Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:08927

Full Text
.
AUNO IXITI. HUMERO I,
Por tres me/es adiantados 5$0O0.
Por tres mezes vencidos 6$0OO.
SEGUIDA FEIBA 2 DE JANEIRO DE !86ff.
Por UH adiantado 19$000.
Porte franco para o subscriptor.
f-XCARREO A DOS DA SWCR1PCA.0 DO NORTE.
o
Farahiba, o Sr. JooRodolplip Gomes; Natal,
o Sr. Antonio Marquesita Silva ; Araraly, o'Sr. A.
da Lomos Brags ; Cear, o Se. J. Jos Je Oliveira
Maxanho, o Sr. Manuel Jos Martine Itibeiro
Guimares; Piauhy, o Sr. Joo Fernandes de
Moraes Jnior; Par, o Sr. Justina J. nomos;
niMim,o Sr. Jerotivmo da Costa.
PAKlliiA MUS CUKftKlUS.
Olinda todos os das as 9 1/2 horas dodia.
Iguarass, Goiaiina e Paralaba as segundas e
sextas Feiras.
S. Anlo, Bezerros, Bonito, Caruar, Altinhoe
Garanhuns as trras feiras.
Pao d'Alhu, Nazarelb, Limoero, Brejo, Pcs-
queira, Ingazcira, Flores, Villa Bella, Boa-Vista,
Ouricury e Ex as quartas-feiras.
Cabo, Scriuhem, Rio Formse, Una, Barreiros,
Agua Prela, Pimenteiras c Natal quintas feiras.
(Todos os correios parlera as 10 horas da manha.',
AUDIENCIAS POS TRIBUNAES ^>A CAPITAL
Tribunal do coinmercio: segundas c quintas.
Relaco : trras feiras e sabbados.
Fazenda: tercas, quintas e sabbadog as 10 horas.
Juizo do coinmercio : quintas ao mio da.
Dito de orphios: tercas e sextas as/10 horas.
Primeira Tara docivel: tercas e settAis ao meio dia
Segunda vara do civel: quartas e| sabbados ao
meio dia.
E1HEMI KIHES DO MEZ DE JANEIRO.
2 Qtiarto crescenle as 11 horas e 30 minutos da
manha.
10 I.ua cheia aos 53 minutos da manha.
16 Quartoiuinguaute as 6 horas e 56 minutos da
tarde.
24 La nova as 3 horas e S7 minutos da ma-
nha.
PREAMAR DE MOJE.
Primeira aos 54 minutos da manha.
Segundo aos 30 minutos da tarde.
DAS DA SEMANA.
2 Segunda. S. Isidoro b. m. ; S. Aiegeo m.
3 Terca. S. Aprigio b. de Beja; S. Antero p. m.
4 Quarta. S. Tilo discpulo de S. Paulo.
5 Quinta. S. Siraeo F.stellita ; S. Emiliana v.
6 Sexta. cft Dia de Reis ; S. Epifana.
7 Sabbado. S. Theodoro Mongo ; S. Telminio.
8 Domingo. S. Lourenco Justiniano.
ENCARREGADOSDA SlBSCKIl'CO NO SI I..
Alagoas, o Sr. Claudino Falco Das : Baha, a
Sr. Jos Martina .Vives ; Rio de Janeiro, O Sr.
Joao Pereira Martilla.
KM PKRNAMBI CO.
O proprietario do diario Manuel 'gueiroa da
Paria,na sua li rariapraca da Independencia ds.
i 6 p 8.
PARTE OFFlClftL.
COHMAMM) DAS ARMAS.
Qaartel general do eominandi das
armas le l'ernambncu, na cida-
le do Reeife, 31 de dezeiuhro de
?59.
ORDEM DO DIA N. 33".
O tenente general ccmmandanlc das armas or-
dena, que na manha do dia 2 de Janeiro se pas-
so reisla de inoslra aos corpos movis do exer-
<-ito existentes nesta capital, e as companhias so-
ladas pela ordem seguinte : as 6 horas a eompa-
nhia de artfices ; as 6 1 '2 ao 10 batalho : as 7
ni" prohibe que siga ouira senda que au seja a
do direilo, da Justina, dos interesses lano dj mi-
nha casa como do meu puvo e da Italia. A mi-
iihasortc est ligada do povo italiano : pode-
mos succumliir ; mas Irahir-nos, isso nunca. As
victorias de Solferino e de S. Marlino podem res-
gatiros desastres de Novara e de W.iterloo : po
rm as apostasias dos principes sao rrcptfTaveis.
A minli.i resoluco porlanlo iuibalavel, aiuda
quaudu houvesse de lini' s, completamente s,
no campo da grande lula, em que V. M. ao prin-
cipio me esiendeu a mo. Se V. M., forte pela
adraraeo do seu povo, lem em pouca conta o
recoiiheeiineuto, as syinpathias e a allianca do
povo italiano ; cu siuio-me couiinovido dolando
d'aluia pela f, pelo amor que esle nobre e des-
io 9" ambos de inantaria ; as 7 1,2 ao 4o bata- ditoso povo em'miiu depos'itou ; e antes do que
Iho de arlilharia a pe, e finalmente as 8 a com- faltar-lfae, quebr a minba espada o sacrifico a
panhia de cavallara. # j minha corda a excmplo do meu augusto pai.
Assignado. Jn.it .Innqvim Coelho. Nenhum interesal-pessoal me leva a advogar
Conforme. Horacio de Gusmo Coelho, alfe- o principio da annexaco. A minha casa nao ae-
ree ajudante d'ordens.
EXTERIOR.
j ve o seu poder e gloria aos votos de assemblas.
IA espada e o lempo nos ho levado do cimo dos
j Alpes at as margena do Hincio; e csses dous an-
jea da guarda dvcasa de Saboia leva-la-hao ain-
I da mais longe, quando a Dos approurer.
11 Seja qual for a vossa futura poltica, senhor,
certeza de que jamis me encon-
I ni nnsso amiga, patriota italiano, acaba de
receber ou Turin a seguinte copia da resposta I tenha V. M.
ijue se diz ter enviado Vctor Emmanoel carta trar na lileiras dos seus ininiigos
ue ha pouco llio dirigi o imperador dos ran- O meu povo nao pode retroceder renuneian-
cezes. 0 conloado desta carta, verdade com- do liberdade que ale ao presente lem gozado :
bina pouco com as noticias lelegraphicas ultima-1 os Napolitanos, os Toscanos, os Romanhcs, os
mente publicadas, todava OS sentiinentos li'ella I Mndenezcs r os Venezianos, julgam-se a par dos
manifestados e desenvolvidos nao deshonraran] Piemonlezcs e dos Lombardos. Seja pois a 1-
poi certo o monarcha italiano, se elle e os seus j herdadu ou a escravido partilhada por todos.
ministros a houvessent meditado e esetipto. Es- l Podem por ventura o santo padre e S. M. Apos-
pttrando que os facles uo-lo. venham confirmar, | lolica conceder aos seus povos a liberdade de im-
julgamos azer cousa grata aos nossos leitoros
(radu/indo-a o mais litteralmente que nos for
possivel. Ei-la:
Senhor.
< A caria que acabo de receber de V. M. para
iuin mais urna prava da vossa constante solcitu-
de pelo bem estar do povo italiano. Aprecio-a
como merece, e em norae deste povo vo-la agra-
dece do fundo d'alma
i Vossa Mageslade appella para a minha coo-
peracoafim de fazer prevalecer os vossos pla-
- de regeneraco da Italia.
< Vou, bem a meu pezar, expor Vessi Ma-
gestade as razes que loruariam a minha coo-
peraran ncompativel coma minha honra, com o
meu direilo, cora a justiea o com os meus de-
-. eres.
Nunca me hei lludido acercada situaco dos
negocios d'ilalia, porque sou soldado e nao poe-
ta ; nao ti iiho portante que banir da mente es-
tenis illnses nein esteris pezares, e preciso
'ue Vossa Mageslade se digne considerar os pla-
nos da nova organisac&o da Italia, nao como
obra especiosa de un dia, mas atteuder sua du-
ra^o e estabilidade. )
- Longe de mim a idea de querer indagar, se
Vossa Mageslade fez bem ou mal turnando por
assalto a paz de Villafranca. Tendo eu sidy en-
to desaltendido, fura intil, e aesairoso para
mim, agora, alterar a tranquilidade d'espirito
de Vossa Mageslade com intempestivas conside-
rar. "ie Conhejp .em demasa a" dilTicuiJad
prensa, de culto e da palavra, que eu dou aos
meus povos .'
V. M. opim que a presidencia da Dieta aug-
mentara a influencia moral do papa. Mas quem
lia afii que tenha allintado, e quando que se at-
teiitou na Italia contra essa influencia i Ijue o
soberano pontfice nao deseje nem peca outra, e
e soberano alguiu no mundo ser mais poderoso
e acatado do que elle.
Mas c precisamente nesta presidencia que
consiste o perigoda Italia. O papado electivo.
Que ocardeal \ntonelli, por exeniplo, succeda
un dia a Po IX, e entre a Dieta italiana e o seu
presidente rompern as hostilidades, tornando
ineviavel um golpe de estado.
De resto, a presidencia da confederaco com-
pensa as reformas que se recia mam ao "governo
ecclesiastico : por isso que estas reformasabran-
gem a propria nalureza do governo. O papado
deve perecer no dia em que os seus actos forem
discutidos n'uuia cmara de depulados.' Nao se-
ra mais generoso cortar-Ihc a existencia por
meio de um decreto, do que compromette-lo e
deshonra-lo, patenteandu luz do dia todas as
suas fragilidades ?
Relativamente presenta da Austria no seio
da confeileracao italiana, exporei a V. M. una
simples consideraco, urna hypothese. So ama-
nhaa romper urna guerra entre a Franca e a Aus-
tria, que far a Italia'.' Se eu livesse a maioria
na Dieta, a Italia nao pedera ilexar de (car
neutra, mas como a maioria perlenceria infalli-
lados-lJmuos, e oos recursos relig *'-os de cdda | inuniJades, ao mestiio lempo que oulrns eraiu
diocese. (1) Resta-nos tratar dos p^es ao norte | chamadas .de Franca para completar o bello
da America ; pazes, que interessaH niais espe- edificio religioso do Canad. As Irmaas da
calinente & Franca, porque Ihu d- lem sua pri- Providencia, criadas canouicamenlq em 1844,
meira colonisacao, Com ludo o pCr. q"e hojo a ; recebem o orfaos e visitara os doentes era suas
Inglaterra possuc e com a denomin. ;o de Cana-! casas. Ellas possuem estabelecimeutos at no
d est b>*m longe de represent: Nova f'ran- Chili.
r.a de I.uz XIV. N'esse tt-mp revindicamos' as Irmas de lesua-Maria, estabelecidas no
por direilo de descolierla e de pr.meira oceupa- '. Canad cotao as precedentes, educan) na virtu-
co a quasi tolalidade do contineite da America ;de e piedade as mogas do campo. Ellas ac-
ao norte do Mxico, de sorle que maor parte bam de enviar um enzaine de do/.e desusas
das antigs missoes dos Jesutas i Canad Uve- companhelras ao Oregon. As Irmaas de Santa
ritorio actual j Auna prestam os mesmos servidos que as pre-
cedentes, em quanto que as da Materndade
r descobrio o '. cuidara das paridas e previnem muitos infaiil-
une de Fran- cidios por sua discreta o caridosa inlervenco.
quasi um se-|Alem destas mialro communidades, que surgi-
.oveito de sua | ram no Canad,_as Damas da Sagrada C^rte, as
rain por Ihealro alguma parto do
dos Estados Unidos.
Foi em 1534 que Jacques Cari
Canad e d'elle apossou-se em
cisco I. A Franca por espaco
culo nao tentn 'seriamente tir
dcscoberta : as guerras de reli
na e enfraqueciam-na bastante
energa das emprezas longin^
bravo Chauplain deve-se, no r
que IV, a fundaco de Ouebec
ploracdes, mas a colonisacao
consistencia desde 1632. P.
Jesutas foram os primeirns W '
ad. Os primeiros inclinaran
te ao ministerio parochial pa
e os segundos se embienhara
cura das IJ-ibus selvagens.
Canad quinze Jesutas, e a
laudados formadas e reos 1
Franca una profun
des inleiras de Par1
penitencias ausl
vor dos selvagens
eczas enviavam r
pellas rusticas, e
a felicidade, que >
traziam.
IJualro annos r
cooperaro do
i oceupavam-
a dcixar-lhe a
. Todava ao
ado de Henri-
mportantes ex-
tomou alguma
s Recoletos e
vmpa
las pi rineias davam-sc
para dobiar o co em fa-
anad. O rci c as prin-
irnamentos para guasca*
mmo-Pontitice expressava
numerosas conversoes Ihe
para dirigirem i
Ursulinas para
iustituicoes m
em Ouebec, o
um bem infin'
coma menos
numerosos ei
em oulras di
A pr 'vincia
le divde-se ei
lornou-se a si
foi Iransform
pois. A crea'
de 1811. De
Moiilioorenc^
S importar'
lados.
que tiveram de ser' sobrepujadas, oliiu de se dar velmenle Austria appoiada pur aples, Roma,
uuta apparencia de provisoria conciliacoa inte-1 Florciica, Modena e 'arma, a Italia leria de
ses uiconciliaveis. Mas, visto terem. de pois
da paz de Villafranca, sobrevindo acontecinieo-
losantes nunca previstos, nem to poucosonha-
dos, es e, novos elemeulus devem, a meu ver,
entrar em o numero das consideracoes que mo-
vem a poltica actual de Vossa Hagestado a
Lem da paz de Villafranca. Tanto Vossa Ma-
gesl ide, como Sua Mageslade Apostlica nao
previram duas cousas.
1." Oue os povos da Italia Central liouvessem
podido oppdr urna determinada resistencia ao
regresso dos seus soberanos ;
i-. Que estes povos, por meio do assemblas,
eleitas por sufiragio mais ou menos extenso, de-
crctariam a annexaco d'aquelles estados ao paz
que Dos coulioii ao nosso governo.
Ora Vossa Mageslade bem sabe que estes nao
podem ser laxados de actos revolucionarios, de
que se ria deva fazer caso.
Fui una assenibla que deu a cora de Car-
los X casa d'Orleans, c a Europa recoulieceu
Luiz Philippe. Lua assembla dcretou a re-
dllespanlia
uerrear com a Franca.
Ora, esta nobre c generosa naro leria derra-
mado tanto sanguc e dispendido lautos mlhocs
para cravar-se urna espada nos flancos ou terna
horado perigoutu povo lo amigo como os ami-
gos de Job.
A Austria ceden do direilo de lerguarnic.oes
era l'lacencia, em Finara e em Cumacchio, pelo
motivo de j.i all nao estaren) essas guarnices,1
porque se ah quizessem novaincnte cstabelccer-
se teriam primeiro de abrir caminlio por entre o
excrcito de V. M por entre os meus soldados c
os da Italia Central ; nimia palavra, leria de re-
comecar a guerra.
V. M. sabe, de reslo que a posse de nacen-
cia o do Parma julgada indispensavel ao Pieiiion-
lesob o ponto de vista estratgico, dcixa total-
mente a descoberlo as miuhas fronteiras, oPie-
nionte s lem um inimgo, a Austria ; e a Aus-
tria pode sern difuculdade Iranspdr o Hincio on-
de quizere o P em Borgoforte. A Austria, li-
nalmente, vendeu-nos a l.ombardia conquistada
a cusa de tanto sanguc derramado, e conserva
Foi V. M.
Irmaas de Rom-Pastor e as da Sete-Dores vie-
ram de Franca completar os recursos religiosos
da diocese de Monireal; que conta 238 sacerdo-
tes, 150 igrejas e urna populaco catholca de
320,0dO almas.
A diocese de Trcs-ltibeiras, creada em 1852,
cujo primeiro hispo monsenhor Thomaz Cooke.
onarios do Ca- Esta cdade situada sobre o rio S. Lourenco,
principalmen- igual dislanci de Monlreal e Quebec, e 'assim
,om os colonos ; chamida porque demora no lugar em que oS.
pelo paz pro- Hauricio, laneandu-sc no S. Lourenco, separa-
via em 1635 no ^ 'or duts ilhas, em tres embocaduras. Desde
iticias das chrs- anno de 1617 Samuel de Champlain fundara
ous eteitava em : ahi'iim posto, o nessa poca a sror pacifica Du-
ia. Communida- pb'ssis ah cuidavados tilhos dos fraucezes e dos
selvagens.
Em 1640 os jesutas possuam em Tres-Ribe-
ras.uma florescente misso ; e desde ento esta
cdade cresceu ponto de ser elevada sede
episcopal.
No fun do sceulo XVII o segundo hispo de
, Ouebec fundou em Tres-Ribeirs um hospital
s, os Josuitas obtuhain a para o qual as Ursulinas de Uuebec Iho fomece-
nas religiosas hospitaleiras ram o,uatro de suas professas. Estas religiosas
hospitalera Ouebec, e de I res multiplicaram-se consderavelmento, e, alui do
earem urna escola. Estas duas cuidado do seu hospital, dirgem um collegio e
iveram-se e naluralisaram-se n'uitas escolas, ajudadas nos deveres de educa-
lizeram, dous seculos depois, 5ao P"r tre* outras communidades. O seminario
; ecada communidade boje nao d,! Nicolet prepara a mocidado para o santuario.
scssenla membros, sem fallar de A diocese pussue 74 sacerdotes, 60 igrejas, e a
es, que tecm ido fundar missoes i popuIacS catholca elc>a-se 80,000 almas
-4 diocese de S. Jacintho um desmembramento
lesiastica de Quebec actualmcn- da de Monlreal, que data de 1852, e rujo primei-
ez dioceses. Em 1650 Ouebec ro-bispo Monsenhor Carlos Principe, a quem
d'um vigaiiato apostlico, que aJ"dam 69 sacerdotes para cuidarem de 100,000
em diocese quinze annos de- j Seis. As obras de religo ah sao numerosas.
i da provincia ecclesiastica data | Cuula-se quatro collegos dirigidos por ecclesias-
Monsenhor Francisco de Lava!-1 ticos, e onze conventos que ensnam.
primeiro bispo de Quebec, esta As quatro dioceses, cuja estatistica acabamos
lem sido oceupada por treze pre- ''e dar, compem o Baixo-Canad ou Canad-
Francez. E ah que habita essa excellente po-
voaco, descendente dos colonos, que Colbert fez
escolher nos campos com tanto cuidado pelos
e Mov lnhor Pedro Turgeo boje O "d-
cimo quarliSfispo e quarto arcebispo. Nao lhe
leudo permrfido seu estado sanitario nestes ul-
gencia da rainha Isabel d'Hespanha c recontie-
ceu I). Mara da Oloria em Portugal : e a Euro-j em seu poder as portas e as chaves.
I a saiiccionou estes votos. Una assembla de- quem assim o qniz
cretou que descesse a casa soberana d'Holtan-
da do llirono da Blgica ; e a Europa sanccionou
icto. Lina asspmbla anda noharauilo
imull iva um acto de um cougresso europeo,
nos Principados Danubianos, e a Europa annuio
i sso. (i sufiragio popular, finalmente, elevou
glo'riosamente aolhrono Vossa Mageslade. Para
V. M, jiilga que os Estados de Veneza pode-
ro constituir permanentemente urna poviucia
puramente italiana sOb o governo austrilCO. A
Hungra hojo ponentina a Hungra de oulr'o-
ra, apezar da sua Dieta e do imperador Ausltia
y. re especial ? /'
Os estados, bom oiTmo grado sei. divem
limos aimicarregars o fardo dos trabahos, i bispos c curas entre os mais robustos camponc-
ndmoistra/jlesld diocese por Monsenhor Itailiar- ze?i ns mais moraes e os mais leligiosos. Sob a
geon.ibispof de Tloa n partibus. Ella conten egide ife un clero vigilante esta populaco nao
72 sacerJoles, 187 igrejas, e urna populaco ca- degeneran ; e cora effeito, como bem disse um
ihonca Oa 250,noo alma*, n seminario, randa I escriptor canedense, o Canad foi formado por
do em 1663, e aggregado ao seminario das Mis-1 sacerdotes seculares epor jesutas. O primeiro
ses-Eslrangeiras <*e Par- at n ron!" '"culo da rolnwagao da *va-Pranca mostrw
Canad-.i pela Inglaterra, preslou c contina a i ""s de um lado, os jesutas penetrando s partes
prestar immensos servicos diocese, tanlo pela I ma's remotas do paz, explorando suas riquezas
religiaa como pela educaco. Os sacerdotes lo- naturacs, estabc'.ecendo relacoes de fraternidade
raaram adireceo do collegio depois da exliuc- com os aborigines, eabrindo'camiuho cvilisa-
cao dos Jcsuijs no sceulo passadu Ilavia, po-|Cai desde a baha de Hudson at as embocadu-
rfi, no Canad.at os ltimos annos urna lacinia as ^0 Misslssipe ; de outro lado vemos osacer-
uf eusino superior, e a mocidado catholca via-.dolc secular, conduzndo ao seio da floresta af-
obrigada a passar paizes estraligciros, quer loitos derrubadores, dirigindo seus trabahos, ele-
im de obter grus acadmicos, quer alim dees-. vando margem do S. Lourenco o campanario
udar a medicina e a jurisprudencia. Assim os de sua eapella, e organisando a parochia cana-
padres do primeiro concilio provincial de Ouebec dense tal como hoje existe. Successivainenle
foram do opino que os canadenses podossem julz, medico, legislador, mestre de escola, o cura
ler. em (oda a exlenso da colonia, escolas, col-! missionaro foi a alma de todos os estabelecmen-
legios e universidades, adaptadas suas necessi- ,(.,s 'lue se crearam as duas roargens do grande
dades e crencas. 0 seminario de Ouebec, pelo r' Estas communidades nascentes, sem cessar
concilio de 1854, fui elevado UniversiJade La- cxposlos s incurses dos Iroquezes, e hitando
val, do nomo do primeiro bispo do Canad ; o I com uraa natureza selvagem, necessitavaiu para
governo ingle/, outorgou-lhe una carta real ; a manler-se da devoco c auloridade do sacerdoto
Santa S dignou-se conferr-lhe privilegios pre- j cathnlico ; e esta influencia assim adquerida pa-
ciosos, de sorle que hoje o clero canadunse, fiel '
em lodosos seculos a sua misso, espargo a ins-
truccao em todos os grus inicia a wocidade
em todas as scieocias.
I na soliciiudo seinelhantc cerca a educaeo
das meninas. As Ursulinas e as irmaas de Je-
sus-Maria de Fouwieres leem em ouebec excel-
lentes collegos, emquanlo q
classe menos elevada achara escolas christas nos a Inglaterra impuz a nossa anlig
convenios das irmaas de candado, e nos das ir- rauia de um governo militar ao mesmo lempo
nias da Congregaco de Notre-Daine. Asir- '1"'J esforcava-se em corromper-lhe a f, osacer-
inas do Bum-Pastor guiara pelo bom cauinno as | d"'0 Wcou no meio de una populaco reduzida
arrepeudidas. Eintim as irmaas hospitaleiras, Pl'las desgracas da guerra 70,000 canadenses
continuando a obra do suas fundadoras de 1039 calholicos, fallando o francs. O clero resolveu
Cuidam o mais caridosamente -possivel dos duen- conservar esle pequeo povo os hbitos, as les,
Pode consegui-lo comluuaiido coma liiglalci-
ra, que favorece do urna maneira absoluta, as I e a poltica em re
tendencias das populaces italianas. F. por isso se I na0 me per'miUem
lem operado a oUuns das una reconciliaco
raanifesla entre a Franca e a Inglaterra.
Hoje mesmo l-se em todos ns jnnues urna
consellos das Bolencias, razoes de comeni
n-o o prximo congr.-- .
O que miiilii miiIo, apresa ii
lar-ru no meio de vos, e exercer i i meu man-
dato. Esta absleniiio e esle sacrificio Si rao al
uteis patria corairiun ; toda\u julguei prati-
car ti ni acto de sumno inleresse par OS povo*
da Italia central, designando-Ibes pira regente
o commendador BuonCoropagui. Agradecei pw
mim a e.-sas pepulacees : dizeis-Vhcs que si j
persevoranca c seu procedimento hio men
as sympalhias da Europa; que ellas pode o
l*nsj> todava que.Napoleao III nao cngara a sempre conlar com o re, que sustentar sasm
ponto do proteger, como faz a Inglaterra, asten-[?0ioa ,. nao abandonar auuelles que nellc
confiado Cora lana lealdade.
do
carta de M. Mocquart, secrulario particular
gabinete de Napuleo III, dando, em lime
seu soberano, a quatro negociantes de Liverpool
que se lhe linham dirigido, a certeza d vnnlade
formal de mauler a paz e boa intellgeiicia entre
os dous paizes.
delicias para restringir o poder temporal do pa-
pa. Se tal fosse a potencia do imperador, seiial
cheia de pongos para elle; porque a massa dos
calholicos fraucezes nao deixaria de se por em
hoslilidade alierta com elle.
Ha na soberana temporal do papd, urna quin- \
zesa de seculos de tactos eslsbelecidos e que lem !
suas rafees nao s as coiistituices e as rea-1
coes das naces, coma ismbcm na consciencia de :
centenares ou de milhoes de homens.
Estas palacras enceiram una recusa; ni
bem vedes como ella atenuada ; como o prin-
cipe acaricia e lisongea as paixes que sen in
s ambicoes do Pemonte; o como, aiuda tu-s-
ino recusando, elle su inger- nos negocios da I i
lia central, designando n Sr. Buou Compag i
para substilui-lo cuino gerente. F.sses llaliai os
qualquer que seja sua ndole, i': Iquer que seja
i sua jerarchia, sao ledos os diguos desreiideuii s
Eis a ruao porque dillicil a mu.las grandes de Machiavel e. pera conseguir os fins i qu. -
potenciase principalmente Franca,eujHpopu- pr0poem, sen em-se al de que ll.es causa
lacoea sao quast inteiramente catholicas nao pe- j laculo.
direin a restauraco da auloridade do papa as i O obstacul.
Romagnes, que formara urna das mais bellas par-' (heras.
les dos Eslados Pontificios. o que geralmenle
se comprehende na Europa.
desejos das populacdes de P,
da Toscana, mas coniprehendi
desta vez, \ U:\iu d, cOrli das '
de tratar o papa como se trataris ao grao-duque
da Toscana.
Coraprehcndem que em ludo o que diz rcspcito
ao chefe da religo catholca, os governos lem a
tratar nao s com o soberano temporal dos Esta-
dos Humanos, como tamben com milhoes de
seus subditos calholicos C que essa questo em
lugar de Bear estrangeira torna-se urna questo
de poltica interior para a maior parte dos Esta-
dos da Europa.
Acabei de dzer que o nico objecto ostensivo
e apparenle do cougresso a questo italiana.
Porem para aquelles que seguem com alten-o a
poltica actual da Franca, evidente que os tra-
tados de 1815 serlo apresenlados.
O governo francez iiuilo prudente para sus-
citar essa (uesto, mas sabe que ella seapresen-
tar.
Em relaco a isso, leve lugar um tacto que nao
tem lixado milito a atlenco do mundo poltico,
mas ao qual todava julgo poder ligar grande im-
portancia.
A Austria havia por muito lempo repelHdo essa
idea decongresso. Agora acaba nao s de apuro-.
Assim que se soube da nomearo d -
Sao favoraveis aos de Carignan para a regencia, o
I arma, de. Modena c fnBCei publicou a nota segunlc ;
dera que nao se po- As ssemblas dos diversos i stndos da H i
lia enlenderau-se entro si para olTerecei a re-
gencia ao principe de Carignan. Esta i
lamentavel cm presenta i:i prxima reuna"
de iini cougresso curopu chamado para delibe-
rar sbreos negocios da Italia, porque ella le?i-
de a prevnir as questes que devem ser tratadas
ahi.
Se o Moniteur xprimia esta censura publica
pode-se ter a certeza deque, no segredv das nr
gociacoes dlplonia'ici'is, a desapproVaeo era i
pressada em termes mais forniaes anda ; ese o
principe de Canguan recusou o offi rccimei
lhe f'ira feto, convni altiibuir esta recusa -
mente opposico que a regencia Cariguan en-
controu da parle Jo imperador dos Frsure/i -.
Mas reslav.i sempre a designaco do Sr. B
Compaginada qual o llonileur aida nao tu I
lo nada. Aqu sabamos perfeitamente qui
arranjo era muito desagradad I ao imperadoi ; e
os jornaes que def-udem o governo nao se li-
nham incommodado para censura-lo. I
que a questo foi agitada por muitos das entre
os gabinetes de Pars e de Turin, e
i muilo trabalho, se poderam entender, norquan-
var essa idea como ate toi della que parlir.m as| l0 a UAU.i official coulm esta manha urna ini-
convocaco dirigidas s grandes poten-
ra com os parochianos era empregada em servco
da moral e da religio. Alm disto, o cuidado
dos sulpicianos o dos padres do seminario de
Ouebec tem imprimido no caraler nacional do
canadenso a moralidado c adheso ao catholi-
csmo.
mera Ouebec excel-1 Ou ando mais larde o Canad to dedicado
que as tilhas d'uma Franca, foi abandonado pela mi patria ; quando
escokis christas nos a Inglaterra impoz a nossa antiga colonia u Iv-
|ue, pois, contestar ao povoitaliano o direilo de fundir-scem nacionalidade dos governas, sem o
iiestl.ronar urna dymnaslia, proclamar outra, re-
ormr os grupos ierriUiriaes composlos por um
tratado, que \u->sa Mageslade lacerava definiti-
vamente cm Magenta e em Solferino ? Se os ita-
ii i nos sao como rebeldes, se o seu voto nao lem
ylor, proceda-se ueste, caso a recomposico da
Europa de 1815: eu-rei.uucio i annexaco,.e
bem assim Lombardia : e ceda Vossa Hages-
- i llirono ao duque de Rodeos,
niior, nao temos dous pesos e duas medi-
das. 0 direilo ums; cierno o funda-se
i i; nas iiyinna>tias que se extinguen!, que mu-
an) e degeneram, mas no povo que nao morre
e que permanece,
- Quanto s condieesessencities que Vossa Ma-
geslade eslabelece para a regeneraco da Italia,
rogo Vossa Mageslade que tome eiu considera*
cao os enormes obstculos que a ellas se Oppe.
l roa feduraco duradoura realisavel em
nslailos homogneos ; sendo completamente
Inefficaz comuna Allemanha.produz Sonderbunds,
ou ameaea cada instante dissolver-se como nos
i los-Unid
N5 i a unidade econmica, nem a unidade
administrativa, nem a de ba'ndera. que const-
I ii m a unidade poltica de um povo ; a uni-
dade di esseuea do gmerno.
Ora, a essenca do governo austraco, do
tgoverno pontificio, do governo de aples e ado
governo sao radicalmente diversa ; a essen-
ca do povo italiano antagonista da dos inen-
idosgovernos. D'ahi nascem as dcsinlell-
as entre povos e governos; desaCcordo en-
.11 d oulro governo. Quol poderia ser a base
iva fed'.rai.o '! O povo italiano ten) dous
insiiiii los ndoniaves : a ijidependencia e a uni-
!,i.1". Podo o governo austraco ou o governo
pontificio secundar este impulso permanente da
iu publica, que Irausluz vivamente em to-
das as manifeslaijdcs da vida nacional
, A Dieta de Roma, alm disso, ou pura- aosseusamig
mente consullativa ou soberana. Se consulta-
[ue i anarchia torna-se ineviavel. Afpravincia
de Veneza, aloque Dos mande o conirajio, ser
a Jerusalem da Europa actual, lerf* de pranto
que chama redemplores.
Urna assembla italiana, um cscrcilii italia-
no nos estados austracos da Italia, cora Verana
onde bat; o curaco da Austria, c ama mistifi-
cacn e um perigo para iodos,
A guariicao austraca em Veronic em I.cgna-
no nculralisa a guarnieo de Man'ua. e de l'cs-
chiera : accrescendo isto que as* guarnces
mixtas sempre defendem mal f/Pra5as, engen-
iluines entro os
draiu dissidencias, rancores c
corpos especiaes.
< V. M., finalmente, pedo restauraco do
gro-duque com augmenlo.de/tcrritorio, e una
mudanca de domicilio para]? uqueza de Parma,
declarando ao mesmo tempafluerer respeilar a
independencia da Italia Cent/1 e bannir tormal-
mente a inlervenco estranj9r4- Du que modo
se levar ento a effeito restauroeo? Urna
restauraco espontanea e -acilica hoje mpos-
sivel. Provocar por uccj'|0s manejos um levan-
lamento dos partidarios * principes expulsos,
um'meio de um xito d**1080 e immoral, san-
guinoso, lenivcl ; a ."r civil, l perigoso
fatigar os povos por m' da anarchia. Em pri-
meiro lugar porque, c-1?* Povos, levados aos ex-
tremos, poderam rec.rd-'",-se das suas tradiccoes
hisloiicas c consider.'f 1" alc,|u do governo mo-
narchico absoluto qiK woliram, do governo cons-
titucional quc.se lie' ne8a cx,slc governo rc-
publicano dos seus rocpassados. O que succe-
deria ento'.' ,
As reslanrace*j senhor, sao sempre funes-
tas. Cm principo'; regressa aos eslados d'on-
de ja foi expulso. #la condemnado a ser una
iiullidade ou um/'/rann10-
Sem autori/'de se busca um apoio nos seos
tnimROS ; c via''V c faccionario se recorre
Se o gro-duque ou a duquesa
o um/|P0,r' "" partido que ora rema na
ndo-
les no Holel-Dieu, e no Hospital gera
A diocese de Monlreal foi criada era 1819 ; e
governada, ha vinlo anuos por Monsenhor Igna-
cio Bourget, a quem a Santa-S deu por coad-
JUCtor. em lb32, Monsenhor Jos La Ilocque, his-
po de Cydonia. Ouando o veneravel M. Olier
formou a companhiade Notro-Daine de Monlreal,
para fundar a cdade de Monlreal ou Ville-Marie,
escolheu o padre Vimool, da compauhia de Je-
ss, para capello da expedco, porque a com-
pauhia dos padres de S. Sulpicio nao eslava an-
da organisada. Os primeiros colonos desembar-
ca ram canto de cnticos, em 17 de maio de
10i2 ; erigio-sc um altar em urna cabana de cor-
l
o Sanlssiino Sacramento, o qual d'ahi em dia'nte
conservou-se sem interrpco em Monlreal. Mas
nao produzindo o paz nem azeite nem cera para
arder diante do tabernculo pozeram em vez do
lampada urna garrafa de vidro cheia de vaga I u-
iies, que projectava urna ngradavel e vacillanle
luz.
Os Jesutas pennaneceram encarregados des-
ta misso at 1057, epocha em que a compa-
uhia de s. Sulpicio, lornando-se senAora de
Monlreal, os Sulpicianos lomaram na parochia
u lugar des Jesutas e conlinuarara a occupal-o
at boje.
os costumes, o idioma e a religo, o que consc-
guio despeito dos obstculos, que lhe suscitou
a protestante Inglaterra. Os sacerdotes cana-
denses consliluirara-ao os guias e prolectores do
povo.
Uns fundaran) hospitaes, escolas, conventos,
seminarios e universidades ; outros dirigiramo
excesso da populaco para as trras incultas do
ocsle e do norte ; e prucederam ou seguiram os
batedores de florestas, e os cacadores de castores
al a baha de Huds'ui e at o Oregon. Lina nu-
merosa imigraco ingle/a em nina certa poca
fez temer ver absorvida a raca franco-canadense
pela Saxonia Porm entre estes emigrados vie-
cartas de
cas.
Essa mudanca de poltica foi produzida pelos
estorbos da Franca, e esses esforcos tiveram bom I
xito com a Austria porque fi/.eram entrever a |
essa potencia a possibilidade d_um eiigraiidecimeii-
to que pode compensar a per'da da Lombardia.
O papel da Austria no congresso ser bem sim-
ples.
a Eutwps, obr(ju\ja, na pessoa dos svus pleni-
potenciarios, a pronuncar-se a raspeilodas mu-
dancas que tem liavdo na Italia nao poder dcs-
conhecer que os tratados de 1815 sao offendidos
em una de suas parles essenciaes, pelo dis-
membramcuto que solfceu o imperio austraco.
A Europa nao defendendo a Austria para garan-
lir-lhe o territorio assegurado pelos tratados, dei-
xou passar a esponja sobre o direilo inleruacio-
nal estabelecido em 1815.
A esse direilo internacional contera substituir
outro no inleresse da paz do mundo. A Austria
perguntar se justo que os tratados de 1815 se-
jnm revistos por ella s? So s, pode ver seu ter-
ritorio diminuido, e enfraquecido o seu poder,
to necessario ao equilibrio europeu? E' sem du-
nda porque conta com o auxilio da Franca, que
a Austria depois de ter repellido o cougresso, to-
mn a iniciativa uelle.
Inr, !!. I pie .i
Sr. Ruiiu Loni|
regencia rl : ri I
oes cuja soluc
...- ,|. ((..,;..
desta i
va noia, que determina precisamente as t
50 sob as. quaes foi aceita n designaco
Buon Compagni como rgeme.
Eis o texto di nota ;
O governo do impera
delegaco de poderes ao
prejudicasse, menos que ,1
principe Cariguan, s quesi
ser o obiei'lo das di
11 ha visto com pesar a ai
Esta mpresso foi alfenuada explica
de que o governo sirdo lomou a iniciativa',
das quaes resulla que a manutengan .
seria o nico fin da delegaco ao Sr. Bu< 11 Com-
pagni, e que a concenl
Italia central lias ni aos da? po
maneira alguma i carcter di- urna'regencia.
Llevemos lembrar, semelhai.le proposito, qu'
o Moniteur o nico orgo -Xj. poltica do .
verno, ele
Fsta nota indica urna completa sali>facco da
parle do governo francez, porquanto se limita 1
dzer que a ra mpresso, 1 aus ida pela n
cao do Sr. Buon Compagni, foi l
I dara, para ser justo, preciso reconhecer qui .
se a Franca insistissa de 11:11 modo di
dignidade de Pemonte houvera soHrid
despojando-o assim de toda a iniciatii 1
O Imperio^Otlomauo ahi est promplo a pagar, <,<, a |gn sua podcrt,sa ai,Bda Mas ,, .
Europa radorced
una guerra civil.
Vossa Mageslade prope um systema reprc-
senlaliro especial para cada estado e una pru-
dente liberdade. Seria este um nove elemento
de anarchia ; do discordias entre povos e gorer-
pos. Por estas considerajdos, Senhor, c por mu-
-tras, nao n.e possivel cooperar na pol-
tica de Vossa Mageslade na Italia.
Se V. M. se considera ligado pelos tratados e
nao pode no congresso desdizer-se dos seus com-
promisos; cu tamben), senhor, estou ligado n
urna poltica diaroetralmenlc oppcsls ; a honra
" # 'Tiii'3 ,; a naSao rl"e escolheu para
seu chefi cerleza ^^ que jamis me ha de en-
nUarettt numero dos seus Inmigos
(Assignado).Vieran k.mmaniti .
[Jornal do Commercio de Lisboa.)
FBANQA.
Pars, 'US deoatufero.
a icuejv no r.vN.i'i-..
[Artigo 1".
i(D uma serio do artigo? publicados o anno
r.gejaHo, Iralrnios dadiriso ecclcsiaslica dos Es-
icas, e o .adre Vinionl, leudo dito missa, expoz ra"1 300,000 Irlandezes, cuja vinda um benefi-
cio para o Canad, como para todos os paizes
onde chegara os filhos da verde Erin, c cuja ad-
junecao veio muilo proposito afini de assegu-
rar, ha provincia ecclesiastica de Quebec, a pre-
dominancia do elemento calholico.
C. ut Lahociie-Hiium. S. Filho.
{l.'L'nicers.)
CORRESPONDENCIAS DO DIARIO
DE PF.HYYHIEITO.
lrnvellas, ~ de dezeiuhro.
F^u estay^i bem informado quando na minha ul-
tima caria, Ihedizif que Bruxellas havia sido es-
colhida para lugar de rcuuio do congresso eu-
ropeu.
O nosso ministerio de negocios estrangeims li-
uha recebido positivamente essa noticia. Mas nao
manliverara a primeira resolu^o. hoje certo
que o congresso se reunir era Paris, como j
succedeu ao congresso que se reuni depois da
guerra do Oriente.
Por ora o nico objecto ostensivo desse con-
gresso, a decsao da questo italiana.
A annexaco da Lombardia ao Pemonte ho-
je consagrada pelos tratados que tem havido en-
tre as partes belligerantes. Mas anda resta esta-
tuir sobre a sorte da Italia central: Parma, Mo-
dena, a Toscana e as Romagnes que persisten em
qui rer a annexaco ao Pemonte.
J lhe disse, ha muitos mezes, que o niovi-
mento anti-auslriaeo tinba raizes inuio profun-
das uesses lugares.
O resultado deraonslra a exactdao dessa apre-
ciaco.
Os prncipes depostos por terem procurado o
principal auxilio na potencia austraca, conti-
nan) a ser repellidos, apezar de todas as solii-
cilajoes da Europa, com uma energa e tenac-
dade de que se julgariaiu inteiromente incapazes
os Italianos.
Ninguem duvida que a poltica de Napoleao III
seja favoravel ao movimenlo da'Iiala central.
Mas 6 retido pelas eslipulaces da paz de Villa-
franca e pela necessidade do defender o pddcr
temporal do jiapa.
J lhe disse todava que elle procurara obter
importantes coacesses em favor da Italia cen-
tral, alera das que j se cslnbckcjran cm Vil-
lafranca.
O seminario de Monlreal tcni prestado Mon-
lreal lodos os servicos, que o seminario de
Quebec capital do Canad. Elle lem sob sua
direccao un collegio florescenle, em quanto que
o clero, formado por seus cuidados, ensina as
sciencias c a religio em outros qualiu colle-
gos.
Os Jesutas alera disto possuem um collegio
em Monlreal ha alguns anuos, de sorte que a
mocidado, se lem algura embaraeo, em es-
colher as melhores fonies para beber os conhe-
ctmenlos c o amor da verdade Os Irades das
escolas christas tem no Canad oitenta e oito
escolas, frequentadas por nove mil discpulos
Os frades do Santo Viador tambera teem nume-
rosas escolas na diocese de Monlreal; e as me-
ninas encontrara um eusino completo nos colle-
gos das (tamas da corle sagrada, c nos das Ir-
maas da congregaeo do Nolre-Dame, o as nu-
merosas escolas christas, que possuem seis
di.ll'eicntcs instituices
Monsenhor Itourgel vive em communidade
com os conegos de sua calhedral. Antes de ser
asede d'uma diocese, Monlreal possuia duas
iiislilucoes de religiosas, a congregaco de No-
; Ira-Dame, paia a educaco das meninas, c as
j Irmaas Grises, pata cuidaren) dos doentes;
communidades, que hoje nao eonlam menos de
! 250 professas, e que, durante um secuTo basta-
rain para as vocacoes religiosas, que se aprsen-
la vam. Mas o seutimento de piedade impresso,
no correr de vinte annos, por Monsenhor Bour-
get em tiidos os liis tem feilo surgir novas com-
as despezas de uma reconslituco da
Por si mesmo nao se pode sustentar, o trabalho
do decomposico que o vai minando faz cada da
progressos.
lia muto pouco lempo una conspiraco cm !
Conslantinopla quasi deitou a perder tKSiillo.!
Pede a honra da Europa que se lome sobre esse'
poni uma resoluco seria, c as vesperas da
reuniao de um congresso, lem-se una excellente
occaso de fazer, sem nova cffuso d
novos arranjos lerriloriaes, de natureza a cofres-
pouder s verdadeiras necessidades da sociednde j
actual e da nossa cmlisaco progressiva.
A nossa poltica interior lera se reaniniaJo um I
pouco depois da reuuio das cmaras, o ludo faz
prever, que. muito breve, as prmeiras sessoes,
ha de haver suas tempestades.
Infelizmente a aetividade dos nossos depulados
Puris, t9 de nnvembro.
E ainda a queslo italiana que absorve neste
momento as preoecupacoes da Europa ; e nao se
deve crer que o lempo "que por si mesmo arran- :
ja muitas vezes as cousas, tenha contribuido pa- ,
ra a soluco desle negocio: pelo contrario,
quanto mais se adianta, mais se complica e se '
embaraca; e se permittido prophetisar a so-
luco quo lera, nao possivel advinhar por que
meios se chegar a esle resultado. Seja o que
u ueste ponto : elle obtevi do rci
Sardenha urna compensad -aliva. O h<>-
niemqnc no exercito peoioiilt-z ; -
volucao, o general Uaribald, foi levado,
uma audiencia du re, a d n =ua di miss
neinl du exercito da Italia central Vid r Ma
noel foi murtoaffavelem sua romers
Garibaidi, e, ao aceitar e provocar sua d*< mis:
deu-lhe sghars un equvocos do sua bi m ve
sangue, lencia, confcrindo-lhe o osto de general d
viso, e nomeando-o seu aj idanl le amj
Dcmais, esle incidente que muilo feliz 1
inleresse da ordem, deu-sc de alg una ratte :
lo naturalmente
Foi o proprio Garibaidi que ro] oz o de n
e eis a razo porque.
O exercito da Italia c coll 11 ad
o commandoera thefc do general Fanli q
temas paixes revolucionarias seu ci
qu r qui
con-
vin quasi de maneira alguma a Garibaidi a sua
gente. Esse nao lera mais ronunandaiile scenn-
daio, e por conseguule bi
Dahi provieram lulas incessaniemei
vadas.
Os homi ns 1! Garil ildi, eutad
chefe, so recusavam a sujeilar-se a \
gulamento, e j se haviam esforcado pelos
menos legtimos a provocar un.a* n Uiso 1
Iropas papes, em |uante Garibaidi, por -
lanrava sobre a Italia su 3 pn I I11
blandees incendiarios.
Esses passos deso len 1 los isi tara n ;
iiiii viva? de parte do general Fanti, e .
coi s nao menos vivas de paite de tiari I
se emprega de uma maneira quasi exclusiva nos
debates de pura poltica e as questes de par- i ,',',,'e est habituado disciplina, 1
llu^- tropas se subrneltam a ella, cousa
Os verdadeiros mleresses do paz nao ganham
nada com essas agitacoes esteris.
Ihias questes praticas c de inleresse positivo
esto todava na ordem do dia ; sao a reviso do
cadastro e a organisaco das caixas. econmicas.
Disso Ihc fallarei na prxima carta.
I
I
ultimo julgou, lalvez, qu
li dat iain sua
misso, a olfereceu poi :. mas
fdr, eis-aqui os novos incidontes oecorridos du- tpmou-a ao serio, enchendo-o d
rante esta quinzena
As assemblas dos tres ducados c dos Ruma-
nhas, obedecendo a uma palavra de ordem que
partir de Turiui, haviam sido convocadas para
o dia 7 do crrenle.
i..
re
E urna verdadeira ralamidade \
e jiara o partido mazzinista, e na t poss
nos deixcinosde felicitar, poi |uc o 1 -
lucionerio o maior perigo.da Italia
u Sr. Buon Compagni deix .u furin a 20 -
Tratava-se de fazer com que a causa da L'nio mez para collocar-se cm seu posto. LA, poiem, <,
dsse um passo de mais, e esse passo devia ser esperara graves dficuldades, pi 11 os li
definitivo. apezar de scs esforco?, afim di i in : miani-
Com effeito, no proprio i'ia da reunio, as as- mes dos olhos da Europa, denuuciam algumas v- -
semblas de ParniH, de Modena e de Bolonha zes as profundas divisoes que os agitara. O g<
votavam porunanimidade un. decreto quecoufe- verno da Toscana nao licou de maneira alguma
ra a regencia da Italia central ao principe Eu- salisfeito com a designaco do Sr. BuoiH
genio de Cariguan, primo du re do Pemonte.
A esle respeilo Florenca andn um pouco mais
cautelosa: a 9 do crranle foi que-ella exprimi
seu voto no mesmo sentido. Este decido dava
ao principe os mais estensos poderes; e para
que a aecose lhe nao prejudicasse, as cmaras
para substituir o regente i esse pcrsonageui des.,
grada, nao se sale porque 1.
que dirgem os negocies em Florenca; e esl< .
entretanto, devem recouhece-lo bem, porque
Sr. Buon Compagni era ministro do Pieui ntceni
Toscana no lempo da ultima icvolu^o. Seja o
adiar-se-iam inmediatamente e so considerari.ini que for, o Sr. marquezdo Rcasolt, m'u.islropre-
(i: V. I.'l'nivers de 1\ 21. Ti de marco, 8 c
II de abril de 1853.
dissolvidas, logo que fosse conliecida a nceita-
co do decrelo
Mas o principe de Carignan aceitara ? Eis
onde esleve a jifflculdadc Fra-lhe mister a
aulorisaco do rei ; e o rci consentira, no da-
la, cm prevnir o que deve o congresso decidir,
p em entrar em lula com o imperador apo-1 nio'da assembla nacional c un;
leao ? As duvidas a este respeilo nao podem ser Tal a primeira dlliculdaJc sem
sidente, enviou a Turin urna deputi 1 | r -
testar contra esta escolha.
Elle se funda era qm o decreto qui noma ri
gente o principe de Carignan nao aulorisa esto
princip a se fazer substituir. Para queessa subs-
tituico fosse aceita, sera mister uma nova reu-
liovo decrete.
faltas das 011-
removidns com facilidade; e de feto, o rei Vic- lias) que o Sr. Buon Compagni lera que aplainar
tor Manoel nao preslou o seu consentimeuto. J vos falle com lela exlenso sobre essas
A prava tivemo-Ia ha pouco. Tendo-se apre- complcaccs da Italia central, poique esle o
sentado a depula^o toscana ao principe Carig- negocio de que o nosso publuo e lodo e pub ico
au, afim de offercccr-lhe a regencia, respou-1 europeo se oceupa quasi exclusivamente. E d'ahi
deu-lhe aquelle principe nesles lemos : \ qc nos vera a alca ou abaixa dos fundes, 1 es-
Estou profundamente impressionado, o agr- lagiiaco ou a aclividade as transaccoes com-
deco as assemblas e os povos da Italia central : mercies Apenas se tem prestado aliene" o aos
que me deram una lo grande prova de confi- trabahos lo prolongados da cenferen.ia de Zu-
anca : allribuo-o mais sua dedicaco ao rei eirirh que, pouco ha, chegaram ao seu termo. Ais
aos senlimtntos nao s hbcraes e nacionacs, mas 10 dcste mez. os seis plenpolonciaries (dous por
de ordeme minarchcos de que se acharo, ani- cada potencia* prestaran) suas assignaturas aos
modos, do que a meu proprio merecittento, Os Iros Iratados' que foiam con luidos un culi\ a
K A
I I I
r=T 1v/ir^l A O rMPAMTDAnA
ti 1x11 Anrr


(2)
D5ARI0 DE PERNAMBUCO. SEGINfU FEIIU 3 DE JANEIRO DE 1860.
_---------------------------------------------------------------- j i
rauca o a Sardenha, o lorceiio entre ai Tea cor- ic> iise iranuM atv.ua Je 2-i cu Smemoio Je
tes. 1813 |'u iii'pois V.Portaiia do 12 de Agosto de
nao ainda offielal- i t.14') linlio eslabelecido dsposigos na n-gula-
iiQcarcs apenas ac- !o da arqueacau das embarracoes destinadas an
I iralico, etc., aliru do suavisar as miserias desse
raiuji o aiv.u iJc 2- uu
P
o texto d'estcs tratados
renle conhecido, e as ratificar
bara de ser trocadas.
Resta presentemente, para atravesar, a prova transporte.
. diBril do congresso europeu chamado para esla- Tambem para a mellior exerueao do tratado de
uirsobre as niudancas concluidos ero Zunch aos tratados existentes.
* )iz-se quo onzo potencias sorao convidadas para
tomar assenlo nocongrossn, a saber, a Franja, a
ii glalerra, a Austrij. a llusaia, o rumente, a
Hespanlm, Portugal, a Sneeia, aples e os Es-
tados Romanos.
Nao se prev recusa de parte de nenhuma d'es-
sas poten, ias, nem niesnio da Inglaterra, que. a

principio se mosttou muito mal dispnsla.
Hoje c certo que o governo ingles enviar ro-
lo l'everoiro do m.'smo auno.
Urna provisao de 27 de outubro de 1818 man-
dn promover o casamento de parraros.
O alvar de 2b' de jaaciro de 1818 cstabele-
ecu speras penas contra os quo fizessom com-
merciu lucilo de cscravos, e se nrovidenciou a
respeilo dests queem consequoncia Ikassem li-
vres,
.Numerosas disposices se lem promulgado,
j.ilg menlo uas lomaoiiis o a eeiarayau a li-
berdade dos cscravos apprchendidqa furam re-
'movidos dos tribiinaes ordinarios do imperio
( onde pela constiluico decide um Jury) para o
tribunal mariiimu cm primeira instancia, e or
appellacao para o consolho do estado: Assim os
crimes 'de trafico de escra/alura nos termos dos
arts. i." e 5., e as tomadias do niesmo trauco
de cscravos nao llcam tuerce de tribuna es po-
pulares, nem sujeitos, iucertea do systema do
jurados, mas especialmente reservados aos tri-
bunaes da mais elevHda consideraeuo do impe-
rio, onde a influencia, n preooctopaciio e a pai-
xo sao descouliecidas, e onde a le se adminis-
tra com discreta inflexiuilidade.
Poi nesta disposicao que m traficantes eslran-
geiros de esrtavalura virara a ra ruma, o a s-
desdeessas pocas, tendentes a afastar do ser- | lo so deve principalmente o ter sido lo bem
a imticia aterradora oe haver o celeberr
quiza declarado guerra ao Brasil.
Esla noticia quejjJK) 6 destituida de fundamen-
to ; segundo alguns jornaes, vai causar um grari-
eron iroviiii-ia il Jen eS| na mais bella posico, e apenas dista
rernambueo, e sua visita aos seus airbamos nos I ,-, _, X ,,
ol.rigam a sabir do silencio en, que sempre temos I Juienlos pes de Derwnl. > "Mello fo. cons-
vivido, a nosso ver causa principal de ter sido iruiJo no tempode lltcardo H por Thomaz Por-
. esta to bolla poreao da provincia de Pernnm- ey, conde de YVorcoMer, que fui decaptalo por
!11^Z^-!r!SapumS; mas s com buco volada ao esqulmenlo e iudiroroulismo orJem Je u r IY &. bens forsm eon-
iropas, como iom mais cousas. i ate agora, e mosmo lu'.ar com innmeros dilfi- !,. .mana i i m
Hoi.tem aeabou o Sr. Dr. chele de polica a i cuidados, como j por votos lem acontecido, cados ; mas em 1 ->evil, e lorj AlonUfiie
de mal ao Brasjlnleiro, que inconteslavelnicnie
busca na carga -da terca poi lugueza P'araeuse,
sem exceptuar ni s rolume, por maior ou mais
pequenoqiie fosse./que conlivesse solidos ou l-
quidos, quer vieae (consignado a este ou aqucl-
ic ncgocianto E en consequoncia de nada ter
encontrado'o Sr. BfiChcfode polica, foram pos-
tos em liberdade oji senhoros Joan Marques dos
Santos, e Thom don Santos Nogueira, suspelos
inlroductoits de moeda falsa.
quando ella desoja ergucr a fronte alniejindo o
caminlio do progroseo.
Causas que a inda lioje nos sao dosconheidas
nos fl/.eram passar pela decepcao de nao vormos
neste lugar o Augusto Monariha, nao obstante
ticar esta povnaeo liio porto do i-aminho que se-
gu da villa do Cabo para a deSerinbaem.
Entretanto saibam os loitores, que os habilan-
tes desta povoaeao nao dormiram o soinno do in- .,, .. ...
Esto resollado nlo s abona a vigilancia da diilorentis.no. desde que souboram que S. M.o il Wressel Lasile foi em parle demolido. Mm
autoridade, piincipAlmenle em rclaoao a um cri- Imperador linha de transitar estes losare. 'laquarlol s tropas parlamentares, e linda
obtiveram que assim as proprie lades como ttu-
los e privilegios fosseni instituidos a Henrique
Percy, quarto conde de Norihumberlaml. Uso
obstante algumas inierrup^es causadas pela falu
de herdeiros masculinos, o castelio a \N ressel
conservou-se sempre propriedade dos Percy.
Dorante a guerra civil, no reinado de Carlos
indo
esta- se tornou anda mais eflecliva pela de de ju-
ina. Supno so que a reuniao poder ter lugar oravos, como operarios ou srvenles as esla- se tornou anda mais eiiecuva pea uc o uv ju-
lios flus de dezembio, c ue Paris ser escolhido fes publicas, emquanto houvoi ingenuos ou uho de Iboi, onde se estabeloce a conipciencia
para sede oo Congresso libertos. A resolwio oe lO de novernbro de das auditorias da mantilla, anda quaniu a por-
os svmptoniasi do um rompimento mire a 1841wart.2. 2. obrigm un concessionario de ; seguirn ios delinquemos se nao realise no acto
iv.,., ".. .. r.,..i..i.,.., .,,. i/. i,, v,w ii-mIh. lot.Ta a o ti-r escravos na sua fabrica. A ord. do desembrrale : e se pune tanto o Krasiieiro
Franca o a Inglatorra, que j por ve/i's vos lenbe | lotera a nao tur cscravos na sua lai.nca. A ord.
assisnnlado, se bao mnnifeslado durante esta de 27 de julho de 18*8 mandn despedir os
nwna com mais violencia do quo nunca. Eo escravws de certas obrada alfandega da corto,
naoseique mosca foiira o Tiims, mas parece Odcercto do 1 de outubro deiWI, 1. 8 3.
que seusarligo tendera a exaltar no mais alio|sujeila a urna tata mais forte MO os operarios
do desembarque; e se pune tanto o Brasileiro
coiflo o eslrangeiio residente no imperio, dono,
capuo, pdoto ou inu-iessado em einbarcaco
quo se oceupe no trauco.
Tal foi pois o desojo de acabar com o trafico.
ponto os temores s desconancas c as coleras que orcm emprogados era lypographias, sen lo! por providencias iib-riias e vigorosas, que pelo
iio povo inglez fait ndo appareVcr como muila cscravos. Os avisos de 12 do soteinhro e 21 de ; recelo de parcialidades do jury, al se creou um
prvxiaia una in'vasao da Inglaterra polo exercito r>embro de 1819 matidaram que se nao con- j tribunal, o um julgamentoexcepcional:
t'ranrez. Principalmente n'eslcs ltimos dias so servassom cscravos no arsenal do guerra, em
lem elle apurado em provar que o governo frau- quaijlo houvesse operarios livres, e o <
cea S;> applicava com o auxilio la impreiisa
ila-
.oat dispoo a entr.ior e a excitar os odios na-
cionaes, de um modo proprio a provocar um mo-
> imenlo g.Ta! irros-stivol no momento em que a
guerra se manifestarse. Esta accusaeo, lanzada
iu vi delicia, produzio uina graiidissima perlur-
baco o i Inglaterra, e o governo fame/, se jul-
gou na abrigarn de desmentir, por um acto si-
gnillcativo, as allegaedos do rimes.
O ministro il i interior dirigi ao prefeitos umn
circular confidencial para convido-Ios a usar de
- a intliiencia sobre os jornaes dos departamen-
tos, a ti ni de modi rar-lhes os ataques contra a In-
glaterra. O Tii:ic<, que levo coiilieeimonlo des-
--. circular, disse quo ella fosso secreta, mostrou-
50 muito satisfeito com a med la, o, por sua par-
le, moderou tambera sua linguagcm aggressiva.
Mas o que val mais que essas pequeas tn mo-
bros, para a manuteneiio da par, a expi I cao
mpre hendida em rmnniiiin pelas duas poten-
cias contra a China. E-la expedico cauinba de-
cididamente para su.i execucao, apozlongascon-
ferencias entro os dous i; ibiioli i As torcas que do lempo.
S9 vai por em linha sao o ni propoi ; mu con-| V piulara >\<
sideraveis, e avalia-se em quareula mil hoieens,
outubro do 18'J despediros cscravos perlencen-'
t'-s a empregodos do arsenal de marinha, subs-
lituindo-os por borneas livres, qlc., ele.
Os avisos ile 14 de julbo, 28 de agosto c 3 de
dpsembro de 1821, anuexos portara de 7 de
fererciro de 182 estabeleccm, paracumpremen-
10 do tratado de 1817 o aUar de 2o de Janei-
ro de 1818, o processo a seguir c o destino d s
libertos.
V Ici do 20 do outubro de: 18:!. or. 2i 10.
incumbi aos presidentes das provincias promo-
ver o Imiu lialariiento Tos cscravos.
ije nem se falla cm semu-
duzift-SO a fuini
litante cousa.
Chegou horiteVu note do Maranho o vapor
de guerra 7"ct
-Adcus ." atojjulra vez.
O iphiles [do Para).
casas calidas o pintadas de novo, o o euthusias- tm ficaJ0| Wressel faz anda a admirar-o Jm
rem ellos do gozar no dia seguinto, ao menos Passagciros do vapor nacional ljmar
BHAMBUC-O.
por alguns instautos, da presenca de sc-u Augus-
to Monarcha. *
Ao lado direito da rapclla eslavacollocada urna
pyramide, ornada das cores verde o amarolla,
leudo em sen rimo o i-slandarle imperial c em
sabido para os pnrtos do sul; Julio Rcgaud,
Dr. Chrislovo Xavier Lopes, Olimpio Marcellino
da Silvae 1 criado, Gustavo Uasset, Man- v
reir da Carino, Jame Eneas Come, !"." i I
11EC1FE,
Como se ousa pois afDrmar que o lUas'.l nao
tem satisfeito o coinpromisso a que em 1826 so
obrigou ? Evidenciado tica que, desdo mullo an-
tes de tal convenco, j a tendencia da legisla-
cao dos actos do executivo manifeslava a tiruie
i'n'encao de acabar com o trafico; que, a des
piulo'da necessidade da escravido uestes loga-
ros, se lem sempre aiuplamcnlc protegido a li-
berdade ; que as lets e os regulani.'iilos pro-1 desde julho, co
mulgados vo muito alm das obrigacoes contra-, modo, o cada di;
bidas ; que desdo que a Gr-Brclaiiba rompeu, aggravar anda r>
de laclo, os Iraladus, pralicando ai-tos attenlalo-
rios de todas suas dsposicoes, dava jus oulra
parle contraanle para os lanzar a igual desprc-
DE DEZEMRRO DE 1859.
kl i IIOKAS i'.v TAKDK.
llctre^pet't semanal.
i.iieg.iram duriHfte a somatia que boje expira,
os paquetes Portugal, proreJento da corle o da
labia, Avon,
lliamplon, proc
lampin c escal
portes do norte.
As dilTiculdad-.
companhia ingle/u do Sou-
nle do 111081110'porlo de Sou-
e Cruzeiro do Sul, viudo dos
\- l.'is del de outubro de 1828 c 12 de agos-' o, que todava assim nao tem succedido, por-
to de 18:11 ordenam s cmaras inunicipaes que I que o Brasil procedi na sua legislacao, como
romniuuiqtiem sassembldaspfovinciaes osiuaos so fosse obrigado a rospeita-los e a exagerar
Iralameulos e crueldades quo se proticarem com 1 ainda seus principios, ou como so rivesso itilc-
o-,iivos. 1 resse n'unia a'iolicto em quo lalve/. se llie cava
j|0 cdigo criminal, promulgado em 16 de de,- 1 a ruina.
zembru de 1830, puno o que aeduzir a escravi-
do pessoa livio com prTso, nunca por menor
lempo que o do capliveiro injusto, o mais a ter-
ca parle, e multa corresponJente a to;ca patio
conceder a
21 de ruaio do 1831 mnidou
iherdade aos cscravos introduzdos
tanto roarinlieiros como soldado, a cifra do vi- no Brassil por contrabando, e processar os 111-
l'ecliro que lem de ser enriado para os mares da froclores. segundo o cdigo criminal arl. 179.
:iiina. Toda a paito da exped ao, material e tro-; O aviso :'' 22 de agosto de 1831 moslra como
E nao tero as obras correspondido s pala-
nas? T,;m por cerlo.almde toda a humana < x-
pcctalira; nao como quera s cinbpro um de-
ver, ni as com um tela proprio de quem, un tus
procodimenlos, antev opulencia, engrandeci-
menlo. progresso e gloria. Esto ultimo ponto
far objeclo do nosso segundo discurso.
YubUola.
en'
Os negocio d.
tes para dar que
europea. Entrel. I
dos Danubianos a 1
ca propria c inde \
leude reconstituir
com os principio
balando ludo qua
liberal nas amiga
e a civlisaco exig
Suez, contra a qua
governo e os inloi
oiu quo se agilava a Europa
ama trabalba-la do mesmo mitras cor de ouro:
geni novos embaraces para \
a situaco.
illa, s por si erara bastan-
usare quo fa/.er diplomacia .
U a Hungra o os l'rincipa-
1 rain tambem a urna existen- t
\ denle ;a Allemanlta pie-
de um modo mais conformo
cadaitma das faces de son pe.b-slal urna das se-[Gomes, J03 Francisco Mor.-ira Soare, N
Vcllasco dos Santos, Joao Bernardo dos IU-a
sua scnbora, Dr, J')5 Francisco da S-'.va Bra,
Uanoel Percira Lagos, Dr. Joie Conrali
Silva Miuitarri.vos c 1 ciiado.
Pa-sageiros do briguc nacional Veloz
do pera o Rio de Janeiro:Jos i bar
Id*Rocha Vasconccjlos, AlbortoSoares d \ .-
. concellns.
Baptisados It.ivilos na fre^uozia !? S
.Antonio, de 17 a 31 de dezembr o ita I 859 :
I Carolina, parJa lillia natural de Uaria Ja Cou-
cwfo ; sanio ol-jo.
gil ntos iusi-i i;.-"es Viva S. M. <> Imperador.
Viva S. M. n Imporalriz. Viva a Nai;ao"Brasilci-
ra. Viva o Dia 11 de Dezembro.
.ionio n essa pyramide para o lado do nasecnte,
lugar por onde se dirigem os liis capella, via-
s un arco bem preparado e adornado do llort-s
iiaturacs: no lugar em que o arco principia a
formar scu rreulo, do um dos lados e em toda a
sua largura lia-se o scguiilc :Pedro II, e do
nutro lado 1 -lava escripia o seguinte verso em
Existe na cidade a pompa o brilho;
Mas uestes pampos s existe amor
D.1 roracio nascido o consazrado
Da brasilea Nacaoao IMPERADOR.
mais de
.rdeaes do direito publico, principio a illuminaco.
ha de complicado c anli- ,;"' "la noile puramonle do natal, e poucas
sliluicoes ;o rommercio wrart as pessnas quo se entrezaram a MorpbOo.
a abertura do isthmo do fe pspaco em espac alguns foguetes faziam
a oppoe obslinadameiilo o acordar os quo dormiam, at que finalmente
es da Cra-Brctonha. 1 aminlierendo o dia enmocou o povo a rounir-se
Tudo islo sao con cacos jue se veiu juntar na Capella, a qual eslava com docencia decorada,
s que resullam do o.goc
p.idom vira compre, etlc-
congre.sso europou, cuja ro
para o dia 5 de Janeiro prox
de ser representados a Ausli
'fe Jo3o Fcli; po
Alaria Ja Cjn-
pas, que deve seguir o caniinho do Cabo da Boa-
l sp :mea sair no prinripio de de/.embro, para
ser entregue a seu destino eni marfil* abril. Os
principaes chefes o o estado ntaoi panirc mais
"arde pelo isibiuo de Suez e as operarescome-
carao na primavera que 6 a eslacaoJjpais favo-
I .1 vil.
CORRESPONDENCIA DO DIARIO DE PERNAM- Papa, a Franca, a llespanha
nuco.
Para. '' de dozemln-o.
Oiilro correspondente).
'lleu choro. inqueslionavel o direito que
polos, o Picnioiile, Portugal,
e a Suecia.
A Flanea linha dad 1 por le
dicta cnica os inarroquiios,
vaso de poucos dias pelo Ion
o governo se inleressava pela liberdade de uscra-
vos, oque se declara e amplia por aviso de 16de
setomhro o 18 de novernbro de 1831.
A lei de 7 do novernbro de 1831, promulgada
era salisfaco do tratado de 1826 le luinanlis- |fln |0j 0 cidado' de
si
Q
^ goerra entre Marrocos e Hespanlia ainda no i dispoe quo flcam livres todos os cscravos quoidade.
prncipiou ; iras o gi noral em cliefe 'Uonmel a-. entrarom no territorio ou porlos do Brasil; o 2. j | quando mesmo esto principio to santo e do j toda p
raba o-- fazer urna rpida inspeceo nas cosas do que os importadores do cscravos n.-orram na \ mais proficuo, uto estisesse consagrado nas pa- contros.
icos, osla presentemente em Cadix para dar pena corporal do ari. 179 do cdigo criminal, ote. guias do nossa lei. o amor ao en paiz, que |.. As lulas polticas conlinuam
pro-.-1 a 1 ... simpas. Por occasio dista Aviso de 11 de novernbro de 1831 manda dar j iodo o bom cidadao dove ter. a obrigaco espon-
n 01 ue 1 uc mui-iiiuiu u<; ion, iMuiniiijj mu.
era salisfaco do tratado de 1826 lenniianiis- j tom lodo o cidado de censurar os actos dos vaso de poucos dias pelo Icny rio do Mar-
sima, importando suas disposicoes urna exiinc-1 funecionario pblicos, quando elle nao mar- reos. A Hespanha, que tem w.\ as conlas-aii
ci ge; al 1I0 trafico de esclavos. O seu arl. 1. cbaiom de harmona com a juslica e com a equi- ligas que ajuslar, pretende demorfl se mais lem
o na frica. A guerra ja tuina
, ida por una batalba e alguns
guerra, o gabinete inj. e publi ou, ha pouco, osl
d -: |lll tro.-.na eun a corle de Madrid ; el
1 .iii resulla que o governo hespanhol so obri-
,.'.1 1 n estabelccer- e mu modo permanen-
te ibre a rosta do M 11 quo lica ftouteira a
H'ibraUar. Muito se irnlaram cm Madrii com se-
icaeo que stlAlentam liavoi .-ido
1 i Mii--...: 1. O que triste em ludo islo que a pro-
tenca 1 tenebrosa d.i Inglaterra paralysar osbuns
ile.ios, q le 1 1. 1 leri 1 esperar dessa guerra, no
inleiessi da civilioneo e da liuuianidade. A cos-
a aiicana -!o Bilf que 11 a defconle de Uibraltar
la de- piratas e de cursarios que se tem
- lalado, ainda n'estes ullimos lempos, por
pilb igens di navios q ic por alli se d sn irleam e
carnificina sobre sua cijuipagi-us. Em
quanto esa si uididos esliverain de posst dosua
cortos providencias, sob um caso de castigo br-
baro 1111 escravo d>' menoridade.
O regulamenlo de 12de abril de 1832 ( ainda
niolborado por aviso e iiisliiKoo de 29 do 011-
lubrn de 1S3. instruecSo de ludo novernbro de
1835, c aviso de lodo setombro de 1836) o
verdadeiro complemento regulomentar o-seve-
rissimo da lei do 7 de noveinbro de 1831.
A ordenacao de 13 de novernbro do 1833 pro-
0 nao co-
liberlarom
lego a liberdade, determinando que
bre a lucia si/a dos cscravos que -e
la porltigueza em b-ndos, quo se
tanca que a lei natural gravou no lornco do ho- de um modo deploravel. Nao ha
inem, qual a de pugnar pelos beneficios do povo- vel dimito de opposiecs.desab
e palomear socieilade os seus iniquos solfri-1 vezes injustas, que nao lera em
metilos, filhot do estpidas caberas, o impelli- deiro intoresses da saciedade, 11
tiara assim a obrar. d.-sejo do subir ao poder. givi
Nao t meu fin aesta misstva censurar actos parlo, colimado sempre em coodic
de algucm, apenas pretendo, e essa rain ha di- '. tondo diaute do si, io a adversan*
visa, dar-lbe noticia.! deludo quanto por aqu pios, que discutam com sinceridade
tem occorrido de mais iuieossuite, e assim o os actos da admiulftlcjcao, mas sitn
tari-i. rancoroso, que se prevatocem de toi.
u a< lo mais escandaloso o mais imraoral acabo possiveis de oiposico -. o governo,
Rosa, b-anca, fillia lesitiui de Carlos II
caminSi! ;"CS ^ pa,meira se 8ucceuia l"lu 1 e D. llosa Maria de Qfveira Miranda,
onen mais do 7 horas quando se deu Luiz> branc. 11" natural de Mara Fr.
ilos Priores.
Honorio, branco, fillio legitimo de Joto
mticeno Coelho, eCandiJa .Y.vi-r Lias.
Luiz, (virilo, escravo ile Luiza Pnncisca de S
Amalia, parda, filha natural d^ Felicia Eseub-
lica Ja Cruz
Cinila, branca, fiilia legitima
da Costa Janior, e Joanua
ceico.
Mara, .emi-bronra. lha legitima de J i Ion
Soare de Santa Anua, c Maximiana L'mbe-
lina dos Santos.
Aureliana, parda, llia legitima ilo I.itn \'
do Hrit', e l'ruJenciana d'Assurnpca.i lu
redo.
Mana, branca, filha legitima do Dolorisano Pimo
ileArauj), e Mara Alexaalrina da Afwjo.
(uenoa re- O vigano desta fregueria de S. Miauel delpu- olarinino, branco, ilho le-itimo de A1.1
juca, por si, e em nomo dos seus paro'lvan-i-, ii,,,,.,, i;t u 1 < 1
.rnfarai- possuido do mais profundo rospeilo"e domina- 2"rq."fl Lms e !)' J';3,ina <"1,":,,'' !
e no yual leetn
os Estados do
uglalerra, Na-
ussia, a llussia
da Itaha, o quo poslo que com seu exterior em obra,
grandemente no Ouasi s 7 lunas la manhi achavam-se na
o se anniincia porta da capella o Rvd. vigario da freguuzia com
mais dous sacerdotes, todos paramenlados, a ir-
mandade com o palio, >$ meninas da escola pu-
blica desU povoacto, I raja ndo branco, coiu um
laco de-fila veidco amarolla no pell > esquerdo,
formando ala*, e um numeroso concurso dos ha-
bitantes do puvo-i lo.
< Rvdm. vigario escreveu as seguintos phrases
no liuliam de .ser recitadas por ello na orcasiol
em q 10 houvcssemos de receber o nosso Augusto
Monarcha:
Senhor!
ida a sua vin-
is de urna in-
de Mu-
lo assigna-
oi.aceram
do d iia\i.i 1 prazer, vem sarudar a V. M. I o
Macelo.
A lei do 3 de dezembro de 1841, ort. 17 I, i de consutumar-se nesta capital e nas barbas das 1 procede tambem pola sua paite com e rema 1c-
anda julgar contrabando de cscravos na forma] autoridades! viandade, lanzando mo de reeurs-is.l'.o que a
Um porluguoz. rujo nome nao me rea.rdo | prudencia e urna saba poltica nunca"
do processo, disposieo auipli-da pelo utgula-
mento de 31 de Janeiro de 1812, arl. 211 S I.
O aviso de 20 do mar ode I82incuml0 aocura-
d irR'oral dos Africanos livr?s promover o bem
1 ratas a entrada e a sabida j .V ( uo I delles.
sera j seguras ; c eis a (ui os horaens qqe a n-'. n decreto de 2 de outubro de 1813 determina
glalerra ion,a sob a sua proteero, n*umnteres- [queas estacos navaes do imperio obstema
li'.o de esclavos.
. ra-
nosla oiiasia. chainou polo jornal Epocha a .la-|lecem sen.10 0111 ultimo recurso, como urna mo-
llina 1 Antonio do Muraos, ao .pagamento de urna dida de salvaran do 1 atado,
quantia que o mesmo Moracs Ibe ora deved >r. A 1 pposic 10, que tem sonrido o actuat salnne-
Moraes .-enie-se diquollo proceder, que o bapiisa Je porluguez, do qual tozcm parle homoiis Je la-
do injuria, e chama a rosponsabilidade o editor lento superior e roconhecido, o urna
veino posst- "fposilar ao p do thronoa expresso mais sig- 1 Vicente, parjo, escravo Je Joanna Francisca Ta-
is c (Quitas mucativa o cil, de adhesao, acatamento e pre-1 vares.
a os verda-, Vfi,c;ao,que consagramos Augusta Pessoa de n,m(1iri i,Piro, r,i\> i.:.- 1 r
somento olv- I "to S. U. a Imperalriz, su., virtuosa ,)omelno; bnnc. fiI" lSUio Ja rristao Ja.
1, pela sua consorte, c s das inditas Prim-ezas, sobre quem | co:ne Jc Araujo, c Adriana Jaeome de A Ib
auoimai s, Senhor dos Imperiose das Xaces, faca baixari qurque,
o doce oivalb 1 de suas Divinasgratas, heneaos e Mariana, semi-branca, fill.a natural do Alaun-
don... o pe,..-.o.1, ie .-,1' Imperio da Sania Cruz ,,.:., ,1
taoK Vugusla Dyuastio, para piospen-; 1!"IJ M"'l'',';
dado, paz e glora do mesmo Imperio : e escla- -"jri-1t parda, filha naluial deClaudina I
r<-;i cada voz mais a V. M. [., pma que ronsolt- da J -.
de o "">::' pi-!:!.:i.). e a liarmoiaa dos rico, tardo, fill.o natural de B-.inardina -
antis po-loies, tempocdl e espiritual ; porque so I m.-,-
desla g tlsa i ider V. M. l. elevar a i zenilh da | u ,
rerdadeira prosp.cridade, rome u poder, esto tose, pardo, ti i lio legtima de Joo P#lo da
:, : ";......0010 -oo, ou j.. lao digua, sabia e PuriOcagao. a Josepha Mara Cavalcanta.
lilioralme.il? iinpera V. II. -\lfi-al> r... 1, ___ 1 i-
c;,. ,,,. n,hnr, ,- 'ill'edJ, pardo, escravo Jo l rii'jtsco
sao estes, fjimnor. os nossos rolos, digne-se r- .,
Iboorias e
iniigos
os meios
'n-IltlIOS,
Rojri
OU'J
*;a
pois, V. M. i., benigno acita-los, e conceder-i
nhoearacnte egoi tico.
\o 1 i--" pao a lie-,..ni.a prepara-se ainda pa-
la entrar em campanil,1, a Franca j lerrnillou a
sua ronli 1
\ ll ido O
- iu maior
ora dos 1
iodos os p<
.,1 lemnisac
Impen
. luiperalriz.
i.n la o da
el / I
as tribus
mar 1 unas que liaviatn
lra. Frederico Ca.los Rossord, o qual aprose.ua o au- caprichosa, pessoal e injusticavel ; o o cuida '"'\1-"'""'?. I,n.nra do i,"-:"" B Augusla c Renc'-; Maria. branca, filha legitima .le Man .el !
1 lograpbo rompnlentomciile leralisado. o su'.le- dissolucoda canalados deputadis, pralieailo Cl ''' '-' I reir Pinto, e I). Joanna Vctor Feri
5 de marco de 1815 eslabeleceu legado, boje domclt.lo, Rosad, forma um pro- ltimamente pelo ministerio do Sr duwe ia J^',';Z*'^T'U~!^ ^0'n\, ^^ V,nl0'
' deon bondin-io ser o criminoso o rerceira, altamente impoltico e vilenlo, ,c lia nos *per.cuer urna bella iecep;ao, quando al- f.i. ),. r.u ^ 1. 1 r *
K25T&K fcriSsoldecontribuirparaa continuacao desso terr.v| nas pessoas que se liaviam dirigido ao enge-i^ 1 an a, fKu ^tuna da Josa ioto-r.
a Frederico i syslem a dereaeco successivas, quo conslilueti ll!" s'-.-'l'. 11 .-; rieram frustrar todas as etspo-| es, e (jenorosa Mana Lor-leira.
V circular de
a competencia das juslicas ordinarias do paiz i cesso ilo
para processos sobre Iralico illicito. 1 'al porlu;
Nao descabido
qual
hoz :
prkss relos de li do ou ibro o 14 de nnvembro de tosa cidade a bor.lo da crvela Ttet. e dirigi-1 das repblicas do Rio da Prata o Paraguay, das
IttigaXi 1850] a lei do de selembro de 1850, acerca da SV n" engonho Jaguarary. Se pode haver nina quaes ja demos cola.em um dos nossos nmeros
irnos mostrar que a es ravido n.io me- qual fallaremos pela bocea do memorndum, viaS01" interessanie e_que tonta enrtosdado des-1 transado.
1 li : 'al nome 110 li a/.il, pie u assumplo apresefilado em 2 de juulio lo 1858 ao governo | P'.'r.,e no Individuo, foi a que lez S. Bxc. na raa-
indroso, e ..... Imperio seria dcscul- inglez. nliaa d.i da li de dezembro.
Com ell'eilo, eram 5 1/2 horas da tnanha quan-
do a ranhoneira suspendendo as ancoras, sul -
- ra un
i tvi i i nao 1 ecipilai um passo em que mui- As disposicoes da lei de de selembro de 1850
': : !i -'" ':li' siicido. Kniraremos agoru no sao de nalureza a mais comprehensiva o vigoro-
'.'os ligadu : sa, e lomadas roniunrtemonle com a lei anterior ?U. P1,1 pnmeira vez as aguas do panuro Gua-
.: De como o Brai il lem ia- do 7 de novernbro de 1831 tormam um co ligo la Cuando parim a crvela inoeulou-se-nos no
trafico de escravnturn loo l"". ma saudade too profunda que pareca-nos
possne a mesma Ingla- 1 ? "us ,l.ut:1li,ni:'s Pra u,,n ,u3ar ,,u l>''l"o. que
1 i" M.1 Das poucas noticias do norte releva fazer no-
ar particularmonte a de um conflicto havido no
Rio-Grande do
crimim s i,
termo de Apodv, provincia do
Norte, no acto de prender-so a um
conflicto do que resulUram iros morios e a'-
soris feiinoi.iiis, o a da visita feiti Thero-
zina pelo Exm. e Itvm. Sr. D. Manoel Jo'1 i"1'1
da Silveira, hispo do Maranho. S. Exc. Rv!n'
Pl .r..'1-or os prcconceilos quo a aterrara.
>ssi parle podemos affirmar me a po- Francisco Xavier dos Santos, com Maria I
roa -a He N Scnhora do (', assim considerada ma do vramento : nao veto ainda cor:
desde 1...... ja boje meie-e 03 foros de 11ra ugarlpirn iv,. ,, c,,. c t
mais .leva.to; seu progresso real o atiesta. i?,M do* ba,!,os' M ^"', '"" M"*
l) estad 1 de ruina" eni que se ,.-':.. a na Ja I c' T l'np '!'.', :'. -lama urna providencia desde j ; Manoel Elias Je S : com Olmlina
: boje osi iiitransitavel para osear- Oliveira : nao veio liada cerlido.
V,
ros, quanti chegar o invern ficar couiplea- p.,_ 1; ,.,,/ R nT 1 ,
monto int-r.toplada A 1 issagem delles. loruinJo- (--'",ll!o Jo.e Kaposo, cora D. Ignez .1
- i m um verdadeiro lama, al; porque Cavbanla ; nao veio ainla certiJo.
U 'h- [o nn sua legiitlugao de legislacao contrae
o trafico complete nmo o que ,
mandara* que nunca pode- Ierra. A lei daquolla primeira data l.avia ver-i l:ll|-"s:lve! ""s pra .vol,iir- '(" rerebido na capital de provincia do Piaui)
... da,|0, incorporado principios los mais saos masJ As 8 horas da no.le, pouco mais ou menos, com as mais eiitlmsiasiicas demnnstrocoes r
- circiimslanciasqliejnsliricarara fqllava-lhe forra operativa para ossegurar a cxc-1dou 'u",Jo.a crvela de. volla desvavi.igen), nnl jubilo ; o S. Exc. lem justificado plenamcnt"
urna prudenlo indeciso do RrasH, no adoptar o c.iico daquell'es principios. Tornara illeeal a lpdo ha vid om toda olla uonlinm. caso alcm do aquello enthusiasmo do povo piauhyenso, ma*
icioio da exi urafico. Es: lecidas 110 importaban de cscravos africanos mas nao ia ordmario. mfestondo no trato particular nina bondade a A,",',l''';['; "' tobhiiib u mais, Prancelina, parda, com 3mere de 1
. lulas, la 1 a m os Ingle/es e m ros- mais tongo. Gomo Iho comnHiniquei nas minhas duas pri- inda a prova, e donen vol vendo na tribuna sagra-1 vasto con.ljrd) Ja I glalerra tambem talvez o ; natural de Maria Ann: la C ticci
loaosUra mplo. Anda repe- O primeaos tres arligos da lei de 4 de selem- mc'M> ni'ssivns o Sr. Dr. S e Alhuquerque nao I da com o seu brilhanto talento oratorio os vos- m lis interessanie sob o ponto da vista bislorieo teira.
o lado odioso, obsei-vareraosquao descabi- bro de 1830, suppriram-lhe os deleito habili-\u'm, desmentido o alto conceito que de sua illus- tosconhecimentos que possue em materias re- poluioo Os Br"inle? aram os nrimniro ha Romana,cnu'a,com 10 mea I
la sem inte bomparaao. a Brelanha lando as autoridades nos portos bahas 'ancora- !,rj<,a t"'ss"'1 furmava,ri paraense dislinc.tos. ligipsas. 'hit,ni,iJ r- 1 1 natural de Candida, escrav,.
.. nli i. la di -o lempo de tiesar : o Brasil icm douros c aguas torritoriaes do Brasil, ou os na- s- Etc' ,,0"do em PrallCil a sua l"'"' concei- E a primeira vez que o Pianliy hospeda a um I u,wuies u,'e Ps, e i a wiuu mais poteron, Possidonio, crioul >, com 7
3.0 era vez de 2,000 mu -. A Inglaterra tem I vios de guerra brasileiros, a apprerendcr em- l,,ada reputacu administrativa, e guiado smen- seu prelado. qua possuio a iBia Brilanmea, anles Ja invasao Ibo natural de Hanoela. escravo.
ma li
Cii'lu
Si)~ Isidoro Martn-, com Francisca I
veira : veio certido.
Lista dos baptisados, fcitos na fr.
Boa-Vista de 25 a 31 dederembro de |s9.
Francelina, 1 ir la, com 3me s '.- nas
natural de Mara Antonia da Concei
o barcacocs com fscrovos a bordo, ou suspeitas
asil nao lem palmo de" erra ra da Vm<>rica. de importar escravos. e deflnindo quom doveria
marinha ingleza assobeiba lodo3 os mares; o ser considerado autor ou cmplice desto crime.
Os arligos subseqnentes da lei soliera de ener-
ga, o i ntroduze ni novos principios no cdigo
possessoes derramadas por todo :o universo
Brasil nao lem
A
. ira escassamentc fez a cabolagein do im-
perio. O commcrciobritariico dicta leisao mun-
I '. o desla'parle da America aullo. As fon-
: 1 r; [u '. britnica sai variadissimas : o sen
' ai vii e o sen ferro, c n s gunda linha o seu
-slanho, 1 l.nmi..... cobro: as suas admiraveh
stradas- a sua redo de -.iianbosde ferro; a
1 lossal industria, mo:tiiente no fabrico do 1
novos
brasileiro.
Pelo art. i" a m'porlacao do cscravos no ter-
ritorio da imperio declarada pirataria, i- puni-
da pelos Iribuuae brasileiros com as penas cor-
respondentes.
Pelo art. 5." so autorisa a ronfscacau de em-
reu-;do Koinanos.
eonhociilos Jiiuo Cesar,
e lia noel a. escra o.
Ellea Picaram inleiramente Jes- H ;;"n'-'"ia. erioula,, om 8 meses de nascidt, fi-
nia le.'iiana, ji- Francisco Vii 1 iS
nuo parece nao ler Constanca Aroaznl, Silva,

latinos-, l.is estofas. I : 1 i seda.linbo e al- barcacoes empregadas no trafico da scravatnra
godo ; fabrias de liar; nieallurgia de tojo o ; e venda dos navios e carga, o seu producto pa-
g< i ero : manVfacInra de ar nas, do quitlquilUera, ; ra os captores, dediizida urna quarto parlo para
.. iiurivcsaria, de retojnaaii; branquearias, alca- o denunciante, se o houvcr; Qbrigando-se o bo-
is, i te., ele ; flnalmi ni i Londres commer- verno a pagar aos navios capturantes urna gra-
cialrocnti a pon 1 de um 1 menso funil. As o- lificacao do iOj L. 10) por cada africano ap-
peraces mercanlis que redemninham no globo prehendido.
mteiro, por mais |iie lumulluemegjreni, la vao I O arl. G.'1 refere-se ao tralamenlo doafrica-
lodas lindar na tal pona do funil que se deno- nos libertados. Os tratados da Inglaterra sobro, de S. Exc. luarchava'. essa estpida* prepo- uma snbslilui-rao va,ra na Faculdado de
mina Londres. A Inglaterra lera p*ns duzenlas o Ira Reo da escra rotura fora m declarados d.-ii- tonda que algum, po' fas e por nefas quer i desla cidade.
ordas no scu arco, emquanto o Brasil nao lem cientos neste particular por uma commsso da I ostentar, dosapparecena com a mesma rapidez Eram concurrentes 09 Sr. Drs 1". Pinto Pes-
senio unta, a riqueza do solo, e essa mesma de- cmara dos lord, por isso que tJeixovam os nfri- roin (1" entrou nesse cerebro caginoso enjo soa e Tarquinio B. de Sou/.a Amaranto,
sapparceer desdo que so Ibo arrebataren! 05 ranos apnrehendidos nos paizes onde havaim si-1 digo-Uto que essedesejn lito algucm tem de que- A congregarn approvoua ambos, designando
do introduzidos ou para onde eram desuados. rer conservar mais d-i ino.lado do povo Paraense'; para o primeira limar o Sr. Dr. Tarquinio.
Mas por eslo artigo os africanos libertados sob a es;a la de Danton ou de louquier-Tenville, i Fochnu-sa houtom a Faculdado de Direito
le pola imparcialidade, coUocando-se no cenlrol A ultima semana do anno do 185'.)
dos partido, nao dando ouvido a tuesquinhas I nos cheia de desasir.
lulas, que quasi sempre apparecem ; tratando { Nesta cidade urn grande incendio no bairro'
das necessidade reaes do que o Para carece. i do Rccife, tres morios casuaes, e u 111 .caso de fe- avanKa a "'1 oanqnisia alora do bainUAIbam ; | Lucinda, erioula, rom > mezes de n
Nao ha ne-la capital eslabeiecinenlo algum pu-! rmenlos graves. -u no lempo de Vespasiano quo os Briganles, naluial de Sevcrina, escrava.
blico onde S. Esc nao tenlia ido. e is'.o o faz sem No Cabo um ni rido assassina sua propria mu- | se subineileram adiugo romano. Dcpois Ja sua i An,onio. branco, nasi 1 lo cm '. i de si 1
que os chefes dessas reparlicoos o sainara com llmr e apunhala-se depnis. siISflicfl mm tnA,7tahia U ilhi atmoIa rlonc an". I'"'" legitimo de Alejandre da Surera
antecedencia, oque anida torna mais proficua a No Uonteirn .-:m raso do ferimenlos graves. ~ n' watewro >i- una, excqiio uous Lima \oaeil0j ,. Rosa ..,.,;., d.
visita de S. Exc porque dosse modo mareharao Em Beber i lie um fado igual. Mr0s aa =*>** [01 presa de liorna, que con- bral.
os emprogados dentro la rbita dos seus deve- | Em Serinhcm una escolta mata um cri mi- servou 0 Son Jominfo por quaUO secutes. Antonio, branco, naseido em 21 de abril d
res, o compreheMcro perfeitamen'.o o alcance noso que conduzia, e que se armara conlra ella A part,.'a dos rtbmanos foi .ssi'nalada pelas a"o, filho legitimo fio Jos Henrique Ma .
da inlencao de S. Exc com urna granadeira arrancada a um dos sol- i ,.,;.. ,ii.....: ....1' ,. .-..__r._i...........do, e D. Gerlrudes Francisi-a Bezerr.
da intencao de S. Kxc. |com uma granadeira arrancada a um dos so!- m..s 1 >ni0 k -. pm rn|aUir,- 1 ,0, ""e -'''i'udes Francisi-a Bezerr.
Se a provincia do Para que lo infeliz tem dados. | mais uepioraveis pw^goos em Inglaterra a es- Alfredo, branco, naseido e 23 de agosto
sido, e quasi que cotirJemnada a soffrer o ferro- Afora esles deram-se outros incidentes desas- [WCiarmenteem Yorksmie, t.ildas dizque os res, auno, ilho legilm i de Migue! Ferreira
nhojugo do despotismo, ha mais de 4 annos, Irosos de menos importancia. eram fortes, mas no por Baos. Os mais o D. Joaquina Cand la de l.orelo Piulo.
fosse" dolada de'p'"sidotite8 como n Ilustrado Nos distrlrlos de Iguarass e >\.\ Escada cap- cruois eram os mais notkrosos e que por mais Maria-criula, comSmezes de nascida, Rtbj 1
i)r. S e AU.uquerque, cnlao posso affltmar-lhc loraram- dous criminoso procossados e pro-1 Un,D0 conervavam n nudar' nm finalmaiim 1 l,,ral d,< |,";,1"'as-
sein modo de errar, que as cousas caunibariam nunciadoa. tr'
de um modo moi di'erso do .me at a chegada Terminou nesta semana
concurso para
Direito
meios de a fazer vibrar, os bracos* A compa-
rado pois inadmissirel : talvez que o que a
lima dasnacoe9 signiuckssn superabundancia do
luxo fosse para a nutra forca deindeclinavel ne-
-s dade.
E todava o Brasil aban loi an lo lo vilaes cou-
.-i-i raeiM-s, s timbrou 001 c-ivalheiramentccum-
prir palavra que baria dado
ledo csle se- uto est dtei 1 do pr .vas eviden-
1a collecco das les, d< proposito firme de
ira escravido, e, depos la resoluco de
1 ui 1 >rir a promessa folia cm 1S6, de prohibir o
Iralico pelos subditos brasileiros em frica, oque
lem do ser pelo governo brasileiro reexportados
para os pontos d'onde foram tirados : al serem
reexportados Reara dcbaixo da guarda e protec-
co 0*0 estado: e em caso ienhun podem os
servidos dos mesmo nesse meio lempo ser con-
feridos a possoas particulares. Assim so poz lim
desde aquella dala no imperio a todo o sysletna
de emancipados: e o que a Inglaterra nunca po-
de obler di llespanha, por tratado, lei no
Brasil
Pelo arl. 7.a sao obligados a prestar flanea os
si inpi foi praJirado, sem sombra do hesilaco c negociantes que commerciara com a Coslad'A-
rom inexccdivel Icaldade. frica. Requerem-so declaraces, torna m-se ne-
\
Passaado por sobro iiaam oravois outras dispo-
- iu ;, aaa pal 1 olearemos varias, das quaes
sao preparatoria do grande golpe, outras reve-
111 cas do systema do humanidade notralamen-
lod escravos, nao poucas protectoras da Hber-
dade, e analmente as que extinguirao totalmen-
te o Iralico africano. Perfunctoriamenlc apon-
laremos, por faHa do espaco aa providencias que
os curiosos podcrain ler nas colleceos do leis,
p.i; 96 daremos algumdoseiivolvimento mais s
qup itacaram radicalmente o trafleo.
,\ provisao de 4 de junlio de 1813 mandn li-
bertar os escravos portcncentes ao sequestro fei-
to aos jesuitis.
\penas se conclnio o Iraladode 22 de Janeiro
I'lo, leve o governo log) cuidado do o rati-
r.s- p;!a caita de 8 de jon! o de 1515; c j an-
cessarios passaportes especiaos, exigem-sc obri-
gacoes de avuliadas bancas igues ao valor, as-
sim da embarcaco como da carga, para a lega-
lidade .la viaget; e laes obrigacoes (icam em
vigor atse dar prava de que suas_condicoos fo-
ram estrictamente prcencludas.
voara ao baf-'jar da salutar arag.-m da energa I al o .lia Io de fevereiro do anuo prximo, em
eequidide de ura presidente seuh >r dos ajas que princip;am osexames do preparatorios.
aclos como oSr Dr. S c Albuqueiquo. Demandaram o nosso porto, do.-do o dia 21 mo eslaJ Jo miseria.
Tem feilo nesles ullimos mezes urn calor ex- at 30 do expirante, 11 embarcacius mercantes,
cessivn, e a tsica lem-se desenvolvido ern gran- com a loloco de 11384. tonela.ias Sahiram,
de escal la, o que aitribuem alguns modicos-ao durante as meamos das, 17 embarcacbes mer-
pessitno calcamenlo, que aqu empregam nas j cantes com a lobo o de 9.013 toneladas. En-
ruas, o qual na veidude bstente irrisorio, por-. Irou, alm disso, 1 vaso do guerra nacional, e
que, como Vine, sabe, consiste o sen leclinisiiio I sahiram durante a semana,
em reduzir a pedra mais dura a p. Renderam, durante os mosmns dias;a al-
A cmara municipal desla cidade j ha muito afn5Sga^57-.395.t98ris ;-iO consulado geral,
que conhece quo esse svstema de Mne-Adam Ion- '"'!''.'''-< 1'tilV~a1 ^bedoria das rendas pe-
o do Irazer alsuma utilidade, pelo contrario an-' ra0S.in1,e5JasJ]?S?6j*'8 rw .consulado pro-
vincial, 29,bt.uf58 res
vina, parda, com o mezesde n .1 1,
eram morios sem forma .lo p-oce.-so e subitui- lural de Pelxarda, escrava.
Jos por ou'.i'os ainda mais citis. Amelia, branca, nasciJa em 1 ..:-
Tal ora o cslaJo de Inglilerra, quanto en-, Km-I'f-'Tn^ i^S -' M,'' 1""
...,r, c. n 1 Nascimenio, e D. Candida Rabelto d c \a<
iraram os Saxoons. Por ei neo Je qualro cen- .ellos Marques.
los anuos, Yorksbire nao le^; a registrar nosl Casamentes: Francisca Emigdiol.arusi,
seus aunaos seno scenas do br-.i'.aliJaJe, e de Cosma Mana da Concei.o, branco.
.tencas espantosas. Os dimmarquezes a sa- ,iJ^^^l,S^^^^SSS^LI,,C!" "
qucar.m por varias vezes, redizindo-a ao ulti- MoiirALit.u.K o ma U .....wrmriti
A conmista Je logia Luduvina. prete, escrava, 7 mezo, espasmo.
i oni ul.-". -.
ierra por Cuilherme Je \ormailia introJuziu anocl, pardo, escravo, 4 mezes
,. ,. Manoel.
pardo, 1 auno, escravo, espasmi
desle principio um novo retraen, e secu- S&{3?lS7iS
de experiencia prov%ram q.10 o \vsloma Bdop Aribur, branco. 8 mozos, couvul
tes prejudicial, entretanto est aferrada a elle,
o que faz presumir alguma utilidade inrognita
somonte conhecida por ella e seus mombros.
Aqui ha um moco o Dr. Jos Flix, muito in-
telligento e tira perfeito engenlieiro ; esle moco
podia ser aprovelado e a cmara muito ganha-
Ora o cominerco legitimo do Brasil, com a ra se o empregasse em semelhanle niisler : cn-
tretanlo nao o faz c nao sei que 1 zoes lenho
para justificar este seu proceder.
Vae-se approxlmando o dia das elcic.oes para
dopulados provincia-1, e muila genio da materia
j tem dormido e amarillecido na ponto de po-
dras, esperando os votantes da rae,a, os quaes
pouco e pouco vem-io approxmnndo o lim delo-
rem lempo de mandar fazer ou comprar casacas
a troco de votos.
Com a chegada do Cruzeiro, cspalhou-se logo
cosa occidental da frica, vai-se rpidamente
estendondo. Vasos mercantes brasileiros levara
alli grande quanlidade de tabaco e do aguarden-
te, e de l trazeni de retorno cera,-oleo do pal-
ma, etc., c nao pequeo incomrnodo para um
commercio lcito desla sorte o achar-se cercado
de todas oslas preciucoose regulamenlos.
Mas .': no art. 8." quo mais preeminente se
moslra a dclerminacao do Brasil em por (111 ao
trafico de cscravos africanos. Por. csse artigo o
O movimento geral da alfandega, durante
03 referidos dias. foi de 6398 voluntes a saber :
v.iluines entrados com fazendas, G77, com
genero, 1951; total dos rolume. (mirados,
2li27 : voluntes sabidos com fazendas. 957, com
eneros, 2814 : total dos volumes sabidos.
3771.
Fallecern durante a semana 55 possoas,
sendo : 17 honiens, 9 mulheres e 19 parvu'os,
livres ; 1 hornera, 5 mulheres e 4 prvulos, es-
cravos.
REVISTA DURIA
Escrevem-nos da povoaeao do Nossa Sc-
nhora do O', em dati de 29 d) passado :
Esla povoacio goza de paz e socego.
nJo erao millior. Elle coofunlio misturou as Antonia Hara do Nascimente, parda, 30 uimh
diversas tribus, que povoavam a Kglalerra, e, .apoplexia.
Sr;il2Ti*- '""U!i0 n T '" '~'"SSP i........,,,,,
mogenea, nacional e por consequenc.V forte modesta cidade 7S re a.
Depos da conquista, Ycrk-liire lew s uma ------------
l.is.ori, local, a guerra das duas Rosas.a gran-i COI.I.ECTOIUA DE OURsU.
le guerra civil. qiie mnilo ooolribuio pra dar a I t^$mmmm!?**
listona Je Yorksliire um ioteresse pariic.Iar. *" d ...slru-to te .HBLlS
do
Por esle motivo as aniiguidades'je^oivia-
Joso tal.ez as mais curiosis Jo Ingl.terra i
Suas numerosas ruinas druiJicas, seus tollos
arruinados, suas grande caiedraes e sua> cu-
nosJa.les naluraes, lujo concorro a impropio- ,
nar o viajante que visita aquella paiz.
No numero dos mais interessanies monum UM do Yorksbire entra o eJ.ficio em ruinas le!
Wressel Csstle, a amiga resi.lencia Jos Percj,
condes de NormmberUnd. Bam restos do un
na |iie tem de servir 110 auno li
naneeiro de isr.il ihiki, pelu
uolleetor Mauoel Jum de Arcvc-
do Amurim.
Ra Ja Casa Forte.
N. 1. Joao Facundo Ja Silva
Giiimaiacs, casa-lerrea oceupada
pelo proprielaiio avallada por.. 300O
Idom 2. Vuna herdeiros de
Joo Neponuceno Barroso, .\;.-a
letrea ar-cndaJa por........ SOOvOOJ
grande pod-r fouJal, t 'juatro milhas de How'Uem 3. Ignicio Francisco dos
T~W\
a.



i
Simios, casa lirrta aneiidada
I*'...... ,*.......
dem 4. D. Uarianna Doro-
theia Joaquina, casa terrea ar-
rendada por.............
dem 5. ~ Joao Valentina Vkltela
tasa terrea oeeupada pela pro-
prietario avahada por.......
dem 6------Antonio FerreiraBar-
onllar, casa terrea arrendada por
dem 7. Mara Domingas de
Jess, casa terrea arrendada por
dem 8. Joao Francisco Fes-
soa, casa terrea arrendadi por.
dem 9. Jos Joaquim Habcl-
lo, casa terrea arrendada por..
dem 10------Luiz CanJido Fer-
reir, casa terrea arrendada por
Ideifi 11. Jos Ignacio Pereire
da Rocha, casa torrea arrendada
animalmente por..........
dem 12. Francisco Je s Al-
\es Guimaraes, casa terrea ar-
rendada anuualimnle por.....
dem 13. D. Francisca Joa-
quina de Luna, casa terr;a of-
renda animalmente por......
dem 14.Victoriano do Carmo,
casa terrea arrendada por.....
dem 16. Atnesma, casa terrea
arrendada por.............
dem 16. Joaquina Mara do
E-pirito Santo, casa terrea ar-
rendada por..............
dem 17. Joao Manoel da Fe-
rias, casa terrea arrendada por.
Iderr 18. Manoel Jos Biserra,
casa terrea arrendada por. .
dem 20.Jos Mara de Mello,
(isa lerrea arrendada por.....
dem 21 Jos Joaquim Ribeiro,
Cisa terrea arrendada poi.....
dem 22. Francisca Jos Al-
vos Guimaraes, casa terrea oc-
cupada pelo proprietario avalla-
da por................7..
Iden 23. Padre Vicenta Fer-
reira do Reg, casa terrea ar-
rjn.lada por. ....... ..
dem 25.-*-Dr. Antonio Joaquim
de Moraes e Silva, casa terrea
arrendada por.............
IJem 26. Joao Valentn Vil-
lila, caa terrea arrendada por.
dem 1. Bita Romana dos
Prazeres, casa terrea occupada
rea proprietara avsliaJn por..
Iden 28. Benlo Antonio lo-
mingues, casa terrea arendada
por.....................
Ide-n 29. Manoel Vicente do
laascimeiito, casa terrea occupa-
da pelo proprietario avahada
por .............. .....
dem 30. Mara Damiana,
casa terrea ocnipada pela pro-
prietario avahada por ......
lleru 31. Rosendo Alves da
Silva, rasa lerrea occupida pelo
, proprietario avahada por.....
dem 32. Jos Joaquim Rabcllo
Casa terrea arrend%,|a per.....
dem VJ. He. Je Jos
Alejandre de Araujo, KMMftt?
rea arrendada por.........
dem 34. Herdeiros fe Fran-
cisco Bernardo da Cumia Pe
raira, casa terrea arrendada por
lde:n 3.'). Jos Ma.ioel d
Mello, casa terrea arrendada polr
Ide:n 36. l>- Joaquim Jes*5
Ateo Verde d Mello, usa i^r-
ici arrendada pjr......
|,|e,n 37. Jos .Toaqn'm IHt-
beiro, casa terrea arrendada/por
dem 38. Herdeiros du Fran-
cisco Jos Roberto, casi 'Ierre*
arrendada por......
1445000
1S03000
120*000
72^000
485JOOO
72J0O0
1G85UOO
1445OOO
200E00O
120*000
1205000
48*000
72*000
365000
485001'
1443000
60*000
400*000
605000
IHAMO I)F, PKWNAMBIirq SKOTvpi FF.IIU ? DR JANEIRO RE H60.

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O 'tlj' UACtllt Ul 'iUUlId O llMflC CIU ,I.,I3
ivi o... ............. nrp 'idi'QSRV 77 I "* ,,J, ^ei-i< iU j i .i
arre, Filippe rlcry deixTUj "-cfta*--i>0 A,c" e 'Cao para o trimestre de Janeiro & marco di
candre Francisco de Seiw% **,e 'V1",^! cm dezembro da I?"
Uvl selM fcf mili
sacre
xandro Francisco de Sciw^ *^c na,. s34 Cm' dezembro d? 183V efundo menos ci
ettendeu a motos, e ifmc ,. "-contava rcela! diploma de rhombro da referida
bcraes. 1 assembla: foi uella que cstabeleceu-se o campa
Entao, guamecendo a eidido obatalho le mi- j do combate,
icias de Mamangunpe, um/ feipresso parlio do Presidindo aassociaco o vencravel Montalvci-
campo revolucionario, e foji o ajudanle de mili-
cias de Mocos, Irazendo^me insinuaeoes para
apoderar-mc da capital,/contando cora a sua
guarnirn.
Tralca* ou sorpreza, Iminbas communicaeoos
fiirain ler s mos da presidencia, que immedia-
tamente fez prender a ti/.dos os conjurados, nao
sendo eu capturado por/ser avisado era lempo.
To activa, porra, fi'oi a perseguico que se
me fez, que forc.a meln abandonar i provincia,
qnal vollei em 18*8, scndii presidente Ga-
briel GcliiUu Monteirojde Mendonea.
Falava-se ni proclainaciio do absolutismo, Ge-
tulio me procurara e/un grandes vantagens para
auxilia-lo ; nessa ludfia de vida enorte recorr a
iraprensa, e cstabololi a Gisela Parahibana.
Gongreguei em loijno de mim os anligos patrio-
tas, que so ouverann cotn intreoidez e integrida-
de. O presidente ejufurccidu fez-me toda a casta
de perseguiooes. ITrocessado ei preso por suppus-
to abuso de libcrd/ide de commuuicar os pensa-
uienlos'por moio da imprensa-i jnry me absol-
veu, c posto coi uberdado part para esta cidade
onde chegoci enymared de 1829.
A soeiedade dV ct lumna eslava forte, contava
muilos homens nuda/es ; os patrilas so congre-
garon), e unja ;dssociaeao secreta se eslabeteeeu
na casa do ncgLciaule Hazza, sendo eu mudos
directores, dos/quaes inda exislein alguns, es-
lando huje duuvs na corle e em posic&o muito
elevada.
Occupara a/presidencia o consolheiro Thoraaz
i Xavier Garca de Almeida, e coramandava as ar-
mas 6 general Antera Jos 1'erreiia do Brilo.
43*000 """'"i bar de Tramandahy.
Eslabelcci/a Abelha Perna'mbucanu, c a lucia
foi de vida rf inorte.
O poder/nao reciijlu diante de immoralidade
algama, ajos revolciados se conscr*aram na
altura do/su.i missao: hia-se travar a lucia,
ijuando o comniHiidanle das minas decidio-se
jior nos.
Volloifl-seo poder contra mim, proeessou-me
por suiHosto delicio de imprensa, prendeu-me,
ievou-fae ao jury, que me absolveu, estando j
, na presidencia o,conselheiro Joaquim Jas l'i-
nheirof de Vasenvceltos.
A a/gitaeiiu coescia por toda a paite, fui man-
dado/ partir parta a corle, oque (i/, ora !8"t), dan-
do e/nlao corado a pnblicacodo Iteputilico.
Aytesta da rvolueao estarn) os maiores es-
tadistas da oea, que logo me admiliiram no
niiinero da>-. directores que enlao se reuniam em
varios pqjmtos ; porm uns assiduamento as
casas do adre Jos Custodio Oias, c do major
Jos Joa iim Vieira Sonto.
Inda jJiien, a. revoluco so personiDcnn em
minha lessoa, e alucia lornnu-sc individual cn-
lf)0000
48*000
36*000
72*000
365000
36*0
144
3(
>tD00
2005000
36*000
965000
605000
6O"O0O
rotitinua'".
'-
oTftBO DE PE VISCQ.
nula boje o Diario d
oosimo sexio auno de vid
Su
Ronhecido aasaz por
< xistencia, que ha alrav
i j, nao carece hoie '
ra ^or distinguido
n ocres leilores.
Suris feleVs carac
rgesmas", sem impo
modificaao, porque (
1" um mrpo cuja?
ai I i'u.r ao subsetur
/i prlmittiva;
:-cr!;ire os mesmos,
, ( re, que os prndu
^-^l0 precisa elle
rtt quaes sejar
i),i de andar no '
i i. dentro da i\<
tica.
ambuco o sen tri-
irnalisiuo do Bra
actos nessa Innga
por taas vicissi-
o d-iguerreolvp.ir-
eus benvolos e in-
- snbsistem sempre
vir ao caso qualquer
pessoal da redaccao.
oes indo intactas do
onsiMvam-se em sua
lo que os fruclos sao
como tambera o a r-
alo, assignalar espccinl-
mii los, pelos quaes le-
e anno ; qual seja a or-
a gyrar a sua vida pra-
Ire miiMi e o imperador. Sao anda numerosas
as lesler iiunhas oesses acuntecimentos.
Os ro voluciuiiai'i'is se divi,liara era regicidas, e
nao re/acidas ; nao sei so posso dizer que s eu
nao er a regicida, porque o learor eomeeava a pre-
ponderar nos elul's, e s en ousava afrontar os
lerrt islas. Pede porm a verdade que eu diga
que/ era pequeo n grupo dos regicidas, que bus-
ca v/im supprir a [alta de numero pela audacia :
er* porm tu j nessa poca mas aula/, du que
7es lodos.
Sabe-so que por vezes lenlaram assassinaro
rimeiro imperador, oque somente a mimse
ove nao se lerem os revolucionarios do 1831
manchado com este acto de selvogeria, lendo-me
arriscado porduas vezes a arrancar os punlu. j
das raaos dos assassinos, que maisa mira do que
abs oulros respeilavara, ousando cu arrancar o
primeiro imperador do mcio-dastnrbas, e con-
duzi-lo no seu carro, pondo-o assm a salvo de
qualquer aggresso.
Indahojenio publicara eu este Eaeln, se o
meo amigo Bernardo Pereira de V'aseoncellos,
que delle sabia, e qaae partilhava os mcus sen-
timentos, n5o o flzesse publico na corle ao de-
pois de minha prisao em 189, que pie^endeu
que Cusse eu incoulinenti amnistiado.
Vinain os dias lgubres da mirco ; o povo do
Ri'> de Janeiro sabe a que eu f/. em defeza dos
nossoidireitos, oda causa que todos tinhamos
a peilo ditfender.
Ao depois ilas parrafadas dos das 13, lio 15
de marco de 1831, os conspiradores so tomaram
de pnico, u resolvern) abandonar a capital do
imperio par i.-t inni o estandarte da rcvolu
cao em Minas, que na ultima viagem do impe-
rador se havia manifestado contra elle Opuz-me
com todas as [urcas, deciarel que nao abandona-
ra a en le, lomando sobre mim a responsabili-
da le dos ai outecimentos.
Neala siluacao, contando com o cnthusiasmo
do povo, e r mi nlguus corpos da guarnifo, no
dia i de iluil pela-;!) horas da manhaa afronle
a nuloridade impe-ial, pondo-me em anuas com
algins populares, i fazen lo a polica da cidade,
de modo que fomns al o dia G em que o impe-
rador resolvendo-se a obrarreconheceu aimpos-
sibilidadc da) i"-;-' ncia.
I'.ra ineianoilc de C para 7 de abril, quandu o
enao major Miguel de Trias c Vasencoilos
Irouxc ao campo a abdicaco, c a nova de se ler
embarcada o Sr. t'. I'cdrl.
O imperador' dcixaxa entregue seus augustos
filho1 duas vezes nrphos aos revolucionarios, o
-Sr. Pedro II tinha T> para 6 anno? ; com elle
eslnvam mais iros meninas. Quando os revolu-
cionarios saliendo nocia desse abandono cor-
reram ao p.i ;o A i lina-Vista, o principo e x-, prin-
rezas eslava ni tu t ramenlc abandonados: gran-
de era culao nosso patriotismo c nossa morali-
dade.
Nao foi individua algum, que oxcitou aos ou-
lros, < u !. sieiniiiiln i o enternecimentu '1' iodos
ao verem quatro innocentes enancas aquellas
horas da noitc sos nos salees do palacio de S.
Christovao, sem lerem unidos anligos criados a
seu lado ; fui no instante chamado o visconde
dcGoiatma, q-|.; flcou com os augustos orphaos
da nacTio.
Da nao H'artpit a que sorccolhcra o primeiro
imperador, nomcou elle ao racii -a oigo o con-
Cor anidados
Nem ambir!
du racii
(!> em novas
<)i lu las, rri
.-' me ira'
lenho !'
res, ^ enho
hnmanida I
,. :
muns inte
dos.
Com ".
CU qil-isi
(>uai '1
I. i ma :
Ion-
pojada
carel u
ni qu
IFESTO.
/ira parle.
n niedo. me levara a d; r
menta an meu paiz: entran-
tilicas ao tlepois de .'15 anuos
er a palri i os motivos que a
fallado aos povos-,contra os
,ante do rei advogar a causa da
povo c do rei ; o se conseguir
. sobre seus vordadeiros e com-
llcarei pago do lautos sacrificios
ha vida poltica em 182!, tinha
ios de idade.
meiro imoeradoi dissolveu a so-
lea consliluinte, Pernambuco le-
sellu iro Jes': Bonifai
,'
Andradc, tutor de seus
filhos e es revolucionarios rcspeilaiam a vonladc
do pai.
Emboia lodo o empenho de falsificar a histo-
ria, sabem todos [appello ainda para os que, oti-
lan revolucionarios ceno eu. hoje oceupam as
priraeiras posi(oes no imperio, qual fot minha
influencia em lodos csses negocios, as nomea-
c;ns das regencias, e regentes, c como eu por
urna fiialidade inexplicavel me relirei dos nego-
cips contra a vonlade dos que lmiam o prodo-
minio do enla i redactor da Aurora Fluminense,
Evaristo lerreira da Veiga.
(s revolucionarios sedividiram logo, o a rcac-
cao rnarchuu 18o au laz, que impoz sos conse-
Ihos da rogenria horneas caraclerisados por
suas fraquezas no primeiro mina lo, e um dellea
foi o desembirgador Aureliano de Souza e Uli-
veira Cuutinho.
Por esse lempo me achava en na Parahiba, e
ne, era dola primeiro secretario Evaristo Ferrei-
fa da \Viga, que eslava no habito de fazer cm
eada dia de sessao sua orailia pora PBdeosar o
governo, e conderanar a nuil opposicao de en-
lao ; coraecei a oppor-lhe, e era pouco a as-
serablca tinha perdido seus hbitos anteriores ;e
a opposicao contava n'ella maioria : foi esse o
derradeiro periodo de sua existencia.
Como porm das censuras ao ministerio fosse
excluido o ministro da (azenda, cuja gerenciu era
digna do elevado carcter d'esso estadista, abri-
se noseio do consclho lula com este, c afinal foi
demittido o ministro, dando-sp assm snlisfacao
ao ministro da justica, que ja era polenci, que
submelia a regencia" por esse tempo reduzida ao
general Francisco de Urna i! Silva, e. Joo Brau-
lio Muniz, por so ter retirado d'ella Jos da Cos-
a Carvalho, hojo marque/ de Monte-Alegre.
Resullou inda d'essa luta minha cxcluso da
cmara dos deputados em 1831, tendo o minis-
terio 42 votos, e eu 40, votando com o ministe-
rio 4 deputados do norte, e comigo smenle um
do su! o meu amigo Bernardo Pereira de Vas-
concellos.
Dos 4 deputados do norte um toi o padre Guer-
ra vigario do Caic no Rio Grande, quo me lemia
na cmara por saber que eu n'ella se restituirla
a Parahiba o que so Ihe havia tirado para aug-
mentar-sc sua l'reguezia, e o que jamis pela si-
luacao geographica pode pertencerfio Rio Gran-
de, sendo que deixar de pertencer cm qualquer
lempo, que possa obter eu urna cadeira na c-
mara dos deputados.
Apezarde lodos os contra-lempos e pnrsegui-
coescontinuei em meu camiuho. lendo sempre
em vista o bem da patria ; e apenas romoun a
revolueo no Rio Grande do Sul, e nello se pro-
clamou a repblica de Piratinin em 1835, pres-
lei quando pude aos republicanos, entrando em
relacan com lodos os presos do Fanfa, o com o
vire presidente da repblica o veneravel Jos
Gomes do Vasconcellos Jardn), resultando d'ahi
o ir eu em pessoa tirar da fortaleza da Santa
Cruz Corle Real e Onofre, deixando de sabir n'essa
occasio da La ge Benlo Goncalves, por ler con-
vidado o comraandanteda fortaleza major Zee-
nno para fugir cora elle, o qual immediatamen-
le communicou ao governo, que era entao do re-
gente Feij.
Nao obstante dispuz ludo para passar-se Benlo
Goncalves para a Baha, como se passou, o d'on-
de fugio, e seguio, como haviara seguido os de-
ntis companneiros para Montevideo.
Por essa occasio combinamos revol cionaro
no
ej.o.i,. ,.if.nt itiin.. .uiif^uii i icVuimvu iii.i> o
Sr. Honorio enganou-se crendu que i presos
do Br un eramludo e cu nada : resullou de^sa
imprudencia a continuac,o da lula, sustentada
pelo benemrito Pedro Ivo.
Era furias, embareoo-nos o presidente Hono-
rio pa ra Fernando, e a mim, me mandn isolar
n iltia Rata, donde ssahi qado na presiden-
cia o rongelheiro Jos Ildefoiwo de Souza Ramos.
Todava moni trabalhos conlinuaram cm Fer-
nando, mclhorando minha sltnaco quando presi-
dente n Sr. Vctor da Oliveira', sendo que na
presidencia do Sr. Francisco Antonio Ribeiro fui
potto em lberdade, a que leve lugar i 20 de
gasto de 18^f.
Novas (utas mo esperavam, o presidento Hono-
rio no intOesse de nullilicar o partido liberal de
Pernambuco, c a provincia loda, fizera sabir do
p um hoineni para impo lo como chefe an
partido proscripto, e este coinegara sua obra
afronta ido e calumniando a todos os homens, a
quera a revolucao dera credilo o fama.
Apenas rec.olliido de Fernando, fui accommel-
lido, di teiidi-rne ; mas sem conhecimento da
situaco resolv'tuda-la na corle, para onde
perli em 1853.
Tuda examinado, resolv escrever o Hepublico,
e diante desla idea, aquellos com que cu devia
contar recovaran ; o em todo o tempe daquolla
reunida lula, s tive apoio de dous amigos de
S Paulo, e de ura moco de Minas, que al enlao
nito conliecia, e de mais dous amigos, um da
Babia, nutro do Cear.
Tudo era confusrio edesordem. e nesto deplo-
ravel estado chamado aos conselhos da cora o
marquez de Paran, que arteiramentc nsleou o
e.ir.ui..uinni (d ex|iiessao nuu e |iariouieiii nias merecida' porquanlo se a Sra. Mara Lui-
za, nao assignou contrato, sujeilou-se todava
por una declaracao sua em recibo, que passou,
quando o thesoureiro da soeiedade Ihe den 20(i, adianlades, a todas as condi 5es e vantagens di
conlrato que acabava de lindar a 11 de novem-
bro, logo licou a Sra. Mara I.uiza de Oliveira
tpso fado contratada rom a soeiedade, e por con-
segrante sojeila s penas e mullas estipuladas
no n;emio contrato, e como urna das condiees
d'elle n a prohibicao expressa d'essa senliora re-
presetitar em qualquer thcalro publico ou parli-
cular sem lieenca do conselho directorio, claro
est que nno pdiadar palavra ao Sr. Ferraz de
ir cantarera seu beneficio : n ainda mesmo dan-
do de barato, que a Sra. Mara Luiza livesse in-
formado ao thesoureiro da soeiedade daquolla
oceurrencia, e que Ihe respondesse que pr,dia
trabalhar (oque altamente contcstamss] pare-
ce-nos que a raesma senhora nao devia tonson-
tirque seu nomo flgurasse no prospectus do Sr.!
Ferraz, sem quetiresse previa lieenca do conse-
lho visto como o Sr. Ilicsoureiro por si s nao :
podia dar o seu concurso.
Consta-nos entretanto que a resposta do thc-
soureiro da soeiedade foi : que se entenderse
com o conselho a semelhante respeito. E por '
venlura a Sra. Mara I.uiza assirn o fez ? Cro-
mos que nao. Logo a Sra. Mana I.uiza proceden
irregularmente o em contravengan s clausulas
do contrato ratificado Diz mais o engenhoso \
doutor :uQur.m dase ao eommunicanle que o'.
Se^ Ferraz foi logo armado d}, programma va\
mo quaiiiln foi ronoencionar com a Sra. liara ,
iiiin uc ue raiiioa, wue oiii'iiiiiiiciuu asieou o ..;...__ i n i .. n r,
estandarte4eoneiSeo. Combali de veras esse i '"=/'':'''"*""": emrouan/lo? Por cer-
____ ___.. j. ____i"__..__._-.. io une mnauem. a uno ser n r.nm mitineante, me
novo modo de conculcar as patrias liberdadcs.
Dcos mandou-nos cholera cm 1855 e 1856,
acompanhei essa peste na corte o na Parahiba, e
afinal regressando a corle, H>orto o marquez de
Paran, passou a succede-lo o marquez de blin-
da, organisando um ministerio que chamaran) de
fuzao.
Conlinuava eu o feila, quando os liberaes en-
tendern) dever-me retirar da scena, dizendo-me
ser-Ibes muito conveniente o ministerio, em que
se acbavam os conselheiros Jernimo Coelho e
Souza Franco, e d'ahi passariam a ler um mi-
nisterio liberal. Entreguei-lhes o campo c parti
para a Europa.
Al essetompo, pois, isto <5, desde 1824 at
1857 meu lidar foi insessante.
Tendo desde minha juventude pcrlenrido a
todas a-i associacoes secretas, que se eslabelece-
ram no imperio, e actuado nellas sempre como
director, estando assm a par de lodos os segre-
dos da revolueo e dos humens que a servirn),
e muitos dos quaes serven) ao imperio, tendo-me
na Europa habilitado com novos moios para po-
J
toque nmguem, a nao ser o eommunicanle, (ne ]
talvc: fosse discpulo de Fr. Gerundio colligiria .
lal I etc. Agora cabe-nos tambera exclamar :'
tout fort.>:
Que torca de raciocinio I Que lgica subli
me Que hermenutica apurada (J gracioso
doutor espichou-se o espichou-se miscraveltnen-
(e, descobrio-seleve rutilada.Se o Sr. Ferraz
fot conrencionar cora a senhora Mara I.uiza
(deixemos a queslo de ler ou nao levado o pro-I
grammal para trabalhar em seu beneficio, claro
est queja antecedentemente lite havia falla lu o
elle assendo, e que nes.-a occasio toi conven-
cionar quaes as arias quo ranlaria ; mas diz n '
amantetico doutor, qne essa senliora nn promel-
lea cantar arias ele, pois bem, seja, n-i forana
arlas, mas sim duettos e muito provavel
que o Sr. Ferraz quizesse nessa occasio saber'
quaes serio cases ducllos para delles [azur men-
co em seu programma.
Qitanto aos oitci'.ta mil riis de que tanto por- '
lu o commvnicante llic respondemos rom o para-
grapho quarto do programma do mesmo Sr Fer-
PnMicaees a pedido.
B*or oeeasUtoda Visita qur* SH.3IW
II e liinaram fa/er a cialfkale fea
Vi<*tria.
D-ixanlo do Sul saudoso
To amenas regios ;
Ao povo l'ernarabucano
Viestes dar consolaces.
Que alegra, que praser
Assatla < s Yiclorienses
.Nesle raomcnlo didso,
Em que se aclurn lao contentes ?
A Visita to honrosa.
Que nos fazeffl es Imperaiie?.
ISos deixar para sempre
Suas laagens hrilhantes.
Q icm poder esquecer
A virtuosa Thcicza,
Que s tem no nneo
Humanidade, e belleza T
Se aos amas, e Aurelios
'1 arito amarara os Romanos ;
A Pedro anda mais amara
Os liis I'ernan.'uucaitus.
Do lrasi! o Defensor,
l'edro, origen de lragan^a.
Vera trazer a l'ernambuco
Serena paz, e alianea.
Oesappareca d'entre nos
Intrigas, e dissabores ;
Luidos indos caniemos
Do grande l*ed o os lo mores.
TrM origem a Victoria
Des montes da Pialara ;
Acota to bem celehram
Uo grande l'edro a Lisarria.
De Pe i roa honrosa pre*enc,a
A lembrnca lites vara reubar
Dos hroes, queenlosoubefam
V Hollanda dehellar.
patrio
. m lf
pend
Itegr
C
pe ;
.-ju
pa
vngara soberana nacional des-iom lul;| cnm partidos desregradso, nos quaes
preponderava a influencia de partidistas do pri-
meiro reinado, esem siccorro do arbitrio ou da
[orea domei no campo os setembristas, eos que
eni neme de una couaa a que cuamaram soeie-
dade federal pretenderam. avi'.tar a antori.l.i !e,
o goventar em seu nomo fazendo delta mini-
vela. E jamis depois de lo incruentas victo-
rias ouve urna s victima, e nem ainda a mni-
ma rousa soffreram os militares desregrndos,
donde veio, qne panada a agilac5o moflearan)
sendo amigos aquellos, que ludo affroutarara
dircitos por um acto de nqtialtfl-
o, e a Parahiba do Norte, Ierra
Tgulho ler nascido. o arompanlmu,
panbra sempre era todas as lelas
a partir da guerra dos Rollandezea
dos mscales em 1710, da da inde-
m 1817, e da da expulsan de Luiz do
)N.
va entao a provincia o honrado I'ilip-
.'errera, c arompanluua-o como seu
d'ordens o cadete Joc Baptisla do A-
nao leve meios para relei-rae, pois que sahi as
10 horas da noite do Irem de guerra onde eslava I
preso, levando don? guardas a cavallo, cora quaes !
subi aleo serio, onde me dernofei al a queda
da revolueo de noveinbrode 1837 na Baha.
Em 18:t3 segunda vez me negaran) ssento na
cantara, levando a coramisseo de poderes a immo-
ralidade a poni de decretar os deputados, que
Ihe conveio, para represenlarem a Parahiba, an-
uuil.ando-meos votos dos COllegios, que apro-
vara.
Oanle de lana immoralidade relirei-me a mi-
nha provincia, e n'ella continuei a advogpr, at
que se deu a maioridade, contra a qual re havia
declarado.
Em iS foi mandado presidir Parahiba, Pa-
dre Rodrigues Fernandos Chaves, hoje baro de
Quarahira, e este senhor procurou eslar era boas
relaeOes contigo, as quaes conservamos al o
momento em que o mandaram. assassinar.
Nos interrogatorios que forana feilos por occa-
sio d'esse atlenladn proeureu-so corapromeUer
(jessoas, que me erara charas, tentei excui-las do
processo, e nao querendo a is!o annuir o presi-
dente, abr cora elle luta, e lal, que para nao sof-
rcr os desalios de um honiom em delirio com
o poder na mo, deixeia Parahiba e vim para
esla cidade.
Ja a esse lempo, e por intervenco do meu
amigo Joo Baptisla do Amara 1 e Mello, tinha cu
intimidado com Manoel Pereira de Moraes, com-
binamos os iros estabelecermos um jornal re-
publicano cm Nazaretb da. Mana, a que demos
o nome de Ysffreat>.
Era regular a nossa marcha, tinhamos urna as-
sociacao .screta em oslado muito prospero, do-
minavamos ja grande parle da provincia, quando
a corte se lembrou de erguer aqui opposicao n
urna familia, o alguns liberaes mtervioram to-
mando a resolueo de eslabelccer aqui urna a--
sociaeo secreta dependente de um centro exis-
tente na coi i';.
Fui com idado para sua instailaco, e nao an-
nui, declarando nao convir a Pernarabuca dei-
iac-se arrastar pela corte, c que sua importancia
reclamara um centro seu, era hora ao depois en-
Irasse cm relaco com a corte, como de potencia
a potencia.
Conseguio a corle um estabelecimento, a quai
ao depois sedeo o nome de praia, ouc logo mos-
l)r. Antonio Unrges da Fonseca.
\ conclusao ser publicada amanha.
quein oque ia canlar por favor, de grara, Sem
lucro algum? A senliora Mara Luiza Ella mes-
illa? Pois nio Meu doutor da nula russa A
. senhora Hara Luiza
Aparecendo no Liberal n. 2157, 1, de de-jes
! zembro, quanto quiz dizer o vellio, e sincero [ ""
Ipojucano a respeito do honrado Vigario da',);ldo0 'I111- f*>' doutor pode muito bem e de-
FreguzUde Ipojuca. o Reverendo Firraino; %TZ^o^S}.. ^l,^
Jos de Ptguereido, nao devo calar-me com tan-1 la e, (aqu para nos) lem pago essa generosida-
la empostuia sem quedo urna vez por tojas eu de que Ihe ministra os meiosde levar esta vida|
respondo noque me toca 5 em quanto o Sr. Vi- ^'"blement de urna manaira bem ingrnia, por
Cesse ludo, quanto as Musas
A 011 Iros t;m de cantar
Qu a Ihere/.a S louvtmos,
!.' o nosso Anjo tutelar.
/' 1 / t.
r.ui despedid!
KMGKASHIA.
Bxis ? Prob dolor! At vero nonexili .^
Sil ment no niiora Mana Luiza que nao mello prego sem] Sis filis ; Ut felices babeas qooque mnll
topair canlar sera dmheiro... Siirct-ilum .'- > ', '
iixirisum tcneatis amici > Sera lonanl Ver-' K lcln!' ?alus I10!"" vinal, honor !(
gario Firraino tiver a conducta regular que at
hoj tem prestado a mesma Freguezia, eu sabe-
rei aprecalo ; por lanto nao diga o sincero Ipo-
jucano que fcil, c obsequi >sa condescendencia
a mesma assignatura do abaxo assignadb que
so puhlicou no Diario de Pernambuco
n. 25S de 11 de novemhro \>. p : por que nao
os tu rao elogiar a quem nao merece.
Sr. Redactor por favor, e servido ao seu as-
stgoante tenha abondade de dar publicidade a es-
las poucas linhas em que se ossigna por baixo
da assignatura do velho, e sincero Ipojucano
Emgenho Gaipi 14 do dezembro de 1859.
Jos Feliz da Cmara Pimental.
Resposta so Dr. Horda/ Aavallia.
Arreda I arreda I deixem-o passar! Alii vera
uso que o amigo doutor, quem tem compro- !
meltido essa pombasem fel com seus conselhos,
eomo maisabaixo declararemos.
E' levar muito alera do arrojo, amare! d
querer comparara sua predilecta dona s sen ho-
ras Patrezi, Carmella, Manoella e Giauelli. Poi-
que eslas cantaran) no theatro de Sania Isabel,!
ealgumas com a mesma Fabbri, seguc-sc que a
suaMarin podia lamben) cantar sem fazer ira
triste pasco.'
Todas ests senhoras de que falla o doutor sa-
bem msica, e por isso podiam muito bem aire-
verem-sc a cantar, arriscando-se, sim, a nao'
ogradarera pela voz, mas nunca espicharcm-se j
miseravclmente quanto s regias a alinee.',
ao compasso da msica.
Nao sei a que vom o conselho do nossti <1
relativamenie a senhora Jcz.uina.
Para nos grego, a nao quererin 15 1 \ dica-lo ;
com um engao 1 feliz e bem feliz para nos 1 m
que est o doutor a respeito da nossa pi rsonali-
trouseu presumo despedacmdo o partido libe- 1,,,nno hicbinho. que ousou voar do p. e rocar
ral de Pernambuco por toda a casta de intrinas\eom 8uas B7as a e 'Ta da Sr" Maria I'"U
individuaos, indignas do um povo civilisado ,:l rip (Mi,'Pra' dort <-')''"f"1 los chapeos do
No inleresse de ligar-me ao novo partido os' "mX"n 'l""l"r ,
....._:___ < l Mim .M-iMvird^ liillliirin fMomif U.r- I
elle Chegou! Como vem bello e galhar- dade. Uem diz o adagioPaga o justo pelo pue-
do Uuo bisarria Mas, elle, quem ? pergun-j cador 1 Algum'S ve/e-s a.-sim bom, e para
lar-nos-ho os Icitnres! U Dr. Mordaz Navalha I ns mui principalmente por que emquanto o
nn o ronheccm ? E' pena Sim, .o Dr. | doutor tiver essa idea na cachola, m.n (rata de
Mordaz Navalha (que lindo nome, e por Dcos descubrir-nos, coulrem vai levando as bordoa-
que Ihe assenta mara*ilhosamentej que entra em
scena, que outrit Sancho-P.inca de viseira le-
vantada e a lauca enrslad para defender em
campo aborto a dama dr seus pensamentos a
fadu de sena sonhos, e la mnitresse de son coeur !
Sim, o doutor, o amabilissimo doutor Mor-
daz Navalha esse homem essencialmeute racio-
nal, lgico, hermenutica que appnrece para
de urna vez para sempre aniquilar, pulrerisar.
om suas coslumadas e bem conhecidas morda-
cidades e profundas navalhadas, ao pobre e mes
vai
das por nos, que nos rimes de um i doulro.
Hcsponderemos enlretanio, ao sagaz doutor,
que nada bade. commum entre nos e a senhora
Jezuna, e se livessemos com ella, noasnla-
ces que o doutor lem com u sua duna das Ca-
melias, mas sim aquellas que um homem que
vive do que seu e do que ganha, pode ler, sem I
ofTender a moral publica, Ihe aconselhariamos,
de hora coraeo proceder com a 11 ees-- ra re-
serva, e nunca a levaramos por nossos conse-
lhos tresloucados, a praticar iufamias o (raianti-
ces com o iim nico de termos a barriga cheia
cusa della. !
1 r, /. 1
A ihopIp ih' minia |iipiiil.t irada
A f.tfji pal, ; meu fnlinitoi
Separou-nos, [gnez, a cruel morte !
Des fez o laco, que o amor firmara !
Fraterno amor, tao queri lo
Qua nem mesoto na auseocia resfrian '
A luz to viva de leus olhos rasli s
Para sempre t-Mnguio-sc mas ninh*alr.
Conserva d'elli unta lembranca eterna.
Que nos transes da \i.!aa terna calma.
leus labios se ealavam, c d^s fic>.s
Pal ideceu a c'u morena e bella '. ,
l)e tanto encanto, que o renborernoo
S existe a Ion I ra 1 n' im. 1
E aquelles gosos, que leu pai fruta.
.Tua mai, leus irmaoste aprecia)
Passoa ludo hgeire, ede san Ir.!:
Pais, irmos. leu esposo e-io peqM
Porque levou-ie, rherubim mim
O Eterno, lo ccdopaTa oseos.'...
Ali foro justo1 que vives ainda,
Q ni no mundo to boj (.1 'r'os 1
L. no imperio da luz, ondede-fre
A glora de con!emlar um l> |
Uniasnpplira ferve litiga
Por leus pas, te;s itmOS, c leu nmnso.
Qneixaraniobim, 1." de outubro de 1!
' '
StMlPlt
S,, va ,le norma ar cscriplores passados, pre- reformar o que ella linha fiua'lisado.
seus ir.s tluidores saliendo de mim as rifica- (< cues e agentes da soeiedade Vigilante, que ha- Suva de norma aos csc
vamos instituido, o cojo grao mostr era o ve-is'"Us c f".'"rns n .''C-10 "le meslre que acaba de
neravol padre Luiz Ignario de Andradc Lima dar-nes o trafe/ecieel doutor para que nenhum
trahirara-rae. eprocuraram dividir-nos; e |j ae atreva,d'ora em diante, a descobrr as verda-
violcnlo foi o combate, que nos foi mister armar- ,,f'5 '"''" as nln8e'BS lralanlic.es do quem quer
que seja Para que nenhum insecto se anime a
sullir largo v6o, ecom o sopro de suas nzaa, sa-
1110-nos para passarmos nosso estabelecimento
typographico' de Nazareth para esta cidade, na
qual continuamos a publicaco da Mazareno.
Nova e mais vilenla luta foi Iravada nesla
cidade, o poder applicou contra mim todas as
suas lonas, as faeces auxiliaram na sua obra
esmagadora ao governo, c convertidos os tribu-
e.udir o p que encobre a calva de al.'uns cava I-
Iciros de indultia, to versados as litros e tre-
tas, e na arte de viver cusa dos parvos que
oiiv^ra suas cantisjos-l
r.om qu auto j sejam idos os tempes das ca-
! vallaras o doscavallr-fros andantes, e nao este-
ra mais em moda os torrados nem as liras.
OtlEf.ECll.li AO KM. Sft. IiR. A MOMO COEI I
O Dr. por seus consetos, s diz ovni., in. Sa' e ALBCQC ERQUE, PIG!TO PRESWE!(i
fez com que a Senhora Varia I.uiza nao assgnas>e OA PROVINCIA, POP. CSI CAWTaI
o contrato com o soeiedade, quando sctralou do YADOR.
Assm como depoisda lempestade,
Como diz essa senhora em seu communica lo ()llu estragos move. sezue-se a boi
de 1- do crlenle que dias dermis de hacer ..
lindado aquello contrete-, procurou-a cm sua ca- *sslin! c,icrpile a'l!!l. '''!" "
sa, o actual director de ensaios da S. 1). p. Re- Depois da tyrannia i, libarda le.
creacocom o iim de assignar novo contracto, > -, c '. ,
e que ella responden que o assignava, m ,,:,,, He-sn-r It- entre nos Saturnia idada
com as mesmas condi;ocs. fe falso para nao dizi r Debaixo de urna sabia governanca ;
mentira deesa senliora. por quanto a resposta que | Nossos di re tos em fiVI batanea
essa senhora deu ao director-oi que o ass na- ;..,y ,osa rgida igtiaWade.
va, mas que naquella occasio nao poJia faze-lo, I
porm que depms o niandaria levar. Vi rd idc Seja lea noite a lc-i : vers honrado
que n'essa occasio a Sra. Mara Luiza [al'
naes ordinarios em commisses especiaos levar un I Vil
a perseguico desde abril de 1SS7 a agosto de Mam mais em ">oa\? tornems nem as licas, que nessa occasio a sra. .Mana miza laliou em I xu nome, 6 Albuquerque, nos aun.- h
1848, em cuja lempo rotou esse processo celebre com ',"''ln,0 os romba,f*; chamados outrora jut- condtjoes, mais que quena quefossera es- ^...Jn,,, ,.; ,, faln
do Nazareno, que tanto me honra como dcslion zo de ,),'",J- lenham 'oalmenle desapparecido da ; Upuladas no contralu-e que erara.- ser-lhe o I lm ,,ia ma0 somen,e e '' lU a, :
ra a meus adversarios. scena publica, e os campeos se hajam para ordenado pago adiantado, e afoncesso gratis do jgg usw e i,om ,,,;. ll.M,or1 .
Emquanto assm na provincia me trucidavam sempre confundido no p dos tmulos, licando- i ibeatro para seu beneficio [provovclntciite para s ,.,, r M .
___j !_______,: ) ." "'i I .. >(m..l. lulM> InliMiaiiil ^..^ .. I o.inl.ir anaa nu riunlln* H.. o... e.,.lh. 56 (leSp0HC0, llCa CXeCra |J ;
lnire a deshonra, ea gloria, eculhea
Comen id r, i
va-os a apregoarem do alto da tribuna parlamen- sem ""ir'fe'"'''-
lar minhas supposlas relacocs c.om o dita'dor da "as' como "'l"01'03 lampos, os juizos do
confedoracao argentina, general llosas uuc adir- Deos sr, l,lf',lliv"is. 9 (!" acontece ?
Mello : nao ooslanlc seus crditos de Por desmnronar-me.
o s fado de ser delegado do imperador I Part depois dotantes trabalhos para a corle,
iispeito, ea conspiraco leve denos pri-; ondf cheguei em dezembro do 1!I. estando o
lias acautelar-se. minislorio coraposlo doscguinle modo :impe-
, ro olhava bem para todos os patriotas de i '' consolheiro Antonio Pinto Chicharro da
confiava nelles. que ha pouco vinharn de Cami> /tffl, Aurelnno de Souza c Oliveira
sar das prisoes da Baha; Filippe Wery Coutifibo,morto viseonde deSepeitba ; estrait-
n delles ; assm, romo naturaes conspira- 0('rr"- Bento da Silva Lisboa, borao de Cayru :
se reuniram ceses patriotas, se associaram n,rir':<'i gnerra, Anlcro Jos I erreira, morto
om (unos novos,'(pie-t, rfirsam denlre os offl- fr de Tramandahy : /azenda. Candido Jns
e dentro osestudantea das escola'sWo ensino se-| cah..V- ....
Era dado o golpe de estado, que tirara da lia
cundario. j ento all existentes, lendo eu um
- escolhidos.
Iniciado nos segredos revolucionarlos, nao sei
mavaiu ler acreditado o general Guido como
plenipotenciario ante o governo brasileiro, e an-
te mim. Tinhara enlao em vista os temerarios o
fa/er que a monarchia cahisse por sobre mira
com lodo o sen peso.
Afinal, devo a urna reaeco popular no ultimo
jnlgamenlo a minha liberdade, e tambera a inte-
gridade da relaco desla provincia
Depois do lo longo raassacre esperava repon-
sar, a Providencia porm linha ordenado outra
cousa ; sujeitou-me a novas provacc3
Em 29 do setembru de 1848 mudar
sua poltico, e para presidir esta
O campean cabe ferido de tnortcquando a- i
bracea o difunde urna causa justa, e seu nome '
flea coberto de opprobrlo por lodos os seclos
dos se ulos. Amen.
F.' justamente o que vai necessariamenlcacon-
mezes a2009001), esta deu-lhe adiantado a qiian- ^'<>'x$Q .Um Bj A%_>Bslt
la de 4003000 para rescindir o contracto que ha-: PKACA lu IthCllt :!l 1)F. DE/.LMBRu L"i. It
va com o actor Coimbra, e sempre que ella pre- S TRES lilil \^ DA I vRDL.
cisou de dinltciro, e que o pedia Ihe era dado.
Ouanlo a segunda condicc. o director di n-
saios Ihe promelteu c den-lite palavra que o
ibealro Ihe seria dado gratis para seu bcni Icio.
'- .
D ni ic i lias1, 10, 11 c 12 0 '
Francisco Mamede deAlmei _-.
Sei retai i.
tecer ao campeo da Sr." Mara Luiza de Olivei- Concordou a Senhora Maria Luiza com isto.
ira a corte
ra, apesar de nos fallar a mordacidade e a nava-
lha do celebre Dr. Robert lacairc... nao, enga-
namo-nos Mordaz Navalha, cuja identidado,
por ns lo conbecida, bem se dcuuncioa.
Nao 6, por certo, o Dr. Mordaz Navalha o
mais asado, nem o mais puroCavalleiro para la-
mar a defesa de urna causa to delicada como
o director de ensaios dcixou-a, convencido de
que ella mandara o contracto assignado tal qual
tile lli'o havia dado.
Mas qual nao foi o seu espanto, no Iim de 3
ou i dias vem-lhe smaos, recambiado o conr
tracto sem assignatura, -acompanhado de
artigos feilos pelo Mentor que a arompanha,
Rendimento '
dem | i
il.FANDl .\
lia la ''.
ti ... .
i; as
' IW rODA UFAN!) Ia.

217
ll
ir a Se\hi
:
que tinhara sido alroz e brbaramente olTeii iidiis l"'llra nli,'ar-'l0s'' Liemos que nao; e o ama-
pela praia, sequioMS de ringancas, apoderaram- i d''nlnr 'eclbendo-se em seria mcdita.o, A Soeiedade est no caso ao impOr a Se\hora Descarte
se do instrumento, e o jogaram com mais facili- fazn,llio oxame de con-ciencia. sera o primeiro a Mana Luiza c nao de receber impostcoea, fruelo V.'.u. ,i, ,i i '
dadcdoquea.uanivella I jgdaTa mcchantca cotihecpr que deve callar-so. e nao alirarpedra- do um louco, e bom vivant. A Senhora Maria Pancho hollandeza-Especulanl, -
Siria enlao na polica um mi dos maiores vspeilos. e ,??t o, ra a com d''vliro e bom ha^ ,)0 eonUa') str"">-' w^via fe.o anteriormente quando em principio se Rarca anierirar a- (r.^ird-cele,!,, l,,, itls.
suas altcnra.es, o Sr. dbsembarajdor SoaT ol'.'Sa^ a. [ de ros papis ... de ura | quiz contratar, como o havia felo com o actor ; arca an eiu.via-!,,-.,, ,ado,-far,n! a de trig i
Ionio de Souza quando se levantou em Oliuda a
loria dot augustos orphios a los Bonifacio, e
Aureliano, que islo llamara, como ministro da
porque fui distinguido, de modo queAz logo par- ; J"e,llM promova contra o cx-Iutor um processo
le do grupo direclor, sendo incumbid* de rom-! politice, e procurava que como lestcmunhas fi-
municarnos conspiradores, e na occaftao, o pa- gurassem pessnas de toda a excepeao, chegan-
nel que cada um devia representar. \ i doso a 'mbrar de mim para ser l-stemunha.
Nao havia nnidade de pensamento o de fristas, I mondando tsto propor-me por intermelio do co-
Filippr Nery tinha entre nos dous rcmpanheW neg Januarto da 'unha Barbosa, cora o que me
das prisoes da Babia, ambos como elle naturios mridendo excesivamr ule deu
de Pernambuco, que tudo llie cnmmunicaraVn,
levando sua complacencia a poni do rompro-
metterem ao cadete Amaral, que lambem fazia
parte da nossa reunio; e cssim pole a presi-
dencia frustrar o rompimento da revoluto na
capital, sendo forcoso nos conspiradores retira-
ren-se paraFeira-velha com a forea de que dis-
j nham.
Patriota taanbem, querendo servir yo impera-
abrircom o governo urna nova luta de vida c
morlc.
T essa proposla do conego Januaro as assi-
presi- 'deidades e franquezas do ministro Aureliano cram
de tal ordem. que nao podiam indicar a proximi-
dade de to hnrrivcl tempestado.
Km 1831 cslal.'iiccero cu a soeiedade defensora
da liberdede e independencia nacional, e para
sua regia tinha ella urna aserr.b!a c 80 mem-
rebellio ; esse magistrado proeitreu-mc para ler
urna conferencia com o presidente Penna ; re-
cusci-me.e disse-lhe que se fura eu o presidepte,
a rebellio nn passana de Iguaross porque
faria dispersa-la sem um soldada, que, porm, si
por venlura urna s gota do sangne pernambn-
cano sederramasse, ira eu Dar o campo, pois
nao pacluaria com os nlmigos do povo, nem
cruzarla os bracos diante delles.
No dia 13 de novenibro so
de ao mesmo lempo dos com
Mussiipinlio, o governo, e a rebellio Acarara
com suas torgas auniquilladas ; mas eslavara
eoniprometlidus n cus amigos Amaral e Moraes,
e eu devia cora ellos correr os iriesmos riscos e
perigos.
No dia 1G parli para Iguarass, crici urna for-
ra, Az junso com meus amigas, e lodos sabem
como me porlei desde ento nt o dia lll de mar-
co de 18t, era que fui preso.
Substiluio no presidente Manoel Vieira Tosa,
hnje baro do Muriliba, o conselheiro Honorio
Mrmela Cnrnriro Leo, que inda sufl'ncado por
anligos rcsinlimeutos contra mim, deslacou-me
dos meus coreos c eomprometteu situaca.
tal viscondado ... e de urna scena passada em | Hermano, como (Inalmente o havia praticado I Barca ingieraNetherlonbacalho.
um corto holel desla cidade, com urna crealura com o actor Coimbra, e finalmente como o far Barca InglesaCntenon- Ierro e h oca;
cuja nomo nao diremos, o Analmente da Iroca sempre porque nao c sincera nos seus tratos mui i Galera ingleza D. "tngo [erro e can i
de ames, proAsso, ote ele, etc. i principalmente lendo por Mentor um Doutor Mor- ?ojera franeezaAd< Heny ^ajnn; -.
Porm, deixemos por un pouco o nosso amigo daz Navalha.
dillett c vamos ninda nina vez e pela ultima
tratar do nssumplo que tem feilo objecto de nos-
sos ceiniuuiiicados que sao tunaos, muito nos-
sos Albos amados, o nao de quem pensa o cele-
brrimo doutor, pois que nao podemos consen-
ube-sc nesla cida- ,i|,(tc so d a oulrom a patrrnidado de nossos
ibates de Nazareth e r,,ho8' 1,,c damos S luz Para iouiat os conl'C"
, .,;i.ii:v. R....L cer. s elle.
Despiezando tuda quanto diz o espirituoso dou-
tor, luctar-nos-bemos a esclarecer bem a ques-
Ouca agora Doutcr-um conselho de quem lera
mais idade que V. S., e mais pratica do mundo,
e de quem era boa hora o digamos, ainda nao
comuii'tteu um fado soquer em sua vida, que
nos levasse urna priso, ou n< s irouaesse a ro-
da com os giros cmbelants de um processo ou
conselho de...
Deixe se de polemiras, que cada vez o eslo
Arruinando mais, sem que d'ahi llie possa vir
( provcilo algum ; nao faca juizos a respeiio deste
lo ivspondendo alguns pontos da sua estudada ou daquelie como o autor destas linhas, que fa-
palaooada. Diz o doutor: Admira-nos que o zomas to sement para dar conliecer o carac-
iDuslrado C'Jinmuideante, que se mostra to ver-l ler, c proredimento dessa Dona ingrata, para
sddo as (ocurrencias do Ihealro'de Apollo, tj-jcora urna soeiedade que sempre a tatou bem,
nore que a Sra. D. Maria Luxza (Dona c nomo segundo nos consta. Puiipc seu dinheirinhoc o
do dslineco, segundo diz Morisseau na Duque- dessa pobre Senhora c nao leve-a a despender
za] por deferencia soeiedade, e nao por obriga- cora communicados, que estamos diapostes a
c4". visto nao ter assignado controlo, informan prolongar se assim tormos toreados.
ao Ihrs nireiro da mesma soeiedade. do pedido
que Ihe havia feilo o mencionado fie. Ferraz, res-
pondcndo-llie elle que podia Irabnlhar.
; preciso ter a coragem da Sra. Maria Luir Je
Era cemo o Sr, Tosa" o havia affirmado"'; cora a o dsfaenmento do do.ifor pa.rs mentir tao des-
Adeus, Doutor.--Din* casaca nova Ihe damos
se nos descubrir ainda.
0 Tydo.
Ret iCe, .! de dezembro de 135'3
RENDIS1ENTO DA Al.tANDEi.V DE TER-
NA Mili CO NO HEZ DE i.M/t-.MI5!U) Ut
is.'..
Importarao.
Dirci os de iaaportecaa par* con-
sumo ...............49i'.>J:
I).tus iie bal leac,5a c reespMtacal
pura oa petloa auaigeirn ....
it s de Mdeacflo e ieeteorl(to
pira os por los do imperio. Ti'yw",
Expediente des Roneros attnstajeiroa
invocados por cabilaRCin llvre il
direlio i consumo........ 1:0".;
Dito do pais............ 1:37'
Du !iw-s............... 4'.',^7li
i aaiinnajn) diti imirralirrlirt S:?fi69'>i-j
DilaiU plvora........... !"-.>
Premio de assiiini im........ i >- ,,
Inlerior.
Mullas................ TifiK>Y7
Sello do papeltio- ...... ^iS*0
Pf epOrCIOIllll............ I ||
Imposto do i desp ciVnles...... OjiiHl
D-te doi Jodaottl de drspachanre 3|>.-
"


(*)
I
M*
DIARIO HE PERNAMBDCO. ~ SEGUNDA FEIRA
Emotunuralos .le cerlidoes.....
Feilio de liiulosdis dtp chanten
oo&ow)
4*800;
fl"ta v ntaal
/".. Iraordinaria.
502:897J>7-26
18*74> i
R*. J02:916$l7l I
n i seguales especies.
Oinheiro 487:289'$ 11
Assignados. 15:6270100
Deposito*.
Km bal.nic,. no ulluiiu e
i"-vmlir........ 8:17I>J;U
F ii.do-- no curren le mez. 71J9~J0
------------8:817.-? 183
............ 4:9'>490.>i
Sabido*
Bacal ho- -
Exigentes......... &V339I3I
Sat seguintes especies.
Dinheiro .... 15(0915
Letras...... :i:tS(#l6
Contribuiro de caridade.
Reiidmento ueste mea......... 916*>83i>
AUandega de Periuunhuco, 31 le dccaubro de I Batatas-------------
185b.
O errv"o. I Carne secca
Faustino Jos dos Santos.
CONSUI.A 1*I GERAL.
fteiid^menlo dodia I a 30.' 59:462>108
dem do dia 31...... 53383U
59 995S938
DIVERSAS
Rendimento do da 1
le* ni do dia 31 .
PROVINCIAS.
! JO. .
2:8995 20
31J844
2.931 $270
DESPACHOS DR FAl'ORTAClO PKI.A MKSA
IM) CONSULADO DCSTA CIDADE NO DIA
31 DE DEZEUBRO DE 1859,
i -boaBrigue portuguez Tino, Feliciano Jos
'tnos, 21)0 saceos assuear mascavodo.
MarsnlhaBarca francesa Andose,Cals limaos,
X'M saceos assuear niascavado.
i boaBrisue portuguez Rubiui, C. Ttoguei-
ra i C, 50 saceos assuear branca ; 50 ditos
i lu mascav.ido.
KK\ HMKNT IH MESA DO CONSULADO DE
Pi-ltN VM1U O KM TODOOMEZ DE Di'./.EM-
BttO DE 1859.
i instilado de 5 por 0 0 5f:881gt70
i i por e.ento. 22$:tj0
'> n iragem.....
I1 ''.s de 15 por cont
las i mbarcaees os-
: ingeiras que passam
i naeiouaes.
D'.l de 5 por cento ua
compra > venda Jas
' II ll II '.! '''"<- .
lieui j 111 mi il
Hullas.......
Sello Qxo o propofei
Feilio de ttulos de cai-
v ros d apachantes.
I olumentos d<
-. .....
3:057:$ 120
51 90$510
Msnur, purem depois da exila-
da n."io hoiiv-Tiio vendas, e os
compradores oilerecem menor j
proco.
Asscar-----------Os broncos venaVram-sp para
os armazeearios de 40200 a
4y80O por arroba; e os smenos
de 3(200 a 3*400 por arroba:
O o nmsiavado para exportar
de 2*700 a 2J850 por arroba
dos purgados ; America de ris
2450 a 20500 ; Canal de 2350
por arroba.
Agurdenle-;- Vendeu-se de 65*000 o 689OOO
a pipa.
Couros-------------Os seceos salgados vender m-
se a 280 por libra.
Arroz pilado Vendeu-so a 2JJ600 por arroba.
Azeil doce-------O do Mediterrneo venden-se
de 80400, e o de Lisboa a 2$800
por galio.
O mercado est bem snpprile,
por quanto boje existem 26,000
barricas era ser ; tendo-se ven-
dido em aiscado a 90500 ; e a
retalho de 8*000 a 12J000.
Venderam-su a 10300 por ar-
roba.
A do Rio-Grande do Sol ven-
deu-se de 4*000 a 6*200 por ar-
roba e a do Rio da Prata de
41000 a 53500. fleando em ser
10,000 arrobas da prinieira e
30,000 da segunda.
Vendeu-se de 50800 a 7&000
por arroba.
dem de 13400 a t*8O0 por
libra.
Carvao de pedra Ha falte, e as vendas regula-
ran! de 210000 a 22J000 a tone-
lada
Cerreja-----------Vendeu-se a 5*000 a duna de
garrafas.
Fsrinha de trigo Temos era ser 23,200 borricas,
das quaes 8,000 de RichanonJ,
10,800 de Trieste, 1,400 de l'hi-
ladelphia, e 3,000 de New-Or-
leans tendo-se rctalhado do 20*
v a 22^000 a barrica da primeira,
de 20 a -248000 da segunda,
e de 18S a 190000 da terteira
e quorta.
mandioca Vendeu-se de C3000 a 7cO0O por
sacca
Feijio---------------dem de 10600 a 3j000 por ar-
roba.
- A de Hollanda vendeu-se a 260
rs. a botija.
- A ingle/a vendeu-so a 700 rs.
por libra, e a ranceza a 5J0rs.
lieando em ser 2,200 Darris,
entre ambos.
Caf......
Cha-----------------
D. di
Gen obro -
Mantciga- -
co, que, pe* hceu transiendo para a Sesso de
5 de Janeiro prximo
Sata do Conselho'de compras navios a Par-
nambuco em 29 da dezembro de 1359.
O Seerurio, Alexandra RoJrigues Jos
Anjos.
1 DE JaNHRC)J>E iseo
THEATRO
DI
Santa Isabel.
200 libras do cha do Mo em calzas ue
bras.
Armado, na praca da
Boa-Vista.
A 3 de Janeiro.
O preposlo do agente Oliveira fari leilao por
Os ar.islas lyricos abado assignados tendo-se I k'?.6 dd' v?f cnn"rnreea1.a d ^fejos do
reunidos om sociedad para dar alguna concer- Dc ala esl^, Vr^ncif aTXTJi V'S'-a im~
. carcter, ,do obtido para este Om o | g** VAmJSS/S^^ **
de.
27 barril com
15 barria com
11 barricas con
Jan. pugne primeira
este
ihealro. do Kxm. Sr. presidente da provincia,
tcm a honra de convidar aV.... para aedignar
honra-Ios, nasignando-se para as qualro reprc-
sentacocs que se darao no referido theatro.
Agradecehdo a V----este particular obsequio,
lem a honra de assignar-se deV obrigndissi-
mos veneradores c criados
Luigia Gavelh Beggiam.
Sofa Marini Testa.
Jos d'Hyppolito.
I.uigi Testa.
Jos Maria Kamonda.
liiuocencio Smollz.
Condices da assignatura para as qualro repre-
senUifes.
1.a ordem.......... 60J000
2.* dita............. 800000
3.a dita..............{0*000
Cadeiras............ 16*0(Vt
Plateas.............. 8g000
Camarotes avulsos.
1.* ordem.......... 20*000
2. dita............. 25$000
8." dita............. 12*000
Toninhas.......... 6*000
Cadeiras............ 5*000
Plateas.............. 2S000
N. B. O escriptorio do iheatro acha-se
. da praea da
Roa-Vista, constituido em
2 pavilhes ao goslo chinez que podem ser re-
movidos inleiros.
1 grande pavllhao construido de ptimas taboas
de pmho de soalho, travos e mos travessas
de boas madeias.
2 grandes galeras com escadaria construidas de
boas taboas de pinho de soalho e forro tra-
vs a mhos travesas.
Grande norco du larnpeoes.
Porcaodebndeirasbrasileiras com lancas.
dem de panno do algodao cerca de 40 pecas )
8 grandes maslros proprios para barracas.
l'orcao de escudos e guras allegoiuig,*
; 5 cortinados ricos de fil branco.
E muitos oulros arligos ludo em lotes a von-
! taJe dos licitantes lerca-feira 3 do Janeiro ss
2 1/2 horas da larde, na praca da Boa-Vista.
O as
todos os dias desde as 9 horas da manhaa at as
tres da tarde para reeeber as asignaturas.
gente Pestaa continua a estar autorisado
i pela comnnssao liquidataria da eztiucta socieda-
de de Bacn e tecidos de algodao p*ra vender o
aberto restante du terreno do sitio da mesma soeiedade.
iithra. -
inagre.
omh.
bolacha.
LEILAO
Ahiga-se
na ra da Cadeia do Rerife n. 5, urna sala e uro
quarto proprio para escriptorio : a tratar na mes-
ma casa.
ROUBO.
Para o atnanhecer do dia quinta-feira 2> dr>
correte tribara un cavallo mellado, bastante gordo,
clina e cauda pretas, castrado, com urnas pintas
pretas 110 lado esquerdo do pescoco, como fr.
fossem queimadur.is, ja velbo, c lem os di ni.-
quebrados ; quem o roubou leve a afouteza du
quebrar a fechadura da estribara e arrancar es-
tacas grossas de urna cerca, alim de dar prssa-
gem ao cavallo : roga-se, portante, a todas as
autoridades policiacs, e mesmo a qualqurr pes-
soa a quem possa ser offerecido dito cavallo, qui-
se dignem apprehendc-lo e manda-lo levar na
COrrCIltC. freguezia do Poco da Panella, no sitio do alano
assignado, que pagar todas as despezas.
Jorge Viclor Ferreira Lope*.
GABINETE PORTUGUEZ
DE
Segunda-feira y do
PELO AffiEiNTE
PESTAA.
No dia cima designado e [peras 10 tioras da
manhaa na cocheira do Sr. F^lix da Cunha Fer-
reira no largo do arsenal de Mariana, o referido
agente vender em lelo publco por cunta de
quem pertencer '
Eni lotes a YOIltadC> dOS COni-:ril,iei,ln mesma directoria, acompanhads d<;
! documentos aulhenticos, que attestem terenv <.s
prauOrCSl meamoa pretendentes as habilitaeves que exigo
im grande lote de burros \indols de Montevideo semelhanle encargo,
na galera france/a Rall. \ Secretaria do Gabinete Portuguez de I.otura
A qualidade destes animaos e ttom estado em 30 de dezcinbro de 1859.
que se aeham offerec; necasiao aols agricultores, J- G- VlUmetrie.
tropeirose carroceiros de se inuntreni dos me- 1." secretario.
Ihores meioa de condueco para | transpmle de ~~ Roga-se ao aenbor que recebe o furo da
suas eargas.' nao s porque auppoJvam um enor- ^s*.'a r"a d^Sante Rite n. 28, dirija-se a nm
me' peso, como alcancam em presi/a de caro i-
nhuuma velocidade de irf-SI a qualJauer locomo-
Acl.ando-sc vano o lugar de guarda do Gabine-
te Portuguez de Leitura, a respectiva directora
faz publico a todos os senhores que pretenden u.
o mencionado lunar, para que faearo seus reqoe-
irfSI a
Avisos martimos.
Os pretendentes podem dirigir ao armazem da
ra do V1gar10n.ll, a qualqticr hora do dia a
, entender-se com o difo agente.
LEILAO
Quinta-feira 4 dejaneiro.
NO ARMAZEM DO AGENTE
1200000
670J425
7000
85309SJ
7g200
liogOO
Milho----------
Passa-----------
r--------- 5:090,si28
/ Vi 0 llClil '.
un ersos ge-
eros do Rio Grande
o Nocir.....
I) i dito dito da Para-
runa.......
Dito do algo iiio, a-vsuear
i i dita..
DO i do assuear das Ala-
sacca.
- dem a 0000 a cnixa.
roucinlio----------Vendeu-se a 100500 rs. por ar-
roba.
, Vinagre----------dem de 1200 al4O$OO0 a pipa,
1 o de Lisboa.
Velas ----------Regulou a 660 ris a libra.
Descont----------o lebate de letlras variou de
9 a|2 por cento ao anno.
Aceoes----------Negociaram-se de 90 a 110 por
rento de premio, algumas da
------------ companhia de Seguros Indeni-
59:9950a:38 nisadora.
1 retes-----------Sem altera'.So da revista pas-
sada.
A barca nacional lmperatriz Vencedora, de
Vendeu-se de 3g300 a 4g')00 a prinn ira marcha, pregada e forrada de coUri
segu para o Rio de Janeiro com muita brevi-
dade, recebe anda algunia carga : trata-se com
os consignatarios viuva Amorim di Filho, ua ra
da Cruz n. 45, ou com o capitiio na praca.
Maranho.
j Por oecasiao do lcilo j annunciado para
da cima designado o referido agente vender:
Camisas inglezas as memores que tem viudo
este mercado.
i Meias para senhora.
70$967
669^156
l:098$>J83
893J062
Mo viniento do porto.
/',. l(W.
I/ ti; b llaiieti Ul
d< noverobro. 5 90701
ntrado no corren te
-Vi-o sonido o dia 30.
Montevideo.Vapor Inglcz Montevideo, capllao
IV'tor Me. Queen.
Xavios entrados no dia 31.
^li.Ji.<270! Terra Nova.-27 das, barca ingleza fielherton,
-----------------! do 2u0 toneladas, caphao Tiiomaz Eales. eqm-
62-927.<208 P-'o'-i I-, carga 3,260 barricas com bacalbo
a .lames Crabtrec.
N'w Orleans.50 dias, laica americana Impe-
rador, do 37S toneladas, capito Wellcau Ilub-
bard, eqiiipagem 12, rarga 3,100 barricas com
lannha de trigo o mais gneros, a Malhous
Austun & C.
M.)i.tevido.-.29das, brigue hespanhol Juanita,
'. 201 toneladas, capllao Jos Alsina, equipa-
273*376 "'!!" !2- ''3rfJ 3,800 quintees de carne a Bailar
. A Oliveira. Segur para Havaoa.
' ; I insolado de Perniiubueo 31 de de- Sahido no metmo dia.
mbro de 1859. O eserivao, Jacome Gerard-j Gnjenok.Btigue itiglez Danles
' tw ii h Mello. 'Miga assuear.
RE0EBED0R1A DE REV'DAS INTERNAS Porto.Patacho portuguez Duque do Porto ca-
UEBAES DE PERNAMBCO pH*o Manoel Jos do Azcvedo, carga assuear
I!-! v'.tV.) Marseille.Barca ranceza Amelie Heneielt ca-
6:401j325 P'lao Dional, carga assuear.
---------------"',' ? Janeiro.Brigue brasileiro Veloz, capito
48:2190991 J '"' l>'i,eiia dosSanios, caiga
teneros.
Illi-Z. .

I.M-I
9
----------- 59703
. 276.SI27
w, capito J. Gbss,
(leiidimenlo do dia 1 30
1 .
1600200
37787 )
850625
:84C033I
6:4710256
2:1060136 a.2.
! xDIMI StO li\ ftF.i.EBlDOniA DE. RENDAS
INTERNAS GERAES DE PEhNAMBUCO DO
ME/ DE DEZEMBRO, A SABElt .
li.'ndas dos proprios ncionaes...
' h da le n nos de mar nha ..
is.......................
' ima addicional das c irpoi i-
oes de mao morta.............
dos Iji's de raz.............
tos novos e velhos e d:
m -cll ira...................
Ditos de i' itentes dos ofDci es
E urda u n uiial................
Di/.ima de chancellaria...........
a por infraccoes do regula-
monto..........................
i du papel n"................
i do prop ; ; .ni1.............
' i silos publ -....
Iinolun -.................
ilu sobre lujas e rasa:
' -............
le mure s rou-
: i- em paiz i --
ir iiii2ciro...........
' sulire Ui reos Jo interior. .
ivos.........
....
Inj i ........
assuear e mais
o'-'iuiu.
Portos do suI.-Vapor nacional Oyapock, com-
bante o capito de mar e guerra G. Man-
cebo.
-i i-* -i

^ -:
27O0OUO
"'-717
10*600.
" :97o240
6:739*240 j
100*369
1810273
I
17.3060-130
o
i- '
sff
g-i g
- a = ;
v; -r
2:960*000
52j i
2:668jj Kli
I21022
18*600
OJ 3 i-* 'C C5
Horas.
nr>
* a B I
Ati'iosphcra.

l)irecao.
=5=3
C "5
| In!ei.- li l 1 hO a,
-1 X CC I i,T
'' ';!;'; ia
- I fi ti li. o
^ C5 i 1
Centgrado. ; ^
Iteau
ni ur.
cr< t. v oo -i
~ -. m -X,
I Fahrcnheil
llygroinciro.

Barmetro.
O palhabote Nooaes segu em poneos dias com : *?,6 ll0 da p^088" P' homem.
a carga que tiver ; consignatarios Teixeira Bas-. "'al.l0!C0m 'odos os andares desde" baixo .t
los, S & Companhia, largo do Corpo Santo n. 6,
segundo andar.
Parao Rio de Janeiro
segu com milite brevidade, por ter parte da car-
ga prompta, o hiato Artista; para o resto que
Ihe falla, e passageiros, trata-Sfl com Caetauo i
Cyraro da C. M., no lado do Corpo Santo n. 25.
Para o Rio de Janeiro.
A bem conhecida barca nacional Klementina,
a sabir ate 0 dia 24 correte, por terquasicom- '
pelo seu carregament : para o resto e passagei-
ros trala-se com o capito Jernimo Jos Telles,
jii Guilherme Curvalho A C, no seu escriptorio
ra do Torres.
O palhabote Joa.ee, segu para o Ass, Cc.ir
Acarac no dia Io de Janeiro pera o resto da
carga com Tasso Irmo ou
mingos Hcnrique Mafra.
coiu o. capito Do-
Cear
o
- s.

C
c.
Segu no dia 31 do mez corren)c o hiale San-
to Amaro, com a carca que tiver a burdo: a
tratar com Caclano Cjriaco da C. M. ao lado do
Corpo Santo n. 25.
Para o Rio de Ja-
neiro
O yeleiro e bem conhecido brigue nacional
Almirante, pretende seguir com muita brevida-
de, tem parte de seu carregamento a borJo : pa-
ra o resto que llie falla, trata-se com o seu con-
C j signatario Antonio l.uil de Oliveira Azevedo, no
^ ; seu escriptorio ra da Cruz n. 1.
2 = Para o Rio Grande do Norte, sabe a barcaca
Coiiceicoo de Mario, anda recebe carga a fret:
quem pretender, pode dingir-se ao trapiche do
algodao, ou a ra da Madre de Dos n. 2.
IMPORTASTE
Variado leilao.
Quinta-feira -i Ae Janeiro.
NO ARMAZEM DO ALGENTE
ESTAA
O referido agente expona venda em leilao no
da c lugar acuna designado por conta de quem
pertencer em lotes a vonlade dos compradores
Sem reserva de preeo e ao
correr do martelo
asseguinles mercadorias que devem fazer conta
a qualquer concorrenle
Tpeles de la para forro de sala.
Camisas de la de cor compridas.
Saceos o malas de la para viagem.
Cobcrtorea de la de cor proprios para militares.
Meias de la de cor.
Capachos de palha inglezes.
Bolas luglezas d bezerro.
Botas de borracha largas para montara.
Bahus francezes.
Caliingasde borracha mullo bonitos.
Moiohospara moer caf.
Fumo americano em caixinhas de 20 libras
una.
Arreios ingle/es para carros, obra de
omito bem arabados.
Principiar s lo horas da manhaa.'
Uva.
Os apreciadores das bellas ragas
podem examinar o mencionado "lote
desde j na cAcnoira cima dita.
lo animaos
de burros
LEI
Terca-feira 3 do coitjp-nie.
ada
obra de goslo e
Leilao
do Vicario n. 10, a negocio de seu aletean
Contina a estar fgida do sitio da viuva.de
Jos'' Joaquim de Mesquit i, na estrada dus Alac-
los, a preta Antonia, de na-;.lo Angola, que fui
escrava de Francisco Goncalve?, do Cabo : ruga-
se aos senhores capiles de campo, e a quem tn-
I teressar possa, a captura da referida preta, de a
' recolhercm casa de deteiro, que sero gene-
wamente recompensados, nutro sm protesta-
i se contra quem a tiver aceitada.
Eslevo Bibeiro, Poituguez, retirase para
| o Rio de Janeiro.
Pao d'Alho.
.Vivamente roga-se ao Sr. Jos Garra dt Soal-
za Hamos, que venha quanto antea pagar o qu<
I deye na padaria do pateo da Santa Cruz n. f-,
\ .naLi r i i Pis j lempo bastante, e niesioo lem-lhc -.i
O agente Ca margo ar.i le to no sen ^dido por diversas v ez.es por tartas, e ale o pre-
artnazcm na ra do Vicario ru l(J por sent nao lem dado solucao alguna,
ordem do Exrn. Sr. Dr.juiz es\>ecal do ^3 aDaixo assignados liquidat-rios da labcr-
comruercio, e a mandado dol curador 12a na ribeira da boa-vista de Manos! da
(iscal da ma$a faldi de JoseA Duaite S *' ,'0g' a loloSOS credores ''* mes,na Pra
de Oliveira Hego, de umexcelleluepia- JSEf"" ? T'tTV rj|,1Pelenleinle
, V ... > usiificadas, ate o da 8 de Janeiro prximo, no
nocoraarmon.co.aslIhorasemY^o,,;^,,,,,^'^ TravaJS0S Junior &P c ru;
An oiim, a lim do serem evaminadas, nao se
'Sl Ji\r\ V responsabilzando os mesmos por qualquer du-
vida depois do da marcado, por ter de se fazer
o rateio do producto dos gneros e\i-L-nuf na
mencionada taberna.
Kecife 30 de Jezembro de 1859.
Travassos & C. Lopes lnu5os. Tilo-
mas Times.
OlTerece-se um rapaz portuguez para caixeiro
le qualquer eslabelecimenio o qual lem bastante
ratica, lano para esla Provincia como pira
ra della qnem de seu presumo se quizer utilisar
u ^ga-sa a ra da Sesalla Vellia n. 50.
'^povoacao do Sanio Amaro Jaboalo, ha
um ^5 sa de pedra e cal, muito grande ecom
- mob, parascalugar e c,Jimr, a
ra I. 'a n. 05. -> '
------ /am..3,W Gomes,h Silva, e seu irmc
queira.Joao^ane o bornes da Silva, vo a Macei a
mandar pagar o importe dos- ohjectos ; nfBocio ori!e preejidem demorar-se oiio a dea
de engenharia que man do u vir de Pa- dias-
ris, aonde nao ignora
Na livraria n. de 8 da praca da
Independencia precisa-se Adiar a Sr.
Andre Afareu Por lo ou Andre Al
Porto.
Terca-feira 3
10 horas
do cor re n te
em ponto.
O agente Camargo Para" leilao no se
jarmazem na ra do Vigario n. ll
5 caixas com bixas.
1 cabriolet.
i 1 balanca para assuear.
1 Hicos jan os para cuna de mtsa.
Tudo sera' vendido ao correr
martelo.
do
Avisos diversos.
ltoga-se ao Sr. F. B. S.
I'C
Aluga-se i im pri.n-iro andar de sobrado pi-
ra algn* e?An?Urio de advogacia, na ,tlade
yueimaao n.l -6 na mesma achara com querr
tratar.
O ,Sr.
,
ge Guilher ne Malta tem
- Aluga-se um niolequc superiorcozinhei. '.,m,a C,\,V' n*^cnptor,o do commen-
a tralar com sen senhor na ra da Prala n. 1 i. dador .Vlanoel uOnralVcS da Silva a nui l
- Precisase lomar 3:000' a premio, dando- v o remittid do Para" no vinar fL.
se garanta em pronriedade nesta praca : quem i ai n *'poi oru-
quizer fazer este negocio, aanuncie na mirada /r" do ^''P11'3 >e ser
para sor procurado. ( mao propala.
Preeisa-se alagar urna ama forra ou osera- ___Comtv
va para cosinhar e comprar : na ra da Uuiol i ,
penltima casa de lado esquerdo viudo da ra l'o-se de mol
entregue em
o hiale Ducidoso s
Para Aracal v,
Deca racoes.
da recol: carga
da Madre de Dos i.
Para o Porto
Val sabir com brevidade para a cidade do Por-
to o brigue portuguez l'romptito II, forrado e
encavilnado de cobre, de primeira marcha e pri-
meira classe, por ter parte do seu carregamento
prompio : para o rosto e passageros, para os
quaes lem excedentes commodos, trata-so com
Elias Jos dos Santos Andrade & C, ra da Ma-
dre de |)eos n. 32, ou com o capito.
O|agcnie Pestaa fu leilao por conta de
quem pertencer quarta-feira .{ do corriente as 10
seu armazem na
< sabe no dia 5 do correle aui- o|da manhaa na porta do
c passageros : trata-se n ra nia do Vl8ario U M
s n. -2. DE
ma grande carraca para 2 cavallos e bois, pos
para estes tem bolea c dentro assento de pa-
Ihinha proprio para carrogar assuear ou mes-
mo para algura senhor de engenho para con-
duccao de familias, pois lem commodbs e
nova com muito boas molas e rodas.
i ebi
I I8-j*J,
P. .:

i- 21939
i ii >n -
.'/ ,./
O esc
Indj .Si
CONSULADO l'itOVINcivi..
1\ .10,
do Ama ral.
monto do dia 1
di !' do di -'I!.
"i.
9I-97J831
1:052$517
Sundele^aeia tlu iteciro :tO de de
/.einbf de 1S59.
Acrarn-se rccolhidos casa de delenco os es-
clavos scguinles ; Joo, crioulo, fgido do enge-
nho Vicente Campello, na breguezia di Rscada
Antonio Joauuim, pardo escuro, que representa'
IS anno-, e ha suspeila de ser fgido do on
nho Jundi da mesma freguezia.
Ignacio A. Borget.
Srs. Jos Lucio Una, Joo Jos de Mc-
Formosa. dencia
Ama de leile.
Precisa-se de urna ama de leile que nao ten ha
filho : na ra da Cruz do Ri cife n. 54.
Vi ruada Auroran, o, primeira andar, ha
um nioleque excellente copeiru para alugar-sc.
Precisa-se poraluguel de urna .una forra ou
captiva que sai ha engommar bem, para urna casa
de pouca familia, paga-se bem : na ra do Hos-
picio casa lerrea confronte ao collegio d'' Nossa
Senhora do Bom Conselho.
O escravo Antonio, de naco Angola, com
idade de iO annos, corpulento, pouca barba, na- [)j(1(K |on
riz chalo e ps grandes, levando na oecasiao da M,t-U!> H-quiv
fuga camisa e calca do algodao azul, e desappa- i *ian receu da companhia do correior Cameiro, na .
oecasiao que o mesmo corretor levava .ara ven- BciliTaiaS e 1)11
der no Recife o referido escravo, declarando em ip ,
lempo que o.cscrovo .po se acha fugido pert< n- -VlllIlCleS par
co ao Sr. Francisc i Gomes de Oliveira, e que por
inlervencio do Sr. Ilenrique Gibson enlr<
Sr. Antonio de Albuqun'rqnc Maranho :
urna liteira
a praca da
preenn-
Indepcn-
Rua do 1
lo ja d
ssencia de
t
i
ralriz n.
econte.
dalo,
.'"dadeiros
/,
ii
ara ao
juem o
segur,
AMBUCAN'A
s.i
para
senhora.
Tudo che
ez.
as ricas,
ibello, dilo
ilapeos de
g.lt!
elo
Ptiia do Apollo ar-
ra a vapor mazem n. 13.
TERCA-FEIRA 3 DO CRREME.
J. Praeger & C. faro leilao
porintervencao do agente
!
il ./i i de320 rs. \ t sacca de
id 10 rxpoi lado......
Docima J 11 pi edios urbanos .
'.'por ccnlo de mcia siza de es-
i-ravos..............
do Ji raneas e legado;. .
11) por cenlo de novos o velhos di-
.' it" Jos en pregados provin-
ciaei...............
Imposto do -i por cenlo sobre di-
versos ostabeleeimci ios.....
23 por e.ada escravo expoliado
; o fura da provine ia.....
Iti-stiiiii'')> o reposicC'Cs. .
i ixa deque trata o art. lil da
ii. i*;. .........
Mu por in fi. i roes. .
Kinolum-n ;s le polic a .
Juii da i 'cima.......
i?
le
M"-,a Jo co: sulado
1890.
i.ai,-
116:380*348
trosinclal ;il Je dezembro
O 2. escripturario,
de Azevedo Souza.
:128#G92 de dezombio de 1859.0 secretario,
a.asin r%-,. o Hanoel Ferreira Accioli.
.-:VV,-' ,r?0lllm- regedor do Gy.nnasio manda
- $b ;. declarar aos pas, tutores ou correspondentes dos
,.-.,,,..., luninos internos, que do dia ii do corren le
. ,7. principia o reco'.liinienlo das mensilidades cor-
VJOl-8 respndeme o primeira quarlel de Janeiro ao
ultimo de marco do anno de 1860. Secretaria do
Gymuasio *\ de dezembro de 1859 O se-rta-
lo i32<' rio.it. .1. CdbrSl.
O Illm. Sr. inspector da thesouraria de fa-
zenda desla provincia manda fazer publico que.
conlormc se annuneion, nao leve emito no da
zl do correle a arremntacao di parte do sobra-
do de dous andares na ruada Guia n. 29, penho-
rada aos berdeiros de Antonio Ferreira Duart-
Velloso : e por isso rica a mesma arremalace
transferida para o dia 7 dejaneiro do anno seo
auirte. Secretaria da thesouraria de fa/.enda de
Pernambuco 23 de dezembro de 1859.O oflicial
raaior interino,
Luiz Francisco de Sampaio e Silva.
Novo Banco de Pernambuco.
O novo banco de Pernambuco reco-
i llie as notas de sua emissao de lfl.s' e de
20{(, e pede aos possuidores das mesmas
trocar no seu es-
da manhaa ate
l^.lOOO
' 1?800
tiiOO'
W)278:t
IBOS180
99487
PR VCJ >^|^F^TBM DE 1859, jo favor de as virem tro
Revista sAiiinnai. ci iptorio, das 11 horas
os ---------
as 2 da tarde.
Consellio de compras na raes.
Nao tendo-se effecluado pela a apresenta$ao somenle de urna proposla o
Iranaace&ea nesta contracto annunciado de fornecimenlo de carvao
Os ut irnos saques negociaram-
se de 25 a 25 1 4 d. p.,r 1* so-
bre Londres, a 395 por fr. so-
b 1 'ris, e 115 por cento de
premio sobre Lisboa ; nao ten-
-
^semj: a.
Anterior chegada do vapor de
Terca-feira
PELO
3 de Janeiro.
AGENTE
PESTAA.
0 referido agente vender por conta do quera
pertencer no dia cima designado n pelas 10 ho-
ras da manhaa no largo aa alfandega
20 caixas com superiores queijos flamengos de-
sembarcados de bordo da barea ranceza
AnKi.E.
200 libras de cha nacional em canas de una c
duas libras. .
LEILAO
PELO AGENTE
referido agente far leilao
; em seu armazem n. 13 na ra do Apollo confron-
, te ao theatro, de grande quanlidade de scus ge-
, eros de estiva que sero entregues sem reserva
de preeo, em consequencia de sor para feixar
: contas, os quaes sao os seguintes :
Barnscom vinagre.
Ditos com vinho de Xerez.
Garrames com sardinhas.
Caixinhas com fumo americano.
Barris com alvaiade.
Fardos com amendoas.
Caixas com massas.
Ditas com vinho Bordeeux.
Duzias de garrafas com licores.
Sextos com figos.
Marrasquino.
Caixas cum sardinhas.
Ditas com vinho branco Boi Jeaux
Champagne.
Barricas ceneja (Tinnent Dia X.)
Caixas com charutos da Babia.
Dilas queijos do reino.
Garrames vazios.
Principiar 11 horas em ponto.
LEILAO
O agente Hypolilo da Silva fara' lei-
lao por conta e risco de quem perten-
iipprehender, leve-., casa do Sr. Gibson, onda
do Sr. Maranho, que gratificar.
Desappa receu desde odia 25 do mez de dc-
, zenibro do correule anno o escravo por norne
! Vicente, crioulo, natural lo sertode Sobral, al-
| to e cheio do corpo, lem falla de denles na fren-
ie, e falla b >m desemb iracado dcsconfla-sc ti r
i fugido em companhia de oulros: por isso roga-
se a qualquer p.issoa que o pegue e Iraga-o ao
I seu senhor. na ra Direita n. 112, que ser re-
i compensado.
Percisa-S'i de um canoeiro forro ou cap-i
; livo, para conduzir lijlo na canoa do retiro
jcom urna canoa de lO para o Hecife, sendo
; bom canoeiro, e late da sua canoa ; pa-
^ga-se muito bem, na ra dos Quarieis padaria'
n. 18 que achaia com quera tratar. >'a mes-1
: ma tem porcGes de barricas lasias boas algumas, Perguuta-so ao Sr. Jos Igna
| cim pequeos de feitos dando-se as segundas e"e poda ou achava-se autoriza
por nrecos muito baixos. ca8a' L',; cadellinhas de ra. a de lil
m.oi te* djc<,. \ZJ3ttUSS
O abaixo assignado coniprou a venda de lendo o mesmo abaiso assigado os i
lUg
Vendc-se na r n Jot.
ricano de I assentns, e la
briolet do 2 rodas, amb h i
Vende-so um bonil"
nos, aluga-se ou troca-se p
roa do Imperador n. 20.
=: OfTerece-se um rapaz
berna fra desla praca, ou i
engenho, o qual d conhecim
la, e lodo negociu se far : pi
nuncie p ira ?er procurado.
vapor
rro ame-
um bonito ca-
ve*.
i de 10 an-
gra na
v i' i ae ta-
rara algn
...
tender, an-
Aeiicao.
Jos da Silva
do
entenJa-fe com
Ferrei
ra, sita
ra
car no dia 27 de novembro do
anu
, .-mj na Capunga,
Boa-Ventura n. 1 quem se iulgar crelor po d" Mu"1''- Pw j"1 erem i
mezes, este os doisra de remetter
do-so que. lando a cadclla sabido a
i ido dia 27. acompanhada dos seus
lara dizendo elle lerem sido rouba
mos filhos. Admira, Sr. Monte, que s
sem ninguem ver, cm urna ra tan
e a do Aterro, boje da lmperatriz. 0
cadellinhas Oca por sua conte, Sr Mu
ser que se descubra quem os luriou do-
ro Hecife 2 dejan.-iro de l80.-tfttpi
culiio de }a -- A mesa regedora de Sania Ceci'i-
iransmissao do fluido de'braco a braco, as (odos os seils ir-nos que cu
quimas e domingos, no torreo da all'an'dega e COM o art. 18, qui
o vendedor.
Jos Ignacio do Val.
Acaba de cliagar novo sor ti ment de cha-
falla no Armazem de fazendas de Haymundo
Garlos Leile & Irmao, ruada lmperatriz n. 10
serve para tomar os movis velhos novo, sem
precisar raspar ou lidiar.
Vacoina publica.
loni-
nder um
n 11
---- em
'O que.
lo mu-
ido, di
- tres
ilpan-
indi-
iroi-
nio
,is
para
,quem pertencer : segunda-feira 2 do ianciro s
Je pedra, para cousumo dos Navios da Armada 10 horas da manhaa na porta C
nhompton algumas vendas'ttnW a .VaPort "mo aVela, cfficin83do Arsenal Sr- ADne* deftonte da alfantloga
se effectuaram a H^OO por ar- ,l19 Alartnha, e Barca de Escavucao, a cargo do M ,-
roba J, r-filar. e8#60 d0 su-' mesrao Arsenal, manda o Concho f.zer publi-150 barris com artlnhas.
-dTj-aS scerdo$ seguintes gneros depositados
manhaa na porta do ornnzem do no armazem alfandegado de Jos An-
la alf,i"'t'>f i__:- J-
Di:
I tonio de Araujo no caes do A pollo: ter-
ca-feira 3 de ianen-o as 11 Kft,a8 em
ponto
| nossabbados al as 11 horas da manhaa, na re-
| dencia do commissario vaccinador, roa estrella
do Rosario n. 28, segundo andar.
' Na pharmacia da ra do I.ivramtnto n. 30,
precua-se fallar com urgencia aos seguintes se-
nhores : Manuel Alvos Viaima, Dr. Manoel Mo-
re.ra Guerra Joo Goncalves Ferreira, Antonio
da 1 aula e Mello. Amonio Porgenlino de Montes
souza, Joaquim Melao Alves Lima.
A liberta Mara, crioula, embarca
ltio de Janeiro.
Escravos venda.
Vende-se um moleque de 18 annos, perfeito
coznheiro, urna negra que cozinha, lava e en-
goraran porfeitamenle. e urna iipgrinhadc 13 an-
nos, escravos lodos de qualidade e sem vicio al-
gum : a fallar com Octaviano ce Soasa Frauda
ra da Cadeia do Recifc n. 36. '
Mr. Tboniaz Waite rrl!ra-c para logia-
virn
ao procurador goral, sob peuua
marca o mesmo compromisso
Precis;-se do urna ama
n. 6i.
mpram eiarl
manda dav pUe. (Ua hvCo
i,.,.,., .., multa q.10
da
na ra da Crua
Vende-se
Bonels para crian-
ancas.
re-do M5npC,;e SS0 g-rn^cidos de
baratas mo"proco de L 1n"J" *os,- V?\o
do

^n^^l uad rvrimni ad rM^niii
Ar\r\
aViTlTlI A




i

I-
i


...........
MARIO DE PEnNAMBUCO. SEGUNDA F6IRA 4 DE JANEIRO DE 1660.
()
K
v.
PlUtAS VEGETAES
ASSCJCARADAS
daspassa-S arn.'iid.iiieiilfx nho distante desla praca duas legoas;. vente-*"/
urna parte no niesnio engeuho, machina nova.
vapor, dstilaco nova o bem montada, 22 oi
do corroa, seis quarlos; algumas obras, salTr|
lanuda, etc. etc. ; trata-se na ra do Crespo
3, loja.
Precisa-se fallar coto o capifa0
Ovidio Gonraives do Valle a negocio f iseu interesse : na ra da Crut arr^g.
zcm n. tt.
= Precisa-** de una casa de sobrado ouj ier_
rea nos bairr>s do Recita e Santo Antoi|fi0 a
! tratar na na d.i Trapiche n. 481
= Km pasa de Rustro Rookjrr & C, n;y praca
do Corno Sanio, aluga-se una'rasa no ba^lro ,j
: Boa-Vista, un na, Soledado ; jfan.a-se( u i)m
iratamenlo e limpeza. i i
u/o
LICOES PBATIC.4S
DK
Serapliii k Irma.
lie,
Huu do Cabug, l ." I4
esquina que fica erm frente Ja rua~
Nova e pateo (da matrz
Fazem publico que estqi constantemente recc-
bendo da Kur o pa as mais; ''m mnd9 e mais deli-
neadas obras do ouro, as/quaes tli0 para esco-
rruea.-dnencas da | Ihcr, pelos menores prc/jos possiyeis, e passara
rupcoes,e todas as enterro i da des, conUs ,'""1 recibos, uasq'uaes va0 especificadas
de 18
BEW-YORK.
O \\El.ff>R REMEDIO CONHECIDO
- -ya, ictericia, af^ecces do (gado,
^PROVENIENTES O ESTADO IMPIRO HO SAITOCK.
13,000 caixas deste remedio consommeiu-s an
iicnte !
Remedio da nntnreza.
pprovado pela faculdadt- de medicina, e re-
i i.-ndano como o mais valioso catrtica ue-
.' Je todos os conheeidos. Sendo estas pillas
intente vogotaes, nao conten "lias nenhuoi
lo mercurial nem alguna outro mineral ;'
>em acondicionadas em caixas de folha pa-
-^iiardar-se da liuraidade.
sjo agradareis ao paladar, seguras e eflieaze
s la operario, e um remedio poderoso para a
re tude, puherdade e velhicc.
Lea-so o folheto que acompinha cada caixa.pelo j
.al ve licar conhecendo as maltas curas milagro-'
- ; dem cITectuado. D. T I.anian & Kemp,
islas por atacado em Nc ya York, sao os uni-
ibrica liles e pniprielarios.
\. ham-se venda em tola* as boticas dasprin- i
.i a cidades do imperio.
DEPSITOS.
Rio de Janeiro, na ra da Alfandcga n. 89.
B I ia, Germano & C, rua.luliao n. 2.
P( rnambiico, no armazom de drogas de i. Soum
JbC., ra da Cruz n. 22.
a" qualidade do miro, Upnlo de I4 cumu
'uilales, do que licam sponsavefs.
Precisa-se de wtaa ama forra ou captiva
para o servico de urna ,-asa e familia, c que se
preste a comprare a ."sabir a roa em objectos do
servico : na ra larga do Rosario u. 28, segundo
COMlPAMHIA
ALLIANCE
ESCRITA COMMERCIAL
Por partidas dobradns
E DE
MOTISI'IU
Ra Nova n 15, segundo andar.
M. Foiimcc deMedciros, escriturario da
tlicsouraiia de (azenda desla provincia, competen-
temente habilitado pela directora de nslruccao
publica para lecciooar urilhmctica nesta cidade,
lera resolvido juntar, como complemento do seu
curso pratico de escrituracao por partidas (la-
bradas, o cnsino de contabilidade especialmente
na parle relativa a reduccao de raoedas ao cal-
culo de descontse juros simples e compostos,
conheciinenlo in.lispensavel as pessoa que de-
sejam empreuar-sc no rommercio ou que j se
acham nellc estabelecidas. A aula ser aberta
no dia 15 de Janeiro prximo futuro s 7 horas
da noile ; e-as pessoas que desejare.m matricu-
larse podero deixarseus nomos em casa do an-
nunciante al o mencionado dia.
= Urna niulhersadia e que tem bastante lei-
te, oterece-se para criar : a Iralar na ra do
Queimado n. 39.
Eugenio Blum retira-se para o Rio de Ja-
neiro.
= W. B. Bouriog, subdito inglez, vai ao Rio
de Janeiro.
DELICIOSAS E INFALLIVEIS.
Estabclkida era Loudres
CAP1JAL
Cinco mWVi^es de Woras
esterinas.
Saunflers trother^A c. tem honra dein-
. lormar aes Sis. negociantes, proprielarios de
los Antonio Morena Das & c. continnam i casas, ea gueni mai/s convier, me estO plena-
a receber for lodos os paquetes de Emopa um mente autorfsados .Wla dito eompanhia para
lindo sortiraeiito de obras ds ouro, diamantes e efectuar seguros srbre edificios de lijlo epc-
intos: a -tratar no seu escriplorio, ra dajdra, cobertos de t/elha e igualmente sobre os
Crui i. 5. objectos que couirerom osmesoaos edificios,
Manual de con tas leitas lS^^^m',hih'U tmfazendas de
- mipn e venda deassucar, algodio, couros I
- objectos de peso, obra milito til para ks-\
as pessoas quenegociam cun ditos gneros,
. os sciihores de. engeoho: p>is com um I Stlll rCSglivrtJ(
le vista podoin saber o importe de 'ioal-i inflauuuaeijo d
; lurao de arrobas e libias ; 1 volme bem .i
lern'ddo per 5300: vendo-se na livraria -un n, c *-anoVa.
Kogo-ine, Sfr. redactor, de .senr no seu jor-
I nal a segoirita declacaco, que julgo ser pio-
. veito-a a al^i,s pvssoas.
Ha bast.iK'/.s anuos padec urna horrivel r
i cabtfa qui) me prenda a nuca, linda umitas
j perhgens,Sw^mas vezes soll'iia dr no estoniano
ocompanhajSaa de clicas titlenlas; mandel vir]
Pastilhas vegetaes de Kemp
contra as lombrigas
Altencao.
A compauhia do gaz pedem
aos lllius. Srs. assignautes que
tiverem gazcolloeado nos seus
armazeus, lojas ou casas par-
ticulares que cjliando no mes-
mo acontecer haver qualquer
defeito, queiram participar
por escriplo a pessoa que es-
ver encarregada do deposito
na ra do Imperador n. 11 das
6 horas da man ha a at 6 da
tarde ou na ra das Cruzes n.
9 (loja) resideucia de um dos
machinistas antes ou depois
desta hora, aim de que seja
logo dado as providencias.
N. B. As reclamacoes nao
NICA, VEKAtlMA
GXTIMA
jt: LE-
S\LS\ rARRII.ll t
DE
Remedio sem igual, sendo reconhecido pelos
mdicos, os mais iminentes como remedio ini.il- .
livel para curar escrophulas, cancios, rheumntis-
Rio, enfermidades do ligado, dyspepsia, dcbili-
dade geral, febre biliosa e intermitiente, enfer-
midades resultantes do em prego de mercurio,
ulceras c etup"oes que resultara da impureza do
Mugue
CAUTELA.
D. T. Lanman & Kemp, droguistas por atacado
New York, acham-se obligados a prevenir o res-
peitavel publico para desconfiar de algumas te-
ilpVm cor |'./i|'ic na i'ciTaln_ nes imitacoes da Salsa Parrilha de Brislol que
I hoje se vende ueste imperio, declarando a iodo,
que sao elles os nicos proprietaiios da receila
do l)r. Bristul, leudu-lhe cumprado no auno de
1856.
Casa nenhuma mais ou pessoa alguma tem
direilo de fabricar a Salsa Parrilha de Brislol,
porque o segredo da sua preparacao acha-sc s-
mente em poder dos referidos Lanman ci Kemp.
Para evitar engaos com dosapreciaveis co-
^, v -. I binaces de drogas perniciosos, as pessoas iue
rabriCa UO ga -- dC dC- ;qu/.ercm comprar o verdadeiro deven bem ub-
' servar os seg jiotes signaes sem os quaes
rio dos Srs. Rostro n Rookcr &
C, excepto no caso de nao se-
rem attendidos por qualquer
dos primeiros enearregados a
recehe-los.
qual-
quer outrapreparaci) falsa !
V O envoltorio "de fora est gravad-, de# um j rut0';7e'Thora
lado sob urna chapa de ac, trazeudoaopc as
seguinles palavras:
D. T. LANMAN & KEMP
approvadas pela Exm." inspeceo d
ilubma e por militas outras juncias
zemhro de 1850.
Na ra do Trapiche Novo
numero 22,
''caf reslaurantdu comraefce, precisa-sn de dous
ajudaiitcs de cozinheiros, ou de dous escravos
de pouca idade, que queiram aprender o oOcio
de co/inheiro.
Pela ultima vez pede-sc ao Sr. Francisco ,
Duarte Coelho irao l.irRo do Terco n. 32, sobra- ; 2c1 O mesmo do outro lado tem um rotulo era
mora. ,,,pC] nZU] claro cora a firma e rubrica dos i ro-
.an.Ii;> -
grietarlos.
Nova loja de calcado frau-
ecz, de Antonio Rodri-
gues Pinto, no aterro da
Roa-Vista n 8, defronte da
hoeca.
Nesle novo eslabelecimmilo lem cal-;nd" qoo
! recebcu pelo ultimo navio francez, dos nolho-
res fabricantes de Paris. e vende por iorm>sdi>
i I'ie em oulra qoiil-ioer parte, a du>heiro vista.
llanos, sera|iliinase reale-
jos, a prazo ou a
diiilieiro.
Vende-se no aterro da Boa-Vista, loja i. 8,
um rico eelegaule pianoforte, francez, ebej
ltimamente, lo melhor fabricante de Para ; e
lambem umi rica serapbina ou orgie, niuilo pro-
prio para alguma igreja do mato por eer muilo
burato ; e realejos pequeos e grandes com lau-
cad irla e sen ella, o que ludo se vende muilo
barato para acabar.
\ole>osilo da ru das Lrii/.i-s n. 41,
ileli'Oiilc do solnadu do Sr.
Figaeirtt.
Ha um completo sorliiuento de geni ros pan a
[esta, dos quaes se alicnca a boa qualidade, quei-
jos londrinos, do reino, suisao, latas com boli-
nhos de todas as qualidades, conservas de her-
vilhas, ameixas marmelada, passas e lig -.
massas para sopa, i h, presumo, lingu cas rn.in-
leiga iii^laza, iuhus engarrafados, I' Ma-
deira, Hasrajel n Bordcaux, champaiiha. o
i. licor, absiiilho, tarops, e os afama ios cha-
is de Thom Pinto c- de Branda
meias i aisas.
Acaba de chegar lo Riod
SOLK AUENTS
-V. G9 Water Street.
^iew Yovk.
Gura completa
tem incommodo.
estoinauro e dures
per 5j!<)0 :
iiraica, deronte do arco do Sanio Antonio,
) i Crespo n. 2,
irsp de preparatorios.
icharel A. R. de Tojres Bandira, profes-
geograpbia e historia antiga no pymnasio
i provincia,contina no ensiuo dos seguinles
rUarios
giene publica dos slados Unidos e mais paues
da America.
Garantidas como puramente vegetaes, agra-
daveis & vista, doces ao paladar sao o remedio
infallivel costra as lombrigas. Nau'causom nau-
seasnem sensacoes debilitantes.
Teslemunho expontaneo em abone das parti-
lhas de Kemp.
Srs. I). T. Lanman e Kemp. Porl Ryrou
12 de abril de 1859. Senhores. As pastilhas
que Vincs. fazem, .uraram meu lilho ; o pobre
rapac padeca ro ftido, tinha o estomago inchado e continua
COmichO no nariz. Ifto magro se poz. que en
tema pcrdc-lo. Neslos circuuistancias um visi-
nho meu disse c.uc as pasti[has de Kemp tinham
curado sua fllha. Logo quesoube disso, com-
prei 2 vidros de pastilhas e cora ellas salvci a
vida de meu fillio.
Soude Vmcs. seu amo agradecido.
'. T. Floyd.
. do, ultimar o negocio da casa em que S. S. r
e esiuao ae : cgpCra.S0 lrP \ilSi e f)n(]a estes, publicar-
Clas -ffnf.(, riri'iinicl.inei.id.inipnl.t
se-ha
este negocio circunistanciadanien
Deca racao.
llosa & Azevcdo, com taberna de mol hados na
ruada Praia n. 39, declarara ao Sr. arrematante
do consummo da agurdente de produceao bra-
sileira, qoe do 1. de Janeiro prximo vindouro
em diantc deixam de vender (aes bebidas, e por
3" Sobre a rollia aeha-se o retrato e Pima do
inventor C. C. YLristol era papel cor de rosa.
4o Que as direeoes juntas a cada garrafa ten
tima phenix senieanle a que vai cima do pre-
sente niinuncio.
DEPSITOS.
Rio de Janeiro na roa da All'indega n. S9.
le Ja
miro alguos exemplarcsdo
primeiro e seguudo \ olume
la Coiographia.
Histrica clionoiogca, genealgica,
nobiliaria c poltica do imperio do Bra-
sil, pelo Dr. Mullo Moiaes : vende-se a
-,S o vulutr.e, (rodendo se vtnder o
gundo em sepaiado : na livrara n.
% da pi\ii_ i da Independencia.
*e-
G e
isso o considere descuerados da respectiva col- I ** Germano & C, roa JiiHo n. 2.
i..., Pernambuco no arnia/.eni do drogas de
lecta.
urna das clapas medicinaes do Sr. Ricardo Kirk,, Preparadas no seu laboratorio
nanos: rhetorica, pbilosophia, geogra-Uioradw uaWuTao Parto n.119, appHquei-a so- Slreetpetes uincos proprielarios D
niguas franco/a e lugleza ; na casa de sua bre a bocci, do estomago, c no esparo de 18 dias Kemp, droguistas por atacado em N
icia, ra larga ao Rosario n. w, segundo achei-me4mpletamente boro, e asdoresdeca- Acham-se venda em todas a
nc
isa-se nlugar urna escrava para o ser-
eslerno de nina casa, assim como
im escravo : na ra Ja Santa Cruz.
beca desa
ipavccerani.
Por iso agora posso dormir com
'"'io nho de i/dadcCS anuos e 4 mezes,
o. I advf^sjneia a todas s pessoas qn
alnotesta pira Icnlar o dito curativo, para que ;
isgnci a presente declaracd em gralido e pa-
, r*/serconhecidodo publico.
Cralo de Santa.Cruz.
Eiuygdio Jos EAava a lirma reconhecida pelo labellio Jos
Fi Ifciaiio Godinho.
n. 36 Gold
Lanman e
ew York,
s boticas das
' principacs cidades do Imperio,
socego; le-! DEPSITOS
e faco esta Rio de Janeiro na ra da Alfandcga n. 89.
e padecerem eltahia, Germano & C, ra Julion. 2.
Pernambuco,rio armazem de drupas de J. Soum
& Cempauliia ra da Cruz n. 22.
O
i&n*m% @
Attenc&o.
10 LU Mi \S PAR I8()0.
Eslao k venda na nvraria da praca da lude-
pendencia ns. 6 e 8 as folhinhas para 18C0, im-
pressas nesta typographia, das seguinles quali-.
dades :
V
i Cejnpanhia roa da Cruz n. 22.
Soum
Compras.
Sr. thesouretro Ibiaoda lazer p
blicoqae se acham a venda todos o di
.. ti i horas da manhaa as da tard
no pavimento terreo da casa da ruaya
Aurora n.2< nascias comi2iissiona(jas
lomesmo Senhor thetoureiro na p*ia-
ca dy. [ndependeacia
biilietea e ineios da ultim
i e primetra da qnarta lotcriij, t
' n: i s"iO cuja rotias dc-ve ao udar
jterivelraeute no dia J V de Janeiro
auno prximo futuro.
"besouraria da loteras i *Je de-
bro de 1851.O escrivao. Ji M. da
/.
DR- SABINO 0 L- PIMO
K
|<*usuiioiio tenirai bom^ihico Xo hotel Tro> ador, ra
larga do Rosario u. 46.
iarrido, dono leste estabcleciaaeuto
freguezes e ao
i putiiico. em geral, ane acharo sempre em sen
Slnotcl comedorias diversas a qualquer hora dudia,
itas do !'|uem romo se cncarrRa de apromplar janlares
|fita de Santo Amaro fifun-LmaSa de participar a us
do Novo /.O.J
uvv i wc i.;miuam as consultas e visims u i uem como se, encarrega de apromplar anUres
n. li e 16j os lll0sm'J modo I'"' J'-,il1'^- A confianza JM para fora o ludo rom o maior aceta e prempti-
ri Baile da 7 g que o Dr. Sabino deposita na pessoa que ^ ; dao ; os amadores do boni vinho ahi o enconlra-
I-"1'1- ~fr*|g ca i'ncarregada da seu consultorio n&o g rao de todas as quaMades assim como os bellos

m
9

desmentida.
Os pobres seri sempre tratados gralui-
tamcnti
As correspondencias sero cadercradas
com subscripto a i Dr. Sabino com ausen-
i i i abaixo assinnado 4
Manbeldt Mallos Tei-veira lima ''
Professur em liomeopaihia e se- SC
i d'Afron um bo >relo
. d< r nolicin na ra do Ll
i bi in gratificado.
Vi le.-i Helia n. 10, precisa-se
n/inhar comprar para urna
9
raeni a cn-
framevo n.
0 unr
essoa
lo,
f
i
o (tarto Jo consultorio.
Botica eeiUrui liomeopulhica
DO

s
(dilles arliileiaSe
ri-nciseo Pinto Ozorio tem a hionra i scien-
r ao res.-,lave!, publico desi/, cj,|aie, que
de posse da machina i Vapor vujica'nile '
ci d. otes pop este novo =yst/ema anda na i
*, e lalvez em ti/do o rasi
-. -.', ifj'a inleiramente no\-
.io muitc9acil para as pesso as que
[r^cisa/d i;-.ir delles ; tannbom
por
por conse-
so veem
. ns ce. 11 oca
io >' chapa em ouro ok i.lalina com molas
i i ar, i .i1 -a t
PUS. OLEtAUe L.PIMIg
Conlinua avender-se grande soriimento @
$5 de medicamenlcs homeopalhicos tanto Si
i C'n:l')b!'1^ V':1,,J Vn l""!i"- g -:adeia do ttecfe, primeiro andar n. 28, venden-
-iO Os preces dascarteiras ... i -
queso achara oslipulados no
*j eouro homeopaihico".
Jtj Cada tubo avulso
Cada vidro de untura
te Thesouro homeopathico ou
9
os meamos 5v
final do tlie- {^
Si
lono %
2J000 $
&
merum do li uneopatha, encad. 11 $000
---.
'.-.-
so dous escravos mulatos, pe-a
Precisa-so de duas mu|heres livres, sxxido
uinaque saiia cozinhare diario de urna cia, e
oulra engommar : a fallar a ra do Seve, so-
brado de 5 viiraudas, com entrada pelo oilao, em
frente da grande casa que se esta fazendo para o
Cymnasio Provincial
Publica cao Iliteraria.
Guia l.uso-Rrasili'iro do Viajante da Europa
O v. Cosme de
voltp d
OLHINHA RELIGIOSA, contendo, alm do
kalendario e regulamcnlo dos direilus pa-
rochiaes, a continuaco da bibliolhecn do
Crslo Brasileiro, que se COOipoc : du lou-
vor ao santo rime de Dos, coroa dos ac-
tos de amor, hyrunos ao Espirito Santo e
a N. S., a imilacao do de Santo Ambrozio,
jaculatorias e commemor9co ao SS. Sa-
cramento e N. S. do Carino', exercicio da
Via-Sacra, directorio para ora.-ao mental,
dividido pelos dias da semana, obsequios
ao SS. coracao de Jess, saudaeocs devo-
tas As chagas de Christo, orac6.es a N. s nhora, ao patrocinio de S. Jos e anjo da
guarda, responco pelas almas, alera de
outras orajes. Prego 320 rs.
1TA DE VARIEDADES, contendo o kalenda-
rio, regu'.amento dos dircilosparochiaes, e i
urna colleccao de ancdotas, ditos cltislo-
sos, contos, fbulas, pensametilos moraes,
receitas diversas, qoer acerca de cozinha,
quer de cultura, e preservativo de arvores
e fruclos. Preco 320 rs.
ITA DE r-ORTA.a qual, alera das materias do
costme, contorno resumo dos direitus
parochiaes. Preco ICO rs.
Antonia Mara Magdalena viuva
de Joaqum Jos de livena avisa ao
publico em como o Sr. capitao Flix
Francisco de Souza Magallies a uni-
de todos os. ne-
gocios de sua casa pira ctijo lim o tem
constituido seu procurador bastante.
Vende-se urna porco de burros en-
tre os quaes existem '<> parelhas, lodos
mu tos gordos, novos e de l.om Liua-
nlio do excellente earregamento che-
gado ltimamente ce Montevideo: os
preterdentes dirijam-se ao hapitlie 'da
eompanhia ou ao armar-em de carrocas
em Fora de Portas, de Flix u.i Cunba
'REMEDIO NCOMPAfUVEL.
UJGUENTO HOLLOW V.Y.
Militares de individuos de todas a-na "-
!dem leslcmuuhar as virtudes des le remedi
comparavel e prorar em caso n^eessario. qu,
lizerara leu sen orpo mera-
Compra-se urna escrava que saiba cozinlur
e engommar, eque tenha boa conduela : queni
delta quizer dispor, dirija-se a ra da Cadea do
Itecife, loja de ferragens n. 41.
Corapra-se para urna encomiiienda urna
casa ic. rea no bairro de Santo Antouio-ou Boa-
Vista, que esicja em hora estado e que I en ha
bous commodos para nina familia : a tratar na
ruu da Penha, armazem n. 6.
Compra te um Flos Sanctoruin.
usado : na livraria n. 6 e 8 .la praca da
Independencia.
= Comprai.'i-so as seguinles comedias- Rer-
nirdo na La, o Judas em Sabbado de Allelea,
Quera casa quer casa, Por causa de um algaris-
n:o, A losca, o Huelo uo Teneiio Andar, o Ir- iirosintoiramenle sosd pois de ha' i r
roo das Almas eo Diabo na escola : nesta I o- do inulilm.nle outms Iralanieiilo-:. Cada i
graphia se dir.
Compra-se urna nc
pelo uso que dell<
madeira, que tenha
Senzala Velha n. 9.
.'ia cozinheira e eiiRom-
boa conducta : na roa da
Vendas.
D
Boa pechincha.
Vende-se urna taberna em um dos melhon s
lugares da reguezia de S. Jos, afreguezada para
a praca e para o mato, com pequeo soriimento :
os prelendenles, dirijam-se a roa de Sania Rila
numero 82.
Jockey cliil.
.efrescos. Todos os sabliadosedas santificados,
li.ne: a dejtciosa mao de vacca das duas horas ea pessoa encarregada
da madrugada em diante. Tambera existeio" na
mesma casa ditTerentes quarlos niobilados a dis-
posic.io do publico e ludo por mais moderado
preco do que em oulra qualquer parte.
Precisa-se alegar una casa terrea com
quintal, oe bairro de Santo Antonio ou Boa-Vis-
ta : a Iralar na ra da Cadcia n -15.
Na ra do Crespo n. lti, esquina, ha urna
mulata para aiugar-se para o servico de casa de
poitas i dentro.
Aluga-se um ou deas escravos p06Santes,
desde as 7 1(2 horas s 8 da imite : queni preci-
sar, dirija-se a ra da Imperatriz, loja n. 4.
C. J. Astley, subdito inglez, relira-se para
Europa.
No esoriplorio de Cur^el Irmos, ra da
Queimado n. W
A commissan directora lera marcado o dia tJ
de Janeiro prximo s i horas da larde para a 2a
corrida no prado Piranga, sendo os prcmi > e
entradas para as Ircs corridas ai seguiotes:
1." corrida 1,000 bracas.............. jHlgOOO
Entrada.......'................. SOgOOO
2." corrida 500 bracas................ lOOgOOO
Entrada........................ iO^OOO
3.a corrida 700 bragas................ 150* KM)
Entrada....................... 60$OO
foja de ferragens, niindczas e funileiro ha para
vender um glande soriimento de caixas com \-
dros tanto era poryo como a rctalho, assim io-
nio caixas de tulla de Flandres obras hitas per-
tencentes a officina de funileiro, \-:S
ludo muilo mais barato que em oulra quil u i
parte.
Na loja da ra Direila n. 18, venu .
borzeguins para hornera a 7j>500, ditos para sc-
nhora a 500, sapates de couro de lustre para
hornera a 3)500, sapalos de couro de lustn para
senhora a Ij^SO, ditos de marroquim para -
jodi r-se-ha coniviicer dessascuras n
: pela leitura >l"s peridicos, qm Ih'as re!
lodos*os dias ha inuilns aunos; e a raaior
deltas sao to sor preudi-utes qui nicjini|
modii'us ni elcbn-*. iiantas pessoas .. o-
n rom i-'-' si ber mu .,.- i iso .-
I.i-e-..- pi mas, depois de ler p< |un-
Haes, mi : : i iara .-niV.. .
ip ita ;jo Ucl! is lia runitas i han nd<
' xado esses ai\ los .,' pad-'.-imenloa, para scno
' suhnietterem ossa opera o
' curadas completamente, m di<
; roe i .-ni. dio. Algumas das l -
nfusio de si u n coiihi in
i- r saltados benficos diauli
loi o i itros magistrados, aii
rann sua tirmaln a.
- si -i- rariado -.-t-.j.. di san
lii --.' bastante coman a para eiuai .
medio constan( n,- ntc seguindu algum I. .
''" ;' -:' ssil -- naioii-/,; mal,
cujo r. suliado si lia pn i a finconlcsla
0 ie ludo cura.
o migtieit&o fu
i:ii!L:.-m;>
.Vi,:;. i.
.- ,

ut!, mais j>:iriiu-
ns seajuistes casos.
a.
.
Iuflaminu
da in. i
L''pra,
Mal' ,j,'v

l.
ni :,
per -.
Os socios que quizerem inscrever seus cava II os luhora a "tiO rs., ditos do Aracaly a 800 rs., assim
derero dirigir-se ao secretario da coraraissao
directora at o dia 14 do mesmo mez, depois do.
qual nenhuma inscripeo lera logar.Sanios
Jnior, secretario.
Atteneo.
O abaivo asstgnado como administrador de sua
mulbrr, nica herdeira da finada Romana Mara
de Preilas, declara que, tendo de chamar a in-
ventario o marido da mesma finada Joao Evan-
corao couro de lustre e marroquim que se m l<
por baralissmo pn"_'.
.Miio e fe i jilo.
Na taberna da ra da Praia n. 39, i o mi-
lito a i5000o sacco, e fcijoo a IjOO.
Fazendas boas e
baratas.
Cairabras.
C'iii.S.
Cano -
.
-
las -.!.- s.
-
ti; n id
a
Eriipcin s .
-.
i tulas no ali loi; n.
Friald? e ou i
torna:
I'ri. i: --.
Gengii 'is i --,.',, Jjs.
I es.
Inflama' a ido. das u i
nde.....ste ungui uto no stal
: res ii. 2i4, Strand.* c ua .-
ns boticarios droguista -
i ncanvgadas de sua renda em toda a
' il, U i5 mil panlia.
v :- o bOO rs. cada 1 miin
urna nslruccao em poi ig
faz i so isli nigento.
1 deposito gerai lie i in i asa do
i'i-
-.
- ;
Pulin
)u

.. a -.'.
i inlia,
le que -
. ir.!'

; .
: '
i
-

Am< iTF.1
i par
ado Souza !
larga
- Offerece-se
l ,ni-i I a para
-eis n' i 'I., o seu CS- : *** himhow|wimh u iijswiu uieciouano uus & *k,y
do lio-' (ario, i )brado da yermos de medicina. g* ,^| ,
iOiuhii capaz; mob lias. !s^83
i ... K.iivi-n:isam-se iikbinas mais em ci'jta do que
f Slllft, IjUC em nutra qualquer parle : no paleo do Carino | 1
lllli
frito
tnlo liPI'tV'ilmit' .7. 7 em ouraquqtterparie: no paleo jo carino; .
7 P' ,t,l. ntc 'Je i!,tiitat ps: M*
i hltoiirainiia ij. M | Precisa-se alugar urna escrava que nao te- i-13
nelados lal >"-ul7"' nha virios, para o servido interno e externo de JK
~~*. *--.../ rit*s>'ite>* aruerlca- una casa de pouca familia
^^T^rUaUvr. I ro n. H.
- de Samuel P.
na ra do Caldeirei- J
- Molestias de cilios
. Molestias de coracao e de*
peito ;
'. Molestias dos igaos da gera-
cao, e do noui ;
. Praticara'toda e cpialcpier ,
operacao quejulgarconvenien- W
V: para o resta heledme uto dosSj
phai maceutico.
namhuco.
na ra da C
ruz u. _',
P
- &C. ruad/'
- lame Aberti/-a No,va 5-
I uo Petter retira-se pura a
P.-jeisa-so de / .,
. com per/ ama ama que saiba cosrr
'.oicao, para orna casa estran-
r ueste caso, pode apresentar-
9, segundo andar, que ser
seus doentes.
O esame das pessoas t^snltarein sera' eito indistincla-
q^cm eslw
n a da Cruz
^OsifElKPCS
ta
N- Cabanga ju
a -io alJi
. iio reduzldi
mi \o das
le cnjseiihos e tm |lau-
jpps t rapini.
loaomoladoiropublico,em ama
,. estabcleccu, vende-se sangue
a p para servir de extrume na
.a:ia>'d" assucar por mei.o das
.. las, cujo sysienia de plaiitaco ser evsina-
,1, [ .. um lolhelo, que all se distribuir a quem
impnir mais de 20 arrobas. Asexpcrenc'\as ja
0l nesta provincia e em algumas parles da
,,i; garanten o hora rrsiltado, que so pode
Vijii. da applicacao desse erume o mais pode-
i> tojos, nao k para i caima, como tara-
ce aura ocapira. Este exrume lera a proprie-
le de desenvolver a vegeta'o da caima com
forja lal, que no fabrico do assucar vai a
ti r'o tripulo de assucar, que podera pro-
: i,n o emprego delle : e o quanto ao ca-
]ti<3 hoje j objeclo a grande interesse,
influencia, que na haixa que derdouscor-
:apira em res mezes, com a appliuaco
;ue pode dar quatro de muilo bom capim e
ate. Adverte-se aos prelendenles, que o
assim preparada pode -ier couduzido em
: quom desejar tirar o mjior resultado de
lia .oes, procura, aa fabrica da Cafetnga
'.\
Antonio Alberto de Souza Aguiar tem para
vender em sen armazem na roa do Amorim n.
j, barra de 8.' com o mais superior vinho do
Porto que se pode encontrar em nosso mercado, i C^) mente, e na ordein de suns en- |
Dcsappareceu na madrugada do dia 23 do
corrente, do lugar da Capuuga, un eavallo meo
cardo. altura regular, com marca no lado direi-
lo ; se alguma pessoa tiver delle noticia, dirja-
se a ra da Cadeia do Recite n 5<3, loja de ferra-
gens de Sampaio Silva i C, ou na na da Ca-
j punga no sitio de Francuco Custodio de Sain-
poio, quesera bem recompensado.
IxWYTTrYTTTTTra^TTTTTTITrrTi
g DENTISTA FRANCEZ. J
> Paulo Gaignoux, dentista, ra das La- <
)* rangeiras 15. Na mesma casa lem agua e *<
p dentifico. *
JK A A, i AAAJl.AAAXAAAAAAAAAXAAAAy. i
Ama deleite.
Precisa-se do urna ama de leile que nao tenha
tillu, anda mesmo sendo escrava, paga-so bem :
na ra das Cru/es n 41, segundo andar.
Pelo presente faco publico, que o Sr. Leo-
poldo do Rogo Ranos", iiivtpianente dos bens
que ficaram por fallecimento de meu pai o coro-
nel Francisco Jaciutho Pereira, nao pode vender
nem por mineira alguma dispor dos ditos bens
que se acham embargados pelos herdeiros do
primeiro matrimonio al decisao do Tribunal da
llelaco, e que os referidos herdeiros eslo dis-
posto o annullar qualquer contrato ou venda \ cartorio na ra do Queimado. primeiro andar,
que polo dito inventariante foi feito. Reeifo S< I entrada pela praca de Pedro II
di d-einliro do 1859.
Manccl Jcinlho Pirara.
Francisco q na do de Uedeiros.
O Monitor das Familias.
Sabio a luzoterceiro numero da serie extraor-
dinaria deste peridico, di atinada a dar con I a da
visita de SS. MM. II. a esta provincia. Acom-
panhara-no duas estampas, contendo nina o com-
plemento da priineira vista do desembarque das
mesillas Augustas Pessoas no caes do Coegio;
e a oulra asilluminaces do arsenal de niarinha,
Cinco Ponas e ra da Praia. O quarto numero
Ditos brancos de castor, mo iernos
Ditos decasemira de cores caa hoiucm
Ditos de feltro linos a i, oo
.Ditos de dito inissim-is, lila larga
Ditos di' seda ;!_ cores delicadas
Ditos de castor lambem copa bai.\a e
linos
Donis de panno Do, (tat zes, para
meninos a SS ;
Camisas brancas e com peitos de cores
a tgSOO o
9S0O0
i ;> iki
Para mesas e
camas.
djooo;
:: sao
' i-
trsdas; fazendo excepco os doen- &
fflb ts de ollios, ou aquellesque por \
~ motivojustoobtiverm hora mar- |l
cada para este lim.
A applicacao de ulguns medica ^j
trienios iadispensaveis em.varios f'
casos, como o do sulfatodeatro-^
pina etc.) sera' feito,ou concedido jj
gratuitamente. A confianza que
fy nelles deposita, a presteza de sua
jy^accao, e a neeessidade prompta
* Je seu emprego; e tudo quanto o ^
demove em benelicio de seus '
doen les.
ser publicado at odia 5 de Janeiro, e u quinto Ditas ditas com peito de fuslao, finas,
ate 10 do mesmo mez. a 24800 e
Acha-se justa Je contratada a casa terrea
sita na ra da Assumpeao defronto do oilao da
igreja da Penha n. 8, ea de n. 11 sita na travs-
sa de Joao Francisco, na fregue/.ia da Boa-Visla :
se alguem se julgar com direilo a ellas queira
anniinciar por este jornal no prazo de tres dias.
Becifo 29 de de/embro de 1859.
Precisa-se de una ama para urna pessoa
solleira : na ra Bella n :tl.
Aviso.
ATTENCAO
M.inoel Hara Rodrigues do Nascmento, es-
crivao do juizo especial do eommervio, mudou
sua rtisidenca para a ra do Sebo, casa terrea
confronte a de n.22; continuando a ler o seu
Aluga-so na ra da Iropera'.nz n. !c', o Sfr
g'Jirio ac'iar Ja mesma eos?,
No dia 27 do cnenlo mez conduzindo um
escravo una caixa de olha pintada de. azul j
usada, contendo objectos de folha, metal e Inora
de conduccao de conierjs com oulros mais objel-
los tendentes, c aconterendo este escravo fazer
entrega da dita caixa a outrb, sem ler delle co-
nheeiuiento em razio de seu eslado : roga-se ao
j mesmo conductor e a quem disto liver conheci-
inenlo de o mandar fazer entregar na ultima ta-
berna da ra do Soba voltando para a Soledade.
que ser gratificada.
0 administradores da massa fal-
lida de Novaes & C, convidara a todos
os senhores credores a a presenta rem-
llies os seus titul -s no prazo de 8 dias,
aim de poderera cumplir o que dispoe
o art. 859 do cod. do cora,, devendo a
apresentacao ser feita no escriptotio
dos admmistradores Aranaga & Bryan.
Amoiim Cordeiro de Oliveira, subdito por-
t'tguez. rdin-separaoRi) dj.'xioiro.
12S0O0
2t!.<()tM)
389000
DUascom peil > do linho .i 3J500, 5 e
Galeas de brilil de cor -s e blancas de :!>>
Ditas de casemira de cor e pretas a 8j e
Ccllctes df brim e fusta) a ije
Ditos de gorguro de cores a 5 e
Ditos de velludo de cores a 12$ e
Paletots de brnu de cores e blancos
de 3 a "
Ditos de alpaca preta c de cores a 5g a
Ditos de panno e casemira relos o de
^ cores a 20. 22, 2 o
Sobrecasacos de panno drelo superior
Vestuarios de fuslao, mu lindos, para
meninos -l-feOo
l'entes de tartaruga modernos a 10, 16 e 253000
Leques entrefinos e bonitos a 3, 5 e 89OOO
Ditos de madreperola a 16, 20, 25 e 3Ug00
Ramos de llores linas a lg, 2$ e :fcJ0O<)
Saias a balao de boa qualidade a 5 e 5O00
Vestidos de phaolasia, de lindas cores,
a 859000 e 30000
Corles de vestido de seda de cores deli-
cadas, com 2 saias e 2 babadis borda-
dos o 100$ e liilcOf'l)
Calcas para meninos bordadas a 4 e 5JOO0
To.ilhasde algodio cdelinho a 1COO,
19600, 26tmo 2^800
Luvas de pellica brancas, aniarellas e
pretas, para senhora ehoroem .1290 21500
Collinhas bordadas a 600, 800, 1?2()0
1600, SfOO 6 ;ijrt00
Manguitos bordados aSfe -iaOO
Ditos cora goll. ib?, o 39500, -5, 6 e *900!)
Alem destas, outras muitas fazendas. que na
loja do Cunhj Silva, im ra da Cadc* 00 Rccif'*,
se venden: por preces wiratos.
(.-OlKI
89OOO I" ilhas dn '..:>.la-i ..:
del. 1 l[2, 2,2 l[2e 3 laras
IJJ500, 2, i
Hilas de linho de 2, ", J 1;2, I c
varas de > 1
Ditas do dito in tito superiores de 2 a ">
2|500 raras a 6,8, 1". 12, 1 e
i Atoalhado de du is l.irgnr*s, Irai
3S0O0 adamascad >, rara a \-. \y% 1
5$0001 Guardas-ronpa de algodo akox ade,
a 6&000 duzio, a 2,^ e
12^000 Ditos de linho a
5J0001 Bramanlo de linho pa oneo con
6*100 10 palios i.> la;, .- IjSOO.e
TJIOOO Toalhas de lipho com labyrintho
rosto a :''
B il id s de linho para Ion /. loalhi<
e camisas de linho, pe 'ai di 30 raas
a 29500, 38 e
K mti is muitos artgos, quena >j.i de Cimba
& Silva, na ra -Ja Cadeia do Recite n. t), esqu
na cieo:,te da roa da "i.-. Ir de D. )S, ;n I 111
se baratos.
:
.
i
- -
i- 1
..--. 1
A mais rica amuicao,
o inelhor loealidade, com garaulia da .asa por
tres anuos, aluguel muilo era cenia, pr .
I-ida e |uat|uer especie do eslabdecinn uto, u ai-
I" em tonta, sita na ra Direila : a tratar na
mesma roa n. 16, loj 1.
Retratos de SS. MM. l.
Caogaram do Rio do Janeiro un ultimo vapor
retratos de SS. MM. II., tirados p > um distiut-lo
artista Allemao : vendem-so na livraria ec
mica, defronto da arco ie Santa Antonio, ra do
Crespo n. 2.
Para vender.
Lu excellente piano muilo baratle domis
acreditado fabricante Collard, o c muitn novo ;
tambera ba alguns trastes em t > 1
preietutn*, dirija-se a ra Notst.49, : > ler
servico,

K A
I I I
,v n.i An
M^AM
AA
I lIliTTTKTV^



V
(6)
DIARIO DE PERMAMBUCO. SEGUNDA FEIRA 2 DE JANEIRO
Para cu icluii-a liquidacao ds luzcudas
da o\ ti neta urina de Le te & Crrete,
Kua da Senzala iXova n. 42
Vcnde-se em casa de S. P. Jonhston & C. va-
vendem-se as seguntes fazcndas, por ,;uctas de. lustre para canos, seHins esilhoesin-
muitu menos deseu valor, na loja le le/es, candeeiros e castioaea bronzeados, lo-
. j i c\ j i as iniriezas. flo de vela, chicote para carros, e
quatro portas da ra-do Quemado mws, arreios para cirro de umedouscaval-
numero i0.
Sedas pre.as tarradas, superior qualidade,
i
i
320 I
corado lCOO
Grosdenarle preto muilo bom .e largo, co-
vado 2*000 |
Dito dito ciis estreito, covado ljJGOO
Gnaselas de cambraia para seuhora, urna 800 is
Tiras e ntremelos bordidos
Soilirui-nlo completo de chita de cores,
corado
Dito de el.las largas francesas, bous pa-
drees o cores fixas, corado
Gangas de cotes escuras o claras, corado
Cortes de calqa de meia casemia algGOO e StOO
Meiascruaspara homein, duzia 2#400i
Pitas par." dito muilo superior, duzia 4a000
Aiualhadc adamascado muilo largo, raa 1)280
Cassas de cores filas e padrees vistosos,
os. e relogios d'ouro patente injtlezes.
>.cfctf.Jia*^*ia.,!#-ia'- :*--
%
MOSELLE MOSSEUX
760
'JO
200
TdMD fflIEJnriLBT & (Cs
LONDRES
Queimado n. 40.
Grande c variado soriimento
Fazcndas francezas e rou-
pasfeitas recebidas em di-
reitura pelo ultimona\io.
'-so as amostras com penhor.
GKJUtDE
AUE^W\
| era garrafas e meias gar- |
I rafas.
C.J. Astley &C.

Seguro conlraFogo
COMPAUniA
-w-
corado 210;
Riscadinho franco/, corado ICO;
Musselin.i de cores fixas. corado 250
Chales do lia com palma de seda, um 23000
Corles de calca de casemira fina de cotes T>000
Ditos de dita'prela G$000i
Ditos de rllele de gorguro com palma
de relindo 3)000'
Ditos de tilo de gorguroe seda 2*000
Dilos de dito de merino bordado 3000
Lencos de seda pequeos para pescoco do
seuhora 400
Panno pelo, corado 2S~>00
Dilo supeiior, prora dolimo, covado33 c >000
Superior brim Iranrado de linho, blanco,
!*25!|I C J. Astley & Companhia. ,
.las "brancas para seuhora. duzia 3*000 *M*m*m-*aM I^MIO^
Ditas pn dita muo superior, duzia 4gooo Meias de seda de peso
Luvas de pellica para seuhora, ni bom para seuhora, brancas e pretas, c para meninas,
estado, um par IgOCO bancas e riscadas : vende-se na loja de Leite
TTYTrr rrfWr-rrrZt TV "'T ? t & ]im-n na ra da Cadeia do ttecife n. 48.
411 Lilla Au. 3,
Ricos cortes de vestido de seda de cores
de 2 saias............................
Ditos de ditos de seda pretos bordados a
velludo...............................
Dilos de ditos de seda de gaze phanlasia
Ricasromeiras de tilo e de seda bordadas
Taimas de grosdenaples bordadas......
Chales de louquirn branco boidadosa
30e.................
Grosdenaple de cores de quadrinhos co-
vado.................................
Dilo de dilo liso covado................ l8O0
Seda branca lavrada covado IgOOO a.... 2600
Grosdenaple preto lavrado covado...... 28000
s
I
s
800)00
1$200
%
LONDRES
AGENTES

Dito dito liso'encorpado a l!600e.... 2g500
Dilo dito com 3 palmos de largura a
lgCO e.............................. 2S500
Sarja de cores larga com 4 palmos de
largura corado a...................... lJuOO
Gaze de sedada China de floresclislras
covado a............................ 1000
Follar de seda de listras gosto novo co-
rado................................. 15000
Setim de escocia e diana de soda curado IjOOO
Chaly de llores novos desenhos covado 900
Bareje de seda de varias qualidades co-
vado................................. 500
Mcio velludo de cores covado.......... 1>500
Na loja *do Preguica, na ra do Queimado n.
2, vendem-se pecas de chitas finas de cores lixas
e de escollados "padres com 38 covados cada
umo, pelo baratissimo precc de 5$890, c era re-
talho a ICO o covado.
Cavallo de sella.
Vende-se um excellenle cavallo de sella, mui-
lo bom andador, de bonita rr, e commodo no
proco : a tratar no sitio da capclla de N. S. da
Conccieao da estrada de Joto de llarros.
Cobertas de chita ali
Ruado Queimado n. 19.
Vendem-se cobertas de chita a 2$. corles de ris-
cado francez a S500, len<;os de cambraia para
algibeira a 2j a duzia.
2O00e2S30O apoca.
Algodao trancado americano branco, proprio
para toalh e roupa de escravos, com um pe-
queo toque de agua doce : nnarmazcni de fa-
zcndas da ra do Uueimado n. 19.
Cheguem ao barato.
O Leite & Irroao continuam a torrar na rua
da Cadeia do Recite n. 48, pecas de cambraia li-
PDICiO LOW-MOW,
Rua da Sen/ala Nova n. 42.
Nesle ostrbeleeimento continua a haver um
co\mapleto soi lmenlo de moendas e meias moen-
dals para eu8ynho, machinas de vapor e taixas
de\f'"rro balilii e coado. de tolos os tamanhos
Aprazo ou adi-
nlieiro.
i n u
ir, ltfij -
lar
Anin
la dio.
Cprles de vestidos
ce seda
\ V am j_ Chumbo era lenco!.
ISai.rua do iRnpiiuaao n..{/ loja de 4 nu0 je munido.
Vende-se a eochetrada rua da Cadeia d f>
to Antonio n. 7, tendo 5 carros e 1 ri < i
sem uso algum : quem pretender
mesma, que achara coro qu<-m tratar
=z Vende-se no armazcm de Jos A
reir Das & C, na rua da Cruz n. 26
Mercurio (Joco.
Relroz.
Linhas em norellos. i
Cera do Lisboa ero vol.i; ,
Grava ingleza em hi'-
. I.izariuas e clavinoles.

Rissel, relojoeiro francez, vende relogios ^
de ourc e prata, concerla relogios, joias e I
" msicas, ja aqu he couhecido ha minios
>> annos, habita no pateo do Hospital n. 17. -^
g
a
5
Vende-se
Metal

.< 5._i. UUt fc JL.. i i a
Na leja dosertanejo,rua
do Oucimado n. 43 A.
Reccbeiam em dircilura de Franca, deencom-
meuda, os mclbores chapeos do castor rapados?
sendo braneose pelos, e as formas as mais mo- ^
dems que tem rindo ao mercado, e por :!?-.3
noy que f ni aulra qualqin-r parte, assim como
ta nbem lem um grande soriimento de enfeite,
de ridrilbo pretos c de cores pelo diminuta pro1-
.o d' -ij! -ada um, assim como tem chapeos de
gol de panno a 1 $200 cada um em perteito esta-
do, aberturas brancas muilo linas a 320, ditas de
esguiao c>' linho a 1$ urna, cambraia piola fina
a S6 o C ivado, e a vara a 560,e a 640, rangas
do ci a 540, briru branco de linho a lj200 a va-
ra, i leles de velludo de lurta-corespretos a
7^400, ditos pretos a S e a 9$, calcas de case-
mira de cftr a 7, 8 e 11$, dilos pelos a 7, 9 e
iS, i'o 'les do gorgurSo a -, 5 o G, saceos pi-
i. riagem de diversos lamanlios, ciascruas, por
s< r piante porcao, a 1?50, ditas a 1g600 e 2jj a
duzia, (ii as a i e ',$, chapeos onfeitados para
meninos ; meninas e senhoras porqunlqucr fre-
g, e ludo o mais aqui se encontrar o preco,
e nao se J-i\a de vemndci
Velbulina de todas ascores............
Setim de I.das as cores liso covado ...
Brilhanlina branca muitoOnaa.......
Chitas francezas claras e escuras a 260 e
Casemira pela lina algtOOc..........
ramio prelo e de cor Uno provade li-
mo a 3$500a........................
Corles de casemira de cor a 5$ o........
Cassas organdys de novos desenhos a
vara..................................
Ditas francezas muito finas a............
I Manguitos de cambraia transparente bor-
dados muilo ricos.............;......
| Golinhas de cambraia bordadas de ponta
Ditas dedilo bordadas a 600a..........
| Tiras e enlremeiosdecambraiaborilados
Ricas manas pretas de linho para sc-
nhora ................................
Ditas Jilas de blond brancas e pretas..
Chales de sada de cores, pretos c roxos..
Dilos de merino bordados com franja de
seda..................................
Ditos de dilo dito de la..................
Dilos de dito liso dilo de seda..........
Dito de dilo dito de la..................
S"l Dilo de dilo estampados fino lislade
seda..................................
' Lencos de cambraia de linho bordados
fino?..................................
Dilos de alaodaode labyrinlhoS'J c___
Capellasbrancas para noiva............
Rnfeilcs de vidrilho prelo c de cores___
Aberturas para camisa de esguio de
linho..................................
Dilas de dilo de algodao brancas 2 de
cores..................................
lem para vender pecas de algodao largo com 16 Saias balao modernas..................
1
Folha de cobre e
amarello.
Estanto em barra e Pre-
sos de cobre.
Alvarade eTerniz copal.
Folha de Flaiidres.
Palhinha para marci-
neiro.
Yiiihos finos de Champa-
nhe e Moselle.
Lonas da Russia e Brim
de vela : no armazcm
de C. J. Astley & C.
cera avaria.
pechincha sem igual.
Na loja do Preguica, na rua doQueimado n. 2,
poiias acalta vdc receber pelo nlliBt {errosJ^2
navio vini! do jla^rc um completo sor- ouos'Va'nce
timento de veslMos de seda de 2 saias, I dBI
2 buhados c de a\venlal,os qaaes se ven- |
dem por prero commodo.
ChapclinaSi de seda c de
velludo para senbora.
Ricas chapelinaV de seda e de velljj- Ij
do parasenbna: ama da QaeimaBo g
n. 37, loja de i porfas.
Golas e manguitos.
Ricas golas e inVnssuitos de cam- !
hiei
aro para engon.n
ferro de ludas as
ucer.es sonidos.
T
lalid


r.
&'rjKC";_.
iKAME E VARhiiU SORIltVI
M
Fazendas inglezas e franec/as
roupas feila>
recebidas em direilnra
NO
sa com 10 jardas a 4J5O0 e 5g. lencos de cam- bra I 113 mil (lo QliePiado U. !17, lojil
braia de linho a 3$ a duzia, cambraias muilo li- ..,,..
-* -- f_ ] tic \ poi las.
A 580 rs. a peca
varas cada urna, pelo barato preco de 1$, pecas
j de cas-a liso fina a 2o00 : a ellas, antes que'se
acabem.
Tachase moendas
yom (0 12 varas, bandos de crina para seuhora '
muilo bous a 400 rs. o par, puiseiras de contas Praga Silva S; C, lem sempre no seu deposito
para sen! ora ou meninas muilo lindas a 160 rs. i da rua da Moeda n. 3 A, um grande sortimenlo
Dar acabar; na loja de miudezas do aterro da le taclias e moendas para engenho, do multo
Boa-Vista n. S, quasi confionle a matriz. acreditado fabricante Edwin Maw : a tratar no
mesmo deposito ou na rua do Trapiche n 41.
Fazhndas com pequeo
toque de avaria.
I'.' pecliinclia.
Na loja do Preguica, na rua do Queimado n.
t.ha para vender pecas de Qnissim e muito
largo madapolao, pel baratissimo preco de 5g,
3$500 eJOOO : cheguem, antes que se acabem.
Chapeos de castor pretos
e lira neos
rtos descoberlos, pequeos e grandes, le
euro patinii- inglez, para homem seuhora,
de um ilosmelbores fabricantes de Liverpool,
viudos pelo ultimo paquete inglez: era casa de
So'iihall aleltors i c.
landeiras nacio-
naes.
Vendem-se na rua doQueimado n. 7, bandei-
r;is naciooaes de vanos lamanln ra iil beta
feilas a 800 rs cada urna.
Cera e Sebo.
Vende-se cera de carnauba nimio superior a
rs. velas da dita e de romposirao, sebo
Chapeos francozes forma moder
Gravatqs ac seda depona bordadas a
velludo ..............................
Camisas francesas de cor c brancas
finas aljSO e........................
Ditas ditas de fuslao branco c de cor___
Ditas ditas de esguiao muilo finas mo-
dernas ................................
Seroulasde brim de algodao o de linho
Galeas do casemira prelasetim 9$ e...
Ditas de dilas de cores 8j e............
Dita de meia casemira .................
Dijas de brim fino c varias qualidades
3J> e Collctes de velludo, gorguro,
casemira e setim....................
Casacas de panno prelo muilo fino 30$ o
Sobrecasacos e paletols de panno preto
fino 2h e........,........_____.....
Paletols de casemira mesclada golla do
velludo..............................
Ditos de alpaca preta muito finos......
Di'os da merino selim pretos e do cores
Dilos de meia casemira..................
Ditos de alpaca pretos e de cor forrados
700
800
500
320
2$500
7g000
7000
igooo
500
5
1S500
9
i
i
7500
75090
65(100
4#50
85000
I
15000
S
9
s
65000
8J500
S
!*?500
2?500
as e de lindos padrees a 610 a vara, meias
as para senhora a 35800 a duzia, dilas cruas tn-
glezas para homein e meninos, chales de meri- i
n lisos a $500, e bordados a 65, pal-tots de !
alpaca prela e do cores a 53, ceroulas de linho
e algodao, camisas iuglezas muito superiores a
605 a duzia, organdys de lidos desenhos a
I5OO a vara, corles "de i.issa chita a 3$, chita (lo H 7 IoU de i
franceza a 240, 280, 300 e 400 rs. o covado, pecas
de madapolao com 30 varas a 4j>S00, 5,?, 5$.00,
6,7 e 8, chitas inglezas de cores lixas a 200 rs o
covado, toalhas para mesa a 3 e 45. cortes de !
MantcMes
I
1
Armazcm e loja
DE
Ges Ricos inanMrtp dprro^dcnanle ri- Snaroa do queimado N.r44, frente i
lutos iiMniucies (kuiontinpir n m luja amarblla k botulas bi
camenlc neniados: na fita tlo(|iieinia- ;* um completo e rico sonimcuio
*y\ sacas de panno pretos d>-
e '0$, casaras d- panno preto j
Pcntes dlarlaruga.
Ricos pentes defartanga p
calca de brim de linho a 2, ditas de meia case- CaUCllO : lia l'lia (F
loja de h portas.
Camisas
Ricas camisas fi
peio de linho como d
\ ge 35$, casacas de panno preto 'ja
l. '-, i,S e 50?. pali'l'pi- Hjan
.... .,(..,. -' 25J, ditos l' casimira a 1 ir. SI
araaiai 18, dit.is saceos dasmesmas >tta\-
mira a 25240, vestuarios bordados para m ni-
os, e outras muilas fa/.endas que se vende por
barato preco.
Em casa de N. O. Bieber
& C. rua da Cruz n. 4, vende-se :
Champagne de sunerior qualidade de marca acre-
ditada na corte.
Tinta branca s
bras, por co
Verniz c verniz
Algodao7nho
hia.
Brilhantes de diversos tamanhos e Je primeira
qualidadu
Qlieimaio n. 3/, prcios e de cores a 109 e lie. dit< de
pacas prela do cores a i$. bri
panto a4UQ e '?, ditos <'. brim (reto
rniK'O'/'t^ i 5, ditos brancoa5#, o,: i4d
r: ultimo gosto cor de laranja a 5?. -
; casacos de alpaca muilo une ': ''"
;. sobrecasaca de panno Onpprel ;
v nios a l?, 1s e 209, ditos d< i
ancezas
ncezas tanto
algodio c de
"as-
irte. j.-,tt. .... ,,,,., .ift Onoitpsldo II. .17 lni:i do ,!l-' lur a'^^ 10;. calcas deca- -
superior era oleo, latas de 25 li- ,tl0- !l' ",l (iy 'M"''^JU ,l/' M l t coros e pretas 89, .-. 10. He
ramodo prego cairas de 4 latas. 4 pOlias. \ caigas debnm de cor 39500, ti
copal. lAnnlcj nopnjppinnrto -^ dila- d.' bi un branco fino
da fabrica Todos os Sanios da F.i- LVt iiLIj IlII 5T- ull t ti > r^uro de v.-da e
_. l \ ,.c. ...... r.i -. i .
X
ucoqumi para
11 /,
8
9
ngooo
105000
4S5000
sortimenlo de cha-
peos.
Cliapeos de castor prcios de superior qualida-
de a 109, dilos france/es de seda a 7#, dilos de |
castor brancos a 14$, dilos de velludo a 8c 99,
dilos da lontra de lodas as cores muilo finos, di-
los de palha inglezes de copa alta e baixa a 3 e I
5$, dilos de fel tro, um soriimento completo, de |l
2S500 a 68500, ditos do Chito de 3*500, 5, 6, 8,1 P01
Ricos bone!s de
enanca: na rua do QifVi
ja dei portas.
Ferro reduaulo de |K
Queven^
Previlegiado ein sen
administracao pe
ma de medicina (
modo de
acade-
Paris.
conheci-
IS, o em-
j di esto-
9; 10 e 12, dilos de seda para senlira, dos mais I maS-.e nf l>pW"S*e. .lu? dellctlf MMe-
mederuos. a_12g, chapelinas com veos do ulti- 3a^MCl? :: '.cs fao s Pr,nc,Pocs ?asos ''"'*'
mo Rosto a 159, enfeites Qnissimos paa cabera
lili-
l.
a 4S>00 e 59. chapeos Je palha escura, massa c
seda, muilo proprios para as meninas Je escola,
sendo os seus procos muito em rontn, dito? [ara
baplisado de meninos e passeios dos mesmos,
tendo diversas qualia.ades para escolher, bonets
de galao, dilos de nnrro]uimt dilos de vellu-
59000 do, ditos enfeilados, chapco9 ile boa qualidade
403OO para pagem, chapeos de sol de seda para m'-
liinos de escola, e mesmo para senhora e para ho-
35000 I niens ; finalmente outros muitos objectos que se-
ria enfadonho mencionar, e ludo se ven de mui-
to em conta ; e ossenhores freguezes S vista da
fazenda lcaro convencidos da verdade : nabem
conhecida loja de chapeos da rua Dircila n. 61,
de Denlo do Barros Feij,
Na rua do Queimado n 37, vendem-se os me- j Hilos de brim branco epardo finos
Ihores chapes de cantor.
Aviso,
1 2<$0Qf)
refinado eio caixotes, dilo em
Cruz, armazem n. 3i.
vela3, na rua da
Saunders Itrolhers & C. lem para vender em
seu irmazem, ifa praca do Corpn Sanio n. 11,
pianos do ultimo goslo, recenlii
los, dos b 'm conhocidos o acreditados fa-'
brii ntes J. Broadwood &Sons de Londres, e
muilo proprios para csle'clima.
Fil de liiilio lavrado,
a 1 1500 a vara.
Vende-so na rua do Cabug n. 2 mioja de
miudezas i Joaquim Antonio Das de f.aslro.-
Vende-se um carro do J rodas, brtn cons-
truido r.irie, com assento'para 4 pessoas do
dentro, c 111 1 pira bolceiro e criado fra,
lo d raiiiio fino, a ludo bem afranjado :
fal! -, com o Sr. Poiriei no alerro da Boa-
. i' : 1 si ript< ri) de James Crabtrec & C. n.
42, 11.i da Cruz.
i i i
-:v-5-u
3H
AlleClo.
No armazem de Adamson, Howie & C. rua
Jo Trapiche n. 42, vende-se selins para homem
; e penhora, arreios praleados para cabriolet, chi-
cotes para carro, co'.i ras para cavallo etc.
Ka loja da estrella.
Rua do Queimado n. 7.
Este cstabcli cimento contina a estar sorlido
de fazcndas de lodas as qualidades comosejam:
Ricos cortes de vestidos de soda de 3 to-
lhose2 saias, e ;' Aqtiil
Paletols de panno
Ditos de dilo muilo Biio
Dilos de casemira de cor
Dilos de alpaca pretos muito finos e
mais abaixo
Dilos de ganga e de b-ins
Calcas de casemiras pelas e de cores
Ditas de biim branco e de cores
ColIetes.de velludo prelo e de cores.
Ditos de gorguro muilo finos
Ditos de fuslao
Camisas francezas de lodas as qualidades
lia ara homem
misas francezas bordadas para senhora
Leques da melhor qualidade e do uliimo
gosto
Manas c grvalas de seda de todas as qua-
lidades
Chapeos de sol de seda inglezes
Dilos decaslor para raboca muito finos
Ditos pretos os melhores que U'm vindo
"ao mercado
Taimas pelas do ultimo gosto
,'.j Casemir.isde cores para paletot
i i les de casemiras inglezas
Dilos de brim de quadrinhos finos
3?500 c..............................
Dito de alpaca preto e de cores..........
Relogios de ouro paten........les......
I83OOO
10.300; >
OjJOOO
7?000
6>500
63000
5f!000
3J500
5;i5.*f@ f ; 3SH
} Vende-se um cabriolet com coberta @
($ de por e tirar, em muito bom uso : na co- @
S5 cheira defronle do arsenal de marinha. 2c
Vende-se muilo em conta, por ler de ser
substituida por outra, una aruiacao de loja, pro-
Os felizes eTeitos do ferro em u
mero de enfermidades .."o ge ral m^
dos. As cines plidas, as flores bra
jrecimenlo do sangue com os mal
sao dell
o
ferro indicado, c para certos lemperam&nlos
fracos ello um complerc tilo quasi nccesVrio
d aiimcnlaco. A superioridade do f. rr^ '
Uucvenne l indas as preparaces man!
(uella que iiitrodu/. mais qanlidado de Irro ti
sueco gaslri m un; p i dado. Deposko or.
I'ernambucoi phaimocia do Pinto, rala-,
Rosario i!. 12.
m caso dos Srs. Henry Fort te 1
A: C. rua co Trupiche n. 8, vender
Dous carros americanos noves.
i Arreios americanos.
1 omlias.
Arados.
: Champagne superior
;Cognac.
I Helopios americano?.
I Velas com toque de avaria.
cor. s e preto a 5$, tf e 1-
. do a 10o e 12a, camisas
(J- i* thomens :omo para meninos d
EBj lamanhos, seroulas de todas m ;
chapeos de sol 1 paca R 59, n
de muilo bom Rosto a :"S -"
_ es de fustao bordados 1 n
manguitos de punhos bordados* I
,v >. dilos com gollin 6$ .
.'. de Iraspasse bordado e li
calcas de meia casemira padr" 1
;< a o,>', colelles d' fuste - cor a d' '.
... branco a 3J e3$5O0e outras mufla*
! zondas o roupas feil -
g presenca do freguez.
.........
j = \ ende-se urna paite d : -
Cacle existente em Mancla lera
i a tratar com Jos Aw \ :!' \
ido Crespo, loja D. Di B, >u coa o
. Antonio Goncalvcs Lima, em Santo
'filil
^ .,.
1 de palha escur 1, copa
~, pcli diminuto pn
E sera va.
: de-se uma escrava qrio 1
18 annos : na rua da 60 l<
A DJ IMPEHADUH DfeFROMiLI
S. FRAXClcCO.




i-
"ran* ilppoMio i!c ohjpri.^
ihifts.
Typo rom-no e itlico,
1 \ |t
- '


20SOOO
4O0O0
25g000
I
9

Taclias para engenho
Fuadicio de ferro e bronze
Francisco Antonia Corrchi Cti1ozo,^e!*cl C ClFIlclUba,
tem um grande sortimenlo de ,Na ?.",'''' 'a","" '; r"-
, nha e Silva, lia para vender cera de can
tacnas ele ierro iund ido, assim supprlor-re,-c'nte,I!r'n,c cht,eada-
, = Vende-se um sitio com 200 palmos de fren-
azo COnCerta-Sequal-I toe 200 de rondo, no lugar da Turre, raargem
pr.a para miudezas, calcado 011 oulro qua quor f flin,.r, Vmn do R0 Capibaribe, 1 1 urna granoe e moderna
eslibelecimenlo : a tratar na rua do Cabug nu- | <]lier ODTa lailtO tiC Jen t) Jim-
i""0.11 dido como batido.
Loja de miudezas cierra-' mnmmedo dehouoway.
w. A \ PILLAS HOLLWOYA.
gous, na rua Direila n. 9.
Para o bello sexo.
Neste eslabelecimeiilo se esli [ucimando por
; lodo preco, riquissimos pentes do tartaruga de
Esti nesiiniavil especifico, composto inleira-
mente de berras medicinaos, nao conten mercu-
rio, riera alguma outra substancia delecteria. Be-
nigno a mais tenra infancia, e a compleico mais
delicada igualmente promplo e seguro para
desarreigar mal na compleieo mais robusta
casa de vivenda, cocheira, eslrinana para 4 ca>
vallos, gallinhciro, cacimba com tanque e bom-
ba, baixa para capira, lodo murado na frente, e
lado com rio de ferro : os pretendenlcs
diridir-sc ao agente P.. na, que se ach 1 aulori-
sado a dar as nccessnrias informaedes, ea tratar
da venda sob as con lii 01 estabelecidas ao mes-
mo pelo legitimo propriclario. .O dilo sitio lodo
era chaos pi pi ios,
Amnen k fazcndas.
I todas as qualidades, ditos*de massa & imperatriz inteiramenic innocente em sas operaees c ef- 1 .-.
Isabel, enfeites de vidrilho preto, dilos do froco feitos; pois busca e remore as doen^as dequal- 'vlia uO viltJlillittiO
de todas as cores, luvas de seda de diversas qua- quer especie e grao por mais antigs e tenazes Corles de riscado francez ^
I lidades, liiussimas ligas para pernos, fitas de se- que sejam. Caberlas de chil 1 a '-GO)
I
-'$) hilos de dilas Irancozas
ios de dilas muilo finas
1 viudo igualmente para sella <<$ Chapeos Amazona para senhoras e mc-
imbem rende am cabriolcl muiloma- asininas
'. oiu uso : sin Olinda na pa- :
I ni do \'; rodo uro. S*=
&
-
i
Farihliade man-
dioca.
Vende-se n ."la sacca: na rua da Cruz, arma- '
rem n. 2G.
Vestidos de seda.
Riquissimos cortes de reslidos do gorguro de
Se '
Machinas de costura
da < de gazia, bicos de blond," puiseiras de con-
j tas, botos para casaveque, flores para enfeites
de reslidos, e outras muilas fazendas de lei e de
bom gosto.
Para Iiomens.
G rara tas de todas as qualidades, pelos oreos
1 de 1)600, 13500, lg e 6K), collarinhos a Pinou,
pelo diminuto preco de 590 rs., alunlos para
i mantos de verdadeiro chequisino por 400rs.,car-
i leiraspara algibeira, do todas as qualidades, cha-
peos balos e de copa baixa, por diminuios or-
eos, bengalas de apurado goslo a 2g, 1800 e
; 1S500, e oulras muilas fazcndas para o comuiun.
J Vende-se |
i % Estopa S
. ^ Lona. tf
Ot Camisas inglezas finas.
iw No armazem de Arkwrght & C. 9
do S M Singer &C. do ^ Pua da Cri n. 61
do posponlo igual pelos .. >cnae-se cera de carnauba de superior qua-
lidade, e um resto de velas stearinas : a tratar
na rua da Cadeia do ttecife n. 50, 1." andar.
Vendem-se dous silios nos Afogados, com
arvores fructferas, boa agua e baixa de capim,
um cavallo caslanho bom andador : na rua da
Virarn, loja de marcineiro.
8g400
53500
93000
dous lados da costura,
garanlo-se a seguranca
das n achinas e manda-
se ensiuar as casas de
familia, bem como se
mostrara a qualquer ho-
ra do dia ou di noite
nesla agencia: nicos
ros Lei-
seda de duase tres saias. dilos de seda de phan- __,.. nesia a0encia .
tai a, todos em seus grandes carios : venden.-! ff "tef ',m Pernambuco Roymundo Cari
se n.. loja da rua do Cabug u. 8, de Almeida & Ile lrma0- alcrr0 da Boa-Visla n. 10.
Em casa de Rabe Sd-mettan &
C, rua da Cadeia n. 57, vendem-se
elegantes pianos do afamado fabrican-
te Trautnann de Hamburgo.
Na rua Nora n, 35. vende-so milho muilo no- LaJ tiG LlSOO.I.
1, a dinheiro vista, pelo baratissimo prero de j Desembarcada lia poucos dias, e por menos do
43 )00 a sacca. que em nutra qualquer parle : na rua da Cadeia
.Manteletes de bom '""""' ^ST.Sk
Ha para vender-so sellins leves muilo proprios
ara as prximas corridas : em casa de Adamson
Howie gosto.
Superiores manteletes de seda prelos bordadas ,
com duaS e Ircs ordens de bico. dilos de lil pre-
lo : n>s quatro cantos da rua do Queimado, loia
do sobrado amarello n. 29, de Jos Mcreira j
Lopes.
Farinha de mandioca.
Na rua da Cadeia do Recifen. 50, primeiro an-
dar, vcnde-se excellenle fariuha de mandioca cm I
sacco grandes a Gf, e dosembarerda ta poucos
Otas.
Descoberta.
Fil de seda liso.
Vendo-so na rua do Cabug n. 2 B, loja de
miudezas do Joaquin Aa'.oao Diai de Castro.
Allenrau.
Vendem-se no Forle do Mallos, rua da Moeda
n. 23, saceos om farelode Lisboa a 5*600, c fa-
rinha dd mandioca muilo fina e alva, pelo dimi-
nuto preco de 63 o sacco.
Pechincha.
Enfeites de vidrilho pelo baratissimo preco de
330.i0, esio-se acabando : na loja da rua do
Crespo de Adriano & Castro.
SAB40
DO
Rio de Janeiro.
Deposito no armazem do Arao-
rim, em frente ao trapiche
do algodao.
Fernandos & Filhos tem saho do Rio, do de-
posito gerol, que vendem em porejoes, a ventado
dos compradores, e proco commodo : a tralar em
! r, seu cscrirtorio nc largo da Assembla n. 10.
Entre mili.aros de pessoas curadas com este
remedio, muilas que j eslavam os portas da
morte, preservando cmseu uso: conseguirn]
recobrar a saudc e torcas, depois de haver tenta-
do intilmente todos os outros non dios.
As mais afilie tos nao dc>om entregar-so ade-
."u': facnm um competente 1 nsaio dos
efJQcazes effeitos desta assombrosa medicina, e
prestes recuperarlo o beneficio da sude.
Nao se perca lempo em tomar este remedio
para qnaiquer das seguinles enfermidades :
Accidentes epilpticos.
Alpinas.
Ampolas.
Areas {mal de).
Asthma.
Clica.
Conrulses.
Debilidade ou estenua-
co.
Debilidade ou falta de
torcas mra qiwlquer
conga.
Dysintoria.
Dbrde garganta.
de barriga,
-nos rins.
Dure/a no reir.
Enfeimidades no venlre.
Ditas no ligado.
Dilas venreas.
Enxaqueca.
Hery.sipela.
Pebre biliosas
Febrelo iutermtente.
Febrcio da ocie.
Cotia.
liemorrhoidas.
Hydrope sia.
Ictericia.
Indigestos.
[nflammacoes.
Ir r e g 11 la ridades
menstruacao.
LombrigHS de toda es-
pecie.
Mal depedra.
Mancha: na cutis.
Obstrucco deventre.
Phtysica ou eonsump-
pulmonar.
Retenco de ouri
Rheumatismo.
Symptoraas secunda-
rios
Tumores.
Tico doloroso.
Ulceras .
Venreo (mal .
numero l).
Ir2covadosa2
cliapeos enfeilados para meninos o meninas.
Dilos prelos fines, u'.lima moda.
Hilos de feltro.
Cambraia organdys muilo fina.
Chales de fro*0 do it pop I as.
Ditos de no-rii!:!' bordados de duas ; )nl
Ditos muilo finos l rdad a froco.
Ricos chales de louquim li rico.
Corles do seda de d -
Luvas enfeita I
Manteletes pretos !< r!- ; s.
LcnQos para algibeira, brancos, a :
i 16.
Collecco numerosissii
simpli S ornado?.
r>'| ariados, proi
lenima: religiosos, 1 >nlen
g lis de N. Senhora, de N. 1
tantos
Atributos -ictilitu 1
o di'| industria.
lelasparaannu
Difl 1 re iles 1 inhetas 1
-1 luio, de com oa
Comutcnidores de fi r
; rnvas; com| '. ment di
hnha-, espatos de dilTer ti I -
l'reloi .lene. Colombi, (toan
d madeira, cunhos, banduiii -
' li rerenlcs tamanhos, ram
-. escoras depoi
.' Arenles ;
di l'i\o. tintas de lodas -
Je dimerentes cores, peala, el<
de inipressVao Je umit, |
e oulros nVuitos ol
mnstraro. \
r-'Na rua do Cres| o n. ll
Castra, renoVm-se
feil^dos pAra senhora en.:.
uto ['loco de 7f000.
Arados aoaencanot e n
' pa;a 'avarl-oupa : ca CAS. ilt S. P.
luiiton & C. 1 ua da Sl-rz;'1 n. i

Vendem-se estas pilulas no estabelecimento
ge ral de Londres 11. 22 SlrandK c na loja de
todos os boticarios droguistas e oulras pessoas
encarregadas do sua venda em toda a America do
Sul, Ilavana e Hespnnha.
Vendem-se asbocetidhas a 800 rs. cada uma
deltas, contem uma instruccao em portuguez pa-
ra explicar o modo de se usar deslas pilulas.
O deposito geral em casa do Sr. Soum
pharmaceutico, na rua da Cruz n. 22, em Per-
nambuco.
RELOGIOS.
Vende-se em casa de Saundeis Brotiiers &
C, praca do Corpo Santo, relogios do afama-
do fabricante ReslcMl, por procos commodos,
e tambem Irancellinsc cadeias para os mesmos,
de excellente gosto.
Attencao.
Vende-se uma canoa de carreira, construida
de sicupira, amarello c louro, enravilhada e pre-
gada de cobro, forrada com zinco, com paos de
toldo, toldo o guarda patro, bancada o xadrez
do melhor gesto que pode appareeer : n '.ralar
oa rua d?H'.-rtr.s lf.
Chapeos prcios
>a rua do Qucimad*
numero 19.
Chapeos \prelos de primeira : !
1 li'Tma elegalpte a I03 cada
NoYalinvencionper;
mkt
BanAs o almofailiis
de criua'parV penteadoa
seora.
Vende-sp nniclmente '" raa
cite n. -JS,
delLei
ile '"*
Vendem-se na rua do Cabug n.2 B., loja dt
miudezas do Joaquim Antonio Dias de Castro.
Rua do Qjieiffliulo n. 57.
A 303 cortos do vestidos de seda que cusa ram
COJ: a 16-3corles do vestidos do phanlasia que
custaram 309; a 8S chapelinhas para senhora:
na rua do (uciuiado n. 37.
Brim trancado de linho todo
prelo,
fazenda multo superioi ; garante-SC que nao
desbota : na rua da Cadeia do Recite n. 48, lo-
ja de Leile S Irmo.
Enfeites de vidrilho e de refroz a -l-j cada
um : na rua do Oucimado n.37, loja de corla?.
.... Na ruad
Altengao ao barato. .yendem-s
Vende-se por muito btalo oreco toda madei
ra de pinho, 4 lraes c algumas maos travrssas,'
empregadas na columna queso illuminou na rua
da Cruz do Recit, cora a condiciio de ser des-
manchada pelo comprador, menos o grdame de
roda, e maslro grande que existe no cenlro da
mesma, cuja madeira alli empregada custou pa-
ra mais de 800J : quem a pretender comprar.
dirija-so a rua de Cadeia do Recite n. 50, pri-
Spciwcele
ende .lo*,', las ': .
rs. a libra. |
Toalhas e ienw8^ kbv-
rnlho\-
. Cadeia do B ,v\ '";
i i
- '
O. i
al
meiro andar, que adiar com quera tratar.
Sal do As
Vende-se a bordo d> 1-,
[so. (undiado na volia do
I trata, :.c. ton da Cadeia, escripteria n. \~.
I Linguas/
muilo frescas, chocadas de Montevideo.
maca hespanhola Uuadalupc, fondeada :u f
do caes do Ramos.
= Vende-se uma excellenle i
| com dous mezes de parida, por
' nos AfBitlos, casa cimenta (rost
novas.
Inglez.
limafolhinhacom a pronuncia mufl
ajudar a fallar ingli M B PStn : na 1
Vendem-se gigos com 22 libras do hlalas in- S'SK?' rua do^-3': e 3 da ac,fc
glez,as pelo diminuto preco de 1*500 cada un. "<> Colfegio; prefiO Iat _
no Fono do Mallo ruada Moeda n. .23.
Vendo-sea taberna da toa da Roda n. 18
a tratir na mrsca,
Milho e fardo
reos grandes a WW r rua tw
MFI WflR FYFMDI AR FMPrSMTDAnn
kiTW AHT
~


DIABIO H PERNAMBUCO. SEGUNDA FEIRA 2 DE JA.NEIRO DE 1860.
CO
FABRIC
LI1RARIA ECONMICA
DE
MGfifi
DE
fQSfiLlfi SI
tmm,
Sita na ra Imperial a. 118 c i 20 junto a fabrica de sabo.
BE
H. 2- UA DO CESPO-M, 2
Defronte do arco de Santo Antonio.
Vidros para vi
(Iraca.
Sebasliao J.da Silva dirigida por Manoel Carneiro Leal.
Ncsle estabelecimento ha sntnpre promptos alambiques do cobro do diffcreiitos dimencoes
[de 300$ a 3.(Mii)i! simples c dobrados, para destilar agurdenle, aparellios destilatorios conlinos
para resillar o destilar espiritos com graduaco al 40 giaos pela graduoco do Sellon Cartier) dos
melhores 9yslemas hoje opprovados e conhecidos tiesto e nutras provincias do impone, bombas
de todas as dimenc,6es, asperonles ede repudio lano de cobre como do brome e ferio, lorneirns j rjartoes e'
>h bron/.e de iodas as dimencoes e feilios para alambiques, tanques etc., parafusos de bron/.e e H1STOUIA
'."erro para rodas d'agua,portas para fornalbas eciivos do ferro, tubos de cobre c chumbo de todas |0
os dimencoes para encameotos. camas de ferro com armario e sean ella, fugues de ferro polaveis e
1 inomic9, tachas e lachos de cobro, fundos de alambiques, passadeicas, espumadeiras, cocos
para engonho, folln de Flandres, chumbo em lonool e barra, zinco em lencol e barra, Isnces e
arroellas de cobre, len.-es de ferro a lauto, ierro su ocia inglezde lodas as dime.nsoes, safras, tornos
folies para ferreiros etc., e outros mnitos arligos por monos proco do que em outra qualquer
parte, dosenipeiihaiiJo-se toda c qualquer endommeo da com presteza 0 perfoioao j conheeida
1'para commodidade dos fregueses que se digntrom honrarero-nos com a sua conBanc.a, aclia-
133 na ra Nova if. 37 luja do terragens pessda habilitado para tomar nota das cncommnndas.
NESTE NOVO ESTABELECIMENTO VENDEM-SE :
Livros de religifto, ciencias, de letras artes, viagens, historia o classicos ; romances Ilustrados e
nutras publicarnos em diversas linguas.
Globos, aliase mappas geographicos.
Papel de liollanda, de peso, paquete, almasso, de cores e outros de diversos formatos e gostos.
Prensas para copiar cartas e outros manuscripios, livros e tintas proprias.
Livros em branco, penaas de varias quslidades e mais objectos para uso de reparlieoes, secreta-
rias ecasasde commercio, ulencilios para desenlio etc.
Arligos de boro goslo, fantasa e curiosidade das fabricas de Taris para uso dos elegantes ; orna-
tos, presentes etc.
e bilhe-los para bailes, casamentos e visitas.
IA UNIVERSAL desde os lempos primitivos at 1850, por Cesar Cantil, 12volumos, in fo-
enriquecida de mais do 90 magnificas eslampas, obra em que nada se poupou para o
leitor encontrar nella erudioao, estudo solido e leilura agradavel. \
ALMANAK de lembraneas de Castilho para 1860, assim como eolleccoes completas desde o seu
enmeco.
MANUAL DE CONTAS j feilas para compras c vendas deassucar, algodo etc.
Encaderna-se em lodosos gostos desde o mais simples em papel at ao melhor em panno on polle.
Impriiue-sc carios e bilhetes, c marca-se papel com typo proprio e em relevo vonlade dos
pretendentes.
Acccita-sc o encargo de qualquer enoommenda de livros c outros arligos tanto da corte e provin-
cias do imperio, como de Portugal, Franca, Inglaterra e Blgica, com as condicoes mais ra
znareis.
toquedeavaria
Pecas de algodao trancado, azul, com 32 co-
rados por :500 : vendem-se na tua do Ci
lua da csiuma que volta pora a na da r.
PolassadaRussia
E CAL DE LISBOA.
No beni conhecido e acreditado deposito de
i ra da Cadeia do Recite n. 12, ha para r<
se vidros a retalho do tamanho ma pe- | r!Z?$^* n? J"'Ui," "W
AG#acaixa: na ra larga
do Rosario armazein de louca.
Vidros para caixilhos.
Na ra larga do Rosario toja n. 28
armazcm de louca, mandam-se botar vi-
dros em casas particulares por preco
rauito commoilo, assim como vendem
BISM(Et(D tUlOBM 8 WBEUUM1.
3 RA ACaLaRIA,CASAl>OFUDAO 3
Clnica por amlsos ossysicmas.
O Dr. Lobo Mostoso d consullas'lodos os das pela manhaa e de tarde>fepois de 4 horas.
Contrata partidos pan curar animalmente nao so para a cidade como para os.engcnhos ou outras
propriedades ruracs.
Os chamados deven ser dirigidos sua casa al as 10 horas da manha o em caso de ur-
gencia aoutra qualquer horado dia ou da noite sendo por escripia >'n quo se declare o noiae da
i, o dama eo numero da casa.
us casos que nao forem de urgencia, as pessoas residentes no bairrodo Recife podero re-
metter scus bilhetes a botica do Sr. Joo Souuu & C. na ra da Cruz ou loja de livros do Sr. Jos
Nogucira de Souza na ra do Crespo ao p da ponte velli i.
Nessa loja e na casa do annnnoiante achar-se-ha constanteraenl e os melhores medica-
rnentoshomeop.ithicos ja bem eonhecidos e pelos procos seguintes;
Botica de 12 tubos grandes...........
Ditos de 21 ditos...............
Dilosde 36 ditos..............
Dito de 48 ditos...............
Dilos de 60 ditos................
Tubos avulsos cada um.............
Frascos de linduras..............
Uanoal do medicina homeopalhica pelo Dr. Jahr traduzido
em portugnezcora o diccionario dos tormos de medi-
cina, cirurgia etc.. etc............
Medicina domestica do Dr. Ilering, com diccionario. .
Repertorio do Dr. Mello Muraos. .... -
\ m --a ?3 2.-
33||gg
, 53-i-l 9 1
3111112.11'
1 -'=3 = = 9K9t
queno ate mais de 6 palmos.
Botica.
Tlartholomeu Francisco >1e Souza, roa larga
do Rosario n. 36, vende os seguintes medica-
mentos :
Rob L'Affectenr.
Pillas contra sozes.
Ditas vegetacs.
Salsapnrrilha Bristol
DitaSands.
Vermfugo inglez.
Jarope do Bosque.
rillas americanas (contra fferes).
Ungento Ilolloway
Pillas do dito.
Ellixir anli-asmathtco.
Vidros de boca larca com rolhas, de 2 ancas a
12 libras
cal virgen em pedra
razoav os.
ludo j>or x>recos rni tu
Escravos fgidos.
i 00000.
Fugio no dia 21 do correte, doogentta v,-
ct n'.e Campcilu iia freguezia da Escada, um prr-
lo cscraru do nomc Joo Luiz, i.i idv qu>- repre-
senta lu .5 annos. alto e de born corpo, t< m
falla de denles e de barba, o alguma ronra
gago. Este escravo fui visto na villa da l
na noite do mesara dia em que fugin, e suj
so cun fundamento achar-so as Immedii
do in'.-mi" lugar, romludo como possivel se
ache na cidade do Rccife, ou wn nutro l'ugai dis-
tante: roga-sc em geial a qualquer sntoridede
policial iue do incsrao cscravo leiiha m
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B.a,*ft !
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REVISTA HEBDMADA UTA
COIXABOB.VDO
PELOS SUS.
!v \ntonio da Costa A. F. de CastithoA. GilMexan ir Ilerc.iilanoA. t.. RamosA. Guima-
i.iesA. do LimaA.de Oivcira Harrees Alvos BrancoA. P. Lopes de MeridoncaA. Xavier I
Rodrigues CordeiroCarlos los BarreirosCarlos Jos Caldeiral. Pinto da Silva e Cimba!'. !
jomes de Aiuorim l". II. BordalloJ. A. de Preilas OliveiraJ A MainJ. A. MarquesJ. de
Vndrade Corvo4. da Costa CascaosJ. Daniel CollacoJ. E- do Uagalh es CoulinltoJ. I. Lobato
PiresJ. H. da Cunha RivaraJ. 1. da Graca .luiiior.1. Julio de Oliveira PiuloJos Mara
Latino CoelhoJulio Mximo de Oliveira PimenlelJ. Pedro de S tizaJ. S. da Silva Pcrraz
.ios.-, de ToriosJ. X. S. da MultaLeandro Jos da CostaLuiz Filippo LeitoLuiz Jos da
Cunha L. A. Rebollo da SilvaPaulo MidosiRicardo Julio I'crrazValeiilim Jos da
LopesXisio Cmara.
DIRIGIDO
por
A. P. tic Cai'valhoI. F. SHvcira [da ilottaRotlrijco Pasantn.
la *_/
o ? o 2
U O. -,3 o
= i, i cj re o i m
Assim como tem un grande soriimenfo de pa-
pel para fono de sala, o qual vende a mdico!sua caPluM. bem como nos rapilaes decampo
promettendo-se a gratiicaro cima de ItiOjf i-.
prono.
a.
as
-s
"i?
PJ
y.
H

O
5
S3 =
o
c-1
w
o
en
m
en
i ..hu in enliega-lo no niesmu engenho n ~> -
, nhor, o coronel Manoel Con atves Pereira Lii
,i.ii no Recife oos Srs. L'iiius Jnior A Leal
. Rei?.
Fugin tj:: larde do dia SI do crtente, da
I fabrica de rap, no Uondego, > prelo <}< >.. bm
Linarias de va cea emsalmoura vinJasj Raimundo, id idc 30 para ti onn< -. n itu al i
u. Costa, sein tnlhos
de Londres,
Superior ao nieihor
presunto de fiambre.
ii in barba, bem paici id
[armazein
porta da alfanclega.
c/>
&MM>
-45llua Direita45
Para houions.
Borzesuins aristocrticos [lustre] !>-;000
Borzeguins zouavos, obra forlissima (be-

OO
OO
en
tn
cn
c_o
vendem-se tnicamente no .,., ujari f.,|a eittbara ,,,, ,., ,
de Luiz Aunes detronte da I me do masligar fumo, trakalh.i de carapiua
coinpensa-se Imni .> quem oapprahendei leta-
; lo a luesma faluica.
Continua a (-star fgido o prelo Mal
que se intitula por Ualhins.de na< Angola, r -
proMiiia ler 50 annos de idade, lom fali i
les na frente, os dedos das maos (oteii
prcto foi es raro dos hordeios de J.-
reixeira Csvalcanti que tem olaria no Ri-m
sendo levado i praca por exeiuco contra os
moa; foi arrematado por Joaquim da Silva I -
pes, em junho de 18tt.; pede--.<-, noiisui, a lo-
dad as uiiioiiila.il s poli'iaes e ca| .
.i o.i].lua do mencionado escravo, manda
va-lu padaria de Andr & Narciso, as <
Ponas, d onde so auseiitou, ou .i casa do -. .. u -
nhor Joaquim da Silva Lopes, na travessa da M
dro de Dos n. lis, que gratificar! geni
uicnle.
Fug^o do engenho llallas, ao ainanheri
da 19do dc/.cmbru de 1859,o eseravo crioolodc
ooine Jacob, veniiolhu. de boa altura.poiira bar-
ba, barrigudo, rom omubi^o inuilo gn
anda diroito, anda cahiudu para diante,
isso lemas nadegas sabidas para fura ,othos
eos, tem falla de alguns domes, lein lid
peritas algumas leudas, dade de 50 aun
sortimento de obras feilas, como sejaro : pal- ncontrado ueste meamodia no Barro,
oits de panno tino do 1C$ uto 28g, sobrecasacas '"'cito ; quem o pn-ador, leve ao Si :
de panno lino prelo e de cores rauilo su| priores Alvos I erreira A Lima, na ra de S. I i u
a 35?, um completo sortimento do paletols de "' entregar ueste engenho, que ser b<
riscadinho de bnm pardo c brancos, de braman- compensado.
zorro)
Borzeguins cidadaos (be/erro c lustre)
[ Borzeguins econmicos
j Sapates baledores
Para senboras.
Borzeguins para senhota (primeira clasi
Ditos (segunda cltissc)
Ditos para meninas primeira classe)
S3010
EijOD
<56ti0
4301)1!
37 Ra do Queiraado
Loja de 4 portas.
Chegou a esle eslabelcciinento um completo
FASSHDAS
NO
"H ^a.'^g:
le, que se vendem por prooo commoilo, cerou-
las de linho de diversos lamanhos, camisas
. francezas de linho e de "panninho do 2j| at >
1 cada orna, chapeos franceses para hornera a s~,
I ditos muilo superiores a 109, ditos avelludados,
'copa alta a l'-), dilos copa baiva a IOS, cha-
1 peos de feltro para homem de I?, 59 e at 7$
I cada um, dilos de seda e de pal ha enfeitados pa-
! ra meninas a Ki;>, ditos de palha para senhora a
12J, chapelinhas ae velludo ricamente cnfeila-
: das a 2.rij!, ditas de palha de Italia muilo Onas 1
I 25S, cortes de vestido de seds em earlao de 403
at 150S, dilos de phanlasia de 10; alSoSOOO,
goDinhas de cambraia de 19 al 5j>, manguitos
de lj:500at5?, organdys escuras e claras a
SO rs. a vara, cass.is francezas muilo su
GSTATG MASSF.T representante da muilo afamada casa WALLERSTE)I,HASSBT & C.a
fornecedores da casa imperial do Brasil, eslabelecida no Uio e era Paris recobcu um gra.f.de sor-
I timeiilo de fazendas e modas da primeira qualidade e novidade, querendo antes de tudala/cr gozar
I'ugio do engenho Sap, lia
io o mulato \.. s imo,
nos punco m&is on niem -, ;i dura _.'..... ..'.-
ro, barbado, 1 costumava '.!. san-
io suissas, muilo regrista a locador
sabe assignar o nomc u fazer alg
cunta, 1 atonde algunia cnusa de [ urg as: .
fugio para as bandas do cng<
s. Francisco, leimo de Porto Cabo di 1
de Al v;.i.... fui escravo do Sr. Fr neis
do !>.0. 1 do .ni padre que morou no !'o
Madre de Dos ; roga-se portanlo as autoi I
e rapites le r m| o a cap
escravo ; 5 lira orno piotesi
|unm 1 ho ver f n uttado por ;
a vara, cassas matan muilosupenores ,;. EOnad ,.. sde ih Aa >,,, dl .,
o padrocs novos a i2iiavara, cascmiras de cor- ,.,..,.,,,.,,,... 1 o pegar leve-o
les para rolletes, palelols e cairas de 3$500 ate ,........ |10 s,i. u
oiiipeusndu rom
1:
engenho Sai' ou no Recif>-ra larua do II
4$ o covado, panno lino preto e decores do 29500 ,, ,.,,, SCI r,
Publica-sc lodas as segundas feiras om folhas de 16paginas, c completa tolos os
>im olume de -20 paginas com indico e frontispicio corapetenles.
Assigna-sc no escriptorio dcste Diario, roa das Cruzes, o na ra Nova n. S.
1 da assignatura : pelos paquetes vapor l200 por anno ; por navio Jo vi
brasileira).
Ha algumas eolleccoes desde o cornejo da pnblica^ao do jornal.
.V-:
m RIJA DA MPE84TRIZ N- 27
L
cores.
.. Meias de seda, linho, lio da Escossia para homens, senlioras e meninas.
' j tipalos do selim branco e prcto com sallo e sem elle.
Bolinas de setiin branco, de setim preto, de la milito superiores,
a & 'moeda Sabidas do baile, capas de cachemira, velludo e seda.
* I Chales de touquim bordados c de relroz.
Manteletes de renda preto e cassa bordada.
> Corpinhos, camisinhas, colarinhos com mangas de cassa bordada a poni real e renda verdadeira.
' Gnarnic.oes de renda nrela e branca para vestidos e para enfeites de vestidos.
Leucos'de cambraia de linho muilo ricos com renda.
Chapeos de sol para senlioras.
Peales para trancas, alfinetcs de peito, pulseiras, brincos de tartaruga e jaspe preto pura lulo.
Grande sortimento de luvas verdadeiras de Jouvin.
Luvas de relroz e de seda para homens, senlioras e meninas.
Grvalas brancas e pretas.
Chapeos de corle com plumas.
Casacas, sobrecasacas, paletols de panno, cachemira dos melhores alfaiates de Pars.
Calcado do afumado Melier para homens.
Tapetes de velludo milito ricos.
Capas, ca|iles mpermeaveis Makir.losch pan homens o senlioras.
na, canholo, quer passar por fon i
covado, espnriilhnspara senlioras 6$, coelros
de casemira ricamente bordados a 129 cada um,
lencos de cambraia de linho toldados pora se-
nhora a 9 e 12i cada um, dilos lisos para ho-
mem, azenda muilo superior, de 12 al 20$ a
duzia, casemir.s decores para coeiro, covado a
2j400, barege de seda para vestidos, covado a
19400, un completo sortimento do collelesde
gorguro, casemira preta lisa e bordada, e de
fuslo de cores, os quaes se vendem poi barato
proco, velludo decores a'} o covado, pannos do nos dedos da n;5o direita de ttm
para cima de mesa a lo$ cada um, merino al- | soffrcu, que nao eslende
e pro.
-
serto todas as vezes que lge : onm o .gsr
leve-o ao dito engenho onde mora o .iL.:\.
signado, quo rccompensar5.com 100?.
Manoel FUhpe de Souzn /
rugi no da 6 do correle dea mbro um
prelo bastante fulo, crii o!o, de i me Ci
de idade -i c lanos .unos, de estatura n
rom muios Biguaes de lalhos na cabera, ..
iorl
I cocheado proprio para paletols e ccletes aSftSOO I coso, fingindo-se mataco, dtiinn-'a i
lo covado, bandos para armarao de cabello a "o chapeo o quasi sempre aida dr alpci
i 1#500, saceos de tapete e de marroquim para via-I nos ps : quem o pegar, levo a pada i
gem.eum grande sortimento de macas e malas I dos Guararapcs em Fora do Potl -. |
! de pregara, que ludo so vende vonlade dos compensado.
j ieguezes, e outras muilas fazendas que nao
; possivel aqu mencionar, porci com a vista dos
compradores se m ostra rao.
Aviso.
ha para vender ricas uioLilhs de Jacaranda c de
(rondes
Rdogios de ouro e prata, eobertos e dcscober-
mogno, ricos vidros de espelho y^ tos palele inglez, os melhores que oxistem no
na mesnia loja s fazera ^-.^ mercado, o descachados hoie. vendem-se por
ente Oli-
primeiro
g grandes e pequeo, assim como minios rosles avnlcos : na mesma loja se lazem ^s i mercado, o despachados hoje, vendei
| cortinados para camas e janellas, lava-se chapeos de palhinha da Italia e se poe na ^S | pr0(-us razoaveis : no escriptorio do ag
9 ultima mola, lava-se lambem a palhinha das mobilias a mais encardida lorna-sc ou- ^? reir, ra da Cadeia do Recife n. C2
Q Ira voz nova sera ser mais preciso as mandar piular, limpa-sc e gruda-se estatuas de ^^? andai.
podra marmore, de alabastro e vidros de lodas as [ual'idades lorna-sc
seguro e lirapo como o estado primitivo.
nutra vez (fio
fia
Cal de Lisboa.
^av\-^-_ v ,- -^sj-<^ ~j-k> iv^.i^ viMs. v.-. -_ ... a .-_ .-. ._ ... ._, ^. limamcnie chegada, c por preco ruzoavel.
GRMDE ARMAJ5EM *"
DF.
Campos & Lima, tem para vender
por.-ao de alcatifa de todas as qualida-
des, narua do Crespo n.12.
Aos fabricantes develas.
Cera de carnauba da nova safra a 11*500 e 12S,
e sfbo refinado era pao e velas, ltimamente
chegada do Porto, em barricas e caixas de 11S500
a 12j!f)00 a arroba : no anligo deposito do largo
da Assembla n. 9.
Fngirain os me o- es n 15 : P 1
moliendo um rrime, nonio, alto basl
paduado. reforcado, pes com era .
andar, bonita figura, p i, m.i
ro, e niiii lona por nonio Mana, mulata, 1j
rn, tem mais tres irniaas, duas miuhas
o una mulata forra, viuva, cosluma
i pelos sitios da Ponte de L'choa, oceulto, ga-
Cortes de casemiras de cores finas a 5a00, di- .,,,,. ,,, nlr0 ,, Recife gnsla ,,, sanil,,s ,
las de urna s cor muilo finas de dc6S. corles salvador ,.,.,,, rni5o dl. pacilico,
de col.ele de velludo do cor. s a fJ$00J. ditos dro ieforc.do j.....rp0i ,.-,,,,,,,
Fazendas moder-
nas.
e canoi iro,
regular, 1.111 um
Conlinua-so a vender fazendas por baixo >
rreco at mesmo por menos do seu valor, l^
afim de liquidar contas : na loja de i portas u
na roa do Qucimado n. 10.
preto. a 5$ a M. colchas de algodao adasir.asca- ,,.ilo;1M ,,. ,, proveniente de a... la de un.
das a 5$, brilhanlina branco o covado 480. case- cavai|n in,,0 ,; ],,
mira do quadrinhos o covado 15, *
gura. Bonil u o, cri-
CARROQAS.
Vendem-se duas carracas novas, sendo para
boi e oulra para cavallo : na ra da Concordia,
confronte 00 armazem do sol.
braia de linho para senlioras, dilas de esguio
muito fino, dilas de cambraia bordadas com man-
gas, ricos corles de seda do todas as coros, mon-
eletes dos mais modernos, grande sorliaii nto le
perfumaras ingieras legitimas, jniasdeeoral ver-
dadeiro, oleados de diversas cores imitando
marroquim para cobrir mesas, forrar almo'a la*,
^OWiaaiSaBB-See-SKfilMBSSeBg traresseiros, etc..etc.. cbem como um romp, lo
Aos cigarreiros e cha-
ruteiros.
Ra Nova n. 49, junto a Conccico dos Militares.
Meste armazem encontrar grande sortimento de roupas feitas como sojam : casacas, so-
nsacas, fraiues, palelols e gondulns de panno lino prelo c de cores, paletols e snhrccasacos de
miras de cores, ditos de alpaca preta e de Qorcs, ditos de merino setim, ditos de riscados e
bnnsde linho branco e de cores, calcos de casimira preta e de cores, ditas de merino e princesa,
de brim branco e decores, ditas de risco Jo de linho, colletes de velludo prelo e de cores,
titos de gorguro o setim prelo, ditos de setim bramo para casamento, ditos de fustes e bros de
cores, paletols de panno do casemira, d alpaca prclie de cores, do brim bronco e do cores, cal-
cas de casemira preta o de cores, do brim bramo o de cores para meninos do 5 a 1 annos, farda- j
montos para a guarda nacional, libres para criados, chapeo?, camisas, grvalas e seroulaa fran-
cezas. i
OTDB-8B
vinho do Porto, do mais superior, engarrafado,
dito champagne, dem, dito muscalel, idera : no
armazein de Barroca & Medeiros, ra da Cadeia
do Recife n. 4.
Em casa de Luiz
Delouch,
; roa Nova n. 22, tem para vender livros em bran-
; co para escnplurucoe?, os mais bonites possi-
' veis, por preco muto barato.
IWMaD,
Neslc proveitoso estabele'imenlo, que pelos no vos mclhoramcntos feilos acha-sc con ve-, Vende-se una canoa de carreira, construida de
nicntemenle iunntado, fw-se-ho tambera do 1" de novembro em vante, contratos mensaes para ; sicupiro, amarcllo, louro, encavilhada e pregada
maii-r coinraoddadc e econoniia do publico de quem os proprietarios esperara a rcruuueraco de de. cobre, forrada com zinco, com paos de loldo
Campos 4 Lima tem paro vender cai-
xas com fumo americano de muilo boa
qualidade e a pree.o conimodo : na ra
do Crespo n. 12.
Fazendas de bom gosto
Recebeu-se pelo ullimo vapor da Europa cer-
ics de vestido de seda de delicadas cores, com 2
babados c 2 saias bordadas, lindos enfeites de
flores e troco para cabega de senhora, bouilas
chopelinas de seda para senhora e meninos, as-
sim como liquissimos cortes de collelc brancos,
de velludo c seda bordados para casamcnlo,
dilos de velludo preto bordado c de cores boni-
tas ; havendo outras muilas fazendas, e ludo se
rende por pregos mais baratos do que em outros
parles: na ra da Cadeia do Bccife. loja n 50,
de Cunha o Silva.
sedimento de fazendas do mais apurado gos'.o e
melhor qualidade, vendendo-se ludo por baiios
precos, no armazemde fazendas de Raymundo !
Garlos Leite & Irmo, aterro da Boa-Vista o. 10.
d'agua. ii Igual OSt, d.. fall cid i IIci ;
, pe Gii'o, i.o de miulio mulln r, quf
I pprlilhas, o cujo ensenho pertenie :. .. .
. Dr. Francisco Joo Carneiro da Cunta i ^
proceder contra |uem os osylar i i i .
I seu servico, pois tendo o t'acifco i '..
ii ;i 11 imo, dei o sor punido : q neni
b i '-osao raeu siiio' da estrada do An.
olaria da ra doCotovello, que pagan
desperas.MacceKno Jote Lopes
Relogios.
Ayjso.
lanos .sacrilicios.
Assignatura de banhos frios para una pessoo por niez.....lf)$000
momos, de choque ou chuviscos por inez 15-;000
Series de carloes e banhos ovulsos aos precos aiinunciados.
Aos vendelhoes.
. latas muilo noval a lgOOO o gigo do 32 li-
Fub.
Parraba de milho americano, em barricas, che-
hras- na ra da Madre de Deosn, 8, armazem d" *ada no ultimo navio dos Estados Unidos : nos
Valnga & C. araiazcns de Ta?o Irn.p -.
e guarda-pulro, bancada xadrez do melhor
goslo que pode appareccr: a tratar na ra de
Horlas n. 11.
Assucar refinado.
Vende-se no deposito da Roa-Visli, confronte
oo chafariz, junto a botica, assucar refinado de
todas as qualidades, e por menos preco do quo
era oulra qualquer parle, a saber :
1.a cryslalisado 7SO00 (|) 240
2.a cryslalisado CjOOO (JC 200
1. arcado 59880 (a) 160 'i
2.'1 areodo
35800 $ 120 ?
Aramia ga-
ranlida.
Na ra da Cadeia do Recife n. 1.
Mova n. 34.
Madama Rosa Hardy recebeu ricos chapeos de
seda com veos para senhora, lindos chapeosinhos
deso, de>mola, para senhora, ricos vestidos de
baplisodo para menino,
No dia 2.7 do dezembr* de 1859 aoscnlou-se da
casa Jo seu senhor a escravo Gerlrudcs, cri ma,
Jado :0 anuo-, pouro mais ou meaos, i si
regular, rost' ledondo, beicos groasvs, o .
de denles na frente, pescoco curto, con
mas marcas de besigaa polo corpo, levando hm
vestido cor de rastanha, usado, u panno da cos-
ta: roga-se as autoridades e pessoas do povo.
de se servirem capturar c a condszir Capun-
ga, casa do Sr. Jos Vieira de Figueiredo, ou a
Boa-Vista, roa da Solodade ou Progresso, sitra
do Sr. \ cente Jos de Brilo, ou a ra da Cadi a
do Recife, loja de terragens a. que ser
I compensados.
Moleque Fgido.
IOO.sOOO de ratificarlo.
Roga-se aos capitaes de campos, e a
qualquer otitoritlade a apnieliensao de um raule-
que de nome Maroe!, crioulo, idade 12 annos
', pouco mais ou menos, o qual fugio da caa do
| ahaixo a&signado no da 30 de oulubro Jo cr-
tente anno, levando calca de cor, carniza azul,
chapeo de palha ole&do e o tnoior signal aofrar
de asllima e a pouco esteve (lente de lexipas;
l;.!.i e
De novo chegoram os afamados relogios in-'
glezes de ouro.de patente, e eslao venda no
armazem de Rostro Roofcer & C, praoa do Corpo
Sannto n. 48.
Relogios.
Vendcra-se relogios de ouro ingleses, de pa-
tente : no armazein de Augusto C. de Abieu.
na ra da Cadeia do Recite n. 36
vende-se superior linlu de algodao, trn-
cese do cores, em novello, para costura : em
casa de Seuthall Mcllori C, ra do Torres
n. 38.
Xarope de Mossa.
Vendem-se nicamente em cosa de Miguel
Joaquim Mochado Freir, na estrada do Pombal,
junto ao sitio do Exin. Sr. Baro de Siiassiina.
Este xarope, preparado cora henos brasilei-
ras, applicavel s pessoas aslhmaticas, cujos
resultados sao bem venturosos.
As diversas curas oblidas por seu uso sao a j desconfiase que esleja acollado, por lguin esper-
prova mais conveniente que se pode apresenlar lalliao, que sequera aproveiiar de sua pequea
de tao extraordinario medicamento. Julgando ,|a,|e para 0 seduzir, desde j protesta o memo
onfadonho publicar aqui os nomes do todas as h asssnado ,e ca|,r f0i-,re dito laranio rom
pessoas que delle teera felo uso (alcaneando o ,' w ....
mais feliz resultado) apenas cita re i a Exma. Sra.; lodo o rigor da le, egralilica da ruaneira ac.nia,
do Illm. Sr. commendador Jos Candido do Rar-I aqutlle que lhe der noticia cena, e pe lodoi
ros, que ha annos soffria desto mal, e j canea-
da de lular com lodosos recursos mdicos, adia-
se quasi reslabelccida s com urna dse de una
pequea garrafa.
despeza que se fizer com o mesmo mcle i:e pa
se effecluar dita aprehenso, levando ma o\a
n. 21. Francisco Jos Ge mino.
aj


f8>
MARIO DE PERXAMBCO. SEGUNDA FEIRA 2 DE JANEIBO DE S60
Agricultura.
corda iti i|in: Helias bavta muri mais litnuidade,
monanciaes, correles d'agua etc., do que pre-
sentemente.
A serra da Uruburelama ha 50 011 60 annos
atroz, antes da cultura do algodo, tinha varios
manonciocs, cujas aguas corrente s do corogo da
ierra, dcsciam al o serto adjacente por algu-
mas leguas. Hoje apenas ocorrente do Mundahu
desee at em baixo ; mas j nao corre pela sec-
ca al o mar.
nlmotphera constante fria, c A cultura do algoJo quese comecou all des-
Imtuida. Daqni rem concor-|de o principiodeste seculo em mair escala, fez
eismam das maltas e alberi-
oullura.
m
As arcares pela naurtza de
ma re*pirac9o, e raJiaco de
as folhas, cercam-se de uma
rerem toot os bosques exteu-
$/>t para a formaco das nu-
tras -la condenfaeao da h-
mida de, que sobe da trra, e
por isso ni es,lito produze,m a n-
ouudancia dan cltuons.
[n. d'Humb .....
I
'Mostramos nos artigas anteriores pelo teste-
ruunho de naturrza e da historia, e pela autoii-
dade dos sabios que a ordem regular das esta-
cos e estabitidade das climaturas ele., acha-se
libada de uin modo intimo com a persistencia
de certa relar&o entre as parles do solo roberas
de arvores, e as que o nao sao ; e appellando-
se para os afiliaos muiiumenlos histricos, vio-
desguarnecer as Faldas da sorra,descobrin as fon-
tes ilus uiananriaes, e agora fui desapparecendo
por militas parles, e reduzindo os poneos cor-
rentesque reslain, para mais tarde lambcm des-
apparecorcm de lodo.
O que acontecen na Uruburelama, succedeu
as serios viznhas desla capital, Maranguape,
Aratatiha, Jubaia, Acarape eBaturit; e tenos
alagadizos de nossas praias.
Os contemporneos a flanea m que ha 5 annos
todas estas serras eram amito mais frescas, a-
bundanles d'agua, seus ribeiros corriam por le-
guas pelo serto ; boje no rigor da secca, mal
descem algunias bra;as alm da muntanha.
E porque essa mudanca lio sensivel e inimc-
dia'a? F.' porque a cultura do caf tem desco-
se a influencia desastrosa que exerceram as des- borlo at os (linearos da erra, exposto a cea o
Iruicdes irrefleetidas das malas n'tima grande immediala do sol os seus mananciaes. que nao
parle do mundo antigo. Assim foram ellas, ro-1 pudendo resistir forga activa da evaporado de
ino j lizcnios ver, que transformaran) em deser-' urna temperatura de 35 graos cenlizimaes, soc-
ios inhabilaveis, durante melado do onn'o, as leam era pouco lempo : c por conseguinle a ver
vastos planicies da Mesopntamia o da Syria, an- dura que resultava desses mananciaes, e com o
povoadas ; Thebas de desapparecimento da verdura, a frescura, a hu-
Balliuk, l'almira, n'outro niidade atmospherica, a iltracco, condensaco
dos valores e a chura Analmente.
Quera viajou a sorra grande (Ibiapabaj ainda
hi 3t) anuos esta parle e percorre-la lioje,nular
I una differenca immensa as aguas c phenome-
nos atmosphericos.
Antigamenle haviara grandes alogadicos, pan-
tanos paludosos, tremedaes, onde ninguem ou-
: sava pendrar; e donde corriam todo anuo va-
rios ribeiros at o serto ; hoje onde existan)
i esses Iremcdaos impenetraveis, abrem-se cvas
ligamento lan feriis
cem portas, Babilnnia,
tempo ceiros de popularles immensos, cobrem
hoje com suas reliquias, desertos privados da- I
gua e de regetaco.
II
Anida continuamos rom a aulordade dos sa- :
bios naturalistas para impressionormos forte- i
mente nossos Icitore e animar os nossos agri-
cultores c creadores a um ensaio de arborisacao '
e de reparacao ao mal que ja esl desgragada-
inente feito.
Oiilustrc patriarcha da independencia o dis- I para plantar mandioca, aprofundam-se cacim-
tinclo sabio Jos Bonifacio escreveu : ibas de mullos palmos para tuar agua para beber.
Se os canaes ariventam o commercio c la- Acabaram-se as correles e os brejos.
voura, nao pode have-los sera ros ; nao pode Antigamenle a larde, pela manha at alto
haver rios sem fontes ; nao ha fontes sem clin-sol, e principalmente noile, a nevoa, descia
vas e orvalhos; nao ha chovas e orvalhos midos pintaros, ou levantava-se das malas e bre-
arcortdot. Com efteito da superficie dos prados; jo, e eslendia-so sobre a planicie e habitacis,
o dos bosques soltm-se de continuo particulas envolvendo tudodobaixo de um im menso loucado
d'agua e de vapores, que sendo espeeiticadaineh-
te mais leves do que as carnadas inferiores oo-li
ar almospherico, que locam a superficie da Ier-
ra, sobem al que leudo chegodo orna regio
aerea, cuja densidade seja muito menor, pos-
sam aiii manter-se em equilibrio: cnto as par-
tculas aquosas, dispersas pela almosphera, ren-
de vapor hmido.
A temperatura em todo lempo era baixa, e
desde as 4 horas da tarde o riocomegava a in-
cbmraodar aos forasteiros hoje apenas senle-se
noilc um ar mais fresco.
Com esta grande differenca climatrica, o ob-
servador lambem se espantar de nao ver mais
nindo-se urnas com outras de modo que formam essas grandes matas seculares, que cobrtaru as
golas ni.lis pesadas que a porco do ar quedes- faldas dasserras u povoavam a maior parte de
locam ; caliem sobre a ierra em vrlude das leis sua asscnlada, em cojos contros furmavam-se es-
de gravidade, p produzen a chuva. sos mananciaes d'agua.
E'tambera sabido que as arvores destilara I Quem ouvio fallar em secca na serra grande
particulas d'agua de si, e segundo o mesmo ni- mesmo nos famosos annos de 1778,1792, 180!),
turalista citado, una ar'ore de 10 annos espalha Teii't !
em redor de si para mus de 30 fiaras d'aqua j l. nunca fallara a chuva. Hoje est quasi to
cada dia por destillaeo,o um chao desabr-1 sujeita secca, como o serto ; e partes ha em
gado de .'! e meio pes quadrados cerdo diaria- I que falta at agua para bebida.
mente HO tracas d'agua. IV
A influencia dos bosques (diz o Dr. F.milio I Um phenomeno a que certamente nosolem
Joaqun) da Silva Maia em um discurso lido na ; prestado bastante atlcnco, de graves consequen-
sossoda academia de medicina era 30 de julho I cas para a provincia visiuha do Piauhy, e nao
le 1835. A influencia tos bosques as estarces, menos para nos, explica-so talvc/. pila devasta-
< climas, de tal nature/a, que em muitos pai- cao das mal as da sorra de Ibiapabo.
/.es privados de suas malas. Icra-se observado!- (.lucremos fallar das seccas em Piauhy.
iri.3 grande allerago na temperatura ; assim i Hasta hincaras vistas para a carta geographi-
nm Cayenna, segundo a firma Buffon, lendo-se ca do Braril, para ver quo a serra de Ibiapaba
destruido urna pequea parle de suas vastas fio- circunda de noroeste a sueste a provincia do Cea-
restas, a temperatura de fresca que era, lr-j r, separando-a da do Piauhy por una curva de
le j nao rete e nem condensa lamo os vapo-
res, que os ventos levara, e conduzem atravez
della lalvcz ate as cnrdtlheiras que separara as
provincias de Goyaz das de Piauhy, e Marauho.
Se pois a serra Grande perdeu aquello grao de
frescura, que resultava da radiacjlo de suas im-
mensas florestas, e brejos, perdeu igualmenlo a
virtude de atlrahir, c condensar os vapores, e
por conseguinle de concorrer para as chuvas
constantes, que antigamenle abundavara em to-
da ella, e na sua verlenlo occidental (provincia
do Piauby.)
Se nao osla a causa da apparico das seccas
na provincia do Piauhy, e quasi "to requenles,
como no Cear, ser diffioil achar outra mais ra-
cional.
VII
Segundo nos informara, o valla do Cariri, for-
mado pela cordilheira do Araripe, (conlinuaca
da Ibiapaba) na parle mais ao sudoeste da pro-
vincia, foi tambem antigamento muito mais abun-
dante d'agua, do que hoje. Os diversos corren-
tes que suleam esse extenso valle, e que nascem
das faldas da monlanha, faziam correr o ri Sal-
gado al abaixo de Lavras, nao ha muitos annos,
segundo a tradigao. Hoje mal chega i Missiio
Velha na eslaco secca. Isso certamente proce-
de do mesmo sysma geralmente adoptado de des-
colorir os monles por loda a parte.
E posto que as grandes fontes dos correnles do
valle do Crato, como de Batateira, do Calda etc.,
que nascem em meia sorra em forma de repucho,
procedam das aguas pluviaes, que cahem na
chapada da monlanha, onde se infiltrara imme-
dlatameiite por um terreno arnoso at pararern
no terreno irapermiavel, quo certamente se acha
no centro da montanha, e por isso seja sua causa
independonle das matas das encostas que lera si-
do estragadas, com ludo incgavel que essas
matas das encoslas roncorrem cortamente para
atlracco, o condensarn dos vapores em cima da
sena, e lambem para alimentar muitos oulros
mananciaes menos importantes) o sobro ludo para
evitar a grande evaporado das aguas expostas a
aeco immediata do sol.
VIII.
A dcslruico das malas entre nos as serras, e
as praias ; os incendios dos campos todos os
annos no serto tem concorrido visivelmenle a
nossos olhos para a diminuirn das aguas, c
desapparecimento de militas fontes; uo tora
igualmente concorrido para as seccas que tem
asolado esta provincia do Cear, c suas visi-
nhas ?
Trataremos deste objecto em artigo especial.
montar a sua urigem, reten -lo um principio
superior. nicamente chega sur por, com as
crencas as mais vulgares d esses lempos transar-
los, que a existencia presente a continuaco
de existencias passadas das quaes o hornera cura-
pre n'este mundo a pena fatal. Acredita na trans-
miRraco ; este o seu primeiro dogma o o scu
priraetro erro; E miater por tanto que o homem
saia a todo transe do circulo dos renascimentos
perpetuos ao qual esl encadeado e que o budd-
ha incuniba-se de ensnar-lhe o carainho que o
deve levar slvaco, o arranca-lo esta horri-
vrl escravldio ( heio de misericordia o eompai-
xo, d ao genero humano que rem resgalar ura
cdigo do moral, e annuncie a salrac.o eterna
lodos os que os liverem seguido. Ora o que a
talvacto eterna como a comprehende o buldhis-
mo ? e como pode o homem sublrahir-se
lei
i Tuda va conheeo pnenme ute ledas as dit
ferengas, e nao fago aos nossos systemas con-
temporneos a injuria de confundi-los legamen-
te rom o bud'lhisnio, reprovando-os do mesmo
modo que a elle. Bcr-onheco de boa mente todos
os seus mritos aceessoros, que sao considera-
veis : mas deve-se sempre julgar o syslcma de
pliilosophia por suas concluses, qualquer que
seja a vereda que lomem para chegar a ellas ; e
estas concluses, por seren obtidas por veredas
d "
ven medico hngaro, de Koros na Transihanis :
dedicava-se trabalhos que linUam de ser qua-
si to fecnndos. e que nao er.ini men.s orig
naes. O Sr. Csoma, animado porum rnlhusia-
rao heroico que record* o de nos?o Anqueiil Hu
perron, deixava a Hungra, seu paiz naial. e.
en oulros reenrsos alera de sua coragem inaba-
balavel, penetrara no Tibet. ahi aprend.-, di
pois de muitos soffrimentos com os anact aval
icini .mIi.. i...;- j. ._^:______a.
Variedades.
i ou-se nimio calida e secca mesmo durante a
Doile. Em muitos paizes da Europa, segundo
atiesta llauch, as estagoes tera-se inteiramente
mudado.
No Brasil, ronsullaido alguns dos nossos
antigo, irnos tambem, que Jera alguraas pi.o-
130 leguas, mais ou menos, desde aTimanha na
costa al o Araiiii: noJardim,
Esta monlanha sem interrupeo natural eleva-
se a altura, que atlinge de a 3 mi! paliaos ci-
ma do nivel do mar.
Esta serra, da qual o cloquelo padre Anto-
vincias tem harido alguraas alterages no clima, I uio Vieira. une taas rezas a atravessou, faz a
coincidindo com a destruido das malas. mais bella dcscripro, o poo cm relevo no seu
......-......eslylo piltoresro sas bellezas e riqueza physi-
Se laessao os beneficios, que os bosques cas, era antigamenle coborl.1 de matas, salvo as
prestara hiimanidade, se era lodos os paizes chapadas, que eram raesmo cercadas de grandes
cilios istoiem merecido a attengSo dos grandes florestas e por toda parle fresca.
escriptores : quanlo de lastimar que entro nos Ka parte que se eslende desde a chamada ser-
a nda continu com lodo o seu furor o brbaro ra dos Cocos (S. Concalo] at. parte do mar, ota
e deshumano rostume de cortar e queimar os | abundante d'agua em brejos, fonles, correnles,
n issos preciosos bosques a lorio c a direito ; e co. Mojo, como j dissemos, ludo isto est bera
q ic nao lenha at o da de boje, apparecido en- mudado.
tre nos um homem do esl ido assaz forte, para so Na provincia de Piauhy, que se estende pora o
oppora oslo prejuizo, que Iraz nps de si tan- lado do l do sorra, o para onde so aprsenla em
it s miles calamidades '. i.'ue pena nao ver! forma do pial com dt-scida muito suave, nunca
um bello paiz Como o Brasil, dolado pola nalu- faliava chuva; as seccas erara mesmo dcsconhe-
reza do bosques quo produzoni blsamos divinos, cidas.
Ir jetos delicados, e.-pei :arins linas, por un obs- ': Entretanto de certos annos para c a secca as
tinado desmaselo de seus lilhos, lornar-se um comarcas visinhas ao Cear vo assolando lano
psizesleril e insalul re Estal a sorte que nos; os gados do Piauhy, como dos sortees do Cear.
espera, se quanlo antes o nosso governo nao lo- Qual a causa desse phenomenu E' o que sup-
mar providencias i este respeilo. A Syria, Pe- pomos explicar com as seguinles considerages
ni-ia, a Palestina, l'.hypre, outr'oia feriis e po- V.
pulosas, eslao quasi de lo lo esteris c sem gen- Os venios alisados (geraes) que reinara em lo-
le pela perda de suas malas ; a mesma sorte da longa costa das provincias do Kio Grande, e
i n por dillereutos rezos Umeagado diversas na- Cear durante a eslaco secca do julho Janeiro,
eo >s d.i nova Europa, se os seus sabios gocemos soprara do rumo do leste e nordeste na direceo
nao Uvcssem lomado providencias adequadas. da cordilheira da sena (.raudo, que ellescncon-
:< O" oloquonte BulTon fiz ver quo o valle de
Monlmorenency, anligameole rico e bello como
0 -hamaca Kosseau, letu-se tornado estril cora
a diminuigo, que suas aguas liveram pelo cor-
ledeseus bosques, o profuudo Bernardin do S.
Pierrenos diz igualmente, que cm alguraas par-
1 si da libado Pranga, muitos resgalos e rios lera
seocadocom o corle do suas amigas florestas,
Raiich, na sua excullenlc obraHegeneralion de mar, reduzida a vapor, que loi
la nalu re regrtaleuos ntoslra lambem quo 11700 vezes mainr, que o liquido,
I is provincias ineridionacs de Franca foram I roa 'rio, levada pelos ventos geraes aic a serra
sugeilas auraa Icirivel secca era 1817 por se a- (liando, que o retem, lauto por sua eleva, o,
. h irem us seos lerrenos a descoborlocom o cor- como por sua frescura, onde se condensa om'nu-
Iram, o lera do alravessar.
Estos venios levara toda a cvapora'go deste
v.i-to ocano atlntico, quo banha as nossas cos-
as, evaporaco, que calculada por Mr. Moreaude
Jorras para os maros Iropicaes ero 10,857 milli-
raelros annualmeule, eleva mais.de 33 ps de
espessura a carnada d'agua quo arranca auuual-
m ente do Ocano.
Qi'rn esta enorme m.issa d'agua exlrahida do
loma uin volunte
na sua mxi-
ma parte, levada pilos ventos geraes al a serra
te do s ias flores/a?.
III
Recorre mo aos fados contemporneos e Ira-
ios amigos iK.-i.i ii rra lar.....va ain-
da para experiencia dos phenom nos desla or-
dern, por toda parto a coufirmaco do
de que o note imprudenlc das matas,
plmente das que si arnecoui as faldas das
inoutanha? r fontes dos rioeiros, lera feilo dimi-
nuir as aguas nesla provincia, o quic con-
inirido podcrosaraonlc para as suas repelidas
SI i is.
As pessoasque conhceeram algumas do nos-
sas seiras oinda no principio deste seculo, re-
vens.
Daqui resultara a abundancia de chuva) an-
tigamenle na serra Grande, e na parte de Piau-
hy quo lica adjacenle a verlente occidental da
mesma sena.
VI.
Ai onlecendo porm que uestes 20 anuos lti-
mos a agricultura lora tomado um grande deson-
oh ineiiio naquella serra ; o que homens inex-
peiientos, e inteiramente ignorantes vio devas-
tando continuamente as matas, dosguornecendo
as encostas, duscobrindo os pincaros, o allagadi-
cos, o clima da sorra allcrou-se, tornou-se muito
menos fresco, c menos hmido, o porconsoguin-
A livraria dosSrs. Didier e i C. acaba de por
venda urna obra do Sr. Bartholomeo Santo Hy-
lario intitulada o Budihac sua reliquia. 0 autor
tentn resumir n'este livro ludo o que presente-
mente sabe-se de mais verdico sobre o buddhis-
rau, e o divido em Iros differentcs pocas : pri-
meiramcnle em suas origens no seculo XVI an-
tes da era i hrista, quando o buddha pregou sua
reforma sobre as margens dos Ganges, em Bena-
res e no Magadha ; depois em sua decadencia no
seculo XVII de nossa era, conformo as viagens e
as Memorias do peregrino chines Hiouen-Thsaog,
que o Sr. Slanislo Juliano fez-nos conheier, e
liualmenlc era seu estado actual observado espe-
cialmente na ilha de Ceylo. O Sr. Bartholomeo
Santo Hilario lmitou-se" a oslas tres pocas, atim
de smenlo apresenlar as inslrucces mais au-
thenlicas respeilo d'esla grande" e deploravol
religio. O buddhismo urna das paginas as mais
importantes, e ao mesmo lempo as mais tristes
do espirito humano, e os estudos de que c objec-
: tosi fcitos para despertar o interesse o mais le-
I gitimo. Aguardando podermos apresenlar um
exame da obra do Sr. Bartholomeo Santo Hyla-
rio, reproducimos a iutroducgo, na qual o autor
explica o fim que se propoz, e tratada aulhen-
ticidado do buddhismo.
* Publicando este livro sobre o budJhismo,
live oponas urna inlenco : foi realgar com urna
confronlaco relevante a magnitude c a verdade
: benfica de nossas crencas espiritualistas. Ama-
i menudos no stio de urna philosonhia e de urna
religio admira veis, pouco procuramos saber o
que ellas valem, e ignorrnosos servigos que nos
prestara. Gozamos d'elles, permnnecendo com-
plelaraente indilforeiites, ou mesmo ingratos para
com ellas. A civilisaro nao cessa de rjrogredir
en I re nos : aproveitamo-nos d'ella ; mas uo in-
vestigamos d'onde procedem tanto bem estar,
tanta seguranga, tantas luzes relativas as nagoes
a que portonceiuos, ao passo que porto de urna
; niultdo do oulros povos permanecem semi-bar-
! baros e nao podom eslabelecer nem sociedades,
nem governos supportaveis. Eu supponho que o
esludo do buddhismo era seus tragos mais ge-
raes nos aux liar raelhor resolver este enigma
o nos revolar o seu segredo. N'elle veremos por
que urna religio que cont hoje raais adhcrenles
do que qualquer oulra sobre a superficie do globo
lora feito to pouco para a prosperidad da hu-
manidado, e encontraremos a'explicag de sua
impotencia as doutrinas extravagantes e deplo-
raveis que professa. Por una eoncentrago, min-
io fcil, em nos nicsmos podereraos apreciar
exactamente o logado moral que os seculos nos
tero l.-ansmllido desde Scrates e Plato, c ser-
llio-homos lalvcz mais recnhecidos, e mais cui-
dadosos.
O buddhismo, que, com muilas modilic.icoes,
reina era nossos dias na Cachemira, no Nepal,
no Tibet, na Tartaria, na Mougolii. eui una gran-
de parte da China, no Japo, no reino de An-
nain, no Un m.ni, e na ilha de Ceylo, dolado se-
culo WIl antes de nossa era. O "buddha nasceu
no anuo l'22 aules de Jesus-Christo, o morreu
; em 53, coni idade de 80 annos, depois de ler
. pregado sua doulrina no Magadha (o Biliar ac-
: lual ) rogio da ludia Central, risiuha do Bena-
| res, sobre a margera direila do Ganges. O bud-
dhismo foi una tentativa de reforma da religio
Drahraanica, no meio da qual tinha coraecado. e
arabou por expulsa-b da india depois de muitos
seculos de tolerancia o despreso. Mas a doulrina
que apenas tinha podido Iriumphar momentnea
monto as regios que a tiuhim visto nascer,
propagou-so polas regios visinhas, o u'olla ad-
quiri urna grandeza quo iindu dura e que nao
osla prxima a dosapparecer.
Para reslingir o buddhismo i seus
tos essenciaes, eiso uno coustiiuio sua
semi-philosophica e semi-religiosa :
Tomando o homem como o v sobre este
mundo, esludondo-o mal, e considerando-o ape-
nas era suas miserias, o buddha, nao tenia re-
w
UM
ORIGiflAL 00 DIARIO DE PERNfl-dBUCO.
A CAK TEI4.
31 !!. DE/EMBIO DE 1S5'..
(i isso -i Dl'sPEDin.Y.oi'mo mi: ~i i.ui: secce.
011 vi RENCA I S lili 0 A'.Mi V'EtlIO o Nm o.
mo "l'l'iii- PESSAR siMKI.UVM K IIESPEITO,
IU\>I'\I \VH\s EXPLICATIVAS DI S0S3.V PARTI-
l I. \C.!-s,M nOVTRISl. C.l MI'llMIIMo- Mis LEI-
I OR -.
Eslo a soar as ul lira as horas do auno que, bem
c < noo tiros muitos, foi um repositorio vivo de
ni tita coisa bda o ti.' omita coisa m.
Vai j em despedida, vtlho e, porventura, sob
,- iresso esmagaddra do nao pequeos acci-
di utos, que Iho linar.im [orsorlo era tantos dias
e era lautos mezes decorridos.
O periodo nao para' que o lachemos de cli-
materico, de inteiraraoute fatal. Foi. como ou-
lros, um percorrer simples no mundo, para o ho-
mem, entro dois principios absolutosn vi-la c
; c para a naturez; cm geral um ponto do
impresrriptivel regularilade chronologica.
Ne.n ni lis nem menos.
Os que livossom de i'izer hoje o noticiario Re
di.'sse compaiiheiro de lanos oulros, que ji se
j ispediram ha muito, cono ollese despnde ago-
ra, m liio Icriam que ver na escala quasi indefini-
ta dos fados e dossuccessos passados ; e o con-
tar sumraano de cada um dos dias, d cada urna
dis semanas, lora j om si grayissiraa larefa,
stiniraaraenle eofadonlia e mortificadora, para
I ii ai a c nprehcnJesse a na com o raelhor hu-
mor imaginavel.
Nao millonario o periodo, mas oda familia
cxlensissima dos seculos, que j vai por rauitas
geracoos, por muitos mi liares do anuos.
A liuhi genealgica, a partir do tronco primi-
tivo, [Ara a perder-so 'qu;m o sabe ?) n'uma inin-
lorrorapida serio de eras, do pocas, de marcos
mi: imi r.ivois com que se assignala serapre a pas-
s-igom do homem na turra. Ese cabo de todas
e i "s-iuizas, quo alia.' nao valoriam a pena, o
qn '......"5 era resallado?-oconheetmento
domis alguraas llusoes por quo livera de alra-
vessar a humanidade, o de mais alguns dramas
do mximo ou do insignUcantc interesse que se
representaran] ahi, no Ihcatro do mundo. Essa
inalleravel succosso que offeroco materia para
ostudos serios a tantos ospirltos pfurondos, a
tantas inteligencias vigorosos ; esse atropellar-sc
continuo dos aconleciraentos o das ideas, dos
principios c das llieoiias, das innovages o dos
descobriraentos, com quo a vida parece remocar-
so, reduplicar-se de da em dia, c de seclo em
seculo'. as vezes um posadelio lerrivel para
quem Iho lenha do contar as horas, os minutos
o os segundos !
O anuo que com a pos o anno que linda sem-
prc um continuador, polo monos, inmediato o
legitimo daquelle; o quando o nao seja de lodo,
porque outra face o disliuga o oulros signaos o
caraclerisem em todo o caso um fio napagavcl
que se vai unir cada dos seros, na qua,i in-
commensuravel exlenso dos seculos.
Tentaramos nos, a vista disto, ser boje ochro-
nisla especial, quanlo a essa phaso que j est a
exlinguir-se para a vida prsenle, e que de
crr se rena, pela historia, vida que hade tra-
zer-no.s o porvir ?
O historiador encontrara nisso um ioexgola-
vol manancial para comraentarios e apreciares
do lodo o genero; c o philosopho, circuraspecto
juiz dos fallos e dos plionomoiios da vida, loria
que ver milito no quadro de mais alguns mezes
que elle ira ajunlar solicito aosquadresj vistos,
observados ejulgados desdo o principio.
Como philosopho nao procedemos nos aqu, e
portal motivo : para u misier do historiador fal-
la-nos pacioncia e podo sor que todas as babili-
loces precisas.
Nos lodos que vivemos n'este mundo: que por
elle passamos tolos os dias e a todas as horas ;
quo nos limos de muita coisa, e nos lamenta-
mos de nao poneos crios e fatalidades ; nos so-
mosso npreos exportadores e os proprios re-
presentantes na variadissiiiia secna de una exis-
tencia quo nos particular.
Qualquer um de nos que so conslitisse analysta
poltico, social, scienlifico, Iliterario, artstico
etc., nm cada serie de semanas, de mezes e do
annos, seria cm si mesmo o arlequim de oulros
tantos jogos burlescos, o interprete natural de
suas proprias loucuras n decopcoes.
Pdis que fara o noticiador exacto das oceur-
rencias aonaras, que lauto se parecem uraas
com as oulras, a torga de variarem conslaiite-
meiile ? A sor folhelinisla como nos, raaioriade
razo hourera para ver-se cmbirarado era sen
eleraen-
empreza
proposito ; equando tomasse unta a una todas
as notas o todos os apontamentos para formular
a ehronica, essa, em vez de sor a eslatistica regu-
lar do anno, fora, antes, um artigo extra-folhe-
linistico, urna quasi monslruosidade Iliteraria.
Escrever folhetins com fcicoes de arrasoados
philusophicos e de nvestigseoes histricas, fa-
zer do genero nina caricatura ridicula; e nos que
per acdeos tocamos nao muito nos terrenos da
sciencia. quando perpassamos pelos humildes
vallesinhos das leltras e di poesa, nao nos qui-
zeramos arregimentar em lempo algum no corpo
oobilissimo, porm por domis Irabalhoso, dos
fazedores de eslatisticas histricas, se ra polticas
ou polticas do todo.
Para que fim oemprchen Jcriamos nos '?
Do fundo do proprio gabinete ha serapre urna
liona iraporceplivel que se vai ligar, para o o-
Ihetinista, aos suecessos o s cousas diversas do
mundo que passa 15 foro. So elle medir cora pa-
ciencia o espaco quo raeda entre esse poqueuo
mundo, quo todo son, e o que se lhe dilata em
redor, ha de ver que basla rauita vez umi s re-
Qexao para po-lo era contacto com a lolalidadc
dis factos o dos principios, que do coitinuu so do-
batum uas praes publica-, no seio da socic-
dade.
.^Porque, e para que ha de ser elle o historia-
dor em tos casos, quando a historia ja por si
mesmo se revela a lodos ? porque e para que So
queror armar dos liluloj e dos brisos d inves-
tigador, quando o quo so njla e so observa dis-
pensa ulteriores analyses e juisos mais afasta-
dos !
proposito, o que houveramasde dizor, quan-
lo ao anno que desee, e quanlo ao anuo que
sobe ?
A prima facie, o tempo que ra passando, e
que se despede de nos lodos, to naturalmente
uin episodio da vi la coramum, e da existencia
geral, como o o lempo que se espera e que vi-
ra d'aqui a pauco,
A julgar por ah, nada ha differenle de anno
a anno : succedom-se porque assim deve ser;
e a marcha regular das cousas lixou-a a Provi-
dencia, bem sabe porque. De nais, as litados quo
se vo ligando urnas as um as, e quo desdo a ori-
gen assim se tem encorporado so u s dugo de
contlnuidade, trazem em si mosinas urai tal ou
qual nota de soliiariedale, que os horaena da
sciencia, os oerscruladoros de segredos na-
turaes, comprehondem como nina lei md'S'ruc-
tivel para o progresso e para os inlercsses sem-
pre croscoiiles da civilisago.
Julg'ir de aes materias como ellos fulgarn :
da Iraiisinigraco Por um s meio. chegar ao
nada, ao Nirvana. Urna vez anniquillado, gracaa
pralra das autoridades a virtudes que o budd-
ha recommenda. o homem esl seguro de nao re-
nascer mais, sob urna forma qualquer, no odioso
circulo das existencias ; e quando todos os ele-
mentos de quo composto, materiaes e espiri-
tuacs, forem destruidos sem reprodueco, nao
lera mais nada a temer da transmigraco; a cega
falalidade, que arrasla todas as cousas no uni-
verso, nao tem raais imperio sobre elle.
este um systcraa abomiiiavel, concordo, mas
ura syslcma perfeitamente consequenle. Nao ha
vestigio da idea de Dos em lodo o buddhismo,
nem no comego nem no tira, t) homem, absolu-
tamente solado, reduzio-se si mesmo. Aban-
donado em um mundo quo nao comprehende,
sem providencia e sem amparo, sob a influencia
das enfermidodes de lodo o genero, que o aca-
brunham, lera apenas urna preoecupaco, es-
capar ao supplicio quo sofre- Desgarrado as
mais profundas trevas, nao procura a luz remon-
tando alguma cousa que vaina mais do que elle.
Circunscrevendo seu horsonte ao que Iho aties-
tan! os sentidos, conheceudo-se talvez to mal
quanto os phenomenos peranto os quaes arrasla
sua vida, nao tem urna razo bstanlo elevada
para allingir fonte d'onde emanou tanto elle
como o mundo. Sahido do nada, muito simples
que para elle tonda ; smente por urna incose
quencia flagrante o buddhismo evitara osla con-
cluso, to horrirel para nos, e lo consoladora
para elle. Sem Dees em seu nascimenlo, sem
Dos durante sua vida, o que ha do adiniravel
em que nao oche Dos depois do sua morte, e
que se precipite no nada donde sanio e que
seu nico asylo ?
Eiscui poucas patarras o que o buddhismo,
eis o espectculo que nos offerecer com o cor-
tejo habitual das supersticocs, e das legendas.
Esla tentativa religiosa, por mais desaiasoada
que fosse era seu principio, nao certamente sera
importancia c sobre ludo nao tem sido sem re-
sultados. Na India onde surgi, nao pode conse-
guir implantar-se. Mas, [ cousa extraordinaria!
etnbora esta doulrina pareca revoltar as tenden-
cias as mais naturaes, e as mais vivas da huma-
nidade, foi um progresso para os povos que a ac
llieram ; submettendo-se-lhe, licaram um pouco
menos ignorantes o um pouco menos Brillados.
Nao istosemduvida ura motivo para absotve-
la, mas urna juslira, muito restricta alias, que
preciso fazer-lhe ; o buddhismo tem muitos
defeitos pora que se nao lhe conceda pelo menos
este mrito secunJario, que legtimamente lhe
peitence.
.Nao vacillo em acroscenlar, que excepto Je-
sus-Christo somonte, uo ha entre os fundadores
de religio. retrato mais puro nem mais locante
do que o do buddha. Sua vida nao tem mancha.
Seu constante herosmo equipara sua convic-
go ; ese a iheoria que ello preconisou err-
nea ; os exomplos pessoaes que den sao irreprc-
hensiveis. Foi o modelo ai-aliado de todas as vir-
tudes que pregou, sua abnogaeo, sua candado,
sua naiteravel brandura, nao desmenlirara-se um
s Instante ; abondonou com idade do visite e
novo anuos a corle do rei seu pai para fazer-se
religioso, e mendigo ; acrisolou silenciosamente
sua doulrina por seis annos de retiro e medila-
co, propagou-a smente pelo poder da persua-
so, pelo decurso de mais de meio seculo ; e
quando expiran entre os bracos de seus discpu-
los, foi com a screoidade de um sabio que. pra-
licou o bem durante toda a sua vida, eque est
corto de ler doscoberlo a verdade. Os povos que
acolheram sua f nunca pensaram era fazer d'elle
um lieos, porque a nocSo do Dos ora-lhos to
eslrauha quanlo a elle. Mas formaran) do bud-
ha um ideal quo tonloram imitar ; o 0 bddhsmo
pode produzir, como veremos, algumas almas
bellas, dignas de figurar entre as que admira e
venera a humanidade.
E esle um estudo que vale a pena ser feito, por
mais penoso que seja, e nunca me arrependerei
de le-lo omprehendido se poder allingir o alvo
que me propouho. As faces importantes do bud-
dhismo podem fazer illusao, se nos limilarmos
algumas vagas infonnaces. As que eu aqu a
presentare! bastarao, creio, para prevenir seme-
Ihanlcs equvocos nos espirites pensadores.
Este livro pode ler ainda urna outra vantagem,
e tenio pozar em di/.or que tem Uioa especie de
opporlunidade. A miseria dos lempos permute
que entre ns as doutrinas quo sao o-fundauen-
to do buddhismo encontrem urna appruvago sin-
gular, da qual entretanto sao poneos dignas lia
alguns anuos vimos surgirem systemas em que
exalta-so a metempsyeoso, e a* Iransmigragu,
era que pretendo explicar o mundo e o homem
abslrahindo de Doos c da Providencia, como o
fez o buddha, eni que recusa-se s expectativas
do genero humano una vida immortal depois
d'esta, era que substitue-so a immortalidade da
alma pela immortalidade das obras, c em quo,
se dftseulhrouisa Dos para subsliluir-lhe o ho-
mem, o nico sor, dizeui no qual o inliuilo ad-
quir' conscicncia de si. oro em nomo da sa-
cuda,ora em rime da historia ou da philologia,
ou mesmo da motaphvsica, que se nos propoo
estas Iheorias.que nao sao nem muito novas era
muito originaos, e quo podem ciusar o maior
mal conieoesj muito fracos. Nao este o lu-
gar de examinroslas theorias.oseus autores sao
ao mesmo tempo multo sabios e muito sinceros
para que seja-nos licito cqndoiuna-los suramaria-
raenle, o som discusso.
Mas boin que ellos saibam pelo o exeniplo
ainda muito pouco conhecido 80 buddhismo,
que tica reduzido o homem, quando smenlo quer
confiar sobre si, e quando suas meditages, de-
sencaminhadas por ura orgulho do qual nem
sempre ello lera consciencia, o arraslam ao pre-
cipicio em que dospenliou-se o huddha.
pe
mas. Nao siria todava menos til que os auto-
res desses systemas quizessem lanear os olhos
sobre as theorias e os deslinos do' buddhismo.
que una longo Iroducco de livros rindes da
India, e quasi lodos dizondo respeilo litl-ratu
ra buddhica. O Sr. Csoma pnUicava seb tasas
picio do Sr. H. H. L'ilson, o Ilustre indionista.
completamente independer, que ve smente o a c' V Jl I8 desrol.erto em .Nepal
hornera no universo,'o so Dbs'lina em absoluta-! ',-* ni^' K^T.!":lr^in^0' .no ll"" '
desloa penosos trabalhos, nos quaes eihaario
suas torgas consolondo-se de deixar lo cid. i
vida com as publirogoes de quo se enriquece
rom os niestijacies otMSttcas e quo mimrla-
lisario sua memoria....
(i autor falla depois d< dascobertas do Sr
Jorge Tiirraour, era Ceylo, quasi lo bellas
mo as do Sr. Hodgsoii em Nepal ; des I
sagrados o anuaes dos Singhalezi s; dos p n
grinos chineze l'a-Hien e Hiuiien-1 o> ing, i
jos obras encerrara preciosos delalhcs; nusne-
rosas nscripeoes buddhicas ochadas ras ..
sas partes da India, o que remontara, d
de Acaba, protector da f. ao dcimo t- i
seculo antes da era rhrist ; o Bualmcnli I
tesiemunhos que nos transmillram sobn osbud
dhistas os historiadores gregos contar
pedicao de Alexandre.
Depois do ler accumulado todas estas pr
da authenlicidade incontestavel do buddl..
o Sr. Rarlholomeu Santo Hilario ronliuna i
modo i inlroduceo do ou livro.
ir Issini as documento., os mai-
gregos, indios, chine/es, m (j ,,, r rnun- -
oulros, concordara e auxiliara para altes
maneira a mais irrecuMvai que o bwddhisino
existia na India antea da expedi o de I
drn, por tanto podemos odinittir som
a data do raorle do buddha, que gafe
Singhalezes ; quando tratarnos d i moral bud
dhica, poderemos estar cavr-ncidos de qu*
pregaoa foi realmente dirigida popul
indias sois seculos antes da era ihn-ii, con
fim de conrertel-os s rrengaa melh< -
Iruir a f anliga dos Vedas, de- rnlio
te julgoda insufficienle para levar o hom<
bera e a satvaco.
Dos livros sagrados que encerrara esto ;
ca doos ja foram vertidos para [ranri
l.ridao da boa lei [Suddharmap ' Eugenia Bomrnouf, de to saudosa mi
qual, explorando primeiro entre
niiseriptos mandados! Taris pelo Sr i ll u _
dson, exlrahio d'elles em sua i Im ravel I
duerna do buddhismo indio : o mili i
Para que nao resto a menor duvida respei- dhica o lalilavistn, que foi Ira
jo d'esie ponto capital, pretendo aqu relatar lao para francez pelo Sr. Ph. Ed. I
' confrontado com o original SSBserit.
mente s examinar o homem, confundindo-ocom
a natureza no meio da qual elle vive. Dahi in-
das as aberracoes e derrotas do buddhismo, d-
moestaco que elle olfcrece oulros systemas, e
que Ihes pode ser salutar com tanto que saibam
escuta-lo. Infelizmente se raro instruir-so al-
guem por sous proprios erros, muito mais raro
ainda inslruir-sc pelos erros de oulicm.
< Como as aecusacoea que acabo de produzir
contra o buddhismo sao muito graves, e como
este triste assumplo ainda muito recento, ser
bom dizer como chegou-se descubrir os monu-
mentos da religio buddhica, e sobre que bases
aulhenticas e inconteslaveis descanra todo o que
d'ella so sabe, o o quo ainda se podo vir sa-
ber. Ha apenas Irinta anuos que a estudam de
urna maneira certa e tal foi o bom xito d'essas
investigages favorecidas pelas circumstancias que
hoje se conhece mais certamente as origens do
buddhismo do que as da maior parte das outras
religoos, incliiiudo a nossa. Sabe-se os raais in-
signilicanlos dolalhos da vida do buddha ; pos-
sue-so (odas as escripluras cannicas que encer-
rara o deposito da doulrina compilada, e estabe-
lecida por Iros concilios successivos.
Estes livros compostos primitivamente em
sauscril lera sido Iraduzidos paraos idiomas do
todos os povos entre os quaes propagou-se a fe
buddhica : Siiighaleros, liblanos,Trtaros, Mou-
golios, Chinczes, Japonezes Birmans, etc. Pos-
Uimos estas Iriduceoos, o sao n contra pro-
i infallvel e liel dos Euros originaes, ori-
;i3es, dos quaes muitos tem sido j repro-
auzidos em diversas lnguas. A pardeslas pro-
vas com as quaes nos poderiamos contentar,
existo urna multido do outras resultantes de les-
lemunhos secundarios que nao sao monos indu-
bitaveis: monumentos de toda i especio eujisl
ruinas cobrem ainda o solo da ludia, inscripcocs
numerosas o decisivas, viagens do peregrinos "de-i
votos quo em opinas dlfferenlcs tora visitado os;
logaros consagrados por causa das reliquias do!
buddha. Em su rama, presentemente nada falta j
paraforneccr-nos a corteza o mais cmplela:
poder-se-ha fazer novas dcscobertas, porm na- !
da perderao as que tem feilo,e as quaes devenios i
tantas curiosas revclaces.
brevemente o xito inaudito d'essas invesligacoes,
e de novo propor estima publica os no raes
d aqualles quo nos lera tanto instruido com -
fecundos osloreos, c que era alguns anuos nos
lera rail vezes mais cus nado sobre o Buddhismo
do quo o tizoraui Uuilherrae Jones o Cole-
brooke.
u primeiro era dala c o mais importante
fot o Sr. II. II. Hodgson. Noraeado em IH-21 mi-
nisiro residente em Nepal para a companhia d is
Indias, o Sr. Hodgson soubc cm breve que nos
mosteiros buddhicos d'esle \>j'u, conserva va m-se
derotaraenlc livro-quo so julgara encerrar a dou-
lrina cannica do buddha. Estes livros foram
escriptos ora sanscrt. o Sr. Hadgsou obleve
i listas d'elles do um volho sacerdote buddhisla do
j Patam, com quem so luha relacipuado, e pouco
I a pouco obleve os proprios livros. Oolevc anula
i mais facitmonle as Iraducges era liiigtia Tibela-
[ na, porque no Tibet os livros sao quasi lo nu-
j morosos como entre nos, multiplicados pela im-
prensa sobro taboas quo para alii Irooxeram os
Chinczes, e das quaes foz-se ahi um grande uso.
As obras snscritas das quaes se dar copias ao
Sr. Hadgson tiuham sido adrailtdas no Nepal,
onde somonte os sacerdotes as comprehondem,
pelo seculo segundo da era chrislaa, segundo o
tosiomuiih > da Iradtco.
Vieram .lo Magadha, do outro lado do Ganges,
c cinco ou seis .seculos depois,^penetrando do
>cpai para o Tibet, ahi foram iraduzidos quando
esto ultimo adoptou a f bnddhica. o Sr. i II
Hadgson poda annunciai esta bolla dea
ao mundo Jvilisado desdo 1^2 e ls. Purera I
. fez mais, e offereceu sociedade asitica de :
. Bengaila sessenta rolumes buddhico
s em sans-
Em iin n'esses ltimos annos. o 5 -; ni
Har.lv mssonario Wealeyano, que r<
annos em Ceylo, publirou una o
que exlrahio ora parle dos livros singha ezi -
Por tanto j se v que estamos
d documentos sobre a vida e doulrina do bud-
dha, Foi em lodos essos fontes que foi hiur.Jj
I o livro qun se vai ler ; e nao se enconti ..- ,< I-
lo um nico fado quo nao seja al testado ;
lautoridade competente.
Consider.nrei o buddhismo em Ins i
do sua durarn : primoiraraenlc era sua n;
cao, e referirci a vida do buddha c sua
da. como constara das obras cor;
das pelos tres concilios ; pxamin irei i .
j na por elle ensinada, e apreciarei em -
ritos, em seus defeil -.
. Depois oceupar-me-hoi do bu I
exista na India mil e duceotos aniius
mor., do buddha, e romo se apre
gens o memorias de Hiouen-Tnsai .
giosorhinez que percorrra a pon
durante dezeseis anuos; desde o anno 63 I
de ni ssa era, e quo. tendo rollado pat i .i i
denois desta prodigiosa peregrinaco, ; -
con luzio 6">T volumes de obras buddhit i>.
Em ultimo lugar, estudarci o budd
Ceylo, como, subsiste acta
nio inglez.
< llover perianto entro oslas tic?
religio buddhica nlerrallos de
mais ou menos iguaes. Nao una i -
buddhismo |que creprehendo narrar
me-liia de semelbanle lemeridade. s
< nooe';^'''? n ,c',u"i",U ,:" ""V"*' f" : 1e se acabo de ver urna historia geral
'depara'"'; a'^Z^T"-"
asitica do Lon-
dres e para com a nossa sociedade asitica d..
Pars. Dou-lhcs os manuscriplos, o os iiipres-
Sus que tinha adquirido, ou mamou-lhcs fazer
no paiz as ira nscripeoes qu i desejavam. E' por
! este meio que y nossa sociedade asialici
mente mais extenso.
'< Da India o Covlo seria mi~:. :
lo em quasi lodo a Asia, o em um di
monto continuo de vinte e cim o se M
ca nos- !'"d'' sem duvida ser possivcl levantai osle :m
sue oitenla e oito obras buddhicas cm sanscril mo"90 edificio quando mos
que nao teria podido alcaraar sera a generosi- llvcrera reunido urna multido de materias ;
dado ou complacencia do ministro tesidenlc In- PrcScnemente anda nos fallara. Mas -
glez de liathmanl ni i. ra, sera aventurar urna empresa prematu ,
Sao dcscobertas. trabalhos e procodimento es-;???!".?.a2**l_e?_.^Vl.*l*.!?f*ns '' '
o
o
tas que aprazemo-nos em louv'ar all.....culi
o nomo du Sr. lt. II. Hodgson fulgir na his-
toria d'ostcs estudos com um brillio, quo talvez
possa molestar sua excessra modestia mas que
nada obscurecer, e que jamis devoremos es-
qnecer. E' ello que sao devidos os originaes
snscritos, consultados o Iraduzidos ni,lis larde
por Ilustres philologos, o foi elle o primeiro
que conheccu a existencia das Iraducges tibe-
tanas.
Oucisi ao mesmo lempo, un di'.'no emulo do
Sr. B. II. Hodgson, to dcsinteressado como
elle o nao monos perseverante, o Sr. Csoma, jo-
[Ij lia apenas alguns mezes quo o Sr. B. II.
Hodgson fez anda uma dadiva preciosa de do-
cumentos buddhicos ao Instlalo do Franca.
Iraduzir para a historia o que ficto do quasi
immulavel necessidade, e o que naturalissinia
consequenria do andar dos tempes o das gera-
coes ; medii-lhosa importancia quor social, quer
poltica; explorar, era puro amor das leltras o
das arto, da industria u dos melhoraracnlos ma-
lcraos, o que era cada pitase renasce ou so re-
produz na escala dos acontocimonlos mais nte-
ressantes e graves : seria assumplo de mais para
um folliilim, e, di-lo-hemos al, descabido em
artigos do semelbanle ordem.
Fa/.em oulros a revista do auno lindo ; c lom
razo do sobra para isso. Por n-, que do bom
grado aceitamos a hununldade em qualquer dos
pontos em quo ella estoja, e que nao lomos que
articular com iheoristis sobre qucsles do pura
cspeiiilaco sysleraalica ; por oes, que assim va-
mos e assim pensamos som nos sor preciso dis-
cutir com o socialista, com o coraraunista, com o
fatalista ou coui qualquer oulio pensador da po-
ca, d'esses quesouhara sempre com o futuro, il-
lu'.lindo-so respeilo do pKSsadu ; por nos, dei-
xaraos a*quera quer que soja o oncargu d'osse
chroiiologioo diccrtiinento, e passamos a diaiile
At aqu esl firra ido meio seculo, era toda a
CXlenso da palacra. Tem elle talvez uma peque-
ni quebra de 'J omos, a partir do um periodo do
rail qu.- so adantaj al uma ai-angada idade ;
e em loda essa evolugaa que iia do novo ?
Phasos quo so prendera unas s unirs ; pen-
lo> quo se harmonisam n'ura centro, ou que, se
por momentos dirersilicam, nao saliera nunca da
rbita quo Lites tragada,
Descsmbaromoa nos para a Ihcoria do provi-
dencialismo, aoexprimir-raos-nos assim ?
Nao o pensamos : so tosemos, por era, sectario
extremado do scmelhante doulrina, ainda bem
quo nao advogavamos a peor causa.
Ningnem lia que ignore o que principio
inalienavel, quanto continua e nao interrum-
pida successodas pocas.
Os annos que surgem e que declinam vo le-
vando serapre, mis apis oulros, essa tal ou i
qual horaenagnmde respeilo As leis eslabeleci-
das no decurso natural dos geracjs, na marcha I
progressiva da humanidade. los mais ou me- \
nos presos ao primeiro annel dos lempos, s >
elles os repolidores effeclivOS do sconas idonti- i
cas, os renovadores legtimos do muilas ideas
que nao podom o nao devera morror nunca ; e
multas vozos os preparadores, os iniciadores de !
novos pontos doulrmaiioi, de mais diversos pro- I
blemas soctaes, que por fira lera de sor resolv- [
dos emoccasio opporiuna.
Para que, pois. con?ar-nos cora a pesqniza do
salientes desle raslo assumplo. Ouai
ja oslenho percoriido dando rolar,
des Sacan a mor parte das abras qui
cil ir, e reproduzire no quo se ra se."
Ihor parle d is artigos que nsi ri ness
le collecco. Pareceu-me le reui
do-lhes uma forras um pon
interessariam Ici'.ores quera o .;; r.
eru'ligo tona lalves assustado.
Mas, anda urna ves, 6 especialmrnb
doulrina philosophica que dei
tudo do bu Ihlsmo. O quo fallo H
qtio : illa ao syslcma do nossi
exactamente o homem. De ambas -
uma psycliologia incompU .
Irnp. i s.
que lera de Mr. cora a so i hada previsao do que
est longo
O homem quo se atudigasso hoje por dar cun-
ta dos suecessos do anno, ver-se-i i na mais dif-
licil, e, porventura, na raais escusada das posi-
coos ; e o espectculo qup houvessc de tragar,
veria a sor, antes offcreeido por si mesmo se-
ria conleroplago de lodos, do que retratado por
esse decidido apieciador de tantas dadas e do
tantas pocas variada. Varaos, portanlo, n --
carainho, e deixemos ao lempo a historia do
tompo: deixemos ao futuro a sua proprio expo-
Sigoquo .alera por si s mais do que loda as
conjeuluras possiveis e imigioaveis.
A humanidad i segu em sea plano, basla d-
/el-'o, porque vordade quo se patenla incon-
troversa. Our na relago poltlica e social, q iei
sob o aspecto puramente industrial e artstico,
ou as leltras o.i uas sciencias, desompenhou a ;
Europa, o com ella o velho mundo, o seu ver- '.
dadeiro papel esto anno. Duscmpenha-Eo-ha pa- i
ra o anuo que vera .' q ii-sto de tompo u de
phlosophia histrica:resolvara-'a os homens!
competentes.
V Asa o a frica,lanca as t une, iu como a lud-
ia as vas da civilisago, que se llio estende,
segundo a= leis providenciaos, nndaram at ago-
ra no seu movimento conveniente, Andaro pa -
ra dame? questo, que ; ir sua natureza pi r
Icncc a outros solvel-'a.
Era loda parlo, a poltica lera ldo suas gluras
c suas decepges. A industria, que symbolisa
mais que Denhura outro olemcnlo o poca actual,
nadiara-sc e iirad'.a-so llrente nos niclhor.i-
iiieiitos, as nvences, nasoperagoes da niecliu-
nico, em rail arlofactos primorosos, om conte-
naios de eraprezas colossaes e do immenso al-
cnce-
os costuraos e os usos dos povos conlraba-
langaram-so, entra rara era jogo iras com outros ;
iiansforn iram-so, coma sempre, era nao pe-
quea esc ala ; o ludo isso do puro descnvolvi-
iierno moral e social, fez-se la, tomo se far
constanlemonie, por ura modo que historia
cumpie investigar mais de espago II une (rae-
lados e notas diplomticas, apoz lucias e bala-
Ihns renhidas : o anda hoj', a diplomacia, r.iinha
do uma a oulra extremidade do mundo, aplaina
obstculos, ou os suggeie, deslinda qnestes i'u-
teia u graves, ou nao os,deslinda.
A Franca regorgitou' de artistas e philoso-
phos desde o socialista mais fino o esperto at
ao mais simple s boiradorde paysigens e dejqoa-
dros martimos Assim por loda n Europa.
Derarn-se ss mos ; : Lnimigns ; dien-'
[Conlin :
ram unisonas na indefinivel quadrilha dasn s paflamentarcs e polticas ,
se entendiam noseenlcndemmais,
de si r sinceras.para poden ra si
E assim o mundo : assim foi n
i i h ije.
" que ?e dar na Europa, e enln I : -
**' '- mpos qu< ho proximamei I
i i conlinuaca do sconas ;,,|.
renova "io do onlns exlinctas um [ n
novos lacios ; uma memoria de mak pa -
naes hislori
" : 'mnente nao fi iu por delra
Uin. Assistiu oo drama, com ., Ihos
sen verda tetro posto e ambas as Amcrii
rara lamben desenrolartm-se dianla d
. los nseparaveis do son proprio i M
Pelo que nos diz respeilo, a nsqu ;.
desta parle do contraente.um principio ..
ment de ordem ; pelo que se refere B
que lera contado seus dios do vida poi > i
los do engrandcclraenlo,asombra do ;< lliss
inslitnigoes, o sob os auspicios de um G
telligenlo o Firrai ; o anno que expira foi un
co bem significativo, quanlo a
os'.a acenaujj.de pe lo. Foi o anno, i
um annoncio Micissimo, uma n
para urna grande porto d,( m|>eno, que ., i -
'Jo lonarcha levo de honrar, do encarainhai
da mais pelo plaino seguro Ja pros: ciid
bi ni e-lar commum.
Ainda por esso lado o futuro sercre
nosura livro de oro pora as gerac ~
levantara ; porque nio ha no horsonte, ati
perrailtido tancar vistas, nem <.,,,,. .
presagios de mau lempo.
Deus nos depa e m futuro um novo man
de venturas e de beas inapreciaveis.
So a nossa Hnguagera revola uma duulnna ;
ticularissima, que o seja ; mas bao di cond --.
que a explicacao temol-a tdo3 no pa-- |
o qual sempre argumentara-nos em boi
o na esperanca que nio nos hade fallai un.
dio.
O novo anno que vom prximo ser < mi
explicidor & semelbanle respeilo. De*
pora todos como, pora DOSuir.v n
beugos. uma serna de grandeza, '.-. paj a*
ihoraimntcs.
l'EBN. VI*. I>l H
r.
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