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Diario de Pernambuco

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Title:
Diario de Pernambuco
Publication Date:
Language:
Portuguese

Subjects

Genre:
newspaper ( marcgt )
newspaper ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
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Resource Identifier:
002044160 ( ALEPH )
AKN2060 ( NOTIS )
45907853 ( OCLC )

Full Text
ASNO XIXV1. HOMERO 7.
Por tres niezcs ada *tdos !>$0O0.
Pop tres mer.es veec. ir* 6SQ00.

TItfl FEIRi 10 DE JANEIRO DE 60.
Por anno adianlado 19$000.
Porte franco para o subscriptor.
EXCAttflEGADOS DA SUBSCRIPgAO DO NORTE.
Parahiba, o Sr. Joo Rodolpho Gomos; Natal,
o Sr. Antonio Marques da Silva ; Aracaty, o Sr. A.
do Lomos Brag; Cear, o Sr. J. Jcsde Oliveira
Maranho, o Sr. Manocl Jos M irlins Rihciro
Guimarcs ; Piauhy, o Sr. Joao Fernandos de
Moracs Jnior; Para, o Sr. Justino J. r.aiiius;
Amazonas,o Sr. Joronymn da Cos i.
1'AKIIUA US MHtKElM.
Olinda todos os dias as 9 1/2 horas do da..
Iguarass, Goiaiinac Parahiba as segundas e
sextas feiras.
S. Antao, Bezerros, Bonito, Caruar, Altinhoe
Garanhuns nns trras feiras.
Pao d'Alho, Nazareih, Liraoeiro, Brejo, Pes-
queira, Ingazcira, Flores, Villa Bella, Boa-Vista,
Ouricury e Ex as quartas-feiras.
Cabo, Serinhem, Rio Formoso, lina, Barreiros,
Agua Prel, Pimenteiras e Natal quintas feiras.
[Todos nsonrreios parlen! as 10horas da manha.)
AUDIENCIAS DOS TRIBUNAES DA CAPITAL
Tribunal do commercio: segundas e quintas.
Relacao : tercas feiras e sabbados.
Fazenda: trras, quintas c sabbados as 10 horas.
Juizo do commercio: quintas ao meio dia.
Dito de orphaos: trras e sextas as 10 horas.
Primeira rara do civel: Ierras e sextas ao meio dia
Segunda vara do civcl: quartas c sabbados ao
meio dia.
EPHEMRRIDES DO ME/. DE JANEIRO.
1 (Ruarlo cresecnte as 8 horas e 28 minutos da
manha.
8 La cheia a 1 hora e 3 minutos da tarde.
15 Quartoniinguaule as 4 horas e 38 minutos da
manha.
22 La nova as 9 horas c 27 minutos da tarde
31 Quartp cresc. os 2 horas e51 min. da manha.
FREAMAR DE IIOJE.
Prmeiro as 6 horas e 5i minutos da manha.
Segundo as 7 horas o 18 minutos da tarde.
DAS DA SEMANA.
9 Segunda. S. Julio ni. c S. Bisilica sua csp.
10 Terca. S. Paulo prmeiro Eremita
11 Quarta. S. Bygiao p. m. ; S. Honorata v.
12 Quinta. S. Salyro m. ; S. Eutropio Leilor.
13 Sexta. S. Hilario b ; S. Emilo m.
1 Sabbado. S. Flix de Role m. ; S. Macrina v.
15 Domingo. S. Amaro att I; S. St-rundina v. m
ENCAIUIEGADOS DA SUBSCRIPTO NO Sil..
Alagoas, o Sr. Claudino Falco bits; Balita, a
Sr. Jos Marlins Alvcs ; Re de Janeiro, u Sr.
Joo Pcreia Marlins.
EM PERNAMBUCO.
O preprietario do diario Manoel Figueiroa da
Faria.na sua livraria praca da Independencia na
6 e8.
PARTE OFFICIAL.
CWVEKVO DA PROVINCIA.
Expediente do dia t le dezemnro
de f 859,
Oflicio ao Exro. presidente da provincia Je Ala
goas.Remello por copia a V. Exc. ,\ para sua
intelligcncin, a nformaco ministrada (icio ins-
pector do arsenal do marinha sobro o uorncri-
menlo, que, na conformidade do aviso junto por
copio, deve ser feito capitana do porlo dessa
xc. mandar abrir assen lamen lo de praca aos
recrulas Manocl das Neves. Manoel Clemenlino
e .los Francisco da Silva, de que traa o sou
oflicio de 7 do corrente, sob n. 1077.
Ditoan prcsidenle da relacao.Sirva-se V. S.
do tomar em considerarlo o que solicita o Exm.
presidente do Cear, no oflicio junto por copia,
acerca de appellaroes inlorposlas para esse tri-
bunal. Conunuiiicou-se ao Exm. presidente do
Cear.
Dito ao director interino das obras publicas
Concedo a auloiisaoo, que Vine, pedio eni seo
oflicio de 3 do corrente, sob n. 293, para man-
yrovuicia
Ditoaochcfc de polica. C.om a inforiiiaro, dar lavrar o termo de recebimenlo definitivo da
jimia por copia, do lenenle-general commandati- obra dos reparos da ponte sobre o no Tapacuri,
te das arrias, respondo ao olicio. que V. S. me os quaesj se achaqi concluidos, e nesla dala
dirigi em 3b do novembro ultimo, sob n. 1290, auloriso a Ihesouraria provincial a pagar, avista
sobro a necessidade do uin oflicial inferior do do competente certilicado, a impoi tanda, a que
exercilo para o deslacamanlodc guarda nacional Uvcr direito o arrcmaiantc dos referidos re-
do termo de Sanio Aullo.
Dito ao inspector do arsenal de marinha.Vis-
la a sua informadlo de 0 do corrente, sob n. 101,
tenho a recompiendar-lhe que remeta, com a
possivel brevidade, para a provincia das Alagoas
o carvao do podra requisilado pela respectiva
Dresidenria,Communicou-se ao Exm. prcsiden-
le do Alagos.
Dito ao conselho administrativo para forneci-
mento do arsenal do guerra.Autoriso o conse-
lho administrativo a comprar, para fornecimento
Id arsenal de guerra, 5 arr
nado, de que trata o pedido
cou-sc ac inspector da Ihesouraria de fazenda.
Dito ao conselho de compras navaes.Pode 0
conselho de compras navaes promover a ocqui-
Sicu dos objeclos constantes da nota annexa ao
seu oflicio do 5 do corrente.
paros.
PortaraO presi lente da provincia, atienden-
do ao que requeren o jnz municipal e de or-
phaos ilo termo do Cabo, bacharcl Fclisbino de
Mondonga Vasconrelos, resol ve concedcr-lhe
dous mezos de lcenca.
Expediente do secretario do governo.
Oflicio ao chele de policaDe ordem de S.
Exc. o Sr. presidente da provincia communico a
V. S., em resposta ao sen oflicio do 7 do corren-
le, sob n. 1318, que nesla dala autorisou-se a
portando do s.'ilt .i Ua coui.i dos colicortos o aceio
desso estabeleeimenlo.
Dito oo agente da companhia brasileira de pa-
qnoles a vapor.5. Exc. oSr. presidenle da pro-
vincia manila declarar o V. S., em resposta ao
seu oflicio do honli-m, queo vapor Paran deve
seguir para os po.rlos do ful, boje s 5. horas da
tarde.
Dito directora, du thealro do Santa Isabel.
De ordem dd S. Exc. o Sr. presidente da provin-
vinria, sirva-se a directora do thealro de Santa
Isabel de informar Sobre o incluso requeriineulo
de Giuseppe Ilypolito.
Portara.O Sr. agente da companhia braslei-
ia de paquetes a vapor, mande dar transporte
para a provincia das Alagoas, de ordem de S.
Exc. o Sr presidente da provincia, ao criminoso
Antonio Fernandos de Brito, escollado por dos
pracas do corpe de policio, sendo paga naquella
provincia a importancia daspassagensCommu-
nicou-se ao chefe de polica.
Dita.O Sr. agento da companhia brasileira
de paquetes a vapor, mande, de ordem do S. Exc.
o Sr. presidente da provincia, dar passagem para
o llo de Janeiro, no vapor Paran, a D. Joaqui-
na Ignacio da Costa Miranda, havendo lugar vago
para passageiro de estado.
I)la.O Sr. agente do companhia brasileira de
paquetes a vapor, mande.de ordem de S. Exc. o
Sr. presidente da provincia, dar passagem para o
ubas de salitre calci- Ihesouraria provincial a pagar a quanlia de ris i ,{0 de Janeiro, no vapor Paran, a Aurelianode
i junto. Comniunl- 2:075^820, despendida no niez de novembro ul- Aaevedo Monlciro, havendo lugar vago para pas-
presos po-
! das contas
citado of-
Expediente do secretario do governo.
< 'fficio ao commandante das armas.De ordem
F.xr. que se sirva de informar sobre o incluso re-1 diarias abonadas pela col lee loria
querimeiito du almojarife do forte do Buraco, Ca-1 7 recrulas, cojos nomos constam
timo com o sustento e curativo do?
bies da casa de detenc.io, como se ve
e documentos, que acompanharam o
lii'io.
Dito ao mesiuoPor despacho de boje trans-
mitlia-sc Ihesouraria de fazenda, para o lim
conveniente, as rclaces, a que se referem os
olficos de V. S. de 2 de novembro ultimo c 7
do corrente, sob n. 1307 o 1319, e'so relativas s
de Caruar aos
/ recrutas. cojos nonios constam do ultimo dos
sageiro de estado.
EXTERIOR.
semiro Jos do Frcilas. I mencionados odiaos, e que foram remctlidos da- \
Dilo ao mesmo. Acenso receblo o oflicio, Iquelia cidade para esta capital : o que couiniu-
que V. Exc. dinxio ao Exm Sr. presidente da nico a V. S., de ordem do S. Exc o Sr. presiden-
provincia, com data dehontem, e sob n. 1071, le da provincia.
communicando que Uveram ordem de seguir pa- Dilo ao inspector da Ihesouraria de fazenda '
ra a provincia da Parahiba os dous cmelas, que De ordem do S. Exc. o Sr. presidente da pro-
dalli vicram, aflm do ser instruidos nos priocipacs ; vincia pego a V. S. que se sirva do communicar
toques. j" recebimenlo da quanlia, de que Irata o oflicio
iio oo rommandanle da dviso naval Do incluso do Exm. presidente da provincia da Pa-
S. Exc. o Sr presidonto da provincia, i rahiba, serrindo-se V. S. de devolver opporlu- '
tu de S. Exc. o Sr presidenta da
remello i nr copia, a V. s. a informacao minis-
trada pi 11 inspector da Ihesouraria do fazenda,
acerca da quanlia pedida no documento junto em
duplcala.
l)iln ao inspector da Ihesouraria de fazenda.
De orden deS, Ese. o Sr. presidente da provin-is Alvos da Silva Guimares.
cia, peco a V. S. que se sirva de informar sobre Dito ao mesmoDe ordem de S. Exc. o Sr.
o oflieiu mcIoso d.) inspector do arsenal du ma- I presidenle da provincia sirva-se V. S. de infor-
rinha ci ni data do honlem, o sob u. 0J. | mar sobre o oflicio incluso do inspector do ar-
Dito io mesmo. De ordem do S. Exc. o Sr. seal de marinha, em dala de 7 do corrente, sob
presiden) \ da provincia, peco a V. S. que e sir-1 n. 409.
va de informar sobre o incluso requermento de j Dilo ao mesmoS. Exc. o Sr. presidenle da
Joao .1 -< de Mcdciros Mello, a quem so referem provincia manda communicar a V. S., em res-
as inforn acOs juntas. posla ao seu oflicio de 7 do corrente, sob n. 857,
Hitii ao mesmo. Do ordem de S. F.xc. o Sr. i que a Ihesouraria p
presidente da provincia, peco a V. S. que se sir- demnisar a fazenpa ,
va de informar sobre o oflicio incluso do admi- I08J200, despendida pela collecloria da cidado
tiislradordo correio, com dala de houtem. | da Victoria, no mez de selom
Dilo ao rommandanle superior interino da ; diarias abonadas aos presos pobres da respectivo
lo nacional da comarca do Brejo.S. Exc. o codea.
da provincia manda communicar j Dito ao commandante superior da guarda na-
a V. s.. fin resposta ao seu oflicio de 15 de ou-1 cional da comarca do BonitoDe ordem do s.
tubro ultimo, que acaba deouloriso a tbesoura- \ Exc. o Sr. presidente da provincia communico a
ra de fa a nda a pagar a Simplicio Jos de Mello V. S. que, por despacho de boje, autorisou-se a,
a imporl inda dos prets, a que SO refere o citado Ihesouraria provincial a pagar a quanlia de ris
i, relativos ao corneta Simplicio Gomes Pe- I U3OOO, em que importaos os vencimenlos do I
reir, engajado para servir no batalho n. 35 da destacamento da guardo nacional de Caruar,:
guardo nacional sob o cominanJo superior inte- : relativos ao mez de novembro ultimo, como se i
rio do V. s. v do pret o relacao em duplcala, que acom-l
iiio ao capilo do porto. De ordem de S. > panhoram o oflicio de V. S. de 30 do mesmo ,
Circular dirigida pelo governo hespanhol a lo-
dos os seos agentes diplomticos as corles es-
Irangciras, relativamente questao de Maocos:
Exm"
Os esforens do governo de Sua Magestade para
a manuteneo da paz. foram inteiramentc infruc-
tuosos.
O espirito de conciliarao e de equidade que o
goiaran as negociaeoesseguidas com o governo
marroqnino, nao foram sullicienles para vencer
a incxplicavel resistencia que o ministro do 111-
peador de Marrocos oppoz, desde o principio
s justas reclamacoes apresentadas pelo gabine-
te de Madrid.
O representante em Tnger, de S. M. a rainha,
nossa ougnsla soberana, relirou-sc com lodo o
pessoal do sen squito.
O rompimenlo das rolacdes enlrc os dous go-
vernosjo un fado coiisummado.
Na min ha circular de 2idesctcmbro fiz couhe-
ccro V. Exc. quaes eram as intences do gover-
no da rainha a esle respeito. Estas inlcncoes fo-
ram seguidas fielmente.
A Jlespanha fez quanlo poda em favor da paz;
mas succedeu o caso que ella previa, e o gover-
no de S. M. forte pelo seu direito e seguro de nao
ler dado lugar ao conflicto, cujas consequencios
lastima, est decidido a comecar as hostilidades.
AppellandO para este 111CO supremo, o go or-
no jnlga-se obrigado a fazer conhecer a irrecu-
roviiiciaitenTordeinVara i- |sveljusiiea da sua causa aos governos com os
publica da quanlia de ris "l'^ he oppraz ler relacocs de aunsade.
lal o lim do presente despacho,
mbro ultimo, com as Todo a Europa conhece, pela sua propria cx-
namenle o dilo cilicio.
Dito ao mesmoDe ordem de
presidente da provincia peco a V
va de informar sobro o incluso
que ao governo imperial dirige o negociante Jo-
S. Exc. o Sr.
S. que s sir-
requerimeato,
rahbicbc, anuo l27'o ininislro marroqnino, les-
ponJendu a urna ola do representadlo de S. M.
ha qual ette o aperlava para declarar se aceitavo
ou nao a exigencia da exlensao dos limites ler-
uloraos de Ceuta als alturas necessarias para
a segoranca e defeza da fortaleza, Sidi-Mohamed-
El-Katib, depois de ler dilo quo julgava cjue as
ditas colinas erara comprehetididas nos amigos
limites (os.do 1815; fazia esta declorncao : "
Mas_s>5 nao sao como o julgamos, sendo nos-
sa vontaiic afastar quolquer motivo qucpossa.dar
lugar a desinielligcncias entre as duas paites,
aceitamos a exlensao dos ditos limites al s al-
turas necessarias para a segranos da dila for-
taleza.
O governo de S M devia considerar vista
deslas explcitas declaraces, que todas os dif 11 -
cuidados al all suscitadas estavam aplanadas
de nina manria satisfactoria, deu-sc pressa era
ole aqu
jlgciiles
E inisier adniltir uui principio que
temos stdo, como na^ao, um pouco ne
a respeito dasnossos defesas exteriores.
Conlaodo com o pequeo braco de mar. que
nos separa do continente, assim* como sobro o
supposto poder infallivel da esquadra do eslreito
esquecemo-nos de estabelecer os ineios de defe-
sa nacional, que os outros governos teni julgado
necessarios.
Anda mais inconsiderados temos na verdade
procurado o pergo, tentando qualquer exercilo
invasor, que podesse conseguir desembarcar tro-
pas, e ir at a capital.
Apoiados nesla assergao bastar que chame-
mos as vislos sobre a existencia e posieao do ar-
senal de Woolwic i.
A sua siiiiacao dclerminadn quasi accidental-
mente, nao podia ser appruvada em lempo al-
gum por qualquer estratgico; mas presente-
coniirmar o representante da rainha em Tnger mente que em um anno deinvasao, os nieos do
du maneira porque ns satisfacaos reclamadas e
explcitamente eflorecidas deviura ser postas em
execuco.
Io O pacha ou governador da provincia, lorna-
riaa collocar pcssoalmcnlc as armas de Hospa-
nha 110 lugar onde ellos estavam quando foram
derrabadas, e as faria cumplimentar pelos seus
soldados.
2" Os soldados de Marrocos inflingiran] nos
culpados debarxo das muralhis do Ceuta, a pena
em que ellos havain incorrido.
3U O governador iiiairoquino nomearia dous
engenheiros, os quaes juntamente com dous cn-
genheiros hespannoes, doterminariam os poulos
mais convenientes para eslabeleccr a nova linha
de limites explicando que elles deviam lomar
por base a demarcaco da serra Bullores.
O governo da rainha sou be com vivo desprazer
a resposta dada por Sdi-Mohamed-El-Kalib
ola que Ihe foi dirigida ueste sentido pelo cn-
sul de S. M. na dala de 15 do correle.
Ominislio inarroquino relirova ludo quanlo
conceder too formalmente, e interpreta va vio-
lentamente as olas do governo hespanhol, ne-
gara as corara 11 nicacoes conidos na sua cora-
municaco de 11 sobre a recepcao de plenos po-
deres para o arranjo dos questoes com a lies-
pan ha.
Persuadido enlo de que o dignidad o da naca o
e a sua honra nao Ihe permiltiam continuar o
tratar com agentes, que desconheciam os senli-
nienlos de
ealdade, o governo da rainha deu or-
dem ao cnsul geral de Despalillo em Tnger pa- lerial de guerra, chamou
ra mostrar pela iilliuio vez ao ministre marro- do governo.
avancar desde a costa al capital, sao muilo
menos difliceis do que ootr'ora. a perversidado
mais engenhosa nao podero escolher nina posi-
eao menos propria do que Woolwich, nosso ni-
co arsenal nacional e ofliciiia de material do
guerra.
Primeiramenle nao era possivel produzir ar-
gumento algum solido em favor do estabeleei-
menlo de urna ofcina de muncois de guerra na
visinlianca inmediata de urna capital, sobretodo
do 110a capital como a nosso, totalmente deseo-
berta, cheia do una populocao lo consideravel
como a de muito3 estados da Europa. Lembro-
mo-nos de ler visto una caricatura, represen-
tando um exercilo de invaso ; cada hornera,
com una picoreto e um corro de mao, ia a to-
da prcss-i para os subterrneos do banco onde
eslo as barras
Eucher os carrinhos talvez fosse urna empresa
que nao deixaria de ler altraclvos; sej porm
qual for a idea principal de um exercilo de in-
vaso, o suo execuco leria grandes desventa-
gens, se Woolwich eslivesse disposto desta ou
daqoolla maneira.
Agora, no estado actual das colisas, una bom-
ba hbilmente apuntada e que cahisse bem. de-
cidira todo o negocio, no que respeila a Wool-
wich : e, destruido o arsenal de Woolwich, a
Inglaterra nao linha oulro.
Julgamos una ventura poder participar que o
pergo de nao ter perto da capital mais do que
um arsenal nacional o una nica fabrica de ma-
seriamente a attenco
Exc. o Sr. presidenle da provincia, peco a V. S. miz.
qoe so sirva de informar com urgencia sobre o
objeclo da inclusa communicaro do cnsul do
Franca
Dilo ac inspector do arsenal de marinha. S.
Exc. o Si. presidente da provincia manda com-
mullicar a V. S. que a Ihesouraria do fazenda lem
Dito ao mesmo. De ordem de S. Exc. o Sr. i ordem para pagar, vista de documento leal, a
quanlia de 30(>()oo, em que importara as duas
ancoras de ferro compradas a Augusto Huniz Mo-
chado, e de que Irata o cilicio de V. S. de (ido
corrente, sob n. 406.
Dito 00 mesmo. Nesla dala autorisou-se a
Ihesouraria de fazenda a pagar, vista de docu-
mentos lgaos, a importancia dos objeclos que,
s rente, sob n. 407, foram comprados no mez de
novembro ultimo : o que communico a V. S. de
ordem de S. Exc. o Sr presidenle da provin-
cia.
Dilo ao mesmo. De ordem de S. Exc. o Sr.
prcsiijei ti di provincia, peco a V. S. que so sir-
va de mandar inspeccionar" o recruta Joaqun)
Leile C; valcanli.Communicou-sc ao chefe de
polica.
Dito 00 inspector da Ihesouraria provincial.
Do ordem de S. I.\c. o Sr. presidenle da provin-
cia, peto a V S. que so sirva do informar sobre
o oflicio incluso do r. chefe do polica, com da-
la de "> io corrente, .sob 11.1309.
Dilo ,10 mesmo. De ordem de S. E*C, o Sr.
da provincia sirva-se V. S de infor-
mar sobre o incluso oflicio do Hr. chefe. do poli-
ca, com dala de lionlem, e sob 11. 1314.
Dito 10 bacliarel Lourcnco Jos de Figueiredo,
. presidenle da provincia pero a V. S. quo se sir- i
juiz municipal c de orphaos do lermo do Bonilo. 1 va do informar sobre a inclusa representacao do i
De ordem de S. Exc. o Sr. presidente, da pro- consol de Portugal.
vincia aecuso a recpeao do officio do prmeiro Dilo ao commandante do presidio de Fernando
do corrente, em que V. S. participa ter naquella De ordem de S. Exc. o Sr. presidente da po-
dala ossnmido o exercicio do cargo de joiz de di-! vincia communico a V. S., para sua intelligencia,'
reito di comarca, nn impedimento do cffeclivo, le alim de o fazer constar ao sentenciado Vicente
e de seu prmeiro substituto. Communicou-se Perreira da Costo, que o Exm. Sr. presidente da
ao inspector da Ihesouraria de fazenda o ao pre-! Parahiba, como declaro no oflicio junto por co-
pia, j ordenou a remessa da gua do mesmo
ponencia, as violencias commellidas em lodo o
lempo pelas indmitas tribus, que habitan) a cos-
a de Itill'.
Os numerosos navios que diariamente alraves-
sam o eslreito acham-se exposlos oos ataques
dos niouros que olgumas vezes leni exercido em
[dono mar actos do pirataria.
Talvez nao baja urna naeo.cujossubditos nao
lenhara por estes motivos soffrido perdas consi-
deraveis.
A llespanlio, aleni dos prejnizos, que senta no
seu commercio, va constantemente ameacada as
suas procos foiles de Mellilo, o Penou c AI bu te-
mos cujas guarnieres eram dizimadas pelos in-
ccssanlcs aloques des mouros de Riff. O governo
de S. M. que eslava no seu direito empregando
os nieos de que dispoe para punir severamente
1 taes insultos, sempre se dirigi ao governo de
Marrocos para Ihe pedir reparaco das offensas,
c dar garantas para segur inca das fortalezas
hespanholas na cosa d'AI'rica.
Quercndo dar brilhantes provas do seu espiri-
to de concliacao. o governo abri negociaeoes
para osle fin, c nos ltimos das do mez de agos-
to assignou, como V. Exc. sabe urna convenco
tendente a obteruma solucao favoravel.
Nesla convenco nao se tratou da forlaleza de
Ceuta, porque o governo hespanhol psperava que
o de Marrocos conleria as tribus limitrophes, mais
doceis do que as da costa de ltifl, e que nao of-
fcreciaiu pela sua visinhanca com a fortaleza
uino a sua inconsequencia, de baixar a bandei-
ra e retirar-so de Tnger com todo o pessoal da
missao bespanhola, declarando interrompidas as
negociaeoes, e apellando para a (brea pata termi-
nar o conflicto.
A historia dos |actos succedidos desde o prin-
cipio da queslo prova a necessidade, em qucsi
acliou o governo_da rainha de ler que recorrer
fon; a.
Tal o termo preciso, quando desintclligen-
cias graves se elevam ende duas noedes, o que
una dolas se nega a allcnder voz daiusllca e
da razao.
Nao duvidoquo o governo de... recOQhecj que
ellas csto do nosso lado
O governo da rainha tem a pello manter com
firmeza e moderoco, a honra nacional e os in-
teresses legtimos, nao se offastoi desles senli-
mentos, se osuccesso coroar os esforros do seu
exercilo
Durante a guerra que vai comecar, o gabinete
de Madrid respeilar os direitos 'das potencias
neulraes, e proteger os subditos das nag6es ami-
gas cslabelecidos nos punios do imperio de Mar-
rocos, que forem conquistados pelo exercilo hes-
panhol.
Instruccoesneslesentido foram communicadas
ao commandante da esquadra destinada a operar
as cosas do Marrocos,. assim como aos chefes
do corpa do exercilo de expediciio.
A llespanha confia sua esquadra o ao seu
exercilo a defeza da sua honra ofl'endida 0 dos
seus interesses comprometilos.
Forte com o seu bora direilo, segura de ter fei-
to reconhecer a sua moderaco cora actos ir-
recusayeis, sem combinacao com outra qualquer
potencia, sem ideas ambiciosas, quer pela guer-
ra por termo ao inloleravel oslado de perpelua
hostilidade dos mouros contra as suas pracas
fonos. '
Entretanto, qualquer que seja o resultado das
Em urna poca pouco distante Woolwich ces-
sar de ser o que por muilo lempo tem sido. Em
un ponto relativamente longo de pergo, ver-se-
na depressa surgir um segundo laboratorio e ar-
senal de gueira.
Nao ludo : parece que muilas divisos da
direceo sero confiadas a homens pertcnecntes
ordem civil, islo muilo preciso.
O processo da fabricaco das pecas, dos repa-
ros, das bombas, dos fugeles volantes o dos car-
luchos, finalmente de todos os instrumentos de
guerra.de certo nao carecem da direceo exclu-
siva dos militares.
A vanlagem de una posico que nao somonte
oppor a distancia, mas anda as diflieuldades es-
traiegcas ao ataque de um exercilo inimigo,
lo manifesla, que parece impossivel nao se ler
aprosentado mais cedo ao espirito das autori-
dades.
0 lacio entretanto sala aos olhos.
Se alguma vez se pensou nisto, o plano nunca
loi posto em execuco,
E' oos actuaos consclheiros de S. M. que per-
tence o merecimento do ler imaginado um dos
meios mais efficazes de augmentar a conlianc
da naco, augmentando a seguranca do nosso
territorio.
/ iines.l
iX'olieias da Italia.
Correspondencia particular da Preste.]
Turin, dedezembro de 1839.
Nesle momenloo fado poltico mais notavel
o missao confiada a M. de Tavel pelo governo
francez. M. de Tavel, que aqu vio o rei e min-
ios ministros, eslava l em Florenca a 29 de no-
vembro, como consla-mc de una' carta de 2 de
dezembro. Ignora-se a nalureza de sua missao.
Em Florenca falla-se que a conlinuocao das
missoes Reisct e Poniatowsk. Escrevem, a este
respeito
operacoes militares e a nalureza das garantas I m"" ""' Jrn:'!- 'iUfi "l'S,C CaS0 clla "5o
que o gabinete de Madrid exija para assegurar o
successo e evitar a renovaco dos aitenladbs com-
metiidos, o governo de S" M. fiel s suas inten-
ces, respeilar os direlos que exislem de todos
os povos: nao oceupar de urna maneira perma-
nente, neiihum poni, cuja posse possa dar '
, cuja posse possa dar a
espannola, os mesmos inconvenientes que os llespanha una superioridade perigosa para a li-
oulros.
Todava, no momento de assignar a convenco,
os momos da provincias de Anjera, sustentados
vrenavogacao do Mediterrneo.
A llespanha lem procurado manter com Mar-
rocos reaces pacificas o mesmo amigaveis, c
pelas tribus visinhas, atacaram Ceuta, c reno va- i para oslo fin concluio com clla no espaco de um
ram durante alguns dias os seus ataques, obligan- socolo (rolados, cuja execuco leria contribui-
do o governo da rainha a retornar a guarnicao do para fazer dcsapparecer todas as causas de
Bdenti da relacSe.
Pon ira.O agente da companhia brasileira de
', aqueles a vapor mande dar passagem para a
1, de ordem de S. Exc. o Sr. presidente da
1 ocia, no vapor quo se espera do norte, ao
desertor do segundo batalho de infinitara Ma-
noel do Nascimei'.to da Silva, c para a corte no
descrl ir do extinelo 0. balalhjo do cacadores Jo-
nacio da Silva, ambos ca plorados nesla pro-
vincia Communicou-se ac commandante das
armas.
Dita.O Sr. agente da companhia brasileira
de pa pieles o vapor monde car passagem para a
corle, de ordem de S. Exc. o Sr. presidente da
provincia, ao ex-soldado Francisco Manoel da
Silva, por conla do ministerio do guerra.
.7
Oflicio ao Exm. presidenle da provincia do Rio
de Janeiro.Communico a V. Exc. que S. M. o
Imperador, leudo partido desta capital no dia 4
do niienie, dignou-se percorror os municipios
de Iguarass eGoianna regressando honlem para
esta capital com feliz viagem.
Em todos os lugares, que ha honrado com a sua
visita, S. M. tem recebido as mais vivas demons-
iiaio'.s do profundo respeito e amor, que Ihe
consagrara os povos da provincia.
C.ibo-uic lambem a satsfacio le declarar a V.
Exc. que S. M. o Imperador continua a gozar de
peifei a saude, assim como S. M. a emperatriz,
que flcou nesla cidade durante a viagem do mes'
roo Angosto Senhor.Iguoosaos Exms. presiden-
tas da-i unirs provincias.
Dito ao do Maranho.Acenso a recepcao do
offirio, que V. Exc. se servio dirgir-me ero 21 do
novembro uliimo com douscxcmplares da collec-
<;o das leis da ossembla legislativa dessa pro-
vincia promulgadas no crreme anno.
Dito ao mesmo.Accusando a recepcao o of-
senlenciodo.
Dito ao commissario vaccinador provincial.
De ordem de S. Exc. o Sr. presidenle da provin-
cia peco a V. S. que se sirva de remoller algu- i
mas laminas de pus vaccinieo para serom trans-l
miltidae ao Exm. presidente do Maranho.
Dito ao director das obras militares. De or-
dem de S. Exc. o Sr. presidente da provincia,
communico o V. S. que, por despacho de hoje.
autorisou-se a ihesouraria de fazenda a pagar a
quanlia de 7433026 rs.. despendida com os coli-
cortos feilos no quarlel do 4." batalho de aiti-
Iharia a p, como se ve da conla em duplcala,
que acompanhou o oflicio de V. S. de 5 do cor-
rente, sob 11. 320.
Dito ao commandante do corpo de policio.
Mande V. S.. de ordem de S. Exc. o Sr. presi-
dente da provincia, apresentar ao Sr. chefe de
policio duas pracas do corpo sob seu comn.ando,
alim de escollaren] um criminoso al a provincia
de Alagasjno vapor que parle hoje.Coinmuni-
cou-so 00 chefe de polica.
_ Dito ao dreclor uterino das obras publicas.
Nesla dita ordenou-se Ihesouraria de fazenda
que pague, em vista do olficio e V S., com
dala de hoje, sob n. 293, a quanlia de 358J000,
que se esta a devena pintura e caiacao da casa,
em que funcciona o tribunal da relacao ; o que
communico a V. S. de ordem de S.Exc. o Sr.
presidenle do provincia.
Dilo ao mesmo. De ordem de S. Exc o Sr.
presidenle da provincia, rogo a V. S. que se dig-
ne de informar sobre o incluso requermento de
Miguel Gomes Correa, salisfazendo ao despacho
do mesmo Exm. Sr. de 22 de novembro.
Dilo ao mesmo. De ordem de S. Exc. o Sr.
presideute da provincia, peco a V. S.que se sir-
va de informar sobre o incluso requermento do
''.'.'V..1.!!! V..:X^s?mo din?l,r-nie. commui.i- sentenciado Seraim Soares Bezeira, salisfazendo
ao despacho da presidencia de 23 de novembro
uliimo.
Dilo ao mesmo S. Exc. o Sr. presidenle da
provincia manda communicar a V. S., em res-
posta ao sen oflicio de hoje, sob n. 29 que nes-
la dala ordenou & Ihesouraria provincial que pa-
gue, vista do competente ceilificado, a iinpor-
lancia di prestaco, a que livor direilo o arre-
matante da coriservacao da estrada de Pao de
Alho, por haver cumprido as eondices de seu
contrato em todo o mez de novembro ultimo.
Dito ao aegodor do Gymnasio. S. Exc. o Sr.
presidente da provincia, mando communicar a
V. S., em resposta ao seu oflicio de 30 de novem-
bro uliimo, que acaba de autorisar a Ihesouraria
provincial a pagar a quanlia de 175>720 re., ira-
condo-me a viuda de tres cercadores emeommis-
so por parle do cmara municipal do Maranho
para felicitar aS. MM. II., nesta provincia, se me
ofloreic dizer a V. Exc. que farci o que de mim
depender para salisfuzer os d;sejos, que V. Exc.
manifesta-me
Dito ao do Piauhy.Picando inleirado de ha-
ver V. Exc. entrado no exercicio do cargo de
presidente dessa provincia, como se servio com-
niunicar-me em seu oflicio de 5 de novembro ul-
iimo, relrbuo com salisfaeao os oflerecimentos
de V. Exc, assegurando-lhe que terei sempre o
maior rmpenho em cumprir as suas ordens, ou
sejam relativas ao ervico publico, ou no parti-
cular de V. Exc. *
Dilo ao commandante das ora)s.Pc'e V.
da praca, o provocandoentonlros, em que mor-
reram alguns soldados hestanhoes.
A corle de Madrid immediatamente reelamou o
castigo dos culpados c devida salisfaeao e garan-
tas para o futuro, no mesmo forma que o linha
oblido no conflicto de Melllo.
O carcter destas satisfaefees devia ser era re-
lacao com os proprios fados e com a importancia
da forl.iloza.
As circunstancias especiis em que enlo se
achoii o imperio de Marrocos, pela mor'.o do
sullo, c o desojo de que se ochavo animado o
gabinete de Madrid do terminar pacificamente
esle conflicto, levaram-o a prorogar por duas ve-
zes os prazos marcados para ublcr a reparaco
divida.
Esla nova prova de moderaco nao prodozio o
efleilo que se devia esperar.
Dous mozos lem decorrido sem ter sido pos-
sivel obter urna resposta definitiva s reclama-
ris do represntame de S. M. em Tnger.
O ministro marroqnino Sdi-Mohamed e Katib
s dova resposlas evasivas, ou quando inuito,
vas promessas de jusilla.
O uliimo piazo eslava para terminar a 15 des-
te mez, e ludo o que se linha podido obter era
primeiramenle o oflereciroenlo de castigar os
clpalos e de saudar a bandeira bespanhola, dei-
xando era lelgio os novos limites do territorio
da jiirisdicco de Ceuta, o qual era necessario
fazer recuar em consequencia das ultimas aggies-
ses.
Os que linham sido marcados na convenco de
18S5 para o defeza da fortaleza eram insulicien-
tcs, e reconbecera-se que era necessario applicar
a Cenia o que acabava de ser estipulado para
Mellila, pela convenco de 25 de agosto desle an-
no, approvada polo novo imperador de Marrocos.
De reponte lomaram as negociaeoes nova di-
receo.
O' minislro marroquino dirigi ao cnsul geral
de S. M. em Tnger dos notas, cujo conleudo
fez conceber ao governo da rainha a esperancj
de conservar a paz, oblendo pelo via diplomtica
as concessoes, que 3 dignidade da llespanha e o
inleresse da naco exigiam.
Pela primeira deslos notas, datada de 11 deste
mez (13 rabile anno 1276] Sidi-Mohamed-El-Kai-
lib, fez conhecer que linha rcebido um firman
do seu amo, o qual Ihe conceda os mais ampios
poderes para annuir s reclamacoes hespanholas. cia comnosco.
disputas e conflictos.
A ignorancia ou a negligencia do governo de
Marrocos lem dado lugar em lodas os pocos,
Iransgrcsso dos tratados.
Chegou finalmente o lempo de fazer cessar en-
tre os dous paizes urna siluaco too irregular e
lo perigosa para a sua Iraiiq'uilidade o recpro-
cos interesses.
O.que iiam a razo uem os esforeos perseve-
rantes dos governos civilisados leer podido ob-
ter preciso redama-lo por meio de lona, posta
ao ser vico do bom direito.
V. Exc. quercr dar conhecimento e entregar
copia deste despacho ao Sr. ministro de negocios
eslrangeiro de..-
Dos guarde a V. Exc. por mohos anuos.
Madrid, 29 de oulubro de 1859. Saturnina
Caldern Callantes.
[Sarao.)
Londres de novembro de 1859.
Pouea allencao temos dado aos rumores, que
pestes ltimos lempos, leem espalhado cortos
jomaos, a respei:o de urna invaso decididamen-
te projectada pela Franca, c temos lastimado,
que. os inglezes se deixossem arrostrar por in-
quielacfeos muilo parecidas com o pnico.
Entretanto nao se pode negar quo a Europa se
aclia actualmente no rncio de urna crise, cujo
resollado impossivel prever.
O horisonle por toda a parlo se cobre de nu-
vens, queaineacam furacOes e tempestades,
iNinguem pode dizer para onde o vcnlo impel-
lir eslas nuvens, nem aondo rebenlar a tem-
pestado.
A Europa est armada al aos denles, e lodo-
mais feliz, que as precedentes.
Aqu, diz esta correspondencia, eu vo-lo rc-
pit>, desde a classe mais elevada al a mais n-
fima, lodos eslo decididos a resistir a todo cus-
i a restauradlo, sneceda o que succeder >.
Todava muito natural suppr que esla
lerceira missao nao seja idnticamente a mesma
que as duas precedentes.
Contino o ser annunciada a prxima partida
do M. Buoncompagui para Florenca. Se elle
partir, deve ser bem contra sua vontade, porque
vendo as diflieuldades surgidas e lo tracamentc
aplainadas, elle linha torios desejos de dimiltir-
sc, publicando urna proclamaeo, que provasse a
inulilidade de orna subregencia no que respeila
ao inleresse da Liga e da ordem, eslabelecendo
que a regencia do principe Carignan existe, pos-
to que suspensa em seus enVilos por causo das
necessidades diplomticas. Por esla proclama-
cao, lcr-se-iam salvado as apparencias, lo dig-
iiamenle quanlo possivel. Estas velleidades de
demisso. pelo que parece, foram hontcm venci-
das. Tereis antes de nos, pelo lelegrapho, o
resultado positivo desles taicamenlos prolon-
gados.
a Noto quo cortos espiitos comecam a ser
muilo impacientes pelas concessoes que o gabi-
nete de Turiin faz diplomacia. Por exemplo,
eis um novo jornal, o Eco Moderno (a Era Mo-
derna), que, por inlroducco, no prmeiro nume-
ro, dirige um acto de oceusoco contra o minis-
terio, e, entre outros, aecus-o por ler inau-
gurado una poltica frouxa c cobarde, e por
ler avillado a dignidade do paz, fazendo-o
' vassallo de um oulro gabinete.
Na verdade estas exageradas aecusacoes, sem
duvida producidas por pennas sem experiencia
nao teem algum echo no grosso da populado,
onde eu realmente s vejo um consenliinnlo
benvolo e anlecipado ludo, que for feito ao
redor do rei, seja o que for.
Garibald ocha-so nesle momento na I.om-
bardia, porto de Cmo, em Fino, na bella ti//i
do marques llaimondi. Faz-me ludo presumir
que o ov^co de Milo, queja vos annunciei, le-
a lugar.
Pode ser, comtudo, que Turim a disper-
suada, era consideracao Fanli.
O que se faz em Milo, tendente ao resgale
de Veneza, e quo tem allralildo a censura des
Ajuntavo no mesmo ola que nao linha rece-
bido do seu soberano resposla acerca da opinio,
que Ihe pedir sobre os pontos em lelgio mas
que clla nao era necessaria, porque fra autori-
sado a regular lodas ns questoes pendentes.
Na segunda, datada de 13 do correte 15 de
va, na sua siluaco poltica, ludo vago e indo-! jornaes, como vo-lo lenho vagamente indicado,
ciso ; sao massas de tomos, quo se repellem e urna subscripto, para a qual obtiveram urna
que o acaso rene, sem que pareja haver ordera carta de Garibaldi. Islo parece-me pouco serio
porque juntavam, crcio, ideas de ac^es, de lol-
lerias, etc., emfim, cousas que serim conside-
radas pequeas, visto a grandeza do objeclo. Ga-
ribaldi por lim eslranho islo ; escrevendo
muito, respondeu por isso como leria respondido
qualquer outra idea de cor italiana.
Parece-me til que so ibais islo, que em um
momento dado, pode servir de indicio. Quasi
lodos os jornaes eslo de necordo em criticar a
conducta de M. Ricosoli, mesmo depois da semi-
conciliaco, como sendo inspirado pelo egosmo
florentino, que nao quer seguir a sorte dos Uo-
manezes.
Escutai o Dirillo, que.julguei merlo com
grande pesar meu, quando elle apenas linha um
desvanecimcnlo causado pela machina de m-
presso :
Honra Fariui! elle nao ten; desconfinn-
A Franca arma-sc. Seja qual for o resultado
la crise, a primeira potencia militar da Europa
nao pode licar espectadora passiva do Iranstorno
politico, qucesl eminente.
Considerar esles armamentos, como especial-
mente dirigidos contra nos, urna cousa too in-
conscquenie como pouco generosa para aquello,
que desde que subi ao throno, sempre tem sido
nosso flel alliado, c que de mil maneiros tem
manifestado o desejo de estar em boa intelligen-
Entrelanlo, armar-so, nesle momento um
dever absoluto para um paiz como o nosso, o
qual, quanlo o possa permillir o eslado das cen-
sas desle mundo, deve, prmeiro que ludo ter a
confianca de que esla ao abrigo de teda a sorte
de ataques.
< cus pueris, nem marios sem goncrosldadi
mas corajoso, cheio do embanca nos destinos
da patria, resoluto, logo tratou da iiniflcacao
de Parma, Modena, e BolOnha..... O egosmo
- nacional nunca salvou OS povos, elle lera pei-
dolo estados e dymnaslias : lerubre-se disto a
1 1 osea na
" Alguna oreaos suppoo, sem razo sem du-
\ ida, que a missao de M. de lavo! leve alguma
influencia no geilo, que lomaram os acontec
montos. M. Ricasoli devia coro efieito ler visto
a M. de Tavel no intcrvallo que decorreu entiv
a volta do M. Salvagnoli, de Modena, sua par-
tida para Turim. Do, alm disto, nao sei que
importancia vaga presenca da gra-duqueza
Mara de Leuchiembcrg em Nce.
Temos oulra Quando se ter de tratar da
confederadlo no congresso, pareca que a Aus-
tria jquizesse fazer olsen ar que as fortaleza- f<
deraes nao devem ser Peschiera e Mantua, mas
Ancono, Cvita Vccchia c Alexandria Os que
creera que o congresso ser curio, me parece lu
errar completamente.
A propenso dos Irabalhadores para reclama
eoi s e tumultos lem-sc lomado realmente muil
sensivel na Lorabardia. Aprcsenlo-vos um fac-
i novo : No districloc a urna pequea distancia
de Bcrgamo, "ni Nombro e Pradalunga, onde ha
fabricas de foucese oulius instrumentos agin-
las, leudo fallado Iroba'.ho, houvc algum tumul-
to. Ulna centena de Irabalhadores [oran; r.ei-
gamo pedir ira bal ho ao intcndcnle que leve al-
goma difllculdade em fazer-lhcs ouvir a voz da
razo.
< A populacao operara desta provincia de
Burga mu est muilo afilela c inquieta nesle prin-
cipio de invern. Us producios da soda falta rara
na ultima COlheita ; e tres quartas partes dos
Dadores eslo sem Irabalho.O anno tem sido n o
paro loda sorle do producios. O invern anuun
Cia-SC assaz triste. Sabis que as COIldeeS Sao
peores, so possivel. em Veneza e al em Tre-
te. O commercio desla ultima cidade faz ouvir
us mais vivas queixas. Parece que esla cidade
niarilimaesl s bordas de urna decadencia. Ou-
lro da lia eu um jornal que, ergutiido a Aus-
tria pelo esta 1 dcploravcl era que es Trieste,
aconselhava-a a obrar sabiamente renunciando
Veneza e o mar do uro modo geral, e a cuidar
de seus oslados interiores. O argumento nao
de una lgica pura ; mas serie para mis viva-
mente apresentar-voa a situadlo material de lo-
dos esses contornos do mar Adritico.
Um ponto do territorio, onde tambera ha mi-
seria, o paiz de Solferino e de S. .Mail.no. 1 s-
erevena que, esle anno, os pobres ah vivera em
parle do quo do o distribuem os numerosos in-
glezes, e americanos eoutros toristas, que dolie-
se servem como Ciceroni, para saber onde esla-
va collocado, durante a balalha, o imperador, o
re, lal marechal. Deste modo deve fazer-se ama
historia bom authenlica.
O banditismo da itha de Sardenha acaba de
soffrer urna grande urda. Vos leudes ouvido
fallar da prisao do lerrivcl bandido Pielro Vasa,
da oldea d'Aguis, culpado de sessenla assassi
natos conhecidos, sem contar os que nao sesa-
bem.
Do seus companheiros e cumpl, es resta
um na mesma aldeia d'Aguis, quasi lo tcraivel
como elle, o pastor Mollino Tirotto, que linha
sempre ao redor de suo assusladora pessoa Ires
lemireis dogues, sem contar miiniccs, com que
podia sustentar um certo em sua'cabana. Esle
pastor acaba de ser sorprendido e pieso, conse-
guindo os policiaes engaar osdogucs, approxi-
mando-te descalces da cabana. Parece-me que
o governo devia empregar lodos os meios paro
acabar com o banditismo; outro tanto direi do
supplicio da lona com quebramento da espinha
dorsal, que anda se usa por aqu.
Outro dio, via eu o carrasco de Turim em
S. Donato, e, ao joven operario, que m'o fez no-
tar, perguntava porque linha elle urna contrae-
eo convulsiva {um tic que Ihe fazia dobrai .1
nuca, da dreita para aesquerda.
" E' sem duvida, me respondeu elle, o ofidio
que elle experimenta, quando se lauca sobre o
entercado, e lhc quebra a espinha dorcal. *
Sera digno dos homens inlelligciiles, que
possuo actualmente o Piemoule, fazer cessar es-
ses pequeos espectculos feudaes, e enviar po-
liciaes Iba de Sardenha para lornnreni impos-
sivds os Pielro Vasa e os Martino Tirotto. Ha
eerlas medidas de decencia que deveriam | .
anles de ludo.
(i
As informaces que lenho permiltem-me
assegurar-vos que nao ha exaclidao alguma no
boalo de urna opposico, que via de Paris es-
colha de M. de Cavour para a representacao da
Sardenha no congresso. O que ha a temer, e
que espontneamente se nao a rente m as anli-
palhias, que osle nomo poderia suscitar no ex-
leror ; eu vo-lo tenho ditoha lodas as sorles
do pequeas miserias nos recantos ministeriaes.
M. Raltazzi, estou dsso persuadido v6 pessoal-
meiite as cousas de uie.a mnneira assaz grande ;
mas as influencias secundariasas mais effecli-
\ament poderosasfazem una guerra surda,
urna guerra de interesse ao antigo chele do ga-
binete. 1-1 deslas guerras que nascem estas no-
ticias do una pretendida opposico de Paris a
M. de Cavour.
Esculoi a Gazelte del Populo, que tem evi-
dentemente informaces*esle respeito, ajulgar
pelo que sei: < lia homens politices, que nao
veem mais longe que a superficie de sua culis, e
que de boa vontade sacrificaran!, nao s a Dalia
central, mais anda toda a Dalia, para impedi-
rcra o conde de Cavour de subir ao poder.
Espero oindo que o bom senso e o patriotis-
mo o levoio, nesla circumstancia, cima dos
Pequeos clculos da roediocridade intrigante.
chegado o momento de reatar os inleresses po-
lticos de MM. de Cavour e Ratlazzi; seria peri-
goso para o Piemonle, e para o liberalismo em
geral, que se estabelecesse urna rivatidade enlre
oslas duas influencias, ambas lo uteis, M. Rat-
lazzi no interior, M. de Cavour no exterior: eis
o que parece-me mais desejavel, mais til para
esle paiz. Se intrigas caprichosas os dividissem,
quando eslirer reunido o parlamento, M. Raltaz-
zi cabina diante da populardade mais ampia de
M. de Cavour, o que sera una desgrana. mes-
mo pelo inleresse de M. de Ratlazzi que, ha tres
inezes, cu cmbalo, e s, as curtas vistas, o po-
ltica simples d'aquclles, que prelendera que M.
de Cavour deve ser apartado, alim, dizem elles,
de que nao baja homens considerados como ne-
cessarios. Com tal potica pieparam natural-
mente a queda de M. Raltazzi. Quando era
1852 e 53, M. Raltazzi (o cenlro esquerdo) c M.
de Cavour (o oarlido governomenial se appro-
ximaram, a phraseologia italiana celebrou esle
fado como um feliz consorcio 4- chainaram-no, (
0 chamam sempre, o connubio. A la de niel
foi perfeila Ha algum lempo, ha tendencia
paca o divorcio; do dever de todo leal obser-
vador assignalara possibilidade desle rompimen-
lo como ulti pergo.
A actividade legislativa de Farini nao so
desmente um instante; dir-se-ia que urna idea
e urna lei por dia seu programma. Elle acaba
de abolir o castigo corporal, como contrario
justioa, a civilisaco, a a humanidade. An-
nuncia-se que prepara nesle momento um de-
creto para a applicaco, em seu governo das tres
provincias cis-apeninas do loi piemonteza com-
al anal e piovincial; assim for proceder as elei-
^es desta ordem ao mesmo lempo que se pro-
cedern! no Piemonle.
Um decreto de Farini abollo o promso ex-
cepcional para os crimes polticos.
O Ciilholico, de Genova (vi embargado pela


()
DIARIO DE PF.RJiAMBUCO. TEWQA FF.IRA 10 DE JANEIRO DE 1860.
tenedin on quaiia voz
nina opprceiacoo geral
csie nioz
Um embargo por urna appreciaco da siluaco
lifferento, da <|iid adopta o parqttel de Genova T
l'areee-me >to ura pouco extravagante : que ge-
nero de delii lo pode ser este ? Outro dia, o
mesmo Jornal era embargado por noticias, re-
producidas era doz jomaos, em que nao toca-
ram. Continuo a a presentar este esto pende par-
quet do Genovn ailcnco de M. Rallazzi. prin -
-plmenle pora que M. Vigliani vai :ielle en-
trar. K sabido que outr'ora M. Vigliani, durante
qninze dia?, fez embargar um joma!,tudas as ina-
tiUas: i muito, decididamente. uina parli-
cularidade, que eu dovo fazer-vos eonhecer,
porque um signal da nalurrza do espirito pu-
blico, o que explica '.alvez a'extrema acilidade,
ciim que se embargan) os jornaes neste pai/.:
que explica o que eu ousana chamar as viola-
oes da igualdade peron a le; 6 a ausencia lo-
nifii:rv el de toda soliriariedade entre os diver-
sas orgoos da impreusa. Multas vezes lenlio vis-
iii jornaes zorabarem e ropreheiiderem sena ir-
mos cmbaigados. Nao estamos raais na infan-
cia da arle.
i Quero fallar-vas de um .suicidio, que lm
quasi un alcance poltico. I- mistor di/.or-vos
quecril Miliio inanileslou-se, inuilas vezes, nina
grande intolerancia contra os astabclecimenlos
Tratase del*co verdauiraoBenie conmovido E.... e^u pas-
da Europa, loado de minha vida-se imprime em minha me-
moria como algitma cousa de sobfenatasral. de
mgico.... de verdadeiramenle roma-.rtico '.! !
Eu vi corpos t:1 tropas mais numerosos, ba-
tallias mais despeitadas ; mas nunca vi em ne-
nliuma parle Jioiwens miis valentos, "nern caval-
leiros msis bullanles que os da bella cavaltaria
rio-grandeose, em cujas filas pPHieipiei a des-
prezar o perigo o a combater dignamente pela
causa sagrada das naces !
(inanias vezes e lui tentad* de palpitear ao
uinndo os fertos assombrososque vi effectuar
por essa viril e destimida gento que sustentou
por mais de 9 minos contra um poderoso impe-
rio a mais nrarnicada e gloriosa lia !...
Noe tcntio esrriptn scmelh.tiite prodigio pe-
lla careRcia do habilitacoes; purera a meus com-
1 anheijes de armas por mais de urna vez lenho
coinmemorado tanta bravura nos combates quan-
la gcsaelrosidadc na victoria ; tanta hospilalida-
de, tanto alfago aos estrangeiros, e.... a emoco
que ni i u lia alma enlo anda joven senta na pre-
senta
formosi
ra d<
sa ; e,
il>' mili
issima
magesladede vossas florestas... da
vossas campias... des viris cava-
lheiresoos excrcicios de vossa javentude coraio-
repassando pela memoria as vicissitudes
ia vida entre vos em seis aunos de acli-
uerra e da pralica constante de acedes
trabamos regulares uo miiu lindo, deudos de-
dicarn e lorubracoes dos membros da nossa as-
sociacao ; acompanhando-nos elle lambis as
liornas que tributamos por esta occasiae i me-
moria daqoelles socios que era lo curto periodo
a morle roubra ao nosso gremio.
uvireis, pois, senliores, da boeca do digno
Iosecretario do Instituto a leituia do relalorio
>]ue lho incumbe fazer aunualmeute sobre aqucl-
les trabalhns : c em seguida o elogio histrico
dos socios fallecidos, (arefa honrosa o diilicil que
os estatutos commeltem ao orador da nossa es-
colhoi
Pelo que respeila natureza e impoilancia
dos trabalhos de que se vos dar con la, nao de-
veis por certo esperar que se vo falle agora da
apreciaco de fados da ordem daquclles que en-
riquecen! os nnnaes de um paiz, j engrandecido
pela accumulaco dos seculos, porquanto apenas
veris, na refaci dos modestos productos da
nossa lavra Iliteraria, apontamenlosrudimentacs,
que, cnlligadus de armo em anuo, serviro um
as upuuoes ue varios autores, relula, tora valio-
sos argumentos, os erros que se tcem comraetti-
do, provando a toda luz que fixados eslao por
loi os limites do norte, sendo porni ullrapassa-
dos pelos povos confinantes. Occupa-se na ter-
ccira e ultima parte coui os trminos occideutaes
indicando os pontosjque teera sido demarcados, e
termina formando generosos votos para que se
reivindique para a sua patria todo o territorio
que por justica lite compele, e de que, s a vio-
lencia e a fraude a lein esbulhadu. Quem sou-
bor das difiieuldades cora que 800 lutar entre nos
o pesquisador de documentos, quem a pobreza
conbocer dos nossos mananciaes histricos e geo-
graphicas, nao deixir de tributar ao Sr. Rubim
o testemunho de respeilo e gralidao pelo remvan-
tc servico que acaba de prestar.
Curta 6 a distancia da geographia cslalis-
tiea : no seu nobre enipeiiho de estudar por lo-
rias as formas o ednico torro cora que prodiga
a natureza nos mimoseara ; desejaudo graduar a
sua prospendade peto termmetro dos algarisu.os.
dia para compr a nossa historia quando atliu- ouvio o instituto cora summa sotisfacao a culiosa
girnios idaoo das nacoes provecas. I memoria do Sr Scbaslio Ferreira Soares, rea
v< E' assim que a tenra planta, apenas desabro- lira a produeco agrcola do paiz, na qual pre-
citada da sement, leude a desenvolver-so, ab- (ende (trovar que a caresta dos gneros alimn-
sorvendo dia por dia a nutrico quo lbe depara licios nao provm da falla de bracos destinados
o solo o aihmosphera ; mas. contemplada neste I agricultura, rjormsim de absoluta absorpeoque
primeiro periodo do seu crescimento, lien ella lera feito a lavoura dos gneros exportaris da:
pblicos, onde ioni os officiaes austracos sob n! magnnimos... como cm delirio brado : Onde mu distante ria corpulenta arvore da sua espe- forcas productivas da pequea cultura empregad;
irinieira neiessidude.
rgimen passado. Esta intolerancia era excitada estaraojogora esses bellicosos lilhos do confinen- ; rio, que na Csla;ao propria se adorna de virosas ( nos gneros d ,
( Dividi o nosso consocio o seu Irabalho em
lado das fa- ; tres disuadas parles, ligadas entre si pela un-
flores on de mimosos ructos.
Nem o del il menino, que, liberl
por agentes mais ealhusiastas que iutelligontes. lelio rtiageslosamente terriveis as batalhas ?
O interesse s vezes cobria-se rom a capa do Onde Meato Goncalves, Neito, Canabarro, Teixei-.
patriotismo. Tinhnm sido puta indicados certas ra, o lanos valerosos quo nao lembro... !i xas inanlis, ensaia a raedo os seus primeiros I dado do assumpto. Quer o autor demonstrar na
edfes, porque linhaiu ;. frequrntados pelas I quantap veaes lenho desrjado uestes campos ita- pasaos, to potreo o homern. I primeira das d-.visoes do seu irabalho que o caf,
dragonas tedecas. Era preciso nao obstante quo I ianoslum so esquadrao de vossos centauros ave-1 O elogio histrico do litlerato que morrer I o assucar, o algodao e mais seto productos teem
ess.is dragonas fosseni alguma parte: o gOver-| SOdosp carregar urna maca de infanl; ria com o cm nossas fileiras, nao senliores, a simples duplicado depois da extincQao do trafico dos al'ii
no Vigliani dt'VO si i" muilo ceusuraifo por nao
lerteitu ou mandato fazer, esta simples obser-
vacao ao publico ; ;ile loria impedido excossos
inicio lamentaveis. E' alias slrila obrigafo de
.mi goveruo era laes momentos, oppor a apre-
, ini-io orrasoadn < resseiiliuienlos cegos. Vi,
: mam ira, tactos deploraveis durante urna
residencia que Qz em Miliio. Eis qno acontece
agora um suicidio. Os agentes Imhara prohibido amjifo, da bondade
um caf na pracada Scala; vi como se pratica-
van cssas prolubicoes ;sei como sao. Este ho-
meni, o dono, foi maltratado. A 2'J do noveiu-
bro foi elle sucidar-se com um tiro de pistola no
parque real de Monza. No bolso de seu jaleco
achou-se estas pala'ras: Victima innocente da
opiniao. 1'oJis as folhas conlam esio suicidio
ii.ii.o cousa muito simples. Nao! n.i a este
respeilo un.a chag;, cm Milo, bera grave, e a
imprensa eslrangeira fazia um seivieoa esta no-
ble e brava
ignorantes ou iuteressados. j'1'
l*. S. I.eio o ultimo numero do iloniteur*
"ot.'CiH,|que contm um artigo, que deve lersido
publicado na viuda de M. Ricasoli. falla cora
elogio do que Parini \. vincias Iransapeiuiinas ; depois aciescuiia :
Nos, queja estamosorganisacos, manlenio-nosI
omo estamos, para nao perdermos as canla-
geus,que dirivam do lacio de um governoj es-
i.ibelecido, e j sustentado pela confianza publi-
ca, que i''m seus ni ios i!- aeco e seus insiru-
mosrrio desembaraco como se fra um grupo de
gado.;.. Onde se achara ellos ? Que o Rio Gran-
de atiesto com unta modesta lapida osilio em
que pescancom seus ossus... e que vosssas bel-
issimas mocas c u lira ni de llores esses santuarios
do v|issas glorias, he o que ardonlemenlc de-
sojo
muilo me lembro, mou digno c charo
generosa com que fui hon-
expressao instiuctiva do senlimento que nos cau-j canos, abrangeiido em suas invesligaces as pro-
sa a perda de um veterano nos nossos trabalhos,
de um menibro prestante da familia Iliteraria :
mais que isso ; o solemne recoiiliecimenlo da
justica devida ao mrito real do socio laborioso,
rio distinti hornera de lellras; essa justica tar-
da, que por urna deploravel condicaoda fia pie
za humana, s nao 6 consleslada na paz do t-
mulo.
.ior vos uo lempo em que lo dignamente I Entro os socios fallecidos, cajos nomos temos | systema de coloiiisa^ao,
lasto urna das pastas do ministerio da repu- d"e comniemorar na prsenle sessao, ha um espe-
, e lenho verdadeira sndalo, como groli-1 cialmente a quera as lellras e as scioncias devem
de lanos boiielicios recobidos de vos e do i mais de raeio seculo de ailmiraveis trabalhos,
soes c Uas .proposlas que merecern) o seu as-
senso.
Tcrniinou a mesa administrativa o exame do
livroda matriculados nossos consocios, o expe-
did circulares aos que, por qualqncr motivo, li-
nham ficado em debito. Aguardamos as respos-
tas, que cortamente nao so ariio esperar, e nu-
tro bem fundada crenca de quesemelhante me-
dida prosper o estado do nosso cofre, habili-
tnndo-nos para* despe/as do urgente necessi-
dade.
A proposito do nosso estado pecuniario, com-
munico-vos que, gracas subveru;ao do thesou-
ro nacional, activa robranca das nossas men-
lalidades, ao tino econmico e administrativo do
nosso honrado e iucansavel Ihesoureiro, tem fti-
lo a leceita
saldo, que
acreditados bancos. A r< impressao, porra, das
nossas Racistas, que se achara cxbaustasi a con-
eiuso da obra de Jaboaliio, cujo lercciro vol-
me, coiiipiciieiiJendo a parle indita, deve ap-
parerer no principio do auno vinduuro ; novas
edc.6es de nossos principies chronistas e hislo-
riadores ; a versao de alguns outios eseriplos
era lingu.-.s eslrinhas, c cojo coiiheciniento im-
porta vulgarisar, devem absorver-nos sommas
consideraveis.
Era observancia do ar1. 17 dos nossos osla-
tutus, mande! organsar um indico geral e al-
phabrlico dos trabalhos publicados em nossas
RevUtas, cuja necessdado fazia-se quotidtana-
racnle sentir.
". Foi anda era cumprimonto desse mesmo
artigo, o agora que mais folgad.is se aeham as
nossas circumstanciaa financeiras, que incuml a
una pessoabastantemente babiliada da confec-
co de lira catalogo da nossa bibliotheca, que
vincias do Ro de Janeiro, Babia, Pernambuco, I cunto possa ser impresso o distribuido no prin-
Par5 e Maranhao. Consagra a segunda parte ao
esludo das causas que originaram a cultura do
caf, da caima e do algodao, lixando as poca.-/.ira
que laes culturas comecaram. Fallou-nos o lem-
po para ouvirmos a terceira parle, em que pre-
tende o nosso collega tratar dos rucios de raelho-
rar a nossa agricultura, tio mais conveniente
e do todas asquestoes
os coropanheiros e concidadSns na minha
da no Rio Grande : por mira abrace a todos
s amigos, e mandai era toda a uccasio ao
10 rerdadeiro amigo
./. Garibaldi >
- < Porcarta doJaguarfio, diz o Diario do Rio
cidade, preveniudo-a contra agentes brinde, soube-se que lera apparecido em Hon-
deo grande por;ao de moedas falsas de ouro
ciinho brasileiro" de 2'IJ, as quaes raostram
ncra vista ser to perfeitas que illudem t-
enle o incauto mercador Dcstas moedas
slava ter j apparecido em Serio Largo: se
im or, breve oslar invadida a nossa campa-
desse pernicioso e lerrivel inimigo.
vos
1 pn
iril
i ro]
i aSf
oh
mu
I
I"'.
con
ver
a., utos proraptos... Nciihuma patarra sobre
a regencia Ruoneompagni. Aqui nao possu ter
n ais noticias prec sas. ("aria ella lango fogo'
Sena alias sera graiidc importancia, fndavia eu
nao o pens. alln-sesempre da partida do M.
Buonconipagni para Flnrenea.
aples 3 de de/.embr
Domingo passado acoiileceu ora Palermoura
fado, que be ni moslra que a Sceilia, posto que
reprimida, est longo de ser pacificada. A urna
lima depois do n.'.'io dia. na cathedral, no mo-
mento, era que acabara de i miar agua benla, o
director da polica, '!. Haniscalco, ioi ferido cora
una faca. Ksc.revem rae que oassassino, masca-
i lo enm u ni a barba falsa, desapparcecu na
iiiuilidao, c nao ronseguio-se aimia enconlra-lo.
X feriJa n.io mortal. M Maniscalco O um carc-
ter vigoroso e um fuitcioiiario muilo capaz,
iis lenho ouvi.ii) censurar excossos ov zelo
deri
Eu rosdisseqii i linhasido techada urna ly-
ia, e presa muita gente a proposito de
Commissf&o Aiislo-ltncsilcira,
TREZAS.
Artigo XIV.
jamos agora quaes sao os deveres da cora-
o para com os reclamantes por prezas.
;/ o relalorio do Sr. viscondu de Haraneua-
em 1858:
...Ogoverno imperial procura enlcnder-sc
a legaeu briannica sobre o modo de rcsol-
lmliva e equitativamente, por meio de um
executados ns Europa e na America : e por estes
indicios tereis j ade inhado, senliores, jijo eu
voii pronunciar o nome do venerando Hnmboldi,
o qual viven e fez bastante para que, sera quo-
l.r.i da propria modestia, podesse npplicar a si
mesmu as nieinuraveis palacras proferidas no
momento extremo por outro sabio de sua igua-
Iha, o tambera seu conterrneo, o famoso Tycho-
Brahe.
< \cc frustra vixisse vidcor.
<: Esl aberla a sesso,
Relatarlo do Io secretario interino conejo Dr.
J. V Fernandes l'inheiro
. Senliores.O sol da monarehla, aquecendo
as regios do equador, deixa-nos emolios as
sombras da saudade e no maior dia do Instituto
razias Reara duas cadenas oude se sentara o ge-
nio e a rirlude.

complexas ao grande problema da acluadaile. volemia das academias c sociedades scientilicas
Abslenho-me do emittir ura juizo sobre objeclos o Iliterarias, assim como das petsoas quemis
que me sao perfoilamente eslranhos ; leva-me, vivamente! se inlcrossam pela prospendade do
porm, a pensar que exactas devem ser as dedu- nosso Instlelo,
coes do nosso laborioso consocio, a mu allendi-
vel circumstancia de haver-so elle circumdadu
dos melhoros e mais autnticos documentos para
a confeccao desle Iraballio
;< Um nosso prestiraoso consocio, a quera im-
porlanies fuuccoes diplomticas conservara lon-
go do nosso gremio, deu-nos esle anuo ditos
exuberantes pro as do apreco que lbe morece o
Instituto, e do quanto fol
iiisuiuto, e uo quanto lolga em coulriliuir para I los empregadus do Insiituto, aos quaes longa I jez eabraiiste
asna opulencia iliteraria Com prebendis, se- pralica, bastante intelligencia acrysolado zelo smiedade geo
nhores, que me refl'ro ao Sr. Dr. Oomtng los recommendam a vossa gralidao.
Goncalves do Mogalhes, que, nao salisfeilo de < Passarci a tratar das nossas coramsses.
nos haver brindado cora a biographia de seu ve- Dependentes do serios estudos mo- parle das
librando mostr, de queja vos failei, reraellou- quesldcsque Ibes sao subrneltidas, nao polcm
cisas copias, e remetiendo varias obras perten-
cenles biblioiheca amciicana que alliexistiam:
o segundo proraettendo-uos a remessa do quo
houver na repartidlo a seu cargo, e o trreeiro
fazendo igual prom'essa c addicionandu-a com a
relacao dos mnppas dos terrenos limilrophes
existentes em sua secrelraria, no que foi imitado
pelo Exm, Sr. ministro da guerra. Dignera-so
SS Excs. de receberem por meu humilde inter-
medio o testemunho de gralidao que nesle dia
solemne lhes vola o Instituto.
Almojando por completar a correspondencia;
de D. Diogo de Souza, rapitao-general du Rio
Grande do Sul com o rice-rci do Brasil, relati-
vamente aos negocios do Rio da Prata, que nos
anuos de 1S56 a 1857 lhc fra offerecida pele
laco a despota, restando-nos algum nosso prestinioso consocio Sr. conselhero runi-
io mond, approvou o Instituto a proposta de outro
digno collega nosso, o Sr. conselhero Azara boj a,
para que Ihe ossem entregues esses docuraen-
los iiicumbiudo-o de to ti til tarefa.
Prestou o Instituto a sua adheso a selo
propostas do nosso infatigavel e prostimoso con-
socio o Sr. Joaqmm Norberto de Souza e Silva,
alim de obierein-se das autoridades competen-
tes varios documentos de i.ue necessila para a
sua lliitoria da conxpiraro mineira de 1789.
Tomando sobre si o nobre encargo de rehabili-
tar a memoria desses hoinens, cuja idea, por
prematura, se malograva, qoiz oSr. Noroeito
rendir sinceri lionieuagein ao excelso, principo
em cujo reinado pode fulgir verdade era todo
o seu esplendor, e tributando ao mesmo lerapo
a sua gralidao pelos raeios que lbe facultoii do
proseguir em seus laboriosos esludos, com | ro-
veilo sen, honra nossa e ulilidade para o paiz.
a Foi final mente encarregado na ultima sesso
do Instituto o nosso iiluslraJo e aitivo consocio
o Sr. coronel Hcnriqic de Beaurepairc Rohan
de examinar com o seu lianiial (liscernmeulo .-
memoria militar que sobre os limites da provin-
cia de Mailo-Grosso escrevra o Sr. brigadeiro
Zepherino Pimeotel Muroira Freir, o parecer
do nosso dnnio collega viva luz laucar sobro
oa materia do mais subido alcance, deliberan-
de mais tarde o Instituto acerca da putlicnro
de ambos os liabalbos as paginas de sua R-
ntela.
Continuara, a obsequiar-nos os Exms. Srs. mi-
nistros de estado o presidentes de provincias
com a regular remessa dos seus n-laloi -. cuja
collecQao turma boje unta das muiores preciosi-
dades da nossa biblioteca.
Esforca-se a secretaria era manieras boas re-
lacoescom academias o suciedades eslrangeiras
agradecendo cora preslesa os seus donativos o
relrihiiindo-os com a ofTerta das nossas Revistas.
Envioii-iios a academia de Batavia alguna
volumes das suas memorias escupas um hollan-
udo os anuos do I8-"1857 ; a
_raphica du Paris ura a serie du
seus bultetins dos anuos de IvJls.",s o ob-
servatorio astronmico de Munich OS Seus ,t/l-
naes e Ephemerides; easocicdale de sciei
cipio de nossas futuras reunios. Ncnliuin de
vos, scuhores, dcsconhece a v.mtagera de serae-
lli.iui. euipreza, e mais de una vez tereis la-
mentado comigo a ignorancia cm que nos adia-
mos acerca das preciosida los que cncerra a nos-
sa livraria, aunualmeute enriquecida pela muni-
ficencia imperial, pelos donativos do governo, e
pelas importantes dcquisieoes dcvida3 bone-
'ni I: -1 se acha a nossa /;, isla, cuja ven-
da e assignaturas, que erara a anuos una ver-
'a intil em nosso ornamento, chegaram para a
eucaileruaeo de 8S volumes da nossa bibliothe-
ca que disso mais necessitavara. Com a maior re-
giilaridadc lem proseguido a nossa correspon-
dencia, sendo eu era todos os trabalhos da se-
cretaria e archivo fructuosamente auxiliado pe-
los empregaJos do Instituto, aos quaes Ion
nal o raes de Neuchalel quatro volumes de seus
nos nina extensa e erudita memoria leudo por ; s seas pareceres seren apresi na.los com a ra-, bultetins e tres de suas memoria*
Ululo Os indgenas do Brasilperante a his- pidezdesojada ; compensa porm a derqora que' Avultados donativos feilos por particulares
tona. O profundo cqgitador dos Foclo do por ventura se possa notar era seus trabalhos o ] enriquecern! esto anno a nossa biblioteca dos
I-orcoso foi porin obedecer a una augusta espirito humano, o inspirado bardo dos tamoyos cunbo da madureza o da reflcxao que os caracle- \ quaos nicncionarei a|"iias oreferindu
vontade, que nao qniz que interroinpidn fosse o quiz ciugira nobre fronte com o diadema da bis- rianm
nosso cyco-lilterario, laneando-lhe de !onge o
refiero de sua munificencia.
< Na era da eieclricidadc e do vapor a decada
subsliluio ao seculo; permittir-mc-heis portanto
que vos record que celebrarnos boje O nosso
dcimo anniver-
que o buril dos !
GuiZOtS e dos
lile geral, aquellas recia macoes, c as que lo- jubil.-u. que couii.iemoram.is o
iihaue fazer prevalecer por par- de subditos s,"'' cssa memoranda poca n
nsaa- mais intima relacao lera cora'o objecto dos ns-
Devidamcnto aquilatando a nobre commis- sos trabalhos
sae de admissao.de socios as elevadas qualida- .. Remelle-nos o Sr. Avezac um lumi
nao se enfraquecta cm sua vigorosa w dos Srs A. I), de Pascual, autor do urna ex- opsculo relativo s viagena emppehendidas por
callente memoria com o modesto Ululo de Ore- \merico Vespucio por ordem do governo hes-
vesReflexoes Histricas ; padre Lino de Monte panhol, e as medidas itinerarias empregadaS pe-
Cormello, il.usi.-e plmarcho do clero Pernambu- [us martimos hespanhoes o portugnezes
loria, e mostrar posteridade
Niehhurs, dos Mnccoulays, dos
Herculanos
dextra.
. Vingar os nossos auloclhones da negerrima
reputacao que Ibes crearam os chronistas ; ca-
que o mou elo-! mcrilhar uo sclvagcm o gormen do bem, deposi- i cano, cujas biugraphiasi ira lauto talento ese-re- Cc
nrasileiros, pcovenienlcs dos aprezaracnlos ille- T'cnU! antecessor denorainou de gloriosa liogi- lado nos arcanos do coraco pela mo do Eler-
gaesl e vilenlos de navios brasi'leiros pelos cru- "' Dous lustros, senliores, se tora volvido do- no, era sera duvida urna bella eiuproza, e d
. I res britanncos, encarregados da reoressan P's ''" Brande dia era que o imperador, sentan- incumbio-se o nosso Ilustrado consocio, illurai-
ii
paia
paizi
minis
impo
' l.l II
raeio
juizu
ranli;
n
siler
rele
No
e.io, na qua
r,:::.i
u o pe pieno jornal clandestino, que se publicava |'" '' '''"' "
em Xapol s. A pr iva evidente de que as pri- V? "''.!*,'
s. > eram injustas e a lypographia innocente,
qu.....piarlo numero desta folha leraeraria op-
| i sabbado passado aos narizes e bar d
i. Conipreheudeis quanta audacia e recur- j
sos ;.' ti para escrever, roinpor, impri-'
mir, e r-; Ihar cun piofu io achei trosexera-
iidos nao so do onde, soflre minha
mes i) (im lico contra o governo '.'
Esl larlo numero contera informaeoes so-
bro os negocios da Alia Italia, a regencia do
principe de Cartgnan, a misso do coramendador
Buoncompagui, as disposii.oes da franca e da
iii,.l..lena, da l'iij.-:a e da Russia, todas estas
cousas passadas i ni -:. a io; ou contadas inex-
nclameule pelo luaru >l riel ; cen depois oni
convite a respnndi i > loscripcao do Garibaldi,
vera lii i i.- iiiien
< Traduzo para vossa inslrucijo dous trechos
'.' uiiiiiiu artigo. i
. a |ui urna '''-. i enre mil. Um res ripio
so:>oruno, emanado lecentcmonlo, prohiiiia aos
sitados occuparein cadeiras na unlversida-
''. I nroulro reirriplu soberano linlia aberto
um concurso'para a cadeira de dreito e proces i
penal. Muilos mancebos de mrito se haviara
pi i!os' a espero-
vara cora auciedade, ha dqus anuos, que fosse
: n as Era lug ir disto iii
lerceiro rescripto, aun liando os dous primeiros,
i"Mi ia pai .i pr fe ssor de direilo
;',ido gi ; ,i| ante
Santa l'obei ti; !
iln du ; : ii i.:..: r', la graa-corte civil, M
ii lambeui que duas outras
idlica e de adminislra-
:, c infladas ao ex-rainislro Murena
: ao ex-direcloi do interiui c da polica ll.au-
cliiui.
ligo erno li ue q io a caristia do po"bgilu
o, e, em vi de lomar modi las niporluiiaa
i'Gicazi >p ra rom un l i rau le al, taz
_a repressan
lo I: ilicb. L'm pereilo accordo sobre todos es-i "s^
i assumptos estabeteceria aquella cordialidade,
que ne:n sompre lera sido possivel nianler as
rea.-us polilitos en'ro os dous pr.i/. s. ..
Einre os apponsos ao relalorio do Exm. Sr.
Para ilios, em 1850, rom a ola do Sr. Campbell
Srar i'lt ao Sr. viscondo de Maranguape, era que
aque le rayalleiro declara que a cominisso de-
vei i iccupar-se de todas as mutuas reclama-
i [ne, oxistindo desde muito tempo tinden-
os | i- pazes, leeni ficado seiu solu-
a independencia do Brasil al
luje.
ualmeute a respnsla do Sr. Maranguape,
i^il este diz sero fin da ronvenco ir lermo
enip're a todas as reelaraates de ambos os
ale a dala da dita convencao. t proprio
ro, Si. Paranhos, ao dar conla ao poder
livo d i novo arranjo internacional, diz que
un ha muilos anuos de decisao varias e
mies recia macoes de subditos brasileiros
o governo de S. M. Briannica, que por
no raeio do seus subditos, o halando cora
caduceo do pragresso no roclicdn da indifTi rrn-
tisnio e do desanimo, fez rebentar a cristalina
limpha da esperanza e da coragooi que nos lem
saiiado. Em duas bera disliiidas phases se po-
de dividir a nossa historia acadmica ; na pri-
meira vemos alguns generosos alhlelOS .susleiido
a nboboda do templo das lellras prestes a subver-
ter-se ; na segunda contemplamos o magnifico
espectculo da locomotiva do progresso devo-
rando o espaco ao aceno da imperial dextra.
v< Gracas a este poderoso innuxo, pasmosa fui
a ferlilidade do anuo que acaba do Sudar-so, c
que singiilarn ente contrasta com o aulerii r, a
nan lo-a com os esplendores da scieiiria. Desde
de
ominava
arela I
coj
n l
-u.; ;
ando
ung,
na
mi.i.
le i s
i:, p'
dorar1
. ir de direilo penal o a Jvo-
a coii sii| rema de juslic,a, M.
' iiii .; i coiiinier ; i!, o subs-
que o Sr. Porto-Alegrc
eclypsc e como se tora dado sua vasta intel-
ligencia o perlificar o futuro, augurava-nos na
ultima sesso magna a abundante ruesse que ru-
inemos comparando as b thargia
Irans.irnrn oes da cbrysalidJ.
pela
Jesla commisso sao subraeitidos a ura
irbitral, offerecendo aos reclamantes ga-
s de itnparrialida'de e aceno; acresecnta
Exc. que n asi lodosos recloniaeoes bra-
rocedeni do oprezamento de navios a
lo do trauco.
.'nudo artigo citamos o leor da con ven-
xplica que se deuo-
iijuestoes penden'.':* todas aquellas rom
olneo um ou outro dos dous gov rnos se
auver conformado. Assim o cu leude, por
'erra, Senipie liouia-la
Sua Magostado totora
o dia em que O seu
publico !evou-o a visitar as provim
i- !a pro-
as sessoes deste anuo al
acrisolado amor pelo bem
le reconhecer o Ente Suprem
.1 nhanga o principio do mol,
Iteraras s que a sua misera surto busca arrestar a tiuma-
nidade. V uas moniauhas asues o paraizo dos
indgenas, nos pagis os sacud les que era suos
' ci osas c diffi :eis iniciaeoes fazem lembrar os
nos camucins ou ignara
vera: Braz da Costa Rubira, erudito compilador bn
do Vi tabularlo Itrasileiro; l>r. francisco Igna-
cio Marcondes Hornera de Mello, cujos Es-
llUloricos Urasilt iros proraellem-iios n lis
um eximio cscriptor ; capitn de mar o guer-
ra Lourenco daj Silva Aranjo Amazonas, que
em seu Diccionario Typographlco da nossa
mais septentrional provincia reveloii-nos ura
infatigavel investigador dos i;,., uros e tradic-
pitras; 1." leiiente Antonio Mariaiino
de Azevedo, intrpido explorador du nossas
breuhas, modeiiio Jaro, que era si-i cnlhusias-
em Ita
c
b'.ographo do Miguel Angelo, raineiro, o famoso
alcijudlnho; finalmente, dous benemritos es-
No seu grossoiro cullo deseo- Irangeiros, os Srs. Reybaud e Ceroiii, nolavel o
prini iro pelo sen- bello livro denoraiuado Le
liri i!; e o segn lo distincto traductor italiano
da Coufedcraeao os Tamoyos : spres m-se en
das nossas 11 i ni iras --oes era ler-nos
L-Ul
essa ingenua caria de Pero Vaz Caminha, certi-
ficado de baptismo da ierra de Santa Crzate a '
Historia geral d foram coinpulsades lodos os documentos,
seus niuil.is vezes conlradilorios j lestcmuuhos,
.io o nosso collega que nem lao barbar -,
nem lao ferozes erara os aborgenes brasilicas!
como uprouve a alguera representa-los
i'.oinecaiidu por aconselhur toda acautela na;
apreciaco das narrativas dos primeiros euro-i
pdos, pensa o Sr. Dr. Mogalhes que exagerados'
foroin os defeilos dos selvagens e descouhecdas
tas virtudes.
bre a i.'i da Provideudia, quo iucessante vela
pelos destinos humanos; era Tupan nao duvida
, bera como em
o onjo decahido
XV XVI. Vai derramar brilhante luz so-
os puiios litigiosos do dcscobrimento di
Amerua adiscussosuscitada no seio da socie-
dade de geographia de Paris, era que lio
linda parle lomou um Ilustre consocio nosso, o
Sr. Varnhagen, de tujas opinies aparlaudo-se
o Sr. Avozac, iribiila-lha a homenageui da mais
profunda estima o veneracao. Com proveitu
consultadosserao de ora avante ambos os Ira-
balhos.
i) Si. Dr. Alexandre Jus de Mello !H
fez presente 00 Instituto dos dous volumes pu-
blicados da sua Corographia historie
lir;......"';;:: ;' ~ ::: ,streu e"' Uapura unja nova j loji.t, nobiliaria e poltica do imperio do Brasil.
lchus; Rodrigo Jos lerrcira Brotas, ciegan!,. pazon.lo justica oosnobres e patriol c esfor os
des-<
ons
jusuca aos noires e pa
benemrito varo que, novo Ramusio.
..reg os documentos asparsos da nossa his-
toria, superando com singular energa os ol
de lo ardua emproza ; propuz de corabinacu
com o nosso axccilente consocio o Sr. Norl
a sua admissao ao seio do Instituto, que na or
iroposia .:o juizo
brahmenas da India
trionaes do sen imperio, apartando-se por alguns
mezes dos anglicos penhores da perpetuidades
da sua dyuastia.
No cortejo de despedida achou-se presente
urna commisso do Instituto, e pelo urgao do
seu orador exprimi o seu ardonlc anhelo el i
viajantes. Ik se
ias soplen- basas urnas fuera lias, testemunho do seu i '-
prospero regressodos imperiaos
jan lo ouii .-im registrar as na;
irle, n [iiS|
opoi-
visla lao Muslo aconleciiucnlo, incumbi ao nos
so sabio consocio o Sr, coiiselbeiro Mell i de es-
crever-lhe o itinerario dessa proficua digtessao.
Pioseguiudo era suas lucubrarS, era obedien-
cia ao imperial mandado, deliberan o Instituto
remoller a seu excelso protector, por interme-
dio do Exm. Sr. \iscoude de Sapucahy, a arta
(lo suas sessoes, o que cora a maior poutualida-
de lem frxecula !o seu activo o desvellodo s i -
gniido secretario interino. Approxniando-se a
, pots, indispensavel, para apreciaco da le- l'!,'"','; l'"1 T"! "s i|,1"s brasilciros se Jirigiremao
la la le ou HogalidaJe das presas, dividir o es- ?'C8Sn.r da.l',;l.!,'z! pora renderora boraeuagem ao
peilo pelos nontis o da crenca de una posterior
existencia; o >i loriosamoulc refala a assc
de Lery, invocada
nos- i- selvicolas a
lidade da alma. Comprova leu
pela nobre hospilaliJade com quo
tupniquH3 ao venturoso Cabial,
inas de si i Re- agasalho com que ao heroico Martn) Afon o ac
por Montaigne, negando nos
doce esperanca da itumorta-
cavallcirismo
receberam os
c pelo sin* ei'
uas n issas pnmi iras ssoes em ler-nos| ma deeslylo sujeilou a nossa
im iem (laborado parecer propondo que era da sua respectiva commisso.
nossogr moaitmildssemos lo prestrnosos va-: ., OfTereceu-nos o nosso collega o Sr. Dr Ho-
11> Concordando o Instituto com semelh ule mera de Mello a Narrativa U.,< rrri- ) que por
olvitro, regislrou seos nemes nos disticos ua as- (occaslao da independencia do Vhi'li, Peni e
\ Brasil prestou lora Cochrane; e como na parte
dos que nos diz respeilo grande numero de inexoc-
idoes se encontr, oriundas da paixo que
peanle a commisso as roclamacoes Yo-
swann e muitas outras, antigs e' moJer-
i ue o governo brasileiro tem encarado de
verso, e at vai ias era que se bao dado
es mni regulares do proprio poder judicial.
s, obvio que a commisso lera do reconsi-
e decidir todas as roclamices brasileiras,
s independencia, que o governo livor
lerado, ou considerar justas.
:..-!'
I
d.
tu.
Ne
le
-,' o boato que us negociantes sao causa
:' --.i Ca I i, visto o monopolio que fazem de lo-
sosi ...-. Verdade que, se ha falta de
porque II i (o muido paro a Austria
erra passada, e i >mos ccrle/a que grandes
orri,: Hlenlos |. rom m m lulos i.\< Poules para
Triesle. Scguora-se observo<;oes, que. eudeixu
i. tazer a i leitor.
i; iiujo que deve le lagar o bailo do ton le
racusa. Ir u re ou nao .' Tal a qui >lu
que preo i q i nesle rauniPiilo nina grande par-
i .ililno, e nao sera razo. i:' esle um
graco negocio do corlo, em que lutam duas in-
lluencias. e era juc jugara duas raiuhas, a viuva
de Fon i Jo Francisco II. Ojo-
venrei j gado entre estas duas autoridades
tem i.u.i-. Prende-soja um.i pelo respeiloreli-
-;.|!- que lem guarda lo memoria deseo pai ;
I icos do coraco. Al aqu osen-
limeiito fiiial lem sido mais forte, que o outro,
n.'iiui uestes ult mos diaso poder conjugal paro-
ii arrasta-lo. Islo serio, porque: a raiulia
wuva rene ao redor de si todos os personagens
doanligi reino, e a rigidez dos costura es, que
; irapor, i., ucee e consolida seusy.-tu-
rna do govenio. Se ella perda sua autortdade
1, breve.pe'rder sua influencia poltica. E
. que, sera ser liberal [ella 6 muilo jovon para
. a jan rainha lodaria, por sea ri validado
mu a raiuha viuva, a esperanca dos progressis-
t> muilo mu [erados da corle.
Oscorlezos dizeui que o rei liberal quando
disperta, ao meio dio quando lem visto os minis-
tros i ons mador, e absoluli
lera isi. Mari i Diereza.
Eis a ra/o porque com auciedade se per-
guiitu -' s. M- lio irar esta noito cora sua pre-
senta o baile do conde de Syracusa. lii/.era que
a raiuha viuva, nao ten do podido fazer valer
'I esta testa o pretexto do lutoreal, cujo pe-
riodo de rigor esli acabado, inuda-seagora para
una objeeco rei glosa ; aiuanliau o
domingo do Adenlo.
(J. Mamas.S
sla a uoilc quando
r
IBIOB.
RIO CHANDE 19 DE DKZEMBRO.
Da corta do nosso conespondente, que publi-
caremos ainauliaa, oxlrahintos o se?uinte que
nao dcixa de ler inleiesso pela persouagern a
quea o,/, respeilo
Por i uriosidi. le apenas aqui Iranscrevouma
.na que Gaiiiaiei escreve| ao editor do lira-
do do Sul. de Pololos, Domingos Jos de Almei-
da. Eis a sua ntegra :
-.< tfodena, 10 de seteuibrodo 1839.
Rou oslimadi simo amigo.Quando eu pen-
s no Riu Grande, nessa bella c chara provincia ;
quando pens no ueolhiiuenlo com que [uiroce-
bidonu gremio do suas familias, onde fui consi-
derado ii.ho ; quando iiio lembro das minlias
primeiras campaiiha* entre os vossos valerosos
t'Oncidados, e d >; sublimes exeraplos de amor
Italrio c de abii g.v;5o |ue Jellos reccbl ; eufi-
lempo pacluado em tres pocas.
ioc.Desde a separaeo do Rr.isi! ePor-
e.n 1822. at adata do trata lo de 1826.
lo nj i se ochava o Brasil ligado por
coniproinisso algum, nem mesmo pelos tratados
anteriores do roi fidelissimo. Que assim o en-i
leuden a propria Inglaterra, se reconheco pelo i "ll('"'l. '
: ler considerado indispensavel. para que : '
laes tratados vigorossem, estipular isso mu for- '
malmcule no ari. 2" da convenci de 182G (re-
digida, e torea imposta pela Gra-Brelanha ao
Brasil .
;' (poca.Desde o tratado de 1826 al 1813,
dala eni que expiraram os 15 anuos, conipcarios
era I83*>, o cora elles as eslipnlacoes d"s trata-
dos de JSI3 c 1817. Nesle inlervallo, nao obs-
lante as violencias que procederam a laes ajus-
tes, ser calilo lulo quanto houver silo prati- I
calo, em conformida le cora os ditos tratados e
iiis'.niccoes annoxas ; millo tudo quanlo se hou-
ver feito, em contradieco cora as clausulas reci-
proeamenle aceitas.
3* poca.Desde 1815, dala da extinecio do
tralado al hojo.Neste derradeiro periodo, o
Brasil se chava desligado de todo o compromis-
so convencional [excepto o principio geral da
abolicodo trafico era frica), o ludas as piezas
de navios brasileiros [or cruzadores britannicos
teem de regular-se pelo direilo commum das
nacoes, visto nao haver aulorisaco alguma que
dispozesse diversamente.
Nao licito confundir oslas pocas entre si,
nos jnlgomonlos da commisso, porquanto o que
em tal lempo n sob o rgimen de tal legislaeo
fosse defoso e Ilegal, sob outra legislaco' e
n'ou'io !.....po se lorn ira licito o impunvel.
Para que os decises dos agentes brilanni?os,
ministros, cnsules, comniissarios, arbitros, al-
mianiados e! reliquorum, tonham sido inpee-
caveis, misler que se guardassem as prescrip-
coes dos respectivos tratados, quaudo estes vigo-
ravam, e da le universal, era falla delles. Tudo
quanlo laes agentes praliearam contra lei geral
ou convencional, on mesmo conforme seu espi-
rito, mas atropelladas as formas, injusto:
panasunl aliq-uid fieri contra legan, vel non
sersata forma legie. Onde houver presa injusta
e illegal, ha a oinigacao de indemnisacau, nao
s pela Iheoria do direilo, mas pelas explcitas
eslipnlacoes.
Esto natural divisan, nos Iros pocas, nos le-
var, porlouto, no esludo d cadi una sebre si;
e aligiira-se-nos que lealnienlo estabelecidos as
bases de cada nina, a soraro de cada caso ser
siugelissimo, e a commisso, adraitiindo os saos
principios reguladores da qnesto, peder, muii
JUSU e snavemeiile, resolver todas as h_
sos. Ser esle esludo o assumpto dos se
captulos.
(Publicla.
herdeiro do hero do Ypiranga pelo seu feliz
natalicio, e profundamente seutindo o Institua
a temporaria privaco dess.i boma, rogou oo seu
Iheratii luais tarde os Tamoyos e Guayan
[nniimcr.is derauistraQdes da sua industria en-
3 o nosso consocio era seus arlefacli
conslroccao de suas tabas, e uessas pirogas e
jangadas com que urroslravan os furias do
ocano. Epilogando a serie de argumentos, lia-
bilincnlecoiicatenados, chama o Sr. !;. Mogo-
lli ;. s as vistas do governo impelid sobre a co-
1 ': se dos ni- is ....g.'ns, e termina forman-
do votos para que ao gremio da familia brasilei-
ra entrera os pailas da nossa civilisoco.
Devo a geographia patria ao incancavel vi-
gaii i de s. P.orja, em raissocs, o Sr. Joo l'i dr >
lt i subido
5| lores do estado novas provas livemos
. lo inn i, sendo urna das mais salientes a con-
; ic nos \i. o Exm. Sr. ex-minstru do ira-
porio i crea da prioridade da iutroducco da
a m na no Brasil O Instituto, gratu a esto novo
teslemuuho de consideraco, incumbi sua
segunda commisso de historio de examinar too
importante maleris, recommenriando ihe a pos-
sivel urgencia. Breve foi o lempo eniprcg dona
pes-juiza o estudo dos ne jss ii >s I i :um mi I is ;
o i sesso de 23 de scterabio ouvimoscom ver-
pa-
I ra salisfacao um luminoso e profundo
re i em que se declarara que a boma de I i
signalado servico pi rlenca ao marqnez de B i
bacon.i. Coiiformando-se com o juizo da sua la-
-i commisso, e respondendo nessa con-
u o Ins-
suos luzes
digno presidenlu de nomear urna commisso dos
: le oo governo imperial, i
i .! i de pode:- prestar-lhc o apoto d
e di'dicic.i.
< Grande numero da propostas, irrecusavel
leraunho de nctividade iutcllcclual que ha
Gay, una minuciosa memoria que nos foi lida I pouco vos assignalei, foram a presentados eme-'
pelo nosso digno consocio o Sr. Antonio Al- reccrara o beneplcito de nossa asso aeo.
vares Pereira Coruja, lelativa s lhas que se
achara no rio Uruguay, desloo Passo de S. Bor-
ja at a uz do Aiapebv-Craude. Se na Europa,
seus membros residentes em Pernambuco alim
de satisfazeicm a to grato dever. Toes sao, se-
os pblicos teslemunhos de piolan la nJu o mais infinitsimo territorio se acha d..
e respeitoso rccoiiheciment que jul- criplo e dermarcodo, sao cora prazer recebidos
;ou o Instituto dever prestar aos nossos augus-i Irabalhos do igual quilate, como nao dev-los-
los inouaiclias, lamentando o lionera ellos mili-
to quera dos senliraontosque animara
Diversos o succulenias memorias occuparara
rsle auno a nossa alleneo, das quaes pa.--.irei a
dar conla, erabaciondo-as no prisma do meu ru le
' o.
hemos apreciar nos, cujo iiivcntario lopogr.iphi-
eo to exiguo o (uic to errneo se aprsenla ?
Honra ao beiiemerilo sacerdote que desl'arte
isagra seus miugua-Jos lazeres enurai
riquezas de sua pan a adoptiva.
Trouxc-nos, onlrosini, o contingente do seu
desinteressado civismo, um respoilarel prelado
da groja fluiuiiieii.se, por inlermedio de ura nos-
so distiuclo consocio. A descripeo de um rio
subterrneo que corre as viziuhancos da villa
I Lagarto, provincia de Sergipe, Icila pclolllra.
Propozoran lodos os nossos collegas, pre-
deSdejutiho, que fosse elevado
categora de socio honorario um desoais b:i-
s luzeiros da litteralura patria, ura dos!
isiduus operarios de In.ititiito, e seu be- ]
neuierito l. crelario o Sr. M :;v\ deAraujo
Porlo-Alegre, tuja saudosa partida para a Eu-
ropa lao graudc e sonsi vel vacuo deixou enre
nos. Intil inspirara, foi, a pedido do referido nosso con-
socio, rom. Hila primeira commisso de histo-
ria, c jo parecer aguardamos.
Recebmos por parto do Sr, Ch. Rebeyrolles
o primeiro fas.-iculo do seu Brasil 'ton >. cu-
ja obra deve sor acompanhada de estampas de-
idas ao talento do Sr Vctor Froud, disl
photngraplio aqu estabelecido. Dignas sosem-
pre Ja maior anim.ico senidlionli s einpre: .
releva que coiibecido se lorne o nosso paiz aos
(Ibes do mundo civilisado, porque so dcsl'arto
pode remos victoriosamente responder as calum-
nias contra nos laucadas. Alguns dcsculpaveis
engaos introdiizirar-sc no tiabolho do Sr. Ite-
beyrolles, alias mui [reconimcndavul pelo vivo
colorido do seu cslylo, e mais que ludo pela
imparcialidade cora que avolia as nossas insit-
lucoi -.
Com igual prazee acolhcu o Instituto a re-
messa que lhc fez o Sr. Sisson da imporlanlis-
sima obra de que e ediior. So a Gafara dos Ir : -
fetro Musir nao poje se;- aiu U a biog
severa o desapain-nada quo deve ura dia jul
gar es protogouisl is do u isso grande drom
lilico, nein por isso meaos curiosa, nem exi-
guo servico presta historia, arrancando d es-
quocirnenlo muilos toctos que debaldc um
com afn se buscariam, rullectindo era suas
ginaa as varias rresda actuolidade.
Mandou-nos, o nosso consocio, o Sr. ii n
oioiiel Jos Joaquim Rodrigues I.upes, a mi.i
m". mons
e Rvm
Silveira, e lida pelo Sr
la, levanlou-nos urna
nbor Anlonio remandes da
Dr. Claudio Luiz da Cos-
dobra desse esmeraldino
engenI
Envou-nos de Por'.s o nosso Ilustrado con-
socio, o Sr. Dr. 1). .1. Goncalves de Mogalhes,
urna inleu ss.mie biographia do eximio orador
sagrado o padre mesirfi Pr. Francisco de Mnntc-
Alverne, que foi lida n'uma das nossos priraei-
ras sessoes. Cheia de revela^es importantes,
de confidencias intimas casadas no seio da ami-
zade, cncerra este Irabalho curioso, porrai ores
sobre esta singular existencia, que depois de lia- manto que lana opulencia geolgica oceulta.
ver deslumhrado seus contemporneos pelo bri-
lbantismo de sua oloquencia, suiuio-sc uas soli-
dos do claustro pan della sabir um dia raois
fulgurante do que jraais o (ora no zeuili da sua
prisco gloria V. porm como phtlosopho que mais
de perto o aprecia o es< larecido autor dos Pactos
do espirito humano, reconbecendo (ne magia
do sen cslylo e fascinaco que exercia sobre as.
verdes imaginacoi.'S deven o grande franciscano
essa colossal nomeada de quasi raeio seculo. Ite-
duzido s suas justas dimensoes nao deixo por
isso Monl'Alvcrne do ser umgr'inde vulto hist-
rico, o ultimo Dintel desso gloriosa cade.i foi ma-
nigual utas.
o e por nao menos
liante propo- nao n cessil i de ser votada, Plani Distara, ou Resumo Synvptico-Hislorico-
las'.iraando ledos os socios ausentes que lbe tal- Genealgico do imperio do Brasil e do reino de
Portugal, e das familias reinantes neste dous
paites locoiileslavcl i boje a ulilidade de -
i m el han les trabalhos, que pcrmitlcm que n'ura
rpido ciliar se possa entramo conheciinenlo do
objeclos cuja cniplexidade exigira longos in-
vestigog&cs. Merecedor dos moiorrs encomios
o nosso distiuclo collega pela ordem e clareza do
seu melhodo, queseguindo a Irlha eslreada pelo
a Anhelando sublrabir us ossos do Pindaro, LeSage. sroudesranlhoramentos receben.
lassem as suas a
a Igual d'.sliiiceo e por nao menos honrosos
ivos, i d rauis larde concedida a qualru llus-
li i asileirus, cujos iiomcs importo o mais
pomposo elogio, c os quaes com espeito csta-
u os habituados a proferir. Foram piles os Sis.
Drs. Mogalhes, Silva, commendadoc Varnhagen
e brigodeiro .Machado de Oliveira.
Tambera coube-me a honra de enlreter a'
benigna atleuco do Instituto cora um estudo
histrico, a que denomine! O Urasil Hollandez.
O imperioso dever de retalar-vos lodos os suc-
cessos do nosso anno acadmico, constrango-me
a oceupar-vos por alguns instantes cora a rose-
niii das materias coudas nosse grossoiro Ira-
balho,
brasileiro, o eximio Caldas, Jo olvido c proana-
i o, approvou o Instituto a proposta de alguns
ii i seus membros para que se deligeiiciasse, por
n do u una commisso, e suficieule souimo,
a lira de erig r-se-lhc ura tmulo. enhiim an-
damento porra pode dar-so a lo patritico de-
sejo, por informar-nos o digno provincial dos
franciscanos que irremediaveliuenle perdidos es-
li vom os restos do celebre prega or ilumnense
As cartas sobre a provincia de Santa Catha-
rina, escripias pelo Sr. Jos Goncalves dos San-
ios Silva, e oflerosidas pelo Sr. Porlo-Alegro,
s"o documentos do zeloe sincero patriotismo do
ura respeilavel aucio, que consagren seus laze-
res a rectificar muilos equvocos que na historia
e geographia de sua provincia se haviara inocu-
lado. A pedido do respeilavel offereute toi o Sr.
Sanios Silva proposto para membro di Instituto,
da
Scmpre julguei o periodo hollandez o mais
pico da nossa historia, e desdos mais verdes
annos lia cora atlcncao osnarialvas dos nossos
chronistas, o exiosiova-me perante lanos actos
i lera o Instituto tomo diligentes alme-1 serapre solicito era franquear o seu in
pelos preclaros iiotucs dos Caldas, S. Carlos, I de herosmo da guerra brasilica dos 30
anuos.
niras ns seus socios correspondentes as provin-
cias do impeiio, e nessa conformida lo lera por
varias vezes iueumbido-os de graves rommis-
soes. E' sera duvida una das mais nolaveis a
jue, [v.r pro|iosta de varios membros, acaba de
Agglomerrase porra as duvibas cm meu espi- encorregar ao seu socio honorario o Sr. briga-
Sampaios e Januaiios.
Em esperanzosa mancebo que acabara de
deixar os bancos acadmicos para aentar-se no
senado da Iiisoiia patria, deu-nos momentos de pausa esle poni dos nossos anaes. O murado ca dada por um jornal da cidade de Santos re-
inelfavel prazer leudo a biographia do nosso pri- inicio das mnlias invesligaces offerecio-o ao;Ia.Uva ao ilescobriraenlo dos restos de ura navio
rilo a propon;.
res, e d'ahl
;rcsso aos
que se identificara cora o seu pensatueuto.
De vemos 4 generosidade do Sr, conselhero
I. M. Mscenles de Azambuja a Etposican feita
ao presidentt da republie ; /; A ico Grana tpelo
ministro das reluceseetrangeirai r. Lourcnso
Mara Elesas relativas ao tratado delirado HOMO
Instituto, que semelhonle a isses ros gigantes encontrado no sitio denominadoPocotermo
., nosso archivo todas as negociacoos concernentes
niescos de que nao despiezara tributos de incogniim rega- da villa de Katihaera, aos quoes se allribue una s nossas fronteiras.
j Marcondes tos, acolhe a losca pula do humilde operario! grande antiguidade -Nem serapre coreadas de Remolleu ao Inslitulo
raelro presidente, o viscondedeS. Leopoldo. Ve-
dara-me eslreilos vnculos de parentescos
ncompanar o Dr. francisco Ignacio
Uomera de Mello no juizo qiic forma do autor dos com o prasentero semblante com que recebe as
preciosas geminas dos morgados das letras.
Qualro sao as divisoes da minha memoria:
< Aualysei na primeira o eslado do nosso paiz
quando o invadirn) esses sudases navegadores,
que haviara alegado no Zuyderze os lees de
Casteila, e esbocei a fnndaco da sua colonia
americana. Bosqucjei na segunda parle o gran-
: dioso quadro de ura povo regido por sabias leis e
por ura grande hornera,
dos seculos.
das causas
llandez, o
que coiisultava noves esciiplo- ; deiro Machado de Oliveira, para que baja de ve- mesmo anno entre o Brasil e esse ciado. Nin-
ardente desojo do estudar com rtllcor o grao de veracidode que merece a noli-; guem desconbecera a importancia de urna tal
acquisieo, que contrbue para a rcalisaco do
proposito em que estaraos de reunirmos
eui
Annaes da Provincia de S. Pedro, tuja memoria
deve ser grata ao nobre contemporneo que lo!
fragantes flores espargio-lhe sobre o Inmolo. O I
diamante s pelo diamante deve ser lapidado :
digno era o joven e espininoso cscriptor dosj
Estudos Histricos de cooaprehendor e iulgaro
grave analista, encanecido no trilhoda honra e
no cullo das letras.
feliz exilo semelhautes indagages, nieva que
nao se entibie a nossa sollicilude lembrando-nos
o sr.
O Sr. Itraz da Cosa Rubini, novo adepto da conduzido felicidad
ypoirie- i nossa associaco, pagou-lhe o tribute dd sua in- cujo nome avnli.ir com a prepassor de
iguintes I ^Hj^nea, kiido-nus una bem elaborada me- consagrei a Urceira seceo ao esludo d
mona ierca dos limites da provincia do Espi- quelrouxera a decadencia do Brasil Ho
conde de la
lluro ubi opsculo de lavra propria o intitulado
Principes peur la Fondalion rf?i colonies au
que ascolleceoes que boje formamos,constituir i Brisil. Par:, o soluco do grande problema da
a futura sciencia dos nossos archeologos. colonisacao de summa ulilidade ser o ouvir-se
i Se convra reunir era nosso museu os pa-. o parecer de ledas as pessoas que a esto ini| r-
droes erguidos pelos primeiros descohridores, os I tanle ramo bao dedicado suas cogitoees. Sera
madotrns das primitivas cruzes, os fragmentos I que possamos ocompanhor ao nobre conde em
dos navios naufragados cm nossos linda deseo-; todas assuasdeduccdes, louvamos-lhcoinleres-
nhecidos pareis, nao menos vonlajoso goar- se que era bera de ossa prospendade manifest.
dar o Instituto era seu archivo torios os docu- Eez-nes presente o Sr, Jos Amonio Rodri-
mentos concernentes historia patria. Cora este gues dos seus Apontamentos da populaio. tono-
intutlo den "
qu lhc
leu asna approvacao a tuna proposto graphia e noticias chronologicas do municipio
f.-a snbmetiida para que se lembrasse da ctrfade ae S. Joao a"El-Rei, provincia de Mi-
Rio, t do ilezembro de 5 859.
Instituto Histrico e GeograpUico do Brasil.
Discurso do Sr. conselhero C. Baplista de Oli-
veira, primeiro vite-presidetile, na sesso pu-
blia anniversaria cm 15 do correte.
No legitimo impedimento rio seu digno pre-
sidente, cabe-mc hoje a honra de annunciar-vos
desta cadeira a celebraco da 21a sesso anniver-
saria do Inslilulo Histrico Geographito Brasi-
leiro.
Como sabis, senliores, esta sesso destina-
da a uma solemnidade Iliteraria, em que, pelos
orgaos competentes, o dislinclo auditorio que
nos honra circuraslanciadntiietile informado dos
buido na primeira tlous importantes o inditos do Lzaro ?erna:nbucano, erguido do seu BO-pni-] as copias, dos docunienlos relativos nossa his-, Um amigo do Inslitulo coi
documentos, afini de conhecer-se qual a porco cluo pelo choque elctrico da independencia loria ; bem como a relacao dos raappas das nos- va-me '
do territorio concedido ao primeiro donatario, e lusitana, o rocebeudo
qual a deraareaco
este cora o seu "
qual fra o rio que nessa pica
e recetiendo o baptismo do fogu nos sas fronteiras que devem existir nos archivos
que pela parte de sul fizera motiles das Tabocas, duas vezes afugeniando os das secretarias dos estrangeiros o da guerra.
nl.o. Analisaiulo-o* moslra balaros nos Guararapes, e dictAndo-lh.es iinpe- I Cora a maior benignidade e sollicilude res-
p.iea servir para di- lioso a capitulaco do Taborda. : ponderain-iios os Exras. Srs. ministros interino
visa, que lao pouco respeilada tem sido. Tra- i Depois do haver catalogado as memorias
lando na segunda parle das ronleiras septenlrio- l que no decurso do cnrrenle auno foram levadas
naes da provincia, entra na aprecia'o de lodos j ao seio doslustituto, justo que vos falle do seu secretaria, e o publico, aos commissarios do'lns-
os aoligos documentos ; c eonfiontanda-os oom'rgimen econmico, '.o irabalho das coratais- Ututo, afim de que dellespossamextrabir aspre-
r-"......; .... wa ..*...-. .,.o. mu.su us iineiino
do imperio, da justica e dos negocios estrangei-
ros, facultando o primeiro os archivos da sua
de pronunciar osen nome, envin pava
a sua biblioiheca otradurco franceza des Fae-
los do espirito humano, feila pelo Sr. Chauselle.
E inluiliva, senliores. a gloria que dessa verso
nos resulta provando aos olhos da culta Europa
que a sciencia de Bocn e de Desearles conta en-
tre nos um dislinclo apostlo.
Por intermedio do nosso eslimavel cono-
ci o Sr. Porto-Alegre recebemos duas obras do


DIARIO DE PEftNAMBUCO. TERTa FEIRA 10 DE JANEIRO MT .860.
(S)
rane mrnln, aludas dos pretos lisiioeuses :
quero fallar do Diccionario Bliagrnphico Porlu-
Quez pelo Sr. Innoccurio Francisco da Silva,
e do Genio da Un,na Vorlugnezi pelo Sr. coro-
nel Francisco Evaristo I coni.
De ha milito que reidamavam o? estudiosos
un trahalho ueste genarn ; pois quo incompleta
aniiquada era a Bibliothcca de Barbosa. Corn-
prehendendo em seu plano os autores brasilei-
ros, con a resumida enumeradlo dos seis es-
criplns e notas biograpl.icas, concorre o Sr In-
nocencio da Silva, para estreilar os vnculos en-
tre os dous pavos, que partilo do commun
origem, professando una si rcligio e fallando
urna raesrn lingua, poslados as duas margens
opposlas do Atlntico, o guardando a sua pro-
pria aulononua, constituera urna grande e pode-
rosa raca. Desejosos alguna ntembros do Insu-
mi de'teslemunhar a sua veneracao para rom o
illustre escriptor porluguez, e condescendendo
om o desejoapresenladc pelo Sr. Forto-Alegrc,
propozeram o digno autor do diccionaiio para
nosso confrades.
Idnticas razes mili arao em favor do Sr.
coronel I.eoni. cuja erudita obra un magosloso
monumento aleado ao idioma em que fallaran)
J-'i rreira, Cu roes c Barios. Os vestigios que a
lii.gua dos conquistadores do mundo deixou im-
presos con) indeleveis caradores nos barbaros
dialectos da pennsula ibrica, a corropro gra-
dual e senskel do lattm classico al formar essa
lingua romana, quo as inv.'ses goda e sarracena
nac poderam supplantar, si o habilualmeiile ana-
lysados peln distinelo phlllologo, que ambiciono
anuentemente r-lo alistado entre os nossos so-
cien.
:< Para nao abusar demasiado da vossa ben-
vola altenc&o, porci aqu termo rezenha das
offrendas eom que ionios obsequiados ; anles po-
rcia que o taca |>erniitiir-rae-beisquc commemo-
ro a valiosa dadiva que nos fez o Sr. Dr. Ernesto
Ferrara Franja da sua Christomaihia da lingua
brasileira.
c.Oxal que lao nobre exemplo possa lor nume-
rosos imitadores, qne cora desielo e dedicacio
. si i lem os dialectos dos nossos aborignes !....
Qia itas riquezas se patenlearao com scmclhanlc
estado? Cuantos problemas nao serlo resolv-
dos .' E pora nos o tupio que o smscriplo pa-
ja os povos do Oriente, a chave do nsitos enyg-
mas, a lingua dos primeiros conquistadores, a dos
brahoMirea n dos pags.
i Bem baja o Sr. Dr. Franca quo, refocilndo-
se das suas doulas lucubra jocs jurdicas, lio
Uleis livros escreve indufcitaveis provas do sacro
amor patrio.
Como deveis saber, espera em breve o Institu-
to eoilar o lustrado c modesto joven ntreos
seos colaboradores, e lererai s lalrez mu pro-
Kimamente o prazer de v-lo sentado entre nos.
Mais nina palavra, senhores, o eu termino.
'< Trouxe-me boje a este lugar a Ici do dever,
e melhar que ningueui conhceendo o peso que
sobre miro lomara. Lcrabrai-ros portn que
mais avulla a belleza com o contraste: que vol-
cnica palacra do meu antecessor, cujas lavas da
eloque i-ia abraznram-nos do mais arden le en-
thttsiasmo, substituto, a paluda e fria narrad ra
que acabis de ouvir, oque a minha agrsteo
dissoiianto voz vio seguir-sc as melodiosas en-
dechas do nosso suaviloquo orador enloando
s"us saudosos threnos sobre os tmulos setui-
aberlos dos peregrinos das letras.
[Crrelo Mercantil, do Rio. 1
i; ti es u ni scrvi,;,i do prala pciraoi osuraVulti Una-
da para almnen, rom salvas, patiteiros etc., o
dous suarda-toncas da mesrai madeira, pojados
de difiranles pecas deservico do mesa de por-
ImJts, ao seu ainoi paternal, e ao vivo inloresse
que toma pela sorie e futuro de seus subJitos.
A urna hora da larde, pouco mais ou menos,
celana delirada de Sevres, do violtos finos de di- j sabio segunda ves S M. o Imperador, e percor-
versas qualidades, objectos do confeilaria e urna ; reu as igrejas conventos du S. Francisco, S.
rariedado de doces, notando-sc entre elles al- B Ca ,,, cun Sanla (j,,,
guns felos das mais apreciadas e esquesilas fruc- '. ....... n
las do Para. de Misericordia e hospital, a tgreja do Bosario,
A 6" sala a do toilletle de S. M. a Imperatriz. a das Mercez, o quartel de 1 .* linha e hospital,
O pavimento forrad- de lina esleir e as pare- |e o cemilerio, recolhendo-se ao paco as quatro
des de papol adamascado com lislras verdes. u0ras a~ iar(ifl
Esta sala est com gosto mobiliada. L'm lindo '
juarda-vestido. em cujas portas a madeira deixa
desenliar melindrosas palmas, um tocador de era-
ble embutido de mogoo e coberlo do pedra mar-
more, ornado com una serpentina de bronze dou-
rado com pingenles do chrystal e objectos de
boa perfumarla, um lavatorio da mesma madeira
As cinco horas sabio pela lerceira vez S. M.
o Imperador, o parcorreu o quartel de linha, a
cadeia, o quartel de polica, recolhendo-se as oito
horas.
Em todos esles lugares S. M. o Imperador
com um espelho no centro, tendo lodo o servico proceJeu ao mais minucioso exame, e tomou os
da mais fina porcelana do Sernos e ao lado urna mas cur0sos apoatamentos Je todas as insc.ip-
SS eiSo'SavesUr T nt^Seir'' f* *" objectos, que podiam pren-
um consolo de mogno, coberlo de podra mar-dora "ais circunspecta o des/alada atlencao.
more, leudo sobre elle coslicaos de bronze dou- j Por loda parte acompanhavam i S. M. o
rado com .ingentes de chrystal e urna bonita [nperador os mais enthusiasiicas vivas, por toda
SS2ta^^^ mais fe;vida3 d9monsl:a'
cadeiras de mogno, conslituem loda a rnobilia coes de contentamento, por toda parte os piraln-
desic bello e gradavel aposento. baos, e as parahibanss, vicloriavara S. M.
A 7" sala a docamarim de dormir. (Jsoa- 0 imperador, S. M. a Imperatriz, e a Familia
Iho torrado do lina esleir e as paredes de pa-
l*ara!iibu. :tlde 0 PACO 1.HPEKIAL
O prco imperial se acha collocado em um
ponto rentral do bairro alto, em que se divide
esta cidado. Occupa urna das mais bellas posi-
ces lopographicas da cidade, corrodo a facha-
da do rdiiicio ;io noroesle c o lado direilo no
sueste. Tem em frente um largo campo em for-
ma uuadrada e do lado direilo miro de nao in-
ferior diraensao. Domina um bello ponto de
vista ; pela frente a ra Direita desde o magni-
fico cruzeiro de San Francisco al a dos Trin-
cheiras, a ra das Merces. que corre em um dos
ngulos do quadro e outras que desembocara no
ampo ; o pelo fundo o baino baixo o no Pa-
rahyba, que borda a cidade e o ancoradouro sao
os pontos de visla, que fechara o horisonle.quc
: olferece aos olhos do observador.
Na exlrcmidade opposla se acha planudo o
aro il assembla provincial, boje convertido
em nra grande saldo, em que a provincia pre-
tende oVrecer SS. JIM. II. um csplenJido bai-
le pela visita que se dignaran) de nos honrar
N i centro, contiguo ao paco imperial, se cr-
guc um bello ten.ilo, que ou'n'oia era o collegio
dos Jesuilas. Dcpois de sua expulsan, entregue
este templo i profanadlo do secuto, j nao linha
lie i sseio o deeencia, que sao iniprescendi-
reis morada do Senhor. Mas boje, gracas ao
i c sentimentos religiosos d. S. Kxc. o Sr. Dr.
Ambrozio I.eitao da Cunba, esic templo olferece !
.tos devotos o asseio e decencia neccisarias para
j celel ne.ao do mais sublime sacramentoo da
Bucharistia.
O pago imperial, se acha decorado com omaior i
asseio e siuiplicid ule ; mas quo revelam nal
< irubinaco das cores e na symeliia dos rnalos
Subindo-se por urna escodarla de podra de
ranlaria, que conduz a um corredor superior se
communica a diversos sales. Tanto a escada-
ia como o corredor se acham lapisados d'unt
fino damasco cor de rosa cora lislras cerdas e
aman lias sobre forro de esleirs.
A 1" sala a de espera. Esta sala esl com
simplicidade decorada. O soalho c forrado de
ras e ,is paredesde papel branco adamasca-
do. A mobilia c de Jacaranda. Ornam as mesas
jarros de porcelana don-, ida, casticaes de chrys-
tal e a do centro um lindo panno de velludo.
A 2asala a de recepeo de S. M. o Impera-
dor. Esta sala -..-l majini-Oca mente decorada. O
pavimenlo c coberlo d'am fino tpele avelluda-
dn sobre fundo branco, as paredes forradas de
um bello papel branco adamascado com snelas
verdes, as portas piuladas a oleo cor azul ccru-
no limiar d'ellas enconiram-so bous capa-
chos de li de carneiro.
Fluctuam em duas, que dio entrada, una para
" pilnele particular dcS. M. o Imperador e ou-
iro para a sala do docel dous grandes reposleiros,
<0'' bordado .' agulha desenham as armas m-
periaes.
Decora esta sala urna rica mobilia de Jacaran-
da, primorosamente enlolhada ao goslo de Luiz
XV, sobresahindo cune ella um sof pelo cuslo-
so labor do cutallio Por sobro os censlos e
mesa de nieio, coberlos de Uno marmore, dcs-
cancara serpentinas e candelabros de bronze dou-
radus com pingentes de chrystal. Em derredor
das paredes circulara arandelas. Grandes vasos
de porcelana dourada de Sevres ornam ns mesas.
ndo da sala existe um bom piano de jaca-
randa.
Esia sala se communica para um terraco i
co aberlo, que est ladrillindo com pedra mar-
inle o nado de jarros de flores com urna caranda
de ferro, que deita para o saguao do edificio.
pe branco adamascado.
No centro da sala estii collorada nina bella ca-
ma (raaceza de arable com guarnicao de mogno.
urna colcha de seda pesada de cor amarella sj-
bro linos lencosdt linho cobre um brando col-
chao: almofadas do selint cOr de rosa c ou-
Iras de amarello vestidas com l'ronbas de fino li-
nho rom grivos e bordados ;\ agulha ailornam as
cabnceiras da cama. Da cpula cercada de sane-
fas de seda verde se desprende por sobre a cama
um riquissimo colimado de linissimo linho bran-
co lodo bordado a agulha. Nos cabecciras da
cama esli enllocadas duas banquinhas de era-
I ble com guarnecidos de mogno, coberlas de pe-
Nra marmore, e aos lados dous capachos de la de
carneiro. Tuda a mais mobilia c do mogno. As
\idraras que se communican para este cama-]
rim eslao forradas de seda amarella com franjas
verdes-
A 8.a saia a do amarim de vestir de S. M. o
Imperador. O soalho c forrado do esleirs e
as paredes de papel branco adamascado.
K.xislem all : um rico guarda-roupa de mog-
no do mesmo goslo, que o do toilette de S. M.
a Imperatriz; um lavatorio de erable, guarneci-
do de mogno coberlo de pedra marmore, conten-
do lodo o servico do porcellana, boas perfuma-
das, e ao lado una bella loalba de linho fino
com bordado agulha : dous consolos de mog-
no com coberla de podra marmore granitosa,
Tendo sobre elles quatro casticaes de bronze deli-
rado llngindo figuras de < rpheu, urna linda eha-
ruteira com os mais linos charutos, e um peque-
no casii;al de prala proprio para a charuleira:
e una cama de mogno, cubera por urna colcha
de damasco verde, que oceulta um brando col-
chito, com almofadas de encost de sclim cor
de rosa, vestidas de fronhas de linho fino borda-
da agulha.
Em urna das paredes da sala pende una linda
adalia de lloco para depositar relogio, eni que se
contempla o mais delicado goslo.
A 9.a sala a do aposento da dama do honor .
de S. M. a Imperatriz. As paredes sao forradas
de papel escuro adamascado. Esta sala esl de-
ccnlemente mobiliada com trastes de Jacaranda.
As 10. 11.a, 12.a. 13., 14, 15.a salas esto
decentemente mobiliadas todas com trastes de
j ii rema.
A 10.' sala est mobiliada com movis de ja-
caranda.
Kas paredes desla sala se acham alguns qua-
drps, um em grande que conlm o catalogo do I
9 os_ capitaes-mores, governadores, governo I
provisorio, presidentes e vice-presidenles, que |
(em administrado esta provincia, desde o atino
de IOS al boje, oulro desenliando o planisphe- '
rio do mundo o o ultimo a planta desla cidade, :
| levantada pela capillo engenheiro o hachare!;
I'raoi i-co l'ereira da Silva.
17. sala a da oraqo de SS. MM. II. Esta
contigua capella-mr, da igreja do rolle-
tribuna da mesma capella, que a do pa-
sta esteirada. A mobilia de acarando,
o sobre as mesas casticaes de cristal.
tribuna, que doita para a capella-mr, on-
Imperial.
A' noite houve illuminarao em loda ciJade,
sen oxcep^ao da urna s casa, e leve lugar o beija-
mao que se dignou de dar S. M. o Imperador.
Erara dignas de reparo as mansiras silencio-
sas com que S. M. o Imporador recebia lodos,
eram mais um realce ssuas virtudes.
O batalho popular, que fui era corpo felici-
tar S. M. o Imperador, receben a honra de
beijar-lhe a mao.
Il'jmno dedicado a SS. MM.I1. por occasiiio de
sua visita a cidade da l'arahiba do borle em
2i de Jezembro de lb9.
De dezembro o vinte quatro
II ii u alegre, e fagueiro :
J se acha em nossos bracos
O Monarcha Rrasileiro.
sa
gio
co,
ten
N
de S. MM. II. Icera de assislir eclebracao de
actoslreligiosos, existe um gcuuflexorio de da-
masca verde.
Finklmente a 18.a sala a das oblai;oes de
SS. Mal. 11. Nella existe urna grande banheira
o ouIros movis de jurcraa.
cok-redor principal se acha forrado de esle-
ras e liiobiliaio lodo cora cadeiras de bracos,
leudo lun derredor das paredes globos domados.
Este (corredor conduz a um grande terraco a
co fechado com caranda de ferr, que deita "pa-
ra o iarjdini, ha pouco comecado sob a adminis-
trarlo do Exm. Sr. coronel Beaurepaire.
No pavimento terreo existen) outras salas de-
centemante mobiliadas para os criados do SS.
MM. II.1 una grande cozinha o una cocheira.
Em um l lorelo superior se acha urna ueharia
Temos por dita
Um Co d'anil,
Monarcha Eximio
De encantos mil.
Nossa excelsa Imperatriz
A maor das Soberanas,
llonrou com sua visita
As plagas Paraliiliattas.
Temos por dita (se.
Entre as N*ces do Universo,
Y. o Brasil mui di loso ;
ureo sceptro n'ello empunha
Um Monarcha estudioso.
Temos por dita o\c.
Parahibanos cantemos,
N'estetao felival dia,
A Pedro, ea Tirse bella,
Ilymnos d'amor, d'alegria.
Temos por dita &c.
Seja o Co sempre propicio
A Pclro, a sua Consorte,
Que feliz so tornara
O Brasil de Sul a Norte.
Temos por dita &C
Aos Augustos visitantes
Juremos sempre amizade.
Juremos ser sempre unidos,
Juremos fidelidade.
Temos por dita &c.
J. Tertuliano :Ie Medeiros.
[ A Imprenta. )
ERRATA.
Por ttlll erro de paginaran, sabio no Diario
de hontem, na quinta columna, urna pule do
interior, desde a palavraRecoltaatsocios
efleciivos,que se derc lor no (Ira da prinieira
columna da segunda pagina, anles do paragra-
pbo que comecaU Sr. commeu dador Lopes
Gonralves.
mecadu loi preso, e recolludo a cusa do de-
lelo.
Fuaa de presos.No dia 5 do correnle pe-
las 9 horas da manilla na occasilo em que se
abri aporta da cadeia da cidade de Goiauna,
para fazer-se o fachina,envestiram com aguarda
os presos armados de punhaes, o cacetes, e fu-
girara 21 dosquaes fu rana logo capturados 11,
conseguindo gozar da fuga os segrales :
Jos Guilherme da Costa, criminoso de morte.
Manoel Gomes, idem
Jlo Francisco Maciel, idem.
Flix Gomes Pcrcira, criminoso de roubo.
Antonio Gomes de Carralho, criminoso de furto
Candido Jos Darnos, idem, e desertor.
Pedro Soares Gomes, pronunciado por uso de
armas, resistencia, eferimenlos.
Argeo Soares da Cruz, criminoso na villa de In-
ga por lirada de presos.
Lucas Antonio Evangelista, pronunciado por fe-
rmenlos,
Antonio Jos da Silva, pronunciado por uso de
armas.
A bomba que d osgoto s aguas pluviaes
dos qiiintaes c silios das ras do Sebo, c Santa
Cruz para obceco das Barraras necessila de ser
aterrada dos lados, pois as grandes escavaces
que a temdescoberlo nao s prejudiiam o tran-
sito, como amccam o desabara en t della pela con-
tinuada passagem dos carros por ah.
Ser uielhor gastar pouco com um pequeo
reparo, do quo ler de gastar contos de res na
conslruceao de uuia nova bomba. Ao menos
este o nosso pensar.
Apo/ar das mais terminantes ordensdo Sr.
Dr. chefa de polica para que cesae o abuso in-
Iroduzdo uo divcrlimento que se usa na pre-
sento cslaeao sob a denominarlo de p resepe,
continuara estes abusos na cidado do OH nda, on-
de ainda so da o suenas bem burlescas e immo-
raes.
Por exemplo ve-se em um desles divertimen-
las iim caricato ajoelhar-se ante o Meniuo Jess
e ollVrtar-lhe urna galinha, dizendo,que nlo
tendo nada a offerccer-lhe havia para isso fur-
tado uma galinha, mas que resonhacend que
elle era mnilo rico licava com a galinha para a
sua pancaDepoisabraca-sc com uma das pas-
toras em comeca uma valsa diablica.
Em oulro as paslorinhas erara velhuscas filhas
de Jorusalcm que no meio das dansas.e cantigas
travavam umarixa de patarras, na qual latnbcm
toma va m parte alguns dos espectadores.
1'* preciso aue do uma vez se acabem seme-
llianles bacliinacs, lio improprias de um povo
cathulico.
I.S-se no Journal
la evo sabio.Est
Francisco, braueo, com i'i< anuos de idade, ilho
legitimo do fallecido AnUinio Maximino Si-
raes e Anna Joaquina do Nasrimento.
Mara, crioulu, nasrida em XO do maio de 1859,
filha deThereza, escravo.
Candida, parda.com 2 mezes denascida, (libado
Silveria, escrava.
Felicid.ade, crioula, nascida a 25 de novenabro
de 1859, SI ha de Juliana, eserava.
Antonio, branco, iiasrido a 2G de novembro de
1859. lilho legitimo de Jos Antonio do Nasci-
mculo e Eulalia Alexandiina da Silva
Casamentes :
Valfredo Camillo Pessoa com lfcrmina Franceli-
na da Costa ; brancos.
Jnaquim Gomes com Felcidade Mara da Concei-
lo ; prclos libertos.
I'assageiros vindos no vapor brasileiro Per-
sinunga, de Macco c porlos intermedios : ca-
dete Jos Hygino Xavier da Eonseca, Guslard
Munet, soldado Caliste Jos l'crreira, Joaquina |
Mara de Jess.
I'assageiros sabidos no hiato brasileiro Ao-
vaes para o Maranhio : Vicente Cdlaprene,
Francisco Pesani. Caetano Miranda, Jlo Basso-
le, Marlinbo Giusle o Julo Baplisla Sabino.
Foram recolbidos casa de delencao no
dia 5 deste mez, a ordom do subdelegado'do S
Jos, 1 menor.
No dia 6 foram rccolhdos3 liomens, c 1 mu-
Iher, sendo, 3 livres e 1 escravo, a saber : a or-
dom do delegado do priraolro dis!rielo 1, do sub-
delegado do Recife 1, do de S. Jos 1, do do Po-
co 1.
No dia 7 foram recolhi los 6 l-.omens, sendo -2
livres e 4 escravns, a saber : a ordem do Dr.
chafe de polica 2, do delegado do primero dis-
Irielo 1, do subdelegado do Recife 1, do de S I
Jos 2.
No dia 8 foram rccolhido3 2 homens e 2 mu- '
Iheres, sendo 1 livre e H escravns, a saber : a
ordem do delegado do primero districto :! c do
subdelegado de S. Jos 1.
Mataiiolro Pini.ic.o '.
Matarain-se no da 8 do correcto para o con-
sumo desta cidade 94 rezes.
No dia9 do mosteo 83.
MoimunuiF. do da 8 do corbeste :
Manoel Cascmiro dos Aojos, preto, solteiro, 50
anuos ; erysipella.
Jos Joaquim llibeiro, branco,casado, 55 anuos;
appoplexia.
Candida Rosa Rigucira Ramos Duarle, branca,
casada, 33 anuos: parlo.
Antonio Marcnlino dos Sanios, preto, casado, IU
annos ; bexigas.
9 -
A pergunla do Sr. Foreiro, feria pelo Dia-
rio de Pernatnbuco de 7 do correnle, respon
de-se com as disposices legaes a baixo trans-
criptas :
A viso imperial n. 25G de 15 defetembro de 1852.
Cuanto a enmara de Olinda rnmpre respei-
tar-se doaeao feita no Foral do 1537 pela regia
provisao de 1- de julho de 1678, doaeao esta que
c sustentada pela disposiclo do or. 51 g 14 da
l" de 15 de novembro de* 1831, que admitte as
conce-soes (filas de marinhas,puras o sontas da
obrigacao do foro, como o foi a de que so trata
apresenlada pela mesma camara .
Dos guarde a V. Exc. Palacio do Rio de Ja-
neiro, em 15 de novembro de 1852 Joaquim
Josc Rodrigues Torres.Sr. presidente da pro-
vincia de l'ernambuco.
Lei provincial n. 473 de 5 de maio de 1859.
Arl. 31. Fira approvado o aforamento feilo
pela cmara muncipal de Olinda ao Dr. Ignacio
Nery da Fonscea, do terreno alagado enlre a Im-
beribeira e a Poni de Motocolombia, que latera
par'o das concessoes regias de 1- de julho de
1078. ______________'
COx^lMfJitCBO,
PRAGA DO ISKCIFh 9 IIK JANEIUU D 1860. "
S TRES110UAS DA TARDE.
Cota.oes oiRciaes.
Desconlo de letras10 0,0 ao anuo.
Camoio sobre Londres 251[4 d. 90 d/r.
t'ampio sobre ParIs='J85 rs. por fr. 90d(v.
Francisco daine.de de Almeida.
.Secretario.
AI.PANDEGA.
Rendimonlo do dia 1 a 7 .... 70.986.i8o:'.
Idem do da 9......22.-565935!
99:552j157
MOVIMENTO DA ALI'ANDEGA
Volumes entrados cora lazendas
toai ateneros
Volumes sahidus
c
com fizendas
com gneros
68
312
"272
19 i
3*1
466
de SainX-Petesbourg
aclualmciitc em S. Po- vuinno Antonio dos l'ra/eres, pardo, solteiro, 23
PERNAMBUCO.
REVISTA DIARIA.
- Do sabbado para domingo (o [oreada a loja
Sr. Dubarry, na ra da Imperatriz,
do
conseguio o
na ra da
ladrao roubar otocentos c
donde
tantos mil
tesbourg uma pequea maravilha, cuja boiieza,
assim como rara intelligencia lera enthusiasma-
do todas as pessoas, que tem presenciado sua h-
bil idaae.
E nada menos que um clozinho que d pelo
nomo de l.elio. o qual parece exceder ludo o que
fazia de anlogo, ha quareuta anuos, o celebre
ministro, que leve uma reputarlo europea.
Assislimos, diz o citado jornal, a urna das sis-
socs de l.elio, e leslenuiiihamos o seguiute :
Jugamos com Eolio o domin; por acaso tire-
mos a pote, l.elio fez primero domin, dcpois du1
ler successivainen'.e escolhido no seu juno, com :
uma sagacidade espantosa, o dado corresponden-
te quelle, que linhamos jogado; islo sera hesi-l
lacio e com uma gtnude presteza.
Seguio-se uma pailida do whist ; o nem uma
s roz o iniotligentu animal se equivocou as
carias, que derla ogar, cenando quando assim
convinha, e baldando-se do mesmo modo.
Dcu-se-lhe uma serie de nmeros de 0 a 9, e
um menino Iho disse que linha 14 annos, Lelio
(ormoii logo o competente algarismo.
Algueiu lhe pedio que sublrahisse melado do
nuuicto posio, tmmcdialamente elle substituio o
numero 7 no 14.
Oulro menino disse que linha 10 anuos, como
na primeira vez, ello opreseuiou o numero cor-
respondente.
[)isseram-!hc que ajunlassc asduas idades, el-
le nioslron logo o numero21.
Mandoii-se-lhe q ic dobrasso o numero, i inme-
diatamente elle formou 48.
Finalmente escreremos sobre uma podra o nu-
mero 1877. Depois de haver allenlamente exa-
minado o algarismo, Lelio procuran os nmeros
I8-7 ; mas ionio na serte dos algarismos, que
selhe havia dado cao havia mais que um 7, elle
hesitou por nm instante; lodaris, como quero
lomavn una delibcracSo instantnea, escolheu o
quatro eo lies, e assim completou o numero exi-
o'do.
Que esle rao obedece a uma direcelo oceulta,
i ou s indicacoas do seu dono, o que pouco pro-
' vavel, ou que urna aculdade particular lhe le-
tiha sido dada pela tinlureza, nao menas ver-
dade que summamenle admirare! o resultado
obtido, e cerlamenle uma gran Je (elicidade
para Lelio, que elle nao lenha vivido na poca,
em que se acreditara eiu (oili^os, e se accendta a
fogucira para os punir.
ClDADES INTERtnnES EE BARROCOS. El-Ka-
ear,
Depois de Fez c Marraros, segu a cidade dH
El-Kacar-Kebir jo grande palacio. Esta rida
annos ; erysipella.
Manoel Quirino, branco, solicito, 19 anuos; ul-
bunienoneie,
Rosa Peres de Souza l.eile, branca, casada, -i
annos ; parta.
Mara, parda, annos ; bexigas.
Hospital de caridadb. Existem 60 ho-
mens 55 mulberes nacionaes, 1 homem eslran-
geiro, 1 homem escravo, tota! 117.
Na lotalidade dos (lenles existem 37 aliona-
dos sendo 30 mulberes e 7 horacns.
Foram visitadas as enfermaras pelo cirur-
gilo Pinto s 7 horas e 1/4 da manha, polo Dr.
Dornellas s 8 horas e 1/4 da manilla.
bem projrida de viandas e duelas de varas quali- 5ts em moeda.
dados.
0 pJC'
olhos di
adinos
pro vi mi
a si ni pin
pre notar]
cas conquielteram
paros a
ne
imperial desla cidade nao eflorece aos
observador uma decoradlo pesada de
trastes de cuslosos preces, como os da
da Babia e Pcrnambucoe tnicamente
dad(, a decencia e o asseio. Mas cu ra-
que os presidentes d'aquellas provin-
a decoraclo dos respectivos
uta comtuisso de ricos capitalistas o
iciaiill-s, que ludo envidaram para conver-
le-lo em Jumpiues.is moradas.
O Exm. pr. Dr. Ambrozio Leilao da Cunta, po- ,
rm, segulo oulro caminho ; tratou do mobiliar
o asM'iar o paeo Imperial nicamente com os re-
cursos dos cofres pblicos, s collocando all
trastes, qufe lhe fossem proprios sem recorrer
aos alheios. Islo nos parece mais honroso. To-
mou portal to sobro si lodo o Irnbalho desta de-
corarlo, eiique nao poiipou sacrificios o incom-
modos de lqualquer nalureza, que fossem, alim
de proporciunara SS. MM. 11. uma inorada com- I
moda, decolle o asseiada, como actualmente se
acha o pacnlimperial desla cidade.
As vistas Ido S. Exc, digamo-lo lambem, fo-
ram lelmcnij comprehendidas e execuladas pe-
lo hbil emtreileiro, o Sr. Francisco Soares da
Silva Retumba, que nao poupnu csorcos o fadi-
gas paia corresponder dignamente a confianca
nelle posta pelo Exm. Sr. presidente.
Correspondencias.
Senhores redactoresVictima de uma (orea de
sangue, que aUcou-mc a garganta no dia l' do
mez passado, eu Iralci de corabater esse lerrivel
inimigo: mas a molestia prngredindo era su.i
marcha zoinbou dos nieios einpregados ; e eutao
no dia 29, estando intuinecid.is as fauces e sem
que me fosse possivel engolir a menor gota de
agua, j sem re-pirarlo, martdei chamar o Sr.
Dr. Carolino Francisco de Lima Sanios, que in-
mediatamente so apresenlou ; e passandu a exa-
minar o meu estado de suude, observou 1400
nem ao menos eu podia lomar um purgante : islo
poslo applicoume um caustico sem perda de
lempo sobre a garganta, c com lio bom xito
que a medida que o vesicatorio ia queimando,
a respirarlo so me lornava mais livre. O Sr. Dr.
Carolino empregou lana solicitudc, prudencia e
habilidade no meu curativo, quo penhorando-me
em extremo deu-me o c011 heciment do uno ao
Sr. Dr. Carolino nao fallara nenhumas das quali-
dades constitutivas de um bom medico porque
elle paulatinamente, acorapanhou a mol lia
par passu, e sem precipilaeau combateu-a, e
venecu-a.
Alem desla molestia sobreveio-me aporto na
bexiga, e mais una lerrivel tnchacaa nos j iclhos
a ponto de me nao dcixar encollicr as peritas, a
Proridcncia Divina quizcu desta vez no rn e
gracas habilidade do Sr. Dr. Carolino eu me
acbo bom. Neslas circum-lancias eu coiu loda
esponlanciadade, e na maiorsole muidade tendo
meus agradecimentos ao mea illustrado amigo
que salvou-me a vida. Que o Sr. Dr. Carolino
Francisco de Lima Sanios era um medico piulan-
trpico e i;o 10anil.ario eu o sabia ; porqueCOP.hc |u
a vatios pas de laniilias.aos quao- o Sr. Dr. lem
i'urado por espaeo de mezes, e salvndo-lbes a
viudo de Lis-
do a (tastos \ Lomos, raanifestou o
Descarregau, boje 10 de jan
Barca inglezaCrterionfazendas.
Barca americana llasardtabeado,
llana americana Imperadorfarinha de trigo.
15area americanaVirginiaidem.
Patacho americanollenryd Dedio=idem.
lan a inglezaCorabacatho.
Bii^in: iuglczVotan) idem.
Briguc porluguezMara Ignez=diversos gene-
ros.
Rriguc brasileiroVelozfumo e charutos.
Emporta^o.
Patacho porluguez Marn Jos,
boa, consif
seguinlu i
ai xas e 1 fardo mercurio, oleo do jiini
dito de araciidoa, alecrim, plantas mediciiiai-s,
caixiiibas para pilulss, el'., 4 catxas brocha; ; a
Manoel Jos du Souza.
1 caixole colchas u loalhas de linho ; a Anto-
nio .Marques Soares.
2 caixas essencia de junpero o dita do alfazc-
ma ; a Joo da Conceico Bravo.
! caixas marmclada a Paln ira vv Bol trio.
i ditas vinho, 1 dita carbonato de amoniaco a
Antonio Lu/, de Olivcira Azevedo.
25 volumes pedias de contara; a Bastos &
Lomos.
1 -) borrs louciuho, 50 ditos chouricas; a.l lo
da Silva Regadas.
1 ancoretn choiuicas, 1 caixole roupade usi :
a Manoel de Barros Brrelo.
50 caixas batatas ; a Domingos .Icis Fcrreira
Gllillltll ; -
10 ditas peixe de escabeche; a Jos Fernandos
Lima.
50 barris chouricas ; o J<
mei da.
120 caixas ceblas ; a Almeida
\ C
: de Al-
de ordo
s, Al 1 s
Joo Luiz Vi-
a .los-: Frauc :a
a
Ha
sua
ma-
co-
Visita Imitcriul.
i\o dia 251 do correnle, s G horas
nliaa, Reguo p. M, o Imperador com
tuitiva eo Ex
vapor Apa,
Chegando a^li S. VI. o Imperador correu os
portantes da povoaeao, e tomn
l. Sr. presidente da provincia, no
para o poioaco do Cabedello.
A 3" sala a do docci. O soalho esl forra- as informaQes as mais minuciosas sobre diver-
do de um tpele de velludo sobre fundo escuro

< as paredes de papel branco adamascado com
frisos dourados. Pcndem dos umbraes das par-
las, presas por laucas douradas bambinetlas de
lindacassa da ludia. No centro do ledo se de-
senlia com dourados e cores nacionaes os tirinas
imprtaos' o fundo da sala se acha collocado
0 lliiono, cujos degros sao forrados de velludo
verde cora frisos dourados. Cortinados de da-
niasio de seda reidc, franjados de fino galo c
presos por borlas de ouro, deixam ver a cligie
em grande d;1 S. M. o Imperador.
A sala a do gabinete de despacho de S. M.
c Imperador. O soalbo forrado de tapete e
as paredes de papel adamascado de branco e
.azul. Decora esta sala uma rica mobilia de Ja-
caranda, composla toda de cadeiras de bracos
com esmero cnlalhadas. Oinam os consolos,
cobeitos de marmore, jarros de vidros com frisos
domados, casl<;acs de bronze dourado.
Sobre um sof se ola uria lindissima almofa-
mente bordada .i ponto de marca c cenias por
tnua da.s lilhas do Exm. Sr presidente da pro-
vincia, era cuja lela se revela apurado gosto e
suinma perfeicao.
No fundo da' sala existe uma grande mesa de
Jacaranda appropiiada para se escrever.
Sobie ella pairam uma escrivaninha de prala
esmeradamente lavrada. L'm projncto de ponte
de ferro sobre o rio de Sanhau. ofrerecido pelo
Sr. Thomaz Londin, e um vaso de porcelano con-
tendo trigo produzido nesta provincia.
A 5" sala o da rcfeieo. O soalho esl
forrado de esleirs e as paredes de um bello pa-
pel desenliando lindas paisagens, c dulcientes
vistas do reino de aples.
No centro da sala se destende uma grande
mesa elstica de amarello vinhalico c em uma
Jas cabecciras oulra meuor da mesma madeira
especialmente reservada para SS. MM. II.
Ornam os lados da sala quatro aparadores de
mogno, cobertos de marmore e oulro de maor
dim^nsio de amarello vinhalico, contendo sobre I
sos objectos, dando do seu bolsinho a quanlia de
irezentos mil tis pira o ceruitrrio, outros ire-
zentos para serdm destribuidos em csmolas pelos
pobres, assim ernio manJou dar uma artillada
esmola a um vlho soldado, \isilando depois a
ilha da Restinga.
As dez para as onze horas, pouco mais ou
menos, achava-se S. M. o Imperador do volu
esla cidade, recebendo desdo o porto de desem-
barque al o pago imperial as mais entliu-
sialicas provas de jubilo e cantentamento, que
drigiam em seu trajelo lodos es parahibanos
sem dslincc,o de clatses e de posicoes sociaes.
Era urna verdadeira fesla popular.
E' inconcebivcl-o enlhusiasmo que se desen-
volveu em loda esla cidade.
Qiient conluco a calma quo assisle ao povo
parahibano em todos os actos importantes ile sua
vida social, nao pode deixar do maravilhar-se:
sempre quo so lembrar dos vivas enlhusiascos,
das demonsirocoes estron losas que parliam de
todos os ngulos desta cidade ao approximar se
de S M. o Imperador.
Das janellas prorompiam os mais enlhiisiasli-
cos vivas S. M. o., a S. M. al., e a Fa-
milia Imperial, o cada canlo tremulavam os
lencinlios das bellas parahibanos, em signal do
Hiaior regozijo e salisfa^ao.
A esponiancidade de to enlhusiaslicas de-
menstrages de jubilo robiisleceram em nosso es-
pirito a firme convierto, em que esta\omcs, de
que S. M. o Imperador o Sr. D Pedro II tem
em cada rora^o brasileo nm escudo, e em cada
broce uma espada.
E' este um trbulo que pagamos s suss vir-
A polica onda a pista do autor, tendo j lan-
cado mao de escravos de moradores do sobrado
que Bcasobre aloja, contra c>s quaes ha indicio-:
tanto mais fortes quauto dizem-nos quo o roubo
foi perpetrado por uma porta que da loja d pa-
ra o corredor da escoda.
Nao deve o policio estriar nessa indagacSo e
afinal punir deridamenle aos delinquenles, para
que so nao reproduzara laes desacatos ao direilo
de propriedade.
A ponte da Boa-Vista ra sensivelnienle ar-
ruinando-so e acha-se o respectivo calcamenlo
n'uin estado bem laslmavel.
Nao ser, porm, cxequivel mandar-se lomar
cssas excavares, quo elle aprsenla em diffe-
rentes pontos, e que cada dia vai augmentando
na mesma proporcio do abandono em que isto
deixado?
Ainda boje repelimos, que laes reparos dovem
antes ser feitos quando se manifesla a datiinili-
caco do que agnardar-se quo esta progrida c
tome taes proporeoes que importen os concerlos
uma nova obra em sua lotalidade.
Um fabricante de Darmsladt, de nomo Ho-
chstetter, acaba de inventar uma materia para
substituir a plvora.
Asseraelha-se essa materia ao papel pardo de
entbrulho ; e leudo sido siibmellida um exame
na proca do Tiro, era Wiesbaden, ns militares
que praticaram-no, asseguram que ella excede
diversos respeitos plvora ordinaria.
O inventor foi convidado pela dtrecQO do la-
boratorio de Woolwich, em Inglaterra, para di-
rigir-se esse ponto com o lim de proceder-se
ab.i a ensaios completos
Hontem (uiideou em nosso porto, viudo do
lio de Janeiro, o briguc de guerra franco/. Le 7.e-
br, salvando ao pavitho brasileiro, e rctribuin-
do-lhea fortaleza do Brum.
No dia 6 do correnle [telas 3 horas da tarde,
um soldado do 4batalho do artilharia dirigio-
se a urna taberna no Varadouro da cidade de O
linda, pedio um pouco do espirito, bebeu ; c co-
mo quer que fosso sahiuJo sem pagar, o dono da
taberna exigi o pagamento : mas emvezdedi-
nheiro sacou o soldado uma (ac rio pona, que
Irazia no quarlo, e cora ella quiz ferir o taber-
neiio, que bradou com todas os torcas por soc-
corro : acudirara duas pracas de linha, das que
alii eslao destacadas, o procuraran! capturar o
criminoso, oque somente eonseguirom depois de
o ferirem no braco direilo com algumas baione-
tadas, na occasiao em que elle esgrima com a
faca. Ainda depois de preso conseguio lanc.ar
nio de uma baionela e cora ella procurou ferir
oosdous que o baviam prendido : ncudirain nes-
sa occasiao varias pessoas, onlre ellas o r. Sil-
vino Caralcanli de Albuqnerque, que procurou
convencer ao criminoso de que derla entregar-
se a iriso e nao offeuder os seus conipaoheiros,
mas a nada allendeu, e s se rendeu dcpois que Joo, brar
foi brido cora uma cacelada, que o lancou por
Ierro.
Foi rccolhido a cadeia de Olinda, depois de
tratado por dous mdicos, que se chavara pas-
cando o dia em casa do capitn de fragata Caeta-
no FiLtueiras.
Na villa do Cabo, no lugar denominado
Mupan, do engenho Arariba de cima, Sergio Ru-
fiano Olimpio Baplisla de coinbiuaro com sua
amasia Candida de tal ossassinou um menino,
lancando-o em um sacco dentro de um acude.
vulgr.nnenie chamada Tcassnr, ou Alczar,'dala v"u'- '".' '!!" Je ,,ul0 lem '-'cusodu receb. r as
do califa El-Mansoor. Leo d'Africa cunta que lonues migalhas, e pobreseccomias, que 11
n'urao larde este califa, tendo-se perdido na ca-
ca, hospedou-se em casa de um pescador, c para
recom ensar a franqueza do hospede, elle fez
construir no lugar da sua cabana militas casas e
palacios, cesta foi.a origem da cidade de Ll-Ka-
car, a qual cunta boje5,000 habitantes, o, segun-
do Ali-Bey, c maior que Tnger.
As casas >o construidas de lijlos e cobertos
de lellias, como na F.uropa.
Os mouros tem all boas lo jas, o os Judcos
excrcem grande commorciu das industrias flores-
rentes,
No lempo de. Leo d'Africa a cidade linha
grandes mosquitas, um cillegio e 11:11 hospital;
mas nao ha hablacao, nem pocos, non (onles, e
seus habitantes necessilam de gran les cisternas
para lera agua necessaria.
Fra da cidade ha bellos jardins c borlas com
cxcellentes fructos.
Foi junio aos muios dessa cidado que Abcl-el-
Melek acampou em 1 ">7S, e venceu I). Sebastiio,
que havia marchado de Ar/.illa contra elle.
The Slatislics of Poputation publica o se-
guidle :
Actual populac.o da Inma.Prlmeiramente a
India independoilc compreheude uma superficie
de 69,714 militas quadradas, e de 3,692:000 habi-
tantes, que se Bubdividem do segrate molo :
Possesses francozas : 180 milhas quadradas,
cora 107:863 habitantes, assim distribuidos :
Chondernagor i milhas, 31:396 habitantes.
Karikal 63 milhas, 59 872 habitantes
Mah 2 milhas. 3:119.
Pondiehoy lo7 milhas. 96:712 habitantes.
Nanaon i milhas, ti: l i habitantes.
Posscssoes portuguezas : 1:553 milhas quadra-
das, 408:596 habitantes, assim repartidos ;
Goa, Saleele, Bardez, 1:458milhas, 363:788ha-
bitantes.
Damao83 milhas,33:959 babilonios.
Dio 12 milhas, 10:659 habitantes.
Estados indgenas independentes: 69:714 mi-1
I Ibas quadradas e 3,69S:UU0 habitantes, que se
I dislribiieni enlre o fiholan, 3.506 milhas e
1,812.000 habitantes, e o Nepaul 35:21)8 milhas e
1,880:1)00 habitantes.
Uuanlo.1 India protegida, 011 India ingleza,
oll'erecidas corno estipendio ; contentando ,:-
penas com o agradeciraeulo da familia inleira,
de quem hesitou receber os sacrificios pecunia-
rios. Que o Sr. Dr. um verdadeiro lilho da
seiencio, altestam os multiplicados casos de cu-
ra radical em enennidades graussimas e ain la
mais me confirma o modo porque fez-me d.sop-
parecer, como que por encanto a molestia, que
me ameacara a vida.
Digne-se o meu illustrado amigo de receber
esla uianifesiaeo com a expressao mais symbo-
in a e positiva de minha eterna graldo.
Recife 9 de Janeiro de 1869.
Jote Brasilino da Silva.
Publicares a pedido.
COLLEGIO DE NOSSA SENHORA DO BOM CON-
SEI.IIO.
bi'a no hospicio x. 19.
leudo apreciado os difftcnldadcs rom quo lu-
lam os paes para prodigalisar a seus Blhos uma
educacu regular ; e animado por pessoas gradas
que me promeltatii confiar sob meus cui I
educacu le seus (ilhos : resolvi-rao inslallar
um collegio, sob os auspicios de Nossa Senhora
do Boro Conselho, no da 7 de novembro de 1 I
Defelo, a concurrencia no mot primero aun 1 de
experiencia excedeu minha expectativa ; e ja-
mis altribuirei meu mrito, e sito falta i!e
eslabelecimentos desta ordem, c 4 confianca que
os paes se dignaran) depositir em mira. Feliz-
mente alraressei o feriado de nm anuo com 7
alumnos internos e 159 externos, seui que pio-
vocasse aos paes desgoslo do qualqner nalureza ;
e no lira de um anuo consegu habilitar rn 111 los
alumnos para o exame no collegio das artes ;
oilo internos d'enire os quaes foram chamados e
approrados.
N'aula primaria dispenso-me de expor os re-
sultados de meus Irobalhos, opreserilatidoapenas
o nomo do Sr. major Antonio Ignacio da Silva ;
professor ha mais de 25 annos.
A experiencia de um anno lem-me feilo con-
hecer algumas lacinias 110 rgimen de educacu ;
por isso tralei de inelhorar meu estabelecimor.o,
caixas (iineiias
anna.
1 caixole inassa de lmale
ile S Leilo.
7 caixas vinho ; a Marcelino Joaquim Goncal-
ves da Fonlc.
tii barris loucinho, l!) ditos vinagre, 1 21 ditos
nzeile doce, 15 ditas carne ensaca i i, 60 d I is
'iOancorelas vinho, 5 barricas cera. 2S caix ; ce-
blas, 8 ditas rap : a Thomaz d'Aquin
r i i b -
50 saceos (arelo ; a Feliciano Jos Gomes.
1 caixole impresa j : a Francisco Soares
Fi anco.
-1 S ceblas ; a Piulo do Sou/a ^ Ba-
ro.
15 barris azeite doce, 10 saceos caslanhas, 1
molhos ceblas ; ;\ francisco S tabello & Fi-
Ihos.
10 caixas cero, 1)1 ditas ditaern velas ; a A'-
xandre Jos da Silva.
li 0 barris loucinho, 30ditas clu ..i-, lODdi-
los figos ; a llosa ^ Irmai -
10 barris linguicas, 1 caixole masso de U tu
les, 1 dito de en .Ibas; a Mello Lobo .a '..
2 lixas agua ingleza, 3 ditas vinho, 1 dita
graes do pedra, 4 barris alraiade, 28 dil -:
a 15. Francisco de Si u.a.
i caixas chapos; a Manoel Francisco M 1
ra Maia.
1 dita cbincllas do orel 1 a Francisc
do Reg Mello.
20 barris eSOaucorotas inho ; a Am ; ,v
Irrao
ti caixas tigos, l dita marmelaia; a Manoel
din li. o Silva.
1 barricas, I fardo o 1 tix 1 s- > unte, p ra
hume, rolhasc drogas; a V. V. de tiritoJ C.
75 barris e 40 caixas vinho. 53 ancorla- azo-
lonas, 20 barris azeite, 5) barris e 5 r.aixoles fi-
gos, 2 diios peras. 149 caixas passas, 2 caixoles
rainha Claudia, 1 caixa toalhas de linho, 1 cai-
xole mercurio, 0 caixas ch>, 5 dita* cauella, 1
cero craro, 100 barris lou Inho, 5 caixas ly-
[ios ; a Bastos 1 caixa agua ingleza, 1 'itia
i ditas c 2 fardos drogas, 1
Joaquim M. da Cruz.
1 embrulho meiaa 1
2 caixas, 2 fardos c 5 barrica:
Joo Souit & C.
!2U9 molhos ceblas :
sua superficie de 1,465*331 milhas quadradas, c ; procedendo reforma dos estatuios, j augraen-
sua pnpulico de 18'J,367.148 habitantes. lando as materias de ensino, ja estabelecendo
Lista dos bapUsados e casamenlosfeitos na um rgimen interno que garanta um estudo pro-
7 de Janeiro de reitoso, um Iralaraenlu regular, o urna uuif umi-
dade eniliin. Km relaco s aulas, como a poca
uo educaco agricultura e eomraercio &
tm do que tenhamos, como de urgente neces-
sidade, um coninier.io illustrado e agricultores
(reguezia da Boa-Vista do 1. a
1800.
Candido, branco, rom 2 mezes de anacido, lilho exige que o mocidade se appliquc outros ramos
legitimo de Lmbeliuo l'errcira do Nascimenlo '
o Antonia Rayinnnda Fcrreira.
Joo, pardo, nascido era julho de 1858, filho le-
gtimo de Jos Alexsndre de Souza e Lucia | tambera ; visto que o commercio e a agricultura
Leocadia do Nascimeiito.
Josepha, crioula, com 10 mezes de nascida, flha las, com um curso de dous annos : rninprehen-
legilima de Jpo Jos Morcira e Marimba de I deudo na escola de commercio, partidas dobra-
lreilas fiamos. das, cdigo coramercial o nocoes do economa
com 5 mezes do nascido, (ilho I poltica ; e na escola de agricultura, sciencias
legitimo de Joo d(^ Medeiros c Setihorinha naluracs e principios de agricultura; deven !o
Candida de Olivcira. [ notar que para a matricula em quolqucr das cur-
oleo de junpero,
borrica ceva la : a
a A. i. V
i\ d: r. -
' '. ; 1
CONSUI.AI1 '
itendimeiito do dia 1 a 7
Ideal do di;. 9 .
C i: VI..
9.525J581
:: 9
I348i676
DIVERSAS
Rer.dimenlo do da 1
Idem j dia 9
PROVINCIA?.
a 7 .
717J559
629674
1.3775233
DESPACHOS DE EXPORTAC-AO PELA WES.t
DO CONSULADO DESTA CIDADE SO DIA
9 l)L' JANEIRO DE 1859.
VolpjrazoBarca Itamburgueza 1 ristin N.
O. Bieber \ C, 1,00'J saceos assucar mas la-
vado.
Hamplon RoadsRrigiieaustraco diaria, Wha-
lely Forster&G., l.UOo saceos assucar mas-
ciAado.
LiverpoolBriguo fnglez Glaucus, Southall
Mellors & C, 72 sacias algodo.
Havre Galera franceza Adele T. l'reres,
1,500 saceos assucar mascarado, 597 couros
salgados.
MarselhaBarca franceza cAndora-, T. Fieros,
130 saceos assucar mascarado.
onde o deixaram por lempo sullicenle para ler
a morte, dcpois do que o sepultaran] dentro de
uma casa contigua o em que moravam. O moti-
vo que liveram essas duas fe ras para darcm a
morte a uma innocente crionqo, foi o ler ella o
vicio de ourinar na cama. Sergio Rufiuno j se
acha recolhido o priso, c em breve o mesmo
Goncalo, pardo, nascido em 20 de novembro
paseado, filho legitimo do Antonio Francisco
do Mello e Francisca da Conceico.
Luiz, crioulo, com 5 mezes o mei, filha natural
de Herencia, escrava.
Rosa, branca, nascida em 6 de oulubro do anno
paseado, filha legtima de Joaquim Vicente
Marques e Josepha ltuliua da Costa Marques.
Joaquim, bronco, nascido em 21 de setembro do
' Lisboa Brigue porluguez liiiu-. A. Piulo le
a origem da riqueza social ; creo duas csco- (,m3 & c -3 (.ourS s.A,V0it
Estados GuidosBarca americana cMargareth,
S. Brothers & C, 600 sacaos assucar masca-
rado.
RBCEBBUORIA DE RENDAS INTERNAS
GfiRAES DE PERNAMBUCO
Rendimonlo do dia 1-a 7 3233S241
dem do dia 9...... 79&88H
atino passado, filho legitimo de Jos Luiz Al-
ves Vilella c Francisca llluminala de Jess.
Cicliano, branco, com 9 annos de nascido, til'o
legitimo de Manoel Joaquim Pertiro Lobo c
Umbelno llosa Lilis Lobo.
Ciciliana, parda, com 3 mezes de nascida, filha
legitima de Manoel Lopes Pcreira Guimares o
Mario Francisca da Paz.
nascida, fi-
succeder a sua cumplir.
Na noile do dia 5 do correnle na (reguezia \ Anniincioda, parda, com 5 mezes de
de S. Jos, ura menor de nome Luiz de Paula; Iba de Galharina, escrava
Noblalo ferio com quatro acadas a outro menor Girtrudes, crioula, nascida nol. de dezembro de
com quero Uvera uma allcrcaeo. Va! torneo-' 1859, filha de Cien
Clemencia, crioula, liberta.
sos, OS alumnos se habililam com os preparato-
rios proprios grangeac os conbecimentos de
qualquer dos cursos.
Livre hoje inleiramoite do trabalhos extranhos
ao sacerdocio que abracei, vslo que termitiaram-
se mininas lides acadmicas, tenho razio de es-
perar mais confianca da parle dos paes c do pu-
blico.
Feito um esboco do eslado do meu collegio e
de meus bons (tosejes, resla-me convidar aos
paes dos meus alumnos visito-lo para conven-
ccrcra-se por seus proprios olhos, do que hei
dito
Ao publico, verdadeiro joiz de noss.is necocs,
devo, agora que elle me dirijo, render-lh'e os
votos da mais profunda gratido pelo bom
ocolhimento que lem-se dignado dar-rae, an-
mando-me ossim A continuar no meu magisterio.
Recife 9 de Janeiro de 1860.
Joaquim Barbosa lima.
4 C17>H52
CONSULADO PROVINCIAL.
Rcndimenlo do dia 1 a
dem do dia 9 .
24 J808')*
4:33.'^ 2
28:Gi3fl
Moyimento do porto
A'ruis entrados no dia b.
Rio de Janeiro21 dias, brigue [ranrez de guer-
ra Le Zebri, coniriiandante. Andr Fonit.
Babia12 das, patacho brasileiro Bebertbe, de
257 toneladas, capIUkO Joaquim Jos dos titas.
equip. 12, carga var.os gneros : a Antonio
Luiz de Oliveira Azevedo.
Liverpool27 dias, barca ingleza Miranda, de


r*)
DIARIO DE PERNAMBUCO. TEhCV FEIRA 10 DE JANEIRO DE 1860.
i-> louulaas, eapiiao John W. Ityan, cjoip.
16. carga fazendas c mais gneros; a C. J. As-
tley & C.
Navios sahidos no mesmo dia.
Moranhaolate brasileiro .Voraes, capito Joa-
qaim Jos Mendes. carga nsssucar.
Portobrigue porluguc -S. Manuel I, capitao
Cailos l"ei reir Soarcs. taiga assuear e mais
gneros.
I.in commisso caiihoncira brasileira Aragxary,
cotumandanio o 1. lente Podro T. C. de
A ratijo,
Navios entrados no din 9.
i e Mulos intermedias 3t) horas, vapor
brasileiro l'ersinunga, commandante Manoel Joa-
qun) I.olalo.
.Miranda a cidade do l.axias. para Joaquina Jos
du Lomos. com 5j dita de T. i!. II., do Cear,
para Joao da Roclia Moreira, com 1$) ; dita de
Constancia Mara do Rosario, da cidade das La-
rangoiras, para Luiz l'ereira Braga, com 10 ; di-
la B. Lopes de Caslro, do Maranno, para Fran-
cisco da Costa Leite, con vale do 1009 ; dita de
Cosa Pereira Paiva & C do Rio de Janeiro, pa-
ra Araujo & Carvalho, cora nm conhecimento ;
dita de Joaqun Angosto da Conha Poito.do Rio
do Janeiro, para Antonio Jos Coimbra Guima-
res, com urna letra: dita de Carvalho & Rocha,
do Rio de Janeiro, para Antonio Jos Portado,
com dnas letras ; diiade Saleado Sonta & C, do
Ceara, para Bcuivindn Gurgcl do Amaral, com
COMPAMIA
PER >AMBUCA\A
DE
Rabia11 das, escuna brasilea Cariota, de 135da Babia, pora Diogo Chavea, com um valle
toneladas, capitn Antonio Alves Macicl Vian- diiade Guimares & Carrcgal, dcIMaceirt, para
um reribo ; dita doJoaq'Jm Evaristo dos Santos, larde. Recebe carga para os mesmos, posta a
na, equip. 6, carga charutos e mais gneros:
a Antonio Luiz de O. Azevedo.
Babia12 ria, galera americana ileddlesex, de
490 toneladas, capitao D. R. Cook. cquip. 20,
carga 101 burros a Brothers & C.
Itamburgn42 das, brigue hamburguez Ores,
do 270 toneladas, capitn M, P. Rerk, equip.
10, rarga fazendas e mais gneros ; a C. J. As
tleyjj C.
Baha6 das, brigne brasileiro ilarinho III, de
3il toneladas, capitao Jos Mara Alfonso Al-
s It.u ellar, equipagern 16, carga charutos ; a
Amorini I maos.
Obsercaco.
1'undeou no laroaria urna barca francoza, nao
' e Communicac.o com aterra.
Joao Case.miro da Silva Machado, com urna le-
tra ; dita de Francisco Raymundo Lui/. dos San-
ios, do Rio do Janeiro, para loaquim Luiz dos
Santo, com rueio bilhele do lotera ; dita do
Rangel, da provincia do Cear, Para Maria Feli-
ciana do Nascimcnlo, com um attestado ; dita do
Antonio Feliciano Lopes, de Lisboa, para Joa-
qun) de Paula Lopes, com urna escriptnra ; dita
de .los Aloxandre Seabra de Mello, do Rio Gran-
de do Norte, para Luiz Lopes Caslello Branco,
com urna letra ; i i I dePlacido Caelano Borges,
do Para, para Hanoe) Caetano Borges, com nina
letra ; por ultimo procedeu-se oqueima das ou-
9 giguscoin b.tatas, tudo sera' vendi-
do sem reserva de preco a$ 1 i ho-
ras em ponto.
,- LE,LA0
NaYegaCO COStCira a VapOl1 TerQa-feira 10 do corrente s
11 horas em ponto.
O agente Camargo tara' leilao na por-
ta do armazem do Sr. Atines confron-
te a porta da alfandega
DE
200 eaixas com garrafas de sei veja des-
pachadas ltimamente, as quaes se-
rao vendidas sera reserva de preco a
vontade dos compradores.
O \apor nacional Persinunga, commandante
Lobato, seguir para os porlos do sul de sua
escala no dia 15 do corrente as 5 112 horas da
bordo at o dia 13 do corrente ao meio da. de-
vendo ser acnnipanbada dos compeleutes couhe-
rimenlos c despachos. Os freles serio pagos na
gerencia.
COMPAMIA PERMBICAY4
DE
Navcsaco costeira
ov ^mov^..i a vapor
O vapor nacional Iguarasf, commandante o
22 "
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lluras.
Almosphera:
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73
! Inlensidade.
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Hygromelro.

lliuomctro.
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iras cartas que nao encerraram dinheiro 011 do- | segundo tenente Moreira.segirA para os porlos
entlenlos, deque se lavrou o respectivo termo, do noilede sua escala, al a da cidade da Forta-
Adininistracao do correio de Peruambuco 2 de loza 10 dia 16 do corrente s 4 horas da tarde,
Janeiro de 1880.O administrador, I recebe carga para o Cear e Aracaly nos dias 11
Domingodo tastos Miranda. e 12, para o Ass e Rio Grande do Norte no dia
Est conforme. Ismael macel (Jomes da 13, e para a Parahiba no dia 1- at ao meio dia.
Silva, oflicial papelista. A carga deve ser posta a bordo acompanhada dos
Pela administraran da mesa do consulado des- competentes despachos e conhecimentos.
la cidade se faz publico que no dia 10 do corren '
te, porta da incsnia, lecm de ser arrematadas
ao meio dia em ponto quatro sacras com ari-
nba de mandioca e nina rom milho. todas ava-
lladas segunda vez em 16-5250 rs., as quacs fo-
rara apprehcndidas pelo guarda Miguel Pereira
Geraldes, por vircni de Uamanguape pela barca-
| (a Conceieo de Marn, meslre Manocl Tararea
; da Cosa sem a respectiva guia.
A arremataran livre de direilo ao arrema-
tante, c as sacras cima mencionadas acham-sc
depositabas no trapiche do Conha.
Mesa do consulado de 1
neiro do 18C0.
O administrador
Joao Xavier Carneiro da Cnnha.
3
O agente llyppolito da Silva por au-
torisacao do Kxm. Sr. Dr. juiz especial
do comtnercio e a reqtterimentode An-
tonio Luiz de Oliveira Azevedo, ara'
leilao de cerca de 1,700 charutos, os
quaes serao vendidos no correr do mar-
telle : (juinta-eira 12 do correte as 11
protessor c liugua e littera-
tura nacional no Gymnasio
tiesta cidade, tem aberto em
sua casa, praca de D. Pedro II,
n. 37, segundo andar, uiu
curso de Geograpiiia e His-
toria, eoutro de Rhetorica e
Potica. As pessoas jue de-
sejarem cstudar una ououtra
tiestas disciplinas, podem di-
rigir-se a indicada residencia
de inanhaa at s 9 horas, e
de tarde a qualquer hora.
AVISO
Croa filha do fallecido Jos Antonio Alves da
Silva, continua a rosar aos Srs. Jos Luiz de
Caldas Lins. e mais herdeiros da fallecida Sia.
|,m.,e ,,, i ____ i ti' ;aoc o ito documento, que Ihe fura remedido
notas em poni no largo da Assemhlea peio mesmo, aiim de poder-se oneam
no armazem do Sr. Joao Jos Rodri- branca
gues Meiv.les.
fornambuco 5 do ja- l ALMIRANTE, pretei
* i dade ; tem parle de
Editaos.
olTical da or
J >o Baptista de rastro e Silva.
deni da rosa, o Inspector da Ihesourara di IQuarl
[aienda de Pernambuco por S. M. I que Dos
guarde.
Taro saber aos que o presente edtal vremqus
ftn cumprlm uto de orden do tribunal dn thc-
si>uronacional ue li de novembro prximo pns-
>.jdo se comeca a a/.er nesta Ihesourara a subs-
ao d*s notas de 50U$0O da primeira. se-
gunda lerruira estampas. Os seuspossaidores,
pois, podem apresenla-las ao thrsoureiro deta
ihesourara, que Ih'as trocar por outras versos valores. Thcsouraria de Pernambuco 5
de dezeinbrn de 1859. *
Juao Baplisla de. Caslro e Silva.
Declarac^s.
de Pernambuco, em 5

Secrelaria >!o enverno
de Janeiro d.' 1860.
s K\r. o Sr. presidente da provincia manda
publico, em rumprimcnlo das ordens im-
periacs, que o prazo de 10 n / s marcado na lei
o descont mensal de 10 H.'q no valor das
olas i!.' 5ii.> da "!.'' estampa, papel rdxo, e de
rs da 1.a, ij e 3.a estampas, que se csto
subsliluindo principiar a correr no I." de abril
do rllenle anuo.o secretario dogoverno, Jos
liento da Cimba Figueiredo Jnior.
C.on-eiogei'iil.
Ri la ao das cartas seguras existentes na ad-
n:i-nisrarao do correio, pora
eeiarados:
Anua 1 rancisra Leal.
\ ntonio 'os da Silva Vi\ cii,c.
i.l.mdino de llollanda Carali anti.
Jo: i Ocl vio V'ieira.
i Pan la liamos Chaves.
i n i iptista Ribi iro do Paria.
.!'-'' Cupertino dos SantosMclra.
'i lia Carneiro de A'buquerque La'erda.
ii l J Lopes.
Pedro de Amantara dns Guimares Peixoto.
Paul Cansas.
' ciiia liosa Pereira de Brito.
As malas que I' ni de conduzr o vapor
uaii -( para os poitos do norte, sern fetha-
_. < no d i 15 du corrente s 3horas da tarde.
Pela asniinislrarn do correio desta cidade
- :./ publico, que us malas que i ni de condu-
/. o vapor Persinunga para os porlos do sul,
- rao fechadas no dia l Ss 3 horas da tarde.
Coiiselho administrativo,
O conselho administrativo, para fornecinienlc
-nal de guerra, tem de compraros ob-
jecl i= seguinles :
Para o presidio de Femando.
'.' I alqueires dcfaiinha de mandioca, medida
vclha : ^i paos de jangada de :{ e meio a 5 pal-
mos; ;: : de b i de linho de 6 a 7 pol'ega-
i barricas de farnha de trigo marca SSS ;
'. s ecos de arroz pilado da raelhor qualidade ;
ricas di assuear branco fino; 1 barril de!
I.isl i ; G livros cm branco de 200
- i; : ;mi de papel almaco branco, Ji-
l de dil i i .lado ; i meias resmas du papel
do pesu bronco cruinln ; 12 canelas de espinho
dequand ; 1 caixa de peonas de ac envernisa- ,
l| nnas de salteo das chamadas descere-]
i aria ; i aniveles linos para aparar prunas; 1
ira de aparar papel; 3 folhinbas de algi- .
i ; io mi idi ivi<0; ilacas inglezas sor-]
- ; I peca de haetilha para saceos, de pe>a ;
i cabo Je linho lino para adrica de ban-
; 1 tarracha espingardera; 1 bigorna ; 2'
s; 2 ditos do mo raaor e menor; 2\ li-
mas chai >s de 9 pollegadas ; \2 das ditas in- 7
ditas; 2\ ditas triangular de 7 a 8 pollegadas, fi-
. ssas ; 24ditas meia caima de 8 ai)ditas
ditas litas; 12 ditas de desbastar de 13 ali
. ; 12 alicates sor!dos ; meia arroba
0 para molas de espingardas; -1 libras de
1 ; J. arrobas le ferro em folha ; Sqnintaesl
ro da Suecia de '> a pollegadas; 2 ditos
: i ; 4 arrobas de dito dilo de 1 i
'i : i 2 ditas do VPTgalho de 1 quarlo dito!
1ro; i i!ii;i-. le dilo de meia pollegada
'i; ditas de dito de 1 dil-i de dito: 2|
.iinta.'< di ferro do 2 ditas de dito ; 2 arrobas
uu dito de caranda ; 2 inalhos de ferro de 8 a 12
- 1 barrica de arria de caldiar; 2 latas de.
> ini/ de fercir ; 1 bigorna : Slhosouras maior
' menor; I mariellos sortidos; 6 macetas ditos;
- -i unios maiores e menores ; 3 ditas
de liii; fi irados sortidos; 2 verrumasdeguar-
?ortidas ; 2 grasas sorlidas; 2i foimoes
; i ferros de galopa sortidos ; 12 ditos de
desbastar; 12 ditos parajunleiras; 12machados
de carapina ; 2 ferros de giiilhcrme com sepo ;
12 martelos sortidos ; 6 compagos ditos ; -i ditos
ti- molas de a pollegadas; !2goivassortidas;
6 sorras pequeas de armario; 50 machados ;
aseguras; 1 culello; 2raspias; i enxesgoivas
do mo ; 2000 cravos sortidos para barril ; 2ar-
robas de arcos de ferro de I 1/2 pollegadas;
madeira de secupira siilliccnle para 2 carros ;
8 eisos de secupira para os mesmos; 3 paos de
reo proprio para arreios; t linhas ou travos";
12frcchacs; 300caibros; 200 duzias de ripas";
l I enrhams ; 2 duzias de taboas de amarello ;
10 ditas do ditas de Ionio ; 9000 lijlos de ladri-
Iho duzias de dedaea quesejam propriosp.ua
lioniem ; meia arroba de cera preta.
Quem quizer vender taes objecios aprsenle
as suas propostas em carta fechada na secretara
do conselho s 10 horas da manhaa do da 9 de
Janeiro prximo vindouro.
Sala das sesses do conselho administrativo
para fornecimento do arsenal de guerra, 30 de
d?zembro de 1859. liento los l.amenha Lins,
coronel presidente.Francisco iooquim Perei-
ra Lobo, coronel vogal secretario interino.
Adiitinistraeo do eoi-rcio.
Pela administraco do correio desta cidade se
:!/. publico, que em ciimprimento do decreto n.
787 de 15 de maio de 1851 e respectivas iustruc- I
roca leve luje lugar o processo de abertura das |
cartas atrasadas pertenecidos ao exercicio de
1868 a 1859, condemnadas a consummo pelo art.
138 do regulamentodos correos de 21 de deze.m-
bro de 18S4, o assstiram ao dito processo os Srs.
negociantes Antonio Jos Leal Res e Jos Anto-
nio Moreira Dias. Uesla abertura rosultou acha-
rcm-M 16 curias com as quanlias c documentos
eguioles uros carta de Alipio Ju.-:liniano de
Companhia Gxadc caval-
laria.
ii Sr. capilo commandante manda fazer publi-
co, que no dia 13 di corrente, s 8 horas do dia,
neste iiuarlel se bao de vender em hasta publica
18 cavallos qoe se scham incapazes du ser vico,
em Santo Amaro S de Janeiro de 1t).
Antonio ionizio de Sonto Goiidin.
Alteres.
Pela directora das obras militares se tem i
de fazer reparos omdifiranles lugares do quar-
tel da companhiade (avallara, em Santo Ama-
ro : quem desle servico se queira encarregar,
comuaroca na referida directora das 10 horas da !
manhaa cm diante, para tratar a respeto. j)-
rectora das o'-ras militares de Pernambuco 10 ,
de Janeiro de 1860.O amanuense,
Joao lonteiro de Andradc Ualveiras.
2." lente.
Novo Banco de Pernambuco.
O novo hinco de Peroambuco reco-
llie as notas de sua emissao de IP e de
20S, c pede aos possuidores das mesmas
o favor de as virem trocar no seu es-
criptorio, das 11 horas da manhaa ate
O veleiro e boro conhocido brgue nacional
nde seguir com muila brevi-
seu caireganiento a bordo :
para o resto que lhe falla trala-se com os seus
consignatarios Azevedo & Mendes, no seu escrip-
torio, roa da Cruz n. 1.
Vestaos to scuu.
Vendem-se corles de vestidos de seda com 2 a
3 babauos, armados, de 20J> a 40 cada um, sen-
do que seu valor razoavcl ser de 8l : na loja
de 4 portas da ra do Oueimado n. 10.
Vcnde-se um bom escravo crioulo de 24
annos de idade, muilo robusto, sem vicio ou de-
leito algum, meslre sapaleiro e perito copero :
a tratar com oabaixo assignado, naalfandega, ou
em sua residencia na ra da Saudade, primeira
casa com solo do lado do sul. Pedro Alexan-
drino de barros Cava eanti de Lacerda.
Sal do Ass.
Vende-so a bordo do brigue nacional D. Af-
fonso, fondeado na volla do Porte do Ifattoi ;
para tratar, na ra da Cadeia, eseriploru n. 12.
ss Vcnde-se una prela de naci, i qual tem
33 annos de idade, sabe coziuhar o diario do urna
casa, cngnmma ronpa de sonhora. lava, e faz os
mais arranjos tendentes a urna casa de familia,
c o motivo da venda se dir ao comprador : n,i
ra dos Marlyrios n. 36.
Attencao.
Vendem-se velas de carnauba refinada do to-
dos os tamanhos, ditas de carnauba pura tam-
I). Francisca da cidade do Itio Pormoso, de man- l)cm do ,odos os tamanhos, mais baratas do que
darem pagar a quanfia que estao obrigados como em outra qualquer parte em consequencia de ler
herdeiros da dita senhora, que era devedora a I muila porco, e vende-se a porco queso quei-
meu pai; em cuja divida locou-me a quarla parto ra '< lambem se toma conta de qialqucr encom-
menda com presteza, islo fazenda multo supe-
rior : na hem conliecida fabrica da ra Direda,
casa n. 59.
Vende-se urna escrava perfeila lavadeira c.
engommadeira, cozinha o trevial e carnhosa
para crancas por 1:300* : na Pass3gcm, depois
da ponte pequea na segunda casa a esquerda.
Vendem-se 7 bois mansos de carro e 2 car-
ros por proco commodo : a ver. no engerilm
Pomo da Cal, e a tratar, na ra do Crespo, loja
de los Azevedo de Andradc, ou ra de Malhia3
Ferreira, em Ulinda, sobrado n. 6.
Vende-se una hypotheca no engenl.
a io<
jo, conhocido por Joo do mi-
ro : quem a pretender, dirija-se a ra de II..; -
las n. 22, primeiro andar.
em parilhas; achando-se ha muilo lempo em
poder do Sr. professor Antonio dos Santos Vital,
morador na inesma cidade, o documento com-
probatorio desta divida cm grao de penhora, e
sendo esta divida de vnte e tantos anuos : es-
pero que os Srs. herdeiros atlendam ao meu di-
reilo, pois sendo Ss. Ss. ricos Ddalgos da Ierra,
nao precsam dasmigalhas de meus llhinhosple-
beos : roga-so lambem ao Sr. Santos Vital, que
nao querendo cnbtar a dita divida queira man-
dar entregar quanto antes a seu irmao nesla ci-
ilade o dito d'
DOS
Lelcs.
Terca-feira 10 do cor-
GRANDE EVARIADO
obrecelenles da
americana Leander.
lradock Chtster, capitSo da harca
americana Leander, lata' leilao por in-
tervencao do agente lljppohto da Silva
com autoi sarao do inspector da alian-
dega cempresenca do cnsul dos Esta
dos-Unidos, dos sobrecelentes da dita
rinlia de trigo, bolacha, carne de vac
ca talgada, dita de poico, cal, sebo,
AS miOlliSEH POMO
u.uw,u iiuoi cviupre ao ar. .\nionio Jorge Guer-
barncas com la- ra por ordem do Sr. do engenlio Pindoba Francis-
co Xavier de Azevedo : quem o pegar leve-o
ra Direila n. 66, que ser hem recompensado.
D-se a quanlia de -500j| sobre penhores
vellame, cordoallia, vergas, cadernaes, loe ouro ou prala, a premio razoavel: os nre-
quatro balceiras cavilbadas de cobre. I len,}cnles dirijam-seao deposito de pes da Lio-
' ii i guela, que se dir quera da.
; vazilliarae para agoada, bairis vastos, Leopoldo Torricelli e sua senhora, rcliram-
depositos de i obre para azeite e tima s P"'* Europa.
intinidade de apetrechos proprios para I,, ~ S*eI'!do.dc "drade comprou.por or-
Q i-i-' c- \nj I ,eni do Sr. Joaquim Das da Silva de A/evedo
a pesca de lialea : terca-feira 10 do cor-1 Lomos, da cidade do Porto, 1 quarto da primeira
rente as 1 horas em ponto no arma- {ter'a Ia'.'. concluso da igreja do Sr. dos
as 2 da
tard
e.
Avisos martimos.
Cear, Aftarauho ePar.
Segu em doucos dias para os porlos indica-
das o hiato nacional Lindo Paquete, capilo Ja-
cnlho Nunes da Cosa, por ler parte da carga
prompla : paia o resto e passageiros, trata-se
- sentores aboi- com os consignatarios Almcida Gomes, Alvos &
I C, ra da Cruz n. l
Cear e Acarac.
Segu no dia 11 do mez corrente o palhabote
SobraUnke, capilo Hiles ; recebe carga; a tra-
a r com Caelano (A riaco daC. M. no lado do Cor-
po Sanio n. 25.
Para Lisboa.
0 patacho Flor deve sanir no dia 12 do corrente ; anda recebe
alguma carga e passageiros, para oque tem bons
rommodos a tratar na ra do V;garion. l9, ou
com o capituo na praca.
Manoel Jos'i de Araujo Costa & l'ilho expoem
leilao no dia cima designado, por inlervencao
do agente Borja, a sua l cm escolhida colleco
de fazendas de apurado gosio, chegadas do Ro zem alfandegado de Jos Antonio de "^0., f e dc S' LeoPoIdo- > Mo Grande
do Janeiro pelo vapor Paran. A boa quahda-1 4____._ ,, | uo bul, n. o.os.
de destas fazendas, sens gustos inteiramenle mo-
dernose os procos porque serio entregues, ani-
man) a convidar os Srs. logistas e particulares a
(no compareeam na ra do -^
Ril
11.
ca
2!, primeiro andar.
QucWic sevao patente as
scguuWcs Vazcnaas :
Picos cortes de moir antiguo c de sedas do co-
do cassa bordadas, muilo
ros parapassoio.
Camisinhas de fil
A bat.a nacional Imperalriz Vencedora, de
prmeira mardba, pregada o forrada de cobre
seiguc para o ltio de Janeiro com muila brevi-
dade, recebe alinda alguma carga : trala-se iom
os consignatarios viuva Amorm & Filho, ua ra
da i ruz n. 45, ou com u capitao na praca.
isboa.
i) veleiro brikue nacional TINO, de primeira'
marcha, pregado o forrado de cobro, pretende
saguir com mulita brevidade, tem a seu bordo
dons tercos do seu carregamenlo prompto : para
o resto que llie falla e passageiros, para os quaes
lem escolenles rommodos, Irata-secom os sens
consignatarios Vzevedo Mendes noscuescrip-
lorio, ra da Gru n. 1.
ricas.
Camisas lisas o bordadas para senhora.
Ditas para homem.
Ceroulas de esquio de linho, especaos.
Caseniiis de cores (Bonjean). diversos ooites de
doliles.
Lencos de sc,Ja, dilos de cambraia do linho bor-
dados.
Lm rico par dc leneocs dc linho Lordados c fro-
ii has.
Velludos e damascos de seda de cores, setins,
nobrezas.
Verdadciros lencos a Iallicate para rap.
lloupoes do cassa e l'uslao para senhoras e es-
partilhos.
Chapos do palha lighorn muilo linos, veos pa-
ra dilos.
Baroge prelo, manteletes de seda, sortimontode
meias para senhora ; meninos, vestimentas
para meninos.
Alcatifas avelludadas, lapelce, pannos do cro-
dict para movis c muitas outras fazendas es-
colbidas.
Assimcomo
um grande snrlimenlo dc charutos de Havana
de diversas marcas da mui acreditada e afamada
fabrica de
Araujo no caes de Apollo
Antonio Augusto dos Santos Porto faz pu-
, Mico que o Sr. Antonio Joaquim da Silva Brito
deixou de ser seu caixeiro desdo o dia 0 docor-
! rente mez.
Prerisa-se alugar urna ama que saiba eo/.i-
1 nhar e engommar, preferndo-se escrava : na
i* agonle 1 estaa continua a estar aulorisado praca da Independencia n. 3'J.
pelacommissao liquidataria da extincta socieda-
de de flaco o lecidos do algodao pira vend
restante do terreno do sitio da mesma socieda
Os prelendentes podem dirigir ao armazem da
ra do Vigario n. 11, a qualquer hora do dia a Vende-se fumo com folha do melhor que lem
iider-se com o difo agente. | appnrecido no mercado, por ser de Uaranhuns,
coa-
!3? 4os senliores cliaraleiros.
por monos proco que em outra qualquer parte :
na roa da Rosario n. :17, depositode.assucar.
Batatas baratas!!
Eslci as pai a forrar salas,
Higos de 31 libras a 1S00 para acabar : na
ra da Madre do Dos n.8, armazem de Valen-
llimO aillCriCailO, Vinll = Farclode Usboa superior a 5*500. chegado
T>^.. 1 i t ltimamente; na ruado Vigario u. 10, priroei-
Uordcaux, agurdente Iro ndar
I p, *-* Precisa-so do urna ama para o serv o de
(le V railCa, CCi Vea \\\- Pe,luena fanlia, prefenndo-se a quem se pres-
>t .1 x* lar a compiar ; quem se achar nestas circums-
t\l\ l<> Hl*tnfia ztiial tandas, dirija-se a ra da Santa Cruz n. 76.
[M Illll/llcl IjtlII-i = Prccisa-se do urna ama para comprar c co-
zinhar : na ra do Oueimado. loja n. 2.
Precisa-se alugar urna sala c quarlos, sen-
do fresca e no Kecife, pira morada de um es-
trangeiro o este solteiro : a tratar ni ra do
Trapiche Novo n. 13.
Predios para vender.
ar da co-
minea a oulreni. que de cumplimento ; deca- Baria, em Santo Anto, O qual pertence
ando por este Diario quando lzer a entregar] Francisco do Araujo, conhocido por Joao
Recite 19de dezembro de 1859./ma herdeira. \ ro '- quem i pretender, dirija-se a
No dia 5 do curenle fugio urna escrava
cronla de nomo Rosa, dade ponen mais ou me-
nos 25 a 30 anuos, baixa, secea, caboca compri-
da para a frente, cor fula, quando falla gagueja
alguma cousa, lem urna marca na perna direila
(de fogo, levou vestido de chita verde escuro,
desbolado, chales amarello desbotado ; cuja es-
crava veio de Garanhuns ha mais de 2 jimios,
para ser vendida nesta praca ; suppoe-se estar
acoulada, est se procurando se descobrese o
autor para so proceder contra quem soja, com o
rigor da lei : perianto recomraenda-so as auto
ridades policiaes e cvpites de campo e mesmo
a particulares que peguem a dita prela e condu-
zain ra larga do Rosario n. 35, loja de miu-
de/as que se Ihc-gralificar o sen trabalho.
Pugio no da 9 do corrente mez o escravo
Cypriano, crioulo, do 22 annos, bstanlo alto,
cor bem preta, pouca barba, roslo redondo, na-
riz chalo, ps e nios bstanles grandes, peilos
mellidos para dentro.olhos grandes eesbranqui-
cados.o qualcoinprei ao Sr. Antoni
C051IMMIIA BRVSIJE1IU
DE
IPJIDTJIETISS IJUPiS,
EfM
^-A
I idade.
Whately Forster & C. farao o leilo
cima por iaterveaco do agente Hyp-
polito da Silva : quarta-feira 11 do cor-
rente as 11 horas em ponto na rua do
Trapiche Novo n. 19, primeiro andar.
Avisos diversos.
Na liviana n. e 8 da praca da
Independencia precisa-se fallar ao Sr.
Andre Abren Porto t ou Andre Alves I parda de rime Rufina com urna cria de
Porto. j 2 annos chamada Maria, e consta que
Aliiian da provincia.
Sahio ti luz a folhinfaa
o alinanak da provincia
o oorreiieauno de
com
pa ra
Porta daalfandcga
Ouarta-feira 11 do corren l e
O agente Borja far leilao na
dega defronte do armazem do
conta '
O vapor Princesa de iointille, commandante
0 primeiro lenle Correia do Brito, espera-se
dos porlos do sul em soguimenlo aos do norte,
al o da 13 do corrente mez
Recebe-so des-Jeja passageiros, frele de dinhei-
ro c encommendas e engaja-se a carga que o
vapor poder condu/ir sendo os volumes despa-
chados com antecedencia at a vspero dc sua,
tingada : agencia ruado Trapiche n. 40. comprador e sem reserva
as 10 horas em ponto.
porta da alian-
Sr. Aunes, por
risco do quem perlencer, do 12 barricas
com cerveia branca, 1-i latas do bolachinha do ,
soda de 4 libras e 500 dilas de ditos de 2 libras, kaleldariO CccIeSiaSlICO
que ludo ser vendido en' loles a vonlade do
de preco, Principiar
Vendem-se dons sobrados de dous andares,
sendo um na rua estrella do Rosario n. ts, com
cozinha1 fura, quintal e cacimba ; oulio na rua
do Senlu llom Jess das Crioulas n. l'J, com
fundo para a Iravcssa dos Quarteis : os pn
dentes podem ir examina-tos, e para o seu ajus-
te, devem diiigir-se a rua da Cadeia, 1 .ja u. t.
Boni negocio.
Vende-se, com poneos fundos, a taberna do
pateo lo Terco n. M : a tratar na mesma.
Vendem-se quatro cullecces completas do
Diario de Pernambuco, dos annos de 1856, It)57,
1858 e 1859 ; na rua dos Coelbos, a tratar c Jos Joaquim da Silva Maia.
Desapparecerm dons botdes de ouro do
um punho dc camisa, ligados um a outro, lacra-
dos por (ora, o por dentro lem o nomo de Jos
Joaquim da Silva Maia : roga-se a qual pu
sna a quem os mesmos sejam offerecido
de os approhender, que ser recompeo
Jos .loaquim da Silva Maia.
= O Sr. Thiago Comminge retira-se para a
Europa.
=. OfTerece-se nm rapaz de l a 16 aun..- I
idado para eaixoirn de taberna, do que lem si-
guen a pralica, e afianza a conducta : na ruados
Marlyrios n. 36.
0 Dr. Manocl Moreira Guerra mudou a ua
residencia para a rua da Imperalriz n. s. -
gundn andar.
Priscilla Scnhorinha Mendos de Albuquer-
que, com aula particular de instruccao primara.
na rua larga do Rosario n. 39, segundo andar,
participa aos pais de suas aluminas, que rjj prin-
cipio a seus traballios sogunda-feira, 16 do cor-
relo ; e certa de quanlo se emponha para salis-
fazer aosdesejos daquelles que Ihe lem confiad -
a educacao de suas lilhas, espera ser pelos mes-
mos bem acolhida.
Os abaixoassignados declaran! ao respeita-
vel publico e particularmente ao corpo de i
mercio, que tem amigavelmonto disso'v. I
ciodadeqoe linham na taberna sila na ruada
f niperatriz n. 2, sob a firma de Parias A- Martina
ficando a pertoncer to somante ao socio Faria
dita taberna, e lodo o activo e passivo da mes-
ma ; e o socio Martina desoncdo. It 9d
Janeiro do 1860.Francisco Pernandesdi l
Manoel Carlos Marlins.
Fugio no dia 2 de Janeiro do i mo.
do cugenlio Carauna, freguezia d.' Jaboali
mulato Antonio Pedro, com os Signai -
tos: secco do corpo, cabellos annebdos ecom
rauilos brancos, olhoa azues, com signal i
naricio em una das maos, dado a bebedeira :
quem o pegar e levar ao dito engenho, ou a rua
da Cadeia do Rdcife n. 36, sen. r-
recompensa i ,
Precisa--" de um caixeiro portug i
um engenho na frognexin le Jaboali i quem pre-
tender, dirija-se a rua da Cadeia do Recite nu-
mero 36.
AJuga-se a casa da rua do Tambii n, 30
na rua Helia n. I i, de I Ss3 horas da I
Precisa-se de urna pessoa qu i | ra
de fazer vel is d carnauba a ira: ir ni rua do
Vigario n. 2'.>.
Geovani Florensano, Gen iro I
seu filho Guisepe Tenainore, Fcno iso ranaro,
Francisco Jannzzi, Carmine Lacorte, sul
politanos, reliram-se pa o Rio do Jam ,
Joaquim Francisco da Silva Az
icienle ao corpo do com mercio, que vendei
loja do ferragens sila na rua d i lueira id > n. 51
aosSrs. Joaquim Ferreira do Ara ijo i
e Manoel Francisco do Azevedo, ficando a car i
dos niesn. is 0 activo e passiv >.
Osabaixo assignados fazem sciente a o
po do com mercio, que compraram i loja de ier-
,se .cha acontada no llccie, pelo que I XKr^~l?^^
I roga-se as autoridades policiaes e guar> I so cargo o activo epassivo, e nyrar
; das da
\ de appi
casa ou na rua Direita da povoacao dos Muito se desoja saber se vivo Jos Luiz
'Aib-jados ao Sr. alferes Francisco 6on-jIf.W-!!ff!* *i:!?:f:4:.!?!^ ':" ,; "
calves Silvina, que gratificara' o aii-
[irehensor. Benrique Augusto Milet.
Acha-se justa e contratada a casa terrea si-
la na rua ila Praia n. pertencente a Izidoro
dos An; is la Percuncula : quem se achar com
dircito a ella, dirija-se, no prazo de Ires dias, ao
palco do Parazo n. IG.
Ausentou-se da casa do abaixo as-
signado sila no lugar da Piraoga da
iegtiezia dos Aogados, urna escrava
. uo uuiuiiuuuij |i'.uitiuvj t jjuui -iso i-.irgo o .hiivo e jia*sivo. (vrara ni raza
companliia de pedestres haiatn i sn,iil1 Jo Guimares & Azevedo. kecife 2 le Ja-
iji ,-. i neiro dc 1860-Joaquim ferreira Je \rao. i i
relien lela. c entrega-la na dita ,,,-.,, Manoo, Vr^ciiC0 d, v,,,,,,, ,
Para Lisboa,
segu com brevidade a barca portugueza Eorten-
cia, capitao Josh Manocl 7omo, por ter urna
parte do carregamenlo prompto ; recebe carga a
l'rele, e lem boas acomniodacoos para passagei-
ros : qnem na mesma quizer carregar, poder en-
tender-se com os consignatarios Aniorim Irmaos,
rua da Cruz n. 3 ou com o sobrcdilo capitao na
praca do commeilcio.
Para o Porto.
Vai sabircem brevidade para a cidade do Por- Qlllta-ft'ira 12 (iO COVrcnU.
. to o brigue porliigiicz Promplido 11, forrado e
encavilhado de cobre, de primeira marcha o pri-
meira classe, por ter parle do seu carregamenlo
prompto: para o resto e passageiros, para os
, quaes tem excellenlcs conunodos, trala-se com
Elias Jos dos Santos Andiadc & C., rua da Ma-
; dre de Dees n. 32, ou com o capitao.
tma loja dc calcado,
Rua Direita n. 58.
O AGENTE
ICEALCOMPANHIA
DE
Paquetes inglezes a vapor.
No dia 14 desle mez espera-se do sul o vapor
Avon, o qual depois da demora do costume se-
gn a para Sonthampton tocando nos porlos do
S. Vicente e Lisboa, para passagens etc. trata-se
com os agentes Adamson Howia & C. rua do
Trapiche Novo n 42.
N. B. Os Srs. Prrtchard & Monneron, ru
Drouol n. 10 e ru Rossini n. 4, em Pars, s5o os
agentes dosta companhin Dajuclla cidade.
BORJA,
autorisado pelo Sr Marciano Accioli Lins Bar-
radas, far leilao no dia t lugar cima designa-
do, da armacao e mais portences da referida
loja, que conlemuma poreao de obras da Ierra
pira homem e senhora, sapatos do Aracaly, pe-
les de marroquim e lastre etc., que serao vendi-
dos sem reserva de prego, as 10 horas cm ponto.
Leilao
Quarta-feira 11 do frrente.
O agente Cainargo fara' leilao na por-
ta do armazem do Sr. Annes
DE
SOoaixai com velas de spermacete.
9 V bar s com figos.
o qual se vende a 800 rs. na
piara da Independencia 1 ivra-
ria n. G e 8 contendo alm do
civil:
Nolicia dos principaes esta-
dos da Europa e America com
o nome, idade etc. dc seus im-
peradores, res e presidentes.
Resumo dos impostos ge-
raes, pro\ inciacs, mimicipaes
e policiaes.
Tabella dos emolumentos
parochiaes.
Empregados civis, milita-
res, ecclesiasticos, litterarios
de toda a provincia.
Associaces commerciaes,
agrcolas, industriaes, littera-
rias e particulares.
Estabelecimentos fabris, in-
dustriaes e commerciaes de
todas as qualidades como lo-
jas, vendas, acougues, enge-
nhos,etc, etc.
Serve elle de guia ao com-
merciante, agricultor, mar-
timo e emiim para todas as
elasses da sociedade.
Jos Soares de Azevedo,
05
corpo igualmente regular o bem fcito, lewou rou-
pa, constando de mI as de casiairft, jaquela de
panno lino azul, camisas brancas Anas, ra! as do
ganga ede Urim traficado branco, ch i| eo n .
de fellro escuro, o nina rodo, indo usad i r se-
guido por urna mulher forra, cor fula, de
Candida,'que consta ser natural alo Macelo, usa
cabello amarrado. O escravo natural de S i-
gipe, aonde lem mai, boje forra.
Boga-sea quem o aprehender de entregar no
tfanguinho em casa de Jos T. Bastos, ou nesta
eidade em rasa de Bastos A Lomos, rua do 11.1 -
pichen. 17, que ser generosamente recompen-
sado.
3Dmj)iYDJ
que, Conselho de Oliveira d'Aiemeis, cm Portu-
gal, para negocio seu na ma da Frai i n. 6; na
i casa se vende palha de carnauba muilo
barata, e buxos de pescadas.
Saca-se sobre o Porto por qualquer Desappareceu na noite do dia 7 de Janeiro
sommapaftave! all ou em Lisboa, po- "* f. Jos do Manjiuinho, raja de
, r ,", i eixeira Bastos, o escravo crioulo, d nome Bi -
tiendo as letras serem pagas a vista, me- nedicto ; representa i a 2-; annosde idade poo-
diante o disconto na raz&o 'e 3 OO ao co "" "" menos, sem barba, aj ira i .
anno, aos porladorcs dirijam-se a loaquim da Silva Castro,
rua do Crespo.
O Sr. Paulo Jos l'ilgueira mora-
dor na Escada no engenho Kua Nova,
ara favor de apparecer na rua Direita
n. 06, a negocio do seu interesse.
Manoel Joaquim de Oliveira & C.
fazem publico ao comtnercio desta pra-
ca, que desde 51 d dezembro do anno
r. p., o Sr. Antonio Joaquim Goncalves
Fraga, deixou a fazer parte da dita fir-
ma e nao e mais socio de sua casa.
Na rua das Flores n. 1 loja do
marcineiro, vende se urna cabra (bicho)
muito boa de leite, com duas crias mui-
to nutridas e novas.
@@@$8> SS
1 Altenco.
|0 Vendem-se livros em branco @
|r de todas as qualidades, pianos dos 9
S mais acreditados fabricantes da g
Europa: em casa de D. P. Weld
S & C. largo do Corpo Santo n 1 o. g
gSSS@g
Altenco.
o
Pede-se ao Sr. Jesuino Af-
fonso de Barros, o obsequio
dc apparecer na rua do Hos-
picio segunda casa passando
o Gymtiasio, a negocio do seu
interesse.
nos
ARTISTAS SELLEIROS
I ii l*oriiamluco.
Tor ordem do Sr. presidente convido a lodos
issenhoressoeios CAnctiros para cemnarorerem
sessao do asscmblea geral lerca-fetm 10 Jo
crrenle, s 6 1)2 horas da tarde."
Secretaria da sociedade l.niao Reneliccnlu dos
Arlistas Sllenos em Pernambuco 7 de jineiio
de 1860.O 1. secretario.
Taurino Cantdio de Moram,
llua do Trapiche novo n. 22.
Caf Heslaurant du commerce, precisa-se do
dous sjudanles decosinheirosou de dous escra-
vos de pouca idade 'no queirao aprender o of-
ficio do cosinlieiro.
Na rua do Apollo n. 16, segundo andar,
existem cartas para os Srs. Dr- Gabriel Soar. s
Rapo/.o da Cmara, lenle Manool de Azovedn
do Nascimenlo, lenle Jos Francisco de lloraos
Vasconcellos, Jos Jacintlio de Sou/a e Pedro de
Alcntara Pinhciro.
|Anlonio Augusto dos Sanios Porto faz pu-
blico que o Sr. Lenidas Francisco di Hecha dei-
iao do bt seu cain-jiro desle o din '5 do rormta
mez.
/
\


:

t'recisa-se e tima ama loria ou captiva
para o servido de uraa rasa de familia, c que se
preste a comprar e a sahir a ra em objectos do
servido : na ru* larga do Rosario n. 28, segundo
andar.
COMPAMBHA
DIARIO DE PERNAMBUCO. TERQV FR1RA 10 DR JaNEIRO DE 1860.
DfcMMUS.-tS l.^rALl.lVrJIb.
PILULAS VEGETAES
ASSCABADAS
Eslabclccida em Londres
EM
\km> s mu.
CAPITAL
CAnc irnlUocs de libras
esterUnas.
Saunders Brothers & C." toro a honra de In-
formar aes Srs negociantes, proprietarios de
NEW-YORK.
O MEI UOR REMEDIO CONIIECIDO
ContraeowMpafet, ictericia, affecrdts do /gado,
febrcs biliosas, clicas, iiidi llemorilioidas, diarrbea,doericas da
pelle, rtipco-.e todas as cnferiaidades,
PROVENIENTES DO ESTADO IMPERO I< SAKOCE. I
nJa^j*MdMtowmediocon80,n,Bn,-se vapor, distilacat} nova bem montada, 22 bois
',.. j de correia, seis buorlos, algumas obras, salra
* f^^f^ ^ lat?rez?'. .' plantada, etc etc.. lraUse a ra do Crespo n.
ApprovaJo pola laculdade de medicina, e re- \j \0.a '
puramente vcgelaes, nao conten ellas neulium "a Slla "a ribeira da boa-vista de Manoel da
vcriino mercurial ncm alxum outro mineral ; Silva, rogao a lodos os credores da mesma para
Pastilhas vcgelaes de Kemp
contra aslouibrigas
j approvadas pela Exni. inspeccSo de esludo de
; Habana e por militas outras juncias de hy-
I giene publica dos Estados Unidos e mais paizes
: da America.
Garantidas como puramente vegotaes, agra-
dareis 5 vista, doces ao paladar sao o remedio
as lombrigas. Nao causam nau-
..iinoi os ,n>, ne^oi lunirs, pruprieiarios ue | ^"-" iin, uui es ou p aunar sao
casas, eagucntmais couvier, que cstao plena-1infallivcl contra as lombrig.is. Naoc
I mente autorisados pela dita companhia para I seasnem sonsacos debilitantes.
I etfectoar seguros sobre edificios de tijolo epe-j Testemnnho expontanco em abone das parti-
dla, cobertos de telia e igualmente sobre os j ",as de Kemp.
objectos ijuc cpntivercm OS mesmos edificios, Srs. D. T. l.anman e Kemp.Port Ryron
quer constela ira niobilia ou emfazendas de 12 de abril de 1859. Senhores. As pastilhas
qualquerqualidade. I que Vmcs. fazero, euranmi meu filho ; o pobre
Traspassa-se o arrendamento de um enge-l rapaz padeca de lombrigas, exhalava nin
nho distante desla praca duas legoas, vende-se ru felidn, tinha o estomago
nina parle no mesmo engenho, machina nova a
_ chei-
inchado e continua
comicliao no nariz, to magro se poz. nue eu
tema pcrdc-lu. Nestas circumstancias um visi-
nho meu disse une as pasli|has de Kemp tinharn
curado sua filha. Logo quesoube djsso, com-
prei 2 vidros de pastilhas e cora ellas salvei a
vida de meu lilho.
Sou de Vmcs. seu amo agradecido.
W. T. Floyd.
Preparadas no sen laboratorio n. Itft Co'.d
."" .............., ...... uu.... .,....,,.. -------, .-0 .>...v- u.- ..,,...,- u.. bim p' i repnrauas no seu laboratorio n. ,(6 Go'd
esiao bem acondicionados em caixas Je folha pa-| apresenlarem as suas cenias competentemente! Street pelos uincos proprietarios D Humane
i a i. siniardar-se da liumul.ide. :..,:r... i_ .. ;_ o ... k'r-mn ilnumi.i...>...i...j.___ __ .._._
FOLIIl\llAS FABI .860.
Esto venila na nvraria da praca da Inde-
pendencia ns. 6 o 8 s folhinhas para 18C0, im-
prossas nesta lypographia, daa seguintes \uali-
dades :
T OLIIINII.V RELIGIOSA, contendo, nlra do
kalendario e regulamcnlo dos dircitos pa-
roehiacs, a continuaciio da bihliothoea do
Crislio Brasileo, que se compe ; do lou-
vor ao sanio mime de Dos, coroa dos ac-
tos de amor, liyinnos ao Espirito Sanio e
a N. S., a imilaeao do de Sanio Ambrosio,
jaculatorias e commerooracao ao ss. Sa-
cramento e N. S. do Carino", escrcitio da
Via-Sacra, directorio paraoraeo mental,
diriiJido pelos dias da semana, obsequios
ao SS. coraco de Jess, saudaeo d tas s chagas de Cliristo, oracoe's a N. Se-
nhora, ao patrocinio de S. Jos e iwju da
guarda, rasponeo pelas almas, ali de
uulras oraroes." I'neo 320 rs.
IT.V DE VARIEDADES, conlcndo o kalenda-
rio, regulamento dos direilosparocliiaes, e
urna collec'-ao de ancdotas, ditos chisto-
sos, contos, tabulas, pensanienlos moraes,
receilas diversas, quer acerca de cozinha,
quer de cultura, e preservativo de arvores
e Iructos. Prego 320 rs.
If ITA DE l'ORTA.a qual. alm das materias do
coslume, cor.lin o resumo dos direilos
parochiaes. Prego 160 rs.
DNIGA, VERDBEIRA E LE-
GITIMA.
f% 1
justificadas, al odia 8 do
jescripiorio do Travassos
can sguardar-se da humillado.
Sao agradareis ao paladar, seguras e elTicaze
em suaoperaco, c um remedio poderoso para alv'~"i'*v"w "u '-'aasua iomvi u u, nu ou .
j'iventude, pi.beidadc e velhice. Amorim, a fim do seren examinadas, nao se
Lea-sc o M letoque acompanha cada caixa.pelo resnonsohilzando os mesmos por qual.iuer du-
q.Kuse licara conhecendo as multas cu as milapro- ,.; i- .!_ i 1: i #
sas quetem ClTectuado. D. T Lanman & Ken.p, I v,Ja deP0,s ll ,lla <*' Por *r f?er
droguistas por atacado em Nova York, sao os uni
eos fabricantes e proprietarios.
Acliam-sc venda nin tojas as boticas Jaspiin-
cipaes cidades do imperio.
DEPSITOS.
Rio de Janeiro, na ra da Alfandega n. 89.
Rabia, Germano & C, ra Juliao n. 2.
Pernambuco, noarmazem de drogas Je J. Soum
S C, roa da Cruz n. '12.
Jos Antonio Morena Dias & C, continua ni
a receber por todos os paquetes de Europa um
lindo sorlimento de obrjs de ouro, diamantes o
brilbantes: a tratar no seu cscriplorio, ra da
Cruz n. 20.
.- V.|fWWWfH,V ----- r.-------- ...^.w^. ,..,.,., ,^.UII. ,j ,,, I..111111,111 t'
Janeiro prximo, no Kcn'P. droguistas por atacado em New Vork.
lunior l C nn.lft' :4thara-s da em todas as boticas das
jumor & L. na oo principaeg cuados do imper0.
'_! o rateio do producio dos gneros existeaks na |
mencionada laberm.
Recife30 dedezembro de IS50.
Travassos & C. Lopes Irmaos. Tho-
nus Times.
GABINETE PORTUGUEZ
DE
DEPSITOS
Rio de Janeiro na ra da Alfandega n. 89.
Babia, Germano & C, ra Juliao n. 2.
Pernambuco,no armazem de drogas Je J. Soum
& Companhia ra da Cruz n. 22.
Ra Nova, em Bruxellas (Blgica).
SOB A DIRICflO DE h ktBVAMl
L'aie lioie! cuucado no centro de urna das eapiues im orlantes da Europa, lornase
valor paraos brasileiros e portugueses, por seus hons commolos e confortvel. ., .
; urna das melhorcs da cidade, por se adiar nao prximo s oslagSes ,h caminbos I,
jAllemanl.ao Franca, nomo por ler a dous minutos de >, todos os ihealrose divermenf':
alem disso, os mdicos precos convidam.
No hotel hasempre pessoas espeeites, fallando o raneez, allemio, 0men^o mgtn e
tugues, para acompanhsr as lourisos, qur em suas aunrses na cidade, qur no leino, qn
emfiir. para loda a Kuropa, por presos que nunca excedem de S a 10 francos {3S00 i I
por dia.
Durante o gsp^o,le oilo a de/, tnezes, all residiram os -.xms. Srs. eonselReiro Silva I
; rao, e seu filho o |)r. Pedro Augusto da Silva Ferrao, ( de Portugal ) e os Drs. PelipiM I i
.\eito, Manoel de tigueua Faria, edesembargador Pontos Visgoeiro do Brasil ] c rauill
tras pessoas lano de um, como do outro pai/.
spr.cosda lodo osenico, por dia, regubm de 10 i 12 frantos 50C0 500 )
____Rote encontram-se informaos exactas acerca de tu Jo que pode peieisar um
|Ao hotel Trovador, ra
| larga do Rosario n. 40.
i wu w %i -^r m.mi %) 'Jl Francisco Garrido, dono deste eslabelecimento
Achando-so *.ixo o lugar de guarda do Gabine-j tein a honra de participar a seus freguezes e ao
( i i I o f *# ;'e l'iuiiigup/. deil.eiiura, a respectiva directora publico em geral,que achario sempre em seu
.fJclllUlll (IG COIliaS ICIaS h/pubjicoa todos os senhores que preiendcrem hotel comedorias diversas a qualquer hora dodia,
para que facam seus reque- bem como se cncarrega de apromplar jantares
e prompli-
SALSA PABRILH.I
1
aba ixo
aSSlg
nados
temos a Wnam Herad, subdito britaDo, relir--
Inglalerra.
o rneiicionado I
'jara comora e vend de"i*sucar aleodo ennros1 O.n!,'"cio,;;, r^^^TJ7^^S^^\^\^!a9!,yt es.adirectoria. acompanhados de parafora e ludo com o maior aceio
e mais objectos de peso, obra muito ulil para to-
das as pessoas que negocian) com dil"S gneros,
e para os senhores de engenho : pois com um
lance de vista podi m saber o importe de qual-
quer porefio ti?, arrobas o libras ; 1 volume bem
encadernado por 5(i00: vende-se na lirraria
econmica, detronte do arco de Sanio Antonio,
rin do Crespo n. 2.
documentos aut enticos, que atlesiem terem os dao ; os amadores do bom vinho ah n enconlra-
mesmos prelen* entes as babilitacdes que exige i rao de ludas as qualidades assim como os bt I los
semelhante em
irgo. i refrescos. Todos os sabbados e das santificados
Secretaria de Gabinete Portugucz de Leitura j havera a deliciosa mao de raeca das duas horas
10 de de/embro do 1859. da madrugada em dianle. Tambeni oxistem na
J. G. Villa ver de. mesma casa difTerontes quarlos mobilados a Jis-
I. secretario. posigio do publico e ludo por mais moderado
C'' i ,4 Tirina *^-v^-rtf-.^l.; prPI-'" l, 'I'10 ,'m ",ia qua'qucr parte.
urso de preparatorios. A\ ISO ao CUCaO-tM^^^^-r^^v^v^A
O baeharel A. K. de Toares Bandia, profes- Sg3 O Dr. Cosme de Sa' PereirafcS
O baeharel A. R. de Toares Randia, profes-
sor de geographia e historia antiga no gymnasio
d Sta provincia, conliua no ensino dos seguintrs
preparatarios: rhetoriea, pbilosophia, geogra-l Espingardas d
p lia, linguas france/a e ingleza ; na casa de sua le-se a qnalj laJ
leacia, ra larga do Hosario n. 2$, segundo i na ra Direila
a n Jar.
=_Precsa-3e alugar urna escrava para o ser-
vico interno c externo de urna casa, assim como
lambern um oseravo : na ra da Sania Cru/. n. C6.
Precisa-se
no pateo de S. P
SJ /lr\ fPr> W1' H>a
res.
i espoleta mnito Tinas, e gaian
porj se ler esperimentado ;
61.
de urna ama e paga-se bem : na
dio n. 10, segundo andar, por
ui. cjusuii: uc ja icreu-a ^5i, i onia.oes oe aromas perniciosas, as pessoas que
de sua viagem in&tructi-E^ 1u5zercni comprar overdadeiro devem bem ob-
Knrnna rnntinn-i nn Hg ear os segumtes signaos sera os quaes qual-
..uiopa continua no exer-^ljj[quer outrapreparacio falsa '
DA
mm&
cima do marcim iro.
Pedro Mo reir sahe para a Bahia.
Publicaoo titteraria.
Guia Luso-Brqsiletrodo Viajante da Europa
1 vol. em 4" de 3>00 pag.: vendo-so na mao do
autor ra do Yigurio n. 11, brox. 3j| enead 4^
O Dr. Cosme de Sa' l'erei
J4 de volt;
os ti va a
cicio de sua profissao medica.
Da' consuitas em seu escripto-SL
jV$i'o, no bairro do Recife, ra da '-;Q
^Gruz n. 53, todos os dias, menos
7!
Remedio sem igual, sendo reconhecido pelos
mdicos, os mais iminentes como remedio infal-
livel para curar escrophulas, cancros, rheumatis-
mo, enfermidades do ligado, dyspcpsia, debili-
dade geral, febre biliosa e intermitiente, enfer-
midades resoltantes do emprefio de mercurio,
ulceras e erupcoes que resultara da impureza do
sangue
CAUTELA.
D. T. I.anian & Kemp, droguistas por atacado
New York, acham-se obligados a prevenir o res-
peilavel publico para desconfiar de alguraas te-
nues imitococs da Salsa Parrilha de Bristol que
boje se vende neste imperio, declarando aludos
que sao elles os nicos proprietarios da receila
do Dr. Bristol, teuJo-lhe comprado no atino de
1856.
Casa nenhuma mais ou pessoa alguma tem
dircito de fabricar a Salsa Parrilha de Bristol,
porque o segredo da sua preparacao acha-se so-
mente em poder dos referidos l.anman i Kemp.
Tara evitar engaos com desapreciareis co-
coes de drogas perniciosas, as pessoas que
NOS
;..............'. ; i'i nao, retir -
nonra de pai ticipar ao corpo commer* '' P*M '"'/latera.
icialdesta praca, que tondo do dia 51 .nZ^u^T',i>V-u:,]':- "' PWico qu.
! l ~ -i uis.vmuia desde ho <, o em h'i I de dezembfO p. p. expirado, em vir- dade que tinha com o Sr. AntJnw Jl-s <>
tude do faltecimento do noss > snior a Cuimaraes sob a razo de Luiz 1,
urmaue Recife 31 de dezembro d 1859
lY O. Bieber Si C. ~ Vespcrade !.-ia 21 le lezembn. ullin .
Lt ...I i 'urlaram do sitio Monte-Al.^ie em Miro
,ua mial eramos socos, continuamos lo novilh., fill.odo pasio, cijos
II de Janeiro em diante, o mesmo p\vo P^ctotendo seoslas mi pou*
,de negociodebaixo da firma de u?i m8?i"?r? ';'"-.i;"'',"'" 'v'1"1"
IV A n- i r i-- *< niuito gord e terdeidadc ani
W. U. iieber & <.. SIICCCSSOI'OS. m.,,s "' '" "w- oassignad
pn.ri.i.ii.H. uoi., do^in.:!:::;;...;...: ,
l naco em Londres, esta encarregado dos lavradores que se Ibes for ou i
uossos negocios em Enrona. recido o novho ippi
n> i a i i ...,. ioc"s tarara por este Diuuo alzum i\iso
Pernambuco I- de janci.o de I8C0. |ue se possa saber da exi*io,,cia \! '
1. II. II. Hohr.. se 1l'i'-1 -,'' i" ivilhu, leudo
nunciaiile. em sa'isfazer ; ;
for iieii's"saria a c-ste respeilo fuer-f
muilissimo >brigadu Di ara.
Sah idor Cocido de Drum m le A
Fugio
lo Eragenho Aca dacom aarea de Coiann-
j!, nos domingos, desde as' (i horasKfi
^!t as 10 da manhaa, sobre os'
seguintes pontos :
^HiH "H;J;^-H-H?
de ,<'
JJ
Sr. thesoureiro manda fazei pu- .
blico que si acbam a venda todos os dias
das 9 boras da manhaa as 3 da tarde,
no pavimento terreo da ca,a da ruada jI^UlJSMT^SS *$?&
Aurora n. 26 e as cajas commissionadas ?gtormos de medicina.
., ___...... a__lx &i__________ __
O Dr. Casanova pode ser procurado
a qualquer hora em seu consultorio iio-
meopaihica
28=Rt7A DASCRfJZES=28
o^mesiDo consultorio acha-se sem-
pre grande sortimenln de medicamen-
tos i'in tinturas c glbulos, os mais no-
Molestias de ollios ;
. Molestias de coracao e
peito ;
. Molestias dos orgaos da gera-^
cao, e do anus ; fC
. Praticara'toda c qualquer$
operac3o quejulgarconvenien- -f
lepara o resta bel ec me nto do.* T:
seus doentes. -r
S O e\ame das pessoas que o con-
. mesino senior thesoureiro na pra- fSX9&9W&& sw&rsm s?ff^ ca da Indenendencii n II e IB na '^. WWmfr.i1- tn?t?r;1' ^SU,ti"'Cin era ic,t0 mdistmcta- ;>
WAU, ., i u- ,", Preci8-.f^'''8"e' ama forra ou @ mente, e na ordem de suas en-
uiilietes e meiOS da ultima parle da ter- capliva, que saiba engomuiar bcra, para una
eeira e'prineira da quarta lotera dolu5* de. pouca fafni,ia. paga-sebem: na ra do
c ji- i Hospicio, casa terrea conlionto ao collesio de
i\ muisio cujas rodas deverao andar N.S.do Dom CoAselho.
impreterivelmente no dia ci Janeiro ; ..;.-: iTJ^
do anuo prximo futuro. I RFMTIkTI CRAMTC7
-*/-iw-h.Lsi*a=- ^HlE.'JHiKStu.a
sembr de 18o9.O esenvuo, J. M. da rangeiras 15. U\a mi-sina ctsa tem agua e -<
Cruz. Z l' dcntic .. ^
l.. C. de Plocg mudou-sc da Passagem da v ; : -i.AJ.AA**,?. tXJUJLiAJLXAXJJLX
Magdalena para a ra da Imperatriz n. 47, pri- Vonnlno .-^.,1 I* .
,1"'i'J 3M]lir- dCtina pUDllCa. gelles deposita, a presteza'de sua ,-
DOnlofi Op| inoo/at: ''i1"5'11'^0 dk) Huido de braco a braco, as SJacc&o, e a necessidade prompta '>
Uill"5 di llliCluCS. |1ll,,,,ns e domingos, no torrcao da alfandega, e ^ *
. "os sabbados al las 11 horas da manhaa, na re-
i rom o l mo O^orio tcm a honra de scien- sidencia do commissario vaccinador, ra cstr-'lla
ir ao respeitave! publico desta daie, que do Rosario n. -28, segundo andar.
de posse da machina a vapor vulcanile
ica denles por este novo system; anda i
lo nesta cidade, e talvez em'todo o Brasil por
ser um systcma inteiramenle novo, e por couse- Tendo e disohido -i tnru^tteto r;
te muito fcil para as pessoas que so veera P u.s.oivio a socitdade Caixa
na precisao de usar delles ; tambera os colloca! econmica como consta da resolucao
; uieio de chapa era ouro ou platina cora molas lomada em assembla peral dos accio-
- ""ia pressio do ar, calca os que cstao "~
*< 31
|.i,- .! ii...-.i:.') ii. o, segunuo anuar.
s Caixa Econmica.
en-^
: tr&das; fazendo excepcaoosdoen- i V
l tes de olhos, ou aquellesque poi \\.
i motivojustoobtivetem hora mar
cada par. este im. i^e
A applicacao dealguns medica
mentos indispensaveis em.varios!
casos, como o do sulfato deatro- f
j pina etc.) sera' 'eilo.ou concedido $
^gratuitamente. A confanca que
<1
de seu emprogo; e tudo quanto o .
lemove em beneficio de seus *
loenU
(tenles.
Ir
Pao d'AIho.
1 O envoltorio de fura est gravado de uro
lado sob urna chapa de ano, Irazendo ao p as
seguintes palarras:
D. T. LANMAN & KEMP
SOL AGENTS
.V. 00 Water Street.
NewVork.
2" O mesmo do outro lado tem um rotulo em
papel azul claro com a firma e rubrica dos pro-
prietarios.
!!' s, bre a rolha acha-se o retrato e firma do
inventor C. C. Bristol em papel cor do rosa.
One as !:! ._oes juntas a cada garrafa tem
una phenix semelhante a :: vai cima do pre-
sento annuncio.
DEPSITOS.
Rio de Janeiro na ruada Alfandega n. 89.
Bahia, Germano & '.., ra Juliao n. _'.
Pernambuco no armazem de drogas de J. Soum
i Companhia ra da Cruz n. 11.
Esievo Cavalcanie d'AIbuquerque, Dou-
lorcm Mcdeeina pela Faculdade do Itio do Ja-
neiio leudo vollado de sua viagem a Europa
acha-se com residencia na Ci.lado do Olinda ra
do Amparo onde poder ser procurado a toda
, hora para exercer actos do sua profis.-ao e espe-
cialmente para tratar de parios, molestias de
ulero, de ollios, e de vas urinarias e fazer toda
e qualquer operaeo.
Interesse geral.
Na coebeira da na da Floicnlina, que fui do
lenenle-coronel Sebastiao Lopes Guimaries,
tratase de bois e cavados a Iv> por por dia e
noite ; isto metade do prego porque se trata
" em outra qual |uer parte, o emquanlo ao bom
5; iratamenlo, a exjieriencia convncela.
Traspasse-se o arrendamento de um En-
genho muito perto da prara, vende-se urna par-
: le do mesmo Engenho, urna maquina
Gustavo 11. Praeg-f
F. l>. Feuerbeerd.
C. L P. Roeck.
No aterro da Boa-Vista sobrado n.
03, fugio um papagaio grande fondo
em um pe um pe-laro de cor rente:
quena o adiar queira resliiui-lo a men- ea'ravo fulla Jo nomo Joaquim, pouea lo
Clonada casa. cabeea comprida olhos grandes e enfnn:,-
lem una matea de lerida na pertia
junio do i-, ps malfeit s e bem mi
bixos quem o pegar pode entrega-lo no dito En-
genho a seu senhor ou nesta Cidade, nc -seri
rio na ra da Gadeia n. 40 qo
monte recompensado.
Thomaz de Faria. p
na rna da I'; ii he n. |0, seril lorio.
Collegio ile Beinfica.
Director e nico proprietario
Estevo Xavier da Cunha.
(iOiiipras
Esle collegio, legalmenle aulorisado, e eslabc-
leci i" no arrabaldedo Chora-menino, abre o m
| anno escolar, em conformidade dos rsped
estatutos, no dia 7 do correnle. Sen director es-
pera continuar a merecer a confian.; i de que al
ag'-ra tem gozado, nao cessando dc'empregar lo-
do o disvi lio para que seos alumnos recebara a
instru.fio o .! educacao convenientes.
Precisa-se alugar um prelo para o serv, o
i'.temo e externo: na casa de banhos do pateo mu,?-: "a,rui ,
do Carino. Regs de Nouza.
Precisa-se de um caiseiro para pajada que A\ S() .'IOS Srs tlt
tcitha pratica da mesma e que liadur a sua con- fomnn. .....i
duct.:naruadaSe.ualaVqe.ha.9i. ; do San. 6.
Compra-so para ntn.i eiieommeinl i
i Ierre i no I airru de S me Vnl !
x isla, e q ie leuha bous cotnniodns pan un
milia : na ru) .i nhn a Iralar com .1 i 1
- ngeulio.
(.ompanhia brasileira do
paquetes a vapor.

nu pela pressao do ar, calca os que cstao em es- nUta ,.,..>,,,. I..__ ., i za Ra"
iriaiora o.uue inassa adamantina, e m,U*t <\w tev^ Ugar em reuniao lie deve n
' s massai brancas, por pircos razoaveis, po- "ovembro p. p., se laz publico aos inte- l"is JJ
i iro'inadj riara este liin em sua inora- r<>sprl o r, fiii..rv. ^..:.......... ..... i pedido
a vapor,
i umi deslilacao nova montada de un tudo -2'2
deve na padaria do paleo da Sania Cruz n. (i, ,racla-se na rua do Queimado n. 10.
' lempo bstanle, e mesmo lem-lhc sido' Iloga-se aos Srs. devedores a firma social
A VIS I.
O agente da companhia, pede aos senhores
carregadores que preslcm attencao ao3 avisos
I Publicados inste Diario para as* chegadas I -
res, c recibimeolo de carga : rsla -
pode ser allendida, sendo os despachos le
iicia com dias antecipados chegada do va-
por, para ser recebida segundo as rircumslan-
| cas que o commandantc ponderar, quan I
i Sr.
Desde o momento que o vapor tiver cheg.ido
jaopoiio al sahit, nao recebd-se mais algum
i despacho, e cada um deve Iralar dos eral jrqui
, que liver engajado cora antecedencia,o recebido
ordem da agencia para levar a bordo.
Os despachos originaos, depois de etTccluado
| o embarque, devem iininediataminte ser leva
dos agencia para irem lechados no manifest
que o vapor tem de apresentar as alandegas. desvio desta regra lem originada embaracos
tanto A companhia, como aos proprios senhores |
carrega lores, que omissos no eumprimcnlo des-
tes devores concorrem para que os vapores nao
leyem os manifoslos a carga que conduzem, p
sejam multados, e as cargas dolidas as alfan-
I degas, al pagarem os direilos de consumo'
'juando j os lem pago nesta alfandega.
Oulro sim, por encommendas he entcn lid o sor'
jos volumes de amostras, fruclasou don-, e on-
Iros objectos de pequea enlidade, e nunca i.i-
zendas ou mercadorias de negocio.
O expedienlc na gencia est marcado nos
11 i ,-. .
, nimar : que m ..
. dispor, .i rij i---- a j .
fe n i. loj. Je ferragens.
Compra-se urna 1 !. ii,. pieoi n
do-sede mola: na praca ('a lodept>n<
ciencia u G c S.
N'a ni i da C >ia do !. n. ",
precisa-se inpr.ii un cscravo de
mi ia id.i). pie ,'ufen la i i
nha.
. 1 ~ -' -
$&m \M mm.--.
= Comprara-se as si
ondo na Lila, o jujaJ ,.,. }. |,| ,;,, ,, x
Qui ii i asa i i a. Por causa .
mo, \ rosca, o Duelo u I'. ; .- i .
mao das Aln is > Dial :. i es La n -i iti
graphia se dir.
Con
i
ram-j ... : : 20
r i i Ja Indopondein ia n 22.
Kj> '.-.
Vealas.
REMEDIO EriCOMPARAVEL.
IV.i ENTO IHll nWAV.
Militares de individuos de todas is na<
o, lestemuiihar as virlud sd l< i
aravel e provar em caso m
-.,....,,.... ,la igcnua cata iiiarcau i nos ......|.u.i-.ni' jiruiar iin roso iiim
| annuncios postes na Praca do Commcrcio, e na pelo uso que delle fizeram tem tu
porta do cscriplorio da agencia no da da chega- l"s inteiram<,nle saos depois d haxei
.......------------ |. ... .....u. ni. .iiiiii, i ui; ,
,.,ito,|P Krtitaaeite ,le ph^-jta: hTfcart ,.. d.^. ,,,.....p
eOSta l> pograpbia SO, dir. "rtaram na noile de i do correnle me/, um ca-
* vallo melado, clinas brancas, estrella, descarna-
a.';encla dos fabricantes amerlca- do. cora iuchaeo nasarnelba, gralica-se bem a
nos Grouvcr & Baker. I quera o Uouxer ao mencionado sitio.
Machinas de coser: em casa de Samuel P. '
Jobnston & C, rua da Senzala Nova n. 52.
luga-sc uraa casa em Apipucos alomez
e abril, com muios comraodos e estribara para
legio venda n. 2b ou na rua
n. 10.
Precisa-se billar ao corresponden-1
te dos Srs. tenente-coronel H.;raeterio!
Jos Velloso da Silveira e Francisco Xa-
vier de ndrade: na livraria n. 6 e 8
da praca da Independencia.
LICOES PRATICAS
ESCRITA COMMERCIAL
Por partidas dobradas
E DE
A1ITIBITICI
Rua Nova n 15, segundo andar.
M. I'itn<*rr.'i de Hedelros. escriturario da '-aiiipeiio n. 4, proprio para es.
ihesouraria de fazenda desta provincia,ctmpeten- i de pouca familia, sendo honesta.
tmente habilitado pela dirocloria de instrucco __ !-;, r,,;,/. r s a i
publica para leccin a r arilhnietica nesta cidade ~, i ,? t dcl?ra 10 r:'spe'-
tem resolvido juntar, como complemento dosV S.'IPJ *orS" do commemo. que deixou
Os aiiaixo assignadi's viuv.j, lilha, noios,
sobriuho e genro do fallecido ioo Ferrei-
ra dos santos, cordialmonte agradecem eos
Illms. senhores que lizeram a honra de
assislir as eie piias e acompanhar o enter-
ro, e pedeni aos mesmos daquelles senho-
res que queiram assislir a miase do stimo
dia o que lera lugar na manhaa de 10 do
crrente na capaila do cemilerio s 7 ho-
ras, favores estes que serao eternamente
reconheridos polos abaixo assiznados.
Recife 5 de Janeiro de 18G0.
Auna Rosa dos Sanios.
Emilia Ferreira dos Santos Vidal.
Joo Ferreira dos Sanios Jnior.
Margarida da Assumpcao Ferreira.
Jos Rodrigues Ferreira.
Amonio Joaquim Vidal
do Queimado loia
v
8 cavallos, coebeira, perto do"baho,""ec.' no i "' '"
aterro da Boa-Vista n. 63, segundo andar, ou no I rcn3T"S0 olng" una casa torrea com
mesmo lugar a fallar cora o Sr. Quoro"a' quinlal, 110 bairro de Santo Antonio ou Boa-Vis-
Os abaixo assignados declarara qo desde o ',a : a'ra,8r. na. rua 2? .cdeia n 15.
dia :S do curenle o Sr. Joaquim Caineiro l.eao v ~ lo n? e ?mt',M pholographica da rua
deixou de ser seu caixeiro. Recife de ianeir Nova' n 8' pnmeiro andar, conlinua-se a tirar
de 1860.Francelino Izidoro Leal &. C retratos pclosyslema norte-americano. A per-
- Joaquim de Andrade segu para Porlueal' 2S d'r "1al,;'ll,os, s'lli.dl deste eslabeleci-
o qual subdito porluguez P '"* i,n ",l !ao bem cenheeida do publico desla ca-
. ___Tt>t%An n itiT e. i\ j pilal. Ah so encontra um vanadissirno o esco-
icndo O .Um. bi. Dr. juiz de or- ; Iludo sortimenlo de caixiuhas e qundros de lo-
plutos ordenado que os administradores (Jas as qa*dades e laroanhos. Na mesma casa
da inassa do fallecido .Manoel dos San-1'" rende uma ovcoll'"1
da dos vapores : depois da hora designada fe-
cha-sea eseripluracao que o vapor lem de con-
Iduzir. Recife, agencia rui do Trapiche 11. 0. 2
de Janeiro de 1860.Thomat. de Faiia,
i da companhia.
ATTENCAO.
Precisa-se de ofGciaes de alfaiale, tanto para
obra .-'mide c.iii... mi.la, assim como milito boas
costureiras para collete : na rua da Madre de
l>eos n. -ii), pnmeiro andar.
Aiuga-se uma escrava para lodo
de portas dentro : a tratar 110
numero 9.
= Arrcnda-se o pnmeiro andar do becco do
(.ampollo n. 4, proprio para cscriplorio ou casa
tos Pinto, a presen tem um bala neo do
estado da mesma inassa e exista credo-
res de ttulos particulares e que nao
constam dos livros, sao por isso convi-
j dadas todos os credores da mesma malta
lapresentarem ate o dia 15 do correte
I no escriptorio de Domingos Alves Ma-
jtheus, uma nota ou conta do total de
seus dbitos.
icoVwo! Snca-se sobre Portugal, em casa
de Augusto C. de Abreu.
pertences.
lypo.
lem resolvido juntar, como complemento do seu
curso pralico de escrUuracao por partidas do-
bradas, o ensino de conlabilidado especi lmenle
iia parte relativa a redcelo de raoedas .10 cal-
calo de descontos e juros simples c coii'poslos,
de ser caixeiro dos Srs. Francolino Izidoro Leal
& C, por sua livre c espontanea vonlade, por
achar melhora de seu augmento
Joaquim Carneiro Ledo.
Precisa-sede uma ama de meia idade para
casa de pouca familia :
conhccimenlo inlispensavel as pessoas q .e de- o/, 3 *"*' ""'
sejam empregar-se no commercio ou que ja so ""? L,JFr'1'" para,CKa
achara nelle eslabelecidas. A aula ser alLZ vu^ i"" 15',
no dia 15 de Janeiro prximo luturo s 7 huras ZSSTS Pr a ?ud de "?' "nado f'
da no.le ; e as pessoas que desejarem malricu ^.".f?0 e C.,SJ de h.omcm S,,'^r.. "
lar-se podero deii;arseus nemes em casa do an-
nunciaiile al o mencionado dia.
O caixeiro que se olfereco para taberna, diri-
ja- roa da Santa Cruz n 1, esquina que vol-
la p-ra a rua da Alegra, que achara com quera
ratar.
* Na ua da Cadeia do Recife n. 54, desoja-se
fallar com o6r. Kai-nuado da Silva Main n ne-
gocie.
Escolas do mclliodo Cas-
lillio.
Esto abertas dt?sJc 7 deja-
nciro.Francisco d Freitas
Gamboa.
Perdeu-so na noito de 7 do correnle, de 6
para t horas da noite, uma carteira do algibeira
de capa de courc, qual lom o nomo do dono,
e levava caitoesde visilae oulros papis ; quem
i achou, tendo consciencia, e querKdo restituir-
i^Voa^osM.Je;a^^;^ore;o7^ g'ScaVl rua da Cr,,z 40. a"aa^. que se
uyel corpo de commercio desla praca, que desde j Purlararo do terreno de Fra de Portas de
H'. dKCOrre,^ ,me,Z ["m orPasado u,na Thoma Jos das Nevos um, canoa di
sociedade sob a nato do Azevedo I Mendos, I s de araarello. nova, com uma marca
forro
. mes-
rao escravo de boa conduela : na rua da Cadeia
do Recife n. 50, primeiro andar.
Antonio Luiz de liveira A/.cvedo e Joiio
cando cada um de per si na liquidacao do nego-
cio que leve at 31 de dezembro prximo paSO-
do. Becife 7 de janciro de 18W.
na popa ; a pessoa ijue della der nolici
cobrir o ladr*o, diriia-se a rua do Viga
q'ic ser bem recompensado.
T
te machina com lodosos
e neceasarios para o daguerreo-
Atlenco.
Ima setihota se offerece para ensinar meninas
em uma casa de familia, ou em um engenho
france/, ingle/., plano, obras do agulha, emm
ludo (pie necessario para dar as meninas uma
educacao esmerada : para mais inforraacoes, di-
rija-se a rua Nova n. 65.
Lra moco solieiro, na rua do Nogueira n.
28, precisa contratar com quem Ihe faca almoco
o janlar nos dias que nao torera uleia ; quera dis-
so se quizer eucarregar, dirija-se ao Forte do
Mallos n. 9, ilas 9 horas da manhaa s 5 da tar-
de, ou na rua cima indicada, das 6 s 8 da ma-
nhaa, ou das (i \\i s 9 da larde.
N'a rua do Imperador, deronle de S. Fran-
cisco, ha venda o seguintc : diccionario portu-
gus de Constancio, de Fonseca em 2 volumes
francez de Fonseca e Roquete, e tambera de Fon-
seca smenle para a tradueco, Ritual Romano
da ultima edicto, mui acrescenlado, delirado*
om alaras douradas e sem ellas, c lamben) d
encadernaeao ordinaria, breviarios romanos, rica
encadernaejio. selecta frenceza o ingleza, guia
do conversado rrance/.a, carias do A B C, taboa-
das, cathecismos, economa da vida humana,
carlilhas, e muilua outras cousas que so apre-
senlaio ao comprador, eludo por piceos os mais
commodos pussiveis.
O professor Torres Ban-
deira pretende abrir no dia 12
do corrente sua aula particu-
lar, cuja abertura estava Ira-
da antes para o da 10.

*
T------------------
(Juem pretender alguns maslros do* que servi-
rn) nos festejos impelaos da Doa-Vista nesta
.cidade. enlcndi-se na loj i n. 10 da rua da lin-
! peralriz.
eiicdo.
Perginilj-se ao Sr. Jos Ignacio doMonle.se
elle podia ou achava-se aulorUado a vender um
casal de cadcllinhas de rara de lilla, pertenec.le
ao abaixo assignado, os quaes acbando-se em : ip*'rii -.
seu poder al que fossem criados, aconteceu que, J;*jpnras.
leudo o mesmo abaixo assigado os mandado bus- '.illl(J-*-
car no dia 27 de novembro do anuo psssado, do '; ""''"''
poder do dilo Monte, por ja terem mais de Ires Cortaduras.
me/.es, este os deixra de remoller, disculpan- l)"'.' ,: cabe-;a.
do-se que. tendo a cadella sabido a rna no indi- descostas.
dos mn)bros.
rado dia 27, acompanhada dos seus lllhos, .
lra f, dizendo elle lerem sido roubados os mes- Enferniidades do cutis
mos lhos. Admira, Sr. Monte,uesedsseisso r,"i geral. .
sera ninguein ver, cm urna rua to publica con.o i,1'1-1' do ahus.
a do Aterro, boje da Imperalriz. O furli d.;s,'"'"l".'"''* o escorbuli-
cadeltinhas lira por sua conta, Sr. Monte, pode! ..c;ss-
ser que. se descubra quem os furlou por dinhoi- j fstulas no abdom n.
ro. Recife 2 de Janeiro de \860.IIypotito Car- Frialdade ou falta de
calhode Vasconcelloi Albttquerque anmhS9.\ talor as e.xtremida-
Precisa-se do uma ama para cozinha : nal de.
padaria da rua larga do Rossrio -48. Frieiraa.
Saca-se para o Porlo e Lisboa no I SSSJSaescal ia 'as
escriptorio de Carvalbo Nogueira C. liflammacao doOgado
rua do Viga rio n. 9, pnmeiro andar.
= 0 abaixo assignado faz saber aos seis cre-
dores que renden a sua liberna da rua da Seo-
gala Nova n. 9, ao Sr. Quorino Joaquim Madei-
ra, Picando a cargo do mesmo senhor-lodo o pas-
sivo. O mesmo pede a quem so julgar credor
da mesma taberna, de epresentaren) suas contas
no prazo de Ires dias para seren conferidas. Re-
cife 8 do Janeiro de 186
ios{ ionqnim da Bocha Yianna.
do inulmciile oulros tratara' nios. i ada (-.-
p ler-se-ha convencer di ssas
p.da leitura dos ,. i: !jro, que Ihas r
lodos os d i ,.
dellas >.:. i i."..i *.ir prend
mdicos ni lis el bn *. >.. i Las pess -
brarara com i -o- sob' rain lio o uso d
bra os e perna, depois .
ipo nos Ii ispila. s, ond de,
ampuiacao Dellas ha mnitas qui
is le o. : ;im< uto*, i
submellerem essa o| r.i
curadas completara, nt., i J
peciosoremedio. Ugnn i las laes .-
enfusao de seu rceonl.....ment declararan)
les resultados bem li diante de lord i
dor......Iros magistra los, naisau
carem sua lii maliva.
Ninguem descspi i .. do .;.,!,, j, .,, ,, .
tivesse bastante confianea para ensatar es
medio constantemente seguiudo algum t. mi
meutratato que necessiia: i ualureza d<
cujo resultado seria p iva riut >uti n
Que ludo cura.
O ungento he til, BMets petrtfrn-
larniente nos cgnantegrstans.
' : 'JO '..< 1"
da uiatnz
pra.
" d p as.
.
dh -
Mord duras le n pl
t'^i- id II Ii m [iiil
Puimd) .
Om imadelas.
Sarna
Supuraees ptridas
Tinha, ni qualquei pai-
te que s<
i'c mor ..!' nen .
ulceras na bocea.
do Ogado.
das articulaccK -.
V .ia* torcidas en i
das naa penas
Vende se este ungento no estn- .
geni de Londres n ni, Sirand, e na lnj i |<
todos os boticarias cr->guis'.as e outras r>.
enearregadas de sua venia am toda a Km
do sol. devana : llespanlr:.
Ven.le se a SOO rs., eada bovlinhi -.
uraa nslruecao em prtuguez para o BM
fazer uso diste ungento.
O deposito gerat em casa do Sr. *
pharmacoiitico, na -.: }? Ci :n. 2, !
Bambuco.


(6)
DIARIO DE PF.RNAMBUCO TERCA FEIRA 10 DE JANEIRO DE 1860.
Botica.
"Barlholomeu Francisco Ge Souza, run larga
do liosa rio n. 36, vendo os scguinles medica-
mentos :
Hob l.'Affeeteur.
rutilas contra sezes.
Dilas vegeiaes.
Salsaparrilha Brislol
Dita S.inds.
Vermfugo inglez.
Xtrope do Bosque.
Pilulas americanas (contra febres).
Ungento Holloway.
Fillas do dito.
F.llixir anli-asmathico.
Vidrosde boca larga cora rolhas, de 2 oncas a
12 libras
Assim corro tem um grande sortiraenfo de pa-
pel para forro de sala, o qual vende a mdico
prego.
Na run Nova n. 18, primeiro ailar, vend-
se por "Oj urna carteira hompopathica roto 2(2
tubos de medicamentos em diferentes dinamisa-
coes e preparados no laboratorio de Wdber, em
Par*.
Superior ao mellior
presunto de fiambre.
Linju.isde traeca emsalnioura triadas
armazem de Luiz Aunes defronte da
purta da alfundefta.
liua da Vnzala JNovan. 42
Vende-se em casado S. P. Jonhston t C. va-
quetas de lustre para carros, sellins e sillines in-
glezes, candeciros e castigaos bronzeados, lo-
nas iuglezas, fio de vela, chicote para carros, e
montara, arreios para carro de um e dous cval-
os, e relogios d'ouro patente inalezes.
UCJMBbtt! H*k (t>* tt* OC39S
MOSELLE MOSSEtX:
DF. 2
TO ISAVIII & C,
LO\S>RE$ |
em garrafas c nielas gar-
rafas. S
Queimado n. 40.
Grande e variado sorUnicnio
DE
Fazendas francezas erou-
pasfeitas recebidas em di-
reitura pelo ultimonavio.
Do-se as amostras com penhor.
C. J. Astley* C.
Seguro coHlraFogo
COMPANII1JL
isiidot
a
9
Rua Direita45
Para hoinens.
LONDRES
AGENTES
o C J. Astley & Cornpanhia. {
..dura* ea eJ.i> -a*..!! Jw-b.9.->:
Meias de seda de peso
para senhora, brancas e pretas, o para meninas,
Itor/.ognins aristocrticos (lustre) 9;000
Por7ogu>ns zouavos, obra forlissima (be-
zerro) 8$00<)
Itorznguins cidadaos (bezerro.e lustre) 8tiO()|
Borzeguins econmicos 6)000
Sapa'.oes baledores 5?00f>.
Para senhoras.
Borzeguins para senhora (primeira classe) 5-?000
Ditos (segunda classe) 4$6D0
Ditos para meninas (primeira classe) 45O0O
Vende-se, permuta-so, ou arrenda-so o si-
tio da Iravcssa dos Remedio?, na froguczin dos
Afogados, n, 21 : quem pretender urna dasias
declaragdes entenda-se com o seu pto^rielario
Caelano Pinto de Veras, na repartirlo u:i altan-
dega, para tratar do seu ajuste.
- Vendem-se fogoes de ferro econmicos, de
brancas e riscadas : vende-se na loja de Leite
& Irmo na ra da Cadeia do Recife n. 48.
s;t5>iL* wtJK w""ML rr ti S9a.Bu.Ti l11C3"

d
Ricos cortes do vestido de seda de cores
de 2 saias............................
Ditos de ditos de seda prelos bordados a
velludo...............................
DDos do ditos de seda de gaze pbantasia
Ricasromeiras defil e de seda bordadas
Taimas de grosdenaples bordadas......
Chales de touquim branco bojdadosa
30e...............
Grosdenaple de cores de quadrinhos co-
vado.................................
Dito de dito liso covado................
Seda branca lavrada covado 1600 a___
Grosdenaple preto lavrado covado......
Dito dito liso encornado a lSGOOc___
Dito dito rom 3 palmos de largura a
1J60O e.............................,
Sarja de cores larga com 4 palmos de
largura covado a...................... I$00
Gaze do sedada China de floreselistras
co vado a............................
Follar de seda de listras goslo novo co-
vajo.................................
Setim de escocia e diana de seda covado
Chaly de flores novosdesenhos covado
Barejede sedado varias qualidades co-
vado
I
i
9
80000
1g200
lfrSOO
29600
2000
2S500
2$500
15000
1000
jooo
000
GRANDE
pechincha.
Na loja do Proguica, na ra do Queimado n.
2, vendem-se pecas de chitas finas de cores ixas
e de escollados padres com 38 covados cada
urna, pelo baratissimo prege de 5$800, e em re-
lalho a 160 o covado.
Golloras de rhila a 28.
Ruado Queimadon.il).
Vendem-se eobertas de chita a 23, cortes de ris-
cado fraucez a 28300, lencos de cambraia pura
algibeira a 2$ a duzia.
2S000 e 2SU00 a pera
Algodo trancado americano branco, proprio
para toalhg e roupa de escravos, com um pe-
queo toque de agua doce : noarmazem de fa-
zendas da ra do Queimado n. 19.
Cheguem ao barato.
O Leite & Irmo continuam a torrar na ra
da Cadeia do Recife n. 48, pecas de cambraia li-
sa com 10 jardas a 49500 e 5g, lencos de cam-
braia do 11nlio a 3J a duzia, cambraias muilo fi-
nas e de lindos padroes a 610 a vara, meias fi-
nas para senhora a 35800 a duzia, ditas cruas iu-
glezas para hometu e meninos, chales de meri-
no lisos a -$500, e bordados a 6$, paletots de
alpaca prela e do cores a 59, ccroulas de linhu
e algodo, camisas iuglezas muilo superiores a
60j> a duzia, organdys de. lindos desenhos a
Ventlc-se
500
Meio velludo de cores covado.......... 1#500
700
800
500
320
2$500
patenle, para casas do familia, conloado 4 forna- ; Q
ibas, c fumo para co/inha com lenlia ou carvo,;
t. rgo de lenlta ou ctrvao dos anligos, c de cozi-
iihar cora mais presteza, tem a differenga de se-
reni amoviveis, oceuparem pequeo espago da
ja, C do fcil cottduccao : vendem-se por pre-
gos muilo mdicos, na fundico de Francisco A.
Cardoso (Mosquita) ra do Rrum, e as lojas de
ferrag ns de Cantoso, junto a Conceico da pon-
te do Recife, e ra do Queimado n. 30.
Vendem-se difTerentes caixShos que podera
servir para diversas obras, uns com vid ros e un-
iros si ni tiles, por preco commodo : defronte de
S. Francisco.
Na loja do sertanejo, ra
do Queimado n. 4?> A.
r.( 'cberara em direitura de Franca, do encom- cabem
m< la, os melliores chapeo.- de castor rapados?
sei do brancose prelos,eas formas as mais mo
Folha de cobre e Metal
am arel lo.
Estaulio em barra c Pre-
gas de cobre.
Alvaiade cVerniz copal.
Folba de Flandrcs.
Pilhinlia para marci-
neiro.
VihDS finos de Champa-
nlie e Moselle.
I Lonas da Russia c Brim
de vela: no armazem
deC. J. Astley & C.
Fazenda cen avaria.
pechincha sem igual.
Na lojt do l'reguira, na ra doQuciraado n.2,
Velbulina de todas ascores............
Setim de todas as cores liso covado ...
Brilllantina branca muitofina a.......
Chitas francezas claras c. escuras a 260 e
|Casemira preta fina algtOOe..........
(Panno preto c de cor lino provade li-
! mo a 3$500a........................
J Corles de casemira de cor a 5$ e........
1 Cassas organdys de novos desenhos a
vara..................................
Ditas francezas muilo linas a............
Manguitos de cambraia transparente bor-
dados muilo ricos....................
a. i Golinhas de cambraia bordadas deponta
e'| Dita* dedilo bordadas a 600a..........
g: Tiras e eulremeiosdecambraiabordados
sj; I Ricas maulas pretas de linho para se-
a nhora ................................
!I Ditas ditas de blnnd brancas e pretas..
Chales de soda decores, prelos e rozos..
7$000
79000
1S000
500
9
9
1$500
9
9
S
18100 a vara, corles de C38M chita a 3$, chita An A uui-I-k
franceza a 20,280, 300 c 400 rs. o covado, peras *
de madapolo com 30 varas a 4$, 5$, 5g500,
6,7 c 8$, chitas inglezas de cores Utas a 200 rs o
covado, toalhas para mesa a 3 e 49, corles de
calca de brini de linho a 29, dilas de meia case-
FUNDIDO LOW-MOW,
Ra da Senzala Aova n. 42.
Nesto estabelecimenlo continua a haver um
comopleto sorlimento de moendas c meias moen-
das para euSenho, machinas de vapor e taixas
de ferro batido e coado, de todos os taannos
para dto.
Corles de vestidos
de seda
Na ru do Queimado n. 37 loja de
portas acaba de reeeber pelo ultimo
j navio > i mi do Havpe um completo sor-
timenlo de vestidos de seda de 2 saias,
2 babadosc de aventados qnaes se ven-
dea por preco commodo.
Chapclinas de seda e de
velludo para senhora.
Ricas chapelinas de seda c de vcllu- 1 GRASDE E VARIADO S0!T!MtM>
do para senhora: narua do Queimado T,.nnAnc, "E F
n. 37, loja de 4 portas. I F',zendas "* e
H-i. '< roupas felas
recebidas em direitura
so
Armazem e loja
DE
Gcs ( Baslos
Aprazo ou adi-
nheiro.
Vende-se a cocheirada ra da Cadeia de SM-
lo Antonio n. 7, lendo 5 carros e 1 rico Wup>
sem uso algum : quem pretender, dirija-s i
mesma.que achara com quem tratar
= Vende-se no armazem de Jos Antonio M -
reir Dias & C, na ra da Cruz n. 26 .
Mercurio doce.
Retroz.
Liabas em novellos.
Cera de Lisboa em velas.
Gruxa ingleza em boies
Lazarnas e clavinotes.
Chumbo em lencol.
Milu de iiiuiii;5o.
Ferros de tri) para engommar.
Pregos de ferro de todas as qualid.
Ditos franrezes soriidos.

Golas e manguitos.
Ricas golas c manguitos de cam-
braia : na ra do Queimado n.'.)", loja

Manteletes

Ricos manleleles d<> rroitlcninlc n- SNARUA nooEiMA.DO K. ~46,FRENTE DAR
icos ifi.tnicicits ucgiOMienapiL n ^ i.ojaamaui-.i.i.a e rotulas brancas :;
Tinta branca superior em oleo, latas de 25 11- | |qJ;| de 4 DOliaS.
bras, por commodo preco caixas de 4 latas. ** ~\
Verniz e verniz copal.
Algodo7inho da fabrica Todos os Sanios da Bi-
hia.
Brilhanles de diversos tamanhos c de primeira
qualidada
i."
i:
--
Ditos de merino bordados com franja de
seda..................................
Ditos de dito dito de l..................
Ditos de dito liso dito de seda..........
Dito de dito dito de la.................. 49500
Dito de dito eslampados fino lista de
sedo..................................
Lencos de cambraia de linho bordados
fiuos..................................
Ditos de altsodode labyrinlhoSOOe....
Capellas brancas para noiva............
Enfeites de vidrilho preto e do cores....
Aberturas para camisa de esguio de
linho..................................
Dilas de dito de algodo brancas s de
cores...
79500
7.?)90
GatMJO
89000
8
13000
9
I
S
6;ooo
tem para vender pecas de algodo largo com 16 Saias balo modernas..................
varas cada urna, pelo barato preco de 19, pecas! Chapeos francezes forma moderna...... 8J500
I de cassa lisa lina a 500 : a ellas, antes que se ; Gravatqs de seda de pona bordadas a
velludo .............................. ,
Taclias e moendas
dems que ten viudo ao mercado, c por me-|
1 qne em outra qualquer parte, assim como Braga Silva &C, tem sempre no seu deposito
tanijom tem um grande sorlimento de enfeite, t Ja rua da Moeda n. 3 A, um grande sortimento
. vidnlho pretose de cores pelo diminuto pro- de tachase moendas para engenho, do multo
co c \$ rada um, as-mi como tem chapeos de acreditado fa'
sol de panno a 1200 cada um em perfeito esta-
do, aberturas brancas muilo linas a 320, ditas de
esguio de linho a 1$ una, cambraia prela lina
.i 'CII o covado, e n vara a 5Gi),e a 640, gangas
ti.-1 o a 50, brim bran -o de linho a 1921)0 a ra-
ra, colh les de velludo de furta-eorespretos a
7,-, i,', ditos pelos a 8 e a "J!. calcas de ease-
mir de c6r :i 7, 8 e llg, ditos prelos a 7, 9
fabricante dwin Haw : a tratar no
mesmo deposito ou na roa do Trapiche n 4 i.
Pazendas com pequeo
toque de avaria.
I" pecliinelia.
Na loja do BreRuica, na rua do Queimado n.
12, colletes de gorguroo a 4, 56$, saceos pa-12.ha Para vender pegas de liuissimo e muito
ra viagem de diversos tamanhos, eiascruas, por! lar? madapolo, pelo barattsstmo preco de 53,
.....nde porco, a 19500, dilas a lg60'J e 29 a 39500 eSfOOOl: cheguem, antes qu se acabem.
duzia, Coas a 3 e 4$, chapeos enfetlados para \ ChapCOS (Je CaslOr pi'ClOS
mentnose mcninris e senhoras por qualquer pro
Camisas francezas de cor e brancas
finas al9800 e........................ 9Sr>00
Ditas ditas de fustn branco e de cor___ 2>500
Dilas ditas de esguio muito finas mo-
dernas ................................ g
Seroulasdc brim de algodo o de linho 9
Galeas de casemira prela setim 9$ e.... 11$000
Ditas de ditas de cores 8$ e............ IO.3OOO
1 Dita de meia casemira ................. 4$5O0<
I Dias de brim (luo o varias qualidades
39 c Golletes de velludo, gorguro,
casemira c setim.................... 5?000
Casacas de panno .reto muilo fino 305 o 40g00
Sobrecasacos c paletols de panno preto
lino 21 j e............................ 35J*000
Paletols de casemira mescluda golla de
velludo..............................
Ditos do alpaca preta muilo finos......
Camisas francezas
Ricas camisas francezas tanto
de
pacas prela e de cerosa 4$, d<>- de b
g pardo a 49500 e ".5, ditos de brim
i D9, ditos brancos a 59, ditos de esguio do
g ultimo gosto cor de taranta a ojl,
* casacos d.- alpaca muito tino a 79 e '<;,
sobrecasaca de panno Quoprctopara me-
pcio (le lmlio como de algodo c de fus- g "nos a 139, i e 209, daos de cas. n
a do cor a j c 10, calcas de ca- semiraa d- "
sorlimento de cha-
peos
to: na rua do Queimado n. 37, loja de
i portas.
Bonets para enanca
Ricos bonets de marroquim para
ccianca: na tua dt> Queimado n 37, lo-
IJa de 4 portas.
Fazendas boas e
e 125
baratas.
Chapeos de castor pretos do superior qualid.i-
de a 109, ditos fnneczes de seda a "1%, ditos de
castor brancos a 14$, ditos de velludo a 8e 0?,
ditos da lontra de todas as cores muito finos, di-
tos de palha inglezes de copa alta c baixa a 3 e ,
5S, ditos de fel tro, um sorlimento completo, de j Chapelinas e chapeos de seda e palha
23500 a 69500, ditos do Chito de 3950O, 5, 6, 8, para senhora, bonitos o bem enei-
9, 10 e 129, ditos de seda para senhora, dos mais j lados a 15^? e
modernos, a 12g, chapelinas com veos do ul ti Chapeos de seda enfeitados para meni-
rno goslo a 155, enfeites Qnissimos para cabera ; as a 83 e
a 4g')00 e 59. chapeos do palha escura, massa'e Capellas O enfeites de P.oie.; c froco para
seda, muito proprios para as meninas de escola, cabera de meninas a 2*OO, e para se-
sendo os seus procos muito em conla, ditos para | nhora a 59 o
baplisado de meninos e passeios dos mesmos, I Enfeites de vidrilho para cabeca a 39500 e
lendo diversas qualidades para cscolher, bonets Chapeos pretos francezes, linos, para
<_", e ludo o mais aqui se encontrar
1 : ixa de veuinder.
o preco,
A W) rs. a peca
Ce fita de velludo d> um dedo mnimo de largura
voui 10 1|2 varas, bandos de crina para senhora
1 bous a 400 rs. o par, pulseiras de contas
para sennora ou meninas muilo lindas a 160 rs.
para acabar ; na loja de miudezas lio aterro da
Boa-Vista n. b2, quasi confronte a matriz.
c brancos
Na rua do Queimado n 37, vendera-se os me-
lliores chapes de castor.
Aviso,
No armazem de Adamson, Ilowie & C. rua
do Trapiche n. 42, vende-se selins para hornera
o penhora, arreios prateados para cabriole!, chi-
cotes para carro, coleiras para cavalloelc.
IS5OOO
IO9OOO
9$000
79OOO
695K)
OjOOO
Faloj
1 da eslr*
i
eiia
Sauuders Brothers & C. tem para vender em
sou armazem, na praca do Culpo Santo n. 11,
is pianos do ultimo goslo, recentimente
chegados, dos bem conhecidos e acreditados fu-
bricaules J. Broadwood ASons de Londres, e
muilo proprios para este clima.
Vende-;" um carro de 1 rodas, bem rons-
tiuido c forie, com assenlo para 4 pessoas de
dentro, c um assenlo para boleeiro e criado fra,
forrado de panno fino, e ludo bem arranjado :
fallar, com o Rr. Poiriec no aterro da Uoa-
e no escrtptorio de James Crabtiee & C. n.
42, 111a da Cruz.
Hilos da merino'selim pretos c do cores
Ditos do meia casemira..................
Ditos de alpaca pretose de cor forrados
Ditos do brim branco epardo finos......
Ditos de brim de quadrinhos linos
.39500 e.............................. 5JO10
Dito de alpaca preto e de cores.......... 3?50
Helogios do ouro paten........tes...... g
iSm cuis dos Srs. Henry Forstci1
& C rua do Trapiche n. 8, vndese:
Dous curros americanos novos.
Arreios americanos.
Bombas.
Arados.
Champagne superior
Rua do Queimado n. 7.
Este e.-abelecimento coniina a estar sortidoI J ffna_c
de fazendas (le todas as qualidades como sejam : Ke'ogics americanos.
Velas com toque de avaria.
Ricos corteside vestidos de seda de 3 k>-
lhosc2 saias, o Aquile
Paletots de jianno
Ditos de dte) muito fino
Ditos de casemira de cor
Dilos de alpaca pretos muito finos e
mais abaixo
Dilos de gan
Cali ns de ca
Ditas de I til
9
'100 "*"
403000 t(> c ?00d'' f'indo, no lugar da Torre, margem
55;O00 do R'!' Capibaribe, 09ni urna grande e moderna
= Vende-se um sitio com 200 palmos de fren-
7' 00 te e 200 d
a e de brins
ras pretas c de cores
1 branco e de cores
Colletes de clliido preto e de cores.
Ditos de gorkuro muilo finos
Dilos de fustn
Camisas francezas de todas ns qualidades
Capara homcm
misas francezas bordadas para senhora
cques da mellior qualidado e do ultimo
loja de 4 portas 11.10. luS.^L**,** to*.f.
Anda rec!am algumas fcznlas para conclu- lidades
ir a liquida^QO da firma de Leite & Corrcia, as i Chapeos de st,l de seda ingle?es
0
9
9

9
?
casa de vi venda, cocheira, estribara para 4 ca-
vados, gallinhciro, cacimba com tanque e bom-
de galao, dilos de marroquim, ditos de vellu-
do, dilos enfeitados, chapeos de boa qualidado
para pagem, chapeos de sol de seda para me-
ninos de escola, c mesmo para senhora e para ho-
mens ; fiualmcnle oulros mutos objeclos que se-
ria enfadonho mencionar, e ludo se ven de mui-
lo em cotila ; e ossenhores treguezes vista da
fazenda icaro convencidos da verdade : na bem
couliecida loja de chapeos da rua Direita n. 61,
do Denlo de Barros Fcij.
Taclias para engenho
Fundico de ferro e bronze
DE
Francisco Antonio Corrcia Cardozo,
tem un grande sortimento de
tacllas de ferro fundido, assim
como se faz e concerta-se qual-
quer obra tanto de ferro fun-
dido como batido.
SISTEMA MEDICO DE HOJ.LOW'AY.
PILLAS IIOl.l.WOVA.
Este inestimavel especifico, composto inleira-
mente de hervas medicinaos, nao conttn mercu-
rio, ncm alguma outra substam ia delecteria. Ro-
nigno .1 mais lenta infancia, ea compleico mais
delicada igualmente prompto c seguro para
desarraigar o mal na compleico mais robusta ;
inteiramente innocente em suas operacoes c ef-
feito=; pois busca e remore as doeneas de qual-
quer especie cgto por mais mitigas e lenazes
que sejam.
Entre milhares de pessoas curadas com este
remedio, militas que j estavam as portas da
mortc, preservando em seu uso: conseguirn)
hornera a 88 c
Dilos brancos de castor, modernos
Ditos de casemira de cores para honietu
Ditos de fellro tinos a 4#, 5o
Dilos de dito finissimos, fila larga
Dilos de seda de cores delicadas
Ditos di1 castor lambem copa baila e
finos
Donis de panno fino, francezes, para
meninos a 2J c
Camisas brancas e com peitos de cores
a 1SS0O c
Ditas a 2-3800 o
D'tas con: peito di linho a 33500, I -
Calcas de brim de cores e brancas de 3j
168000
9?000 i
12000!
4#000
9-00(1
148000
(S000
(i^onit
7>00ll
89000
93000
38000
Sdooo
5S000
n 68000
ires e pretas i 8#, 98, IOS, 11
k calcas debrim de cor a 3500, 4r
dilas de brim branco fino a C? e ~r AoIle-
..; les de gorguro de seda e <.' cascn.t.'a J-- ?j
igc cores e preto a 5S, 03 e 7?, ditos de r -
I g do a 108 e 123, camisas inglezas lanl ;
gg [homens como para meninos de lodos os ;
g tamanhos, seroulas de todas as qual
;j chapeos de sol d<- alpaca a 5?, mat
i g pretos de muilo bom goslo a 3og e i |
:.' saveques de fuslo bordados compridosa ;,;
IH 20$, chapos de castor a Napol v?. 1
6 manguitos de punhos bordados a 3?
; ^ 43, ditos com goUinhvt a 55 o C$, gollin
; K de traspasso botdado e transparente a Bj, ,
caigas de meia casemira padroes modernos '
g a 53, colelli-s de fustao de cor e de 1
branco a 3S e 58500 e outras mufla
LJ zend
as e roupas feilas que
gl presenra do fregu?.
n.soo.
Chapeos de palha escura, copa alia pai
meni, pelo diitiinuto prego de58000 1
Adriano & Castro, rua do" Crespo n.16.
Vendem-se fazandas por baral
preco e algumas por menos di- s"u
valor para acabar, ero pega > a 1
HiO : na na do Queimadi
portas n. 10.
111] .1
Vcnde-sc na rua Nova n. 61, um 1 un
ricano de 4 assentos. e lambem um bou
briolel de i rodas, ambos muilo leves.
Vende-se um bonito mulalioho di ;
troca-se por alguma negra, ou aluga-se 1
do Imperador n. 20, primeiro andar.
Ditas de casemira do cor c pretas a 8-3 e 12g000 S*ffig ^5Sfi^s'sa-5*3*'5gi ''"-' -
Celletesde brim efoslioa4Se 5S000 i^ Ditos de gorguro de cores a 5 e 69900 i N O VOS IH'U ICaillt'IltoS Ild-
meopathicos
l-JOOO AJj
7.: 000 w.
12a000!
26OO0 SE
Rua do Queimado;
RELOGIO
quaesse venjem aor deminulo prego, sendo en-
tie ouiras as seguintes :
Magos de meis cruas para lioir.em a 18600
Dilos do (lilas de (ores 28000
Ditos Je ditas cruas muilo superiores 48000
Dilos Je dilos para senhora 38000
Di03 (le dilas muito finas 45000
Cortes de caiga do meia cisemira 2^000
Ditos Je Jilas d casemira Jo cores .58000
Dilos de Jilas de casemira prota a Ji8 e 65000
Brim IrangaJ) branco do linho fino
vara 18000
Coi les Je colele Je gorguro Je seJa 25000 |
I'ano prelo fino, prova de limao 38 e 45000 !
Grtalas de seda prela e de cores 15000
RiscaJos francezes, largos, cores fixes
covado 200
Chias francezas largas finas novado 240
Ditas estrellas 160
Riscados de cassa de cores lindos padroes e
superior qualidade covado 280
Cassas de cores covado 240
Passaa Je cassa branc brdala com 8 va-
ras por 25000
Tiras borJaJas 200
Cambraias lisas muilo finas pena 48000
Ernestinas Je coros para vestidos covado 240
Challes do laa bordados Je seJa um 2800')
(Irodenaple prelo, largo covado 18800 e 28000
SeJa, e sarja lavrada 15800 e 28000
Vestidos brancos bordados para baptisado 55000
Veos bordados para chapeo 25000
Entre meios bordados 15600
Atlioalhado adamascado largo vara 18280
Lengos de chita oscuros um 100
Cangas da cores para palitos covado 200
Ditos decastor para cabeca muito finos
Ditos pretos os melhores que tem vindo
ao mercado
Taimas pelas do ultimo gosto
Casemlrasde cores para paletot
Cortes de casemiras inglezas
Ditos de dilas francesas
Dilos de dila# muito finas
Chapeos Amazona para senhoras e me-
ninas
s
i
200
5$500
98000
Vende-so em casa de Saunders Brothers &
C, praca do Corpo Santo, relogios do afama-
do fabricante lloskell, por procos commodos,
e tambera trancellins e cadeias para os mesmos,
deexcellente gosto.
rS&
Nao 80 perca lempo em tomar este remedio
para qnatquer das seguintes enfermidades :
Vende-se
Machinas k costura
de ?. M.Singer &C. da
New-York, o mais aper-!
feicoado systema, fazen-'
do posponlo igual pelos
dous lados da costura,
garante-se a seguranca
das n achinase manda-
se cnsinar as casas de
familia, bem como se
moslram a qualquer ho-
ra do dia ou da noile
nesta agencia: nicos
agentes em Pernambuco Raymundo Carlos Lei-
te & Irmo, aterro da Boa-Vista n. 10.
Em casa de Rabe Scbmettan &
C, rua da Cadeia n. 57, vendem-se
elegantes pianos do afamado fabrican-
te Traumann deHamburgo.
Cera de carnauba
de boa qualidade, a 118000 a arroba- na rua da
Cadeia do Recife, loja n 50, de Cunha e Silva.
Bandeiras nacio-
naes.
Vendem-se na rua do Queimado n. 7, bandei-
ras nacionaes do varios tamanhos, muilo bem
feilas a 800 rs. cada uma.#
Cera e Sebo.
Vende-se cera de carnauba muito superior a
do 'y** velas da dita e de composic.3o, sebo
nueem outra qualquer parle : na rua da Cadeia rennado em "les, dito em vela?, na rua da
do Reciten. 50, primeiro andar. lCruz, armazem n. 33.
Estopa
Lona.
; gjg Camisas inglezas finas.
1 **> Xo armazem tle Arkvvrgtit
rua da Cruz n. Gl.
Vende-se urna barcaga muilo bem obrada,
delolaciio de 10 caixas; vende-se a prazo com
garantios : no largo do Terco n 32, primeiro
andar.
Cal de Lisboa.
SABAO
DO
Rio de Janeiro.
Deposito no armazem do Amo-
rim, em frente ao trapiche
do algodo.
Fernandos & Filhos tem sabo do Rio, do de-
posito ge ral, que vendem em porgues, a vontade
dos compradores, e prego commodo : a tratar em
0 seu escriplorio no largo da Assembla n. 10.
Farinhade mandioca
e milho.
Vendem-se saceos grandes cora muilo boa fa-
1 tilia de mandioca, dilos com milho muilo no-
vo, couros de cabra em porgo ou a retalho, ludo
se vende por menos do que em outra qualquer
parte : na rua do Queimado, loja de ferrogens
numero 14.
cobertos e descobertos, pequeos e grandes, de
ouro patente inglez, para hornera o senhora,
de um dos melhores fabricantes de Liverpool,
viudos pelo ultimo paquete inglez : em casa de
Southall Mcllors Sl C.
Accidentes epilpticos.
Alporcas.
Ampolas.
Areias(malde).
Asthma.
Clicas.
Coiivulsoes.
Debildade ou exlenua-
cio.
Debildade ou falla de
forcas para qualquer
cousa.
Dysinteria.
Dorde garganta.
de barriga.
nos rins.
Dureza no ventre.
Lnfeimidades no ventre.
Ditas no ligado.
Ditas venreas.
Enxaqucca.
Herysipcla.
Pebre biliosas
Febreto interuilente.
Febrcto da especio.
Gotta.
Seraorrhoidas.
Hydropesia.
Ictericia,
Indigestos.
InOammaces.
I r r c g u la ridades
menstrual/.'.
l.omb gas de toda es-
pecie.
Mal de pedra.
Manchas na cutis.
Obstrucgo de ventre.
l'htysica ou consump-
pulmonar.
Retengao de omina.
Rheumatismo.
Symplomas secunda-
rios
Tumores.
Tico doloroso.
Ulceras.
Venreo (mal).
Vendem-se eslas pilulas no estabelecimciito
peral de Londres n. 224, Slrand, e na loja de
todos os boticarios droguistas e outras pessoas
encarregadas de sua venda cm toda a America do
Sul, Ilavana e Hespanha.
Vendem-se asbocelidhas a 800 rs. cada urna
dellas, centcm urna instrueco em portuguez pa-
ra explicar o modo do so usar destas pilulas.
O deposito geral em casa do Sr. Soura
pharmaecutico. na rua da Cruz n. 22, em Per-
nambuco.
Vende-se um p.rande lelliciro em um cai-
xo de casa na freguesia de Sanio Antonio com
pono de embarque muito proprio para armazem
de madeiras e mate1 bes a traciar na rua da
praia n. 27.
Atteneao
Vende-se urna porco de burros en-
tre os quaes existan 40 pa rol lias, todos
muitos gordos, novos e de bom tama-
ito do excellente carrefjamento che-
gado ltimamente de Montevideo: os
preterdenles dirijam-se ao trapiche da
companhia ou ao armazem de carrocas
em Fora de Portas, de Flix da Cunha
Teixeira.
Dilos de velludo de rores a 12je
l'aletots de brim de cores c blancos
de a
Dilu de alpaca pida c de cores a 03 e
Dilos de panno e casemira prelos c di-
cores a 20. 22, 2 e
Sobrecasacos de panno preto superior
Vestuarios de fustao, mu lidos, para
nu nios
Pontos de tartaruga modernos a 10, 1G e
Loques entrelios e bonitos a i!, 5 e
Dilos de madri'perola a 16, 20, 25 e
Hamos d>' flores Gnas a 1>, > e
Saias a balo de boa qualidade n 5 e
Vestidos de phantasia, de lindas coi ?
a 235000 e
Cortesdi vestido de seda de cores d
cadas, com 2saias e 2 babados borda-
dos alOOgc 120:000
Calcas para minino? bordadas a 4 o 5~<:00
Toa'lhas de algodo e de litiha a 1$600,
18800, 28600 e 28800
Luvaa de pellica brancas, amareas e
pretas, para senhora e hornera a 2? 2$500
Gollinhas bordadas a 600, fcO, 1>200
tgeoo, 25uo e ;;,;o,i
Manguitos bordados a 2 e 3j500
Dilos com gollinha a :>v")00, 4, 6 e S-o0
Alera destas, outras muiias fazendas, que ni
loia de Cunha Silva, na ruada Cadeia do Recife,
se vendem por pregos baratos.
Ariiizcii !e fazendas.
Rua do Queimado numero 19.
Cortes de riscado franco?. 3112 covado? n 2,-~> .
Cuberas de chita a 2-Ov).
Chapeos enfeitados para meninos o meninas.
Dilos prelos lines, ultima moda.
Ditos de feltro.
Cambraia organdys muilo fina.
Chales de fro:o de lies ponas.
Ditos de merino bordados de duas ponas.
Dilos muito finos bordados a froco.
Ricos chales de touquim branco.
Corles de seda de duas saias.
I.uvas enfeitadas.
Manteletes prelos bordados.
Lencos para algibeira, brancos, a 2g a dnzia.
Rua do Queimado n. 57.
A 30$ cortes de vestidos de seda que distara m
60jf; a 16? cortes de vestidos de phantasia que
eustaram 305 ; a 8,$ chapelinhas para senhora:
na rua do Queimado n. 37.
Brim trancado de linho todo
preto,
fazenda muito superior; garaute-sc que nao
desbota : na rua da Cadeia do Recife n. 4S, lo-
ja de Leite & Irmao.
Enfciles de vidrilho e de retroz a 4-5 cada
um : na rua do Queimado n.37, loja de 4 portas.: Rabados de linho para lencee', loalkaa
c camisas de linho, pocas de 30 varas
j a 2*500, 3g c
emiado:

Sabino O. L. Pinho.
Esles medican,cutos preparados ea
cal_3nte segundo as n<
1%4nn' l*omeoplh no Brasil, vendem-se pe
9nmnn ^ pregos conheeidos na botica central hn
oSAaJ cji meopathica, rua d \maro Hund
o^uuu we Novo] n 6
6"-000 rr" r"a ^" ,l'bi'" 16. loja di Air;
Castro, vendem-se ricos chapeos do palb
"' laKOfiA enfeitados pata senhoras e meninas, pe
eU_ "lu>tuu ,,,10 prego de 78000.
Arados americanos c nir.clij
para lavar roupa : em casa hnsten & C. rua da Senzala n. 5 2
Chapeos prelos.
Ka rua do Queimado
numero 19.
Chapeos prelos de primeira q i
trma elegante a 10$ cada um.
Nova isivenco aperfei-
coada,
Bandos ou ahuciadas
de crina para penteudosde
senhora.
Vende-se nicamente na ruadaCadeii : .
cite n. 48, loja de Leite i Irmo.
Para mesas e
camas.
Toalhas de algodo alcoxoado para meaa
de 1. 1 1.2. 2,2 lri e 3 varas i 809.
1$500, 2, 3 e
Ditas de linho de 2, 3, 3 1|2, 4 e 4 1|2
varas de i
Dilas de dito muito superiores de 2 a 5
varas a 6.8, 10. 12, 1 i a
Atoalhado de duas larguras, trancado e
adamascado, vara a 1$, 1?200 e
Cuardas-roupa de algodo alcoxondo,
duzia, a 23 e
Dilos de linho a
Bramante de linho para lenco com 8 e
10 palmos de largo a I58OO e
Toalhas de linho com lahyrintho para
rosto a 3J o
Batatas muito
novas.
Vendem-se gigos com 22 libras de btalas in-
gieras pelo diminuto prego de ljfOO cada um :
no Forte do Matlo ruada Moeda n. .23
Vende-se um escravinho de 10 para 11
annos, crioulo, vindo do Ico : na rua da Cruz,
armazem n. 33.
Vende-se a armarn da loja da rua do Im-
perador n. 9, propria para um principiante.
Pechincha sem igual.
Enfeiles do vidrilho prelo os mais modernos,
vendem-se por 3j, na rna do Crespo n. 16, toja
da esquina da rua das Cruzcs
l -
I 1
::-".
F. outros muitos arligos, quena loja de ( m,1
Ji Silva, na rua da Cidria do Recife 50, -
na defronte da rua da Madre de Dos, ve
se baratos.
Vende-se um carro ameik.-
no com algum uso, com qi a-
tro assentos para um c doui
cavallo, pintado d novo ; a tralar na
rua da Aurora 11. 26.
Vendem-se duas crt ocas com dot.s
bois mangos gordos : a tratar na rua da
Praia n. 27.
Escravos.
Vende-se dous escravos mulatos pegv= n
rua la Cadeia do Rectfe prirceiro andar n. 28,
escriplorio de Grugel Irmos.


DIARIO DE PERNAMBUCO. TERCA FEIRA 10 DE JANEIRO DE 1860.
K>
FABRICA
DE
6LC-l-MU i fKmU M II?M&
Sita na ra Imperial n. 118 e 120 junio a fabrica de sabo.
DE
Saslio J.da Silva dirigida por Manoel Carneiro Leal.
Ncste pslabelerimenlo ha sempre promptos alambiques de cobre de difforentes dimencoes
(de 300 a 3:000) simples e dobrados, para destilar agurdenle, aparelhos destilatorios contnos
para restilar c destilar espiitos con graduaco al 40 graos (pela graduado de Sellon Cartier] dos
rnelliores syslemas boje npprovados e conhecidos nesla e uniros provincias Jo imporio, bombas
de todas as dimencocs, asperante3 e de repucho tanto de cobre como de bronze e ferro, lorneiras
de bronze de iodas as dimencoes e feitios para alambiques, tanques etc., parafusos de bronze e
ferro para rodas d'agua,portas para fornalltas e crivos de forro, tubos de cobre e chumbo de todas
as dimencoes para encomentos. camas de ferro com armarao e sem ella, fugos de ferro" potaveis e
econmicos, tachas e lachos de cobre, fundos de alambiques, passadetcas, espumadeiras, cocos
para engenho, tulla de l'laudres, chumbo em lenle barra, nuco eiB leneol e barra, lsnccs e
armellas de cobre, lences de ferro o latao,ferro suecia iugloz de todas as dimensoos, Safras, tornos
i'folies para ferreiros etc., e oulros muitosartigos por menos preco do que em nutra qualqoer
parle, desenipenhando-se toda c qualquer encommeiwla com presteza e perfeieo ja conliecida
e para eommodiJade dos freguexes que se dignarcm Itonrarem-nos com a sua confianes, acha-
f-v>. na ra Nova a. 37 laja de ferrogens pessoa habilitada para lomar nota das encomuiendas.
Binclos mgicos.
chegados ltimamente com novas e lindas vis-
las ero collorido e Iluminados, de dia e de noi-
te ; objeelo interesssnlo as pessoas de bom goslo,
e as que passam a festa ; caixinhas coro bonitos
apparelhns de vidros para criancas : na ra di
Imperatrz (aterro da Boa-Vista) loja n. 58.
Aproveitein emquanto
tempo.
Duas esrravas rccolhidas exccllontes cosinhei-
ras e engommadeiras, de idade de 22 a 24 anuos,
urna dita de bonita figura de idade de 24 anuos.
Vidros para vi
draca.
37 Ruado Quenado37
Loja de 4 portas.
Chegou a este estabelecimento um completo
sortimento de obras feitas, como sejarn : pale-
oits de panno fino de 16$ al 28$. sobrecasacas
K f# n pni-vn ni na i AU a-ClA.a. lid Illa Idlgd a gfj* um completo sortimento de palelols de
do Rosario armazem de louca. i iriscodinho de '?rim pm brenco, de braman-
. j e, que se vendem por preco commodo, cerou-! tente : no armazem de Aiiguslo'C.
VldrOS para CaiXlinOS. 'as de linho do diversos tamanhos, camisas ; na ra da Cadeia do Recife n. M
Na ra larca do Rosario loi n. 28, cXumVch,,^^^ Vende-sc superior linha de algodo. bran-
jf... L-;.. [-_:__.- |ira nompmaSj, frese do cores, em novello, para eoatara : em
Relogios.
De novo chegaram os afamados relogios in-
glezes de ouro, de patente, e estilo venda no
armazem de Rostro Rooker C, praca doCorpo
Sannlo n. 48.
Relogios.
Ver.dem-se relogios de ouro inglezes,
de
de p.i-
Abr-j.
arg
urna linda negrinha que cose bem, de idade do arinazem de louca, manda m-se botar vi- ditos muito superiores a 10, ditos avelludados,' I ca
"particulares por preco!C0Pa f, ,3- di,os cofa ** \l*.pa-! n. aa.
ittim romo venIlem.!P7deflr0rraJ,""".Pm Ik 4*' P;*St6 7' ~ Vende-sc um cabriole! inteiraroenle Mi
, assim como venciera. Cn,]aum, ditos;de seda e de palha enfcitadoe pa- de duas rodas, e de conslruccio. Moderi.....
I do 18 annos, por 1:20:19. tres escravos para.lodo se vidros aretalho do t&manho oais pe- meninas a 10?, ditos de palha para senhora a ; i<> ; os pretendentes podern dirijo r-se ru
1 o sorviro muito em cotila : na la das Aguas- I qeno af mais de 6 naluiOS- 12$, chnpelinhas de velludo ricamente eneila-
13 annos, um escravo de boa conducta de idade
de 29 annos bom comprador, e mesmo para en-
genta por 1:400. um bonito molcquo de idade
dros eru casas
muito commodo, assim como vendem-l
Verdes n. 46.
REVISTA HEBDOMADARIA
COLLADORADO
riu.os iis.
1). Antonio da Costa A. I7, de CastilhoA. Gillexandrc ITerrulanoA. fi. RamosA. Guima-
raesA. de LimaA. de Oliveira HarrecaAlvcs BrancoA. P. Lopes de HeedoneaA. Xavier!
Rodrigues CordeiroCarlos Jos BarreirosCarlos Jos Caldeira15. Pinto da Silva e CunhaP. '
Gomes de AmorlmP. M. BordalloJ. A. de Freilas OliveiraJ. A MaiaJ. A. MarquesJ. do
IndradeCorvoJ. da Costa CascaesJ. Daniel CollacoJ. K. de Magalhes CoulinhoJ. G. Lobato
PiresJ. H. da Cunha RivaraJ. J. da Graca, JniorJ. Julio de Oliveira PintoJos Mara
Latino Cnclho Julio Mximo de Oliveira PimenlelJ. Pedro de SonzaJ. S. da Silva Fcrraz
los de TorresJ. X. S. da MollaLeandro Jos, da CosaLui/ Pilippe Leitel.uiz Jos da
Cunha L. A. Rebollo da SilvaPaulo MidosiRicardo Julio FerrazValentn] Jos da Silveira
LopesXislo Cmara.
DIRIGIDO
Loja do bom gosto
Na ra Nova n 14, loja do bom gosto, chegou
ltimamente um grande sorlinirnto de veslidos
de seda de variado goslo o padrao, assim como
cortes de cambrata de seda de lindos padrees e
cores inui bellas, proprios ppra baile, ditos de
cambraia branca, dilos do larlatana bordados a
relroz, ditos de phanlasia, ditos de populina fa-
zenda novissima no mercado), organdiz, gaze,
carabraias em pegas, de muito delicado goslo,
manguitos e gollinbas, tiras bordadas, ntre-
melos, fil de linho branco e prelo, luvasdeJou-
vin c do Escocia, chslesde touqnim e de seda, e
de militas qunlidades, manteletes de fil, seda c
df cambraia, grosdenaplc prelo para a quaresma,
tilos de cores, sedinhasde quadros de lindos pa-
; droes, e u.ti grande sortimento de fazendaspro-
prias para a praca, por seren do mais afamado
. goslo e modernismo ; vende-so por menos do
que em oulra qualquer liarte, com tanto que se-
Ija a troco de dinheiro ou mesmo de notas do go-
verno, ou de qualquer dos Bancos.
= Vendc-se urna curoea nova para conduzir sem
I agua em pipa : a tratar no largo do Terco n. 32,; dos, a prazo e a dinheiro c
; sobrado. ra Direita n. 6G.
I Hv'- "= k-..- ,,.1S a 25j dlM (jp pa,ha (1p ltal1| miIi(0 )inas a
PhOSpnOrOS. 25S. coi les de vestido de seda em earto de 40g
Os verJaJeiros phosphoros de estallo denomi- I ^VW' Hdi,os d,e f>haUa d.? at 35'00-
nados palitos do gaz chegeram anle-hontem ao : f ]U"h. d?. ** *< 13 5. manguitos
mercado e vendem-so nicamente na Iravessa da 2rVs 5> nr"a.,"1>'s e*se c\araa a
Madre de Dos o. 9. armazem de Ferrcira & Mar-.800 M vara' cassis francezas muito superiores
lins, por isso previne-se aquellas pessoas que en- e Pa,lr,jes 'f **. Casemiras do eor- g :
commendaram, e aos que anda nao estao sup- J? V ('ol"'"-s. pal"ols e eticas de ;500 at
pidos venliam quanto autos ao referido armazem T';;;"'10' 'm)"no !"'0 Pri!to fi peores de S$500
comprar, visto que sao poucos c em breve se a,e.V>S co.vado- c'Ar,n3.
acabam ; o preco mdico.
Hospicio n. 2.\, para v-lo e ajustar.
7, ~
O ce _
^. X
^
- Vcndem-se bahus
roupa, por preeo commodo
numero 5.
na ra do V gario
de rollete de vellu do
muito superiores a 9 e 12$, dilos de go-gurao
e de fuslao broncos de cores, ludo por preco
' ?*I* barato, atoalfaado de algodo a 180 a vara,
! cortes de casemiras de cores de T> al fl?j, gresde-
nnples de cores e pelos de I^GO at 3j2 corado, espariilhoe para senhora a (jg, eoeiros
de casemira ricamente bordados a 12} cada nm,
leos de cambraia de linho bordados para se-!
I nhora a e 12> cada um, ditos lisos para ho-
mem, fazenda muito superior, de 12 at 20J n
! duzia, caseinins de cores para coeiro, covado a
>endcm-so 0 cscravos de ambos .15 se- 12gOO, barege de seda para vestidos, covado a
- "2
r: 3 E.
5 1 ~
Attencfto.
- =
_ 7-
xos sendo 3 mulalinhos proprios para pagens, 2 1*400, um completo sortimento de colletesde 5 = 3
mnlequos de 12 annos, o cscravos proprios para I gorgura, C83emira Tela lisa e bordada, e de ^ ~ -
todo o servico c 10 cscravos com habilidades e instao de cores, os quaes se vendem por borato f. -
... ,.ll, l_J_- ._____________^. .._.___ nroen ualliiHo H.i n...no 7J1 ___1., _........ J
as, iodos se vendem por procos commo-
tambem Iroca-se : na
ron
A. P. de Carvalto1. F. Silveira da Hoa-
-Rodrigo Paganiae.
preco, velludo decores a 73 o covado, pannos
para cima de mesa a K'J cada um, merino al-
cochoado proprio para paletols e collctes a 2^800
o covado, bandos para arniaeao de cabello a
l50O, saceos de apele e de marroquim para via-
gcm.eum grande sortimento de inoras e malas
de pregara, que ludo se vende' vontade des
fregueses, e outras muitos fazeudas que nao
possivel aqui mencionar, purm rom a vista dos
ompradoresse mostrarlo.
Fazeudas nioder-
C~
as.
i
Destinado a resumir Indas as semanas o movimeno jornalislico e a olTerecer aos leitores, con- '
junlaineitlc com a revista do que mais nolavcl houvcr occorrido na poltica, na scicncia, na ndus- I
Ira ou tus arles, alguns artigos originacs sobre qualquer destes assumptos, o ahckivo umversal,
desde Janeiro de 1859, em <[ue comecou a publicar-so, icm salisfeilo aos seus lins, com a ir.aior
' xaclida e reaularidade.
umas collccces desde ocomeco da pubcaco do jornal.
N.2 UADO CESPO
Defronte do arco de Santo Antonio.
NESTE NOVO ESTABELECIMENTO VENDEM-SE :
Livros de rellgiao, sciencias, de letras arles, viagens, historia e classicos ; romances Ilustrados e das a 5^ brilhanlina branca o covado S0 case-
outras publicacoescm diversas linguas. mira de quadrinhos o covado 1}, pannos para
Globos, aliase mappasgcograplncos. mesa multo bonitos e modernos o 6?. corles de
s e outros de diversos formatos e gostos. barege com lies ordens de babados a loo. cln-
s e tmtas proprios. peos de phantasia para hornero, sendo de gor-
os para uso de repartieres, secreta- guro de seda a 7?, dilos doChille de i a 25,
i ditos de fel tro de 4500 c 5?, camUas de cam-
Arligos de bom gosto, fantasa ecunosidade das fabricas de Pars para uso dos elegantes ; orna- braia de linho pira senhoras, ditos de esguiao
tos, presentes etc. muito fino, ditas de cambraia bordadas com man-

Crlos de casemiras de cores finas r. ";"(U, di-
1 los de urna s cor muito linas de 3 e 63, cortes
decollete de velludo de cores a 65000, ditos diio
prcto a 5$ e 6j, colchas de algodn
S 3
7 3
KJkASE*ufti
No deposito t4 roa das Ouzes n. !,,
defroalc do sobrado (!o Si*.
Fiucii'oa.
lia um completo sortimento de gneros para a
festa, dos quaes se aQsnca a boa qualidade, quei-
ios londi i ios, do reino, suisso, latos com boli-
nhos di1 ludas as qualidades, consenos de her-
vilhas, ameizas e marmelada, passas e figos,
massas para sopo, cha, presunto, linguiras, man-
ga ingloza, viiihos engarrafados. Porto, Ma-
Mu.Mo'el e Bordeaos, champanha, cerve-
ia, licor, absinlho, tarops, e os afamados cha-
de Thom Pinto c de Brandan, em caisa e
<; caixas.
^ Cartoes e bilhetes para bailes, easamentos e visitas.
HISTORIA UNIVERSAL desde os lempos primitivos at 1850, por Cesar Canto, 12 volumcs, in fo-
. lio, enriquecida de mois de 90 magnificas estampas, obra em que nada se poupou para o
leilor encontrar nella erudicao, estudo solido c leitura agradare!.
ALMANaK de lembrancas de Castilho para 1860, assim como collecres completas desde o sen
comeco.
I MANUAL DE CONTAS j feitas para compras e rendas deassnear, algodo etc.
Reloiriosde aurbe nra'.a coberlnse desrnher- ?"cadt'r,la"so em lodosns P"slos desde o mais simples em papel ot ao melhorem panno ou pclle.
tospai,'/.^^ IJPO proprioe em relevo von.ade dos
; i' ^zoavert'tcriplSu do".^ ftN I ^"4*'
veira, ra da Cadeia do Recife u. 62, primeiro
Escravas fuffdos.
_^__^__________________~
Fugio na larde do dia 21 do rorn
fabrica de rap, no Mnndegn, pretu o-
B indo, idade 30 pora :\z anm -. i
Costa, sem tainos nem barba, bem .
turo recular, falla embarazada, por !rn i
jas, ricos corles de seda de todas os ron s, man- me de mastigor fumo, ira: i h i de caraj i,a
eletes dos mais modernos, grande sortimento de I ompensa-se bem a qurn o a]
perfumarlas inglezaslegitimas, joiosdecoral ver- 'n ;| mesma fabrica.
dadeiro, oleados de diversos cores imitai lo Pugiu doengenho Maltas, ao amai
marroquim para cubrir mesas, forrar almoadas, ''
travesseiros, etc., ele, ebem como um compb lo
sortimento to fazeudas do mais apurado goslo e
melhor qualidade, vendendo-se ludo por baixos
precos, no armazerodc fazendas de uaymunda
Garlos Leiie >V Iruiao, aterro da Bu i-Vista n. 10.
andar.
^anHSS s lesas ^w^mf^^i

.-.i
cias do imperio, como de Poilugal, Franca, Inglaterra e Blgica, com as condiccoes maisra
/oaveis.
V*
%
HOS chapeos de raslor
Campos & Lima,
porrao de alcatifa de
des, na ra do Crespo
It m pora vender
todos as qualida-
n. 12.
Seus propretarios offcrcccm a seus numerosos freguezes c ao publico em geral, loda e broncos c prelos finos, vcndem-se por loo mdico
da 19 de dezerobro de I59, o escra\
nome Jacob, vermelho, de Loo alln
ba, barrigudo, rom onmbigo muito graml
n la d n ilo, onda rahindo para
isso tem os nadegas saltid
eos, tem falta di' alguns denles, i m
pernas algumas feridas, idade -.
encontr uto mesmo dia n Barro, md
o Recife: quern o prender, leve ao Sr. M
MvesFerreira f Limo, na roa de S. I n
i i entregar ueste ei ;en! ". pn -"i l -
cump usado
i :. ia a oslar fgida '
Jos laquim de Mesquils, na i i
los, o prcta .- nti na, de nac o *
escrava de Francisco Goncalve: bo io; -
so aos sei i iu-
Ra do Imperatrz n. 7,
loiado Aeconte.
Kssencia de sndalo.
Ricos leques vertladeiros de
sndalo.
Benga las c puleeiras ricas.
AI One tes para caballo, dito
para segurar chapeos de
senhora.
qualquer obra manufacturada em sen reconhecido estabelecimento a saber: machi nos de vapor de | preco por seren vendidos por conla do fabrican- leress-T possa, a captura da i feida pn-la,
todos os tamanhos, rodas d'agua para engonhos todos de ferro ou pora cubos de madeira, moen-[lo : na praca da Independencia n. 24 e 30 chape- re le deten, o, n,m> -'. i;,,.'..
las e ni.-ios moendas, lochas de ferro batido e findido de lodos os tamanhos, guindastes, gum- laria do Joaqun) de Oliveira Maia. rosamente recon ensad flu: >'w 11 "i
WHIDS-S
!$^?8fc^OTeSfc^SKwiWtBWSHWtairJal chos c bombas, rodas, rodetes, aguilhdes o boceas para furnalha, machinas para amassai man-
dioca e para desearocar elgodao, prencas para mandioca e oleo de ricini, portos gradara, co-
lumnas e moinhos de vento, orados, cultiva Iojcs, ponles, aldeiras c tanaues, boias, alvarengas,
9 e todas as obras de machinismo. Executa-se qualquer obra seja qual fr sua ualiircza pelos
. iho do Porto, do mais superior, engarrafad i, desenhos ou moldes que pora tal lim forcm apresentados. Rocebcm-se encommendos ncslc i sta-
belccimcnlo na ra do Brum n. i2S A u na ra do Collegio hoje do Imperador n... moradia do cai-
xciro do estabelecimento Jos Joaquim da Cosa Pcreira, com quero os pretendeuies se podein
entender para qualquer obra.
ditu champagne, idem, rlilo moscatel, ideni : no
izem de Barroca >v Ucdeiros, ra da Cadeia
do Recife n. -i.
:'
a Silva Bciris
Tudo chcgatlo pelo vapor
i
iglez.

s;
"_ ~
25
''- .2 -
tempana vender no seu deposito da ra do Vi-
gaiio n. 27, velos de carnauba de 0, -7, 9 e 121
em libia, ditas de composigao de Ge 7, saceos de
lVijoo branco e amorello, ludo se vende em pe-I
quenas]e grandesporccs, e por menos do que]
em oulra qaalquer parte ; e compra-se efTettiva-
monte loda e qualquer porco de pingos que cahe .
dos vellos quando acezas.
axc .......3 :"'r-"':
onlinua-so a vender fazendas por bauo ,- J
'h preeo al mesmo por menos do sen valor, g5j
m alim de liquidarcontas : na loja de portas ^
la roa do Quoimado n. 10.
. -.------ .-1 --> -,.^..
^as
CARROCAS.

Vende m-se dos carrosas novas, sendo poro
bei e oulra para cavallo : na ru da Concordia,
confronte ao armazem do sol.
3 WOJA W*AGIamUA,CASAWmWVN&ka B
Cliuiea ]ior a.ni\ios os syslemas.
3 3T !'>-! 3 ',- ftl 0 Dr. Lobo Moscosod consultos todos os dias pela manhaa e de larde depois de I
it^SSa 5 X AOS ClilUrrCiTOS C CIQ- g|C(>n,r?ta partidos para curar annualmente nao sopara a cidade como para osengenhos ou
.LL = '/. ri fi*" -5 -
./" 'T" 1
: | ; = ~ o = '~
g 3 g 12 tC Z | =
2.*5 ~ "^ ir -= ~
g ~ 6 *> X /. -' -r.

horas,
outras
rute i rus.
Campo9 Lima le
vender cai-

*" 5 o o p.
Lampo9 i Lima tem para
;&; \as ruin fumo americano do muito boa
53 quauidade e a preco commodo : na ra
^ do Crespo n. 12.
Fub.
Fariiiha de milbo americana, em borricas, che-
sada no ultimo navio dos Estados Unidos : nos
armaiens de Tasso lrmaos.
Escravoc venda.
as 10 horas da raanha e em caso de ur-
por escriplo em que se declare o nome do
g No
- o,^ H -r. ~ = r, "- i^
: ">\ "J; *j
*_ = r ir, n I -*rt *
st-fi.!l! PdU
Vendb-se um moleque de 18 annos, perfeilo
cozinheiro, una negra que cezinha, lava e en-
gomma pereilamento. e una negrinha de 13 an-
nos, cscravos todos de qualidadee sem vicio al-
gum*: i fallar com Ocla viano ^e Souza Franca,
ra da Cadtia do Recito n. 30.
i ] propiedades ruraes.
^ Os chamados devera ser dirigidos sua cosa at
Ni senda a outra qualquer Lora do dia ou da noile sendo
jH pessoa, o darua e o uumero da casa.
Nos casos que nao forero de urgencia, as pessoas rcsidenles no bairro do Recife poderlo re-
metter seus bilbeles a botica do Sr. Joo Sounii iS: C. na'ruTtda Cruz ou loja de livros do Sr. Jos
ueira de Souza na ra l'o Crespo ao p da ponto velha.
Ncssa loja e na casa do annnnciante achar-sc-lia conslantemcnt e os melhores raedica-
mentosbomoopathicos ja bem conhecidos e pelos pregos seguinles:
Botica de 12 tubos grandes, .".......
Pilos de i\ ditos...............
Ditos de 36 dilos..............
Dito de 8 dilos................
Dilos de 60 ditos...............
Tubos avulsos cada um.............
Frascos de linduras........,.....
Uanoal de medicina homeopathica pelo Dr. Jahr traduzido
em portuguezcom o diccionario dos termos de medi-
cina, cirurgia etc.. etc............ 203000
Medicina domestica do Dr. HerDg, co:n diccionario. 10$000
Repertorio do Dr. Mello Moraes........ C$000
lOgOOO
15^)00
20j!090
2",0iO
IfeOOO
15000
_>$0'JO

,ssa
rzszmssfa

No l
ra da
potassa
c^ci ua tvussia
E CAL DE LISBOA.
ronhecido
j9
Vende Jos Dias Brandan, na Lingocta n. 5, a
700 rs. a libra.
lecioo e arredilarlo deposito
tadeia do Recife n. 12, ha para vender
da Russia e da do Rio de Janeiro, nova
S'SjS a s Je de sujicrior qualidade, assim como lamb m
r- calvirgmcm pedia: tudo nor creeos muito
razoaveis.
Cal de Lisboa.
Vende m-se no caes de Apollo, armazem de Se-
rodio ; C, barrisclo cal virgem em pedra, ul-
limaroc le ebegada, e por preco razoavcl.
RELLINS."
Vcndem-se os melhores seilins inglezes de pa-
tente no armazem de Rostron ilooker & C,
praca do
Vende-so ou orrenda-se um grande enge-
nho silo na comarca de Porto Calvo, un.a legua
distante do litoral, e com porto de embarque no
cercado onde chegam as bar, ..os. Tem as me-
lhores ierras na extenso de urna legua, ex 1 i -
lentes varzes de masap e pal, comigos, gru-
as, tudo poro cmnos. A ubi 1 lo fabrico, 1. -
du engenho e Je purgar sao de lijlo, muilo
des c da mais solida conslrucro ; duas rasas
de vivenda, commodas c bem aci iad is, si
e uuia lindo capel la reedificada ha um auno, da
archileclura moderna, com ricas iiuagens, olla-
res moldurados com lodo o gn>t.i, e com os pa-
gamentos necessarios para a celebraeiio i) mis-
Isas. Um banheiro de lijlo eleganti 1 con n
p olem dissn :', casas de lavradiires r im ci rcados.
Todas essas obras acham-se no melhor estado do
aceio o limpeza, linio reboead 1 de novoccaiad.
O cenado de grende diiuensao, pela maior
par:' com cercas nativas e pingues pasla
Tem malas suffi i nti para lodo o mister de en-
genho, sondo Dbundantcmculc de li nha de man-
gue. Tem proporces pora urna grande sola
onde j se tem criado pora mais de 200 rabecas
de gado. Tamben permula-se por outro qual-
quer engenho na provincia de Pernambnco ; nao
distante da capital mais de lo leguas, embora
seja muito inferior em ierras, obras o dim
No caso do venda aceilam-so desabriga na im-;
porlancia de 12:0000 que deve o annunciante,
o o mois a prazos com garantios na proco, ou
mesmo foro, sendo a contento do annunciante.
queso vende o predio para liquidar sua co- 1, e
retirar-so pora sua provincia natal, (lisiante do
qual nao poJe resignar-sc .1 viver por mois lem-
po ausente de prenles c amigos, u privado Je
lodos os seus hbitos so< i es. VpiiJc-sc lambem
aboiada, n cavalhala, 30 caberas de galo de
criar, assim como o safra fon.lodo que promelle
mois de 3 mil paos. Exige-se smenle 12:e:
vista on .1 desobriga dessa quahtia. Existe alero
deludo madeira tirada poro levantar-se outro
engenho em erras do mesmo, e pode ser d'agua
muilo bom, sendo rodeado de vanes mui exten-
sas e poderosos, e havendo j pora rsse lim urna
pequea safra fundado. Nao se exagera e o vis-
la melhor inculcar do que loda e qualquer dv^-
cripeo : a tratar nesla prora com n Sr. Mauricio
Francisco de Lima- ru da Cruz 11. 62, c no enga-
ito denominado Castro com o annunciante abai-
xo nssignado.Loureneo tzerra Cameir
Cunha.
se cotitra quem .. tivi r acuuUOa.
O0S de ffralifacio
1 > ra o Joa ,'.;.'.
mbr pr ivimo ; ,v sado, .
guinli'S : i-aboclo, de el,1 Je .,, -.. n
mais menos, v >ixo e chei > do 1 1
dondo, cabellos duros 1 ...'. is 1
nariz pe piio, I 1 pequea
les superiores im frente, usa bigude, o ,
..11 ..1 I ''i ti 1 .; 1.1 I ', Si IU bai i 1 ;
redp, 1 aleas e can isas, i' 1 rol 1 resi .
camisa de algodo liscado azul 1 chapi o d 1
10 : vi io do Cear 1. S
de tiulubro prximo p .-.-. : mi r
Luiz Ri! eiro da Cunha .Vnl nio Li
tos A Rolitn quem o apprehender, o I
Cidade do Ri i do Crespi ||,
cebei o rerompeusa scim 1. i'
s jiii i e capilai 9 :


Vende
Corpo Santo n. 8.
Altenco.
NA Rl\ DA OIPERATiZ N- 27
''Mr
fe^ ha para vender ricas mobilias de Jacaranda c de roogno,
/./it grandes e pequeos, assim como muitos trastes avulcos ;
> i\ cortinados i
rico3 vidros de espclho
na mesma loja se ta/.em
Vande-sctm casa de Arknright
Cruz, armazem n. 61, relogios do
neiro alguns exempiares do
primeiro e segundo voluine
da Gorographia.
Histrica clionologica,
j-se um carro novamentc construido, com %
I -i assentos, muilo forte, forrado de panno verde i ?.
ti C., ra da i lino, eplroprio pora qnalquev cocheira ; a tratar (ffi
fabricante l!i- com o gente de leiloes Hypolilo da Silva, ou em
qhbury, sendo qu pelo seu perfeito niaciiinismo : casa de James Crablree & C, ra da Cruz do Re-
pode-se usar com coberta ou sem ella. | cife n. Ai.
Chafalla. i Acaba de chep^ar do Rio de Ja
Acaba da chagar novo sortimento Jo cha-f
falla no Armazem do fazendas do llaymun.lo '
(lailos Leile & Irmao, ra da Impcra'.riz n. 10J
serve para lomar os movis velhos novos, sem
precisar raspar ou lidiar.
algum, mestre de sapaieiro, e ptimo copeiro ; 8ll> peljlJr. Mello Moraes : vcne-se a
a tratar com abaixo assignado na alfandcga, ou \ o volume, podeodo-SC vender o se-
gundo en separado : na livraria n. 6 e
spara camas e janellas, lava-so chapeos de palbinha da Italia e se poe na '
ultima moda, lava-se lambem a palhinha das mobilias a mais eucardida torna-so ou- '
tra vez nova sem ser mais preciso as mandar pintar, lmpa-se o gruda-se estatuas do ^*|
pedra marmore, de alabastro o vidros de todas as qualidades lorna-se outra vez to
seguro e limpo como o estado primitivo.
'
apprchensao do mencionado escrav
poe fosse i ara o c< t:ti i do C<. pi
ser natural da illa do Casi ,i ... .
suppdr que v se in< de I
vi/es lem feilo.
Moleque Fgido.
I OOfOOO do gratificado.
Roga-se ars capites do cam e a
qualquer autoridade a appienensao Je um n
que de nome Macoel, crioulo, idade 12 annos
potico mais ou menos, o qual fugio di r,-
abaixo assignado no dia 30 de oumb'o de cr-
reme auno, levando caifa de eor, camisa
charx o Je palha oleado e o maior sigo al
de aslhroa e a penco estove doenie de 1
desconfia se que esleja acollado per tlguui
laihao, que se quena aproveilar Jo sua |
i la le para o seduiir, desde j pro'esia o o
abaixo assignado Je cahir sobre dito !or
lodo o rigor da lei, e gratifica da mai cito a
r.qute que Ihe der nolieia certt, e paga
despeza que se fizer c m o mesmo mul<
se eecluar dita o; reltensa levando a re.. N
n. 21. Francisco Jos Ceimon"
m
Dos premios maiores de 20$ da S2 lotera concedi-
da pela assembla provincial do Rio de Janeiro, a
favor das matrizes e alalas da mesma provincia;
extrahida no Rio de Janeiro, em 20 de dezembro
de 1859.
f>S. PUEUS.IM8. PKL>JS.
gen-d lgica,
em sua resid neia na ra da Saudade primeira
casa cura solio do lado do sul.Pedro Mxcn-
drino de Dari'os Cavalcantlde Lacerda.
8 d:i praca da Independencia.
Neste proveitoso ostabelccimenlo, que polos no vos melboramenlos feitos acha-se conve-
iiientemenle montado, ar-se-hao tambero do Io de iiovcmbro em vante, contratos mensacs para
maior commodidadec.c-conomiado publico de quem os propretarios esperam a reniuneracao de
tantos sacrificios.
Assignatura de banhos fros para urna pessoa por mez.....OJOOO
momos, de choque ou chuviscos por mez 155000
Seriffs de cartoes e banhos avulsos aos presos onnunciados.
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umiuu Pl fKKMAMtfUCO. TERCA FE1RA tO DE JANEIRO DE 1860.
Litlcratura.
>s Turcos ea Turqua contempu-
runca, por AI. It. Nicolaidy.Kan,
por M, Lcouzon,Leduv.-A .cien-
cia prntica da vidu, por SI. I- .1.
f.arclicr
Nao n heranea dos anligos Cregos do Allica
JO PolopoQeso, ic- os Grogos de hoje ambicio
nam. Este traca ruino helleniro, cuj;i indepen-
a fui pioclamaJa pela Europa, arrestada
pelo cnthustesun generoso do ityrou c dos poc-
i, 9 da Franca, uio segundo los, aeno urna
je d i poquo.no Estado archeologco, niais
i roprio para as distraeces dos anticuarios e dos
i-abios, do que para os'necessidndes de un povo
industrioso e coramerctenle. Quantu ao ni lis,
Urego moderno nao o dissimulo,dos seus
avs das guerras dus Modos nutro u:in tempran-
ea niais quo modesta ; e nao as planicies do
Marathn ou de Platea, que ellerai buscar sua
arrore genealgica, lia mais de dous mil anuos
ru innmeras n-vnlucocs tcera desarraigado
militas oobrezas sobre o solo somero arrasado.
Elle nao reclamt mais Themisclodea e Melcades
por seus avs, do que Minerva c Ncpluno por
iis deoses : o ijue pede tomo un bem legitimo
a sucresso de seus aiitepassados os mais di-
rectos,osGrogos do Baixo-Imperio.
Quandoum philhelleno, cuto nome nao mo re-
cord agora, eonduzlo Taris o Hlho de Cana-
ria, indos os saldes acolhcram coin un ardor
misturado tic c iriosidade este lilho do here de
Tschesmca, cujo brulote tiuha feilo saltar pelas
a^uas na baha Je Chio o navio do eapilopa-
< i. O menino fui apreseutado a Madama Reea-
uiit queui llii1! perguntou seo uome : Km
Pars, respond u elle, chamam-me Thueydides,
mas na Grecia, scufcura, eu inoehomo Dimitri.
Este ultimo rime do juren Ganarte dizia asss
6 qual das dos ragas gregas se liga o povo hel-
tenico do hoje; ama, lo gloriosa como era,
mha-sc quasi extincta na tem branca de seus des-
pendemos, a outra, poslo que vencida, lem su-
ri rivido sua derrota, c existe anda cheia dn
'erra o de espelunca. Nao itere pots causar ad-
miraro quo, uoale pensamento, os Cregos mo-
dernos leubam as vistas rolladas inuito menos
para Sparta e A lunas, do que para as margeos
i!u llu-phoro c para ConalauliuopU.
A obra do M. Basilio Kicolaidy, que temsem
incida un lilulj mu poueo geralOs Turco e
Turqua fonr mooranea, urna encllente vid-
geni pelas provincias di Macedonia oda Thessa-
ha. O autor dedicou sen livro s mais chara es-
perances de sua patria.
Pelas primeiras patarras, escripias na primeira
pagina, por essa curia invocacao feita a seus deo-
tes tutelares, cun prebende-se sob que inspira
- y. Nicolaidy percurre suas amigas provin-
cias gregas, boje submeUidas ao poder do sul-
-< o ; elle patente* altamente seus pensamentos
< sentimeutos, iosde o principio, u coin urna
tranqueza que so ressentu um poueo de paixao.
Eo uos qucixomos disto ; a paixao a vida de
um livio, principalmente de mu livro de viajan-
te. Durante o correr de cada dia muitos Iiori-
santcs desapparecem, mas a presenta m-se os
uiesinas paagcns, os meemos effeilos. Lina
uagom, pora otilo quer que spja (cita, nao
urna serie do pai lis, que se mudara coin a ra-
idez do um panorama. O pai/, que se percor-
re,_ muilas rezos lem suj monotona, suas repe-
lires. A Grecia apezar dos multiplicados acci-
d ntes Je sen solo monlanhcso, asscmelha-sc
oistoao mais (Ilustre deseos lilhos ; algumas ve-
:esdorme como o velho Homero.
Este semno momentneo do pai/. apodera-se
poueo poueo do riojor.o fcilmente se coramu-
nicaria ao leilor por urnell'eto muito conli 'cido
ci traiismisso, se. durante esses momentos de
-acto, o aulu nao se apresentasse rpida-
mente em siena, e se alguaia cousade sua vida
al de sua paix < nao vtesse reanimar um as-
SUIIIptO, que Se extingue.
I." misler dizc-lu ? esses syslemas formulados
o exordio au nos espanlam. Quauto
i 6s, (referimos antes ver annunciados de ante-
| roposilos que se tem lomado pornuis
quo diga o rhetoriru romano, entre o livro, que
cotila v o que quer prorar, nossa atlenco pre-
sa rnei i s ao depoimento puro e simples de um,
do que no arrasado caloroso do oulro. Eis-vo:
I imenln advertido do resto, o autor cons-
titu -se o sdvogado de urna causa, de que sois n
uiz, cumpie-ros eseuta-lo segundo seo mrito,
com iuieroso algumas rezos, mas sempro com
i. ouliaura
I iri sua qualidade de eapilo de engonharia ao
serrino da Grecia, M. Nicolaidy munio-se em
anida do corapasso, do nivel d'agua e do
idro de agrimensor, e assim armado entrou
llacedonia e Thessalia : suas- observocoes
musitara uma depois da outra as f o reas milita-
res dos Turcos, e us pontos sil algicos dessas
lucias co:n um cuidado, que nos Icmbra um
dil i do abbadc Arnaud Mirmontel, seo cullo
':' u'a (i pobre abitado eslava bem vc-
tho, e solTrendo muito, quando Marmonlcl, en-
ao director da Ilustro Vompanhia, reio vista-
lo e pedir-lhr alguns delalhes sobre sua vida.
lo respondida s suas quoslocs Com a mais
ma complaceiiciii, o al.bade acresceotou do-
me : E agora, confessai, meu charo collega,
que vestes para medir-me. Nao sabemos se M
Sieolaidy vem lambem medir essas duas bellas
is do imperio turco : mas qualqucr que
i o I m de su,, risita, nao o indagaremos ; to-
is o livro tal, con o no-lo d o autor como
inurario atravez desses pa'uea lo gloriosos
dos lembrancas de Plulippc e de Aloxondre, co-
ino um risiarilo no m> iu dessas populaccs tao
poueo conheoiJas c loo originaes, mistura extra-
te Musulmanos, de Judoua o de Chris-
- : rurcos e de Traucos d'Albanczcs, de
. do Vuuiouks, de Tziiiganes, e de Gre-
1 >s, lambem, rimos essa cidade de Salnica,
dormindo no fundo do golplm rerdejanlc, coni
i no mar e uoi dos bracos estendido sobre
Ti-, que terminnm a face occidental do
; nada falta essa rival de Smyr-
nn. uem a mais rica trogclaro, nem os abun-
dantes aguas, era os borisontes encantadores,
(."io as villas e os jardins de sua cidade alia!
em ampliilhcalro sobro a colina. Se
! mlinopla musir nos eslrangeiros suas do-
l ii da Europa r de Asia, se Smyrna gaba
- campos de Rournaba, Salnica coin justo
FOiLUETOl.
ututo eailua Je seus ai uiialdes putoroscos e Je
seu pssselo de Desch Tzinax ou dos cinco plata
nos. Com ambas estas cidades. 6 ella frequen-
lada pelos cslrangeiros e pelos navios de todas
as nacftesl cojos pavnheS flucluavam no cu me
dos m8slrbs do numerosos consulados.
Nos a vimos ; porm s at ah cliegou nossa
cxcurso palas Ierras da Macedonia. Dcpois de
alguns dios de demora seguimos nosso caminho
para Alhenas, deixaiolo 'i nossa esquerda essas
tres ponas d,i t.halcidira, que se adiantam no
mar Egeo como o tridente de Ncpluno. Adian-
tamo-nos, depois de ler saudado Ossa e Gelietl,
para as iljias, que rosleiam a Thessalia, e prote-
gen) a Cunea. Como em qttosi todas os parles
da Grecia, osla costada Thessalia nem c verde-
jante nem rica, mas seus contornos sao sempre
graciosos porque osle o mrito e a belleza da
Grecia. Por toda a prteos seus delineamentos
sao linos e havinoniosos ; suas monlanhas, sem
exceptuar as mais alias, desenliara no horisonle
seus movirnentos ondeados e puros ; nenhuma
pona aguda e penetrante quebra os linhas de
seus conturiios : nada separado protesta 0 brada
nesle lodo completo e harmonioso ; o ar trans-
parente e puro aproxima e grupa os objeelos, que
s rezes se vestem de maneiraa mais capricho-
sas, que em oulro qualquer paiz. No Oriente,
as costas da Syria ou da Caramania, a luz lem
mais intensidad^ porm menos capricho c en-
canto.
Permita-nos o leilor revocar urna de nossas
mais agradareis lembrancas desta viagem de Sa-
lnica A|henas.
Kslavambs ciilo defronte das ilhas d'IIi'lidro-
mia c destpelos; ornar, cortado do lodos os
lados por numerosas ilholas, formara tima serie
di-pequeos lagos, que derramaran) mis nos ou-
Iros suas ondas ozues c vaporosas : junto de nos,
as ilhas atravez dasquaes paaaavomoa nadav.un
como quena sombro ; os piamos poueo mais dis-
tantes se esclarecan! fracamenle; ao longo a luz
so espargia por carnadas cada vez mais vivas ; e
no horisonte as monlanhas resplandeciam aos
ralos do sol. Os pintores flamengos c hollande-
zes conseguir m reproduzr essa poesa sombra
6 triste, que acelera dos gelos deseo paiz, e que
faz tristemente sesimar; mas que pincel f.ir bri-
lliar jamis esse esplendor caprichoso da luz ?
Tem filiado pintores para esta natureza; mas
ella lem inspirado os poetas sen genio se tem
inll.immado; ueste calor vivificante, e seus versos
o leem pintado om sua belleza e graca.
Pedimos perdi M. Nicolaidy por nos harer-
moa deixaJo arrastar por nossas proprias lem-
brancas, e por tratar aqu dura assumpio, que se
encootra Indo inleiro em sen livro da mesma
sorle o leilor nada ganhaii i com esta inverso
de papis, porquantoll. Nicolaidy ogludou at
as minuciosidadesdeste paiz, que nos somonte
vimos : elle est no que he seu, em sua trra
natal ; o a4u sen dono ; nos, pois, o seguir-
uio< por onde quizer levar-nos.
I'xislem entre os montoohezes do Khodope c
do Hemus.porexemplo.oo mcio dessa raga de bo-
rnes, quo sao inililTereutes aos senhorea diversos,
de quera os provincias lera successivamentesof-
frido o jugo, alguns, que contemplara do alto de
seu ninho ns diiTerontes pitases das conquistas,
que teein tjnsanguentado a planicie. Esses an-
tigos satyros, encerrados em suas monlanhas,
romo clraz. d'unia lemirel fortiticaeo, lem go-
zado todo lempo d'oma selvagem independen-
cia : como seus antepaaaados, retinem-so era
bandos, e csses Irocos do homens espalham a de-
vastacao por toda parte ao redor. Conla-se,
diz M. Nicolaidy, al rinto mil familias desta
rafa ; a nliaior parte abraeou o islamismo como
mcio mai? seguro de percorrer impunemente os
campos, c deslrui-los raao armada. Porem s
os nones do Mahomct e d'Ali be o que elles to-
maram da religtau de Hahomet ; o resto punco
os inquieta. I'm imn assalariado vem das ci-
dades turcas canlar-lhes o ez:em, e ci depois
i''steiniirillo de sua orlhodoxia. A saudacao reli-
giosa dosj Turcos, telam-nah-alkkume, isto he,
a siularij univeisil, lio tudo o que elli'S SB-
bem. Al rumas de suas aldeias sao christaa,
as quaos sem duvida as oulras sao mu
e estas religies a maior parte mis-
as tradjees un paganismo e as tem-
os lempos fabulosos : entre ellea os
magosaejmais acreditados anda do que entre
os Turcos; inaiiio ao trajo dcates krudjalus,
elle bastante ressente-se desta confuso mons-
truosa de eus hbitos e costo mes. Estes lia -
(los ruines do liemos ira/em como os
polainas aboloadas at os joelhos ,
de pe I les de aniraaes nitros, e co-
brem-se (um um grande turbante verde ; seus
vi.siuhos da planicie do Nerlus, os Vourouks, nao
obstante serem um poueo menos selvagem
e um punco melhor vestidos, sao todava
ces-de-frtilda d'uma eslranha especie : sao
entes dos Trtaros, que invodirain
; conservaran! de seus paia o idioma
os nmades c hospitaleros. Entrai
um Vouioiik Je boa volitado ha de
os sua casa, cama e mesa : mas sua
consetenet i se Iranquiilisa smenlo cora preett-
cher osle dever santo e sagrado da hospitalida-
i em paz sob seu tocto, quanlo elle,
l velando e esperando-vos porta para rou-
bar-vos mao orinada.
Singular!mistura d'atidaeia e cobarda, de le-
meridade de fraque/a Estes homens armados
sempre, e quem nenhum perigo ome-
dronta, fogera dianle do barulho. Allirraa-se
que um pacha, encarregado de reprimir 0 rou-
l.o. quo senli cessar desolara estes poizes, dispr-
sala e-i. sbandos selragens, fazendodar tiros de
peca, cujos roncos citrn tos erara repelidos ao
longo pelo echo da mnlanha.
Ao lado deslas popularea ferozes, empulcra-
dasno cima das monlanhas como em ninhos d'a-
butres, habitara os Turcos preguicosos do Ner-
los, eos ko.-iiaresindolentes da planicie Serias :
tribus errantes de T/ingones e de Vaquios, per-
correm lodb o paiz, especie de Corle das Mara-
vilhas. abena csses restos de lanos poros.
OsBaiasdu camponezos gregosso em gran-
de numero tanto nos sele bispados da Macedo-
nia, como nos districlos da Thessalia, por toda
parte laborihsos, bravos o infoligareis. O livro
de M. Nicolaidy aprcsenla-nos o qnadro anima-
do deslas curiosas provincias: nao Ihe faltam as
vistas do lodo, as observacoes das parlieularida-
dades, os accidentes inseparaveis d'uma viagem
um poueo prolongada, augmentara o iute-
rcssedrsrriplivo da obra: mais comptelo que
C'iusineiy, que l'ouqoevine, que: l.euk, e que ns
viajores, que o precederam na Macedonia e na
Thessalia, M. I.icolaidy pronunciou, como touris-
li, a ultima palavm a respeilo destas provincias
gregas em poder dos Mulsumanos. Cromos bem
longo ainda de sua realisacTio, se por ventura
podem realisar-se, seus sonl.os polticos, como
lambem osdeseusdous companbeiros do viagem.
De corlo, os males que M. Nicolaidy vio sao
grandes, estamos persuadidos que os Tanzinalos
nao Ibes trouxerara um remedio efflcaz ; e cora-
Helia, que ousa .motar. loJavia esse espaeo 111-
vencircl, que separa Ivan de Mecha, po'uco
poueo dcsapparece : a amizade do conde Ab.is-
chcir cresco todo> os dias ; o conde nao mais
um protector, um pai; no meiod'ura incendio
Ivan salvou os dias de Mecha ; abracando anda
esta lilha de seu coragao, Bouslaief, que a tinha
crido perdida, nao lembra-se mais que Ivan um
cscraro, sabe soraenle que elle dere sua lilha.
Ivan feliz que mais Ihe falta ? A (bordado ?
Mas o conde Abaschel nm grando protector.
padocemo-iios com o autor da triste situacao do e o principeAlexis uin bm senhor. Ah o prin-
esperado era S. Petersburgo, e
Giaour e do Kiafiz. Mas permilia-nos M.'Nico-
lai ly lembrar-llie que os Raase mrsrao os Tur-
cos eslo longe dessa poca, mais triste ainda,
era que o antiquarToCousinery pereorria a Mace-
donia, que enlo governava Abdi-Pach.
No primeiro dia de sua entrada era Salni-
ca, diz Cousinery, Abdi-Pach, depois de ler
f'-ilo enllocar quntro boceas de fugo perla de
seu palacio, fez viro commandanle da torro dos
.(anisaros, c iriterrogou-o sobre o numero e dc-
liclos daquelles, que achavam-sc ahi presos.
Eram elles era numero de nove, e culpados so-
raenle de indisciplina civil, genero de falta, que
apenas mereca vinte dias de priso. As nove
cipo PololzolT.
que, pedido do conde Abasrheff,. vera dar a -
berdade Ivan, meare, morro de repente : urna
rhena furiosa procipitou seu (ceno: em um abys
rao sem fundo ; c o cscraro Ivon, feito ama pro-
priedade, urna cousa, que lem de entrar em par-
lilha, cahe merc dos herdeiros do principo.
Aquello, quem coubc o caslello senhorial, e
por conseguirile o dominio, de que dependa a
familia de Ivan. um soldado. Escravo de seu
dever, mas inflexiv.l em seu dreilo, preenche
conscienciosaraentc um, conserrando altirametite
o oulro.
Regressando do Caucaso, onde servia como
entrando
iresenTa
preresenla^ao e lazia seus preparamos; de re-
pente mil luzes fazern desapparecer as lleras,
relinem osaccordes; eram as Amadryadas que
contaram era baixo de sua janella. Elle nao po-
dero duvdar, davam-lhe urna serenada e con-
cediam-lheo triumpho.
Esse triumpho benevido nao Iho allerou a mo-
destia o o encheu de
a cidade hospilalcira.
tada, pois lambem tivera sua victoria, quandr .<
morte veio feri-lo o seu passamenlo se achaaii-
da ligado ao cumprimento de um de seus den-
res mais queridos. Era ainda a poca animal Jo
nossos concursos e n academia tinha indicado o
dia cm que os jovens msicos que querem u-
putar o premio, se Jevem apresenlar para a pri-
reconhecimenlo para cora rot.ra prova A vespera desse dia era o dia i de
Teliz pelas boas recor- ] maio de 1856. Adara reuni aqnelles de entre os
daces quo levara, por dona triumpho* noros,
pelo sull'ragic de dous monarchas, voltou para
Paria, onde ninguem fallara mais d'elle, porm
onde representaran! sempre o Chalet.
Represontaram-se lambem duas operas deque
nao temos anda fallado,e que ellecompuZera an-
tes de partir : o^Potlilhao de Lonjumeau e o
Fabricante de cerneja de Presin. Ellas revclam
outra forma de sen talento. Um bora natural,
iim resailio de alegra franca, echo folga/.o da
re ha canean franceza, eis o quo concorreu para
s
q
dade.
_ O sullo, instruido das crueldades e rea-
c.o d'Abdi-Pach, j por duas vezes tinha lenla-
dofazer-lhe corlar a calmea, e nao leudo conse-
guido, tinha o nomeado goveinador d'Alep.
Aqui pela lereeira vez lenlou o Go-Scnhor fa-
ze-lo morrer ; mas Abdi-Pach fez advertir
Sua Alteza, que se ainda procurssse altentar
contra sua vida, elle partera frente do cont o
eincoenla mil homens, para ir por fogo aos tiua-
tro cantos da capital.
a mao a
seu escravo
cnmplica-
0 principe enconlrou em casa do con-
de a bella Mecha, quem ama e pede em casa- i aguca-lhe
se ainda.
ment ; mas esta permanece liel seu amor por I
Ivon. O principe conhece brevemente a causa
da recusa ; mas longo de exasperar-so, sabendo
desla riraliado ultrajante, cala-se, e, como I).
Salluslio, procura os tenebrosos caminhos da vin-
ganca.
O conde Abaschel', o velho monomaniaco pela
msica e pela beneficencia, protege os amores
d'um escravo coro urna lilha nobie I Em nome
seus discpulos que se deviam aprearnter i: -
den eonselho8 cheios de experiencia i anVb
eram os ltimos Ha algum lempo que tile j
senta o sordo altaque do mal de que deria mor-
rer : e cluranlc essa licio Uvera ai
lurbacao, que o deixnu sem voz o sem respii i-
co. Elle, porm, tinha a seus iiacipuli i ui
amizade lio viva que quiz assislir a essa pro-, i.
anima-los com sua presenta o doixa-loa s r
momenlo i m que, entregues a si meamos, ad I
vessera de seguir suas jovens inspiracues. Iic-
a aceiiaeao dessas duas obras, das quaes a se- lou-se, recommerrdindo que o aeeordasseai b m
giinoa e com ludo inferior pnmetra. Encon- cedo. I'oi seu ultimo voto, tinha pronunciado
Jrara-se as mesmns quahdades, porem cora mais SUas ultimas palacras. Durmi o sorarm etr
bnlho rom mais vigor; no Toreador, quo den c 0 d0i a erguer-se, illuminou a dor c os lo-
mis larde era 1819 ; n esse genero de trabalho,! |ros qtIC rcbentaram em lomo do leilo un.l i
era que Adao era bem succedido, nao se encon- \ trale noticia veto ler cotnr.oscooqui, nesle pu-
ra sempre a msica vivamente colorida, que |acio era que estavamos reunidos para espera-h
traz comsigo mesma o accento e o estro conuco, Se se tancar um olhar sobre a wda de Adol-
! em que pruna o engenho italiano ; algumas i pi,0 Adam, se for abracada era urna vista d'olh
vezes nina especie de conversa musical, simples,. pde ser resumida em "p.iucas palavras. V er-ai
espirtluosa, zombeleira, que n com a palavra, i,a nelli o Irabalho, i coragem e a f ; um re-
mis n pona e tradnz o chiste.
maueira c
sulraanas,
tura a inda
brunas (
bilantea
Pallicare.s
reslcra-sc
os deseen^
es es paizr
e os hab
cm casa ii
oll'erercr-v
gue levar al o lim sua obra philaniropica ; se
consegue casar a filha do ronde Bouslaief com o
jillio de Peler, o relho escravo d'lcrostoll'; se
Ihe iIt, para sua propriedade, sen palacio do
caes inglez, c seu bello dominio de Pireslotl', tal-
vez o principe consinU, e seja at leslemunha
do casamento d'Ivan ; mas, Jepois deste casa-
mento, depois de toda esta [esta, elle aprsenla
J urna odem assignada por seu punho, una
ordem mplacarol, que chamar seu esciavo
seus ps.
Quem pois se.opporia esta omnipotencia da
volitado Jo senhor ? Juem desviara sua vin-
ganca ? Mecha. Mecha, que moslra ao prncipe
atterrado o artigo, pelo qual Alcxandrc I dispoz
que toda a moca educada no convento de Smol-
na, que se casar com um escravo, quebra, pelo
nico fado de seu casamento, as cadeas deste
escravoe inlrodu-lo entre os Inniens livres.
Temos ainda sobre nossa mesa urna obra de
M. I.archer sobre o sciencia pratica da vida.
M.Larchcradoplou, para seu irabalho de com-
pilacao e de iruagacao, a forma d'um vocabu-
lario. Era cada una das patarras, que so refe-
rem hygiene pbysica e moral, o leilor achara
as opiniOes dos escriptores tle lodos os lempos
e paizes sobre cada una deslas importantes
quesloes. O livro de M. Larcber, romo se v,
urna especie de diccionario da sabedoria humana.
Porm o que que diz essa sabedoria di ho-
rnera '? Ella di/ que os mais sabios nao concor-
dara sobre essa sciencia indelinivel da vida, e
que a historia do suas ideas muilas vezes a
historia de suas coulradicces e erros.
(Hknry I.AV01K.)
Hoititeur l.'nicersel.S. Eilho.
Variedades.
Deixaram tranquillo Abdi-Pacha, e se o leilor i dessa amiga amizade, que o prenda ao principe
inleresso-se por este lionrado Mulstiniano, saiba I PololzolT, fez calar, at enlao, esse diretlo, que
que Abdi-Pacha lerminou paciflcamonto seus o senhor exerce sobre o escravo Se elle conse-
dias em seu governo de Belgrado, era urna ida-
de muito avancada.
Muilas vezes a passagem da narrarao do via-
jor do romancista nao he to brusca como se
pens. A parle da obra de M. Nicolaidy, consa-
grada sei vido na Grecia, naturalmente lva-
nos ao novo livro de M. I.oou/.in-l.educ.
O pobre Ivan, lilho do relho Peler, nasceu es-
cravo; e para urna alma ambiciosa e altiva como
n sua, he doloroso essa cada, que prende Ivan
isba paterna e ao castello senhorial do princi
pe Alexis PololzolT. Todava o senhor d'Ivan he
um bom senhor, Ivan Ihe he charo entre lodos
os escravos Je sen dominio ; pela Iristeza e aba-
t raen lo do joven camponez descubri suas dores
raudas. Ivan, dizIhe elle um dia, nao le
agrada a aldea,abandona-a; parte para S. Pe-
tiTsburgo ; nao levo cm conta os jornaes, que
d.: Ii posso exigir, por espaeo de tres anuos.
Munido das cartas do principe, que o recommen-
dara ao conde Abascheff, Ivan pe-se caminho,
e apresenla-se logo depois de ma chegada no pa-
lacio do conde. Este pequeo velho. bora ve-
lho e bom he um singular melomaniaco, de phi-
sionoina benevolente e doce, quo cniprega sua
immensa fortuna era salisfazer urna nica pai-
xao : a msica. Seu salu he urna sala de or-
chestra, on le os violos e rlolcncellos, os contra-
baixos, as trompas e as frailas, achani-se dis-
persos sobre todos os movis e sobre todas as pa-
redes como n'um armazem de rioleiro. Dous
pianosmoustrosoceupam o centro; um orgo
magnifico erguo-se no fundo cm urna especie de
nicho ; v-se em cada canto reunidos papis
de msica, cartese embrulhos.
Comprehendoi com que ardor o conde melu-
maniaco acolhe esse joven camponez bem ligu-
rado e de bella presenta, que possue, segundo
Ihe esc re ye o principe, urna voz arrebatadora :
ainda mais, Ivan tinha composlo para o principe
PololzolT orna mararilhosa msica de trompas,
que vinha ouvir gente de distantes habilaeoes
Ivan, que faria a fortuna da Opera, 6 pis um
Ihcsouro para o conde,que possue um Ihealro em
seu palacio, que contracta prceo d'ouro para
cantar em seu palco os grandes tlenlos por onde
seenconlra. Oeste modo lambem o conde sent
para com Ivan nina aeicoo cnthusiasta ; cerca-
o dos raelhores meslres Ivan cada dia lorna-sc
notavel por progressos maravilhosos
das conversarles nos.salees de S. Petersburgo ,
procurado pora lodas as festas : em urna pata-
rra o artista faz esquecer o cscraro.
No meiodesses bravo-;, que Iho exaltara a al-
ma, desse triumpho que o embriaga, Ivan es-
quoce sua original condicao ; e so algumas ve-
zes ainda sent essa cadea fatal, que o con luz
seu seniior, a amizade que Ihe prodigalisa o
conde, a benevolencia, de que o cercam os ami-
gos da casa, afugentara rpidamente es^a doloro-
so lembranca, e sua altivez diz-lhe que seu la-
lenlo o fez livro. Com este senlirnenlo de liber-
d.iJe, de dignidatte mesmo, a alma de Ivan breve
descortina borisontes, que at ento eram inter-
dictos suas vistas.
Ivan ousa amar urna lilha de Nicolao Bouslaief,
do idade de dezeseis anuos. Era elle un dos
prenles remotos do conde, filho de familia po-
doinsamenle rica ; mas que em consequencia da
rn admiuislra;o d'um intendente, vio-se de re-
pente laucado cm nina ruina completa. Nada
de ceito, na ordem dos possiveis, diz o proprio
autor do romance, podia ser ruis anormal, qu*>
essa rhamma sbita, partindo de duas almas o
arrastando-os invencivelmente urna para a ou-
tra ; porm a natureza lem seus trilitos rnysle-
riosos, suas ealranhas afBmdades. Quem dtr-nos-
ha qire nossas almas nao amarara j era um
mundo melhor f Quem sabe se ellas nao teem
guardado a lembranca de seus celestes amores?
Enlao nesla Ierra d'exilio, so um acaso chega a
aproxima-las de suas charissiroas irmas, reco-
nliccem-se sbitamente, e langam-sc urna para
a outra pela lembranca de sua patria commum.
E' esto problema de psychologia humana que
explica, direi mesmo, que desculpa a paixao do
escravo Ivan e de Mecha, se o romance tivesse
necessidade de explicacio, c se os problemas nao
fossem verdades recohecidas. Ernlim o laclo
aceito ionio lal na poelica do romance c do
Ihealro : a rainha Mara de Neubourg urna rai-
nhanao ain-io criado del). Salluslto-Ruy-Blas?
Como quer que seja, o pobre lean vai muilas
ve/es quebrar as pernas ao redor do convento
de Smolna ; posso revista urna por una todas
asjanellas para encontrar um raio da lloco es- (5) Em 1839.
Noticia histories sobre a vida cas obras
de N. Adolphc Adam, lida por N. Ha
Ipvv,spipplaiio perpetuo da acade-
mia das Uellas-Artes.
[Concluso.
Elle amara a msica que fazia a sua alegra e
compunha. Ello amara o trabalho rpido e a
objeclo febre que elle produz, e corra ao encontr da
meloda. Encontrava-a em caminho, to apressa-
da corno elle, aborta, viva, simples ou ataviada,
ingenua oa casquilhu, mas sera adornos aflecta-
dog e so algum est.roilho de condicao humilde
Ihe apparecia, ello estondia-lhe a nro, certo de
que cobriudo-o corn o sea nome, eleva-lu-hia
al a popularidade.
Dentro em poueo o talento de Adam revelou-se
sob um aspecto novo. Elle deil opera, em
1036, a Filha do Danubio. Da primeira vez
niostrou-so mestre ou antes molelo ticssc gene-
ro. N-sse balele, como pin lodos os que esa
creveu depois, a oicheslra dirigida com um-
grande superioridade, biilhantc, animada ou do,
cemente sonora, cania melodas csvellas, frescas-
caprichosas, quo se embalara cm rhythmos ele,
gantes, ftexiveis como a mesma danca. Agsimo
litando mais larde 5] a celebre sylphido qu-
Francez, nascido maligno, inventou o vaudc-
rille ; o vaudcville com os seos cantos criou a
opera-comica, que por muito lempo conservou
signaos de sua origera. Os meslres apparoceram
mais larde. Monsignv. Grtry, derara-Ihe a vi la
que Ihe propria o acharara accentos simples e
verdadeiros que cantam c que exprimem.
Adam.de rollas Paris, (ti continuou seus tra-
balhose corapoz.no rneio de muilas nutras obras,
t-isclla e a Linda Filha de Gatid. Sao dous ex-
cedientes bailetes; o primeiro lodocheio de p
sia, augmenlou sua repiitacao e conta-se entre
suas raelhores obra- ; ao "depois representou o
Re de Yvetot e Calyoslro. Nos citamos apenas
suas obras principaes.
I'hegamos orna poca dolorida di vida de A.
Adam. Queremos fallar da empresa em une lou-
camenlc se lanQou, quando quiz, resistind aos
consol los de alguns amigos, eslabelecer um Ihea-
lro rn.vo. do qual seria o mestre. Esse theatro.
cojo privilegio obture elTecliramenlc, ainda exis-
te, o theatro Lyrico. Poi-lhc preciso para che-
ga r a fundar esse estabelecirnnlo, empenharsua
fortuna o sen futuro. Fui em 157, que COnsc-
guio abrir-lhe as portas. (7) preciso ler as no-
tas biographicas que temos citado, as lerrireis
provas por que elle passou, quando 18s quiz
destruir sua obra nasocnle C causar-lhe o desas-l
socego, a angustia c a miseria.
Demandado por seus ereJores, abandonou-lhes
seus direilos de autor e s conservou como meio
de subsistencia o penso concedida aos raembros
do Instituto,onde entrara era 18 i. Todo feria o ao
mesmo lempo,c o luto entrn era sua casa ao mes-
mo lempo que a ruina. Vio morrer seu pai, ha
muito privado de recursos e como se magoou o
corarn do lilho quando soube que o preslituto
fnebre do pobre deria coniu/ir seu pai sua I
ultima morada!.... Appareceu-lhe um amigo em
sen auxilio. (8) Nessas tribulacoes crueis, sua'
coragem nao diminuto. tercade fadigas.de i
trabalhos, de priracoes, de vigilias e de esperan-'
ra. em Dos solTreu e vencen ludo. I'oi enlo
quo escreveu o Toreador, a Afithada das Fadas, \
Giralda Ao depois esse Ihealro, que tora a cau-
sa de sua ruina, toniou-se o instrumento de sua
redempeo. Estabelecido sobre bases novas, cha-:
moii a si e conservou para si s lodo o tlenlo, j
lo.la a mararilhosafecundidadede Adam,quo sel
salvou, salvando lambem n'essa occasio o thea-
tro, que tinha perecido era suas mao-. Den as
seguintes obras urna apoz outra ; Se eu fosee rei,
o redos mercados, a Joia perdida, o arrieiro
de Toledo, sem contar outros Irabalhos menos
importantes. E nesse mesmo lempo, no meio
le iodos esses lrabalhos elle escreria para a
igreja e dar exponso ao sentimento religioso.
do que era .-; :eramente animado. rerdade
que sua msica sacra nao tem o carcter simples
e austero que os meslres Ihe deram, mas c sua-
ve, lerna e pomposa algumas vezea e sabe parar
na entrada da msica profana. Ao mesmo lempo
anda elle enconlrava mu recurso inesperado em
sua facilidade, em seu amorao Irabalho. Abriam-
Ihe a car re ira da critica musical. Seus folhetins
agradareis, espirituosos, benvolos, forara logo
apreciados. Anda hoje san procurados e per-
maiiccern como documentos interessantes, so-
bre a msica contempornea
Era 1849 fui elle nomeado professor no conser-
ratodo c sua situaco achou-se melhorada. Cin-
co .muoa depois eslaram pagos todos os seus
credores ; eslava livro, honrado : realisra sem
se queixar prodigios de actividade, de ordem.de
coragem e de resignaco.
Quo prazer nao lev elle quando se vio livre
do pesado fardo que Ihe opprimia
do moQO 0 fcil, escapo' dessa
disse a si mesmo une lomara a entrar
raco leal
um talento raro e operas sedur-t i
{Journal des Debat.II. !
l.M CASAMENTO SINGULAR.
Cclebrou-ae ln poucos diasem Rooeq [no nor-
te da Franca um casamento corn circumstancius
de urna originalidade poueo vulgar.
Dous belgas lindara contratado unir-so pelo-
tecos do h> mineo e ja haviara publicado os b.i-
nhos. Na terca-feira, de mareo, diz o Indica-
,c'.\^or.':i'j, os futuros eepoaoa foram .i
igreja cumplir os seus doveiea religiosos ; m
s.xhida veio-lhes ao encontr um mancebo, lam
lien, belga, que pretendeu ler di'ciloa and
sobre a esposada, e esta cora eftefio conl
assim ser. A vwla disto eiilraram os dous pre-
tcndenles em explicarles, e concordaran que a
inconstante donzella rollasse aoa mus primeiros
.mires, com a condicao, porm de que este pi
ledenle maia feliz pagara ao oulro no gr
todas as despezas que elle tinna leito, em rila
do tal matrimonio : o que aquec aceiloa, o
promptamenlc pagou. D'ahi o par feliz par:"
para a Blgica com a veloridade d is andorinh.i-
quando vollam ao ninho depois de um rigorr so
invern.
I-i i foi celebre Mas nao para iqui a histor i.
No dia seguinte pela manha, o ex-cspi
que havii passado a noile a fazer reflexucs phi-
loaophicaa sobre a inconstancia das mu
ficaattonito ao ver ao p do si a esposa I
que Ihe declara que tinha reconsiderado, i
delle quera ser mulher e nao do outro. 1.
do belga approra a reconsideraba i, e Ib ira i
contente por casar de graca.
ti CLERO.
Segundos ltimos censos verificados eui di-
versas pocas nos principaes estados da Eui pi
as propon-oes respectivas dos membros do clero
com iplaco s populaccs erara as segumt -
A Hespanha conta um" ecclesi-
aslico por cada 90 habitantes 1
Portugal........ i
Russia....... i
Polonia. \....... l
Italia.......... |
Franca........ j
Inglaterra.......'. i
Imperio d'Austria...... 1
Paizes Baixos....... 1
Vfi-se d'esta eslattstica que a II -
que lora mais padres : m lis da dobro d U
tem a Italia, e isto sera ronlar os estudan
DESt:OBERTA.
Acaba de ser casualmente e 11 em I Ir -
sucen a sepultura do ultimo rei de Grana la, A'e-
I don Abd-Allah, con herido, pelo nome lo Boabdil
o qual morreu em 1191. asss curioso o epi-
t thafio que se acha na dicta sepultura, poi ni < sv
I poupai a referir algumas das mais n
gracas do infeliz Boabdil, derradeiro m n
; mono das Hespanhas.
FANATISMO DOS MOl ROS
Os mouros nao se descuiriam de d -.
aviraro finaljsmo. Os mais stterrados inrate-
las pregara a defeza do Koran), e aproximand
se das bandeiraa pregara u'eHasarau
eos. Os ossos dos mais celebres santos drstri-
buem-se como pao beulo entre aa Iropas, f seo
| Jo-se-lhes acreditar que serio um remedio efi-
caz contra as balas ns que nao podem ol
I pedaco grande, conteolam-se com um ossuiho
outro-. monos Mizos tevam n'uma l
ijada no peito, escripias algumas pala) r.i- i
leosas, como Bismillab [cm nome del
| un outras sem dhante s; h. outros qv
seus dervichs que Ihes cuspam no n sto, o i
Habit
por
por
por
por
por
por
i' "
91
I".:
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!- I
15 i
Bin
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dominara a danca, fez um contracto cora a Rtisu seus cantos ha*iam de perlencer a elle s Pa-
lia, estipulou como condicao essenctal que se-1 rece-nos que essas dores secretas, que esse com-
perseveranca
W SERAO PftSSflOO NO OUTRO MUNDO.
pon
I.KOX GB/,I.A\..
II.'.
N >il< neto na assembteu, commovida at. a
punta das tmhas. O Mdium prompto a receber
a resposta de Scrates, est com a mo sobre a
mesa ; o lapis paira na superficie d papel ; est
i espera. Ilaln a pinico a mo eo lapis puz-sc
inovirnenlo : e Iracam urna palavra,
t) presidente estende o braco, pega' no pa-
.' a respostadictada por Scrates ao ,Ve-
dii'm.
A resposta Sim. A assembla dilala-se de
\, nlura.
Sniiiis polo nosso muito honrado Mdium
responder s pergunlas feilas, disse o presiden-
It assembla.
A assembla felirta-se disse primeiro resul-
i I lido c cousulla-so de lugar em lugar pa-
i i sah que perguata se far Scrates.
A'i Kprcsso da raaiorta. enviada urna pergun-
la ao presidente que a Iraasmitle em alta voz
iles.
Pcrg inla :
Destruiremos nsCherburgo
Sino Ihante pergunta feita suri rir um phi-
! isophi grego roorlo ha mais do dous mil an-
uos extasiou-me por causa do beotismo in-
glez.
S rales respoudeu aos Beocios de Brteh-
ton: D
Os esfriloa nunca respondem s pergunlas
que se Ihe fazern com o lim evidente de por a sua
infallibilidade cm prova. y
Lu sussurrogeral ecnsurou o vnerarel S-
crates de se recusar a dizer se os Inglozcs nos lo-
mariam Gherburgo. Os assislentes diziam entre
ai, e com alguma razio que se os espirilos nao
respondem s pergunlas que dizem respeilo ao
futuro, pcrfeilamente intil interroga-los. De-
vein responder a ludo eser infallivcis.
Foi atravez desses*signaes ruidosos e mani-
foslos de descontentamente que um grito, cujas
onsequenciai imam inauditas durante essa mc-
moravel aesso. passou por cima dos bancos e
foi ouvir-sc no hemieyelo oceupado pelo Mdium
c pelo presidente, quem i
cora um lim impossivel de
cipio.
--e grito se diriga
adevinhar a pnn-
Vide oDiario a. 5.
O grito era :
Hasler Packiusten l l !
rteconhi'ceram lodos a voz ronca de um ma-
nijo, voz hurhidecida pela agurdente, nesse no-
mo alirado assim assembla. A principio nao
Ihe deram umita atlenco.
Tendo o presidente annunciado nobre reu-
nio que havia pergunlas menos perigosas do
que a que tinha oslado por instantes para obscu-
recer o glorioso notoriedode o o brilhante patro-
cinio de Scrates, esta outra pergunta, adoptada
por unanimidadc foi transmitlida ao philosopho
de Alhenas :
a Scrates, podis fuzer-nos conhecer todos os
sejredns perdidos para a humanidade pelo in-
cendio da grande bibliolheca da Alexandria'!
Antes que Scrates se lenha dignado respon-
der, responderemos aos incrdulos que nos per-
gurilarern por que rozo*0 Mdium nao tinha dito
simplesmcnteSim quando Ihe perguntaram
Os Ingleses tomaro Cherburgo /Os Mdiums
lera lodo o cuidado 'em nao seren tao facis.
Em primeiro lugar a sua sciencia nao lardara
a suecumbir sob os desmentidos; depois nao
excitarla mais paixao nenhuma ; e sem a paixao
oque seria delta o que seria delles ?
Scrates respoudeu : Sil, posso fazer conhe-
cer todos os sigredos perdidos para a humani-
dade pelo incendio da grande bibliolheca d'Ale-
jandra.
sala Ircmeu com os applausos. Scrates te-
se rehabilitando.
Scrates, dize-nos enlo esses segredos.
A multido nao leve mais do que um ourido
para escatar. O gravo e zombeleiro Alheniense
disse no meio do silencio geral :
Sim, conheco esses segredos ; poderte re-
vela-los, mas nao o f.iroi.
Por
serva?
Por que esse silencio ? por que essa dis-
cricao ?
Sim. Por que? porque ?
Dous mil porgues foram atirados de lodosas
direrces contra Scrates que sem se embaraear,
respondeu pelos dedos do Mdium :
Porque a misso dos espiritos nao fazer
a obra dos homens, que Dos collocou na trra
para trabalharem penosamente na descoberla da
sciencia. A sciencia o bem ; e o bem urna
: recompensa, loda a recompensa deve comprar-se
, peto sacrificio ou pelo trabalho.
j Desta vez os sussurros, os clamores partiram
i de lodas as boceas indignadas contra Scrates.
Ah como Anius fez bem de d
iho intil, ao veneno.
Entretanto, leudo o presidente feito observar
com grande sonso que se assim insullasseni a
Scrates, ctese retirarte para o mundo dos es-
piritse nao se iiicommodaiia mais para respon-
demos sussurros foram poueo e poueo oxlin-uiu-
do-se o dahi a instantes era apenas o murmurio
persistente de urna praia d.mde se relirou a tem-
pestado.
cima desse. murmurio nurio-se de novo o
grito : Maslcr Packington. l l !
Desla veza assembla inteira ordenen silencio
ao manijo submergido no grog e agarrado aos
ltimos bancos da sala.
Mas elle replicou :
compositor favorito seria chamado a S. Peters-
burgo e comporia para ella um baille novo.
Adam fez essa vi.igein com prazer e o acolhimen-
to que receben do imperador foi too lisongcira
que pensou habitar o Russia. A msica do Pi-
ro/a L'Ecumeur de mer, assim se chamara a
nova obra oblitera urna aceilaco geral. Otl'e-
reclam-lho um era prego brilhante, o lugar de
director de msica do imperador. Mas o nostal-
gia a tacou-o, e elle parti para a Franca. Era no
meio do invern; Adam chegou a Berlitn depois
re urna viagem penivel (ainda nao oxistiam as
ras rpidas fatigado e doentc a tal ponto que um
dia disse adeus a esse Pars lo querido o que
nao esperara mais ver. Os cuidados de alguns
amigos o resta beleceram. Mas oque ocurou ra-
dicalmente fot o pedido de una opera que o con-
de Rodera Ihe reio fazer da parle do rei. Man-
daram-lheuin piano; Adam abrio-oe Gcou pcr-
feilamente bom ; a meloda voltou o com ella a
esperanca e a alegra. Em menos de tres semaa
as nina opera em dous actos, as Amadryadas-
fot composta, decorada o representada. O trium-
pho comecou desde a repelic geral, a que o rei,
assistill. Elle devia partir no dia seguinte 10 da
l
que esle temor ? por que essa re-
Master Packington
Silencio !
Lora rumor !
Master Packington Master Packington !
Silencio Ponham esse sujeilo no o lio da
ra !
Agarraram o perturbador e elle calou-se.
Meus senhorea e senhoras, disse enlao o
presidente, pedem-rnn de muitos portes da
sala que me infirme do que faz Shakspcarc no
eco.
Sim I sim Shakspoare Shakspeare !
A unairimidade calorosa com que fui acclama-
do o nome do Shakspeare nao permllio oo pre-
sidente duvida nenhuma acerca dos desejos da
assembla. Pela energa desse desejo, dir-se-hia
que ella arrependia-se de nao ter pensado mais
cedo no grande poeta da Inglaterra e do mundo ;
esse enlhusiasmo pareca una reparaco. Jul-
gtiei estar transporlado no reinado de Isabc
ir esse re-1 delirio ruidoso, universal, que havia agitado to-
das as cabecas an nome de Shakspeare. O dos
da poesa dramtica condescenda era sabir do
seu descauco e da sua immortalidade, para rir a
Brighton visitar os talaranetos da feliz geracao
que o baria applaudido em vida. Confesso que
j me iu pegando a loucura de ccer que Shaks-
peare ia realmente descer em espirito ao meio
de nos. A embriaguez geral lomava conta de
miiu. Eu lambem j tinha f no espiritismo, f
00 bravo presidente Arlhur Daniel, das suissas
vermelhas, f no Mdium, a m hora de incre-
dulidade eslava terminando; o meu sceplicismo
oxpirava ; o meu voltairianismo principalmente
ia a pique. Havia muito lempo que eu tinha
attrado urna boa parle ao mar polo fado inimu-
larel da nimba adoraco oo autor de Macbelh ;
a outra parle destacava-se de mira nesse mi-
nuto de fantica adheso ao espiritismo. Admi-
ra sem duvida que se creia tao depressa e
por
loes razes ? Mas porque outra razo, pergunlo
eu com toda a minha ingenuidade, se arredila
em certas religies que teriara ha muiloVempo
desapparecido do mundo a nao ser a mageslade
dos templos, a surapluosidado dos douradoa,as
harmonas da msica c das ruzes, a nao ser o
vapor vertiginosa e suave do incens, a nao ser
o ell'eito hbilmente calculado das luzes, a nu
ser a influencia da* pessoas que desde o berro
nos gritara : esta rcligiu aboa, credo, esta r-
ligio a verdadeiro, crede esta religio a
U'jica, credo! Eis a razfto porque se er. [I
Ninguem r mais longe. E o raciocirrio ?
raciocinio !
ervictis que
atl Mr?mV J coseux. ase lhea serve de comida, porque julgam
,ue tornara a^trarTm K&&&,& vao Ihcs da. : .r..,
de si proprio e que dalli em dianto "" ".?..l :
CL1DAD0 COM AS AMENJKIAS.
O fado seguinte, diz a Independencia litiga,
merece ser indicado altcnco das familias
lera criaie-as :
Uma menina de nove a dez anuos, pensionista
n um dos principaes collegios de BruxelUs,
reeo qoe "aosI u,,lin?inc,rte 1"'r eolla daa "',/-'' ll"^,' J'' '
atacada do lerrireis conrulses, e uo accesa i do
delirio chegara a morder as peas -
digaltsaram cuidados.
Foi chamado a loda a pressa ura medieo,
hesilou, vista dos symplomas, em declarar qu
a menina eslava envenenada, e prescrereu uin
tratamento inmediato dos mais enrgicas.
Bora que ain inislrado ura ponto tarde, o u
dicamento produzio todo o effeito quo d'elle se
esperara, pois passada nina hora a menina es livre de perigo, o veriticou-sc que o mal de qu,
esleve a ponto de morrer, era o resultado de ve-
neno.
EstabeleciJo o faci nao foi difflcil descobt i i
causa primaria. A menina tinha sido visitada n'a
queila tardo por urna mulher, creada de seus
pn-, que Ihe d.m um saquinho de confeitoa
loa com amondoas amargas. Foi acido pros-
sico que estas amendoas contem em dosi ma-.-
ou menos mnima, que delerminou o r-nre
ment da mais violenta e perigoaa i al it /.i
i Naca o.
porlamento to honrado, que essa
no bem, devem valer muilo na vida do Adulpho
Adam. S ha obras por arto na vida do artista e
as boas acees que elle occultou an mundo, lal-
vez lenham a seus olhos mais 0
Irabalhos mais notaveis.
Depois do livramento d-; Adolpho Adam, um
de seus priraeiros cantos foi consagrado gloria
dos e\e.-citos francezes. Elle cantn a victoria
quo nos vinha enlao daspraias doPonlo-Luxino!
Ella nos vera hoje da nobre Italia c se Dcushoti-
ve-.-e querido que vivesse entre nos A. Adam,
com que prazer nao loria elle reunido seus can-
tos harmoniosos cora as acclamanoes da Franja !
As arles amam os grandes aconlecimentos, as
grandes empiezas, oscoracesnobres reconhe-
cern a gloria que se d patria ; bao de
luar a memoria da historia que o
perpe-
guerreiro es-
crove no campo da batalha.
Adam viva feliz em sua tranquilidad.- conquis-
rj Era 18 i. "
[~ Adulpho Adam, cm um pensamento gene-
jovens compositores. M.
corapoz a opera
roso, rercara-se dt
Maillord, laureado da Academia,
Gaslibelsa para o dia d'abertura
S < tinado M. de Ziminerniann.
prm-
Qual
O que deseja pedir Skalspeare a amavcl
assislir una pnmeira representado de Romeo ''cmiiao a 'l11*' tenho a honra de presidir?
e Julieta ou do Rei Lear, eachar-mc no mcio do
publico pergeniando o nomo do aulor da pe-
ca que tinliara a honra de representar ante
elle.
Baam palmas, davam com os ps, faziam uma
algazarra insupportavcl.
Scrates, disse o presidenlc, continuas a es-
tar ahi ?
Beslabelcceu-sc o silencio
tanto.
Espero os suas ordens ?
erales.
O presidente Arlhur Daniel
amigo de Plalo :
Poder dizer-nos se Shakspeare est nesle
momenlo disposto a conversar com compatriotas
que o amara, admiram e venerara ?
Scrates sempre por intermedio de M. Ralph
de Ralph, responden quasi immediatamcnla :
Esl disposto.
Houve enlao em torno de mim a repelicao do
por um ins-
respondeu So-
disse ento ao
l.'ma voz respondeu por loda a amaro) reu-
no;
A obra dramtica que elle prefere.
A mo do Mdium corren sobre o papel
O presidente leu depois a resposta de Shaks-
peare :
Aqui onde estou nao se gosla das obras que
se fizeram na Ierra, sejam ellas quaes forem ;
mas se nrcessario que confesso a minha fra-
queso, do lodas as nimbas obras a de que es-
(l Contestarnos. A cremja nao se impc nem
se forma so pela anloridad das influencias. A
crenra em um I.nle supremo, creador o regula-
dor de lodas as cousas, um nstincto, uma
necessidade Incvtavel da natureza contingente
do hornera. A mageslade dos templos, a sump-
luosidade dosdourados, a harmona da msica, o
vapor do incens, serviro par.i dar-lhe mais
forra, nanea porm para dar-lhe nascimcnlo.
[Trad.)
ton mais contente por ter f.:ito, llamlet
cipe da Dinamarca.
A multido applaudio e preparou-se a fazer
oulras pergunlas Shakspeare.
Daremos a resposta a essas novas pergunlas
sera repetir mais a mise em scena dos meios e pro-
eessoa porque passaram para chegar l dos con-
lins do reino dos espirilos al nos; sendo essa
mise em acea sempre a mesma, seria fastidioso
reproduzir-la a cadi passo. Faremos como se o
publico estivesse em cornmunicaco inlima c
directa cora o proprio Willium Shakspeare.
Shakspeare, ramios dos seus dramas Jioje
representados, eslo taes quaes os escreveu?
Resposta :
Nenhum. -
( Cochichos de surpresa o de desapontamento
entre os idolatras Shaksperanos ).
Shakspeare, reconlicce-se como aullior de
todos os dramas que Ihe ottrihuern .'
Oh nao ; pelo contrario !
( Deaencanlamcnlo prestes a protestar contra
o proprio William Shakspeare. .
Ouantos nao roconhece '
a Oilo, pelo menos.
(Gritos de duvida e de abnegado de toda a
parle. Aquielam-se um poueo dizendo que S-
crates eo Uediumn&o tranamiUem com cxacli-
dao os signaos lelegraphiros do outro mundo.
Eolito nada fez era alguma dessas oitoobraa
'luo nao reconhocc.'
Itera pouca cousa.
Quem as escreveu enlao ?
Cmicos, directores das companhias ambu-
lantes, mas lodos livreiros, c finalmeirlc quem
quiz. >
Nao se faz idea do abatimenln que apparc-
ceu em torno de mim, como se oilo obras corta-
das da obra colossaldo poeta o tmppilissem de
flear sempre lo alio na admiracio dos seclos
Shakspeare, dize-nos por que os Inglezes
nao lem lido mois bous escriptores dramticos
depois de ti.'
Porque elles lem crticos.
Mas no leu lempo nao havia tambera cr-
ticos?
No meu lempo s havia uma critica c era
a opinio.
Depois dessas pergunlas lodas Iliterarias, hou-
ve um desranco na assembla que nao me pare-
ceu at ento muito contente com essa excur-
so s regios dos espirilos. Todava nao con-
sentir) em separar-se de seu querido poslo na-
cional sem Ihe fazei as pergunlas seguintes :
Shakspeare, amaste?
As jovens ladies prsenles nao pestanejaram.
Demora na resposln de Shskspeare.
Segunda pergunta mais urgente;
seg
grande
Shakspeare, amaste
Segunda demora mais loriga que a prinuira.
I'erceira pergunta ainda mais urgonle :
Shakspeare, amaste i
Resposta de Shakspeare :
Deixem-nu tranquillo, nao res
mais.
-rrande compressao entra os aas
-ia replica tao difflcilmente obtida
poeta, cujo descontentaraento paraca
hartara lido o desejo de excitar. K-i reeo-
nhecido que os espirtos querem ser tratados
cora grande docura ou enlo safm-se, c pas-
aam-sc mullas sessoes antes que se consiga [a
zer aspazescom elles o rancor accompj
os do mundo material que vio aahindo deste.
Sim, oa espritus sao muito raneorosos. Fallo
dos boris. Oa mais tem muitos oulro- defeitoa
Depois do repente de Shakspeare. ,i< opte
em favor do espiritismo, entregues a si meaaaai
tem sen caminho: e nao loriara acabado de re-
protluzir-se, seo interceptor infatigarcl, e iu er-
rral, que eu julgava pregado, abalado m> ,eu
banco, ou poslo fra, nao viesse perturbar oa
corarneniarios, com a secca exclamaeo qu -
tornara mais imperiosa, de orna COOipressaoMl-
felrzmeole irrsulficienle Master Packington '
ola. Master Packington Master Packington
A consternarn fui geral. Mis o quo quera
esse hornera com o seu Packington, com qin nos
atordoava a mais de tres horas.'
Jaque nao se pode conseguir com rase ho-
rnera, disse o presidente, tr.igam-no nona
presenea, e quitro gentlemensde boa renlode
guardom-no vista durante o resto da s
A ordem de Arlhur Daniel foi execulada coro
a prompliJo dictada pela salvacao couiraum.
Deslacou-se um grupo e foi procurar o ier
turbador no fundo da sala em que elle se oicul-
tava ; foi depois levado de mo em mo a.irna
da multido al o primeiro banco, e all enllo-
cado entre alguns solidos geiiltenn-tis que se pro-
poseram nao perde-lo de vista. Nrssa circaaaa-
tancia, lite razo para eslimar uma v.-z ma s o
respeilo do hornera pelo hornera na Inglaterra;
nada era ate fcil do que atirat o agitador na
ra, de queso estavamos separados pela iraqu -
sa de um tabique. Era Franca as cousas de ci-
to nao se leriam passado assim.
O hroe do barulho nao licaria s na < spofeao .
provavclmeote lena ido dormir no calbonco.
Na Inglaterra limitavora-se a p-!o sob a -
guarda da assembla.
Vi enlo do porto o irrfaligavel turbulento.
[Conlinuarse-ha.)
"l'ERN. TYP. |)L M. V. E FAUlA. WBT