Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:08928

Full Text
1HN0 XXXVI. HUMERO 2,
Por tres mezes adianlndos 58000.
Por tres mezes vencidos 6000.
TEECi FEIRA 3 DE JANEIRO DE T86.
Por anno adjantado 19$000.
Porte franco para o subscriptor.
1 1 -
1 i i
ENCARREGADOS DA SUBSCRIPCA'O DO NORTE.
Parahiba, o Sr. JoioRodolpho Gomrs; Natal,
o Sr. Antonio Marques da Silva; Aracaty, o Sr. A.
de I.emosBrag; Ceir, oSr. J. Jos de Oliveira
M aranho, o Sr. Manool Jos Martin? Ribeiro
Guimares; Piauhy, o Sr. Joo Fernandos de
Moraes Jnior; Tara, o Sr. Justino J. amos;
Amazonas,o Sr. Jemtivmo da Costa.
PAJU'IUA UOS CUKKKtUS.
Olinda todos os dias as 9 1/2 horas dodia.
lguarass, Goiannae Parahiba cas segundas e
sextas feiras.
S. Anto, Bezorros, Bonito, Caruar, Altinhoe
Garanhuns as tereasfeiras.
Pao d'Alho, Naznreth, l.imoeiro, Brejo, Pes-
queira, Ingazera, Flores, Villa Bella, Boa-Vista,
Ourieury e Ex as qoartas-foiras.
Cabo, Serinhaem, Rio Formoso, Una, Barreiros,
Agua Treta, Pimonloras e Natal quintas feiras.
'Todos os rorroios partera as lOhorasda manhaa )
AUDIENCIAS DOS TRIBUNAES DA CAPITAL
Tribunal do commercio: segundas e quintas.
Relaco: trras feiras e sabbados.
Fazcnda: toreas, quintas e. salbados as 10 horas.
Juizo do commercio: quintas ao meiodia.
Dito de orphos: trras e sextas as 10 horas.
Primeira vara docivel: trras e sextas ao mcio dia
Segunda vara do civel: quartas e sabbados ao
meio dia.
EPHEMERIDES DO MEZ DE JANEIRO.
2 Quarto cresecnte as 11 horas e 30 minutos da
manhaa.
10 La cheia aos 53 minutos da manhaa.
16 Quarto minguante as 6 horas c 56 minutos da
tarde.
24 La nova as 3 horas e 27 minutos da ma-
nhaa.
PREAMAR DE IIOJE.
Primeiro a 1 hora e te minutos da manhaa.
Segundo a 1 hora e 18 minutos da tardo.
DAS DA SEMANA.
2 Segunda. S. Isidoro b. m. ; S. Aregeo ni.
3 Terrea. S. Aprigio b. de Beja; S. Antera p
4 Quarta. S. Tito discpulo do S. Paulo.
5 Quinta. S. Sirueao Estcllita ; S.Emiliana v.
6 Sexta, efe Dia de Res ; S. Epifana.
m.
ENCARREGADOS DA SUBSCRIPCAO KO SIL.
Alagoas, o Sr. Claudino Falco Dias ; Babia, o
Sr. Jos Martina Alves Rio de Janeiro, o Sr.
Joo Pereira Harlins.
EM PERNAMBUCO.
O proprictario do diario Manocl Pisueiroa da
7 Sabbado. S. Theodoro Mongo ; S. Telminio. I Paria,na sua lirraria praca da Independencia ns.
8 Domingo. S. Lmirenro Justiniano. 6 o 8.
PARTE 0FFICIAL
COMANDO DAS ARMAS.
Qnnrtel general I cinmando das
armas de Pernambuvu, na cida-
de do Recite, S de Janeiro de
SB9.
ORDEM DO DIA N. 336.
Havendo o Sr. capelln al/eres dj repartieo
^eclesistica do excrcito padre Antonio da. Cu-
nha Flgueirdo sido designado em ordem do dia
do quartel general do exordio sob o a. 16:2 para
l'jzer o snico no 8a batallio de infantaria, e
adiando-se por tal modo vaga a capellana da
fortaleza do Rrum, que era por este Sr. capello
excrcida, o tenente-general commandante das
armas nomoia para subslitui-lo interinamente na
referida capellana o Sr. capelln atieres (refor-
mado padre Joaquim Mauricio Wanderley. O
mesmo tenente general determina que, a contar
do da 31 de dezembro prximo lindo se cou.-i-
dere desligado do batallio 10. de infantera o
Sr. capellao addido padre Manool Thomaz da
Silva, juo n'esse mesmo da embarcou para a
corte com destino a reunir-sa ao batallio 2o de
arlilhaiia ano em o qual foi mandado servir,e que
n'esta dala fique addido ao9" de infantaria o Sr.
padre sapcllo.Cunha Fgueirdo, eniquaulo nao
segu para o seu deslino. Declara final ilion -
te, que era virlude de autorisaco conferida
peld presidencia em offlcio de 29 do citado roez.
de dezembro, foi no dia 1" do corrate dado por
linio o contrato celebrado com o Dr. em medi-
cina Manad Enedino do llego Valonan visto ser
na actualidade dispensare! o servico medico-mi-
litar, que eslava prestando na guarnico d'esta
provincia
Assignado.-Jos* Joaquim Coefho.
Conforme. Horacio de Gusmo Coeho, alfe-
pj nlante d'ordens.
EXTERIOR.
Lisboa 29 de nnvembro do 1859
Os embaracos que ao principio suscitara a es-
colha feila pelo principe de Cargnan, do com-
mendador Buoncompagni, para a regencia da Ita-
lia Central parecem boje vencidos.
Um des orgaos semi-officiaes do governo fran-
co* assevera que o gabinete sardo den acerca do
carcter c objerto dessa designaco, explicaces
que satislizeram o gorerno francez. Nada ser
alterado pelo fado da regencia de M. Buoncom-
pagni, miis iinhi.il>- at a deliberaco que o congresso
hourer de adoptar.
Pirara de p todas as questoes ; a regencia nao
prejudica nenhuraa ; nao mais do que urna
garanta dada causa da ordem.
1) gabinete de Turim val pois, ao que parece,
car a escolha feita pelo principo do Saboia
'Cargnan.
Esta medida comprehendida e tomada sob o
seu rerdadeiro aspecto por urna e outra parle,
s encontrara embaracos se os povos so recusas-
-'mm i ratifica-la.
Ja sabemos qucParma, Modena e asRomanias
o Iheiiram a ella.
Verdade que um depaeho lelegraphico nos
annunciou um protesto por parle da Toscana,
mas ha todos os indicios para julgar esta afor-
ra icn errnea ou exagerada
Effectivamonto, l-se no Espero, que os depu-
tados toscanos foram recebidos em 17, pelo prin-
de Cargnan e por M. Buoncompagni, c que
se niostratam satisteitos pela delegacao dada a
esto iliimo.
Por oulro lado uma carta de Floren^a assevera
que es obstculos que a nomeaco de M. Buon-
compagni encontrara noscio do'governo toscano,
procediam, tosomente, de urna dissenco pessoal
som gravidada alguma.
Tu lo nos leva a crer que essa dissenco ressa-
r breve, o que n'uma questo de ordem publica
a Toscana nao quercr separar-se dos outros es-
tados da Italia Central.
Quanto mais se aproximar o dia da reunio do
congresso, tanti mais deyera esses estados ter a
i manterem a atlitude que Ibes grangcou
untas sympalhias. Nada ha que coadjure mais
a verdade do que a serenidade : o melhor meio
de a dar a conhecer, o cada um d'aquclles esta-
dos lem o maior interesse em que o congresso
taiba todas as verdades.
Seja qual for o juizo que se forme acerca da
conducta das Remanas, ningucm ousar nc
Bioderaco de que sempre se inspirou o
veroo.
certeza de que elle desisti do seu primeiro in-
tento. Para garantir a causa da ordem na Ita-
lia-Central, torna-se indspensavel concentrar
lodos os poderes n'uma s roao. As asscmblas,
pela unanimidad^ dos seus votos a favor de urna
regencia tioham proclamado esta necossdado :
o I'iemonte nem poda desaltonde-la nem recu-
sar-se a salisfaz-la. O meio termo que elle
odoptou, sera prejudicar as qucsles polticas,
cuja soluco pertence ao congresso, prejudieava
a da manulenco da ordem, c era ejite um ponto
importanlissimn. Comprehende-so agora a in-
sistenciajde Vctor Eiumanoel em (azer acceitar a
nomearao de Buoncompagni.
A Uazetta de Breslau chega a dizor que o rei
eslava decidido a abdicar, so acaso as potencias
tivessem recusado tannuir ao seu plano.
A interessante correspondencia que ha pouco
publcou o Morning-Poit sobre as circumstan-
cias que arompauharam a nomeaco de Buon-
compagni, revela o perigo a que a IlJa-Cenlral
Qcava exposta, se o Piemontc. nao houvessc lo-
mado n deliberaco de ah assumr a autordade.
Os Romanhes eslavan decididos, segundo pa-
rece, a comecarem a lucia e a conferirem para
esse fim a dictadura a Garibaldi. Foi enlo
quando o partido moderado propoz i Sardenba
a regencia do principe de Cargnan. Nao s esta
medida prevena a exploso q* eslava imminenie,
seno que fazia dar um grande passo causa da
annexaco. A Sardenha tomara perianto esta
deliberaco, mas o governo franco/, desappro-
vou-a com tanta energa que fui misler desistir
della. Foi enlo que so designou Buoncom-
pagni, obrando ao mesmo lempo com muita ce-
leridade para que ebegasse demasiado tarde a
dosapprovaco do gorerno francez, se este anda
leimasseem manifesla-la. Esta, idaq'se allribue
ao conde Cavour, nina vez posta cm pratied, pa-
recen ao principio descontentar a toda a gente ;
o embaixador ingle/, desapprovava-a como sendo
urna concesso excessiva feita Franca. O em-
baixador francez lamentara que se houvessc de-
signado Buoncompagni sera consultar o governo
francez ; o governo toscano prolestava contra
esta transieran ; finalmente urna grande parte
do publico eslava indignada da timidez do go-
verno sardo nesla conjunctura, ao passo que o
governo sardo eslava convencido de ter obrado
com demasiada ousadia, e aguardava com al-
guma inquielaeo as eonsequenciasde sua auda-
cia. Toda est agitaco durou pouco, cm conse-
quencia da adhesao da Franca *eleii;o de Buon-
compagni, c do crer que a Italia-Central aguar-
dar pacificamente, sob a prolecco e direceo
da Sardenha, o resultado das deberacoes da
Europa. E para notar que de algum lempo a
esta parto a linguagem de certos jornacs russos
se approxima singularmente da dos jomaos in-
glezes. relativamente questo de Italia.
O Invalido Russo, no seu numero de 16 de no-
vembro, publica um arligo asss enrgico, diri-
gido contra a Franca e a Austria, que acensa de
formarem um dnumvirato para melhor embru-
Iharem as questoes em vez de as resolvercm.
O M'Jining-Post insorio em 27 um artigo sobre
os armamentos, di/.endo ser falso que lord Cow-
ley baja recebido a misso de propor o desar-
mainenlo.como hontem se disse, da Franca e da
s de una cnfederaco poltica, no momento 'mes- i Inglaterra. Todava d corno certa a reunio do
ino em que a opnio publica na Europa reclama Congresso^ porquanto lord Cowley far, como ze
a separacao completa dos poderes temporal e es- espera, desapparecer urna leve divergencia de
^ao do jugo estrangeiro, iinngiuae quaio pra-
zer que sentiris ao regressardes enlao ao seio
de vossas queridas familia?, dizendo-lhos com
orgullio : << Eis-ahi o frurio da nossa constan-
cia, da nossa paciencia, o do nosso valor
Sabemos positivamente, que no da 21, o go-
verno francez dirigi s potencias europeas o
connie de toinarem paite no Congresso. A Pa-
trie, d'onde exlrahinios esta nova, accrcscenta
que a nomearao de Buoncompagni a regencia
dos ducados, longe de augmentar as difficuldades
que se tinhnm opposio reunio do Congres-
so, torna pelo contrario essa reunio mais certa.
A delegaco da regencia a Buoncompagni re-
reserva ao Congresso europeo a plenilude dos
seus direilos.
[Jornal do Commercio de Lisboa).
1 de dezembro.
A assignatura lo tratado de Zurich, e as even-
tualidades, que d'elle podem ser cons3quencla,
inspirara ao Invalido Russo as seguidles conside-
races :
A assignatura de um tratado de paz consli-
tue sempre ura acontecimenlo feliz para os po-
vos. O commercio o a industria, compromclti-
dos pela guerra, refloreccm. Os habitantes dos
paites que forara (heatro das hostilidades, en-
tregues contribiiiro jj pelos iiiiinigos, j pelos
proprios compatriotas, descancam das suas n-
cessautes apprehensocs. Os proprios sollados,
que antes da campanha desojavam lo vivamen-
te a guerra, consideram-se elizes pela conclu-
so da paz que os leva de novo sua patria.
Era una patarra, a paz una uniaode ale-
gra e de feiicdade. universal. Qual c, pois, o
singular acaso que faz com que a concluso do
tratado di; paz de Zurich nao tem causado a me-
nor alegra ir* Europa? Tcem decorrido mais
de Ires mezes que se assgnaram os preliminares
de VilIjfranca, e as intermlnavcis deliberaces
da conferencia de Zurich nao excitaran) a menor
impaciencia, e a noticia de haver sido assignado
o primeiro exemplar do tratado nao produzio
em ponto algum n menor salisfaco particular.
Pelo contrario, a opnio publica aspira mais do
que nunca pela convocaban do congresso eu-
ropeu.
A Inglaterra, cuja poltica pessoal c egosta
lera sempre alienado a opnio na Europa, lor-
nou-se sbitamente objcclo da sympalhia geral,
porque se levantou contra as condi;6cs do Ira-
lado, o recusa lomar parle no congresso para as
confirunr. Ha de ser muito curioso ver como
este dbale acabar, e qual o systema que ha de
ser jdopiado.
Mas de qualquer lado que se decida essa
victoria diplomtica, a opnio publica est con-
vencida de que o tratado de Zurich nao oll'ercce
a menor garanta do duraco e solidez, e esta a
razaoda indifferenea gernl a este respeilo. ilec-
tivamente, o futuro nao faz mais do que presa-
giar discordia e conflictos polticos na Italia.
uer-se assegurar a independencia poltica d'a-
quellepaiz por meio de urna cnfederaco :'mas
uma semelhanle soluso nao faz mais do que com-
plicar a siluaco.
Nao ser, com efeito, uma extraordinaria
conlradicro querer fazer o 'apa chefe tmpora
Como ueclarou o MonMeur, a proposito da reno anda que escabroso, Ueiiava
eleico do principe de Carignan, as questoes de- j sempre a descoberto.
feridas ao congresso nao podiam ser prejudica-: O general em chefe do excrcito d*frica parti-
das ; :
llllinigo sao para esse
enero de guerra, que lo celebn
tornou os do imperio francez.
Em pouco lempo d: caiupaulia os nossos sold i-
toraando em consideraco os escrupul. _
bnete das Tulheras, declarara lealmente que o
principe de Cargnan, declinando a regencia por
sua propria volitado o delegando o sen mndalo
em Mr. Buoncompagni, tinha querido precisa-
mente entrar as vistas da poltica franceza.
A aceitado da regencia por um principe da ca-
sa de Saboia envolva quasi a questo dynastica
e territorial. A designaco de Mr. Buoncompagni
tem oulro carcter ; responde apenas a uma ne-
cessida*c de ordem publica, e reserva ao con-
gresso o que o imperador Napoleo o o rei Vctor
Eramaniiel, assim como o proprio imperador da
Austria esto de arcordo em reservar-lho, isto 6,
a plenilude da sua competencia.
Considerada assim, a nomeaco dcMr. Buon-
Resumo.
Generaes feridos 1.
Chcfes morios 1.
Ditos feridos 3.
Ditos contusos 1.
Olciaes morios s
Ditos feridos 32.
Ditos contusos 12.
Soldados morios 79.
Ditos feridos 60$.
Contuzos 6.
Total, 83 morios, 6 feridos e 73 contusos.
O marechal ODonnol, referindo-se s perdas
sotfridas pelos mouros diz o seguinte :
Calculo que o numero de mouros que se
achara estendidos no campo ser de una 500, nao
contando os que o inimigo levou comsigo ou en-
compagni lera sera duvida, aos olhos do gover-
no francez, um carcter differente daquelle que terriu. O numero dos feridos nao inferior 1500
de principio Ihe tinha sido attribuido. Convera l'risioneiros nao ha porque os mouros prefr
toje o que disse i uiteut, faz oui q ditemos d'- lodo as uotici is que romera i lra.n.8-
miltir-nos acerca dos persouaj
representar as difieren I es naeOes ao -':'. do I m-
gressn.
.v.--!in pois, guardaremos silen i icrea de
certas nomeages, porquanto ao passo que -
diz que loe I Pal m n na i poder isssl
Congresso, asseveram outrosdespacii le
le estadista representara a Inglaterra cuniuuria-
menle com lord Cowley, nao fallando at qu
diga que esle ultim i li im I i na i r b
do para um p >slo d i inta imp irl inci i.
Poremquanto ludo o qie se li/nu passa la
supposicos, e por issn u i julg im is opp
aventurar o nosso juizo sobr lii dbil funda-
mento.

pois ver nisto um obstculo aos acontecimentos a morte. Vi alguns destacamentos corlados pe-
revolucionarios que poderiam eomprometler a i las nossas tropas, os quaes sem esperanca d
causa da Italia c por con#equencia uma garanta vacio, se defendiam com as coronhas das sois
para a independencia da jurisdieco da Europa, espingardas at suecumbirem aos golpes dos
ja extasiada nesla grande causa "pelas victorias ; nossos.
da Franca e do Piemontc e pelo tratado de Zu-| Os nossos tambem nao lem solTi
rich.
Nao damos credilo lo poiKO ao despacito '
raplnca deque a Inglaterra V m-;a pediram
que seja augmentado o Picmonte, c que se fot
uma na.;,1o ou eslad > indepen I mte com Parm.
Modena e Romana. Basta consultar u mippj
para se convencer da inverosimilbati i d-s
4-
Os jornacs hospanhes nao publicam despacho
algum lelegraphico, e os quo se encontrara nos
jomaos francezes j de nos sao conhocidos.
O fado de maior importancia boje a prxima
reunio do congresso.
goma em pnsioneiros por sso qu
toriosos perseguem o inimigo at os seus abri-
gos.
Pormenores do combate do dia 25.
Ja comecam a haver detalbes do combate de
25. Visitando os redactores do (Jorreo de Anda-
lucia os periodos da raesma gloriosa aceo, che-
gados a Malaga a bordo do vapor Cid,'
ido nenia >! '!an'e ProJOCtO, qu
Bsemnrp vir Qa d"s convenQo.a do Villafranc i rti< h:
e st uipn \ic- tratado de Zuricb.
Aiguns jornaes cstrangoiros j comecam ,i oc-
cupar-se dos nssumptos que ho de-h imar
lencn o que serao n object i das d
futuro Congresso. Porem quanto sao
di ;i; es a que seguir-S --ha i as n it -,
'arde commenlarios. Isto 6 natural:
.
O artigo ofRcal que a este respeilo o Monitor I benemritos militares o\ecerm"-lhe"s"eguiu- J"''"a'"- i!'',!? '!" T" '" P0,',lC0' '' Tl:,:i"
publcou, nao designa as potencias europeas que tes dados, aulorisando-os a citar seus nomos, por! i,|V"
que assim o cscreveram niuilos e rel'eriram as, i,.,
suas respectivas familias.
Al ao dia 21 os balalhes da diriso da van-
sero chamadas a tomar assenlo no congres-
so; mas os jornaes bem informados nos dizem
que o convite para assistir ao congresso sera di-
:rosimil, como nico i ceu i i.
Diz-sc que o Congresso tratar u
questo da Lomba da o dos Buca I -
Fallava-se em Londres da nomeaco de lorJ
gar a
seu go
piritual ? Em virtude de que, ciemplo histrico
se imagina que uma cnfederaco de povos c uma
garanta de forra c de prosperidade para os es-
tados? A historia anliga mostra-nos em todas
as confederaees dcste genero numerosos ger-
nieiis de desordera, de discordia e de decaden-
cia. A liga nao salveu por muito lempo a Grecia
da conquista romana.
A ligadas repblicas italianas na idade me-
dia liaba de tal maneira rcduzido este infeliz
paz que se tornou um typo de fraqueza e de de-
sunio. A cnfederaco das provincias unidas
nao salvou os Paizes l.aixosdos dominios hespa-
nliol e austraco. A gigantesca coufederacio ger-
mnica nao lera sempre sido a imagein da discor-
dia no interior e da flaqueza no exterior?
As tropas austracas e prussianas, isolada-
menle balem-se de'uma maneira admiravel ; mas
a expressotxerc
osynonimode d
cia. Na Europa s a Suissa se manlm era con-
federago ; mas as mediales provam que ella
teria sido mars forte o mais feliz sob oulro rgi-
men politico.
Finalmente os Estados-Unidos d'Am.'rica, thea-
tro de uma luta constanto e encarnizada entre
os estados livres do norte e os estados escravos
do meio-dia, ameacam dissolver-se, c fernecem
uma nova prova de" que o systema da coufedera-
ircito imperial. Tem sempre sido
iisorgaiiisaeo e de insigniflean-
eA i 6lae Prt m.nlXm .,...___-
i cujos argumentos nos parecem de
fixarem particularmente a altenco das poten-
cias. Nao nos j possivel publicar este documen-
to in extenso, comtudo reproduziremos as prin-
cipa' s passagons.
O Espero de turim, depois de dar conta da
conversaco que leve lugar entre o general Ga-
ribaldi, el-rei, os ministros e o coiuinendador
Ruoncompagiii, accrescenta :
Ao que pi cce, o motivo da vinda a Turim
'Jo general era o de conseguir que o rei aceitas-
sua demissao e a do seu estado-maor, para
i o litar e simplificar a organisico do exercito
a Italia Central, dando-lhe mais unidado. O
:!, depois de t elogiar por este aclo de abnega-
ndo, acccde.u a seus rogos, nao sem primeiro al-
cane ir a segurauca de que o valeroso general nao
lara os seus serviros patria, se a horado
i engo de novo soasse. Afflrma-sc que o rei
n j > deixou partir sem nomca-lo seu ajudaute
1" rompo. O coniniando em chefe do exercito
da Italia Central ser dado ao general Fanti.
A noticia'da demisso do general Garibaldi
confirmada pel Slafelta.
El-rei Vctor Emmanuel assignou.no dia 15,ura
decrctu que autorsa o emprego de 40 milhocs
de trancos para Irabalhos immedialos de fortifi-
s era Lonato, cm l'izzighettoue, era Cremo-
na e em Paria
<> lempo assererd que o exercito da Italia Cen-
tral elevado a 46,000 homeus : 22.0UU sero
fornecidos pela Toscana ; 12,000 pelas B-ima-
e 12,000 por Molina c Parma.
Este exercito comporsc-ha da seguinte forma :
21 regimcnlos de linlia, 12 batalhes de ati-
r i lores, 5 reg.nienlos de cavallaria,12 bateras
de campanha e :! balalhes de engenharia.
General em chefe, Enrico Fanti, coronel, chefe
d'eslado maior, Cario Mezzacapo ; diversos cor-
pos esto ? ordens dos generaos Ribotti, Roselli,
c do coronel Slcffanini.
A Qpinione de Turim reproduz uma ordem do
da que o general Fanti dirigi, om 12 de no-
vamteo, aos soldados do exercito da Italia Con
f.ra que iam tomar os seus quartes de invern.
Extractamos d'essa ordem do dia a seguinte pas-
sagem :
i Anroveileir.os o invern para nos instruir
mos e aperfeicoarmos com uma vontade firmo,
serena o rasoavei.
E assim os inimigos internos e a opresso
exlerna nos achnro no da da lucia lo aguerri-
dos como as antigs legies do nossos pas, o a
Enrona admirando a nossa constancia, respcilar
O solo que nos don o ser, esse solo tantas vezes
assoladn pela dominaco eslrangeira, ou por
i.-ulpa nossa. E vs. jovens soldados, que assim
como eu, queris a liberdade da patria, que amis
i! desdtdensi na Italia, dando a presidencia ao on-
tilico romano ?
Ser nicamente para prolongar o oslado de
descontentamente e de agitaco actual ?
<< .Mas se o edificio levantado pelas negocia-
res d Zurich vier a desabar, se a persistencia
dos poros da Italia Central triumphar, se os ar-
chiduques e o podi^r temporal do papa se'aflastar
da scena poltica, veremosabrir-se diante denos
um longo petiodo de agitaco.
A Austria nunca abdicar os seus projectoS
seculares de dominio na Peninsula. Tendo na
sua mo Vcneza, e a direcro das correntes do
P e do Mincio, renovaro seu ultimtum do 23
de abril na primeira occasio favorarel. Na
considera a cesso da Lombardia como definiti-
va, mas de alguma sorle, como puramente tran-
sitoria o convencional. Recusa-se a entregar a
cora de ferro para mostrar anda
da posse d'aqucllc paz.
A Austria nao permillir por muito tempo &
pennsula que gozo da liberdade e da indepen-
da, se directivamente a l'eninsula conseguir con-
quista-las. Napoleo III nao estar sempre all
em ponto dado para vir cm auxilio da Italia, o
os generaos austracos nao estarci sempre dis-
pones a perder methodicamente mezes intelros
antes de invadirem o paz inimigo.
< Alm disso, es ltimos despachos lelegra-
phlcos indicara uma nova combinarn que pode
resolver a questo italiana de uma "maneira mui-
lo satisfactoria. O principe Cargnan por toda
a parte chamado regencia pelos governos pro-
visorios da Dalia Central.
a apparcncia
- 2 -
Ao passo que a linguagem dos jornaes aus-
tracos atiesta o deseonlentamenlo causado em
Vienna pela nomeaco de Buoncompagni, d to-
dava claramente a entender que esse desconten-
tamento nao chegar a tomar ares de opposico
A Austria, bem contra sua vontade, resignar-
te-ha ; mas ella oppor-se-hia a urna tal medida,
se porvontura as tropas piemontezas houvossem
de acompanliai Buoncompagni na sua misso.
<' O que iio3 parece corlo, diz o Osl-eulsche-
< Post, que Buoncompagni s lera uma auto-
* ridade moral no cicrcicio das suas novasfunc-
'ces. Uma companhia s que a Sardenha
enviasse para Iho servir de escolla, violara o
" tratado de Zurich e provocara a invenco das
a tropas francezas, c talvcz mesmo das tropas


c
a
austracas. Al que ponto Buoncompagni se-
r bem recebido na Italia-Central, essa uma
questo a que se nao puderia fcilmente res-
ponder.
Nao lo difiicil como parece no jornal aile-
Parraa. Modena
opiniao.
O conselho federal suisso pedio tambem ser
representado no congresso, quando se tratar da
neulralidade das provincias saboyauas de Cha-
blais e Faucigny.
Ao passo que a Inglaterra augmenta a sua for-
ra militar, torna-se digno do reparo o desarma-
mento da imprensa de Londres.
O Timas tem-ic ha dias tornado quasi conci-
liador. I'ropoz-se agora tranquillisar-nos rela-
tivamente a uma questo j anliga, a da ilha de
Perim. O que nao deve entrar em duvida para
o Times que essa ilha pertence Inglaterra
Mas se os inglezes, depois de a lerem successiva-
menle oceupado e evacuado, acola se estabelece-
ram definitivamente era 1857, foi nicamente
para construircm um pharoi. Verdade que
o pharoi anda est s escuras o nao exis-
te, mas esta demora deve-se imputar morosi-
dade da burocracia Tambem verdade que se
iuslalloii cm Perim uma pequea guarnjo de
50 ou 60 homeus, mas destes s um europeo.
Domis a mais tambem verdade, que a fim
de se porem a coberto dos ataques das popula-
rlos arabos, foram erigidas na ilha algutuas obras
do defensa, mas todo o trera d'arlilharia consta
apenas de uma peca.
Podem acaso causar inquielaeo Franca um
soldado inglez com uma nica peca de arlilha-
ria ? O Times declara em concluso que a In-
glaterra nao tcnciona extender o seu territorio
nem a sua influencia no mar Vermelho, e que
se acaso corresse emo certa a noticia da creaco
de om novo estabcleciuento, sirria acolhida cora
mais desfavor jiolos inglezes do que pelos fran-
cezes.
Todava o rimes confessa quo semolhante de-
claroco pode encontrar incrdulos, em rasOo da
anliga maneira de proceder da Inglaterra : Hon-
re lempo, diz elle, cm que seguimos principios
to opposlos aos que nos guiara actualmente,
que a recordaro da nossa antiga poltica deve
sobreviver. '
A Gazetta Piemonteza de 23, anuuncia que,
n'uma audiencia da vespera e por proposta do
ministro dos eslrangeiros, o re Vctor Emmanuel
aunuio ao pedido do commendador Buoncom-
pagni, enviado extraordinario e ministro pleni-
potenciario, de ser posto em disponiliilidade e
admiltido a fazer valer os seus direilos penso.
A Slafelta do 22 pretende saber que' Buoncom-
pagni, que era esperado no sabbado cm Parma,
se devia demorar alguns das naquella cidade,
alim do combinar com Ricasoli e Farrii os meios
de dirigir o governo dos Estados da Italia Cen-
tral.
Se deimos crdito a uma correspondencia di-
rigida de Parma, em 21, Gazetta de fililo, as
asscmblas nacionaes desses estados nao tarda-
riam a ser convocadas. Satisfazer-se-hia assim
o voto da opnio publica, a qual as actuaos
conjuncturas, pede a prorapta reunio dosdepu-
lados.
O Monitor Toscano de 20 de novembro publ-
cou um decretona conformidude do qual o mar-
que! Scipion Bargagli, nomeado pelo gro-du-
que Leopoldo II, ministro plenipotenciario jun-
io Santa S, em consequoncia de ter despreza-
do as inslruccoes o ordens emanadas do gover-
no da Toscana, desappossado de todos os sons1
bens, por se achar em rebcllio contra o gover-
no, os quaes devero garantir ao oslado o seu
crdito contra elle, garantindo os seus direilos
c indemntsacoos por todos os prejuisos que elle
causn o est anda causando ao estado.
Na aceo do dia 25 em que o genertl E ma-
gue, commandante do primeiro corpo d'cxcrcito
nespanhol destinado s costas marroquinas, se
collocoii testa de dous batalhes para rechacar
o ataque dos inimigos, rocebcu uma leve fenda
de ha'.a no dedo ndex da mo direita. Todava
o animoso general conservou-se no campo at
ao fim da aceo : pouco depois de ser ferido ma-
laram-llie o avallo, o que nao impedio quo olio
monlassc outro e dirigiese 03 tnovimonlcs da 8U3
gente.
na Toscana, encarregado
nicar ao principe d
mombros do govern
com Farini, dictado
Dalia central, em ad
a designaco de Buoncompagni feita por S. a!
Real.
Este accordo consiste cm que Buoncompagni
exerceriauma autordade suprema nos negocios
geraes, ao passo que os actuaos membros do go-
verno continuariam a administrar, como pelo
passado, 03 negocios internos.
Este accordo conciliar o respeito devido a de-
legaco da regencia com as susceptibilidades da
assernbla e do governo toscano, e dar ao mes-
mo tempo maior forca ao governo local para
manter a ordem publica.
O general Garibaldi pouco se demorou em
Nizza.
O valente general a sabir dssa cidade, ten-
cuinava ir river para ura ilheo que possue prximo
a ilha de Sardenha, e que elle hava cultivado
ao regressardo Per.
Porem na sua passagem por Genova, os ami-
gos do general Iho aconselhoram que se derao-
rasse algum lempo nessa cidaie alim de estar
prompto para o que pudesse accontecer. Annuio
aos seus desojes, e renuuciou a idea de regressar
ao ilheo de Caprera.
O general Garibaldi dirigi em seguida ao mai-
re de Milo, conde de Belgioso, a seguinte car-
la, relativa a subscripeo para o milho de espin-
gardas :
Honrado maire.
Tende a bondade de dizer coramssao, tao
dignamente dirigida_por vos, quo a subscripeo
para o milho de espingardas, nao s nao deve
ser suspensa, mas que, pelo contrario, cumpre
acliva-la, e que se me afastei de um posto onde
ja me nao poda honrosamente conservar, nao
me separo por isso dessa causa que tem sido i
Sabedor o general Echaguc de que o inimigo
engrossava as suas lileiras pelo lado de Tetuo,
segundo avisos feilos de Hacho, delerranou que
os dous citados batalhesde Madrid e de Alean-
tara, coroassem as alturas pela esquerda do re-
duelo, e que outro, o da guarda oceupasse a po-
sico iiuc tinha o de Madrid ; desta maneira es-
perou-se o inimigo, que em numero de mais de
4,000, e era grande algazairase dirigi posico, !
deque foi repellido cora o maior denodo por'um
vivo dos trea referidos balalhes, os quaes nao
perderam ura palmo de terreno, nao obitaute as :
biixas quo soirreu, attendendo-sc superiorida- I
de dos contrarios ; estes foram rcpellidos com
duas cargas baioneta at falda da Serra Bullo
nos, onde ficaram completamente derrotados,
leudo mais de 400 morios, c um grande numero
de feridos, segundo os clculos que se poderam
formar, por isso que a desigualdade do terreno
nao permitlia que se Dzesse com exactido.
A direita do reducto (01 atacada por uns 500
mouros, que soffreram igual sortc, para o que
oulribuio tambem um dos balalhes de Bour- I
bon, que so coudusio valorosamcntc com os'
seus cantaradas.
Dos batalhes de Talavera e de Herida, sahi-l,
r.1.m/!n,bem *!W Par ressti.r S.en.,Mda .da al" I da pelo 'prncipe d
1'anibem so dizia cm Par;- te exista uma
completa uniformidade de miras ei
netos das Tulheras c de S. James, re itii in
canalisaco do isthm 1 le Su /; a ser isto exac-
lo.seria uma prova inega>el de harertii imph id >
apoltica de lordJohn RuSUell.defonsirdaqoelk"
grandioso prnje.to, contra a de lord Palm rsi r .
seu acrrimo ant igonista.que se oppunh 1 com lo--
dos as suas forras a que se lev.isse a offeil 1. 1"
mais uma razo para qiw esl ilico na .

assista ao Congress., "onde prov'avetn
tratir desta questo.
L'mn correspundencia de Pars insiste com quo
por parte do governo papal hartara sid 1 op|
algumas difRcuId ides pan concorrer
representante ao r. ngn sso, o que a esl
sito tioham mediado e\ ; c m o en
xador francez, duque d-3 G
indo j devis oslar decidido, moa vez que as car-
las convocatorias hariam sido expedidas para
Roma ao mesmo tempo que para as outra!
les.
11 signa-se o conde Carour resentanl s
do Piemonte; o principe de Melterntch pat
presentante da Austria, o Antonelt ora ropre-
a Russia ser repri -
Gollsi bakotl'. porm
guns mouros que tratavam do destruir as tropas T* Z lT, n f "' 1""'r" '
enllocadas no reduelo da Manulia. ,V artilharia I '" Z 'f ", ,e Ta Vlv V $** *"**"
funecionounesta occasio com admiravel acert H fu4 da nreSuencia
caclividade. Os feridos que poderam ser con- r,,J' 7.V. A">* 'CK1'
que poderam ser con-
duzidos para o reducto, receberam all o primei-
ro tralamoulo, sendo em seguida curados em
Seralho, d'onde estara o quartcl-general, mar-
chando depois para Ceuta.
O general Echaguo dirigi as operacoes com o
culto c_a religio de toda a minha vida. Anda inaior acert, encontrando-so de principio nos si-
mis, nao tenho hojo emprego algum militar po-
derei consagrar o raeu tempo ao engrandecimen-
to o propagaco de urna obra que niereceu a sym-
palhia universal.
Acreditai, etc.
G. Garibaldi.
Genova, 25 de outubro de 1859.
Acerca dos motivos quo levaram Garibaldi a
pedir a sua demisso do commando que oxercia
na Italia central, cscrcvciu de Florenca, era 20 de
novembro, a'o Times :
A sorte de Garibaldi est decidida. E' hojo
um facto que ningucm ignora a demisso daquel-
le patriota.
c As informar-oes que vos hei transmltido a
I este respeilo tcem sido varas vezes contrariadas,
porem hojo os fados coufirmara-n'as completa-
mente.
los de maior perigo, dispondo de ludo o neces-
sario para o trumpho das nossas armas; nao obs-
tante haver recebido um ferimcnln era una mo
atlendia a ludo com o maior cuidado, e at con-
solara os oiciaes feridos.
As armas e municoes que as tropas colheram
forara em numero c'onsideravcl. O reducto cons-
truido pelos engenheiros
carel, e no dia 25 tralava-se de formar oulro na
entrada da estrada de Anchara ; aquello corpo
portou-sc tambem perfeitamenle, pois que a
construccao do primeiro se verlicou apezar do
grande fogo que fazia o inimigo. As tropas acham-
se animadas do maior enthusiasmo, e desojara
vivamente entrar em aceito.
A 25 estabeleceu o mesmo corpo de engenhei-
ros uma batera em Scrralho, que foi artilhado
Na Italia lodo o interesse esl i co: c ntrad 1 n 1
situado do exercito dos Ducados, ecpccialm
do da Romana : lodos concorlam ern que a re-
tirada de Garibaldi foi.srno o sgnal.pelo m
o preludio de uma dissoluco daqnellas trop is.
Segundo escrcreu de Bolonha e:n dala de 2p
tivera lugar naquella cidade 111 11 ordem pro-
movida por algumas companh undo
em tumulto para a ra, pedam com grande at-
gazarra o regresso deGaribaldl. To l.via.r mo-
lim nao teve gravescons quencias, lograad 1 Fa-
rini dominar e .i sg u 1 imult aecudindv
cora forras respeitaveis a fechar -
ainexpli- JJ^cus quartes. AOm de evitar arep
Profundamente convencido do. que as tropas
da Romana que commandava nao podiam ser
exomplas de urna completa organisaco se nao
marenassem sem detenga ; lendo-sc c'ompromet-
tido cora as suas tropas a operar alguma acgo
decisiva, por sua linguagem cheia de reslueo
e pela f inabalavel que nelle deposilavam ; ten-i s
lado finalmente "- -r.-:i.--i '
com artilharia ralada da brigada montada. Os | h "
tlenles olciaes feridos nesla aceo, que
mo. Parma, Modena e Bolonha aicolaram a
o D0S30 valeroso re Vidor Emmanuel II, e que escolha foila pelo Piemonte. ese Ricasoli, em
ondosos aguardis o da da nnao.que deve facili- nome do governo toscano, julgou ao principio
lar s ella, e tornar possivel a nossa emancipa- dever fazer a'gumas objecroes, tcm-sc a quasi
A Patrie publica a respeito da delegaco da
regencia em Boncompagni, o seguinte artigo ;
Accolhemos a designaco deJBuoncorapagni,
assim como a nomeaco do principe de Carig-
nan para a regencia dj Italia Central, com uma.
reserva que nos pareca conforme com 0o prin-
cipios da poltica franceza.
pela grandeza c facilidade da
empreza, Garibaldi meditava uma sbita invaso
as marchas o nos Abruzzos, por ser esto, no seu
entender o caminho que mais directamente o po-
da conduzir a aples, e para assim reunir o
rico c populoso reino da Italia do sul i Italia do
norte e do centro.
Parece que o honrado patriota comraunicoii
o seu plano avcnluroso a Fanti, e que esle, som
desapprova-lo, o submetteu approvajo do ga-
binete de Turim.
Vctor Emmanuel mandou chamar junto a
si ambos os generaos, e depois de uma entre-
vista de qualro horas, Garibaldi, sacrificando as
suas convieces e projectos sua affeico pelo
reic ao parecer dos seus conselheiros conhor.eu
que nada mais tinha a fazer do que regressar
vida privada. Parti para Bolonha, afim do en-
tregar a sua demisso as mos do seu superior,
o general Fanti. Era seguida voltou ,1 despedir
se do rei, e seguio viagem para Genova.
Esle hornera generoso tem sido constante-
mente mal julgado. Se elle nao cousegue fazer
a feiicdade do seu paz, ser seguramente o ul-
timo a destruir por algum acto precipitado o fu-
turo da Italia, se a Italia anda tem um futuro.
Acho que houvc muita levandade o falta de ge-
norosidade as insinuarles mal disfamadas que
se cuntinham na carta do principe de Cargnan
ao commendador Buoncompagni, e na ordem do
dia de Fanti s tropas da Italia central. Dentro
cm pouco reconheccr-sc-ha que a marcha a mais
audacias.! houvera sido a mais segura, que o co-
rcea a mais animoso tinha tambora a melhor
cabeca, e que a causa da Italia foi sacrificada
ao mesmo tempo que Garibaldi.
Que a Italia e a sua causa suecumbem com
elle, isso nao me parece djividoso.
Eis-qui as ultimas noticias que temos da ex-
pedico hespanhola a Marrocos, recebidas polo
governo hespanhol :
Campo do Otero 3 de dezembro.
0 general Zabala operou um movimenlo
com quatro batalhes em direceo do araial de
Toluan. O inimigo, o qual coroa as cu meajas
da Sorra Bullones, destacou ura corpo d,
IChegaram a 27 a Malaga, sao os Srs. D. Mil-
tan de Torres y Aguilar, capito-tenente do ba-
alho de Madrid ; D. Miguel Gulier, comman-
dente-capilo graduado do batallio de Alcntara;
o primeiro ferido de halla em uma mo e contu-
so de golpes do espingarda em todo o corpo, e o
undo com una ferida de baila na cabera : e I).
Antonio Molto, cora um ferraenlo. de baila em
urna perna: este apprehendeu aos mouros, quan-
do ja eslava ferido uma espingarda e ouiros ar-
tgos ; osdemais feridos, que sao 45, perlenccm
;'i classe dos soldados dos balalhoe* de Madrid e
Alcntara.
Lina carta escripia era 27 de Algcciras diz u
seguinte, referlado-se a raesma aceo de 25 :
Diz-sc que seelevam a 1,500 numero dos
mouros que licaram no campo de batalha. Ap-
pareceu no campo o chefe que commandava as
torcas marroquinas. Os que nao perecern), fu-
giram espavoridos deixando as suas armas. Ti-
llham-se dividido cm dous grandes grupos para
atacar pela direita e pela esquerda do reducto do
Scrralho. Um desses pontos foi sustentado por
uma das divisos daquelle corpo de exordio, cu-
ja diviso fez nos mouros uma horrivel carnifi-
cina.
Do outro lado sustenlot o general Echague um
quadrado, pela parle de traz do qual linha collo-
cado urna batera. Ao acommellimonto dos mou-
ros, o quadrado pronunciuu-se em retirada ; e
julgando os nossos inimigos que fugiam, carre-
gararn sobre elle. O quadrado desenvolveu-se
desde logo pela direita c esquerda, o a tnassa
dos mouros encontrou-se Jebaixo de um fogo d
luclralha. No entretanto esta divisan collocou-
sa no sitio, por onde baria entrado, irapediudo-
Ihcs a saluda : de maneira que se virara cortados
e no meio de duas divisoes.
Ento investirn) um e oulro lado desespe-
radamente, c cessando o seu fogo, pelejavam com
ns espadas mas os nossos cacadores, deixando
as davinas, pelpjararp baioneta, oppondo p<-'
arma ligeira c terrivel a nfvo menos ligeira 'lB
rivel dos mouros. NenVmm delles tco'- ler-
da Conta-se de- um cometa que 1"' com Vl"
i mouros, matai>do todos cora o so ;l0u ?oni ,rcs
-'fJO^ele
O enthusiasmo era Ul qu.ej pr
deliiio. Os mourus ncj Ittje" -dia consderar-se
espago do dous das, > -rara a apparecer por
lenlear ao muuJ-- actual campanha vai pa-
1 o codo a '"' "lue a infantaria hespanhola
ra pelej*-. -"nul"a outra da Europa, e que pa-
secnas, Irata-se de guarnicer a Rumania
com tropas toscanns modenezas, fazen lo
que as tropas que actualmente oceupam e$a
provincia venham aquarlel 111 Parma 1
M 1 den a.
L'ma das verses que lem corrido par ex|
a di misso de Garibaldi 6 a seguinte ; jiz-sc que.
tanto para seguir os seus proprios imputs -
para evitar as ronscquencias da ociosida le no
-his soldados, Gari
"arqno em Ancona, para cojo elidi ma I ra
preparar 0111 Rimini o competente numero d
barcos-transportes.
Sabe lor desle plano, o governo francez
con oceupar Bolonha logo que o prim
dado de Garibaldi desembarcassa era Acoua.
Foi para este obiocto chamado a Turim o fi
ral Garibaldi, de coja viagem resultnu elle pe-
dir e oblera sua demisso.
l'ra jornal de Miln narra oseguinl i :
Pessoas dignas de crdito nos contara um
facto doloroso occorrido ha das em Borg
O governo austraco, que oceupa a marge
querd* do P. enriara ordem de fazer I con-
tra lodo aquello que se avista,v. na margem ip-
posta; lendo-se um pescador ippi simado .7
margem direita. ascntueiia ais' ::-.i postada a
margem esquerda fez fogo. ,-) pescador nada
soffreu, mas uma rapariga que hia passande foi
morlalinenle ferid >.
Segundo escrevem do Turim em 1.) de novem-
bro, vae-se dentro em pouco proceder s elet-
ccs eumunaes c provinciaes, tanto na Lombar-
dia como no Piemonte.
Parece que o partido liberal, afim de obstar a
quo os poucos amigos que a Austria duiou atrax
de si ganhem o terreno perdido, tenciona dai
a essas eleiees uma-Cor puramente italiana c
mui progressisla.
Depois de concluidas estas eleices
se-ha as grandes eleices polticas
monto.
Estas eleices na sero feitas por
proceder-
do pul'-
meio do
escrutinio de lista, mas por candid-;,aras
dase... cada collegio, Turim '. proTncia} dari
.ios ; Milao ( pr
8 ; a Saboia, 1
31 deputados Mita- -j-j, N.,,,
Genova
pro-
[ provincia ]
vincia :,
22, ele.
A le eslabelee
negos, assim
j... ..nas. So podero ser depata los os pa-
osolutamcale livres Je qualquer
Farini descarrega golpes m^
nas ao rgimen <"'
.0 a ncompalibilidade dos co-
coiiio de lodos os ecclcsiasticos cu-
homens, seguindo o flanco direito'das lio'ssasla lo,ic'nart0m s raouros & a que te raptagom
tropas, sem comtudo ousar piolosla-las. 0 ler-1 r m]n,2ein;,ls- Is-' nao temos batalhes de-
" mm zuavos s lodos os nossos soldados
o prego,
s ms Roma-
Applicando
,". V >"". ,-iesiasiico. Applicanao .1
le sarda chamba fcj ;, d g
mirc-tri*ttN4iud\ciariogp(sald JJM>
f Causa geral admirado 0 ver que nada se tem
.CUd para reogarnisar os Estados de Venes i an-
tes do Congresso.
A quoattribuir este farinent do gorerno aus-
traco"? Ser esta mais unn prora da impericia
da Austria?
Ou liavei nisto ludo um mysterioso thrama
urdido pelos inimigos da Italia"? O lempo no-
lo mostrar.
O UonUevr, orgo oulciaJ d.^ gorarnotraactx
"
ti aA% #r


(**)
BIATIIO DE PKRNAMBUCO, TERCA TORA DK JANEIRO DE 1860.
nos trouxe '-s clareciinenios auilienticos pieoi-
sjs relalvamenlc so inileiite que era Taris li-
nha causado um corto alvoroco o bomburdua-
mcnio, por alguna vasos de guerra francezes, da
mu forte marroquiuo. Es-aqnl o offico que o
rainislro da marinha recebeu do vico-almirante
Romaius Destoses:
A burdo da nao Hictagno, na baha d'Alge-
ciras. err. 2 de novenibro de 185'J.
Iloniem a nao Sai; l.ouit quo eslava cru-
zando por motivos hygienros. fui canhoncad* s
nos horas la tarde polos tortea da .embocadura
do rio de Teluan
< Infoi nudo desla ocrureneia, parll esta ma-
nila rom a llrelagi.te, a SaiiH-Looi*, a Foudre o
a Thiiiphone para punir sem dleuca urna lo
rosseira a lirn.a ao nosso pavilho. Os navios
ilo inou oomniand > ranhonearam os fortes, com
caldeiras acesns, por cansa di violencia Jo van I o
D'ilii a pouco eslava exlinrln o fogo dos dois
lories que eram evacuados petos marroquinos.
Volt ;i Luje 'lardinia au tiu loa.loiru d'AI-
g*aras. Araanh a Foudre ir a Taugei dar se-
veras explicaeocs ao ministro Kalil. Depois de
justioa frita, retomo o raen papel do ncutrali-
daJe. >
[Jornal do (''numrelo Je Lisboa.
cedida, ,erau remullidos i>cm go>uiiio iniucez ,i agentes do geve no pontificio em Civila-Vccchia. | chrislas, dirigidas por irados I.a Salle. A po-
no, bu iiiUMiiu u-iiliu leo lliaicuua uc ID illas Uu cuqm-uus,
e pelo governo pontificio nos agentes do gover-
iio frunces eiu Marsellia.
Art. 12. Cuando para o andamento d'um pro-
cesso penal, um dos dous governos julgar nc-
cossario o interrogatorio de testemunhas, domi-
ciliadas no oulro Estado, enviar urna depreca-
rn para este !im pela via diplomtica, noque se
uUcnder, observando as leis do paiz, ondosfto
as testomunhas convidadas a comparecer.
Os governos renunciam toda reclamacao, que
tenlia por objeclo retribuir as despetas resultan-
tes da exocui;o da deprecarn.
Arl. 13. Se, em urna causa penal a compari-
eo (Turna testeniunha for necessaria, o governo
do paiz, ao qual portence n teslomunha, a em-
penhar a prestar-so ao convite que lhe for fri-
to, o caso consinla, far-lho-ha as despezas de
viagom o residencia, segundo as tarifas e regula-
mentos em rigor no pan, onde o interrogatorio
deve ter lugar.
Art. 1 0" indo em una cans penal, infor-
mada em un dos dous paires, a confrontaco
dos criminosos deudos no oulro, ou a producoo
le pecas do r.onvicco ou documentos judcia-
polaco calholica da diocese de 40,000 almas e
recebe os soccorros religiosos do 30sacerdotes
em 42 igrejas ou cape/Has
t diocese de Bt/tonKn, foi criada pela Santa S
em 1847, e monsenhor Jos Guigucs, da congre-
garn dos oblatos, de Marsolha, seu prinioiro
bispo.
A cidade de Bylown, situada ao norte da Mou-
trcal sobre o rio dos Oltawas conta apenas trinla
annos do existencia, o lao rpidos leem sido sous
progressos, que acaba de ser escolhida para ca-
pital do Canad. Ella foi fundado pelo coronel
lly, donde lhe vem o nomc de Bylown cidado
do By.)
Os padres oblatos, chamados no Canad por
monsenhor Bourget, fixaram urna de suas resi-
dencias no Oltawa, a hoje seo principal, csla-
bele.ciniento na Americ.'. Os missiniiaiios evan-
gelisnm a populaeo calholica dissiminada pelos
centros, e principalmente a dos matheiros, qne
atravez das florestas sem encontrar habitarnos, c
com a temperatura, que vos acalio de indicar. Al-
guns do meus zelosos cooperadores leem passado
5 a 6 das sem o menor alimento. Comprehendc-
se alias imperfeitamente, quanlo aqui soffremos,
e como se passam as cousas. E' necessario ser-
mos, corri S. Paulo, ludo para, todos; felizes se-
remos, se, como elle, pdennos ganha-los lodos.
Ao monos porm resta-nos a consolar'10 doga-
uhar mu corto numero para Jess Chrislo.
Eis a cotnposico da provincia ecclesiaslii-n
de Quebec. 850 acordlos ahi dislribuam a
palavra de vida nina populadlo calholica doura
milho d'almas, espnlh idas por mensas regios,
e ofTerecendo por assim dizer todas as varieda-
des da rara humana : o sciihor canadense das
margeos do S. Loureneo, descendente, das me-
Ihorcs familias de Franca ; o Irlandez de Toron-
to, o lenhoiro do Oltawa o malteiio das lloros-
las de S. Bonilirio; os dorradeiros restos de
com nacoes selvagans outr'ora poderosas todos,
vivem dispersos durante sois mezes do anuo pelo em lodos graos de civilisaco. leem somente nina
interior das maltas, no corto de madoiras e que
acham-se privados do todo o soccorro religioso.
Os oblatos lambeui dedicam-so salvarn dos
ios, frjulgada ulil, osla pelico ser feita por I selvngens, restos das antigs nacoes outr'ora to
va diplomtica, o se altender i ella, rom lano ligados Franca Tem misses na baha do Ilud-
Cesavesafto d'e.vtt*adit.
O ultimo numero do Bullelim des Luis- contera
o seguinle decreto, promulgando a convenro
d'exlradico,concluida entre a Fian;.! e os Esta-
dos Pontificios :
APLE\0.
Por grftca de leos q volitado nacional, Impera-1
or dos Francezes,
A todos os presentes o Intuios, salvo :
vista ihi relatorio (!: nosso ministro o se re-
laiio Je estado dos negocioseslrangoiros,
l! 'lermin unos o decretamos o seguinle :
Irtigo primeiro,
l' md i si l.i concluida em 10 de julho do IS'i'J
nina convenro entro a l'ranea o os lisiados Pon-
niicios, pa exiradgao reciproca dos maleitores
refugiados do un paiz em nutro, c leudo sido
horadas as raclificacocs desle arlocm Roma a 9
desetembro de 1859, devora a dita convemjo,
rujo iheor 6 o seguinle, rooeber inteira e plena
execuro.
oo\ vi :m.:\i)
/.'/i nome da Sanlissima Trindade.
Sna Magostado 0 Imperador dos Francezes, e
- ia sanlidadeo su mu o pontilice Pi 1\. conven-
c los I is urand -s vaulagons, que rosultam para
.i admiuis ra/io da jusii' i, d'uina convenro, que
lenha por lim recusar, em seus respectivos el i
ios, um as;. 1) ios inaloitoros, r ali'asla-los do
crime lirando-lhes loda n esperanza do impuni-
dade, jnlgaram conveniente concluir um tratado
para a prsao e extralicao recprocas
dos,-as circomstancias o pelos meot
i 1.1^ il.l I>!'
que consMeracoes particulares se naoopponhaiu :
mas piirmanccendo a obrigaro de reenviar os
delinqiiciites e as pecas.
Os respectivos governos renunciam de ambas
as parles, loda reclamacao do despozas resullau-
(os do transporte e da roinessa, nos limites de
seus respectivos territorios, dos criminosos a
confrontar, o da roisso como tamben) da resii-
luirao das pocas do convieco o documentos.
Arl. 15. A prsenle conrenco continunr a
vigorar at o termo de seis mozos dopois da de-
claracocontraria da ['arte d'um dos dous go-
vernos.
Ser radiicada c as ractideaces se Irocaro
dentro do seis semanas, ou autos, so for pos-
siv-l.
l m lo do que, os respectivos pienipotencia-
lios assignaram o prsenle tratado, o lhe appli-
caraiu o sinele do suas armas.
l'oiio em Roma, em 10 do julho do 1SVJ.
L.'S, Assignado Anionolli.
I.. S.Assignado Gramont.
son c no rio do Deserto, alfronlando os mais Icr-
riveis rigores do invern para dar algumas almas
.losus Chnsto.
Monsenhor Cuiaes fundou em sua cidade epis-
copal um hospital, um geminarlo e um collegio.
E ajudado por 40 sacerdotes, qire (Vivera 65 gro-
jas ou (.apellas ; o a popilaco calholica da m-
cese o" do 35.000 almas.
.1 diocese de llamili;:i, fundada em 1830,
fo, c o mesmo baptismo ; porque a ig.-eja -5 un
versal c a mo?mn para lodos os lempos, para to-
dos os homens, pnra todos os climas. Do centro
da calholieidadc o Sunimu Punlifice envia bis-
jios at sob a IInlia e sob o polo ; e om toda a
largura do continente americano, da Iba do Ter-
ra-Nova ilha de Vancourer, sobre um eapafo
de mil e nove cenias leguas, o Novo-Mundo
dividido om dloccsos, onde se prega a f at o O-
ccano Glacial.
Resta-nos dcscrever a provincia ecclesias-
lica de Qaliax, puc cumprehende as colonias in-
glesas o as grandes illias do golpho do l.ou-
enco, vastos pai/.es, que faziam igualmente par-
govornada por monsenhor Joao l'aircll. llaiuil- te do Ganada de Luiz XIV
Ion demora na exlrenndade oociduntal do lago
Ontario. De surto que as sedes dos Iros bispados
c.anadensos sao porlos d'este vasto lago, ultima
bacia dessa successao de mares interiores, que
veem-so derramar no S. I.mi renco. \ diocese
conten 30,000 oalholicos e 21 sacerdoies, que
serven! um igual numero do grojas, lis Jesutas
possuem inuitas missoos oeste bispado, e creaui
principalmente do todos os cuidados de seu zelo
a missao da ilha Manitulina, que demora no lago
Hurn com viuto o cinco leguas do extensao. lia
. que existe na ra Uo seui ; u a
dospeilo de todas as consideracoes, anda o 111
subsiste elle sem que so elude do remove-lo ou
subslitui-lo como convm decencia c ao afor-
moseamento da cidade.
E' certamenle ridicula a assislencia de tal
cerca no roraco da cidade, o pois os zeladores
da decencia delia nao dovem fechar os olhos a
semtlhanie pratica, fazendo com que ella
cesse.
Islo esperames dellos.
Apezardns prohibirnos do diocesano, aiiir-
mam-uos que continuara os presepios em gran-
de escala, om varios pontos dos arrabaldes, o
al mesmo um pouco prximo cidado.
Os motivos quo levaram o Exm. Bispo a pro-
hibir laos actos, so ponderosos ; c por isso pe-
dimos i auloridade competente quo nao lotero a
nfracrao da ordom ou rocomimn laco episco-
pal, que nos parece hayer sido, alera disto, con-
sagrada em postura da cmara, ou alisadoptado
pola polica, como medida preventiva do escn-
dalos e mesmo de crimes.
Foi concedida ao Si. Ilr. Julio Baibosa de
dura do l'ei-Ho a 2 de juuho ultimo, foi julgadc
condcuinaju marte, c reerbeu do imperad":
de quem era prenlo, a ordom Je se
para conciliar, dizil o decreto imperial, a cle-
mencia do soberano rom o reieito devido j
A memoria em queslo stava cUssiucada
n'um masso especial, cometido miiilos documen-
tos sellados com o sello de quo faziam uso 09
mandarins faiiam uso sob o reinado do impe-
rador, Tao K'iuuhij, pji do actual iuipeudor, u
do mesmo texto dessa memoria se condece quo
olla foi escripia em 1815. t.is o seu titulo ; J/e-
ni'jria sttpplemeutar, drlalhando effMnaa pir-
liculariJdes relativas recepain io tmrdol
barbaros de differentes nacoes, e esi lm disto
revistida do approvaco aulogr.i[din Iracadn em
Unta encarnada pelo imperador Tao-RoOfj.
Eis aqui a lia.lucco a mais litUral possiv.-l
<\ Ki-ing, etc., etc., etc., o escravo de v
Magesttd., ajoelhado dianlo i>^ >eu lliron.
depoe a Memoria que segu (I) :
Nu ultimo roiatotiu. que em lempo apportu-
it. de LAnociii.-HhKoN.5. Filho,
\VUnicers.]
INTERIOR.
d>is culpa-
, quo forem
convenci:)ados de ambos os' la-Ios polas alias
partes coiitraclantes.
Para esto lim muriiram respccliv.nnonle de
S8BS piones po lores :
S. M. o Imperador do- Francezes, S. Kxc. o
duque do Gramonl, commemladur da imperial
ordom da Lcgiao do Honra, Grao-Cruz Jo tnuilas
ordens, el .., seu embatxador junio Santa S;
Suasititidaiie o suinnio puntillee, sua eminen-
cia o cardealThiagn Vnlonelli, Ulular de Santa
Agatha 1,1 Saburra, Gr.io-r.ruz da imperial or-
d-'ai da l.ogio do Honra, etc., el ., seu sccrela-
ii i ile esl'i lo ;
Os quaes, ti ndo entre si comiu mirado seus
plenos poderos respectivos, ochados em boa e
devida forma, coticordarara econcluiram os se-
gua tes artiges:
Arl. 1.' Os governos do l'ranea o da Sarita S
se coraproniolloni, pela presento convenci, a
entregar reciprocainenUi, cala um excepyo de
seus iiacio.'ioos, o conformando-so, quanto aos
subditos '.o lo reo i ras potencias, s condi;oes
dbaixo estipuladas no artigo S, os individuos rc-
fugiados di liau-'a mis Kslftdos l'oiitiiicios, o dos
Estados Pontificios em Franca! e acornados ou
ondouin-.idiis p1os tfibunaes conipclenles poi
ilgum dos cr mes tbaixo enumerados.
a estradic> lera lugar pedido d'um dos
dous govoruos, dirig Jo por va diplomtica.
Arl. 2." A evtiaJ. _"- i y 'i concedida nos se-
rites criraes
I.' A-- .: ro ; enveiienamento; parricidio: i
icidio ; mortc: estupro; casi aeo ; abor-
t i; altontado contra o pu lor, consumado ou in-
teiitado com ou se:n li-deiieia eoulra pessoa de
'iiii ou do outro s ixo, menor de onze anuos; as-
sociacao do mal loros; amea^as de nitentadu
vji.lrc. as pP.s'ci .....:,..iii-.i as propr.,0 -( 'A-
: i de Lilulos i! ii ti i- [ueslracao
0-' pessoas:
2.' [n -n lio;
i ja ha dous seculos era o rendercous das nacoes
Arl. U. Nosso ministro e secretario do estado selvagens, que a denomi.aui ilha Sagrada : ah
dos negocios ostrangeiros inca regado da exo- progavam os priraeiros Jesutas do Ganada n'a-
cuco do presente decreto.
l-'cito no palacio de Sainl-Cioud, em 20 de ou-
lubro de 1859.
Visto e sollado com o sello do Estado:
O guarda dos sellos niinislro da justioa,
Dr.i.AMit.i:.
NAPOLEAO
Polo imperador: O ministro dos negocios os-
trangeiros,
A. Wu.lAVSK!.
Journal des Tribunaux.S Filho.]
ctntai;siM.\ijii:\ci\.s do uiahio
di: per^amblco.
CEARA.
Fortaleza, 27 do dezembro.
Encelarei osla noticiando quo no dia 1S do cor- i lar
rento procedeu-sc a eleico dos mombros da as- Paraos pobres.
no respeitosamenio aprrsentci a \ ossa Nageatade,
ti/, coiihecer, que me tiuha devido oet inar i
\ ase,,.cellos a exonoracao, que pcd:o da promo-; segunda vez [i) dos negocios doi brbaro* o
loria de Goianna ; para o qual foinomeado o Sr. fa|l dos tnoms, que linha Mamn-aado para iiri-
lir. Joao Jos rerretra d Aguiar Jumor.
Bisa somiiia das esmolasdadas por S. M. o
Imperador, nosia provincia :
ltecife.
Aos Instituto de Agricultura. .
Ao asylo de inendicidade. .
Ao hospital l edro II. i .
Aos pobres........
Ao hospital dos Lazaros. .
Ao Instituto Po o Lillerarn. .
Aos dooules do hospital Pedro
II..........
Aos dientes lazaros ....
A' casa dos exposlos ....
A' igreja da Estancia ....
A' uma 'igreja di (reguezia da
Varzea........
Ao reculhimento das orphas. .
Olinda.
Ao collegio dos orphos .
Iguarass.
Para o cemiterio......
recolhimento.....
10:0005000
5.-O0OSO0O
5:000800(1
fj-OOOstOO
l:IM)0j(')00
30OS0U0
3O0SO00
:t(ig(l!l0
l:0l)0j0ill|
300sOO
300^)10
5:0003-100
2.000-5000
semidea provincial para prxima legislatura.
O resultado do circulo dcsta, foi o seguint
fuelle lempo a niesmn loque boje prega m mus-I0'- Paulo l'eneira Campa.
successores. Quaudo ludo lem mudado ao redor Luiz Antonio da Silva Vianna.
da Manitulina, 3 ilha sagrada permanece a mes- 0r. Joaquim alendes da Cruz Guimarcs
na que anligaineuio. Grandes ci-lados se teui Dr. Joaquim Antonio Alvcs Ribeiro.
erguido ao sul do lago Hurn : a colonisarao es- t Supplentes.
lende-se gradualmenle ao redor das marges des- Jos Nunes d. Midi
le mar interior ; inmensos barcos vapor sul- Uanocl Eugenio de Souza.
cara-no em todos os sentidos ; mis nen'iurache-j O quemis sei a respeito que no circula do
ga ilha Maiiilulina, e doixam-tia, como ha dous Balurll, foram eleilos :
seculos, na pacifica possesso dos selvagens. lo-. Dr. Cordolino Rjrboza Gordeiro.
dos os anuos no mez de julho a aldea de Sania- Dr. Esnioi no Comes Prenlo
Cruz, onde existe a missao dos Jesutas, o reuj Manoel Flix do Azcvedo e S.
deroous das tribus de duzentas leguas ao redor. | Jos PacLlco da Cosa Caraca.
Os Indios voom a ilha Sagrada em suas canoas I Supplentes.
de coitica rceeber os-presentes do g-irerno in- Gjtslavo Gorgulino de Souza.
glez, em recompensa de sen oslado sean do l-
delidade, ao menos de noutralidado ; o os mi-
sionarios so aproveilam d'csla poca para prega
reni o Evangelho aos pobres lilhos das florestas.
A diocese de Londres, criada em 1856, compre-
hende toda a partc occidental da paniusula si-
tuada entre o lago Hurn e o lago Fri. Monse-
nhor Pinsonoeau, prccedetiloraenlo conogo do
Monirial. foi chamado a nccupai' esta sdc opis-
FRANCA.
Taris, 3 de ntiveiuliro.
\ IGREJA DO CxNAD.
[artigo i
Nao obstante a dominaran ingleza, coiihcco-
se no Baixo-Canad que se est em Ierra calho-
lica, o o culto da inaioria goza de uma prepon-
derancia incontoslavel. o mesmo, porm, nao
so di no Alio-Canad ou Canad nglcz, que for-
ma nojo cinco das dioceses da provincia erclo-
sias'ica do Quebec. A colonisacao protestante
lora concurrido principalmente estas parugeuS .
puno, qnocm uma populacho de um milhao copaL V.'o^V^l1''a pru':.clLa-Vl.slla',le su.a.d!0"
do almas, so so contam 170,000 ratholicos, pola
maor parle Irlandezes. Portanto a igreja nos-
sos lugares asseinelha-se dos Estados-Unidos,
gozan lo do uma especio de coin .leticia de to-
'erancia, no raeio do seilas poderosas
cese, o prelado dirigio-sea Roma pedir a trans-
ferencia do seu bispado para Sandwich, qne pa-
recou-lhe oll'erecor mais vanlagens para ;\ reli-
giao, do que a cidade nova de Londres. A con-
i gregai ao da Propaganda acceden pet rao per-
rio favor do goverfio ; as quaes sem i feila"!'-'"lt jutittcada do monsenlv-r Pensonneau
0 qual pouco dcpois proecJou era sua inslallaeao
om Sandwich.
Esta cidade olera-so sobre a
ceas ir procurara sub irnar os fiis ; e trabalho
do cloro militas vezi-s mais um trabalho de
conversao, do que urna obra de proselylsmo :. L" '', '"ladc 2? 'J^ sjbro ? m.aJ8?ra do las
0 Alio-Canad, situado ao norte do lago Oula- ^',',11' ,'''' dufrunlc da 8ra" jV dade americana
rio, razia parte das possessoes da Franca no se- d.J ^T" S8**1 Tf,ar,ada ?T ""* BW"
culo passado ; masnossos colonos no"cl,-garam ; do caoal' ,,uo *sr-e de l,mi, cui ,,s M-
:!.'' Fabril i, inlro lite
falsa; m ou a\
:
pape
:.. i
i, emi: -mi de raoc la
o de papel moeda,
i i i uitrufeilo ou alte-
rad '.
i. i. ii Irafai leburis do Esta lo, que servem
para mar mi- os objeclos d oiiro e piala ; contra-
da Fslud e -Jos brazoes naci-
n.es ;
Falso tcsteraunlio era malcra criminal;
i 'si oiiuiilio o iurann i l -..- em materia i.
vil ;
i." Suborno de lolemunh is ;
7 It.lilOai i ,;.: i :! lita.
Art. :!' A extia i i-i ig'i lmenle roncedi-
i nos criuies abaixo ..-u i los, masc ira as se-
guimos reservas, islo e : Pelo governo ponlilicio,
no caso f rnenlo i ; sfio acorapanhadns de
i imslincias, que ndi a legisl i ;a i ranec-
'!;> ii--- :! ..;.,. : de CriniCS; e pelo go
i.
i !t. i--/, :. i -> un 'lite, -.-.-) no. segundo
id Lis lei lo Esla !o Pontiicio, ellcs
i: lem uma '" mais gra- ', q
a olear essa parte do conlinente, affaslada raut-
1 is centenas de leguas: do mar. A nagao dos
llurons habitara osse paiz, q i- foi toslemunha
das bellas misses dos jesuil is du se :ulo XVII.
Mis dopois da mortc dos padres deBrobaiufe
La'.lemant, martysados pelos Iro|uez.e3 era lCJ,
os restos dos llurons, que escaparan! no macha-
do do sous inimigos, relugiaram-se ao redor do
Ouebec, deisando oslo vasto territorio no oslado
do s-ilii! ii.
Vinle-aiinos depois os Fran-iezes e!ovaramso-
bre as margens do lago Ontari-i o forlu Fronte- '
ii ic, hoja a grande cidade do Kingston ; mas ah i
sfoi inirodtizida a colonisarao no lim do seclo
passado.
No meio do elemento ingle/, eescossez, aeliou-'
se logo um ncleo de catholicos irlandezes. Has
nos priraeiros lempos da eon|uista os bispos de
Queb c foram de tal modo rexados pela Ingla-
terra para o complemento do seu clero, quo vi- \
rara-se redozidosa dcixarscm sacerdotes numo-l
ro^as parochios.
No principio deslo seclo .s havia em todo o I
Vito-Canad uma igreja, em Glengary, servida
; dous PCclesiasticos escocezes, os reverendos
Mac Oonnell o Pitz Simmons. Estes dignos mis-:
sionanos breve elvaram SOG) uma igreja cmj
Kingston e mitra era Tornillo, e permanecern! i
lambes cncarregados desla grande missao at
1M0.
Nisia poca a Santa-S creou um viga ra lo a- '
postolico para o Alio-Canad, chamando para go- l'"5 '
luidos e o Canad Sandwich foi edilicada no
lugar da antga missao d'Assumpco, umlo ou-
tr'ora linham os Jesuins reunido alguns restos
do sous ucopbylos heirons, c onde o ultimo do
seus missiouarioso padre Polier morreu em
I7M aiiliclu por deixar sua chrisUndade sera o
soccorro de um sacerdote. 0 abbade Uubert, do-
pois bispo do Gueboc, l'oi antes disto cncarrcgadi
Dr. Rodrigues.
Polo circulo do Aracaty :
Dr. Tertuliano Ambrosio.
Dr. Libralo Barroso.
Francisco Jos do Mallos
Dr. Pedro Poreita da Silva Guimarese J )o l' i-
drigues Nogueira Pinheiro, com igual numero
do votos.
Circulo dj Sobral :
Dr Justino Domillgues da Silva.
Padre Nevos.
Linhares Filho.
Braga Jnior.
Por ora nada mal consta dos mais circuios da
provincia.
Agora passo a referir algumas palacras sobre o
decadente e deploravol oslada om que jaz a ag i-
cultura dosta provincia. Rarissiraoi sao os agri-
cultores quo lomara diuheiro premio, mas a-
quelles quo o oblem, quas sempre Qcam sacrifi-
cados; tal o elevad.) premio pelo dinheiro que
tomara, o reformas sobro relorraas, a vontadeoos
agiotas. A inaioria du nossos agricultores das
diversas localidades da provincia, vem-se tor-
rados d_' suas necessidades, arecorrorein a uma
iiogociacao toda leoniua para elles.
Lis carao so do essas nogociajots, quo outro
nome ou classillcaeo deve l".r, O agricultor .. u
cxemplo, precisa decora mi! res; oblem essa
quantia passando uma obrigaco pan dar cinco-
Para a capoila do flamalho.
Cotanas.
Para o hospital da Misericordia.
Para o cemiterio......
1'a.to us pobres.......
Para o rocolhiuienlo.....
Para a igreja dos Martyrios .
Par* duas esmolas de S0$. .
Tejueupaps.
Para os pobres.......
Uamarae.
Pdra os pobres.......
Cabo.
Para o cemiterio......
Para os pobres.....
Para a igreja do Ros
Para duas esmolas .
Serinheni.
Para o ceiuilerio. .
Para os pobres.......
Para a igrej i do Rosario .
Rio Formoso.
"ara os pobres......
Para umi capel la no cemiterio.
Para o aformoseamenlo da igre-
ja du Rosario......
Pura Iros esmolas......
Para a creacao do cemiterio do
Sanio Amaro entre Serlnbaem
e Rio Formoso......
Tai:"-a .'
1:0O0e00'.t
500gl)0
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2OO5OJO
110.
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5003000
300$'M)0
8OO8OO11
5OOOO0
5003000
8OSOO0
gir e contar seus en lados, seoiptc que litcasu
occasiao do tratar com elles. V. M. quiz enlo
mandar ao consclho do Rilado que Dzesse, !
do maduro exame, um rotatorio sobre
dos lr..lados, que tinliam sido loncluidos, e quo
eu havia Submetlido a approvaco de V. M
Os archivos servem do documento.
' Quando depois da stima la do viaesin
segundo atino de Tao-Kouang agosta de 1812',
os barbaros do Inglaterra Rearara aatiaeltos,
vicram os da America e de Franca, una
tros no vetu e no outono du mesiuo
- Por espaco de tres annos que lem .
desloo comeen da guerra ate boj'-,
dos barbaros tem soffrido uma mutidaode
formacoes, todas causadas por dinVienles ni 1
vos ; por uso tambera oa meios empreg
a cal mar essa gente, o p.ra a ronter lem v
ua raza o das ureu instancias. L' por itse que -
lem sido conveniente algumas \(/s proced
com ellos com sinrerid ule, mais se lem conse-
guido Iratando-os com astucia, ou faze
si conhecer uma parlo do que elles mil
riam saber, ou dssipando as suas d ivi I is,
de Ihos tirar loda a hesitac4o, ou linaliM
ido-os convenieuiemenle. crec
* 1
a entender,
i K
apreciar cora evactido os seus ai l. u
mente assini, que sL. (,.m conseguido alr
cuusa com ellos.
- Os barbaros nasr.idos e educad -
cxlranhos nao conbecem era as i< .-
cosium-sda nossa celeste dymnasti*. o m
v.v.es iulerpretam losingularmeulo as 1
nao sendo fcil Iizer-lhes 1 mi ;
esemplo, quando v. M. pronuncia ilavt -
quo sao irausmetlidas pelos m mi 1 .
Iho privada, os barbaros as eonsid 1 im con
cutos do V. SI. ese querem fazi r-ihes con
hender, que nao -' hssio, que odevem -
nao ha nada que us faca persuadir. Di
a das cousas quo nao couvm
--------- v.,)Uil.V"IVlU- Vil'
afabilidade para Ibes (azor nascer a ale)
gratido. Muilas. porm, pelo cont
sido necessario occultar-lhes multa
lerando es fados sem Ibes dar
se conbecem as suas mauhas, e


Para os pobres.
Para os obro?.
Para o cemiterio.
J-lOOHt
. .
Es ':"..
Sorama.
.linda
com claieza
Quando os barbaras se reunem para
que ellos chamaiii u-.'mi agrandei itu :
Se enllocara de ordinario e.11 grande N 1 :
i" "la de nma mesa, onde passam agr lav
o lempo bebendo saode uns dos oulros
janlares, que para ihes fazer honra, lenha
aos barbaros em Roen Tigin, em M c n
tros logue-, seus ebefes e eoinpaoheiros
sempre sido em numero de 10, de 20. d 3
quando por acaso, lenho sido obligad 1
ielles, ou a bordo di.s seus navio;
reunido a uma nasa para beb r
vontade, e lenho sido conslrangi
- born .1 sua saudo para os cous<
poste s. [3J
300$0ufl
5003000
5009000
1:0009000
54:280000
tas vezes apenas fallara seis mezes. Chogado u
lempo o agrieull
l"', fallando 101
r-rio r.oram
agricultor : Vmc. sabe que o caf est
se Vmc. curaprUse o trato, linha eu do recebe!
nvenla uil res polas 20 arrobas de caf que
Vmc. deixou de enlregar-me: por lano, addi-
11.1 |tianlia dos
noventa mil res que lauto ; prfs lano: as-
signe Vine, esla obrigaco para dar-me raa
safra vndoura tantas arrobas de cal polo proco
contratado do lous mil res a arroba.
O agricultor, pois, quo es'. corlo que no seu
paiz nao lhe rcsia oulro recurso, assigua o seu
,.. 111 dessas ha anda outra
M. o Imperador fez era Ollnda
que lucrara SS. MM. tanto a os
parociam no paco im| erial o na
.1
da missao d'Assumpr.ao : mas >.'> depois da reen- aula arribas de caf na prxima safra, quo inu-
Irada da companhia de Jess no Canad quo as
antigs missOesde sua ordom yoaetam ser servi-
das com zido o sem interrupcao, 0 celebre padre
Puinls, companheiro do p idr'e Smol nos Montes-
Rochosos, lvou ha muitos anuos sna residencia
em Sandwich, donde superior. Monsenhor l'oti-
soniiean e ajudado por 2i sacerdotes, e a popu-
lacho calholica de sua diocese do 31,0;W almas.
As Damas da Sagrada Corle, as Irmaaa da Provi- ctono o premio ,o que. premio !...)
delicia as-Freirs do S. Jos e as (j7i>es do Mon-
Iral leem Convenios em Sandwich ou em Lon-
dres.
.4 diocese de S. Bonifacio creada om 16S,era un
vig.irialoapostlico, viole e cinco anuos antes,
governado por monsenhor Provcnoher. A aldea
de S. Bonifacio esl s luada sobre o
Ih-i, oito cenias leguas noroeste de tiuebec ; e pouco lempo sem sita propriedade que para cu-
os limites desla rida o inmensa diocese so ex- malo de sua iuf iicidado, ionam-lhe por o prego
lendcra, do un lado, atos Montos Rochosos, e juoquercm, (iu:.; u desvalido nao lera dircilos,
ao norte at o Oceno-Glacial. i bula-lhe os tuei s para reclamar seus diroitos. o
Para ir de Gueboc S. Bonifacio em canoa de '1'"' succode com os pobres agricultores de
corliea, preciso passar successivamente por oito i succode com os q 10 fabricara rapa liras, o de 11
lagos dilTerentes, un dos quaesu
' sinolas que S.
o ua l'.srada, e
[/obres que ap-
casa de resi -
lenci 1 de s. M. a Imperatriz na Passagem
ena, como os requerim mos que S.
M. n Imperador despachava concedendo avulta-
das esmolas.
u romo de Aszto.O porto de Anzio est
1 retirado a '(:! kiloini Iros de Roma, c 7(> de I vi
so pudo dar d() arrobas do ca- (,,_-,c
o 1 onscquencla 20 arrobas. O usu-
ivijnto pois diz immediatamentc ao
a iJjO;
uns anuos depois a cidado de Kingston era
;rc
a do si 111-
1,
10
leien
1.' 1 ..; 'I '. lui'.tarias
2. la sida !c era es riptor 1 putilic;
1 lo hanci, e
; !'. ui escriptura piivuda, comprohemlida
ira ou an-
a
con'.rafaro do
1 os ;
" II ul ibuso
- -,-.. jo o ronciso
sil IIOS 1 1
Art. i rodos os objeclos apprehen-li.tos ora
- d'um ; o, no occasio de sua priso, sero
entreg no tn tilo, em que eflei-tuar-xo a
itradico; utn ga, q te na 1 limilai '1 somon-
te aos bjei los apprebeiididos, uns comprehen-
!-'r lodos, os que podorom servir para provar o
ue.
Ait. "'." Cada utn dos dous governos conlrac-
i.iiiUs podci, desdo da p^id/icr'i da or-
den] lir a pi Isa 1 Irame bata e provi-
soria do a, clisado e do condemu.ido, a qual Rea-
ra co ilud 1 facultativa ao outro governo.
Quando 1 priso |-rovisoria for roncedda, a **
Iholi 1 i-111 1 c effeilos ,
1.111 a domestica ;
cmiTiiellidas pelos depo-
llb 1 os.
Ine
la a bispado titular, e, logo depois, a dior.cse
i- subdividida "m cinco ffara facilitar mais o
excrcicio da auloridade episcopal.
.1 diocese de Kingston hojo governada por
fasl- in.onsenn?r Eduardo llorn, quarlo bispo dusla
Se. E* ajudado por 39 sacerdotes quo servem
era ii grojas, n a populaeo calholiea do
. do,iio almas. Kingston possue ura collegio ee-
j clesi islico, dous convenios, que cnsitiam 0 Seis
escolas dirigidas pelos frades. Est bem longo
le ci rio de ler os recursos religiosos do Baixo-
11 : mas tambera nao est lao despida fe-
lizmente como eslava om uma poca bem pr-
xima.
.1 ,!ioce:e de Toronto creada em 1811, foi o
primeiro desmembrameiito da diocese do kings-
ton. Toronto est situada sobro O lago Ontario,
ao oeste do Kingston, o o nome Indiano do forte
edificado outr'ora [irlos Francezes prevalecen ao
de Vmk, que os Ingle/as Iho linhara querido
dar. Monsenhor Miguel Power, nomeado pan
go.-oruar esta diocese, mal l'oi consagrado bispo,
apressou-so a recorrer aos jesutas para entre-
r-lbos o campo de suas anlcds missoes. A
cchi i, um lonco a leste do rabo d'Aulio nu
A'i'.o. e da pequea cidado de Nclhuno, porlu
j velho novo, pelo mo-
Ihe, est inieiramonto impraticavel. o molhe
lem o compritnedlo de 250 metros, e utn bello
j caos, quo partindo do seu comeen, borda plng
, na direceo do sul a nulo ii'uma extensao de
-10-i otros; na sua extremidade eleva-se um
paredo, que forma mitro molhe mais pequeo,
e o us; ae 1 comprehendido entro os dous forma ,1
abertura do porto..
Esta abertura esteude-se no comprimcnlo de
i metros, e o porto lem 300 metro? na sua ca-
varao pralicados ltimamente o lem tornado mul-
lo melhor.
Sua entrada noite i;; lieada por ura pharol
plantado n'um pequeo torio quadrado. A'di-
cila do portd clcvani-se nimios o magitiflcos
pala os e grandes arraazens, perteiiccnles [icla
maior parle ao Estado. a extremidade norte
.o b.i-.-e mu bolla lontu mandada construir em
1778 pelo Papa Pi VI c Leo XII em 1825
man lou construir outra no meio do mesmo
Alm dplo, do uso eulri
ciar singularmente as suas mu -
m traiar um hospedo 1 n 11.-
111 s 11- mulheres e 1- :.
rocebc-los esauda-los. Fo
com o brbaro a mi rii an ParL r c o b.u
tranre/ Lagreo.'o, que erara 1 upan!
suas mulheres, as quaes logo que o
>.SI. taacasa destes barbaros para
negocios mportan -, iba tu
e ni 1
oslado
I
succode com os q 10 fabricara rapaduras, e >:
tros gt ner is, que sao csses agricultores que o jns-
_ t.iu ni a inaioria da provincia.
verna-iomonsenhor Vlexandr'o Mnc-OonneL A-I u,* 9uPari0' "r,J ,",n meaoa do cotilo e cinco
otila legoas decmii[u.lo. Casta-so dous mezes 11.1 u uoaso commercio concurre podcrosaraoli
viagmu, o einda se de. i- dar gracas Providen- Para completo suicidio de nossa agricultura. L
ca por ler dotado .i America di Norte do um lo
admiravcl systoma do iiavcgaco interior, desor-
lo que passa-sc de rio om rio, subindo ura, des-
eando oulro, sem ter, em lodo esto trajelo, .1
camiuhar p tnais de dez leguas. Porin para
evitar as rajadas quedas d'agua, ou para mudar
do rio necessario oilenla vezes carregar-nos
hombros a canda, e leva-la por corlo lempo 10
lugar onde possa navegar. E' o que os Cauaden-
ses chamara transportes.
O rio Vermelho corre para o nulo e lanca-se
o contrario do que succode as grandes pracas.
F por soiiK-lli o.te causa que o corainercio nes
provincia es'. :onstanlemenlc desaliando'... E'l
es se corara i 1 qu 1 lem concurrido para o sui-|
cid i di agricultura por raeio da usura : c o! lo-
cando os agricultores na mpossibilididede cum-i
prii-.-- ntralos leoninos e por conseguiite I
impelir, diflicul ar, o arruinar o principal
da riqueza i-> paiz.
Na i sao decorridos muilos dias que cui Oaluii
l uma senhora viuva o do avancada dado i u
no-lago Wiuipeg. Apoza r da enorme distancia que 3e,n.os scu^ si'ios e porco do osera vos quo ndo
a di priso dever sor transraillida dentro
de dous me is.
Ai--. ( A exlradiro nao ser concedida so-
lio era vrtiiJe di pro l-ircao, nu d'ini aresto do
1 indemtiaco, ou d'um aresto de accu*ac3o,,ou
linalmcntc d'uma ordein de priso expedida as
formas prescriplas pela o do paiz, que
reclamar a o\!r i.li.au, ou dfl qualqucr oulro uc-
lo, quel.-nii au menos a mesma 1 irea dosta or-
Jem, e 1 u< s- dente a natureza e gra-
ididi i 19 i.-i-i arcusados, assira romo a dis-
ieao penal applicavel .ossos fados.
Ai). 7." Se o individuo reclamado for necusa-
do 011 es rcr preso por um crime ou dolido, que
eooimelido no paiz, om quo esliver refu-
giad t, sua oxlradico podor ser deRrida al que
lenha cumprido a pena.
Arl. 8." So o acensado ou condemnado nao
Subdito do Estado con1!, oan!", .10- o recla-
ma, a oxlradico poder sor suspensa al quo son
governoseja, se livor lugar, consultado, e convi-
dado apresentar os motivos, quo livor paraop-
pr-se iviralic.o.
Fin lodo o casa, o gobern senhor da peli :3o
d'extradi jo, pod r dar esla petico a resps-
: 'cor convenieulo.
Art. 0 ; 1.'' expressamente estipulado quo o
aicusado ou condemnado, ruja Iradico livor si-
do concedida, pao poder emeaso aigum, sor ac-
ensado ou punido poi um delirio poltico anto-
rior oxl adioo, ncm por (linios ou delirios nao
pjevislos pela
presento fonvenr ...,. u ..,.,
g tica porem entendido que os mines con las do hispo do Taren)
1 possoa do seberano ou dos membros de sua | mildemonle, designando monsenhor deCbarbon-
sla diocese, quera elle jul-
companhia do Jess foi chamada ao Canad em
182 por monsenhor Bourget', bispo de Monlreal,
que tambeiii dotou son paiz com'os padres bla-
los de Mar.solha, o a adjunreo dcstas duas ins-
lituices, que vicram fraiornalmonto compart-
Ihar os trabalhos dos sacerdotes canadenses, fni
,1111 grande beneficio para a colonia. O primei-
ro bispo de Toronto enriquecen anda sua dioce-
ni um convento do freirs do l.orolto, quo
fez v;r da lrlaifla rom grandes despe/.us para as
installarem sua cidade episcopal. Ksla instttui-
i.ao. nascidaem Baviera no seculo XVII entre as
senhoras inglezas o irlandezas, que a F linha
expellido de -^u paiz, pdde logo depois entrar em
Irlanda, onde lomou grande deseuvolvimenlo.
Monsenhor Power, joven anida, e dotado de uma
prodigiosa acllvidade, promedia 11 ni longo o fruc-
tfero episcopado, porem morreu om 18-17, victi-
ma voluntaria da earidade. O lypho l'azia nossa
poca grande morlanlnde no Canad, o o prolado
linha i.-asto as forras em visitaros doenlcs e mo-
ribundos. O medico instara para quo o"
tasan o contagio sob pena do arriscar-se
inorlo corla.
- Sei disso, respondeu o bispo miaba mor-
tc, mas meo dever.
E alguns dias depois eslava morlo.
Os grandes servirs que os jesutas linham
prestado no Canad, levaram o bispado cana-
donso a pedir Roma ura filho de Santo Ignacio
para sur odor ao prelado deunclo. U padro l.ar-
kin, loglez de nascimenlo, recebe, [>uis as bul-
o. porm rocusou-as lui-
sepjra estas regios desoladas do centro da colo-
nisarao franceza, nossos padres as linhara explo-
rado, e s-ias expodiodes de descoberlas chogaraiu
aos Montes Renosos mais de scssenla anuos an-
tes das iiriineiras viagons dos Americanos dos Es-
tados-Unidos. O lago Vinipeg recebeu o nonio de
lag 1 l'iourboii; e muitos fortes construidos por
ordom de M. do Maurepas acabaran do tornar-
nos senhores do toda bacia dos cinco grandes la-
gos. Estas paragetis habitadas por numerosas tri-
pudia valer mais do trinla contos do reis; entre-
laudo que ludo foi absorvi-lo p rque piiz o des-
humano credr, cuja divida tendu orgem pi 1
pouco mais de ura emito de res e dado por di-
versas vezes, inotmi em poneos anuos ao ni iihi
lo on/.o cotilos; tal foi o premio o as continuas
reforma; que bouvoram em semelhanto d il 1, u
que por fin ,1 ultima absoivou todos os bens des-
sa pobre senh na viuva quo nao rouhe
que nao podemos doixar de lamcnlar sa triste
bus selvagens, sao ura paiz excellente para caca ; 1 Pos".'ao o era uma avanzada dado om quo a-
o os Cana Ionios, atlral.idos pelo commcrcio das cha,_e do-, ido o son estado a sua boa f o iguo-
pellos, coiisorvaram ah relaeocs, mesmo depois 1 rancia.
une nao foram mais protegidos pelo poder de ,-ifremo* PMment"' I0*5 desconsideraco e.in-
Franga.-Um Jesuta, era 1765, tenlou ir levar- '"renca que se nota para com a agricultura, ;a
lhe consolac&es de seu ministerio ; mas foi mas- e.aaf* w dacareslia uoa gneros alimeulicios u
saciado 11a margen) do lago dos Rosquea por um 1 Jc ,4a a maia all:1 I1!0 l0i'1 ',avi|J,|J- Us |ueixu-
'. Ocal uo os altos podles do
troco do Siouz ; e os Canadenses. privados de lo- l";3 fa" 8uraes
do soccorro religioso, calaran) em todas as dc-
sordons da vida solvageui. m 1818 um senhor
escossez, lord Solkirk, quem foram concedidos
vastos terrenos sobro o no Vermelho. pedio sa-
0 evi-
a uma
i'.iiuil.a, e 1 spcvtivaraente dos cardeacs da sania
igreja nac eslao comprehettdidos no 1. do pre-
sente arti ;o.
Art. 10 A exlradi-o nao poder ter lugar.se
depois dos lacios imputados, nao so der a aecu-
saco ou n condemnaoo, c autos da pelico do
extralicao, o aecusado linha habitado e
nol para governa
gara u mais rapaz. Era monsenhor do Charbon-
nel, originario de Borgonha, o fura muilo lempo
rnissionaiio ua America. Po IX consagro 11 (a
oslo novo prelado, conhecido e venerado por
muilas partes da Franca, por suas predicas em
cordoies ao bispo do Ouibec paia eslabeleeer a
paz entre seus colonos. Foram mandados o ab-
bade Provinehere o abbade Dujardin ; o qualro
anuos depois era o primeiro sagrado bispo em
Ouibec como vigaiio apostlico do territorio da
baha de Iludson.
Esto veneravcl prelado consagrou quasi 10 an-
nos do sua vida eslis dissoladas missoos. A ver
se consegua recursos fez numerosas viagons. j
ao Ganada, j Europa, e olio que so deve,
des.oto auno de 183!, a ida das misses do O-
regon, ida que pudo sor posta em execuco 5
ano is depois. Desdo uno os padres oblatos foram
chamados ao Gauada, mouseuhor Provinchor Ibes
pedio soccorro, o, e:u 1S31 obleve por roadjuvar
ura padre desla oidein monsenhor Alexaudro Ta-
ch. Fslc prelado hoje bispo titular de S Bo-
nifacio, e lera por coadjutor monsenhor Cradin.
Ha alguns annos quo a populocao ca ndense
lora quasi inleiraraeiilo emigrado d'este lerrilorio.
As epidemias, as rivalidades do commcrcio o do
nacoes, as decepcoes lem feilo abandonar um
paiz, que nao rondo o quo promedia, bispo o
seu clero ficara era face das nacoes selvagens som
abandonar o posto do dever: ao contrario creara
estabelecintentos permanentes, ediOcam igrejas e
PER1AIV1BUC0.
HEVISTADURIfl
o lite inceii.ioii-se a lab
I is da testa, situada nj
convenios, o izerara vir do Lanada l rmaas I do Bispo, em frenle do quarlel do nono l
brises para educar na vntude os (ilnos dos Indios do infamara, procedeudo esso sinislro
Rstado, como de crer, promova algumas un ..
das em beneficia da agricultura ; quo a arran [uo
da guerra da agiutagem quo amuaca ludo devo-
rar !...
Entendemos quo ua actualidadj a medida mais
precisa, de mais urgencia, tratar de levantara
agricultura d'cssc estado agooisante om que ella
se acha, Nao sommos agricultor, mas i.\o igno
ramos o que se passa a respeito, e o quo ti rnos
expendido mm pouea ora iclaco au quesosof-
fre, lodos sonto e lastimara, a Vxeopco 'ossos
que o son Dous o dinheiro!
Achaudo-sc u vapor a largar, luislor .'. con luir
sob pena de a presente nao fazer viagem.
Teruiiiio pois refoiindo, quo o F.vm. Sr. presi-
doiilo Antonio Marcelino vai ptimamente na ad-
uiinislraco da provincia, s. Fxc. faz lo los os s-
foi-Qos era plantar sua adminislraco bascada ua
lei. Gregos o Troianos estSu era harmona
a admiuislraco sabia e jusliceira du S. L\c.
Aiihelo-llic saluto o pocunia.
Ilvae ex verilacle pender.)
lidodo-: favor da obra da propaga'co da (, renovando a
micilio no torn.or.o do governo, quo se lera de- missao em oulro lempo preerirhida pur monsc-
inorado eti onlroga-lo, ior utn espaco de lempo nhor Fia 'ct
- ifficienie, segunda as lela do dito territorio, pa- Monsonmjvde Charoonuel cbamou sua aio-
" ffeult'!" Prescnp-jao da ac;o penal. Cese as freirs de S. Jos, triginarias de Puy-en-
Ari. II. Os respeclivos governos renunciam a Velay que leem numerosos estab-lociraentos nos
maeao do relribiiicao das despezas do sus- Fstados-Unidos. Hojo Turonlo conta deslas 56
. Irar.iporle pnu provisoria e oulras, que > profesas que dirigcm um hospicio, uma caa
larem da oxlradl a do SCcusa los 0.1 de con- pnra orphos, e numerosas escolas. O vcncravel
-lem na dos, s consentera era renegar rocipro- a- plelado ;oz igualmcnle rir do Pran.;s religiosos
com a? despezas. quera conliou a moci.hde do sua diocese. To-
Os- mdivu io-, y exli id ;. -: sido con-.rontb peisoe, pois, um coH^e eocloJ)C9
Sabbn io .1 11 lite inceiidou-se a taberna d 1 Sr
Beniardino Jos da Costa, situada no Corredor
balalhao
procedeudo esso sinislro de uma
Lis o que monsenhor Tacho fez-nos a honra de casoalidade.
rever em 1S35, c estas micas linhas faiao ro-1 O incendio foi quasi completo relativ i;non"e no
nl.ecer a natureza c diiruldade do seus traba- l interior do edificio, eas chammas toriam devo-
",,,,.. ... rodo ludo a nao ter sido o soccorro presla-li
Imaginni a mais vasta e pobre das diocesos
cura 11:11 ,i populacho quasi exclusivamenJe sclva-
g'Mii, e lereis uma fraca ida do campo, confia-
do a meus cuidados. Son ajudado por un colle-
gio apostlico de 12 membros. Oito padres obla-
tos cf seculares esgotom suas (oxeas o sua vida
ora um ministerio, cujas priva-Oes "e sofirracntos
sao incriveis.. Em certas partos os n.issiutiarios
sao obngados a dormir 10Sereno, quando other-
mometro morca 10 01 ? grios cenfigradoa d"
pela offlcialidade e soldados doquartcl proxim ,
que junios diffurenlcs particulares lornaram-se
dignos do lodo o elogio.
Dizem-ncs que, quaudo all chegararn
rentes autoridades o a bomba, j eslava a;
do o incendio, pela razo de ler sido timben,
locado figo as outras freguesias muito d-
pois que elle se leu.
J ha lempos, quanJo escroviaons Pa-
fina, fa;
c -
lo um poqueni eer-.ado J palhs \.., o que commandava
.'v lidade de Anzio, igualmente chamada Nel-
tuuo, esi edificada no mesmo lugar da mitiga
iuiium, que l'oi a capital dos V'olssos, povos do
Lalrium meridional, quo habilavam u i norte da
Campania.
Anlimn l'oi lomada por Con.lio 470 annos
- di 6ra vulgar. Foi a paiii de Caligula e
de .Ni ro, e servio de refugio o Corivlanodepois
da sna desgraen. Ella possuia ricos monumentos,
eiiire os quaes so distingua o templo de Escu-
lapio, di os da medicina, lilli i de Apollo c do
1 or mis : c o templo da Fortuna nao lhe era in-
ferior. Anda hoje exisein asininas dessesdous
soberbos edificios, l'oi as rumas tic Antium,
que so achou era 1640 o Apollo de Belved
eslalua
arte.
Porto d'Anzio faz parte da provincia do Roma,
o acha-.ic situada na pi ..... de Castel-Gan-
dolfo, residenciados Papas no vero, na
nliau.-a d'Albauo, e n s margens do lago do
riiou era 1640 o Apollo do
i usidera la i orno a obra
ore,
prima da
para tratar :

>a veraaae este proccdiinenl fa i
incommodava bastante, p
acanhamciito incrivi l
entrao eutendiam que voss
ramio contente o satisfeito.
Os Jos divers :
- io de tal natureza, que nao se pdi
- usos da^Cbina ; c m> prel
coiuprehender essa impossibil lado aoi
nao o podemos conseguir, poiqu<
dissip ti-lhcs sua ignorancia, e ua i fori
iss i seno |xclar-Thes sua des
disto, como os barbaros nao vci i Cli
para tratar-nos com amizade, ni -
xar de os roceber, e Ii os tral u I
|ie,o menos co ivenii ule ; mas
relajos se approximaoi
lunienle necessirio conserva-Ios en. d -
Por pste motivo, em lodo o lempo, ni
'i ':".- ciar_ os irala i da* d
versas nacoes, lenho ti
1 -'"":/ para advi rlir i s i
o ara lh<-s fazer sentir que, qi ando -
tunceiomnos I ral a ni os negocios i .
versas naroes, ti i,, podem ullrap -
|ue l.scst esla.....gi
nados extranhos relan&es par cubres;
tos presentes, que elles nos queri
cessano |uc si saiba bem, .
aevem ser formalmente recusa I >s, i
possivel s autoridades chira
censa ; o scalguma viease a aceitar um pu
em segi-cd), nio smenle lnfringiria -
celeste liyn-i.-iia, obrando coutra -
- joes, mas Ecr-tii t. .
censura de seus superion -.
Os enviados barbaros liveram nesti
o bom sitisu de se conformarem com
avisos; com ludo, as uossaa lecipoc is
vistas elle me lem il'.-ir .
vnhus esirangeiros, a
oulros tibji el >s le insignific
suas nteiicoi s eram boas, nao sei
monto recusar o ue i -
lavara ; mas eu us indemnisci dai
v,, J!: crys'al para labaco, alguma .
nheiro, e ouln s objVclos, que Ii i
assim Ihes mosl ei que sabia dar muili i

mesmo nome. A populaeo du cidade honesta e %'"\ V dar miuto -
lai iri isa, dedica-so principalmente posea, e '{{> "'"" rei>ido:
i-', o commercio do cabotagem em loda aJ,po""r:'1""1 os amcica se
casia. irancozos n.o lera pedid retrato.)
Depois** do porto d'Anzio, a plaga csiende-so
em arco <^ circulo at o monle Circello. Comlu-
do, sua regularidade interrompida [oruma
ponte, quo avanca para su-sudoes!e, e sobre n
qual est um forte chamado ture d'Astliria. Um
pharol movel allomia a costa ,-m Badino na en-
trada do canal da lagoa Pontinas. Em todo o
coiuprimenlo desla plaga [iodo ancorar qualqucr
navio no vero a distancia do tros a qualro ki-
lmetros do Ierra
A parlo da baMa situada entre a cidade do
Nelluno o o monto Circello muilo baixa, e
cheia de pantanos conhecidos pola dcuomina-
cao de lagoas Pontinas. Sua superficie tem 13
kilmetros de comprimcnlo sobre 12 de largura.
Os Papas Icio \, Sixin V o Pi V Rzcramgran-
des esforgos para dessecar ess.os pantanos : e o
governo actual intenta novos trabalhos para u
conseauir.
Os LiiioPKis U.I.I.AI os pelo vicB-nei vi. |
Com esse lilulo : OS Europeos julgados pelo vil e
n V6, publicou ura jornal do Pars a Iradncn
do um documento chiuez achada nos archivos
deGinto, poneos das depois da tomada daqucl-
la cidade Dlas torcas alijadas de Franca e In-
glaterra nos ltimos di s do anno do 1857.
E por equivoco que este manuscriplo, alias
nimio Inlerofsanle, porm muilo inconipicto na
rerso que se den, seallribuca V j eelebre
ao
. i CO| l.i ..'. .
p i im i erto
cotniui.-sario imperial, que, no da seguinle
la tomada da cidade, se gabava ao ler mandado (e o emprgado
escravo Ihos olTereceu
nfleantes lei^ovs.
Ouaniu ao governo las n
ellas lera cada uma um soberano
Ihrono oceupad i entre elle, ou p .
ou por uma mu lior, que ue u i
es| ac de tempe mai? ou n em -
absolutamente contrare s bus da IM
soberanos de Inglaterra edaFranra
geraro em ger.i.o, emquanto que o
barbaros da Americ,
cidados, n varia tud
do o quo foi eiuiio acaba i> tempe du i
no, entra logo na classe do pon..
As denominaeoes oortiluii a dados .
be ranos variara culi o si, c a maior parlo I
naioos usurpam os lilulos, q le i mpn .
china preeedem assim po rgalfa ;
-' imparados nisl i i nica do ,
mun lo qu- julgain, qaan i sato,
que devora contar mil exlrava? a -
lionra io seu re |mas que nos importa lud i isto.
So nos refi i irmos s leis da
os reinos ostrangoiros trib.itasios da Caaaa
que os barbaros nao obsenam ncm o pm .
ncm o dcimo q linio da de cada nu .
,l Quando os Tirtorus eacrevem ou ai
ao imperador usan sempre di expresei i
[eu o eseravo), mas oa Chinas em guaas cir :ums-
lanciaa empragara nsaplesmcnte I
corlar dezcssele rail caberas pelo menos durante
o sen vico-reinado dos dous Kouangs.
O documento om queslo uma memoria di-
rigida ao imperador pelo commissario imperial,
Ky-ing, signatario do tratado concluido com a
Franca era 1814, eem ultimo lugar adjunto, por
alguns dias, aos dous negociadores do tratado de
rien-Tsin, Konei-Aiang e Romacha-n'a.
O lempo docorrido desde enlao anda nao fez
esquecer, quo em consequencia de circnmstancias
[lenivcis iara Ki-ing, ao qual provavclmenle
nao extranha a desetroerta da documento de que
" traa, osle alto funrcionaro, de idado cnln
le mais de setenta o dous anuos, deixou preci-
iiladametile Pen-TsMi, sem autorisaco do im-
o'ii lor, c quo preso e ca negado de ferros por
ste mesmo principo '-iu-Ki-l.in-r.-in, acampado
uiao com ;t,iljO homens entro Tien-Tsin i "
2' Ki-ing sssignot utn Iralado rom taglalen .
em 1842, o depois em IS I -- pou i
com ss Estados-Unidos e a Franca.
_(3) Ki-ing nao quor declarar ae imp iaj .
foi casa dos barbaros por *ua vonlad
sempre obriga lo polo serviro c o desejn il,
ulil a S M.
(4) O reino do oulro mundo, em clmn ..
lam, ou o uitio das almas, segundo a m\ ti.
chineza, 6 um cio mata pequeo e pobi
loado nas reg. "ios subterrneas, e quando us
seus habitantes vem ao imperio celeste rontaui
cousas impossiveis o iacriveis para gosnera d-
importancia.
V Os emprgado*. as provincias, n". j j-
deudo sssenlar-sn no palacio imperial paia
lar > soberano sao obriga.los no 1." e no i
)S Mongoli na em
e Po- -\-2 cala mez a a;iresentar-se no paaae di
boca- lidade, e iihi fa n u ceremonias do uso.
rrirx/iri i


numo e rmmMBf;ro. tfhc-v ffira a of janriro df 1*6.

i.ao querellara aceitar emprego algum uu nosso
governo, e que nao querem nern abandonar seus
usos nem considerar-te para eomnosco no mes-
mo p, em que est a Cochincliina ou as ilhas
Leoii-Thelmi.
Estes brbaro?,sera cirilisaciio o sem inlelligen-
oia sobre o modo porque d preciso tratar os ou-
tros poro, obrara sem reflcxo, e na ignorancia
.-disoluta de tudo. Se nos quizessemos obriga-los
s formulas do nosso uso as suas communica-
rbes officines, fnzendo-lhes ver querri dve ter a
preferencia, e quem deve ocrupar o 2o lugar,per-
deramos todos os nossos trabalhos porquo ellos
se fallara surdos; de forma, que nao podara-
mos arreda-los da sua lclhargia, mas anda da-
ramos occasiao a al goma lucia dcsagrarravel
Con) eiles, o que se oppem prntica deste prin-
cipio do imperio, que diz : (- necessario prote-
ger e manter em paz todos os que vem de Ion-
ge />. Em lugar, pois, da nos oceuparmos em
Jiseussos ra.u sobre cousas sem ulilid-idc pra-
tica, pomos de parte essaa puerilidades e trata-
mos de sustentar urna poltica elevada. s re-
lleies, que preceden] sao o resultado do estudo,
que lenho eilo do carcter dos barbaros obser-
vando-es alternamente om cireumstancias mais
ou menos fan raveis, porem, talvez, em razan I
dos lempos, estas reflexoos tero necessidade de |
soffror algumas modificagoes. f.oin tudo, o es-
croto de V M. nao julgou dover oceupar-so do
algumas dellas separadamente, e n'uma memo-
ria especial, qualquer que fosse sua importanria
relativa, nfim de nao fatigar a attcnco de V. M. ;
o como alias os negocios cora os brbaros estao
terminados, roSSO escravo pensou que faria bem
remirado n'um s documento as diversas obser-
vacoes que tem apresenlado al'nn de que ellas
possam ser claramente submettidas divina
apreciacao Je V. M. assim como era rio dever
sivel.
Esta memoria apresentada com todo o res-
pcilo possirel-l
Aqu estira Iracadas e tinta encarnada e da
nio do imparador Tao-Konang s caracteres,
que significara :
A maneira porque se procedeu boa. Te-
nho cornpreheridido tudo 1
No da U do crtenle em trras do pnge-
nlto Dous Bracos da fregueza da Escada, Albino
\ili>!ij ferio gravemente a Jos l'edreira.
Foi preso e est sendo piocossado.
Foram reeolhidos casa de dotenco no dia
30 de dezembro de 1859 5 homens c iluas mu-
Inores ; sendo lima a escraros 5, saber :
ordem ilo juiz municipal da primoira vara 1 ;
ordem do Job-gado do primeir*o districto desta
capital 2 ; ordem do subdelegado da fregueza
dn Recifo 2 ; a ordem do subdelegado da freguc-
zla dop. Josl; c ordem do subdelegado da fie-
i do Toen da Panoll.i 1.
l'assageiros que seguiram no vapor Cruzei-
ro do Sul para es portos do sul: Carlos Marn,
Alfredo Dreus, cadete sargento Jos Sergio Fer-
reira Jnior, Jos Antonio de Magathaes Jnior,
fcdclgicio I Canuto, Jos Manuel R. da Silva,
Joaquim Francisco Torres, mu menor c un es-
craro, Joo Francisco do Moura Hagalhes, sua
sonhora e urna os-rava, 7 praras de artfice,
Francisco Domingos Pereira de morim, 1). Eu-
genia C. de Sema Pereira, FreJerico Chaves e
um escravo, Bal-.hazar B da Silva Villar, 1 ca-
dele do 8. b.ilalho, Eugcnc Blum, Dr. Luiz da
Ponte Ribeiro Delcambre, Antonio Duartc de
Araujo Comes e uro criado, Antonio Lopes Pe-
Tiira de Mello, Samuel II. I.eon. duas irmas da
caridade, Jo.'io Cordeiro Lima, Antonio Soraphim
de Araujo Goes, Innocencio Marques de Araujo
Ooes, Francisco los de Carralho, Eugenio Jos
N. do Andrado e urna Dina, Manel Alvcs Porei-
i, Nanocl Eufrazin Correa, Jos Pires de Carra-
lho e Albuquerque, Luiz Duarte Pereira e uto es
craro, Hiseock, Joo Jos do Moura Hagalhes,
Jlo Joaquim Aires, Joo R. de Azevedo, dous
cabos e um soldado, Jos Manuel da Conceieo,
Dr. Carlos Eugenio I). Mavignier o um esclavo,
Antonio L. do Espirito Santo, o prelo Eugenio,
perlcncente ao serrieo imperial < cinco pessoas
do raosrao.
Passagoiros di barca americana Union,en-
trados de Philadelphia :Alberto F. Dauion, sua
seitliora e um lillio menor.
Passageiro sabido na barca ingle/a Elisa,
para a Baha:Henry James.
M u inoino pirxico :
Mataram-se no dia primeiro do crrenlo para
0 consumo Jesta cidade 74 rezes.
No dia 2 do mesrao igual numero.
UORTALISAVE 00 DA 1." DO C.OIIRF.NTK :
Ramiro, branco, 18 mezes; inflammaeao.
Mara, branca, 10 mezes: cerebiitos.
2
1 rancisco Ignacio Aires de Carralho, branco, sol-
teini, Marinos; aneurisma.
Victoriano Ferreira, preto, soUeiro, 43 anuos ;
tubrculo pulmonar,
kngclic Mana de S.i, prela solteira, 35 nnnos ;
phlysica.
Joo de Souza Lima, pardo, casado, 74 anuos;
iiflainmacao.
Auna, branca, 11 mezes; angina.
Em bornean que foi rccolhido ao hospital do ca-
ndado pela puliera, sem falla, e por SSO iguo-
ra-se o nomo e a molestia.
Francisco Jos da Silva, prelo, casado, 32 annos:
catharro chronico.
loanna, preta, esefara, solteira, 50 anuos ; hv-
dropizia.
Je'rooyma.exposta, parda, 7 mozos; denlico.
Hospital oe caridade. Ezistem 65 ho-
Rl< ns 5G mulheres nacionacs, t homem estran-
geiro, 1 homem escravo, total 123.
Na tolalidadc dos doenles existe 37 aliena-
do* sendo 30 mulheres e 7 homens.
Fnram visitadas as enfermaras pelo cirur-
giu Pinto s 6 horas e 40 iniuutus.da manha.i,
pelo Dr. Dornellas s 8 horas da manhaa.
Falloceram 2 homens, sendo um de paralyski
e outro de oalharro chronico.
da Cosa, casa teriea uc.cupada
(,ela pioprietaria avaliada por.. 9G*000
dem 65. Pelona Francisca
Gomes, casa terrea arrendada
por...........'. ........ 60#000
dem 66. Joo Cavalcante de
Albuquerque, casa terrea arron-
dada por................ 72JOO0
dem 67. Niquelina Francisca
da Silva, casa terrea arrendada
por..................... 48$WO
dem 68. Viuva de Antonio Jos
Cabra!, casa arrendada por... 48&00O
dem 70. Manoel Domingues
liiheiro da Silva, casa terrea ar-
rendada por............. 725OOO
dem 71. Pedro Jos Duarta,
casa torrea arrendada por. ... 43&O0O
Idom 75. Jos Ignacio Perei-
ra da llocha, casa terrea arreti-
dala por................. 438000
dem 78. Manoel da Costa Pe-
reira da Silva, casa terrea arren-
daJa por................. 12055000
dem 79. 0 mesiui, casa ter-
rea arrendada por....... 120SOOO
dem 80. Jos Antonio Mar-
ques, casa terrea arrendada por 1009 000
dem 81.O inestno, casa ter-
rea arrendada por........... 905PJ00
dem 82. Viuva e herdeiros de
Anastacio Francisco Cabral, ca-
sa lirroa arrendada por...... 36*000
dem til. Os raesmos, casa ter-
rea arrendada por........ 24J000
[ Continua).
SJ.iJ, s.i ildilil leiuaiienii (.l I lunsulu Mili ici-^.U-i ucjvlc la |UIU>MUIi a UWUJMI-W UU liu-
ico ; era-me necessario sua manifestaro, I g icios, diplomticos, n mcrusos e variados, elle
' adquiri era parle, n'essa.oscola, e em parte, por
era elle meu arbitro.
Raiou o da 22 de novembro, est no poilo o
imperador, e com elle cstii tnmbem a imperatriz,
acatada e reverenciada por todos os brasileiros,
tanta a conscicncia que cada um tem de suas
eminentes virtudes ; a cidale est chela de ga-
las e apinhada de povo : ha phrenosi por toda a
parle, ha mais do que islo, ha delirio : ninguem
pode ser juiz sem ter a razo no scu calado nor-
mal. Esperemos.
O imperador estovo no meio de nos 32 das ;
foram 32 dias de estrondosas manifeslaces ; fo-
ram ovaces continuadas em todo aquello lem-
po : todo o povo tornon-se cortesiio.
E como se comportara o imperador? Rerelou-
se-nos elle cm toda a altura e esplendor da ma-
gestade. Nunca nem um rei se mostru locon-
liado. No meio de um poro lao calumniado co-
mo o pernambucano, o Sr. D. Fedro II passeiou
s e sem guardas, proclamando dest'nrte a con-
seus trabalhos extensos, em suaslongas viagens,
e durante urna residenwa de 14 annos era Ingla-
terra, ura profundo conhecimento dos homens e
do governo. Em suas cumpanhas e sobre o cam-
po da batalha, onde toda a grandeza va e ficti-
cia devedesappareter, nosso rei ha provado, do
modo o mais irrecusasel, que a coragem, e um
profundo scnlimenlo do religiao e de liberdade
lem tornado raiz em seu corana generoso, e
que urna iutelligentia clara, c urna forca d alma
inabalavel, sao qunlidados que so lhc nao pode-
r jamis disputar. Com taes virtudes o laes
conhecimenlos, com um carcter c principios que
se accordam lao completamente com os senti-
menlos, hbitos e gostos dos belgas, esta Ilus-
tro principe nos faz augurar, de sua unido com
una princeza franceza, resultados vantajosos
felicidado de lodos. Que o nobre e poderoso so-
Azone uo ui-ii.......t .... caada
dem de mendoini e de edeo.
Bolacha Gna.......arroba
dem grossa.......
Caf em grao bom.....arroba
dem dem restolho .
dem idem com casca .
dem moida.....
Carne secca.....
Carv de madeira .
Cera de carnauba era po
dem idem em velas.
Charutos bous......cento
dem ordinarios
dem regala. .
Chifres .
Cocos ceceos.
Wiy termina o decreto 8i2 de 19






i berano continu sob Io folizes auspicios a tra- Z" T[*i i
Qanca que lhe inspirara nossa moralidade. | balitar para a prosperidade do reino, para a in-' (-ol,ros de boi salgados .
Superior as mesquiuhas paiies, que nos des-
pedazara, sem dar alinelo a intrigas lcaos,
ostentou-se o imperador a um lempo nobre e
generoso, conhecedor da nossa historia, conho-
cedor dos diversos ramos da administrarn, di-
vo e estremamente iuteressado [tolos mclhora-
mentos desta trra', quer moraes, quer maleriaes.
O faci pois que se observou foi a allianea do
rei com o povo. O que se ostenta ahi que o
povo esl satisfeito com seu nioivarcha, e o mo-
narcha com seu povo ; est nlguem aulorisado
a prescrutar asintenoes, ou dever do homem
honesto, em quinto proras em contrario nao ap-
parecer, crer na boa fe, sinceridade e lealdade
de todos ?
O homen sempre instrumento dti Providen-
cia, e nao tem poder para fazer variar a ordem
que Dos eslabelecera.
dependencia de sua patria adoptiva, e nao te- \ dem idem seceos espichados.
memos de prometter-lhe a gloria, as bencos de f dem idem verde-;
um bom e leal povo sempre ligado a ses che- dem de cabra curtidos
fes emquanto teem ellos respei'ado seus direi-
tos, e emlrm urna memoria cara mais remola
posteridade
Do quanto j nos tem revelado o imperador,
podemos aptopriar-lhe, com mui pomas modi- j "
licacoes, o que fez o biographo de Leopoldo, e m s'" "
realizados os desejos do povo, Iranquillamente Espanadmes grandes.
dem de onea .
Doces de calda.
dem de Goiaba
dem pequeos.
Esleirs de preperi
Estoupa nacional .
Farinha de nrarula
Commuiiicailos
podemos augurar-lhe es mesmos resultados.
Eis pois em que assento minha resolurao de
boje ; e qnando por toda a parte os revoluciona-
rios fazem concesses nos res que leem tratado
os povos com inauditas crueldades, qnando os
Ganbaldis, e Mazzinis para servirem melhor ao I dem de mandioca
povo fazem causa coranium com os reis ; nao vo-j
orazao para os republicanos do Brasil lerem' J,'......
No estado de nossa civilisaco e no meio das procedimento diverso, principalmente qnando Eumo em folha bom .
miseraveis intrigas, em que vivemos, qnando os nao ha entre tiles c o imperador qncixas lo dem idem ordinario .
republicanos podessem dispor de meios para ar-; profundas, como os do relho mundo contra seus' ij,.,n ,j,.n. restolho
riscar urna nova lula civil, deve-lo-iam fazer? reis.
Nenhum iiomem, nenhum partido lem direto a O que quer mais o povo de mim ? Sacrifiquen 'ldc>'" cw ro' "om
dem idem ordinario.
COLI.ECTORIA DE OLINDA.
I.anearaeuto da decima dos predios
urbanos do dlstrieto da vollecto-
ria que tein de servir no anuo li-
nanceiro de f 85 18B0, pela
eolleetor .ilanoel Jos de Azeve-
do A uior i ni,
tilia da Casi Forte.
N. 4-2. Balbina de Souza Li-
ma, casa larrea arrenlada por. 72S000
dem 43. Clara Joaquina Vel-
loso, casa terrea arrendada por 363P00O
dem 44. Guilhormina Mara
dos Prazeres, casa terrea oceu-
pada pela proprietaria araliada
por
48^000
725000
8i000
30*720
I lem 47. Joao Valeniim Vil-
lela, casa terrea arrendada por.
dem 48. Rosendo Aires da
Silva, casa lerrea arrendada por
dem 49. O mesrao, casa ler-
rea arrendada por..........
dem 50. O mesmo casa lerrea
arrendada por............. 36*000
Idetn 51. O mesmo, casa terrea
arrendada por............. 6050CO
dem 52. O mesmo, casa ter-
rea arrendada por.......... 845000
Idom 53. O mesmo, casa ter-
rea arrendada por......... 84&000
dem 54. O mesmo, casa ler-
rea a rrendeda por.......... 48000
dem 55. Omesmo, casa ler-
rea arrendada' por.......... OGfrOOO
dem 56. Manoel Vicente do
INoscimenlo, casa terrea arrenda-
da por.................. 483000
dem 57. Joao Cavalcanie de
Albuquerque, casa lerrea arren-
dada por................. 36*000
dem >8. Joanna Isidoria do
Nascimento, casa terrea arren-
dada por................. 9G000
dem 59. Jos Mara do Mullo,
casa lerrea oceupada pelo [>ro-
pnelario avalada por........ "2J000
dem 60. Mara do Sacra-
mento, casa lerrea arrendada por 72*000
idem 6l. Catharina Jor^eda
Cu-.ln, casa terrea arrendada
pur..................... 72r>00>
dem 62. Mara Francisca da3
llores, casa terrea arrendada por 60$0C0
dem 63. Joaquim Jos da
Costa, casa terrea arrendada por 72*000
dem 64, Nionisa Francisca
MANIFEST.
Segunda parte.
Estire desde dezembro de 1857 at 6 de Janei-
ro de 1859 na Europa, Contara em raen regresso
aehar a familia brasileira em um s accordo" tan-
las eram as esperanzas dos liberaes : esperaba
achar a paz rostaboleeida nesta bella provincia
de Pernarabui'.o. Me parecen bastante 15 annos I
para as facces refletirem : no meu modo de ver, \
Pernarabuco n&o progrederia sem que a paz In- j
terna nelle se eslabelecesse ; sem que lodos se !
compenetrassem de que Pernambucp o ser dos
Pernambucanos, e nao desle ou daquelle, qual-
quer que seja a denominac'io com que sedocor. i
lo profunda era esta minha conviceo, que
militas ve/es disse ao imperador nao governa-
reis o Brasil cm quanto nao governardes Per-
nambuco.
ministerio de fu$o nada conseguir, e em
1859 a lueta pessoal se achara na mesmo p de
eiicarnecimento em que estove do 1815 a 1818.
Minha conducta foi a que devia en ter. Tcndo
sempre me sacrificado por amor do poro, nio
poda en deixar o pirulo liberal, e procura lo
por alguns amigos para declarar se cu me julga-
va incompalirel coraalgnm outro liberal, decla-
rei que nao, mas que m pareca serchegada a
poca de dar nova direccao ao partido liberal,
pondo-se termo a essa lud intnrminavel de pes-
soas, que em meu entender degrada e avilla o
carcter pernanibucaiio.
Alguora se julgou incompalivel, o aflnal fez
sentir que o partid j liberal nao devia jmiis es-
lar em contacto com republicanos para nao de-
sagradar ao imperador.
Julguei ento conveliente coadju-ar ao pro-
prietaria da gazetal'm;o, c procurei conven-
cer a direccao do partido liperal da conveniencia
do accordo de cala um dos grupos sem altencaol
ao matiz da sua poltica, ao menos no que res-
peitava nos negocios lcaos.
Lueta foi aborta contigo, c principalmente ao.
depois de 19 de junho, em que pretend fazer!
valer meus direitos representado do partido
liberal. .Ninguem no Brasil inleiro tinha tantos-I
e lo valiosos litlos como eu, que s lenho
contra mim o ler-mc conservado patriota e puro,
merc do neos.
E de feito, em 35 annos de lucias polilicas,
<(iiando muitos que mililaram comigo em posiro
inferiora minnasc achara ricos e elevados a io-
dasas grandezas; que a monarchia pode Jar, son
en reduzdoa miseria, neo somcnle de iilhos, a
quem Dos lia concedido um coracao digno de.
seu pal.
O que valem snicos quando fallara as pai-l
tes facciosas 1 Os que inconsideradamente man-;
linbam a diviso entre os liberaes julgaMin-se
fortes, e, crcndo-SC armados cu no Hercules cora :
a clava, descarregaram-mc o ultimo goljie, apre-l
sentando-mc ligado cerpo e alma com os Caral-j
canli. v
Aceilei o cmbale nesse campo, declarei-mc I
Cavaleanli, e tudo quauto mais quizessem: res-
valando o golpe, passaram pelo dissabor de ver,
em pedacos a clava que vilha tinhi apoitecido. I
Nesse decisivo combate fui soccorrido pelo Dia-1
rio de Vernanibiico, que me franqueou sua- co-
lumnas, e o l'uvo apresenlou-se francamente re-
publicano e constituinle.
ti partido republicjito de Pernambuco, equied
do Brasil inleiro linha perdido dous dos seus mus
dislinctos caracteres, dous dos seus mais promi-
nentes cheies, dous dignos demcratas de dedi-
cacao exemplar e nao comraura. Porra coii-
fessa-lo! com a perda dos meus amigos Joo
Baplisia do Amaral e Mello, c Manoel Pereira de
Mones, meu espirito soffreu inuilo ; poique o
acuo por ellos detxado nao pode jamis ser en-
chido. S vos, os que comprehendeis o que
amigo, que podis araliar quanto sofro depois
da perda de taes amigos ; e porlanlo s vos tam-
bera sabis araliar quanto esforso ei feito p?ra
manter-me na posieo de demcrata revolucio-
nario.
No meio de toda essa lucia, sem que nunca me
fallasse o amor do povo, nica consolaco que
me restara, era cu coustaulemonle solicitado
para nao iso'.ar-me, para seguir e acorapanhar o
espirito publico, para afinal adherir a causa mo
narcluca. Agradeca to boas disposicos : mas
lamentava a fraqueza dos que assim pensavam.
verdade que me fazia impresslo a direccao
quea imprensa da\a ao espirito publico; loda
olla se resenta de individualismo, toda ella nao
cria mais as [oreas vivas da naco, e s eneon-!
Irjva remedio no chefe supremo. Era, ou grande
degeneraeao, ou muilo conhecimento da sita-:
i;'i do paiz.
Os meus amigos da corle nao cessaram de re-
commendar-mo modificacao : nao carece sacri- i
licar seus principios, me diziam elles, nao se'
torne porm impossivcl.
No meu regresso da Europa achei um ministe- !
ro, cajo mais saliente carcter era o Sr. Fran-
cisco de Salles Torres Homem : pareceu-mo ir-j
mos mal. Abrem-sc as cmaras, urna gr.tnde
medida iniciada pelo ministro da fa/.end i no
ulerease de raclhorar o nosso meio circulante ; e
pois que se tratara de negocio do tanta msguitude
e de lo vital importancia para o paiz, eu cria
dever o dcpulado opposicionisla volar pela me-
dida ; grande foi minha sorpre/.a quand i depu-
lados reeonhecidamente ,patriolas se opp izeran
afTIigio-me ver como o egosmo suffoc.iVJ o patrio-
tismo.
Do meio dessa ruina surge novo ministerio, e
com elie nova poltica. Ao annunciar-se que
um dos ministros era o conselheiro Sebastio do :
llego Barros, cuja proledade proverbial, en en-
tend dever prestar mui fraco apoo ao ministe-
rio, que inaugurara a poltica di constituicao ;
nao rallando-so mais era transaceo ou concilla-1
cao, masem lolerancia, que principio ortodoxo
do rgimen representativo.
Oanle porm da instabilidade das nossas a 1-
minislraecs, nem o novo ministerio nom minis-
terio algum nos podia garantir; o nico garante
era inqnestonavclmenle o eleitor dos ministros, j
Eu nao va doli um faci que inspiraste conian-
ca, e tanto mais quando via na administrado
central duas polticas bom dislinctas, urna para
o sul, outra para o norte.
Ncsla stuaco annuncia-se a viagera de SS.
MM. U. ao norte do Brasil. Dominado pelas im-
pressoes de sempre, procurei lembrar ao povo o
que deviamos a monarchia : cscrovl no Poro
quanto julguei conveniente a respeilo.
Entrara SS. MM. II. na Babia : as relajos que
os jornaes publicaram para dar cotilas do ciiihu-
siasmo do povo, e da conducta do imperador,
julguel-as eu exageradas ; e inda mais exagerada
a lescripcao da viagem a cachoeira de Paulo
Alfonso.
Prenles e amigos meus, que estivoram em Pe-
nedo, e acompanharom S. M. as suas excursoes,
me fallaram do monarcha cont liuguagem.e sen-
timentos novos : julguei-os prejudicados, e civa-
dos das prcocupai;es do dia.
Para mim, sem fezer injuria a brasiloiro al-
eilo a i O que quer mais o povo de mim ? Sacrifiqnei-
violentar um povo a sutnnetler-sa a sua vontade : i lhe meu futuro, fiz a desgraca de minha familia
a guerra civil s pode ser justificada cm casos dei-lhe tudo quanto poda" dar, e faco-o afinal
extremos. ; senhor e depositario de minha f. Se julga tudo
Na situaco actual, brisaramos, derramara- isto pouco, nao lenho mais que dar-lhe ; pois
mos muilo sangue e venceramos: para o quo'.' que a rida muilas retas tenlio sacrificado a seu
Para termos na cpula do edificio social um em- bem estar.
pregado com o uoraede presidente c nao de im- Ninguem no Brasil tem direilo para aecusar-
peradar. Essa qucslo de nomo na aclualidadu : rae, c para duvidar de minha boa f e lealdade ;
pedera justificar a guerra civil? i muitos dos que cercara ao Sr. I). Pedro II, mui-
Se inquestionavelmonte na possoa do actual tos dos sous eouselheiros, me conheccm de per-
imperador concorrem requisitos para um bom to, e portato estao na situaco de apreciaren)
presidente de urna repblica, aconselha a pru- esta minha resoluco.
dencia que cora elle tentemos propomover lodas Tenho conscicncia de ter servido ao meu paiz,
as reformas, lodosos melhorameuios compativeis creio mesmo que podia di/.er-lhe se te jul-
coni nossa posico actual, urna vez quo havemos gas feliz com o que possiles, a mim deves sua
marchar gradualmente e nao aos saltos. I conservadlo .
A humandade avanca por progressos suecos- ] Aborrec sempre as posicocs ambiguas, e pois
sivos, por melhoramentos continuos, onj base forjado fui a manifeslar-in para que cada um
o que existe. A concepeo de um governo per-Lpossa julgar ; e se ainda acharem pouco o que
feito de todos os lempos, e de lodos os paizes ; lica dito, eslou prompto u responder a qualquer
mas anda nao chegou a poca era que so elle : que me quoira questionar.
realise. que os dias do Ito.mem estao contados, i Erilci chamar os vivos para me seren tosle-
elle passa e asnacSes ficam caminhando sempre munhas; porque entendo que na posico que
para o liin providencial do homem, que incontes- tomo nao devo jamis dar lugar a querellas, e
tarelmento a sua rehabililaco, a perfeclibili- I anles dero tudo empentar em favor da unido'de
dade. brasileira. Lerabro porm a cada um que nao
Tem sido sempre constante c igual meu modo i lujo da discussao. o que me cutrego ao mais
de ver as cousas do paiz : o nosso governo, ao | minucioso o severo exame.
Pernambuco, e O Brasil estar salvo. O impe- ber reconher os motivos da minha nova conduc-
ralor desee do throno, abraca o povo, orgulha-se ,a ; o so Cm qualquer situaco em que se ache o
com seu amor.... o quo me cumpre poisr Imperio, por mas difficilqne ella seja, poder cu
No estado de agitacao em que vivemos, pre- serri-lo ; fa-lo-bei com a verdade o lealdade que
ponderante como est o egosmo, urna Iransfor-1 me sao habituaos, porque foi sempre principio
macan da actual ordem do cousas nao poda del- man aceitemos o bem faca quera fi/.cr.
xar de ser-nos fatal, como pensara os meus anti- E quando pela nova vida que ao Brasil inicia o
gosdo Rio Grande do Sul. Assira pois. putindo Imperador forraos todos felizes, le re i muilo pra-
do que est estabelecido, procuremos melhorar zerde dizerao Sr. 1). Pedro IIDos vos abensoe.
Becil'e 3J de dezembro de 1859.
Dr. Antonio Horges da Fonceca.
COSfMERCBO.
PRA5A BO RECIFR 2 DE JANEIRO DE 1860.
AS TRES HORAS DA TARDE.
Cotacoes olTiciaes.
Descont de letras9 Oy' ao armo.
francisco Mamede de Almeida.
Secretario.
nossa legsloco secundaria c regulamentar, pro-
curemos roalidade do governo da constituirn,
reconsideremos nosso cdigo criminal, c nossa
lei da iraprensa, e nosso brbaro syslema poli-
cial; reorganisemosa torc publica pondo termo
ao monstruoso syslema de recrulimento, que
urna verdadeira cacada de homens; descenlrali-
semos a administraco publica ; organisemos as
municipalidades; liemos as assemblas provin-
ciaes loda a bxpanso que Ihes d o reformada
coostileico, e sbrelo lo nao soflamemos as teis,
nem recuemos diahtc das eonsequencias de nossa
organisaco poltica, e ento nonheeeremosquem
nos leal, e quera do coraco patrila desoja e
promcre o bem commum.
Nos carecemos finalmente e locar, moralisar e
sivlisir o paiz, o aproveitar tola a sua actividade Volnmes entrados coro fazendas
para realisar os melhoramentos que nos sao ur- < com gneros
gentes os republicanos prestom-se cora a leal-
dade de que sao capazes a todo esto Irabalhu ; Voluoiossahidos com fazendas
nao se diga mais que somos nos obstculo a tan- < < com geueros
to bem. ------
Dos tem tragado ao homem scu caminho, nel-
le seguir cada nm a seu pezar ; marchemos pois Descarregam hoje 3 de Janeiro.
sem trepidar. Nao perdemos aceitando a sita- > Galera iuglezaI. Diogotachas de ferro,
o Sr. I). Pedro II nltimamcnie ha criado; Barca iugtezaO. Annacemeuto.
Gomma polvillm.....
Ipecacuanha.......
Lenha em achas grandes .
dem idem pequeas. .
dem em loros......
Madeiras cedro taboas de forro.
Louro pranches de 2 cuslados
Costadinho. .
Costado........
Porro........- .
Soalho........
Varas aguilhadas.....
dem quiri/:.......
Vinhrlico pranches de dous
costados.......
Idem idem custadinho de dito
dem taboas de costado de 35
a 40 p. de c. e 2 1,2 a 3 de
largura.......
dem dem dito de dito nzuaes
dem idem de forro ....
dem idem soalho de dito .
dem em obras eiv.O de secupi-
ra para canos.....
dem idem rodas de dita para
ditas.....
l......
Milho......
Podras de amolar,
dem de filtrar. .
dem rebolos .
Piassava em molhos .
Sabo......
Salsa parrilha .
i Sebo em rama.
Sola ou raqueta [meio)
Tapioca.....
L'nhas de boi .
Vinazre ...


libra

um
f
libra

um
urna
arrolia

alquire
alqueire
arroba
y



arroba
cento

una
um
una


1858 e 1812 de 23 de agosto de 1
ter para o indicado fm, que se redi,
lores, e supplcnles desta reguezia, en.
ucii.ii do que e om vn lude das resoluto
governo os convoco pelo presente, para se atli.
rem no indicado dia as 0 horas da manbaa i.
consistorio da igreja matriz, sobrenade incor-
rerem na mulla fulminada na lei citada, aquel-
es que fallaiem sem motiva justificado, o*
quaeseleitores e supplentes cima convocalo-
lo os scguiiles .entrares :
Joao Francisco de llego Maia.
lle/jrique de Miranda Henriques.
Jcse' Theodoro de Sena.
Dr. Antonio Joaquim de Moraes c Silva.
Dr. Jos Bernardo Galro Alcoforado.
Florencio Jos Carneiro Monteiro.
Jorge Vctor Ferreira Lopes.
Jos Francisco Pires.
Antonio Jo; Gomes do Correio,
Jos Felisberlo da Cota Gama.
Sebastio Alfonso do llego Barros.
Francisco Duare Coellto.
JuS'i Lopes (^arneiro da Cunlia.
Jos Francisco do llego Barras.
Manoel Peres Campello de Almeida.
Joo Luiz Vctor Leu i tior.
Francisco Jj.- Alvos (ama.
Vigario, Francisco Luiz de Carvaio.
Francisco Cosario de Mello.
Francisco Marinhu de Albuquerque MelU.
Jo.- Gonealves da l'u eiuncula.
Jo Ignacio Pereira da Bocha.
Joao Paulo Ferreira,
!)r. I.uiz Carlos de Magslbet Bree-.
Nicolao Machado Freir.
Dr. Joaquim Francisco Je Miranda,
Antonio Ayrcs Velloso.
Jo- Bernardina Pereira de Brito.
Jos Marques da Fonceca Borges.
L para que cliegue ao conheeimenlo da
dos in.inlei passsr o pres nte, que ser aflUid i
no lugar mais publico desta Ireguaia, e publi-
cado pela imprensa. Primeiro disiriclo da fre-
guezia r!o Foro da l'anella, 15 de dezembro it*
35000 1859, In Joo .Nrpoinoreno Ribeiro, escri-
(Dllii aoeecre\i, M. de Danos Brrelo.
220 Joao Baptista de Casi Silra,
lgttOO dem da rosa, e Inspector da Ihesourai
fazenda Je Pernambuco por S. U. 1 qu DN -
guarde.
30gtV00 Karo saber aos que o presente edital riron
em cmpriiuenio de ordem do tribuna
' souro nacional de l de norembro prnxira 1 ;
lado se comeea a fazer nesta ihesourara a ub>-
tituieo das nulas de 50Uj0uD o prin
ganda e terceira stampas. Os is -
pois, podem aprsenla-las ao Ihesoun
thesouraria, que Ib'as Irorari por'outi
versos valores. Thcsoui na ti Pcrnaml
de dezembro de 1830.
Judo lia;iti.'i!i de Castro e Silva.
2$500
7S(K'0
3g30
6J500
450t'0
5gO(0
OJCO
6tfO(0
2J01O
logoro
12JJ0C0
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800
S$500
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3*300
275
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170
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1,$U00,
3$200
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2>:,ihi
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9$000
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3g200
2g500
1)1600
12JO00
4$000
1 [$000
lOfiOOO
45$000
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0j000
!2gnoo
par 10000
ALFANDEGA.
Rendimentododia 2.....ll:481A33!
tIOVIMENTODA ALFANDEA.
112
)> 30g000
. . caada 210
. . alqueire 2$300
. . urna 800
. 93000
. 1280
11111 200
. libra lio
. arroba 25$00l
> l$000
. nina Mil''
arroba 39000
. cento $301
. pipa 5O9OOO
DeclaracV-s.
Consol tu :),
O consol
do arsenal
Movimenio do porto.
412
~T5
101
226
cao que
na posico em que est, na idade em que se
aclia, coma illustraeo que lera, nao pode d'i-
Harca inglezaCriterion fazedas.
Barca iuglezaNelhertonbacalho.
bolachi-
car de comprehender e querer tolas as conse- Barca americanaImperadorfarinha
quencias do eu faci. nha, milho e 1 canora.
Quando porm seja ludo illusJo, restar-nos- Barca americanaHasard ceblas, batatas, e
ha o mrito de termos dado ao tempo o que do breu.
lempo, e o lempo lia do esclarecer todos. Barca amoricana==Margaritafarinha de Irigo.
Sempro d/dicado a causa popular continuarei Galera francezaAdellofazeudas.
a servi-la com a lealdade d sempre, nao con-1 Import*o,
seuliodo jamis que seconculquem os dircitos do Hiale nacional Sobralense, rindo do Acarac
povo, seus foros c Uberdades. consignado a C, C. da Costa Moreira, nuuifesto
>o serriro da rcrol'ii*ao lenho constantemente o scuinte:
perdido, meus tlhos hoje, a nao ser isto. esta- -, soceos farinha de mandioca, 4( ditos "om-
namja formado.-, e ajudando-mc ; eiitret mo s lina, 52 ditos milho, 1 dito pennas, 17 harneas
agora e que se estao habilitando afim do se raa- sebo, 107 macos cornos muidos, 1 catete quei-
Incularom em 1SS0 na escola de direto. I jos ; a Jos Itodrigues ferreira
No serrieo da reroluco lenho per Jilo o mais ":(:! saceos milho, 28 ditos farinha de mandioca
bello lempo da minha vida, e sempre inirlirsa- a Braga & Aniones.
do, e o pouco que possuia foi mUte'r vender para 6-i saceos farinha de mandioca, 2 ditos milho
oceorreras pre.isoesdc minha familia : de meu. 1 caiiote carne, 1 pilao de madeira, 51 meios de"
patrimonio so me. resla una pequen a lha incul- sola ; a Franc-sco t". Gomes de Meno/es
la, leudo ven liJo o amia antes de partir para a J 4'i saceos farinha de mandioca, 92 dilos milho
turopa duas excellentes propriedades na minha 6 ditos feijo, 70 macos couros miudos ti meios
cidade natal, que rae produziram 3 conlos de de sola. 1 embrulho'e um pacote redes pintadas-
res, leudo anteriormente vendido nina outra que a Manoel Gonealves da Silva
me produzio dous cientos c sera rail ris, e mais ; 143 saceos farinha de mandioca, 6 ditos arroz
oes escraros, qne hara recebido em |pagamcn- 10 macos couros raiudos. 2 185 meios de sola
los: bens lo lus que boje possuina a nao ser a Juan Jos de Carralho Moraes.
Navios entrados 710 dia 1.
>>-< Philadelphia--12 dias, barca americana Narga-
ret, de 2'J toneladas, eapilo Daniel Vuig,
j equipagem.11, carga farinha de trigo e mais
gneros ; a Saunders Brothers & C.
Philadelphia32 dias. barca americana Union,
de 19S toneladas, eapilo J. 1'. I.ong, cquipa-
gem 10, carga 1015 barricas de farinha de
trigo e mais gneros ; a JooMalheus & L.
.Vav/os sahidos no mesmo dia.
Rio Grande do SulBrigue nacional Camacuan,
capitao Joaquim Monteiro Meirelles, carga as-
sucar.
Monie-VidoBarca franceza La Rota, capitn
Magnen, carga diversos gneros. Lcvou 168
Francezes.
Rio da PrataPolaca sarda Maria, eapilo I
mazMaz.eio, caiga assucar.
Rio Grande do SolPatacho nacional Bom JeittS.
eapilo Joo G. Reis, carga assucar,
BabiaBarca ingleza Elisa, capillo E. Duprc,
com a mesma carga que trouxu de Jersey II1-
bor. ^Suspcndcu do lamaro.
Nacios entrados no dia 2.
reroluco.
Nao reneg porm o meu passado; proced
sempre com dsinteresse e honestidade; nunca
compromet! a possoa alguma sem que primeiro
fosse eu altamente eomprometlido ; ludo quanto
liz foi voluntario, e lendo conscicncia do meu
feito.
Fulsempro revolucionario ; mas nunca anar-
quista.
Deixo boje de ser revolucionario ; meus prin-
cipios sao os das mais ampias garantas popula-
Iliate nacional Aoiaes, rindo do Maranhao,
consignado a Tciieira Bastos, S & C., manifes-
lou oseguinle :
30 caicas vinho, 100 siccos arroz grado, 1,027
meios de sola ; aos consignatarios.
150 saceos farinha de mandioca ; a Joaquim
Vieira de Barros.
100 ditos dita de dita ; a Palmeira & Beltrao.
201 dilos dila de dita ; a Antonio Lopes Ro--
driguos.
1,970 dilos c 1 encapado dita do dita, 26 sac-
ies sob a regia do Sr. I). Pedro II. pois que ojeos gomma. 39 dilos c 20 naneiros tapioca do
povo pernambucano manifeslou seu sentir o ja- Para ; a oidora.
mais devo eu conlraria-lo. As aectamacoes do' llia'le nacional O. ,1/Tonso, viudo do Vss con-
povo pernambucano consagraran! a monarchia signado a Bailar & Olivcira, manifestou'o se-
na pesso do Sr. I). Pedio II, que inconlestavel- guinle -
mente possne quadadea muito superiores. 3 |,065 alqueices sal, oO molhos de palha a
>a historia moderna do mundo velho encontr ordem.
um fado anlogo, que trouio a felicidado de um CONSULADO GERAL
re e de ura povo, o eu nao julgo o imperador i flendimento do dia 2 '. 5:16:JlH15
nem o povo brasilciro intenores ao rei Leopoldo DIVERSAS PROVINCIAS.
nem aos belgas tendimento do dia 2.....' 381*312
A revolucao da Blgica em 1830 foi consagrada RKCEBKOORIa DE RENDAS INTERNVS
pela instit-iieao da monarchia rcprcsenlaliva e GERAES DE PERNAMBUCO
eleicao do principe Leopoldo de Saxe-Coburg- Rendimentododia 2..... 6758951
a f%,Tai .1S brelguS' 0S.S0 a,cl f a 4 dc J"_ CONSULADO PROVINCIAL.
uhu de 1831, c lhe toi notilicado a 26 do refe- Rendimento do dia 2..... 6 06IS25
ndo mez ; o principe responden : que eslava
Terra Nova2 das brigue ingle/. Mellicenl, de
220 toneladas, eapilo R. Lenlhorn, equipag ra
13, carga 2963 barricas cora bacalho a Jons
ton Palor & C. Segoio para Baha.
Richmond35 dias, barca americana Virginia.
de 309 toneladas, capitao lt. J. Loury, equi-
pagem 11, carga 2,400 barricas com" farinha
de trigo e mais gneros ; a Henry Forsler
& C. *
Richmond32 das patacho americano .1. ./. i,-
plegarth, de 203 toneladas, eapilo A. T. Col-
lius, eiupagem 8, carga 1340 barricas com
farinha de trigo e mais gneros ; a Johuslon
Palerc C.
Litlle Bar 35 dias, brigue ingles Grey found,
de 230 toueladas, capitao W'illiam H. Putl,
equipagem 14. carga 3,000 barricas com baca-
lho : a Walley & C.
Ass6 dias, barca brasileira Boaeiea, de 262
toueladas, capitao P. N. V. de Mello, equipa-
gem 14. cirgasal ; a Amoiim limaos.
Karios'salidos no mesmo dia.
\'e\\ YorkHiale americano Mary Beln, eapi-
lo J. P. Hulchison, carga assucar.
CearHiato nacional Su/1/0 Amaro, capitn
Francisco G. de Seixas, carga varios gneros e
lastro.
Rio dc JaneiroPata :ho nacional Julio, caj itai
Manoel M. do Nascimento, carga assucar.
Recifc 29 de dezembro do 1859.
profundamente sensibilisalo com o voto dos bel-
gas ; que os destinos humanos nao otlereciam
encargo mais nobre e mais 11 til, do quo o de ser
chamado a manter a independencia de urna naci
e a consolidar suas lberdades.
O consorcio pois do povo cora o principe lem
produzido a felicidado da Blgica, devenios pois
esperar que o consorcio do povo brasileno com
seu imperador traga a felicidado do Brasil ; e
lanto mais quinto aquello principe ira estran-
geiro, c o imperador brasileiro, nascido no
meio dc nos c por nos educado.
Nao lendo nunca dcscido do throno para ou-
rir seu povo, exposto s informacoes de ulicos.
Paula tos pppp os dos priacipacs gene-
pos e prodneces nacionacs,
quesedespacham pela mesa do consu-
lado na semana de
tu' de desembro de 1860.
Agurdente alcpol ou espirito
de agurdente.....caada
dem caxaca.......
dem de cana......
que se haviam ingratamente declarado inimigos ]jum gcncbri v.
do povo, do qual haviam saludo ; porqae n'esle .. '.........
Brasil tudo novo e nao ha essas antigs arislo- lvm ldem.......bo,'JA
cracias
que tanto damnlicain os povos que as j dem licor.......caada
garrafa
caada
soircra, S. M. nao poda deixar de ser iniluen-
Idem idem......
ciado pela atmosphera, quo o cerca a ; boje po- ,jnm ,.i;ij.. ,. i ..,
lera que vio o povo, que o comprehedeu, boje ,,l,m rf's,,lada l do re'n(' '
que lem esludado suas necessidades, devenios Algodio cm pluma 1." sorte
1 aperar nova direccao na admiuislrnco, um no- 1 dem idem 2.a dita
vo impulso nossa sociedade.
0 biographo de Leopoldo diz dellc o seguinle
a tura homem grande c bello, affavel e me-
lanclico por momentos. Sua pureza de costu-
mes, urna rara moderaco, um ardeute amor da
justioa, urna grande firmeza d'alme, sao Iraeos
. doraLnanles do carcter do nosse pcincips. Ob'ri-
arroba


dem idem 3.* dita .
dem em enroco ....
Arroz pilado...... arroba
dem com casca..... alque-ire
dem branco novo..... arroba
dem mascavado idem. ... >:
600
360
400
60
2!0
o'ii
280
720
8$->50
7g550
6$550
2$137
3g000
3$300
4540O
2*300
-*= ti
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Horas.
9.g I
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Atmosphera.
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Centgrado.
>Si tS tu t t
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Ileatimur.
cr CC GC QC -I
M' -- 9 tu ec_
ce cocee
*~ 01 : ce
ZJt Uiiy'
v os 011< 2
Fahrenheit
Hygrometro.
10 administrativo, para fornecimei >
de guerra, tem de compraros
jectos seguinles :
l'ara o presidio de Fertm
900 alqueres de fai inh 1 de 1 r. '
velh.i ; i\ 11 > de an ;ada de 3 c mi o 1 '
mus; 2 pegas de cabo de linlto de 6 a 7 pr'
das; I barricas de faritib marca 8SS
sacci 1/ pilado da melhor q 1
icas de assucar bram o Rno : 1 bar
vinagre dc Lisboa; 6 livros em branro de UU
folhas; C resmas de papel almaeo biam-o, 6
la< de dito pautado ; 2 mi as
de peso branco rroinha ; 12 caetas di
dequond ; 1 caixa de pennas de .i;o envi n
das; 2nO pennas do ganco das chamadas
laria ; 4 caivetes Unos para aparar peni !
Ihesoura de aparar papel; 3 folbinhas '
boira pniaoannode |s60; facas -
lidas ; I pera de bactilha para sai
1 dita de 1 i o de linho li:: 1 ;
deira ; 1 larracha espingardi ira : I 1
tornos: 2 ditos de mao maior e m< r; 24
mas chatns de 9 pollegadas ; 12dil -
ditas ; 1\ ditas triangular de 7a8| -. f -
as e grossas : 24 ditas u.i ;a 1
dilas ,l;ias; 13 ditas dc desbastarde 13 1 N
pollegadas : 11 alicates sorlidos ; rm
> para molas : i libra* d
Irincal ; 1 arrobas de ferro em folha ; 2
:!' Ierro d:i Siied.i de .' ai; J
dito dito surtido ; arrobas de d I
ida : 1 dil 1- o.' rerg tlho de 1 quntl
de dimetro ; 2 dilas de 0,10 de -
dito dc I In di 1
Barmetro.
Kditaes.
O Dr. Manoel de Barros Brrelo juiz de paz do
1." districto da freguezia do Poco da Panel -
la, em virtude da lei, dc.
Fago saber que tendo de formar-se a junta
qualificadora desta freguezia.no dia l> de Ja-
neiro do anti prximo futuro, como determina
o art. 25 da lei n. 3 7 de J9 de agosto de
1816, para execuro do que dispoo a roesms
lei, acerca da revisti o qualificacao dos cida-
dos rotantes, e tambera do que a respeto de-
de dito ; ditas de
quinlacj de ferro 1!" -i dilas de dito _:
I 1 '1" varand 1 l nialh ..
libras : 1 barr 1 de ai a dc c i
verniz de ferreiro; I bgnrua : 1'
e un or; d mariell 1
ti serrot s grandes maion-s e mi
de lixa ; 6 Ira los soi lidos ; 1
nica o soi lidas ; 2 grosas s las; 21 I
s; 21 ferros de galopa sonidos ; 12
: islar: 12 lil is para jiuiteiras ; 12 ni
de rarapina ; 2 ferros de gu
; 1 los sorlidos ; 0 rompamos
de molas de i ai I_.
ras pequeas de armario ; 50 n
2J-.i-gur.-is ; 1 cutello ; 2 raspias; 2 enx
de miio ; 2i)0 1 eraros Portidos pan barril .
robas de are is de 1 le 1 1/2 |
madeira de secupira < para 2
8 eixos dc secupira para os mesm -
arco proprio para arreios; 6 linhas
12freehaes; SOOraibros; 200 du/.ias I 1
40 emliams ; 2 duzias de laboas de an 1
10 ditas de ditas 3 10 1
Iho : 4 du/.ias de dedal s q
homem ; meia arroba de cera prela.
Quem quizer vender laes obj los i|
is suas propostas em carta fechada na secn
lo conselho s lo horas da maohaa d 1 lia '.' i
Janeiro prcximo vindouro.
Sala das sessoes do conselho adn
para fornecimento d.....seal de gu rra, 'At\ 1
dezembro de 1859.Benio .1 La .
coronel presidente.1
ra Lobo, coronel rogal secretario interino.
Conselho uilaiinislralito.
O cnselho administrativo, para fortn
do arsenal de guerra, faz poltico, que fi
aceitas as proposta dos abano declarad
forneccreiu durante os do is mena proxim -
rndouros, os gneros seguinli s :
Antonio Joaquim Gonjaircs Fraga .1
grao a 220 rs. a libra, assucar reli;: lo 1 150 r.
a libra, nianleiga franceza a 600 r- a 1 bra. >
hysson a ls800 rs. a libra, arroz do Harn
100 rs. a libra, toncinho de Lisboa 1 38d 1-. 1
libra, bacalho a 100 is. a libra, carne .- 1
2O rs a libra ; feijo prelo ou ruulalinhn alquei-
re 7~. farinha de mandioc- .1 quarla .Ir,
doce de Lisboa a 60 a girrafa, vinagre di
a 280 agarrafa, bolacha 1 l| 1 an
vi id a 20 rs; a libra.
Manoel Antonio dc JessPies de
a 39680 a arroba.
O conselho avisa tos meamos fon,
que devem dar principio ao fornecimento an 1 1
rjr declarado no dia 1." de Janeiro di auno proti
v indouro.
Sala das sessdes do consslho adminislraliro
para fornecimento d> .usenal de guerra, -U !
dezembro de 1859 Franciteo Joaquim Pereira
Lobo, coronel vogal secretario interino.
Conselho administrativo.
O conselho administrativo, para fornecimento
do arsenal de guerra, tem de cmprai osobji
seguinles :
Para o 7." batalhao de infantera destacad
faceto*.
Calcas de chita "JO ; camisolas le brim 110 ; bu-
les de lonea -1 ; chicaras o pires 12 : ljelas pe-
qnenas delouca 25 ; pratos rasos 25; ditos fundos
25 ; copos de vidro para agua 4 : tinleiro c1 -
dro para as enfermaras 2 ; toilhas pequen.
ra as bancas 30; mesa forrada de finen pai 1
thopsia 1 ; loa'.has proprias para frailuia-, do
diversos laraatihosSO; lavatorios de ferro i.
Quero quizer vender taes uhjectos apn
as suas proposlas cm caria fechada na serrelaria
do conselho s 10 horas da manhaa do da !) do
Janeiro prximo vindouro.
Sala das sessoes do conselho administrativo
para fornecimento do arsenal de guerra 30 de
de c
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.e.Francisco Jomjuir.i t'ereira
i'Qgal secretario interino.
.1. Se. inspector da thesourara pro-
inda heor publico, que do dia i do cor-
ir di.mln, p.tgam-su us ordenados n mais
, /.isproviiiciacs, veucidasno raoz de dezem-
0 prximo Ando.
Secretaria da thesourarii provine!.il do Per-
narabuco, 2 de jamuro de 1360.0 secretario,
Antonio Ferretea da Annuncteea.
COXSILAD) PuOYi\Ci\L.
Pela mesa do consulado provincial se u pu-
blico, q boca do cofre da dcima d:>s predios urbanos das
freguesas desta cidade o da dos Aogndos, so li-
nalism un dia 7 do (jrrente, (indo os quaes en-
orrem na molta de '-i por cenia lodos aquellos
que Hatearen] de pagar seus dbitos pertencen'es
o pTimeiro semestre d auno flnauceiro de 1869
o TS'J.O ajministrador,
Antonio Carnciro Machado ttios.
>Tiiulc'^a-i;i lo Reeita :O zembro de iwr.!>.
Acham-se recolltidns casa de detenro os es-
cravos seguintos ; Joo, crioulo. fgido do enge-
jilio Vicente Gampello, na fteguoz da Rscada ;
Antonio Joaqnim, paido escuro, 18 anuos, c iia suspeita do ser ugidifdo enge-
jiho Jundiite mesma freguezte.
hjnaci A liorges.
Os 9rs. Jos Lucio l.ifis, Jeao Jos de Me-
Jeiros, Antonio Monira de Mcnd-onra, Jos Fran-
cisco d Souza Lima, Claudio Jos' te Araujo e
Ignacio Honteiro, comparecam na secretaria da
cmara municipal desta cidade com os.seos la
loros, aiirn de-assignarum <>> termos ilasarreroa-
tagoes que fteeram, de rendas municipoos; ao
contrario a enmara lomar alguma providencia.
Secretaria da cmara municipal do -Recfe 2'J
dedezembro de 1859.o secretario,
Manuel Ferreir Accioli.
== o iltm. Sr regedor do Gyranasio manda
declarar aes pas, tutores ou correspondentes dos
eluninos internos, que no dia ti do correle
principia o recolhimenlo das mcnsilidades, cor-
respondente ao primerro qiiarlel i.r Janeiro ao
ultimo de marco do a ino de 1880. Secretaria do
iyinnasKi 1 de dezombro de l-!)O secrota-
1 io, .1. A: Cabra!.
O Ilrm. Sr. inspector da IhoSuraria de ta-
nda desta provincia manda fazer publica que,
conforme se annuncteu, nao leve eflVilo no dia
1 do rorrete a arrematara > da paite do sobra-
do de dons andares n ra da Guia n. ), penho-
rada aos herdeiros de Antonio Ferretea Doart-
\ ellosn ; e por isso fica i mesma arrematare
transferida pera o dia 7 de Janeiro do anno seo
Buinte. Secretaiia da thesourara de fazenda do
Pernanibum 23 dedezeuibro de F859.0 offlcial
jriaior interino,
Luiz Fradi iscc de Sampaio c Silva.
Jovo Banco de Peraambuco.
O novo banco de Pernambuco reco-
tn as notas-de s;;a emissjio de lOjjf e de
~H, e pede aos possuidores" c!:>s mesraas
o favor de as virem trocar no seu es-
riptorio, das 11 horas da manhaa at
as i da tarde.
Conselko de compris navacs.
Nao lendo-se efectuado tin 27 do crreme,
pela a apresentac^o emente de urna proposia o
contracto annuncido de fernecimento de earvSo
de pedia, para rousumo dos Navios da Armada
lauto a Vapor, como a Veis, (fficiaasdo Arsenal i
mesmo Arsenal, manda o Conselho fazer publi-
co, que, pois licou transferido para a Sessao de
de Janeiro prximo
Sala do Constlhojde compras navaes r!e Per-
narnbuco em 29 Je dezembro de 1S5(J.
O Secretario, Al jxandre Rodrigues des
Anjos.
THEATR
MARIO frE PERNAMBUCO...TERgA FEIRA 3 DE JANEIRO P% U0.
lOem oe paiiuo du aigudo (cerca de 40 pecas.]
8 grandes mastros proprios para barrabas."
Porcab de escudos e figuras allegoiitas
5 cortinados ricos do lit branco.
fe muitos outros arligos ludo em lotes a toii-
tade dos licitantes ter^a-feira 3 de Janeiro as
2 1/2 horas da tarde, na praca da Boa-Vista.
Lilla JL
O agente Pestaa continua a estar autorisado
pelacommissao liquidataria da exlincta socieda-
e de fiaco e tecidos de algodo para vender o
restante do terreno do sitio da mesma sociedade.
Os prelendentes podem dirigir ao armazem da
ra doVigarion.il, a qualqucr hora do dia a
entender-se com odifo agente.
LEILAO
Quinta-feira 4dejaneiro.
NO ARMAZEM DO AGENTE.
'A barca nacional Imperatris Vencedora* de
ptimetra marcha, pregada o forrada de cobre
seguo para o Rio de Janeiro com muila brevi-
dade, receb ainda alguma carga : trata-so com
os consignatarios viuva Amorim & Filho, ua ra
da Cruz n. 45, ou com o capilo na prac,a.
Maranho.
O palhabote Notmt segu om poucos dias com
a carga que liver ; consignatarios Tcixeira Bas-
tos, S &Companhia, largo do Corpo Santo n.6,
segundo andar.
Para o Rio de Janeiro
segu com muitabrevidade. por ter parte da car-
ga prompa, o hiato ArlUta ; para o resto que
llie (alta, e passageiixis, irata-se com Caelado
Cyriaro daC. Si., no lado do Corpo Santo n. 25.
Para o Rio de Ja-
neiro
O yeleire o bem con'uecido brigue nacional
Almirante, pretende seguir com muita brevida-
de, tem parle de seu carregamento a bordo : pa-
la o resto que lhe falta, trata-so com o sen con- ;
signatario Antonio l.uiz de Oliveira Ale vedo, no ',
seu esf riptorio roa da Cruz n. 1.
= l'ara o io tirando do Norte, sabe a barenca
Conceico de hara, anda recebe carga a frete : i
qiieiii pretender, pode dingir-se ao trapirhe do
lgedao, ou a ra da Madre de Dos n. 2.
Para Aracaly,
o hiato ucidoso sabe no dia 5 do cnenle, an-
da recebe carga e passageiros : Irata-se na ra ,
da Madre de Dos n. i.
Tara o Porto
Vai sabir com brevidade para a cidade do Por-
to o brigue porluguez Prmptido 11, forrado e
encavilhado do cobre, de primeira' marcha e pii-
meira closse, por ter parle do seu carregamento
prompto : para o resto e passageiros, para os
quaes lem excedentes commodos, irata-so com
Elias Jos dos Santos Andrade & C, ra da Ma-
dre de Dees II. 32, 011 com o capitao.
O referido agente axpnr a venda em leilao no
da c lugar cima designado por conta de quem
pertenec- Om lotes a volitado do3 compradores
Seui reserva de preco e ao
correr do martello
assegnintes mercadorias que devem fazer conta
alquer eoncorrente
tes de la a para forro de sala,
isas de la de cor compridas.
ti vapor nacional Persinungn, commandante ( Saceos o malas de laa para viagern.
Lobato, seguir para o portos do sul, no dia 5 \ Cobertorca_de la de cor proprios para militares.
larde. Ilecebe carga
Em lotes a vontoAie dos com-
praaores
fim grand-c lote de burros vindos do tMontevideo
na galota fracceza Rall.
A qualidade dcsles animaes e bom estado em
que se acliam offereco occasio aos agricultores,
tropeiroso carreceros de se munirem dos me-
Ihores meios de condueco para transpoite de
suas eargasC' nao s porque supportaui um enor-
me peso, como alcaneam em presteza de cami-
nho urna vclocidade d'e igual a qualquer locomo-
tiva.
Os apreciadores das bellas raras de animaos
podem examinar o mencionado "loto de burros
desde j na cocheira cima dita.
Por occasio do leilao j,1 annunciado para o
I dia aeirn designado o referido agente vender:
Camisas inglesas as melhores quu tem viudo a
este mercado.
Meias para senhora.
I.uvas de lio da Escossia para bomem.
i cavalloscom todos os andares desde baixo at
i esquipar.
IMPRTAME
JE
Variado leilao.
Quarla-feira 4 de Janeiro.
NO ARMAZEM DO AGENTE
Terca-feira9 docorrente.
O agente Cainargo lara' leilao no sen
armazem na ra do Vigaiio n. 19 por
ordem do E\m Sr. Dr. juiz especial do
coramercio, e a mandado do curador
fiscal da massa fallida de Jos Duarte
de Oliveira R no com armnico, as II horas em ponto,
Avisos diversos.
C0.MPAX1HA PER >A.MBUCANA
or.
Navega^ coslcira a vapor jl
do concille s r horas da
posta a bordo peta plancha, acompaiiliada dos
dcspai hos e couhecimentos at o dia 3 s Cho-
ras.da tardo, sondos rieles pagos aqu na ge-
rencia.
Leiies.
DE
Meias de laa de cor.
j Capachos de palba inglezes.
( Botas inglezaa de bezerro.
Botas de borracha largas para montara.
| Bahus francezes.
Galangas de borracha muito bonilos.
, Moinhospara moer caf.
. Fumo americano em caixinhas de 20 libras cada
una.
| Arreios inglezes para carros, obra de
milito bom acabados.
Piincipiar as 10 horas da manho.
= iugiono dia 8 do correte dezembro um
prcto bastante fulo, crioulo, de nomo Geraldo,
de idado 40 e tantos annos, de estatura regular,
rom muitos signaes de talhos na cabera, aleija-
do nes dedos da mao dinila de um corte que
soffreu, que nao estende os dedos, 6 raoilo jo-
coso, lingindo-se maluco, deitando mulambos
no chapeo e quasi sempre anda de. alpercalas
nos pes : quem o pegar, leve a padaria da ra
dos Guararapes em Pora de Portas, que ser re-
compensado.
I00$000.
F igio no dia 21 do crrente, do engenho Vi-
cente Campello da freguezia da tscada, urn prc-
to escravo de nome Joo Luiz, idade que repre-
senta ter 35 anuos, alto e de bom corpo, tem
falta de denles e de barba, e c alguma cousa
gago. Este escravo foi visto na villa da Eseada
na iioito do mesmo dia em que fugio, e suppoe-
se com fundamento acbar-se as imniediaces
do mesmo lugar, comtudo como possive'l se
ach na cidade do Recife, ou em outro lugar dis-
lante: roga-se om geral a qualquer autoridede
policial que do mesmo escravo tenha noticia,
sua captura, bem como aos capites de campo.
prometlendo-se a gralificaco cima de 100J rs.
a quem cntrega-lo no mesmo engenho a seu se-
nhor, o coronel Maaoel Goncalves Pereir Lima,
ou no Recil'e aos Srs. Lemos Jnior & Leal
Ret.
Fil de linlio lavrado,
a 1^500 a vara.
Vende-se na ra do Cabug n. 2 R, loja de
miudezas de Joaquim Antonio Dias do Castro.
| ATTENCiO. i
Z Kisscl, reloioeiro francez, vende relogios ^
^ de ouro e prata, concerta relogios, joias e <;
^ msicos, ja aqu he conhecido lia muitos *j
. annos, habita no pateo do Hospital n. 17. 2
i\ova loja de calcado fran-
cez, de Antonio Rodri-
gues Pinto, no aterro da
Boa-Vista n. 8, defronte da
boneca.
Neste novo estabelecimcnlo km calcados que
recebeu pido ultimo navio francez, dos melho-
res fabricantes de Parla, e vende por menos do
Nabuco & C. com loja na ra Nova n. 2,
acaham de receber pelo ultimo navio francez um
lindo sortimcnlo de roupa feita, como sejam,
casaca do panno fino, sobrecasacos de panno pre-
to c de cores, paletots de panno prrto e de co-
res, ditos de casemira de cor, ditos do bnra bran-
co e de cores, ditos de seda, calcas de ca*.
preta, ditas de cores, ditas de brim branco c de
cores, collctes de velludo, ditos de seda, de ca-
semira, diios de caehiniira branca, ditos de fu-
tao, camisas brancas e de cores, ditas de fustao
ditas de peito de linho, inglezas, ceroulas de |i-
nho, ditas de algodo, ditas de ueia, camisas d
flanella, dilas de mcia, ditas de casemira, iguan
as que usam os empreggdos da estrada de ferro,
e oulras muilas roupas foilas por menos do que
outra qualquer parle.
-1 A fabrica de begiaj de cera de carnauba da
ra de Hurlas n. 110 j trabalha i iom as mell.o-
res velas que ha no mercado; o preco em arroba
IGjj ate 5 libras, e a mais a 5GU a fibra.
Ra da Imperalriz
numero %
Vendem-so superiores queijos de Minas a SjjOO,
ditos suissos a la a libra, muito fre*
riores charutos da Havana a 65 a caixa, cham-
panha emquartos de garrafa a bOO rs., meiat
Aviso.
goslo e
Para liquidacao.
Quinta-feira o lo eoprente.
O AGENTE
I I
Si i^tfg esQ
akj^jtjrv-*
&.
h.*
' artistas lyricos abaixo assignados U ? lo-si
i unidos em sociedade para dar olguns concer-
icaractcr, e leudo ibtido para este timo
iheatro, do Erm. Sr. rresi
i honra Je convida a \.... ar -
honra-Ios, assignando-so para as
s .' !.i_" < |ue se dar o no referido Iheatro.
Agradecido a V.... este particular obsequio,
( ni .i honi'-j le asignar-se de V___obrgadissi-
:. 3 vtnei idi n s e u iados
f.uigia Gavelh Reggiam.
> M.irini testa.
Jos d'llyppolilo.
Luigi Testa.
ioso M ra Raroonda.
Inuocencio Smollz.
natura para as qitatro
sentarles.
I. ordem......'.... fjOgOOO
- dita..,.......... 80*000
3. dita.:........... iO^Ofi
Cadeiras............ lCjOtK)
Plateas.............. wo
Camiiroies acleos.
' orden........... OCO
- Jila............ 25g .
. dita............ 12*0! )
f rrinhas......... 65OOH
1 leiras............ 5?00li
Plateas.............. 2g000
N B. 0 1 iploriu do teatro ai ba-^ abcrlo
' I dias desde ns 'J horas da mauhaa at as
1 para reeeber as assignoluras.
C llrfi 0( 1

farajeilao em seu armazem na ra do Imperador
n. 15, de todos os objeelos ncllo existentes, con-
sistir.do em movis, loucas, prata, crystaes etc.,
etc., que definili\ imente serao vendidos sem re-
serva de preco, lendo principio s 11 horas em
ponto. ___
Ofagente Pestaa ar leilao por conta de
quem portencer quarta-feira -i do corrente as 10
horas da mauhaa na porta do seu armazem na
roa do Vigario n. 11
DE
L'ma grande carraca para 2 cavallos e bois, pois
para estes lem bolea e deniro assenlo de pa-
proprio para carregar assucar ou mes-
que em outra qualquer parle, a dinheiro vista.; rafas de vinho mozellcs. caixinhas de pera
Para vender.
Um excellente piano muito barato e domis
acreditado fabricante Collard, c muito novo ;
lambem ha alguna trastes em bom estao : quem
prelemipr, dirija-se a ra Nova 11. 05, que ser
servido.
A mais rica armado.
o molhor localidado, com garanta da casa por
tres annos, aluguel muito im conta, propria para
toda e qualquer especio do eslabelecimento, mui-
I" era conla, sita na ra Direita : a tratar na
mesma ra 11. 10, ti 1,
Em casa de Luiz
Delouch,
ra Nova n. 22, lem para vender livros em bran-
co para escripluracoes, os mais bonitos possi-
veis, por proco muilo barato.
Fazendas de bom gosto
Recfbeu-sc pelo ultirro vapor da Europa eer-
tcs de vestido de seda de delicadas cores, com 2
babados e 2 saias bordadas, lindos enfe'ites de
llores e troco para cabera de senhora, bonitas
chapelinas de seda para senhora c meninas, as-
siin como riquissimos cortes de collete blancos,
de velludo e seda bordados para casamento'
ditos de velludo prcto bordado e de cores boni-
tas ; bavendo outras muilas fazendas, e ludo se
vende por precos mais baralu- do quu em outras
parles: na rua da Cadete do Recite, lua n 50,
de Cunta e Silra.
Aos fabricantes develas.
Cera de carnauba da nova safra a 115500 e 12$,
o sebo refinado em pao e velas, ltimamente
chegada d> Porto, em barricas e rateas de 11$300
a 12S5O0 a arroba : no anligo deposito do largo
da Assembla n. 9.
Queimado n. 30
Ihin
ia
Fugiram os meus escravos : Parifico, com-
me tiendo um ciiine, monlo, alio bstanle, c?-
' paduado, reforcado, ps com cravos, que custa
andar, bonita ligura, moco, lem pai, meo esi ra-
to, e mi forra por nome Mara, mulata, laradci-
ra, tem mais liesirmaas, duas minhas escravas,
o urna mulata forra, viuva, costurad trabalhar
pelos sitios da Ponte de L'choa, oceulto, o ga-
nhar dentro do Recife, gusta de sambas e violas.
Salvador, cabra, irmo de Pacifico, canoeiro,
refonadodo corpo, estatura regular, tem um I loja de ferragens, miudezas c funileiro ha para
r\v iin Tin^'l ^.Venneul *Vu^*-de '"" vcndor u,u 8Mnde sorlimenlo de cateas omP -
ouK'bm .murfe,ofcrSm Ksmar^s ?S ,ai" .W^o -
de bexigas no rosto, quando falla nao olha para' i
as pessoas, tem urna costura na frente do pello, | (
alto, retorcido, canoeiro e tijolciro, est com
a cabera rapada, vestido de calca e jaqueta de
panno prcto. Estes escravos fora'm do engenho
d'agua, do Iguaras-, do fallecido Hcnrique Pop-
mo caixasde tulla de Flandres obras feitas per-se far todo o negocio
ercenles a olicina de runileiro, vende Vrndem-se\v,-n
todo muuomais barato que em outra qualquer superior qualidad
' muid, m.e^ a ~.. ..... 1
tas de meteos, ditas de Qgos de flor ; neste es-
labelecimento enco;ilra-se loda a qualidade de
gneros, tudo bom e precos comino j.
Vende-se u:n excellente cabriolet de balau-
te : na rua do Aragao n. 37.
VINHO DE CAJ'.
Vende-se nos Afogados, rua do Motocolomfe
n. 12, lano a retalbo como em por^es,
como outros quai-squer gneros.
Proprio para igreja.
Na loja da aguia de ouro,rua do C.ibugj n, 1 rt,
vende-se bicco largo de labyrintlio cobo i iti lu
as, proprio para altar; assio con i gal es, ti
as, volantes e ilhamos, pandeiriohos nccaaenli
ciitcitados proprios pira presepu, que se veudo
ludo >or preco muilo barato.
Pentes de tartaruga.
Na loja da aguia de ouro, rua do I J I!.
vendem-se lindos puntes de lartarug I
triz, de 10 a 14*. dilostem ser vitados a .-
ditos de massa virados a 9$, ditos lisos i Ij i
2$, ditos de travessa de borracha i ninas
a 1c2()u de massa a 8'JO rs., liga muilo
para senhoras a 2 o pai ; assim con
muito tinas para chapeos ou enfui
muito lindas para meninas ti .
pianos muito lindos proprios pai4 milai
nhas de costura para senboras, boncas i
eos de cera e de massa de todos os lmanle,-
olhos movediros,realejos grandes e peq
tocam 30 peras, locando como msica in<
mental, ditos de figuras, tocando s pe as n
cutadas pelas figuras, ludo telo se Teade
barato, por se lercm recebido em direitm
Europa.
Para enl'eites desala.
Na loja da aguia de ouro rua do CabogJ o IB,
vendem-se os ricos quadros deurados edesi
mais-fino que lem rindo a este mercado, assim
como jarros com flores e sem i i para
cima de mesa, assim como loor, dores linos cora
gaveta, que se rende por baratUsimo piteo.
Luvas de todas as am*U-
dades.
Na loja da aguia de ouro, rua do Cabogi n. 1 R,
vendem-se luvas de pellica mui'o frescas para
honiera e senhoras a 2^00 o par, dilas fio da
Escocia a 800 rs ditas de algodi.o a 2 o.
de seda enfeitadas para senhora a IjtiOn _'~
dilas pera menina a 1? ; assim como Un las bi
deijas e caixinhas chelas de amendoas pr
para mimo e flores de lodas as qualidades
" por preco barato, vela d
Teca-feira 3 de Janeiro.
PELO AGENTE
nova com muito boas molas e rodas.
LEILAO
Tara liquidado
1.10 parai alguna senhor de engenho para con- pe Girao, tio de minha mulhcr, que lhc toc.ou em
das, pois lem commodos e paitilhas, e cujo enrenho pertenco boje ao Sr.
l)r. Francisco Joo Carnciro da Cunha. Protesto
proceder contra quem os asylar ou empregar em
seu servico, pois leudo o Pacilico commeltido
M
U referido agente vender por conla do quem
pert ncer no dia cima designado o pelas 10 ho-
ras da manliaa no Urgo da alfandega
20 caixas com superiores queijos flamengos de-
sembarcados du bordo da barca franceza
Adele.
200 libras de cha nacional em
Rua do Apollo ar-
mazem n. 13.
TERCA-FE1RA 3 DO CORRERTE.
J. Praeger & C. faro leilao
porinleiveneaodo agente
dua
c:;x;;s de urna e
THEATttO
R e c r c a e a o.
'- i convidados a mnndarem re-
- no ti.cali d'Apollodas 9 ho-
ras da i s 7 da noli e dos dias 3, -toado
corrente, para o nxp< taculo do roez de -i
bro qu,,. lora I igar n i imite dea do correte. Re-
cuo2dejancirode 18W.J.P. Marques,! se-
cretario.
R
Jal
CASS1N0 POPULAR
MAGESTOSO SALO
10
PALACETE DA RUA DA PRAIA.
Qinta-feira 5 de Janeiro.
\ aje Cassino Popular tem a honra de
annunciar ao respeitavcl publico que o primeira
bail deste aun., ter lugar no dia cima mencio-
nad e iue apezar d..< embaracos que se Ihe
lo eii firme era sea progrmala e
peupar a despozas e mesmo a sacrificios
I ara o progiesso do Cassino, alira de que conti-
nu a n.recera altencao do publico e serem sc-is
i i lmenlos sempra dignos do bihante con-
curso que mu volurituriarnerite cosluma frequen-
Estera pois a sociedade de seos amigos e do
publico era geral o mesmo auxilio u dedicacao.
Sera sempre fielmente observado o regulamenlo
provado pe\p Ulm. Sr. Dr. chefe de polica, e
manlida a boa ordem e harmona do cosame'
Os :arto.;s de ingresso estaro a venda no lu-
gar do costumi: no dia do divcrlimenlo que de-
"r terminars 2 horas.
PELO AGENTE
Vi"
altando
a do armazem do Sr. Annes deronte dr.
i pelas 10 horas da inanhaa o referido
agente vender por conta de quem perlenccr
50barricas com ceneja marca cavallo.
Terca-feira 3 do corrente s
10 horas em ponto.
O agente Camargo fara' leilao no seu
armasem na rua do Vigario n. 19
caixas com bixat.
1 cabriolet.
1 balanca para assucar.
Ricos jarros para cima de mtsa.
Tudo sera' vendido ao correr
martello.
Avisos martimos.
Para o Araealy.
Segi.eem poucos dias por j ter paite da sua
carga o hiale Scnjipano ; para o resto e passa-
jjeiros trata-se na rua do Vigaiio o. .
i
Armacao, na praca da
Boa-Vista.
A 3 de Janeiro.
O preposlo do agente Oliveira far leilao por
ordem da directora cncarregada dos festejos do
bairro da Boa-Vista, por occasio da visita im-
perial a esta proxincia, da grande [armacao em
que se den a esplendida illuminaco da praea da
Hoa-Vista, consisti do em
2 pavilhoesao gosto chinez que podem ser re-
movidos inteiros.
1 grande pavllhao construido de ptimas taboas
de pinho de soalho, travs e raaos travessas
de boas rnadeirns.
2 grandes galeras cora escadaria construidas de
boas taboas de pinho de soalho e forro, ira-
ves a ruaos Iravrssas.
Grar.de porco de lampeos.
Por^ao debandeiras brasikiras cota langas.
em seu armazem o. 13 na rua do Apollu confron-
te ao Iheatro, de grande quantidade de seus'ge-
neros de estiva que serao entregues sem" reserva
de preco, em consequencia de ser para fetear
contas, os quaes sao os seguintcs :
Barnscom vinagre.
Ditos com vinho de Xerez.
Garrafoes com sardinhas.
Caixinhas com fumo americano.
Barra com alvaiade.
Fardos com amendoas.
Caixas com massas.
Dilas com vinho P.ordeeux.
Duzas de garrafas com licores.
Sextos com ligos.
Marrasquino.
Caixas cora sardinhas.
Ditas com vinho branco Bordcaux.
Champagne.
Barricas cerveja (Tmnent Dia X.)
Caixas com charutos da Bahia.
Ditas queijos do reino.
Garrafoes vazios.
Piincipiar s 11 horas era ponto.
LEILAO
O agente Hypolito da Silva fara' lei-
lao por conta e risco de quem per ten-
cerdos seguintcs gneros depositados
no armazem alfandegado de Jos An-
tonio de Araujo no caes do Apollo: ter-
joa-feira 3 de aneiro as 11 botas em
do!Ponto.
loO gigos com champagne primeira
qualidade.
i pipas cora genebra.
27 barril com vinagre.
15 barris com romli.
11 barrica* com bolacha.
Milito e feijo.
Na taberna da rua da Praia n. .".O, sendo o mi-
he a .53000 o sacco. e forjan a i'm.
ngiez.
lina folhinhacom a pronuncia muito til para
ajudar a fallar nglcz sem meslre : na lirrarado
da academia, rua
im enrae, deve ser punido : quem os p"gar, Sr. Nogueira, ruado Crespo ea
lveos ao meu sitio da estrada do Arraial, ou na ,0 Colecio meo IVUd
otaria da roa do Colovello, que pagarci todas as l 1 *' K"'
despez.S.-Jfflcceino Jotl Lope, MlIO C lai^lO.
Ayjso.
No dia 27 de dezembro de 1839 ausentou-se da
casa de seu senhor a cscrava Gertrudes, crioulo,
idade 30 annos. pouco mais ou menos, estatura
regular, rosto redondo, beicos grossos, com falta
de denles na frente, pescoco curto, com algu-
mas marcas de bexigas pel corpo, levando um
vestido cor de caslanha, usado, e panno da cus-
a : roga-se as autoridades e pessoas do povo,
de se servirem capturar e a condu/ir Capun-
ga, casa do Sr. Jos Vieira de Figueiredo, ou a
Boa-Vista, rua da Soledade ou Progresso, sitio
do Sr. Vicente Jos de Brto, ou a r,ua da Cadeia
do Recil'e, loja de ferragens n. que serao re-
compensados.
Vende-se muilo era conta, por ter de ser
substituida por outra, una armacao de loja, pro-
pria para miudezas, calcado ou" outro qualquer
estabelecimcnlo
mero 11.
asaceos grandes a G;0(0 : r.a rua Nova n. 52.
Toalhas e teneos de aby-
rintho.
Na rua da Cadeia do Recife, primeiro andar n.
28, vendem-se ricas toalhas s de iai.v-
rintho.
E sera va.
Vendc-se urna escrava crioula, bonita figura,
de 18 annos: na rua da'Cadeia do Recife n. 00.
Vende-se a taberna '.,\ rua da Roda r. 18 :
a tratar na mesma.
o gaz.
os com farol) de Lisboa de
m saceos grai ; s, milito
muiiu novo, e se vende por menos que em outra
qualquer paite: na rua do Rangeln. 69
mazem.
Farelo superior, saceos grandes, tem
vcuder Jos Luiz de Oliveira Azevedo, n
escnplorio da rua da Madre de Dos n. .
\ ende-se um cabriolet com o. umo ra
a tratar na rua do Qes| o com Adnai a i
Rap.
Na prafa da I d< pendenca n. 5, loja de viola*
vcr.ilc-so rape Hosco de Lisboc, Paul.
sasse grosso, raeio grosso fino, e meui n, tan:
em libra como cm oitavas.
J19US.
t Irmos
tratar na rua do Cabug nu- I Vendem-se na rua do Cabug n. "2 I?., loja de
miudezas do Joaquim Antonio Dias de Castro.
n.udou seu escripto. [mperatrte n 7
para a mesma rua n. 26. segundo an lar.
=_ Vende-so urna mulata com 12 |
Jado, sidia, sabe ongommar.lavar.preparai
senhora, coznha o ordinario do urna ,.
vicios : quem a pretender procure m
da n. 23, das 6 as 8 horas da manha ; JS
o da larde, para ve-la e ajustar.
Vende-se vinho do Porto, re irra-
fado a 19200 a garrafa, e globos ; ar .
Loja de miudezas cierra-Cera de carnauba. El"!
Na rua da Cadeia do Recife, loja n. 00 de Ce- i fnnos> com oa habilidade.
geus, ua rua Diresla n.!).: f^^js^ssrde car,,auba SssasesJ,;
Ferro reduzido de OImtlos pinados para
uevenne, cobrir m>
Para o helio sexo.
Neste eslabelecimento se est queimando por
todo [uceo, riquissimos pentes de tartaruga de
todas as qualidades, ditos de massa imperalriz
Isabel, enfeiles devidrilho preto, dus de troco
de todas as cores, luvas de -oda de diversas qua-
lidades, finissimas ligas para pomas, fitcs de se-
da e de gazia, bicos de blond, pulseiras de con-
tas, botoes para casaveque, flores para enfeiles
de vestidos, e outras muilas fazendas de lci e de
bom ge-sto.
Para Imniens,
Grvalas de lodas as qualidades, pelos Dreeos
de mu.lo bonitos padrees e de superior qa|
Je; na loja de chapos de Joaquim do(>!.
rrevilegiado em seu modo de Ma!a-,nn Praca da independencia n. u aa.
i.^>*..* i-i endem-se dousanneis com tril
administraco pela acade- *j?J.; tfmanho, e ua ?M,
mia de medicinado Paris.
com um brilhante, e bem una crreme r
logio com bstanle peso, c talvezdo melhor m
randenu- '.. 1UC a1ui lcm vindo: na rua do Amorii
Os felizes elTeiiosKdo ferro em um .,
mero de enfermidailes sao gcralmenFc conheci- ^ segundo andar,
dos. As cores plidas, as flores brancas, o em- B~ Vcnde-se um ptimo escravo pardo, d
i<;
LEILAO
il,AL"',ngaIas do .'Purad St,sl a 2j, 1&800 e j de alimentacao. A supeiioridade do fino do
ISoOo, e outras militas fazendas para o commun. i Uuevenne do todas as arenara, oes man i ios a-
de lCOO, IgoOO, 1g e 6t0, collarinhos a Pinou, pobrecimenlo do sangue com os males do esto- anuos, proprio para pagem, sadio e
pelo diminuto preco de 500 rs., alflneles para mago, e as palpiia;es, que sao del les a conse- narua do Queimado, loja n. ;i.
mantos de verdadoiro choquismo por400rs.,car-liuencia : laes sao os principaes casos em (iue oi Prrcisa-se fallar <-....-, n.:r
teiras para algibetea, do todas as qualidades, "cha- i forro indicado, c p'ara cer.os temperamentos Ovuli /fi n U S. V II P
peos balees e de. copa baixa, por diminutos pre- hacos elle d ura complemento quasi necessario \ yjy'^l 'UiK.alvcs do > alie a negocio de
seu interesse: na rua da Cnu aro
zem n. 61.
= Precisa-e de urna casa de sobrado
rea nos bairros do Recife i Sanio \
tratar na rua do Trapiche n. (8.
_ -= Cm casa de Rostron Rooki r \ C,
do Corpo Santo, aluga-se un:a casa no haii
Boa-Vista, ou na Soledade; afianca-sc o
tralamento e Umpeza.
Serapliim k Irmu.
Ruado Cabug, I(ja n. It,
esquina que fie era frente da rua
Nova e pateo da matriz
Fazera publico que esto constantemente rece-
bendoda Eur = paasraaisem moda e mais I
cadas obras de ouro, as quaes do para i
Ihcr, pelos menores picaos possiveis, e pi
contas com recibos, as quaes rao espec a.'a-
Segunda-feira 9 do corrente.
PELO AGENTE
PESTAA.
No dia cima designado e pelas tO horas da
manhaa na cocheira do Sr. Flix da Cunha Tei-
xeira em Pora de Portas, rua s Guararapes, o
referido agente vender em leilao publico por
conla de quem pertencer
s pre- i traeos elle e um cmpleme!
>600 e i de alimentacao. A superi
imun. i Uuevenne do todas as pre
~J* i 'lUL*lla tue "Iroduz mais quantidade de forro o
cnde-se ura cabriolet com colerla @ "eco gstrico em um peso dado. Deposito em
de por e tirar, em muito bora uso : na co- i l'erna'iibueo. pharmacia do Pialo, rua lara do
clicira dofronte do arsenal de marinha { Rosario n. 12.
RAC1NG SADDIES. tl\ 3 10 C SCUl.
Ha para vender-se sellins leves muito proprios
para as prximas corridas : em casa de Adamson
Howie i: C, rua do Trapiche n. .{2.
lescokrta.
Fil de seda liso.
Vende-se na rua do Cabug. n. 2 B, loja de
miudezas de Joaauim Antonio Dias de Castro
Manteletes de bom
gosto.
Superiores manteletes de seda pretos bordados
com duas e tres ordens de bico. ditos de ttl pre-
to : nos qualro cantos da rua do Queimado loia
do sobrado amarello n. 29, de Jos Moreira
Lopes.
Attenco.
Vende-se urna canoa de carreira, construida
de sicupira, amarello e louro, encavilhada e pre-
gada de cobre, forrada cora zinco, com paos de
toldo toldo e guarda palro, bancada e xadrez
do melhor gosto que pode apparecer : a tratar
na rua deHortas n. 11.
= Vende-se urna parte do (erras do engenho
Cele existente en Maricola termo do Iguarss
a tratar com Jos Azevedo de Andrade, na rua
do Crespo, loja n. 16 B, ou com.o Sr. Manoel
Antonio Goncalves Liaja, cm Sanio .inlao.
A ende-se um excellente cavallo de sella, mui-
lo bom andador, de bonita cor, o commo'do no
preco : a tratar no sitio da capella do N. S da
Conceieao da estrada de JoflO de llanos.
Admira.
Velas de espermaecte a 750 a libra, era ^aixa
e a retalho : na rua Novan.52.
Vendc-e urna casa terrea no boceo de Joo
francisco n. 11, que faz esquina para o becco do
Capim, com bastantes commodos, terreno pro-
prio, cacimba independenle ; a tratar na rua das
Trlnchciras, sobrado de um andar n. 2i.
Vendera se na loja de Nabuco J C.. na roa
Nova n. 2, neos lencos de cambraia de linho
bordados para bailes, allinelcs dourados para se-
gurar enfeiles de cabera, chapeliuas de senhora
grvalas de seda brancas para homem, luvas de'
pellica do Jouvin para homem e senhora, borze-
guins de selini brancos c prelos para senhora*
etc., e outras muilas fazendas de gosto.
Chita franceza a 220 o covado
Na loja de Ieite & Irmaos, na rua da Cadeia
do Recife n. 48. vcnde-se chite franceza muito
una a 220 o covado.
Vende-se um cavallo de bonita fi-
gura e com todos os andares, proprio
para urna senhora, para ver na rua da
Roda, na estribara do Sr. Paulino e
para tratar na rua Nova n. 41, loin.
Vende-se ura bonito escravo, bom ganha-
dor de rua e ptima envida ; na rua da Trate
o. -,
de
ra
1S
a qualidade do ouro, lano de 14 como
quilates, do que licam esponsaveis.
Chay de seda.
Finissimos challys de seda estampados, do
gosto chinez : vende-se na loja da rua do Cabu-
g n. 8, de Almeida & Burgos.
Enfeites para cabera de se-
nhora.
Lindas enfeiles de flores com filas de seda e
de velludo, ditos devidrilho preto* e de core*
como tambem cachos de llores i'rancezas : na lu-
ja da rua do Cabug u. S, de Almeida & Burgos.
Manteletes de gorgurao de se-
da preto.
Tao ricos manteletes, vendem-se na rua do
Cabug, loja n. 8, de Almeida o Burgos.
Vende-se urna preta crioula, de idade de
22 annos, bonita figura e cora habilidades : na
rua Nova n. 52, loja de l.ojca, desde as 10 horas
al 2 da larde.
ki ixii Ann



PILULAS VEGETAES
ASSUCARADAS
l'recisa-se de umi ama loria ou capuva
para o servico de urna casa do familia, e que se
preste a comprar e a sahir a ra em objectos do
servico : na ra larga do Rosario n. 28, segundo
andar.
OMfi*AMHIA
DIARIO DE PERNAMBUCO. -- TEBCA FEIRA 3 DE/JANEIRO DE 1860.
Estabelccida cin Londres
EX
mu& m mu.
CAPITAL
CAneo BiVUioes t\c \ilras
esterUaas.
Saundtrs TtrotliersX C." tem a honra de in-
LICOES PRATICAS
DE
ESCRITA COMMERCIAL
Pul* partidas dobradas
r, de
Ra Nova n 15, segundo andar.
K. FoiiMcrii leUcili'iroM, escriturario da
lliesouraria de 'azenda desta provincia,compelen-
k'inenie habilitado pela directora de instruccao
publica para leccionar ariilimcliea nesta eidaile,
lem resolvido juntar, como complemento do sen
curso pralico do. escriluracao por partidas do-
bradas, o ensino de contabilidade especialmente
na parle relativa a reducrao de moedas ao cal-,
culo de descernios e juros simples e cornpostos.
NEW-YORK.
O Mr.I.IIOn REMEDIO CONHF.CIDO
Cnntiacoiistiparoes, ictericia, affecioes do figado, ;
febres biliosas, culicas,indyesldes,enxaquecus. quer consista em mobilia ou" em fazendas'de
I i o: 11 o i i hoi.las, diarrhea.doeneas da j qualquerqualidade.
pelle, rupcOiS.e todas as enformidades, !,"",Ti';'-a-so o arrendamento de un enge-
ruOVEMENTES 00 ESTADO lUrtRO DO SASCCE. n^/n l^n, l''';''^ 1 ^^ ^^-^
3 caoste remediocousommem-se an ZSflfj^^SfrgSi
de correia, seis quartos, algumas obras, salTra
plantada, etc. etc. ; trala-se na ra do Crespo n.
13, loja.
nualmente
Itetuedio la itatcii'cea
Approvado pela faculilade de medicina, e re-
commendado como o mais valioso catrtico ve- n-" i :.. .-.tj. m_ -i i i
gtlal de todos os roniccidos. Sendo estas pillas 0 aLaiN assiSnados liqunlatanos Ja taber-
puramenic vegetaes, nao coolem ollas nenhuu nf Slla na r^e\ra da boa-visla de .Manoel da
veneno mercurial nem algum outro mineral ; Silva, rogo a lodos os credores da mesma para
cstao bem acondicionadas emcaixasdeolhapa-1apresenlarem as suas comas conipelcniemenlo
ra res^uardar-sc da humnlade. <, ;i:o i. i- o
Sao agradaveisao paladar, segurase ellicV Jusl'.ric:,Jas. alo o d.a 8 de Janeiro prximo, no
em sua npcraeao, e un remedio poderoso para) a ecnptorto do Iravassos Jnior v C. ruado
juventude, pnberdade e velhice, i Amorim, a fim de seren examinadas, nao se
Lea-se o fcdhctMiie acompanha cada caixa.pelo responsabilzando os mesmos por qualuuer du-
qual se licar.i ronhecendo as imillas curas mila'TO-! ,.;j. .! i ,-
as quelem ciVertuado. D. T. [.aunan & Kemp, |v,da ,IePls 'Io 'a mar"do, por ter de se fazer
dr vuisias por alacado em Nova Yor, sao os uui- rale_' J producto dos gneros existentes na
^ ,-wwWUf U._,.*.t.. *,,. ..V'lll...-
HRi liante al n mencionado da.
DELICIOSAS E I.NFALLIVEIS.
eos fabricantes c proprietarios.
Acham-se venda em lo las as bolicas dasprin-
cipacs cidades do imperio.
DEPSITOS.
Rio de Janeiro, na ra da Alfandega n. 89.
Baha,Germano &C, ruaJuliao n. 2.
Pcrnambuco, no arma/.em de drogas de J: Soum
& C, ra da Cruz n. 22.
Jos Antonio Moreira Das & C, conlinuam
mencionada taberna.
Hecife 30 de dezembro do 1859.
Travassos & C. Lopes Ifiuos. Tilo-
mas Times.
OITerece-se un rapaz porluguez para caixeiro
Pastilhas vegetaes re Kemp
contra as lombrigas
approvadas pela F.xm.'1 inspecc&O de estudo de
Habana e por militas entras junctas de hy-
giene publica dos lisiados Unidos e mais paizes
da America.
Garantidas como purampnle votmiaes, ava-
dareis vista, doces ao paladar sao o remedio
infallivel contra as lombrigas. Nao causam au-
pratica, lano para cala i'rovinea como para, Ihas de Kemp.
a receber por todos os paqnetes^de'Europa un | ^ora Je"a Ifem de ?eu prestmo se quizar alilisar! < Srsi D. T. Lanman e Kemp. rort Byron
lindo sortiniento de obras do ouro, diamantes e denga-sa a ra da Sesalla Velha n. 50. f *'"'! dn ^^ Sc",in:i s- Aa pastilhas
brilhante^: a Halar no seo escritorio, roa da Na p o Je Sa, AmU j^,^ Jf". J ~ gj. l gkn
,r .. ; uma casa do pedra e ral, mimo grande ecom ro felido, tinlia o estomago inchado e continua
illdllUl vle COlHclS CIllS moLilia. para se alugar por prero commodo, na comichao no nariz, tao magro se poz. uue eu
, i ,- ra Direita n 05 I lemia perde-lo. Nestas circumsiancias un visi-
para compra e venda de anear, algodao. couros Ulfc,,a I bo meu dase uue as pastilhas de Ivcm t nl.am
o maisobjectos de peso, obra muito til para lo- -ames EneasGomes da Silva, e sen irmao, curado sua tilha. Lo-o quesoube disco em
das as p< ssoas que negociara com d.los gneros, Joao Cancio Gomes da Silva, vao a Maceio, a prei 2 ridros do pastilhas e com ellas salve\ ,
cp.ua os scuhores de engenho: ros com am !ni!A.f. ...u i .......:.~ j I vid.i rio mo nii,
lance de vista poJcm saber o importe de
quer porcia de arrobas e libras ; 1 volume bera
eucadernado por 5 lOLIIlMIVS PAR\ 1860.
Estao venda na livraria da praca da Inde-
pendencia ns. 6 o 8 as folhinhas para 1860, im-
prcssi.s nesta typographia, dassegunlesquali-
dades :
mOLHINHA RELIGIOSA, conlendo, alm do
Calendario e regulamotito dos direitos pa-
roehiaes, a coniinuaeio da bibliolheca do
Crislao Brasileiro. que se compe : do lou-
vor ao santo nonic de Dros, coroa dos ac-
tos de amor, hymnos ao Espirito Sanio e
a N. S., n imitacao do de S.-.:;!o Amhrozio,
jaculaioria.s a eoinmomoijrao ao SS. Sa-
cramento o N. S. do Carmo", exrccio da
Via-Sarra, directorio para oraeao mental,
dividido pelos dias da semana, obsequios
ao SS, corceo de Jess, saudaeoes devo-
las s chagas de Christo, ora^es a N. Se-
nhora, ao patrocinio de S. Jos e unjo da
guard, rcspoflce pelas almas, alm de
oulras ora^oes. Vceqt 320 rs.
Fita de variedades, conlendo o (calenda-
rio, regulamenlo dos direitos parociiiaes, e
urna colleceao de ancdotas, ditos chisto-
sos, conlos, fbulas, pensanientos moraes,
receitas diversas, quer acerca de cozinha,
quer de cultura, e preservativo de arvores
e fructos. Freco 320 rs.
OlTA DE TOUTA.a qual, alm das materias do
coslurac, conlm o resumo dos direitos
parochiaes. Preco 160 rs.
Jockey club.
A commissao directora tem marcado o dia 19
de Janeiro, prximo s i horas da tarde para a 21
corrida no piado Piranga, sendo os premios e
entradas para as tres corridas as seguidles :
1.a corrida 1.000 bracas.............. llOgOOO
Enl"da........................ SOgOOt)
2.a corrida 500 bracas................ lOOgllOO
''lirada....."....................{OjOl
3.a con ida 700 br.o-as................ 1505(100 i
Entrada.....'.................. 60g00l
Os socios que quizerom inscrever seos cava'.los
deverao dirigir-se ao secretario da commissao '
directora at o dia li do mesmo rnc, depnis do
qual iienhuma inscripeo lei lugar. Santos
Jnior, secretario.
NICA, VERDADEIRA E LE-
GITIMA
(5)
Ra do Conioniz
N.8. Armazem daFoz N 8
Vende-sa superior Girirauns grandes e "ba-
ratos que admira.
F
..>...-, ..ujv, uiiuu -i.....'- u.i oiiv.1. >io a .uaiuio, a joei 2 viuros an pas
iscom un negocio ondo pretenJem demorar-se oito a dez vida de meu lilho-
''!'' das. Suu de Vrn'-s. seu amo agradecido.
Aluga-se um primero andar de sobrado pa-
cconomica, defronle do arco de Sanio Antonio, ra algum e?cnplorio de advogacia, na ra do j Street pelos uincos proprietarios D. Unroane
ra 00 crespo n. 2. ^ Qiieirnado n. 2o na mesma achara com quein Kemp, droguistas pOTatacado em New York.
LlirSO llC pi'Cl)tir0lOriOS. Ilratar' Acham-se a venda em tudas as bolicas das
"' arel A. 11. de Toares Dandira, profes-'
SALSA MBILIIA
DE
SS^SlF'3-lrsi
, "^^i^ ^-S1.
vi.;o interno e externo de urna casa, assim como | GABINETE POHTL'GL'F/
l.l i ti im un\ a-r'ii-fi t 1*11*1 t > CinU fru CU i
laiubem un escravo
na ra da Sania Cru n. 6.
EK-.
^ 2 ^\ O 'vs
mmm
%\m%%\
Atteiico.
Ao hotel Trovador, ra
larga do Rosario n. 46.
Francisco Gaido, dono deslc eslabelecinienlo
Achando-sc va{0 o lugar de guarda do Gabine-
r!i/nr.,,rfrz,deIU,ilu,';'' ? resPccllva directora
Taz publico a todos os senhores que pretenderem tem a honra do participar a seus freguezes c ao
o mencionado luaar, para que faeam seus reque- publico em geral, que acharao sempre em eu
----------ninento a mosraa directorio, orapanhados do I hotel coraedorias diversas a qualn.ier hora do dia
O Sr. thesourc-iio manda faaer pu- .*ilu*ni08,,u,hc,!,eos' '-,"' m1''"-1'"1 terem,oa bem'coniso oncarrego do irrumpan Untares
m na rin I !?5!..'"lH-i ''s l,ab,ll,a5oes 1at> ex6e \ P?r* ^n e ludo com o maior aceio e prompti-
flo : os amadores dobom vinlio ah o encontra-
, ,i- incsmos pretendenles as
buco que se acnam a venda tocos os das semelhanie encargo.
das 9 horas da manhaa as da tarde,; s,ecrt"ia. dn .''''i!l.':l'; Portugucz de Leitura rao de todas as qualidades assim coa
no pavimento terreo da casa da ruada
Aurora n.Se nascaas commissionadas
; relrescos. Todos os sabbadose das santificados
laver a deliciosa mao de vacea das duas horas
para algum
ui'-
an-
peloraesmo Seahor thesoureiro na pra- .
__ itj j- tf i / berna lora uesta praea. ou inesino urna ala
CB da Independencia n. li e 16, O Cngenho,o qalS eonhecimeoloa sua conl
biliietes e nietos da ultima parle da ter- la, e iodo negocio se faro : quera pretender,
..vira e prmeira da quarta lotera d0 lnuncie Para ser procurado.
vinnisio cujas rolas deverao andar \[i0ll"il
impreterivelmente no dia 1 V ds Janeiro I ftllt^dL
do anuo prximo futuro. Perguuta-se ao Sr. Jos Ignacio doMonle.se
Thesouraria das loteras 21 de de- P,le JPdia ouachava-seaulorisado a vender um
.,,l,-.,~ j icn n r i# i caal oo caJellnihas de rara do lilla, perlencente
embio lel8o9.Oescnvao, J. M. da aoabaixoassignaao. os quaes achando-se em
Cruz. sen poder al que ossem criados, aconteceu que.
30 de dezembro de l'J.
J. t. Yi'.laccrde.
A,r I ."secretario. I da madrugada em diante. Tamhem exisiem
ira caixeiro de la- mesma casa differentes quarlos mobilados a dis-
' pi o do publico e ludo por mais moderado
prO'jo I. Astley, subdito iuglez, relira-se para
Europa.
O Ur. Cosme de Sa' Pereira|
iostructi-F
ule voltf desua viagem
Desapi,'!i'eceu
lendo o mesmo abaixo assigado os mandado bus-
car no dia 27 de r.ovembro do auno passado, do |
podi i' du diio Monie, per ja lerem mais de tres
t i
i..
fe ti va a liuropa continua no e\er-
H
a' consultas em seu escripto-
d^ sitio Cxa J'Agua um boi prelo : quem o ei
contrar ou der noticia na ra do l.ivramento
- scr:i ?tilicado. I ara s. dendo eil'ie'rem sido7oUJados"os ihes-
y) ;.bai\o assisnado comprou a venda de mosfilhos. Admira, Sr. Monte, auesedsse issol
Jos da Silva Ferreira, sita na Capunga, ra lQ,n ninguem ver, emams ra lo publica como i
ilo Iloa-Ventura n. 1 quem se impar credor i '"l ^o Aterro, boje da Imperairiz. O furto das
, 'tnr J c cadeilinhas tica por sua cont.i, Sr. Monte, pode I
ser que se descubra quim os fui ion por dinhei- -
ro. Recife 2 de Janeiro dp \8O.Jlypoliio Car- 4
valno de Vasconcellos Albuquerque ilaranho. '
"rio, no bairro do Recife, ra da^
Cruz n. 55, todos os dias, menos f-
r------ _.. ......^, ,..... .v.v... .u uu un -.-, ^n u. ii. o.j, iuuus os mas, iiieno.vf-
mezes, este os deixra de remetler, disculpan-1 sn- do-se .ue. lendo a cadclla salud i a ra no indi- "?8 dom,ngo> desde as G lioras*V?
' o. cado dia 27, acompanbada dos seus lllhos, rol- s|3te as 10 da manhaa, sol;re os^fj
tara S. dizendo (tile lerpm sldn rauliadns ns rtipe. e\\ >..:.____. '.\l
t sefjuintes pontos :
1*. Molestias de ollios ;
I*. .Molestias de cora rao e d(
peito ;
-. Molestias dos orgaos da (jera
cao, e do anus ;
v. Praticara' toda e qualrjuer
operacao quejulgarconvemen- %
te para o restabelecimento dos^l
seus doentes.' '
O exaine das pessoas que o con- i
PublicacO litteraria. ^sultarem sera' feto indistincta-^
Guia Luso-Brasileirodo Viajante da Europa Saliente, e na ordena de suas en- |>
1 vol. em 4o de 500pag.: vende-se. na mao do S tridas: fazendoexcepcaoosdoen- >
autor ra do A isariu ii. 11. brox. 3fl pnrail i.-s _. i .i if SB
-- A mesa regedora de Santa Cecilia avisa a a
ao procurador geral, sob penna da mulla que
marea o mesmo rompromisso. J
Precisa-se de urna ama : na ni a da Cruz
n. O.
entenda-se com o venduJor.
Jo.- Ignacio do Val.
Na pharmaciada ra do LivramentO n. 30,
- fallar com urgencia aos sesuintes se- i
-: anoelAlvea Vianna. Dr.anoelM-1SS^*^*0*?'^^.JSf^aSSSL f^T^
reir Guerra, JoaoConcalvea Ferreira, Antonio '" "' !8, q"' man,la dar par1^ das f,"'oes
Paula e Mello, Amonio Pergentino de Moraes
Soiiza, Joaqui n Helito Alvos Lima.
A liberta Mara, crioula, embaica para o
Rio de Janeiro.
Denles arlificiaes.
Francis i Pinto Ozono tem a honra do scien- i
tiflcar ao respeitavel publico desta cidaie, que'
est de posse da machina n vapor vulcanite ;
coiloca denles por esle novo systema ainda nao
visto nesta cidade, e lalvez em todo o Brasil por
i systema interamente novo, e por conse-
guale muito fcil para as pessoas que se veem '
na procisao de usar delles ; tainbem os coiloca
por mcio de chapa em ouro ou platina com molas
ou pela presso do ar, cab.a us que eslao em es- i
tadode caria com ouro e massa adamantina, e]
Iro s massas brancas, porprecos razoaveis, po-
denda ser procurado para esle um em sua mora-
da, na ra estrella do Rosario n. 3, a qualquer
hora do dia.
O advogado Souza Rea mudou o seu cs-
criptorio para a ra Luga du Rosario, sobrado da
quina n. 52.
Remedio sem igual, sendo reconhecido pelos
mdicos, ns mais mnenles como remedio infal-
, livel para curar escrophulas, cancros, heumalis-
mo, enfermidades do ligado, dyspepsia, debili-
dade geral, febre biliosa e intermitiente, enfer-
midades resultantes do emprego de mercurio,
ulceras e eiupeoes que resullam da impureza do'
sangue
CAUTELA.
D. T. Lanman Kemp, droguistas por atacado
New York, arhatn-se obrigados a prevenir o res- i
peiiavel publico para desconfiar de algumas te-
nues mitaeoes da Salsa Parrilha do lii itol que
boje se vendenesle imperio, declarando a todos
que sao elles os nicos proprielaiios da receita,
*??',r-DrisU)| tendo-lhc comprado no auno Je1
looG.
Casa nenhuma mais ou possoa alguma tem
direilo de fabricar a Salsa Parrilha de Bristol
porque o segredn da sua prepararn acha-se so-
mente em poder dos referidos Lanman \ Kemp.
Para evitar engaos com desapicciaveis co-
binaroes de drogas perniciosas, as pessoas que
quizerem comprar o verdadeiro devem bem ob-
servar os segu.mes signaes sem os quaes qual-
quer outrapreparaco falsa :
1" O envoltorio de qra esl gravado de um
lado 80b una chapa de aro, trazenduaop as
seguintes palavras:
D. T. LANMAN SOL AGENTS
N. 69 Water Street.
2 O mesmo do outro lado lem uro rolulo em
. papel a/.ul claro com a firma e rubrica dos pro- '
jiprietarios.
? | 3" Sobre a rolha acha-se o retrato e firma do
'inventor C. C. Briso/ em papel cor de rosa.
-1 4o Une as direedes juntas a cada garrafa em
urna phenix semellianie a que vai cima do pre-
sente annuncio.
DEPSITOS.
Rio de Janeiro na ra da Alfandega n. 89.
Bahia, Germano & C, ra Julio n. .
Pcrnambuco no armazn de drogas de J. Soum
o Comp.nlna ra da Cruz n. 22.
Precisa-se por aluguel de urna ama forra ou
captiva que saiba engommar bem, para urna casa
de pouca familia, paga-se bem : na ra do los- :
pen rasa terrea confronte ao coilegio de Nossa
Seuhora do Rom Conselho.
Percisa.se de um canoeiro forro ou cap-
tivo, para conduzir lijlo d3 camboa doTieliro
com urna canoa de lOO para o Uecife," sendo
bom canoeiro, e que trate da sua canoa ; pa-
ga-se muito bem, na na dos Quarleis podara
n. 18 que achata com quera tratar. Na mes-
ma tem porgues de barricas nasas boas, algumas '
com pequemos, da feiios dando-se as segundas
por presos muito baixos.
Manoel Antonio de Jess.
Vende-se um escravnho de 10 para II
anuos, cnoulo, vindo do Ico : na ra da Cruz, i
armazem n. 33
1 '. .* ---------y------------------- t'
lientos indispensaveis em,varios l
mo o do sulfato tlcatro-
-i--*-,-^. ..
meopaihico
28=RA DASCRUZES=28 >
a ojijiiicsmo consultorio acha-se sem- gj }caso? coiuu o uu suuaiuueairo-i
? ^hw^?^0!4! meli?'me"" I* SPina etc.) sera'felo.ou concedido 8
! tos em linluras e glbulos, os mais no- <^ / S^
[vos e bem preparados, os elementos de fe* aggratuitamente. A confianza queft
homcopaihia e Nystem diccionario dos ^X Sjnelles deposita, a presteza de sua y
Jtermos de medicina. ^ ^ac,30) e a neCessidade piompta %
m?m??m?*?2- mmmm \ m ^ ^ emprego; tudo q 0 %
MOR LIAS ^demove em beneficio de seus ^
Envernisam-so mobilias mais em eonta do que \ ojj doentes. tfii
em nutra ntinlnunr n.irlo nn nfiinr. An i',..,,n .I______________ ____ ''~r;
ravos.
ga^s&ssss. ^&ssa&
Aluga-se
e -i. ... ... Antonio A
tOBi lamilla para fetOl* de SltlO, que vender em seu a
enlciulc perfeitameate de plaitactes: J J Je 5: ~-SSi;
eiistit IvpOgrapkia SP, dir. DcsappaWeu na madrugada do dia 23 do *%+"** para ^"I'tono :
eorronlp ilo Ihit.-ip ila r.irwniii ,.m .......n ____ casa.
em outra qualquer parte : no palco do Carmo |
Oirei'cce-se um homeai capaz n- *-. ,.. .,fc
Antonio Alberto de Souza Aguiar ten! para
rmazem na ra do Amorim n.
.ae^coS ornis; SSSi l ?.?5f* d <^fe : 5. uma sala e um
: a tratar na mes-
corrente, do lugar da Capunga, um cavallo ruco
cardao, altura regular, com marca no lado direi-
lo ; se alloma pessoa tiver delle noticia, dirja-
lo ; se alguma pessoa iiver delle noticia dirija- >""flnnccer ao aia quinta-fci
se a na da Cadeia do Recife n 56, loja de feria- c?""enle dezembro, roubaram de denl
gens de Sampaio Silva & C, ou na ra da Ga- V- unJ cava" mellado, bastant
punga no sitio de Francisco Custodio de Sam- ",a e C""!a P''e,as. castrado, com um
paio. quesera bem recompensado. pretas no latli esquerdo do pescoco.
a;; nos Grouvcr & Baker
Machinas de coser : em casa de Samuel P.
Johasiou & C, ra da Senzala Nova n. 52.
Aos seaaores de eigeiikos e aos plan- \
tadot'CS de CapilU. PaiT qe ser bem recompensado^
Na Cabanga junto aomoladouro p'ublico.em urna ^"S'TTTTTrTTTTTTTs.TTTTT'TTTTyTT^
fabrica quo alli se estaboleccu, vende-se sangue \Z nCNTICTA P R fa" T F 7
de boi reduzido a p para servir de extreme na >/> n IIRIIUCt.
planlaco das carinas de assucar por meio das I > Paulo Gaignoux, dentista, ra das La- <*.
coveas, cuja systema de planlaco ser ensina-i^ rang'-iras 15. Na mesma casa tem agua e
ir ura folheto, que alli se distribuir a quem '' co-
prar rrais de 20 arrobas. As experiencias j
feilas nesta provincia e em algumas parles da
Europa ; garanten) o bom resultado, que se pode
oblcr da applieaeao desse extreme o mais pode- i nuiaiiutMiy uu nuiuu uu nraeo a i>raiu,
roso de todos, nao s para a caima, como tam- quintas e domingos, no torreao 'da alfandega, e
bem para ocapim. Este exirurae lem a proprie- nos sabbados at as 11 horas da manhaa, na re-
dado de desenvolver a vegetaco da caima com ; sidencia do cornmissario vaccinador, na estrella
urna forgg tal, que no fabrico do assucar vai a do Rosario n. 28, segundo andar,
produzir o tripulo de assucar, que poderia pro- Chlfilln
duzir sem oemprego delle : e c quanto ao ca- c1,
pim. que hoje ; objecto de grande interesse,
c i.i ^ ..>.. .. .^; .. .. u.:-n j j_________
ROUBO.
Para o amanhecer do dia quinta-feira 29 do
ro da es-
nte gordo,
mas pintas
v, como se
fosscraqueimaduMs, ja e velho, e tem os denles
quebrados ; quem o rouliou leve a afouteza de
quebrar a techadura da estribara c arrancar es-
lacas grossas de urna cerca, alim de dar passa-
geru ao cavallo roga-se, portanto, a todas as
autoridades policiaes, e mesmo a qualquer pes-
do por ura folheto, que alli se distribuir a quem I v P aeniilico. '*:.:'~'7T----- -ii-- Kta-
comprar irais de 20 arroba, As experiencias j. ^^^^A^XXXX^tAJ^XJLJU^
vaccina publica. SesSi0Jr: Ua.pfn?1,a'no.siiio d >axo
Transmissao do fluido de braceo a braco, as
assignado, que pagar todas as despezas.
Jorge Vctor Ferreira Lopes.
Pao d'Alho.
YenJe-se dous escravos mulatos pegas : na
ra laCaJeia do Heclfe primeiro andar n. 2S,
ecriptorio de Grugel Irinao?.
Inleresse geral.
Na cocheira da na da Floren lina, que fo do ,
lenente-coronel Sebasliao Lopes ('juimaraes,'
traia-se de bois e cavallos a 1?? por por dia e,
noite; islo metade do prego porque se traa i
em outra qualquer parte, e emquanto ao bom
tralaraenla, s a experiencia convencer.
Traspasse-se o arrenJamenlo Je um En-
genho muito perto da praija, venJe-se urna par-
te do mesmo Engenlio, urna maquina a vapor,
urna destilacao nova montada de um ludo, 22
bos de carro, 6 quartos, o outros obiectos :
tracta-se na ra do QueimaJo n. 10.
Roga-se aos Srs. devedores a firma social
de Leto Corroa em liqudacao, o obsequio
de manjar saldaT seus dbitos na loja da ra do
Quemado a, 10.
Roga-se aos Srs. devedores do estabele-
cimento do fallec lo Jos da Silva Pinto, o ob-
sequio Je saldaren) seus dbitos na ra do Coi-
legio venia n. 25 ou na ra do QueimaJo loia
n. 10.
O abaixo assignado declara ao respeitavel
publico quedeixou desercaixeiro doSr. Antonio
Alberto da Sousa Aguiar, de de o dia 31 de de-
zembro de 1859.
Antonio Carneiro Pinto.
Yende-se um grande lelheiro em um ca-
xao de casa na freguesia de Santo Antonio com
porto de embarque muito propro para armazem
de madeiras e raaterioes a tractar na ra Ja
praia n 27.
Carlos Aron vai para Maceio.
Aluga-se a loja do Passeio Publico n. 17
a tractar com Gamitto & C. no caes novo por
traz da ra do Impcador.
MlglO
Do EmRenho Art ,1a coimnarca de Goaima
0 escravo fulla Je nome Joaqun), pouca barba
Cibera compiiJa ollios grandes e enfiunassad..-
tom urna marca Je fonda na pern esquerja
jumo do p, ps maltitus 3 bem marcadisde
bNos quem o pegar pode entrcga-lo no dito En
genho a seu senboc ou nesta Cidade, no escrito-
rio na na da Cadeia n. 10 quo sei generoa-
in^nlo recompensado.
O Sr. Marcos Agapito Xavier Ramos, qnei-
ra fa/.er n favor de vi'r a ra do Rangel 11. C, a
negocio de seu inleresse.
O Sr. Jos Pachoeo do Medeiros dirija se
ra da Madre de Dos, n. 2, i negocio de si u
interesse.
Vende-se una casa lerrea na ra da Praia
c um terreno na ra da Concordia : quem pre-
tender dirija-se ra Direita, 11. 60, luja de 1.1-
nileiro.
Coilegio do Bom Conselho,
ra do Hospicio. n.i9.
O director faz scientc aos esludautes do pre-
paratorios que esl aberlo O curso das ferias
Recife, 2 de Janeiro de 160.
r Na galciia e olcina pholographica da rn-i
Nova, n. 18. primeiro andar, eonlinua-se a lir.11
retratos pelo systema norte-americano. \ per-
feieao dos Irabalhos sabidos deste cslabeleci-
inenlo tao bem conhceida do publicodesla a-
pilal. Abi so encontra um var.idissiino e esco-
llado sortimento de caixiohas e quidros de in-
das as qualidades e lmanlo.-. Isa mesma casa
se vende urna excellente machina com lo! isos
pertenecs. necessarios para o daguerreo-
1 ypo.
Na ra Nova, ll, 18, piimciro andar, veii-
dc-se por 70g ris urna carie ira homeopathi>*a
com '2i~2 tubos de medicamentos em ililTeronles
dinaniisacoes e preparados 110 laboratorio de Wu-
ber em Pars.
L'ffl vol de imdeci-
111011(0.
O abaixo assignado, passageiro do hiale 1V0-
vaes, vindo do Maran lo, procedera do urna mi-
neira opposla aos' seus seutimenlos, se rteixasc
de agradecer publiraiiienle 20 dignu capilo -
ii^ navio, o lilm Sr. Joaquim .los Meud s, smi-
zade, atlen<;ocs e delicadeza con. que o Irol
raiiie a viagem.
lllm.0 Sr. Mondes, iio se conlentou com
tratar o abaixo assignado, de urna mancira lo
distincla. quiz lambem ser generoso, recusando
receber do mesmo, o pagamento das coinedorias;
imitando assim, o procedimento do proprielano
do leferido navio, em Ilaranho, o lllm. Sr
I ranciscoFereira da Silva Novis, que Ihe deu
franca o gratuita a passagom.
O procedimento generoso do Si". Novaos n du
Sr. capito Mondes, um contraste do que leve
o Sr. Jos Francisco Aiteiros, proprieiario I 1 na-
vio /.indo l'aijiictc, no qualdcixou devir o abai-
xo assignado, por nao poder oispr de avull 1 1
rjuanla, como succodeu ao seu companheiro de
infortunio, o Sr. Wanderley, que deu pela sua
passagem c de sua senhora, ueste navio, dous
conlos de ris !'.!
Receba por tanto o lllm." Sr. capito Mendes,
estas singelas expressaes de agradecimento como
um losiiinuiilio ainda que fraco do seu reconhe-
ci ment ; senliudo nao poder olTertar-lhe cu usa
mais valiosa.
Pcrnambuco 2 de Janeiro de i! 1,
Francisco Jos,'- dt Paula.
Qcijos Lonilrinos
E
Presuntos inglezcs.
Francisco Jos I.eile lecebeu ltimamente pe-
lo paquete inglcz muito frescaes queijos londri-
nos de-a 5 libras cada um, c excellenles pre-
suntos, pelo que viudo por barato preco: na ra
do Imperador n. 12.
Joao Daplisla Sabino subdito napol
Joo Barzoly, Martn Juste e Francis Pizony sub-
ditos losemos, vo ao Maranhao.
f) abaixo assignado, faz publico que
dssolvida desde hoje, e em liquidaeo a -
dade que tinha com o Sr. Antonio Jos Carneiro
Guimares sob a razo de Luz Jos J.' Costa &
C Lui Joai de Amorim.
Recite 31 de dezembro de 1859.
Arrende-se a familia capa/., o Io andar d
beceo do Campcllo n. i, proprio para pouca
lia : a tratar no mesmo.
Curso de rtelorica.
O acadmico Manoel Francisco de II n
avisa aos seus alumnos que abrir o curso I
rhetorica no dia 9 do corrente mez: na ra Di-
reita n. bh, 1 andar.
Farinha ile mandioca
emilfao.
Vcndcm-se saceos grandes com muio bo
rinlia de mandioca, ditos com milho muito no- i
vo, couros de cabra em porcao ou a retalho, I id
se vende por menos lo que em outra qualquei
parte: na ra do Queima lo, loja de t'eir... ...
numero 1 .
Vendem-se ogocs de ierro economicen, de
patente, para casas de familia, contendo i forua-
llias, e tomo para cozinha com lenha ou carvo,
oplima nvencao pela ernnomia de gastar um
terco de lenha ou carvao dos ulicos, e do co/.i
nhar com mais presteza, lem a diiierene,a de se-
rem amoviveis, oceuparem pe [ueno espaco da
casa, e de fcil condueco ; vondem-se porprc-
eos muito mo Jicos, na fund ;o de Francisco A |
Cardoso Mesquila) ra do Brum. e ins lojas de
erragens de Cardoso, junto a Concei..o da >on-
tc do Recife, c ra do Queimado n. 31.
Compram-se moedas de 20 e I65OOO : na
praca da lndepondencia n. 22.
Precisa-se de um pequeo que lenha pra-
tica de taberna, prefere-se dos ltimoschegalos:
no pateo da Sania Cruz 11. i.
Precisa-se de um caixeiro para loja de cal-
cado, o qual devo dar flanea de sua conducta
no LivramentO, loja n. ).
Cera de carnauba
de boa qualidade, a 11|030 a arroba na ra da
Cadeia da Recite, loja 11 50, de Cunlu e Silva.
Adverlencia.
O abaixo assignado faz pubiieo que o Sr. Jos
. Lopes Arcoverdo de Mello deixou le ser seu eai-
i xeiroem sen estahelecimento em Apipucos, des-
de li dadezeinbro poximo passado, e que nao
se responsabilisa por qualquer debito contr-
bido pelo mesmo Jos Joanuim Alces.
Traspassa-so a posse que o abaixo assi
do tem em alguna terrenos por detroz da ru da
Concordia entre as duas traversas do Martvrio e
Caldeireiro: quem os pretender, enlenda-se.com
o abaixo assignado, morador na na larga do Ro-
sario, padaria n. 18.Manoel Antonio itJnm.
Alugi-se urna casa em Apipucos aleo mez
de abril, com nnios comraoJos o estribarla para
8 cavallos, cocheira, pe lo do banho, ele. no
aterro da Boa-Vistan. 6:5, seguudo andar, ou no
mcsiuo lugar a fallar com o Sr. Qucroga.
Mj
VcnJe-se um cano america-
no com algum uso, com qua-
tro assentos para um e dous
Civailos, pintado d novo ; a tratar na
rtia da Aurora n. 26.
Vendem-se duas Cariocas com dous
biis mancas gordos: a tratar na ruada
Praia n. 27.
Nao ao Sr. Feliciano Rodrigue*
Ja Silva que se chama pelo annuncio
das miciaes F. H. S., e sita com urna
. outra pessoa io interior.
Escrava fgida.
Fugio sexla-feira 30 de dezembro da casi
que moro no Hontcirojunto a relini.-.>, urna es-
clava donme Anua, mulata, ji de "seus 3C au-
nos. loma muilo rap^.aila, levuu bstanle roupa
mais deve andar d- lulo, I iconfla-ae que 1
acollada por Calm o. Po-.u etc., ou para l!,.i.,.r.-
00 por esi ir la mu prviu do seu cm Uc wculo :
Iguem e 10 se nao Uudam
suas cantigas que nisso ella ilaaeaos s> u .
da polica, capites de campo, pi-JesIrr? etc. a
aprehendan ,11 mesma que sern tu
saJ' '''" minha casa no M oitoiro ou na
roa d.i V na u. ',',_
I -' ;" ., .-a C< I
J.Novos medicamentos ho
meopathicos enviados]
g da Europa pelo Sr. Dr.S
1 Sabino O. L. Piaba
S Ksles meo,.,uiieiiios preparad) 9 es|
^ cialmenio segundo as n -- '^
\jj bomeopa:' ia i i IIi -.!, ,ciid< m- ','
A^ precosronheciilos na bol,, i ritral '.. .- Tr.
ga meopaihica, ru.i d San I -
M >ovo) r,. 6.
mmmmm mmmmmmu
i. mu iraes A, Ro> ha ro.n !. |._]
na ra do ll n. 33 A,
repartieres que cnbram o imp si i
. i, que di-ixatam !.> endi r d lia d
neijo de I860 em ante :.. artigo.
*SftJSg?3S? ?vs:>;- asir*?-'*"'*
V e.'idem-si : .
- por me: ,: \y9
i nloi
Wm '''' .'i ^l
SS [orlas :i. 10. tM
Ur^iSi-.^ i.'.tS&iS*.- %&&mwg.
S ise javos I rVzeredo, profetioi'
du lingua i; liltcrahira na^io-iil no
Gymnnsio !. Fecuainh.ico, t.m -ili'ii >
ens sua cas., prac.i de l'ci.o II, n. "7,
;;m lo n ir, um cursa de phil
pliiu e outrude liugua Irn :ea. v pes-
soas que desej rem f eqm ral ir 11 na ou
outra desta* '' plinas, | 1 i.-ir. dirigir-
se a' indica 1 c.i enca, de m n:1 la at
as 9 !i ras e de larde a ; 1
Ao n-nanh< re.- do dia % \>
I -"' rtara lia 1
marea de Vaz ir.-ih, lres quai -. -
lauho e.scum, no qnai ,
.. US '. ( --
sendo os das maos 1 >,
t, 111 n na tesl.i ;
rado .'i [.larlo direilo ; e o Hi ,-1
nlio, dous : issig ialai
nal ;i jni
S :; mo quartii dil 1' .1
.1 grande corlado 1 mi um C '. m 1111 ira q
primeiro 11,1 o .. 1 .V com
G, e oulro Iraeo do A 1
der noticia ;'. le ditos 1
por cada um, ; 1 11 1 ,; .
dres 1 j>..'. de \ ;
na cidade do Ui ife, 1 .. liioe
Xo dia o libro
- '. i
lv ici rilo, lamauho reguiar do
chifre qm-brad.i. 1 o liverq
estrella I I trio, 11. 20,
pensa lo.
ltenco.
o
A compaohia do gaz pedem
I aos llms. Srs. assignantesque
liverenigazcoilcado noss
armazenj?, lujas ou casas par-
ticulares quequaudo no mes-
mo acontecer haver tjualtpier
defeilo, queiran. particip :
por escripto a pessoa que t-s-
tiver encarregada do deposito
na ra i! ; Impci utlor u. 11 dr
H loras da manli ia ni G t! i
tarde ou ta ra das Gruzt s i.
9 (loja) residencia de unidos
I luachiuistas antes ou depois
desta hora, alim de tiuc s
logo liado as proxidcui'ias.
X. As feclainact s o
deveniser feitas no escripto*
rio dos Srs. tloslroii Rooker Si
C, excepto no caso ;.;; uao st*.-
vem alteudnfos por qualquer
' recebe-los.
Fabrica o1* gaz 22 de zembro de S59.
\ en ir.:)-- an -
- le eumpido,
io 11 in ;' il.u,
V'igarie :.. .
Antonia Mara Magdalena viuva
de Jo.H(tiim Jos de Otiveira avisa
P'iolico em como o Sr. canitao 1
Francisco de Souza M ig
ca ; ss ii ci !.i 'le t >doi os i -
jacios ek; sua casa pra cuio (i a > t:
instituido so : proc irador baU ni
Con'.iuiia- se a preparar bai
das coui bolinholos de diversas qualidades, as
mclhores e mais bnral is do nosao m< n ido; as-
sim como bolos ingle: s, pod -, ; id uta
e cierne ou outra qual
ja-se ra da Penna n. *_\
ajuste.
j, Praeger k C ra ta
Cruz-H. II.
Reccberam ltimamente :
Vinlio muscutel inoussen de supe
qualidade.
Cliamparjne de Eugene Ciic Biscoutoi inglezcs c liaaiburguczes.
Agua de Selle.
Vioho de Bordeaux, ehateau lafltte, la-
rose, leowille.
Queijos da Suissj..
Ditos lond rinos.
Vinlio do l'oito c ser* em ; u rafas.
Ervilbas, meias cpntas.
Uustorde de irauz.tr.
Ameixai em latas.
Sardiohas em meias latas.
Balanr.i? derimaes.
Velas stearinas.
Charutos de llavana.
Frutas era frascos.
Tintas em oleo, latas de 2S libras.
Alvaiade em barril.
ir:
Eugene Cliequol a Heinis,
Adverte-se ao respeitavel publico de
Pemambuco que o nico deporto de
sua champagne para a provincia de
Pernambuco e era casa de J. Praeger &
C, ra da Cru?. n. 11.



(6)
PIARIO DE PERNAMBUCQ. TEttA FEIkU 3 DE JANEIRO DE 1860.
Deca rayao.
Rosa & Azevedo, com taberna de lalhadS na
ruada Praia n. 39, declarara ao Sr. arrematante
do consumtuo da agurdente de produccao bra-
siteira, que do 1.~*de Janeiro prximo vindouro
em dianlc deixarri de vender (aes bebidas, e por
isso os considere desonerades da respectiva col-
lecta.
Precisa-so alugar tima casa terrea com
quintal, no bairro de Santo Antonio ou Boa-Vis-
ta : a tratar na ra da Cadeia n 4ft.
= 1,'ma mulliersadia e que tem bastante lei-
te, otTerece-se para criar : a tratar na ra do
Queimado n. Irl>.
Na ra do Trapiche Novo
numero 22,
caf reslaurant du comraerce, precisa-se de dous
ajudanles de rozinheiros, ou do dous escravos
ce pouca idade, que queiraiu aprender o offico
(le I ir/iiilit-H ...
Hua da Vnzala INova n. 42
Vende-se em casa de S. ?. Jonhston & C. va-
quetas de lustre para carros, sellins e 9ilh6cs in-
glezes, candeeiros e caslicaes bronzeados, 'lo-
nas inglezas, o de vela, chicote para carros, e
montara, ai reos para carro de um e dous cval-
os, e relofios d'ouro patentein2le7.es.
^jiiHjiHi.**: jt y jkji r'iiiio to>r!it:<-:
MOSELLE MOSSEUXl
I TOD SMM & (Es
LONDRES
I em garrafas e meias gar- j
i rafas.
Queimado n. 40.
Grande e variado sortime.nto
DE
Fazendas francezas erou-
pasfeitas recebidas em di-
reitura pelo ultimonavio.
Do-se as amostras com penhor.
Compras.
C. J.Astlev&C.
Compra-se urna liteira preterir-
do-se de mola : na piara da Indepen*13
dencia n G c 8. s g
Compra se um FIos Sanctorum, |Q
usado : na livrana ;;. G 8 Independencia.
= Compram-sc as'Si'guintes comedias- Rer-'g
mrdo na La, o Judas em Sahbado de Alleli'ia, !g
Quem casa quer casa. Por causa do um algaris- ;s
ino, V rosca, o Duelo no Tcrcciro Andar, o Ir- j
mao das Almas c o Diabo na escola : nesta lypo- 9
graphia se riii \_________ _______________I (5
Seguro coHraFogo
COMPANIIIA
wm

Vendas.
LONDRES
AGENTES
* C J. Astley & Gompanbia.
&COis> Q f 3 INt ffl Meias de seda de peso
para senhora, brancas e pretas, e para meninas,
, brancas e riscadas : vende-se na loja de Leite
venueu-se asse-juintCS fazendas, por Irmao na ra da Cadeia do Recite n. 48.
muito menos de seu valor, na loja de
qnatro portas da ra do Queimado !
numero '0.
Para concluir a lqutdacao das fazendas
da extincta irma de Leite & Gorreia,
i
1&600
s
2$000
l HtKI i
320
B
1G0 *
s
240 B
Sodas prelas lavradas, superior qualidade,
corado
Grosdcnaple preto lauiobom e largo, co-
rado
Pito dito mai.5 estreito, corado
Camisetas decarabraia para senhora, urna
Tiras e ntremelos bordados
Sortimenlo completo de chita de cores,
covade
Rito de chitas largas francezas, bons pa-
drees e cores h\as, cova.lo
Cansas de ores escuras e claras, covado
Cortes de ralea de mcia casemira al$600 e 2$000 }
Meias croas para bomem, duzia 5?I00]S
Ditas para dito muito superior, duzia 4$000
Atoalhado adamascado muito largo, vara 1;2S0
Cassas de cores Das e padr5cs vistosos,
210*
160 i
2401
29000 ;
5 65OOO
200 &
!-se
Folha de cobre e Metal
amarello.
Estanho em barra e Pre-
gos de cobre.
Alvaiade eVerniz copal.
Folha de FJandres.
Palhinha para marci-
neiro.
Y libas finos de Champa-
nhc e Moselle.
Lonas da Russia e Brim
de vela : no armazem
de C. J. Asev & C.

i orado
Riscadinho francez', covado
Musselina de cores fixas, covado
Chales de laa com palma de seda, um
Corlea de calca de casemira fina de cores
Ditos de dila pela
Ditos de collete de gorgurao com palma
de velludo 3JW0
Hilos de dito de gorguraoe seda 2S0O0
pitos de dito de merino bordado 3$000|
Lencos de seda pequeos para pescoco de
se'nhera 400'
Panno preto, covado 2g500
Dito superior, prora de liman, covado 3# e 4>000
Snperior brim trancado de linho, branco,
vara IgOOO
Dito dito de cores, vara 800
Meias brancas para senbera, duzia k*000 TPfk lio r r\ niAA^/Iftr-
Ditas para dila muito superior, du/.ia 4000 I UCilclS C IHOGU lUS
Luras de pellica para senhora, em bom
estado, um par IgOOO ; Braga Silva & C, tem sempre no seu deposito
Vio lr\in LcnidninA da ra da Mocda n. 3 A, tira, grande soriimento
i>a 10 a UOSCriailCjO, Fila U* lachas emoendas para engenho, do muito
! acreditado faliricanle dwin Maw : a tratar uu
mesmo deposito ou na ra do Trapicho u 41.
?: da cosa avaria.
E pechincba sem igual.
Na loja do Preguica, na ra doQucimado n. 2,
tem para vender pecas de algodao largo com 16
varas cada urna, pelo barato preco de 19, pecas
de cassa lisa lina a 2500 : a ellas, antes que"se
acabom,
doQucimado n. 43 A.
.Tieccberam em direilura de Franca, doencom-
meiida, os mclhores chapeos de castor rapadoss
sendo bramos e pretos, e as formas as mais mo-
dernas t]ue tem rindo ao mercado, e por mo-
nos que em outra qualqucr parle, assira como
tambem li m im grande sortimenlo de 11 feit c,
de '- pretosc de cores pelo diminuto pro-
Fazendas com pequeo
toque de avaria.
E' pccliinelm.
Na loja do Preguica, na ra do Queimado n.
para vender pecas de Dnisskno e muito
to de 4J cadf um, assim como (em chapeos de I largo madapolao, pelo baralissimo preco de 5g,
sol de panno a lgSOOcada um em porfeilo esta-i 39500 e3$000 : cheguem, anlos que so acabem.
do nberturas brancas multo linas a 320, ditas de CliapCOS de Castor pretOS
i's^-'iiao de linho a lg urna, rambraia pretafina! r *
a 360 o coi a lo, e a rara a 5C0,e a 640, gangas j C brailCOS
;aeiClf,J,5Ir^,r^0Ae ^?2,!0/,va:L Na ruado Queimado n. 37, vendem-se osme-
mi
120, colletes de g( rgora a 4, 5 c 6S, saceos pa-
ra riagem di diversos lamanlvos, cias croas, por
si r grande pi rcao, a !g500, ditas a 1$600 e 2j a
duzia, finas a 3 e 4>, chapeos cufeitados para
meninos e meninas e senhoras por qualqucr pre-
i i, e tu lo o mais aqui se encontrar o preco,
e uao se dfci:;a de vt'uiuder.
kr.0,i!!ef a.ltad2 de ["rta-f?rcsP,ret08 a lhore8 chapCS de castor.'
>iOo, ditos prelos ao e a 9$, calcas de case-j ,
lira de cor a 7, 8 o llg, ditos prelos a 7, 9 e I i'i
C. roa
liomein
A 1)00 rs. a peca
de fila de velludo de um dedcAninimode largura
'ni 10 1|2 raras, bandos de crina para senhora
muito bons a 400 rs. o par, pulse-iras de coritas
para senbon ou meninas muito lindas a 160 rs.
oara acabar; na loja de miudezas do aterro da
Doa-Visla n. 82, quasi confronte a matriz.
No armazem de Adamson, Ilowie &
do Trapiche 0. 42, vende-sc selins para
3 penliora, arreios plateados para cabriolet, chi-
cotes para carro, coleiras para carallo etc.
Na loja da estrella.
Ra do Queimado n. 7.
9
20S000
408000
i,,! ros e descobertos, pequeos e grandes, de
ouro patente inglez, para homem > senhora,
de um i<>.- nelhores fabricantes de Liverpool,
is pelo ultimo paquete inglez: enreasa de
hall llellors i C.*
Bandeiras nacio-
naes.
Vendem-se na ra doQucimado n. T, bandei-
ras nacioines de varios tamauhos, muito bem
is i 80 > i*, cada uiua.
Cera e Sebo.
N nd'Se cera de carnauba muito superior a
12?000 rs. velas de dita e de eomposie.ao, sebo
refinaJoeTi caixoles, dilo em velas, na ra da
Cruz, arnazem n, 33.
Pianos
Este rtabe'ipcimento contina a oslar sortido
de fazendas de todas as qualidade como sejam :
Ricos cortes de vestidos de seda de 3 o-
Ihosc 2 saias, c a Aquilo
Paletots de panno
Ditos de dilo muito fino
Ditos de casemira de edr
Ditos do alpaca pretos muito finos
mais abaixo
Dilos de ganga e de brins
Calcas do casemiras piolas e de cores
Ditas de biim branco e de cores
Golletes de velludo preto e de cores.
Dilos de gorgurao muito finos
Dilos de fusila
Camisas francezas de todas as qualidades
Capara homem
misas francezas bordadas para senhora
Leques da melhor qualidade c do ultimo
goslo
Mantas e gravatas de seda de todas as qua-
lidades
Chapeos de sol de seda inglezes
Dilos decastor para cabeca muito finos
Ditos pretos os mclhores que tem viudo
ao mercado
Taimas prelas do ultimo gosto
Casemiras de cores para paletot
Corles do casemiras inglezas
Dilos do dilas francezas
Ditos de ditas muilo finas
Chapeos Amazona para senhoras_c me-
ninas
Ricos cortes de vestido do seda do cores
de 2 saias............................ J
Ditos de dilos de seda pretos bordados a
velludo............................... y
Dilos de ditos de seda de gaze phantasia g
II i cas ro lucirs de fil e de seda bordadas 9
Taimas de grosdcnaples bordadas...... $
Chales de touquim branco bojdadosa
3e..................803000
Grosdenaple de cores de quadrinhos co-
vado................................. 1g200
Dilo de dilo liso covado................ I;j8()0
Seda branca lavrada covado IgOOO a.... 2600
Grosdenaple preto lavradocovado...... 2>000
Dito dito liso encorpado a lgGOOe.... 2g500
Dito dito cora 3 palmos de largura a
lgCOO e.............................. 2g500
Surja de cores larga com 4 palmos de
largura covado a...................... 1&500
Gaze de sedada China de drese lis I ras
covado a............................ I9OOO
Follar de seda de listras gosto novo co-
vado..............................., 1000
Setim de escocia e dianade seda covado 15000
Clialy de llores novus desenhos covado 900
Bareje de seda de varias qualidades co-
vado................................. 500
Meio velludo de cores covado.......... 13500
Velbulina de todas as cores............ 700
Setim de ludas as cores liso covado ... 800
Brilhantina branca muilo fina a....... 500
Chitas francezas claras e escuras a 260 e 320
i Casemira pretu lina al$400c.......... 2g50
Panno prclo o de cor uno provado li-
mao a3g500a........................ TgOO'i
| Corles de casemira de cora 5ge........ 7ff00
Cassas organdys de novos desenhos a
vara.................................. IgOOO
Dilas francezas muilo finas a............ 500
Manguitos de cambraia transparente bor-
dados muito ricos.................... 9
Goliuhas de cambraia bordadas de ponta
Dilas dedilo bordadas a 600a.......... IgOO
Tiras e enlrcmciosdecambraiabordado3 9
I Ricas mantas pretas de linho para se-
is) nhora ................................ 8
Dilas ditas de blond brancas e prelas.. 8
Chales de soda de cores, pretos e roxos..
Ditos do merino bordados com franja de
seda..................................
Ditos de dilo dilo de la..................
Dilos du dito liso dilo de seda..........
Dilo de dilo dilo de la..................
Dito de dito estampados fino lista de
seda..................................
Lencos de cambraia de linho bordados
finos..................................
Dilos de alaodio de laby/intho890e___
Capellas brancas para noira............
Enfoiles de vidnlho preto e de cores....
Aberturas para camisa de esguio do
linho..................................
Dilas de dilo do algodao brancas z de
cores..................................
Saias balao modernas..................
Chapeos francezes forma moderna......
Gravatqs ae seda de pona bordadas a
velludo ..............................
Camisas francezas de cor e brancas
linas alg.WO 0........................
Dilas ditas de fustao branco o de cor....
Ditas dilas de esguio muito finas mo-
dernas................................
Seroulasde brim de algodao e de linho
Calcas de casemira prelasetim 9g e___
Dilas de dilas de cores 8g e............
Dita de meia casemira.................. 4g5000
Dijas de brim fino e varias qualidades
3#e Colletes de velludo, gorgurao,
casemira e selim.....,.............. 5-5000
Casacas de panno prclo mhto fino 309 e 40S000
Sobrecasacos c paletots de panno preto
(no 2J e............................ 35&000
Paletots de casemira mesclada golfa de
velludo.............................. 189OOO
Ditos de alpaca preta muito finos...... IO5OO0
Ditos da merino setim pretos e da cores 9g000
Dilos de meia casemira.................. 7j}000
Dilos de alpaca pretos c de cor forrados 69500
Dilos de brim branco cpardo finos....... 69OOO
Dilos de brim de quadrinhos linos
.3*500 e.............................. 5OO0
Dito de alpaca preto e decores.......... 3g500
Relogios do ouro palcn........tes...... 8
JEm cas? dos Srs. Hcnry Forrter
& C. ra do Trapiche n. 8, vende-se:
Dous carros americanos novos.
Arreios americano.*.
Bombas.
Arados.
Champagne superior
Cognac.
Relogios americanos.
Velas com toque de avaria.
= Vende-se uui sitio com 200 palmos de fren-
te e 200 de fundo, no lugar da Torre, margem
i.ltWH
pechincha.
Na loja do Preguica, na ra do Queimado n.
2, rendem-se pegas de chitas finas de cores fixas
e de escolhidos padres com 38 covados cada
urna, pelo baratissimo prege de 5J800, e em rc-
lalho a 160 o covado.
Coberlas de chita a 2$.
Ruado Queimado n. 19.
Vendem-se cobertas de chita a 29, cortes de ris-
cado francez a 2J500, lencos de cambraia para
algibeira a 2ga duzia.
28000 e 2S500 a peca.
Algodao trancado americano branco, proprio
para toalh g; c roupa de escravos, com um pe-
queo toque de agua doce : no armazem de fa-
zendas da ra do Queimado n. 19.
Cheguem ao barato.
O Leite & Irmao continuam a torrar na roa
da Cadeia do Uecife n. 48, pecas de cambraia li-
sa com 10 jardas a 49500 e 5g, lencos de cam-
braia de linho a 39 a duzia, eambraas muito fi-
nas e de lindos padroes a 6i0 a vara, meias fi-
nas para senhora a 39800 a duzia, dilas cruas in-
glezas para homem e meninos, chales de meri-
no lisos a 4g500, e bordados a 69, paletots de
alpaca preta e do cores a 59, ceroulas de linho
e algodao, camisas inglezas muito superiores a
609 a duzia, organdys de lindos desenhos a
ltOO a rara, corles de c.issa chita a Sg, chita i il h imi-l-is
franceza a 240, 280. 300 e 400 rs. o covado, pecas r '
de madapolao com 30 varas a 4$800, 5g, 5g.>00,
6,7 e 8g, chitas inglezas de cores lixas a 200 rs o
covado, toalhas para mesa a 3 e 49, cortes de
calca de brim de linho a 29, dilas de meia case-
mira a 29240, vestuarios bordados para meni-
nos, e nutras muitas fa/.endas que se vidc por
barato preco.
Em casa de N. O. Bieber
& C. ra da Cruz a. 4, vende-se ;
Champagne de superior qualidade de marca acre-
ditada na corte.
Tinta branca superior em oleo, latas de 25 li-
bras, por commodo preco caixas de 4 latas.
Verniz e verniz copal.
Algodozinho da fabrica Todos os Santos da Ba-
bia.
Brilhanles de diversos tamaitos o de primeira
qualidadi)
AAiE.NlA\
DA
A prazo ou a di-
nheiro,
Vende-se acocheirada ra da Cadeia d<
to Antonio n. 7, tendo 5 carros e 1 rico ctup
sem uso algum : quem prelendrr, dinja-s. i
mesnia.que achara com quem tratai
= Vende-se no armazem de Jcs Antonio M<
reir Dias & C na ra da Cruz n. 26
Mercurio doce.
Retroz.
Linhas cm novcllos.
Cera de Lisboa era velas.
Grata ingleza em boies
Lazarinas e clavinoies.
Chumbo em lencol.
Dilo de mullicad.
FUNDIDO LOW-MOW,
Roa da Senzala Nova n. 42.
Neste estahelecimento continua a haver um
comapleto sortimenlo de moendas e meias moen-
das para eu9enho, machinas de vapor e taixas
de ferro balido e coado, de todos os tamaitos
para dto.
Corles de vestidos
de seda
Na roa do Queimado n. 37 loja de 4
portas acaba de rCCCbCl* OCIO ultilllO Ferros de ac'para engommar.
navio viudo do Havre um completo sor- HRB -" ,-,fafc-
timentodeveslidosdesedade 2 saias, _,
i abados c de aventados qnaes se ven- i
dem por preco commodo. &
Chape I i uas de seda c de
velludo para senhora.
Ricas chapelinas de seda c de \ellu- 1 CRWDE E VARIADO SMTIHK9T6
do para senhora: na na do Queimado
n. 37, loja de 4 portas.
Golas e manguitos.
i
DE
Ricas golas e manguitos de cam-;:
7500
7*090
6*000
4*500
8*000
1S000
S

f
6*00O
8*500
s
*S500
2*500
s
*
llgooo
10*000
braia : na na do Queimado n. 37,
tas.
Manteletes
loja
:
I

1 azendasinglezas e francezas e
ronpas feitas
recebidas em direilura
Armazem e loja
DE
Ges Bastos
sortimenlo de cha-
peos
g1. i0.'.h,t e :,()*. p
Ricos pentes de tartaruga para atar fg; f?* ,3Sl2
cabello: na ra do Queimado n. 3/, ; preos e de cores a lo < '
Uii.-t '> 4 Dortae acas Prcta e de ,'"r("i '' <# li:" s''' :
ja i.c/i ponas. ;inrdo a45500 e 5> dilos de,,,im
i QmClG iV'iiip/WIC i 5f, dilos brancos a 5f, dilos d
^ v..,lll>> IIUIllA,i> | ultimo poslo cor de laranja a 55,
Ricas camisas francezas tanto de
peio de linho como de algodao c de fiis-
; tito: na ra do Queimado n. 37, loja de
14 portas.
Bonelsparacrianca
Ricos bonels de marroqiiim para
crianca: na ma do Queimado n 37, lo-
ja de \ portas.

casacos de alpaca muilo tino a ls '':.
; sobrecasaca de panno DDoprelopj
^ nios a 15*, la e 20*, ditos de < -
a de cur ajjt 10*, calcas d<
g cores e prelas a 8, t*, IOS. H* <
^ calcas debrim de cor a 3$500, 4*
% dilas de brim branco lino a 6* e 7*,COll
'
de
?or
"** ".....fc" ...V W-. ~ .V, "
:urio de seda e de casemira
| cores e preto a 5$. O* e 7s, dilo- di
t? do a 10* e 12*, camisas inglezas I
Ihouiens como para (neninos de lod

Fazendas boas e
baratas.
Chapeos de castor pretos de superior qualida-1
de a 10*. ditos francezes de seda a 7S, dilos do
castor brancos a 14$, ditos de velludo a 8e 9*.
ditos da lontra de todas as cores muito finos, di-
tos de pallia Inglezes do copa alta e baixa a 3 e
5J, ditos de fel tro, um sortimenlo completo, de | Chapelinas e chapeos de seda c pal ha
2$500 a 6*500, ditos do Chile de 3*500, 5, 6, 8, para senhora, bonitos e bem enfei-
9, 10 c 12*, ditos de seda para senhora, dos mais ; lados a 15* e
modernos, a 12$, chapelinas com veos do ulli- i Chapeos de seda enfeilados para meni-
mo gosto a 15*, enfeites finissimos para cabeca as a 8J e
a 4$500 e 5*. chapeos de palha escura, massa'c Capellas e enfeites de llores c froco para
seda, muilo proprios para as meninas de escola, | cabeca de meninas a2*000, epara se-
sendo os seus precos muito cm conla, ditos para
baptisado de meninos e passcios dos mesmos,
leudo diversas qualidades para escolher, bonels
de galo, dilos de marroquim, dilos de vellu-
do, dilos enfeilados, chapeos de boa qualidade
para pagem, chapeos rie sol de seda para me-
ninos de escola, o mesmo para senhora epara bo-
nicos ; finalmente oulros muilosobjectos que se-
ria enfadonho mencionar, e ludo se ven de mui-
to em conta ; e ossenhores freguezes 5 vista da
fazenda ficarao convencidos da verdade : na bem
conhecida loja do chapeos da ra Direlta n. 61,
de Benlo de Barros Feij,
16*000
ra tamaitos,seroulasde todas as qu..'
tpeos de sol de alpaca a 5*, manU li
8 prelos de muilo bom gosto a 30f e 408,
\. saveques de fustao bordado- comprid
-'g, chapeos de castor a Napoleo8>, i
:' manguitos de punhos bordado-,, :--/.o .-.
: 4Si itoscom gollinhas a ">.> e 6g. ;
ffl de traspasso bordado e transparente a 8j .
calcas de meia casemica padres moden
$ a 5$, colches de fustao d;> cor e de Lnm
branco a 3$ e SfSOOt
S'SfiOOO tJo Rio ^ap'baribe, com urna grane o moderna
* casa dc vven(jaj
I
3
9
$
3
. cocheira, estribara para 4 ca-
vallos, gallinliciro, cacimba com tanque e bom-
i ba, baixa para capira, lodo murado na frente, e
lado cora portiio de ferro
diriair-se ao agente Pesi
sado a dar as neccss-i
da venda sob as cond
mopelo legitimo propietario. O dito sitio lodo
em chaos proprios.
Tachas para engeo
FuimIqo de ferro e bronze
DE
nhora a c* e
Enfeites de udrilho para cabeca a 3(500 e
Chapeos prelos francezes, linos, para
homem a 8$ e
Dilos branco de castor, modernos
Dilos do casemira do cores para homem
Ditos de feltro linos a if, 5 o
Ditos de dilo finissimos, fila larga
Dilos de seda de cores delicadas
Ditos de castor tambem copa baixa e
finos
Donets dc panno fino, francezes, para
meninos a 2* e
Camisas brancas e com pcilos dc core*
a 1$800 e
Ditas ditas com pello do fusIBo, finas,
a 2*800 e
D'tascom peilo de linho a 3J500, 4*
Caigas de brim dc cores e brancas do 3j
Dilas de casemira dc cor o pelas a 8? e
Celletes de brim c fustao a 40o
oulras mullas fa-
m cuuiis t; mup.15 it'iias qu> ia B
ajOOO g presenca do freguez.
r2S :. :. ..
ri
12*000'
IS000
o.S(MK).
O.VKIO
1JJOOO
4*000
69000
7*000
8*000
9$000 I
Francisco Antonio Correia Cardozo,
tem 11111 cramlo ^ni-limonln rt^lDitosdegorguraodecoresaS c
tem uiu ferfiiut, bllllllCIUO ue Dttoi do velludo de cores al2*e
tachas de ferro fundido, assim PaIclS? de bnm d"corcs c brancos
i de 3* a
COrnO Se taz e COllCeria-Se qual- Dilos do alpaca preta c de coros a 5* c
1 Dilos de panno c casemira prelos e di'
cores a 20. 22, 2 i e
Sobrecasacos de panno piolo superior
Vestuarios de fustao, mu lindos, para
meninos
Pentes de tartaruga modernos a 10, 16 e
Leques entrefinos e bonitos a 3, 5 o
Dilos de madreperola a 16, 20, 25 e
Ramos de llores linas a 1$, 2* e
Saias a balao de boa qualidade a e
Vestidos de phantasia, de linda cores.
a 25*000 e
Corles de volido de seda de cores deli-
cadas, com 2saias e babados borda-
dos a 100$o
quer obra tanto de ferro fun-
dido como batido.
SYSTEMA MEDICO DE HOLLOWAY.
PILULAS HOLLWOYA.
Este inestimave especifico, coniposlo inleira-
menle de hervns medicinaos, nao contm merca-
rlo, Dem alguma outra substancia delecteria. Be-
nigno mais tenra infancia, eacompleico mais
delicada igualmente promplo e seguro para
desarreigar o mal na compleicao mais robusta ;
inleiramente innocente cm sias operaces c ef- i
feitos; pois buscae remove as doencas de qual-I
rao por mais antigs c tenazes Calcas para muos bolladas a 4 c
Toalhas de algodao e de linho a 1J600,
1*800, 2*6'tu e
Luvas de pellica brancas, amarellas e
prelas, para senhora o homem a 2* i
600, 801, 1*200
quer especie e
que sejam.
Entre milhares de pessoas curadas rom esto
remedio, muitas que j estavam as portas da
niorle, preservando em seu uso: conseguirn)
Chapeos de palha escura, copa
mem, 1 po diminuto preco de 53000.
IIA DJ IMPEKADUB DtFUOXTfiD:
S. FRANCISCO.
Grande deposito de bjecfos *\joim-
|iliico>.
Tvpn romano e itlico, corpos 6 S, 10, !
12elb.
Collecco numerosissima dc lypos dc [1!
3^000 &'"' s',nl|i|,s e ornados.
i Typos variados, proprios para cartOi s t til
2500 Emblemmas religiosos, contendo mu) -
" gens ile N. Senhora, de Senhor, c d
santos.
Atributos scientifleos, commerciacs, martirc
e de industria.
\ inhelas para annoncios de peridicos,
DifTerenles vinhetas para fazer ri< 11
obras de luxo, de coiubinacao, e solidar
Componidores do ferro e de pao par
provas, completo soriimento de hnhas c ni
-nnn linhas, espacos dc differentes corpos.
l-'Mmi/ l'relos Jone, t.o'.omhi, guariiic," '
-ulu de madeiru, cunhos, bandulhos, armaros d<
los de dilTerentes tamanhas, ramas de :
les formatos, escovas de potara o de provas. Lu-
la preta de differentes qualidades para
obras de luxo, Untas de todas as cores. *
ouro de dill'iri nies cores, prata, etc., ele, .
de imprcsso de muilos formatos p qualidad< -
e oulros muilos o'im I -,
mostrarao.
= Na ra do Crespo n. 16, loja d \ I
Caslro, vendem-se ricos chapeos de alba
oAcn/ii enfeilados para senhoras e D d
ju>uou nu|0 prpco d0 7r0(K,_
Arados americanos e mi clii
pata lavar roupa : em casa de S. P J
hnston & C. ra da Senzala n. Vi.
3*000
5g000
a fisOOO
12g000
5JJ000
6900
1 socj
129000
25S1HI0
8oO0
30*000
3*000
6*000
'
RELOGIOS.
efcazes elTeilos desta assombrosa medicina,
prestes recuperaran o beneficio da saude.
Nao se. perca tempo em tomar este remedio
para qnaiquer das seguintes enfermidades :
Vende-se em casa de Saunders Brothers &
' C, praca do Corpo Sanio, relogios do afama-
! do fabricante Roskell, por precos comraodos,
c tambem trancellinse cadeia para os mesmos,
a excellente gosto
28400'
5,5500
yjooo
Vende-se
Saunders Brothers & C. tem para vender em
seu armazem, na praca do Corpo Santo n. 11,
alguna pianos do ultimo goslo, recentiraente'
chegados, dos bem conhecidos e acreditados fa-
brirantei S. Uroadwood &Sons de Londres, e,
muito proprios para este clima.
Vende-se ura carro de 4 rodas, bem cons-
truido e forte, com assento para 4 pessoas de '
denlro, o um assenlo para boleeiro e criado fra,
forrado de panno fino, e ludo bem arranjado :
para fallar, com o Sr. Poiriei no aterro da Boa- '
\ isla, o no cscriplorio de James Crabtrce & C. n.
42, ra da Cruz.
Allenco
^ rende-se nm bonito e bom cavallo de
S cabriolet serrindoigualmente para sella
tambem se vende un cabriolet muito ma-
neiro e em bom uso : sm Olinda na pa-
daiado Varadouro.
mwm mm mmmmmmT
Farinhade man-
dioca.
Vende-se a 5 a sacca : na ra da Cruz, arma-
zem n. 26.
Vestidos de seda.
Riqusimos corles de vestidos de gorgurao de
seda de duas e tres saias. ditos de seda de phan-
tasia, lodos era seis grandes cartdes : veiidem-
se na loja da ra do Cabugin. 8, dc Almcida
r"OS,
machinas de costura
de S. M.Singer &C da
New-York, o mais aper-
feicoado systema, fazen-
do posponto igual pelos
dous lados da costura,
garanle-se a seguranca
das rr achinas e manda-
se ensinar as casas dc
familia, bem como se
mostrara a qualquer ho-
ra do dia ou di noite
nesta agenc3 : nicos
agentes em Pernambuco Rayrauudo Carlos Lei-
te & Irmo, aterro da Boa-Vista n. 10.
Em casa de Rabe Schmettan &
C, ra da Cadeia n. 37, ven(tem-se
elegantes pianos do afamado fabrican-
te Traumanu de Hamburgo.
Cal de Lisboa.
Desembarcada ha poucos dias, e por menos do
que em outra qualqucr parte : na ra da Cadeia
do Reciten. 50, primeiro andar.
Farinha de mandioca.
Na ra da Cadeia do Reciten. 50, primeiro an-
dar, vende-se excellente farinha de mandioca em
saceos grandes a 6#, c desembarcada ha poucos
dias.
Aticncao.
Na ra Nova n, 35. vende-se milho muilo rro-
vo, a dinheiro vista, pelo baralissimo preco de
4J500 a sacca.
Estopa
I^ Lona,
i ^p Camisas inglezas finas.
Xo armazem de Arkwrglit & C.
ra da Cruz n. 61 .
a

= Vende-se cera dc carnauba de superior qua-
lidade, e um reslo de velas slearinas: a tralar
na ra da Cadeia do Becife n. 50, 1. andar.
Vendem-se dous sitios nos Afogados, com
arvores fructferas, boa agua e baixa de capim,
um cavallo castanho bom andador : na ra da
Viraco, loja de marcineiro.
Altencao.
Vendem-se no Forte do Mallos, ra da Mocda
n. 23, saceos com farelo dc Lisboa a 5*600, e fa-
rinha da mandioca muito tina e alva, pelo dimi-
nuto preco dc 6$ o sacco.
Pechincha.
Enfeites de vidrilho pelo baratissimo preco de
3jJ0J0, esto-se acabando : na .loja da ra do
Crespo de Adriano & Castro.
SARAO
DO
Rio de Janeiro.
Deposito no armazem do Amo-
rim, em freiite ao trapiche
do algodao.
Fernandos & Filhos tem sabo do Rio, do de-
posito geral, que vendem em porrees, a vonlado
dos compradores, e preco commodo : a tralar em
o seu cscriptorio no largo da AssemHa. n. 10.
Accidentes epilpticos.
Alporcas.
Ampolas.
Areias [mal de].
Aslhraa.
Clicas.
Convulsoes.
Dcbilidade ou extenua-
co.
Dcbilidade ou falla dc
forcas para qualquer
cousa.
Dysinteria.
Dorde garganta.
de. barriga,
-nos rins.
Dureza no venlre.
Enfcimidades no ventre.
Ditas no gado.
Ditas venreas.
Enxaqueca.
Herysipela.
Febre biliosas.
Febreto internitente.
Febreio da especie.
Gottn.
Hemorrh odas.
Ilydropesia.
Ictericia.
Indigesloes.
[nflammaees.
Ir r eg ufa ridades
menstruaco.
I.omhrigas dc toda es-
pecie.
Mal de podra.
Manchas na culis.
Obstrucc&o de ventre.
rhlysica ou consurap-
pulmonar.
Relcn^ao de ourina.
Rheuraatismo.
Symptomas secunda-
rios
Tumores.
Tico doloroso.
Ulceras.
Venreo final).
I2O5OOO
59000
2^800
23500
3$0O9
3500
8f000
que na
Nova invcDco aperfei-
Vendem-se estas pilulas no eslabelecimento
gcral dc Londres n. 224, cStrand, e na loja de
todos os boticarios droguistas e outras pessoas
encarregadas de sun venda em loda a America do
Sul, Havana e Ilespanha.
Vendem-se asbocelidhas a 800 rs. cada uraa
dellas, conten urna inslrucgao era portuguez pa-
ra explicar o modo dc se usar dcstas pilulas.
O deposito geral em casa do Sr. Soum
pharmaceutico. na ra da Cruz n. 22, em Per-
nambuco.
Boa pechincha.
Vende-se urna taberna em um dos mclhores
lugares da freguezia de S. Jus, afteguezada para
a praca e para o mato, com pequeo sortimenlo :
os pretendenles, dirijam-se a ra de Santa Rila
numero 82.
Attencao
Vende-se urna por^o de burros en-
tre os qtfaes existem 40 parelhas, todo
muitos gordos, novos e de bom tama-
ito do excellente carregamento che-
gado ltimamente de Montevideo: os
preterdenles drijam-se ao trapiche da
companhia ou ao armazem de carrocas
em Fora de Portas, de Flix da Cunha
Teixeira.
Chapeos prelos.
Na ra do Queimado
numero 19.
Alera destas, oulras nimias fazendas, que na ., .
loia de Cunha Silva, na rita da Cadeia do Recite chaPe, pretos de primeira quali : :
se vendem por procos baratos. l"rra? elegaote a IO| cada um.
Armazem dc fazendas.
Ra do Queimado numero 19.
Corles de riscado francez 31(2 covados a 2?500.
Cobcrtasde chita a 25600.
Chapeos enfeilados para meninos e meninas.
Dilos prelos (ines, ullima moda.
Dilos de feltro.
Cambraia organdys muilo fina.
Chales dc troco de tres ponas.
Ditos de merino bordados do duas ponas.
Dilos muilo finos bordados a froco.
Ricos chales de touquim branco.
Cortes de seda de duas saias.
I.uvas enhiladas.
Manteletes pretos bordados.
Lencos para algibeira, brancos, a 2aduzi:i.
Ra do Queimado n. 57.
COillKI,
Bandos ou almofadas
dc crina para tonteados dc
senhora.
Ver. le-se nicamente na ra daCad ..
:.. iS, loja de Leite Irn
Spermacele.
Vende Jos Dias BrandJo, na I
i 700 rs. a libra.
A 30g cortes do vestidos de seda que costara m i
60b; a I65 cortes de vestidos de phantasia que i
custarani30; a 8g chapclinhas para senhora:
na ra do Queimado n. 37.
Brim trancado dc linho todo |
prelo,
fazenda muito superior; garaute-sc que nao
desbota : na ra da Cadeia do Recite n. 48, lo-
ja de Leite & Irmao.
Enfeites de vidrilho e de retroz a 4j> cada
um : na ra do Queimado n.37, loja de 4 portas.
Attenco ao barato.
Vende-se por muito btalo prego toda madei-
ra de pinito, i travs c algumas maos Iravessas,
empregadas na columna que se illurainou na ra
da Cruz do Recite, cora a condicao de ser des-
manchada pelo comprador, menos o grdame dc
1 roda, e maslro grande que existe no ccnlro da
mesma, cuja madeira all ciuprcgada cuslou pa-
ra mais de 800g : quem a pretender comprar,
dirija-se a ra da Cadeia do Recite n. 56, pri-
meiro andar, que achara com quem tralar.
Batatas muito
novas.
Vendem-se gigos com 22 libras dc hlalas in-
glezas pelo diminuto prego de 1$500 cada um :
no Forte do Mallo ra da Moeda n. ,23.
Linguas
muilo frescas, chegadas de Montevideo, na s
maca hcspanhola Uwtdalupe, fondeada ni
do caes do Ramos.
= Vendo-so urna excellente racca de ti
com dous mezes de parida, por nao han 1 1
nos Adictos, casa cinzenta fronkira a i
Para mesas e
camas.
Toalhas de algodao alcoxoado paia n se
de 1. 11[2, 2,2 1[2 e 3 raras a >00,
1S500, 2, 3 e
Dilas dc linho dc 2, 3, 3 1[2, .{ c 4 1-2
varas dc i$ a
Ditas de dito muilo superiores de 2 a 3
varas a 6,8,10, 12, 14 e
Aloalhado de duas larguras, trancado e
adamascado, vara a I9, 1^200 c"
Guardas-roupa de algodao alcoxoado,
duzia, a 2g c
Ditos dc linho a
Ikamanlc de linho para lenco cem 6 >
10 palmos dc largo a l$SO .
Toalhas de linho com labyrinlho para
resto 8*3; c
Babados de linho para lencoc?, toalhas
e camisas de linho, pogas de 30 varas
a 2^00. 3$ e
E oulros muilos artigos, que na loja de Cunba
& Silva, na ra da Cadeia do Recifc n. 50, aaqui
na defrontc da ra da Madre : '
e tarles.
ajstH.
4901"
25 I
45^

PUMO DE PEBNAMBCO. TERCA FE1RA 3 DE JANEIRO DE 1860.
FABRICA
"7}
DE
eiL&Estfifc i &DLqiQ m detaes*
Sita na ra Imperial n. i 18 c 120 junio a fabrica de sabo.
DC
Saslio J.da Silva dirigida por Manad Carueiro Leal.
Neste estabelecimento ha scmpre promptos alambiques do cobra lo difieren tes dimenooes
(de 300a a 3 000$) simples o doblados, para destilar agurdenle, aparelhos destilatorios cominos
para restilar c destilar espirites rom graduaran al -S graos :pola graduacao do Sellen Carlior) dos
melhores systemas hoje approvados e conhecidos nesta o outras provincias do imparto, bombas
lo tudas as dimeneoes, asperanles e de repucho tanto do cobre como do bronze c ferro, torneiras
de bronze do odas as dimeneoes o feitios para alambiques, tanques etc., parafusos de bronze e
ierro para rodas d'agua,portas para tomainas e crivos de ferro, tubos do cobre e chumbo do todas
.'.s dimengoes para encmenlos, camas do ferro com armaco e sem ella, fugos de forro potareis e
econmicos, tachas c tachos de cobre, fundos do alambiques, passadoicas, espumadeiras, cocos
parfl ongenho, tulla de Fia nd res, chumbo cm lenle borra, /.neo em lencol e barra, Isnces e
nrroeUas de cobre, toncos de ierro a lalao,ferro suecia inglez de todas as dimnsos, safras, tornos
e folies para erreiros etc., o entres muitos artigos por menos proco do que cm oulra qualquer
parle, desempenbaodo-se toda e qualquer encommenda coro presteza e perfeico j conhecida
op.ua commodidade dos freguezes que se drgnarem honrarcm-nes eom a sua conlianea, acha-
ran na ra Nova n. 37 loja do rrragens pessaa habilitada para lomar nota das cncommendas.
L1VRAR1A ECONMICA
DE
N. 2- UA DO CESPO-N. 2
Defronte do arco de Santo Antonio.
NESTE NOVO ESTABELECIMENTO VENDEM-SE :
Livros de regiao, sciencias, de letras artes, viagens, hisloria e classicos ; romances illustrados e
outras publicarnos em diversas linguas.
Globos, alias e mapp'as geogrophicos.
Papel de hollanda, de peso, paquete, almasso, de cores e outros de diversos formatos e gostos.
Prensas para copiar cariase outros manuscriptos, livros e tintas proprias.
Livros em branco, pennas de varias qualidades e mais objectos para uso de reparttooes, secreta-
rias e casas de commercio, iiloncilio* para desenlio le.
Artigos de bom gosto, fantasa e curiosidade das fabricas de Taris para uso dos elegantes ; orna-
tos, presentes etc.
Carios e billielcs para bailes, casamentos e visitas.
HISTORIA UNIVERSAL desde os tempes primitivos al 1850, por Cesar Cantu, lvolumes, in fo-
lio, enriquecida de mais do 90 magnificas estampas,, obra cm que nada se poupou'para o
leilor encontrar nella erudicao, esludo solido e leitura agradavel.
ALMANAK de lembrancas de Caslilho para 1860, assim como collecroes completas desde o seu
compro.
MANUAL DK CONTAS j fcilas para compras e vendas deassucar, algodao ele.
Knraderna-se em lodos os gestos desde o mais simples em papel at ao melhor em panno ou pelle.
Imprime-se ca loes e bilhetes, e inarca-se papel com lypo proprio e em relevo vontade dos
pretendenles.
Acceita-se o encargo de qualquer encommenda de livros e outros artigos tanto da corte c provin-
cias do imperio, como de Poitugal, Franja, Inglaterra e Blgica, com as condicQoes mais ra
zoaveis.
Vidros para vi
He tratos de S5T15! II.
Chegaram do Rio de Janeiro no ultimo vapor
| retratos de SS. MM. II., lirados por u;u disti
; artista Allcmao : vendrni-se na livraria eeooo-
; mica, defronte do arco de Santo Antonio, ra do
"respo n. 2.
draca.
*
AG#acaixa: na ra larga
do Rosario armazcm de louca.
Vidros para caixilhos.
Na ra larga do Rosario loja n. 28 nnr. i
armazemdeloura,rnandaQi.scbolaiv-|KUa O HOpCntriZ li. 7,
dros em casas particulares por preco i lol (lo F PP(\w\i*
milito commodo, assim como venrlem-1,, :'
levidro aretalho dot&manbomaispe- ^SSeilCia de sndalo.
queno ate mais de 6 palmos. ; RtCOS Jeqill'S VOrdadl.'iro.S i'
Boica. sndalo.
Beugn las e pulceiras ricas.
A Mneles para cabello, dito
para segurar chapeos de
seohora.
Todo ehegado pelo vapor
inglez.
i V. !,,
Bartholoiucu Francisco de Souza, roa larga
do Rosario n. 36, vende os seguintes medica*
mentos:
Rob I.'AfTecteur.
Pillas contra sezes.
Ditas vegotaes.
Saisaparrilha Bristol.
Dita Sands.
Vermfugo inglez.
Jarope do Bosque.
Tilulas americanas contra tabres).
Ungento Holloway.
Pillas o dito.
Ellixir anl-asmalliico.
ItlM.i
REVISTA HEBDOMADARIA
COLLAROBADO
PELOS SUS.
I), Intente da Cosa A. F. de.CaslilhoA. Gil.\lexandrc len-ulanoA. G. RamosA. Guinia-
resA. de LimaA. de Ohveira llarrccaAlves BrancoA. P. Lopes do MendoneaA. Xavier
Rodrigues CoideiroCarlos Jos BarreirosGarlos Jos CldeiraE. Pinto da Silva' o Ciu>haF;
Gomes de Amoiim !'. 11. RordalloJ. A. de Froitas Oliveira I. A Haia J. A. MarquesJ. de
AndradeCrrvo.1. da Costa CascaosJ. Daniel CollaroJ. E. de Magalh&cs Con linhoJ. (".. Lobato
PiresJ. R. da Cunha Rivara.1. J. da Grara Jnior.1. Julio de Oliveira PiuloJos Mara
Latino CoolboJulio Mximo de Oliveira PimenlelJ. Pedro de SouzaJ. S. da Silva Forra/
Jos de TorresJ. X. S. da MottaLeandro Jos da Costa Lu/. Filippe LeitoLuis Jos da
Cunha L. A. Rebollo da SilvaPaulo MidosiRicardo Julio FerrazValenlim J.os 3 Silveira
LopesXisio Cmara.
DIRIGIDO
POR
\. ?. tic CarvallioI. F. Silveira [da MottaUoiliii;o Pasquino.
Destinado a resumir todas as semanas o movimenlo jornalistico o a (Merecer nos I chores, con-
lUlamcntc com a revista do que mais uotavel houver occorrido na poltica, na sciencia, na indus-
tria ou nas artes, alguna artigos oripnaes sobre qualquer destes --limpios, a irchivo universal,
lesde Janeiro de 185, em que coraerou a publicar-se, lem satisfeito aos sous lins, com a maior
exactidao o regulandade.
Publica-so todas as segundas feiras em folhas de 16 paginas, c completa lodos os semestres
im volume it il paginas rom indico o frontispicio competentes,
Assigua-se no escriptorio desle Diario, ra das Crnzes, e na ra Nova n. 8.
Proco da assignalura : pelas paquetes vapor l(i$2oi) por auno por navio do vela 8S moeda
brasijcxra). '
Ha agumas collcccoes desde o comeeo da publicacao do jornal.
= g-l^s>
S|bS&o3S
:_ a. .
-a 3
* -r ^ "
c 3 = o. 2
S 2, g. 2 a
os. seraphiaasc reale-
jos, a [trazo ou a
(liiiiieiro.
i no ..lorio da Boa-Vista, leja n 82,
tjni rico eelegante pianoforte, franco/., ehegado
nllimainenle, do oielhor fabricante do Paria : e
am una rica seraphina ou orgao, muito pro-
; ara alg uia igreja do malo por ser muito
baralo ; e realejos pequeos o grandes rom pan- ,
cadaria e sen, ella, oque ludo so vende muilo S* V' V ;i-,"i:l ,r8n <-" P"J,"- ul-
, para .-,.,. r- timamciiH! chegada, o por pirro razoavel.
Vodeposilo da ra das Crines n. \\,' %^^mm^$ ^%&wzmWM
defroiiic i! sobrado lo Sr. ^ *!
Rel.;;oi de ouroe prala. cobertoscdescober-
los patenie inglez, os melhores que existem no j
mi rcado, e despachados hoje, vendem-se por i
precos ra7oaveis: no escriptorio do agente oli-
veira, ra da Cudria do Recite n. 02, primeiro
andar.
Cal de Lisboa.
V n !i >e no enes de Apollo, aima/.ein dfl Se-
1'iii.uciioa.
Ha un completo sortimento de gneros paraa
testa, dos quaes se aflanca a boa lualidade, quei-
os londrinos, do reino, uisso, latas com boli-
ohos di tudas as qualidades, conservas do her-
vilhas, ameixas e marmelaja, pasas c Osos,
massas para soj a, cha, presumo, linguicas, man-
teiga rhglaza, tinhos engarrafados, Porto, Ma-
deira, Uuscalel o Bordcaux, charapanha. cerve-
ja., licor, absinlho, tarops, e es afamados clia-
- de rhomi Pinto e de Brando, em catea c
uieias caixas.
Acaba de chegar do Rio to. Ja
>2>
ift
na mi Jova n. 61, n n an
rie.ano de i nssentos, e I imbem um
briolel de rodas, ambos muito leves
Vidros de boca larga e ,, rol! is, de 2 onca9 a I no"oKeV7rora- i""1'"
'Jl8 ra do Imperadoi n 20
Assimcomo tem um grandi s rlnuenfo de pn-
pur :
111
pe pura forro de sala, o qual vende a mdico
preco.
Superior ao meltior
presunto de fiambre.
Linguas de vacca cmsuhnoura vinuns
de Londres, vendem-se nicamente no
armazcm de Luiz Aunes defronte da
1 porta da alfndega.
Escravos venda.
Vendo-se um moleqi....., s anno
coznheiro, moa negra que cezinha, lm 1
gomina perfeitamenie, ,' un .
1 is, 1 scravos lod is de qualid : p 1
gum : a fallar cora Oriav iano c Souza Fi
ra da Cadria !. Recite n. .lo. '
45Uua Direittt45
Parahoiiicus.
Borzeguius arislocraliros ^lustre)
Borzegmns zouavos, obra fortissima {be-
zorro)
Borzoguins cidadaos [bezerro e lusti
Borzeguins econmicos
Sapatoes baledorcs
Para senboras.
Borzeguins para senhora [primeira classi
! Ditos (segunda elasse)
Ditos para meninas primeira elasse]
!,-S)00
S.sOIIII
S*ti00
figOOO
55000
ovara
Pecas de algodao tran .
vados por 48500: vendem-se na roa j
loia da esquina que i la paraa
PotassadaRussia
se
Campos &
Lima, lem para vender
i de alcatifa de ledas as qualida- 5\
| des, na ra do Crespo n. 12.
a .'-.-. wu
m
-fisastji
jbw SraBS
'fllM-SIi
Seus proprielarios offerecem a seus numerosos freguezes e ao publico em geral, toda
qualquer obra manufacturada em seu reconhecido estabelecimento a saber: machinas de vapor de
! todos os lmannos, rodas d'agua para engenhos todas do ferro ou para cubos de hiadeira, moen-
das e meias moendas, tachas do ferro batido e fundido de iodos os tamanhos, guindastes, guin-
chos c bombas, rodas, rodetes, aguilhoes e boceas para lornalha, machinas para amassat man-
dioca e para descarorar algodao, prenras para mandim-j e oleo de ricini, porldes gradara, co-
lumnas e moinhos do vento, arados, cultiva loses; pontos, "aldeiras C tanoues, boias, alvarengas,
boles e ledas as obras de machiitismo. K\ecuta-se qualquer obra soja qual fr sua nalureza pelos
desenlies ou moldes que para tal fim forera aprsenla.ios. flccebem-se encommondas neste esla-
belecimcnlo na ruado Brum n. 28 A o na roa do i'.ollegio hoje do Imperador n... moradia do cai-
I xeiro do estabelecimento Jos Joaquim da Costa Pereira, cora quam os pretendemos se podem
entender para qualquer obra.
ctiiiO
43000
% 37 Ra do Queimado 37
Loja de i portas.
Chegou a este eslabclecimenlo um completo
sortimento de obras feitas, como sejam : pale-
o]ts de panno tino de lGg al s.-:', sohrecasacas
de panno fino preto c de cores muito superiores
a oo, um completo sortimento' de polelots de
riscadinho de brim pardo e branco.'1, de braman-
te, que se vendem por preco commodo, ccrou-
las de linho de diversos tamanhos, camisas
franeczas de linho e de Jpanninho do 2$ at "'
cada una, chapees francezes para hornera a 8$,
ditos muito superiores a 10, ditos avelludados,
copa alia a 13J, ditos copa baixa a lOJ, cha-
peos de fellro para hornera de ;-_-. 5? cat 7;
cada um, ditos do seda edo palha enfeitad
ra meninas a 10J, ditos do palha '.ira senhora a
12$, chapolinhas de velludo riramcnle enfeila-
'. das a 255, ditas r palha di.- Italia muilo linas >
' 25fi, cortes de vestid 1 de seda em ca liio de Ojl
'' at I0O3, ditos de phantasia de Do at 35
gollinhas do cambraia do l at '*, manguitos
de l$500 al 5$, organdys esrur ;
800 rs. a vara, cass.is francezas muito superiores
o padrees novo.- a 720 a vara, casemirasde cor-
les para colletcs, palcfolse cairas de U^dO at
'\ o covado, ] anuo fino preto e decoresde 2-;j00
at 10$o covado, corles de colletede velludo
I muito superiores a9c 12$, di'.os de go-gurao
o de fusta brancos do cores, ludo por
I barato, atoalhado de algodao a liSO a vara
E CAL DE LISBOA.
No bem conhecido e acred l
na da Cad< ia do Re. I n. 12, ha 1 1
potassa o.. Russia c da lo Rji :
59OOO '' de.suP( ;--'-" qualida .-. asa 1 t, iai
cal virgem em pedra
razoa> eis.
ludo i.mr pp
'
Escravos fugtiosl
Fugio

na larde do dia l\ Ju
fabrica de rap, no \\ indeg o |
. idade 30 para 32 ani
1, sem t'ilhos ih'io i 1 1
lua regular, falla emb trabada, por ti 1
ui' de masligar fumo, ira bal ha du ara| 111 1
compensa-so bem .1 qu< m u
lo .1 mestna bi ica.
Contina .1 < -'..1 fgido o pr. u \l ,
e intitula pur Malinas, du n.i.;a 1 Aii* la. -
IUi
vinho do Toiio, do mais superior, engarrafado, |
dito champagne, idera, diio musca le, dem : no .
armazem de Barroca i Medeiros, ra da Cadt-ia
neiro algiins exemplaresdo T^Z^l
primeiro e segundo volume
la Corograpbia. w,.
Histrica clionologica,
nobiliaria e poltica do imperio do Bra- e giiarda'-ptrao, bancada
prefenla tor 50 annos de idodo, tem faila di :
les 11a fren le, os dedos das 1..
prel 1 fui es ravo dos lierdi 1 os Je J
1. ,\. ,1.1 Cavali inii que lem
Si ndn le ado 1 raca por pxecu.,5
mus ; fui arrematado 1 >i loa ;.....
I -. ai jiinho de I80U pi dc-se, 1 .
. idi s 1 :i-...- e 1 ipu,
;| cap .:.1 do mi m lead< 1 ......
va-lo padaiia de Andr i N .
I'o:i.is, d onde se isi uto i.ou a asa ,
uhor Joaquim ii., Sil 1 Lope.- \.
dre de Dos 11. i\ que r.....
ule.
ligio d 1 eii ho
Jia I9d nonio Jacob, it-rn .
rrigudu. rom o mu
anda din ) anda raliin lo pac I .<..
ii" li jas salndi 1
eos, l ins dei 1 .!:
\ -i nas algumas feridas, dai <
urna canoa de carreira, construida de
ppiioilnair-i ,8icii.|ira, amarelle, louro, encavilhada c piegada
"' Ido cobre, forrada com zinco, com .ios do toldo
com
xadrez
gnslo
II
iidr opparecer: o tintar na ra de
sil, pclu I)r. Mello Moiacs : vende-se a
'i.s'o volume, podendo-sc vender o se-
cundo em separado : na livraria n. C e
S ilnpi-.nM da Indeoendcncia.
RElilDIO IHCQSViPARaVEL.
I SGUENTO HOLLOWAY.
Milhoresde individuos de todas as naeocs po-
;. in lestemunharas virtudesdeste remedio in-
oniparavel e provar em 1 sario, que,
pelu us 1 que d lie Gzerara tem seu corpo e mora-
inteirame ile saos depois de haver emprega-
do inulilniente outros tratamentos. Cada pesoa
poder-se-ha convencer dessascurasmaravilliosa "y ':"': ^ i~ "..'*-" .-4*i*
Pela peridicos, que Ib/as relatan. | ^
lodos os dias ia muitos aunos ; e a maior parle I ( dellas sao liio sor prndenles que raenmpe si
mdicos mais celebres. Ouautas pessoas n 0-
brarai te soberano remedio o uso de se i<
pcrn s, depois de le- permanecido lon-
.11 10 nos hospilaes, onde de viam snffreri
omputaco I Dellas ha muitasque ha
do melhor
itas n. 11.
Assuear refinado.
Ven!.-se no deposito da Boa-Vista, confronte
ao liafariz, junta abtica, assuear retinado de
tudas as qualidades, c por monos prero deque
em oulra qualquer parte, a saber :
I.-' crystalisadu 7!(i00 ~> 2O i
2.1 crystalisado C4OOO () 200 u%
1.' areado 588 160 tf
2.a arcado 3J80 ;h) 120 ^
fS

I corles de casemirasde cores de 5 at '.'". gresde-
naples de cores e prelos de 1 -do ai.-. .. 9 "' mado neste mesmo dia no Ba.m, n
covado, esparlilhospara senhora a tr, coeiros Roc"" : 1."e"J prender, leve :
de casemira ricamente bordados a 12J cada um, -Uveslerreira Lima, na ra I Fi
len?osde cambraia de linho bordados paro se-ou ;- ;'" ueslc ca ,,n".
I nhora a 9e 12^ cada um, ditos lisos para ho-
' mera, fazenda muito superior, de 12 at 20S a
duzia, casemiras de cores para coeiro, covado a
25400, barege do .'ida para vestidos, 1 11 '
I 115400, um completo sortimento de 1 Ib 1 |<
' zorguro, casemira preta li^.i e bordada, c di
i lUStilO d
ou 1 ntri gar m
coni| rus.. .
Fngio do 1 7 de 1
do crenle armo o mulato Virissimo, i
ui o mi :- 1 u nienes, ira reg
o, barb 1 lo, 1 ostumava .. fazi 1 1
ssos, muilo regrista e tocad
9
3
ISBitfi;D IPUBHini S WlRM)I)!rl
UA DA2LORlA9A^ADaFUilDAO 3
Clnica or amitos os svstemas.
rustao de cores, os quaes se rendera por baral iar o nom< Igu -
arego, rclludo de cores a 73 o covado, pannos i nde alguma i de i
para tima de mesa a K'3 cada um, merino al- rugi para as bandas do
eochoado proprio para paletots e colletcs a 2-mo s. Francisco, 1 neo de Porto 1 < <
) covado. bandos para urmaco de rab le Alasoas. oi escravo do Sr. 1
IS50O,saceos de lapete edn...:; quim paravia- Ido Kv, c de um padre que n Bi<
;em,eun grande sortimento de macas o malas Madre de Dos ; ruga-se purlanl 1 as .......
de pregara, que ludo se ven.!,- vontade dos e capitaes decampo a raptara d
;':;' if rscravo ; assim como pi lesta-se desde j
: a vista dos quera O houver oceultado por todo o preju
freguezes, o outras militas fazen
possivel aqu mencionar, porm
compradores so mostri rao.
P6?*W
jKl
t
rarula ga-
rantida.
Na rita da Cadeia do ftocife 11.
iiipiii... .ni. 1 unas na muuas que ha vendo di i-I tea gs '*^jf>-.--= 5Star*Vwia;-'5
.....' ,!'' padivim.ralo, j.:i.. ...;- '-^?K:^
subnietterem a essa operacao doloroso foram '""'"';"'J';-""-"' L****^'*s ":-5-tfSiJrfS"j;
laNova n. 51
uraiii- com[delamente, mediante ousodessi
preeiosoremedio. Algumas das taes pessi n na
; s. o recouhecimenlo declararam es
tes resultados benficos diante de lord correge-
dor c outros magistrados, afim de maisutenti-
carem sua linnaln a.
Ning tem d isesperaria do est.-do de san.'.' se
. 3se bastante eonfianea para ensaiar este rc-
ista ilcmente seguindo algum lempo n
mentratato que necessitasse a natureza do mal,
. ujo resultad) seria prova rincontestav Imcnte :
Que ludo cura.
o ii$iteiifo he mil, mais partEea-
Eartnnnte nos scgniitescasos.
'! id ima llosa Hardy receben ricos chapeos de
seda rom veos para senhora, lindos chapeosinhos
d sol, de mola, para senhora, ricos vestidos de
baplisado para menino.
" -'-. ".:'- .-.....: -; .
Loulinua-se a vender faz^odas por baixo a
S preco al. mesmo por menos do seu valor, s
> afim de liquidar cenias : na loja do 4 portas -j
na ra do Queimado n. 10.
Caimbras.
'.allos.
1 ri 9.
Coi 'adoros.
Dore J" cabea.
-d c islas,
-dos membros.
Enfcrmidades da culis
-
l>iias do anus.
coi s scorbuii-
.
i istulas no al domen,
h'rialdade o falla d"
calor nas extremida-
des.
Flii .:. J.
GongiVas escaldadas.
Inchoro'-.
fnflaiaro do figado.
Inflammaco da I
da matriz
Lepra.
Hales das pernos.
dos peilos.
de olhos.
Mordeduras de n ptis.
Picadora de mosquil.-.
Pulmei S.
Quenadi' .
Sarna
Supurao&cs ptridas.
Tiona, m qualquer par-
te que soja.
CARROSAS.
"i ii Jeui-.se duas carroras novas, sendo para
| boi e oulra para cavallo : na ra do Concordia,
confronte ao armazem do sol.
Aos cigarreiros c cha-1

ruteiros.
O )r. Libo Hoscoso d consullas'todos os dias peb manha ede larde depois do 4 horas.
Contrata partidos para curar animalmente nao sopara a cidade como f ara os engenhos ou outras
propriedades ruraes.
Os chamados devem s>'r dirigidos sua casa al ?s 10 horas da manha e em caso do ur-
gencia o oulra qualquer hora Jo dia ou du noite sondo por escupi era que so declare o notue da
pessoa, o dama e o numero da casa.
Nos casos que nao forein de urgencia, as ptssoas residentes no bairrodo Recife poderlo re-
metter seus bilhetes a botica do Sr. Joao Souan& C. amada Cruz ou lujado livros do Sr. Jos
Nogueira do Soo/.a na ra do Crespo ao p da ponte velha.
Ncssa loja c na casa do annnnciaue achar-se-ha constantement eos melhores medica-
mentosbomeopulbicos ja bem conhecidos e polos precos seguinles:
Botica de 12 tubos grandes, ...".......
Ditos do 21 ditos...............
Ditos de 36 ditos.............
Dilo de 48 ditos...............
Ditos de 60 ditos..............
Tubos avulsos cada um.............
Frascos de (induras........,.....
Manual do medicina homeopathica pelo Dr. Jahr traduzido
era portugus eom o diccionario dos termos de medi-
cina, cirurgia etc.. etc............203000
Medicina domestica do Dr. Hering, com diccionario. 10g000
Repertorio do Dr. Mello Moracs........ 6000
10!nno
15J000
208090
25S000
o>ooo
1S00O
2g0n0
c i- tonada desi e o da da higa alera .
lmente : quera o peg ir leve o so n
engenho Sap, ou no Recife ra larga do II i
n. 2 que sera recompensad
Fugio no dia 12 de dezemb
I un lueira comarca do Cabo, o .-:.,. II
com os si naessegiiiutcs: mulato al o,
bellos pnios o estirad* S, i. ii de raa. -
i, haiio, pernas arqueadas, ps
! seuta 20 annos de idade, notem barba m ihu-
de rollete do velludo do cores a 6|000.ditos dito | ,,,,, ,. f ..... c
preto a 5g sM. colchas de algodao adasmasca. ser;ao todas as vezes |..e ge: m
das a 59. bn han lina branca o covado 480, case- ao l);lli h" .,,,,, ^ ,
ra.radequadnnhos o covado 1*. pannos para s ...,,..,,.-, ,.l(1!i i:,
mesa muito bonitos o moderaos a 6. corles de ,
FazeiKas moder-
nas.
Curios dr i ii iras de con f is a 53500, di-
tas de urna s cor muito finas 1" :i e6S.
barege com tres ordena le babados a 159, ch-
peos de phantasia para hoan m, sendo e
guro do soda a 79, ditos doChille de 4 a 259,
dilos de. fellro do 49500 o 5?, camisas de cam-
braia de linho para senhoras, ditas muito lino, ditas de cambraia buriladas rom man-
gas, ricos corles de seda do todas ?s ron s,
elotes dos mais modernos, grande sortimento de
; perfumaras inglr/aslegi.imas, j indecora!i ver- ,
. dadeiro, oleados de diversas cotes imitando n e i marroquim para cobrir mesas, forrar almofad. -.
Ci utii i a oslar fgida do sitio da
I [uira de Mes juila, n i ostrad i des .'
los, a pn la fl ntonia, de naco w
de Francisco Uoncalves d i ab i
i- ores r ipilai s de ran i ;
leress ir pessa, a i-aptura da ref>;iid
i'" i.'ir 11 in a cas: ,..;...
rosara >nle n conipi usad 11 il ; .

NA RA DA IJIPERAT8IZ N. 27
un JE iiisns IB
>5'
m
m
Campos A Lima lem para vender cai-
^ xas com fumo americano do muilo boa ^
mi qualidade c o pre^o commodo: ua ua
%c do Crespo n. 12.
rremorde ervos.
-ios vendelhes.
aj ha para vend
ir ricas mohilUs de Jacaranda edo mogno, ricos vidros de espelho
ueuos, assim como muilos trastes avulcos ; na uiosma loja so fazcm ,'X*
das articula-."., j.
Veas torcidas ou noda-
das nas pomas.
Vend-se i st ungente no estabelecimento
geral de Londres1 n. 22 Strand, e na loja de
iodos os boticarios droguistas e outras pessoas
ni ai irf uas de aun venda em toda a Amrica
do Sul, Uavana b llespanha.
Vniu'i o 800 rs. cada hocetinha, contm
urna instriicoio era portuguez para o modo de
ia/. i uso des'te ungento.
Wg&'& i C^^ grandes c pequ
4 cortinados para camas o janellas, lava-so chapeos de palhinha da Italia e se pee na
a, lava-se tambora a palhinha das mobilias a mais encardida torna-so ou- "'/."'
,:.v\,.
W-
ultima moda, lava-se tamtiem a paimnna oas inouiuas a mais encaroiua lorna-so ou
**ii lra vez nova sem ser mais preciso as mandar pintar, lirapa-se e gruda-so estatuas ilo
V^ pedra marinle, de alabastro e vidros de todas as qualidades torna-se oulra vez t"io '^f.
Batatas muilo novas a 1S600 o gigo do 32 li- B se8ur0 c limpo como eslado Prluiliv0-
oras: na ruada Madre de Dos O, S, armazcm de ^^.-^Trm* < m ^-fc*.*.^-^ ^-.-.x^^^-^v-^ ~~*^. ^.J'&S
Valenca & C. ISr-^MM^^^^-^^M^^WW^
l< uba.

Farinha de milho americana, em barricas, che-1
0 deposito geral he em casa do Sr. Soiini, ;gada no ultimo navio dos Estados Unidos: nos i
narmaceuUcc1, na ra da uruz n. 22. einPer-
uambuco. ; arnjazens de Tasso Irmans.
No esii itorio de Gurgel Irmos, ra da! Na loja da rna Dirrila n. 48, vondera-so
Cadeia do Recife, primeiro andar n. vendora- : boraeguins para homem a 7?500, dilos para se-
so dous escravos mulatos, pecas.
Sal do Ass,
\ i adfi-3 a bordo do brigue nacional D. i/fon-
>/, undiido ;.a vj'.ia do Forte|do Mallos : pora
tratar, r.;: i:\ ?. Cadeia, escriptorio u. 12.
nhora a 30500, sapotees de couro do-lustre para
li ji'.om a 35500, sapatos deconro do luslrc para
senhora a 13280, dilos de marroquim para se-
nhora a 7C0 rs., ditos do Araraly aSOOrs., assim
corno couro delus're c marroquim que se vende
por -)ratisiimo preco.
Neste proveitoso estabelecimento, que pelos no vos molhoramentos feitos acha-so conve-
nientemente montado, far-se-hao tambem do Io de novembro em vante, contratos mensaes para
maior commodidade c economia do publico de quem os proprietaries esperam a remuncracao de
tontos sacrificios
Assignatura do banhosfrios para urna pessoa por mez.....10$000
1 momos, de choque ou chuviscos por mez 15#000
Series de cartees ebanhos avulsos aos precos onnunciados.
unto, de o.-' '.
li i le ii1 11 -. i".' olenlo, p 1 1
1 i/, chalo r ps grandes, Ifcvaiido 11
fuga camisa e ralea de algodao azul, c d
recc-u da companhia do corre'01 1 u
occasio que o mesmo corr I
der no Recife o refer lo esi rv#, dei lai
lempo que o escravo que se
ce ao Sr. Francisco Gomes J.'iOn
intervengo do Sr. Henriquc Gibson 1 u
Sr. Antonio da Albuqurrqne Maranhau qm m n
apprehender, leve-o casi do ir. Gibsi 1 ,
doSr. Haranhao, que graliOrar.
Desappare e 1 d>sde o dia 2"> do iui 1 d
zembro do correnle auno o escravo p. ,
Vicente, crioulo, 1 atura! do sertaodi Sol.
lo e cheio do corpo, lem Cal les 1 1 i< :.
i le, o falla bem desembarazado; desconli -
fgido em companhia de outi
Vcndem-so relogios de ouro inglezes, de pa-13e a qualquar passoa qun o ueg-.ie o iiaga-
tciito : 110 armazem de Augusto C. de Abreu. | SOu senhor, ua ra Direila 11. 112, que ser re-
travesseiros, etc., etc., e bem como um completo
sortimento do f.i/endas do mais apurado gosto e
melhor qualidade, vendendo-so ludo por baitos
precos, no armazemde fazendas de Raymundo
Garlos LcilcA Irmao, aterro da !toj-Yi.-la 11. 10.
glOS. ,
De novo chegaram os afamados relogios in-
glezes de ouro, de patente, e es ISo ven la no
armazcm de Rostro Itooker & C, praca do 1
Sannto n. i**.
Relogios.
na ra da Cadeia do Recito n. 3C
Vende-se superior linha de algodSo, bron-
ces e do cores, en'i novello, para costura : cm |
casa de Seuthall Melior 4 C, rna do Torres 1
n. 38.
Xarope de Mossa.'
Vendem-se nicamente em casa de Miguel
Joaquim Machado Freir, na estrada do rombal,
junto ao sitio do Iaiu. Sr. I'.aiao de Suassuna.
Este xarope, preparado com hervas brasilei-
ras, applicavel s pessoas asthmalicas, cujos
resultados sao bem venturosos.
; compensado.
.1
: I
Moleque Fugmo.
OO-JODO de gintific-ro.
lloga-se aos eapilei de campos, e a
qualquer autoridade a appiilicnsiu di um mwle-
qiie de neme Mar.oei, ciioulo, id.do fi annes
pouco mais ou menos, o qual fugio da cr
abaixo assignado no dia o de oulubro do :e-
rente anno, levando calca de cor, cami/j aa .
chapeo de palha o!.;ado e o maior i.-nnl -
do asilima o a pouco esleve docnie de besigas :
As diversas curas oblidas por seu uso sao a l desconOa-se que esteja acoiUdo per blguiH ei
prova mais eonvenieiUe quo se pode apresetilar lallio, que se queira aproveiiar do lila
de tao extraordinario medicamento. Julgando : ,!aje para 0 seduzir, desda j protesta o Di
onfadonho publicar aqu 03 nomos do todas as l ______ ,. ,
pessoas que dclle teem feilo uso (aleonando o I abaix0 agnado de cah.r (obre duo larar: 1 -n
mais feliz resultado) apenas citarei a Exma. Sra.
do 111ra. Sr. coramendador Jos Candido do llar- aqutlle que llie der noticia certa, e pagl
ros, que ha annos so liria deste mal, e jA canga-
da de tutor com lodosos recursos mdicos, acha-
so quasi reslaboli'tida ? com urna dse de urna
1 jjena garrafa.
iodo o rigor da lei, egratilica da ma:eira cima.
Jespeza que se fizer com o mesmo moleque pir*
se effecluar dita aprehensao, levando ru Ife^a
n. 21. Francisco Jos Ge ra^no.









w
Litloralura.
O BES 1 D.A I) E.
Assim, Mr. Damas admitir que as materias ce-
Iwceaesque entrara no organismo duivam-se uni-
camente dos principios anlogos tjns corpos gor-
durosos que preexistem nos alimentos ; n opi-
niao parlilhadj por Mr. Lubte quo ;i gordura so
forma por urna simple-- modili.ocao de principios
de romposicae ternario, que entrara em grande
'i ;o na nutncoo da aos aoimaes : nal-
nu-nle anda lia a opiniio Je i|ue a gordura p-
ormar no eslfemago por urna fermenta rio
udagsps experimentaos laem sido
feitas i'oibjb llm le pro ar o/nal dcslas opinios
deve prevalecer ; o que p'uk'-se dizer sem me-
Siliiller cscb centesimo janaiversario.
Tudo passa e ludo se extingue, inmente as
idaoslo idistructiveis. Como um facho mgico,
as creaces sublimes dos pensadores de todas as
pocas tom sobrevivido aniiiquilaco dos impe-
rios, dpslruico dos povos. Ellas se tom lorna-
MARIQ DE PERNAMRCO. TERCA FEIIU 3 DE JANF.1RO DE
fS60
luene viva nu muiuu das idea. ieu cousiaule-
inento em pregado lodos os seus esforcos para
um fim pratico : a iiumonidade era sua ultima
patarra.
Sempre o.stevo presente aos grandes acnte-
lo poca, lomaud i nclles urna par-
,i.
errar que nada lia de conchidenti
Pnmeiramenlo as experiencias nunca se fize-
ram em condices faroraveis par julgar com
exaclidio do sen resultado. Para chegar-se a
conhecer se ura alimento desenvolve gordura
mais do que oulro, coiivm que este alimento
seja dado em condices lacs que a pessoa ou o
animal nao so'.lra durante a experiencia alguma
modificacao na sua maneira de estar, quer physi-
ca quer moralmcnte.
Concebe-se que s a privacao da liberdade em
um animal habitualraonte livre pude tornar a ex-
periencia duvjdosa. Anda que o homem seja
Oitnieoro, pOisivel Stiieila-lo durante quolqu'-r
tmpora rirer de um su alimento, sem que sen
i-'omago soTra ?
O quejuigaremos destas experiencia minuciosas
si bmetlidas i academia para saber se o assucar
desenvolve gordura, quandose Qzeram experiea-
u ponios que se nutriam exclusivamente
desta substancia, j privnndo-os de aguo, ej
. ncedendo esta bebida rontade Ouiros dis-
scram que se a manteiga engordasse nao acon-
tecera inorror pombos magros, alimentados com
esl i substancia durante alguna dios ; e os expo-
lutadorcsd'uhi concluiram que amanteiga o.o
engordara !
Que ideado dar-SO manteiga a u:u granvoro,
c mi o llm de demonstrar ossa proposicao En-
tretanto c isto o objecto de urna memoria ins'r-
ta na cof/eccp ciencias de 181. Ha nutras experiencias fei-
taa por sabios menos gujeilos critica do que os
qii acabamosde referir, todava elles confossam
iiopodorem com certeza nada concluir.
Vamos submeller academia lacios cortos que
poderiio esclarecer a queslo, qne (ende a resol-
ver como se desenvolve a gordura. Desde niui-
i s anuos que nos temos oecupado de diminuir
.i gordura s pessoas que tiuham em abundancia
tal que as incommodava. Podomos avaliar em
mullos mil o trmero destas pessoas que segui-
r ui nossos cotiselbos a respeilu ; temos sem al-
guma cxcepgao verificado que sempre possivel
nuir i cordura, atiineniando-se principal-
mente de carne, lomando-sc pouco dos outros
oiimviilos.
Qualquer modiraeo que se emprogue im-
ivej rliegar ao mcsuio resultado piii nina
Ioa que comer indistinetnroente de tudo que
serve em nossas mesas. Ha anda nina condi-
raoscm a qual nao lia bom xito ; absorver-sc
poucos liquido-, quer sob a forma de bebidas, ou
mesmo em bandos.
Urna alraosphera hmida favorece o desenvol-
lo de gordura, Qca-se pesado com um lem-
; unid). Repetimos que temos mil lloros do
lacios que confrmom o que avancamos. Pessoas
pie leeni seguido estes preceitos em Taris ao
e .10 meio-dia da f'ranea, em Hespanha,
Algeria, Turqu a, Russia, Suissa, Blgica, In-
glaterra e llm de Janeiro, virara diminuir a gor-
dura. Citaremosmais tarde fados que se possa-
ram <<;<. Paris.
Terminamos nossa memoria duendo que nossa
?peilo da assrailaeo da gordura nu
corpo ser que se poda fazer pelos lre3 modos
enunciados uo principio, um nao impode a aceo
tros. Pedimos que se conveneessem de
eramos o medico que primeiro deu como
o tocto de que para diminuir a gordura som
alterara saude era preciso nutrir-so principal-
incnte de carne, evitando-so comer legumese
tudo que aquoso, ou qualquer alimento, lendo
por base o carbono c hydrogeneo. Estes princi-
pios chimicos sao apoiios nos [actos e na ob-
i )o.
Como j disseraos, os animaes carnivosos nao
engordara nunca, porque se alimentara de una
substancia rica em azoto, que a carne, a qual
iz carne e tiiuito poua gordura, elles nao
sentam barriga porque a carne tomada em
novolume os sust uta por um dia ou
-i horas.
bjcctou-S a esta opiniao, dizondo-se que os
carnvoros soflrem fome, sendo preciso vorrerem
muito para encontraren] a pieza, acontecer isto
nao ha duvida, mas os anmaos carnvoros ali-
tarnc n i estado domestico, nunca
I is nem opresentam barriga ; vemos
tue os animaes sobrecarregados
ilimeniara exclusivamente de ve-
gftaes e bebem muilo. '
Citaremos em primeiro lugar ohyp yppotamo t'.o
do'orme pela sua gordura que se sustenta s d
esjunto, arroz, milho, caima, etc. ; o
lamqntin, que segundo Bulln O a passagcni
entre os qnadrupedes amphibios c os cuati os,
urna verdad 'ira rnassa de gordura -e vive e; '. .
sivamente de hervas mar;:,lias, o lamentin d.'
Kanisehatka tem de 20o 23 ps do coraprimento
e de 10 a 18 do circunferencia, e pesa l a 8.00J
libras.
Acha-se no fai lo seguinlc urna prova bem no-
tarelde que a quintidadc de gordura que possuc
nas/i nenio de um dos dotis mainres poetas, de
que se orgnlha a Ailemanba moderna.
A sjmpathia universal que tem enconlralo em
Paria o projecto de urna grande solemnidade ar-
listicaem honra deSehiller, nos parec, prosen-
lemente de muilo feliz augurio.
Fehcilarao-nos pois de termos sido um de seus
primeiros motores.
Nao este o lugar proprio, para fazerraos, con-
torme todas as eney.-lopedias, a biographia do
Ilustre poeta. Conleritamo-nos apenas om repe-
tir quoJoao Christovo Fredeiico Scliillor nasceu
a 1U de novembro de 1759, em Marbach, peque-
no cidade do reino de Wrtemberg, c que, depois
de harer tentado a carreira militar o a cirurgica,
applicnu-so is lettras, sua verdadeira vocago ;
entretuve relajos com todas as uolablidadea lit-
lerarins d'Allemanha, c morreo a tf de maio de
1805, com 46 annos do id.nle, tendosido um dos
escriplores mais Ilustres de sou paiz.
So tiressemos de tratar dos prmeipaes ttulos
de sua gloria deveriamos dizer onlao que todos
03 seus oscriptos, sera excepro alguuu, sito a
expresso plstica e coascionciusa de sen uensa-
mentointimo, l'ar.iellea palavra nunca foi in-
vernada como desforc do pensamento; em to-
dos os seus escrptos se revela a verdada com lu-
do o poder da conviccao. Mddamc de Slael, um
seu to notavel livro sobre a Allemanha faz com
razosobresahiresta nobre qualidade do grande
escriplor. O culto do bem e do verdadeiro era in-
nato em Scliiller e constitua, de alguma sorte
sua vida inteira.
Ao lodo de suas poesas nao se poderia dar
certa mente o apreco. que dava Voltairu ,'is obras
de Hacine. Todava a pureza de lingiiagom, a ri-
queza o a for.a dos pensomentos, a belleza das
imagens, Mies assoguram um lugar nobre ao la-
do das mais sublimes produceoes. Ligando elle a
tudo um dito profunlo, urna'idea grandiosa, li-
rias ser naturalmente o poeta nacional de um
povo rcflectido c pensador: da mesma forma,
iendo sempre applicado igualmente n ideal sobre
0 moral e o bello, e sendo este ideal o mesmo en-
tre lo tos os povos civilisados, o seu genio nao
se limitoii ierra patrio ; punetrou entre os ou-
tros povos, e recebeu por toda parte direito de
cidadao.
Os que tem censurado Schiller de enthusiasta,
ignorara que este pretendido deleito justamen-
to a inclinacao mais bella, quu domina a moci-
dade. Sem o enthusiasmo di fe achar-se-iam
apostlos o marlyres; sem o enthusiasmo da
scicncia appareccriam Bbtistovos Colombos?
'.ue ha depois de generoso e de grande sem o
enthusiasmo, sem este irresistivel impulso do
enrarao? o enthusiasmo 6, s>"n5o o nico, ao me-
nos o principal raovel das grandes aeces, c as
mais bellas poesas despidas delle s. tornara
frias.
Se a opiniao publica unnime em recouhecer
o valor de Schiller como poeta, nao o igual-
men'e romo historiador.
Enrquanlo uns o elevam snuvens, ouiros Ihe
contestara o menor mrito. A verdade, parece-
nos achar-sn no mcio termo entre ojuizo de Bag-
gesen, que va no grande escriplor o typo mais
perfeito do historiador, e o do celebre "Nicbulu,
qu i dizia nao ver em Schiller mais que um poeta
escrevendo a historia, nao com a razio calma,
mas com a imaginacao. T
os trabalhs historeos desta epoc
llojo que o verdadeiro inelhodo tom por toda
pace triurnphado da rutina no esludo da historia
que caso se faz dessa agglomcrac,ao de fados sini
legaeo nera pensamento ?
u seo paiz, nem de seu lempo. Esta censura
porera, nos parece do muili vantagem pan o
grande escriplor allemao, porque esta tendencia
universal de seu genio lhe d um titulo de glo-
ria. Schiller cora efleilo o poeta de todas os
paizes, e su-lo-ha de lodos os lempos.
A solemnidade que Paris prepara ter um bri-
lho lodo excepcional pelo concurso dasinteUi-
genciasque para ella sao convidadas, sera dis-
linccao de nacionalidade. Os que queriam re-
duzir s limitadas proporces de urna manifes-
tacao exclusivamento allemao esta magestoss o
universal hnmenagera feit.i os ideas do poeta,
Comprchondo'm muilo pouco a vasta zona, que
sou genio percorre.
Bem como a sciencia o genio nao tem patria :
orbis terrarum civis.
II. SrnouR.Ufases.
[Presse.)
saiu-se em tuuus os lempos colisas bem exira-
nhas, q mar tem seus segredos terrveis, tenor.;s
mysteriosos.. A proposito, meus amigos, quere-
neis ouvir urna historia passada ha vinle anuos
junto a costa que faz face ao Canad ?
Oh 1 oh I conlai-nos isso, exclamaran! lo-
dos os raannheiros, approximando os tam^ore-
tes do roekingckair em que se balanceava o ve-
Iho. Eneheram-so novamoale os copo3, c Hairis
applicondoo mivdo aos asaoviosdo sudoeste que
fazia una molinada Imrrivcl, deixou pairar em
seus labios um sorrizo, depois olhando para os
vizinhos comecou nestos termos:
lia viole annos a esta parle eu vollovo do Cal- '
cuta para Qucbeco bordo de um navio inglez de
Liverpool, estovamos justamente no poca do
atino em que estamos boje, a viagera nao fui as-
signalada por nenhun aconlccimento notavel ot i
ao momelo era que montamos o cobo de areio '
que termina a pennsula da Nova-Escossi, mas
aliios prognoslicosde umi terrivol tempestado se
apresentaram de lodosos lados; o horizonte
contrahindo-sc de minuto a mtnulo pareci fugir
Lu!!L!L&*!\ CuJa pro?a ai,avi"",-se ; d"3 s meus caraaradas e o
acollados pela torca do vento ; sobre nossas cabe- I sobre os croques do
cas as nuvens corriam com a rapidez do vapor e
se amoDloavam de montura une formavam urna'
Cm drama sobre o ocano.
O equinoxio 6 urna das pocas mais perigosas
do anuo pora os navios que andan no mar. No
rnezde setembro do 1819, o vento soprova com
furor, levantava montonhas d'agua que lam aspe-
do'.-or-se deencontr as rochas na extrensidade
das quaes se elevara o ph.irol de Pine-Light, si-
tuado na ponto sul da Terra-Nova. llova decor-
c moneira que
abobada sombra, da qu.il um pouco lempo havia
de cahir sobre nos aguo a valor com illumina-
coes de raios e msica de trovos ; ao reiorde
nos as gaivotas. os goclanos, os macrteos c os
motker carey ehiekeni voavara espantados o au-
cosos, prestes a procurarem refugio no navio;
bando de bonitos o de Lotos mostravom suas bri-
Ihantcs escamas touo d'agua sobre os flancos e
sobre os cumes das vagas,
que
mais
como sabis,
infollivel do
my boy.i, c sempre o signal
rascada.
O vento soprava sudo sle,
diliculdade que podamos
derrota, rpidamente o vento saltn para o nor-
te O 0 lliermomelro desceu a 2 gra
o era com a imiur
sustentar a nossa
pidez de uoze nos por luna, uuanau rapi dame uta
alguma cousa de informe se desenhou ante nos
destacandn-se cm nepro do meo da obscuridade
da noite. o homem do leme gorernou directa-
mente sobre esse objecto, loda a equipogem es-
lava reunida no convs com os olhos fixos nesso
poni de mira.
Perra as velas, hradou o capilo, que foi
elle proprio collocar-so ao leme. Promplos a
virar.
Assim chegomos o cinco ou seis amarras do
lionivel espectro do vspero que se nos apresen-
lou nao bronco como na vspero, mas absoluta-
mente negro desde as obras moras at a extre-
midade dos mostr?.
No mesmo logar e sobre o caslello de popo,
as 'luas formos (-ilcitas de vestimenta- brancas
semelhantcs t carpideiras, so conservavara im-
moreis deixaudo fluctuar os vestidos no sopro da
briso.
As vagas se cmbaom contra o cosco do na-
vio.
Por um socre'.o Benlmcnlo de conserraco to-
saltamos de novo
quaes miiitos se hoviam
quebrado quando o navio phantasma abalroou
nossa embarcorao. Cremo-nns perdidos urna se
gunda vez. porm dcslisando-se a superficie das
aguas, como o fazia una sombra, o vaso mystc-
rioso esvaeceu-se cm um instante na cerraco.
No dio seguinte o vento passou rpidamente
para o sudoeste e nos ohrigou a virar de bordo
nos atirando para o largo paro as enseadaa dos
libas Magdalenas. Passamos a vista de muitos na
ros oceupados na pesca da tartaruga, e nenliutn
d elles iiiiha visto o navio phantasma.
Durante os dous das e duas noites que se se-
guiram.a lempeslade continuava e (leamos capa,;
mas a lerceira nao se passou com tanta fclicida-
de. L para as duas horas da madrugada a viga
do quarto a.-s:gualoii o navio. A ora tiro dt
cosa abandonado. A lempeslade recrudesciacom i
tanta violencia que ateas relacoes entre vizinhos
se achavam interrompidas. AUbenu das armas
la Gra-Brelanha conserrara-se deserta", e o1
land lord via-se reduzido a fumar o seu tabaco i
e a beber sozinho o sen gin. Se nlgum sor humo-
no mostrara-se de lempos a lempos e com lon-
gos interrallos sobro apraia, era o pai, ou a mu-
Iner de algura niarinheirn auzente, ou ento ol-
gum pillo velho mais audaz do que os outros. e
que procurara lernas nuvens despegas no hori-
tempestado.
le deslinguir o- rocortcs dos negros e escal-
vados da Trro Nova, c o cocuruto das altas mon-
tanhas coroadas de nevo.
Erafira urna brisa a eico levantou-sc c reio
enfunar-nos as vellos, seguimos a derrola e lu-
do corra o melhor possivel; l para a meia noite
a viga que fazia o quarlo no cesto-da-gavea do
mesma, deu um grito ao qual marinheiros e gru-
metes responderam ao mesmo lempo, o lodos
lancando-se de suas macos precipitaram-se so-
zonte se o tomado equinoxiol anda se prolonga- ure a coberta para saber a causa do semelhau-
n i por muito lempo. Todos se dirigan) paro o le aljrmc.
O mor estovo calmo, o entretanto o horisonle
achava-se cobeil pur nuvens sombras, que se
empoleiravam urnas sobre oulras cora os lados
prateados pela claridade da la, que se ia
pondo.
Sera a luz phospliorcceiilc das ondas que se
chocavara, o mar que nos cercara estara en-
volvido era urna obscuridade profunda.Nossos
ulhos mcrgulbavam-so nos trevaspara descubrir
a causa do alerta inesperada, q lando.....oh !
mous amigos, acreditac-me, com tal lembranca
o sanguc anda se me gelo nos veas.... Ilcmos
petrificados dianle do e;.peclaculo que se offe-
receu a nossos olhos.
Pouco mais ou monos a 100 bracas de nos de-
seonava-se o tosco de um navio de proporces
collossaes, que nos pare.-ia mmovcl c como Uxa-
do no mcio das aguis. Nao havia um s reta-
Iho de pauo ao veilo, neiihum uiovimenlo, nen-
hura ruido revellava a bordo desse navio o pre-
senta de urna equipagera ; os maslrosas verga,
o mcame tudo estova coberlo de nev e bronco
como o alabastro.
Nosso terror chegou ao cumulo quando vimos
essa massi gigantesca se aproximar.... nao esto-
va a mais do que urna amarra do nosso navio.
pharolde Pine-LIght, e all abrigados pelos mu-
ralhas dessa massica construego, (cavara horas
inlciras assentados cm silencio, esludaudo os
prognosticos do co. e procurando descubrir una
vela, que muilo se fazia esperar. Urna chova sa-
litrosa resaltava contra as paredes do edificio, os
sargacos e os mariscos do mor arrebatados em as-
piraos volleavam no or, e tornavam a cal.ir pe-
sadamente na costa.
O guarda do pharol, anda que mois exposto s
fuos do borrasca, era comtudo sem contradicho O
un.co que suslent.iva una impossiblidade naba-
to vel.
Jack Harris, noscido em Pino-Light, tinha sido
mu precocemente abandonado a suas proprios
toreas por seus pois, mu pobres para o educar.
Dotado de urna grande perseverante, de urna ro-
solucao intrpida e de urna obediencia possiva,
quahdades principies ao verdadeiro lobo mari-
nlio, Harris tinha feito fortuna, e nessa oecasio
contando os seus 59 janeiros, gozara, gracas o
una pequea somma de dinheiro, ojuntado" du-
ivnhi" se bein presentes rta"l,!. suas "amoanhas, de urna honrada ndepen-
sta pocha oencia, para a qual conenrriam tambera os pe-
queos emolumentos do lugar de guarda do pha-
rol. |)e natural taciturno, geralmente exprima
seus pensamenlos por um o liar, por um raori-
mento da cabeca ou um aceuo de raaos. Se o co
pao nem pensamento ? E depois, nao haven- ,
do ento na Allemanha a uniformidade de ooi- "-. rav""?e Puro> Harria guardava o mais p>
te o nao eiistindo a vi- o mutismo; dtr-se-his que elle nao tu,
ia a
ha prescnlemont
niocs que
Jo publica, o sentido poltico corri completa-
ment rcrplia, cestos elocubraces, obras, por1
assim iI/t soladas, noo olTereeio'm semelhanca !
alguma com vido real e Ifao erara porconsc-
quencia inteiramenlo inuleis.
Cortamente se a historia dc^e ser o ospelho
1 i- lempos possados, bem podemos dizer com
Goethe (ios que escreviam antes da Schiller:
O que se chorno commummenle o espirito
dos lempos tifio mais que o espirito parliculor
por-
fo
Premio para virar! Uod help me! Excla-
mo M o nosso capillo com a voz esganieada e
os cabellos herricados : tJod almgihly 1 Patarra
ao ma
Andamos anda durante rinla o quatro horas do
Heredes paro Plalos, sacudidos pela t-mpestade
que so tornara de mais em mais lerrivel, quan-
do pela noite avistamos colmo como urna logoa
o porto de Pine-Light, que pareci convidar-nos
a procuraran refugi i em seu recinto. 0 rochedo
'{ue formo o poni d> norte do oulro lado do pha-
rol se elevava magestosamenlo no horisonle, <
ailiaule de nos o pharol nos mandara seu foco de
raios cujo moveule disco recochetava o o longo
sobre as vagas.
O capitiio resolveu-se a ir esperar em Pine-Light
o lira da tormenta.
Quando nos aproximramos da costo ouvimos
una espantosa dclonac3o, que se reproduzia com
iuterrallos iguacs e succodondo-se com una ra-
pidez sempre crescenle. Noo obstante a atmos-
phera estar puro e claro, nada vamos o por ron-
seguiute impossivel nos e o descobrir do onde
nascia esse ruido, que se assemelhava ao de um
cmbale naval. Inesperadamente a viga hradou:
o navio 0 navio Vcilc-o, all, dianle de
vos.
Olhando na direcro que so nos oponlava o
descobriraos enlajado em uraafenda do rochedo,
do lado do ilhasinha que se estn pilo lado
norte da costa na direcro do Labrador ; tinha
os maslros quebrados e a quilha, que se empi-
nava covio um cavallo indomavel abatia-se po-
sadamente a cada raga nteiramente desampa-
rada.
Os dous vultos humanos de que a Callei, dei-
iat mi o percebersuas silhuetas brancas todas as
rezos que o vaga esparsia sua agua phosphore-
conle ao longo do navio naufragado.
_ No costo do conlinenle havia rebotico ; o capi-
liio do porto de Pne-f.ight, seguido de urna mul-
lido numerosa, se diriga apressadameuto para o
lugar do naufragio ; a praia eslava lluminda por
um sem numero de ardiles, p milito antes de
termos chegado ao navio, uma flolllha d" barcos
de todos os tamaitos cobria o maro se
tL''""."r.'.!"'.;.- ?-"vio. Pl,a"lasm,J-. Eugaiiai-I poro alm da ressaea, com tudo'fomosos qu
ganos ao espedacado navio.
nem lempo o nem rontade pora se oceupar dos Th capjto, lhe replicou o immediato com os
outros: toda a sua attencu ompregava-so no l ^llios lai> broncos como os de um defunto, nao
mar, mas se a tempestado es'allav.-i, ento torna- "av' phantosma, porque nao ha uma vivo
pre -eobo
loriiade?.
destes senhores !
S liiller chego c ludo muda. Se niio est sera
ihor da materia, se lhe escapim particu-
compensa.largamente esto falta pida
pintura dos caracteres, pelo movimento drama-
tico que sabe dar s suas narraces. Penetra a
vida intimo da poca de que se faz historiador.
Por exomplo, fallemos de sua historia dos Taizes
Ha i vos.
Quera nao ter prsenles na memoria os re-
tratos dos F.gmont e dos Horn ? Com que supe-
rioridade nos nula elle os lacos que fatalmente
uniam o despotismo e a hypocrisia Que encan-
to lias pinturas dos costumes, e como a vid i
com elle nos parece sempre real.
E* por estas qualidades especiaos que Schiller
tem popularisado na Allemanha o gosto dos
eMudos historeos, u ncnhiira escriplor tem con-
tribuido mois que elle pora fazer nppareccr nos
seus compatriotas o sentimento poltico.
Q ionio as suas obras dramticas a idea dorai-
iianlc q.ie nellas su encontr a idea geradora
qu.isi sempre a da independencia, a da liberda-
de. Unas rezos Joanna Darc, cujo herosmo
o animal devida su i alimentarao ; no lamilla i inspirado livrou a Franca do jugo inglez ; oulras
Gutlherme Tell, que sendo o primeiro a ferir o
oppressor, d a Suissa o signal do liberdade.
As mesinas ideas que constituora o intimo dos
pensamenlos do po.'ta anda se revelara nos ri-
gands e no seu Fitsco ; o marque/. Pas nao
combate s pela Ucspanha o sira pelo mundo in-
edle mucila-1 l?'roi quando pede a liberdade de espirito ao ta-
uma carnada CtarnoFilippe 11, que desprezava profundamen-
te o genero humano.
vo-se oulro ; o semblante se lhe alegrava, a lin-
guo retomara as funcQes habituaes, o espirito
apresentava-se too vivo como o de um rapaz. Km
taes occasies nada o satisfazla lauto como a cam-
panillo dos pilotos que vinham com elle aconse-
Ihar-se.
Durante a lerrivel tempeslade da que acaba-
mos de fallar, Harris abandonando sua habilual
ndiftorenca havia-se entregue a uma lo^uacidade
e a uma alegra desocosturaodos; lalvez mesmo
nunca se houvesse mostrado too alegre. Na noi-
j le do quarlo dio, eslava assontado no canto da
\ chamin fumando cachimbo e canlarolaudo en-
tre, denles, quando bateram-lhe porta, lovan-
lou-se acodado, foi abrir o eucoiitroii-se com ui-
aira.ua bordo e o convs uo est coberto de es-
queletos esbranquecidos como o do Hollandez
colante ; chomei-lhe antes navio do diabo
a tira va
pri-
meiro chegomos ao espedacado navio, que
tnuara a disputar os seus restos s ondas Su-
bimos ao convs, eram s ofto marinheiros p o
capito, este foi o que primeiro chegou comigo,
e apezar do nossa coragem, nosso aflioncor-vos,
meus amigos, que os mais bravos sentram-se
do igualmente que tinha como rival i D. Hi-
go resolveu vingar-se de uma maneira lerri-
vel, se os amantes quanlo o casanienlo nao realisou-se empregou
mil ameacas para imped reas a uniao.ameaca que
de nada serviram porquanto o casamento ellec-
tuou-so. Como os nonos conhecessoni D. /ac-
cone, resolverom deixar Lisboa afim de melhor
lurloicm-se is suas malvados tentativas, mas
elle instruido de semclhonlp projecto com'.'. i
um esiralogcmo infernal para os acomponl.ar.
pisfarnou-se com uma habildade sun igual, o
foi oifen cer-sc como despenseiro oo capillo o
San-Cltrixlocal, quu ero o proprio |i. Diorn, e
infelizmente foi aepilo. Desde c-sse momeni o
j mortal inimigo dos recemeasodos, conservando-
I sedesconhecido o ura e a entro, leve em suas
huios os vidas de ambos ao mesmo lempo. Kotoo
particularmente que iguarias e que vnhos elles
usavoiu de preferencia, e uma vez certo, baseou
sobre isso os seus planos de vinganca. ALiio eav-
telosanienle um tonel de arsnico e misturou i
vnhos e nos alimentos urna quantidade desse ve-
neno mais que sufficcntc poia dar a niorle a I
da a equipagi'in.
Ero no quinto dia depois do partida do Sait-
Chrtottu. D. Diogo, por pccaso do dia anni-
versario de seu nascimenio tinha preparado ni
testa para a qual havia convidado todos os passagei-
ros do navio; nem mismo a equipagem havia sido
esquecida ; todos os marinheiros bebiam i saude
do coptao o de sun joven esposa, uma sonde i
guia oulra..... A!i! ero o uiortc que elles be-
biam.....
Logo que D. Zaccone rpconheeeu a dp-trui ai
produzida por sua atroz ringanea, quando rom-
prchendeu que nico de todos os nassageiros d >
navio, ia licar ro no mcio de (autos cadveres,
0 lerror e os remorsos penetraran-Ule na alma)
e cedendo o verligem que d a razio, a heriur-
bora.) da consciencia, precepilou-M nos undas
'|ue se fecharan! sobre elle paro sernpre.
D. Diogo conserrou forcas bastantes para
crever os delalhes summarios de tal catsslro)
sobre o popel adiado no lirro de bordo. Cin
horas depois desse fatal banquete, o San-Ckrit-
total noo era mois do que ura vasto es luife aban-
donado o merec das vagas.
Entre os passageiros, orno o indicara a lista
adiad-i no registro do ca .tao, haviam duas ir-
moas da l.raga, que iam pora Cpylo, para reu-
nir-se a misso catholica dessa lha, eram a- du is
personagens de vestes brancas, do* quaes as I
m 9sphau las ticas nos haviam aderrado tanto. P
sem duvida os infortunadas au lomaram seno
uma fr.ua quantidade ce rinho. envenenado e
provarclmente haviam esperado, subiudo para i
ponte do novio, que o ar livre lhe feria sigua
bem. Estretamcnte aperlado nos bracos uma da
outia, essas desgracadas em um abraca supn rao
iinban esperado a morle a que lodos os passa-
geiros haviam suecumbido.
Segundo a dalo da nolo escripia por D. Diog i,
a hornvel catastrophc tero lugar na respera
dia em que apercebemos pelaprimeira vez o na-
vio que lomamos pornavio phantasmao ti-*
ror dos marinheiros.
Tratamos de nos afastar dessa scen i de desn-
licio, e tambera nos era impossivel di
muilo a bordo do San-Ctiri$toval por quanlo
vagas se debatiara contra as bordas desampara-
das do navio, que nao poda resistir por mais
lempo a sua violencia. A.- duas irmos da traca
fo rain es nicos despojos que tiremos lempo de '
transportar para o nossa embarcaro. Enlerra-
mo-las no cemilcroziuho da aldeia a e debis i
da pedra luniular que iodos conheceis, que re-
pousara os seus restos mortaes. Sem duri I
meus amigos, que suas a mas eslao no co ; ore-
mos por ellas !
No dia seguinte desse sinis'ro nao reslai
menor vestigio do San-Christoval.
E a proposito, ajuntou o reiho Harris, dirigi-
do-so ao seu auditorio, larde, my bois. 5rci
bem se fordes deilar-vos. Adeus, boa noile.
(B. H. Revoi'Fern ira VEella.
porque navega sozinho movido por ura poderlgelados de espanto ao espectculo tic se ofTere-
sobrenatural.
o nosso capito pegn na bozina o chamou a
falta o navio desconhecido.
Nenhum movimento, nenlium signal de vida
respou leu a semelhante chamado, somente o na-
vio continuara a adiantor-se poro nos; era me-
nos de alguns minutos estova apoucas bracas de
distancia, e tanto so aproxima va ,quo apezar dos
esiorcoa do nosso hornera do leme e de iodos os
bracos empregidos no manobra, corra como o
ferro para o imn. Un
tou-se acodado, loi abrir e encontroii-se com oi- ";no Pora ,J >> Uma catasiropho inerilavcl eos um joven companhero que reponzavo-ll
lo marinheiros da aldeia do Pine-Light, que vi-'Q uma .,,,l"'le lerrivel nosameacara a lados, ca- bre sobre o coracao : ao lado d'elli uma
das baleas, estes moostrns de cormidade, en-
contra-se a de Groeland Baltena mysticclus de
6 a mais rolumosa e se alimenta dos
ZOOphitOS que opresentam pela inoor parte os
pres, tanto dos animaes, como das plaas.
A balea Jubarle (balaena borps de LinneoL
que nulre-se de corpos essencialra
tora
ginosos v de peixes pequeos,
rdura mais delgada du que a precedente ;
a balea Gibhan balo-no pysalus de
o que vi\p s de peixes ; anda que seja
1 rida i imo o de Groeland, minio mais
i la do que ella e nao d senoo 10 a 12 to-
o azeite, quando a oulra d 50 a 8').
' i refo Mercantil, do Rio .
FOftalIKT!.
Schiller, mais que nenhum oulro escriplor, tem
inspirado aos Allomaos o sentimento do seu va-
! lur proprio ; e poderosamente contribuido para
despertar nelles a idea da dignidade do homem.
Elle o idealista por excelleiicia, nunca perdeu
i de vista a reolidodc : elle que, como se diz, so-
nhara passar o seroo com elle. Apcrlaod'o-lhes <
raaos, Harris Ibes disse :
Halloah, meus rapazes, vele que lempo
diablico para os vossos trabolhos: prevejo que
amanha ser ainda peior, e ao depois peior an-
da, isto vai mal, my boya Isto vai mal. O re-
verbero do pharol est ennegrecido pelo fumo
que o vento repelle par., o interior do apparelho,
ecusla-mc os olhos da cara para o conservar
arcado. Oh! na verdaie que a lempeslade ser
lerrivel amanha, estou bem corto do que digo.
Os amigos do guarda do pharol sentarara-se ao
redor de uni meso oondo Harris collocou copos,
agua quenle c um frasco cheio de wiskei. Pre-
parados os grogs, chotos e acezos os cachimbos,
um dos pilotos encetou a conversaco diri"indo-
se oo dono do cosa
Vejamos, niestre, explicoi-nos a razio do
vossa alegra quando ha mi lempo, e de vossa
melancholia quando o sol apparece c ha bo-
nanca ,;
Ora ossa boa, my 6oys, de que ros admi-
ris? A lempeslade apenas aterra os galinhas, as
mulheres eos meninos, eniquanto reanima o
verdadeiro homem de mar Um morinheiro rae-
drozo dnranlp. a lempesiado s cuida om empre-
gar as forras que lhe restara om Bsgar-SO ns bor-
das do navio, o qual pouco cuslar a naufragar
Agora, aqui entre nos, que difficuldade haveria
em passar-se vida folgada e milagrosa em um
m" SP:'",!re ralmo- sempre pacifico Entretanto
pas-
bem sabis que no nosso campo de batalho
do marinhcro pegou era ura croque, e no mo-
mento em que o novio abalroava a bombordo
chogamos a amortecer o choque. De improviso,
por urna felecidade inesperado, um golpe de'
rento repeliio o nosso navio a eslibordo, e, loo-
vado Dos, grecas somente a semelhante acaso
que escapamos do perigo.
Ha alguem ali, eiclamou nosso capillo, oUiai
paro o convs oo lado da bitacola !
Nossos olhos seguindu o navio phantasma pro-
curaram penetrar esse medonho mysterio. o
vaso conservava-se sempre immovel, era iiomeni
de leme, nem vigo nos ovens, era marinheiros
paro os manobras, mas sobre o castcllo do po-
pa apercebemos distinctamente duas formas brin-
cas, nimoris e como apoiadas sobre a paveza-
da, estavjni ellas coberlos de montos broncos que
0 vento fazio fluctuar o sen gosto.
Oulro vez o nosso capito, com toda torca dos
pululos chamou [intilmente a falla o navio que
da mesma maneira por que nos havia aparecido
se oceultoua silenciosamente na obscuridade.
Durante as poucas horas que se soguiram a
esse mysteiioso encontr perguntamos uns aos
outros se nao ero sonho, se nao leamos sido
preza de uma illuso do rcflexo especulado. Os!
mais supersticiosos estovara persuadidos que o
diabo tiiil.o-se metido nesso phontosraogoria, e '
que estovamos ameocoJos de alguma cataslrophe
Tudo andou bem at o noile, mas durante ella
o vento satluu para o nordeste, c nos, com todas
as vetas doslroldodas, singravamos com uma ra-
ceu a nossos olhos. Ero," com licito, mui extra-
nho, mu hotrivel para nao excitar o mois pro-
fundo horror.
Contra a nossa expectativa, a equipagem do na
rio achava-se no convs, mas o acreditaris,
ossa equipagem nao se compunho le cad-
veres No base do mastro grande, amarrados por
cordos, dous homens esta va m deitodos sobre um
topete de Smyruo; o mais velho, embrulhado em
preciosas guarmQ03 de pelles, tinha cm seus bra
-lli so-
mero
apertara contra os glidos scios una crian, a de
cinco a seis mezes.
A sena que sedera o florecer a nossos olhos
na cmaro era igualmente horrivel ;' ao redor
dessa salinha mortuaria, sobre ,.- coxins dos di-
vaiis.esiavam cadveres cujas [ i ontrahidas
deixavam suppor que a vida Ihcs havia fgido
cm convulsoes violentas.
Dala a pouco, o nosso capito rollan lo com o
livro de bordo leu-nos um papel, que havia ochi-
do no mcio do registro mariiimo, que rontinhaa
narrocao da cataslrophe que havia mudado o na-
vio em tmulo.
Eis o conleudo dessa horrivel historia :
O San-Chriral perlencio a um armador
do Lisboa ; o capito chamava-sc I). Diogo
Salvador, e viojava piro Ceylao: a carregarao
consista em vinho do Porto, caixas de verme-
A BENGALA
Por Madaine
BE DALZAC.
E. de Girardiu,
jora
')
WUI
Lma illus > desfeila.
heluso.)
A senhoro le D"*' uma sen hora muilo
altenciosa, di/i- a interlocutora ; muito gra-
' -i lem mu las sympathias
E' encantadora, acresccn'ava Tancrcdo cora mi
msi -i. ~ ; lem muilo espirito, muita instruc-
gao ; 'uma senhoro muito distincia.
Tancredo livertia-se o dizer minias cousa?,
1 rque nada sabia a respeito desta mulher ;
nunca o tinha \islo seno no dia em que tinha
suai -1 em disforc ; poda acha-la bella,
porque a tinha rislo ; mas nao poda louvar o
sen cspii lo seno ao acaso.
la continuar a inventar anda ouiros qoalida-
ixccllcntesdasenhora de 1)"*,quando olhou
para Clarissa, a expresso de sofTrimento que se
desenlia va ensou rosto o sustere ; comprehen-
deu immedalaraenleo seuliraento de ciume que
a tinha felo erapallidecer, e, para destruir o fu-
resultado dos elogios que tinha prodigali-
sen hora de l)--", a rescenlou :
Infelizmente, pcrde-Ia-heraos bem cedo ;
deve partir pan Illia dentro do oilo dios.
Estas patarras forora mgicas; ns faces de
-1 ccrarara de prazor, um sorriso involun-
tario deu brilh i as suas feices.
No verdade, minha senhora, que a,
V. I'.xc. nao precisa de pesso alguma ?
Tancredo proferto estas patarras com um lal
accenlo de ternura, que a tmida Clarissa coren,
baxo'i os olhos e nao rcspondcu.
Responde, fllha, disse a Sr.;l Blandais :
parece-mc uma crianeinha osla noile, ninguem
le arrancar urna palavra.Clarissa mineo
tinha eslado na sua vida no theatro, porlanlo
noo admira que esteja perturbado por se ochar
oqui; comtudo ella nao tmida. V. s. estove
em casa da condessa de D*** noqiieila noile em
que tila recitou uma poesa ?
llioo e om muitos tonois de arsnico. Pouco
lempo antes de doixor Lisboa M. Diogo havia pa-
sado com n. Manoela daPenha-Flor; moca de uma
grande belleza, o que baria annuido em o acom-
panhar na sua viagem a Ceylao.
Essa moca tinha sido promettida por seus pois
a um hornera de um csratlcr violento eauda-
cioso, do maneiras rudes e gro3seiras, mas. pilo
sempre se eppozera (com respeilosa energa,) a
vontade do familia declarando que prefera antes
onlror cm um convento do que casar com um in-
dividuo para o qual s senlio repulsao. It. Zac-
cone (era o nomo desse homem detestado) ins-
truido da resposla de !). Manoela, e saben-
Sim, minha senhora, ella que faz o papel
de thisbe. Tenha a bondade de ver.
E Tancredo mostrova ura pequeo jornal que
tinha na mo, era que o nomo dos actores esla-
va indicado.
Sim, minha senhoro, respondeu Tancredo,
nunca hei de esquecer essa noite : foi paro'
ra uma noile de emocoes e avenluros ; nao
somente tive o prozer do ouvir os versos desta
' senhoro e de Lamartine, mas ainda alm disto me
i n muito. E tinha apostado com um meu amigo
que oslara com o chapeo na cabeca lodo o tem-
| poque Lamartine recitasse, c que' ninguem me
havia do ver.
Escalando PSta.narraco, a Sr. Blandais e sua
j filha nlhavom-se mutuamente.
Ganhei a aposta !
l'erdeii-a, minha mai, disse vivamente Cla-
nssa.
E depois ficou toda ppriurbada por tr dito
isto.
Minha lilha lera razo, replicn a Sr."
Blandais ;. porque, .agora rae lcnibro de que,
nesso noile, quando eslavamos em casa, falln,
lodo admirada, de um rapaz que havia notado,
porque eslava com o chapeo na cabeca;
cu disse-lhe qne.ora impossivel e que ella eslava
lonco.
Todava, foi verdade ; aa cousas mois ex-
imia ma noticia para nimba lilha, disse I Iraordtnarias acabo
n Sr.'' Blandais, que nao tinha dado altenco a
este modo drama, o senhora de D*** o' suo
nico protectora era Paris ; a sua ausencia far-
nos-ha bstanle mal.
A lilha de V. Exc. pode escusar a sua pro-
ra sempre por scrcm expli-
& Cla-
llarissa deria comprehender.
Depois vollando-se para a Sr.a Blandais, acres-
ccntoii :
) scu talento j muilo conhecido.
Nao importa, disse a.Sr.* Blandais, lenho
muitos saudades della r raa infelicidade par
nos a sua partida. z\ 1*-
Agora j nao faz falta, .repeli Tancredo
e dirigiudo-se !> Clarissa
codos.
Estos palarras, que se dirigiam ainda
rissa, ti/.erom-o corar de novo.
. O panno levonlou-se ; o segundo acto come-
con ; a ^r." Blandais voltou-sc para o palco, e
um tom que nao ponsou em mais cousa alguma seno na poco
e nos adores-
{) Vide oDiario a. 29S ]
Clarissa quera ouvir, mas nao podio ; s vezes
olhava sem ver, outras vezes baixava a cabeca e
Acara mergulhada as suas medit icos, e op-
pressi por una forte eraoco.
Tancredo, notando a sua' preoecupoco, disso-
Ihesorriodo:
V. Exc. noo gosta da represeolago, minha
senhora ? Todava quera reprsenla mademoi-
. selle Mars.
1 Ah I mademoiselle Mars ? disse ella.
a nr, porque pensou que Tancredo oslara lalvez
presente, e que podio ler ouvido o que sua mai
tinha acabado de dizer.
Todava esta presenca mysteriosa inquietava-a,
e s quando sua mai lhe disse :
Descansa agora, minha filha, parece que
ests incomniodada, a representaco nao le fez
bem,que Clarissa se decidi a entrar no seu
quarlo.
Ao dar as boas noiles, abracou sua mai mais
temamenle que nunca, e rctirou-se.
Clarissa cominhava pensativa o cora lentiJao,
mas entrando era seu quarlo, qual nao foi a sua
sorpreza, o sen tenor, vendo Tancredo asson-
tado mesa Tinha um ar perfeitamonle tron-
quillo, esperara aquella que adorara com ionio
serenidode, como um irmao que esperasse sua
irma, corao ura marido quo esperasse suo mu-
lher.
O primeiro movimento de Clarissa ora para fu-
sua mai
Clarissa voltou-sc para ler a pagina quo osle
lhe opresenlavo, mas achou-se to perto delle
que hesitou.... '
Clorsso leve a onsadia de o olhar ;__ oh !
como ticou perturbada ento !... Ella via-o el-
le, o ser que s tinha visto era sonho !.. Eslava
junio della agor,fillava-!hc,confessava-lhc a SUS
presenca !.. Quo momento aquelle lo cheio de
delicias.
Tancredo vendo-a to billa, lo commovida
esqueceu-sc do papel que fazia.
_ Clarissa, disse elle com a mais lerna emo-
;ao, reconlioce-me ?
Clarissa olhou-o chcia de admlraeo....
Tenho modo de estar louca, dis'sc ela.
mdi i umlu"m>m horrivel exclamara a Sr/lgir e rollar paro imito de
inandais, o quera o proceder do lyranno de Pa-1 olhar de Tancredo a releve
dua pora com sua mulher indignava.
E lo los se oceuparam somente de Angelo e do
pesempenho do mesmo.
|XXIV
Um sonho realisado.
Quando terminou a representaco, Tancredo
d isse :
Uma vez que a senhora de D'** nao est
c, permittam-iiic, minhas senhoras, que as
accompanhe.
A Sr." Blandais aceitou o braco de Tancredo
com muila confianoa, mesmo porque o iulgava
um intimo amigo da Sr.a condessa
Tancredo conduzio na sua carruagom a Sr.a
Blandais c sua lilha atea cosa.
Assim que chegaram casa, Dorimont fingi
deixa las ; porm tomou a bengala maravi-
lliosa com a
son eu ento quem possuc
diga-mo quera
Nao verdad
o seu o mor ?
E sim : mas nao o conheco
, por que mysterio...
Oh noo me interrogue, quo nao pi ss i res-
poder-lhe ainda : amanha, Clarissa, virri fallar
cora sua miii; hale saber que amo suo filha, que
quero desposa-la ; mas nao ihe cont nada a nos-
so respeilo, Clarisso, esse um segredo que ella
deve ignorar.
Mas so ella me perguntar ondeo vi ?
Nos seus sonhos,... e alem disso, nao me
encpntrou ja em coso da condessa de I)"- ? A pi
\ psito, quem era este rapa/, com quem suo mai o
quera casar ?
Ero o meu ideal, dissu Clarissa.
a casa da
l eslavo,
pois ento
Nao tenha modo, disse elle com uma voz
cheia dedocurae respeito ; venlio, Clarissa, pa-
ra junio de mira ; quero fallar-lhe.
Clarisso licou immovel.
Venha c, minha querido amiga, porque se
arreceia do mim ? Ha lano lempo que aqu ve-
I nho e lo pouco conlonca lera era mira?
; que esse lenior? Eu nao racreco.
O tom de reprchenso com que .Tancredo pro-
1 nunciou estas palavras ollligio a encanlodro ra-
pariga. Clarissa upioximou-sc ura pouco delle,
e parou.
I t Tancredo offendeu-so com tanta desconQonca.
C
lanssa noo me comprendido, disse elle
Eu? Nao. Noo o conli > '".'
Nunca o vi. Nao quiz ir nunca
condessa do li"" n > dia em que elle
Muilo bem, disse Tancredo rindo,
mas um direi a sua rai que ero eu.
Mas a mira hado dizor-me a verdade, oim?
E impossivel. Clarissa. Nao queira saber
um segredo que noo meu ; pode comprometter
ura dos meus amigos o sua revelaro ; nao posso
conlia-lo mesmo aquella que orno ; devo ca-
lar-me.
Adevinho, exelamou Clarissa, esse amigo
Paro' que pode comprometter o senhorio da nossa ca-
|so. Becordo-rae agor que o vi rir no outro dio
quando nos vio no jordim. foi elle que nos Ira-
nio. Deu-lhe os chaves do todas s portas poro
que podesse entrar era nossa cosa meu Dos !
que homem aquelle !
Tancredo rio-sc desta idea de Clarisso, o urna
com tristeza. Ad
cus
E tomou a bengala com a mo esquerda.
A pobre menina noo o vendo, animada
pelo
acora a mao esquerda e entren invisivel I saudade e pela ausencia, drigi-se poro o locar
com ellas, para ouvir o que se dizia a seu res- ; que Trancredo tinha feito bem cm fingir doixor,
achou-se junto delle sera saber.
peito.
J vejo que tinhas rozoo, minha filha, dis-
se a Sr." Blandais entrando no seu quarlo, este
rapaz eslavo cm casa da condessa.
. Ai minha mt, se soubesso !.. exelamou
Clarissa, mas nao acobou.
Que prodigio !.. disso ella,... Oh
tenho medo !
como eu
nar
terio
ibaraco
Tois
ranquilltse-se, Clarissa, disse Tancredo tor- m'o tivesse, saberih que
indo-sc visivel. um dia lhe explicarei esse mvs-! plicacos. .
.. f i -"o ; agora s fallarei da nossa ventura. Diga-
Em face della, eslara Tancredo visivo], que rao. seja franca ; quer ser minha mulher.
4 o a 1,gl!. -de se Ca!ar- CUr',Ma perturbou-se. I Eu ti senhor, disse ella com eral
A Sr. Blandais, notando a sua agitaco, quiz so- mas... senhor .. eu nao o conheco
cega-Ia, e disse : | clarisso noo diz a verdade'..'." hoic ento
tste rapaz 6 muilo lindo, nao ha duvida ; | a primeira vez que rao v? nao conheco por ven-
raas parece-me que ha de ser ura pouco cstu- I tura o scu anjo da guarda ? acrescenlou ello sor-
Pldo- rindo
Pois eu julgo. pelo contrario, que elle lera i Oh nao, respondeu ella ; noo ; asora te-.
muito espalo, respondeu Clarissa ; e comecou ;nho-o presento !
vez que ella pensara assim, deixou-a pensar. As
pessoas feriis de imagino;oo obrara sempre des-
lemodo, forneccra os outros dos com que bao-
de sor engaadas.
Com ludo as duplicados chaves nao explica-
ran! anda as sbitas apparie3os e despparicoes
le tanto sorpreudiam Clarisso ; ella insisti ain-
da...Tancredo arrufou-sc.
Clarissa noo me lera amor, disse ello, se
elle uo exige lautas ex-
s bem diga-mo, oo menos, se ha-de
eslar sempre invisivel aqui, sem quo o;i o saib ?
Ah jo lera modo, disse Tancredo gracc-
I jando.
Nao isso,mas porque onlcs o quera ver.
E follando assim, Clarissa Otara nel!o seus
lindos olhos com tanto prazor, que confirmara
bem a verdade das suas palavras.
Como ora bella ento! Tancredo, que affectova
uma trieza do dignithde, itio poje resistir a es-
Varicdadcs.
bu observo esse vicio de Diethodo na Indio,
alguns seculos antes de nossa era ; ero uma cou-
sequ enca muito natural de iodos os esforroa in-
fructuosos que abi cnsaiou a pliilvsophia ante-
rior. Era quanlo na Creca, pela mesma i
Scrates inaugurara o verdadeira sciencia di
ma humana, os philosophos indios enganarara-
se, sem esperanza de jamis attingircm a v
de, que nao foi produzid nem para seu lempo
nem pora seu poiz.
Na vereda cm que a pilosophia india se tinha
uilernado.s havia do possivel paradla dous par-
tidos, um to incommodo qnantoo outro .
locar na mmobilidade de que o brahmanismo nao
sabio, ou ir com o buddlnsmo ot as consequen-
cias desesperado; de um alheismo, que ignora
si proprio e de um nihilismo implocavel. (i
buddlia noo retrocedeu. p suo coragem cega'nao
una das qualidades de sua grande olmo, qu.
menos impressionem Mas em noss len
depois das lieoesde Descartes, tem-sc realmente
repugnancia de imaginar, c nao se poil
culpar laes erres p laes delirios.
A philosopha noo mudou seu antigo ; i
lo. Conhece-tp mesmo, sua lioraorlol
visa Suo orca o sua glorio pd-la em pralica
suo fraqueza, esqutc-la. Poro qu.,,. i.;, -? qui.;
saiisfazer com palavras c hypotheses, pelo me-
nos esteris, quando uo sao perigosas, o phio-
sophiasu lera um solido fundamento, o obsena-
e.io dos phenomenos da olmo humana. Se a psv-
chologia nao lhe serve de base, olio arrisca-se ,i
uo ser mais que ;um encadeamenti d jonhos
esplendidos ou tenebrosos segundo a i
quo os produz.
Comedor polo homem analysado com o ta-
cho da consciencia. pora do horaem elevar-;
conheciraento do mundo c de Dos, eis o nico
mothodo digno da sciencia cdigno de
culo. Todo systema quo esquece-se de tomar
esto garanlu, e de .adquirir este titulo coulian-
cj que reclama prepara-se muilo mal para a ver-
dade que procura, e nao so deve sorpren ler d -
abysmos em que cabe.
!Coll(llar->c-^a,.
*^J?*- II L IUILI^1JI_M_. M|,
le olhar. Tomou Clarisso nos bracos p cilreUcu-T
lernaiuente.
Kllaempallileceu.
i: estranho disse ento ; parece-me que
urna vez... foi sonho...E depois perguntou i
nocentemenle :-E esta a primeira vez que...
^ Que a abraeo' nao; mas nao me interrogue.
Boa noite, preciso qne repouse; hoje naosoiibe
durma : durma socegada que nao me ha do ver'
Ale amaiiho Adeus Clarissa, adeus.
K dizendo isto all'osiou-se depressa porque i-
nho modo de si.
Clarissa rio sahir Tancredo corao um s> r roa!
nao como phautasma. Seus olhos soguiram- '<
com .i mor.
Quondo se vio s, poz-so a saltar de c
como uma crionca.
E ludo slo'c verdadeiro ? exelamou ella, c
a alegra embriagara o son roraco.
Antes de se deilar, olhou anda em torno de
sr, pora ver se com efeiio elle tinha partido ...
mas realmente Tancredo estova ausente.
I ii mez depois vol tou,noo romo um s-r in-
visivel, mas como um marido adorado que lin-
da Clarissa doria ler sempre junto de gj
A senhoro Blandais ticou deslumbrada com es-
te luilhoiite casamento, que atlribuio oo talento
de sua filha, e que noo ero devido senoo '. bei -
gala maravilhos-j de Balzac.
A celebridode tinha apenas feito caler ogrnio
que despontova om Cloriss.i a bengala tinha fei-
to conhecera pureza do sua vida, o simpliddado
do seu coiacao, e os seus ottralivos. A ben~al.i
linho. pelo contrario, reparado os inluslicas que
a celebrdade lhe tinha feito ; foi ella qr
Irou a Tancredo que as almas que se conservan!
puras no mundo sao aquellos qur vivera de illu-
soea : e que, se a celebrdade um facho n0 d
muilo bi'lho vida, a poesa, oo menos uta
veo sagrado que cobre c preserva o coracao. IV-
lizes aquellos que sao poetas! infelizes 'lucilos
que o nao sao !
Tancredo levou a sua joven esposa a Blois, pa-
ra rasa de sua mai; Clorissa deixou Paris srm
saudade ; esqueccii os successos que l pedia ob-
ter; os seus desejos lnham sido precnchidos
alem dos suas eoperancas. Em Pars, nao rinha
procurar seno a gloria... e l tinha adiado a
ventura.
Quo fui feito da bengala ? perguntar-sc-ha
Jdes sabe-lo ?
A bengala vollou s maos de Bjlzac
.es Heritiers Bvirovg
vo sahir a luz !!
____________________VIM._________^^
PERN. TYP. DE H. F. DE FAJA. WW."