Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:08931

Full Text
AUNO IXXTI. BUIERO 5.
Por tres mezes a.'iiantados 5$0O0.
Pop tres mezes vencidos C$000.
SABBADO 7 DE JilfflM DE 188?.
Pop anno idianlado 19$000.
Porte franco para o subscriptor.
EN( ARRKG A DOS DA sTH'CRIPCA'O DO NORTE
Pnrahiba, o Sr. J-uu Rodolpho Gomos; Natal,
o S Antonio Morques da Silva ; Aracaty, o Sr. A.
de LernasBragj; Cear, oSr. J. .los de Olireira
Maranho, o Sr. Manocl Jos Jlarlins Ribeiro
Guimares ; Piauhy, o Sr. foao Fenuades de
Moraes Jnior; Para, o Sr. Justino J. nomos;
Ana/nnas.n Sr. Jeronvmo da Costa.
I'AKIIDA liM.uiiiiluu.y
Olinda lodos os das as !> I horas do din.
Iguarass, Goiannac Parahiba oassegundase
sextas fe i ras.
S. Auiao, Bczerros, Bonito, Camar, Altnhoc
Caranhuns as toreas fotras.
Pao d'Alho, Kazarcth, Limoeiro, Brcjo, Pes-
queira, Ingazcira, Flores, Villa Bella, Boa-Vista,
Ouricury e Ex as quarlas-feiras.
('.alio, Scrinhcm, Rio Formoso, Una, Borreiros,
Agua Prota, Pimcnlciras c Natal quintas feiras.
(Todosnsrnrri'na p.-irlom as lOhnrasda manha !
AUDIENCIAS DOS TBIBUNAES DA CAP1T Al ; EPMKMKKIDES Do MKZ DE JANEIRO.
2 Ouarto cresecnte as 11 horas e 30 minutos da
manha.
rribunal do commercio: segundas e quintas.
Relacao : ierras le ras e sabbados.
Fazenda: Ierras, quintas o. sabbados as 10 horas.
Juizo do commercio: quintas ao mciodia.
Dito de orphos: Ierras e sextas as ll) horas.
Primeira vara docjrel : Ierras e sextas ao raeio dia
Segunda rara do civel: quartas e sabbados ao
tneio dia.
PARTE OFFICiAL
in La el.oa sos 53 minutos da manha.
16 Qunrtominguante as horas 5 minutos da
tai de.
! 24 Lita nova ns 3 horas c 27 minutos da rna-
| uha.
PREAMAR I)F. 1IOJE.
Primeira as i horas e 51 Binlos da manh.i.
p 30 minutos da tarde.
Segundo as hora
Ministerio do imperio.
Expi hivMi oo im\ 15 m ntzRMno de 1850.
Vi presidente da provincia do Pemambuco,
para mandar onbliear as fnlhns de maior rircu-
:; 1i daquella provincia o anmtntcio que so Ihe
ovia para a arrematarn das obras do caes da
nt.iudegadesta corte.Idntico ao da provincia
da Baha.
-20-
Ouiuta seceo,Ao presidente da provitici i do
Mar mitn, appmvando as medidas que tomn
para obstar au dcsenvolrimcnto das febres do
mito earacter rsarampos que epidmicamente
. n grassade as villas de Iran c Aimjatuba, de-
vendo remoller cm lempo competente a conta de
4o las as despe/.as, aura de ordenar-se o respecti-
ve pagamento.
A i presidente da provincia do Rio Grande dn
N : declarando que salisfazendo-sc a sua re-
Iw, seex pedio ordem aocapito de enge-
nl piros Luiz Jos da Franca para seguir coni a
possirrl bn vidade para aquella provincia.Com-
municon-sc ao mesmo capito.
-21
Quinta seceo. Ao presidente di provincia
  • em que ira portn a gratificaran do medico que
    fratou dos indigentes accomnetlidos das epido-
    in as que grassaram ltimamente .as villas do
    In.' c s oo, e bera'assra a de 2203510 rs ,
    rtancia de medicamentos remullidos para
    lies lugares Communicou-se ao ministerio
    a/onda.
    Circular aos presidentes das provincias, allm
    de remettorom a esta serretaria de estado rela-
    - mensaes sobre rada nina das obras, quer
    geraes. quer i r" vinciaes, auxiti i las < lo Ihpsou-
    ro nacional, uei.-ionando o pessoal empregado,
    i despeza que se faz, os trabalhos realisados, e
    " s...... ni idos < om .i si lide., economa e con-
    leme os respectivos planos e uatenlos.
    MINISTERIO nv FAZENDA.
    RETO V 2 508 01 S IIK DI ZEXRH0 DE 1859.
    ; i ineorporaro e approva os Muimos
    de Cai.ro de llrserca Mercantil da praca da
    lliihia com diversas alterantes.
    \ lendendo apque me representaran] Joaqun]
    P ira Pesi na o oiit.os, e leudo oiivido a sec-
    do conselho de estado, hei por
    sar a ineorporaro na cidade da Baha
    i ieda le anouym com titulo de Cli-
    sa de Reserva Mercantil da praca da Babia, a
    pelus estatutos que tom estes
    ni, faz 'iido-so-lhes as a'i. n.re.s si gnintcs .
    i.'1 Substituam se os arls. ", i', 5", ti' u 7',
    - SPgU ; ll .
    Art. :!.' o capital social da caixa ser do
    9,tMK):(MK)4, distribuidiis era aeros de lOOg cada
    una Eslc capital po'lerd ser auuioala deliberar! mbla gerai dos accionistase
    aulori i do gi eruo.
    i V importancia das aeces subscriptas
    ir e:n prestaces nunca menores de
    !'; is designados pela directora por
    - com i") das ao menos de aute-
    Os accionistas que nao ofecluareru
    - com a devida ponlualidado,
    i de sei considerados como i.. -, e per-
    i :n beneflein du banco as prestariii ; anlc-
    riorm ule real gadas.
    Arl. (i. Da regra do artigo anlecedoi
    ceptuados os accionistas que justica-
    rem .. lamente peranle a directora a existen-,
    causas extra irdinarias que os impossib-
    le fazer opportunamcutc suas rsped i-
    ida?.
    Art. 7.1 A caixa n5o podera instaltar-sc sera
    listiibuido o numero do acees cor-
    nd s a dous lerQO ; pe i menos d i
    al. As aeroes uia podi Uo si i trans -
    1 'la- n i praca, sera islar realisad .
    um quarlo do valor nominal das mes-
    '" ls accji : :j ios i banco porui i
    ri Irr o :,. a ntrada
    I limine se o Io do art. >'.
    3 Sup| rima-sc o 5 '.'.' do art. 17.
    4." No 5 ")' i!.i mesmo art. 17 supprim nn-se
    lesi i eaccrcjeente-se no llm :
    os cnpn glim ?obm garanta i i
    CJura i das ;.i _.. .; pr ipria ca!\a.
    :'-' s :. i: ij !' do art. 19 as pala-
    "' :- :un falls de renovarn das Iran-
    - i de ;: legral paga mi ni o j iscr de
    n i, Dssiin como
    .. i-se o 5 (:> 'i <> art. 28.
    Supprima-se o art. 20.
    5 Vi art. 31, rm lugar dn polavra-futid i
    diga-i tal social.
    !'.' Additcm-sc os Bc^uinlcs arii >- :
    \rl-----' ; i ,.- ," i;,, : ,
    mtil da praea da Baha fazer o M i- opi r i -
    lem 'i i- que so acham enumera 1 is n <.
    1 IS
    Art \ dirc loria publicar al odias-le ca-
    inro desenvolvido >!> activo
    ea i le o e no piimiro da de cada se-
    '; ao presi lente da proi in :ia nm i
    ."' .. : iplicata das operadnos reali-
    na semana anterior, d" tonformidade com
    i n 2,157 de 5 de selembro do 1859.
    Ari S podero lazer parle dos divid
    !i |utdos i'ivi! L'iiientes de es ef-
    leciivamenle concluidas nos respectivos se-
    -.
    Art.... !'. npplicavcl Caixa de Reserva SI r-
    B Itspo(,-ao do art. li'
    re i n. 57 i d-i li) de Janeiro de 1S9,
    Arl.....\ actual dirocijo da Caixa de Reserva
    Mei aulil da praca da Baha dentro do prazo de
    0 diis conl losda publicarao do preseule dc-
    ii perio lieos em que se roslumam impri-
    iacs, i onvo r& a assembla ge-
    ral i jra resolver sodeve a com-
    pnnlra continuar suas operaces, de conformi-
    com os estatutos agora tapprovados. Resol-
    ida a questo pola altirmativa, si r a companliia
    ida, il' niro dos mezes seguintus a regis-
    iar na estocan competente a carta d coniirma-
    1 du approvacao do seus estatutos, na forma
    do cdigo commercinl. Nos casos detalla de de-
    cso no de ser i si i neg.ilira, nao podera a coiu-
    panhiacontinuar em sois operaces ordinarias
    entrar desde l";o lio3 termos dn sua liquida-
    ron, sobas penas dn citado arl. It) dn decreto n.
    '''> IU de Janeiro do I89. Esla disposicao
    extensiva no caso de falta de registro da autori-
    saro dos estatutos nos prazos marcados.
    AngeloMuniz da Silva lona/, do met conse-
    lho, senador do imperio, presidente do conselho
    de ministros, ministro u secretario de estado dos
    ios da fzenda c presidente do trll ihesouro nacional, assim > lenha entendido c
    aea execular.
    i corridos, o n io por cada nioz depol tos dous
    annos : visto que da proprla rcdac,'n e dispisi-
    co das palavras no artigo citado se evidencia
    que a armazonagem de que so traa nao est
    subordinada legra da dala da descarga em
    diante establecida pelo mesmo artigo para o
    lempo menor de dous annos; e oulrosim que
    lindo este ultimo prazo se deve proceder na for-
    uia do regulamentode 22 do junhu do 1836, Ic-
    \ ando-so ao consumo as mercadorias demoradas;
    dem dem, ordenando que exijam dos ad-
    ministradores das oblas publicas pertenrcnlcs ao
    ministerio da fazenja informarju mensal sobn
    an lamento eestado das m suias obras e a Irans-
    milla aolhcsouroOflicioii-se alfaudcga da cr-
    ate usauu dos proiiriuii iaseu.i em quo estes sao
    acondicionados, e de tal modo que actualmente
    dominam o mercado : os seus procos paulatina-
    mente lem rreseido do maneira que antes da pu-
    blicaco do decreto n. 2,489 de ti do setembni
    se lornaram superiores ao de Lisboa, o que so. ve-
    ii a do modo seguinte :
    DAS DA SEMANA.
    2 Segunda. S. Isidoro b. m. ; S. Aregeo m.
    3 Terca. S. Aprigio b. de Itoja; S otero p.
    i Qoarta. s. Tito disiipulodc S. Paulo.
    5 Uuinta. S. Simeo Estellits ; s. Emiliana
    6 Sexta. ; Dia de litis ; S. Epifana.
    7 Sabbado. S. Thcodoro Hongc ; S. Telmit
    8 Domingo. S Lonn-nco Jusli
    liiiiaim.
    1 inko de Lisboa.
    Pipa
    f'inho de Uarselha
    J'url Vendr*.
    f\
    pa
    220*000
    22)9600
    23'i$00U
    SiOOOO
    \<- om rclacn as obras respcclhTis, e ao Dr. Jos
    i Carlos de Carvalho quanto s da nova casa da
    mipcda.
    Ao ministerio dos
    Ministerio Jos ne
    I20&000
    160S0UU
    "... isa^odii
    ... iBOjono
    ... 2000003
    > ... 250S60J
    Os viiilms de Botdos ordinarios nao lem lo
    extenso consumo ii" imperio, o >or crio nao po-
    dem sor o ni preeos comparados aos que oblem "
    no dos negocios eslrang.iros. do Porto do primeira qualidade, cuio consumo 6
    igorios da fazenda. Rio de ja- insignificante.
    i)s vinhos ordinarios do Porto que mais cou-
    correm no nosso mercado, se vendem du 220S(MK1
    a 28t)J00a pipa.
    Os vinhos Unos francezeseslo equiparados aos
    de qualquer outra origcm, uo obstante sua re-
    conheci'la superioridade. Pelo rgimen anterior
    ao rilado decreto n. 2. *u os vinhos finos de
    Brdeos cram sujeitos a direitos de 280 rs. a ca-
    ada, c do Porto, excepto o do Feloria, do qua-
    lidades superiores a direitos de 20 rs., hoie
    acham-sc equiparados.
    Por ouiio lado o consumo dos vinhos france-
    ses lem augmentado do om modo que sorpren-
    de, c o contrario tcm acontecido aos purlu-
    gne/es.
    A eslalistra da alfandega desta corte inostra
    que este miivi-nnito se den do modo seguinte:
    l i;i//n.. (raateses.
    Caadas.
    ormo m lio' 408.013
    .... 1.061,022
    neiro, em 1 de deznibro de IS59.Illm. eEtin.
    Sr. I.i com a devida ultencao a nota tlt> niius-l
    > terio da fa/euda nesta corte e a memoria do cn-
    sul da meso;.! naci, que por copia acoiupanhi-,
    rain o a, iso de \ Exc. do 'J do nicz prximo lin-
    do, sobre os prejuizos que pode causar o decreto
    n. 2,4s'J do 30 do srli-mbro do enfrente auno,
    que alterou o art. 1,682 ti .i tarifa das alfandegas
    relativo oos direitos de consumo dos vinhos; o
    posso assegurar a \. Exc. que uenhum funda-
    mento plausivcl tiiti i--1 roclamaeo.
    Em regra os direitos de consumo actuam quasi
    exclusivamente sobre o consumidor; assim que,'
    na romposien de suas tarifas, os governos du lo-
    dos ns paizes civilisadns consltala apenas os
    seus interesses, ede conformidado com esles as
    orgauisam e mautoui em iuleira eseciieo. t'
    Brasil., ante esta regra, ve tributados os seus g
    notos na Frain-i e em oulros paizes, de n
    '[nona" pode aspirar sua concurrencia com os
    similares de difTereutcs procedencias, especi I-
    mente no que lora ponto a que se roferea le-
    garn france/a, ;-\>- qualdudc d>s mesmos
    gneros.
    Por corlo a tarifa da Franca nenhuma diffe-
    renca faz pnlre o caf, u arroz, o cacao, ti assu-
    car, o cha, na1.- i-lu, m\\ ii ls o ouli s g-
    neros do produ".....in lliasil, i-1 de dii -
    gem : o se alguin fi/, e sem att-iK i s ''i ilid.i-
    des destas mercjtloria?. V.--;'!! que pela larifa
    france/.a, o caf do P-rasil, uo obstante sua in-
    ferior qualidade, paga mais que o d" difTen
    lugares, coja qualidade, especialmente o de Mo-
    ka ll" leid i o o i!n'- pontos da Arabia, c super-
    lina. As reconhecid.is qu i'i !.i les superior. ~ d<
    caf do Java, lo Ceylo, do .^iii e de oulros I
    lugares, a preferencia que elle lera cm lodi os
    mercados lo rain despresadas na tarifa franeez.i, c!
    o inferior cafi do Brasil li ou n respeito di -
    enllocado cm \< isieo do igualdmle e a respeito I
    de outros em peiores circuiil')ucias ; sua h >: u
    tio .'i alten li I.i e lie 'i sujeila a superior onus.
    t> arr-y/, do Brasil .ii-i.i tributado no mcsoio
    p de i^ualdade que o da Carolina, da India < de
    oulras -ir i. s, sem i i i,ili h in-
    l'eriiir.
    Nasinesmas circunistancias, apez.ir da sua in -
    l'roril.i le -! ni'ham coll na tarifa fi
    za ii algod.'io de oiigein brasileira em rolara a
    da Georgia, do;-Es! i s-L-nidos nm geral. di ou-
    lros paizes, e print i di India, que, '
    pelo decreto de de Janeiro I ino, ficon
    anda mais favorecid i i ''i se achara u cacao
    i!.i ni.'sitia origen] lo Brasil c.n face di pi i-
    ducru de Yenc/ncla, Lara as, Guayaquil, Gua-
    temala o S que sao il i ; rmi ira quali-
    dade ; o chS das provincias 'i: S. Paulo c do
    Muas Coraos em com; traca o com o da In lia, o
    assii rar de Pernambu n, d VI i las, d Sergipr,
    da Baha o de Campos em relaro com o de ;
    ba, Jas tilias Phiiipinas, le Sii da I i hinc li-
    na, >:!. : as ni ul ir is cu s do ll: .;
    n i i ... leticias.
    Entre u i rmu de il ivan i c du imperio, nao
    obstante as qu i! lados inferiores k--.\ n !u-
    :i i ifl ronca -1 lavas uslabeloccu na inesun
    la: ifa, o as .: | i dianie.
    O mi -ii i I -: i ue il i larifa cm i la-
    cio a nutr s i'!-" luc -, que no l'i isil i
    < tntram simil u -, conven : r lodos d -:.i \ r-
    dade. No pioprio artigo, vinhos, os nicas dif-
    fvienc qu notam s em rela^ao a qu i
    rdiuarias c doces, ou d'- licor em case n n
    engarrafados, sem alteneao s qualidaJcs -\-
    : i ti es de dT'-ronl. i inhoa da Gn cia, (I.i 1
    da Alienianha, i!'> C ilm d i Boa I -. rauca, d-
    i' r : ral, i le. i' pie di/ resp -ito a est! : ti-
    lo ,vinhos .i -.. sejiiii au quasi lo las :
    astarif'isi! s litTereutes poros do mundo civil:-1
    sado : as tarifas da Ausliia.du llillivia, de Bu -
    nos-Ayres, lo I i I li, du Costa lli a,
    iba, ii I'... t.ait i. Esta los-I nidos, da
    < i do Norte, d:i Creca, di Gra-Breanha,
    de Gual mala, da lli panha, do SI I n
    :' i l d \ ip -. ua orne ra, i Suva Cr ina
    il i. '! i I'-i.i -:i iy, dos Pa !
    Philippin is, dos I Piititilictos, da Bis i,
    da Sardenl i, da So cia, ti i Toscaua, da l'urqtiia
    J i Iti-publicu d i I : Le, servem ara
    Va-! i.
    As ;:npi; i- i [je se notam t m algu-
    1815-1851
    18571858
    I ulor.
    2I0-251
    573025$
    Augnicnlo
    t l'los
    s 51851 lernio mdi
    I8L7185 ....
    650,009
    portugueses.
    Caadas,
    3.111.72
    951,585
    362:77 g
    Valor.
    l,8l:338#
    488:319 J
    pitaos I). lUxiuc Aictoa o I). Silve.lie Marte, cat-
    regassem sal no pinto do Haco. nos navios Ma-
    drona o Dolores, conforme o disposlo no art. 4o
    do decreto u. 2,485 de 28 de selembro do cor-
    rete anno.
    -6-
    f.uvular Ss Ihosnurarias, recomrnendaddo que
    na liipudaf aodo lempo de servico dos emprega-
    tlosde fa/ond i aposentados, para a concessao do
    respectivo vencimento, observem o disposlo na
    ordem d<> lo' de julho do crrente auno, que Ihes
    fui iransmiiiida com a circular n. 23 da mesnia
    dala.
    A' thesoiiraria do Para, declarando que fina
    este ministerio tnteirado da occuircncia harda
    un correio da dita provincia, rcrommondando
    que proceda lomada do cotilas do Bduioistrn-
    dor do correio e m'n ajiidnute, afim do que a la-
    zenda soja indemnisada de qualquer alcance que
    so encontrar, eum os respectivos juros, queso
    devero tambeni contardo alcance verificado so
    orosponsau-l eslava em mora; leudo em nllcii-
    oao, visto ler-se formado processo, a disposiro
    dn art. 26 dn cdigo criminal.
    Ministerio HKCKF.ro Nnii.no 2,509 ni: 8 hkdexrmho de 1859.
    Di'-aiuioxa ns irruios do Coarmirim c Ton ros do
    ta capital da provincia do Rio Ciando do \: r-
    le, e crea nclles o lugar do uz municipal e de
    orphos.
    Ilei porbem derrotar o sogoinle :
    Ai ligo nico. I'tcam dcsannexados os tormos
    de Coarmirim e Touros do da capital di provin-
    cia t!o Itio ".raudo do Norte, e croado indios o
    losar to jo z munirina!, que accumular as func-
    roes do juiz do Oiphos.
    Jou I. tstosa da Cunha Paranagu. do men ron-
    selho, ministro o secretario do esladn dos
    cios da jtilira, assin. o lenha
    execular.
    Palacio lo Recite, aos 8 de dezembro de 1859
    35 da independenria, c do Imperio.Com a lu-
    brica deS. M. o Imperador.Joo l.usiosa da
    Cunba Paranagu.
    EXCARBEf.ADOSDASrBSCRirCAO NO SIL.
    Alagnis, u Sr, Clauditu Falcan Blas ; !'...i .i. 0
    Sr. Jos Martins Alves ; Ri.. de Janeiro, i Sr.
    loao Pi reir Martins.
    I"M PERN \miii i (i.
    0 pn prieta io dn riauio Manuel Fuzueiroa da
    ! 'ria.na sua livrai ii da Indeptnd n
    C r H.
    n
    lur-se os prejuizos proveuteiiles ua exeessna
    qtiaiiiidado de drogas medicinnes que d bordo
    dos navios da armada nacional e imperial p .r
    inuleis se entregan) no hospital da marinha la
    corle comofnrilinriilo so conhere das confi
    cas das culis dnquelle eslahelecimiuito bi-m
    asim para a boa conservaru dos instrumontiH
    cirurgtcos cargo dos cirorgius embarcados:
    na por bem ordenar :
    1 Os cinirgies pharmareiilicos embarca-
    i nos navios da armada deverao empiegar i >-
    di o cuidado para a boa conservatodos instru-
    mentos rurgicos o das drogas medicinaos q i
    recebercm para snpj.iimenlu das boticas, e lero
    lodo a bom rocul,i, sendo responsaveis pola
    terioraeo que possa haver causad;
    gligenria, sujeitos
    -'. A gratificoco be
    art. I d- .......'.....
    il
    ii'lloi.

    a I;
    que alcm
    to-
    eiileii nego-
    e faca
    Biminui o 2,157,1-tl 993:01f'
    Pela referida eslalislic-a tanibcm se conhore
    |'t nos mesmos periodosessi movimenlose lem
    operado as seguintes razoes
    Vinhos francezes.
    Be lindos. Celtc. Uarselha o outros nao es-
    pecllrados, augmenlnram na razao de 61.6.
    le Bordos superior em cascos diminuiram na
    i a/ io do !"),:!.
    !iulstrio la guerra.
    Decreto ti. 2,507 rfi 8 e dezembro t 1859.
    derroto n. 1,879 do 31 do Janeiro
    Re oga ii
    1857 c
    del
    tic
    oruiin.i que as inspecros sejam fei- Joaquim Jos Ignaeio.
    de-
    por sua ne-
    ritmpott tile iudemnisaro
    12? mensaes
    regulamento provisorio mandado i.ti-
    servnr polo aviso do 27 du julho do lv,\ com-
    pele aos rirurgioes que a bordo dos navios eser-
    ce ni conjuntamente as fiincco<-s de pharm
    lien, s Ihes ser paga depois que liouverem
    apreseutado atteslado do director do hospii
    |Pve q......s instrumentos e drogas medicinaes
    que eslai un a seu cargo, c que por renluia l.a-
    jam restituido no hospital, se acham cm bi
    oslado ; cu do cirurgio que o substituc
    rubricado pelo enmman lanlc do navii
    'I- assegurar o bom esladu dos objeclos qu
    |ceber, c ct ntinuarem a Qca sob s
    elles se n sponsalliso
    "1." uando aconieea dclerioraiom-so os ins-
    irumeulus cirurgicns as drogas medicin -
    se prove serisso proveniente do deleixo in -
    na dos ctrurgiocs e pharmaretiticos del les enca
    regados; ser o damno avalulo, c promover-se-
    oa indo juizo competente a imt
    /.onla publica, raso nao
    por pane do rcsponsavel ; v quando
    cirurgiao que se ache lambom survndo de pliar-
    maceulteo poder-se ha fazer .. decl raeJo do va-
    lor dn damno da graliiicaeu que Iho peden i
    um vtrtuJe du citado arl godo legiilameiilo, .
    que den fi :ar em garanta, na (urina da disi -
    so;.ni supura : fazendo-su senipn
    esc ipturaro.
    Aproveilo a opporlunidado para renovara \.
    s. os mcu! protestos de eslima e coiisidertto
    Vai ie /'''.. Itarrelo.Sr. ct -
    osproli ; ., jdm i i listn, .
    pi nstueraeao que a \. 1. ,
    " '"";'' l'aes O \ .-. | u-, sr. ,
    ''' Mu Sida Fei
    ! '->e roitlo ment di -te a m |
    '.,:"'" ''. 'inlendei p, ,
    " '- ':--\ ......- des ,. |.
    uan Imi u i Pata.
    14
    \ '. 1 i i!.
    Iv !>, an i
    da I Ui lia ,'i nda
    de dezi n.iiii. Je ] :i, ,
    rimen) i ti peras d :

    S M ii I o
    i
    i '>" >'

    I.
    iiic
    i > U

    :-.:. i
    i- i -quadr.i ei
    -

    tli
    'I" "' ; ral a irniha rm....... :
    :........ si
    ll l".I
    Sn;as pe^as <]

    ampliando a dsposrai. da ,
    labe.la ni mi ida en .
    i ib lNi9,
    um ai .i:
    -
    htr e
    ua guarda, poi
    Cotlhci ;
    ,',
    a indumiiisaru baja prompta repai
    sej
    i
    cas, no
    --ni.
    ve ii
    ten ri
    di
    l
    estos tti
    ' ''" '"' ;: '. Sr.
    i

    . ,
    - .
    mis
    t i mbaiq
    ..
    113 .i!
    :
    :
    i \. S ns i
    .. I i i
    Vul
    I -

    t
    i>p
    ncccssai i
    jiineir ilc
    I'' Itordcos o Musca te I de Fronli
    man,
    do 79.8.
    em garrafa.'
    em a >;
    dittii-
    n.i razao
    -eos ang-
    la. augmbnlaram na razan
    l r Icos lino o Borgonha,
    in na razo de 2 ',z.
    '' l-hampagit .m garrafas, augmenlaram na
    ... ii. 7 ,.s.
    Vinhos porlugiii
    in- Fgueira, Madi-ira u oulros au especifica-
    dos diminuiram na razu de 72, i. '
    l> Jurupiga cm cascos diminuiram
    de C9.2.
    Be Sluscalel o Porto Fritnria cm ca
    ineutaram na razao de 66 8.
    Be Jladcira superior em cascos diminuiram na
    razao du ">,1
    N o ..-;.. (icados em garrafas, e Moscatel, di-
    minuiram na razo de l'.ii.
    Bepois do novo decreto os procos do vinhos
    em got ,1 stibirain, o, em vez di pretendida per-
    da, por crio haver lucro da parte dos impor-
    tadores, recahindo, conforme os principios cor-
    re >s da scicucia, sobre o consumidor o
    do imposto.
    A adtnisso da-i laxas por qualidades Ira/
    '. si gr n les il;'"; mida les, con'inuas ques-
    - de.-igualdades : o se iiislanieutc as atlniii-
    liss inos, por corlo os vinhos francezes seriam
    i. --iiM.il-.- infinitamente conforme s ios marcas
    ou setis fabricanlt -.
    I'iu lmenlo, havendo os vinhos francezes con-
    : lo depois de certa poca, em virtude do
    loramenlo de seu fabrico, nina posir.ao vatt-
    i 'josa de preferencia aos portugupzcs no nosso
    rea : ., conservar a son favor dilTercnca de ta-
    ita croar direi'.os differenciaes serr necessi-
    ,: ide
    las a medida quo foreni julgadas necessarias.
    Ilei por bom revogar o decreto n. 1879 de 31
    de Janeiro do l8-*i7 que cslabeluceu as inspec-
    fcs militares por aunase o numero dts respec-
    tivos di-iiiciiis, verlicando-se ns iuspeci^es para
    a excruro do disposlo no arl. :ii du regul.iinen
    lo n. 772 de ;'.l do marco do 1S5I por coinmis-
    snis esjiocia. s incumbidas aos ofliciaes que o go-
    erno designar.
    Srbastio do Reg Barros, do men conselho,
    ministro o secretario do estado dos nngoi ios da
    '-ni ii i, i tetina assim unb ndido o os possa ..- les-
    - ttecessarios. Palacio da provincia de Per-
    nambuco, em 8 de dezembro de 185'.), :;> da in-
    dependencia o do imperio. Com a rubrica do s.
    M. o Imperador.Sebastio do /,''./., llanos.
    Itio de Janeiro.Ministerio dos negocios da
    guerra, cm 12 de dezembro de 1859.Exij
    a leglslaco vigente que os individuos habilita-
    peso
    ou conveniencia, e com injuslira c desfa-
    . para com urna naeo que lem direilo a (ra-
    lamente igual ao que usamos com qualquer
    outra.
    Com as informarnos que acabo de prestar julgn
    .''lila 1" a \. Etc. sufficiontomeiite para
    responder .i ola do ministi i da Franca tiesta
    ('Orlo.
    Deosgaard
    a
    i..... i.
    K\r. lo?,'/., iloniz da Silca
    -Sr. Joan Lins Vi 'ira Cansanco do 8i-
    I'..-linarias, declarando, om con-
    li ido president ni do ba-
    era J.1 '
    mas lana;, fun '.. u i u raz s especiies que
    nao
    fr
    Palaciu do Kccife, em 8 de dezembro do 1859,
    'io" da independenciac do imperio.r.om a ru-
    brica de S. M. o Imperador. .inji'o Jfan: da
    Silva Cerra:.
    -.XPKDIE5TI DO DA 1 lil DEZF-UBRO !"' 18!).
    Circular s Ihesourarias declarando, para a
    devida inleBigencia o execuce, afim du se cii-
    lorem duvidas a que possa dar lugar urna menos'
    Macla inlelligencia da ultima [.ario d-. arl. f do :
    g* do decreton. t,474 do 2i do selembro do
    orrento auno, que a armazenagem de \ O.'o a
    i\o (icam sujeitasas inorcadorias demoradas as |
    aMandegasf-alm de dous anuos. dr-\e ser cobrada '
    por todo o lempo excelente oes mesmos dous!
    aunes, qcMquer -jnr ija >nnmcri'de infzcsde-'
    lodi-m preslar-se prelenro iranceza. Ys-dm, por cxeiuplo, da Itolgica faz
    diii'.-ini -a i-tiii os vinhos sardos c francezes,
    o os du outra qualquer origetn, em virio-
    seus tratados ou couveuit ucias ; a da Bep i
    do Equador, faz diffi tenca entre os vinhos de
    Itordos, Porto, Champagne. Rbeno engan
    e os de outra orige.ni; impendo sobre aqu
    mais lulos direitos, sujeita n unta nica laxa lu-
    los os ladu ou 01 gt ni i in | i-
    pas ou barris. A do Hait ene rra a tnica I
    renca entros de Madeira, Teueriife, Malaga,]
    Cabo da Boa Espcranea o t" Mar>eiit:i a imita-
    ra o J..i de Madeira ein cascos, e oulros de qu i-
    querorigem, braucos o i linios. As Jo l'ci
    * enozuela i niri os de l ugonlia, i.h\ p i, liii
    la, Madeira, V res, Porto o oulros de diiTerculc
    oiigem.
    Nao obstante a existencia deslas Imifas, do
    so julga o governo fiau ez oifondido em ; di-
    reitos, ou ve son c-om.merciu prostrar-sc : o se
    islo so d a tespeilo de quasi lodos :- paizes i -
    ni i fazer-se a disli icci le [ue so trata na tii --
    sa larifa, que scguiu tiesta parle a da Frai i
    quo alias em idcnlico.s [tontos nao censurada
    pola logaran frauccza .'
    I'ur cerlo i ni muitos artig .s, c princip i! Rente
    em diversos lecidos de lnlio o olgodn, na clas-
    se das ferrageus e outros productos di in
    franceza, as laxas s tu es sem altcnr
    qualida ios. Por exemplo : os tnorins o ni idapo-
    loes francezes, os pannos de I.Vt, ns cassas, cin-
    tas, sedas, belbuios e v. Ilutas, ns cryslaes c ar-
    tefactos do vidro, as ninas iU' sapatejro, marce-
    neiro e ourives, sao do qualidade supi rior aos
    de qualquer outra origem c nao csto sujeitos a
    laxas dinercules nao obsltiile, ncm u Cria-
    Brctanha, nem os es) 11 s da Allemanha, noao a
    Suissa e outms paizes reclamam contra a tarifa
    do Brasil. A manteiga franceza inferior in-
    glesa, mas pagam iguacs direitos.
    Seria tonga a ennmeracSo de todos os produc-
    ios om iguacs condici
    lio ex posto rcconhcce-se evidentemente o ne-
    nhum hindamento da referida rcrlamacfio. Esla
    verdado porcm mais resalla avista do que agora
    passu a expender.
    Os vinhos francezes de Harsclha.Porl-Vcudros
    CScmelhantes al certa poca mu ito pequea sa-
    luda encon Ira varo em nosso morcado e cram
    preferidos pi ios de Lisboa : seus fabricantes po-
    roir. procuraran] confecciona-los com diversos in-
    gndienles, lalve nocivos ;, saudo, dindo-lhes o
    1< '' C6 C S( t lOS '..-' '.'r.-r-
    Circular s
    la do
    : Brasil, era J.1 de novembro passado, que
    lem is aeces .1 i mesmo banco ser Irans-
    ferJas sem previo pagamento do sollo, o qual
    pode ser pago lias reparti;es fiscaes ou as ca-
    ' do I meo, vsl i que lem aulorisaco pira ar-
    reca lar esse imposto, em ambos os casos noic.'i:
    por m' io I.i iioia mencionada no art 1." du de-
    ' : de -i d selembro d corrento anuo, do-
    lito : o: isto, no cas i do celebrarse a
    i por intermedio do corretor, sor on-
    "v : a e.-io oflicial para a Irariscrever no ns-
    senlo da traosacoao, nao se lavrando o termo do
    li iisfureucia senao iisti da copia do mesmo
    assento. nos t.rmos do art. 3." ij, 1." c 2." do
    ':! u! i dect oto.
    Au ministerio de e.->! rango ros, declarando, em
    l i oo u uilcin dcsin ..! ita, a que aconipa-
    ' !i ei a miado encorregad i de negoci ts, di Im-
    llaterra, rolaii;menle plvora pertencenlt
    esquadra britnica, depositada na Estrella, que
    o decreto de 21 de scti-mbro ultimo, citado pelo
    Sr. w. Siuaii, nao rruou uon s direitos que ab-
    sorva n o valor da p .'> iraou de qualquerg< uv-
    ro, regulou smplesmenle a cobranca da arma-
    zenagem, mu linio calculi-la sobre a impor-
    lancia dos direitos do consumo e om rola .
    demora das mercadorias nos depsitos C aiaia-
    /"tis, do seguinte modo :
    I" i data da descarga at li mi zes, 1 por cont por
    rada mrz.
    Ideai idem at 1 aiim, 1 i Mem.
    Itleui i di m ai' 15 iiiiv.i -, i lem.
    Mem dem al 1> meses, 2 ,'. dem,
    dem idem at 21 mezes, U idem.
    dem idem ai annos, o !a dem.
    Por lo lo o lempo excedente
    a i anuos.
    -{ id.
    . NI.
    Para consoguir-ae o que desoja u encarrujado
    de negocios do Inglaterra bastar quo a plvora
    de que se (rala, logo que for despachad i, seja
    transferiJa para alguin dos depsitos da roparli-
    co da guerra com aunuenria do respectivo mi-
    nistro ; ou que, soba mesma enndcao, eonlinn
    ua Estrella depositada gratuitamente em d"fu
    rencia ao pedido do enrarrogado de negocios do
    Inglaterra, pele lempo de que trata em sua no-
    la ; cumartodo que nestu caso o mesmo dipl-
    mala doc'.are o numero o qualidades dos volu-
    ntes, suas marcas e a quantidade do genero exis-
    lonio na Estrella.
    A' direclorja do contencioso, para declarar ao
    procurador fiscal da thc30uraria do Maranho,
    em rosposta durida suscitada em seu ol'.irio de
    { du novembro passado, que sedero continuar
    dos para sprem cadetes nao sejam rocoiihecidos
    ssa qualidade sem que provem possuir bens
    quaes possam deceutemento manlt r.ou
    pies us pais se obriguem por escript i
    ca a prestar-lhes urna mesada para aqucllu in
    u succedeudo que muitos desses ndniduos au'
    iisst iilarcni praca, ou por occasiodc se
    ja re ni depois de servido o lempo a qui .-... obri-
    gados, percebem os premios estabelucidos para
    quem asscnla prara voluntariameiile ou se reen-
    gaja, parecendo dar-so contra inrao entre r>s.t
    percepeo do premio e a existencia de laes ou
    quaes recursos exigidos pela le; succedeudo
    aletu disso que a pralica seguida inculque que
    urna < i.i --< noluo carera dn incentivo do dinhei-
    ro pal i sr dedicar can eir tas armas; manda
    S. M. i Imperador por esta secretaria do catado
    luc o conselho supremo militar consulte com
    ulfeito i que parecer sobreest materia, tien-
    den!,) .i. pondoraroes quo Gram feilas.Sebas-
    tio /./ llego Barros.
    I.M'Kl.llMi. DO DA i") D ni./I tir.nn ni; 18V.I.
    Ao presid nlo da provincia de Pernambu i,
    i ni -duran o son officio n. 590 de 11 de novem-
    bro ultimo, que nio havendo du vida de que in-
    do o lerniorio da iilta de Fernando de Noronha
    parlo inlegranlo do presidio niilar m-lla es-
    labulecido, c por isso sujelo s It ..- das pra as o
    fortalezas de guerra, pudo s. Etc. perinitiir que
    se faca :n culturas nos torrnos adjuremos, lu-
    danlo urna proporcionada u mdica penso,
    comlanto qut destas conccsses nao resulte in-
    conveiiiente adminislraro o poliria do mesmo
    presi li". o era drixem il.'- ser consideradas pro-
    carias para evitar que oa cultivadores em lempo
    ti liajam do allegar posse, relenro ou i
    lo a iudeiunsarao por bemfeiloti.is."
    Aonspector da thesouraria da provincia do
    Maranho, que du conformidado com a iuforma-
    ..o da contadura geral da guerra, o ex-primeiro
    sargento Joan Carlos d.t Cesta Valladares nao
    leve, segundo o disposlo na provisto de 21 de
    marro de 1825, n aviso de 22 do mar.'., de 1833
    restituir a importancia di gralillraco de volun-
    tario que cm boa f receben, lano mais que, a
    haver rcsponsavel por tal pagamento indi
    , na forma di le, a propria Ihesouraria que
    nbonoii os vencimontos sem oppnsiro, embora
    fossom tirados polo prel da companhia
    pertencu o dito ex-sargento.
    10-
    Ao presidente da provincia do Ama/cuas, ip-
    prov.iinto o contrato da casa que se alugou por
    l anuos pela quanlia do (iflOjlMi) aunuaes para
    son ir tU' quartel di guarda nacional destacada,
    e declarandu Ihe que nao s excessivo o lempo
    poi que foi alugada a dita casa, vls'io nao ser
    permanente o destacamento da mesma guarda
    como lamben) que o contrato devora sor feito pe-
    ante a Ihesouraria de fazenda cora audiencia
    procurador fiscal-
    Aviso de li de dezembro rf 1859.
    Amplia o disposto 1.1 ii' obi v, d i lab I!,
    manda 11 execular p ir avu i de 17 de dezem-
    bro de 1819, relativam nle ao fornecimento dr
    prcas de farJamento as pracas dn batalho
    naval.
    Sua Magcstade o Impt ndendo s ob-
    servaroes feilas pelo cln fe da esquadra i ncarre
    gado do quartel general da marinh i i m oilicio de
    26 de oulubro do correntr aun i, sol re a
    - trao podo! i pelo cnnnii.ui lanlc do batalho n i
    val, para adiai.'.ir nlgumas n as de fm lant
    semestres q le mais pi isas f, r, m ,-. .,.
    houverem do deslocar pai i qualquer i
    achn J. .-; rovidas du : '--
    em ampliando a dispo.s! ;ao da 6a observariio da
    tabella mandada execular por aviso d 17 o ,1 -
    zembro de I^'J, que
    um auno o dous si meslrus q tolla
    leitliaui de destacar para
    COHMWD DAS AIMllS.
    Quartel (general ,i<, eomuuiadu **t
    nrinas le l'oriiaiubuco, na rioa-
    2<" lo Uecife, :: di
    ISfSO.
    ORBEM 1)0 Iif\ \ :i:>

    i -
    2 .

    qilO
    c se
    (I !
    '
    ' i '
    li'l'ii rn
    piesetil eiilc -,.. |
    O.i,i OS Si di -till S,
    I-ra la s ...

    . -
    .A ugn.-ul .' sr .'
    I
    1 a; i orden*
    I
    II i
    -
    R
    -

    EXTE
    a que
    aq tenas pi qu
    navios q a lem de -1-
    hir em commisso, permillir qn se ara a d
    Inbuiro das .,.,, (I, : r,. i., r i .. ... ..
    , conhecidainente indisp ns s ti .mas prn-
    . no aclo de embarque, fazt rid le .
    na escriplurarii i n cm; o, alim d
    laes abonos sejam atlendidos na poca pi
    do rem-imcnto do mesmo rardamentn, n >s i
    mos d i 3 observa da reft .Ja tal
    de dezembro de 1819. For esta vez renov a V.
    8- os meus protestos de estima o consi
    Francisco Xavier /' arrel^.St. Antonio
    Jos da .Silva, contador da marinha.
    Regula a maneira ; or pie d in
    multas impostas por infraccan di i n
    com a repartir i da marinl i
    > gun la secc i -Rio de .1 neiro. -Mit si
    idos negocios da nnrinha. em 1 i do dozeml
    185U -Illm e Kxm. Sr.S. M. o m
    | p o- bem que se obs re:i '_ m s i .
    cobranra :. || mposl is .r inl
    1 :i'- i os ccl bi i Ins com a reo la u. i-
    rinha:
    1." Reci nhi i lo ;
    rilo na multa designa I
    ordeiiar-sc-ha & repariiro, que o h
    brado, que Iho intime a iruposii o d i multa, i i
    nccendo-lho urna guia, passada' pela contad r i
    da marinha, pora n sua : i ei no the-
    - uro ii .. iu il, i, r onde d re ser i) i
    cobrada o compeleiiteiu uiu pscnpluraJa, cumu
    venda do esladn.
    i." N'essa guia It larai -se-ha a im urlancia u
    a procedencia di multa, o o prazt nunca i
    1 quinz das, d litro do qual di-vc i
    a s ..i ii.: ..
    :l" prazo referid i 11 rn i i lp dia da intim i -
    ci i; o, expirado elle, do con petetile ivi i d
    | dividas activas exhibir a coutadoria da narinha
    , orna cunta corrente, quesera Iraiismitlida, pn,
    'intermedio desta secroiaria d.- estado, i ".
    rn nacin il, allm de ; rom ti r- i exc iliva
    le o stm cobranra, coso seja r- essariu
    -5." Se, porm, o mull i recur-
    so do arl. 46 do rogttl miento n. I2i de 5di ft
    ro-.rn de 1842, r n ministerio da maiitiha c
    derque entretanto devora li car suspensa a exe-
    cugao do despacho qto; impuz a multa, .
    mi,
    d

    rep
    ': lanlc lia
    ; 'sp l(V
    io, i;.- : nver c
    cas i ;i

    lie', li ciei. ti

    i csquadi
    ;'- .
    '' .. :
    '
    - itii] .
    la a Mit i
    -
    '..i' ti
    3 .
    : :
    t '
    -
    ii \
    IV


    .
    r in,.
    I lid'idu
    . .:
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    a quem conviei, aguard lo-sed
    ae-
    do
    Ministerio t\;\ marinha.
    Aviso dn 7 de dezembro de ISTi'J.
    Deelara que os offlciaes marinheros da armada
    quo ureitam ns lugares de patroes mores crea-
    dos por lei. ou de mostrea das olllciiias de ve-
    las o apparelho dos arsenaes, perdura os que
    oecnpam no respectivo quadro.
    3.''seceo. Rio de Janeiro Ministerio dos ne-
    gocios da marinha, em 7 de dezembro de 1859.
    Du accordo cora o parecer, emillidu polo con-
    selho naval cm consulta n. 16(>, de i de oulubro
    ultimo, tenho por conveniente declarara V. s.
    para sua inlolligonra c Psecurao, que vista
    do dispasto no art. 11 do plano que uoompanhou
    o decreto n. 4,169, de tO do f.ivoreiro do auno
    prximo pretrito deve-se entender que os olli-
    ciaes marinheiros da armada, que a.-oitam os lu-
    gares de palmes moros, creados por lei, ou de
    meslns das oIRcnas de velas c apparelho dos ar-
    senaes, perdem os quo oceupam no respectivo
    ^'iJL?1^!!^!"]^ '0llaVa' P?r S dcvi- a?"cn> ro.rtbuirao o trabalho que tilos uri
    11. noio a \. S. as cxpmsoej de minha estt- \ contar os domittidus, o que al diairnUaria a no-
    .triso de 13 de dezembro de 1850.
    D providencias para n boa conser vacio das dro-
    gas fornecidas s buticas a bordo dos navios da
    eraprego, descontados os das
    por qualquer motivo nao trabalharem
    communirad
    cis i linal.
    Ileitciro a V. Exc. os vot s de n
    i c nui distincla consi lerarao.l'ra
    Xavier Pae* Brrelo.\' s. Exc. o Sr. coi
    lli ii o minislro i- secrclari i de esto lo dos nej >-
    cios ti i fazenda.
    I.Ai'i.iui Nir no da o' it i>i l\ ub i i : 1859.
    A presidencia de PernaittbucOj emir:
    que pelo mitiisteriu da fazenda expediram-s ns
    ordens necessarias para o pag im ito, tu s di
    importanrja do gaz ronsummido no arsenal do
    marinha da dita proviu ia em junh i jul i i l
    corrente anno, mas tambera da despeza relativa |
    ao que se for gastando ; con viudo, porm, que]
    so organisc o enve a esla secretaria de estado,
    para ser Iransmittido ao mesmo ministerio, ro
    mo elle solicita no rilado aviso, um oreara i ni i
    do quo se lora de dcspt nder com aquelle'servr.o,
    a contar do agosto al o lint dn exercicio actual.
    Deu-se conheeimonto da seguuda parte ao ro
    nislerio tlt fazenda, o rcmoltcu-se-lho, por co-
    pia, a cunta do gaz consumido nuquelles dous
    mezes.
    9-
    Scgunda seceo. Ministerio dos negocios da
    mariuha. Rio de Janeiro, 9 de dezembro d-
    1S59.
    illm. e Exm. Sr. Nao sendo legal a pralica
    ito hoje seguida, do conlinuar-se a pagar aos
    almoxarfes demillidos todos os respectivos mo
    cimenlos em quanto assistem aos inventarios de
    entrega, e por mitro lado prolongando-so estes
    por lano lempo que importarla fallar equidad
    deixarscm retribuico o trabalho

    :
    i.i O 1

    '
    . :
    '
    |u le
    e mud de hbitos,
    Motil i <]u

    i disso,
    i ;
    ; I i porm n I a
    lia

    i.ii si-
    do un -.-.'.,'
    lias d !.'.!,
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    nh.i un um ri jpe -
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    ..
    , C SON
    Isl fe/ que se liissesst' ;:
    ir ao 3
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    mado, que o i
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    al ra ; es-
    cudo ri
    rao al; ,
    A I i. .,1 ,, ,.
    - IS leil : SI :
    qucreti-se i -- n mu ni
    " i : ... : i n i-i .
    il I pez, ii qu ai q n '> ai o
    o tiro n.i ft ; di | di "i .-i. i, 11
    Wi es, c -ni do bala, i om i lambcm i i
    I tima intima ;o clara u imiii
    ' iv ni d'itJa aUuma.
    tasa mi titira da i ribun i ( uto i lm -
    ravel qu uilo que as a lalcs ii gl< i ts
    tratara de justiflca o fado, i o; ao
    contrario, u silc pi un I iuo guu lam no
    meo das aecusar; i que Ihes lem frito a impn
    sa. iLM.Ua que areilain a responsabiltdade I
    qualquer que olla seja e que ,: |w irn dar.
    Nao d miara porm de atred I ii |ue i execn-
    tticiddde ingleza fosso at n / i ques-
    to com o casco de um navio, prescindiodo d
    03 com vantagem do semen publico ; manda pavilhao do son paiz, ista ,-. rh (azoi dU in
    8. M. o Imperador, no intuito do cstabelecer do ^uory do resto da tuarii lguava.se
    urna regra a este respeito, que, durante os refe-1 a questo pendente liresse nasci o de algui at lo
    que por qualquer motivo nao trabalharem o pfalo do subdito britani Cousl mi. tanta ro-
    quetenhr,; a honra de commumear a V. Exc, que laco limrum o T.-i-.ra.-. i .. ron os uta>i
    se dignara expedir as convenientes ordens fis vapores paraguayo*.
    sourarias de fazenda da* frcvincias da Baha, Expliro oo o proccdi tnl da esquadm
    ai '"'" c lar. laica llide ;, t a" a s:u
    a observar a ordem do 31 do nnio de 1851, cu
    braudo-se o imposto rVspecliro luda a vti que
    se der habilitarn no y.d/.o do orphos para rect-
    ber heranca arrecadada como bous do defunctos
    C ausentes.
    A'presidencia do Rio Grande do Norte, appro- rinha era oficio deSo'mez pTxro'anao.'so" theso
    v,ndo o sun de'tbcr-r^. i perailiir [ es cu- bre necessidae de prorideocia; a bem d? -vi.! Perno
    Sua M.-.gestade o Imperador, lomando era con
    Sldcraco o que represeutou a coutadoria da ma-
    s
    Tr-^fi #


    m
    nur.io m. pf.rnammigo. sabbado i dk Janeiro de iseo.
    rapoi di' ijuc tallc iiii'"., qnau-iu un ii anlccc-
    iiiiie hua impedido a saluda do Tuaiuiry,
    iim iiin.i raza o mni I o mais simples do que a que
    fueron) dor-lhe, como acabo il>: n'produzir, Essa
    razio i|uc o vapor que entrn e sabio era mar-
    rante, so pasO que o Tuiuary vapor de
    guerra.
    Anda aasim ha exroutricidadc ; mas qn.il o
    ; lo iuglav. ipii' i .'id soja mais on menos excn-
    trica 1 K\ji!i ii tmenlo da ctaquadra inglesa ; o pie 6 verdade
    .ni: n Taijuary nin i.i a<|ui m bcIu enrabiado,
    .ue (i Sr. gem al Lope/, patito por Ierra para
    < Resano para de l seguii viagem para Assump-
    a;o.
    l'.u.i miiii niio r-'sta duvida ipie o Inglaterra I
    .-Sllll
    si ido
    u iiiIih-m ti
    " lateme
    secretario de estado de rclacocs exteriores da Re-
    pblica, cumprido as rateos que receben, o-
    iroveila essa occasio para reiterar a V. Exc. a
    sa'guiidade de sua distinguida coiisidcrajio e a-
    pie-M).Xicolas Vatques. >
    12 do dezcriibro.
    Rueos- Ayres occiyiuUjSe ex
    lo inoineii'.o das prximas eioi
    iue intt de examinar n ronsiiiui-ao de mato.
    Deeiilidameiite dous penearoentoa oppo-tos ar-
    eam entre si e disputan) o Ierren" das el. cues,
    ..-.-os dous penaomenlos sao representados pelo
    Club da litierdade de nin lado, a pela .tssoewcaio
    da paz dooutro O Io aeeeila lodo e qualquer
    audidalo (jue lamba defendido os principios da
    abri as iustili.la.ies oinaes, Manolo irulm roraducao de setembro, di/ o sen programla som
    "mido di/er, pretende levar a guma ao seio do I disfarco; a segunda, segundo igualmente o dis-
    Paraguay aera entabolar negocia, an. Nao afflr-1 curso de sna HiStattaeSo explicado'e Interpretado
    mo nnrm isso, porque e urna vm de Caf ; devo pelos seus defensores da imprensa, arreila lodo
    oiiiioii.i observar que, segundo a neta circular] aqneHe que estiver disposto a susi.uinr a nova
    dirigida pulo n inulto de relajees exteriores do.ora aberla pelo Paci de Vnio de II de novem-
    Faraguay aos ministros eslrongeiros all residen- foro.
    les logo 'Vj'iis que o cnsul inglez pedio seus \ qucsi.io que cnmrrava aagitar-se sabida
    pas apantes, parece que a Inglaterra i'i dt u o sen do pa pele passadn sobro a conveniencia de pre-
    ttliiiiatum, e que nao leui mais que negociar. foiir-.-e a elcicode presidente da Confcderaeao
    \ iniciativa de qualquer iiegoeiarjlo a esse res-
    peilo dove parlii agora do Paraguai, cojas
    ccs ainda nao san coulieeidas. Eulri'lanto mu
    jornal daqui publicou lia puncos das que ti Bra-
    sil acaba de uiT< recer a sua me.lia.aii ao minis-
    tro ingle/, no l'ar.iu par essa -i eslo. Nao sei
    un i isso possa ser, deudo que < Paraguay, a
    queiii loca a ptimeira palavra de negociar, anda
    nao den signaes signili iii que inienla i-
    iiiuiisiio ei .Negocame m. a. uonnaraes-iTilbo
    <>. A. Machado
    11
    F A. de Mondonga 4
    Um amiga do Brasil 11
    Espero lambem que cliegue a nimba vez par
    cumprir igualmenlo o nieu religioso dever de
    brasileiro, conlrbulndo para ssa solwfifuo,
    [tijiivami'ute nos- coni lauto quaulo a algibeira na uccasiito pii/.i'r
    es da tv/iirrHfo' niinlia disposii;ao. Naluralmcnl* nao hi de ser
    muilo.
    [Jornal do Comn>ercio do llio.)
    ti"
    Nao dioYvratn as queridas, aos ceios, sobre
    O etmsressi enropeu toinnn por as folliaslegitiinislas, porque reproduziram contra
    ' un principe, que ?e tlesniluialisou
    ue Aiivni, u ion! u ipui teiere a latela de Lucer- hei pie a ossa colunia inuigeua do Chng, de
    na dos excessos pratieados om Modein e em Pe- j cuja fundaco sa incumbi o Sr Dr. Cardoso,
    sar0- I promclle ser de esperancoso futuro.
    F. que ha em ludo islo, que se Dio tcnlia visto Devo saber que em oulro lempo o coronel Be-
    esuportada ri ? | ipirepairc o sua c unitiva exploraram o vasto t Com o intuito dellios tirar da mao uma arma, I riloriu de Guarapuva ate quasios limiics rom o
    tanto mais poderosa, quaulo era justa a causa, ; Paraguay,
    que ia defender, nao se con'.estou aos que irn- Xo sobredito lu-ar ChagU levantaran) lima casa
    iningiiavaiii a legiltmidadc da carta, o dircito de I onde penioilaran e se demoraram dias. Pois
    usar da Itl.erdade da Imprensa, porque o uso des- bem, ah, nosse mesmo kiffir, se acha boje o di-
    ii'ierdade aro garant lo pnr aquello cdigo ? re :ror u i neado para a aldea indgena, o, o que
    hasc ile s.ias (lcSil*eravcs o di-
    r i lo a Justina!
    Appareceu insera na Esperanza, jornal hes-
    panho!, uma coricspnndeucia, datada de Ruma,
    em que se esboea de um modo cngenlioso o es-
    tallo da Italia central; c o nosfo collega do Man-
    zanares qui/.completar o qtudro, avi\audo-llie
    os contornos e appticuudu-Ibe o condigno colo-
    litlo,
    1'.' ebusa Irisle c asquerosa. Faz impicsso
    contenipla-li>. Mas, se o animo se qpcrl.i e a ra-
    zan su indigna a toda a gente ao conlieCer alli
    o perseguio
    os naliuaes, exacta osante o ni"stno, que delle li-
    iiliain escripia, na espera, os sena posthumos
    Ihuribularios? E, em quaulo esse faitasm dy-
    nastico, tan falso como serodio, se desenleiava
    contra nos, nao se lolcravn, nao se app'audia al
    que se vumilasse luda a casta de doutrina sub-
    versiva o Impa contra a oidem, contra a soeie-
    dade. contra a moral, contra a igreja, coaira
    Dos ?
    1" em relaco aos actos solvagons dos patriotas
    de l'arma c quer longa c barbara carnificina, que o puiilial
    libertador...
    Basta. Nfto
    do fratricidio.
    mais, sera rauil > esforeo pen<>lro ta i aberla, e encontrn a essa cora pequeas rui-
    nas, que si.liado, nao satisfactorio para os cofres pblicos,
    i mpsmo lemp servio para adianlat os Iraba-
    lhi da dita abi-j. eslindo por isso provisoria-
    mente estabele.-ida a morada do director.
    I.i nafollta ulicial que o Sr. ministro do im-
    perio acaba de auviliar a presidencia no e
    n!io de remover os iu los para o r.bag,
    u.,u o remover os tunos para o i-nagti, e que nduslria, ou o que Ihe dh resi
    II.c antonsara o dispon lio das quaniias KS-! sempre um protector desastraJo, que
    ".'." ... ... vetricins ransa
    roca. i. nin usassiualo como qualquer oulro,
    so me ufe rom circumslanria alenaanle.
    A companhia para a navegara de l
    de que lie tlei noticias, cuntin < i dar proras de
    querer viver. Eslao as aceoes distribuidas.
    ns esludas anda nao taitas, e parece que nem
    aqu lia pessoa competente para [ato-loa.
    Aprecio muito maiiifeslaces desta afeos por
    que parece que mostrarnos que tendemos a li-
    bertar-nos da eterna tutela do go*amo. E' pre-
    ciso que nos vamos rt......ncendo de que o |0-
    vernu nao deveser emprehend.>dor4e industria,
    e que nada do que a e.-ie mipeita dee ser por
    conta delle mullo principalmente as estradas:
    I fazandu-as o gorerno, apparerena as contea-
    placoi's e os einpenhospara desviar di direci
    . natural ; e csmiu o dispendio d cufres puMi-
    ciis, lu.i'i se con ;;! c o puldicn sufre; ama
    enipre/.i parliculirc eslimnlada pelo in' :
    i proprio, e vence os empelibos; ein malcra de
    industria, ou oque lite diz respeito, o governo
    se incoo -
    il que punto de decadencia moral pode dosier,
    a reformai-se a eonslnuicao. lem seus defenso- peli( aiuellra dj ,,,.,.,, ro|lg(lsa e cvica, uma
    res em ambos nsses clubs; ren,,poiem, que pa- gocjejaj, que poririiso, seda a si prouria o Ba*la: N'"' evoquemos as dolorosas memorias
    ia que ella prevaleca un ronveiicao, a qttal que sonoru lilu|u do |v|n e |Je cu,,a Ilill.(Cm'S0 j... do fratricidio. Eao revolvamos o ftido sudario,
    (em de lecidir esso negocio, ta/.-se preciso que l(, is.,llllil,i Ml., oc|,ar Tidade Sude rC3|- U" <"'brc uma poca de ignominia e de dr. Af-
    issoi iacao de paz renca ; se iriumpnar: mt.m,. ,-10 i: .,.,,", plaiai0 lasteinus os ulhos dessa pagina sangrenta da bis-
    posso ipiasi alllrmarqno a | A rB'Volueo social e poltliea. uue Irabalha, a tl''!'1 '"lemporanea, e vamos direilo e sera ru-
    u que nos dirigimos.
    dcios a conelusao.
    a lista i!.i
    a do i hi!i da liberdad
    i .:..,ica.. apteseiiUr reformas a ronsluicao, ei Europa e que, pnr mais de uma vez, a lem
    ri,:.io leremos de novo os burros n agua. ,.O|ajai ,u.siu ,ne0 S(!cu|0 Uj bordas do abysuio ,
    lisia queslao linba adormeciuo um pouco; ,,rr.|ami,.sc umaeindivisivel; a como nica ,p,,,.) lom numorwta, que
    zc-lo. tstou certo que nao 1'id.tra mullo a pro- rotn nhegada aqu poico de n-nuias que da- )Va il sua t.0j,ereilcja
    por qualquer cousa in.--.' seiiiiiln, masantes vnnt a Ouiqui maioria absoluta ilc votos, tornou ios livc
    dissu crea que '' cdo Je mais para olferecer a acordar, edesla vez com mais for^a. |,
    iiiediaees. Snjip ii i pois que essa noli ia
    falsa.
    So assini nos eraremos das ilas, que podan)
    ser fataes entre os indios de Palmas c os de
    oyoeii, e que soiifio fora as enrgicas providen-
    cias dadas pe > Sr. Dr. Cardoso, fa/.endo ni irehar
    um numerosa deslacaineuto, ebem assim m tuc
    reqni-i!-:i do pie
    es a hora lamcnlassami a ; er
    J d"ve saber que o ultimo vapor da compa-
    iibia iutrrmediai ia se perdendoeni Capana.
    SofTreu lal abalo n a n un i-
    .i d
    apor
    i das.
    O autor da correspondencia de liorna diz, n'um alcaneou o porto d Par.inaii ond
    Vqui lem agora o leitor a
    me it le i em ci na. Lila fal
    jiensa de mais pormenores p
    m la riri'uhir n que ,,,, absoluta d
    ra, em
    ...r de uuilicacao.
    O leitor vai rompi ender a ra/ao ; pelaron--- ij.1(,i,
    lilui.-aoda Confcderaeao, se o vetado lem maio- ,,,, ;,.:, s,,,,,!,,-,-, t
    votos, l>lltcl> i:m,,':
    e,
    logrn que os seus ac-
    lod.i a parte, o mesmo caroc-
    o mesmo cunho de solidarie-
    diata-
    . por si e me dis- mente pmsideiite. fait. 79) So raso porem d
    ira dar a luiilie i r
    a queslo pendente entre as d i h
    upo leitor na n que aeabei
    que a Ellgli 1 ra j di i n M-u
    e pelo unido urque o i t nao
    nicle Itegucll jlguma anda a
    eouipletameute
    na<;o
    a.i mesmo te
    de di/er ; islo .
    hIhi Tlitm, e q
    de i .-, ei ,ir que
    esse respeilo.
    ii la aqu.
    Circular. '' ;:- riii de estado d" ndaees
    1'S.ierioii s. A- incion, ;.") de agosl i de I <">!).
    l'\D). Si. minisiio.i) governo da Repblica do
    Paraguay, desojando eilat quaulo llie .- ]., pos-
    s i el, que em menoscabo de sua dlgni la le e dos
    Hilen ss s do paiy. so desl que a opiniao snbre o
    rcenlo fli'io |l deil Iu :ar lira.:.i ; i S,. A.
    ilenderson,cnsul de S. II. Rtitanica n
    que por dividir-se a votaqito nao houve
    e i
    in.uoria'
    aiisotuia, diz textualmetito o ail. 80: t con-
    resso eieger entro as duas pessoas que bou ve-1
    reui obiido maior numero de votos > Aindamis
    | s primeira inuioria, continua o mesmo artigo
    bouver cabido i mais do duas pessoas, idege-
    l ncongresso entre todas ellas. Nao todo : '
    ..' ,i primeira muioria, termina o a.i. 80, < Uuu-'
    er cabido a no.a s.'i ; essoa ea segund i a dua*
    lis, o congresso i leger entre i >J. as ijiip '
    li i ..-in obiido a primeira < a si gun-la mai nas.
    Essas nolieias, pnrem, sao ainda .ovil i>as, e
    nada a esse rtspeilo se pode ainda siber com cer-
    teza, (i calculo que dei na iiiinha caria passada,
    i~!u que suppuulia-se Derqui com 133 v"i"S r
    Frasueiro com i", cnmtttdu o mai> ceeito. Ses-
    vondu .' que se passava na Italia, adoptara o al- Diz-se que i capilao do porto i.zi i i-tli < i n-
    litre de se por a ir, porque julgou cnconlrai al- bargar ., sabida por incapaz. ; nao sel porm em
    Irmu eolosso o sabio-lhe um pigmeu ; porque que leon, mas o certo que o vapor para ah I
    julgou que Imita que satisfazer grandes nocessi- fui.
    barrete phrygio, hasleado 'l;l 's 'huras, e vio que se nao Iralava do ou- Na-, s,. que pxmnes pralieara lal eommisso d
    no tope de urna orvore, que, cognominada .tal,a jooca, senao de que um bando de dcsconlen- us-:i inarinita,
    iiberJade.) s, como a maiiceiiila, um symbo- I l"s ':"'!'ili'u" nvessem do que podem apandar ; das males u
    porque rocon.ioceu que, atraz de todas essas vega.
    declamaeoes, dessas grandes calum- o Sr. cnn | mas, desses pliaittsiiias de IjTauiios, estavam puliura; fiuctuaiitcs, como bem dennminou S.
    Ojo':/ do direilo Dr. Tavares B.i
    regou a correiro; parece quk nem assim Iw
    lemp.i de ver lueiade dos objecloi o
    examinar. Lspera-se cum vivaeut
    sollado lina! .Jes exames porqueaju-ii .
    e de Rio brande, talvez a | ri,.,,.,,,.. ,., a\.uua Mmos na0 Tai ;,
    e relativo a cxcciu.drs criminaos, est de i
    que s nos sel toes poderia .i ir se, i. asna i
    . : indo ;.v, -a, ni -..--.
    guales e >eii guias.
    Ojo izo da provcdi.iia lambem n. i -
    i normal; cotilas de leslamonlos c d
    pell -.: i isas qui i o n in ao .-
    ida por incapaz ; nao se. porem em s IIPgMCM (.iv1,s iguai|UJ
    pie o vapor para aai | cora uma li-iilido desesperado,
    la ponderar qnor alaliiiade aqu ha s uma i
    i-ia por semana, quandu i-m reg
    demo-
    - pteizas san geraes, e para
    itarinense aluda nu-
    lo de nioiio, ou seja em vulta de um throno, que
    se erguoii sobro os destroces das glorias mais '
    .ni n I
    os soberanos mais beuelieos, e o bom sonso do
    povo, que solfre e protesta contra laes alicantinas;
    venera ud.i
    onde, para opprobrio da moral e
    d-.-*i rdito continuo das insluiccs nioiiarchicos
    seassenta um nianequim, agaloado e aiugado,
    cuja nica imsso corromper oppriinir, o do-
    minio revolucionario mauifesla-so sempru de
    igual modo, pelo sacrilegio, pela rolax^co, pola
    discordia, pelas ovasiacoos. pelo roano, pela
    poslergacao de lodos os ditcites, e por urna bac-
    cliaii.n repugnante, era que o vozear dos verdu-
    gos, ma-.s ou menos desea misados, alala o go-
    mer das v. limas o Ibes escarnece ii.i^ lagrimas
    Eslaa stng la, mas vordadeira e lerrivel his-
    toria de todos va oslados desde que entraran) no
    pe in lo il i : efot na libera
    epmpie, u'u'.na palavra, compreliendeu que, em
    uomc do respeito que se deve ao suRragio das
    maiorlas, ia suienle corear a minora mais ab-
    jecla mais dcspiosivt I.
    Muilii bem.
    a diplomacia europea procedo nobremento se
    .'.ssim faz ; porm pede a lgica, pede a juslic
    que se nao il.i do i| le se paisa n lali.i, e toilie
    a s.'iin o que v.ti .'ii Portugal.
    '.'o p .i.-, sel mais considerare! etilo po ler
    epbom. i. que nqui velo unicameiilc do apoto o.
    Ese. as barcos da rompaiiiiia iiiti
    No quarii-l de julitu u i'ubro r
    lo Rio Negro |:- i'! ijliil, imp
    etite da p issagevi .: \. 11 In-sl i-,
    rtn odiara.
    ti leu n i"-;- -
    .-in proveni-
    IViS cavaos,
    lili ignaes c -. rer.es Espera-se este anuo ronda
    SoRi v.'i por esta a ;'ncia.
    I o cluiu -so ha I IS a ras i .ara as \ rile .
    I i- ue so v i esl il lecor no Assu'iigiiy : i ns-
    la pie o Se. coiisolli ;: i Ferraz ordonon o le-
    vanlamenlo
    :a-.
    -. E\e. au
    : lito
    de urna outra casj para mais vinle
    Ion acorta lo lomando c -1" alvitre ;
    ie. Ie lis do e ilaboleei III 'Uto das
    Uenoersnn.consul de S. M B.itanica nesta capital .,.ni,, ,. ,,,.s v,,,s porm nao firmara uaiuiiaab- xEneranaa bem o sabe'por oaaerivueia pro- <"; wirangeira*? pois serlo .mis altendive ; rea familias, ellas mesmas chamarao mili -
    irdena au atiaixo assiguado, mn.islroe sec otario snlula, nao coucorreudo mesm i B lenos-Ayres a ,. a ^en| (J 1.v.n ll( je (.a's., .,'s .,.. ,,' Jlis os uiteressos das facees, quese disputara u man- lai.l is.
    ido de rellenes exlonoies da lepublira, | ,.|,.ieao, com os sens 28 votos a que lem dii ello Uberladores da Ue|ianha dao a medida exacta '':' ~ ll!''' l","!' '!"' exanime desle povo dos- l estrada que communica o ncleo colonial
    "'I'."..', a .Vi r''S'"1"ll:' rio censo vitieitle ; ,,, ,,..., 'inspirara.ii a corresponden-: u,l".so ?.Pis ?or* "l'no.* 'li" dosjrapathia e de para a eapiial vaiem pi resalvo andamento,
    -,.,..,,.0-muden.,, ,.- i., ...,.i.... sse i;is aqui o calculo quecompivva i quedgo: da, d, que nos uceupamos, e quo seivu delhc- l"-*"'<.". virtuoso princi oque a bracos crn leo io-,e. dividid...... ;. ni .
    '"k.,i..u .>...,.- r.rrienles da 12 raa paia as suas teRexoes indiciosas. as priracow, queno nieio de Iratoscruelissimn?, lelerida !e.
    No anuo de \-'>2 um inlividuo r.or.ova. > Ib Porm se preeiso uma prova, ai.ida maisex- 'n"s,.r,u ue fronto irguide, que estava innocen- ( rama! pan a maiiuha ja eomeeou e alMins
    nios il iulerior menos populosos,
    menor afllueiiria do negocios, Ua du -. A
    sa di- .i ignoro., mas o fai -v i
    suas c...-. ;...!. ..-.
    Santft- at!i:rii::i.
    Ii '.sle o, ^i de dezem! i : i I ""'I.
    Pela nota in>'lti
    pillados prov iiieiaes es ..... :
    .,s da pas- ida as-eir.l
    leilos. Na capital :
    hoiilem, que juntos lizoram a el
    boje esluO ii lidv.' para in, ;..'.'..
    jo as cousas, ii -' Usan ni se na el- i;
    tura. Parece |uu den ore.
    .i des un Ranea de algui -.
    ni o .1 i Si Lam i .'i icpelliil
    lugar ;.: i i Ldalo dej
    ral v Dr. Silveirade Souza, actual ;
    'd uaiiti.'i i. Assegura-me, poi
    informa la pie lal inloiieao nao I.a
    il, .'i a sequer n .s .- mais .
    Sjuti ig i Couslanl vea esl i b ;,' -
    'I lili p -,!:! ,.
    '. Vi I>i ilanica, dirigindo-
    ministi o de i rlaees ex-
    da-
    ! r
    l-'-.iv, e i otiiiiuoii usan lo desla nari n i!
    por mullos anuos, ale pie onvolvendn se clan-'
    ite era renos pl ibve vos, int-
    r i por ventiir i fieai :.. vi une ,^i i aran lo-: do
    -alado lirilani i,
    Des..'..;.i- os planos is lo anuo I
    < un ule. e pros i o : I i indi i io, reclmnou em |
    sen i. nr u msiil ii -
    .- ao ib ii\,i asst^u
    ' ues d i i | i'.di i,
    liu ia q te, i ii a cu iseiencia dos dir il -
    lem I ..... : un di! esl 11 so oral o da
    ' la il la .! is pi j que .l a um
    les onsul o seu f/iui u r, o a!) \ -
    nao se negou a ni ib lar coto o n -- mn
    >'' un u'ies| m lem bem que Lio la-
    i c lerm : 'i.i osmi el, liuti-
    . indo- se uella ,i dizi .
    Que i) preso se, ia "i.1 pi esso co n oa
    nuiros i ::. ;, i ptayos.
    . l:r ao ron? ni o i
    s mtiago. . V \1
    Tuctiman . \ 10
    Salta . 1 Irt
    Calamorra . . 10
    Mondo/a \< ii.
    Euiio-Rios . 8
    Sana-lli . . 8
    Jujiij . . '\ .-.
    11 OJ.1. . . ". s
    San l.uiz, . . < s
    San loan . '
    1'
    ti o. p r i
    i,i ie nai se
    leste que f.rzia.
    .; n.
    :iiii inieai .
    i I-* que de i !.. o ocenri ido a o ;--"', ern d i
    'ici dar conta ao :. S. M. i'; itauua.
    : fec'ivantcnt para ., iia re- .'.-. i |n
    representar cni Londres, sobretodo contra a in-
    ;a os igos de senn lliam i leeeo qu.
    a quera -lar a um ...I vid io que > li [a i-.in
    per ruino subd i Iu aiinico, u nica un ule
    ; lia mais > s;.lvu ser irt i ionario i ni um Es-
    i ido amigo ,.,i ',r.; R
    l-'i-i epiuo que o governo da Repblica rece-.d- o resto do
    Sommain l-'--'
    Or. a maio.-'. i absoluta le !--, ou a melado e
    mais ii in. sao fi, e Darqui lem apias 03 linas
    si loni elfoiio lem, tomo dizein as ullimas noti-
    cias, 71, nesse caso Rueos-Ayres rnne urend >
    oleie.ao, pode dar Prngueiro a mai< ria alisi I lia
    de 75 o por D.nqui completamente .' margein.
    Os mais votados para vice-presidaiitu sw Mar-
    cos 1' IZ Ail- r.
    A caupanlia nch i-soc inplct imenlepa ideada;
    Pedru ;:...-as n.--ni i o uni dos chufes do ge-
    general Ur.piiza que anda oppunha resistciieia
    ,:- ni os desle governo, acha-'" boje no Ros -
    rio. Qua> lodos os ooli-ns j aqui *c neliam c
    reintregados nos seos con n I lites postos. En-
    ire uniros, o general [viarto, u gi.....ral Lsgos, o
    general OregorioPaz, u coronel Pila, o coi n '.
    Nadal, o coronel llolmos, o corom 1 Lamclla o o
    uiajor Escallada; Islo 6, os piincipacs.
    Teve lugar po ultimo dia do no z. passiJo nm
    liorrirel ai onleciinenlo que enlutuu aqu a lo los.
    0 va por de guerra deste governo, General Q*iran
    ni moaii ulo de partir para S. Nx las c ni i izn-
    batalhao de guai la nacional da-
    que havia escapad i I.i baialha de
    i
    o propoi auj. ; i-
    ios pi jui/o solli lo-
    completa
    fall do
    soirtai
    ao governo
    ii speito dn
    "i do le
    am
    e sem i-su
    I sapiu les
    ser admllidas no
    i cnsul linha
    u ictirar-se
    I i ci o gran I orp z.a urna nula na forma-
    , aun presentar pro-
    nto ii iu i n c .; la ci edciu i.i. que
    iiil .-- in i ii i para [altar em uo.t.e d i
    - ii goveri celara va que el luenle es-
    lava i a onten.: -: negocio i in i.-
    me e | parte do govotu.i de S. II. R ilaniiii-a,
    pie o-.-:- .-. : x i er a mmunicaca i
    "i i i : i que o :.; lie.-.li,-. \,::\ iu unuuii. i)d i di
    ligrir-lii ,
    'i A- I- I II 3 | lo I lllKlll, o. -v_i;i-
    do ailiriiiou, poi ordem lo governo tiri'.auuco se
    .un a i ida mi n que :
    i I." \ sollu a inmediata do prese pro-
    c-.-so.
    2.' \ um indo nnisa
    padcrimento.-i pessuaes e
    ni seus iiiteresses.
    1 una repa aoao
    de S. M. Rrilaiinii a, | ela
    : iverno u iguaj ., ,is i
    onsul.
    I macos de\
    de Iros di is,
    "I em .!. pl i., -i -
    dn pai-z.
    1' goi cio da 1 .. i r.ado a res-
    peilar devnlaineule ao da braa Hielan I desu-
    dando t mpr i uiipra7 i. m lodo o pin
    rio de que ni i tiiiln pie ilar-llie repai
    goma, pouci n / b i i iio-iado i icnos sobre a
    ,!l I b racn pie poi i.i pro-ua il gmd le, e a
    "! i o Ir i use del ii turnar, anida quaudo il;.' fos-
    rmillidj iuteriompe no paiz a marcha le
    um tribunal de j tsti ;a, soui tile para compraz.ei
    .. uma exigencia imposta com auieacade
    i dei a< ueien i las do cnsul, I ii
    prcm i ai com usura ao que representa cuino
    dito britann :n o inesiiiu ciimu deuiin. ajo, pe- !
    I-i -pial van Paragua i ser julgados com.
    Ainda m ... i a citar o baldo de fazei i
    ir o ... i ii .ni-ii a i -Iraiiba e huinillianle
    ......,-..., h rano, cujo elude,
    ipi'i mo Iral i un..... igual '
    a igual, n .i: .... .,; ministros, hrinan-
    do tratados.
    l)eu pois o i cnsul brilaunico es
    i portes que pedia, ndinit lindo sem embargo
    s.ia pr qei-i.i le fica ao cargo do de S. M. o lm-
    . ei i-Jui dos Pi un ezes o valor pelos inleresses
    i .- subditos britann icos, e ao mesmo lempo jul-
    io seu dever assegnrar-lhe que nao obs-
    diiteaccs relaxaeoes que ordenou o go-
    verno de S. :. Itiilaunicn, os subditos bnlanui-
    ens no Paraguay .- ia i Hatadas, considerados e
    g dos como i |ui.
    O goveino du Repblica lamenta o occorri-
    do; porm prefereria deixar de existir do que fal-
    i a a mnis -1 rado dever, de sustei com dig-
    uidade a e das leis e usos do paiz, as
    - pelos proprios tratados leem de sujeuar-se
    s uicsmos estraugcii s irauseunfes ou residen-
    tes iit-ll".
    governo da Repblica nao descoiihccc,
    a.na que penetrado de dc e de corta liunna-
    a.i no sen icrisolado patriotismo, que seo paizlzem-mo que o Sr. presidente Lpez.
    se icha longe do auge de cultura, de. civilisacao\t a garanta dada por seu liliio no
    , .Ha cidad .
    epeda, saltou com urna exploso. Ha, i un 15
    pessoas a bordo; entro queimados, ufogados e
    d is'ipparccidos ele a-se o no un o a 70; em geral
    quiisi lodos licaram feri los niaisou menos gi ive
    in ule e desses mullos le u m irri i.
    li le cmo emdi.iute nao ha lia em que or
    nao arroje a praia um cadver; dn repanicoda
    lina nao se snlvou senoo um foguista, esse
    un.'si: i gravemuiile contuso; o rommondaiile,
    di/em-nie, que teve de amputar ns doiis lirados.
    N'a i cilaroi da longa lista dos morios pie nao
    lenlio prsenle senao 0 nonie do aderes I r.incis-
    e liias por umacircumstancia ainda mais Irisle
    ; ..' i i!, sua lente. S'"i pai Collcelor daalan-
    de s. Nicols, ao saber da noticia cabio fui-
    n nado por um aloque apopltico instintanca-
    j ni-iilc niorto. A multe desse ino.u fui muito sen-
    tida mesmo poi aquellos que o nao enheciam :
    elli acabara de cobrir-se de gloria em Cepeda,
    salvando a bandi ira do batalha que perlencia,
    mi, ssa cora ge in queso di o,'des unido e a les-
    leatidez da mocidaJe.
    Poi o] ii possou lia pouco; ifi.t; de viagem para
    o l'ac.iii o Sr. geneial t'.usljman mini-trj dos
    Eslados-I'uidos ni confcderaeao argentina.
    Da eoiifederacao nao baada do importancia.
    Conliiiu-ivam os direilos ditlvrencias apesar do
    tratad i .'.' paz. Islo lem levantado uma celeu-
    spnuios.i de-ia impreus contra o ministro
    . i : i" lija do Paran sobreludo contra Derqui.
    a .''ni .-. alribue a sua continuaran. Comefieilo
    pelo i Spilito do ppt'lo de paz .pu-Mvel sus-
    tentar a subsisten i los direilos difieren sos
    Embnra Ruenos-Aj res anda naoesieja iii'-orpo-
    i.dod.- [aclo entile Jeraco, coinluilo j fz pu-
    le dola em direilo, e lano queo!>rigou-se a nao
    "xercer desde j relajos diplomticas pora as
    naeoes estrangeiras lira, direilos difl'erenciacs
    e.iilrc provincias ou -.< jes de um mesmo esl i-
    do eousa que uo se com| rehende.
    ii Su ci na l Argentino publicou um ai ligo fu-
    rioso contra o Brasil, mostrando a proximidad.:
    em ue se aclin o Rio da Prala de chamar-nus o
    um interrogatorio. A esse arliuosO se responde
    com um searru na cara do Bilbao que V o seu
    autor. O Brasil, porm, o culpado de que ca-
    da muxaxo deslas paragens leuha a audacia de
    iusulta-lo. L' precisoquo o Jornal do Commer-
    ('j ponlia esses fados no dominio publico, para
    que o nossu governo seja oluigado por elle a se-
    guir uma poltica enrgica. A dignidade, a forca
    moral de uma naeo vale tanto mus que um
    tratado de coinmercio, e vale tambera a pena d.
    quese a tome em i.onsidera^i). Deixa-la per-
    der assim uma inipiedaje. Paramos como a
    lena, revivamos a poltica cssencialmente
    brasileira lo Sr. visconde de Druguay. Publlr-
    dade pois o quaudo deixar-se desuardar para
    com um p ivo o segicdo dos insultos que solfrc-
    ilios iodos os dias, iinpossh'cl que a opiniao
    publica nao habilito o nosso governo a fazi uma
    poltica firme c lorie dcslruindo-lhe toda a vas-
    cillaeao.
    .... v i > mu [
    ! liberante, permiita-se-nos que a subministremos
    iiocompexu dos aconleciiiieulus, bccoriidoseii-
    . Ir in'is desde i>io, u minio priucipalmenle d-
    jeos tle Ic'Ji.
    Compon nos, ponto por ponto, o que, segun-
    1 da valioso lestemunho do uosso visinboe corre-
    ! Iigioiiario, osla leudo lugar nos ducados o as hj-
    ga s com o nue se vi u v em Portugal, e
    unlao perguntaroniS aos que lauto se ad mira di
    e com lama razao se escaudalisam dasiiacao
    '. deploravel, a que .10 acha reduz.da aquella parle
    i da Italia se a ims.-a uondieao fui, ou e, meqos
    digna d.o la-luna, de ulerese u de uileiiro*
    i ira examine-se bem :
    Humo "isla por i! >dos oifieiaes revoluciona-
    1OS, 11.1- eleieos, ven,ledas nos d'icadis 0 lia
    Roiiiatiia prescitidiu-se das qualro quintas par-
    les da |m\ oaco.
    E o que lera sido o acto cleiloral nesla uossa
    boa lena, se lian una serie du burlas, um acer-
    !o de violencias? quaudo fui que a opiniao dn
    p vo, sulfurada pi las baionetas, ou sopbysmad-i
    pea- falsilicacoosdeixou de redero passu i voii-
    tade facciosa dos corrilhos "f sabio acaso slguma
    vez i.i una una cmara que resunnsse a volita-
    d dupa;z ? su por ventura leis uaciou.T-s isso
    une .in se vo,.. na profana la casa de S. :' utlo
    " 'i'ambem por dados olliciaes se --abe que o
    grande exctcilo popular da Italia, que mal ehega
    a 2():'hi) htunen.s, se compe, na su" gcneralida-
    ie, de hngaros, polacos, piemonii "*s. presos
    por crimes eivise postos era liberdade. s>
    Loque era a famosa expedicao, que desem-
    barcuu no Mindello, no lugar onde charasvaui
    a prai.t dos ladrees ? Entre os 7,">,i) argo-
    nautas, de que apenas se couipmilia, quaillos
    nao eram polacos, italianos, hngaros o radios
    ici rulados pelos soaiheiros da Lu opa, o disci-
    plinados na ., i!iia dos raes .' 1" como lo: ella,
    depois, engrossa la ? nao bouvo hroes, que en-
    tra ram pan as cadeias, sol um governo, que os
    capturava i".n proveitu da moral e da seiiedade,
    por rriiue de roubo, ou du homicidio, e que sa-
    liiram du l niarlyres da liberdade, chapados
    coiisiiiiici ni des, e campeos da raiuha ?
    Verifica-se que os emprestimos voluntarios
    iiuse ;':. iiiaram oque foi necessario appetlar
    I para os toreos is, empregaudo, afim de os realisar
    os inesiuos ineius, de que so servirm ons rele-
    bres economistas da Audaluzia para com a du-
    queza de Sania Cruz. >
    E qual temsido o modo porque ni nossos fl-
    nmceiros costumam proceder? DesJe a expul-
    sodos irados ale projectada expolia;o das
    freirs, desde a emisso fraudulenla das notas
    i ile a redoceo dictatorial dos juros, operaban de
    : ere liio coto esla gente quer di/er urna cousa,
    que lodos n.'is sabemos. Quaulos egressos nao
    ranrreram de forae, em uaolo um miuislro de
    estado di/ia, pn- mofa, que Uie linha inreja !
    (.iian'as lagrimas nao chorar.)m, e choram a
    pobres iliclausmadis para que lieos SUSp I I
    de sobre ellas a sua ira I Quautas familias nao
    le e itilcmerado de. quaulo su Ihe assacara, on
    menos respeilaie! u bom sonso da nacao, que
    mais lera padecido c protestado? leiiier-se.-ba,
    u'iima parle abracar a iiurem pnr Juno, corear a
    imnoria, que su arroga foros de maioria, e se
    nao se lia- le recriar coroa-Ia em outra porte .'
    A diplomacia ii da revolueo dos ducados n
    das legac.es, o nao Ihe importa que cborein os
    l'orluguezes entregues, ha lauto Lempo, ao do-
    iiiinio de uma igual revolueo !
    s.'ia, o ii ua o seja iporipha a caria de L. Na-
    poleo a Vctor Emmauuel, publica-se que i xis-
    lo umaecordj entre as grandes potencias para a
    iineo do poder legitimo na Italia Cuniral :
    ludo t.-n Je para ordem, para a sal ieo ; o -.'i
    nos es n.cei cieos e seremos despresados, como
    ilotas ..i c;.. i-lean, como pareas do pacto eu-
    ropeo
    de i"\ en iro ou marco se eonsli nir.i.
    II irila falta de IrabiliiaJores, e por ss i u-
    la-se a pii cu n serias diillculdades para i
    'inda iudispensavul presteza as obras publicas.
    8. Paul.
    Paul I ; I 1859.
    ur Ion ni a In le polica |u
    jamis ni i-l.- ii desoj ai
    m se i, os amigos do Si
    p ira o e ene de, quizei .. j i I
    provincial ir : ni ni Iu i
    bom resultado. I a <
    sua i ubinaco, nao c ns guiram
    re ; .i respeito is ti
    pa, pnisq .:,'-.
    lambas i ipas, e o quinto ci> ,: .
    o [in :. ule
    ' -- co; a do Rio Ciaro
    - de oe.-'e, mide COIISI i
    ! di minos.is, -:,.
    de Rru! i-, Jali ':' aba
    el
    i


    Hispa
    Oltsi :
    . i'. i i
    milito-
    provii
    \ !
    ; os i
    I poi
    api
    . IU '" ii.
    ele., alm d
    .
    - I'ii
    as
    i a i
    I
    aiii se :i o'.uam,
    .
    ; olicia,
    ' i i sna i | latios i le I raes;
    lia Lint' s planos i tor.-n-s u. ta viag ni
    Pondo de parte a questao dos oslados poulifi- h i ira u q-i fe/
    cin.s, pe., su i sagrada especialidade, u i se po r-.r i
    a Iniiltir q..... lireito
    ale a liiilttll' q ..... i.iieln, alias mcoiilrnver.so das
    casasl'Esle, 11'lli-paiilia o Corona, .-".i mais pa-
    ra ter-se era emita que o direitu da casa de Bra-
    g-itica.
    A dynastin dos reis da S.irdeuha lao romi-
    nhula, inodenez.a, tosca na, mi parmeza, comu
    P irtu-4ueza a d i imperador do Brasil. ,
    1. iral -se de um cougresso, se iiuvas diflicul-
    dades, que ja despuntara nosule no oriente, o
    nn liarciii esiorvar o foz-se a resenha dos es-
    tados, que develo le p.i.io ncl'e, c cila-sc > nos-
    so no orno i orno um dos que leem de alli ser re-
    presenta os. .
    () iiosso governo !
    O reo feilo j liz no Iribunal, a dar sen!
    contra os seos cmplices..
    Santo li'u-, q .' nm ualia !
    fjuis lullerit ''.',ie/ isde seditionr quereiilt .
    Como se ha d ouvir o ministro de Portugal a
    cotidemnar a poltica dos Cavours, dos Garibal-
    di, dos Poi :i:i ?...
    Nio pode ser A Europa nao lli'o ha-ile .
    sentir ; era lirmar, de certo, um tratado-, que
    i" a paz .! ViHa-Pianca c Zurich, sera
    que primi'iro espedare u da quadriipla-alanca,
    Deve salvar este povo do perigo, era q'ie se
    ocha, de parecer arranea-lo do pude:- rovol i
    Vlll :. '11 i,
    coma i da Fi ana: i ele.;
    comal ni'.iil
    le uesl
    elle par a!l fo -se man la
    i o
    i
    di j jtid
    . i .;. i. Vs non.
    !Misadas nn*i ra.
    'odciu. < fiill sem ico ;!as
    alli foram promuv i las e ;. lid
    '. i |c [danos eleil
    !,. id,
    atlri
    Ci 11 I
    ". das
    ,. II
    i...
    o is uma vez
    ::- esta i al!i
    noiiieaeu

    - !:. ;
    ,-s pa-
    1U-; -
    ffou
    I Lle-
    narlo, ou rcspeitar eutao como aconselha
    glaterra, o pese fez nos ducados.
    Un o laclo, ou o direilo ; a ordem ou a
    l'l'-n.
    Escolha-Si nlrc os dous extremos ; de
    bem o futuro ; baja uma le permanente,
    uiua Ici para lodos.
    Saro
    i lu-
    na--..
    mas
    INTERIOR.
    Paran.
    l'.oritiba, 12 de dezembro de
    volli
    1859.
    lamen e : s;"i jeut.'S de eloieo 'S 03
    i i ule de.-omp uliam -; irn i >m-
    miss 11 riz um chefe de cabala E on-
    de >-. parar > fairra moral do laes auiurid.i le- .'
    i i nbem se faz'-n alguma cousa, nao pe,
    prestigio, p i r ...; i,;,_;, publica de qu go-
    /.a'tn. porm pelo reccie que inrntcn ; > que
    '; is eb : ;es nii acompanb i ao juiz nao espere
    i direi i g .raiililn-, pni. q i
    / s ombinaiii c ..| i, -.vis a Iversarios bro os
    mi ios I dirigir um pro ess i para chegar me-
    llu i n um lira delcrminado. Esl esta i
    . bar, 'i. i ;-; '.< e p tros.
    '-on mo a n tcui que dei Ihe d v nios ci-
    ailos, i el .f i .i.i :./. e nii'i'.n, I rata re ni d
    sai uma coinpanliia de i- s nm
    nnv le D ij NI. I r-
    - iia.ii do ':..,.! acharaos, c que
    ene Ii : i pro.) ict i! i Iraballio era ven-
    .i ;: :uld les dos transportes. E" miuha
    opiniao que a provincia nao iteressia de mais
    nada serian do bou* e baratos motos de itans-
    tsso, os eajiil u-s npp irecern
    .. dispendio ser menor, o o productor
    pantera eapitalisar nimio; apparecero li
    porque o? capitaes rao lio-, -os on le cxislm.
    Sem isto era i I im o publica com apa-
    ratos de rolqiiisacio c de ius(ilui;oes i en Jilo :
    os g inos vito para na i lucrarem
    No .lia 17 ho ive na Ihesourari.) geral uma
    s.-enade escndalo, somolhanto a militas nutras
    de igual genero que ali mj lem .ia I.i.
    cador Paulisiano esl impon um
    era censurado o inspector Dr.
    Par -m pji a ; i! i i i :
    i. 'n disputada, e Dos
    ii ;e apruvi le algu i n
    mil a ve/ pois ii
    Ve/
    l'.is u re- ilia n da el :..an pri
    i isn lo capitai 0-1 eleitore; -I.
    ii-- Sr- :
    '. inn \ nionio Dulra rceleilo .
    '.: H irlos li ule Silva>. .
    Padre Joaquim Gomes de O. Paiva.
    J i iipiim \ i-, r No-, leito .
    Pr ni i--.'.-' |i 11! :: .i roela
    i'.."'ii / i ir de Riitenioii
    1 escrutinio.
    Manuel Mi reir da Sih \ reeieitai .
    Padre Viai irio Cesar de Vlex n
    reeleito........
    l.uiz Vi ra-ira d N .:. mi) J|
    I escrutin.o
    los Galdiuu de Souza.....
    i. esa rulinio.
    Antonio Carlos Je Ca ruino. .
    li ao Jos Pinheiro......
    Joao Pr inrisi'u Brrelo. : .
    Vntonio I i anc seo de Ma-deiros. .
    :;.' ilitln :/o La Francisco Jos de Olireira
    'i :- n i Jos de ti ii eir.
    Marcelino Antonio Dulra i
    Jtis ( arduso da Costa. .
    Mari i da Luz......
    Antonio Joaq-tim tt anz.eller. ,
    Sgpplenti ?:
    Dr. M iiioi-l da SU il i i ,
    Manoel A Martina ,, e!a to .
    Fraucis u Uarle e Silva
    i. dismil S l'iaa i- 2a
    Dr. Manuel il i Silva Mafra. .
    .Vniphiloq lin N lites Pires. .
    Aulonio Joao \.. ra......
    I'". Sergio Lopes Paluao. .
    Manool Prancisco de .Vlmei la. .
    Snppli ntt:
    Manuel Jes de Uliveira. .
    Jos Antonio da C sta Gama. .
    C los Duarte > Sili a. .

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    lari la
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    raajor Carvalh i Ju or, pie aprc en
    sse ottestado do coramandaiite superior para
    artigo em que
    ii votio ao p ;si,. de chronisia das occtirren- S.-aresde Soiza por'ter'exigido d'o'oni al "i
    cus da ultima quiuz.ena nesla provincia, c nade- secretaria
    , llceiuia de assumpto com que cntretenha o
    licaram arruinadas, po.-que.a ci editando na lodos I leiores dar-llie-hei
    contractos empregaram os seus haveres em li-
    tulos de divida interna Olanlas alores nao cur-
    te o povo, soques!!ando o escasso pao a seus li-
    llins, cuspindo ganzu lias mos para sa'is'i/.er
    o encargo de urna iutcrminavcl amortisacao I
    Nola-se que o verdadeiro exercilo du Mole-
    a, cujis soldados eram, sera divida. Cldaditos,
    lera permanecido lie! inseu sobr.rait), o que os
    exer.-itos da mesm a classe do l'arma e Toscana
    desappareccram desdo que a revolueo alli
    miore, uai-ine-nei noticia dos leslejos q.j justificar o ter fallado fi repartico or occasio
    aqu tivomos por o-cas.au de raiar o di i 1 de de- da arruma^ <\,> li. 2 da des mbro. nao exi
    '"!''.'.''. ,. ginJ" de outros empresarios era iguaes circunis-
    tri'imphou. o
    E que he eila boje do exercilo pdrtugocz ?
    ser pnssivel roduzi-lo a um numero mais limi-
    tado '.' despoja-lo mais visivelrocnle da sua ira-
    porlancia, dn explcndor, que sempre leve, o que
    ainda linba no le.upo dessa Musir ofScialidade
    ipie depoz a espala en- Evora e que, moalelo de
    una constancia heroica, de uma dedicar o que
    sub eleva as virtudes spartauas, ahi p'assa pela
    maior parte, luclando com a indigencia, e mili-
    tas ye/.a^, eslendeudo a
    dade ?
    (i Rcconhece-se que o abocreedoe lijranno
    de Modcna
    lleve avallar aitio nao na um sai Paran en
    seuliuicnlos dubios, relativamente pessoa
    nosso A'igusio Imperante, o por isso arda
    silicei dade do pie a ai ler.
    a!; lata i is.
    d) o in-;. lor presumi que
    na Jnior era o autor da arli

    o i n ajo r
    Jirige-se
    liria, c cu plena repa ... i, em alias \^/., s, al-
    i artigo ao dilu C irvalh i Jnior, contra
    se as iiandas de msica em todas is mas da nos- e iciferou
    Pela m.ii.ii.'ia, ao loque ale alvor.ria, cruzavara- Irbuioo
    sa ridade, despertando a popula^ao quejazia en-
    golfad.) nos bracos de Morplico, o dnpressa nos a
    vimos lomar parto no regosijo que desperta um
    dia lao memora) el.
    O Sr. Dr. Cardoso, apreciando muito os senli-
    racnlos patriticos dos Coritibanos, permittio que
    a banda de msica do corpo de polica parlici-
    passe des festejos popularos.
    Depois de locarem porta do palacio, o fize-
    lain no piarle! e em dilercnles ionios di nossa
    caailal.
    Ao n ia dia assistimos ao solemne
    mao ao bolo da cari- j celebrado na matriz e compre concss.ir a sor-
    presa que cas.iu ;i muilos a linda perspCClil
    igreja.
    amea.ou-o c mi suspiras 'o, e
    a "v nisa-!o dal par dous suida los. O
    : I lis.* !t e | i' .i um ali is > de
    poder; a resposln i : mandar > inspeclor lanar
    a p i i ira de ispousao por 15 dias.
    Vs vozerias, os gestos, as #n cis eons.ter-
    nr ;u" o espcel i" ilo q i apre-
    N> dist rielo da capital, as sil
    Frai i- i, ii j dei i i do harer ii;.
    O Pnbli- na i Ini ;5o, pois. como i
    pl ule .: I." districto, nem os .
    terceiro i. .: am i.' noria ahsnl ila.
    prosipen:.- Kuard.'u ras '... .
    Ira ta n. uiia.idade. (juando este
    i -- i un caraslcristicc da marcha :' S i .
    boje, u que coitlio continuar o sa
    para nao iotervir na a'lcicu a considera
    qoe por em mulo u i lem a I
    a lininislraco.
    S. Exc. aba di prover a um i ii" --
    I i '. sem lor i.i'. me.i de censui ir i
    -saja-, admiro de lia
    ostivesso satisfeita. Expediu a
    'o s pai i .i adra iuistrscfto da [azi i, i ;
    cial foi o ir o : stro d s prop os n
    I a Itbeill om u na de I." de alej
    instraica} .e. acerca da mpres: >, ; ..
    disliibuic.io das I
    s''' :: "' A mil.;.l:l...I d pie i.i/ i i [.ii .
    bli ..i" d. b .< sera es manda p ,b:,-H mi
    < i \ iiil '
    i secre-
    naraui a lo los, po
    sentara nao era de uma repartieaa publica uc-jaos actos legislaiivos provineiaes, osad -
    copada por b ns quo se respoi m. Vierara presi lencia que dizera ra'Spni'o iquellcs
    naturalmente lembranca fac s anlogos de al agora se nao fazia, sc.i Jo que essa .'li
    brgisdo r com subalternos, por exem- nha a quem [uii lua i-sses actos i
    po, imiii ai |)r. Joao Ignacio Silvoir.i da Malla cessidade de recorrer a
    um quanilo proe-iri I ir Rsca! ; c cora o finado
    lador
    I Vil!
    a
    Con
    : .
    Iva I lies qu i i u ameaa^ado
    otferccc boje a uossa
    pe,, inspector com uma Ihesourana i -partiaia .,
    diiaiun de Modcna nao sabio dos seus estados, I Toda de gesso alvo e ouro, a pintura actual
    apezardas intrigase atiques lo Piemonle, al contrasta sensivetmenle com as simultaneas
    pie os- invadi uma divisao franceza, e que en-! res de rermclho roxo, amarcllo, azul e verde das
    lassadas eras, c que no entretanto, cobertas de
    cora o Dr. C isti b Menezes, quaudo
    de direilo, e no tribunil do jurv .
    mram as suas tropas; que o mesmo
    em Parroa, onde autos que a invasSo
    lao o SC
    s iccossoi
    so verificasse, j linha havido irna conlra-revo-
    lueo em favor da aborrecida e t y raima duque-
    za ; o que na Toscana, como o publicaram os
    propriosjornaus ngovernaveis, estavam ns cam-
    po scrvtam apenas para escurecer o templo
    rancaiido-lhc indo o brilho o magestade.
    As tma : i- qui) se notavam exlrem.imer.t
    curas nos as vimos com esmero encarnadas,
    iiRuencia dos devotos, e algumas olfaias a
    'onez.es de.iioiisir.iudo ao aborrecido o tyraimo] receram devidas ao fervor t
    ' e pode i iquoehcgou a moderna Alluon ; po lile noverabro.
    rtn lao po icodesconhece que introdiuir no Pa-| Rom disso e
    raguay
    i lu es
    Termino esta caria com uma noticia reservada
    pie acabara de da; -me saine o Paragu.13 ; di-
    an raliflca-
    pacto de II
    i.v.u U.93U iu que macaco telho nao melle
    3 praluas judiciarias u parla-\mo em cumbuca.
    alona a1
    ce
    13
    -nac
    no brilaunico
    perder sua patria nosabvsiuos da auarchia como I guccedu era
    succedeu a alguma ua^o irma. Cada naeao vera I rtrasl No
    P.S. Passou-rao dar con la ala um faelo que
    Montevideo, o que diz respeilo au
    a ler o governo que =e oslado do civilisacao o I AT*u "fJ iiC te*}"0^}0,^'
    uermiUa, dissccomadmirav.lprofund.dade n'. 'k S'M- Im'"r''!o1'- ,l,,us "nheiros da fra-
    alecumeuto olBvial um dos primeiios genio du
    uosso socolo.
    Anda mais: os leis paraguayas naosao-lo
    os ou lao injustas que nao se ten liara po-
    dido subordinar a ellas sem a mais ligeira quei-
    xa, tantos outros subditos de s. M. Britannica,
    Jim}a Repblica ni nilem engajados cun suidos
    valiosos um nrsenaes do guerra e marinha em
    seus barios a vapor, em seu caminbo de ferro em
    < niisiruccao, em seus liospitaes, e ale em seu pro-
    |ii o exercilo e arma la,
    Oxala larde o lia em que esta franca exposi-
    ciio deva corisdeiir-se como um protesto ao or-
    be ci'alisado, ale nao ser essa Repblica a culpa
    o 1 ..i quaesquer vexaeoe 3 c males que resulten
    .10 a-nnuiercio da America o Europa, se offectiva-
    ineiil o governo de S M. Britannica se liega de
    iodo a ouur do Paraguay, pi agora son amigo,
    os lacios que elle er O juslicam, o quo mal po-
    dem ser de repente contemplados, de lauta dis-
    tancia, ern soa rerdaioira ttu
    gata hcspanbola General Yoldez na occasio da
    .arrogar um 1 peca pai a a salva, foram grave-
    mente le dos, morreudo um poucos dias depois,
    e perdeudo o oulro o bra^o esquerdo.
    U nosso ministro alli residente, o Sr. Joaquim
    rhoraaz do Aroarai, abri ontre os brasilciros urna
    Subscripto para esses desvalidos ou suas fami-
    lias, eo Sr. Lmelo oulra na marinha. Consta-
    ran quo a subscripeo em pou os das jsobea
    mais do -i:OlKJaOOu reis.
    A julgar delodas pela isla que se chama dos
    Jiplomatas anica que me mostraran), essa sam-
    ma nao eiagorada.
    Cnmpoc-se ella dos segiiintoa Srs :
    Uiuislro residente J. T. do Amoral 100 ptflacdet
    Vambagom
    Secretario da legocio Barbosa
    \,l ido de l3 classe Alvira
    C msul Geral Pereira Pinto
    Consulado briisileiro em Montevideo 21
    Secretario di logaco L. de Alenear Iti
    Vicc-consul A. M MonJoea 16
    10.)
    )00
    16
    30
    grao duque a mais firme adhesao.
    E sabio, acaso, de Portugal, o Senhor Dom
    Migue!, a lein, com a uiesma verdade, se ap-
    plicayam aquellas dous epithotos. apez.ar d.13
    IraicOes, de que fot victima, antes que ai reino
    fosse invadido pelas tropas Je Rodil ? e quaudo
    onlSo. por evitar que se vertCSSO mas sangue,
    se resignou, generosamente, a ceder ante una
    coali ao de Ires governo*, todos ellos podero-
    sos, nao quera o seu exercilo segu -lo ? nao foi
    entre lagrimas ardentcs (pro se (tuse o extremo
    adeos no hora do ap rtameiilo E agorapas-
    S.l los mais de vinle c cinco armes, que niio sao
    cinco ou seis mez.oz.nao a5 ainda o norne que-
    rido do proscripto de Rrombach pronunciado en-
    Ire o povo,como palavra de alent, e penlior de
    salvaeao? nao esse nomo o uiiieo, que pode
    agitar esta naeao, levanta-la do marasmo, rea-
    riimar-lhe os bros, ropo-la na elevada posico
    de que a revolueo a derrubon *
    A Esperanza acrCscenta que Ihe consta, e por
    urna circular do governo provisorio da Toscana,
    que nos ducados e as legac.es, sedeeiarou trai-
    dor patria, e se ordenen que como lal fosse
    tratado todo o eidadao que se alrevesse a profe-
    rir irma palavra, ou a eserover urna Syllaba ce-
    ir os actos da autoridade ; que sabe-in is, por
    outra circular do cx-uegroiro Cipriani, que se
    n3o pode tolerara liberdade Ja imprensa as le
    gacaies, porque os
    conserva o govern
    OilgioSO 1
    03-
    por
    pie parece
    querer renovar-se omtioriliba.
    Nao i-fu occultar-!he o quaulo merecom o en<
    genheiro Marcolino o O reverendo parodio que
    Uirigem as obras da matriz ; a ellos ao zoilo e
    piedade da populaco muito deve j a causa do
    ealltolicissimo na provincia.
    Aps o To-Deum que foi muito coucorridu por
    ludas as corpuracijes civis ai militares c pessoas
    gradas, teve lugar em palacio o rorlejo :i elTigie
    imperial. Todo o numeroso concurso de ridada is
    que se achavain na matriz acompanhon o presi-
    dente a palacio, fazendo parede com S. Exc. us
    anee-presidentes Dr. Caraira Lale lente coro-
    nel Forrcira, o presidente da assembla Dr. Sil-
    wira da Malla, e o presidente da cmara depu-
    tado Jesiiino Marcoudes.
    Uma guarda de honra junto matriz, c outra
    poit.i do pslacio, liz.er.unas honras e continen-
    cias do esiylo.
    noile a sociedade Rocreio Familiar Cori-
    I1.111 1 den uma esplendida reunio, que f.ii mu
    loucorrid, apezar da cliuva que prometiera.
    S. Ese. o Sr. presidente, o sua Exi" scuhora,
    foram recebidos noria do salo por grande nu-
    mero da cidadaos e senlioras, o pela directora
    aiu baile.
    S Exc. demorn se at qiisi urna hora da
    noile.
    O.ivi censurar a sociedade por nao ler expodi-
    inuios partidario:, que anda do convile a mullos ciiiadans aqui residentes ; e
    o pontificio a poderiam apro-iiia verdade, desd que o baile foi dada pira su-
    vpilar; e termina par dizerquo actual rerolu- lemnisar lo faustoso dia, nao lera giguTfkac~o
    c.io da Italia nao se podem s applicar as quali- tacs exelusoes, quasi sempre odiosas,
    liciones que ihe d osen correspondente, do fio- Vi muito toilette rico e de gosto, o pasma a
    rida, cantante c manducante, mas lamben) as del lodos o Inxu que so vai sentido era Goritiba-tris-
    farcanle, saqueadora oassasina, corroborando n' le, segundo a lin^uagem Jos patricios,
    sua assereio com o otonnso faci Jo ?s-:?snio' Passamdo agora a diverso s-j-nplo, dir-lhe-
    ____^ -<-l II.!
    ra aqu jai/
    ltimamen-
    te com n contador Antonio Bjrydio de M iraes.
    cora o qu-'i felizmenio o inspeclor era prudente
    ' 1 irti ; ', frente a frente. Ora, leudo u
    inspector brigaou com lanos, que s ti ram
    brigascoro e!le, e lodos os empregados habis
    onsiderad ia, devo-se lamentaar a I
    dale quo fez apparocereiu laes osean .dos, quo
    rebnixam a rep.irticao, o tiram-lhe o rospeito.
    Consta que o major Carvalho Junior vai nesle
    vapor queixar-se ao soverno, ep lir providen-
    cias para nau se repclirem ta. s provocaees quo
    podem ainda proluzir scenas trgicas.
    Refeic-so lambem q ie o inspeclor declarara
    que o cito raajor seria responsovel por lado que
    so publicasse contra elle no Publicador. A es-
    te period 1 lia muito que censurar acremente ao
    inspector, que carrega com a paleroidade das
    virulencias do peridico Lei, como ja Ihe eram
    al'.nliuidas as amenidades da extincta Aurora
    PaUlistana, que nos insultse injurias deitou a
    barra adianto de tolos, embora fosse sempre fa-
    lla em argumentaban.
    Hontom conduzio de Juquori o delegado
    de policia i Mara da Conccico presa, mulher
    de um Feliciano Antonio de Camargo por sus-
    peila de propinar veneno au marido.
    Esto casal leve ha lempos questoos Irigicas,
    por de.M'onUaiicas coilas om punios de lidelida-
    de houve tiros processos, absolvi^oes, accommo-
    d n. 1 es, ole, ele., e ja marido c mulher se ha-
    -.,.:'
    p 1 I '.oes.
    A me 1 ra s : ,.is actos d 1
    '' 'tara a .:.. ncao I mva 11 d 11 onar na machi-
    na administrativa as pegas que II
    que dii'iiculiaa-am, c, nm lalrez aroiiterea a M
    Exc, o esl ido di provinri 1 e de s
    Esper.iin-so em ni nos p ir 1 ire
    bi -se as ti rr is do II
    rj e-so (ira foram demarcadas, s. 1 \
    e mina-las, assim como parte da estrada n de h
    i Jos segu para Lases. \ .:< ...
    sejara ellos ni ..- ,
    1 bem succedidos, pois o lugar ; .
    na, alm de frtil e salubre, lem a grand
    1 tagem da proximidaJu dos po toados p du n
    do, e uma bu estrada, renbu caparan -
    que a colonia de ThercsupulLs denutuii 1 1
    consta Ihe deu S. Ese. rusjierar. Jum delU
    lea a colonia de Sania ttabel, un
    ligas da proviucia, e que possiu lio e ci
    muilo bem esiabelecidos. Teiiliu ontido a pe.
    soa lidedigua. que ful da colonia de S 11 ,..
    que mais se agradou o con sel!
    quaudo p.-.r aqui andou em commisijo do ro-
    verno.
    Consta-nos que o governo nsolrt-u n
    ura oUlcial de a-n-eiilidims para /). Frau
    aliin de alli assisnr e inspeccionar -
    se fazein pnr conta dos cofi s.
    medida cxcelleota, o pena que a ma
    nao livessu sido lomada. 11 u,.; u
    do partir para o llajah) a examinar o 's,"r" i'-od.-.
    meJi.-ao lUviero, dcaendo depois seguir j O
    ermnetsca para inspeccao de cosIuom
    iurv da
    quo
    I. um 1
    |0||||M>
    aiiun acabe
    - piry da capital n anio-so a I-' Jul ..
    viom evanglicamenteharmonisado. Porm en- dous reos, um de icii
    -pe
    cieno que o marido est muito inelhor, alr-
    man lo o c.rpcrientc que o trata, que elle nada
    mais lem do que uma fe bro ordinaria, o que es-
    t livre de perigo asseverando que o poe hora
    em poucos dias. Parece que seria occasio de
    de dizei-.se aulondaih', que o seu zelo ex-
    cessivQ e veremos o resullalo.
    Tambera a mi lomos carroceiros desembes-
    lados; antes de honlem ura malou a uma po-
    bre mulher, diiiginrio maie com rapiJez a car-
    Est em cemeajo a obra do pfaarolte da barra
    da sul desia capital na pona do- N, .
    E' iudispensavel aqu para esse servir am pe-
    queo vapor, e consta que o governo m m .
    D. Pedro, O iugar em que a ubt.i se est fazen-
    do e ingrato o oislaule da capital de nudo i,.m
    de ir lodos os maioriaes, o a nao haver facis
    meius de cuiidjca.-.io a obia se lomara porveulu-
    ra menos econmica.
    Fizeram-se os eiamca do Ijrte, o c>m Si.
    II
    i\

    1


    DIARIO Ufi PJIRNAiMRTil-A. SAIJIAOO T DR JANEIRO M 1*60.
    --l.ii^ui .ioi,..u;.u-U.e nuu ta i-sltldaut s jiri:-
    senlaram minio bons resollado*, r linio que os
    que jnaldiziam daquolla instituirn, [tu llovemos
    no Sr. I>.\ Continuo, nao lem tugido nem mugi-
    do a respaila il >s punes. E' umita ile erar que
    com a prava dtsie anuo, no futuro soja acuelle
    eatabejwcmentn mata concurrido. Pizeram exa-
    me* -uniente liinla a qualro alumnos,
    Nada ha niais da novo ou importante. Tar-
    miuaroi participando Uta que a oficialidade do
    Clalhao do deposito olletere noSr. Di. llnisque
    om i ciuvena de cii mu noita do 29 da correulc.
    m
    Espirito Sanio
    Vnioria, 18 de de/.embro do 1S53.
    (lomo noria tu dito ri'uma. deminliasmissiras
    anteriores, leve lijgar a 27 do prximo pastado
    inez a elcicaa dos membros da asse.nbla pro- i
    vmcial, o fuese faz com a possivcl ordem o re-!
    gularidado, o muuiida a maior libordado. pr par-
    to da aul iii.ladi! que nem de levo interfolio na
    manifestarn d, rula ; a presidencia aceiton por.
    ten de honra e lealdnde guardar o fazer guar
    dar a m ils completa imparoiali'
    resultado lirarem i
    ido, dando eiu
    _ lalmonlo apresentadas am-
    ias as parcialidades em que so divide a provin-
    cia; o qie nao sei so foram racolliidos do par-
    t' par'1 os do inelhor pulpa.
    Nao sc at que poni sor verdadeira a dou-
    Irinn da absteuco da auloridade, auando, so Ira-
    J.i Jo causa que lao do parto interessa au paiz,
    tomo wja a cscolha do sous representantes ; so
    n poder lera poi im dirigir a sociedad* as di-
    versas manifeslac5es de SU a actividad o, rumo
    leixa-la .i mor 6 de sua irayrevidenria o inexpe-
    riencia, quando se ocriipa da nomoar.io daquel-
    les que Ine devoro Irarar a mucha wu son de-
    convolvinmnio ? Como vojo-.i, purera, por em
    juanlo, proel: mala e aceita, vou com a mola,
    rendo meus h uveros quelles que na oxercicia
    do pudor apreg am o praticam rom a lidelida lo
    cora que u fez v Sr. Coa Velloso.
    A presi le cia na dia 30 do 11107. prximo
    passado pralicou um aclo do queproreio grande
    ,.anho .ir 1 a moralidade publica : do ha muito
    li' da (i.ilrid o ilelca-.r
    Justicviro Impera lor,
    K Hroe do Novo Mundo.
    Ella por nos se dtrd
    E aiagar-nos procura,
    Ella Mu Cariuhoia,
    Anjo d'amor o caridura,
    Salva, salve, lindo par 1
    Salve, Monarcha diloso '.
    Salve, Kcudo precioso !
    Nossa guar fa segura
    Salvo, Archa d esperanza '
    Salve, ol Aslro fagueiro !
    Salve, l'ris de bonanct !
    Da le;ra do Cruzeiro !
    c dos nossos corsces
    O prazer orno iran;b>r E' o cevismo (po arconl 1
    Po bom povo brasileiro !
    Se l;i em Munca,
    E na Ilustre Baha,
    Vendo tanto enihusiasmo,
    Teu coraco s'extasa :
    O bom poro alagoano,
    Nao redem bro a ntnguam,
    Herosmo valor lom,
    Teu grao dol aprecia.
    2-
    \ \ isrra pus ni w.
    <, preparativos para a r-'copco imperial enn-
    linuain com Inda a presteza c zolo que erado
    esperar, tuda devido especialmente a os cuidados
    xm. Sr. presidente da provinvia, e ao ileal-
    i\M so tul.iva oe eKucuUr uuajlM Uj nraovj-, A osu Ivn ipi)llea.;ao u>|au u> umi dciXaiUOS
    doies-exagerados, nom do plantar um novo sys- ; consignado, lano mais quanlu a ruina j vai
    lema de insUiitWies, a moiiarehia Ul qual existo adianiada.
    linha sido acoila pelo paiz ; o pota o quo convi- | Amanh dovo lor lugar a oloiriio pata a mesa
    ola lao lmenlo ora, o resUbelnoimo.nlo da or- da inn.nd.nlo do N. S. da Bwa-Viagem.
    dem, a suslontujao da paz o Iranquillidado, para) Consta-no* (iui> uiua companliia lyrira, |
    que isua sombra medrassem, os melhoraraonlos" sob c habij dircreao do Si Ramunda bren: lem
    inoraos 8 malcraos e l'ornsmbiuo emim sa- do dar alguns espitaculos no Iheslro de Sania
    hisse do oslado de acephalia em quo havian-o
    collocado os desalios c desmandos lo feriis
    nessa epoca falal do amarga recordaco.
    Isabel.
    A ooiupanliia compoc-so do bom adoros, c a
    prima-dona, segundo se nos allirm.i, lem urna
    Di sent..ros dopuUdos Luaose Basta*, uSr. pru-iere s,..| (<.,,,.. ,,..,,1,r
    sidonlo declarou aberta asessao do mero uxpr- l{{
    diente, tondo designado odeputado l.einos paral
    servir de secretario
    EXPEDIENTE.
    Fui lido uni ofTicio do secretariu do mcritissi-
    mo tribunal do commorcin da Baha, aceitando!
    a recepeu de oulra que dosto tribual Ihe fui
    dirigido. Archivo-so.
    Foi presente a colarla offlclal da junta do 1
    de consclho aaai-
    ivo da corapoiihia.
    Oufro atnijo nauseada.
    Aplainadas as difliculda les, preparado oler- bella roz de soprano, um forgalo qiie milito de-
    reno, baslou uro forte impulso, e Pernninbuco j leila pola sua meiluidadc, igualmenle urna 011-
    liberlou-se da proslaeao qco o definliava. Apoz Ira cuj.i voz de contralto, merece sua pelicular
    os dias tempestuosos de torva anarchia, raiaram ; altenco.
    das bonancosoa ; e o sol radiante da cirilisaco, F.' osle um diverlimenlo queja so faz!a sentir
    irradiante luz benigna efagneira,disaipou as lra-|pela apalhta e marasmo ero que nos ochamos,
    vas condensadas no horisonlc da ierra dos Cania-; o compre agora que o publico peniambneano que
    roas oHcurique Dias. t3o bondoso o hoipitajeiro so ha mostrado para
    O commoriio o a agricultura poderosos slelos j alguns oulros cs'.rangciros da misma arte, ah-
    da suslentaQao nacional, vuluMMNi a oxprcer mis-, inom gualmcnli: ao Sr. Baranda, pois que a
    sao poderosa o fecunda de bons rosullados, os j vida do arli>!ae a manutencao de uui.i compmhia
    capitaes quo jazinm encorridoi o inulilisados I/rica dependo so do acollumento publico. Quan-
    falla do applic 1 ;jo e mavimonri, roadquerirjm 'o aus oulros artistas o seo meriloj bem co-
    suas funocoes de agentes da reconstruco social, : nhecido e aquilatado na provincia.
    e o governosoro temor das etigeucias eimposi-l Urna carta do ApoJi, do 11 do passado,
    i roes dos inculcados salvadores da patria, pdde diz-nos o segntlle :
    emfim guiar o baixel ao puriu do salvninoiilo. Ha muito que est no correio urna caria para
    Appareeen una nova niutarao A edificaran lo- Vine., inag, ha tros mozos que n.'n loca estafo I 1 :
    moiidimensesgigaiitescas.oeiicauaiiionto d'agua | algun da capital, o oslamos assim soui saine,
    poia'"el foi o primriro inceulivo para novas crea-! nem poder dar noticias algnmas. Rntrclanto pu-
    ces, e desdo oulao os me'.lioramenlos apenas bliqne a quautu receber. Por c est ludo em
    PB.VC.V IM) RKCIPE ') |)8 JVN'I.IU; 1*8 1b6l).
    S IIIKS HOK.VS !>.\ TAROK.
    CotiQes olliciaos.
    relores perlcnccntfl a semana linda. Arela- Deoconto de letras10 0/0ao snn 1.
    *'0-s. Cambio sobre Pari =100 rs. por ir. Wdir.
    dem o m.ipp.i da entrada o sabida dos gene -1 Cambio sobre Londres5 d fil) d|v.
    ros no trapiche denominado Pclounnho, no se-1 Conros seceos iaigad(-=275 par libra.
    mostr finJu.Archive -se. Golardes ofl i:e .-: no ilia 1 desos '..! ihott
    Oulra na mesma confoimid il do trapicha 3 datarle,
    nominado Cuuha.ArcliTe-se. Descont de letras12 O.'U ao anno.
    DEsrACHQS. Fele por Liverpool a Paralaba g.'S 4. S 0O
    U:n requerimento dj Jase Luiz Guncalres Pe- a'godo.
    na, pedindo o registro da procirraeao" d Fran-
    cisco do Alm.ltegistro-se e pass-se a certi-
    (l.io requerida.
    No liavcndu nada a Iratar-se, o Sr. pr 'sidenle '
    cncerruu a scsso.
    Francisco Mamtde ai4mtda,
    Secc Iwio.
    ltI.PANDF.GA
    Rendiraonlo do lia i a i -10 1749067
    dem do da 5......aSJ.-9
    (lo I!
    iniciados sao logo cimentados, ampliados e exo-
    eii 1,1 dos.
    A populara aeompanh.i o auxilia enthusiasla
    a obra do progresso (! da civilisaca. n Pernam-
    buco, libertado da jugo que o eutnrpeia retar-
    dara 4tn marcha, conaeguio emfim eollorar-se
    na alta posieao de phneira provincia do impe-
    rio, e 11111 dos mais nobres lloros do diadema
    brasiloiro.
    paz. Para o Ico soffrotl um tiro o Dr. Jos Tho-
    niaz mas j se acha rcslabelecfdo ; a polica per-
    sigue os criminosos. J choren bstanlo pelos
    Camas lios, o. di/oni, pelo Riu do Peixe, o os
    prootas auunnciam bom invern, c o lempo j
    se prepara para chover.v
    Kscrevom-nos de Pao d'Alho. 0:11 dala do 3
    do crlenle :
    ( puntido catire ltimamente nVssa capital
    fallci-lhe ni demora do curreio desla villa, e
    gnus dos membrns das commissoes nnnicidavos (Jl.,an'J( Pornamburo aprsenla una pliase
    'o brilhanle e animadora, resol ve S. M. I. vi- (
    la-lo, atraressa o ocano o sempre empellido,
    necessario, alini deque conclua-so em | por maitos galernos, chega emfim no porto da Wario'fazercnhcccraadminislracao do
    luaes todos leem sido incunsaroia era promo*e- '* b"lhanle e animadora, resol re S. M. I. vi-1 como tem continuado, e anda peior, por isso
    rom por todos os molas ao sen alcance ludo o I si'"-'0, otraressa o ocano e sempre empellido, iho dirijo essa, afira dj V. S., pelo sou respeilarel
    <|ui sodizia, boca pequea que na guarda dos' lempo esses preparativos e nada possa faltar para ^enczn Americana. Bque lindo panorama, quo que nao possivel, que sabindo dessa rnpila
    oiiiiieiids provinciacs nao baria muita lidelidade' unta recepeo brilhanle o palacio imperial est oxpcclacula arrebatador se offerece a contempla- para esta villa o corroio na quarta-foira s 10
    isl 1 den lugar a que. u Sr. l.eo Velloso, que nao lindo ; os' mciimbi los (jelle esmeram-se afim do '-''' J,) eminente Brasiloiro, do Monarcha illns- horas do dia, renda chogar agu no sabbado, do-
    Ir-insige com ab isos, se apresentasse na respoc- offcrecerein SS. SI si. dorante os dias que nos 'rado, do Principo modello, d^ Augusiu Pai dos mingo, segn la a lerca-feira como s" den no dia
    ._ .. ----------, _r. 1............nr.ii .1 .1.1. .11:1. uiif.uiii! o-, ui is (iue nos i
    iva repartir, ecm seus cofres mandasse pro- bonrarem, ( romiuodos comnliveis com os
    a inesperado exame, quo nao sondo lavo- traeos recursos da prorincia. N-i lia nra so ob-
    Brasileiros, S. M. I o Sr.D, Pedro II! Que mn- 20 o hoje, que sao novo horas da manha, e elle
    nvel ao thesoureiro, que foi enconirado em tal-. jee.io em palacio que n 1 soja nu o, um objectn
    la. den lugar asna denussao, e suspensao do que nao seja lindo e de gusto: pudereraos
    1 repartirn ; um o outro eslfio sendo res- Ur nem a riqueza, un as raridades
    ventura se iiutaraui c.n nutras provincias, mas
    ludo quanlo se eucontra no nossso palacio iuipn-
    ponsabilisados. Se a iodos os funrcionnrios pu-
    1 li s, romo ao Sr. Velloso sobrasse forra deven-
    id c energa ara vencer consileracdes indivi-
    ios, fazer prevalecer o dever, as cousas mar-
    cliariaui mais rcgularm ule do que rao.
    A clise produzin em resultado apressar a re-
    organisacao da Ihnaouraria provincial, para o
    jlava a presidoncia aulnrisada por le : an-
    da :ies-a materia o Sr. Lean Velloso consnllou nos
    iiileresies pblicos, procurando d'ontro as habili
    - que offerece provincia aquellas que mais
    abonosos dai
    nao
    que por
    rial, aiu la nao f>i servido, nem co.isa aiguma ha
    ahi que soja emprestada.
    As mitras provincias ni od 111 poltica, com-
    merrial o in luslrial pode-nos exceder ; compa-
    ralirameuio porui, preparamos urna recei;ao
    lao brilhanle, aliento os nossos fracos recursos,
    que nula leremosa invojar aos nossos irmus do
    su! e do norle, Ahi estao os arcos, o pavithes,
    'is pala 11 |ues, rat-s do desembarque, o pago da
    lem
    iodo sirena que lao pobres sejamos asseiublea onde lem de ser dado o baile"; ahi
    dolas 1 111 ver d\ ha nesla provincia mullas estao is ras todas da cilaie, niveladas e aceia-
    failas de genle habilitada para os cargos publi- las, as freulcs das casas caalas o pintadas o
    eos, rida os di menor importancia ; e nina das movimento de enllmsiasmo de lo la a pumita o
    11 ires diincnl lades para os presiden! I frente Jo qual se acha o oiuo d gnu pr A tli.sourana provincial acha-sc nloiramenle te da proviu. a; que rom especial sniicitude lem
    regula ,, hbil offlcial maior di secretaria da din- i .JS preparativos ahn de quo ohtenha-se
    presidencia Jos Marcelino Pereira de Vasconcel- um bello resollado.-ahi osla ludo islo como
    los, que dessa arefa fora enrairegado em com-' urna prova irrefragavel de que o povo alig >an 1
    iiiis>ao ; dizein-mc que achara a repartirao em rerdadeiru cnUiusiasliro da mo.iarchia que
    estado qu.- inuilo depoe conlra seo cholo, asseve- o anior'o dcdicirao que consagran! s Vuguslas
    rara que nom verdadeiro rahos. Pessoas dos nossos ebar Soberanos nao pode
    .No da o 1.0 crrenle daqui sabio nispera- sor excedido por ncnbuma das outras nrovin-
    damenic u presidente para a colonia de Sania cas.
    inldino, donde rolln 110 dia ll ; dizom-me 0 gran lo dia da fesla ahg.ana nos balo por-
    que J..KXO. percorrera toda a conomia, entrando la ; es-, pagina brilhanle da uossa historia pro-
    pela estrada do porto do Carhoeiro e sahmdo era rincial, ser um moiiumenlu de gloria que licar
    garany, p examinara a -raudo numero de grvalo em lodosos nossos cora -w s. Do dia
    is : a colonia nao lera sena,, a lucrar com 30 em diante aesquidrilha imperial rirsulcan-
    visitas, asquaesnao se poupaoSr Velloso, do o o-oano, em demanda dn n-.ssu porto, c.r-
    mesmo cun as chuvas com que riajou agora. ramos todos ao desembarque d >s AugustosSobc-
    l.iii dala de 16 do corrente contratou a pre- ranos, p ibrc o o ri.-o, o mo o e o ?elho o bo-
    leta rom o barao de Pfuhl a conslrncro de mera e a mulher, o tuda ahi leve estar em lara-
    uma ponle destinada a ligar a ilhaom que llcaesta gu pan receberem o v ilio mais magestoso da
    La com o entnenlo pelo lado do norte ; ern Terra d Cruzeiro ; e a mais graciosa das Inipo-
    quanto nao ho, ver a ponle, o emprezario sujei-| rairizes: N 10 ha nessi! dia um oulrn
    ater nesle pono un vapor com o fim de que nao soja muiiarchij
    iiarch-i houre no inundo quo rocebesse una pru-
    va mais frisante, um mais solemne leslcmunbo
    de dedicago e de amor a sua Pessoa ?
    l-.sia gloria estiva reservada a 8. M. 1. o Sr. D.
    Podro II. que sendo p.i desrellado e carinhnso,
    encontrn em Pernambuco, nao subditos sub}ii-
    ainda nao ebegou.
    Anteriormente chegava quasi sempre na sex-
    ta-feir.i pela manlia, porcm do corlo lempo
    'parece quo o caminho cresceu] nunca chega ail-
    los do sabbado noite.
    Supponho que em vista da distancia, do osla-
    gados pelas forreas leis da obediencia, e sim li- do do lempo 0 dn caminho, nao seria exigir um
    Ihos carlnbosos e ebriosos decontonlamcnlo,pela impossirel, que o corroio cliegasse na quinta-
    presonca do perpetuo defensor de seus direilose 'eir por todo o dia.
    liberdade. "Admira que o agento do corroio desta villa,
    Porlaalo, mcu charo sonbor, o enihusiasmo "o (enha feilo ronheccr esta adniinislracao, 011
    queso ha desenvolvido nos Periiambucauus, eu-|se o tem folio, que ella au tonha dolo prori-
    liusiasmo que s podo sor qualilirado como ef- dencias a respeito.
    fuso osponlanea de idolatra e am ir, nao nos ~ Os portos nr. uvunocos: laiuchK, RtnvT,
    sorprehendeu, elle a consequencia lgica das salh, affi.o porto de Larache est situado a
    justas previsoes dos homons sensatos o coubece- loo kilmetros de Pez, sobro a roargem >'. ucea-
    dores do lirio e generoso procedimento do bom no, < na embocadura do Lcnkos, 011 El-lxhos
    11 liosptalelro poro, cojos felos do alto cPiismo no, quo nasce ao p do Alias. Sen nomesigui-
    occupaui grandiosa pagina na historia do Brasil, hca Jardim de delicia, n na verdad o suns mar-
    Seria preciso nao conhecer ou nao ler habitado gons1 i'r, snarnechtas de jardins, de hoitas, do
    entre os Pernambucauns, para duvidar de quan- palmciras e do laranjeiras. Carache foi por m.ii-
    lo sao extremosos em suas dedicaroos, tanto 'os seclos a praca do commercio a mais impor-
    m.s em. relaro ao Augusto l'iiho do Fundador] 'anlede toda a costa, porin principiou a decli-
    d Imperio, quo por sua alta inuniHccnria o pa- liar desde 178), e hoje o numero dos seos habi-
    Iriotismo, lem pleno juz as ova-.-oes do seu bom 'ames no passa de 5,000. Aliriue-so osla si-
    poro, lo.oao nolureza do son porto entulhado pelas
    Kiudarci aqu, lano mais porque quando se alluvioes do Soiikos, e por um banco de arcia,
    Irala de acatar as eminenlcs qualidades < virio-' que augmenta lodosos dias.
    dos des. M. l.o Sr. II. Pedio II edesua Vugusln A csiuadra iropjrial cstacionava n'uutro tcm-
    Esposa, e do elogiar o pracedimeirtu caralleiroso I po um Carache, mas a punca rummudidado do
    dus l'ernaubiic.inos, seria pouco o lempo eo ancoradnuro fez abandonar esle puriu escolher
    papel para lecer a prova eah.i! do miulia dedica- j unta bahia visinha bem silu ida o bem abrigada,
    cia. V. domis, seria impertidla o elogio, par- cujo accessu nao pcrmiliido aos slrangeiros.
    indo do una mesquirha indeviduali lado de meu porto de Caracho foi bombardea lo polos I-,..,-
    jae/., mas supra a sinceridado oque falta das rezesem 1703 em consequencia de 11 m insulto
    gallas da inlelligencid. I feilo ao sou pavilho ; em resultado desse bom-!
    esia provinria prepara-se urna solemne ro-j hardearaenlo, que deslrui a esqua Ira marroqu-1
    cepeo, ha muito enihusiasitio, todos coiicorrem oa, assignou Marrocos um tratado v paz todo 1
    cooi'os sous dunattros, lodo- se prestam com do- rantajuso pira a Franca,
    dicacao, ese outra fosse a siluaciu >'.i provincia N"' margera direila o na embocadura do Bour-
    COLCECTORIA l)F. OCINDA.
    I.an*aii)eiit< urb:i:i'.is d listrh'lo da eolleeto-
    rla quo tem de sorvir nr> auna -
    nauecira do i3S> SIO, peii
    eolleetor :dan:>.*3 Jas du Azevc-
    1I0 Asnorita.
    Estrada Jo Poro.
    N. 1 Joo Pacheco do Queiro-
    ga, casa terrea arrendada por..
    dem 2. O mesmo, casa l.r-
    rei arrenda la por.........
    IJum 3. los Lipes Rosas,
    caa terrea arren lada por.....
    Mera 4. Mara do Lvraraenio,
    Cjsa torrea arrendada por.....
    dem 5. ll^rdciros I: Vicente
    Alvos da .Mola, Caa terrea ar-
    rendadd por............
    Meni (i- ] 11 venci Forreira
    Gomes, casa terrea arrendada
    por ...................
    dem 7. Miria do Livramento,
    casa larrea oceupada p^Ii pro-
    priolaria avallada por ......
    dem 8. Uenriqoe Guib.-on,
    casa terrea arrendada por .
    dem 9, O mesmo, casa terrea
    arrendada por.......... 1:2009000
    Uein 10. r. Ju Mamu.'c
    A res Ferreira, casa terrea ar-
    reada la por.............. l:O0O$0O
    dem II. Honoclda Silva No-
    ve?, rasa tenca arrendada puf.. I50;0d0
    l'.an 12. Jas Lopes llosas,rasa
    terrea oceupada pelo proprie-
    fil \9WtO
    MOVIMENTOn.V ILFANt i \
    Voiumes entrados ora fazend i-
    * c Mim gneros
    Vol mes sahd is com far.endaa .
    < 1 cor geuei ..s .
    70
    I -'
    = s;.;
    SO i
    803
    2009000
    15'lOOO
    120*000
    36500(1
    7 2--00 0
    72J00')
    4sr :oo
    137
    l)es< "rri'.'cii liiijn 7 do Janeiro.
    Parca araoricana=M.irgaretli-farinha de ti
    Paladn americano A. .1. W. AppligirihI
    nla de trigo.
    Barra amoriojna^l uion merc.nl i-.is.
    111 reino I! ierre : l)e li, 1 -
    Irgo.
    Barca americanaVirginiadem.
    ImportiiOMo,
    11 (' illgl / 1 Cora, \ inda de l : : .1 \ I, COI
    signada a Juliu.%1 ni Pal r \ C, man:: -' > i i se
    jjuiule :
    3,797 barri i l>a n smos.
    R 1 in i Xetl viada de Terra No i,
    con -.-'.i ; 1 a imes Crablree \ C, u.
    sesuiuti':
    .'!, .'/'i:; : 1 11 I
    (jal
    rinda I
    i>; a.K ;*i -
    1 b imbu _": / SI ''./ /.'
    ida a
    CardilT.
    C, maiiifostou o _
    -' in ij le can....
    3G#000 ""
    1 1 or
    p, dra i -. mes
    m 1,1 itusi
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    la de I
    ida a II I v\

    su!. O! i'
    1 c.
    s
    I I;
    rlll i ;.
    >
    lar.o, avaiial.i por.........
    Mein 13. Francisco Jos da
    Silva, casa logrea oceupada pe-
    lo nroprielario avalida "ir ..
    Una do Cal le:cii 1,
    X. 3. Antonio Jos Guerra,
    rasa terrea arrendada por. ..
    dem i Jesuino Ferreira da
    Silva, casa de sobra.o arren lada
    por..................
    1 lem Domingo; Jo; Mar-
    que?, ra*a terrea arrendada por
    soovoco
    81 0 '
    3009000
    0009000
    3009000
    .
    .'. rindo il
    a Albina Jo i d.i
    - : ao Exm. presid ;
    - ,.::i : tu II. Mi
    \ ajmr na ion.il /'. / ,i
    11 SI 4
    se .
    i-
    j. e
    ccl.
    1 di i-o ; a Antonio J.P
    2 dil -' : 1 e : a 01
    2- roliiim.s ie'iioi -
    nhii.
    ' v MaiU'i i P.
    1_"
    U.l--'
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    . Man I d< \
    I) 1 Bcrn
    1
    1
    ce l'i
    : a
    1
    em
    (>. Eus
    llafael Ra-
    elno ivatae
    pensamento'l'1" relaco
    as suas ron '. is, v o commercio e raoreb, rio, <|iie desemboca uo Atlntico, acha-sc
    severar i|iie u a eidado de Sal, ou a rplln Sa!:'-, que os habi-
    larduas najEPiis diarias para o porto \e||, un ,,,, .,.,., a fSl)I i,.,.;.,; [;,< as senhoros da '"' alagoano nao seria somenoj nos n;i '.ansa- lan'es rhamam S la, que foi por muito lempo a
    a tillado E paito Sanio, o urna sema-1capital devem ir receber a nossa Soberana o l,- l Bom Monarcha. Infelizmente geral u soffii- -"'< de urna pequea repnblica de piratas, qu,
    nanameiile ald cele ollercer narej-acao o rio zer-Ihes a corle, lo h onosso povo ahi itere es- ment, rom espocUli lado oes n sos horneas I '<' i" lepen lentes dn {orerno do imperador,
    Mana, em cujas margens ha dirersos esla lar para unido em urna s ro/, na demoiielraco commercio o da agricultura. A safra em mu- '' 'I'.10 liubam em terror (oda o cosa visinha. No
    lK-lce.imeiit.ie rurae8, a 6 o caminho para a col- de loda a nossa alexia eutoar. cora lodo o en- menlo 6 mesqui.iln, taire/, n" *eja u-n ierro dcimo saxto seculo era impossivel, aos navios
    bello, casa terrea oceupada pelo
    proprietario avaliada par..... 4O?d0
    [lom 7 Florencio Mascarclias
    casi terrea arrendada por.... CMODO
    Mein 0. ruslavo .Vug islo de
    Figueiredo, rj-.< terrea arrenda-
    da por.................. 7-29000
    Conlitua .
    na de S ma Leopoldina.
    Foi nimeaJo calerliisla .ios s
    , (liu.siasmo do coraran,
    va-tens do Viva S. M I. Senlior I). Pe Iro I! -o Grdi.de
    Kio oce i. capuchiMlio fre Bcnto de Biibru; es- e Bemfazeio Soberano d i Brasil
    oplima nomearau, com qm muito Viva S..M. a Imperalriz a Senbora I). Thereza
    Chrislina n mais Virtuosa das Soberanas.
    1 IIK \s\; iho i.v l^:).
    S. Jl. o I uper i lor bonlem As 6 hora i d i ma
    I nha sabio a carall i neompanhado do sen cama-
    rista, me liru, presidente da prorincia e mais al-
    guns ci ladns a dar um passeio pela cidade. Por
    da passada, o seiiln res do engeiili
    . --' importante ramo do ser rico
    Carta pnrlicnlai'.
    Ij.-.'ii do Commerci'jdo lti'<.'-
    ALAGOAS
    .ILiccIo, 15. de dezsmlara d 1859, 'oda a
    V MI Sil 1 H:( II- |i| M.
    U regente I musi de c o sla c ipil .' Re-
    n .. do Ktigcn do Kosario e seuscollcgaso l" le-
    luirin da guarda nacional Josfi Lopes
    I i P ii\"i".n 2: dito l"i |ui;n Antonio de Almoida
    apira, o ale da guard i nacin ,1 Alfonso
    mu do Rosario, o offi ial ria da assemblj Luiz Joaquim di Cos i, o offi-
    cial-maior da secretaria do governo Vntonio Si-
    tuos de Souza, os empreados publ J
    l'rocopio ilalvi'i, Antonio Simos de Souza Ju-
    .i.u o J is Lopes d.i Pahi.i.i inior, o mostr da
    msica da goarJa nacional Candido los Rodri-
    go le Cima, o conira-meslic da mcsmaJoa- das 11. nlmocando
    quin los le Sanl'Auna Torres, o dita mostr da '"i;
    msica de ; ilicia Pedro Diniz \\ icei, os eslu-
    lanii-s Clnreneio Lucinda da Silra Juca, Luiz
    ' i., mi do II ii e, Jcroni a: i los da I < i,
    ule Ferrara Damascenu Passos c Manuel
    '. i .: da Hucha, nilereccrain-ae gralis
    ..arle fui a.'olhidu cora rauilos vivas, tu-
    geles e gran le num >ro de povo que o re rea va
    por todos us lados, foi em ilircilura Pona ver-
    de, rollou depois igreja de N. S. Mai du Povo
    em Jaragu, onde enlr.iu, fez ora cao, o esaminnu ; osedilicos o propriedadea |wrlicularcs, e no aler-
    lud ., seguio era direiiura ao Uuliedouro, e toil '" le rai de Jaguan a Macoi.i na roa qo Com-
    : o lugar (ocle se pretende canalisar e fazer o mrcio largo dos Marlyrics c paleo da Matriz,
    leu I i doua mil paes, esle anuo pedVm cana em-
    prestada para novas planlaroes ; e .. eo iitti irci
    acha-se quasi paralysado, niio lia consumidores
    e as cobrancas sempre aso malogradas, nao lia
    dinlieiro. Apezar de laes lorluras, a recepcao
    queso prepara 6digna da provincia, digna do
    bom o urdeiro poru olaguauo, quo partilh.mdo
    o nubreexemplo lo sen; irmos da Bahia < P, r-
    uanibuco, (ara o quanlo tur humanamente possi-
    vel alimdesolcmmsai a >i-:i de S M. I. a
    tena que os vio nasccr.
    Macci aprsenla orna mulenro explendida,
    as ruis esle aterradas, raiados e piulados lodos
    f;l. mercantes passar o estreito do Gibraltar sem pa-
    gar um tributo a estes piratas. K c.n Sale quo
    se aeham os arsonacs o as uffir.iuas da maruihi
    imponul. a cidade esi rodeada com urna mu-
    rlha de ni ii],.iros de altura, flanqueada de tur-
    res quadradas.
    Na margem esquerda do Bourragreb e defron-
    le do Saie esl i situada Rabal, chama ti tambera
    Arballi nu nova Sal, cidade guarnecida de um
    rasto recinto de muralhas, o construida n'uma
    altura croada por K.i-ea aslcllu forte] I)..
    lado do mar 6 defendida por bateras seu por-
    to, bem o grande nao solfro sonao dos venios d i
    ueste. Su i popnlacao consta de 7.000 habi-
    tantes, que fazem m impurlanle commercio e
    minio seguido com o interior rom a cosa.
    A cidade de Salli ou A/.alb lanibem est -loa-
    Comnnnuca!!)^
    ra e ao cemiterio; por loda a parle proceden ao
    mais inmu.ioso exame, fazendo sensatas obser-
    vares. Itecolhou-so a palacio, I quario nulos
    ornou a sabir com S. M. a
    peralriz para ir missa. O templo eslava api-
    nha-io de povo, que saudou frenticamente
    SS. MM. com muii is viras. Depuis da missa s.
    M. o Imperador rceebeu indistinclamciite aludas
    as pessoas que o procuraram, e que d sej iran
    fallar-lho. l'oi lo grande a concurrencia [uo por
    - ., i i Te-Deum que lem de si-c celebrado porto da hora e meTa S. M. Imperial ron*toda a
    por occasiao Ja feliz visita de SS. HM. II. a esta paciencia ourio a lodo-. 1'. buurc beija-mo ao
    al, c uno um lestcinunlio do onthti=asnio, Sr. commandaulo superior com loda u offi-'iali-
    pra/.or, am ir c gralido que Consagram aos Au- dado di guarda nacional que se ochava na cap-
    gustos Visitantes. tal. SS. MM. 11. honraram o thcatro rom suas
    ID Aujmslas Presonras no domingo, onde fura
    A Visita Imperial o bean ordeiro ll"'1""i freneiicami me com saudaces do mais
    e seueroso povo ulasoano. vivo enihusiasmo. Canlou-se o liymno nacional
    Amando cea, ox.remo esla terra hoapita.e.ra, SSfflS^ T'^VZ^ut^
    na i pedia conservar-me tndilTerente enthosi- poesas, ua por um menino de.", aun.,-, lilho do
    aslica manifosla^So com que o povo brioso da Sr. Lcopoldino Antonio da l'onseca, o outra pelo
    Sr. Rebimba. SS. MM. II. assistiram ao esaec-
    o
    o
    li:
    Bahia e do Plelo o ltimamente o valente povo "/''' "e"1raM;l s>- ss's'iram ao espe
    i .,,'. taciilo ale o un, e durante toda a representare
    pernambucano, applaudiram ib. H. I. o Sr. [0go que se barminavara os actos dPo.drama
    i. Pedro segnuJo e Sua Augusta o Virtuosa poro so levatnava e saudara SS. MM. II.co
    pelo son proprietario e'membro da rommissao o o"'Jl'!'1:i> Ceuta a Malilla, que foram lomadas
    Sr. rommendador Jos Antonio de ttendonca.qnc ',clos "WPO'inoos, Saffi, chamada pelos mdige-
    reuui lo aos oulros membros os Srs. Dr. Jacinto '!'' ^;it'"'il11. c fortaleza a mais bom defendi-
    do Mendonca, canilao Pra lo o iiegucaiilos Bar- ," ,s ""ras l''l,, ,0 Pe'13 '''-' i""on/.o, 101) de |
    bn?a, Andrde Vasconcellos. resutrerara quo ter.ro' e ** nosleiros de brouze.
    os 4:0*!# que rceeberam fnssem dnstiuados para A l-s'iualra mario-iuma, que no romero do
    o hospital da cari -lado. A commissu do baile aunado de MuWSoIeiman, aiile-penuUirau im-
    emprega lodos os desrcllos, eom esperialidade l.dor, ein l os Srs. Drs. Raposa, Tilira, Uftea, etc., etc. A i l,r,S"es, 11 galeotas, c 10 chalupas canhonei-
    ponte do desembarque esi qu is proinp a, sondo !ra?' na0 proscnla actualmonlo sonao duas cor-
    seas encarregalos os Srs. fuithcrra Joao Orara. ",-,s- 1'","L' ,e lj chalupas canhoneiras, que
    I- lenle la armada Vital eJulio Lobo. !"f..fJPaani0B9 S D0S Por,os d "n8er, l.ara-
    A nova matriz, o primeirn .{dillco de Macci,
    nonio lera lugar o Te-Deum, esl-se apromp-
    lando a to la a prossa sob a di roce ao do Sr. >na-
    jor Cal rie, emim a missao do Te-Deum o ou-
    Esposa
    Ooulierondo a historia do Brazil, Inbitanjj
    tras envidara de esforyos, assim como o; Artis-
    tas c a socio | ole Licesta. A guarda nacional
    loma novo aspecto, o ao's domingos lia inslruc-
    c.io nos manejos, sendo instructor o honrado
    majar Carlos Cyrillo de Castro. F.levou se um
    fortnliq coni onze pecas naca salvar na chega la
    doS. H. I.
    A iiolue classe dos agricultores acudindo aos
    convites do Exm. Sr. presidente da provincia,
    concorrerara com seos vlius<.< donativos, nao
    orad.' esperar oulra cousa. Os valles por seo
    turno oic.erram-so em seus gabinetes, o por con-
    sequenca lercmos do apreciar sublimes produe-
    Qes dos oulros alagoanos. I'.u fraco para aeom-
    louo ii enihusiasmo,
    2
    , s. M. o Imperador a cavallo acomoanhadu do
    entre esle bo,n povo, ja so ve que Umho raides seu camarista, medico, ministro do imperio, e
    ara saber aprecala loe pois nao me surprehen- sou secretario, mordomo, presidente da previo- panha-los as excursoes ao parnaso, preparo en-
    leu a maneira briosa com que aquellas tros povos *;'".l! m"'s ,lguns cidadaos sabiram de palacio (reanlo urna comedia em dous actos, queso
    festejaram a Visita do S M. i., era um actoinJ.rraSpda,n,a,'h:,:l f foi.vsi,ar os.seguinles houver lempoofferecereia S. U.l. para ser
    provisto por tojos os honana que realmente, do.m^.do^aiwR' capitana do porto, col-loffoito con. Su, Angosta Presanra.
    coinprulieiidem a ndole ordeira, o generosa do legio de educandos artifiecs, alfandcga, consula- passa-se em urna das nossas villw"- o proto".-
    jovo brasiloiro.
    K por venli ra o povo alagoano ser soni
    no amor e deilicajao ao lixedso Mona.clia ? minucioso exa
    N'o; porque o povo alagoano sensivel por des o as 11 horas ........
    mais, prepara-se orgulhoso para exhibir solemnes *"i acollrido por loda a part-i ooin rnito cia acordando do somao do indilferoulsmo, co-
    f frisantes proias ,lo seu enihusiasmo, quando '. .} ^o, o durante, toda a s-ia vis,i, ,,. ey- nheceu do tactocarrumou-o na cade..,, aondo
    desponlar o dia immonso e aneiosunenle
    ficto ..ola uu iiiaunaa, e lo.
    | logares. Ponta gross, levada, prora do merca- rada scona no primeiro espectculo que livor
    .iiai.ia do porto, eol-joffoito con. Sm Augusta Presanra. A a-cao
    i, aUaiidega, consola- passa-se em urna das nossas vil! is": o prntogo-
    do [>rovincial,inspeccao do algo lao, corroio, tho- nisla e um ente obscuro qual novo J. Palurot,
    eno* Sourana.*e.rali aocrotaria da polica, n thesoura- andar procurando urna posieao suceulenta, ul-
    .u. rin Pro.v,,IC'a'- Por to los esses lugares fez o mais limam.mle levo a ousndia de a prsenla r-sti nio-
    jso exame, na levada S. H. andou a p.: diro. Com effaito podo Iludir bastante lempo
    horas recolheu-.se a palacio a almorar. aos nessos homens agricultores, at que a poli-
    ran Jolas do foguotCS nao cessaram do troar os i encontrn campo vasto as exploraccs fuccis.
    BSpe- ares. Segu neste vapor um digno Pernambucano,
    rado, da cbefjaia de S. M. 1. a esle solo. [Diario <~ Ahirjoo
    Olliai para o nobre, o rico, o agricultor, o
    ommcrciante, o >crviJor do eslado, o artista, CaHBESPOXDEWCIAS DI DIARI
    o csiraugoiro ; oiniiti, e eai lodos os roslos en- O' l'S'K.VUllirco.
    Mirareis pinlajo o afn o o jubilo de que to- Jaragll ,2 Je ^^ de xm
    dos su achao |.ossuiilos pela aproximarlo do dia,
    o mais iniporlaniee mais sublimo e>n seus re-
    smalos, que alluminar o deseuvolvimenio de
    um grande aconccimenio, a \ istta de SS. MM.
    Imporiaes.
    A provincia i ileira crgue-so com, um gigan-
    te e corte conten) a sau Jar o alto renov de He-
    [Outro correspondente}.
    Realmente sinto-me electrlsado sabendo o pro-
    cedimenlo honroso do bom povo pernambucano
    por occasiao ,1a risita do Nosso Augusto o Ado-
    rado Imperador e sua Virtuosa Csposa o Ierra
    qu| os vio lascar. V. por ventura, esso enihu-
    siasmo que elle lia apresenlado .levo sorprehen-
    der ao homem que
    l a historia, aonde osla o
    i gravados em lellras d'ouro os prandiosos e im-
    es. S. M. o Imperador, Principe fa.lado para Tnortaes f.i.os dos Pernombiicanos om diversas
    exercer nobre miiso nos deslios da America. I pocas f" Poro ordeiro, brioso o eminentemon-
    I te moiiarchista, amante das iusliluirdos libo-
    I res, opero pernambucano se algum lempo dei-
    o Sr. primeiro tmente Vital de Ulireira, que rai
    assinnir o commando do vapor Thir.lt. esiacio-
    cho. e Saffi.
    Foram recolhidos i-\*ado delcnro no dia
    le-lo mezObomensc 1 mulher; unes |, ca-
    cearos :!; a ordem do Dr. chote do polica i, do j
    subdelegado do Itecife 1 e do do S. Jos 2.
    l'assigeiros do vapor brasiloiro Igurass,
    viudo de Marei e porlos intermedios :
    Guilbcrmc Jos da Molla, Jos Joaquim de Al-
    ineida, Sererina Mara de Conceicao, Constanti-
    no Jos Marques Lisboa,-loao Prancisco dus San-
    ios, Joao Luiz de Sea/a Mello, Manuel Cabra!,
    Miguel lYI/x de Carv.,!lio, Joaquim Bernardo dos
    IleiS, Antonio dos Sanios Piuhoiro, Augusto II.
    Uilete e 1 criado.
    Passageiro do hiato brasilero Beoerifre,riu- i
    do de Penodo : .lesuino MacdoM. Braga.
    Passageirosdn rapor brasileiro l'urun, sa-
    bido pira os portos do nono : I). Umbelina de!
    S, Podro 1 Oliveira, Joao Pinto do Mendonca,
    couegoJoao Baplista P. de Mello e 1 oseravo,
    Mo/ui'l iN.inton, Jos V Rezerra de Albuquer-
    que e I criado, Honrique Brun, Jos C. de Souza
    Cerne, ana senhors, teroanras 1 esi-raro, Dr.
    Lenidas Bazar Burlamaque, sua senbora, 1
    ama, 2 lilhos o 1 eserara, Joana Cosa forres,
    l.iao Copes de C. Lobao, sua senbora, 1 lilhos e
    escraros, Jos l.ouroneo de Vasconccllos Cha
    ves, Vicente Ignacio Pereira, sen jrroaoe 1 cria-
    do, Antonio Burgos da l'onseca Jnior. Jos 11 o-
    dolpho Lomes, lla,haol Ilasira, 2 presos, 3 pra-
    cas de polica, director Jos Pereira dos Santos.
    Passageiros do vapor brasileiro Persinmnga
    sabido para os porlos do sul :Joo Horciilano
    Alves o 1 criado, francisco Jos da ('.osla Medei-
    ros, Dr. Pulidlo Ezizio de Cornos Goozaga c 1
    \,Vi nos podemos considerar ra 'nos amigo do
    Sr. consol In iro Jas.' Rento d i Cuuba FL-m irO I .
    do que o coiiimiiuicaiile do Diaria n ',
    do i ui: i ale ; mas pedimos-Ihe venia para con-
    t quando \\/. que us sen s impoi lanlis-
    simo.sdo Sr. conselheir,. nao polerao lera mes-
    illa oi -o \\\,t versos ; i lahuo.
    Nao falla.o homons que domina los por .-
    mentes que nos abslomos de quulilic ir,
    >\ lema u offu! c.^r por lodos os nu s pos-i i
    o merecimciil i N v ntentam em
    cal i ou encubrir os folios que dao honra a ou-
    Irem ; veo muito alin ; nttribucra a si pro: ii ,s
    ou s pessoas do x s |n lli
    lorlencuui : neg.iui os tactos mais palenles, e
    quando nao,pdem a fazo lo, calu-u-
    iiiara as inteur s, o buscara distircar os resulta
    dos oblidos, censurando u-. meios em; ,::.
    para consegu-! -.
    A presentando urna rapi 11 resi nb i-dos sen
    prestados celo Sr. eotuellieiro -los Rento "ii duas
    presidencias successivas, rendemos nina I
    uagem rerdade, e doixaiuos um protesto es-
    criplo con Ir i os eiiibn -1 : >- qu, ibraiu nesla
    nossa torra.
    Tomando cunta da admin -' i das Al
    om ISS, o Sr. conselheiro Jos Bunio da Cuuba
    Pi^ueirdo dea gran le impulso a is mellioramon-
    los muraos ,. materiaes da provinria, regularisan-
    do a instrucro primaria e secundaria, iusti-
    liluindo urna reparlirao de obras publicas, fa-
    zendo conslfr a nava matriz, o phai !, a
    casa da inspecrSo do algodan, a de recolher ma-
    deiras de ronstrucrao naval, a da plvora,
    mercado publico, apenas coiuerado por um dos
    seus predecessores, o hospital de caridad.*, o pa-
    lacete da assembla provincial, o cemiterio pu-
    blico oa ciloia da cidade das AlagiVis. Pun Ion
    a florescento colonia inililarLcopoldina no lugar
    em que o faniosu caudilho Vicente Perr i i
    culo mis
    A
    I i um,
    ' .erque.
    - i i : i
    ilo Al.iuquer lile.
    - : ii ira-se
    ;
    1 dil : a -Se
    .i
    1 ('..'.
    gues.
    I Jilo
    rala.
    1 lia. ira ignora I) Y. R
    ' I i i i ira i V u i |-'.. d e i.
    1 em! all i i. a i i-ac ; a Jos loa ,
    l'erli.i : Y .us.
    Vap r nacional ,' Macci,
    -I III o SO, lili
    0 i ,i:\ i- fdzeni.i-, 1,0 13com
    rica carne secca a,
    Palacli arai nem.o 11- m / i
    1! illinii :.'- U : A .
    festn n Fegiiinle :
    e 2 I
    17 li: i ., K, litos
    ros
    C">SI I IDO G! ll.
    'i _-.i- i M. da -.'
    al'-.: !
    '.
    O di
    d, lio 1
    DIVERSAS PRUVIXCI \ -
    loadm o '. i I .i .
    dem do dia 3......

    >Ksr.Yr.ii is >:' \Prtii r vqao p:c.\
    !l I CU.N i.".',.:. I"A !M SU DIA
    "i DE .! \- IO DE 1
    Poi'toBrigne poi '.'
    i ii,.. 11 i .. .. jo (i
    y. .
    . i.
    m...- -
    ..

    P iCy tu poi l :_ i
    du A .:ao PoilS -a, i '
    cu a .i.
    .isb .a lii ... logue/ '. .a 111
    ll i : ,15 -.
    I.irvrpn ilBarca iuglezi I) i W
    i :-';,'. i... i -..--. ;i.
    ui lie i tsRrig i, I a o Mari
    te i) Porstor & C.,. 4U0
    ca ido.
    M.- -i iba 11 irea ii .nci za \u lora 1 .
    Ion sai eos ass
    dam Escolia hulian-l
    |*i llrand C, I i -. i -
    CONSI LADO PROA IN li.VC-
    icnlo do dia 1 a 4
    do dia 4.1TI
    . I fo>3 '
    Pauta hara desde longos anuos, nl entno, t .... ,, ....;.,..;... ,..
    asseniado o se., acampanionlo de PUl ros e prodaecdos naeioiafs,
    cidaiao c illustrado otlicial da urraai
    Desojamos sua prompia rolla.
    Hontl iro da Silita Zinha.
    Passageroa da lancha brasilcra Fe'.' da
    Onda*, viuda do R*io Grande do Norte :lleinal-
    o primeiro admini.-trador que comecou a .
    estradas regulares na provinc:.i das Aiagas, e a
    cuidar no uiclhoramento do fabruo do assu, ir,
    inlrodiizindo os primeiras machinas centrifugas.
    Assistiu i iuvasiio o terminacho da febro amarel-
    U, quo alli desenolveu-sc rom grande torca.:
    l'omou parlo mu i nolavel na guerra civil oas I
    mallas d'Agua Preta, na qual ligurou o copiliiu]
    Pedro Iro, que elle foz embarcar para a Pal,a
    con. os priin ipars comparsas do movimento re-
    volucionario. Acalmo! t. conciliou os dous la-
    dos polticos, conhecidos pelos numes de lisos o
    cabelludos, c organisou a guarda nacional se-
    gundo a le da ultima reforma.
    Na adii.inislracao do Poiuambuco reorganisou
    os collegios de orphaos de ambos os sexos, e
    deu-lh.'S regulamontos ; reformou a instiucrao
    primaria c secundaria, insliluindu o gymnas
    provincial com todas as aulas do humamdade, e 4jgod5o ,., p|u, 1
    um pequeo museo do historia natural : .eslo-
    roo a sumpiuosa igreja doCollegio dos exmelos dem dem 2.*dita .
    Josuitas, ha muito lempo profanada ; fundn um Id m dem 3." d
    palacete para o gymnaso com um iiileruato ; den [dem era rain<
    lodo o impulso i casa de detenco que achou
    euasi nos alicorees, e dolou-a com um i
    tftit
    i' '
    i al de de:
    \. ni lenle Icpol ou espii ilo
    de agurdente ....
    dem < a\. ra......
    dem (le cana.....
    dem gen ra.....
    dem : le i......
    dem licor......
    dem dem......
    [di ni res'il (' '' <
    """" Arroz pilado
    egula- '
    De Jaragu pouco loi.ho que noticiar, alera dos! I r ,." Vr?. V" :-"'""'-
    negocios commereiaes, que, comoi observe i ia- a l.'a- ,1,anoi;1 Peireira da Cuuba, Pran-
    zem na apalhia. cisco Joaquim. teSva.
    Adcos ; nao ha lempo para rr.nls.
    Como sempre o
    o. r.
    Kxiiliii, alagoanos
    Era nova vai raiar,
    Novos Asiro3 radiantes,
    As irevas vem dissipai 1
    Sao o Principe modello
    E a Princeza famoza,
    Vossa Mai carinlio?a
    Ou entre nos \em fulgurar.
    Ve con.ento oh bom povo,
    Surgir o porvir fecundo l
    F.rgue afionte e sauda
    Excelso l'e 1ro Seguirlo I
    Elle pai ainoro??,
    ! xou-se arrasiar para o campo das roroilas, foi!
    porque: anda nao haviasoa lo a hora da sua rege- ,
    ncrar.ao, preciso ern umgrauderalaelisma o gran-
    de fermentncao na ordem soiial, para que ellos
    comprebendessem, que trilhavam urna senda er-
    1 rada, t que s unidos podiam salvar o baixel, j
    as bordas do abysmo, e inaugurar urna nota era
    do progresso o prosporidado. A experiencia, as
    dolorosas f.rovacotM do passado, o continuo mar-
    tyrologio do seus lilhos. sacrilicados nas lulas
    anarchicas, a situarlo dubia e osclloule do com*
    mercio, o atrozo da agricultura, ludo, ludo ac-
    j tuou nos pensamenlns dos homons sensatos, que
    sensrcis aus males da patria, rol'.'caram-se a
    lesta do movimento pereursoT do triumpho da
    1 ordem e do ciTiltsaeio.
    HEVlSTftlllARlfl
    A esliada do Mnndego principia i arruinar-
    se appareoondo nella alguns buraco;, que eon-
    vm seren desde j obstruidos para nao couli-
    nuat a dcslraico.
    Parece-nos que taes reparos devem anles ser
    feilos quando sejouuicsta a damnilicirao. do
    que a^uardar-se que esta (irogrida o tanto pro-
    poreyes l|ei quii os comerlos iuiportem urna
    nova estrada.
    A rista destas eensidera'es; que sao nolavcl-
    inente procedentes, nao devem ellas sor negli-
    gcuciadas.
    !) iiovn insistimos sobre o quo dissemos
    acerca do e-lado da ron do Imperalriz, oslado
    que reclama una prompta prijvidencia.
    MortalidWE no m\J> no cohrknte :
    Joaquim do Souza Mello, brinco, solicito, T
    anuos, broncliitos. t
    los, pelo, 7 mezes convulsoos.
    alaria, [.reta, solteira, escrava, O annos, letano
    cxponlaueo.
    .loso l'olippe do Sinta Anua, pido, casal", 30
    uinus, hrunr.hitcs.
    Joaquim, prcto, fseravo, solteiro, ;IJ annos, lo-
    lauo.
    Ploriaona, parda, 15 annos, espasmo.
    Fe emola, parda, 1 aooz, sarnas.
    Pclippe do l.iviamentc, pardo, sollairo, 13 an-
    nos, bypelrophta de coraco.
    CHRONICA JUDICIARIA.
    TRIBUNAL DO COiOERCIO.
    SESSAO ADMINISTRATIVA EM 5 DE JANEI-
    RO Dl 1800.
    fRKSU'ENCIA DO US, fu. I.r.:-r.M*!KGlDOR
    soezv.
    As 10 Loras damannaa, ochando-se presente
    dem cora casca.....
    dem bi uico novo.....
    dem mascarada dem .
    Azeilc de mamn;.....
    dem de meiidoiui o de coco.
    Bolacha lina.......
    dem grossa......
    ment ; inauguro.) a estrada do ferro do Recite
    Agua Preta ; coniraclou a illuminacao a gas ;
    fi.ndou o maladouro publico ". tes construir o la-
    zareto do Pina, o a torre do arsenal de marinha
    com excellei.ie rclogio transparente, e um pe-
    queo observatorio ; edil.cou o hospital militar
    o oquartel do cavallaria ; den grande incremen-
    to ao hospital Podio II ; iinuduu alinhar o ma-
    cadamisar a estrada da Ponte d'Ucha, fez desse-
    car O insalubre pantano de linda, comican lo ; ,al' ,'1" f-',"i, bum-
    por canalisar a parle superior do rio Beberibc ; dem dem restolbo .
    manduu fazer a poni nova de ferro do Vara-1 dem idem com casca
    diuro ; consegnio a construcriio do caes do Ca- jj,.,,, moide
    pbaribe.e de parte dos das mas do Apollo e d'Au-!
    roa : abri a nova praca do forte do Mallos : deu
    grande ad,aiit.innulo s estradas do rodagom ;
    animiei a navegaru cosleira a vapor ; creou a
    coinpaiihia do iprenJizes menores do arsenal de (|(,.u u\,. n ,.. reas
    marinha; romceou o eslabed cimento da colonia i
    miniar de l'imeri.-iras ; lov.inlou a ponte pro-1 Charutos ons .
    ra na do Recite, dando principio a caes do lar- Mein ordinarios
    go do palacio do governo para o Collegio ; cons-
    Iruio a capella do cemiterio ; auuliou a edilica-
    rao da matriz de S. Jos ; espeds um re-
    gulamenlo para oe casos deiucendin ; assislio e
    reparn os grandes estragos da dcscom mu na!
    chota de 1654, c eslevo presente i calamidado
    do cholera-uioibus em 1855.
    Antes do entrar na admnnstrarjio, S. Exc. foi
    um dos inslalladores do Gabinclo Iliterario de
    Pernambuco, c um dos que maistr.balharam nas
    secca.....
    Carvo de madoira .
    Cera de carnauba em pa
    dem regala.......
    Chifrcs........
    Cocos seceos........
    Couros de bol salgados .
    dem idoiu seceos espichados.
    dem dem \erde.-.....
    dem da cabra cortidos .
    Idiin do onca ......
    ; 'obra; do cucanamento da? : MO


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    i ii] u<; uoiawa .....
    dem >cocos......
    Espanadores grandes. .
    dem pequeo-'......
    I.steiras de prepori ... -
    Estoupa nacional.....
    Paraba de aramia ....
    dem de mandioca ....
    I'ejjo.........
    Fumo ''in folha bom ....
    dem i-leni ordinario ....
    Idem idem resiolho ....
    dem ein rolo bom ....
    Idi m idem ordinario.
    t,omina polv 11>o.....
    Ipecacanhua.......
    Leona em nchas grandes
    id i dem pequeas. .
    dem ''ni loros......
    Madeiras cedro lauda* de loiro.
    I.ouro pranchoea de. 2 cusa los
    Costad i Oslado........
    r.Hio.........
    Soalho........
    Varas agnilhadas.....
    Idem quiriz.......
    Vinhrlico prauebes de dous
    i lisiados.......
    l,!.n, idem cusudinho de Jilo
    i :,; laboas de costado de 35
    10 p. d< c. e 21/2 ^ do
    argura.......
    Id< midem dilo Je dito uzu;.....
    j m idem de forro
    i,!,.,,, idem soalho de dilo .
    .,;..,, u, braseixosd. sempi-
    ra para carros.....
    dem idem rodas de dila para
    ditas........
    Mel.........
    5 Iho.........
    p, .ir,'- de amolar,
    Uem de filtrar. .
    Mi iu rebolos
    Vi.---.iv.' 01
    S I i.....
    Salsa parrilha .
    x, |,,i n rama. .
    >..!.-, ou ."i"' i a
    Tapioca
    i nlias de boi .
    vfeasK
    DIARIO I)E PERNAMBCO. SABBADO 7 DE JANEIRO DE l60.
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    . fSOfl
    I $600
    iguacs coire.i|ionao!it a u ojuj Wu>u ua uma para louicum ulo do arsenal oe guurra, HU Ue
    i'xccutada. dezembro de lb5J.lenlo ios Lameaha Lin-,
    Ari. 4.Para ludo n mais que nao se achorrs-: roronol presidente.Francisco Joa'/Mim Perei-
    pecilieido as pre-entes clausulas, ser observa- | ra Lobo, coronel vogal secrelaiio interino.
    ilo o que dispon a \ei provincial n. 286.
    Conforme.O secretario, Antonio f 'emita da
    liuiiinciaeo.
    O Dr. Manoel de Barros Brrelo juiz de paz do
    l.'dstfielo da freguezia Jo Poco da Panel -
    la, em virtnde da lei, de.
    Faco saber que tendo de formar-so a junta
    '[ualificalora desta freguezia, no di 15 de Ja-
    neiro do anuo prximo futii'O, como determina
    o art. 25 da lei n. 887 do 19 de agosto do
    1816, para exeruofio do que dispoe a mesnia
    lei, acerca da revisao o qualificaeie dos cida-
    Jaos votamos, e lambeta do que a rsspeito de-
    termina o decreto 812 de 19 de siembro de
    Subdelegada do Recife 3 de
    Janeiro de 1860.
    Aeham-se recolliidos 5 casa de delenco os se-
    guimos Berreras fgidos: Manoel, crioulo, es-
    cravodeJos Gomes, lavradordo engenho Tapu-
    gi; Antonio, crioulo, cscravo de l)r. Peiisardo
    rescao de Brilo, da Paralaba ; Luiz, crioulo,
    cscravo de Dr.- Nabor.
    Subdelegada do Recife 3 de
    Janeiro de 1800.
    Acha-se depositado nm qnarto castanho ap-
    prebendido a Antonio Candido de Souza.
    = Pela subdelegada do 1." disinti da fre-
    ruezia dos Afolados se faz publico, que se aeho
    U- ici ,...iie uu eu cdiivaii.uiiiu a uu.uu : pa- rl,a ,., ... ,,r,..,,, ,, ,.,.,..,1 ..,,. E ....
    ra o resio que lhe falla, trala-se com o sen con-I *'\V i l'r^e"^'c cjus.uI uos Jisti-
    signat.irio Anloniu l.uiz do Oliveira Azevide, no dos'LJ,lldos' dts obrecelentes da dita
    seu cscriptorio ra da Cruz n. 1.
    Leiloes.
    183 e 1812 de 23 de agosto de 18,>6. miM comido casa de doleneo, por andar fgido'
    IZfOOO ter para o indicado Bm, qus su reunam os eloi- o piolo Kpiphanio, o qual diz ser cscravo do Sr.
    ISOO0 toros, e suppleutes desla freguezia, em conse-
    r,v(iiii ijuencia do que e eni vuludedas resolu.;oes do
    8$000 govemo os convoco pelo prsenle, para se acha-
    10$000 renio indicado lia as O horas da manhaa no I do arsenal de guerra, lera de comprar os objeetos
    :lg000 onsisiorio da greja matriz, sk'ii pena de incor- segunfps:
    BgOOO rerem na mulla fulminada na lei citada, aquel-
    ij-lO es que faltaren) seth motivo jusiificado, os
    Carneiro Monleirn, morador na ra da Aurora.
    Jos Haberlo de, .I/ornes Siloa.
    [Consvlliu administrativo
    O conselhn administrativo, para forneciment
    nm

    .par
    lg600
    lOgOOO
    r)ooo
    OjjOOO
    6^000
    12$000
    Para o 7." batalho de infantera destacada em
    Maceta.
    Calcas do chita 30 ; camisolas de l>rim 30 ; bu-
    O agente Pestaa continua a estar aulorisado
    pela coiiiriiisso liquldataria da eztincta socioda-
    do de flacao c lecidos de algoda pira vender o
    restante do terreno do sitio da mesma soeiedade.
    Os prelendentes podem dirigir ,io anoazemda
    roa diiVig.uion.il, a qualquer boia do dia a
    entender-sc com o diro agente.
    batc.i cons stindo (m bal ricas com f.i-
    rinlia de trigo, bolacha, carne de vac
    ;ca talgade, dita de poico, cal, sbo.
    I vcllaine, cordoallia, Vergas, cadernaes,
    Iquatro baleeiras caviHiada de cobre,
    ; vaxilhame para agoada, barris vasio,
    depsitos de i obre para azeite e nina
    inunidade de api trechos proprios para
    a pesca de baleta : terca-feira 10 do cr-
    tenle as 1 1 horas em ponto no arma-
    zem alfandegado de Jos Antonio de
    Ai aujo no caes de Apollo
    Avisos diversos.
    \,i livrariu n. 0 e 8 da praea da
    Independencia precisa se Fallar ao Sr.
    . Andre Abren Porto ou /. ndr Alves publicacao no awsno peridico roto as m
    Poito.
    Na na do Imperador, dcfronl- de S. I-ra.-
    cisco, ha venda o seguinie : diiciniiario portu-
    guez de Conslancio, de Fonseca em 2 rolumes,
    francex de Pnete* a Roquete, >: Unibem di Fon-
    seca som.'iile para a traduecao, Ritual I aman i
    da ultima edicJe, mu aereaceatado, deuradea.
    com atacas-dooradaa e sem ellas, e lamben di-
    cncadernacao unlinaria, Lreviarios romanos, rira
    cncademarao. selecta arncete a ingjeae, guia
    de conversa-;ao frauceza, cartas de A B C, laawa-
    rjas, rathecuams, eeuneoala da vida humara,
    cartilhas, c nimias outras coosas que se apre-
    senlario ao comprador, eludo perpreeososuais
    commoJos possiveis.
    No sido Tapaear, meia legoa aesul da ti-
    dade da Victoria, vendcm-M doas bonilai l- moa
    novas o muilo mansas, e 1 inatento de 7 annos,
    i muilo bom de bostas, eque j Ion dado predoc-
    ,'ao : vende-sc por haver outro jintotito.
    Os abati asaignados, habitanies d- "tutanda
    n;, deii.uain pci.iulo o n-peilavel publico, qae
    ncnhnma pane tomarain na pubiieacao que (ez
    o peridico Indepeiidenie de famaneri no ten
    n. 15 contra o padre Jos Porfirio Goanes, vWio
    apparccej a mencionada publicarlo em neano
    dos inesmos habitantes), e so icr vigor qualquei
    I5S -
    niacs eleitores o sappkntes cima convocados j los de lauca i ; chicaras e piros 12 ; ljelas pe-
    quenas delouca 25 ; pratos rasos 25; ditos fundos
    25 ; copos de vidro para agua 4 ; linteiro de vi-
    130 os seguimos senhores :
    Joao Francisco do llego Main.
    Ilenriqne de Miranda Ucnriques.
    Jos Tlicodoro de Sena.
    Dr. Amonio Joaqnim de Moiaese Silva,
    l)r. 3o>l- hernaido Galv3o Alo-forado.
    Florencio Jos Carneiro alouleiro.
    Jorge Vctor Forre-ira l.oues.
    JOe Francisco Piros.
    Antonio Jos (ionios do Correio,
    los Pelisbenoda Costa fiama.
    Scbastiao AlTonsodo Reg Barros.
    Francisco Duarle Coelbo.
    Jof Lopes Carneiro da Cuulia.
    Jos Francisco do Ie^o Barros.
    Manoel PeresCampella -lo Almoila.
    Joao l.uiz Vctor l.euttier.
    Francisco Jos Alvos (lama.
    Vicario, Francisco Luiz de Carvlho.
    Francisco Cesara do Mullo.
    Francisco Marinhu lo Aibuquerque Mello.
    fu Goncalvee da l'orciui.cula.
    Segunda-feira 9 to corren te.
    PELO GEME
    dro para as enfermaras 2 ; toilhas pequeas pa-
    ' ra as bancas 30 ; mesa forrada de /.neo para an-
    j Ihopsia 1 ; loalbas proprias para fracturas, e de
    : diversos lamanhos5n ; lavatorios de ferro 4.
    Quem quizer vender laes objeetos aprsente
    assuas propostas era carta fechada na secretaria No dia cima designado c pelas 10 horas d;
    do conselho .s 10 horas da manhaa do dia U di manhaa na corheira do Sr Feliv da Cunha Ti i-
    janeiro prottmo viiu'ouro. xcira m Fura de Portas, roa dos Guararapes, o
    sala das sessnes do conselho a.lmlnislrnlivo referido agente vender em leilao publico por!
    para torno-imenU d-> arsenal do Kuerra 30 de i-nnta de quem pertencer I
    dezembro de 185'J. liento Jote La menta LineA l.,1,. i ,i -,-,,.. t i i
    coronel presidente.-Yoiiowco Joaqnim Pereira' l'm K>lCb l MUlUHlO UOS COII1- j
    Looo, coronel vogal secretario interino. l)I"lll(irOS
    . O Illm. Sr. inspector da thesouraria pro- Um grande lole do burroa vindos de Montevideo
    vmcial manda (azerpublico, que do dia3do cor-, na galera franreza Hall.
    ionio por dianlc, pagam-SO os ordenados o mais Aqualidadedesles animaes e bom oslado em
    despe/as piovinciaes, vencidas no miz de dezem-! que se achara offereco occasio aos agricultores,
    bro prximo lindo tropeiroso carroceiros de se. muuirem dos me-lf/ima
    Secretaria da ihcsourar.a provincial de Por- Inores ucios de conduccao para transpone de
    nambuco, 2 de jamuro de !(>. o secretario, suas cargos.' nao s porque supporlam un enor-
    Vnt Ferreira da Annuiiciaco. I me peso, como alcaicaii em presteza de cami-1 dia 3 do crtenle o Sr. Joaqnim Can-iro I.
    lo I,
    naci Pereira da Rocha.
    Moviiuenio do porto.
    Vflii i- mirado* na eut
    ...,,...-;, ._;,.,;!, uleniiedios33borasJIvaponi
    , .':
    ciiminaudaalc 2" icueiil
    V.p.he-. 6e, de ii
    , i-m.-il tij'l rniM,
    Iu i [aun y. Uoreia.
    p, ||, : i8 dias, biale nacional
    ,..l,.i,,s capilo IWrnradino J<- Bandeja,
    . m: a Pedro V- de siqm'if3
    \ hidos na mesmodia. _
    Vl MMivbiale nacional K.i hala ,< ipitao Vn-
    lonio Manoel Alfonso, c.rga nm: ?'l'r"f;
    .,.k nvhiato nacional Oncwoso, capitn 1 coro
    Jose'l'rai I IV' sScn,"'[";. ,
    . .. ;,. do Norte-I nch? uacional Vrtis -'
    Onda*, capiao ro ilo Jo do ionio,
    i-arga vari is gneros.
    : ,rte_vaporbrasileiro Vara
    teutfuts Jos Ldi S. forr- i.
    Joo l'aulo Ferreira,
    Dr. l.uiz Cailos le Magallifts Breves.
    Nicolao Machado Freir.
    Dr. Joaqnim Francisco do Miranda.
    Antonio Ayres Velloso.
    or li-onardin.t Ppreira de Hito.
    Jos Marques do Fonceca Burgas.
    I: ara que eheguc ao conlierimenlo de lo-
    I- s man lei passar o presente, q"o ser aflisado
    no lugar mais publico desla freguezia, e pnLli-
    cad o pla imprensa. Frimeiro dislricto da fie- Cymnasio de deseo
    '.', ,-..,, rio. A. i. tabral.
    guezia do I oco da I anella, 13 do dezembro do; o Illm. Sr. inspec
    C0\SII.\1)0 PROVINCIAL.
    Poli mesa do cousulado provincial se faz pu-!
    blioo, que os '.W das uli.'is para o pagamento a
    luna do cofre da dcima dos predios urbanos das
    reguczias desta cidade e da des jugados, se li-
    ualisain no dia 7 do crrenle, findo os quais en-
    correo na mulla de 3 por rento lodos aquellos
    lucdcixarem de pagar seus dehitos p, rloncen os
    ao primoiro semestre do anuo Qnanceiro d-^ lfsu
    a 1500.O administrador,
    Antonio Carneiro Machado Rios.
    rz: O illm. Sr regedor do Gymnasiu manda
    declarar aos pas, i olores ou correspondentes des!
    alumnos internos, que no dia 22 do Crrente
    principia o recolhimento das mensilidadcs, cor-
    respoudenle ao primoiro quartel de Janeiro ni
    ultimo de mano do anuo de ISi). Secretaria do ainerica Leandei
    mbro do 165'J =0 scula- r(0 jir;.'
    abaixo assignados viuva, uiha, notos,
    sobrinho e genro do fallecido Joao Ferrei-
    ra dos Sanios, rordialmanle agradecen] eos
    llln.s. senhores que iizeram a honra de
    assistir as cu piias c acompanhar o enter-
    ro, e pedem aos mesmos daquclles senho-
    res que queirnm assistir a missa do stimo
    da o que lera lugar na manhaa do 10 do
    correnlena capaila do cerailerio s 7 ho-
    ras, favores estes que serao oternamenle
    recouhei idos polos abaixo assignados.
    Recife 5 do janciiu do 1860.
    Auna Ilusa dos Sanios.
    Kmilia Perreira dos Sanios Vidal
    Joo Ferreira dos Sanios Jnior.
    Margarida daAssumpeao Ferieira
    Jos Rodrigues Ferreira.
    \nion'o .1 laiiuim Vilil
    MmmmnBmmmmimmmmmummm
    Pergunla-so a quem souber, se os terrenos : Benedicto l>ias Pires,
    alagados entro Imberibeira Motocolorab, se Antonio da Costa Komeiro.
    perteucc ao Sr. Dr. Ignacio Nery da Fonseca, ou cente Lins Romeiro.
    fazenda nacional, que delles ost rcci bend i os Manoel Antonio da Silva.
    tiro. | Antonio Caetano Xavier Teivi
    Os aboiso assignados declarara que desden p,'*0 Bap,8,a da S,,r" l>i,Jl""'-
    irO Lean,
    Recife je Janeiro Xr,.|,i|
    assignaluras. ramandaf 21 de lezembro de Ib&'J
    Manoel Baplisla Aiiayde.
    Vi :enle Fi rreira laibosa-
    I Candido Jos Carneiro,
    Francisco Carneiro a Silva.
    Francisco Jos dos Res.
    M uroel Men les Patricio.
    Jos i irneii > Uariz.
    Manoel Rodrigues de Moura.
    Joaqnim 1'- dro Ferreira.
    loan Candido di s Sanios.
    I'i.i j'iiiii I i s dos Sanios Ivo.
    Joao Romeiro Lins.
    ! Caotano \.-\ ier Teixeira.
    i s I.- o adi la C. Romi -.
    Mximo Can lijo Bozerra,
    I Candi lo Jos '.
    i 'nao do 1 anas de Albuquer
    | A rogo de Manoel I- rreira Lins,
    , loo do Parias de Albuouerque.
    1 Mximo Francisco do Ubu |uerque.
    -l-ia-i UuaIberio Bozerra.
    ranciseo Felit Padilba.
    nho urna relocidade de igual a qualquer locomo-; deivou de ser seu caiseiro. Recife ,le ianeiro ,,', ''
    lva. de iW50.-Fraflccfi.io Isidoro LtmlkV. 'V. i~
    K,spSTo4r.ire.v= ., ys r- -.....< ir^T~2?
    i, : a tratar na ra Jo Crespo Hoboito An.unes de Souza.
    i Jo iquim Ca neiro.
    \ rogo de Francisco Ferreira de P
    Minoel Rjdrigiies -i'' U'Mira,
    Manoel Comea Uliveira.
    Aiuga-seiin i psrrava para lodo n servico
    de portas deulr o : iralar no pal o do Toreo
    ii'iniei'j U.
    podem examinar o mencionado lole de burros! j,, m'nerador n
    desde j na cocheira cima dita. numero 1!
    Jnaquim do And rad -;
    O qual 0 Subdito p0 1 logue/.
    ic para Poituga',
    r^: Arrenda-se
    -i pi imeiro andar do l1- -1 o do
    Francisco P<>reira de Parias.
    ! s Luiz de Frailea.
    \uloiiio Fivano Padilba.
    Joo "-'i reir das V'irgeus.
    Manoel Caotano Arocba,
    Tegiinda-feira i) do correnle. Tjiin ;. ;ii'!o,;""" "^ {-i-i-cy-d- o-
    Bradock Cheater cap.lao da barca uoVSS* ""'" "^^-V" os^All
    o
    condomnada nette I Afosados, n. 21: m
    eilSo por interven rao do i declaracoes enlenda-s
    peclor da ihesouiaria de la- agente H\ ppolito da Silva com uutori-
    o ?cu propnetano
    '- da ilfan-

    r. -i
    - '
    -i ?r
    //'/i : '.
    1

    Almo .pitera.
    i
    ttirecx '-
    . ',. ti lade.
    I
    -1 j ~
    irado. \ U
    | : | : t -_i
    : r. I- V _
    Ueaumnr. \ %
    | F'i/tri nneil i -
    i IIagrometro.

    liaron eln .
    1
    ;ouro nacional rtc 1 i de ivembro prximo pas-
    3auo se me.' a i fazer nesla thesouraria a subs- '
    liluieao d.-.s ii'ilas de .MH>;':il,,(l
    gund.i o lerceira slampas.
    pois, pudem aprosenla-las .i-> thcsuureiro desla
    'lies linaria, que Ib'as trocar pul outras de di-
    ;-- valores. Thesouraria co Pcrnambuco S i
    lo dezemhro do IS59.
    .!: o liaplista de Catiro e Silva.
    I'einaiolmeo 23 de dezembro de lb9. O otiicial:.,.,- _.....,* i '*" "'. "* .
    maior interino, V i;d no ancorudouro deste por lo. on- |^Z .... ? ,*nn (It^'f *r\
    de os nrelendente onndetaoexaminar:V4clI-\d 1^ UilllliU el.
    Luis Fruncirle de Sawpnio c Silva ,
    da pnmeira, se- : T t i i i <
    Os seuspossuidores, >lOVO JSailCO UC reFliauOUCU. egunda-U-ira 11 do correnfe ao meio Ten
    DeelaraifS.
    O novo ha neo de Pcrnambuco ieco-'('l:' em 1 li!o "
    Ilie as olas de sua emissao tle K>JJ e de commercial.
    20.% e pede aos possuidores das mesma;
    o favor de as virem trocar no sr u es-
    icriptorio, das 11 horas da moni.fia ate
    as 2 da tarde.
    e os pretendentes o pode
    i
    porta da associacSo
    com auionsa-ao
    - J,
    ^n
    (itaes.
    Pela adiliii.islraeo i!:i mesa do e,insolado des-
    la cidade se faz publico quo no dia 10 Jo corren
    le. por! i da n;ema, leera e ser arrematadas
    " ~ a" mein dia em ponto quatro sacras com fari-
    ~ '-r liba de :i andiiica e nina rom milho, indas av.i-
    t E li. J is segunda vez em l$250 rs., as quacs fo-
    r- -^ ram apprehen'lidas pelo guarda Miguel Per-ira
    x Ceralde.o, por virem do Manjanguapc pela harca-
    ~_ ea C lori-f/o de Maiia, mestre Manoel Tavares
    ;: la isla sem n respe liva guia.
    V air- !iala_ao lvre de direilo ao arrema-
    tante^ e as i -cas ti ima mencioiiadas acliam-se
    'Hadas no Irapi- he do Cunha.
    Mesa do rnnsulado Jo Pcrnambuco 5 d
    neiro de 1860.
    0 administrador
    /' i Xavier Carneiro da Cnnha.
    Tribunal ito eommercio.
    Avisos martimos.

    Ceai, Mar.uihao ePar.
    Segu em poucos di.is para os porlos iudica- jo do caos d'Apollo.
    dos o hiato nacional Linio Paquete, eapitao Ja- j
    cintho Nuiles da Costa, por ter parle da caiga
    prompta ; pata o resto o passageiros, trala-se
    com os consignatarios Almeida Gomos, Alves &
    C, ra da Cruz n. 27
    Ceara c Acarac.
    Sigue no dia 11 doraez correnle o paliiabole
    e o de ja- Sbrateme, capito talos ; recebe carga ; a Ira-
    I lar com Caetano Cyriaco da C. M. no lado do Cor-
    lio S uto n. 25.
    Para Lisboa.
    ,),. o patacho Flor de Mara imprelcrivelmenle
    Q agente llyppolilo da Silva
    do Sr. inspector da alfandega e porordem u em
    presenca do Sr. cnsul de franca far leilao do
    l'J2 saceos cora caf, avariadas, 'viudas pelo na-
    > vio francrz TiaoB, arribado a este porto capitn
    Russeil: segunda-feira !l dn corrente s 11 horas
    Ja manhaa no armazem de Jos Antonio de Arau-
    Terca-feira 10 do cor-
    renle.
    RAtD. VR[00
    ..jino Ja Si
    1 ; '- in\ nio iWirl
    Jos tnlouiodw i'......
    Ilenriqne Luiz dos rasaos.
    Claudino Lui< dos l -.
    Joo Fran seo Teiseira.
    Francia :o Jos Beis.
    Ignacio Joa [uim Marcelino.
    Joan Fclix.
    Joo .los da Costa.
    i Vlbino dos Santos.
    los Ferreira Jos Santos.
    S irginio Si'/eriano Man^m ira.
    i i l...i: i,
    do por seus padoi lueulos iii\-. os despe
    pessoalmcnlc de seus colegas < de is patri-
    , iio- cios, o faz por osle jornal, oScrcccndn iosmes-
    0 sed.ssolvido a soeiedade Caixa mos. na villa do Pnn ipe Imperial, do Piauh>.
    Econmica como consta da resolucao sua diminuta, porm franca serventa,
    tomada em assemble'a Re ral dos accio- 7 !,te/,i,a-s dfl una ama para eozinba
    ... padana da ra larga do Rossno n. 48.
    utas, que teve lugar ein teuniao de = Aluga-se para rasa Je familia urna ,
    novembrop. p., se faz publico aos inte- perfeita cozinheira: na ra Ja iurora
    Lquidacao a que eta' peocedendo. Re-!Cl .,"*AU*^
    cifede janeiro de ,860.O presi- 6raBd< !** *&** l}*9*-
    dente, Francisco Joao de Barros. piucos.
    rypo romano e itlico, corposC, B, 1
    T
    culo o Sllm. Sr. I),-, juiz de or- \ 'n;.
    Pola ecreliria do tribunal do comroereio del O patacho Flor
    Feruambuco se faz publico, que na dala infra! ''ovc san'r no dia 12 do corrate; anda teicne
    r _!-:i..ii o lapel de soeiedade que fizeram alguma caiga epassageiros, para oque tem bous
    lu mi li.l isa do Barros, portiiguoz, e Manoel comniodos : a tratar na ra do V;garion. ifl, ou
    do Souza C i leiro sin.oes Jnior, brasilciro, do- [Com o capilao na pr* a.
    micijindos nesla eida-le, sendo o Ora social o
    commercio de seceos c molliados com o raoilal
    ptame a junta la mesma tliozouraua. a quera de7:tKXlSfornecidospor ambos ossocios.durando
    nos fizera obra de juimieaUs bracas de dita soeiedade, quo gyrari sob a firma de Bar-
    oito e dez mil I ^osa & Simos, por lempo do lies anuos, a con-
    i;a,l lar do 2 de novembro ultimo, sendo que a am-
    O Illm. Sr. ln-p:ior di Thesouraria Pro-
    vincial, em eumprimento da oidcn do Exm.
    Sr. l'io ik'ii'j la" Provincia, mana fazer publi-
    co, que no dia 26 .lo coirenle si hade arrematai
    nesma thczouraiia. a quem di-T-iio'--
    lo em
    ). r me
    eiupedraineiuo cnuc os marcos
    f ', M girada da Victoria, ni... bos Q ^ ^^ q uso ^ |{mn ^ ^
    tJ;8uij-,<;00 ic!S. Secretaria lo tiilmnal do commercio Jo l'-r-
    A airen Rl ;ao se i: feila na forma da i.;i po- nan-.i.neo 2 Je jan.ii Jo lsoo. i. i. <>.j n,^.,
    vincial n. :':i de ido maio de 1854, c sob Wff'. officiil maior inlerino.
    Conselho nditii'iisti'ativo,
    O conselho administrativo, para orne. monto
    lo arsenal do guerra, tem do compraros ob-
    AS i S B0RAS EH POSTO-
    Manoel Jos de Araujo Cosa & Filbo, expoem
    leilao no dia cima designado, por intervenco
    phos ordenado que os administradores
    da massa do fallecido Manoel i!os San-
    ios Pinto, npresenl ;i i halando do
    estado da inesma massa e exista credo-
    res de titulos particulares e que nao
    jconstam dos livros, so ; or isso couvi
    ; dados todos os credores da mesma massa
    apresentarem ate'o dia 1 "i Jo corrente
    j no escriptoiio de Domingos Alves Ma-
    I theus, urna nota ou conta do total de
    seus dbitos.
    Sac.'-se sobie Portugal, em casa
    de Augusto (J. ile Ahreu.
    Collerrao numerosssima -!c lypos de ..
    ia simples ornados.
    rypos variados, proprios pai
    Cmblemmas n iigiosos, onti i ima-
    . .
    ! '-. .
    n. 313 Jo i do
    lasulas especiaes abaixo i piada?.
    .'-- :s?oas que se proposertm a esta arre-
    matado < unparecaio. na >-j das sessas da
    ua junta no dia cima declralo, pelo mciu
    ii, na bal
    do agente Borjo, a sua bem escoiliiJa colle-oo
    do fazenJas de apurado gosio, chegadas do itio
    do Janeiro pelo vapor Paran. A ba qualida-
    A barca nacional Impera tris Vencedora do iQ destas fazendas. sen gustos inteiraraenle ino-
    pr ineira aarcha, pregada e forrada do cobre itfcrnos e os P".;os porque sero enlre?ucs, :
    seigue para o Rio do Janeiro con nimia brovi- lnam ar,1,'lJ-"'0 Srs. logisUs o particulares a
    dado, recebe anda alguma carga : I ral a-se com 'lu0 ">mpare<;aui na ra do
    o? consignatarios viuva Amoiim & Filbo, ua ra
    -la Cruz n. 15, ou com o capito na praa.
    fas do Belfaode
    tiliio.
    Cas-
    Maranho.
    O palbaboteiVoeaes segu em poneos dias com
    k nara'tue ilwguo ao conhecimenlo Je loJ |;a ; i pao* de jangada de 8 e ineip a 5pai- a cama que liv.-r : consignalarins Teixeira Ras-j
    '' .,-.,.; n .,-..,.,, .,,:>:,,, '.. '.' : .",;"-1S ''-',' 'i'o_delinho do ii a7 pol'e-a- los, Sdi& Uompanhia, largo do Corpo Santo n. 6,
    : maildou IUwi o pn n.c o publicar p.io dUs; barricas de farinha de trigo marca SSS); segundo andar.
    DiarijO Secretario A. F. d Annuticiacao. saceos de arroz pilado da melhoi qualidade ; i- VV V 1
    jectos seguintes
    Para o presidio de Fernando.
    90(1 al.pieircs de farinha de mandioca, mi lid.n
    Iba ; i pao* d angada de ;) e
    pen?
    n
    Eslao alicilas dosde 7 de Ja-
    neiro.Frauciseo /! Fre tas
    [Gamboa.
    Aliciicao,
    21,pnmero ;md
    Qi\
    ricas de asscar branco lino; barril d.
    gre de Lisboa; (i livros em branco -i"-Jim
    I ib -. 6 resmas de papel almaco branco, 0 di-
    las de dito paulado ; 2 meias resmas de papel
    Je peso branco eroinha ; 12 canelas do espiubo
    dequand 1 caixa de pennasde a,_o euvernisa-
    Jis; 200 pennas de saneo das chamadas de secre-
    taria ; 4 caivetes linos para apnar peanas; 1
    sr. i residen! ualro\iu-u na impoiiaiicia de inesoura de iparar papel; :l folbinhas d
    s:8'X>S0C>0 tis
    Cn^ulas O'pcciaes ..ira a arromalacao.
    l. O en{H.ltameni) Jj i|uinhentas bracas
    . < lez mil br.-c.ib \.j estrada
    . i approvado pelo con-cllio da d'uecioiia,
    :; -!j I,.ii obii'.ollido a ;pirov:,i;.Vi do Exm.
    :. As oleas do empedramenlo come^aro
    uo praso de um mea, elerminarao no i! i lez,
    . 15 contados na fotmada lei numero 286.
    .".. 0 pagamento da importancia la arrema-
    laco, -oa effuctuado em tres presla^ocs iguaes,
    < -jrre-pon-lii'cs a cida teico da obra executada
    ';. Para ludo, o mais que nao estiver especi-
    -e algi-
    lieira para o anuo de 1860; facas inglczassor-
    lidas; I peca Je baetilha para sarcos, de peca ;
    Oveleiro brigue nacional USO, deprimcii
    marcha, pregado o torrado de cobre, Brelendc I Ditas para iiomem
    saguir com mulla brcvidade, lora a seu bordo ; Crolas do esquio de linho especiaos
    S3S fta?!S5SK^sJS: ""SSd" ~Bon* -"--oories do
    1 U decbo io Ii...... u pan aJii-^d,,;,: SS^^S^J^JZt^ \ "'St ^ ^ ^ ^ **
    dura; I tarraclia espingardeira ; 1 bigorna ; 2 lorio, ra da Cruz n. 1. rm ,..*.,. ,.-.. .. .
    era tu o par de leu, oes do linho bordados c fro-
    k\ Velludos o da mseos de seda do coros, solios,
    Aobrezas.
    Vordadeiros lencos ,i Iallicate para rap.
    j O Sr. Spier, nuchinisla ingloz, morador na run
    j-Jo lliiini n. l, ai alia Jo assenlar neste cngonbo
    I urna rrachina Ji vapor, nao so com leda asseioe
    QnelllC SeVllO \>atCl\4o \S Poi'o"-Vi' 'omo ,com c-onomia e presteza, por
    ^ v l,rtU |.VMIC as issoo recommendo'ao meus collcgasque live-
    SCSUllte*s ta7nt\o.v rem machinas de vapor para asenlarem, que n
    mnwuurh HtWIUiaS prelira a outro lual.jner inacbiuista, con o que
    u os corles de moir antige e de sedas de co- muilo ganharao. Kngeutio l'imti-ass n
    . ios para pas&eio. guezia de Ipojn .-. :J de eneiru de IS60.
    Cauusinbas de fll e de cassa bordadas, muilo
    ricas.
    {Camisas lisas e bordadas para senhora.
    de N. Sm
    sanli -.
    Atributos scienliiicos, com raer iacs, n
    nd islria.
    \ inhel is;.:.: a annunci isde ,
    DTercnles vinhetas para fazer r > :.
    obras J. luxo, de combinaeao, e solid i
    Corapenidorcs le ferro e Je | i
    pravas, lefo sorlimonl de Hn int< .-
    lindas, es ieos dediller ules corpns.
    Prelos Jone, Coloi nuices d
    do madeira, cunhos, bandulhos, auna
    los ;.. diffei i nt< s lamanbas, ra!, is
    les formatos, ivas u- potara e de pi
    la preta de dilferenles qiialidades para jim
    obi de luso, tintas do lo las as cores, r, .
    miro de dilferenles cores, prsla, etc., el.-., papel
    do impressao de muitos formatos e qualiJ
    e uniros muil >s o!-jectos, que na
    m str
    Assucar refiuado.
    Vende-se no deposito da Boa-Viti,
    se chafariz, junto a botica, asaucar n
    i nas as |u ilidades, e por menos prece :
    r ...';.; | ai le, saber :
    1. cryslali- ido T^OO | 'J-'n
    i, i rvst; sado
    1.a -ido 53S8U i I6H u'
    2. arcado 4890 i) 120 *
    Cal de Lisboa.
    ?nJ.-se
    >& C,
    lin
    ! I
    .1 iloiii 1 Peregi C. ; Ai ,;, neraue.
    Allcnciio.
    tornos; 2 ditos de niao maioi e menor; 24 li-
    mas chalas do *.) pollcgadas ; 12 ditas ditas do 7 1
    ditas ; 21 Jilas triangular de 7 a 8 po'.l 'gadas, li-
    nasegrossas : 24ditas meia caima de Sa9ditas!
    Jilas ditas; 12 ditas de desbastar de 13 ol
    pollcgadas; 12 auca tes sonidos; meia arroba
    V
    S%
    ,
    licado lias presentes clausuHs, sof dbservsdo o de ac para molas do espingardas; 4 libras de
    quedispea lei numero vSG. Conforme ]!''' t\ f T''"* 1 on" ?m ff" \* V"****
    g\ a 1 t> j i ue torro da suena do 3 a 1 pollcgadas; 2 ditos
    O &ocrciano A. 1. d Annucta$ao. dito dilo sonido ; -i arrobas de dito dilo de 1
    aueiro.
    O Illm. Sr. iuspeelor da thesouraria pro-
    >!, -ni cumprimento da ordem do Exm. Sr.
    dente da pi ivncia, manda fazer publico,
    que 110 dia 1) do correte, porania a-.junla da
    un s:na ib sonraria, so Iu de arrematar, a quem
    por r 1 ol ra Jo 30(1 bracas de empe-
    li ni tito entre os marcos 10 c 12 mil brabas da
    estrada la Victoria, avaliada cm&8B0#.
    A arenialaciioser (eila na forma Ja lei pro-
    vincial 11. -l de l de maio de 185 e sob as
    elausul 9 abaixo copiadas.
    As pessoas quo se propozerem a esta arn ma-
    11 ja. rompareeam na sala dassesscs a mencio-
    nada junta no dia cima indicado, polo mio
    uu, compulcntcmenle habilitadas.
    E para onsiar -o mando-i afiliar o presente
    C publi :u' pelo Diario.
    Secretaria da thesouraria provincial de Per-
    Milei o, J .1 janeiro de 18e0.O secretario,
    a r .1 / n/itf /,_,. ).
    ' amulas upeciaes para a arrematado.
    Irugo 1.As 560-bracas do empedramenlo 8 eixos de secupira para o*
    litio os mai :os 10 e 12 mil nacas do estrada da :
    Nielorii, ser.'; 1 ejecutadas de conformidado
    com urcamenlo approvado pela directoria em
    conselho, e nesla dala sobmeilido a approvacao
    Jo Exm. Sr. presidenl- da provincia na imor
    Unca de 8:S0().
    Art. 2.'O empedramenlo coajecarj no praao
    do um mez e terminara no de de/, mezo* ambas
    ofi'ii'H de conformidado con a j n. 280.
    Art. :1.J-O pi.'amonio da importar:.:! da ir-
    1 1 '." -.- elTecteade era res presta^oes
    kTO veleiro o bom eonhecido briguo nacional
    ALMIRANTE, preleude seguir com muita brevi-
    . dade ; tem parte de son carregamcnlo a bordo :
    para o resto que lhe falla trata-se comes seus
    loiio, ra da Cruz n. 1.
    pollegada ; ditas devergalhau Jo I quarto dilo
    de dimetro; 2 ditas do dito do meia pollegada
    de dito; ditas de dito de I dili do dito; 2
    quiulaen de ierro do 2 ditas do dito ; 2 arrobas
    veruiz de ferreiro ; 1 bigorna : Sthesouras maior
    o menor; -i marlellos surtidos; 6 macetas ditos; I
    6 serrotes grandes maiores o menores ; Jilas:
    Jo fiza ; b' irados sorlidos; 2 verrumas de guar-
    nico sorlidas ; 24 grosaa sorlidas; 21 formos;
    ditos ; 21 ferros de galopa sorlidos ; 12 ditos de '
    desbastar; 12 litos parajunteiraa; 12machados'
    do carapina ; 2 ferros de guilherrae com sopo ;'
    12 martelos sorlidos : 6 compacos ditos ; ditos i
    de molas Jo 4 a 5 pollcgadas ; 12goivassorlidas* '. VI.-v.-^ ^. *x n i __
    i:^, rraLrtehaaaii i ^avegaco costcira a vapor
    de nao; 2900 cravos sorlidos para barril ; 2ar-| O vapor nacional Persinunga, commandantc
    robas de arcos do ferro do 1 1.2 pollcgadas ; Lobato, seguir para o* porlos do sul. no dia 3
    madeira de secatura aufflciente para 2 carros; do correnle *a5 tota* da tarde. Recebe carga
    Roupdes de cassa o fustao para senhoras c es-
    partilhos.
    Chapos de polha lighoin muilo linos, vo3 pa-
    ra ditos.
    Barege pelo, nianlektos do soda, sorlimentode
    meias para sen hora o meninos, vestimentas
    para meninos.
    Alcatifas avelludadas, (apetce, pannos do cro-
    chet para movis e muilas outras fazendas es-
    colbidas.
    Assimcomo
    um grande sortimenlo de charutos de llavana
    de diversas marcos d; mu acreditada e afamada
    labriea de
    I u:.i si-nioia >> para ensinar meninas
    em urna casa Jo familia, ou em um engenho,
    franco/, ingle/., plano, obras Je agulha, emllin
    luJo quo o necessario para dar as meninas urna
    edueaeao esmerada : para mais informacocs, i;-
    rija-se 3 ra Nova 11. 95.
    AllencOe
    ne caes di Api lio, nrm
    liarris com cal irgem eai pedra, ni-
    eia, e por pi 1 el.
    Lingus
    - S, ie Jas de \\ : i -
    hcspnnhola '.'. ,-.
    do ites do 1!.unos.
    = \ nJo-se urna exeelleule va
    dous mezea de parida, poi na Ii
    mis Afflii-tos, casa ciiuenta ronleia a -
    Peehincha.
    F.nfeitcs de vidrilbo pelo baratissimn 1 ro le
    JgOJO, esto-sc acabando : ua toja Ja iu
    Crespo do Adriano i!ii Castro.
    a 11.34
    COMPAMIf.V PER AMBLCANA
    DF.
    j eixos de secupira para os mesmos; 3 paos de posta a bordo pela pram-ha, acempanhada dos
    ireo propno para arreos ; liiihas ou iravcsj despachos e couhecimeiitos al o dia 3 s tibo-
    12 wrechaca; 300 cataros ; 200 duaias do rias ; \ ras da larde, sendo os frotes pagos awri na ge-
    ncia.
    Para o Rio de Ja-
    0 enchames ; 2 duziaa de laboas do amarello ;
    10 ditas de ditas do lomo ; ;1000 lijlos de ladri-
    llio ; 1 duzies de dedeos quesejam proprios para
    homem ; meia arroba do cera preta.
    Quera quizer vender taes objeetos aprsente
    U suas propnsla? em carta fechada na secretaria
    do conselho s 19 horas da manhaa do dia 9 do
    Janeiro prxima vindouro.
    Sala dts s?330>3 do ooflsetho admiaijtrat.'vo
    neiro
    LEILAO
    nos
    Sobrdenles da brea
    americana Leander.
    Bradock Chester, ap!t5o da barca
    americana Leander, lara' leilao por in-
    O'iein livor na fieguczia de Sanio Antonio, por-
    to da Boa-Vista, una casa terrea de 3 quar- |
    tos, cozinha tora, quintal e cacimba, para alo- Madama Rosa Hardy rece! :u ricos chape -
    gar, dirija-se a ra Ja Cruz do Recife n 6fi, pri- SOlla r"!" r*oe para senbor, lindos chapens
    uiciro andar, ou do contrario jnnnnciem por I do sol, de mola, para senhora, ricos vi
    este jornal, preferindo-se rus qU ,,ao sojain baptizado para menino,
    muilo Iransilavcis.
    Ha ra Nova n. 1S, primoiro andar, rende- .
    se por 703 urna caile'ua bomeopalhica com 212 g
    lobos do medicamentos em diferentes dinamisa-
    coes e preparados no laboratorio de W'dber, em
    l'aris.
    Vendo-so nm bonilo mulalinho de 10 anno.s, 1
    troca-se por alguma negra, ou aluga-se ; na ra l
    do Imperador n. 20, primeiro andar.
    0l-
    Araruta ^
    ranlida
    Pechincha sem igual.
    1 nieilos de vidrilbo prelo os mais modernos,
    rendem-se por :tj, na roa J<) Crespo n. 16, loja i
    da esquina da ra das Ciu/cs
    Cadeia do R
    ser
    tros
    S
    Vende-se orna canoa decarreira, coaalruida de
    cupira, amarello, louro, cncarilluda e nreeada
    ..-iidem-soduiorontoscan.lhos -pie podem de curo, forrada com neo. rom pios de toldo
    nIls,mr^KVenS?\'^'S U,'SC1m V',Jrf0seour e uarda-palro, bancada e wdrez do nelhor
    "i,n i ,P''ri 0!OCOn,""jJo: ehonl Ut Plo <]>* podo appareccr: a tratar na ruado
    lln"'to. Horlas 11. 11.
    Immoeosoltoii), na ra do Nogueira n. ti ....,._ 1 cc ,,r ir
    28, precisa contratar com quem he faca almoeo ix^llUlUbtlC o>. ;UiU. II.
    o jantar nos dias que nao torera uteis ; quem dis-1 Chogaram do Uio de lanciro no ultimo 1
    so so quizer encarregar, dirrja-se ao Forte do retratode SS. MM. II., lirados por um distinelo
    Mallos n. (J, das 9 lunas da manliaa s 5 da lar- ( artista Allemao : vendem-se na livraria econo-
    de, ou na ra cima indicada, das 6 s 8 da ma- "'iea, defroiito do arco de Sanio Antonio, roa do
    nhaa, ou das (1 1[2 s 9 da lardo. Crespo n."2.
    Oveleiro e bem condecido brigio naoi,.. terveii^ao do agento Hyppolito da Silva Tli^r'i'i-'-,'r1,-r e ei,om.IB : 'l11'1" delll nhora a 760 .s., ditos do Aracaiy aSOilr*.. assi.
    Ahniraiv.e, pre'.-jiifle seguir com muita Envide- 'com autorisaciJo do rjpocPor da alian- l e i tV rt fWr^-J03 0M J'} Recl" l-C9m? c,;|rad'! lus,rc mprrequirr uc se teade
    9 r "1 t <- i.rrn.; n, |popbaralisfiax)pr?;o.

    II
    r



    DIARIO l)R PERNAJIBLCO. SABB\DO DR JANEIRO DF. iG0.
    fa&. Va&'s w*s
    yKEMP fymwmwi)
    PILULAS VEGETAES
    Pivmimi su Ue uina nina lona uu captiva
    para o servido de uma .isa do lamilla, o que se
    preste a comprar e a sabir a ra em objectoa do
    servico : na ra larga du Rosario u. 28. segundo
    andar.
    COIIIMlXIMA
    ALLIANCE
    ir"
    LIMES PRATICAS
    DE
    FOLIIi.MhS F.4KI 1860. Sociedade los dilos daca-
    ESCRITA COMMERCIAL
    Por partidas doliradas
    alan venda na livraria da praca da Inde-
    pendencia us. 6 o 8 as folhinhn.s para 18fl, im-
    pressas nusla typngra pitia, das seguinles quali-
    dudes :

    E HE
    Establecida cni Londres
    mu.
    e>
    >.n i
    ASSLGABADAS
    M.
    D
    CAPITAL
    CAneo miUiucs de Vibras
    esterlinas.
    MliriUEICl
    Ilua .Yo ra n i 5, seg undo anda r.
    F
    pella da Senhoru ilaCoucci-
    eao da Estrada de Joao do
    Barros.
    O secretorio convida aos Srs.socios, mesariosc = I .=. 2 5 5
    = 7. '" = W 2.=-*
    mea i geral e
    irao do que Ir llain os .Mis.
    .W. Iiiii':i drMedetrn, escriturario da
    ; Ihcsourana de fazenda desla provincia, ranipeten-
    . lmenle habilitado pela directora do nstruei ao
    i publica para Icecionar arilhmelica nesla cidade,
    tem rosolvido juntar, como complemento do seu
    i curso pratico do cscrilur.icao poi partidas do-
    j bradas, o cuino de conlahilidadc especialmente
    ten a honra .Je In- "a parle rclaiivaa reducran do moedas ao cal-
    culo de descorites e juros* simples e coniposlos,
    conhccimcnln in lispensavel as pessoas que de-
    sejam emprenar-se no commercio ou que j ge
    aciiam neUe estabeloeidas. A aula ser aborta
    jino dia tj de Janeiro prximo futuro s 7 horas
    C/'-'' ?/,.*KPflf5e*.''"icia, nifecres do figado, I objectos me coulivcre.ra os meamos edificios, J1" noi,e e as pessoas que vejaren mairiru-
    /:.n.\ odiosas, eolias, indigesloes, e,..vaqueos, quer consista em mobilia ou em a/eudas de lar-*o podero deixarseus nomes coi casa do an-
    Ilemoi rlioidas, diarrliea.doencas da qualquerqualidade. uncante al o mencionado dia.
    Traspassa-se o arrcminnicnlo de
    Coi tr
    N!-V,-VORK.
    OJM5U10R REMEDIO CONHECIDO
    Saunders Brothers A C
    formar sea Sis. negociantes, proprieUrios de
    casas, eaguemiuais convier, que eslao pleiia-
    I mente aulorisadoa pela dita eompanhia para
    | eflectuar seguros, sobre edificios de tijolo epo-|
    , dra, cobertos de telba e igualmente sobro
    pelle, irupcoes.e todas as enfermidades,
    rnovKMENrts DO istmio nimio no sogip..
    75,000 caiasdesto remedio eousonimeni-se an
    li almciile !
    Kr medio dn uutiircza.
    Approvado pela faculdade de medicina, dio-
    e.ominendnao cont o mais valioso catrtico c-
    gelol de lodos os conheeidos. Sendo estas pillas
    n'um^iue vegetaea, nao conten ellas nenhuoi
    veiiflfo mercurial uem algn outro mineral
    OLH1NHA HELIGIOSA, contendo, nlm do
    kalendario e rexulamciilu dos direitus pn- \ a lodos os oulros Srs. socios, para coro
    rochiaei'. a coiiliiiuacao da biblioiheca do. domingo 8 do cor rento peiasBhorns do lia ni
    CristBrasileiru. que se compon : do lou-i referida capclla, para reuniao d
    vor ao sanio mime de Dos, uorun dos ac- nona proceder-sn a <
    los de amor, bymiius ao Espirilu Sanio e 9 25 dos respectivas e.-lalulos.
    a N. S., a imitaran do de Sanio Amliro/io, ; Nao podemlo ser espassado pira outro dia se-
    JMulatorias a cninmemnrieao ao SS. Sa- moikajite reuniao, ioga-su muilo encarecida-
    cramenlo e N. S. do Ca mu, .en icio da mente o coiDpirecimcillO d.- lodos os socius
    \ia-Sacra, directorio para ora.;ao mental, |nflm de que nao baja falta, tanto mais Sendo a
    dividido pelos dias da semana, obsequios l'-'a da padroeira no rorrete nier.
    ao SS. coracao de Jess, saud.vVx .- devo- i Secretaria da sociedad* diM devotos da cafiella
    las As chagas de Christo, oraces a N. Se- da Seuhora da Coiiceigao da esirada de Joao
    nliori, ao pairocinio de S. Jos e artjo da Barros 3de Janeiro de 1SHI. O secretario
    guarda, responco pelas almas, alem de \ J. X. da Ponseca Capilla i i be.
    outras oraroes. l'rn.o 320 rs. Antonio Jos Uonleiro subdito portugin?
    DiTinrcviiiLiun,- ,, rc!ir:,-se Pra w?P.e jtlgaiido nada dever L
    ha ut AlUtl).\i)I.>i, ronlcndo o kaleiida- scienle por este que quem se adiar seu credor
    ff|I|li
    un inge-
    lio distante desla praca duas logoaa, vonde-se
    nina paite lio mc-smo engeiiho, machina nova
    v.i'i>r, dislilaeao nova ebem moni ida, 2 bois
    de concia, seis qunrlos, algumaa obras, s.itl'ra
    plantada, etc. etc. ; trala-se no ra do Crespo n.
    U, leja.
    0 abaixo assgnaJos liquidalarios Ja taber-
    na sita na ribeira da boa-vista de lanoeda!
    Silva, rog.io a todos os ciedores da mosma para
    DELICIOSAS E IXFALLIVEIS.

    rio, rdgutamenln dos direitospnrocbiaes,e
    uma eoileceo de ancdotas, ditos cbisto-
    sos, contos, fbulas, pensameiitos mor.i.s,
    receilas diversas, quer acerca de cozinha,
    quer de cnltam^ e preservativo de arrurvs
    e ructos. Proco 320 rs.
    Paslilhas vegetaes Je Kcmp
    contra as lombrigas
    i tiem acnn.jicion.idas em caixaa de folha pa- a presentarem as suas estilas compeicn'.einenle
    n$FgSZZlB& seguras eilica.e jj--^ ,-* 8 -*- V*"' ~
    ii -o,, opci.ivao, e urn remeJio poderoso .ara j escripioi 10 de irarassoa Jnior & (.. ruado
    juveutude, puberdade e veltuue. Amoiim, a lim do screin examinadas, do se
    Lea-seoMlictoqueacompanhacadacaixa.peloi reaponsabiltando o meamos por quabiucr du-
    qual so iieara coubeceiido as multas curas milaitro- ,;i a i i- j .i i
    sasquclem effectuado. D. T Lanman & Kem^l x,i* deT **" w,rttM,' Pr ^ de se aier,
    droguistas por atacado em Nova York, sao oa uui- ralC10 ''" pf'uiirio dos gneros existentes na approvaaas peta fcxm. nspeccao de
    eos fabricantes e proprieUrios. mencionada taberna, j Habana e por mullas outras junetas de ny-
    im-scvenda en. todas as boticas das prin-i Recife 30 de de/cubro do 1839. on^aSrir* dusLsladS Lmdos e """s PaiM
    i-ipjes cidades do imperio. r,, ..... ., ... ,oa \meiij.
    DEPSITOS i ia\dssos & t,. JLopes jrmaos, i lio-. Garantidas como puramente vegetaes, asra-
    Bio de Janeiro, na ra da Alfandega n. 89. I U1,s Times. ^Vin 41vis,a'',ores au paladar sao o 'remedio
    i. Germano & C, ra Julio n. 2. fferece-se uui rapaz portuguoz para carxeiro IDfal,TCl contratas lombrigas. Nao causan nau-
    P, rnambueo.noarmwemdodrogastfeJ. Soum ^ do qualqucr ciabelec metilo o qual ten, bastante I ^SS.rh^D&^JS' .b..r t, ,
    \ C, ru.i da Lio/ n. i2. r > "M'-IH",m'J .xi'on.aiieo em abone das parli-
    - Jos Anlonio JIoreira Dias & r... continuam P'"1'?; ,an' pva c>!a rov,nc,a co"' >',r;' lhas de K?,m' ,
    a receber por todos os paquetes de Europa um 'ora" qnemdesau preslimo se quizer ulilisar ib*. '. .; ailman e Kon,P- Port Bjron
    lindo sorluuento de obras de euro, diamantes e I deriga-se a ra do Sesalla Vclha n. ."jO. |I2df al.nl de is.yj. Senhores. As pastilhas
    CruSan.l2! ,Wl" *"" ^'^'no< '"" d''i > P'-voacao de Santo Amato Jaboatao, ha
    ' u'na casa de pedra e ral, muilo grande ecom
    Aiauual (le con las fcitas m,,l:lia- i,;,ra tc luew w vw commodo, na
    roa Diruila n. 95.
    ames Eneas Gomes da Silva
    rom documentos vencidos ou a vencer apresenn
    no pr.izodc8 dias. Recife 3 de Janeiro de I86 ;
    0 ahaixo assignado, fa/ publico que lira
    dissolvida desde boje, e em liquida, ao a SOcie-
    la.Je que tinha con o Sr. Antonio Jo.v Carneiro
    Guimaraes sol a ra?5o de l.ui/ Jos da Costa A-
    i moriniiV G.Lufa Jos t/n r.isin Amorim,
    ITA DE PORTA,a qual, alm das materias do j Recife 31 de dezembro de 1859.
    costme, conteni resumo dos direitos Vespera de fosla i\ de deiembro ulti mo
    paroebiaes. Proco lO rs. furlaram do sitio Monte-Alegre em Mirocira, um
    l'recisa-se de uma ama que. saiba rozinhar novllho, fllhudo pasto, ciijnsSiguaes sao estes
    o diario de uma casa de pouca familia, pudendo preto lendo as costas um pouco avermelbada
    ir dormir em sua casa : na ra da Cruz do Red- som signal algum [cito, pois uvm ferrado era es-
    fe :"- muilo ;nrdo c lera de dado anuos pnco
    \ende-se a armacao da toja da ra do Im- 'sis ou monos, O abaixo assignado ro-a as se-
    perador n. 9, piopria .ara um principiante. nhores donos de acouguca !: dentro a fora di;
    l||,..,,.nA : pra?a, bem assim os Srs. de engenho o seu.
    i\ llCllCciO. n '?durea 'l'.',? e "'/'" >" 'vor ja sido offe-
    . reculo o novilho acuna o apprebcudaiu ou pelo
    v- nda-SO minio superior doce de goial a lino a menos loeain por este Diario algum aviso p. 1 .
    I91M, 19/900 o '1 j? iM. para acabar: quem pre- que se po'ssa saber da existencia e lugar'*
    tender diiija-se s Cinco Ponta, taberna 11. 82, se aclw este novilho, nao lendo duvida o an-
    junlo s casas cabidas. niiuciante em satisfacer ijualquer desi ./.1 que
    Compra-so para urna enconimenda urna for neressaria a este respeitu fazer-se o pelo que
    casa lerrea no bairro do Santo Anlonio ou Boa- muitissimo obrigado tirar.
    esludo de I Vista, e que lenha bons commodoi paraumafa- Salvador Coelho do Drumonde Alqu-incrouc
    E^as^tar^*itotorc*,aol*l,,-|| abaixo assigiiados trino, a
    LE- l.onra "-fe Pa' tlc'p'' oorpo comiiici-
    nal dcsta pia;a, que tendo do da 51
    12 de
    que Vmcs. lazom, curaram meulilho; o pobre
    i rapaz padeca de lombrigas, exhalara um chei-
    ro ftido, tinha o estomago ochado e continua
    comichao no nariz, tao magro se pez. due en
    lemifl perd-la. Neslas circumslancias um visi-
    paiacjmpra e venda de assucar, algodao, couros ,'*"' "' 7,' _., nbo meu liase que as paslilhas de Kemn linham
    e mais objectos de peso, obra muilo til para lo- -ames hneas Oo'.nes da Silva, e se 11 irinao curado sua filha. Logo quesoube dis-o com-
    >soas que negm iam rom dil-w gneros, Jlo Cancio Gomes da Silva, \ao a Maceio, a ; prei 2 vidrvs de paslilhas e coro ellas salvci a
    itegocio01.de prc'jiiJeni demorar-se oito a dez 1il<"'."" ftlho.

    ua senhores de engenho; poia eom um
    e vista podem saber o importe de qual-
    quer por'.o de arrobas e libras; 1 volme bem
    lern ido por 5,>JiHI!): vnde-se na livraria
    onomica, deironle do arco dj Santo Anlonio,
    ri 1 do Crespo n. 2,
    as.
    Sou le Vmcs seu amo asradi cido.
    Curso de preparatorios.
    O bacharel A. R. de Toares ftandira, profes-
    : geograpbia e historia anliga no gjmnasin
    desl 1 provincia, contina no enstno dos seguinles
    preparalarioa: rhetorica, philosophia, geogra-
    . inguas francc7 e ingleza; na casa de sua
    - incia, ra larga do Rosario u. 28, segundo
    ai ir.
    r.-. isa-se lugar uma pseravn para o ser-
    o inleruo externo de uma rasa, assim como
    i un escravo : 111 ra da Sania Ctuzn U6
    9 .
    Aluga-snurn piimeiro andar desulnaJo pa- r,,. ,,,| no sett laboratorio1 n. 30Gold
    ra algum e'criptorio de advogacin, na ruado Street pelos uincos propietarios 1). Lanman e
    Queunado n. 20 na mestr.a achara eom quem KemP< droguistas por atacado em New Voik.
    ,nilar- Acham-sc venda em todas as I
    pnucipacs cidades do Imperio,
    GABINETE PORTUGIEZ ... depsitos
    Rio de Janeiro na ra da Alfandega n. 89.
    ilahia, Germano & C, ra Julia n. 2.
    Pcmambiic.o.no armazem de drogas de J. Soum
    & Compauhia ra la Cruz 11. 2.
    z; T? -'. '
    ~ Z ~ '' ~ r /.
    J.-----------/. -- Vi = z.
    K -;- r. \ ga 3
    ^ ? %l :! l
    I =*. T = 3 I g Z
    L 7. 3 ^
    i.",*"^|*i|""f
    - '" "?
    1 a = S< -i Z.
    2 '*> a je r
    l'i ccia-ic lallar ao corr^pondju-
    te elos Srs. tinerite-ccironel Utiael 1 ,
    h m Velloso da Sil 1 oir e Fiancisco Xa-
    vier de AnJiade a livraria n. G e 8
    la pmra da Independencia.
    NICA, VERDADEIRA E
    GITIMA.
    o
    vi r-
    senior, a
    r\-"*5" > \
    fe;

    SALSA l'AURiLlll
    DE
    sesera
    ^!^)\Tr

    Wr
    Remedio sem igual, sendo reconlieeido pelos
    mdicos, os mais iininentes como remedio inf.il-
    , l livel para .orar pscrophulas, cancros, rheumalia-
    I mo, enfermidades do ligad., dyspepsia, dbil i-
    Idade ge ral, fubre biliosa e intermit, me, enfer-
    midades reaiiltaules do empreso de mercurio.
    , de dezembi*o >. p. expirado
    : tu.le do fallecimento do noss
    linna de
    N..O. BieberA C.
    da qual eramos socios, continuamos do
    I' de Janeiro em diante, o mesmo gvro
    de negocio debaixo da lirma de
    .-N. 0. B.icbei* & C. successores.
    O iio-^so socio I. II. II. tfofm, domci-
    liado em Londres, esta' encarregadodo
    noM03 negocios em Europa.
    Prnambtico de Janeiro de I8G0.
    I. 11.11. ilolm.
    ilOS diiipos de castor
    1,nin'''" :' 11 m-se por ln modi. .1
    l,reC" P" i'-oi ven lid is pm eonla do
    : a P'i-, di i!, k>peudncia 11. 2 c 3 I cb
    ': '' l"iinn Oliveii 1 Moa.
    fVi^~:y .'-.-. -.-a :,>-. .!.-. i!., mn fu.....m
    , f I ,_.. y
    rS! N'.irui da C.i li 1 do ecii,- n. I,
    mpi 11 um es
    I*, que eiiloii !a de
    c o -
    Prectt-sc lustavo 11. Praegei .
    I'. 1>. Feuerheerd.
    C. L P. Itoeck.
    premio e

    .


    DE
    larda do Cabinc-
    1 iva dit ecloi ia |
    \. preienderem
    IX
    Q Sr. thSOUretro manda lazei pu-
    blico que se achata a veada todos os di.is
    das 0 horas da manlia as 3 da larde,
    no pavimento terreo da ea;>a da ruada
    Aurora n.26ascatas commissionadas n.37, segundo andar, um (.cuso
    pelotnesino Senhor tlie&oureiro na pra- e outro de lisci i i i ,.
    <"a da Independencia n. 1 e 10, os As pessoas que dcaejaicm frequenlar urna ou
    bilbetes e meios da ultima parle da ter- oulra de-slas discij -. : mdirigir-se indi-
    cetra e primeira da quarta lotera do cado residencia, de maiiha at as 9 horas ede
    C,
    . 111 isio cujas rolas deverao an
    impreterivelmente no dia i i- de Janeiro ,o do anuo prximo l'uturo. n>,"
    Xhesouraria das loteras 21 de de-
    embro de 18).O escrivo. J. M. ua leadi
    h nd
    de unn an s pai o si 1 > ico
    I % \) \
    Ubando-so vajro o lugar d
    le Porluguez de Leili ra, 1 1
    faz pul.':.'o 1 1 idos os scnli res
    o mencionado losar, par queacain s< us reque-
    rimentn mesma direcloria, icompanhados di
    SK"ia"te2rir; fa;!Ao hotel Trovador, rua
    SCS.Sbrrr5abinet Portuguez de Lcitura | l^gQ dO ROSaO H- fc6.
    3 de deembio de 1859. ( Praneisco Garrido, dono deste eslabclecimenlo
    ./. >'.. Vllararde. I m a honra de participar a seua freguezes e ao
    i. secretario. 1 publico em geral, que acharao sempre em sen
    hotel comedoras diversas a qualquerhorn doUia,
    C^S^^M ^4Sl^ '"'"' '-' ""' "'c l;l"-';'l'"'l?a de a pr.oi.pl 3 r ianlares
    para fora e tudo coro o maior aceio e proinpli-
    1 -.. s.-M.i- de vzFvi.no, pr hguae dao ; os amadores do hom vinho ahi n cncontra-
    ralura nacional no 6' m r'trunntuco, r?< odas as qualidadei assim como os bellos
    , ,, .1 ,. ,, ,, releseos, rodos os sabbadosedas santifnados
    ["a,asa. MroU, |i:tvera ,,..1c8a ,:,,;,. v;i,,, j,-sdu;is ll0;,,<
    joi'iU( da madrugada eiu diaiile. Tambem exislem na
    mesnia casa dilTerenies quaitos mobilados a dis-
    pos.;ao do publico e ludo por mais moderado
    do qoe cni oulra qu:>!quer parle.
    O Ur. Cosme de Si' Per'
    B de voltii desua viagem iintructi-";'
    ulceras e eitipcoes que rcsullam da impureza do ^a-se cuino "arante nropriedade ue>..
    8nilgUe CAUTRI A '"a''! : .'lue,u '"/-"' :,/-<-''' este negocio
    1 t r 1 ', annuucie sua inorada nara ser nroe 1
    O. T. Lanman kemp. droguistas por atacado ( '
    New York, ai hani-se obligados a provenir o res- l'a''*
    peilavel publico para desconliarde algumaa te- No at. 110 da Boa-Vista sobrado n.
    nes imilaces da Salsa Parrilba de llristg
    1 boje se vende ueste imperio,
    que sao piles os nicos proprietaiios da receila
    d"_l>r. Brislol, lelo-lbc comprado 110 anuo de
    1856.
    Casa nenhnma mais ou pessoa algnm.i tem
    direilo de fabricar a Salsa Parrilba de Brislol,
    porque O segredn da sua preparacao acha-s
    mente em poder dos referidos Lanman j Kemp.
    Para evitar enganoscomdesapreci.lv. .'
    inaeea de drogas perniciosas, as peasoas \>w
    qui/erem comprar overdadeiro devem be ni ob-
    servaros segoinles signaos se.ii os quaes qual-
    quer oolrapn-paraco .; flsa :
    1" O envoltorio ''ora psl jrn ido de uro i
    lado sob uma chapa dea-.., fraseado ao pe :u
    seguinles palavras :
    L). T. LANMAN e_ KEMP
    solb a.;kms
    .Y. 69 Water Street.
    NewYoirk.
    unas le- (
    Jo lo*i 63, fugio um pspagaio grande, teado
    em um pe um pedaco de correte:
    rruem o achnr queira resliuti-lo a men-
    coiiu1
    1 casa.
    dar ila:' a l'1-1'1 T: 1'01a.
    ')s abaixo assignados aviaaiu an r< poilav..
    . ecialinonte ao corpo de romiuei-
    1 :', ui desdi' o 1I1.1 20 de dezeuibro p. p. pas-
    "' a ser su 1 ;.i. priedado a leja de ferrag. :.-
    He na 1 1 llireila desia cidade, n. (it. nu-
    il'ora perlenccnte ao Sr. Jos Mendes do Otivei-
    ;, por 1 la ijiii -cnlior i.U- '. lat
    lorisado pelos seua credores, lizei 3 aos aunun-
    riantes, licandn stes coni direilo de lodo o ac
    livo, e 1. pensareis pelo passi' .1 o la I le i-
    rr.eiiin na forma estipulada rom 03 m smosrre-
    d res, Rcci e de j ineiro de I8fi').
    Saldos Oliceira v. C.
    mmm-m-mmm..
    \ >nd -- em r isa d. Ai a r. roa 11
    1 n. 61, re :
    i!:!'i,:i 1 "'1 seo ;...'; linismo
    po '. -- .1 ar 1 0111 cubera ou si tu lia.
    Wuga-se uftia canoa grande pie p t i -
    ;:'' If6Hl -.': ai i, e que 1 i
    ' > -' lo de ti .1 iliiar uiensaltm ;'. ; .
    ' dug 1 mn ,11 11 iie forra 011 1 iplivo : ua
    rua I i do D aii n. i'- ,
    Irjl i-,
    ; ib ,!., '
    1 1 e pr la .. li ilai na ua cal i
    bl.ldo II. I, : .; ,;, ir.
    Vma ilc kite.
    Pro '.- i- ';'
    '. 1 Recife U. 61
    r f\ Si>FTr> fV^
    -'-.. ..:-;:..
    r.im 11 oa fesl 1.. i>a-t 1-:., :
    I enda-s. : I ja 11. rua da It -
    p nica lamina n 1 na das Ciu-
    Cruz.
    Precisa-?!
    mi c isa .1
    /s n. 20.
    E. !.- P! n ido i-sc da Pbssag in : 1
    "!-':: lalem pai 1 a ruj la Imperatr/ 11. 7, pri-
    me and
    Denles arlifieiaes.
    I r.i:; '.- o Pinto Ozorio lem a honra de scien-
    ao respeilave! publico desla cidade, que
    est de posse da machina a vapor vulcauite ;
    collonadeutes por este nevo systema anda nao
    is 1 neslacidade, e taires em toda o Brasil por'
    ser um systema inteiramei te iivivo, e \ >r conse-
    guintc muilo fcil para as pessoas que -e icew
    J. lies ; 1 imb 111 os colloca
    . o. io C-. ciiapa em 011ro ou platiua cora 1 oh
    11 pela presso do ar, calca os que eslo em es-
    ' i.ioJe caria com uuro e inassa adamantina, e
    oulros massas brancas, por procos razoaveis, po-
    li nda ser [u :urado para este fim em sua mora-
    da, ni rua cslreita do Rosario n. ;J, ^ qualquc
    10 1 do di.'.
    0 Ivo 'ido Souza I.eis mu.ion o seu es-
    irio para a ruu larga Jo Rosario, sobrad-, da
    quina n. '2.
    OrTpirec-se um homem capaz
    com tamilia para
    = Vntonio Candido de S.inza, beleeido ^c *uu ue sua viagem iintructi-;.X,
    "'^^t1 ''':' i!.": ':i' 'iia '' '"' do Re io n. "9 tiv.i a liuropa continua no e\er- ;C
    9paRira que na declararo feita no Diario de rs/.i-icin o u-i m-uImIo maJ. '"*
    ,,,.......1 .., j-.'-icio m. >ua nioiist>ao medica. /x-
    .n..011 pe.. Sr. subdelegado do Recife* de se %'.' ,.
    char deportado mu quartu ra-ianbo, appro- ^-^ ',;l consultas em seu cscripto-^K
    elidido a Antonio Candido de Souza, nao se en- a* lio, no bairro do Hecife rua da *f'
    unde com ello, c qui desla data em diante se S^r.-nv .. \" -! a- ', '>
    ssignar por Anlonio losa Candido de.Souza. JSUU.n' p3. ^0* 0 das, nienosfig
    \ I 12O uorr
    aso aoy cacaio-.teasH
    "jSCruz n. ">!, todos os dias, menos^
    '.'nos domingos, desde as ti hoias
    res.
    Lapingard is i espoleta ni lil
    l. se a qiii : lado p ir j i su ter i -;
    na rua. Oireilu 11. ili.
    Precisa -se i urna an 1 e p iga- -
    no paleo de S. Pedro n. 10, segundo
    cima do marciui iro.
    Pedro Moreire sabe para 1 Babia.
    Pub! i cacao li Horaria.
    Lua l.uso-Bras leir ule Luropa
    1 rol. em i" de 300
    f
    manhaa, sobre os
    M seguiutcs jiontos :
    Molestias .Je o los

    Cviarao e
    r
    de
    L
    Molestias
    pet o ;
    Molestias dos orgos da gera-2%
    eao, e do anas ; sg
    Praticara'toda e qualcpiei i
    ]m& o.iciarao quejulgai convemen- |
    Oirorece-se um raixeiro para tomar conla
    lo uma taberna por balanco ou sem elle, u qual
    ; di fiador sua conducta": quem d seu prest
    mo se quizer ulilisar pode annnnciar por esl
    tem um rotulo em I fnlha para serprocuado.
    dos >ro-; pi -; ,.' ,,. unia ama a ri) jjoia ,. L_
    m. 10 .,:;.
    M a noel los e Alineida Nju ai ....
    le lo Norte.
    -- :' I.'im n. ::. unto a '.:.
    [i ra .
    -- v!
    ('
    a
    0

    Mkm k Bcfica.
    o
    Director e nico propietario
    Kslc\;\o \a\ icr ra Cuuha.
    Ksle collegio, leg^lmetilc autorizado, c eslabe-
    cidono arrabahie do Cbora-menin ., 11 .re a son
    l .ira o rcstabelecim uto dos ';{":
    H us docntes. hjp
    O exame di
    rol. em 4" ao auu png.: venae-sc :. 1 mao .... ,M
    aulor rua do Vigario n. 11, brox. Sg encad b M Y exame a8 peSSOasque OCOn- 8g
    aiitii -mU^^m* gsu,taem ", ff'* indistincta-
    0 Ur. Casanova pode ser procurado *\' 'nenie, e 11a oidem de sua
    " 2 6
    uena-se sem- z
    i"...i_ .--1
    a qualquer hoia em -cu cousui trio ho
    mcopalhico
    28=RCA DASCRLZES 28
    o^mesmo consultorio
    pre grande sor lim. ato de medi imein
    tos em tinturas glbulos, 03 mais 110-
    HToa e bem preparados, os elementos i"
    f| homeopalhia e Nystem diccionario 1.*, i
    Rlermos de medicina, *
    is en-
    | tridas; a/.en io eveeprao osdoeti-
    Mies de o!
    ios, ou aquellesque por J^ tratase tos motivojustoobtivcrera hora mar- |v
    .? e.id.i para este (ira. yi
    papel azul claro com a lirma e rubrica
    rielarios.
    :i" Sobre a rol ha acha-se o retrato n firma do
    inrei.lor C. C. Bmfoi em papel cor de rosa.
    I" Que as direroes juntas a cada garrafa lem j
    uma phenix scmclbaule a que vai cima do 'M-
    sente anuuncio. 1
    DEPSITOS.
    Rio de Janeiro na roda Alfandega "n-. 9.
    Baha, Germano ..v. :., roa Julio n. i.
    Pernainbuco no armazem de drogas de J. Soum I
    A Companhia rua da Cruz n. 22.
    Percisa-se de um canoeiro forro ou cap- i
    livo, para conducir lijlo da emboa do Retiro an,, escolar, em conformidade dos rsped
    com uma canoa de l para o Hecife endo ,:f,!"u,,>*> no Jii' ?<*corrente. Sen direcloi es-
    ta, ,.,,,. .,. ,,,, ,,;/,. 5 ,;:::.:.;: ;;;::,',;';; ;;;,.
    ga-.-e mimo bem, na rua dos Quarleis padaria do o disvelli para que scus alumnos n cbam
    n. 18 .ue a.liai com quem tratar. >y mes- iuslroccao o a cducaco convenientes.
    Precisa-se de l:2(KX a premio por pouco
    lempo, pagando-se o juro eoni cncionad quem
    pretender, annuncie anude devo ser proput
    Gravun-sn o douram-se eui inarmot I
    ! "ios Inmolares com emblemas mordanos
    sem el'.es a loo rs. cada letra, assim com, reo-
    slos di' so!, e Ira/oes de armas, con nsseio el
    pjoinptidau : os Irabalhos do atinuueiante neham-
    se no ccmilerio publi-o nos tmulos dos i.
    Srs. Dr. Aguiar, Viriles, Tasan, Guerra o oul -
    n. 30, ,\k>i\.'': ai:;
    r.,eude peittamei.^^^uihu;^^ mffmnmPhfmiHff>
    'M A appiicacao dealgiinS medica t 'rslan,en*0. t a experiencia convence-.
    jjguaentos indispensaveis em varios S Traspasse-se o srrendamenlo de um En-
    genho muilo perto da praca, vende-se uma par-
    1..________ 1?_____1 _. ._ _
    ma lem porces debanieas vasias boas, slgmnas
    cun pequeos de feitos daujo-se as segundas
    por precos muilo baixos.
    Manoel Amonio de Jess.
    uteresse era!.
    Jia eocbeira Ja rua da Florentina, que fui do
    tenenle-coronel Sebasito Lopes liuimiries, nniilos,
    15 por por dia e wm quci traur.
    noite ; isio meude do Prc,o porque se trata ."SK 3S] 'V.Yar t' t
    cm oulra uai|imr parte, e emquanto ao bom
    na rus .Nova
    t rular.
    ^ casos, como o do sulfato de a tro- %
    "*. pi"- etc.) sera' 'eito.ou concedido Sj
    1 lisia lypofraphia se, dir.
    agencia dos fabricantes amcrla-
    nos Grouver & Ilhkcr.
    Machinas de coser: em casa de Samuel P.
    Johnslon (S C, rua da Sen/ala Nova n. 52.
    lossesbores de en^cnlios e aosplau-
    tadores de eapim.
    DENTISTA FP.AKCEZ.
    Paulo Gaignoux, dentista, rua das I.o-
    rangeiras lo. Na mesma Cusa, lem agua e
    p dentiiieo.
    Na Cabanga junto ao moladouro publico.em una ; >-.i.Ai. 4 AAAAAAA1 AiLj, A 1AljtA UXM\
    1\W m IIa
    ' ib 1. .1 1 ie all se eslabelcceu, \en.le-se san.,
    le boi leduzido a para servir de exlrame na
    plantaeJio .bis canna3 de assucar pormeiodasj
    Vaccrna publica.
    iran.sinisso do fluid
    mvetas, cuja systema de plaiilacao ser ensina-l
    1. por um folhelo, que all se distribuir a quem '!,l,n.\1' domlnjos, no lorreao da alfandega, |
    :omprar mais de 20 arrobas.
    S011-
    ne
    11. ,
    le braco a braco, as I Novamcnle raga-se ao Sr. Jos
    za Itao; ,-, pie venha quanlo antes]
    nossabbados at as 11 horas da inanbaa, na re-! 0"cve podara do paleo da San
    lilas ..esta provincia e en. agumas parie's da t'nS ''" *%a^e*,>r' r"J '*sl' Cdl uu^/'^lT' T'V ""'T'a* aid
    Europa ; araolem o bom resoltado, que se pode i J" RosarIa "" s; f*0 ?Bdar- ( ,, 'io 1 u s-l'or.ci"las' t alAase-
    obter da appiicacao deas* extrume m.is pode- I ChaflJla. [ /., dad fWlu?a ',""1"-
    PISO de lodos, nao SO pira a caima, como Iam-'
    lemove em bcnelicio de seus
    idoentcs.
    'v" "'''/- ',f '>r'" ;- ". .'----'.:-
    Pao d'Alho.
    -Ili'
    in-iiiii
    jjbpi
    "iieZTTi,
    mesmo.
    Sumio-se um carillo ruco rermrdho pora
    una eangalha e uma earga uu' assucar. .-
    um sacco d smenos e um dito iiiasi-avnuo, per
    lenceute ai Sr. Francisco w. >r Mendos da Sil-
    va, senhor do engenho de Cajabussii/anhu : pp- :
    de-so a autoiidade que tiver em seu poder, s
    entregar quanlo apparecer o dono cima de-
    bou de carro, 5 quarlaos, e oulros objectos: clarado, ou ao seu earguelro los BapUsla de
    Lira, cornos signaos junios.
    .lltenco.
    Vendem-so uorzeguina francezes para hon ni
    a 79, ditos para senhor a -",7, sipalos de Irat
    a 13^700; ueste estabelecimenlo existe um con-
    plelo sortimentj de marroquim ecuuro de lustre
    de diversos oreos, a contento do comura lor 11
    emento do fallecido Jos da Sil-.a Tinto, o ob- ; rua da Uvrameiitv n. 2'J.
    sequo do saldaren scus dbitos na rua do Col-j Vende-se uma estante de amarello, en
    legio venia n. -25 ou na rua do Queimado loja j 1,i:l'i estad >, com portas envidraba las. [propris
    te do mesmo EngenltO, uma maquina a \apor,
    unn dcslilaeio nova montada de um tudo, 22
    Irada-se na rua do Queimado n. 10.
    Roga-se aos Srs. deve.lores a firma social
    de Le le Crrela em liquhlacao, o obsequio
    do mandar saldar seus dbitos na loja r!a rua do
    Queimado n. 10.
    Rcgt-fl aos Srs. devedores ,1o aatsiiek).
    P .-'! i cornil los 1
    de testa : 1 l.-alai na ti
    lin ma lo li. I segundo an 1...
    uiferecp-so um rapaz j |. ta-
    berna li -'';. uu us 1 a ; um
    ' : 1 sua condue-
    la, ;:,..:..
    ti u ii ci j : ; 11 1.
    iltll EM UVa
    Pe .Mi MSr.J i. ,. : .;...
    lo a ven
    1 ica lo liHa, perl .
    "' 11 iitdo-se (..ti
    ''''. : 1 ..:..,,..
    ; '. i" b.ii\o a-- id 1 idado u
    '!'" i! i:- 7 de novemb do 111 no .-. lo, .1
    11 dito Monte, p ,r i"i 1 >rt>m mais de li -
    -. i.\j :!.,,
    do se .pie. lendo a 1 i.il | ; -
    "d lia 2T la dos is lilhi -. .
    . ':-;: 11 lubido.. -
    ;: s A mira, : r. M< ule, ,. \
    II ver, ..:..-.
    A ni a i ^edor 1 : Sanl 1 Ce ili
    todos us : : pin r uiipraui .
    arl. Ix pie manda lai parte d is lu:
    ; 1 ;: ral, sob ; nun da ni' lia "; 1.
    110 1 onipromisi 1.
    Preci -.'-..' le urna an la '
    n. r.j.
    Escrava fgida,
    l i o si: '.< ;' i 1 1 : I la casa 1
    pie 11 no lili irojuiil-i 1 io an
    na, i! 1, ji de s.-ns 36
    1 1 i| alta, le 1 1 b :.-i me roupa,
    andar de lula, desconfia-se qdeesiii.
    la I or 1' d u o. Poco ele 011 nj.ra Ri
    f lirio.
    11. 0.
    Precisa-M alugar uma casa terrea coro
    quintal, no bairro de Sanio Antonio ou Boa-Vis-
    ta ; a Iratar na rua da Cadeia 11. Fugi<
    para qualquer esludanto, por commodo preco
    na rua da Cl.iiia n. 13.
    A pessoa que perdn un chapeo de sol na
    estrada de Oliuda, pode dirigir-so a rua Nova n.
    3 que ioiido os signaes se Ihe enlrcirari.
    = Oti*eiece-.e ...ra .-asa do bunein solteiro
    unto
    Vo.i! iiihci 1 J 1 lia .: i
    lo sangue pode dar quatro do muilo bom capim e
    abundante. Ad-verte-sn aos prelejolentes, que o
    ,1 igne assim prepralo pude ser conduzido em
    sacros : quem desejar litar o maior resultado de
    Viagem.
    Km face dos arta. li'. e 15". do seu
    icama loja.
    Rozendn Uonleiro de Lima, lendo '
    usado a agencia do dcimo bat.iau de infan- '
    ue, lauto para
    uno muilo boas
    1 da Madre de
    11- ticos n. ;, pnmeiro nadar.
    enlio a sen senhor ou nosia C.iJaa>>, no esciiplo- (>A '-redores dr Prancisco Marques Guima-
    : rio na rua da Cadeia n. -10 mo sai enArooi. i raoS.e Cuimarea ( Marques sao, convidados
    compra-
    das plant.icoes, procure na fabrica da Cabanga missu.so convidados pelo prcsetile, todos as ir-
    . Os abaxo asaignados fazcni aciento ao po- maos a comparecerem no da domingo, 8 .Jo .1-
    blico e com especialidade .10 corpo do couimer- rente me/, pelas'J horas da mairiaa, lio consis-
    1:10 desla praca, que nesla data dissolvtram a mi- torio de sua igivja, para que congregados cm
    gavelmenle a suciedad.! que linham na taberna mesa geral, deera cuniprimento ao que deicrini-
    sita na ruadas Cru/.es n. 11 A, que gyrava sob a na os preditos arligos. Recife de Janeiro do
    ri.io-ltibeiro i Silva li.ando a cargo .; res- 1800. O secretario, Antonio Ureir de Men-
    ponaabilidade do socio Silva a liquidarn do ac-: doea.
    livoepassivo da exmete tirina. Recife 31 del -- Precisarse por aluimot .1
    di zembro de 1850./. Us Antn
    e uma ama torra ou
    lana, por ter lindo o semestre, faz publico que
    a 11'iiliam do seus forncecdores, lem a outro
    qualquer tica a dever.
    QUEfiOS DK MINAS A IgOfkl.
    Vendein-se queijos de Minas em larucas a l
    cada um : na liavessa da ah'.n lega, rua do A-
    mnim, armazem do JsFram-tsco Bairole.
    l'raspassa-sa a posse que o abalan assigna
    di lem cm alguna terrenos por deiraz da ru. da
    Concordia entre as duas travesis do Martyno c
    Calleireiro: quem os pretender, enlinda-se com
    mente teeompensado.
    que soi genero-a-
    i receber uestes S das, > pnmeiro dividendo de i
    110 por cunto de seus crditos legasados em fa-:
    - Pede se Mfc l.eopold.no kehppeSantia-, eo da csc-ripta, na rua da Cadeia do Recite n 61,
    !jn mirador 110 R.o-lor.nos... que lenha a bou- .,. nessa oeeaaiBo devorio aprosenlir uma uto
    d..de do vir o., nia.id.c. pagara coala pie o assignada. declarando a qnanlia de .....
    mesmo s>r nao ignora : o mesmo Sr. pdo-se i dores. Recifo 4 do Janeiro de IsO')
    dirigir a Liberna, onde loinyii o importo em ca-
    chimbos.
    Na galerno oicina photographic 1 da rua
    Nova n. IS prinieiro andar, cunlinui-j.i a tirar por elle legilimmente. aulorisadas ;
    fei'"." ,1.^ *r .inih"-' "i^- ?"-'** > .p'!'~ !obstanto eonsideror-sc credor do n.esiu
    SEMINARIO DE OI.INDA.
    O seminario de Olio !a julga nada dever ao
    mercado des le IS55 al o presente, de compras
    algueni
    compa-
    . I c::ibro J1
    armo .i 1859 furl iram do eng. uho Ca i. ule, .
    marra di-Na/.iri'lh, tres qusr'os, sendo 1 1.
    laulio escuro, ferrado piarl 1 re uerd i .
    laatauho 1 oui "s p-.'s assi^nalados .1" bi.111
    s udu us das initos pequeos, um ; pierio s
    bran.-o na testa e a canda un pouco i irla, .
    r.ido noquarto direlto ; ilr ;.:..... .....
    uho, dii!.< ps 9 alesd? hratn o, 1 um -
    nal 1 -querio tambem rai -1 natesl .' ro 11 v.t-.i-
    s fei 1 o 'i 'i qoai ciio. O f rr 1 te 1 I .- u
    .< ji.1 tnde corlado rom um C do man. 1 que o
    piimeiro ra o do \ roni c corte do ( foi ma um
    U, c .olio traiio do A forma un I pequeo quem
    der nolii icertade ditos cainllos receber if,
    por c 1 !.i :m, e quem os apprehetider rom 1
    drdes recebor I9O5 Antonio Jorge Guer.a,
    na pi I.iie.i 1 Recife, u ; em dito ongeubo.
    Lava-so e eugomru.r-s.i com perfeieao
    prceo commodo : alia2 d.i matrix da r.i.-'
    numero 12.
    Curso ilc rheluricn.
    0 acdemieo Manuel 1'r.ui.:is-. de 1!::,
    avisa 1 :- seus abluaos q ic uriri o curso lo
    rhelorici..... lia 9 do .o-i--.oie in^z: na rua \).-
    reila o. *", l ar-dar.
    _ Vendo Josj Da* ?; ili incela 11. a
    ."< rs. j libra.
    X


    (6)
    DIARIO DE PERNAMBUCO. SABBADO 7 DE JANEIRO DE 1860.
    iNa ra ilo 1 rn piche .Novo Hu
    numero 22, vend
    cafe resladjfanl du cemmcrce, precisa-so do dous 'nulas
    uiii's de cozinhoirns. ou de dous escravos glezes,
    do poma idade, que queirun aprender o officio "as ir
    de rozinliefro.
    Cniloj A'On vai para Maceio.
    montai
    os. e
    Compras.
    da Seiizaf No va n. 42:
    -so i ni tasa de S. P. Jonhston & C. va-
    le lustre para carros, sellins e silhes in-
    candeeiros o caslicaes bronzeados, lo-
    lozas, o de vela, chicote para cairos, e
    a, arreios para carro de uin e dous caval-
    ;loxios d'ouro patente inslcz.es.
    i |OJMl l Queimado n. 40.
    Cooapra-SC urna ltcira prcterin-i S
    do-se demola : na piara da tndepen- 9
    dencia n 0 c 8. ^
    Compra se un Flos Sanctorum, jg
    usado : di livraria n. G c 8 Ja praca dajj
    Independencia. ?
    = Comprara-se as si-tilintes comedias- Ber-
    nardo na Ma, n .ludas era Sabbado de Alloli.-ia,
    Qiif-ni rasa .jucr casa, Por causa de um algaris-
    , .V rosca, o Duelo no Terceiro Andar, o Ir-
    roa das Aln;: seo Dubo na escola : nesta lypo-
    graphia se dii.
    Comprain-se moedas de 20g o 16JCO0 : na
    pr.i. a da Indi ]
    1
    eni
    '4
    rafas.
    lili.-MI .1 II. 1'2.
    --fT^>;-' -:: w rongi mili nnwim 19 -'asi
    Vendas.
    mijos l^oiiilriuos
    n rv~i
    7
    Grande c variado sortimento
    DK
    ELLE MOSSEUX11 FazKlas fi-aticezas c roa-
    pasieitas receidas em di-
    reitura pelo ultimonavio.
    Dao-sc as amoslras cora penhor.
    Bicos corles do vestido de seda de cores
    do 2 saias............................
    Ditos de ditos de seda prelos bordados a
    velludo...............................
    Ditos de ditos de seda de gaze phautasia
    Ricasromeiraa de fil e de seda bordadas
    Taimas de grosdeiiaples bordadas......
    Chales de touquini branco boadadosa
    3 Grosdenaple de cores de quadrinhos co-
    vado................................. 1J200
    Dito de dito liso covado................ 1800
    Soda branca lavrada rovado 1 $600 a.... 2*600
    Grosdenaple prelo lacrado covado...... 25000
    Dilo dilo liso encornado a l$<>00o.... 2$500
    GMAilOE
    pechioclia.
    \tl&K4IA
    ha
    UNDIflO LOW-MOW,
    Aprazo ou adi-
    nheiro
    ID majnriLiET & LONDRES
    arrafas e meias gar-

    9
    Roa da Souzala \ova n. 42.
    Na loja do Preguiea, amado Qucintado n. i {i''3{' eslabelecimento conllnua a haver uro
    2, vendem-se peras .ie chitas linas de cores lisas cop|oto sortimento de i.....indas e meias rooen-
    e de esculhidos "padrees cun 38 covados cada I astPTjep8onho, machinas de vapor e tainas
    t orna, peto baratiseimo prece de 5S800, e era re- i de f|,,T" bat Jo e coado, de lodos os tamannos
    | talho a 1G0 o covado. | Para i0-
    Corles de vestidos
    San-
    Caberlas de chifa a 2S.
    C.J.Astley&C.
    legnroconlraFogo
    COMFAN9IBA
    nglczes.
    Presuntos
    Francisco Jos f.oile receben ullicnamenle pe-
    lo paqui'le inglez milito descaes queijiis loniiri-
    hos do 4 a 5 libra -cada um, e escolenles pre-
    suntos, pelo que vende per barato preco: na ra
    de Imperador n. Vi.
    venden) se fogoes de ferro econmicos, de
    patei le, pan casas de familia, confendu forna-
    Ihas, i lie-, para cozinha rom lenha on carviio,
    ma invenco pela economa de pastar um
    de lenha ou carrito ilns amigos, o de tozi-
    nhar cora miis presteza, lem a difTcrcitca du se-
    ren amoviveis, ocenparem pequeo espaoo da
    rasa, e do fcil eonduceo : vendem-se por pro- ; *J
    $ multo modn 8, na tundiro de Piancisco A
    i Mosquita] ra do Bru, e as Injas de a
    ten !: ifc Cantoso, junto a Conceicao da pon- s
    t I Itecife, u ra do Queimado u. 30. S
    Para concluir a liquidacao dns f.izendas
    I
    da extincta ("nina de Le te Crrela, ^
    ven >m- e as teguintcs tazendas, pe &
    milito menos 'le sen valor, na loja le -
    quatro portas da rita do Queimado ^
    numero r0
    Seda*] etas lavradas, superior qualidade, ^
    1$600 ;
    Gr lena] ; roto muilobom e largo, co-
    -. 3 lo
    ..: eslieilo, rovado
    i ; '.i i-,i --.u i senhoi a, urna
    meios bordados
    lo complctu de el lo di ores,
    ido 1C;
    i chitas larris francesas, bous pa-
    - m- Qsas, rurad 240
    ' "de cores esi iras t claras, covado 200|
    i de meia casemira al$C.!J e 2!)00
    c
    m
    8
    l
    s
    i
    i
    3
    s
    80OU
    Ra do Queimado n. 19.
    Vendem-secobertasde chita a 2?, corles de ris-
    ! cado frauce/ a aS")(, lencos de cambraia pata
    al^itieira a 2$ a duzia.
    de seda
    Vende-se a rocheira da ra da Cadeia de
    j lo AntiMiiti n. 7, lendi 5 carros e 1 rico miip
    i sein uso algum : quem pretander, dirija-se
    ' mesnia, que ochar cora quem tratar
    sz Vinde-se no armazum de Jos Antonio 51 i-
    reira Di;ts c C, na ra da Cruz n. 20 .
    i Mercuria doce.
    Betroz.
    I.inhas -'m novellos.
    Cera de Lisboa cm velas.
    Graxa ingleza era boies
    i l.azarinas e ciavinotcs.
    Ka ruado Queimado 7 loja tV*
    para se
    brauca
    & lira .i
    mmm
    LONDRES
    AGENTES
    1. Asi ley & Gompanhia. {
    Meias de seda de peso
    iora, brancas e pretas, e para meninas,
    Briscadas: vende-so na toja de Leite
    a na ra da Cadeia do Recite n. 48.
    Mi-9 ii ii ,0 # un 4 (J a i iltqn 'iS lil StL""7l*'
    Yemle-sc
    2$000
    lfMO
    8011
    320
    -1 las para homi ni, duzia
    i ii to muil i s uperior, duzia
    ado muito largo, > ara
    1 lisas e padr -s vistosos,
    f; ii >, covado
    n litas, i :..;! i


    '-,
    ' ra palma I .- -da, um
    is mira !i::,i de ci
    lila | rea
    i gorgu ";n com p
    !
    :- !uc soda
    le-j ini'i horda '..<
    soda | ; s | ara pese jo de
    ira
    P i-Ji
    ; limao, ro\ i.!-
    .. ira Irn a!" linh <, brumo.
    2&IO0 .
    4*000'
    20
    160
    240
    2 [)00
    DS0O0
    egooo
    Fulha de cobre e Metal
    ana relio.
    Estauho em barra e Pre-
    gos de cobre.
    Mvaitule e Verniz copal.
    Ijolha de Fiand res.
    I alhmha para marci-
    neiro.
    A irihos linos de Champa-
    nhe e Moselle.
    onas da.Russia e Rrim
    de vela: no arinazeui
    deC, J.AstleyAC.
    'azenda cosa avaria.
    r
    i pechincha sem igual;
    )ja do Preguica, na na doQueimado n. 2,
    ra vender pocas dealgodo largo com 1(i
    ada una, pelo barato preco de Ij, pecas
    1a lisa lina a ^in): a ellas, antes que se
    N.i
    lera |
    varas
    de cas
    acabei
    a
    ?=
    -: i
    Tachase moendas

    3sooo:
    ! | d! a
    .. redi
    mesra
    Faa
    100
    2
    : cores, vara
    '. ra,
    i ii i. la
    . i ':. i muito upoiioi, duzia
    le pellica para senhora, em bom
    ! ', ni.. ;>;ir
    1 -Jr-on \
    800 i
    ;. I Na
    2, lia
    1S00O
    No
    do ti. i
    b pen
    cutes H
    loja doser.lanejo,ray\
    do Queimado n. i:> A.
    f i ra direilura de l'ianr,:, deencom-
    ' es chapeos de caslor rapadoss i Ihores
    ncosi prelos, as formas as ranis mo-
    |ue t.-m lindo ao mercado, e por me-1
    i m .Mira qunlquer parte, as-im como
    um grande sortimento de enfeile, I
    prelos c do cores pelo diminuto pro-
    '' ida um, -.-'mi como lom chapeos de
    mn a Ij200cada um em perfcilo i si -
    ron as muito linas a j20, ditas de
    i IJ urna, cambraia prela fina
    .....ra lo, c -i vara a 560,e a 640, pandas
    n EiU, brim bronco dn linhoa l?200 a va- .
    111 ludo de i'n I a-cor es prelos a '
    '. '':-'-:r i--:. < i B e a 0g, cateas decase-
    - '' < 11$, dilos pn fos a 7, r
    ; les '! orgurn a e ti.s, saceos pa-
    ra napr-m '.. diversos lamanhos, eiascruas, por
    li poreao, .i 1^500, ditas n lg600 e 2i a
    c >.'. rhapeos e.nfeilndos \".,\
    senhoras por qualquer pre-
    i i o mais ,-, pn se encontrara o preco,
    v -rander
    \i"A\
    lv;J IX liUd
    i *
    ''': ira de.doi linimode largura
    I,- '. los c! ci ina para senhora
    I i r.i. n |i r, pulseiras Je i
    : mi ii i: uilu lindas i 100 i .
    i : ra loja de mi ralezas do aterro da
    n. 2, qui'si confronte a matriz.
    a Silva & C, tem semprc no seu deposito
    da Mocda n. :l A, um grande sortimento
    moendas para engenho, do muito
    ado fabricante l-ldwin Maw : a tratar do
    deposito ou na ra do Trapiche a 4f.
    endas com pequeo
    loque de avaria.
    ija do Preguica, na rua do Queimado n.
    ara vend r pecas de linissimo e rnuilo
    argo i jadanolao, pelo baralissimo preco de '<>,
    ' I9OOO: choguem, antes queso acabein.
    bapeos de castor prelos
    e braucos
    Na ijuado Queimado n ", rendem-so os me-
    cha pes do castor.
    u
    Aviso.
    Dito dito cora palmos de largura a
    1S600 e.............................
    Sarja de cores larga com 4 palmos de
    la i-gura covado a......................
    Gaze de seda da China de flores e lis tras
    covado a ............................
    Follar de seda do listras gosto uo\ o co-
    vado................................ .
    Setim de escocia e diana de soda covado
    I Chaiv de llores nuvos dsenhoa covado
    1 Barejc de seda de varias qualidades co-
    vado.................%...............
    I Uoiovellu lo de cores covado..........
    Neiiiulina de 'odas as cores............
    I Setim de todas as cores liso covado ...
    Brilhanlina branca muito flna a.......
    ; Chitas france/.as claras e escura o 200 o
    Casemira preta lina algiOOc..........
    , Panno prelo e de cor lino provade li-
    nio a 33500 a........................
    1 Corles de casemira de cor a 5$ e........
    Cassasorgandys de novos desenlies a
    vara..................................
    I Ditas franeczas muito finas a............
    : Manguitos de cambraia transparente bor-
    dados muito ricos....................
    Golinhas de cambraia bordadas de pnnta
    Dita* do dito lindadas a 600 a..........
    riras c entrcmeiosdecamhraiabordados
    Ricas mantas pelas d-.i Hnho para sc-
    nhora ................................
    Ditas ditas de blond brancas e prelas..
    Chales do soda decores, pretose ivos..
    ! Hilos de merino bordados couifraniade
    seda.............................;,...
    Hilos de dito dilo de la..................
    DilOS de dito liso dilo de seda..........
    Dilo de dito dito de la..................
    Dito de dilo estampados fino lista de
    seda..................................
    I.en s de cambraia de linho bordados
    finos..................................
    Hilos ,io alitodode Iabyrintho800e...!
    Capellasbrancas para noiva............
    Enfeiles devidnlho pn-lo e de cores....
    Aberturas ara camisa de esguio de
    linho..................................
    Ditas de dito de aigodo brancas ede
    cor -..................................
    Saias baliio modernas..................
    Chapeos francezes forma moderna......
    Gravatqs de seJa depona bordadas a
    velludo ..............................
    Camisas fraucezas de cor c brancas
    linas a I58OO 0........................
    Ditas ditas de fuslao hranro e de cor___
    Oilas d ,:,i 1 tnuilo linas mo-
    dernas ....................... ........
    Reroulasde brim de aigodo o de linho
    Calcas de casemira prela setim U 0...
    Ditas de ditas de cores S c............
    Dita de meia casemira .................
    1 Dijas de brim fluo e varias qualidades
    ote Collelcs de velludo, gorguro,
    \ casemira o setim....................
    asacas de panno prelo muito fino 30j o
    Sobrecasacos o paletots de panno prelo
    fino ? e............................
    i' ils de casemira mcsclada sola de
    velludo ..............................
    Ditos do alpaca prela muito finos......
    H-1"- d 1 u rino setim pretos e do cores
    ' Ditos de mciacsomira..................
    Ditos de alpaca pelos o de cor forrados
    Ditos de brim bramo epardo linos......
    Diios de- brim de Buadrinhos linos
    3$500 o ..............................
    Dito de alpaca prelo e decores..........
    Relogios de onro patcn........tes......
    i Dilo de inunicao.
    I pftrtaS acaba dft raceber pelO Ultimo Ferros de a(oi' engommar.
    2S000c mu a )CC!l,s^;^---'--^
    Alg-idao traiicadii americano branco,
    S!!li*J1 ''.""1" ^''vos, cm iimpe-i^eti par preco coramodo.
    que.in loquo de agua doce : mi nrma/eni de la- .-, ''
    zondas da rua do Queimado 11.19. aIIX] )(5l l lliS UC Sl'lla e UC
    [idos ih seda de 2
    _. 9 kbbo "--'. issSEam
    2500
    1*500
    15000
    1*000
    1?000
    'J00
    500
    19500
    71K)
    800
    500
    320
    2^500
    72000
    7*000
    lflOOfl
    500
    9
    lgOO
    0
    9
    %
    7*500
    73090
    StKIO
    49500
    89000
    $
    15000
    i
    S
    6*000
    855OO
    1 2 hahados o, de avenalos quaes se veu-
    Chegueni ao barato. *" ',
    O Leite & Irma,, contim.am a torrar na rua' VClUUIO |>ai*a SCllUOra.
    a%ComTojardafiC4^epPo?.s u^tZt, M* chapeHnas de seda c de vpIIu- GMSDE E YRiAIIO SO TIMEXTd
    braia de linho a 3 a duzia, cambraias muito n-i do para seohora: na na do Queimado "E
    as e do luidos padres a 60 a vara, meias (i- t- .1.. _., ... .
    naa para senhora a 83SOO 1 duzia. dirs cruas In- i *") ,0Ja ul P01 l*s-
    gle/.as para hornera e meninos, chales do roeri- ^\I"^ n monn-ninc
    n lisos a 4S500, e bordados a 69, paletots de | VllildS l^ IiKI l^u IlOS.
    i
    Ricas golas e manguitos de cam- i
    braia : na rua deQueiaiado a. >7, loja t
    Fazendas inglezas c Crancezas e
    raspas fcitas
    rccebidaseai dtreiiara
    No
    Armazcm e loja^
    DE
    Goes (k Basles
    <
    I

    69, paletots de
    alpaca preta e do cores a 5}, ceroulas do linho
    e aigodo, camisas iuglczas muito superiores a
    60&a duzia, organdys de lindos desenhos .1
    lSlO a vara, cortes de rassa chita a $, chita ,lp f, iini-t-ic
    francczaa210,28O,300e400rs. o ovalo, pecas "
    de madapoln com 50 varas ,, 4800, 5$, 5g509, llf TlI, I il l ac
    6,7e8$, chitas inglezas decores xas aSOOrs o ITlclll 1-1^11^ ti. >
    covado, loalhas para mesa alie s, corles da ,. ,
    calca de brim do linho a 2?, ditas de meia caso- ItICOS manteletes U! l'OsdoilUOle
    miraa2#240, vestuarios bordados para meni-1 camonlt' liiutlani na iiii nos, e oulras muitas fazeudas uuo h vende por V "'1 ,0.1 "' ,,ft,S "') UU l, UUCIHia- ,. I m completo e ron sortimento i!es.,|ec,-
    barato preco. dO D. 37, lOja de 4 OOilas. sacas de panno pretos e de cores a 28g, 30 ?<
    I!1... ,^.. 1 "v rv i- 1 11 1 1 1 1 35g, casacas de panno prelo muito fino 1
    un casa de N. O. Bieber rentes (ie tartaruga. g io,4!yge5o.painutsdmesmopann-3 K
    Iiimk nntifPs !> I*ti*l'ii*nrii n-u-i ilui- 24*o 25g, ditos de casemira 0 149.163 ej
    itas penies ae lariarnga para lar g 189) dtoa s,,,.ns d,1Mll(.,,,s r,.,.ri!;r
    cabcilo: na rua do Queimado n. /, preos e de coresa n>>. 129, d de i- *
    lili- !" A Bailu< picas prela e de cor-" a -V'.. ditos de brim '"
    reja .i,.i pji ..s. d0 a 4s5o0 e r>3_ ,iilnai,, brin1 ,,,
    -
    .. ^NARL'A DOQUEIMADO N. 46.FRENTT. DA
    LOJA AMARKLI.A E ROTULAS BRANCAS g
    marca acre-
    4 C. rua da Cruz n. 5, vende-so
    Champagne de siiberior qualidade d
    dilada na corle.
    Tinta branca superior em oleo, latas de 25 li-
    bras, por coramodo preco caixas de 4 latas.
    Verniz e verniz copal.
    Algodo/inho da fabrica Todos os Santos da Ra-
    li ia.
    BrUhnntes de diversos tamaitos c de primeira
    quadadu
    Camisas franepzas
    . '),". ditos blancos a 59, ditos d esguio do
    j ultimo gusto cor de laranja 5. sobre-
    Uicas camisas france/.as lano de ^ de alpaca muio iuo a 75 e 99,
    sonrecasaca de panno linnpreto para me
    g500
    295OO
    S
    9
    11000
    10*000
    lus-
    a 15.J, 18 e 20, ditos de rasen
    sortimento de cha-' mm ****,!p
    peos
    eio de linlio como de aigodo e
    (ao: na rua do Queimado n. Zl, loja de I,i,: ""'''h-' 1,!- l"'':,<''"ra "'"''" 'ls, t
    r ... t cores e pialas a 89, 99, 10!, 11?. c 129,
    i parias. | calcas debnm de cor i r.-raio.
    Bonets para enanca
    I! :.
    crauca: na na iU 0,"4,ial1
    marroquim para
    uciaiado n ?,"', lo-
    Cliapeosde castor pelos de .superior qualida-
    de a !*, ditos france/es de seda a 7>, altos de
    castor brancos a 1 g, ditos do velludo a 8< 9,
    ditos da lontra de indas as con-.-: milito linos, di-
    tos de palh i Inglezes de copa alia e ha i xa a :i c
    5.9, ditos de le no, um sortimento rompido, de
    25d0 a (.5500, ditos do Cirilo de35500, 5, (, 8,
    9, 10e 12, ditos dn seda para senhora, d >smais
    medernos, a 12J, chapelinas com veos do ulti-
    mo gosto a 155, enfeiles Qnissiraos para cabeca
    a 43'jOO e 5a, chapeos de palha escura, massa'e
    seda, muito proprios para as meninas de escola,
    sendo us sctts preces muito em cunta, ditos i ira
    ja de-i portas.
    Fazendas boas c
    baratas. -
    se i e palha
    :.. 11 fl .
    passeos los mcsil OS,
    lina? ch ipeos de
    para senhora, bonitos
    la li s a I5J e
    Chapee- de seda enfoitados ara ;
    as -.s ,.
    Capellas o enfciti de llores e fi o para
    cibera de meninas a -cO-'.'O, epara se-
    nhora a ." i
    3 de i. Irilho para cabeea a 35500 o
    Chapeos rolos frain czes, linos, i
    louieiu a .S i
    baplisa lo de meninos e
    leudo (Incisas qualidades para escolher, bonets
    de galn, ditos de marroiiiim, ditos d vellu-
    do, ditos enfeitados, chapeos Je boa tiualidadc Ditos brnnc s de castor, modero
    para pagera, chape s de sol de seda .-ara i ic-| Ditos docaso i coi ara lio
    ninas de escola, e inesnio para senhora e para lm-
    mens : linalmeulo outros mvitosubjeclos que se-
    I n.i enfadonho mencionar, e ludo se tren de mui-
    loera conla ; o ossenhores treg tezes vista :
    fazenda (carao convencidos da w-rdade : rui beni
    conhecida loja du chapeos da rua Direita n. 61,
    di: Bi-nto de Llanos 1 cijo.
    -v caicas aeirim de cor i
    -" ditas de brim branco lino a ('; e 7*,colle-
    j! 'os de gorguro do sida c de casemira de ''_
    cores e prelo a 5, 6* e 7-, ditos ^ t,.i do a 10* e 129, camisas inglezas lanl
    l^ [homens como para meni..... de lodos os ',''
    '.;. lamanhos,seroulasde todas os qualidades,
    . chapos de sol de al ai a a 5?, manti lch -
    g pretos de muito bom gosto aSog e !0#, ca- :
    . savuquos de fusto bordados compridosa
    20$, chapeos de castor a Napoloo S9, ricos '
    . manguitos de punhos bordados a a*5()0 e a
    S 13, ditos com golliiihas a 53e 6$, gollinl as
    r- de Iraspasso bordado o trans ire le a b, -.
    - calcas de meia casemira padres modi
    a 5, colches de fustu ce cor e de brim .
    1 .' branco a a$ e8$500e oulras mullas I
    U /endas eroupas feitas uno sero patentes a
    99000 I presonra do freguez.
    ...;.."..'"'-..... .,
    5^000.
    Chapeos de palha escura, copa alfa
    12,-OiiO
    55000
    4osooo
    'l
    * Fuiucao de ferro e bronze
    DitOS d a i-, ;i e
    Dilos de dilo fiiiissinios, fila larga
    Di!-..- de seda de c n di lii I -
    Ditos de i aslor lam mu copa
    Donis de panno fino
    meninos a 2g c
    ... i as braoc is e coi i los
    a IgSO r
    mi m
    ,;: i i-
    mera, pelo diminuto preco de 59000.
    *:'i
    M
    para li
    barato '3?*
    \iiidem-se fazandas por
    I ri-i-o e algumas per ineios de sen
    valor para acabar, era pera e a reta-
    lio: o.i ruado Queimado loja de
    :>
    pai a
    fram ezc-s,
    le cm
    IftjOOO
    II).-: il) I
    ogooo
    7000
    6500: ,
    650001 te
    Bw. tacllas de ferro fundillo, assira i l'a,e
    Dil i! ditas com pello Je fuslao, finas
    a 2380U e
    D'las cora peilo du i: iho n 33500, i- e
    i Cale de .
    99000
    n ?i i;i
    4S0O0
    r.-:' 00
    7OO0
    65000
    93000
    ''"* N ende-se na rua Nova n. 61, um cairo ntl
    rn roano ie i asscnlos, e tambera nm bonito ca-
    2^o00! brioletde i rudas, ambos muito leves.
    Vcndo-sc um bonito mulatinho de 10 ai
    "5"0 nos, a'.uga-se 011 Iroco-s
    5j>0 1 ma do Imperador 11. 20.
    por aigiima nt gra
    of m.:?H r.sbrancas de :lJ a 0s< .',:.^^, "----;>. s-~^/-~ :=
    r 1 /. Ditas de ra tirelas afcSe l'>-2ii:in ^.' -."-i''.:.- ,
    Francisco Antonio Correa Cardozo, ceiieies de s" ^Xovos metKcamentos lio-l
    tftm 11111 ffTinitf cnrlimnnln rio I Hi'oa degorgttraade coresa 5 e 69'JOO ^>j ^ ii- %-L
    ictu mu 0i.iii(ie soiuincnio tn Dil0i deoiiudoderoria# i<0o" M meopathwos enviados^
    rmazem de Adamson, Howie &
    11. 12, vende-se selins para
    C. rua
    hornera
    iLin
    3^500
    3
    casa dos Sis. Heni y Forster

    do brim di- luios c blancos
    &. C. rua do Trapiche n. 8, vende se : dido C01IIO balido
    iora, arreosprateados para cabriolee chi- ilr.. ,,,.., '
    ara cano, coleiras para cavallo etc. i ,)oi,s.c !1' 0 americanos novos.
    I*] i a Na Ioiii da estrella. >
    Arados.
    ia JO QacimadO a. 7. Champagne uperioi
    comose fazeeoncerta-sequal- duo alpaca puta v de ,:,;.. a >.
    quer obra tanto de ferro fun-|wri\I?E,5il0aa,M,,rl ""
    Sobrecasac-i de panno prcto superi
    I^OOO
    7c000 |S
    129000 il
    mili lindos.
    estabelccimento continua a estar sortido [jnac.
    ndas de todas as qualidades como sejam : UelOfjioS americanos.
    ortcs de vestidos de seta de 3 o-
    I'sl.
    de fazi
    Ricos
    llioje 1 saias, 0 Aquile
    Paleti ls de panno
    Hilos le dilo muito fino
    Dilos i e casemira de cor
    Velas com toque de avaria
    ^000 i ~ ^ ende-se um sitio com 200 palmos
    2OS00O
    40!000 ;
    e
    descol -. pi [lenos e grandes, de
    ingli /. para homem < si ahora,
    melhores fabricantes de Liverpool,
    - ultimo paquete inglez : era casa de
    .. Ueliors l.
    Bandeiras naci-
    Ditos
    mai
    Ditos
    Calcad
    Ditas
    Collel
    Ditos
    Dilos
    Camis)
    Capar
    mi!
    l.eqiK
    gOSo
    Mantas e grvalas de seda de todas as qua-
    lidides
    Chapeos de sol de seda inglezes
    Ditos decastor para cabera muito finos
    Ditos pretos os melhores que tem vindu
    ao mercado
    Tainas pretas do ultimo goslo
    Je alpaca pretos muito finos
    abaizo
    le ganga e de brins
    de casemiras prelas e de cares
    e brim branco o de cores
    s do vellud ) preto o de cores.
    le gorguro muito linos
    e fustu
    is francezas de todas as qualidades
    'omem
    i? francezas bordadas para senhora
    s da mclhor qualidade e do ultimo
    . de fren-
    le o 200 de fundo, no lugar da Torre, margem
    25-5000 dn Ri" 'apibaribe, cora orna grande e moderna
    casado vi renda, cocheira, estribara para 4 ca-
    vallos,, gallinieiro, cacimba com tanque o bom-
    ba, baixa para capira, lodo murado na fenle, e
    bulo rom porlo do ferro : os pretendenles podem
    dirixir-se ao agente Pestaa, que se acha autori-
    sado a dar as necessarias informaeoes, ca tratar
    da venda sob as condicoes eslabelecidas ao mes-
    mo pelo legitimo proprietaho. O dilo sitio todo
    rio chaos proprios,
    9
    9
    9
    S
    s
    RELOGIOS.
    SYSTEM A HEDI) DF. IIOLLOWAY.
    PILUI.AS Iloi.i.woi v.
    Este inestiniavel especifico, composio inleiro-
    menle de hervas un di inaes, nfio eonlm mercu-
    rio, nem aigiima outra i -cleria. 1'..--
    nigii .i mais lenra infancia, -a cntnpl 'ieo
    Arlicada r igualmente prompto e seguro paia
    desarreig ir o mal na i ompleieao mais rchusla ;
    nii'iicimeiiie innocente pui suns operaei -
    feiius; pms buscae i'euiove isd'i icas di qual-
    quer especie egru pot mais antigs e le
    que sejam.
    Entre millian-s de pessoas cura las rom esle
    remedio, muitas que jii eslavam as portas da
    muri, preservando erasen uso: conseguirn]
    recobrara saude e toreas, di pois de hat er lenla-
    do intilmente ledos os outros remedios.
    As i.lilis a luirlas nao devem enlregar-se a de-
    sesperacao ; faeam um competente cnsaio dos
    ellica/.es eiieiiis desia assombrosa medicina, (
    prestes re uperaro o beneficio !.i saud .
    Nao s,: perra lempo'em tomar esle remedio
    para qnmquer das seguintes i nferinidades :
    r
    para
    ^b;i)0O
    Sabino O. L. Pinho.
    Estes medicamentos ""'""i-1"'
    305000
    120.-0C0
    Casemiras do cores para palelot
    naes.
    Crli
    Diinsj
    Dito;
    Cha|
    :.:na .
    v .. 1 m-sc na rua doQueimado n. 7, bandei-
    r inaes ilj varios lamanhos, muito bem
    - i 900 : s. cada urna.
    Cera c Sebo.
    V'en.le-se cera de carnauba muilo superior a |
    i 2$00i) rs. velas da Jila e de composigao, sebo !
    lo i ra raixoles, dilo em velas, na rua da |
    Ciuz, armazem n. 33.
    Vende-se em casa de Saltadera Brothers 4
    C, praca do Corpo Sanio, relogios do afama-
    do fabricante Iteskell, por preeos commodos,
    i e taiubem trancellins o cadeias para os mesmos,
    deexcellente oslo

    %*
    i de casemiras inglezas
    do ditas francezas
    de dil as muito finas
    eos Amazona para senhoras e me-
    2S0:
    5^500! I
    9O00 ]
    Vende-se I
    Pianos
    age
    le
    C,
    ! ele
    te
    To
    Saunders Brothers & C. lem para vender em
    rmazem. na praca do Corpo Sanio n. 11,
    alguns (lanos do ultimo goslo, rerentimente
    ch'-'ido;, dos bera conhecidos e acreditados fa-
    bricantes J. Iroadwood ASons de Londres, e
    o prupiios para este clima.
    Vende-se um carro do 4 rodas, bem cons-
    i o forte, com assento para pessoas de
    dentro, o um assento para bolcciro e criado fra,
    torrado de panno fino, e ludo bem arranjado :
    para fallar, com o Sr. l'oiriei no aterro da Boa-
    - no escriplorio de James Crabtrce & C. n.
    --, i ua da Cruz.
    Farinhade man-
    dioca.
    Vendo-se a5gasacca: a rua da Cruz, arma-
    zem n. 26.
    Vestidos de seda.
    Ciquissimos corles de vestidos de gorguro de
    B< da de ditas e tres saias. dilos de seda de phan-
    ta.ia, lodos em seis grandes carles t vei.dem-11
    Machinas de costura
    de S. H.Singer &C. da
    New-York, o mais aper-
    feicoado s)stema, fazen-
    do posponto igual pelos
    dous lados da costura,
    garanto-se a seguranza
    das it achinas e manda-
    se ensinar as casas de
    familia, bem como se
    mostrara a qualquer ho-
    ra do dia ou da noite
    nesta agencia : nicos
    tes em-Pernambuco Raymundo Carlos Lei-
    ; Irmo, aterro da Boa-Vista n. 10.
    - Era casa de Rabe Scbmettan &
    rua da Cadeia n. 37, vendem-se
    ;antes pianos do afamado abrican-
    Fraumann de Hamburgo.
    Cal de Lisboa.
    scnibarcada ha poneos dias, e por menos do
    in outra qualquer parle : na rua da Cadeia
    ccifo n. 50, primeiro andar.
    Farinha de mandioca.
    Nrua da Cadeia do Recifen. 50, primeiro an-
    dar, jvende-se cxcellenlo farinha de mandioca em
    saccijis grandes a 6J, e desembarcada ha poucos
    dias.
    &. c.
    c^
    de L>d
    Cade
    he na loja da rua de Cabug n. 8, de Almeida & I tend
    B-.rgos.
    niklic
    r
    ira de carnauba
    a qualidade, a llJjOOO a arroba : na rua da
    a do Itecife, loja n 50, de CoiiLa e Silva.
    Vende-se urna casa Ierres na rua da Traia
    terreno na rua da Concordia : quera pre-
    lir dirija-fe fi rua Dircila, r. 60, '..ja de fu-
    Estopa
    ~M Lona.
    Camisas inglezas linas.
    Xo armazem de Ai-kwrght
    $ rua da Cruz. n. 61. ||
    mmt, mmmm-mmmmmx
    = Vcnde-sc cera de carnauba de superior qua-
    lidade, e um resto de velas slearinas : a Iralar
    na rua da Cadeia do Recife n. 50, 1." andar.
    Atlenco.
    Vendem-se no Forte do Mallos, rua da Mocda
    n. 23, saceos com farelo de Lisboa a 57*600, c fa-
    rinha do mandioca muilo fina o alva, pelo dimi-
    nuto preco de6 o sacco.
    SABAO
    DO
    Rio de Janeiro.
    Deposito no armazcm do Amo-
    rim, em frente ao trapiche
    do algodao.
    Fernandos & Filhos tem sabSo do Rio, do de-
    posito geral, que vendem em porcoos, a vontade
    dos compradores, e preco coramodo : a tralar em
    o seu escriplorio no largo da Assembla n. 10.
    Farinha de mandioca
    e milito.
    Vendem-se saceos grandes com muilo boa fa-
    rinha de mandioca, dilos cora milho muitu no-
    vo, couros de cabra em poreo ou a rclalho, ludo
    se vende por menos do que em outra qualquer
    parte : na rua do Queimado, loja de ferragens
    numero li.
    Accidentes epilpticos.
    Alporcas.
    Ampolas.
    Areias(malde).
    Aslhmu.
    Clicas.
    Com ulses.
    Debilidade ou extenua-
    cao.
    Debilidade ou falta de
    torcas para qualquer
    cousa.
    Dysinteria.
    Dor de garganta,
    de barriga.
    -lies lili-.
    Dureza no v.otre.
    Enfei midades no venlre.
    Ditas no ligado.
    Ditas venreas.
    Enraqueca.
    Hervsipela.
    Feble liiliosc-
    Febrelo iul derite.
    Vea
    itera
    Pobreto da especie.
    Colla.
    Hemorrhoidas.
    Hydropesia.
    Ictericia.
    Indigi-sl jes.
    1 aflammaeoes.
    I r r e g u la ridad 3
    roensl ruai ao.
    Lombrigas de luda es-
    pecie.
    Mal de pedia.
    Manchas na cutis.
    Obstrucco de venlre.
    Phlysica ou consump-
    pulmonar.
    Relengao de ourina.
    Rheumalismo.
    Sympioinas secunda-
    rios
    Tumores.
    Tico doloroso.
    Ulceras
    Venreo 'mar.
    ,-s> estas pilulas no estabelccimento
    odres n. 224, cSlrand, e na loja de
    todos osTiblicorios droguistas e oulras pessoas
    encarre-radas de sua venda em teda a America do '
    SiiC^^vana e llespanha.
    ^ein-se asbocetidhas a 800 rs. cada urna
    de^HPcoiiiein nina inslrucco em porluguez pa-
    ra explicar o modo de so usar destas pilulas.
    O deposito geral era casa do Sr. Soum
    pliarmaceutico, na rua da Cruz n. 22, cm Per-
    nambuco.
    Vende-se ura grande lelheiro em um cai-
    xo de casa na freguesia de Santo Antonio com
    porto de embarquo muito proprio para armazem
    de maileiras e maloiiaes a iraciar na rua da
    praia n. 27,
    Attenco
    Vestuarios de fuslao
    meninos
    Pontea de tartaruga modernos a 10, 1G e
    Le [ues i nt re lin os e I anuos n :'., 5 p
    Dilos de raadreperobi a 16, 20, ~> e
    llamos di- llores linas a 1$, 2$ ,
    Saias a balao de boa qualidade a e
    \ psii lo i de i hantasia, de i:, las coi
    a 2300 y
    Corles de vest !n .! seda de i res di
    cadas, com sai c 1 baba i
    _ dos a 100$ .'
    Calcas pai n i nin ; boi ladi n i
    l J. ,.: l!. i a I i
    1SS00, -- : ,
    Luvas de eliiea brancas, amarcllas e
    pretas, para senhora e homem a :!-
    Goliinhas I u-da i 600, tOO, 1?*(I0
    l$C 10,29(00 o
    Manguitos bordados a 23
    Dib s cora '. 0 e
    Alem desla;, oulras I ..
    !iia de Cuuli i Silva, na rua d i Cadi a do Rci.ife,
    se vendem por preeos baratos.
    Armazeffl Rua do Queimado numero 11>.
    Corles de riscado fraucrz 3 I[2covadosa2|500.
    Cobertasde chita a 2>'0>.
    Chapeos enfeitados para meninos e ;.. ninas.
    Ditos pretos liucs, ultima moda.
    luios de feltro.
    Cambraia organdvs muilo fina.
    Chales de fro"o de lies ponas.
    Ditos de merino bordados de ditas ponas.
    Ditos muilo linos bordados a troco.
    [lieos chales de Souquira branco.
    Corles de seda de duas satas.
    Luvas enf'.-iladas.
    Manteletes pretos bordados.
    Lencos para algibeira, brancas, a 2.? a duzia.
    preparados espt -.
    a cialmcnte segundo as necessidartes i
    ^ homcopalhia no Brasil, vendem-se pelos
    .,,|- '^ preeos conhecidos na botica central ho- ;-,
    ..:-,.'.'. os meopolhiea. rua de Sanio Amaro Mundo 34
    "SSo N"v" "6-
    :'i'!o Na rua do Crespo n. lti, loja de Adrin .'.
    . | Castro, vend m-se ricos i ha peos Ce palha i -. i
    2.; i
    2500
    3S000
    300
    8^000
    I
    enfeitados para senhoras e meninas, pelo din.
    nulo preco de 7;000.
    Arados americanos e machn;:*
    pata lavarroupa : em casa de S. P. J,i-
    linston & C. rua da Senzala n. 12.
    Chapeos preos.
    Na rua do Queimado
    numero l).
    Chapeos pretos de primeira qi le, e 1
    lrma elegante a 10$ cada um.
    Nova invenco aperfei-
    Coaila,
    Bandos ou almofadas
    de crina para penteados de
    senhora.
    Vende-se nicamente na rua c a Cade.a do R
    cito n. 48, loja de Leite & Irmo.
    Para mesas e
    Rua do Queimado a.
    A 30J cortes de vestidos de seda qnecustaram
    6U-; a 16? cortes do vestidos de phautasia que
    custaram 30>; a 8$ chapelinhas para senhora:
    na rua do (Jucimado n. 37.
    Brim trancado de linho todo
    preto,
    fazenda muilo superior; garante-sc que nao
    desbota : na rua da Cadeia do Recite n. iS, lo-
    ja de Leite >V Irmao.
    Enfeiles dcvidrilho o de rclroz a 5? rada
    um : na rua do Queimado n.37, loja de i portas.
    camas,
    m tm Toalbas de algodao alcoxoaJo pa ra n esa
    Ai le 1,1 li, 2,2 i\i e 3 varas a bO.
    Vil- lgOO, 2, 3 e
    Ditas de linho de 2, 3, 3 1(2, 4 e 1L2
    varas de j a
    Ditas Je dito muito superiores de 2 a S
    varas a 6.8,10, 12, 14 o
    Atoalhado de duas larguras, trancado c
    adamascado, vara a 1?, t^SOO i
    Guardas-rottpa de algodiio alcoxoado,
    duzia, a t$ o
    Dilos de linhoa
    Bramante de linho para lenco rom 8 o
    10 palmos de largo a 19800 e
    Toalhas de linho cora labvrinlho para
    rosto a 3 e
    Dabados de linho para lineos, toalhas
    c camisas de linho, pocas de 30 varas
    a 2*000, 3J e
    'y
    10;C
    leriii. '
    DMOo
    2?:.,..
    400-i
    2${l
    4-Oim.
    3>r.!in
    Vendc-se urna poreao de burros en-
    tre os (paos existem 40 parelhas, todos
    muitos gordos, novos e de bom tama-
    nho do excellenle carregamento cln;-!
    {jado ltimamente de Montevideo: os
    preterdentes dirijam-se ao trapiche da | ra,0'g que admira
    corapanhia ou no armazem de carrocas! __ Vende-se um eseravinho de 10 para 11
    em Fora de Portas, de Fe\ da Cnha anuos, crioulo, vindo do Ico : na rua la Cruz,
    Teiseira. !arrozcm n. 23,
    K outros muitos arligos, quena loja de Cunl n
    i: Silva, na rua da Cadeia do Recife n. 50, esqui
    na defror.te da rua da Madre de Dos, rendt
    se baratos.
    Vende-se um carro amer-n-
    no com algum uso, com quil-
    tro assenlos pata um e dous
    novas.
    Venden--se gigos com 22 libras de hlalas in-
    glezas pelo diminuto preco de ljwOO cada un;. cavallo?, pintado d.- novo ; a ti atar na
    io lorie do Mallo ruada Moeda n. .23. ,. i ... att
    rua da Aurora n. 26.
    Vendem-se duas cariocas com dous
    bois mancos gordos : a tratar na rua da
    Praia n. 27.
    Rua ilo Giinloni/
    N. 8. Armazem da Foz N 8
    Vcnde-se superior Girirauns grandes e ba-
    Escravos.
    VenJd-se dous escravos muales pce,as; na
    rua la Cadeia do Recife primeiro ndsr n. "28,
    escriplorio de Grugcl Irmo?.




    DIARIO DE PERNAMBL'CO. SABCADO 7 DE JANEIRO DE 1R (7)
    DE
    ARIA ECONMICA
    DE
    Sita na roa Imperial n. 118 c 120 junio a fabrica de saliao.
    DE
    Sebastian J.ia Silva dirigida por fflaiwel Carnciro Le
    cai
    Neste cslaliclecimenlo lia samare premplos alambiques do rubro do difiranles dimenedea
    300$ a 3:000$) sim'' cimbrados, para destilar agurdenle, aparelhos destilatorios confino*
    para resillar n des" .espiritas com graduarn al 4<> graos (pela groduai-o de Sellan Carlicr) dos
    memores syst,fs h>jo approvados e conhecidos nesta o outras provincias do imperio, bombas
    de lodas^i di......"os, aspcranlea e do repudio lano de robre como de bronze o ferio, tortictras
    de l'ivuize de odas as dimoncoese fcilios para alambiques, tanques etc., parafusos do bromee
    ferro para rodas d'ngna,portas para fornalhas ecrivoa do ferro, tubo.--, de cobro e chumbo de todas
    as diini i. oes par.i encmenlos, camas do forro coi armario o sem ella, fugos de forro polaveis e
    amicos, taclias e lachos le cobre, fundos de alambii[ucs, passadeicas, cspuuiadoiras, cocos
    para engenho, fulha de r'landres, chumbo era lctirol e barra, lineo em lew-ole barra, Isnces e
    arroellas de cobre, lenc/iesdu ferro a lati,ferro suocia uigiezdi
    folb s para forn iros etc., o utios mullos artigos por mcu<
    parte, dosenipenbaiido-se toda o qualquer enconimenda com
    lo las as dimonses, safras, liarnos
    precodu que em oalra qualquer
    i-iii fiii-i>iiiiii:iiii.i cun presteza e penotcao ja conliectda i .rimo-ai. ries lliioi
    para commodidade dosfreguezes que so diguarem lionrarem-iios com a sua confianra, acha-
    ua ra Nova i. 37 luja de forragens possoa habilitada paia tomar not* das cncnminendaa.
    N.2- UADO CESPO-N, 2
    Defronte do arco de Santo Antonio.
    NESTE NOVO ESTADELEC1MENTO VENDEH-SE:
    l.ivros do religiao, sciencias, do letras artos, viagens, historia e otassicos ; romances illuslrados e
    outras publicai.'s era diversas linguas.
    Globos, aliase mapps geugraphicos.
    Papel de hollando, de poso, paqucln, alroasso, do cores e antros de diversos formatos e gostos.
    Prensas pata copiar cartas u oulros manuscriptos, livros e tintas propras.
    Livros em branco, nonttas do varias cualidades e mais objectos para uso de repartirnos, secreta-
    rias e casas de commercio, uleaoilios para desenlio ele.
    Artigos rio liotn gosto, fantasa e curiosidade das fabricas de Taris para uso dos elegantes ; orna-
    tos, presentes etc.
    Carios e billu tos para bailes, c.isamentos e visitas.
    UISTURIA UNIVERSAL desde os lempos primitivos at 1850, por Cesar Canto, 12 voluntes, n fo-
    lio, enriquecida de mais do 90 magnificas estampas, obra em que nada se poupou para o
    loiior encontrar nella erudicao, aludosolido e leitura agradavel.
    Al.MANAK d>- lembrancas de Casliliu para lSl), assim como eollecooos completas desdo o sen
    enmeco.
    MANUAL l)K COMAS j foilas para compras o vendas deassucar, algodo ele.
    Encaderna-se em lodosos goslus desdo o mais simples em papel ;.! ao inelhor em panno no pello.
    ' ne-se carios e bilhetes, e marca-so papel com lypo proprio e em relevo ventada dos
    pretenderles.
    Aeceita-so o encargo de qualquer encommenda de livros e outros artigos tanto da curio eprovin- | UngTienTo iollowny
    cias do imperio, como do I'uiiuga!, Planea, Inglaterra e Blgica, com us condiccocs mais ra Pillas do dito.
    zoaveis.
    ara vi
    draca.
    A 0$ a caixa: no na largo
    do Rosario armazem de louca.
    Vidros para caixilhos.
    Na ra larga do Rosarlo loja n. 28
    armazem de louca, mandam-te botar vi-
    dros em casas particulares por preco
    milito coramoiio, assim como vender
    se vidros a retal! o do t.manlio mais pe-
    queo ole mais di; 0 palmos.
    Botica.
    Bartholomeu Francisco de Souza, roa larga
    do Rosario n. 36, vende os seguinles medica-
    mentos :
    Rnb L'Aftectenr.
    Pillas contra sezops.
    Ditas vegetacs.
    Salsaparrilha llristul.
    Dila Sauds.
    Vermfugo ingle/.
    Jaropo do Bosque.
    "Unas americanas (contra forres).
    Ra do Imperatriz n. 7,
    loja do econte.
    Essencia de sndalo.
    Ricos lequcs verdadeiros de
    sndalo.
    Bengalas epulceiras ricas.
    lito
    AlOnctes para cabello, para segurar chapeos
    le
    setihora.
    Tudo "i
    inglez.
    o gado
    pelo vapor
    Escritos fgidos.
    [I 1 HUttU
    \SL IJm.%
    REVISTA HEBDOMADARIA
    COIXABOBADO
    PELOS SUS,
    D. Antonio da Costa A. I", de CastHfcoA. GilAlexandre lloreulan.i \. (",. RamosA. Guima-
    raesA. de LimaA.de Oliveira HarreesAlvos BrancaA.P, Lopes de MondoncaA. Xavier
    Rodrigues CordeiroCarlos los BarreirosCarlos Jos CaldeiraK. Pintn da Silva e Cunha F.
    Gomes de AmnrimP. U. BordalloJ. A. do l'reilas Oliveira J A Main J. A. MarquesJ. d
    Ai; Irado r.oivn.1. daCoals ('.aseaos J. Daniel CollacoJ. I' de Ma'alliaos CuutinhoJ. G. Lo
    PiresJ. B. da Cunha RivaraJ. J. da Graoa JniorJ. Julio de Oliveira Piulo!
    Latino CoelhoJulio Mximo de Oliveira PinientelJ. Podro de SouzaJ S. da Silva reir/.
    os do TorresJ. X. S. da MollaLeandro Jos la r islaI. tiz I
    Cunha L. \. Rebell i da Silval'aulo HidosiRicardo Julio r'errazV:
    Lopes\islo minara.
    DIRIGIDO
    lei::io
    leLu/
    Jos da
    Jos da
    Silveira
    ron
    A. T. de CarvalhoI. F. Silveira [da Hol1a-j-Rodrigo Pagasino.
    Destinado a resumir todas as semanas o movimento j m ilisteo n a offereepr aosleilores, con-
    imentc com a revista do que mais uotavcl h mver oci
    lia 011 as arles, alguns ailigos originaes s
    ica, na sciencia, na inilns-
    lonrc ipil ;) d -' iiiiplus, o archivo r.Mvi;BS.\i.,
    ublkar-se, lem salijfcUo aos sen*lias, rom a uiaior
    11 lodos' o^ semestres
    lesde Janeiro de IS50, em que comeeou
    (aclido i- regularidade.
    Publica se tojas as segundas feiras em fellias de IGpi -, i
    um roluine de :.i paginas com indicee frontispicio comp ti ni
    A gua-sc no escriptorio deste Diario, roa das i'.ni/e-, e n i roa Nova n. 8.
    Preeo il.i asignatura : pelos paquetes vapor 10J20l) ; r anuo : ur navio de veis
    i rasileira).
    lia algumas eolle I ido o comeco da pul "
    aeao (.i jornal
    i
    Fiaios, seraphiiase reale-
    jos, a prazo o! a
    diiiSieiro.
    V'endc-se no aterro da Boa-Vista, loja n 82,
    nii-i rico eelegante pianoforte, francez, rhegadu
    illimamente, do inelhor fabiicante de Pars : <
    ni urna rif i raphina ou orgao, muito pro-
    prio i do malo por ser i
    barato ; o realejos pequeos p grandes rom pan-
    radaiia sem ella, <> que ludo se vende muito
    barato para acabar.
    So deposito do ra das Cruzes o. 'i\,
    i! Voiile lo sobrado do Sr.
    Figaciroa.
    lia um rompli lo sorllmento de troneros para a
    |i -i.i, dos quai s se nficnea a boa qualidade, qnei- i
    lo reino, suisso, latas com boli-
    i d.is as qualidades. conservas de her-!
    vilhas, ameixas e marmelada, passas e figos,
    ; mi -' po, eh, presunto, linguioas, in.ni-
    leiga m;;b/.i, vinhos engarrafados, Porlo, Ma-
    i, Muscatel i llordeaux, champanha. cerve-
    a, licor, nbsinil -, xaropes, o os afamados cha-
    l me Piulo o de Brando, em caixa e
    - caigas.
    1/ %
    1 Ma
    Rtlngios de ouroc prata, rubertosi dcscober-
    . ios pati nte inblez, os mi Inores u i exislem im
    ni creado, o dcjspachados boje, vendem-se por
    prcr s ra/oavtiis : no escriptorio do agente Oli-
    veira, ra da Cadeia do Recife n, 0J, primeiro
    andar.
    e Pars ; ..._.. ^ aSZW--------
    .-

    i
    - \ Lima, lem para vend
    de plcalifa do lodas u qiu
    Ellixir anli-asm.ilhico.
    Vidros do boca larga comrolhas, de 'i ow
    12 libras
    Assim eomo tem nm grande s'orlimenfo de
    pe >ara
    preco.
    furto de s..l.i, o qual vende a modll
    Superior ao
    RA IIIAP
    Hambre.
    ?' nioeda ;
    presunto Linguas de vacca em salmoura vindas
    jde Londres, vendem-se tnicamente no
    armazem de Luiz Aunes deronte d;i
    porta da alfundefja.
    45Ra
    Para homens.
    n irzeguins aiistocratieos [lustre]
    llor/egnins zouaios, obra fortissima (be-
    zorro)
    i irzegnins cidadaos (bezerro e lustre)
    Borz'guins econmicos
    S ip.i-.i a batedores
    Para senhoras.
    Rorzeguins para senhora [priineira classe
    Ditos [segunda clisse)
    Hilos para meninas (priineira classe)
    ru^in na larde d fabrica de rap, no Mondego, u preto do i' e
    Kaimundo, idade 30 para 32 anuos, naliu i
    Costa, sem lalho.s ueni barba, bem parecido, al-
    lu.i rogolnr, i.iIj finliaidcada, pui tero cosiu-
    me de masticar fumo, Irablha d- iara| i i: ;
    i-oinpensa-sc booi ,-i qm. m o appreheudcr eleva
    lu a mesma fab ica.
    Conliiu'a a estar fgido o preio Ueliieus,
    que seinliliila por Mathias.de naro Angola, re>
    presenta ter 50 annos d<> idado, In'n falla do den-
    les na frento, us deilos d.is iuos fm-oiros; este
    prelo foi es ravo dos herdei os de Josii Lorio
    ira Cavalcauli que tem nlarla no lloniedio,
    sendo levado praoa por exocuco conln o-
    moa; foi arrematado por Juaquim .; i silv i l.i -
    1) uoita45
    nhi
    'I, ii osera' ci loulo de
    de boa altura.jn
    niua ftiMiide, i i i
    >ara dionle. e i>or
    6g000
    (*9 no
    5000
    -.- ,11!
    ,;... I
    .;liill
    : ni re-
    '
    U 311-
    l
    oeuaaood
    Loja de k portas.
    do Crespa n. 12.
    i'iiJ-'i bit
    .lllOil- ,.,, I
    ;.V.. tod
    . i i chos
    \7Tf?OT\TC .Tirf?
    lOd I C
    ipor de
    Seos proprietarios '-.1101000111 a seos numerosos freguezes o no publico era gera
    aquer obra maiiiifacturada em seo reconbecido estabeleciraento a saber: machinas de
    os os lamanlios, rodas d'agua para engenhos todas de ferro ou para cubos de madeira, moen-
    dase n a* muendas, tachas de forro batido o fundido de iodos os t.imanhos, guindastes, guin-
    o bombas, rodas, rodles, aguilhes o boceas para fornalha, machinas para amassai man-
    dioca para descarorar .-Igodao, preneas para mandioca c oleo de ricini, portoes gradara, co-
    lumnas o moiuhos de 'uto, arados, cnDiva loies, pontes, 'ildeiras Unaues, boias, alvarengas,
    botos o todas as obras de machinismo. Executa-se qualquer obra seja qual fdr sua nalureza pelos
    viiiho do Porlo, do mais superior, engarrafado, desenhos ou moldas pieparalal IIm forcm apresonta-ios. Uocebnm-sa encommeiidas neste esla-
    Chegou a este estabelecimento 11 ni com
    sotlimcnlo de obras feitas, romo sojaiu :
    o)ts de panno flnn de \b ale -~>. sol iec
    !de panno fino prelo e do reres milito superiores
    a 35#, um completo sorliinenlo de palctots de
    riscadinho de bnm pardee brancos, de braman-
    te, que so voudom por preco coran ;. 1, cerou-
    as de lin'io de diversos lan auln s, camisas
    francesas de linho e de jpanninho do 23 "l Fij!
    cada urna, chapeos franceses para lionn m .1 ;-o,
    ditos muito superiores a 10$, ditos avelliid
    inpa alia ,1 139, ''' copa baixa a l(), cha-
    I.....s de Miro para homem de i?. Ti.-o al 7;
    rada um, ditos de seda o de palha ci oila los pa-
    la meninas a 10^, dil d [tallia para senl
    J2|, chapeliuhas de velludo riearacule enfeila-
    dasa 2j!, dilas de palha de Italia muito linas a
    25$, cortes de vestido '. seda em carlao de -(i.<
    al 150$, ditos de phantasia de 10-i 10, si utr.i quem a livcr
    Koliinhas de cambraia de 13 al "i-:, manguitos
    em filio de I85U ; pede-so, poriauto, a to-
    das as Bul urdadi [loli'-iaes e capilacs '
    i capturn do inencionadu esenvo, mand'in
    va-lo i'i pai|.ii:i de Andr A Na ..... as
    Poiil d' se auseiiton, ou tasa iir >......
    1 li luiquim Silva I.op.e.-, na tran ssn Ma-
    uro de lieos 11. ]>, |ue gratiiirara ; :
    inoiilo.
    Fugin ..'n engen!io M-.ll.
    di 1 10 lo dozeml 10 de IWH
    nomo Jai ob, vei iim'ILo,
    ba. barrigudo. 1 0111 n nmbigo
    anda diroit, nuda c.iliindo
    isso lem as nadegas sabidas para fra.i llios lr ii-
    1 lem falla dn alguna lem lid 1 as
    peritas algumas fondas, dad" de 50 anuos, f, i
    ntradu liosle iiieniiiodia :. 1 liarrn, il para
    o !'< cife : quem n rend r, le a > Si. al I
    Vives Ferreira & Lima, na ra de S. Prai
    ou entregar ueste engenho, ito< r
    com eiisadu
    I it-'io do engenho Snp, no
    do crenle anuo e mulato \ i: -i" 0,
    nos punco miis mi menos, taima legnlai, 1 ;il-
    \". bai i ado, e rosturaai .-i ;> i / .1 |.. .. n-
    '-as, muito regrista e loca bu do i|a,
    sign 11 o nome e i./. algumas I dirs .
    cunta, enlendc slguma cousa .' purg; r ussucar;
    in ; ara as bandas dn eit{ >: s Fraucisi o, lermo de l'otlo Calvo .;,> pr
    ,! Vl -. foi 1 scraro do S Fi 1:11 isc I u ao
    s'i, de um padre que moi Unj i'da
    '' 1 'i de l*e is ; roga-se pi.rlanlo as autoiida I
    c.i| ili le campo a captura do ; ,
    escravo : ass in mo protesta- desd mlia
    quoin o hoiivoi 1 culta lo por 1 ido o r-rejuvo oc-
    i' isiuna lo desdo n \ 1 da lug 1 b ni.;. ., ; loeoder
    rrniinalnr 1 ule : quem 11 | -,-ar leve-o au n
    Im Sapo, nu ou Iti le 1 1 |a ,..,
    n .:, ijii inufl
    -- i'.i'iiiina a oslar fgida dosilioda riin do
    I lira : Mosquita, na estrada dos \lii -
    i-, : 11 /. ntoiiia, do nao;., .,
    escrava de Francisco Goncalv'es do l .il 1
    ni ores caj ili s de 1 unpo, ea pi m in-
    ters! 1 iss i, .1 captura da n I 1 ida pi -la, do a
    ; licrom a casa de >i li nc ., que erao ^
    rosamente recompensados.' Uutro sini ;
    .1 ,.
    t
    dil
    -
    R
    di ma< em i
    d Recife 11. .
    litera, dito muscatel, jdem : no
    :. ,1 a Mcdeiros, ra da C I
    . da
    Ai-aba de chegar do Rio de Ja icm para ven i. r no
    iiciiu uistitis tivciniuaresu em ,brlli ,,,., ,,,, (,(1II(lS,^IM|,, Be 7 s.,co
    primeiro e segundo voluiue flii:" "
    , .-, V qui oas e
    (la LOlOgrapIlia. cm nutra qaal
    Histrica chonoloeica, fenla lgica,! n '' .' ''
    . ... ... ", .' i das \-clas quai ido-acezas.
    nobiliaria c poltica do imperio do lita- ._ .
    sil, pelo De. Mello Montes: ?ende-se :' coiTnu
    \$ o volunte, podendo-se vender o se- ':
    belecimenlona ruido liom n. 2s A u ni ra do Collegio iio)e
    \eiro do cslabolocinieiilo Jos Joa |utm da Costa Pereir-i, cora
    i ntendi r para \- ilquer obra.
    do Imperadorn... moradia do cii-
    [uem ii- prelcn lentos so podem
    J,. r a ti ni de lw
    o em separado : na livrana n. 6 c V na ra do
    S da pr.ici da Indeoendencia.
    REMEDIO CORIPARAVEL.
    UNGENTO IlDl.l.OWAY.
    Milhares de individuos de ludas as aacOes po-
    li i as irindesdeste remedio i-
    eomparavel o provar "iii caso necessario, que,
    '>' uso que :<-.! li/.er un lera sen coi-| i u meni-
    sos depois de haveremprega-
    inulilnientc luiros trataineubis. Cada pe
    lia en n cncer lessasrufas maravillio;
    pela leitura dos periildicos, que Ih'as relatara
    lodos is dias In muito.s anuos ; ea mainr parte gfe
    sao iao sor prndenles qin mejimpc so ^
    - reh bres. Ouautas pesso si o- x?
    sea deposiloda ma do v-
    e12j
    os de i
    araarcllo, indos,, vendo em pe-
    les] ni.-, o por menos do que
    [uer paiie ; o eompra-se effelliva- '
    pial piei orro de pingos que cahe :
    18. i
    Vendem-se
    boi e i o ira -i
    nte ao
    m
    *>
    i-se a vender fa/.ondaspur baufl '
    esmo por meiius do seu valor, S
    idar cuntas : na luja de portas ?:'
    < loeimadn n. 10. '
    t .......---.'
    . v.....- *JhX ;... ..
    CARROgAS.
    duas crnicas oras, sendo para
    ira avallo: na ra da Concordia,
    rinazi ni do sol.
    de Ig500al59, organdys escuras claras a
    00 rs. a vara, cassas francezas muil
    e padrocs uovos a 72U a vara, i.. miras de cor-
    es para rolletes, p calcas de 300 at
    4JJ o covado, panno fino pn to e de con sde 2j500
    lo I03 o cavado, corles de col1 ele de velludo
    milito superiores a 9 e 12$, ditos de go:gurao
    I e de fustao broncos de cores, ludo per preco
    I barato, aloalhado de algodo a 1^280 .1 vara,
    corles de caseinirasde coi es do al 95, grosde-
    ] naples de cores eproios de l$G 0 ;2t)0 o
    ! covado, espartilhos para senhora a (;>, coeiros
    Ido casemira ricamente bordados a 1. cada um,
    is lie cambraia do linho bordados para 51 -
    nhora a 9 e 12t cada um, dilos lisos para ho-
    mem, fazenda muito superior, do 12 al 09 a
    duzia,caseniiris decores pena cociro, cova I 1 ;;
    I IR m tw
    IftfiS flp fVil
    i iU>h lIC El dil
    a quera : >gar o 1 ?cravo Joa pura, fugidi
    dozembru proiinni pascado, cora osMgnaess
    guinies : rahoclo, de id.ii..- de 27 minos, ;
    1 menos, baixo e cheio do corpo, rosto re-
    duros o corr los, nlbo: v n is,
    nariz pe pieiio, bo -ca pequi ri 1, cuii falla de
    : res na treme, usa uigo le, o o iai 1 1-
    davia pude Ur rapado, sem barba ; 1 1. '
    re le, 1 ib camisas, levando
    1 .i: lisa do algod 10 Oseado a/';i e chapeo di
    ro : vcio de l>arj no rapor Cruzeiro i de oiilu'.-ni prximo passado. remedido por
    I 11 lu ene d.i Cunha Antonio i uiz dos Sim-
    ios & Iteiiiii quem o apprehcnder, _. le
    wmm iPiBii'sai n ipeeiddir.
    3 RA l>AQLOitIA9ASADOFUMI>AO 3
    Clnica \oif ambos os syslcmas.
    O Dr. Lobo Moscosod cnsul las" tod os os dias pela manhaa ede tarde depois do I h
    2g(IO, ba rege do seda para vestidos, covado a cidado do Hecifo, ra do Crespo n. 11. onde re-
    l->f00, un completo sorlimentn do colletesde cebera .; recompensa cima. I'-de "iialn .;
    gorguro, casemira preta liso o bordada, e de is auloridados polieiaes n rapilaes di cuneo a
    tostad decores, os quaes so vendem por lina:., opprehensao do mencionado escravo., que si
    poe fosse paro o rcnlro do Oar, por-pic d
    ser natural da villa do Cascavel e uiitilo de
    suppi'u- que v.i se incubando de bur lorao por
    % i zes lew felo.
    Fugio nanoilcdo 1." do Janeiro, do >
    uho Senaria de Jaboato, o escravo Silvestre, de
    40 anuos de idade, de Angola, porn bastante
    ladino, de altura o grossorn mejia i ns un
    pouro finas, andar apressado, olhos vivos, lem
    iina cicatriz em una das lares, de urna 15
    m barba, purera conserva-a baixa [evi
    preco, velludo de cores a 7s o covado, pannos
    para cima de mesa a K15 cada um, merino al-
    cochoadu proprio para paielotsecolletesa 2$S00
    o covado, bandos para nrmacao do cabello a
    I>500, saceos de tpele c de marroquim para ia-
    .'eni, eura grande sorliinenlo de ruaras e malas
    de pregara, que ludo se vende .i voutade dos
    fieguezes, C outras muitas fazendas que nan
    possivcl aqu mencionar, porm tora a vista dos
    compradores se moslraro.
    - o pernas, dej ois de ler permanecido Ion-
    1 lempo nos huspitnes, onde de rlam sotTror 1
    . I e Fio .' i lias lia muitas que hai
    '--'.- asyl 3 de padecimentos, para scnai
    submellerem essa operaciio dolorosa foram
    lelamente, mediante ousodesse
    preci io. Algumas das tacs pessois ::.i
    1 recouheciiuenlo declarar im 1 -
    i resultados benficos diante do lord correge-
    loi e 1 uiros magistrados, aura de maisauli mi-
    na sua lirmaliva,
    Ninguem desesperaria db estsdo de saude se
    sse bastante conianca para ensaiar este re-
    to eonstanlcmi nte segurado algum lempo o
    1, lato que necessitasse a nalureza do mal,
    litado seria artiva rincontestavelmentu :
    Que ludo cura.
    ungento lie uliS, mata nafticn-
    burmense nos seoruintoseasos.
    horas. 1
    i Contrata partidos para curar annualmeule ho s para a cidade como para os engenhos ou outras i
    i.)nI* t J* i kIpropriedades r 11 raes.
    isas -r -^S (jl^UTCi TOS 0 Clll- (t 0s chamados devem ser dirigidos sna casa at as 10 horas da mailha e em caso de nr- |
    as gencia aoulra qualquer hora do dia ou da uoite sendo por escriplo ora que, so declare o nomo da
    ? pessoa, o darua o o numero da casa.
    Nos casos que nao forera de urgencia, as pessoas residentes no bairro do Recife poderao ro- i
    S melter seus bilhetes a botica do Sr. Joao Souan \ C. na ruada Cruz ou loja de livros do Sr. .los, dacolete de velludo de ores a I
    i Kogueira de Souza na ra do Crespo ao p da ponte velha. i prelo a 5S e 6j, colchas de algodo
    liosa loja 1
    Camp
    xas 1 ,i
    la
    g do Cresp
    is J Lima tem para vender rai-
    umo americano de muito boa
    o a preco enmurado : na ra
    > n. 12.
    \ I pureas.
    Inllanimaeao da bexiga.
    da matriz
    Lepra.
    Maleo jas pornas.
    dos neitos.
    de olhos.
    Mordeduras do replis.
    Picadura de mosquil03
    Pulmi -
    Qteimadolas.
    Sarna.
    Supuraces pulridas,
    Tiiilia, em qualquei
    te que seja.
    Tremor de ervos.
    Ulceras na bocea.
    do (gado.
    das articulaees.
    Farinha di
    ..da UO ullil
    armazens di
    Es
    RVende-si
    cozinheiro,
    gomma per
    nos, 1 scrav
    gum : a fall
    ra da Ca Ii
    Poli
    E
    No bem (
    ra d .
    polassa da
    o do su pe
    cal rgera
    razoa1 eis.
    1 Vendem-<
    radio & C,
    lar- limamento r
    Vende
    Cala Irmos
    . caporal, e I
    Vondotr:-.'
    ente no
    i.airaUras.
    Caitos.
    Caneen s.
    as.
    1 lepe- de eabeea.
    -das costas.
    dos membroi.
    I'nfermidades da cuti
    em gcral.
    ao anos.
    Erupees e 1 -corbuli
    cas".
    I'i-li.i'.i. 110 ;'. I
    Frialdade ou falla do
    calor as-extremida-
    des.
    Friciras.
    Gengivas escaldadas.
    (nebaedes.
    lflamaco do flgado.
    Vend-so esic ungento
    gera! de Londres n.2:!, Strand.t e na luja de
    odos os boticarios droguistas e outras pessoas
    encarregadas de sua venda era toda a America
    do Sui, [{arana o llespanha.
    Vende-se a 809 rs. cada bocetinha, eonlm
    una inStniCQiiO cm portuguez para o modo de I rasa do .lan
    la/.or uso deste ungento. [fe n. te.
    O deposito gera he em casa do Sr. Souin, I Vende
    pharmaceutico, ua ruada Cruz n. 22. emPrr- nia ai [.ar
    namliueo.
    So escriptorio de Gurgcl Irmaos, roa da
    .adeia do lleci'e, priu.eiro andar n. 2>*, vendem-
    se duas escravos mualos, peoas.
    Sal do Ass,
    Vende-se a bordo de brijuc nacional D. Af[on-
    . nu valla do l'orlo do Mallos : para
    mtar, na pjo da Cadma, escriptorio n 12.
    Veias torcidas ou nuda- praea'do Coi
    das as ponas.
    no estabeleciraeiilo
    Vende-se
    5 assentos,
    fino, e prop
    com o agenl
    ! porprceo ci
    I Apollo.'dep
    Mil
    Vend'.ui-
    lo, ludo po
    da S-jledudej.
    rueiros.
    .ou
    IrnViinnaC! l^"ri?/^ !. alenidoroiipadealgodaobraiico, cal-a de
    l cS./.l.Jll.ltl5 ilSUliCl .....acoro o laquela branca. O abaix
    i, seu lior, e pi oprii lorio de engenl
    m-v (- q, na, promelte 50a quem o apprehenJcr 1 !:,'
    Ilcl5. cnlngar.
    / ihppe S Leo.

    WsweTaBas
    y.
    r:
    Fub.
    milho americana, era barricas, che-
    lo navio dos Kstados Unidos : nos
    Tusso Irmos.
    rin o-: venda.
    im moleque do ] annos, perfeito
    ni.1 negra que ccziuha, lava i cn-
    ilamente, v una negrinhade fSan-
    lodos du qualidadce sem vicio al-
    r com Oclavjaira ^e Souza Franca,
    a do Becif u Vi.
    ssa da llussia
    CAL DE LISBOA.
    ' ecido e acreditado deposito da
    ia do Recife 11. 12, ha para vender
    ussia o da do Rio de Janeiro, nova
    r qualidade, assim como tamhem
    m pedra: ludo Dor procos muito
    Cal de Lisboa.
    e no caes de Apollo, armazem de So-
    arrisrom cal virgem cm podra, ul-
    i'gada, c por preco razoavel.
    se na roa da Cruz n. 10. em rasa do
    o verdadeiro tabaco franco/., dito
    mbem rolo francez.
    sr.i.i.iNs.
    na casa do anunnciante aciiar-se-ha constautemenl e os melhores
    meulosiiomeopaihicos ja bem conhecidos e pelos presos seguintes:
    Humado 12 lu bos grandes, ..."....... 103000
    Ditos de 2< ditos............... lgdiKI
    Ditos de 36 ditos.............. 203090
    Hilo de S ditos............... 253000
    Ditos de 60 ditos.............. 0-000
    Tubos aculaos cada mo............. 1g000
    Faseos do linduras........,..... 230OO
    Uanoal de medicina homeopalhica pelo Dr. Jahr traduzido
    era portuguez com odiccionurio dos termos de medi-
    cina, cirurgia etc.. ele............ 20SOO0
    Medicina domestica do Dr. llering, com diccionario. 10j000
    Repertorio do Dr. Mello Moraes........ 6$000
    Corles de casen.ras de cores finas a 55500, lu-
    las de urna s cor muito linas de M e te, cortes
    ', ditos dito
    , d -;.. ;
    medica- das a 5$. bri'.banlina branca ocova'dn 4S0, case-
    mira de quadriohos 0 covado 1-3, pannos para
    mesa muito bonitos e modernos a ti, corles de
    barege com tres ordens do babados a loj, cha-
    peos de phantasia para homem, cielo de ^i>r-
    Fugio da praca do commereio, de
    ro de assurar, no dia '!! do dezembro rio 11
    anuo, um boi castanho bragado, 1 rm falla il
    chiflo o falla do um olho do mesmo la
    pi si 1 que o pegou, querendo restilii-lo,
    enlrega-loao Sr. Sudes, boticario na rna
    o qual est aulorisado para 1 :ebc-lo
    qualquer Irabalho.
    n
    I
    b
    uiiio de seda a 7^, ditos doChille do 4 a 25, \u \HV t\(\iU\ii V(\} [i Ot :
    ilosdefcllro do 4S500 eSS, camisas do cam- ;13 JJ .>. rtlU.MIlLM' '.
    raa de linho para senhoras, ditas de esguio -
    muito fino, dilas de cambraia bordadas .-omraon-
    gas, ricos cortes do seda do lodas as cores, man-
    : eleles^los mais modernos, grande soi uenlo de
    perfumarlas inglczaslegitimas, joias le^oral er-
    dadeiro, oleados de diversas coies imitando
    11
    ! Iravesseiro?, ele, etc., ebem como um rumnleti
    \m (Ip caiuiio.
    Fiuio no dia 2 do 1
    nviu.
    narroquim para cabrir mesas, forrar almoadas, 5 airaos, pouco raais ou .1
    .........:.<___' .... .... ..1.................. secco do corpo, pouca hatna, caa d".eaii I .
    1 i JO,
    un m tei[es
    -%>?
    Jv'; ha para vender ricas mobilraa de Jacaranda c de niogno, ricos vidros
    '[ >.; grande e pequeos, assim como muilos trastes avleos ; na mesma loj
    de espelho ;./;
    a se fa/.em g
    un-izetn de Rostron Itookcr & ('..,
    po Santo n. 13.
    Vllenco.
    rm carro novamente construido, com
    nuilo forte, forrado de panno verde
    o para qual 111er cochoira ; a Iratar
    '. do loiles llypolito da Silva, 011 em
    js Crablrce & C ra da Cruz do Re-
    s o deposito de assucar rolinado da
    ngoiras n. !5, com seus utencilios.
    mmoilii .' a leal -ir na roa do caes de
    sito de refinaria do Montciro.
    fio e farinha.
    e sarros com milho, farinha e Tare-
    barato pceo : -.a taberna grande
    cortinados para camas e janellas, lava-so chapeos de palhinha da Italia e se poo na
    e os melhores^seilinsJnglezosde pa- J^ ultima moda, lava-so tambera a palhinha das tnobilias a mais eucardida loma-so ou-
    '%/!\ Ira ve/, nova sem ser mais preciso as mandar piular, limpa-se e grud-se estatuas de
    ^
    v\V podra marniore, de alabastro e vidros de todas as qualidades tonia-sc oulra voz lao
    t3@l seguro e limpo como o estado primitivo.
    De novo caegaram ns afamados relogios
    Vf glezes de 011ro, de patente, e estao ven.la no
    "?/Ps armazem de Rostro Rookci i C, juaca do Cor] o
    Sanitlo u. 48.
    Relogios.
    Vendem-se relogios de ouro ingle/es,
    lenlc : no arraa/em de Augusto C. do
    na ra da Cadeia do Recife 11. 3
    de pa-
    Abreu.
    Vende-se superior linha de algodo, bran-'
    cvse do cores, era novillo, para costura: em
    casa de Seuthall JIclloi 4 C, ra do Turres
    n. 38.
    Xarope de Mossa.
    Vendem-se nicamente em cna de Miguel
    Joaquira Machado Freir, na estrada do Fombal,
    junio ao sitio do Exm. Sr. Bnao de Suassuna.
    Este xarope, preparado com hervas brasllei- I clmpco de palha oleado o o maior si
    ras, applicavel s pessoas asthmalicas, cejos
    I resultados sao bem venturosos.
    As diversas curas oblidas por sen uso sao a
    .prora mais conveniente que se polo apresentar
    de lo extraordinario medicamo-.ilu. Julgando
    onfailonho publicar aqu os nomos de lodas as
    Neste proveitoso estabelecimento, que pelos no vos mclhoramentos feitos 4cha-=e con ve- pessoas que delle teem feilo uso [alcanzando o
    nientuiueiile montado, far-sc-ho lambcui do Io de novembro em vanle, contratos mensaes para mais feliz resultado) apenas citaroi a Exma. Sra.
    raaior commodidade e.ecouoraia Jo publico de quem os propriclarios esperara a remunea;ao de do Illm. Sr. commendador Jos Candido de Bar-
    Unios sacrificios ros, que ha annos soffria deslo mal, e j canca-
    Assignatura de banhosfriospara urna pessoa por mez.....lOjJOOO Ida de lutar com lodosos recursos medios, acha-
    momos, de choque ou chuviscos por icez 15}000 se quasi reslabelecida s coa urna do de una 1
    Series de carices c banhosavulsos 30; pret;os annunciaoojs. peq'ienagarrafa. In. 21. Frcactsco Jos Gemino.
    1 ntre Taba tinga e Inga ; snppe-se elle U-r f-
    gido ara alli : quem o pegir, levo a ra 'ova
    n. ls, ou no sitio Corluuie, nosAfogados, d'on-
    de elle fugio, i[ue ser recompensado.
    Dcsapparcreu desdo odia 25 do mez de de-
    zembro do correnle auno o escravo por 1 < me
    Vicente, i nonio, natural do serlaode Sobral, al-
    io o cheio do corpo, tem falla de denles na fri li-
    le, o falla bem desembarazado; desconlia-so ipr
    fgido era companhia de outros: por isso roga-
    se a qualquer passoa que 0 pegue o I :i l
    sen senlior.iia ra Direita n. 12, quo ser 11 -
    compensado.
    Moleque FugiiU.
    IOOsOOO de gratificarlo
    Roga-sc ars capilaes de rempos, t a t la a
    qualquer autoridade a appnhensao de um ni'.le-
    quo Je nome Mar.ocl, crioulo, idade 12 annos
    pouco mais ou menos, o qual fugio Aa casa Jo
    abaixo assignado no dia 30 de oulubro du cr-
    reme anno, levando calca de cor, capuza azul,
    al sotTror
    de asihma e a pouco esleve doenie dp tengas :
    desconfa se que esteja acollado por oigum espor-
    talhiio, que se queira aproveitar de spa j.e nena
    i.laile para o scduzir, desde j protesta o r. o-nio
    abaixo assignado de cahir sobre dito
    lodo o rigor da lei, e gratilica da ma
    larapi 1 rom
    eir cima,
    paga toda
    despeza que se fizer c^m o mesmo mileque para
    aqiiblle que lhe der noticia certa, e
    I se efTccluar Jila aprehensao, levandc
    141 Til Ann 1
    ra Nova



    (8)
    Agricultura.
    A lonsoavnro das mallas o jeteas na
    provincia lo (>.ar.
    Entre m$, no sein deste
    BratH, ahiiln tan neto,
    '"'i rd de%ir\cao da
    ata* fiel ..- i >.' es ,/<
    ," tribuir e*aas ferros U rri-
    t rn* Qtit dccaxlutn a* pro-
    tiacii* iv M.
    1847.)
    i: i vi-
    rii s -\: a vi l'l UNA
    I
    Arpnhirami f un
    de que a devasta i
    !." ; i ti, di ule a o itiifio
    das matas da i xti nsa i or-
    dllhPtra da Ibiapoba n neorrendn para a diini-
    nuico da hutnidade de Sen -lima. lem cnrilri-
    i para as seceos ii parle du sueste da pro-
    vincia du Ptinliy hoja lo sujcia esta mal, o
    tahez mais do que u Orar. /|'
    II
    So a dorastacu das matas na fbiapoba lem
    t utrorridn para a falla di< chovas regularos no
    l'iauhy, deremos igualmente suppor, que Rao
    t> tu menos actuado para igual phenomeno entre
    nos; o nao s a th stru;;'n. na rordlhera da
    Ihiapaba, como cm todas os domis sei ras, praias
    e sendo da provincia, pois um tarn Irislemen-
    '" ncontes ovcl que nao ha ma ierra le algii-
    ma mala i-o interior, quer soja molltoda ou
    , ijiip o machado do agricultor imprudente
    nao i'iiii.i titeado para rucados de algudo, de
    un es i le. .\- malas do sertao, que guainecem
    argn* dos ria r libeiros, nao' iom .-ni..
    mais poupndas ; c i qnc c ainda mais fatal, o
    todos os annos queima os campos e matas
    oor leguas, e leguas concorrondo pora dous gron-
    '.' s males a dostruicito de forrogem lau noecs-
    naqiiolla estacan aos gados, pelo que ha
    -''''re lodos os anuos grandes prejuizos, c o
    iiiquilaminlodas pomas malas do serian, que
    ida vr/vii liiando mais nbcrlo, oprcscrilon-
    slcns-is lar/tas e laboleiros na estoeo
    1 birlos de p, ierra calcina Ja e rocha
    Fssas rarzeasdoIerrasselirosas i laboleiros
    ; "di 'g riteiramenie desguarnecidos de ar-
    s, snsceplivris de rsc nndeecr-sn rom os
    - ardenle do sol ndqiireiii no corito urna
    ra ura i ti radissima, que j or sua rcflexo
    devi con orrer pira maior s cura da alhmosre-
    ra, e, por cu::scgutnte para affaslai as nuvi nsc
    a i !iin as.
    l> concurso de loJasessas musas artificiaos da
    citoria dos hnniens, reunido condicocs
    naluraos ponen faroraio's de musa provii
    ler mu i t contribu lo para alterar a clima-
    tura do toar, tornando-a mais ardenle p ppi
    conscgoin'.o a provincia mais sujeila repel u
    s Idrriceis f| igellos i humados seren.
    III
    ^!:- Fur I r, ':.' n sabio aulur da V, <. Ma ci-
    ma citada n'iiin Irabalho sobre oclime da Fran-
    msti ni que e-te dura lo: inelhi.ramio al
    ':'"' \ pi -a, cm que tinha rli ido ao
    ipogoo, Dcira parado al o XII, o disse em
    pres ule, camin ava ara urna de-
    cadencia completa. V Brasil. continua, as vas-
    las mleadiiras p->r meio do fogn, a temperatura
    elevada, e as vezes a abundancia das chinas.
    ni orlado os periodos; mas de\ ia aqu ma-
    ston in-se phenomenos semolba
    A q mil,
    anda km
    que dola fi
    Sao 5
    das no pi
    1845.
    Nao fall
    bastante gr
    os gados d
    gundo o gu
    no que lia
    quanto leu
    lOSSI Si etaj
    que emigro
    de 1818
    dos ele M I!
    especialnic
    bral.
    DIARIO DE PERNAMBCO. -- SABBADO 7 DE JANEIRO DE '860.
    secca de-ana va tugona loi u du lnb,
    iresente nemura desta geiaee,
    i tesleniunha.
    I Miaiitn as grandes serraf orconi-
    riodo de 120 anuos, desde 17*5 a
    mos de nutras nao tan falacs, mas
    ni s como ns de 1809. que ossolou
    umitas lihciras, de 1817, que sp-
    ernador S*jnna$o,Iui iguaj de 17!2,
    eriMi.i-rile cxgcraci : porque enm-
    vesse grande niortalidade de gados
    nao consta que morresse genio, eo
    |p: do 1847, de 18l.e linalnienle a
    '1819, que causara prejuizos nvaa-
    iops.'i-i qu.nsi [oda a provincia,porcni
    e na r.oiilandi
    quenas, d
    tensidadc o
    pe iodos :
    Se
    [i.is as seccas grandes eom as pe-
    inillas daquclls pela sua menor in-
    elfeilos, temos as seguidles pocas e
    i as.
    721
    77S
    7!>;>
    W)9
    SI7
    -S27
    637
    841
    Ro
    sos
    iMtra.ao dos pi -rio los.
    Periodo de 5 annos.
    Por esles
    cas cada ve
    mi se pudo
    signalado.
    V. ii [ii ec;
    secias gran
    > 11
    < 17 c
    (' H
    ' 8 <
    " < 2
    << 10
    4 <
    ' V 4 <
    < 13 <:
    tactos se v que u periodo das sec-
    n.ais se encuita, phenomeno, que
    ittribuirs causas que haremos as-
    IJuauas iiiscoiiL'itus tcui aiuu pt-iui radas, initilis.idas, depois tornadas n adiar e
    exeruladas ? OsChinezes, depois do havereiu in-
    venlado todas as orles, dorminm profundameti-
    li\ e cora elles lodo o genero liumano, acor-
    dando depois deliaixo do canhao francez e in-
    gli/ A lula do homeiu rom anatureza he mais
    ou menos roca, segundo os ai;onecimentos, os
    climas, as cartas, a instituirnos, as variedades
    dos genios e das facilidades. as' resides d<-
    norle milito cModescobriu-sc o jegrfdo do fa-
    brico do trro. A principio eiupri gaiam-no em
    revolv r e loria para a fecundar, depois serviram-
    se del le para molar seu sen.eanie. 0 que o
    amor o o lioni sonso baviam crtado, deslruio o
    odio, instigado pela inveja e ser razao. He es-
    te um espectculo humilhanlo feilo, como diz
    l'ascoal para abaler o no-so orgitlho.
    Em um artigo precedente falh-Ldc dona anlo-
    res, mu inglez. oulro lleniao, que ranlam num-
    posamenle nosso hVmno triumiihnl ; o autor do
    Era of meller ; e O vclho Alleirao lleck-
    iiiatiu, cuj) Ir; lado erudito, curioso, difficil e in-
    compleclo, lem soffrido milita mclliora na tra-
    diiccao ingle/a ; elles smenle veem o lado bel-
    lo e brilhaiile do aasumpto de sua ultra. Tudo,
    dizem elles, melhora e progride. A patarra he
    sul'siiluida pela escripia, esta pela ira prensa, e
    a i ni prensa pelo lio elctrico. Nao ha mais dis-
    tancia ; o lempo he vencido ; o homem he o
    vencedor. Nao ha mais penuria ncm sofrimen-
    io. os antsthetteot dormem al o senlimento
    dai d-ir humana. O progresso he universal. A
    feliridadc nos vem de lodosos lados /
    Porni este progresso, que lelroced
    liC'f >uil..ilr u iii.iUuiiik il l',( o II Ul'liiolu
    de 176I) comecam oppor a Paria <> que a Luropa
    approva.
    Assitn caminha, por pnlre ironas, derepecs,
    imprudencias, odios e loniniellendo bem fallas ;
    prendendo Papin : encerrando Sauvagc em um
    -hosfiicin : Joufrois nos Invlidos; privando o
    physico Argantdo sua justa parle de gloria para
    da-I ao hbil Quinqu! (I.eia-se sua historia por
    M. l-ioirnier' : assim caminha o genero humai o.
    tJei at ei.es
    c tradiciona
    H'i'i .un
    ou fiel.
    o.i nao, se sua
    O moriinenio dos deslinos:
    oiujiia|.|iijlcrip,jve|j e oio p0(j(, comp,rar_M wna ,|I|P
    que elles represeniam.^reVlTaVo'bagU Glad!*- rl- "-1 Ci,'lf"r"ia. 1^d se descobrirao, os
    |ony qoer ver om Homero i.n, historiado'r com- nCS ,MlgM dc 0UrC- ,t -, .
    (A narao.
    pelo, a litada, para eit 1Ilia vcrd.ideir
    raj, :S'n,.' l"''""' "-i. Porm que licao '
    nao nos da a hada e a OdVura Como
    :............a <; i uau*rn '. l.omo nos'
    moslriwn os costumes. as Inreneoes e as deseo- :
    borlas ilesos lempos Como ncllas so v clara- :
    , menli o conreadle |uc opi 6e o iuimovel \-ii
    ingrato para com seus bemfetl ires : ignorand j oGrego ri\ilisi(Lr !
    sua propria fon a ; mas seinpu;
    nern humano, cierno intenloi
    iufaligav I. O
    nao i osa do
    alioVieii r os que o iii.-tmein e de esquecer saas
    prdpdas des.'obers.
    Invena medida das sitas necessidades ; de-
    pois penle ou abandona suas mais bellas iiiwn-
    ',oes, autos niesmo de acabadas, c as com' a de
    novo para nmeluir; dous ou tres si
    [i .--.. lo, im.a mira geraco, senhoia dc novoa re-
    cursns, applica-os s deseobettas, que osanti>fos
    nao pod rain fecundar. S Ciegos, que, por meio
    de lypos de hron/e, gr.navamja seus Humes nos
    loncos de barro, eslaram bem prximos da im-
    prensa e da gravura, que nunca poderam conse-
    llieron e Arehimedes quasi que hariam in-
    " i' .'ii pessoal daVanalyse p
    eslava pois reservadopNJ n Helenas!
    Bella Grecia s bemdito>Clo dom sublimo de
    tndividualidade, personalidade>jMbei'dadc o ori-
    ginalidade, qu Icns da Issu. mnnd e
    que val mais q ie i. ',.. rlas>y:l
    rew. porqui ;.. ; ronserva
    se lem ca-las, i ren i Ins.
    Philan C/a*/r*.r. de Vello.
    A POLTICA DK NOVA -YOilK.
    Com mei ri 11!,i Porto.
    Copiamos do Correio dos Estados-Unido* os
    mleressanli s pormenores sobre a organisacu da
    ESTADOS PONTIFICIOS.
    Kscrcvem do Roma a 19 de norembro.
    O tratado definitivo de paz esl emfim assigna-
    do, casorio da Italia rai a ser confiada o um
    congresso cujo mcrorimenlo seribeui grande, -
    rolrimcnlo '"hega a dar se ni ofhsio de aangne, a paz c n
    traiiquilloiade pennsula.
    A circular ministerial, que seguo o annuncio
    da assignaiura do tratado, no Muniteur francez,
    foi lida rom vivo iriteresse,sobre ludo no que di/
    ilo questo romana.
    E* qu i a mesma rousa. dc quo j temos i
    iiheciiieii'.n pelas olas do VmUeur e a carta do
    Imperador ao re Viclor Kmmanuel.
    Nolaram se com especiaiidade calas pala-
    vras
    <' Ognverno u'o Bjpo'adur j ten; a seguranza
    que o sanio padre nao te|.. senao um momen-
    coiii..,. J" os reformas
    "-eus Lst.i -
    o oppm tuno para l.i/ei
    o notar, que mencionando aqui as
    les e pequeas que lem em grande
    parle aniquilado a riqueza principal da provin-
    cia, a creaepo do gado, nao fallamos dos inver-
    tios Ludios esoas-os, que quasi Indos os annos
    cxpp.rimtmt.-jmos, de surte que depois do 1845
    para ni, ? ,iiwmosum invern regular, que foi
    o de 1849. |
    Ve-se poif que os fados vem cm apoiode nos-
    -i osserr;ao,
    i igOS COIllill
    de que a deslruieao das malas e os
    ios em nossos campos bao coulri-
    ri* rf lrCfih5S2??*SC dvnm H po,oa da "en- ca equivala ao menor de noSSUS departamento* *
    uaouda liberdade. hiles nao vivem comple-! Na origen '
    huido para ds secta- no Cear, cojo periodo vai
    risivelmenti enctirtando : cquem satie se pre-
    paramos com este pernicioso syslema urna sorte
    desastrosa nossa ierra, semelhanlc a de Chipre
    i- Syria ele. I
    Aos podi ns pblicos r.umpre tornar a inicia-
    tiva na reforma do estado physico da provincia,
    a que oa particulares nao se animam, ou nao
    querem acreditar nos fados, que lodos os dias
    iflhem debaijio de.nossos sentidos.
    [Ceare n$t.)
    Variedades.
    lamente ; porque viver he caminhar, he cumurir
    um lm. he desenvolver interior c exleriormen-
    te o germen orgnico he escapar p ir um mo-1
    menlo da grande falalidade, que he a rrorle
    Quantos s na do rorpo imperial do yenio(2),quantos homens
    supon..re-, quantas circumsiancias favoraveis
    experiencias, discussoes e perseveranca nao exi-
    g.in os emprezas grande, novas e dilcultosas
    para seren approradas, principiadas, aperfeicoa-
    das e acabados Ksta paitilha de gloria,'este
    projeeto pnncipio imperfeito, esta pereie5o
    obradolempo e de mu i tos, ten., para mim, nos-
    nos l.nllio c encanto.como a creaco repentina e
    pcrfeiiadc um s homem. Pordm esta marcha'
    ___ tonta e tortuosa do espirito humano he a que Si
    O Vclho noiii, historia utida das
    M\ein-o's o lsM!-.-tas niiiilei-
    naspor I'iliiartlo Fonrnier.
    Nada unida, nada se p< rde, lud > se modifica e
    transforma ; ti vida do genero humano se ronso-
    mecm urna permulan'toconlinua, urna regene-
    raran sem lili tu eterno plogioto, una desco-
    fierta cierna. O rnesmu titulo que M. Fournier
    d a seu no\o livroheo do vclholivrodePascoal,
    ! Inventa nopa*antiiua. U Uollandez Almeloven,
    i das sociedades iiouve urna raca que
    linio iuveiitou sem de nada se aproveitar : foram
    os Cliiin/es. A luissola. a gravura, a mprensa,
    o fabrico do papel e da porcellana, a pintura a
    msica o a archileclura lheg perlenceni desde
    milito anles da poca honiprica. Para fecundar
    estes germens sij Ibes falla un instrumento, o
    alphatnio. S sabem crear imagens : nao de-
    compoem ns sons, asiduas, ncm as palacras. Fal-
    la-Ibes a analyse porque o alphabelo a analyse.
    I'.is pois esle povo imnifiiso, engenlioso, grande
    trabalhador pinventor, queso detem dianto d.'s-
    le obstculo inlransilarcl. Elle nao sabe de seus
    principios
    A lei chineza prohibe que o filho seja mais do
    que o foi seu pai ou ovo ; elle obedece ; o jros-
    seiro symbolo da idea llie basta :
    1 i i i.si 'uio cobrar
    tur dc dii crsos n
    perlo de 19,00(1 dol ii -.
    l.nilim. prenden 17 individ i is por nssassinalo
    ou lenlalira de assass nato, c -i l he escapo u um
    mannbeiro, por nomo Sanclus. Em nutro romo
    cas suas Otlrilnilcoes. a polica dea ab
    3.0S9 infelizes em asylu : entregou
    unlias (98 i riancas perdidas : reco"
    soas feridas oe docnles na ra salvou 29
    as
    -oas
    bou 1M ;
    o a
    fa-
    .>s-
    PfS-
    rr.v
    pr ,-< ii-
    soas prestes a al igaicm-se : vi.
    sas ou lejas, cujas portas eslavam heras: den
    alarma em 6 in endios i apag >u 28 no seu co-
    me o.
    Parece certo que depois da ontn vista de Bres-
    lau, os gabinetes da Russia e da Prussla leriam
    feiloconhecer ao governo franco/, que antes de
    dar o seu consenlimeulo definilivo para a reu-
    nan de um congresso, desejavam que a autori-
    dad., ponlillcia fosse posta loca da causa, e se re-
    eonbecpsse que deia ser restaurada na Huma
    ma. ocrescentandoqup a conservocao do poder
    temporal dos papas ntcressa em igual grao a to-
    das as potencias da Europa, nao smenle s que
    sao cathulicas, mas lambem s outras que i',.,..
    reconlii ,[!] a aiiloridade do papa, porque tudas
    ellas encerrara no sen ser numerosos ralholi-
    :,'"" :..........y u" -'i'""" iiuiiiouo ne a que se seiro svmiioin da idea ie hasta ; e osles hiero-
    ,X\\ t' "'!rC i ,l""ldu se ''scieve a historia e glyphos sabios, que toma por ideas, dispensan-
    nao a lanilla u-is grandes emprea > A madureza do-o de d-compor o sentido e analysar a polavra
    Pm.?,?,7rr!tadP** muln9, vezes de urna prejudicam o seu progresso e o lornam paraly-
    pequena circomslancia despiezada,lenta era man- tico. '
    eslar-se. He preciso um certo-ajunlomenlo de
    lacios dtllicets de reunir para que a mais bella
    invencao progrida brilhanie ; sem os progressos
    da chimica, que nos lem dado o vapor do iodo o
    photographia seria impossirel. Muias
    elementos de urna descober
    commendando u nband mi du svsli ma dos guar-
    das parliciitares, que s. empiegam de ron!"- em
    'eiios sitios. Basta, diz elle, que us douos das
    tojas tacam na pnrla un rolur pelo qual os
    agentes possam vigiar o iulerior, deixando ahi
    urna luz acceso ; porque de lodos os que lem
    adoptado tal syslema anda nenhuin se qu u
    de um ao iou'.o.
    o Italiano Pahcirolle em sen Tratado do* cousas
    10,
    rezes os
    a coexisten) ; mas oriental tem asitica
    por nao se approMinarem, nao prodiizcm efiei- cipio na Grecia.
    In ram lugar ni Franca, c, se se compulsassem
    . doc menlos que eviatem sobre o estado pby-
    s en do Brasil no lempo de sua descube!la, im
    W i, e as diversas epoi as d
    ! e a e pela simples rumparaWio
    - b seu lerrilorio applicados cultura do as-
    sncar ron ,-^ rni que sedescnvolveti a d
    i i lorias-! pri tar a influencia, q te exi rce p
    ."' '' i tumi o sobre u < lima das Ierras que
    e demot slrar-se a verdade desle prinri-
    ! ha 40 annos por Foum r de que
    al '- ;' : uta ca | ./.
    altura. .
    remos pon rscriplos o estado phvsicn
    ird >sla p ovincia ; mas temos i .. vi ri-
    los, e i por nlh [., ios princii da s
    ti qoo i( nii i : cort-
    il- a climatura iln provim ia e 11 n-
    I r a rt'perao das sed as
    l\
    uns d .i un t ntos ai ligos, e
    o i : ; i .... dos nossos av u Fian os
    na secca lagellou esla provincia nosseguiu-
    is semelomos aos que | f/. scobe taseierdida* [di Rebus invenlis etperdi-
    tin), precedern! Costa d'Arnobat e Dutens, au-
    tores, um, de um l'.nzaio tobre pretendidas des-
    eobettas /. i na*, oulro, das llescobcrtas attri-
    sia his- \ buidas aos modernos. A mesma idea j liana
    das por- i dieladu n ira I ilhti v i: irdan dc SnbtUitatee uui.i
    n ii iia,
    :o
    .'i

    A !.. ira di
    me
    ha mi mora fi

    i-'i
    1 .- A ti -iicr.'..., principalmente no Caiir con-
    rva lembranca grande secca, de que
    ': o Si Aci ioli ii .- sua o emorias
    |'i i ti hia, dizenilu que ell i I
    ' : ale as fonli da Bahi e foi gi ra! por lodo
    ii rlc d '! rasil.
    \ .gund i d' mi is no!,, ia i
    n lii\o da Un sourati i da fa -
    ' I* i 177?, i m *[:. Si glll lo in-
    icoes d sntiga pn vedora o gad.i da ra-
    i ti-... i ilnzido a o.: nos d i i
    * I ra fui a chan n l.i .- n n '. de 1792
    i anb h de 1791 a 179.1. Esla ainda du-
    - .. Utos qui
    eiat im.
    -,-- que i ionou, princioal-
    ' nas do Itio Ciando, Paral
    ,!'' 1' mi ni i di ixaram-ihe urna hurro-
    ridn : S lo um nlfcii do raptan
    ' i: i ico ao ii inislro, um ler 'o
    fio d<
    - Je i .- diz
    ; sainpni : sem
    in i i tai lo.
    ' quarl i grandi so rea i.; pni
    re pela : or lo le di
    ou : nao I nti ; rausa d
    ma fui i i lima da
    no Ceai.'. 7 fi egui zias
    I .tanto. Is-
    1825,
    gente que i i ra-
    li pe-
    ' de'i s.qui cnlao ngila-
    - .
    I \ ',-; Ii iiiu<
    'S no o las, q le hmise
    '; I : e.qiicl lo osuldi l'i :,.
    1 "'' ~ r P '-,: S. R i. ;.l N......i, m irrc v m
    parle das curiosas obras de Cornelio Agrppa.
    i V'e-la-'.io ainjda na nnliga obra de Tiphaigue dc
    l.i Roche, a iphantie, e nos dous pequeos o
    exrellcnlcs tratados ltimamente fetos por M.
    lloiilin. U ;6es suspeilas dos autigos, clc.
    p por II. s.iini Germaiii l.cdur, [Curiosidades das
    niMi i'; e drscoberlas, ele 0 espirito huma-
    no I raba I ha sola ce.-.nr SOfcre SPUS proprfos re-
    sullod< ; qual esla raca infinita e nvisivel que
    d indo i" ocano pacifico faz surgirilhos e no
    ; 1 os COUllll lltl S.
    Ten clip u direilo de nrgulhar-se ou hiimi-
    A plelles, que, SeduZ.dOS pela Scionci.l,
    de M. I'ouiiier, lerem a sua obra, odmirar-sc-
    ho de saber qjne os autigos illuminarom noilc
    : isruas: que o Mac-Adam he renovado dos
    Ii1 manos : qu| o secnlo 13." levo sua exposieao
    d induslr-i : \<- a polka dato de 1590 ; o valsa
    1 seclo lil' ; e que o a;.hallo nos vera de
    Babylonia. o mov era um remedio chine/.; a
    palacra mesmo he chine/a. Cesarse servia de
    um lileSfopio. \ pholograpbia era quasi conhe-
    rida pela llossia no scculo 16." 0 Helia, anles
    le .i 11 io t. -ir, enlerrovo, junto a cabera, urna
    '.mea aguda i-ora a pona para cima, e assim
    dorma Irnuqu lio duianle a tempestado. Que
    lie feilo [icrgiijnta Rabelais da arte de evoraro
    r, o e o fugo cfleste, onlr'ra inventada pelo sa-
    bio Proraelheo? Os El roscos e os padres he-
    breos possuiam jan s. grodn de Franklin.
    Tudo pois he vclho p novo. 0 viajante, qui
    aba d otivir o brahmanc murmurar mi a pn-
    ce nos marg nj do Congos, e repetir tres vi zp3 as
    I palabras mystoresas&''it'-oifff;, conhepe logn
    que sao as pahvras s igradas dos Uyrh ros d'E-
    . a mesma formula dc iniciaco, que da
    : ludia .a-- .o para Samolhrarin e pa'ra a Grecia.
    ceis asFpistola itineraria' de. Jaique I-,,|-
    licus .' Mellas veris duas ou In s invences mo-
    : demos. Con;; ulsasleis j s liertamorphosis of a
    1 Vi1'- por sir 1 homaz Harrigton traductor
    do Ai'i-iii '.' Al.i lerris rslianhas parlirularida-
    I sobre a inveneao da limpeza, que se jnlg.i
    nova, e roe i ~ [nglzi atlribuem boje a si, d i-
    in noinc deceule, i rado dc seu idio-
    ma 1 ; veris mais que un a gravura sobre ma-
    d'-ira, impressa no livro, c difficil de ex-
    I lica em ii i ii .s convenientes, reporla-sc
    scula 16.' H. Fournier, que nao pode
    ndV.r em sua obra, r.onhccc
    sem duvi I : os alfarrabos, que Ihe ven bode in-
    ' .i!" Tcrei grande prazer em ollerecer-lhe o
    i. se por a -aso escapar;;!!! as su -
    o quizerdar-lhes lugar na i -
    .'o que pretende publicar.
    Gloria pois s primeiras nares, que emprc-
    garam a grande chave do progresso ; a analyse. ;
    Ella a liberdade por que decompoc e desliga os,!
    dmenlos associados.por que desmembra de um
    lodo as diversas partes, que o compoe. Nao
    c europea, e s leve pi in-
    -... eiii'i-
    lo : ver o momelo do contado, a faisca scin-
    HHa, ludo se acclara. As proprias loucuras as
    allucinaQoes, as decepcoes, as credulidades hu
    manas, ludo nos serve. As taboas gyranles le-
    varam X. Chevreul, um dos nossos philosophos
    mais profundos, a darsm theoria e explicacao
    sobre a pndula exploradora, segundo a qual ie-
    couhece a inlerveueo de nossos proprios i-
    gaos musculares nos aclos. que exeeulamos por
    nossa vonlade :.... a rcspeilo das experiencias
    de Gray sobre osraovimenlosda pndulasnslen-
    l.ida pela roao em cima de urna quanlidade
    de resma, j Weblpr baria demoi.slrado que os .
    elTeiios observados nao cram dovidos a electri-l Patroclc, era Agamcmn m cora
    cidade, i/raNtcamenfe ito desejo d,- fazer pro-' phelisa Cassandra nada lem do con m
    jworimeno Eis pois a vonlade do lio- bella Helena, cujo eararler adornado
    \. eslrauha s populaccs vedicas c brahmnni-
    cas, entregues s suas Iribuse lra-li;coes, nenpa-
    z.es de individualdade, c que s coi'npreheudcni
    um i synlese infantil.
    OsGregos, pelo contrario. possuidore3 do ad-
    miravel instrumento da analyse, applicar.im-nu
    < artes, s poltica, industrias t philosophia.
    A Asa hara lido figuras ; a Grecia rroou ho-
    mens. ludo Egypcio sujeilnao saserdocio igual
    ao resto do rebanho. Todo brahmane reza, so-
    tiha e morre como qualqiier oulro brahmane. 0
    individuo humano nosce com a Grecia o no lem-
    po de Homero : seo Achules nu se parece
    Heil, r A
    Osuporinlondenle comp'elao seu rdatoro re- '''' roi"aiM>8- ?'- ossoberanos dcvnn proteger.
    I na .sua crenea, como,, resto dos seus subditos
    A Austria do seu l.ulo, aprcsenlou romo con-
    dicao sin? aun nan do sen concurso u peticao de
    reformas a operar no3 seus Estados Pontificios, o
    reslalelocimcnlo das autoridades da Sania S i i
    Romana.
    Parecia pois queso estar de accordo ara ii s-
    liluir a Romana ao soberano ponlilice, e que a
    ! ranea se acharo disposla a conlenlar-se com as
    rmas apresentadas pelo sanio padre.
    1. por sin poder/i com luir- se que a queslo
    romana est nteiramenle resollido, que a Bo-
    monia, (ornando a entrar na obediencia do
    ludo esl terminado?
    N.'.o porque e.\i-lrr. ainda mullas difficulda-
    des.
    E neccasaiiu conhecer bem a siluaco, anles
    <^<- alimentar a esperaupa c a KPgnranca que po-
    deriam fazer nasrer alguus factos dos quaes a
    rerdadeirasignilicacao uao sena peifeitamenlc
    comprchendida.
    Assim as patarras que nos citamos mais silo
    O gorerno do Imperador lem j a seguran .
    que o sanio padre nao espera senao um momento
    USAS EX SI AS!.
    [Cominercio do l'oi'
    , "a segunda melado do u. brou-so cm Bangkok o annivursario do nascimen-
    todeSomdelch-Phio, o piiun iro ni dc Siam,
    coro ngosijos o iciunai..
    Os cnsules i .irongeiros fui ; lados pa-
    ra um gran V banquete, a que assUlin in os pri-
    meiros digualar.os do reino c os membros da
    familia real.
    0 han [ii i eslava pr na ; i c n um i sala
    1,1 '-!;; 'canil ni fech id i d'um lado poi urna im-
    i gaiola, que eucerrava os mais MI >s pas-
    saros de toda a Asia, c do oulro por unta gradi
    do irada, qm
    papa
    com
    pro-
    iii. I om a
    de
    i ". isto paleo onde se acl.avam pcl.,li.,.,PruS mu- l0, ','r,* faz,r. f""l'Cl',r rcnrmas
    todeslroseclefanles, que fi orden, de seo ?,"?.?*' J o leut Estad. e que
    guardas executavomexerdeios muiv curios ie '.'l .V" r' l .-^ V*1""'"' l:tna-'i a "
    manobras notareis pouco na posse da Romana o neressano apnro-
    0 ni appari i i unan lo eslava no meio do
    i,;|i |ueli so re uro i slr.i I i pu u-u levado, pre-
    ai.ido i \;i..!-!.ente. A rnusii i, silenciosa at>'
    \imar as s.-guintes da mesma circo tai:
    0 tratado de Zurich diz que com ti designio
    assegurar o Iranquillidade d..s Estados Pon-
    tevosie o icm o cuidado de extractor ludo que
    he vem das academias de [ranea, o depois de o
    lerem em sua ESaembla, inserem-no sem cere-
    monia cm suas proprias Mcmvrias sob a forma
    que igrada ao resumidor. Esla assiduidade dos
    Inglezts era lerem as obras francezas, eaprovei-
    larem-sc dc suas ideas, fazia, occrescenl.i cl'e
    di sesperar o pobreabbade de Saint Pierio, so-
    breludo quando a comparara com od-.-cuilo c
    inercia d-.s Francezes. Morro, esencia elleem
    Ii I, com recexode que a razao humana sede-
    senvoiva mais codo em Londres, do que cm Pa-
    rs, onde a communicar-aodas verdades demons-
    tradas he presentemente menos fcil.
    M. Fournier, com razao, rcrindicou, para nos-
    so pnz, mil invences, de que os Inglezes se Iio-
    viara apoderado. Os Francezes sao sempre os
    pnn "iros autores, diz Palraa-Cayet, .....Jm lera
    '.""'f'1 -1 n faila de perseveranea. Quanlas
    descoberlas magnificas lem sida roubados! ";-
    xemos rallar U. Fournier; Os Francezes ex-
    piara rtesla mam ira o desgracadu espirito do op- ',"'"1 B0 e%
    [josicuo, qm existe em sua nalureza.; sua mana "toa. que
    Oarlista egypcio un escravo, cuj
    leiada. copia religiosamente o iyito
    \o artista grego o lypo niio basta. Elle
    propria origiiialdadi
    niao en ,i-
    primitivo.
    creador.
    Manilos!.i
    senhor de
    esuslenla-a. Kan e afasia do anligo modelo
    modifica-o somenlp, usa da liberdade. pr
    ii bello, caraclerisa os fi-nras.e nos maleri, ..
    ' ligas, eonhpeidas, Irodict i in .-, acha ain la m io
    de saliir-se bem.
    Quando mesmo a Greci a nada livr,, inventa-
    do o mundo occidonlal Ihe deveria ludo; porqm
    lera agitado e avivado a alma, o laucado ni ,
    | elemento da liberdade e Ja vonlade,' da indv-
    i ilualidade apaxouada, e o senlinu uto da harn .-
    nia. Grande beinfelra Tcm-nos mostrado o
    I raminlio e trazado a luz. Gracas ao desenvolvi-
    raenlo de sea livro actividade, nfis, os Luropeiis
    i oi-.-id ntae, nunca suecumbimos scrviJn br.ih-
    manir, que aserrido das castas, a immoli ;.
    dade rhineza, que o torpor adminislralivo:
    io ni ao exl i-. buddisla, embriaguez pedos.i d .
    reina anda hojo sobre as Ires quaitas
    visitar
    Este | i .. mais bello ha em lo lo n
    paiz, : uisii .. lo por l'hra-No Uliaie era ii>7">.
    C mtni inn-.iim raveis nrriami nlos, de gigantes
    ros dolos d'ouro, e o grande i l'ouro, que
    lem dous n Iros ira : e i .. i Ih -o.'li-
    nda s necesst
    Em duas patarras,
    na na phasc n
    Irar :
    0
    ad'- das populacoi -.
    eis o nsumo da questo
    iva cm que acaba de en-
    gorados pot d ns cnot ni mies e
    roas pot di as de f
    soberano pon I i fice ver entrara Romana
    b a sua autoridade, mas proenrar-sc-ha obler,
    MANANCI ','.. DE OLEO NATIVO.
    /' >to C-irt.i.
    1 :ea car' i diri i la .1 T;l i. .;: 1' ;;-
    ao Now-York-Tribiine, -aquem dcixanios
    ; onsabilid ule d-i fado, emita a desppl cria
    urna fonl ibtet ranea de oleo natural :
    Em maio ultimo, M. K. II. Drako z con
    ns l raba I os da furagem, afim dr lescubrir a ori-
    nan >''
    ai esca- depois desle fado, as reformas qm -.
    valivaui ule pi dido.
    As dillicnl lados da questo ron ana
    : -.,!.;; ,. s .< acha o adiada.
    remos lido que deplorar um acontDiimenlu
    rajado que leve lugar a pouca distantia de
    II iraa.
    \ ama
    a ii -

    A- cliuvas abund mies e
    inarom a anuda do
    l'i -d lo.
    a rioleni i i
    duas casa.!
    -
    Pll-
    :
    o
    dc descoullanca, nascida de ura longodespotismo- '!l!l ; lli sl'' niiseravcl globo.
    este senlimenio cm lira de emula o, que oslor- '-'" '"''" mosmn no Orien
    --T-
    !; '_ ': PISSR30I ] QUT1N B8D3. "
    1] Water-iluset.
    na lao impacientes pela gtialdadc, e que rollan-
    do-se emir,, sens proprios genios, faz que so os
    leja renegar, o que devena fazer a gloria nacio-
    nal. Ha entre nos odio ao visinho, inveja do
    ro i, c tudo cedo a estas mesquniharias do
    ininnsodes c rivalidades individuaos r poi-cm
    Franja que nascem as grandes cousas e fora
    ilello que prospriam. > l'.r.linariameii'o
    t\ U. A llont.
    i:!, Bciquerel-Ilesumo
    cidade.
    es-
    do historia da eleclri-
    le o bralimanismo -i-
    meiro, depois o nirvakha buddlsta [-nchlwnJ
    no venlusnenhuma c >ir.i.-;.;> ; prejudqupm o i
    progresso asitico eo megulhem no lorpr qi e-
    tisla o no lodacal emprestado, de um optimismo
    definitivo, nosso occidente guiado pela t.recia se
    move ; este occidente civilisado caminha, acl va-
    so, onima-se, engenha, invena, aperfeicOa, ata- '
    i. a Asia, hale o grande rei. Eis "
    Hercules, TliCSPO, que abrem a
    Acl.lies e Agamcronon : liomulos i
    gen. do oleo nativo; que appare. abundan- J.,?!!?,!'" l*MM Bfmm
    ca sobre o terreno de O Creek. No 1. d
    lembr del8")'J, na profund lade du 71 pos,
    conlrou-se na rocha tima nda, dc onde,
    grande forp za e alegra de t i ..-. so rio i r-
    rai um repucho do agua oh i mislurados, da -
    I-i un ga'.ps .. !a galn lem. ooueo m
    menos, 5 litros dc oleo em riul i i
    ras.
    si pul
    do vento
    era Bo-
    dt'i i
    B
    . B ?
    -_'-_-z- ^""---*-''--K3a.^ttsppf7Ri-:
    Triptoc ne,
    Mar. ha : eis
    1 os primeiros
    ero-s fabulosos do I.aiium os soguera; ni v los
    ou realidades, pouco importa. Nao se trata sa-
    A boml rllucad i ii" <:lio furn i somet I
    cinco g; loi -, por minuto di ag ia misturada con;
    oleo, cftu e i ecobc em um gran le rescu
    Hu qual o oleo Ii quanto a HgU i si
    escaj a ; m utn | .. .
    penle. Em pon o di arronj n ha
    born.a i;, ai- ftirle. l'i S II lo a f. n,|.i ,
    da, furuecer l.tlfj a 1,200 gali
    d i a
    A son
    dc ub
    una
    .

    i.i:o.\ mtzt.A -,
    i.
    ' i :' : '' : -- a ccrlna de damasco ver-
    i sala d iai du irio,
    10, BIMlhd.i i,| | |0
    :' les preparada pa i
    bc-lo. -
    i I ii se, entrn o Ved i i- ;
    n f.'.ra o presidente fui lomar lu-
    ' : '' escarate i era um homem d seus qimenla
    '' m -. i iro de urna I Ha i
    . que iam mistar; i se i
    "' rmi ''.:. 0 rosto dc
    1 '''-'' I a :,/ ; maixilhara se ni
    " : : i seria para i ?pei r, iips-
    coftan n los m ss. moldura inccii-
    '. Boiili .. a, nariz radiad
    - d !' ghlon ni lo-
    > por ura capilao de navio mi rcanle
    " ~ an as de urna feira, por um rico raar-
    " '' lug r em que pela prmera vez
    na, nao a!ia que profisso lhc hava de assig-
    I 14 q il fosse a sua proGssao, o ccrlo
    que o tal senhor Atlliur Daniel nao linha o phy-
    docmpregoqiie oxercia. Senao mo enga-
    idr'a que lodos faz.e;:i de um evocador de
    olmas, d' um homem muilo magro, diaphano,
    um spro em urna sombra.
    0 sopro d miliaria um bo, a sombra
    rase n e di sse urna ci toudlada.
    Eu linha um meio mullo simples d
    do : a-.
    Qual .', pcrgunlci mi voz baixa II bbinol,
    -;;.i s iciol do [residente ?
    Hura [,z (lie, hum hum !
    Estes Mos annunciam-me que muilo ri-
    co. Conlicco btm a prosodia ingleza. Mas on-
    nltou elle esa grande fortuna ? Presumo
    < u que nao foi pvorando espiritot. Qual 4 na
    Ierra a sua proissio .'
    Nunca lera neohuma. Receben grandes
    i' ndiiiienlos du pai, rico serralheiro de Londres,
    iginlio multo us fechaduros, trincos,
    niedes de chamin fornecidaa por elle ao
    princij c dc .. les, depois Jorge !V, quando man-
    Ua va coiiSli t-ir aqu o famoso pavilhan tac ce-
    rne es-
    le Itrar-me
    i
    ' ':-.' n.
    i nheeidu di raun lo nlero pelo nomo de pavi-
    Ion, i-; h ndi lo xtraragam ia. Em-
    fim, n hbil scrralhcro ganhou, lano nos seas
    ; forn -cmeiilos, que estando o |aviiho de i
    Ion paraser u-ndido por cxpropriaco, eiloaprc-
    senlou-.se para louipra-lo.
    Agora, compiehendi o cultor muilo bem, dis-
    -- i-m ii iicliiso o exrellenic liobbinol, pi r pie
    motivo i- senhor Atlhur Daniel, nosso presiden-
    ta i.....loini o prols >au nenhuma.
    Sim, e comprehendo lambem porque, res-
    pon !i eu a liobbinol, lod as lariies qm> aqui
    1 : '. a- ou ceibas, bonitas ou felas, gordas
    ou magras, morenas ou loaras, envolvem-o de
    olhadellas lo alenlas e timas e raurmuram
    lanos elogii -. e cnuprmi nloa que elle necessa-
    riamcnle derli ouvir. Mas todo stu nao diz |>or-
    que i..,- io i .1.. loma lo vivo interesse na evoca-
    i cao dos psi ritos.
    A causa desse inloresse, disse o tneu com-
    'l.n i n'.e inicilei ii:.. i,.. segredo para iiiu-
    giicui ; o scirhoi Vrllitii Daniel medita una idea
    grandiosa, irabolba mcnlaliuenle era um rosto.
    proj do, que esl quasi a nal-.,-ir. Como lodos
    elle t n observado que os espiritas si m que se
    '< explique o poique, goslatn muilo mais do An i -
    rica do Norte do que da Europa. O senhor sem
    duvidoj fez tainlcni rssa i bser^aco f I
    l'iz, sm, nieu charo senhor lobbinol.
    i Gnstamdos Estados-Unidos donde nos lem:
    rindo, e partictilorraenle das localidades ameri-l
    canas enllocadas no centro das solidos. Ahi;
    vao sem diliciildades, sen demoras logo que os '
    I cha mam, ao passo que cuslara o responder-nos
    ni Europa. Vendo sso, o senhor Arthur Daniel,
    conceb u o designio de fundar, em um valle
    i tronquillo da America do Norte, urna cidade un- :
    i cimento consagrada evocaco dos espiros. I
    Os habitantes dessa cidade nao lerdo outra oc-|
    cupapoo ; evocaiao desde pela manha al a
    iioio lodos os person>gpits histricos de iodos
    | os lempos, diwue Ado al lord Wcllington. o
    senhor Daniel lenciona reunir, onles de salar da
    i Europa, tima popularoo Immediata dc dez. mi
    lespirilicos que hao de scorapuuha-lo no vapor do
    i Soulhonipton. Hez. mil! sem contar os Amcri-
    j canos que iro engrossor esse numero logn que
    o cidade dos espirites enlrar cm ronstruccao. Se
    1 anda ndo pai lo. porque hesitando cutre di-
    i versos listados, minias provincias c tima mulli-
    I do de localidades em que podeiia tancar as
    : fundacocs da sua cidadeque segundo j esl
    ' determinado se ha de chamar Spirilville, locall- ,
    ! dades Igualmente tranquillas, silenciosas, igual- !
    j mente farororeis ao stu projcto, espero que es.
    espiritas a quem niio crssa dc consultar com
    fervor, Ihe dirtem a mclltor rscolha. Essa defe-
    rencia Ihe 6 imrJosta pelo proprio eararler do
    seu projeelo ; c muilo rasoaulnao acha ? j
    ; osespilos deem sua ogfniup quando se ira-
    ,ao produzda pi r esta des ra, d
    um loia..!,; i i! de oleo ( i.le, 0 lides
    -*-,-.-*.-.:-n.->:-.------ ..
    das pmocottS, qu peda no assisicntcs paia se
    Ihe unirem era moa inviu ijo a-i Ente Supn n o.
    lodosos assislenles levanlarairi-se. iniilei-os.
    arcliipreste e o prior da freguez.ia m
    rom neslas In.-tes cirrumslancias, um ze!o
    llC lado O elogio.
    Aprespnlaram-ss lesla dos seus parnchi
    liabalharam com a maior ai lvidade para rcli
    i.ir ii- victimas debaixo da, ruinas. Foram -- -
    le -es pot achar vros lodos estes inforl
    dos, mas lo los mais ou menos gi a ve an r.Ie fe -
    ; i IOS.
    I ni nica possoa, urna ciian a pi :', ,
    ueste funesto a onteciinenlo.
    Depois, leve-so de deplorar a morle de a!
    iv-iin desgraeados liaatanles que lnham
    i -i idos morlalmente.
    Osanlu padre apresott-se cora a sin 1 i
    ordinaria em enriar ampios soccorn a estes des-
    granad -.
    L'l'uion.
    ____ Naeo '
    ":^1';"JS!i^_-_.i*??^j..i-iiik>xi._^,..
    n so.-
    i aune >, menla, mais ou mi
    rtii rtai di ii ni individuo ; quando esta m i
    a sua morada esprilca c assim por

    . la dos seus alojanicnlos Em cada sp-sao nubli-,
    ea ..terroga-os sobre esse ponto d.-lk'a eo o T' T "t """ m. '- "prilos
    maiorrcspeito.ecscreve por extenso as suas I C" ,r0Ilsmit,'r aos 'spirilos ns pergunlos dos
    respostas en, um livro especial. Ouaiido as res- 5 "-S, *0S JleM a 8Jr."sr,0S,as dos espiritas, .v......- -........................ .,..-.,. ............,......
    postas dlerirem menos cntresi porauc ole mu ^ ,",'"' "',.,,|ini'"n'i"-''-'""" l'i dimos em commnm a,, Enl Supremo une nas- ';in;iU' ;'; toda a. lernidade. Ora ai nw nta-se
    cuniprc confessa-lo, tem havido nellas suas dif-l i i '",' u Br,-5b,nn. d-' st,-i:'" n que ami- t use com sua m.. poderosa es e- i das Iro ? !" Iezes cs,e fac,- Precsa-sc saber que
    r.na i..'., pstrella me p. rmillia assistir, era mais; vos pora nao .i- i.\ ir i hogar ale nos .- nao es n- lil" :r'" ''' pei-sonogem que linha morrido em
    mopo alguna anuos que o presidente Arlhur Da-1 los benvolos, mansos, l.-ons e favorov i ,
    niel, e principalmente milito mais magro. S fi- fessocom rcrconha que niiodesejarninleramen.
    quei contente com a sua pallidez; era una ter- le qiieaminha oracio fosse alleiidula. Moma ,e
    dadetraror de Mdium, lvido, com dous nihos vonlade de enlr'ai i in communica u mediata ou
    acos como duas lampadas quasi a apagtr alraz immediata com alguus espiritas das Irevas. Ha-
    len loase grandes, o senhor Arthur Daniel lo-
    mara o s, o partido e apparelhar alguus dias de-
    pois para a America do Norte. Auxiam-o Dos
    e os espiritos !
    Fiquei em indcscriplirel pasmo onvindo seme
    Ihanle projeelo partir dacabeca de um homem
    que nnda me provova estar aocnte nu dando
    Fundar em 1859 a cidade
    dos vil ros da lanlerna dc um cabriole!
    cabellos I raucos j se distinguan) ontn
    Al
    '. ia limito lempo que
    odiante
    ios d as 11
    ful ai ,i,-ii io |l....
    Ver-
    certa lempo, u espirito parle, procura-a e nao n
    aira Aderinha-sc fcilmente a razao disso
    Sua alma vollou para a Ierra o vive de novo u
    ia vida material do passado. Essa mudanra iih-
    pret isla de domicilio occasiona j esqu/as,' i \..-
    ios ; eis a raziio porque o esi rito men-
    mundocomo rapidez do raio-e mesmo mais de- '!": f" tnrl,r,eq'iilibno imposta cm toda
    pressaqueoraiJ-naopara confundi" a i as cousas um Mdium. Esse mais inclinado
    posta sabedoria dos homens o 3S?S hone '.^T-i ^T^TV?-0" ^"^ "
    como riles afaslar-se ,!, |., das alegras di i .' 'li'," ;"i,"rl" de l""''1'
    i nuil."g"a!.e.a.f barc 1";; hord.qa. Moralmenle fallando dzia-
    se que elle bordejara muilo nessp momenlu en-1
    ir o desejo dc casar com urna viuva noc o
    de llrghlOIl, que i
    niaravilhas inlelleduaes da civilisapo,~pora edi-
    ficar na Ameiica, nu fundo do algum deserta
    uni cidade para es espiritas. Nao hacera cfltau
    cu ilisaeao '.
    llavei outras idodis alm da dade media?
    Ha vea tanto difieren ja entre as idade- para fi-
    zar urnas lo alio, o outras too baixo ?. llave-
    ra scenca .' llavera algtima cousa'.' .Nao huma
    nada ?
    Sei que nos Estados-Unidos ja ha a deplora-
    *el cdafle dos Mermos, cidade que quasi nu
    oilferc de Sodoma a Gomorrho, a cidade
    Tica
    I .-v.-ji- iu|iuu nosso n.iipu uo HBipn lian pen-
    Pililos, reunio dc sujeitos oceupado' cm"! To~- '"i;,.,,"i,is rm "er.cw a neiicina na cidad
    c6e,'ri,.-mem.i,^
    e\or,oe,s. A ouvertura tinha sua nlrodm a
    primoira invocaban spguio-se urna s ......
    r.spirit.) superior. Cada sesso do e*i iritsmn,
    fiquei sabend c conloa todos, se'enlloca pui
    consensu unnime sob a prol c'o. de um spiri-
    to superior que auxilian- exent ios; si o nao
    b in mais n lacio iniili un i rom o Ente S ipre-
    nteti amigo U.-bbinol moslrou-! mo. I'crguula-se a esso Espirito se quor ler al
    bomblo de assislir a sessao ; ain la qu esteja na
    estrella'polar ou nu nnnel de Salmtio raro que
    n.io resp >ndai>n pela inao do Mdium. Esrla-
    recamos 1-tm eslo lugar da nossa historia, afim
    de que o lelor nao se rija atrapalhadu na iulel-l
    ligeiica das censas imporlante9 que vo succe-
    der-se. As resposlas dos espiritas liansmtlem-1
    se da maueiro segunle : O Mdium lem na m -
    ara tapis, cuja pona apenas roca n papel bronco'
    destinado a ser roberto pel--s resposlas: o presi-
    denta faz ao espirito urna pprguula cm seu ri-
    me sentada i io um dos primeiros bancos a su
    inteiico de acompanhar America, como niodi-
    cn, o sen prt sidciile o honrado e veriuelho Sr.
    Arthur Daniel. Alguna sujeitea pilhericos e cas-
    SUstaa havia-os tonibom na sessao do espiritis-
    mo] nfllancaram-mo que elle fingia bordejar en-
    iie a America e o bella Mina. Se esla ihe dis-
    sesse-fique o nosso Ralph de Ra'
    e d 18
    ote nnlo
    em pronunciar es-
    sera inquilino, e ao qual em rigor se podero e.
    preverCorpo para allugar, se a sua verdadei-
    raalma nao vollassea lomar pos-., acabada a
    opi rai;ao mgica.
    Eis a base co cu rae do espiritismo, e ii!.
    menos como nos fui daJo comprehender e de-
    finir.
    Scnhores, disse o presidente Arthut Daniel,
    loinareni s, se iinizerdespor protector di -' -
    sao Scrates, o grande Scrates '
    Vinlc vozesgrilam aa mesmo lempo .
    SocralPs nao, riato !
    Nao, lieon Jonsonl
    N.io, lle.-iodo '
    Nao, delinque Y1III I
    Nao, Cofucio !
    Nao, Rogerlu Bacon !
    N.io, Aiistoiilrs!
    N.io, Thomaz Bt ck< i!
    (nticos. Ol l Sim, isso
    tan'el'ant'de'tar^Sado ^aftSS S3ES ^^^^^^.?} d'! ? *>* cnnimstancias esse '^tt^tt ?":* h* W. '< M
    desdo u.eu serio de Brighton, sero que lo rea
    bem icria de f/s elle linha a palavra ; que s elle tifio offerecc iior
    lomara conhc''"
    Mdium pelos eanfrilee, vespattaa que do mesmo ; fere ei-se admiracae dos espi c
    o lempo. Eis era que casos
    m ol-
    desa-
    . le ligado com os espirites.
    h.-vii contecab '""--------- ." l{ i,-sst"",1,lu;': depois dessas di- pontados. O espiritismo nao admiti o metam- Com etTeilo, elle linha o cu dmcitio. Mui-
    Deixi mos'por'um inslanle o presidente Doniel Z f'IK?. ^."5,!??.,Mr um *' i Ph-V' hese: mas adrailta o Iransmigraco infinita "> obrigado, meu senhor.
    l'orque philosopho da aolguidade, ds-c -
    Mi .Til Anni