Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:08929

Full Text
AUNO XXXVI. HOMERO 3,
Por tres mozos udiantados 5S0O0.
.. Por Ires mezes yenridos 6S0OO.
OAT FEIRA 4 DE JNF.IRO DE 1860.
Por auno adiantado 19$000.
Porto franco para o subscriptor.
ENCARREGADOS DA SUBSCRIPTO DO NORTE.
Parahiba, o Sr. Joo Rodolpho Comes; Natal,
e Sr. Antonio Marques da Silva ; Aracaly, o Sr. A.
do Lemos Braga; Ccar, oSr. J. Jos de Oliveira
Maranho, o Sr. Manoel Jos Martin? Ribero
Guimares ; Piauhy, o Sr. Joo Fernandes de
Moracs Jnior ; Para, o Sr. Justino J. amaros;
Amazon.is.o Sr. Jeronymo da Costa.
PARTIDA U08UEEElU3
Olinda lodos os dias as 9 1/2 horas dodia.
Iguarass, Goiaunae Parahiba as segundas e
sextas reiras.
S. Anlao, Bezcrros, Bonito, Caruar, Altinhoe
Garanhuns as tercas feiras.
Pao d'Alho, Nazaretb, I.imoeiro, Brejo, Pes-
queira, Ingazeira, Flores, Villa Bella, Boa-Vista,
Uuricurye Ex as quartas-feiras.
Cabo.Serinhcm, IloFormoso.Una.Barreiros,
Agua Frota, Pimeuleiras e Natal quintas feiras.
(Todos os correios partem as 10 horas da manhn.)
AUDIENCIAS DOS TRIBUNAES DA CAPITAL
Tribunal do commercio: segundas e quiutas.
Relaco : tercas feiras e sabbados.
Fazenda: tercas, quintas e sabbados as 10 horas.
Juizo do commercio: quintas ao meio dia.
Dito de orphos: tercas e sextas as 10 horas.
Primeira rara docivel: tercas e sextas ao meio dia
Segunda vara do civel: quartas e sabbados ao
meio dia.
EPHEMERIDES DO MEZ DE JANEIRO.
2 Quarto crescente as 11 horas e 30 minutos da
sabia.
10 I.ua cheia aos 53 minutos da mnnha.
16 (Juarlo mitiguanle as 6 horas e 56 minutos da
tarde.
24 La nova as 3 horas e 27 minutos da ma-
nha.
PREAHAR DE HOJE.
I'rimeiru as 2 horas e 30 minutos da manhaa.
Scgongo as 2 horas e. 6 minutos da tarde.
DAS DA SEMANA.
2 Segunda. S. Isidoro b. m. ; S. Aregeo m.
3 Terra. S. Aprigio b. de Beja; S. Antero p. m.
4 Quarta. S. Tito discpulo de S. I'aulo.
5 Quinta. S. Simeo Estellita ; S. Emiliana v.
6 Sexta, cfc Dia de Reis ; S. Epifana.
PARTE OFFICIAL.
GO\ I ll\(> DA MOYIVCI A.
Expediente do dia f de dezembro. i
Oflicio ao Extn. presidente da Parahiba.Traus-'
mitto a V. K\c. o aviso incluso, que por engae
velo t-'.r a secret ir:a do goveruo desta pfovin-'
cia.
Dito ao commandanle das armas.Tendo de:
celebrar-sc amanhe, ao meio dia o To-Deum na I
igreja do Carmo pelo natalicio de Sua Magestade '
o Imperador, sirva-se V. Exc. de expedir as suasi
ordens para qoe, com a necessaria antecedencia,!
se poste una guarda do honra cm frente da Blas-
ma igreja, providenciando para queduas alas de i
forca militarse pstera desde o lugar onde Suas I
agestadas Iraperiaes houvcrem de apear-se at
ftnde pudor chegar a mesma [orea, conservando-I
se o esparo sufficiente para a entrada de Suas I
Magostados, esua comitiva para dentro da igreja. !
Maja V. Exc. tambera do determinar quo a-1
companhia fixa do cavallaria do exerci'.o marche;
na [rente do coche de Suas Mageslades, litando
corto do qu a cavallaria di guarda nacional a-
companhar o coche de Suas Mageslades. con--
forme previno nestadata ao respectivo comrain-j
danto superior.
A mesma ordeno se observar quando regres-
sar o prestito para o paco.Ofliciou-se sobre o '
mesmo assumpto ao commandante superior da
guarda nacional deste municipio.
Dito ao chafo de polica Em resposta ao ofli-
cio de V. S. com data de 14 do novombro ul-
timo sob, n. 1211, se me offerece a di/.er que nao
ha vendo collcclora geral uetn provincial no ter-!
mo de Cabrob, como consta das informaoes;
'juntas por copia, deve ser feito directamente pela
"thesouraria provincial o pagamento do aluguel:
da Casar, quo serve le cadeia naquella villa.
Dito ao inspector da thosouraria de fazenda.
Remello por copia a V. S. a deminstraco da \
quantia, que se mantoupdr disposico desta
presidencia para as despe/.as do ministerio da
justica no exercicio delU59 a 18C0.
Dito ao mesmo.Haja V. S. de expedir as suas
ordens para que se eldiue a remessa dos 20:0009
reis, de que trata o Exrn. presidente da provin-
ca das Alagoas no oflicio junto por copia. Cora-
municou-se ao Exrn. presidente das Alagoas.
Dito ao_ mesmo. Remollo por copia a V. S. ,
para sua nielligencil o execuco, o aviso expe-
dido polo ministerio da guerra em 14 de novem-
bro ultimo, acerca da indemnisace devida ao
ni ij ir reformado Antonio Dentellas Cmara.
Commiinicou-se ao commandante das armas
Dito ao juiz de direilo da comarca de Santo
Anl io.Deleiminando-se no aviso, junto por:
copia, expedido pelo ministerio da justica em 21 '
de novombro ultimo, que Antonio da Silva Cos- :
ta, labollio do publico, judicial e notas, e escri- :
vio do crirae, civel e privativo de orphos au-!
zentes, capellas o residuos do termo do Santo
Anlao, seja mantido no exercicio do seus offici-
os : assim o commumeo a Vmc. para seu emite- i
Cimento.Cnmrounicou-se tambera ao juiz mu-
nicipal de Santo Anto.
Dito ao juiz de direilo da comarca do Goian-
n.Remeti por copia a Vmc. para sua ntol-
ligencia, o aviso do ministerio da justica de 18
de novembro ultimo, eni que se declara vago o
fflcio de escri rao da provedora de capellas e
residuos do tormo de Goianna, ticando quera for:
romeado obrigado a prestar a Joao .los da Cu-I
nha Meneaos, que serve o dito otiicio, a terca
parlo do renlimenlo.Coramunieou-se ao juiz
municipal de Goianna.
Dito ao director do arsenal de guerra.Remet- j
(O por copia a Vmc, para sua intelligencia, o'
aviso expedido pelo ministerio da guerra em 15
de novombro nllimo, determinando que nao se
aulorise a compra de materia prima nenhuma, i
seno o que for indispensavel para o forncci-i
meato, que se houver de fazer no prximo se-
mestre, por quanlo para o que se lhe seguir tcm !
do achar-so na corto as (aseadas, que seencom-l
mendaram para a Europa.Remelieu-se copia j
do mesmo aviso ao couselho administralivo para ;
fornecimento do arsenal de guerra.
Dito ao director do arsenal de guerra.Satis-
fia Vmc. ao que se exige no aviso, junto por
copia, expedido pelo ministerio da guerra era 10>
de novembro ultimo acerca das dilferencas, que |
se encontrara entre as pecas de fardani'ento re-i
mllelo para o 7o batalho de infanlaria estacio- |
nado na provincia da Baha.
Dilo ao mesmo.Mande Vmc. fomeccr ao le-,
nenio, coronel commandanle do segundo bata-
lho do artilharia da guarda nacional do munici-
pio do Rio Formse 150 unas, 150 baionetas
com suas baratas, e todo o corrame necessario
para es*e armamento, assim como 3000 cartu-
chos sem balas.Communirou-se ao comman-
dante superior do Riol-'ormoso.
Dito ao mesmo.Previno a Vmc. que a com-
panhia de artfices com o parque do artilharia do-
ver marchar com a tropa de primeira linha, i
disposico Jo lorenle general commandante das
armas na pirada, que devo ter lugar amanhia.
Dito ao director das obras militares. llaja
Vmc. de informar que providencias lea dado,
mu virlude das ordens da presidencia, para con-
segnir-se a illuminacio a gaz do hospital militar
I a iulroducco d'agua polavel naquelle eslabe-
lecimento, especificando os motivos, que tem re-
tardado a realisaco de laes inclhoramentos.
Expediente do secretario do governo.
Ofcio ac director geral da secretaria de esta-
do dos negocios da justica.S. Exc. o Sr. pre-
sidente da provincia manda aecusar recebida a
eommunics;o, que V. Exc. lite dirigi em lodo
novembro ultimo, tob n. 1711, com um exem-
plar impresso da ordem do ministerio da fazenda
de 2.1 d>' oulubro.
Dito ao mesmo.S. Exc. o Sr. presidenleda
provincia manda aecusar recebida a cominunica-
'\ii,.ru em 19 do novembro ultimo, lhe fez V.
Exc. do terS. M. o Imperador, por decreto do28
de setembro ultimo, nomcado a Jos Maria dos
Santos Caralcanti para lenenle coronel com-
mandantc do batalho n. 17 de infanlaria da
guarda nacional do municipio de Fo d'Alho.
Comraunicou-se ao commandante superior res-
pectivo.
Dito ao commandanle das armas. Peco a V.
Exc. que se sirva demandar inspeccionar o re-
nula Valeriano Nunea dos Santos, quesera apre-
aontado com esto otiicio. Communicou-so ao
chce de polica.
Dito ao mesmo.S. Exc. o Sr. presidente da
provincia manda communiear a V. Exc. quo, por
despacho desta data, c a requerimeoto do alteres
do 8. batalho de infanlaria Arislides Balthazar
:\ Silvoira, acerca do qual uformiu V. Exc. em
oflicio do 2'> do mez prximo lindo, sob n- 1019.
86 autorisou rusta data a thesouraria de fazenda
i J'iii/u rni'iisalmoiito dos vencimentos do so-
bredito alferes a consignaco de 12j. em favor
do vapitao da guarda nacional deste municipio
Jos Luiz Pereira Jnior, a contar de Janeiro
vindonro.
Dito ao mesmo.S. Exc. o Sr. presidente da
provincia manda communiear a V. Exc. que, por
despacho desta dala, se autorisou a thesouraria
de fazenda a levar em conla aocapitao Tiburcio
liviano da Suva lavares a qiianiia de 76$, ven-
iiinentos do mez do junho deale auno, que abo-
nou no alferes do 8." batalho de infanlaria Ma
noel Juaquim de Oliveira Curchatiiz, por occa-
eio de seguir osle para Tacaral.
Dito ao commandante superior da guarda na-
cional deale municipio.S. Exc. o Sr. presidente
la provincia manda remetlerpor copia a V. Exc.
ni virlude d aviso do minislerio da justica de
18 de novembro ullimo, o que (o expedido em
li daquolle mezem solueo duvida proposla
ENCARREGADOS DA SIBSCRIPCO NO SI L.
Alagoas. o Sr. CJaudino Patrio Dias ; Babia,
Sr. Jos Martina Alvos Rio do Janeiro, o Sr.
Joao Pvreira Martina.
EM PERNAMRI CO.
O preprietario do diario Manoel Figueiroa da
7 Sabbado. S. Theodoro Mongo ; S. Telminio. Faria.na sua livraria prara da Independencia ns.
8 Domingo. S. l.ourenco Justiniann. I 6 e 8.
pelop residente da provincia de Minas Ger.ies a
respeito da autoridade competente para dctalhar
o servieo da guarda nacional era destacamento.
Iguas aos demais commandantes superiores e
ao comraandanlo das armas.
Copia do aviso do 12 de novembro.
Minislerio das negocios da justica.Rio de Ja-
neiro, em 12 de novembro de 1859. lllin. e
Exra. Sr. Consultando V. Exc. cm seu oflicio
datado de 19 do julho ultimo, se o servieo da
guarda nacional destacada devia ser detahado
pelo ofiieial da mesma guarda designado para es-
se I i ni, oh se pelo assUtente do ajudante general
do exercilo nessa provincia, tenho de significar a
V. Exc, para seu conhecimento. que scmelhante
duvida se acha resolrida pelo aviso do minislerio
da guerra de 28 de marco prximo lindo, no qual
se declamu que s autoridades militare! de pri-
meira linha competa somento exigir a torca pa-
ra o servieo, que deu lugar ao destacamento, ti-
cando o detalhe da mesma forra a cargo dos res-
pectivos commar.daiites superiores.
Dos guarde a V. Exc J. L. da Cunha Para-
nagu Sr. presidente da provincia de Minas
Genes.
Dito ao presidente da relaco.S. Exc. o Sr
presidente da provincia manda remelter por co-
pia a V. S., para seu conhecimento, o aviso ex-
pedido pelo minislerio da justica em 15 de no-
rembro nllimo, determinando que nao sejam ad-
mitiidos s audiencias, procuradores, que nao
estojara as condicoes declaradas no mesmo
aviso.Remctteu-s copia do referido aviso ao
presidente do trihunal do commercio, juiz de di-
reilo especial do commercio, juiz dos feilos da
fazenda nacional, juiz de orphos da capital ea
todos os juizes do direito e municipaes da pro-
vincia.
Aviso de que se trata no oflicio cima mencionado.
Ministerio dos negocios da justica.Rio de Ja-
neiro era 15 de novembro de 1859"Illm. e Exrn.
Sr.Constando que etn alguna lugares as parles
oii seus procuradores nao provisionados, a quem
sao concedidas permissoes, por despachos das
autoridades judiciarias, para assignarem articu-
lados ou allegaces, se consideram habilitados
nao s para assignarem petiedes e arrasoados,
como para rosidirem as audiencias, acto dis-
tincto e sera duvida mais importante que aquel-
le ; expeca V. Exc. as convenientes ordens para
que laes procuradores nao soja ni admiltidos s
audiencias, sem que tetrham previamente obtdo
provisto para nollas residirera, e pago os drei-
tos e sello, a que a mesma sujeita. Dos
guarde a V. ExcJooLustosa da Cunha Para-
nagui.St. presideute da proviuciade Fernam-
buco.
Dito ao chefo de polica. S. Exc. o Sr. pre-
sidente da provincia manda declarar a V. S., oa
resposta ao seu olficio datado de honlera. sob
n. 1,293, que, por despacho desta d*la, se autori-
sou a thesouraria provincial a pagar a quantia
de lOOj. em quo V. s. arbitrou a gratificacao di-
vida a M mol?! Gomes de Mello Brralo, pelo cu-
rativo dos presos pobre, acconimeltidos da va-
rila na cadeia de Caruar.
Dito ao inspector da thesouraria de fazenda
--S. Exc. o Sr. presidente da provincia manda
iransraitiir a V. S. a inclusx ordem do thesouro
nacional, sob n. 187.
Dito ao mesmo.Constando, de aviso expe-
dido pelo ministerio da fazenda em 8 de novem-
bro ullimo, que, por decreto de 30 di oulubro,
oi exonerado o ctete de seceo desea thesoura-
ria Jos Francisco de Moura,"do cargo de inspe-
lorda da provincia da Parahiba : assim o com-
niiinico a V. S. para sua intelligencia.
Dilo ao mesmo.Constando, do aviso, junto
por copia, expedido pelo ministerio da fazenda
oui 12 de novembro ultimo, haver sido indeferido
0 requerimento no qual Nicolao Vicra da Silva
e Jos Francisco de Paula, ofliciaes do juizo dos
feitosda fazenda desta provincia, pediam se Ibes
marcassem os meamos vencimentos, que aclual-
me.nle percebom os continuos dessa thesouraria ;
assim o eonimiinico a V. S. para seu conheci-
ni-uito.Comiiiunicou-se tambera ao juiz dos
feilos da fazenda nacional.
Dilo ao mesmo.Peco a V. S. que se sirva de
informar sobro o incluso requerimento do se-
gundo cirurgiao do corpo de saudo Dr. Francisco
GoncMvesde Moraes, a quem se refere a inlor-
niaeao do lenlo general commandanle djs
armas.
Dito ao mesmo.Remeti por copia a V. S.
para seu conhecimento, o aviso expedido pelo
i ministerio da justica eui 17 de novembro ullimo,
. comniunicando ler-se solicitado do da fazenda a
expedieo das convenientes ordens, afira de ser
augmentada com 1500000,a consignar.io marcada
a osla provincia para as despezas com o servieo
. da verbajustica de 1J instanciano exercicio
' de 18D a 18.J9 ; cora a do 5j!021 tts a da verba
| pessoal da polica o finalmente cora a de
! 32S"b) reis a da guarda nacional.
Dito ao mesmo.Remello por copia a V. S.,
; para sua intelligencia, o aviso expedido pelo rai-
| nisterio da guerra em 17 de novemb-o ultimo,
acerca do requerimento, emque o arlilico do fu-
go do laboratorio pyrotechnico desta provincia
Manoel Pantaleo da Costa Monteiro, pedio que
o pagamento do seus jornaes fosse feito sem ex-
clusa"! dos domingos e dias santificados.Re-
metteu-se copia do mesmo aviso ao director do
arsenal de guerra.
Dito ao mesmo.Constando, por aviso expe-
dido pelo minislerio do imperio em 12 de no-
vembro ultimo, que fura approvada a despeza de
| 38-3100 res, que a presidencia mandou entregar
ao Dr. Joao da Silva Ramos, para prefazer a
quantia do 1:2000000, que se lhe baria concedido
oo gratificacao pelo traUraenlo dos doentes de
vanla na cidade de Santo Aulao : assim o com-
munico a V. S. par sua intelligencia.
Dilo ao mesmo.Remello por copia a V. S.,
1 para seu conhecimento, o aviso expedido pelo
I ministerio da (azenda emSO de novembro ulti-
! mo, aceica da preleneo de Manoel Folycarpo
| Moreira do Azevedo, escrivao interino do juizo
; dos feilos da fazenda desla provincia, pedindo a
' gratificacao do artigo 5 do decreto n. 1995 de 14
' do oulubro de 1857.Remetleu-se copia do mes-
mo atiso ao juiz dos feilos da fazenda.
Dito ao mesmo.Remello por copia a V. S.
para sua intelligencia, o aviso expedido pelo mi-
nisterio da guerra era 19 de novembro ultimo
cora a tabella do crdito distiibuido esta pro-
vincia para as despezas do ministerio da guerra
no exercicio de 1859 a 18U0.
Dilo ao director do arsenal de guerra.Para
cumprimenlo do aviso, junto por copia, expedido
pelo ministerio da gueria era 16 do correle,
sirva-se V. S. de informar sobre o requerimento
de Joao Baptisla de Oliveira, a quem se refere a
informaco da cootadoria geral da guerra.
Dilo ao mesmo.Constando do aviso, junto por
copia, expedido pelo ministerio da justiga em
19 do novembro ultimo, ter-sc efectuado a re-
messa de 300 espingardas para o servieo da
guarda nacional ; assim o commumeo a'V. S.
para sua intelligencia.
Dito ao juiz de direito da comarca de Gara-
nhuns.Accuso receido o oflicio, que V. S. di-
I rigi a S. Exc. o Sr. presideute da provincia em
! 18 de novembro ultimo, participando os motivos
! porque incumbi o jniz municipal competente
: de presidir a revisao dos jurados no termo do
i Buique.
Dito ao mpsmo.Accuso a recepeo do oflicio,
que V. S. dirigi a S. Exc. o Sr. presidente da
provincia em 18 de novembro ultimo, communi-
canda ter j instaurado processo contra Jos de
Mello Cavalcanti, ex-subdelegado supplcnte da
freguezia de Aguas-Bellas, pelo seu procedimenlo
por oecasiao do assassinalo de Joo Tenorio de
Albuquer'tue. ,
Dito ao bacharel Jos Mana Moscozo da Veiga
Pessoa, juiz municipal e de orphaos do termo de
Nazaretb.Accuso recobido o officio de 30 do
mez prximo flndo, em que V. S. participa ter
entrado, naquella data, no gozo da licenea, que
lhe foi concedida, e passado o exercicio do seu
cargo ao segundo substituto.Communicou-se
ao inspector da thesouraria de fazenda e ao pre-
sidente da relac&o.
Dito ao agente fiscal da illuminacao a gaz.
Remello por copia a V. S., para conhecimento
dos agentes da illuminacao a gaz nesla cidade, o
aviso expedido pelo ministerio do imperio em 12
de novembro ultimo, exigindo quo sejam classi-
icadas loias as parcellas da despeza com a illu-
minacao do palacio do goveruo pela forma decla-
rada no mesmo aviso.
Dito ao astrnomo Emmanuel I.iais.S. Exc.
o Sr. presidente da provincia manda communi-
ear a V. S. que, como constou do aviso expedido
pelo ministerio da guerra em 19 de novembro
ultimo, veio reraettido para esta provincia, cora
destino a V. S. um caixaocora diversos objectos.
Dito a directora do theatro de Santa Isabel.
S. Exc. o Sr. presidente da provincia manda ae-
cusar o recebimento do oflicio, que lhe dirigi
nesta data a directora do theatro de Santa Isa-
bel, participando que haver araanh espectculo
cm grande gala, pelo anniversario natalicio de
S. M. o Imperador, devendo essa directora adiar-
se no atrio do edificio s 8 horas da noite para
recebar a SS. MM. II.
Portara.O Sr. agente da companhia brasi-
lera de paquetes a vapor mando dar transporte
para a curte, no vapor que se espera do norte,
s piaras do l.8 batalho de infanlaria, que
con: tam da relaco inclusa, e que dalli vioram,
escollando sentenciados militares com destino
ao presidio do Fernando.Comraunicou-se ao
commandanle das armas.
Relaeao do que se trata na portara cima men-
cionada.
Particular, 2. sargento, Americo Constancio da
Silva Godiuho.
Cabo, Jos Domingos Pereira,
Anspecada, Benedicto Antonio de Souza.
Soldado, Raymundo Jos Moreira.
Francisco Jos Maravilha.
Cunalo Xavier.
Manoel Basilio.
Manoel Evangelista.
Manoel Francisco, 1.
Antonio da Silva,
Joao Paulo da Silva Maia.
Joao da Veiga.
G01MAND0 DAS ARMAS.
Quartel general do cm minando das
armas de l'ernambuco, na cida-
de do Recife, 3 de Janeiro de
1860.
ORDEM DO DIA N. 337.
O lente general commandante das armas, faz
publico para conhecimento da guarnicao o devi-
do cffeito, que a presidencii resolveui por oflicio
datado de 31 de dezembro ultime, que a etape
para a tropa de linha. e a forrageni para a cava-
lhada da companhia fixa decavalhana desta pro-
vincia fosse regulada no primeiro semestre deste
anno pela tabella que rcgulou no segundo semes-
tre do anno fiulo.
Faz igualmente publico, que approvnu o enga-
jamento que no dia 1 deste mez contrabio, noa
termos do rogulnmento que b.iixou cora o de-
celo numero 2171, do Io de maio de 1858 o sol-
dado di companhia fixa de cavallaria desla guar-
nicao Jos Carlos de Oliveira.
Assignado.Jos Joaquim Coe'ho.
Conforme. Horacio de Gwmo Coelho, alte-
res ajudante d'ordens.
EXTERIOR.
Pars, 1 de dezemhro de IM5!.
Existe um pensamento, qac nunca tem va-
riado na poltica franceza : conciliar a inde-
pendencia da Italia com o interesse geral da Eu-
ropa. Desla maneira, nao dtve admirar que a
Franca tenha acolhido com grande reserva ludo
quanlo podia falsificar esla regra da sua con-
ducta diplomtica.
Ccmprehende-se desde logo a razo por que
o movimenlo annexionisla que se produzio na
Italia Central e os diversos incidentes que delle
foram consequncia, nao encontraram apoio da
nossa parte.
ltimamente deu lugar um fado importan-
te, a que a poltica franec/a se nioslrasse franca-
mente
O principe de Carignan linha sido investido
na regencia por um voto das diversas assem-
blas da Italia Cculral. O imperador nao he-
sitou cm reprovar essa eleicao, c com a autori-
dade da sua socilude pela Italia, a da sua sym-
pathia particular pela Sardenha, deu ao rei Vc-
tor Emmanuel o couselho de nao autorisar o
exercicio dessa regencia, delegada do scmelhan-
te maneira.
Temos explicado islo superabnndantemen-
te ; se o principe de Carignan livesse sido o re-
gente da Italia Central, nao s era prejudicial,
era um facto consumado. Qual seria entao a
posico do congresso? A sua jurisdiceao nao te-
riusido to seria, c as grandes potencias da Eu-
ropa n,io seriara chamadas senao para rejeilar
esses fados consumados.
a Islo nao era impossivel, e a Inglaterra, qus
reclama cora insistencia excepcional a plenilude
da independencia do congresso,teria mais justi-
ca de que qualquer outra potencia a qucixar-se de
una situaeo lito contraria aos principios que
elle proclaraou, o s condicoes que parece que-
rer apresentar se por ventura livesse de tomar
parle no cuugrosso.
O principe de Carignan, nao poJcndo acei-
tar a regencia que lito era offerecida, designen
Mr. Buoncninpagiii. as circi.instancias em que
i-to so apresentou, esta indcico pareca de
principio olferecer serios inconvenientes. Po-
da acreditar-so que Mr. Buoncompagny nao era
mais do que o delegado das preteuces do Pie-
monte, o que representara com menos aulori-
dado. mas com tanta significado, o principio
annexionisla.
O senlimento de dosconfianca c desapprova-
cao que desdo logo acolhcu esla"corabinai;ao, ex-
plica-sc pois naturalmente.
Mas sabemos que o gabinete de Turim quiz
desembarazar as suas inlenccs de ludo quanlo
podia obscurece-las, e ie'aldade das suas de-
elaraces deveu, sem duvida, modificar o sen-
tido da designaciio de Mr. Buoncompagni, e fa-
zer considerar como possivel o que era "eral-
mr.nle considerado como de unta execuco muito
dillicil.
Por oulro lado, o rei Vctor Emmanuel aca-
ba de dar um leslemunho notarcl do seu espirito
de conciliaeao, pedindo ao general Garibaldl une
renuncie ao seu commnndo.
Nos nao somos, seguramente, daqucllcs que
lancam a injuria e a calumnia sobro o antigo che-
fe dos voluntarios italianos. Mrs nao possivel
deixardo reconhecer ao mesmo lempo que, nes-
les ltimos mezas, s o nomo de Garibaldi se
lornou mais do que ludo a bandeira desses ho-
mens que nao srismam senao era violencias e
em revoluces. Esta urna posico anomral, e
necessario-agradecer ao rei \ clor Emmanuel
ter tido a resolucao de por termo a islo; era ne-
cessario pedir cuntas ao general Garibaldi de se
nao ter alTastado logo que vio que a sua presen-
ta se podia tornar de perigo para a Italia.
AJdemissao de Garibaldi e a lealdado com que
o rei \ictor Emmanuel repudiou ttido quantopo-
dia prejiiditar as questes pendentes, deram
dcsignar.do de Bouucompagni um carcter di-
verso.
Aquello horaem de Estado desde o coraeco
da guerra Coi chamado preencher na Toscana
urna miss.io especial, que deserapenhoii, cora
firmeza, sabedoria e moderao.no. Nao se fez mais
do que alargar o circulo da sua raisso ; mas nao
se mudou a sua natureza. Da mesma maneira
quo se nao coraprnmetteu no passado, tambera
se nao comprometiera no futuro.
E, pois, bem entendido que se Mr. Buoncom-
pagni exerce a regencia que o principe de Ca-
rignan deelinou, nicamente para manler a
ordem. O interesso da Italia osla Ce accordo com
o interesse da Europa para reservar ao congres-
so o reculamente definitivo da situaco da Pe-
d insola.
A maior desgraca que hoje podia acontecer,
era que os povos, quo tantos exemplos leein da-
do de louvavel moderaeao e de paciencia, fossem
lancados pela laxido, ou arrastados nos bracos
da revolucao. Mr. Buoncompagni tem urna posi-
cao lio til como honrosa, tornndose o guarda
das esperanzas da Italia, e maniendo al reu-
uio das grandes potencias da Europa, urna si-
tuaco que conserve ao seu arbitrio toda a sua
influencia.
A sua raisso, comprehendida desla manei-
ra. ser considerada como unta garanta, e nao
como urna imposico absolutamente incomnati-
vel com o interesse da Italia, e com as declara-
coes da Franca.
[Constitucionel.]
Correspondencias do imam,o
DE n:ii\A.tlll co.
Berliui, 4 de dezembro de 18.
Tendo sido comeco das tres interiores corres-
pondencias a queslao da unidade dilema, tam-
bem assim prncipiarei a quarta,porque desla vez
poderei acabar este assumpto em poucas linhas.
Acha-so attingido este sublime alvo, graca aos
esforcos de vares eminentes da imprensa.'prin-
cipalmente da Aseociaco Nacional sempre cres-
cente, que reside em Coburgono corceo dos
povos allemcs de modo que nem o lanover
por meio de suas privaces de freguezia c de
privilegios de provimenlo, nem Cassel com suas
prohibices de grande nuineio de gazetas e jor-
naes, ou da iraporlago por ra do correio, era
erafim urna conferencia especial, que iillimancnlc
acaba de ser convocada por onze gabinetes alle-
raes para Wirceburgo nem por islo ainda suf-
licienle a dieta de Francofort pode-lo-hao jamis
desfazer, c bem que nao espere viver al a sua
realisaco, morrerei com ludo com esla convic-
Co no peito.
Muito cooperou para sso a feslividade deque
ltimamente tratei, e que leve lugar a 10 de no-
vembro, o anniversario centenario do nascimen-
to de nosso Frederico'de Schiller que em si re-
ne os predicamentos de philosopho, historiogra-
pho e de primeiro poetada Allemanha
Perlustrai niazos de gazetas em todas as lin-
guas europeas, e em cada urna encontrareis o ar-
tigo Festa de Schiller. E em verdade ella foi
nica e sem exemplo. como nao a houve um im-
perador ou rei; e no mez de novembro, em quasi
todas as nossas fallas oceupara diariamente duas
columnas, ou pelo menos as relaces deltas, que
nos veem de lugares remotissims ou mais pe-
quenos^_Foi esla solemnidade aqui em Berlim
iitsperteiuBenie grandiosa tendo sido vencidos
os escruptilos da polica 'que por um procedi-
menlo un? lano precipitado e fallo da devida
considerado da parto da deputaco organisado-
ra se havia jnlgada oiTendida, de" modo quo nem
o nosso ministerio to liberal poderia desapro-
va-la] pela intervenco do magistrado e da casa
municipal, annuind tambera o nosso generoso
principe regente.
Houve lugar a feslividade na praca mais larga
da nossa cidade, cujn nome pouco suave Prara
dos\Gensd'Armes at hoje nao acha-sc ainda mu-
dado cm prara de\Schillercomo o havia pedido a
voz publica quando por exemplo j designado cm
Vicnna com o nome c prara de Schiller o espaco
que flca diante do novo theatro quesera edifica-
do no terreno accrescido pelo abatimento das
forl(car;es [linhas), alm das quaes a cidade
j se linha muito mais dilatado do que a parle
compregeudlda no dilo recinto ; assim como ge-
ralmcnte em Vicnna, logo depois que chegou a
noticia das medidas necessanas de Berlim, so
lizeram preparativos para urna celebraco to
pomposa da fesla Schiller, quo cm verdde nao
se lhe pode contestar a gloria de ter excedido
Berlim ; existndo j creadas ras de Schiller em
Drcsde, Leipsic. vVeimar c lanover e pelo me-
nos foram plantadas na praca central de villas
pequeas una tilia ou ura carvalho em honra de
Schiller.
A dita praca cm Berlim ornada de tres edifi-
cios monumentaes, no meio tica o novo theatro,
reedificado no eslylo purissimo grego depois do
incendio de 1816, e aos lados norte e sul as igre-
jas dos reformados franeczes e allemes, com
suas altas cpulas, una exactamente igualando
outra, construidas por ordem d'el-rei Frcderi-
co II depois da paz de Huberlsburgo, a fim de
mostrar a naco que o thesouro nao linha sido
exhaurido pela guerra dos sete annos.
A trinta basaos dos degraos exteriores do thea-
tro foi collocada neste dia, 10 de novembro a
pedra fundamental para urna estatua de Schiller
c encerrados nella lodos os objectos raemoraveis
do anno ou dia, documentos dos magislrados,
livros, jornaes dodia, iraagens, moedas o meda-
Ihas etc. Quatro candelabros i gaz permanentes
ornara os cautos. Foram erigidas tribunas e es-
tradas as quaes se reuniram as autoridades roaos
e urbanas, as summidades militares do civil, os
representantes da imprensa c das associaces, as
pessoas notareis (lasarles e sciencias c da"indus-
tria etc.
O principe regente cora a corte se apresentou
nasjancllcs do palacio do commercio martimo
situadas de frente.
Entre a diplomacia eslrangeira avullava o
ministro oltoraano. o clero assistia cm repre-
sen taco extraordinariamente fraca, porque cm
geral toda esta apotheose era pouco do gosto do
clero, nao podendo este particularmente perdoar
ao poeta urna de suas poesas, na qual se acha
glorificada o bella mythologia dosgregos, c urna
outra intitulada fei'ignaro. Sem embargo disso
foi ura insigne pregador protestante que leve a
palavra pela segunda vez depois que o supremo
magistrado da cidade pronuncou osen discurso
no qual por exemplo indicava, que este 10 de
novembro era, afora do do Schiller tarabem o
anniversario do reformador Marlino Lulhero
(1483) o do general de Schornefort (175! e do
genio militar do exercilo prussiano em 8I3 o
chele de estado maior Bluchcr (aos quaes, con-
junclamcntecom os heroes|Vork eBulow, j o rei
dcfunlo linha levanlado um quadradode estatuas
que prximamente, ho de ser augmentadas pela
j muito antes merecidas de Stein e do Hardem-
burgo, estes genios reorganisadores da raonarchia
era 1808. Que este mesmo dia era tambem aquel*
le,emque eml8i8 o preso republicano Roberto
Blum, foi fusilado cm Vicnna pelos croatas
ordem de Windischgratz mas que seu nome era
iramortal na memoria dos povos allemes e por
um sr.m numero de retratos.
Todas as profisscs mecnicas eram represen-
tadas por deputaces (6i) com as bandeiras e os
emblemas de seus gremios ficou com ludo e tai-
vez sabiamente arredado o militar entretanto sou-
be-so depois com particular satisfago que os
corposde msica das guarnios de Btslau e de
Colonia se tinham junto pompa festival.
A larga praca nao comportara a multido e
nao somente tod;is as janellas e balcoes mas lam-
ben; os toldados ao redor ato as torres eslavam
cheias dehoraens, e e lelhido de urna das ditas
igrejascaso nunca antes acontecidofoi des-
coberlacm poucos minutos e sobre as armas se
arrumou urna immensa m de gente.
Abrio-sc a festa pelo cntico de alrorada da
tragedia de Schiller, Machbelh: mals tardo foi
cantado por mlhares de vozes um hyrano de
alegra (uso cora alguma repugnancia desta pa-
lavra, por nao existir as linguas romanas urna
expresso que reproduza adeqitadanienie o nobre
sentido, que para o allemo se acha na palavra
Frec!rfe)r=3compaiihados do som retumbante dos
instrumentos.
A proeisso com faxoi projedac'a para a tarde,
nao se effecliioii em Berlim ; porcm houve lugar
em Vienna com quasi 5900 laxos, nem cora tanto
viram-se all excessos perpetrados pela plebe.
A maior parte da cidade illuminou-se ao anoite-
cer cora excepeo uos edificios pblicos quando
pelo contraro em Dresde o palacio real brilhava
em ura mar de lume.
Entenderse que nao somonte na nniversidade,
as academias, em todos gymnasios c escolas foi
celebrada a fesla por orcoes, deca macos e
cnticos no mesmo dia, como no precedente c
seguate, c particularmente os escolares dos dous
sexos que foram doados com livos e broxuras,
para o que o magistrado havia despendido urna
somma considerare!. O mesmo noticiado de
um grande numero de cidades e villas.
E' oreada a estatua de Schiller cm 40,000 tha-
lers, deslinou loso para issso o prncipe regente
10,000 thalers, outrns 10,000 thalers den ao ma-
gistrado, e o reslo ha de sabir de contribuiedes
espontaneas. Nao menos generosa se mostrou
a munificencia publica contribuindo para a fun-
dai;o j subsistente com o nome de Schiller e
Tiedgo, destinada para o soccorro de poetas e
artistas de idade avancada, e era alguns lugares
se eslabelccerara novas fundacesSchiller cora o
mesmo destino.
A um navio mercante que a 11 de novembro
foi lanzado do estaleiro em Schiller. deu-se o
nome do Schiller, e em Francofort sobre o Meno
fundio-se em gloriiicaco do excellente poema
de Schiller, a campana, no mesmo dia una
campana, c dou-se-lhe segundo o dito poemao
nome Concordia.
Mais urna outra campana com o nome Concor-
dia lizeram fundir os allemes no remoto Mos-
cou c a tem destinado a villa natal de Schiller
Marbach no reino de W'ulemberg. A casa aonde
alli nasceu Schiller, foi adquerida como proprie-
dade da allemanha e a fraca associaco, que ain-
da quasi sem meios tiuha concebido esta idea e
concluir compra, se vio rpidamente na posse
ilo meios muito maiores de quelhes era preciso.
Osubejo entra no cofre da funda,;o Schiller.
Os suissos exigera una taboa memorial de
marmore no prado do monle Grutli, celebre pela
tragedia de Schiller Guilhermc Tell.
Nao devo esquecer quo o nosso principe regen-
te deslinou de tres em tres annos um premio de
mil thalers era ouro 11-6659300. rs.j c urna nieda-
lha no valor de 100 thalers em ouro para a me-
Ihor tragedia, seja em verso ou em prosa, que
baja de ser composta no intervallo deste trie-
mu.
Emfim era toda aparte a arte e a seiencia do-
rara as mos para elernisar aquello norae cele-
bre, seja por folhas e memorias, biographias c
caractersticas, seja por pinturas, estampas e es-
culpturas, da estatua colossal at o relevo de
gesso do tamanho de um peso forte, do rico
feitio neo at anneis e broches de ouro e mir-
tina. O que destas primeiras poder se r collegido
vai ser collecionado e publicado em um ou al-
guns volumes por um livreiro de Berlim.
I'ouparei aos seus leitores as descripres via-
das de mil outros lugares, havendo alias para
escrover umhvro e para passar muito alm das
fronteiras allemes direi porcm quo mesmo dos
quatro estados allemes que gomera sob a maior
oppresso poltica, a Schleswig-Holsteiu, o He-
cklemburgo, o lanover e a llesia eleilor.il, s3-
mente esta ultima o paiz mais maltratado, que
tambem nicamente seassignala por urna dirai-
nuicao da povoaco, entretanto que todas osou-
tras, sem excepeo, apresenlam incremento) faz
urna excepeo, "quando quasi todas as cidades
das outras. bem que nao as ras e pracas liveram
seus festejos. Mesmo em compenhagen, aindaque
em recintos particulares deram-se dilTerenles es-
tejos.
Notou-se, que na Allemanha o clero protes-
tante aparlra-se mais sensivelmente dos feste-
jos em honra de Schiller, do que o clero catho-
lico ; e noticia-se particularmente que na Baviera,
preponderante na f catholica, o arecbspo de
Bamberg distribuio por sua propria mo as poe-
sas e oulras obras de Schiller aos escolares do
gymnasio. Assim em Moguncia fMainz antiga
sede de um arcebispo-cardeal e principe eleitor)
foi levantada defronte da estatua de Unttemberq
inventor da typographia ) em igual tamanho
de Schiller, a cujos ps viam-se transparentes
brilhantes a gaz com as divisas Faea-se a
luz oe Foi feila a luz Nao gosto" de es-
carceos ; se porm se usar destis palavras, rae-
Ihor seriara empregadas estas ullimas era urna
estatua de l.essing. Todava o clero diz mui si-
zudamente que ludo isso nao pode affeclar a
dinidado da groja ; pois se levantara o .'rilo
do analhcma, que ira causar ainda maior detri-
mento igreja. Nem tambem a Italia, que
agora respira em liberdade, ftcou alraz na mes-
ma celebraco : ella conhecc Schiller pelo menos
pela traduceo bem succedida de Malfei.
Pelo festejo que houve lugar era Roma, mos-
trou-se quanlo vale o respeito para com um ge-
nio sublime, respeilo que faz alear o homem
cima de todo o senlinienlo ignobil. Os embai-
xadores da Prussia o da Austria eollocaram jun-
tos una cora de iouro sobre o pedestal rico do
feitio de Schiller. E outrosim nao posso passar
ent silencio a Inglaterra, da qual refereni as ga-
zetas, que talvez nao se ache urna s villa, por
pequea que seja que nao fizesse ura festejo a
Schiller.
Os papis ingleses contem os delalhes de
Manchester, Birmingham, Lud, Liverpool: mas
naturalmente a fesla se celebrou era escala mais
grandiosa em Londres, onde a proposico feita
por Joo Ronge, de a celebrar no palacio crista-
lino de Sydenham foi acollada com applauso
universal ; e foram alli tomados 14214 bilhotes
de entrada. As grandes cidades da Blgica e
da Hollanda houveram tambem seus festejos a
Schiller: s da Franca sei pouco a relatar, e da
Hespanha nada. Menciono s um facto : preci-
sando na Franca para cada reunio de mais do
20 pessoas, o conseulimento do prefeilo, o de
Brdeos annuio ao pedido dos allemes alli re-
sidentes, porm debaixo da condico de que as
fallas c brindes smeule seriara "pronunciadas
era lingua allcma !
Em Pars houve lugar urna feslividade parti-
cular, que deu urna reccita bruta de 20,000 fran-
cos, dos quaes somente restaram 1,200 lquidos
para se fundar um hospital nll-'mo.
Prefiro em rerdade transportar meu pensa-
mento do termo occidental da Europa ao orien-
tal; e o que nao acho em Lisboa, presenla-se-
me cm Constanlinopla Que cmfim a vasla
America do Norte, semeada de innmeros alle-
mes, concorra ao jubilo da Allemanha, disto
agora nos vem diariamente ampios relatorios ;
podemos mesmo espera-Ios de Buenos-Ayres :
vejamos porm se nos chega algum som da
lyra brasiletra.
Todava claro, que um (al movimenlo por
lodo o orbe nao foi somente dedicado aos manes
de um grande poeta allemo : mas elle para a
Allemanha, a idea da Unio, que neste norae
achou um ponto central de sua coramunidade, c
a cuja inanifesiaco mismo os governoi reln -
grados poderau oppnruma resistencia e para
Europaposso dizer para o mundo a deca
raco solemne, que a razo ha de ser re-entro
pisada era seu eternos direitos : quo o poder da
'oreja, quo por militares d'annos havia olfatea-
do us povos com suas nvoas mvslicis, est no
fim do seus das, porque se levaatoa o sol da
verdade c clareza !
llepetein-so agora as ideas j. muito antes pr-
iendas, mas poderes, um de oslado, e o oulro da igreja, ,
qoe se chama i braco secular o braca aapi'n-
lual sondo este ullimo nao meaos material-
i mente untitel que o primeiro, bem que Ibeore-
, ticamente teja impouivel urna coniradiccao
;e una instltuicao que nao s na idea se aimulli"
mutuamente, mas em virlude da qual j. houve
| papas, que rstribat.do-se no dicto bblico A
mi ni dado todo poder no co e na Ierra beso
; quo disso nao decorra nada, estando a origen
j dos lirros bblicos e a conservarlo de sen lexto
; pretendidamente intacta, mas "sem duvida oh
i muitas formas interpoladas, envolvidas as In -
j vas da antiguidade ) declararan] todo o orbe su-
jeito a elles como aos lugares-tenentes de Christo
j na Ierra, e tod^is os reis o principes seus feuda-
I (arios, e porianio annullaram de jure cada esta-
do, hora que de facto nao s> desse islo to a
nsca.
Se o estado (
tambem estado ;
ivernac e
a igreja por
estado, a igreja nao pode m
e a queslao frequenlemt nle
ventilada, se a igreja devia ser um estado em o
estado, ou um estado ao lado do estado, una
, queslao realmente raa. O estado naos,
abolir, sem que resulto urna dissolueo de lod i i
ordem, urna guerra do todos contra todas o
estado a dominaco da le, e a son lado de-
vora estar os meios e vas malcra. s, para man-
ler e eiecular a lei : se a idea da igrtja de-
ve ter um sentido, s pode ser .Me que lhe cei-
ba a tarefa de promover c sagrar o nebro i -
bhme, a pureza d'alma, a virlude o muralidade .
todo o servente da igreja, quo liver cm vi-
tos alvos, nao somento ser honrado a an
mas tambora plenamente merecer a honra e "
amor. De sorie alguma so alcaiicerao i slt-s su
bhraes alvos por mysterios que nao soraeii
te ninguem nao coniprehende, mas que ni m a
igreja mesma sabe explicar, at que tacho de
peccado o exigir una explica, o. Do um litro
incomprehonsirel ninguem pede aprender, de
um caixo fechado ninguem se pode fan i
de urna hcela de medicina sellada ninguem i '-
de dever a cura, e dzia um pensador eminente
Soalguem rae viercom mysli nos... j,'. d'an
te-mao presumo, que n'elle se escondo ou urna
pequice ou urna malicia. E verdaderamente os
pretendidos; mysterios di igreja conlm per
niciossima idea, o amparo do vicio, o eslea d
toda maldado que possivel ajustarse ruu
Dos medanle a igreja, quer dizer, por i
dos sacerdotes, que n'elies achara um manancial
! nexgotavo! para saciar sua cubica i
I de enriquecer-se que possi\c
; suas preces, ceremonias o mcrcs, dispor' \>
i que encare algum felo mais laido em oiilru
guisa de que antes o havia podido encarar l.-
| tnos mesmo era nina g zeta alleni.. o Ob
dor de Stuttgart: .< J que acha-sc pendurade
l era Trevires um vestido thaumaturgo para sei
| adoradoja que era Ensiedcln urna \
Maria, lirada para traz com fios, so esta n.
diando para u povo, e estsuandosangut
< j que pios bofarinheiios disUibuem p
sem pagamento IraUdinhos cheios de rrassis-
< simas fallas de eslylo j que em figuras.
a que tra/.em corasigo ou sobre os cadernos pa-
a ra a meninice, eslao representadas as ideas in-
sensatsimas declaramos o nosso povo poi
< seduzido, dado mercada loucura, da supers-
tico c c?a nfima ignorancia.
Portante, tambera de serte alguma ra
nia, mas est provado por tabellas esl
que precisamente nos estadas e cidades a-
inais fiis, onde so ach a pessima immora I idadu
e corrupeo entretanto que as innmeras victi-
mas que a igreja .< in majorera Dei gloriam
va torturado e queimado por bereges e a-
the.os teem sido homens sem macula.
Se r. igreja, elevando-se alm do alen,,,. ,
estado cuja dominio a justica, inlenta sup-
pri-la cultivando o dominio da virlude e mora
idade, de nenhura modo ella deve para is.-o
excrcer puni^es malcrate, como dcstilu
detraclaces de liberdade e de ganho, al
mo castigos corporacs, era g ral nenhuma j ..-
dicro separada, mas unicamentn se servir de
armas espirituaes islo do poder Ilustrante .
fervoroso da palavra, seja oral, soja escri)
onde esta licar sem effeito, alli o homem pelo
menos^ deve viver conformo as leis do esta I i
se emfim al uera fizer iss', entao o estado c
nicamente elle pode, e devo interrircom lod
o meio, que a le pozer-lhe as mos.
Sao pois estas ideas, quo agora sobre loda a
Italia central se fazem um caminho chammejan-
te. Escrevc-se d"acol:
e As synipathias do clero para rom o cslraa-
geiro, para cora os lyrannos expulsados, e aniGm
j suas calumnias contra o partido nacional, lea li-
brado mais eflicazraentc do que jamis um refor-
! mador tal como Lullieio c Calvino houvesse po-
dido eflecluar.
Assim por exemplo em Reggia, villa qu
j seu recinto conta 11 padres mais de que lodo Pa-
rs, as igrejas mesnias se pronunciara fallas con
Ira a legitimidade da pessesso secular do Papa.
e igualmente contra o direilo divino.
O clero inferior, cuja educarn so esecutl
nina clausura, a qual tinham e guardaran) sj sti -
inaticamente privado das luzes dos seculos, que
desde a invcuco da arlo lypographica > i -;>a-
Iharam sobre a Ierra, o por tanto dcsconbccendo
o mundo e suas precises c compclcnrlas tanto
inlellecluaes como muraos, acha se gravemente
gemendo debaixo di oppresso pesada do seus
superiores,ern cuja dependencia absoluta elli
lo.
Sao pois nicamente os ricos e poderosos hi-
pos, arzobispos, cardeaesele. quecnchem 0 mun-
do de um unnionso lamentoquaulos hori
nao seiiam perpetrados, se hoje podessem dis-
por ainda de outros raeios de que lamentaces '
Sessenla bispos j publicaran! suas pastoraes e
raandamentos, qoe so semelham como um oro
ao oulro, estando enferrujada as espadas do algo-
para a f, nao ardendo mais es licespataa hon-
ra de Dos, vem a ser oulorgadas preces aos liis
por milhdes... por causa de rcligio. ah nao'
mas. para a conservacao das possessoes Icrri-
loriaes do papa !
Se for desmoronado esle poder, a idea a pr-
xima, que chegar tambem a vez dos difcnilaros
do rajado e dos ricos preveadarios. O clero bai-
xo pouco lera perder, e j comeca scnsivelmen-
te habltuar-se cora o novo intuito.
A primeira ficanha de Farini quando enlrou
na sua dictadura da Bomagua, foi a aboligo d
tribunal da inquisicio fdo chamado Santa Elzia)
desta infamia da hunianidade Seguio prxima-
mente a igualarn dos cull%, a validado dos ma-
trimonios sem discrme de roligao, a liberdade
do ensino escolar c acadmico, a liberdade da
imprensa e admisso dos litros c jornaes estran-
geiros.
ltimamente os Jesutas foram eliminados da
Romanha.Nada, diz-se, prava mclhordoquc
cifras! Pois entao, para o emprestimo, aberU>
pelo re Vctor Kraanuel, cm breve foram assig-
nados 18 milhes de Uros, i vezas c meio asis
do que se linha requerido.
Os Francezes tora a bocea tapada debaixo do
rgimen actual, comludo nao podera ser despo-
jados de seu dinheiro: pois apezar de seren i-
brigados a fotnecersommas enormes para an_a-
II
\
/l I


(4)
DIARIO TjE TERN4MBUCO. f UARTA. FKIFU 4 DE JANEIRO DE 1860.
xiuuu.au uc mu tsuiuu. i xeioiu <. .iini.Uii, de- oumisira poltica completa ,ue anrange mimares
nini pora :is tropas da Italia al o ineiodo de no- c nao militares.
vsnbro 5,363,790 francos. Por corto que isso j Esperemos, querao nao raro soe acontecer
(Wnionslracoo poltica, mas o imperador nao po- i a execuie sueceda em plena confoimidade da
de sor-lhe contrario ; e para que oi fazer a guer-1 palavra e do 9etrtido do decreto Imperial, e nao
r.i em favor e em allianca rom a Italia ? As pie- ; fique embargada por intrepretaces restrictivas.
roa diefadas pelos priniipes eeelesiaslieos. tam- Doe-mn o nao poder alear o inda a mesma palma
bein sao (com a dillereiiea de quo ucm custam de gloria para a Prussia ; porem se a cansa dis-
neir rendem dinheiro) domon-lincoes polticas, >o existir em que a maior par'c dos fgidos e
mas precisameT.'.c estas vem a ser-lhe incomnio- captivos expiem sua sorte poc ofTensas contra a
das. |:of muilo que pretenda apparecer como um pessoa do rei, e que urna certa piedade para com
liiho lk>l da igioj-i. J-'i < ni lempo anterior ou di- S. M. nao permita declarar urna amnista no
ct, que elle gH8l.ua de ler varias cartas na nio lempo de sua vida, parece que tal causa esl fora
d'o'fide i n.vinhan suas I rdanlas, sua reliogra- | de luda a propon.ao com os seus aiduos effoitos.
dae&u onde da parte delle se esparavn) passos; No que respeila a pessoa de el-rel o estado de
grandiosos e decisivos, sem dcixar aborto, quis- mm soude tomou de melhor, mos asinn-as espi-
Iihs que as nacoes agur-rdavom ver por elle re- riluacs esto deprimidas o desde a ultima opo-
sulvidas, mas ello presten le que podero suceo-
dcr-lhe com a do discpulo de magia na tragedia
de Goethe Fausto, que tez levantar por encanto
espirites, e depois nao sabia mais esconjura-los.
I. est Garibaldi republicano nervoso, nao se-
tj.jioso do thesouros e poderes, mais extremo e
justo, parece o imperador ler 0101
ractei fCome acha-se elle no gozo da confianza
di mithdes, beni pnderhi dando elle o final que
': agn o lempo, flomino.or o laxo da revoluooo
por toda a Italia.
A seria calma o leoldade, com que al agora
t' ,11 progredido as cousas da llulia central, de
cuja sorte anda nada se tem decidido, em ver-
dado milagrosa; porem en lim comer um em-
lirulho que se nao pude antever, aonde ir le mi-
li ir.
Cercada de nimigos es ircitanles, a Italia pre-
cisara de ler a sua testa iiecessorio mente u/m for-
i* regente, e pois arclainou unnimemente a
Vctor Einanuel como rei, mas o imperador disse
.'<<... Dcmantiou depois ao principo de Saluda
plexia a locuelo diz-sc ser apenas inicllegive
El-reicoma rain ha e um cortejo hao do lomar
prximamente una residencia na cosa meridio-
nal da Inglaterra.
Anda nlguma cousa do eslatistica. A com-
missao do nssucar de betarraba com a da conno
venia ser de anuo em anno mais poderosa. Kxis-
tem no Zollioiein 257 fabricas, neslas foram la-
vradas no auno do Io de 1858 ale ao 31 de agos-
to do 1859: 36,668,557 quintaos de betarraba
Nos estados da Prussia que possitem 221 fabricas
de assucar de betarraba, eonsuiniram-se po dito
auno 111,(00,308 quintaos de betarraba. O con-
sumo havia augmentado em comparoco do anuo
proredeiite 7,753,423 quintaos.
A rcoeila de todos os tboatros em Paris era
no me/, de oulubro 1,26>,278 trancos.
APPEND1CK.
Nao sem nlguma repugnancia vou finalmenle
fazer breve mencao do pouco favor com que traa
UliiMl ; U.ll.-Il.-Sl lllullOS ul.eS l'k|luMi i I.U.,
numerosos orligos que por esta serie ue nnnosc
mormeiilo nos dous ltimos se tero publicado na
imprensa alloman ; i;fece por m quo emotivo
maior a indignar! causada | ca situai.ao las-
timosa dos colonos de parceria, e sobre ludo pe-
clausula que Ihosimoe a ubrigai-scfin sohda-
riedade cutre ellos, logo a iunvioc,oo (eral que
allemacs nao devom ir como colonos a paizes
trpicos, e anda menos a paizes aonde la escla-
vatura ; c persuado-me de que osla conviccSo que
me parece bem fundada, tornar-sc-ha sempre
mais geral e mais anaigada, e queporistoo
Brasil nao podo nem deve Contar de boje por
dianie em eniigraco allemaa alguina que ialha
mencao, sendo em suas regios exlra-tropicaes.
tliip'S#fcii? jio.ieuu/.iuos uui-siiie .i ^ueira, ueci.'ia
anda um suporimposicoo de 18 sidos por flo-
rn] sobre lodosos impoiccs directas, a saber
imposto territoral, imposto de iudusl
poslo de commercio, imposto sobre a
emlm imposto sobre os lionorarios fixus. E m-
posaivel dizer como se pogoroo na Yenecia todos
esles exoibilaules tribuios. Os- propriotarios
deixam vender todos os das, em hasta publica,
\p< /.ji o.- iiiuu islo, e i hu quouio as moflidas
tomadas eui Conslanlinopla tenham privado os
lema de represso iiileriia, diligenciou-s or lo-
dos os modos conbeci-los crear una rtmaa real
a saber : conteiros de Suez do concurso dos indgenas, os eu artiliciai; que, slvgmalisando u Iraliro faedi-
ino im- europeas teem conlinuado a persistir no seu pos- ,asS(, m,, e niais 0 empailta mi que os alie
onda, e lo, e as ultimas intima^oes do govemo lurco nao deres se acliavarn Wrmt'.s.
descorocoaram os nossos animosos operarios, os
quaes responderam victoriosamente s ameacas,
conservndose em atlitude e enrgica, confiadas
na prolecco que o imperador presta a empreza.
urna.porte dos seus bens immoveis, para pagar A rovolla das In.iias ja devia ler aborto os olhos
os impnslos rio restante ; c como lodos os nabi- Inglaterra sobre a opporlur.idade de urna livre
tantos jaso acham airuinados, os oustriacos sao
os nicos que compran) us Ierras por um prc^o
muio baixo.
Parece islo um rslratogcma do gabinete de
Vicnna, com o lim de pieparara pouco c pouc
propriasa lavoura a que o ollemo se ocha neos- a ovieco dos Vcnoziaiios da propriedade lerri-
tumndoem scu paiz, c do trigo, da bntalae
dos mais fruelos e Iliacas do norte ; sondo en-
tendido as seguranzas de pessoa, de propriedade,
de commercio, d (onfisso, das quaes j por
flequemos vezes se tem traindo.
a impronta allemaa lodo e qualquer projec-
to para o fomento da emigrarn ao Brasil, de
uu" ella recebo noticia de ser intentada
da
taiinho fnascido em obiil de 181(3, lendo sjoro paite do Brasil. Gradualmente se lem d
desen-
i idade do 42 onnosJ mas julgando o imperador I volvido um sentimcnlo nhsolutamonle coutra-
iina tal legencia qiiasi igual cun una annexa- rio osla, em consecuencia dos resollados pro-
i*o,disse oulravez Nio) Agora o principe re duzidospelo systema de parceria e de contratos
ommendou aos deputados.'em lugar de se o de Irabalho, em troco das cusas da passagem
commeudador Buou t'.ompagiii, c os deputados Tem sido
urna
reforoado muilo osle cnlimento por
obra i'uuio bem acolbida pela critica lilte-
irntia, n Historia do Brasil, pelo Dr. Guilhrme
Handolmann, mormente polo capitulo relativo
colonisac&o, e pelo fulbelo sobi
accoiilci imenlos do Uucurv
annuiram tambem a Tose ana, que antes rontes-
uva no principe, quem pessootmcnle hovia Ho-
rneado, o direilo de subs'.ituir um oulro cliefe,
desisti depois de seu protesto: mas u impera-
dor lelegraphico tambem contra Buou Compagni acconiciimenlos do Mucury pelo Dr. Ave-I.alb:-
seu .Va..'1 Prolestott, que por issu piejudicai-.-e- man, c mosnio ale corlo poni pela ora obra
h'ti ao rongresso quo quera evitar que um con- Ido mesmo doutor, Viagem pelo Suido Brasil,
gi-esso thesse de estatuir sobre fados cousum- grandemente apreciado alias pela mpreusn p
nados, mais fcilmente cun esles se ajuslassc
,11111111 npro>oi,:a a historia semelhantes exem-,
, quando pelo contrario, sendo os fados nao
I*iris, ~ do dezembro
Na Inglaterra insiste-se muilo na crenja de
que est prximo um ronipimenlo entre aquello
paiz e a franca. Ha un mez que a mpreusn
iuglezu nao cessa de repetir c demonstrar osla
lliese perigosa. O giMerno, pela sua parle, oc-
cupa-se seriamente do ai mmenlo das cosas, de
um formidavcl Irabalho de fortificaces e da mu-
dauen do arsenal de VVoolwch, como so os or-
n amentos martimos da Franca implicassem
urna umeara de desembarque na Inglaterra.
O gabinete das Tulherias julgou .conveniente
fazer algumas roncesses a osses terrores, ic-
commeuilnudo imprensa provincial, pelo orgo
do ministro do interior, ainda maior circumspec-
cao do que aqui al entao guardara. Tombein
se diz, que o ministerio enrarrogra a lord Co-
wlev de propor ao govoruo britannico um desar-
mamento reciproco e simultaneo, e que a adho-
rto da Inglaterra a esta propnsta ia melhorar a
siluaco geral e facilitar a reuni o do congresso,
msale agora estes boatos carecem de contirma-
jo.
Km summa, diga-se o que se disser de nina e
de outra parte da Mauctu, s duas nacoes, sem
i.islj0i(ps; causa alguma appareule, sem o menor uio.ivo
' plausivcl, esgotam-se emesforcos, urna para con-
servar sua superioridade martima e a outra poi
i-levar a sua, tanto quanto mais possivel, o um
certo p de iguoldado
Os espritus Iraball am, esquenlam-se as pa-
xoes, e as massas acoslumam-se a idea do um
lorial do seu paiz, para Ibes substituir possui-
doros allomaos. Nao lho sendo possivcl assimi-
lar a Venecia, quer ao monos fazer dola utns
colonia austraca, e apropiiar o solo, quandn se
r.o pode ter dominio sobre os homens. A imi-
graco dos venez ianos, npe/.ar das medidas co-
ercitivos, continua a fazer-se em grande escala
paia lodosos pontos, at mesmo pora o Tirol
italiano.
A nica esperance que ainda resta nos Venc-
zianos, c que o congresso se oeeupar da Vene-
cia como das mais partos da Italia, e que recn-
necessidade
passagem do Mediteiraneo ao mar vormelho
Ouerero oshomons de oslado da Graa-Bretonha
lenuncinr por urna vez o essa poltica que lem si-
do lao prejudicial aos spus proprios interesaos '
llevemos esperar que ossm si-ja, a dor crdito s
noticias quo circulara, dizeudo que sir lleuiy Bul- j
wer tinlia-se entendido com o ernbaixndor da Aos- ,
Iria para apoior o Sr. de Tliouvenel em Conslan-
Nesle (Ionio o j citado memorndum oiTicial-
mente nos guiar.
Aniado e sustentado ossm, o govrrnn d.
Imperador, execulou rom vigor e leoldade os po-
deres que Ihe foram couliados.
Eslobeleeeu um sy-iomnde cruzeiros --"i pro-
prio, para o que conslruio no pali embarca o, -
adequadas e mandn vir oulras de Inglaterra. Or-
ganisoii urna esquadra as suas rostas, r I irtalo-
ceu policio cm suas praias, com o que tudo
muito se aucnniilaran aa despean do I indo
i*or un deflO da reparliroua oannl a PSWW-
leceram-se qualro MUrdc navaes, e vana d<
guerra foram distribuidos por lodo o litoral <
Imperio.
A piiir.cira estacSo, que lem por centro < Bif'
do Janeiro, comprehende a costa hde .< ltio
liuopla.
Tambem passa por certo que Mehcmet-Kiprisli
prologo ao Sr. Lessops e sua empieza.
Para prevenir qualquer evenlunlidadc notas I Grande do'Sul at ao Espirito Sanl
paragens, a Franca acabo de adquirir no mar Era ncsle dulricto que o tutico da
Verroclho um ponto de fcil defeza. o que. | rn mais oxtensainenu se ii/ia ; e ao loago dello
ilmi
-, -
em taso de um conflicto martimo, tenia mudo achaam-se estacionados, secundo
maior importancia do que a ilba de Perini, de latorio do ministro da inarinlia, s
que a previdcnlo poltica ingle/a se apossou a vapor de guerra, duos escunas 3 b
dousannos. I'.sse ponto a illia de Massouah, velas e3narros'canhoneiras.
independencia | cuja cessio a Franca obievc o soberano da Abys- i;D1 todas as ilbos, pe tacnas bal
e tozos ile rios, entre Sania Cathanna e l
Sanio, ncha-se semprc algum* p< pn n rabar-
bas-
liniia regulados, sempre existein motivos
untes nsra ambages inlcrniinaveis, que cnlao
.: s-eiu'a Fiau.a novas oecasiOes para fazer valer i ludo contra aualqucr emigracao baseada em
-uo influencia segundo as circumstancias. Futan | amanenlos do curso de passagem, porsei'onsi-
liaiba'M para nao causar novas difiiculdades deror a necessidade de uin tal recurso como a
Miliario) odicou de sen Lommaudn, e oi para prova evidente da falla do propria foica altraliva
loiin'o aonde o rei o acolbeu rom grande boma.; e por issu de garanta do bem-tular o do valor
t; conrdendo sua deniisso, reaceitou su., pro- | ao que poderem aspirar os emigrados em compa-
le lomar consagrar sua espada a e-rei rarau com seu paiz natal. Igualam-se esles Irans
causa do vigor de sen eslylo o o originalidade fle
suas observa\6es.
Ja na verdade geral a desalTeico que se po-
tenlea contra a idea de qualquer emigro;u pa-
ra este paiz fomentada artificialmente, e sobre- i,
aji OSO, na huropa, a coiidiccao essencial da paz e
da estabilidad*., e consequentemcnle a cousa
mais desejavel deste mundo. Para que urna tal
rompimonto (meio infollivel de o tomar incvi-
lavel mais cedo ou n ais larde], como se a alli-
ani'ii das diiis maioies e mais ticas nones nao
nhe.a como urna necessidade a
lo remo Vencziano, para a completa pacileoc,ao I sinio, e que deve dar toda a esperanca aquellos
da Italia. I que se interessam pela abertura do is'bmo. a
Se Venoza, ultima preza italiana da oguia da ilba de Massouah osla sil ua.la aos 37 de Long.
Austria, osla pagando tao caro, preseutciiiente, a I Oriental e aos 15" de Lat. Norte ; tem cerca de
liberdade da Lombardia, porque no fundo dos 1,000 metros de exionso c 40i) de sua maior
secretos designios do gabinete de Vienna ainda largura. Apezar, porem, de sua exigudade, po-
exisle a esperanca obstinada de reliaver o seu do- de servir ce deposito de ca vo da eslacao naval


cacao de guerra, alguma lamba n .
F, lo estrictamente vigiado orto aniigo
do trafico, que no espaco dos ltimos i
s ha not'ia de tei navdo urna l< n
desembarque de escravos, all, mi i

minio secular de alem dos Alpes, esperanea que indispensavel aos paquetes, que, depis da aber- rcs brilannicos se mostrar*- ntoirami nt<
nao fui desvanecida ucm pela guerra da Italia e tura do islbnio, se esabelec.erem. UlKrcce, a!om
nein pela paz de Zurich. disso, um cxccllenle porto de abrigo, o quelsn-
L'raa das provas mais significativas dossa leu- lo mais precioso, quanto cousa rara de cncou-
dencia a inesperada partida, para o Brasil, do Irar-sc no mor Vermelho.
archiduque Maximiliano, onligo govemadur da
Venecia, principe que lomara, a despeito de seu
irmo, urna generosa iniciativa us negocios da
Italia. As razoes de saudc com que se explica
esla viagem sao apenas um pretexto : o verdadei-
ro motivo querer ello evitar por todos os meios
o ser de novo collocado testa do governo de Ye-
no/a, oni una posieao intoleravel.
Certas pessuas, que se dizem bem informadas,
expiieam as couzat do modo seguinte :o ini-
per. dor rounira em um dos das passados, e m
Vienna, lodosos menibros da familia que ahi se
pazos de impedir-llie-; a nipoilaco ai S millia
ros, eessa tentativa oi mallogroda um i
dor brasileiro.
A segunda eslacao, tondo por i r
esleude-se desde o tspirito Sanio al o ltio di
S. Francisco, sendo all empregad< -.
- .
n i sso, ue
t\ lando fosse chamado.
Voltou pois Gaiiboldium novo Cincinnatq ou
I.ilayiiie villa privada para Nezza eGenova :
o imperador, quem d parle do re Vidor 1'.-
[lorlesde parceiros e liavaluadores contratados
i um o
sysienia dos redempcioiitsias dos Estados-
L" ii ii
zoos
os do seclo passado, o islo por muilas ra-
sendo a primeirn procedente de molbos
allianca soja fecunda, basta que se naoobslinem
em immobilisar ludo contra a 0| iiifo dos povos,
0 COUlra as mais evidentes ne-essidades do fu-
turo.
Em loda a Europa su manifest visivclmente o
mcessidade de profundis modifica .'oes. A Ita-
lia, a llmura e as Provincias chnstaas da Tur-
qua nao querein mais suppdltar a condieiio que
Ibes teem imposlo os calados existentes
O exercito expedicionario franco/, desuado
China, vai pOr-se em caminho, posto que nao es-
teja ainda esclarecida a qucslu de saber, so a j;l0 n.laiorio, um barco de \
Faanca vai realmente China empenhar-sc em uma crvela e um cultor.
urna guerra contra um imperio inmenso, guerra j \ terceira estacio, com o centro em P<
deque lho nao resulta iienhum provcilo, mas buco, vai de S. Francisco ao ( I
somonte para auxiliar sua orgulhoso adiada a e achavam-so all estacionados um
abrir por meio da loroa um mercado de. brigues, urna crrela e oulia en.l
iOO.Oull.OtlO de almas, ondeiro lanear-se, sem a quena.
mnima vanlagem para a industria francesa, os A quarla estaoao, cora o Haranhi
icoumulados e inexgolaveis productos de Mr- dsdc Cabo'de S. Roque ate 'lo
mingham e de Uancheslcr, e o opio das Indias, seplcntrional do Impere; umbem
nchnvam, para consulta-Ios sobre as reformas que o Sr. de Moutouban, general dediviso, lera sob l]:,i peqoena forea naval que i
s i deyiam fazer no imperio. O archiduque Ma- seu commando cm rliefe dous regimenlos de li-, ua COsta nunca foi infestada n o ti
ximiliano pniuunciou-se, nesse coi.seibo, cm fa- nha, um regiment de caradores i |";, cinco ba- matura, nao precisa !
v ir de urna coustituioao geral, c o fez com lao lorias de arllliaria e parque de sitio, qualro ba-
anorgica Franqueza, que o imperador Francisco i lalhocs de infamara do martnha c um esqua-
Jos julgou conveniente dirigir-lhe um bilhete dro de rovallara. Oeslado-maior parle no da
de seu proprio punho, na manbaa seguinte, con- 15 de Janeiro ; mas em ve/, de ir, ionio as tropas.
vidando-o a viajar pora o rcstobelecimculo da or- pelo cabo da Boa Eperanc,a, ii elo i.-iluno de
S /, e cliegor assim um mez antes dolas. As
operaccs devero'coinccaruo mez de abril.
Huanle o curso da expedicao baver, por con-
t do govr rno fraucez. dous correios por mez de
Toiilou a Cnulao pelo slhmode Suez, o si
vorno ingle/, osiabelecer lainbem di us correios,
poder-se-hn ler noticias qualro vezes por mez.
O general Moutouban dirigi, no da 19 de no-
espi i
Os vasos enumerados nesse relai n i m i
ra I i a i represeutam comlud o l la
navalemprogada pelo governu r--
trabeo de c- raos africanca. II i
o
chduqueza Cariota.
O archiduque Alberto foi representar o pessoa
do imperador as testas que se fizeram na oida-
dc de Groen, poroccasio do quinquagesiino an-
niveisario da eleva^o do principe arcebispo e
primaz da Hungra. Niio foi bem succodido nes
la missao. s discursospronunciados naquella so-
Viiri- i lemnidade echoorom om Vienna de nio.lo des i-
quaniidade de i utU'is da alfa
de oulros vasos, que, bem que priu
cupados em servidos liscae*, -
im| edir aquello trafico
a m meira olficaz porque n ..
proc den a applicar as ..-;
inoveu o conde de Malmesbury, ont
de estado dos negocios ostrangeii is d< v M. [I
taunicn, em 2~ de abril de 1853
o de prestar aos indios a esperanca de era ultimo
recurso seren aceites como emigrados ao Brasil,
oo mesmo lempo que as descripedes lisnngeiras,
que se Ihca fa/.em iin lirculores. da belleza da
nalure/.a, da facilidade da vida o. degauhar di-
nheiro, lornando-os dsronlenles de sua con-
dii_r.o actual, excita nelles o desojo de emi-
cumo da Buss'ia. Eniim ludo agora c assignodo grar para o Brasil ; em quanto que nao exjs-
i nra su esperancas aocongressu que tem de ser le este inconveniente com rcspcilo cmigracao,
..be,ios c.no sediz.mesmo medida da Austria, anida que-assaz numerosa, pora os Estados-Uni-
qu ; r nenhum melhor meio esperava ganliar. dos, porsor impossivel obter a minima fcil.to-
Sapoleao para seus planea do eslauracoj em ao cm passageus nesla va, ou na verdade j no
Paris! >m Par"! transporte para qualquer oulro paiz do inunde,
' As conferciicis de Zurich, que s serviam de exceylnando-se s os emigrantes inglezeg s co-
eommenlaro mais especial da poz de VillaFran-
c e de preparar material pava decises futuros,
do fillio adoptivo de Napoleo 1 o vice re da
Italia, c nasi-ida prnceza Bulla; em Pars ou a
lumeai 3o de sifii lilho primognito para um Ihto-
iii eventual da lll ven ral, ou um casamento
do sua lilha iasvelliac ni o joven principe 1 e-
n litario de Toscana ; projoctos dos quaes se es-
i a salirfocao com urna das cortes da Franca,
e dos Continentes en-
tendo s du a assignaiuias dellas por minias ve-
zes preronisada o cada vez revogada, ciufim ver-
dadciac clfectivamenU! forora alli assignados om
20 dcnorembio, ao mesmo da, em que n
du Scliiller audava sobre lodos os labios, c no
entri tanto cuslounao menos que I0,!00 tVan-
. >. Foram iru a I. as i itificaora em 21, c dc-
l,,:-1 iibli ados trola | ui ii S" u Ihi i r. A
emiss t corniles para o oongresso & Ingla-
terra, a :-'::..,.'. N. io'.o, Prussia ao Portugal,
.i Roind a Russia, .'. Succia, lie-; anlio, Sai -
de
vezes i omo
,i
unas inglezas, na razo de II a 10,000 a'nuspor
inno, o n razo de 0 a 15 '. por esbeca, reem-
neis com a maior facilidade c cm*plena li-
ib,
'ilm fui noticiada igualmente, por repetidos
, ffi ctuada.e u rti as tantas i :es icvo-
ute em 29 de novem-
ii). Pois ento deve ler s do app'.ainada a dissi-
iloncio i lincipa!, per cuja causa assim a Ingla-
eicj i-oiuo a V-islria por muitu lempo baviain
rec .-o i de loi no cotigressq ; a primei-
i, | rqui a Auo rislouraoo, a segundaporque
i io.-i,n..o oo dos duques devia ser eslabclccide
niiteriormiile lodo',, congresso. Pois total-
cente osquecido o dilo d i Ingloz I' l'n i rovouraco a pessima de todas asre-
VlllllCot
o*enlanto a Austria pa apiesciilai algumas
doourns, esto se platicando a melliuramcirtos
pu i-
cultos
o. os direilosdos ludios, .l .i estes ltimos foi
irogmonlarius no Irisle citado das causas
<:s. Espi ra -se a lei so! r n paridsde dos
concedido 0 diieito ainda negado elles, deon-
gajar srvenles e aprendices chrislaos e de uo
mais depender do bem >l.*-cito da | olicia nos seus
casamen tus. Tambem a pr< i'&lantes foi feita
nina serie de concessocs que ha muitu antes
possuiom tudas (primplmente na Iluugrio e
sylvaiiia por do un en tos impcii os), mais
que pelo indigno c perniciosissimo. Concrdalas
Ifce iiniam sido retiradas ; com ludo por ora
R.io lomos luvido um signal de satisfaco cun
aquella reiutegraco, pui pie uo so 1!.- presta
i, e porque pdrlicularini ule he coiiheceu sub-
roin o qual laiiiiiin na Prussia a leac-
;iiu lliHa o texto da coiislitu .oo, s'.o e, ain-
UTprel.ico que c.-l::s coueesses fossem s pro-
clamar ese pime.--..s, para cuja exeruQao se
p ccisasse antes de umn serle de leis orgnicas,
| ei i a da siluaco dos lein-
- i [o i das rousas publio. !
Grandp hiloridadettm causado na Europa um
bilhete iie mao propria imperial dirigido ao mi-
uistro da faz ido de Brucs, coiueeondo Ihana-
U.eiite assim :
I. i.liona vontade que daqui por dianie as
bob
berdade dentro de 3 ou I limos sem coceo al-
pe ma alm da que lhes impoc o pundonor e a
oxoluso do gozo de rertos dirolos civis, em
quanto nao liverem realisado o reembolso.
Acha-se oulrosim, que todo contrario aos
inlerosses da sociedade e do estado semelhante
fomento de emigracao para o Brasil, cm quanto
nao se pxperimentam lacs eff-itos nocivos da
emigracao aos Estados-l'nidos, porque a gente,
que quer ir para la, sabe deantemo que pode
Ir sement a seu proprio rusto, e quo para este
lim devo continuar trabalharrdo c cconomisando
al que soja sullicionle o scu peculio ro flin pro-
lo, havendo pois por isto lana vanlagem em
prol da disciplina e da moral publica, como pelo
mi do de possagens livres ou adinntadas ha de-
trimento.
Mais oulro objecoo existe a lies contratos, do-
vendo, em vigor del les, a gent" issim aponh'ida
isubmelter-se a ser dislocada em lugares remotos
B discoiiuexos, neuirolisaudo-se por isso a ulili-
! dado que [todoriam prestar pela mnnutoncao dos
seus hbitos c costumes, o lazendo-se-lhes per-
! der sua liiigua natal o at a confi-sn religiosa,
se for nutra que a cathoca romano, o iodo
aquello sentimcnlo de dignidade propria e de in
di pendencia queso desojo ver mnniidoe fomen-
m>'iilado em os emigrados,': pelo oslado indepon-
I dente, acanliado c solitario, em que se acham
Iranspostos.
A opinio publica penetrada da convin-o
que smente uma emigracao perfectamente os-
i.inuu.i >eui.,ieqe ,.,.,, por ooiuu as tlmwito c<1I1se,,.,oiito de qualquer empreza do
ronuiu c despezos do ..-lado sejam cquibalan- coIuI198?5o ,1U 1M,smo a pri)spci.daoo ,dividual
do colono de um modo igual como em alguna
;aos
Como se esla tarifa a mais gigantesca podosse gutros paizes
s r resotvida por meio de urna linba! ? F. sso; Paiecetambem quo foi em
hlnum lempo cm quo o governo da Auslria U,oni publico forteraenle pronunciado que o mi-
- ipi paraudu um noio cmpreslnno de .do i,i|ro do commercio nrussiano tomou o medida
xisl na lalvcz um meio que da relrataras licencas de agencias de emigracao.
concedidas a certas casas hamburguezas o bre-
a secuiansai'au de lodos os bens eeelesiaslieos,
que a redueco do exorcito e seu material
al a terca parlo. Uai como soi a possivel pen-
sar i ni uma redueco, especialmente quando essa
potencia lano se lem privado de lodos ai sym-
patinas des pi ios, o son cute se apoia na multi-
do d.^ suas baj ondas ?
I. nao somonte por essa razo, mas igualmente
ic a Franca ca Inglaterra, bem que fallan-
menses, deulru desie reino sob coilas coiidicdes
e caneo, s em dinheiro ou om valores pblicos
depositados no Ihesouro real, de procurar ou
promover i emigracao para o Brasil, medida que
dzem ler produzidu demonstrados dopoiiedj
governo hamburguezassim como da parle da le-
ga. ;, biasiluir.i nesle reino, sem ler obtido at
boje o effeilu desojado ; nem de presumir que
lo comcloquei asobrenm dosarmomento ge- hoja modiOcaoao alguma a este respeito, t ano
ral sempre eslao a porfii augmentando seus constar que ces3e de haver no Brasil colonos de
esercitos. Na Inglaterra so formara il novos re- parceria allemaa, e que se renuncie geralmonte
entos ou 3o balalhocs. lia apenas duos se- ao systema di premiarao de importadores de
manas que quasi luda a mprensa franerza bufa- eolonos, o qual faz nascer a dosconfianca contra
va a-una contra a Alluon, ate que um aceno a pureza dos inmcoes das autoridades brasilei-
oe cuna sbitamente fez ransformar os excitado- raSi e j-, na,i,. (|os emprezarios, planos improbo*
Tambem "> <*> -- ..
a guerra da I c vis manejos, e quo faz reeciar os offetos prc- vernos paro impedir
i qual as gazc- j judicises cima citados sobre a populacho jomo- patriotas allemes.
as rela^es dos lista.os
tro si.
Considerado dobaixo deste ponto de vista c,
que a allianca anglo-franceza pode subsistir; mas
para isso necessario que a poltica ingleza so
eleve do inleres.-e nacional ate concepeo ue um
lim de eriiem geral.
i) niovimeiiio nacional, sob cuja influencia |
di'Scmos schar-se a Allemantia, procura maui- j
te.-t ir-se por todos os modo*. Ouaudo alguns
piincipcs do Ailvmanjia, instigados pila Austria,
excita va ni, ba un zes, contra a Franca o patrio-
tismo germnico, mal sabiam tiles que a agita-
gao, que provocaran!, iria n.ui o alm de seus
desejos u nao se acalmara com a paz. U ardor
bellico, que se nao polo exercer contra um ini-
migo imaginario, v Ita-se agora contra os pio-
prios soberanos, (ue se manifestara adyi r.-o-
unidade da Allemanha. Islo ^e d por loda a
parle, al mcsiuo em Vienna > cm Beilin, a .es
peitodos obstculos govenativos; por loda a
paite, desde o Elba ai,: o Adritico, desde u Him-
no al o .Niemen, desee as margens do Spre al
au Cago dos qualro Caules como que se u. u
jubilen da patria alloman.
No da 10 de novembio festejnu-se alli o cen- |
lesiiiio aunivcrsario do nasciineutu de Schillor,
0 poeta populai da grande familia germnica, o|
b iinom cujo portentoso genio melhor satisfaz s
i aspira- oes patriticas da geraeo prcSt'icPo, o Ijo-
meiH, nnaluienie, cuja vida agitada o cujas obras,
j oheias do grande pensiuion o da humfnidade co-
I rao que symbolis'jiii o estandarte do paiz. Us ,
. principes da confeder; cao mostraram-se nimia-
mente liosos pelas honras fe.las memoria do
i'.lustro tsciiptor ; unma os seus subditos lhes
I li/era ni a elles t.-.o pomposas testa-', nunca li/e-
' uin lo profusa exposicodo bandciras e eslan-
j dartes. Di/.ia-se cnlao semlreservas, que Schil-
I ler ora mais do que todos ellos, pois que era o
! vordadeiro e o mais venerado dos soberanos da
I Allemanha.
Tanto nos poqueuas aldeas romo as mais po-
pulosas cidades ornararo-se os casas de fosies
l de folhas verdes, uialisados com as llores do ou-
.lo.'iinn. Reprcseiitou-sc por loda a parte as
'obras pinnas do poeta, lacs romo U-- Uaudidot
i Guilhrme, Tell e Campos Waldstein, ot Piceo-
timiiii, o Marte de Waldttem : o estas solemni-
dades servindo, em ludas as dasses, de palavra
sagrada e de signal de vinculo liltciario o philo-
sophico, turara ao mesmo lempo mu preludio
para a unidade polilic i.
Por maior queseja o eulhusiasmo do povo al-
Icmiio pelo celebre poeta, ainda assim nao po-
demos deixar de- re. onhecer, m ssas testas com
que acabam de Ihe honrar a memoiia, urna de-
monslracao evidentemente poltica.
Entre os cnticos de alegra, ouvio-se mais lo
um cebo patritico de 1818, e ao nomo de Scinl-
b r associuu-se o de hoLcrlo Bluui em mullos
banquetes.
Nos pequeos Fstados da Allemanha, onde o
direilo de liieidadosolfte innmeras lo.slricroes
0 buslo colos-
sal do Sohller, coroado de louros, presidio, de
urna o outro exliemidade do solo allemo, o
festii litti raiius, nos quaes foram evocados os
recordaeoes e as esperances da Grande Gemia-
na.
Em summa, um peridico hebdomadario al-
1 lemo-belga, fundado em Bruxellas, no proprio
attcnc&o ao sent-j da 10 de uovembro, coutem as seguintes li-
nbas:
Em opposiejo ao Panelavismo, de que se
oiivc follar boje tonto, appareceu ao Sueste da
Europa a ideada reunan detodas OS populagocs
romanas. Os Slavos collocato-se sob a ogidedo
Ca/, os romanos arvoram o prolectorado do
imperador dos franceses.
Tudo islo justifica a necessidade de nina \er-
dadeira eonederacao de lodos as tribus germa-
uica.8 c toma altamente desejavel a sua roali-
-acao.
A maiora dos Estados secundarios da Allema-
nha organisou conferencias em vVursburg paro
Iralar de umn infinidade do questdes, cujas tos
princjpaes sao as seguintes: t* sobre uma no-
va organisoco da forea do exercilo fedorol ; 2"
sobre os assumptos (onslitucioiiaos do Hesse E-1
lciloral; 3J, linalmeute, .-obre as differoiitcs
medidas geraes a lomar por paito de lo lis os go- :
propaganda liberal dos '
d aquella naco opprimida Parece-nos cousa
muito duvidosa. A abundarle seiva magyar, de-
pois de urna prostaco de dez anuos, alcula-se de
novo. O povo hngaro, que succuinbio Sob a
popilIncoes, que nao Sois OS baibaios que ella
suppe assim romo espero que patentearcis a
supeiioiidadu de vossa coragera.
nlle-
ponlanea lera o effeito, que os emigrad
mes liojara de cslbelercr-se em localidades,.
particularmeulc na pfoximidodu do lttoral, ora I
] cojo cultivo se poss.i a/er uso do arado e da es-
jtrumneo possibililndn tao somonte pela crearan
do -mJo .ni estribaras, etc.
M inprosso tem f> iio ainda ltimamente a
pul licaco do Sr, consolheiro Forraz sobre o os-
I lado das roli nias de Santa Calhorinn, que o pu-
blico ollemause linha acostumndo do considerar]
como us mais florescenlcs do Brasil 1. na ver-
dadnos resultados mesquiu'ios, quo este realo-1
! rio hbil, sin. oro einspirado por principios real i
i menle li, or.es aprsenla ao loitor ltenlo, nao I
I sao aptos a convidar emigra, o nem a ellas.
Existetn s-'ii! duvida na concepcao destas empre-
sas oros radicaos, cujo aprolundafo nao dado c:
a mim verificar, mas cuja raz me parece existir
no sysiema ?cral da posso das toaras, vigente
boje ao Brasil, o quede iodo i m pede o desenvol-
iresso dos candos russos c dos cavados croatas,
levonl.i-se do chao, concerta-se e lauca olhares
:speiancosos para a Italia, no que al n propria
imprensa nnslrioco parece couvir:< Nossos ir-
< mos Italianos, dizem os llungiros, quizerara
i ser una naco indcpendenle e livre, fizeram
valer seus dirolos, o a Europa os vai reconhe-
( cer. Porque razo nao hav raos de fazer lam-
. bem valer os nossos, que nao sao menos anli-
< gos o nem rao.....mprescripvcts?
Por cartas recebidos da Allemanha consta qui
os jomaos austracos foram intimados a abrir
meo daquillo, a que foroui elles os prime i ros a
char ii queslo hnngara ; mas do juo ja disse-
ra iu a esse respeiio se evidencia, que existe na
Hungra um grande movimcnio patritico, era
jue se acham envohiios o volho partido ma-
gyar, os liberaos de 1818, os slavos, es rouma-
nos, om umo palavra, lodos os Hngaros, sem
Jistincoode roca, de culto ou de lingua, guiados
lodos pelo principio da autonoma nacional, e
iodos unidos pelo amor da patria i.onimum.
A lucia fratricida, que a Austria excilou em 3,
cidra os slavos e os magyares deixuu profundos
remreos no corogoo dos trai lores o dos victi-
mas, os quaes se a liam animados de o lio igual
contra o govcino opprcsor e perjuro que siib-
metlou lodos ao mesura jugo violento.
Nolumus mag'jarizari, grilavain, ha dez an-
nos, os crolas e os slavos excitados contra os
Hngaros por Bsn Jellachich, hbil e fidelissiino
uistruinento da poltica da Austria, lloje o gii-
lo geral :Noluvtus germanisari.
O movimenlo nacional hngaro londe no res-
tabelecimento do dn quo ante 1818, com as
moiiiicaci's reclamados pela poca actual. Pe-
los 12 artigos de Peslh, documento celebre na
ultima rcvolueo da Hungra, se pode fazer una
idea doqne o nialu quo. is aqui esses ar-
tigos :
A naco hngara pede
.. IoA liberJale da imprensa e a supprcsso
da censura.
.< iin ir.iu -leiio responsavol, cora resideu-
cia.em Buda-Peslh.
3'A r.onvocacao auuu.il da Dicta, e sua
rounio em Peslh.
4"A liberdade civil e religiosa peranle al
lei.
"i"A guarda nacional.
6 Us i rapos tos pagos por lodos os cidadaos
o todos accessiveisou exirciciodas tunceoes pu-
blicas.
'Abollono de tolos os vnculos foudacs
entre serves adsrrij licios e sen!,ores.
bO jury e representacao nocional consli-
luidos segundo o principio da iguoldado pecante
a le.
< 9'l.'ni banco nacional.
.. ni'une luds os militares prcslem jura-
mento eonslituico ; que os soldados hngaros
nao sejam enviados para paizes estrangeiros, o
que os regira en tos estrangeiros sejam retirados
lo puiz.
" lluA soltura de todos os presos polticos.
v 12oA unio da Transylvania com o Hun-
gra.
Cuno se v, a maior parle deslas disposices
acham-sn desde muilo lempo consagradas pelo
direilo publico das nacoes Civilsadas.
Odesacrordo entre u Sr. de Botmin c o prin-
ci| e regente a respeito da reorganisaco do exer-
cilo detenninou cm Berlim urna crise ministe-
rial. O Sr. de Bonuin rctirou-se do ministerio,
c a pasta da guerra passou inlerinamentepara as
mus do principe de Ilohenzoilerii, presidente
do conselho.
l'.in Copenhague deu-sc umo crise ministerial
mais completa, terminando pela Iransposicoo de
lodo o gabinete, o qual acha-se assim constitu-
INTERIOR.
CoiuuiLssao ._ii;'l-SSrasilcirii.
Pili ZAS.
.4rtigo Mi.
Bosta a Iralar o ultimo dos qualro pontos, que
completen) a prova do leoldade dos olios poderes
Jo Brasil, no assumpto que- ostudomos:
i." De como o Brasil lora
ex< colado as su is leis contra
o Ira fleo, le.il, vigorosa i f-
licazmente.
le Indo, recordar que Portugal mixtas, depois ju
operar livremeute as causas uitu os i
vos domsticos; oque Irouxe. om res
cmplela desapparoo do trafico no Bi
0 imperio temido lio longeiieste
ci ncalenar disi nsices tend ules a ; i. n
abolioo, que, contrariando 18 regias de
ir.ola liberdade que geralmenle o mpelUm, a
plcou freinenlemeule a estrangeiros u lorl
un direilo de deporlacao, a po Uvera
metler-se quanlos os inglezes s<
nhnram que no Iraliro se c npiegavoiu.
li- ahi, pois. o que o Bu sil. rom- in i i
7a e abnegarn heoicas na
suas circumstancias ha pralieado. l
ve mais severas ; reme los
di s a lodos disposices qi e a tx|
tr ni dili.'iei.lcs Ordena a todas
d l opoi io e aos cnsules fui a
menlos communs, i
Inbunaes e\..epeioua>'ssev,-;. !a'.e. n
na applii acao das dis] oes pi
poriacoos de todos os eslrang iros us|
labelocimoulo de dispendiosos ci iz<
.E como reconhece a Inglaterra ist
R< in hoie .'linda ler apag
promulgou para ler oxecuoo contra -.
ros, nem das suas instru
Cumpro, and
e Brasil nunca fizeram o Irallco para eslroiiUos:
vasavara do urnas suas possessocs o popula^au
supcrabiiudoiilc pan oulras suas possessocs de
populaco deficiente.
Mu diversamente obrova o governo ingloz;
nao s autorsavi o trafico, mas locuplelava-se
coni elle ; este era propvrcionalmcnle diminuto
ou millo das suas para as suas possessocs; ia ni
busca;- esclavos a ierras i slrauhaspora vendfi-los u i a naco indi pendente coi. i
lem tenas igualmenteeslonhos; nestashonrosas humilhaces.
Ir, n-airoe; o governo ingloz ia de parceiiia com
os negreiros.
Veja-so o tratado de 1701 entre a Inglaterra e
a Franca.
V'ej.'i-sc o de 2o de mar^o de 1713 ::: a Hos-
panha, ora que a Groa-Brolanlia [como naco o
scu governo 1) se ooinproiuollia o proporcional
onunalmeiite s colonias hespanholas, nos pii-
qiie
tiiihnm servid ,
4,800 escravos, ou mais, so jni
por meio de uma componhio,
i :
de om o despend los pela '.i ia -Bi
prego de sua possantc marinhi do _
est a eslatisl ra pai a rospou I
No (i.-: que o Bia I. ; i
resolvou extinguir o
mesmo, sem pre ixili i de i
les ';.-s., longo di diminuir, lend i
cor. Durante o rgimen dc-< tratados, i -
vos inlroduzidos no Brasil foram numei
Ad-' de que os trotados cessarara de > i t
co radicalmente acabou
meiros 25 anuos,
e issc convonienti
e 4,800 no restante do lempo do exclusivo.
mirc-se a c isposico do artigo 21), em que o go-
\ orno britannico estipulou quo revertera em pro-
veiio delle a quarta parte dos lucros desse com-
mercio.
Nem se poicado vista outra... coincidencia,
que, apezar de eloqucnlissinta, admiltimos que
so i-1 casual
Eraquontoa Inglaterra leve colonias america-
nas precisadas de bracos, o mais que a sua plii-
edeu fui o Consolidated aluce hur
de l7oi, e nunca orticamente acharara cebo as
declainicoes dos quakers; mas desde que essas
colonias se converteram n'unn meo possant!
o rival, desde que o seu eugromlecimenlo lhes
fez sombro no prsenle e terror no futuro, des-
de qn< o phnutasma de urna America joven o for-
te so Ibes tornou pesodelo, desdo que calcula-
ran) que esse onriqueciiueiito c poder dependa
do bracos idneos, des le que re onhecerom que
toes bracos serian) especialmente os escravos,
instantneamente so apossou de Albio essa hy-
drophubia nesrophila, que Ihe iranslornou as si subsii
c res ideas o poltica, originando reaceo con-
traria s leis ilt^ physica, superior aofao.
Scro acasos, coincidencias, brinquedosda Pro-
videncia; quem dahi tirar argumento emp i-
r o sopbi-uia post hoc, ergo, propter hoc : mas
liquen) ahi registrados esses curiosos tactos so-
chronos. i puerilidade o dizer-se que a '
Fique sobrolu.lo inconcusso que" a Inglaterra, estrangeiro nao pena! Paz lembrai -
como naco, fazia do commercio da carne huma- sentidas palavras de Cireri : /'
n com o estraageiro assumpto de lucro dos seus plicium, ted perfuginm
erarios, o que Portugal o Brasil s para OCCOrrer paiz que permita a i ni: I
fisproprias necessidades se serviam de seus pro- elle caso, que adquir i
prins recursos. todas as profisses, industria e
Vendamos ora ao esame rpido do modo enrao ramifique largamente n
a autoridade publica, no Brasil, execulou a lagis- coraeso, exslencia, nao p<
locooconlro o trafico, nao obstante os esloivos priva-lo n'um instante de lud |uau
" O que a Inglaieira pa
nos outros Odireii
lo grave, que a sua M
coiiheceu : Nofreeman .>/-;,'/ /. -
by Ibv judgmeut of hit pe
huad. Fuj is e --;,-.ic-ni- -
vacei s, exilias o deporta oes dos
icoos c haninn
nao prcestabelecid por le, -i lyi
para com ostrang ri s, coi -
cionaos lina naco pode deca
uma naco, mas nao a nm rimph
Este sabe, quando vai re-: lir
erra estranha, que lici l< m
jeito s bus do lerriloro.
\' leis estabelecem di lii
trangeim innocente, nao den *er ;
6 culpado, l esto es-'s lo p os Irai li
ptenles pora quo d sjlisfar io
lico do julgami
Irio c pu-ro arto do despotismo, imp
sysloma d i illusti a i Jo si
uios. Se a expulso 6 castigo. ou;a-n
ro a defesa; se uma deferencia
para Ihe poupar julgamentos ;
conferas inimilum.
rom que linha a lutar, de multiformes naturezas,
Ins comoo conviccao profunda, compartida por
moitos homens Ilustrados, do que a imporlacoo
pelo trafico s devia sor prohibida rfc/iois que a
avoura fosse preenchida por bracos livresa ri- cou de catalogo
quoza, os recursos e a resolu-.o do muilos capi- muito brilhante
a pie
;oa-ileiia ngriculturol deslo paiz, sem saii-fa/.er
as
Toes conferencias, organfsadas e reunidas com
i a em apaziguadores.
franca contra Maoco-
tas franrezas bochechas inchadas j
ram a perda da motado deslc imperio rebaou I mais condenes sob as quaes ao pedera olhar, anticipada approvacao do gabinete de Vienna.
mais laido a um castigo das tribus lirailrophos, geno com inlerosso, ao monos com tndrffercnca dcsagradorom summamonte ao gallineto do Bcr-
>'.....estivessem em una dependencia nominal sobre a emigracao oo Brasil. lin, o qual, prevendo que iodos essas resolncoes
Toda emigracao por qualquer modo que for lomadas sein o seu concurso, podcui chegar ul-
teriormenle Dieta Fcrraaaica com uma maio-
- P
Dherdncia com as perdas, que ooxerulo hauaj hoje, e deboixo do. circumstancias ccondicoes
do agora : o Sr. Bushwil, presidenlc do cense- talislas que se davam aquello commercio os
lho e interinamente com a pasta da justca ;olempcnhos peenniarios, para com elles, dos agri-
baroo Bltxen, ministro dos negocios do Holslein cultores brosibiros e (peior que ludo) a indig-
o do Laueiii burgo ;o ministro dos negocios es- | nocoo causada no Imperio pelo modo como a
trougeiros accuraula interinamente as funcooosde Inglaterra preteodia, pela violencia, pola humi-
ministro dos negocios do Schleswig; o major' liaco, impr a sua vontade, ferindo justos bros e
general Thestrup oceupa os lugares de ministro predispondo a recusar o forca o que aos meios! iiogneanles''esiroiip-iror'pM-.!!:.< Vi
da guerra e da marinha ;- o consolheiro de esta- brandes se houvero concedido. qae os cidodos empobieciam, enri i
Jo Weslcnholz foi nomeado ministro da fazenda e Toda a aponlada legisla^o tem sido cumprida. i les prelenco ropn luzida < i tea l
o camarista Jcssen, ninsiro do interior. Desdo que se conheceu a insufficiencia dos ir -gol etc.
ro o nlil, legtimamente.
A inglalorra nao deporta osti m *
quer esse labeo para as uulras nnces \
gamos quo a malaria das nacd i.
de seus din ii -
e horoca fa;
aliengena Da cedo vira em
enrergonhem do une lio torpe u.o lhes con=-
pnreasso a historia: excli&ion dietated '
jealous etnd.wfnir poliry, diz
Longo vamos do tempo ei
Cendres podiaui a Eduardo 1 q\
A pena de inorle c a de goles, a que linhnni' mitos communs, croaram-se tribunaos excepeio- fEsses reprehonsivos prin
sido condemnados em Conslanlinopla, os cor-naes, que, pelas mais le ves provas, lera condem- de aeus outrosirmoso
reos do criine de conspiaco, foram commiiladas | nado, na mor parte dos casos que "
lhes ho sido o de nlbnato (alibinitus
do gove
a Fran i
no de Marro
i,
Uma vez dizem, une
; ranea se aclia em pe amigavel com o impera- | fomentada, ha de falhoroo seu effeito, se for di-
dor de Marneos: o que sem dunda ocla em| rgida sobre pontos escolhldos ou marcados jal
Efrcr do colera, e que o general Morraproj
mesmo oreava eiu dous mil homens] poneos
das depois relatara um bombordeomonio de Tn-
ger ou Tetuan. Triste oslado da imprensa !:^:
ssim no exercilo da Au.- rio cuino no do Prussia
esto se preparando mudanzas consideraveis no
que respeila a organisoco e fordamcuto; por
a anida esioo Sugeitos nos Cnsaios.
O nosSO ministro da guerra o general de Donin,
discutindo sobre osle assumpto, acaba de dar a
sua demissio, e foi nomeado commandonle do
corpoS* (do Rheno] ; dosigna-se ao lenle ge-
neral de Roon paa lho succeder no dilo minis-
tciio.
Nao posso lindar sera mencionar depois de ler
relatado da Austria tanta cous desgostoso, e
isso com o proprio ossentimento de Austracos
uin fado generoso o abencoador, ura farlo que
que uo offeroenm garanta
gonscitadas, nao ionio, jo
nenliiimo dos vanla-
em cuiiscquencia da
ria corla, diugio-sc a lodosos go vernos allemacs
chamando seriamente a sua attcnooo poro osie-
rigos que podiom resultar dessas reunios extra-
dieloes. tendentes o ougmeulor oindo mais o
folio de eonresscs confeccionaos ou de meios' grande agitaeoo dos populocoes germnicas.
de transporte interno o de novegacoo directa rom
a Europa, como sobrcludo pelu falla e ura sys-
loma do diviso de Ierras geral e in,miela* el que
ii nova lodo o monopolio e toda possibilidade do
capricho quanto a qualquer complexo do torra,
v. g., o que hoje possue o Dr. Blumenau (20 le-
guas], o qual pude influir e inftuc de tal mudo
[sobre o valor das Ierras adjaceiilcs, que neniuim
colono ou propiielario de Ierrasavisiuhanlos p-
dela jamis coiisidcrar-se abrigado de rffeilos ;
que iam nautralisar c al onniquilar lodos os
seus propriosesfoifos, al que elle se veja nc-
cessilado, de abandonar lodas as suas lieiiifeito-
rias.
I.evnr-rae-hia longo, o querer er^uaierar lodos
i) de enchugarinnmeras lagrimas e llic gran-! os motivos que cooperan) em provocar uma ro- E
ra uma larga aflelcao, a proclamaeo de uma J sislcncio maior que nunca conlra o emigracao ao ano
As prome.-sas do imperador Francisco Jos nao
passaiam de piomessas, a a Austria prosegue
sera cessar era suo obro de iuiquidodo, oceumu-
lando em lomo de si os odios, os so!l"i imenlos c
as miserias.
Suas intencoes, quanto Allemanha, sao des-
truir o rgimen constitucional e submetler a vi-
da publica de lodos os Estados da confederado
a uma ingerencia permanente da D-la, na qual
lem dominio o scu proprio absolutismo.
em prso simples, e os presos ja foram rouielli- submeltidos, desdo que tal competencia so lhes ;o da appropriooo dos ben
dos para as fortalezas onde teem de cuioprr a | altribuio, o islo com indeclnavcl rigor, pois ogo-1 e oatrns idnticas m
ra mesmo acaba, porexemplo, a audil
de con ii
dr.'it d i
- do naufra
justas quoixas esupplicas da Hungra, da quest.io conservado ot hoje extrnnlia
qual trataremos depois, mostra-se ella surda e
inoxoravel.
Na Italia, tem-so excedido a s propria em
raaldade e abominaro.
m Vcueza, alm de querer prorogar, para o
o de lfc0, todos os encargos e augmentes de
sentenoa.
Alguns dos ministros se lem pronunciado om
favor das reformas proposlas pelo novo vi/ir Me-
homil-Kiprisli. Os proprietarios curopeus ap-
provara o imposto territorial, no qual parecem
ver o reconhecimento legal de seu direilo de
propriedade.
Blerou-se o curso dos valores c baixou o cam-
bio cm virludcde um projeclo de reorganisaco
financcira e do empreslimo.
l'm decreto sumptuorio acaba de regular a in-
trincad* questo do vestuario dassenhoras.
Os trabolhos do isliimode Suez aindi se achara
suspensos. A Porto explica essa suspenso, de-
clarando que nao ha de sua porto o respeito des-
la gravo questo nem recuso e nem ossentimen-
to. v Noo ha prohibieao alguma ; lendo-se o
polili-
ca, s asaumir esse carcter a torna;-se-ha
>< grave, se a Franco exprimir o esle respeito
umo opinio formal. A Porto espero, em to-
x do o caso o accordo preliminar dos noroes al-
cor trorio o todos os prindpii I
rol dos nacoes.
V lie; '
liadas or.
sejam. i>
ido lomar a decisao que ellas
una da ma-
rinha da provincia, de condomnar dolinilivamento
no ai!. 179 do oodino penal a Manoel Caelano dos (?*) Ho casos em que os atgarismoi lem
Passos a Mauricio Ihomaz de Biitancoiirt, aquel- forea quo .todos os argnmantos, p nn i
le como aulor, o osle como complico do crimo do ve mais cloquentes que no seguinte mappa
i imporla-.o de Africanos: c todovia proce.-so ora ; oial, do relatorio do Sr. viaronde de tro .
osso em que os punidos addu/iam era sua dofe-i em 1853, polo qual so v .\-.c a ii
za graves considerares. ; africanos leve a wgninle aoilo.
Einquanlo durramos oonimissocs mixtas crea- Termo medio do uns SO.OtiO poi..... i
dos pelo eonvenco de 1826, liuhoni os delibera- de 18.~), islo sob > rgimen dos tratados,
coes da vcrdadciraiuoule mixta, a do llio, sido commissdes mixtas das fortes em conrmum.
sempre respeitadas pelo Brasil. Apenas findou <> rgimen .!* li
Numerosas oireukres foram sempre expedidas i 1845, o que principion o das tolm \
a todas os autoridades respectivas, judiciarias e I den, das p?rsegBc.des alr tas,
adiiiinisiraiivns, recommendando extrema seve-[ brou novas forran, c apezar vi;:- Henv-r
ridade no descobriinenlo e puni^o de loes cri- julgimentos de almiranlados, e de enorme
mes o i)c tos criminosos.
Nao contente de providenciar para o Imperio,
o Brosil doilou mais longo suos vistas.
O decreto de 11 de julho de Ib 17 n. 22G, or-
denou oos cnsules brosiloros quo velassem em
que os cidadaos esto paiz se nao empregnsseui
no trafico de escravos
' a
)indo
nu-
Import ,
em termo
mor dos prcloa apprehendid
Iriplieou do importancia, -
medio a 55,000 por anuo
Assim continuaran) as rousas at 1650, dota
da le brasileiro e da sua cxerncSo s por niei,,s
brosileiros ; e deu-se o nssomhros.i pln-iionieti.
i do quo j nosse auno os im por ados baixjr.im
Desdo euo-se eslabdeceu esto concatenado sys- 23.W, quasi todos vindos antes da Tomulg-
aa i-^i% ati


DURlft I)E ftRN*MBWO. O' AUT4 FF.TIU 4 !>F. .UNFIRA M 1*60
faemu poiiauto haver Uemnr>*rautt a inji.s-
Cra coro que a Gria-Bretaulia, |ngindo desco-
nherer n enldade, abnegarao e efikaci.i da coo-
peracu do Brasil, romo naco, tem baseado nes-
se fingido descoonecioento a recusa da indeni-
sar oseidadaos. cujos interesses se acham liga-
dos rom esta ntometilosa questo. E* falso que
o Brasil deixase de cumprir as obriga;es que a
si oesmo impz : e, se a qucsto como se
pretend:, humanitaria, o Brasil, pelr. nalureza
da sin situaran, pela extensao e injenco do seu
sacrificio, pola Icaldade e vigor dos seus artos.
, maisquc oi.tra alguma naco no orbe, beue-
merito da huu anidado.
I Publicla )
PERNAWBUCO.____
REVISTIDIARIfi.
Lernbramos que, por occasiao de incendios,
nao sajan conducidas as bombas por enlre urna
algozarra infernal, come costme ; nato como
que baj, mais ordein nessa conducho alim de
nao ser atropellada a gente.
Aluda no ultimo incendio foi horrivelmenle
maltratada una miseravel, que doririlava sobre
o ano e Sat to Antonio, de modo que quasi Ihe
fracturada urna pama, que todava foi exco-
riada dolorosamente ; o que nao tor-sc-hia dado
su esse servico nao fosse lomado como urna brin-
cadeira.
Esperamos que apnareca alguna providencia
coercitiva dcsta ortica desconveniente.
Desojbamos saber se nao vigora mais a
medida lomada acerca dos carros na respectiva
entrada o sabida, visto que nao ella mais ob-
servada.
a procedencia porcm d'essa medida obvia.
F.lla evita queeui roa estreitas sejam albarroa-
los canos, que vio cm sentido opposio, mas
que no pomo de encontr nao podem doixar de
chocar-so pela estreileza da ra.
Seria pot.anlo para desojar que se ro>labele-
casse semclhante medida, se que foi ella tem-
poraria ; 011 alias faser-se que seja guardada in-
teiramente, exicndendo-se mesmo aoulras ras,
que estao om caso idntico de esigoidade.
Tendo sido incompleta a noticia dada hon-
tom sobreo incendio da taberna sila na Solcda-
o, freguesa da Boa-Vista na aoilo Je 31 do;
pausado, vamos boje completa-la.
No dia 'l do passado pelas 10 horas c meia j
da noite, manifeston-se o incendio na taberna
de Bemardtno Jos da Costa, fronteira aoquar-i
tel da Soledade, e apenas foicoiibecido pelo sig-
nal de alarma, dado as igrejas, compareccram I
no logaros Exms. presidente da provincia o com-
a c ncuiuoiilt Uoiau.i, 11.1 cm nao uiti ciua-
ment, mas urna raca mstica. A mistura nao se
Umita sempro a reunir os elementos de duas r-
eos, muitas ve/es val buscar urna terceira, mis-
turando-a ero proporcoes variareis para do san-
gue dessas tres racas formar urna rab-raca, que
offereea qu.ilidades particulares, que nao se a-
cham reunidas em nenhuma das racas mes.
A mistura dislingue-se, pois, do* cruzamenlo
por que este nao tem seu Irabalho completo era
qnanln nao extingue, a raca sobre que opera por
moio da raga pelo que opera ; em qtianlo que a
mistura que principia como o cruzamenlo bra
na operafSo logo que oblevo o produelo mixto,
que leve om vista e que conserva pelo cruza-
menlo dosvmesinos mislic.os entro si. Sera en-
i trar na discusso, que se tom suscitado era con-
1 sequencia da operaeo da mistura, cumpre dizer
q ue este processo tem tantos defensores conu
adversarios.
Falta definir o atavismo. Por esto termo cn-
tende-se o poder hereditario, que existe era to-
das as raras, poder tanto mais enrgico, tanto
a tara mais|pura, mais unliga, mais vigoro-
samente organisada. E' contra o atavismo que
o cruzamenlo e a mistura dirigem lodos os seus
esforcos.
Mas, se o primeiro est cerlo de vencer este
obstculo pojque nao allende seuo ao aniqui-
lamcnlo da raea saciificada, o segundo, que
quer convocar urna parlo dos elementos congti-
tuilims das racas cruzadas o enriquecer com cs'so
parteo producto mixto, est sem cessar exposto
a que o atavismo venha desarranjar suas com-
binac.oes, at que sua raea puramente facticia li-
ona adquirid, por nina lnnga serie do combi-
nares, a forra atvica, que deve imprimir um
carcter de hnmgoneiJade nos individuos, de que
ella se conipoe.
Passageiro do patache nacional Atina, sabi-
do para Granja pelo Cear : Marliulio I). P
Braga.
MaTAOI RO PUBLICO !
Malaram-se no dia 3 do correte para o con-
sumo desla cidade 60 rezos.
liOUALlDADR DO DA 3 1)0 CORUENTF.
los Antonio Simos, branco, casado, 40 anuos,
lezio orgnica do eoraeo.
Brisida, preta, escrava, sollcira, 50 anuos, in-
Oanitnacao interna.
Ignez, parda, escrara, 18 meses, inDammacao
de intestinos.
Manoel, branco, 8 das, espasmo.
Jos, bianco, 3 mozos, bexigas.
Jo&o, preto, 1 anuo, denticao.
l'irmino, preto, 7 annos, espasmo.
Manoel, pardo, ,1 niezes, iullatnuiaoao nos iutes-
linos.
HosriTAL df. caridadk. Existcm 63 ho-
. mens 55 mullieres nacionae
nandanle superior,o chele de polica, o director jgoiro
das obras puldicas.o lenle Jacques.ajudaute da
. t liouicm cslrau-
1 liomein escravo, total'122.
Na totalidade dos doenles exislem 37 aliena-
a ,, a comuiandan e de poluta, delegado e dos sendo 30 mulheros e 7 homens.
ubdeirgedosda capital, conlin^eiites dos diver-
sos corpos de linha e guarda nacional
cada.
A prnmpto soccorro prestado pela fi.na do
quartol d i Soledade se deve o nao ler o incendio ;
pastado s casas visinhss, por se ler logo corta-
do a communicaco com ellas.
Ao auxilio das bombas dos arsenaes de guerra,
marinba, e da alfandega. se deve a prompla
extensao das charo mas que smente destru ram o
Juadeirainento do lelo, a parlo da arawcao da
venda.
Attribue-se o incendio A inllamaeo de urna
porcao de palitos de fogo que baviam ora unta
prateleira la venda.
U [rolo Goraldo, escravo dj Dr. NaborCar-
neiro BezerraCavalcanii, Ionio do Sr. JosTho-
maz de Aguiar) que na noite de 26 do passado
fdra fendo no Monleiro por un escravo Procopio
di Sr. Antonio Luiz Goncalres Ferreira, fallecen
desse feriineoto no dia 2S.
No dia 31 do passado, pelas 3 horas da
no ligar do Cutrin, na obra da estrada de
ferro, desabou Ana grande pedra sobre um In-
gles que alli eslava fazendo una esravarao,;
produzindo-lhe a morlc quasi instantnea.
Maq lelil mesmo dia, e mesmo lugar, es-
tando dou-: menores brasileirus brincando sobro
<' s de sorvieo, succedcu ser um desses
s impcllido sobre oulto, e querendo os rae-
saltarem cahiram, Picando bstanle mal-
los., a ponto de ser mister fazer a ampuia-
l un a peina a ura d'elles.
O commeodador Antonio Francisco Pereirn
nan Ion assignar para o nstitule Agrcola u
ii i di! dous coritos de ris.
ii > dia 3 de dczeinbro foram rccolhidos
casa di deloieao 3 homens, totlos livres, sendo
i. do lir. chefe de polica '2, c ordein do
Subdelegado da freguezia de S. Jos 1.
No dia I de Janeiro 3 homens, sendo livres ,
ravo 1, lodos a ordein dj Sr. Dr. chele do
pol;l.
Zoo'iechsia. A /.ooleehnia conslitue um
i nos mais importantes da sciencia agrcola.
Ella ii m por objeclo a soliico de ludas as ques-
tfs nial.vas prodcelo, cracao, methora-
j< ute esustenlaco:dos animaos domsticos.
Nascida honlem, azoolechnica nao achrelo
termos para a exprimir, creou, como ludas as
ucias novas, para seu uso vocabulos novos,
i di i < palavras antigs urna sigmllcacao dc-
termi tada.
Como presentemente, anda fura da classe
dos homens especiaos, ha leitores, 'e cada vez
mais, das publicaris agrcolas, e dos rolatorios. '
que apparecem nos concursos, nao ser Intil
pr< cisar exactamente a signiflcagSo de algumas|
palavras rrcpienlemonle ernpregadas om relaeaol
aos animaes domsticos, as quaes malo inco'm-!
pela nenie compreheudidas, obscurecen! os prm-
os mais claro-, e lev;,ni mullas rezos a
luses singularmente etroneas.
Vssim sao as palavras: Seleceo, cruzamen-
to, o istiii a, atavismo.$
io.Quando se melbora urna raca por
b mesmo, isto sem recorrer a um sanguc es-
trarilio, casando entre si os individuos machos e
- que possuem no mais alio grao as qua-
la los proprias dessa rara, c com o menor nu-
mi ni de defeilos, procede-se por se/ccro, se os
ri litados da selec[&o sao crios, comtudo ellos
lentos, o iimilam-so naturalmonte a tic-
os defeitos de nina rara, a desenvolver as
qual dados deque ella- dolada, mas nada llio
acn -renta de novo.
Cmzamanto, Jfwhtra. Estes dous termos,
. de parecerem significara mesma eousa,
- i i tige de ser synonimos ; ellos exprimem,
pelo conlrario, duas operaces dislinclas. m".
Bar lemenl diz : o cruzamenlo consiste cm
. una rara n'oulra.
i i operado lotua a rara local como suscito,
. que cruza como cixerto, utilisa a vitali-
dade da primeira era proveilo da segunda, para
leixar vivrr, dominar, fructificar seno es-
ta. J se -v que o cruzamenlo urna operarn
|u Icm por htn nao modificar, polo menos pro-
fundamente urna rara por nieio de oulra, mas
oborvc-la completamente, niliando-lhc sempre
um reproductor puro da raca preferida com as
femeas que resultan) de ajunfamentos anterio-
res.
i. claro que deve-se chegar a um momenlo,
m que sob a influencia sempre mais preponde-
rante do sanguc novo, arara antiga acabe por se
fuudir na nova. U cruzamenlo nao tem a pre-
de crear urna rara, mas de ulilisar a tor-
ea vital, de urna raea destinada a exlinguir-sc
ilo de urna raca preferida. Pela mis-
tura, prnpoe-so a solucao de um problema mili-
to mais i implexo, e conseguinlemcnte enlre
u flra obter urna rara de bois
carneiros, que nao exislem na" nalureza,
combinando juntamente os elementos fornecidos
por delerminados lypus.
Por cxomplo, a raca bovina normanda ex-
ccliente como leilcira, mas sua carne nao mui-
1 orara visitadas as enfermaras pelo cirur-
acsla-lgiio rimo s 7 horas o t minutos da
pelo Dr. Doruellas s 8 horas da maulia.
maahaa,
Tlipsoiiraria provincinl.
DEMONSTRADO DO S.IIB0 EXISTENTE KA CAIXA ESP1 -
CIAL Di) EXERCICI0 DE lS^l \ 1860, ES 31
DE DEZEHRO DE 1839.
Saldo era 30 de uovembro
p. passado.....15.8109150
Receila de 1 a 31 do cor. 159:940358
---------------175:750*508
Despe/.auiem.........91:66 J2J7
Saldo. ... 8I:0SG;301
CAIXA ESrtClALDO C\LCVllE>rO UAS Rt'AS DESTA
CIDADE.
Saldo em 30 de novembro
p. passado .... 5 Djfi 5
Receila de 1 a 31 do sor. 5:0363000
--------- 5:5839615
11 -; zaid (ni.........2:;0(>0
lUeill t. U. IguaCla Joaquina
Lopes da Silva, casa ierras cc-
cupada pela proprietaria avaliada
por.................... 300&COO
Uera 3. Padre Ignacio Fran-
cisco dos Sanios, casa terrea oc-
cupaJa pelo proprietario avalia-
da por.................. 4009000
dem 4. Joo Manoel da Vei-
ga Seixas, casa terrea arrendada
por........,............ 200&00O
Llera 5. Joo Amonio da Cos-
ta Gumaraes, casa torrea arrea-
da la por ................. 4009000
dem 6. Dr. Jos Bernardo
Galvao Alcoforado, casa terrea
oceupada pelo proprictatio ava-
liada por................. 5005OOO
Ra da Pitombeira.
N. 2. Joo Francisco Horges
Goelho, casa terrea arrendada
por..................... 369000
dem 3. O mesmo, casa ter-
rea arrendada por......... 369000
dem 4. O mesmo, casa terrea
oceupada pelo proprietario ava-
liada por................. 300000
Estrada ib Monleiro.
N. 1. Jorge Y icio r Fetreira
Lopes, casa terrea arrendada por 4009000
dem 3. Jos da Silva Saraiva,
casa terrea arrendada por. .. 3509000
dem 4. Viuva e herdeiros de
Manoel da Silva Ferreira, casa
lerrea arrendada por........ 500#000
dem 5.Joao Ignacio do Reg,
casa terrea oceupada pelo pro-
prietario avaliada por....... 5009000
dem G. Manoel Jos Prsteles,
casa lerrea oceupada pelo pro-
prietario avaliada por....... 729000
dem 7. Joao Yerissimo de
Lcenla, casa lerrea oceupada
pelo proprietario avaliada por. 4S100O
dem 8. Joanna Francisca do
Carmo, Alaria Jos da Kncar-
narao, e Candida Francisca rUs
Chaga?, casa terrea oceupada
pelas proprielarias avaliada por 369000
dem 9. A mesma, cisa terrea
arrendada por.............. 50&000
dem 10. D. Mara Claudtna
de Miranda, casa lerrea oceupa-
da pela proprietaria avaliada
por..................... 1608000
dem 11. Jenuino Jos Tasa-
res, casa terrea oceupada pelo
proprietario avaliada por..... 4008000
I Jera \z. Gustavo An:onio de
Figueiredo, casa terrea arren-
dada por............... 6005000
Mera 13. Jos da Porci'jncula
casa Urrea arrbtidada por..... 72*000
dem l3. a Jos Peres da Cruz,
proprietario das benfeilorias ar-
rendada por. .-............ 15(J?000
CMlJj l^UV JlO UUI.UJ u.-Ullljlws Je lnlolClMJ |Ij|-
pilant-), como a causa da morie do Carnario e
a situacao do amigo forte de San Jorge
O amigo no ausencia,
JBL
Publicares a pedido.
O alteres Antonio Lobo Albertina de Miranda
Hcnri juca, para b<-m do seu direilo e juslica pre-
cisa que V. S. digne-se por seu respeitavel des-
pacho mandar quo o escrivao Faria, lhe de por
cerlido quera produxio a deban de Mara da
Conceicjio do Amor Divino, na segunda sessao
dos jurados do auno de 1851, como tambora, se
foi ou nao absolvida nessa oecasio do crirae de
que foi aecusadn. Nesles tormos :
Pede a V. S., Illm. Sr. Dr. juiz municipal sup-
plenie do lormo dndlindi, digne-se mandar pas-
sar a ocrlidio pedida ; recebor mercC.
<:omo roquer, linda 27 de abril do 1853.
Dr. Alvellos Ingle/.
Filippe do Nasrmonlode Faria, servenluario vi-
talicio dos oficios de escrivao do civel, crirae,
e jury, e laliellio do judiciul e olas desle
termo da cidade do Olinda da comarca da ci-
dade do Retife de l'ernambuco, por Sua Ma-
gostado Imperial e consliluiional, o Sr. I). Pe-
dro II, que Dees guarde, ele.
Cerlifico, que revendo o processo crime de fe-
rimentos, de Maria da Conreiro do Amor Divi-
no, delle consta s folbas 53 d'a respectiva copia
do auto, que o suppcaule fura advagado da r
cima mencionada : assira como que fora absol-
vida do crime do ferimontos, do que fura aecusa-
da, na segunda sess.io do jury de 20 de dezem-
bro de 1851, e uessa mesma sessao fora appella-
da pelo Dr. juiz de dinilo da segunda vara do
crirae Alexaiidre Bernardiuo do Reis o Silva.
na conformidade do arliggo 79 g 1- da lci do 3 gamente nos elogios prodigolisados os princezas,
du duzembro do lbol, como consta da selenca a ha tanta Immanidade naquellesde que Victoria
loma-00 o verso referido o vcidade, e aos Adelaide oUerto que podem ser olhados co-
u ui.it.i i. Ht.ll. DA t'HUAaiA.
E' cousa nolavel o eiigrandecimeiilo da Vrus-
sia, a quol sera odoplar a systema da Austria, i.-
I to sem estender oo longo suas conquistas, lera
ahaawiido pouco a pouco os pequeos estados
j que .i cenara; este, pirsoveranle Iraballio dala
desdo o dia om que Fredcr co de Hobenzollern,
burgrave de Nurernborgfoi investid" polo impe-
rador Sigismundo do electorado de uramdebur-
go. Os herdeiros de Frodorco poitarmi;e Io
habilmenle que a 18 de Janeiro de 1701 um dil-
les tomata o titulo de roi da Prussia, Ululo que
Frederico o Grande soube fazer respoitar pola
Europa inleira.
Desmembrada, depois da bal.illia de lena, a
Prusssia peusou suas feridas o recuperen seas
pedas, o hojo 6 a quinta potencia na ordem bie-
raribica dos governos, e as suas armas corapoem-
se dos brazoes reunidos do quatonta c oilo pro-
vincias que lhe perlcncem.
Frederico luilherrae NicolaoCarlos, nas-
cido a 18 deoulubro de 1831 foi cham-ido a go-
vernar es>e reino, em consoquoncia do re ic-
lual nao ler lilliusde Ksabelb-l.ui/a, lillia do
roi de Ravieca, com quera hara casado em 1823.
O principe real da l'russia o primognito
desso principe n de MariaLuiza Augusta
Catliarina-de Saxc Weimar.
Era necessario para o futuro herdeiro do thro-
no da Prussia una alliauca digna d'elle, e foi
lo feliz que pode conciliar os iiilo.rossi's pol-
ticos com as suas Inclinacoes pessoaes, alm de
achar una mulher bella," diserea e Ilustrada
qual a filha mais velba da rainba da Inglaterra.
Victoria Adelaide Maria Luiza, princeza
real da Gra-Bul,mia e da Irlanda, nasceu a
21 de novembro de 18i0. Acabara di entrar
nos de/oiio annos quando easou, a 20 de Janei-
ro de 1858, cora o Rtincipe Real da Prussia.
Anda que nao seja prudente acredilar-se co-
Juros da garanta dcemi?so.. 1:10CMB
I.utros e perdas. ...... 2329<>7f>
I'.ris. -5,219:394g-'3h
I)*>inonsti-:u;r.o do oslado da cali
Notas do lliesouro..
,dc 20i>
i de loo
miiujoou
Ditas dosle ban-' '
co. .,"
(de
de
Ditas da caxa filial
Brasil .
O ii ro.....
Trata c cobre. .
36:2009
3:101'?
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20| 52oa
109 3709
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do Banco do
.....80:S0ltND
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Iti.--. I92:966JU5
Dcmoastravito da omisstu.
olas do 2009 Ia son.
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entradas pata su-
bstituico uasie mcz.
100 j r
s:f
530
13
s .||
1413
242
2,120
2662
5,220
16-600$
106:0008
1824001
ico.oooa
2:2(hiS
242:0 -
2-;K0>
Cunliaua).
Saldo. ..
P.UXV DE DEPSITOS.
Saldo em 36 de novembro
p. passado .158:6335057
R> ii.: de 1 a 30flocor. 2.685*000
Oommuiiicados
3,5858615
O Sr. Dr. Aqiiiuo c o Cemiterio.
A corresrondencia do Sr. Dr. Aquino veio
confirmar as asserces do nosso communicado
---------^161:3l88f,57 anler'or- Elcoquequi foi mostrar quo re-
Despezaidera.........51: !j-212 presenlou o principa! papel na fut lac-io do Ce-
I miterio, ja na qualidade de Presidente da Cora-
misso de llygiene, ja no can cler de ineinbio
da commissao incumbida de propor o [lao
dessa fundaejio. Srs. V'iscon le da Boa-Vista
Roceitado 1 a 31 d cor. 9 e Miirque7 Je pdr3f.- -0 fi/L.rm mns du
^ -tO.'L' 'fiUlM) i % ,i
Despeza dem..... S a,l0Plar a ''''li, e (< apfo'-'eiiar o? irahalhos
---------------do disiiticto ex-Prosile te da cotnraicsao de Hv-
Saldo. .... 40:3005000 jgiene.
CU!. HE MKmTIZAQO Das POLlCES E PAGAMENTO (,
vDOS RESPECTIVOS JUROS.
Saldo.....109:863#845
CVIXV ESPECIAL DAS A1'0!.1CI>.
Saldo em 30de novembro
passado 40:300;000
Saldo em 30 de novembro
p. passado ....
Receua de 1 a 31 do cor.
Despeza idem
Saldo.
cn-
COLI.ECTORIA DF. OLINDA.
Laneainesito da deciiua los predios
urbanos do districto da colleet>-
ria que tem de servir no anno li-
na ni:eiro de 185 1SH, pelo
colleclor .Manoel los de Azevc-
do Amorini,
lua da Campia.
N. 4. Jos Francisco Cameiro,
casa terrea arrendada por..... JGvCOO
dem 5. O mesmo, casa terrea
arrendada por.............
dem 6. mesmo, casa terrea
arrendada por............
dem 9. Jos DorningucsCode-
ceira, casa terrea oceupada pelo
proptie'ario avaliada por......
'ouce nos emporlamos que o Sr. A-juiuo re-
i que por iramodeslo lemhrando o seu nomo sem-
6221.157 prequeacln ura pretexto para fazer a siproprio
um elogio mais ou menos desfareado, renovan-
lu^-'ii '' (:0 lStanlemenli,a *poai^ados seos trabamos
_____Il!!_!^0 conselho de salubridade, e de suasconunsses
. 420.9jG seietilifcas.
U que nao podernos levar a bam que o Sr.
Aquino lenha o mau habito de asociar sem-
pre ao seu eloio o vituperio de oulrem.
Ao paso que reparte a gloiia entre os 3rs.
Visconde da Boa-Vista, c Mrquez de Paran*
como promotores dos trabamos para a fandacao
ditos aulos rae ropo rio.
Olinda 19 do seterubro de 1853.Subscrovi e
assignei, em f do verdade o coircerlada.O es-
crivao Filippe do Nascimento de Faria.
Lcntius e caneos popularos.
Ikos poesia den por olvo a patria,
Dou a gloria, a virlude.
Feliz ou infeliz, triste ou contenle,
I.ivre o pocla seja,
E era liymno isenlo a inspiracio transforme,
Que na sua alma adeja.
(.1. Ileicuhtno.)
Tristao de Aieuear.
As glorias, os feilos d'um bom patriota
Cotilai aos viudouros, lonibri-os, irmao ;
Foi ello um luzeiro das plagas do norte,
Seu sonho o do livre seu nomoTristo.
Da patria era um filho dos mais curmosos,
Dos bravos o bravo, as armas um re!
No nieio das lutas bradava inspirado :
Morrer, ou ser livre, irmos, aprendei
E nunca na guerra disseram seus labios :
As armas deponho, nao posso. cansci! -
Oh nao que de bravo seus feilos s foram.
D'um bravu d'aquelles que mais nao rerci!
Brasil, liberdadelfoi osle o seu brado,
Foi este o seu sonho em quanlo viveu !
Brasil, liberdade Ifoi sania divisa,
Que na sua bandeira valente escreveu !
Brasil, o seu solo querido, faguoro,
Qu'uida era colonia d'extruiihu naco
Gentil liberdade, sua alma, seu nnie
Quebrando as cadeias do luso grilno !
K o povo o buscava no lempo das lutas.
Elle era o seu chefe as horas do aceao !
Dizero contrario nao vejo quera possa :
Do norte era ura genio ; seu noraeTrislo.
Ah cu vi-o scismaudo na sina da patria
Levar noite inleira sem soronoc prazer ;
lina hora sorrindo cotn doce espera oca,
E oulr'oia, deixandosou iranio correr !
E ou vio fallando co'o forte Filgueirns,
Co' os lilhos do Cralo no palito porrir:
ArJcnles discursos auvi de seus labios,
Que nunca souberam ao povo mentir.
I", ii \o-o marchando contente e brioso
Ai solo Icoense para urna eleirao ;
Depois na victoria da gente brasilla,
Que prende o Dintz, e que frusta a lraic,o !
E cu vio-0 cora oulfOS gritar -.liberdade !
No dia era que linda do luso o poder;
E jimio ao Pilgueiras seguindo garboso
A villa de Oeiras que val defender.
E eu vio-o, sem medo, do povo cercada
Cuspindo n'ura Uirono, rasgando um pendo !
F. aos sons dos tambores bradnrvalrese
Oh morra o imperio! oh viva a miiao !
Foi erro, verdade, foi erro do bravo,
Mas homem elle era... merece o perdao;
Foi erio, verdade, crear-so a repblica,
Que fraca baqueta, dosfaz-sc no chao !
Mu Deus depois \i-o nos campos morrendo
Cora nmiios lutando... a sos... sem ninguem !
Por causa d'aquelles que foram traidores,
l'or causa dos Chavos, dosCnnhas tambora !
Assim elle morre ao golpe assassino
Dos homens covarde d'imiga faeco !
Ai, foi ura luzeiro que breve apagou-sc,
Do norte era um genio ; seu nomeTristo '
objeelo que |
rao fundados. Concordara todos em elogiar a
.elle vaco de suas ideas, seu carcter Rime o
espirito cultivado.
Quanlo ao Principe Real lera ello ot 0 pre-
sente tomado pouen parte nos negocios pblicos.
E' ti tu joven rcflotido, inclinado aos pstudos
serios, o que sera atirar-se premaluradamcnte
na carreira poltica, prepara-se om silencio a
preencher com honra as altas funcres que lhe
estao reservadas.
l). Luvurd Ferreira Vilella
"ii;? .
retiradas por u-
bsliluicao neste mcz. 1,4 00
4.220
20# 14,400
" retiradas por su-
bstilu.ao ueste miv. 2,500
11 .'.mu
I0J 52,820
> retiradas por su-
bstiluicao ncsle mcz. 6,0 l
------------206:200
261:0001
50:00 S
288 mis
50:000|
JSIl.OOOf
------------238 00QI
528 2005
6O:00Qg
---------------------468.2001
1,461
0 guarda livros,
1 I \>- ISG 1 JOAyl IM l'l UEIKA l'I.Mo.
ALFANDEGA.
Reridimtrilodo dia 2 ,
dem do da 3 ,
TradtUM'o de mrito.
O Sr. Joao Francisco Xavier Paos Hatillo, ir-
mao do ministro da guerra do Itrasil, sendo, por
motivo do moloslia de sua esposa, (breado a de-
morar-so ora Hespanlu, aprovcilou o lempo e a
sua elevada eapacidade ora beneficio ta nSlruc-
(80 dos dous paizes, era que o idioma de Ca-
rnees c a lingua patria, traduzindo do hespanhol ^'olumes sahidos com fazendas
11 481,- K
9.51"
20 9!'SS.S4C
HOVIMENTODA AI.FANDEOA.
Volumes entrados cora fazendas
t cora gneros
Vigo
o Alias Universal, do Sr. Hollada.
Fallando desle traballio, diz o jortu
El Mino >::
< Examinamos, com prazer, urna tradueeo
que o Sr. Joao Francisco Xavier Paos lirtelo,
cidadao do imperio do Brasil, que reside actual-
mente nesta cidade, est fazendo do Alias l'ni-,
versal, > que publicou om llispanha o Sr. Molla-
da ; o podemos assegurar que nos sorpron i' u
nao s o esmero c exactido do Irabalho, mas
tambora a inlelligencia cora que extraclou o mais
iuiporlanle, sera diminuir o mrito da obra.
Neste iivio demonstra o Sr. Brrelo o muito
conhecimento que Ipin da lingua hesnanhola e a
v.iredade de materias era que critico muito
competente.
<< parle o senlimenlo que nos causa a grave [
cnfermidade desua sonhora, que o obrigou a de-
morar-se na uossa patria, felicilamo-nos |.r ter:
lido esla occasiao de eonliecor que no impeli do ;
Brasil lia pessoas laboriosas e instruidas, que
Iralialhatn, sem descatiQO, pela prosporidado iu-
tcllectual da sua patria ; pois s para osle !itn se I
encaminham osdesvclos do Sr. Pacs, quo, rom
n livro que esl j ponto de terminar, quer en- '
chei o n vacuo que se notara nos collogios, ins- \
Ululse universidades do Brasil.
Alera disto lomos urna tradueeo que fez da
vida particular de Jorge Sand. escripia em fian-
coz por Eugenio de Mirecourl, em que se dcixa
ver nao s o conhecimento quo lom dosla lin-
gua, mas tambera da italiana : idiomas quo lhe
er.im dcsconlipcidos ha ura anno, o Iho sao
familiares lio'je como o hespanhol.
[('omine, ci do Porto.)
lote gneros
81
341
== a
123
421
Descarregam hoje \ Ii jan iro.
Barca inglezaCnlorion- fazend; -
Calera inglezaI). Diogodem.
Barca ingleza I). Anna cemente.
Barca inglezaNoli ertonbacalbi
llarcaa mericauaImperadorfarinha, riel
Barca americana Hasardceblas, batal
bren.
Barca americana Mar-.i til afarinha di trij
Palacho snioricanoA. W. ApplisgosthI
nha, bolachinha e papel.
CONSULADO 6FRAL.
Rondimerjto dr. di:, i.....5:4639145
dem do dia 3......1:13
6 002HH
Rendim-'Mito
dem do dia 3
niVERSVS TROVINCIAS.
do dia i.....
381J31
17"..:(i">
9 :.
lio
lo Cerailerio, o Sr. Aquino nega rolondamcn-
to ajiarte que leveoSr. consellieiro Jos Denlo :
no progreso do esubelecimento, increpa sorra- .Morrer, o,. serliveV-ahl foi son fad
tetramente o Sr. Padre Meira por demorado,! Se livro nao pdde, por isso flnou 1
Os Julietas en Marroeos,
.Nao ha palayrosque expliquen! o abalitiicnlo
a que foi rebaixada a taca judia, ora as liumi-
liacus c lyrannias que soffro em Harreos. Em
primeiro lugar, os judeos siio obrigados avivurj
ora bairro separad), ond os encerrara durante a
noilo : i ;i.-, guilo, designam-lhes um trage es- |
pe '. que consiste n'uma lunica o jaleco, ge-
ramenle de panno azul. Nao podem usar de lur-
banles, massnn de um gorro negro, sobro o qual
ira/en um lenco alado por baixo da barba, como
as mulhores entre nos, sendo esto lenco de algo-;
dao azul, com piulas i Linas brancas, fabrica-
dos em Inglaterra Quando passam por dianle
de nina mosquita, anda que soja a grande d*-
lancia, leem que descalcor-so, levando os sapa-
los na mi, por cuja razo usara chinollas de
carneira ama rol la sera lacao. Estae isem pos des-
la humilharo lodos aquclhs que, por l'nm
viajado durante dous annos na Europa, ou por
outro qualquer motivo; se enllocara dehaixu la
DESPACHOS DE 1 NTORTACaO PELAMESA
DO CONSULADO DESTA CIDADE NO DIA
3 DE JANEIRO DE 1850.
LiverpoolBrigue iuglcz edacust-, llem
son, 101 saccas algodo.
MnrselhaBarca franceza Andora r. Frcrc*
200 saceos assucar mosca' ado F. > ^
G., 400 ditos cito branco.
Lisboa Brigue portugu Tino i -1 fi
mi>s, 10U saccas assucar n.ui I
diio branco.
i Porto--Rrigue portugu i S. Mal I i '.''
de & i-, 65 saceos assucar mascavado ; "
noel Ferreira da Silva lanoso, -i ban -..s..;
socar.
PortoBrigue portoguez aPrem| M.
I.eiao, i saceos algudu
LiverpoolBarca ingleza D. Anno>, Pal -
,\ i.., 500 saco s i ssucar mast avado.
RLCEB- OKIA DE RENDAS INTERNAS
GERAES DE PEIINAMBI'I 0
Rendimento do dia 2..... ;
dem do dia 3...... 785
COXSU1 IDO PBOVINCIAL7
Rendimento do da 2..... S"06l
dem do dia 3 ..... 3:71
ano.
3G??000
dem II. Jos Felieisno Por-
tilla, casa terrea arrendada por
IJein 12. r Antonio de Oliveira
Guimaraes. casa lerrea oceupada
pAo proprietario avaliada por..
dem 13, Jos Feliciano Por-
lella, casa lerrea arrendada por
dem 14. Herdeiros de Cae-
tano de Miranda Castro, casa
lerrea arrendada por........
dem 1G. Jos Maria Je Millo,
ca^a terrea .-.rrondada por ....
dem 17. Amonio Joaquim
Ares Verde de Mello, cjsa ter-
rea arreudada por.........
dem 18. Joaquim Jos de
anla Anua, casa lerrea arren-
dada por...........,.....
dem 19. 0 mesmo, casa ler-
rea arrendada por..........
dem 20. Jos Maria de Meilo,
casa terrea arrendada por.....
dem 21. O mus rao casa te-rea
arrendada por............
Mera 22. Jos Antonio Te-
xeira, casa lerrea arrendada por
dem 23. Proclecia Francisca
Gomes, casa lerrea arrendada
por.....................
dem 25. Jo? >'aria de Mello,
casa terrea arrendada por....
e cora a ingonuilale mais edificante apreserua-se
oG$000 no meo de ura grupo como vulto mais preemi-
nente, que ptimeiro enunciou a idea.
F afina! de conia?, Sr. Jos Denlo, que se
esforcou para principiar e acabar a Gapella,
que organisou um Regulamenio completo, nao
SiJJOOO mereca ler esse nome insciipto na Capaila do
! Cerailerio : mas taturalrae >te o Sr. Aquino
4890001d'8no d'a ser rommcmoiado, porque tendo ,-i
vista o exeinplo las nscoes cultas, e repeiiud
Exhaurc 0 alent na lula renhida,
Depois como um asiro n'occaso tombou !
Porm sua vida luzenlo de gloria
.lamis esquocida de lodos ser ;
Seus feilos heroicos escriptos licaram
as leudas do pivo, nos calilos de ca.
Morrn foi um marlyrda honra eda patria,
Morrou mas um nomo na historia deixou :
Nao quiz ser ser escravo, sabio d'esle mundo,
Nos ecos, liberdade por cerlo enconlrou.
\a morte precede aos oulros briosos,
Qu'aps tambera niarlyres cu v-os morro! !
Filgueiras, o bravo, nos c#os elle espera,
E aquellos qu'honrados souberam viver !
Por isso esses feilos do bom patriota
Viudouros ouvi-me : contai-os, irmao ;
Foi ello um luzeiro que breve npagou-se,
Do norte era um genio ; seu nomeTristao !
Cear...
Juienal Calieno.
[C trense.
proterro da algum dos consulados, o que do a
conhecer visivelmenle, porque usara botas. n
as risas entre o musulmn.- ojudeu, o pri- '?:> ft%t OS dOS BFinCiptCS ."l'f-
rosc prodocees anciomes,
Variedadc
s.
to boa para suslcnlo. A raca Buriatia ,pelo con-
trario, nolavel pela sus precocidade esua aplidao
para engordar. Se so mslurar o sangue deslas Tjem 27 ()
duas racas para produzir urna terceira que. tives- '
se da taca normanda a qualidade do loteira o
I o que se tem enripio lantas rezos, pronuncien
2i}000 se contra os enlerramentos as Igrejis situadas
no centro de urna populacho lio numerosa como
1005000 a nossa. e disse que deva haver um logar afas-
\ lado, em que se fizessem as inhurancoes. A
IcreaoSo de um Cemiterio na capital do Per-
60$000: nambuco, uma dossas necessidades de primei-
; ra instu'iQiio que para serem Silisfeitas nao do-
36J0OO pandera da inspirarlo de ura genio ; exigem ape-
nas uma epocha favcravel em que possam
vencer certos prejuizos e interesses privados.
SGJWOO! Se o llegulainenlo feilo pelo Sr. Jos Denlo
apenas modificou o mportanie irabalho do Sr.
Aquino, fcilmente se poJeria conhecer pela
36S9000 confronlaQao das duas pernos, aqtial seguramenie
nao daria um resultado favoravei a opinio do
36J000 : illnslre correspondente.
A iosinuagae rolaiiva a um capelio, que nao
3G300 : temos a honra de conhecer, mas que o Sr. Aqu- melhorcs para a soiieJade do que ello. Na dou-
1 no diz que muit) se erapenhara para a publica- ,rina do bouddha, o nos governos niserareis quo
36-000 "O do regularlo, porque linha a gana po gEJ' ao^mo'^do^ nTh,^?a Se^
cugraenlo de ordenado, c una circumsiancia que Estando ausente a reroaderra nocao do
489000 so serve de provar o pender rresislivel do Sr.
Dr. Aquino para envenenar sempre as inlences
adietas.
E' falso que Sua Magcslnde O Imperador
inciro tem setnprc razo,c quando occorrom casos
im que podo haver castigo, o queacontece sem-
pre ao primeiro desmando, o judeu v-se na nc-
cessidadede comprar o silencio do seu adversa-
rio e-apagara sem-razod'esle o soffre tuna se-
rie rio iniquidades. O judeu sujeila-sc ; ludo pa-
ra evitar que o levctn perante o governador.
CaixaFilial doBaaco do Brasil
cm Pemambuco.
I.M 3 DE JANEIRO DE 1S0.
Directores da semana os Srs. :
Hr. Augusto Frederico de Oliveira e Joo Pin-
to de Lomos.
A caixa descanta letras a 10 O/o, loma saques
que se de^pach
lado na sanana de
i al de dezembro de 161 0
Agua:,;, me alcpol ou
d aguard rile ....
dem caxara......
dem de cana.....
dem genebra.....
dem i;i.-';i......
dem licor......
dem idem......
dem resillada e do roin'o .
Vlgod.a em pluma 1." -
sobre a praca do Rio do Janeiro; e recebe dinhei- | |,:''! '*'""> '--' J',a
ro ao premio de 7 0(y.
NOVO BANCO
Nislo os dous eicessos sao igualmente temi-
vots. Exaltar o homem com ezcesso, ou avilta-
lo : fazer delle ura Dees mortal, ou um bruto
adorador o victima do nada, sao monstruosida-
des que equivalem ; o se os systemas de nossos
dias livessem a possiblidade do se lornarem re-
ligiocs romo o uddhismo, ver-se-hia por suas
desastradas consequeniias quo nao sao muilo
dem dem 3.a dita .
: Idem cm caroco .
; Arroz pilado .
I idem com casca .
| dem branco novo. .
Idi m mascavado idem
Vzeite de mumona
249000
489000
489000:
roo da lci ; om Ib-'il cahiram logo em 3287 ; no
atino de 18i2 em "00, e de entao para c quas
se pode dizer que nena mais um tem entrado.
Daqui se segu que o Ir.illeo s poda acabar e!
i rabou por vonlade e por moiosdo Brasil, o que
deneias da inlervcncao ingleza s podan:
impedir, em vez de facilitar, tal exilo.
EU o ri'forido mappa:
Annos Numero de africanos,
1S-2.....17.435
1843.....19.095
184.....22.819
1855
1846 .
1847 .
58* .
18!! .
1850 .
1851 .
1852 .
De trilito para c,
. 19,453
. 50.324
. 56,172
. 60,000
. 51,000
. 23,000
. 3.287
. ... no
pode dzer-se que
r,em ura nai3 tem Mdo in'roduzido. I
q-iasi
600#OCO
re arrendada por..........
dem 28. Antonio Ayres Vel-
loso, casa lerrea arrenJada por.
dem 30. Herdeiros de Anna
Joaquina Ferreira dos Santos,
casa lerrea arrendada por. ..
dem 31. Herdeiros de Joao
Jos do Reg, casa terrea arren-
da la por..............
I lem 32 Herdeiros de Bcnto
Jos Alves, casa terrea arrenda-
da por.................. 1209000
dem 34. Thomas de Aquino
Fonseca Jnior, esa lerrea oc-
eupada pelo proprietario ava
liada por................,
Ra do Pinheiro.
N. 1.Antonio Luiz do; .Santos,
asa terrea oceupada pelo pro-
prietario svaada por......., 8009000
PERMAMBUCO.
1!M 3 DE JANEIRO DE 1860.
O Banco descea na prsenle semana a 10 0 ni dem de mendoim
ao anno at o prazo do 4 mozos, e a 11 0/n al Bolacha tina.
o do 6 mozos,e toma dinheiro em cuntas crren-
les simples ou com juros polo premio e prazo
que se conveneionar.
NOVO BANCO DE PEHNAMBLCO.
Itiilaneete do IVovo Raneo de Per-
iinmbiieo em SI de dezembro de : 1,U'm """:l"
1859.
lo toi I.
dem grossa .
Caf em grao bom.
dem idem restolho .
Idem id.-i cora casca
fizessem reflexo alguma sobra as inscripcies
do Cemiteno, nem tama-se qualquer resulurao '
a este respeilo
omcnt,
toda lilierdado morro com ella, na pralica tanto
como na thooria, e a possoa humana desfigurada
nao pode jamis reivindicar, nem cora maior ra-
zio, obter o respeito que lhe devido. l'odem
haver ainda as sociedades buddliicas almas vir- Letras descontadas..
tuosas e nobres roraQea ; nao ha porm um lio-! Letras protestadas
raorn livre, e o despotismo o infallivcl resulta- Letras caucionadas
do dessas bellas doutrnas que lora tentado libor- i Aluguil do casa..
DEBITO.
Garanta deemisso.. .
Depsitos.......
Letras depositadas
Afeos depositadas. .
Joias depositadas..
Carne SOCCa.....
Carvo ik- madeira .
Cera d" carnauba em pao
deui idem era velas.
. lar o bonieni cora o premio do auiiiquilaiuctilo.
Visitando o Cemiteno em companhia de Sua Ellas nao fizeram, entrelaolo, mais que forjar-
I Magestado pergunlou o Sr. Conselheiro I'edrei-
le novas cadfias neste mundo.
Eu temo muilo que os systemas
de
nossos
489000 ra si alli nao eslava larabem inscripto o nome do' A-a
c. ii n o ,' das nao atnpaiora raelhor a Ubordado, alirando-
, Sr. llonnno Hermeto Carn no Leao. que fun- 8e ao extremo oppoato. O horaem tal como ol-
[ dar o eslabeleciinenlo, vene-ndo grandes obs i loso concebem nao do mesmo modo que o do
489000 I taculos, como referir na Corle. Nessa occasiao i huddhismo o verdadoro homem Por so ler lou-
o Imperador perguntou sirnplesmente de que (
que se'lralava; o Sr. Consellisiro Pedreir re
peliu as palavras que acaba va de proferir, e nao
consta que Sua MageslaJe accioscenlasse refle-
xSo alguma.
2009000
vindade, elle nao esl monos desfigurado, e seus
direilos por serem os de um Dos nao estao mais
confirmados.
A liberdade nao pode ter ingrosso as so-
ciedades humanas sem que primeiro terina sido
, ree.onhecida e consagrada na alma do hornera :
Lis o que se passou e nos oi referido por ella so c filha lca*tiuia do cspintualisrno. es-
tima pessoa insuspeita que se achava prsenle o la uma considoraciio que so deve recomraendar
fazia parla da comitiva. com particularidad? aliengo dos innovadores.
Basta de cerailerio: .- rj?-*^!*-^^ 3PTkS&lS?aSaiSlv^
de convencer a quem como &r. Dr. Aquino che-1 ter quo os philnsophos abslnharn-se de fornocor
ga a duvi lar que a capella se izessa na admi-i armas, mesmo sera oquerercm, a aquellos que a
l'orneoitninlo.......
Jos Antonio de Figueiredo J-
nior..........
Juros........... .
l'eiuessas .'......
Id spe/as gorai.'s.......
Caixa....... .
<5S:5fiSj91.r>
80:0009000
m-.sv.i-Ai6 .
0:6305000 Charutos bous......
5:735g28d dem ordinarios.....
*.--mMBtt800! dem regala.......
4:541J00 chifroa
1O1.-4OM500 "lrti'........
l:662500!Cocosseccos.......
19:416f2fl Couros de boi salgados .
dem dem seceos espichad
dem idem verdes.....
dem de cabra corllos .
l:0Cfg233
2:620g620
9:395|O00
1:38$38
492:9688525
Reis. 4,219:394$83
iiistrario do Sr. Jos Bonto. Por outro lado
nSo queremos entreler polmicas esteris que
podem roubar c lempo in lisnensavel para a n*
combatera e s desejariam destrui-lo, firmndo-
se as pretendidos deraonslraces da sciencia.
I BaIUIIOLOMBU S4NT0 HILARIO.
[Journaj des Utbat$,G. PimenteV
CRDITO.
Capital..........
Emisso..........
Depsitos da direceo [ .
I.elras por dinheiro recebido a
juros .........
Ttulos cm cauco......
Coutas correntes com juros. .
Fundo de reserva.......
knowlos c\"Fost'er......
Letras a pagar. .
Banco da Babia S/C .
Dividendos..... '
Saques ....
Descoulos. ^ \ .
2,OO0:O0O$O00
l,{66:00ii|000
. 80:00(^000
dem de onea .
Doces do calda. .
dem de Goiaba ,
dem seceos .
Espanadores grande-.
dem pequeo. .
Esleirs de prepori
F.stoupa nacional .
Farinha do aramia .
dem de mandioca .
1'eijoi......
Fumo cm folha bom .
3:809^,130
143:178|598
3OO:007?lti6
20:3089170
5:1308401,
9:600s000j Idomidem ordinario .
2e;903$35Sidem idem restolho .
135369&133 'dora dem ordinario.
li^|S0> Gomma polnlho .



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arroba Ucn
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V I^imi
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U)
Ipecacanliua. \ \ \ arroba
l.enha em achas grandes cent o
dem idem pequeas. ...
dem era toros......
Madeiras cedro taboasde forro, urna
Louro pranchocs de 2 castados um
Costadinho. ....... urna
Costado ... # ... v
Forro.........
Soalho........ y,
Varas aguilhadas.....
dem quiriz....... *
Vinhrtico princhcs. de dous
castados....... um
dem dem custadiuho de dito
d< m taboas de tostado de 35
a 40 p. de c. e i 1/2 a<, de
largura.......
dem id<'ni dito de dito uzuaes
dem idem de forro ....
dem idem soalho de dito
dem em obras eixos de secupi-
ra para carros ..... par
dem idem rodas de dita para
ditas........
v'l.........ranada
MHho.........alqueire
Podras d<- amolar. urna
dem de filtrar...... >
dem rebolos...... .>
Piassava em molhos .
abo........
s.-.lsa parrilha ....
Sebo em rama.....
Sola oh vaqueta [meio] .
'tapioca......
i nli.is de boi.....
\ ,: najre
30$000
sjjooo
35J00U i pois, podctli aprescnta-las ao Ihtsourenu dest
2g500! thesouraria, que lli'as trotar por oulras de di-
t afino i vcrsos valores. Thesouraria de Pernambuco 5
2 de desembro de 1859.
'-S000 Joao taplista de Catiro e Silva.
.000
SOOO
8$000
lOjJOOO
3gU00
fi$000
'23240
IfMO
MARIO PK PKKNAMdIICO. QAttTA FEIRA 4 DE JaNMRO DK 4860.
Declaracoes.
um
Jibra
arroba

urna
arroba
cento
pipa
Conselho administrativo,
O conselho administrativo, para fornecimento
do arsenal de guerra, tem de compraros ob-
jeclos seguintes :
Para o presidio de Fernando.
900 alqueires de fariuha de mandioca, medida
velha ; 24 paos de jangada de 3 e meio a 5 pal-
mos ; 2 pecas de cabo de liulio de 6 a 7 pol'ega-
das ; 4 barricas de l'ariuha de trigo imarca SSS);
4 sacros de arroz pilado da molhor qualidade ;
4 barricas de assucar brauco tino; 1 barril de
vinagre de Lisboa ; 6 livros em branco de 200
I follias ; 6 resmas de papel almaco branco, 6 di-
45$000tas de dito pautado ; 2 mcias resmas de papel
'Oannft! do Peso ra"t0 croinha ; 12 canelas de espiono
~ s dequand ; 1 cai\a de pennasde aro envernisa-
rijJOOO das ; 2(10 pennas de ganco das chamadas de secre-
...,nnnj'aria ; 4 aniveles tinos para aparar pennas; 1
> ihesoura Je aparar papel; 3 fullmihas de algi-
beira para o anuo do 18B0 ; 3 facas inglesas sor-
lOfiOOO' l'da.s '"''-a de 'iaol''na liara saceos, de peca ;
! 1 dita de cabo de liuho lino para adiira de ban-
deira ; 1 larracha ospingardeira ; 1 bigorna ; 2
tornos ; 2 dilos de mo maiur e menor ; 21 li-
mas chatas de 9 pollegadas ; 12 ditas ditas de 7
ditas; 2 ditas triangular de 7 a 8 pollegadas, li-
nas e grossns : 2 ditas meia ratina de S a 9 ditas
ditas ditas; 12 ditas de desbastar de 13 a 14
pollegadas ; 12 alicates surtidos ; meia arroba
de aro para molas de espingardas ; 4 libras de
Irincal; 2 arrobas de ferro em follia ; 2 quintaos
de ferro da Suecia de 3 a 4 pollegadas; 2 ditos
dilo dito sorlido ; 4 arrobas de dito dito de 1
pollegada : 2 ditas de vergalho de 1 quarto dito
de djametro ; 2 ditas do dito de meia pollegada
de dilo ; ditas de dito de 1 dita de dilo ; 2
quintan de ferro de 2 ditas de dito ; 2 arrobas
de dito de varanda : 2 malhos de ferro de 8 a 12
'ibras; l barrica de arria de cal liar; 2 latas de
30a.OOO
2(0
23500
Six)
93000
13280
200
120
SgOOO
11-31100
:1320o
35000
1300 v,'rmz Je t-'reiro ; 1 bigorna ; 2thesouras inaior
MuflAftl6 "u'"'"'; martells surtidos; 6 macetas ditos;
^il* s".""Us grandes maiorea e menores ; 3 ditas
j* j-------------------------- 1 de IIxa ; t irados sortldos ; 24 verrumas de gtiar-
UO VllCntO (iO UOrlO. '"&* Srlid;,s ** grosas sorlidas: 2 roundes
--------------------____________E_______________mos ; '2\ rorros da galopa surtidos ; 12 ditos de
.Varios entrados no dia II desbastar ; J2 Jilos para junleiras ; 12 machados
lerra-Nova29 das, barra insleza Cora de S caraPin:|'< Sierros de guillierme cum sepo;
alumnos internos, que ho dia S2 do corrente
principia o recolhinrento das mcnsilidades, cor-
respondente ao primeiro quartcl do Janeiro ao
ultimo de mareo do anuo de 1860. Secretaria do
Oymnasio 21 de dezembro de 1859 =0 secreta-
rio, .4. A. Cabral.
O Illm. Sr. inspector da thesouraria de fa-
zenda desta provincia manda fazer publico que,
conforme se annunciou, nao teve effeito no da
21 do corrente a arrematara1! da parte do sobra-
do do dous andares na ra "da Guia n. 29, penho-
rada aos herdeiros de Antonio Ferreira Duart-
Velloso ; e por isso Oca a mosma arreraalace
transferida para o dia 7 de Janeiro do auno seo
cuinte. Secretaria da thesouraria de fa/enda de
l'ernambuco 23 de dezembro de 1859.O oflkial
maior interino,
Luir Francisco de Sampaio e Silva.
Novo Banco de Pernambuco.
O novo banco de Pernambuco reco-
llie as notas de sua emisso de 1 20.^, e pede aos possuidores das uiesinas
o favor de as tiran trocar no ten es-
criplorio, das 11 horas da manhaa at
as 2 da tarde.
Conselbo de compras navacs.
Nao tendo-so eiTecluado em 27 do corrente,
pela a apresentac,ao somente de urna proposta o
contracto annunciado de fornecimento de carvo
de pedra, para cousumo dos Navios da Armada
tanto a Vapor, como aVela, cficinas do Arsenal
de Marinha, e Barca de Escavagao, a cargo Jo
mesmo Arsenal, manda o Conselho fazer publi-
co, que, pois licou trausfer ido pata a Sessao de
5 de Juneiro prximo
Sala do Conslhofde compras navaes de Per-
nambuco em 29 de dezembro de 1859.
O Secretario, Alejandre Rodrigues dos
Anjos.
THEATUO
DE
Para o Kio de Ja-
neiro
O yeleiro e bem conhecido brigue nacional
Almirante, pretende seguir com muita brevida-
de, tem parle do seu carregamento a bordo : pa-
ra o resto que lhe falla, trala-se com o seu con-
signatario Antonio l.uiz de Oliveira Azevedo, no
seu escriplorio ra da Cruz n. 1.
= Para o Rio Grande do Norte, sahe a barcaca
Coiiceieao de ilaria, anda recebo carga a fret :
quempretendor, pode dingir-se ao trapiche do
algodao, ou a ra da Madre de Heos n. 2.
Para o Porto
Vai sahir com brevidade para a cidade do Por-
to o brigue porluguez l'romptido II, forrado e
encavilhado de cobre, de primeira marcha e pri-
meira classe, por ter parte do seu carregamento
prompto : para o resto c passageiros, para os
quaes tem excellentes commodos, trata-se com
Elias Jos dos Santos Andrade & C., ra da Ma-
dre de Dos n. 32, ou com o espille.
Botas de borracha largas para montara.
Bahus francezes.
Calungas de borracha niuilo bonitos.
Moiuhos para moer caf.
Fumo americano em caixinhas de 20 libras cada
urna.
Arreios inglezes para carros, obra ds goslo e
muito bem acabados.
Piincipiar s 10 horas da manha.
LEILAO
Quinta-feira 4 dejanciro.
NO ARMAZEM DO AGENTE
m
Atlenco
Por occasiao do leilao j annunciado para
dia cima desiguado o referido agente Tender:
Camisas inglezas as melhores que loa viudo
este mercado.
Meias para senhora.
Luvasdelioda Esrossia para liomem.
2 cavallos com todos os andares desde baixo at
esquipar.
COMPAMIA PERaAMBUCANA
DK
Navegando costeira a vapor
O vapor nacional Persinuitgo, commandanle
Lobato, seguir para os portos do sul, no dia 5
do corrente As 5 horas da tarde. Recebe carga
posta a bordo pela prancha, acompanhada dos
Avisos diversos.
despachos o co'nheriiupntos at o dia 3 -
ras da tarde, sendo os fretes pagos aqui
reniia.
carga
lo
6ho
na se-
CURSO.
tley ForslerA C.
ririiiiiMi dia, hiato nacional Camnriftbe, de
ao toneladas, capitao Izidorio Brrelo de Mel-
loros do mangue ; a
ipi
8 euos de secupira para os mesmos; 3 paos de
arco proprio para arreios; t linhas ou travs;
12 fie baos ; 3iX) caibros ; 200 duzias de lipas ;
O enrl.arns ; 2 duzias de taboas de amarello ;
10 ditas de ditas de louro ; 30U0 lijlos de ladii-
; Iho ; du/.i.'s de dedaes que sejam proprios para
homom ; meia arroba de cera prota.
(.lucra quizer vender (aes nbjectos aprsenle
i:ifdiir--33'dias, galeotai holndeza SleetieRoe-1 a,s suas ri<>Pnstas em carta fechada na secretaria
do conselho s 1 (i horas da manhaa do dia 9 de
0, equipigcm 3, carga
Pedru It de Siqucita.
'IMmore60 das, palaeho americana llenru
1. Wedier.dc 238 toneladas, capilo Warren
quipagem 8, carga 2.200 barricas com farinha
J" trigo ; a lleniy l'orster \ C*
de peixe.
Rio Grandeido NorteLancha naeional RioGran-
Conselho administrativo.
O conselho administrativo, para fornecimento
r^ ~ ^ -
- -v s
: -: K
= 35
=> ~
S-g*
Sr *

Borap.

= Ahnosphcra.

irecgao.
S? i
- 3i 5
IniensidaJe.
I
rs li r.'. "
- I J ~S. I ^>
-- -n -i v
Centgrado.
1 i i-l l M til
M -i l S
Reaumur. *
~ t* zo
ge oo oego
H K iC i
I Fahrenheil I 5
I Hygrometro.
-i-i-iq i ~~~
~ ;b'S!g Barmetro.
_; a libra, manteiga franceza a tOO rs. a libra, cha
hysson a ljS rs. a libra, arroz do Maranhao a
lnO rs. 3 libra, loncinho de Lisboa a 3S0 rs. a
libra, bacalhao a 100 rs. a libra, carne secca a
c 210rs a libra ; f.ujao prclo ou tnulatinho alquei-
re i$, farinha de mandioc- a quera a 1, azeite
iloce de Lisboa a 6i0 a garrafa, vinagre de dilo
a 280 a garrafa, bolacha a -i-3 a arroba, carne
verde a 21(1 rs. a libra.
S-Q Manoel Antonio de JessPaos de oneas
ui a 306SO a arroba.
Os artistas lyricos abaixo assignados tendo-se
reonidos em socieJade para dar alguns colicor-
tos a carcter, e leudo ubtido para eslo fim o
Iheatro, do Esm. Sr. presidente da provincia,
tem a honra de convidar aV___para sedignar
honra-Ios, assgnando-se para as ouatro repre-
senlarocs que se daro no referido Iheatro.
Agradecendo a V esto particular obsequio,
lem a honra de assigii.n-so deV___obrgadissi-
mos veneradores e criados
Luigia Gavelh P.cggiam.
Soda Marini Tesla.
Jos d'llyppolito.
Luigi Testa.
Jos Mara Ramonda.
Innocencio Smollz.
CondtfSeg da asignatura para as qualro rntt*
tentaron.
1.a ordem......'.... 60;000
2'' dita............. 805000
3-u dila............. 405OO0
Cadeiras............ 1 t,->(KK>
Plateas.............. 8$000
CONIPANHIA BRASILEiRA
DE
PAQUETES A VAPOR.
O vapor Paran, commandanle o capitao l-
ente Torrezno, espera-so dos portos do sul
em seguimento aos do norte at o dia 31 do cor-
rente mez.
Recebe-se desde j passageiros, frote de di-
nheiro e encommenJas e engaja-sc a canta que
o vapor poder conducir, sendo os volumes des-
pachados com antecedencia al a vespera do
sua chegada : agencia ra do Trapiche n. 40.
jo.-. SOAKES DE A/Lvino, professor de lingua e
Hilera tura nacional no Gymnasio de Pernambuco,
tem aborto em sua casa, Praca de D. Pedro II,
n. 37, segundo andar, um ci uso de philosofuia
e oulro de lisgca nUMCEZA.
As pessoas que desejaiem frequcnlar una ou ,
oulra deslas disciplinas, podem dirigir-se indi- ''
cada residencia, de manhaa al as 9 horas c de '
larde a qualquer hora.
Tlo&oc'mcao Tiipogtrrtpuca
Pergunla-se ao Sr. Hypolitn Carvalho Vascon-
rellos de Albuquerque Maranhao, se rnmprim
algum casal de cachornnhos n Jos Ignacio d<>
Monle, ou se permutou com algum ol-jeclo, so c
que comprou ou permutou cnlo tem toda a ra-
zio ; mais saiba todo o publico, que os carhor-
rinhos foi da divida que eu Monte iz ao dilo-
Hypolito como aprsenlo teslemunhas, poryw
j Hypolito nao aprsenla nem ha de apresenar da
i diva eu venea que eu Monte tenno dado ou
I vendido subnegasse, porque lenho muitas pesoas
dentro desta capital que lem comprado e por ou-
Ira recebido dadivas o deixam em meu poder por
I espaco de das o nao ha stibnegaro, c como (-i
! t.alante Hypolito julga-se contrario ai n
cederis motivos porque, por meio '. omi fo-
| Iha puolica quer me enxuvalhar, por usa ol>_
lio mesquinho; traanle toda a ristnhuca ',:
! aterro da Roa-Vista sabe que nao os ariaaeiroa
0 i cachorros que tenho peidido, porque nar/ha \
soa que possa prevenir o acaso, ou enl.o" -
a j existe palifequeria, quando a familia desse por
falla dos rachorros sahisse lodi em procurar pe-
las ras desta capital ou examinar de rasa i m
casa, nao sejabrata que eu e iiiuiha familia i.
mos muito em que nos oceupemos nao Pstaaaes
com o sentido so empregadoem cachnos, afora
se voss tem provas do contrario do que cu B-
presento deteste que eu nunca bm l-nibr. i cy
VOSS cara de cachorro e nunca me lembran i.
Precisa se alagar anu casa, ou masase
queno sitio, que soja fresco ; na fresjMzia d i
Boa-Vista, e que nao seja alera da Soledad?, Mon-
dego al a Estancia ; na roa da Santa Cruz
G6 arhario com quera tratar, ou anuuu ..
esle jornal.
Aluga-se parle da loja do sobrado da
quina da ra Bella n. T, rom ira--. -
tes, para a mosma ou sen elfos : a Iralar m
gundo audar da mesma loja.
Leloes.
Soxla-feira, 6 do corrente. s 10 horas da ma-
n.iaa, ha ver sessao ordinaria do conselho di-
rector ; sao convidados
; ros comparecer.
J. L. Dornellas Cmara,
1." Secretado.
A. F. da Silva Bciris
tem para vender no seu deposito da ra d i Vi-
| gano n. 27, velas de carnauba de 6, 7, 9 C 12
I em libra, ditas de composirao do 6e 7, saceos de
, feijao branco c amarello, iu lo se vendo em pe-
buenas e grandes porces, c por menos do que
em oulra qaalquer parlo ; o compra-se effeltiva
Camarotes avulsos.
1.a ordem..........
2." dila........
3.a dila........
Torrinhas.....
Cadeiras.......
Plateas.........
N. B. O escriptorio do Iheatro
20*000
25ji00o
12lH)0
I5(I0(>
5400
23000
acha-se
abtrto
todos os dias desde as 9 horas da manha at as
tres da tarde para reeeber as assignaturas.
00
sr
<
a >
THEATRO
3
l. p:
^ P!
) conselho avisa aos mesruos fornecedores,
que devem dar principio ao fornecimento cima
declarado no dia I." de jtineiro do anno prximo
vindouro.
Sala das Sosses do consolhfl administrativo
z. para fornecimento di arsenal de guerra, 31 de
c I dezembro Je 1859 Francisco Joaquim Pereira
~- Lobo, corone) vogal secretario interino.
?:(Subdelegada do Rccifo 3 de
Janeiro de 1860.
Acbam-se recolhidos casa de deteoco os se-
guintes escravos fgidas: Manoel, crulo, es-
clavo de Jos Gomes, tavradordo engenho Tapu-
gi; Antonio, crioulo, oscravo de l)r. Felisardo
.. n ,. ; i Tescano de P.rito, da Parahiba.; Luiz, crioulo,
U Mr. Manoel de llirros Brrelo juiz de paj do escravo de Dr. Nabor.
.-jisuicu .ia rreguezia do pocodaPanei- Subdelesacia do Hecifc 3 de
la. em virtudeda le. dn. ......
Janeiro de 1860.
Ach.vse depositado um quarto caslanbo ap-
prehetidido a Antonio Candido de Souza.
- Pela subdelegada do I. disiricto da fre-
R
m
. B>. I.
eercacao.
Os Sis. socios sao convidados a mandaren) re-
. ceberseus cartees no Iheatro u'Apollo das 9 ho-
ras da manha s 7 da noile dos dias 3, 4 e 5 do
; corrente, para o espectculo do rae/, de dezein-
bro que ter lu^ar na nuite dr 5 do corrente. Re-
I rife 2 de Janeiro de 18G0.=J. F. Marques, Io se-
cretario.
Editaes.
Para liquidaco.
Qainta-feira li do corrente.
O AGENTE
Aos Srs. pedesfrese capi-
les de campo.
Fugionodia 2 do corrente o cabra ;rr
uade a annos, pouco mais ou menos i
SMCO do corpo. ponea baiba. cara di-.al
otiios regulares, cabellos crespos mindi
os scnliorcs conselhei- U;1 dir,,'ta um pouco arqueada par dentro I. v
camisa de chita rova de lislra.cal<-ade ai- i,,-'
curo, partida nos joelbos, oliapco de paih
tno ; levou mais urna ra'...i de casi mi
camisa branca ; este escravo foi cria do fall
reliz ferreira de Aguiar, morador era Moa
en re Tabalmga e Inga ; suopoc-se ,
gidopara all : quem o pegar, leve a na S
n. ib, ou no sitio Cortume, nosAfog .
ue elle fugio, quesera ;
rugi na noile do I ."de jai
uho Ser. ana do Jaboalio,
O annos de idaJe. de Angola. ,
ladino, du altura e grosaura media. pernM
ttsssrJc "- '-c* E5:='=;;
na ra Nova nu-
ao Rio
urna cicatriz em urna das faces, de un i
lem barba, porem conserva-a baixa ; lev. .
sigo alemde roupa de algodao branco,
algodao escuro e jaqueta brama, o at.
nado, seu senhor. e proprietario d i
i.'. prometle50aquem o appreh
das velas quando acezas.
Prccisa-se de urna ama
mero C9.
] Manoel Jos Je Almeida Nones vai
tirando do Norte.
Precisa-so de una ama que saiba cozinhar i
j o diario de urna casa de pouca familia, pudendo cnt'resar
j ir dormir era sua rasa : na ra da Cruz do Iteci-
. fe n. 31. tilippe it Mouza Luto.
rt..;,l.ln.l.> i^ i i ~ F"g'> da prara do conmiercio, de un
; ."MHiedaUe ttOS (le\OloS dl OH- r,) do )S. >-' dia :il do dezembro 4o ultimo
pella da Senhora daCoucei-SK TfatLTCmitToS
caodaEtrada de Joo dej^SJifflUS^^
BflrrOS. ',??*' e8lA uJP'''* "i secretario convida aos Sis. sorios, mesados c
a lodos osoutros Sis. socio.-, para comparecerem
far leilao em seu arraazcm na ra do Imperador I Sffd. S^m 22!ido "a T" !
15. de todos os obiectos nello mhiM.lL ron ''-.""'. ddm0v1 gcial c nella pioceder-se a elei-
n. 15, de todos os objectos nelle existentes, con-
sislindo em movis, loucas, prata, crystaes etc.,
etc., que definitivamente serao vendidos sem re-
serva de preeo, leudo principio s 11 horas em
ponto.
LEILAO
qualquer Irabalho.
Irraaudade de >. S. da Boa-
Viagem.
Em faje dos arta. 1 e \>\ do
misso, sao convidados pelo prsenle, i
raaos a comparecerem no dia domingo, 8 .
rente mez, pelas 9 horas da manhaa, i
torio do sua igreja, pira que congr..
mesa geral, deem cumprraento ao que dcti
na os preditos artigos. Recite 4 de
1880. O secretario, Antonio M i/
don-a.
IIM de graliOcacao
PELO AGENTE
44t
Faco saber que tendo de formar-se a junta
lualificadora desla freguezia.no dia 15 da Ja-
neiro do auno prximo futuro, como determina
CASSINO POPULAR
NO
MAGESTOSO SALO
1)0
o un.
, ,, ,,_ ,,,^ uoiuiiijuiu ii 25 da le n. 337 de 1 de ago>lo de calados Afogados se faz publico, quosoachai PALACETE DA RIJA DA PRAIA.
or ov..cii...'.,-, ,in .. ..:____ reroUiido rasa de deloneSn or mular f.i..,i,> -. ... ...
1846, para exeenyo do que dispoe
lei, acerca .a revisSo o qualifica^o dos cida-
laos votantes, e tamhom do que a raspeito de-
termina o decreto 8iS de 19 da selembro de
I8ta e 1812 de 23 de agosto de 18..6. mis-
ter ,ara o indicado fim, que senjunam osefoi-
loros, e supplenies desta freguezia, em conse-
re olhido casa de delenco, por andar fgido,
o preto Rpiphanio, oqualdiz ser escravo do Sr.
Carneiro Mouteiro, morador na ra da Aurora.
Jos Huberto de Sloraes Silca.
Crrelo.
Pela aJranistrarao dij, erreio desta provincia
se faz publico, que amaiha 3) do corrente, pe-
las 3 horas da tardo em ponto ferhar-sc-hao as
malas que lem de conduzir o vapor Persinunga,
. o......-> wujo- ""3 >|iii? ii.iu uu cunuiixir o vapor i ersinuni/a
juencia do que e em vniudedas resolu^oes do'CnJ destino a faniandar e provincia deMacei.
A iverno os convoco pelo prsenle, pata so acha- |Conselho uilministrativo.
rehl n'o indicado da as (J horas da maiihan no COI,selno administrativo, para fornecimento
consistorio da greja matriz, sob pena de incor- eguratel': WMm' ^*"""*'"SbeGt8
rerem na mulla fulminada na lei citada, aquel- P<"a 7." batalhao de infantera destacada em
< O'ie fillarpm um nuiU. :....-.<._ i \l,t<-oi ses que fliarem sem motivo justificado o=' Maceta.
qnaes eleiloies e supplmtes cima con-.ocados i >."\":f de ?]; caml80,a9 d,ft11"i"1;, : b-
lo os ses limes se. lores : "-"ocado. s d { .> ,UCJ|. c p|w> je,
i quenas delou .a 2o ; palos rasos 2o; ditos fundos
20 ; opos de vidro para agua 4 ; linleiro de vi-
Jro para as enfermaras 2 ; toilhas pequeas pa-
; r.i as bancas 80; mesa forrada do /foro para an-
thopsia 1 ; toalhas propriaa para fracturas, o de
diversos tamandoa '>; lavatorios de ferro 4.
(Juera quizer vender laes objectos aprsente
assuas propostas em carta fechada na secretaria
: Jo conselho s 10 horas da manha do dia 9 de
'Janeiro prximo vindouro.
Sala das sessoos do conselho administrativo
para fornecimento do arsenal de guerra 30 de
dezembro de 185!). Rento Jos Lamcnha Lint,
coronel presidente.Francisco Joaquim Pereira
L>bo, coronel vogal secretario interino.
O Illm. Sr. inspector da thesouraria pro-
vincial manda lazor publico, que do dia 3 do cor-
j rente por dianlc, pagam-se os ordenados e mais
, despi zas provinciaes, vencidas no mi de dezem-
| bro provimo lindo.
Secretaria da thesouraria provincial de Per-
nambuco, 2 j0 jan,,ro jc 18G0. secretario,
Antonio Ferreira da Annunciaco.
CONSOLADO PROVINCIAL. *
i Pela mesa do consulado provincial se faz pu-
blico, que os 30 dias uteis para o pagamento a
boca do cofre da decima dos predios urbanos das
freguesas desla cidade o da dos Afogados, se i-
nalisam no dia 7 do corrente, findo os quaes en-
correm na multa de 3 por cento todos aquellos
quedcixarem de pagar seus dehilos pcrlencenies
ao primeiro semestre do anno financeiro de 1859
o 1560. O aaminilrador,
Antonio Carneho Machado Itios.
Subdele^acia do Rccire 30 de de
zembro de 18.".!.
ijo os seguintes senhores :
Joao Francisco de Reg Maia.
Heorique de .Miranda Henrhues.
.Icsfr Theodoro de Sena.
Dr. Antonio Joaquim de Moraes e SiUt
l)r. Jo Bernardo Galvo Alcoforado.'
Florencio Jos Carneiro Monteiro.
lortfo Victor Ferreira Lopes.
Joc Francisco Pires.
Antonio Jos (iotnes do Crrelo.
Jos Felisbertoda Costa Gama.
Sebastio AfJonso do Reg Barro?,
Francisco Duarle Coclho.
Jos Lopes Carneiro da Cunha.
Jos Fnncisco do Reg Barros.
.Manoel Peres Campello de Almeida.
Joo l.uiz Victor Leuilier.
Fraacseo Jas AlvesGama.
Vigario, Francisco Luiz de Carvlho.
Francisco Cesario de Mello.
Francisco Marinho de Alluiquerque Mello.
Jos Goncalves da l'orciuncula.
Jos Ignacio Pereira da Rocha.
.loso Paulo Ferreira.
Dr. l.uiz Cailos de Magalhes Breves.
Nicolao Machado Freir.
Dr. Joaquim Francisco de Miranda.
Antonio A y res Vellos).
Jos Bernardina Pereira de Biilo.
Jos Marques da Fonceca Borges.
t para que cliegue ao conhecimenlo de to- j Acbam-se recolhidos casa de detengo os es-
008 mandei passir o presente, que ser afinado cravos_ seguintes ; Joo, crioulo, fgido do enge-
no lugar mais publico desta freguezia e nuhli- a.ho. v.ice.n,e Campello, na fieguezia da Escada ;
w Qinta-feira 5 de Janeiro.
X sociedade Cassiuo Popular lem a honra de
annunciar ao respeitavel publico que o primeiro
baile desle atino ter lugar no dia cima mencio-
nado, e que apezar dos embaracos que se lhe
tem promovido esl firme em sen programma e
nao se poupar a despozas o mesmo a sacrificios
! para o progresso do Cassino, afim de que conti-
nu a merecer atlenco do publico e seren seus
diverlimentos seniora dignos do brilhanle con-
curso quemui voluntariamente COstuma frequen-
ta-los.
Espera pois a sociedade do seus amigos e do
publico em geral o mesmo auxilio e dedicaco.
Ser sempre lielmente observado o regulamenio
opprovado pelo lllra. Sr. Dr. chefe de polica, e
mantilla a boa ordem e harmona do cosime"
(ls rarles de ingresso estarao a venda no lu-
gar do eoslume no dia do dirjerUmenlo que de-
ver terminars 2 horas.
Avisos martimos.
eo de que Iratam os arls. 'J e 2o do3 respedi os
estatutos.
Nao podendo ser espassado para oulro da se-
raeihante reuniao, roga-se muito encarecida-
mente o compirocimenlo 'de todos os socios,
afim do que nao baja falla, tanto mais sendo
es!a da padrooira no trrenle mez.
Secretaria da Sociedade dos devotos da capaila
la Senhora da Cunccicao da esirada de Joo de
lluros 3 de Janeiro de 1860.0 secretario,
J. \. da I'onsrra Capibaribe.
Antonio Jos Monteiro subdito porluguez!
retira-sc para Europa, e iiilsando inda deror fi,- -
sciente por esto que quem so achar seu credor .q V ?^r escr,T0 ***> '-'' -
com documentos Icnc'idos ou avenco^preS' gj?? SPSuS^ !* % f*
no prazode8 das. Recife 3 de ianeiro do ISfiji u,.nlC3 tauui.i.,. de iJaJe de 2, ana
Segunda-feira 9 do corrente. i -o.iero.Roze,,JllS:o,,ieiroJde m !^^\r^"^-^V^n'nr
deixado a agenc a do dcimo batalho de inhn- 3 : coinJ,Js. '"oa pard .
tana, por ter lindo o semestre f / n-iblici ue : I ","l.ueno- boc" I11 i'" coas falla de
: a nenhum do seus fornecedores, nc51 oK S hSSS "a 'r.,!'1"'- "? ^
qoalquer tica a dever davia pode ter rapaJo. sem barba; condu
, A possoa que procurara urna casa na ra jFL J*"".8"' '?do
: Oireila ara estabelerimen.o desoja di "r ""-'. J'.alfJ-'? "* ;
|sendoquoaintfaq.eira dirija-so a mosm ua Ccar nova,,or Cr
. \ espera de fesla 2 de dezembro ultimo
rartaram do sitio Monte-Alegre em Miroeira um
novilho, lil!;odo paslo, cujossignaos sao estes
preto tendo as costas um pouco avermolhada
sem signal algum frito, pois nem ferrado era es-
lava muito gordo e ter de idade 4 annos pu o
mais ou monos. abaixo assignado roga aos -
nhores donos de agougues de dentro e fura da
praca, bem assim aos Srs. de engenho e seus
lavradores que se Ibes for ou livor ja sido oile-
recido o novilbo cima o apprehendam o pelo
_ menos fajara por esle Diario algum aviso, pelo
tropciroso carrocciros de se munireru dos mo- 1ue se PoSSa saber da existencia e lu^ar aonde
Ihores meios de conducciio para transpoile de 8e acn!| esle novilho, nao leudo duvida o an-
suas eargas.' nao s porque supportdm um enor- yuncanlo em satisfacer qualquer despeza que
me peso, como alcancam em presteza de cami- lur ,1,:" Silll;1 a te respeito fazer-sc o pelo niic
nbo urna velocidade de igual a qualquer loco mo-1 muilissimo obrigade "-
Uva.
Os apreciadores das bellas racas de animaos
STANA.
No da acuna designado e pelas 10 horas da
manha na cocheira di, Sr. Flix da Cunha Tei-
xeira em Fra de Portas, ra dos Guara rapes, o
referido agente vender em leilao publico por
cotila de quem pertencer
Km lotes a voulatle dos com-
pradores
jm grande lote de burros vindos de Montevideo
na galera franceza Rail.
A qualidade deslea animaes e bom estado em
que se acham offerece occasiao aos agricultores,
dos nie-
i licor.
'i'
1 de oulubro prximo passado, rcmciii
Lu Ribeiro da Cunha Antonio Lu/
ios i Rolim quem o apprehcnder,
cidade do Recite, ra d i Cr spo n. 11.
cebera a recompensa cima. Ptda igu
js autoridades polica >s n ipitaea d
apprehensao do mencin lo escravo, ;
pe tusse para o centro do Cear, porque
ser natural da villa do Casearel e .
suppr que v se inculcando de forro
vez es tem foilo.
Procisa-se por aluguel de usa
ca tiva, que suba engommar bem, mi i
casa de pouca familia, paga-se bem : na
Hospicio, rasa terrea confronte aa ...
N. S. do Bom Conselho.
Precisa-sed.' nina ann para< nhai
engomme, para urna pessoa, pag n,
podem examinar o mencionado
desde j na cocheira cima diti
-....... i '- i-s !.-m
SalvadorCocfhode'Ur'umonde Alququerque '"- ZKi^T* .','*,' *r
__ v,',. l,,--rt .c ;,..,., i^ s aoaixo assignados fazom sciente
XO astignados temos a Mico e com especialidade ao corp
O 'agento
quem perle
horas a ni
ra do Vigario n
lote de burros l~ 4---------. 5 l<-''^ a e com especiaiid.de ao corpo do .
o^ porros honra de pa> ticipar ao corpo commei- c:o ^'^ '":' l"1 nost" J '!l
Ctal desta praca, que tendo no dn "d Kakimente a sociedade que tinham
' j ,' "u uta .il sita na ruada Criizes n. 4 \ ,
de dezembro p. p. expirado, em v'ir- "
lude do falleeimento do UOSSO snior a
firma de
N. O. Biebcr & C.
!
razao -Ribeiro t Silva ti indu
ponsabilidade do socio Silva a h. .
iivoepissivo da exlincta Grma. Reci
dezembro de 1859.i: .tj s
beiro, Joao do Cauto Mee* Ja s
Para.
Cear, Maranhao e
Segu em doucos dias para os portos iudiea-
, dos o hiato nacional Lindo Paquete, capilo Ja-
cmlho Nunes da Costa, por ter parte da carga
Iprompta: pata o resto e passageiros, trata-se
com os consignatarios Almeida Gomes, Alvos &
C, ra da Cruz n. 27
Maranhao.
O palhabole y'ovaes segu sem falta no dia 8
do corrente com a carga quo livor, consignata-
rios Teueira Bastos, S & C, largo do Corpo
Santo n. 6, segundo andar.
Cear e Acarac.
Segu no dia 11 do mez corrente o palhabole
Sobralense, capilo Rales ; recebe carga; a Ira-
lar com CaotanoGyriaeo daC. M. no lado do Cor-
po Santo B. 20.
Para o Aracaly.
Segu em poucos dias por ja ter parte da sua
carga o hiale Sergipano ; para o resto o passa-
geiros trata-se na ra do Vigario n. 5.
no lugar mais publico desta freguezia, e publi-
' ad o .e!a imprensa, l'rimeiro districlo da fre-
guezia do Poco da Panella, 15 de dezembro de
1859, Ku Joao Nepomoreno Ribeiro, escri-
voeecrevi, M. de Barros Brrelo.
Joo Baptista de Castro e Silva, ofiicial da or
lem da tosa, e Inspector da thesouraria de
Uzenda de Pernambuco por S. M. I. que Dos
yuarde.
I'ajo saber aos que o presente edital virem que
em cumplimento de ordem do tribunal do the-
ouro nacional do 14 do noreaibro prximo pes-
iado se comer a fazer nesla thesouraria a subs-
tituicao ds notas de 500$0 gunda e lerceirt eslampas. Os sem poasaidores
Aiitomq Joaquim, pardo escuro, que representa
18 annos, e ha suspeila de ser fgido do enge-
nho Jundi da mesma freguezia.
Ignacio A. Dorges.
Os Srs. Jos Lucio I.ins, Joo Jos de Me-
deiros, Antonio Moreira de Mendonca, Jos Fran-
cisco de Souza Lima, Claudio Jos" do Araujo e
Ignacio Monteiro, comparecam na secretaria da
cmara municipal desla cidade com os seus fia-
dores, afim de assignarem os termos das arrema-
tares que lizeraro, do rendas municipaes ; ao
contrario a cmara tomar alguma providencia.
Secretaria da cmara municipal do Recife 29
de dezem&io de 185!.O secretario,
Manoel Ferreira Accioli.
O illm. -Sr regedor do Cvmnasio manda
A barca nacional Imperatriz Vencedora, do
primeira marcha, pregada o forrad i do cobre
se guu para o Rio de Janeiro com muita brevi-
dade, recebe ainda alguma carga : trala-se com
os consignatarios viuva Amorim & Filho, ua ra
da Cruz n. 45, ou com o capitao na praga.
Maranhao.
O palhabole Novaes segu em poneos dias com
a carga que tiver ; consignatarios Teixeira Bas-
tos, S Companhia, largo do Corpo Santo n. 6,
segundo andar.
[Para Aracaly,
o hiale uvidoso sabe no dia 5 do corrente, ain-
da recebe carga e passageiros : trsla-su ua run
da .Madre de De os n. 2.
estaa far leilao por con la de ; da final .ramn. ~~~JZ*il'. i ,~ Luia ,,oss",a ""MliUda, e que di i
mcer quarla-feira 4 do corrente as 10! J. .' e,.a,n08 socios, continuamos do offerece para .obrar dividas na comarca cu H
anhSa na porta do son armazn) na e Janeiro em diante, o mesmo gvro
de negocio debaixo da firma de
N. O. Biebcr & C. successores.
Iolm, domici-
11
DE
ma grande, carroca para 2 cavallos e hos, pois
para estes tem bolea c dentro assenlo de pa- noiso ocio L ir. If.
ll*iha proprio para carregar assucar ou mes- i;nHonmrA i V """" uom'-
iio para algum senhor de engenho para con-I em Loncll'<-'s ^ta cncarregado dos
duccao de familias, pois lem commodos e nossos neo-ocios em Europa.
nova con. muito boas molas e rodas. Pernambuco 1- de Janeiro de 1860.
I. II. II. Holra.
Gustavo li. Praeger.
F. I). Feuerliccrd.
C. L. P. Roeck.
Precisi-sc de 3:(IOO a premio e
lormoso, amigavcl on judicialra
quizer ulilisar de seu pi sumo, dnja--
Nova n. 12, que achara com qu< m Ira
Cal tic Lisboa.
Vendem-se no caes de Apollo, aro* v .
rodi i ,\ c, barriscom a\ virgem em |
tunamente chegada, c por pre._o .,/ jvc|.
Vende-sa na ra da Cruz n. 19.
Cals Irmaos, o rerdadeiro taba,.
caporal, o tambem rolo franecz.
SELLINS.
Vcndem-se os melhores seil na ii -'
O ..gente-Pestaa continua a estar aulorisado
pelacommissoliquid.taria da exlincta socie'da- "ecia4-8c e o:(j{ a premio
de de Cacao o lecldos de algodao pira vender o I Ua*Se com(> garante propriedade neta
praca : quem quizer fazfr este negocio
annuncie sua inorada para ser
rado.
lente. no arm-zem de Rost
pra-;a do Corpo Santo n. >.
II
A' .
Atlenco.
restante do terreno do sitio da mesma sociedade.
Os propendentes podem dirigir ao armazem da
ra do Vigario n. 11, a qualquer hora do dia a
entender-so com o dito agente.
IMFOHTMTE
BO
Variado leilao.
Quarta-feira 4 dejanciro.
NO ARMAZEM DO AGENTE
PESTAA
Vendc-se um carro novamente constru
4 asenlos, muito forte, forrado de panno r< rd<
procu- ino- c proprio par qual luer cocheira : a tr tu
com o agente de leloes llvpolilo da Sih
rasa de James Crabtiee A C. ra da i.ruz do Re-
cife n. 42.
Vende-se o deposito de assurar reinado da
I ra das l.arangeiras n. !5. com seus utenciltos
- na ra '
"" 0 ateri'0 da EDa-Vista sohrado n.
63, ugio um papagaio grande tendo
nLnU.r U,n PWa^.d rnte: no? pn,:, con, modo: a tratar na ra I
quem Oadiar quena restitui-Io a men- Apollo, deposito de roOnariado Moni.
nnnnd.t raen
Milho c farinha.
\ endem-se saceos rom
milho. farinha e laic-
: ua taberna grando
Os abaixo assignados avisara ao respeitavel
publico, e especialmonle ao corpo de coramer-
co. que desde o dia 20 de dezembro p. p. pas-', Y","'
sou a ser sua propriedade a loja de fnrrasens .", P01' bdral P,cro
.existente na ra Direta desta cidade, n. fie.'on-' da *,l)1?daJe.
tr'ora pertenccnle ao Sr. Jos Mondes de Olivei- Oll(ln IihImIaC I1*iIi
,ra. por venda que esto senhor devidamedle au- vllU! |illlUiUU9 Uard
j torisado pelos seus crcdoies. fizera aosaunun- aaImS* .no-o
leanles, Picando estes com direito de lodo o ac- CDI IT I11CS0,
Uto, c respensaveis pelo passivo do estabeleci- de muito bonitos padroes e do superior w*Mi
i ment na forma estipulada rom os mesmos ere-
dores. Recite 3 de Janeiro de 1860.
.V.iulos Oliveira &. C.
lercce-se um eaiieire para tomar conta
de ; na loja de chapeos de Joaquim de tive i
Maia, na praca da Independencia n. 24 a 3o.
= Vendem-se dous aunis com brilhanle, sen-
do um de bom tamanho, e um alGnete lamben.
0 referido agento expor.i a venda em leilao no
da e lugar cima designado por conta de quem
pertencer em lotes a vontade dos compradores --------- r...Nmn,ima .v-u
Sen, reserva de prego e ^O^^^SM^VBt afe#.WSSaW
n,iT eSlaa"St de uma amf para casa do fa" I Vende-se ura ptimo escravo pardo de IR
,,du n -1S- P?oas preferindo-se captiva : annos, proprio para pagem, sadio e sera de. t,
na ra do Qucimado n. 16 primeiro andar. na ra do Queimado loja n. 39.
Pede-se ao Sr. Leopoldino Felippe Santia- /^ ,
go morador no Rio-Formoso, que tenha a bon- I Prl IP P\ I*I1*1 II hO
dade de vir ou mandar pagara conla que o *-4V'* -1 \M.\s i^Cll Hil llIJcl.
TiT- ?fi n5 ign,r;1 : mcs.mo Sr- Pd-St Na rua da Cadeia d0 "ece, loja n. 50 de Cu-
?h^hn,abWlW' !,de tCm'J ,mpor, em ca" nha e Silva- ha Para wnder'cea de-aruauba
tir.Hiij??. 9 superior, recet^temente chegada.
correr do martello
as seguintes raercadorias que devem fazer conla
a qualquer concorrento
Tapetes dela para forro de sala.
Camisas de la de cor compridas.
Saceos c malas de la para viagem.
Cobertores de la de cr pxoprios par militares.
Meias de lia de cor.
Capachos de palha inglezes.
Botas inglezas o bezerro.


DIARIO DE PERNAMBUCO. QUARTA FF.IRA 4 DE JANEIRO DE 1860.
*^l&.Wa
(5)
(KEMP ^EVAYORK)
PILULAS VEGETAES
ASSUCARADAS
NEW-YORK.
O MEI.IIOR REMEDIO CONIIECIDO
Contraconslipicoes, ictericia, affecres do figado,
febres biliosa:, clicas, indigesloes, enxaquecas.
Hemorrhoidas, diarrhea.doencas da
pelle, irupces.e todas as enfermidades,
^PROVENIENTES DO ESTADO 11' 11 ; 1)0 SAS6UB.
75,000 caxasdeslc remedio cousonimem-se an
nualmcutc I
Remedio da naiurczu.
.Vpprovado pela faculdade de medicina, e re-
commeudaao romo o mais valioso catrtico ve-
getal di; lodos os conhecidos. Sendo estas pillas
puramente vegetaes, n conten ellas nciihum
veneno mercurial nem algum onlro mineral ;
freeisa-so de urna ama torra uu captiva
! para o servico de urna casa de familia, o que se
preste a comprar e a sahir a ra era objectos do
servico : na ra larga do Rosario n. 28, seguudo
andar.
COMPAiflULl
ALLIANCE
EsUibclccia cm Londres
t&sp m mu.
CAPITAL
Cinco mVUiues de IVLraa
esterlinas.
Saunders Brothers & C* tem a honra de In-
Tormar aes Srs. negociantes, proprictarios de
casas, eagnemmais conrier, que esto plena-
j mente autorisados pela dita companhia para
I eflectuar segaros sobre edificios de lijlo epe-
dra, cobertos de telha e igualmente sobre os
objeclos que contiverom os mesmos editicios,
quer consista em mobilia ou cm fazendas de
qualquer qualidade.
Traspassa-sc o arrendamento de um enge-
nho distante desta praca duas legoas, vende-se
una parte no misino engolillo, machina nova a
vapor, distilaeo nova c beni montada, 22 bois
de correia, seis quartos, algumas obras, stira
plantada, etc. etc. ; lrata-se na ra do Crespo n.
13, luja.
03 abaixo assignados liquidatarios da taber-
na sita na ribeira da boa-vista de Manoel da
LICES PMTICAS
DE
ESCRITA COMMERCIAL
Por partidas dobradas
M2TTIMMKI
Ra Nova n 15,segundo andar.
vi. FonMcrii deIMcdclros, escriturario da
I tbesouraria de fnzenJa desta provincia, competen-
j lemente habilitado pela directora de instruceao
publica para leccionar arilhmeticn nesla cidade,
I tem resolvido juntar, como complemento doseu
| curso pratico do escriluracao por partidas do-
bradas, o ensillo de contabilidade especialmente
na parte relativa a reduivao de moedas ao cal-
culo de desconlos e juros simples e compostos,
conhecimenlo inlispensavcl as pessoas quo de-
sejam cmpreiar-se no commercio ou que j se
acliam nelle estabelecidas. A aula ser aberla
no dia 15 de jauciro prximo futuro s 7 horas
da noile ; e as pessoas que desejarem malriru-
lar-se podero deixar seus nomos em casa do an-
nunciaute at o mencionado dia.
DELICIOSAS E I.NFALLIVEIS.
FOUllMlAS IMlU 48<;0.
Esto venia na nvraria da praca da Inde-
pendencia ns. 6 e 8 as folhinhas para 1860, iin-
pressas nesta typographia, das seguinles quali-
dades :
M?OLHINHA RELIGIOSA, conlendo, alm do
kalendario e rogulamento dos dircitos pa-
rochiaes, a coiitinuaco da bibliotheca do
Cristo Rrasileiro. que se compoe : do lou-
vor ao santo nome de Dos, coroa dos ac-
tos de amor, hymnos ao Espirito Santo e
a N. S., a imitacao do de Santo Amhrozio,
jaculatorias c commemoncao ao SS. Sa-
cramento e N. S. do Carino, exorcicio da
Una do (lonlftiiiz
N. 8. Armazem da Foz N 8
VenJe-se superior Girimuns granJes e ba-
ratos que admira.
ri
Fugio
Do Emgenho Aran da connnarca de (ioianna
0 eseravo fulla Je nomo Joaquim, pouca Laiba
cdieca compiida ollios grandes c enfumassados
tem urna matea de feida na peina esquerda
Via-Sacra, directorio para oradio mental, junto do j, pos malfeitos e bem marcadas de
I>
Silva, rog.lo a todos os credores la mesma para
esto bem acondicionadas cm caixas de folha pa-1 apreseniarem as suas comas competentemente i
ra resguardar-sc da humdade. justificadas, al o dia 8 de Janeiro prximo, no
Sao agradaveis ao paladar, seguras e efiiea/e l*___,-..._. n s i n i :
-m sua operaran, eum remedio poderoso para ai es,r,l'lono ,!e *>va*sos Jnior & C. r,ia do pactlhi<; YP"ptllP juyentude, puberdade e velhice. Amorim, a lim do seren examinadas, nao se, **" it0i,iut3 B Jveiup
respiisabilzando os mesmos por qualquer du- COlllrl 3S loiIlbriglS
vida depois do dia marcado, por ter de se fazer
o rateio do produelo dos gneros existentes na approvadas pela Exm. inspeceao de esludo de
mencionada taberna. \ H.abaDa P ""J" &. netas de hy-
n -r oa i i i j Q-n i gane publica dos Estados Lindos e mais paizes
Itecife 30 de dezembro de i8o9. ,|a America.
Travassos & C. Lopes Irnios. Th Garantidas como puramente vegetaes, agra-
mas Times, i daveis vista, doces ao paladar sao o remedio
Offereee-se um rapaz portOgue. par. caixeiro J jjjjjjj* usam nau-
alquer eslabelecimento o (jual tem bastante | Testemunho 'expon'.aneo em abone das parti-
lanto pa'a ebta Provincia como para i lhas de Kcmp.
| fora della qncm de seu presumo se quizer utilisar s<"s. I). T Lanman o Kemp. rort Byron
deriga-se a ra da Sesada Velba n. 50. luu i^ff^J r~ nhreu As pas,"!?a
v o r i .- i 'l"e \rnrs. fazem, enraram meu Iilho ; o pobre
-\a povoajao do Sanio Amaro Jaboatao, lia rapaz padeca de lombrigas, exhalara um chai-
una casa de pedra e cal, muito grande ecomjro ftido, tinha o estomago inchado c continua
mobilia, para ^ alugar por pre^o cor.imodo, na comiebo nonanz.tao magro se poz. -ue eu
Lea-se o follietoque acompanhacada caixa.pelo
qualse licar r. inhecendo as minia curas milagro-
sas quelem elfertuado. D. T Lanman & Kemp,
droguistas por atacado em Nova York, sao os uui-
cos fabricantes e propietarios.
Acham-se venda em todas as boticas daspiin-
cipaes cidades do imperio.
DEPSITOS.
Rio de Janeiro, na ra da Alfandega n. 59.
Babia, Gei m uio & C, ra Juliao n. 2.
Pernambuco, no armazem de drogas de 3. Soum de qualq
i: C, ra da Cruz n. 22. > Dra.ra
Jos Antonio Moieira Dias & C., rontinuam |? .'
lindo sorlinieiilo de obras de ouro, diamantes e
biilti.'intes: a ratjr no seu cscriplorio, ra da
Cruz n. 26.
Manual de con tas feita*
pata ..'ompra e venda de assuear, algodao, couros i 1 .',' c
e mais objeclos de peso, obra muito til para lo- ames Lneas Uomes da Silva, e seu irmao
das as pessoas que negociam com dit >s gneros, Joao Cancio Gomes da Silva, vo a Maceio, a
c para os senhores de engenho: pois cm m negocio or.do pre'enJem demorar-se oilo a dez
lance de vista podem saber o importe do qual- j r
quer porgo de arrobas e Ulnas; 1 volume bem .
encadernddo por 5J0O0: vende-se na livraria! Aluga-se um primeuo andar de sobrado pa-
economica, deronte do arco de Sauto Amonio,. ra algum eseriplorio de advogscia, na ruado
ra do Crespo n 2, i Oeimaj0 n. 20 na mesma achara com quena
Curso de preparatorios. iraiar-
O Sr. Jorge (uillierme Matta tem
O baeharel A. R. de Toares Randira, proles-'
sor
dest
Pf .
phia, linguas franecza e ingleza ; a casa de sua Vt, renaetuaa do l'ara no vap
residencia, ru; larga do Rosario n. 28, segundo Izrro do Sul, para llie ser ntreme
aodar.
= Precisa-'
lemia pcrde-lo. NesUs circuaulancias um visi-
nhn meu disse que as pastabas de Kemp tinbam
curado sua tilha. Logo quesoubc disso, com-
prei 2 vidros de pastilhas e eom ellas salvei a
vida de meu llbo.
Sou de Vincs. seu amo agradecido.
W. T. Floyd.
Preparadas ao seu laboratorio n. :tb" Gold
Strcel pelos uincos proprictarios D. Lanman e|
Kemp, droguistas por atacado em New York.
Acham-sc venda em todas as boticas das
| principacs cidades de imperio.
B
dividido pelos das da semana, obsequios
ao SS. corncao de Jess, saudacoes devo-
tas s chagas de Chrislo, oracoes a N. Se-
nhora, ao patrocinio de S. Jos e mijo da
guarda, responcu pelas almas, alm de
outras oracoes. Prn_o320rs.
ITDE VARIEDADES, conlendo o kalenda-
rio, regulamenlo dos direilosparochiaes, o
uma dollecco de ancdotas, dilos chisto-
sos, contos, fbulas, pensamentos moraes,
receilas diversas, quer aerea de cozinha,
quer de ciiliura, e preservativo de arvores
c fruclos. Ti ero 320 rs.
ITA DE PORTA.a qual, alm das materias do
costump, conlm o resumo dos direilos
parochiaes. Preco lO rs.
Jockey club.
A commis-ao directora tem marcado o dia 19
de Janeiro prximo s 4 horas da tarde para a 2a
corrida no prado Piranga, sendo os premios e
entradas para as tres corridas aj seguinles :
l." corrida 1,(300 bracas.............. 2<)()000
Entrada......."................. 8 2.'1 corrida LOO bracas................ lOngOOO
Entrada....."....................[0)000
3." coi i ida 700 bracas................ lOjfOOO
Entrada .'.................. 60:?iMHJ
Os socios que quizerem inscrever seus cavados
deverso dirigirse an secretario da enmmissao
directora at o dia 1 i do mesmo tan, depois do
qual nenhuma inscripto lera lugar.Sontos
Jnior, secretario.
NICA, VERDADEIRA E LE-
GITIMA.
SALSA PARBILU
DE

bixos quem o pegar podeentrcga-lo no dito lin
genho a seu letihof ou nesta Cidade, no escripto-
rio na ra da Cadeia n. iO quo teta generosa-
mente recompensado.
O Sr. Marros AgopKo Xavier Ramos, quei-
ra fazer o favor de vir ra do Raugel n. 0, a
negocio de seu interesse.
O Sr. Jos Pacbceo de Mcdciros dirija-se
ra da Madre de Des, n. 2, a negocio de seu
interesse.
Vende-se una casa terrea na ra da Praia
c uiu terreno na ruada Concordia: quem pre-
tender dirija-se ra Direita, n. 60, luja de fu-
nileiro.
Collegio do Bom Coust'lho,
ra do Hospicio. Q. 19.
0 director faz .ciento aos esludantcs de pre-
paratorios que est aborto o curso da ferias
Recife. 2 de Janeiro de 18C0.
Na galera e offU-ina |diotographica da ra
Nova, n. 18. primeiro andar, continua-se a tirar
retratos pclosystema norte-americano. A per-
feicao dos trabalhos sabidos dcste cstabeleci-
niento lao bem conheeida do publico desta ca-
pital. Ah se cncontra um variadissieio e csro-
ihido sorlimento de caiiiulias e quadros de to-
das as qualidades e laroanlins. Na mesma casa
se vende urna excellentc machina com lodosos
perlcnces. uccessarios para o daguerreo-
typo.
Na ra Nova, n. 18, pumeiro andar, ven-
de-so por 70jj ris uma carteira homcopathica
com 212 tobos de medicamentos em diflcrenles
dinamisacoes e preparados no laboratorio de Wo-
ber em Pars.
Un vol de agradec-
ment.
O abaixo assignado, passagoiro do hiato .\o-
vae*, viudo do Maranhao, procedera ile urna uia-
ncira opposla aos seos senlimentos, so deixasse
de agradecer nubliramente ao digno capito des-
' te navio, o lllm Sr. Joaquim Jos Mendos, smi-
I zade, alten'jes e delicadeza com que o Iratou du-
' ranle a viagem.
O lllm." Sr. Mondes, nao se contentan com
tratar o abaixo assignado, de urna maneira lao
Jistincla. quiz tambem ser generoso, recusando
receber do'mesmo, o pagamento das comedorias;
imitando assim, o procediraenlo do prnprielam
Escrava fgida.
Fugio sixta-feira 30 de dezembro da casa
que moro no Uonteirojunto a retinacao, urna n-
crava de nome Anna. mulita, j de seus 30
nos. loma muito rap, alta, levoa bastante roupi .
mais deve andar de luto, desronSe-se que esto
acoitada por Cabovd, l'o o ele, ou para Deb-r.-
be por estar 15 um pelo do seu conhecimenl i
rogo poilaiiio alguem que se nao illudam com
suas cantigas onn nisso ella una e aos senhoi- <
da polica, caphaes Ce campo, pedestres etc.
aprehem'io da mesma que serio bem recomj
sadose a ievem a mi lia casa no Monteiro ou na
ra da Praia U. |5.
KM tarFerreiraCoelho.
Novos medicamentos ho-j
J meopathicos enviados^
H ila Europa peto Sr. Dr.jf
k Sabino O. L.Pinho.
Estes ruedieaiientos pieparados espe- it
cialmcnte segundo as necessidades da *
homeopailiia no Brasil, vendem-se pelos Si
precus conhecidos na botica central lio- JF
menpalhica, ra de Santo Amaro W-iido
Gutmaraes a Rocha rom luja de miudc/as
na ra do Quoimado n. 33 A, fazem scient
repartices que cobran o imposto sobro a uer-
fumaria, une deiaiam do ven ler do dia 2 de ..-
neiio d- 1800 em yante dito artigo.
Vendem-se fzandas por barato
prreo e algnmas por menos de seu
calor para acabar, em peca e a roa;
DEPSITOS
Soum
alugar urna escrava para o ser- "^propria.
vico interno e externo de uma casa, assim como i
tambem um escravo : na roa da Santa Cruz n. 66.
ranv
GABINETE PORTUGUEZ
DE
. 3l
Achando-se vago o lugar de guarda do Gabine-
te Poitugiiez de I.eitnra, a respectiva directora
taz publico a todos os senhores que pretenderem
: o mencionado luga/, para que facam seus reque-
; rmenlo mesma directora, acompaahados de
dad
midades resultantes do empresa de mercurio,
ulceras e erupcocs que resultam da impureza do
sanguo
CAUTELA.
Ao hotel Trovador, ra
larga do Rosario n.46.
francisco Garrido, dono deste eslabelcciinenlo
tem a honra de participar a seus freguezes e ao
publico em geral, que achirao sempro em seu
hotel comedorias diversas a qualquer hora do di;>
O Sr. thosoureiro maBda lazet DU-1 !222?!Sf,I^i!lIltS!!!fa?L ^!!f^l.^?f2?^,,, u'r''mos >em eomo so encarrega de apromptar jantares
, ,ii- mesmos prelendenles as balnlila^oes que exige -para tora e ludo com o mato;- aceio e prorntili-l
blicoque se achara a venda todos os das scmelhanle encargo. dio ; os amadores do bom vinho ah o encentra- >
d.is 9 horas da manhaa as 3 da tarde, Secretaria do Gabinete Portuguez de Lcitura rio de lodas as qualidades assim como os bellos
no pavimento terreo da casa da ra da :'! d'; dewmbr0 do 18a9> c ,,,-,..,, ft0'. nMaHbaf c dlas cados
. i J- Aurora n. de nascasas comraissionadas 1." secretario. I da madrugada em diante. Tambem cxislem na
pelo mesmo Senhor thesoureiro na pra-' ':~ fferece-se um rapaz para caixeiro de ta-, mesma casa dlrTerenles quarlos motilados a dis-
.....r i for* desta praca. ou mesmo para algum i posicu do puldico e ludo i>or mais moderado
O Dr. Cosme de S?" 1'ereiral
ea da Independencia n. 14- e 1G, os i engenho, o qual d conhecimenlo a sua conduc- proco do que cm outra qualquer parte.
bilhetes c raeios ua ultima paite da ter- t,1> e l,ln negocio se fara : quem pretender, an- t;. J. Astley, subdito inglez relira-sc para
ceirae primeira da quarta lotera do;n,I"cic para ser procurado. Europa.
Gymiusio cujas rodas deverao andar! A(ikH"l|/l
tnpretetlvelraente no dia 1 i- de Janeiro I lilCIiyUU
do anuo provimo futuro. Pergunla-se ao Sr. Jos Ignacio do Monte, se
Trpnui-aria rlac Inimat 91 An Aou\e" Podia ou achava-se autorUado a vender um \m& f; ..._____ ."
hesouiaria das lotera 21 de de- casaj de cadelHnhas do ra,.a,,,, lilb perleMceI1,e fibra aturopa contm
zembro riel So.Uescrivao, J. M. da lao abaizo assignado, os quacs achando-se em J|cicio de sua prolissac
Cruz. ;>';' P"d.-r at que fossem ciados, aconleceu que, \ 1)u- consutas em gcu cscrpto-^
lendo o mesmo abaixo assigado os mandado bus- S ^ l '<
car no dia 27 de novembro do anuo passado, do|sfc^10 n0 Dairro do Kccite, ra l. $K
poder do dito Monte, por ja terem mais de tres ggCi'UZ n. 53, todos OS dias, menos'
mezes, este os dcixra de remetler, disculpan-
do sitio Caixa d'Agna um boi preto : quem o en- do-so que. leudo a cadella sabido a roa no indi-
conlrar ou der noticia na ra do Livramento n. cado dia 27, acompanhada dos seus lilhos, vol-
. ser bem gratificado. | tara s, dizendo elle terem sido roubados os mes-
O abaixo ussignado comprou a venda de j mos lilhos. Admira, Sr. Monte, que se dsse isso
las da .Silva Fc.ireir, sita na Capunga, tua h"'" ninguem ver, em uma ra lao publica como
do Boa-Ventura n. 1 quem se iuigar credor ^uiATaIlhje J* Impe,r*lrLz" ,? f"rU d?9
Icadellinhas lira por sua cunta, sr. Monto, pode
ser que se descubra quem os furlou por diuhei-
i
apilan Mondes, e um contraste do que teve
o Sr. .los Francisco Aileiros, proprielario do na-
vio Linda Paquete, no qualdeixou devir o abai-
xo assignado, por nao poder dispr de avullada
quantia, como succedeu ao seu companheiro de
D. T. Lanman & Kemp, droguistas por atacado infortunio, o Sr. Wanderley, que deu pela sua
ew York, acham-se obrigndos a prevenir ores- passagemede sua senhora, nosto navio, dous
pettavel publico para desconfiar de algumas te-
nues imitaces da Salsa Parrilha du Brislol que
boje se vendenesteimperio, declarando a todos
que sao eles os uniros propietarios da receita
do Dr. Uristol, tendo-lhc comprado no auno de
I ooo.
Casa nenhuma mais ou pessoa alguma tem I
direito de fabricar a Salsa Parrilha de Bristol
porque o segredo da sua preparado acha-se so-
mente em poder dos referidos Lanman & Kemp.
rara evitar engaos com desapreciareis co-
binacoes de drogas perniciosas, as pessoas que
quizerem comprar o verdadeiro di ven l>m ob-
servar os seguinles signaes sem os uuaes qual-
quer oulrapreparacao falsa !
1" O envoltorio "de fora est gravado de um
lado sob uma chapa de ac, Irazcndo ao p
seguinles palavras :
D. T. LANMAN KEMP
SOL AGE.NTS
.\. 09 Watei
as
contos de ris !!!
Receba por tamo o Illm.Sr. eapilo Mendes,
eslas singlas cxpressOos de agradecimeuto como
um lestemunbo (ainda que fracojdoseu leconhe-
cimento ; seulindo nao poder oiTcrlar-lhe cousa
mais valiosa.
Pcrnambuco 2 de Janeiro de tStiO,
Francisco Jos de 'aula.
Qiicijus Londriiios
E
Presuntos inglezes.
Francisco Jos I.eile receben ltimamente pe-
lo paquete inglez muito frescaes queijos londri-
UOS de i a 5 libras cada um, e excellenles pre-
suntos, pelo que vende por batato [ireco: na ra
do Imperador II. 12.
Joo Raptisla Sabino subdito napolitano,
loao Barzoly, Martin Juste e Francia 1'./ ny sub-
; Jilos losranos, vo ao Maranhao.
0 abaixo assignado, faz publico que fica
Desapparcecu
emendase tom o \f;ndeJor.
| nos dotningos, desde as 6 horas
jt as 10 da manhaa, sobre os
3 sefuintts pontos
H
Molestias de olhos ;
. Molestias de corcSo e
peito
m
umi-
Jos Ignacio do Val. ro. Recife 2 de Janeiro de iSO.llypnlito Car-
... ... .. .... calhode Yasconcellos Albuquerque Maranhao.
T>r~, Z\u r"a d LwrameDt.,n- -{0' A mesa regedora de Santa Cecilia avisa a
nhoVe 5S -,01,n10urc0,ina -guintes se- ,0l1os s SCMS ir5aO9.qu0 cunjprara eclam.mte
Manuil.Al os Va". Pr- Manoel Mo- comoarti 18, quc m*nlt aaTK,atl0. iu fl,(.,.0(S
*.P.Sh m ift00/S?S! 1'er,c",1 A'lomo o procurador geral. sob peuna da multa que:
i'./, ? irVl- \i?'Tn,," dt Mra"5 ""'ca o mesmo compromisso.
i mShJmS *JllE Hk i -Precisa-sede urna ama: na roa da Cruz |
A liberta Uan, cnoula, embarca para o i n r
Rio do Janeiro. "
t^ !- Publicando Iliteraria.
IJCniCS SLVl ICIl^S. Guia Luso-Braaileirodo Viajante da Eurcpa-
M^KlMK,KJ>J %*.! UUVlU\>^i ., VU| em4"de500pag.: vende-se na mao do
Francisco Pinto Oxorio tem a honra de scien- autor ra do Vigaiio n. 11, brox. 3$ encad i.j
lificar ao resucita.'e! publico desta cidade, que'
est de posse da machina a vapor vulcanie ;' v^w-S-lri--t--TVI-t-t --4-i--J-i-v~-J-.?
colloc. den.es por este novo sys.en.a ainda nao g^S^ga^T?pr*?SS,^
visto nesta cidade, e lalvez em lodo o Drasil por j gj
.ser um systema inleiramenle nevo, e por conse- |
guete muito fcil para as pessoas quu so vcm
na precsao de usar del les ; tambem os colloca
por moio d chapa cm ouro ou platina com molas
ou p**la pressao do ar, calca os que esto em es-
tadode caria com ouro e massa adamantina, e
outros massas brancas, porpregos razoareis, po-
denda ser procurado para este fim em sua mora-
da, na ra estreita do Rosario n. 3, a qualquer
hora do dia.
O advogado Souza Res mudou o seu cs-
criplorio para a ra larga do Rosario, sobrado da
quina n. 2.
o'
Ofl'ei'ccc-si un honiem capaz
rom familia para feilor de sitio, que
eiilcntlc perfeitamente de plantares:
en^ta hpographia se dir.
agencia dos fabricantes america-
nos Grouver & Baker.
Machinas de coser : em casa de Samuel P.
Jobnslou & C, ra da Senzala Nova n. 52.
Aos senhores de engenhos e aos plan-
tadores de capim.
Na Cabanga junto ao motadouro publico,em urna
filnca que all se CSlabeleceu, vende-so sangue
d '. boi reduzido a p para servir de extrume na
p antaoao das canoas dti assuear por meio das
covetas, cujo systema de planlaco ser ensina-
do por um follieto, que alii se distribuir a quem
comprar mais de 20 arrobas. As experiencias j
citas nesta provincia e em algunus parles da
Europa ; garanlem o bom resullaJo, que se pode
filiter da applicaco desse extrume o mais pode-
roso de todo?, nao s para a canna, como tam-
bem para o espim. Este exirume lera aproprie-
dade de desenvolver a vegelacao da caima com
un;a for^a tal, que no fabrico do assuear vai a
produzir o tripulo de assuear, que poderia pro-
ducir sni o emprego delle : e c quanto ao ca-
pim. que hoje j objeelo de grande inleresse,
tal a influencia, que na baixa que der dous cor-
tes de capim em tres mezes, com a applica^ao
do sangue pode dar qualro de muito bom capim e
abundante. Averte-se aos prelendenles, que o
an-$.l,; assim preparado pode ser conduzido em
eaecos; quem desejar tirar o raaior resultado de
das plaat-''Jes, procure na fabrica da Cabanga, ierra.
a qualquer hora em seu consultorio io-
meopathico
28.=RUA DASCRLV.rs 28
ONmesmo consultorio acha-se sem-
pre grande sorlimento d> medicamen-
tos em tinturas e glbulos, os mais no-
[vos e bem preparados, os elementos de
3 bomeoualhia e Nyslem diccionario dos
2jttermos de medicina. g
MOR LIAS
Envernisam-so mobilias mais em cunta do que
em outra qualquer parte: no paleo do Carmo
n. 24.
Antonio Alberto de Souza Aguiar tem para
vender em seu armazem na ra do Amorim n.
52, barris de 8. com o mais superior vinho do
Porto que se pode encontrar em nosso mercado.
Desappareccu na madrugada do dia 23 do
correnle, do lugar da Capuuga, um cavado ruco
cardio. altura regular, com marca no lado dire'i-
lo ; se alguma pessoa liver delle noticia, diiija-
se a ra da Cadeia do Recife n 5G, loja de ferra-
gens de Sampaio Silva 4 C., ou na ra da Ca-
punga no sitio de Francisco Custodio de Sam-
paio, que ser bem recompensado.
DENTISTA FRANCEZ. ^
r> Paulo Gaignoux, dentista, ra das La-
) rangeiras 15. Na mesma casa tem agua e *<
J^ p dentilico. J*
X A. A A A A.JUJUJL. Ai. X A i. i A AA Xi. Ai. X A*
Vaccina publica.
Trausmisso do fluido de bra^o a braco, as
quintas e domingos, no lorrcio da alfandega, e
nos -atibados ate as 11 horas da manhaa, na re-
sidencia do commissario vaccinador, rna estrella
do Rosarlo n. 28, segundo andar.
Chafalla.
Acaba de chagar novo sorlimento decha-
falia no Armazem de fazendas de Raymundo
Gailos I.eile & Iriro, ruada Imperatiiz n. 10
serve para lomar os movis velhos novos, sem
precisar raspar ou lirhar.
Mr. Thomaz W'hiie retira-se para Ingla-
Molcstias dos orgaos da gera-|^
cao, e do anus ; ?f
^4*. Praticara'toda e qualquer/;(?
operacSo quejulgarconvenien- f,
topara o rcstabclecimcuto des
seus doentcs. fjB
O exarae das pessoas que o con- a?J
jsultarem sera' feto indtstincta- ^
'y mente, e na ordem de suas en- Wk
pi tri.das; lazcinl excepcSO osdoen- cj^
ra tes de olhos, ou a que! les que por Sm
H inotivojusoobtiverem hora mar-! C
^cada para este lira. |'t
A applicacao dealguns medica ?
JA montos indispensaveis em varios f
casos, como o do sulfato dealro- HE
pina etc.) sera' feto.ou concedido ^
gratuitamente- A conllanr^a que^
Jnelles deposita, a presteza do sua |>
jjacciio, e a necessidade prompta |>
fojde seu emprego; ti tudo quanto o t&
jdemove cm benelicio de seus ^6
i doen tes. EE
Street.
2 O mesmo do outro lado tem um rotulo em dissolvida desde boje, e em llqiiidocao a socii -
papel azul claro com a firma e lubrica dos pro- I ,'ai'<> I1"-' l'"ha com o Sr. Antonio Jos Ca
pnetarios. Guimaies sob a razo de Luiz Jos d;: Costa fi
3o Sobre a rolha acha-se o retrato e firma do ] *-Luiz Jos de Amorim,
inventor C. C. Dristol em papel cor de rosa. ; Hccifedl de dezembro de 1859.
ua no exer-SSfil Q" fls diregdea juntas a cada garrafa tem Arrende-se a familia capaz, o 1" andar du
ssaoi rnedM i'C nma Phon'x semelhanle a que rai cima do nre- > l,ecr doCampello n. 4, proprio para pou< a fa
^> sent annuncio. lia : a tratar na mesmo.
^^^B^v- l Curso de rhetorica.
^iSs^sks&^^^s ^ sivtfiss:corrci,,c ",o/: Da ruj ni-
de pouca familia, pagn-se bem : na rna do llo>- "'U'" "V i .
Dicio casa torrea cniuu.le ao collegio de Nossa t ai'llUia (IC lliaiKllOCU
beiibora do lom Lonselho.
Percisa-se de um canceiro forro ou cap-
livo, para conduzir liiolo da caniboa do'Uuliro
.. .... i cn uma canoa de 1000 para o Hecife, sondo rinba de mandioca, dilos com milbo muito no-
canoeiro, e que trata da sua canoa ; pa- vo, courosde cabra cm porcao ou a relalho, ludo
os do que em oulra qualquer
}ueimado, loja de feragens
lio :
por
ni ra lo Queimado
, 10
de^
Attoiicao.
Vende-se uma canoa de carn ira, consl
de sicupira, amnrello e louro, enravha la i
gada de cobte, forrada com zinco, con p i- ,
tjldo, toldo e gmrda patrio, bancada e \
do mellior gesto que poite appart er a
na ra de llorlas n. 11.
= Vende-se un a paite de Ierras do eng i I i
Cael existente em Mari, ota I :mo de Iguarasi i
a tratar com Jos Azevedo de \lirado, na i i
do Crespo, loja n. Iti 11, ou com o Sr. '
Antonio Goncalves Lima, em Sanio Anta i
Furto.
Ao amanhecer do dia 19 de ilezomb
anuo de 1859 fiirlaram do nji nho i a< ii ul<
marca de Nnzarclh, tres quarlos, sendo imca:
lauho escuro, ferrado no quarto pierdo ;
rastanho com os i p- assignalados de li
sendo os das maos pequeos, um pequi i
branco na testa e a cauda um punco loria, ri :
rado noquarlo dircilo ; o o ulro lambem c
ribo, dous pos assignalados de branco, c un
nal pequeo tambem branco na testa, rom
s ferro n o qliarlo dir?ilo. ferro de lodos m
1 grande coitado com um C de maneira
primeiro Ira. o do \ com o corle do (. forma uro
G, e oulra Iraco do \ firma um 1 pequeo qni
der noticia cerla de ditos cavallos receber zjS
por cada um, e quem os apprehendcr com os
droes receber 150;$ de Antonio Jorge Guerra,
na cidade do Recife, ou em dito engenho.
No dia ;1 de dezembro do auno lindo de-
sappareceu do paleo de Pedro II um bol n
alvaccnto, lamanlio regular, pon a poi
chifie quebrada, quem << liver pode levar
eslreita do Rosario, o. 20, que ser bem recom-
pensado.
Attenco.
A companhia do gaz pedem
aoslllms. Srs. assignau tesqui1
Liverem gaz collocado nos seus
armazens, lojas ou casas par-
ticulares quequando no mes-
mo acontecer harer qualijuei
defeilo, queiram participar
por escriplo a pessoa que es-
liver encarregada dodeposito
na ra do Imperador n. 11 das
0 horas da manhaa at da
tarde ou na rna das Cruzes n.
0 (loja) residencia de um dos
machnistas antes ou depois
desta hora, atim de que seja
logo dado as providencias.
N. 15. As reclamaces nao
devemser leitas no escripto-
c milho.
bom
de
!p-
tu
ga-se muito bem, na na dos Quarteis nadara se V|,,"ie Por n,enos
n. 18 que achara com quem tratar. _\a mes- {fi "ia d Q
ma Sem porpes de bairicas issias boas, algumas \ Vendem-se fo
com pequeos do fei'.OS danJo-se as segundas |P
por preros muito laixos. I''
Manoel Antonio de Jess. !op,im? "fenfo pela economa de gastar um
de ;,

jes de ferro econmicos, de
tenle, para casas de familia, conlendo A torna-
bas, e Torno para cozinha com lenba ou carvfio,
. i terco de lenha ou carvo dos amigos, o de cozi
vende-se um escravinho de 10 para 11 > nhar com mais presteza, tem a dierenca de se-
annos, erioplo, vindo do Ico : na ra da Cruz, i re ni amoviveis, oceupsrem nono espaco da
armazem n. 33 'casa, e do fcil eoudurco: vendem-se porpre-
; eos muito mdicos, na fundico de francisco A.
' C.ardoso (Mesquita) ra do Drum, e as hijas de
lerragens de Cardoso, junto a Conceico da pon-
; te do Recife, e roa do Queimado n. 30.
>enile-se dous escravos muales pucas; na: Compram-se moedas do 203 e l;C00 : na
ru
Esi'ravos.
ua "ia Cadeia do Hedfe prirruiro andar n. ^S, PraCa lla Indepondcncia n. 22.
scriptorio de Giuget Irmaos. i,- ~" ,Pr,eosa-9 de "' peqoeno que lenha pra-
1 e tica de taberna, prefere-sc dos ltimos ebegados:
no pateo da Sania Cruz n. 2.
Aluga-se
na ra da Cadeia do Recife n. 5, uma sala c um '
quarto proprio para cscriptoro : a tratar na mes- I
ma casa.
ROUBO.
Para o amaiihecer do dia quinla-feira 29 do i
correnle dezembro, roubaram de dentro da es-
tribara um cavallo mellado, bastante gordo,
cima e cauda pelas, castrado, com urnas pintas de Leile ^orreia ero liquidado, o obsequio
pretas no lado esquerdo do pescoco, como se' de mandar saldar seu3 debilos na ioja da ra do
Interesse itera!. **??
O : cado, o qual deve dar llanca de sua conducta :
Na cocheira da ra da Florentina, que fui do! "O Livramento, 1 >j;i u. 9.
lenenle-coronel Sebasliao Lopes (iuimarae*,' g~\ i .
lrata-se defeca valles a I? por por dia e \jY& UG CamailDa
noile ; islo meiade do prego porque se traa i ... ,,.,
iralamenlo, o a experiencia conveneca. ,
Advertencia.
C, excepto no caso de nao se-
ren atteudidos por quah[uei
dos primeiros cucarregados a
recehe-los.
Fabriea do gaz 22
zeinhro de 1859.
Vendm-se canoas de imarelb
pa'mos de comprido, cui bocea suflicienle,
to bem feitas, por t mmodo : na ni
Vgario n, ">.
Antonia Mara Magdalena viuvj
de Joaquim Jote de Olivetra avisa ao
publico em como o Sr. cupito Feli."
Francisco de Souza Magalliaes e a ni-
ca pessoa encarregada de todos os ne-
gocios de sua casa para cujo fim o tem
constituido seu procurador balate.
r= Conlinua-sc a propalar bandeijas cnfi
das com bolinholos do liversas qualidades, .-
melhorrs e mais baratas do nosso i icrcado a--
sim como bolos iuglezcs, podius, paste
e ceme ou outra qualquer encomtueuda d i
ja-sc roa da P.uilia n. -", para ..;.-- i
Trspasse-se o arrendamento de um En-
genho muito peno da pnca, vende-se uma par-
t abaixo assignado faz publico que o Sr. I >s<
-t.....
J. Praeger i C ra la
Cruz it. II.
Receberam ltimamente
Vinio mu&catel moussen J
qualidade.
Champagne de Eugene Clicquot.
e sup<
te do mesmo Engenho, urna maquina a vapor, I toDe8 ArcofelSSlllrtio'eiioaTfcnWSZ. ,
urna cestilacao nova montada de um ludo, 22 xeiroem sea estabelecimenlo em Apipucos, des- BWCO*OS ingiezes e benbttrguezet.
bois de carro, 6 qiisr:os, e oulros objectos: de ** dodezembro poximo passaJo, e qu nao Agua de Selle,
traela-se na ra do Queimado n. 10. se responsabilisa por qualquer debito contra- Vinho
Rogn-se aos Srs. devederes a firma social
; hido pelo mesmo Jos Joaauim Mees.
fossem qucimaduras, j velho, e t'em os dentes
quebrados ; quem o roubou leve a afouteza de
quebrar a fechadura da estribaria e arrancar es-
lacas grossas de una cerca, afim de dar passa-
gem ao cavallo : roga-se, portanto, a todas as
autoridades policiaes, e mesmo a qualquer pes-
soa a quem possa ser olferecido dito cavallo, que-
so dignem npprchende-lo e mandn-lo levar na
freguezia do Poco da Panella, no sitio do abaixo
assignado, que pagar lodas as despe-zas.
Jorge Yiclor Ferreira Lopes.
Pao d'Alho.
Novamenle roga-se ao Sr. Jos Garca de Sou-
za llamos, que >enha quanto antes pagar o que
deye na padaria do paleo da Santa Cruz n. 6,
pois j lempo bastante, c mesmo lem-lho sido
pedido por diversas vezes por cartas, e al o pre-
sente nao tem dado solucao alguma.
Rogo-se ao senhor' que recebe o foro da
casa da ra de Sania Rita n. 28, dirija-se a ra
do Vigario n. 10, a negocio de seu interesse
- Estevao Ribeiro, Porluguez, r*lira-se para
o Rio eje Janeiro.
de Doideaux, ehateau tafitte, I
Queimado n. 1().
]{ga-se aos Srs. desdores do estabele-
cimenlo do fallecido Jos da Silva Pinlo, o ob-
sequio de saldaren) seus debites na ra do Col- j i
Iegio venda n. 25 ou na ra do Queimado loja
n. 10.
O abaixo assignado declara ao respeitavel I
pnlliro qtiodeixou de Mi caixeiro doSr. Antonio
Alberto de Sonsa Aguiar, desde o dia 31 de de-
zembro do 1859.
Antonio Carneiro l'inlo.
Vende-se um grande lelheiro em um cai-
xo de casa na freguesia de Sanio Antonio com
pono do embarque muito proprio para armazem
de madeiras e maleriaes a traciar na ra da
praia n 27.
Catlos Aron vai para Mareio.
Aluga-se a loja do Paseio Publico n. 17
a traciar com Gamillo & C. no caes novo por
iraz da ra do Imperador.
rose, lamille.
1 raspassa-so a posse que o abaixo assigna- ,\ i c
do tem em alguns terrenos por detraz da ru. da V| J a "OIMa.
Concordia entre as duas Iravessas do Martvno e' DilOS londiinos.
Caldeireiro : quem os pretender, culendo-sefom | Vinho do Porto em r-m
o abaixo assignado, morador na ra larga do Ho- i D ",? ^ CW
Bario, padaria n. 18.Manoel Antonio de Jess, krvillias, nielas e qiu'i tas.
Aluga-se urna casa em Apipucos at o mez '[ Mustardc dt: (rauzer.
de abril, com minios commodos e estriban i para i m :. i .
8 cavallos, cocheira, puto do banho, ote. no *>
Sardinhas em meias tatas.
garrafas.
atorro da Boa-Vista n.'C3, segundo andar, ou rio
j mesmo lugar a fallar cen o Sr. Quciroga.
Vende-se um carro america-
no com aljium uso, com qua-
lro atst-ntos para um e dous
cavallos, pintado d- novo ; a ti atar na
ra da Aurora n. 20.
Vendem-te duas c nocas com dous
bois mancos gordos : a tratar na ra da
Praia n. 27.
- Xao ao Sr. Feliciano Rodrigues
da Silva que se chama pelo annuncio
das iniciaes F. H. S., e sim com uma
outra pessoa do interior.
Balancas decimats.
Velas stearinas.
Charutos de Ha vana.
Frutas em frascos.
Tintas emole;), latas de 28 libra.-.
Alvaiade em barril.
EiigDC Clicquot a Reims.
Adverte-te ao respeitavel publico de
Peinambuco que o nico deposito d
sua champagne para a provincia de
Pernambuco e em casa de J, Praegcr
C, ra da Cru:r r?. II.


(6)
DIARIO DE PERrUMBUCO. QUAUTA FF.IRA i DE JANEIRO DE 1860.
))eclarack>.
Rosa A Azovodo, fon taberna dn molliados na
ra Ja Praia u. 39, declaram ao Sr. arremtame
do consummo du agurdenle de produrcao bra-
sileir.i, que do 1." de Janeiro prximo v'iudouro
em diante deixam de vender laes bebidas, o por
isso os considere descuerados da respectiva col-
lccta.
Precisa-so alugir urna casa terrea eom
quintal, no bairrode Santo Antonio ou Boa-Vis-
ta : a tratar na ra da Cadeia n 45.
= Urna mulhersadia e que tem bastante lei-
te, offerece-se para criar : a tratar na ra do
Queimado n. 39.
Na ra do Trapiche Novo
numero 22,
caf restauran! du comraerce, precisa-se de dous
ajudanles de cozinheiros, ou de dous escravos
de pernea idade, que queiram aprender o ollicio
de coziulieiro.
Kua da Vnzala No va n. 42
Vende-sc em casa de S. P. Jonhston S C. ra-
quetas de lustre para carros, sellins o silhoes in-
gleses, candeciros e castieaes bronzeados, lo-
nas inglczas, lio de vela, chicote para carros, e
montaa, arreios para carro de um e dous cval-
os, e relogios d'ouio patente imilezes.
^ttiiuiKAQL j mt* ..* osa a os
MOSELLE MOSSEUXi
DE
Compra
Compra-se tuna titeira prelenn-
do-se de mola : na piara da lidepeiv
delicia n G c 8.
Compra se um Flos Sanctorum.
usado : na livraria n. 6 e 8 lia prac.i da;
Independencia.
= Compram-se as seguintes comedias Bor- '
ni ni o na l.ua, o Judas em Sabbado de A11 -1 : i a,
Q lera casa quer casa. Por causa de um algarls- ,
rao, A rosca, o Duelo no Terceiro Andar, o Ir-
mao das Almas e o Diabo na escola : nesta typo-
graphi.i se dir.
1 todimitiotm,
LONDRES
I em garrafas e meias gar-
rafas.
C.J. AstleyC.
i Seguro contra Fogo
COMFAHH1A
\wm
I LONDRES
% AGENTES
Queimado n. 0.
Grande e variado sorlimeoto
DE
Fazendas francezas erou-
pasfeitas recebidas em di-
reitura pelo ultimonavio.
-se as amostras com penhor.
Ricos cortes de vestido de seda de cores
de 2 saias............................ g
Ritos de ditos de seda pretos bordados a
velludo............................... $
Ditos de ditos de seda de gaze phatitasia g
! Ricasromciras defil e de seda bordadas $
Taimas de grosdenaples bordadas...... J
Chales de touquira brauco bojdadosa
30e................. 80g0f>0
Grosdenaple de cores de quadrinhos co-
lado ................................. 1JJ200
Dito de dito liso covado................ 1$8<)0
2&600
20<>0
2S5O0
pcchinclm.
Na loja do Preguica, na ra do Queimado n.
2, vendem-se pecas de chitas finas de cores fixas
lEKCW
DA
FUNDIDO low-mow,
Roa da Senzala Nova d. 12.
Neste estabelccimento continua a haver um
comapleto sorlimento de moendas e meias moen-
e de escolhidos padroes cora 38 covados cada das para euSpnho, machinas de vppor e taixas
urna, pelo baratissimo prece do 5S800, e em re-
talhu a 160 o covado.
Vendas.
Para concluir a liqutdacao das f.i/.emlus
da extincta firma de Leite & Correia,
| C J. Astley & Companhia. *
Meiiis de seda de peso
para senhora, brancas e pretas, e para meninas,
brancas e riscadas : vende-se na loja de Leite
vendem-se as seguintes k-zondas, por & irm;,0 na rua da r,dfiia do Recife 48_
muito menos de seu valor, na loja de gtlnO J 11 llliB mt9
qtntro portas da rua do Queimado.
numero 10.
Sedas pretas tarradas, superior quadade,
Ycniie-se
covado 1-5600,
Grosdcnaplc preto muito bom e largo,co-
va.io 2?000
Dito dito mais estreito, covado 1|600
salas decambraia para senhora, urna 800
liras e ntremelos bordados 320
Sorlimento completo de chita de cores,
covado 160 J
Dito de chitas largas francezas, bous pa-
droes e cores fixas, covado 2 50 &
Gangas de cores escuras e clara?, covado 200
0

3
-9 00 :
55000
1?80
240
160,
240
25000
GOOO
03000 i
i ti i de caiga de mcia casemira algCOO e 23000
Meias cruas para homem, duzia
- para dito muiUi superior, duzia
Ali alnado adamascado niuito largo, vara
i isas de coros fixas c padroes vistosos,
cava lo
Riscadinho francez, covado
Husselina de cores fixas. cova lo
Chales de lia com palma deseda, um
Corles do caira de casemira fina de cores
Ditos do dita prelu
Ditos de cullele de gorgurao com palma
de velludo 3000|
Ditos de dito de gorgurao e seda 2-5000 '.
Ditos de dito de merino bordado 3000
Lencos de seda pequeos para pesclo de
senhora 400'
Panno preto, co\ ado 2g500
Dito superior, prova de limo, covado 3j> e 4^000
Superior brim trancado do linho, bramo,
vara lgOOO |
Dito dito do, cores, vara 800 i
Meias brancas paia senhora, duzia 3$000
l'iias para dita nuil o superior, duzia 4jOO '
.uvas de pellica para senhora, em bom
estado, um par !00 '
a
J
s
Folha de cobre e Metal
amarello.
Estaiiko em barra e Pre-
gos de cobre.
Alvaiade eVerniz copal.
Folha deFlandres.
Palhinha para marci-
neiro.
Vinhos finos de Champa-
nhe e Moselle.
Lonas da Russia e Brim
de vela: no armazem
deC. J.AslIev&C.
* Seda branca lavrada covado 1g600 a....
g jCrosden.-i;)le preto lavraJo covado......
' Dito dito liso encorpado a lfltfiOO e___
Dito ditu com 3 palmos du largura a
. 1S60O e.............................. 2S00
Sarja de cores larga com 4 palmos do
largura covado a...................... ljoOO
i Gaze de sedada China de (loreselistras
| covado a............................ 1^000
Tollar de seda de listras gosto novo co-
vado................................. lj>000
Setim de escocia e diana de seda covado ljjOOO
Chaly de flores novosdesenhos covado 900
BaMje de seda de varias qualidados co-
vado................................. 500
Meiovelludode cores covado.......... 15500
Velbutina de todas as cores............ 700
Setim de todas as cores liso covado ... 800
Brilhantina branca muito fina a....... 500
Chitas francezas claras e escuras a 260 e 320
Casemira preta tina alS400e.......... 2$500
Panno preto e de cor tino provade li-
mo a3$500o........................ 7g00')
Corles de casemira de cor a 5g e........ 7^000
Cassas organdys de novos desenos a
B' .>ara.................................. igflOO
g, Hitas francezas muito finas a............ 500
W Manguitos do carabraia transparente bor-
Bi dados muito ricos.................... 9
3 GolinhM de cambraia bordadas de pona 9
e : Ditas de dito bordadas a 600a.......... 1S300
g Tiras c cntremeiosdecambraiabordados 9
&., Rl'as manas pretas de linho para se-
* nhora ................................ 9
gj Ditas ditas de bloiid brancas e pelas.. S
;j I Chales de soda de cores, pretos e rotos.. $
5 Ditos de merino bordados com franja de
?! seda.................................. 7500
@' Ditos de ditodilo dla.................. 79090
*,l)uosde dito liso dito de seda.......... 6*000
j Dito de dilo dito de la.................. 4*500
g| Dito de dito estampados fino lista de
1, seda.................................. 85OOO
Lencos de cambraia de linho bordados
lino?.................................. g
11000
obertas de chita a 2S.
Ruado Queimado u. 19.
Vendem-se cuberas de chita a 29, cortes de ris-
cado francez a SffiOO, lencos de cambraia para
algibeira a 2 a duzia.
21000 e 21500 a peca.
de ferro batido e
para dto.
coado, de todos 03 tamanhos
Cortes de vestidos
de seda
Xa roa do Queiaado n. 37 loja de 4
portas acaba de receber pelo ultimo
navio vindo do Havre nm completo sor- KSSS5 ord as '1Udlldd s
timcnlo de vestidos de seda de 2 saiasj^,
2 babados e de aventados qnaes s ven- |
A prazo ou a di-
nheiro.
Vende-se a cocheira da rua da Cadeia do San-
io Antonio n. 7, tendo 5 carros e 1 rico Hipee
sera uso algun : quera pretender, dirija-se 1
mesraa, qua achara com quem tratar
= V"ndo-se no armazem do Josd Antonio Mo-
reira Dias & C, na rua da Cruz n. 26 .
Mercurio doce.
Retroz.
Linhas em novellos.
Cera de Lisboa era velas.
Graxa ingleza em boies
I. a zarinas e clavinotes.
Chumbo em lencol.
Dito de tiiuuicao.
Ferros de aro p.ira engoramar.
Algodao trancado americano brancu, proprio
para loalhg e roupa de escravos, com um pe-
queo toque de agua doce : no armazem de fa-
zcndas da rua do Queimado n. 19.
Cheguem ao barato.
O I.eito & Irraao continuam a torrar na rua
da Cadeia do Recife n, 48, pecas de cambraia li-
sa cora 10 jardas a 49500 e 5g, lencos de cam-
braia de linho a 39 a duzia, cambraas muito fi-
nas e de lindos padroes a 640 a vra, meias fi-
nas para senhora a 39800 a duzia, ditas cruas in-
glezas para homem e meninos, chales de meri-
no lisos a 4g500, c bordados a 6, palelots de
alpaca preta e do cores a 59, ceroulas de linho
e algodao, camisas iuglezas muito superiores a ,
60J a duzia, organdys de lindos desenlies a \VtW '. na TUa QOQuClliKIUO n. 3/, loiil
19100 a vara, cortes -"-1-1,
franceza a
de^madapolaocomlJO varas a 4$8, 5S, "5550O~
6,7 c 85, chitas inglczas de cores lixas a 200 rs o
covado, toalhas para mesa a 3 e 49, corles de
caira de brim de linho a 29, ditas do mcia case-
mira a 2924O, vestuarios bordados para meni-
nos, e outras muilas fazcndas que <;e vende por
barato preco.
Em casa de N. O. Bieber
i C. rua da Cruz n. 4, vende-se ;
Champagne de suneriorqualidade de marca acre-
ditada na corte.
Tinta branca superior em oleo, latas de 25 li-
bras, por cura modo preco caixas de 4 latas.
Verniz e verniz copal.
Algodao7nho da fabrica Todos os Sanios da Ci-
hia.
Brilhanles de diversos tamanhos c de priraeira
qualidado
; jgaa^gSEaaaasss^^g^aAvUiAT.- rx*^Mum.&g*i
dem por preco commodo.
Ghapclinas tic seda c de
velludo para senhora.
Ricas chapenas de seda e de vclln- | GR,WDE E VARIADO SOltTiMENTd
do para senhora: na roa do Queimado
11. 37, loja de \ portas.

Golas e manguitos.
Ricas solas e nangnitos de cam-
a(
Manteletes
Ricos manteletes de grosdenaple ri-
camente bordados: ua rua do Queima-
do a. 37, loja de i portas.
Pentes de tartaruga.
Ricos pentes de tartaruga para atar
I>R
Fazcndas nuezas e francezas e
roupas feilas
recebidas em dircitura
i
." >
Armazem e loja
DE
Ges ( Bastos
;1
NA RUA DOOLF-IMAOO N. "46, FRENTE DAV
% LOJA AMARI.LI.A V. ROTULAS BRANCAS ?\
3 Um completo e rico sorlimento desobreca- |
'I Bacas de ,:iuit pretos e de cores a 28|, 30| ;v
]J e 35g, casacas de panno preto rauilo lino a 1
a 409, 45g e 5(19. paletots do mesmo panno b ''
f, 249 a 2', ditos de casemira a 19, 1G-:
18;, ditos saceos d.ismesinas casi 1
Caoelio: na rua do Queimado n. 37, pretos e de cores a lOf el2#, ditos de al- ;
lua di iiui-l.-u pacas preta e de cores a 4, ditos de brim '
iuja uc ^ purias. rJ() a hM) e ^ dit0/dc
l,sniI?nQ fl*li"P*7nC o, ditos brancos a o*, ditos
^c.IUI.cib II dllLCAttS M eor dl. braila a 5? soliro.
Ricas camisas francezas tanto de g sacos de alpaca muito Qno a 79 e 99, g
; sobrecasoca de ~-~" -
,, ----- --
oe lo ira pri tu a
os de essuiao do I
>O>9CmOO<04o05 Ditos de alxodaodelabyrithoSOOe ...
izemlii com avaria.
K pechincha sem igual.
Na loja do Preguica, na rua doQueimado n. 2,
tem para vender pecas de algodao largo com 1(
varas cada una, pelo barato preco de 19, pecas
de cassa lisa lina a 2|500 : a ellas, antes que'se
acaben,
Taclias e moendas
Draga Silva & C, tem sempre no seu deposito
da rua da Moeda n. 3 A, um grande sorlimento
de lachas e moendas para engenho, do muito
acreditado fabricante Edwin Maw : a tratar no
mesmo deposito ou na rua do Trapiche 11 44.
9
s
s
C9000
8;500
Na loja doscrlaiicjo,rua
do Queimado n. 43 A.
Beccberam em direitura de Franca, deencom- \ FaZCndaS COI11 DeCIUCllO
l-i, os niflhores chapeos de castor rapadoss | ^w* ^^v|i^i^
sendo hrancose pretos, e as furnias as mais mo- f OffllO IO OVO 1*10
dornas que tem vindo ao mercado, e por me-{ .vijiAVy km.\_, uuuta.
nos que em outra qualquer parle, assim como) E' pecliineha.
m lera mn grande sorlimento de enfeite, i Na loja do Preguica, na rua do Queimado n. |
de vidrilho pretos c de cores pelo diminuto prc-12.ha para vender pecas de nissimo c muito'
mi de S i a l.i um, assim como tem chapeos de 'arso raadapolao, pel baratissimo preco do 55,
eol de panno a lgOO cada um cni perfelo esta- j 3S"0 e39000: cheguem, antes que so"acabem. ;
do, aberturas brancas muito linas a 320, ditas de fli; nnne /lp pncfrtr nrotnc
esguiao de linho a 1g una, carabraia preta tina I t.IiapLOS Ue CaStOr prClOS
i ovado, c a vara a 560,e a Gt, gangas
de cor a "n'0, brim branco de linho a 19200 a va-
ra, colleles de velludo de furta-coresprelos a
1, ditus pretos a 8 e a mira de cor a 7,8 olljj, ditos pretos a 7, 9 e
i--'- i olletes de g irguro a -, 5 e 0,9, saceos pa-
ra viagera de diversos tamanhos, cias cruas, por
ande porrqo, a 1^500, ditas a lgOOO e 2.J a i
duzia, finas a 3 e 4<, chapeos enfeitados para
meninos e meninas e senhdtas por qualquer pre-1
ro, p indo o uinis aqui se encontrar o pfeco,
e nao se dcixa de vemnder.
e brancos
Na ruado Queimado n. 37, vendem-se os me-
lliores chapes de castor.
Aviso.
EnTeites devidnlho preto c de cores___
Aberturas para camisa de esguiao de
linho..................................
Oilas de dito de algodao brancas 3 de
cores..................................
Satas balo modernas..................
Chapeos francezes forma moderna......
Gravalqs de seda de pona bordadas a
Velludo ..............................
Camisas franceras de cor e brancas
finas a 1-38(10 e........................ 53500
Ditas ditas de fusliio branco e de cor.... 2;500
L'Has ditas de esguiao rauilo finas mo-
dernas ................................
Seroulasde brim de algodao e de linho
Galgas de casemira preta setim 9$ o....
Hilas de ditas de cores 8$ e............
Oita de meia casemira .................
Hijas de brim fino e varias qualidades
39e Colleles do velludo, gorguro,
casemira e setim....................
Casacas de panno preto muito fino 309 e
Sobrecasncos c paletots ci panno preto
fino 2 e............................
Paletots de casemira mesclada eolia de
velludo ......................
Ditos de alpaca preta muito finos......
Hilos da merino setim pelos e da cores
Ditos de meia casemira..................
Ditos de alpaca pretos c de cor forrados
Ditos de brtm branco epardo finos......
Ditos de brim de quadrinhos linos
39500 e...........;..................
Dito de alpaca preto c de cores.........'.
Relogios de 01110 paten........tes......
4f w 'Ssf '"ksS
sorlimento de cha-
peos.
casen,
unos de v
m.UlOqilin^JhHa g do a l05>el2Si camisas inglezas tanlopara
na uc gui^ui-ju ]' seu,1 e u" casemira u>' .
cores e preto a 5$, 69 e 79, ditos de vellu- Y-
seda e palha
e bem cnfi-
rao
a
s
9
MjjOOO
IO9OOO
4S500O
59OOO
4030OO
355000
18*000
10900
93000
790011
69500
Chapeos de castor pretos de superior qtialida-
de a 109, dilos francezes de seda a 7J, ditos de
castor brancos a 1 ig. dos de velludo a 8e 99,'
ditos da lontra de todas as cores muito finos, di-
tos de palha inglezcs de copa alta e baixa a 3 e
5g, ditos de fel tro, um sorlimento completo, de Chapelinas e chapeos de
23000 a C9500, ditos do Chile de 39500, 5, 6, 8, para senhora, bonitos
9, 10 e 129, dilos de seda para senhora, dos mais lados a 159 e
medernos, a 12g, chapelinas eom veos do ulti- Chapeos de seda enfeitades para meni-
0 gosto a 159, enfeites finissimos para cabeca as a 89 e
4g.')00 e 59, chapeos de palha escura, massa'e i Capellas e enfeites de flores e froco para
seda, muito proprios para as meninas de escola, cibeca de meninas a 2^000, e para se-
sendo os seus precos muito em couta, ditos para \ hora a 59 e
baptisado de meninos c passeios Bes mesmos, Enfeites de vidrilhn para cabeca a 39500 e
leudo diversas qualidades para escolher, bonets I Chapeos pretos francezes, linos, para
de galn, ditos de marroquim, dilos de vellu-| homini a 8g e
do, ditos enfeitados, chapeos de boa qualidado Dilos brancos de castor, modernos
para pagem, chapeos de sol de seda para me- \ Ditos de casemira de cores para homem
nios de escola, e mesmo para senhora e para ho-! Ditos do feltro finos a 4}, 5 o
mens ; finalmente outros muilosobjectos que se- Ditos do dito Qnissimos, fita brg
ria enfadonho mencionar, e ludo se ven de mu- '
lo em conta ; e ossenhures freguezes vista da
fazenda ficarao convencidos da verdade : na bem
condecida loja de chapeos da rua Direita n. 61,
de Bento de Barros Feij,
enanca: na rua do Queimado n 37, lo- !| fhoiensc^omTpara'meninos de todos
:| tamanhos,seroulasde todas as qualidades. g
i chapeos de sol de alpii g a 59, mam.-!, les B
'2 pretos de muito bom gosto a Sf e 40#, ca- '
ja de \ portas.
Fazendas boas e
baratas.
169000;
99000
12000
49000
Ucadas
topa baixa
Taclias para engenho
Fundicao de ferro e bronze
I>H
No
armazem de Adamson, Howie & C. rua
Em cas? dos Srs. Henry Forster
do Trapiche n. vende-se selins para homem & C. rua do Tra picho n. 8, vende-se:
e penhora, arreios prateados para cabriolel, chi- [ i\n,, ^
1 IJous carros americanos novos.
Francisco Antonio Correia Cardozo,
690001 tem um grande sorlimento de
tachas de ferro fundido, assim
como se faz e concerta-se qual-
quer obra tanto de ferro fun-
dido como batido.
FigOfiO
3S500
s
para
Dilos de seda de cores del
Ditos de castor laman
finos
Bonets de panno fino, francezes,
meninos a 29 e
Camisas brancas e com ncilos de cores
a 1$800 e
Ditas ditas com pcito de fastao, finas,
a 2-S:M e
DUa, com peito de linho a 35300, 4jl e
Calcas de brim de cores e brancas de 3g a G;000 ; C V ,ndus,ri '
sareques de fustao bordados compridos
I OJ, chapeos de castor a Napoteo &, ria
f manguitos de punhos bordados a 39&00
K 4S, ditos com ollinhas a 5>e (',->. golliuh
g de traspasso bordado e transparente a QJ,
B calcas de meia casemira padroes moderr-
g a 53, colches de fustn de cor e de brim ;
K branco a 3$ e b'gOO e outras multas fa-I
zondas e roupas feilas que sero patei d a '
presenca do fregus. K
- .. ..
5J000.
Chapeos de palha escura, copa ;:',a para L
mem, pelo diminuto preco di-."..-..un.
o?ooo KL'A DJ IMFERADuK D>FROMJ
S. FRANCISCO.
00 Grande deposita de enjertos lyiogra-
s3v! phicos.
C"^J^ Typo romano e itlico, carpos 6, 8, 10, !'
QJQQQ l* '-' 'O.
0 j Collecco numerosissima de lyj.os de ph
38000 S!U s'nlP'0S c ornados.
Tvpos variados, proprios para caitese til
2Sr>fin Emblemmas religiosos, contendo muilas
"1""" ;ens de N. Senhora, de S. Senhor, c diff r.
*ooo ;,:inlos-
MOOO A,nDU,os scientificos, cemmerciaes, maritim -
A oOO rs. a peca
de fita de velludo de um d-^Jo niuimode largura
ora 10 1[2 varas, bandos de crina para senhora
milito bonaa 400 rs. o par, pulseiras de cntas
para senhora ou meninas muito lindas a 1C0 rs.
para acabar ; na loja de miudezas do aterro da
Boa-Vista n. 62, quasi confronte a matriz.
cotes para carro, co'.eiras para cavallo etc.
Na loja da estrella.
Rua do Queimado n. 7.
i lescobi ros
- uro patente inglez,
pequeos e grandes, de
para homem o senhora.
um dos melhores fabricantes
>S pelo ultimo paq
Son hall Mcllors & C.*
Bandeiras nacio-
nacs.
Vendem-se na rua doQucimad.. n. 7, bandei-
ras aacionaes do varios tamanhos, muito bem
t'eilas a 800 rs. cada urna.
Cera e Sebo.
\ ende-se cera de carnauba muito superior a
12%0'i0 rs. velas da dita e ele composiciao, sebo
refinaiJo em cataoles, dilo em velas, na rua da
Coz, armazem n. 33.
9
l^ie estabelccimento contina a eslar sortido
! de fazendas de todas as qualidades como sejam :
; Ricos cortes de vestidos de seda de 3 to-
lhoe2 saias, c Aquile
: Paletots de panno
i Dilos de dilo muito fino
Ditos de casemira de cor
Ditos de alpaca preios muito finos
: mais abaixo
1 Ditos de ganga e de brins
Calcas de casemiras pretas e de cores
Ditas de btim branco e de cores
de Liverpool, j Colletes de velludo preto e de cores.
mo paquete inglez : em casa de I Ditos de gorgurao muilo finos
Dilos de fustao g
Camisas francezas de todas as qualidades
Capara homem $
misas francezas bordadas para senhora 9
l.cqucs da melhor qualidado e do ultimo
gosto j
Mantas e gravatas de seda de todas as qua-
lidades g
Chapeos de sol de seda inglczes j
Ditos decastor para cabeca muito linos
Ditos pretos os melhores que tem vindo
ao mercado
Taimas pretas do ultimo goslo
Casemiras de cores para paletot
Corles de casemiras inglezas
Dilos de dilas francezas
Dilos de ditas muito finas
Chapeos Amazona para senhoras> me-
ninas
Arfeios americanos.
Bombas.
! Arados.
; Champagne superior
Cognac.
j Relogios araeriesnes.
_ j Velas com toque ce avaria.
203OOO 1 == vende-se um sitio com 200 palmos de fren-
ilKOOOi '^^ 200 de fundo, no lugar da Torre, margem
25SO00 Kio Capibaribe, com urna grande e moderna
casa de vivenda. cocheira, estribara para 4 ca-
vallos, gallinheiro, cacimba com tanque e bom-
ba, baixa para capim, lodo murado na frente, e
lado com porto de ferro : os pretendenles podem
I dirisir-se ao agente Pestaa, que se acha autori-
sado a dar as neeessarias informaces, ca Iratar
da venda sob as coudiceseslabelecidas ao mes-
mo pelo legitimo propietario. O dito siiio lodo
em chfios proprios,
RELOGIOS.
sanos
Saunders Brothers & C. tem para vender em
seu armazem, na praca do Corpo Santo n. 11,
alguns [danos do ultimo gosto. recentimente
chegados, dos bem conhecidos e acreditados fa-
bricantes J. Broadwood ASons do Londres, o
muito prourios para este clima.
\ ende-se um carro de 4 rodas, bem cons-
Iruido e forte, com assenlo para 4 pessoas de
dentro, e um assenlo para boleeiro e criado fra,
forrado de panno fino, e ludo bem arranjado :
para tallar, com o Sr. Poiriei no aterro da Boa-
v isla, e no escripiorio de James Crabtrec &. C. n.
4z, na da Cruz.
EH^pJsl
!
2,?400
5g500
i?000
Vende-se em casa de Saunders Brothers &
C, praca do Corpo Santo, relogios do afama-
do fabricante Reskell, por precos commodos,
e tambera trancel'.ins e cadeias para os mesmos,
deexcellente Rosto
mu
Machinas (Se costura
Vene-se
Estopa
Lona.
Camisas inglezas finas.
CC*
3f
Allt'HCo.
i le-se nm bonito e bom cavallo de
1 cabriolet servindo igualmente para sella
I tambera se vendo um cabriolel muilo roa-
I neiru o em bom uso : sin Olinda na pa-
s danado Varadouro.
Farinhade man-
dioca.
Vende-se a 5 a saoca: na rua da Cruz, arma-
zem n. 26.
Vestidos de seda.
Riquissimos cortes de vestidos do gorgurao de
seda de duase tres saias. ditos de seda de phan-
tasia, todos era seus gran.ies cartees : vendem-
se na lojd da rua do Cahug o 8. de \lmcida A
-os, *"
de 8. M.Singer &C. da
New-York, o mais aper-
feicoado sjslema, fazen-
do posponto igual pelos
dous lados da cos tira,
garante-se a seguranza
das n achinas e manda-
se ensinar as casas de
i
No armazem de Arkwrglrt
rua da Cruz n. 61.
SYSTEMA MEDICO DE IIOLLOWAY.
PILLAS HOLLWOYA.
Esto tnestimavel especifico, composto inicua-
mente de herras medicinaes, nao contera mercu-
rio, neni alguma nutra substancia d
niglto mais tenia infancia,
delicada igualmente promplo e "seguro para
desarraigar o mal na compleico mais robusta ;
inteiraraentc innocente em sas operacoes e of-
feitos; pois busca e remove as doencas de qual-
quer especie e grao por mais antigs e lenazes
que sejam.
Entre militares de pessoas curadas com este
remedio, muilas que j estavam as portas da
morle, preservando em seu uso : coiiseguiram
recobrara saude e forras, depois de haver tenta-
do intilmente todos os outros remedios.
As mis afilictas nao devem entregar-se a de-
sesperaco; facam um competente rnsaio dos
efhcazes eleitos desta assombrosa medicina, e
prestes recuperarao o beneficio da saud..
Nao se perca lempo em tomar este, remedio
para qnaiquer das seguintes enfermidades
Ditas de casemira de cor e pretas a 8$ e
Clleles de brim c fustao a 4ge
Dilos de gorgurao de cores a 5 c
Dilos de velludo de cores a 12j ,
Palelols de brim de cores c brancos
de 39 a
Ditos de alpacq pela o de cores a 5$ e
Dilos de panno c casemira pretos c de
cores a "20. 22, 24 e
Sobrecasacos de panno preto superior
Vestuarios de fustao, mu lindos, para
mi nios
Pentes de tartaruga modernos a 10, 1C o
l.equcs entrefinos e bonitos a 5- e
Ditos de madreperoi.1 a 1C, 20, 25 e
llamos de flores finas a Ig, 2? o
ele.teria. Be-; Saias a balao de boa qualidade a 5
e a compleico mais Vestidos de phantasia, de lindas cores
a 2551)00 c '
Corleado vestido de seda de coros deli-
cadas, com 2salase 2 babados borda-
dos a 100$ '
Calcas para meninos bordados a 4 e
Toalhas de algodao e de linho a KC 0
1*800. 2*60 Luvas de pellica brancas, amarellas e
prelas, para senhora o hnrneni ,1 23 c
Collinhas bordadas a 600, bOO, 1200
IgOO, 2*40 e
Manguitos bordados aSJ c
Dilos com gollinha a L-500, 4, fi e
Alem destas, outras muilas fazendas,
12g000
5g000
65)00
1 00U
r?ooo
Vinhelas paraannuncios de pe
DitTerentes vinbetas para fazer ricas tarjas
obras de lu.\o. de combinacio, e solidarias.
1 ompenidores de ft rro e de pi para <
provas, completo sorlimento de linhas c intei
linhas, espacos de differentes corpos.
Preios lene, Colombi, guaruijocs d
izffuui i(je madeira, cunhos, bandulhos, rmacOes de n
2fi.(l(y, los de dilleirntes tamanhas, ramas de. dilfen
Snnu'les rmales, eseovas de polaja e de provas, li 1-
oojuu la preta de dinerentes qualidades para jorn
' obras de loso, tintas de todas a? cores, rcra
ourode differentes mies, prtts, etc., etc., pap
de impressao de muitos formatos e qualid
e outros muitos objcclos, que D
moslraro.
125OOO
25g000
S-jOOO
30*000
.I5OOO
toooo
Na rua do Crespo n. 16, loja de Adriano a
Castro, vendem-se ricos chapeos de |
msnnn' enfeitados para senhoras e'menin 1
ouywo nuloprerodeT-JGO.
Arados americanos e mrcl "
I2O5OOO para lavar roupa : em casa de S. P J -
W00 hnston i C. rua da Senzala n. V2.
2*800
& C.
ra do dia ou di noite
ncsla agencia: nicos
agentes em Pernambuco Raymundo Carlos Lei-
te & Irmao, aterro da Boa-Vista n. 10.
Em casa de Rabe Scl-mettan &
C, rua da Cadeia n. 57, vendem-se
elegantes pianos do afamado fabrican-
te Traumann deHamburgo.
Cal de Lisboa.
Desembarcada ha poneos dias, e por menos do
que em outra qualquer parte : na rua da Cadeia
do Recife n. 50, pnmeiro andar.
Farinha de mandioca.
Na rua da Cadeia do Recife n. 5, primeiro an-
dar, vende-se excellente farinha de mandioca em
saceos grandes a 6$, e desembarcada ha poucos '
dias.
= Vende-se cert de carnauba de superior qua
lidade, e um resto de velas slearinas : a Iratar
na rua da Cadeia do Recife n. 50, 1. andar.
Vendem-se dous sitios nos Afogados, com
arvores fructferas, boa agua e baixa de capim,
um cavallo castanho bom andador
familia, bem como se | Viracfto, loja de raarcineiro.
moslram a qualquer no-
ca rua da
Atlcnco.
Vendem-se no Forle do Mattos, rua da Moeda
n. 23, saceos com Trelo de Lisboa a 5*600, e fa-
rinha da mandioca muito fina e alva, pelo dimi-
nuto preco de 68 o sacco.
Pechincha.
lnfeitcs de vidrilho pelo baratissimo preco de
33OJO, cstao-se acabando : na loja da rua de
Crespo de Adriano & Castro.
SABAO
DO
Rio de Janeiro.
Accidentes epilpticos.
Alporcas.
Ampolas.
Areias [mal de}.
Asthma.
Clicas.
Convulse?.
Debilidade ou extenua-
cao.
Dehilidade ou falta de
forcas para qualquer
cousa.
Dysinteria.
Dorde garganta.
de barriga,
-nos rins.
Dureza no ventre.
Enfeimidades no ventre.
Ditas no ligado.
Ditas venreas.
Enxaqueca.
Herysipela.
Pebre biliosas
Febrelo internitente.
Febrcio da especie.
lolla.
Qemorrhoidas.
II3 drope sia.
Ictericia.
Indigestos.
Inflammacoes.
Ir r cg 11 la ridudes
menstruaiao.
Lombrigas de toda es-
pecie.
Mal de pedra.
Manchas na culis.
Obstruccao de ventre.
Phtysica ou consurap-
pulmonar.
Reten^io de ourina.
Rheiimatismo.
Symptomas secunda-
rios
Tumores.
Tico doloroso.
Ulceras
Venreo [mal).
Chapeos preios.
Na rua do Queimado
numero 19.
na rua da Cadera do Recife' ,CnaPs pretos de primeira qualidade,
se vendem por precos baralos. ',,urn,a elegante a 10$ cada um.
Ariiiizcni de fazeuilas. Nova ivenco aperfoi-
Rua do Queimado numero 10.
! loia de Cuulia Silva,
2$500
3$000
3300
^2000.
que ni
I
(oada,
Bandos ou almofadas
de criua para ponteados de
senhora.
Vende-se nicamente na rua da ( '. ; ;
cifo n. ii, loja de Leite 6 Irmao.
Atteneo.
Na na Nova n, 35. vende-se milho muilo no-
ro, a dinheiro vista, pelo baratissimo proco de
4g500 a sacca.
I
Deposito no armazem do Amo-
rim, em frente ao trapiche
do algodao.
Fernandos 4 Filhos tem sabo do Rio. do de-
posito ge ral, que vendem em porcoes, a vontade
dos compradores, e prego commodo : a tratar em
o seu esenptorio no largo da Assembla n. 10.
Vendem-se estas pilulas no estabelccimento
gcral de Londres n. 224, Slrand>\ e na loja de
todos os boticarios droguistas e outras pessoas
enrarregadas de sua venda em toda a America do
Sul.avana e Hespanha.
Vendem-se asbocetidhas a 800 rs. cada urna
dcllns, contem urna instruccao em porluguez pa-
ra explicar o modo de se usar destas pilulas.
O deposito geral em casa do Sr. Soura
pharmaceulico, na rua da Cruz u. 22, em Per-
nambuco.
Boa pechincha.
Vende-se urna laberna em um dos melhores
lugares da freguezia de S. Jos, afreguezada para
a praca e para o mato, com pequeo sorlimento :
os pretendenles, dirijam-se a rua de Sania Rila
numero 82.
Atteneo
Vende-se urna porto de burros en-
tre os quaes existem 40 parelhas, todos
muitos gordos, novos e de bom tam-i-
nho do excellente carregamento cie-
gado ltimamente de Montevideo: os
preterdenles dirijam-se ao trapiche da
companhia ou ao armazem de carroeas
em Fora de Portas, de Flix da Cunha
Teixeira.
lermacete.
Cortes de riscado francez 3112 covados a 2j500.
I.bertasdc coila a 29600.
Chapeos enfeitados para meninos c meninas.
Dilos pelos Unos, ultima moda.
Dilos de feltro.
Cambraia organdys muilo fina.
Chales de fro-o de tres ponas.
Ditos de merino bordados de duas pontas.
Ditos muito linos bordados a froco.
Ricos chales de touquim brinco.
Corles de seda de duas saias.
Luvas enfeitadas.
Manteletes pretos bordados.
Lencos para algibeira, brancos, a 2$ a duzia.
Ruado Queimado n. 37.70-dv!^D,asBrand5Oinn,insoc'n^
m
A 30g corles de veslidos de seda quecustararc ilUO^Ilf ti
60; a 16corles de vestidos de phantasia que : IJ,115uuo
custarara 303; a 8jj chapelinhas para senhora: muito frescas, chegadas de Montendo na
na rua do Queimado n. 37. maca hespanhola Guadalupe, tundeada i ai
n i i i- do caes do Ramos.
Brim trancado de linho todo
preto,
fazenda muito superior; garante-so que nao
desbota : na rua da Cadeia do Recife n. 48, lo-
ja do Leite k Irmao.
Enfeites de vidrilho e de retroz a 4g cada :
um : na rua do Queimado n.37, loja ds 4 portas.
Attencao ao barato.
Vende-se por muito baialo oreco loda madei-!
ra de pinho, 4 travs c algumas maos travessa?, i
empreadas na columna que se lluminou na rua !
da Cruz do Recife, com a cndilo de ser des- I
manchada pelo comprador, menos o grdame de ; Dita"s deVilo muito superiores de
roda, e maslro grande que existo no centro da varasa 6 8 10 12 14 e
mesma, cuja madeira all empregada custou pa- Aloalhado do'duas larguras, trancado e
ra mata de 800$ : quera a pretender comprar, adamascado, vara a 1. 120O"
dima-se a rua da Cadeia do Recife n 56, pri- Guardas-roupa de algodao alcoxoado,
meiro andar, que achara com quem tralar. duzia, a 2$ o '
Dilos de linho a
: Bramante de linho para lenco com 8 e
10 purraos de largo a IjjSOO e
=: Vende-se urna excellente varea de
i o
fronteira a grejo
com dous mezes de parida, por nao hacer pasto
! nos Afilelos, casa cinzenl- *
Para mesas e
camas.
Toalhas de algodao alcoxoado para mesa
de 1, 1 1,2, 2,2 li e :i vara, a 80t),
1S300, 2, 3 e
Dilas de linho de 2, 3, 3 1(2, 4 c i \\t
varas de 4S a
2 a 5
Batatas muito
4jtXr'
lOjOtm
SfUO
fcfOOO
novas.
Vendem-se gigos com 22 libras de balaras in-
glezas pelo diminuto preqo de 1^500 cada um :
no Fcrtcdo Mallo rtHda"Mocda n. ,23.
2?4v
4aooo
Toalhas de linho com labyrinlho para
resto a 3^ c
Babados de linho para lencoe-, toalhas
e camisas de linho, poras de30 varas
a 250, 3$ e fcpoi^'
E outros muitos artigos, que na loja de Cuul,;.
ft Silva, na rua da Cadeia do Recife n. 50, esqui-
na defronte da ru? da Madre di Dcos, rnden-
se tralos.


MABIO DE PEBNAMBUCO. QDARTA fERA 4 DE JANEIRO DE 1860.
FABRICA
(i)
DE
mmmmm i mmte m unu*
Sita na fia Imperial d. 1 i 8 c 120 junto a fabrica de sabao.
DE
Saslio J.da Silva dirigida por Mantel Carneiro Leal.
V .-( ., AptotiAluimiHl* t. UU______........ ^ _-
JiftfVS3i5ft2S2ft0au"S?pW Prompt0,S aIamm1'>" de cobro A difiorentes dimenrocs
(de JOO a J:O5 simplt-s e dobrados, para destilar agurdente, oparelhos destilatorios conti'no
para resillar edesoirespmtos com graduaciio at 10 graos (pela graduacao deSellon Carticr] dos
melhores syslemas hoje .ipprovados e conheeidos nosta e outras provincias do imperio Lombas
de todas as dimeuc,ocs, aspeanles c de repucho tanto de cobre como de bron/e e ferro 'torneiras
de brouze de todas as dunenooese feitios para alambiques, tanques te, parafusos d'e broiizc e
ierro para rodas d agua.pDras para fornalhas e crivos de ferro, tubos de cobre e chumbo de todas
as dimencoes para encamemos, camas de ferro com armacSo e sem ella, fugues de ferro polavcis e
econmicos, tachas e lar ios de cobre, fundos de alambiques, passadeicas, rspnmadeiras, cocos
para engenho. tulla ,de I landres, chumbo cm tensle barra, lineo era lenco! e barra lsnees e
arrocllas de cobre, lences de ferro a lalao.ferro su ocia ingles de todas as diinens&es, safras tornos
ralles para ferreiros ote o oulros muilos artigos por menos proco do que..... outr.i qualquer
parle, dosempoiihando-se toda e qualquer encomuienda com presteza e perfeieao i conhecida
e para commodidado dosireguezes que se dignarem honrarem-nos com a sua confianca acha-
r-v, na ra Nova n. 3, luja do furragons pessoa habilitada para tomar notadas enroiiiiimiidn
LIMARA ECONMICA
DE
N.2 UA DO CESPO-N. 2
Defronte do arco de Santo Antonio.
NESTE NOVO ESTABF.LECIMF.NTO VENDEN-BE :
Unos de religiSo, sciencias, de letras arles, viagens, historia e classicos /romances illustrados e
oulras pubhcacocs era diversas linguas.
! Globos, aliase mappas geographicos.
| Papel de hollanda, de peso, paquete, almasso, de cores e outros de diversos formatos c srostos
| Prensas para copiar cartas e outros manuscriplos, livros e tintas proprias.
i Livros em branco, penuas de varias qualidades e mais objectos par uso de reparliccs secreta-
rias e casas de commercio, utcncilios para desenlio etc. '
Artigos de bom gosta, fantasa e curiosidade das fabricas de Pars para uso dos elefantes orna-
tos, presentes etc. 6
Carios e bilhctes para bailes, pasamentos c visitas.
HISTORIA UNIVERSAL desdo os lempos primitivos at 1850, por Cesar Canto, 12 volumen in fo-
lio, enriquecida de mais do 90 magnificas eslampas, obra em que nada se poupou'para o
leitor encontrar nella erudiciio, esludo solido e leitura agradare!.
ALMANAK de lembraneas de Castilho para 1860, assini como colleceos completas d^sde o sen
comeeo.
MANUAL D CONTAS j5 fcilas para compras c vendas deassucar, algodo ele.
Encadorna-sc em lodosos gnslos desde o mais simples om papel at ao melhor em panno ou pelle
Impnme-se carios e bilhctes, c marca-se papel cow typo proprio e cm relevo volitado dos
pretendentes.
Acceila-se o encargo de qualquer encommonda do livros e oulros artigos tanto da corle e provin-
cias do imperio, como do Portugal, Franca, Inglaterra e Blgica, com as condicoes mais ra
REVISTA HEBDOMADARIA
COLLABOn.lDO
itlos srs.
Latino CoelhoJulio Mximo do Olive-ira PimenlelJ. Pedro de SouzaJ S da Silva Ferraz
tese(de Tnrros-J.X. S. da Holta-l.eandrn Jos da Cosla-Luiz Pilippo LeilcLms Jos da
'""s-Xislo Caninia STa~,"rto "***-irdo Julio Fcrraz-Valoiilim Jos da Silveira
DIRIGIDO
zoaveis.
Es-* ? ?s
S- 3 a. 3 3
'*"- -5 S) -S
g Sil 1=| 8|
= 5 o. 3 3 -5
5 o> e 5- S
^SiC O Q
o a.
ron
A. P. de CarvalhoI. F. Silveira [da lottaRodrigo Paganini).
Desuado a resumir loras as semanas o movimento jornalislico o n offereror aos leitorps cou-
juniamente com a revista do que mas nolarel houver occorrido na poltica, na sriem-ia na indus-
iria ou as artes alguns artigos originaes sobro qualquer desloa assumplos, o archu o universal
desde aneiro do iy;,J, em que comeoou a pul.lica.-se, lem salisfeilo aos sous ns, com maior
exaclidao o rogularidade.
-,,,, ISSSH I** 9? 9e8,,nda? lras fm f?,h? de paginas, e completa todos os semestres
'iui rolume de 420 paginas :om ndicee frontispicio compelemos.
Assigna-se no escrfptoriu deste Diario, ra dasCrozes, e na ra Nova n 8
i mlt2R da asiSnalura : ?e,oa paquetes vapor 10g20 por auno ; pornsvio Jo vela -SS fmoeda
Ua aigumas collceces desde ocomeoo da publicacao do jornal.
Panos, soraiilijoaso reale-
jos, a prazo ou a
(linheii'o.
Vende-se no atorro da Toa-Vista, toja u 82,
ico o elegante piano forte, rancez, chegado
ltimamente, do melhor fabricante de Pars; e
lan bm urna rica seraphina ou otgfto, muito >i"-
pro para alguma igreja do malo por ser muito
bariio ; o realejos pequeos e grandes com pan-
cadana i sem .-lia, o que ludo se vende muito
barato para acabar.
'Nodeposito da ra das Craies n. li,
defronte do sobrado doSr.
Flgueifoa.
I j un com|ilolo sorlimento de gneros para a
[esta, dos quaos se aOcnca a lua qualidade, qtiei-
jos londrinos,do reino, suisso, laias com boli-
li todas as qualidades, conservas de her-
viltias, ameixas o marmelada, passas o figos,
; a, cha, presunto, linguiras, man-
i inglaza, viuhos engarrafados, Porto, Ma-
deira, Muscaiel e Bordeaux, champanha. cerve-
ja, licor, absinlho, xampes, e o-; afamados cha-
rutos de Ihora Piulo u de Brandao, em caisa e
roe 'ns caix -.
Acaba de chegar do Ro de Ja
aeiro alguns exemplaresdo
primeiro c segundo volume
da Corographia.
Histrica chonologica, genealgica,
nobiliaria e poltica do imperio do Bra-
sil, pelo Dr. Mello Moraes : vende-sc a
lif o voltiiTiC, podeudo se vender o se-
gundo em separado : na livrara n. G e
S da prac.i da Indencndrncin.
REP/1EDI0 SCOryPARAVEL.
UNGENTO HOLLOWAY.
Mili.aros de individuos de todas as nacoe3 po-
dem testemunhar as virtudes dcslc re lio in-
comparavel e prevar em caso m
pelo usi que delli fizn m tem sen corpo e a
inteiramcnlo saos depois do haverempri ga-
du intilmente oulros traiamenlos. Cada pesoa
-ha convi ncerdessas curas maravilhosas
pola leitura dos peridicos, quo Ih'as relatara
lodos os das ha muilosannos; oa maior parte
- r prndenles que anmnipe ge
os mais celebres. Olanlas pessoas reco-
!-i >b este soberao i remedio o uso de sens
- r,:'> 's, depois ( e ler permanecido Ion-
mpo nos hi pi! es, onde de viam soffrer -i
unnutacaol Deltas na muitasque havendodei-
xadoesses asytos de padecimentos, para senao
submotterem d essa operacao dolorosa foram
suradas completamente, mediante ousodesse
preciosoremedio. Algumas das taos pessoas na
sao de seu recoNhecimento declararam es
les resultados benficos diante do lord correge-
dor e oniros magistrados, afim de mais autenti-
caren] sua firmal iva.
Ninguem desesperara do estsdo do saude se
livesse bastante confianea para ensaiar este re-
medio constantemente seguindo algum lompo a
trtalo que necessitasse i natureza do mal
rujo resultado sena prova rincontestavelmenle :
Que ludo cura.
O tsnsue:to !se ui!, miOs partfeu-
uinentc nos Seguintcscasos.
Inflammacao da Resiga,
da rnalriz
Lepra.
Malos das pernas.
dos peilos.
do uilins.
Mordeduras do lojilis.
Picadura do mosquitos,
Pulmocs.
Queimadelas.
Sarna.
Supuraoes ptridas.
finha, cm qualquer par-
te que seja.
Tremor do ervos.
Ulceras na boc a.
do ligado,
das articula^oes.
Veas torcidas ou noda-
das as ponas.
A ende-se esle uaauento no estabelocimento
geral do Londres n. -i, Strand, e na loja do
todos os boticarios droguistas e outras pessoas
i Jas desua venda om toda a America
uo Sul, llavana o Uespaaha.
Vende-se a bJrt. cada bocetinha, conti'm
una inslruccao em portugus para o modo do
fazer uso dcsie ungento.
O deposito geral be om casa do Sr. Soum,
pharmareutico, na ra da Cruz n. 22, cm Por-
namhuco.
No escriptorio ce Gurgel Irmos, na da
Cadeia do Recite, primeiro ond.ir n. 2S, vendeni-
SO doos escravos mulatos, pocas.
Sal do Ass,
Yende-se a bordo co brigue nacional D. Ajfon-
fo. fundiado na volta lo Forte|do Mallos : para
tratar, ua ru da Cad.'ia, escriptorio u. 12.
Rclogios de ouro e prata, cobertos e doscober-
i los palomo inglez, os melhores que ezistem no
; morcado, o despachados hoje, vendem-se por
precos ra/oaveis : no escriptorio do agente Oli-
1 veira, ra da Cadeia do Recite n. 62, primeiro
andar.
Caldo Lisboa.
V
rod
lim
en.h-se ro caes de Apollo, armazem do Se-
io & i:., barris com cal virgem om podra, ul-
amenie chegada, e por proco razoavel.
ib 3?
Campos & Lima, tem para vender ep
por. ao de alcatifa do todas as qualida- ^
des, n i ra do Crespo n. 1-'. m
Vidros para vi-
draca.
*
AG$acaixa: na ra larga
do Rosario armazem de louc,a.
Vidros para caixilhos.
Na ra larga do Rosario loj n. 28
armazem de loura, mandam-se bolar vi-
dros em casas particulares por preco
muito commodo, assim como vendem-
se vidros a retallio do tr.manlio mais pe-
queo ale mais de 6 palmos.
Botica.
Bartholomcu Francisco re Snuza, rna larga
do Rosario n. 36, vende os seguintes medica-
montos :
Rob L'Affecteur.
Pillas contra sezoes.
Ditas vegetaes.
Salsaparrilha Bristol.
Dita Sands.
Vermfugo inglez.
Tarop do Rosque.
Pilulas americanas (contra fferes).
Ungento Holloway
Pilulasdo dilo.
Etlixir anli-asmathico.
Vidros de buca larga com rolhas, de 2 ornas a
12 libras
Assim como tem um grande sortimenfo di- pa-
pel para forro do sala, o qual vende a modiio
preco.
Superior ao melhor
presunto de fiambre.
Linguas de vacca ernsalmourn rindas
de Londre?, vendem-se tnicamente no
armazem de Luiz Anncs defronte da
porta da alf'ande/ja.
Retratos de SS. Mil. II.
Chogaram do Rio do Janeiro no ullimo i
retratos do SS. MM. II., lirados por un dtfl.nclo
artista \llemao : vendem-se na h'vnra econ-
mica, dofronie do arco de Santo Antonio, ra do
Crespo n. 2.
Ra do Imperatriz n. 7,
lojadoZcconte.
Esseucia de sndalo.
Ricos leqncs verdadeiros de
sndalo.
Bengalas epulceiras ricas.
Alfinetes para cabello, dito
para segurar chapeos de
sen hora.
Tildo chegado pelo vapor
uglez.
Vende-se na ra Xovau. Cl. mn carro
I 'h 'j. "." i ^f010*. lam.i, um
j bnoleldca rodas, amlras muito lev.
VcnJc-se um bonito muUtiiil.Q ,;,. ;.
t&SoT">vwl,]*im,k"
Escravos venda.
\">!o-so um molcque de 18 annos,
cozmneiro, urna negra que cezinl a :. ,' ,
gomnia perteilamenle, e urna negrinha de I
nos, escravos iodos d,- qu*H4ado e sem ,
gum: a fallar rom OdavjaBO ,e SouTa 1
I ra da Cad lado Reciten. 36.
45Ra Direita45
Para homens.
Borzeguins aristocrticos [lustro)
Rorzeguins zouavos, obra fortissima [be-
zorro)
Rorzeguins cidadaos {be/erro e lustre)
Borze^uins econmicos
Sapales balodores
Para senhoras
Rorzeguins para senhora [primeira classe)
Dos segunda classe)
Ditos para meninas [primeira classe)
99000
8$0 OiiOO
6$000
59OOO
5-3000
4;G(!0
4jM)0
Poras de algodao tranCao, azul, rom :'.2
'dos por 48500: renden.-se na roa
loia da esquina que rolU para ,, :a d,
PotassadaRussia
E CAL DE LISBOA.
Nohom conhecido c acreditado d.
roa da I adea do RPeife n. 12, h pa ,
potassi da i: : ,,
e de _snpenor -palidado, assim ,
cal virgem em pedra : mdo oor
razoaveis.
i
37 RuadoQneimailo37 i^cravosrug
nos.
radaria, co-
'KHDS-Slg
diuca o para descarocar algod preneas para mandioca o oleo de riciui, portos
lumnns o mOinhos de vento, arados, cultiva loios, pontos, nldoiins e tinaues, boias" lVarengas
boles o todas as obras de machinismo. Exoeuta-se naalqucr obra seja qual fr sua na'tureza pelos
desenhos ou moldes [ucparalal lim forem apresentados. Ro.ceb.-m-se encoramendas nesto esta-
bclccimenlona ra .lo Brum n. 2S A o na roa do Collegiohojc do Imperador n... moradia do cai-
teiro do estabelocimento .los Joaq-iioi da Costa Pereira, com quem os pretondenles se podem
vinlio do Porto, do mais superior, engarrafado,
diio champagne, dem, dito moscatel, idem no'
armazem de Barroca i Modciros, ra da Cadeia
do Recite n. 4.
OTKHa.
Vende-se urna canea de carreira, construida do
siciipira, amarello, louro, encavilhada o pregada
de robre, forrada com zinco, com |u'.os du toldo
e guarda-palro, bancada e xadrez do melhor
gosto que pode appareccr; a tratar na runde
Iloilas o. 11.
Assucar retinado.
Vende-se no deposito da Boa-Vista, confronte
i i liafariz, junto a botica, assucar relinado de
todas as qualidades, e por menos preco do que
cm oulra qual juer parlo, a saber :
1." cr\sl.ilisado T.sv.'ti ($ o o ?i'
2.' cryslalisado 69OOO :a) 20d "
1.a arcado 5880 ;:o Ifi!) tf
2.a arcado 858OO Qi) 120 V
f
3
ranlida.
I Na ra da Cadeia do Rocifc n. 1.
Alporca
Cauobras.
Callos.
Canceres.
Cortaduras.
Don s de cabeca.
das costas.
-dos meml ros.
i midades da cu
em geral.
i'.'ois Jo anas.
Erupees o escorbti-
cas.
Fstulas no abdomen.
Frialdade ou falta de
i alor as extremida-
des.
I i i- iras.
Gcngivas escaldadas.
Inchacoes.
Infla maca o do fijado.
Madama Rosa Hardy receben ricos cliapeos de
seda com veos para senhora, lindos cbapeosinhos
deso, de mola, para senhora, ricos vestidos de
ba plisad o para menino.
W^:.~ ; -,':. : aata
g toniinua-se a vender fazendas por bauo &3
preco al mesmo por menos do sea valor, s
$ alim de liquidar conlas : na loja de portas
_. na rua do Queimado n. 10.
CAUROCAS.
Vendem-se duas carrocas novas, sendo para
boi c oulra para cavallo : na rua da Concordia,
confronte ao armazem do sol.
I Aos cgarreiros e cha-1
fruteiros.
Campos A Lima lem para vender cai-
B xas com fumo americano do muilo boa
ios Yendelhoes.
Raalas muilo novas a 1$600 o gigo do 32 li-
bras : na rua da Madre do Doos n, 8, armazem do
Valonea & C.
Fub.
1 Variaba de mbo americana, em barricas, chc-
suda no ullimo navio dos Estados Unidos : nos
: armazpns de Tasso Irm.ios.
Na loja da rua Diroila n. 48, vendem-se
berzoguim para homeiii a 7^500, ditos para se-
nhora a 3S500, sapatoes do couro do lustre para
i hornera a 3j5tK), spalos de couro do lustre para
senhora a lg280, ditos de marroquim para se-
| nhora a 760 rs., ditos do Aracaly aSOOrs., assim
' como couro de lustre e marroquim que se ronde
i por baratissimo- proco.
A
msm iPMiriaiB i wwmm.
3 RUA AC.ORIAjCilSAroOiT'UjlDJ
Clnica j>o\* ambos os syslemas.
O Dr.Lobo Sloscosod consullas-todos os das pela manhSa e de tarde depois do 4 hora-,
Contrata partidos para curar unnualmente nao sopara a cidade como para os cuscuhos ou oulras
propnedudes ruraes.
Os chamados devem ser dirigidos & sua casa at as 10 horas da manha e em caso de ur-
gencia a oatra qualquer hora do dia ou da uoilo sondo por escriplo em que se declare o nome da
pessoa, o dama e o numero da casa.
Nos casos -uc nao forem de urgencia, as pessoas residentes no bairro do Recite podero re-
meltor sous bilhctes a botica do Sr. Joo Sounn & C. na ruada Cruz ou loja de livros do Sr Jos
>oguoira do Souza na rua do Crespo ao pe da ponto velln.
Ni isa loja o na casa do aonnnciantc achar-se-lu conslantemcn c os melhores medica-
mentosuomcopatnicos ja bom conheeidos o polos procos seguintcs:
Botica do 12 tubos grandes, .'
Hilos do 21 ditos............'.'.'.
Di los de .'16 di (os...... "
Dilo de 48 ditos..........,'.'.''
Ditos de 00 ditos..........
Tubos avulsos cada um...........
Frascos de lincturas........,.'..'..
Uanoal do medicina homeopathica pelo Dr. Jahr traduzido
em p irtuguczcom o diccionario dos termos de medi-
cina, cirurgia ele. etc. ,........
Medicina domestica do Dr. Ilcring, com diccionario. .
Repertorio do Dr. Mullo Moraes..... ...
IOOOO
lojjOOO
20S000
25$000
0>000
1S000
2gfl00
20S000
1030U0
68000
rd


NA Fl4 DA IMPEB4TRIZ % 27
lmi m raisiis ME
m
w>.
@.
de espolho
.a se fazem
_ apeos do palhinha da Italia o se poe na
g ultima moda, lava-se lambem a palhinha *is mobilias a mais oncardida torna-se ou-
/l Ira voz nova sem sor mais preciso as mandar piular, limpa-se e gruda-so estatuas do
^;\^ pedia marnrore, do alabastro e vidros de todas as qualidades toma-so oulra ve/, lao
(g^n seguro c hmpo como o oslado primitivo.
-ts."
its*s ha para vender ricas mobilias de Jacaranda c do mogno, rico3 vidres c
fi/ fi'a"des c pequeos, assim como muilos Iraslcs aul(,os ; na mesma loja
'jfcsS cortinados para camas o janellas, lava-so chapeos do palhinha da Italia o
-t'-XLv ulli-iia molla l:iva-si- l.ii-.'i.'m .1 n-illool,-> ,k,.< klll.. n ,,;,. .r..i;i. i.
Neste proveitoso estabolecimetito, que pelos no vos melhoramenlos feitos acha-se conve-
nientemente montado, far-sc-hao tan;bom do Io de novembro em vante, contratos mensaes para
maior commcdidadoe economa do publico de quera os propriotarios esporam a remuncraco de
tantos sacrificios
Assigoatura de banhos fros para urna pessoa por mez.....10$000
momos, de choque ou chuviscos por mez jJOOO
Scric de ccroes c bachos avulsos oes p:c;cs annunciades.
Loja de 4 portas.
Chegou a esle estabelocimento um completo
sorlimento de obras feitas, como sejara : pale-
ojts de panno lino de l(i! al 2S,S. subrecasacas
de panno fino preto e do cores muilo superiores
a 35?, um cmplelo sorlimento de palelols do
riscadinho de lu;m pardoe broncos, de braman-
te, que se vendoin por preco commodo, cerou-
las de linho de diversos tamanhos, camisas
francezas do linho e de (panninho do 2 at 5.-J
cada urna, chapeosfrancezes para bomcnia s-,
dilos muilo superiores a 109, ditos avelludados,
copa alia a 13?, ditos copa baixa a 103, cha-
peos de feltro para hornera de48, 55eni 7'
rada um, dilos de soda o de palha enfeitados pa-
ra meninas a 10JJ, ditos do palha para senhora a
12$, chapelinhas de velludo ricamente enfcila-
dasa 25$, dilas do palha de Italia muilo linas,-,
25, cortos do vestido de sedi em carlo de 40<
al 150, dilos do phantasia do 169 at 35^1000,
gollinhas de cambraia de 15 al 5;?, manguitos
de IgOO at 55, organdys escurase claras a
800 rs. a vara, cassas francezas muito superiores
e padrocs novos a 72u a vara, casemiras de cor-
les para colletes, palelols e calcas de 3$5O0 al
;s 11 covadu, panno fino preto e do coros de 2>500
atlOg o covado, corles de collelede velludo
muito superiores a 9 e \t, ditos do gorguro
e de fustn brancos do cores, tudo por proco
barato, atoalhado de algodao a U2S0 a vara,
corles de casemiras de ce.rosdo at !'?, grosde-
naplos de coros c pelos do I.3GOO al 3?2(i0 o
covado, esparlilhos para senhora a 6$, eoeiros
de casemira ricamente bordados a 12o cada um,
lencos de cambraia de linho bordados para se-
nhora a 9 e 12j, cada um, dilos lisos para ho-
rneo!, tazenda muilo superior, do 12 at 20JS
duzia, casemiras decores para eoeiro, covado a
2J0O, baregede seda para vestidos, covado a
1500, um completo sorlimento do rolletes de
gorgoreo, casemira pr,:a lisa e bordada, o de
tustu do cores, os quaes so vendera pe; barato
preco, velludo decores a*j) o corado, pannos
para cima do mesa a I0.3 cada um, merino al-
cochoado proprio para jialelols e collotos a 28(K)
o covado, bandos para .irmacao de cabello a
15500, saceos do tpele o de marroquim para vis-
geni, o un grande sorlimento do macas e 'malas
de pregara, que ludo so vende A vontade dos
freguezes, e outros muilos fazendas
possivel aqu mencionar, porcm com a vista do
compradores so mostraro.
Fazendas moder-
nas.
Coitos do casemiras Je eres finas a 5;500, (Ti-
las do una s cor muito linas de 3 o 6, de colleto de velludo do coros a G>000, ditos di'o
prelo a 55 e 6S, colchas do algodao adasmasca.
das a 55, brilhanlina branca o covado 180, case-
mira de quadriohos o covado 1?, pannos para
mesa multo bonitos e modernos a 6$. corles de
barege com tres ordens de babados a 15?, ch-
peos de phantasia para homom, sondo de gor-
guro do seda a 7#, dilos doChille de a 25?,
dilos do feltro de 4^500 e5, camisas de cam-
braia de linho para senhoras, dilas de esguiao
muilo fino, dilas de cambraia bordadas com man-
gas, rices corles do seda do Urdas as cores, nian-
oletos dos mais modernos, grande sortimenlo do
perfumaras inglozaslegitimas, joiasde.orol ver-
dadoiro, oleados de diversas cores imitando
marroquim para cobrir mesas, ferrar almoadas,
travesseiros, ele, ele, ebem como um completo
sortimenlo do fazendas do mais apurado gi sto e
melhor qualidade, vendendo-se tudo por baixos
precos, no armazemde fazendas de Baymundo
darlos Leile i Irmo, aterro da Bou-Visia n. 10.
- Fui
ugio na i,;,o du da 21 d uun 1.1
[Jbrica de rape, no Mondogo, n 1 reto
Kaim indo, idade 30
Ci sla
ii.
para .,2 anuos, 1
sia cora tainos nem barba, \x m pan
"ia ri guiar, falla embancada, por 1
isligar fumo, Irabalb.i te ,.,!., 1
insa-se bom a qm a
ni a mesma fabiira.
ConlinCa a tslar fgido o prelo M
que se intitula por Malinas, d< mi
pn 1I.1 ler 50annos de idade, .-o
les na rronte, os dedos das 1
preto 1 ii is ravo dos herdei 0= de J
teixi 1 1 ivolcanti que lem olari 1:
id- ;r.> ,: por exei 1
mos; fo arrematado por Joaquim i; 1 S
pea,, m junho de 1859 ; pede-s .
las ridades poli- iaes .,
a captura do mencionado e r man .
va-Iu nadara de Andr i Narciso, 1 -
1 pulas : so ausenloo, ou i .
nhor Joaquim da Sil I : .
Di -i. |8, que g< Lili
1 Halla*, 1
Relaos.
De novo chogaram os afamados relogios in-
gleses do ouro.de patente, e esloo a venda no
armazem de Itoslro Itookcr & C, praca doCoipo
Sanutc n. 48.
Relogios.
Vendem-se relogios de ouro inglozes,
tente : no armazem do Augusto C. do
ua rua da Cadeia do Recife n. 36
do pa-
Abrou.
>'endc-se superior linha de algodao, bran-
ces e do cores, em novello, para costura : om
casa de Seulhall Mellor & C, rua do Torres
n. 38.
Xaropc de Mossa.
Vendem-se nicamente em casa de Miguel
Joaquim Machado Freir, na rstrada do Pombal,
junio ao sitio do Exm. Sr. Brao do Suassuna.
Esto xarope, proparado com heras brasilei-
ras, applicavel s pessoas asthmalicas, cujos
resultados sao bom venturosos.
As diversas curas ob'.idas por seu uso sao a
prova mais conveniente quo st> podo oprosenlor
de lao extraordinario medicamento. Julgando
onfadonho publicar aqui os nomos de todas as
pessois que delle leem feilo uso (alcancando o
mais feliz resultado) apenas citnrci a Exnaa. Sra.
do lllm. Sr. commondador Jos Candido de Bar-
ros, que ha annos sorfria dcste mal, e j5 ranea-
da do hitar com lodosos recursos mdicos, acha-
se quasi reslabeiecida 6 com urna dse de urna
pequea garrafa.
dre .!
menle.
ruga -11 -i
da 19.1- !. o I., 1 di. 1859, ra"i
nome Jacob, venmd ., ;
! 1. 1. rrlgudo. com o n
anda d:ro l>, nda cj
sso lem .- ua legas -.'.. las paral
eos, lem fallo de algu ,
is nlgumas
I ; rolo neste mesmo dia n Bar
o Recite : quem n j-i nder, I
Alvos r, rn ra ,\ Lima, na rua -i S
uu en n ra 111 le ag :,.. 1
romp usado
Pujjio do 1 ng-nho s
do crenle anno o mualo \ irisrin
nos pouco m is ou menos, estatura re -
vo, barbado, e rostumava a fazei a bai
do suissas, muilo regrisla e 1 icadui
sabe assignar o n m 1- e tazer algn ras di"
conla, oulendo alguma
fugio para a-, bandas do engenho Vragii
S. Francisco, lermo de Porto Cairo da prc
de Alagoas. foi escra>o do Sr. Francisco B
do Exi'i, c de um padre que motoo i'
Madre de Dos ; roga-se portanto as auloi d
e ca Ues de cam| > a cap ira do n
1 1 10 pi sla-. |)
quem o houver occullndo por 1 d 1 \ rejn
cisin; Jo desde o dia da luga alm
criminalmcnle : quem o pegai leve-a tu mesn
ongnnho Sap, ou no Keciferua larga ; Ri
n 2 i, que sera rc 1 rom 1
Fugio no dia 12 de dezembro do ongei ,
Iinrj-i'-ia comarca do Cabo, o esrravo U
; signaes seguintes: mualo alvo,
bellos 1--ios estiradi ; de ca 1,
coipo, bailo, pernas arqueadas, \'< ,- .- r<
Sonta 20 annos de idade, nao tem barba nenhu-
caiiholo, quer passar por forro prorurio
1 todasaa rezos que fugo : quem o ;
-! rc-o ao dito 1 ns< 1 n onde mo 1 a il 10 --
lo, que recompensar roaa 100c
Van -1 l'ilinpe de > ':!,>.
Contina a estar iugida do sitio da rhii
jos-- Joaquim .1 1, 1,1 estrada d \
los.aprela Antonia, de m Ao Angola,
Bscrava de Francisco Goncalv'i 1 d 1
- .'-''lores capilaes de ram) 1
leressar possa, a captura da referida >>.1. .
ii colliereni i casa d< 1, qm >. 1
rosamente recompensados, Uuii 1
se contra quem a liver acoulada.
i) esrravo Antonio, de na o \ .
idade do 40 .unos, corpolenlo, i" 11, a .
riz halo ;.-- gi mdes, l'-vaiiilo 1 .0 ,. 1
(ujta camisa o calva do algodao azul, e :
reccu da loiiipanhia do corretoi Carneii
occasiao que o mesmo correlor levara | ara \.
der no Recite o referido esrravo, declarando 1 u
II n pe que o escravo quo 81 a ba lilgido I
ce ao Sr. Francisco Gomes deOfrcira, 1
intervencao do Sr. Henrique Gioson en
Sr. Anlonio do Albuquerqnc Maran i 1 qu
appiehenjer, Icve-o .i casa ioSr. Giba
do Sr. Maronliao, quo graliMc.ir.
Desappi rocen desde odia 25 do mez
zembro do correle anuo o escravo p<
Vicente, crbalo, natural do aerlaode Svbn
to o cheio do eorpo, lem falla do denles na 11
le, o falla bom desembaracado : dcsconii i-se
fgido em companhia do otros poi -
se a qualquer pasaoa -juo o pectic t 1..
seu senhi r, ua rua Direita n. 112, que ser r-
compensado.
Molcque Fgido.
OO.SOOO de gratificarlo.
Roga-se a.s capil;"es do campos, e a 1
qualquer autorijado > appu-henso do um molc-
que di nome Manoel, ciionio, idade 12 annos
pouco mais ou menos, o qual fugio da cm
abaixo assignado no dia 30 Je oulubro do cor-
rente anno, levando caifa Je cor, ramiza azul,
chapeo de palha olesdo e o maior signr.l sotTrcr
do asthina ea pouco estevedoente do lw\q
desconfa se que estoja acoilajo por kbjom 1
lalhao, que sequeia aproveitar Je sua pequ.na
iilailo para o sodozir, desde j pro'csta o 11.
abaixo assignado de cahir sobre dilo larapio com
todo o rigor da lei, egrslilica da mar.eira acm a,
qutlle que llie der noticia certa, e paga lo 'a
despe/.a que se fizer com o mesmo moleque pata
se effocluar dita aprchonsao, levando rus Nova
n. 21. Francisco Jos Ge>mino,
lili


(8)
DIARIO PE PERNAMBCO. QUA.RYA FEIRA 4 DE JINMRO DE fS60.
LilU'i'utura.
O DA DE NATAL.
GLORIA ID EXCEI.S1S ItF.O !...
I.
Nas collinas de Bt thlera
l'.olho aa flores trovador.
Que ho di" or;iar leu alando
Ao nascer do Rediuplor.
V. d'ouro pondo-llie ns i ordos,
I magos sonsa extrahir,
D'inceuso o mirra o perfuma
tatos d'um lo mn) so ouvir.
Itoga ao No me portentoso
(.Hie, por seo alio poder,
To inspire (tutos divinos,
P'ra que ouvido possas ser.
Silencio demanda s turbas.
Silencio a torra e ao mar :
Pois auto ir.ui sublimo
O aasumplo que vaes cantar.
II
i lu, Bcthlom dilosa, cotila aos homens
Toa gloria quarc
l>ue que do Messias sendo a patria,
Ao Christo dis-ll.e fe I
t di ti aos grandes da Ierra, vil soberba,
Onde foi que nasceu
Do Rei universal o charo Filho.
Que sepente reneeti !
i !ira da Nalureza o regosijo,
E a gruta tommoc'io,
. ( do Verbo Encarnado natalicio
Traz hojo ao coraco !
i i ina ao inundo ir.teiro, Ierra Sania,
Porque ests a folgar !
0 incrdulo rynismo aterra e prosla
Com leu psalmodear!
III.
Mandara Cesar potente,
Romane Imperador
De todo o Imperio entre a gente,
Sujeito a olle Senhor,
l'roceder ao arrolamenlo,
Km que sen alistamento
( Tara do povo saber \
Cada qual constituido -
No lugar onde nascido,
All devesse fazer.
Para o fim que se orlenava,
De Nazareth a Botillera,
Cidade que perlo eslava
Da ingrata Jerusalem,
Maria rom sen Esposo,
Da tena o par mais diloso,
.l prestes se eno.iminhot :
Mas vago asylo nao leudo,
Aos suburbios se acolhendo,
N'um presepc se ulejou.
I", n'esso antro que aos armenios
De guarida Ibes servio,
Nem afflicces, nem tormentos,
A Viigeni Tura curti.
Sobre os nhos que Irazia,
N'alta noite d'essc dia,
Km que alli se recolheu,
O Messias promeltido,
Ouc ha o mundo rederaido,
lio pobremente nasceu !...
IV.
Folgou leda a Kalureza
Do Redcmptor ao nasccr,
K a aurora mais primorosa
Sorrio-se U'allo prazer !
1 tas faixaa do horisonte
Renascou ligeiro o sol,
Honrando as nuvens de prala
Do mais brilhanle arrebol I.
Das selvas os foros brutos
Surgiram dos seus covis,
Quacs ovellias, se mostrando
N'esse dia tito feliz .'
A planta estril outr'ora,
.IS fecunda produzio ;
E a flor no calis fechada
Toda formse surgi !
FOjLHETIM.
ouui SOUa uo u.'iu.' os 10'loS,
Ao natal do Redetnptor,
Fulminados pelo Eterno,
Desabnram com fragor I
A Ierra os Aojos descerara
Com dultisono cantar
Do Dos Filho o naUlio
Viudo alegres acclaniar !
V.
Aos ppgu reros velando,
O Anjo Sao Gabriel,
A humana forma tomando,
as planicies d'Isracl,
Como o sol, to luminoso.
Se llies moslra grandioso ;
Dos pastoies a tremer,
A laes visos nunca affeilOS,
Trmiiiiiillisados os pellos,
Da-Ibes a nova a saber:
Informados os pastores -i
Do que acabara de escutar, 4
Do ao Senhor mil louvores.
Km jubiloso cantar :
y. entre lodos se acordando,
Das prohecias tratando,
Vendo chegado o porvir,
Em que o Mes3ias querido
Devia alli ser nascido.
P'ra adora-lo rio partir.
VI.
Tovos da torra, curvai-vos.
Que nascido o Rederaptor !
ido todos adora-lo
Com dvoco c amor !
Ao soar da meia noite.
Do gallo ao meigo cantar,
Messias prometilo
Vcio o mundo resgastar !
Pobremente n'essa lapa
Tara, a huniildade ensillando,
A soberba confundir !
Povos da Ierra, curvai-vos.
Que nascido o Redemptor!
Ide todos adora-lo
Com deroeoo e amor !...
Jos de Cc.rvalho Estrella.
i Publicador Maranhense. 1
por
lar.
Retratos polticos e histricos por
Hiplito t'astllle.
PI IX.
( Conclusao.)
REFRESEXTACO 10 GOVERNO VENESIASO Jl'STO
SKDE APOSTLICA.
Ao governo procisurio de Venesa.
O conde Rossi descia do carro nos arredors
do palacio legislativo, e era apupado. Dizem
que elle surria-sc com um ar de soberba com-
paixao. A medida que avancava, a multidao
cercava-o de todas as parles. Chegando junto
da oseada, foi aperlado em um momento por lo-
dos os lados. Ferido por um pao no hombro,
vollou a cabe;. O pescoeo achando-se entao
dcscuberto, foi traspasando do um lado a 011 tro,
utn ferro ao inesmo lempo largo e triangu-
l'or quem ? Nao se sabe. Retorcea-so um
momento o calilo. O sangue sahia fervendo im-
petuosamente. A multidao dispersava-sj em si-
lencio como a um signal dado. Alguns levanta-
ran] o conde moribundo e levaram-o at o
alto da escada, manifestando assim senlimentos
de compaixo. Foi depositado na ante-camara
do cardeal Gazzoli. Foram buscar os sacramen-
tos, mas o conde eslava modo. En utna hora
depois do meio dia.
A noticia espalhou-se pela cmara reunida
para a abertura. Produzio desordem e terror. O
principe de C... exclamara : Como quem di-
ra que o rci de Roma morto. I.eu-se o pro-
cesso verbal, e foz-se a chamada. A assembldo
nao eslava completa. A cmara separou-se. Qua-
si todos os depulados eslaram rollocados es-
querda ; o marquez Potenziani direita, e pon-
eos no centro ; mas talvez sem liin poltico, e
smente para evitar o dia milito ardenle. O prin-
cipe de C... passando na occasio de sabir diaule
da sala, onde eslava o ministro assassinado, lena
ainda dito sorrindo-se : Forte desgrana, ivrou-
hos de unta lula moral.
Ua uoua II.u... ui unuuo 111C5.1lu.11 BfUtat'irtii
les c perturbados. Horror 1 Foram apupados pela
multidao Entraran) na sala. Ur d'eltes, que
foi uosso ullicial, enlregou-se a actos de deses-
pero rasgando-so ; o outro, paludo e mudo, pro-
ouuciou apenas estas palavras :Conhtco o as-
sassino, e disponho de urna arma. O resto do
morto eslava deformo e horrivel. A multidao
disporsou-sc livrctncnte. O facto foi recebido na
cidade como umaboi noticia. Exdtou-se a ro-
ragem romana ; considerau-se a guerra civil
como evitada, o a Italia qnasi salva.
Toda a familia do Pinado foi presenca do
papa, e receben suas consolaces por mais de
uiua hora.
O ministro foi depositado no Quirinal, e alai
estere al as tros horas dn manha.
Depois d'essa hora, afflxou-se um progo da
guarda nacional aos davinas e aos do linha con-
vidando-os a mostrar cora seus actos senlimen-
tos de fraternidadp. Depois do assassinato, mui-
tos d'ellcs que estavam presente* voltaram para
os quarteis com o inesmo fim. Em seguida da ;
adheso das tropas, urna demonstrarlo popular
leve lugar .1 noile.
Cousa horrivel ainda perlo de qualrocenlos
homens, luz de arenles, percorroram a cida-
de, indo de um quarlel a outro, agitando a ban-
dera do circulo romano, e cantando : IWoa os
homens devem morrer. Viva o assassino de Ros-
si .' Viva o novo llruto A morte de llossi era o
coto do povo romano Por causa d'estes gritos,
outras rozos diziam : Fita a Italia I Vivam os
davinas e drages Diversos soldados dosta ar-
madura tinham-sc introduzido na massa, e. pro-
ferindo os mesmos gritos, tiveram a coragem de
patear diante das jancllas abortas da casa do mi-
nistro assassinado.
Rossi havia recebido na manha antecedente
um bilhele, queadvertia-o que seria assassina-
do na cmara. Mostrou-o sorrindo se aos oulros
ministros, e nao fez caso d'tlle.
Foi lamben) prevenido do que seria recebido
com assobios. Mas quando os ministros propo-
zcram acompanha-lo cmara, rospondeu, sor-
rindo-se anda, que seria raelhor ser elle o ni-
co apupado.
Affeilo vida poltica de Franca, pouca im-
portancia dar imprensa e aos avisos, e nunca
cuidou em fazer-se acompanhar, de forca arma-
da. Seo paiz nao o houvcsse exigido, cmara
nao o teria repellido por um voto contrario.
Muitos fados llie foram imputados por falla,
principalmente de niio ter lomado pcito a cau-
sa da independencia e da guerra ; de ler aparta-
do das fronteiras o general Garibaldi com seu
u.iui: .jue no.1 ni din uiguua vjue u.iiiii. em 10
dor d'clle um grupo de bandidos promeltendo-
Ihes o corrmunismo ; outras do numero d>s li-
beraes assegurando-lhes a repblica; estes fi-
nalmente dos realistas cerliQcando-lhe do vellio
estado das cousas. O meio para chegar a tudo
islo, por falta de dinheiro, dena ser o roubo. A
qnestao dos negocios do Ghetto foi concebida e
dirigida polos conjurados, rujo chefe infamo oc-
cupava a polica prcsentcmenle.
Havia exilado muitos emigrados como prin-
clpacs inslrumentos d'esle tramao que talvez
foJso verdadoiroe porque tinharn pateadoc papa
no dia de S. Carlos. O que nao aflianco.
Condemnara a Dom l'irlone porque nao
permitlido n'esle paiz prtr em caricatura o papa,
os cardeaes e os ministros.
Escrovera o artigo de 15 afim de mostrar-se
constitucional decidido, detestando abertamentc
o absolutismo e a democracia. Declarara mili-
tas vezes que no primriro caso, antes de ceder,
saberia exilar-se voluntariaraenlu
Hontem, o papa soubc moslrar-se tranquillo
c resignado.
Aconselhei aos que estavam juntos dos mi-
nistros....
o E que chamassem Rosmini
um novo ministerio.
noite, os ministros demittiram-se, excep-
to Moiitanim. que guardn temporariamente a
rcsponsabilidade das pastas desoecupadas.
O general dos Suissos, Lentudo, oceupou in-
terinamente a pasta da guerra.
Disseram-mo
organisacao de
que o papa chamara Minghell
e tariin, mas tenho motivos
trario.
para crer no con-
A opimao publica nao esli ainda bem pro-
nunciada sobro este ponto ; smente o circulo
popularreunio-se e dudaron que.se o papa nio
organisasse um ministerio liberal, o novo pode- Y i
na ter eguilraenle a sorle do ultimo. aiastaao.
iiCiuuiuieiiio ue tentar presenlemenie, c de evitar mais larde.
Entretanto deduzindo os motivos pelos quaes
lornar-se-hia incvitarel a sua queda, creio que
podoriain menos imputar-lhe os factos, que the
reprovam, do que julgar que, uestes lempos de
dissolueao.um governo regular de urna forma po-
ltica qualquer fosse possivel.
< No momento em que escroto, urna demons-
tradlo da hopa, da guarda civil e dos clubs exige
o ministerio seguinle : Mamiani. Slerbini, Can-
pollo, Lunatli, Salicetli, l'uscone, Sereno eo ge-
neral dos davinas Gatetli.
c Assignado : (.'. //. Casldlani.
Roma 10 de novembro de 188.
O assassinato do infeliz Rossi foi urna desgraca
para a revolu.au italiana,eparticularmente para
Ruma. A reaccao apoderou-se deste facto e des-
fructou-ocom p'erfida destreza (!}.
De oulra parle o sangue corra, desde que a
sangue corre.Jas paixes manifestara-se. No dia
seguinle da morte de M. Rossi, Roma revolta-
va-so, cercara o Quirinal o intimara o papa,
occullo, por ler approvado um ministerio demo-
crtico, o convocado urna assembla conslituin-
te. OsSuis303, crusaram as bayonetas, a guarda
uacioual voltou canhoes contra o palacio.
Pi IX resislia. Crcalo pelo corno diplom-
tico, corlezos, e cardeaes, que llie taziam rcr o
perigo do sua situadlo, consentio emtim no que |
he pediam, juntando esta singular restrieco,
que suas palavras erara de nenlium effeito, c sua
votitade de nenhuma sorle concordante.
A repblica fianceza enriara Pi IX um em-
baixador asss singularmente escolhido.
Era M. o duque de Hircourl. Este diplmala
nao devia mostrar grande amor nova ordem de
cousas. Chegri eutao esta poca da vida, em
que muilas pessoas pensam que o mais urgente
fazer sua salvadlo e aproximar-se da igreja, da
qual tem-se vivido at entao mais" ou menos
Nao sei como se pretende, que o papa possa
as circunstancias actuaos, obrar de boa f. En-
trega as raaos da cmara a sorle dos ministros
e Roma torna-se responsavel por um assajsina-
lo. Se um ministerio impozesse forca ao ponlili-
ce, Dcaria reduzdo impotencia por sen conse-
II10 privado. Ainda quando um ministerio sc-
melhante ao precedente fosse do gusto do papa,
e a cidade nada dissesse a respeito d'elle, nao
corpo de infanlaria, e de ler expedido Zurchi.senu Pssicl ainda, porque ninguem quer ex-
' pr-soao punhal. Para ler um governo segundo
IM AMOR M LIA
P0!1
ADEI.I.V Syi IROS,
para a Romana com esle fim e com sinistras ios-
trueyocs ; do ler chamado Roma seiscantos
davinas e fazer andar com ostentacao esta orea
pela cidade.
Havia feito condemnar o jornal Don Pirlone.
Havia affastado diversos emigrados, e commet-
lidoum acto de provocacaoem umartigo da Ga-
zetta de 14. '
No meio dos gritos de reprovaco que iam
augmentando pela necessidade de justificar um
assassinato,ha algucni do ministerio que me disse
que :
M. Rossi preparara um discurso para le-lo na
cmara. Dar cunta de seus Irabalhos para res-
taurar as Qnancaa c requercr o exercicio. Decla-
rara que seria necessario 24,000.000, aim de
principiar de novo a guerra, no caso em que o
bem do paiz o reclamasso. Proruettia que o go-
verno jamis assignaria urna paz contrara in-
dependencia da Italia ; consenta em um con-
gresso federalino em Roma, se isto fosse recla-
mado pelo voto popular. Porm em nada dsso
creo.
Havia apartado Garibaldi alm das frontei-
ras, e havia tambem feito parlii Zucchi, porque
em Florenca, em um banquete mais numeroso,
haviam-se solemnemente empenhado os convi-
dados e a legiao de Garibaldi, alim de suscitarem
urna revolta nos estados pontiiicios. Julga-se
que Guerrazzi e C... assistiam a este banquete. O
dever absoluto do ministro era de cuidar na se-
guranza do interior. Deixaram passar Garibaldi,
apenas desappareceu o temor da revolta. Estes
fados sao verdadeiros.
1 Fizera vir Roma seiscentos davinas afim
Era para este diplmala una excellonlc occa-
sio. Aprorcitou-se della ajudanda Sua Santi-
dade a sabir do Quirinal. Posto que o povo jul-
ga.se M. o duque de Harcourt em audiencia com
o papa, esle parta disfarcadamento em um carro
preparado por madama a Condessa Spaur, mulher
do embaixador do Baviora.
Pouco lempo depois, M. de Harcourt ia ler
apressadanienle CivilaVecchia, onde o papa
devia embarcar-se pata Marselha. Em Maraelna
M. Freslon, ministro da inslruccao publica e dos
mislcr que o papa podesse i cultos, esperara a chegada do Santo Padre. Era
ecorrer a forca, e, nao havendo ah recursos, urna combinacao imaginada pelo general Caraig-
jodesse anida, com subraissao momentnea elnacque, conduzido por lord Palmerston, caba
Itssimulada, ped-la ao estrangeiro. O fado i a poltica d.i reconciliacao como em urna arma-
IIIA liontem pllotai-nnmi tinf.. ..n..f~____:- .... ,t;n... .t..:....*,*! ...___*i. __.-_. i n
a sua vontr.da, sena
recorrer
P
d
que hontem elle leve urna longa conferencia com dllia, deixando, aposar dos avisos de M. Benoit-
0 rainislro da Franca, era seguida da qual enriou Charapy, o partido nacional italiano consumir-
um correio a Paris, com inslruceoes de contar o se em vaos eslorcos, e recebendo como um mag-
laclo de toda a importancia revolucionaria, que- niflco presente a approracao artificiosa da Aus-
rendoque o considerassern antes como urna mor-! ""ia relativamente reconciliacao.
te natural, e accrescenlando que elle havia no- r> a 1
meado um ministro do interior, outro de unan- Uua,,do .P'Pa dl',!l0u, Roma, os patriotas ro-
cas, e pedido os que faltaran) manos imaginaran) um plano de direccao que nao
" Em um tal estado de cous'as parece-mc iue- '*" "uaiS ',IUC S co,,cel}ocs do S'-'cral Cavag-
vilavel ama reroluco mui prxima. Qualquer "aC- Resolveratn governar em nome de Po IX.
que ella seja, nao ha urna alma virtuosa que nao Esla paixo dos gorernos democrticos de Paris
deva procurar esle aclq sanguinario. Compre- ; e Roma, paraasanecao papal, moslra a que pon-
hendo queso possa desejar urna revoludio.quan-' lo a democracia, despeilo de suas declamaces
no a suscitara, quando se recolhe sem remorsos : philosophicas, est ainda cheia de crenya no'po-
as fe izes consequencias ; mas nao concebo que der poltico dtj calholicismo, visto que ella sup-
seja licito e louvavel matar um homem, qual- poe-lho um grandissimo imperio sobre os espi-
quer que elle seja. cuja sorte poltica est enlre j ritos. As revolucoes, no meiado do seculo XIX,
as maos do paiz inteiro, c sobretudo matar, nao disputando entre si a possessao do papa, provam
somente um ministro, mas um deputado do poro da parle dos revolucionarios, ou muita hypocri-
110 momento em que elle vera dar conta do seus i gia, ou extraordinariamente menos animo pililo-
artos. Receberia com socego as vantagens que sophico, do que moslram ter.
podessera resultar d'ahi a causa coinmum mas i .....
temo que ella derive do mal. e so nao me enaa- A roP"j>ca franreza poda entao intervir com
urna faccao elh-az. Nao era preciso allender as
de ter urna forca com que podesse oppor-se con- dos n' "os confunda com'o povo romano.
da a lornar-se centro da Italia, coro de ocio e
desojo que a justa indignadlo dos poros civilisa-! conselho de Estado, c continua vara na
juracao pendente. Tenho couviccao da existencia
d'esla conjuracao, mas nao do sen perigo. ver-
Era urna noite de dezembro, chovia a polos.
Una iiuliidaode pessoas o de chapeos dechu-
va se acolorelavam. Entretanto as lojas fecha-
ram-SO O via-SO que d'ahi ha pouco todo Pars
eslaria deitado. Fin um dos armazens do bairro
'-. Germano estavam fies pessoas notareis pelo
contraste que formavam. l'm observador teria
adiado nessa reunio singular um assumpto in-
leiessanle (>:ira as suas reflexoes ; um poeta ad-
vnliaria uto romance Kssas tres pessoas eram
o Sr. Duniond, o lypo do burpueze do commcr-
ciante : mademoiselle Zephiriua, urna dessas
mullieresde quem nunca se conhecea idade nem
coraco, talvez porque i-ao o (em c perqu oc-
rultara a outra cuidadosamente. Em risco de
haver um pequeo engao p.-der-se-hia dar-lhe
de viole e cinco a cincocnta anuos. Quem a li-
vi 3se \;>io de porto,dar-lhe-hia mais, quem nao
olhasse para ella, dar-lhe-hia menos. A ler-
ciira pessoa pareca nao pertencer a sociedade
em que se achava. Pelos olhares do desdora
que Ihe deitava mademoiselle Zephirina, po-
d i a-so adrinliar o que era cssa pobre mulher,
rio fora do sen lugar cni ura fluido commerean-
te e material. Ah sim era una dessas mu-
Iheres bem ridiculas, principalmente para um
burguez, era urna mullicr romanesca. A essa
infelicidade juntara oulra que deveria ser o an- tara concentrada n'um quadro cbllocado em um
lidoto da priraeira, era casada rom M. Dumond. (ngulo da sala. Esse quadro representara um
Nessa noit esquecia sera durida o seu estado, homem de seus 35 anuos. Sius feices pare-
porque Olhava para o eco com ura ar Iao chelo! ciara coradas pelo fogo interior de sua alma,
il ilTiiraenlos, que loma-la-hiao) por um des-1 Era o aspecto de um homem cuja vida toda in-
1 realidadc. Nesse eco sombro c es- lerna. Devia ler pensado e principalmente aof-
Madama de l.ostange habitara una casinha de
campo, a um quarto de legua de Pars ; tinha
pois de um lado a uatureza, do outro a socie-
dade.
A moca foi ao encontr da sua anliga amiga,
com una' elfusao que Alice toniou por ami/.ae,
mas que realmente nao ota seno convenco e
servia para todos. Seularam-se n'um desss de-
liciosos boudoirs que indica>.1 urna mulher ele-
gante. O rlinas de cambraia branca deixavam
penetrar pouco sol. Mil pequeas futilidades
annunciavam que ella nao solfria grandes pesa-
res. Madama de Lostango eslava recostada
com a maor nonchalance em um sof de selim
azul claro. Occupava-se era dar um geito gra-
cioso s pregas do vestido, olhando-se maqui-
nalmcnte em um espelhu. As duas mocas ain-
da nao se tinham fallado e todava nunca Alice
havia roraprcliendido tao bem a joven coqueto.
Vendo-a cercada de luxo e prazeres, sentira-se
mais Irisle do que nunca. Nao invejava a felici-
dade da sua amiga, mas lamentara a sua. En-
tretanto onganava-se ; al entao tinhi havido
um vacuo no coracAo de ma lame de Loslange ;
linha-lhe faltado um ente que escutasse a histo-
ria da sua felieilade sem ter inveja. Comecou
logo urna conversa muito animada. Madama'de
l.ostange interrogava o responda sosiuha. Alice
fazia apenas o papel de ouvinte, por causa de
sua ignorancia do mundo.
Mas como sou louca disse era fim mada-
ma do Loslange, ainda nao te fallei no leu mari-
do Como sediama ?
Alice fez urna pausa.
Dumond, disse finalmente.
A mulher do mundo desviou o rosto para es-
conder urna careta que termiuou n'uma garga-
lhada
Nesse momento toda a allencao de Alico es-
fiido milito ; tinh piulada no. roslo una cx-
presso de tristeza u de lula. Os cabellos eram
um pouco baslos.
Essa pintura de Horacio Vernet, disse
madama dejl.ostange.
uvio-se o som de um piano.
Que bonito enfeite di/.a madama de Los-
lange, abrindo una caixinha que um ourives llie
tinha levado.
Tocava-se a abertura de urna cacada. Pelo lo-
que soguro e vigoro, advinhava-so que o m-
sico ora um verdadoiro arlista. Ura os sons pa-
nuira cousa. Em urna sala teriam admirad. o
sou espirito ; um pintor se teria enlhusiasmado
a vista de tao bello modelo : nuvindo-a, sen-
tir-se-hia nio acha-Ia em oulra sociedade. Mas
ninguem a via, ninguem a ouvia, ninguem a
comprehendia.
Alice esperara ainda. Nao hareria no reino
azul da poesa algum cavallciro errante que ries-
so, una bella tarde, depor-!he aos ps a sua
lanea ? Nao hareria algura trovador, que sob a
paluda clardado da la, cantasso a ella, ainda
mais paluda ? Nao haveria algum peregrino,
coberlo de concliinhas, com o borda o no hom-
bro, rindo de Jerusalem, que a lomasse por sua
madona ?
Quanta ventura est escripia para as mocas no
livro dos destinos imaginarios. Aos olhos de
vinte anuos a morlu. inesmo se moslra de
rosas.
Nao veio ura caralleiro, nao veio um trova-
dor, nao veio um peregrino: mas veio um ho-
mem. Entrou pela porla de urna maneira toda
material. Era como oulro qualquer. Um pouco
mais baixo, um pouco mais gordo, um pouco
mais teto, cheio de grac.as emtim. Os |>ais de
Alice tinham so dado pressa em fazer a felici-
ilade de sua lilha. O noivo, que nao chegava
de Jerusalem nem das crusadas, & forca de 1ra-
balho c de economia, havia conseguido adquirir
una posico satisfactoria para um pai de fa-
milia. '
Havia pensado era casar por militas razos :
1.", para augmentar 03 seus capitacs ; 2., por
economa. Sua mulher devia ser um outro elle,
a quem nao seria obrigado a pagar. Desde o
primeiro olhar que linha deitado a Alice, ava-
hara a sua pessoa e fortuna como se se tratasse
de um fardo de morcadorias.
Ainda que pouco conhecedor em materia de
belleza, tinha dito comsigo que essa moca, com
seu talhe inagosloso, seus ollios grandes'c seus
cabellos negros, producira um bello cifeito no
meio dos bicos de gaz do seu oslabclecimento.
Alem disse Alice era de nalureza daquellas que
nao se fanam com vigilias o insomnias.
O especulador linha comprehendido quanlo va-
lia una mulher daquellas, sem contar o dote,
que nao entrava como pouca cousa no negocio.
Tinha pois concluido a pressa essse arranjo, e a
pobre moca, desanimada, havia renunciado ao
r-------"- i. 1
Meu juizo sobre Rossi nao est mudado, pos- por su
i o o ten lia m qualiticado de falso. Eti julgava-o de Ven
L'm dos lilhos de M. Rossi distinguio-se
ia coragem e patriotismo durante o cerco
icza.
inlolerarel eco, a qual Pi l\ da\a por des-
mentida.
Este poder, contra o qual protestara o senso
coramum, durou os fius de 1813, e foi substituido
a 5 de fevereiro do anno seguinle por urna rons-
lituinto o um triurarirato. M. Monlanelli, cuja
intelligencia elevada [nao podij ,issimular na
Roma, onlrcgue sua nica forra, recuasso diar,
te dos perigos, desejava urna reunio dos tala-
dos Romanos com a Toscana, por meio de urna
representadlo nacional coramum, c do um nieo
poder que [dirigiese. O Picmonle, do w a lafo,
pretenda sustentar o papa e absorver o rr,^
ment geral da Italia, dcaccotdo com o gavera
napolitano
A priraeira derrota do exercito sardo mudou a
situacao da reroluco italiana c a artitudr d -
poderos catbolicos. A repblica romana cem-
prehendeu a exlensao do perigo que ia cahir so-
bre ella. Dispoz-se por isso a resistir enrgica-
mente. Os diasdifiieeis trazeni muilas vezes r>-
soluces extremas, o homens decididos como MM.
Mazzini e Saffli, succederam, no IrumviralO,
MM. Salicetti e Montela
A idea geral de M. Mazzini c assim resumida por
olle mesmo O principio que o poro lera Na-
dado como sua rogra suprema na esphera da vida
politica, sob o nome do consliluinte, tora inovi-
tavelmte sua pplicacao na vida religiosa ; o esta
applicacio lomar o nome de conc'lio. A sobe-
rana nacional c o remedio umversalmente 1
do para salvar a sociedade da negaco de toda a
auloridade di anarchia que a soberana da igre-
ja, e pela igreja entendemos o povo des ren-
les, salva a sociedade religiosa da negaco de
todo o principio, de toda a Minoridad* rili-
giosa.
Constituinte c concilio, cisaqui o principe e
o papa do futuro ,2 .
Velha idea que de nada sorrir.'i. Has vi
entao nelle que o chefe dtjoctn Italia e os po-
deres catbolicos nao foram seno determi ]
com o im de destruir a repblica romana.
Depois da segunda derrota de Carlos All
os Austriachos o os Hespanhoos pozeram-M em
marcha. Os exercitos Austracos el traram no
terreno das legacijes. Foi entao que a Franca
interveio c que leve lugar a minio to pouco
comprehendida e to singularmente interpretada
por M. I.esseps.
A repblica romana resisti por mais lempo,
do que so poda esperar.
Pi IX toraou do novo conta do governo, 1
lou nlguraas reformas, mas so era lt>50 fu.
vollou a Roma.
A oceupacao ainda exislc. At quando durar
ella .'
O que npparecer depois del!.i | Seria leme -
rario nada prever debaxo deste ponto di vista.
A revolueo italiana, dirainiiindo considera-
velmente a benignidade de Po IV iiia mais loo
ge so nao comportasse o c arador deste
pontfice e nao esperasse dello o qu > nao se po
deria esperar de ura papa no seculo Xl\.
o pontificado romano, por vezas guelpho e g-
belino, econservando s por este preco o poder
temporal, nao pode mais lornar-se adiado d
poros conlra a domiuaco eslrangeira.
/. //. Maf.a.
(2) t Italia do povo. Ser in o que M. F
de I.esseps toraava por una rehgio aova, n
lempo do cerco de Roma'.'
traces. Como ter a alma presento quando o co-
raco est ausente ?
As mulheres procuraran) as Unas e os niaute-
, .eles. M. de Loslange sempre paludo e triste foi
Ue urna cifra de mais. mademoiselle Zephiri- dirigir algiimas patarras affeduosas madama
na linha feito una monlanha. Dumond. Alice nao respondeu, e sorrindo, pa-
hoi um golpe bem doloroso para M. Dumond receu-lhe que conhecera esso homem loda a sua
saber que a sua esposa, cssa nielade delle, em vida. O artista
lugar de engaar os outros, enganava-se a si M. Dumond.
inesmo, e em dosvantagem sua.
pergunloii tambera como eslava
anava-se asijM. Dumond. fon mal, muito mal! res-
Teiia perdoa- pondeu o negociante que tinha sabido naquel-
do ludo o mais, poiem esse golpe era muito sen-'le momento que o linho linha bailado de
su el. i pi-pgo.
0 negociante era todava um desses homens: Desde esse instante, paroccu a Alict que se
modelos que se chaman) bons maridos ( peri- lhe linha aborto um mundo novo. J nao linha
phrase de imbecis'. linha como negociante o essa perlurbaco causada por urna existencia
instinclo msaeiarel de allralur tudo a si; mas que naoconhecequal o seu im. Tudo so linha
era incapaz de fazer qualquer mal ao prximo,! melisado em Ionio della. Tudo, at o marido lhe
principalmente quando isso nada lhe renda. Se pareca bello. Sua inexperiencia impedio-a de af-
esse homem liresse coraco, te-lo-hia bom. I lligir-se por sua triste ventura
podia dislrahi-la. Para M. Dumond nao hara
prazer como ver adiantar o commercio. E por
Isso quaudo algum visinho pergunlara-llio no-
ticias da saude, responda M. Dumond : Vai
que nao va
nem ouvia? A moca fechava os olhos para os-
queccr o que a rodeava Entao elle pareca pal-
udo, extraordinario, cora essa luz, com esse
prestigio e harmona que o rodeavam. Ella se-
mal, vai muito mal! pensando em cada fa-lguia-lho os niovimenloi, dizia as palavras que
zonda que se nao renda, eseu carao rubicundo elle tinha dito, achara ncllas un sentido pro-
sngu-
tomava nesse momento um ar sentimental. Sa-
be-se com efleito que todo o especulador falla s
avessas ; quando diz que vai muito mal,
quasi corlo que est em caminh a de fazer for-
tuna.
A moca tinha pois ficado espera at o mo-
undo
lar.
e oceulto. Era urna felicidade
III
Havia alguns das que M. Dumond pareca in-
moto e meditabundo. Teria dado pela niudanca
a mulher? Esse homem de ferro que nada po-
lnico bem que lhe restara, a liberdade. Pen-
sara que era dedicaco consagrar a Vida a um
homem a quem nao amara, e lomara coragem ;
porque a dedicaco urna ruisso santa, digna
da mulher e digna de Heos.
Alice fuera todos os esforcos para cumplir bom
nercadorias. A doscoiihccida depois de ler:
olhado por algum lempo para algumas pecas j
de fazenda, com ar muito dosdenhoso para con- met marido que est U
ceder alguma allencao s palavras da solterona,' Ouvindo essa msica
scolheu o que lhe convinha fallando comsigo
mesmo. l m caixeiro levou as compras para o
carro que esperara, e a moca lirou do seu sa-
quliiho, urna bolsinha bordada deouro. Ia rc-
Urar-SC, quando deitaudo maquinalmcnleos olhos
para una pessoa que nesse momento eslava ao
p della, disseAticecom um grilosinho de
sorprezo madama Dumont (icou confusa, como
que sorprendida do que a rodeara. Estas duas
mulheres, cujo desfino era to difireme, tinham
partido do mesmo ponto.
Eran) duas amigas de collegio. Amavam-se
talvez pela disseraelhanca de seu carcter. O
que nina linha de mais, faltara a oulra. Ambas
reunidas poderiam fazer um ideal completo. A
joven elegante comprchendeu que esse lugar nao
convinha a ura rcconhecimenlo absoluto ; corou
mesmo um pouco de se ter deixado levar or
esse primeiro morirnouio Tornando logo ao
seu modo habitual, estendeu a pona dos dedos
.10 iac.no para subir ao carro, dopois de ler fei-
to1 eom que madame Dumont lhe promettesse ir
v-la em poucos das.
Esse pequeo aconlccimenlo baslou para dis-
trahir a imaginadlo de Alice. Sua antiga amiga
lhe havia recordado as agradaveis conversas do
convento, quando ambas viviara de um amor na
- i-- -..* i w,..^^., u ..o^j.i, vaau 1t.11-
eidades de enanca, s quaes em falta de outras,
so prendem os coranoes enfermos. E depois do
noder dlzer a urna amiga que se infeliz, nao 6
j urna ventura?
Tinham-se passado apenas dous das, que ma-
dame Dumond havia obtido, nao sem esforco, o
consentimento do seu marido pora ausentar-se
por algumas horas. Sahindo de sob o ledo ma-
rital, tornou ao seu genio de moca. Respirando
outro ar, pareca respirar oulra'alma.
abaxo da mu-
versomuilas
o que lea eclipsa-
ao menos verda-
nas pequeas, eslava
lher ordinaria. Se verdade o
\eie brilha no segundo lugar o
do no primeiro,o inverso nao
deito.
A moca pois tinha-se visto obrigada nao s
forear-se para una voeacao que nao
como tambera a supporar a luidla
moiselle Zephirina.
Esla Zephirina tinha adquirido urna grande
influencia na casa, pola sua anlgudade e espiri- dossa sociedade fulil. Alice quasi lesmr
nha ante os olhos o quadro que se
era a sua,
de made-
c iro ella lia a historia de loda a sua vida ; urna
vida obscura e triste como ludo quanlo a rodea-
ra 1 Algumas ve/es seus olhos tinham um bri-
i 10 extraordinario, entrevia sem diividaum pen-
simonto de esperanza. Reslava-lhe talvez urna
tlor de poosia que nao se tinha faado, no lundo
do seu coraco, um amor ideal que procurara
nas nuvens ; porque ha urna idad CU1 que a
olma anda nao lem descido J.i Ierra.
Tinha parado um carro porta. L'raa mulher
elegante o ricamente (rajada entrou. Lcvanta-
ram-se lodos para recebe-la. A moca pedio as
rendase as sudas mais preciosas. Madcmohcl- rociara vir do fundo dos bosques, ora elevavam- a larefa de 'I"e se linha enca'rrcgado. Nas gi
Je Zephirina com multas reverencias e jogos de I se sonorosos e vibrantes. des cousas d rida, ella teria sido tima mulhur
physionomia, fazia realcar a belleza das suas I Era urna fanfarra capaz de despertar um de-! superior
funlo.
Nao nada, disse madama de Loslange,
locando.
a to viva o alegre, era
necessario eslar-sc bem Iristeparano se curvar
ao poder della.
Alice escolara ; a sua amiga arranjava ao es-
poln) os atinis do eabello.
O artista mudou de tora. Em lugar de gritos
de alegra, foram cantos tristes e lugnbrcs. To-
cando no teclado, pareca locar n'alma. As no-
tas cahiam como lagrimas ou como golas de san-
gue. Que de suspiros abofados, quanta tristeza,
quantos snluros nessa msica como se cantara
bem a vida de urna pobre moca nessa aria.
Como me ochas ? pergntou madama de
Loslange it-quebrando-se.
Alice diorava.
Madama Dumond rollando casa, ia menos
Irisle que de costumo ; a visita sua amiga linha-
lhe reanimado muitos illuses extinctas. Ao ar
que respirava tinha-se misturado um pouco de
poesa. Amara as artes, e a msica principal-
mente lhe pareca o mais bella linguagem d'al-
ma, nao a cultivara, mas sonhavo ser arlista :
noo era isso por ventura mais ideal!
II.
Havia dous annos que madama Dumond, ou 1 sabe,
antes, que Alice tinha sahido do convenio. Engaara o mais destrmenlo que era pos-
Nessa poca sejis pas, antigos negociantes, ti- sivcl. Sabe-se que no commercio esse tlenlo
-----------. .._ nham-a mandado buscar para casa. Tinha de de rigor. Tinha nhrsionomas ora todos
o A 1"VJ0 ?,reseale nao "" e- ressussila- repente possodo de sua vida cheia de illuses' '
ue o possado ; ella comeca a desojar essas feli- para a vida positiva.
Havia abandonado as oceupoces e as alegras
de crianza, mas nao tinha adquirido as alegras
c occupaccs de moca. Ficra a espera ou an-
tes, cheio de pezares.
Tinham querido arrancar do sua alma os ins-
tinclos de urna vida imaginaria ; mas nao lhe ti-
nham podido substituir o senliraenlo da vida
real.
Era urna dessas individualidades borladas
que ccram de ser o que siio e nao podem ser
ment em que o acaso havia aberto do novo pa- dia tocar, s tinha urna corda sensivel, a do di-
avia longos annos que ora a cabera da fami- sua alma c agora vivo
lia, vira morrer o pai e nascer o filho, o que nao
impedia que exigase desto a galatitaria devida
00 bello sexo. Polo habito do ve-la, o negocian-
te cosluniara-se a considera-la una das co-
lumnas do seu eslabelecimenlo.
A solteirona tinha tanla confianca na sua im-
portancia que oca jara por infundi-la aos oulros.
Ninguem sabia d'onde ella vlnha : mas polo que
se lembraram s caixeiros, sempre a linlum vis-
to assim.
Como tinha a vigilancia sobre todos os em pre-
gados, nenhura se animara a zumbar dos seus
ridculos. Para fazer-lhe justica cumpre diser
que mademoisella Zephirina, era dolada das
mais elevadas virtudes..... commcrciaes
ra ella algumas paginas de sua vida passada.
Alice havia trazido da casa da amiga alguns bi-
hetes para um concert prximo. Cousa singu-
lar pois o negociante nao se deixou seduzir
pelo sorriso de Alice homem que ha mais
de viole anuos eslava aguerrido s angulosas e
anlipalhicas feices de mademoisolle Zephirina
e cousa anda mais inaudita, consentio cni
abandonar por um momento o cuidado dos
seus negocios para levar sua mulher a um so-
re !
A moca ficou doslumbrada achando-se pela
pnraoira vezom um paiz cheio de perfumes, de
tuzes e de poesa. As mulheres expandiam-sc
nos seus enfeites, como as flores nas corullas
Madama Dumond era moca e bonita ; nao es-
tiva muito bem ornada f Para t iue mais Ti-
nha urna dislinecao que nao se adquire, mas que
recebe-se do co. AI. Dumond mosirando-se lo
a gesto no meio dos ledes e dandgs como no
meio das suas fazendas, senlou-sa muito sem ce-
remonia no lugar em que raelhor poJia ver e
ser visto.
Alice nao soffria ; mas parecia-lhc que faltava
alma a loda essa [osla. si. Dumond olhava pa-
ra o tocto da casa fazendo evolucoes com a caixa
de rap.
Ouvio-se ura longo murmurio.
l'm homem rocou cora a sua roupa preta o
vestido branco de urna senhoro. Esse homem ora
de urna estatura lo extraordinaria que a allen-
cao de todos se lixou sobre elle. O traje escuro
de que usara dava-lhe um ar austero c triste
que se destacara eom elteilo singular no meio
li-
sropre via era
ja se
c
para lodos os
freguezes ; humilde com o rico, insolente com o
pobre, genio precioso que faz a prosperidade de
um estabelecimenlo
Pelo carcter egosta de mademoiselle Zephi-
rina, comprehendo que o seu interesse pela caso
era todo pessoal
O chime da solteirona, causado pela presenca
de urna eslranha linha-se transformado em pro-
fundo desdem. Para ello cujo vida toda cempu-
nha-se de comprar e vender, concebe-se que no-
da era urna mulher que s viera alli para medi-
tar. Alice nao podera deixar de ter algumas dis-
nheiro. Tinha soflrido muito. De vermelho q
era, licara carmezim. Todava o negociante an-
da nao tinha perdido todas as esperanzas ; con-
lava para arranjar a fortuna, com um navio
de cachemiras que devia chegar-lhe das lu-
dias.
No meio desse sinistro mademoiselle Zephi-
rina cuntiuuava com os sorrsos mais fago-iros
e iufantis que possirel urna raparigoia de
cincocnta janelros. Alico eslava triste, M. de
Lostango ia partir para a Italia. A moca via que
em casa agilava-sc alguma cousa. Coin seu ca-
rcter romanesco, aspira va sempre niudanca ;
porque a mudanca nada devia levar de sua
vida.
O negociante linha-se fechado no sen gabinete
para ler urna carta, quando ouuo-se um grande
ruido, como de alguma cousa que tivesse calado.
Corrern) todos, M. Dumond debaiia-se com um
ataque de apoplexia. Todos se agitaran), grita-
vara, faziara muito barulho, s mademoiselle Ze-
phirina nao largou o baldo. Era como esses
soldados que nusccm e morrem no posto. O ne-
gociante quiz fallar, mas nao leve lempo. O na-
vio das Indias tinha naufragado o com elle mor-
iera a sua ultima esperanca de fortuna. Tudo
o que Irivia no eslabelecimenlo pertencia Ze-
phirina que mais que dopressa despedio Alice,
ij sesaue, com o mais amavel sorriso. Alice
'quera muito bem aos pais para voltar casa
delles. Sou nico pensamento foi retirar-so ao
convento em que linha sido educada. A fami-
lia de Dos era a sua. A viuva alllida nao tinha
que chorar por si e orar pelos morios ? Dei-
xando o mundo pensava nelle, quizeraj aiuda
vc-lo, una vez. Nao era um peusameno pro-
ano, eslava lo Irisle que tudo nella se mudara
em religio.
A' noile parlio Alice'oceulta em um capote.
Escolhou caminaos compridos c desortos afas-
lande-se dos grupos alegres dos bebedores de
que estavam chotos as tascas, uvio, ao passar
os gritos de alegra dos estudanles e das grsel-
les que se diverliam nas baieas dos arredo'OS.
Esse barulho enlristecia-a ; caminhou mais de-
0 arlist a senlou-se ao
piano, e deitou um ulhor tranquillo o indilTe-
rcnle por toda essa assemtila e os seus dedos
brancos o nervosos vagaram machiiialmenlc so-
bre as teclas.
Nesse momento M. Dumond fallara em nego-
cios com um amigo que felizmente encontrara.
O quo elle achaca curioso nesse soirc. era a
sua presenca. L'm potoco mais longo, madama de
Loslange, reclinada negligentemente sorra ou- pressa. Cahia una chura fria que nao fazia ma
viudo as finezas de um rapaz muito louro.
A sala nadara em ondas de harmona. Pare-
ca que esse homem dominara a multidao por
um poder mgico. Que alma deria d3 ter esse
hornera que assim commovia a alma dos mais.
Alice comecou a pensar nessa singular reunio,
o arlista que va e a mulher leviana e coiuelie
que mesmo nesse momento, nao podia elevar
sua alma um s grao. Sem duvida nao tinha po-
dido comprehende-Io, amava-o por dedicaco ;
cu!tivava-o como se cultiva una flor bonita ;
mas nao linhe esse amor que resume todas as
outras paixes. E a pobre mulher sofrcu pelo
que ello devia sofrer.
Colou-sc o piano. A sala echoou cora os ap-
plausos. Aquellos mesmo que se linham mostra-
do mais dislrahidos manifestaran) omoior enlhu-
siasmo. M. Dumond bata palmas com loda a tor-
co, talvez para fazer como os mais, ou talvez de
prazer por ver acabado o concert. Alice sen lio
lodo o orgulho de um arlista.
Era meia-noite.
aos coracoes alegres ; porm que incomraodara
muito as almas que solfriam. A moca che-ou
emflm o um pavilhao salado ; tomo'u animo.
L'm sorriso Irisle illuminou-lhe o rosto Con-
templara com melancola essas srvores mesqui-
nhas, urna mouta de espiuhos ingratos, algumas
folhas seceos ; contemplara esse co, essa ier-
ra... eslava na sua patria, porque era o lugar
que amava. O pavilhao eslavo deserto, nenhu-
ma lu/. brilhava nas janollas. A moca eslava de
p com os olhos fixos. Duas horas se tinham
passado depois que sua alma, podia assim dizer,
se linha reduzdo a um s pensamento. Ajoe-
lhou sobre aterra hmida c orou por muito
lempo. Era por elle 1 O dia ia apparecer.
Alice aproximou-se do pavilhao. O coraco pul-
sava-lhe com forca...... Tocou nessa porta....
abracou essa casa.... essa casa em que elle linha
morado..... essa casa que era sua.
No dia seguinle as grades do convenio tinham
se fechado sobre ella. A moja nao achuii mais
os suas antigs amigas; todas linham seguido o
seu destino. Esta eslava casada, aquella mora,
aqucll'ou.ra anda com peior sorle. Alice pen-
sando na sua sorte, cliorou pela dasoutraj [1
esnvento eslava deserto, porque eslava cheio de
indiflerentes. Nao havia mais illuses par
roa-lo. A joven viava loiuou o sou vestido de
luto. Pensava quo sob o habito de urna reli-
giosa, um coraco de mulher nao se afoitova a
bater Quando so vio assim toda de prelo. ella
que via a vida toda cor de rosa, nao pode s'usler
as lagrimas. Nao era a sua mondado, a su 1
belleza que a faziam chorar, era urna record
Foi uraa lula horrivel...... Orou por muito
po com a testa no chao, nesse mesmo la
que ouli'ora tambem orara tanto. Ergueo-sc
resignada, estar completo o sacrificio, amava-o
por loda a vida. Abri a janolla para Cinlem-
plar o co em que outr'ora gosta va de perderos
olhos. O ar estara puro o azulado ; mili,
estrellas scintillaram, brilhantes como o futuro.
ou paludas como amores exlinrtos. As nuve i
formavam-se e dissipavam-se semel liantes
sombras. Ella ficou liiste. No meio de toda
essa poosia, s via um tclhado longinquo.um pj-
vilhao descro, um phanlasma em sua alma.
A sror Alice era a freir mais ausli -
convento. Nella a vida material pareca se t< i
exmelo. Nao communicava com t exterior que
a rodeava. Era dessas mulheres que coi:
hondera a vida intotra em o nada; nao lendo
podido amar, nao poda virer. Pass.va os das b
as noiles cora o mesmo. Dizia sua oracao o lor-
nava a comeca-la; Dos nao prde a intelli-
gencia orguihosa, quer a humildad" e a
gaeo.
ma noile as religiosas foram cromadas para
virem orar ao p do Alice que eslava del.;
Repeta sora cessar um nome que nao havia na
lolhinha. As freirs diziam que aquella mu!hr
era sania, porque linha solfi ido muito. Ia ama-
nheccrodia. Ouviam-se as freirs que canta-
vara malinas. Havia na voz dolas Unta uaerao
e humildade que julgar-se-hia ouvir voz des
anjos. Alice foi feliz ; pareceu lhe cue ia
icr. Mas poderla ir para o co, quando eslava oa
ierra ?
Era urna mote sombra A religiosa linl
olhos filos nesse poni donde devia vir a espe-
ranca. Julgou verbrilhar urna luz ; o pavilhao
era bom lonxe, mas os olhos d'alna veem rae-
lhor que os do corpo. No dia seeiiinie. chegou
urna caria com Bnelo prelo. Alice estremereu
como se fosse receber urna nolicia n. Oque
poda atliugi-la sob a mo de Baos ? Leu ; ma-
dama de Loslange linha morrido. Essa mulher
era urna flor que s tinha brilhado um dia. A
caita ora de M. de Loslange. Alice julgou re-
cordar-ge de ura sonho antigo, o todaualinha-o
todos os dias. A religiosa orou anda siguas
mezes ; dossa vez era para cumprir ura c
Sua dor linha durado tanto lempo que ac
por gastnr-se. Alice era como essas crian
que apoz urna longa molestia, acordara 1
nem existencia. Tinha passado por todo* es
graos de um amor infeliz, mas linha rolla I
[ionio de que iinha partido. Amava como no
primeiro dia.
Alice esperara; deveria evitar m l. ira m
amor talvez essripto 110 eco ? A \ entura floreste
sobre os tmulos !
Apoz esses longos dias de soffrimenlo, Ali.c
scntio a necessidade delinear um olbar por ,-
se mundo em que oponas lucra nina rpida pal
sagem. Deixou o habitode burel pelos vestidos
de moca, tornou a ver ParU, esse panizo da
gente que nao lera alma. i;m tJo que se ofle-
receu a seus olhos nao prorurou .seno urna
imagem. No ruido que a rodeiava, s mivio um
som esse canto triste e cheio de esperanca que
outr'ora a havia despertado. Tinha encontrado
loda asna poesa, a esperanca havia riscadu
urna vida inleira de desgracas.' Dous annos si
tinham passado, dous anuos'dos quaes cada na
nulo se linha marcado com urna lagrima de san
gue, todava parecia-lho que anda ora hontem.
Alico morara distante delle apenas meia legua.
e aborrecia-se por oslar lo perlo. Essa alma
errante e ofllicta, era feliz ; havia ochado oque
sonhara. Elle eslava bem perlo : mas cuw.
lo? L'ma mulher mundana afronta OS obstcu-
los do mundo ; mas um espirito romaiusco, pa-
ra ir a rite passos pelo camiuho mais curio,
julga-se obrigado a passar pela la.
Chega urna carta, delle. A mora ajorli,
se para agradecer e Dos lauta vcntuia. Ltu
tremendo do emodio........
M. de Loslange lem a honra de participar
senhora viuva Dumond, o seu casamento rom
mademoiselie Zephirina. Assistindo a beneo
nupcial, dar-lhcs-ha muito prazer.
FIM.
E. Btlmonl,
PERN. TVP. DE M. F. DE f.\IM.\. lsv.C