Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:08932

Full Text
I
)
AHN0 IXXV1. WDMERO 6.
Por tres nifzes ada 'ados 58000.
Per tres mczes veoc. <* GSOOO-
SEG301 FEIRA 9 DE JAHEIRO DE !860.
Pop anno adianlado i9$000.
Porte franco para o subscriptor.
ENCARREG A DOS DA SI'RSCRIPCA.'0 DO NOBTE.
Paralaba, o Sr. JooRodolpho Gomos; Natal,
o Sr. Antonio Marques davSilva ; Aracaty, o Sr. A.
de Lentos Brag; Cear, Sr.'j. Jos do Oliveira
Maranhan, o Sr. Manoel Jos Marlins Ribeiro
Gumaros; l'iauhy, o Sr. Joao Fernandcs de
Hornos Jnior ; Para, o Sr. Justino J. .mus;
Atnazonas.o Sr. Ji'ronvmo da Cosa.
I'AIIIIHA DO l.OUKhlo?.
Olinda todos os dias as t) 1/2 huras dodia.
Iguarass, Coiantiae l'arahiba as signadas e
sextas feiras. I
S. Anlao, Bzerros, Bonito, Curuar, Altinhoc
Garanhuns as torras feiras.
Pao d'AlhoJ Nazarelh, Limoeiro, Brejo, Pes-
queira, Ingazcira, Flores, Villa Bella, Bou-Vista,
Outicurye F.y lias qnarlas-feiras.
Cabo, Serinhaem, Itio Formoso, l'na, Barreiros,
'inienleiras e Nalal quintas feiras.
ttiiM parlera as 10 horas da manhaa )
Agua Preta,
(Todos oscura
PARTE OFFICIAL
GOYERW D.V PROVINCIA.
I vpodiente do dia 6 de dezembro.
Ofiicio ao cotniuandante das armas. Visto o
que V. Kxc. informa em seu ofTicio de hoiilem, |
sob n. 1068, iirva-se de rerommendar ao delega-
do nomcado par:, o termo de Ouricurv lenle
Domingos Alves Bramo liimii Brrelo que siga
'ara all cun bre. idade, aliiu de entrar no exer-
cicio de suas fuirnos.
Dito ao rhefe de polica.Queira V. S. enviar-
an o, al o ultimo de Janeiro prximo futuro, os
mappas, que devent servir de base ao reiatorio,
que isla presidencia tcm de aprescutar assem-
bla legislativa provincial na sua prxima reu-
na o.
l>ito ao inspector da thesouraria provincial.
Remetta-me Vine, al o ultimo de Janeiro pr-
ximo vindouro, u reiatorio da repartirn a seu
cargo.Offlciou-se no mesura sentido ao director
geral da instrueco publica, direolor interino das
- publicas, commandante do corpo de polica,
Consclhn administrativo do patrimonio los or-
phos e administrado geral dos esiabelecimcii-
toa de caridade.
*' ao collector de rendas geraes de Olinda
poca aniel u
desenvolveu
sua aeco.
Queixam-s
e nao coiihei
geragio pare
mundo novo
sim ; lodos i
Os que viv
a sua familia
no rollo da
opiniao do m
para o espan
raco da soci
r. J j o podais le Visto all. Depois
alie a sua forra, deu maior alcance a
AUDIENCIAS DOS TRIBUNAES DA CAPITA
Tribunal do commercio: segundas e quintas.
Belaeo : tercas feiras e sabbados.
Fazenda : tercas, quintas c sabbados as 10 horas.
Juizo do commercio: quintas ao meiodia.
Dito do orphaos: tercas e sextas as 10 horas.
Primeira varadocivel: tercas e sextas aomeio dia
Segunda vara do civel: quartas e sabbados ao
meio din.
EPHEMEHIDES DO HEZ DE JANEIRO.
1 Quario ciescente as 8 horas e 28 minutos da
manhaa.
8 I.ua chela a 1 hora c 3 minutos da tardo.
15 Quarto minguaute as I horas e 38 minutos da
manhaa.
22 I.ua nova as 9 horas c 27 minutos da tarde
Jl Ouarto cresc. as 2 horas e51 min. da manhaa.
PREAMAR DE IIOJE.
Primeiro'as 6 horas e ( minutos da manhaa.
Segundo as fi horas e 30 minutos da tarde.
ii
DAS DA SEMANA.
I' Segunda. S. Juliao di. c S. Bisilica sua esp.
10 Terca. S. Paulo primeiro Eiemila
11 Quarla. s. Hygino p. m. ; S. Honorata v.
12 Quinta. S. Satyro m. ; S. Eutropio Leitor.
13 Sexta. S. Hilario b. S Entilo m.
1-1 Sabbado. S. Flix de Nole m. ; S. Macrna v.
15 Domingo. S. Amaro ab |; S. Serundina v. m.
raro icio seguido sentpre do pnrlo a mar-
cha triomphantc das grandes verdades: o direi-
ito e a injusticj acompanham a humanidado era
os velhos ; olltain em roda de si. seu progresso ; vai aquello direils como Anjo
;m nada do que os. cerca. Aquella de Dos, como ministro da paz, rcpetindo-lhe
e-lhe gente cxtraiilia, viuda de um palavras santas e de consolarn ; vai estoulra
E leiio razan para isso? Alguus eaquerda, como anjo das tre'vas, como verdugo
10. das cons ioncias murmurando-lhe aos ouvidos a
ram no seio da innocencia, mascn duvida que gela o espirito, a descreuca que o la-
do que cora a eousa publica, mas cerai atheismo e o materialismo que o requei-
.ligio c da patria, do que cora a mam.
indo, esses sim, csses razan lera Em Roma o timbre do patriotismo sombreia-
>: mas os que viram de perlo o co- so rom a bal baria da rscravido, as virtudes dos
dade, os que anida respiraram as Reguos, Curios e Fahri.ios rom a oppressao dos
emanacoca dt eorrupgo era que fermentava, os vencidos ; a illuslraco das letras cora as devas-
i lais com a cousa publica, do que ; sidoes das Mess.ilinai. Na idade media otrabalho
a opiniao do mundo j da civilisac.io que se opera va no recato dos ras-
a-
'S-
que vneram
com a familia]
do que no cul
que so hao d
Nao sabiam
popularan pcilciiceni inoculado, sao de gente
passa de vinle e cinco anuos?
es quartas parles da populacao que
sao esse miinoo novo Nao se
i|ueixem-se de si, qitoixeiu-.se
cuja idade n
l'ois essas
ell.'s pducarai
qneixem della
da m.i educac.
xem-se dos m
Quando Par
o da religiao e da patria, esses por tollos feudaes voz do irado que orara e prega
espantar? va nos templos, ao suiu do alaude que o menea
ellos que as tres quartas partes da Ircl tanga ao p da barbar, leva por deploravel
cortejo as hosles meio selvageus dos senliores
feudaes em ronliuua guerra, e o individualismo
em vez do dircilo publico nacional. Depon o
amor sincero da religiao. o zelo c devocao de
riossos mamres foram seguidos pelo fanatismo ;
o que deram a bous Qlho<, quei- a tolerancia degenerou era indifferenea : segmo-
ios cxemplns a que os liabituaram. se logo a descrenca : a pos esta
Ordeno a Vnic. que me le meta, com toda ur-|e mi a infamia
gencia, para ser prsenle a S. M. o Imperador,:
ama rclacao exael dos rendimentos dessa col-1
lectora, cora a respectiva espcciOcaco de cada :
urna de sitas verbas, o o numero dos escravos c
loja3sujeitas ao imposto.Iguaes aoscolleclorcs
Dito ao dito de rendasprovinciaes de Olinda.
Ordeno a Vine que me remella com toda urgen-
cia, para ser presente a S. II. o Imperador unta
io exacta dos rendimentos dessa collectoria
com a respectiva cspeciucacao do cada urna de
verbas, e o numero de casas sujeitas d-
cima. oiti.'iou-se no mesmo sentido aos rollec-
- do rendas provinciaes de Iguarass e Goi-
anna.
Dilo cmara municipal desla cidado.Re-
jnetia-me a cmara municipal do Recite, al o
ultimo de Janeiro
para adorar, i
gada da liberd
brraguez nao I
do mundo, as
Era o ebrio qti
vestidos; appa
sidades de seu
de auligo pud
Toda essa ci
as alias regi
tico, n'uma re
uro prximo vindouro, urna expo- comprchenden m que a paz juslii-.i.
si.au das necessidadesdo seu municipio, aim de; sem f cono lunera iustica ? Pode haver a
n levadas ao conhecimenio da assembla le-1 sombra della
ler a virludo p
piicho 011 o ii
gislativa provincialIguaes as de mais cama-
ras.
Dito mesma.Recommondo cmara muni-
cipal do r.'iie que de em lempo as providencias
necessarias pan que se leuiiarn as juntas quali-
ficadoras do municipio, na lerceira dominga de
ro o \imo vindouro,edepois no prasomar-
cado po le; o conselho municipal de recurso,
lo o maior cuidado para que se faca regu-
larmente todo o processo de qualiflcaco, que 8er-
vii.i de liase eleicai> de eleitores, quo deve ler
lugar no anuo futuro.I"ua
_._ veio oscepticis-
iderrelouque nao nouvesse Dos, | mo ogmalico, o fanatismo atheisla, a persegui-
dos prostbulos buscar urna deosa ca,, barbara, a guilliolina que em nomo da liber-
'irava, verdad, eslava ombra- dade de consciencia decapitara calholicos.
E depois ? E no seculo dcimo nono? A liber-
dade degenerou em lyrannia, no direilo da forra
no despreso dajuslica, na oppressao dos poneos
pelo poder dos rauitos, na soberana da vonlade
corrupta, na rebelliao contra a mais legitima de
todas as autoridades, a autoridado que vem de
Dos, a que o Verbo Encarnado deu a sen viga-
ii.) sobre a Ierra.
All vedes sentpre o erro perseguindo a verda-
de, obslruindo-lhe os caminhos que elle deve
P ircorrer, maculando o alvor de sua innocencia.
Os noinens da revoluco, os ngovernaveis d.'
lodos os paizos deram-so as roaos, compreheu-
dem-se, auxiliam-se.
Sao poucos, urdade, seos comparamos com
o resto da populacao ; mas os homensda orJein,
os amantes do dircilo rao seguindo o seu cami-
. nho, como o viajante descuidse que lia dos go-
nas a jushca nao extsle. Pederis -vernos a seguranca de sua pesioa e fazenda e
. ga que dura tanto, quanto o ca- ao cabo de alguns passos cabe as mos dos sal-
de do pensamento ; mas essa em-
zia mais que manifestar, face
i leers j volitas da soriedade.
i nao se contentara com rasgar os
ecia n, amostrando as asquero-
:orpo, que apenas um raro sundal
r relava anda.
rrupco rinha de longo, coroecra
es, ii uma corle de atheismo pra-
encia devassa.
Nao nos adir iremos uois do que vemos, adini-
revios-nos do < nao termos previsto a lempo para
o remedanme O vicio lambem lem a sua lgi-
ca como a virl ule : as consequencias de boje en-
cerravam-naa s primicias de honlcm.
Oueretn a p; Nao a leao, em quanto nao
leresso ; mais a justica christ,
essa viriude de todos os lempos, de todos os lu-
gares, desappo ece, donde ugio o explendor da
fe.
E diremos q
po aos pertend
onde o Estado,
a greja, a los
Como que
didas, e que OSJSi
periencia dos pii
e existe f, onde os poderes tem-
m dominar o summo sacerdocio
longo de viver em barmonia cun
liza ?
is liees da historia teni sido por
seclos nao aprender uns na ex-
tros ? O que pertendem fazer,
adoros.
Neslas condices em que sn aprsenla a socie-
Ja le mo lerna, ou os governos hao da dar segu-
ranca aos horaens de ordi-m, ou os houieus do
crdem carcccra de armar-so contra os ngover-
naveis para satrarcm asociedade da incuria dos
g 'vernos e da audacia dos ingovernaveis.
h acontecer nma dessas cousas? Acontecerao
ani'.ias ? Nao sabemos, se ambas; uma da corlo
que sim. Maslalvezj lude, j quando a sorie-
a te religiosa e a soaiodade civil liverem sido
3r no anuo lulero.Iguaes s oulras cama-
j os Estados qmj se cnamam'calholicos, quando es- abaladas desdo os fundamentos.""
iu- lendem suas l^is civis cuino oulras tantas prisoes Eniao a guerra incvilavel. Su a Fu
Dito a de Olinda.Convm que a cmara
Oicipal de Olinda ron.
ropa quer
etia esta presidencia, al, com que pcrtchdem impedir a accAo Uvro e ,i,d,- deveras a paz, Indispensavel que aquellas d'uas
evereiru prximo vindouro, o balan-; pendente do poder ecclesiasttco ? cond-
Comparemos a i
no occidente, ilesd
clamada com
nobava.
No orci'lontl
ros para a \ 111
uiens de espjjJa que se amostra na, quando lia
de cortar, e nao homens de loga que as dobra-
cidadao .lose Ayres de Mello Volloza para exer- escondem a guerra; urna nova rara repetimos que
ccr interinamente as funeces deyscrivao la-1 nao lioha amlollecido o espirito" as discusses
i termo de Serinhaem, om substituicao melapltysicasl mas ao sol das pelojas abrandara a
do serventuario Joao Alfonso Rigueia, que se dureza du eoiaro para receber mais fundas as
acha pronunciado.Coinmiinirou-se ao presiden- impressoes di
te da relayo, ao juiz do direilo do Rio Formozo | tronco ja con
jo, o amento e cuntas, que devem ser annual-
le apresonlados assembla legislativa pro-
vincial.Ollii iou-se no mesmo sentido s deutais
cmaras municipaes, menos do Reeife.
Pi ii i.0 presidente da provincia, alten-
di n lo ao que representou o juiz municipal e de
ios do termo de Serinhaem, em ofiicio de
. de outubro prximo lindo, resolte nomoar o
6 ao juiz municipal de Serinhaem.
expediente do secretario do aoverno.
OfTicio ao commandante das armas.S. Exc. o
residente da provincia manda commuiiicar a
'.Exc, era resposta ao seu ofiicio de honlem,
.-di n ItiG, que acaba de autorisar a Ihesuura-
T3 de fizenda a pagar a quantia de 127g5, des- a theoi.Q
pendida no mez de novembro uliimo cuma fer- f que doria
bata, nao so
sophava no o,
Aqui o pod
te, e i igroja
va-so, e tng
No oriente
ogos e
ndura de 29 cavados perlcncenies couipanhia
i\a de (avallara, e com o concert do mais 23
icrraduras.
Dilo ao mesmo.De ordem de S. Exc. o Sr.
presidente da provincia peco a V. Fxe. que se
sirva do informar sobro oque repi escuta no ofli-
ci i inclus i Emmanuel Liis, que se acha em
commissao do governo imperial nesla provincia.
ito ao chele de polica.Pego a V. S. que se
ecrlesiaslico
c.i pelos erro*
impuiiham c(
h i rain na des
tlenlo vio a
de proclamar
o fatalismo c
cava ossa c
;oes se satislar;am, quo os homens de co-
reja no Oriente cora a igreja ragao recio auxiliem a aceo desses governos.
que a religiao christ foi pro-; E quaes sao as tendencias dos acluaes gover-
culto publico do imperio que de- nos da Europa ? As de hu conipletamonte en-
caminhadaa pelas inspiracoos dos ingovernaveis:
! uma nova raca de Homens aspe- as de oulros equivocas ; as de outros oppostas
social, mas nao corruptos, ho- lendeneias das torcas destruidoras. Uns lram
ucro da desavenga alheij oulros nao compre-
heudem o perigo, e suidos nao ouvera o ruido da
procella, que vem ao longo ; oulros emliin co-
nherera esse perigo. desejam prcven-lo c evi-
1 i-lo ; mas desconfimi das proprias fon\is ; mas
nao achara nos homens de boas inlences de lo-
e, viniia como enxerlar-se nessej dos os paizes, o auxilio que deviam esperar.
ontido da sociedade romana ; rom- Que diremos vendo-OS a proclamar a sol'tera-
;diismava ; cria lidaodo, nao pililo- nia temporal dos papas no patrimonio de S. Pe-
sio- dro. e ao mesmo lempo impondo condices a
sr espmiual era hvre, independen- essa soberana? Que forga moral polo le urna
floreara serapre, unia-so fortifica- autoridado exercida segundo as encontradas opi-
indecia-se. | moes dos gabinetes, cujos interesses niudaui de
;iorem os imperad tres metterau-se da para dia.
melaphysieos, pretenderam diciar o ; As liees da historia nao deviam ser perdidas
A pos nina condico que atienda contra a sobe-
rama de uma potencia vem oulra que parecen-
do deslina la militas rezes a destruir o elTeilo da
slava merc dos imperadores e
quai fuio resillado? tts povos divididos na eren
Nao fora
l'andes SabtO
os nomos dos
da igreja
nao redera ao
dor da f obscurece
laucn ao Ion
luz a Ierra in
- O diadema
esmagnu a ca
tio-se. < i scei
siiva de informar sobre o incluso ofiicio do juiz I successos do
un n i,.al do termo do Bonito.
Dito ao mesmo.De ordem de S. Exc. o Sr o templo de $aula Sophia
denle da provincia peco a V. Exc quo se I no orionlt '
nna de informar sobre o incluso rcqueiintento
ia Joaquina das Dores.
ao inspector da thesouraria de fazenda.
o leu de S. Exc. o Sr. presidente da pro-
vincia peco a V. S. quo se sirva de informar so-
bre u incluso requerimentodo padre Manoel Tlto-
la Silva.
lio ao mesmo.Pego a V. S. que se sirva de
informar sobre o incluso requerimeiilo do viga-
rio Fausto Freir de Carvalho.
Dito ao mesmo.De ordem de S. Etc. o Sr.
lento da provincia peco a V. S. que se sir-
vi de informar sobre o incluso requerimento de
' da Silva, a quem se refere a iu- ja subsisti
forma-ao do tencnle general commandante das E no entre
J cia-se. Em qi
lino ao delegado interino da reparlieo especial
das Ierras publicas.Do ordem de S." Ex;, o Sr.
prosid ule da provincia, peco a V. S. que se sir-
va de informar sobre o ollicio incluso do juiz mu-
nicipal e de orphaos do termo do Bonito.
Dil i ao directordo arsenal de guerra.De or-
de S. Exc. o Sr. presidente da provincia,
commiinico a V. S. que nesta data authorisou-
e i thesouraria de fazenda a pagar a quantia de
200, despendida com o concert do 23 es-
- do adarme 17, como se v da cotila
em duplcala, que acompauhou o ofiicio de V. S.
de boje, sob n. 333.
Dito io juiz de direilo interino do Rio Formo-
7u De ordem de S. Exc. o Sr. presidente da
iucia, acenso recebido o ofiicio de 'J do
I r iximo lindo, cm que V. S. communica
Ii r r si Jo conderanado por esse juizo pena de
um mez de suspenso do emprego o labellio c
escrivao do termo de Serinhaem Joo AITonso
ira.Comrounicou-sc ao presidente da re- j Boma, que na
'Jl-'" imruolando o
Dito a t juiz municipal do Rio Formozo barba- um celebre os
llienlogicos quo os imperadores
mo regra do f, pouco a pouco ca-
crenga ; e quando um Itoinem de
f christ ablala, achou fcil meio
o desmo como crenca mais fcil,
mo philosophia
ncateiiaco iucomprehensivcl dos
inundo'; e ao cabo de seclos a
rescenle foi substituir a Cruz sobre
! Manme! imperara
primeira. e o penltimo golpe na independencia
de um estado.
Tomos o cxemplo no une se passou a respeito
da Turquia.
No tractado feilo em Unkiar-Skelessi entre ella
que luelhor exph- e a Russia, a cnmpensago que aquella dava
allianga com este paderoso imperio vinlia a ser
fechar o e3trcil0 dos DardanfUos, islo nao
permittir a nonhtim navio de guerra estrangeiro
que passasse esse eslreito, fosse qual fosso o
i pretexto cora que o pre'.endesse fazer. Era osla
greja no oriente menos fecunda ern a reciprocidade, a que a Russia limiiiva suasexi-
e grandes snelos. De la erara os gonci.is, e a que a Turqua acceden era um ar-
Alhauasios, o Chrysosloinos c os Nazianzcnos; ligo secreto.
priineiros e mais santos doulores Que vinha a ser islo? Um golpe bein profundo
io i ricute
ricnte, senao precedom, lambem I na independencia da Turqua. Porque nao havia
do occidente; e todava la o expen- do ser ella o juiz competente para fechar ou abrir
dentro em [.nuco : daqui seus mares, como lhe convbssc ? Quem era
s raios que lunundaram de mais interessado em ler seguro e fechado a ini-
migos ocoraco o cabera do seu imperio? Ella
eir.
mperial opprimindo a Ihiara nao
ieca da igreja, pmolgou-se e par-
tro intentando quebrar o bculo
nao matou o astor, dispersou o rebanho. A igre-
t sociedade poltica perecen.
mo a groja no occidente forlale-
ntiio nos diftcrenles estados nao
eram bein del nidos os principios do direilo in-
ternacional, era a igreja o arbitro entre os reis e
os reis, entre os reis o os povos
A respeito (jos papas um autor insuspeilo Ar-
taud 1 escreve
raifs, croyae
, avec los arme
une cause qu'i
' et conlinuer I
de leurs adve
jamis voulu
raoien odieux
it done avoir le droit de comban re
spirituelles el tcmporollcs pour
9 rogardaicnl comino rollo de Dieu
i lulte jusqu 1'aneanlissoinenl
saires. lis n'auraieut ce pendanl
ibleuir la vieloire par quel quel
as bases sol id;
pleno gozo d^
Pouco depois,
imperio do oc
grou aquella
sem duvida.
Se vinha a fazer-so a guerra entre a Russia e
oulra qualquc-r potencia martima da Europa, ou
a Turqua lica neutra, ou enlrava na guerra a fa-
vor da Russia, mi conlra : se Reara neutra ou
alhada da Russia, ella fechara o eslreito sem
necessidade de artigos secretos; se combata con-
tra a Russia o tractado de nada servia.
Qual foi porm o resultado? At outras gran-
des potencias, apesar do segredo do artigo, fo-
ram delle bem informadas : a desconfanos e o
s do direilo, a igroja llrou Uvro no
sua liberdade c independencia.
reconstruido por Carlos Magno o imperio? Ninguem discuti esso
idenlo, uma Jolaco real consa-
independencia e "liberdade como
nncipio o mesmo lempo religioso e poliiico.
O Rubicon, essa barrena protectora da antiga
sabia nutrir sua liberdade, senao
orbe a lodos seos appelites, diz
riplor, foi reslabelocdo m favor
re ti.in risco Caldas Lina.De oidcnt de S. Exc. da moderna loma, para Lhe facilitar a proteceo
o Sr. pn sidente da provincia, aecuso recebido o e a proclamac
oIBeio de i de novembro prximo lindo, em que zia ao mundo"
v". S. communica que, renunciando o resto da E de foito a
.i de quinze das, que lhe foi concedida, U a molhorca
rcassumlo naquella data as [unrc.oes de seu car-' Se o poder
go.Communicou-se ao inspector da thesoura- 1 clcsiaslka, seliosorve
na de fazenda e ao presidente da relago.
Dito ao inspector de sade do porto.Acenso
a r-i opeando olli.io. que V. S diiigio a S. Exc.
o Si. pros denle da provincia cm dala de hon-
lem, acorta da galera inzleza Egliton, em que
perecern) diversas pessoas, como informou o
medico respectivo.
EXTERIOR.
ni si, o a usurpa
a lyrannia sol|re as consriencias, que
odiosa de todas as lyrannias.
Como se pm e pois esperar pazo jusliga, quan-
do a revoluci lenta passar alm daquelle Itubi-
con, essa barrira da nova o rerdadeira liberda-
de, como o foi] da antiga liberdade romana ?
Quando Cesar partir da- alias para Ierra de
seu auligo don irilio, guarde-so de airavessar essa
barreira a nao ser para defender a liberdade da
nova Roma.
Guarde-so d^ o fazer, nao porque o Papa lhe
A PAZ DA EUROPA. I baja de offerocer batalha, nem porque as reli-
Cada poca tcm a sua physionontia particular, quias desla gloriosa liberdade tenham de ir e.x-
s suas tendencias, 93 suas ideas, o seu progres-' pirar em Pharsalia : mas porque quando a santa
so. as su;-s conquistas. \ e boa liberdade dcsapparecesse daquelle aletear
Essas ideas e essas tendencias queso tradti- da f, podiam la ir estabcle:er-se os brutos da
/.em as obras, sao as que consliluem o qHc cha- liberdade moderna ; e os brutos no poder levam
mamos espirito da poca. I os Pililos ao forura para Ibes parlircm a cabera
Mas nao pensis que esse espirito se croou rom a secure ; fora do poder rio ao senado para
si orramo ; creararu-uo ; gerou-o em seu seio a enterrar p piinlid! oo coragao do proprio psi.
Les papes daos ees lempa pri- ciume deram motivo s conferencias do Londres
era 1839; o all seeslipulou que a Turqua tam-
bera devia fechar o Busphoro pois se a Russia e
a Turquia se promuniara contra as oulras po-
tencias martimas, lambem estas com a mesma
, Turquia deviam precaver-so conlra a Russia.
A lgica superficial applaudia a eoucluso ; o
; a Tur |uia vio-so forgada a soll'rer que dispuzes-
i.'n nido m iociedadespuderam repousar sobre [sem dos seus mares, como se fossem das oulras
potencias.
Onde licava ento a independencia daquelle
Ninguem discuti esso ponto de direi-
lo ; c era melltor que flzessem. Se o Sultao de-
yia imj.oiar em Conslanliuopla, e tinha direilo a
isso, imperasse ; senao, se cumpra que passas-
se para Nalolia, ou para a Arabia, passasse:
mas sem curadores o tutores.
Nao se comptohendou isso; o direilo nao se
discutio ; discutiram-se os interesses pequeos c
momentneos ; e o que colheu dahi a diploma-
cia europea .' A guerra. Quinze annos depois as
conferencias de Londres prodwziara o seu pffeito.
E apsa guerra uma paz, em que o tractado de
Paris priva duas potencias da independencia e
liberdade na poss de seus maros. Se uma des-
sas potencias decadente e abatida pode resignar-
se tristo condigio de pupilla. resignar-se-ha a
oulra, vigorosa e cheia de vida? Nao c possivel.
O tractado de Paris lera a sua Scbastopolo, co-
mo a livoram o de L'ukiar-Skelcssi e as confe-
rencias de Londres.
Dizemos o mesmo do soberano da Roma. A
soberana lena por nicas condices de sera
jusliga e a independencia fallando qiwlqucr
dcstas, pode llcar tira phanlasraa de governo ;
mas a sooerania desaiipareceu.
Apesar dostas veidades comprovadas pela his-
toria, a diplomacia europea anda parece preoc-
cupada pela conairao do equilibrio europeo, pa-
tarra de signilicagao vaga ; mas por isso mesmo
[imito acceila diplomacia, por que no vago c
indefinido c que ella acha razos para crear ou
assassinar nacionalidades, para dar liberdade ou
escravidao a um povo.
Que braco robusto e immovel sustenta essa ba-
lanra, onde se pesara os destinos das nnres?
io da nova liberdade que olla Ira-
a liberdade moral do homem.
independencia do poder espiritual
4cau da liberdade moral.
i vil pode coagir a autoridado ec-
comeca
a mais
Oual e o ponto lixo, qual o centro do nioven-
lo, qual a exlensao dos bracos da batanea, quaes
as direccoes das torcas que obram sobre ella ?
Qual foi o Newton profundo que achou o resul-
tante de todas essas forras? Qual o Bemouilli
ou D'Alembert quo estabeleceu as condices de
equilibrio ou movinionio? Qual o Laplace que
peterminou a bymula geral dossas condices
para nos servir de norma tas variadas circu'ms-
tancias de mundo poltico t
Responde a historia, que a batanea dessa di-
plomacia como a dos gaulezes no Capitolio:
de um lado o ouro dos romanos, do oulr a es-
pada de Brenno.
Somos chegados grande epopeia da diploma-
cia moderna, que o fulero congresso hade paro-
diar, como as aventuras de hroes s guerras dos
deoses.
O tratado de Paris em 1814 era uma especio
de paz do Zurich, encelada era Villa Frama. E
pois que us coufronticoes se nos vieram inotler
debaixo da penna, convom comecar de mais alto.
Brilhava a gloria de Napoleo com iodo o seu
esplendor ; a Austria c a Prussia esta vara abati-
das sob sua espada ; e o novo czar lhe apcrlava a
man cm Erfurth, quando Taima, o rei da scena,
representan lo ante os dous arbitros do mundo,
repeli o verso :
L'amiti d'un grand hnmme est un bien fait
de> Dieux.
Apertava-lhe a mao o czar, eao mesmo lempo
lhe repela o iisonjeiro cumprirnenlo : je ne l'ai
jamis mieux senti.
Como elle o senta, soube-n depois Napoleo,
que o despresava nessa oceasiio porque o suppu-
nha sincero, e o admirou quando o soubc retraht-
do. C'esi ii grec du Bas-Empirt dizia elle de-
pois ; mas ja ento Alexandre juntara Russia a
Finlandia, a Georgia, militas Ierras da Persia,
Bessarabia, e o reino da Polonia.
Clugava o lempo de mostrar-se qual ora o li-
Iho de Paulo I: e na proclamacao do 'i do l'eve-
reiro de 1813 datada de Varsovia dizia elle !
Aproveitando-nos de nossas victorias cslen-
deraos mo amiga aos povos opprimidos... Nos-
sos beneficios e nao os limites de nosso imperio,
os o que pretendemos cstender at s naroes
mais remotas. A sorte do Guadiana e do Vesuvio
foi decidida s margeos do Borsthones. Eis-ahi
d onde a Hespanba recobrara sua liberdade que
ora defendo com herosmo n'uiii seculo do Ira-
queza ecovardia. Dizemos aos povos ueste mani-
fest, o que por nossos enviados temos dilo aos
res
< Se o norte imita o nobre exemplo, quo lhe
oflerecam os povos di pennsula ibrica termi-
nar o lucio do mundo. Se depois de ludo islo
urna nagao transviada colhe em lo extraordina-
rios acontecimenlos alguns sentimentos genero-
sos, e linca olhos lacrimosos para os felizos lem-
pos em (jiit- viva sob o scoptro deseos reis, nos
lhe estenderiamos lambem m.io amiga.
Edepois voltando-se para essa mesma nagio,
quando avangara paraos muros da capital, "ac-
crcsccntava ; cconservarei vossa guarda nacional
quo composta da OOr dos cidadios. A vs que
pertence escolher um governo que vos procuro
repouso e que o procure para a Europa. Per-
tonce-vos emittir rosso voto ; e depois rae acha-
ris disposto a proteger vossosesforgos.
O que entilo dizia Alexandre Aliemanha c em
geral aos povos opprimidos. era o que no princi-
pio deste auno Napoleo III dizia Italia.
E cumpra ello as promessas? Napoleo l t-
olia dilo o mesmo. quando atacava a Italia
frenio dos cxereitos da repblica : os grandes
homens que o mundo admira, differem as altu-
ras c as feiges ; mas todos tirara de igual modo
o com a mesma mo o chapeo e a espada.
Todava as promesas que Alexandre fizera
Franca, cumpriram-so.
Como ja dissemos a Franca Reara acrcsccnta-
da em parte de suas fronleir.is, os Bourbons erara
restituidos ao seu Ihrono, ecora ellos 3011 mil
pnsioneiros francezes que. eslavam dispersos po-
la Europa. Alexandre pensou que deixando
Franga uma caria, lhe doixava opalladio da paz
c dasliberdades ; mas deixou-lhe o pomo da dis
cordia : melhor fuera se lhe restituir suas anti-
gs inslitugoes, os Estados Geraes, o conllassc a
estes o aperfoicoarem-se por si mesmos, nacio-
nalmente o em harmona com a poca.
Nease tratado de Paris lora assentado que o
congresso de Vicua so reunisse dous mezes de-
pois ; mas erara taes as diuerengas entre os ga -
bneles no meiailo do anuo, que se julgou indis-
pensavel ura aprazaraento para o 1" de outubro,
e outro depois para o 1" de novembro.
A 25 de setembro o imperador da Russia e rei
da Prussia tinltam foito sua ntrala solemne e:n
Vionna ; pouco depois forom chegados os res da
Baviera, Wurtemberg, Dinamarca, e varios ou
quasi tolos os prncipes soberanos do Aliemanha.
Antes destes ja all estarn os ministros repre-
sentantes dessas e nutras potencias : e das oto
que liguravam como parles contratantes la esla-
va m : por Portugal tres, fronte o conde de Pal-
mella ; pela Austria dous. a frente Hetlernich :
pela Hespinha um, I) Come/. Labrador ; pola
I-ranea qualro, frente Talleyrand ; pola Crfia-
Bretaoha cinco, e entre esses* lord Casllereagh,
duque de Wellington, conde Clancarly; pola
Russia tres, a frente Nesselrode ; pela'Prussia
dous, o principe de Hardemberg, e o baro Gui-
Ihermo H|nbldl ; pela Suecia ura, o conde de
Loewosketm. Alera dostas oilo potencias entre
as quaes se ajustara o tratado de paz, foram an-
da representadas no congresso a Baviera, a Dina-
marca, a Sicilia, a Sardonha, Genova, us Paizes
Balxos, o Hannovcr etc.
Toda a Europa era representada : o numero dos
principes, ministros, secretarios alli reunidos,
sem contar os de Austria chegava a pessoas:
a mesa imperial, qual coiniam os soberanos o
os principaes de seus representantes, importava
diariamente em 800 mil francos : as despezas
extraordinarias cai,.ulam-se cm 40 uilhes de
francos.
Vienna era cnlo a manso dos reis ; e a hos-
pedagern que estes recebiam, era digna dellos.
A Austria esperava quo lite nao Rcassem catas
as despezas dessa hospedagem. Calculam-se em
com mil os estrangeiros que a curiosidade e im-
portancia deste grande congresso aitrahio a Vion-
na. Esle espectculo era como aquellos de que
fallara Chatcaubrian : ce tont la den tspectacl
que uc verront plus, les faibles genera liona yu i
euieeront non siecle I
Era novo no mundo eslo. modo de resolvers
questes e discordias entre nacoes. Alexandre
que nem quera ceder o primeiro lugar aos gran-
des monarchas, nem achava forras na rectidao
de seu animo para os por em segundo, propoz
que se eslabelecesse como principio : as cabe-
lleras coreadas sao iguaes cm gerarebia sejam
grandes ou pequeos os estados a que presidam.
A emulaco dos grandes aproveilava aos pe-
queos : as precedencias que em todos os oulros
congressos eram a primeira e mnis dillicil larofa
queso havia do cumprir, forara prudentemente
bauidas.
As grandes potencias nproveitavam a occasio
de terminar alli suas differeugas, leudo nos ou-
tros soberanos oulros tantos mediadores impar-
ciacs : as primeiras potencias da Aliemanha, e
depois todos os soberanos della quenam eslabc-
lecer um novo pacto federal, pois quee de W'es-
Iphalia era ja insulTicienle depois dos grandes
alalos do mundo poltico.
Eram chamadas a juizo as questes que Iraziam
a Europa, havia tanto lempo, tevolt, quaes era
a da Polonia, Saxonia, reconstrueco dy monar-
chia prussiaua, a da Austria, da Snisaa, di Ita-
lia, dos Paizes-Raixos, do ducado de Bouillon,
da Guiaiina, da hossa Olivenca, da Barcgagao |
ENCARREGADOS DA SUBSCRIPClO NO SU..
Alagoas, o Sr. Claudino Falcio Dias; Babia, o
| Sr. Jos Marlins A,lves ; Rio de Janeiro, o ;-r.
| Joo Pcreira Marlins.
EM PERNAMBUCO.
O preprictario do diario Manoel Fgueiroa da
Faria.na ua livraria praga da Independencia ns.
1 f> o 8.
ser jt alma
dos nos, u por tira a ubollco da
negreira.
Todos estas questes eram dignas de se dis-
cutirem em to grande congresso; masas ambi-
ges particulares das grandes potencias, o a pre-
tensa sciencia da mechaniia diplomtica levando
OS homens em busca das leis do equilibrio pol-
tico, eram oulras tantas torcas que aperlavam
em vez de lenderem a desalar o nudas diflicul-
dades.
As qualro potencias signatarias do tratado de
Chaumunt queriam ser os arbitros dos destinos
da Europa ; acharara porm obstculos na re-
pugnancia de lord Casllereagh, Talleyrand, c D.
Gmez Labrador : o ainda que vencen a jusliga
nesla parte, j se deixa ver qual espirito ani-
mara uma parle dos diplmalas reunidos para
estabelecerera bases de um tratado justo.
A Russia pretenda reunir a seu imperio toda
aquella parle da Polonia, que se achava consti-
tuida novo estado com o Ululo de ducado de
Varsovia, a Prussia invocando o Iratado de Ka-
liscb pedia a Saxonia como indemnisaco das
possossoes .pie perder pola paz de Tilsill. In-
glaterra, Austria, o Franca rcpelliam as preten-
goes daquellas duas potencias.
Talleyrand advogara os principios da legitimi-
dadesaxonia, porque i interesse da Austria as-
sim o pedia ; mas para os fazer respeilar em lu-
gar de sustentar o direilo, sustentava as conve-
venu-ncias do equilibrio europeu. A Austria nao
quera ver-se em contacto com sua amiga rival
sobre as fronteiras da Bohemia, e preferid ler
um visinho fraco sobre o alio Elba.
Nosle estado de cousas, estando 03 exerctos
russos e prussianosmantillos como no esiado de
guerra, a Austria, Inglaterra, e Franca forma-
ra ni uma triplico allianga em quo depois entra-
ran! a Haviera o o Wurtemberg, para seopporem
as pertenges da Prussia e Russia ; e quando es-
terara taes dilculdadcs meio vencidas, mas an-
da era p, mas indi offerecendo grande resisten-
cia a eoucluso do tratado : (piando uma noite a
diplomacia toda so achata eulrelda em um bai-
le ;solta-se rpidamente polas salas urna aw. :
.Napoleo osi em Parisl
O imperador Alexandre dirigio-se ento ao
Principo Talleyrand, ediz-lhe estas palavrasem
fraucez : je vous l'aoaisd'l.
Chegava o imperio dos con dias.
E escusado dizer qual foi a confuso que esle
aconlecimenlo vem produzir no congresso : o
prisionciro da illia do Elba amoagava invadir o
tribunal\los juizes.
O que a boa vunlado nao poderia fazer to bre-
ve, fu-lo o perigo commiiiii.
As negocaces apressaram-se o concluirara-
se. Seriara por isso resolvidas as questes cun
melhor jusliga .' Examitia-lo hemos.
Que foi feilo de todos esses mus potentes im-
perios do mundo, quando a sombra da mo do
Eterno lhe marcou a uliima hora no quadrante
dos lempos ? Desapparoceram na nuvem do p
que o sopro de Heos lhe fez surgir dos alicor-
ees !
Que importou a espada dos conquistadores.
Que imporiaraui as myriados de corabatontes .'
os clculos dos sabios, as balangas mysleriosas e
os equilibrios imaginarios da diplomacia ?
Que aproveitaram esses tractados tantas e tan-:
tas vezjs lirmados e confirmados, e oulras lautas
infringidos e aiiniquilados ?
Que aproveitaram esses congressos onde a pre-|
sumpeo humana pretenda prescrever aos secu-
ras, as leis que os deviam rnger no futuro .'
Vede Carlos V dilando a Ui ao prisioneiro de
Pava, c dando tracas a moiiarchia universal no
tractado de Madrid em Janeiro de 1320: quo foi |
feilo das prescripecs dosse tractado, dessa roo
narchia universal, desse Miloncz sempre lo dis-
putado entro a Franca e Allomando Ura seculo
depois ludo era mudado.
A Europa era guerra por t inta anuos provava
o poder dos tractados, e o que po le durar uma
paz, om que prevalece o direilo do mais forte,
em vez de prevalecer a just ca. A Franca tinha
a.graves conlra a Austria, c hara de ringa-los.
quando a revolugao religiosa da Allemanlic lhe
proporcionen boa occasio, nao a perdeu.
Segitirara-se as conferducias do Osnabruekel
Munster e por lim o tractadoe paz de Westphalia. !
Eis-ahi esse grande primeiro accorlo das in-
coes que na Europa moderna foi invocado cont I
c cincoenta anuos como cxpresso positiva do di-!
reito internacional. Foi obra do sete anuos, o
nella lomou parto principal un diplmala alie-j
mo, como acontecen no tractado do Vienna bal
quareula e qualro anuos ; o conde Maximiliano '<
de Trantmnnusdorf foi o Helternich daquelle,
grande acedrdo. Alli se reeonhecia e proclama-
ra a repblica das Provincias Unidas, llollanda
e Blgica quo se libertavam do dominio de llcs-
panha, a Austria perda mnito da antiga influen-
cia que exorna no imperio de Aem.iiiha, e go-
ralmentecm toda a Europa.
A Franca obterea posse definitiva e o bispadi
de Metz, Toul, Vcrduti, as duas Alsacias, els. A !
sua preponderancia crescia na mesma razo en
que diminua a do imperio da Austria.
Essa preponderancia franceza cresco ainda pela1
paz dos Pyreneos 14 anuos depois ; o anda mais
lardaos tractados de Aix-la-Chapnllo e Nimega
lhe coiiRrmaram a supremaca na Europa.
0j equilibrios quo se haviam calculado em
Westphalia dura rain ainda menos do que os que
calculara Carlos V. As guerras e essas nacdos que
haviam cedido necessidade, ao direilo da forga
e nao a forra do direilo, esceravain sempre a oc-
casio prospicia de poderem tambera invocar
aquelle direilo irracional! E essa occasio nao
tardara.
Receita.
. 1:5508009
. tjottvooo
. 23OUO0
pa, transformara, as retacees antiga, entro as ou-
lras potencias, e mudam a face do orbe pol-
tico. '
A Prussia appa rece como por encanto, a par
de colossoque huido abarcar o globo, lendo lita
pe so!.re o Raltir.....lulro sobro o Ponto Envino-
oLevmih.in das nacoes modernas, a Graa-Brela'
nltn nssombra a Ierra com suas armadas.
Essa outr'ora to pndero'a Franca que n&o po-
da rusignar-se a viver na huinilhaco anda
tenlort ura admiravel esforco guiada p(.| grande
capttao do seculo. que sedera mais riuvj
voz do diroit, e da uslica do que s do interes-
se de familia, so fra movido mais pelo amor
la (taina do que pola ambigao, podoria ler entro,
adquerido para essa patria dias de ventura e um
repouso salutar apm; os horrores da procella ro-
v.......lunaria. Mas a Europa inteira collisada
contra ello invadi Paris em 18tl{, e voz do
. imperador Alexandre o senado o corpo legisla-
tiro do Napoleo declarara Napolvao decahido du
tliruno imperial !
Dous raezes depois assirmavn-se o tratado (!
larts que reslabelecia oslimitos de Franca em
11 -. o amia lhe augmentara seo territorio com
raa parte da Saboia cierras d'Ardenna*, Mo-
z.-ita, Baixo Rheno, Avinhao, Munt-Beliard, p
jilguntas oulras trras alalli prtencentes a VI-
| lemanita: por-lia a I',.mea conservava as co-
j lomas e feionas que ao cnmi;ar do anuo do
l/2 possiia dos mares e continentes da Vnn>-
nen,, frica Asia, exceptuando as ilhas de Taba-
go, Santa l.u/i, c ,|l a de Protioa.
Mas eslava escripio no lirfo da Providencia
que a iustica do reo devia de pesar aindamis
duramente sobre a Franca : c fui isso o que ac-
iconlcceu apos o imperio dos cen das.
P' tratado de Vienna de 181. l-nlou s diplo-
macia oslabeb cor nutras formulas do direilo po-
sitivo internacional Os mais celebres diploma-
tas rnram enviados aquello congresso que dovia
de marcar os futuros dcsiinos Europa e J .se
gurar urna paz duradnura o permanente.
E que sciencia c previses forara a desses grau-
'' -*ln ": '- Cincoenta annos de historia con-
tempnranea para a geragao prsenle lhe lera
mostrado o que raleram e o que foram a scien-
cia e p re visos desses homens. 0 futuro con-
gresso vai ao de V'ieuue ; e pois que este o
principal assumpto que naquello prximo con-
vat disciitir-se, daremos do tratado de
vienna uma abreviada noticia.
.1 Vflfo.
Jotas de SOCiOS.
Meusalidades. .
Donativos. .
2 55tt|500
Despe:
Porcentagera aos cobra -
dores.......
Adianlamciito a mn pro-
l'essor.......
Rcslituigo de um loga-
do a unta opha que
causou-se.....
Utensilios para as aulas.
dem para a secretaria. .
Publieaoes.....
Orde o de protessores
e empreados. .
Ao guarda das obras do
seminario......
Dficit do ultimo balan-
cele. ......
Saldo que ficou cm po-
der do thesoiiroiro em
30 de novembro uliimo.
o.
23 t?D00
200$000
i ii.s [00
18JI40
4(SI69
t*32i'0
8171097
1189300
18G0!>
------------1:9039936
GiejG
-^ 2:55t)9'J00
O mesmo Sr. thesoureiro participou ao conse-
lho que no correte mez os cobradores teem en-
trado para o cofre com algumas quantias e que
ainda existem recibos de joias e meusalidades em
poder dos uiosinos, como ser dovidamenle men-
cionado no balancelc do trimestre de rlezembro a
fevereiro prximo futuro.
AlgunsSrs. conselheiros declara>-ara que em con-
geqitencia de ser necessaria a mudanca da casa
onde funeciona a aula de S Pedro de Alcntara
para oulra de maior aluguel, eslaro proraptos a
eoncorrer cora 2> monsaes alm das suas meu-
salidades como socios effectivos.
A favor das rivalidades entre a Franra e a Aus-
tria crescent e prosperam tres potencias, duas
das quaes surgimlo de rnpeule no meio da Euro-
Biude Janeiro l de dexeinbro de
0 conselho da Imperial Sociedade Amante da
insiruccao rcunio-se no dia 1 i do corrcnle. Es-
tivcram presenil n- Srs. tenonle-goneral Bitten-
'"ii!, l)r. Nazarth, Cruja, Viera de Andrade.
Vaz Cui'dus, Azevodo Piuli uro, Fortunato de Oli-
reira, Dr. Aratijo, raajor Virgilio, Albano Cor-
deiro e Lima Barros.
Approrou-se acta da antecedente.
Olliro do Sr. lir. Nazarelh. secretario do col-
legio das orphas, parliridando q' o s lor o Exm. Sr.risconde de Vpanema pagou a dos-
poza do mesmo collegio, pertencenle ao mez de
ouiobjo ultimo, n, importancia de SjlO rs. ;
o cjinselho acolhendo sempre com rauita salis-
facao estes rasgos de .......rosidado, rutn, sob
proposta do Sr. raajor Fogaca, que so ilzesse
menean especial na acta, o que se agradecesse
o musir bemfeilor mais este benoiici.i quo aca-
ba de fazer s orpltas desta sociedade. o Sr.
presidente decUrou quo ira cora o 1." secretario
cumprir esse lever em nomo do conselho.
Outro d. Sr. Zclino Antonio Piulo de Miran-
da, exigmdo o pag dosao collegio de S. Bento at :1 de agosto ulii-
mo. Foi ao Sr. thesoureiro do mesmo coilegio
para informar se possivel fazer i i esle i
monto.
Fcou adalo, por harer pedido a palavra o
Sr. Azercdo Pinheiro, o [mecer da adminislra-
i-ao do collegio das orphas sobre o requerimen-
to do Sr. Martinho do Mallos Paira, no qual pe-
de que lhe seja entregue um legado de Otlg que
diz perleiieor sua|pupiila D. Ludovina Tliereza
de Paita.
Conforme o parecer da administra-o do colle-
gio das oiphtas, foi admillida no i'ntemato do
mesmo .collogiu U Augusta, lilha del). Cecilia
Mara Peixolo da Silva, licando es era ta para a
primeira vaga I). Cecilia Vianua, e para asegun-
da n. l.ii/i Vilho.
Era ronse (iiencia do parecer da mesma adrai-
ntstragiio nao so conceden lieenca aliimua D.
A'uelii Andrade para passar as lorias era con;
panlna de sua mi.
1 rara a informar 3 n ferida a In inistra i oa
requcrimeiitos do Sr. Jos Manoel da Costa o i).
Jcsuina Mara Leitc; o primeiro, pedindo rjuu
suas i inhadas, orphas do intrnalo, passem as
r: is sm corapanhia de sua familia, e o segundo
pedindo a adraissao da una sua lilha no dilo
intrnalo.
Continuou a dis usso dos requeriraeulos de
ad.llmenlo aprcsentados pelos Sis. Coma e Di
de Smblti. Depois de lerem fallado os Srs. Di.
Nazerelh, Coruja, Dr. Araujo. Dr. de Simoni, ge-
neral Bltlencouil( largando a caieira da presi-
dencia), Lima Barros e Azevodo Pinheiro, fu-
ra m rejeitados. Continuando, portento, a pri-
meira discusso dos paren-es sobre a obra do
seminario de Caridade, oferecendo o b'r. Dr.
Araujo uma emenda ao vol em separado do Sr,
Dr. Sorberlo, assignado pelo mestiio Sr. e Srs.
Dr. Nazarelh o Albano Cordeiro, que Bcou apoia-
do [ara entrar cm discusso na prxima sessao.
.Na sessao do da 7 do correle imam approvu-
dos socios effectivos : a Exm.'' Sr.a D. Anua Tlie-
reza V'assimon, os Srs. Antonio Joaquim Dias
Braga, LuizJos Fcrreira Alvos, Antonio Jos \l-
ves Machado, Domingos Jos Monleiro, Domin-
gos Xaviei Palhares, Guilhcrme May. Bernab
francisco Vaz do Carvalhaes, Luiz Bernardo Pc-
reira e Francisco Candido Guiarlo de Mello.
20
O conselho administrativo da Sociedade Aovi-
lla ion da Industria Nacional reunio-se no dia
17 do correte, presidido pelo Sr. conselheiro
Uariz, e conslou o expediento do segrate:
Avisos do ministerio do imperio :
Exigindo que na dislribuicfiu das sementes de
trigo so contemplen] as provincias do Paran e
Hinas-Geracs ;
Para se reinetler secretaria de estado uma
exposicao dos trabalhos da sociedade, acompa-
nhada de observagdes sobre quaesquer providen-
cias de que caroca para o seu dcsenvolvinienlo ;
Renovando a exigencia do parecer sobro uma
memoria relativa ao modo de se preparar a fo-
Iha do cafezeiro para servir como cha semelhan-
te ao da China.Ao Sr.secretario geral.
Enviando, para ser informado, um requeri-
mento de Carlos Julio Neinick, pedindo privile-
gio para fabricar velas de carnauba por ura pro-
cesso de sua invengo. A" secgao de chinaca ;
Enviando o requerimento de Joaquim Mouti-
nho dos Santos, pedindo privilegio para uma
machina quo inventara para malar forangas.
A' secgao de machinas ;
dem o requerimento cm que Miguel Dantas
Gongalves iPereira pede privilegio para montar
um eslabeleriinento de fabricar pastas de algo-
do. A' secro de commercio c meios de trans-
porte, presidente o Sr. conselheiro Das de Car-
valho.
Leu-se uma carta do Sr. ministro do imperio
rccommendaiido, que a sociedade prelira a ly-
pographia nacional para quaesquer trabalhos h-
pographicos.-Ao Sr, thesouniro.
atM


(2)
-
DIARIO DE PERNAMBCCO. SEGUNDA FFIRA Q DE JANEIRO DE 160.
Carla rio l)r. Ernesto Penetra Fraui;,solicitan-. 4u n-laiuas ubra oo seaiiiiMiiu, us ms. tu
do qii.j so Ihe faculte o uso dos movis da socic- Oe-Smoui e Coruja aprsenla ram as scgainlcs
dade, existentes na sala das sessos, onde Icit
eiona fazer urna serie de prclcc^es nioraes o pe-
htieas. O conselho annuio.
OfTicio do Sr ennego olTicial-maior da secro- '
lariajjo senado, remetiendo oi.Annaes do senado
da sessao desle anno. lleoobido rorn agrado.
Cada do Sr. lirias Lmygdi'i N. de 5., de 14a-j
pelininga. sobre a ronveiiieni a de una colonia :
pfn Ierras n*onnaes da sorra do Iguapc.Ao Sr. ]
acracli no ge ral.
OHicio do Sr. Jos .1. M. de Oveira, rom uin ini-
prosso contend) informaroos muilo iniporlanles
obre o estado da industria na provincia de S.
Paulo. Reccbdn rom agrado.
Dito da Sociedade Brssilcira de Beneficencia,
pedinrio perniissao para collocar ntn armario na
sala d.is sessdes.Ao Sr. acerelario-geral.
Rilo di Sr. Vicente de Mello W. M. Pinhciro,
agradeoendo o diploma de socio effectvo. In-
leirado
Recebeu-so com agrado, remettida pelo Sr.
Stiir/., nina memoria de C. L. Bhimc sobre urna
nova especio de canhamo cenbecida pelo nomn
de ramee, algitns productos desta planta o varias
brocho ras em alloman.
Passando-so i ordem do da. o Sr Azevedo e
cairos membros do conselho li/.eraiti diversas
eonsideracoes Acorra da despoza que a sociedade
faz rom a remessa de scmeiilcs de trigo.
Em seguida, fui approvad*. una proposta dn
Sr. conselheiro Mari/, aulorisando o Sr. Ihosou-
reiro a pagar a importancia do Irigo viudo da
Enrona por encoramenila d-i sociedade.
Poram apprnvados socios effectivos os Sis. Dr.
Antoi io dn Queirnz Tollos Jnior do li, o Au-
tunio Loureiro Gomos, de Mitins-Ge raes.
__ -j2 __
o Instituto Histrico e Geographico Brnsileiro
proceden hontein rlcican dos mcrahros da
mesa e romroissoes permanentes, que Ucr-im
com postas dos seguinles Srs. :
.1/0-1.
Presidente.risconde do Sapucahy.
Vico-presidentes 1, cousolheiro Candido
Uipt- a de Oliveira; 2", Dr. Juiquim Manuel de
llaoi'io; ,(', J. Norlierlo de Soti/a eSilra.
Secretarios.Io. conejo Dr. .1. C. Fernandos
Pioheiro; 2', Dr. Caotano Alvos de Souza FU
gueiras.
Secretarios suplientes. Io, Dr. Jos Ribeiro
de Souza Pontos ; 1', Dr. liarlos Honorio de F-
gUCrc lo.
Orador Dr. Joaquim Man el de Macedo.
Tbesoureiro.Antonio Alvos Peroira Coruja.
Coinmissen
Fundos o oreantcnto.J. .1. do Sou/a Silva
Rio, conselheiro Aletandre Hara de Mari/. S.ir-
mento, Biaz da Costa Ribeiro.
lonselheiro l.uiz Pe-
Estatutos o re lace io.
dreira do Couto Perraz, Dr. Thomaz (ionios dosj
Santos e Dr. Jos Fernandos Mauricio l'orcira de
llanos.
Revisan de manuvriplne.Dr. Antonio Peroi-
ra Piulo, Dr. Ludgoro da Rocha Perreira Lapa o
Scbaslio Perreira Snafts.
Trali.ilhos histrico* Mrquez de Monle-Alc-
> iscon I" de Maran-
de Macedo,
e Joa ruin
Rre, marquez de branles
guape.
Subsidiaria. i)". Joaquim Mano*1
I!:-. .Ci o Maiioi'! Poreira da Silva
Norherlo ile Souza e Silva.
Tiaiallios geographicos.(ionselhciros Podro
lo Alcntara Bellcgarde c Antonio Manuel de
Mello, o coronel Honrado Jacob Niomeyer.
Subsidiaria.Coronis EIcnriquc Beaurepaire
Roban e RirarJo Jos Gomes lardiin, capitn de
ni.ir o guerra Lourcnco da Silva d Aran jo Ana-1
ton >--
Arcbelogca e ethnographka.Consclheiro Je-j
roiiymo Francisco Co> Ihu, Dr. Candido de Azc-
rodo Coulinhn e Anin::. Ocodoro de Pascual.
Admissan de socios. Dr. kgoslinho Marques
Perdiga Mulheiros, Dr, .lo-': Ribeiro de Souza
Portes c Dr. Claudio Luiz da Costa.
Pcsqniza de mauoM'riplos.Consell iros Joa-
quim Marn Xascenti de Vzamhujn k Jnsino do j
intento Silva, o commendador Libanio Au*
r ist da Cunha Mallos.
O Sr. coronel Bcauropairj Rohan insrrcvcu-
i ler na sessi-i de 186!) nm lrbalho co-i
obn a l'oraliyli do Norl .
" IllSlil til ontrn CU] i 1 s.
Iteuniu-sc hoirlcm a assembl.i geral dos
su ios instituidores .i-- Monte-Pio Gcrol, alim de
emendas
No artigo 1. devoto cm separata do Sr. Dr.
Norberto, depois das pala v ras listara resillar,
acrescente-sc, principalmente sobre a solidez do
terreno em que o edificio csti assenlado.(As-
signado Dr. De Simoni,m
Adtamento emenda d. art. 2, onda diz :
Que soja alienado o predio, cresrente-so :
obra nem com o plano primitivo, nom com elle
tiinilificado.S. R. (Assignado.) A. Coruja.
Tcndo porm terminado as horas da sessao,
como dispe os estatutos, o leudo de proceder-se
volaran da primelra discussao, por nao haver
meis niiigucm com a palacra, o Sr. presidente
pedio que se adiasse a ruerna volac.io para- a
prxima sesso, alim de que ella possa manifes-
tar ao conselho sua opiniao sobre esta materia,
tan importante para a sociedade
I.evantou-se a sessao s 8 t'2 horas da noite.
( Crrelo Mercantil, do Rio.)
Paruliiba, 2 1 de dezembro.
No dia 2 do crlente cerca d'unia hora e quin-
ze minutos da tarde duas girndolas com o in-
Icrvallo do dous minutos subiiam ao ar do tole-
grapho, que foram correspondidas por dous tiros
de rauho do largo do qnarlel de 1.* linba ;
como se achaca annunciado ::o programma de
locopcao.
Este signal annunciava lodos os habitantes
desta cidade, que a esquadrilha imperial deman-
daba as aguas da l'arahiba.
A populacao desta cidade, que j ha dias es-
perara com anciodade o momento feliz do rece-
ber em SUS8 plagas a SS. MM. II., agrados po-
li lunes aa paz, ordem e felicidada do paiz, cor-
ra pressiirosa paran caos do Varadourn.
As Ires horas e cinco minutos da tarde o hiale
imperial da fundo no ancoradouro do poito
desta cidade. Ao siim do hymno na
locara urna banda de musi.M macrial. que viuha
bordo ilo,l/j, prorompen em estrepitosos vi-
vas o grande numero de povo, que se acha api-
nliado no caes de desembarque; assim como as
tripolaooes das embarcacoos Mirlas no porto.
As qualro horas e meia desembarcaran] SS.
MM. 11. na punte do desembarque, que foram ro-
cebidus sol o pallio por entre os mais frenticos
o enlhusinsticS vivas o acclamaeos do povo.
Na ponte de desembarque fui apresenlado pelo
visitador desta provincia, o Rvm. padre Chacn,
SS, Mil. 11. o crucilixo, que bojaratu-no.
Dahi so dirigiram para o pavilhao, onde foram
feitas poli cmara municipal dosta i lado as ho-
menagens do estylo.
Nao ser supoiftuo dar aoui a descripeo suo-
oinla deste pjvilhiio, que fui execulado pelo cn-
genheiro DaviJ Pulemann com o melhor goslo e
arte.
A ponto de desembarque lem de comprmenlo
^^i palmos e de largura lt, a plataforma, que se
une ponto, lem i') de largura e i) de lando.
Por detraz desta ele\a-seo Frontispicio do pa
vilho, que goralmenlo e execulado em esiylo
toman
ticiiiB Ud igri-ju au suma Ca urna iiu^uagcui biaia u impoliUca, pouiuou
. o knout para os lombardos cal o scu exler-
arco, enjillo eui
da Misericordia.
Esto arco formado de qualro columnas dri-
cas; duas de cada lado sobre pedeslaes, com
frisos c cornijas, figurando nunuoro branco,
tendn nos capileis o cornijas algnnias molduras
douradas, que fn/iam realzar a obra, exislindo
de cada lado por cima da cornija un jarro da al-
tura de oilo palmos, com um ramo de indepen-
dencia.
O reo 6 fechado com urna cortina de damas-
co, cujos lados prendem as columnas, susten-
tando no meio tima grande *ora de metal deli-
rado, e formando por rima de ludo un arco com
seis bandoiras; sendo as do centro brasileas,
as duas do meio napolitanas, lima portugue/.a e
outra austraca.
SS. MM. II. dignnram-sede dar beijao-mo a
todas aquellas pessoas, que os acompanh.iram
al o pnni imperial.
Tivcrnni a honra de janlar com SS. MM. II.
ossemannrins, o txiu. Sr. ministro do imperio
minio
Todas estas cousas produ/iram os fruidos que
naturalmente doviam produzu. A propaganda
revolucionaria e- a aguacho na Italia cresciam
o aviillnvam de dia para dia. Os agitadores
mazzinislas, reronhecendo a impossibilidade de
republicanisar a Italia, alliavara-se coro os revo-
lucionarios monsrchislas. O governo de Tuiim,
vendo.a Austria concentrar numerosas torcas na
luuua conspirado que Tuba raizea no propno
scio do divn, c na qual se ai havnm ronipromet-
tidas muilas pessoas da elnsse mais elevada da
sociedade, acabou de espalhar a dosoidom o-a
conslernacao. Deposto o vizir, foi nomcado pa-
ra o scu lugar Mehemet Kiprisli, que se oceupa
de reformar o sysloma gscal do imperio.
Na Blgica, comecou o anuo com profundas
divergencias entre as duas cmaras legislativas,
em cada urna das quaes preponderara un parti-
do religioso dillorcnle No correr do auno, e
ngn.
A guerra eslava imuiinentc.
Aos anteriores motivos de desavenca entre a
Franca e a Austria vein juntor-s; o do' Iriunipho
da poltica francezn, pela eleicao do coronel Coli-
za como hospodar de ambos os principados da-
nubianos, contra o desojo da Austria, e o do ca-
samento de Jeronynio Napoleao com a pjinceza
.Clotilde de Saboia, filha de Vctor Emmauucl.
o hxni.Sr. presidente da provincia, sua esposa Era, pois, cousa assenlada. que, no caso de guer-
a Exm. Sr." D. Maria Jos c sua iilha a Exm. Sr." ( ra enlre a Austria e o l'ieinonte. a Franca loma -
I). Mauricia, e o Sr. Dr. chefe de polica, tendol ra o partido do Piemonte.
sido tambem convidado o Exm. Sr. senador Pie- A Austria, posto que nao conlasse com o auxi-
derico. j lio da Russia, nom da Prussia, nem podendo mes-
Nesle trajelo o povo cresca em numero e mo ler como corlo a coadjovaco- das fon as fe-
com elle rccrusdecia o onlhusiasmu c fervor po- deraes da Allemanha, desvanecia-se, nada bs-
pnlsr. Hanlo, na espranos de que Ihe bastaran] os pro-
os arcos prios recursos, e'de que Ihe nao faltara o apoio
A noite lllumtnou-se toda a ehtad
o o pavilhao, leudo em fenle do paco imperial
urna bella illuminacao. O batalhao popular e
grandes grupos de pessoas percorroram s ras
desta riaado com bandas de msica victoriando
a SS. MM. II. e dando enthusiaslicos vivas.
Soria impossiveldar na eslreilesa desle arti-
go a descripeo minuciosa de indas as etlusoos do
um enihusiasin > sem limites.
F.ste regosiju c satsfaciio publica.de que lem
dado l.io estrondosas provas o povo parahibano
nao sao lilhas da siiuiilaeao e .do fiogimenlo, e
tonal! que s,m verdadeias tosas do'coracoo, inspiradas uni-
camente pelas imiuiuenles virtudes e qualidades
de SS. MM. II.
Se o principio da heredilariedade den S M.
o imperador a successao do throuo do Brasil, o
sen talento superior, leus eonhecimentos nao
vulgares, o mais que ludo isto um coiacio, de
que dolado, qae osla sempre aborto, romo um
templo, aos seulimenlos puros de justica. de
budoadee do philanlropia Ihe assoguram nm
roiu ido pacifico o glorioso para felicidade o bem
oslar da naeo brasileira. Viva pois S. M. o Im-
pela loro S. M. a ltupciMiri/. !
[Impremn.]
SSSBI^i^aa^i^^^^B^
PERNArVIBUCO.
KKciri
DE JANEIRO DK 1860.
\S SEIS HOHAS DA TARDE.
Betrosjpecto semanal,
Antes de encelarmos o Irabalho da rhronicn
hebdomadaria do curenle anuo de 18(0, permi-
lam os leitores do Diaria le Pematnbuca que
lancemos um olhar retrospectivo sobre o auno de i
IS5S.
O ru do ano maior 6-orua lo
ipoi
de um circu
e tullas verdes com as iniciaos P. T.
de urna coroa imperial, ludo feilo de
i tullas nali raes.Estes arcos assculam-sc sobre
pilares sal entes de la palmos de altura, ornados
com capili is correspondentes.
dos capileis principaes assmla-se o
C cornija de ordem lose ana com uid
'loe lem o dsticoVivam SS. MM.
limitado por cima con: 7 cornijas
sobro as quaes elevan) se degros
cnmposlu i
pi'iidenlcs
Em cinn
archilravc
friso largo),
B AA. H
principaes
destinados para Irazerem as anuas e as bandei-
:: i 1)01 a dii ra i ; sahiram el
Machado Coi I'io de C istr
i d Cruz, \i
mreiro ;
:e-prc-|
i;.
re :n
9 Srs. .
Dr. Jo
denle ;
Coiitim : .
S lente ;
'os de Miranda Ribeir
Sebasliao Pires Perreira, secretario;
': i Jos Ti '.: ra .luiur e Ar.l
rali es Guimaraes, adjuntos,
Rernardo R'ioiro .: r.arrvllio. ronselhciro
Dr. Flix Marlms, Jos uiuulves Virtnria, Dr.
Vicei le Joaquim Tono.?, Mauoel Perreira de Pa-
' !i Dr. Diiqii -i;-:... la, re nmeiida l>r Joronyino
,""' >!1, Di iquim Alexandre de
:^- !l ira, AnJt i Sd i le. M un el Monleiro da
Luz, Antonio Jos Victorino de Barros u Nor-
bi ilo Augusto Lopes, consel-hciros.
21 -
De Montevideo nos escrevi ib .
No dia i de dezembro i briguc hespnnhol
tral Valdcz salvara acumpanhando os nus-
*ns navios nos fesl j s dos anuos do impc
Ao d.sparar, nina das pecas alrou ao mar os
dous liotnens que a cari .: im. Soccorridos
i.nur ule |
por oulros mais.
ras n .iiiiu
cores rais
lispicto !
largura,
I letra,: d|
triuii
ment di
tut m idi
e '. de lar
mente or
ai cada.- ni
' para pe I .,
prest- fcila lo d
ti fronl
p:la
pilis, .(i
cornij i d
penden)
iii arella
quenas
l'orCel
it.ii-1 a
cas c.ul
es, >' mais 8 bandoiras de dihVronlcs
ites cirinicirculaniente. Iodo o fron*
ni una altura de 35 palmus u \~> de
este frontispicio, que forma um arco
estende-se n pavilhao n'uiu coinprl-
ti palmus e i") J" largura. Cada lado
por G arcada.- de 1S palmos de altura
lura, cujas pilastras se acham igual-
idas com capileis. Km cima destas
ba-se a cornija correspondente o um
inti rompido por vinco pilastras een-
grinalda de velludo verle.
io do lado il i tundo formado por i
le '2 palmos de altura, ornados de ca-
ire os quaes asscnla-se o archilravc o a
ollao, que acaba em mu docel, do qual
cor"
pnmeiro dia do me/, de jaueiro,ossyinplomasde
gravissimos dissenlimenlos entre duas (las naques
mais poderosas da Europa, entre a Franca "o o
imperio d'Auslria. Essosdissemimenlos, que se
linhaiu ido secrciamcnlc accumulandu dosde a
guerra da Crimea, romperam por tim em urna
inanifeslacao oftjcial esoleiuuo, aomesmo lem
po, no mosmo dia, lalvez na mesma hora, era
Pars o em Vicnua.
Luiz Napoleao, respondendo aos cuniprimen-
los que lita eram dirigidos em nomo do impera-
dor I ranciscu Jos, no da do Anuo Rom, polo
ombaixador da Austria, disse, que senlia uno sc-
rem au anas relarei com o gooerno dn Austria
lo boas como o hni'iam ido antes ; o o impera-
dor Francisco Jos, respondendo, no mesmodia,
a iauaes cumprimeiilos, que Ihe cram dirigi los
pelo i rabaiKador da Franca, disse, que lamenta-
ra inuituu m essidudes da poltica tviyida pe-
i ig ineressi i do miz.
Para i idus os houiens que i onsid ram os tac-
tos desta ordem luz da verdadetra sciencia po-
lilica.qu pe, no esludo physiologic i dos corpns
sociaes, tai seria alienen, como o medico no
estido physiologicu do organismo humano, quellas simples u lacnicas resposias consliluiam
I urna siluacao nii-litolrosa, eram-sjinplomas iu-
faliiveisdc rrisc imminente, que "odia terminar
por una gm-rra parcial, ou por una conllagra-
Lombardia, fa/.ia protestos, e proclaroava aos quando"se pleileava nos campos da Lombarda
privos chamando-os a defender a patria em po-1 pula independencia da llalla, as cmaras belgas,
' sob proposla do governo, que em Franca sesup-
punha inlluencadu pola Inglaterra,votavam fundos
para a foililicai.ao da ciliada do Anlueipia, o que
mulirou alguinas eiploaes de descontentaniento
da intpreusa franceza.
Em Hespanha, a aecusa^o do ministro Collan-
les, e o stu julgatner.lu, pozeram em grande al-
voroco a imprensa ivas cmaras ; mas o gover-
no do paiz corren plcidamente, apeaar oe nm
pequeo movimenlo as provincias que foi su (To-
cado ao nascer.
Em Portugal o successo mais notavel foi o da
infausta e prematura mortu da rainha I). Esle-
phania, casada ha va pouco mais de um armo.
A con.-leniacio foi geral.
0 anuo de 1859 lainliem nao corren lonancoso
para a Asia. A pesie e a guerra nao cessaram
Je persegu-la. as ludas Inglczas, especial-
mente, jj conheoida insurreieo dos indgenas
contra o governo ingle/ e s continuas devasta-
ces das epidemias iseio junlar-se a iusurreiyo
Jos soldados ingle/es da rompanhia que negavam
obediencia"*ao governo novamente creado na-
qnelle paiz.
Na America, o oslado de ogilacao das repbli-
cas hespanholas foi sempre oinesmo, durante lo-
do o auno, como o lem sidu nos anuos anterio-
res. As lulas civissuccederam-so urnas asoulras
sem inlorrupcao e com o mesmo oncarnicariieii-
to. Sonienle as repblicas da America meridiu-
nal gozaran de nlguiu socego. A medioeo do
Chile lorminou pacificamente ; as differeneas en
Ir o Per e o Fquador, onde a paz interna se
conservou-sc mais mi menos iualleravel. No
Paraguay, na Confedoracao argentina, em Dueos :
A y res u no Uruguay nao houve alterarlo sensir
\ > 1 ni ordem publica interior, salvo algumas
modifico-oes no pessual da administraio.
No Rrasil todos nos sabemos como as omisas
so lem passado. Nenhuma queslao internacio-
nal o governo assignou um Irttado com a In-!
gialerra para regular o modo de resolver a ques-
lao do- apresamcnlos.
Quanto poltica interna, nom a retirada do
Sr; Nabucu, do ministerio de 12 de dezembro,
nem n do seus collegas e a elevaciio do gabinete
do l de agosto, nem as slteracoes havidas no
pessual da adoiinislrago de algumas provincias;
nada disto alVeclou o rgimen poltico do paiz.
Foi urna mudanca de mimes, mas nao de ideas;
polticas. No rgimen administrativo o finaiicei-
ro, o ministerio de lude agosto pareca dei
seguir una marcha opposla ao de 12 dezemt ro ;
mas nho s nao succednu assm, se nao ogabi-
ncte actual leude exactamente aos mesmos filis
por meios diversos.
Assim, o auno de 1859, em que vivemos no
re-mansu da paz o sombra de un governo Ilus-
trado, jusiiceiro e tolerante, deve ser de grata
reenrdacao para lodos os brasiloiros ; e anda i
mais para as populacoes daquellas provincias,,
que foram visitadas por SS. MM. II, e queja ex-
perimentan! o podem ainda esperar grandes re-
sultados Jesse feliz aeonlecimcnlo.
A causa lia civilisacao, considerado o anno de
JKj!) solio ponto de vista da poltica geral, nada
ganhu ; ms ganhou muilissimo sob a relaco
das s encias, das arlse, do commcrcio c da in-
dustria. E baslam estes Iriumphos para que elle
nao deva ser amaldicnado.
i) vapor Paran, chegado esta semana da coi-
te, com urna viagem muilo demorada, Irouxe-nos
poucas noticias e as mais dolas sem ntresse.
- de cielos e visos do govieno geral, urna
si-ri lo despachos o promoedes 6 ludo quanto de
mais nolau'l nos vpio da corle.
moral da Inglaterra, que se achara enISo soba
administracau do conde de Derby, decididamen-
te propenso a allianea auftraca.
l.ni fovereiro, a siluaco eslava perfitamento
definida, | oslo que se nao livesse ainda pronun-
ciado ofOcialmentc a palavra guerra. A Franca
declara va tomar como sua a causa da Italia para
a resolver por todos es meios possiteis. A Ingla-
terra proniinciava-se em favor do Statuquo. isto
e, em favor da conservado do direito publico
cons grado pelos tratados de 1815. A Confedera-
cao germnica nao ira alera da defeza do lerri-
lorio federal, uo que estar de accordo coma1
Prussia. A Russia upinava pela reunio de um
congrosso. A Austria o o Piemonte Irocavam-se, |
entretanto, notas diplomticas reciiminando-se
reciprocamente por causa do augmento desuasl
forras A Inglaterra loma a iniciativa de una \
mediaco, o envi lord Cowley a Vicua, o qual,
depOS de imitis exforcos, d por terminada a
sua mssiio, sem nada ler podido conseguir.
Em morco, todas as espera ncas eslava ni deposi-1
ta-'as na reunio de um congrosso. A Russia u
propoz, ludas as potencias annuiam a elle, menos
a Auxilia, que exiga como vondicao, depois de
muita reluctancia, a excluso do Piemonte no
congresso u prompto e completo desarniameu-
to do Piemonte o da Franca, reduzmdo osles
dous Estados as suas tropas' ao quadro effeclivo
em lempo do paz ; mas, ao passo que fazia essas
exigencias, quena conservar na Italia cerca de
300,000 hnmens, iflirando-os apenas um punco
da fronlera do Piemonte. A Inglaterra nlervem
de novo para realisar a reunio do congresso ;
mas q i.mdo os negocios pareciam mais proxi-
rompe
No dia :ltl de abril Iroou peta primeira ve/, o ca-
nhao e a guerra lornou-se urna triste realidade.
O que se passon nessa memoravol campanha,
de 30 do abril o 25 de junho, de Palestto a Sol-
ferino, lodos os o sabem. As tropas alliadas cor-
reram de victoria era victoria, desde os arrebal-
des de Turini al s inargons du Mincio, o a Aus-
tria abatida c derrotada, menos pelo ardiinento
das tropas alliadas, ou pela covardia dos soldados
austracos, do que pola incapaeidade o tripera de
seus generai s, neceitou, urna aps outra, a tre-
gua e a ;ci/ uu ||l(..s oll'erecia 0 vencedor. A paz
foi assignada era Villa-franca, em arligos preli-
minares, aos 2 dejulho, e desde logo a Vutlria
abri mo de una psne consideravel '! -
dominios da Italia. A Lombarda foi incorporada
no Piemonle,
M is a reroluro nao lcra circumscrnta
na
piciiiriunal. A Toscana, Parma, Modena
esl decorado cora luxoo milito gusto. Na fren-
te, como no prmeiro, ha qualro salas.
A do lado direilo de S. M. a Impcratriz,
que esl alojada da parte de E.
Esta sala esl forrada de bom papel branco,
verde e ouro, (apelada com lindo tpele avellu-
dado, as janellas com cortinas brancas de fil,
niobilia de. mogno Luiz XV com (ampos do
marmoro os consolos; magnfico pianno de Jaca-
randa de Alpbonso RIondel, lustre de vidro ;
ella si'giie-su o nquissimo toilette do S M. a Im-
pcratriz : esla peco, igualmente tapetado, Kl
forrada com um popel cor de rosa adamascado
de bello cficilo, o adornada com dous toilettes
de ernble de pree;o. cutre os quaes nota-se um
primoroso psych. de lamanho natural, cuja mol-
dura oval de bellssimo lavor toda delirada,
sustentada sobro elegantes columnas, tambem
deliradas, lavatorio de erable com baria c jarro
de prala, guarda roupa, sotas e consolos do mog-
no. Nao se pode imaginar nada mais gracioso,
nom de melhor goslo.
Sobre os dous toilettes so observan) profu-
samente pe fumarias linissmas, estovas, etc.,
ludo omlim, quanto necessorio ncsle lugar.
Do luilelu passa-se para o quarto de dor-
mir de S. M. a 101 peratriz, forrado de papel ama-
rollo ovelludado, tapetado e decorado cora umi
cama de erable de gostoe riqueza corresponden-
te s domis pocas j descripias ; cortinado de fi-
l de i i n lio burilado, rom apanlr.ides de damasco
escarate na cpula, colchao de.selini, lencoes li-
uissimos de puro linho e lionhas, colcha do da-
masco, ecl. ao lado desta coma urna marqueza
com um colchao macio de dina, forrado de es-
guiao de linho, etc.
Dahi se passa para o quarto destinado
as ahlmoes do. S. M., cui que ha um grande ba-
uheiro de finissimu marmore, etc.
Por urna polla lateral communica-sc com o
oralmo, que est bem decorado, o preparado pa-
ra nolle so celebrar o Santo Sacrificio da Missa.
Ao oratorio segue-se urna slela, e depois o quar-
to da dama de S. M. a Impcratriz. que est si-
tuado no lado do Oeste do edificio, e conlendo
nina rica cima de mogno com cortinado de caca,
lavatorio o guarda roupa de mogno, etc.
l.sie quarto est forrado de papel cor de
e domado, e esloirado.
' A segunda sala da frente, qii" a de espe-
a, turrada de papel bramo, tapetada, u s ti m
cadoiras de mogno.
Por urna porta lateral communica-sc d
para a sala de recepcao, forrada de papel doura-
do, tapetada rom lindo tapete, magnficos corti-
nados do lil do linho, riquissima mobilio d-:
mogno e-tiif.-ida de damasco caruiezim c ouro
gostu Luiz XIV, consolos com lampos de marmo-
re, o Sobre ellos dous giandesespelhoe com mol-
duras domadas, candelabros, jarros preciosos ;
grande lustre de crystal, etc.
< Este aposento, verdaoirami-ii'.e imperial,
ai ha-so separado da quarta sala por mi res
leiro mui bem bordado.
Esta quarla sala, turrada do papel bran -.
Cora filetes dourados, tcm una rica inohiria do
mogno, destinada para o uso particular
M. o Imperador, ecoinmiiuica com nutras pi
C o toilette de S. M. forrado de papel bran-
co, est preparado com o mesmo luio, conlendo
dous toilettes de mogno, e entre estes um psv-
ebe, lambem do mogno, lavatorio de valor com
jarro c- baca de porcelana de Sevres, sof, i -
doiras, aparador, mangase arondellus.
( A outra poi-{i i- o quarto destinado para as
nblucoes de S. M. o Imperador.
A sala do janlai no prmeiro andar.
' Est forrada de papel com lindas patsagens,
e tapetada.
i'em uma mesa para t: i uta I albores, e outra
para o use do SS. MM. II. na cabeccira. Guarda
loucas, aparadores, consoloscom lampos de mar
more cor de rosa decoram esta sala. Todo o ser-
vico da mesa de SS, MM., tanto de alineen, como
do janlar, de prala, o do escolenle gusto.
Oa apporelhus de al moco e janlar da gran I..-
mesa sao de magnifica porcelana franceza, ci ;
e garrafas de fiuissimo crystal.
- lisiamos convencidos que SS. MM. fie
., convencidos que SS. MM. licaram
provincias au ha nada de importante a|sorprendidas por lerem encontrado na -----*............** "^-- ***- ^""i ................--o-
inas de velludo verde com ftanjas ao 8era, conforme o camiuho que levassem as
cujas ponas sao presas em duas po-
stras laiei.es, ornadas com vasos de
com (lores naloraos. Par balso do
am-se as irnias brasihras, e duas r-
as de mogno com eslofos de damasco
por cuna a bandeira nacional, e -i ou-
omarello
(ras de iflffercnles cores.
ti interior como lambem
pleatil'aJu do lapi I -s
i lo-
, bem
lesizrac
escaleres brasleiroj e
depressa so re oribe i u
que ambos essi desgrac titili im perdido ca-
- ii ii iS, e qii um dolles tiliha
eren superior.
i rn ram lu i >- .- n issos redie. ;- a bordo 1u
navio hespaiinol, por ordem t,, clicfu da est.-n.
dep lis de i> ei ajos i
l nSo coi -i ni i que
irdade o
man. que oqui :
ao, i
s liomens, o mesmo che- i
elies fossem levados oo
: / i i ispoiara enfer- .
i nn*sa divisan. Ah
ur ai is o ossisli los com ii smero, anda'1
i niio lu pnssivel irn :ar morte um dos '
>' 'talado-;. i lando apenas 21 an-
nos e idade, era o amparodc uma familia i
o numerosa.
i '. lisia de tu i tacto semel'iante, o genero-'
i | lia i mi rli ci r seus brii -
o e ude/a d'ulma que tai i i a
i' guem ; e, load i n chefe Lameg i al erlo
uma su -.ao cm favor dess s dous desgra-
na Jos das familias, essa suliscripi;o subi ra-
i rado cm
\ reilo de
' ihamah
tocio pi
Vs [o i
j res ai 11
.
Si s II
ornados
COI .' i e
Com i

SO, poi-
ta do 1.
Idade e .
vilho i
As ru
e filhas
oda plataforma e
lia masco e deco -
i eornas de seda ; o doce! no lado di-
volludu verlo bordado com cortinas de
le de seda cor de rosa com franjas. Do
(dem Ires candelabro
iSlras dos arcadas
cousas subscqueulemi'iilc.
As causas que delerminarara as npnslropbes
do 1" de anero, sao muilo conhec.idas. Uma
dolas fui o egosmo com que se portou a Aus-
itria na quesio do Oriento. Temen In perder
ann/ade da Russia, que bavia pomos anuos Ihe
prestara un cfiicacissiino apoio par-a o restabe-
leoineulu d i ordem no imperio, c por uulra par-
lleressada, oa mais Oo que as nutras po-
li.-.lia s
o as I.eg.i r,cs pontificias linham-se insurgido o
de] stu .-eus respectivos governos, mais ou me-
iii s naluralmenle adictos causa da Austria, ti-
nliam proclamado o protectorado de Vctor l-.m-
manu I e por ultiniu a sua anuexaco ao Pie-
monte. Estes faclos alleravain a tace dos negocios,
cunstituiam uma siluacao nova c difficullavam
a -o|ii;.~.o da queslao independencia italiana.
IJ sdo en lo se reconheceu a necessdade da reu-
nio de um congresso diplomtico, para a revi-
sao dos teselados de 1810, nos quaes se fundava
a exislenoia [o lilica dos ducados e os direilos do
Papa sobre .- legarnos. O accordo de Villa-franca
e o tralado de Zuricli au se occuparaui, pois,
de um molo ilireclo e doiinitivo da queslao dos
ducados' e das legacocs, a qual pende hoje das
isoes du congresso europcu, reunido .i esta
hora em Pars.
. Uagoas
e ro ebiam proi as
\\<<:n dcslas qui -o. s internaconaes,
inuit i9 se afilaram durante u auno d" ls."
nudas
, lon-
lorrilorio Ja Russia, que acabara de ron:
mcias occidcutaes, em impedir o aogmcnlu do '" "' Em ipa, cuma na Asia, na frica e
Ametica.
Logo no principio do anno, a Dieta
iratavo de regular com a Dinamarca
Jos ducados do Uulsloill o Laueiiluugo ;a II -s-
l anha o a Franca ilemandavam du Mxico satis-
equilibrio europcu, nao se quiz pronunciara f.i-
| vor da Russia, nem das potencias occidonlaes,
san enrollas com (lo- Bcabando por perder ao mesmo lempo a amza-
aes na forma de espiral. Em derredor de '''' ',l".l,l|s os lados.
jrande numero de arandelas. i 1;i1 t pira ella o inicio do tratado do 30 de
islros esislem aos lados do fronlospicio, mareo do l'ia, issignando em Pars pela; sote
i la um com bandeiras de dffcrenles 'elcncas cnnsliiiida> em congresso diploinalico.
m pendan nacional. ^asignando o tratado, a Austria nchou-sc cora-
na breve demoia seguirn) SS. MM. II. ; pletamcnle (solada,
o, ncompanhados d'um prestito imnien-' ,cs '' ,ni-,,> a
germnica
a queslao
nlre duas alas de uma brigada compos-
batalliaoda guarda nacional desta ei-
o meio de I. linba, que abrindu no pa-
lerrainer-sc no paco imperial.
da ci lado estovan) lapisadas do juno
le pilonga e canella, as carandas dos
los e as janellas das casis terreas deco-
: I is en
deiras u
| i
menor d
beccos
nal, dav
Das \
casas le
ras lanr
c un i"u
i colchas de seda o
cionaes.
'o
damenle a maUdo 1,000 i la'coos"ntreos gi um
' marinlia, guarnicoes dos navios c sar n pn
lesideiios brasiieiros da capital. |..;..
Mas nao.- ilou com stu 0 chefe brasi- seus cap
otro. F.nriou campanha essoas incombidas com folli
ernovas assignaturas dos brasiieiros eo du I.
uo ah vivem, e se espera que bem de pressa grande c
u .i": i esceda ao dobro ou triplo da j re- dade um
colectada. 0arco
25 -
No dia 21 do con ule rcunio-se o conse-
ihd da Imperial Sociedade Amante da Instruccao
'.-irveram presentes os Srs. lenle general Bit-
lancourt, Dr. De Si moni, Al bao Cordciro Dr
Na/a
\.;/. Gu
i a
P
di; gav a
nacional
deiras en
tro de na
una gran
era oppostco com a Franca em indas as qucs-
l-s: na do Montenegro, na de Newrhalel, na
Suissa, na i\.i consliluco dos priucipadus do
Danubio, o principalmente na da Italia, agitada
no Congresso de Pars, d que ia tomando um ca-
rcter grave ; por quanto o apoio moral que a
Franca dera no congresso e dermis delle, s pre-
de damasco o ban- |,',"-'u,'s da pennsula ilalka fura parle para ani-
mar o pardo revolucionario, lesla do qual se
achaia alcm disso u rei Vctor Eiumanuel
l-.iilieantn, a causa occasional do rompimcnlo
do 1' de Janeiro, por parle do Luiz Napoleao,
I'na a poltica da Austria na Servia, aut risando
contra a espressa prohibilo do artigo 27 iKi ira-
lado de Pars, ao general Coronl.i a invadir a
Servia co.m torcas austracas, a pretexto de sufTo-
car a revolue i pacilb
' -.'o oo principe Alexandre.
igo que o governo tranco/, levo milicia dalo,
io o gabinete-de Vionua uma nula diplom-
tica, concebida era termos vehementes, extra-
e considerando co-
da Servia por tro-
pas austracas.
Eis-aqui, pos, a causa prxima daj pal a v ras
de Luiz Napoleao, que lera servido u* Iheina a
lanos commcnlarios.
Mas a sement revolucionara laucada na pe-
fscao das >-\'^i<''< o violencias eseredas contra
os subditos iless.is nacoes pelo general Zuluaga
e seus candilhos;03 Eslados-Uuidos mando-
vnn uma esqua-lra o um negociador terminar
pela paz ou pola guerra suas dilTercucas coma
Vuslria linha-se adiado sempre repblica do Paraguay ; a Russia o a Austria, o
a Austria el i
um rompimcnlo.
a: lili a oslar cm vas de
onde sS. MM I! se odio
exuberoules dos sen limen los
de amor c de adheso dos povos daquella pro-
\ ::.. 10.
No interior da provincia nada occorreu de notavel
durante a semana.
No camiuho de. ierro, entre esta clda le e o Ca-
bo deratn-sc di us aconteciinuutosdesastrosos, rc-
.-'.Tando ue um a morlede um ingle/.,e do ou-
tro cos usos o fracturas em dous meninos, un.
los quaes precisou amputar urna peina.
Aq ii ii i Recite, no momi uto em que s iava a
prnuoira horado anuo novo,a populacao aci
ia sobresaltada ao toque de fugo.
Era uma casa que ardia cm chammas ea Soli-
dado,
Os mais dias so Uem passado plcidamente.
Dcinaudaram o i) isso porto, durante a smana.
la embarcacoos mercantes, com a lulacao de
aU ia loneladas; o sabirara, duanlc o mesmo es-
pado de lempo, 20 embanacoes mercantes
i lotaco de ;S2(i lonelladas!
R< n.ieraui, Jodia ,-1,1 dia do correle:a
alfandoga, b"4:420,7i9 leis:o consulado geral,
!):0SS,582 rn-;n recebedoria das reo las ge roes
internas al oiucnte n dia l, 2:391,416rs.o
consulado provincial, 19:088,230.
O movimento geral da elfndega, no mesmo
lempo, foi de .489 voluines : n saber:volumos
entrados com fazendas, 335 ; com gneros,
12,231; total dos volumes entiados, 2.536:
iiessabidos com fazendas. sis, com gneros
l,l05:=lt)lal Jos volumes solados* 1392.
REVISTA DSARIA.
i is para decorac;
' intia, .:
o csia
tal d
I -
No
correr do anuo i China re che de murri .-
accesos e com uin furioso coulioncio osembaixa-
dores li Franca e da Inglaterra, que iam levar,
1,1:11 -: ral i o du tratado de Tuiu-Tsin, civili-
sacao ao celeste illl| cro, o Maocos exer e sobre
subdil
. 1 :' I i 'nava em um numero nao
d /. mil i essoas pelas ras, iravessas e
esta cidade, ao passnr o prestiloimpe-
eothusiaslicos vivas a SS. MM. II.
raiul, s dos sobrados e das janellas das
cas lodos lopcladas de genle, as se !.,..
voqi Ilorea e vcloriavam a SS. MM. II.
i enlhusiasmo e fervor.
:ar deiioinnado Paco o commcrcio eri- Li
reo Irinmphal, sob o qual levo de pas- dira
stlln impeiiaJ.
co sustentada por duas pilastras cora nliand'aqiTcTfa" aiiioriVeo
os sob os quaes se acb im dous jarros mo um cusus belli a iuvaso
is do independencia ; un centro do ar-
lo du mar acha va-se col locada uma
roa de metal dourado, o do lado da ci-
globo do mesmo metal.
iiistenlava um grande mastro em forma
le navio, em que Ircmulava o pavilhao
e desciam para os lados varias ba-
os ranee/.:s e
determinara
no
bespanhocs loes vesaces,
que delerminam a Hespanha a declarar ihe a
guerra, no ; io a secuuaou a Franco ; e
nios das do anno torain assignalados por un.a iza-
1 franceza, no territorio mtirruquino, c pela
obertura da campanha Ja Hespanha na frica
uiarroquiua.
Na America do Si, a Confedoracao argentina
' ,:i:i rcunii de novo a si o Estado de Buenos-
que all se lizcra para Ayres, que se recusa a isso ; preparain-se ar-
ma moni os, rompe a guerra, d-so una batalhd
corren
De Alagos, eniiaram-nus a seguidle des-
cripc.u Jo pago imperial em M icei :
- O palacio destinado para a residencia lo .~-;.
MM. i!, em M u-ei, esl sitalo no grande argj
da Malriz, em frente deslo grandioso templo oc-
cu| lo n i ii d is lados do qiiadrongo. i', forma-
do por qualro sobrados nobres de dous andares,
os ulii- que se conimunicam internamente entre si, e que
pui b neeni au coiunicndadurlos \nlonio de Meu-
, chefe de urna das familias mais abastadas
da lOVncia das Alago;:-.
0 dislincto presidente da provincia o Esm.
Sr. Dr. llantas, logo que soube da honrosa visita
que tinha a aguardar, couipre'.ieudeu que na ci-
dade ueuhuin uuii u edificio mais apropriado esis-
lia paro reeeber SS. MM, o por tanto dirigio-se
[ue a sorle se decide em favor da a aquello proprietarlo e delle obleve nao s todos I
; intervert a meduo.ao cslrangciro, | os quatros sobrados como une lizesse parle de
urna comniisso que cuiu os Sr-. '.roe presidente I
Dr. Jacinlho de Mondonga o negociante Francis-
co Perreira do Amir.ide, i- Sacavm Barbosa & C
Iratassem da decorajao do palacio, de modo i
lorua-lo digno da grande honra que deveria ler. i
I ido eslava por fazer para osle flm, elevado
mas esles eslimaveis cidodos, assignudos pelo
inrausavcl nrcsidenle, provocara ainda mais timi
campal, ora
confe leraco
e ludo lermiua pela submissao se Buenos-Ayres.
I ni incidente igual ao do Chutes el Georges,
entre Portugal e a Inglaterra, ia lomando o mes-
mo caniinh pie aquolle. A Inglaterra quena a
entrega do voso apresado e una indemnisseo
dos dainos causados.
Se, pelo lado da
de 1859
poltica inleinacional, o anno
tempestuoso o mo lambem
-si lio, Dr. Viegas, Fe- I ras de q
iv M ii ims l'ilho, m.-.joi Virgilio, Coruja, Corva- inesmn a
no I'ilho, comraendodor Li [es Guncalves, cap-1 S
Iva, Dr. Araujo, Dr, Joo Ricardo,
arcadas,
I
lio I iina
e Lima llanos
v provoti-sc arda da anleeedentc.
Ofliciodo Si._ Dr. Nazaroth, secretario do col-
das orpbas, acompan ando uma relaco
dos ere lores do mesmo collogio, a nal demons-
tra i,' se ler pago algumas dividas na imporl in-
ii : 92 !-i.(. O mesmo Sr. doulor dcclarouao
coi.- !..! que, alleudoiido marcha lisongeira
l '' D) ti lo a sociedade, graCBS aos dignos so-
1 bemfeilores, nutre esperanzas deque ate fe-
verero prximo futuro estaro olvidas, seno
i, as di\ idas do mi srau o legio, ao menos a
maior ionio hilas,
I) parecer da respectiva adinnslrac o
conselho approvou a eollocaco em 3 lugar da
alumna esterna I). Lidia Mnriann, que preten-
de entrar para o inleinalo do collegio de San-
Benlo.
\ administraio do mesi io c illegio foi, para
informar, um.a proposla do Sr. Jacinlho da Silva
I. --i. procurador de Laqintinic, na qual se
p Oiic a mandar lavar a roupa do collegio me-
danlo corlas eondices.
O Sr. thesoureiru Francisco Jos de Carvalho
I'ilho, .ijireseiitou o scguinle balaneele da recci-
.i despeza do trimesie de 1- de selembro a
:i<) o uuvembro ultimo :
O Sr. ceuimeridador Lopes Gcncnlves rommo-l onde "se
rucou ao conselho que na prosima sessao dara graeas pe
iiiformacoes sobre o estado da liquidaciio dos ne- II. a esta
gOCJOS das obras du simnario da cariilade cora a Por 68)
jrre
ninsula taina, e quo o suao de 1848 creslara ao nao foi dos mais serenos quanto sluaco nter- vez a veracdade da divisa de um dos grandes
nascer, reneniava de novo sombra protectora na dos Estados. res da Franca__Ouerer nudor
TcV&^TBrnRu%n^^t ,"""' "L Ubcra'-' d,! XU'1 ">'"* ? 1al Na Inglaterra, a apresenlacao de um projecto Cum elTeitoemdousmezes ralisaram a mais
o aatM^/^w^inS^T^J^. '**nw,*w' duia u'1,! e.m *''" d'irso do reforma eleiloral, que mi satisfaz a nenhuma completa transformacao, sendo para admirar isso
verlas cO ir c\ o Ue y;,1'";,"i,':| das cmaras m moa de dor que dasfracyoes do partido liberal o completamente lano mais porquaut nao li.ih'ii,
nacoes guarncuam o ruste do [Ihechegacam aot oucidoi de mullos ponto da impopular, determina a retirada do minisl
i-1. Italia. conde Derby o asecnco do lord
dI Arcia em cujo terme se pri neiro eslremeciuwnto revolucionario
locadooulro arco Iriumphanle de este- deu-se em Mi"
com 3 arcadas -obre pilastras, tendo a
ro.
lela na
ochava<
lo golhico
do centro
sendo a
largura.
No cen ro dos reinales golhicos, que fosara
rio do
Palmeislon e
o,
ogn no 1" de Janeiro.
i percorreu as ras, sem embargo das antorid
ura e as lateraes 10 ; a gritar : Vira Italia .' rica a unidade it
O povo
loridades,
8 palmos de largura e as lateraes 10 a gritar : \'i,a a Italia! Viva a unidad,-italia-
na elovacao pouco superior a sua total. na / rica Vctor Emmauuel, rei da llalla !
Todos esles Successos, que nao eram anda do
s! nalureza a considerar como Lnfalljvnl urna lula.
icham-se varas
inscripcoes, sobre os l motivaran! um armamento geral lo todas as
qualro lajlos externos osla,, enllocados qualro grandes potencias. A Bussb, ^Prussia. a Aus-
lliasllOS i Piininuic <-r.n> ..1...-...i.,.- i.....i .:... .! .
seda de i
No fesd
isarraas m
lobo de i
rao c cal
com as es
cas de m
do uie.-m
brasilciro
A' mei
C.idoS os o
de cada a|
de seda.
Ah sal
vestidas d
sentando
do imper
liiiii neis
Dahi d
con panhia edificadora 12 de agosto. I Jos Com
Iilou anida adiada, a pedido do Sr. Dr. Naza-I perial, roe
" ".' dl,r"ssao do parecer sobre o requerimen- logo ao ai
10 doSr. Maiin.ho de Mallos Pava, que pedo o
legado de ut)0 perlenconle a sua pupilla U. I.u-
ooviua Thereza de Paiva.
Juiraiuo em diicusso es pareceres c emcii-
mero por
Dahi se
colheram
0 prcsli
nina
0 asecnco do
lord John Ilussell.
Lu Na.ules, apenas rompe a guerra, Oppore-
cera algiins disturbios entro os soldados suissos,
fallece o re Femando, o duque do Calabria ele-
vado ao ti.runo, cahe o ministerio i roya e 0 ge-
neral Filongieri sobo oo poder. Todos estes acon-
te inoulos Jeram-se successivomeutc uns aps
oulros dentro de um curio espato de lempo.
Na Austria, o conde de Buof-Schaueoslcin, que
mais porquaulo nao liuliam recursos na
provincia, e so virara obligados mandar buscar
ludo quanto precisa rom do Dio de Janeiro.
\ aillos descrever osla residencia prepara Ja com ifyada i
toda "
'e-ta provincia uma habila^o, que ni le i- u
luxu que Ibes oll'crecem as opuleuias cid a .
la Haba o Periiamliuco.
E cuniprc notar mea eircuraslanca
nenie mui altendirel. Tudo aqu fui comprado
espressainenle para o uso de sS. MM. Todas as
mollinas sao novase vierun poreu met .
llio de Janeiro.
A dislincla commisso. com um patriotismo
digno do imitarao fez (odas as despezas que. -. ;.
esageraco pedemos avahar era quamio supe
rior r>:):iM|.>.
1,'ui s laclo basla para provar o que avi
mus.
O Exm. presidente, que, como j disemos,
lem sido iiiiansavol, e ha desenvolvido um
lividade iiiesccdivel poz disposi<;o da
missao quatro conloa di
palacio imperial.
A commisso aecumuland
mandou entregar incontinente
i idade.
Felizmente lanos esforeos foram n ; i : -
do mais brilhantc resultado, o o palacio i ti
ide roceiar a critica de eslrangeiros, in
naciouacs ; porque em seo recinto rcui
qu into dererio ler para receberoa Augustos II -
pedes que hoje Bgazalha
Devora, por'consoguinle, os Alogoanos es
salisfeitos com esla prova de dedicacao qu
sua vez dorara aos uossos Soberanos
Algumas queixas lom-nos sido endereca-
das contra a diroeco da va frrea, no locante
elevando do costo do Iransporte para a povoaeo
da Boaviagein.
Nao sabernos al que pon lo possam ellas -
fundadas, mas paroce-iius que si r esle um ello
meio de afugeiilar a concurrencia para o ;
ponto; de modo que deve antes da cal1
de qualqucr un aVa ueste sentido, preced
grima rollexo sobre o negocio.
Al ni de que, podo milito bem ser que, pi i um
capricho dos concurrentes, ahandoiicm el
transito pola va terrea o restabelecam aqin .
ilha do Noueira, viudo assim ser ludo em
perda da prupria rompanhia, que nili fez di
/as com a e-tao o o respectivo barraco, i
igualmente dos moradores que deisam de usu-
fiuir das vonlagons que promellia-lhos a n
reo. ao passo que preparoram a estrada eacham-
se na factura da pon:, ibn o pantano.
Hoja portanlo alguma ponderacao, e c<
nem-se previamente s vantagens com na incon-
voiiieiiles, que possam provir da medida
dida.
Mais uma queisa contra a irregularidado
dos crrelos para o centro il provincia u
transmittda na seguinte carta, nuda de Goianua
cm data de 5 do crenle: mas nina voz ta: .
pois reclamamos por alguma providencia no sen-
tido de coarclat esso abuso daranoso scommu-
n cacos.
Nao sei porque falald i le, diz a carta, lem
donado de chogar o estafeta desta cid; le, O
Diario mais novo, que aqu temos, do 2i do
passado! I Ora, quando anuuncla i, irnal a
Sabida docorreio para aqu duas i por !
mana, ese passam lanos dias sem recbennos
um jornal, de corto muita irrognlaridade nessa
administracau Seria para desojar que fosse ac-
vindadosses eslafelos, pui queesse ca-
o ., a agniCconca para que se conheca e apre- 90 .i^.T^^rt^TJecEd^Sa rccTbe
cui grandeza dos esforeos entregados. mos (lolltIi;;i rei d( s massoa e DiarZ
. N. pnmeiro anda, do palacio se achara os, Do Becifo para Goianua la"fonga demot
-,"-.;,. os daronillivo de S. MM. dispostos do n5o8e .....|eio|erar.
segu me modo : i,-,..,.......... _;... i...-,., i .- c .
. ; ,... Esperamos qae. vista do tao formulada Quoi-
, V frene do edihcio correspondente ao lado M s'c d Hmn provdeill
do norte, ha qualro salas ; a do lado direilo ou
de Peste, qut chamaremos sala araareUa, est
No dia "i do crranle, na Iravessa do
em Sanio Amaro ou Cidade Nova, ard
Lima,
ram ao encontr rale meninas todas
branco com as suas charpas repre-
sada una dolas urea das provincias
o e olloreceiam a SS. MM. 11. dous
o (lores.
igio-se para a matriz desla cidade,
elebron um Te-Deum em oc-o do
prospera e feliz viagem de SS. MM.
irovincie.
i occas.'io o RvM. Sr. padre Lindolfo
a das Neyes, prega lor da capella im-
lou um discurso bom elaborado c aa-
o, que dexamosde publicrnoste nu-
falta de ospaco.
mo para o paco imperial, onde se re-
ral de Bonin, que oceupava .i pasta do guerra.
Ni Dinamarca, deu-se no mei de novombro
urna cii-e ministerial : reliraraiii-se os ministros
da justica, da fazenda e do interior. A prmeiro
destas pastas tlcou inlorinamenle a cargo do Sr.
perpeliiar-so naquella pennsula, direito que ella
deduzia da saatidade dos tratados de iSl. Os
direitos consagrados pelos tratados de 1815, Ihe
responda a urna \o/. a imprensa, por mais in-
violaveis c sanios que fossem, nunca o seriara
lauto como o direito que Icem os povos de cons- l'.o^hwjt, presidente do conselho ; para"a segu-
titiiir-so livremcnlc, ce este o direilo que a lia-1 da foi moneado o canselhciro Westenhols e para
lia invoca. I a ultima o camarista Jesaen.
No prolocolo de 11 de abril do 1856, anneaol Na Suecia, a morle do rei Osear e o asrenc&o
no Halado de JO de marco linha-se eslabeloci.lu du principe Carlos, duque de Scania, ao throno
o principio mediadur da nrhilrigem as quoslasjno pioduzira nenhuma alleracao no governo do
imornacionaes A imprema invucou a applica- estado, do qual alias o principe Garlos fa se acha.
cao desse principio antes da guerra, c podio que va de posse, pola molestia de sou paj. desde 25
se reunisse un congiosso europcu. MasaAus- de selembro de 18 .
Ira apressou-sc em declarar quo nao quera que Na Russia, deu-se una pequea altera, o no
as poloncms oslrangeiras so ingerissora nos no-1 pessual do gabinete, que em nada aflecloa o re-
>S. MM. II. st horas da noite. gonusinleriores do'scus oslados, o a GazelaAus-1 gimen internoJu 'plzV"
5 aitidaj de passarpelo (ereciro liiactt, or?m dcslas aiaBifoslejik's, roMjtei eru Sa Turqua, reinou, du
/
mul lodo o anno, pro-
CUjus consolos leein lampos e mar-
more pelo.
Da sala amarclla passa-se pora um quarto
destinado paia S. Exe, o Sr, ministro do tape- I yga
rio, em quo Ta urna rica cama de jacarando, com
seu competente cortinado do caga lina brdala,
guarda-ronpa de oleo, lavatorio, loilonleao des-
te aposento passa-se para outro igualmente mo-
billiadu com duas camas de linos cortinados.
Do sala bronca comniunica-sc para um grati-
la de vigilancia da auloridade daquelle lugar,
onde muilas vezes nem lia inspector do quartei-
rao, como de presente succede por oslar va o o
r ha tres mozos.
A Cidade Nova ou Sanio Amaro, como um lo-
cal mais retirado, deve ler pessoas de coufanco
e de actividade as pesinos pollciacs, alim do
que cessem os abusos, e nao apparegnm distur-
bios e outros albitas dellcs, que umprc \-.v all
acontecen).
h ^ ; r q '' c?m\Ue "108"0 5"ar- l)a;"s 1 a ^lalislica das pessoas falle-
da oupa. grande ospelho. lavatorio com lampa odas .,esla fregue/ia de Sanio Antonio m* amo
de na. inore, ao qual se seguem oulros dous pre- prosi.no passado :
parados com duas camas de forro com armoco
Todo este prmeiro andar forrado de papel
esleirado com lina esleir da india, o as janellas
de frenlo armados com cortinas de caca branca
pendentes de laucar douradas.
0 segundo ndar pcrlonceDlc SS. MM. II.,
Ingenuos.
Broncos solteiros 75
Brancas solteiras 4t
'Hrancos casados 22
Brancas casadas 10
-
}
i
/.
Il *\f% ffI
T


BJAfllO- PE PEKNAMBUCO. SEGUNDA FRIRA 9 DE JANEIRO DE 1860.
Brincos viuvus.
Brancas viuvas.
Pardos solteiros
Pardas solleiras
Pardos casados. .
Pardas casadas. .
Pardos viiiaros .
Pardas viuvas .
Crioulos solteiros .
C -ioulas solleiras .
Crioulos casados .
Crioulas casadas .
Criuulos viuvos. .
Crioulas viuvas. .
Libertos.
Crioulos solteiros .
Crioulas solleiras .
A frcanos solteiros.
.unciras solleiras.
Africanas viuvas .
7
19
------174
69
52
14
3
6
4
148
19
15
5

4
------45
4
a
7
B
I
fardos
Pardas
B Escravos.
i i ionios .
Crioulas .
Africanos.
VfricanB9.
------15
16
. 13
------29
26
33
23
12
59
83
Total 512
Estilstica por iludes.
Pessoai fallecidas do nascimento a
10 anuos......... 2:19
Odas de 11 a 20 anuos .... 33
Ditas le 21 a -30 annos ... 57
Dit.is Je 31 a 4< annos 61
Ditas le i I a 50 anuos 46
Ditas Je 51 a 60 annos .... 26
)itas de 61 a 70 anuos ... 19
Oitas de 71 a 80 annos .... 16
Ditas de 81 a 90 anuos .... 9
Ditas de 91 a 100 annos 2
Ditas do 101 a mais...... 2
512
do sobrado de u.u andar ava-
llada por................. 60P9OOO
dem 3. Joaquim Pires da Sil-
va, D. Mara Serafina da Silva,
Caetaoo Jos da Silva, e Jo.-
Gaelano da Silva, casa terrea
arrendada por............. 1503000
dem 4. Viuva e her leiros de
Joao Pires Frrreira, casa de so-
brado de um andar avaliada por 3003JOOO
dem 5. Galdino Themislo-
des Cahr.nl de Yasconcollos, casa
terrea arronJa.la por........ 200$000
Ra do Rio.
N. 1.Ignacia Francisca Pereira,
casa terrea arrendada por..... 1008000
dem 2. Aristidei uarte Car-
neiro da Costa Gima, casa ter-
rea arrendada por.......... 120$ 100
IdemSJos Forreira Lopes IVjs
casa de sobrado de mil andar oc-
cupada pelo proprietario avalia-
da por.. .........a..... 14035000
dem 4. Jos llic.irlu Collio,
ter nula qnttliu Juouiiii'iilu, quu |nu>.....u o que
hei dito, deixando do continuar nesta discussao
quo no precisa mais do prova ; o que nao obs-
ta que o Amigo na atinencia continuo a insultar-
me sob o mesmo anonymo, ou qualquer outro,
para parecer que sao mullos a defensores.
Dr. Joaquim d'Aquino FonSeca,
4 de Janeiro de 1860.
lllra. e RvJm. Sr. Temi silo encarroado
pelo Exm. presidente da provincia de, com V. S
e o Sr. Antonio Jos de OHveira, rever o regula-
ment do cemilerio publico, propor as refor-
mas o alterares que julgassemos convenien-
tes, e havendo remettido a V. S. lodos os papis
reechidos, depois de lerem sido examinados pelo
outro membro da commissao, venho rogar a V.
S. que so digne do m'os devolver, afim de que
cu os remeta presidencia, visto que j se nao
laz preciso o trabalho. da dita commissao, por-
quanio S. Kxc. loMo.i a resoluco de reformar e
alterar csse regulamenlo independenlo do tr.tba-
llia dessa commissao.
Dos guarde a V. S. Recife, 10 de itiuho de
1851.
m
UU Alel-
L.i,.11,1.1 Aiilunio l'iniiuiro
doea* .
Francisco do Paula Norberto de An-
drado..........
Teneiito Manoel Morcira da Costa
Passos.........
Jos Nogueira Bastos ,
Capitao Lrsiiliiio Cavalcauli da Cu-
nlia Reg........
Jos Rento de Moura.....
Rozendo C.ivalcanli da Cunta Vas-
roiicellos........
Feliciano Cavalcanti da Cunha
llego..........
Reverendo Fre Norberto da Purifi-
cacao Paiva......,' .
Manoel Xavier Corroa Mota .
Um anonymo.......
Candido Moreira da Costa Passos.
Manoel Peixoto da Silva. .
Francisco Aires do Souza. .
Joao Barbosa Cordeiro. .
Joaquina Caruciro da Mosquita .
Jos Pereira de Azevedo.
20g000
25S000
2000i)
20g00()
20)000
205000
SOfOM
20000
203000
IO9OOO
IOjOOO
108000
Illm eRrdm. Sr. Dr. Leonardo Autuuos Meira Jos GoncalveS da Silva Sobrinho.
Henriques.
r. Joaquim d'Aquino Fonseca.
Illm. Sr.Em restosla ao olllcio qio V. S se
Tertuliano de Mendonca Furlado.
Manoel Quaresma do Espirito Santo
Alfores Manoel Alexandre Garca .
digiiou diriglr-mc em data de 16 do prximo as- Eustaquio Constancio Bedevivo.
sanio, sollirilando de mim 03 papis reeebidos
casa terrea arremlada por..... lSO^OOfj P* fxamina-los, afina do nlerpdr O meo p.arc-
Mase ilino
f eniiuitio
Estalislira por sexos.
Observarlo.
Destas pessoas tallecidas oriin se-
pul ;\das pela candado 9i.
Filleceram na casa de delencao .
forana encontrados as portas das
igrejas cadveres di? prvulos. .
Obtiveram attestado de pobreza .
293
219
512
36
10
48
94
dem 5. Herdciros de Agoslinlio
da Silva Noves, casa terrea oc-
cupada pelos proprielarios ava-
hada por................
Mein G Os mesmos, casa ter -
rea occupa.la pelos proprietario
avaliada por..............
Mena 7. Irmandadade Jo San-
lissimo Sacramento da Matriz
do Pojo, casa torrea arrendada
por.....................
i dem 8. Miguel Jos Ribeiro,
casa terrea arrenda, la por.....
dem 9. Joao Brisel, casa ter-
rea arrendada por..........
| dem 10. Eugenia Francisca
Serra Grande, Clara Honorata
Serra Grande, casa terrea ar-
rendada por..............
; IJeui 12. Joaquim Candido
Ferreira, casa torrea arrendaJa
por....................
dem 13. Jos de Medeiros
Tavares, casa terrea arrendada
por....................
IJem 14 O mesruo, casa ter-
rea arrcndida por.........
[Jem 15. Joaquim Candido
Ferreia casa torrea arrondada
por.....,......... ..
dem Ka,Jos Duarte Couliiiho,
casa terrea arrendada por.....
1500O0
15W000
43500O
1209000
2005000
48000
300900 0
cor sobre o regulamenlo do cemilerio publico, na
qualidadn de membro dn commissao oncarregada
de sua reforma, cumpre-me dizer a V. S. que ha
tres me/es entregue! ao administrador do di'.o
cemilerio Manoel Luiz Viraes, e a instancias do I Jos Estanislao Ferreira.
Kxm. presidente da provincia lodos os refluidos| Jos Lopes de l.una Silva.
Voso Cavalcanti do Reg Vascon-
cellos..........
Antonio Domingues di Silva. .
Ernesto Moreira Souza. ....
lV.Jre Antonio Dias da Cosa. .
Dr. Luiz (iouca Ircs da Silva. .
Manoel Assuoro da Purlicaco.
Alteres Luiz Jos do Miranda .
Antonio da Silva Guerra. .
papis, motivo porque deixo de devolve-los a
V. S
Assim respondendo ao citado oflicio de V. S.,
resta-me somonte o pozar de que a resulucao to- Manoel l.ourenco da Silva.
i tnada pela presidencia de reformar pnrsi aquello ; Atieres Francisco Gucdes do Espi-
; regulamenlo, prescindindo do jui/.o da coinmis- rito Sanio........
sao, j me nao podesse poupar o lempo, que dis-; Luiz de Albuquerque Lins dos Gui-
pi'ndera com o estudo e exame necossarios para maraes Peixoto
satisfazor o trabalho ao meu cargo, roraoum dos| Joao Jos Barroso da Silva Ju"
membrosda mesma commi;so, a que V. S. lo
dignamente perlenco.
Heos guarde a V. S. felizmente. Recife, 20 de
jullio d.-185!.
Illm. Sr. Dr. Joaquim d'.V'iuiuo Fonseca.
O membro da commissao,
Leonardo Antuties Meira enrigtui.
Illm. Sr. Dr. Joaquim d'Aquino Fonseca. S.
Exc. o Sr. presdeme leudo nesta dala odiciado a
V. S. o aos oulros sonhores niembros da com-
missao, encarregnndo-os de propor as alterarles j Manoel liodngucs Hachada Lima
pie julgarem convenientes ao actual regulamen- Joaquim Jos Moreira de Auiar
venes. ......
Jss dos Alijes Avillar. .
Mareolino Xavier Maia. .
Joaquim Jos da Costa Jnior
Augusto Cesar de Albuquerque.
Manoel Antonio Guimaraes.
Capitao Joao Nicolao Gomes
Molla..........
Tboruaz Antonio dos Guimaraes Mu-
er...........
da
Aguntenlo- Ven.lt:u-so de OOJiKlJ a OB5U0U
rs. a pipa.
Couros-------------Os seceos salgados venderam-
se a 275rs. por libra.
Arroz pilado Vendeu-se de2j$500 a 2f800 por
arroba.
Azeile doce-------dem de 2500 a2$700 por ga-
15o.
Bolachinha- Negociou-se urna partida de
1,200 barriqunhas a 3^300 poa
barrica.
20^000 Bacallio----------O mercado est superabundan-
teniente suppriio, por quanlo
possuo hoje 35,000 barricas.
Vendeu-se em atacado a 9|000.
e a relalho de 8000 a 12S000.
Caf.....Vendeu-su du 5f>800 u 7$-ll
por arroba.
I Cha O verde regulou porlJ700 ali-
fara, e o pelo por 13200 rs.
10$0O0 Carv.ao de pedra-As ultimas vendas effec.tu.ir.ini -
OS'MM) se de 20ga 22g a tonelada, mas
1060001 anda nao tivemos vendas neste
1U30O, mcz.
10i:00 i Cerveja Ha abundancia, obtendo-se a-
10,$i)00 penas o>4800 a 5}0Jt) a duz ia
1OSO00 de garrafas.
IOSiIOO Farinha de trigo Temos em ser 33,000 barricas,
lOgOOO .sendo 10,800 de Trieste, e o res-
tante americana. Retal liou-se
de 20J a 22000 a de Trieste, de
208 .1 218000 a de RichmnJ,
ISgOOO a de Philadelphia, e
New-ileans, e 17gO00 a de
Baimore..
D. de mandioca Retalhou-se de 5Sr>!'0 a 6$500 a
sacca
Feijiio- Vendeu-se de I3GOO a 3j>000 a
sacca.
Genebra A frasqueira da de Hamburgo
vendeu-se a 55000, ea de iioi-
landa a 5$6'.)0 rs., c a botija da
primeira a 210 e a da segunda a
2(50 rs.
Louea Tem sido procurada e obteve de
2Sl) a 300 por cenlo de premio
sobre a factura, cambio ao par.
- A ingleza vendeu-se do 02) a ;
700 rs. por libra, e a franceza a '
500 rs., ficando em deposito
J.-JO barris.
Vcnderam-se a 5$500 rs. por (3>
lOOOO
108000
ojjnoo
10$000
103000
OSOIK)
58000
58000
53000
58000
5g0O
53000
5J000
215 toneladas, Capitao Jenkins. equipagem 10.
carga 2,850 barricas cuna bacalhao ; a Saun-
ders Brothers to. C.
Baha20das, barca nacional Planeta, de 280
toneladas, capilao Antonio T. Guimaraes,
equipagem 12, carga 1.500 arrobas do carne .
a Rallar & Oliveira.
Lisboa39dias, patacho portugnez Marta Ignez,
de 153 toneladas, capitao Antonio Jos da Ro-
cha, eqnidagem 10. carga vinho e mais gene-
ros ; a Basto i Lentos.
Ass8 dias, biigne nacional liclizarii. de 232
toneladas, capilao Manoel M. Ferreira. equi-
pagem 10, carga sal ; a o oapito, Voig lar-
gar o pratico e seguio para o Rio Janeiro.
Navios entrado* no da 7.
Monle-Vido44 das, brigue fruncez Marle &
1 alentina, de 160 touelauas, capitao \. Augur
equipagem 9, carga cutiros, la e ni lis gene-
Jos ; .1 ordem. Arribon a este porto CMB
agua aberta. Scguio para Marsellc.
Rio de Janeiro-27 dias, patacho nacional Ca*
puam, de i\> tonel,.das, capjto Francisco
Luiz de Souza Jnior, equipagem 12, carga fa-
rinha do trigo e mais gneros; a Jos B da
Fonseca Jnior.
Camaragibe 2 dias, hiato nacional Sanie f.uzia,,
de 2 toneladas capitao Eslevo Riboiro.
equipagem 3, carga assucar ; a Manoel Jos
Leite.
-Vario* tahido no memo Liverpool pelo CearBrigue ingle/. Earl Graa,
rpitao 1, Woolf, em lastro.
ParahibaBarca lugleza 1), Antut, capilao (',. I.
Cohu, em lastro de assucar.
Aearac por Cear -Hiato nacional Jorge, ca-
pilao Domingos Efenrique Mafia, carga varios
gneros.
Sf 5s
1 -
.1 Zl
V.
Popcx.vr.io ni. Mahuocos.Dos documentos
eslatisticos recentemente publii-ndos a respel >
M irro :os, resulta que a populaco dcste paiz
- muito superior ao algarismo de oito milhes, i
que lhe lo a maior parle dos geographos mo- '.
demos. Lis aqu,offectivaiiienle, o algarismo Wem 17.D Mana Pelismun
lados as mais cousideraveia do imperio : 1 do Re"o, (xomes, casa lerre
roluSo, 10.1100; Tnger, 10;OO); Arzla 900; arrendada n Ab-.Vraish [Larache], 2,500: Salee Rabal......i.".* ^.IJ-I
12:000; Oar-al-Beida (Casa-Branca). 200; Aza-Ue"118' *'!*> Mannlio
or, 00.), Hazago, 300 ; Salfee, 1:000 ; Mocador, | Cavalcanti de Alb'.i<|U-!niuo,casa
10:000; Agadir (Santa Cruz!, lOji sao estas as
cidades da costa. Quanlo ao norie sao as princi-
pans : Fez, que corita 40:000 habitantes ; Mes-
quincz, i,500 ; finalmente a moderna capital, ea
primeira por s ia irnpotlanca, Marrocos lem urna
populaco de S00i)0 almas. Ha ainda sobre a
estrada de Buchda a Fez, no interior, um grande
numera de eidades, mais ou menos considera-
VCis, qu< contera 10 a 12 mil habitantes ; mas a
so ama ce ludo isto nao cliega a 8 milbOcs de
almas.
O Capitolio de Washim:ton.A localida- I
de de Washington fui escoibida pelo proprio
ingUin, q ie poz a primeira pedra do cap- i
em 18 de selenibro de 1793. Nessa epora, e |
duiauti alguna annos ainda, eclehravam-se as
es da legislatura na praca da Independen-'
ca, em Philadelphia. Acidado cobre um es-1
paco do 60 milhas quadradas. No principio me-,
ia apenas 20 milhas quadradas; porm, em:
rortm-lhe concedidas ma 3 10 milhas. A
instruida sob o plae de Washington '
pelo maj milhas e mcia ; a sua circumferencia de
14 milhas, a sorama do comprimcnlo de suasl
199 milhas, cada praca c largo de 05'
milhas. 1
capitolio lui por tal forma .armiado pelas for-'
.tnicas em 181 que, no anno seguinle foi
ario reconstrui-lo de novo. Em 1828 esta-
la inteirainenlfl reparado. Em 1851 este edificio I
.' a baslo 1 para as necessi lades, que se haviam
ido, e pricipiuu-se a construir duas'
alas.qnt anda nao estao concluidas, assim como
urna nova cpula. O capitolio lem as sallas ne-
jsarias para o senado ea represenlacao nacio-
Liiado eonrpoc-se de 61 membros o a re-
nl ico de 250. Tem lambona nina sala para
i tribunal supremo, coinposl de novejuizes lo-
gados. Sao os nicos funccionarios, que a excep-
tu do exordio e marinha, usamde tragos difie-
re 11 les Este tribunal administra a jusiiea e fis-
alisa os actos do goreruo. O capitolio todo
terrea oceupada pelo proprietario
avalla la por.............
dem 19. Je>uno Ferreira da
Silva, casa terrea arrendada an-
nualmenie por.............
I lem 2ii. Antonio da Silva,
Gusmao Juniar, ca^a terrea ar-
rendada por...............
dem 21. Francisco Serfico
de Assis Csrvallio, casa terrea
arreada la por...........
Ide:u 22. t. Clara alaria da
Assuinneao Sainpaio.casa terrea
arrendada por.............
dem 23. I). Maiiana Doro-
ihea Ju.aquiii3,e Jo,io da Cuuha
Ilegis, casa de sobrado da ura
andar arrendada por.
to do cemilerio, manda remoltor paricitfrmen-
te a V. S. o projecto oaVrecidu pela cmara, o
um trabalho feito na secretaria para facilitar oco-
,.Qmj.QQ i nhccimenlo das dilVerencas que resullaui da com-
"* par.acao desse projecto com o regnlaracnto ac-
1 I nal.
72fl000 i Emquanlo no se reforma o rogulomeuto, S.
Kxc. pretende mandar adoptar provisoriamente e
i desde j as seguntcs aiterocoes Ao art. 22, em
7*<\fi\ '*?" da 30- *- em lugar de 3, 5$. Ao
723001 > arl.2, em vez de OJ. 40J, e 50-3, 10,). 20J. e
I 50-3 Ao nrl. 77, em lugar de 7$ : o a este
T25009 re*l,elo desoja lambem ouvit o parecer de V. S.
e de seus companheiros.
Son com muita estima e consideraco de V. S.
muito atiento, venerador c affecluo'so criado,
'OOvqOO Honorio Pereira di Azeredo Coulinhn.
Secretaria, 17 dejunho de 1852.
Este governo com o sen oflicio de (i do corren-
to reeebeu o trabalho, que lhe incumbir relati-
vamente ao projecto de rotorma do regulamenlo
G0$000 do cemilerio publico, que Vme remelteu com o
dito oflicio, aasigiiado por Vine, e pelo cidadao
i Jos Pires Ferreira, c agradece commissao o
. .. i ter-se prestado a auxilia-lo nosse ramo do ser-
20*'JUU vico publico ; e vista do sen oll'erecimento, con-
tinuar a aproveitar-se dos seus tlenlos e dedi-
Lcacao, como por vezea lera feito, sendo muito
20SOOO' '>nra '0,,,,ar a P'umplidao o esmero com que sao
npresoiilados quaesquer trabalhos, que lhe sao
I incumbidos por ulilidade publica.
Heos guarde a Vine. Palacio do governo de
1008000 1 Pernambuco, 18 de setembro do 1852.
Francisco Antonio Motivo.
Sr. Ur. Joaquim d'Aquino Fonseca.
00^003
Jos Martins Noguera Mello.
Antonio Joaquim Pinheiro de Car-
valho..........
Antonio Martins da Asstimoco. .
Manoel Joaquim de Pauli Silva. .
Joaquim Ferreira Ramos. .
Miguel Luiz da Silva......
Joao Uarcal de Almeida ....
Rufino Rodrigues Sanchos. .
Abdou Nepomoceno Barbosa. .
Joaquim Jos de Mello Jnior .
Manuel Barbosa Cordeiro. .
Francisco da Conceicao Jnior. .
Aostrel ano Autnnio Faustino
Manoel Franrisco Ceelho. .
Jos Alv es Moreira Cuulo. .
Antonio Jos Ferreira da Silva. .
lvo'Aiitonio de Andrade Luna .
AnIonio Joaquim Costa.....
Antonio Jos da Silva Carioca .
Roma o Jos de Oliveira Gitahy. .
Despeza.
Vivo da ra do Amparo .
l'"go...........
Carro triumpliante......
Arcos d.a ra Ilirela e pintura da
do Amparo........
Feitios do lanlernas, papel, azeile,
accendedor........
Sustento los msicos e frete. .
Despeza cCm trabalhadores. .
Madeiras e vnrios objectos
5SOO01
55000 Hanteiga- -
SjOOO1
5[000,
51000 '
5JJO0O Massas -
Oleo de linhaca- Tem sido menos procurado, len- < '-.
5^000 ; do a ultima venda regulado por
j 17O0 rs. 0 galao.
5$000 i Quciios- Os llamengos venderam-sc a
5J000I 1800 rs. cada um.
55000 Vinagre----------Vendeu-se do 120$ a 140iJOOO
5300J rs. pipa.
I Velas sleorinas Vendeu-se a 6 50 rs. a libra.
5000 ; Descont----------De 10 a 12, ao anuo.
59OOO] Fjetes-------------Para o Canal a 35, com tendeu-
5S0i0 ca de baixar.
5JJOO0 ------------------
23000! .
snoo Paula dos prec os dos pnncipacs sene-
2#000.
23000
22(101)
os ce ce "rS^B 1 Horas.
, = = i i 7= 1 7 1 Atmosphera
..gas | ireco. c
" 0 J.tlensidade.
i ia i i -1 x t; -1 s: Centgrado. -1 tr 'A 2 9 -1 5 9.
Ii le IC li (* 1.1 ic t* = -1 ck i- i zr * Ileauniur.
CC Or 00 GD 1 S w i '-i F'thrcnheit
00 Cf Cr -t Sis SS S: = 1 Hygroinetr
-1 -i-i-i-iq V '' B* *" ^ 'slb.3 Barmetro
O
a
w
90
<
o >
" m
0 = 3
r a
? o
b
ra
>
en
EUtes.
23000:
25OOO
39000
28000
13000.
1*100
lOOO
1S00O;
I3OOO;
iooo
2:2193000,
pos c pi'oiliiccfies nacionaes,
tfue se despchala pela mesa do consu-
lado na se 111 and de
'.) a 1! de Janeiro de 1860.
Agurdente alcpol
de agurdente .
dem casaca. .
dem de .ana .
dem ginebra .
dem dem .
dem licor .
dem dem .
ou espirito
300000 '
Publicares a pedido.
Ki*llv*:V.i d trmlnetor.
Obrigado a apartar-me de meu paiz smente
1 por insistencia de mi*us prenles c amigos u
'onde en linha consagrado corno por milagro es-
oapar-me das garras dos ladroes e nssassinos,
I elementos.poderosos em indo, e principalmente
-----------------------jem meu desgranado paiz de Pcrnnmbnco ; vim a
as, 'iiie pela segunda irez Lisboa com minha pequea familia minha mu-
ocenpar aqu
[ Continua'.
Communicados
Ocsprezando os inaul
me dirige o Amiga na ausencia', o quo" bem c.a- i Iher e dous fihos. Nao po Lulo
rae ter isa m sua pessoa, apenas direi algo mas pa-
lavras para que anida -e veja que lhe falta razan.
Nao foi minha a idea de conslrur-so um ce-
milerio publico nesta cid ido : quando do Pars
vollei em lins de dezembrn de 1811, j linha si-
do sanecionada a lei provincial n. 91 de 7 de
ni.aio desse auno, que mandava faze-lo. N.as li-
11 has, que a este respeitohei escripto, se nao en-
emprego algum ncm publico nein particular :
publico, porque Dos at o presente me nao lem
pcrmitllido, nena no pennittira nunca oblet re-
corsos senao licitamente,o nao illieitameute
ionio muitas pesso.as e;n meu paiz.Estando s
por consequencia em um paiz estrangeiro, fni-
me preciso procurar mciosrecreativos para cal-
mar as saudades dnlorosas dos mous c de minha
contra phrase, quo deixc rrer que me aprsenlo I desgrai-ada patria, e nesta intpnco que abiacei
com,, leudo representado o 1." papel na realisoeao de lodo mej roa -ao a estudo da lingua franceza
dessa 116a, e a prova osla em que meueionoi os \ o italiana pelas uuaes cu linha urna uolai el prc-
nomes daquellcs que para istoconcorreram, som dil*ccao.
anlepor o meu aos seos ; deuando de dizer que Tundo cheg.ado no 1" d'abril, comecei a esludar
construido de marnwre'branco 7Mb"o espen- 1ra c'"."' mim T'opraguojava a parle menos, no 1 de maio.No Um de alguna dias.tive a firme
dido co de Washington eHc Ciscina a visla dos 0/,c,artclUa d'' Popl"So. P1"' causa di remo^o persuaso que o estudo era o balsamo tranquilisa-
lnglezis habituados ....sombro "aspecto dos mo- S* ,nhumaSoes das igrejas para o cemilerio pu- dordemeusinfortunios.eoulrasoccupacoes.senaQ
nlos da Gra-Brelanha dii;o, o que moslra qne para essa remoclo in- esta, que o melhor compaulieim do homem.
Alm do capitolio, Whashingtontem alguns
edificios elegantes, assim como o palacio do po-
di 1 .. intivo, o thesouro, o Palenl-Ofp.ce e o
Pnit-Office. \ maior parto destes edificios sao
.!' mirniore, e guornecem a praca l'ensylvama.
Agazcta de Vri.'sl.'iurg publican seguinle :
\ bibliotheca imperial de Saint Pelersbourg
de comprar, por ordem do imperador, urna
curiosa 1 olieceo do manuscriploa orientaes que
"1'-. ... Nao sei se n boa vontade ou o rsejo que en
Nao roma intencao de tazer recahir culpas so- linha de aprender que ajudou me; foi por isto
bre o Rvdm. Dr. Mena Uonriqnes, que disse que I que no fina de dous raez 05 papis, que eu njaria rerebido da presidencia : litado para poder traduzir mal, o franco/, e o ta-
para a reforma do regulamenlo do cemilerio, ti- limo Minha esposa nao pode abracar wesludo
nham ttdo demora em suas mos : o que so po -1 como cu o lena desojado, mas apezar disto, ella
de deduzr de miuhas expresses que dessa do-' conseguio j delle colhor alguns fructos, e mcus
mora provaleceu-se o Sr. Jos Denlo da Cimba o Qlhos muito amados Hara e Francisco, um de
Pigueircdo para por si mesmo reformar esse re- idade de cinco annos, c n outro de quatro tem
gulamcnto, procedendo por este modo som duvi- [ aprendido j com amabilidade as lelras de A B
o principe DolgoroUir tinha aduuiido uuai do 1 ProPCU0",,a I",r esiomouusem uuvi- aprendido ja com amabilidad- as lelras de A I
emba sador da Russia na costa da Persia Dor Passageira do patacho nocional Canuam M 0pe- quo "ao 5stav*mos mu,, dispostos amigos urna prova que, nao obstante aer de ida-
vindo du Rio de Janeiro : Prancellina Mara f f,"vir no au8mcnl do cer,os ordenados; e, se de ovaneada d.i-me ainda ao estudo; e como
da Conceicao,
Passageiros do hiato narional forge, sabi-
do pnraAcarac: Joo Rodrigues Machado, Ma-
\ C uiario de Messias.
Mu uioiuo ri buco !
Malaram-se no da 5 do crrenlo para o ton-
ino Jesla cidade O rezes.
No da (i do mesmo 62.
So dia 7 do mesmo 98.
UORTAUDADR 00 OA 6 DO COHRENTF. :
lia. bianca, 1 anuo, convulsoes.
fallei em euipenhos, que se deram para augmen- j nao encutrei outro alein desle, venho offere-
to desses ordenadas, foi porque com effcilo os I cer-lhes um trabalho insignificante em si mes-
Uve para isto, nao bastando mais do quo recor- mo. e que s devido a meu pouco estudo Con.
rer-seao regulamenlo reformado pela presiden- um do mcus passeios, encontrei na loja de un
ca e confronta-lo com o anterior, p..ra ter-se a livreiro um livrinho que por sua grandeza saiis-
prova do que digo
Nao s.u se sou Ummodcsto porque me esforco
fazia meu grande desejo ; examinei-o. e mo pa-
recen de fcil Iradncco, euganei-uie, achei-o
muito dillicil para mim, perguntei pelo prego,
pedirm-mo um tnslao oomprci-o, e entrei
em casa, e urna vez eni meu domicilio vi que
te que tomo em serviros prestados a esta pro- j o linha comprado por urna soturna muito modi-
em que nao fique no esqueciraenlo o uome do
Sr. vsconde da Bda-Visla, quando os de outros
sao lembrados, e [.orque alguma vez digo a par-
COI.I.ECTORIA DE OLINDA.
Lancanaento la declina dos predios
urbiiuos do districto da colleeto-
ria que lem de servir no anuo II-
naneelro de ih:;> miso, pelo
collector Alanoel Jos de Azeve-
do Aiiioriui.
."na per delraz da Casa-Forte.
. 1. Joao Ignacio do Reg,
r.a?a larrea arrendada por..... 120#000
IJem 3. M .noel Luiz Goncal-
ves, casa terroa arrendada por. 72#000
dem i. Francisco Jos AI ves
Guimaraes, casa terrea arrenda-
da por.................. 2005OOO
dem Ilenrique de Miranda
Henriques, casa terrea arrenda-
da por................. 7-2^000
IJem 7. -Anua Maa do Livra-
mento, casa terrea oceupada
pela proprielaria avaliada por.. 72^000
dem 8. Viuva do Tenente
Coronel Jos da Costa Rabello
Reg Monteiro, casa terrea ar-
rendada por............... 602SOOO
IJem 9. Jos Paz Barreto, casa
tarrea oceupada pelo proprielario
avalitda por............... 120*000
IJem 10. Joao Matheus, casa
terrea oceupada pelo proprie-
tario avaliada por.......... 500*000
Ra do Poco.
N. I. Herdeiros do Commen- .
dador Vicente Thomaz Pires de
Fi^iiereido Camargo, casa terrea
arrendada por............. 200^000
dem 2. Frederico Chave?, ca-
. provincial, quergral, peticao minha aproannta-I verao meus prenles o amigos, dos qnaes nao
; da em lempo algum, na qual eu pretendosse temo censura alguma, e a quem oll'ereeo este
; qualquer cousa ; aerescenlando quo hei feito' trabalho insignificante dando a preferencia a
. mais pela sciencia do que elle o sen pai, e que, ] meus rm.aos, ir.idu.-eaoacompanhada das sauda-
; se tallo alguma vei em sor vicos por iuhii presta- des quo o amor o mais temo me arrancara J
l dos a provincia, fdzendo-o Smente para que se j fundo de meu cora -ao.
veja que estou habilitado para Halar das mate- i Recebei lambem'da maior forca de minha alma
ras a que se relerem, son menos immodesfo do um triste ad.:os de vosso irmao."
que esses, que nidndan pr seus noriies em es- i Joo Francisco Xavier Pues Barrito.
tabelecimonlos qu
sua fundaco nao
Mnguetn mais .lo que eu desejav.a que o .li- u. Siud escripia por E. de Mirecourt, e publica-
oo na uusencia n
seu primeiro com
g.ar, em que lem .
nao esqueceroi do
(jncia,8uppe qu
! nao fundaram, ou
oncorrerara.
que para] (Traduzido fieltnonlc do francez que se l' no
principio da Iradudeao em portuguez da vida de
Dcspczas iniudi s.
Receita
Resto .
1:S^mS demrestUadae dore!.....
20051)00 Algodo em plun a l. sorte .
dem idem 2.a dita .
5;S20 dem jjem 3.a dita .
6K300 'd.'in em caroeo.....
1348640 Ano/ pilado......
1918170 dem com casca.....
.'. ^!! ,d,-'ni bratteo novo.....
30jjl)00 .. i ,
__________ dem mascavado dem .
2:24319901 Azeite de mamona
2:219^000 dem de mendoini e de COCO.
l^oi lcha nna.......
__________dem gros.sa......
Dr. Jos Joaquim Firmii
COMMERCIO.
PRACA 1)0 RECIPE 7 DR JANEIRO DE 1860.
S TRES HORAS DA TARDE.
Cotacoe.- oiflciaes.
Descont re letras10 U.D ao auno.
Camino sobre Londres 90 d/v. 2~> lr{ e 25
l|2d.
francisco Mmate de Almeida.
Secretario.
AI.FANDF.GA.
Rendimonto do .1 a 1 a 5 .
dem do dia 7 ....
HOVIMENTODA ALFANDEUA
Volumes entrados com fazeudas .
t com gneros
: Cafe em grao bom.
dem dem restolho .
dem idem com casca
dem moidu.....
Carne secca.....
; Garvo de madeira .
, Cera de carnauba eni pac
dem dem em velas.
; Charutos bons .
' dem ordinarios .
dem regala. .
Chifres......
Volumes sahidoa com fazondas
com gneros
64-420*749 L
12:5668051 Cocosaeccos......
---------------I Couros de boi salgados .
.6:986^80,1 i je i,, [dem seceos espichados,
dem idem verdes.....
[dem de cabra cortidos
dem de onca......
Dosce de calda.....
dem de Guiaba.....
dem seceos......
79
56
= 133
20;J
ol
Descarregam hoje 9 de Janeiro.
Barca inglezaCrilerion fazondas.
Barca inglez aCorabacalhio.
Buguo ingle zVolanlidem.
Barca americana Imperadorfarinha de trigo.
Talacho americanoHeury & Dedio- idem.
Barca americanaVirginiaidem.
Urigue portuguezMana Iguoz=Jivcrsos gne-
ros.
Darca americana=Margarelho reslo.
Patacho americanoA. J. W. Appligath fari-
nha de !go.
Inaportaeaoi
Brigue inglez Pbfani, viudo de ierra .Nova, dem dem ordinario.
consignado a Saundcrs & C, manifestou o se- Gomma polvilho -
8".'"Io ; ,, Ipecacanhua.....
ztfoO baincas bacalhao : aos mesmos. .. ,.,i.
CONSULADO GERAL. Lenha 0,n *bM* ?1'""" ~
eudimento do dia 1 a 5 9-1)88*582 dem idem pequeas. .
Idem do dia 7...... 436999 dem em loros. .
; Espanadores grandes
; dem pequeos. .
Esleirs de preperi
Estoupa nacional .
Farinha de aramia
Idem de mandioca
Feijo.....
Fumo em folha bom
dem idem ordinario
dem idem restolho
Mein em rolo bom
~~~~~\ Madeiras cedro laboas de forro.
jftJBUaBl Luro pranch6e8 d0 o cuslados
DITEHSAS THOVINCIAS.
Rcndimento do da 1 a 5 .
Idem do dic 7 ......
o rcapondeasc como tem feito :
nunicado j deve estar no lu-
0 ser li.lo e apreciado, e me
segundo. Se o Amigo na au-
me nllingram seus insultos,
engana-se: o cuspo, que laocou-me, cahiu-lhe
sobre acara, e asaos insultos n.o passam de la-
tidos. Nao com insultos, una se dnalroein as-
sercoes firmadas un documentos, e o publico de
Pernambuco b; alante esclarecido para apre-
da em Lisboa'
Brandera Brandis & C, 359 couros salgados.
F.xporlaeo,
Liverpool com escala pela Parahiba, barca in-
gleza O. Auna, de 12 toneladas, conduzio o
seguinle : 2, 00 saceos assucar, 74 saceos cora
de carnauba, volumes cobre velho.
RECEBFDORIA DE RF.NDAS INTERNAS
GERAKS DK PERNAMBUCO
Rendimonto do dia 1 a 5 2:80 5$ 60
dem do dia 7...... 428$781
Costadinho. ...
6s r,.......
_______l-nrro.......
747g559 Soalho.......
Varas agnilhadas ....
dem quiriz......
Vinhrlico pranchoes de dous
custados.......m
caada
botija
C m.-.il.i
garrafa
caada
arroba
p


arroba
alqueire
arroba

caada

arroba

,1!-. I 1

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libra

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libra


>>
urna
arroba

alqueire
al.(ii.-ir
arroba


arroba
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.>

nina
u in
una



r.oo
640
280
720
7fJ500
O Illm. Sr. Inspdtor da Tlieoursria Pro-
vincial, em cumpriuieiilo da ordem do l-'.\in.
Sr. Presidente d3 Provincia, man la fazer publi-
co, que no dia '26 do correle si hade arrematar
I peanlo a junta da mesma thezouraria, a quem
por menos fizer a obra de quinhentas bragas do
empedramcnlo entre os marcos oito e dez mil
bracas, na estrada da Victoria, avaliado em
"60 8:8O(>?000 res.
A arremata^c seta fuita na forma Ja lei pro-
c, i vncial n. 343 de 4 do maio do 1854, esob
' as clasulas especiaes .baixo copiados.
As pessons.qtie fe proposerein a esta arre-
matafo compareeara na sala das sessoes .la
mesma junta no dia cima declralo, pelo meio
da cou.peKiilcmcnle habilitadas.
E para quo rhegue ao conheeimTito de todos
fi$500 so mandn Bfixar o prsenle e publicar palo
S$125 Diario O Secretario A. F. d'Annuneiscao:
3j000 Clasulas especiaes para a arrematagfio.
3g500 i. () empedramento Je quinhentas bracas
43100 j entre os marcos oito e dez mil bracas na estrada
2$4O0 Ja Victoria, ser executado conforme o orea
800 j ment approvado pelo consellio da directora,
2$500-e nesta dala sulimeitido a approvnco do Kxm.
7^0001 Sr. Presidente da Provincia na importancia de
3^840 8:8009000 ris
605001 2. As obras do empedramento comee .rao
4}000 no praso de um mez, eterminarao no de dez,
5|000 ambos contados na forma da l.-i numero 2SG.
IJGOO I 3. 0 pagamento da importancia da anema-
6$000 i taco, ser effectuado em tres presiaces gunes,
2g(00 corresponden'esa c da terco da obra execulala.
1031*00' 4. 'a'a ludo o mais que nao esiiver especi-
,{ 1 Picado as presentes clausulas, ser observado o
que.iispoea lei numero s80. Conforme
800.^ Secretario A. F. d'Annuriagao.
2S500 i ..Olllm. Sr. inspector da Ihos..tirara pro-
5^(1(10 v'nr'n'< cm cumprimenlo da ordem do Exm. Sr.
a*!J; 1 Presidente da provincia, manda fazer publico,
f,,;'-! que no da 26 do crrente, perantc a junta !.a
272 n ma thesonraria, se ha de orreniatar, a qu -rn
jrjQ por menos fizer a obra I. 500 bracas de enipr*-
' : dr.anienlo entre os mano- 1(1 el 2 ;"::il tiraros da
*' es'iada ii 1 Victoria, avaliada em 8:Si.'l5.
30i)' A nrremata^ao ser feita na forma d.< 1. i pro-
lOgOOC vincial n. 343 de 15 de maio de 185i, e sob as
500 l'''1u'": especiaes abaixo copiadas.
', ^s ; 'ssoas q i se propozerem a esta arrema-
-' lacao cnmparecam na sala das sessoes da mencio-
ljJOOO nada junta no dia icima indicado, pelo m o
di.-., competentemente habilitadas.
E para constar pe maudou afixar o presento
e publicar pelo l/ioi i >.
Secretaria da Ihesouraria provincial de Per-
nambuco, de Janeiro de 1S50. n secretario,
.1. /'. da Aiuiiiiicia' io.
Clausulas especiaes para a arrematado.
Artigo 1.*As 500 bracos de cnapedr.imen >
entre os marcos 10 e 12 rail bracas da estrada < a
Victoria, serao executadas di- ronforn idndo
com o orcamento approvado pela directora em
conselho, c nesta data submetlido n appiovaco
do Exm. Sr. pres I da provincia na impor-
tancia d 8:80U9.
Arl. 2." :. 1 .'i comecar no prazo
de um mez o terminara no de de/, meres amb s
contados de couformidaJc com a lei 11. 286.
3g20U
1$600
300
lgGOO
3000
23500
G3000
1-ISGOO
9$000
7g000
12^000
6g000
3J200
-2350(i
13G00
12(!0
4 14SOO0
S3000
Art. 3. o pagomento da importancia da :.r-
rematacao ser ellVctua.'a em Iros preslacois
guaes correspondentes a cada U 1 da Jbra
exceulada.
Vil. 4.Para ludo o mais que nao se achares-
pecificado as presentes clausulas, ser observa-
do o que dispoe a le provincial ;.. 286.
Conforme.0 secretario, Antonio Ferreira da
Annunciaro.
3:233*241
ciar os argumente
do est a tazo.
Sinlo'que o Amigo na ausencia s eonlest.asse
0 que disse o M01 arehtta Constitucional depois
que S. M. o Imperador dcixou osla provincia, e
que nao quizesse figurar na discussao, que tive a
respeilo de ponloi historeos de Pernambuco, que
sao obscuros : so
dendo as glorias
casiao do moslra
algumas cousas q
se lomasse parte
discussao, pela q
sapresentados, e vei de que la- Commissao central.
Capitao Antonio Guedes Guudini
entau so aprn&eotasse defen-
ie sen p.ai, teria favoravel oc-
0 seu lalento, e eu a de dizer
te nao scriam Lmproflcuas ; e,
na discussao histrica, lalvez
noseselarecesse melhor do que conseguio essa
lal niostrou interessn quem est
rauitissimo cima do Amijo na unsencia, nao
s pela posicao qae oceupa, senao pelo talento e
illustcn^ao que U in.
J tendo os do is communicados do Amigo na
ausencia, nao pneriso de outros documentos pa-
ra dest'uir ceda intriga, que talvez nao lhe seja
cxlranha; 0. como nao cscrevo para a camarilla,
a que perlsnce o Sr. Cunha c Piguoirodo, e sirn
!.ara o publico, qiue o grande juiz e que j nos J0S0 Alvos Pragana.
.a de !cr jnlgido, em attencao a eslo aprsenla-: Urbano Guedes Goudim
Dr. Jos Joaquim I'irmino
Praneellno Ferreira Crespo .
Leocadio Jos do Fgueiredo.
Tenenle-coronel lenlo Jos das No-
ves Wandericy......
Tenente Francisco de Paula Ca-
bral..........
Padre Manoel Marques Barbosa. .
Francisco Antonio de Castro. .
Padre Jos Paulino da Silva Mon-
teiro ..........
Dr. Honorio Fiel de Semaringa Val
Curado.........
Antonio Francisco Pereira Jnior.
Major Araiinio Americo Tavares da
Cunha Mello.......
Dr. Domingos l.ourenco Vaz Cu-
rado ..........
Dr. Francisco Tavares da Cuuha
Mello.
dem idem custadiuho de dito
dem laboas de costado de 35
a 40 p. de c. e 21/2 a 3 de
largura.......
dem idem dito de dito uzuaes
dem idem de forro ....
dem idem soalho de dito .
4:5923572 i [ern em obras eixos de sectipt-
27280*8021 ^ para carros ......
i dem idem rodas de dita nata
100*000' PRACA DO RECIFE 7 DE JANEIRO DE 1860, ,.,,,
SOjJOO S3 HORAS DA TARDE | fw.........
M''l.........
303000
i8jooo
GOIANNA.
Listadas pessoasque subscrocram pa-1 cnsulvdoprovincivl1
PaOS lestCJOSlHlhliCOS tle S. M. lia; Rcndimento do'dial a5 '. .' 19:6883230
citlailc de Goiauna, por occasio de;Idem d0 di
sua imperial visila mesma cidade.
1 ooosooo
453000
1) 203000
>> 63000
I 12S000
par
103000
50:000
505000
50000
5O3O0O
5113000
505000
50*000
500OO
509000
OfOOO
30000
303000
205000
20?>000
AS 3 HORAS DA TARDE
Revista semanal*
C?nibios- Sacou-ee sobre Londres a25, i Milho. .
25 1/4, e25 I/a d. por 1&000; Pedras de amolar,
sobre Pars a 390 ra. DJffr. Wem dc fillra|.
sobre Lisboa de 110 a 112 % de
premio; c sobre o Rio de Ja-
neiro ao par, e a 1 % ; subin-
do os saques a 60,000 S.
Algodo Nao consta se effecluasse ven-
das, mas he provavel se abra a.
8)000 por (5).
Assucar---------Os bramos cnnservam o precio
de420a l800 rs., eos sme-
nos de33zOO a 3400 rs, por (51,
paraos ormazenarios. Effec-
luaram-sc vendas do mascava-
do purgado para exporlaeao de
2700 a 23800rs. por (1$, o Ame-
rica de 2g.l50 a 2J000, e o Canal
a 2$350 rs. A entrada foi pe-
queo, e o deposito no avulto.
dem rebolos .
Piassava em niolhos .
Sabo......
Salsa parrilha .
Sebo em rama. .
Sola ou vaqueta juicio)
Tapioca.....
1 nli; s de boi .
Vina.sr.re
Mov ment do porto.
A a vis entrados no dia 6.
Terra-Nova28 dias, brigue ir.glez loenfe' de
103000'
lgOOO O Dr. Manoel de Barros Brrelo juiz i!e paz do
C30OO1 l.districio da freguezia do I'ocn da Panel-
2s240 la, em virtudeda le, c.
13600 Fago saber qufllc3;lora desta freguezia, no dia 15 de Ja-
neiro do auno prximo futuro, como determina
o art. -2> da lei 11. 887 de 19 de agosto de
18 G, para execurju do que dispoa a mesma
lei, acerca da revisSo o quiilificacao .los citla-
dos votantes, o lambem do quo a respeilo de-
termina o decreto 8 2 de 19 de setembro de
lOSO e 1812 de 23 de agosto de 1856. mis-
ter para o indicado Om, que so reunam os elei-
lores, e supplentes tiesta freguezia, em conse-
quencia do que e em vutudodas resolu{o,-s do
governo os convoco pelo presente, para se acha-
ren no indicado da as 0 horas da manliaa no
consistorio da igrt ja mnlriz, sob pea de incor-
rerein na mulla fulminada na lei citada, aquel-
ses que faluarem sem motiva justificado, os
quaes eleitoies 6 suplientes cima remoca los
lo os seguales senderes :
Joo francisco de liego Maia.
Henrique de Miranda Henriques.
Jos Theoduro de Sena.
Dr. Antonio Joaquim de Moiaese Suva.
Dr. Jos Bernardo Gi.lvao Alcoforado.
Florencio Jos Carnciro Monteiro.
Jorge Viclor Ferreira Lopes.
Joe Francisco Pires.
Antonio Jos Gomes de Correio.
Jos Felisberto da Costa Gama.
Sebastio AfTonso do Reg Barros.
Francisco Duarte Coelho.
Jos Lopes Carneiro da Cunha.
Jos Francisco do Rogo Barros.
Mancel Teres Campello de Almeida-
SOJOOO
caada 210
alqueire 2$500
urna 800
93000
lg280
un 200
libra 120
arroba 253000
ItigOOO
urna 3$200
arroba 3000
cenlo S300
moa 50*000


f*)
Joau Luiz Vctor i.euiner.
Francisco Jos AI ver (iama.
Vigario, Francisco Luiz de Carvlho.
Francisro Cesario de Mello.
Prmcfeco Marinho de Albuiucrque Mello.
Jo.' Gomjalves da Porcuncula.
Jo Ignacio Peieira da Uocha.
Joo Paulo Fcrreira.
Dr. Luiz Carlos do Magalhas Breves.
Nicolao Machado Freir.
Or. Joaqun) Francisco de Miranda.
Antonio Ayres Velloso.
Jo Bernardina Pereira de Biito.
Jos Marques da Fonceca Borges.
E para que cbegiie uo conheciraenlo de to-
dos manlci pastar o presente, que seta afiliado
no lugar ruis publico desta regnezia, e publi-
cad o pala impronsa. I'rimeiro districlo da frc-
guezia do P050 da Panella, 15 de de/.cmbro de
1859, Ku Joo Nepomoccuo Rbeiro, csctt-
voeecre\i, M. de Barros Brrelo.
Joio Baplisla de Castro e Silva, official da or
dcm da usa, o Inspector da Ihesouraria de
azcnda do l'ernaiubuco por S. M. I que Utos
guarde.
Paco saber nos que o presente edital virem .pie
< ii] cumplimento itaordero do tribunal do the-
soui nacional du 14 d novembro prximo pas-
s.ido so cooncca a fa/.er npsta thcsouraria .1 subs-
tiluicao das notas do SOOjjOuO da primcira, se-
gunda c tercena estampas. Os seus possuidores,
pois, podem apresenla-Ias ao Ihesoureiro desta
Ihesouraria, une Ih'as I mear por nutras de di-
versas valores. Thesouraria de Pernambuco 5
de dczeinbro de 1859.
Joan Uapiista de Castro e Silva.
eelarai^s.
Rj S'KtS p
do consol
Janeiro p
Sala d
para forn
dezernbrc
coronel p
.060, coi
c
Pela ni
blico, qu
i ..^ .-..io.t |> 'opost.is fin carta lechaou na secretaria
-' io as 10 lioias da manhaa do dia 9 de
oximo viii''ouro.
is sesses do conselho administrativo
cimento do arsenal do guerra 30 de
de 1859. lento Jos La menta Lint,
esidenle. Francisco Joaqun Ptrcira
inel vngal secretario interino.
MSULADO PROVINCIAL
sa do rematado provincial su faz pu-
os 31) das otis para o pagamento a
hora do c Dfro da decima dos predios 111 baos dj>
regite/.ia
nalisam 1
rorrem 1
que de i xa
ao prime
a 1560.-
WABtO HE PERNAMBUCO. Sr.utSIU FFJ1U 9 W. JaWJRO DE 1860.
desta cidade e da dos Afogados, s>: li-
o din 7 do corrente. Ando os qnaes en-
a mulla do 3 por renio todos aquellos
ein de pagar seus dbitos pcrtanccwes
o semestre do anuo Qnauceiro de 1859
) administrador,
Antonio Carneiro Machado Rios.
O II ni. Sr. inspector da Ihesouraria de fa-
zenda des a provincia manda fazer publico que,
conformo se annunriu, nao leve cTeito no da
21 do ror ente a arrematar*] da parte do sobra-
do ita doui andares amada Guia 11. 29, ponde-
rada aos I erdeiros de Antonio Fcrreira Duarl-
Velloao : i por isso tica a mesma arremalace
trausferid para n dia 7 de Janeiro do anuo seo
Kuinle. : ecretaria da Ihesouraria de fazenda de
Pernamb eo 23 de dezcml.ro do 1859.O oflicial
maior intiriuo,
l.ui: Franciscc de Sampaio e Silva.
Banco dt; Periiambuco.
o l>i neo de Berna m buco 1 eco-
llie as notas de sua emissio de H'M e de
20$, e pede aos possuidores das mesmas
o tavor de as viran trocar no seu es-
crptori>, das II horas da manhaa at
as 2 da tarde.
O agente Pestaa continua a estar auturisadu
pelacommissao liquidalaria da extincta socieda-
de de iar.ao e lecidos de olgodao pira vender o
restante do terreno do sitio da mesma sociedade.
Os pretendenles podem dirigir ao armazem da
roa do Vigario n. 11, a qualquer hora do dia a
entender-se com o difo agente.
.Novo
O no\
Scgunda-fira 9 do corrente.
PELO AGENTE
Valtaran, coidoaili, verbas, codernaes,
quatro baleeiras cavilliadas de cobre,
vacilhaue para agoada, barris vasios,
depsitos de robre para azeite e nina
inlinidade de apetrechos proprios para
a pesca de haleia : terca-feira 10 do cor
rente ns 11 horas ena ponto no arma-
zem alfandegado de Jos Antonio de
Araujo no caes de Apollo
NA.
A
po Santo
ti pata
ileve sani
alguma c
commoda
Pela administraran da uiesa do consulado des- >C
i i r.dadc se faz publico quo no dia lOdo corren Sogue
lo, porta da mesma, leem de ser arrematadas dos o hia
ao meio dia em ponto quatro saceas rom fari- ciiiilu) Ni
nha de mandioca e nina rom niillio. todas ava- prompta
liadas segunda vez em 103250 rs., as quaes fo- Cora os r
ran apprehcndidas pe!. guarda Miguel IVr^ira (.ruad
raides, por virem de Mamaiignapc pela barca-1
;a Conectado de Harta, mostr Manoel Tavarcs
da Costa sem a respetiva guia. Segu
v arrematado livre de direilo ao arrema- SoftralaiM
le, n as sacras cima meiiri depositadas no trapiche do Cunta.
Mesa do consulado de Pernambuco 5 de Ja-
neiro de 1800.
O administrador
Juiin \nticr Carnet!o da Cnuha.
(onscllio a<1ministratvo,
0 conselho administrativo, pira forneeimento com
irscnal de guerra, Icm du comprar os ob-
j-'ttus s- giiinies .
Para o presidio de Fernando.
'.MO alqueires de Fatiuha de mandioca, medida
lelha : i paos de jangada de 3 c meio a 5 pal-
si ; 2 pecas de cabo de linho de a 7 pol'ega-
das; i biiiicas deiaiinha de trigo [marra ^s ;
saceos de arroz pilado da mellior qualidade ;
i barricas ilc assueor bramo fiiio;"l barril de
vinagre de Lisboa ; 6 livros era branrn de 200
folhas C resmas de papel almaco branco, 6 di-
de dito paulado ; 2 meias resmas de papel
de [ii so branco rroinba ; 12 canelas de espinho
dequand ; 1 raixa de pennasde aro envernisa-
das; 20pennas de. gango das chamadas de secre-
taria; 4 i aniveles linos para aparar oennas: I1 nn.ik.i,iv,
M vZ"ecos? "K1ST; ,0S;.S'. ^C 2?PU. 'A Jo Corp. Santo n. 6,
1 dita de cabo de linho fino para adriea de ban-
visos nanlmos.
r, Maraubo e Para.
m doucos dias para os pollos indira-
nacional Lindo Paquete, capito Ja-
nes da Costa, por ter parte da carga
pata o resto e passageiros, trata-se
nsigaatarios Alraeida Gomes, Alves &
Cruz n. 27
Cear e Acarac.
o dia 11 do mi / concille o palhabole
, capito lales ; recebe carga; a tra-
letano Cyriaco daC. M. no lado do Cor-
n. 15.
Para Lisboa.
10 Flor de Mara iuiprclcrh elmenle
no dia 12 do corrente ; anda recebe
rga e pnssagciros, para o quo lem bous
: a tratar na ra do V;gaiiou. i9, ou
V. na (iraca.
Na livrai ia n. 6 e 8 da praea da
Indep-ndencia precisase fallar ao Sr.
Andr Abreu Porto ou And re Alves
Porto-
Almanak da provincia.
Sabio a luz ai'olhinha com
o almanak da provincia para
o corrente anuo de
A barca
pr meira u
segu par
da.le, rece
os cnnsign
da Cruz ii.
nacional Impera tris Vencedor, de
archa, pregada o forrad* de cobre
o lo de Janeiro com muita brevi-
e aiiida alguma carga : trata-so com
larios v 11 v .i Amorim & Filho, ua ra
i, ou com o capito na praca.
No dia cima Jesignado o pelas 10 horas da
manha na cocheira do Sr. Flix da Cunha Tei-
xeira em Fra de Portas, ra dos Guararapes, o
referido agente vender em leilao publico por
cotila de quera peilencer
Em lotes a vontade dos com-
pradores
fim grande lote de burros vindos de Montevideo
na galera franreza Rao,.
A qualidade desles nniuiaes e bom estado em
que se arham oflfererc occasiao aos agricultores,
tropeiroso carrocciros do se munirem dos me-
lliores meios de conduceo para Iranspoite de
suas cargas .' nSo s porque supportam un enor-
me peso, como alcancam em preste/a de cami-
nlio urna velocidade de igual a qualqucr locomo-
tiva.
Os apreciadores das bellas ra^as de animaos
podem examinar o mencionado lote de burros
desde j na cocheira cima dita.
joqual se vende a 800 rs. na
praca da Independencia 1 i vra-
iL!b J J_k il ^}J Vl(l 0 e 8 contendo alm do
Tegunda-fira D do corrente. i K0'.0,l('ar' ^eclesistico e
Bradock Cbester capito da barca clVlI:
america Leander condemnada neste Noticia dos priliciraes esta-
ra leilao por mtervenrao o\oB dd Europa 6 America COI
o nomo, idade etc. de seus im-
peradores, reis e presidentes
Porta daalfandega
Quarta-feira 11 do corrente
<) agente Borja (ara leilao na porta da alfan-
dega defronle do armazeo do Sr. Anuos, por
conla e risco do quera pertencer, de 12 barricas
com cerveia branca, 1 i latas de. bolachinha de
soda do i libras o 500 dilas do ditas de 2 libras,
que ludo ser vendido ero lotes a vontade do
comprador e sera reserva de preco Principiar
as 10 horas eni ponto.
Avisos diversos.
Binoclos mgicos.
chegados ltimamente com novas e lindas vis-
tas em collorido e illuminados, do dia o de noi-
le ; objecto inleresaanle s pessoas de bom go-to,
o as que passam a festa ; caixinlias com bonios
apparelhos de vidros para mancas : na ra da
Imperatriz (aterro da Boa-Vista) loja n. a8.
Aproveitem ernquanto
tempo.
Duas escravas recolhidas excellontes cosinhei-
rase engommadeiras, de idade do 22 a 2 aanos,
urna dita de bonita figura de dado de 21 anuos,
urna linda negrinlia que cose bem, de idade de
13 anuos, um eseravo de boa conducta de idade
de 29 anuos bom comprador, e mesmo para en-
genho por 1:400}. un boniu nioleque de idade
de 13 anuos, por 1:200, tres escravos para lodo
o servieo muito em conla : na na das AtlUBS-
Verdes n. 4(. '
_ Ocaiieiroque scofferecc para taberna, diii-
ja-sea toa da Santa Cruz n 1, esquina quevol-
ta para a ra da Alegra, que adiar com quom
Ilutar.
Na roa da Cadeiado Recife n. 5i, desoja-se
tallar com o Sr. Raimundo da Silva Maia a ne-
gocio.
Loja do'bomgoslo
Na roa Nova n- l, loja do bom goslo, chegou
ltimamente ura grande sorlinitrito de vestidos
I oe sedado variado gosto c padrao, assim como
corles de cambraia de seda do lindos padroes e
cores mu bellas, proprios pata baile, ditos de
cambraia branca, ditos de tarlatana bordados a
, retroz, ditos de phantasia, ditos de populjna (fa-
; zenda novissima no mercado), organdiz, gaze,
Icambraias ora peqas, de muito delicado gosto
manguitos e gollinhas, liras bordadas, cnlre-
meios, lilo de linho branco e prelo, luvas de Jou-
vin e de Escocia, chales de louquin e de seda, e
de muilas qualidades. manteletes de lil, seda o
de cambraia, grosdensple preto para a quaresma.
; unos decores, sodinhasde quadros de lindos pa-
droes, e um grande sorlimenlo de fazendas pro-
I" as para a praca, por seren do mais afamado
i goslo e modernismo ; veudo-se por menos do
[queem outra qualquer parle, com lano que se-
|ja a Hoco de dinheiro ou n,c.-mo de olas do go-
, verno, ou de qualquer dos Bancos,
i Vendo-se urna carraca nova para conduzir
agua em pipa : a tratar no largo do Terco n. :t2.
sobrado. *
Vende-so ou arrenda-so um gran !
i! i" sito ni
ens
ari
u
Oveleiro brigue nacional TINO, de primeira
marcha, pegado e torrado de cobre, pretende
umita brevidade, lem a seu bordo
deseu carregament prompto : para
llie Falta e passageiros, para os quaes
iies commodos, Irata-socom os seus
os Azevcdo & Mondes no scu escrip-
'.i o/ ii. 1.
; 1 larra-ha espingardoira; 1 bigorna ; J
lomos; 2ditos de mao maior e menor; 24 li-
mas chalas de !) polleaadas ; \ i] I is ditas de 7
dilas ; rii ditas triangular de 7 a v. pollegadas, li-
nas e grossas : 21 ditas meia caima de s ai) ditas
duas ditas; 12 ditas de desbastar de 13 o li'
pol|egadas ; 12 alicates sortidos ; meia arroba
Je ac para molas do espingardas; libras de
".ii al ; 2 arrobas de ferro em fotha ; Zquintan dous tercos
rro da Su ria de 3 a I pollegadas ; 2 dilos o resio qW
,::" sonido ; 4 arrobas de dito dito de 1 icm eicellc
- .i : 2 dilas devrga'.ho del quarlo dito ronainialai
de dimetro; 1 ditas do dilo de meia pollegada Uono nnd
lito; dias de dilo de 1 dita do dilo; i "''"
. .Mae* de i, ro le -2 ditas de dito ; 2 arrobas
de dito de varanda ; 2 nialh ; rro de 8 i li
""as; 1 ban ea de areia de caldiar; 1 latas de
eniiz lefetrciro; l bigorna ; 2lhesouras mai i
un uor, -J n ariellos surtidos; 6im ci I ditos;
i, serrotes grandes maiores n menores ; :! ditas
de (iva ; 6 Irados sortidos; l\ verruma; de guar-
nidas ; 24 grasas soilidas; 2 foimes
dilos ; 21 ferros de galopa sortidos ; 12 ditos de i
desbaslai 12 dilos parajunleiras; 12raachadosl _
de cara pina ; 2 ferros du guilherme cora sepo ; Oveleiro e bem conhecido brigue nacional
n i ti '- si rtidos : C r impacos dilos; [ditos ^'MIRANT S, pretende seguir rom muila bravi-
las de a 5 pollegadas; 12 goivas surtidas; '';uJ'' '"'" parle de seu carregament abordo:
' 9 pequeas de armacao; 50 machados P*ra n'sl' 1" ",0 f'la 'rala-so coniosseus
uas; 1 ciitello; 2 raspi'as ; 2 enxilesaoiva consignatar os Azevcdo & Mondes, no seu escrio-
rlo i.ira' leilao por interven tilo .
agente II\ ppolito da Silva cora autori-
sacao do inspector da alandefja e em
presenca do cnsul dos Estados-Unidos
do casco do dito navio de lotarao 212
toneladas, forrado e cavilliado de cobre
com mastros, amarras, ancoras e50 to-
neladas de lastro de ferro, tal qual se
aci.a no ancoradouro destt: porto, on-
de os prctendentes opodeaoexamimr:
segunda-feira ) do corren fe ao meio
dia em ponto na porta da associacao
commircial.
Consulado de Franca,
seg.- cora li
ca, ca .
pane do eaiji
trele, c lera
ros : que ni t
lender-se ci
roa da Cruz
naca do coi
ti si'i ras pequeas de ..
1 cutello ; 2 raspi'as ; 2 enxoos goivas
mao ; 2000 cravos sortidos para barril ; 2ar- ,orio' nia d Cruz "
rabas de arcos de ferro de 1 1/2 pollegadas;
ira di sci upira suflicii ute para 2 i
- apira para os n esmos ; :; p is de
l : iprio para arreios; li linhas ou Ira ves
12 frecbaes; ciOcaibros; 200 diuias de npas ;
JO eucliams ; 2 duzias de I a boas do amarello ;
10 dil .i,- ,:, .. iro 3 lli lijlos de la Id-
ilio ; i duzias do de tacs quesejam proprios para
lioui.'iii; niei i an I i ra pi la.
Quem quizer vender laes objeelos apre
las propostas era cana fechada na secretaria
do ronselho ; da u anha Jo uia 'J Je
sin.o : mro.
iies do i idmi
menio do arsenal
d; i >"9 J Lamenh i
'''-"',L lente.Fi : : um, /vm-
' i Lobo, i ii l 2a| ., ci .;,.,,, nienno.
Adininislmf&o do correio.
io do corn io di sta cid i lo se
nblico, que era cumprimeulo do deer. lo n
iS d15de n i .: 18M respi i.... iistruc-
- boje lugar o proc isso le abi rtura Jas
'arl pert nccnlcs a > exercii io de
!. Icnina las i consumnio .
i-lMu rcgulamentodosi irrei s de 21 de d .-:,.-
181 i, c assisliram an dito ; os Sis
\ itonio Jos Leal R< is e Jos \ lo-
mo v. ir i i li. i?. Di i al u a rcsultuu a
rera-sc 16 cartas com as qu-rulias e documenl
a gniutes : urna carli de Al pi Ju n n i de
i la le de Caxii s. para I laquin Jos- !
:'" : I di 1 I., do Cear [
1 'o d Rocha Mon ira, rom I- ; dita d '
F ira Lisboa,
Vai sabir
to o brigue
i
meira rl
tipi: i
quai a lem e
Rlias .los i
i de De -
i vidadea barca porlugueza Uorten-
Jos Manoel Aomio, ior ter urna
fgamento promplo ; recebe carga a
ioas acommodaces para passagei-
mesma cpii/.ercarregar,poder cu-
n os consignatarios Amorim limaos,
n. -I, ou com o sobredilo c pilao na
racrcio.
Para o Porto.
era brevidade para a cidade doPor-
lortogucz Promplido II, forrado el
de robre, de primeira marcha e pri-
i ir ler parlo do seu carregament
ra o resto e passageiros, para os
tedenles commodos, trata-se com
- Santos Andiade & (;., ra da Ma-
l. :!2, ou com o rapilo.
Resumo dos iinpostos ge-
r.ies, provinciaes, uiunicipaes
epoliciaes.
Tabella tos emolumentos
paroebiaes, em pregados civis,
militares, eclesisticos, lille-
rarios di' toda a provincia.
Associaces commerciaes,
agrcolas, industriaes, littera-
rias e particulares.
Estabelecimentosfabris, in-
dustriaes e commereiaes de
todas ;is qualidades como lo-
jas,vendas, acougues etc., etc.
Serve o I le de guia to com-
nierciante, agricultor, mar-
timo e emiim pora todas as
classes ta sociedade.
=: Joaqnim Carneiro Leao declara ao respei-
lavel publico e corpo do commercio, que deixou
de ser caixeiro dos Sis. Franeelino Izidoio Leal
& C., por sua livre o espontanea vontade, por
adiar melhora de seu augmento
Joaqnim Carneiro Lean.
i Sr. Jorge l'ereira b'crnandes queira ir ao
paleo do Terco n. 32 buscar urna batanea que Ihe
pertenre, como lanibem levar a conta 'da alfan-
dega Je rs 22J> que receben para direitos ; oolro
snn pedo-se ao mesmo senhor, que nao continu
a calumniar dizendo que se llie exigir felo da
batanea, e que fora socio de urna padaria em Ta-j
mandar, Picando cerlo que se coniiuuar i propa-
lar boatos falsos, levar-se-ha ao cotiheciraentp |
a loilao no da cima designado, por inlervemao l"1"1'^ qual [o sua posieaj em Tamandar,
iio aooniA Rnrin c... i,... o as cuntas que coniraliio era nome de seu sup-
0 agente Hyppolito da Silva com autorisaco
do Sr. inspector da alfandega e por ordem e era
presenca do Sr. cnsul de Franca tara leilao de
192 saceos com rafe, avariadas, 'viadas pedo na-
vio francez Tmon, arribado a este porto rapilao
Itusseil: segunda-feira 'J do crreme s 11 horas
da manhaa no armazem do Jos Antonio de Arau-
jo no caes d'Apollo.
PAiiA Terca-feira 10 do cr-
renle.
firlAfuIiVitlADO
AS 11 IIOAS ES POSTO-
Manuel Jos do Araujo Costa & lilho, expoem
do agente Borja, a sua bem escollada collecao
de fazendas de apurado gosio, chegadas do R0
de Janeiro pelo vapor Paran. A boa qualida-
de deslas fazendas, sena gostos inleirameute mo-
dernos e os procos porque sero entregues, ani-
mara a con vidar os Srs. logistas particulares a
que comparecam na ra do
posto socio, como tambera a historinha de
relomo que oia levando C.....!
Precisa-sede nina ama de meia idade para
comprar e coziuhar para casa de pouca familia :
na camboa do Carino n. 15.
Preclsa-se por aluguel de um criado forro
[tara servido do casa de homem solteiro, ou mes-
roo eseravo de boa conduela ; na ra da Cadeia
do Itecife n. 50, primeira andar.
Antonio Luiz de Olivcira Azevedo e Jo.ol
Jos Uodrigues M-ndcs fazem sciento ao respei-
tayel corpo de commercio desta praca, que desde '
principio do crrante mez lem organisado urna
sociedade sob a razio de Azevedo & .Mendos, li- :
Q__ n. .. m. c':""10 cada um de per si na liquidaco do nego-
UC llie St'VHO llUlcntC aSI ** 31 do dtficmbro prximo passa-
4, Recita 7 do Janeiro de 1860.
acior i
2],priitte.ro andar

,**
'' do Uosari ., da r.a- to din 1 I
. Pra l.uiz l'et. ra Rrag.i, com 10 ; di- Avon, oqual
; : l;- L pi s < astro, d i : pdra Kran- R"i' para S
i.eile, co.u vale, de itin- ; dita de S. Vicente e
na Paivaji C do Rio de Janeiro, pa- rom os ngeni
ra Araujo & Carvalho, com um conhecimento ; Trapiche No
Jo i ii. m Augusto da Cunha Poiln do Rio N. l. Os
Ualcoipriia
DE
w|cles inglezes a vapor.
., a;- 1 ; i.. ......._____
este moz espera-se do sul o vo| o
depois <\.\ demora do cosime '- -
iiithamplon tocando nos portas de'
; una uo.o. -..na, e Lisboa, pj,a passagens etc. Iialu-,,.
a l,uva.', i. do Rio de Janeiro. pa- com os agen es Adarason llovi & C. ra do
> \ i rvalho. con i cnni,...-;.>. .,i... Tiani,!.,-\,, o n 42.
Sis. I'rilchard v\: Monnejron, me
Dronoln. I Ole ruc Rogsii. 7enV'Pa'iis,'.so'os
gentes deslaj companhia naquclla cidade.
Je Janeiro, para Antonio Jos Coimbia Guima-
-. .; i uma lelra: dita do Carvalho t Rocha,
' Rio de Janeiro, para Antonio Jos loriado'
' "" duas letra ; dii i de Salsa i i Son/1 .v C, d
spira ItamvindoGurgel do Amaral, com
um recibo ; dita dej iaq-:im Evaristo flos Sanios
da Rabia, para Diogo Chaves, cora un valle;
' iiarjes & Carrcgal, deMaceiA, pai
11 Silva M ;i i lo, cora urna le-
ira ; dil. de francisco Raymundo Luiz dos San-'
los, do Rio de Janeiro, para Joaqnim Luiz dos
hanlos, inm meio bilhele de lotera ; dita do TtMOa-li ilM 10 fin Pneronln ic
I. a pni'iiicia do Cear, Para Marta Peli-1 1,,Va "-lid 111(10 COI reilK US
ciana do Nascimenlo, com ura attastado ; dita de 1 1 horas Clll jIOlllo.
segnntes fuzennas:
Ricos cortes do moirantige e do sedas de co-
res para passcio.
Camisinhas de tilo c de cassa bordada* muito
ricas.
Camisas lisas c bordadas para senhora.
Dilas para homem
Ceroulas de esquio de linho, especiaos.
Cnscrn ras de cores Bonjean). diversos aortes de
collcles.
Lencos de soda, ditos de cambraia de linho bor-
dados.
Um rico par de le ncoes de linho bordadas o fro-
nnas.
Velludos e damascos de seda de cores selins
noblezas.
Verdadeiros lencos a lallicate para rap.
Roupes de cass o fusto para senhoras c es-
partilhos.
Chapeos de palha lighorn muito Unos, voj pa-
ra dilos.
Barege preto, mantel, les de seda, sorlimenlo de
meias para sonhora o meninos, vestimentas
para meninos.
Alcatifas avelludadaa, lapelee, pannos de cro-
cbei para movis o imillas ou tras fazendas es-
coltadas.

m como
*.'.....;' WleUM Lopes-de Lisboa pira'Joa! 0 m" V?"'
Vum I tula Lopes, com urna eseiiplura ; dila uageiH6uaaiargo tura leilao na por-
' i > Vlexan Ir Seabra de Mello, do ti. i Gran- ta ' Norte, .ara Luiz Lopes Castalia Branco, tea notli da alfanrlpari
om a ; dil.. del'lacido r. i tao Borges l attaiiuega
Para, para Manoel Caetano Borges. com um OAft t,
; por ultimo procedeu-se c queima das ou- JU '' "xas com {jrralos de set veja dcs-
i nao cncerravam dinhoiro oudo-1 pacliadas ultimamcnt.*. as (inao< sr-
curaentos, deniieae lavrou o respectivo termo jj lUJ" ,(-
. Adniinistracao do correio de l'-n.ambco 2 d," ra0 vcndldas sem reserva le prtvo a
iro d 1860.0 administrador, vontade dos .oinpraflores.
Domhijosdos rosto Uirand i.
i-i. roiiforme. Ismael Aaiatel Comes da
', olBcial papelista.
Coaselbo adminisiraliro.
O conselho administrativo, para fornecimenlo
i. arsenal de guerra, tara de comprar os objeelos
segrales:
Pan o 7." baialhao de infantera atacada em
Macet.
'.alcas de chita 80 camisolas do brim 30 ; bu-
les de tanca 2 : chicaras e pires 12 ; nielas nc-
quenas delouca pra toa rasos 25; dilos fundos
Z> ; copos de vidro para agua 4 ; linleiro de vi-
dro pata as enfermaras2; loilhos pequeas pa-
ra as bancas JO ; mesa forrada de /neo pira an-
Ihopsia 1 ; toalhas proprias pua bicturas o do
ros laman ios5'; lavalurios de ferro ( '
m -juizer vender Mes objeelos sprtseut"
um grande sorlimenlo de charutos de Uavana
de diversas marcos da mu acreditada o afamada
fabrica de
pmtmA
DOS
Quarta-feira 11 do corrente.
O agente Ca margo fara' leilao na por-
ta do armazem do Sr. Annes
DE
59calzas com velas de spermaeete.
9i barris com figos.
z9 gigoscom h.latas, tudo sera* vendi-
do sem reserva de preco as I llo-
ras em ponto.
Sobrecelenlcs da barca
americana Leander.
Bradock Chtsler, capito da barca
americana Leander, fara' leilao por in-
tervengo do agente Ityppolito da Silva
cora autorisaco do inspector da alfan-
dega c em presenca do cnsul dos lista
dos-Unirlos, dos sobrecelentes da dita
barca consislindo om barricas com fa-
rinlia de trigo, bolacha, carne de vac
ca salgada, dita de poico, cal, sebo,
O abaixo asslitiiado faz saber aos seos ere-
dores que venden a sua taberna da ra da Sen-
zal Nova n. 9, ao Sr. Querino Joaqnim Madei-
ra, litando a cargo do mesmo senhor lodo n pas-
sivo. 0 mesmo pede a quera se julgar crcdoi
la mesma taberna, de apresenlarem suas comas
no prazo de tros dias paraserem conferidas. Ile-
Cle 6 de Janeiro de 1861
los Joaqnim da Rocha l'iunna.
William Heiad, subdito britnico, relira-
s-e para Inglaterra.
8D3)M)3
SAO IiENEFCEi\TE
DOS
ARTISTAS SELLESROS
Km I'ernuiittiii-o.
Tor ordem t\o .Sr. presidente convido a lodos
os senhores socios effnctivos para coro parecer m
sesso de assembla gcral lerca-eira 10 do
corrente, s C 1|2 horas da lardo."
Secretaria da sociedade L'niao Bencflcente dos
Artistas Selleiros era.Pernambuco 7 de ianeiro
de 1800.O 1." secretario.
Taurino Cantidio di Sloraen.
Ra do Trapiche novo n. 22.
Caf Itastauranl du commerce, precisa-so do I
dous ajiiilanies de eosinheiros ou de dous escra-
vos de pouca idda quo quoirao aprender o of-
iicio de cosnli: iro.
Estevao Cavalcanio d'Albuquerqiie, Dou-
lor cm Medecina pela Facultado do H o de Ja-
neiro leudo vollado de sua viagem a Europa
acha-secom residencia na Citado de Ohnda ra
do Amparo omlo poder ser procurado a lo,la
hora para exorcer actos do sua profissao e espe-
cialmente para i'atar de partos, molestias d
ulero, de ollios, e do vias urinarias e fazer toda
e qualquer operaeo.
Prerisa-se alugar um pifio para o servieo
interno e. externo na casa de banhos do paleo
do Carino.
Precisa-so de um caixeiro para padaria que
tpnha pratica da mesma e que tiadnra sua con-
duela : na ra da Senzala Velha n. 9.
Phosphoi'os.
Os verdadeiros phosphoros de estallo denomi-
nados palitos do gaz cliefteram anle-honlein ao
mercado e vendem-se nicamente na travessa da
.Madre de Dos n. 9, armazem de Fcrreira & Mar-
Has, por isso previne-se aquellas pessoas que en-
eommendaram, e aos que ainda nao eslao suo-
pridos venham quanto antes ao referido armazem
comprar, visto que sao povicos o em breve se
acabam; o preco mdico.
c -
comarca de Porto Calvo, urna legua
< inte do litoral, e com porto de embarque no
cercado onde chegam as barcacas. Tem as me-
nores lenas na eMenso de uma legua, ex cl-
ientes varzea do masap e pal, coraigos, gru-
as, ludo para caimas. \s obras do fabrico, casa
do engenho c de purgar sao de lijlo, muito
desedamais solida coiislriicro duas casas
,d' viveuda, commodas e bem acetadas, sen/ala
< urna linda capclla reedificada ha um armo, da
i arcniteclura moderna, com ricas ima-ens, alla-
ii s moldurados com todo o goslo, e com os iia-
! ramenlos necesurioa para a celebra- 5 i de inis-
sas. m banlieiro de lijlo elegante, e rommndo,
e a em ISSO 3 casas de l.ivradores com cercados,
i odas essas obras acham-se no mellior estado de
aceio e impeza, ludo rebocado de novo e catado.
O cenado de grande diraensao, peta maior
parle rom cercas nativas e pingues pastagens.
lem matassuicientes para iodo o mister doen-
genho, sendo abuiidanlemeiitc de lenha de man-
gue. Tem praporaes para urna grande solta
onde ja se lem criado .ara maisdeSO caberas
Je gado, ramiicm permuta-so por mitro qul-
""''' engenho ua pi ncia de Pernambuco ; nao
distante da capital mais de lo leguas, embora
seja muiio interi ir cm ierras, obras odimensao.
to caso do venda aceitam-so dcs.ibriga na im-
portancia de l:(M)0 qu deve twannunciante
e o mar a prazos com aramias na raea, ou
mesmo lora, sendo a contento do annuncian'.e.
que so vende o predio pira liquidar sua casa, e
retirar-sc para sua provincia natal, distante da
qual nao poje resignarse a viver por mais lem-
po ausente o,' parames o amigos, c privado dej
iodos os seus Hbitos sociaes. Vende-se tambem
a botada, a cavalhada. 30 cahecas de galo de
criar, assim romo a safra fundada que nromolte
mais de : mil pes. Exige-se smento 12:00)g
visia ou a desobriga de.ssa quaiitia. Existe alera
deludo madeira lirada para levanlar-se otitrol
engoulio era ierras do mesare, e pode ser d'agua
minio bom. sendo rodeado de varees raui exten-
sas e poderosas, o havendoj para esse Um urna
pequea safra fundida. Nao se exagera o a vis- i
la mellior inculcar do que luda e qualquer des-
cripcao: a tratar nesla prac.....m o Sr. Mauricio
rrnncIscodeLun.i. ra la Cruz n 62, cnoengo-
nno denominado Castro i m o annuaciante d-
xo assignado.Louren'o Veza;.., Carneiro di
Cunha.
Saca-sc pan o Porto e Lisboa no
escriptonodi Carvalho Nogueira & C.
ra do Vigario a. 9, primeira andar.
Jos Sotares de Azevedo,
professor de lingua e litteni-
Lura nacional no Gyinuasio
desta cidade, Ira aberto em
sua casa, praca ii. .'17/ segundo andar, um
CUrSO to GEOUR4PHL4 C Itis-
ToniA,eoutro <1 Potica. As pessoas que de-
sojaren! estudar una ououlra
lestas disciplinas, podem di-
rigir-so a indicada residencia
de manhaa at s !> horas, e
de tarde a qualquer hora.
O professor Torres Ban-
deirapretende abrir uo dia 12
do corrente sua aula particu-
lar, cuja abertura esta va fixa-
da antes para o da 10.
Companhia brasilcia de
paquetes a vapor.
AVISO.
O agenta da companhia, pede aos senhores
cansadores quo presten) allcncao aos avisos
IpulMicados neste Diario para as'chegadas dos
. vapores, e reciliimento de carga : esta somenlo
: pode ser eilen.li.la. sendo os despachos levados
a agencia cora das antocipados chegada do va-
por, para ser recetada segundo as rircumstn-
; cas que o coromandante ponderar, quando che-
Desde o momento que o vapor liver chegado
ao porto al sahir, nao recebe-se mais alguna
; despacho, e cada um deve tratar dos embarque*
quo liver engajado cora anleceditncia.e recelado
ordem da agencia para levar a bordo.
Os despachos originaos, depois de efTecluado
0 embarqoe. devem imniediatainenle ser lera-
dos agencia para ireni fechados no raanitesto
que o vapor tem de presentar as alfandegiss. O
desvio desta regra lem originado embaraces
tanto a companhia, como aos proprios senhores
carregadores, que omissoa no cumplimento des-
les deveres cooeorrem para que os vapores nao
levem os matr.festos da carga quo conduzem, o
sejam multados, e as cargas deudas as alfan-
degas, at pagarera os direitos de consumo
I quando j os tem pago nesla alfandega.
Oulro sira, por encommendas he entendido ser
os voluntes de amostras, fruclas ou doces, e 011-
Iros objeelos de pequea cnlidade. e nunca fa-
zendas ou mercadorias de negocio.
O expediente na igcncia est marrado nos
annuncies postas na Praca do Commercio, c na
porta do escriptarta da agencia no dia da chega-
Ida dos vapores : depois da hora designada ta-
clia-sea escrtpluraco que o vapor lem de con-
duzir. Itecife, agencia rui do Trapiche n. 40 2
e Janeiro de 1860.IftOMKM de Furia, agente
da cortipanhia.
Pianos, serapliiiiase reale-
jos, a prazo ou a
dinheiro.
Vende-se no aterro da Boa-Vista, luja n R?
ura rico e.legante pianoforte, francez, cheaad
1 ulhmamrnlo, do mellior fabricante de Par- e
tambem urna rica seraphina ou orgo, muito pro-
pno para alguma igreja do malo por ser muito
barato ; c realejos pequeos e granJ. a ro i lau-
cad ira o sem ella, o que ludo se vende mullo
barato para acabar
Veri do-.-o o deposito de assocar refinado da
ra das Larangeiras n. !5, com seus utenciltas
por puco co.nmodo ; a Halar na ra do cae, de
Apollo, deposito de reGnaria do Monieiro.
Vende-so na ra da Crtn n. 19. em ca-a de
i ls Irmaos, o rerdadeiro tabaco francei dito
caporal,.e tainhcm roldo francez.
Xarope de Mossa.
Vendem-se nicamente em casa de Miguel
Joaquun Machado Freir, na rstrada do rombal
junio ao sitio do Exin. Sr. Baro de Suassuna '
Este xarope, preparado com herras braa
ras, appli.avel s pessoas asllimaticas, cuios
resollados sao bem venturosos.
As diversas curas obiidas por seu oso sao a
pro va mais conveniente que se pode apn sentar
de tao extraordinario medicamealo. Julgaudo
ontadonlio publicar aqui ns nonios de todas as
pessoas que delle leem feito uso (alcancandp o
mais fon/, resultado) apenas citar-i a Lxm'a. Sra
do lllm. Sr. eomrm-ndador .los Candido de Bar-
ros, que ha anuos soffria deste mal. e j canea-
da de linar com lodosos recursos mdicos, acl'ia-
se. quas: reslabelecida s cota urna dsc de ui
pequea garrafa.
LINES PIUTICAS
ESCRITA COMWlERCIL
Pop partidas dobradas
f. nE
~ ,Vl': :: '' I '.' d i c irrenlo, do 0
para 6 horas d i noile, uma rarleira de a! iheira
'*capa de r ur, qual lem o nomo do"dono
6 levara i ~ -11 outros papis ; quem
i adiou, ten lo rons ii n ; i, e querendo resl luir-
dirija-s- ra da Cruz n 40, | andar, qua se
gratifcala *
Pwrlaram I i lorreno .!e Fra de Torta-, de
lliomaz ios.ias .Neos, uma ,anoa de um pao
so do amarello, nova, com ama mina derogo
mi popo; a p-ss<>a que della der noticia o des-
cobnro la.ir ... dirija se a roa do Vigario n 5
que ser bem recompensado.
Vendem-se bahus inglezes proprios para
roupa, por preco com modo : na ra do Vigario
n u tu co 5
Vende-so um bom eseravo crioulo, de 2!
a ti nos de idade; robusto, sem virio, ou defeilo
algiiro. mesle de sapaleiro, e ptimo rnpeiro ;
a tratar rom o abaixo assignado na alfandega, ou
em sua residencia na ra da Saudade primeira
casa com soto do lado do sul.Pedro Alejan-
drino de Barros Cavalcanli de Lacerda.
Vende-se ura cabrioielinleiramonle novo,
de duas rodas, o de conslrnccao. moderno e lor-
ie ; os pretendenles po.leni dirigir-se A ra do
Hospicio o. 23, para vO-lo e ajuslar.
O Sr. Paulo Jos Pilgueira. morador na
tacada, no engenho Roa Nova, faca favor deap-
parecer na ra Direita n. (50, a negocio do seu
Inleresse.
't'honia/. de Paria, sacca sobre Portugal :
na ra do Frapichc n. 40, escrplorio.
rucio do engenho Sapo, no dia 7 do marco
do crente anuo o mulato Virissimo, de 50 an-
uos ionio mais ou menos, estatura regular, cal-
vo, barbado, e coslumava a fuera barba deixan-
do suissas, muito regrista e locador do viola
sabe assignar o nomo o fazer algumas lellras de
conta, entende alguma cousa de purgar assucar;
fugio para as bandas do ongonbo Araguary, coi
S. Francisco, leimo de Porto Calvo da provincia
de Alagoas. tai eseravo ,| Sr. Francisco Rolclo
do Ext, e de um padre que morou no Ilrejo'da
Madre de Heos ; rugn-se porlanto as auloridades
eeapitaes decampo a captura do mencionado
eseravo ; assim como prolesia-se desde j eontia
quem o houver occullado por todo o prejuizo oc-
easionado desdo o dia da fuga alein de se proceder
erimmalmeiite : quem o pegar leve-o ao niesmn
engenho Sap, ou no Recita ra larga do Roario
ri 21, quo sera recempeosdd* com 100$.
AMTI1ITIC1
Ra Nova n asegundo andar.
M. Fansecn dclHedelrM< escriturario da
Ihesouraria de fazenda desta prov ia.e,
lemenle habilitado pela directora I
molica [ara leccin ir a rilh mlica nesla ,
lem resolvidojuntar, como complemento
curso pratico do escrituracao por pai
liradas, o ensino de contabilidad!* esi i
na parte relativa a reduccao du moedas
cuto de descontse juros simples o como
conhecimento mJispensavel as pessoas qu. di -
sejam empreaar-se no rommercid ou que
'"cham nelta estabelecidas. A aula ser aborta
no da lo de jaaeiro prximo futuro s 7 horas
Ja nnile; e as pessoas q .e desejar.-o inalliru-
iar-se poderao deixarscus nomescm casa do an-
nunclante at n mencionado dia.
Pie, isa-se alosar nina casa, ou n. -
qacno sitio, que seja fresco : na rr.*-.,. ,
i.oa-\ isla, .> que nao seja alm da Sotada le M
Estancia ; na ra da Sai i ',, ,, -
be acharao com quem tratar, ou annun
esle jornal. '
UUA i) I5II>RA1)0U DI FUO\TDE
S. FKAKCl!C.
Grande tlepusio de objeelcs lvtM>gra-
phicos.
,sTyK rouiano c itlico, corposfi, 8, 10, l,
Collecro numero- .
Sia simples v ornados.
Typos variados. pro rios para cartoi s e lili
tniblenimas religiosos, rontand i i tas Lma-
Bens de N. senhora, de N. Senhor, e different, s
los.
Atributos sderrtiOc i ni ni rjUet
e le industria.
nn<" ; t 'dicos ele ele
"esvinbi las pat i :,., ri .. iarias .;
;i\". do con biua -o, e s. lid u '
::':" 3 lef.....\i -,1,.
- "nplel ttimenta do linhas e .
i, espacos de diltarenles corpas.
Prelos .lene, Colombic, cuan
;' '....."ira, ciinhos, bandulhos, ri
unes, ramas v di

la preta de difTireiitas qualidades para j m
oi.-as de luto, tintas de t.->J.i ns cor. ...
our i de diltarenles .ores, prita, el *.,
do impressao do mnitoa fnrauales e"
e outros muilos objeelos, qua na
mostrar.
Aramia
ranlida.
Na ra da Cadeia do ReeUi
v d innot.
*ede-e uma canoa de carreira, n la de
-:pira, amarello, taoro, encavilhada ,
ao cobre, forrada com zinco, com paos de
-^'.arda-patiao, bancada e Xadrez do m.
Moque pode apparecer: a tratar ua ua de.
i'i las n. 11.
Qiieijos Loiiih'ios
i:
Presuntos inglezes.
Francisco Jos Leite receben nltimanwnU p.
lo paquete ingloz muito frescaeS quoijns lonJn-
uos de i a 5 libras cada um, e raeellontes
Bunios, pelo que vende por barato preco: na na
Jo Imperador n. 12.
Na taja di ra Direita n. 48, veadoai-sa
borzeguins para homem a 7^600, ditos para
nhora a 3|500, sapaloes de couro : lastre para
homem a VillO, sapatas de moro de lastre para
senhora a l$28n\ dilos den pan n-
nhora a 760 rs., dilus do Ar.icalv a ho rs., asaim
como couro de lusire o marroq por bjralissimo preco.
qualida ,
liae -


DIARIO DE PERNAMBUCO. SEG(JND\ FEIRA 9 DE JANEIRO DE 1860.

Precisa-so Ue una ama lorra ou captiva
; para o servido do urna rasa de familia, o que so
I preste a comprar e a tahir a ra em ohjectos do
: servido : na ra larga do Rosario u. 28, seguudo
andar.
PILUUS VEGETAES
ASSCARADAS
m
NEW-YORK.
O MELHOR REMEDIO COMIECIDO
Esfabclceida era Londres
El
Km m mu.
CAPITAL
Cineo laVWiocs Ae lilms
cslcvVinas.
Saundcrs Brotbcr9& C." tem a honra de in-
rormar es Srs. negociantes, proprielarios de
casas, c a gera mais convier, que esto plena-
menle autorisados pela dita companhia para
cOectuar seguros sobre edificios de lijlo
0LlUl#2*S *. 1 *lALLlVtlS.
(5)
i
Pastilhas vegetaes Je Kcmp
contra as lombrigas'
approvadas pela Exm." inspeceo de esludo de
Habana e por muitas outras juncias de hy-
giene publica dos Estados Unidos e mais paues
da America.
Garantidas como puramente vegetaes, agra-
daveis vista, doces ao paladar sao o remedio
infallivel contra as lombrigas. Naocausam nau-
seasnem sensaeoes debililaules.
Teslemnnho espontaneo em abone das parti-
cdiucios de lijlo epe-
dra, cobertos de lellia e igualmente sobre os [Ihoa de Kcmp.
Coi/rj constipares, ictericia, affeceoes dofigado, ohjectos que conliverem os mesmos edificios, Srs. I). T. I.aninan o Kemp.p0rl Byrnn
febres biliosas, clicas,indiyesles.ei'.xaquecas. i quer consista em mobilia ou erafazendas de,1 '2 de abril de 1859.Senhores. As paslllhas,
que Vnirs. fazera, curaram meu lilho ; o pobre
rapaz padeca de lombrigas, exhalara un chei-
ro felido, tinlia o estomago inchado c continua
comicho no nariz, 13o magro se poz. u.ue eu
temia perdc-lo. Ncstas circumstaneias um visi-
nho meu disse que aspasli|has de Kemp tinham
curado sua filha. Logo quesoube disso, eom-
prei 2 vidros de paslllhas e cora ellas salvei a
vida de meu lilho.
Sou de Vmcs sen amo agradecido.
W. T. Flmjd.
Preparadas no sen laboratorio n. 3C Cold
lletnoi i hoidas, iliairiiea.doenc.is da qualquer qualldade.
nelle runrps e tnrlas is (nf'crmi'lal's ."" TrPassa-se arrendamento de um enge-
|>ene, irupcoes.e tonas as tniu raiaaues, Illl0 disiantcdesta praea duas legoas. vende-so
PHOviEsiESTEi BO estado ivpino do SASOE. unM palle no mesm0 ,.geuho, machina nova
75,000 ca.xasdeate remediocousommem-sean vapor, distilacao nova ebem montada, 2 bois
Dainate 11 de correia, seis queraos,, algumas obres, stira
it.-iiiiMlio da natureza. plantada, ele. etc. ; Irata-se na ra do Crespo n.
\pprovado pela faculdade de medicina, ere- 13, |()ja.
(). abaixo assignados liqudatenos da labcr-
nasita na rtbera da boa-vista de Manoel da
FHIIIMhS IMUt ISilO.
Estao venda na uvraria da praea da Inde-
pendencia ns. C e 8 as folhnhas para 1860, im-
pressas nesta lypographia, das seguiutes quali-
dades :
F
O aiiaixo assiguauo, laz publico que tica
dissolvida desde hoje, e em Hqtiidacao a socie-
dade que tinha cora o Sr. Antonio Jos Carneiro
Guiniaraes sob a razao de Luiz Jos da Costa A-
nurimA CLuiz Jos ata Costa Amorun.
Recife 31 de dezrmbro de 1859.
Vspero de fesla 21 de dezembro ultimo
fuitarain do sitio Hunle-Alegre em Miroeira.um
novilho, liiodo pasto, cojos signaes siio estes :
rochiaes, a coniinuacao da bibliolhcca do preto tendo as cosas um pouco aveinielhada,
f.rislao Orasileiro. que se cornpoe: do lou- sum signalalgum fcilo, pois netn ferrado era, es-
lava muilo gordo e lera de idade
OLHINHA RELIGIOSA, conicrrlo, alera do
Calendario e regiilamenln dos direilos pa-
tt
vor ao santo nomo de Dos, coroa dos ac-
tos de amor, hymuos ao Espirito Santo e
a N. S., airoitaeao do de Santo Ambrozio,
jaculatorias e commeraoracao ao SS. Sa-
cramento e N. 8. do Carmo, exercicio da
Va-Sacra, directorio para orarao mental,
dividido pelos dias da semana, obsequios
ao SS. coracao de Jess, saudacoes devo-
tas as chagas de Chrislo, oraces a N. Se--
nhora, ao patrocinio de S. Jos e anjo da
guarda, respondo pelas almas, alera de
outras orajes. Preco 320 rs.
ITA DE VARIEDADES, conlendo o talen da-
rlo, regulamen'.o dos direilos parochiaea,o
uma colleccao de ancdotas, ditos chisto-
sos, contos, tabulas, pensamentos moracs,
receitas diversas, quer acerca de cozinha,
quer de coltara, e preservativo de arvoris \
e ructos. Prego 320 rs.
Travassoa Jnior & C. ra do i prDCpa(,a ddadps (lo Imprr0;
do serein examioad.is, iiaosoj DEPSITOS
commendaao como o mais valioso catrtico ve-
getal de iodos es conbecidos. Sendo estas pillas
puramente vegetaes, nao contera ellas nenbum
veneno mercurial nem alguno outro mineral ; Silva, rog.io a lodos os credores il.i mesma para
estao bera acondicionadas emcaixasde folhapa-1apresenlaretn as suas cantas competcniemenlol Street'pelos uincos proprielarios D. Lan
ra resguardarle da homidade. uslificailas, ale odia 8 de Janeiro nroxinio, DO Ken,P. droguistas por atacado em New York.
Sao agradareis ao paladar, seguras ecfllcaze e em sua operacao, e um remedio poderoso para a ic-'-"i"u"J uo
juventude, puberdade e velhice. | Anoiim, a fin
a cada caixa.pelo responsabilzando os mesmos por qualquer du- I Rio do Janeiro na ra da Alfandega n. 89.
as curas milagro-! vida j^j, lIo lK mnrraHn. or lor ,1,, p frl Ba'>'a. Germano & C.rua Jnliaon. 2.
mencionada taberna.
Ilecift 30 do dezembro de 1859.
Travassos & C. J.ojies Irmaos. Tilo-
mas Times.
OTerccc se um rapaz porluguez para eaixero
Pernambuco, noarmazem de drogas de J. Soum da qualquer estabelecimenlo o qual lem bastante iv^# ^,i rp^ ^ 1
i-atas.....^ta r*v- -i'-- .r rrovad01' rua
a receber por todos os paquetes de Europa um i ,ora ,Mh 1ne"1 -e ee" Pollino se qnizer ulihsar |o inpo /!(- RaCIPIA 11 h l\
de.iga-se a rua da Sesada Vell.a n. 50. Iai ba UU lAU&dl 1U II. ^JVU.
Ni povoacao de Santo Amaro Jaboalo, ba ''""cisco Garrido, dono desto eslabolecimenlo
.___. i i I('"' '' honra de participar a seus freguezes o ao
uma casa de pedra e cal, muilo grande ecom publico em geral,que acharao sempre era seu
mobilia, para se a!ugar por preco cor.imodo, na hotel comodonas di versas a qualquer hora dodia,
rua Direita n. 95. I",|n romose cucarrega de apromplar jan lares
lames Eneas Gomes da Silva, c seu irnto ,;."""Jli": l,,do <*'" nioior aceice prompti-
.. .. i uao os amadores do bom vinno ah o cnconlra-
vao a .ilaceio, a | rao de indas as qualidades assim como os bellos
e lera ue uaae anuos pouco
uns ou menos. O ttbaixo assignao roga aos se-
nbores donos de acougues de dentro e lora da
praea, bem assim aos Srs. de engenbo e seus
avradorcs que se Ibes for ou livor ja sido olo-
recido o novilho cima o apprehendam ou pelo
menos faeam por esle Dunio algurn aviso, pelo
que se possa saber da existencia e lugar aunde
se acha este novilho, no leudo duvida o an-
nunciaute coi salisfazer qualquer despeza que
for nei essaria a esle respeito fazer-se e pelo que
muilissimo obligado llcar.
Salvador Coelho de Druniond e Alququcrque,
Xs abaixo assignados temos a
honra de pa ticipar ao corpa commer-
cial desta prari, cpie tendo no da 3J
de dezembro p. p. expirado, em vir-
j tude do fallecimento do nosso snior, a
Caixa Econmica.
Tetado sedissolvido a sociedade Caiva
Econorr.ica como consta da reaoluco
tomada em aMemblea fjera! dos ai
Distas, que teve lugsr em reuniao de
novembrop. p.. se la publico aos inl< -
redos e a quem convier pie a rea-.
pectiva directora foi encarregada da
liquidaco a que esta' procedendo. Re-
cite h de Janeiro de iRGO. O presi-
dente, Francisco Joao de Barros
Precis.i-se de uma ama para casa d>' peni a
familia : no beco dn Caiioca n. 9 ou no car, do
liamos, auna/ern n, 1.
Do sitio de L. A Duboarq, na >
furi.-ir.mi na noitc de 4 du correle ncz nin ca-
vallo n,i I i.io, linas brancas, cslrelU, descarna-
do, com inchaeo nasarnelha. gratifica-se Ueao
o ni o irouxer ao niem ioiiad > sitio.
i.ompras.
ITA DE PORTA, qual, alm das materias do
coslume. contm o resumo dos direilos!
i firma de
parochiaes. Preco 100 rs.
NICA, VERDDEIEiA E
GITIMA.
N. O. Bitibci- & C.
i.oiupra-sc para uma cncommen !.i um i
casa terrea no bairro de Santo Antonio uu
Vista, e que lenha boas coanmodoj par un
milia: na rua da Penha a tratar com J >a I
Regs de Souza.
LE-
eos fabricantes e proprielarios.
Acham-se a venda era todas as boticas dasprin-
cipaes cidades do imperio.
DEPSITOS.
Rio de Janeiro, na rua da Alfandega n. 89.
Rabia, Germano & C, rua Juliao n. 2.
lindo sorlimento de obras de ouro, diamantes c
brilnantis: a tratar no seu escriplorio, rua da
Cruz n. 2G.
Manual de con tas fcitas
\
SALSA PARRILH1
l-M^
ida qual eramos socios, continuamos do A VISO QOS Sl*S. tic CUgCtlIlO.
1* de Janeiro em dimite, o tnesmo gyro
de negocio debaixo da firma de
N. O. Biebcr & C. successores.
O nosso socio I.II. II. llolm, domici-
liado em Londres, esta' cncarregadodos
uossos negocios em Europa.
Pernambuco de Janeiro de I8C0.
I. II. 11. Uol.
Gustavo 1!. Praeger.
F. 1). Feuerhecrd.
C. L P. Koeck.
No aterro da Boa-Vista sobrado n.
: 03, fugio um papagaio grande tendo
em um pe um pedaco de coi rente:
quem o acliar queira reslittji-lo a men-
cionada casa.
paia compra e venda de assucar, algodo, couros
mais ohjectos de peso, obra muito uiil para lo-,
das as pessoas que negocian] com ditos gneros, | Joao Cancio Gomes da Silva
os senhores de engenhu :
Remedio sera igual, sendo reconhecido pelos
mdicos, os mais mnenles como remedio infal-
livel para curar escrophulas, cancros, iheumaiis-
ino, enfermidades do ligado, dyspepsia, debili-
dade geral, febre biliosa e inlermiltenle, enfer-l
midades resultantes -do emprego de mercurio, j
ulceras e erupeoes que resullam da impureza do
sa ngue
CAUTELA.
D. T. Lanman c< Kemp, droguistas por atacado
New York, acham-se obrigados a prevenir o res- < lecido no arrabalde do Chora-menino, abre o sou
peitavel publico para desconfiar de algumas te-1 nno escolar, em conformidade dos respi
mies imacoes da Salsa Parrilha de Brislol que I eslalutos, no da 7 do corrate. Seu direito -
hoje se vendo neste imperio, declarando a todos i pera continuar a merecer a confiane:i de qu
que sao elles os nicos proprie'.aiios da receila ag"ra lem gozado, naocessando dc*em regar i i-
do Dr. Brislol, (endo-lhe comprado no auno de I !iu "' disvello para que seos alumnos i Iiam a
1856. i ioslruccoo e a educaco convenientes.
Casa nenbuma mais ou pessoa alguma tem Gravam-so o douram-se em inarmorc li-
direiio de fabricar a Salsa. Parrilha de Brislol, I lulos tumulares com emblemas mortuari
Compra-so mel em popfto I Halar i,
do Ramos u. 0.
Compia-se uma escrava de 1..... i I .
que suba coziiihar e engommar : quem
quizer dispr, dinja-st a roa da Cadiia Jo i;
i fe o luja de ferrageas.
Comprase uma l.kira nrcft u-
dn-sc de mola : na praea da Indenen-
dencia n 0 c 8.
Compra se um Flus S, nctoi
usado : na livraria n. (Je 8 !.. praea dai
I n |teii(l = Couipiara-se as soguintes coweJ -
o ji Jo na La, o Judas em Sabbado de All
Oui-iii casa quer casa, Por causa de um al)
mu, A rosca, o Duelo no ferreiro Andar, o Ir-
iiin .las Almas eu Diabo na escola n
grapbia se dir.
Compran:-.-- tnoedas de 20f c l&aOOO i
i da Indepandeiti-j i n. T.
Collegio de BentGca.
biiTclor cunii'0 ropriel;uo
Estevo Xavier da Cunta.
Este coUegio, legalmentc aulorisado, o estabe-
Vendas.
m
i
r
(roo do Crespo n. 2. Queuiiado n. 26 na mesma achara c^m quem I prec do que em"ou"tra"quolqu"er"prte.*"' '"'" I porque o segredo da sua preparaeo acha-seso- sum elles a 100 rs. cada letra, assim como relo-
MS'- AII3 UC |HC|)aidlIIUi. ,Mljr- m^^^psS^-^fgS^S^SSk\ Tara evitar engaos com dcsaprcciaveis c- promplldau: os trabamos do annuncianle arham-
O bochare! A. R. de Toares Bandira, profes- GAIJI."NE1E POHTUGLJEZ \a O r. Cosme de Sa rereira^j binagoes de drogas perniciosas, as pessoas que j so no cemiterio publico nos tmulos dos Illms
sor de geographia e historia anli
le geographia e historia amiga no gymnasto
desta provincia, contina no ensino dos seguiutes
preparalarios: rhelorica, philosoph3, geogra-
phia, linguas fraocera c ingleza ; na casa de. sua |
resi lencia, rua larga do Rosario n. 28, segundo '
andar.
Precisa-se alugar uma escrara para o ser-'
vico intcn o o externo de uma casa, assim como rzViiiHc
lambem ura escravo ; na rua da Santa Cru n. G6. 0 ,,,,, '
n R H"
O Sr. tliesouretro manda lazei pu- ',.""''
blico .|ue se actiam a venda todos o dias honten
das 9 boras du manba as ~i da tarde, achar i
no pavimento terteo da casa da ruada J,eudid
. r _. ; t.Tide i
Aurora n.2oe nascasas coinmissionadas a>-ii"iii
pelo mesmo Senbor tbesoureiro na pra- 4
ca da IndefKindencia o. 14 e!6, os -a-V
biihetes e meios da ultima pai te da ter-
ceira e prtmeira da quarta lotera do
Gymnatsio cujas rodas deverao andar ] .:.
inipreterivelmente no da IV de Janeiro tc-se a
do auno prximo futuro. 'Jl' i.
l'iiesouraria das loteras 21 de de- no patei deV'l
Ql
Achbndo-sc vaso o lugar de guarda do Gabi
le Poitiisucz de l.eiiura, a respectiva directora i < --
lodos os senhores que prou nderem pSU*uz D' > lodos S d,as menos .f7
usar, para que faeam seus roque-1 3
| rimento mesma directora, acnmpanbadus de
I documenlos aulhenticos, que atiesten] lerem os :- j
nicsnnts pretendentcs as nabilitacoes que exige
' semellianle encargo.
Secretaria do Gabinete Porluguez de I
:ri de de/.embro de lbo9.
J. C. Villa ver de.
1." secn lario.
=r A nlonio Candido de Souza, estabelecido \t
a de calcado na riada Cruz du Recife n. a
:nos domingos, desde as t lioiis"!
te as 10 da manha, sobre
seguintes pontos :
o'.
.Molestias de. ollios ;
. Molestias de coracao e
peito
ara que. na declaracao feila no Diario do *8 *'"''''
pelo Sr. subdelegada do Recife, de so ^j'}. Opernci
epositado um quarto caslanho. apprc- \^ ^ .,.,.'.
cao, e do antis ;
Pra tica ra' toda e qualquer
ao qucjulgarconvenien-
SOLE AGENTS
y. 69 Water Street,
New Yovli.
2'1 0 mesmo do outro lado lem ura rollo em
papel azul claro com a lirma e rubrica dos pro- clarado, ou ao seu cargueiro
preiarios. Lira, com os signaos juntos.
uma canga I ha e uma carga de assucar, sen lo
ura tacco de smenos e um dito mascavado, per-
lenceule ao Sr. Francisco Xavier Mi udcs da Sil-
va, senhor do engenho de Cajabussuzinho : pe-
de-sc a autoridade que liver em seu | r, s<5
entregar quando apparecer o dono ai ima ;
Jos V>.\ lista '.<-
(iraca.
A 6$ a caixa: na rua larga
do Rosario armazcm <1 loura.
Vid ros para caixhos.
Na rua larga do Rosario loja n
armazcm dc1ouca,mandam se Lotai \i-
dros em casas particulares por preco
muito commodo, assim como rend
se vidros a retalho do U.manho ma<
ancua at mais de ti naltni i
Molestias dosorgaos da ^-%UlX^^^yZ^lS
Sobre a rolha acha-se o relraln e firma do
de rosa.
garrafa t- m
icima do pre-
val
a Antonio Candido de Souza, nao se cu-
n elle, < que desla dala em dimite S'-
- por Antonio Josa Candido de S mza.
isa aos cacado-;]o
res,
o resta bel ecimento uosv
*eus doentes. \lh
O examedas pessoas que o con- &ft
*v5sultarem sera' fcito indistincta-^
de suas en- sfij
nni.'i phenix somclhanle a qu
' sent anuuncio.
DEPSITOS.
Itio de Janeiro na ruada Alfandega n. SO.
Baha, Germano & C, rua Juliao n. 2.
Pernambuco no armazcm de drogas de J. Soum
& Companhia roa da Cruz n. 22.
sembr de 1859.Oescrivo, J. 31. da cima d.
Cruz.
Ptecisa-se de uma ama para lodo o servi;o
I uma casa Je pouca familia : n.i rua das Cru-
zcs o. 20.
I'.. C. de IM irg mudou-se da Passsgcm da
Magdalena para a rua da Imperalriz n. 17, pii-
meiro andar.
muilo n i-, garan
;o ler esperimentado ;
Denles arliiciacs.
i
i
Guia ll
1 vol, ei
a i; lor ru
>- -
o
a o
mi i
ai i.; de '"; l< l i
|'i : la le por j s
lireita n. (i.
cisa-se Je uma ama o paga-se bem : na
?edro n. 10, segundo andar, por
lo ucineii j.
edro Mu reir sabe para a Babia.
ubi i ca gao 1 i Horaria.
.uso-Brasleirodo Viajante da Europa
i -i" de 500 pag.: vende-se na nao do
i do Yigario n. II, brox. 3 encad ij
-lO&<&S.tr>& "XCKSWWKW^a w.- gS \>j ie seu e
Francisco Pinto Ozorio lem a honra de scien-
liHcar ao respeitavel publico desta cidae, que
est de posse da machina a vapor rulcanile ;
collora denles pof esle novo syslema anda nao
i nesta cidade, e tal vez em todo o Brasil por
ser um systema integramente novo, e por conse- **; '
lite muilo f:n il para as pessoas que se vOem
tridas; (azendoexcepeaoosdoen- k
^ tes ile ollos, ou aquellesque porS
^metivojustoobtiverem bota mar-
cada parj este im.
A applic.ico dealgnns medica
amentos in dispensa veis em varios;,"
ilicass, como o do sulfatodeatro-^
[t pina etc.) sera' feto.ou concedida
I gratuitamente. A conGanca l|nelles deposita, a presteza de sua ?/i
facerlo, e a nccessidadeprompta $$
Precisa-se de ofciaes de alfaiale, lano i
obra grande como liuda, assim como n il
coelureiras para collele : na rua da :
Dos n. 3C, pnmeiro andar.
_ Os credores de Francisco M u ; n Giiioi i
rese Guimaraes & Marques sao conudadi
i receber nestes 8 dias, o priineiro dividendo de
OU cap '" ('01 ceill de seos crditos legalisados i
com uma canoa de l()o para o Uecde, sendo|assignada, declarando o quaiitiad
bom

-_ -
^.~SSf^
I'ercisa-S'i de um canociro fono
nue jo ere- =
)m canoeiro, e que trata da sua canoa ; na- Ju"'s- Recife i di Janeiro de 1SC0.
i?e muito bem, na rua dos Ouarieis padaria; ~ s!'-v'lNAlu Dli ul.l.M).\.
. 18 ,-aM.r,..n ..an. .,,., m! -.. O seminario de_Oho la julga nada dever ao
ga
n. 18 que acha. com quem tratar. Na mes-1 mercado desde 1855 al o pre"sei.ie," de",
ma lem porgues de barricas fastas boas, slgumas por elle legitmamcnlo aulorsadas; so a
om pequeos de fcitos dando-se as segundas obstante considerar-se credordo mesmo, coi
por preros muito bai xos. i r"''-'a Qua,.,lJ "a Pm ser emb Isa lo. lin : i
d de Janeiro de 1860.
-.- A directora di de priii riras '
do Sanio Amaro de Jaboalau, declara que are-
se eslecollegio no da 8 do rorrente.
Aluga-so o armazem da roa di
Manoel Anlonio de Jess.
nferesse geral.
Naeoche'rra da rua da Florentina, ue foi do i1'"'",,'"1, a casada rua da Cadcia du l
._,..___^i c i .- i ,'- i 18 : a tratar na mcsina.
.enic-coronel Sebasto Lopes Guime, P,ecisa-se de urna ama para cozinl, ..<
o B 5 mam
ro
SwT- -
'"*i"-n-'J
ni
pro
los f
vos c
tumi]
rni
Dr. Casanova pode ser procurado g
lquer hora em seu consultorio ho- S?
ithico B
28 RUA DASCRL'ZES=28
l^mesmo consull irin u ha-s i sem- ^s*
;raude sorliiiieulo do mcdicanieii- ^|*
n tinturas c glbulos, os mais no- g*
bem preparados, os demonios do "r*
patina e Nysiem diccionario dos \*
i medicina. p za llamos, que venha quantu
i. i
lenle
trata-se de liois bcavallos a |J) por por da ejpadariada rua larga do Rosstio'n i1-.'.
noiie ; isto motarle do preco porque so lala : Aluga-se para casa de familia uma
-."f i em ouiia qurtljuer parte, e emquanto ao
r. ira lamento, p a experiencia convenca.
S^^^rk^^-rtfr^T^.se;^:^^; Ti8s,passe-se o arreudaiueniode um En- jYl f '/\ ^r K;tO PV^
genlio muito perto da praga, vende-se uma par- IVfJlrA ^-/ A tCX ^J ) "4
te do mesmo Engenho, uma maquina a vapor, Quera pretender alguns malrosd.s
^u ocu emprego; e tudo quanto o
*demove em beneficio de seus
doentes.
perl'eila cozinheira: na rua da Aurora
Dum segu o andar.
*
v
^o d'Aho.
IX >w.
novamento roea-se no Sr Josa Garra .le .,w:!to de carro, 6 quarlos, e oulros oljectos : ^1^ "" "" **'" <'' '
i. SI
IfifMlAA
' : ..:- r

hora do da.
O advegado Souza Rc9 mudou o seu es- Paul
criptorio para a rua larga do Rosario, sobrado j >* rangeira
nina o. 2. ^ p denl
Orfrpcc-se um liomem capaz\*jl*jlxji
DENTISTA FRANCEZ.
Gaignnux, dentista, rua das a-
15.
Ii 0,
Na mesma casa tura agua e "<
accina publica.
do :;- -
,i vi ii ler um
^^^zsiS" a lralar m sc-:: ,if f? s7- *r* estbale-1 Alciic o.
- Traspassa-so a posse que o abaixo assigna c""e,Uo do W"Jo Jos da hiba l'inlo, o ob-; Pergunta-so ao Sr. Jos !
do lem em" algniis terrenos por deiraz da ru da I sequio de saldaren) seus dbitos na rua do Col- elle podia ou achava-se aulorisado
Concordia enlro as duas travessas do Martyno.e legio ven-Ja n. 25 ou na rua do Oueimado loja C8sa de cadellinhas de ra?a de lilla, perlenr ntc
Cald-jireiro; quem os pretender, eutenda-serom! n> io. i ao abaixo assignado, os quacs pchando-si
o abaixo assignado, morador na rua larga do Ro- t>r saiio, paitara n. \*.Manoel Inloniode Jesus.l ,~..,rc, '^ ,^r ,"m. ,C ?a r,a V>m "endo o mesmo abaixo assigado os n ndad,. I us-
- Aluga-se urna esa en, Aoinucos al o mez E^r^J^Z^S. "^ ""
car no dia 7 do uovcnibro do auno passado,
po p
planta-ao das carinas de assucar por mcio das
ce vetas, cujo systema de planlaro ser ensina-
do por ura folbelo, que all se distribuir a quem
o* prar mais de 20 arrollas. As experiencias j
i nesta provincia e em algumas parte a da
Europa ; Karaittem o bom resultado, que se pode
ohfer da applicaeo deste exlrume o maispode-
i de todos, nao s para a raima, como lam-
bem para ncapim. Este eximir lem a proprie-
daded desenvolver a vegplaco da caima com
un.a foi a tal, que no fabrico do assucar vai a
prmliii.ii o tripulo de assucar, que poderia pro-
duzir sem o emprego delle: e e quanto ao ra-
pim. que boje j objedo de grande nleresse,
o tal ainOuencia, que na baxa que derdouscor-
lea de capira em iros inezes, com a applicaeo
dosangue pode darqualro de muilo bom capi e
abundante. Adverle-se nos prelendeules, que o
fatigue assim preparado pode ser coudiizido em
os: quem desejar tirar o raaior resultado de
olantacoes, procure na fabrica da Cabanga
I' ecis.i-se fallar ao corresponden-
te dos Srs. Uncr'e-coroncl Hemcterio
Jok Velloso da Si'veira e Francisco Xa-
.! r de Andrade: na livraria n. C e 8
da praea da Independencia.
Aluga-se uma eanua grande que p*gue mais
de 1,600 lijlos dr# alv>!iiaria, e que CSleja em
bom estado de Irabalhar meianlmente ; c tam-
bora ie aln^.i ura canoeiro furra ou captivo: na
rua larga do llasarion. 18, que ochar com quem
tratar.
- IK-se dinheiroa juros ob penhoresde nu-
ri e p."a'a : a tratar na na eatreita (Jo Rosario,
ajorado ;j, 30, Isfcoirj ai dar.
Mr.
Ierra.
1'lV, ,- I -
captiva, que
casa do louca
Hospieio, cas
N. S. do om
Precisa-s
eiigoinme, pai
Inte retira-s
para
por alugnel de uma ama forra ou
aiba engommar bem, para uma
familia, paga-se bem : na rua do
terrea confronte ao rollegio de
.onselho.
! de uma ama para cozinhar, 0 que
nina pessoa, paga-se bem : na
Ingl.i- j .-j: Aluga-sc o pii.'iieiro andar da casa da ru i
do Imperador n. 17 : a Iratar na rua do i ruspo
uumei u 11.
Jo.ojiiini de Andrade segu [ara Portugal,
lodos os seus ir ni aos quo cumprnm exaclanii nti
com o m. 18, que manda dar pule das futu coi -
ao procurador geral, sob peuna da mulla que
tn a o'mesmo compromisso.
rua dos Peseai ores ns 1 e '>.
' s^^BBassmmmvx^ian^^r,
Os auaixo issignados viuvi, lilba, netos,
sobrio ho e giro do fallecido Joao Perrei-
ia dos Sanii s. ror.lialmanie agradecem eos
Illms. senhi res que lizeram a honra de
assislirn ex tquias e arompanhar o enter-
ro, e pedi.'tn aos mesmos daquellea senho-
res que quei am assislir a musa do stimo
dia o que le i lugar na ninuha de 1U do
coi rente na cipalla do cemiteio s 7 io-
r.'g, favores tstes que, scrao eternamente
reconhecidos notos abaixo assignados.
Uma scnhoia sc oITcrccc para ensinar meuinas
em uma casa do familia, ou em um engenho,
francez, inglez, plano, obras do agu ha, CID flu
pial e subdito porluguez. i,lldo 'l1115 necessario para dar as meninas uma i Procisa-si de uma ama
... educaco esmerada: para maisinformacoes, di-1n. 61
lenuo o Sllm. br Dr. juiz de or- (rija-se a rua Nova n. 05.
plmos ordenado que os administradores | Ura moco soltuiro, na rua do Nugueiran.'
na rua da Ct ;/
Furto.
\oaii inheror do dia 2.1 de
San-P^. rlr,',:','' conlrotar cora quera Iho faja almocoj
i c jaular nos (has que nao lorem uleis ; quera dis- i anno de 1859 furlarain do ongenliu
dezembro do
tus l'.nto unresent. m iim balnon j-|J,,,',"-?osdiasque naotorem uleis ;quem dis-1nno doiat>liiriaram do ongenliu Cacicule,
i us r.u tu, u presentera um UatanCO o 80 sc quizer en car regar. dirj>-se ao Forte do marca de Nazareth, tres quartfios, sendo um
a mesma inasa e e\ista credo Mallos n. 9, dos 9 horas da manhaa .'.s da lar-! tanho escuro, ferrado no quarlo i s [uerdo ; uulro
ou na rua cima indicada, das ti s b da ma-
A
En
Jo.:
Ha
Jos
\l
Recife 5 di jaueiode lado.
uo escriptor io de Domingos A Ivs Ala-
tli us, uma nota ou conta do total de
seus dbitos.
SC-.-se sobre Portugal, em casa
de Augusto C. de Abren.
Escolas do mellioilo Cas-
tullo.
Estao aberUs desde 7 deja-
= Arrrnda-sje o primeiro andar do becco do i nCl'0.-----FrTlCiSCO ll<- Fl'etftS
i.ampello 0. 4, proprio para escrptorig ou C'si <-. i
de pouca i'aniilij', sendo houesla. u8!lll)0il.
'sssoi
ma llosa dos Sanios.
ilia Ferreir dos Sanios VidalJ
o rerreira dos Sanios Junior.l
parida daAssampcao Ieneira.J
j Rodrigues Ferrena.
onio Jnaqnini Vidal
res de ttulos particulares e que nao l, .
n..ti.,. l~ r.. .-- nhaa, ou das 0 li' as 9 da tarde.
constara dos bvros sao por isso convi- j Na rua do impoiador, defronlc de S. Fran-
dad is todos os credores da mesma massa cisi o, lia i venda o segumie : dicriouario porlu-
apresentarem ate O dia 15 do COrrentc fuez de Gonatanel, de Ponseca em i volnmes,
.v .. trncez de Fonseca e Boquete, e lambem de Fon-
seca smente para a tr.iduecao, Ililual Iloniano
da ultima edieao, mu acrescenlado, douradns,
con alaras domadas c sem .-lias, o lambem de
caslanho rom os 1 ps assigualad
sendo os da; mSos pequeos, um
bratii-1 natestac a cauda un pouco loria, refer-
rado no quarlo direu ; e ooulru lambem casta-
de brai '.
i'queno s
Aluga-se uma escrava pora todo o serrico '
de portas deul.ro : a tratar uo pateo do Ierro
numero 9. !
nal pequeo lambem bronco na testa, rom um
s ferro no quarlo direilo. O ferro de lodoso ura
.1 grande ciulado com um C de maueira que o
primeiro Iraeo do A com o corle do C forma ura
encadornacao ordinaria, breviarios rumanos, rica I. e oulro trai;o do A f.uina ura I pequeo quem
i ncadernacou. selecta Irenceza o ingleza, guia
de totiveisarau liauce/a, carias do A I) R, taboa-
das, rothei ismos, ccuuoinia da vida hiuuana,
c.irtilhas, c minias outras cousas que se pre-
sentarlo ao comprador, eludo por piceos os mais
COlumodOS possiveis.
No sitio Tapacor, nieiajlegoa aesill da ci-
dade da Victoria, vendem-se duas bonitas burras
novas e muito mansas, e 1 lamento du 7 annos,
muito bom Oe besl.is, eque j lem dado prodc-
elo : vende-se por haver outro jumento.
Ama de leile
Precisa-sede uma ama de leiteque nio lenha
lilho : na rua da Cruz do.Recie n. (j.
der noticia certa de ditos cavallos reci h SJ
por cada um, e quem os npprehender com os la-
dros recebei lW$ de Anlonio Jorge Guerra,
na cidade do Recife, ou era dito engenho.
1.ava-se e engonuna-se cora pereico por
preco commodo : atrsz da matriz da lio ,-\ isla
numero 2.
Na rua do Trnpiche Novo
numero 22,
caf resl.vji intdu coinmerce, precisa-se do dous
ajudantes de cozinheiros, ou do don? cscravos
de pouca dado, qu-: q-.teirara aprcn.'?r c ''
de eczinheiro.
ndo :! miilatinhos pi iprios i pa,
; : de l- mi is. j es a
lo-lo o l-i sci ivas un
sera ellas, lo los se i en lem p>t
dos, t i' i i .
rua Uireilj u. G'i
llua do Oiie?rc loja Je 7i [lOflis i. 10.
Ain-la r-'Mni algumas f nl.s para i
[udagao da lirma ,i: Leito 6. Coneia, uj
'i:--;-.-- \ o! m ii to proe ,
tro Otilia s as s guinl I :
' de raens c.rua; pa i na 1 ?
Ditos de dilas de cores :
i rio ditas cruas muil i i
Ditos de ditoj para -n!i irs :;-i
Diios ile ditas muito linas ;
Corles c. Iga de me a
Ditos do ditas de cjs.>iii'.i d
Hilos de duas de easamka pmia a al : G
Uriui trancado branco de linha Uno
vara
Cortes de colte de gorgur > J- seda 90
Pao preto lino, prova de limo 3f i
Grtalas .' seda prola c de cores i: l
Riscados francezes, largos, -
cova-lo
Chitas franeczas larg fin -.-v \ ,
Ithas estrellas i (i
Riscados do cassi Jo cores linJ !-
superior qoalidsda rovado M
Cassas -!e cores co^a.l
Tosas i! ^.i branca borJlla c-.-n S va-
ras por
Tira; bordadas 2 (i
Cambraias lia mullo Bas p i 0
Ernestinas do coies para vestidos cava lo
Qiallesdo la bordados de seda na 2!> 0")
Grodensple preto, largo ova o l: 0
Seda, o sarja latrada 10800 o 2|
Vestidos bttneos borlados para bansad '>' 0 I
Veos bordados para chapeo iH
Emie meios bordados i
Ali-^lii..do adamasca Jo Isrgo vara lt#
Lencos de cbila oscuros um 100
(ia.-gis da coc; para patis eovoJo 200
Vende-se uma barcaca m ii i tn ol la,
Icloiacaode lt) caixas; nde se ,
garantas : no largo do Tei
an lar.


(6)
DIARIO DE PERRAMBL'CO SEGUNDA FEIRA 9 DE JANEIRO DE 1860.
Botica.
Bartholorneu Francisco Ce Souza, rus larga
do Nosario n. 36, vende o; seguidles medica-
mentos :
Ron l.'AITccIeur.
Pimas contra sezoes.
Ditas vegetacs.
Salsapnrrilha Bristol"
Dita Sands.
Vermfugo ingle*.
.Jarope do Bosque.
Pilulas americanas (contra febres).
Ungento Holloway.
Pilulas do dito.
Eliixir anli-asmathico.
Vidrosde boca larga com rodas, de 2 oncas a
12 libra:.
Assim como lem tim grande sorlimenfo de pa-
pel para forro de sala, o qual vende a mdico
prec.0.
Attenco.
a
Venderse muilo superior doce de goiaba fino a
19120,19200 o lg400, para acabar: quem pre-
tender dirija-se s Cinco Ponas, taberna n. 82,
unto 'is (asas cabida.-;.
Na 1 ua Nova n. 18, primeiro andar, vend-
se por 70j> urna carteira hon.oop'ilhica com 212
tubos de medicamentos em difTerentes dinamisa-
Ces e preparados no laboratorio je Wdbcr, em
Pars.
Vende-se un bonito mulalinho de 10 annos,
troca-se por alguma negra, ou aluga-se ; na roa
Superior ao melhor
presunto de fiambre.
Lingoasde va cea emsalmoura rindas
armazem de Ltiiz Annes delimite da
porta da alindola.
45Ra Dircita45
Para homeus.
Borzoguins aristocrticos (lustre) 9{j000
Itor/cRiiins zouavos, obra fortissima be-
zorro) 8S00O
Borzcguins cidados becerro o lustre] 8JJU0O
Borzegnins econmicos OJOOO
Sapates baledores ujOOO
Para senhoras.
goins para senhora (primcira classe] 5?000 i
- segunda classe) 4;GK) !
Ditos nara meninas (primeira classe) 4000 j
Vende so, permuta-se, ou arree la-so o si-
to Ja iravessa dos Remedios, na frcguozia dos !
Afolados, n, 21 : quera pretender urna daslas
declarares enlenda-sc coto u tea pseprietario I
l.aetano Pinto de Veras, na roparlicno 6a alfao- J
doga, para tratar do sen ajust.
Vendem-se fogdes de ferro econmicos, de =iBfi,
patente, para casas de familia, contando i fortn-j'
Ibas, e torne para cozinha com lenha ou carvo,;
ptima invenco pela economa de gastar um i
terco de lenha ou csrvo dos anligos, e de tozi-1
nhar com mais presteza, lem a ditToronra de se-
ren amoviveis, oceuparem pequeo espado d.i
casa, e de fcil eonducco : vendem-se por pro-
cos muilo mdicos, na fundico de Francisco v
Kua da Vnzala Nova n. 42
Vende-sc em casa de S. P. Jonhston 4 C. ra-
quetas de lustre para carros, sellins e silhoes in-
glezes, candeciros e caslicaes bronzeados, lo-
nas inglezas, fio de vela, chicote para carros, e
montara, arreios para carro de um e dous cval-
os, e relogios d'ouro patente inalezes.
tt.1OlS>rj !j!*J> Cira: a>#'S> CU & HAnrMr ^.Zj
MOSELLE MOSSEIX
PE
g TfiunifiCi
| em garrafas c meias gar- I
5 rafas.
CJ. Astley <&C.
I Seguro contra Fogo s
I COMPAMI4
LONDRES
AGENTES
C J. Astley <-. Meias de seda de peso
para senhora, brancas o pretas, e para meninas,
brancas o riscadas: vende-se na loja de Leite
A Irmo na ra da Cadeia da tecife n. 48.
3EiLMLe.j?> *. *j si akj c.iinajC'3'S etftcr"*
Vende-sc

Folha de cobre e Metal
ama relio.
Estanto em barra e Pre-
gos de cobre.
Alvaiade eVerniz copal.
Folha de Flandres.
Palhinha para marci-
neiro.
Vnoos (nos de Champa-
nhe e Moselle.
Lonas da Russia e Brim I
de vela : no armazem |
de C. J. Astley & C.
izeada com avaria.
i
Queimado n. 0.
(iramio e variado sortimenlo
Fazcndas francezas e rou-
pasfeitas recebidas em di-
reitura pelo ultimonavio.
Dao-sc as amostras com pcnhor.
Ricos corles de vestido do seda de cores
de 2 saias............................ fl
Ditos de ditos de seda prelos bordados a
velludo...............................
Ditos de ditos de seda de gaze phantasia
Ricas romeiras defil e de seda bordadas
Taimas de grosdenaples bordadas......
Chales de touquim branco boadadosa
30e.................
Crosdenaplede cores de iiusdrinhos co-
vado.................................
Dito de dito liso covado................
Seda branca tarrada covado IgCOO a___
Grosdenaple prolo lavrado corado.J___
Dito dito liso encornado a l$C>00e___
Dito dilo com 3 palmos de largura a
lg60o e..............................
Sarja de cores larga com 4 palmos do
largura covado a......................
Gaze de sedada China de floreselistras
covado a ............................
Follar de seda de listras gosto novo co-
vado .................................
Setim de escocia e diana de seda covado
Clialy de flores novos desenhos covado
Bareje de seda de varias qualidades co-
vado .................................
Mei o velludo de cores covado..'.'.'...."..
Velbulina do todas ascores............
Setim de todas as corea uso covado ...
Brilliaiiliiia branca muito fina a.......
Chitas francezas claras e escuras a 2C0 e
Casemira [neta llua algtOOe..........
Panno prolo o de cor lino provade li-
nio a 35500 a........................
Cortes de casemira do cor a 5g e........
Cas3as organdys de novos desenhos a
vara........................
Ditas francezas muito linasla.'.'.'.........
Manguitos de cambraia transparente bor-
dados muilo ricos....................
Golinhasde cambraia bordadas depona
Ditas de dito bordadas a 600a..........
Tiras e onlremeiosdccambraiabordados
Ricas mantas pretas de linho para se-
n!n>ra .......................'........
Ditas ditas de blond brancas e pelas..
Chales de soda decores, pretos e rosos..
Ditos de merino bordados com franja do
se Ja.........................
Ditos de dilodilo del"!!!!!!"""!!"
Diios de dito liso dito de seda..........
Dito de dito dilo de la..................
Dito de iito estampados fino lista de
seda............................
Lencos de cambraia de linho bordados
finos........................
Ditos de alxodao de labyrinUioSO e. ..."
Capel las brancas para noiva............
Enfeites de vidnlho prolo o do cores___
Aberturas para camisa
de esguio de
EpechincUasemignaL W^^r^-'^^'^
Na loja do Preguira, na ra doQueimado n.2,1 cores................
1 lem para vender peras dealgodao largo com 161 Saias balao modernas.................
Carduso Mosquita) ra do Brum, c as lojas de Jaras cad,a um.a l,ol l'ara, Pr,,C> de 1, pecas Chapeos francezes forra'moderna'......
forragens de Lardoso, junio a Concoic.o da pon- i d! "ssa "sa lllia a S50" : 3 cllas- :,lll<-' queso Graratqs lio seda de pona bordadas a
te do i i i t". e ra do Queimado n. 30. acaneni, velludo .........................
- Vende-se urna estante de amaretlo, r!n rp (>|l ac p 1||iPfl1fK Cnn,isas frau<-e'as de "cor" o" brancas
5
s
I
805000
1$200
I98OO
2S00O
21000
2g500
SgSOO
15O0
1000
1000
ljOOO
900
500
1*500
700
800
500
320
2$500
TgOOO
7000
1S000
500
I
9
lgOO
9
I
%
7S500
79090
600
4#500
8*000
$
1JJO00
s
9
GnAnDE
pechincha.
Na loja do Preguica, na ra do Queimado n.
2, rendem-se pecas de chitas finas de cores lizas
e de escolhidos padrees com 38 covados cada
urna, pelo biratissimo precc do 5J800, e em rc-
talho a 160 o covado.
obcrtas de chila a 2S.
Ruado Queimado n. 19.
Vendem-se coberlas de chita a 29, corles de ris-
cado francez a 5>g500, lencos de cambraia
algibeira a 2ja duzia.
FNDIClftLOW-MOW,
Kua ta Scnzala .\ova n. 42.
Neste estabelecimenlo conlinua a haver um
comapleto sorlimento do moendas e meias moen-
A prazo ou a di-
nheiro.
Vende-se a rocheira da ra da Cadeia de San-
io Antonio n. 7, tendo 5 carros e 1 riro coopto
sem uso algum : quom pretender, dirij.i
bom oslado, com portas cnvulracadas. prop
para qualquer ostudante, por coimodo proco :
na na da Gloria n, 13.
Vende-se a armaco da loja da ra do Im-
; era lor n. 9, projiria [iara um principiante.
Pccliiaelia sem nal.
Enfeites de vidrilho preto os mais modernos,
rondem-se por :>, na ina do Crespo n. 16, loja
da es juina da ra das Cruzcs
Vendem-se difTerentes caixiihos que podem
para diversas obras, nos com vidros c ou-
iii elles, por [ireco commodo : defronto de
S. Francisco.
% loja dosertanejo,rua
do Queimado n. 43 A.
Rercberau em direitura de Trama, decncom-
I i, os melhorcs chapeos de castor rapadoss
sendo brancos e prelos, e as formas as mais mo-
dernas que lem viudo ao mercado, e pur me-
nos que em autra matquer parte, assim como
tambem lem um grande sorlimento de enfeite,
.1" vidrilho pretose de cores pelo diminuto pre-
eo de S cada un, assim como lera chapeos de
sol do panno a 1J200 cada un: em perfeito esta-
do, i muras brancas muito tinas a 320, ditas de
o de lii hoa ljjl urna, cambraia pela fina
i afta o covado, e a vara a 560,e a 010, gangas
decora 540, brim branco de linho a 1.-200 a va-
ra, cohetes de velludo de rurta-enrespretos a
7$-iOO, ditos prelos a 8 e a 9$, calcas de case-
mira de edr a 7, 8 e
Braga Silva & C, lom semprc no scu dirposito
Ja ra da Hocda n. 3 A, um grande sorlimento
de taclias o moendas para engenho, do muilo
arredilado fabricante Edwin Maw : a tratar no
mi uio deposito ou na ra do Trapicho n 41.
Fazcndas com pequeo
loque de avaria.
t'.' pcehincha.
.Na loja do Preguica, na ra do Queimado n.
2,h3 para vender pegas de linissimo o muilo
largo madapolo, pelo baratissimo prego de ri,
3#500 eStfuOO: cheguem, antes qui- se acabem.
Chapeos de castor pretos
c brancos
Na ruado Queimado n 37, vendem-se os me-
Ihores chapes de castor.
linas alj)8O0 e........................
Ditas ditas de fustn branco o de cor___
Ditas ditas de esguio muito i.as mo-
dernas ................................
Seroulasdo brim de algodo o de linho
.Galeas de casemirapretasetim 9 c....
Ditas de ditas de cores 8j c............
Dita de meia casemira .................
I Dijas do brim fino c varias qualidades
3c Collelts de velludo, gorguriu,
casemira c setim..............'......
j Casacas de panno preto muilo fino 305 e
i -Sobrecasacos o palctots de panno preto
I Ano 2b o...........................
i Palctots de casemira mesclada gollade
velludo..............................
; Ditos de alpaca preta muito linos......
Ditos da merino setim prelos e do cores
Di los de meia casemira..................
Ditos de alpaca pretos e de cor forrados
Aviso.
No armazem de Adamson, Howie & C. ra
do Trapiche n. 42, vende-se selins para homem
e penbora, arreios pratoados para cabriole!, chi-
cotes para carro, colciras para cavallo etc.
Na loja da estrella.
Ra do Queimado n. 7.
6*00!)
8:500
t*$r,oo
2:500
I
9
11000
10-3000
485000
5-"?000
40S"XK):
3r,ooo i
18*000
10*00
9S000
TsOtM)
69500
para
2SOOOc2S300ii|ioca.
Algodao trancado americano branco, proprio
para loalh e roupa de escravos, com um pe-
queo toquo de agua doce : no armazem de i'a-
zendas da ra do Queimado n. 19.
Cheguem ao barato.
O Leito & Irmiio continuam a torrar na ra
da Cadeia do Recite n. 48, pecas de cambraia li-
sa com 10 jardas a 4&500 e 5$, leie os de cam-
braia de linho a 3 a duzia, cambraas muilo fi-
nas e de linJos padroes a 040 a vara, meias li-
nas para senhora a 39800 i duzia, ditas ornas In-
glezas para homem e meninos, chales de meri-
no lisos a 4$500, e bordados a 6*. palctots de
alpaca preta e do coces a 5*. ceroulas de linho
e algodo, camisas inglezas muito superiores a
60j>a duzia, organdys de lindos desenhos a
1*100 a rara, corles de eassa chita a 3g, chita
franceza a 210, 280, 300 e 400 rs. o covalo. peras
de_madapolao com 30 varas a 4gs00, 58, 58500,
0. 7 e S8, chitas inglezas de ores Illas a 200 rs o
covado, toalhas para mesa a 3 c 43, cortes de
calca de brim de linho a *&, ditas de meia case-
mira a 2^240, vestuarios bordados para un -ni- cniUPlllc lllMiliilac ni nadaAaVimi *
nos, e nutras muita* hiendas que se vende por ? "d M U 1iUL,md- |
barato preco. 0 n. J7, lOJU tlft i pOI'lUS.
Em casa de N. O. Bieber Pentes de tartaruga.
4 C. ra da Cruz n. 4, vende-se ;
Champagne de suieriorqualidade de marca acre-
ditada na corte.
Tinta branca superior em oleo, latas de 25 ll- lni;i ,',> /. BAvtfls
r bras, por commodo preco caixas de 4 latas. J ., PUI Uif'-
Vernz e verni/. copal.
Algodao/inho da fabrica Todos os Sontos da Ba-
ha.
Brilhantes de diversos tamanhos c de primcira
qualidado
Dias & C na ra da Cruz n. 20
Mercurio doce
It.lroz.
Linbas om novellos.
Cera de Lisboa em velas.
Graxa inglesa rm boies
Lazarmas o clarinetes.
Chumbo era leneol.
Dilo de munico.
Perros de ku para ongommar.
Pregos de ferro de todas as qualidades
Ditos francezes sonidos.

e
;.
.: MB ^s:-
das para euSenho, machinas de vapor e taixas mesni.a- V e ocl,ar com quem tratar
de ferro batiJo e coado, de todos os tamanhos ~ Z.eni1*** no '"niazein de Jos Antonio M .-
para dto.
Corles de vestidos
ele seda
Na ron do Queimado n. 37 loja de A
portas acaba de rcccbcr pelo ultimo
navio viudo do Havre um completo sor-
timenlo de vestidos de seda de 2 saias,
2 babadose de avcnal.os quacs se ven-
dem por preco commodo.
Chapelinas de seda c de
velludo para senhora.
Ricas chapelinas de seda e de vellu-
do para senhora: na ra do Queimado |
n. 37, loja de 4 portas.
Golas e manguitos.
Ricas golas e manguitos de cam-
braia : na ra do Queimado n. 37, loja
de 4 portas.
Manteletes
Ricos manteletes de grosdenaple ri-
|

GR.WDE E VARIADO S0RTIME3iTtt
Fazcndas inglezas e francezas e
roupas feitas
recebidas cm direitura
Armazem e loja
DE
Ges Bastos

'O'
Ricos pentcs de tartaruga para atar
cabello: na na do Queimado n. 37,
sorlimento de cha-
peos.
Camisas francezas
Ricas camisas francezas tanto de
peio de linho como de algodo c de fus-
ta: na ra do Queimado n. 37, loja de
I portas.
Bonctsparacrianca
>N\IH'.\ DO QUEIMADO N. W, FRENTE D\'
LOJA AMARF.LLA E ROTULAS RRAN< IS
l.ni completo e rico aortiasealo desobrera-
sacae de panno pretos de cores a 2\<:. ;tOj .-
;: 035$ casacas de panno preto muito lino
i 199' f,? e 5(>S- Pal,,,"|s '1" mesmn ..
B 243.' 25f, dilofl de casi mira i 1 i-,. H X
gj 18?, ditos saceos dasmesmas casemii -
g prelos u de cores a 10f e !_:. ditos ,i-
S pacas preta e de cores a 4f, ditos de I
g pardo a 45O0 e 5, ditos de brito | r< lo a :'-
as op, ditos brancos a ">5, oitos de esgi do
a ultimo gosto cor de laranja a 5, sol i
^*
casacos de ali
. ac muito ti;: i a 7? 9j
; sobrecasaca de panno linopretopara mi
U nios a ir(j, 1 209, ditos de cas
g de cor a bo e lttj, calcas deca- sentirs di
^ cores e pretas a 89, '.:>, ln. 113 ,- |2|
I calcas debnm de cor a 3?5H, -- asj,
; ditas de brim branco fino a 89a 7*,colle-
j tes de gorgaraode seda e de cascm 1
Km iMk-fc m-bi i Irriwnsiaiss! it
enanca: na I'Ua do Queimado n 37, lo- | Ihomens como para meninos de 1 :
ia de 4 nnrtiis 1 la,nahos,aeroulasd todas asqualidad
.!< i. i | rs. IS cheos de ni d aln.. ..,
Fazcndas hoas c
baratas.
seda e pal ha
o Lem enfei-
Chapelinas o chapeos de
para senhora, bonitos
lados a 159 e 1C9000
Chapeos de seda enfeitados para meni-
nas a 83 e ij^OOO
Chapeos de castor pretos de superior qualida-1
de a lo, ditos (rancezes de seda a 7, ditos de
castor brancos a 14$, di'os de velludo a 8 e 93, \
ditos da lontra de todas as cores muilo finos, di-
los de pallia Inglezes de ropa alia e baixa a 3 e I
5$, ditos de fi-1 no, um sorlimento completo, de
-25500 a 68500, ditos do Chile de 3*5(10, 5, 6, 8,
9, 10 e 12j>, ditos de seda para senhora, dos mais
medernos, a_12g, chapelinas com veos do ulti-
mo gosto a lS, enfeites Bnissimos para cabera
a 4g>00 e 5S. chapeos do palha escura, massa'e \ Capellas e enfeites de flores e froco para
seda, muilo proprios para as meninas de escola, cabega de meninas a 2;000, e para se-
si ndo os seus procos muito em coala, ditos para I nhoi a 59 a
baptisado de meninos e passeios dos mesmos, Enfeites de vidrilho para cabega a 3#500 c
tendo diversas qualiaades para escnlher, bonels Chapeos pretos francezes, Unos, para
do galao, ditos de raarroiuim, ditos de vellu- I homem a 83 e
do, ditos enfeitados, chapeos do boa qualidadc i Ditos brancos de castor, modernos
para pagem, chapeos de sol de seda para me-1 Ditos de casemira de cores para homem
nios de escola, e mesmo para senhora e para lio- '
mens ; finalmente ootros muitos objectos que se-
ria enfadonlio mcncioi ar, c ludo se ven de mui-
to em conta ; c os sonhores fregueses i vista da
fazeoda ftcaro convencidos da verdade : na bom
conhecida loja de chapeos da ra Dircita n. 61,
de Beuto de Barros Ti j.
a i liapos de sol de alpaca a
',-. DI

Taclias para engenho
FundiQo de forro e bronze
.; pretos de muilo bom gosto a 3 .-, ca-
sav i'ics de fostao bi rda li i om] rid
g zoj, chapeos de castora SapoIeo8, ri
g manguitos de puniros bordados a 39500 i
a 43, ditos com gollinhas a 53 e I'.:, illinl
W de traspasso bordado o transpareui
l calcas de meia casemira padroes moden
:' a 5J, co'.eltes d,' fuslSo de cor e de brim se
fi branco a 3g e 3S500 n oulras multa* fa- '"
y zondas e roupas feitas que serio patenti
g presenea do fregnez. r^
o,S000.
400 Lbapeos de palha escura, copa alta paral*
mem, pelo diminnto proco de 59OO0 na i
9S000 v'l":,"o & <;aslro, ra do" Crespo u.16.
CJ>nfk):g|ffl \T:ndem-se L/,irnl.:- poi
7-5000 fl^5 I1"".'" e alquil,;!- por n-enus di- sen
89OOO ..... 'ali para acabar, em peca 1 .i reta-
Inia Je i
para
95OOO
35'JOO
llio : na ruado Queimado '."ja
portas 11. 10.
2$50O!
\
DE
Francisco Antonio Correia Cardozo,
Ditos de brim branco epardo Unos...... 65U01 lem 11 ni grande sorlimento de
5S?n0 tachas de ferro fu adido, assim I ***i iS"""SrT branco:
3g5O0 COIUO SO faZ e COllCerta-Se qual- I Di do'alpaca preta o de cores a 59 e
iicnVfFotici-;(jiicr obra tanto de ferro fun-1S5aP2on22,e24rroira prc,0S6dc
3-3500 e
Dito de alpaca preto e de cores.........".
Kelogios de 011ro paleo........tes......
Ditos de feltro linos a 49, 5"e
Ditos de dito Gnissimos, fita larga
Ditos de seda de cores delicadas
Ditos di' castor tambem copa baixa
finos
Donets de panno fino, francezes,
meninos a 2? c
Camisas brancas e rom peitos de cores
a igSOoe
Ditas ditas com pcito de fostao. fina-;
a 29800 e
DHascom peito de linho a ;t$500, 43 e
Caira.- de brim de cores o branca.- de ';', a 6><> K)
Ditas de casemira de cor o pretas a 8 e ISgOtlO I mVs SU
Celletes de brim e fiislao a 4j e 55000 gv v*^^?fe'^-; r !^?"
Ditos degorgurao de coros a 5 e fta/joo EK-NOVOS
Ditos de velludo de cores a 12j 1
a ir.
ne-Ke na ru Nova ti. CI, um 1 arroi
rica no dn { assenlus, e tamban um .
n j briolel de rodas, ambos muilo levos.
rtnn, ~ Ventle"so ut" bonito inulatinl, di '.
1 i nn<, aluga-se ou troca-so pur alguma negra 1.
1 ra do Imperador 11. 20.
\ casa jaaaf^aaAaffl j..
fjyjoo
1 [$000
medicamentos ho-|[
^ m vgt Lmuig ui- tan1- 1 ^ ----- n
US, ditos pelos a 7, 9 e I Este estabclecimento contina a estar sortido I Sna#<'*
123, colletes Je gorgurao a 4, 5 e 6$, saceos pa- ra viagem de diversos tamanhos, eiaseruas, por1 '
ser rande porro, a lj>500, ditas a 1 000 e 2} a !
duitia, linas a i e 4$, chapeos enfeitados para '
meninos c meninos e senhoras por qualquer pro-]
;. ludo o ruis aqu se encontrar o prcro,!
e nao se doixa de vemnder.
A 500 rs. a peca
le velludo de um dedo miuimo de largura
10 \[1 varas, bandos de runa para senhora
bous a 400 rs. o par, pulseiras do cuntas
para senhora >u meninas muilo lindas a 160 rs.
acabar; na loja de miudezas do aterro da
Uoa-\ isla n. 82, qaasi confronte a matriz.
el C. ra do Trapiche n. 8, vndese: dido COI110 batido.
Dous carros americanos novos.
Arreios americanos.
Bombas.
Arados.
Champagne superior
Ricos cortes de vestidos de seda de 3 fo-
lhoso2 saias, c aAquile
Paletols de panno
Ditos de dito muito fino
Dilosde casemira de cor
Dilos de alpaca pretos muito finos e
mais abaixo
Dilos 1!,' ganga e de brins
Calcas de casemirns pretas e de cores
Ditas de biim branco e de cores
Colletes de velludo preto e do cores.
Ditos de pergenio muito finos
Ditos de fustn
Camisas francezas de (odas as qualidades
Capara homem
misas francezas bordadas para senhora
l.eques da melhor qualidadc e do ultimo
gosto
Maulas e grvalas de seda de todas as qua-
lidades
cobertos e dcscoberlos, pequeos e grandes, de Chapeos de sol de seda inglezes
I Velas cora toque de a varia.
20000 = vcnd."-se um sitio com 200 palmos de fren-
40J000 tcc?00de_fundo, 110 lugar da Torre, a margem
25000 i Capibaribe, com urna granae o moderna
I casa de vi venda, coeheira, estribara para 4 ca-
vatios, gallinheiro, cacimba com tanque e bom-
ba, baixa para capim, lodo murado na frente, e
; lado com porlo de ferro : os pretendemos podem
dirigirse ao agente Pestaa, que se acha autori-
; sado a dar as necessarias inforraacoes, c a tratar
1 da venda sob as condii-oesestabelecidas ao
SYSTEMA MEDICO DE HOLLOWAY.
PILULAS HOLLWOTA.
Este inesiiinave] especifico, composto inteira-
outra substancia delecteria. Pe-Saias a balao de boa qualidadc a 5 r
ra infancia, e a cotapleico mais Vestidos de phantasia, de luidas cores
mente prompto c seguro [.ara a 255000 c
9
9
V
9
i
Sobrecasacos de panno preto superior
Vestuarios de fuslao, mu lindos, pora
mi nios
Pontos do tartaruga modernos a 10, 10 e
l.eques entrefinos c bonitos a 3, 5 e
I Ditos de madreperola a 16, 20, 25 e
menie do norvas medimnaes, nao conlm mercu- Ramos de llores linas a H 6- c
no, nem alguma outra substancia del
nigno mais lenra
delicada igualmente prompio c seguro p
desarreigar o mal na compleico mais robusta ;
inteiramente innocente em sas operaces e ef-
feilos; pois busca e remore as duendas de qual-
quer especie c grao por mais antigs c leazos
que sejam.
Entre milhares de pessoas curadas com este
remedio, muitas que j estavam as portas da
morte, preservando c m sen uso: conseguirn!
recobrar a saude e forras, depois de haver tenta-
do intilmente todos os oulros remedios.
As mais afililas nao devem entregar-se a de-
7.;000
129000
26JI00O
38-3000
12^000;
258000
\:unii
309000
3jjOOH
C;UO0
meo path icos
mes-
sesperaro ; facam um competente ensaio dos
I mo pelo legitimo proprVetario. O do sitioViodo efficazes effeito8 desta assombroso medicina, e
I em chaos proprios. prestes recuperarao o beneficio da saude.
Nao se perca lempo em lomar este remedio
para qnaiquer das seguintes enfermidades
liaos proprios,
RELOGIOS.
ouro patente inglez, para homem o senhora,
de um dos melhorcs fabricantes de Liverpool,
viudos pelo ultimo paquete inglez : em casa de
Souihall-Mellors & C.
ttandeiras nacio-
naes.
Vendem-se na roa do Queimado n. 7, bandei-
^cionaes de varios tamanhos, muito bem
feitas a 800 rs. cada urna.
Cera c Sebo.
\ ende-sa cera de carnauba muilo superior a
1250OD r?. velas da dita e de composicao, sebo1
refinado em caixotcs, dito em velas, na ra da
Cruz, armazem n. 33.
Pianos
Saanders Brothers C. tem para vender em
sen armazem, na praca do Corpo Santo n. 11,
alguns pianos do uilimo gosto, recenliraenle
cln'sa los, dos bem conhecidos o acreditados fa-
bricanles J. Broadwood &Sons de Londres, e
muilo proprios para este clima.
Vende-se um carro de 4 rodas, bem cons-
truido e forte, com assento para 4 pessoas de
dentro, e um assento para boleeiro e criado tora,
forrado de panno fino, e ludo bem arranjado :
para fallar, com o Sr. Poirior no aterro da Boa-
Vi-t... e no escriptorio do James Crabtrce & C. n.
42, ra da Cruz.
Fariohade man-
dioca.
Vende-se a 5J a sacca: na ra da Cruz, arma-
zem u. 26.
Vestidos de seda.
Riquiss'.mos cortes de vestidos do gorgurao de
seda de dunse tres saias. dilos de seda de phan-
tasia, todos em seus grandes cartes : veudem-
se na loja da ra do Cabug q. 8, de Almeida &
Burgos.
Ditos doraslor para rabeca muito finos g
Ditos pretos 03 raelhores que tero vindo
ao mercado g
Taimas prcns do ultimo gosto g
Casemirasde cores para paletot g
I Corles de rasemiras inglezas 2,?I00
j Ditos de ditas francezas 5S500
I Ditos de dilas muito finas 9j000
Chapeos Amazona para senhoras c me-
ninas
Machinas de costura
de S. M.Singer New-York, o mais aper-
fcigoado syslema, fazen-
do jiosponlo igual pelos
dous lados da costura,
garante-se a seguranea
das a achinas e manda-
se ensillar as casas de
familia, bem como se
moslram a qualquer ho-
ra do dia ou da noito
nesia agencia: nicos
agentes em Pernambuco Raymundo Carlos Lei-
te i Irmo, aterro da Boa-Vista n. 10.
Em casa de Rabe Scbmettan &
C, ra da Cadeia n. 57, vendetn-se
elegantes pianos do afamado fabrican-
te Traumann de Hamburgo.
Cal de Lisboa.
Desembarcada ha poneos dias, e por menos do
que em outra qualquer parte : na ra da Cadeia
do Recite n. 50, primeiro andar.
Farinha de mandioca.
Na roa da Cadeia do Reciten. 50, primciro an-
dar, vende-se excellente farinha de mandioca em
saceos grandes a G$, e desembarcada ha poucos
dias.
Cera de carnauba
de boaqualidde, a 11JO00 a arroba: na ra da
Cadeia do Recife, loja n 50, de Cunha o Silva.
Vende-se urna casa terrea na ra da Praia
e mu terreno na ruada Concordia : quem pro-
tender dirija-se i ra Direila, n. 60, loja de ftt-
Diloiro.
\ondc-se em casa de Saundcrs Brothers &
. C. praca do Corpo Sanio, relogios do afama-
I do fabricante Roskell, por preces commodos,
I e tambem trancellins e cadeias para os mesmos,
de escolenle gosto
n
Vende-se
Estopa
Lona.
Camisas inglezas finas.
No armazem de Ai kvvrght & C.
ra da Cruz n. 61 .
HA*
= Vende-se cera de carnauba de superior qua-
lidade, e um resto de velas slearinas : a tratar
na ra da Cadeia do Becife n. 50, 1." andar.
AIlcHcao.
Vendem-se no Forte do Mallos, ra da Moeda
n. 23, saceos com farelo de Lisboa a 5j>6()0, e fa-
rinha do mandioca muito fina o alva, pelo dimi-
nuto preeo de C o sacco.
SBAO
DO
Rio de Janeiro.
Deposito no armazem do Amo-
rim, em freute ao trapiche
do algodo.
Fernandos & Filhos lem sabao do Rio, do de-
posito geral, que vendem em porces, a vontade
dos compradores, e proco commodo : a tratar em
o seu escriptorio no largo da Assembla n. 10.
Farinha de mandioca
e milho.
Vendem-se saceos grandes com muilo boa fa-
rinha de mandioca, ditosv com milho muito no-
vo, couros de cabra em porcao ou a retalho, ludo
se vende por menos do que em outra qualquer
parte : na ra do Queimado, loja de ferragens
numero 14.
Accidentes epilpticos.
Alporcas.
A iplas.
Areias(malde).
Asthma.
Clicas.
CoHvulses.
Debilidade ou extenua-
cao.
Debilidade ou falta do
foreas para qualquer
cousa.
Dysinteria.
Dorde garganta.
de barriga,
-nos rins.
Dureza no ventre.
Enfeimidades no ventre.
Ditas no figado.
Dilas venreas.
Enxaqueca.
Herysipela.
Felue biliosas
Fcbreto intcrnitonto.
Febreto da especie.
Colla.
Heraorrhoidas.
Hydropesia.
Ictericia.
Indigestos.
fnflammacdes.
Irrcgu la ridades
menstrua! ao.
Lombrigasde toda es-
pecie.
Mal de pedra.
Manchas na cutis.
Obstrucco de ventre.
Phtysica ou consump-
pulmonar.
Relencao de ourina.
Rheumatismo.
Syraplomas secunda-
rios
Tumores.
Tico doloroso.
Ulceras.
Venreo (mal).
Vendem-se estas pilulas no estabelecimenlo
geral do Londres n. 224, Slrand, e na loja de
todos os boticarios droguistas e outras pessoas
eiirarregadas de sua venda em loda a America do
Sul, Havana e Ilespanha.
Vendem-se asbocelidhas a 800 rs. cada urna
dellas, coutem urna instruccao em porluguez pa-
ra explicar o modo de se usar deslas pilulas.
O deposito geral em casa do Sr. Soum
pharmaceuiico, na ra da Cruz n. 22, em Per-
nambuco.
VenJe-se um <;rande telheiro em um cai-
xao de casa na freguosia de Sanio Antonio com
pono de embarque muito proprio para armazem
Je madeiras e maternos a tractar na ra da
praia n. 27,
Attenco
Vende-se urna porco de burros en-
tre os quaes existem 40 parelhas, todos
muitos gordos, novos e de bom tama-
nho do excellenle carregamento ebe-
gado ltimamente de Montevideo: os
preterdenles dirijam-se ao Ir;ipiche da
companbia ou ao armazem de carrocas
em Fora de Portas, de Flix da Cunha
Teixeira.
Cortes de vestido do seda de cores deli-
cadas, com 2 saias e 2 babados borda-
dos a 100$ e
Calcas para meninos bordadas a i o
Toalhas de algodo e de linho a 1600
1SS00, 2#6lKi a
Luvas de pellica brancas, amarcllas e
prelas, para senhora e homem a 2-5 p
Gollinhas bordadas a C00, fc00, l?2O0
l$6O,2400e
Manguitos bordados a 2$ e
Ditos com gollinha a 39500, -!, d c
Alem destas, outras muitas fazendas.
loia de Cunha Silva, na ruada Cadeia do Recife
so vendem por procos baratos.
Armazem de fazendas.
Ra do Queimado numero 19.;
enviados^
da Europa pelo Sr. Dr.l
! Sabino O. L. Pinho.
Es'es medicamentos preparados -
= cia'. me segundo as neressidade
p homeopaihia no Brasil, rendem-se
l procos conhecidos na botica central bu- Jf
t meopalhica, ra de Santo Amaro Mundo %
Na roa do (.respe n. 16, toja de I
Castro, rendem-se ricos chapeos de i
W-OOO enfcil*dos para senhoras c meninas, pelo d
* 1 nulo proco de 7rO00.
Arados anencanos e mccliiri..-.
1~-^?m\ pata ,avai-l'oupa : em casa de S. P J- -
sswt hnston & C. ra da Senzala n. V-2
2;S00:
i50 :
3S0001
3?00
85000 |
que n i
Chapeos prelos.
Xa ra do Queimado
numero 19.
qnalidade,
Chapeos pretos de primeira
torma elegante a lOg cada um.
Nova invencao aperfoi-
Corles de riscado francez 3 1|2 covados a 2j00.
Cobertas de chita a 20600.
Chapeos enfeitados para meninos c m ninas.
Ditos pretos finos, ultima moda.
Ditos de fellro.
Cambraia organdys muito fina.
Chales de froco de tres puntas.
Dilos de merino bordados de duas ponas.
Ditos muito tinos bordados a froco.
Ricos chales de touquim branco.
Cortes de seda de duas saias.
Luvas enfeitados.
Manteletes pretos bordados.
Lencos para algibeira, brancos, a 2S a duzia.
37.
Ra do Queimado n.
A 30J corlesde vestidos de seda quecustaram
60?): a 163 cortes de vestidos de phantasia que
cuslaram30j); a 8J chapelinhas para senhora:
na ra do (lueimado n. 37.
Brim trancado de linho todo
preto,
fazenda muilo superior; garante-so que nao
desbota: na ra da Cadeia do Recife n. 4S, lo-
ja do Leite & Irmao.
Enfeites de vidrilho e de retroz a fS cada
um : na ra do Queimado n.37, loja de 4 portas.
Batatas muito
novas.
Vendem-se gigos com 22 libras do batatas in-
glezas pelo diminuto pre^o de 10500 cada um :
no Forte do Matlo ra da Moeda n. .23.
Ra do CordoDiz
N. 8. Armazem da Foz N 8
Vende-se superior Girimuns grandes e ba-
ratos que admira.
Vende-se um escravinho de 10 para 11
annos, crioulo, vindo do Ico : na ra da Cruz,
armizem n. 33.
toa
Bandos on almofadas
de crina para penteados de
senhora.
Vende-se nicamente na ruadaCad-. ia i
cifo n. 48, loja de Leit: & Irmao.
Para mesas e
camas.
Toalhas de algodo alcoxoaJo para n. -i
de 1.11 [2. 2,21[2c3 varas a 800,
1S500, 2, 3 e
Ditas do linho de 2, 3, 3 1|2, 4 e 4 1,2
varas de-4$ a iq-
Ditas de dito muito superiores de 2 a ~>
varas a 6, 8,10, 12, li e Jf^)f
Atoalhado de duas larguras, trancado o
adamascado, vara a 1, 1;200 o Z)ffl
Guardas-roupa de algodo alcoxoado,
duzia, a 2j e M5Q
Ditos de linho a ;.,i
Bramante de linho para lenco com 8 e
10 palmos de largo a IsbOO e
Toalhas de linho com labvrintho para
rosto a 3J e ,1,^.
Babados de linho para lencoc?, toalhas
e camisas de linho, pocas de 30 varas
a 20500, 3$ e s-
E oulros muitos artigos, quena leja de Cunl.
& Silva, na ra da Cadeia do Recife n. 50. ei
na defronte da ra da Madre de Dos, venden,
so baratos.
Vende-se um carro amerir;. -
no cora algum uso, com quil-
tro assentos para um e dot.'H
cavallos, pintado d-novo ; a tratar na
ra da Aurora n. 26.
Vendem-se duas carrocas com dous
bois mancos gordos : a tratar na ra da
Praia n. 27.
Escravos.
Vendo-s doHs escravos mulatos pe^ss r.,
ra la Cadeia do Recife primeiro indar n. 19,
escriptorio de Grugel Irmo?.


)
DIARIO DE PERNAMBUCO. SEGUNDA FEIRA 9 DE JANEIRO DE 1860.
fl)
FABRICA
DE
LiVRARIA E01\0MICA
DE
um\mbu i fmml m mnn<
Sita Da roa Imperial d. 118 e 120 junto a fabrica de sabao.
N.2- UftDO CESPO
N,
2
DE
Defronte do arco de Santo Antonio.
NESTE NOVO ESTABELECIMENTO VENDEM-SE :
Livros do religiao, sciencias, de letras arles, viagens, historia e classicos ; romanees Ilustrados e
outras publicaees rn diversas linguas.
! Globos, alias e niappas geographcos.
Papel de hnllanda, de peso, paquete, almasso, de cores e outros de diversos formatos e gostos.
i Prensas nara copiar cartas e outros manuscriptos, livros e tintas proprias.
i\osle oslaiioiocimenio na sompre prornptos a mondos de cobre de difTerentes i1imonroc [deMO a 3:W),?imple, e donnmo,, pa'ra AtoguA*, apatelho, desliga, SS5 | UVTOa^^^^^^^^s^6^^T" ** U& ** '^"^ ^"^
e curiosidade das fabricas de Taris para uso dos elegantes ; orna-
ScbasAo J.da Silva dirigida por Manuel Garneiro Leal, a
37 Ruado Uiicimailo57
Loja de 4 portas.
Cliegou a este estabolecimento ura completo
sortimenlo de obras feitas, como sejara : pale-
oits de panno tino de I6g al 28g, sobrecasacas
de panno fino prelo e de cores muito superiores
a 35, um completo sortiuiento de palclots de i ,
risradiuho de bnm pardo e brancos, de braman- I '"ra "-S1'3 f3' a embaracada por tero cute-
te, que se vendem por prego commodo, cerou- ">e de mast.gar fumo, trabalha de carap.na : re-
suas cantigas que nisso ella fina c eos scnlu ic
da polica, capi.ics de campe, pedestres ele. a
aprehendan d mesma que serio bem recoa pen-
sados e a levem a minha casa no Monten o cu m
ra da Praia n. 45.
Jos Ferroira Coelho.
Fugio na larde do da 21 do rorrele, da
fabrica de rap, no Mondcgo, o prelo de nomo
Raimundo, idade 30 pan 32 ai.nos, nal*ral di
Costa, sem lilhos nem barba, bem parecid, al-
de linlio
diversos tamanhos camisas
rompensa-S bem a quem oapprehcnder elva-
lo a mesma fabrica.
ra meninas a 10, ditos de iialha para scnhnra a i
12?. chapelinbas de vclluoo riram.-i.ie eneita- I 8endo loV,do a ** **" Fnnl os
mos ; fui arrematado
pes, eni
i arrematado por Joaqun d.i Silva Lo-
junbo de 1850 ; pede-so, paranlo, lo-
as dimeneoes para encmenlos, camas de ferro cora armaoao e som ella, fugos de ferro potaveis e
econmicos, lachas e tachos de cobro, fundos de alambiqi 's, passadoicas, espumadeiras, coros
para engenta, folha de Flandres, chumbo om lenle baria, znro em lenrol e barra, lsnces e
armellas de robre, lencns de ferro o latan,forro suecia ingle de todas as dimenses, safras, tornos
e folies pata erreiros etc., e outros muitosartigas por ir anas proco do que em nutra
p.i
e
casamentos e visitas.
os lempos primitivos al 1850, por Cesar Canlu, 12 volumes, in fo-
nquecida de mais de 90 magnilicas estampas, obra em que nada se poupou para o "padrees nevos a 720 n vara easemiras'de cor-
..... '|or encontrar nclla erudicao, estudo solido e leitura agradavel. ,(,s p,ira eolletcs, palelots e calcas de 35O0 at
ALMANAk de lembrancas de Castilho para 1860, assim como colleceoes completas desde o seu 4? 0 covado, p;.....o lino prelo e de coreado 2500
comeco.
MANUAL UK COSTAS j5 foilas para compras e vendas deassucar, algodo ele.
al lOg o covadu, corles de colh-le de velludo
muito superiores a 9 e 12g, ditos de go-purao
dre de Dos n. J8, que gratificara genei
mente.
Fugio do engonbo Mallas, ao ..n.aiihoei r do
da 19de dezembro de 1850, o estrato rriOM ade
REVISTA HEBDOMADARIA
CO.LABOKADO
rr.i.os sr.s.
Ir Antonio da Costa A. F. de GastifhoA. GilAlexandrJ
raesA. do Lima A. do Oliveira MarrecaAlvos Branco
Rodrigues CordciroCarlos Jos BarreirosCarlos Jos C
Gomes de Amorim F. M. HordalloJ. A. de licitas 01i\
Andrade Corvo I. da Costa CascaosJ. Daniel Collaco I.
PiresJ. II. da Cunha RiveraJ. .1. da Oraca Jnior
Latino CoelhoJulio Mximo de Olivoira PimenlolJ. lidio de SouzaJ. S. da Silva Fcrraz__
Jos de-TorresJ. X. S. da MolaLeandro Jos da Coi (aLuiz Flppe LcitcLuiz Jos da
Cunha I.. A. Rebellu da SilvaPaulo SlidosiRicardo Ju
LopesXislo Cmara.
DIRIGIDO
Ilerculann ,\. G. RamosA. Guma-
A. P. Lopes do Mendonca A. Xavier
ildeiraE. Piulo da Silva c CunhaF.
eirJ. A HaiaJ. A. MarquesJ. do
'.. de Magalhes CoulinhoJ. G. Lobato
Jno de Otiveira Finiolos Mara
io FcrrazValenta) Jo= da Silveir.i
-."i < Z2.2-- o
'* <^ O ~. 5 ^
= *> ?. B s s ...
g.|8gSfgS?
_g -0 = 3 = 0.-
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C r B sn
= = r- g-f 2<
* '* 1> B ^*
A. P. do, Carvalko-
ron
-l.F.SHvcira'dalo,
Destinado a resumir todas as emanas o movimento jorn
imentc com a revista do que mais notavel houvcr occoi
tria 011 as arles, alguns arligos originacs sobre qualqucr 1
desde Janeiro de 1859, em que comecou a publicar-se, lera
exaclidao o regularidade.
Publica-sc todas as segundas Toiras em follias dol6p
um volme do 420 paginas com indico e frontispicio compel
Assigna-se no escriplorio dese Diario, ra das Cruzas,
V-:,fi\ da assiguatura : pelos paquetes a vapor IU}200
brasileira).
lia algumas collecces desde o comeco da publicacio dol jornal.
B- O
c -^ = c "_
*l.t 21"! si
taRodrigo Pasanino.
ilislico e a offcrecer aosleilores, con-
rido na poltica, na sciencia, na indus-
-lis assumpio?, o archivo universal,
satisfeilo ais seus us, com a maior
ginas, e completa lodos os semestres
ules. I
! na ra Nova n. 8.
ior auno ; por navio de vela 8S 'nioeda :
0 ?-,'-' :
B-2.S -??^|
w* = I a"!
~rz B^ s.-
" "B "C
a.
C I "B -^ 3.
5 = = r'5S
;.s3
T3 ."
o, coa
le n 7"3
< fia "t5 S. f O

V'

, x
R elogio
los paln!
mercado,
prec
de 011 roe prata, robertosedescober-
inglez, os molhoros que oxistem no
despachados boje, vendem-se por
a veis : no escriplorio do agente Oli-
da Cadeia do Recite n. l2, primeiro
Hilho e farinha.
Vendem-se saceos com milho, farinha e fare-
lo, ludo por barata proco sa taberna gruude
da Soledade.
\o deposito da ra las Cruzcs n. l,
defronle do sobrado do Sr.
Fipeiroa.
Ha um completo sorlimoi lo de gneros paraa '? rua da Cildoa o Recie
1 -i 1, dos quaes se aflnnea a boaqualidade, quei-1 .a........./vaa*.a '--r.c
irinos,do reino, suisso, tatas com boli- -',':---, M$s& ieffi
> Je todas ;>.s qnalidades. conservas do hor- *"
is e mermelada, pa.-sas e li;;i'?,
- para sepa, rh, presunto, linguicas, man-
loign iri.-l-i/a, vinho- engarrafados, Porlo, Ma-
I.- del e Bordeaux, charopanha, cerve-i
sinlho, \aropos, c os afamados cha- ,
rulos d'1 I hom Pinto e de Brandan, em caira e | ^ Can
c;'ixas. ,5^ ['orcTio
I 2& "es< na
m
ti O
HWvV
o =-"e 5:-?
0 2 i = n -=
C3
00
m
lonnis de cambraia de linho bordados para se-
nhoia a 0e 12* cada um, ditos lisos para ho-
mem, fazenda muilo superior, de 12 at 20.3 a
1 duzia, casemiras decores para coeiro, covado a
2,>i00, barege de seda para vestidos, covado a
1^'OO, um cmplelo sortimento de collelesdo
gorgurao, casemira prela lisa 1^ bordada, e do
fuslao do coros, os quaes se venden por barato
proco, velludo de cures a 7S o covado, pannos
o Recite: quem o prender, leve un Si V
AlvesFerreira 4 Lima, na rua de S. I ran-
ou entregar ueste engenho, que ser bem r-
compensado
Contina a estar fgida da illa Jos Juaquira de Mosquita, na estrada
los, a pula Antonia, de nac/.o Angola, que i 1
csrrava de Francisco Goncalves do 1 ibo
w i =
e
2
W
O
para cima do mesa a l(!g cada um, merino al- se aos senliores capitaes do rampo, qm ;
cochoado propno para paletots e colletes a 2.3SIH) leress u ina, a captura da referida pi
1 o covado, bandos para armaco de cabello a recolhereiu a casa de detenco, que Ferao .
($500, saceos de tpele e de marroquim para via-I rosamente recompensados >'

w
"t3
C3

CO
O
OO
CJO
en
en
00
tri
co
gem.eurn grande surlimenlo de niaras e malas
do pregara, que ludo se vende vontade dos
freguezes, e outras muilas fazendas que no
possivel aqui mencionar, porin com a vista dos
compradores se mostrarao.
Fazendas moder-
se contra quem a livi r aruutada.
ie jraiicacao
a quem pegar o 1 cravo J' aquim, fngui
dezembro prximo passado, ron < 1
rumies : c,
de ida I
p de 'j.. t ,
n ais ou menos, baixo e cheiod
ll^ I dondo, cabellos duros e corridos,
^ I nariz pequeo, boecs pequea, 1 un fall
Cortes de casemiras de cores finas a 55500, di- les superiores na fn nte, usa i ig le, n
las de urna s cur muito finas de 3 e 68, cortes i dara pode ler rapado, sem barba; rnndux
de collele de velludo de cores a 6$000, ditos diio
prelo a 53 e 6, colchas de algodo adasmasca-
das a 55, brilhanlina branca o covado 480, case-
mira dequadriohos o covado 1?, pannos para
mesa muilo benitos e modernos a 6?. corles de
barege rom Iros ordens de babados a 105, cha-
peos de pbanlasia jiara liomem, sondo de gor-
iguio de seda a 7, ditos doChille de i a 25c,
I ditos de feliro de 4&500 e&9, camisas de cam-
braia de linho para senhoras, ditas de eeguiao
muilo fino, ditas de cambraia bordadas com man-
gas, ricos corles de seda de lodas as cores, man-
1 eleles dos mais modernos, grande sortimenlo de
perfumaras inglezaslegitimas, joiasdecoral ver-
dadeifo, oleados de diversas cotes imitando
I marroquim para cobrir mesas, forrar alio.
I traveaseiros, ele, etc., bem como um completo
rede, calcas e camisas, levando 1 -1 i'';a
camisa de algodo liscadu azul e 11. 5 n l<
ro ; vcio do Cear novepur Crurriro do Si
de oiilubro prximo passado, remeiiij
Luiz Ribeiro da Cunha Antonio Luiz
los & Rdlim quem > apprehendcr, 1
cidado do Recite, rua do Gre*po 11. 11. ide r
cebera a recompensa cima. P< le
s riutnridados 1 uliciai s < capital id
apprrhenso do mencionado cscrai
poe fosse para o centro do Cear, |
sor natural da villa lu I jra I mui
suppdr que v se iuculraudu de fon
Vi /.< lem fito.
Fugio na uoite do 1." dej*iv iro, do
1. 1 Si na i i a de Jaboatan. o escrai 11 Silv sin do
40 anuos de lado, de Angola, purm bastai
sortimenlo do fazendas do mais apuradogosto ei ladino, de altura c grossura mtJia, ;
[ melhor qualidade, vendendo-se ludo por baitos pouro finas, andar apressado, ol >s vi
-3 o.
1 u ;
~. B
I
\%m m%
I>os & Lima, lem para vender
Je alcatifa de todas as qualida-
rua do Crespo n. 12.
Roa do Imperatriz n. 7,
loja do Zcconle.
Kssencia de sndalo.
1.
sndalo.
Benga las e pulceiras ricas.
vi non do P
dito champ
arniazi
do Recite n
A.
9
SS3S
tti
i
presos, no armazemde fazendas do Raymundol
Garlos Leile & Inuo, aterro da Boa-Vista n. 10.
\)
Do novo chegarara os afamados relogios in-
glcze8 de ouro, de patente, e esliio venda no
larmazem de Rostro Rookei A i., prar;a do Corpa
Sannto D. 48.
llelosios.
e?J
Seus proprielarios ofTerecem a sens numerosos freguezes e ao publico om peral, tola e w. i m
'& i qualqucr obra manufacturada em son reconhecido estabelerimento a sabor: machinas do vapor de i ,.,'"'' rclo?los Ul: ou l?)?ze*'
S? lodos os tamanhos, rodas d'agua para engonhos lodas de forro ou para cubos de madeira. moen- l,0<.l!"3/('[" Dae.,AU8u*10 L
*,* .. ......; ..- .........i.. !.,. ,i.< t..r*n k.iMn r, f,....i;i.-. .-,., ,..< n\ .....-,.,>..., ..:..i.._.__ ____ "a ruauaLaucia uo lleulle n. do
do pa-
Abreu.
urna cicatriz em urna ],i~ fan s, di
lem barba, porni conserva-a baixa ; levi u
sien, nloiii de roupa de al
algodo escuro e jaqueta branca, (i
nado, sen -. nhur, ( prop ietai
ma, promette 50g a quem o apprchcndoi
i nl legar.
' I '
Fugio da praca do coinra-.-rcio, d
i.1 de as;;.'.-i, no dia :51 de i i
snno, um l > castanho bi
chifre e flla ^ um ulho j niesin
pessoa que o pegou, querendu esliiiii
enlrega-lo ao Sr. Santos, l o qual isla autorisado para i I
qualqucr trabalho.
k-^-. u.- usmM3-a.fiiia.S mW83t : :-:-.::-::::.,^-cr.xl&-U chos o bombas, rodas, rodetes, aguilhoes e boceas para ternalha, machinas para amassar man- ~ Vende-se superior lmha de al godSo, bran- ?. n ,,.!,{,,.,
wm^tiMTi enm dioca e para descarocar *lgodao. preneas para mandioca e oleo de ncni. portees gradara, co- "Le ll S,u'BuTl0,rPara costura : em |A ^fC t|0.(kSl[ 'O
]Hra]RSI8 lumnase moinhos d vento, arados, cultivaloies, pontee, aldeiraseUnues, boias, alvarengas ^e Scuthall Ueilori c, rua do Iones lJi> |^^niv
oso ra
irlo, do mais .superior, engarrafa l<
gno, dem, dito muscalel, dem : no
Barroca > Ucdeiros, rua da Cadeia
4.
Ricos Jeques verdadeiros de 5Sopan
em libra, d
feijao brain|
quenas c g
em outra q
Ai Iudes para cabello, thlo "''teoia
para segurar chapeos de ::
senliora. $
ludo chegado pelo vapor
inglez.
,~Z z.
" .. "* > o / s
uC .gr ~ ? ~
-o L .- c S -: t
T-VJ ~ "
~ S & r 2
v. k r
----- e s .
::7 s "g'-2Si
filil:
- .* r: 3. c = T ::
~---s t ^. S
's-i5;e~^
S r. n r ; ;;'- :
= 22 C | S ~r- "
ti -3 s e
- B..2 =

f. da Suva Boisis
>ndcr no seu deposito da rua do V-
velas de ramanba de 6, 7, 9 e 12
las do composieo de Ge 7, sarcos de
o o amarello, ludo se vende em pe-
andes porefies, e por menos do que
alquer parle ; o compra-se effetliva-
e qualqucr i oreo de pingos que caho
ando acezas.
. .. .
. i-se a ven.ler fazendas por baixo !
:mesmo por menos do sen vale:
boles c todas as obras de macliinismo. Executa-se qualqucr obra soja qual fr sua nalurcza peles
desenhos ou mobles -jucparalal flm forem apresentados Recebem-se encommendas neslc esta-
bcleciinento na ruado Orum n. 28 A o na rua do Collegio hoje do Imperador n... rnoradia do cai-
xeiro do cstabelecimento Jos Joaquim da Cosa Poreira, cora quem o$ prelondentcs so podem
entender para qualqucr obra.
,1
ao campo.

\10S cliapos tle castor
i ... iu no da 2 do correntc o cabra Je
i lade nnii i;, pon o mais un innm>
cero do corpo, poura ''i ba, cara .
I ollos reglales, cabellos eres
' na direiia mu po n o arq
camisa de cliit.i rxa de lislra.catea de i .-
enro, partida m
Iho levon mais urna ralea de casemii
camisa branca ; esle escrvo i": n a du '
.. aflm de liquidar cuntas : na leja de 4 perlas ~
-} na rua (d Qneimado n. 10.
. : .. -. r : .. .. '
fl ~.,-:y
\
CARROgAS.
yendem- so duas carracas novas, sendo para
bo e oulra para cavallo :" na rua da Concordia,
confronte no armazcm do sol.
;i- -.-. :-'l4'
ti S WBBJUMHL
HA GLORIA, G A S A BO FUMDAO 3
CViiea po amlios os systemas.
wwm i
brancos e pretos finos, vendem-se per tan m
preoo por seren vendidos por conta du folirican-
' le : na praca da Independencia n. 24 e3tl cli ipe- Flix Fi rreira de Aguiar, moradoi
laa de Joaquim de Oliveira Maia. entre Tabalinga i IngS ; supi 5. 1
AlteilCaO. 'I,ir'1 ''"' : T"'n: u I" :ir- leve a
,,., .. 11. 1**. en uo sillo Corluru, 1
_vem!oni-se borzegums francezes para hornera de elle f
a ", ditos para senliora a 5$, sipalos do tranca __ [,(,
a 1?70 ; ueste estabelecimenlo existe ura com- ,.,.,,, ,
nielo sortimenlo do marroquim e couro de lustre vicenlo. tri alo, natural do serla, d. -
.1 r'.r:?L^:,':.'.'''.a 22frteD, do comprador : na e ,.hl.u ,, ,...,, ,. m
!le, e falla bem desembarazado d
\ fgido en companliia de nutr. s |
qualqucr pjssoa qm
fugio que ser 1
- pp< re cu di sde o dia 25 du un
d ii ene anuo o pseravo 1 1
Escravos fugii

'% AosIcigarreros e cha-
ruteiros.
Can) ios a Lima lem para vender cai-
I
oras, i
outras ;
l xas con
fumo
americano do muilo boa
3K qualidade e a proco commodo: na rua
j do Crespo n. 12. S(j
. .,?:i$m-immmm&m&
Fub.
Farinha fi millio americana, em barricas, che-
jada no ultimo navio dos listados Unidos : nos
araiazens dt| Tasso Irmaos.
Escravos venda.
RVende-se um molcquc de 18 annos, perfeito
cozinheiro, urna negra que cozinha, lava e en-
gomma perfeilamcnle, e una negrinhade litan-
nos, escravos lodos d-, qualidade e sem vicio al-
gum : a fallar com Oclavano ce Souza Franca,
rua da Cadtia do Recie u. 36.
I* ; O Dr. Lobo Moscoso d consullas todos os dias pela manlia e de larde depois de 4
i; Contraa partidos para curar annualmenle nao s para a cidale como para os engonhos ou
gj propriodades ruraes.
Os chamados devera ser dirigidos sua casa al as 10 horas da manliaa o
gencia a oulra qualqucr hora do dia ou da noite sondo por escripto em que so declare o nonie da
pessoa, o dama co numero da casa.
Nos casos que nao forem de urgencia, as pessoas residentes no bairrn do Recite podero ro- j'in
melter seus bilheles a botica do Sr. Joao Sounn & C. na ruada Cruz ou loja de livros do Sr. .los hxi
Nogueira de Souza na rua do Crespo ao p da ponte velha.
Nessa loja e na casa do anonnciaote achar-se-ha constantement e os molhorcs modica-
mentoshomeopalhicos ja bem conhecidos c pelos precos seguintes;
, Botica de 12 tubos grandes, ..."......
Ditos de 21 ditos...............
Ditos de 36 ditos............ \
Dito de 48 diios...............
hilos de 60 ditos.............\
Tubos avulsos cada um.............
Frascos de linduras........,.....
Manoal de medicina bomeopalhica pelo Dr. Jahr traduzdo
om porluguezcom o diccionario dos termos de medi-
cina, cirurgia etc.. etc. ,........20-3000
Medicina domestica do Dr. Hering, com diccionario. 10!00l)
Repertoi io do Dr. Mello Moraes. ....... jJOOO
Fugio
Do Emgenha Aca da cciumaca de Goianna
lo e.scravo fulla de nomo Joaquim, pouca l-aiba
'cibera comprida ollios grandes e enfiiinassados
tem urna niaiea de terida na peina esquerda
seu senhur.ua rea Direita n." 112, qu<
I compensado.
)io!o([iiC Fgido.
I0fl C ifcgratii .
Boga-se a s eapiles de campos, a l
Iqualquer suloridade a apnielienfio de um
i que de nome Marocl, crnalo, dlae \i
I pouco mais ou menos, o qual fugio da 1
I5l*i!:*li Polassad<ussia
b~2ZB 'l_?Z .,: =
El r % 7 I ^
< .= 5*** ~- '' r~ c L
-. c.r- e .2 a
: ic : !:";:
5 2 / 2 5 = -~ .
c; C t: fc. 9
E|g*IB5f -S-*
s s'S i &g s I =
= '=|Ss|2

10O0O
I5SOOO
20M90
25g000
0-000
15000
2SlK'-
Vende Jos Dias Brandao, na Lingocta n. 5,
700 is. a libra.
Na rua da Cadeia do Recite o. 1,
precisa-se comprar um esrravo de
uiei,i id.ije, aue ellliJIlda de COS-
E GAL DE LISBOA.
No bem conhecido o acreditado deposito i
rua da Cadeia do Recite n. 12, lia para vender
polassa da Hussia e da do Fiio de Janeiro, nova
e de superior qualidade, assim como tambem
cal virgem em podra : ludo cor Breos muito
razoaveis.
Gal de Lisboa.
Vendem-se no caes de Apollo, armazcm de Se-
rodio & C, barriscom cal virgem em pedia, ul-
limamente chegada, e porpreco razoavcl.
SELLINS.
Vendeiu-se os melbores seilinsinglez.es do pa-
tente no armzem de Rostron llooker & C,
pracado Corpo Sanio n. 48.
Allenco.
Vende-se um carro novamente construido, com
. assentos, muilo (orle, forrado de panno verde
lino, c proprio para uuabjuer corhoira ; a Malar
com o agente de leudes Ilypolilo da Silva, ou em
casa de James Crablreu &. C, rua da Cruz do Re-
cie n. 42.
Acaba de chegar do Ro de Ja
neiro alguns exem piares do
primeiro e segundo vlume
da Gorographia.
Histrica clionologica, genealgica,
i nobiliaria c poltica do imperio do Bra-
sil, peioDr. Mello Moraes: vende-se o
se-
6 e
P
lo do pss niilfeilos e Lera marcad >s de
os quem o pegar pode enlrega-lo no dito En "baixo assignado no dia 30 de ouiubo d
, genlio a seu senlior ou nesta Cidadc, no escriplo-!re,lle B""o levando caica de cor, can i/1
\ rio na rua da Cadeia n. i0 ^jue scui generosa- chapeo de palha oleado e o motor sign 1 i
i ment recompensado. Je DSlhmoea pouro esleve dnente de I
Escravn. fu"ida du"Kl,3SequeCSI
Fugio scxla-foira 30 de dezembro da casa em
: que moro no Monti iro junio a refinseoo, una os-
' rravo de nomo Anua, muala, j,\ de "si os :lii an-
i nos. loma muito rap, olla, levou bstanlo roupa,
mais deve andar de lulo, dcsconfia-se iiueesloii
acollada por Caboc, Foco etc., ou .-,ra' lie!,-n- ,lc?l'"/a 'l"e f.e fizer c,m mesmo n:"ir'l," '.' '
be por oslar l um prelo do seu conhecimenln : 'SP aneetuar dita apreliensao, levando a re.. Nota
rogo portanto algueni que se nao illudam com n. 21. Francisco Jos Germano.
talbao, que se queira aproveitar de sus |
ida,le para o seduzir, iksde ja protesta e m
baixo assgnado de cahir sobre dtolarapi
lodo o rigor da le, e grafitica da ma ,
iqutlie que Ibeder noticia reita, e paga i"
N\ RL\ DA ISIPERATRIZ R. 27
wu m tiisfis w
T
c de mngno,
trastes avulcos
i
nco3 vidros de espelho ,-:,
na mesma loja se fazem : .
psl ba para vender ricas mobilias.de Jacaranda
Wftek grandes e pequeos, assim como rauilos ti
cortinados para camas o janellas, lava-se chapeos de p'alhinha da Italia c se" poe na |' 'V
',r-- ultima moda, lava-se tambem a palhinha das mobilias a mais encardida (orna-so ou- ^T-'
$gl Ira vez nova sera sor mais preciso as mandar pintar, limpa-se e gruda-se estatuas de -'
- pedra marniorc, de alabastro c vidros de lodas as quididades torna-so oulra vez la.0
^j0 segu o c limpo como o estado primitivo.
'M
Dos premios maioros de 20$ da 26 lotera concedi-
da para omeliioramento do csado sanitario da
capital emaispovoacoes do imperio; extrahida no
Rio de Janeiro, era 24 de dezembroel8S9.
m
Nesle proveiloso eslahelccimenlo, que pelos no vos melhorameulos feilos adia-se conve-
nientemeiite montado, far-se-ho taubcm do Io de novembro em vaote, contratos mensaes para i 670
maior coinmodidadec economa do publico de quem os proprielarios esperam a remuueracao de
tantos sacriicios.
Assignatura. de banhos fros para urna pessoa por mez.....lOgOOO
momos, de choque ou chuviscos por mez 156Q0
Series e carloes e banhos avulsos aos precos anaunciados.
\S. PRBviS. ^S. l'Kl..M>. Ns. PKEMS.I >. PHEMS.iNS. I'KEMS. -S. PREMS \S. I'tf.i
:> 40c 833 10(1 1630 loo .'4J2 405 3276 lOOS 4io3 100? "1110
:s 40p 41 1003 34 100 39 100 3(03 -i 05 10 40: 15 1 l -
Vi 40 54 40 45 40 73 40g 35 46f 49 40 21 iota
74 2.10? 11 408 71 40 2545 40- i. tooj M 100$ 61 M|
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92 100 1022 1003 23 40 17 40 38 100 1 NS 400 80 M|
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33 lOttj 11-20 40 94 11)0 58 lo 91 100 4525 100 5413 li-
67 40-5 35 200 96 40 2728 100 3694 200? 96 100? 33 li 09
421 40 3t 4tif I01 t,00ds 2882 40 3733 100 4(16 Mf 8'. 10 -
'27 40 65 40 8 400 84 40 38 40? 59 40 9 .03
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77 100 CO 1:00U 126 100 63 loos 61 40 55 100
85 40 80 200- 60 40? 79 400 08 itte .83 20,000 sm *
94 40 1378 2:000$ 2218 400 aoo5 40 395 100 38 ** .")7:. 1
513 40 1431 200 20 40 8 40? 23 100 47 U* 6-". : 19 i 05 32 100 33 40,> 9 200 40 40 60 100 H- 40
8S 40? 33 10 46 40 50 1,000 80 40 99 40g H 4"
670 40? 63 2(HI 2300 200 53 40 1 40f 4924 100 5850 toe
i i 100 r.oN 40 6 100$ 62 40S 4007 M<, 39 40 66 'c
731 400J 47 100 25 10 68 10O 25 403 51 100S 72 loo
34 10:000 50 40 49 200 83 401 66 40 56 100 :>9is loo
829 l:000 69 1004 56 4ug 3132 400 99 1.0008 88 200
81 40 2107 200S 88 40 4167 200 98 40


35!
DIARIO PE PERNAMBDCO. SEGUNDA FfclrU 9 DE JANEIRO DE '860.
Litteratura.
lunsiciii, uiuiimna leltz, uimui uein exerc.lauos,
conhecimento soffrircl da harmona e disposices
naluracs para o improviso, alvo supremo dos
csludos do org nista.
O orgo um palacio encantado, lodo cheio
do vozes harmonios.-). Ao organista, ao seu t-
lenlo, u suo inspiraco quepcrlenre evocar es-
sas vozes adormecidas, faze-las vibrar em seus
elfeitos mais varia los, radiantes ou sordas, pro-
fundas ou brillianlos, soladas ou grupadas, li-
vres ou presas em um euro sonoro. Seus dedos,
la o rpidos como o relmpago que atravessa o
espirito, dcveni Iracar no teclado melodas hu-
mildemente murmuradas ou hymnos chelos do
urna brilhante suuoridade. N'esse trabalho rapi-
Aotiria histrica sobre a vida eas obras
de M. Adolpbe Adam, lida por M. Ha-
lvy, secretario perpetuo da acade-
mia das Bollas-Artes.
y. Adolpho Adam era filho de.II. I.niz Adam,
expeliente professor de piano, que gozou de urna
reputarlo merecida no principio dcsle seculo.
ChegSra jorren a Paria, j notavel porum talento
completo doexeeuc-i. Gluck, fo seu protector e
ronllou-lhe o cuidado de passar paia erara agu- I
n ig romposicoedsuas. Lo-so em trochos do autor
'i.' Anuida, publicados onlao, que sodo caval-
S Adam r"" ^ a"J;,JS P"ra CTaV Pl" "" ? inHlw.a. ijtl se lrrar desatentos pro-'
do, emque ludo espontaneo, em que o lempo
filia, em que a idea concebida logo expressa,
Carlos Adolpho Adam, nosso lamentado col le-
ga, msico gracioso, fecundo, espirituoso, com-
positor ogridavel, lo cedo roubado arle c
Academia, era o primognito dos dous lilhos de
si. Luiz Adam., u mais moco, Hyppolito, dedi-
cra-se a pintura. Morreu alguns annos antes
que s>u iraiao.
Adolpho Adam nasceu em Taris a 2i de iulho
do 183. '
Desde a infancia mostrou-se tunoso pelos se-
ga-dos da msica, mas pouco doc.l s primeiras
instruyos, procurando adevinhar e recusando
faoso dos iythiiius vulgares, am de permane-
cer digna de si mesla a du sua alta misso, de-
vor-se-ha firmar no estudo que fecunda e na
setnela que fortifica. Na verdade, hoje nao fal-
lara m o ensino elevado e os grandes excmplos
que podoria ni dirigir nessa va generosa as almas
dedicadas I Alias a sciencia do constructor de
orgo nunca fui bem aperfeicoada. Admira, po-
rm, o trabalho constante, espantara os estudos
serios, c ha lanos ouvidos piedosos que nao re-
cciam os cantos profanos jjue a coragem do ar-
tista diminue : volta-se para a facilidaJe, que
suwe e caramba sera obstculo em suas lloridos
aprender, rebelde ao estudo, mas captivo das veredas.
Alm disso Adolpho Adam, no estudo que ia
bellezis da arte, apaixonado pelo pra/.er que el-
la d >; improvisador antes de saber ler. As cii-
cumslancias em que elle se achava, facilitavaai
a boa diree;o dessas disposices naluraos e pa-
rece que deviam animar-lhc c luxiliar-lhe a in-
clinacn, que o dominara. Nao succedeu assini.
Apenas chegou idade da razo, prohibiram-lhe
o estudo da msica e s conseguio encelar a
earreira da composico, onde devia entrar na-
turalmente a [orea de perseveran;, com o au-
xilia de manobras occullas, por um caminho de
atalho, da naneira mais humilde. O pni quera
dispor diversamente do futuro dessa mancebo,
rausic i instruido, o professor celebre, o amigo
dos compositores Cherutrini, Le Sueur, Mhul,
Borln, dos ccli les rabequistas llode, Baillot,
Krcuzer, nao quera que seu tilho fosse mu-
si o.
Omorinheiro que vai partir para una viagom
longiuqua, levacomsigo seu filho ainda crianza ;
acostiima-o s I-digas, ensina-lhe a coragem e
o desprezndo perigo ese v que o meninohesila,
que im nudo do lerrivel elemento, tem para
anima-touma palavra seductora, cheia de graca
o de esperanca. Deita estar, Ihediz elle, mngucin
morro di1 vespora !
Mas o artista nao entrega assim seu filho aos
azares da fortuna. Ha muitos msrinheiros, que
se ledo tornado limidus a respeito de seus li-
li s Ihes recusara o dircito de se exporern aos
perigus que elles affrontaram 1 Nosei ; mas o
que c certo que nao 6 raro ver, ra pralica das
bellas anes alguns pais, apezar (le terem che-
gado a salvamento, conservaren! na praia seus
lilhos mu chelos de ardor. Paroccu-lhes inevi-
taveis os perigo.-; de que se tivraram o emsuaj
ternura inquieta pensara que o Qtho ha de pe-1
re er no lugar que alravessoua barra do pa. I
por que o ruarinheiro tem o animo mais'
fazer doorgao, nao poda ter nem linha a inlon-
co de seguir as sabias escolas dos Proscobaldis,
dos ll.ichs, dos Iliondels. Para isso seria preriso
um desapego s cousas deste mundo, superior ao
que comporlava seu genio e menos ardor pelos
triuraphos rpidos. Elle amava o Ihealro e a so-
ciedade e j proeurava, impellido por uro instinc-
t> ao qunl se entregava sem pensar, applicar aos
goslos terrestres o partido que poderla tirar de
suas felizes facilidades. Amava, pois, o orgo,
por assim dizer, em segunda mo, e como por
um reflexo do son gusto pelo improviso. O que o
seduzia, ora a variedade dos jogos, a riqueza
das vozes, o contraste dos sons. O que elle pro-
eurava, era o improviso agradavel, doce, folga-
zao, o que convinha ao seu temperamento, ao
seu espirito vivo o agradavel, fcil, o que mais
larde se satisfara com o orgo em miniatura,
que desde entao comeoava a manifestar-se. Um
mostr celebre,o aulor" de Agtese, e Griselda,
do Mestre de Capella, o compositor l'aer, j li-
nlia imroduzido na sociedade um pequeo te-
clado desons agradaveis e macios, vindo da Al-
lemanha, o qual locava com a mo direila ao
passo que acora:, .nhava no piano com a mo es-
inorda ; mas o liarmonium, adoptado depois por
qu* lu eno, u que nao no uoje, e que iu pa no estudo da composico.
Ouvindo-se os accordes raaviosos qne se er-
giiem dos coros e da orchestra, parece que a
msica dove ler sido sem pro o que he hoje, que,
si os meiosde execuyiotem-se aperfeicoado suc-
cessivamente, se os instrumentos sao mais nu-
merosos, raais variados, raais vibrantes, a arle
serapre dispoz desses accordes, trama brilhante
ou delicado onde se desenlia a meloda. Sbe-
se, porem, que assim nao surcedeu, que a har-
mona permanecen desconhecida por muito lem-
po, captiva, obscura ; que foram-lhe precisos
alguns seclos para so erguer, para se dqsemba-
racar das Ircvas.
A har.notiia he a luz dos sons ; penetra-os c
e antma-o] ; enlaca-os c fecunda-os ; ordena que
sons differcnles, reunidos em grupos segundo as
leis que ella dicluu, tonhain urna vida commura,
(oram ao mesmo lempo com a mesnia faisca o
ouvido c a inlelligencia e nao formem mais do
que uro s raio e urna s chamma. Agora nao he
occasio de fallar dos Irabalhos perseverantes de
homnns, que. dedicados essa obra e guiados
por um sentimento profundo, procuravam apai-
xoriadamcnte o segre lo desnleressado da har-
mona como outros procuravam o segredo de fa-
zer ouro. A produceo da harmona foi um dos
trabalhos raais conslanles da idade media e esses
msicos, esses doutores, esses ecclesiaslicos, es-
ses mongos, que podiam ser chamados alchimis-
tas, astrlogos da msica, succederam-se duran-
te algumas geraces ; com a penna na mo, pro-
curavam combinar os sons e se perdiam era cal-
culos exlravagaules, era analogas misteriosas.
Entretanto dessesesforcos, incessantemente re-
novados, deviam sahir os primeiros principios do
estudo da harmona e da composico para algu-
mas vezes. Era preciso um noiue p3ra essa
sciencia nova ; cada seculo propoz o sen. Mas
no dcimo quarlo reculo appareceu um noine
que talvez agradasse geralmenle, porque era
verdadeiro e conforme realidade. Como ento
os sons eram representados sobre o papel por
meio de pontos, como o poni faza o papel mais
importante na pralica desses estudos, como se
achava continuadamente era opposico comsigo
mesmo, o novo nome ; contrapunctum, sabido
da cela de um religioso, voou demosleiro em
raosteiro, percorreu toda a Europa e foi traduzi-
do em todas as linguas. Foi assim que chegou
al nos, heranca desses tem pos obscuros, echo
desses cantos esquecidos, homenagem involun-
taria rendida memoria de Iraualbadorcs pa-
cientes que preparavam a harmona e viam ao
longo a Ierra fecunda em que nao deviam pene-
trar.
Emquauto esses mus os, dispersos pela Euro-
pa inteira, fallavarn entre si de rausca na lingua
Adam, era muito mais incompleto e foi alguraa dos sabios, os povos cantavam em lingua ral-
causa verdaderamente nova a sonor.lade do or-1 gar. Foi ento que nasceu a allianca da melo-
gao sordo, suavlsada, acclimalisada lepida ath-. da cora a harmona. Os theoric.os'coraprehen-
mosphera dos saldes e posta em execuco por j dorara que a canco do Iravador podia unir-se a
3 elegante, hbil c desejoso de agr- j seus accordes o q'ne si a meloda era a superficie
ilhattte, a harmona era a profundi lade oc-
ii.iuimii.iojs, uiiui: sahiiaui cautos lo melodio-
sos e lanos msicos celebres, cojos nomes sao
immortacs.
O mestre que devia ensinar ludo isso Adol-
pho Adam, era M. Eler, o qual, sem duvda, me-
rece que dee nos oceupemos por alguns mo-
mentos
Era elle um msico de tempera antga, nutrido
com as sabias doutrinas c creado no respeiln das
onlgas tradiccocs. Era compatriota, amigo e denle, por mais espontaneo que o tlenlo n'ossa
quasi conlemporniieo de M. Luiz Adame, como ser. depende s-mprc alguina eos. do mostr-
lo. viera mu moro para Taris. Ao principio
lubynniiio, onde elle se ulia perdido e o re-
conduzio l> meloda que elle nao conhecia. Iul-
cioii-o em seu gosto, era suas preferencias ; foi
seu raoslre, seu guia e seu amigo. Sem duvda,
Adam linha o iuslindo do Ihealro e, quando
quizesse, loria arhado o caminho que perder ;
porem Boieldieu evilou-lhe rodeiosmais longos,
reanimou-lhe a inspiraco definhanlo, suffoca-
da ; restluio-o asi propno. Por mais indepen-
dan Era sem duvda a msica de sala, de pro-
porces graciosas, de cotornos delicados e linos :
poder-se-hia dizer que era destinada a ser vista
de perio, msica enilim de ccatele.
Fallava entretanto nina qualidade importante
feliz, e numerosa reunan de qualidades que
culta.
que
fragios sejnn, de certo, monos desastrosos que
os do ocano, tem grandes e vivas dores, que
dcixam n'alma um signal indelevel.
Talvez quo M. Luiz Adam, em sua mocidade,
quizesse tentar egualmenlc o destino do ihealro ;
talvez que livesse recuado ante o temor do pe-
rigo ; mas emlim quer seus terrores fossem ins-
tinctivos ou fundados, sempre c elle quem recu-
sa seu conS'3ntimouto jos desojos dolilho. Quiz
primeiro que estudasse, noque concordava per-
fe la mente > mancebo, pois amava as letlras e
conhecia o valor da educacao; ao depois, que
fosse advogndo, medico, notario, soldado, que
cnlrasse na earreira administrativo, que fosse
, menos msico. (Juanlo ao mais, era mili
condoscendente a tal respeito o deiiara a seu li-
Iho plena lilcrdade e completa cscoihn etilre to-
das as prolissos que elle nao aborreca.
Nessa Iut devia ncccssariameulo suecumbir a
vigilancia paterna, que alias nao podio ser nem
m activa nem mu const.inlo. t'dautc os ul-
time-iros annos de seus estudos, A. Adaniap-
; m-se secretamente harmona as horas em
ni pa o julgava no collegio, o ide elle nao
i iiais o?, ps. Foi assim que fez os seus
deiros exames e onlao M. Luiz Adam, con-
ven' ido de que seu tilho linha concluido seus
estudos, pcrmillin-lhe em premio de sua submis-
a titulo de sua recompensa, entrar no coii-
io, mis somonte como amador c cora a
o ex| ressa de que renunciara desde a-
quelle dia q lalquor idea de composico e que se
-iria principalmente a nao escruver nunca
7 ira o theatro,
H. Lu /. Adam era relmcute um exeellente
professor e se soubesse ler no espirito de seu l-
omo li em una partitura de Gluck, nao
teria cuidado em propor esse arranjo, em exi-
imaobrigaoo qual Adolpho Adam devia
su, tar-se com prazer, porque podia contar an-
idamei te com as circu instancias'que o im-
pnliriani documpri-la ; mas elle como amava
mente i seu pa, a quem, por assim dizer,
di bed ti a seu pezar, traiou desde esse mo-
monto em nao inquietar mais a ternura paterna,
om cifiinliar
Desde ento liveram esta coDvicco, esta
presciencia que toda a meloda traz comsigo sua
harmona, que via um da era que o compositor,
mais atiento, ouviria, no proprio momento em
quelhe apparecesse a meloda, a voz oceulta
ram ento
ir e torna-
o nova. A
.. sob a presso
improvisar, deve com maioria de razao ser bom mu forte da harmona e o trovador raorria suf-
leilor; deve, por assim dizer, devorar a msica ;! focado uof bracos do theorico ; mas a iulenco
deve sorprender com um lance d'olhos lo se-1 era boa e convem saber perdoar.
gu.ro como rapilo, todas as evoluces de urna fu- Desde as estras da nova arte, as composices
ga, todos es accidentes de una partitura. Era para algumas vezes produziram um efleilotm-
isso impossivcl a Adam e como elle nao quera menso, s tnais ignorantes se mostraram
confessar seu lado fraco, que cuidadosamente
oceulta va seu mestre, ora obrigado a empregar
a rada instante subterfugios, cuja serie, c.omeca a
onvelliecer. Explica-se, porm, fcilmente essa
viva-
mente impressados por essas alliancas de sons
dilierenios, dossa sonoriJa lo desconhecida, des-
ses accordes improvisados, porm barbaros e
cortamente haviam de parecer hoje bem ostra-
laeunana educacao musical de Adolpho Adam. julios aosnossos ouvidos civilsados^ A viv
Seus estudos solitarios, occultos, incessantemen-1 presso produ/ida s pelo poder da harmona nao
le contrariados, Ihe tinham foruccido poucas oc-j tem cuusaalguma que deva sorprender. Peco
casios de ver. de ler ; tinha-so instruido prin-1 licenca para contar urna anedocla na qual rer-
cipalnienle pela intuieo, pelo instincto, pelo ou-se-ha ura exemplu trisante ; o here dessa bis-
vido, pela pralica do piano. M. Scrib son be iu- torieta foi nosso contemporneo.
Icressar Pars inteiro a respeito daquelle indivi-
.luo ingenuo que uo linha liJo as letras que co-
piara. 2 lira decorada a msica que Adam sa-
bia ; elle nao a leria litio. M Adolpho Adam
vai nos dizer pessoalmento, as notas autobo-
graphicas que deixou, como sabio da posico
dillcil em que se achava e porque processo lor-
nou-se bom leilor.
Apenas eutre no conservatorio, diz ello, (3)
um collegaiiin pouco mais idoso que cu (4) e re-
petidor de solfejo, pedio-me que regesse sua au- j 'p'rcocc)a."l'..ria
la emquanto esludava para se oppor urna ca-
dora no instituto. Fui oceupar o seu lugar co-
Perlo de urna aldea da Picarda, na e3lrada
queconduz para Pars, algumas creancas viga-
vara um rebauho conliado aos seus" cuidados.
Succedeu passar um regiment com a msica ;
urna dessas enancas, a mais moca (tinha cinco
anuos) flea immovel e como ferda de eslorpor.
Nao he para os soldados que olba, nao ; ella
escuta. Nunca linha visto bo, trompa, ou
qualiuer outro insimlenlo de msica Mas nao
he tambera
que a
publirou um grande numero de composices
instrumentaos o quiz mais tarde se laucar na car-
reir do ihealro.
Nella, porm, nao permanecen muito lempo ;
renunciou lugo composico Ihcatral,
se pouco pouco da sociedade, voltou aos sen
estudos das?(eos e se consagrou ao ensino. Cer-
cou-se de antigos nieslres, fez esculla de suas
obras c compoz urna bbliotheca onde todo era
escripto por sua mo. Assim viveu altivo, soli-
tario pobre, encravando-se cada vez mais na sci-
encia eno esquecimento, subindo a vereda lr-
Ihida pelo passado eadantando-se na vida como
carregado do urna duplico velh'ce. Elle evoca-
va os morios, seos estudos, seus teslernunhos e
dizia a seus discpulos que era preciso estudar o
contrapunctum ; entretanto linha em grande a-
preijo olguns compositores modernos, entre ou-
lros._ Beeihoven e Cherubiui. mas para isso era
preciso acorda-lo e recondu/.i-lo para o meio dos
vivos.
Elle nao podia perdoar oJM. Calel, compositor
que leve um momento de esplendor, autor de
algumas obras felizes e quo foi ao depois mem-
bro.da academia das Bollas-Artes, ter procura lo
em seu Tratado de harmonia simplificar o eslu-
do dos accordes ; elle eslragou-me a sciencia,
d/.ia o grande mestre, nnguem sabe seno o que
aprendeu difficilmcnle. E nao perda occasio
alguraa de exprimir esse rencor, que, alias, a
nica paixo terrestre que Ihe conheceram, sen-
do ludo ndifferenle para elle. Um dia seus dis-
cpulos encontraram-no radiando lenha no pateo
da casa em que morara. Sem se perturbar aca-
bou seu trabalho e Ihes disse por poltica : cu
nao os esperava hoje ; de mais, senhoros, Philo-
pemeu rachuu lenha. Ao depois collocou a le-
nha sobre as costas, e subi os qualro audares ;
querendo seus discpulos ajuda-lo : nao, nao,
Ihes disse elle, deixera estar ; eu soube hobitu-
ar-me a ludo, menos msica de M. Calel.
Comprehende-sc que o ensino de M. Eler nada
linha de seductor para ojoven compositor de es-
pirito alegre e vivo ; suOocava em una atmos-
phera de fuga e proeurava os monis do so sub-
trahir o mais honra lamente possivel do contra-
punctum de M. Eler, quando o pobre humera
tirou-odo aporto ; morreu, legando seu discpu-
lo aos cuidados e sciencia de M. Reicha, theo-
rico celebre que foi ao depois membro da aca-
demia. M. Reicha linha chegado Pars sob o
patronato do giaudo nome de llayn o sua aula
era mu frequentada
Mas o verdadeiro mestre de Adolpho Adam,
aquelleque o esclarecen, que o livrou das irre-
gularidades perigosas, de urna sciencia mal en-
.tendida e que Ihe moslrou o caminho que devia
seguir, foi Boieldieu. Fora elle Horneado em
l8zd professor de composico no conservatorio ;
Adolpho Adam foi to feliz que pode ser ad-
mitiido cutre seus discpulos. Fot ento somon-
te que pode conhecer as vantagens de um ensi-
no dado por um homcm superior.
s estudos especiaos fa/.em o msico ; mas
para o compositor que se dediaa arle dramtica
ou bella sympbonia, que possue tambera o seu
drama variaoo, arrebatador, apaixonado, sao
precisos outros estudos. E' pois esses estudos
mais ampios, mais IIOVOS, mais ntelligenles, que
a conversa e os conselhos de um grande nieslre
sao preciosos. De um e outro lado ba requisitos
dilliceis de se encontrar : da parle do mestre,
una grande experiencia e ura graude gosto ; da
parte do discpulo, aplido especial, sem a qual
todo o ensino desie genero ticar sempre estril
e pelo menos um fragmento de genio, scen-
telha sem a qual nao so pode aconder nenhuma
chamma; alera disso, preciso una conlianca re-
ciproca, una fi activa e siocera, una svmpa-
ihia mutua, una especie de radiameiilo do amor
palomo e da dedicaco filial. E' essa f, rara
era nossos das, ms d e que se contara ainda
honrosos exemplos, que animara oulr'ora essas
olliciuas fecundas, essas escolas chelas de vida,
que davam a seculo o seu lugar na historia da
arlo. Quando assim fallamos de mestre e disc-
pulo cuidamos na loi commum e nao nos oceu-
pamos com os Lmeos de genio, quo aprendem
por urna secreta intuieo e adovinlura por graca
o espirito, as gracas podem sor transmitid urna especie de heranca ; nao se copia o mostr,
mas esltma-se ; ninguem segue-o, mas anda-se
a seu lado. Encontra-sc em mais de una o'ura
de Adam, nao ns signaos do urna imitaco li-
separou- mida que se di.-farca sera se poder occullar, as
felizos leslemuiihas de urna filii^o que se re-
vola sem rebino.
maram-no Bossini; viera junlar-se riqueza
msica, nao sem discusso, verdade, nao s
resistencia. E' preciso notar que as revolu;
era msica nao destruem nada, guando
li'iuiem predestinado, descobre thesourns or
nao arruina ninguem. Um grao de ouro, des.-
berto na California enriqueceu o mundo. \ ,
principio sollaTn alguns gritos do espanto, ha al-
gumas predincoes sinislras, mas durante o de-
bale os avisados se calara e aproveitam ,, ,
ouro ludo se apasgu'a logo, rcapparoee ,,
calma o as riquezas, novas, espalhando-so I.-
v-remenle, vo se reunir fortuna de todos
Muilas vozes so lora lanendo em rosto aos m-
sicos seu grande ardor de invocacao o um.i es-
pecie de incliiiaco muito constante para in
constancia. A censura data de longo. Ha mui-
O genio, que didou a Dama lossecolos que Tpopandro foi desterrado por ti
branca, prolegeu repelidas ve/os com um olhai ajuntado una miarla corda lvra. guantn boj
favoravet o joven e brilhante aulor do Chalet, agradecemos, humildemente os msicos c
Adolpho Adam, continuando seus estados tolso*q,uc depois de Teopandro Hoa'Urraran da
augmentar '.va de '
senta
Iros oordas. Sim, a
nos
msica
bem dirigidos por Boieldieu,
ainda seu gosto pela co
ca. Proeurava com ardor
trar nos thealros e s o cons
dilDculdades ; v am-no todas' as noiles" rogar I '''"> m?do a msica que fez a sua m
om torno desses santuarios, cuja entrada Ihe j meloda de Ciraarosa to italiana como urr
interdicta, feliz finando alguin msico da or- Irophe de Tasso. O francez gosla quo o ca
e vanave
imposico dramali- como qunlquer cousa humana, como a propru.
a occasio de en-1 humanldade. Cada idade tem dado o msica o
segua com grandes carcter que melhor Ihe convinha. Cada pnvo
mago.-n l,ma
ma c.--
quo o cntico
feliz quando alg
diestra, tomando-o sob sua proteccio, Ihe ar-
ranjava um lugar junio asi! Quanlo a opera,
nem cuidara nisso a empre/.a parecou-lhe mais oS contornos : a phrase allema poderosa e tm -
soja claro, transparent, que exprima a patarra
quedeixe ver o peiisaraonlo. que Ihoacompanbe
|ue versada ; a opera-comiaa era mais arcessi-1
re, mas era para os thealros de vaudpille que
elle diriga mais vezes; a senta era menos severa ;
era sempre um scennrio, urna orcheslra, cante-
ra ou antes caneos ; mas o canto popular nao
Ihe desagradara. Alera disso ello nao tinha on-
de osi olhor. Para oscolher ora preciso pagar o
quanlo ao pagamento temos dito : Seu pa re-
cusara-se a isso positiramenle.
Adam nao podora occullar por ninis1 temio o
partido que tomara ; todas as suas precaucoos,
lidaasua diplomacia linha naufragado. Sabia- i
so. por toda a parte que elle eslava perdido e
votado sem remlsso ao demonio do Iheitro. M.
Luis Adam abandonara uma resistencia intil,
mis adoptou logo um systoma que podoria ler
bem xito om uma
da Fezseu filho uma guerra sorda. Nao re-
tiren sua ternura, mas reduzio sua mais sini-
ples expressu Tratou-ncomn a sofi hospede e
fez o qne exige a rigorosa hospitalidade: lugar ao
fugo, moza e cama sem o menor subsidio. Es-
perara que essa praiiea o obrigaria a seguir
a earreira paterna c assegurar-lhe no futuro uma
exi-tencia fcil e honrosa. Seus clculos forara
anda illudidos. Adolpho rocusou, sustentou a
nova lula e viven pobre a pur da abaslanca.
Trnbalhou para os mercad ores de msica, den
como expeliente algumas licoos mal pagas, nao
coutrahio dividas, nem so qneixou, mas conli-
nuou seu caminho. Era como um contrato la-
cito : elle aceita va o constrangi ment e o Ira-
balho ponivol e assim pagava o resgate de sua
liberdado.
Mas succodeu-lho logo desojar alguma cousa
mais ilo
teniente teciJa, sabe luminosa d'entre meia
rem A msica aceita todo, porque dcil e
inteligente, porque uma das ezpresses da l.u-
manidade. que com olfeilo a msica seno
uma luiguAgetn harmoniosa, pura como a ora-
cao, ardonle como a paixo. alliv.-, romo a cora-
gem ? Mas assim como o homcm nao receben de
Dos as linguas j (citas, ma*sosente o don. da
palavra, assim tambora nao receben cantos l
coropostos, mas sement o dom do cante c d^
harmona.
Para aquellos que absorvem algum,-,, rea
conlemplaco da msica, quando veem ,,
montos dispostos to profusamente i rru.
lomera cania assim come (alia
- msica, mas a.n-
i para servico da musici. .1 ve/ que
o 1.1
parece-lhes, que o
monto Dosnos den o amor da
da nos
modula.
que jutga, a memoria que conserva, o cora
que inspira, h chamma que crea. Nessa .pe, .,
nim:^'."".lfi h'rmm desee .,,, torrentes.
a humanidad* nao forma seno um ce o in i
so ; so existe sobro a ierra duns especii i e I.-
MBS, leeros e baixos; a mulhor para oilava
uo horneo, ,, propria vida sujoia o ro npas
so, pois o sanguc bate as arterias o rhvUimu d-
nossa existencia.
Nesta louga digressao lomos deludo A Adn
na orcheslra do gymnasio. Apressomo-nos i m
faze-lo saln : do fado, elle ah nao lie,
muito tempo e logo emaucipou-se. Dnranb
guns anuos compoz para diremos Iheatn
"! I*!'1'11!'. .. Piqueras arias sem ;
que essas entradas fortuitas, cuja oca- as quaes foram siiflicenlos pela sua fam
siao diincil nem sempre encontrara. Quera I cenle; oram melodas simples a naluraes
uma posn.o eslavel. por mais humilde que tos- modeladas, bem adaptadas as palivras venta
se em um theatro qualquer, com lano que nelle ras arias de vaudecilU. Em urna
le coutraias.se; elle bem sabia que ali se aria sa, elle enconlrou M. Scrib
i forma dos instrumentos
a s comprehende uma cousa" que i Pur 1,,na
a encama e enche de admiracao. Como excla- i Ue ,,,;"s-
raa ella, algumas arias ao mesmo lempo! Dia- K.Vlr'!t;">1 "s homens
rao repetidor de solfejo con. uma semceremonia tinue 0SPpara o canto dos instrumentos
extraordinaria ; eu nao eslava era Oslado de de-: (]0S 0 som vibran'
ad
conhecer. leve o que desejava".
Gyrara muilas vezes nos arredores do gym-
nasio, porque ento nelle se representara pe-
queas operas. Uma nole, om que eslava mui-
to agitado que de ordinario, a fortuna reio sor-
rir-lho, Um empregado do estabclocimento. so-
hrocarregado do trabalho, pois era ao mesmo
lempo bibliotecario, copista, cliefc dos coristas e
liuibaleiro, se d.rigia apressadamonte para o
theatro, Adam oiiseu fallar a um homen lo
oceupado e conQar-lho os seus desojos:
nao, respondeu-lhe o alt.i funccionano,
t.' mogo, interessa-mo c por isso oceupar-me-
hoi de Vmce.
Alguns das depois reio propor-lhe mu
irato: Adam faria parte da orcheslra
triangulo....
Adam aproveitou-se logo de sua nova posi-
co e das vantagens quo ella Ihe proporcouava.
lodos souberam logo que um joven composi-
tor se linha inlroduzido no theatro com um trian-
ulo na mo. leve cora os autores relacos,
Ihe foram uleis e Ih
nasceu
elle
e, desse i di entro
uma operolla, a llaleleira de lirxenz
representada era 1z7 no theatro du gymnai
qual comecou realmente a earreira musxal de
Adam. Os autores liveram confianca mil
zeram suas arias nos rauderiltes; depot.t
aurora di; sua reputarlo.
Essa aurora durou dous annos. i>
conseguio estarna opera-comica por uma
em um aelo, Pedro e Catharina, que o : / conhe-
cer felizmente. Compoz au depis da msica d'urn.i
.. Pois opera emires artos, Dantfoira.qoetcreaceiUco
o soi.hor reyolucao de 1S10reio inlerrompor-ll.e i ra
Elle parti para a Inglaterra, fez a msica de al-
guns bailes, voll .11 para a Franca, esen rcu algu-
mas operas com a facilidade qne Ibo ora natural
e deu hnalmeiile em 1834 a obra maravilhosa que
tleria assegarar a sua reptelo, o Chalet, sempre
no repertorio, sempre do "agrado do publico .
que sempre ser envida com esse prazerqiie nao
se linda e que causa a msica verdad ira nao
ral e expressiva. O eiroito dessa obra foi ospoo
taneo o apenas appareceu. o Chalet foi cir-
cn-
como
que ihe foram utes e Ihes fez emir seus pii- do entre as melho'res obras do gener i
meiros ensaios, que orara julgados graciosos. ,, .
Animaran) o tlenlo joven, o espirito, a tranque- .. .', "i","10 ^ msica risonhost | .
za, n'uma palavra, conspiraram era seu favor.
vpresentou-sc logo uma occasio de melhorar I"*'.J:'_'^?Jnu*a 1ucn\ inspirara Adn elhe
sua posico. Adam fui prvido de qualro allri-
buicoes que vagaran) o por isso deram-lhe
Ha no dominio da
valles ende folga a musa dos acontes modera-
dos. Lra essa musa
,. 'lieiava cantos graciosos, alegres melodi,,, rhv-
o vio- l""i"s '"'loados. U Chalet resumo essa fcll
3gu-
0 das trompas e a voz pesada
Assim Adam se lornou bom leilor, bom har-
mei.ista, exercltado no manejo do orgo. Isto
uo Ihe era sufflciente : elle quiz rontinuir seus;
estudos i estudar o que se chama contra-
ponto.
Sim, Adolpho Adam, esse compositor brilhan-
te, folgaso, que compoz lo deliciosas arias,
vra he to srossc
para sen alvo com perseveranca, i
mis sem ruido,cm evitar discusses, recrimina-Ia*' I1010!'" M intmiga d'arlo, que se
noes, era lornar-segrande compositor incgnito
alim de merecer um dia, forja de Iriumphos,
ura perdo que nao podoria ser recusado quoll
que reuna ,i honra do nome paterno a traba-
lhos fine augmentaran) e perpetuaran) seu
brilfin.
Adolpho Adam entrn no conservatorio, n'au-
la d" orgo, em 1S17 e com qualorze aunos de
Develara i sou nieslre [1 grande lelligencia
;' H. Benoisl, antgo laureado da Academia
ainda hoi<
organista
pie sahia-se to bom na msica buffa, esludou,
ou antes, aprendeu o contra-ponto. Essa pala-
eira, to barbara, lo desenxabi-
hi'sita em
pronuncia-la ou se treme pronunciando-a. Pa-
rece eomludo monos lerrivel si dola algucm so
approxma c so ousa encara-la de frente. Os
pliantasmas, sendo vistos
grande parto do terror que
ma rao-nos do conlra-ponio, tiremos-lhe a masca-
ra, isto he, seu nome, e vejamos o que occulla.
Ninguem se assuste ; nao nos estondoreraos
e raaos caridosas recolhem-no. Mais tarde fize-
ram-no entrar noaprendisado de Nossa Senho-
ra para aprender msica. Essa enanca, que
comoeaia como inyol, nao foi bispo,'mas foi
membro do Instituto o mestre de capella de Ma-
polean I: era Le Sueur, autor da 6'a terna c dos
Dardos, operas celebres que devorara principal-
mente sua aceitacu aos bellos coros quo lera,
stoho, aos podaros onde ha algumas arias ao
mesmo lempo.
Adam estudou, pois, o que se chama ainda ho-
je as escolas conlraponto por designar a arte de
escrever para algumas vozes, de dispor essas vo-
zos do modo mais claro e mais elegante, a arle
de perlo, pordem i de fa/.or um todo perfeito, sto o grupar em
inspirara. Approxi-1 torno de uma meloda alguns cantos lo f. cois
quo pareca livres,, lo harmonosos que para-
ran) inspirados. E um t abalho cheio de into-
resso, finando dirigido e comprehondido con)
largamenln Acerca du contra-ponto ; antes pro- inlelligencia, quando o mestre e discpulo se de-
coraremos dizer,do modo mais rpido possivel, o '
' /.'Iit'rrienr d'itn burean.
t'l) Souvlrnirs d'un musicien,
Michi I Lri, 1857.
(i) U aui ir desla nolicia.
ORIGINUL
DE PERi.AMBUCO-
A
quo se gOZJ
rilo da nov
ralosa, por
libada do o
eitam em fallar a lingua pura, simles e nobre
inaugurada por Paleslrina na capella do Vatica-
no e que anda so emprega hoje nos osludos pu-
ag. 13. Pars, rainente vocaes. E' assim que se fazem as nii-
manidades do msico ; era assim que ellas se fa-
zian) principalmente no bom lempo das escolas
de anlemo, tem, ao monos, o me-
lado ; c quando rhega mais appa-
iic mais deslumbradora o acorapa-
disodios ainda nao vistos.
Deixada i periphrase, o corlo quo o novo an-
uo traz sombre mis anlegosto- deliciosos e in-
0 que costume do lempos mmemoriaes nao
so destre de momento ; nao so deslrc nunca.
Solemnisacao osla que remonta, pola data, aos
primeiros povos o s primeiras pocas : faziam-
n'a, com rilos seus especialissimos c mu sym-
. bolicos, assim Babilonios como Persas, assim
comparareij. Pxaram se s olhos d'ahpor dianle Gregos como Romanos. As esfras entre osles
Hatajo circulo '
V DE JANEIRO DE 1600.
> 0 OVO ix\n. I'\ss.\i l MI'OS CAMPESTRES.
SOMIIOS E K8PERAK li'.ii ( v IR DE i HA II):a. A i:i.0RIHC\i;\o no
0.III I M FASSEIO PE ME1A DORA.
I
Uospedio-sc de nos ura dos flhos legtimos des-
te seculo que vamos percorrendo ; i is que um
menos genuino se levanto, com ar de vida e
de mondada para oceupar na existencia o na his-
torio da humanidade o lugar abandonado por sou
irmo e Bel companl.eiro.
Nos quo laudamos o velho, ao relirar-se da
., podem is o devenios saudar o moco quo j
se adiada j rio caminho tiilhado, mas "que por
isso mesmo rem robusto c precedido de boas
novas.
Ser uma ituso demais para nos lodos, ria-
j n les de un, dia, que sempre nos Iludimos lan-
o n'ossa perigrinaco uma vez encelada ?
Se ha ou nao engao do nossa parle, ao lempo
c qno loca o esclarecer-nos este respeito. Ago-
ra
eticas, pa ra
ola, o nao
Uns o o'.ilrosl
accordar n'u
calcula com
proveilos: o
pros recura
lucros mais p
L'us o oulr
eos, atravoz
reduz a ospn
quisto da sor
guinas transa
dor dos segr
o poela. S uma dill'erenca ah si
para deixal'-a passar sem reparo,
dnrmem sombra do passado para
11 futuro melhor ; mas o primeiro
. lempo a medida dos dosejos o dos
s outros aprovoilam-so Jo seuspro-
s para poderom calcular e desojar
ociosos c aventajados.
is caminham por meio de barran-
'e syrtos e abrolhos : mas o queso
ulador material, se o mais bem-
e, por aue mira um inleresse de al
cos pingues, o menos apreca-
los da vida, e esla^ se Ihe exhaure
prosaica ora ulnas ou Iros operaeoes do mercanti-
lismo o do lin aneas.
torta, porm, que umseja mais os- p
que outro; quo osle suba cora a fan-
al mais puro e elevado, ao passo
anda-lho a imagiuaco peiada e
b o peso das corabinaces raalc-
poia po
noticia do uso. Yariam os hallos, verdade ;
maso pensaraenlo, que todos elles traduzem, na
essencia e na substancia, denuncia ainda uma
identidade no crr e no esperar scmelhante
respeito.
Aqu, a cdalecm movimento ; all os campos
eni folgares ; d'aqui a adir idade e o trabalho ;
d'allioropouso e as dversdes a contento de lodos;
explicara por s sos o que houvoramos do expri-
mir em tal objeclo. A margem dos rios, som-
bra das arvores.no leilo aveludado da reir, na
ciliados cerros e na encostados valles, pass'a-se
uma vida que poderamos qualiflear de incanla-
que ecoramun
Ento rene
miliario os un itos o
se haviam sep
poni extremo
bem que cada
esporancas.
i. o que por
sempre : c o
lenha as suas peculiarissimas
mitos modos se esl a observar
le observamos ainda hoje.
com as esperanzas esvaocidas, com as decepces 1 chega-se mais
e as mentir; s do passado.
As flores que se abrem ao sopro da manha
sao muilo raais inspiradoras, muito mais galan-
tes e perfumadas do que essas que licaram a de-
sabrochar Liuguidas, quasiiuodora.se perdidas
para o occaso, s horas do sol posl). O espec-
taculo ento era grave e raagestoso, mais o de
hoje sbrele va em formosura e mimos: e em lal
caso deleita-nos mais oque vem de novo, do que
tudo isso que llcou para traz, e que a pouco e
pouco se foi sumindo na iramensa voragem dos
lempos.
Se ha razo para crer as leis do progresso e
da perfeclibilidode, ah temos fundr.mento de so- i alegras do oxsllir. Fra melhor dizer talvez"que
ora para demorar-nos raais cm conlamplar o sol esso novo porioJlo que ja fez sua estra no mun-
que nasce, do que o sol que desappareco na so-
lido e no silencio.
O espirite que se erguc para as rencepeos al-
tas i magulOcas, ha de ir sempre cm Busca dos- : mente dilferonlel, e coroi.lelor'ospirares nalu-
aes r;a iros vistosos o esplendidos, que Ihe fi!-, ramente distmcllis. '
nr'4nac o nfJ *?rZ"l,- COm fa"a"' &H"? Ao 1"*H corlina para este anno. que
de m 'vt o h nn ,,,r V"zeS> T'"? 'tST M scenl 8""'. nao ha pectad^r Jue
mili i i I quo ja se a cancn, por entre o nao bemdiga, qie o nao festeje, que nao venha
mil acedemos o pongos, d.ss.pa-sc larabem com d'anlcmao rir-ae om os oulros, abrindo o ra-
nclona qu( se espera c rao a esperanca.
mnnto, se nao fosse uma realidade. Mas ainda
bem que essa realidade fonnosa e como um
reverso das muilas riecopejiese amargores porque
passamos neste mundo sA populaces que rao
saudar do moio das chcaras, e as habilaces
campestres, o lindar do um anno e ocomorar do
outro; comprehendrm bellamente um dos mais
ntimos segredos d'esta oxislencia de horas c de
dias, que reclama, para compensaco do enfados
e ae continuos labores, alguns passalempos
disrripeo, algumas esperanzas e alguns sonhos
cedo ou raais tardo a um termo; brilhanles.
Tem-o, por certo, no ar do campo, nos risos
e em torno do mesmo marco! madrugadores da primavera, as folias singlas
rnui diversos viajantes, que da nmizade, nos jogos simples da vida em com-
rado antes; o assim como n'esse mum, com esse ar de anlecipada felicidade que
irmansam-se todos, assim tara- I se l na aurora de um anno novo. Boa usanca
bom no espora de todos os das os vemos sem- I para os espritus e para os corpos que ver-'am sb
pre confralerni,.sados, e om perfeila harmona, 1 o trabalho do dia a dia Bemdita renovacao de
(.toe nos im
piritualista di
tasa al o i i
quo n'aquelle
comprimida s
liaos?
Vivera tod
- is seu modo, como impossivcl
nada lomos que ver com as flores murenas, desconhoccr: e quer de ura lado auer de oulm
urna fesia que para Iodos um cofre de arenis-
simos prazeres, logrados na abundancia e na pro-
fuso da liad.reza I
Emquanto esmorojara as turbas, e se agilam os
amor que chinee a mal vera ainda, quasi hos- operarios, e se esforcam os lilhos e os sectarios
pede, para a misa lauta das convivencias c das da industria, bom que
do, om si mesimo o variadissimo banquete que
hade
vas; q
que se Ihes abra um painel
um pouco alistado do bulicio da cidade. e que
em horas monos alegadas se Ihesdcsperlea vida,
oo som das harmonas deliciosas da creaco, por
aprazer, riais ou menos, a lodosos convi-1 lodo esse vasto espectculo do tantas naysageau
ue Ihes hade satisfazor goslos ossencial- arrebatadoras.
de um
mil acc
u andar do lempo.
A
Sao os sonhos da humanidade : s5o as espe-
ranzas que a alimentan). Crescem uns e oulros
cora o entreabrir do aifno que ja so Ihes moslra
a lodos : e todos vem-n'as j como garantas do
que Ihes ha de apparecer mais tarde, no desenro-
lar do futuro.
melhor dotados, a-
quelles cuja inspiraco parece fcil, seniora al-!
guraas vezes a necessidade dos conselhos do:
mestre. Boieldieu deu ura exemplo notavel des- i
sa consciencia do talento, fiue sejnlga c se oprc-l
ca, que aspira una condicn melgor o quer
uma pos&e raais completa de si proprio. Ello ti-1
tilia leilo poneos estudos quando escreveu o Ca-
lifa de liagaad, obra cheia de agradareis melo-
das e cuja aceiUco podoria satisfazer o amor
proprio raais exigente. Para olio, modesto o
sincero essa aceilaco nao Ihe inspirou seno o
desojo de se firmar em sua arto. Foi se por sob
a direceo do Cherubiui, cuja sciencia elevada
era esclarecida por ura sentimento verdadeiro e
pedio-lho o segredo de tornar a idea mais fecun-
da, o peusameiito mais completo, a forma mais
viva e mais saliente. U discpulo, digno do mes-
tro, voltou fortificado e animado de um sopro
mais ollca/.; todas as obras que escreveu depois
esto ah para leslemunha-lo. A origom fecun-
da tornou-se mais abundante e correu mais livre
e mais pura.
A amisado (o doce do mostr c do discpulo se
oslabeleceu logo o subsisti eme alto grao entro
Boieldieu c Adolpho Adam. Boieldieu, cujo es-
pirito era Tino o delicado, rccotiheeeu lodo 0
que as felizes disposices de seq discpulo Ihe
permettiom esperar. O que singular que
Adam, cujo talento natural e gracioso tinha-so
surrido de sou caminho sob a influencia de os-
ludos nial coraecados e mal dirigidos, s se com-
pra zi a no meio das modulaces mais obscuras e
mais imporlunas. Boieldieu desembaracou-o do
II.
E entretanto, esso mesmo perodo que ja vai
longo de nos, t que fra lo frtil do succossos o
de factos importantes, lindou com una festa de
sumrao inleresse artstico, de extraordinario al-
cance para as letlras, e para a sociedade era
geral.
Nao foi s destinado paja a inauguraro do
grandes ideas polticas, e de eminentes principios,
sob a relaco do direilo publico o da diplomacia.
Se marcou uma phase histrica om quasi todas
as regidos do mundo ; se deu a conhecer anda
mais os planos e as manobras desla ou daquolla
potencia especuladora, deste ou d'aquelle colosso
politico ; se fez ourir com atlonoao o grito elo-
quente de uma ou de oulra nacioialidaue escra-
risada, e os votos unnimes do muilas popula-
ces que aspirara a ser indopendenles e livres ;
levanten tambora um brado de enthusiasnio pela
causa sublime do progresso, da civilsaco e dos
destinos Iliterarios.
Foi da Europa, foi do cenlro d'Allemanha, que-
so lancou esse brado de fervoroso patriotismo ;
porque sen.pre um instincto patritico esse im-
pulso que inspira o culto das arles, c que rene
em torno d'ura s aliar a lodos os renlos do um
s principio, por mais afastados que estejam uns
dos outros, na vasiissiraa exteuso do mundo.
Demais, quera marcasse ao genio o nao ul trapas-
sar os lmites d'uma poca o os pontos do uma
determinada latilude, fina injuria ao espirito ex-
pansivo da civilsaco, porque o verdadeiro ge-
nio cosmopolita, como j o disse alguom.
Ha para todo o humeni, ao nascer, uma patria
e um_berco : essesdireitos do nacionaldade o del
llliaco ninguem os podoria nscar e apagar no -
correr das geraces. Mas, so esse homem veio
a ser mais que um simples individuo ; so passou
a representar por si s um seculo e uma idea ;
ho de confessar os mais scepticos que c elle
ura cldado do lodosos pases, um contempor-
neo de todos os Bculos porvr. J .. disse a
grande mulher que mais do que ninguem en-
trn no segredo das mais elevadas concopces do
espirito.
A baroneza de Slael o proclamou era alia voz
para lodos os povos da torra ; e so olla hojo vi-
vesso, a conhccedoia profunda da Allemanha Ili-
teraria e social, loria mais uma occasio para po-
der apreciar o que ha de eminentemente philo-
Sophico em seu mesmo ajuizar, quanlo ao desti-
no dos homens c das letlras.
Que fesla mais pura, de mais sobre-humana
inspiraco, de mais enlevadora belleza, que essa
da qual nos dorara coula, ha dias, os jomaos de
todas as nares europeas I A antiga Germania
levantou-se, do seu leilo do seculos, garrida e
aderorada de galas opulentas; e, erguendo-so as-
sim com tanto fausto, ecom tanta pompa, profe-
rto, no meio de vivissiinas acclamai;es, o nome
de Schiller, que uma desuss primeiras glorias,
se nao a primean de todas. Foi um mor imen-
te uiil res por mes, cinco mil iris porcada urna, i' .ao. Iicou sendo o typo do talento do Ad im
I < se se diz multas vezes o aulor do Chai
por injuslica, mgratido ou pouco cuidada de
suas obras, mas 6 por una especie de cll
para concentrar om uma s palavra o mev
grara, o 0 espirito do msico. E' urna hom
geni rendida a sua menora o o elogio da (
lorna-se desla surto o elogio de tuda a obra.
p que principalmente ialeressa no esludo da
sta. a narracod.n primeiras c-
Com esse ordenado e a hospitalidade paternas J
Adam julgou-se rico.
Mas um cuidado serio veio innnedialamenle
perturbar-lhea screiiidadc. Cenia o anno/ de
loz4, Adam tinha vinte e um anuos; tinha a
n.ilure/.a pouco bellicusa o a patria o tinha cha-
mado Elle foi ter com M. Cherubiui, director
do conservatorio c Ihe deu a entender tmida-1
mente, cora toda a especie do preeauros, que
im sou certificado, ailestando a aplido, as fe- pocas, porque o lempo dos obstculos d ,
lizcs disposices do joven recrula pora a compo- obscura, sao privaedes ignoradas, ksstm \
rlista se torna celebre, assim que o Iriumphn |.
tomma-lhe a earreira, sua vida con!,
si.o musical, talvez podesso desviar o golpe
que., amearora. Gherubini linha-lheamisadeo
nao quiz rorusa-Io. Cherubiui, porem, nao se
arriscara fcilmente. Deu-lhe um certificado
uestes termos: Atiesto que o discpulo Adol-
pho Adam frequenta cora toda a exactido as
aulas do conservatorio. Adam voltou-se para
outro lado; lombrou-se de uma enfermidade no
dedo, que Uvera hara dos annos e da qual
anida s liria. Foi implorar o rirurgio celebre
que o linha tratado ; este escreveu o atleslado
sogunle : Certifico ler operado um tumor no
dedo do Sr. Adolpho A lam, do que esl perl'oi-
lamenle curado. >* Felizmente sua pequea es-
tatura o sua m vista serriram-lhc do que tinha
esperado e podo consagrar-se em paz o seus es-
tudos, a seus Irabalhos, e aos devores de suas
quadrupulas funceftes.
Durante o cursa dosSos sconlccimentos pouco
importantes, realisava se em Franca uma grande
revoluco,
da um a
d'aln ora
pode k-r esenpta om suas obras
diante leve o privilegio de excitar, um-.
vez pelo menos, a ottenco geral. \i aqui te-
mos visto, dos ensaios do Adolpho Adam aco-
Ihidos eanimados, erguer-se para elle os pr -
menos claros dessa joven fama que na;
cresee no meio das repeticoes, no ruido da or-
cheslra. no Iheatn, mas que nao Iranspoc
recinto. Depois do Chalet, que mudan ,
fama peicorreu a cidade e lodo dorr.n
nomo. .Multas ve/.es o actor dramali,,, s pr.
de una hura para conquistar a amisade do pu -
Mico; mas ceno, dul.cil conservar esse amir
de fresca data! ma hora tiramuilas vezes oqu.
oulra deu. Adam nunca ouvio locar o r,
lo mo agouro. o publico permam
aun jlenlo sempre fcil, agradavel e sin,
Uigo sincero, porque Adam foi constantement. .,
' oxprcsso do si mesmo, porque a
franca
quero dizer, uma revoluco musical.
Um estro noro, brilhante, seductor, creado na menlio seu espirito, i sua compleiro
Italia por ura homem de tlenlo, lo,les cha-
lo elctrico em todas as populaces d'aquelle la-
do da Europa : foi, dgamo-lo antes, um s grito
opular enlhusiasmo em todas as regioes do
IConlinuar-se-ha^.
do popular
reino inundo.
F. porque tudo isto f
fernudissima. da qual tanto sa orgulharam
ngosc tanto esperavam os modernos,
n.-nhum ale ento cultivara cora lano
com tama nriginaltdade.
I SSC homem
mas qin
primor
que ura brazio para a Allenn-
Era passado um seculo : o o grande pocla que sellos i^mS-.K-"?^10, por ",a,., q"e os
abrir os olhos luz em 1759, a que desappa- ,- o c I, m F""' CMB- ''" ^nA"
rocera da Ierra om 1805, ora saudade, opoz uma monumento "" ***** centena de anuos, a contar do sen nascimento,
poca de superior significaro para lodos os es-
piritos que nao so perdeni ii-i materialismo o as
combinacocs de uma poltica estril. Mas esse
Schiller quo viera, ha cc-m anuos, e que morreu
no principio deste seculo. era un genio, porque
razia representada cm si mesmo uma idea do
subido valor.
Poela.
Esse homem que i um scalo por si .,-, .
siimesmo uma idea suprema, de. em ros
lodosos povos, todos os homens de letlras I
esque pertencem phalange distiucta dos cul-
tivadores do espirito.
l ssa festividade to solemne, que se Ihe de-
dicou o cuno passad... vale mais ,., iodos os
iniunphos.e porque eolia a apolheoso do genio
nenhura capitolio Ihe hornera pdelo prepara
nema om so croado luiros, que aobreleve em
proce a esso voto universal de admirar
saudade.
. elle foi o creador dessa escola bamdicta
quo fez descer, as coisas d'arlo, o id^o para o
real. Goethe que seguir o caminho opposto,
elevando o real para o ideal, ni.....sgolou por
sua vez os ampios recursos que a nalureza olle-! A andar-nos a musa mais hospedoin <
roce aos cultivadores das letlras eporisso o can- : d i"l"1 mmo entraramos, por nossa parle com
tor mimoso das bailadas, quo restaurara o mimo !"" !"'queno tributo ao genio, n'esse con'
las tradieoes populares no entro da moderna 'amenso de tantos poros o ale tantas inl*llig^o-
Germama, leve a precisa Ibrea para fie accordo rli's- Pora umn ousadie, uma lenn ridade extre-
o do
fcil.
ma :o silencio algumas vezes o melhor
lerpreto dos sentimenlos d'alma. Callcmo-nos
pois, o, como sempre, sigamosem nosso caminho
com esse outro campean do progresso. abrir as
portas verdadeira.poesa romntica, em toda a
sua pureza o immaculado vigor
Historiographo edramaturgo ao mesmo lempo, jl'umiadospor esses beUissimos astros ],'-""',
Schiller enlacou as leudase as chrouicas de seu '""'"'lieos se nos mcslram anda, atravez de obs-
paz com as bellas croa,oes de sua musa phi- curidade dos lempos.
losophiea o so.ial; o quando mais larde a! Hl
escola da renovacao litleraria se foi eslereoty-1 Gradaramos aqu o nosso trabalho bem arro-
par no vivor da sociedade, e no existir moral das ; Poyl|o ? l'arece-noa que sim. A sorm. s com,.
geraces que vinham apuntando, coubc a Schil- ?s? Anhonso Karr. lo espirituoso o kumoni
da
poesa
ler sinci.te o papel ao restaurador
espiritualista o sentimental.
& Allemanha, a Europa em geral. Mu n'elle
um desses gigantes da inlelligencia. que a fazem
correr por toda parle em procura do bollo e do
sublimo ; e quo, apoz alguns momentos de pre-
ciosssimo Irabalho, brindara a humanidade com
um novo thesoiro de inspir.icos c de magnifi-
cencias para a historia, para* as leltras, para as
arles, para a civilsaco, em summa.
Os que applundiram om Gessner o creador mais
feliz da buclica, o genio quasi nico do idultio
os que admiraran! em Klopstoi k o aojo da poe-
sa celeste, n iDnsubstaucial-a, com um amor
sempre casto, as ereacoes ao mundo em que vi-
vemos ; os que bateram palmas ao appareci-
raeuto de Kleisl, que deixou muito atraz o pri-
mor descriptivo das secnas de Ilesiodo e de Lu-
crecio ; os que se onlhusiasQiarain com os arro-
bos da musa do Wicland, fazendo invoja aos so-
nhos phantasticos dos scaldas e dos vates do
oriente ; esses raesmos deveriam pasmar de ju-
bilo, ao vorem como Schiller,a ura lempo philo-
sopho e poela, historiador e romancista, soube
transplaular para o solodc-sua patria a arvore
n:e I boros ihoa-
saarissima dis-
viajarainos agora, nao como elle, era torno .1.
seu jardim, para ontreler-se com abelhas o flo-
res, mas cm torno do mo dos
, Iros da Europa, om noiles de
trevao lyrca. S assim compensa..ames, por
esse laclo, o montono e comsuu.midot silencio
. em que nos deixou licar al agora o nosso amavel
contraclador de primas donas de caiiollo de
batios profundos, c de tenores e barvlonoa. '
Iramos nos a Pars ou a Londres? n m i.huma
aaslascidados provavelmenle ; porque o riaiat
do rantisia sempn ura sonho, e para taes ro-
zos antes o real do que o ideal.
O certo que presentemente ha esperan, as de
alguns seroes/ricos : Deus os traga c os' fado
bem, para consolo dos artistas, para gosto das
dileliant, e para desenfado de nem, anda mes-
mo viajando meia hora de seguida, nao acha s<
nao o prosasmo da poc eo trabalho indefocl-
vel da semana.
r. -;.
riKN. rvi\ de m. r. ni. iaiua.-vT"