Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:08922

Full Text
asno m?. mm m,
Por tres mczi-s aiantados o$000.
Por tres mezcs vencidos G$o00.
TERCA FE1RA 27 DE DEZEMBRO D:
Por auno adjuntado 19$00U.
Porte (rauco para o subscriptor.
ENCARREGADOS DA SUBSCRIPTO DO NORTE.
Parahiba, o Sr. Joo Rodolpho Gomos ; Natal,
o Sr. Antonio Marques da Silva ; Aracnty, oSr.A.
de LemosBrags; Cear, o Sr. J. Jos de Oliveira
Maranhao, o Sr. Manoel Jos Martina Ribeiro
tuimares; Piauhy, o Sr. Joo Femandes de
Moracs Jnior; Tara, o Sr. Justino J. ixomus;
Amazonas.o Sr. Joronymo da Costa.
PAR II DA DOS CORRE IOS.
Olinda todos os dias as 9 12 horas do da.
Iguaras.s, Goiannae Parahiba as segundas e
sextas feiras.
S. Anto,Bezerros, Roni'n, Caruar, Altinhoe
Garonhuns as tercas feiras.
P;io d'Alho, Naxarelh, Limoeiro, Rrejo, Pes-
queira, lngazcra, Flores, Villa Bella, Boa-Vista,
Ouiicury e Exfi as qnartas-feras.
Cabo, Sei inhem, Rio Formoso, Una, Barreos,
Agua Prcta, Pinienlciras e Natal quintas luirs.
Todos os correos partem as 10horas da manha.)
AUDIENCIAS DOS TRIBl'NAES DA CAPITAL
Tribunal do commercio: segundas c quintas.
Relacao : tercas feiras e sabbados.
Fazenda: tercas, quintas e sabbados as 10 horas.
Juizo do commercio : quintas ao meio dia.
Dito do orphos: tercas e sextas as 10 horas.
Primeira vara docivel: tercas e sextas ao meio dia
Segunda vara do civel: quarlas e sabbados ao
meio dio.
EI'HEMERIDES DO MEZ DE DKZEMHRO.
2 Qiiarto cresctnle as 11 horase30minutos da
manha.
10 La cheia aos 53 minutos da masilla.
16 Quartoronguauto as 6 horas e 56 minutos da
tarde.
24 La nova as 3 horas e 27 minulos da ma-
nha.
PREAMAR DE HOJE.
Primciro as 7 horas e 42 minutos da manha.
Segundo as 8 horas e 6 minutos da tarde.
PARTE OFFICIAL
Ministerio da mariulia. L
Expediente do da Io de dkzembro de 1S59.
Ao capito do porto do Rio Grande do Norte,
aecusando o oflicio em que cominunira haver to-
mado posse e entrado no exercicio dense lugar ;
c quanto ao que expoc relativamente ao secre-
tario da capitana, que ncsla data se transmute
presidencia d.i provincia o decreto de sua no-
mearao, afim de que elle o solicite pelo respec-
tiva secretaria.Expedio-se aviso presidencia
e couimumeou-se contadoria.
Ministerio da {guerra.
Expediente do da 5 de dezf.muro de 1859.
Ao presidente da provincia do Par, recom-
mendando-lhe a remessa de duas duzias de has-
tes de po-ferro com o comprimenlo nunca me-
nor de II palmos cada una, para experimentar-
se se serrn) para laucas, os quaes foram exigidas
em aviso de 18 de abil ultimo.
- 6
A' presidencia da provincia do Maranhao, para
que a thesouraria de fazenda da mesina provin-
cia remeta directamente do Rio Grande do Sul
a guia das quaniias que enlrogou por conta da
consignacao deixada pelo alferes do quinto regi-
ment de cavallaria Dionizio Jos de Oliveira,
visto que este oflicial representa que tal consig-
Qo nunca fui paga a sen procurador.
Ao presidente da provincia do Rio Grande do
Norte, que, vista da informaco, que se lhc
transmute, da reparlico do qua'rlel-niestre ge-
neral, exarada sobre o seu oflicio numero 50, de
15 de outubro ultimo, em que representa contri
o mo estado cm que se achaco crrela ce da
companhia fixa, ver que nao se pode consentir
no fornocimciito anteriormente feito de arma-
mento, equipamento e utensilios para a dita com-
panhia em quanto ella nao satislizer ao disposto
no aviso circular de 10 de agosto de 1853.
Ao presidente da provincia do Maranhao, rc-
mettendo-lhe o requerimenlo de Manoel Jos de
Mello, primeiro sargento da quarta corapauhia de
pedestres da mesma provincia, pediudo paga-
mento do premio de voluntario que deixou de
receber em cunscqucncia de duvidas suscitadas
pela respectiva thesouraria, afim de fazer cons-
tar ao supplicanle que dore requerer peranlc a
mesma thesouraria a liquidaco da dita divida,
nos termos das ordens cm vigor, quando as re-
conheca que lem direito a ella.
Ao da do Amazonas, em resposta ao seu oflicio
n. 117 de 21 de outubro ultimo, que nao tendo
oscommandanles das armas inorada a custa do
estado, devo o dessa provincia pagar a parle do
aluguel correspondente da casa que oceupa, -co-
mo enleude a thesouraria, c se eslabeleceu por
'm avlso circular de 21 de outubro do correle an-
no, para os assistentes do ajudaute-gcncral do
excrcito.
GOYERXO DA litll VI.\i I A.
Expediente do dia 'i\ de novembro.
Circular ao* Exeas, presidenles de provincias.
Tenh" a salisfacao de participar a V. Exc. que
no dia 22 do con ente chegarara Suas Magosta-
da* mperiaes com prospera viagem ao porto
desta cidade, onde se dignaram de desembarcar
s 11 horas da manha.
Desde a su entrada al ao presento Suas Ma-
jestades teem constantemente receido as mais
fervorosas demonstrados de respeilo, amor e li-
lelidadc, que lites tributa toda a populacao des-
ta proviuria.
Dando esta grata noticia a V. Exc rabe-me
ainda o prazer de accrescenlar que a preciosi
saude de Suas Magostados nao lera felizmente
soffrdo a menor alleraeo.
OUicio ao Exm. presidente da provincia da Pa-
r ihiba.assPo por copia as roaos de V. Exc. a
informaco, que miuistrou-me o director do ar-
senal de guerra acerca dos arligos de armamento
e cquipanicnlo, de que trata V. Exc. em seu of-
icio de 8 do crranla, sob n. 174
Dito ao mesuio.Com a informaco, junta por
copia, do director do arsenal do guerra respondo
ao olllcio, que V. Exc. se servio de dirigir-me
cm 10 da corienle, acerca do fardamento rcmet-
lido para o meio batalho dessa provincia.
I'iio ao mesmo. Passo por copia as mos de
V. Exc. a informaco do director do arsenal de
guerra, acerca da remessa de medicamentos e
de 20 barris de plvora. Fica assira respondido
o cilicio, que V. Exc. se servio dirigir-me em
5 do correnle, sob n. 176.
Dito ao conimandante das armas.Queira
V. Exc. informar sobre o que pondera o inspec-
tor da thesouraria de fazenda na informaco, que
ucumpaiiha o requerimenlo de Guimarcs &
Costa.
Dito ao mesmo. Sirva-sc V. Exc. de infor-
mar se lhe consla existir nesla provincia o cabo
de esquadra Bernardo de Barros, de que Iralam
o aviso junto por copia e a informaco, que V.
Exc. me devolver.
Dito ao mesmo. Mande V. Exc. abrir assen-
tamenlo de praca ao recrula Joo Vicente Fer-
reira do Espirito Santo, o quem se refere o seu
ollicio de 23 do correnle, sob n. 1016.
luto oo mesmo. Queira V. Exc. informar
sobre o que propoe o director da colonia militar
de Pimenteiras no olTicio junto, que acompanl.a
tres peleos.
Dito a chefe de polica. Tendo nesla dala
posto o cumpra-sc no exequtur, que S. M.
olmperador houvc por bem conceder & nomea-
co do Sr. Antonio Jos de Castro para vice-con-
snl da Toscana nesla provincia : assim o com-
munico a V. S. para sua inlelligencia.Commu-
nicou-se ao inspector da thesouraria de fazenda
o capito do pollo.
Diio ao inspector da thesouraria de fazenda.
Remello por copia a V. S para sen conheci-
iiiento e eiecuco, o aviso expedido pelo minis-
terio do imperio em 10 do correnle, mandando
supprmir a gratilicaoo mcnsal de 30:000 ris,
que percebia Jos Francisco de Sales Baricra,
como cncarregado do exarae das cuntas da es-
trada de ferro.
Dito ao im sino. A' vista da conta, que ser
aprcscnladanessa thesouraria, com o visto do di-
rector interino da reparlico das obras publicas,
baja V. S. de ordenar o 'pagamento da despez
feita com a pintura do palacio do governo, ap-
licando para esse fin nao s a quantia de .
:0<)0()00 rs. mandada pdr disposice dista
presidencia pelo aviso de 6 de selciubr ultimo,
mas tambero a de 2:732S560 rs., de que trata o
aviso junto por copia, despendendo esta ultima
somma sob miaba responsabilidade, rislo nao ler
anda ebegado a ordem do thesouro.
Dito ao commandante superior da guarda na-
cional do municipio do Limoeiro. Ao seu of-
licio de 18 da correnle respondo, declarando
que oppoitunamenle se resolver sobre o arma-
mento, que V. S. requisita para a guarda nacio-
nal desse municipio.
Dito ao director do arsenal de guerra. Na
conformidade do aviso expedido pelo ministerio
da guerra ero 10 do' crrente, mande Vmc. for-
necer ao 1. batalho de infanlaria 300 capotes
de panno azul, de que trata a nota junla por
copia.
Dilo ao mesmo. Mande Vmc. pdr a mobilia,
que fr necessaria na parte do palacio do Exm.
hispo diocesano cm Olinda, cm que lem de re-
sidir a commisso presidida pelo astrnomo Em-
manuej Liis, cora quem Vmc. podci cnten-
der-se.
D'j ao inspector do arsenal de marhiha.
Para cumi riineiito das ordens mperiaes Inja
Vmc. de renielter-me, com a maior urgencia
possivel, todos os planos, pareceres e propostas,
que cxistiiem a respeilo dos melhoramentos e
obras do porto desta capital, principalmente os
trabadlos do engenheiro I.awe e de Vmc.
Dito ao mesmo. Pude Vmc. remoller para a
provincia da Parahiba as boias de ierro, a que
se refere o seu ofllcio desta data, sob n. 390.
Dito ao juiz dos feilos da fazenda nacional.
Fico inteirado de ler Vmc, como paiticipou-me,
deixado o exercicio do seu cargo por molestia,
desde 21 de outubro ultimo, e haver entrado em
15 do correle no roso da liccnca de 30 dias,
que lhe foi concedida.Communicou-se ao ins-
pector da thesouraria de fazenda c ao presidente
da relacio.
Dito ao juiz de direito interino da comarca do
Rio Formoso. Fico inteirado de havey Vmc.
adiado a scsso do jury do termo de Rio For-
moso para o dia 16 de dezembro prximo vin-
douro pelo motivo declarado em seu oficio de
20 do correnle.
Dito ao mesmo. Remello por copia a Vmc. o
aviso expedido pelo ministro do imperio em 7
do correte acerca do processo instaurado con-
tra os membros da cmara municipal de Barrei-
ros pela recusa de se reonirem para fazer opu-
racio dos votos as eleigoes de vereadores.
pito ao juiz de direilo" do Brejo. Pelo seu
ofliciode lodo correnle flquei sciete de ler
Vine, nomeado a Jos Mogalhes da Silva Porto
para exerrer interinameiilc as fucQdeS le promo-
tor publico dessa comarca, no impedimento do
eflccTo.
Dito ao bacharel Francisco Gomes Velloso de
Albuquerqne Lins Pelo seu ollicio de 20 do
correnle liquei inteirado de ler Vmc. na quali-
dade de ouicial da repartido especial das Ierras
publicas, entrado no exercicio do lugar de de-
legado interino da mesma repaitico.Comuni-
cou-se ao inspector da thesouraria de fazenda.
Dito ao bacharel francisco Caldas Lilis, juiz
municipal do Rio Formoso. Pelo seu oflicio de
22 do correnle fiquei inteirado de ter Viuc. na-
quella dala, entrado no goso da licenca de 15
dias^que lhc foi concedida por esta presidencia
em 7 do correte.Communicou-se ao inspec-
tor da thesouraria de fazenda e ao presidente
da lelaco.
Dilo SO director da colonia militar de Pimcntci-
ras.Fico inteirado de haver Vmc. contratado
como colono, por tenipo de um anno, o cabo de
esquadra do 4.- batalho de arlilharia o p Fran-
cisco das Chagas. e o soldado do 9.- de infanta-
a Joo Mauricio Gomes. Communicou-se ao
commandante das armas.
Dito ao mesmo Fico inteirado de haver Mmc.
prestado a fono, que requisitra o subdelega-
do do I.- distrito de Agoa Preta para una dili-
gencia.
Dito ao vigario da freguezia de Villa BellaCora,
as tiformac'es ministradas pela reparlico espe-
cial das Ierras publicas respondo ao ofTicio, que
Vmc. diricio-se a esta presidencia em 31 de ou-
tubro ultimo acerca do registradas ierras.
Dito ao arenle da compautiia Pernambucana.
Fico inteirado de que SPguiraat hoja os va|
Persinunga e Ignaras*,', este pora o sul e aquelle
pora o norle.
Dilo a Jos Magalhes da Silva Porto. Pelo
seu ollido do 55 do correnle'flquei inteirado >lt>
ter Vmc. entrado naquella dala no exercicio do
cargo de promotor publico interino da comarca
do Brejo no impedimento do offeclivo.Cnmrou-
nicou-se oo inspector da thesouraria de fazenda
e ao presidente da relacao.
Dito acamara municipal de Nazarelh.Reme-
lla me a cmara municipal de Nazarelh o termo
de arremalacao, que deixou do aconipanhar o
seu olllcio de 27 do outubro ultimo.
Portara.O presidente da provincia, oltenden-
do ao que requereo o secretario da directora ge-
ral da inslrueco publica, bacharel Francisco
lereira Freir, resolvo prologar por lies mezcs
a licenca com vencimentos, que lhe foi concedi-
da por portara de 5 de agosto prximo passado
Communicou-se ao director geral do inslrue-
co publico.
DitaO presidente da provincia, lendo vis-
la o que informou o commandante superior in-
terino da guarda nacional da comarca do Rio
lormoso em ollicio de 31 de outubro ultimo, re-
solve designaros lugares das paradas das com-
panhiaa do batalho n.- de infanlaria di mes-
ma guarda nacional pela forma indicado no ta-
bella junta, assignada pelo secretario do gover-
no. hemetteu-sc copio da portara e tabella ao
respectivo commandante superior.
Tabella demonstralira das paradas das com-
panhias do balalhao n/44 de infanlaria do
guardo nacional do municipio do Rio Formoso.
1.*Pateo da fcira da cidade do Rio Formoso
2.'Engenho Coqueiro.
3.al'ropricdade de Piabas.
4.alina de S.Jos.
5.aEngenho Reg.
6aBarreiras de Ouidahy.
Expediente do secretario do governo.
Ollieio ao inspector da thesouraria de fazenda.
S. Exe o Sr presidente da provincia manda
transmittira V. S. o incluso olllcio da secretaria
de oslado dos negocios da fazenda de fazenda de
7 do correnle.
Dito ao inspector do arsenal de marinha. De
ordem de S. Exc. o Sr. presidente da provincia
declaro a V. S.. em resposta ao seu ollicio de 21
do correnle, sob n.- 387, que por despacho desta,
se autorisou o inspector da thesouraria de fa-
zenda a mandar pagar a los Estanislao dos Pos-
sos a quanliado 1:136000 reis, importancia dos
objeclos, que vendeu para a galeota construido
nesse arsenal.
Dito ao commandante do corpo de polica.__
De ordem de S. Exc. o Si. presidente da provin-
cia comninnico a V. S., em resposta ao seu ofTi-
cio n." !7, destadata, que, por despacho de hoje,
se autorisou a thesouraria provincial a pagar e
quantia de 73000rcisdespendido com o transporta
do soldado do corpo sob o. commorido de V. S.
Ricardo Jos de Mendonca, que fra accomme-
liJo de varila no Giquia.
25
OfTicio ao commandante das armas. Expeca
V. Exc. as suas ordens para que toda a torca
disponivel do excrcito existente nesla capital,
acompa.nhe a procisso do Corpus-Chrisif, que
lem de sahirda igreja do Espirito Santo, na tar-
de de 27 do correnle.
Os corpos da guarda nacional, que poderero
marchar, se reunirao aquella orca, s ordens de
V. Exc., que se servir de convidar osofllckies do
exercilo, que se acharem na cidade, para acom-
panharem a mesma procisso.
Dito ao mesmo.Queira V. Exc. fazer reco-
Ihcr ao hospital militar o cabo de esquadra da
companhia de cavallaria de permanentes da cor-
le Custodio Luizde Souza, que d'alli veio como
oidciuwade S. Ex. o Sr. ministro do imperio c
se ocha doente.
Dito ao mesmo. Para cumplimento das or-
dens mperiaes sirva-se V. Ex. de informar, com
lodo a urgencia, sobre o incluso requerimenlo de
Hara Bernardina da Silva, que pede baixa para
seu marido.
Dito ao commandante superior do guarda na-
cional desle municipio.Uueira V. Ex. expodir
as suas ordens para que os corpos disponiveis da
guarda nacional sob seu enromando superior se
reuna-m aos do exercilo, s ordens do tenante
general commandante das armas para acompa-
rem a procisso da Corpus-Chnsli, na tarde de
27 do correnle, servndo-se outro sim V. Ex. de
convidar osotciaes da mesma guarda nacional
para accomparem a referida procisso.
DIAS DA SEMANA.
26 Segunda. S. Estevo Prolo marlyr.
27 Terca. S. Joo Ap. Evangelista
28 Quarta. Ss. Castor Cezario e Agapio mm.
29 Quinta. S. Thomoz Are. de Cantuaria m.
30 Sexta. Ss. Venuslniano e Agripiniano rom.
31 Sabbado. S. Silvestre p.; S. Minervino m.
1 Domingo. Circumcizo do Senhor.
Dilo ao chele de polica.Informe \. S., com
toda urgeucia, sobre o incluso requermeuto de
Francelina Maria de, Jess.
Dito ao inspector da thesouraria de fazenda.
Sirva-se V. S. de nfor sobre o incluso requeri-
menlo de Francisco Jos de Moraes o Silva, em-
pregado dessa thesouraria.
Ditoao commandante superior da guarda nacio-
nal do Limoeiro.Declaro a V. S., com referen-
cia ao seu ollicio de 18 do correte, que a pro-
posta para olTiciaes do eslado maior desse com-
rnando superior foi submeltida ao governo impe-
rial, e pende de solucao.
Dito ao delegado inleriuo da reparlico espe-
cial dos trras publicas. Sirva-so Vmc. de in-
formar sobre o incluso requerimenlo de Francis-
co Pacifico do Amaral, amanuense dessa repar-
tirn.
Dilo ao Inspector do arsenal de marinha.
Para cuinprmentu das ordens mperiaes, baja
Vmc. de informar com urgencia, sobre o incluso
requerimenlo, em que os carpinteiros desse arse-
nal pedem augmento de jornal.
Ditoao cnsul de S. II. Britaiiuica H. A. Cow-
pcr.Communica ao Sr. H. A. Cowper, cnsul
de S. M. Britannico, que havendo urgente ne-
cessidadedese dar outro applicaco forca do
corpo de polica, que, a requisico'do Sr. cnsul
se acha destacadas no lazareto do Pina, d'onde
j lem sahido mullos dos colonos, por cuja cau-
sa se roandou estacionar all a dita forca, ordeno
nosta data que ella se recolha ao seuquarlel.
Fazendo esta communica^o ao Sr. cnsul,
aproveilo a opporlunidade para renovar-lhe os
protestos de minha estima e consideraco.
- 26^-
Officio aoExm. presidente da Bahia.Tcnho a
satisfaro de participar a V. Exc. que Suas Ma-
jestades mperiaes continuara a gozar perfeita
saude, e que a populacao desta provincia nao
tero cessado de dar os mais signiticativos teste-
munhos de respeito, amor e fldelidade, que con
sagra s Augustas Pessoas de Suas Majestades
mperiaes.
Dito oo director do arsenal de guerra da corte.
Passo s mos de V. S. as copias juntas, das
quaes constara as faltas, que se verificaram nos
medicamentos viudos da corle cora destino
Pharmacia militar desta provincia. Communi-
cou-se ao commandante das armas.
Dito ao chefe do polica.Remetiendo por co-
pia a V. S. as infonuaces ministradas pelo ins-
pector da thesouraria provincial e director inte-
| rio da reparlico das obras publicas, respondo
ao oflicio que \. S. me dirigi em 24 de outubro
ultimo, sob n. 1163, relativamente ao eslado da
priso da villa de Taquarat, e ao fornecimento
de diarias aos presos pobres, cabendo-me accres-
cenlar que nesla data recommendo ao juiz de
direito daiuella comarca haja de fazer organisar
0 orcamento dos obras precisas na mesma ca-
deia Officiou-se ao referido juiz do direilo.
Dilo ao director do arsenal de guerra.=^Mande
Vmc. com urgencia foruecer urna bandeira com
seos porteriles ao commandante superior d*
guarda nacional da comarca de S. Anto.
Dito ao inspector do arsenal de marinha.
Mande Vmc. entregar pessoo, que se apcesen-
lar por parte do presdento da cantara munici-
pal il.^Iloavista, Iras barricas de sement de al-
godiCdo Bgypto desuadas aquelle municipio,
Coiiiiiiunicoii-se referida cmara municipal.
Dito ao subdelegado de polica da freguezia do
Exii.Cora o parecer, junto por copia, do con-
selheiro presidente da relaro, respondo ao olli-
cio, que Vmc. dirigi a est presidencia em 4 de
outubro prximo lindo, pedindo solucao das du-
vidas nelle proposlas.
Parecer do presidente da relacao.
Illra. e Exm. Sr. O subdelegado" de polica
da fri'guezia do Ex, no incluso ollicio que V.
Exc. renietleu-ine com ollicio de 15 do correnle
r.n para eniitiii meu parecer, pergunta a V.
*"*''' l-u se as autoridades policiaes, sa-
biudo da cabeca do districto, a requerimenlo de
parte, era desempenho de alguro acto de sua ju-
risdieco, veucein caniinho e estada. 2. Se,
nos crimes julgachis definitivamente, o reo
abrigado a pagar as cosas, logo que lhc for in-
timada a senlenca.
Em resposta ao citado oflicio de V. Exc, to-
rillo a dizerque no aviso n. 33 de 18 de outu-
bro de 1856 encontrar o referido subdelegado
respondida a sua primeira pergunta, e quanto
segunda que nos arls. 167 e 469 oo regnlamento
ii. 120 de 31 de Janeiro de 18i2, acha-se decla-
rado como devora ser cobradas as cusas, c
quando.
l>:to cmara municipal da Escoda.Pode a
cmara municipal da Escada despender at a
quantia de 1:5005000 rs. com os reparos preci-
sos na casa da mesma cmara n'essa villa
Portara.O presidente da provincia, queren-
do evitar o rotardamento do expediente da ad-
niinisiraco da provincia, durante o lempo em
que tem de acompanhar a S. M. o Imperador
as visitas dos eslabelecimentos e obras publi-
cas, assim como as viagens, que O mesmo Au-
gusto Senhor se dignar fazer para as diversas lo-
calidades do provincia, resolve aulorisar o se-
cretario do governo bacharel Jos Bento da Cu-
nta Figueiredo Jnior para assrgnar e expedir
nao s despachos necessarios para a inslruc;o
dos negocios, que tenham de ser definitivamente
decididos pela presidencia, por admiliirem de-
mora ; mas lamuem quaesquer outros despachos
e ordens, que forero a bem do servico pu-
blico, e que, por sua nalureza e urgencia, dovem
ler logo os devidos elieilos, observando-se nes-
ses despachos c ordens a mesma forma usada
as da presidencia, cm cujo uome sao expe-
didas.
Esta resoluco ter a conveniente publicidade
para conhecimenlo d* quem possa nleressar.
Dita. O presidente da provincia, leudo vis-
ta o que requeren Joaquim Pereira Bastos, 2."
escriplurorio da lliesourora de fazenda, e bem
assim a informaco do respectivo inspector, de
1 do crrente, sob n. 811, resolve conceder-lhe
dous iiiozts de licenca com vencimentos na for-
ma da le para tratar de sua saude.
Expediente do secretario do governo.
Ollicio ao commandante das armas.- Rogo a
V. Exc. que se sirvo de manda i inspeccionar o
Graluano Urbano Cavalcanu Florida, que se
oll'erece para servir no exercilo, como V. Exe.
ver da petico, que lhe dever ser presento.
Por autorisaco de S. Exe. Jos Rento da Cuulia
Figucredo Jnior.Secretario do governo.
Dito ao mesmo.Sirva-se V. Exc. de mandar
ispeccionar os reerntas los Ferreira da Silva
irgoliuo Alvea do Oliveira, Joo Lopes da Silva
e Manoel Fclippe. Communicou-se ao chefe de
polica.
Dito ao commandante superior da guarda na-
cional deste municipio.Rogo a V, Exc. que se
sirva de informar sobre o incluso requerimenlo
de Jos Frrncisco Coelho Paz.
Ditoao inspector da Thesouraria de fazenda.
Sirva-se V. S. de informar sobre o incluso re-
querimenlo do alferes do 8U batalho de infanta-
rio Aristides Balthazarde Oliveira, a quem se
refere a informaco do lente general comman-
dante das armas.
Dilo ao mesmo.Sirva-se V. S. de informar
se a collectoria das rendas geraes poder iricum-
bir-se do pagamenlo a que se referen! os papis
inclusos.
Hito ao mesmo,Sirva-so V. S. de informar
sobre o oflicio incluso, que a S. Exc. o Sr. pre-
sidente da provincia dirigi o lente enera!
commandante das arma?, em data de honlem e
sol) n. 1020.
Dito ao director do arsenal Je guerra.Em sua
nM59de28 Je sotembro ultimo, sob n.287,
ins
V
dada com referencia ao re lueriiuonlo de Joa-
inirn Jos de Carvalho Squeira Varejoo declara
V. S. que se roandou pagar a Santiago Moragas
a qumtia.de 30J00fl, importancia de uro sincte
feito nesse arsenal.
Constando, porm, do registro desla secretaria
que por despacho de 7 de outubro prximo An-
do, apenas se mandou restituir o sinete, deque
se trata, sirva-se V. S de informar a este res-
peito.
Dito ao mesmo.Ao alferes Amerco de Me-
deiros e Albuquerque, portador desle oflicio, po-
der V. S. entregar os objectos, que S. Exc. o
Sr. presidente da provincia roandou foruecer
guarda nacional de Gaiauna.Communicou-se
ao respectivo commandanie superior.
Dito ao inspector da thesouraria provincial.
Sirva-so V. S. de informar sobre o incluso ollicio
do director interino da reparlico das obras pu-
blicas, com data de hontem, sob n. 289.
Dito ao director interino das obras publicas.
Sirva-se V. S. de informar sobre os papis inclu-
sos, relativos aos reparos necessarios na cadeia
da villa de Iguarass.
Ditoao director da colonia militar de Pmen-
teras.Sirva-se V. S. de informar se o terreno,
de que tratara os papis inclusos, o mesmo a
que se refere o oflicio dirigido a V. S. por S. Exc.
o Sr. presidente da provincia.
Dilo aojuiz municipal e de orphos do termo
de Pao d-Alho.Sirva-se V. S. de teformar so-
bre o incluso requerimenlo de Ignacio Gomes de
Souza.
Dilo ao commandante superior da guarda na-
cional do municipio de Pao d-Alho.S. Exc. o
Sr. presideute da provincia, antorisando nesla
dala ao inspector da thesouraria provincial man-
dar pagaros vencimentos da guarda nacional
destacada na villa de Pao d'Alho. na importancia
de 298j>220 reis. correspondente ao niez de cu-
bro u timo: assim o manda communcara V. S.
ero resposta ao seu ofTicio de 2 do correnle.
Dito ao commandante do batalho n. 27 de
infanlaria da guarda nacional de Garuar. De
ordem de S. Exc. o Sr. presidente da provincia,
communico a V. S-., em resposta ao seu ofTicio
de 22 do correnle, que nesta data se autorisou
ao inspector da thesouraria de fazenda a mandar
pagar a Joo Jos de Carvalho Jnnioi a importan-
cia dos vencimentos das pracas do batalho sob
seu commando, que escoltafam rccrulas apura-
dos nesse lermo.
Despacho do dia 18 de novemhro.
Requerimenlo do bacharel Francisco Pereira
Freir, secretario da directora geral da instruc-
co publica, pedindo mais 3 mezes de licenca
com vencimentos.Passe-se portarla na forma
requerida.
Dito de Ivo Pinto do Miranda, professor pu-
blico de primeiras letras da freguesia d'Agua
Prela, pedindo uro mez de licenca.Passe-se
portara concede-ido 15 dias de licenca, no con-
formidade da informaco do director geral de
nstruccao publica coro data de 14 do correnle e
sob n. 218.
Dito de Joaquim Gieseno de Mosquita, oflicial
da secretaria ao polica pedindo se mande per o
cumpra-se em o seu titulo de nomeaejio de
the.-oureiro 'ymesma secretaria.Como requer.
Dito de } o Norberlo Casado Lima, escrivo
e tabelli&o de notas do termo do Barreiros, pe-
dindo 3 mezes de licenca. Passe-s porlariae
concedendo a liccnca requerida.
Dito de Jos Ferandes Moiitciro arrematante
do empedramento do 5o lauco da eslrada da Es-
cada, pedindo nova prorogajo de 3 mezes para
a concluso da mesma obra.Informe o Sr di-
rector interino da reparlico das obras publicas
Dito do Marcelino Jos Lopes, pedindo se man-
de certificar pela thesouraria provincial, so Ba-
silio Alvares de Miranda Varejo recebeo ou nao
pagamento dos maleriocs dos calcadas do so-
brado que faz frente para as ras Direita o da
Penha, aos quaes se apossra o arrematante do
caleamenlo das mesmas ras; ese esse paga-
mento ora ou nao ordenado pela presidencia.
Herrcllido ao Sr. inspector da thesouraria pro-
vincial para mandar salisfazer, nao havendo in-
conveniente.
Dito de Manoel de Carvalho Paos de Amfrade,
pedindo licenca para corlar 2 encolamenlos, 20
pranchoes de amarello e 2 embonos de cedro as
mattas do engenho Carassuepe, silo na villa de
Agua Prela.Informe o Sr. capito do porto
Dito de Manoel Rodrigues Machado Lima, pro-
fessor publico da cidade de Goianna, pedindo 15
dias de licenca para tratar de sua saude. Passe-
se portara concedendo a licenca requerida na
onformidade da informaco do "director geral da
inelruccao publica com data de 14 do correnle,
sou n. 217.
Dito de Manoel Fortunato de Oliveira Mello
professor publico da freguesia da Varzea, pe-
dindo que se equipare o que percebeu os pro-
fessores dos Afogados e Poco, a gratificado de
5!lg')00 res, que se lhc d p'ara aluguel de ca-
sa.Indelirido.
Dito de Antonio Borges da Fonseca.Volle ao
Sr. director do arsenal de guerra para mandar
admillir o menor, de quem se trata.
Dilo da direceo da companhia pernambuca-
na.Esperada.
Dito de Ilerculauo Themoleo da Fonseca, e.x-
proca do exercilo.Rcqueira a thesouraria de
lazendj a liquidaco do que se lhe dar.
Dito do bacharel Jos Maria llibeiro.Espe-
rado.
Ollicio do Exm. presidente da provincia do
Rio 'ronde do Norte, solicitando a remessa do
escaler e da lancha, mandado construir no ar-
senal de marinha para o servico do porto da-
quella provincia.Informe o Sr. inspector do
arsenal de marinha.
Dilo do dito da provideia da Parahyba, soli-
citando a remessa da plvora e medicamentos
remeltidos pelo arsenal de guerra da corle para
aquella provincia Informe o Sr. director do ar-
senal de guerra.
Dilo do mesmo, cominunicando faltatejn 25
sobrecasacas para complemento das 20) que fo-
ram pedidas para o meio batalho, solicitando
a remessa dellas. Informe o Sr. director do ar-
senal de guerra.
Dito ri. 1256, do Dr. chele de polica, aprc-
seniando um orcamento dos reparos de que pre-
cisa a cadeia do lermo de Igua^assij.Volto ao
Sr. Dr. chefe de polica, pora inloimar se o de-
legado podo incumbir-se de mandar fazer o con-
cert e lscalisal-o.
Dito n. 812, do inspector da thesouraria de
fazenda, solicitando indemuisaco da quantia
de n8g210 ris, dispcndida pela collectoria de
Villa Bella no mez de Outubro com o sustento
dos piesos pobres da respectiva cadeia.Remet-
tido ao Sr. iuspector da thesouraria provincial
para mandar salisfazer.
Dilo do empresario da limpeza das ras, aprc-
senlando, na conformidade da 19. condi'o do
sen contracto, a planta da cidade com o' travo
geral da eanalisaco.Informe o Sr. director
interino da reparlico das obras publica
' 19
Requerimenlo de Bernardino Bizerra da Silva
carrereiro da cadeia do Buique, pediudo paga-
mento de scus ordeuados.Informe o Sr. iis- '
pector ua thcsouiaria de fazenda.
Dilo de Francisco de Freitas Gamboa, pedindo '
que o produelo ad representado dada no thea-
Iro no anuo de 1812, de que o supplicanle fez
doarao a projectada casa de correccio, teja ap-
plicada ao a/.ilo de mendicidade. Informe o Sr
inspector da thesouraria provincial.
Dilo do Joaquim Canuto de Santa Anua pe-
dindo pagamento de ordenado do pharmceu-
ttco Jo presidio de Temando, Arscnio Gustavo
Borges, de qiim 0 sopplicaiilc c procurador. i
ENCARREGADOS DA SBSCRIPCAO NO SLL.
Alagoas, o Sr. Cloudino Falco Dias'; Baha, o
Sr. Jos Marlins Alves ; Rio de Janeiro! o Sr.
Joo Pereira Marlins.
EM PERNAJMBUCO.
O prcprielaro do diario Manoel Fiiiieiroa da
Fara.na sua 1vrariapraca da Independencia ns.
6e8.
o Sr. inspector da thesoururia de l'a-
Inform
zonda.
Dito do padre Jos Gregorio da Silva Carva-
lho, esmoler do gymnasio, pedindo 2 mezes de
licenca para tratar de sua saude.Informe o
Sr. director geral da inslrueco publica, ouvin-
do o regedor do gymnasio.
Dito de Manoel Simplicio Correia Lia], pedin-
do se mande alistar no exercilo a uri seu ilho
do mesmo nomo.Como requer, sendo o me-
nino aprescnlado ao quartel general para ser
inspeccionado.
Oflicio ii. 1011, do lenle general comman-
danie da armas, opresentando uui requerimen-
lo do lente Henrique Eduardo da Cusa (lama.
Remetlido ao Sr. inspector da thesouraria de
fazenda para mandar salisfazer.
Dilo n. 1252, do Dr. chele de polica solici-
tando se mande entregar 2 algemas e 6 pistolas
ao subdelegado do Poqo da Pauella, que os so-
licita. Bemellido ao Sr. director do arsenal de
guerra para mandar salisfazer.
EXTERIOR.
Riorganisnero dos bancos^
Bruxellas, 25 de outubro de 1859.
No momento em que se agita na Russia a im-
portante qnestoda reorganisaco dos bancos, de
que agora nos falio as nossas coirespondencias
linaiiceiras de S. Petersburgo, coimr de certo
oflerocer aos nossos leilores a segunte Memoria
dirigida ao governo imperial pelo seu aulor :
A primeira obrigaco que se devem impor aos
que sinceramente desejam dar seu concurso ao
inelhoramonto do eslado das (naneas sem
contradii'co, a do esbocar, primeiro quo ludo.
um quadro liel da situaco, afim de assenlar o
seu juizo sobre solida base, e formular proposi-
tos accordes com o fin ortico que procurara ai-
cancar. Cunipriremos esta obrigaco ero toda a
extenso dos ineios que esto ao iiosso alcance,
depois indagaremos as causas leaes das diiTicul-
dades que surgem. Emliin exporeuios os meios
propros ero nosso entender para remdiar o mal.
Qual cnto a situaco ?
Pelo relalorio do ministro da finan cas de 12
agosto ultimo, a divida geral do Eslado "compre-
hendia cm 31 do dezembro de 1857 2,369 milhoes
dos quaes 735 milhoes de papel moeda
De onde se segu que o Eslado em 31 de de-
zembro de 1857 era devedor aossuus credores de
de 2,369 milhoes constituindo o seu passivo.
Conforme esse mesmo relalorio, o Estado pos-
suia na mesma poca, em especiaos, a quantia de
119 milhoes, e era fundos eslrangeiros a de 22
milhoes, um total pois de 141 milhoes, que cha-
maremos o seu activo.
Reduzindo o que precede mais simples ex-
aresso, adiamos ao lado de um passivo de 2369
milhoes um activo de ll milhoes.
Tal a situaco.
Passemos ogora ao exorne dos elementos que
conipoe esse passivo.
A divida consolidada compc-sc em parle de
eroprestiiiios nao pagaveis e em p;irle de enipres-
I timos pagaveis a prazo. Subindo a 519 milhoes
o encSrgo que o servico do seu juro e de sua
-amortizaco impe annualmcnte ae Estado qua-
jsi que nao vai alm de 30 milhoes de onde se
|segu que com to moderada consignacao annua
jessa divida Picar paga no breve espado de 3S
anuos.
Pondo esse engargo em frente dos immensos
recursos do Imperio, e parecer.-vos-ha de mini-
ma importancia ; ide odiante, coroporai a divida
i consolidada da Russia coma Sos outros paizes,
altendendo aos recursos de que esses dispoeni,
; c recorihecereis que a gituaclo financeira do Im-
. perio, quanto ao que diz respeilo a sua divida
consolidada, se aprsenla debaixo de ura aspecto
infinitamente mais favoravel do que cm lodos os
oulros Estados.
E' verdade que nao poder ser contestada, e
igualmente evidente que o encargo por essa di-
vida imposto nao pode ser causa de embaraces
Dnanceros, e ainda menos de difliculdades reaes.
E at se (uizernios accrescenlar aos 3S niilhes
cima indicados cerca do 15 milhoes para c ser-
vico do juro o de amortizado dos 102 milhoes
de bilhcles do thesouro, o que elevara a 45 mi-
lhoes o encargo annual, compre ainda reconhe-
cer que a importancia relativa desse encargo lam
bem nao pode ser motivo de apuros para o the-
souro do Imperio.
S resta pojs indagar o mal que poderla nica-
mente exisiir na parte da divida fluctuantc exi-
givel a lodo momento.
Essa divida, como cima dissemos, se compoe
do 1,013 milhoes, vencendo 3 0|0de juros, pa-
gareis vista, ede-735 milhoes de papel moeda
que nao venco juros, em tola! 17 8 milhoes.
Notemos bem :
o ) Que a primeira dessas sommas, 1013 mi-
lhoes, igual ao dobro da importancia da divi-
da consolidada ;
b ) Que a segunda, 735 milhoes, to forte,
ainda depois de deduzir-se dola o activo do Es-
tado, isto depois de deduzdos os 141 milhoes
do especies e de fundos de reserva, como a im-
portancia toda da divida consolidada :
cj Emflm, que essas duas dividas flucluanlcs
reunidas nos das o triplo da Importancia da divi-
da consolidada.
Caso igual nao se acha cm parte alguina, em
riaiz nenuuro existe divida publica com juro.-, cu-
jo pagamento seja exigivrl vista, pois reco-
riliecidn que dividas taes Irazem sempre as mais
serlas difliculdades.
Aprcssnmo-nos porm de proclama-lo, a mor
parto dessa divida fluctuante, a saberos 1,013
milhoes. longe de ler sido contrahida para occor-
j rer s despozas do Estado, s leve por fim e isso
j com o mais ve: li?ado desinleresse da parle do
governo, o bem estar de urna parte de seus sub-
ditos.
Com eflVilo, os capilaes que consliluem essa
divida foram de um.lado aceitos pelo governo
vista, isto com a obrigaco de serein pagos em
lodo lempo o a toda hora ; por outro lado esses
miismos capilaes foram emprestados pelo Estado
sobre bypothcca em termos mais ou menos afas-
tados, na lonvavel inlenco de suMrahir os que
carecem de emprestimos s exigencias onerosas
que os emprestimos usuraiios Ihes teiio feito
supporlar.
Essa duvida pois por sua nalureza essencial-
nienle interior ; representa as economas do paiz,
ccpniniias livromente confiadas ao governo urna
laxa de juro inferior ao de todas as divides con-
solidadas da Europa.
Ouc prova mais cmplela da nexhaorivel ri-
queza dos recursos naconaes 1 Que prova mais
irrecusavel da confianca inspirada pelo governo?
Passnodo aoexame da constiluico dessa divi-
da, convenecr-nos-hemos do qu, no poni de
vista de urna operaco Qnauceira, asscnla-so em
una base emincnlemonlo defeituesa, pois obli-
ga o Estedo a pagar a todo momento os roesraos
capilaes que, por elle empregados em hypothc-
cas. nao lhe sero pagos seno em termos que
variara ale 37 anuos Ora, se ha prim ipio ge- i
ramente reconhecido por falso o do aceitar,
cora lencode empregar em longos prazos, di-
nheiro quo pode ser reclamado a cada lisiante.1
A experiencia prova que os pedidos de pagamen- '
to sao sempre quando o devedor est menos me
eslado de salisfazer; e se por desgraca o deve-
dor o Eslado, nao ha que secobrir que, quanto
mais paleles forero} os seus apuros, mas lucro
acharao rs seus credores em retirar os seus fun-
dos, eaproveitar esses apuros para coagir o Es-
tado a tomar emprestado por jura mais alio para
fazer fronte a seus empenhos. Ao depois ellos
se prcssan era rcstituir-lhe, a esse juro mais
alto, os mesmos capilaes que com essa mesma
esperance tinhao reinado.
D.ihi se segu que todas as obrigaces ou em-
prestimos exigiveis vista devem ser cuidadosa-
mente evitados, e que se urna necessidade abso-
, lula a isso coagir, cumpre apressar-se, lugo que
est ella passado, de mudar a nalureza de laes
emprestimos.
i Conlrahir volunlariamenlc semelhariles divi-
das um suicidio.
i Tal todava o syslema seguido at hoje pelos
bancose insliluiooes de crdito.
As regras defetiiosas de sua organisaco de-
vemos allribuir essa enorme divida exigivcl
vista, o cm quanto continuaren! a funecionac
.conforme as mesmas legras, avullaro os apuros
ti ii a ri coi ros do Eslado.
Sua reforma nao pode, pois, aprsenla* difl-
, cuidado sena ; pois o Estado possuindo ura pe-
|nhorem hypothecas perfeilamente satisfactorio
I para os emprestimos que fez do dinheiro depo-
sitado nesses bancos, bastara de um lado que os
que lomassera dinheiros einpreslados pagassem
regularmente seas dbitos em capital c juros aos
| bancos, o de outro lado que esses bancos ces-
sassem de fazer novos emprcstinios, para que a
SOmma toda que foi adianlada desse modo vul-
lasse no esparo de 37 anuos.
Dahisegur-se-hia urna recela media e annua
de. 30 milhoes, pagas pelos devedores.
Essa receila annua do :i0 milhoes, accrescen-
lada s reservas exislentes, e junla as medidas
que vamos propor, bastara para pagar os cre-
dores dos ditos bancos, e, no caso mu duvidoso
do contrario, seria faril adiar as mesmas fon-
tes que deramao Estado o dinheiro por elle em-
prestado os meios necessarios para cobrir o de-
licil, se alguin dia este hottvesse de apparecer.
As medidas coja adopeo recommendamos,
sao em primeiro lugar:
a ) Que os bancos cessem de aceitar capilaes
exigiris visla, e de emuirV novos bilheles com
juros, e como consecuencia necessaria dessa me-
dida ;
b ] Que cessem deadianlar dinheiro, como al
agora lem feito, sobro hypolheca a prazo ;
E lora de duvida quo, desde que os bancos ino>
aceitaren] mais depsitos e cessarom de emiltir
h:.leles, os bilheles j em circulaco sero pro-
curados por aquellos eajos fundos liouvereiu os
i bancos recusado, e sso lalvez que at com uro
agio.
c) que os bilheles actualmente em circulaco
I conservera intactos todos os seus previlegios o
: vanlagens, ccontnueiu a dar o mesmo premio de
3 por ceulo.
' d; que o premio pnssa sor recebdo indepen-
, denlemeute do capital.
Enlo que emprego mais vantajoso podeui os
fundos adiar ? Sendo sempre lquidos os bilhe-
les, erobora vencendo premio, pode-se com cer-
teza admillir que o pedido de pagamento, mesmo
a principio, nao s nao exceder os 50 milhoes
do entradas annuaes, mas que, conforme, leda
probabilidade, lieor sempre abaixo desse algaris-
. roo, para diminuir de armo era anno ; ser urna
[uencia razoavol das vanlagens offerecidas
por esse em prego.
| e) que seja reservada, alm disso, a esses bi-
I Hieles a facubiade de seren convertidos, a pedi-
; dido dos portadores, em obrigaces consolidadas
ilo Estado, sob coadcoes que cumpriria restabe-
lecer.
E igualmente do prever que a consolidado da
parle desses bilheles ser procurada em rnuilas
occasles, como tambero devora ser aconselhada
, aos ostabelecimentos do Imperio, que ah lem
empregado suas economas, eisso concedendo al-
guraa ranlagcm de juros nos que se servissem
dessa faculdadc. Essa meJida, que considerarcl-
| mente alllviaria a divida pode ser de mxima im-
! portancia. Adoptadas essas propostas, as institu-'
eoes de crdito podero sur ranlajsamente subs-
tituidas pela livre creacao de bancos hypolheca-
nos territoi iaos com capilaes sociaes.
Pelo que respeilaao banco de commercio, com-
pre confessar quo a influencia desse eslabelcri-
menio lem sido ot hoje de poica ulilidade para
as financas do Imperio e de se :undaiia im| ortan-
cia pora as relacocs commerciaes.
Todava de primeira ni -idade, c como se-
guimmlo immediato da i;o dos oslaui
mritos de crdito cima .. 'os, o da realisai-o
das medidas que pie; r da crcaco'de
; ura banco da Ruma, fundada .-ora um capital
, social como os bancos de Inglaterra r de Fi
_Um esbabelecinii nlo > geni rodessasinstili-
koes naconaes ura a prosperidade do Imperio
urna necessidade de aclualidade, se so quizer rea-
lizar as reformas sera violentos alalos, e assen
lar asfinangas sobre as bases solidos que lhc of-
fereccro os icos c inoxhaurivels recursos do
paiz.
Esse banco loria por missao executar todas as
operacoes linancciras que o g iverno emprehen-
, der.
Abolir onerosos monopolios, vivificar a cir-
enlacio monetaria, aluciar todas as iransaccoes
| commerciaes,
Sua essencia deve fic.nr (olalmenlc alheia a to-
da a casta de operacoes chamadas de banco mo-
I vel ou entras desle genero.
E aqui seja-nos dado declarar q-ie seria do
mais fun lo ou tero pensament de com
|o impulso que se manifesta no espirito de em-
piezas, ou querer arrojo-lo para conseguir os
seus meios de aeco sobre as pracas eslrangc-
ras.
Favorecer todo projeclo vanlajoso c semear pa-
ra rolher, dohrar as economas do paiz, crear
recursos cortos!
Laucar taes empresas sobro as pracas eslran-
geiros nao mais do que pagar ao eslraugeiro
um premio sobre o beneficio que o paiz liouvcr
colindo.
Pois se a empreza '.antojosa, os rapitaes do
paiz nao deixaro de nella mivolver-se, e deve-
, rao descontar, sob a forma de agio, aos lninquei-
ros eslrangeiros, urna parte dos benelicios quo a-
. qui loriara ellos tiJo.
| Ocxemplo de urna operaco dessa ordem seria
I fcil de citar. E j que estamos no captulo do
eslrangeiro, digamos aqui todo o nosso ponsa-
inentp.
A Russia pode som exageraco ser considerada
como a Ierra mais abundante'em riquezas nalu-
raes. A Russia, pela sua importancia territorial,
tem lugar na primeira linha dos Estados da Euro-
pa ; estar pois obrigada a conlrahir erapieslimos
era paizes eslrangeiros cora onerosos encargos,
quando em seu proprio seio aprsenla o espect-
culo nico da enorme somma de l.t milhoes
Ii' r miente confiados a juro de 3 por cauto por
seus proprios subditos?
O simples facto de estar a divida consolidada
contrahida no eslrangeiro, colada a urna laxa
muilo superior ao preco doemiss&o, prova quan-
to taes emprestimos foram onerosos, pois nao .'>
a laxa mais alta do juro recabe sobre o paiz, co-
mo, alm disso, Oca onerado com as enorme.- dif-
irenos que sedo entre o proco da qmisao e as
i'otaces.
Contrate a Russia OS scus emprestimos cm S.
Pelerburgo, sua capital, nao pague seno em S.
Petersburgo, venhara nella buscar os lucros que
o crdito no que ella dspoe a leva conceder aos
seos empreitadores.
No porvir recorra a Russia s ionios que com
lana confianca lie esto a bertas, allivic-sc des-
ses impostes pagos ao eslrangeiro.
Os que voluntariamente confiaran! os seus ea-
pitaes a 3 por cenlo nega-los-bie por ventura
quando gozaiem somonte de urna paito das van-
lagens concedidas aos capitalistas dor paizes es-
lrangeiros.'
Curopro eslabclcccr a sdc do iredito c das o-
MUTILADO


(2)
DIARIO DE PERSAMBUCO. TEHgA FF.IRA 27 DE DEZEMBftO DE 1859.
;i s ip lia con-
f.
pciacoc iinaiieeias iiiiai' se Kiiit
flanea nacional, cujas proras sc lo nianilcs-
las."
Tu-.loqnanlo prccoJe d iva fcilmente adivin-
linr qne ein nossa opiniao o estado das Qnances
nao indica a neccssidade do nm omprost'uiio, no
qual nao poderian.os vi r vanlagem olguma.
Nao somos des que suppoeque un crapreslimo
contrahice om praoa estrangoira podoria reslabe-
li ir o cambio, Semelhante empreslimo nao po-
derla exceder o valor do KK) milhoes, e al que-
ciiius adniillir que esses loo millioes fossooi im-
portados Pin oiuii. o quo levara a reserva do Ihe-
sooro de 119 a 219 milhoes.
Qual seria a cousequencia do tima chamada
lao enorme de especio ?
Ko seria fazer immedialamcnte subir de modo
sensivel o valor do ouro ciu lodos os mercados
da Europa ?
L cmn taes ajns icios, que encargos (raa o ac-
qnlscio do ou .'
E quando com duros saciificios houvcssc ad-
quirida esse ouro, seya prudente etnprega-lo
para reassumir'os pagamentos ein numerario f
E se os nao reassnmissem, onde estara a van-
lagem eicohva do nm einprestiiuo?
O valor do popel-moeda era nada loria aug-
nicnliido ; polo contrario, ainda perderja pola,-l-
la do preeo do ouro em todos os morcados rs-
trongeiros, e pela sbita reexportado que so lhe
nria.
Assim tambora o alia pnssagoira do cambio, quo
o empreslimo provavelincnle provocara, s da-
lia urna inclicaeo f11 a z do valor do papel moc
da, neis desdo que a cansa quo beuvcr motivado
essa alia, a saber o recebimcnlo do empreslimo,
tivesso cessido, o cambio rahiiia em um estado
de prostra.o ainda maior.
cima dlssemos que os embararos fliiauceims
devinm sabir da anomala quo nos aprwfenla a
divida flurtuanlc, que se divide 1,OS milhoes a
3 por rento, e em 735 milhoes do panel moeda,
seni juros. Indicamos como, no nosso modo di
i'v.Mrm entre osejous par/es usilous guvernos ; abuso e irre^ulariitaues, para depou desse eita-
o nao mesera difTul cumplir tTo agraoavel do- | me serom lomadas providencias enrgicas,
ver, se, como spero, merecer indulgente bono-, Bem llio di/.a eu quo o Sr. I)r. Cardoso nao ia
valencia do Ilustre c venerando presidente da I mal olhando cotn desvelo para os nossos ncleos
grande naoo americana. .. | coloniaes.
Nos jomaos dos Estados-Unidos deparamos! Tenbo eonviceo que muiln mais se pode a-
com o transumplo da reposta que ao Sr. conse- i zor, se da paito da presidencia o zelo nao afrou-
Iheiro Miguel Maria Lisboa deu o presidente da
L'niao Norlc-Americana.
Esle transumplo como segu :
O presidente manifestou quanto lhe ora gra-
to receber ascrodenciaes do Sr. Lisboa, e, enra-
receudo a boa c esclarecida poltica com que lem
procedido o governo biasileiro, assim se enun-
cou :
Que, mautendo elle a paz interna, havia-se
frito respeitar por todas as outras nacoes, des-
empenhando os seos deveres no paiz c fra delle
com summa liabilidadc cosmelhores resollados,
e que O povo umeiieanooseu governodesejavnni
sinceramente que o Brasil couliuuasse as mes-
mas vas de prosperidade e grandeza.
Acrrcsrciitou o presidente que os dous pa-
ses achavam-se reciprocamente ligados por inlo-
resses couimcrciaes; que os Estados-Unidos po-
diam supprir n Brasil com artigos de sua produc-
eao, importantes e de primeira neccssidade, que
ello nao produ/, c que por oulro lado o Brasil
Ibes poda ornecer aquolles que nao produzem
os mcsinos estados.
Sondo islo assim, eontiiiunu o prcsidenlc,
polo commerrio nao podoria deixar de ser pro-
raovida prosperidad'- dos dous paizos. Esle
commerco aiudii esla\a milito acanhado, com-
quanto algumns das mais onerosas restrieroes
livessom sido ltimamente
de escala, por parte do Prasil.
O presidente conliava em que proseguira o
chsr, como docrere esperar da solicltiide qiie
tanto a distingue.
S. Exc. chegando provincia conheceu tanto
as cousas da colonia do Jatahy, que pedio logo
io governo imperial quem substituisse o director
que l eslava.
Nao faro com isso injuria ao juizo monos fa-
vorovel contra a integridade do major Mttniz:
pens, porm, que S. S. niio c o mais azado pa-
ra eslabelecimentos taes
O mesmo acontece cora o aldeiamenlo do San-
Pedro de Alcntara, dirigido por Fre Temolhco
de Castel-Nuevo*
Esle frade nao queria dar obediencia ao dolc-
< Arl. Z8. A. It. l.'iii rosolvi.lo
com S. M. It adoptando os mais elTica/os meins
do conseguir urna gradual abolicio do commercio
do* escravos. S. A. U... se obliga a que. aos
seus subditos nao soja permitlido conlinuar o
commerrio dos escravos em qualquer parte da
cooperar i dn It ii, o fii outras partes pelo ivernador o ca-
pilo-general.
Art. 5. Cons ni. ai ambas as parles que os
navios de guerra que para esse fim sr nrbarem
munidos do instrueeo.es especiaos visitera os
morcantes que hoiirer motivo rizoavcl de se sus-
dianfle, para
que compraiu
Costa d'Africa que nao perlenca actualmente aos peitar lerer a bordo escravos adquiridos por
dominios de S. A. R. nos quaes este trauco ha rommercio Ilcito. Os mesmos navios de
ja sido desconlinuado e. abandonado pelas polen-1 ra podarn 'mas somonte no caso em que de fac-
is e estados da Europa que all antes negocia- to se aehem escravos a bordo' detor e levar os
ram, reservando coniiudo aossons proprios sub-
ditos o diicilo de comprar o negociar cni escra-
vos dentro dos doOBOlos, da frica da cora do
Portugal.
Arl. 2", addicionnl e secreto. S. M. B..... se
obfiga a em pregar sua inlerposico para alcsncar
a restituicao corda de Portugal dos territorios
de Olivenca c Jurumenha..... c prometi ajndar
com loJa a sua influencia as tentativas que a
corte do Portugal far, por occasiao da pazaeral,
para o restabelocimonto dos anUgos limites d
ditos navios, |ni do os fazer julgar pelos Irib-'
11 eslabelrcidos para este effeito. Bem en-
tendido, que os roimuandantcs dos navios do
guerra observarnslricta e exactamente as ios-!
truecoes. As doas partes so abrigara indcrani- ;
sscfio das perdas quo os seus subditos houvcrera I
desoftrerinjustamente pola detoneao arbitraria !
,c sem causa legal dos seus navios, sendo n in- !
demniasrao ,'i cusa do governo do cruzador que
praticar a arbiirariedade.
< Art. f5. Os cruzadores portugue/es ou brasi-
corte, que seguiremos iraqu em
i'oiumodidade dos nossos Icilorcs
buhles deesas loteras.
Foram ecolhidos i casa de diiomau
No dia 22 do rorrelo, tmente 1 homenj li-
vre, ordetn do subdelegado de Jaboatao
No da 21, 1 homem livre o 2 escravos,' sendo
i 2i ordera do delegado do 1 dislrielo, e 1 i d
subdelegado da Boa-Vista.
No da 2i, Sbomcns livres, 1 eacravo e 1 mu-
Hier lire ; sendo 1 ordem do Dr. chele de
policio, o 3 do delegado do Io disliklo
No ia 25, 3 horneos livres, t escravo e 2 mu-
Ilieres livres, sendo 4 ordem do delegado do
1 diflriclo, e 2 a do subdelegado de S. Jos.
O balad trassatlvxtico O balao gigan-
tesco de M. F. S Carliccourt Lowe diz o Corre.
d'js Lslados Unido prometU fornecer aos jor-
naes occasiao para lanos ou ma.s artigos, do
quo o rapor Great-Caster. Priiueiro as suas di-
emovidas, e cm gran-
chamada a cenias, e que as lem prestado com in-
leireza e honeslidade, bem como conheee ago-
ra a compotencia do delegado, sou choto na pro-
vincia.
Assim ludo, na innha Ierra ; e crea o digno
presidente que proporcao que for enminhando,
encontrara irahalhos incessanles, que soem
sempre apparecerem provincias novas como a
nossa.
E se nao que o diga a portara dirigida por S.
Exc. ao lonenle-coronel Biltencourt mandando
lonias de Bussju e Cacheo.
\cio no anuo seguinte o ainda mais famoso
tratado de 19 do fi vereiro de 1810, o qual d-
lo 28
quedes que se
acharem a bordo dos navios portugueses liajam
sido lira los da parto prohibida da costa d'Africa.
\it. 7 [Dispbe quo os navios de guerra sejam
poisde (er litleralmento repelido o artigo 28 e 2" munidos denlas instruccoes. e quo nestas se nao
dos secretos, scresconteu a esle ultimo as seguin-1 tacara mudencas scnaotle comnium accordo.]
tes disposices Arl. s IMabe'.oce duns coramissos mixtas,
Potcm deve ficar entendido quo a eieccaolcofll numero igual de individuos das duas na-
da segunda clausula deste artigo secreto, quo : cues, nos dominios do ro fidcsslmo no Brasil e
a cessao de Bissau e Cacheo, deve depender in- do britannlco na costa d'Africa. a arbitrio quan-
sua biographa, pos-
dados.
mede 350
a .1
imperio nossa poltica, porquanto, qualquer me-entrar com aquantiade -100J existente cm po-
dida que lenda a augmentar o comniercio entre der do mesmo icnento-coroncl ha quasi dous
os dous pai/os, viria a ser um elemento addicio- annns para serapplicada s obras da igreja, que
nal para a prosperidade de ambos. tanto della carece.
O presidente concluio por saudar pessoal el Que o diga mais a portara doS.Exc. dolermi-
vor, a primcua
dar.
Qiianlo segunda destas, IstO 0 papel-raoe-
da no valor do 783 milhoes, nao pode do corto
entrar no pensamonto do governo senao Iraze lo
a limites saltares.
Nao ha, na nossa opiuiao, perigoalgum em es-
perar: londo o papel un curso perfeilo no inlr-
rior da Europa, as medidas financeiras aupra-
nu-ncionadas, juntas accao do banco di II
serio suflicientcs para suspender qualquer depro-
ciacao.
unta accao perseverante de mortizaeao levada
a parte da' divida flucluantc com juros nos pare-
ce por ora o meio mais vanlajoso de firmar o pa-
pel moeda, meio que ao depots poderia ser refor-
cado, quer polo mcedento das receilas applieado
piopria amorli/aciio d>> papel, quer, so noecs-
gario tur, pelo-empreslirao feito nestas vistas na
Russia, onde se ochara facilmcnlo o dobro do
quo so poderia ochar nos mercados estraogeiros,
o isso com a ractade dos oscargos que l seriao
imposlos.
E pois certo que no din era que se vollasse aos
pagimenloscm numerario, o papel moeda licaria
ao abrigo de qualquer oscillacao.
Parece-nos de absoluta neeessidade, agualdan-
do essa poca, que o banco da Russia, cuja crea-
rao preconisamos, compro e venda ouro ao proco
do mercado.
Desdo que se obtiver a segoranca de poder
sempre obter ouro, o valor do papel restabeie-
cer-se-ha gradualmente sem provocar desastro-
sos abalos e sem perda para o Ihosouro.
A reserva de 119 milhoes, so deve soi deslina-
da a sustentar o valor do papel-moeda, de todo
ira nica?., conservando-se inerte,compre reconhe-
ce-Io; polo contrario, oslando [insta do modo a-
iima indicado disposico do publico por inter-
medio do banco da Russia, ni i deixar a sua ac-
po beneflra do trazer os mais felizes resulla-
d< -.
O valor do ouro abaixar medida quefArces-
sando a neccssidade cansadora da alta, assim co-
mo o podido para a exportacao diante da impos-
sibilidade do obte-lo.
Resumamos
Depois de ler esbocado a largos traeos a si-
tuaejo, julgamns poder tirar as conseruencias
segua'es :
1." Que os empenhos do Estado, comparados
aos seus recursos, sao mili levo.;, e al mais le-
ves do quo os do quaesquer Outros poi/cs.
2." Quo defacto nonhuui ombaracu financeiro
deverla existir
3." Que so esso embarace appareceu, nao pro-
vm da deficiencia dos recursos do p.-.i/, npm da
i i i, :.i_ao das suas despezos, mas siniplesnieni-
do um systema financeiro que nao soube apro-
voitaras riquezas do imperio.
-." Que pois O remedio tanto mais fcil, quan-
to se acha na reforma salular desse systema, o na
sua racional appropriacao aos recursos quo lhe
sao traqueados.
5." Que toda accao sobre o systema moneta-
rio para obter resultados eslaveis deve ser gra-
dual.
6." (.me esses recursos sao largos, o. ampla-
inenle suffirieiilcs para as nocossi lados.
7.* Que a opiniao de quo os capilae; estran-
geirosso indispensaveis para procedo:- se a una
reforma errnea : os recursos quo para seme-
lhante lira se tirasscni do estrangeiro snriam de
eerto iusufficientes, e arrastariam imitis sacri-
flcios. \
8.a Que os capitaes estrangeiro: podem ser
litis para a fundaro d ostitaicoi de crdito
caso devem os capitaes vir i ro-
cuinr o favor do senemprego.
9." One para darern bous fru ios. ludas as me-
didas de reforma indicadas nesta memoria de-
vem sor seguidas com perseveranca, energa c
simullar.eidade.
i!.' (.loe deesa simuttaneidade resultar em
i : .o urna estabilidado quo trar ao imperio as
riquezas das nutras nacoes, vivificando-as que eui
lau grande numero sao por ello possuidas.
Parece-nos suporfluo notar, antes do concluir
osla memoria, que as medidas indicadas nao po-
deiii ser consideradas seno como parto da re-
forn a goral das linancas.
Nosso Um, mostrando as causas que.lrouxeram
una npparencia do embarace, nao fui seno fa-
zer sobresahir com mais forca o< poderosos moios
possuidos pola Russia, c o favoravel sitnaro li-
nanreira por ella apresenlnda, em compracSo
rom os outros Estados da Europa.
Quanto a tirar dessas tontea todas as riquezas
que offercrcm ao Estado, quistan que s servi-
lla para complicar esta Memoria.
Mas so as vistas indicadas pndorem lar o me-
recimento de encontrar-so rom as do governo
imperial, estamos promptos para formular com
prensao toda proposico quo so ligasse ao nm
patritico que nesla Memoria procuramos al-
cancar.
[JVojrf.l
Jornal do Commerciu do Rio.)
leiramenlc da execuco da primoir.i clusula quo
ellcconlm, que 6 no caso de plena e intoira
restituicao cora de Portugal pela corlo do
llcspanha dos territorios de Olivenca o Jerume-
nha, e no caso do restabelecimentn dos antigos
limites da America potiogueza do lado do Gayen-
a ; e consequentcmento que este artigo secreto
to localidode, do r >spc rtlvo
Estas
dessaa dividas se ha de liqui- corilialmente ao Sr. Lisboa, com quem havia foilo nando que um boticario aqui existente entre tam- i ou devora ser excrulado na sua totalidade e
conhecimenlo quando secretario de oslado no ga- bem para a thesouraria com perlo de 2-0009, im- tedas as suas parles, ou ficar millo o sem emito,
billete de Mr. l'olk, sendo desdo enlo conhecido portnncia de urna botica, mandada vir para a no raso em que as eslipulaces da ni
como hbil diplmala. I santa casa da Misericordia desta cidade, e a qual
No anno de 187, cm viagcni de Venezuela I foi por ordem do viro-presidente Carvalhes, ha
para esla cc'irte, passou o Sr. Miguel Mara Lisboa tambera dous annos, entregue ao dito boticario,
por Washington e foi opresenlado a Mr. Bucha-
nan, cntaosocrolario do estado, pelo Sr. Gaspar
Jos Lisboa, que era nosse anuo nosso ministro
nos Estados-Unidos, ao que alinde o presidente
cm sua resposia.
As nossas rehenes com os Estados-Unidos,
como se vf das pecas cima transcriptas, conti-
nuara no mclhor p de cordialidade.
ltVHIV.
14 de on tiibrn
Recbenlo o grao de dentar era medicina pola
aculdade da Baha osseguinles senhores :
1. ApollinarioQuiutinoTcixoirade Souza Haraj
Rio de Janeiro.
2. Aleebiades Jos de Azevodo PediaBaha.
3. Americo Alvares Guimaraesdem,
i. Antonio Litis de Almoidadem.
5. Augusto Noviaidam.
G. Augusto Pedro de Alcntaraidoni.
7. Alvaro Morena Sampaioideni.
8. Pedro Jos Pereiraideni.
9. Podro Mauricio Enibirnssidem.
10. Vicente Ignacio Pe oirRio Grande do
Norte.
11. Domingos Carlos da SilvaBabia.
12. Ernesto Mondo de Andrade e Oliveiradem.
13. loaquiui Francisco Goncalvesidora.
14. Levino de' Bastos Varelaidem.
15. Jos Marques da Silva Baslosdem.
15 Alfredo da Bocha BaslosPeruamhuco.
17. Jos Alexandre Soeiro de FariaRio de Ja-
neiro.
18. Odorico Firmo da RochaBaha.
19. Mnoel Ribero Comes da Silvadem.
20. Manool da Silva Dallro Brrelodem.
21. Joba Francisco Regsdem.
Z'. Joo Raymundo Pereira da Silva Maranhao.
23. Virgilio Climaco DamazioBahii.
24. Joaqum Augusto Moni/. Brreloidura.
25. Jos Ferraz de Oliveiraidem.
2C. Luis Carneiro da Rochaidem.
27. Luiz Garcez da Silva Lopoidem.
28. Jaymc Olivaidom.
29. Ha noel da Silva llora.iodem.
30. Graciano dos Sanios Novesdem.
31. Jos Jusliiiann de Moura Cosaidem.
32. Jos Oas de Andradeidem.
33. Francisco Jacinlho Pereira da MollaCear.
S. iielbo Ferrara deGouveia Pimentei Belleza
Maranhao.
Foi urna bella testa de lollras ; grande numero
de pessoas gradas afiluram a assislir a soerani-
dado ; os sons da msica eucliiam o recinto. A
voz do joven orador pronunciara, terminando
seu bollo discurso, estas dignas e nobres palavras
que acordavam n alma do auditorio urna sublime
aspiracao :
Coragom mocos do seculo XIX :Rude a
empreza; grave a responsabilidad; dolorosas
as derepedes;mas o objecto nobre, gloriosas
as victorias, o sirblimo u sacerdocio 1 Empcnhai-
vos em vosso itinerario, com a cabeca trasbor-
dando de sciencia ; cora o coracao abrasado em
caridade Empenha-vos, coas lodo o ardor desso
sanguo americano ;e a almosphera, que respi-
ra rdes ser purificada, pelas ben;os da huma-
nidade ; e o preno do vossos labores, le-lo-
beis : agora, as alegras extremas de vossa
consciencia ; mais lardo, as recompensas neffa-
veis do tribunal que so nio vende porque o
juiz ebi Dous.
Eleit'o provincial.
SfclMO OISTRICIO.
[Collegio de Cura vellos17 eleitores.',
Comniendador Silva Uaraoa.
Iir. Cileao Jnior ....
Br. Uosta o Silva.....
10. Pedro Gaetaao ....
Dr. Sebaslao Cardozo.
Dr. Cunha Madureira .
Concgo Rodrigo......
Brigadeiro Jos de s. .
Capilao Jos Nabuco.....
Dep litados.
Dr. Manoel Jos da Costa e Silva
Dr. Caetano Vicente do Alraeda
loo Jnior..........
Coinraendador M. Silva Baraua. .
Supplenles.
Dr. Pedro Caelano da Cosa. .
Dr. Francisco Baptisla da Cunha Ma-
dureira ......
que al hoje nao pagou a respectiva importan-
cia, usiifruindo-a gratis! I
Que o diga a portara em que S. Exc. ordena
thesouraria para chamar a conlas o colleclor
de Guarapuava, em consequenciade nao ter en-
trado para a reparUcao competente com algumas
quantias alli recebidas, provenientes do imposto
da meia-sisa, e de dcima de inventarios fol-
ios em Palmas, um dos quaes superior a ris
40.000JKIOO!
Emim rauilas outras prov'denrias poder-lhe-
la aponlar que indicam o genio trobolhador, re-
flecldo e severo da adminislracao, quo cada dia
se vii tornando mais activa e imparci il.
A miuha ni o/i na que ella nao acabasse j
cora um golpe de esta
que ell
ido a ta
que as eslipulaces da primeira Clau-
sula nao sejam dovidamente cumplidos.
Segno-se a estes tratados o de 21 do-Janeiro
de 1815, relativo a rndomnisacode presa*, dis-
pondo que a Inglaterra pagasso 3u0,00t> libras
para o fim do Portugal salisfazer as rerlamitgdes
dos navios portuguezos apresados por cruzado-
res britnicos anles do 1" de junhu de 1811, pelo
molivo de fazcicm commcrcio illicito em es-
cravos.
Apos esle, veio o tratado do da immediato.
22 de Janeiro do 1815 ; e porquanto este e a con-
venci addicionnl de 1817 constiliie'm a base
fundamental dcste direitn convencional, impor-
ta transcrever das suas disposices as que o Me-
rece em npplicaco ao assurapto de qne trota-
mos...
O artigo 1 do tratado de 1815 eslabolocc a pro-
hbico feila aoscidadaos de Portugal e Brasil de
erario.'
cvmmissOes jul^am m appcllacao.
Arl. 9. S. M. Ii. indemnisar os donos de
navios porloguezes esnas cargas, aprezada? oe-lsS*"
lo cruzeiro bn.annico desde Tde junhode lili I eabode^.P &"*** -pa" '
at quo ascoinmissos fuiucionem. ,'llcforc-se o
relo a esla indemnisacio parcial
Art. 10. S. M. B. pagar dentro ileum auno,
apda cada sentnnca das commissoos.
Arl. 11. [RoiaUvo indemnisaco das 300
mil libras.
Arl. 12, {Declara-o de (ve formam parte
integrante desta convenro; 1. formulario do
passaportc: 2. inufrnc; ks ao* navios de guerra;
3. regula meato das cora missoes murtas]
e ser un.a gloiia sabor a
su ir o son relalo.
Bailando de parte o enlhusiasmo, continua o
o jornal, con.pl.'lemos hoje os detalhes j
-ji''""- ^ (lis3e,1,us City of A'ew-York
oO pes do orificio interior vlvula 130
pes do dimetro c 387 ps na sua maior eirc.um-
lerencia. Sua capaudade de 72 000 ps cubT-
i'ril'. '' r1edJ> 1"c rea do urna resisleacia do
10.) toneladas ; pode lovanlar 22 toneladas e
nieta, e seu peso total de tres toneladas e meia.
o fio .cito de una corda de um quarto de po-
logada, t lao Derive! como um cordo fino de
ii3 paito superior a um
c meia polegada de dimetro, que
podora resistir a um peso de 50 toneladas. Na
sua cxtremidad inferior lem oualo um circulo
de ferro de pologada e meia degrossura, do qual
pende a cesta, e a embarcacio que Cea 'por
xo. A cosa feila de urna torda do coi
bai-
mpri-
mcnlc de 15 railhas, que junta ao cabo supeiior
e ao circulo de ferro pesa 325 libras. '
J dlssemos quo o baliio feito de C mil jardas
i lLnno.18BrJR. q>'c representa o rompimiento
tente ao espirite que es- tiSStlK ^atoZueo^oTm
ovemos nao um hvro. mas unsarligos fugiti sido observado.
1 fulrica denomina- comprarom escravos, ou de tialirorem nolles e
m
da I.yco : lenho f, porm, nos digaos re- qualquer parte da Costa d'Africa sita ao norte do
[ireseiiiantes da asscmbla provincial, e no crite-
rio de S. Exc.
A quesiao suscitado entre o Dr. chefe de po-
lica e o juiz municipal foi j decidida em sentido
contrario opinio deste. o qual, apenas teve
noticia de Ptnelhante decisa, expedio mandado
para captura do professor Gal>ao (lente do ly-
coP que se acha refugiado nao.sci para onde.
O hachare! Mussurunga, que provocou o pro-
cesso, part" agora para a ewt*,] onde pretendo
estabolucer-se, ou na Babia. )
equador.
Art. 2. S. A. R. se ohriga a adoplar, do ac-
cordo com S. M. B., as medidas quo possara mi>-
Ihorcoiitribuir para a*ezocuco do ajusto nreee-
donte. conforme seu verda leiro objecto e Utleral
inlolligoncia, e S. M. B. se ohriga a dar (je ac-
cordo com S. A. R. as ordens que f.iem mais
adoqualas para effectivamente impedir quo [du-
rante o lempo cm que ficar sondo licito 0 con-
linuar o trafico de escravo, segundo as leU de
Portugal c os tratados subsistentes ntreos duas
.
Ga-
15 v otos.
14
12 a
11
11 B
9 >->
8
3
2
55 otos.
49 T>
45- a
42 votos.
41
E um moco hbil e de subida intelligencia, I coroas; se aecuse qualqncr estorvo s embaren-
que c pena nao fosse aqui devidamenle apro-! 0PS portuguezos que se dirigem i fazer o com-
lnha, ou soja nos
veilado.
A desintelligenria que late com o inspector
gcral da instrueco raotiyaram a retirada da-
quelle bacharel. /
Fugiraai honlera dous\ presos das obras da
matriz, onde trabalhavam^--^
Seniellianle fuga devida em muila parle in-
curia da escolla de policio que os vigiara, o deu-
se do modo seguinte :
Dirigindo-se os presos fonte para truzerem
agua, pediram quando l eslavam perraisso pa-
ra neccssidade urgente, e annuindo o guarda o
ella, encaminharam-se para traz do um pequeo
mato, de onde evoporaram-so, sem quo o referi-
do soldado os podesse mais ver.
Houve on nao incuria de quem guardara taes
criminosos, e incuria que chegaosuppor mesmo
connivencia ?
Entretanto que culpa tem disso a auloridado
policial ?
Porventnra ha de o chefe de policio lambera
ser guarda das escollas de criminosos qc se
conduzem de um a ontro poni ?
Bem se v quo a falta de aecus. es d lugar
a banalidades taes.
Tranquillise-se, pois, o Sr. Dr. Cmara Leal,
que pena nao ler junto de si auxiliares habis,
que o coadjuvem elticazinonle.
Antes de terminar esta dou-lhe noticia que ap-
pareceram no aldciamenio do Pirap grande nu-
mero de bugres.
Nao se sabo anda dos pormenores da vi-
sita.
O Sr. Dr. Cardoso acaba de prestar mais um
importante serveo provincia, prohibindo o car-
regamento de madeiras era navios que o vao
receber no districto de Guarakessava, da cidade
de Paranagu.
Deu logar medida o haver S. Exc. oblido in-
formacoos circumstanciadas do contrabando que
alli se fazia cora madeiras tiradas das matas na-
cionaes. *
Contra este acto representaran] logo dous ne-
gociantes : mas a allandega, a capitana do porto
o a thesouraria de fazenda puzerom toda o calva
do negocio mostra.
Indeforidos por r, lalvez recorram ao Sr. mi-
nistro do fazenda, que carece estor acaute-
lado.
E na verdade por que nao ho de os barros
carregor na baha de Paranagu, onde existe a
alfandega para fiscalisar o despacho e qualidade
das madeiras ?
Dicant paduani.
[Carta particular.)
Jornal do Commercio do Rio.
e reparado logo. Eo cortado
a parle
as suas disposicoos vigor igualan do tratado, ol- I rioi-T Es^ ^S^HSTS ft&
l. s. adiara novo corpo do delicio dos excessos panno Uaosvenai, queTcons ilue o raeio do In
bniannicos, pois indas essas poctuadas dotermi-i lao. q coustitue o meio do ba-
livos, o do jornal, aqui Iran-creveramos aquel-I em pecas de 105 ps de ciprido'para
'"l!!'\lr"i:;0,:f .,'.r,-.',larni,,,lV' Porquanto. tendo | supeiior do balo, e de 44 ps para
INTERIOR.
KIO E .IVAF.tfii
t de de/.cmitro.
O Sr. consolhoiro Miguel Mara Lisboa foi re-
cobdo era Washington no da 3 de oniubro do
eorrente anno, no seu carador diplomtico de
enviado extraordinario e ministro plenipotencia-
rio, pelo presidente dos Estados-Unidos da Ame-
rica.
Aehava-se presente o general Cass, e ia acom-
panhado aquolle ministro do addido legaco
imperial, o Sr. Benjamn Frauklin Torreao "do
Barros.
Ncssa occasiao proferio o Sr. conselhciro Lis-
boa o seguinte discurso :
< Sr. piosidonle.Tenho o honra de entregar
V. Exc. a caria imperial pela qual S. M. o Im-
perador do Brasil me acredita como seu en-
viado extraordinario e ministro plenipotenciario
nos Ettados-l'nidos do America.
So durante una prolongada earreira em quo
me lem cabido em sorto representar o mou au-
gusto sobo-rano em varios enfados amigos do Bra-
sil o da L'niao Americana lenho contemplado com
interesse, ainda que imperfeilamente, os mora-
vilhosos progrossos do po\o extraordinario que,
com monos de um seculo de existencia ndepen-
dcnle, tem-sc enllocado em civilisocao ao nivel
das primeiras nacoes do mundo : poderris, Biro.
Si., julgar da salisfnco com que me vejo na vossa
presenca hoje que, inspirado pelas associaces
de um local qne, rocordando a grandeza e o po-
der do mundo anligo, representa urna grandeza
e iiui poder de dill'erenle especie, mas nao menos
assoiubroso, boje que poderei rom mais vanta-
gem seguir o lio de vossa poltica o estudar a
marcha do vossos gigantescos molhornrnontoe.
Ligado o mea paiz ao vosso pelos vincules
do um commercio too extenso e susceptiva! do
grande descnvolvimento, quanto reciprocamen-
te vantajoso, ser o meu priniciro cuidado, como
o ponto mais essencial das minhas instruccoes,
o fomentar e consolidar cada ve/ mais, por meio
de uma marcha franca erecta, os sonlimenlosde
amizade e nnlua consideiaeo quo felizmente
PARABA.
Coriba tSf le novembro.
Nesle momento son sabedor de um assassi-
natp perpetrado na colonia ThoreM.
1'. o terceiro que so commclle esle anno, se-
gundo iufoi mam os hemens da confidencia po-
licial
O crime foi praticodo por um caboclo, conlra
um Franco/., residente na colonia, que o feito
riava. Eis os pormenores do caso :
O director da colonia, londo providenciado
acerca do sorvico do dia, lomou a resoluta o de
examinar por si as oQninas do oslabeleciinento
quo alli se esto fundando.
Doxou em seu lugar o infeliz Prancez, deque
cima fallei, o qual, estronhatido ao caboclo, o
modo porque trabalhava, provocou por isso as
iras do5lo,,que immedialamenlo o molou.
1'kso em flagrante pelos domis coropauhei-
ros, acaba do ser poslo disposico do Dr. juiz
de direito da comarca do Guarapuava, que lhe
niandou instaurar o competente procesSO.
A esla hora est elle orrepeudido do octo que
pralicoii, ainda que os uossos caboclos do ser-
bio revelara sempre m casia c- ndole menos
agrada vel.
por isso que o director da colonia, alias co-
nhect-dor de semolhante genle, lomou o alvino
de premunir-se dos aloques dos Coroodos e Bo-
locudos fazendo soar a arllhana do alto de um
monte prximo ao eslabelecmcnlo colonial.
Os Corondos, sobreludo, assignalam sempre sua
passagom cora actos de verdadoira baibaria e
deslruico; e a prova est as morios que lize-
ioni o anno linio.
Os Botorudos, se bem nao sejam lao bravios
como os das provincias do norte, todava dsse-
niolham-sc nao pouco aos daquclla Irib.
Oulro lano nao surcedo cora os Indios espar-
sos pelos campos do Palmas, S. Jernnymo o Ja-
tahy, os quaes, pela maior parlo da Irib Caya-
na, sao mais doccis o Buscepliveis de fcil cate-
clx'se.
O soiluiisla Joaquim Francisco Lopescomeeou
as plaiilaroos mandadas fazer pelo Sr Dr. Cal-
doso, na oldoia indgena do San-Jeronymo;
comprou bois c animaas de carga para o semen
da iiicsma aldeis. Por alli vo apparecendo os
bugres, e poca a mais azada possivel.
O novo director da colonia do Jntahy entren
ha pouco era excrcicio do cargo. Nao' sei que
instruccoes levou do Sr. Dr. Lardoso, que me
consta haver mandado a Ibesonraria examinar
cenias vclliasdn dila colonia, onde param alguna
CominissAo Anslo-Brasileira.
PtlESAS.
Artigo VII.
Sem conloslarmos aqui a pureza das intences
biiliinnicas em materia do escravido dosprelos
da frica Occidental, c aduiillindo a sinceridado
da phlonegria inglesa, estudemos o ponto que
ora importa, islo a successo dos Irahalhos
inlcrnacionaos que produziram o actual direito
convencional, que rege a materia,
que a esle respeito se lem dito.
l'oi Portugal a primero potencia do chrislan-
dade que em colonias suas aboli o trafico da es-
cravalura e impropria escravido dos negros : o
qne foi decretado por el-rei D. Jos I em 1773,
quanto s ilhasdo Madeiras o Acores (alv. 19sot.
(61, 26 fev. 771, 16 jan. 773), em lempo em que
o governo brilannko recusara sanecionar os nu-
merosos actos da sua colonia da Virginia, ten-
dentes a supprimir na niosma colonia o trafico
da esoravatura. Foi em 1807 que a Gro-Breta-
nha aboli o trafico (apozar de que ainda em
1817 se fazla na ilha Maurisca, Fowley Bu.rton,
on lhe Slave Trade) at que era 1838 sn etnann-
param effoctivamentn os negros dos colonias bri-
lannicas, islo 65 annos depois que o quarto
av do aclual imperador do Brasil a decretara
para colonias suas.
A Inglaterra vira propr no sen parlamento a
abollcio do trafico 2 anuos anlcs de ousar, pela
primeira voz, prorlama-Ia. Dado, porm, esle
nasso em 1807, c rcronhecendo que o trabalho
lvre do suas colonias ficaria esmagado pelo 1ra-
balho escravo das outras, dando-se assim golpe
de morle no seu commercio e navegajo, come-
eou logo a sua cruzada negrophila, provovelmen-
le pelo profundo horror quo thocausava a dimi-
nui^o dos direitos ciris c polticos de nossos ir-
mos, os prulos.
Seja como for, pora logo reconheceu quo a a-
bolico real do trafico nao era possivel sem o ac-
cordo das mais potencias, e sobretodo das inti-
mamente inleressadas. Era do razio le a Gra
Brelanho lancease logo os olhos para o seu mais
anligo alliado; eemquonto ella mesma, era niui
diversas circiiinstancios, levava quasi ra culo a discutir sobre o que convinha praticar,
puuho-sc logo a perseguir Portugal, exigndoa
sna cooporaco ao projeclo, a despeito de lodas
os indica^oos que ocontrariavam.
Erara, pois, apenas passados algunsmezes apos
a deciso lomada pola Gra-Bretariha, quando
esta eomecuu a instar com Portugal para que
a imilasse, e oleancou por fira raetler o p no
estribo, segundo as praucas britannicas, pois
bem sabidos sao o lino e finura com que aquella
diplomacia lira assombrosase inesperadas consc-
quencias de qualquer principio que urna vez se
lhe conceda.
No famoso tratado de 28 do feverero de 1809
apparece, pois, n ostensivo artigo 28 c o secreto
artigo 2o dos addivlonac-s, qne passamos a lions-
crever ;
MUTILADO
raerrio de escravos ao sol d
acluaes dominios da corda de Portugal, ou nos
territorios sobre os quaes a mesma corda reser-
ven o seu direito no mencionado termo do al-
lanca.
Art. 4. As partes contratantes se reservara
e promelliin fixar, por nm tratado separado, o
perodo em que o commercio de escravos baja
de cessar umversalmente, e de ser prohibido em
lodos os dominios do Portugal ; e S, A. R. ic-
nova a dcelaraco e ajuste do que, no intervallo
que docorrer at que u sobiedilo nbolico goral e
final se verifique, nao ser licito aos Porlogue-
zes comprarom ou traficaren] em escravos em
qualquer parte da Costa d'Africa que nao soja ao
sul da linha equinocial ; nom lo pouco o em-
prohenderem esle trauco debaixo do bandeira
poilugueza para oulro lira que nao soja o de
supprir de csrravos as possessoes transatlnticos
da cora de Portugal.
O artigo addicional dispbe que os colonos por-
tuguezes podero passardos estabolocimenlos da
coi 6a do Portugal na Cosa d'Africa ao norte do
oqoador, com os negros bona pde, seus doraesl-
coa, para quolquet oulra nosseSaio porto ;ueza,
nao sondo a bordo do navio armado e proparado
para o trafico, e indo munido dos competentes
passaporlos e cerlidoe conformes a norma que
se ajusfar entre os dous governos.
0 terceiro ortigo secreto : c [fu casoda alguna
navios portuguezos serum capturados pelos cru-
zadores do S. M. il as circuraslam as desig-
nadas na convenci de 21 de Janeiro do 1815
desdo o 1" de unlio de 1811 al ao periodo d
abolicao total do commercio de escravos ao norte
do equador, segundo o pocluado no presente tra-
tado, S. M. B. se obriga a salisfazer as justas re-
claraacoes do S. A. 1!. a esse respeilo. ,.
Unicaniente para o lira de notioiarmos por or-
dem chronologica todos os actos diplomticos em
que o Brasil haja lmalo parle cm tal assui
aqu mencionaremos um ducumonlo mu curioso,
declamatorio e vo [oara cuja redaccao so doran:
nolaveis incidentes, dos quaes o iudicacn nos
arraslaria longe), que o annexn XV do acto li-
nal do congrosso do Vienna, datado em 6 Je fe-
voreiro de 18t5. E' nina declarajo das poten-
cias Austria, Franca, Graa-Brolanha, Portugal.
Prussia, Russia, Suecia c Hospanlio, na qual,
a pos uma estirada chaserlacao acerca dos direilos
do cidado piolo, participara ao mundo que nu-
trera desejos de ronrorrer iara o exeeucu promp-
ta e eflicaz da abolicao universal do trafico dos
prelos sem que todava osla declaraco in fina
no termo quo coda potencia possa considerar
mais conveniente, ficondo este prazo para objec-
to de iiegociaco entre as potencias. -
Leva-nos a ordem chronologica convenci
addicional de 1817 ; porm esto artigo j ral de-
masiado longo ; reservemos esse poni para o ',
seguidle.
Artigo Ylll
Aprcsonlanjos no precedente arligo, todas asi
disposicoos nternaconacs, cm que este paizen-
trou, al 1815,.relativamente i abolicao do ira-!
fno. A successo chronologica nos Tova agora a
Vejamos O fallar da principal convena o, addicional, de 28
de julho de 1817, que os soberanos Fidel simo e '
nacoes [e cansegulntemenle nicas legitimas] fo
ram roenosprezidas na maioria dos casos do quo
foi victima a marinha mercante bra/.ilera. Omi-
liremos porm aqui essas pecas, poisem lempo
e lugar apuntaremos especialmente as clausulas
desrespoit 'das.
So lomarnios o anno de 1S22 como a dala da
effoctiva separaco do Bra/.il e sua orgainsaco
em oslado independente o soberano, s achare-
mos. desdo enlo al hoje, nos seus fistos diplo-
mticos, a convenci do 23 de novembro de
1886, quo importa ranscrever por sor a nica
base legitima do procedimculos brilahnicos; eis
aqui suas estiaulaces:
1.- Acabados tres annos depois da troca das
rcctcaeoes do prsenle tratado, nao ser licito
aos subditos do Imperio do Brazil fazer o com-
mercio de escravos ni costa d'Africa, debaixu de
qualquer pretexto ou maneira qualquer que seja.
E a continuacio deste commercio feito depois da
dila poca por qualquer pessoa subdita do S
H. 1. ser considera lo o tratado de pirataria.
v 2.- S M. o Imperador do Brasil e S. M. o rei
do Reino-Unido da Gria-Bretanha e Irlanda, jul-
gaudo neressario declararem as ohrignces pelas
quaes se ochara ligados para regular 0 dilo com-
mercio at o tompo da sua abolicao final, con-
cordara por isso mutuamente era adopt.ircm e
cenovaroNi lo eficazmente, como se fossem in-
ri i: I '.s i.i!,nra por palacra, nosla convenci lo-
dos os artigos e disposicoos dos tratados conclui-
dos entro S. M. f!. e o!-rei de Portugal sobre os-
le assumplo, em 22d.-jineiro de 1815, e 28 de
julho do SI7 o ns varios arlgos explicativos que
Ihes tem sido addicionados.

! ma
ios
como as instruc_oes o regul jos, e formas de
1 instrumentos annezos ao tratado de
O mesmo panno foi coberto cora uma carnada
do vermz que Ihoaugmenlou 1,500 libras do sen
peso. Alem disto deve levar oulras duas carna-
das do mesmo verniz, porm menos espessos.
A cesta, na qual se collocaram os passageiros,
lendo u seus ps as provisoese o lastro.tiu de
uma forte rede ; lem 20 ps de circumferencia,
4 do profundidad?, e forrada no interior por
um estofo solido. Por uma abertura no centro,
que tem de diamelro p e meio. pode-so descer.
por mciode uma oseada, at a embarcaco sus-
pensa a 20 ps abaixo. A cesta redond'a e co-
borta por uma cortina de 15 ps de altura, c pre-
so ao arrj! cierro, quo segura a redo. Dista
mar.rfra, os passageiros ficaram ao abrigo do ven-
Jo e da chuva. Janellas praticadas em distancia,
o fechadas com vidros, permilliro aos passagei-
ros a contemplaco dos espagos, que tiverem a
percorrer. Esla cmaro ser oquecida por um
pequeo fogo cnlretido cora cal. Suppoe-se
quo o calor promovido por este modo ser sufli-
cienle para combaler o fri das alias regies.
Em todo o caso, cumpre nao usar do fogo, na
proxiraidade do balo. O fogo lambem servir
para aquecer o caf, e os comidas de conserva,
que se ICvarani.
A embarcaco suspensa abaixo da costa d um
caler de salvacao metallica de Francs, com
3' ps de comprdo. 7 d largo, e 4 de protun-
didade. Ello prvido de mastros e rollas, para
o caso cm que se deva abandonar o balo. c con-
fia r-se as ondas, anda que M. Lowe lenho a in-
lenco de ir conservarnos ares por cera das, se
assim for preciso.
A machina a vapor, que no primero artigo ja
3, ,, ,- I ------------ ."fw, UUC IIU IIIIIIIVIIU vl.U^'J IJ
. As alias partos contratantes concordao i se descreveu, tem duas rodas flxas na prda e na
1,01,1 qne todas as materias, c cousas nos di- popa do escaler, para impedir que o balo gvre-
tratados conleu das, assim romo os instruc- sobro si mesmo, e para o fazer subir ou deseet
no as instrueoes o regul pes, e formas de mstanlaneamente. segundo as correles do ar.
trunientos annexos ao tratado de 2 julho de A machina da fon-a de 4 cavlos, c no caso de
1HI/, sejam applnadas mutata mutandts s di- se viajar pola agua haveri oulras 2 rodas confor-
tas altas paitos con!:-atantes, c s-us subditos, to me as aos vapores
ordinarios. No fundo da em-
escaler
I'-
bslo.
parelho podc-se destacar
n um instante dado.
Alm dislo os viajantes vio munidos de dous
resrvatenos metlicos, um com 100 libras, ou-
lro com 200, que cram cheios de gaz condonsa-
4." para a execuco dos Bus desta convenci,
as altas partes contraanlos concordara mais em
nomearem desde j commissoes mixtas, na for-
ma daqucllasj eslabeleeidas por parte de S. M.
B. e el-rei de Portugal, em virtude da conven-
cao de 2S de julho de 1817. do para substituir aquclie,"q"u"e escapar^a'o'bVlao.
Fica portanlo evidente que, depois da separa- O ga/. ser introducido no balo por uma bomba
rao do brasil, o direito convencional permene- de pressio, quo Umbem servir para extrahir o
ce inalterado, regendo-so o assurapto pelos en-! gaz do balo. e guarda-lo nos reservatorios. O
lenorcs tratados, o occri scenlando-sc somonte a.gaz passando dos reservatorios para o balao. ira-
prohibicao absoluta aos Brazlleuos de faserem mediatamente so dilata,a augmenta porconse-
o eoniniereio de escravos na costa a" A frica. guinle, o poder ascendente do aerstato. Mas se
es- P impru- ; for necessario descer em lugar de subir, bastar
balo
domeniente, concedidas Gri i-Brelanha
ellos i as qne d fado se arrogou i
ii!; smo.
[Publicla.)
[Jornal do, Commercio do Ro\
PLBfiAMBUCO.
ha ; entre extrahir uma cerla quanlidade do gaz do
nedcia um ^ para os roservalorios, onde so coudoiisar, ser-
viudo elle de lastro para continuar a dcscida.
Esta invenro, porm, que em theoria exacta.
lalvoz na pralica nao corresponde, ao menos,
rana ''om acxaclido, queso quer.
Estes rosorvatorios sc construidos de maneira
I que fluluam n'agua, o por isso poden: sor deila-
____] ds fora do escaler o rebocadas pelo balo por
j meto de uma coida de 100 ps do comprdo. Se
acontecer, por exrnalo, que por causo do orvo-
No lugar denominado Estaeio da Ilha na vil- 2J! ')a1ch"va l,air, rauilo prximo do
la do Cato, pelas 11 horas da* no.e doduS.do te\lW,^lw .PTM ,,a.",n1 dM '"""F
correnle, Manoel Ramos da Silva ntaMinMCom M'. i Ti .0.acros1,a,- ah>*o de eonside-
10 Tacadas 6 sua mulher Emilia Rita ^^IT^^tS^^V^mS^* C"rda
sondo a islo ovad,, por ciumes quo d'ella leve. I nien o do ,r "ma ***** COnVC"
Concluiio o assassinito da sua infeliz mnlbcr,
REVISTA DIARIA
Aos raios do sol matutino ; en-
efe^lseirio^imon: ^ ft!2??-fc.*!*
seria de
Briainiico assignaram cora o lira de prcoiiohoreiii do-o mortalmente no rosto, pondo se d
vollou contra si o punhal
to rom cinco facadi
0 capilao Teixcira, delegado do Cabo, apenas
leve aviso do succedide, inarchou pava o lugar
do districto com uma forca, o deu as provden-
&TSS&L&S dVreoTp^rde^et i *L
sendo titila.I o
Pilas 2 horas da tarde do dia 22 do eorren-
te, na povoacio do Beberibe, no lugar denomi-
nado Cahonga, Jos Podro da Cunha disparen um
tiro em Manod Ignacio Pereira da Silva, ferin-
as obrigacoos do precdeme tratado, conformo
as declaracoes do congrosso de Vicua, emqiian-
to nao chega a poca qoe S. M. Fidelissiina so
reserva fixar, do accordo com S. M. Briannica,
para cessacao c prohibico do trafico nos domi-
nios porluguc/.es.
Eis-aqui o que importa transcrever desse im-
portante tratado. .
Art. 1. O objecto desta convenci c vigiar
mutuamente que os respectivos subditos nao fa-
cam comniercio Ilcito de escravos.
il licito o trafico do escravos :
i. Era navios e sob bandeira brilannica ou
|ior conlo do subditos brosiloiros era qualquer na-
vio e sob qualquer bandeira que seja.
2 Em navios portuguezos, om todos os por-
los ou paragens da costa d'Africa, que so achara
prohibidos em vi.ilude do art. 1" do tratado do
22 do Janeiro do 1815.
3." Debaixo de bandeira portugueza, ou bra-
silea por cotila de subditos de outras potencias.
Art. 4. Por navios porluguc/os quo se des-
tinassom para um porto qualquer fra dos do-
minios de S M. F.
Arl. 2. Os terriloiiosonde o commercio dos
negros Tica sendo licito para os subditos porlu-
guezesso :
1. Ds territorios que o cora de Portugal
possue as costas d'Africa, ao sul do Equador, a
saber: na costa oriental d'Afrira, o territorio
comprehendido entre Cabo delgado e baha do
Lourenco Marques ; c na cosa occidental, ludo
o terrritorio comprehendido entro o 8" c o 16"
grao delat. meridional.
2." Os territorios da costa d'Afrira ao sul do
Equador, sobro os quaes S. M. F. derlarou reser-
var os seus direilos, a saber: os territorios de
Molerabo e de Calduda na cosa oriental d'Afri-
ca, desdo 5" 12' at 8o lat. sul.
< Art. 3. S. M. F. se obriga, dentro de dous
mozos da ractificac.o, a promulgar loi dotermi- | demias.
- -opois em
fuga pola mala do Catue.
o subdelegado respectivo pro:edcu a corpo de
delicio, e deu os providencias para a captura do
reo.
Por portara de 21 do correnle foram no-
outra vezas nuvens, e o rcscivalario"
novo recolhdo.
A Cily-of-New-York ser tambera prvida de
uma sonda, mas dislinada para a dreccao dos
los. Este instrumento consta do uma conlo
no
ua extremidades da qual devem pender, era
distandas dadas, filas de diversas cores, que-
Uictuaro vonlale dos ventos 0 aeronauto
rmado de um telescopio, estudari a diiocco
dessas filas para sabor quanto deve descer." e
quaes as corremos de ar, que devora evitar. Igual-
mente levar uma ancora do forma ordinaria e 3
ou 4 arpeos setnelhnntc aos que usara os aero-
nautas. A ancora tora urna corda de 400 ps do
comprdo o 4 polcgadas de circumferencia. E'
intil dizer quo l.aver tanto na sesta como no
escaler uma
meados : 1" supplenle do subdelegado do 2" dis- i! *-rande ** ,,e corJ;,s de <-
triclo de Ortigas e Contendas da fn-guezia do S. '
Sebasllio do Ouricurv, o cidado Joo da Molla
Biasileiro, e exonerado Joo Alvos Morado, do
cargo de subdelegado do policio, do 3o districto
do S. Jos e S. Podro, da fregosla de S. Jos de
Ingazeira.
_i\o da 2 polas 11 horas da nole, na po-
voacio do Montcira fui l.ridoroni urna punhala-
da no \enlre. quo o aliavessou do parlo a parlo.
um escravo do Sr. Jos Thomez do Aguiar Piros
I-'erreii-j. por um escravo do Sr. Antonio Luiz
Goncalves Forrciro, que jse acha recolhido
priso.
O ferido est em perigo do vida.
Communicam-aos do Serinhem o se-
guinte :
No dia 10 do eorrente. sondo entregue
uma escolta o criminoso Joo Pereira doNesei-
mcnlo, para o coiidu/.ir do engrnho Lobo do ler-
mo de Sernhom para a cadoia daquelia villa,
ao chegar ao engenho Cucad, pode o dilo crimi-
noso tomar a granadoira do um dos guardas, c
armando-a aponlou sobro o mesmo guarda, e
fugndo r-ste, fez poetara sobre o eetnmaiidante
da paliulia, o cabo Manoel Francisco, que pro-
crala desarma-lo : o cabo occuliou-se atrai do
moirio do uma porlcra, mos sendo oinda alli
procurado polo criminoso, que bradava que o
matava sempre, fez-lhe fogo com a granadoira
do que eslava formado, ferindo-n gravemente, do
que rosultou-lhe u morlo dous das depois.
O juiz de direito da comarca do Rio Formoso,
e o delegado de Sornhom, comparecern! no
ugar do' districto, e deram as necessarias provi-
nnndo as pennas que inconem os subditos que
fizerem trafico Ilcito ; e a renovar a prohibico
de importar escravos no Brasil debaixo de oulra
bandeira que nao seja a portuguesa
Art. 4. O navio que so destinar oo commer-
cio Ilcito de escravos em frica, ser munido
de um possaporto real, conforme ao formulario
annexo convenci ; deve ser cm pOrluguez
com Iraduccio authemica cm inglez unida; as-
signado pelo ministro da moilnha'raanlo sahit
Foi capturado polo inspeclor do quartoiro
da Ghao do Estevio, no terne do Iguarassii, o
criminoso Jo Antonio Pereira, conhecido por
Jos Muqueca, que tm 14 de oulubro do anno
paseado, assassinou cora i lacadas a caboclo Ig-
nacio Navio, morador ua ilha do Ilamarac, e
pin cuja rriiuo foi pcocessado, c pronunciado
pelo delegado do Iguaiass.
Em oulra parle cancelamos a publicando de
ure resumo des premies uioiorcs das loteras da
asas dimensi)os,p,-ira servir em diversas crcunis-
lancias, assim como uma esculla completa do
instrumentos c utensilios. M. Lowe leve o hora
sonso do entender que era intil levar areia, s
boa para alijar, omqnanlo que os utensilios, os
instrumentos etc. srvete do lastro, c podem prs-
ter muiros e diversos servidos.
O balo levar um jogo completo de povilhcs
o cada passagoiro ser munido de um passapor-
' topara todos os paizes banhadns pelo atllanlicp.
N'un camoda sosia haver 100 para-quedas pe-
queos para enviar as cartas s pnvoacosou na-
vios por rima du que passar o balo .'100 soceos
de caonle-ihoine destinado a guardar as cartas ;
um barmetro de mercurio; um barmetro ane-
riide ;2 bnssolas martimas; certo numero do
bussolas ordinarias ; Ihormomelros ; telescopios ;
urna galota do pombos pora enviar metisagens,
quando se estiver muito distante da torra ; e fi-
nalmente caixas com agua a provses para seis
me/os. Estas provses de bocea serviro pr-
meiromenle de lastro, e serio indispciisaveis, no
caso do haver neeessidade do descer n'algum
paiz deserto ; e podero tambera sor distribuidas
por afgana navios faltos dolas, fina centona de
exoellenlos candeias lomanas, destinadas a fa-
zer signaos em casos do apuro, com ejemplares
dos jomaos de Novo-York, publie idos no dia da
partida do balso, complelaro o carregamenlo do
novio aereo. Os passageiros scro prvidos de
um apparolho completo de caoiit-chone, que
son ir para aquecer nos ares c para nadar as
aguas.
Apezar dos pedidos e das quer loeuar mais dselo companlieiros, entre o
quaes haver um historiographo. dous habis
geographose4 habis martimos. O balao -completo
e cheio deve i
como j disse. tres toneladas
posar,
raeio ; mas ello nao ser totalmente cheio, oque
alm ele diminuir o seu peso, induzir a despeza
do ga/, com quo se deve encher, resultando uma
economa de 800 dollars.
Passageiros do vapor portiiguez Portugal
\indo dos porlos do sul: J. Tiburcio P. do
Magalbcs, S'enceslao Runiz Cabial Leal Mendos

y


DIARIO DE PERNAMBUCO. TERCA F'A & DE DEZEMRRO DE 1859.
! 1 um criado, tr. Ilenrique de Arauag.i, i'oii-
doriq Guimarues, Manuel do Souza, FreJerico
NVcnzclbery.
Passagciro do hiate nacional Bom Amigo
sahido pira a Baliia : Antonio Jos de Mello.
Hospital de caridad*. Existera 01 ho-
mens 59 mulbores nacinacs, t hornera esirnu-
geiro, 2 bonicos esrravos, lotal 126.
Na lotalidadc dos doenies cxistem 36 aliena-
dos sendo 29 mulhercs e 7 homens.
Foram visitadas 3s enfermaras pelo cirur-
gteo Pinto s 7 3/4 horas da manhaa, c pelo
Dr. Doruellas s 7 3^4 horas da inanba.
COLLECTOR1A DE OLINDA.
Lancameiito da dcima los predios
urbauos do districto da eolSeeto-
ria que teut de servil* no anno ft-
naueeiro de 1859 ISt; n>I lector Manuel los de Azeve-
do Aiuorim.
Estrada de Cruz il'A'.mas.
N. 10. Antonio Pedro da Al-
cantara, casa terrea arrendada
por..................... 130*000
1 lera II. Visconde do Loures,
casa terrea arrendada por. .. 4009000
dem 12 A Iriannu Jos Bor-
ges, casa terrea arrendad por. OO-OOO
dem l i. Luii de Mello dAl-
buquerque Pita, casa torrea ar-
reudadapor............... 2405-000
Estrada do Arrabal.
N. I. Elias BaplUta da Silva,
casa terrea arrendad i por 500#000
dem 2. Amaro Pioheiro Be-
zerra Palma, casa torrea occupa-
da polo propit.nrio avahada por k00i?000
1 lera 3. Joo Francisco deCar-
valho, casa terrea arrendada por 06#000
I lem 4. Antonio d'Aguiar da Al-
buqueique Lima, esa terrea
oceupada pelo proprietario ava-
llada por................. 7-2*000
dem 5.Jote de Alhuquerque
Mello Loyolla, casa terrea ar-
rendada por ............. 2005000
IJem 6. Herdeiros do Padia
Victorino Borges, casa terrea oc-
cupado pelo proprietario avalla-
da por.................. 130?000
1 iin 7. Francisco Jos Yiaana
casa terrea oceupada pelo pro-
prietario avahada pir....... 210*000
dem 8. R ornad Gonc.il ves Ro-
drigues, casa terrea oceupada
pelo proprietario avaliada por. 80*000
dem 9. O mesmo, casa terrea
arrendada por............. 245O00
1 lem II. Joaqun Jos de
Santa Anna, easa terrea arren-
dada por.................. 249000
I lem 12. Laiz de Franca Soa- *
res, casa terrea arrendada por.. lvOOO
dem 13. Viuva de Joao Jos
do Reg, casa terrea arrendada
por..................
11:ii 14. Manoul da Costa
Raballo, casa terre3 oceupada
pelo proprietario avaliada por. .
dem 15. Jos da Silva Sarai-
va, rasa terra arrendada por.
IJem 17. .Joo Jos do Reg,
casa terrea .-.rrendada annual-
mente por.................
1 lem 19. Manoel Denlo da
Barros \ anderUy, casa terrea
oceupada pelo proprielntto ava-
llada por.................
dem 2. O mesmo, casa torrea
arrendada por ............
IJem 21. O mesmo, casa ter-
rea arrendada p>6r..........
IJem 22. O/raesmo, csa ter-
rea arrendada por....... ..
IJem 25. (Francisco Jorga de
Souza, anisa terrea oceupada pelo
propr/urio avaliada por.....
JJatn 2J2f. D. Mara Rila da
GorVceico Costa, casa tai rea oc-
eupada pela proprietaria ava-
llada por................
IJem 27. Fiaocco Jos Vian-
na, casa terrea arrendada por.
dem 30. Viuva e bordeiros de
Joo Carlos Pereira Borgos,
casa terrea arrendada por....
dem 32. Herdeiros do Padre
Mauricio Barg-s da Costa, casa
terrea arrendada por.........
dem 33. Rufino Jos Ferreira
de Figueredo, casa terrea oceu-
pada pela proprietario avaliada
por............*........
dem 35. Marcellino Jos Lo-
pes, casa terrea oceupa la pelo
proprielaiio avaliada por.....
IJem 38. Fiancisco Rufino
Correia do Mello, casa terrea oc-
eupada pelo proprietario avaliada
por..................... 1509000
Mein 37. Joo Kladt, casa ter-
rea oceupada pelo proprietario
avaliada por.............
dem 39. Viuva do Joo Jos
do Reg, casa terrea arrendada
por. ..,...............
dem 40. Beuto de Frailas Gui-
marass, easa terrea arrendada
por................____ 4005000
Estrada da Casa-Forte.
1. Orphaos Cilios de Manoel
Jos da Cmaro, casa terrea ar-
rendada por............... 965000
dem 2. Viuva de Jos Pereira,
terrea arrendada por....... 489000
dem 4. Caotana da Cruz, casa
terrea ocenpada pela proprietaria
avaliada por.............. 80500D
IJem 5. Sebastiao Correia de
Albuquerquo. casa terroa arren-
dada por............... 72*000
dem 6. O mesmo, casa terrea
arrendada por............. 485000
IJem 7. O mesmo, casa terrea
oceupada pelo proprietario ava-
liada por................ 2005000
{Continua).
(3)
mas .vil) as quaes essa uirsui i naturezu se pus.-a
considerar.
Se, puis, a liberdade por si mesma lo po-
derosa, ella nao pende a su i forea e o seo poder,
quanlo i'ii i.i Ja pelu lad i puramente ccoaomi-
co. E evidente que o Irabalho do hornera, a in-
dustria, o resultado Jo emprego dos diversos
meios c capilaes para a (brmae&b e produreoda
riqueza, s podem caminhar bem eom a clan? i-
la de ser respeilado em toda sna plemtude u
principio natural da liberdade.
Nos remos que o hornero, por Isso mesuro que
livro, dolado da disposjrao de Irabalhar, de
e\iireitar-se; de serte que as suas turcas physicas
e a sua inielligencia cheguem ao grao do mais
elevado apcrfeicoainenlo. l'a/.cndo oso dos meios
que a nalureza Ihe eflorece, elle transforma os
iiroducios por ella prodigahsados, ail'oiroa-os ao i
sen servico, di-lhes urna forma que soja raais;
conveniente c proporcionada suas na ess li-
jes, e cria novas tontas de riqueza, que concor-
rem cada ve/ mais para a sua eomnodidade, c '
para benelicio de toda j sociedade, no rneio da ;
qual vive.
Esse poler que elle lera de applicnr-so in-
dusiria, para alargar a esphera do scu desenvo!-
rimento physico e moral, e para sal da urna das necessiilades que naturalmente ex-
perimenta, realiw-sc cora a criaeoda iodafetria
od luda a sua extensao, com o desenvolver es-
pontaneo o prdgresSivo das arles, com a appiri-
cao de diversos productos que ven. logo servir de
uniros tantos meios para l'aeilitar-llie a abundan-
cia dos gozos e augmentar-Ibes a so rama dosin-
lercsses de priunira ordcm. Mas, se ivhomem,
exercilando esse poder que a liuerdade Ibo sub-
ministra, chega a fazer uso pleno de sitas (acui-
dades, e cria una infinidade de recursos que Ihe
trazera como consequencia o accrescimo da ri-
queza, lu'.vos valores provenientas de difTercntas
industrias, lilhas do sen irabalho, 6 por iso
uiesu;n evidente que. Rao pode limitar u eso da
lihcrdade dos seus semelhantes, toda a vez que
elles. pondo-a em inovime':lo, obeecem a um
principio justo e natural, respetan) a esphera
das atti i'uuii-oes e dos direilos olh<*ios, e nao op-
pem obstacul s marcha natural da socieda le.
l'aqul deriva nc Msai mente a ida de emula-
cao; por que mis vemos que o-, honiciH, dola-
dos las niesinas (acuidades na tu raes, o reconhe-
eendo que Ibes a-sisle u mesmo poder
lis em exercicio, vio decididamente
so na applicaeao e na estudo de suas (ivas ori-
ginarias, eutregaro-se ja cultura das artes a-
bris, ja a outros ramos industriaos ; apcrfcijoam-l
se. no esludu aeeurado e ihetJiodico dos mei 13 que
Ibes poden .ser mais proficuos, cnconl'am esti-
mulo sufHrrcule para entrar em uns loborbwa-
indagayoes ; sentoni esliuJei-se-es a intrtlis
goocia dianto de n."os quadros mais vistosos c
animadores ; e sao que-*: insiiuelivameiile cha-
mados & cultura e sos mpllioramentos da iuds-
Iria, em geral criando valores que teeru urna rea-:
ldade na ordeui natural das colisas-.
iiiciiiinm uiMTiHMsip :
Nao obstante achar-se nesta provincia o nosso
adorado monarcha, a fieguozia da Escada acaba
de ser leslemunba de nui grande crinie, que lem
derramado a indignaeao c susto entre os seus
pacficos habitantes.
No dia 5 do crvente Juo Lopes Ferreira. sc-
nhor do engeubo Cutigy, acoinpanhadu por dous
llhos, um e iiorne Joao Germano e oulro cha-
m.*>do l'edro Lopes Ferreira, e tambem por um
earpina couhecido pelo nomo deZciinhoto-
dos armados de baeamarles e de oulras anuas
oli'eusivas dirigio-se para as Ierras dv engenho
Harmona,de que proprietario o capitio
Pranc seo Paulino Gomes de Mello, cidadao paci-
ficoe respeitavel,c assim escollado pelos sica-
rios que licam apuntados, desfeixoii mu tiro a
queima roup.i nu referido capilo Francisco Pau-
lino, do que resullou ser este ferido no rosio com .
una pmcao de raro.;os" de chumbo, dos quaes '
ii :u peiiclrou-ihe na rbita do olhn es pierdo que I
se ach era oslado de Bear inuiilisado, sendo que
o dito capifm uo cahiraimmediatamonta morto,
porque a baila resvalara e alera di-.t<> fra sie-
corr lo por unas mulheres que prsenles so
arnavem, as qi es com suas rogativas jbliveram
Jo (fanhudu Joao Lopes, que nao acabasse de
assnssina-lo.
Feiio islu o assassiuo retirau-se com os guar-
da eos! :s, que o acompauhavam para o sen en-
genho, dei\jiido o capilao Paulina cora a vida
bbi perigo ; c como j nao a primeira, que esso
fai-i inora pralica sempre com bom resollado,
provavel que canta com a im,mnid.i le, e que
pretenda passeiar deulro em pouco lempo pelo
mesmo lugar Ronde derramou o saugue do paci-
fico e honrado cidadao. Pode ser que assim acou-
taca, mas por ora anda confiamos nas autorida-
des e temos ( que ellas nao apadrinhar.io ao
mal.'ado que acaba de praticac tao horroroso
crime.
Joao Lopes o proprio que brbaramente sur-
ron mu seu l'rmo o quiz as?a.ssina-lo : o que dei-
xou de fazer, por ler a pobre viclim sido apa-
drinliada : o mesmo que lambem a-oulou urna
loilaei casada do que resullou lia "abortar; e
agota fui adianto, procurando assassinar a um
i'ipiietario respeitavel como o capitao Pau-
lino.
Compro que a polica abra o.olho com
qil.UU m
itihia.
3o Com oconrcncimcntode tintos
uaasiuo Ue cuiihccei o preciar na dem dem seceos espichados.
; dem idcaa verdes.....
senciaram aa pro vas publicas do dia 2 J1 do no"-^ U'"'de cabra cortidos .
vembro. i dem de 009a......
4." finalmente, com a protecefia do mu i lo Doces de calda,
intelligoite I), abbade de S isat, .1 quein rom jdern de ^oiaba
o mimoso o humanitario poeta en dira, se po-
dessa :
AvaMe! avante! avante! homom da huma-
nidade.
<:< Eu sem paga e sera uome, obreiro da cidade,
Que ao futuro se erige, c que vos serviris ;
BenejrW vos anticipo.
[Correio MercaiUil do lito.)
GOAIMERCftO.
PRA^A OO RECIFE 26 OE DE/.EMnnu DE 185,
S TRES HORAS XTARDE.
CotaQes olTiciaes.
Descont de letras9 e 10 0/0 ao anno.
Ouubio sobre i.ondres"> i. M d|v.
i'nHe oe algodao para Liverpool 5/16 d. e 5 OjO
por libra.
Francisco Uaine.de deAlmtida.
Secretario.
ALFANDEGA.
Rendimento do dia 1 a 21. .437 1153015
dem do di 26......d.dl3l39
440:98 JS151
MOVIMENTODA ALFANDEUA.
.Volumes entrados com (azuudas .
t com gneros I9S
Vol oes sabidos com (azen I. is
com genero
== 198
1S7
3C2
o. le,
ler para pd- porque do t-onirario a fregnezia da Escada se ve-
8 nmpenhar- r em piesenca de urna era, que aterrar aos
1
seos pacficos habitantes.
l'.n F*cadeils.
O
N.
i em (orea,
i ~.;icia ioda a prova.
V liberdade, facilitan lo inleHigenci' hu-
mana 03 meios para o desnnvuh imcnlo dos
dTcutes ramos industriaos, dos dilTerenies va--
lores, eco.'ioiuicamenlo fallando,gera a umulaeo,
o desrjo arJenle dacumpecn a, que mais lar le,
Descarregam boje 27 de de.zembro.
Galera ingleza D. Diogo(azen las,
Brigue iiiplezDantebacalhio.
BrigueausiriacoMara fnniiha de Irigo.
Brigue belgaEmino fazeudas.
Escuna bollandeza leerenvcndem.
Brigue porluguez = Promptidao diversos g-
neros.
Importa^ao.
Esci;na bollandeza lleercnveen vinda de
Londres consignada a tloih.-& Bi loulac mani-
festot o seguiute :
3<0 birris plvora, a Paln Nash & C.
130 barricas rerveja, a Saunders Brolbers
50 caixas ditas, a Whaley Fosler & C.
100 saccas arros ; 50 cauas queijos, a Dias
remandes & I'ihos.
2 barricas vinho ; a John Gales.
200 Larris plvora, 40 toneladas carvo de
pedra, 72 fardos ferro ; a Rotbe & Bidoulac.
3 fardos couros ; a Rabe Schlnitau & C-
150 barricas cervej ; til. II Wyll.
2caixischi, I dita ebteows, 1 barrica un
ponsabililade moral, sendo es:i|iio por mira sentt{o para sobreraeza, 1 caix esleirs, fazen-
aquelle artigo de ferias com que comeca o n. da de algodao, pos & a L. A. jiqueira.
candelabro ; a Joo Pinto
peridico Puro, terminando seas Irabalhos
J-sie anno no dia 22 do corrantaj annuuiiou que
approveilaria as ferias para resolver sua couduc- {
la no pioximo auno de 183-1, e esla resoiuco i
lem dado lugar a coininenlariose dovilas.que rae
nbrigam a oceupar boje osea imporUnlissno
Diario Je J'eruambuco.
Tolos sabera que o digno proprietario ilessa
, ga/.eta, o meu amigo Sr l.uiz Cyriaco da Silva,'
se -ampo que Ibes c patentcado realisum- me ha'semp-e foto *o favor do receber minhas
se nao s os mesroos phenomenos da produccao, inspira?es, e que por sua conta corren o referido
como tambem outros umllos que, na escala vara-' p0,-o al meu egresso da Europa, sendo que a
dissiiua da industria e do traballi i continuo, rio instancias suas o aiudei na rodaccAo, supponbo |
sempic subiodo em (orea, em utiliJade e impor-, quo desde abril.
Assim pos, os escriptos doutrinartos dessepe i
e artigo de ferias com
2i>, cuja data 21 de dezembru.
Tendo ludo visto e observado, minha
resalo-:
da
29000
1205*000
9009000
96>000
150&000
369000
36J000
309000
i
80*000
72c00v
968000
3609000
1509000
1S 9000
180*000
e por una consequencia nc-cessaria, se Ira luz na ,_;, ,.ra felta e definitiva ; mas o gazeleiro uiio
concurrencia. i p0jia deitar de exprirair-se com a reserva que
Estabetecidos osles principios que a raiao o a all se lem naquello artigo, por Ihe sor
experiencia proclaman), e eslao ligados pela sua j guardar conveniencias que lodo o homem de cri-
propria origem existencia da socied .de. im- il.,j f.umente reconliece.
possivel desconheccr a forca inmensa po len- Nao sendo em minha i resolucoc iniluonciads
de a manifestar-sc no vasto circulo dasappplica- jruais por consiileraces subalternas, esde-uho
cees o. dos irabalhos humanas, no variado espado censuras c commentaros de possoas incompe-
era que deve desenvolver-se a intallij&encia. ntes, e inda mesmo a de improvisados aristar-!
Considrenlos >lo nina parte a H'odade, mar- '
chandoscgiiindo aslcis do soa organisae&o, apoia-
da as bases de urna adminislra.-ao regular, an-
efosu porfixar o dominio das m ;s fficazes ins-
liluieoes, por contribuir para a segnrane* dos
seus direilos, e animada pilo desojo de abrir as
fontes prosperidade publica ; e per ouiro lado
I ea'rxa 1
Lemas & C.
I barrica mangas de vidro ; A. dos Santos
misiei Siqueira Cavalcanle.
200 barris plvora ; a S. P. Jalimlon ^ C
117 barricas cerveja ; a Fox Brolhsrs.
I caita alpacr, i barrica vinho 50 cai\as
queijn=, a A. C. de Abru.
1 caixa perina?, 2 Jilas selins, 1 gi'ro filtres,
cas, seuijire disposlos .i jiilgarein com severidad*' u
nos outros a luclla* aceea qu^esio habilua ios a j l CJI*as qu'l<>s 5 > orUem.
praticar. 1 lardo esteiras, 1 dito cobertores, 1 caixa
Km o n. 263 do Poco, publica lo a 18 do an- fazenJade algodao, 1 dita urna cadeira para cn-
danle. copiando pule do "na carta de Jnnn. V,ido paren|e Vanna & C-
publicada em a de oulubrodo 17/1, nella se le o .. ,
seguinte: caitas, ignoro, 6 ditas enserados, 1 peca
lemoo que os homens lealmente levados de rame I barrica phosphoros, 22 feixes ac ;
ras, esmerando-se o mais possirel por dar aos' pela causa e pelo novo, que nao buscara alguma aos Agentes di lislrada de ferro
MprodntfM e ao resuluJo de soasoporaces vaniagem privada e que sao assas virtuas-.s pa-j Polaca Oriental Santo Agoslinho vinda
ra preferir o bem geral da sociedade a satisfacao1 ... ,r., c r.
lempo digo u l'(""c video consignada, a Ainorim i C.
1:0937 e meia arroba carne secca, 00 couros
dem seceos......
Espanadores grandes. .
dem pequeos......
Esteiras de preperi .
F.sloupa nacional.....
Pastaba de aramia ....
dem de mandioca ....
Feijo.........
Fumo em folha bom ....
dem dem ordinario .
dem idem reslolho' ....
dem em rolo bom ....
dem idem ordinario.
domina polvilho ......
Ipecaciuuiha.......
Lenlia em achas grandes .
dem dem pequeas. .
dem em toros......
Madeiras cedro laboas de forro.
Louro pranchoes de 2 cusalos
Cosladinho. ...'...
Costado........
Forro......: .
Soalho........
Varas aguilhadas.....
dem quiriz.......
Vinlulico pranchoes de dous
custados .......
dem idem custadmho de dito
dem taimas de costado de 35
a !0 p. de c. e l/2 a 3 de
largura.......
dem idem dito dem idem de forro ....
dem idem soalho de do .
[di in em obras eixos de secupi-
ra para carros ,
dem idem rodos de dita para
dilas........
Mel.........
Milho.........
Pedras de amolar. ....
dem de filtrar......
dem rehuios......
Piassava em raolhos ....
Sabio.........
Salsa parrilha......
Sebo em rama......
Sola ou vaqueta [meto) .
Tapioca.......
Unhas de boi.....
Vinagre ......

um

libra


din

una
arroba

alqueire
alqueire
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iWO ParahibaCuih meira nacional Araijunii/, com-
170 mandante primeiro lente Pedio Tfcom de
ano C. Araujo.
IOOOO S1"('!;",lll"--r!'i.' -!;.. \,;l,ri rapUO I H.
SjotamJer, i rga assiiear.
001 BabiaUiate nacional Bom Amigo, capitao Jos
400 I Manuel Fiu/.a, carga differentes gneros.
IflOOO Miloid-llaven--Vapor porluguez Portugal, com-
'P'On' ",i"",'"||,, A. Drion.
I$600
300
lj|600
3|000
2.S500
6,^000
1igOO
flOOO
7j>000
I25OOO
000
3|tt0
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Sg.O
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Editaes.
Juau li..plisia 00 Laslro e Silva.
den da rosa, e hupectnr da
l'azenda de l'einambuco por S.
guarde.
ol'icial da or-
liiesoeraiia de
M. I que Dos

ranada 240
al [ueire 2S300
urna 800
9J000
o IglOO
mu 800
120
arroba 25$000

una
arroba .i l!l
cunto 8300
pipa 50-^000
1-aco saber aos que o presente edita! viren que
era cuniprtmento daorden dn tribunal do ilie-
souronacional de Ii de n>embro prximo pas-
sado se coineea a fazer uesla tbesouraria a subs-
iiluu.ao das notas de SuOfOoO ,1a primeira. se-
gunda c lerceira eslampas. Os seus possuidores,
pois, podn apresenia-las ao ihcsourciro desta
thesuui.iii.1, que Ih'as trocar m oulras de di-
versos valores. Tbesouraria de i'ernambuco 5
1 I de de/pinbro de 1859.
Joao Htipts(a de Cutir e Silca.
O De. Francisco de Araujo Barros, juu de direiio
nlenno da .segunda vara crimiiidl 3 comarca
desta cidade do llecife. etc.
Faco saber qw un da 9 de Janeiro prnxa
mu louro, s ID horas da manhaa, na casa da c-
mara municipal, lem de reunir-so a jauta revi-
los jurados desle ierrao, e sao rnnriJados
. lodosos iriierc sados para quj apreseuten suas
1 reclamaeoes.
i i oa que chegue ao conhecinienlo do todos,
mandei tassar u presente, que ser publicado
pela imprensa.
R.ecift
l'rnnciscc
jury
ciie 1 de dewmbro de 1859. En Joaqun
cisco de Paula Esleves r.kmenle, eserivo do
o subs'Tevi./'ranci.:-o th Araujo Horros*.
lieearacoe
; contemplemos cada una das classes trab dha lo-
a inaior importancia, o mais subido valor. Cada
una dolas, dirigida assim pido poder de sua
propria nalureza no exercino legilimo da liber-
dade, leu le a ape(.-icojr-.se caja vez mais na
cultura Je suas proiissdes ; empenha-se por fa-
zer sobresabir nos inesmos campos da industria
o bem gi
de suas auimostd.ijfs pessoaes ;
que laes homens intervenham.
Tendo assim orovocalo a intervene.ao dos ho-
mens de bem para se anleporcm aos traidores,
queafectaiido amor pela causa constantemente
a ulilidade o o valor intrnisco de suas produc-1 a sacrfcam, nao poda jamis recolber-mc c dei-
Coes ; e esse espectculo lisouge.ro na reali- \ar a sos laes huinens ; torea era, pois, lomar
aos mesmos.
CONSULADOGERAL.
Reudimento do dia 1 a 21. ,
dem do dia 20.....
46 3755741
3:741 792
dade, um roullado da concurrencia. nu meiodelles posico para"ajuda-lo* a afrontar
Lsie phenomeno, cata lacio iitconlrovcrfO da os djsculos que s sabom vivar do iutrigas pes-
apparicao de nuiles homens, applicandu-se aos^soafs.
mesmos a dilVereiil.'s ramos de proJuccao. cria,. F.fs pjiS minha situaeo, ordenada pelas reve-
esljbolece por si mesmo a competencia ; c d'ahi laces, a qual deu lugar a viagein de SS. MM.
ven a concorrercm ao mesmo lempo inuil >s upe- II." ao norte do ftrasii.
rarius, niuios trabalhadores, para chegar a un Amigo ve. dadeiro do povo, como o lenlio de-
poulo em que as suas necessidades e aspiraees monslradono continuo soil'rer de ll anuo, con-
1
5O:120j53:l
DIVERSAS PBOVINCIAS.
Rendimenlo do lia I a 21. .
dem do dia 20 .
2:I7|453
50^895
2|3t8
sej.iui satseilas.
por esta razo que lodos pu qnasi a naior
parte dos economistas consideran) a eoneumni ia
cuino < urna condicao indispeusavel para o gozo
completo da liberdade, o para o bem estar phy-
sico ; e allirmara que ella lem contribuido pode-
rosamente para os melhoramenlos industraos. -
Pouco inporta que um governo oppressor ou |cxplicarc clara e precisaraeiilc, para
corrupto, iinaginando-se naiiiralinenirauloiisado ser comprehendido por todos.
para restringir absoluta e completamente oox-j Minhas ideassociaes sao as mesinas, os meios
ercicio da liberdade as classes operaras, o em de applica-las variara ; son pois d'ora em dimite
lodos os estabelecinienios que se dirigen in- ; monarcbisla pnssoal, por me ler convencido quo
tiuiiarei a advogar sna causa, com a lealdade do
meu costunie, c sua causa me ha dito o povo 6
' a da liberdade com a monarchia. que julga elle
antemural violencia dos poli otadas.
iloito breve, se o meu nobiv amigo do Diario
de l'ernaiitbttco ufo permitlir, apresenlarei ao
, pai/. e a o inundo 0 nieii manifest, e enlao rae
que possa
30091)00
369000
\
dnstria, por qualquer dos lados que se consiJe-
re, recorra ao principio lyrannico e reprovado do
monopolio Ilimitado, e pretenda lancar socie-
dade o jnizo avilianle de mn; es ravilao disfar-
Qada rom e apparatoso nomo de protteco. A
experiuncia mostra que na maioiii dos casos essa
especie de protc.ccao calculada e suistra : vai
recabar sobre cenas classes, ao passoque se af-
fasta de oulras, e por ultimo, IraJiuind i-se
n'um privilegio exclusivo, favorece as especula-
coes de cerlo numero de operario?, o mala qnasi
lodo o germen da Industria do maior numero.
O que se nao podo contestar <[uc, concor-
rendo os producios da industria no mercado, ah
apparecera de tal sorle que multo fcilmente se
pode cscolhcr entre ellos ; e por oulro lado a
propria em alucio, quo faz com qne os differentes
opr.nios anparegara com os resollados do seu
traballio. os leve a se apcrfeicoarein mais, e ao
mesmo lempo Ibes fornece a occasiao de
recorrer sua inlelligencia, para nvcniar oulros
instrumentos que lendam a ouiplficar-lhcs os
recursos e as forras.
Alii, nessa grande mullido de productos, que
sao offorocidos pelu Operario, pode mais fcil-
mente euconlrar-se aquelle quo raelbor, mais
depiessa o comiDodannule salisfica as raais ur-
gentes necessidades. Quinto maiur for o nume-
ro dos concunentes, tanto maiur ser o de ho-
mens que se entregan s operaedps da industria,
para deltas obicr u:n resultado proficuo:as di-
versas producemos, concorrendo siraultancamen-
le, podem ser mais bem avaliadas, raais facilmen-
le examinadas ; c no meio desse campo lao di-
latado, o hornera ve neccssariatnenlc quaes sao
os objectos raais uteis e inleressantes, quaes os
meios mais conducentes ao augmento da riqne-l
za d'enlre todos que Ihe sao apresenlados. Es- '
sas diversas Iransforma^des por que passa a iu-:
duslria, Irazcn comsigu indubilavelmeute o pro-1
gresso dessa mesraa industria ; por que quanlo!
111 siluacao do Brasil nao nos convem exoorrao-
nos svisailudes de urna nova guerra civil, quan-
do la o superiormente se revela o Senhor D. Pe-
dro II, e com e|lo podemos alcanear todas as re-
formas e melhoramenlos eompaliveis con nossa
actual civilisaco.
Esperen! un pouco mais os impacientes, e,
quando eu assentar meu novo plano, poderao
uulo francamente corabater-me. certos que no
recuarei dianle da discussao. llecife 26 de de-
zembro de |859.
Dr. Antonio Bornes da Fonseca.
Pblicaces a pedido.
Rio do Janeiro
Mais de urna vez se teem os nossos leilores
deleitado com produeces dolrttcrato porluguez,
Sr. Valentira Jos da Silveira Lopes, que estabe-
leceu em Macah um collegio onde se onsina a
insirurcao primaria pelo metbodo Caslilho.
Lis alguna trechos que elle acaba de dirigir a
pessoa residente nesta corte :
( No meio dos dissabores de urna vida aborre-
cida, como a quo eu vivo neste reliro, quer
Dos q.ie de quando era quaudo gozo grandissi-
mos prazeres. L":n deslcs poucos, mas como
pouquissimos rae costuma deparar a sorle, foi a
noticia do Jornal do Com me icio do 23 de no-
vembro de 1859 a respeito do melhodo Caslilho.
Sabe V. L\c que, como apostlo daquclla
deulra, eu a auompanhei sornpre na sua Belh-
lm,pie dnpos, quando os phariseus se api-
nhoavam para aacoimar injustamente, eu ousei,
e mais faria se o mestre me nao ordenasse o si-
lencie; cu ousei, disse, defender a regciieracao
da escola e raptados a to tos, para provarmos em
publico a vaniagem com que a obra de Caslilho
DESPACHOS DE E\PORTACO PELA MESA
DO CONSULADO DESTA CIDADE NO DIA
26 DE DE7.EMBRO DK 1859.
Porto = Patacho porluguez Duque do Porto,
diversos earregadore?, 8 barris assucar branro,
23 meios de sola e 1 sacca algodao.
LisboaBrigue porluguez Robinia, C. Nnguei-
ra & C, 659 saesos assucar branco e masna-
vado.
Porto=rBrigue porluguez S. Manoei I, M. J.
llamos e Silva, 600 saccoe assucar mascavado.
New-York Hiate americano Mary Helen,
Whately Forster 4C, 200 saceos assucar mae-
cavado.
Liverpoolfirigoo inglez .(Glacus, Paln Nash &
C, 700 saceos assucar mascavado.
j MontevideoPolaca sarda Maria, Viuva Amo-
rim 4 Filho, 500 barricas assucar branco.
MorselhaPatacho francez George, I. Keller
& C, 700 saceos assucar mascavado.
Exportado,
Liverpool, barca ingleza Baronet, conduzio
o seguiute : 1,577 saccas aleodo.
RECEBE0OUIA DE RENDAS INTERNAS
GEUAES DR PERNAMBCO
Rendimento do dial a 21. 31:625gl29
Idem do dia 25....... 1:027^933
NOTICIAS MARTIMAS.
Chegaram, precdanles desle poito :
Ao do Rio : u 8, a barca americana .t;e/io, com
7 dias do viagem ; e a 9, 0 patacho nacional Oro- i
;i'6o, com 9.
ao da Babia: abarca ingleza Chn*e, com 2!
dias, o o patacho focprmt, com 3 ; a 16, o ltale
nacional />oi do guerra Partanse, com 2 dias : o a 20, o pa-
taeno porluguez lliprer, com 4 dias.
Sahiram, para esle porto :
Do do Rio : a 11, o patacho nacional Cnpuam,
ca 15a escuna hollandeza Luminn Arenliua.
Do da Uaiiia : a 16. o brigue ingle/. Giaucu, e
a barca incional Planeta.
Acli:ivain-so a carga para esle porto:
No do Rio : o brigue Alfredo, e o brigue escu-
na Joven Arthur.
No da Babia : a sumaca lurleucia, o brigue
Marinho III, o patacho Behcribe.
Rio, 15 t!< dezembro.
Nao houvc colares oftteiaes.
r. ii.v.nx
.t' ultima hora.
Cwnio.Incluindo as Irasaces
Suhc!eIog:a-tr da fresue.'.ia de San-
io Antonio H7i do dc/.ctnbro
Acbam-se depositados tres cavallos que foram
eniontraJos pelas ras desta cidade : quera for
seus denos, dirijam+se a esle juizo, que dando
suaspiovs. ihe scriio enlregues.i-Auronio Ber-
narda Qninteiro, subdelegado supplenie.
^= O illm. Sr rckedor d 1 Gyrjinasio manda
declarar aos pas, tullores ou correspondentes dos
alumno; internos, irue no dia 22 do corrento.
principia o recolhimeiito das mensslidades, cor-
respondentc ao primeiro quarlel do Janeiro ao
ultimo de mareo do anuo de I80O. Secretaria do
Gymnnsio SI de dczeral.ro de IS59 =0 scci
rin, ,t. .1. Cabra!.
Ouarlo halalhto arlilhu ia
a p.
0 cons Ibo econmico do mesmo balallto con-
1 foroecimenlo de gneros alimenticios pa-
rra o rancho de suas piaras de prel durante o
1 primeiro semestre do ano de 1860 a saber : as-
sucar raascaviuho refinado, arroz, azelte doce,
baeaibo, rarne secca, carne verde, caf era ra-
roeo
1
Vijjo preto, faiinhn, lenha, narrteigd in-
gleza e franceza, pao de 6 e 4 nacas, tooctnhu
de Lisboa o vinagre l>uen quizer fornecer
aprsente suas propostas 111 secretaria do dito
batalhad at u dia 28 do correnie, advertrndo-se
qne os gneros deven ser de boa qualidade.
Secretaria do balalho na Soledide 20 de de-
Cambio.inciuindo as trasaceocs lo lioje, som- Secretaria do batalhao na Soledide 20 de de-
nam os saques realisados para o paquete Por- \ zenbro de 1859 Berardo Jomuim Correa, te-
ugnl. nenie serviudo de secretario.
Sobre Londres, 2 160,000 a 25 1.2 d. ,_
ucorre para desenvolver o Irabalhooas 88beriw qualroer ntra^de igaaes lins. Sabe,
Gommuuicados.
Conomia poltica.
treces considerares sobre a concurrencia.
1. um princimo natural e por iodos reconhec-
da que a huinahidadc nao pode chegar o sen
completo dosenvolvimoiiio, e inleira satisfacao .
de seu deslino, sem que todas as suas aculdades el
se exercilem na oibia que Ibes foi Iracada, sem "<"
que indas ellas por si concornim para tornar mais
effeclivo e enrgico o dominio da liberdade.
Sendo esla a coudi-.o indispeusavel para qne
o hornera precncha o seu fin no mundo, o oble-
uba lodos os gozos que eslao era relaoo Com a
mauuleneo do seu proprio ser e da sua felicida-
de, claro cqueo maiur dcsenvolvimenlj dessa
inesnia liberdade depende da maior expanso de
todas as faculdades que o homem receben m
parlilha das miios do Creador.
Sol a relacao econmica, debaixo 00 aspecto
da scieucla que Irala especialmente da riqueza;
cuino condkao para a vida dos povos o das na-
ces, nao so podo prescindir da realisacao e do
emprego daquelle principio, que. Lio ligado com
a nalureza humana, hisepararel de todas ns for-
mis se co
operacoes que Ihe di/.em rcnpeilo, lano maior c o
aperfelcoamento que se Ibes d. Vemos tambem
que por meio da concurrencia o espirito inventi-
vo du homem ebega a produzir grandes naravi-
Ihas, era relacao a industria, cujo melhoramcu-
to accelera c completa-
Sao estes os elfei^s que a concurrencia tem
produzido, quanlo ao iem estar da sociedade ;
por que o upcrfeicoaniento da industria, o
maior incremento a invem.ao e descoberla de cldo com o grande mestre daigreja. S. .lerony-
Zn .' 'f?i h "'JVT f'mvc'Tl:S prr5S0S rao- W8*. "efendendo elle a sus versao dos
no v i f Pr,"Ju'ls : "do dependo, co- |lvros sagrados enlao perseguida, dizia lao so-
l o a m,ul\ ;' '',Jn f0"cur,'fi,"1;'; l;^-'l;'- I .nenie : Legan,prius, el postea despidant. Lei.ra
11a pela enuiacao o pelo principio da liberdade- '---
So^arttaSrt?cVfe"?fJ^ Sb 0SS? n!ln" I **ac ,,i,lml'1'" ta na capital do imperio! e
linalinenle. V. Ese. que foi como apostlo do
metbodo que vira a estas regies e que me em-
brenhoi por estes mallos, esperancado do fazer
que dalles esceasa a verdade ao grande centro,
onde, so ha raais luz, ha incomparavelmenle
muilo menos siueeridade.
< Mas. Exm. Srs. a verdade que uraas,
nao podejazer por muilo lempo era trevas era
I que pese a seus detractores, e o que honlem se
sen iiupugnou hoje se adu.a esle o caso' aconle-
:l2:65;lli62
CONSULADO PROVINCIAL.-
Rendimctrto do dial a 21. 672 435$295
dem do dia 26. ...... 5:140j707
72:576J>002
primeiro e depon condemnera.
ti
prov.un mais do
,. lSf;,uVr"1rr^ P0ha muilo esefipto .10 livro dos immortaes, mas
ftmfilarte f nutdiadade dessa pa,a infancia, cuja causa so ventila va nesta
Por oulro lado, so alguns inconvenientes teem Honra ao meritUsimo I), abbade de S. Ben-
npparecido, c porquo a classe industrial anda lo, que vencen para a humanidad 15o santa de-
nao e chegada aquelle oslado para que foi espe- manda. Exm. Sr., coslum.nn os sabios rauiUs
cialmeme asngnalii 1.1 ; o porque nao estamos vezes [lio allu os collocou seu tlenlo) desconhe-
1 inda n urna poca de estabelidade completa, o cortados os uteis de causa lao pequea e rastei-
Paula dos pi'ec os dos piiutipaes gene-
ros e producioes nacionaes,
que se despacham pela viesa do cono-
lado na semana de
26 a 31 de dezembro de 1859.
Agurdenle alcpol ou espirito
de agurdente ..... caada
dem caxaca....... .>
dem de cana......
dem genebra...... >
dem idem....... botija
dem licor....... caada
dem idem....... garrafa
dem reslilada e do reino caada
Algodao era pluma 1." sorle arroba
dem idem 2.'1 dila ....
dem idem 3." dila .... ,>
dem em caroco......
Arroz pilado...... arroba
dem com casca..... alqueire
dem branco novo..... arroba
dem mascavado idem ...
Azeite de mamona .... caada
de coco.
. arroba
Fecharam-se as ultimas operacoes a esle al-
garismo, sustentado cora Ii nueza ros saca-
dores.
Sobre Ilamburgo houvc um saque diminuto a
729 rs.
Sobre Lisboa e Porto effectuarara-se Iransac-
cos regulares a :
113ll,'o.................. a vista.
1120/0.................. a 3udias.
1110/0.................. a,'ti
1100 q.................. a 90
AcedanVemleu-se un loto icgular das do
banco do Rrasil a 88$ de premio.
Cafk. Veiideram-so boje 5,000 saccas para
os Estados-Unidos e 3,500 para o Canal e Norte
da Europa.
Elevam-se pois as venias desde a sabida de
Tyne a 138,800 saccas, com o destino seguiute :
Estados-Unidos........... 51,500 saccas.
Canal e Norte da Europa. 72,uOO <
Mediterrneo.............. 9,6i0
California................. 3,200
Cabo da Boa-Espe ranea.. 2,500
Os possuidores mantera para os lotos ospreeos
que. honlem publicamos.
Ha om ser 120,090 saceos.
ULTIMAS COTACBS.
i.VHUIOS.
Londres.............. 25 1, i !. /
Paria................. 382 a 385 rs.1-2
Ilamburgo............ 720 rs. '. =
Lisboa e Porto....... 110 0 q. \%
pinnos pblicos.
Apolice3 de 6 0/o.............. 10 1,2 0 d-
provinciaes........... 93 0 0.
DESCONTOS.
Nos Bancos.................... OO.'rj.
Na praca........................ 10 0 o-
ur.riEs.
lineas da patria................ 32:500
Ditas hespauholas.............. 32500
Soberanos...................... IO9OOO
Mocdas do Cj-iOO vellias)...... 17|OO0
Dilas de i, dilas.............. 9;>0d0
Pataces........................ 1-0 0
os diversos ramos dos Irabalhos bullanos nao en-
conlram um circulo era que gyrem ^rm obsta-
culos e diliieuldados.
To breves considerarijes sobre a concurrencit
bastara para provar qual a sua traporrancia,
quaes sau o seus maravilhosos eftVitos relativa-
mente prospendade da iodusiria, ao augmento
progrossivo de riqueza publica, e ao bem estar
MU.
.1. /?. de Torres Bandei. a.
ra como saja um
V. -
melhodo de aprender a ler ;
dem de mendoim c
Bolacha lina. .
dem grossa. .
Caf en grao bom.
dem idem reslolho .
dem idem com casca
dem nioide. .
Carne secca. .
Carvao de madeira
perdoo V Exc se este meu jui/.o Ihe travar por! Cora de carnauba en pao
muilo cerlo, mas pranos, para os brenos do i -, '
simples e insossos alicorees, um raethodo recto, | iuum 10u,n em velas-
apri/ivel, humano, uielhodo era sumiua, 6 cou- Charutos bous ....
sa de1 un valor immenso. dem ordinarios .
Assim me estou eu j festejando e tnuito, por dem reanlia
ver ati'.onsado o melhodo Castilho. I r| .f 8.....
< 1," Com a existencia da bellissima escola do u""'cs......
mosteiro do S. Denlo. Cocos seceos.....
2. Com ars'olha do habillissimo mestre, a Coaros de boi salgados .
arroba




>
^>
ceuto


!bn
600
360
00
610
210
610
280
720
8g550
7$550
60&5O
2gl37
3$000
3S500
4340O
#2300
" 800
2$500
7g000
33810
63500
43OOO
53000
93600
63000
23OOO
103000
I23OOO
231JOO
800
2J500
53OOO
33200
275
nnu
Antuerpia.......... 25a30sb
Canal..............
Estados-Unidos....
Hamburgo..........
Havre..............
Marselha...........
Mediterrneo.......
o O ,).
0.
e o 0 o-
25a35nh.
35 a 5sh
25 sh.
30 frs. o 5 O/o-
35 frs. e 5 0 o.
30 a 35 sh. o 5 0 ().
Kahin, tS9 do dezembru
CAMBIOS E METIS.
Londres 6-3 e 90 ds. (5 a 25 1/4 d. p. 1?.
Paris 380 a 390 rs. o ir. non.
Hamburgo 730 a 740
Lisboa > 120 a 125 0 ,) prcm. 110111.
Doblos hespanhes313 a SlJfuO.
da palria3O350O a 31.
Pecas de 63 00 velhas17| a 17>00.
de 4-9j500 a 936UO.
Soberanos98')0 a 10.>.
Mocdas brasilciras-S a 218600.
I03 a IO38OO.
Pataces brasilcros100.
hespanhes2*100.
mexicanos1;980 a 2*.
it>. -a^-saiB
>io vimento do porto.
fanos entrados no dia 25.
Monto-Video30 dias, sumaca hcspanhola ijua-
delupe, de 118 toneladas, capilao Joo Fonla-
nclles, eqnipagem 10, carga 2,800 quietaos hes-
panhes de carne ; o Aranaga Brvan.
Portos do sul5 dias e 18 horas, vapor portu-li
guez Portugal, commandante II. A. Brion.
Varios entrados no dia 26.
S. Francisco na California104 dias, barca ama-!
ricana aran Park, de 690 toneladas, eapito
C W. Pendleion, ciuipagem 15, carga guano :
ao capilao. Veio refrescar o segu para H.imp-
lon Roads. '
Navio sabido no menino dia.
MacciBrigue barca de guerra nacional, com
mandante capilao lenle Jojj Comes de
CoiisieShu de compras navnes
Teodo-se de elTeci iar o cuntalo relativamen-
te ao fornacmenta .le carv&o de pedra para o
COnsnnmo dos navios di armada, tanto vapor,
romo a vela, ollicinas do arsenal de marmita
desla provincia e barcas de escavacao a cargo do
ruesoio aismal,-manda o conselbo fazer imblico
que isso lera lu^ar em sessao de 27 do correnie
! mes, vista do propostas aprcscnladas nvs'.e
mesmo dia al s li horas da manhaa, sendo o
contrato por lempo de ;l me/.es ou 6 se o proco
do fornecinienlo convidar, e gob as condedes
que forera convennonadas, eunpnndo ser Vita
I a entrega desse objecto depois de posto as res-
I peclivas csrvoeiras rom a maior presteza.
Sala do cooselho de compras navaes de Pe,-
'. naml.uco em 19 de dezembro de 1659. o secre-
| lario, Alexandra Rodrigue* dos Anjos.
Pela subdeiegacia do Recita se faz publico,
que seacham reeelhtdos a casa de deleie.ao, os
seguintes cscravm:
llaphael preto, fgido, escravo do Sr. do en-
genho Orisonte.
Delpliina, parda, que reprsenla 23 anuos, e
soppoc-se sei fgido do lugar de Tigicupapo, e
que foi presa com onomede Seraphina.u sub-
delegado, J. .1. Jorges.
O Ilhn. Sr. inspector da Ihesonroria de i'a-
zenda desta provincia manda fazer publico que,
contorne se annunciuu, nao leve effeito no da
21 do correnie a arreuialaca da parte do sobra-
do de dous andares na ruada Guia n. 29, penho-
rada aos herdeiros de Antonio Ferreira Duart-
Velloso ; e por isso Qca a raesnia arremalace
transferida para o dia 7 de Janeiro do anno seo
Kuinlo. Secretaria da Ihesouraria de fazenda de
Pernambuco 2! de dezembro de 1859.O ofial
maior interino,
,ii: Fronci.ee de Sampaio e Suca.
Aman'ia ao meio dia lera lugar nesta fa-
culdade de direilo a prova oral que deven pres-
. t-ir os candidatos Ors. fian is o Piulo Pessoa e
Tarquiuiu Braulio de Souzi Amarante. Secreta-
ria da fa uldade do direilo do Recife 26 de d -
zembro de 18590 offlcial serrhid 1 .1" se
rio, Manoel Antonio dos Pomos e Silca Jnior.
O conselbo econmico do batalhao de ti
fantara 11. 10, leudo de contratar para o forne-
' cimento de suas pracas no primeiro semestre do
anno prximo futuro, os gneros alimenticios do
primeira qualidade, abaixo declarados, convida
aos senhores licitantes que quizerem iornecer
laes gneros, a apresenlaren suas propostas em
cola fechada na secretaria do referido batalhao
no da 29 do niez que corre, s 10 bora3 da ma-
nhaa : assucar refinado, arroz pilado,* azeite do-
ce, baeaibo, carne verde e secca. cafe em ca-
rosso ou muido, farinha de mandioca (da taro',
feijo, manlega franceza e ingleza, paos de a
eneas, vinagre, assim como lenha em achas. Sc-
eretara do batalhao n. 10 de infantaria no Hos-
picio em Pernambuco 21 de dezembro de 1859.
Caelano Xavier de OHreira, lenle, serviudo
de secretario.
Novo Banco tle Pernambuco.
O novo banco de Pernambuco leco-
l!ie as notas de sua emissao de l* ti e de
20^', e pede aos possuidores d.is mesmas
jo favor de as virem trocar no stu es-
criptoro, das 11 horas da manliaa ale
as 2 da tarde.
Pela delegacia do 1." disiricto desta ci-
dade se faz publico, que foram apprehenJidos
por andarcm vagando pelas ras sem conductor,
e >c achara depositados dous cavallos: quem se
julgar com direilo aos mesmos, appareca, que.
justificando-e Ihe serao entregues. Deleg'acia do
." dislricto desta cidade do Recife 2i de ezetn-
de 1859.rg delegado suppleiib em excrci-
cio, /'.'.'inu Jumor..
A guiar.
Avisos maritimoff.
=r Para o Aracflly sahe mpretervelraentp na
seguinte semana o hiate nacional Exhalari.i .
para o restante da carga e passageiros, Irala-se
com Gurgel Irraaos em seu escriplorio, na raa
Ja Cadcia do Recife, pnmotro anear n 28.
"^
MUrilABO


(V
DIARIO DE PERNAMBUCO. ThRQ FE1RA 9~ DE DFZEMBRO DE 1859.
Para Lisboa.
O veleiro l . pregad" e forrado de cubre, pretende
seguir cun ruuia brevidado, tem parto de seu
ga monto prompto; pata o resto que llie
.ij passageiros, para os quaes tem acoiados
commodos.'rata-se coro o seu consignatario Anto-
nio i.ni/. deliviia Azevedo, no mhi escriptorio,
da Cruz n. 1, na cun fl eapilo Manuel de
ira Uarros, no Cono Sanio.
Para o Rio tic Janeiro.
O patacho nacional Mi pretendo seguir com
inulta brevidade, tem parte du sen carregamenlo
prompto ; par.i o resto que llie talla Irata-se com
o M'n consignatario Amonio Luz de Oliveira
Azevedo, no seu escriptorio, ra da Cruz n. 1.
Avisos diversos.
Para o Rio de Janeiro.
O veleiro brigue nacional Almirante pretende
seguir com muita brevidade, tem parle de sen
carrcgamenlo prompto e escravos a frote : trata-
se com o seu consignatario Antonio Luiz de
Oliveira Azevedo, no seu escriptorio, ra da
Cruz n. 1.
Para Aracaty, o hiato Diutdoso recebe car-
pa e passageiros :"trala-se na ra da Madre de
Dos n. 2.
Para o Rio de Janeiro.
A bem conheciiia barca nacional trementina,
a sabir al o dia 24 Frrenle, por lorquasi com-
pleto sen carregarneuto : para o reslo o passage-
ros trata-so com o capitn Jernimo Jos Tollos,
oh Guilherme Carvaiho \ C, no suu escriptorio
ra do Torres.
Para Lisboa.
Va i saliir por estes dias o brigue por-
tuguez KoUm, anda pode receber al-
guma carga e passageiros ale o dia 28,
para o que trata-se cora os cons:gnata-
rios C-irvalho Nogueira & C. ra do
Vigirion. 9 ou cora O capito na praca. I
Para o Porlo Alegre, com escala pelo Rio
Grande do Sul, sabe com muia brevidade o pa-
tacho Noio Lima, tem rompi parle do carro-!
g.imenlo ; e para o resi a frote, lrata-se com os i
consignatarios Araorim limos, na da Cruz n. 3. j
O agente Pestaa continua a estar aulorisndo
pela commissao liquidataria da extincta socieda-
de de liacao e leridos de algodo para vender o
restante do terreno do sitio da mesma sociedade.
Os pi .'tendentes podem dirigir ao armazein da
ra do Vigario n. 11, a qualqucr hora do dia a
eutender-M com o diro ageute.
LILAO
DE
Diversos objectos.
Qnarta-feira 28 do corren te.
PELO AGENTE
PESTAA.
O referido agente far leilao por conla e risco
de qiieiu pprlencer pelas tO horas da manha:
no armazem do Sr Araujo no Forte do Mallo
DE
IScaixas com podras marraore para mesas, con-
solos e lavatorios.
15 quditolas com excellenle cognac.
1 pipa com dita dito.
3i barrisclo dita dito.
1G5 taixas com Rendir de Hollanda.
96 ditas com vhiskey.
Que ludo ser vendido era lotes a ventado dos
compradores sem reserva de prego.
LILAO
O Sr. Andre Alve Porto queira
dirigir-te a livraria n. e 8 da, praca
da Independencia, a negocio que llie diz
res pe to.
O Dr. Cosme de Sa Pereiraj
de volt de sua viagem nstructi-j
tiva a Europa continua no exer-
ciclo de sua profissao medica.
n$ Da* consultas em seu escrpto-ji
5a rio, no barro do Recife, ra da|
Cruz n. 55, todos os dias, menos)
i nos domingos, desde as' 6 horas j
/t as !0 da manha, sobre os(
' seguintes pontos :
t Molestias de ollios
1
J<
NICA,
O".
I
Te rea-fe ira 27
Wa
do corrente.;
O Jorge sabe para o Acarac com escala pelo
Ass no dia 26 do cnente impreterivelmente,
com carga ou sem ella : a tratar com Tasso Ir-
mos ou com o capito Domingos Delinque
Nafra.
PELO AGENTE
PESTAA.
I
Cear, Acarac e
Granja.
O patacho nacional Auna, tem boa parle da
carga prompla : a tratar com lasso Ir/raes ou
com o capito Graciano llenrique Mafra.
Para o Porlo.
Si iic at o dia 23 do corrente o patacho Du-
que do Vorto : para o resto da carga c passagei-
ros, (rala-sena ra da Madre de Dos n. 3i. Ro-
Ha-sc aos senbores cafregadores kajam de man-
dar os scus couhecimentos.
Para o Porlo
No mencionado dia porta do ormazem do Sr.
Aunes defronle da aliando)
inanha, o referido agente
que seja n preco olferecido
200 barris com rr.assas.
IMPORTASTE
Variado leilao.
Quinla-fcira 29 do corrente.
NO ARMAZEM DO AGENTE
STANA
Molestias de coracao e de
peito ;
Molestias dos orgaos da gera-
cao, e do anus ;
. Praticara' toda e qualquer
operarao quejulgarconveme.
te para o restabelecimt nto dos
eus doentes.
O exame das pessoas que o con-
[sultarem sera' ftlto i ndis ti neta-
mente, e na ordem de suas en-
tradas; fazendo excepcao os doen-
tes de olhos, ou aquellesque por
motivojustoobtiverem bora mar-
cada para este im.
A applicacao dealguns medica
mentos indispensaveis em varios
casos, como o do sulfato deatro-
pina etc.) sera' feto.ou concedido SF
gratuitamente. A confianca que
JJ nelles deposita, a presteza de sua
j^aceao, e a necessidade prompta
8 de seu emprego; tudo quanto o
$demove era beneficio de seus
doentes.
Aviso.
imcsdefionle daalfandega pelas 10 horas da *,?*[Min os ?>|,us,e9t:rav,0s Pacifico, com-
aoha, o referido agente vender por qualqucr1?1 ,n,do um enme, crioulo, alto bastante, es-
paduado. reforcado, ps com eraros, que custa
andar, bonita (gura, mo^o, tem pai, meu escra-
vo, e mi forra por nome Maria, mulata, lavadci-
ra, tem mais Iresirmas, duas minhas escravas,
o urna mulata forra, viuva, cosluma trabalhar
pelos sitios da Ponte de Uchoa, oceulto, e ga-
nhar dentro do Recife, gosta de sambas e violas.
Salvador, cabra, irmo de Pacifico, 6 canoeiro,
reforcado do corpo, estatura regular, tem un
geilo em um braco proveniente de queda de um
cavallo, moco c bonita figura. Bonifacio, cri-
oulo, bem preto, muito felo, com muitas marcas
de bexigas no rosto, quando falla nao olha para
! as pessoas, tem urna costura na frente do peito,
alio, reforcado, canoeiro e tijoleiro, esl com
a cabeca rapada, vestido de calera e jaqueta de
panno prelo. Estes escravos foram do engenho
d'agua, de Iguarasi, do fallecido Henriquu Pop-
pe Giro, lio de minha mulher, que Ihe tocou em
i parlilhas, e cujo cnsenho pertence hoje ao Sr.
| Dr. Francisco Joao Carneiro da Cunha. Protesto
i proceder conlra quem os*asylar ou empresa* em
Oreferido agento expora a venda em ledao no seu servico, poiTiendo o Pacifico commettido
ae lugar cima designado por conta de quem m crim, deve ser punido: quem os pesar
ertencer om lotea a voulade dos compradores leve-os ao meu sitio da estrada do Arraial, ou n
Seill resea (le preCO e aO1"1"'3 JaruadoColovello, que pagaroi todas as
. i despezas.Maccelino Jos Lopes
Jin
P
eorrer domartello
assoguinles mercadorias que devem fazer conla
a qualquer concorrentc
patacho porlugue?. Du-; Tapetes de laa para forro de sala.
11! ,1 com brevidade o
qut do Porto, de. primeira marcha : quem no | Camisas de ldecV compridas.
Bicsmo qiuzer carregar ou ir de passagem. dirija- | Sacros e malas de laa para viagem.
da Madre de Dos n. 84, a tratar com I Cobertores de la de cor
Weios de laa de cr.
Be a rua
Antonio do Cunha & Irmfto, ou loiu o capi-
to na praca do Corpo Santo.
proprios para militares.
I
\
P
8E1LC01PASHA
DE
aqueles inglezcs a vapor.
Al o dia 30 deste me/ espora-se da Europa
um dos vapures desla companhia, o qual depois
da demora do cosiume seguir para o Rio de Ja-
neiro, lo ando na Babia : para passagens etc.
Irala-se com os agentes Adamsou owie & C.
vua do Trapiche Novo n. 2.
Capachos de palha inglezes.
Rolas ingle/as de bezerro.
Halas de borracha largas para montara.
Bahua trancezes.
Calungasde borracha mullo bonitos.
Moinhospara moer caf.
Fumo americano em caixinhas de 20 libras cada
urna.
Arroios inglezes para carros, obra de gosto e
aiuiu bem acabados.
Piincipiar s 10 horas da manhaa.
A barca nacional Imperatris Vencedora, do
primeira rtareba, pregada e forrada de cobre
segu para o Rio do Janeiro com muita brevi-
dade, recebe anda alguma carga : trata-so com
o^ consignatarios viuva Amoiim ^ I'iiho, ua rua
da Cru/. a. 45, ou com o capitao na pra;a.
Irmandade das amas da ma-
triz da Boa-Vista.
O escriviio actual desta irmandade convida a
lodos os seus irmos a se remiirem em mesa
geral no dia 28 do corrente, pelas 5 horas da
tarde, aim de se deliberar negocios tendentes
mesma irmandade.
Ahiga-se parte de um prlmeiro andar para
escriptor, ou pessoa sem familia, na rua, do Vi-
gario: a licitar no deposito da mesma 1^29.
Ama.
Precisa-so de urna ama forra ou captiva para
cozinhar ; na rua do Imperador n. 12, segundo
andar.
Na rua do Vigario, deposito de Joaquim A-
rnaro da Silva Passos, compra-se em pequeas
arans,partidas de cera de carnauba e sebo.
= Compra-so eiiectivaraente lagrimas de ve-
las de carnauba ou de outras : na rua do Vigario
numero 29.
Roga-se ao Sr. redactor do Diar;o de Per-
nainbueo, que na Revista Diaria do seu n. 293
de 5 do corrento se nao pode furlar publica-
i llsM iriC ^a rVOll Al\t*fl CM da tradiiccJio, decifracan, ou corno mlhor
yUtl IUI5 C fiSdlCiil d norae tcn"a oas niciaes E A C C de urna caiva
t o i l encontrada na alfan lega da Baha por urna prs-
lerea-feira 28 OO COrrente. soa da comitiva de S. M. o Imperador, queira
suspender o seu joizo acerca das graves quoixaa
contra aquella reparticao feitas por pessoa ad-
versa ao actual e mui digno inspector della ; at
que se finalise o exame a que esl procedendo
a commissao de nquerito mandada pelo thesou-
I ro publico, cujos trabalhos comecados um 11
No referido dia pelas 10 horas da manha i ',le a8?' do ",n0 "c corre, anda iio fizeram
porta C alfandega o agente Pestaa vender por',-ar m,,Ior ^'"nento do que anteriormente ha-
r* /'i V I, fl v\ "
r^ilV ... y
CMFaMHA NiiSUEIIU
DE
o vapor Cruzeiro do Sul, commandante o
eapito do mar c guerra Gervazto Mancebo, cs-
pera-sc dos porlns do norte em seguimenlo aos
do >ul al o dia M d> corrente mez.
PELO AGENTE
conta de quem perlencer
250 taixas com queijos flamcngos a desembarcar
em lotos de 50 caixas.
200 barrii:;'.- com vurdadeira genebra de Hollanda
LEILAO
Ouinta-feira 29 do corrente.
NO ARMAZEM DO AGENTE
COMPANHIA BRaSILEIRA
DE
PAQUETES A VAPOR.
m
Por occasio do leilao jj aununciado para o
dia cima designado o referido agento vender
Camisas iuglezas as melliores que tem viudo a
esle mercado.
Meias para senhnra.
I.uvasde lio da Escossia para liomcm.
2 ca vatios com todos os andares desde baiso at
esquipar.
O vapor Parar, commandante o capito l-
ente Torrezo, espera-se dos porlos do sul
em seguimenlo aos do norte at o dia 31 do cr-
lente mcz.
Recebe-sc desle j passageiros, frele de di-
nheiro c cncommendas e engaja-se a carga que
o vapor poder conduzir. sendo os voluntes dos- g
pechados com antecedencia at a vaspora de
sni chexada : agencia rua do Trapiche n. M.
er[uai(|uer pre^o ni pott;i do armazem
va, causa de to iufundadas quoixas.
Antonio Goncalies Grvala.
O Sr. Grvala uenbuma razo tem com a sua
presente deelararo, porque demos o facto como
no-lo narraram. Entretanto, como pede a sus-
penso do julzo, dcixamos esse trabalho a quem
pouca preriso tiver dellc.Os redactores.
= Precisa-sc de um bom l'eilor para sitio nes-
la praca : a tratar no Momlego, em casa do fal-
lecido conimendador l.uiz Gomes Ferrelra.
Aluga-se a loja do sobrado n. 16, sita na
rua do Imperador, e a qual propria para qual-
quer eslabeleciinenlo : quem a pretender, diri-
ja-se casa do fallecido comraendador Luiz Go-
mes Ferreira, no Mondego.
Fugio um cscravo pardo por nome Eloy,
estatura regular, cor clara um pouco acaboclado,
pouca barba c com bigode, nariz e bocea regu-
lares, olhos caslanhos. com lodos os denles, per-
itas um pouco arqueadas, cabellos corridos e ne-
gros, bem fallante, anda bom vestido e calcado;
Icvou palelol de alpaca prcla, chapeo prelo de
feltro, official de pedreiro o de pintor do que
mais usa ; estando no dia 24 piulando duas ca-
sas na rua Nova, deixando de vir a casa desde
o dia 23 do corrente, e consta que elle intitula-
se livre : roga-so a quem o pegar, diriia-so
rua da Gloria n. 10. que ser gratifica lo.
= 0 abaixo assignado convida as pessoas a-
baixo mencionadas a comparecerem em sua resi-
dencia, rua das Flores n. 15, a negocio que Ihes
interessa : Miquilina Sebastiana de Albuquerque,
viuva : Antonio Joaquim Guedcs Bezerra, viuvo
Adelaide Maria Germana de Oliveira, viuva-'
O agente HyppoHto fara* leilao por Paill de Barros LinsMadureira, cstudantc ; Ma-
conc. e risco"de; quem perlencer de SJSS^SSnSS^ SOAlSt
grande quantidade de castanlias geno- i miliario, de menor idade./oafN>?n Francisco
' vezas, as quaes serao vendidas por todo'^ Torres Gallindo:
. rrecisa-se tallar a Antonio Barrciros. filho
Lf)
<^2>
Ultimo (leste auno.
do Sr. Annes, as 11 horas era ponto.
Terea-feira 27 tio con-enle.
'< agente Borja vender em leilao por todo e
qualqucr preco em seu ormazem silo na rua do
rador n. 15, urna grande quanlidade de cerra < 7f), pl,..,.,..^
- de marcineiria em perfeilo estado, mobi-| .. cnaiuios,
li- do amarello, lou;as, crystaes, relogios, obras vendidos ao correr do cnartello : terra-
dc prata c diversa objectos do apurado gosio c fe ira 27 do torrente as 11 horas era
trabalho que para fexar contas serao entregues _._,. ^rti.,^ j ?_____ii-
indubitavelmnte sem reserva de preco, dando! P0nl n0,aig da Asserahlea no arma-
principio .'.- 11 horas tm ponto.
de Domingos Jos Barros e Maria Joanua da Cosa,
natural da freguezia de Mei Barreiros, termo de*
^ illa dos Arcos do Val do Vez : na casa do Sr.
padre Ignacio, rua da Cru/., a fallar com seu pai.
Escrava.
Vendc-se urna escrava crioula, bonita figura,
de 18 anuos: na rua da Cadeia do Recife n. 60.
Companhia Indcmnisadora.
A direceo da companhia de Seguros Marilimos
Iudemnisadora, em cumplimento do disposto no
art. 19 dos respectivos estatuios, fat vender em
publico leilao, no dia 30 do corrale pelas 11
luirs da manha, i. porta da Assoclaco Com-
mcrcial, 15 ac{oes da mesma companhia, em 3
Olotes do 5 acedes cada nm, sendo o primea lo-
agente Hyppohto fara leilao por le do ns. 13*a 10. o segundo do 2cil a 265 c o
autorisacao do Extn. Si. Dr. juiz espe-; torceiro de 271 a 275.
cial do coimnercio e a requerimento de ~T Des*M* vender douscavallos muito bons,
i^ i i i- "L l" c sendo um muito grande, forte o com todos os
Antonio Luiz de Oliveira Azevedo, de andares, o oulro muito bouilo, manso e muito
os quaes sero i PrPrio P aenhota: paca ve-Ios na rua da
vtPilr t,r.-a Senzala cocheire n. 1H, e tratar na rua do
Torres n. 42.
Compra-sc urna escrava de meia idade que
mtm.
l4
VtBtJAURA
GIT1MA
LE-
/
Aos sentares te eigetths e aos plan-
ladores de capim.
Na Cabanga junio ao moladuuro publico,em una
fabrica que all so estabcleccu, vende-ao sangue
de boi reduzido a p para ser ir de extrume na
plantario das carinas de assucar por meio das
covetas, cujo syslema de planiac ser enaina-
do por um folheto, que alli se distribuir a quem
comprar mais de 20 arrobas. As experiencias j
feitas uesta provincia e cm algumas parles da
turopa ; garanlem o bom resultado, que se pode
obler da applicacao desse extrume o mais pode-
roso de todos, nao s para a canna, como tam-
ben! para o capim. Este exiruine tem a proprie-
Jade de desenvolver a vegctacSo da canna com
urna forja tal, que no fabrico do assucar vai a
produzir o tripulo de assucar. que poderia pro-,
duzir s.-ni o emprego delle : e e quanto ao ca- I
pim que hoje j objeclo de grande inleresse,!
i e lal a influencia, que na baita une der dons cor-
nemcdio sem igual, sendo reconhocido pelos les de capim em tres mezes com a applicnco
mdicos, os mais .mnenles como remedio infal- do sangue pode dar quatro d mi.Uo bom c nin e
mi pan curar escrophulas. cancros, rheumalis- abundante. Adver.e-se aos prelendnte"q,e o
em
de
SALSA PARRII.HA
Batatas muito
novas.
\ endem-se gigos com 22 libras de btalas in-
glesas pelo diminuto proco de 1500 cada um
no lorie do Mallo rua da Hoeda n. .23.
Vende-se
LICES PRATIC4S
DE
ESCRITA CONIMERCIAL
Por partidas dobradas
E OE
lan'aiiSTOi
sangue
CAUTELA.
D. T. Lanman & Remp, droguistas por alacado
>ew York, acham-se obligados a prc\ciiir o res-
peitavcl publico para desconfiar de algumas te-
nues imitaces da Salsa I'arrilha de Brislol que
hoje se vende neste imperio, declarando a todos
3uo sao ellos os nicos proprietaiios da receita
.2r5r" Brst0' tendo-lhc comprado no anno de
1856.
Casa nenhuma mais ou pessoa alguma tem
direilo de fabricar a Salsa Parrilha de Brislol,
porque o segredo da sua preparaco acha-se so-
mente em poder dos referidos Lanman &. Kcmp. lilla IS OVO 11 15,S0f7lM(/t (UulaY.
Tara evitar engaos com desapreciaveis co-' *
binagoes de drogas perniciosas, as pessoas que! 1H. fonscc! do Mcdelros, escriturario da
qui/ercm,comprar o verdadeiro devem bem ob- j thesouraria de fazcuda desla provincia,competen-
servar os seguintes signaes sem os quaes qual- 'emente habilitado pela directora de inslrucco
quer outraprcparaco falsa publica para leccionar arilhmetica nesla cidade,
Io O envoltorio de fora est gravado de ura item resolvido juntar, como complemento dose
lado sob urna chapa de ac, trazeudo ao p as Jcurso pratco de cscriliirago por partidas do-
seguintes palavras : bradas, o ensino de contaluliJade especialmente
D. T. LANMAN & REMP na parle relativa a redueco do moedas ao
S0LF. AGENTS
A'. 69 Water Street.
New York,
2 Omesmo do outro lado tem um rotulo em
papel azul claro com a firma e rubrica dos pro-r
prietarios.
3o Sobre a rolha acha-se o retrato e firma do
inventor C. C. Brisfof em papel cor de rosa.
4o Que as direcoes juntas a cada garrafa tem
nma phenix semelhanle a que vai cima do pre-
sente annuncio.
DEPSITOS.
Rio de Janeiro na rua da Alfandega n. 89.
Babia, Germano 4 C, rua Julio n. 2.
Pernambuco no armazem de drogas do J. Soum
4 Companhia rua da Cruz n. 22.
*T YTYTYY TrOTT^T YT TTYTTTYT
DENTISTA FRANCEZ. 3
Paulo Gajgnoux, dentista, rua das La- 5
>* rangeiras 15. Na mesma casa tem agua e *<
p dentifico. *
FOUliMHS PAR 1860.
Eslo venda na iivrara da praca da Inde-
pendencia ns. 6 e 8 as folhinhas para 1850, m-
. cal-
culo de descontse juros simples c compostos,
conhecimento in-lspensavel as pessoas que de-
sejam emprejar-.se no commercio ou que j se
acham nelle eslbelecidas. A aula ser aberta
no dia 15 de jaueiro prximo futuro s 7 huras
da noile ; e as pessoas que desejarem matricu-
Iar-se podero deixarseus nomesem casa do an-
nuncianle at o mencionado dia.
E*>ene Cliequol a Reims.
Aivcile-seao respeitavel publico de
Pernambuco que o nico deposito de
sua champagne para a provincia de
Pernambuco e em casa de J. Praeger &
C, rua da Cruz n. 11.
Moloque Fgido.
100.^000 de gratificado.
Roga-se aos capites de campos, e a toJa e
qualquer autoriilade a appiehenso de um molo-
que de nome Mar.oel, crioulo, idade 12 annos
pouco mais ou menos, o qual fugio da casa do
abaixo assignado no dia 30 de outubro do cor-
rente anno, levando cale.a de cor, carniza azul,
chapeo de palha oleado e o maier signal soffrer
pressas nesla Upugraphia, das seguintes quah-1., ,um._____. .
dades : do aslhma e a pouco estevedoente de bexigas :
mji t j desconfiase que esieja acollado por algum esper-
kv OLIIINIIA RELIGIOSA, conlendo, alera do i lalliao, que se queira aproveitar de sua pequea
c,f.^ri0.Lrf.g:ulamfn,o,d0.s..d.i.ri:i.,0S P!" j ida4e para o scduzir, desJe j protesta o mesmo
rochlaes, a continuaco da bibliotheca do
Cristo Brasileiro, que se compoe : do lou-
vor ao santo nome de Dos, coroa dos ac-
tos de amor, hymnos ao Espirito Sanio e
a N. S., a imitacao do de Santo Ambrozio,
jaculatorias e commemoraco ao SS. Sa-
cramento e N. S. do Carmo", exercicio da
Via-Sacra, directorio para oraco mental,
dividido pelos dias da semana", obsequios
ao SS. coraco de Jess, saudaees devo-
tas s chagas de Chrislo, oracoe's a N. Se-
nhora, ao patrocinio do S. Jos e anjo da
guarda, responQo pelas almas, alm de
oulras oraces. Preco 320 rs.
if ITA DE VARIEDADES, conlendo o kalenda-
rio, regulamento dos direitosparoebiaes e
lims Cillln'1t>an Hn nnnn,lfil\> n. 1 *
champagne da superior marca Cometa gigos do
garrafas pequeas, e grandes o pequeas preco
de 2 \% no armazem de Joaquim de Paula Lopes
na escadinha da alfandega.
= Vende-se una parte de trras do engenho
Cacle existente em Mancla termo do Iguarass
a tratar com Jos Azevedo de Andrade, na rua
do Crespo, loja n. 16 B, ou com o Sr. Manoef
Antonio Goncalvcs Lima, em Sanio Anto.
Joaquim Francisco Torres retira-so para o'
Bio de Janeiro.
Pergunta-se ao prior da or-
dem tercena do Carmo:
1. Se os estatuios que regem a dita ordem o
autorisa a levantar o preco dos alugueis das ca-'
sas do patrimonio da ordem ;
2. Se o aluguel da casa da rua de Santa The-
reza fot elevado por alguma resoluco da mea
da mesma ordem :
3." Finalmente se os estatutos em virtude do
qual oi o mesnao prior oleito achava-se entao
approvado pela assembla provincial. Isto deso-
ja saber
L'm irmo.
Joaquim Connives Pereira Casco deixou
ae sercaixeirodo Sr. Jos Peres da Cruz, oulr'ora
i eres & Vasconcellos desde o dia 9 de novembro
prximo passsdo, ecomo at hoje ti de dezem-
bro nao tenha concluido as contas de seu orde-
nado com o mesmo senhor, duraute o leBjpo auo
o servio, eiso motivo porque declara p,a co-
nhecimento do publico e igualmente ao corpo do
commercio que elle entrn para sua casa no dia
d i8r9U de 1859' Rocife 23 de dczcmbro
Desappareceu desde o dia 14 do corrente
mez do porto da rua Nova, urna Irouxa de roupa
suja bastante volumosa, a qual contm algumas
pecas marcadas cora as letras A F. C. P., outras
com C. G. P e outras com M. P., ou por enga-
o ou de proposito foi sublrahida ; rogamos a
quem della souber. o favor de participar-nos na
rua das (.ruzes n. 36, primeiro andar, que alem
de gratificarmos Acaremos suramamenle gratos.
O Sr. Maximino Narciso Sobraira de Mello
queira mandar ou levar rua das Cruzes n. 36,
primeiro andar, as chaves da casa em que o
mesmo senhor tem morado ltimamente era O-
linda, pois a proprietaria della nao pode por
mais tempo soffrer empates no aluguel de seu
predio.
= rugi no dia 8 do corrente dezembro um
preto bastante fulo, crioulo, de nome Geraldo,
de idade 40 e tantos annos, de estatura regular,
com muitos signaes de talhos na cabera, aleija-
do nos dedos da mo direita de um corte que
soffreu.que nao estende os dedos, 6 muito jo-
iniao, flngindo-se maluco, deitando molambos
no chac* c quasi sempre anda de alpercatas
nos ps uem o pegar, leve a padaria da rua
dos Guararapes em Fora de Portas, que ser re-
compensado.
Fugio a alguns dias da casa da viuva do de-
sembargador Rebollo a .negra Luzia, de naco
Congo, com 30 e tantos annos de idade, cor fu-
la, altura regular, tem em um lado do rosto urna
cicatriz, costuraa vender fructas; quem a entre-
gar na casa da dita senhora, rua dos Prazeres,
ser generosamente recompensado.
abaixo assignado de cahir sobre dito larapio com
lodo o rigor da le, e gratifica da tnaneira cima,
aqutlle que llie der noticia certa, e paga toda
despeza que se fizer com o mesmo molcque para
se effecluar dita aprehensao, levando rua Nova
n. 21. Francisco Jos Germano.
Precisa-se alugar um preto, na rua do Ran-
gel n. 8; quem tiver, dirija-se mesma.
Aleiifo.
D
Na rua Nova n, 35. vende-se miiho muito no-
uma collecco de ancdotas, ditos elisio-!v. dinheiro vista, pelo baralissimo preco de
sos, contos, tabulas, pensamentos mori.es, NS500 a sacca.
receitas diversas, quer acerca de coziha'! IVf ^ |AlAtnr, .1 ^ 1^ n _^
Ttisz^'&tr*"de arvorci Maiilelctes de bom
ITA DE PORTA.a qual, alm das materias do <
costurae, contm o resumo dos direitos
parochiaes. Prejo 160 rs. |
, gosto.
Superiores manteletes de seda prelos bordados
tuga-se por todo preco urna ex- co'" duas c lies ordcns de bico. ditos de lil pre-
^Q||,,.^ .,-. r -i >' \ i,0 : "os quatrocantes da na do Queimado. loia
Celeote Cat na Cachsnga com todos 'do sobrado amarello n. 29, de Jos Moreia
os comraodos para se passar a esta e Lopes.
coinbanlio por detraz : n;i rua Nova Pelo presente meo pubco, que o Sr. Leo-
i i r r Poldo do Reg Barros, inventananle dos bens
loja de louc detronte da coclieira do que ficaram por fallecimenlo de meu pai o coro-
AdolpIlO. ', n,'l Francisco Jacinlho Pereira, nao pode vender
Ci/\/\ \\\ nem por maneira alguma dispr dos ditos bens
*llll lilil c'ue se acham embargados pelos herdeiros do
*"v,v'9,-'^-'" primeiro matrimonio al deciso do Tribunal da
Gralifica-se com a nuantia acim a mmm Helaco, e que os referidos herdeiros eslo dis-
uraiiuca se com a quantia cima, a quam a : poslos a annuar ^^^ contrato ou venda,
apprehender a escrava Mana, parda do idade 28 | que pelo dito inventariaule foi feilo. Recife 24
annos pouco mais ou menos, com os signaes se-
guintes : cabellos bastantes crespos, domes lima-
dos, corpo grosso, alguma cousa corcunda,
principalmente quando anda, com um signa!
proto na parte inferior dobeico, testa pequea,
olhos prelOS, boca grande, costuma a rir-se to-
das as vezes que falla, e lem fallada umdenic' I PPAPCfAF A' Pili l'l
na frente do queixo inferior, foi seJuziJa por "vgCl \1 X, 1 Ufl Ull
Eufrazio Francisco da Cunha, ex-soldado de /^ ,
linha, com quem sabio, no dia 23 de dezem- j fjl'H/ I) ll
bre, as 6 horas da larde, o qual (em os signaes'
seguintes, caboclado, eibeika crespo?, olhos1 Receberam ltimamente:
grandes, altura regular, e tem em um dos ps Vinlio raucatel moussen de su
falla do deJo mnimo, o mesmo soldado leva quadade.
de d zembro de 1S59.
ilanoel Jacinlho Pereira.
Precisa-se alugar una escrava que nao te-
nha vicios, para o servico interno e extetno de
urna casa de pouca familia : na rua do Caldeirci-
ro n. 41.
tperior
um passaporle falso em que mostr sar casado, I Cliampa/ue de Eupene Clicnuot.
quando solteiro ha bastantes provas para se BiscOuto? inglezeTe llmburguezes.
suppor, que parltram cm urna barcaca, que se 1.,,,a j c ,jg gxcz.c.
dirigi para Alago al ou alacei. quem appre- I \,' V ,,' C', ,.
hender leve a rua di Imperatris oulr'ora Alerro >in,1 df Boi.Jle:",x. ci.aleau lafille,
da Boa-Vista n. 36 1. andar. l'?e' 'fowille.
'Queijos da Suissa.
Precisa-se de um pequeo para raixeiro de Ditos Ion Irinos
padaria, preferindo-se um que tenha pralica : a .- n
tratar na padaria do paleo da Santa Cruz n. 6. ',nn0 orto
la-
e xerez cm
= Urna mulher sadia e que tem bastante lci- '"villias, meias e quarta
te, otferece-se para criar: a tratar na rua do Vt.orW. Ae. Uhtt
Oueimado n. 39. Mus tai de ele ii au-ei.
garrafas.
llvJikvia
Vende-se a melhor loja de fazendas da rua do
Imperador n. 9, com poucos fundos e muito
afreguezada, a Jinheiro ou a prazo : a tratar na
mesma.
AMA DE LEITE.
Amei\as em latas.
Sardinhas em meias latas.
Bataneas decimaes.
Velas stearinas.
Charuto? de Havana.
Frutas em frascos.
Precisa-se de urna ama de leite,paga-se bem : Tlntas em oleo, latas de 28 libras,
na rua da Cadeia do Recife n. 4. I Alvaiade em barril.
NA RUV DA 1PERATHZ % 27
mu m nisns n
Perdeu-se na madrugada de 24 do corrente, ao
sahir da missa do Carmo para a rua de Santa
Isabel, urna pulseira de ouro : quera a tiver
achado, levando a rua da Cadeia do Recife n. 33,
ser bem recompensado.
Attengo ao barato.
Vende-se por muito barato preco toda roadei-
ra de pinbo, 4 travs c algumas mos travessas.
empregadas na columna quese illuminou na rua
da Cruz do Recife, com a condiro de ser des-
manchada pelo comprador, menos o grdame do
roda, c mastro grande que existe no centro da
mesma, cuja madeira alli empregada custou pa-
ra mais de 800$ : quera a pretender comprar,
dirija-se a rua da Cadeia do Recife n. 56, pri-
meiro andar, que achara com quem tratar.
AOS SE\H0RES PROPIETARIOS
DE
cosinhc e engommeoseja robrtsla ou urna que I
J p?ra render ncas ffioblll5i UL' Jacaranda e de mogno, ricos vidres de espelho
r;^ grandes c pequeos, assim como muitos trastos avulcos ; na mesma luja se fazem
SIS "?,r."nads para camas e janellas, Urano cliapos de palhinha da Italia e se poe na
ultima moda, lava-se lambem a palhinha das mobilias a mais encardida torna-so ou-
- -- r----------- _- ira vez nova sem ser mais preciso as mandar piolar, limpa-se e gruda-se estatuas du
K peara n'']rmore. de alabastro e vidros de ledas as qualidades toroa-se oulia vez lo
(gm seguro e limpo como o estado primitivo.
zem do Sr. Joao Jos Rodrign 5 M en des. | J? ^Zr^sT" ** e rccplhi-
Typographias
Acabam de cliegar de Paris, lindas
estatuas de GUTUEMBERG, inventor
da arte typographica, segundo o mo-
delo do celebre Sculptor David (d'An-
gers), da altura de 20 pollegadas.
Igualmente vieram os seguintes ob-
jectos para oflicinas tjpographicas :
CUADRADOS, QUADRATIXS.
MI-IOS QUADRATIXS e ESPACOS
de corpos 0, 7,8,9.10,*I1,
12 ; LINHAS de corpos 5 e 6 ;
INTERL1NHAS de i, 2 e 5 pontos e
GUARNICOES sistemticas de 12 pon-
tos. Acham-se a venda nesta tvpogra-
phia, a tratar com o mpressor Pierre
Jacobi, que tambem se imbumbe de
mandar vir qualquei objecto tendente
a arle typographica.
A companhia do gaz pede aos
Illms. Sis. assignantes que tiverem gaz
collocado nos seus armazens, lojas ou
casas particulares, que quando no mes-
mo acontecer Iiaver qualquer defeito
queiram participar por escripto a pes-
soa queestiver encarre^ado do deposito
na rua do Imperador n. 11, das 6 lio-
ras da manhaa ate 6 da tarde ou na rua
las Cruzes n. 9 (loja] residencia de um
dos machinistas antes ou depois desta
hora, aim deque seja logo dado as pro-
videncias.
N.B. As reclamacoes nao devem ser
feitas no escriptorio dos Srs. Rostrn
Rookcr & C. excepto no easo de nao
serem attendidos por qualquer dos f r-
meiros encarregados a recebe las
Jos Vicente de Mello ejlzidoro de Canalho
Ncves seguem desla para a provincia das Ala-
goas.
Aluga-se urna casa boa no Poco da Panella
confronte ao mesmo rio, porl20J, por tempo de
10 mezes #e tratar com Manoel de Souza lva-
les, na rua do Rangeln.'79.
Vendem-se queijos noves a 2> : na rua Di-
reita c. 14.
Vende-se sebo em barricas muito
alvo : na rua da Prata n. 16.
/
MUTILADO


DIARIO DE PERNAMBUCO. TERCA FEIIU 27 DE DEZEMBRO DE 1859.
Precisa-se alugar ulguus pretos cscravos
por mez ou por das, pode-so dar sustento, caso
convenha ao senhor: na linaria n. 6 e 8 da
prara da Independencia.
&g**
B&lEl
(?'KEMP NUEYJYORJQ
PILULAS VEGETAES
ASSUCAIUDAS
NEW-YORK.
O MELHOR REMEDIO CONHF.CIDO
Contraconstipacoes, ictericia, affecces do figado,
Jebres biliosas, clicas, indigestocs'enxaquecas.
Hemoi rlioidas, darrhea,docnc,as da
pelle, rupcoes.e todas as enfermidades,
PROVKMKMFS DO KST.4DO IMPl'RO DO SANGUE.
75,000 caixas desle remedio cousommeni-se an
nualmente I
K-i>pI o da naiureza.
Approvado pela faculdade de medicina, e re-
Guartla-lhros.
Urna pessoa com bastante pntica de escriplu-
rar."io mercantil, olfcicce-se para tomar conta de
qualquer escripia por partidas dobradas : quem
retender, dirija-se a ra da Cadeia do Recite,
oja n. 55.
Traspassa-sc o arrendamenlo de um engo-
lillo distante desta praea duas legons, vende-so
urna parte no mesmo engenho, machina nova
vapor, distilacio nov. e bera montada, 22 bois
de correia, seis quart'tos, algumas obras, safra
plantada, etc. etc. ; trata-so na ra do Crespo n.
13, loja.
Precisa-so fallar com o capito
Ovidio Geucalves ilo Vallo a negocio de
seu intetesse: na ra da Cruz, arma-
zera n. 61.
Aluga-se um sitio na Tone, rom !>ai\a de
capini : a tratar na ruu estreita do Rosario n. 26,
sobrado de um andar.
Precisa-se de um boleeiro para cabriole!:
a tratar na ra eslreiU do Rosario n. 26, sobrado
de um andar.
= Precisa-se de um;. casa de sobrado ou ter-
rea nos bairros do Ratita e Santo Antonio: a
tratar na ra do Trapiche n. 48.
Km casa de Rostros Rooker & C, na praca
do Corpo Santo, aluga-se urna casa no bairro da
Boa-Vista, ou na Soledade ; afianca-sc o bom
tratamenlo o limpcza.
(5)
piatisipia&iri
DE FERRO SOLUVEL
DE I I AS
Doulor em silencias, inspector da academia, ptffoMot de pharmaeia, oflirial
da nniversidade de Paris, etc., etc.
Approvado pela imperial academia de medicina do Rio de Janeiro e
medico-cirurgtcn de Lisboa, etc., etc., etc.
amenrrhfn (irregularidades e faltas menstruaos".
Seraphim & Irmao.
Ba do Caliug, loja de ourives
n. 11,
esquina que ica era frente da ra
Nova e pateo (la matriz
Fazem publico que esli constantemente rece-
bendo da Eur = pa as mais em moda e niais deli-
commendado como o mais valioso catrtico ve- i cadas obras de ouro, as quaes dao para esco-
gelal de lodos os conhecidos. Sondo eslas pillas j Iher, pelos menores preeos possiveis, e passara
puramente vegetaes. nao conlem ellas nenhum
veneno mercurial nem algura ontro minera/ ;
estao bem acondicionadas em caixas de folha pa-
ra rosguardar-se da humidade.
Sao agradareis ao paladar, seguras e efflcaze
*m sua operaro, o um remedio poderoso para o
j-dveutiide, puberdade e velhice.
Lea-se o (olhetoque ncompanha cada caixa,pelo
qual se licar conhecendo as multas curas milagro-
sas quetera cffectuado. D. T. Lanman & Kemp,
droguistas por atacado era Nova York, siio os ni-
cos fabricantes e proprielarios.
Acham-se a venda em todas as boticas dasprin-
cipacs cidades do imperio.
DEPSITOS.
Rio do Janeiro, na ra da Alfandcga n. 89.
. Bahia, Germano & C, ruaJuli.io n. 2.'"'
Pernarabnco, no armazem de drogas de J. Soum
4 C, ra da Cruz n. 22.
Jos Antonio Moreira Dias & C, continuam
a receber por todos os paquetes de Europa un
lindo sorttmeuto de obras de ouro, diamantes e
brilnantes: a tratar no seu cscriplorio, ra da
Cruz n. 26.
Aviso ao publico.
D. Joo Nogueis, dentista faz saber ao publico,
que se mudou da ra larga do Rosario para o
Recife, beceo do Abreu n. 3, primeiro andar.
Manual de contas feitas
para compra e venda de assucar, algodao, couros
raaisobjeclos de peso, obra niuito til para to-
das as pessoas que negociam com ditos gneros,
para os senhores de engenho; pois com um
lance de vista podom saber o importe de qual-
quer porco de arrobas e libras; 1 volumebem
encadernado por 5|000: vende-se na livraria
econmica, detronle do arco de Santo Anlonio,
ma do Crespo n. 2,
Curso de preparatorios.
O bacharel A. R. de Taires Bandira, profes-
sor de geographia e historia anliga no gymnasio
dcsta provincia, contina no ensino dos seguintes
preparatarios: rhetorica, philosophia, geogra-
phia, linguas tranceza e ingleza ; na casa de sua
residencia, roa larga do Rosario n. 28, segundo
andar.
= Precisa-se alugar urna escrava para o ser-
vico interno e externo de urna casa, assiiu como
tambera um escravo : na ra da Santa Cruz n. 06.
,.hir a ra em objec.os do rftcyhe ida* ,
do Rosario n. 28, segundo al(J mesm< por aIielle ue_ dl,SV3
contas com recibos, as quaes vio especificadas '
a qualidade do ouro, tanto de 14 como de 18!
quilates, do que (icaru esponsaveis.
Precisa-se de una ama forra ou captiva |
para o servido de urna osa de familia, e que se
preste a comprar e a sa"
servico : na ra larga
andar.
Precisa-se alugar um preto, na ra do Rou-
ge 1 n. 8: quera tivtr, dirija-so a mesma.
O abaixi assignado declara au respeilavel
publico, que lendn em 12 de marco prximo pas-
sado entregado por bataneo O seu negocio do de-
posito de padaria silo na'ra da Lingoeta n. 6,
a seu caixeiro Joo Francisco Otero, por occa-
sio de se retirar para Portugal, regressou a esta
provincia em 29 de novembro ultimo ; e como
em 19 de dezembro corrate tomou por balauro
oannunciante dito seu deposito, cordoalmente
agradece ao dito seu caixeiro o bom drsempe-
nho Je seu negocio durante a sua ausencia. Re-
cife 21 de dezembro de 1859.
Antonio Celestino Aires da Cunha.
Precisa-se de urna ama livre ou escrava
para engommar e cozinhar para pouca familia :
na ra do Queimado n. 42, loja de fazendas de
Albino Jos da Silva.
Eu abaixo assignado comprei a leuda de
ferreiro sila na ra do Rrum ao Sr. Thom de
Souza incluindo taimas e tenas pertencentes ao
barracSo da dita lenda, se houver quera tenha
alguma rcclamac.io a fazer do prazo de 3 dias
appareca na dita"ra n. 8, lenda do Serafira.
Pedro Dias dos Santos.
COSIPAHHIA
aLLIANC
Estabelccida em Londres
escola
As summas vnnlagens que os mdicos tem ti-
rado, em lodos lempos, do ferro, e o eredilo ge-
ral de que esta substancia gosa como um dos
preciosos remedios que a Bolencia possue, e que
a therapeulica reconhece como o primeiro em
muilas affecces do apparelho digestivo, e parti-
cularmente em todas as dependentes de altera-
coes na menslruaro, etc., tem feito com que
por toda a parle o's mdicos, chimiros e phar-
raaceuticos tenham trabalhado iaccssanlcmente
por o tornar cada vez mais til, excogitando to-
dos os dias meios para o fazer menos refractario
i digestao, e assim privar o seu emprego dos
inconvenientes uue tem o seu uso por muito
lempo, e particularmente dos que costuraa pro-
duzir as pessoas de organsacao delicada, por
effeito de sua diflicil absorpro". Daqui as nume-
rosas prepara(}6es do ferro, 'couhecidas em ma-
teria medica, todas as quaes corresponderiam
raelhor o seu fim se nao tora o inconveniente da
intolerancia do estomago, islo c, a difficuldade
de sua assimilacao, e conseguinlemenlo a peda
de appetite. a demora e difficuldode na digcslo,
a conslipaco de centre, etc., etc., que multas
ve/es acompanham o seu uso.
E to ge ral o emprego do ferro em medicina, e
sao tao conhecidos ossi-us resultados, que. pode
, dizer-se, ninguem ignora boje os motivos de sua
applicacao, assim como a razio de suas virtu-
des Como elemento do singue, como parle in-
tegrante do organismo, nenhum medicamento
como o ferro produz eleitos lao sensiveis e ma-
que todos conhecem como tima das causas pri-
marias e muito frequentes das raoleslias pulmo-
nares tuberculosas.
O modo de administraco do phosphato de
ferro tolure\ dos mais simples e facis. Toma-
se em geral duas vetes ao dia, de manba c de
larde, meia hora antes do almoeo o do jantar,
ou as comidas (conforme cada um se dor uie-
Ihor), logo depois do caldo cm dse de meia ro-
llier de sopa pequea. Esta em geral a dse
que mus convm aos doentes! porm algumas
vezes, o mais tarde, em vez de meia colher, po-
der.io tomar urna colher cheia, duas vezes tam-
bem ao dia, s ou misturada com agua e assucar,
e at mesmo com agua c vinhn (brancol, se as-
sim se derem raelhor. Estas dses todava po-
derao ser augmentadas ou diminuidas conformo
a susceplibilidade do estomago de cada um.
O pkosphato de ferro soluvel, deitado em dse
de urna colher de sopa era obra de urna libra de
agua e bem vascolejado, faz urna excellente
agua ferruginosa superior as aguas Bussang, de
Spa, etc., esobretudo muito econmica.
O numero dos frascos precisos para a cura
ravilhosos; c daqui a rcputag.io invariavel de
as escolas, e
por aquellos que, desviados dos prin-
cipios geraes da medicina, se lem tornado syste-
maticos e exclusivistas. Jralava-se portanto de
descobrir un novo eomposto que, ingerido no
estomogo, o nao cansasse e fosse promptamenle
absorvido o assimilado, e que mesmo sem o con-
curso ou intervoucao de quan:idades maiores
de sueco gstrico pudesse ser supporlado por
pessoas as mais delicadas, sera fatigar o estomo-
go e lhes produzir a conslipaco de venlre.
Os meus primeiros traballios sobre o phospha-
to de ferro, datara de 1849, e consignados nessa
poca as actas da academia de scieneias, e mais
larde, em 1851, 1857 e 1858, na academia de me-
dicina, provaram que o phospkato de ferro solu-
vel era r.o smente mais commodo e mais fcil
do administrar, nnis at satisfazla melhor do
que qualquer dos outros ferruginosos conhecidos
is diversas indicacos pralicas.
Assim, pois, cora o novo medicamento que eu
tenbo a satisfacao de apresentar hojo do forma
liquida, claro como agua a mais pura, quasi sem
gosto ou sabor de ferro, niio fazendo os dentes
negros, tenho a esperanza de que os mdicos
poderao operar com elle melhoras promplas c
curas rpidas e seguras, c abreviar consideravel-
raente o tempo da convaleseenea das docncas,
pela sua accao tooica e analptica especial.
Molestias qne se empresa, e
nodo de adminlstraco.
As molestias em que o phosphato de ferro so-
luvel, sem questo, se tem mostrado ale hoje
sempre heroico sao as segninles : a anemia (fal-
ta ou diminuicao dos glbulos de sanguc) (') ;
a chlorose (ictericia branca, cor paluda, pallidez
do rosto filhas do fallas menslruaesl ; a levcor-
rha (flores brancas, fluxo alvo ou branco); a
amenorrhia (falla completa ou incompleta da
menstrucrao); a dysmenorrha (dilTicuIdade no
apparecimenlo da menstruaao, menslruacao dif-
licil em dores, espasmos, etc.); a dyspeps'ia (fra-
queza e difTiculdade na digeslo, digestao tarda
e penosa, digestao Imperfeila) ; a emaciaro em-
magrecimento sem causa conhecida, assim como
o emmagrecimenlo fllho de molestias prolonga-
das] ; as escrophulas, a gastralgia (dores nervo-
convier, que eslao plena-; sas parles, etc. Observaremos que. alm das rc-
eonhecidas vantagens que na cura destas rao-
lesiias se lem obtido, ja com o emprego ophos-
phato de ferro soluvel, a qualidade que o torna
mais recomniendavel anda a de se poder con-
sidera^ como meio preventivo ou prophylaiico
contra a tsica, pela cura prompta da chlorose
Fraqueza e debidade geral com falta de
seu
m
CAPITAL
Cinco miUiucfi Ac libras
esterlinas.
Saunders Brothers & C* tem a honra de In-
Tormar aes Srs. negociantes, proprielarios de
casas,
mente aulorisados pela dita companhia para
effectuar seguros sobre edificios de ljalo e po-
dra, cobertos de telha e igualmente sobre os
objectos que. contiverem os mesmos edificios,
qurr consista em mobilia ou em fazendas de
qualquer qualidade.
LICISAS t HFALLiVLlS.
Pasthas
conlra
vegetaes
as lombrigns
approvadas pela Exm." inspaceao de esludo de ;
Habana e por militas outras juncias de hy-
giene publica dos Eslados Unidos e mais paizes '
da America.
Garantidas como puramente vegetaes, agr-!
daves vista, doces ao paladar
sao o remedio
infallivel conlra as lombrigas. Nio causara au- 'os de diflerentes tamanhas, ramas
UL'A 1).' 1.MPLKAIJUK JFUO.\Ttf bC
S. FRANCISCO.
(i-ande tlejtosiio de ohjeclos lypgra-
phitos.
^Typo romano c itlico, corpos 6, 8, 10,11,
CoIIecco nnmerosissima de ivpos de phanla-
sia simples e ornados.
lypos variados, proj-rios para cartdese lulos
Eniblemmas religiosos, contendo muitas una-
gons de N. Senhora, de N. Senhor, e difiranles
sanios.
Atributosscientificos, commenaes, maritimos
e de industria.
\ inhelas para annuncios de peridicos, etc. ele.
DiuVrentesvinhetas para fa/.er ricas tarjase
Obras d'' luxo. de comhinaco, e solidarias.
Compenidores de ferro c'de pao para corrigir
provos, rompido sorlimenlo de llnhas e inler-
linhas, espacos de diflerentes corpos.
Prclos Jone, Colombia, guarnieres de metal i:
de iiiadeira, cunhos, bandulhos, arnacoes de io-
do differen-
seasnem sensacoes debilitantes. les formatos, escovas de potara c de provas, tiu-
Testerannho expoutaneo em abone das parti- PU de dilferenles qualida'des
lhas de Kemp.
Srs. D. T. Lanman e Kemp. Port Ryron
12 do abril de 1859. Senhores. As paslilhas
que Vmcs. fazem, curaram mcu filho ; o pobre
rapaz padeca do lombrigas, exhalava um chei-
ro felido, tinha o estomago iridiado e continua
comcliao no nariz, tao magro se poz. uue eu
tema perde-lo. Neslas circunstancias um vsi-
nho meu dsse que as pastabas de Kemp tnham I nston & C
curado sua filha. Logo quesoube disso, rom-1
pre 2 vidros de paslilhas e com ellas salvei a
vida de meu filho.
Sou de Vmcs. seu amo agradecido.
W. T. Floyd.
Preparadas no seu laboratorio n. 36 Cold
Street pelos uincos proprielarios D. Lanman e
pira jornaes e
obras de luxo, tintas de lodas as cores, rerniz e
ouro de diflerentes cores, prata, etc., ele, papel
niprcssQjdc muilos formatos e qualidade;.
objectos, que na occasio se
e outros muitos
mostraro.
- Arados americanos e
para lavar roupa : cm casa de
ra da Senzala
machinas
S. P Jr>
n. i.
das moleslias cima mencionadas varia con- ; Kemp,"droguistas por atacado em New York.
forme as circunstancias individuaos; porm! Acham-se venda em todas as boticas das
posso certificar que, salvo o caso do urna consti-! principaes cidades do tmperio.
tuicao completamente arruinada, nao ser mister: DEPSITOS
tomar mais do que 3 a 4 frascos; mas advertirei Rio de Janeiro na ra da Alfandega n. 89.
que nao convera que o doenlc se precipite, to- Bahia, Germano & C, ra Julin n. 2.


mando dse sobradse, julgando que assim se
cura mais depressa.
Ccmo melhor abono de tudo quanto cima i-
ci dito trahscrcverei o leslemunlio insuspeito
de alguns dos principaes mdicos de Pariz, cujos
nomes c reputacao sao assaz recoiihecidus.
Leras.
Pariz, 3 de julho de 1858.
O phnsphato de ferro so'urel do Sr. Leras
tt-m-me dado os melhores resultados como me-
dicamento ferruginoso ; sempre muito brm
supporlado e de urna administraco fcil.
Uarlh, medico do hospital Bcaujon.
A preparara ferruginosa do Sr. Leras, 6 a
que applico de melhor vontade, c a quo me da
os melhores resultados, tanto na cidade como
no hospital.Aran, medico do hospital do San-
to Antonio.
- Urna mulher muito gravemente doenle, e
' infructuosamenle tinha applicado
Pernambuco.no armazem de drogas de J. Soum
& Companhia ra da Cruz n. 22.

a a o S
O
2 20
o.ra
O
Compras.
Compra se tira Flos Sanctorum,
usado : na livraria n. 6 e 8 ija praca da
Independencia.
= Compram-se as seguintes comedias Rer-
nardo na La, o Judas em Sabbado de Alleluia,
Quem casa quer casa, Por causa de ura algaris-
rao, A rosca, o Duelo no Terceiro Andar, o Ir-
tniio das Almas e o iabo na escola : nesta tyiio-
graphia se dir.
Compra-se urna easa terrea pequea, no
bairro da Boa-Vista : a tratar na ra do Rosario
n. 58, defronte da ra do Aragao.
Compra-se urna escrava que saiba cozinhar
o engomnier, e que tenha boa conducta : na ra
as de Albino
- ~ 2- = 2
o ^ x s* 3
= ^ S "' "
''/ k* .''""i o S'
r- Z ~ ET 5L_ S
(6* W x ** t -i
j j. 2 (~'
~ q cy. os ~i ^m
S8ee.ff6. 3
qual infructuosamente tinha applicado o lactato
de trro, as pitlas do Vallct. as aguas %^\*!!EES&Z* '^V*? C
deSpae deassy, fo immediatamente melhora- I } f/'Zt 42, 'ja de fa"nd
da com o \iso do phosphalo de ferro soluvel, que
ella supportou muito botn.Dernuiz, medico
do hospital da Pedade.
, r- = 2
o. "2- 5 =
2.a te-a S'T? tJ
5 2 = ?= O
2 = o
H.a.~, n i
n -i i o
e = -. -
5.a 2*3 *
x 21.
s c
= 5C"o
- a" = a
a ft>
"-."" o
PQ ^M 9 ;
o & c c.
. = 2- 2- ?
r' c = SiffA
= = -- ~~,
Approveitem .
Corapram-se lampeos que servram para a il- 0.
Eu aconselho muitas vezes aos doentes, e luminacao desta cidade. bem como bandeiras na- *--S|ff" ..
rincipalmenle aos que sao dolados de consii- cionaes : na ra do Arnorim n. 33 se-undo' o;5".:'j=-,
icoes delicadas, o pkosphato de ferro soluvel, i andar. 3 2 3
P
tui
o at hoje nao tenho tido motivos seno para me
louvar. Robert, cirurgiao do Hotel Dieu.
O phospkato de ferro soluvel segundo a
mnha opinao, a preparafo que os doentes sup-
porlam melhor, e a que d os melhores resulla-
dos.Cazenave, medico do hospital de San
Luis.
De todas as preparacocs ferruginosas co-;
nhecidas a que, segundo a minha opinao, se
Vendas.
"_^/- =-^ S'g.]
SfiS&
Toalhas e lencos
rintho.
O
Cu
s
2 s^
9
i
ss
N
H
m
de labv-
Cura completa
cor.
O Sr. thesouretro manda fazer pu-i Seill resguardo lcm incommodo.
bheoque se achara a venda todos OJ "das Inflammavao do estomago c dores !
das 9 horas da manhga as 5 da tarde, i ., de eab'eea,
no pavimento terreo da casa da ra da | Il0f .Ciao'deSnS, %JLZ ".Vr.^ |
Aurora n. 26 e as casas commissicnadas, veilosa a algumas pessoas.
pelo mesmo Senhor theioureiro na pra- Ha bstanles annos padec urna horrivel dr\
*~ i .. rl ', de cabera que me prenda a nuca, tinha muitas.
da Independencia a. 1+ e lo, OS. verligens, algumas vezes soffria dr no estor
No ra da Cadeia do Recife, primeiro andar n.
28, vendem-sc ricas toalhas c lencos de labv-
supporla melhor e cura'rpidamente as affecces : rintho.
que exigem esla indirar^o, sem conlradiccao o Vendem-sc os seguintes obras : as oraces
phospkato de ferro soluvel de Leras. I de Cicero em porluguez e as obras de Horacio,
Tem principalmente a vantagem do evilar a como tambem um Cicero, 2 Virgilios, urna grara-
conslipa^ao de ventre, o de convir s pessoas de matica pelo Gomes Moura, c outras muilas obras
estomago delicado.=r. A. Favrol, autor do Tra-! que se dcixam de annunciar : quem quizrr ap-
iado do doenc,as de mulher. Je j pareca na ra do Cano, casa do estudanle Figuci-
Afia estes muilos mdicos dos hospilaes de' ra de Mello, que achara com quem tratar.
Pariz, que diariamente applicam, citaremos os i
nomes dos Srs. Arnal, liuzin, Doinel, Castilhes, \
Debou, Deschamps, Denonvilliers,Favrot, Gillett, I
Cros Guiboul, Monod, Martin, Saint-Ange, Ka-\
talii Cuillat, Oltembov.rg, Pallelan, Sckuster, [
Vernois, etc. Nos Estados-Unidos, Allemanha, I
Hespanha Inglaterra, Hollando, Russia.Blgica. Vende-se urna poixao de burros en-
Italia, Portugal e Brasil tora sido applicado pe- __ _. *' ; n ,, ,
los melhores mdicos que lem ruconhecido suas tre ?8 (lua^ existem 40 parelhas, todos
grarfdes vnnlagens ; ejulgo desnecessario publv- muilos gordos, novos e de bom tama-
car urna quaniidade enorme de atlestados em que : n|10 Q cxcelJente carre-irinnto rl.p
se provam mlhares de curas com este bello me- J **" ca lega raen to_ cne-
dicaraenlo, o quo gratuitamente me tem sido 6at* ltimamente de Montevideo: os
enviados de varios paizes. preterdentcs dirijam-se ao trapiche da
companhia ou ao armazem de carrocas
em Fora de Portas, de Flix da Cunta
Teixeira.
Altenco
Deposito nesta cidade
TRA DA CRUZ-W
impreterivelmente no dia ti de Janeiro
do anno prximo futuro.
Thesouraria das loteras 21 de de-
zembro de 1859.Oescrivao, J. M. da
Cruz.
Desappareceu
do sitio Caixa d'Agua urn boi preto : quem o en-
contrar ou der noticia na ra do Livramento n.
2. ser bem gratificado.
Na ra Bella n. 10, precisa-se de urna ama
para.cozinhar e comprar para una pessoa
Dentes artificiaes.
Francisco Pinlo Ozorio tem a honra de scien-
tificar ao respcitavel publico dcsta cidade, que
esl de posse da machina a vapor vulcanite ;
colloca dentes por esle novo systema ainda nao
visto nesta cidade,' c talvez em todo o Brasil por
ser um systema inteiramenle novo, e por conse-
guinte muito fcil para as pessoas que se veem
na precisao de usar delles ; tambem os colloca
por meio de chapa em ouro ou platina com molas
ou pela prcsso do ar, caiga os que estira em es-
tadode caria com ouro e massa adamantina, e
outros massas brancas, por preeos razoaveis, po-
denda ser procurado para este um em sua mora-
da, na ra estreila do Rosario n. 3, a qualquer
hura do dia.
= Continua-se a preparar bandeijas enfeita-
das com bolinholos de diversas qualidades, as
melhores e mais baratas do nosso mercado ; as-
sim como bolos inglezes, podios, pastis de nata
e creme ou outra qualquer cncommenda : diri-
ja-se a ra da Penha u. 25, para tralar-se do
juste.
achei-me completamente bom, c asdoresde ca-
beea desappareceram.
Por isso agora posso dormir com socego ; te-
nho de idade 68 annos e 4 raezes, e faco esla
advertencia a todas s pessoas que padecerem
tal molestia pira tentar o dito curativo, para que
assignci a prsenle declarai.o em gratidao e pa-
ra ser conhecido do publico.
Curato de Santa Cruz.
Emygdio Jos de Faria.
Eslava afirma reconhecida pelo tabellio Jos!
Feliciano Godinho.
= Prccisa-so alugar urna casa terrea que te- '
nha quintal e cacimba,ou um sobrado de um an-
dar nos bairros de Santo Antonio ou Boa-Vista : i
quem livor para alugar, dirija-te a ra do Pas- I
! seio Pubico, loja n. 11.
i ^Consultorio ccalral homeopathicoi
DO
Escriptorio de Almeida Gomes, 4lves C.
CASA
Nesle proveitoso estabelecimento, que pelos no vos melhoramentos feitos
CARROCAS.
Vcndem-se duas cariocas novas, sendo para
boi e outra para cavallo : na ra da Concordia,
confronte ao armazem do sol.
Pianos, scrapliinasc reale-
jos, a prazo ou a
dinh-eiro.
Vtnde-se no alerro da Boa-Vista, loja n bi,
um rico eelegante pianoforte, [ranees, chegadu
ultimameule, do melhor fabricante de Paris ; e
tambem urna rica serapbina ou orgo, muito pro-
prio para alguiua igreja do malo por ser muito
barato ; e realejos pequeos e grandes coro pan-
cadaria e sem ella, o que tudo se vendo muito
barato para acabar
Fub.
Farinha de milito americana, em barricas, che-
sada no ultimo navio des Eslados Unidos : no
irmazens de Tasso Irmaos.
VenJcm-sc 6 bancas e 4 caileiras proprla
para aula de primeiras letras, e 3 raixoct para
amostras de taberna, e urna porco de lenha de
llf'ro alfflins; pvi>tnnlppciln! rail!1S'JC miuda, ludo por prec commodo: no
uch u aiguub e.vtiripiaies o ,arg0 d0 r8ena, de ^^^ foja dc ,ara!o de
primeiro e segundo volume Ansclnw cedrin.
Puleeiras e volt as de
Acaba de chegar do Rio de Ja
da Corographia.
Histrica chonologica, genealgica,
nobiliaria e poltica do imperio do Bra-
sil, pelo Dr. Mello Montes : vende-se o
4$ o volume, podendo-se vender o se-
acha-se conve- gundo em separado : na livraria n. 6 e
coral.
nicntemenle montado, far-se-hao tambem1 do Io dc novembro em vante, contratos mensaes paral 8 da nrara da Indpnpnrlon^o
maior pnmminliilailii o upnnnmn iln r.nki;.n .1,. ,.,>, ^i.nn, .. .,.,,...;, 4. I X "mcucuuniUcl.
maior commoilidade e.economia do publico de quera os proprielarios esperam a remuneraco de
lautos sacrificios.
Assignatura de banhos frios para urna pessoa por mez.....10J000
y> momos, de choque ouchuviscos por mez 155000
Series de carios e banhos avulsos aos procos annunciados.
i DRSABW0 0 LPINnO
f.uade Santo Amaro (Mun-&
i do Novo n.G.)
ARCHIVO UNIVERSAL.
REVISTA HEBDOMADARIA
COLLABORADO
Ailncao.
A poesa recitada Sua Mageslade no dia 2 de
dezembro por Epiphanio Bilencourl acha-se
venda as livrarias desta cidade, no bairro de
Sanio Antonio.
9
Continuam as consultas e visitas do
mesmo modo que d'autes. A confianea
que o Dr. Sabino deposita na pessoa que
fica encarregada de seu consultorio nao
ser desmentida. # 6
Os pobres serao sempre tralados gralui-
tamentc.
As correspondencias sero endereeadas
cora subscripto ao Dr. Sabino com asen- ^
cia ao abaixo assignado
Manoel de Mattos Teixeira Lima
Professor cm honieopathia e se-
crttaito do consultorio.
pelos sns.
D. Antonio da Costa A. F. de CaslilhoA. GilAlexandre Herculano-A. G. RamosA. Guima-
raesA. de LimaA. de Oliveira MarrecaAlves BrancoA. P. Lopes de MendoncaA. Xavier
Rodrigues Cordeiro-Carlos Jos Barreiros-Carlos Jos Caldeira-E. Pinto da Silva" e Cunha-F
V0,"es.dc Amonm-F M. Bordallo-J. A. de Freitas Olveira-J. A Maia-J. A. Marques-J. dc
AndradeCorvo-J. da Costa Cascaes-J. Daniel Collaro -J.E. de MagalhesCoutinho-J. G. Lobato
lins-J. I daCunhaRivara-J. J. daGraca Junior-.l. Julio de Oliveira Pinto-Jos Mara
Latino Coelho-Julio Mximo de Oliveira PimcntelJ. Pedro de Souza-J. S. da Silva Ferraz
Jos de TorresJ.X. S. da MollaLeandro Jos da Costa Lufa Filippo LeiteLuiz Jos da
Cunha L. A. Hebello da SilvaPaulo MidosiRicardo Julio FerrazValentn Jos da Slveira
LopesXislo Cmara.
DIRIGIDO
tor
A. P. de CarvallioI. F. Silveira ;tla MollaRodrigo Pagauino.
9?
Botica eealral horneopalltica
DO
Hffi.S. OLEfiMO L-HIMI
Atlenco
Quem procsar de um pardinho para criado e
copeiro, e serve para boleero e diversos misle-
res, dirija-se a ra do Hospicio n. 52, ou no ater-
ro da Boa-Vista n. 37.
Precisa-se para casa dc pequea familia,
do una ama, preferindo-se de idade : na ra da
Aurora n. 4, seguudojandar.
O advogndo Souza Res mudou o seu es-
criptorio pan a ra larga do Rosario, sobrado da I ja-se a ra do Logo,
cora familia para feitor de sitio, que
enlendc perfeitamente dc plantarnos:
nista tvpographiase dir.
ajnela dos fabricantes amerlca-
nos Grouver & Baker.
Machinas de coser: em casa de Sanftel P.
19 Continua a vender-se grande sorlimenlo
$ de medicamentos homeopalhicos tanto
@ cm glbulos como em tinturas.
& Os preeos das carteiras sao os mesmos
que so achara estipulados no final do the-
sonto homeopathico.
S{ Cada tubo avulso 1g000
Cada vidrode tin i 2000 ^
@ Thcsouro homeo^a'liico ou vade- @
P mecumdo homeopatha, encad. llgOOO
:;.',' ## @@ 55@@f
-; gutrm prensar de urna ama deleite, diri-
casa n 20.
Destinado a resumir todas as semanas o moviraento jornalstico e a offerecer aos leitores, con-
| juntamente com a revista do que mais notavel houver occorrido na poltica, na sciencia, na ndus-
tria ou as artes, alguns artigos originaes sobre qualquer destes assumplos, o Ancravo lmvkrsal,
desue jaueiro do 1859, em que coraecou a publicar-se, tem satisfeito aos scus lins, com a maior
ezactidao e regularidade.
Publica-so lodas as segundas feiras em folhas de 16 paginas, o completa lodos os semestres
um volume de 120 paginas com indico e frontispicio competentes.
Assigna-se no escriptorio doste Diario, ra dasCruzes, e na ra Nova n. 8.
Proco da assignatuia : pelos paquetes vapor 10$20
urasiieira).
Na ra do Crespo n. 16, loja de Adriano &
j, vendem-se ricos chapeos de palha escura
= Na ra
Castro, vendem-se ricos chapeos de palha
enfeitados para senhoras e meninas, pelo
nulo proco de 7-3000.
K
escura
dimi-
#000.
Chapeos de palha escura, copa alia
mem, pelo diminuto preco de 55000.
Vendem-se 6 bois
vaccas: a tratar
Pires no sitio
para ho-
e 4
na ra dos
caixa
l'agun
com Manoel Joaquini.
AVISO
Quera tiver contas particulares com C. I. As-
tley, queira as entregar at o fim desle auno, do
contrario nao se responsabilisa mais.
Atlenco.
*
Precsa-se alugar um escravo que seja bom,
adianlandn-se alguns mezes, c tambem se hypo-
theca : quem este negocio quizer"fazer, diriia-se
a ra do Livramenlo n. 14.
O Dr. Casanova 'ode
procurado
Jobnston & C, ra da Senzala Nova n. 52.
MOB'.LIAS
Envernisam-so mobilias mais em ronla do que S ? *
em oulra qualquer parte: co palco do C?rmo i Tnoraaz Dxb Londen, "subdito
u- 2-'- i vai a Parahiba e Hio de Janeiro.
a qualquer hora em seu consultorio ho-
meopathico
28=RUA DASCRL'ZES=28
o.vjmesrao consultorio acha-se sem-
pre grando sorlimento de medicamen-
tos em tinturas e glbulos, os mais no-
ves e bem preparados, os elemenlus de
homeopathia e Nystem diccionario dos
termos de medicina.
por anno ; por navio de vela 8$ (moeda
Ha algumas collecees desde o comeco da publicacao do jornal.
DEPOSITO GERAL
DE
Pilulas vegeto-depurativas
Paulistanas.
Publicacao iliteraria.
Guia Luso-Brasileiro do Viajante da F.uropa
1 vol. em 4U de 500 pag.: vende-se na mao do
aulor ra do Vigario n. 11, brox. 3| encad 4.
No cscriplorio de Gurgel Irraios, ra da
Cadeia du Recife, primeiro andar n. 28. ha urna
carta para a senhora D. Mara Rita da Coneicao, As pilulas paulistanas: to bem conhecidos era
rinda do Aracaly. J s. Paulo, nesta cidade e em lodo o tmperio, pe-
Desappareceu no da 20 do corrente, da 'as admiraveis curas obtidas com ellas [algumas
ra do Queimado n. 13, ura quarto ruco, ainda certidiies de curas completas j foram publicada*
novo, cora cangalha, e nao castrado :*se algu- pelos jornaes, e merecer dc certo toda a confian-
ma pessoa tiverdclle noticia, far muito favor S'1 do publico,
mandar ou ir dizer cm dita casa, que se recom- |. O Sr. Carlos Pedro Etchecoin, dc S. Paulo, ara-
pensar, no caso do exigir.
ba de eslabelecer um deposito geral
Quem precisar de um caixeiro para lomar;
no Rio de
da Carioca.

Tisiet fre es neakam de receber pelo
navio francs Raoul, um completo
carrvgamento de burros entre os quaes
mutos de bonitas cores para fazer ex-
cetlentet p'arellias : os pretendentes po-
dem se dirigir ao armazem do Sr. Arau-
jo no Forte do Matto para ver os mes-
mos e para tratar no escriptorio na ra
do Trapiche n. 11.
I\Torat limaos
a. i
Janeiro, ra do Parto n. 119, porto
con la de urna taberna por balanco, !> qual tem Precisa-se de ura criado para bolear um
pralca e da informaces necessarias, dirija-se a cabriolet, quer-se que soja bom boleciro e do boa
" ?Htttttt*
ra Direita n. IOS, que achara com quem tratar.
Furlaram dous cavallos do engenho Sibir
Grande, um mellado e 1 castauho, no dia 18 do
corrente: o mellado lem um lombinho nos pei-
>s e ura taino na mao esquerda ; e o castanho
a mao j-
britannlco,; ten) a frente aberla e um p' calcado,
i teodo urna cruz, o o ferro r.o aeixo.
conducta : quem nstascircunislancias se adiar,
procure na ra do Brum n. 28, ou na ra da Im-
peratriz n. 43, une achara com quem tratar : on-
de tambera encontrar 2 escravos possantes para
se alugar p.ara qualquer servico.
Precisara-so de trahalfadorcs forres ou
captivos para twbalhar 8 horas por dia : nesla
typograpnia.
mudou seu escriptorio da ra da Emperatriz
para a mesma ra n. 2G. segundo andar.
=_ Vende-se una muala com 22 a 23 annos de
idade, sadia, sabe engommar.lavar.prepcrar urna
senhora, cozinha o ordinario de una casa, c sem
vicios : quem a pretender procure na ra da Ro-
da n. 23, das 6 s 8 horas da nianha, e das 3 s
6 da larde, para ve-la e ajustar.
Vende-se vinlio do Porto, velho, engarra-
fado a t200 a garrafa, e globos para illuminaco
a 5g cada um : na ra das Cruzes n. 37, primei-
ro andar.
= Vende-se urna mulatinha de idade de 13
anuos, com boa habilidade. e oplma copeira : a
tratar no escriptorio de Claudio Dubeux, na ra
do Imperador n. 13.
Chegou a loja de miudezas da ra do Crespo
n. 5, um grande sorlimenlo de puleeiras. rollas
c macosde coral verdadeiro, que se vende muil
burato para acabar.
\o deposito da ra das Crazes h. 11,
dofronte to sobrado do Sr.
Figuciroa.
Ha um rompido sorlimenlo de gneros para a
festa, dos quaes se afianca a boa qualidr.de, quei-
js londrinos.do rciuo, s'nisso, latas com boli-
nhos de lodas as qualidades. conservas de her-
vilhas, ameixas e marmelada, passas e figos,
massas para sopa, cha, presunto, linguicas, man-
(oiga ingleza, vinhos engarrafados, Porto, Ma-
Jcira, Mscale! e Bordeaux, champanha. cene-
ja, licor, absinlho, xaropes, e os afamados cha-
rulos de Tinmi Tinlo o de Brand.io, em caixa e
meias caixas.
FENKO.
Rolho c\ Bidoulac tem para venler
rao de fardos com fenno muito fresco,
carrega hoje.
urna por-
que des-
Xarope de Mossa.
Vendem-se nicamente em casa de Miguel
Joaqnim Machado Freir, na tetrada do Pombal,
junio ao siiio do Exm. Sr. Bario de Suassuna.
Eslc xarope, preparado com henas brasilei-
ras, opplicavd s pessoas aslhmalkas, cujos
esullados sao bem venturosos.
As diversas curas obtidas por seu uso sao a
prova mas conveniente que se pode apresentar
do lo extraordinario medicamento. Jujeando
onfadonho publicar aqu os nomes de lodas as
pessoas que delle leeui feito uso [alcanzando o
mais fe!iz resultado] apenas citarei a Exma. Sra.
do tiln. Sr. coaimindador Jos Candido de Bar-
ros, que ha- annos solTra desle mal, e j canea-
da de luiar com lodosos recursos mdicos, sea-
se quasi restablecida s com urna dse de urna
pequea garrafa.
Cal dc Lisboa.
Vende-se no caes de Apollo, armazem de Se-
rodio& C, barris com cal rirgem era pedra, ul-
timamenie chegada, e p.ir prego razoavel.
Vende-se urna escrava de 26 a 27 annos
de idade, boa engommadvira e laredeira ; '.;::?".;
pretender, dirija-se a ra Vellia da Boa-Visla n.
61, primeiro andar.
Presuntos superiores.
Tem para vender Jos Luiz de Oliveira Azeve-
do, no seu armazem da Iraressa da Madre de Dos
numero 5.
Vende-se o deno.-iio de massas finas da ma
t Hortas n.30 : a tratar no mesmo.
Farelo em saceos grandes.
Vende Jos Luiz de Oliveira Azevedo, no seu
escriptorio da Iraressa da Madre de Dos n. 5.
Vendem-se 20 Iraves de ouro. 220 de fun-
do, 6 duzias de pao carga, 8 duzias de loure. 8
ditas de oilkica, e 8 ditas d.' madeiras de fundo :
vendem-se por junto ou a vontade do compra-
dor ; tambem se vendem 10 duzias de costad d -
po d'oleo : na ra Nova de Sania Rita, defroute
da cacimba da ribeira 113. 11 ou 12.
\ ENDAS.
Vende-se um carro americano de rodas, rol-
la inteira, quasi novo, com os competentes ar-
! pera um ou dous cavallos, 1 lo-se)
una bonita parelha do cavallos: na ra; J-. Ca-
i...... Re< i; 21.


(>
SURIO DE PERNAMBL'CO. TERA FEIRA &7 DE DEZEMBRO DE 1859.
DE
UVRARIA ECONMICA Vidros para vi
MwmftsoA i roiffcsffiQ) m nnu.
Sita na na Imperial 118 c 120 junto a fabrica de sabio.
DE
Sebaslio lila Silva dirigida por Manoel Carneiro Leal.
le brooze dc iodas as dmenroes c feitios pora alambiques, lanos ele
ferro para rodas d'agoa,portas para fornalhas c crivos de ferro tubos d
as mangos par encamentos. can-as do ferro com nrmaeao e sem ella, fugues de ferro notaveise"
econmicos, Helias e lachos de cobre, fundos do alambiques, passadeicas. espumaderas, cocos
M OOBm E MWk & &
: H.2-UAD0 CESPO-N. 2
Defronle do arco de Santo Antonio.
!,. NESTE NOVO ESTABELF.CIMENTO VENDEM-SE
Livros de rel.giao, sc.enciaj, de letras artes, rugeos, historia e classicos ,: romances Ilustrados e
outras publicacoes etn diversas liuguas.
Globos, atlas e niappas geographicos.
Papel de hollanda, de peso, paquete, altnasso, de cores e outros de diversos formatos e "ostos
Prensas para copiar carias e outros manuscribios, litros e tintas proprias o"-
Livros era branco, pennas de varias qualidades e mais objectos para uso de repartirnos secrela-
nas e casas de commercio, ulencilios para desenlio etc. *' secreia
Artigos de bom gosto, fantasa ecuriosidade das fabricas de Pars para uso dos etoantes orna-
tos, presentes etc. 6 "r"d
te, parafusos de bronze e i mc^?* f"vivrJ?S?.bfl,C,*' casamenl ?ta.
e cobre e chumbo de todas U16TRIA n ERSAL desde os tirapos primitivos ale 1850, por Cesar Cantu, 12 volumes in fo-
lio, enriquecida de niais de 90 magnificas estampas, obra em que nada se poupou para o
leilor encoulrar pella erudicao, estudo solido e leitura agradavel F""pou para o
ALHANAK de lembrancas de Castilho para 1860, assim como colleccoes completas desde o seu
raen
SVSltHA JltICO DKIIOLL0W4Y"
PILULAS HOLLTTOTA
Fnt-^eiStimaTCl 9!*"' imposto Inleira-
ente de hervas medicmacs, nao conten mercu-
rio, ncm alguma outra substancia dalucleria Be
.!_ "'o"0 a mais tenra infancia, e a comriu irin .'c
(Iraca. ie,icada ****** v*^ ?gz ^
VM- i desarreigar o mal na complejo maif fausta
! A G* acoixa: na raA l9mp0T^^S0T.SZ^^t^t
UOllOSnriO amiazem (le lOUCa. !q^'ys[)ec,e eSro pormaisaatigaj e tenazes
Entre milhares de pessoas curadas com este
remedio, multas que j eaUvam as portas da
more, preservando emseu uso: conseguiram
recobrara saude c forcas, depois de haver tenta-
ou intilmente todos os outros remedios.
As mais affliitas nao devera entregar-se a de-
sesperarlo; facam um competente cumo dos-
ellieazes eheitos desta assombrosa medicina e
prestes recuperaro o beneficio da saude
Nao se perca lempo em, tomar este remedio
para qnaiquer das sepirntes enfermidade*
comeco.
MANUAL D CONTAS j feilas para compras e vendas deassucar, algodao ele.
I fm?^?a"Se e? ^?u !0Slos desde raai3 s,i,nPles em Pal'el at ao melhor em panno ou pelle
hn imprime-secarloese bilhetes, c maua-se papel com typo proprio e em relevo von ladeados
encommendas. 4;,,P
Acccila-se o encargo de qualquer encommenda de livros e outros arligos tanto da corte eorovin-
22L& Unpenu' COm de P,lu*1' ^ Inglaterra e Blgica' com as cendres Era
zoaveis.
coso,
mmm nuum b ipsiem)!,
3 RA BA GLORIA, GASLA DO FUNDI 3
Clnica pov ambos os sysiemas.
O Dr.Lobo Hoscoso d consultas"todos os dias pela manhaa ede tarde depois de 4 horas B | 3 || | '"|
>m ridEmtms"d curarn""ualrae!,le "a0 s Para a ridade como para osengenhos eu outras :
Os*chamados devera ser dirigidos ana casa at as 10 horas da manhaa e em caso de ur-
S2S a nUua T1'11'1""1''""'''' d,a ,ia "0Il,; send0 l'or escriPlo em que se declare o norae da
pessoa, o darua eo miHK-ro da casa. ^
FUNDIQAO D'AURORA.
Esteulilissimoestabelecimentoacha-se, hapouco lempo, augmentado tanto no
^TB2ZS2?r*Ufm ***a W* vencer "qualquor opSsirao
ignorante vituperacao de malevolencia. OfTerecem a sens l
geral, asvanUgensde sna lonjja experiencia e reconhecida pi
is obras as mais importantes de engenharia, entre outras ud
de vapor de lodos os tamanhos, rodas d'agua de todos os da
como no
materia
opposico hostil
, desprezarem a ignorante ntuperacao de malevolencia. OfTerecem a sens n imerososfreauezes e
ao publico era geral, aavanUgens de sna longa experiencia e reconhecida proraniidTo dM
na execncao das obras as mais importantes de engenharia, entre outras podeTnumera M se-,J-
m .i^;.,,ii,.SJe;ap0rIde,0d'>S 08,,amanhM. ""odas d'agua de todos os dimetros!"odas de fe^^ -
chas para
para forn
para mo
todas as
Vidros para caixilhos.
Na ra larga do Rosario loj n. 28
armazcm de louca, mandam-se botar vi-
dros em casas particulares por preco
tnuito eommodo, assim como vendem
se vidros a retalho do tamanho mais pe-
queo ate mais de 6 palmos.
Botica.
Bariholomeu Francisco do Sonsa, ra larga
do Rosario n. 36, vende os seguales medica-
mentos :
ltob L'Aflecteur.
Pilulas cosita sesees.
Ditas vegetaes.
Salsapnrrilha Bristol.
Dita Sands.
Vermfugo ingle/..
-tarop do Bosque.
Pilulas americanas 'contra febres).
Ungento Hollowav
Pilulas do dito.
Ellixir anli-asmalhico.
aTib'08 de bCa brga Cm r,ha'i' dc 2 onS8 a
Assim como tcm um .'runde sortlmenfo de pa-
pel para forro de sala, o qual vende a mdico
preco.
Na loja ao p do arco de
Sanio Antonio,
reerbeu-seum rico e com pelo sortimento deli-
ra a ra-
Accidentes epilpticos.
Alporras.
A iplas.
Areins[malde).
Asthma.
Clicas.
Convulses.
Uebilidade ou extena^
cao.
Lti'bilidade ou falta de
forcas para qualquer
cousa.
Dysinleria.
Dor de garganta,
de barriga,
-nos ras.
', Dureza no venlre.
Enfemiidades no venlre.
Ditas no figado.
Ditas \enereas.
Enxaqueca.
Herjsipela.
Febre biliosas
Febrr to internilen!e.
I'ebreio da especie.
Gotta.
Itemorrhoidas.
Hydropesia.
letericia.
Indigestoes.
Iiiflammaeoes.
li" r eg u laridades
menstruaeo.
Lombrigas d'e toda es-
pecie.
Mal depedra.
Manchas na culis.
Obstnicriio deventre.
Phtysica ou consump-
pulmonar.
Relenrao de omina.
Rheuraali.siuo.
Symptomas secunda-
rios
Tumores.
Tico doloroso.
Ulceras
Venreo (mal).
e os
m.,nrNS C3?lS ?U ";'",fon',1 d:! urgencia, as peas as residentes no bairrodo Recife poderao re-
w, wgueira de inuiaa na roa do Crespo ao pe da ponte vclha.
Nessa luja e na casa do ananneuuite aehar-sc-ha conslantement
juenlosliomeopalhicos ja bem conhecidos e pelos pre 13 segirintes:
Botica do 12 tubos grandes, .
Ditos de 21 ditos...........'.'.'
Ditos de 36 ditos.......
Dito de 18 ditos.
oja de livros do Sr. Jos
raelhorcs medica-
1D5000
isooe
soSoo
o ae i aitos......... *5SU00
titos de60 dilos. .''..... "0*000
1S0OO
Tubosavulsos cada um.
Frascos de ttneturas.
Maoa
era
cia, ctrargia etc.. etc. .
Uedkin.1 doaseslica do Or. Heriog, rom diccionario.'
Repertorio do Dr. Mello Moraes. '. .
>al d medicina homeopalkica pelo Dr.'jaiirtrduzid
era portugus cora o diccionario des termos de medi-
2S000
203000
lOfOQO
000
flM wm- wmmmmm
Prmciro andar.
m
VL.yJa Ara.ijoOosta Filhotcm para vender no seu egeriptori -la roa adima
no sortim-ntode fazendas que trouxe Jo Rio de Janeiro :
Rico soriiinenlo do lencos de cambraia bordados.
Cniiisinhas bordadas e de renda.
Flores de camelias, plumas marabout.
Bnfeites de llores para cabeea.
Setim branco e nobreza branca.
Chape!inas de patita da Italia, c veos de renda.
Lencos de esgui&o de linho borda.los
llcalifas avelluJadas o tapetes para sof.
Damascos de seda de cor, 5'
Ronpoesde fustao e cambraia pata gerriiora o mullos outros objectos de senhoras o ^W
homens Tenhoavanlagcm de offorecer tudo cora grande raodicijado de pie- 2s^
eos por ter recelado directamente de v>S*.
s 3 = 3 3 --z, a.
g.|3Sp8 8.5-
e a. 9 ? 3 o 3 *
3 = ^-S 3 c "So
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o p-O 2. =
K*l|*t
2 = 1 ; n 3 __
a3^..ae-35i
presunto de fiambre.
Linguasde vacca emsalmoura vimlas
de Londres, vendcin-se nicamente no
armazem de Luiz Armes delioute da
porta da alfandega.
J,-se, estas pilulas no estabelecimenr
geral de Londres n.224, Sirand, e na loja de
todos os boticarios droguistas e unirs pessoal
enrarregadasde sua venda em toda a America do
Sul, Ilavana e Hespanha. a*
rlpmcdPn'?e asboc.,!ti,Ias a800rs. caa urna
dellas contera urna inslruccao em uurtu<>uei na-
ra explicar o modo de so usar de.ta^s S3C P
O deposito geral em casa do Sr. Soum
pliarmaceutico. na ra da Cruz n. i tm l'er-
nambuco. '
- Vendc-se um cabriolet com ptimo ravalk,-
a Halar na ra do Crespo com Adriano & Castro.
45Hua Direita
Rap.
vnaP a ,fndePpnd*,n" 5, loja de violas,
, vende-se rap fresco de Lisboe, Paulo Cordeiro
O assse grosso, meio grosso fino, e meuron, tant"
, em libra como em ------
oilavas.
en
r
w
O
50
00

00
00
co
00
en
en
00
; O proprictario desto eslahelecimento reeo-1
I nhecendo que cora a excelsa visita de SS. MM. I
. II. a esta eidade tem de sedar um estrago hor-'
I roroso de raleados, em consequencia das fre-
quentes paradas, marchas, contramarch;,s e for-
midaveispasseios s brilhantes illuminacdes, e
condoendo-se das boleas naturalmente 'pouco :
I tartas, dos bravos o.Ticiaes e pracas dos patrio-1
j ticos balalhoes, cojos nomes trajean memo-
na os feilos gloriosos dos nossns avoengos, deli-
beren, em homenagem a lao felizes dias baixar
so pregas do seu cxcelleutecalrado, a saber:
Para homens.
i Borzeguins aristocrticos (lustre) 930OO
Borzeguins zouavos, obra orlissima [be-
Lzerro)- ,,- 83000
Borzeguins ridadaos [bezerro c lustro)
Borzeguins econmicos
Sapaloes batedores
Para senhoras.
Borzeguins para senhora primeiraclass
I Dilos [segunda classe)
! Dilos para meninas (primeira classe)
Atten^o.
Na ra Nova n. 35, Tende-sc mi-
lho mailo novo dioheiio 1 vkls
pelo baratissimo preco de 4550O a
sacca.
RELOGIOS.
A ende-se era casa de Saunders Brothers &
L., praca da.Corpo Santo, relogios do afama-
do fabricante Rostell, por precos commodos,
e tambera rancellinsc cadeias para os mesmos
ceexcellenle gosio.
8#00
Stoooi1
DOOO
456110 '
5000 i
o7 Ra do Queimado 37
Loja de i portas.
um
K
completo I si
o
3
(-3 a. 3 *
1 I CU S3 I tg
FAS11IDAS
i
GRAMEE VARIADO SORTHOTO
ns
Fazendas inglczas c francezas e
roupas feitas
receladas em dircitura
1
Armazem e loja
NO
Nova loja de calcado ran-
cez, de Antonio Rodri-
gues Pinlo, no aterro da
Boa-Vista n. 8, defronte da
boneca.
Nesle novo estabelccimento tem calcados que
vecebeu pelo ultimo navio francez, dos melho-
ms fabricantes de Pars, o vende por menos do
que em outra qualquer parte, a dinheiro vista.
Aviso aos ca-
cadores.
o
Espingardas de espoleta
milito finas por baratissimo
pre^o: na ra Direita n. 64.
Aos vendelhes.
Batatas muilo novas a 1600 o ^o de 32 li-
bras : na ra da Madre de Dos n, S, armazem de
talenea & C.
Milho e farelo.
Saceos grandes a 65000 : na ra Nova n. 52.
REMEDIO INCOMPARAVEL.
L.NOLL.NfO HOLLOVVAY.
Milhare
dem
[bares de individuos de todas as naeoos po-
lesteinunhar as virtudesdeste rem'edio in-
comparavol e provar em caso necessario, aue
pelo uso que delle iizeram tem seu corpo e mom-
ios inteiiamenle saos dopois de haver empreaa-
o intilmente outros Iratamenlos. Cada .,.*.
1 ingle
f,n^STAJ0 MA^SET representante da muilo afmada casa W.\LLt:asiElI 5MVSSFT A C
ornecedores da casa imperial do Brasil, e.iabelecida no Bio o em Taris receben um ande sor'
t.mentfj de fazendas e modas da primmra qualidade e novidado.quercndo anS^de ludo^Taze eo a'r
?^^!".tUS!S.d.qa.5! '-"o van'ajosos pelo, qu.es \U olfereeerlu ^nHV, gZ
Chcgou a este, estabelccimento
soimento de obras feilas, como sejam : pare-
0|ls de panno fino de 1G$ al 2j, sobrecasacas
do panno fino prelo c de cores muito superiores 5
a .>o, um completo soriiinenlo de pak-lols de I
riscadinho de brim pardo e branco?, de braman- S
le, que se vendem por preco rommodo, cerou-IS
las de linho de diversos tamanhos, camisas
francezas'de linho e de panninho de 2g at. 5
cada urna, chapeos francezes para hornera a 8
ditos muilo suprriores'o 103, ditos avelludado*'
copa alta a 13-3, dilos copa bai^a a lOg, cha^
peos de fellro para Inmiem de 43. 5a e at 7iS*ARA DOQUF.IMADO N.'4 FRENTE D\l
cada um, ditos Je seda e de palha enfeitados pa- % LOJA AMARKLLA E ROTULAS BRANCAS S
rAnTZVJ^'Su^ Pi,lha P8ra scnhora 8 1 Cm ton,P,cl c rt orMlo deso^breca- i
1,2;?,_ci'",elJ!,.!''1sJ(le y!:Uu.0 ."'.reme enfeila- sacas de panno pretos e de cores a 2S?, 3() |
de panno preto muilo lino a W
. paletols do mesmo panno a ^
os de casemira a 148, 16S e |fc
saceos d.ismesmas casemiras s
prelos e de cores a 10 e 12, dilos de al- |
pacas prela e de cores a 4g, ditos de brim
a m a vara, casemiras do cor- ? pardo a 43500 e 53. ditos de brim prelo a
DE
Goes (. Bastos
{) V "."':'.' as2s1,1,'ail(0z;,s muilo superiores | \ \ pacas prela e de cores a
uros
" ;........;.....- "" atiramos, i-aua
poder-sc-I.a convencer dessascuras maravilhosas
que
s relatara
"ior parle
mu.uiupe so
. ---------- ~.M .111' lilil
|>e a leitura dos peridicos, que lli'as
todos os dios ha muitosaonos; o a m;
dellassao leo sor prndenles
mdicos mais
braram com es
toros e peinas, depois de ter permanecido k.,7-
go lempo nos ,(isp,iaes, onde de viam soTrer a
amputacao Dellas ha militas que haveudo dei-
x.ulo esses asvlos de padeeimentos, pare senfl
subnietlere.n essa operaeao dolorosa f o rain
radas completamente, mediante
Alcatifa.
tes resultados benficos diante do lord co
dor e outros magistrados, aflm d
carem sua HrmaUva.
Ninguem desesperara do'eslsdo de saude se
t.vesse bastante conlianea para ensaiar este re!
medio conslantemenleseguindoalgura lempo o
nienlrnta o que necessilasse a nalureza d mal
SSKSt'85*11 rnCOntvelmenic \
O unsuenlo ho BtJ, ,ais partieu-
amiente nos seguintes casos.
A1l"",Cils- Inflammacio dabexiga.
da matriz
Lepra.
Males das pernas.
dos peilos.
do olhos.
Mordeduras de replis.
Picadura de mosquitos.
Pulmes.
Queimadelas.
Sarna
Supuracocs ptridas.
Tinha. era qualquer par-
te que seja.
Tremor de ervos.
Ulceras na bocea,
do ligado,
das articulaeoes.
Veas torcidas ou noda-
das as pernas.
este ungento no estabelccimento
geral de Londres n. 22, sStrand, e na loja de
l lodos os boticarios droguistas e outras pessoas
encarregadas de suu venda era toda a America
do Sul, Havana e Hespanha.
| Vende-se a 800 rs. cada bocr-tinha, contera
t.tiapeos pretos de primeira qualidade. edenma '"slrucco em portuguez para o modo de i
l'irma elegante a lOg cada um. i ose desto ungento.
O deposito geral he em casa do Sr. Sdum '
pliarmaceutico. na ra da Cruz n. 2>, em l'er-
nainbuco.
Mocre antique prelos c de cores.
Noblezas lisas prelas e de cores.
Vestidos prelos lisos, lavrados de2saiase de velludo
Flores, e enfeiles de renda para cabellos.
Vestidos de cassa branca bordada muilo finas-
- ,-----------. Hm ,a,uiu q Pircas escomilhas, filos de seda e linho brancos e de cores.
celebres. Quantas pessoas reeo- ,Iclaf dc ,seda-.lin,ho. fio ^ Escossia para homens, senhoras e meninas
Ste soberano remedio o uso de seus I 'P.atos Bolinas do setim branco. dc setim prcto, dc l muilo superiores
Saludas dc baile, capas de cachemira, velludo e seda.
Chales de touquim bordados o de reros.
Manteletes de renda preto e cassa bordada.
Corpinhos, camisinhas, colarinlios com mangas dc cassa bordada a ponto real e renda verdvlr.ri
'd.aute ousodess f "";<** de renda prela o branca para vestidos e para enfeiles de vestidos vw**ra,
pieeiosoremedio. Algumas das toes pescas na Jf"?08 de cambraia de linho muito ricos com renda. e="uas.
eufusao de seu recouhecmento declararam
es
rrege-
e maisaulcnti-
Campos k Lima, tem para vender
porco de alcatifa de (odas as qualida-
des, na ra do Crespo n. 12.
Chapeos prelos.
Na roa do Queimado
numero 19.
Cainibras.
Callos.
Canceres.
Cortaduras.
Dores de cabeea.
das costas.
dos ruembros.
F.nfermdades da cutis
era geral.
Ditas do anus.
Erupcoes e escorbti-
cas.
Fstulas no abdomen.
Frialdade ou falla de
calor as extremida-
des.
Frieiras.
Gengivas escaldadas.
Ini'hacoes.
nflamacae do figado.
Vende-se
lulo.
Chapeosdesol para senhoras
lCrTPcaiVmTS\ aunclos de, Pfito. pulseiras, brincos de tartaruga e jaspe preto r.ara
Grande soriiinenlo de luvas verdadeiras de Jouviu. '
Luvas deretroze de seda para homens, senhoras e meninas.
Grvalas brancas e prelas.
Chapeos de corte com plumas.
Cad?CX*&e?fedhreS: ^'^ d3 melh0rCi a]^os dc Pjl3-
Tapetes de velludo muito ricos.
Capas, capotes impermeaveis Makiolosch para homens e senhoras.
Aos fabricantes develas.
Cera de carnauba da nova safra a 11*500 e I2
e s-bo refinado em pao e velas, ltimamente
cnegada do Porto, em barricas e caizasde 11SMJ0
a 12iioOO a arroba : no amigo deposito do largo
da Assembla n. 9.
Coniinua-se a vender fazendas por bailo S
preco ale mesmo por menos do seu valor, E
allm de liquidar con tas : na loja de 4 portas 54
na roa do (Jucimado D. 10.
covado, rsparlilhospara senhora a ti,s', cociros
* de casemira ricamente bordados a 12o cada um
; loncos de cambraia de linho bordados para se-
i nhora a 9e 12 cada um, dilos lisos para ho-
, mem, fazenda muilo superior, de 12 al 20 a
'oJSS,'*?SCmir,S dccnres Para coeiro, covado a
SWO. baregede seda para vestidos, covado a
iiJiO, um completo sortimento de rolletes de
Igorgurao, casemira pela lisa e bordada, e de
lustao decores, os quaes se vendem por barato
preco, velludo decores a7} o covado, pannos
para cima de mesa a 103 cada um, merino al-
cochoado proprio para palelots e rolletes a 2-3500
J^*- bandos para armaejo de cabello a
13500, saceos de tapete c de morroquim para via-
gem.eum grande sortimento dc macas e malas
de pregara, que tudo se vende fi vontade dos
lieguezes, e outras muitas fazendas que nao
possive'
ditas de brim branco fino a 6>c 7j>,collo- g
g tos de gorgurao de seda o de casemira de Ca
| cores e preto a 5j!, 6 e 7#, ditos de vellu- :"
g do a 103 e 12a, camisas inglezas tantopara fe
S$ .homens como para meninos de lodos os K
^ tamanhos, seroulas de todas as qualidaJe, S
g chapeos de sol de alpaca a 5, manteletes 1
g prelos de muito bom gosto a 30g e 40, ca-
1 aafl0(,,es de f"sluo bordados compridosa S
20g, chapeos de castor a Napoleao tjj. ricos H
manguitos dc punhos bordados a 3?500 e a as
jg jS, dilos com golnhas a 5Se 6, golliiihas S
m de traspasso bordado o transparente a 8g, S
calcas de meia casemira padres modernos S
a 5g, coleltes de fustao de cor e de brim K?
branco a 3$ eHgOOe outras muilas fa- S
zendas e roupas feilas que sero patentes a g
Vendas.
R6logios de ouroe prata, coberlos e df scober-
tus patente inglez, os melhores que existem no
mercado, e despachados hoje, vendem-se por
precos razoaveis : no escriptorio do agente Oli-
ven*, ra da Cadeia do Recife n. 62. primeiro
andar. *
^ presenta do freguez.
ipradoresse0enC,tr**-' pU''Um r'""D 3 V'Sla dS teEES&!S5s^Sas^ESE^a2aSBSSaM5BSW
Polassadalussia
Polassa da Russia.
Vende-sena ra do Tr;ipi-
che n. 9, armazem de fon-
seca, muito superior e novis-
sima potassa da Ituss'tu.
Fazendas moder-
nas.
E CAL DE LISBOA.
inveiifo aperfei-
coada,
Bandos ou almefadas
de crina para pentcados de
seobonu
Vende-se unicamenle na ra da Cadeia do Fe-
tife n. 48, loja de I.eite& Irmoo.
Calcado muito barato.
Para acabar al o Cm dcsle mez.
Borzeguins para meninas a 2g000
Sapaloes para meninos a 23 e 2,>50!)
na ra do Cabug n. 9.
Aos cigarra rose cha-
No hem conhecido e acreditado deposito ia
! ra da Cadeia do Recife n. 12, ha para vender
polassa da Russia e da do Rio de Janeiro, nova
Lories de casemiras de cores linas a 5^500, di- e de superior qualidade, assim como tamben
tas de urna s cor muito linas de 3 e G$. cuites I "1 vn^ern em pedia : tudo or arceos muito
de collcle de velludo de cores a 6$000, dilos diio razoaveis.
preto a 5 c 63, colchas de algodao adasmasca-1 1 i P l
das a 59, brhanlina branca o ro\ado 480, case- I 1 ||l|l7pi!| |A !i /,'M|| 'U
mira de quadnnhos o covado H>, pannos para i *l IHULIll Ut- Ult-llUCIOt
mesa muilo bonitos e modernos a 6. cortes de r> i i
bango com tres ordena de babados a 15. cha- KUrt UO OueiIliadO IlUIUei'0 19.
peos de phanlasia para humera, sendo de gor-
ruteiros.
ae)
toquedeavaria
Tecas de algodao trancado, azul, com 32 co-
vados por 4500 :
i Loja parisiense,
ra do Crespo n. 10, vendem-se luvas verdadei- i
i ras do Jouvn muilo frescas.
. t inania
iiuho do Porto, do mais superior, engarrafado
dito champagne, idem. dito muscatel, idem : n
arinazem de Barroca & Medciros, ra da Cadeia
do Recife n. 4.
Em casa de Luiz
Delouch,
ra Nova u. 22, tem para vender livros em brea-
h. srirs^.-; z s s: ws. sara',s,.-
Campos 4 Lima tem para vender cal-
as com fumo americano de muilo boa
qualidade e a preco eommodo : na ra
do Crespo n. 12.
Fazendas de bom goslo
Rccebeu-se pelo ultimo vapor da Europa cer-
jes de vestido de seda de delicadas cores, com 2
babados e 2 saias bordadas, lindos enfeiles de
flores o froco para cabeea de senhora, bouilas
chapelinas de seda para senhora e meninas, as-
sim como liquissimos cortes de collete brancos
de velludo e seda bordados para casamente'
dilos de velludo preto bordado c de cores boni-
tas ; haveudo outras muitas fazendas, e tudo se
vendo por precos mais baratos do
gunio de seda a 7.\ dilos doCbille de 4 a Sofi,
dilos de fellro de 4>500 e 5?, camisas de cain-
braia de linho para senhoras, ditas dc esguia o
muito fino, ditas de cambraia bordadas com man-
,gas, ricos Cortes de seda de todas as cores, mn-
deles dos mais modernos, grande sortimento de
perfumaras inglesas legitimas, joiasde^oral ver-
dadero, oleados de diversas coies imitando
marroquim para cubrir mesas, forrar almofadas
travesseiros, etc., etc., e bem como um complet
soriiinenlo'de fazendas do mais apurado gos'o e
mrlhor qualidade, vendendo-se ludo por bailes
precos no armazemde fazendas de Ravmundo
bares LeiteA Irmao, aterro da Bou-Vista n. 10.
Relogios.
De novo chegaram os afamados relogios in-
glezcs de ouro.de patente, e eslao a venda no
armazem deRosIro Rooker & C, praca do Corpo
Sannlo n. 48.
Relogios.
Vendem-se relogios de ou'ro ingleses, de pa-
tente : no armazem de Augusto C. de Abreu.
na ra da Cadeia do Recife u. 36.
Vende-se superior linha de algodao, bran
Cortes de risrado francez 3 l|2covadosa255C0.
Cuberas de chita a 2560'J.
Chapeos enfeitados para meninos e meninas.
Ditos prelos linos, ultima moda.
Dilos de fellro.
Cambraia organdys muito fina'.
Chales de roeo de Ites ponas.
Ditos de merino bordados de duas ponas.
Ditos muilo finos bordados a froco.
Ricos chales de touquim braDCo.
Cortes de seda dc duas saias.
Luvas enfeitados.
Manteletes pretos bordados.
Leos para algibeira, blancos, a 2$ a duzia.
Farelo supe.ier, saceos grandes, tem paro
vender Jos Luiz de Oliveira Azevedo, no sen
escriptorio da ra da Madre de Dos n. 5.
Tadias para engenlio
FuudiQo de ferro e brooze
DB
Francisco Antonio Concia Cantazo,
tem|im grande sortimento de
tachas de ferro fundido, assim
narYp. P^ P!09".?^ lo que cm outras cbs e do cores, em novello, para
SrCur.'hre Silva '" D ^ !cas e Seu.h.ill MeorAV.1, ru
costura : era
ua do Torres
| como se faz e concerta-se qual-
querobra tanto de ferro fun-
dido como batido.


DIARIO DE PRNAMBUCO. TERCA FKIRA 07 DE DEZEMBRO DE i&9.
Para concluir a liquidaco dftt.izeneias Ki. da extincta firma de Leite & Crrela, WU W (>> 8
vendem-se as segu ntcs fazendas. por
Vende-se em casa de S. P. Jonhston & C. va-
quetas de lustra para carros, sollins e silhoes in-
ramto menos de $eu valor, na loja de le/es, caudeoiros e caslicaes bronzoados, U>-
tiuatro portas da ra do Oueimado nas in^czas-'\odo vela. (1'iltlU' ll,1,a tan,,s.
| montana, arivios para carro de um e dous cval-
os, e relogios d'ouio patente inglezes.
$lMLt5.C f'W-tct flBCJ alncra O0W93E
1&600
.HV\)3;
m
AAHSMUW
numero 10.
"Sedas pretas lavradas, superior qualidade,
covado
Grosdcnaple preto muito bom e largo, co-
vado
Dito dito nuis eslreito, covado
Camisetas decambrnia para senhora, urna
Tiras e cnlremeios bordados
Soi'tiiuento completo de chita de cores,
covado
Olio de chitas largis francezas, bons pa-
droes e cores finas, covado
.ingas de cores escuras e claras, covado
i!
Queimado n. 40.
Grande e variado sortimento
DE
SJ HOSELLE HOSSEUXI Fazendas francezas crou-
pasfeitas recebidas em di-
reitura pelo ultimonavio.
Dao-se as amostras cora penhor.
11000
800
320
160
f
I
240'fl
200 S
Corles de caira de meia casemira algoOO e 23000 <* p
Meiascrtiaa para hoiuem. duzia AMH)'? I illiiS.
mu mi nm & e,
meias gar-
em garrafas e
sioo'S
5000 I
Uno:]
240
ICO,*
2-nX)
5SO0O'g
GgOOO
Meias finas para homem, duzia
Ditas para dito muito superior, du/ia
Atoalliado adamascado muito largo, vara
Cwm de cores fizas e padroes vistosos,
covado
Riscadinho francez, covado
Mu satina de cores fizas, covado
Chales de laa com palma de seda, um
Cortes de caira de casemira fina de cores
Ditos de dila pela
Ditos de f nllcie de gorguean cem palma
de velludo 39000
Ditos de dito degorgnriioe seda 29000
Ditos de dito de merino bordado 3g00
Lauros de seda pequeos para pescoco de
senhora 400!
ramo preto, covado 25500
Dito superior, prova delimito, covado 39 e 45000
Superior brim trancado de liuho, branco,
vara lgOOO
Dilo dito de cores, vara 800 i
Meias brancas para senhora, duzia 33000
Ditas para dila muito superior, duzia 4S0O0
JLuvas de pellica para seuhora, em bom
estado, um par 1S00O
Oi
><
O
Kissel, relojociro francez, vende relogios <*
de ouro e praia, concerta relogios, joias e *(
msicas, ja aqu he conhecido ha inultos ?$
annos, habita no pateo do Hospital n. 17. ^
C.J.Astlev&C.
Seguro conlra Fogo
mhm
LONDRES
AGENTES
C J. Astley & Companhia.
b
*
' *
m
te
i
m
i
i*
t
ATIENDO.
<*>.{ HCT! mrvm M D Ol i I! "*n<;.-H*o:
Meias de seda de peso
para seuhora, brancas e pretas, e para meninas,
brancas o riscadas : vende-sc Da loja de Leitc
c Irnifio na ra da Cadeia do Recife u. 48.
2*'iti. : : i 8931
80S0O0
1g200
1800
29600
29000
2g500
2S500
1000
1000
1?000
900
Vensle-se
JN'a loja dosertanejo,rua!
do Queimado n. 43 A.
Keccberam em direitura de Franca, deencom- i:
.menda, os melhores chapeos de castor rapadossij*
sendo bf*ancos c pretos, e as formas as mais mo- 8
dornas que tera vindo ao mercado, e por me- : 9
nos que em outra qualquer parle, assira como '
tambera tem um grande sortimento de enfeitc, M
po de 4J cada um, assim como tem chapeos de Q
sol de panno a lg200 cada um em perfeilo esla- s
esguio de linho a ig urna, rambraia preta tina I &
a 360 o covado, e a vara a 50),e a 640, gangas J
de cor a 540, brim branco de linho a 1-J200 a va-
ra, colleles de velludo de furta-corespretos a '
7JS40O. ditos pelos a 8 e a 9g, cairas de case-
mira de cor a 7, 8 e US, ditos pretos a 7, 9 e
12g, colletes de gorgurao a 4, 5 e 6$, saceos pa-
ra viagem de diversos (amanho3, eias cruas, por
ser grande porro, a lJijOO, ditas a 1g600 e 2 a
du/ia, finas a 3 e 5, chapeos enfeilados para
meninos e meninas e senhoras por qualquer pre-
c,o, e tudo o oais aqui se encontrar o prero,
e nao se deixa de vemnder
Folha de cobre e Metal
amarello.
Estanho era barra e Pre-
gos de cobre.
Alyaiade eVerniz copal.
Folha de Flandres.
Palhioha para marci-
neiro.
Vinhos finos de Champa-
nhe e Moselle.
Lonas da Ilnssia e Brim
de vela: no armazem
de C. J. Astlev & C.
Fazcadi eom avaria.
4 S00 rs. a peca
t^S^'.TssSzfJsssi Tachas c moendas
pechincha sera igual.
Na loja do Preguica, na na doQucimado n.2,
tem para vender pecas dcalgodao largo com 16
varas cada urna, pelo barato proco de 1S, peras
de cassa lisa tina a 2S500 : a ellas, antes que se
acaben.
muito bons a 400 rs. o par, pulseiras de contas
para senhora ou meninas muito lindas a 160 rs.
para acabar ; na loja de miudezas do aterro da
Boa-Vista n. 82, quasi confronte a malriz.
ot.ertos e descoberlos, pequeos e grandes, de
ouro patente inglez, para homem a senhora,
de un dos melhores fabricantes de Liverpool,
viudos pelo nuimo paquete inglez : em casa de
Southall Mellors & C.a
Bandciras naci-'
naes.
Vendem-se na ra do Queimado n. 7, bandci-
ras r.acionaes de varios tamanhos, muito bem
feitas a S00 rs. cada urna.
Vendem-se canoas de amarello, de 25 a 35
palmos decomprido, com bocea sufrlcienlc, mui-
to bem feitas, por preco commodo : na ra do
Vlgario n. 5.
Cera e Sebo.
Vemle-se cera de carnauba muito superior a
1*290(10 rs. velas da dita e de composicao, sebo
refinado era caixotes, dito em vela?, na ra da
Cruz, armazem n. 33.
Pianos
Braga Silva & C, tem sempre no seu deposito
da ra da Moeda n. 3 A, um grande sortimento
de tachas e moendas para engenho, do muito
acreditado fabricante Kdwin Maw : a tratar no
mesmo deposito ou na ra do Trapiche n 44.
Fazendas com pequeo
toque de avaria.
IC pecliiiielm.
Na loja do Preguica, na ra do Queimado n.
2,ha para vender peras tle finissimo e muito
largo madapoln, pel baratsimo prero de 5$,
33500 e3$000 cheguem, antes que se'acabem.
Chapeos de castor pretos
e brancos
Na ruado Queimado n. 37, vendem-se os me-
llioi'S chapes de castor.
Aviso.
No armazem de Adamson, Howie & C. ra
do Trapiche n. 42, vcnde-se sellas para homem
e penhora, arreospraleadospara cabriole!, chi-
cles para carro, coleiras para cavalloclr.
Na loja da estrella.
Ra do Queimado n. 7.
Ecle cstabc'icrimento contina a eslar sortido
de fazendas de. todas as qualidades como sejam :
Ricos cortes do vestidos de seda de 3 o-
lhoseS saias, o Aquile 8
Paletots de panno 20^000
Ditos de dito muito fino 40000
' Ditos de casemira de cor 2000
., I Ditos de alpaca pretos muito finos e
mais 'nai\o ^
Ditos de ganga e de lirins 9
Cairas de casoinirasjnelas e de cores 9
Ditas de biim branco e de cores 9
Colleles de velludo preto e de cores, 9
Ditos de gorgurao muito finos
Ditos de fustn
Camisas francezas de todas as qualidades
Capara homem $
misas francezas bordadas para senhora #
l.eques da mclhor qualidade e do ultimo
gusto S
Mantas e grvalas de seda de tudas as qua-
lidades 5
Chapeos de sol de seda inglezes
Ditos decaslor para cabera muito finos S
Ditos pretos os melhores que tem vindo
ao mercado $
Taimas pretas do ultimo goslo $
Casemirasde cores para paletot j?
Cortos de ensenaras ingl 2jti00
Ditos de ditas (rancezas 5g00
Ditos de ditas muito linas 9*?000
Chapeos Amazona para senhoras.e me-
ninas
Machinas de fosfora
de S. M.Singer &C. do
Ncw-Vork, o raais aper-
fecoado syslema, [asea-
do posp.onto igual pelos
dous lados da costura,
garante-se a seguranca
das nachinas e manda-
se ensinar as casas de
familia, bem como se
mostrara a qualquer ho-
ra do dia ou da noite
nesla agencia : uniros
agentes em Ternambuco Itaymundo Carlos Lei-
te & Irmao, aterro da Boa-Vista n. 10.
Em casa de Rabe Sclunettan &
C, ra da Cadeia n. 37, vendem-se
se na loja da ra do Cahugn. 8, de Almeida & elegantes pianos do afamado tabncan-
Burgos. I te Trautnunn de llatnburgo.
Challv de seda.
Finissimos challys de seda estampados, de; YcSlldOS de Seda.
goslo chinez : vende-se na loja da ra do Cabu-; Vendem-se cortes de vestido de seda com 2 e 3
gj n. 8, de Almeida & Rutros.
Knfeites para cabera de se-
nhora.
Lindos enfeites de flores com fitas de seda e
de velludo, ditos de vidrilho pretos e de cores,
romo tambera tachos de flores francezas : na lo-
ja da ra do Cabug n. 8, de Almeida & Burgos.
Manteletes de gorgurao de se-
da preto.
Tao ricos manteletes, vendem-sc na ra do
Calinga, loja n. 8, de Almeida & Burgos.
Vende-se una prela crioula, de idade de
22 annos, bonita figura o cora habilidades : na
ra Nora n. 52, loja de Louca, desde as 10 horas
ate 2 da lardo.
Ricos cortes de vestido de seda de cores
de 2 saias............................
Ditos de ditos de seda pretos bordados a
velludo...............................
Dos de ditos de seda de gaze phantasia
Ricas romeiras de fil e de seda bordadas
Taimas de grosdenaples bordadas......
Chales de touquim branco bojdadosa
30e.................
Grosdenaple do cures de quadrinhos co-
vado .................................
Dito de dito liso covado................
Seda branca lavrada covado 1$600 a___
Grosdenaple prelo lavrado covado......
Dito dito liso encornado a lj}600o___
Dilo dito com 3 palmos de largura a
1S600 e..............................
Sarja de cores larga com 4 palmos de
largura covado a...................... I*j500
Gaze de sedada China de floreselistras
covado a ............................
Follar de seda do listras goslo novo co-
vado.................................
Setim de escoc* e diana de seda covado
Clialy de llores novos desenhos covado
Bareje de seda de varias qualidades co-
vado................................. 500
Meio velludo de cores envado.......... l.?500
Velbutina de todas as cores............
Setim de todas as cores liso covado ...
Brilhanlina branca muito fina a.......
Chitas francezas claras e escuras s 260 e
Casemira prela fina alglOOe..........
Panno prelo e de cor lino provade li-
man a 3S00a........................
(.ortos de casemira de cora 5$e........
Cassas organdys de novos desenhos a
vara..................................
Ditas francezas muilo finas a............
Manguitos de carabraia transparente bor-
dados muito ricos....................
Golinhas de carabraia bordadas de ponta
Ditas de dilo bordadas a 600a..........
Tiras c entremeios de carabraia bordados
Ricas mantas pretas de linho para se-
uhora ................................
Ditas ditas de blond brancas e pretas..
Chales de sada de cores, pretos e roros..
Ditos de merino bordados com franja de
seda..................................
Ditos de ditodilo dla..................
Ditos de dito liso dilo de seda.......... 6080
Dito de dito dito de la.................. 4500
Dito de dito estampados lino lisia de
seda..................................
Lencos de cambraia de linho bordados
finos..................................
Dilos de aluodaode labyrinlhoSOO e....
Capcllas brancas para noiva............
Enfeites de vidrilho preto e de cores___
Aberturas para camisa de esguio de
linho.................................. g
Dilas de dito de algod.io brancas 3 de
cores..................................
Saias balo modernas.................. 6000
Chapeos franceses forma moderna...... 8ff50
Gravatqs de seda depona bordadas a
velludo ..............................
Camisas fraucezas de cor e brancas
linas alj}80 e........................
Ditas ditas de fuslao branco c de cor___
Ditas ditas de esguio muito finas mo-
dernas ................................
Seroulasde brim de algodo e de linho
Galeas de casemira prela setim 9$ e___
Ditas de ditas de cores 8 e............ 0JO8O
Dita de meia casemira ................. 4J500O
Dijas de brim lino e varias qualidades
3j>e Colleles de velludo, gorgurao,
casemira e setim....................
Casaras de panno prelo muito fino 303 e
Sobrecasacos e paletots de panno preto
fino 24* c............................
Paletots de casemira mesclada gollade
velludo ..
700
800
500
320
2S500
7S00<>
79000
gooo
500
9
1J500
9
9
f
I
7500
7*000
89OOO
I
13000
S
9
9SSO0
29500
9
11$000
5?000
40gOOO
35SO0O
1*9000
Dilotjt! alpaca prela muito finos...... 10.*00!i
OfOOO
79000
69500
6J000
53000
33500
pechincha. rindicioww-mow.
f Uua da Scuzala uto va n. -12.
Na loja do Preguica, na ra do Queimado n. Nesle estabetoaento continua a haver um
vendem-se pecas de chitas finas de cores fixas comapleto sortimento de moendas e maias moeu-
e de escolitidos padrees com 38 covados cada
urna, pelo baratissimo preje de5S800, e em re-
tal ho a 1G0 o covado.
Vendcm se na loja de Nabuco & C.. na ra
Nova n. 2, ricos lencos de cambraia de linho
bordados para bailes, "alfineles donrados para se-
gurar enfeites de cabeca, chapelinas de senhora,
grvalas de seda brancas para horaem, luvas de
pellica de Jouvin para homem e senhora, borze-
guins de setim brancos e pretos para senhoras,
etc., e outras militas fazendas de gosto.
Cobertas de chita a 2S.
Ruado Queimado n. 19.
Vendem-ae cobertas de chita a 2$, cortes de ris-
cado francez a 28500, lencos de cambraia para
algibeira a 2$ a duzia.
28000 c 28500 a peca.
Algodo trancado americano branco, proprio
para toalli 2 c roupa de escravos, com um pe-
queo toque de agua doce : no armazem de fa-
zendas da ra do Queimado n. 19."
Cheguem ao barato.
O Leite da Cadeia do Recife n. 48, pecas de cambraia li-
sa cora 10 jardas a 4*500 e 5J, lencos de cam-
braia de linho a 39 a duzia, cambraias muilo fi-
nas e de lindos padroes a 6f0 a vara, meias fi-
nas para senhora a 3j>800 a duzia, dilas cruas In-
glezas para homem e meninos, chales de meri-
no lisos a 4g500, e bordados a 6, paletots de
alpaca prela e do cores a 5?J, ceroulas de linho
e algodo, camisas iuglezas muilo superiores a
60j>a duzia, organdys de lindos desenhos a
ljlO a vara, corles de cassa chita a 3$, chita
franceza a 240,280, 300 e 400 rs. o covado, pecas
de^madapolio cora 30 varas a 4$800, 5J, 5g300,
6,7 e 8, chitas inglezas de cores lixas a 200 rs o
covado, toalhas para mesa a 3 e 49, cortes de
calca de brim de linho a 29, ditas de meia case-
mira a 2*240, vestuarios bordados para meni-
nos, e outras militas fazendas que se vende por
barato preco.
Em casa de N. O. Bieber
4 C. ra da Cruz n. 4, vende-se
Champagne de superior qualidade de marca acre-
ditada na corte.
Tinta branca superior em oleo, latas de 25 li-
bras, por commodo prero eaWas de 4 latas.
Verniz e verniz copal.
Algodo/inho da fabrica Todos os Santos da Ba-
ha.
Brilhantes de diversos tamanhos e de primeira
qualidada
das para eiiienhi
de ferro batiJo e
para dto.
machinas de vapor e taixas
coado, de todos os tamanhos
Hia do Queimado n. 57.
A 30 corles de vestidos de seda queeustarnoi
60;, a 16-5 corles de vestidos de phanlasia qtw
cuslaram 30* ; a 8$ chape!inhas para seuhora:
na ra do Queimado n. 37.
prazo ou a di-
nheiro.
Veode-se a cocheirada ra da Cadeia de San-
io Antonio n. 7, leudo 5 carros e 1 rico coupeV
Isetn uso algum : quem pretender, dirlja-se
| niesnia, que achara com quem tratar.
Na ra do Queimado n. 37 loja de i BOIiCtS 1111*1 M'iUl-
Corles de vestidos
de seda
perlas acaba de receber pelo ultimo
navio viudo do Havre um completo sor-
timento de vestidos de seda de 2 saias,
2 babadose de aventados qnaes se ven-
dem por preco commodo.
Chapelinas de seda e de
velludo para senlior.i.
Ricas chapelinas de seda e de vellu-
do para senhora: na ra do Queimado
n. 37, loja de portas.
Golas
licas golas e manguitos de cam-
aneas.
e manguitos.
Bonitos boneta de, panno fino guarnecidos de
velludo.com iiluma, obra de muito gusto. pek>
baratissimo preco de 5 cada um : na ra do
Queimado, loja d'aguia branca n. 16.
Novas e verdadei-
ras luvas de Jouvin.
Mui finas o novas loras de Jouvin ricamente
entintadas, para senhora, proprias para bailes c
casanientos, ditos igualmente linas, lisas, tantfi
para senhora como para homem : na ru.i de
Queimado, lojad'aguia branca n. 16.
Vende-se una bonita cscrava crioula, de
: na ra do Queimado n. 3/, loja 22 a 21 anuos, sem defeito aigum, cnogada Ua
poucos das do serto, por 1:5009. ou ainaa pw
menos siguas cousa : na ra do Queimado, casa
do Sr. coronel Convela.
Gravatinhas para
senhoras e meninas.
Mui ItODas e delicadas gravatinhas de fino fil
de seda, rom borla e franja, e de gosto moderno.
pelo baratissimo preco de 28 cada urna : na ra
do Queimado, loja'd'aguia branca O. 16.
Nabuco r C. com loja na ra Nova n. 2.
acabain de receber pelo ultimo navio francez um"
lindo sortimento de roupa feita, como sejam,
casaca de panno fino, sobrecasacos de panno pre-
lo e de cores, paletots de panno preto e de co-
res, dilos de casemira de cor, ditos de brim bran-
co c de cores, dilos de seda, calcas de casemira
prela, dilas de cores, dilas de brim brancoc de
cores,colleles de velludo, dilos de seda, de ca-
semira, dilos de cochimira branca, dilos de fus-
lao, camisas brancas e de cotes, ditas de fuslao
dilas de peto de linho, inglezas, ceroulas de li-
nho. ditas de algodo, ditas de meia, camisas de
Oanella, dilas de meia, ditas de casemira, iguacs
as que usara os empregsdos da estrada de ferro.
sortimento de cha-
peos.
Chapeos de castor pretos de superior qualida-
de a 10*. ditos francezes de seda a 7J, ditos de
castor brancos a 14$, ditos de velludo a 8e 9*, i
ditos da lontra de todas as cores muito finos, di- i
los de palha inglezes de copa alta e baixa a 3 e '
5$, dilos de fel tro, um sortimento completo, do '
2o00 a 6j>5 9, 10e 12*, ditos de seda para senhora, dosmais
moderaos, a 12$, chapelinas com veos do ulti-!,
mo gosto a 15, enfeiles finissimos para cabera }"c*ii i ? pra
a 4gi00 e 59. chapeos de palha escura, massa'e i STSiL C0'nPl,',nc,ll
seda, muilo proprios para as meninas de escola, '
sendo os seus precos muito em conla, ditos para
baptisadjv de meninos e passeios dos mesmos,
de i portas.
Manteletes
Itkos manteletes de grosdcnaple ri-
camente bordados: na ra do Queima-
do n. 37, loja de"4 portas.
Pentes de tartaruga.
Ricos pentes de tartaruga para alai-
cabello : na roa do Queimado n. 37,
loja de 4 portas.
Camisas francezas
Ricas camisas francezas tanto de
pcio de linho como de algodo c de fus-
to: na ra do Queimado n. 37, leja de
4 portas.
Bonets para crianca
Ricos bonets de marroqnim para
crianca: na ra do Queimado n 37, lo- ouIS SSVST- "**" Pr mcD0S dque
ja de \ portas.
Ferro reduzido de
Quevenne,
Previlegiado em sen modo de|K!r1IS^
=: Vende-se no arnu/em de Jos Antonio Mo-
: reir ias i ('. na ra da Cruz n. 26 .
Mercurio doce
lelroz.
, Liuhas em novellos.
! Cera de l.i.-boa em volas.
i Grasa ingleza em boioes
administracao pela acade-,pllod.eJ,H,"l?io-
* -iio trros de aro para engommar.
Ilia de medicina de Pars. PreSos de ierro de todas as qualidades.
Dilos francezes sordos.
ATTENCAO
Os felizes effeitos do ferro era um grande nu-
mero de enfermedades sao geraluunte condeci-
dos. As cores plidas, as flores brancas, o em-
pobrecimento do sangue com os males do esto-
mago, e as palpilaces, que sao dclles a conse-
quencia : taes sao os principaes casos em que o
rro indicado, o para cortos temperamentos
Vende-se a mclhor loja de fazendas da ra do
Imperador n. 9, com poucos fundos, a prazo ou
a dinheiro : a tratar na mesma.
Brim trancado de linho todo
preto,
tendo diversas qualtaades para escolher, bonets1;," J?
degalao, dilos de marroquim. ditos de vello- I ?'"'!!%
do, ditos enfeilados, chapeos de boa qualidade! J '
para pa*em, chapeos de sol de seda para rae-1 -t,,n casa "OS SfS. Henry Forster
nios de csrola, e mesmo para senhora e para ho-1 & C. ra do Trapich n. 8, vndese-
luialnienle outros muitos objectos que se- ])0us car
superioridade do furo de
?^^.?1^L!?laL"*pre*^?.^9*-,,?,a'8a- '"onda rnuilo superior: garantc-sc que nao
ferro no I desbola : na ra da Cadeia do Recife n. 48, lo-
quulla que inlroduz mais quanlidade de
sueco gstrico em um peso dado. Deposito era
pharmacia do Pinto, ra larga du
Saunders Brothers & C. tem para vender
seu armazem; na prara do Corpo Santo n. 11,
alguns pianos do ulimo gosto, recenliraente
chegados, dos bem conhecidos e acreditados fa-
bricantes J. Broadwood tSons de Londres, e
muilo proprios para esle clima.
Fil de linho lavrado,
a 1$500 a vara.
Vende-se na ra do Cabug n. 2 B, loja de
miudezas de Joaquim Antonio Dias de Castro.
Vende-se um carro de 4 rodas, bem cons-
truido c forte, com assenlo para 4 pessoas de
dentro, c um assenlo para boleeiro e criado fra,
forrado de patino lino, e ludo bem arranjado :
para fallar, com o Sr. Poiriei no aterro da Boa-
Vista, e no escriplorio de James Crabtree k C. n.
42, ra da Cruz.
Oliatlos piulados para
cobrir mesa,
de muito bonitos padroes c du superior qualida-
de ; ua loja de chapeos de Joaquim de Olivcira
Haia, na prara da Independencia n. 24 a 3<).
= Vendem-se dous aunis com brilhanle, sen-
do um do bom tamanho, e um alfinete tambera
com um brilhanle, e bem urna corrente para rc-
logio com bastante peso, e lalvcz do mclhor gos-
to (pie aqui tem vindo : na ra do Amorim n.
33, segundo andar..
Farinhade man-
dioca.
Vende-se a 5$ a sacca : b ra da Cruz, arma-
zem n. 26.
Vestidos de seda.
r.i -msstmos cortes de vestidos de gorgurao de
seda de duas e tres saias. dilos de seda de phan-
tasia, lodos era seis grandes carines : vendem-
I)it09da merino setim prelos e do cores
Ditos de meia casemira..................
Ditos de alpaca pretos e de cor forrados
Ditos de brim branco e pardo finos......
Ditos de brim de quadrinhos linos
3;u00 e..............................
Dito de alpaca preto e de cores..........
Relogios de ouro paten........tes......
Vende-se um ptimo escravo pardo, de 16
annos, proprio para pagem, sad o e sem defeitos:
uar.ia do (.'ueimado, lujan. 39.
Roupa feita.
Na ra do Cabug, loja n. 8, de Almeida i Bur-
gos, alem de graiue sortimento de roupa feita
franceza, romo sejam, paletots, casacas, calcas,
rolletes de panno lino, casemiras, e otit.as fazen-
das, tem um sortimento de fazendas finas, cal-
cados e perfumarlas, que vendcm poi preco com-
modo. *
Vende-se muilo em conta, por ter de ser
substituida por outra, una armaro de loja, pro-
pria para miudezas, calcado ou* outro qualquer
eslabelecimento : a tratar na na do Cabug nu-
mero 11.
Pedrask
amolar,
de boas qualidades : vendem-jc na ra da Praia,
armazem n. 78.
Loja de miudezas c ferra-
gens, na roa Direita o. 9.
Para o bello sexo.
Kesle eslabelecimento se est queimando por
lodo prero, riq-iissimos pentes de tartaruga do
todas as qualidades, ditos de massa iraperatriz
Isabel, enfeiles de vidrilho prelo, dilos do froco
de todas as cores, luvas de seda de diversas qua-
lidades, finissimas leras para pernns, tilas de se-
da e de gazia, lucos de blond, pulseiras de con-
tas, boioes para casaveque, llores para enfeites
ili vestidos, e oulras muitas fazendas de lei e de
bom gosto.
Para komens.
Grvalas de todas as qualidades, pelos meros
de 1*9600, 1"0, lj? o 6t0, collarinbos a l'inou,
(irln diminuto preco de 501) rs., alfineles para
mantos de verdadeiro chequismo por 400 rs.,car- qualquer
leiraspara algibeira, de todas as qualidades, cha- mazem.
peos balos e de copa baixa, por diminuios pre- '
ros, bengalas do apurado gosto a 2jJ, I5SOO e
IgoOO, e outras muitas fazendas para o commun.
Para pastis.
Na taberna da estrella do paleo do Paraizo n.
14, vendem-se aurrelas com azeitonas a 1860,
em garrafa 320, banha de porco a 600 rs. a libra,
loucinho de Lisboa a 400 rs., farinha do reino a
160, vinagre a 320 a garrafa.
Vendem-se saceos com farinha de mandio-
ca de superior qualidade, saceos com arroz de
casca, dilo pilado, feijo mulatinho, gomnia do
Arncaty, conrinhos de cabra, esleirs de palha
de carnauba, vassouras de dila. ludo se vende
por menos que era outra qualquer parle : na ra
do Rangel n. 62, arma/era.
Chita franceza a 220 o covado
Na loja de [.cito A Irmos, na ra da Cadeia
do Recite n. 48, vende-se chita franceza muito
lina a 220 o covado.
Attenco,
Vende-se urna pequea mobilia de una se-
nhora que se retira para o Rio de Janeiro : quem
a pretender dirija-se ra da Gloria n. 106.
mens
ria enfadonho mencionar, e tudo se ven de mui-
to cu conta e ossenhores freguezes vista da
fazenda (icario convencidos da verdade : naberu
conhecida lo/ de chapeos da ra Direita u. 61;
de Detito de Barros I'eij.
VINBO DE GAJC'.
Vende-se nos Afogados, ra do Molocolomb
n. 42, tanto a relalho como era porces, assim
como outros quaesquer gneros.
Proprio para igreja.
Na loja da aguia de ouro,ra do Cabug n. 1 B,
vende-sc bicco largo de labyrintho cora rnrelus-
nas, proprio para aliar; assim como gales, tri-
nas, volantes e MlMBlS, panleirinhos ricamente
enfeitados proprios para presepe, que se vende
ludo por prero muilo barato.
Pentes de tartaruga.
Na loja da aguia de ouro, ra do Cabug n. 1 R,
vendem-se lindos pentes de tartaruga Impera-
triz, de 1$ a 145, ditos sera ser virados a -5,
ditos de massa virados a 2g, dilos lisos a 1 e a
2j>, dilos de Iravessa de borracha para meninas
a 1-j20'l de mas-a a 800 rs., ligas mtuto lindas
para senhoras a 2J o par; assim con.o plumas
muilo finas para chapeos ou enfeites, ceslinhas
muilo lindas jara meninas trazercm no braro,
pianos muilo lindos proprios para minino, caixi-
nhas de cosluia para senhoras, bonecas c bone-
cos de cera e de massa de todos os tamanhos com
olhos morediros,realejos grandes e pequeos que
locam 30 pecas, locando como msica instru-
mental, ditos do figuras, locando 8 pecas exicu-
culadas pelas figuras, tudo isto se vende muilo
barato, por se torera recebido em direitura da
Europa.
Para enfeites desala.
Na loja da aguia de ouro ra do Cabug n. 1 R,
vendem-se os ricos quadros dourados e desenhos
mais fino que lera viudo a esle mercado, assim
como jarros com flores e sem ellas, e figuras para
rima de mesa, assim como toucadores finos com
gaveta, que se vende por baratissimo prero.
Luvas Ae todas as cuali-
dades.
Na loja la aguia de ouro, ra do Cabug n. 1 R,
vendem-se luvas de pellica muito frescas para
homem e senhoras a 2->50() o par, ditas fio da
Escocia a 800 rs., ditas de algodo a 210, ditas
de seda enfeiladas para senhora a1>IIOi e 2$,
ditas para menina a 1? ; assim como lindas ban-
deijas e caixinhas cheias de aniendoas proprias
para minio o llores de todas as qualidades ; tudo
se vende por preco barato, vista dos freguezes
se far lodo o negocio.
= Vendem-se saceos cora farelo de Lisboa de
superior qualidade oiu, saceos grandes, milho
muito novo, e se vende por menos que em outra
parte: na tua do Rangel n. 62, ar-
t-ros americanos novo?.
Arreios americanos.
Bombas.
Arados.
Champagne superior.
Cognac.
Uelopios americanos.
Velas com toque de avaria
Attencao.
N.ende-se urna canoa de carreira, construida
de sicupira, amarello e louro, enravbada e pre-
gada do cobre, forra Ja com zinco, rom paos de
toldo, loldo-e guarda palrao, bancada e xadrez
do mclhor goslo que pode apparecer : a tratar
na ra de Hurtas n. 11.
~mmm mr
Aramia
r ranlida.
Na ra da Cadeia do Recife n. 1.
ja de Leite & Irmao.
' "asciogaz.
Vendem-se na ra do Cabug n. 2 R., loa de
miudezas dj Joaquim Antonio Dias de Castro.
I
Admira.
ga-
&',
i Velas de espermacete a 750 a libra, em caixa
e a relalho : na ra Nova n. 52.
Enfeiles de vidrilho e de relroz a 4"> cada
nm : na ra do Queimado n.37. loja de 4 portas.
A fabrica de brgias de cera de carnauba da
ra de Hurlas n. 110 j (rabalha e tem as melho-
res velas que ha no mercado : o prero em arroba
169 at 8 libras, c a mais a 560 a libra,
Pechincha.
Enfeiles de vidrilho pelo baratissimo preco de
3 Crespo de Adriano & Castro.
Escravos'fiighios.
(.'ligio do eiiginho Sap, no dia 7 d marro
I do coi culo anuo o mulato Virissimo, de 50 an-
uos pouco mais ou menos, estatura regular, cal-
vo, barbado, e costumava a fa/er a barba ddxan-
dn suissas, muilo regrisla e locador de viola.
sabe assignar o nomo e fazer algumas lellras de
cunta, culi nde alguma cousa de purgar assucar ;
rugi para as bandas do engenho Araguary, ou
S. Francisco, lermo de lorio Calvo da provincia
de Alagoas, foi escravo do Sr. Francisco Rolco
do Ia, e de um padre que morou no Brejo'da
.Madre de Dos ; tuga-se porlanto as autoridades
e capilcs de campo a captura do mencionad*.
escravo ; assim como prolesta-se desde j contra
quem o bou ver occullado por todo o preiuizo oc-
casionado desde o dia da fuga alem de se proceder
criminalmente : quem o pegar leve-o ao mesmo
engenho Sap, ou no Recite ra larga do Rosario
n 2 i, que ser recompensado com 100j.
Fugio no dia 12 de dezembro do engenho
Junquilla comarca do Cabo, o escravo Manuel.
com os signaos seguidles : mulato alvo, com ca-
Cera de carnauba.
Na ra da Cadeia do Recife, loja n. 50, de Cu-
nha e Silva, ha para vender cera de carnauba
superior, rerenletnente chrgada.
= Vende-sc um sitio com 200 palmos de fren-
te e 200 de fundo, no lugar da Torre, margem
do Rio Capibaribc, com urna granae e moderna
casade vivenda. cocheira, estribara para 4 ca-
allos, gallinheiro, cacimba com tanque e bom-
ba, baixa para capim, lodo murado na frente, e
lado oom porlo de ferro : os prelcndenles podem
dirinir-se ao ageule Pestaa, que se acha autori-
sado a dar as nocessarias informacoes, ea tratar
da venda sob as condices eslabelecidas ao mes-
mo pelo legitimo propfietario. O dilo sitio todo bellos prelos e estirados, fri de cara, grosso do
coipo, baixo, [lernas arqueadas, ps feios, repre-
senta 20 annos de idade, nao tem barba nenhu-
ma, canhoio, quer passar por forro e procura o
seiio todas as ve/es une foge : quem o pegar
le.c-o ao dilo engenho onde mora o abaixo as-
signado, que recompensar rom 100.
iJanocl Filippe de Sonsa Lefio.
em chaos proprios.
Cera de carnauba.
Vende-se na ra da Cadeia do Recife n. (5,
uma ioreo de cera de carnauba c couros de
cabra.
Rap.
babados, armados, do 20 a 10-3 cada um sendo,
que seu valor razoavcl err. de 80# : na loja de 4
portas da ra do Queimado n. 10
RACiNG SADOLES.
Ha para vender-so sellins leves muito proprios
para as prximas corridas : em casa de Adamson
llowio & C, ra do Trapiche u. i.
Descokrta.
Fil de seda liso. !^HCJ0S dc Minas-
Vcnde-se na ra do Cabug n. 2 B, loja de
miudezas de cequia Antonio Dias de Castro.
Dos premios maiores de 20^000 da 7 lotera para a
Santa Casa da Misericordia
da corte; extrahida no Rio de Janeiro,
em 12 de dezenihro de 18^9.
Vendem-se
2?* cada um
ra do Co""cPO
queijos de Minas muito superiores a
na ra do Imperador
Na ra larga do Rosario, passando o botica o
segunda loja de miudezas ti. 40, vcnde-se rap
fino do Rio, rap grosso, dito meio grosso, dito
Paulo Cordeiro, muilo fresco,-chegado a<*ora de
Rio de Janeiro, rap rolo francez ; todo esle
rape; vende-se lauto era libras como em oiiavas.
~ Vende-se um terreno proprio com 258pal-
mos na ra linparial, lado da sombra c da mar
pequea, o seu fundo iramenso e vai a baixa
mar, ollerece muitas vaniagens: os pretendentes
dirijani-se a taberna n. 79 no largo da Penho
confrontando a botica.
Ruada Imperalriz
numero 2.
Vendern-se superiores queijos de Minas a 29500,
ditos suissas a 1 a libra, niuito frescos, supe-
riores charutos da Havana a 8 a caixa, cham-
[lanlia em quaitos digarrafa a 800 rs., meias gar-
rafas de vinho mozelles, caixinhas de peras, di-
las de ameixas, ditas de figos de flor ; neste es-
labelecimento encontra-so leda a qualidade de
gneros, ludo bom o preces commode.s.
Vcnde-se nm iceilerttc cabriolet Je balan-
te : aa ra do AregRo n. 37.
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59 1005 8625 40 1700 40| 251 100? 39 40i 60 ln?
lli 20tN 8 1003 t 1001 ss tois 5319 40? 91 408
35 4oa 2714 m w 10: 89 (K 23 I0U9 23 100,-.
16 UHW 15 40. 63 ( 16 2009 (>;; 100? 6 40; 45 1009
H 10* SI 200? 81 JOO- 2 i 1 "*-> 65 0$


;8)
Lilteratura.
DIARIO DE PERNAMBUCO. TERQA FE1RA 27 DE DEZMEBRO DE f859.
AS MILHERES X ALGERIA.
[Conctuso.)
Aind.i nao falloi das negra da Algorn, e coin-
cido ollas sao muihorcs anda que nao p.ireoam
suspeite-lo do maneira alguna. So nao leni bel-
leza, cm compensado DoOS lites den a bonda.lc.
Julgais que a esse respeito sao peiot aquinhoa-
iasque as oulras niullicrcs? Ninguem sabo don-
de Ibes vftn os numerosos filhos A certeza da
palerndado nao as pioocupa, mas Icm a bossa da
maternidade Uom desenvolvida. Ninguem cuida
licitas ou eni seus lilhos; forc,a do anime, de
dedicac&o, de afflirees, heroicamente snpporla-
das, chogain para ludo. Nunca I lies escapa da
bucea alguma lamenlaco acerca do sua triste
-orle. Utn da, no mercado de liona, passoi por
junto de urna negtinha, agachada dianlc de urna
porcaodc bolo de centoio, os dendo. Pendia-lhe do scio um reconi-nascdu;
oulro miara n na poera do mercado. Vendo-a
ai.ibalear,disse a uui rabe, que a interrogaste, o
pie elle fez. Hara apenas duas horas que essa
uel linha dada luz aquella enanca : fura obri-
gada a vr ao mercado para ganhar alguns sol-
dos de que precisava. l)j paite d&scuinfortunio
s pessoas que me ooreavam eeni un abrir c fe-
char do olhos, compraran!-Ihe todos os bolos
tora o auxilio de uin Arabo, a negra lovanlou-so
o volteo para o scu gonrbi scni proferir uma
queixa ou um agradcrimcnto.
A India est para as muihorcs indgenas assim
como a Francesa para as europeas da frica, a
Allemanha nao rosgala sou lypo physico imper-
feiio por urna conducta cxcmplar. A llcspauha
exporta para a Algeria suas priores laranjas e
suas seoritas mais somenas. As Mahonezas, o
principalmente as Maltozas, de una belleza se-
vera e notavcl, tcm orna intelligenrja mili aca-
nhida jno as entrega absolutamente ao fanatismo
religioso, estreileza dos sentimo.ntos. N'Africa,
como algures, a verdadeira, a nica mulher, n
Franccza ; pm's alm de graca e a belleza intcl-
ligente e delicada.
Infelizmente para a Ajeria, a Franco/a prefe-
re s suas caldas, lo elfica/.os, as de Vichy c de
Flombires, seu formse co e s suas pillo-
rescas montanhas, os horizontes e os pios dos
Pyrencus e da Spissa. Do abandono da mulher
europea provm a tristeza da pobre frica, scu
immenso spleen, seu negro humor de Arindne.
Oulra consequencia, n.io menos depLiravel, da
ausencia da mulher, o desapparocimenlo de to-
da a preocupac.io artislica, arte que a belleza
vizivel e que s se inspira e se fecunda ao calor
dos ratos femininos. a Algeria um artista, um
poeta, um pintor, sao phenomenos, abstraceftes,
seros da rano. Quando passa um desses entes
extraordinarios, passa depressa, recetando que
nesse paiz da Barbaria ninguem H>e peca que
leia um capitulo indito do seu livro, ou que
mostr um osboco deseo lbum.
AflictopOr osse oslado de cousa3, um jornal
africano, fazendo sentir rom eloquenci.i o incon-
veniente para o sexo masculino de ir ao merca-
do e de concertaras nudas,propunha. ha um an-
uo, arregimentar as obreiras das cidades mann-
faefureiras de Franca e manda-las procura de
maridos na Algeria, propos;ao inslita que, fe-
rindo ao mosmo lempo o amor e a liberdade, re-
voltaria cerlamento ts obreiras de l.yo, Bulo,
l.ille, Sao Qnintino, assemelhadas, por esse pro-
jecto aos Chinezes, e aos negros. De mais ha ne-
cessidade de recomecar a triste experiencia das
colonias parisienses -.'Ignoran, que as modistas,
as fanqueiras, as costurelras vicram expiar cruel-
mente illuse prfidamente cnlrclidas e trocar
son* sonhosd'Eldorado pela rcalidade africana?
Ellas queriam colonisir, cultivar o solo com cha-
peos moda, bolinas de seda e lodas licaram mui
admiradas por nao encontraren] no desembarca-
douro urna legio de negros para Ihes servir caf
com leite. Quanlas promessas llusorias nao lhes
tinham sido foilas? Essa Ierra que clles espera-
vam desposar fcilmente, servio-lhes de tmu-
lo, e o sol africano absorveu-as como golas do
rvnlhn. Ouem escrevera" um da o romance do
nossas Parisienses de 1818, victimas de umsvs-
lema de arrobnenlo ? Em vez do idyllio que
esperavam. ellas represenlaram n'Africa amis
tcrnvel tragedia.
Benjamn Gastineu .
{Prense.Dnpe ron.)
Amor de Jess para com hosco.
_ Jess nos pertence. Sua ventado d pr-so lodo
i nossa disposicao, c eommunicir-nos ludo o
que delle podemos receber.
Jess nos ama com um amor que nenl.uma
hnguo p->de exprimir, nenhuma intelligencia com-
prehender ; e desoja com ardor que tumbeni o
liemos esein divisan. Seus montos, suas sa-
tisfaeOes sao para nos ricos ihesouros, e seus
Sacramentos sao os ampios canaes por onde se
nos communica seu amor. Para qualquer parle
pie nos voltemos na [groja de De0s, ahi adia-
mos Jess.
_ Ejle o principio, meo c fim de ludo tocante
a n6s, protege-nos na penitencia, consola-nos na
dor, c nossuslcnla as adversidades. Nelle en-
contram s>us servos ludo que bondade, belle-
za, peieicoc alegra.
Qucm poder chamar-so pobre, citando cm
suas maos possuir Jess 2
Longo o desanimo, a dessolaeo e n dor, por-
que Jess, alegra dos cns, ach'a prazer en. mo-
rar em LOiacOes aflictos.
"odemos exagerar ludo, mas nunca pederemos
exagerar asss a nossa obrigaco e devores para
com Jess, e a apreciaco de seu amor para com
nosco. Fallaramos dolle a vida inleira, som
nuasa acabar de dizer lana dooura e bondade ;
e a mesma eternidade nao Ber bastante para o
rahecemos, e para o gloricarmos por sous
tienellcios. Mas que importa.' Ahi estaremos
para sempre com elle, c nada mais doaeia-
remos.
Jess nao tem puupado nada em nosso bera
<: nenhuma das facilidades de sua natureza hu-
mana ello deixou de empregar na obra do nossa
Redenipcio. Nao lia membro em seu sagrado cor-
po que nao lenha soffrido por nos. nem huiui-
liacao, ullrage ou ddr, que elle nao lenha pade-
cido por ns aleo lim ; e cada movimenln de
seu coracao diwno um ailo de amor por suas
crea turas.
I.emos na vida dos santos cousas fio pasmosas
do amor que ellos tinham a Dos, quo nao ou-
sariamos nem por sonlios rasteja-los ; una pas-
cando a vida cm austeras penitencias, OUlros le-
van Jo minos no mais rigoroso silencio; uns ar-
rebatados em continuos exlases, outros piocu-
randu aueosuiiieme despresus e doi-'s ; estes
FOLHtTOl.
A BENGALA DE BALZAC.((
I'iii- Haduiiic E. de Gh-nrdin.
XVIII.
lu aru potico.
tm larde que naochova.Tancredo errara as
mas de Pars, som saber a que Iheatro doria ir
No vaudcville, represenlava-se :
A Cruz de ouro.
as variedades, ropresentava-se:
A Cruz de ouro.
?>o thealto do I'alais-Royal, repre.-cnlara-se :
A Cruz de ouro.
Em lodos estes thcalros a Cruz de ouro ? Oual
cscolher ? O embarazo era grande.
Se em rada thc-tro 'se representaste urna peca
dilTerente, Tancrcdo ler-se-hia decidido ; ms
odas darcm a mesma Era preciso ser antigo
frequentador de Ihealros para saber ao corlo iual
S2 doria preferir.
Tancrcdo passaodo n.i alameda, avslou ao
camoda ra Taiboui, uma especie de lleir de
carruagens.
llavera algum Ihcalro para acol ? disse
elle, e machinalmculc, diiigio-se para o lado
que a ilera segua.
Todas as carruagens tinham armas piuladas
nasporlinholas; os cavallos eiain melancholicos
e os cocheiros m iscra veis ; mas em desforraos
lacaios viam bem vesidos.cdavam honra casa.
De lempos a lempos, uma mulher velha oii
nova nioslrava uma touca ou um enfeile ; e o
que era mais bonito era vero ar de mo humor
qucapresenlav.im estas caras.
De lpente a vid raes de uma das carruagens
abaixou-se e a cabeva loura do um rapaz apa-
receu. r
Entao que islo? dlssc este desconhecido
porque nao aranciiios?
l'orque cstaios na ilera, senhor.
Como! pos nos estamos na ilera ? '
bonito, exclamou elle, a Senhora de D*** escre-
ra-me dizendo-me.
< Pcco-lho que venha ; uma rcunio fami-
- _____ _
suspirando a morte com santa impaciencia,
aqucll'outros supportando-a nos prolongados tor-
mentos de um cruel umtyrio.
Nada disto, porm, tomado nm separado, nos
deve causar assombro. Mas reuna-se ludo, ima-
ginn-se todo o amor de Pedro, de Panlo.de Joan,
d.! Jos c de Magdalena, todo o amor dos aposto-
bu e dos mailyres, dos confessores e das vir-
gons, supponha-sc todo osle amor era um s co-
rac&o, que s por milagro poderia conle-lo,
acrescente-se u iramenso peso do amor dos nove
; coros dos anjos, e soja coroa de ludo o precioso
amor do iuimaculado coraciio de nossa uoa mi
! a Virgen Santa : oh anda assim mesmo, todo
| este amor assm reunido nao mais que una po-
bre iuiilaco do amor, quo Jess tem a cada um
de nos que o nao merecemos.
Cousa cortamente idmiravel! Conhecemos nos-
sa indignidade, somos us mesmos objecto de
odio por causa de nossos peccados, nao podemos
ale soffrer o pensamento de nossa interior bai-
xeza, e de nossa suscepliblidade e perversidade,
vivemos cansados do nossa inclinacao ao mal e
de nossa pequenez, e comludo, apezar de ludo.
Jess nos ama com um amor iuconccbivel, cesta
prompio so preciso osse, como elle o tem reve-
lado, a descer de novo trra, e ser oulra vez
crucificado por amor de cada um de nos I
O que ha aislo de maravilhoso nao smenle
o excesso dosle amor, como sua existencia pura
e simples. Se odiamos o autor de um tal prodi-
gio e o que nos somos, vemos porventura em nos
ttulos que o raerec.am, a nao ser lalvez somente
os extremos de nossa miseria ? Nao por certo. Os
ttulos que temos, todos nos foram doados no
-aiij suio de sua piedade. Que cousa haver de
menos adnravcl, de menos gmoroso, de mais
ingrato que o horacm l E comtudo Jcsu nos
ama lauto! Ah como possivel apartar um s
instante nosso espirito desle pensamento como
possivcl inloressarmo-nos por oulra cous3 que
nao soja este incomprehensivcl amor de Dos por
suas creaturas decahidas ?
Era verdade admira que nos, vendo-nos toda
a hora ser o olijeclo da ternura e amor de un
Dos Eterno Todo Poderoso, infinitivamen-
te Sabio, Santo c Allissinio, admira, digo,
que a vista dcsla dignacio pasmosa, como aman-
tes perdidos, anda nos occupasseuios no trato
ordinario da vida. Oh predigio maior e mais
incrivel que lodos os prodigios 1 As heneaos de
Dos sao tantas sobre nos, que apenas podemos
respirar. Seus favores c gracas se multiplican!
com rapidez tal, que nao possivel conta-las,
e em cada hora da vida sua piedade se reuova.
E ludo isto nao mais que urna perspectiva e
ensaio daquclla recompensa celeste, que o olho
nao vio, a orelha naoouvio, nem chegou nunca
a entendioienlo algum penetrar ecomprehender.
Ah I dulcissiiuo Salvador que temos nos at
hoje feito por amor de vos '? E o que nao tendes '
vos feito por adquirir nosso amor ? Se lancamos
a[vista em um crucilixo, -apenas sentimos" uma
ligeira emocao. Se pretendemos orar, custo se
' recolhe o pensamento um quarto de hora. Se
passamos palo santo tabernculo, apenas incli-
' namos o joelho por nao manchar na trra as nos-
jsas vestes. Se um peccador obra o mal, pouco
i nos importa a otTensa de Jess, e nos mesmos
j arriscamos anuos o annos a nossa salvacao por
I uossos peccados. Oh que eslMiihos sighaes de
amor Nao amamos de certo a Jess quando tacs
! sentimentos sao os nossos. Ah que islo assim !
j S obramos o que nos parece, s seguimos nos-
sa vontade ; nosso objecto agradar a nos mes-
mos ; vida alegre c com moda s nos regalos do
corpo o frivolos passatempos, e a penitencia
sempre ao futuro ; o a vida espiritual, se a fa-
zemus, c s por consolar o interior, que nao esl
tranquillo. Se honramos a Dcos, por nossa cau-
sa, se fazemos bem ao prximo, e tambem por
nossa causa. Pobro Jess Christo, c.xclaniava
Santo Alfonso Pobre Jess Chrisio Quera pen-
sa nelle (Jucm sustenta seus iiileresscs?
Comtudo, o verdadeiro fim dcsla cougrugacao
c velar sabr os interesses de Jess e ajuda-'los
por todas as vias nosso alcance. Apenas se
achara no mundo uma opeiaeao de importancia,
que niio lenha fundado uma associac.o para de-
fender sous direilos e interesses ; porque razio
pois nao seriara os iuteresses de Jess sustcula-
dos tambem por uma associacio? A sciencta lera
seus comits e suas academias; os homens se
ligam mutuamente para fnzer triumphar seus
systemas polticos; criara-se corapanhias para
as estradas de ferro, para os vapores, o para ex-
ploracaodas minas ; c porque nao fundaramos
tambem urna companhia que livessc por fim
protegeros diroitos, negocios o mercases de Je-
ss? E" este precisamente o objecto desla nossa
congregacao.
Quem entrar aqu, dere deixar la fora o eu.
Nao dove havor en entre nos. Tudo aqui
Jess. E' o comit dos interesses de Jess.
nislros promovem tuo o cusi os interesses
de scu amo.
At entre os homens tem Salanaz milhares de
agentes em scu servico o inuios o servem anda
sem salario ; o a maior miseria .que muitos tra-
balham na obra delle.cuidando ser obra de Dos,
tanto se raostra o demonio innocente seus
olhos.
Quantos dos mesmos chrislans nao fazem on-
carnigada guerra s obras boas o "aos homens
bous! Comtudo,_estes mesmos christaos que as-
sim procedem nao quereriam servir ao demonio,
se chegassem a comprehender o resultado do
seus esforcos.
Muitos c variados sao os interesses do demonio.
Seu ponto de vista 6 : fazer-nos cahirem perca-
dos de toda especie o qualidade, embaraar a
graca divina, oppr-se coulic^ao e arrepnd-
menio, afastar-nos dos sacrame'nlos, propagar a
tibieza, denegrir o nome das pessoas piedosas,
bispos e communidades, obstar as vocaiOes, es-
palhar maledicencias, distrahir os liis na ora- :
o, inspirar o amor das vaidades do mundo fa-
zendo-nos gastar os bens smente no corpo, ca- I
sas sumptuosas, mobilias, joias e alfaias de alto
cusi, soberbos vasos de porcellnna, pinturas.
magnificas, estatuas deshonestas, jardins curio-
sos : tudo alim de de fraudar os pobres de Chris-,
to e ticarem na miseria e na tome; pois claro
que o luxo absorve tudo, e pouco ou nada deixa
nara ellos I
Alm de lodas eslas fraquezas que o demonio
inspira, elle introduz nos homens um espirito de
murmura.;ao e de critica, que os faz escandalizar
uns aos outros como enancas. Tambem trabalha
muilo por diminuir e esfriar a dcv';o paro com
a Santa Virgem e fazercrer ao povo iucauto que
isto de amor de Dos nao mais que eulhusius-
mo e iniliscrtpfo.
Taes sao osprincipaes interesses deste infernal
ninngo. Verdadeiramente causa espanto ver a as-
lucia que elle emprega para os effectuar: orignan-
do-se disto um saudavel temor no negocio de nossa
salvacao. e sendo-nos sempre mais abominavel
e mais digno de nosso horror tudo o que se faz
contra Dos.
Triuinuha o tenebroso inmigo de uma parte
da crcaco sobre a qual Dos se linha dignado
Ianear vistas de complacencia e encher de heneaos
copiosas.
Os interesses do homcm fazem-nos repellir os
de Jess como cousa fastidiosa ou sera impor-
tancia : interesses do demonio oppe-se directa-
mente aos de Jess: e estes desapparecem pouco
a pouco ou seaniquillam de todo, quando aquel-
los prevaleccm.
por
Procuremos agora ler uma idea destes inte-
resses, porque sem este conhcciinenlo no po-
daramos fazo-Ios prosperar.
Os homens nao podera trabalhar as trevas ;
ellos devem conhecer aquillo de quo se oceu-
pam. Primeiramenle sabe-se bem o que infe-
r .--'. Se laucamos as olhos ao redor de nos, ve-
i inos que cada um tem em vista um interessa, e
; que por elle trabalha com alineo. Quasi quo ha
no mundo tantos interesses quanto sao os ho-
mens.
Cada individuo que pasa na ra, segu ac-
|tualmente um fim. Seu modo activo, seu odiar
animado, seu diligente andar o est dizendo.
Este lim pode ser .'poltico, litlerario, commcr-
cial, scientifico, recreativo ou simplesmenleam-
bicioso ou depravado. O homcm so entrega todo
| uma obra de sua escolha, e nella applica'os
seas esforcos, c caminha, dorine o accorda'com
i ella no pensamento. No proprio domingo, inac-
livu embora, naolhesahe da mente, do coraco.
! Vedo quanto esforco, quanto pensar e lidarnes-
sas associaecs particulares e publicas sobre
I tantos objectos, como abolico da osera va tura,
commcrcio livro, pingues cmmodos, facildade
dos transprtese cnnstrutvo de caminhos de
! ferro. E' pois evidente que os homens tem in-
' teresses no munJo, que o> amam com vigor eos
I soguem desvelad os. Oxal que lanas penase
Irabalhos fossera empregados no servico de
Deo? I
Tambem o demonio tora seus inleresscs no
mundo. Concedido lhc fui fundar um reino em
perpetua opposieao ao reino de Dos, c por isso
tem mil interesses como qualquer dos sobera-
nos. Em toda parle tem elle seus agentes acti-
vos, cuidadosos o promptos, espirites invisiveis
que o servem aos montees no campo e -as ci-
liados, as ras e pracas, no templo c no claus-
I lio, no palacio c na cabana, no mar e na ierra ;
e em todos estes lugares, estes incansaveis mi-
INTERESSES DE JESS.
Para vernios quaes sao os interesses de Jess
contemplemos a igreja toda iitejra, e primeira-
menle a igreja do co. Elle quer que a gloria da
Sanlissuna Trindade se augmente por todos os
metos possiveis ca todo o terapo e momento, c
que esta gloria accidental de Dos crespa cada
vez mais por todas as boas obras, palavras e pen-
sainentos, por toda a correspondencia a graca,
por toda a resistencia s tentices, todo acto do
adoracao, todo Sacramento bom administrado e
bem recebido, toda a homenagem e amor para
com Mana, toda invocacodos Santos, todo o ro-
zarlo recitado, lodo o si-nal da cruz, toda asper-
saodeagua benta, todo soffrer com paciencia,
luda boa vontade ajada sem conseguir, com tan-
to quo uma boa inteneao acompauhe todos estes
actos c sejam feilos em unido dos mritos do
Salvador.
Em cada momento ( ao menos o esperamos
com conliansa ) o purgatorio e a trra fornecem
o eco de uma alma nova ; e toda a alma que vai
engrasar as lileiras dos bemavenlurados, toda a
voz silenciosa unida aos coros dos anjos aueraen
la a gloria de Dos.
Devenios pois esforcar-nos, por interesse de
Jcsus.^em fazer mais frequenles eslas entradas no
eco. L por tanto o co o thcalro de nosso traba-
Iho ; muita obra nos esl guardada nos palacios
da gloria, a obra dos interesses de Jess, obra
que o Divino Senhor tem lanto peilo, e na qual
nos convm empregar toda nossa forea e aclivi-
daae.
Lancemos depois as vistas nesse dilatado im-
perio que se chama purgatorio. Maria a Raiuha
Mai desle imperio.
Toda essa multido de almas composta de
liis esposas de Jesu3 Christo. que apesar desle
lilulo, em que abandono de dr sobrenatural nao
as tem seu amor deixado ?
Jess suspira por seu livramento, tem erape-
nno em ve-las sahir desle carcere tormentoso c
entrar gloriosas na patria celeste. Mas pafa islo
o Senhor como que se ve com as mos atadas ;
esla fechado para ellas o thesouro do suas gra
cas ; acabou-se-lhes o lempo de merecerprima
abierunt, o ellas at iio podem, -orno muitos
pensara, era se quer orar Oue faremos pois
por eslas almas da igreja padecente 1
Beflicla-se bem no quo vou dizer : as almas
do purgatorio esto mais na dependencia da trra
do que na dependencia do co, e estou quasi a
dizer que ollas esperara mais de nos que de Dos
esla a vontade d'aquelle, de quera tudo dependa
e sera o qual nao lia dependencia. por conse-
guinlo evidente quantos iutciessus tem Jess
nesta parle. Elle desoja ver livres suas amadas
pnsioueiras, e quer que ellas, remidas por elle,
sejam tambem remidas por nos que devenios
redempcao a vida que temos. Toda satisaco of-
ferecida Dcos por estas almas padecenles, toda
oblacao do precioso sangue ao Padre Eterno, toda
missa, toda coir.munhao, toda penitencia lodo
jubileo, e indulgencia, toda oraejio c esmola, to-
da a boa obra cmim offerecida Dos por estas
charas captivas, favorece em cada instante os in-
teresses de Jess no imperio do Maria, o pur"a-
torio. Tomos aqui boa parte nos lins que so pro
poz osla' nossa congregacao do Precioso Sangue,
e nao recelamos cncarrogar desta utilissima tre-
la ao grande Archanjo S. Miguel, glorioso secre-
tario deste vasto imperio, c um dos fmulos de
Maria. Vedes n'uma lormenla com quo fervor e
coragem lutam os navegantes com os ventos e
mares por salvar a" vida ? Ai que nao fazemos
o mesmo por lucrar facis indulgencias pelas al-
mas do purgatorio O thesouro infinito dos me-
recinicnlos de Jess, as dores de Maria, os sup-
phcios dos martyres, a santa perseveranca dos
confessores, fudo est s nossas ordens. Jess
nao quer neste objecto obrar por si mesmo, quer
que nos obremos e o ajudemos nesta impoitante
obra, e tem dircilo a pensar de nosso amor para
com elle, que nos alegramos poder algurna cousa
fazer por seus inleresscs. Santos houve que om-
pregaram a vida inleira s nesta obra, o que nao
parecer cstranho quem livor viva f5. Permit-
ta-se-me fazer aqui uma eomparacao pueril por
ser pequea o hroe do W'atcrloo c o inventor
i'j Vidc o Viario o. 2U3.
ar, nao convmei quasi pessoo algurna ; e um
pequeo sarao onde nao ha ceremonias.
E parece-me que vai l melado de Paris !
Nem ella se poda esquivar a obrar d'esse
modo, disse uma oulra voz que sanio do fundo
da carruagem ; todos queriam ouvir versos de
Lamartine o se ella nao fizesse o que fez, ter-se-
hia ndispostocorn lodos os seus amigos.
Ah "pensou Tancrcdo, paracc-me que estas
pessoas v a algum sarao Iliterario. Mas eu
tambem quero ir, tambem tenho curiosidade de
ouvir versos do Lamartine. Porque nao hei de
ler esse prazer ? V bengala deve-me a repara-
code uma falta, e passou-a para a mo es-
qnerda.
A carruagem das duas pessoas parou em fren-
te da porta de um pequeo, mas lindo palacio
da ra de Soiut-Georges, e os dous soberbos
daiuiys enlraiainjua ante-camara, sem suppor
que e.ram tres.
Tiraram ascassas; Tancredo, irrefleclidamcn-
te, ta a fazer o mesmo, mas felizmente recordou-
se de que esta precaueo era intil ; conservou
portanlo o son grande'casaco de viagem, c poz
na cabeca o chapeo, que, por um uso de civili-
dade, lha lirado ao entrar.
As portas da sala abrram-sc, e Tancredo en-
trou emquante que annunciavam os dous recem-
chegados, quo se oceupavam cm estabelccer uma
elegante desordem nos aunis do seu cabello.
Tancrcdo comecava a acostumar-se a ser in-
visivel, comtudo, n'esso da, anda que para si
: s, senlia-.ie opprimido por so ver lo mal ves-
tido, com bolas grossas, com um palito de in-
. venio, n'uma sala to tlorida, to dourada, to
p'Humada, e adornada com as damas mais ele-
gantes de I'aris. L'm grande temor se apoderou
d'clle :
E se s vezes, pensou ento, pego, por en-
gao na bengala com a mao direita ? Se me
viam ? Que furia eu ?
Estremcceu ; o leve tanta vergonha, que se
apressoudc passar para una outra sala, menos
rica, menos esclarecida, que a precedente ; e
que eslava mais em harmona com osseuscos-
luuies e com es seus pensaracnlos. Tancrcdo
linha lano erabaraco e timidez como se o po-
dessera ver.
Ainda nao eslava muilo vontade n'esla sala ;
havia l muita gente, e enlrou u'nma terceira
mais pequea, onde nao havia pessoa alguma, e
seulou-se diante do uma mesa coberta de livros,
do vapores lizoiuin muilo menos que aquelle
que livrou uma alma do purgatorio, e creio que
nao ha um s membro em nossa congregacao
que nao tenha feito muito mais que isto.
Passcmos agora a fallar da igreja militante na
teira. neste campo vasto que os interesses de
losus lem uma extenso immensa. Temos neste
objecto muito que fazer e muito que deixar de
fazer, coracoes que persuadir e coraces que dis-
suadir, e tanta a atllueneia de cousas que nao
sei ende compear. Oh quantos homens nao
amam n Jess osles deremos instar, traba-
lhar, fazer que o amom ; c os que amam pouco,
fazer que o amera mais.
Qusntcs nesla hora em lodas as parte do mun-
do esto arquejando em moilal agenta ? o quan-
to perigo nao correm os interesses de Jess ues-
tes leitos do morte I Salanaz redobra e.nlo as
bateras, as tcnlagcs se augmentam como os lio
eos de nevo no da da tempestade ; batalha de
cisiva e ultima, nao havei outra mais nunca, c
quem a vencer, licar vencedor para sempre.
Quantos calholicos ha apartados dos Sacramen-
tos anuos inteiros, e quantos justos ja velhos na
virtude, por falla da linal perseveranca, eslo no
risco de perder-se I Ha hereges de boa f que
nao suspeitam estar no erro, c ha hereges de m
f que despresam o cullo da Mi de Dos e ca-
lumniara a igreja. Ha judeos e ha mahometanos.
Ha hotlentotes que adoram dolos, e ha indios
que medem seu merecimento pelo numero de
seus crimes. Ha homeus no gelo eterno dos po-
los, c homens tsnados do ardenle sol do meio
ia ; homens no cimo das montanhas e nos val-
les profundos, as cidades c deserlos, em trra e
no mar, as prises e nos palacios ; c lodas eslas
creaturas morrem quasi sempre sem a menor
preparado E cora ludo Jess morreu r.or cles.
e descerla ao mundo se preciso fosse para mor-
rer de novo por cada um delles.
Sigamos as variadas phases da divina paixao
deste bom Salvador, contemos seus passos, suas
lagrimas, as goltas de sangue, os espiuhos da co-
rea, as chagas dos acoules, os tormentos o an-
gusiias de seu corago sagrado, tudo isto soflreu
Jess por aquelle pobre indio que l esl nesta
hora espirando as tocas de um rochedp ; e se
este miseravel nao se salva, licou inulilisado nelle
todo o padecer de Jess.
Este quadro nao nos faz ver seno de um lado
a immensidade dos interesses de Jess ; pois a-
goras tratamos dos homens era artigo de mor-
te. S. Camillo fundou uma ordem em s.eu favor.
E que diremos das almas era peccado, hereges,
inflise criminosos de toda especie, dos calum-
niadores por habito, o dos que padecen escr-
pulos e lentacoes? Seria um nunca acabar se eu
quizesse descrever lodos os inleresscs de Jess
na igreja da trra.
E por fallar em ieitos do morlc devo aqui lem-
brar que Po Vil concedeu indulgencias em fa-
vor d aquelles que resassera em houra da agona
de Nosso Senhor tres Padres Nossos e tres Ave
Mara pelos que eslo agonsando. Grande nume-
ro de Santos e pessoas piedosas lem praticado
esla devoc.o. Lomos na vida de uma das primei-
ras frenas da ordem da Visitaco, que quando
ella velava diante do Santtssimo Sacramento na
noile de Sexta-feira Santa em 164 leve uma vi-
sao ua agona de Nosso Senhor, que a fez tomar
I rc;f0|,,?o de orar pelos moribundos em lo-
dos os das e sua TkJa; A|, cxclamava meai
como e lernvel a hora da morle E na verdade
este ultimo instante da vida, que decide de nos-
sa eternidade, o mais importante objecto oue
devemos ler cm vista ; e uma firme devoco
s. Jos, espirando nos bracos do Jess e Mana
muito nos valer neste aportado trance.
Tornando aos inleresscs de Jess, nao ha lu-
gar, nao ha casa, hotel, loja, taberna, thcalro
sala de baile, club, paramento, passeo publico
prroca, navio, escola publica, igreja, em que os
interesses de Jess nao corram perigo, e este di-
vino Sah ador nos nao chame cm seu soccorro.
Tal a igreja militante sobre a Ierra. Vede
pois a raultiplcidade, uuiversalidade e urgencia
dos interesses de Jess, e para afrontar todos
estes pongos que somos membros desla congre-
gacao. E certo que o primeiro interesse do Jess
esl dentro d'alma de cada um de nos, porque
Regnum Dei intra vos est, como diz o Evange-
Iho. Mas nao desla sanlidade que em nos deve
residir, que tratamos agora ; reservamo-lo para
oulro lugar.
Agora rae proponho a fallar do quatro grandes
des interesses de Jess, os quaes sao : t. a glo-
ria do seu pai ; 2.u o fruclo de sua paixao 3 a
honra de sua Mai Sanlissiraa ; a estiotafcao de
sua graca.
Digamos algurna cousa sobre estes quatro pon-
tos.
Pon WlLLUM F.VBF.R.
( Soliciador Calholico. )
de jornaes, de albuns, para fazer alguma cousa
alim Je perder o ai do acanhamento. Que vos
parece isto, toitor? Um hornera invisivcl, que
precisa de fazer aiguma cousa para evitar um ar
de acanhamenlo.Islo provaque o mundo obra so-
bre nos, mesmo quando somos inlelramenlc in-
deiereutos d'clle. Prova-cos ainda que cada
uma das nossas vantageus umascioncia, e oue
pieeiso anda esludo para saber tirar parlido
d ellas. Um surJo-mudo curado nao sabe fallar,
e preciso que aprenda a pronuncia.- as palavras
durante anuos. Um hornera, que enrtqaeceu
nao sabe gastar ; da mesma manetra, = m ho-
rnera invisivel tem necesstdade de exper'encia e
de esludo para comprehender que ninguem o v,
e para voltar era seu proveilo esla incalculavel
vanticem, alias, esta faculdado tao apetecida
nao lhe servir seno de embaraco.
Tancredo poz-su por tanto a foihear os albuns,
sem je lembrar de que foi para iso que enlrou
invis.vel n'esla saja.
Todos os grandes nomes da pintura ligeira,
bnlhavam entre os dsenhos Havam flores de
Iledoute, cavallos do Carlos Keriiet.BoJouinos de
Uorace, lindas aquarellas do Ci'ceri, pequeas
paysagens quo leem lauto espaco.que fazem ver
tao longe e meditar tanto lempo... encantadoras
Hespanholas de Geuwle, caricaturas de tirand-
vitle e de 7/enri Moiuer, bellos salteadores de
Sclnnetz, todos chefesd'obra...
Percorrendo lodos os papis quo estavam so-
bre a mesa, Tancredo vio uma carta meia abor-
ta, cuja aSSigpatura o fez cslreraccer :
Chateaubriand 1
Esta carta, pola qual o celebre escriptor Cha-
teaubriand pedia desculpa de nao poder vira es-
te sarao, linha sido, cerlameule, deixada all de
proposito. A dona da casa conlava evidentemen-
te sobre os indiscretos.
Tancredo realisou os seus projectos o leu com
curiosidade a carta scguule :
Nunca na raiuha vida eslive to tentado.
Convidar de ura modo to gracioso um pobre
< velho como eu sou I Preciso dos racus qua-
renta anuos do virtude nara resistir a osle du-
plicado ataque de vossa belleza e de vosso es-
pirito; c sabe Deus ainda com que custo re-
<< cuso I Eu nao saio; j nao saio, nem vivo.
< Se chegar ao invern que vem, cont depr os
raeus tres cabellos brancos no altar da Parca,
< para quo ella oo lenha o trabalho de ni'os
< cortar, e tomarci o meu lugar entre as mais
italiana. Forneci a esta publicacao commenta-
rios insufllcientes, e entretanto lalvez muito ex-
tensos.
O florentino Vosar, de quem todos fallam
mal, e de quera todos aproveitam, ) como ola
lo realmente o sabio Lausi. atacado a todo
instante.
E por causa, dizem, de seus desdens, de seus
esquecimcnlos, c de una parcialidado florentina,
que de lodos os lados persoguem-o, ciiminam-o
e condeninau-o.
O Juccaioeum dos iros Carrachos enchem j
as margens de seu livro cora suas olas injustas
c mordazes.
Ja irezenlos annos islo dura e ainda nao aca-
bo u !
Conveniencias muito falsas, muitos clculos
clandestinos, muitos interesses orcultos, unn-
do-sc a preguica o a rotna, entreteram ainda
) lempo esta injusta agressao contra o
, ------ -" -^*- lili. I' t. I .\il
para a instrucco do amador de nossa arle, pa
ra a do arlista, e para a do esludante.
Os mestres e os escriptores syslematicos, em
outro systcma que nao o seu,admiti, sequize-
rem que elle tivesse um,ficam irritados com
algumas de suas mximas.
O Vasari, escolar losrann, aqu o l ao correr
da penna, colloca o desenlio como a principal
condico de nossas arles.
Esto esses mestres e esciiptores em sua cole-
ra contra a linha, Iriumphanlc em seu texto, che-
gam ate a pretender e alucinar que esse arro-
gante Florentino nao lom al tendido a magia na
luz c sombras, a variedade e harmona na cor
Entretanto fcil prova-lo, basta que o leam.
O Vasari nao loi excedido por alguem em sua
cordeal admiraco, e piedosa difl'ereucia para
com o Corregi e Ticiano.
Com perfeito tacto e inleira justica, elle com-
para cada um em seu campo. O Gcorgione e o
Vinci, a ambos abencoados do co e mandados
ao secute de ouro para abrir a colheita.
Os redacteres de guias para os visitantes, os
empreheiidedoros de monographias.os compulsa-
dores de archivos locaes.os arranjadores de codec-
coes municipaes, lodos estes grandes cidadaos.cm-
lim, para quem una cidade o nniv
[esta palavra de l.ansi.quc loda sua
em favor deste nleressante homem. Pobre ce-
g Pobre louco I
Ah I como seria para desejar que se pozesse
as raaos de nossa mocidade, uma iradueco dos
livros, deste hbil c erudito pintor ?
Na verdade, Lomazzo simplesmenle o piedo-
so conservador de tantas tradiccoes esquecidas
de lanos preceitos perdidos, recolhidos as con-
versaroes as conferencias, nos manuscriptos cs-
palhados dos Philarele, dos Polyphle. dos Pof-
a Sos Zena.,es. ds Menlegna, dos Bramante*
dos Braman.inos e do Vinci6 Seria preciso sem
dmda cst.rpar-lhc as estravagancias. Ter-se-
h.a pouco que fazer. l!m pouco de juizo. e um
par de thesouras. que mulla gente sabe muilo
a,' cnJaLbaS,,nam P3M ahi Oescriminar
lanos concilios, claros, precisos e efTicazes o
que certas nao correm as ras hoje 60b a ners-
pecliva, forma, proporcao, medid, movimento.
euuilibno. cnmnf>fin hDn.. '____.."*"
por muilo lempo esta injusta agressao contra o pecliva, forma, propono, medida movimenln"
hornera diligente e liberal que mais fez e deixou equilibrio, compositor belleza fin essao vv
para a mslrucco d aniaitor ,'n une irlo ._ llielri.l < l,.lrmn,,U ,|i<-a=ao, sy-
meira e harmonm.
Ah men Dos poder-se-hia deixar aos livros
de Lonazzo. se nelles nao se v outros inconve-
nientes se nao eu, e para prazer desles caros
meninos e os recompensar de sua applicaco
uestes cousas seccas e arduas, poder-se-hia dei-
xar todas as suas divulgacoos dos arcanos, todas
as suas confidencias do oceulto, do sideral do in-
lernal, e lodas as suas inlcressantesintroducces
na pliysiognomoma e aslromancia. Porque pa-
rece que a corrcnle leva para ahi muito, mesmo
daquelles cuja mocidade vai-se passando. come-
cam a se comprazer nisso.
Para yoltar ao meu assumpto, depois de ler
agradecido o leiter, eu quizera contribuir pela
minha iraca parle, para augmentar nossas nocoes
sobre a escola lombarda, e emprehendi um lon-
go e penoso trabalho sobre os artistas de Milo
Bergamo, Brescia, Lodi, Pava. Come, Crcmona'
>crono o Mantea. Viudo a Milo quero conti-
nua-io. Tudo me anima a isso.
Eu cxpenmentci uma sorpreza encantadora,
pascando mesmo as ras mais abaladas d
Milao, e percorrendo o campo. Encontr, tantes
cousas bellas em nossas Ires artes, evidentemen-
-'o or nn'i'MaS e dcsPrcu^. ^ quo nada me
_ tena podido dar a suspeita, que nenhum livro
nenhiimvi.ii.ini n<.n_ ,..:... .._ ",
._ vida de in- i _, """" iy uBiiuiroi uvro,
vesiigacoes leve relares com ellos e que os co- all r^A o?n]ium artista, neuhum ama-
nhecc tambera ) perseguem o Vasari com ca- ',, 7, i' me Indlca na conversajo. En-
mores vibrantes c mordazes como o canto da ci-: JH P^de-se crer, um Parisiense sorprendi-
------- "'=-- i 9o c crrante como sou, s procede por meio do
no- j in8cnuas e ardenlcs nlorrogacoes.
garra nestes climas quelites.
Segundo ellos o insolente, o btuo, e o igno-
rante noapreciou islo e desprezou aquillo. Nao j Eu me explique! vivamente cora um homem
soube distinguir, comprehender, nem respelar. j muito dislinclo o Dr. Verri, que leva a bondad?
I or excmplo. viudo a Faria, quem o creria ? | do lomar-mo a seu cuidado, defendrr-me contra
Lste brutal tudesco, este odioso eslrangeiro, pre-( a fadiga c o sol. como preservou.de da e de
tendeo ler sabido que o Corregi linha vivido noile, pela sua dedicaco e sciencia tanln* l
pobro e atormentado. | nossos soldados diversamente experimentados t
Para que soja permittido tal impulaco, elle vnn'i' JLPl'J!*"* g0,sl* e.enlende de pintura.*
toniava nossa Parma lao libei
Florenca Tomava nossos sed
sos patricios por sua plebe estrangeira (
cantil !
E preciso ouvir sobre esle ponto vociferar o
Scanelli, o Oilaudi o lanos outros, que dcixam
porfeitamente tranquillo o bravo Annibal escrever
de Parma a scu irnio Luis Caninos e choro com
a ida da situacaodo pobre Antonio. To grande
hornera, se nao um anjo soba forma humana,
consumir-se em um paiz onde deveriam apreca-
lo e lova-lo al as nuvens, onde esl lalvez des-
tinado a morror miseravelmonle.
Depois vem anda ero persoguioao a Vasari,
e nao sao na verdade, os menos alTronlosos e os
menos ruidosos, os altercadores que servem mal,
c ospossuidoros mal seguros.
i ~ry ui.cisiueiiie expenmeniados e
i tal impulaco, elle 2?,e"ite*- D;- .Y*"* 80/1* e emende de pintura.*
oral pela sua aval-a !tUe lcm mm bellos quadra de que fallarei. Ex-
edenlarios c genero- I ({"^-n^ essa negligencia, abandono e delexo
estrangeira e mor- de lantas cousas hedas e interessantes pela ri-
queza, pela habitago, depois a infancia, os en-
contrar no camiiiho pela pouca curiosidade da
escola antiga, pela falla de direceo do governov
e a distracao de novas modas. Aqui devo dizer
em voz baixa, que o pouco que tenho visto da
pintura contempornea em Milo parece-rae mos-
trar artistas menos oceupados era seguir seus
mostees antgos do que os de Paris e Londres.
Cada dia instado por mim, M. Verri deu-me
inuitas indicaces preciosas, de perlo e de longe
que cu anda uo esgotei. Elle quiz mesmo me*
levar multas vezes a muitos lugares. Nao tardei
muito em tomar resolutamente sobre mira a ou-
sadia de escrever, sobre meus croquis feilos rapi-
i damenle aqui e acola para lembranca, este to
_. .. i u-iiieuic aqm e acola para lembranca, este to
Charo senhor, diz este, conhecer bera as sor-1 bello e Uo precioso como o que os Millanezes
didas razes que leve o \ asan para nao fallar. pozeram, e nos moslrarara no museo de Brera
desla magnifica obra que falta cm vossa galeria
Esle traanle do Vasari, diz aquelle (foi a mim
mesmo que fallaran! ) oceultou, vos o sabis mc-
Poreni sabis quanto esse indigno partidario
Variedades.
Passeio artstico na Italia.
Ulilo.L'm Leonardo de Yinci.
Como todos aquelles que tem estado na Italia,
neslas ultimas circunstancias, tenho visto inui-
las cousas gobres, bellas, lerriveis o imprevis-
tas. Nao me pode vir ao espirito lornar-me o
norradorou o interprete dcllas.
Somente para experimentar sera preciso ler
direite a fazc-lo. Nao estou bastante exercta-
do na arte de escrever e comprehender. Alm
disto, mais de un de nossos compatriotas con-
firmados neslas dilficuldades, o faro com nm
successo certo o merecido.
Porem artista laborioso por muitos raidos que
nao me do mrito algum, poderia ser que eu
trouxcssa alguma cousa que se tivesse visto, re-
colhido ou achado.
Poderia ser ainda, quo insistir! Jo mais, eu cha-
masse legtimamente o altencao para onde sem
ra/.o nenhuma se lem odiado" muito de leve.
Se isto rae fosse concedido, seria preciso ain-
da promeltorem-mc explicar como c poique an-
tes de minha viogem, eu tinha procurado mili-
tas pinturas, examinado muitos desenlies c Bra-
vuras, e lido muitos livros tendentes a rae iniciar
na historia da escola lombarda.
Contribu na minha mocidade para a publica-
cao que linha sido feila cm nossa lingua do con-
sidoravel livro de Vasari sobre a historia da arle
.< allgas cabclleiras do vosso conhccimenlo.
Que a vossa juvenludo lenha d das minhas
constpaces, catarros, reumatismos, gotas e
outros achaques, l'nvando-me da felicidade
de ver-vos e ouvir-vos, sou mais infeliz do
< que culpado.
Chateaubriand.
Esta jovaldade, este galanteio, esta prclcn-
ro de velhice n'uin homem lo novo, este gra-
cejo lo poelico dilo por um genio tal, linha
um nao sei que de original que agradou a Tan-
credo. Ha alguma cousa que agrade mais do que
a graca unida torca ? Ha um quadro que mais
deleite do que um soldado brincando com urna
criaiicinlia?
Tancredo gostou tanto deste bilhele que se di-
veriio a copla-te a lapis.
Era uma inlidelidade, era um crinio ; porcra
do que serve ser invisivcl, se nao para ser in-
discreto ?
Ouando Dorimont eslava oceupado na execueo
do seu crme, militas pessoas entraran! nesla
sala.
De quem este chapeo ? disse uma rapariga
que era muilo jovial.
Tancredo votando a cabeca vivamente vio o
seu chapeo sobre uma cade'ira ao seu lado ;
quiz loma-lo, mas ,loda a altengo eslava fixa
sobre elle ; portante nao ousou fazc-lo desap-
parecer pondo-o na cabera, porque o chapeo li-
cdiia invisivel logo que Tancredo o tocasse, mas
longe de si, deixava de participar do maravilho-
so dora de invisibildade, por isso todos o podiam
admirar.
De quera este chapeo '? perguntou um jo-
ven eslrangeiio.
De ninguem ; aqui uo est pessoa al-
guma.
Talvez seja do afinador do piano, que, pro-
varelmentc o deixou aqui deraauha, disse una
pessoa. do lado.
Nao ; o chapeo do cabelleirero da se-
nhora de I)"* ; escondamo-lo, Sr. Bonnard.
E inmediatamente, um elegante pontap fez
cahir o chapeo debaixo da mesa.
Est salvo pensou Tancredo.
Um rumor se fez ouvir ua outra sala.
L vem Lamartine I exclaraaram algumas
vozes.
Nao c, replicou ura rapaz ; Lamartine foi
casa do seu presidente ; M. de vio-o era
cesa de Dupin ; deve chegar logo.
... r..... .,..,.,, uriuua na oiueci
ha muito lempo llustrada, sobre a praca to pit-
toresca do velho caslello de Mediis ; o em Caste-
iiinu aairaia u caso iiiuiguu pi tiuanu lazzo em casa do Dr. Senna, em seu jardim ver-
do invejoso e lerrivel Miguel Angelo comprazia-! gcl e prado as margens do Lambro hospedeiros
se em reduzir a produeco do encantador c ama- graciosos, familia encantadora, paisagem riso-
vel Raphael, de quem tenho o mais bollo quadro. i nha, mais ainda tervelmenlc comraovidos ar-
Como v, nao somonte como percebeu Lausi ; | ruinados, desfolhados e assolados pelo rude corn-
eal Italia, nos cafs que o Vasari atacado pelos i bale. Nessa manha nao contando mais voltar
patriotas, ou na loja do livreiro polos cicerones, eu tinha trabalhado cora ardor na igreja de S.*
recoramendando-vos a compra de livros verda- Joo, nao para trazer as lembrancas das nurae-
deiraraente inslructivos ; ainda era todos os rosas e rcenles pinturas do railanez Barrabini,
paizes, na officinados moslres, era casa dosmer-l que tem sem duvida algum mrito, mas para
cadores do quadros, entre os pe los e as galo- trazer alguns traeos dos quadros do Proccaciui u
ras particulares. 4Barracte, que ahi se achara.
maior prudencia, poden, na mocidade ler lido al- ^Sro'^TporuTleriiin?*lanu.doe dS
goma temcridade, quiz corajosamente defender' l0.-,;as antes, certamenlc para achar n! pouco-
Isto d quasi nada lhe scrvio.c de algum modo | fS.'Jff U^StVSFA
prejudicou-me
Mesmo cm materias do arto, a indagarlo de
variedade um pobre emprego, c sua propaga-
gao ura liiste commcrcio.
Eu linha para rae guiar, e certificar as expl-
citas e sinceras Considera;es do mais fiel, mais
atiento, do mais sabio historiador da pintura ila-
liana, do vcneravel Lausi, pouco lido entre nos
por causa de sua profunda pncisao o rgida i
ordem.
Defendcndo o Vasari, cu Uve de reconhecer
entretanto,que era bem para sentir que elle nao1
fosse tao completamente informado sobre as es-'
colas lombarda c veneziona, quanto lora a ics-
pcilo da florentina o romana. Elle linha passado |
toda sua vida no meio dos ltimos, linha sido t
iniciado cm todas as suas legendas, linha sedes i
envolvido em suas lir5cs, adinillido em suas lu-
las, e leslciiiunha de' lodos os seus iriuraplios. j o
Tinha un curioso, um visitante tardo na Lom- co,n u,n salte.
Como bella e nobre essa obra
cava cora uraa alegra louca c estridente ura me-
nino n, e que pareceu-me singularmente sor-
prendido cora minha presenta. Elle fugio gri-
tando para um pequeo pate'o, situado num la-
do, muito longo da ra, de que nada nesta escu-
ridao, me leria dado idea. Segui o mesmo mos-
tiando-lhe alguns damascos machucados, lirados
de minha algibeira para concilia-Io. Foi bem
adiado esle meio, nao lardei em obler paz. Meus
odiares linham-sc lixado sobre uraa bella e nle-
ressante pintura.
Era uraa pintura a fresco sobre urna velha pa-
rede.
Lina raedonha, tosca o srdida lanterna ba-
laneava-se adianle, no meio o no lira de urna no-
dosa e desdada corda. Sem pedir pcrmisso li-
roi-a cavailoirameiitc do lado, e retendo-a na
niargoin da prateloifa de pao caronchoso, no qual
eslavam alguns miseraveis candieiros, e recuci
bardia e Yenecia.
,.,,,,., Em nenhuma oulra cousa a affabilidade d'arle
Entretanto 6 anda aqu o integro Lausi quem tora sido leva*, mais longo. Esla secna, osles
falla : se suprinussem o que o \ asan recolhe o a,lorc3 vos c|ianiara, vos surriem, vos relera, c
sobre as pinturas antigs, architoclose esculpi- vos encanlam
..V'K.V J ..II .1.1.1^.1., II I i I I I I I I i. ^-l. i. I II I i '
res venezianos, bolonezes e lombardos, quo de
feituosa seria sua historia !
I-. tambem, o que tcm o ospirilo de pensar ea
Icaldade de escrever, um bem nobre, generoso
e ardonle mitanez, Juo Paulo Lomazzo, to ciu-
so da dignidade de sua escola, lo curioso de
suas oiigens, to apaixonado de suas obras, re-
colhidas com lano amor om sua collccco de
seis mil quadros.
Pcrdoe-me o benvolo leitor um parenlhese
Ento, quem que veio?
V.' a duqueza do '''.
Oh a linda duqueza de "*' eu nao a
conheco, vamos ve-la.
E todos passaram para a outra sala.
Uraa vez que Lamartine ainda nao che-
gou, posso ainda ficar aqui, pensou Tan-
crcdo.
E poz-se pilhigem.
L'm outro bilheto eslava sobre a mesa ;
a as-
A barbaria dos homens e do lempo, tem tira-
do de l algum ? possivel, eu o creio, porem
ahi fica ainda sentada e paciente urna rapariga
graciosa, modesta e risonha; e quatro meninos
divinos e anglicos, brincando com um cordeiri-
nho do symbolo. Elles vos seguem cora olhar
o mais lerno, esperam-vos para dar a mo o
abencoar-vos, ou lancarem-se cm vossos bracos
e vos acariciarera.
Continuarse ha )
gum lempo, tinha consentido cm recitar alguns-
< ersos.
Tancrcdo passou irarnediatamcnle para a ou-
lra sala para o ouvir.
Donmonl nunca linha visto Lamartine, mas
reconheceu-o entre todos ; era assim que elle o
havia imaginado.
Lamartine leu o admiravel cante de Jocelyn,
ou antes, a conlisso do hispo na priso de
. Cre-
, noble, lodo esto canto uma scena dramtica o
signatura, era...Branger,mas qual ? ha mui- bra um soberbo elfeilo no thcatro. A voz de
achava Lmanme imra e sonora ; diz os versos de
tos Branger. A palavra wrio, que se
as primciras lindas da carta, nao doixava du-
vida alguma. Conhecia-se claramente que nao
era o par de Franca, nem o cr.nselheiro do tri-
bunal de derogaco, que a tinham escripto.
Esta era lamben una caria de escusa.
Nao senhora, urna silencio lisongeira que
tendes comigo, bondade ; lizestes-me outr'o-
ra passar doces consolacoes airares das gra-
una maneira muito simples, mas com inspira-
cao e dignidade, com urna emoco profunda o
meio oceulta,lanto mais forte, quanto mais com-
batida, uma emoco constrangida c to commu-
nicaliva, que parece refugiar-se no auditorio,
porque o poeta a repelle.
Todos estavam estaados, transportados ;
Tancredo, cheio de admiraco e de enthusiasmo,
. Kaoa..i uiws luuwuiucs iidu-s uas ;ra- ancreuo, ciieio uo aumiracao e Uo enlliuSiasmo,
des da minha prisao ou masmorra, como nos, tinha esquecido o lugar onde eslava quera era,
KS^-!!!!l!:i .5f?5- lcndes "'"-'Jadede um a bengala de Balzac e tedas as maravillas quo
se podem imaginar, a necessidade de ser invisi-
vcl, eslava bem longe de seu pcnsamenlo, pois
que gritara com lodos.
E' sublime a pocsia mais bella que se
pode imaginar / uma inspiraco divina !
K toda a sorle de cousas muilo justas que nao
podemos contestar ; mas quando fallava levan-
lava os bracos, gesticulava, applaudla, e a ben-
gala passava do rac.
Emflm, quando Lamartine chegou a estas pa-
lavras :
L'n changement diciu se fil dans tout mon tre. :.
Qiiandje me relecaid Ierre, j'etais prtrel... 2)
Tancredo tendo-se aproximado para melhor
ver o poeta, a quem lodos agradecan, c abraca-
ran, percebeu quo raudas pessoas o observaran!
e estremcceu.
Lina senhora de dade respeilavel pcrgunlava
osen nome com um ar escandalisado ; o pobro
estouvado apressou-so om se tornar invisivel,
mas foi preciso decorrer muilo terapo para per-
der a sua perturbaco.
{Continuar-se-ha.)
pobre recluso voluntario e queris uni-lo a es-
le mundo que deve parecer-vos to cheio de
ventura, porque vos c agradecido. Infelizmen-
te, o recluso deente, e o seu medico prohi-
be-lhe o mundo e as sua- emoces.
Digna-vos aceitir as minhas dcsculpas, e
lamentar-me por causa da privago que rao
imposta.
Havia, neslas lhihas, um tem de melancola
que fez meditar Tancredo ; depois sorrio cora a
idea de um contraste que descubri.
E' um acaso singular, pensou elle: que me
fez deparar com una carta lo alegre do poeta
de tala a com oulra to graciosamente triste
do cantor de Lisettc.
Depois, rellectiido e recordando-se do famoso
livro de Chateaubriand, publicado em 183!, e da ,
linda canco do Beranger : [[) Dis-moi,soldat,
dis-moi, l'en souviens-tu .' sei que os genios
bom organisados sabem reunir os dous learos ;
proiuudidude no sentiuieuto c ligeireza no espi-
rito.
Befleclindo deste modo, copiara a carta de
Beranger Terminara apenas a copia, quando um
grande ruido se fez ouvir iris salas da senhora
de D--\
Lamartine, que tinha chegaJo, havia al-
(1) Diz-me, soldado, Jiz-me, inda te
brus?....
lem-

-
'
t
(2) Uma mudanca divinase fez em todo o mcu
ser : Quando me ergui, era padre.
TLKN. 1 VI'. DE M. F. DE FARIA. 165.