
INTERIOR.
i
; queni i
Oldoiii
. U
' ie (uplica a ua obliga-
Conutiissao .\n^lo-BrasiEcira.
Pili. ZAS.
Artigo .VI'.
!- a Inglaicrra un.a ua;ii poderosissima
,a .
i'eni moios de fazer curvar nares do
inferior sua i otado; i um axioma
das, por issu metmo,
rao de ser justa.
A s.....,- .: i dircilo das gei :-
'< se I ,. || .; em duas : ttespeilar
vma uar'adi e i mesoia ; naoesquecer
i.- ,:iri rum os Olllr IS.
Une natiu diz Vallel duit vendr jusli
lions. el la alisfaire tur
j i de plainie. Lile e*l done obligfs
ie r< m ni appai lient, de r-
\t peni acoir caus, un Y
i e qu'elle u uru fatle.
Quanlo mais poderosa un i naci mais acor-
lados sao seus devores l> i ni .\ii\', huuianida-
!', prud n ia, r-;i i puliii ...
Se ella so consi
trata, o en. .
. P""'' '! irr_ superbos.
'- 'e crer qu n Gr." ^Brelanlip, leoonsideran-
'1" f -. | IC tu ti is .!. Ues nao
feza pl ii- vil, re onhc en I i mean i q le
'' 1 il i [ii icu l'u Brasil se le e a i ;line>
ao o i Iralii o. | lo pirgua, :' a seus
rommiss < iuslruccoes, que, a troco
do ;;!.j'.!i- pimliados do ibras, ipagueni, na par-
d daquolles astros I os, a macu-
la quo sel is anda quando os lilis
i .i m i da com q lom
: ssi 11 ou cja de jus'.ica nem de
boa poltica juMilicar ni os lilis os nieios.
Temos ouvida f mi ilu elevada opiniu acerca
'I' i": e | ade do actual commis-
sario I i; iguaes dotes concorrem sem
'uvida no I : isil ; na inlegiidade do tribunal
deposilam s porl mi -, ;,_, ,;,; recios julga-
ill .', ; i-,tas pul
-. c na moni nli ibiiirmus para a eluci-
da vei -'.:!(-, sem i alumniarmos as h
la', ou as inten<;Oes dv3 Ilustres couunissa-
rios.
Eorn | ara pie suas di cisocs sojam
sempre lau justas, \-i<: nunca dcixem lugar a
- lixonadas.
remes os ; rimeiros a recommendar 5 grati-
Ins i -- s, nao i] pai lieulares, mas da
.i eterna, as rosoli .e-Jque disso forera dig-
nas -; i [no lodas u sojam.
Considerando que por isso
de vigorar no Brasil os tratados
1815 o 1817:
Considerando que este estado de colisas s
SO luodiliroii em 1S2( pelo tratado entre o lia-
sil e a Graa Bretnnha ;
Considerando quene-sse intervallo de 1k22
a lb2(l us subditosbrasileiros solios da prohib-
gao por tratados cen leis, e vivendo sob o impe-
' rio de wm,i o. iisliluiea>, onde se 10 :Ninguftm
pode ser obrigado a fazor ou deixar de fazer al-
guma cousa seno em virtndo da Ici, nao pra-
licavatn acto punivel, dando-se a um comiuor-
cioque antes as leis linbam regulado ;
Consi leando que, Et ora licito aos Brasi-
iros o trafico em tal periodo, sem que leis o
(iriimiiaes internos Ih'o prohibiss',m, niuito uie-
noslhcs podiam obstar ou castiga-los leis e iri-
{ bunacs esli mgeiros ;
Considerando que onda na cao se rege a scu
cono a d. ''alante pian lo solta do tratados] sem quo urna
linean possa, sobre outr, iguilmento soberana e
livre, excrcer coace'io, quanlo ao que a esta per-
lence;
Considerando que o mar alto perlence a
i os hnmens, e que nelle nao existe, pur
paite lo bandeira algurna, direito de visi'a do na-
vios eslrangeiros, aprcsamenlo nem confisco ;
Considerando que desde a existencia sepa-
rada do Brasil nao s linham caducado as con-
vencoes, mas seriam at mnletalmenlo impossi-
re i, por isso que faltava tribunal julgador, son-
do ambos os elementos da commissao luso-bri-
i igualmente eslrangeiros, eniquanlo as
ditas convenoes eslipulavam Iribunoos nacio-
naes ;
ABgura-se-nos sercm vilenlos, llegaos, o
ci mu laesiudomnisadoslodosos apresamen-
los eflecluados desde a declaia.o da indepi n-
de.'ioia la-so soparaeao] al o tratado de 182G.
Passarcraosagora ao estado da segunda po-
ca, aquella que oncena pontos mais delicados,
masque o alenlo es une doc principios e dos
factos reduzir igualmente a singelissimos ter-
mos, .so ainda ah nao tivernios a infelicidade de
licarmos inferior.ii nssjmplo.
o inimediato capitulo comeoar pois a expo-
sicioda questao nr.glo-brasilcira, sobre o rgi-
men djs tratados.
[Publicla.]
as
pessoas que desejarem apresenlar us suas respei-
losas liomenagens.
XVII
Nesta occasiio o presidente da commissao de
recebimento a presentar a Suas Magostados Im-
periaes uma allocueao felicitando os mesuras Au-
gustos Scuhores.
XVIII
Os Srs. Drs lfanocl da Silva Bego, Avies de
Oliveira llamos e Francisco Joaquim da Silva sao
eiicarrogados de dirigir como meslros do ceremo-
nias a foruiaeao e marcha do cortejo.
XIX.
O Sr. Dr. chefe de polica entendendo-sc com
o omiriaridaiite da divisio far postar o distri-
buir as uecessarias sentinellaa e patrulhas, o
dar as domis providencias que julgar conve-
nientes para facillar-se o transito e manier-se
a Togularidadc de lodas as ceremonias, niu por-
niittiudo que a pontodedesembarqne.o espago das
ras e praeas comprehendido entre as alas da
Iropa
na
publico.
Concluido o TE-DEUM, seguiram SS. MM. pa-
ra.o Paro que Ihes foi preparado pela respectiva
commissao, em que se aeha ludo quanlo podia
haver de elegante e de sumptuoso proprio
tao Altos e llespoilaveis Persoiiagens.
Os Srs. commendador Hendonca,
sidonlo Dr. Jacintho nao pouparaui esforgos,
sendo secundados era mrito pelo digno negoci-
ante lfanocl de Vasconcelios Jnior.
Nao ser o mais rico aquillo que adorna o Ta-
co Imperial de Maoei, porm ccrtamenlo
tambera do que all est servido; ludo '
c nem uma peca somonte existe
tada. Todo foi
aquello fin.
para
vice-pre-
naJa
novo
que soja empres-
posilivamenle comprado para
s.- pois Baha e Pernambuco nos excederam em
sumpiuosa boixela o outras cousas que nao po-
damos obler em pouco lempo, ao menos nao ex-
cedern! ueste ponto particular.
A casa lem dous andares, oa la um delles qua-
trn salas de fronte o minias accommoda oes o
ler, como n.eu municipe,
lias.
Era Dutras lhe direi alguma cousa
peilo.
A cmara vendo que as commissoes por ella
Horneadas nada faziam, resol vera m augmentar
a commissao directora com mais dous membros
pa ella entraram o padre Antonio e rigario l're-
derico ; a commissao directora assiin constituida
lornou-s i nao i directora como arrecadadora, e
eniao coiiiecu i a prestar servicos In-m vantajosos;
fez logo partir para a cidaded'o Recite uro com-
inissurio para fazer corlas compras e para islo
foi cscolhido o negociante Panas Machado, o
|ual d isciuponhou cabalmoiile i sua missao.
A easa isc dhida para o pan imperial foi n
il Drs. francisco Antonio o Dr. juiz municipal
Auguro Ca los : u Dr. francisco Aulonio foi in-
lo d i combinagio
prepara-la njudado pela
qual deu objeclos es| i que
vir do Reci o.
lasl .i o Dr. francisco Antonio o seus manos
mais ile nove contos do ris, n'io levando ein
. .s de oscravos, cavallos, carrocas,
o u rundo prejuizo que liveram om um dos seus
mas que eslavam preparadas, e quo liveram lu-
gar ao depois de algumas horas.
S. M. logo que chegou procurou pelo juiz mu-
nicipal, o delegado do termo, a quera fez varias
iurjagaees que foram satisfeit.is cabalmente, foi
minucioso sobre os negocios de atollaos.
A 1 liora da Urde almocou S. M., tirernm
honra de ser convidados pora almocar'coui S.
M. alm da sua comitiva o presidente da provin-
cia o delcgido do termo. Dr. francisco Antonio
d'Almcida o Albuquerque, o Dr, juiz municipal
Augusto Carlos 'Almeida e Albuqucrqni, o pre-
sidente da cmara padre Antonio Baptisia EseiHia
0 o vigaro da fregueza Prederico d'Almeida c
Albuquerque Mello, e os Exms. senadores Pre-
derico d'Almeiila Albuquerque c Cimba de Vas-
concelios.
Depois do alraoco recolheu-se S. M. ao Mu
gabinete e descaono al as f horas da larde, ho-
ra em que montn aca\allo jara correr a ci .
fui em primeiro lugar a malru nodo fez wacao,
dispensando o Te-eum que eslava pieporado
por nao haver lempo, visilou depois a cadeia, ca-
sa de cmara, o cern le rio publico, as nula- pri
inarias, e de lutim, e de ludo Iodjoii leswciaWJ
nulas.
A i.oite houvc una rica illuniina.jo na
de,uo houveuma s can luesc nao illummasne,
a illumiiiaeao foi loda feila a esparmneel?, e du-
rou toda a uoile, ueste segundo dia jinda a popu-
laeao d'esta cidade, nao quiz lomar repOMO, le-
vou loda a noile a andar cura urna msica pelas
roas e dar vivas, leudo a sua frente o del.
de polica eo coronel Joo Valenlim.
As noras da madrugada du da 2> parti S,
M. a sua comitiva para a capital, Sendo acn |
nhado por um grande numero de (avallen .- -
M., sua comitiva e bagajera mudiram cavallo*.
A visita de S. M. a esta cida!" rriou i m l"d -
os coracoes uma dedicario. O mais frentico^i
(lublicano oiio( lando de\idamente e o nosi
dorado monarcha nao podera deixar doarrouegar
las suas crencas. e tomar-se monarchista d
, raco.
A provincia goza de pa/.. J se ilw di I I
1 resultado da eleico provincial i ilos
Srs;
| Dr. I.uu Ignacio de Albuquerque Maranfa
Padre fitippo Benicio tialvko.
Padre Augusto Cyrilo de Oliveira.
' Dr. Luiz VfoUSO de Albuquerque Mal mil
i Dr. Aulonio de Souza Carvatho.
Dr. feliulo Henriques d'Almeida.
Dr. Joo da Molla Corroa Lima.
Dr. Auzu Salatiel Carneiro da Cunta.
Dr. Augusto Carlos u'Almeid Albuquerque.
Dr. Mauoel da Ponseca Xavier de Audrade.
Uanoel Porfirio Aranha.
Dr. Mam el Callos de Goveia,
Di. Emiliano Castor.
Dr. Loas Eliscu Ltiaco,
Dr. Pelizardo Toscano Brrelo.
AssumpQao Santiago.
j lir. Maxiiuiano Lopes Machado
Dr. Claudiano Bezorra Cavalcanli.
Dr, Antonio da Cunha Xavier de AuJ
Dr. Juao Rodrigues Chaves.
Dr. francisco de Goveia.
Dr. Evarisl >.
Padie Jos Ouirino.
Dr. Liudolpho -lu.-. Correia das Si
Dr. Leonardo Antunes Meira.
Iir. Luiz Jos do Si Barrete.
Prxedes.
Podre foriuiga.
Padre Pcrreira.
Sao estes os escolhidos
ver o que lazem.
Adl'us, que este est longo, al breve.
(Din os Seas manos ,e
commissao directora a
lavia iiiau lado
pru\::
O ir huid din, alma*
REVISTA DIARIA.
Escrevem de Menna d'Ausiria i :
Cologne, que, segundo noticias di l: -*
lida do aiiliidiiquc remando Naxinuliaui
di:
en
tambem de aviso aos funecionarios publicse dos que lem vistalo csses aposentos em qu -
mais habitantes da capital para o conuco das ce- nao ponpou esmero nem Irabalho despendido
re uranias.
ORDEM DO DIA.
Tcndo de formar om grande parada por oc a- Bidente da provin
sino da fauslissima chegada de SS. MM. II a|esla
capilai os corpos da guarda nacional de l.aran-
geiras, Sanio Amaro, Rosario, Manoin, Divina
Pastora, A racaj e o contingente dispouivel da
compaas Dxa de linha o o corpo de policia,
d
com a mellior venale, no que jamis ce-sju de
e applicar-so oExm. Sr. Dr. Dantas, pro-
1 a, que lem sido esforeada-
mcute nicansavcl era todo o preparativo para
que a recopsio de SS. MM. fosse como foi, no
que os Al igoanos linham nobre emp-nlio.
Depois que chegaram no Paco SS. MM. leu-
do recebido as continencias "da
ropa quo fr-
ranos Irabslhavam diariamente o erara pagos
pelo duplo do seo valor, pagou-so a srvenles
al i a quantia de dous mil r. is..
Depois do um grande Irabalho, osforcosex-
Iraordinarios, eslava Mamanguapc com um paca
rialdigli da pi --ni do iiuiso Augusto Hos-
pede.
0 paco i nperial coinpunha-se de oito salas e
lleta.
ira era forrada do fino papel branco
- .. ..i '.i. i..... ...... u*.- ...... ^ >j \.\jir\* .... |.\#.w*w, i ---- .....>hviii.i(j u.i iiuiJ.i ii.ic loi- -- i.......*" *-.> ivo..'ji u^- uno |ta,.ei nitineo
determina o presidente da provincia que logo que ":"M a parada composta da guarda nacional de '''" '!" o com linas molduras don radas, to-
se dore ni os signaos do apparecimenlo da esqua- garios municipios, como Macci, Santa Luza do 'a csteirada ; nesta sala luva uma rica mobilia
drilha imperial os referidos corpos se reunam E:orlf' Wlare S.m-Miguel, sob o commanJo do ^ se
d ..
as siros respectivas paradas e quarteis o mar- "r* Manuel Sobral Pint, omqualidade do
chora para o largo do Palacio, onde formaran, undante superior da capital e mais anligo, de-
uma divisao sob o commando do commandanle l:un boija-mio iofficiadade da guarda nacio-
snporior Jos da Trindade Prado, em tres briga- "a! '' l0"las as pessoas que semelhante honra
das compostas da maneira seguate : qnizeram tere ue eslavam neslas circumslan-
A primeira command ida polo lencnto-coronel '(I,'1<' datando a iodos cora a maior alabili-
Prancisco Flix de Frcilas Brrelo d i balalhio dade.
n, 0 de Larangeiras o n. 7 de Santo Amaro. "03sa occasiio algumas meninas das aulas pu-
A segunda commandada pelo tenente-coronel I blieus recilaram de cor difTcrenles versos dir-
Anlonio Carneiro de Monc/es do n. 1 do Aracaj S'ndo-se .i SS. MM. separadamente, sendo algu-
e n. 8 de Miioini. m;ls dellas de 4 o 5 anuos de dado, havendo nina
A teivelra pelo leu 'tile coronel Manocl Carduzo "a ;1"I;' ^;1 profeasora Thcreza Mara Espinosa, do
de Araujo Maciel do n. 10 de Divina Pastera e 'l,,cnJ Imperador inuito goslou e a quera Deu
do eontinsenlo que bou ver Jisponvel do corpo '"" "os cravos do bouqucl que ella Lhe o Te re-
de polica c da companhia tixa.
A companhia lixu sob o commando do respec-
tivo commandanle Manuel Agostinho da Silva
Moreira far a guara de honra de SS. MM. II.
com a banda de msica do polica no acto dt
con, despronJendo um~ dos "seus animadores e
protectores sorrisos.
s. M. n i mesmo dia tardo sabio a visitar e
percorrer difreronics pontos de cidade e seus ar-
abables, no quecontinuou na manha ou antes
seu desembarque e passai depois a postar-se no madrugada do da 1" deste auno, procurando ob-
servar o lugar denominado Pajussra, onde po-
dein abr
igar-seos navios nos lempos de borrasca li,: labyriiilho de cambraia de linho.
cao d i !!: i-.i
.11 separaea i al o IrataJ i du 1826 ;"a 2a, de 1826
at que o Inalado flndou om 1815; a 3", de en-
tao al hoje.
Entremos ein materia.
1.' :poca.
Desde o i rr i n'd o tratad> de ] 26.
O ponto de partida arll3-so manado na pro-
pria onvenr-o do 2dejunlio de 1858, cojo arl.
I. diz:
As alias partes concordam em que lodas as
< reclainaQoes que lenl am sido apreseutadns a
|ualquer dos dous governos desde adalada
dci laracao da independencia do Imperio do
Brasil, ele. a
I Ble ponto nao doixa de ler
a questao que esludamos.
Se o Iraiado fallnsse siraplesmenle da data da
indepondei iracJo,) haveiia bous
SERGIPE, 31) DE DEZEMBRO DE 1850.
PR001UMMA
dos fesj<"js un r:pj:l do Aracnj,
(.;: oceasilto co rei?ebsniciito le
MS. M.1I. II.
O presidente da provincia recommeda i/hc nos
ceremonias iue han de ler tugar por occasiio
da visita de.SS.MM. II. a esta capital, se ob-
serve o cgitiitte progrmala:
"I
I.ogo c,ue apparecer vista a esquadrilha im-
perial, que deve ser esperada desde o dia..... de
a
pira
ra
Iros pocas : a 1'. nacional, que assiin se conservar al a entrada
paco miperia
U balalhio de Larangeiras far a guarda d
honra perlu ninlri/.. cuJo canal entre esse lugar e Jaragu se aeha
O commandanle da divisio mandar roHocarl bsiruido pela rea queas correles lem amll-
alas de tropa desde a ponte a matriz e d'ahi al i 01"10 na salioncia de um ponto dessa praia, u
ao puco. .lsl" C0ln ,J lm de promover o necessario melho-
medida que SS. MM. II. forem passando por ra'-''il.i Jo porto,
entre as alas rodearo estas formando pelotees de
forma que >\o chogarem SS. MM. ao pa^o j estoja
to o quiuheulos mil res ; a mesa de meio de sa-
la o consolos eram coborlos do lino marmore
| i :o, candelabros e serpentinas de cryslal,
jarros de porcelana, tapetes, capachos, ele. ; ln-
via mais os ivlralosdeSS. MM. emcaxilhosdou-
raJos.
A gui Ja sala eslava preparada da mesma
forma que a primeira, sendo a mobilia de dill'e-
rontc madeira c o marmore das mesas ccouso-
I is fingindo mosaico.
A terecira sala destinada para o gabinete
M. eslava tambem frrala de papel da u
qualidade, de goslo diverso, estava tambera es-
lora la Nella s aoh.iva um sof de mogno,
I Consol K, Sobre os quaes eslavam dous
gi indos spelhos dourados, dous
as, dous paros de jarros com llores n.it .
linha mais uma mesa do escrover cora lin ..
de | rata e mais necessarios, um i. i lavatorio de
mogno com os seus competentes pieparos, um
cabide tambora de mogno, lapeles, unu toalha
alenle a pnnecza im| erial I sabed,'I lo 1
perador, n.is. i i.i um Js.;. e uestinada
duque l.ui/, irrno do impera lor d' I
D celebre criminoso de varias i i
Goianna Antonio Pon-ira da Silva, cuja .
- tocto subdelega lo d i
d Agua prcla noliciaraos em novembru .
|i -- lo, acaba de fugir, gracia
homo na sus rcmessa ''.. esdi ia de Barr
r.imaudarc ondo devia embarcar psi
pi'al.
I o criminoso tao imp jun-
tamente cora do/e oulros presos, a moa -
:; i s pra.as da guard i nacional, .
ii.is, duas arma las.
L deste nio.l i que pe i negl
d i les s ibalternas, quo se rao in ilili-
forc s d i ncansavel chefe de poMcia
dos criminosos, o sua punico.
No da d i mez passado naul
baixos de Maracaipe, a barraca Ami
uambucaua que hav s
desuno aos do sul da proviui
Pai te dos objeclos sah '. im i m
dor do

P.r-
D capitulo qoe em materia Janeiro, a atalaya far signa! laucando ao ar utmi
de presas era mister, pura apreciaco da sua \c- jurndola, ao que corresponder o lelcgraphc
lado, diyidir o: 5 separa-1 lanzando outra gyrandola o icando a bandeira
de SS. MM. II.
II
importancia para
O capitio do porlo responder com uma salva
de 21 Uros do granadas, em seguida rcpicaro os
sinos da matriz por espaco de dez minutos.
1I
Depoisdesta salva passar o capitio do porto
por era accio todas as providencias martimas
de aecrjdo com o inspector d'alfandoga de raa-
neira que os navios, barcos, escalcres, e outras
quaesquer embarcaees se tormera em alas para
a passagoni de Suas Mageslades Imperiaes, o
marchar no vapor de reboque ao encontr de
Suas Magostados fora da barra ; devendo as
duas catraias do governo e a da companhia As-
sociarjaoj Sergipense balisar o canal da barra
para guiar convenientemente a esquadrilha im-
perial que passar entre ellas, convindo que o
loda a divisan em columna aborta.
Logo que chegue o prestito ao p.ieo, devor
toda a tropa inclusive a guarda de honra da ma-
triz formar-so em linha ao longo da costa para
marchar em continencia a SS. MM. II. depois do
cortejo, se o bouver, e dos vivas e descargas do
estylo ; lindo o que se retirar aos seus quarteis.
Palacio do governo da provincia de Sergipe 1
de novembru de 1859.
M \NO! | in Ci ma Gai.v in.
[Correia Sergipense.)
pus-
iera visitado o examinado todas as ropai-ilces
publicas, incluindo quarteis e cadeia, fallndo-
me mui pouco quo ver pelo que rospeila ca-
pital. Talvcz reste somenteo I.yceu o aulas pu-
blicas de inslrucco primaria, leudo hontem
Isado o dia na maior actiridada.
Na madrugada de hoje segtiio no vapor .tpa
oom a sua comitiva, acompanhado mais do pre-
sidente da provincia e outras pessoas, para a
1 villa do Porlo-Calvo, tocando em Pinto de Pe-
dias, com destino Colonia Militar Leopoldina,
pretende estar aqu no dia 8 ; o que mullos du-
I vdam.
O Dr. Jacintho de Hendonca havia seguido com
A quaila sala foi desuada (.ara dormida ue
S. M., estava forrada de papel da mesma quali-
dade quo as Iros primeiras, esleirada.
Nella se achara uma grande e bem feila cama
franc za oom cortinados de linho, culona de seda
pesada, almofadas cuberas de damasco, loncos
lo liniio, um grande guarda roupi de mogno,
d is onsolos com lanteruas, um bid de Jacaran-
da, cade.ras o tapetes.
A quinta sala conliulia uma cama de ferro bem
preparada de roupa, colchos, almoadas, um
lavatorio de Jacaranda coberio de marmore, com
is respectivospreparos, consoles cura lan-
s, juro e cadeiras.
A sexta sala continua uma cama de palinha
com a roupa precisa, um lavatorio de amarello
cora jarro e baca do porcelana dourada, urna
coiumud i, consulos cura lantornas, tapetes, etc.
A stima sala, foi esta sala, que lera to de
_e|
como navio explorador.
I iv
Ao signal dado pela capitana do porlo os
corpos da guarda nacional, de linha e de policia
reunir-se-hao iminodiatamentc nos .respectivos
quarteis o paradas, d'onde marchnro immedia-
tamenle para o largo de Palacio e ahi formaro
urna divisao ao mando do commandanle superior
argumentos de direito das gentes, para fixar em capitio do porto empreguo o vapor de reboqu
29 do agosln de 1825, dala do tratado de rero-
iiheeimcnto de Portugal, aquellc poni de parti-
da. Masa convencao diz explicilameniedesde
a data da declararn d. independencia, o que
recua o ponto departida au anuo de 1822; por-
quanto OS a los relativos a tul declararansao
lodos do-so auno. As d spusiCOS de d junho,
o grito de 7 de seterabro, a proc.lamicao de 8 de
abro, a amnislia pilas passadas opinides de I Jos da trindade Prado afini de execular-se o
18 de selembro. (I) que determina n ordem do din abaixo transcrip-
s Irabalbos da comn issio mixta actual abra-. ta, e a de 27 de selembro prximo passado.
cao osmios praticados a comeear do anno de i V
1822. As pessoas que pretenderera sahirao encontr
Visto quesecntendou necessario estipular om | da esquadrilha imperial em escalcres, boles ou
1820 qoe os tratados reguiadores da suppressio I outrasquaesquer embarca^os devero observar
do trafico concluidos pela Graa-Brelanha rom el-, asrdeos e instrucedes que houvcr de dar o ca-
rei Pidelissimo ti. avara adoptados pela Gra-Bre- pitao do porto,
tanha o Brasil, obvio [sob pena de uma inad- VI
missivel puerilidade o inulilidade] que arabas es- j Nenhuma embarcacio pod-r atracar ao vapor
tas liarnos se nao consideravain entre si ligadas que conduz os Augustos Viajantes, nem ir pes-
por dsposicoesque s naquolla dala se adopta- : son alguma bordo sem previa pcrmisso ou or-
va"i.________________________________________' dora de S. M. o Imperador.
I; E por isla uccasio lombraremos Graa- A| ... v'1
BreUnha, eomoaeto conlempouuiee da anlouo-; caP1,ao Porl far opresentar opporluna-
n.ia des:.-iiaiz. a dodeclara.o de de ce/om- rae,".c os escalere6 necessarios para desembar-
bro de 1822, de lio ca:a applicacao a esleas- ?ue "^.P'^soos que lzorem parlo da comitiva
s'jinpio, de que a independencia o propiia soba- '
lana nao pode aJuilir, ingerencia clranln,
* n licor atacada, injuriada.
T
VI
Jos os u-Eccionajios civis, militares, eccle*
CORRESPONDENCIAS 1)0 DIARIO DE PERNAM-
BUCO.
AIAGUAS
Macci 3 de juuciro
I
(Oulro correspondente.)
Parecc-me que a grandeza do assnmplo de
que me vou oceupar, nao deve servir de obst-
culo a que, ames de entrar nelle, do a Vmc. o a
todos os seus leilores, ^is devidos parabens, e os
felicito a todos pelas boas feslaS do novo anno
de lbCO, precedido da visitados Augustos Visi-
tantes, que por um mez c um dia pisaran o
solo periiambucnno, deixandu lodo esse povo lo
enlbusiasmado csaudoso de seus Excelsos Hos-
pedes.
Coube a nos os Alagoanos, a ncommensura-
vel honra de verinos lindar o anuo de 1859 e
comeear u de 1800 cora a presenca aqui de SS. i
MM. II.
No din 31 de dezcnibro, pelas 8 horas da ma-
nhaa, ancorava no porlo desla cidade o Apa,
que Irazia basteado no seu raastro do honra o
pavilho imperial.
A cidade inleia se mova no senliiiienlo da
raais expressivo o jubilosa alegra encaminhan-
do-se lodo o povo agglomerado aqui o vindo de
quasi lodos os pontos da provincia, para o porto
de Jaragu o poni do desembarque que era o
trapicho denominado Faustino, liinpaniente la-
petado, e disposto para servir de ponle cora una
escadaria feila especial o apropriadamcuto para
facilitar a subida.
s 11 horas era ponto sahiram SS. MM. do
Apa, seguindo em direcc" ponte de desem-
barque, sendo recebidos alli pelo Rvm. visitador
o conego Alfonso de Albuquerque McHo, que lhes
apresenlou a bogar o Sanio Lenho, o que fizo-
ram com devida genullcxio: depois do que so
cncaminharfi.'i para a cidade debaixo de palio
sustentado pela cmara municipal.
Toda a eslensa ponte se achava lilleralraenle
oceupada por immcaso concurso do pessoas de
lodas as graduaces sociacs, nao leudo fallado a
esse dever nenhuin dos ebefes, nem empregados
das difieren tes repartinos publicas.
As ovacoes foram estrcpilufi^s e extraordina-
rias.
Mais 4t Oscnh.?irjsso arhavare m porlo mes-
rande mesa elstica
cabecas outra mes i pa-
loflmde ir espora-lo ; o "como sua aclividade cumprido e 30 de largura, desuada para ojan-
I cada vez mais so dosenvolve esponlaneamenle,
provavol que S. M. aqui estoja de rolla no dia
por elle designado.
: Tomos, pois, entro nos a Augusta Hospedes.
I M. a Imperalriz, que nao podo seguir por ser
pri eiso andar muilo a eavollo.
Contina, pois, o regosijo geral nesta ci 1 le,
que se lem desden dia 31 de dezembro enchido
de alegra, conservando-so continOamente illu-
ininada noile, havendo differenlesilluminocea
em varios lugares e praeas notaveis a que s
niesmas horas concorreo povo constantemente ;
percorreudo as ras como ainda era a noile de
hontem, formado em balalhs voluntarios, dan-
do viva.; enlhiisiostcos e eslrondosos que sao a
mais evidente prova e o teslemunho mais fr-
zanle to amor que vola aos sr-us Monarchas
o povo brasileiro e do que merecem clles ao seu
povo.
Era a noile da chegada de SS. MM. incendia-
rnm-se algumas casas cuberas com pnlha em
um banro mais distante do
lar, n'esta so achava uma
le mogno, o em urna das
ra S. M.. dous aparadores dous solas, Irezduzias
de cadeiras, dousconsolos com lanlcrnas e jarros,
no tocto se achavam pendentes l globos. Havia
um rico servico de mesa todo de prata, islo fa-
cas, garfas,salvas,palitciros, etc. A loma ralo
da de porcelana dourada. Ilouve abundancia de
comida, aqual era tola variada, e de um goslo
delicado. Houvoram cinco qualidades de vinhos,
licores de varias qualidades, frutas,
Circula o paco Imperial um elegante lerraco
pan onde dio differontes janellas dos salees.
Us Rvras. vigaro Prederico, Antonio Baplista
Espinh i, coronel Joao Valentim, prestaran] rele-
vantes servicos, e outros os secundaram.
Tivcmos a principal praea da cidade uma bem
Ungida fortaleza, a qual salvou a entrada de S.
M. cora as salvas do estylo, depois continuou a-
funccionir com loda a regularidade.
Tivcmos mais um arco defronle da igreja do
.ido-".
cente, o conservuu-so sempre Iluminado,
o ilo centro da cidade, .-
com o que S. M. o lmicrador muito se incom- "''";l ?e4esos- 'i'} ;,lnda que nao oslentas-
raodou, mandando, porm, logo lomar os nomos L&" "*!._n*m.?1.,!???f eslava bstanle de-
dos donos, o ordenando, segundo me consta,
que se Uzeasen as casas de novo cobertas com
tena sua cusa. V. mais um rasgo de genero-
sidade que vera provar ou ennfirmar ainda a
grandeza e mngnauimidndc de sen coraeo.
E preciso parar, porque vni esla j bem longa,
Tildo eslava (ireparadi
o se en qoizesse desrrevcr-lhe ludo Irla
longo, alm de me fallar o lempo o de
nesta occasiio de sobresaltos constantes dr
tidos resosijose affazeros que corlara o fio dolo
da a reloeao que se quera fazer cora exactidao o
minuciosidade. Ao menos aceito o que agora
lhe escrevo como uma prova de ininha boa voli-
tado e llrnie inleDcode nao fallar n esle dever
de seu correspondente fiel, posto que
moroso e um quanlo incapaz de bem
nhar o dever de chronista agradavel.
minio
anco
re|i-
um lano
desempe-
II
Picamos em paz, j sabe, sob a pressao de
uma seca lerrivel que vai prometiendo acabar
com lavouras c canoas de assucar.
Aponns hontem aqui chuveu um bocadinho
que ncni servio para assenlar bem o p que o
nordeste dm ala aos olos desapiedadamenie
quando raiou o feliz dia
"i de dezembro de 1859 de eterna memoria, o de
saudosa recordarlo, tcndo passado quasi toda a
noile de 2G para 27 sem dormir a populacio des-
ta cidade, dando vivas a SS. MM., sondo' acom-
(i.inhndos por uma msica.
As 9 horas do dia partiram quasi qualro ce-
ios cavalleiros para nem ao encontr de S, M ,
no varsea do rio Carapucenia, legua o meia dis-
lante desla cidade houve o feliz encontr, ah
forra a rain alas, o proromperam era vivas os raais
eothusiasUcoa que se podem imaginar, assiin
continuaran] at entraren] na cidade, onde che-
garain quasi em delirio, lauto era o prazer, tanl
er do subdelegado Uo primeiro listn I
juca, o aljins nutro- d l prata cou-
poder .: i Dr ch fe do polica.
Por portara do 3 do correle foi \ o
s pares de lanler- o lente coronel Homelerio Jo- Voll ra da S
ve ira do cargo de subdelegado de i do se-
gundo districlo da fregm /...i de S. C -
mio no termo de Igusrass.
Per dita de 9 do coren o .
delegado do primeiro distrito di t. i
lijuciipapo. da comarca deGoianni,
reformado Eunrisco Goncalves de Arru la.
<) Sr. Dr. Barbosa Lima, dircelor do i
gio do Buui Consclho, acaba de addici mar i
lerias du eusiiio qu- alli dado ;, nossi ue la-
de, mais um curso de commen i e aj)
A lerabranea do Sr. '.ir. Barb isa i na I
mais recommedavcl qoanto eram m lerias es
que entro nsse nao profesaavam, -
ante lacuna por lodos mis i
por muilos devidamente i
rudo agora por lauto est dependente di -
fessores a quera foi incumbida i i das
doas aulas; e esperamos que n sssa .
I)r. Barbosa Lima proceder com o ciilerie,
lhe eonhecido.
Ou por nossas observacoes, ou ('O qualquec
outro motivo, foliamos do cousigai aqui,
acham-sefeitosoa reparos, que a ra do Mon-
dego careca.
Faca-so o mesmo com as
|ue esli om caso idntico, que as oespesas
rao menores o. o publico nao solTrer.
Foram recolhidos a casi da
dia 5 dosto mez3 homens, todos livres ; sendo i
o do subdelegado da freguezia d i I
ola ordem do de Jos.
Foram recolhidos a mesma no 2a !), :l ho-
mens livres o 3 escravos ; sendo l a orden do
Ur chefe de pulira, la. jj
primeiro distncto, 2 a ordem do su
Boa-Vista, 1 a ordem do de Sao Jos e 1 a d
de Sao Lourenco d.: Malta.
AlriLii. Emquanloa Italia tomo
vilegio do oceupar a silencio geral, do
deixar de ser bem acolhid'os lodos os esclareci-
mentos relativos a esta regia o.
Qual pois, em relac
lacio, duas tusos fundaroenUes do lodo o
a importara ia da Italia em g. i d l
Qual a importancia das parles, que k"
lempo a COnslituiam, e das (.artes, que.
devem formara Italia fotuca .' L" esta uma ,
tao, que actualmente tcm sido repetidas reaoa
posta : c por isso nao sei sem intoi
curta resposla bascada sobre dados resseutea e
seguros.
A llaliaoccupa umasuperRcie de 5,771 leguas
quadradas, c contem 25,632:000 hat>ilanles. Sen-
do a exlenso total da Europa de 182,512 leguas
quadradas, povoadas por '7-2 milhoesde almas, j
Italia perlence 316 por 10)1 deextesaloc KO
100 da populacio total. Pondo de parte i I -
sia, que por si s lem mais de melado [100,4 10
leguas quadradas) de exlenso, e olera ',' um
quinto ;62 inillracs de almas1 do popula ;
quarta parle da llalin ser eolio de 7 pex o al
quanlo supcrllcie, e de 12 por etflto quanlo a
populnco
\ populaco relativa da Italia de 4,415 ha-
era a alegra queseiiliara lodos aquellos coracesI hilantes por legua quadrada ; una relacio al-
ao sondar oo caro o sagrado ponhor da noss fe-
llcidade, de lodas as casas parliam as mais ex-
prossivas denionslraooos.
S. M. agradecen oslas manit'eslaces de amor
e respeila com lodo a bondade que caroteris-
lica,
. As 11 !ioras o meia chegav S, M. ao Paro Im-
perial, onde por oslar muito fatigado, foi tomar
logo algum ropouso, anles Jo todas as ceremo-
guma cousa inferior de Inglaterra que conta
4,780 habitantes sobre a mesma exlenso do ter-
reno, mas muilo inferior em relacio Franca,
que lem 3,750 habitantes, Prussin con 3,370, .
Austria cora 3,000. Alem disto ln una parii-
cularidade ootavel, c que consiiiue mais um ele-
menlo decivilisagao para a Italia, 6 a forte pro-
porcao das populacdes urbanas : s.*i as localida-
des, que contara raais de 10,'XK) habiUnles, ab-


DIARIO PE PERNAMBUCO. QARTA FEIRA 1! DE JANEIRO DE 1860.
sortera uiu boai quiulo do numero lolil Uos Uu-
lila'itee.
Sabr as totalidades dadis, a Corsega, llarro-
o e Sao Mariano, tcm junlus urna extensao de
161 leguas quadradas, povoadas por 265,700 ba-
ratantes, o resto esl distribuido pelos seto Esta-
dos, de que Italia so compunha da niancia se-
4,'mate :
listados I.cguacs quadradas Populeco
aples 2.033 9.117:050
Picjionto 1,372 5,167:500
Lon.bnrdo-Venelo 826 5.088:700
Batatos ponlicios 753 3M24:700
Tos.ana 403 1,794:000
'anna 113 490:850
Modcna 110 004:500
A*ra pela extensao, como pela populacho, o
reino das Duas-Seeilias oceupava o primeiro lu-
gar, e ero seguido do Piemonie e da Austria. As
possessocs deola ultima potencia, aiuda que
muilo menos extensas do que as piemontezas,
cram quasi iguaes em popul.icao. Este estado de
<"ou;.as fui Icrritorialmenle laudado pela paz de
Villa-franca, que deu a Lo nbardia ao ro Vctor
Kmmanuel.
No precedente quadro, a Lombardia entra rom
39 leguas quadradas de extensao e 2.773 900
habitantes ; ora sabido que a fronteira sarda-
aualrUca, tal como foi trac; ta nos preliminares
profineia de Mantua, parte que ter de extensao
Si3 liguas quadradas, e 138 000 habitantes.
Logo a Sardcnha esl actualmente augmentada
com 369 leguas quadradas c urna populaco di;
2.63V9JU almas, einquaato que a Austria Oca
redolidas a urna possessao Oe 457 leguas quadra-
das, povoada por 2,452:300 habitantes. Por tan-
to a Austria, como potencia italiana oceupara o
quarto lugar, porque taato pela superlicie territo-
rial, como pela popularao, ella Oca inferior aos
Estajos pontificios, suppondo aiud que as lega-
to es possam subtrahir-se diQnitiramente sobe-
rana do Papa.
Passageiros viudo do Rio de Janeiro, no
brigue escuna brasilcira Joven Arthur.Agosli-
iiho Jos Tarares, Jos Mar a de Souza. e Ma-
noel V Ribciro.
Passageiros rindo de Liverpool oa barca
ingleza Famriit. Tbomaz Uarris.
Ermina preta, escrava, 30 anuos, softeira, n-
flaiaac.au de ligado.
Joaquim Jos de Saat'Anna, pardo, viuvo, 33
anos boxigae.
HORTAUDADS DO OU 1) DO CORHKNTR:
Ju.io Perreira do Nascimeoto, parJu, solleiro, 38
anuos, bezigas.
reliando, pelo, solteiro, 9 anuos, inflama rao
de ligado.
Francisco Antonio do Vasconcellos, branco, sol-
leiro, GOanaos, congcslo cerebral.
Culherraino, branco, 10 mezes, sarnas recolhi-
das.
Luiz, prclo, 5 mozes, convulses.
Berg Mcggais, branco, solteiro, 4 i anuos, febre
a uari-a.
Romana, preta, 2 mezes, hepatilo.
Hospital de caridadb. Exislem 65 lio-
mona 61 mulheres nacionaes, 1 hornera estran-
gcro, i hoinem escravo,total 118.
Na lotalidadc dus deentes existem 37 aliena-
de* sendo 30 mulheres c 7 horneas.
totora visitadas as enfermaras pelo cirur-
giu Pinto s 7 horas e 20 minutos da manha,
pelo Dr. Dornellas s 8 horas da manhaa.
Falleceu uta hornera de bexigas.
tiarros, casa lenca arrendada
por..,.................. s 400O0O
dem 4.j-IIerdeiros de Joao Moit-
reira Marques, casa terrea ar-
rendada por.............. 133000
Uem 5. Os mesmos, casa ter-
rea arronilad por.......... 150DOOO
dem C. Francisco Antonio
Pereira da Silva, casa tarrea
arrendada por............ 200&0C0
Mam7. Francisco Gomes da
Oliveira, casa terrea arrendada
por.................... 400^000
Rua tas Mangueiras.
N. 1. ~ Dr, Jos Bernardo Gal-
vo AIjves,Alcofo:ado casa terrea
arrendada por............. 120*000
dem 2. O mesmo, casa torrea
arrenjida por............ 12j9300
Os mosiuos, casa
ada por............. 120*000
- O mesmo, casa terrea
Ja por............ 114CO00
Ileuriquj Gibson,
casa terrea arrendada por..... 96^000
dem 6. i Francisco Serfico de
Assis Carvalho, casa taire*, ar-
rendad* por............. 1009000
Uem 7. Clan lino Bonieio Ma-
chado, casa terrea arrendada por 200SP0U0
Idam 8. O mesmo, osa torrea
arrend ida per............. 200*000
Coniin iac,ao da Ra do Monleiro, eprin- '
cipio da Ra do Quibo, que por engao da
Typographia se deixou de publicar, no lugar
competente.
t,*i uu*m i*mv~MimiM*ammrmF^mB
dem 3.
arread
Llera 4.
arren<
Moni 5.
w
'iiuiiuo o luojino or. Dr. u.iuus, segumiu se mil* i ajuste j pitj.siigeiu oh por nao ler cuunuuuos o
referi, em um brinde dirigido ma um janlar in-navio, viudo precnchidos cora V. S. e sua ami-
glez, na estrada de ferro (acto bera particular) lia os lugares de passageiros a bordo ?
ha mu pouco lempo, nao se esquecou al do fazer Bogando a V. S. n resposta pedida, rogo-lhc
valer a sua posicao de juiz de direilo o revisor igualmente me autorise a publica-la, com cuja
dos aclos dos seus subordinados, etc., o que foi merco milito mais obrigar a quem se presa ser
considerado por inulta gente boa como uro \ de V. S. rauito ltenlo o respeitoso criado
Coinmunicados
330*000
100*000
30020 00 !.ll.r,r;.ie||
1502000
.150*000
2002000
502000
COI.I.ECTORIA DE OIJNOA.
Lancanientii da Iccaiua los predios
urbuiius do distrieto da culiecto-
ria que tem de servir no auno l-
naiieeiro de 3Sri) s 13SO, pelo
cnllector .tlanoel Jos de Azeve-
Tuia do Monleiro.
N. 27. Hardeiros de Joaquim
Jos de Abreu, casi terrea ar-
rendada por............... 1S05000
dem 2S. Antonio Jos Ro-
drigues de Souza, casa terrea
arrendada por............
dem 29. Joaquim Amonio
Pereira, casa terrea arrendada
['["- ..........'.......
dem 30. Francisco de Paula
llego Barros, casa larrea ar-
enlaJa por...............
dem 3! Antonio Francisco
Perera, casa terrea arrendada
jOr.,
Ije-n 32 Hardeiros de Joaquim
Tiburcio Ferreira, casa terrea
oceupada pelo proprielario ava-
llada por..............
Uem 33. Jacinto do Sousa
Tavares, casa terrea arrendada
por................. ..
dem 34. Sebastio Jos do
Reg Barros, casa terrea arrea-
dada por.................
dem 35. CanliJa Francisca
das Chagas, casa terrea arren-
dada por.................
Ra do Quibo.
R 1. Il'jrdeiros-de Jos Ro-
drigues de Mella, casa terrea
arren lada por............. 50*000
dem 2. Os mesmos. casa t;r-
rea arrendada por.......... 2502000
dem /. Jos Gomes da Silva
Portella, casa terrea arrendada
por..................... 722J0O
'Uem 5. Eslevao da Canha Me-
deiros, cas3 terrea oceupada pe-
lo proprielario avaliada por;.. 72*000
Idcra casa terrea arrendada por. .. 72*000
dem 7. D. Barbara Mara
Ferreira Lopes, casa ierren or-
cupadi pela propietaria ava-
llada por............... 432000
dem 8. Estevao da Cunha
Teixeira, casa terrea arrendada
por..................... -a&ooo
dem 9. Antonio Cantillo da
G).-la, casa terrea oceupada pe-
lo proprielario avaliada por... 200*000
Ba da Pocira.
V 1. D Mara Felisraina do
Reg Gomes, casa lerrea ar-
rendada por .............. 72*000
dem 2. Jesuino Ferreira da
Silva, casa lerrea arrenJa la por 100*000
J'Iem 3. Os mesmos, casa
tenca arren lada por ........ 1002000
dem 4. Joaquim Jos Ftlix,
casa terrea arrenJada por .... 72?000
Itua atraz da Igreja.
N. 1. Joao Rufino da Silva
Ramos, casa terrea arrendada
poe.................... 120*000
Ra Nova do Poqo.
N. 1. -Sincinato Antonio Lopes
Mavignier, casa terrea arrenda-
da por................... 1202l'O0
Llera 2. Manoe! Jos de Santa
Anna Aiaujo, casa terrea ar-
rendada por.............. 96*000
IJem ?. Antonio Domingnes
d'Almeida Possas, casa terrea
por..................... 100*000
dem 5. Viuva de Manoel da
Si'.va Ferreira, casa terrea ar-
rendada por.............. 1502020
IJem G. Joao Ignacio do llego,
cafa terrea arrendada por..... ,702000
IJem 7. Os mesmos, casa ter-
rea arrenJada por......... 90*000
Ra do Quibo.
]S. I, Dr. Bernardo Macha-
do da Costa Doria, casa terrea
arrendada por............. 1502000
dem 2. Sincinato Antonio
Lopes Mavignier, ca?a terrea
arrendada por............. 1532000
I !ern 3. Jo^ Gamillo O Sr. jiizde dircito da c uare a do
Cubo, Dr. Francisco Elias do Rc^o
D.nii. s ante mn sen visinho que se
qneivi de usurpar lhe trras.
.sv..\ re actores.Anda me persigue o Sr.
Or. Pranci ico Elias do Hego Danlasl Oberado
tle tantos irabnlhos agrcolas, soai habito algum
dedis'usspes jornalisticas, vejo-me obrigado ;
abrir mito de ludo, vencer este natural obstculo,
a aquelle meii inquietovisinho, que nao obstante
ser prorecio magistrado tcm eseolliido e prefe-
r.lo aos irihnnaes o campo da imprensa para
discutir e arengar sobre ama queslo judicial,
que com elle trago, pira reivndicago d3s Ier-
ras da mirilri proprieJade que ha usurpado.
fura de toda a duvida que sobroraancira
a gneoso esse proceder do Sr. Dr. Dantas, por-
que lende derramar prevences em seu favor
por urna historia p ir elle agcitada, e ao mesmo
lempo indispoe-mc ante os dislmctos julgadores
daquella causa. Mas, engana-se o Sr. Dr. Dan-
tas, porque j lhe disse urna vez, c repelirei I
sempre, deposito plena conlianca nos magislra-l
dosdomcu paiz, e os considero sobranceiros, e
superiores lo indignas suggeslocs ; e assim !
corno nao admiti precipitar discusso alguma
jornalistica sobre os pontos dessa questao,aguar-
dando s la ullnia decso, tambera lhe asse-
guro que nos auto-' li i de responder-lhe e pul-
verisa-lo coro pela monto, levando toda evi-
dencia noBsieel demonslraco do inauferivel
direilo, q e me asssle. Neste (irme proposito,
em que une acho, deixo ao Sr. Dr. Dantas o lire
arbitrio tle fazer anazeis sobre os limites da sua
proprieda Je com a minha e descrever cartas ly-
pographias, n seu geilo e gusto, como lea pra-
licado naj suasduas correspondencias de 15 do
setembro e 2!) de dezembro do anuo passado.por
que heidn sempre dizer-lhe uoaeil h'iclocas, e
viro foi ha,
ntrete nto isla nc importa deixar igualmente
ao mesmo Sr. Dr. Dantas o direilo do aboca-
uhar-me, torturando os factosenl re nos passados
o asando do capciosas interpretadles, como pro-
cedeu naquella sua ultima correspondencia, que
passo a responder. O Sr. Dr. Dalas para poder
desfrutle Entretanto, bera cabilla foi a quali-
ficat'ao, que del ao Sr. Dr. Dantas de magistrado
provecto, o poderoso era razao do seu officio,
porquanlo quem se diz, como elle, j contando
25 anuos no excrcicio duquellc honroso sacerdo-
cio, credor de laes elogios, assim romo sao
as proprias leis patrias quo o considerara pode-
roso sm raan do seu ofjlcio.
Logo, se dest'arle de ao Sr. Dr. Dantas o que
lhe compela, nao o ofTendi, e so o contraro ello
para coramigo vai praticando por urna nies-
quiahez d'auimo, c deseorlezania na verdade
aiuilo iaqualificaveis c at repulsivas.
Anda grande alarma fez o Sr. Dr. Dan-
tas, porque foi publicada a carta cdiclal que
requer para um seu filho, residente era paiz
lacerto, ser citado afim de reslituir-mo as mi-
aas Ierras, que harta usurpado. JS expii-
quei, que esse o estylo e fraseologa usada no
foro, e por consegunle. quando assim proced,
nein do leve ofTtuidi a S. S., que se d por ocha-
do, affeclando disso miseravel ignorancia para
melhor formar os seus castellos com o antecipa-
do proposito do derruba-los, por sem duvid i
com mu triste gloria. Proseguio o Sr. Dr. Dan-
tas invoatariaudo as saas propriedades para con-
cluir, quo o seu engeaho Ooiabera tem eresctlo
por licitas e ulteriores acquisicdcs. Nao duvido,
por corlo, que assim soja, mas o que nao resta
duvida que S. S. quando entrou para aquella
sua propriedado a ochava muilo pequea, e por
sso me convidou para compra-la. So por ven-
tura de repente ella cresccu, por algum motivo
necessariainente o oi, o qual s no Sr. Dr. Dan-
tas compre investigar, e saber Pelo menos, c
sabido que aquello seu engenho nao arapliou-se
em trras em vrtude de laes acquisices separa-
das dos Ierras do mesmo engenho, e' por conse-
grante, seo engenho de S. S. assim rpidamente
cresceu, nao foi por causa dolas, mas sim por
eleilo de alguma gamma elstica. Cora effeilo,
pasma como o Sr. Dr. Dantas oje era duvida que
parle [dousj dos marcos dos nossos cngeuhus
eslo nos cannvioes des. S.
Para desracnli-lo basta a raas simples inspnc-
cao ocular do quem passar por alli, e por sso
desde ja convido a qualquer dos leilores que
assim queira verificar o obsequio de se en-
tender coinmiso, quo lhe mandarei mostrar iu
conlinenli. era lanta impudem-ia, quando se !
traa de faetbs destaordem, que sau de primei-
ro intuicao c fallam maisalto do que fofos pala-
vroes I.'lliraou o Sr. Dr. Dantas convidundo-me
paro fazer decidir, por m
Jacinho Nunes da Costa.
Recita 3 de Janeiro de 1860.
Illra. S.-. Jacinho Nunes da Costa.Presadis-
simo senhor.Satisfazendo ao pedido de V. S.
sob dar-lhe os esclarocimentos du occorrido cora
a minha viagem do Maranho para este porto no
hiato Lindo Paquete, lenho a dizer o que na ver-
dade se deu, sem orr.iuir nem accrescentar cir-
cumstancia alguma em qualquer das perguntas
que me faz V. S.: em qiiantoa Ia, nenhum cons-
traagimcnlo houvede minha parle em pagar a
quanUa do 2:0UO ao Sr. Jos Francisco Arteiro
oela minha passagem e de minha familia e ba-
gagem, visto que, entrando eu era ajnsto com
o mesmo senhor, me conformei em pagar a re-
ferida qu.intia. Sobre a 2* finalmente, nao era
possivel o Sr. Francisco Jos de Paula ter passa-
gem no dito navio, pelos poneos commodos do
mesmo ; assim pois ao poda conduzir um pas-
sageiroque necessitara de um coramodo decen-
te, os quaes cu a minha familia uceupavamos e'
nao (>or tlilerenca de ajuste, porque supponho
nao chegou a entrar notle o mesmo Sr. Paula.
E' pois, o que em verdidc me cumorc dizer, pu-
dendo V. S. fazer desla resposta o uso que bem
Me convier. Sou com estima c consideraeo de
V. S. muilo atlonlo venerador o criado
Joao da Rocha Wanderley Lint.
Estancia 7 de jtneiro de 1860.
Ji>ao Feeirr llego.
Francisco iMariins dos
Paula.
Tliomoz Carneiro.
Joao Raplisla de Campos.
Manoel Moreira Campos.
Aureliano deOliveira.
Manoel Antonio da Silva
lunes.
Manoel Antonio da Silva Andi-
nos Jnior.
Flix da Cunha Tixeira.
Joaquim Jos Ferreira de Al-
meida e Silva.
Reymundo da Silva Maia.
Tbomaz Antonio Zay.
Joaquim Correia Lima >\an-
dedey.
Antonio Ramos.
Manoel da Silva Nogueira.
Jos Joaquim da Silva Gomes
Fortunato Carlozo de Goveia.
pe loes, que o prazo de IU mezes marendo na ler
Anjos i para o descorito mensal de 10 0/o rio valor dH,
notas de 5J> da 8.* estampo, papel roxo. o di-
500$ rs. da 1.a, 2.a e 3.a estampas, que n
substituimlo principiar n correr no 1." de abril
do corrale anuo. U secretario do g verno, Jos
Denlo da Cunha Figiirirrdo Jnnior.
De ordem do Illm. Sr. Inspector da Tho-
An- scuraria de Fasenda de blico que a arrcrnalacao da parte di subrada de
dous an lares na ra da Guia n. 29. penhorada
aos herdeiros de Antonio Ferreira Duarie Vel-
loso, nao 'ave effeito no,lia aanunriado por falta
de licitantes, e por sso fici a mesma arrcn'.i-
lnc;io transferida pira o (lia 28 do crrente inez.
Secretaria ta Thesouraiia de Fazenla de l'er-
namliuco 9 tle Janeiro .le lt60. O Officir.l
Maior interino.I.uiz Francisco d S. PaioeSiU .
O Illm. Sr. In^pelor da 'FhefO.iraria Pro-
vincial, era cumnrimenta da orden do F.xm.
Sr. Presidente da Provincia, mana fazer pub'i-
co, que no da 26 Jo corrala si ha le arremata
i peanlo a junta da mesma lliezouraria. a qunm
Publicacoes a pedido.
Decreto de 25 de agosto
de 1831.
A regencia em nome do Imperador o
Sr. D Pedro II, tem smecionado e
manda que se execute a resolucao se-
[uinti- da assemhle'a geral, sobre pro-
postado conseltio gsral da provincia de
Pernambwco :
Art. t.m Fica probibido em Pernam-
buco a associacao dos carmelitas des
carros denominados Tlieresios.
Art. 2.- Acisa em que ate agora
tem liabitado sea' destinada para oes
lab lecimonto de urna das casas em que
para fazer decidir, por mel de arbitros, a ques- Se devem recolber e educar os orphaos,
lao judicial que cora elle trago, ao que me recu- c i .- i
so formalmente, nao porque lema ojuizo delles, a cula manutencao toram destinadas as
que jamis rae pode ser contrario, mas sim nor rendas dos ex -congregados de S. Filip-
ha ver coraecado esse pleito para que fui por elle ()e Ma
muitas vezes provocado, e aao me convir boje '' '. ., .
ouira decsao a respeilo, que nao soja proferida OlOgo Antonio I'eijO etc. Palacio do
pelos tribuimos. Se essa dem nido era o seu de- Rio de Janeiro em 25 de agosto de 1831
siaeraltirt, como elle sempre- indicava, cu satis-i i n. ,i ,,i na,-,A^r,n j ;.:^
lis-ll.e nesse ardente desojo, c o se,, gozo nao rae da 'd''penlencia e do imperio.
cumpre contraria -lo ou alias ante elle recuar. 11'rancisco de Luna e Silva.Jos da
sso pelo menos ndica que S. S., recelndose Costa Carvallio.Joao Braulio Muniz.
uo destecho dessa queslao, avenan e.-sa deceu- iV____i _c--'
te sahda, e busca esse occordo depois do caldo ~",0{0 Antonio I'eijO.
toldado. i ------------------
Para inirn, hoje, ja tao caneado de soffrer o Consla-nos que o Sr. Lisboa, artista que foi da
Sr. Dr Dantas, e de experimentar a falsidade do I companhia do Sr. Germano, requeren a S. Exc
suas palavras e promessaa, s me cumpre eolio- tbeatro de Santa Isabel, para com seus compa-
car-me na sua mais diametral opposicao, por- ""Ciros dar alguns espectculos nos domingos a
que s assim me poderoi delle ver-nie" livre, o ,nrdc. Dos queira que se elloclue. O Sr. Lis-
nao sor victima de algum novo plano. A pa- 1,,,a' nos conhecemos, sabemos quaes sao seus
ciencia humana lera limites, c o sci se elle "obres sontiraentos, sou carcter, e sea talento
calcula fazer-me dest'arle pessar por alguma 1 orlistico ;6 para lamentar que ato artista se veja
outra forca caudin.1. reduzido aganharasua vida lora dos capitans,
Nao desanimo S. S. ai.lo qualquer decisao j'i- a)1"1,! seu mrito passa desapercebdo ; comludo
dicial, a-uarde-a cora alguma paciencia para en- na conarc? ''/ Goiaana foi elle bera recebido Jse-
to cantor hosannas, se a vencer, ou dar-se por *noMi/'oroMiraiM;, Uouveram pessoas dis-
vencdo. so a perder. O contrario faz iudicar I 'Inc,w 1ue nimaraoi e lite apontarara para o
que S S. nao conlia aos tribunaes, era que alias l"1"", c.om" PO'Wde gloria e honra aos Coia-
eu deposito plena confianca. Teaho respondido ",sU,s11 companhia que cot elle se dispoe a
aos tpicos da ultima correspondencia do Sr. Dr.l ,rol)al|,ar. e cunhecida ; entre ellos temos o nos-
Dantas, e por sso devo aqu parar. Mas, nu 0 ?, I"11*,0 .SanW Rosa', ar!or ioT^ e aclnz D-
farci, sem pedir S. S. que rae deixe vivertran- ,aria l."'"' -',a n.hora 1" a Hmos represen-
tiuil!
i e ahsorvido e;n meas Irabalhoa ruraes,
lar no Sonta Isabel, j nos arrancou bravos es-
sem mais me encommodar, lendo a prudoncia Ku
de esperar a decisao dessa nossa queslao j in-
p inlaneos, e podemos afianzar sua capaeidade.
mais artistas nao sao bem conhecidos por ii,
achincalh
cionarios
anterior c
ar-se nos ultrages que me dirigi, soc-
correu-se ainda da sua frtil moginaoao, phan-
lasindo i ue encontrou acrimonia, sinua'-oes
termo que nao eu :ontrei nos dic-
ia nossa lingua na minha primera i
jrrespoadcacia tle 22 to inez ultimo,
sem alias kpontar expressfioalguma, que com sso
se parot'a ; aind.i nistu S S. rauito illudio-se,
porque e educacao, e a lan|0 nao me rebai-
aria.
Esta argucia j lo sedica, que s desacre-
dita ao seu autor, o qual com sso indica corta
cobarda em querer descarregar sobre outrem a
palernidaae de ocios, tino lhe sao proprios, e ori-
Igiaaes. (jom diverso cavalleirismo proced eu |
I para com i Sr. lir. Dantas naquella minha cor-j
2008000 responden ra, mostrando-lhe com loda o fian-
tentada, que pela justica q e nib assislc devor
tiror-lheos calaraclas, e frustrar-lbeastrnas ton-
cas decep<;es. Se a S. S. sobra lempo, altfm
do que lhe preciso para o preenchimeuto dos
.-os devores, como magistrado e agricultor, bem
podo oceupar-se em fazer atguinaa penitencias,
para descont ao meaos i,^ seus pareados, que
lalvez nao sejam poneos. Sou, Srs. Redactores,
seu constante asstgnaote.
Engenho Manass era Jaboato C do Janeiro
de 1869.
O coronel
Jos '.'ornes dos Sanios Pereira de Vastos,
VjQ r r espondenci as.
E todos os raais devotos e devolas que quei
rain concorrer.
(Assignatlo.) Fr. Ftlippe de S. Luiz l'aiva,
D. Abbade.
Frederico Velozo da Silreira. I'r menos fizera ola de quinheaias brafM de
I'cilro de Alcntara dos Guima- '-'">P,'|lrani-rito entre os marcos oito e raes Feixolo. Ibraeas, na estrada da Victoria, avaa.Jo en
Francisco das Chsgas Salgueiro. 8:8i)fi?000 r;s.
Manoel de Azevedo Ponies. A ariematno-. ser feita na forma da U pro-
Manoel Luiz Gonsalves Jnior. I vincial n. 343 de 4 de maio de 1851, e sob
Francisco (ioraes Oliveira So- 3S damilas especiaos abaixo ripiad;.--.
brinho. -As pessoas que se proposerrin a esta arre-
Manoel Jos Ja Silva Guimarfios.' mataro comparecam na sala das sesaiea da
' mesma junta do di* cima declralo, pelo Me
da competentemente babilitadat.
E para que cheque ao conhseimenlo !, i
' ta mandou affitar o presente o publicar
Diario O Secretario A. F. d'Anounei
Clus-.ilas especiaes pira a arrenalaej
I. O emiieIrain-uio de quiaheatas 1,- i
I entre os m ire i lo e le/, mil brocas na estrila
da Vic;ora, ser execulado couforioe o
memo spprovada pelo consclbo d directo a,
e nesla data subraeltiJo a approvi^ao de I
Sr. Vreslente da Provincia na importancia 8:8noOt>0 ris
c2. As obras do en,pediamente e
no praO de um mez, e terminarlo no de
aml is coulaJos na formada I-i numero
3. 0 pagamento da importancia larao, ser effeciua lo em tres pre .
COHHERCIO.
PRA^A 1)0 RKCIFh Itl Di. .lAN'r.lu 1)1, 1860.
AS TRKS HORAS DA TARDE.
ColaQoes oiliciaes.
Descont de letras10 /0 ao armo.
Coruoio sobre Londres 2e io \\\ 90 d r.
francisco ilamede de. Almeida.
Secretario.
Ciixa Filial do Banco do Brasil
era Pernambuco.
KM 10 DE JANEIRO DF. lbCO.
Directores da semaaa os Srs. :
Dr. Augusto Frederico de Oliveira e Jos ft.ip-
tista da Ponseca Jnior.
A caita desconla letras a 10 0/o, loma saques correspondentes a c.da terco da obra"
^opremV'd'eo Ja"Cr0" l^^'U"U^ 4- ''ara ludo o raais que nao li
i liiVolo une npMnnlu ^l ......I.,? *.i -* i. .
AI.PANDEG v.
Rendmenlo do dia 1 o 9 .
dem do dia 10 ... .
MOVIMENTODA ALFANDEGA.
Volumes entrados com fazendas .
com gneros .
ficado as presentes clausulas, ser observado o
que lispde a le numero 86. Conf
Secretario A. V. d'Annuci
87
430
Volumes sal idos cora fazendas
< com gneros
394
Descarrcgnm hoje 11 de Janeiro. /
P.arca ingle/aMirandalauca, arroz e gn l.
Barca inglozaCriterion fazendas.
Baria inglozaCorabacalho.
Barca americana Emperadortarinha do trigo.
Patacho americanoHenry ^ Dedio=idem.
Barca americanaVirginiadem.
Barca americana Hasardtabeado.
Brigue porluguezMara Ignez=diversos gene-
ros.
Escuna brasilciraCarlotadem.
CONSULADO GEU.VL.
Readimento de da 1 a 9 13486
dem do dia 10......4702 225
99 5523ir>7 (.)
16:3343152
--------------- O Il!m. Sr. inspector da ti. -
!15.8S6$309 rinrial, cm cumprimenlo da ordeiu :
i! i proi im i, mand i
que no da 26 do r.-rrente, i ranlu a jui
mesma ihesonrari i, se ha de
I or menos flzer a obra de 50(1 !
523 dromi ato entre os marcos lo > 1^ mil bracas da
: ida i! i VU loria, v, ili.i i i ,::. -. ^
A arrem
vincial n. 343 de 15 de mi.....le Ib5l,
I -
' pessoas rem a ea .
i omparcram na sala ..~ -- .
junta no dia cima in lii a Iu,
280
11
q uaza os I
jares, ponise meios pelos quaes elle
olTendeu-ibc e mallratou-mo no seu primeiro
artigo, c em suas cartas.' Assim deveria iratar- |
aie o Sr. Hr. Dantas, ao menos polas leis da urba-
nidadesenno por cerla reciprocidada ; mas tal
o seu ostailo de querer sustentar sua a prosa, que
deslumhrado corro, e investe desapiedadamente
quem lhe faz a mnima rofloxao Foi o Sr.
Dr. Dantas que lavrou a sua propria senlenca
oontlemnatoi la nesse poni, porque naquella
sua ultima correspondencia assim elle se expri-
me. E' verdad? quea< rf5-i5o se pode deixar
de empregnr na discusso um termo mai< rigo-
roso, mas usarei sempre d< que menos o/fender
daquella fercio que daqnelle e aao daquella !
pala conooViLircom lona i que do genero mas- \
culino.e nao do femi.uino] que menos ojfender e
for neeessarto, tapplicncel a especie de que se
Irala : isio fi- na mnha correspondencia de l
de setembro cita I < parecc-me que cita lo e nao
cittfla, para concordar con setembr, tambera I
do genero, masculino] que por ahi anda, e pode,
ter lidaenas cartas que /'io lenho escripia desde]
1852 sobre esta questo. Se S. S. nao ignora
que a conQssao a rainha das provas, o por ella I
devo o parle ser condemnada sera mais serou-
vida nem convencida, deve resignir-se a receber
o justo estigma que lhe cabe de havor sido O
mnu gratuito aggressor em tola essa discusso,
ameacan lo-me e ultrajando-raeincessanleraento
e scui ra/.o alguma ; assim como hade de acei-
tar o pordao que por taes ofTcnsas desdo j me
apresso em offerecer-lhe, por ciridaile chrisla.
Em verdade, deploro de todo o coraco que
tsto suoceda cora o Sr. Dr. Dantas, magistrado
j encanecido, e por corto digno de representar
melhor papel.se nao fora a su i hydrophobica am-
bico de possuir Ierras, que lhe aao perlenceu.
I" para apmirar a affeclada innocencia do Sr.
Dr' Dalas,quando affirmaque nunca mooffeu-
tlou, amoacou c insultou Pois S. S. j se ol-
vildou que veio mnha casa cora um desaffei-
coajomeu, para inlimdar-me, assim como qu-
em sua carta rain euderessada leve o arrojo do
diiet ^uc eu invadiaU a sede do seu engenho,
sendo que nao fui mais adianto por parecer-me
impnssicej PoisS. S.jse esiiueceu di) estylo
pruvocador e insultuoso de suas cartas, daquella
sua primera cooraspondencia, como pouco
coiilessou, c oulrosViniilos tactos seus, alheios de
(oda a corierania, alora do amoacar-me sempre
para os tribunaes?
Bem digo eu, que S. S. pordou a tramontana,
0 por sso nossa queslao, sem a precisa calma.j
est dando por paos e por podras, negando o que
acaba de ccniVssar. O Sr. Dr. Dantas naquella
sua ultima correspondencia ainda explorou outia
mina para melhor escarnecer de mim, e menos-
cabar-me, duendo que sou poderoso por mim e
pelos leus amigos, e at por ser coronel, posico
e terior correspjndcnci'.t, como se fosse urna peca
ofl'ieial.
Esle motejo do Sr. Dr Dantas degrada-o muito,
porque S. S. bem deve saber que homens da
nossa posicao, nao est airoso descor taes re-
baixamentos, S. S. sabe perfctamiuito quo nen-
liuia.i lci eonsidoca poderoso em razio do seu of-
fictoto oroaelda anliga guarda nacional, como
sou cu, assim como que vivo muilo recolhido ao
seio de minha familia, osss satisfeito da minha
qualidude de pobre agricultor, sem ollas relajos,
e prcleiiecs e por consegunle aquella quulili-
cacao nao me pude caber. Se por ventura usei
desse mcu titulo de coronel, quando assignei
aquella rainha correspondencia fui para que se
soubesse tambera que lenho alguma posicao so-
cial, e nao sou esse Qudam turbulento, como
elle, rae quiz inculcar.
Nem para admirar que cu assim me ossig-
nasse em urna correspondencia, que deveria ser
publicada, e muito correr por raaos to grande
numero de pess?.-,.- que me nao ewihorera,
purera assoveraninos que sao aptos para cum-
prireai sua misso. Esperamos qut a illustre
difi'ci'o nos proporciono esto dislracco.
Afcresce mais que quasi lodos estes artistas
tem suas familias a quera sustentara, c por taato
ser urna gloria para o Sr. presidente, para a il-
lustre direccao e para todos que concorrcrcm
; para lo nobressentimentos.
Eleice dos llevlos que toui de leste-
jar Nossa Seuhora do Moj le, em
Olindaa Ulde dezembro de 1860.
Juiz por cleirao.
: O Illm. Sr. Jos Antonio de Araujo.
Srs. redacom.-Parecendo-nos bera fora de \ Jui" Por ele'o- .
proposito que no voto tle agradecimnnto [publi- 'lima, e Exma. bra. consorte do Illm. Sr.
cado ueste Diario em o" do cnenle aos Srs. pro j Joaquini da Silva Maia.
8peS2i?.ClPlaoi0 ""0 y'"'?e*' ^il0 pel Juiz por devocao.
sr. i'iancis.ra Jos de Paula, estabcicoi esto se- n r- o a* i i
nhorum contraste entro o procedimenlo d'aquel- ,1,,n- e Exn,Pr Manoel Joaquim Carneiro
les eo do uosso amigo o Sr. Jos Francisco Ar- \ ^a Cunha.
leiro, negociante da praea do Maranho ; con- I Juiza por devogo.
K:(,uc'dt'/s',ld>1 d0 ,IJ'las, as clrcumstan ias A Illma. e Exma. Sra. consorte do Illra. Sr.
dada,, s,mente pode querer tornar odioso o Sr. i,,, r J Arteiro ; soja-nos permillido; em defeza do nosso Dl ('abr,a,I,boaic' RaPozo da Cmara.
amigo ausente esclarecer o publico e os amigos1 Escrivo por eleicao.
do nosso amigo, acerca do que seden com afigu- O Illm. e Exm. Sr. Gustavo Jos do Reg.
ra ia nada do Sr. Paula do Maranhio para este i Escriva por eleicao.
porto a bordo do Luido Paquete, coaenrrendo nos i ,, 0 _
assim la-iil):m para avivar a memoria do Sr. A Illma. o r.xma. oa. u. Hila efenna raes de
Paula, que, segundo as informa cites que lomos,
parece ao ler retido bem os tactos como ellos
se passaram.
NSo exacto que o Sr. Paula deixasse de vir
no Lindo Paquete por nao poder dispr de mul-
tada quanlia, como erradamente diz no seu roto
de agradecimento; mas nicamente porque ten-
do de seguir no navio como passageiros edoen-
tos o Sr. Juo da Rocha Wanderley Llns e sua
scohora, alora do seis pessoas raais de familia,
seus trastes, bagagem etc., cram os commodos
do navio apenas os sufficientes para alojar to
convenientemente como era possivel a essespas-
sag ir is, pelo que nao se poda offerecer ao Sr
Paula urna accomraodaeo de .-ente e di"na
d" s.
Foi, pois, a falta do commodos e nao a falta
de somma aonltada que deu causa nao vinda
do Sr. Paula a bordo do linda Paquete, com as-
severa o seu capitn e o confirma o Sr. Wan-
derley.nasua resposta caria deslc abaixo trans-
cripta-.
Provado assim o erro ,|0 Sr. Paula, rcsta ainda
dizer que nao npresenlando esse senhor autori-
SacodoSr. Wanderley para poder fazer im-
pugnaeo ou censura ao pagamento do dous eoli-
tos de res pela passagem e comodonas delle e
de sua familia, rete de trastes, bagagem ele.
quando ao contrario, certo que o Sr. Wander-
ley o fez de muito sua ventado, o preoedendo
ajuste, como igualmente assevera na sua respos-
ta ; c nu creado nos que essa deelaraeo do Sr.
Paula, apezar de lhe ser totalmente alheia, lc-
18:6882901
DIVERSAS PROVINCIA?.
Rendmenlo do dia 1 a 9 1:3775233
dem do dia 1!J...... 70J768
1:4485001
DESPACHOS DE EXPORTACO PELA MESA
DU CONSULADO DESTA C1DADE NO DA
lo DE Janeiro de 1860.
HavreGalera franceza Adelc, Manoel Ignacio
deOliveira i Pilho, 300 couros salgados.
Estados laidosBarca americana Hargarcth,
S. Brothers & C, 2.0U socos assucar n
vado.
nti dii ule habilitad
E para onstar se .,.:...
i Diario.
a da thes
ico, .[ de jara i.-i
.1. F. (.'.i .1 aunciai
Clau -
Artigo 1. 'As .,-
entre os marcos lo e 1^ mil bracas .
Victoria, scro eseeutadas dt- coid
coui o orcamenl i approrade i i di
conselho, o nesla data siibmettdo a a
do Exm. Sr. nn sidei
laueia dn 8:800.
Ai i. i.' I) e :
I inez e terminara no de d > -
contlos de ronformidade com a
Art. -I.' -o pagamento
remalaciio ser elfi i tu ada rm li
iguaes correspondonlcs a cad
c secutada.
An. 1.aPara ludo o mais que n liares
I ecilii presentes clausul -. -
do o que dispe o lci ptovinci.il n. 3
torne.o secretario, \
o.
Philadelpliia-Patacho americano cl.J.W Ap- 0 Dr. Manoel de Barros Brrelo juiz d
phgarih-, J. Patt-ri C, 2,000 saceos assucar :'
mascavado. I. dislncw da freguezia do l'ojo da I'
Lisboa=:Barca portugueza Hortcncia, Amoiii
Irmaos, 700 saceos assucar mascavado.
LisboaBrigue porluguez Tino, dvers -
regadores, 2!H) soceos assucar branco e 100 di-
diios dito maseavado.
la, era vir lude da li, Ao.
Faro saber que len.lo de forn unta
qualilica lora desla freguezia, no dia i "> i
neiro do anuo prximo fiiiun i
alia sido feita por motivos reprovados, permita-
nos que a laxemos de iraporiinenle c innppor-
luna, visto que para fazer sobresahir o procedi-
menlo generoso das pessoas que se lhe presta-
rara, nos parece desnecessario querer ostentar
de muito avallada a quanlia recelada de outrem
pelo Sr. Artoiro, o que em verdade se nao pode i
aflirmar era vista das circunstancias apresanta-
das, e das que raais se dio era caso lao ospe- '
cial.
Militas pessoas aqu residoales leem conheci- \
ment o traasaccoes cora o Sr. Arleiro, o todas
sabera de scioeia propria ou por tradieco,
qual lea sido seu comportamento sempre* il-
libado e nobre a lodos os respslos.
Almeida Gomes, Mees & C.
Recife 8 do Janeiro do 1860.
Sr. Joao ca Rucha Wanderley Lins.
Respeitavel senhor.Desojo rauito que V. S. pas-
se melhor do seu padecimento, assim como esti-
mo que luda a sua illustre familia gozo das ven-
turas que merece.
Precisando para csclarecimcnlo da verdade do
urna declarac.ao por parle de V. S. vou pedir-lhc
su sirva responder-mo ao pe desla, se sao exactos
os fados seguinlus :
1." Se foi no melhor accordo e muilo de sua
vontade que V. S. pagou no Maranho 2.000
pela sua passagem e comodonas, com raois sele
pessoas de sua familia, inclusive escravos c pelo
frele de niobila do seu uso, e excesso de baga-
gem olem do ordinario, d'aquellc para este por-
to, a bordo do hiale Lindo Paquete, de que sou
infstre?
2. Se o Sr. Francisco Jos de Paula, que ha-
va fallado igualmente e al empenhado-se para
vir r.o navio, diioudo o fazer por differenea no
Andrade.
Escrivo por devocao.
O Illm. e Exm. Sr. Amonio Carlos de Pinho
Borges.
Escriva por devocao.
A Illma. e Exma. Sra. Joaquina Luiza Vi-
raos Cavalcante.
Thosourei'o.
O Illm. Sr. Jos Joaquim de Lima Jnior.
Procuradores.
Os Illms. Srs. Franci co Luiz Viracs.
Jos Mara de Carvalho.
Jos Joaquim Lopes de Almeida.
Manoel Luiz Viraos.
Zeferino de Lima Cavalcante.
Jos Joaquim de Lima.
Mordemos.
Os Illms, Srs. padre Jos Antonio da Assumpc/io.
Manoel Figueiia de Faria.
Manoel Antonio dos PassoseSilva
Thoinaz Antonio Anlunes.
Marcelino JosGoncalveda Fonie
Manoel Jos Correia.
Jos Ulysses Marques.
Jos Monleiro de Siqueira.
Luiz Antonio de Siqueira.
3cao Francisco de Barros.
P. Jos Le te Pilla Ouigueira.
Manoel Estanislao da Cota.
Joao Bapiisia Fragoso.
Jos Amonio Moreia.
Amonio Jos Conrado.
Julio Cesar Ferreira de Aguiar.
Jos Jaco me Tasso.
Jorga Jacome Tasso.
Joaquim Felippe da Cosa.
Joao Fernandes Baptista.
Joao Tavares Cordoiro.
Joao Anglada.
Jos Anglada.
Amaro de Barres Correia.
Manoel Tolentino de Moraes.
Firmino Jos do Oliveira.
Manoel Gonc,alvosda Silva Jnior.
Jos de S Leilo Jnior.
Jos de Mallos Peixolo Guiroares
Jos Joaquim da Costa Leite J-
nior.
Manotl de Matlos Peixolo Gui
maraes*
Joao Joa:|iiim da Costa Leite.
Narciso Mara Carneiro.
Eduardo Alexnndre Burle.
Claudiano de Oliveira.
Alvaro Pereira de S.
Alvaro Augusto de Almeida..
LisboaPatacho porluguez Flor de Mario, di- o art. 25 da lei n. 3 7 de 19 de i
versos carregadores, 510 saeccos assucar bran- 1816, para execuco do que dispoe ai:
co. 333 ditos dito mascavado, o 1 dito caf. I u: arpa ,ia ro,.i.-, ,, ,,.,i i;.. ,.
RECEBEORIA DE RENDAS INTERNAS '' acUCa da reM>J" 'I1'-11'1"-".-'" *
GERAES DE PERNAMBUCO I daos volantes, e lambem do que a rasneito de-
Rendimentododia 1 a 9 4:0275052 ermina o decreto 8)2 de 19 de setembro lo
dem do dia 10...... 5i7$049 I8i> e 1812 de 23 de agosto de 1856 .--
^574*101 t,r p8ra il,lc:", n,n' 1ue seijunam W
_r'- lores, e Slipplentes desta freguezia, era coa -
quencia do que e era vu lude das resolu(S s d.
governo os convoco pelo prseme, para
rem no Indicado dia as horas da manbia
2 :8S92i' "onsitorio da igreja matriz, sob pena de ii
CONSULADO PROVINCIAL.
Rendimer.todoiiial a 0 2S:G1
dem do dia 10....... 3:73j2o>
rerem na multa fulminada na lei
Movinenlo do porto.
Navios entrados no dia lo.
Rio de Janeiro1 dias, Itiigue escuna brasil
ro laven Artkur, de 145 toneladas, capitao
Joaquim Antonio Concalvos Santos, equipa-
gem 11, carga varios gneros; a Antonio I uiz
de Oliveira Azevedo.
Liverpool10 dias, barca ingle/a Favorite, de
257 toneladas, capitao J. L. Piln, equpagom
13, carga fazendas e mais gneros ; a C. J.
Asi ley &C.
Havre l dias, briguefrancez Paralaba, de 2it'
toneladas, capitao Serouse, equipageni li',
carga fazendas e mais gneros ; a Tisset Fr-
re&C.
Duenos-Ayres38 dias, polaca hespanhola Uer
melinda, de .145 toneladas, capitao Jos Tor-'
res, equipagem 12, carga 2,800 quialaes lies-
panhes de carne ; a Viuva de Amorira l"t-
Ihos.
NevN-poil l!;i dias. hana fra.iceza Santo Tho-\
tiicr.de 2G0 toneladas, capitao a. j. Fontaino,
eqiiipagera 11, carga carvo de pedia e ierro '
a N'.O. Bieber C.
Navios sabidos no mamo dia.
IfarseillnPatacho francez Georg, capitao N.
Hirs, carga assucar
Harseille=Rarca franceza Andar,capilo Rou-
den, carga assucar.
Assu'Barca brasilcira Recife, capitao Uanoel
Jos Prestelln, era lastro.
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Ileaumur.
ODCC OCCC-I
SMK-CO
Fahrenheit
WXCDI
Hygromelro.
M-I-Ia I
tnoting i
ct i I
Barmetro.
Editaos.
Secretara do (invern de Pernambuco, era 5
; de Janeiro do 1860.
S. Ene. o Sr. pteeidonfe da provincia manda
1 fazer publicc, ct cumprimenlo tas crder.s lia-
ses que faliarem sera motivo justiOcado, os
Iquaeseleitoiesesupplrntes cima ron idot
o os seguimos senbores :
Joo Francisco de Reg Maia.
Henriqne de Miranda Henriques.
Jcs Tlicodoro de Sena.
I)r. Antonio Joaquim da Moraese Sil
Dr. Jos Hernardo Galvao AlcofcraJu.
Florencio Jos Carneiro Monleiro.
Jorge Vctor Ferreira Lopes.
Joe Francisco Pires.
Antonio Jos Gomes do Corre .
Jos Felisberlo da Costa Gama.
Sebastiao Alfonso do liego Barros.
Francisco Duarie Coelho.
Jos Lopes Carneiro da Cunha.
Jos Francisco do i'.c.o Borros.
.Manoel Peres Campillo i!e Almeida.
Joo Luiz Vctor Leultier.
Francisco Jos AlveeGama.
Vigario, Francisco Luiz de Carvalho.
Francisco Cesario Je Mello.
Francisco Mariuho tle Albuquei |ue Mello.
Jos Gongalvcs da l'oiciuncula.
Jo.-c Ignacio Pereira da Rocha.
Joao paulo Ferreira.
Dr. Luiz Carlos de Hagalbes Breves.
Nicolao Madiado Freir.
r. Joaqun Francisco le Miranda.
Antonio Ayres Velloso.
Jo- Bernardina Pereira de liito.
Jos Marques da Foncoea Borges,
E para que ohogue ao conheiiinento ti
dos niandei passar o prsenle, VM sei afliisil >
no lugar mais publico dcsia freguezi. e pal !i-
* 2 | cad o pela imprensa. Trinu-iro dslrctoda f;e-
5 H|gueza do Pojo da Panella, Ib de dezcinl.rn de
p el I8.')9, Fu Juao Ne[iomorono Bibeire, escii-
? c vao eecrevi, M. de Barros Brrelo.
ioao Baptista de Castro e Silva, offlcial da or
dem da rosa, e Inspector da Ihcsooraria At-
fazenda de Pernambuco por 5. H. I que I i i
guarde.
Taro saber aos que o presente edito] rireaane
?ra cumprimenlo de ordem do tribunal do ihe-
souro nacional de 1 i de novembro prximo pas-
tado se corneca a fazer nesta Ihosouraria a i i
tituieo d. s notas de SOOgOoO da primera, ae-
gauda e tercena estampas. Os Musp -
pois, podem apresenta-las M thrsetircin di su
ll'.esouraria, que lh'as trocar pin miras de di-
versos valores. Thesuuraria de Pernambuco
de dezembro de 1850.
Joo Uapti''c,d< Ca*tro c Stfva.
-
-.-
ir.
r-.
a ^-
> C
~ V.


(*)
DIARIO DE PKRNAMBUCO. QtftTA FEItU II BE JaNFJRO Di 1860.
eelara^cs.
imperio
= Tundo o governo imperial resolvido man-
dar fuer por arrematado a parto das obras do
caes da alf.indeg.i, pertenceule no ministerio do
imperio, oque nimia se ada por concluir, eom-
prehsndida desde a linlia da ra do Rosario at
o arsenal do guerra, observando-so o plano
nprescnlado pelo ongcnlieiro Carlos Neate ; pelo
presente se convida as pessoas que querem ar-
rematar a contnuaco da referida obra a apre-
sentarera suris propbslasem caria fechada nesta
secretaria de estado, dentro do prazo de 90 dias,
contados desla dala.
Secretaria de estado dos negocios do
u. Z\ de noumihro de 1859.
Fatuto Augusto de Aguiar.
ToiTciogeral.
Relaro das cartas securas existentes na ad-
iiii-nistjracao do corrcio, para os senhores abai-
declarados:
Anua Francisca Leal.
Amonio 'o-da Silva Viveiros.
Claudino de Hollanda Cavalcanli.
.icao Octavio Vieira.
Joo Paula llamos Chaves.
! -' Baptista Ribero de Paria.
Jos Cuperiino dos Sanios Meira.
Jos Mara Cameiro de Albuquerque Lacerda.
Manuel Jos Lopes.
Pedro de Ancantara dos Guimarcs Peixoio.
Paul Cassas.
Cecilia llosa Pereira de Rrilo.
Aliuiiiisti'a'fiu Pela adminisir.uao uo rorreio desta cidade so
A barca nacional Imperatriz Vencedora, de
pr meira marcha, pregada o forrada de cobre
seiguc para o Rio de Janeiro com muila brevi-
dade, recebe ainda alguma cerga : trata-se com
os consignalarios viuva Amoriin & Filho, ua ra
da Cruz n. 45, ou com u capilao na praja.
Para Lisboa.
O veleiro brigue nacional TINO, de primeira
marcha, pregado o forrado de cobre, pretende
s.iguir com muila brevidade, lem a seu bordo
dous tercos de sen earregamenlo promplo : para
o reslo que llie falla e passageiros, para os quaes
lem r-xcjlentes cominodo*, Irala-secom os seus
consignalarios Azevedo e Mcndes no seu escrip-
lorio, ra da Cruz n. 1.
faz publico, que em cumpriinento do decreto n.
7fS7 de 15 de maio de 1851 e respectivas iustruc-
eocs leve boje lugar o processo de abertura das
cartas atrasadas pertencenlcs no exercicio lb.:>8 a 185'J, condemnadas a consumnto pelo ai!.
138 do regula ment dos corrcios de 21 de dezem-
bro de ls, e assistiram ao dito processo os Srs.
negociantes Antonio Jos Leal Reis e JosAnto-
! Uoreira Dias. Desla abertura resullou acha-
i' rn-se 10 carias com as quanlias e documentos
ules : una caita de Alipio Justiniano de
nda da cidade de Caxias, para Joaquina Jos
do Lomos, com j; dila de T. II. M., do Cear,
i. ra Joo da Rocha Moreira, com |j dita de
Constancia Maria du Rosario, da cidade das La-
rangeiras, para l.uiz Pereira Draga, com 10 ; di-
la l). Lopes de Castro, do Maranho, para Fran-
i da Cosa Leilc, com vale de 1000 : dila de
Perora Paiva C do Ilio de Janeiro, pa-
ra Araujo & Carvaiho, com un conhecimenlo ;
dila de Joaquim A iguslo d:i Cunha Porto, do li
'- 1 meiro, para Antonio Jos Coirrfbra Guima-
raes, cun nina le a: dila de Carvaiho & Rocha,
do Rio de Janeiro, para Antonio Jos Purladoj
jiii duas leti is ; liia Salsta lo Souza & C, do
Cea ra, para Bemvindo (urgcl ,:.i Aniaral.com
un; recibo ; dila deJoaq'rim Evaristo dos S
da Babia, para Diogo Chaves, com mn valle;
dita de Guimaraes & Carregal, deTMacei, para
iCasemiro daSilva Machado, com urna Ie-
ira ; dita de Francisco Raymundo Luiz dos San-
los, do Rio de Janeiro, para Joaquim l.uiz dos
los, com meio hilhcte de lolcria ; dita do
Rang i, da provincia do Ceai, Para Maria Feli-
ciana do X. si imcn'o, com um allestado ; dila de
nio Feliciano Lopes, de Lisboa, para J -
quim de Paula Lopes, com urna es:riptura ; dila
de Jos Alexandre Seabra de Mello, do Rio Gran-
Norte, para l.uiz Lopes Ca-lello Branco,
nma letra ; dita deFlacido Caelano Borges,
Man id Caelano Borges, com urna
Iplra ; por ullimo procedeu-sn oqueima das ob-
rarlas que nio encerravam dinheiro ou do-
nlos, de que se lavrou o respectivo ti
Vdniinislracao do correio de Pernambuco 2 de
ro de 18W).o administrador,
/ !!, lujos dos tasios Mira
'-' une. Ismael Amavel Gomes du
5 .':: ni papelista.
Novo Banco de Pernambuco.
O novo hinco de Pernatahuco reco-
rlie as notas de sua emissao de ii.s e de
20$, e pede aos possuidores das mesinas
o favor de as virein trocar no seu es-
criplorio, das 11 horas dd manhaa at
S "2 da tarde.
C0)IPAMIIAnRP,4SLIEIRA
MftlRIS ITUNtl.
O vapor Princesa de ioincille, roinmundaute :
o priiuciro lente Correia de Brilo, espera-se
dos portos dosul em seguimcnlo aos do norle
al odia 13 do crrenle mez.
Reccbe-sc desde ja passageiros, frele de dinhei-
ro e encommendas e engaja-se a carga que o,
vapor poder condu/.ir sendo os volumes despn- :
diados com antecedencia at a vespera de sua
chegada : agencia ra do Trapiche n. 40.
Para Lisboa,
- ,;uc com brevidade a barca portugueza Horlcn-
cia, camino Jos Manoel /romn, por ter urna
parlo do earregamenlo promplo ; recebe carga a
frele, e tem boas acommodaros para passagei-
ros: qnem na mesma quizer carregar, poder en-
tender-se com os consignatarios Amonio [roaos,
ra da Cruz n. 8, ou com o sobredilo capilao na
praca du commercio.
Para o Porto.
Yni saliirccra brevidade para a cidade do Por-
to o brigue porluguez Promptido 11, forrado e
enea vil hado de cobre, de primeira marcha e pri-
meira ciasse, por ler parle do seu earregamenlo ,
promplo : para o resto o passageiros, para o
quaes lem encllenles cora modos, trata-se rom
Elias Jos dos Sanios Andradc & C ra da .Ma-
dre de Dos n. 32, ou com o capilao.
o agcnie llorja, a sua bem escoliada colleco
de fazendas de apurado gosio, chegadas do ilio
de Janeiro pelo vapor Paran. A boa qualida-
de destas fazendas, sens gustos inteiramente mo-
dernos e os procos porque serao entregues, ani-
mam a convidar os Srs. logislas e particulares a
que compareeam na ra do
Imperador n.
21, primeiro andar.
Quelite scvvo patente as
seguntes fazendas ;
Ricos cortes de moir antige c de sedas de co-
res para passeio.
Camisinhas de fil e de cassa bordadas, muilo
ricas.
Camisas lisas c bordadas para senhora.
Ditas para homem.
Ceroulas de esquino de linho, especiacs.
Casemiras de cores (Ronjcan). diversos oortes de
collcles.
Lencos de seda, dilos de cambraia de linho bor-
dados.
l'ra rico par de teeses de linho bordados c fro-
nliss.
Velludos c damascos de seda de cores, selins,
nobrezas.
V'crdadeiros lencos a Iallicate para rap.
Roupes de cassa c fuslo para senhoras e es-
pnrlilhos.
Chapeos de palha lighorn muito finos, veos pa-
ra ditos.
Barege pelo, manteletes de seda, sorlimenlode
meias para sennora e mcuinos, vestimentas
para meninos.
Alcatifas avelludadas, lapelee, pannos de cro-
chel para movis e muilas oulras fazendas cs-
colhidas.
Assim como
um grande sorlimenlo de charutos de Havana
def'diversas marcas da mu acreditada e afamada
abrica de
Na liviana n. 0 e 8 da praca da
Independencia precisa-se fallar ao Sr.
Andre Abreu Porto ou Andie Alves
Porto.
Vlniaiiiilt da provincia.
Sabio a luz a folhinha com
o ahnanak da provincia para
ocorreneanno de
B.EALC01IPANHIA
Quinta-feira 11 do corrente,
as 11 horas cm poulo.
O agente Camargo ara' leilao em seu
armazem na rua do Vicario n. l'J
Varias mobilias de Jacaranda' ede ama-
reilo e mesas para iantar.
Porcao de jarros com llores.
Aparadores demogno, toalhetes egran-
de quantidade de quai tinhas da Ba-
o qual se vende a 800 rs. na
Jos Soaresde Azevedo,
professor de lingua c littera-
tura uaciorial no Gymnasio
desta cidade, tem aberto em
sua casa, praca de ). PedroI,
n. 37, segundo andar, um
curso de Gegrapbia e His-
touia, eoutro de Rhetorica e
Potica. As pessoas que de-
soja rem estudar urna ououlra
destas disciplinas, podein di-
i'igir-se a indicada residencia
praca da Independencia 1 ivra- de nianbaa al as 9 boras, e
nan. 0 e 8 conteiido alm do de tarde a qualqucr hora,
kalendano ecclesiastico e
civil:
Noticiados principaes esta-
dos da Europa e America com
o norae, idade etc. de seus im-
peradores, reis e presidentes.
Resumo dos impostas ge- !s3,MrE,doS'Leopo,do* no Ri0Grand0
raes, provinciaes, municipaes
e policiaes.
Tabella dos emolumentos
paroebiaes.
Empregados civis, milita-
Para liquidar.
Cuivas com 32 libras de maerrao. recentemen-
le desembarcadas a i cala ,,. jUa ,!,. ,|olri,
como meamopcao a Bf: na praca da Indepen-
dencia n. 22. '
p Vendc-seiim cabri.del de duas radas, pin-
tado de novo c forrado-, com arreios, ido oiu
muito pouco uso, sendo de balaustre ; c tambem
uni carro c dous bois de irabalhar com o mesmo
sendo gordos e bem mansos: quom pretender'
dirija-se a rua estrella do llosario n. 15, na u'-
brica de charutos, que se dir quem vende.
Vcnde-se a arma<;ao da loja da rua Direila
n. 11 i, e traspassa-se a chave da ansaa casa
com con3enlimenlo do proprielario : a tratar na
rua do Queimade u. 52.
i\a loja ao p do arco de
Santo Antonio,
D-se a quanlia de 400g sobre penhores
de miro ou prata, a premio rn/oavel. os pre-
tendentes dirijam-se ao deposilo de pues da Lin-
guela, que se dir quem da.
Leopoldo Torricelli e sua senhor.i, reliram-
sc para a Europa.
Jos Azevedo de Andradc compren,por or- i sc l,;l Vls!<> mercado, e que se vende pe pre-
dem do Sr. Joaquim Dias da Silva de Azevedo '-' ^"""udo.
t.cnios, da cidade do Porto, 1 quarto da primeira '
lotera para a conclusao da igreja do Sr. dos
chegou Um rico c completo sorlimenlo de veni-
dos de laazinha com babadus, dosmais ricosqae
Precisa-sc de urna ama para o servico do
pequea familia, preferindo-se a quem sc pres-
tar a comprar ; quem se achar neslas circuins-
tancias, dirija-so a rua da Santa Cruz n. 76.
, Precisa-sc de urna ama para comprar e co-
zmhar : na rua do Quoimado, loja n. -2.
Precisa-so alugar una sala o quartos, sen-
do fresca c no Itecife, para morada de um es-
res, eclesisticos, luteranos fSSSJNor^ jgMn: a lra!ar na rua d0
de toda a provincia.
Associagoes commerciaes,
agrcolas, industriaes, litteri-
rias e particulares.
Estabelecimentas fabris, i
Attenco.
o
Pede-se ao Sr. Jesuino Af-
fonso de Barros, o obsequio
,g de apparecer na rua do I Eos-
picio segunda casa passando
o Gymnasio, a negocio do sen
interesse.
Prateos.
I)H
aqueles inglczcs a vapor.
No din 1 Idesle mez espera-se do sul ovapar
Avos, o qual depois da demora do costume se-
Rui para Soiilhampton locando nos portos de
S. Vicente e Lisboa, pira passagens etc. iinia-se
com os agentes Alamson Ilowie & C. rua do
Trapiche No\ o n i'2.
N. II. i)s Srs. Pritchard & Monnoron, ru
Drotiot n. 10 o ru Rossini n. em Pars, sao os
agentes desla companhia naquella cidade.
na.
Tudo sera'
I preco.
vendido seua reserra de
duslriaes e
todas as qualidades como ta-
jas, vendas, acougues, enge-
nbos, etc., etc.
Serve elle de guia ao com-
mcrciante, agricultor, mar-
timo e emfim para todas as
classes da sociedade.
Camisas inglezas com peto do linho a" &
&***&a9m99GWm Jaboalo/oescravo Alondra, cabra,
Attcncio ro> iJaJe Ja 30 ann"s [>ouco ma's u men*si,a
a estatura mediana, seceo, e pifando mal por cau-
GraliCca-se bem a quem encontrar ou der no- sa das bobas, *<]uo ti\cra nos pus lia um anno :
Aos Boavistanos, pela ausencia de seu paro-
dio por esies dous inezes ; que Dos o conserve
por muitos annos na cid de de Goianna
O Vigilante.
Fugio no din 27 de
o'
(lezembro
do anno
prximo passado, do engenlio Brejo, freguezia d
sai alei-
COaIPAXIIFA PER vAMBUCANA
DE
THEATRO NavegacM costeira a vapor
-
Sabbailo I de Janeiro i!c 1860.
Priineiro eoneorto vocal a earaetor i
pea sociedade Ijrica italiana.
PRIMEIRA PARTE.
Symplionia.
itina da opera Uachlh do maestro Verdi, .
11 la Sra Sofa llaini Testa.
I i da opera Traviala do maestro Verdi
pela Sra. Luiza Gavetli Reggiani e o Sr. IIvo-
lito
Cavatina da opera Uasuadicre do ma slro Ver-
di pelo Sr Luiz T sla.
'Ii: di opera Luzia de Lammen
ineslro Donizz^lti, pela Sra Gavctli.
SEGUNDA PARTE.
Sjmph
i '; atriz do maes-
tro l'i llini pelo sr. lyppolilo.
I) ctoda opera Luiza Uillero maestro Verdi,
. la Sra. Gaveili o Sr. Testa.
1 opera Barbeiro de Sevillm do
i; ; lu Sr. J, -.' Maria Ranionda
Del i d i me ma opi ra, pela Sra. Marini e o
i
Pcouc regido i elo Sr. maestro i. Saiollz.
I'l
1-'1 f'J m.......... 1240 0
d la............. 15$000
:;'' d:ia............. vi-
Cadeiras............ 30 K)
^Plateas............. 23000
''- 1" hi li n-s ii venda no cscripl
do tlicatro.
Comeen: i ,',-- 8 hi -
Avisos martimos.
1) vapor nacional Persinunga, commandantc
>, -oir para os porlos do sul de sua
110 dia 15 do corrente s 5 112 horas da
Recebe carga paraos mesmos, posta a
bordo al o dia 13 do corrate ao meio dia. dc-
vendo ser acompnnhada dos corapeleutes couhe-
cimentos c despachos. Os rretes sero pagop na
pe em ia.
Maoteiga franeeza.
Quinta-feira i
O agente lyppolilo da Silva fara' ^
leilo porconla e risco de quem per- f|
tencer de 50 barris e 50 ineios ditos 1 t
com manteigi
tade dos compradores : as 11 112 horas
em ponto no armazem do Sr. Aunes
dtronte da poita da aliandega.
2 do corrente. ICIiapos de seda ml
;/> ,i^ c;t (li
senliora.
1 trar.ceza em lotes a von- <^ Ca.mP0S &, Lirua tem para vender
f chapeos de seda para senliora a 10j cada
Tjt um : na rua do Crespo 11 12
Leocs.
NA
Porladaalfaadega,
Quinta-feira 12 co corrente
agente Rorja far leilao na porta da altan-1
dega defronte do armazem do Sr. Annrs, por
conla e risco de quem perlenccr, de 12 Ijarricas
com ceneja branca, 1 i latas do holachtnha de
soda do libras e 50J ditas de ditas de 2 libras,
pie ludo ser vendido cu lotes a vonlnde do
9
O agente llyppolito da Silva por ai,-
torisaco do Exm. Sr. Dr. jniz especial
do commercio e a requerimentodo An-
tonio Luiz de Olivera Azevedo, ara'
leilao de cerca de 1,700 charutos, os
quaes serao vendidos ao correr do mar-
tellc : quinta-feira 12 do corrente as 11
horas em poni no largo da Assemble'a
no armazem do Sr. Joao Jos Rodri-
gues .Mondes. mmm
radore sera reserva
s lt) horas 'n ponto.
~
Mli
O agente Pestaa continua a estar anlorisndo
pela commissao lquidataria da extineta socieda-
prcro. liicipi.u de de flacao c lecidos dcaloodo para vender o
I restante do terreno do sitio da mesma sociedade.
Os prelendenles podera dirigir ao armazem da
rua doVigarion.il, a qualqucr hora do din a
entender-se com o difo agente.
DE
ma lja de calcado,
Rua Direita n. 4L8
Seiia-feira :> de Janeiro.
O AGENTE
Cear/i, Maranhao c Para.
ill UCOS dias para os pollos indica-
! Lindo Paquete, capilao J.i-
N'uncs da 'osla, por ler parle da carga
'' paia o resto e passageiros, trata-se
ns ci usignatarios Almeida Gomes, Alves :
-.., ma da Cruz'n. 27. !
Cear e Acaracu,
dia i] do mez corrcnle o palhahote
Sobralease, capilar. Rates ; recebe carga; a Ira-
lar com CaelanoCyriaco daC. M. no lado to Cr-
ranlo n. 25.
aulorisado pelo Sr Slarciano Acciolt Lins Bar-
rados, farfi leilao no din e lugar cima designa-
do, da armacao e dais pcrlences da referida
loja, que conleni urna pon o de obras da Ierra
pira homem e senliora, sapalos do Aracaly, pe-
les de marroqum o lijistrc etc., que serao vendi-
dos sera reserva de p -eco, as 10 horas em ponto.
O veleiro e bem condecido brigue nacional;
Ai MIRANTE, pretendo seguir com muila brevi-
dade ; lem parle d sen earregamenlo a bordo :
para o resto que Ihe falta trata-se com os seus
Ai i do ik Mcndes, uo seu escrip-
lorio, la da Cruz n. 1.
COMPANHIA PERNAMBICWA
DE
Navegacao costeira a vapor.
o vapor nacional Iguarast, romniandanle o
segundo lenle Moreira. seguir para os portos
do norte de sua estala al a da cidade da Foita-
leza i u dia 1G do corrente s i horas da tarde,
recebe carga para 5 Cear e Aracaly nos dias 11
12, para o Ass < Itio Grande do Norte no dia
13, e ;ar.i a Parahiba no din 1 at-j ao meio dia.
A carga deve ser pasla a bordo acompanhada dos
Quarta-feiralll do corrente.
O agente Camargo fura' leilao na por-
ta do armazem do Sr. Annes
I DE
59cai\as cora velas de spermacete.
9V barris com igps.
9 gigoscoua batatas, tudo sera' vendi-
do sem reserva de preco as 11 ho-
ras cm ponto.
CO.NTLMACAO.
Tullid T1T
Quarta-feira 11 do corrente
AS U II081S EH POJiTO
Manoel Jos de Araikjo Cosa & Filhn, expoem
leilao no dia cima designado, por iotervencao
Esleirs para forrar salas,
fumo americano, vinliu
Dordeaux, agurdente
de Franca, cor veja, lu-
do de primeira quali-
I idade.
WhatelyFowter C. farao o IcilSo
cima por ntervencSo do agente llyp-
polito da Silva : quaiti fVira 11 do cor-
rente as 11 horas era ponto na rua do
Trapiche Novo n. 19, primeiro andar.
Avisos diversos.
A resposta dada ao l'oreiro nao justiiica o
procecedimento havido para com elle ; um fo-
reiro de terreno de marinha, que ha 13 anuos se
acha de posse do mesmo dada pelo governo,
lendo sempre pago o foro e registrado o seu li-
lulo no registro das torras publicas, nao podia
ser dalli expe'lido por oulrcm, que ob o sub-
repticiamente obleve mandado de manutemao ;
e nem o aviso pela resposta citado faz me'nsao
dos terrenos ; c quando ofizesso, nao autorisaria
a privar-so um liio anligo forciro do seu direo
de posse : pois bem o mesmo foreiro assim ex-
hulhado vai recorrer a jusliga, que o deve ga-
ranli-lo no seu direito.
O Foreiro.
Precisa-se alugar urna prela forra ou"_es-
crava, que d liador para vender raiude/.as" na
rua: na rua do Rosario da Boa-Vista em frente
da rua do Aragao n. 5i.
Precisa-so de urna ama para o servico de
portas a dentro, que saiba engommar e co/.inhar
com perfeicao : na rua do Caraarao, taberna n. 7.
$. D. P.
Recreaeao.
Tor ordem do conselho deliberativo da socie-
dade D. P. Recreaco do thealro de Apollo con-
vido aos Srs. socios a comparecerem no da 12
do corrcnle s 5 horas da lardo DO sali do mes-
mo thealro, para em assemhKa gcral tratar-
se nego-io de importancia a bem da sociedade.
Recife 10 de Janeiro de 1860. O 1." secretario,
Joao Francisco Marques.
miimmt
Precisa-sc de urna ama para coziohar em casa
de homem solleiro: na rua da Imperatriz n. 82.
Compra se urna liteira: n.sta !v-
pographia.
_ A pessoa que olereceu urna li-
te) re na I i erara n cS da otaca da
Alu&a-se
I 'na loja no largo do Terco n. 31, pain qual-
qucr esta belcci ment commcrcial : a tratar ha
rua da Cadeia do Recite "n. .
Dasappareceu o Lscravo Virginio, mu-
Cal de Lisboa.
Vendem-se barris com cal de Lisboa, da man
nova que ha uo mercado, por preco de r,c ida
um barril : na rua do Brura n. 18", arma/
assucar.
Vende-se urna cadciriiiha cm bom estado
na rua da Aurora n. ').
Muilo barato.
Na rua Nova n. 7 evisle um resto de cal
francez que fui do oulraloja, c que -c rende*pe-
los segiiinles procos :
Borzeguius para senh ra >u IQ
Dilos para meninas a 5 i; 29W8
Sapaloes para meniooa a tfi n
Liqiidafo.
O dono da loja de miudezas d rua
n. a, desojando acabar com a maiar par
miudezas, est resolvido a vende las |
Qos abaixo menci n 1 los : eaixas de .nf.- 1
cezas a 2ii rs., ; enles lo balea para
rs dilos de travessa l irradia para menina 1
SW rs., cssenria do rosa a 500 rs., lal
banda franeeza 800 r*., roo- nenies i
ga virados n Ill.OOu rs., lltcsouras lin > ..
iinhas a 'h) rs. linlia le 200 jardas 1 an li I a m
is barretes prelos do seda pai 1 mi I 200
rs., pulsciras de di lie ron les quali I
1.0U0 rs., loques finos a 2,500 c 50 rs .
las para menin >s a 2(10 rs., rosarios do c
!" h 'i" a 1,800 rs., carteiras con:
1 K) rs., ricas toncas de lile mbraia
: is ; 2,000 sa| utos de n rin I .
para baplisados a l.O rs., facas lina-
de balanco a 5,000 rs., loucadores de Jacaranda
grandes a 1,000 rs., lesouras finas para c^sl
a Iti rs., bandejas finesa 1 600 1 i,
- acatas a 200 rs. o baralho, ditas franc cas
linas a 320 rs., lu as de si da com bico
pe_Ie-sc por-1 1,000 rs., ditos do lro;.il para seuhora emeni 1
a 800 rs, o par, manguitos lin >s para ?enb >r,i 1
z.OdfJ rs. o par, phnsphoros de sulla pro|
charutos a b') rs., ligas para senliora a l\ 1 rs. o
par, cario.-- con clcheles n O rs., dilos d<- 2
rarreiras a 80 rs., ricas pulseiras preas n I
rs., oculos de aro de ac n OU rs. o par,
de cangalha a duzia .1 iO rs., caitas a
marca a 1,200 rs., obrcias para 01
200 rs. a caixa, grampas o maco 10 rs., 1
. icol o maco a 720 rs., dila de linho a 1,000
rs.. aljo'ie porola lio 330 rs., cofiadores
1 80 rs., ditos de se la preti iSOr?.,
Un eo nm r,n. -, < i groza '!'' Pennas unas a r,iii| r-., alamai i
Aluga-se um sitio na Solodade, todo murado, capolen 1,000 rs. a duzia botica d
cm duas casas unidas, com duas grandes ca- .-v ., ,,, i n i i
casavc-iuo a 1,000 rs. a duzia, I
punho a 1,000 rs., dilos prelos a 500 rs.,
I ''' sapaleiro a 120 rs. I.i de i
iu.i .i (,000 i fro -o fino e gr
do para I irdar a 200 rs. a'; i I
e de edr i' franjas a 12o rs, a rara, dil i
; : : : lrs..a i J
M rs., biros a 60, WJ c 1. .
a 2.50Q c :1,00ors tttasde -
larra la a 500 rs. a vara, ditas muilo Un
rs Iranea de linho de cara il a KM) rs
los a 1 10 rs., di tos d
rs., macos d -.\ rs., i
3 com enfeile do vidrilho a 5,000 rs., i
scslmli is c i : ii pa im i |
oulras muilas miudezas que si n n
nos do que em oulra qualqucr pan.'.
no neu t^stamenlo : portanlo lem ~ <: ;;;'-';;:;: > r.i-o coz,,,!,,;:. ,
juizo.quemseanimaa\lzeri "IV ^a "'
cie 10 de Janeiro de 1860. ";ll ". daa 10 horai
/oo Francisco, Chali,. lo. ou ni rua do Hospicio pn-
-Aoamanhocerdeho sobuido depois do l.ymuaslo, i .
ah Vargcm Grande 6 eseravos, sendo 1 mulato i|,'.,,........ ... ,
e 5 prclus.com os signaes seguintes : Mix,u- j, .;' :,! : ","!"
lato, de 2|#nos. ejces regulares, ba.xo.gros- \ *[
poueilbarba, e anua com a eahea hai,,* l. .....',:..''' ."'. '" por anno, u
Itaniarae
licia exacta de um cavallo que se acha fusido ,^ r
desde o din 2:i do mez prximo pnssado, cim os .cosl,'me'' mw-'agar-se : do.
signaos seguinles : cardao, altura de ambas as I 'lue csla no l"W "
sellas, com a(marca
em boas carnes
ci
Cu
cife, loja de Sampaio Silva Jj C.
M^mm&GVg-m&&mmm,&\l T Procisa-se i* urna criada paracozinha: a
1. Iralar na rua da Madre de Dos u. 20, armazem
!dc Vicente Ferreira da Cosa.
Precisa-se de urna nma que sai'j.i cozinhnr
e fn/.er iodo o servico de casa ; na rua do CjI-
Idcireiro, taberna n. 60.
Sitio.
M C no quario direito, e | tanto a quem o encontrar queira leva-la aqu
eia ^^'^;iM,f^c,'lllU d0ll.'! li.v,n" "oli-engmho, ou ao escritorio do Sr. Manoel Alves
ia, oirija-se ao sil ro da Lanunsa. de rraiicisrn c .
Custodio de Sampaio, ou a rua da Cadeia do Re- Ftirrcira> na rua da Moada ; c prometla-se
,.r.. i- j- o-------:- oii_. c ^ uraa boa recompensa.
i ce
cimbas com bomba e banheiro, copiares, Ierra
para plantar, mullos arvo odos de fruclo, etc. :
a Ir ilar na taberna grande ri i Sol I
AOS SENHORES Of.Elfl i
Precisa-so contratar a compra de lO a 33 ;.,i-
li.enos de lijlos de alrpnaria grossa : a Iralar
no sobrado a margem do rio, no norte da fabrica
do gaz.
= Perdcu-se na noi'e do 7 d i correuti d G
para 8 horas da ileira de
do capa de couro, a qual tem
lev; va carios d" risita outros | ipeis : qn n a
achou, lendo conscen .i e querendo restituir,
dilija-sea rua da Cruz n. 40, primeiro
ja-so a ron un uruz n. 40, primeiro andar,
praca da 1 ".gratificar.
Independencia queira dirigir rua t^^t^a^tSr^XS:
da Aurora casa do Sr. Dr. Gabriel R. | ro que nunca lve filhos, o sto mesmo declaro
da Can ira.
lalo, iJade perto de quarenta annos, roslo com- s '
prido pouca barba,; anda calcio, e UA ol^A^TZ^ *
artao,,consU que para ah^ seguir de caminho, grandes, feices grosseiras, | i ler ii
-.\-txssrs!\i*xi
riz quebrado. Pedro, de Anj da, 45 annos, mais
ou menos, .-.llura regular, gi issj, c um i.
na orelha proveniente de. feridas. Jeronyi
Coila, ct fula, cara bem lalhaha, c falla alra-
palhada. Clemente, cor fula, i'ei. i i guiares,
pes apalhelados, o quando falla com bi
r I '.......' t fUMIlUV lllil. VUUJ Vl'lill '
rom o cofpo banzoiro. Antonio, alio, secco, d res de ves
o annos, com una cicatriz cm um oho provo- Sf> .""> a
nienle do um lombinho. Esl iis lambem de 'Utos de la de c res
Angola, (loga-se a qualqucr auloridade ou il-
quer pessoa, que os preudam o maud >ni a i n fe-
rido engenho cima, que serao recompon
alem do agradccimenlo do abaixo assignalo.
Antonio Pereira Barroso de Mello.
Antonio Moreira Vinha rai ao Cear.
Joaquim l'raiicisco da Silva Azcvc lo, ]
luguez, vai a Europa.
-- Do sitio contiguo i capella di Mili tos, na
estrada do mesmo nomo, desappareceu desde :J
do prximo passad i urna vacca castanha com um
pela Villa de Saboeira. Quem o appreliender, e
conduzir a rua da Cadeia do Recife n. 38 pri-
meiro andar ser generosamente recompensado.
Marmelada.
Na rua Direila n. 6. vendo se marmelada
de primeira qualidade a GJO ris a libra a ella
antes que se acabe.
Goiaba Imperial.
Vcnde-se emcai\es e em latas a mais fina
goiaba que se tem visto. Rua Direila n. (5.
0 proprielario do engenho Mussambique
faz sciente a quem pretender la/.er negocio com
o rcndero.do Iraspasso da renda,uo o fa-a sem
que se emenda com o proprielario q le no liin
de 1 anno e i m./.es ha do culregar o engenho, caire esl ir I m i o muilo ni
segundo o trato da escripluro, conforme receben j estando nos ltimos dias i ia bairiga, | .
com lodos os perlences e a machia no seu lu-1 hojo suppoe-se estar parida : quem a livor em
gar. Francisco Ribeiro de Brito. I seu po ler, ou della rolhcr noticia, di rija-s
Desapareceu no dia 9 do corrente larde, referido sitio, quesera genei
peusa lo.
I'ive lo a sociedade que gyrava
nesia praca sol a Qrma de Vranaga & ;':
participamos ao respeilavel corpo commcrcial,
que sun liquidaran fon a cargo, c por cotila da
sociedade que tiesta dala formamos, c que gyra-
rsob a razan do Aranaga Dijo & C ; a qual
continuar os negocios di exmela firma, e espe-
ra merecer mesma confianza de que ella goa-
ra. Pernambuco 1." de Janeiro de IS'O.Auio-
nio de Aranaga,-llenriquc de Aranaga, Cuilher-
me J. Ivreisber, Juan Anglada Hijo.
Temos a honra de commuucar ao respei-
larel corpo do comiacrcio desta prar^a, que nesta
dita deixa de existir a sociedade que lindamos
formado, e que gyrava sob a razao de Aranaga i
firyan, licando sua liquidaeo a cargo le nossos
successores os Srs. Aranaga Hijo & C. Pernam-
buco 31 de dezembro de 1859.
Aranaga & Hryan.
O abaixo assignado faz sciente ao respeila-
vel corpo do commercio, que dis-olveu ai
velmente a sociedade que tiaha com se-i irmo
Jos Hamede Ferreira Ribeiro em meu eslabele-
cimento de padaria, no din 31 de dezembro de
1850, cuja fiema gyrava na razo de Joo Luiz
Ferreira llibeiro *Sc Irmao, licando a meu cargo
Reci-
uin prclo que Ira/ia um sacco com cera de car-
nauba e (j massos de lio, que levara para o palco
do Terco ; pede-se a pessoa a quem l'or offered-
da ou a quem o mesmo prelo desse para guardar
o favor do annoncinr oujmanJar s Cinco Ponas,
loja de chapeos n. 29, que ser recompensado.
Festa do glorioso Santo Anio
na ciliado da Victoria.
Alguns dorlos moradores na cidade da Vi lo-
ria, vendo que no correle anno deixava de ha-
ver a festa lo Padroeiro Santo Anio, orago des-
la freguezia, em razo do thesoureiro nomeado
uo ler acceitudo, e bem assim alguns dos juizes ;
lomaram a deliberaco do convocar nos demais
devotos da freguezia que qui/erem concorrer
com suas esmolns, afim de lerar-se a effeito a
dila fesla, a qual lera lugar no dia 2'J do corren-
te por no poder ser no da proprio, o nao poder
diligenciar-se as asmlas com tanta presteza, a
bnndeira lera lugar s !) horas da noile de 1!) do
crreme, a qual sahir da igreja do I.iviamrnio,
e correr as mas do costume; ser conduiida
em urna charola decetemenle preporada, e car-
regada por meninas competentemente vestidas,
e acompanhar a msica de pancadaria ; haver
as U nojies de novena, o no dia da festa haver
procisso c Te-Ueiua, sendo pregador 0 Rvd. lodo o aciivo c passivo da' extiacl lirnia"
padre 1 lo r.orrcia de Barros ; noile lera al- fe 8 de Janeiro de 1860. "4
gum fogo de vista do Te-enm. Os devotos da
freguezia que quizercm dar suas esmolas podem
dirigir-sc casa do abaixo assignado ou entrega-
las aos ouiros encarregados os Srs. liento Jos
de Albuquerqne, Bellarmuo dos Santos Hulean,
Thomaz de Aquino Oliveira, Izidro Das da Silva,
Filippe Antonio Rodrigues da Cosa, Joaquim
Mauricio Wanderley, Francisco de Amorim Lima
c Joao Florentino de Ges Cavalcanli. Cidade da
Victoria. 8 de Janeiro de 18G0.
Aluga-se um moleque para criado : no pa-
leo do Terco n. 10, padarw.
Precisa-se de urna ama de leilc, que seja
forra ou captiva : na rua do Livramenlo n. 9.
Do trapiche da alfandega, no dia 30 de
dezembro passado, exlraviou-sc urna carrada de
24 eaixas de cerveja franeeza marcadas JPA & C :
roga-sc a quem por engao as rccolheu, queira
declarar no armazem de J. P. Adour & C. rua
Ja Cruz n. 40.
de
de
<-
I ;.-

./ [0-3 a
los proprios para i monto
I ' -Sinarios de SI '.\ pira :.. i a
jg Ditos de alcocho i iho para dil sa
r Variado sorlment de chapi os pa-
ra meninos. {jy
I' ^Segundo andar do so-
brado da esquinada rua 9
to Qneituado por cima %
da loja do Si*. Preguy
entrada pelo beccodoj
Peixc Frito n. 1.
Re logros.
Vende-se cm casa di I. hnsl >n Pater i C.
do Vigarlo n. 3, um bel! .
de ouro de palele inglez, de um I is ma
mados fabricantes de Liverpool, e lambeta
vuriedade dev'^oiiitos Iraocelns para os i

Joao Luiz Ferreira llibeiro.
4 os csludantesde rhe-
lorca.
^ O resumo de rhetorica nacional feilo por M.
F. de Honorato est venda na livraria elassien,
na praca de Pedro 11 n. 2.
tifa
t
500 rs. ocovado.
Campos & Lima, tem para m nder a
alcatifa com quatru palmos de Ingina J^;
cy 500 is. o co\ado : na rua do Crespo %v
gn.12. |f
umm>mww wmm mmm
bu abaixo assignado declara que driiei de
ser caixeiro do Sr. Antonio Auguslo dos Santos
Pollo desde o dia 9 desle me/..
.-l.'oiio; Joaquim da Silva Biito.
Haximiano Francisco llegueira Duarle,
cordia'menlo agradece as pessoas qoe >
dignaran) asaialir no funeral do sua uioii i
pre/.ada mulher D. Candida llosa Regur;-
ra Ramos Duarle, pelo que Ibes prelasla
sua eterna arniidao.
E. L. tic Ploeff,
na rua da Imperalrizn. -57, primeiro andar, ven-
de joias do mais apurado gosto, tudo de ouro de
ci, por frenos commodo?, das 10 at 4 horas.
Aluga-se na rua a l'alma, por detrado
Carmo, urna casa lerrea nova, com 4 quarlos m
interior, enzinha el quarto tira, Cansaba c bom
quintal. quem pretender, dirija-se a Flix Fran-
cisco do Souza Magnlhaes, com residencia no
sobrado rxo do paleo do Carino, a tratar das 6"
&S 9 horas da manha, ou das 3 s C da larde.
O abaixo assignado faz sciente a quem tirar
penhores cm sua ruo, de os resgalar ato leve-
retro, do contrario serao ajir'/ados para scrcm
vendidos.Joaquim de Almeida Qttiroz,



^WCET4ls
DIARIO DE PERNAMBUCO. CUARTA FEIRA II DE JANEIRO DE 1860.
V
i
PILULAS VEGETAES
ASSUCARADAS
Precisa-so de una auia forra u captiva
para o servico de una rasa de familia, e que se
preste a comprar e a sabir a ra cm ol>jecios do
servico : ua ra larga do Rosario n. 28, segundo
andar.
COMPAHHIA
DELICIOSAS L l.xt ALLIVLJS.
NEW-YORK.
0 MEI.1IOR REMEDIO COXIIF.CIDO
Contraconstipares, ictericia, affecres do figado,\ objetos que coiilivcrem os mesmos edificios,
febres biliosas, clicas, indigesloes, enxuquecas. '
HeinoiihoiJas, diarrbea.doencas da
Eslabclccida cm Londres
CAPITAL
Cinco miWiocs de liaras
esterlinas.
Saunders Brothers & C." lem a honra de In-
formar aes Srs. negociantes, proprietarios de
casas, e a guem mais convier, que eslo plena-
| mente aulorisados pela dita companhia para
. ellcetuar seguros sobre edificios de lijlo o pe-,
da, caberlos de telia e igualmente sobre os llias de Kcmp.
FOLIII.MIAS IVWU i 8(10.
Esto i venda na nvrara da praca da Inde-
pendencia ns. 0 e 8 as folhinbas para 8C0, im-
pressas tiesta typographia, das seguintes quali-
lades
Pastilhas vegetaes .le Kemp
contra as lombrigas
approvadas pela Exm.* inspecoao de esludo de
Habana c por militas outras juncias de hy-
giene publica dos Estados Unidos e mais pases
da America.
Garantidas como puramente vegetoes, agra-
daveis a vista, doces ao paladar sao o remedio
infallivel contra as lombrigas. Naocausam nau-
soasnem sensacoes debilitantes.
Teslcmunho expontanco em abone das paiti-
Sis. I. T. I.nnman e Kemp. Por! Byrnn
quer consista em niobilia uu em fazendas de 12 Je abril de 1859.Senhores. As paslilbas
qualqucrqualidadc. 1ue raes, fazem, curaram meu filbo; o pobre
Traspassa-se o arrendamcnlo de um enge-1NW* padeca de lombrigas, exhalara um chei-
nlio distante desla praca duas legoas, veudc-sc ro 'elido, tinha o estomago incitado e continua
una parle no mesmo'engenlio, machina nova comichao no nariz, tao magro se poz. u.ue en
vapor, dislilaco nova ebem montada, 22 bois te1m,a P*C-le-. Nesles circumstancias um visi-
de concia, seis quartos, algumns obras, stiro [ nn0 ",eu disse que as pastabas de Kcmp linham
plantada, etc. etc. ; trata-se lia ra do Crespo n. curado sua llha. Logoquesoube disfo, com-
13, loja. i pre 2 vidros de paslilbas c com ellas salvei n
Os abaixo assignados liquiJalarios d.-, teber- : v"a de. n\.u r,lll- .
"a sita naribeirada boa-vista de Manoel da -Sou J^ ">". scu amo agradecido. ^
Silva, rog.io a todos os credores Ja niesma para; Preparadas no sen laboratorio n. 36 Gold
tarios I). Lanman e
cm New York.
em sua operayao, e um remediopudc'roso'para'a CCr,l'<0' Je Travassos Jnior C. ruado prncipaes'ciddes do* Imperio. M boca9 das
juvenlude, puberdade e velhice. Amorim, a fim do sorein examinadas, naose^ DEPSITOS
esmos por qualquer du- "*' ,,e Janeiro na ra da Alfadcga n. 89.
.cado, or ler de se fazer 5SJe"nano & C" ruajuli,a n- 2; ,
-.. ,,, i, n, ., i Icrnambuco.no armazem de drogas de J. Soum
droguistas por atacado era Nova York, sao os uui- o ratcio do produelo dos gneros existentes na & Companhia rua da Cruz n 22
mencionada taberna. HKSK3BI "^^St^
O Ur. Cosme de Sa l'ereita^
instructi-
F
D
pelle, irupeoes.e todas as cufermidades,
J'J<0\ EMENTES DO ESTADO IHPCRO DO SANLE.
75.U0O caixas dcste remedio.cousonimein-se an
nualmc-nlc !
Itcmedi la naltireza.
Approvado pela faculdade de medicina, e re-
commendado como o mais valioso catrtico re-
gelal de lodos os conbecidos. Sendo estas pillas
pinamente vegetaes, nao conlcm ellas nenhum
veneno mercurial nem algura outro mineral :
stao liem acondicionadas em caixas de folbapa- apresenlarem as suas comas competentemente Street pelos uincos proprletaric
"3FXS2ZSXZ seguras e .mease !**. Jia 8 ft*" fl~. ; ^Zl^T'VnV^ol
em sua operaiao, e um remedio poderoso para a t!-cr,l,>uo de l ravass
jiiveniude, puberdade e velbice. Amorim, a fim do sei
Lea-se o ollietoquoacompanha cada caira .pelo! responsabilzando os me
qual se licar condec ndo as multas curas milagro-1 ,;i' j _
sas qu.tem effectuado. D. T Lanman & Kemp, uda del,0,s do ?ia mai
eos fabricantes e proprietarios.
Acham-se venda em todas as boticas dasprin-
upacs cidades do imperio.
DEPSITOS.
P.io de Janeiro, na rua da Alfadcga n. 89.
Baha, Germano &C, ruaJuliao u. 2.
Pern.imbueo, no arroazem de drogas de J. Soum
& C, rja da Cruz n. 22.
Jos Antonio Mnieira Dias & C, continuara i
eber por lodos os paquetes de Europa um
lindo sorlinicnlo de obras de ouro, diamantes e
brilhantes: a tratar no scu escriptorio, rua da
Cruz n. 26.
Manual de cotilas feilas
para compra e venda de assucar, algodo, couros
e maisohjeclos de peso, obra muilo til para to-
das aspessoas que negociam com ditos gneros,
e p.ira os senhores de engenho : pois rom um
lan e e vista podem saber o importe de qual-
quer porco de arrobas c libras ; 1 voluine bem
nudo por 5)0(l: vende-se na livrariai
econmica, detionle do arco de Santo Antonio,
rua do Crespo n. 2.
lecife 30 de dezembro do
lravassos&C------Lopes Irinaos. Tbo- ^Y i ^i,
mas Times. ^1de >cItit de sua v,agem
r\lTVPTT7 datti-tit? ^l,.va aEuroPa ooBlinua no exer-g
UAblAL 1L l'UUl l LLZ J-^cicio de sua proissao medica,
~:m Da' consultas em scu escriptO-gS
9g rio, uo bairro do Uecife, rua d;i -!'r
^Cruz n. 53, todos os dias, menos j*
as' G
OLIIINHA RELIGIOSA, conlendo, alm do
kalendario e rogularaento dos direitos pa-
rochiacs, a conlinuaco da bibliolheca do
Crislo Braseiro. que se compoe: do lou-
vor ao santo nomc de Dos, coroa dos ac-
tos de amor, bymnos ao Espirito Santo e
a N. S., a imilarao do de Santo Ambrozio,
jaculatorias c commemoracao ao SS. Sa-
cramento e N. S. do Carmo, exercicio da
Va-Sacra, directorio para orai;o mental,
dividido pelos dias da semana, obsequios
ao SS. coraco de Jess, saudaces devo-
tas s chagas de Cbrislo, orai;6es a N. Se-
iihora, ao patrocinio de S. Jos e anjo da
guarda, responco pelas almas, alm de
oulras orajes. Preco 320 rs.
ITA DE VARIEDADES, conlendo o kalenda-
rio, regulamento dos direitosparochiaes,e
urna colleccao de ancdotas, dios chisto-
sos, coutos, fbulas, pensamentos moraes,
receitas diversas, quer acerej de cozinha,
quer de cultura, e preservativo de arvores
e fruclos. Preco 32U rs.
Tg^vf
Rua Nova, cm Bruxellas (Blgica),
SOB A DIRECTO 1)E E- ktRVWD
* Esle lile! collocado no cenlro de urna das capilaes importantes da Europa, lomaje de i i
. valor paraos hrasileirose portugueses, por seusbons commofos e confuruvel. Sua po<
Hit i i.r dmt. i a ; urna das melliores da ciJaJe, por se sobar nao s prximo sestaeSes TA.a .qual. alcm das materias do | Allomsnha a Franca, como portera dous minutos de
alera ilisso, os mdicos precos convidara.
No hotel hasempre pessoas especiac?, fallando o
coslume, conten o resumo dos direitos
parochiaes. Preco ICO rs.
NICA, VERDDEIRA E LE-
todos os lueatros o divertimci
GITIMA
francez, atlemao, flamengo, ingles
;
SALSA PARRILHA
l
DE
2N
Achaudo-so va
uarda do Gubinc
lugar de g
te Portugus de Leitura, a respectiva directora
faz publico a lodos os senhores que prolenderem
o mencionado lusar, para quefacam seus roque-
rimento niesma directora, acompanhados de
documentos autbenticos, que attestem lerem os
niesmos prelendenles as habililares que exige : >
scraelbante encargo.
Secretaria do Gabinete Portuguez de Leitura ;
30 do dezcmbio de l&J'J.
/. C. Villaverde.
1." secretario.
^vjjiios domingos, desde
r|te as 10 da manbia,
'i seguintes pontos
sobr
Dorase
e os
Molestias de olltos
\-
Curso de preparatorios. Aviso a0S cacado-
O bacharel A. R. de Toaros Bandira, proles-
sor de geographia e historia amiga no gymnasio
desta [ rovincia, contina no ensino dos seguintes
r-paritarios: rhelorca, pbilosophia, geogia-
phia, linguas franceza e ingle/a ; na casa de sua
i ca, rua larga do Rosario n. 28, segundo
andar.
Precisa-se alugar urna escrava para o ser-
1 i o interno e externo de urna casa, assiin como
lambem um escravo na rua da Santa Cruz n. 00.
res.
Espingardas de espoleta muilo finas, e garan
te-se a qualidade por j so ler esperimentado ;
na rua Direita n. Oi.
Precisa-se de urna ama e paga-sc bem : na
no paleo de S. Pedro n. 10, segundo andar, por
cima do marcineiro.
Publica cao litteraria.
Guia Luso-Braseiro do Viajante da Europa
1 vol. itll i" "
Molestias de coracao e d(
f)eto ;
.Molestias dos orgos da gera-
rao, e da anus ;
Praticarn'toda c quaiquer
operarao quejulgarconvenien- \C
te para o restabelecimcnto dos '?
seus doentes. ^
O exaine das pessoasqueocon- ni
^sultarem sera' feto indistincta-^
^ mente, e na ordem de suas en- y>
f"^ tridas; azendo excepcao osdoen- fe*
: S tes de oihos, ou aquellesque por \\.
8oiotivojustoobtiverem bota mar- ;>
cada para este im. 'f>C
A applicaco dealguns medica ff
da
N. O. Bicber & C.
anal eramos socios, continuamos do
Remedio sem igual, sendo reconhecido pelos
mdicos, os mais iminentes como remedio infal-
livel para curar escropbulas, cancros, rheumatis-
mo, enfermidades do ligado, dyspepsia, debili-
dade geral, febre biliosa e intermitiente,
midades resultantes d
ulceras e erupcoes que
sangue
/i i i TTFT k
. I). T. Lanman & Kemp. droguistas por atacado f? n,S0 S0C' H- Holm, domici-
New York, acham-se obligados a prevenir o res- liado cm Londres, esta' encarregadodos
pcilavel publico para desconfiar de algu
nes imitaedes da Salsa Parrilba
boje se vende ueste imperio, decl
que sao elles os nicos proprietarios da receila I. II. II. Ilobn.
do Dr. Biistol, teiido-lhe comprado no auno de
185G.
luguez, para arompanhar as lourisias, qur em suas excursoes na cidade, qur no reino i
emfiir, para toda a Kuropa, por pregos que nunca excedemde 8 a lo francos .IJ^OO i^*
por dia.
Durante o 9Sp:co de oito a dez mezes, alii residiram os Exms, Srs. conselhairo Silva
rao, eseufilhoor. Pedro Augusto da Silva Ferrao, ( de Portugal) e os Drs. F,L,.. i
.\etio, Manoel de Figueuod Faria, e desembarga lor Pontee Visgueiro ( do Brasil,
tras pessoas tanto de um, como de outio pas.
Ospr.cosde todo o servico, por di?, regulam dj 10 a 12 francos (43000 i 1951
__J?J10lltnconlrara-se inormacois exactas acerca .l-jjuJo.iii...,,,!; precisar um ralra geiro
Ni abaixo assignados temos a
bonra de par ticipar ao corpo commcr-
cial desta praca, jue tendo no dia ."!
de dezembro p. p. expirado, em vir-
tude do fallec ment do nosso snior, a '
lirma de
sul I ia biitauii i ,
no\ illio,
Wlliam llorad,
( i ara Inglaterra.
Vspero de fesla 2 de dezembro i] ,
n do sitio Uonlc-Alegre cm '.
do ; asi, cujos sigo es s i estes :
um pouco a\ i im .
sem signal algum feilo-, poisi ero ;
lava muilo gordu c tei.'. de idade i
mais ou m< nos. O abis
nitores donos de
prara, In-m assim aos Srs. i
n t!;!!",1?1"' c,lft:r-l,de Janeiro em diante, o mesmo gyro aradores que se Ibes for ou liverli
fflR.tSSa -^o dcb. d Ora*, de : E*
TTFT. iV "d* b8UmS IC" 110SS0S negOC08 em Kuropa.
clarandoS a lodos ^^'^ambuco 1- de Janeiro de 1860.
(ustavoI!. Praeger.
F. I). Feuerbeerd.
C. L P. Roeck.
No aterro da Boa-Vista sobrado n.
tendo
em um pe
se acha este novilho, nai du i,i i
"uncante em snti.>faz< r iju ,
tor ncci ssaria a esl n
niuilissimo obligado licar.
Salva lor Cocllio de Drum.in
Desappare eram dous I
| umpunlio.de camisa, ligados nm a uuti
i dos [ or foro, e por dentro i. ru n i,
' im d Sil Haia : i ga-se i
sen a quem os m -sn
de os apprehomji r, que ser rec i
. JoS'- Joaquim da Silva Mata.
Acha-se usa c control; .
la na rua d i l'raia i, ,.
(IOS Ali
Casa neuliiima mais ou pessoa alguma lem
direito de fabricar a Salsa l'arrilba de Bristol,
porque o segredo da sua preparacao acha-se so- I
mente cm poder dos referidos Lanman i Kemp. r_
Para evitar engaos com desapreciareis co->o:) u^io um papagaio grande
binacoos de drogas perniciosas, as pessoas que em um pe um nr-daco ce eorrente: d?s Anj is da ivi
quizercm comprar o verdadoiro devem bem ob- \nam .''>., dir(ll ',;!l.':" ------. prazo
servar os seguintes signaos sera ..s quaes qual- 1. Km ac;,iU' queira rcslilui-Io a men- pal.....h> Paraso n. lii.
qtfiT outrapreparocaa falsa !
Io O eovoliorio defora esl gravado de um
lado sob urna chapa de ac, trazendo ao p as
seguintes palavras:
. T. LANMAN c KEMP
SOL AGENTS
N. G9 Water Street.
New Yovl.
conada casa.
Collegio de Bemca.
Director o anico proprictario
EstevSo Xavier da Canha.
tompras
Aviso aus Srs. de engenho.
Coropra-se nn I cm pon;o : a [rotar
do Ramos i. (.

tos cm tinturas c glbulos, <>s mais i.o-
vos e bem preparados, os elementos de
homeopatas e Nystcm diccionario dos
de medicina.
fe
O Se. thesoureiro ma
Ii'.ico que se acbam a venda todos os dial <
das D horas da manhaa as ."> da tarde,
no pavimento terreo da casa da ruada ,
. r ... sirraos
A..^n.2Cenascasascomn11Ss.onadas &
p lo mesmo senior thesoureiro na pra- **? *? ?> v* % > t >'*.
Ca da Indenendenda n 1 i plfi nt, Precisa-se por aluguel de urna ama forra ou
/ ,. we^enatnua n. i* e lo, OS capliva, que saiba engommar bem, para urna
Ditnetes e meiOS Ceira c primeira da quarta lotera do JJ0SPW. casa terrea confronto ao collegio de
-uiisio c.ija rodas deverSd andar N"b'do Bom Co,,s !!,-
unpreLenvelmentenodialVde Janeiro jTJT1SStCTlTD'- '''
do anuo prximo futuro. t LtRlOlArirtUCEZ.
Thesoui-aria das loteras 21 de de- i1 Pa">o Cpignoux, dentista, rua das La-
-^ ttemove
,> doentes.
beneficio
zembro de 1850.Oescrivao, J. M. da g p dentifico.
Cruz.
Na niesma
:asa t< m agua e
Pao VAHio.
Novamenlc roga-sc ao Sr. Jos Garca de Sou-
za llamos, que venha qnanto antis pagar o que
deye na padaria do pateo da Santa Cruz n. 6,
pois j o lempo bastante, e mesmo lem-lhcsido
pedido por diversas vezes por carias, c ateo pr-
senle nao lem dado solucao alguma.
Os abaixo a; los dectaram que desde o
da a do curenlo o Sr. Joaquim Carneiro Leao,
ocixou de ser seu caixeiro. Uecife de Janeiro
i.?~&A.&i..kt*^X.i.*.t 4.A* i? Y o 1860.^Fronce/ino Izidoro Leal& C.
^_ Pin Inrim (Iji I............ .1 .. III. i t*
Deotes arliflciaes. S-j
Troiism issi
domingo.
Purtaram do terreno de Fra de Por
riiomaz Jos das Ncves, urna canoa
s de amarcllo, nova, com urna
uido de braco a braco, as, na popa ; a oessoa aue d
Vaccina publica.
no torreao da alandega, e cobrir o 1
tulla
as, de
de um pao
marca tic fugo
der noticia e des-
idos al as 11 horas da manhaa
_ v.. C. de Plocg mudou-se da Passagcra da
llena para a rua da Imperatriz n. 17, pii- !
lar. I
pessoa que
ladrao, dirija se a rua do Vigario n. a
m recompensado.
incisco Pinto Ozorio lem a honra de scien- Jo Rosarlon. 28, segundo andar! ~" icil!' Wm. Sr. Dr. jniz de or-
ar ;:o respeitavel publico desta cidade, que Precisa-se de urna ama para cas?, de pouca !,i:a >SOrdenado que os administradores
de posse da machina a vanor vulcanile : famil
t
v
ia do commissario vaccinador, rua os
pouca
na re-
DEPOSITOS.
Rio de Janeiro na rua da Alandega n. 89.
Rubia, Germano & '.., na Juliao n. 2.
Pcrnainbuco no armazem dr drogas de J. Soum
& Qo*i-aina roa da Cruz n. 22.
Ksievao Cavalcanlo d'Albuquerqne, Dou-
lor cm Mcdecina pela Faculdade do Rio de Ja-
neiro temi voltado de sua viagem a Europa
acha-se rom reiidencia na Ci.lado de Olinda rua
do boa-llora onde poler ser procurado a toda
liora para exercer actos de sua proissao e espe-
cialmente para tratar de partos, molestias de
ulero, de olltos, e de vas urinarias c fazer toda
e quaiquer operarao.
do Carmo.
Precisa-se de um caixeiro para pa I
lenha pratica da niesma e que liadora sua con-
duela : na rua da Sen/.ala Vclha n. 'J.
-
ru da Ca lei i '.' I -
sa-se c< mpi ai un s
meia idade, que entcn \,
-.-
eresse eral.
Na coebeira da rua da Florentina, r-ue fo: do
Companhia brasilcira do
paquetes a \apor.
AVISO.
O agente da companhia, pede nos -
carregadores que picslcm altencao aos a
publicados ueste Diario para as rhegadas dos
vapores, e recibiracnto de carga : esla s miente
pode ser stlendi k, sen lo os despachos levados
a agencia com dias anlccipados chegada di va-
por, para ser recebida
segundo as circumstan-
cias que o commandanlc ponderar, .uando clie-
gar.
Desde o momento que o vapor liver chegado
ao porto t sabir, nao recebe-so mais i
despacho, e cada um do?e tratar dos embarquej
que livor engajado com antecedencia e recebida
lenenle-coronel Sebasliao Lopes Guimaraes, j ordem da agencia para levar a bordo.
trata-so, de bois e cavallos al? por por dia e, Os despachos originaos, depois de elecluado
= ( oni| ram-si as segu
n ii !o na La, o Judas vm
-1 qm r casa, Por .-.. ...
n:o, A rosca, o Duelo no IV.
mo das Almas co biabo na s
graphia se dir.
Comiiram-s i
pra leticia d. z
-

Vi lid. l!.-se7 1.(1
r por ; : co i
l'ornu Cal, e a ti
de Jo '.. lo di
por _
noile ; nto melado do preco porque se liata S cm,,ar!u?. devem immcdiaamenle ser leva-
dos a agencia paro irem fechados ro manifest
em O
.1'
ri i
-. -
na i
.Vudrade, o i ru -.

I
.
em outia qual uer parle, e cmquanto ao bem
cnplono para a
quina n. 52.
0flerei:c-sc
ou o scu es- "." '"'"" 'i">: """ 'om^ai uiuieme uissoiviuo a so -
un larga do Rosario, sobrado da 'ledadoquc linham na taberna sita na ruada
Imperatriz n. 2, suba Urina de I-arias c Marlins,
licando a pcrlcnccr tao somonte ao socio l-'aria'
v.(.jt(A | jla taberna, e todo o activo c passivo da
- Offerece-se tim homcm M|SaTSaUSTSSS-!i?r5,^^P:
COm ramilla para lCltOP (IC SlilO, qUC "ia : c o socio Uakins desoncrado. lie, fe 9,1 -
enleaie perfeitameote de plaatecdes:!tiS!S%rto7iiSS"1*0 FcranndestleFariasi
Cusa t>p0grafkaS6dr. Geovani Ploiensao, Gcmaro Tenamore e
de
Saca-se sobre Portugal, em casa
Augusto C. de Abreu.
lCPAio Ja i>ia!<> 'a Ton sequo de saldarem seus dbitos na n
seu filho Guisepc renamre, Pcncenso Tanaro
agencia los lalincantes america- Prancisco Januzzi.l Carmine l.acorle, subditos na-
,. nos, t,loulcr & Bs*icr. pohtanos, reliram-se para o Rio de Janeiro.
Machinas de coser: cm casa de Samuel P. j Joaquim Francisco da Silva Lzevedo faz
Johnston l C., la da Hcnzala Nova n. 52. | sciente ao corpo do commercio, que renden
Eilho.
I
te dos Srs.
sua
iioiro.-
ecisa-ie fallar ao corresponden-1 'oae ferragens sita na rua do Queimado n. 51 ( mlio.'i
'aos bis. Joaquim l'erreira de Araujo Guimaraes t,
t( iente-coroneI ib
da prara da Independencia.
nA!1S PRATIGAS
DE
ESCRITA COWIVIERCIL
Pop pailidas dobradas
Muito se desoa saber se c vivo Jos Luiz
'-ar, do lugar de \illa Cha, freguezia do s. R.O-
I
Pm ra vi is
Vene .
l' fra, quintal e raciu ; .
d I Si ii Jess
lo pai a a travfssa d
'' '' ; -. i .
' le, devem -
re-hdiq mcc .,/.:::.
uxcri \to i;- u wv -.v.
res de indi idin -
'' m b -ii nunharas virlu
. nos com] aravel e pro'. r L.m caso u -
, aiinuncios poslos na Praga do Commercio, e na pelo uo que delle fizoram lom non
Hoga-se aos Srs. devedores do eslabele- Pcrla do escriptorio da agencia no dia da chega- brosiiiU-iramcnli -
cimento do fallecido Jos da Silva Pinto o ob-' Uia dS V3P.ros : depois da hora designada fe- do inutilmenl
in r i cnnrsea escnpluraao quo o vapor lem de con- poder-sc-ha convencer dewa
no l.01- duzr. Recife. agencia rus do Trapiche "n. 40, 2 pela! icos, -
do gueimado loja de Janeiro delSGO.Thomaz de Furia, agcnlc todos os dias ha n tilos
'da companhia. ,, s ,, .. ,.
mais ecb ': s. las
m com osle so
is de i .
go lempo nos lo ;, --. ,1 ';,. .
Precisa-se de ofTiciars de alfaiatc, tanto para
oloa grande como roiuda, assim como muilo boas
COStureiras para colielc : na rua da .Madre de
Dos n. 30, pnmuio andar.


n. 10.
Na galera e officina pholographica da roa
Nova, n. 18. primeiro andar, continua-sca tirar
retratos pelosystcma norte-americano. A per-
Estao aber tas desde 7 de i a- ci'T d?? ,rabalhos .ahidos deste esubec
, I i ilit'IllO C I I
bem conhceidade publico desta ca-
rrailClSCO C FrcitaS R!!!1- A'.80e'Mitra um variadissimo e esco-
IhnJo sorlimenlo de caixohas e quadros de to-
das as qualidades e lamanbos. Na mesmacasa
Saca-sesobreo Porto por nualciuer!50 "1'1'' uma excclle,ile machina com lodosos
..- .t pcriences. e iecessanos para o daguerreo-
lypo.
ATTEXCIO.

eraetcno (. nanoe] Fraonscddo Azevodo, Rcando s
Jos Neloso da Silveu-a e rancisco Xa- dos mesmoso activo o passivo. vn..| ii
vierdeAndrade:nalvraria n. 6 e 8 ~ Os abaixo assLad'os fazem sciente ao cor- VS^PE^Z^ ^ P*
, po do commercio, que compraram a loja de ler lv-!iao IS letras serem pagas a vista, me- 17 e s r'! rv i,rell-,n{,<,r alguna mastros dos que servi-
Iragenssilanarua de Queimado n. 51 aoSr.Joa- diante o disconto na razao de 50iO ao -l Uiil(j ram nos festejos imponaos daBoa-Visla nesla
' uiiiin Francisco da Silva Azevodo, ficamio a no?-! -%nn -, .. a____ r> .-. *-> ci lae, enleuda-so na loja o. 10 da roa da lio-
so cargo o activo e passivo, o pvrara a ra/3o P'f,adoi.es social de Guimaraek&Azevcdo. Uecife 2 de Ja- tur,Jam"se a Joaquim da Suva Castro,;o escravo fulla Je nome Joaquim, pouca barba
neiro de 1860.Johquim Perreira de Araujo Gui- iua do Crespo. cabeca comprida oihos grandes e eofumassados
i maiacs, Manoel l-r.-inciico de Azovedo r\ o n i w / .- .". cuiuu,asauos
O Si. Paulo Jos filgueira mora- i }*"> Ulll! "'arcada fenda na peina esquerda rer^nn e
dor na Escada no engenbo Uua Nova, Uun, do P* P03 maIfeil0S e ^m mareados de elle poda" "taS^ffildS
aniputaVao I II. i i .,,,
indo csses s ,
subnn i --.: i :. .. .
.
- tito dio. Algumas
enfusao de s u r< nhecim ni -
tes n
abm di ma
Allencao.
oilo, se
a vender um
dor e i ilros
carera sua frinalivai
Ningiiem de-.- ;
islanle i onll ':. \
medio ronslantemenle si pu i
atraalo que necessitasse a i -
litado s< ria pro
Que ludo cura.
O angueu(o fce til,
E 1>E
M'JIOlIETiliEL
Rua Nova n 15,segundo andar.
SI. Foiiscci de vlcdclrom, escriturario da
thesouraria de laicnda desta provincia, competen-
temente habilitado pela directora de instuiccao
publica para lecc.onir arilhmctica nesla cidade,
lem resolvido juntar, como complemento do sei
curso pratico de. cscrituracao por partidas do-
bradas, o ensino de contabilidad especialmente
e u -
adiar uiclhora de seu augmento
Joaquim Carneiro Leao.
Precisa-se de urna ama de meia idade para
comprar c cozluhar para casa de pouca familia :
na camboa do Carino n. 15.
Precisa-se por aluguel de um criado forro
para servico de casa de bomem sollciro, ou mes-
mo escravo do boa conducta : na rua da Cadcia
ser aborta
no dia 13 de jaueiro prximo futuro s 7 horas
da noile ; e as pessoas que desejarem malricu-
lar-se podero deixarseus nomesem casa do an-
nuncianle al o mencionado dia.
O caixeiro que se oderece para taberna, diri-
ja-se rua da tfetnta Cruz n 1, esquina que rol-
la para a rua da AJegria, que achara com quem
.tratar.
Na rua a Cadeiu dofiecife n. 51, deseja-se
ullai com o Sr. EiiaianJo ti Silva Haia a ne-
g cio>
principio do trrenle mez tem org'anisado i
sociedade sob a razio de Azevodo & Mendes, fi-
cando cada um de por si na liquidadlo do nego-
cio que leve al 31 de dezembro prximo passa-
do. Recite 7 de Janeiro de 1860.
Antonio Augusto dos Santos Porto faz su-
fraga, dexou de fazer parte da dita fir-
ma e nao e mais socio de sua casa.
Ilua do Trapiche novo n. 22.
Caf Restauran! du commerce, precisa-se do
dous ajudantes decosinlieiros ou de dous escra-
vos de pouca idade que queirao aprender o of-
icio de cosinhtiro.
Na rua do Apollo n. 16, segundo andar
exislem carias para os Srs. Dr. GabrielSoares
Rapozo da Cmara, lenle Manoel de Azevodo
do Nascimento, lente Jos Prancisco de Moraes
Vasconcr-llos, Jos Jacinlbo de Souza c Pedro de
Alcntara Pinheiro.
de fazer relss do carnauba : a tratar
Vigario n. 29.
Antonio Augusto dos Sanios Porto faz pu-
oSr.n.onioJoaquim da Silvaluiio Su^^Su calxe !ro ieK'dia 3 do^rrc'Se (le P^leilde abl'irilOdial2
iicixou de ser scu caixeiro desde o da 9 do cor- mez. 1
rCn,eSS5.. i ., Precisa-se de um caixeiro portucuez para
- Piccisa-se alugar urna ama que saiba coz- um engenho na fregnozh de Jabolo- quem pre-
b engommar, prefer.ndo-e escrava : na hender, dirija-se a rua da Cadeia do Itecife nu-
praca da Independencia n. 39.
i-fficro 36.
ua rua do
Na na do Imperador, defronte de S. Fran-
cisco, ha venda o seguinlc : diccionario porlu-
guez de Constancio, de Ponseca cm 2 volumes,
francez de Ponseca e Roquete, e lambem de Pon-
seca somonte para a traduceao, Ritual Romano
da ultima edicao, mui acreseentado. domados,
com atacas douradas c sem ellas, e lambem de
encadernacao ordinaria, breviarios romanos, rica
ericadoniacao. selecta freuceza e inglesa, guia
de conversaeo rranceza, cartas de A I! C, tabea-
das, caihecismos, economa da vida humana
cartilhas, e multas outras
senlarao ao com
commodos possi
O professor Torres Ban-
cado dia 27, acompanhada dos seus lilhos, vol- dos ni^mbros.
tara ?, dizendo elle torem sido roubados os mes- : jl :- ''' culis
mosfilhos. Admira, Sr. Monte, aue se dssa isso .' :'; '
sem ninguem ver, cm uma rua tao publica como ,las li" ''IIIS-
a do Aterro, hoje da'Imperatriz. O furt das, Prupcois e escorbuli-
cadeilinhas tica por sua conta, Sr. Moni-, ).ode cas-
ser que se descubra quem os furloit por dinhel-
ro. Recife 2 de Janeiro de I8C0.Hypolilo Car-
valhu de Yasconcellos Albuqucrque Maranhao.
Thomaz do Paria, satca sobre Portugal :
na rua do Trapiche n. 40, escriptorio.
S-ica-se para o Porto c Lisboa no
-, ---------........ uuiuaiiii, i -------------- ------------------
as outras cousas que se apre- escriptorio di Carvalbo Noeucira & C.
prodor.c ludo por precos os mais rua do Vigario n. 9, primeiro andar.
O abaixo asslgnao faz saber aos seus cre-
Pislulas no i'. lomea.
Frialdade ou falta de
calor as extremida-
Prieiras.
Gengivas escalda as
lochacoes
luflamraacao dofleado
Picadura
!
Q
Sarna
Supui oes | I
rnha, m ...
le que i.
ren; ms.
Ulceras ua bocea,
do ligado.
ai
Vi ias
n-j
do eorrente sua aula particu-
lar, cuja abertura esta va fixa-
da antes para o da 10.
Vende-se este ungento n-j esta'...
g-'ral do Londres n 2i, Strand, e na I
todos os boticarios Irosotstas e oatrai .
dores que venden a. sua taberna da rua da Son- enrarregadas de sua venda em tuda a Imerca
zal Nova n. 9, ao Sr. Querin Joaquim Madei- Ido snl. llavana o Hstpamii.
ra, Picando a cargo do mesmo senhor todo o pas-1 Ven le se a 800 :s., cade bacetinha coi
sivo. O mesmo pede a quem se julgar creor uma inetntccao em wlus'iez para o mod
da niesma taberna, de apresenlarem suas contas fazer uso leste ungento
no prazo de tres dias para seren conferidas. Re- u deposito gerat em casa do Sr -
cife 8 de janeiro de 186). phamaceutlco, na rua da ( ib. 2
iosc joaquim da Rocha l'tnna. nambvee.


i;
DIARIO DE PERNAMBUCO QUARTA FEIRA !! DB JANEIRO DE 1860.
Botica.
Bartholomeu Francisco fle
do Rosario n. 36, vende os
menlos :
Rob L'Affectcur.
Pilulas contra sezoes.
Ditas vegetaes.
Salsepatnlha Bristol.
Dita Sands.
Vermfugo inglcz.
Jarope do Rosque.
Pilulas americanas (contra febres).
Ungento Hollway.
rillll.l.i (J:. dito.
F.llixir anli-asmathico.
Vidros de boca larga com rolhas, de 2 oncas a
12 libras
Assira como tem un grande sortimenfo do pa-
pel para forro de sala, o qual vende a mdico
preco.
Na rua Nova n. 18, primeiro andar, vnde-
se por "OS umo carlera homeopathiea com 212 .
tubos de medicamentos cm differentes dinamisa-
eoes e preparados no
l'ari".
Kua da Senzala Nova n. 42
Souza, na larga Vcnde-se em casa de S. P. Jonhston & C.va-
seguintes medica- quetas de lustre para carros, sellins e silhes in-
glezes, tandeciros e caslicaes bronzeados, lo-
as inglezas, fio de vela, ch'icote para carros, e
montaa, arreios para carro de um e dous cval-
os, e rqloRios d'ouro patente inalezcs.
tfff.'ijajjafjWEs C&V4D li|)l> oo efiH&C*-
3 f*
IMOSELLE MOSSEllX
PE
MMIW & Queimado n. 40.
Grande e variado sortimento
DE
Fazcndas francezas erou-
pasfeitas recebidas em di-
reitura pelo ultimonavio.
GRANDE
pechincha.
Na loja do Preguica, na rua do Queimado n.
vendem-se pe^as de chitas finas de cores fixas
AAiEKClA
PA
FUNDIDO LOW-MOW,
Rua da Senzala ftova n. 42.
Neste cstabelecimonto continua a haver um
a coraapleto surtimento de moendas c meias moen-
e de escolhidos padres com 38 corados cada *|as Para R'iSonho, machinas de vapor e taixas
urna, pelo baratissimo prerc de 5S800, e em re- '"
talho a 160 ocovado.
Aprazo ou adi-
nheiro.
de ferro batido e
para dio.
coado. de todos os tamaitos
em garrafas e meias gar- I
rafas.
C. J. Astley* C. i
S
laboratorio de Wdber, em !-3---------------------------------------------------
Superior ao melhor j j
presunto de fiambre. |
Linguasdc vacca erusalmouta viudas |
de Londres, vendem-S nicamente no
armazem de Luiz Aunes deronte
porta da alfandefa.
45Rua Direita45
Para liomens.
florzeguins aristocrticos 'lustre' 9$O0O
Rorzeguins zouaros, obra fortissima (be-
zerro) 8$-)()0
Borzeguins cidadaos (bezerro e lustre) 8')00
Borzeguins econmicos 68000
Sanales batedores GjOO
Para senhoras.
Borzeguins para senhora (primeira classe] f>-000
Ditos (segunda classe) 43titi
Ditos para meninas (primeira classe) 4jOU0
Vende se, permuta-se, ou arrenda-sc o si-
tio Ja travesa dos Remedios, na reguozia dos
Afogados, n, 21 : quom pretender urna dastas
declararles cntenda-sc rom o tou proprietaro
Caetano Pinto de Veras, na reparltcao da alfan-
degn, para tratar do seu ajuste.
Vendem-se togoes de ferro econmicos, de
patente, para casas de familia, conlendo 4 toma-
inas, o Torno para cozinha com lenha ou carvao,
ptima nrencao pea eronomia do gastar um
lergo de lenha ou carvao dos antigos, e de co/i-
nhar com mais presteza, lem a dillerenca di se-
ren amovireis, oceuparem pequeo espado da
casa, e do fcil coodurco : vendem-se por prc-
i itiilo moJicos, na tundicao de Francisco A.
Cantoso (Mosquita) rua do Bruot, o as lojas de
ferro pus de Cardoso, junto a Concoico da pon-
te du llecife, e roa do Queimado n. 30.
Vendem-se difieren tos caixilhos que podem
servil para diversas obras, uns com vidros c ou-
tros sem ellcs, por proco commodo : defronlc do
S. Francisco.
Na loja doseranejo,rua
do Queimado n. 43 A.
Franca, de
Seguro conra Fogo
A
na
LONDRES
AGENTES
, C J. Astley & Companhia. {
Meias de seda de peso
para senhora, brancas e pretas, e para meninas,
brancas o riscadas : vcnde-se na loja de Leite
Irmao na rua da Cadeia do Itecifc n. 18.
i
;
S
'f Bytfiki> Vende-se
| Folha de cobre e Metal
I amarello.
| Estanbo em barra e Pre-
gos de col)re.
I Alvaiade eVerniz copal.
| Folha de Flandres.
| Palbinba para marci-
I neiro.
9 Viiihos finos de Champa-
nbc c Mosellc.
Lonas da Russia e Brim
de vela: no armazem %
de C. J. Astley & C.
fctfiJM shOSBM BCft V B O U3MOG!) 2JS*
Fazenda com avaria.
E pechincha sem igual.
Na loja do Preguica, na rua doQucimado'n. 2,
lem para vender pecas de algodao largo com 16
varas cada urna, pelo barato preco de lj*, pecas
lina a 2500 : a ellas.
Do-se as amostras cora penlior.
Ricos cortes de Tcstido de seda de cores
de 2 saias............................
Ditos de ditos de seda pretos bordados a
velludo...............................
Ditos de ditos de seda de gaze phantasia
Ricas romeiras de fil e de seda bordadas
Taimas de grosdenaples bordadas......
Chales de lotiquim branco boadadosa
30e. ................
Grosdenapfc do cores de quadrinhos co-
rado .................................
Dito do dito liso covado................
Seda branca larrada corado lg600 a....
Grosdenaple preto larrado corado...... 29000
Dito dito liso encorpado a lgfiOOe.... 2S500
Dito dito cora 3 palmos de largura a
1$600 e.......'......................
Sarja de cores larga com 4 palmos do
largura covado a......................
Gaze de seda da China de flores e listras
covado a ............................
Follar de seda de listras gosto novo co-
vado.................................
Setini de escocia e diana de seda corado
Uialy de flores noros desenhos covado
areje de seda de varias qualidades co-
vado................
I
i
9
S
8OSO00
1 $200
18800
26(H)
JS500
IjjO
1000
1J>000
lfOOO
900
500
Meto velludo de cores corado.......... 1S500
Velbutina de todas ascores............
Setirn de todas as cores liso covado ...
Rrilhanliria branca muitofinaa.......
Chitas francezas claras e escuras a 260 e
Casemira preta lina alSOOe..........
Panno preto e de cor lino prorade li-
mo a 3$500a........................ 7gO(V)
Cortes de casemira de cor a 5g e........ 7j>000
s Cassas organdys de noros desenhos a
g1 rara..................................
|! Ditas francezas muito finas a.'.'.'.........
ilgJ",0S do cambr;i'a transparente bor-
|| dados muito ricos....................
2! Golirihas de cambraia bordadas de ponto
si Ditas de dito bordadas a 600a..........
i Tiras e entrerneiosdecambraiabordados
lucas manas pretas do iinho para se-
nhora .......................'........
Ditas ditas de blondbrancas e pretas..
Chales de sada de cores, relos e roxos..
Ditos de merino bordados com franja de
seda.......
700
800
500
320
2$500
15000
500
$
9
1S500
9
i
Ditos de dilodilo de....
i Ditos de dilo liso dilo de seda..........
dito estampados fino lista de
cambraia de linho bordados
de cassa isa
Reccberam em direitura d' Franca, decncoin-1 --.h
la, os melhores chapeos de castor rapadoss r,, -w
i ido bramos e pretos, e as furnias as mais mo- 5 O^hOC A l"l"l AiCsm B ^ C
ciernas que tem riodo ao mercado, e por me-I l UvUllj U IlltldlltCtO
n. assini como tem chapeos de j acreditado fabricante dwinHaw: a tratar no
4i.
ni dr nino 13-na, 'n" ll "llus "^ acreditado abruante Ldwin Maw : a tr
! S^^^VSVetft meSm j"* ounaruadoTrap.che .
Fazendas com pequeo
loque de avaria.
ao de linho a 1 una, cambraia pela lina
e 360 o covado, c a vara a 5C0,e a 040, -angas I
de cor a 50, bnm branco de linho a 1^200 a ?a- !
va, rolletes do velludo do furta-corepretos a
/$400. ditos pretos a 8 e 9g, calcas doca -
ra de cor a 7, tv 11 dilo.; pretos a 7, 0 e I
-c, > olletos de gor
ra viagera de diverso
"fl a
ipeos enfeilados para
inas e senhorasporqualquer pre-
o preco,
S Dito de dito dilo de la........
I' Dilo de "
g seda
g Lencos de
finos...
Ditos de aliiodao de labyri'iho800e!...*
.apellas brancas para noiva............
Knfeites devidnlho preto c de cores....
Aberturas para camisa de esguiao de
linho........................
Ditas de dito de algodo
cores......................
Saias balo modernas.................'.
Chapeos francezes forma moderna......
antes que se Gravatqs ae seda de pona bordadas a
relindo ..............................
Camisas frauce/as de cor e brancas
finas al^SOO e........................
Ditas ditas de fustn branco c de cor....
Ditas ditas de esguiao muito finas mo-
dernas.............................
Seroulasde brim de algodao c de linho
Calcas de casemira pretaselim 9$ c....
Ditas de ditas de cores 8j c............
Dita de moia casemira .................
Di|as de brim fino o varias qualidades
39 e Collcles de velludo, gorguio,
casemira c selim......
Casacas
brancas a de
73500
70
68000
4500
8^000
15000
%
9
Crooo
8^500
SS500
2.?500
9
11$000
109000
4gD00O
55O00
4Og0O0
de panno preto muito fino 303 c
E peel.mcli. obrecasacoa o paletots de panno preto
Na loja do Preguica, na rua do Queimado n. I lino 84$ c............................
ras lmanlos eiascruas no ?',,a Pa" vo?der ^" do ""'ssimo e muito Paletots de casemira mesclada golla de
, liSin Vfi !,!i22^JE0! I lmo madapoiao. pelo baratissimo preco de 5?, .velludo.............................
3^500 e3^000 : cheguem, antes que se acabem. njtos de al]i,ica preta muito finos......-.,l00.)
Coberlas de cha a 2$.
Rua do Queimado n. 19.
Vendem-secobertas de chita a 2j>, cortes do ris-
cado fraocez a 2S500, lencos de cambraia para
algibeira a 2ga duzia.
28000 c 28500 a peca.
Algodao trancado americano branco, proprio
para toalhas e roupa de escravos, com um pe-
queo toque de agua doce : no armazem de fa-
zendas da rua do Queimado n. 19.
Cheguem ao barato.
O Leite 5 Frotan continuara a tonar na rua
da Cadeia do Retfe n. 48, pecas de cambraia ii-
sa com 10 jardas a 4J500 e 5S, lencos de cam-
braia de linho a 3JJ a duzia, cambraas muito fi-
nas c de lindos padroes a 640 a vara, meias fi-
nas para senhora a 33800 i duzia, dilas cruas in-
glezas para hoaiem c meninos, chales de meri-
no lisos a 4$500, e bordados i 63, paletots de
alpaca prela c do cores a 5, ceroulas de linho
e algodao, camisas iuglezas muito superiores a
60fta duzia, organdys de lindos desenhos a
llOO a vara, cortes de cassa chita a 33, chita i da h nni'f*i
franceza a 240, 280, 300 c 400 rs. o cora Jo, pecas I 'ld *
de madapolao com 30 varas a 4S800, 58, 5g50,
6,7 e 8$, chitas inglezas de cores tixas a 200 rs o
covado, toalhas para mesa a 3 e 4-3, cortes de
calca de brim de linho a 2?, ditas de mcia case-
mira a 23240, vestuarios bordados para meni-
nos, e outras muitas fazcndas que se vende por
barato preco.
Em casa de N. O. Bicber
4 C. rua da Cruz n. 4, vende-se ;
Champagne de suDeriorqualidade de marca acre-
ditada na corte.
Tinta branca superior em oleo, latas de 25 ll-
bras, por commodo preco caixas de 4 latas.
Verniz e verniz copal.
Algodozinho da fabrica Todos os Sanios da TU-
hia.
Brilhantes de diversos tamanhosc de primeira
qualidado
Cortes de vestidos
de seda
Na rua do Quoimailo n. 37 loja de \
portas acaba de receber pelo 'ultimo icrr(,s ^c J{- Para en
navio viudo do Havre um completo sor- DTtamSs Sridl
Vende-se a cocheira da rua da Cadeia de $
(o Antonio n. 7, tendo 5 carros c 1 rico cono.
sem uso alguna : quem pretender, diriia-s i
mesma, que ochar com quem tratar
^."d.e_,s,e armazem de Jos Antonio M
reir Das & C, na rua da Cruz n. 26
Mercurio doce.
It.troz.
I.inhas em novellos.
Cera de Lisboa em velas.
Graxa ingleza pra boet
Lazarino! e claviooteo.
Chumbo em lencol.
Dito de municao*.
lmenle de vestidos de seda de 2 saias,
2 babados c de avcntal.os quaes se ven-,,
dem por preco commodo.
Chapclinas de seda c de
velludo para senhora.
Ricas cliapelinas de seda c de vellu-
do para senhora: na rua do Queimado
n. '7, loja de -i postas.
Golas e manguitos.
Ricas golas c manguitos de cam-
braia : na rua do Queimado n. 37, loja
gommar.
as as qoalidad -
os.
1
Manteletes
Ricos manteletes de grosdenaple ri-
camente bordados: na rua do Queima-
do n. 37, loja de portas.
Pe ntes GRAM> E VARIADO S0l!H!\T)
DE
Fazcndas inglezas c francezas e
roupas feitas
recebidas em direitina
KO
Armazem e loja
DE
, Goes & Baslos
SNA RUA
cabello:
loja de ri
sortimento de cha-
peos.
baratas.
Chapeos de castor pretos de superior qualida-
de a 10, ditos francezes de seda a 7g, ditos de
castor brancos a 14g, ditos de velludo a 8e 90,
ditos da lontra de lodas as cores muito finos, di-
tos de palha inglezes do copa alta c baixa a t e
5g, ditos de fel tro, um sortimento completo, de i Cliapelinas e chapeos de
2J500 a 6^500, ditos do Chilo de :i*50O, 5, 6, 8,1 para senhora, bonitos
9, 10 e 125, ditos de seda para senhora, dos mais tados a 15$ e
modernos, a 12g, chapelinas com veos do ulti- Chapeos de seda enfeilados para meni-
mo gosto a 159, enfeites finissiraos para cabeca as a 83 e
a 4g-i0 e 5, chapeos de palha escura, massa'e j Copellao enfeiles de flores e fro
seda, muito proprios para as meninas de escola, cabeqa de meninas a2(000
DOQUEIMADO N.-40,ri!!Mr DV'
LOJA AHARRLLA E ROTULAS RR VNCAS
Um completo e rico sortimento desobn
sacas de panno pretos e de cores .-i^~; 303 *.
')n':^SacJis e Pan"0 preto muito Qofl 1
-, IMe 500, pah-tots do mc.-n/. pann
Ricos penlcs de tartaruga para atar | fc&*!S SS^1
na na do Queimado n. 37, pretosed cores* 100oi,
n0i.|.iS :: Pac*8 Prol d< coreos 4jL ditos de b
'u. Pari 040500 e 5*. ditos de brim prel
LOflllSaS ll'l!1007n^ ?:- ^llos brancos* 50, aitosdeesgui
^/-t' ulumo gosto cor de laranja a 5|?
;; casocos de alpaca muito Roo .-
... sobrecasaca de panno Rnopreto para me- ?
1 timos a 155, 18 e 205. ditos de i
U de w ;| Ba e lOj, calcas dec
. | cores e pretas a 8, ;<>. II \\9 ,. i ^
calcas debrim de cor a 3-55IK, 45 e
| ditas de brim branco fino a 60e 7-
,-: les de gorgoraodc seda e do co i
K crese preto a 5S, 6 e 75, ditos de lo- *
, ^ do a IO5 e 12a, camisas ingle/as tan! para
-liomens como para meninos de to I tamanbos, seroulas de todas as
g chapeos de sol de alpaca a 50, mi 1
I pretos de muito bom Rosto a 8Uj e I
saveq.ies de fustao bordado;- comprid
Ricas camisas francezas tanto de
peio de linho como de algodo e de fus-
! liio: na rua do Queimado 11. 37, loja do
\ portas.
; Bonclsparacrianca
Ricos ltoncls de marroquim para
crianca: na rua do Queimado n 37, lo-
! ja de 4 portas.
Fazendas boas c

seda c palha
e bem enfei-
sendo os scus precos muito em corita, ditos para' nlinr a 55
co para
e para se-
. |ii.-i-us mimo em cuma, unos para ; mora a^je
baptisado de meninos e passeios dos mesmos, F.nfeites de vidrilhn para cabera a 3-<500 e
tendo diversas qualidades para escolher, bonets Chapeos proles trancezes, lino para
de galao, ditos de. marroquim, ditos de vellu- hornera a 8$ e
do, ditos enfeilados, chapeos de boa qualidado Ditos brancos do castor, modernos
para pagem, chapeos do sol de seda para me-! nilns decasemira de cores para hornera
tunos de escola, e mesmo para senhora e para ho-''
mens ; finalmente outro muitos objectos que se-
ria enfadonho mencionar, e ludo se ven de mui-
to em conta ; e ossenhores treguezes 5 vista da
fazenda fiearao convencidos da verdade : na bem
conhecida loja de chapeos da rua Direita n. 61,
de liento de Barros l'eij.
'......o'", wv ui.vijvj i.i.ik: i.ino, ui.ia ei uns,
ser grande porcao, a lj, dilas a 1$6C0 o
du/ia, finas a t e A$, chapeos enfeilados
meninos e mi f.inas e senhoras porquab
>.", e ludo o mais aqu se encontrar
na se deisade vemndor.
A S00 rs. a peca
355C00
185000
Chapeos de castor pretos
e brancos
Na ruado Queimado n. 37, vendem-se os me-
lhores chapes de castor.
Aviso.
Ditos da merino selim pretos e da cores ^*9000
Dilosde mciacasemira.................. i*KS'
de fila de velludo de um dedo mnimo de largura
-orn 10 1(2 varas, bandos de crina para senhora
muito bonsa 400 rs. o par, pulseiras de conlosl No armazem de Adamson, Howie & C. rua
para senhora ou meninas muito lindas a ICO rs. do Ttapichp n. 42, vende-se selins para hornera
oara acabar; na loja de miudezas du aterro da e penhora, arreios prateados para cabriolet, chi-
i3oa-\ ista n. 82, quasi confronte a matriz. '. cotes para carro, coleiras para cavallo ele.
l\a loja da esrela=
Ditos de alpaca pretos e de cor forrados
Ditos do bnm branco epardo finos......
"'Jos de brim de quadrinhos linos
5500 e ..............................
Dito de alpaca preto e de cores.........'.
Kelogios de orno paten........tes......
Em
& C. rua
vender cm
Saunders Brothers & C. tem p
ceu armazem, na [ir
atguns pianos do
chegados, dos bem
bricantes J. Broadv
muito proprios para este clima.
Vende-se um carro de 4 rodas, bem cons-
truido e forte, com assenlo para 4 pessoas de
di ntro, e um assento para boleciro e criado fra,
torrado de panno fino, e ludo bem arraigado :
para fallar, com o Sr. Poiriei BO aterro da l'.oa-
i, e no escriplorio de James Crablree
42, rua da Cruz.
Rua do Queimado
loja do A portas u. 1(1.
Rua do Queimado n. 7.
Esle eslahelecimento contina
ToOO
60500
65000
5J000
3J500
8
cusa dos Sts. Henry Foister
do Trapiche n. 8, vende-se:
Dous carros americanos novos.
Arreios americanos.
Bombas.
Arados.
Champagne superior
' Cognac,
a estar sortido Helopios americanos.
Ditos de fellro finos a 4jf, 5"o
Ditos de dito Qnissimos, fita higa
Ditos de seda de cores delicadas
Ditos de castor tambera copa baixa e
finos
Bonets de panno fino, francezes, para
meninos a 2.j e
Camisas brancas e com pellos de cores
a I$800 e
Ditas dilas com peito de fuslo, finas.
a 2*800 e
DUascom peito de linho a 3J500, S e
Calcas do brim de cores e brancas de 3g
Francisco Antonio Coma Cardozo,! SdSf.Sl 'S'fa 8*e
lem un grande sortimento de i !,i,os <*egorguro de cores a 5 c
Tachas para cngenbo
Eijyufki^o de ferro e bronze
2tt$, chapeos de castor i N
manguitos de punhos bordados a 3j !l
; ditos com gollinhas a 5| I
-; de traspasso bordado e transparente
ajeas de meia casemira padroes modi
.....,. ; ? 5^- coleltes de rusti de cor e de br
1C;000 branco a 3$ e8$500e outras mallos I
,,... U odas o roupas feitas que serio pal
J5UU0 -:: presenca do fregus.
12:000 5,$00.
*J000 Chapeos de palha escura, coia alta |
o^cnn mem< P''1" diminuto preco de 5|000 1
1480)0 i ,ono & :aslr. rua d Crespo n.lG.
>endem-se lazendos | 1 i
preco c algumas por mi boa d s<>u
valor para acabar, era pj a e a reta-
lho : na ruado Queimad- leja d
portas n. 10.
*-9 lUlBeyv ''"! 1"*r-
S9OOO
8000
7^000
88000
9000
Jp300
25'J0
f

>
nt?
i_U___j o / 1 Ditos de velludo de cores a 12Se
tdCliaS (le Ierro tundido, aSSimil'alciols de bnm decores cobran
como se faz e concerta-se qual-
(juer obra tanto de ferro fun-
dido como batido.
SYSTEMA MEDICO DE II0LL0W AY.
PILLAS IIOT.UVOYA.
Este ineslimav'l especifico, romposto inteira-
cos
Ain!
18G00
28000
481)00
3800D
15000
25000
18000
25000
45000
15000
la resiam algumas fozeadas para conclu- ,. K.sl
ir a liquidacao da firma de Leite & Correia, as '
quaes se venden) por deminuto preco, sendo en-
tre outras as seguinles :
Macos de meits cruas para hornera
Ditos de dilas de cores
Ditos de dilas cruas milito superiores
Ditos do ditos para senhora
Itiiosde ilitas muito finas
Corles de calca do meia c.3semira
Ditos de ditas de casemira do cores
Oitos de dilas de casemira preta a 58 c 65009
rim trancado branco de linho fino
vara
Coi les de colele de gorgurao de seda
l'ano prelo fino, prova du mao 38 e
Graxatas de seda preta e de cores
Siseados francezes, largos, cores fiv.es
covado 2C0
Chitas francezas largas finas covado 240
Dilas estrellas 160
Riscadoa de cassa de cores lindos padroes e
superior qualiJade covado 280
Cassas de cores covado 2i0
Pessas de cassa branca bordada com 8 va-
ra i por 25000
Tiras bordadas 2>>0
Cambraias lisas muito finas peca 48000
Krnesiinas decores para vestidos covado 240
Challes de laa bordados de seda um 2800O
(iroJenaple preto, largo covado 18800 e 28000
Seda, e sarja lavrada 19800 e 28000
Vestidos brancos bordados para baptisado 55000
Ditos de casemira de cor
Hitos de alpaca pretos muito finos .
mais abaixo
Ditos de ganga e de briiis
Calcas de casemiras pelas e de cores
Ditas de biimlbranco c de cores
ci C. n. Colleles de velludo preto e de cores.
Ditos de gorgurao muito finos
Ditos de fusto
Camisas francezas de todas as qualidades
Capara hornera
misas francezas bordadas para senhora
" cques da melhor qualidade e do ultimo
25M00' ca m do vi;,9I,da' cocheira, estribara para 4 c
vultos, galliuheiro, cacimba com tanque e bom-
ba, baixa para capim, todo murado na frente, e
lado cora portao de ferro : os pretendentes podem
r-se ao senle Pestaa, que se acha autori-
a
o
9
5
mente de hervas medicinaos, nao contera mercu-
rio, nem alguma outra substancia delecteria. Be-
nigno mais lenra infancia, e a cnmpleir.io mais
delicada igualmente prompto e seguro para
desarraigar o mal na compleicao mais robusta :
inteiraineiite innocente era suas operacoes e ef-
feilos; pois busca e remore as doeneas *de qual-
quer especie e grao por mais amigas e lenazes
quesejam.
Entre milhares de pessoas curadas cora este
remedio, muilas que j estovan) as portas da
raorte, preservando em seu uso : conseguiram
recobrar a saude e forras, depois de haver tenta-
do intilmente todos osouiros remedios.
As mais afilelas nao devem enlregar-se a de-
de 38 a
Ditos do alpaca preta c de cores a 5$ e
Ditos de panno e casemira pretos c d
cores a 20. 22, 2 e
Sobrecasacos de panno preto superior
Vestuarios de fustao, mu lindos,
mi nios
38000
5S0O0
a 65OI 1
UvKlO
5g000
C5 )U0
100
75000
128000
Atlenciio.
Vendcm-se velas de carneaba refina la
dos os tamanhos, ditas de darnanba 1
bem de todos os tamanhos. m, is bonti
em nutra qualquer parte em conse [w 1
niuita porcao, e vende-se a porcao que.-.
nbem se loma ronla de qual
ra
momia cora presteza, isto fazenda
rior : na bem conhecida fabrica d.s 1
rasa n. [>'J.
muito
Pontos de tartaruga modernos a 10,
beques entrelios o bonitos a L!, 5
raa
ICe
12;000
258000
Ssooo
308000
380O
08000
cores,
sado a dar as necessarias informar;6es, e a tratar | sesperacio ; facam um competente ensaio dos
da venda sob as condicoes cstabelecidas ao mes- '
rao pelo legitimo propietario. O dilo sitio todo
em chaos proptios,
RELOGIOS.
grvalas de seda de todas as qua--
lidades g
Chapeos de sol de seda inglezes g
Hilos decastur para cabeca muito finos g
Dilos pretos os melhores que tem vindo
ao mercado jj
Taimas pretas do ultimo goslo g
Casemiras de cores para paletot jjj 1 W
Corles de casemiras inglezas 2g400
Hilos de dilas francezas 5g500
1 Ditos de ditas muito finas 9j00
Chapeos Amazona para senhoras'e me-
r)8000 ninas
1 Vende-se em casa de Saunders Brothers <&
0., praca do Corpo Santo, relogios do afaraa-
\ do fabricante Roskell, por precos commodos,
i e tambera trancellins e cadeias para os mesmos,
: de excellcn'.e gosto.
Veos borlados para chapeo 25000
En re meios bordados 15600
Aihoalhado adamascado largo vara 18280
Lencos de chila escuros um lOO
Gangas de cores para palitos covado 200
-- Vende-se urna barcaca muilo bem obrada,
de lotacao de 10 caixas; vende-se a prazo com
garantios : no largo do Terco ri 'J2, primeiro
andar.
Bom negocio.
Vende-se, com poneos fundos, a taberna do
paleo do Terco n. 12 : a tratar na mesma,
Machinas de costura
de S. M.Singer &C. da
New-York, o mais aper-
feiQoado systema, fazen-
do posponto igual pelos
dous lados da costura,
garanto-8e a seguranca
das n achinas e manda-
so cnsinar as casas de
familia, bem como se
moslram a qualquer ho-
ra do da ou da noite
nesta agencia: nicos
agentes em Pernambuco Raymundo Carlos Lei-
te ; irmo, aterro da Boa-Vista n. 10.
Em casa de Rabe Scbmettan &
C, rua da Cadeia n. 57, vendem-se
elegantes pianos do afamado fabrican-
te Traumnnn deHamburgo.
Cera de carnauba

mmmmm
Vende-se i
Estopa 8
Lona.
Camisas inglezas finas. ^
No armazem de Arkwrght & C. rua da Cruz n. 6!. *
de boa qualidade, a 1 ItOOO a arroba: na rua da
Cadeia do Rccfe, loja n. 50, de Cunha e Silva.
Bandeiras nacio-
naes.
Vendem-se na rua do Queimado n. 7, bandei-
ras nacionaes de varios tamanhos, muito bem
'citas a 800 rs. cada urna.
Vende-se urna hypotheca no engenho da
Barra, em Santo Anlao", o qual pertenco a Joo
Francisco de Araujo, conhecido per Joo doou-
ro : quem a pretender, lirija-se a rua de lior-
[ tas n. 22, primeiro andar.
SAB.40
DO
Rio de Janeiro.
Deposito no armazem (lo Amo-
rim, em frente ao trapiche
do algodao.
Fernandos & Filhos tem sabao do Rio, do de-
posito geral, que vendem em porcoes, a vontade
dos compradores, e preco commodo : a tratar em
o seu escriplorio no largo da Assembla n. 10.
Farinhade mandioca
e milho.
Veudem-se saceos graudes com muilo boa a-
rinha de mandioca, dilos com milho muilo no-
vo, courosde cubra em porcao ou a retalho, tudo
se vende por menos do que em outra qualquer
parte : na rua do Queimado, loja de ferrasens
numero 14.
sano
cobertos e descobertos, pequeos e grandes, de
011ro patente inglez, para hornera o senhora,
de um don melhores fabricantes de Liverpool,
viudos pelo ultimo paquete inglez : em casa de
eflicazes eficitos desla assoinbrosa medicina, e
prestes recuperaro o beneficio da saude.
Nao se perca tempo em tomar esle remedio
para qnaiquer das seguinles enl'ermdades
Accidentes epilpticos.
Alporcas.
A mpolas.
Areias(malde).
Asi lima.
Clicas.
Convulso es.
Debilidade ou extenua-
co.
Debilidade on faTU de
orcas para qualquer
cousa.
Dysinteria.
Dorde garganta,
de barriga,
nos rius.
Dureza no ventre.
Enfei midades no ventre.
Dilas no flgado.
Dilas venreas.
Fnxaqueca.
Hcrysipela.
Febrc biliosas
Febreto internilenle.
Febrelo da especie.
Colla.
Hemorrhoidas.
Hidropesa.
Ictericia.
Indigestes.
Inflammacoes.
Ir r eg 11 la ridades
menstruaco.
Lombrigas de toda es-
pecie.
Mal de pedia.
Manchas na cutis.
Obstrucco de ventre.
Phtysica ou consurap-
pulmonar.
Reten^ao de ourina.
Rhciimalismo.
Symplomas secunda-
rios
Tumores.
Tico doloroso.
Ulceras.
Venreo (mal).
^SoulhaUMeliors&C.
Vendem-se eslas pilulas no estabelecimeiilo
geral de Londres n. 224, Slrand, e na loja de
lodos os boticarios droguistas e outras pessoas
encarregadas de su a venda em toda a America do
Sul, llavana e Hespanha.
Vendem-se asbocelidhas a 800 rs. tada urna
dcllas, conten urna instruegao era porluguez pa-
ra explicar o modo de se usar deslas pilulas.
O deposito geral em casa do Sr. Soum
pharmaceutico. na rua da Cruz 11. 22, em Per-
nambuco.
Vendem-se qualro collecces completas do
Diario de. Pernambuco, dos anuos de 1856,1857,
1858 e 1859 ; na rua dos Coellios, a tratar com
Jos Joaquim da Silva Maia.
Vende-se urna estrave perfeita lavadeira e
engommadeira, cozinha o trevial e carinhosa
para crianzas por 1:300$ : na Passagem, depois
da ponte pequea na segunda casa a esquerda.
Atteneao
Vende-se urna poroto de burros en-
tre os quaes existem 40 parellias, todos
muitos gordos, novos e de bom tama-
ito do excellentc carregamento clie-
gado ltimamente de Montevideo: os
preterdenles dirijam-se ao trapiche da
companhia ou ao armazem de carrocas
em Fora de Portas, de Flix da Cunha
Teixeira.
Dilos do madrcperola a 16, 2n, 25 e
liamos de flores finas a 1:, 2> e
Saias a balo do boa qualidade a 5 1
Vestidos de phantasia, de lindas
a S59000 o 305OOO
Cortes de vestido de seda de cores deli-
cadas, com 2saias e 2 babados borda-
dos a 1003 e
Calcas para meninos bordadas a e
Toalhas de algodao e de linho a 1SG00
19800,29600 o
Luvns de pellica brancas, amarellas e
pretas, para senhora el im 'tu a2$e
Collinhas bordadas a C00, 800 1>200
1S00O,2plO0c
Manguitos bordados a2jjj e
Ditos com gollinha a 3~50'l, (1 e
Alera destas, oulras muitas fazcndas,
loia de Cunha Silva, na rua da Cadeia do Recic,
se vendem por precos baratos.
120,-000
5;C
2-;S00
2^500
nooo
3500
8:000
que na
meopathicos enviados^
da Europa pfelo Sr. Dr K
Sabino O. L. Pinho. i
Es'cs medicamentos prepara
ciaL.^nte segundo as nei -
homeopaihia no Brasil, (eudem-5 ..
pregascooheeidos na botica central
meopalbica, rua de Sanw Amaro
WHI
= Xa run do Crespo n. 16, loja de I I
Castro, vendem-se ricos chapeos de palha 1
enfeilados para senhoras e meninas, n
nulo preco de 7.^000.
Arados americanos e mac! '
para lavar roupa : em casa de S.
hnston & C. rtia da SflDZi
H Non
'.a! a
irmazcm de
azcadas.
Rua do Queimado numero 19.
Cortes de riscado francez 312 corados a 2;5U0.
Cobertas de coila a 2^60J.
Chapeos enfeilados para meninos e meninas.
Ditos pretos fines, ullima moda.
Dilos de fellro.
Cambraia organdys muilo fina.
Chales de fro o de tres ponas.
Ditos de merino bordados de duas ponas.
Ditos muilo finos bordados a froco.
Iticos chales de touquim branco.
Corles de seda de duas saias.
I.uvas enfeilados.
Manteletes pretos bordados.
Lencos para algibeira, brancos, a 2 a du/ia. ;
Rua do Queimado n. 37.
A 30$ cortes de vestidos de seda quecustarara
G0$; a 163 cortes de vestidos de phantasia que
cuslaram 308; a 8$ chapelinhas para scohora:
na rua do Queimado n. 37.
Brim trancado de linho todo
preto,
'Chapeos pretos de primeira
turma elegante a IOS cada um.

[
P Jo-
. IS.
Chapeos prelos.
Na rua do Queimado
numero 19.
qualidade,
nvenfilo anerfei-
coada,
Bandos ou almofaiJas
de crina para penteados de
senhora.
Vende-se nicamente na ruadaCad,
cife n. 48, loja de Leite i Irmao.
Para mesas e
camas.
fazenda muito superior; garantc-se que nao
desbota: na rua da Cadeia do Recite n. 48, lo-
ja de Leite & Irmao.
- Enfeites de vidrlho e de rclroz a 4jj cada I Atoalhado dc'duasTarura"s, Irancado e
na rua do Queimado n.3<, loja de 4 portas. adamascado, vara a 1?, Ijato e
Toalhas de algodao alcoxoadoi para i
Ditas de linho de 2, 3, 3 Ii2 4 c 4 Ii2
varas dcS a l
Ditas de dito muito superiores de 2 a T>
varas a 6,8,10, 12, 14 e
um
2a w
Batatas multo
novas.
Vendem-se gigos com 22 libras de btalas in-
glezas pelo diminuto preco de 1500 cada un:
no Forte do Mallo ruada'Moeda n. 23.
Pechincha sem igual.'
Guardas-roupa de algodao alcovoade
duzia, a 2S c
Dilos de linho a
Bramante de linho para lene. com 8 c
10 palmos de largo a 1c8(l) e
Toalhas de linho com labyliullio para
rosto a ;(} e
Babados de linho para lencon-, toalhas
e camisas de linho, poras de 30 varas
a 2500, 3 e
F. outros muitos artigos, quena loja de i
& Silva, na rua da Cadeia do Rerifc n. 50,.
na defronte da rua da Madre de Dos, sendera-
se baralos.
.-
2$r
.
Enfeites de vidrlho preto os mais modernos,
vendem-se .por 3j, na rna do Crespo n. 16, loja
da esquina da rua das Cruzes
Vende-se um carro arnerir.i-
no com algum uso, com quil-
tro assentos para um c dotu
= Vcnde-se urna preta de naco, a qual tem cavalos> P'ntado d novo a Halar na
33 annos de idade, sabe coztnhar o diario de urna rua "^ A Urora n. 20.
rasa, engoraras roupa de senhora. lava, c faz os! Vcndem-se duas Ciri OCM coai dot's
mais arranjos tendentes a urna casa de familia k j .'
e o motivo da venda se dir ao comprador na | b0,s manf;c>s gordos : a tratar na rua cU
rua dos Martyrios n. ?6. I Pro i n. 27.


DIARIO DE PERNAMBUCQ. QUAKTA FE1RA 11 DE JA3SEIKO DE 18G0.
en
DE
Sita na ra Imperial n. 1 i 8 e 120 junto a fabrica de sabto.
DE
Binoclos mgicos.
chegados ltimamente com novas e lindas vis-
tas era collorido c Iluminados, do dia o do noi-
le ; objeelo inleressanle s pessoas de bom gosto,
c as que passam a (osla ; caixinhas com bonitos
apparclhos de vidros para enancas : na ra da
Impcralriz (alerro da Boa-Vista) loja n. 58.
Vestidos de seda.
Vendem-se cortes de vestidos de seda com 2 e
3 babados, armados, de 209 a 4# cada um, sen-
do que seu valor razoavel ser de 80J : na loja
de 4 portas da ra do Qucimado n. 10.
Vendc-se um bom cscravo crioulo de 2i
airaos de idade, muilo robusto, sem vicio ou dc-
feiio algun, mestre sapateiro e perito cnpeiro :
ora o abaixo assignado, naalfandega, ou
sidencia na ra da Saudade, primeira
Seksliao J.da Silva &\h >or Hanoel Ganoiro Leal, uss
..... I casa rom
driuode D
Loja do bom gosto
Vidros para vi-
draca.
*
A6|a caixa: na ra larga
do Rosario armazem de louca.
Vidros para caixilhos.
Na ra larga do Rosario loj n. 28
armazem de laura, mandam-se botar vi-
dros em casas particulares por preco
inmto cominodo, assim como vendein-
57 Rua do Quemado 37
Loja de 4 portas.
Chegou a este eslabelecimento um completo
sorlimento de obras feitas, como sejam : palc-
oits de panno tino de 16g at 28g, sobrecasacas
de panno fino preto c de cores muito superiores
a 35, um completo sorlimento de palelots de
riscadinho de bnm pardo e brancos, de braman- I
le, que se vendem por preco commodo, cerou-
las de linho de diversos tamaitos, camisas I
francezas do linho c de tpanninho do 2g al 5<'
cada urna, chapeos frnncezes para homem a 8,
ditos muito superiores a :ft>, ditos avclludados,
copa alta a 13, ditos copa baila a 10$, cha-
peos de feltro para lioniem de 4?. 5| e at 7s
cada um, ditos de seda e de palha etifciUrdos pa-
Batatas baratas!!
Gigos de 32 libros a lg4C0 para acabar : na
ra da Madre de Dos n. 8, arniaztm de Valon-
ea di C.
=: Farelode Lisboa superior a 50500, rm
nlliiramente ; na ra do \ gario n. IV, nnmei-
ro andar.
de cobre do difiranlos dimences
aparelbos destilatorios continos
Ncste eslabelecimento ha sempre promplos alambiques
(de 300 a 3000*) simples o dobrades, para destilar agurdente,
para resillar e destilar espirilos com graduaciio at 40 graos (pela graduaco de Sellon Cartier) dos
melhorcs sys ornas hoje approvados o conliecidos nesla e oulras provincias do imporio, bombas
de todas as dimences, asperanles c de repucho tanto de cobre como de bronze c ferio, tornetras
de bronze de iodas as dimences e (cilios para alambiques, tanques etc., parafusos de bronze e
ferro para roelas d'agua,portas para [ornalhas e ctivos de ferro, tubos do cobre e chumbo de todas
as dimences para encmenlos, camas de ferro com armado o sem ella, fugues de ferro potaveis e
driuode Barros Cava canti de Laccrda.
i esi irin i,i na tua uu .-jauufliif, oiimeiia ,, ------------.'------- ,: r-- ......... i-
m solao do lado do sul Pedro Alexaii- \ St v,dros a retamo do I;.mando mais pe- i ra meninas a 108, ditos de palha para senbora a
queno ate oais de 6 palmos. i2*' crT!"h".dc Vi11"?0 1rif1a!!;,'nle enfe*-
ru \J ; nasa 25g, ditas de palha de llaha muilo linasn
i nOSpnOrOS. 25?, cortes de vestido de seda cm carian .lo 40$
Os verdadeiros phosphoius de estallo denoiui- at*1.,?)Mi,0S d,e l*)tia de 1G-S at 35*000,
nados palitos do gaz chegeram ante-hoi.tem oo *?olimJ-,a.! de cambrata de 1* ale 5, manguitos
econmicos, tachas e tachos de cobre, fundos do alambiques,
para engenho. fulha de Plaeres, cli imbo em lencol c barra.
passadeicas, ospiimadeiras, cocos
zineo cm lencol e barra. lsnces e
u mellas de cobre, lencoes de ferro a lalao, ferro su ocia inglez de todas as dimensoes, safras, ionios
" folies para ferreiros etc., e outros muilos arligos por menos prego do que cm oulra qualquer
parte, desempenhando-se toda e qualquer encommenda com presteza e perfoieao j conhecida
o para commodidade dos freguezes que se dignarem honrarem-nos com a sua conflanca, acha-
rad na rua Nora n. 37 loja do ferragens pessoa habilitada para tomar uta das encommendas.
REVISTA HEBDOMADARIA
COIXABOBAIM)
naos sus.
I. Antonio da Costa A. F. de CaslhoA. Gillexandrc IlerculanoA. 6. RamosA. Guima-
resA. de LimaA.de Oliveira HarrecaAires BrancoA. P. Lopes de MendoncaA. Xavier
Rodrigues CordeiroGarlos Jos BarreirosCarlos Jos CaldeiraB. Pinto da Silva'o CimbaF.
Hornos de AiiorimV. M. RordalloJ. A. de Freitas OliveiraJ. A UaiaJ.A. Marques.1. de
Andrade CorvoJ. da Costa CascaosJ. Daniel Collaco.1. E. de Magalhacs CoulinhoJ. G. Lobato
PiresJ. II. da Cunha RivaraJ. J. da Graca JniorJ. Julio de Oliveira PintoJos Hara
Latino CochoJulio Mximo de Oliveira PimentelJ. Pedro de SouzaJ S. da Silva Ferraz__
los de TorresJ. X. S. da MollaLeandro Jos da CostaLuiz I'ilippo Lcilc__Luiz
Cunha L. A. Rebollo da SilvaPaulo liidosiRicardo Julio l'eirazVulentim Jos da
LopesXisto Cantara.
DIRIGIDO
Na ra Nova n- 14, loja do bom gosto, chegou
ltimamente um grande sorlimento de vestidos
de seda de variado goslo c padro, assim como
cortes de cambraia de seda de lindos padres e
cores mui bellas, proprios para baile, ditos de
cambraia branca, ditos do tarlalana bordados a
\ relroz, dilps dephantasia, dilos de populina (fa-
zenda novissima no mercado), organdiz, gaze,
; cambraias era pecas, de muito delicado goslo,
i manguitos e gollinhas, tiras bordadas, entre-
j mcios, lil de linho branco e prelo, luvas de Jou-
: vin e de Escoria, cheles de louquim e de seda, e
de nimias qualidades, manteletes de lil, seda o
de cambraia, grosdenaple prelo para aquaresma,
ditos de cores, sedinhisde quadros de lindos pa-
droes, e um grande sorlimento de fazendas pro-
prias para a praca, por seren do uiais afamado
goslo e modernismo; vende-se por menos do
que era oulra qualquer parte, com tanto que se-
ja a troco do dmhciroou mesmo de notas do go-
veino. ou do qualquer dos Bancos.
= Vende-se urna carroca nova para condu/ii-
agua em pipa : a tratar no largo do Terco n. 32,
! sobrado.
mercado c vendem-sc nicamente na travossa da JL1^500 ol 5- organdya escuras e claras a
Madre de Dos n.9.'armazem de Ferrcira & Mar-i600 r,s-.a Tara> Mss 'rancezas muito superiores
1 e padrees hoyos a /20 a vara, casemirasde cor-
lint, por isso previue-se aquellas pessoas que en-
commendaram, e aos que anda au estao sud-
pridos venhain quanto antes ao referido armazem
comprar, visto que sao poucos e. cm breve se
acabara : o preco mdico.
Vendem-se balius inglezos proprios
roupa, por preco commodo
numero 5.
para
na ra lio Vigario
Jos da
Silveira
: les para colletes, palelots e calcas de 35 1 4$ o covado, panno fino preto e decores de 29500
al IOS o covado, corles do collete de velludo
I muito superiores a 9 e 12$, ditos de gorgurao
; e de fustao bramos de cores, ludo per preco
i barato, atoalhado de algodao a 18880 a vara,
corles de cascniiras de cores de "> nl '.!, grosde- I
I naples de cores e pretos de 13600 at 3^00 o
covado, espartilhos para senhora a 6$, coeiros
do casemira ricamente bordados a li-j cada um,
lencos de cambraia de linho bordados para se-
nhora a 9 e 12 cada um, ditos lisos para ho-
rnera, fazenda muito superior, do 12 at 20 a
o uzia, cascniiras decores para coeiro, covado a
^ vendem-se 20 escravos de ambos os se- SgiOO, barege de seda para vestido?, covado a I
xos sendo 3 mulatinhos proprios para pageos, 2 1-5400, um completo sorlimento de colletes de
moloques de 12 anuos. 5 escravos proprios para I gorgurao, casemira preta li=a e bordada, e de
.fustao de cores, os quaes se vendem por barato
preco, velludo de coies a 7-5 o covado, pannos
| para cima de mesa aloe cada um, merino al-
j cochoado proprio para palelots e colletes a 2$SO0
, o covado, bandos para armar o de cabello a
19500, saceos de tpele c de marroqnim para va-
gem, cura grande sorlimento de macas e malas [
. de pregara, que ludo se vende volitado dos
j fresuezes, e outras militas fazendas que nao
Ipossivel aqu mencionar, porm com a vista dos
, compradores se mostrarao.
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todo o servic.o e 10 escravas cora habilidades e
sem ellas, todos se vendem por piucos commo-
dos, a prazo o a dinbeiro e tambera troca-se : na
I roa Direita n. 60.
mu* m
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rou
A. P. de CarvallioI. V. Silveira ta MollaRodrigo Pasan no.
igu
Destinado a resumir todas as semanas o movimento jornalistico e a offerecer aos leitores, con- j
juularaente com a revista do que mais nojavel bouver occorrido na poltica, na srenria, na indus-
ira ou as arles, alguiis arligos originaos sobre qualquer desles assumptos, o archivo nsivEnsAL, i
desde Janeiro de 1S59, em quo coraecou a publicar-so, lera satiseito aos seus lius, com a maiorl
iiaclido e rcgularidade.
Publica-so todas as segundas reiras em folhas de 16 paginas, e completa lodos
un vulume de 420 paginas com indico c frontispicio competentes.
\- igna-so no escriplorio dcslc Diario, ra dasCruzcs, c na ra Nova n. 8.
Preco da assignatura : pelos paquetes vapor 1U200
brasileira .
lllll II iil 4 EJFazendas madex-l Escmo fgido:.
N.2UADO CESPON, 2 I as.
Defronte do arco de Santo Antonio.
os semestres
por auno ; poi navio de vela S [moeda
lia algn.as colleccoes desdo o ce meco da publicaco do jornal.
41
\o (l('|H)sit da rea das Ortizes n.
defroate to sobrado do Si*.
Fituieiroa.
la um completo sorlimento de gneros para a <
u 3la, do- quaes se aficnca a boa qualdade, qnei-
os londrinos, do reino, uisso, latas com boli- i
ohos de todas as qualidades. conservas de her-
rilhas, ameixas e marmelada, passas e figos,
is para soca, cha, presumo, linguicas man- PreSs razoa\
' inglaza, vinhos engarrafados, Porto, Ma- l"*l rua da Cadl'ia & Reci
deira, Huscalel e Bordeaux, champanha. corve-
ai licor, absintbo, tarops, e os afanados cha-
de Tbom Tinto c de Drandao, em caixa e
is caixas.
NESTE NOVO ESTABELECIMENTO VENDEM-SE :
Livros de religiao, sciencias, de letras, artes, viagens, historia e classicos ; romances Ilustrados
outras publicacocs cm diversas linguas.
Globos, aliase mapp'as geographicos.
Papel de hollanda, de peso, paquete, almasso, de cores e outros de diversos formatos e goslos.
Prensas para copiar cariase outros manuscriptos, livros e tintas proprias.
Livros em branco, pennas de varias qualidades e mais objectos par uso
rias e casas de commercio, ulencilio? para desenlio etc.
Arligos de bom gosto, fantasa e curiosidade das fabricas de Pars para uso dos elegantes
los, presentes etc.
Carlees e bilhctes para bailes, casamentos e visitas.
I HISTORIA UNIVERSAL desde os lempos primitivos at 1850. por Cesar Cantu, 12 rolnmes, in fo-
lio, enriquecida de mais de 90 magnificas estampas, obra em que nada se
leitor encontrar nclla erudicao, estudo solido e leitura agradavcl.
ALMANAK de lembrancas de Castitho para 1860,
eomeco.
i!Si Illir',rsTA,s j'm*? par ompras c TCni,bs deos8uc?r. al-
Relogios de ouro e prata, cobertose drsrobcr- \ ^',' ',a" "^r ,S u 7 S dCsde mMS S!'"pleS.Pm pap1,1 -l 00 melho,r em Panno ^,l0- melhor qualidade, vendendo-se ludo por bailo-
tospaiente inglez, os melhorcs que exislem no P T^JmZ P P com typo propno c cm relevo vonlade dos precos, no armazemde fazendas de Raymu
mercado, e despachados hoje, rendem-se por *..-:.? *! ,. ,. Garlos Leite & Irraao, alerro da Boa-Vistan. 10.
no escriplorio do agente Ol- "^ 2.e?a.I?2 J^T'^'P/crcncoinmenda de livros e outros artigos tanto da corte eprovin-
orna-
assim como colleccoes completas desde o scu
zodo ele.
Cortes de casemiras de cores finas a 5*500, di-
tas de una s cor muito finas de 1 el',-;, corles
decollte de velludo de cores a 6g000,ditos dito
preto a 5g e 6$, colchas de algodao adasmasca-l
das a 5?, brilhanlina branca o covado 480, case-
mira de quadrinhos o covado 1?, pannos para:
mesa muito bonitos e modernos a J. corles de
barege com' tres ordens de babados a 15#, cl.i- I
peos de phantasia para homem, sendo de gor- '
de reparticoes, secreta- guriio de seda a 7?, ditos doChille de 4 a 2.".-,
dilos de feliro de j50 e ">>, camisas de cam-
braia de linho para senhoras, ditas de esguio i
muito fino, ditas de cambraia bordadas com man-
gas, ricos cortes de seda de tudas as cores, man-1;
eletes dos mais modernos, grande sorlimento de !
poupou para o perfumaras inglezas legitimas, joias desoral ver-
dadeiro, oleados de diversas cotes imitando'
marroquim para cobrir mesas, forrar almol
travesseiros, etc., etc., ebemeomo um completo
sorlimento de fazendas do mais apurado gosto e
andar.
it. C2, primeiro
cas do imperio, como de Portugal, Franca, Inglaterra c Blgica", com as condicc5e maisra
zoaveis.
,
*SE
vinho do Porlo, do mais superior, engarrafado,
dito champagne, idem, dito muscalel, idem : no
i armazem de Barroca & Uedeiros, rua da Cadeia
do Recite 11. .
etian
ift(14jlAI*
da Silva Beiris
Seus proprietarios ofTereccm a seus numerosos freguezes e ao publico era geral, toda e brancos c preto- finuS, vendem-sc or Lio mdico
qualquer obra rranufacurada
Rua do IiDperalriz n. /,j
loja do Lc.coic.
Essencia tle sndalo.
nucos leques verdadeiros de
sndalo.
Bengalas epulceiras ricas.
AI une tes para cabello, dito
para segurar chapeos de
sen hura.
ludo chegado pelo
era scu recouhecido estobelecimenlo a saber: machinas de vapor de
lodos os lmannos, rodas d agua para engeubos todas de ferro ou para cubos de madoira, moen-
dasc meias moendas, tachas de ferro balido e fundido de todos os Umanhos, guindastes, guin-
-u deposito dafnia dv Vi- chos c bombas, rodas, rodetes, aguiUi&es e boceas para fornalha, machinas para amassai raan-
velas de carnauba de 6, 7, 9 e \ dioca c para descarocar algodao, prendas para mandioca c oleo de ricini, porloes gradara, co-
ibra, dilas de composii.-ao de Ge 7, saceos de lumnas o moinhos de vento, arados, cultiva lons, pontee, 'aldeiras e ttnaucs, boias, alvarengas
i i c amarello, ludo so vendo cm pe- boles e todas as obras de maehimsmo. Kxecuta-se qualquer obra
tem para i i
n.
97
em I
quenas c grandes poi -oes, o por menos do que desenhos ou moldes quo para tal fim fo'reutaproscntalWs. Recebem-sc encommendas nesto esta-
ili qaal [u parte ; e cumpra-sc cITelliva- belccimenlona ruado Rium n. 28 A o na rua do Oollegioh >e do Imperadorn... inoradla do cai-
' qualquer por-.ao de pingos que caite iciro do eslabelecimento Jos Joaquitt da Cosa Poreira, com quera os pretendcnl
entend r para qualquer obra.
I
preco por seren vendidos por conla i
te : na pra?a da [ndepi ndencia n. i u :! i
laria de Joaquira de Oliveira Maia.
Vende-se ou arrenda-se um grande enge-
nho silo na comarca de Porlo Calvo, urna
distante do litoral, e com porto de embarque no
eja qual fr sua naiuie/a pelos cercado onde chegan ns bar cacas.
Ihores tenas
r li \xn -
B
inglez.
das velas quando acezas.
1 itlinua-se a vender fazendas
5 prr-;o a!' mesm por menos do sen valor,
"- afim de liquidar contas : na loja de tonas r;
na rua do Oueimado n. 10.
CARROCAS.
Ve:.]i m-sc duas carrocas novas, sendo para
YapO* boi c oulra para cavallo :' na rua da Concordia,
confente ao armazem do sol.
se podera
VcnJe-se um p.randc Iclheiro em um cai-
b

xao c C3sa na freguesia de Sanio Antonio com
pono de embarque muito propiio para armazem
de madeiras e mataiiaes a uactar na rua da
praia n. '11.
kse

Aproveitein enujuanlo
lempo.
'
5> 20 .=
te t. _" r\
r O S / TJ -

_ a ^ Ct ^ s \
c'---rr-= .o. a.
cn~r-A- cz ^
s ." 5 e s -
_J S B 3 s.
_ :_ = = 2
= f =
' 22 s b 5, w '
~c~2-o *- a
- 2 =- n= -SO
Duas escravas rccolhidas cxccllcnles cosinhei-
engommadeiras, de idade de 22a2iannos,
nma dita de bonita figura de idade de 24
una linda ncgrinlia que cose bem, de
13 ann -, um cscravo de boa conducta de idadi
I 29 anin 9 I >ra comprador, e mesmo para en-
genho | irl:-i00. itni bonito moleque de idade
de 13 annus, por 1:200$, tres escravos
BDmiM IPJBJBTIEinB B IP1EMID-JDIB.
3 MIl 1>AGLORIA7A^ADOFU1VDxO 3
Clnica \ot ambos os sistemas.
0 Dr. Lobo Hoscosod cunsullas'todos os das pela manl.aa ede lardedepois de ,
idade A \ Contl'?ta, PtarlldS Pa" curar annualmenle nao s para a cidade como para os engenhos ou oulra
mam ue i propnedades ruraes. "
Os chamados devem ser dirigidos ii sua casa al
gencia a outra qualquer hora do dia uu da noite sendo
pessoa, o darua eo uumero da casa.
d K'uas- NS Tu3 SE? n',0,foro'n d "rgenca. as pessoas residentes no bairrodo Recife poderao re-
' "J 1UJ UJ- ''-'' '3 melter seus bilhctes d botica do Sr. Joao Sounn& C. na ruada Cruz ou "
] Nogueira de Souza na rua do Crespo ao p da ponte velha.
i-, Ncssa loja e na casa do annnncianle achar-se-ha conslanlement
p llh; : aieiitoshomeopathicos ja b.-m conliecidos e pelos procos segiintes:
a* Botica de 12 tubos grandes. .' .
Verdes u. 0.
horas.
s
as 10 horas da manhaa e em caso de ur-
por escriplo em que se declare o nome da
rro
loja de livros do Sr. Jos
e os mclhores medica-
5 -
n
- D = T> -'^ c
c s 2 *- ~'^'J
* spSs ?* -
Farinha de milho americana, em barricas, che-
ada no ultimo navio dos Estados UnidSS : nos
armazens de Tasso Irmios.
Escravoc venda.
Vcnde-se um moleque de 18 anuos, perfeitu
lu iro, urna negra que cozinha, lava c en-
gomma perfeilamentc, e urna negrnba de 13an-
nos, escravos todos de quadade e sem vieio al-
gun : a fallar com Oclaviano ; e Souza Franca
rua da Cadeia do Recife n JG. '
os _
Ditos de 24 ditos. ~. '.......
Dilos de 36 ditos..........."'
Dito de 48 ditos.......... '
Dilos de C0 ditos..........
Tubos avulsos cada um..........
Frascos de linduras........
Mauoal de medicina homeopalhica pelo Dr. Jahr Iradu'zido
era porluguez com o diccionario dos termos do medi-
cino, cirurgia etc.. etc............
Medicina domestica do Dr. Hering, com diccionario. .' .'
Repertorio do Dr. Mello Mora es.......
10$000
15,$000
20jj(090
2oji000
0>00()
1S000
2$000
209000
lOjjOOO
GSOO
s s
Po
assa


cr v =
= 1=3 S i| E S
mcele.
Vende Jos Das Brandao,
700 rs. a libra.
na Lingoda n. D, a
t
Vonde-scem casa de Arkuright C. rua da
Cruz, armazem n. 61, relogios do fabricante lli-
qhbury, sendo que pelo seu perfeito machinismo
[iode-se usar cora coberla ou sem ella.
Chafalla.
Acaba da c.hagar novo sortimenlo de cha-!
falia no Armazem da fazendas de ISaymundo '
tjailos Leite & irraao, rua da Imperalriz n. 10
serve para torna.- os movis velhos novos, sem
precisar raspar cu lichar.
Vende-se um hora
anuos de idade
E CAL DE LISBOA.
No bem conheeido e acreditado deposito ds
rua da Cadeia do Recife n. 12, ha para vender
polassa da Russia e da do Rio de Janeiro, nova
e de superior qualidade, assim como tambera
cal virgem em podra: tudo itor urecos muito
razoaveis.
Cal de Lisboa.
Vendem-se no caes de Apollo, armazem de Se-
rodio & C, barriscora cal virgem em pedra, l-
timamente chegada, e por preco razoavel.
SKLI.INS. '
Vendem-se os melhorcs seilins inglezesde pa-
lente, no armazem de Roslion Rookcr&C,
piafado Corpo Santo u. 48.
i Allenco.
Vendc-se um carro novamente construido, enm
4 assenlos, muilo forte, forrado de panno verde
fino, e proprio para quahiucr cocheira ; a tratar
cora o agente de leudes llypolito da Silva, ou cm
casa de James CrablreciSr. C, rua da Cruz do Re-
cife ii. 42.
^v?.^?^?'^
NA RIA DA iPERATRIZ N- 27
iiijji ib mimm m
i era os ii. i -
s ierras na extenso de unja legua, cxccl-
lenics varzes de masap e pal, comigos, giu-
las, ludo para cannas. As obras du fal rii i, i asa
do engenho c de purgi rsi
des o da mais solida consliuci.o ; du^s casos
de vivenda, commodas c b< m aleiad is, sci
e uuia l;nda capella reedificada lia um am i, da
archileclura moderna, com ricas ina^ens, alia
n s moldurados cora todo o gosto, e com os pa-
ramentos neci arios para acelebracao de mis-
sas. Um banlieiro de lijlo elegante, c commodo,
e alera disso 3 casas de lavradous com cercad
Todas essas obias achara-se iio/rtelhoi estado de
aceio o liropeza, ludo rebocad/de novo o caiado
|0 cercado de grande dimnsao, pela maioi
parle cora cerras nativas c piugCcs .
Tem matas sufficientcs para ludo o mister du en-
genho, sendo abundantemente de lenha de man-
gue. Tem proporces para urna grande sulla
onde j se leni criado para mais de 200 cal
de gado. Tantbcm permuta-sc por outro qual-
quer engenho na provincia de Pernambuco ; nao
distante da capital mais de 10 leguas, embora
soja muilo inferior cm Ierras, ol i
No caso de venda aceilam-so desobliga na im-
portancia de 12:0009 que deve o annunciante,
e o mais a prnzos com garantas na praca, ou
mesmo fra, sendo a contento do aununciante,
que s vende o predio para Ii ; Uar sua casa, e
rclirar-se para sua provincia natal, distante da
qual nao puJu resignar-se a vivef poi mais lem-
po ausente de prenles e amigos, privado de
lodosos seus hbitos sociaes. VcuJc-c tambera
a boiada, a cavalhada, .! i cabegas de gado d
criar, assim como a safra fundida que promellc
mais de 3 rail pcs. Kxige-se smenle 12:000$
vista ou a desobliga dessa quantia. Existe alem
de ludo madeira tirada para levantar-so outro
engenho em Ierras do n.esmo, e pode ser d'agua
muilo bom. sendo rodeado de varzes mui exlen-
sas e poderosas, e ha vendo j para esse lirn una
pequea safra fundada. Nao se exagera e a vis-
ta melhor inculcar do que luda e qu i! juer des-
cripcio : a tratar nesla praca com o Sr. Man
Francisco do Lima- rua da Cruz n. 02, e no i
nho denominado Castro com o annunciante abai-
xo assignado.Louren^o Bezerra Carneiro da
Cunha.
-.'..''-'* 7* i> > ^> <- '.v -
J^> M... -. <-i >-, > ,:i .^. ,i .-, .-.;
Allcnco. i
\- i i i ,;
Vendem-se livros em branco ''
de tojas as qualiJade, pianos dos t
mais acreditados fabricantes da t
g Europa: cm casa de I). P. Wed*
^ S; C. largo do Co-po Santo n 1^. :
Desappareceu na noite do dia 7 di
corrente de S. Jos do Manguind,
Teixcira Bast s, o esc o i ri un i R
nedielo ; representa 2 a :
co mais ou menos, sem lar!a,
corpo igualmente regular r- u-
pa, constando de cabs de i asi
panno (no azul, camisas bran
ganga < do 1 rim Iraneado branco, c
do feliro escuro, e urna rt '. ;:,-;
ir urna mulhcr forra, cor fjila, de i
Candida,'que consta ser natural Je ma
cabelle amarrado. 0 cscravo i n
gipe, aondo lem niai, boje forra.
I! ig -- a iiiiem o aprehen ir no
U linho em casa de lose r. Bastos, uesti
ii i ule em cas de Bastos & Lemos
pi he u. 17, que si i
sado.
Vuseotou-ie oa casa d i baix i
signa 'o sita no lugar da Pirarifj
riguezia dos Afogndos, urtia u
parda de nome llulioa com jju acri
2 annos chamada Mara, < con ; i
se acia acolitada no Ueciie, pelo uu
roga-se as niitoi-id.ides polic/acs e guar
das da companliia de pe.lejtrcs liujam
de apprehende-la e entrega!-1; na
casa ou na rua Direita d, |
Afoga los ao Sr. alferes Fra icim i
r*-ih s Silvina, rpie gratiliara' o ap-
prehensor.Henrique Augjj i U
No dio 5
rioula do nom i;
ii 25 i '',') annos, baixa, sec' a, ..
la para i fn ule, cor fil i, ;
. ( in una mai
:;, 1
. el. ib s aman II les!
era va v< io de i ins ha mais
para ser ven Ii 11 nesl i ;a ; su
11, st se proi urari i i .-
nitor para procedei nlr.i
rigor da lei : i orlanto n
i i I idos policiaes o capttaes .' ra
i ; irliculaivs que pi guem i dita ;
zam rua larga do Rosario n '''
di-zas q.i [he gl at'.fic.i: j o u |
Pngio no dia '.i do ei i.
1 > i i i rao, crioulo, de 22 ai
i or bem reta, ouca barba, i i
riz ch lo, i g asanles .
mcltidos para dentro,ulhos grai I
5,o qti il i mprei ao Sr. Vi
i i por ordem do Sr. do i ngenlio P
co Xavier de Azcvcdo : quem b i
rua Direita n. 66, qne ser bem r
F i no dia 2 de j.ineii
do engenho Carauna, freguezia .
mulato Antonio Pedro, cor;
: i i d corpo, cal (los un
. olhos azuce,
mu io fm nina das lilaos, dado ;<
quem o pegar e levar ao dito
da Cadeia do Recife n. 36, ser genero;
recompensado.
Pugio na tarde do dia 21 do con
fabrica de rap, no Mi ndego, o preto de i
indo, dado 30 ai i .'!2 ann i-, i
Costa, si in lalhos nem bar i, 1
tura regular, falla embaa ada, poir I ro
me de masligar fumo, trabalha de ca ;
compensa-sc bem ,t qui in o .i
lo a mesma fabrica.
Contina a estar fugi la do ?li da i i i
Jos Joaqui n de Mosquita, na cstr;
ios, a preta Antonia, de nacJo Ai
cscravu d Francisi o Goncalves do Cabo
se aos senhores capitaes de campo, e ; ;
lercssar possa, a captura da referido; pn i i,
recolherera i casa de detencao, [u -
nte rccoi Outro <
se conti i quem a I itad i.

fu m i :..
l -
'
1
I
l
n
' d<
&
lia para vender ricas
grandes e pequeos,
mobilias de Jacaranda e de mogno,
assim como muitos trastes avulcos
rC03 vidros de espelho
na mesma loja se lazem
^ coi Uados para camas ejanellas, lava-so chapeos de palhinha da Italia c se pOe na Ns5
)S| ultima moda, lava-se tambera a palhinha das mobilias a mais encardida torna-se ou- l!j''''-
''M Ira vez nova sem ser mais preciso as mandar pintar, lirnpa-so e gruda-se estatuas de ESES
:
<> *> i_. ci
Relogios.
pedra ntarmore, de alabastro e vidros de todas as qualidades torna-se
seguro e liuipo como o estado primitivo.
oulra vez lao
I Acaba de chegar do Rio de Ja
nciro alguns exempiares do
primeiro e segundo volunte
da Corograpliia.
Histrica chonologica, genalogca,
algo ra, raeslre 1
com
em sua residencia ri
robustoT^Sr o cSe,! i **?" C ^^J0 "aPtr0 t ra" I
sapateiro, e ptimo iopeiro ; 8il pelo Dr. Mello Moraes : vende-se a
a Halar com o ahaixo assignado na alfandoga, ou M o volutne, podendo-se vender O 8C-
cm sua residencia na rua da Saudade nrimeira ~ i____ j
casa com soto do lado do sul.-Pedro .Uexcn- ?>u?do em aparado na livrana n. 6 e
drino de Barros Cavalcanli de Lacerda.
-9
8 da prac da Indejendencia.
Neste proveiloso eslabelecimento, que pelos no vos melhoramentos feitos acha-se conve-
nientemente montado, far-se-hao tambera do Io de novembro em vante, contratos mensaes Dar
maior commodidade c.ccouomia do publieo de quem os proprietarios esperara a rcmuueracao de
tantos sacrificios. *
Assignatura de banhosfrios para urna pessoa por raez.....OJOOO
momos, de choque ouchuviscos por mez laOO
Senes de carloes e banhos avulsos aos pregos annunciados.
De novo chegaram os afamados relogios in-
glezes de ouro.de patente, e estao venda no
armazem de Rostro Rookci i C, praca doCorpo
Saunto n. 48.
Relogios.
Vendem-se relogios de ouro inglezes, de pa-
tente : no armazem de Augusto C. de Abreu.
na rua da Cadeia do Recife n. 36
vende-se superior linha de algodao, bram-
en e do cores, em novello, para costura : em
casa do Scuthall Mellor i C. rua do Torres
n. 38.
Vende-se um cabriole t inte i ramn le novo,
de duas rodas, e de construeco'. moderno e for-
te ; os pretendentrs pddem dirigir-se rua do
Hospicio B. 23, para ve-lo e ajuslar.
Aos senhores dnruteires.
Vcnde-se fumo com follia do melhor que tem
apparecido no mercado, pur ser de Garanhuns,
por menos prego quo cm oulra qualquer parle :
ua rua do Rosario n. 37, deposito de assucar.
Na rua das Flores n. 1 loja de
marclneiro, vende se urna cabra (bicho)
muito boa de leite, cora duas crias mui-
to nutridas e novas.
00 S de gnliiflcio
i q i oga o es ra* o Jo.nq '
dezi'iiibi prximo passado, com
guinles : caboclo, de ida le d T. on -. ;
mais ou menos, baixo e chcio do corpo rusl
lo, cabe! duros e corrid ts, olhos :
nariz pequen bocea pequea, com falla de
les supi ores na frente, usa bigode^ o
davia pode ti r rapa lo, sem barba cond
rede, ctieas o camisas, leva1
camisa de algodao riscado azul e chaj o decou-
ro ; veio do Ceari no vapor Crtizoino d S
i de oulubro prximo passado, mnettidn
Luiz flibeiio da Cunha Antonio Lu;
los i llo'.im quera o aprehender, o '
cidade do Recife, rua do Crespo n. 11. onde i> -
cebera a recompensa cima. Ped g
s autoridades policiaes e capileea Je campo a
apprchcnso do mencionado eecravo, q
pite fosse para o centro do Ceari, pe ; te
ser natural da cilla do Cascavel o nrail
suppr que v se inculcando de forro como p, i
vezes tem fi'iti.
Mole(iue Fgido.
100$0U0 de gratificado.
Roga-se aos capies de campos, e s lodae
qualquer auloridade a apnichenfo Je um mole-
que de nome Mar.oel, ciioulo, idade l annos
pouco mais ou menos, o qual fugio da rasa Jo
abaixo assignado no dia 30 de oulub'o do cr-
reme anr.o, levando calca de cor, enana tal,
chapeo de palha oleado c o maior signal loffrec
Ida asihma e a pouco eslevedoente de bexigas ;
desconfa-se que esieja acollado por algum esper-
talhao, que se que'ua aproveitar Je sua requena
idade para o seduzir, desJe j pro'esta o me:mo
abaixo assignado de cahir sobre dito lampas com
lodo o rigor da lei, e gratifica Ja raa'.eira cima,
I oqutlle que llie der noticia cerla, e pga toda
I despeza que se fizer com o mesmo moltqua para
1 se effectuar dita aprehensao, levando rua Nova
n. 21. Francisco Jos Germano.


(*)
Liltcratura.
DIARIO DE PERXAMBCO. QAlTiA FE1IU II DE JANEIRO DE 1860.
Alexis ilc Tocqueville.
Quando ura nobre espirito dcixa aterra, a
seus amigos que porlence lotiva-lo. Porara os
uniros que. viram hh homem de forro, que pe-1
ti ii;u,T!i-lhe a alma c sao os nicos que podem
io velar a<> pai/ loda a extenso da perda que sol'-'
freram. Os amigos de M. de Tocquevillo nao fal-
l esse dever pie.luso, u'nia e triste con-!
io dos que sobreviven). M. do 1!nanlc om
I n s rica da tocie lado da Historia do Prnnca, M.
na Correspondente, H. de Loinenie na
li : l/uttyfo*, nos pateiileaiam (oda I
i vida do M. de ii'rquewilo, >-sia vida que nada
|ue oceultar. Pazcndo-nos raoihor conhcccr
Ido que a J"i i;a perdn, essas ezcolloiiles
isa augmci;urania nossa adrairacoeo nos-;
so scntimcnlo.
Nao venho reunir minha voz a essos elogios
mais que merecidos apenas en (Vori II. de Toe- |
qucvillc e s ido Coi possivel ania-lo de longo.
Mi 9 agora que reina o silencio em lorno do un i
lu nulo, lalvez que tenha ohogado o momento de |
fazer juslica ao poltico, e ao escriptor; lalvez I
no que nao naja lempo a perder so quizerem
.ser justo para rom M. de Tocqueville o confessarl
ludo quanlo lhe devem. Quando o poeta tem
concluido su a obra, deixa-nos son pensamento,:
assini dizer-, embalsamado na firma que
creou; sua corda peni o a cor, mas nao as fu* i
Hacino tem hoje menos admiradores do que'
no socolo de Luiz XIV, mas sen Ihealro subsiste
completo; ninguem I lie disputa Alhalia, O mes-!
mo, porm, nao succede aos liomens que so oc-
n de moral, do philosoplua, de religio, del
ica ; com i lempo sua obra deprecia-so oro- '
petidas vezes n postendado pergunla u'ondo pro !
;sa tuna que ella nao comprehende mais. '
As ideas de ura Monlesqnieu admirara e algums
vezes irritam os contemporneos; a nova gora-'
rao apodera-so deas.a descoberla do genio tur-,
o patrimonio do todos. Ao oscriplor qtie es-
; i I : i geci lo, as dados segirintes s dexam
os ou ideas quo ninguem comprehende;
quanto mais irnpettio a socio la lo para iliante,
mais distante se acha dola: retrocede pe-
la sua propria victoria o ordinariamente todos:
- ingratos para com elle em virlude dos servi-
cio tem prestado.
\ {urnas i leas de M. de Tocqueville nos saoj'
' i familiares, que nos osquecemos do autor; ,
pois, agora, quando a oosleridada coraeca para o
la O icracia na America, que concern
dizer o que elle trouxc de novo para a poltica.
i alguns rMilus o essas ideas perlcncero a
i, ou lalvez que a Franca, entrando em no-
ias, ter-so-ha afastado de M. de Tocque-
como i!o un sonlia gar bornela a divida do reconheciVuento. M. do
Tocqueville fot um dos d issos, nda parlilhamosl
esporancaa c seus temores; lacamos-lhc
i antes do levar, como ello, para"o tmulo
as ronviccoos a que deven sou tlenlo c sua gran-
deza. -I
M. Alexis do Tocqueville na3ceu em 18 6. Era |
o tercoiro lilho do con le Jo Toe pjevilte, prefeito
o par de Franca na restauraco. Sua mi ora
umasenhorad Hosambo, neta do Haleshorbcs;
- mi nascim -uto pertounia por tanto a ari lo-
i. Nao esta a primeira vez que a nobreza
(em dado ao povo seus mais sinceros amigos,
aso deiiecessidade, bastara citar Maleshor-
P ii--ce que quanlo un nobre defend! a
i popular, tem mais ardor o menos illusocs
a dedicarlo deslnlcressada.
Di pois de urna educacao incompleta, mas que
i m : is a vanlagom de obrigor um espi-j
naturalmente refleclido a entrar em si mes-
mo o a procurar nos livros o que os meslres nao
un, M. de Tocqueville fui nomeadojuiz au-
ditor era V'ersallos. na mesraa cidade em que sou
Era no fi:n da restauraco. .lo-;
ven, intclligente, do rosto e manciras "agrada-
oxpriniindo-se com facilidade, parec
i. le Tocqueville. auxiliado com era pelo nis-
' i c pola riqueza, dcix.ou-so guiar pela for-j
lie tinlia dous defoilos de que
nunca se corrido, dous defeitos qa nao incom-:
modiocridade, mas que algnmas ve/es
lo o raeiito ; ora de carcter in lo-
a mo I ostia at n liraidez.An- '
i ', acli ii nm no muito liberal, elfe s
syrapathias pelo ministerio Uarlignar, i --
de homons de bem que den lAo1
lepois de lwU, lombravain-
- pouco do Jianlsr um rapaz desconhecido, que ,
'Uto n sua re i ;jcs. p -rlencia ao
ti nisl i. M. de roe i'uevilfo pouco se
iutoii c irid .do em quo o doixa-
incln aeo no fuuccionalism i:
' i i sua menor originali lado,
''o. qi isaquo soja a posico do ma-I
o juiz substituto nao]
:ii ntes para um cerebro to activo
- lo lS-1 i, M. de l'ocqucvillc pe lio tiran
; i para ir aos Estados-Unidos cslu-
r o is pi i sites, o que ora enti > uuia !
I iniissima. A victoria de 1830 re- .
hidra ma o antigo partido constitucin il; :
I irosamente s d las de [739.
- jurar o reinado da tibetdade, que-
- ir i : o povo o moralisa-io. Derrama:'
i primaria, supprimirou ao menos re-
iperisrao, multiplicar as catxas ecouo-
andar o cdigo penal, regenerar os
miados, eis alguns '.^.i problemas que as
- liscutiam naquelles das do cniliusias-
- im a rovolu.-a... O pedido du U..
uevillo vinlia, pois, a proposito ; ;,
ii lo favoravolmente pelo ministro 11 in-
i. do Monlalivol. Moco o cheio do boa
nao o com ni >\ :ria o ardor d" um
: i pe di Jii ac.io liumanidadc, e n-
'' i urna rieg ;in [na o cnlau dilikil
eville parti no mci de agosto de
No tribunal do Vors lili en-
l: ira em casa de ura substituto, M. Gustavo
it, urna alma digna t\<' coraprehond-lo ;
: msagrado mm omizaJoqueso a mor-
podia des izer neslc nuin lo. Era junto que os
:- ti ri im i .-'ciar de perto a quesiao
' -:' uniu l i mas fa ligas, si ts pensa-
' tos, suas ;-;:- \ i dhido's eom a maior
Imiravam-]
por verom quo o i
: i vinha sua escola, Mrs. t\<' Tocqu
". :" Beaim ni isl am ; i .-.i um anno em vi- :
los-t'nidos; o fruclo do seus estu- !
' : im livro que screveram em commum e !
que n'.ipatecou em 1832 son o liiulo de : Sjste-
ma penitenciario n-js Estados-Unidos e de sita
appltcaeo em Franca.
Ussa obra, apenas sabio luz, foi bera accolhi-
da dentro e fra de nosso paiz. Cordada pela Aca-
demia Pranccza que lbe conceden o premio fun-
dado por Montyon, o Systema penitenciario foi
logo Iraduzido em inglez, allemao, e portuguez ;
fui sompro considerado na Kuropa como livro
classtCO sobre essa quoslao delicada. No eslran-
geiro nao se contentaran em traduzi-lo : a In-
glaterra o a Allemanha nao quizeram deixar a
dous Frapcezes, at enliio ignorados, a honra de
bavorrm osludado sos um problema tao irnpor-
lanle. M. William Crariford e o doulor Julios
forarn enviados officialoiente de Londres e de
Berln para de novo examinareui as reformas
americanas: seus rclalorios slizeram continnar
os esbocos do Sy&leifta penitenciario e desde o
anuo do 1835, a Inglaterra comecou corajosamen-
te a reforma de suas prisoes.
Em Franca anda-sc mais de vagar, mas sem-
pre se anda, l'm homem, cujo nomo bem se
pode collocar a par do nomo de M.de Tocquevil-
le, pois quo foi alo o llm um sincero amigo da
humanidade c da Kberdadc, M. I.on Focher.a
publicou iim livro sobro a Reforma das prisoes,
0 qual aeabou de inlroduzir a conviego nos bons
espiritos. O governo foi mais vagaroso em se
decidir ; scu papel nao he preceder a opiuiao,
mas era preciso obrar, pois, para vergonha da
cirilisdco, cresciam os crimos (ol e anda
crescem) com mais rapidez que a populaco. ta
culto lado, os votos dos conselhos geraes'e feli-
zos ensaios em Poris o l.yo nao perraitliam mais
hesitar. Em menos de nove onnos, os tbeorias
americanas tinham predominado tanto em Fran-
ca quo na cmara dos deputados appareccu nm
piojecto de lei sobre as prisoes. Desse projecto,
discutido em duas legislaturas difTerentes o que
infelizmente nao foi terminado, M. de Tocque-
ville foi duas vo/.e.s scu relator. Km 18l como
oui 183 foi-lhe permillido defender na tribuna
as ideas quo linha piopagado na Europa. O re-
Ialorio de 1S3 he scu livro resumido e trium-
phante.
Quaes sao as ideas quo sustenta M. de Tocque-
ville, ou, para mclhor dizer, que sustentamos
dous amigos, pois nao he licito distinguir n'um
livro em quo os dous autores confundirn] com
amor sou pensamento commum. [telendo o Sus-
tenta penitenciario,o que impressionou-mc,prin-
cipalmente boje que lavra a doscrenca sobre os
ensaios de melhoras mordes, foi a sabeporia das
conclusocs. Na verdade era permetiido a dous
mancebos cxaltarem-se por um systoraa que ti-
nham ido procurar tao longo, syslema ao qual os
iuventores nada menos pesiara, que o milagre da
regencrac.no do quo ha de mais gangrenado na
humanidade : porm na obra deJ.Mrs. dd Tocque-
villeo de lieaumonl nao v so cousaalguma desse
enlliusiasmo que nao sabe raciocinar. O mal
que querem curar lio um mal prximo o vi/i-
vel ; quanlo reforma que propem, nao espe-
ra m nada que ella nao possa dar.
O rgimen que defendem, he o rgimen celu-
lar da Philattelphia.'istohe, o isolamonlo do pre-
so durante o da como a noile. Essc isolamonlo
nao he una solidao completa e sem trabalho, se-
melh.lnlc supplicio seria intoloravel ; onsaiaram-
no em Petersburgo, mas foi precjso renuncia-lo.
Para viver s, dizia Aristteles, lio ncce^ssario sor
um Dos, ou um animal irracional. O quo he,
pois, a dupla solidao do um carcere ? O deses-
pero vencera ascabocas mais fortes ou aj leva-
ra loucura. Na Philalelphia soparam-se os
pros ts desorte quo nao so veiam uns aos outros,
na*cerca-sc o condemnadodos cuidados da re-
legiio ; he visita Ii, instruido, consolado ; ensi-
nam-U.e a Irabalhar, a 1er, a refleclir ; procura-
se dispertar o arrepondimonto uessas almas calle-
jadas pelo vicio, pela educacao, pela ignorancia ;
procura-se reconquistar liomens perdidos para
si proprios o para a sociedade. Tal he o svste-
ma da Phiiadelphia ; quero aceitera, quero re-
pillam, ninguem podo negar que a idea he gran-
de c gonerosa. Foi a primeira voz que na impo-
sico da pona, vio-so alguma cousa mais alm do
roeio de esmagar o criminoso.
Essa reforma, como todas as tentativas do mes-
ni) genero, encontrn, desde o primeiro da, al-
vorsarios declarados c amigos tao pergososcomo
seus inimiges. Mrs de Tocqueville c de Dcau-
mont resp in lerara anlecipadamenle a uns e ou-
tros ; eu na i vejo quo ha dczcsCS anuos lenlia-
so encontrado um argumento que Ibes tenha es-
capada.
O homem he um ser sociavcl, dizjam os ad-
versa ios do sysioma; o isolamonlo o embrute-
i b aniq iMla. Apezar do iodo o alivio, a clu-
la nao deixa do ser urna pona terrivel o contra a
nalureza ; a sociejado naa tem o direilo de in-
iligi la. A sociedade, respondan) os dous ami-
gos, lera i direilo do se defender contra o crime
[ i invado ; raass deve lemerocnmo quan-
lo elle he livro? So prisoes mal dispostas depr-
vame preso en ve/, do corrigi-lo, nao he claro
|u a sociedade nutre por scu goslo o mal |ue a
corroe ? lia em Franca quareala mil presos t-
lindaran] o lempo do suas seulenca3 ; o que se
fez durante o lempo da pon para* desarmar es-
jcs inimigo3 da ordem o do trabalho ? Condom-
ua los, laiierara-nosjuntos em dormitoriose olli-
cinas rommuns ; infancia c velhicc, pertinacia e
remorso, fraqueza e corrupgo, luJo foi confun-
dido. D'ahi um contagio raedonho. Apenas vi-
ven) reunidos os presos, mesrao os monos cul-
1 I s, perdem csse resto de pudor quo podia
-ilva-los. Orgauisa-se o exercilodo mal ; fra e
dentro da prisao, tem seus capites, seus tcnen-
tes, que sao os mais depravados o mais abomina-
reis. Sao essos cheles quo servoui do modelo.
is gales lambem ha urna opinio publica bem
pudorosa; essa opniiio impeli ao crime. Como o
mais infame he ornis a Imirado, a ambicio ge-
ral he assignalar-so um dia por um crime cs-
irepitosoc exceder n mais acelerado. Qual he o
raeio de extinguir essa associaco que ha tantos
ann ts desafia todos os estorbos? S existe um ;
he impedir que a conjuracaose forme, he sepa-
rar tao completamente os presos quo na prisao
como oniqualquer pariese sntam sempro isola-
I o so lenhao esperanzas em urna vida regu-
lar. A clula e sou temor, tal he verdadeira
defeza da sociedade solar os mos do sorte
lio nao possa m nunca corromper-so nem unir-
se, os o diroi'.o do oslado ois sou primeiro de-
ver.
Acabm-so a% prisoes bradavam alguns
philantrodos quo tinham f era seus sonhos. Os
deiinquenles sao mais infelizes quo culpados ;
- o pro a sociedade ha compliie de suas
MJ
se::^c PAssaoo o outro hiumdo.
i- )a
LEOA GOZLAX..
I\.
bravo manijo do New-Haren ou de
rubicundo, liso, gordanchu-
nte de rhum e de rack como um pon-
" il ii; de coustrucrn torio ; era um rer-
i brelo. Poderia, 'imitando Sanso, cx-
nos a tolos Jo templo dos fran s-ma ons se
usa I he : i phantasia. Bem longe
r nessas enormidades. Srr-
lamenlc do que tinham o obligado afa-
' Admirado da exquisilice do trajelo, aper-
ou-os cora as costas da mio,
im i tella do carneiro, depoiscom-
ntou o presidente e o Mdium feito isio,
ia pacificamente no sou banco como'
Sr. Packingtou o temirel Sr. Packington nao
. % ;||3Se.
pensa pe i recusa obstinada que Shakspea-
n havia feilo de responder por mais lempo 's
:n tas perguntas do Uedinm, a sesso do es-
lo s contiuuou meitt hora depois desse
6 ive incidente.
1 i continuava, segundo o uso particular a
exercicios, livre dos lacos do todo o pro-
i, pe lllio ao Mdium do solicitar as-
la, pelo orgao do sen presidente, a auto-
io, de fazer pcrgunlnsao espirito de Sor-ra-
ma propria cotila.
A asa^mbla estimou conceder-lhe essa per-
'i"*"*"** Prfparou-se a escutar altentamenle o
ftalogo que ia eslabelecer-se entre o ceo e a ter-
i i, contra Sociales e o prcsiJente Arlhur Daniel
em proveilo do malo honrado Mdium.
Scrates disse o presidente com um assen-
lo j i suarisado pela amizado. Nada de resposta.
V sn-se algum lempo. Potro chamado nao me-
nos doce da parto do presidente. Scrates, So-
cralc O mesmo silencio assuslador. Pela icr
a vi z Scrates convidado a responder c
responde. D'undo vem csse silencio '. Esta-
icratea fatigado do seu papel de correio de
gabinete 1 Partidura ci arrufo de Shakspcare?
I nao sabiam o que pensar, oque suppor... De-
l*J Vide o Diario n. ','
pois do passados oito ou dez minutos nassa an-
ciedade, o presidente, por urna inspiraco digna
dolle, levo a idea de chamar do novo Scrates,
com a voz mais clara o sympathica.Scrates ?
cst-mc auvindo !
Aqu estou, respondeu Scrates pela mao
trmula no Mdium, tremor que resultara da
emoeo do propriu Scrates. Tinha corrido, e
eslava arquejando.
O scu regresso foi urna fesla para aquellos que
tenuam nfto r-lo mais.
Chaanasles-me ?
Muilas ve/os. meu querido Scrates.
Dcscilpo. IJi nao eslava no mundo dos
espiritos. Tinham-mo chamado a Nova York
para resp oidor alguns espiritos, cuja confiam-a
lenho merjecido. A suaconiendacom Shalcspea-
re, autorisava-me a pensar que eslava termina-
da a sessao. Aqu estou de novo s suas or-
dens.
Acorosc litaremos a essas explicacoes de Scra-
tes, um esclarer'mienio que Ihes dar, se pos-
sivel, mais valor. Do lodos os espiritos, o mais
procurado era nossos das, o de Scrates. J
nao sabe a quera responda. Essa voga pruvra
sera do vida da opiuiao estabelecida em todos os
lempos, d que Scrates leve em vida ura genio
familiar ao sou servieu. Pertencia familia dos
espiritos, mesmo antes de enlrar nolla. D'ahi o
favor extraordinario de que goza c de que anda
gozar muito lempo no espiritismo. Alguns ou-
tros nomes .sera partilharcm essa popularidado
espiritica, lera todava seus fiis que os invocara
ou evocara!; taesso : Cardan, Mesmcr, Caglios-
Iro, Cayotl^, Vollaire, ele.
O presidente continuou assim o intcrrogalorio.
Peder dizer-nos, Ilustre Scrates, se o na-
vio destinado a conduzir o Sr. Ralph d'e Ralph
quando este for fundar com o Sr. Daniel a cida-
de dos espiritos, far feliz viagem ?
Dissemos no principio da nossa historia, e re-
pelimos aqu para mais clareza, que o Mdium, o
Sr. Ralph de Ralph, linha asseulado magnificas
esperanzas em um casamento com urna joven
viuva prsenle sessao, Augusta Marris, porem
que, cora o lim de reabar o seu valor junto in-
lercssante moca, linha a peito parecer indeciso
entre esso rico partido c a misso espirilica aos
Estados Unidos.
I.embradoisto, digamos a resposta de Scrates ;
foi lida com profunda expressao de pena pelo Sr.
Arlhur Daniel.
A viagem ser feliz para todos, excepto para
o Sr. Ralph do Ralph, um vagalho leva-lo-ha
do tombadilho e o ati;ar no meio das ondas em
que elle morrer.
(altas ; seu primeiro dever lio regenerar as al-
mas ignorante* ou desvairadas. Cora a clula
havemosde fazer esse milagre! A solidao, o tra-
balho, a leilura, a reflexao, ho de formar o
preso ; em alguns annos havemos de' reslitui-lo
arrependido e corrigido Mrs. de Tocqueville e
de Beaiimont nunca parlilharam um i illusao que
nao deixa de ser perigosa. Propor ao legislador
a reforma do culpado eomo o fim nico ou prin-
cipal do cdigo penal, pensar que com um rogo-
lamento administrativo e quatro paredes se ho
de transformar alsuns patifesem homons do bem,
n.io he s alimentar una chimen, he enervara
repressao, he destruir a idea do expiaco, he di-
minuir o horror do crime, he desviar o inlcresse
da sociedade para a menos rospeitavel o mais
desesperada miseria. Que a caridade particular
esrolha do preforencia os malos incuravois, quo
desea s prisoes, que to-ne a peito a causa do ar-
rependimento, nada raois louvavel ; o legislador
tem outros deveres. Toca-lhe mantor a ordem
e a paz, (oca-lhe proteger o trabalho e a virtud >.
Mudare carcter da pena, subslitutir a justica
pela compaixo, nao he desarmar o crime, lie
desarmar a sociedade.
Eis o que sentirara os dous amigos; cis as
ideas que sustentaran) com tanta energa como
sabedoria. He em nome da Sociedade ultrajada
que elles pediram o eslabelocimento de um re-
regimen que, sem crueldades inuteis, torna a
pena effoeliva e d-lho urna grande forca de in-
timidaco. Ao mesmo lempo, porm* foi-lhes
permillido lomar o partido da humanidade e
mostrar que, salisfoita a juslica, a clula era de
todas as inslftuices penitenciarias a que loma-
ra cuidado do preso o Ihe prometiera.ti futuro.
Chamar virlude a quera dola se desviou, nao
pode ser o primeiro cuidado do legislador, mas,
se assegurando sociedade as mais solidas ga-
rantas, houver um meio do rogenera-lo. nin-
guem deve despreza-lo, anda que se salvasse
apenas um punhado de homons perdido. He
polo apreco que ella d ao individuo que se
aprecia o valor de nina civilisaeflo. Ora, nao s-
mente a clula poe o preso em face de si mes-
mo, o o obrig a arrepender-se, se sua alma an-
da nao est de todo contaminada, mas quando
sahe da prisao, ella lhe restitue a plena posse de
si proprio. He este o nico rgimen que nao o
entrega lyraonia dos que delinquirn) como
elle. Nos Eslados-L'uidus, so um condemnado
quor tornar a subir o declive fatal, pode fazo-
lo ; pois nao cntrou na sociedade. dos soolora-
dos, nao lera que receiarque um antlgo compa-
nhoiro de gales amcace perde-lo e o colloque
entre un novo crime e a infamia. A reinciden
cia na America suppoo urna depravaeo in-
curavel ; entre nos ella he as mais das vezes a
conseqiicncia fatal de urna primeira condemna-
cao.
Gonservou-sc na Inglaterra o syslema da Phi-
iadelphia ; mas ah o objecto do vivos ataques.
Na collula, dizem, o preso tratado como um ani-
mal feroz om sua gaiola ; entregan)-no indefeso
s pilherias o s crueldades de seus guardas ;
falsos philanlrnpos exageran) sua miseria e. suas
lagrimas. Eis horrores quo um rival do Dickens,
M. Charles Road, denuncien indiguv.io publica
om um romance que produzio sensaco I I. As
coros do qtiadrosoo negras, mas ha'nesso livro
algums verdades. O rgimen cellular do una
applicacao delicada ; o quo ao mesmo lempo o
faz perigosoe cheio de honra. Para que a cellula
Lscja sal ii lar, nao convm que o preso soja lan-
1 codo n'uma solidao quo o aterrorise o confiado a
raaos brulaes ou indiflferentcs ; preciso quo se
oceupem dolle, que animera-no, que lhe resli-
luam ao mesmo lempo a vergonha e a esperanza.
Nao osla urna obra administrativa, 6 urna obra
que a sociedade s pode bera conduzir, fallo de
unn sociedade christaa e li"re que obra por si e
que toma a serio o evangelho. Se ha Irinta anuos
sahem-se bem na phlosophia, no passo que em
oulros lugares naufragam, a culpa nao das
theorias que Mrs. de Tocoqucville e de Beaii-
mont defoiidoram tao bem.
A reforma nunca foi completa em Franca. A
lei que devia inlroduzir o rgimen cellular em
todas as prisoes foi arrebatada polos aconleci-
meiltos di: 1SS : apenas fieou O OXCCllenlO rola-
torio de M. Bronger. Desde ento, a queslo foi
deslocada como outras muilas. Vejo apenas a
Academia das Sciencias Moraos e Polticas, oceu-
par-SO disso. Nos lhe devenios a misso do M.
Bronger a Inglaterra o o grande e solido traba-
lho que essc magistrado publicou sob o titulo :
Da Repressao penal, de suas formal e de seus ef-
fritos ( 2 !. a confirmado das ideas do M. du
Tocqueville, urna enrgica defeza do sysiem.i
d,i Philadelpia, syslema, que por ter perdido a
voga passagoira da opinio, nao perdeu nada do
sua importancia, nem do sua exaclido.
Na pratica, o rgimen cellular abandonado polo
estado, pe:don muito terreno. Cortos departa-
mentos e nao os menos esclarecidos, conserva-
ran] a cellular de dia e noile. Em Par-, M.
Delangle pronunciou se enrgicamente pola con-
s^rvaoo de um oslado do cousas experimentado.
as outras prisoes conservou-so o isolamonlo com-
pleto para os aecusados, fui renuuciado quanto
aos condemnados. Osysteraade Auburn tem a
preferencia ; cellula durante a noile, trabalho era
commum o silencio absoluto durante o dia. Esse
rgimen, segundo dizem, menos rudo para o
preso, mais commodo e mais productivo para a
a Iminislr.v o;concordo o roconhoco que as casas
centraos roina urna disciplina severa que intimi-
da os acensa Jos. Durante a pena o rgimen
sufficionle ; corrigiram-sc os abusos e as desor-
dons das antigs prisoes ; mas quando as portas
so abrein, que nova garanta offerece socieda le
o syslema de Auburn? do quo vanlagom ello
para o preso ? Quanto a essencia, nada mudou.
l condemnado foi alistado em urna tropa maldi-
ta, que nunca o ha do deixar. Para so livrar da
reincidencia, a sociedade vo-so obrigada a por
sob vigilancia da polica o homem que ella acaba
do libertar. Nos abolimos um signal que o ferro
em braza eslampava na pollo, mas resta una no-
la de infamia que nada apaga. Aquello quo en-
Irou em urna rasa central, nao tem mais esperan-
ca : a sociedade sua iniuiiga mortal e ello per
maneccr at a raorle inimigo da sociedade. Eis o
mal que evita o syslema da Phiiadelphia, esto
o nico quo, fiel s proracssas da lei, nao faz de
om castigo temporario um supplicio eterno ; o
(1) It is necer to late lo mead, ou Nunca c tar-
de de mais pira aljuem se corrigir; tal o titulo
desse romance que prega em favor da deportai o
ou antes do exilio.
:V, Paris, 1855, 2 vol. in 8.
Essa prophecia sinistra, quo era necessario
acreditar, sob pena de nada acredita re ra do que
al ento havia sido dito pelos espiritos, agitou,
commoveu a assembla, que rogou com a voz
mais supplicar.lo ao seu querido e adorado Ue-
dinm para nao sabir da Europa. Mas M. Ralph
de Ralph afllrmou que acompanbaria America
o sou digno presidente, fossem quaes l'ossem as
ameacas da sorte. .
V a bella viuva juntar ento as suas supplicas
s dos amigos do Sr. Ralph de Ralph. Nosso
momento decidi sem durida em sou coraco que
daria a mo uin homem. volado, a nao sor i^so
a um desastre em mnenle. Todava lenho mi-
nhas duvidas quanlo n esta ultima e suprema re-
solm;o do madama Augusta Morris. Ignoro n-
teiramente o que so lera feito entre os espirilicos
depois que parti de Brigton. Teria o Sr. Daniel
sabido do Soiilhampton para as margens que ti-
nham do ver elevar-so a sua cidade espirilica ?
Teria sido acompanhado dos seus dez mil disc-
pulos ? Acompanha-lo-hia Ralph de Ralph. Re-
pito com toda a sinceridade, ignnro-o completa-
mente. Mas como a maior parto dos Meditis
tem urna habilidadc singular para obler na torra
ludo quanto agrado sua ambicio, para raim
quasi corto que o do Brighton casou com a opu-
lenta viuva, ou pelo monos casar qualquor dia.
Que fim tinham levado essas numerosas Uri-
anas do papel que moslrei agitadas entre mil
raaos, corno bandorolas, c as quaes lio comeco
da sesso, eu tinha lido nomes destinados por
aquellos quo os havatn cscripto no silencio de
seus gabinetes, a auxiliaras evocacoos? Chcgou
o momcnlo de dize-lo, porque chegou o momen-
to om que ellos se agilam do novo aciraa de ca-
da banco, l'm gcnllcmeu manda oo presidente
o bilhclinho em que tracou o nome de Crowmell
e quer que evoquem a Crowmell ; esle enva o
seu bilhelinho em que est cscripto o nome do
Cicero o quer que evoquem Cicero ; outro exige
a evocacao de Thomaz Bcckel ; esta lady pedo
Lucrecia; aquella, sentada mais longo, pe le Ege-
ria, a nyraplia sera pasta de Nuraa Pompilio ;
aqu querem por forca a apparico de Cleopatra,
alli de Agripina, alora do Aspas'ia, e mais longo
de Ninou de Leudos. V-se que as damas in-
glczas nao pretenden) ficar ncutraes no espiritis-
mo da noile. Podem anda a evocacao de Dos-
demona, do Marin elormc, mademselle de La
i V'allire, Mana Tudor, Maria Stuart, Isabel. Tan-
j los nomes uns alraz dos outros transraiilidos ao
i presidente espantara o seu desejo de ser agrada-
| vel a todos ; e como contentar a cada ura rac-
> nos que nao de a sesso una duraco do muitos
i das e de maitas noites ? Elle decide-se a dizer
nico que prologo ao uiesinu lempo o individuo
e a sociedade ; o nico que previne urna organi-
sacao falal ; o nico que deixa lugar para o ar-
rependime-ito. Quando se tiver para com os con-
demnados urna verdadeira piedade, quando se
quuer animadlos sem pongo para a gente de bom
3erao orc.osamente levados de novo e a cellula de
dia o noile. Com o sou rigor apparente, c do
lodosos regimensn mais justo o o mais humano.
Qoalqiier que fosse o interessa quo M. do Tuc-
que ille lomasso na reforma penitenciaria, nao
foi so a philaniropia quera o lovou Amrica,
Ello fora levado por um pensamento mais alto,
por un temor patritico. O que ello queria eslu-
dar nos Estados-Unidos era as con lenos da l- !
bordado em urna democracia. Por mais joven
T,e4o'inreM' ,,e Tocqucvll->, os acontecimcnlos
de 183!) tiii nfii-no rrapressionado mui vivamen-
te para quo no ntflctisse sobro essas perpelms
roroluces jue desde 1789 perturbara a Fiama o
alternadamente levara cora sigo todos os gover-
nos. Nessas convulsoos que amoJrontam CSpiri-l
los menos firmes, via M. de Tocqueville nao a
agona do urna sociedade perdida, mas os esfor-I
eos de una sociedade nova que crgue-se e ex-
polie de si os restos do pissado. Essa onda no1
rugo e espuma, nao urna tempestado que vai'
passando, a democracia que sobo o quo subiu- [
do traga os privilegios do antigo regimou em sua i
omnipotente unidadc.
Para esse novo inundo, que lula ao entrar na
vida, procurara M. de Tocqueville urna poltica
nova. A democracia nao o amendroiilava ; ora do
sou lempo e do sou paiz. Era poltica, cite da-
lava do 1,89; amara as couquislas d* rovolucao.
Lia um cidado da Pranea moderna, mas ura'ci-
dadao esclarecido o que n.io se contentiva com
palacras. E um bollo nome essc do democracia
mas nao lera urna virlude mvstica que faca a'
felicldade dos povossem quo ellos (ratera disso.
Como qualquer outro rgimen, o governo popu-
lar lera son lado fraco c seu perigo. Esse perigo,
que ninguem suspoitava era [830, M. de To ;que-
ville percebia no honsonte. S, to meio da se-
guranza geral elle assignnlava inquieto esse pon-
to negro, essa nuvem apenas visivel, quo dentro
om pouco ia augmentare arrobenlir ludo.
O symbolo poltico do M. do Tocquivillc era o
da Consliluinte :l.iberdadeo igualdado. Uessas
duas palacras, a segunda fez urna fortuna rpi-
da ; nao ha rovolucao quo nao a tenha respeita-
do e augmentado ; o mesmo nao succedeu pri-
meira ; mais de urna vez o paiz esqueceu-a ; por
mais de una vez quizeram risca-la de nossa me-
moria romo do nossos monumentos. Lis o que
perturbara M. a de Tocquiville: ello nao sepa-
rara essos dous elementos OSSenciaes da socio-
dado moderna ; nao queria egualdado sem liber-
dado. Via o quo poucos Frnncczes viram antes
ou depois dclle, isto quo a egualdade que
um grande fado social, s fiz um papel secun-
dario em poltica ; que todos os governos podem
accolho-la, pois ella so acco rara oda cora tolos
os regimens. Hojo a egualdade existo na Tur-
quia, no Egyplo, na China, bem como nos Esl -
dos-Unidos, no Mxico, cm Franca ou na Suiss i.
A igualdade reinara era Roma quando os corai-
ciosos mandaram o joven Scipio para a frica ;
mas ella reinara na Italia, quando as Iribns abdi-
ca va m as maos do Cczar; longo do lemerem
isso, os successores de Augusto espalharam-na
por todo o mundo ; foi sobre ella que lirm irara
sou despotismo. A egualdade pois, nina arma
do dous gomes: ella polo alternativa mente i
vir liberdade ou dostrui-la. Pouco iiup i
quo se deem direilos polticos a lodos os clda-
dos, a egualdade itera por isso muda de no tu re-
za. Vede a repblica do Contracto social, o ideal
de Robospiorre e do seus amigos : um go
fundado sabio a egualdade absoluta, sobre a so-
berana do numero. E" ao povo era massa a
queni seconfiou o cuidado de sua propria liber-
dade. Apnarenleraente um syslema irrepre-
hensivel; Rosscau nao se julgava, do corto, de-
fensor da lyrannia. Vejamos entretanto onde o
conduz a lgica, quando faz da egualdade, Ufo ,
do numero, o nico fundamento da sociedade.
Apodera-so elle da educacao, confisca a alma do
cidado, prohibo ao fiel lr urna rcligiu diversa
da maioria, em duas palacras, nao ion 11 alten-
dido liberdade, funda sobro a egualdade o mais
abominavel despotismo, o despotismo de urna
mullido sem rosponsabilidadeM.de Tocqueville
era da escola do Montesquieu, elle nao gosloi
di lyrannia mesmo democrtica : Quanlo a
mira, diz elle com razao, sinto a mo do poder
quo peza sobro minha fronte, pouco imporla-me
sabor quera me opprime, e nao estou mais d:s-
posto passm minha cabeea sob o juizo por io
me o a presen lado por uro milhao de bracos 3 .
A liberdade c a egualdade naoso porl uil um i
o mesraa cousa ; mas em Franca ninguem com-
prehende esta diversidade ; nao i paiz .
'm que se tome mais voluntariamente a egual-
dade pula liberdade; parece mesmo que nao lera
tanto gosto pela primeira seno para se dosem-
baracarera da segunda. Esse erro ressento-se
de nosso carador nacional e do nosso passa >
Nossos pais soffreram bastante por causa do pri-
vilegio ; elles nos logaran) um odio tal ao antigo
rgimen, um amor liberdade to cioso quo nos
intimida a propria sombra de una distinceo. A
liberdade tem um ar falso do aristocracia ; dan-
do pleno desenvolviraento s faculdides huma-
nas, animando o trabalho o a economa, faz s i-
bresahir a superioridado natural ou adquirida,
eleva o tlenlo o a riqueza, crea caracteres, pro-
duz urna nobreza pessoal; o quo bastante para
desaliar contra olla a ambioo, a modiocridade c
a inveja A liberdade s popular as naces
que lora urna loriga pratica dola e que conhocom
por experiencia lodos os seus beneficios, em ou-
Iras localidades nao ella quem goza de aceila-
eao cnlro o povo. Lis o que amedontrava M. de
focquevillo. Seu temor perpetuo era que por
ignorancia ou desgosto a Frailea nao repcllisso
um dia a liberdade o nao aieiias-e a obedien-
cia universal com o Iriumpho da egualdade.
Os poros democrticos, di/, olio i omim a
egualdade cm lodos os lempos, mas ha corlas
pocas em que levara al o delirio a paixo que
senlem por ella, isio succede no momento om
queaanliga hierarchia social, ha muito a mea-
cada, acaba de se destruir depois de uma ultimo
hita intestina c quo as bar reiras que sepa:.,van:
loscidadaos sao emiim derribadas. Os liomens
so precipitan) ento sobro a egualdade como so-
bre urna conquista o agarraiii-so olla como a um
: bem precioso que Ihes querem roubar. A paixo
da egualdade penetra em od.is as panos do co-
mean humano, estende-so nelle o enchc-o lodo.
Nao digis aos homons que entregando-se assim
cegamente & uma paixo exclusiva, comprompt-
tem seus interossos mais charos ; so sordos.
Nao Ihes moslrois a liberdade quo fogo de suas
maos quando olhara para outra parle ; sao cc-
gos, ou, autos, nao percebem no universo se-
nao um nico bem digno de inveja.
.....Pens que os poros democrticos tem um
goslo natural pola liberdade ; entregues i si mes-
m is, pfocuram-na, nmara-na c nao veeui seno
cora dor que afaslam-mo dclla Ma3 tora pela
egualdade ,uma paixo oriente, insaciavol, eter-
na, inven ivol ; querom a egonl lade na liberda-
de e so n podem oble-la, querem-na ainda na
escraridao. Sofferam a pobreza, a sujeico, n
barbaria ; mas nao soffreram a aristocracia.
Isto verdade sompro e principalmente agora.
r i los os homens o todos os poderos quo quizo-
rom lutar cora esta potencia irrcsistivel scro
laucados por Ierra o destruidos por olla. Em nos-
sos das, a liberdade nao podo se estabelecer sem
son apoio e o proprio despotismo nao poderia rei-
nar sem ella.
Nao smenle a perspicacia do politice que
nos relevan) essas palavraa ; sua vivacidado, sua
perturbarlo mesmo nos fazera sentir mais forte-
monte ainda ludas as inquietarles do cidado.
Alim do conjurar o perigo" que ameacava o
fuluro, M. de Tocqueville dispnnha-se a estudar
um povo quo resolveu o difcil problema da li-
berdade unida egualdade. Eis a razo porque
partii para a America. Em TSJl soraclhanle
idea nao ora do um espirito vulgar ; era Ingla-
lerra que, os nossos estadistas pediara ento li-
ces. Podia-so escolher pcior, mas, como o sen-
ta M. de Tocqueville, so a Franca abrne.asse ura
da as ideas liberaos, nao seria o'exompfo da In-
glaterra a causa disso. Sem fallar em nosso or-
gulho nacional que sempro temer imitar seus
rtvaes, para nos ha i\m nao soi quo do estranho
na sociedade o as insliluicdes inglezas, que lica-
mos mais admirados que sedo/idos. Entre os nos-
sos _visinho3,-i liberdade reina como soberana,mas
sabio do privilegio o dolle conserva ura aspecto
sedico ; a juslica goz i de uma independencia ad-
miravel, m is sao golhii as as suas formas ; final-
mente so a liberdade existe por lod i a parlo, ve-
mos tambera por toda a parle a aristocracia a par
dclla ; os costuraos, se nao as bis, sustentam o
perpetan) as disUnccocs sociaes, soso faz algu-
ma cousa imporiante cusa da egualdade. A
America nos offerece um espoctaculo bem diver-
so ; seus costumes o suas deas aproximam-na
da Pranea : em vez de nos rcpellir, ella nos at-
trahe, anda quo o tara pola leinbranea do urna
anlig.i amizado.
[Continuar-se-ka '
Variedades.
DOUS HOMENS BEM APARENTADOS.
s ais o os imperadores comec-am a pr-
ssem nioriinenio como simples loiirisles. A es-
te rc-pc-ito conta o Waoderer a ancdota se-
1 ii Democracia n'America, 13.a edico in-
12. Poris, 1860. T. II, pag. 13.
Da Democracia, tomo II, pagina !0;>.
assorabla, dei ois de ter perguntado a opinio
ido Mdium, quo nao v nutro meio de sal- : i
| aos numerosos pedidos de evocacao quo lhe sao
j dirigidos de toda a parte, seno" pondo era ura
chapeo todos os nomes das personagens evo-
, car c tirando depois os poucos nonios do que
i tinham lempo para oceupar-so. Sem sor recc-
Ibida cora enlliusiasmo, a proposico foi aceita, e
jos bilhclinhos foram postes no fundo do um cha-
peo. Antes do proceder tragera, Arlhur Da-
niel perguntou so alguem havia esquecido do lhe
i dar o sou bilhelinho, cousa bem importante para
,a regularidado d.i operaco.
Nao foiomittido nomo uenhun infonuou-
se ello pela ultima voz.
Nenhum, respondeu a assembla.
j Pordo foi ommittido o de moster Pac-
kington.
i Est bom abi temos o oulro !
lira elle !
Ponham o nomo do master Packington '.
quero master Paekington master Packington !
Fique satisfito, disso o presidente ao lemi-
I vol ligurao quo tinham conseguido prender no sou
lugar, mas nao por mordaca na bocea; veja es-
crevo-lhe o nome,e o presidente fo-lo com e-
foito dobro o papolziubo no qual o escrevi o po-
nho o papelzinho com os oulros. Est contento ?
Sim, presidente.
Deixar-nos-ha tranquillo d'ora era diantc ?
Sim, presidente.
Ento, durma.
Sim, presidente.
Vou agora, queridos assistentcs, conlnuou
o Sr. Daniel, proceder liragem dos nomos pri-
vilegiados, chamados a [ocnecer assumplos s
nossas evocacoos, pedindo-vos que vos juntis a
niim para pe Jrmos aos chefes dos espiritos quo
nos sejam avoraveis.
Feita a orajo, sabio un nome do chapeo ;
era. ..
O presidente ficou parado nao leve animo do
pronunciar o nome que eslava cscripto no papel-
zinho.
Leia lea !
Exigom ? pois bem o nomo do Satanaz.
i Ura murmurio de terror correu como um es-
tremecimenlo pela assembla.
Exigiram, replicou o Sr. Arlhur Daniel, que
eu chame o velho fidalgo ? ( Na Inglaterra o
nome grotesco que do ao diabo, od gentleman'.
Nao, nao assim ?
Nao gritarara alguns, nao, nao !
Siru, gritarara alguns outros, os espiritos
fortes.
Nao, nao! reperam aquellos.
Um baniiueiro israelita Je Francfort fazia,
ha algums semanas, urna viagem a Yienna pelo
canitnho de forro,
Em lima das carnn^ens do primiira classe.
que oceupava, acbava-se um outro viajante,
cuja conversacao ama vel encanlou por u! forma
o banqueiro, que esto ultimo offertceu ao seu
companhtiro o d-r-lho uma carta de recommen-
dajao para sua Giba. Esl casada cm Yienna,
accrescentou ello : lom escollantes relacos, e
podar facilitarlos a entrada nos saines da capi-
tal.
O viajante agradeceu sorrnJo-se.
Ka tenho tambera uma das minhas fii'ia;
casada em Yienna e fez alli um bom casamento.
PossO, sera indiscripeo, perguntar-vos o
nome do scu marido ?
Ii' o imperador d'Austria.
O companheiro do viagem do banqueiro era o
principe .Maximiliano da Baviera.
O CODE GILAY.
Scgund a Gazela de Vienna, foi re-
formado o genor.il con la Giulay, que, na ulii-
ma guerra, p.-rJou a .ombirdia. A historia
desto lomera muito instructiva, co Dailr-
New3 recommenda o seu esludo ;.os inglezes,
om cujo exercito lu personagens do mesmo va-
lar, que oceupam importantes commandos no
exercito inglez. Giulay, (dalgo, chao e or-
gulho, com granJes riquezas, agradabilissimo no
trac!) dos salos, c muito corlezao, foi cscolhi-
do pola archijuqueza d'Austria pira coramandar.
os oxercilosda Italia. Tola a officialiJade, lo-
go que soubo tiesta no:i)j3fo, ulgou coila a
derrota, c muito mais vendo no cora mando das
differontes divisofs liomens faltos do conliccimen-
los militares.
O citado peridico inglez diz que, comludo,
a Austria est mais ailuntada qua a Inglaterra,
pois ao monos reforma os generaos incompeten-
tes, emquanto quenesia individuos condemna-
dos em conselhos de guerra, como A rey o Gir-
don, consenara posios elevados, recetendo enor-
mes sommas. Chama pela reforma da a Iminis-
traeao militar ingleza, ondase gisijiii.......
.!-2-OO:OO:O'i ris para generaea e offioi es
os ment 14:400:000:000 paraos prapsde
pret.
IIEKOICIDaDE.
Na Bcco do 25 de norembro entre os hespa-
uhc is o marro [unos, em frento d i Ceuta,o porla-
baudeira do um dos balalhoos de Bourbon cahiu
lerido : um rn turo, aproveitando-so da onportu-
uidade, tirou-lhc a bandeira Hia mui ufano o
filhc !' Mafoma com a sua presa, 'piando, a pou-
cos passos, um soldado gallego, quo eslava tam-
bera feridu, e prcsenclou o feito, sera so impor-
tar com o saugue que suas te:idas derramavam,
atira-se ao raouro ; trava-se entro ambos um cora-
Evoque reperam osles.
Evoque '.' Nao evoque ? evoque nao evo-
que evoque !
Aquellos quo sao de opinio, disse o Sr
Daniel, refugiando-so parasanlr do apeito, as
formalidades parlamentares, aqnelles que sao de
opinio, que cu evoque o espirito do mal, nuci-
rn) levantar a mo.
Leranlaram-se mos em grande numero.
Os quo sao de opinio contraria, levanlem-a
lambem.
Oulros mos crgueram-se, porem em numero
nion o'.
Senhores, disso o presidente paludo at a
raiz dos cabellos, o diabo oi adoptado. Vou evo-
ca-lo.
Operou-sc muito movimentodo lado da porta;
todava afianco quo ninguem sabio. Todos te-
mera o diabo ; mas todos querem conhece-lo.
Scrates, estis abi .'
Sim, que me quei '.
Podes pur-nos em communicaco com Sa-
laria/. ?
Nao soi, disse Sociales um pouco commo-
vid i, vou experimentar.
Alguna minutos depois desseehamado singular
o no mesmo nstame em que so torna va pro va vel
que Scrates nos trouxesse a oxtremidado do lago
de communicaco entro o rei dos infernos e nos,
reinou um inconimodo visivel na sala. Alguns
bocejavam ; outros tinham eslrcmecimenlos ner-
vosos : alguns olhos molliavam-se de lagrimas ;
as luzes cropitavam, o ar fazia-se diflcil, pesado,
o calor insupporlavel. A iraaginaco obrara de
uma mancira poderosa, delirante sobre OCOrpO ;
Iremia-sc como as proximidades de ura venda-
val. A cleclriridade sallara cm scentelhas de
cada cabello dos espectadores se por acaso pissas-
so sobre suas cabecas una varinha de mo.
L inconleslavel, senhores, disse o presi-
dente sempre muito commovido que o espirito
das trovas nao est longe. Que pergunla lhe fa-
rei em nomo dos senhores, quando elle aqu cs-
tiver >
Pcrguntar-lhe-ha onde esl c o quo faz
nosle momento.
Tem a pergunta o assenliniento da raaio-
ria ? informou-se o Sr. Arlhur Daniel.
Sim, senhorpresidente. Evoque.
O presidente cheio de susto fez a pergunta.
O iucommodo dos espectadores augmentara de
segundo em segundo.
A mo do Mdium voou horisonlalmcnte sobre
a meza. Era to completo o silencio que se ou-
via o rangor do lapis sobre o papel.
De logar cm lugar rnurmurava-sc : o Mdium
bate que (erminou cora a inorle do nnrrop
O soldado hespanhol recobra a bandeira t corro i
aprescu(a-la ao general.
Kste, vista de lo grande irroicidade lhe
diz : Que queres, valcnte ?
S a bandeira, nnoi general.
Ests noraeadooflici.il porta-bandeira.
ALGon'M) AFRICANO.
Pallamos ro.-entcmenlo, diz o Paiz, dos traba-
Ibos da roiiuaissao encarregada polo geverno in-
glez de explorar a frica central. L'm novo ro-
lalorio do director da expedic&o, da(*d< de Tete
cm 5 de inaio ultimo, conflma as priuteiraa in-
formaces quo cauearara viva tensacao em todas
as cidades manufactureras da In^lalerra.
Estas nforrnaooos do como faci incom
vel que loda a regiao que banha o lam ,{',,. c
sou principal afluente o Shirc, produz ixceilente
algodo, quesei de grande recurso para o bw r-
cado europeo, se Mr bem explorado. OZaruM-
ze nasce no paiz dos Cacimbas, e cntn no canal
do Mozambique, depois de um curso do l.MOki
lometros. inavegavel, com poucas e
em loda a sua extenso, e aprsenla grandes "van
lagons para o transporte dos productos do paiz.
A cidade do Teto a capital da peor ncia dos
nos de Sena, dependente da colonia porluguoza
do Mozambique, o pode por sua siluacao, tor-
nar-so urna (citoria rauilo astil.
Todas estas quesles foram estudacas com
muito cuidado pela commisso inghva, raja mi--
sao era to imporiante no ponto de vista
mereial como no scicntifico.
O governo inglez. empreca ha cinco amo- una
nota vel persistencia para user estudar os dinV-
rentos paizos susceplives do produzir algodi .
de que as fabricas ingle/as fazem um tao enornv
consumo.
SEBASTOPOL.
A cidade e as fortalezas do Sebastopol i o
vara anda numerosas signaos do destn
71 navios niotlidos a pique, uma rompaniia ame-
ricana onseguio tirar 3U. Esta companhia m
pa .,0U liomens por dia. Destroo. por meio d>
osptosao, os navios de maior lotaro, e por est-
melo a entrada do porto est ja pralicavel.
Nao se roodilicam os edificios, sement c re-
construein as igrejas e se cuida dos con l
Maiakol e apenas uma grande ruina que i
espanto e admirago. Em Sebasiopol c ora |n-
kerman a Ierra est coberia do balas, lina com-
panhia de judo is,por umconlralo com o ,:
russo, revolvo o terreno para iirar as balasq .
tao enterradas. Tem dez por rento das qui
contra. Com o producto das balas se construir
urna igroja perto de Inkerman, no poni onde
morreo o maior numero de russos. Os .
habitantes do Sebastopol sao as Camili
mpregam a desobstruir o porto.
MONTJMEffTOS.
Em Berln lrata-se de erigir monumcnti
par dos do lncher, York e Sliarnba.-I,
des homons de estado prussiano, como >i,.n u
llardenburg. a quem a Prusa dore o novo de.--
eavolvimento que tomou, no comeco deste so-
culo, e as suas primeiras instileicea libi
l ara levar a cffeito o projecto, formou-se uma
commisso do que fazcm parlo os min
i| de lloheuzollern Aue:-
w 'lili.
PARA REHISSA.
L'm la] rtollin Germain dos I I I
! di correu c trabalhou poi espa 13 annos pa-
! ra um novo ,-vstema de machiisrno e constrac-
cao de navios a vapor.
Por lim chegou i tin i inrenco de vanl
raaravijhosas: com milhas por hora dt- -.
de, resisieiicia s maiores tempestades i aii
ao choque d'um navio com outro 2
quilha cora carga para una viagem n
mundo e una economa de quatro quii los da-
despezas ac uaes.
PRESENTE REAL.
ido Inglaterra no Cairo entn
no dia 17, ce oulubroao \ ico-ro lo Epvptouaaa
locomotiva de que a rainha de Ingialcrt
za presente, como prora de agradecimenl
ler autorisa.lo a atravossaro Egypto as
glezas dirigidas aluda durante a ullin
JUSTIQA DO HAIT.
Asnoticiasdo Hait, chegadaspelaull
' \Milhas, alcengam at S deoutubro
nula o dous reos eom parecern), no '
de selembro, ante um conselln rra con
cmplices do assassinato da li::, i do
o da conspiraco que tinha 01
me. Havia mais lies contumazes. i
de guerra tere novo audiencias paraos I
o a i de oulubro, pela larde pronunciou )
loriga que eondemnava pona de morle.
culpados do crime de assassinato da Glha d
rieral Geffrard, presidente do Hait, a um d<
Clisados, caos 7 restantes tam'nom a I
ma pelo crino de atlenlado contra a seguranza
publica.
Tros dos sentenciados fugiram, entre ellos o
general Prophela.
No dia 8 de oulubro, s II da manhaa I
(uz ila dos 15.
Entre si ntenciados, pelo mono- v -cjnn
es cargos de ojudantos d i presidente'. Quati
condemnados tinham o appellido CAMINII05 li: PERRO EM HESPEMIV.
Em 1813 abrio-so a Hespanha ao servico pu-
blico a su., primeira viaco f. :roa, c de entae al -
hoje muiio lom alli progredido c.-tc impt,rl
in Ui iraincnlo material.
Hu actualmente concedidos em Hespanha I
ros do esirada do forro, dos quaes -
jeham oui explorado 1,071, o ev) consti
1,11*, podondo-so purera obra desde os 1 ii;
restantes.
Por leis recentes eslo mais cono didas raas
linhas, cuja extenso prximamente deve
ui 3 133 Lilomciros, o o scu cusi de dous
e quinheiitos milhes de reales.
No primeiro semestre do crio.,:- anno a >ra-
reccram abertosao servico publico 119 ki
no-, isto o, mais ;-l do que era 185*. c 7J
do que em lf.j,. Hoje com os 10:1 que eslao .
concluir-so de Serilha a Jerez, o os 19 ri,- .\
mansa a Mogenteja concluidos, prefazem um i -
tal do ..,2 kilmetros abortos m, presente i
1 Varo.l
es, rovo n espirito das trovas est i
Kstremecendo, leu o Sr. Daniel o qi
dictara. '
Foram estas as suas proprias patarras :
Onde estou .'
Na India.
< O que fac .'
Mato gente.
Advinha-seo effeito dessa resposta. \
ton n terror naquelles que j linham d
ntou alemendade dos livros peus
em grande numero.
Presdeme, disseram-lho estes, ii
delle onde est Nana Siib '.'
Satanaz, onde est neslc momenio o c i
re Nana Saib .'
Est aqu sou eu Satanaz nos ni
son Nana Saib na India. Mas lenho pn
ciso do voltar para l. Acabaran) do interroMi
rae ? "
Na sala, entro os crentes, s havia um se ill
monto ; o horror Aquellos quo nao eram d
todo renles, elevaran a vos para dizer :
Presidente, pedom-lho para fazer anida um i
pergunla ao lidalgo velho.
Que pergunla, senhor >
Saiba delle quando acabar a guerra
ludias-
Satanaz Satanaz. Satanaz I
Seiihor ?
Quando acabar a guerra das Indi '
Nunca.
A resposta produzio o elfeito do um Irovio. I
por isso, quando uma voz, cortamente a de ui
descontento de Promethou ou de algum bisoeto
do Don Juanousou de novo de dizer ao presi-
dente fulminado como os mais.
Pergunte-lhe...
Nao lhe perguntarei mais nada, senhor, m-
torrompeu resolutamente o presidente. Nosjw
ro morrer sob os esforcos sobrehuminos que la-
go para sustentar somolhanto dialog coa o es-
pirito das trevas.
Tornou-se em considerac.no o estado moral
muilo sobreexcitado do Sr.'Daniel ; nao ihe mi
imposta mais pergunla nonhuiiia ; s depois di
passado um longo quarto de hora, depois do epi-
sodio que acabamos de contar, foi que lhe pedi-
ram para oxlrahir outro nome do fundo do cha-
peo.
{ Conlinuor-se-fio. ]
PLltN. -TV1*. DE M. i'. DE PARIA. tK9.
.
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