Diario de Pernambuco

MISSING IMAGE

Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:08918

Full Text
ASNO XIXT. HOMERO 292,
Por tres mezes aflautados 3$0O0.
Por tres mzs vencidos 6$0OO.
QUISTA FEIRA 22 DE DEZEIBBO DE 859.
Por auno aflautado 9$000.
Porte franco para o subscriptor.
E.NCARREG AD09 DA SUBSCRIPTO DO NORTE.
Parahib, o Sr. JooRodolpho Gomes; Natal,
o Sr. Antonio Marques da Silva ; Aracaty, o Sr. A.
fie LemosBragj; Cear, oSr. J. Jos do 01 reir
Maranhao, o Sr. Manoel Jos Marlins Ribeiro
Guimarcs; Piauhy, o Sr. Joo Fernandes de
Moraes Jnior; Tara, o Sr. Justino J. nomos;
Amazonas, Sr. Jeronvmn da Costa.
I'AKI'IOA DOS COKKKKK;.
Olindn todos os das as 9 12 horas do dia.
Iguarass, Goiannae Parahiba as segundas e
sextas feiras.
S. Anto, Becerros, Bonito, Caruar, Altinhoe
Garanhuns as torras feiras.
P.'io d'Alho, Nazaroih, Llmoeiro, Brojo, Pes-
queira, Ingazcira, Flores, Villa Bolla, Boa-Vista,
Ouricury e Ex as quartas-feiras.
Cabo, Serinhem, Rio Formoso, Una, Barreos,
Agua "reta, Pimenteiras e Natal quintas feiras.
(Tedas os cnrrfrios partom as lOhoras da manhaa )
Al'DIENCIASDOSTRIBUNAES DA CAPITAL
Tribunal do commercio: segundas e quintas.
Relaco: tercas feiras e sabbados.
Fazenda: tercas, quintas c sabbados as 10 horas.
Juizo do commercio: quintas ao raeio dia.
Dito do orphos: tercas e sextas as 10 horas.
Primeira rara docivel: tercas e se'xtas ao meio dia
Segunda vara do civel: quartas e sabbados ao
meio dia.
EPHEMERIDES DO ME/. DE ULZEMBRO.
2 Quarto eresceute as 11 horas e 30 minutos da
manhaa.
10 I.ua cheia aos 53 minutos da manhaa.
16 Quarto minguante as 6 horas e 56 minutos da
tarde.
24 I.ua nova as 3 horas e 27 minutos da ma-
nhaa.
PREAMAR DE HOJE.
Primciro as 3 horas e 18 minutos da manhaa.
Soguni.o as 2 horas e 54 minutos da tarde.
PARTE OFFICIAL.
Ministerio alo imperio.
SS. 11. II. dio beija nao de despe-
dida no paro dest capital, no dia 23
do torrente a 1 hora d tarde.
Recite tibie dezembro de 1859.
Dionizio da Cunta Ribeiro Feij.
EXTERIOR.
A Nazione de Genova publica os segrales tre-
chos da carta dirigida de Fiorenca por Mazzini
ao de Sardcnha era 20 de Sctenibro :
Se cu, republicano de fe, s cuidasse em
meu partido, deveria considerar qualquer erro
commeltido por ura rei como ura elemento de
conderanaco monnrehia. Porem, amando raais
patria que ao mcu partido, eu escrevo anda
sobre o solo italiano vos, senhor, que se qui-
zerdes, podis efficazracnte ajudala a renascer e
a vencer.
Senhor, vos sois forte. Forte pelo poder
invencivel, lho da vontade unnime de*
...... u..tv uu iviimuc unnime de* vinte ,
e wis milhoes de almas, e mais forte que qual- ,udau.c Proporcionada a seus reo
quer outro principe actual da Europa, por que i ,Arl 8" A "semidea constit
maif|do que elles possuis o amor de vossa em Uu,ua- um. mes lepo que aprsente
naci. I sl" approvada pelos tres parlamentos Italia
quiz a liberdade ; a Italia quer a 'l,us'
mus, Cullocu a conlederuio Italiana no p.iu u.>s
cniraeras; porm, c um ssumplo este, que me-
rece ser tratado parle, Todava,, aorcsenlamos
aqu o projecto de ederaoo imaginado em
1848 :
CON'FEDERACO ITALIANA.
Projeclo de lei eleitoral para a convocacao da as-
sembla constiluinte dos Estados italianos.
Art. 1. Urna assembla ronstituinte con-
vocada para todos os Estados italianos. Ser seu
nico mandato a compilaco do un pacto fede-
ral que, respetamlo a existencia dos Estados
dilferentes e- deixando intacta sua forma de go-
verno, lera por lim assegurar a liberdade, a
uniiu e a independencia absoluta da Italia, e pro-
mover o bem estar da nac.o.
Art. 2" e3. Todo Es'tado enviar assem-
bla constiluinteum numero igual de represen-
tantes.
Art. 4. Ser 300 o numorojintcgral dos re-
presentantes de todos os Estados.
Art. 5." Os representantes de todo o Estado
serilo eleilos pela cmara respectiva dos depu-
tados, que poder chamar cuufcderaro qual-
quer cidado.
Art. 6." Nenhuma cmara poder elegercm
seu seio mais da melado dos representantes que
ella deve nomear.
Art 7." Cada Estado destinar urna indem-
resentantcs.
iluinte se reunir
i-i livor
A Italia quiz a liberdade ; a Italia
nnidadeessa unidade decretada por Deus, en-
uorrando-a entre os Alpes caernos e o mar tam-
bera eterno.
. Em nome da unidade morrem, meio se-
eulo, nossos melhorcs cidados, com o sorriso
nos labios, com as armas as mos, ou sobre o
patbulo, desde Mcssina Veneza, desdo Mantua
Sapri. Em nome da unidade nos, privados de
recursos c de influencia, cem vezes perseguidos
c derrotados, comecamos e continuamos na Ita-
lia una agiaco tal ponto crescente, que a
questao ita.liana se tem tornado urna questo
europea. E por ella ainda que damos vos e
aos vossos o terreno, era que colheis a gloria c
o poder.
A unidade o voto da Italia inlcira. Una
patria, um estandarte nacional, um s pacto,
um lugar entre as Naces da Europa, sendo lo-
ma liano.
Queris vos, senhor, ver a Italia cheia de
enthusiasmo, de f e aeco ? Queris Tel-a fa-
zer tremer a diplomacia,"e abortar todos os pia-
rlos funestos, imaginados contra ella ? Empre-
hendei-o.
A prudencia virlude dos lempos regulares
c das condicoes normaes. A audacia o genio
dos fortes as circuinstancias difficies
Senhor, a Italia j sabe que sois valentonas
ba tal has ; que nao duvidaes sacrificar a vida pe-
la honrar. No dia, sechor, em que vos dispo-
zerdes sacrificar vossa corda pela unidade na-
cional, cihgireis a croa da Italia.
Agora resta-lhe saber se sois resoluto em de-
terminor-vos ; se tendes essa vontade poderosa,
que venco lodos os obstculos, se sois forte de
valor moral, que facais du um dever, por vos
abracado, urna estrella, que sigis intrpidamen-
te seni vos deixarsuster por promessas ou auica-
4jos. Tal eu vos julgo, senhor, c por isso vos
escrevo.
Senhor, em nome da Italia eu vos convido
urna grande emprezadessas. em que o ho-
rnera forte conta scus amigos e nao seus inimi-
gos. Emprehendei, senhor.
Esquecei-vos por um poucu que sois rei, e
nao sedo seoo o primeiro cidado, o primciro
apostlo armado da Naco. Sede grande como
o acto, ao qual Dos vos destina, sublime como
o dever, auOacioso como a f. Disei que que-
ris, e tereis comvasco o mundo inteiro, nos
em primeiro lugar. Marchai em frente sem
olhar direila nem a esquerda pela santa cru-
sada da Italia, em nome da eterna justioa e do
diretes eterno. Vos venceris, cu yol-o pro-
meti.
a. E ento, senhor, quando pedirdes 4 nacao a
posico, que ella assigua quelle que expoz sua
vida e throno para tornar livre e una, ou quei-
raes pnssar posteridude com o nome de pre-
sidente da repblica italiana, o pensamentn
dynastico reine s em vosso espirito, no meio
dos applausos da Europa, da alegra reconhe-
cedora dos vossos, e feliz por terues completa-
do urna obra digna de Deus, cnlo digo, Dos
e a naco vos abencoaro.
Eu tambera, republicano, e prestes a vollar ao
exilio para ahi morrer, Depois de ler guardado
at o tmulo intacto a f de rainha mocidade,
hradarei com meus irmos e concidados :
idate ou rei, Deus vos abencoe vos e
Cao pela qual guerreasles e vencestes.
(Industrie el commerce Mges.S,Filho)
pre-
na-
Entre as solucocs propostas pelo imperador dos
Francezes na sua carta ao rei Vctor Emmanuel,
a federayo dos Estados italianos |occupa o pri-
meiro lugar. E' a mais importante do program-
rna imperial, mas lambem a que suggcre mais
bjeccoes em Iheoria, e que, na pratica, eocon-
traria maisdifficuldades. De mais, este projeclo
nao novo. Concebido e redigido pelo abbade
Oioberti, reuni alguna dos chefes do movimento
que abortou em 1848, e foi proposto, intilmen-
te, bem entendido todos os principes italia-
nos. Nos o reproduziraos textualmente.
Vr-se-ha primeiramentc em que asolucodo
imperador dos Francezes se afasia ou se aproxi-
ma da solunio do abbade Gioborli ; depois, se a
Atl. 9." O puiz Lombardo-Veneziano, alien-
ta a sua posico actual toda especial, e se esta
condiconao livor desapparccida nacecasioda
convocaco da assembla conslituiute, lera direi-
lo a tima represeutaco distincta, semelhante a
de cada Estado da Confederaco. O numero de
seus representantes ser dividido entre a I.om-
bardia e a Vcnecia, em razio da populacho. Os
representantes da Lomharda scro uomeados
pela consulta lombarda. Os da Venena scro di-
vididos, anda em razan da populado, entre as
quatro provincias de Padua, Viccnci'a, Traviso e
ftoyigo, e as oulras quatro de' Veneza Veroua,
l'Jiu e Belluna. 'Os representantes das quatro
primeiras sero uomeados pulo conselho das jun-
tas respectivas ; as das segundas pela assembla
de Veneza.
Art. 10. Quauto as provincias de Modena c
de Reggio, dado ocaso que, na occasio na con-
vocado da assembla constiluinte, nao tenha
cessado sua condico especial actual relativa-
mente ao Estado sardo, a cmara dos depulados
deste Estado, na eleico que falla o art. o, tero
a seu cargo fazer com que as'ditas provincias
sejam representadas efectivamente na assembla
constiluinte.
MAMIANI, r.lOBKRTl-C A5DHEA.
Projeclo da redacrao rado pelo congresso nacional, para a confede-
raco italiana na sesso de 10 de outubro de
1848, em Tttrin.
Tendo em vista crear a unidade da vida po-
ltica da Italia, eslabelecere defender indepen-
dencia, conservar a poz interior, proteger e des-
envolver asliberdades polticas c as utois insli-
luif-es civis, promover a agricultura, a indusiii.i
e o commercio, o reino da alta Italia, o grao-
ducado da Toscana, o Estado pontifical, o reino
de aples, o reino da Sicilia se rcuniram para
constituir a confederado. As convcncocs e os
regulamentos desla uni'o sao bascados nos prin-
cipios o mximas abaixo :
I. A confederaco lejn um exercito, urna es-
quadra, um thesouro c urna representaco nos
paizes estrangeiros.
II. O pavilho federal o pavilho tricolor
juliano.
III. A confederaco representada por urna
autoridade central, composta de um congresso
legislativo e de um poder executivo perma-
nente.
IV, O congresso legislativo 6 composlo de
duas cmaras : em urna, todo Estado igualmen-
te representado, e n'oulra a representaco pro-
porcionada populaco. As duas cmaras sero
electivas. A eleico da primeira pertencer aos
poderes constituidos de cada Estado ; a da se-
gunda ao aovo. Para este lim, a assembla cons-
tiluinte promulgar nina lei eleiloral commum.
V. O poder executivo composlo de um
presidente rcsponsavel, com um conselho de mi-
nistros igualmente responsavel. A nomeaco do
presidente temporaria, sendo feila pelo" con-
gresso legislativo ; os ministros sao uomeados
pelo presidente.
VI. Podenco ao congresso propor e delibe-
rar sobre loda materia de interesse geral dacon-
federaifio.
VI. O congresso tcm igualoiciile direilo de
intervir : Io no caso de colliso entre um Estado
confederado e outro Estado eslrangeiro ; 2" no
caso de grave contestaco entre um e outro Es-
lado da confederaco ; o caso de perlurbaco no
interior de nm Estado, quando, para empedir a
guerra civil, os poderes constituidos nao forem
suficiente ; 4 no caso de violae.o de um pacto
federal.
VIH. Nao haver alfandegas entre um c ou-
tro Estado. O syslema de alfandegus, relativa-
mente ao eslrangeiro, ser fundado sobre os
principios ce livre commercio, salvo as modifi-
cafes transitorias resultantes da opporluni-
dade.
iX. Una lei prover a cracio de um tribu-
nal federativo supremo, para a admiuistraco da
jusliga, e era material- de controversia de di-
reilo entre um e outro Estado ; 2- de controver-
sia entre os Estados solados e o governo fede-
ral central.
DAS DA SEMANA.
19 Segunda. S. Fausta: S. Dariom,; S. Siudonio.
20 Terca. S. Liberato ni ; S. Foligoneo b.
21 Quarla. S. Thom ap. ; S. Glicerio sac.
22 Quinta. S. Honorato ; S. Flaviano m.
23 Sexta. Ss. Migdoneo c Mardoneo mm.
24 Sabbado. S. Gregorio m ; S. Hcrmina ra.
25 Domingo. Nascimento de N. S. J. Christo.
reunir todos os Estados italianos iou
bandeira.
Esta fetenes solemnefui pronunciada por
Napolco em Santa-Helena, quando em um da-
quelles excessos doanVico, que levavatu o pen-
samenlo do imperador excitado para o paiz de
seus pas, elle diclava sua maravilhosa descrip-
eo da Italia. A confoderacao, que raclica esse
juizo, se dirige com conflanca aos principes c aos
parlamentos italianos para ihe propor um meio
mui i'flcaz de apagar lodos os males do passado,
c do desviar lodos os perigos do futuro.
Este meio que. as condicoes actuaos da
Italia, o congresso julga mai conveniente, para
conciliar de urna roanelra duravel a dvmnaslia
com os inleresses dos povos, consiste ciii convo-
car promplamentc urna assembla constiluinte
com a misso de estabelecef urna forte e santa
confoderacao italiana.
A confederaco espera ser acollada com os
mesmos senlimeutos patriticos com que foi dic-
tada ; ella espera ver subtrahir a chara patria
charuma da anarchia, que ameaca algumas pro-
vincias, e quo certameute invadir toda a Pe-
nnsula, se se dilatar por mais lempo a expulso
do invasor eslrangeiro ou a orgauisaiju interior
desla confederaco tao de.ejada.
Turin, 27 de outubro de 1848.
{ Scguem-se numerosas assignaluras, e nota-
velmente a dos tres presidentes o conde T. Ilarai-
an, V. Giobnrti eG. Andrea Romeo.)
( /.industrie et le commerce belges. )
( Caldas. I
mesuia gada syniOolicauenle por parle da proorlulaua,
do viziuho trapiche lancando-se-lhe tres peque-
as pedras pcranle testemunhas de que assim a
mesma nova obra iicava embargada, e protestan-
do em nome da lei aos obreiros que toda a con-
tinuaco seria alleutatoria. Assim, os obreiros
tiveran de parar, (cando a nova obra eectiva-
mente embargada.
Partecipou-se dessa occurrencia ao inspeclor
da alfandega que ento era um jurista notavel
por sua illustraco; e, apresentando-se elle una
vez informado do occorndo, accedeu, respeilan-
do o Tacto pelo direilo.
ETecluadoo embargo symbolico, foi ao depois
ratificado ou feito judicial pelo competento juiso
milrrcipnl e leve de seguir seus termos legaes
Actualmente sei que pende no juizo munici-
pal da 3* vara o processo do urna nunciacjio da
nova obra, que sem dnvida alguraa principiou
pelo embargo symbolico
E raesmo um remedio prompto e efficaz e uli-
lissimo para evitar que urna nova obra clandes-
tinamente emprehendida se complete antes que
se possa recorrer clcazinente ao mandado judi-
! por alguraa demora o embargo de nova
ENGRRELA DOS DA SIBSCRIPCAO NO SIL.
Alagoas, o Sr. Claudino Falco Dias ; Ba.is f>
Sr. Jos Marlins Alves ; Rio de Janeiro, o Sr.
Joao Percira Martins.
EM PERNAMBICO.
O prcprielario do diaiho Manoel Fiaueiroa dr
Faria.na sua livrariapraca da Independencia ns.
6 o 8.
JURISPRUDENCIA.
Extractos da consolidacao das
leis t-ivis
PELO UB. AUGUSTO IE1XEIRA DE V'IIEITAS.
Observares do advogado Antonio Pereira
Heboucas.
No art 859 diz a nota (t), citando a Od., liv.
4", lit. 13 5o que como a aeco de leso enor-
me real, segundo o 110 da Ord. o d a enten- | na heranca dos beiis aodac's tem
der, parecb-lbe nao se Ihe dever applicar esta
prescripcao de 15 annos.
Observares.
No 5'
obra nao mais seja cabido, redusido o prejudica-
do a exercer smente a ac^oquad t a uiclain
nao se podendo embargar, nem suspendor em-
bargando o queja esteja feito e concluido.
TITULO III.
Das heronras.
captulo i.
Dasuccesso abiulestalo ou sem Icslamento.
Observares.
Ao arl. 959. 4o e 5", .Vltou contemplar, de-
i pois dos conjuges e antes do oslado, os rgula-
] res secularisados conforme o 2o da lei do 19
de novembro do 1821, adoplada pela de 20 de
outubro de 1823. v
O arl. 960 ( pag. 313 j diz que na ordem dos
descendentes succedem : 5 2." Na falta de lilhos
os netos ou oulros descendentes. >
Observares.
Esta procedencia dos filhos a respeito dos netos
n lu
jgar somonte
: quando todos os netos team seus pas vivos, e es-
tes concorrem todos t capita com os proprios
irmos, lilhos lodos do mesmo definido, pai c
No 5 diz a Ord. liv. 4" tit. 13: E o remedio 'av commum. Quando, norm fallecidos'um uu
e beuolicio para se tacs contrato* poderem desfa- raais de um filho sobrcvlvem outros filhos e os
zer por causa do dito engao havemos por bem sobrinhos deixados pelos lrmlos predefuntos do
qu^ dure ale 15 annos cumpndos, contados do necessidade concorrem com os filhos os netos
lempo que os contratos foram feilos al que os do pai o av commum, os bi'snetos ns lerceiros
engaados citem aquelles com quem os ftzeram, nolcg o assim ad injinitum na l'inha directa
ou seus herdeiros. para desfazerem os ditos con- \ dos descendentes, conforme a lei de 9 de
os. E. passado o dito lempo, ticam firmes e i vembrode 1754 e o assento de 16
nao se podero raais desfazer pela razo do dito
engao. >
Assim, v-se beque, sem ja ou nao real a ae-
co da Ord., liv. 4o, lit. 13 nao pode ser admis-
sivel o parecer do Ilustra
no-
de fevereiro
de 1786.
Arl. 962 (pags. 314 c 345). nota (1)
Observacoes.
ola, alias luminossima, seria completa
e
d
ca
til. 3" ca que se refere
da mesma Ord., liv. 4o
O art 913 (pag. 320) diz que para os instru-
mentos das posses que se lomarem por virlude
de si./itenca ou mandados de juiz sao competen-
tes os escrit-es dos respectivos processos.
Ea nota (i) cita a Ord., liv. lu, tit, 78 8, tit.
~9, 14.
Observages. matrimonio.
N-mhuma_ das citadas Ords. menciona ecritiae, O art. 964 diz que a escriptura publie
senao ta6e//wdc notas e ojudicial. Dizendo a reconhecimenlo paterno nao so Dor si bastante
pro,.hv. 1, til. 68.no 8 depois de|lralar dos la-, para os lilhos uafuracs l.averenV aTeranca T-
belliaes de olas a respeito dos judiciaes diz as- les devem competentemente habilitar-se 'pro-
sim : h quauto as posses que forem tomadas por vando a qualidade de simplesraento
vigor desentencas ou mandados de juizes, fardo na forma do art. 208. >
lo, conforme a Ord., liv.2.". tit. 35, g 12, o nao
careciara jamis de outro alguna paterno reco-
nliecimonlo, ao contrario daqucltes cujas mis
se casasse^ epois de promulgada a rosolucao
de 2 de Sel? ,a de 1817. por sorcra essesos que
sera reconhecimenlo previo i celebraco do ma-
trimonio nao podem concorrer com os legtimos
supervenientes ou havidos na constancia deste
pro
naturaes,
os instrumentos deltas os tabellies dejudiciaes,
como se ver em seu titulo.
E no lit. 79. Dos tabellies do judicial, diz o
Observacws.
Lsle arl. 964 parece inconciliavel com a razo
e visla da Ord., liv. 4., tit. 92, e da resoluco
seu g 1{: E sero rauito dellige'ntos eni irem de 2 de sctembro' de 1847
fazer as execucoes e tomar as posses de bensdo ; E na verdade, se o reconhecimenlo constante
raz, penhoras, arremalacoes e entregase todos da escriptura publica pro va indubitavelmeute n
em mais probabi.idad do exi.o u/d*e tfg^SZSZBl ?PS
do que a primeira.
Sem entrar presentemente em alguma panicu-
laridade a esse respeito, julgamos que os dous'
projectos sao igualmente contrarios s disposi-
<;os dos Italianos e s tendencias, cada vez mais
manifestadas, da poltica internacional. Os pe-
queos Estados tendem a desapparecer. Nao
examinamos se um mal ou um bem, esta-
hclucernos o facto.
ceira ordem linhara, u dous soculos, una im-
portancia poltica e militar, que a formaco das
grandes monarchias fez perder. A inefficacia das
repblicas federativas urna das mais constan-
tes lices que a historia nos offerece, e se os Es-
tados-Unidos da America tem sido, ao menos at
o presente, una excepcao esla regra, porque
lles tem a felicidade de limilsr-se com povos
fiacos e paizes selvagens. em lugar de ler sobre
os (laucos, como a Ilalia.nous poderosos Esiaios,
tacs como a Franca e a Allemanha.
A confederaco* italiana seria provavclmento
nina copia da confederaco germnica ; porm
paternidade, apezar do ser a sua certeza real ura
arcano a si reservado pela nalureza, como dei-
xar em duvida se o proprio tilho assira reco-
nhecido fra havido de mulher com quem o pai
quo por tal se reconhere, declara no mesra
lempo que se poderia livremente casar queren-
os outros autos quando pelos juizes forem man-
dados- Ede lodos os ditos aulos faro e pussa-
ro as escripturas e instrumentos que fhttforem
requeridos pelas parles.
At muito pouco lempo os tabellies no Brasil
eram do judicial e de notas, e assim os desta
capital do imperio. Sem acto algum do poder Ido, por nao haver entre elle eeVla'irapeilimenio
legislativo os tabellies desta capilal ha algum algum, portanto o tabellio porta por f assim
lempo hcaram sendo somonte de notas. Quaes o ter dito o outorgante?
serio os tabellies do judicial* Tambera nao ; E demais, dando-sc lugar a quaosquer provas
consta que os baja creados separadamente por le ou nesquizas aliunde da certeza de ser natural a
ou que por lei ficassem sendo tabellies judiciaes asserla fiUaoo, nao se franqueara reprodueco
e com cartas que assim os deuomine os escrives \ da mesma immoralidade que o legislador leve
que serviara contemporneamente desses label- tanto em vista coarcler c reprimir de urna vez
haes do judicial e olas e depois da mencionada para sempro, nao admittndo outra prova de oa-
separacao continuar a existir. ternid.de natural seno essa mesma por escrip-
O arl. 922, & d32 dizque se o reo allegar tura publica ou por testamento?
que possue a cousa em nome de outro, como seu
locatario' ou procurador, deve ser demandada a
pessoa que elle nomear.
A ola (4)cilaaOrd., liv. 3o, tit. 45, 10, pre-
dz em substancia o art. 455 do cdigo do com-
mercio, e aflnal pergunta como justificar a dis-
posiro do art. 492, 7", do regulamento cora-
mercial n. 737.
berdadede impiensa ; 2- a liberdade individual;
3 asmaioros garantas judiciarias.no dejurisd-
c?o, nem de prucessos de excepcao ; 4' as li-
vres inslituicoes municipacs ; 5- o'direito de pe-
lico hdiv.duul e colleclivo : 6- o direilo de as-
sociaco; 7- a igualdadc civil e poltica, sem ai-
tender a didereiica de religio ; 8- a liberdade
,Pff'on,i o ter" P'ilicd garantida pelas formas representativas e
! pelas armas dos cidados ; 9- a responsabilidade
ministerial ; 10- a divisao da propriedade rural ;
11- a promoco da rodueco e da beneficencia
populares ; 12 a facilidade da reciprocidade dos
direitos polilicos ; 13 ^l admissibilidade de todo
cidado da confederaco italiana todos os cm-
pregos dos Eslados da confederaco ; 14 a pro-
moco de uniformidade as instiluic.es que es-
tabelecem relacocs de dii cito entro "os cidados
dos diversos Eslados ; 15 a abolico da pena de
morte em maleria poltica.
Dispotiraes transitorias.A assembla cons-
_ tituinte, antes de proceder a discusSo e a corn-
il perspectiva nao agra'davel. O Piemonto li- Pllaca0 .do Pcto, proclamar solemnemente a
caria era peior cndilo, c a Austria, recuperan-1 isiencia da confoderacao italiana e a aceitaeao
do inmediatamente o que perdeu no campo da; do* Pri,,cipn-'S e regulamentos cima especili-
batalha, exerceria, como potencia italiana, a pre-:cados-
ponderancia que Ihe foi constestada e arrancada' Quanto ao mais, ella propor c delibera so-
como potencia estrangeira. Sua intervenco que bre a disposico commum, requerida p<-la ur-
tem sido a principal causa da guerra, chamar-se-1 gencia dos casos e das necjjssidades da guerra da
hia execuco federal, e sob este nome, ella tor-' Italia.
nar-se-hi inacatavd T. Mamiani, V. Gicberti, Andrea, presiden-
Se os Estados confederados flzessm leis contra tes ; P. Prez, Charles Bonaparte, P Lcopardi
a liberdade da impreosa e da tribuna, contra a li-' vice-presidentes ; T. Frcches
bordado dos culios e a liberdade da consciencia,. secrelario.s geraes.
Piemontp, cortaraente.resistiria. Confederaco italiana.
aos parlamentos
le) declaraco do pai na escriptura publica
do reconhecimenlo de ser seu Qlho natural, por
le-lo havido de mulher solleira e com quem se
poderia casar querendo, nao bastasse para efii-
cazmente se Ihe fraequear asuccesso heredita-
ria, effectivamenle adquirida conforme a Ord ,
L 4l li,s de 175 i, poder-se-hia dizer que fosse bastante a
Observares. declaraco de oo ter 'impedimento algum de
A ura. c o cdigo do commercio nos lugares que necessitasse pedir dispensa pnra casar-se
Citados tratara das actes; o regulamento no arl. quem fosse impetrar dasecretarin ecdesiastic
492 trata da competencia passiva para a execu- somonte a dos proclamas e para se Ihe celebrar o
das sentencas e contempla no seu % 7o todos os casamento fora da propria igrejn parochial ou era
que deteem os bens em nome do vencido, como | oratorio o casa particular ?
o depositario, o rendeiro o inquilino, quauto a Quem liver inicresse na successo heredila-
esses bens somente. na ab intestalo. excluindo ao filho reconhecido
lsto mesmo nada lera de novo. Pereira e natural em escriptura publica pelo pai, que de-
Souza, primeiras linhas do processo civil, no nuucle a suppnsta spuriedade reivindicar-Ule a
cap. 29. Da execuco, 39o, not. 776, o diz heranca; e ooto prove quo elle filho adul-
assim: lerino, incestuoso, sacrilego ou sujeito a
<. Contra o que detein a cousa em nome do qualquer outri especie do impedimento diri-
condemnado, como comodatario, o locatario, o' mente.
depositario, porque estes s teem a deleueo e o i Em quanto, porm, isso nao se tenha dado o
coiidemiiado conserva o dominio e a possa. julgado, a escriptura publica do reconhecimen-
E na verdade, que mais conforme Ord., liv. lo paterno deve ser tida por to efficaz para o
3o lit. 4j, 10, e aoart. 455docod. do coramer-1 tira da resoluco de 2 de aelcmbro do 1817 co-
ci, de quo depois de vencido o condetnnado mo a corlido* do assento do matrimonio com a
aquello em cujo nome se possue e detem a cousa do baptismo, declarando os pais para ns sucecs-
cuinprir-sc a couderanac.o onde e no poder de ses legitimas ; estando bcra ao ver que as de-
quera ella estiver? Seria licito responder o lo- i claraces de falta de impedimento para casar
catorio, dspositario, comodatario, inquilino, sem dependencia de dispensa a da fitiaco legi-
rendeiro. tutor ou semelhante, auc o vencedor tima peranle os funecionarios ccclesiasti'cos po-
exequente nao poderia proseguir e elfuctuar sua dem ser menos, nunca, porm, mais valiosas do
execuco por nao estar a cousa sujeita no poder j que as da liliaco natural propriaraente dita pe-
da propria parlo principal accionada, vencida e ranle um tabellio de notase as competentes
condemnada?
TITULO II.
Da servido.
O art. 933 [pag. 335; diz que a propria parle
prejudicada, laucando pedaas na obra, se for este
o uso do lugar, pode por si denunciar ao edifican-
te que na edicaco nao prosiga.
Na nota (3) cila a Ord., liv. 3", tit.
aproveile em todos os casos, quando, nos lermos
do decreto de 11 de agosto de 1*31, podem sor
reconhecidos era testamento os lilhos illcgilimos
do qualquer especie.Nao esto admittidas as
adopces ? Pois os eslrauhos devem ser mais fa-
vorecidos do que os proprios filhos, embora de
cotilo lucilo '? Niuguem se oppe s adopces
sol> pretexto de importarem em pactos successo-
nos.
Observnces.
Donde o poder c a autoridade para que algum
juizo nos ausentes possa arrocadnr os bens da
heranca paterna de um filho natural que della
esla na posse pelo justo e legitimo titulo de es-
cnpluri publica do seu recoiibecimeuto ex vi da
le ?
Se nao obstante se procede polo juizo dos au-
sentes espolialiva arrecudaco, deve competir
ao filho, herdeiro espoliado! oppor-se-lhe por
embargos do legitimo senhor e possuidor dos
bens de sua heranca paterna, fundado no domi-
nio e na posse plenamente adquirida, conforma
o alvarde 9 de novembro de 185 e o assento
de 16 de fevereiro de 1786.
E o juizo dos^eilos da fazenda,' julgando filia-
res naturaes e pelas provas negativas de nao
ter sido gerado de adulterio, incesto, copula sa-
crilega, nem outra alguma damnada causa de
spuriedade ?
E c por causa de um imposto apenas possivel,
o que s pode ser urna deduceo da heranca le-
galmenle a elle sujeita. que se' quer cousiranger
a ura processo anmalo e absurdo urna successo
que expressamenle livre do mesmo imposto
pela propria lei que o creou !
E' necessario dar-se um grande fundo de im-
moralidade para era contravonco u lodo o di-
reilo suppr-se que era geral os'lilhos nao havi-
dos de casados o sao era geral de coilo adulterino
incestuoso ou sacrilego, e que assim os pais as
escripturas publicas de reconhecimenlo os teem
fallazmente dito havidos de mulher cora quem se
poderiam casar livremente peranle testemunhas.
e continuando a viver sujeitos a sor argidos o
convencidos de falsidade ; e ao contrario nos
testamentos cotnmumente cerrados, e cujo con-
tedo smenle pode ser sabido quando iarnais
podem ser argidos c condemnados judicial-
mente, os testadores dizem seint>re cora a maior
ngenuidade e certeza que os filhos testamenta-
riamente reconhecidos o sao naturaes propria-
menle ditos !
Os argumentos de patidade finalmente addu-
zidos na ola a respeito da resoluco de 11 de
agosto de 1831 e das adopces nao d'eixam de ser
ura tanto infelixes. Os que esto no caso dessa
resoluco ficam necessariamenle sujeitos ao im-
posto do sello hereditario, porque herdam na in-
dispensavel dependencia do testamento que os
tenha declarado e instituido na razo de spurios.
Os adoptados ou adoptivos carecem deconhrma-
clio, conforme a lei de 22 de sctembro de 1828,
B corrern, quando menos, a surte dos legitima-
dos por via de rescripto com sujeicjio a um im-
posto desde logo.
Todas as disposices anteriores resoluco df-
2 de svteinbro de 1847 sonara bem cabidas em-
quauto o filho natural dependa de toda a prova
de que o fosse, conforme a Ord., liv. 4o, til. 92
pe, para Ihe ser julgada a heranca paterna ;
jamis depois que a escriptura publica e o tesla-
meulo lraram sendo prova plena e concludenle
da successo horedilaria neste caso.
O advogado Antonio Peiikiha Br.BOiQAS.
[Contina.)
nhecimenlos que podern beber as escolas fa-
zondas normaes que devera ser creadas ; e a fa-
cilidade deoblerem os bracos de que necessiia-
rem sem grandes avancos, o risco de seus capi-
taes, e ferrosamente ha de ser destruida a rati-
na c progn-dir a no.ssa agricultura.
Dotados pola benfica mo da Providencia de
terrenos frtilsimos, de um clima benigno', e
de todas as condicoes naturaes raais favoravels a
lavou
oravels a
la para receiar-so, que
nem urna razo
com os novos elementos, que fazem rom se
la prospere em loda a parte, em que elles tem
sidi empregados, s nos facimos urna triste e
i dolorosa-cxcopcao. Todos estes beneficios, po-
rem, comprehende-sc fcilmente, nao podem
partir immediala e exclusivamento, dogove.no
vale muito por certo a proteceo deste, mas
essenrial o concurso dos inleressados.
A prolecro.nos offerece o Magnnimo e IUus-
irado Principe, que temos a venlura de poasttir
dos interessados n aue Elleexgo
e n que
cr meio do Instituto que vai sor cre.iuo.
O Instituto tem de ser o canal, por onde uo*
*1 machinas, os iuslrumei
os incenlivos, o ensino
pcrieucias,
pralico.
os, as ex-
Iheorico e
DIARIO DE PERNAMBUC.
Sademos, pois, essa brillnnlc insliluic.o que
amanhaa vai ser inaugurada sob os auspicios di.
Soberano, e em Sua Augusta Presenca. e sob a
presidencia do muito digno administrador desta
provincia, c do Ilustrado senhor ministro do im-
perio.
Em boa hora venhaelle ao mundo, cprazaaos
cos, que os nossos propietarios, capitalistas .-
fazendeiros, apreciando devidamente os esforcos
do Impcrador.e imitando lo augusto e lo nobre
cxemplo, moslrem que sabem iuteressar-se pela
felicidade desta heroica provincia, coinparecondo
aicunio que deve ler lugar em palacio no dia
de amanhaa, e concorrendo na proporco de seus
meras para que se possa levar avaule to gran-
dioso pensamento.
......ptenles
testemunhas tnstrtitnentaes.
A nola (2) anda aggrava raais o inadequado e
incompativel do artigo nestes termos :
(2) Ordem
Esla deriso
78, 4o c
diz quo : Esse embargo extrajudicial per jac-
tum lapidis nao vsl mais em uso,
Observaces.
A Ord., liv. 3r
n. 180 do 13 dejulhode!849.
acertada ; urna consequencia
dos principios da boa ou m legislaco quo nos
rege nos termos do art. 961. Asuccesse a in-
testada vedada aos tilhas de couto damnado.e
portanto nada Ihes aproveita o reconhecimenlo
paterno ew escriptura publica. Os inleressados.
quando a heranca nao arrecadada, podem ras-
G. E. Brigomes,
Se elle for abandonado polas populachos, nes- ; Rcqucrimiiito aos principes e
te caso a liberdade suecumbir ; se for opoiado italianos,
por ellas, as consequencias scro as onvnlses,
a guerra civil, a anarchia. Em todo caso, o que
torna-se a conederacAi? Ha anda urna impor-
tante
t A Italia urna s naco: a unidade dos cos-
luir.es, da linguageru, dalitteralura, a posico
eograpMcn que a separa do resto da Europa,
c radical dtlculdadc que, segundo pensa- devem, etn ura futuro meis ou meaos afftstc.do,
til. 78, "8 4U, diz que aquello peitar a escriptura do reconhccime'nlo dos fi-
s
ossira em relaco fazendr pu-
o filho na-
uma habi-
aquem se tolhe a servido pode por si denunciar | Ihas naturaes'e nao exigir habilitaco alguma ;
ao edificante, lanzando certas pedras na obra, porm nao
segundo direilo e uso da trra, que mais nao fa- \ blica
*a illT^L "bra- a -Estando a heranca arrecadada,
Assira, pois, o coslume da trra parece antes tural nao entra na posse della sem
aTtinrtE H. Tr i6 Saf 8h pedraS ,'ue l^0 formal pelo juizo da arrecada'co (o de
!1SPa2L!2ES", a, emDnr8 s.vmbohco, orpnos!. Nao tendo havido arrecadaco, ha
segundo de direilo competir. \ma habilitaco no juizo dos fcitos d fazen-
,.?, ..a ".xaclo,c.0,U se Pdena crcr da n.0, da, que tem por fim asentar do pagamento da de-
exposla que nao estoja maisem uso esse direilo,' cima.
p0S.U45?I?-J ,.., u 1 Esla 6 a Pral'ca, e pratica fundada na reso-
far 1 Jr ,J V 3!22' ^^-s lujo de 2 de julho de 1819. confirmada pela or-
fazer por parte da alfandega desla capital do im-! dera de 19 de dezembro de 1839 e ltimamente
peno urna nova obra que prejudicava ao trapi- pela stipracitada de 13 de julho de 1819 F
che, a ella jraiaedtalo. toi essa ova obra embar-1, nuito duro que orecwMemtnf paterno nao
Imperial Instituto Pernatmbucuno
de Agricultura.
S. M. o Imperador acaba de dar a esta provin-
cia raais um teslemunho solomo do quanto se in-
teressa por sua prosperidade.
Referimo-nos ereaco do Imperial Instituto
Pernambucano de Agricultura que nos consta vai
ser inaugurado no dia 23 do corrento.
Ninguem pode dcscouhecer as vanlagens, que
sao de esperar, de scmclhanlo Instiluico, em
urna provincia essencial e exclusivamente agrco-
la, eque portanto tera dependente, da sorle da
lavoura lodo o seu engrandecitttento. Aquellos
que seriamente so interessam pelo paiz, e quo
tera observado com profunda magna, o estado do
a trazo do mais importante manancial da riqueza
publica ; aquellos que pensara no futuro desas-
troso, qu cm'torapo lalvez nao inuilo remoto
parece condemnada a agricultura, j pela repen-
tina cessaco do trafico vivamente reclamada pe-
la humanidade, j pelos estragos provenientes do
cholera-motbus, o de oulras causas muito co-
nheciilas, s podem descobrir a mais segura la-
boa de salvaoo na introducan de bracos livres,
e na podpanija c economa destes por raeio d
machinas c instrumentos aperfeicoados, que tan-
to lera era oulros paizes do vclho o do now)
mundo concorrido para o progresso da lavoura.
Estes meios porm deixados nicamente aos
esforcos inliviiluaes, s com mulla lenlido e
dilHculdado podem ser adoptados. Combalidos por
um lado por una rotina cega, e enraizada doge-
racao em gera^ao, c por outro exigindo sacrifi-
cios enormes, quando tentados por um s indi-
viduo, e conhccimetilos especiaes, cuja fulla lera
feito pagar muito caro os que mais ousados se
apresenlam, querendo realisa-los: as tentativas
para sua odopco sem regra nem syslema, som
experiencias, nao tem em geral feile seno justi-
ficar aos olhos do povo a velha rotina, trazendo
decepecs dolorosas para aquellos que os tem pro-
curado inlrodiuir no paiz,
Um ou oulro fado em contrario niio pode des-
truir esla verdade. Dahi o desanimo quasi geral.
e diremos raesmo a repugnancia, com que os
nossos fazendeiros c lavradorcs, om sua quasi to-
talidade, rece bem as Iheorias que Ihe parecem
novas, cuja applicaco julgam sempro arriscadas,
embora se lhes cilem excraplos que cm outros
paizes as jusliliquotu cabalmente. Dahi a prefe-
rencia, quo do a mauleros systcmas que herda-
rara de seus pais. c sob cuja aeco medraram os
anligos estabeleciiuenlos, qu lhos trouxeran a
riqueza, que ainda hoje desfructam, sem se lom-
brarem da concumitancia-du diversos clemenlos
jue concorreram para tal resultado, mas ele-
mentos, que hojo nao existem.nem podem voltir.
Outro tanto porem nao acontecer desde que o la-
vrador observar por scus proprios olhos os ven-
tajosos effeilos da introdueco de urna machina
ou instrumento importante, e da subslituico do
Irabalho quo est acostumado por procesos
mais expeditos, que poupando grande numero do
bragos, e por lauto diminnindo os gastos da pro-
dueco apresenteni ao mesmo lempo producios
raais aperfeicoados, e coiiseguiutemenle mais va-
liosos.
Uulrotanto nao acontecer desde que elle para
obter a machina ou instrumento, quo laes resul-
tados, produz nao tiver necessidade de passar
fundos para a Europa ou Estados-Unidos ; de
procurar um correspondente que os va escolhor
e comprar, muitas vezes sem o zelo necessario,
e a custa de commisscs avultadas, e sobretodo
desde que elle os puder adquirir sem no raesmo
momento desembolsar toda a sua importancia,
porque se merecer conceito achara quem Ih'os
ceda mediante o pagamento por preslaees ra-
zoaveis. Outro tanto nao acontecer quando elle
vir praticados novos processos agrcolas com
xito feliz, o tiver sua mo memorias, o jomaos
escriptos na sua propria lingua onde aprenda o
modo de realisa-los.
Una-se a islo eraulaeao e o incentivo des
premios e recompensas qiielles que em exposi-
ges publicas apresentarem productos notareis
j por sua pertclgao, j por sua raridade ; os te -
PERNAMBUCQ-
REVISTA DIARIA
No dia 15 do corrente, leve a honra de ser
admiiuda augusta prosenra de S. M. o Impera-
dor a commusao enviada pela assembla legis-
lativa provincial do Rio Grande do Norle para
felicitar a SS MM. II. pela feliz viagem do norte
du imperio.
0 membro relator da commisso. por essa oc-
casio, pronunciou o seguinte discurso :
Senhor.A assembla legislativa provincial
do Rio Grande do Norte, reunida extraordinaria
e cheia de profundo arnore venneraco a Sagra-
da Pessoa de Vossa Magestade Imperial e da Au-
gusta Soberana do Imperio, enviou-nos em com-
misso para cm seu nome, e era nome da pro-
vincia apresenlarmos a VV. MM. II. a expresso
respetosa e fiel de son sincero regosijo pela fe-
liz visita de VV. MM. II. algumas das provin-
cias doNoile.
Senhor, a arvore da motiarchia nao lem urna
vegetacao artificial e toreada no so!o da Sania
Cruz. O povo brasileiro'araa as inslituicoes ju-
radas, e adora o seu Monarcha.
V. II. I. ja o sabia antes, mas hojo o sabe me-
Ihor pelas repetidas e enthusiaslicas deraonslra-
coes de respeito c adheso, que incessantemente
ha recebido de scus subditos em sua prospera e
abencoada viagem.
E grato, Senhor contemplar esse espectculo
harmnico e feliz, que ofierece ao mundo un
povo que idolatra ao sou Soberano, e um Sobe-
rano, que se desvela paternalmente por seupovu.
As provincias do norle desejavam com ardor
conhecer pessoalmonto o Monarcha magnnimo
a quem a Providencia conliou os destinos deste
imperio, e que pela fama de suas altas virtudes,
e de sua Ilustrada e rela iutelligencia mereca
ja um verdadeiro culto do paiz,
O Rio Graude do Norte congralula-se com as
provincias irraas que ja tem merecido lo subi-
da honra, e faz volos fervorosos ao Altissimo pa-
ra que sirva-se de apressar a hora em que Ihe se-
ja concedido gozar de igual ventun.
O conhccimcnto iuimediato, Senhor, que V.
M. I. adquire da ndole pacifica do seu povo, do
suas aplides, e das necessidades moraes e nu-
leriaes das provincias ser dos mais fecundos re-
sultados para a civilisicu a prosperidade do im-
perio, O Brasil subir ua escala das naces, e o.
Imperador Brasileiro despertar a primeira glo-
ria do sceulo.
Dignc-se V. M. I. de acceilar esta homenagem
pallida, porm cordeal dos sentimentos de urna
provincia que se resigna a nao ser contada entre
as primeiras era illustraco e riqueza ; mas que
nao cede a nenhuma cm patriotismo e amor .
motiarchia e aos Augustos Imperantes.
Manoel de Mello Monte-Xegro Pessoa.
Antonio Basilio llibeiro Dantas Jnior.
Pedro de Alcntara fiinhelro.
Joo Chrisostomo Dezerra Cacalcanti.
O 5o membro nao pode comparecer por moti-
'mpievisto.
/"
S. M. o Imperador, na sua estada na cida-
de da Victoria, dignou-se de f.izcr os seguales
donativos:
1:000g para a obrado novo cemiterio
800S para os pobres da localidade.
170$ para tres esmolas de 30j e quatro de 20a.
Na sua passagem pela freguezia de Jaboato,
deixou S. M. o Imperador 5i)j> para os respecti-
vos pobres.
A S. M. o Imperador foi offerecido pelo Dr.
Ignacio Manoel de Lcmos, por intermedio da pre-
sidencia da provincia, um exemplar. ricamente
encadernado, da sua obra denominada Guia Lu-
su-Brasoiro do Viajante na Europa.
O autor acorapanhou a sua humilde ollera de.
um memorial, iiue om seguida publicamos, e S.
M. que tantos disvcllos mostra pela lilleralura
como por todos os mcios de aperfeicoamento o.
engrandecimcutodoseu vasto imperio, estudando
praiic.tmcnlc os costuraos o necessidades do stu
povo, nao deixou de acolher a pequea ollera
com a benevolencia que Ihe propria.
Isr-ElUL skmioh.A notoria benignidade cora
que V. M. 1. se lera dignado de acolher favoravcl-
menle ainda a raais humilde offrenda que ao.
ps do seu throno depr venha o admirador das
excelsas virtudes cvicas e da preclara sabedoria.
que tanto exornara a Augusta Pessoa de Vossa
Mageslade Imperial, por corlo, Senhor, o que
anima o obscuro autor do Guia l.uso-Brasiloiro
do Viajante na Europa a pedir permisso para of-
ferecer a V. M. I. um cxemplir do trabalho to
inesquinho, quanto se tornar recomendado S"
V. M. nellc supprir o cunti do mrito do que
baldo.
O abaixo assignado, subdito de S. M. Fidelis-
siraa, masque por longos annos se compraz de
havergosado da mais gra'a e benigna hospitali-
dade neste abencoado solo da Santa Cruz, sob <>
reinaddo de V. M. I e sombra de urna lei li-
beral, nao podendo supilar em seu coraoo o na-
tivo impulso, que o justo reconhecimenlo, e o
sagrado dever da gratido doli ovpandem nesl>
occasio da visitada V. M. e da excelsa Irapera-
triz esta provincia espera merecer do V. M a
graca de aceitar osla prova ainda que tenue do
profundo respeilo, dcdlcac&o e amor que a V. M.
Imperial consagra.
No dia 5 do corronlc, em consequencia d,-
urna questao sobro madeiras, recebeu o Sr. Fran-
cisco Paulino, irm&O do proprielario Jos I.cao
Pereira de Mello, um tiro, que lira acorten uo
rosto, em direceao da bocea, perl'.-ndo elle ura
olho.
Acha-sc em perigo de vida.
0 autor deste ctiae i ana oo Loj^s ; le a
MUTILADO


-2)
cou depois de have-injuriado bstameaTo-
lima, que echava-se ento inerme, no p.-isso que
elle, alera de armado, linha rorasigo I res si-
carios.
Vio linha sido anda capturado al'o dia l do
concille.
Acba-se na ra da Gloria un grande bura-
co, que oceupa quasi a extreradade do una a
mira calcada ; para o que chamamos a altenco
que sane scraeilianlc inconveniente.
Tondo sido determinado que por ahi passem os
carro*, claro que nao dore subsistir aquello
nuracn, que jafez mu delles partir urna mola,
pdenlo tanibem Icr dado occasiao a algum do-
sastre.
Hoje deve ter lugar, no prado da Piranga,;
as primoiras corridas do Jockey-Club, pelas qua-
iro horas da tarde.
SS. MM. II. tom do honrar essas corridas com
suas augustas presentas.
Hoje tambom loi lugar o baillo, que pelo
rorpo do commercio dado ora regosijo a visita
ilc SS. MM. II. a esta provincia.
No dia 30 do prximo passado levo o Sr.
Oe. Antonio Rangcl do Turres nandeira a huma
lo entregar pessoalraenle a s. M. o Imperador
urna sua bella poesa, queja foi publicada ueste
Diario, e que havia eoui posto espei'iiknentc em
honra da augusta visita de SS. MM. II.
s. M. o Imperador sorvio-se do receb-la be-
nignamente, dizendo ao sen autor que a feria,
honrando assim ao nosso poeta.
No dialSas huras da unnlia sjg'.irain
S. 11. o Imperador e sua Angosta -Consorte para
a cidade da Victoria. S M. o Imperador fez
a viagorn a Batallo, com a sua comitiva, c multas
pessoas noiaveis que o acompanharam, o S. M. a
Imperatriz do carro com a sua dama do servieo-
(Juasi as 7 horas passiram SS. MM. por Tigi-
pi, onde os habitantes do lagar haviain levan-
tado diversos arcos de raniagens, e formado uin
iigeiro bosque provisorio de ai.ores c frutenas
arrancadas dos pomares.
N'um alto de duas grandes macaibeiras, for-
inaram um grande arco, contendo na cpula O
retrato de S. II. o Imperador, e na base deste
escripto : Viva S. M o Imperador.
lim diversos pontos da estrada haviain outros
iuuilos arcos seguidos, o povo accumulado .que
victonava os Augustos Viajantes, com vivas c
Ai 7 horas e mora atravossaram SS. MM. a po-
voacao Jo Jaboalo. All haviam grandes arcos
levantados, a urna guarda de honra do bataUlo
ile guarda nacional, para furor a SS. MM. as con-
tinencias do eslylo.
Quasi as 9 horas eliegaram SS, MM, ao enge-
nto Morenos, do Sr. conimendador Antonio de
Sonza I.eao. onde almoearam ejantaram. As
horapartirn para a cidel da uloria onda en-
iraram as 7 horas o rupia da noile.
as 6 horas do da l!) ninatou S. M. I. acavallo,
e dirigio-se ao lugar das Tabocas, onde se pelc-
jra nina das mais gloriosas balalhas do Juo
lYinaudes Vieira contra os Hollandezes.
Em caminho una triste occiirrencia se den, cm
relaco ao illustre Sr. visconde de Sapucahy.
O Sr. corun-l Ferraz tondo de abrir urna por-
ua, para dar passagem a S M.c a sua comitiva,
aconteced .pie por injuictacJo do cavallo om
que montava.a referida porleira lho fugisso Jas
maose fosse bater sobre o nobre vsconde, dei-
lando-o por tena algum tanto maltratado.
Diversas pessoas correr ni a levanla-Io, sendo
notare! que losse S. M o Imperador um dos pr
meiros, o que se dnigindoao rosoeitave! anciao,
carmliosamenlc o inlcrrogasse sobro o desastre,
procurando sacudr-lhe o p da roupa, e man-
dando que olle voltasse para a fidade, alini de
repouzar.
Felizmente, porm, o daino cansado ao Exm.
viscondo, nao foi de S"ias cmisoquencias.
De volla do Tabocas, percorreu S. M. usedifi-
. ios pblicos da cidade e grojas, examinou as
nulas publicas, o reroUieu-gfl 4 casa da residen-
cia imperial, a qual hara sido preparada pela
cmara municipal.
Depois Jo almo-o os membros da municipali-
dad.; rierim receb-lo d.'baivo do pillo, rondu-
/imio-ao pavilho destinado para a ceremo-
nia da entrega da charo da cidade c ao Te-
Beunt, celebrado na matriz.
Terminados esos aclis-, dirigio-SO S. M. para
a casa da cmara, ealtdeu beija-mo.
A lar Je, percorreu sAl. os arrahaldcs da ci-
dade, q i noitc assislioa m pequeo e lindissi-
mo fogo de ai tilico, que foi queimado em frente
do paco.
As 5 horas da manhiladc -20, sahiram SS. MM.
d i cidade da Victoria, o rieram doscancar no
engento Calende, do Sr. leuenlc coronel'Fran-
cisco Antonio Pereira da Silva, o.idc alnio.-aiain
ejantaram.
As 4 horas partir m Suas MageslaJes para esla
cidade, fazemio o Imperador um desvio lias im-
nicdiaeoes do Peres, alim de visitar o lugar onde
possuioJoo Fernandos Vieira um engenho.
No lugar do Barro enconlraran SS. MM. gran-
de concurso de possoas gradas, que os espera-
vain, e para mais de 40 olliciaos de primeira li-
nha e guarda nacional.
As 7 horas da noite eliegaram SS. MM. ao paco
desta cidade, encontrando intacto o enlliusiasmo
que lom inspirado aos seus habitantes.
Remedio contra as sesoes. A Caseta Me-
dica de Slrasboutg in tica como tpico infallivel,
o segunte remedio contra as intermitientes :
<< Este remedio consiste na applieajjo do ether
cliimico, medicani'-nto anda pouco cu'nlietido dos
nimicos e administrase sob a forma de inhalla-
.;6es gazosas.
As observases fetassobre este methodo lem
sido examinadas p'jr MM. Wurdain e Crol m-
dicos do exordio austraco. Cumpre reprodu-
2r em substancia as indicaces dadas a este
respeilo pelo jornal, que primeiro as assignalou-
< O ether cnimico satisfaz a todas as condi-
ijdes, que sepdom exigir de um agente lliera-
poutico ; elle obra tute, cito, eljucunde. Duas
ou tres grammas deste ether ensopadas n'uma
ompressao e inhaladas maneira do clorofor-
mjo, suspenden sbitamente um accesso, e ra-
ra a sua ropelieao. As observaces nitera-
daa por sete vezes pelos mdicos' austracos
confirmam esta accao prompta e radical.
Em lodos os doenles, fabricantes lombardos,
o accesso diminuio grandemente desde a primei-
ra applicacaodo remedio, e nao se repeli mais
se a molestia nao era anliga.
< As inhaladles ilo ether puro nao azein se-
augmentos de urna maneira insuporlavel o
periodo do calor ; as inhalacoes do clher, con-
tendo sulphato qunino, lem algumas vim de-
terminado umceito effeilo anli-peiiodico depois
Ja absorcao de grandes doses desses vapores ;
mas nos casos graves, essa accao era lao pouco
sensire!, que os docntes solici'lavam o emprego
de meios mais enrgicos. Mas. o ether cluuiico
obra por sua propria accao, e sim que ella seja
alterada pelo ether sulpburie, que poderia con-
lera combinado do ether com o sulphato de
qui.'ino.
O Amigo da feligio publica o seguinle
D dalado de 18 de julho, c dirigido polo
papa ao cardial arcebispo de l'ain :
< Po IX papa.
M'uo amado filho.Saude e bcneo apos-
tlica.
Recebemos ltimamente a vossa carta cheia
iu respeilo e all'eicao, datada do 10 deste.mez.
I.lla nao foi para nos de mediocre consolac ao no
roco das graves anciedades e amarguras, p'orque
temos passado. Na verdade, podemos reconhe-
cer mais especialmente por essa mesma carta, a
singular piedade, de que estis animado para
comnosco, muilo amado lilho, e como amor a
nosso respeilo, assim como os senlimenlos de
profunda veaeracao, de que o clero de l'ain est
peuctrado, do mesrao modo que os liis dessa
diocese, c a tristeza de lodos procedente das soli-
citudes e tribulacoes bem couhecidas, que nos
tom acompanbado.
!.' grande o nosso reconhecimenlo por esses
lesterauniios de vossa viva all'eicao, da de vosso
clero, e de lodos os mais liis; c digna dos
maiores elogios, e a mais conveniente aos ver-
daderos llhos da Igreja Catholica. Cortamente,
temos toda a confianca que lieos, que rico d
misericordia, ouvindo os nossos humildes e fer-
vorosos rogos, os vossos, c os dos liis do loda
o sua Sania Igreja, se dignar consolar-nos em
todas as nossas tribulacoes ; que esclarecer coui
a sua divina graca, e com a sua Omnipotencia
lodos os iniraigos da Igreja desia sede apostli-
ca, e os reconduzir aos camiulios da verdade,
dajuslca, e da salvacao. Tambem nossuslcn-
ta a esperanca de que o auxilio divino realisar
o desejo que vos expressais em vossa caita.
1'iinlmente, nada nos mais agradare! do
quo leroccasies como esta-, para vos exprimir o
- i-" eonlirmarde novo a nossa particular beue-
volencia para comvosco. !: para seguro penhor
benerolanctf, e da intima slfeicSo do nusso
coracio, nos vos conceJemos, assim como ao
vosso cuidado a nossa brncao apostlica.
Dado em Roma, em S. Pedio, a 28 de julho
-'- 185, Ude-nosso pontificad.Po J\, so-
ino pontfice.
Passageiros da barca nacional Ajnelut, *j-
purs o Itiu de i men.Manuel Lardoso o
i menor. Joaqeim Ignacia da Cosa Miran-
120-5000
600000
Inda
11 ~------1'......u--. ^ uu^iu ,11111)11
da e 1 sobrnha, liana Thereza de Jess el me-
nor.
Monr.vLiDABC eo da 81 do corresik :
Itogeria Mario da floneei-iio, pnrrfa. snda, 23
anuos, tubrculo pulmonar.
Jos Francisco d* Costa Gnimaies, branco, ca-
sado, 37 anuo-;, iuftaraarao de ligado.
Hospital de cakidaoe. Existem 7fl ho-
mens 55 multares nacionaos, 1 homem eslran-
geiro, 2 homens escravos, total 128.
Na letalidad,- dos doenles existem 3C aliena-
dos sendo 29 inulhcres e 7 homens.
Foram visitadas as enfermaras pelo cirur-
gi.io Piulo s 7 horas e. 50 minutos da manhaa,
pelo Di'. Oornellas s 8 horas da manhaa.
COLI.ECTOUIA DE OI.INDA.
Laiu;:inieiit> da declina dos predios
urbanos do districto da eolleeto-
ria que ten tic servir no auno 11-
nanceiru de 185 i 18GO, pelo
colleulor Manoel Jos de A/.ew-
do Amoriiii.
Ra da Ventura.
N. 1. Ignacio Nunes de Oli-
veira, casa terrea por...... 1202*000
Ileni 2------Uerdeiios de Chrispim
JNunes JeOliveira, casa terrea
anoodada por............. 200W00
dem 3------Sebastio Jos Gomes
Penas, casa terrea arrendada
Por..................... 800*000
dem -. Joaquim Jos da Costa
rijosa, casa terrea oceupada
pelo proprietato avallada por.. 400*000
IJem Ju0 jos j,, Gouveia,
casa terrea oceupada pelo pro-
pritstario aialiada por....... 12C9000
Mem G. Larlholomeo Francisco
de Souza, tan terrea arrendada
por..................... 3409000
IJem 7. Viuva de Justino Anto-
nio liiptisla, casa torrea arren-
dada por................. 2405000
Mein 8. Manoel Antonio Tor-
res, casa terrea arrendada por.. 500 500*
IJem 9. Malheos Antonio de
VJiranla, casa terrea oceupada
pelo proptieiario avaliada por.
dem 10. Antonio Jos de Cas-
tro, casa teirea arrendada por.
dem 12, Orphos fillios de
Joao Cancio Pereira Freir,
casa tenca arrendada por.....
dem 13. Viuva llosas & Glhis
casa terrea oceupa la pelos pro-
pietarios avaliada por.....
j llera 14. Viuva de Caolano da
Silva Azevedo, ca.a terrea ar-
rendada por.............. 40O50OO
'dem 15. Joao Leiie de Azeve-
do, casa teirea arrendada por.
, dem l. Luiz Jos Pereira
Simoes, casa leriea arrendada
por....................
IJem l~. Vicente Mendos Van-
derley, c sa terrea arrendada
por.....................
dem 18. Viuva de Bernardo
Liserre, casa de sobrado de
um anJar arrendada por. .. .
Llera 19. A mesma, cosa ter-
rea arrendada por..........
I.leni 20. A mesma, casa ter-
rea arrendada por..........
IJem 21. A mosraa, casa ter-
rea airen Ja Ja por..........
dem 22. A mesma, casa ter-
rea arrendada por..........
Mera 23. A niosma, casa ter-
rea arrendada por..........
IJem '24. A mesma, casa ter-
rea arrenJjJa por...........
dem 25. Antonio Roberto,
casa terrea arrendada por. ..
IJem 26.Herdeiros Joao Evan-
gelista da Cosa e Silva, casa
terrea arrendada por........
Mem 27. Viuva de Bernardo
Laserre, casa tarrea arrendada
por .-.,,. ........
dem 2S. A mesma, casa terrea
arrendada por.............
Mem 29. A mesma, casa ter-
rea arrendada por..........
Mem 30. D. Alara Francisca
Cavalcanti, casa terrea ai renda-
da por..................
Mem 32. A mesma, casa terrea
arrendada por.............
Mem 33. Joo de Santa. Rosa
Muniz. casa terrea arrendada
por.....................
dem 34. Jacinlho de AliueiJa
e Silva, casa terrea arrendada
por....................
dem 35. Jos Joaijuim Ra-
bello, casa terrea arrendada por
Mera 36. Viuva de Bernardo
Laserre, casa terrea arrendada
por.....................
dem 37. Jos da Teixeira,
casa terrea arrendada por....
IJem 38. Jos Rodrigues do
Nascimenlo, casa terrea arren-
dada por....................
IJem 39. Herdeiros de Anto-
nio Jos Dias, casa terrea ar-
rendada por...............
Ra dos Deoses.
N, 1. Herdeiros de Antonio
Jos Dias, casa terrea arrenda-
da por...................
Mem 2. Joo Siams do Almei-
da, casa terrea arrendada por... 2008000
Mem 3. O mesrao, casa terrea
arrendada por............ 200*000
Mera 4. mesmo, casa terroa
arrendada por............ 1208000
dem 5 O mesrao, casa terrea
arrendada por............. 2008O0O
Mem ti. O mesmo, casa ter-
rea arrendada por.......... 2008000
Beco do Jacinto.
N. 2. Bartholoineo Ribeiro Pi-
res, casa terrea arrendada por.. 1208000
dem 3. Jos Vicente de Lima,
casa terrea arrendada por..... 96*000
Mera 5. Jacinlho de Alineila
e Silva, casa terrea arrendada
por.................... 12'8000
dem 6. O mesrao, casa terrea
arrendada por ..,......... 120*000
(Continua).
DIARIO DE PERSAMBUCO. QUINTA FHRA 22 DE DE2SMBRO DE 1850.
qualquer esubelecnnento po, a aarasimenle de
S. M. o Imperador.
Quiseram deste modo os honrado e prestrno-
sos coinmendadores, que sua comarca, ot huje
1 sem superior em manifeslagao de rigosijo pela
visita imperial entre quantas outras tem tido igual
honra, se uiosirasse imitadora dos paternr.es son-
linwntos c reconhecida cariJade, que animara e
milito distinguen) o virtuoso e sabia llonarcha.
Auxiliados por outros ciJaJaos, que compu-
zeram commissoes em diversas localidades da
comarca, e ntreos quaes muilo se distinguirn!
0 Sr. tv. r nuicisco Llias do ltrgo Uan-
em aclividade os dignos juizes de direito e mu-
1:000*000
1:000*000
nicipal, o delegado do lermo e o subdelegado Ja
cidade, eliegaram ao seguinle resultado :
Commendador, Joao Joaquim da
Cunha Reg Barros. .
Commendador, Antonio AlvesVian-
na........
Padre, Luiz Jos de Figueiredo .
Commendador, Antonio Francisco
Pereira.......
Aotonio Guedes Gondim. .
Joaquim Monteiro Guedes Gon-
dim ........
Tenente.coronel, Bento Jos das
iN'eves Wandrley ....
Felppe Francisco Cavalcante. .
Coronel, Manoel Velho Brrelo .
Dr. Jo.~ Ignacio da Cunha Ra-
bello........
Mejor, Honorato Olympio da Cu-
nha llego Barros.....100*000
Capitao, Valentiuiano da Cunha
Rogo Barios......
Vigario, Domingos Alvares Viei-
ra ....... .
Capitao, Manoel Bezena Je Mene-
zas.........
Tenente-coronel, Amaro Gomes
da Cunha Rabello ....
Dr. Verialo Amelio Ja Cunha
Gouveia o Irmao ....
Joo Dourado Pereira de Azevedo.
Dr. Joaquim Francisco Cavalcan-
te Lins.......100800o
150*000
10080:)0
400*000
200*000
600*000
1.200*000
20C8000
200800
2008000
200*000
200*000
1508000
000*000
3008000
800*000
1508000
300*000
5080O0
360*000
4008000
. 2008000
120*000
200*000
1208000
60*000
200*000
100*000
100*000
508000
oOSOOH
508000
30*000
08000
508000
50*000
50*000
50800
508000
50*000
50*000
308000
508000
50*000
50*000
508000
40*000
40*000
D. Uenriquela Paula Freir.
Joao Alves de Carvalbo Cesar. .
D. Joanua IW.erra d'AndraJe. .
Tenente, Francisco de Paula Ca-
bral........
Manoel Jos Feneira. .
Jos Cesar d'Albuquarque. .
Dr. Antonio Pereira Barroso do
Moracs.......
Silvano d'Araujo Barros e Albu-
querque....... 308000
Manoel d'Araujo Barros e Albu-
querqne .......
Luiz Ignacio de AnJraJeLima.
Antonio Tavares Gomes d'Araujo
Manoel Pessoa d'Araujo Camello.
Antonio Jos de Souza. .
Capitao, Luiz Francisco d'Albu-
querque e Irmao. .... 50*000
Francisco Tavares de Mello .
Tenento-corouel, Ernesto Justinia-
no d Silva Freir. .
Major Claudino Velloso Freir .
Padre Vicente Ferrcira Guedes. .
Capil5o, Augusto Genuino d'Albu-
querque Gusmo.....
Capitao, Raymundo d'Araujo Li-
ma ...
Capitao, Antonio Goncalves d'Ol-
veira ........
Vigario, Antonio Rufino Severia-
no da Cunha......
Dr. Domingos Louren^o Ya*Cu-
rado ........
Vigario, Manoel Paulino da Souza.
Subdelegado, Vicente Ferreira Coe-
Iho da Silva.....'
Joo Peixoio Ferreira d'Andrade.
Domingos Francisco Cavalcante.
Feliciano Pereira de Souza.
Jeronymo Carneiro d'Albuquerque
Maranho.......
SeraGm Alves da Rocha Bastos.
Dr. Manoel Y'icente Ribeiro do
Souza. ... .
Miguel Joaquim Alves da Silva.
Ernesto Moreira de Souza Ribeiro.
Major, Jos Felppe Bezerrn de
Menezes.......
Jos Tavares Gomes d'Araujo. .
Joo Tenorio Pereira de Moraes.
Sulpino Bezerra Cavalcante .
Capiao.Bartholomeo Gomes d'Al-
buquerque....... 20*000
Padre, Manoel Marques Barbosa.
Jos Bento de Mour
Jos Nogueira liases. .
Jos Rodrigues/Marques da Silva.
.Manoel Mentrde Gouveia Mene-
zes >K......
Tiburtino Manoel de Gouveia Me-
nezes........
Joo da Cunha Cavalcante.
Tenente, Joo Carneiro Pereira de
Souza.......
Manoel Dias da Costa. .
Manoel Correia de Menezes .
Professor, Jos Marcelino da Cos-
ta Jnior......1
Joo Baplista d'Albuquerque Vas-
concellos.......
Capitao, Antonio Jos Carneiro
400*000 de Mosquita. ......
Luiz da Veiga Pessoa .
tas, ju'u Y direito da conrea do
Cabo, auto um gen visiuho que se
queixa delle por usurpar-lhe trras
de sa pro|iiiedadc. /
ChcgoH a minlia occasiao desajustar conlas
com o Sr. Dr. Francisco Elias do llego Dantas
tendo de responder asna calumniosa, falsidica
virulenta correspondencia publicada neste Dia-
rio de 15 de setembro ultimo. Talvi-z j Ihc pa-
recesse que ella uearia sem o devido troco, mas
plenamente enganou-sc S. S., porque pode ser
que eu nao seja dos mais presurosos, mas nun-
ca passe al hqje por omisso no cumprim.mlo
dos meus dewes.re como a respeilo dsse
um ceilo individuo desta Ierra-ludo tem sua
hora.
Razos para niim de summo peso actuaran}
para demorar esta resposta, que anda vai chear
muilo a lempo, porque sempre ouvi dizer que
..uvvw antes larde do que nunca. Quem houver'Hdo
1:0008000 i T"6!1'1;' S? St: l-r- ?"**! direito
l aa comarca do Cabo, lera vislo que, por elle fui
; provocado, e ollendido o mais quo possivel c
5008000 | por conseguate far-mc-ha a devida juslica 'de
4008000 relevar-me, se por ventura em propria defza eu
lor obligado a dizer-lhe verdades duras, em es-
9nn*nnn,l> C,,prep-rflpr0 da ">inba dignidade. por-
UUSOUquecmboranao tenliaum pergaminlio, aao soja
1 nagistrado de primeira ordem r.o meu paiz fj
20/'8000 I bei". P'oximo dcsembarg.idoria). todava oc.u-
2008000 I P ?'K"ma Posicao na sociedad.', recobi nma edu-
lMA(M '" S52 '"'a "a. posso' '"'," UBV0 deslustra-la.
100*000 ^oniecou o !>r. Dr. Dantas aquella sua verrina
l duendo quo nao era amigo de discusso em jor-
2 008000 i "1,1'* -n D0808 particulares, mas que eu a
ella o provocava com a publicacao da carta de
edictos para citar s'eu lilhoafim de ser obri-
gado a rcstituir-me as Ierras do meu engenho
Mamssii, que tem -tentado usurpar, publicacao
esta por elle consideradaolensiva He obvio
pois que o Sr. Dr. Dantas phantasiou caslellos
utaalto M"" lergsl"odo derriba-Ios, islo creou
I em sua mente urna provocaco mi generis, que
nunca Ihe dingi para logo vir ao pelo com a
quellasua coircspondencio, porquanlo at boje
ntngucm anda considerou coano otrensa a pnt.li-
cacad de caitas e editaos para citacoes de indivi-
duos que se acbam em lugar incer'loou inacces-
sivcl.ncni me era possivel requerendo essa ii-
lacao usar de onlia linguagcm mais moderada
lor ceno niaravilha, que o Sr. Dr. anlas in-
CUlcando-secom a longa experiencia de 15 an-
uos de jinz de direito do creJ c 9 do crimedes-
conhera que os praxisias, verdadeiros inter-
pretes das leis, nconsclham a publicacao nos
jornaes das carias edilaes citatorias, assim co-
rno que a linguagem usada no foro para os casos
de reiv-endicacao sempre foi, que tefes usurpa-
cao, esbulho, ele., e por taso --c pede que abra
oo. Parece-me que S. S. nao deveria suppor-
mc lao pouco adiado, quo naosonliosso ao me-
nos recoirer a algum professional para encami-
j(J*0Oti | niiar-me nessaquesliio a que fui muito o muilo
arrastrado por elle, tal vez na sua eren.a de que
por ser juia do direito ha 2 annos, prximo a
locar desembargadoria, eu deveria entregar-
be de boa mente as ininl.as trras de que vio-
lentamente seapossara, ou alias nos tribunaes
so elle por essa sua m:sma posieSo, enconlraria
recursos e triumplio. Quem sabe' se S. S. acos-
lumado por le a dar a cada um o que seu,
por cima de amcarar-me, ultiajar-nie a seu t-
lame pola imprensa, e apossar-se de minhas Ier-
ras, anda quena que cu dissesse e confessasse
que elle nisso me haua prestado um grande o
especial obsequio por que o propriedade do po-
bre e fraco deve ^>ar droil de conquele el par
aroit de itaissance) irremissivelmenle pertencer
ao torio e poderoso eill razo do seuo/icio-
aluito pode a|ambi(-;io no coracao do homem !..
be essa foi a persuuso do Sr. Dr. Dantas deve
desdeja ir perdeudo-a, porque liavendo-me elle
alirado essa luva, eslou disposto atravpz de
quaesquer sacrificios eshaurr os ltimos recur-
sos judiciaes, para que elle abra mao de niinha
propriedade de que se lem querido apossar e s
nei Je rciider-mo quando os tribunaes do meu
1'aiz undeno enxergo por ceilo a corrup.-ao de
predominara influencia de alguem, me co'nven-
cereni que nenhuuia raziio me assisle, o que
alias me pateco imposshei, i vista das robustas
proras, cm que bas.-io o meu direito. I'rose-
gumdo o Sr. Dr. Danias naquella sua fruta
uisse que eu trutava de mover-lhe a ac.-ao de
reivcndicatao por que suspeitei que elle o' mes-
mo la pralicar.-Eis una oulra falsa asserro
oequcire doutor. porque se assim proced foi'no
desespero de ver que nao me era possivel mais
loze-to recua* migarelmente de suasinvasoes
ila mesmaa ierras, e depois do solemne desa-
4C8000 n. M"c para o contencioso elle veio diri"K-ne
30-000 P'" "os1a PrP" casa.Domis como seriaad
1008000
100*000
1008000
10-8000
1008000
tnfi ,!U"sfiVL'1 represeniar eu de reo naquella aeco,
non -- v,cl""n .da "?rpaCo ? Islo na verdade
30*000
208000
25*000
25*000
55*000
25*000
25*000
258000
Communicatlos.
Ciohuina, 1 de dezembru de 185.
OSr. commendador Joo Joaquim da Cunha
Reg Barros, comraandanie superior reformado
desle municipio, rospeitavel ancio e rico pro-
pietario desla provincia, nao consenlindo que
ningue n o exceda era demonstrarlo de amor e
(Jelidade ao ibrono, por occasiao da honrosa
visita deSS. MM. II., alm de tudo quanlo
sobido que fez nessa capital e aqui, lembrou-se
do promover com o seu intimo amigo e alliado,
o Sr. commendador Antvnio Alve3 Vianna, digno
conmandante superior efleclivo, urna subscrip-
go para augmentar os recursos, de que dispa o
hospital Ja Misericordia desta cidade, ou ouiroj
7:325*000
No dia 6 do correle, quando S. M. o Im-
peradou honrouestacidadecom sua Augusta Pre-
senta, o Sr. commendador Joo Joaquim leve
a honra do por sua disposic,o a quanlia arre-
cadada. S. 31. se dignou de responder que
fosse applicada ao hospital da Misericordia d'esla
cidade, e que o mesmo sr. commendador Joo
Joaquim se encarregasse de obter d'essa quantia coniusa'.Tdoli
pelos meics convenientes o rendimenio possivel,
cora destino sustenlscao dos docntes pobres
d'aquelle hospital.
Consia-nos que o honrado commendador tro-
cla disso, e que para obter pagamentos de juros
por trimestres, como mais conveniente para
as despezas do hospital, pretende dar essa quan-
tia a pessoas seguras, que a queiram com lal
condico, sob as precisas garantas.
Grabas \ sita imperial, que j tem sido a
fonle de muitos bens, e que seguramente os ir
produzindo em grande numero, tem o hospital
da Misericordia, desta cidade, maiores recursos.
Em nome dos pobres, que nelle procurara re-
medio e lenitivo aos seus males, agradecemos
i primeiro lugar esse beneficio oo virtuoso
seria muito exdruxulo ou" alias importara o
mesmo que mudar a oraco para a Mssira.
iV*f acreditar, que eu p'obre agricultor, na
idndc de 5-i anuos, sem jamis ter lido demanda
tosse menos medroso cm internar (nio grado
propruj a primeira, de que o dito Sr. Dr. Dantas
ja useiroe viseiroem questoes judiclaes ou acos-
lumado a suas diseusses, suas dobras e redo-
bras e com o longo habito de resolvc-las o apre-
ciarlas durante 24 annos que 6 iu* de di-
rcilo.
Lu verdade, lodos confessaram que S. S. nesse
campo devela ser mais corajoso do que eu e
por conseguinte que s forca da coacao 'em
, que elle collocou-me para reivindicar a minhn
258000 i propriedade e depois de muilas ameac-is e ultra-
jes fez vencer o meu natural reccio' de ter de
mandas, lio tambem falso e falsissimo o que
allirmn o Sr. Dantas em sua fallad., co.respon-
2UvUUU delicia .ie que cu llie dissera nao saber dos litu-
20800* |os domcu engenho Maniss.
OO^flfto! Al";"'s respond aS. S. na primeira voz que
vaio.a niinha casa, que lendo o dito engenho
amigos, grandes e bera condecidos marcos, esse
erara os seus melliores litlos para sea d'emar-
cacjio, que era clarissima, e s duvhjosn na mente
delle, que nao leria o poder de acobardar-me
por suas ameacas para o contencioso, pois ainda
nosso lempo eu o acompanharia sem rereio, e
antea com plena confianca na jusli.a dos tribu-
naes do meu pai. Islo mesmo aiiida repel na
piimeira caita que Ihe dirig sem as dar-ihe
esperanzas algumas oe convenio i respeilo, co-
mo elle inculca Eem so ve que ou memoria
do Sr. Dr. Dantas tem muito afracado a ponto de
adulterar o.que se nao passou, ou alias elle
meamo que Ihe infiel para cohonestar o seu
OSOOn l'"u'';.'''"' I'|;'""asiar caslellos e tirar concluses
' retiqua. Do mesmo modo 6 inexacta aser-
'.'ao do Sr Dr. Dantas; de ler-mo fallado em Tirar
ou bater urna linha rucia sobre os grandes mar-
cos da propiicdade uas-Linas c Carangueijo,
pois que nessa poca S. S. eslava lao seionlc
da respeeliva deraarcieiio, que a h'xava somonte
por urna eslrada publica cal raoslrou-se sor-
preliendido quando lhc mencinei aquellcs
marcos.
Seria para admirar que S. S. cahisse cm ta-
manhas con tradiioea comsigo mesmo sendo fosse
attcndivcl, que s nesse labyrintlio inexlricavel
sera quo elle poder.i embaros encantos e enco-
bnr a sem r.izSo que Ihe assisle nessa discusso
a que me provocou. E corto que aquello Sr
Dr. me convidou para sugeilar deeiso da du-
vidaem que elle laborava sobre os limites dos
nossos ragenhos, ao juizode arbitros, assim ro-
mo tambem exacto que Ihe respond que isso
me pareca dispensavel, visto como niio existia
i do limites, nem podia existir, estando
elles lao bem h'xadospor anligose grandes mar-
cos, como o S. S. seria fcil de verificar. E' fra
do toda a duvida que ninguem deixar de dar-me
ra/ao nessa minha resposta porque nunca se
admitiio o juizo arbitral sobre o que se aclia
bem definido, incontroveiso, em taco de pro\a<
evidentes, que exlstam ; e se o Sr. Dr. Dantas
elle recoma, como me convidava, parecia-me
levado a querer crear duvidas a respeilo, que nc-
cessanamente seriara tendentes, ou calculadas
para prcjudicar-me. Hoje/ porm, o Sr. Dr.
Dantas empreslando-mc lalavras que Ihe nio
troquel, sobre o desconhectmcnlo dos limites do
meu engenho, e nao exhibico dos respectivos
Mulos, e desafio para o contencioso, inculca
ma parle aquella minha repulsa ou acced a sua
proposta o juizo arbitral, paia dah concluir que
o mi u lim nico ca nao liquidar a confusfio de
linnles, c ir pernianeceudo na posee de terrenos
alheios. Nunca me persuad que no m de minha
vida ojaalquebradoscn nunca haver lido quIS-
208000
208000
20*000
20*000
20*000
158000
108000
10*000
10*000
108000
10*000
.i u ,...... ..------ inuiqucDrauo sem nunca haver lido qm
ftlonarcha, cujo exemplo edificante foi a razo loes judicaes com pessoa alguma, acora rtesa
imnilUlv.l ra um iiln In lmiuai.nl MkiluJ. ter ,1 Tlfimoirn i nm nmMimlMil. .-----. _n" i
impulsiva de um acto lo louvavel, pralicado
^por grando parte dos proprielarios e negociantes
desta comarca ; em
segundo lugar o agrade-
cemos aos Ilustrescommendudores Joo Joaquim
e Vianna. O importante servico, que suas se-
nlionas prestaram pobreza, mais um titu-
lo eslima e venerajao dos seus conterrneos.
"/n christo.
ter a primeira com um magistrado como oSr Dr
Dantas, lao cheio de duvidas, e objeccoes porque
do contrario rae teria prevenido do" provas ro-
bustas, do que entro nos se passasse, para hoje
Ihe poder demonstrar que nao sou infiel a ver-
dade. corno elle inculca. Co-.ifesso que nisso er-
rei, mas ao menos esse meu erro foi de boa f c
demonstra que nao nasc com geito para ligitio-
so, com que me dou por muilo salisfeito. O Sr
[Dr. Dant3Sappellou para o Icstemunho do Sr.
; Pedro Joaquim Gmese un
jm seu prente para
r
ailiimar que eu Ihe disso na vez em que velo a
nossa casa, quo houve outr'ora ura convenio entre
mira e o administrador de Goiabeiro sobre os -
mit-os desse engenba com o Maniss, mas nao
leinbrou-se logo S. S. que aquello Sr. Gomes
meudesaffeicoado, e por couseguinle que suas
palavras sobre fados pausados entre mim e o
mesmo Sr. Dr. poderao ser argidas do suspei-
las de panialiadade, assim como 6 destituido de
lodo fundamento que S. S. nessa occasiao trouxes-
se em sua companhia oulra qualquor pessoa alm
do dito Sr. Gomes. O Sr. Dr. Dantas podor dizer
que a minha cari* que elle annexou a sua correa-
pondencia sob n. 1, dava-lhe espera.icas ao ac-
eordo que me havia proposto. Eu faco de novo
publicar essa carta atuixo liaiiscrovei"do-a, para
que todos vejara que longe de Halar osen Ma-
leado de convenio algum, responde contina-
cao de suas ameacas de demandar-me. O publico
imparciil considero deviilamente, se quem ousa
assim contrariar o que esl escripto, c.-l ou nao
na possibilidade de adulterar o que cora elle se
passa de viva voz. Ainda o Sr. l)r. Dantas en-
terguu urna contradico entre aquella carta e
oulra tambera minha que fez puulicur. Sobre
este poni eu nada preciso addiiar, poique para
pulverisar essa calumnia, e demonstrar que a
contradicho s existe na menie daqut lie Sr. Dr.
basta a seguinle transcripeo da pieduta minha
segunda rarta, na qual repiti as ideas por elle
inculcadas de hacer conjuso de limites e da
existencia de qualquer coneenio.
Ueptto.se quando avistei-me com o Sr. Dr.
Dantas, estivtra tiio prevenido como hoje estou
a seu respeilo por lodos esses lacios, ou alias
nao fosse anida lao neiqhyo em questoes judi-
caes, por cerlo melena armado d'anle mao Os
provas valiosas sobre as mnimas circunstancias
que entre nos occonessem, c ento com ellas
raelhor poderia confundir acerca de suas ine-
xacliudes. O Sr. Dr. Dantas faz grande alar-
ma un sua correspondencia pelo final dessa mi-
rilla caria, em que Ihe ped que quando viten a
nossa casa nao trou.cesse testemiinha,?. cnlo ex-
clamou S. S. (Juetall... Que fim teria o Sr.
Jos Goma em calas com tal exigencia .' Cada
leilor ara sen juizo.
K' obvio que S. S. quiz desfarto inculcar ao
publico que o meu (tes seria ou fazer-lbc ugum
mal, ou no ter quem prosenciasse o que entre
nos se passasse. (Juaiilo a primeira hypothesi',
os meus precedentes al hoje sera mancha, o
nieu carcter Liando e inotl'ensivo a pessoa al-
guma pur loda a parte-onde Unbo lezidido.como
be ni publico e nolorio, repetlcm altamente es-
sa sua lorpe insinuaco, sem duvida com o
uialigno proposito de i>presentando-me, como
homem rixozo e lurbiilenlo, mais coramodainen-
lo apossar-so das minhas terras.Quem sbese de
S. S. oulro lauto se poder dizer Pele menos
muilo provavcl-- A segunda bvpoiliese de nao
Icr quem pretenciuste o que entre nos se passas-
se por si mesrao se deslioe, porque se o Sr. Dr.
Dan le s nao vinlia nossa casa abozar da minha
boa fd, ouvir-me no arn>!e\o da amisjde para
ao depois lrabir-me la tora, eu nada poderia re-
celar o icr essa conversare ante lestemunhas,
ou sem ellas, sendo que boje porm pareci-me
que S. S. quera ver a nossa casa com esse india-
no proposito, e por isso toraou logo & m paite
aquella minha simples asserco. Alm de re-
caba com toda a justiea}csse odioso sobre o dito
Sr. Dr. Dantas deve-se" observar que quando as-
sim me exprimi foi porque S. S. leve o cava-
Ihorisiuode vira nossa casa, acompanhado de
pessoa minha desdffej^oada, como bem sabia o de
proposito o fez, lalVez para mais moicstar-mc.
Cada leilor ooder avahar bem se eu ou o Sr.
Dr. Dantas leve razo nesse proceder. Na im-
parcalidadc do rospeitavel publico louvo-rae in-
leiramcnte, sendo que, se me.nao engao ser
S; S. o condemnado. O mesmo Sr. Dr. Dantas
n'aque'.a sua correspendencia, iracou os limites
Jo seu cngeoho.como bera Ihe aprouve, mas co-
mo suas simples assin.oes nao lonsliluera ainda
novas judicaes, nao merece pejo algum essa
sua topugraphica caria, toda defectiva e erra.la,
ou laborando em laes infidelidades, que para en-
trar na sua minuciosa apreciaco seria preciso e;-
crever resmas de papel, c por isso deixo deoo-
Irarpororo nessa discusso. S. S. pode conti-
nuar a dizer muilo a seu gosto ao publico, que
lera ttulos, os quaes Ihe dao limites prtale lal
parle,ceilo de que ludo islo pouco Ihe aproveitai,
per quanlo esse mesmo publico Ilustrado nao lia
de proferir o seu juizo, sem tambem apreciar
os ttulos domeq engenho, e sera verificaras
respectivas localidades o os fados que Ihe sao
concerneiiles, o que necessariamentc Ihe rouba-
r muilo lempo, se alinal nao liver de declinar
para os tribunaes, onde raais propriaucniu laca
diseusses sao cabiveis.
Mag se desespere o Sr. Dr. Damas, tenha mais
alguma paciencia, aguarde deciso dos tiibu-
naes sobre essa queslao que acabo de piopor-lhe
ocio jui/.o municipal da primeira vara desta ci-
dade, e deixe-su de estar a incommodar ao pu-
blico, a quem o lempo muito pieciso para nao
d.-s|ierdica-lo 15o intilmente em questoes qui
lalvez Ihe patera, um pouco alboias de sua ju-
risdiccao. Sempre leriho ouvido geralmenle di-
zer.qoe quem recorro aos prclos sobre suas ques-
toes judicaes, lem o Cm de prevenir, os juizes
em seu ravor c contra o seu adversario e por
isso nao quero acumpanbar ao Sr. Dr. Dantas
nesse pessimo exemulo, que nied, nao obstan-
te ser ura maxistrado muito provecto, o j so-
nhando com urna dezembargatoria Urna cir-
cumslanca porm nao me possivel deixar es-
c'JP;|r. que dentro dos canaviacs do enge-
nho do Sr. Dr. Dantas eslo os anligos marcos
que serve de linha divisoria com o meu enge-
nho, e ainda elle que lem a coragem de vir di-
zer ao publico que sou o usurpador de suas Ier-
ras !! Este fado bem patente naquella lo-
calidadc, e me comprometi a prova-lo com lo-
da a evidencia a quera por ventura ainda O pu-
zer cm duvida. Uuiro faci nao menos impor-
tante exisle, e que o Sr. Dr. Dantas j me pro-
curou para comprar seu engenho Goabcira, por
considera-lo muito pequuno o hoje j o enxerga
sobremaneira grande, e lalvez um dos maiores
da provincia. E' adniiravel como esse engenho
lao rpida e claslcamenle ciesceu em trras !
Sem duvida depois que S. S. alcanrou os litu-
lus que menconava em sua correspondencia.
S assim poder elle fazer tres mil paes de
assucar como propa-lal naqnella sua engenhoca,
niiiprada pelo portuguez Joo Antonio com o
liquido produelo de moxillas de gengebre e ou-
Iras cousas mais com que mascaieava. E' verda-
de, que um morador do meu engenho de nome
Manoel dos lteis inscienlemenie.esem meu con-
senso, enlrou pelas ierras do Sr. Dr. Dantas, o
que muito ihe exprobtei; vejamos porm como a
respeilo procedeu S. S. Sendo S. S. disso infor-
mado disso aquello individuo, que poda colher
as suas aiouras.com tanto que nao mais alli
ptanlasse.
Entretanto quando Ihe aprouve, manduu ar-
rancar e colher as lavouras daquelle pobre ho-
rnera, as quaes consisliraui em 3 alqueires e 3
quailas de larinba e canos de caimas, sendo
que obrigou-o a aceitar cora grande repugnancia
por aquellas a misoravel quantia de 10jj, assim
como anda conserva era seu poder bem guar-
dado, o valor das ullimas, som duvida uros
compostos lacios estes que foram referidos pelo
Sr. Jacinlho c o administrador do engenho do
mesmo Sr. Dr. Dantas, proprio dono das predtas
lavouras, e por seu irmao o Sr. Jo. o Baplista. Eis
a icrdadcira Mstica do um magistrado provecto que
sale dar a cada um o que c seu !... Pelizmeule
o r. ur. Dantas confessou em sua correspon-
dencia, que por duas vezes mandara fazer ma-
deiras nos lugares do meu engenho denomina-
dos Serrad Agua e Vira-mulanibos, masque
roa por mira empatado. A islo se rena que os
marcos que dividem o meu engenho do o Sr
Dr. Damas esao dentro dos canaviaes delle assim
como que para o conler eln nao distrahir por
mei ue um vallado que abri, o curso do riacho
taiangueijo, que corre as minhas lenas, foi me
preciso recorrer a um mandado de manulenco
que requer ao Sr. Dr. juiz municipal da pii-
ineira vara, e diga-se com a mo na conscieucia
se e ou nao anejo da parte do mesmo Sr. Dr'
Dantas dizer com loda impavidez-que tem res-
pectado as minaos Posm, ainda que viciosas e
que hei entrado at a sede do seu engenho nao
indo mais adianle por achar in.possiret.
Cusa na verdade a crer que um eidado da
ana calhegoria do Sr. Dr. Dantas, s arrastrado
pelo mesquinho espirito de ambi.ao se aprsenle
emaranhado nesse lorvelinho de' conlradiccdes,
mas ah estao os lacios coiicernenles assaz )ro-
balorios pura tirar as cataratas a quaesquer in-
cicdulos. O Sr. Dr. Dantas ainda me arge de
que eu procurara procrsstinar por longo lempo
a solucao da queslao dos limites dos nossos en-
genhos, e para isso cabio nos maiores onadiro-
nismos possiveis, porque de out.o modo nao se
lena esquendo, que decorreram dous annos de-
pois da minha chegada do sul do imperio sem
que S. s. nisso mais cnidasse, lalvez por esperar
mais opporluna occasiao ou aguardar para sua
mudam.a para o Recife, como me disso cm urna
de m preciosas cartas. Saibam pois lodos os
leilorcs quetenho soffrido esse sacricio de atu-
rar taca hostilidades, sueacas, ultrages do Sr.
Dr. Danlas por espaco de 9 annos, com loda a
prudencia o so recoiri aos tribunaes propondo
accao de reivindicado da minha propriedade
quando me conveuci de que seudo elle o met
verdadeiro flagcllo, s assim poderia conler nas
raias do seu dever para comigo. Ao concluic
aquella sua correspondencia o Sr. Dr. uaj,i03
appellou para quem fosse o meu advogao di'
zendo <\zporsualong*uptrienciade tnaaiitra-
do reeonhecera que muitat vezes despeilo de
habiUJade dos patrono, ae caneas se perdam
porque as parteos illudiam e depois ficavam.
contra elles blasonando. Nessa questo quo
trago com o Sr. Dr. Danlas, s alo" Ihe poder
ser applieavel a elle mesmo, se por ventura nao
tirar de incumbir a outrem a defeza do seu di-
, reilo, a nao for elle o advogado om causa propria
, como por aqu so propala, qual oulro Napoe.,
,111 commandando o seu pioprio exerclo ua ul-
tima guerra da Ilaha. Do feto nunca foran
, meus hbitos illudir a pessoa alguma, para ao de-
pois contra ella blazon.r, nem tic pouco isso
jamis se pode dar a respeilo do meu advogado
, o Sr. Dr. Antonio de Vascoucellos Menezes de.
| Drummond, o qual alera de ser meu primo
tambem meu amigo, consideraces estas assaz'va-
liosas que me fizerara para isso preferi-!oe. a elle
sem duvida aceitar o patrocinio dessa causa con-
tra um seu lao respeilavel collega, como aeja o
oi !i "/ Ja,P">"n>o terasseuto no egre-
gio tribunal da rcla-.ao. o quena, rara se des-
de ,liar na poca presente... Crea ter sido um
SrT, ''^ ." "a resp0sla espondencia do
',, 1$:S' .Peccsndo ella pelo mesmo
fetfcmcuo^ngadoa deixar cm silencio
certas tpicos, se por ventura nao qurzesso
acompanlia-io pari-passu.
Tenho conscieucia de nao haver ofendido a
S. ... mas se por ventura cm minha lnguagem
do pobre agricultor, J.ouver-mo escapado ah{u-
ma expressao menos applieavel, devo por isso
mesmo merecer toda deseulpa, tanto maistquan-
to en. lal caso nao me recusare* de relira-la.
Asiai como, nao quero descer da minha digni-
dade, tambem nio julgo preciso e..chafUIda -mo
ua possIga dos convicios para detfender e rei-
tendicar a m.nba propriedade, Vm>ora muilo in-
justamente aggredida por aqudje cacalheiro.
Aqu. por boje ponbo lermo com o protesto do
proseguir se o Sr Dr. Danlas voltar ainda a car-
ga porque j que Ihe cabe as honras de meu in-
juslo aggressor, cabe-me tambera o direito de jus-
ta defeza. l'nro-lhes, Srs. redactores, o obse-
quio de inserir em seu bem acreditado Diario
estas mal tracadas linhas do seu amigo c affec-
luoso assiguanle-() coronel Jos Gomu dos San-
tos Pereira de Bastos.
liigc-nho Mai.isii freguezia # Jaboatao aos
21 de dezeuibro de 1850.
Illm. Sr. Dr. Francisco Elias do Reg Dan-
las. Se carta de V. S. de 28 do coirente,
nao mostra permanecer V. S. na maior igno-
rancia sobre os terrenos do seu engenho Goiabei-
ra, prova evidentemente siquiosos desejos de Je-
mandar-me sem que teuha um motivo em que sa
firme; o j sendo duas vezes que solTro amescas
de V. S. devo dizer-the, que o nico meio quo
rae occorre para conferenciarmos nossos Ttulos,.
aquella mesmo Iembrado por V. S. quando-
aqu veio e parece que confrmalo na sua citada
carta.
No desempenho pois de sua palavra, encon-
trar V. S. sobejas occasioe* de examinar meios
documenlados ( se que os tenho ) e ento vere-
mos qual de nos ser revindicados ; reslando-rae
nicamente dizer-Ihe que nunca me assignei con
o sbrenome de Silva-
Aprecio om muilo a saude de V. S. por ser
doV.S. muilo respeilalor venerador e criado.
Jos Gomes do3 Sanios Pereira de Bastos.
Maniss 31 do dezembro de 1853.
Illm. Sr. Dr. Francisco Elias do Reg Dan-
las. Nao havendo queslao ou du\ida de limi-
tes no engenho Maniss eGoiabeira, se nao na
imaginac-o de V. S., pois que na estrada real de-
Camassaii, para o engenho Velho, se acha urna
corjilheira do marcos lempo immemorial, e
que foram avivantados ha raais de vinte annos por
onde V. S. comprot o Goisbeira, e pude nao
consta que em lempo algum houvessera duviJas ;
rionhuma combinacao tonbo fazer comS V. S.
mais diz V. S. que em urna caria de di de de-
zembro de 1853, afhrmei que eslava disposto a
combinar louvando-me em urna pessoa afeuda, a
intelligente, eV. S. em oulra para que esias
como juizes arbitros decilam nossa duvida;
nao disse isto e nem o podia dizer, porem disso
o contrario, e se a memoria de V. S. nao lha
fallou respeilo, tenha a bondade de apresenuc
cana E'com effeilo pasmosa insistencia
de V. S. sempre com ntervallos de um a fleos
annos, sobre as minhas trras do carangueijo, un
en lano que era quanlo as da Sona-d'Agua, e
Viri-Molarabo, ondeain.la nao houve demarca-
cacao, e se achara confusas, lenha-se V. S. con-
servado no no mais nolavel silencio.
Nao obstante o que levo dito, esla casa se acha
como sempre disposicao de V. S. de quarta-
feira em diante, nao trazendo lesteraunha.
Muito aprecio ba sande de V. S. Sou de
V. S. mu ito respeilador e criado.
J os Gomes dos Santos Pereira Bastos.
Maniss, 3 de dezembro de 1853.
Correspondencias.
Srs. redactores.Como sou velho, e por cou-
seguinle amigo das anliguidades, rogo ao Sr.
redactor da Revisla Diaria desse conceitua-
d3 jornal, que implore de S. II. I. a especial
graca de fazer revivar o anlgo costume, que ha-
via ( ha annos passados ) de se festejar u ani-
versario da reslauraco de rernambuco, que me
parece ser no dia 26 ou 27 do Janeiro ; e bem
assim a representado de una peca iheairal com
o mesmo nonio nesse dia, e. vm todos aquellcs
de regozijo nacional afim de que tiquem para
sempre gravados nos eoracoes do lodos os Per-
nambucanos semelhantes faclos, dignos sem du-
vida de perpetua memoria ; favor que muito
obrigar ao de VV SS., affectuoso venerador e
criado
Jos zlnfoiuo dos Santos e Silva.
Bocife 19 de dezembro de 1859.
Publicares a pedido.
Qoarlel do coniiuando era chefe da dl-
viso popular palr-iolica era 24 de
dezembro de 18I9.
ORDEM DO DIA.
E.-tanJo prxima a re rada de Suas Magesta-
Jes Imperiaes, convida o coramandanto em che-
fe da diviso, os corpos de seu coramando, de
conforraid8de com o que re-rolveu o directorio dos
festejos, a se apresentarem formados nos lugares
de suas paradas s 6 1;2 horas da larde do dia
23 do correnle mez, o que as 7 horas em poni
raarchem para a parada geral da divisao no pa-
teo do Carrao, ende a mesma divisao lomar a
organisoeso seguinte :
Ser didida em duas brigadas, compondo a
1.a, os balalhes Arraial do Boro-Jesus,
Invencivel Estancia, e Guararapes, sendo a
a 2.a composla dos balalhes Vinte e dous de
Noverabro, Heniique Das e Casa Forte.
Coramandai a 1.a brigada o Sr. coronel Hy-
gino Jos Coelho, e a 2. o Sr. tenente Pedro
Alexandrino Je Barros Falco de Albuquerqur,
arabos veteranos da Independencia, os quaes no-
mearo o seu estado- maior.
A direita da 1.* brigada lomar posico na
ra de Sania Thereza e se prolongar pelos pa-
teos de Sania Thereza, e do Carrao, segndo-
se dahi a 2.* brigada em dirercao a ra da Cam-
ba Assim formada a diviso assumir o seu
commando, o coronel commsndante em chefe,
tendo por seu estado roaior, como physico mor o
Sr. Kr. Alexandre de ouza Pereira do Carmo,
ecomo cjndantes d'ordens os Srs.Dr. Francisco
Lins Caldas, Vicente Ferreira Malsnjuso e
Adolpho Lamenha Lins,
f
I

MUTILADO


f
I
As 7 112 horas da noile a f ilisjo se pora e.n
marcha para % largfl do Pago, -guindo na su;.
frente a canda do Capibaribe e Nyades, e all
feilosos cumprimritos a Suas Magestades Impo-
rta, c entoando o hyrano da despedida, vol-
ver a divlslo a petcorrer as ras ata chlade.
O cidadaos que desejarem addir-se a qaal-
querijoscorpos da divisSo sao convidados a di-
rigireaj.se ao directorio no piteo do Crmo,
jiara serem nui mados do uniforme de cada um
tios ditos corpas.
(Assignado.) O cammsnlanw em chefe,
fenlo Jos Lameuha Lins.
DIARIO DE VJtUMVt. QCrflTA fEIRA 2Z DF. DEZEMBRO DE 1859.
Ao litrlile Manareha Brasilfira,
O 8R. D. PE ORO II.
Soneto
Como^ Astro brilhante fulguroso,
De ciencia viriude amenidade
Anias um povo o mais brioso.
Que Tu dedica amor Gdelidade.
Dos Monarobaa. s hoja invejado,
Do Brasil o bravo povo conhecido -.
Teu l'hrooo em sou paito levantado,
Sera sempre por elle defendido.
Se de Hordas Toa Descedencia.
De haris deseendendo o leu poro
SaberS defender a Independencia.
Quandosenhormilitar Pernambucano.
Jurando ao tea Throno defonsao.
Da Independencia j era veterano..
Por seu humfldo subdito,
J. Pereirm Xavier dOliveira.
70 Francisco de Souzu Lima (aleijido)
71 'rsula Mara (wuval
or-
55000
5000
57000
5000
51000
5000
5000
5^000
5000
535000
59000
5000
5S>000
59000
5000
5*000
5000
55000
Senho-es Redactores do Diario de Pernam -
Luco. Desejoqua sedignem publicar em o sau
conceituado Diarto o prejente documento, que
ser-lh.es ha ainia mais grato, quem se presa ser
Je Vme. atiento respeilador e constante leilor
Antonio Albertina de Miranda Hertriques,
Cidadede Olinda, 7 de dezaoabro de 18 59
llltn. Sr. Dit Antonio Lob> Albertino de
Mi-anda Henriques, alferes da 8.a cempanhia do
>. batalliu do digno commando de V. S- e se-
cretario interino do mesmo, que para b3m de
seu di.eito e juslica precisa, qua V. S. dgne-
se altesiar. Se durante o aquartelamento na
cidade do Recife que se terminou no ultimo do
mez prximamente findo, so o supplicante desera-
j enliou ou nao com honra, dignidade e zelo o
l-.igar de secretario do bataMiao ; assim como se
lia ou nao sempra provado firme dedicarlo a
sua Mage-tade o Imperador.- Nestes termos.
Pede a V. S. lHm. 8r major e comraandanie
interino do 9. balalhao do Infantaria da guar-
da nacional da cidade de Olinda, digne-se alies
ur cim justicio requertlo. E. R. Me.
Antonio Lobo Alberlino de Miranda Uenrijues.
( Eslava reconhecida. )
Joao Baptista da Silva Manguinho, major com-
mandante interino do 9." batalhao de infan-
taria da guarda nacional de Olinda. condeco-
rado com a imdallia de constancia da Barra
Grande por S. M. o I etc.
Atteslo que o suplicante desempenhou o lu-
gar de secretario interino do bstalhao, durante
o aquartelamento do mez de noverabro prximo
paisado com honra, aclividade e zelo. e sempre
se lera portado da masma forma, desde que ser-
ve esse lugar. Tendo sempre provado firmede-
me ser requerido passo o presente em f do meu
juramento. Cidade de OlinJa, 5 de dezmbro
de 1859.
Jo Baptista da Silva Manguinho.
T-mdo sido o Tenante Coronel Manoel Ci-
millo Pires Falcao encarregado por S. M. I
p^ra dar 530*000 de esmolas no Municipio do
Cabo sendo as 2 primeiras ordenados por S. M.
disiribuio as quantinhas pelas pessoas eguintes:
72 Iras Francisca do Livramenio
pba)
73 Anna Joaquina Pires (viuva)
74 Mara dos'Aojos
75 Anua Maria do Espirito Santo (or-
ph)
76 Mara Feij
77 Rita Maria (viuva)
78 Maria de Jess
79 Thereza Maria do Espirito Santo
80 Ignacia Mam do Carmo
81 Cosma Maria do Espirito Sanio
82 Sophia Maria do Nascimenlo
83 Maria Francisca da Conceicao
84 Bernardina do Sacramento
85 Joanna Maria de Jess
86 Jos Faustino (ceg)
87 Bonifacia Maria
88 Jospba Maria
89 Anna Rosa
90 Anionina (Joenle de cama)
91 Antouio Jos Cabra I (flga)
92 Mario fdara
9-Firniina Maria
94 Francisca Maria
95 Maria da Rosa
96 Rosa AI ves
97 Maria Correia
98 Luiza liara Francisca
99 Joaquina Maria dos Praz >
tOO Maria Theodora
101 Candida Maria 2JP500
102 Francisca do Barros Leile 29000
103 Maria Ja ConceiQao 2300o'
lOi Anionia Maria 29000
105 Maria (orplia) 29000
106 Maria Ignacia da Conceicao 29000
107 Ignacia Maria da Concento 25000
108 Antonio (cg.i) 19008
109 Luiza Mara do Rosario 19000
110 Antonia Mara do Rosario l000
til habel Mara do Espirito Santo OOO
112 Julia (menina) 18Q00
113 Virissimj (menino) 19000
114 Alexandrina da Annuncaco l9000<
115 Clemencia Maria da Conceijao 19000 '
116 Joanna Thereza l?i)fio
U7 Anna Francisca da Conceiclo 19000
118 Viclorina Maria do Nascimento 19000
119 Joao Francisco l50(>o
120 Mauricia 15000
&J5UOO I UUMSjULAU 1*110* UNCIAL.
55000 ; Rudimento do da 1 a 20.
lhe as uoias
dem ido dia 11.
Movimento do porto.
Navio entrado no dia 21.
Buenos-Ayrts30 dias, batea- hesponhola Sor-
preza, de 251 toneladas, capito Jos Fonta-
nales, equipagem 15, carga 3,000 quinlaes do
carne ; a Aranaga Bryan.
A'aiio* saludos no tutano dia.
Rio de Jnneiro*-Barca nacional Amelia, capito
Manual Jacinto de Teire,. carga assucar, fari-
nha de mandioca e mais ganoroa.
Rio Grande do SulPatacho nacional Novo Li-
ma, capilao Luu Antonio da Silva, carga as-
sucar N
Bueiios-Ayres-Polaca hespnnhola Viouipta, ca-
pilao Raymundo Ros. carga vinho. familia de
mandioca e mais gneros,
l-iguiiira com escalfa por I.isboa-l'alacl.o por-
uiguez Maria da Gloria, capilao Antonio de
Barros ^ alent, carga assucar e niel.
55000 Af^nj-l'alacho suceco Iloppet, capilao Thomaz
hSAAA ,n,a". em laslio.
OWOO Dahia-Vapor naci
25500
^dewac-nH.uuel.edei
7:0S3J75J {f$* e Pl'de aos possuidore das mesraas
-- o favor de ag vircm trocar no seu es-!
'I'41 criptorio, das 11 hora da manhSa ate i
as 2 da tarde.
2= A cmara municipal desla cidade, desejan-
do que so conservo para sempre a memoria do
feliz acontccimenlo do dia 22 de novembro, em '
que esta cidade leve a distincta honra de receber
a augusta visita de SS. MM. II., reso've que d'ora
em Uianln o caes do Collegio perdendo esta de-
nominacao, seja conhecido porCaes de 22 de
Norenibio. m .
_ Paco da cmara municipal do Recife, em ses-
-----
(3)
apor nacional Valeria de Sinimb ,
commandanle Francisco Tcreira.
Observapo.
Fundcou no lamarao um patacho americano,
nao leve commiinicacao com a trra.
295001
2MH>
i500!
2J00 5- &
2500 i 3 2 a >
28500 Si
28500 |2|aT
23500 S?
a.-
o
1
< 5B r.
o -
P o.
C5
O.
i
Q.
I
.- 5 B I
Horas.
E"
en
Atmotphera.
v.
* c 1

Direcao.
05 53
c t
= 39
Intensidade.
I
tCiim
~l p _-J OS
-J O o: ^ ^
Centgrado.
ti. ti. t l li,
(v;
i OCOM 00
Reaumur.
OC 06 OO 00-4
1 3S O tS tD_
ccaecBocon
Fahrenheit
H'jgromelro.
Cr c.- 05 zr ui 3
CC -4 ob'
Baromet
ro.
a
ce
w
se
c <
si
s
K C
5C
ir.ai.haa, o mencionado (..-ente -.ai.der por coi.-
Ij de quem pertuncer
200'anas com cxcellent* massas chegadas re-
ceiitemeule no ultimo navio francez.
sao de 19 de dezembro de 1859. Joaquim Lucio
Monteira da Franta, pro-preaidenle. Manoel
terrena Accioli, secretario
Ilelegacia do 1. distrieto do termo
do ReciTe.
Por esta delegacia se faz publico que se acham
rocolhidos ao deposilo gem dous en vatios, e em
maos particulares um cavallo, urna pulseira, um
cordao de ouro e urna bolsa com algumas moe-
das miudas de prala : as pessoas que sejulgi-
rem com direilo a csses objclos, apparecam com
os signaes respectivos, que Ihcs sero p'rompta-
mente entregues. Recife 20 de dezembro de 1859
Hnrique Yereira de Lucena.
Pela recebedoria de rendas internas se faz
publico, que no correle mez se (Inda o prazo da
cobranza amigavel aos imposlos pcrtencenles ao
exerclcio de 1858-1859, n saber renda aos pro-
prios nacionaes : foros de terrenos e de marinba
dcima addicional de miio mora; imposto sobre
lojas e casas de descanto dito especial sobre
casas de movis, roupas, mobilias o calcado es-
trangpiro ; dito sobre barcos do interior c laxa i
dos escrayos, findo o qual se promover a cobran-
ca executiva contra os remissos : nutro sim que
no mesmo mesmo mez deve ter lugar o paga-
mcnlo dos imposlos pcrlencentes ao ezercicio
de 18691860, a saber : do primeiro semestre da
decima addicional de rnao murta, do imposto so-
bre lojas, do dito especial, do de barcos do inte-
rior, denois du qual pagar-seha conjuntamente a
mulla de 3 0[0. Recebedoria de Pemambuco, 5
de dezembro de 1859.O administrador, Manoel
Carneiro de Sonsa Lacerda
REAL COMPANHIA
Anglo-Luso-Brasileira.
O vapor Brasil, espera-se da Europa du a
25 do correte e seguir para os portos Jo sul no
mesmo dia, para passaxeiros e eucomnienda?
trata-se com os agentes Taaso Irniaos.
Rio Grande do Su!.
Segu com ureudade por Icr dous tercas da
carga tratada, o patacho Bom Jess, capilao Joao
Gonr;alves Reis : para o rcslo, liata-se com Cae-
tao Cjajiaco da C. M. no lado do Corpo Santo
numero 25.
G^>
Leiles.
LEILAO
Sexta-feira 23 do
O AGENTE
Avisos martimos.
fara leilo no largo d,i Asamblea no
armazem de Joao Jos,Rodrigues Men-
dos no dia cima designado por.ordem
do Exm Sr. juiz de direito especial do
commeicioe are.jueiimento de Anto-
nio Luiz de Oliveira Azeredo, de cerca
de 1,700 caixas com clim utoi da Baliia.
Milho e farinha.
: O agente M|ppolto da Silva fara'
| Jilao de mna poicao de saceos com m-
llio e tannlia de mandioca chegada re-
centementeda Granja no patacho na-
Clonar Anna: quarta-fera 21 do cor-
rente ao meio da em ponto no arma-
,zem de Machado & Dantas, ra da Ma-
dre de Dos comfronte ao consulado
provincial.
, iota
Domingos Alves M theus fara' leilao
COrreilte. i por ntervencaodo agente Ryppolito da
I Silva, de 40 barris com vinho do Porto
uno c fObarriscora presuntos de La-
mego : quaita-ieira 21 do corrente s
11 horas em poni, defronte da porta
da al'andega.
fKditaes.
Sonima
5G0900J
PRAQA 1)0 RECIFE 21 DE DEZEMBRO DE 185?.
AS TRES HORAS DA TARDE.
Colacoes olUciaos.
Descont de letras9 c 10 0/0 ao anno.
francisco Mamede de Almeida,
Secretario.
AI.FANDEGA.
Rendimento do dia 1 a ?1. .381:5513571
dem do dia 21 .' 27:961 *0G(
412:512jG35
1 Manoel Machado Rosando
2 Manoel Paulo do Nascimenlo
3 Miria Rila (viuva)
4 Filippa Mana (viuva)
5 Joao Goncalvej dos Sanios
J Luiza Maria do Sacramento
7 Joanna do Parnazo
8 Maria Jos (viuva)
9 Maria da Conce'ujao dos Prazeres
10 Bernardina de Sena (viuva)
1 I Clara Maria da Conceicio ,
2 Anna Francisca da Conce$ao
13 Csotana Maria da Conceic.no
t Ignacia Maria da Trindade (viuva)
15 Angela Maria
16 Anna Joaquina (viuva)
17 Rufina Maria da Conceigo (viuva)
18 Joanna Fernandes d'Albuquerque
(viuva)
19 Joanna Maria da Conceic/io
'20 Maria dos Prazeres
21 Domingas Maria (riuva)
22 Joaquina Maria Je Jess
23 Jeronima Maria do Espirito S.
24 Maria do Carmo Pe reir
25 Jos Vico le
:6 Thereza Maria do Jess
27 Maria do Vasciuiento Freir (me-
nina)
28 Francisca Alves de Gouveia
29 Jos Antonio de Lira
30 Anna Maria da ConceicSo
31 Damianna Maria da Concento
32 Maria Magdllena de S. Anna
33 Delphina Maria da Conceicao
51 Anna Maria da Conceicao
So Maria Julianna da Conceicao
36 Maria da Paz
37 Rosa Maria da Conceicao
3S Ignacia Maria da Conceicao
39 Maria Rila
dO Ignacia Maria do Sacramento
-it Alexandrina Maria
42 Sabino Temotheo
43 Mara Jos de Jess
44 Maria Ignacia da Conceicao
45 Joao Nicolao
40 Manoel Gomes de Lira Pereira (me-
nino)
47 Maria Cociaca da Conceigao
18 Maria Francisca de Jess
49 Henrique Antonio de Souza Lima
50 Anna Filippa (viuva)
51 Margarid.i (viuva da Jos Dantas)
52 Cypriana de Xico Cecilio
53 Rila familia da mesma
54 Francisco de Paula Macil
55 Arcaagela Mara de Barros
56 Joaquim Jos
57 Raymunda Maria Celesna
58 Maria Francisca dos Prazeres
59 Anna Rila da Conceijao
t>0 Jonna Maria da Conceicao (viuva)
01 Alexandrina Ramos familia da mes-
ma
62
4090Pn
209000
109000
5S00O
59000
5000
500l>
5^000
59000
59000
53000
5900'
59>00
59000
5911OO
59000
59000
5000
5f000
5000
5000
5000
59000
5000
59000
59000
5?>000
59000
59000
5000
5000
5*000
59OOO
59000
59000
59,)00
59000
59000
59000
59000
5000!
59000
59000J
59000
59000
59000
59000
55000
59000
59^00
53000
53*000
59000
59000
59000
59000
59000
59000
59000
5900 J
MOVIMESTO DA AI.FANDEA.
Volnmes entrados com fazendas
c com gneros
Voluraes sahidos com fazendas .
t f com gneros .
138
151
= 239
335
63
969
Descarregara hoje 22 de dezembro.
Galera inglozaI). Diogofazendas.
Barca inglcza Panlhcalijlos c carvSo.
Barca ingleza Quecn- bacalho.
Briguc inglczDanlcidem.
Barca francozaAdcllequeijos c batatas.
Barca francesa Deux Edouard o resto.
Briguo belgaEmilia hlalas, ceblas, genebra
c vinhos.
Brigtip sardoMaria EFizadiversos gnneros.
Briguo anicricano=Mary ltellou fariuha, arroz
c bolachinha.
Briguc austriaco Maria fariuha do Irigo.
Escuna hollandczaHccrenveniiicijos c cer-
veji.
Patacho brasilciroJulio diversosge-neros.
Briguc porluguezRnhiru -diversos gneros.
Brigue |ioiluguoz = Promplidao diversos g-
neros.
Briguc austraco Tergeslio=fariiilia de trigo.
Importaeo.
'_'Iliale americano M-trij Uellen, viudo de New-
York, consignado a Vt'hately Forsler & C, taani-
festou o seguinie :
25 raizasazeadaa, 50 ditos algodao azul, 200
arris breu, 95 quartolas com arroz, 632 barricas
fariuha di' trigo. 2,000 resmas do papel de cm-
brulho, 150 saceos fundo, 25 barra carne de por-
co, 250 ditos hauha do dito, 380 barricas bolachi-
nha, 109 rolos esleirs, 28 canas fumo, 15 cai-
tas licores, 1,802 pedacos de madeira ; aos
mesm >s.
2 caixas objclos para dagucrreolvpo ; a Ma-
Iheus Austin &C.
50 fardos fazenda?, 1 caixa objeelos para am-
brolypo, 1 dilu 1 earruagem : a Borolt & C.
VapK nacional Ogapock, vindo dos porlos do
noric, manifcslou o seguinie :
50 nlos salsa, 1 cana u 1 caiio ignora-se ; a
Orden.
1 pacoto ignora-sc ; a Jos Cocsino Frazo Ra-
pozo.
1 ca.xote dem ; n Joao da Silva Antunes.
1 cavallo ; a Christiani& Iimao.
1 dito ; a Antonio Jos da Silva f.cile.
Rale nacional Lin>i>, Paquete, viudo do M-ira-
nliao. consignado a Almeida Gomes, Alves &: C.,
nianif.vslou o scg'iiulc :
2 calcas livros impressos, 6 Jilas agua de Co-
logne, 2ditas fazendas, 7 ditas vinho bronco,
275 saceos arroz, 70 panoin s tapioca, 5D ditos
gamma, 1,123 sarcos fariuha de mandioca, 50
tubos de lata o ; a ordem de diversos.
113 sancos fariuha de mandioca ; a Manoel
Joaquim Hamos e Silva.
SOOdilosdila de dita ; a Domingos Alvos Ma-
tocos.
Barca inglcza (?tr,vindo da Tena Nova, con-
signado a Saunders Brollicr & C, manifeslou'o
seguirte
, 2,800 barricas bacalho ; aos mesmos.
Bi-guc inglez Dante, vindo de Terra Nova, con-
signad:) r Johnston Paler & C, manifeslou o sc-
^'u inte :
2,36') barricas bacalho ; aos mesmos.
foguclcs.
CONSOLADO GERAL.
Heiidimnto do dia r aO. 39 5865270
dem do dia 21......3:602314
Joao Baptista de Castro n Silva, official da or-
dem da ftosa, c Inspector da thesouraria de
fazenda Be Pemambuco por S. M. I que Dos
guarde.
Faco saber aos que o presente edital virem que
I em cumprlmenio de ordem do tribunal do thc-
souro nacional de 14 de rovembro prximo pas-
sado se comeca a fazer nesta thesouraria a subs-
tituirlo das notas de 50OJ00O da primeira, se-
, guma c terecira estampas. Os setis possuidores,
: pois, pndem aprcsonta-lns ao thesoureiro desta
thesouraria, que lh'as trocar por outros de di-
j versos valores. Thesouraria de Pemambuco 5
; de dezembro de 1859.
Joao Baptista de Castro e Silva.
O Illm. Sr. inspector da thesouraria pro-
I vincial, em cumprimenlo da ordem do Exm. Sr.
. presidente do provincia, manda fazer publico que
; peranle a junta da fozenda da mesma Ihesoura-
ria, se ha de arrematar no dia 12 de Janeiro pr-
ximo futuro, a quem mais der 606 lampeos que
serviram na illuminaco publica desla cidade,
com suas competenles ferragens, avahados em
409 cada um.
Os pretendenles podera dirigir-se a reparlicao
das obras publicas, aOm de c.xaminarem os men-
cionados lampees.
E para constar se maudou affixar o presente e
publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial do Per-
narabuco, 18 de dezembro de 1859. O secre-
tario,
Antonio Ferreira da Annunciacao.
Declaraces.
43:188*584
DIVERSAS PROVINCIAS.
Hendimenlo do dia l a 20. .
dem do dia 21......
1:724817
284j208
2:009*025
59OO0;
Joanna Maria do Sacramento (viuva) 5&000
Q Rosa Esmeralda (viuva)
64 Jozepha Maria
da Conceicao
(i1) Mara das Dores mrph)
66 Anna Mara da Conceicao (viuva)
67 Anna Mara de Jess
G8 Amia Bita do Carmo
09 Maria Jos da Silva (viuva)
59000
59000
59000
59000
59000
59000
59000
DESPACHOS DF. EV.PRTAQO PELA MESA
DO CONSULADO DF.STA CIDADE NO DA
21 DE DEZEMBRO DE 1859.
Liveri>ool~Barca ingleza Baronet*, James Ry-
der & C, 433 saetas nlgudo.
SlockholmBrigue sueco cAfloa, N. O. Biebei
i C, 9.1O couros salgados.
New-York Brigue americano Orianna, Baiotl
& C, C00 saceos assucar mascavado.
Nevv-YoikBrigue inglez Brooking, Whalely
Forsler & C, 1,200 saceos assucar mascavado.
liarselha Barca franceza Amelia, diversos
carregadores, 1,550 sarcos assucar mascavado
Porto z= Patacho portugurz Duque do Porto,
diversos narregadort?, 175 saceos assucar bron-
co, e25 ditos dilo mascavado.
LisboaBrigue porluguez Bella Figueirense,
I. S. Rabello & Filho, 7"
cascos niel.
RECEBSTORIA DI. RENDAS 1NTER^VS
GERAFS DE PERNAMBI'CO
Rendirnenlo do dia 1 s 20.
dem do dia 21. .
24:945g51fi
1:099*760
26:045g276
C'ouseKi de compras nnvaes
Tendo-se de effecluar o contrato relativamen-
te aojornecimento de carvo do pedra para o
cunsuinmo dos navios da armada, tanto vapor,
como a vela, officinas do arsenal de roarinha
desla provincia e barcas de escavacao a cargo do
mesmo arsenal, manda o conselho fazer publico
que isso ter lugar em sesso de 27 do corrente
mez, vista de propostas apresenladas nesle
mesmo dia at s 11 horas da manha, sendo o
contrato por lempo de 3 mezes ou 6 se o preeo
do fornerimenlo convidar, e sob as condicos
que forem convencionadas, cunipnndo ser f'cila
a entrega desse objecto depois do posto as res-
pectivas carvoeiras com a maior presteza.
Sala do conselho de.compras navaes de Per-
nambuco em 19 do dezembro de 1859.O secre-
tario, lexandre Rodrigues dos Anjot.
Pela subdelegada do Recito se faz publico,
que se acham rocolhidos a casa de delenro, os
scguinles escravos:
Rapliael preto, fgido, escravo do Sr. do en-
gonho Orisonle.
Delphina, parda, que representa 23 anuos, e
suppoe-su ser fgida do lugar de Tigicupapo, e
que foi presa com o nome de Seraphiua. O sub-
delegado, J. A. Borges.
Conselho administrativo.
O conselho administrativo, para fornecimenlo
do arsenal de guerra, tem de comprar os ob-
jeelos scguinles :
Para o presidio de Fernando.
Sola da melhor qualidade, meios 600 ; vaque-
las de primeira sorlc 300 ; fio do algodo ameri-
cano bem fino, arrobas 2 ; troquezes ovos e nao
bicudas 21; dilos com vasadores 24 ; dedacs
paro sapateiros, duzias 4 ; sovellas sortidas, mi-
Iheiro 1 : lelolhos de vidro para sapaleiro, cai-
xoo 1 ; cera preta, da de abelha, para serol,
meia arroba ; ferros sonidos, espalhador de cera
de carrililha e de boira grossa e fina 60 ; caixas
com seda de sapaleiro 12.
Para a fortaleza do Brum.
Livro com 250 folhas do papel paulado 1.
Quem quizer vender taes objectos aprsente
as suas propostas em carta fechada na secretaria
do conselho s 10 horas da mauha do dia 26 do
crreme mez.
Sala dos sessoes do conselho administrativo,
para fornecimenlo do ansenal de guerra, 19 de
dezembro do 1850.Cerdo Jos Lamenha Lins,
coronei presidente.
Hatallmo de Infantaria n. 9.
1." semestre de 18C0.
O conselho econmico do mesmo batalhao,
leudo de contratar para o semestre cima os g-
neros alimenticios em seguida mencionados, pa-
ra seren as proras arranxadas, convida aos sc-
nhores negociantes c padeiros a comparecerem
na secretaria do mesmo batalhao no dia 26 do
crreme, pelas 10 horas da manha, munidos de
suas proposlos em cartas fechadas.
Paos de 6 oneas.
Ditos de 4 ditas.
Carne secen.
Dita verde.
Bacalho.
Azeile doto em garrofas).
Vinagre (idem).
Touciiilu.
Fariuha de mandioca.
Feijo.
Arroz pilado.
Lenho ,'em ochas ou ceios .
Manleiga.
Caf.
Assucar triguciro reinado, ou bronco de carosso.
Adverle-se, porrjm, que os gneros devero
ser de boa qualidade. Quartcl na Solcdade 16
de dezembro Je 1859.
J. F. Sloraes e Vasconcelos
Toriente secretaiio.
Pelo administroco do correio rJcsta cidade
se faz publico, para lins convenientes, que em
viriude do disjioslo no ort. 138 do rcgulamcnlo
de_2t de dezembro de 1844 e art. 9 do decreto n.
787 de 15 de maio de 1851 se proceder o con-
sumnio das cartas atrasadas cxislenlcs no dia 31
do corrente, s 11 horas da manha, na porta do
mesmo correio, e desde j se acham exposlas as
respectivas lisias dos inleressados. Correio de
Pemambuco 16 de dezembro do 1859.
Domingos dos Patsos Miranda.
Administrador.
Novo Banco
O aovo bmeo
de Pemambuco.
de Pemambuco reco-
Para Lisboa.
O veleiro brigue nacional Tino, de primei-
ra classe, pregado c forrado de cobre, pretende
seguir com rauita brevi.dado, tem parle de seu
carregamenlo prompto; paia o reslo que lhe
falta passageiros, para os quaos tem acoiodos
commodos.lrala-se com o seu consignatario Anto-
nio LuizdeOIiveira Azevedo, no seu esrriplorio,
ra da Cruz n. 1, ou com o capito Manoel de
Oliveira Barros, no Corpo Santo.
Para o Rio k Janeiro.
O patacho nacional Julio prelende seguir com
muita brevidade, tem parte de seu carregamenlo
prompto ; para o reslo que lhe falta Irata-se com
o seu consignatario Antonio Luiz de Oliveira
Azevedo, no seu escriptorio, ra da Cruz n. 1.
Para o Rio de Janeiro.
O veleiro brigue nacional Almirante pretende
seguir com muila brevidade, tem parte de sen
carregamenlo prompto e escravos a frele : traa-
se com o seu consignatario Antonio Luiz de
Oliveira Azevedo, no -*eu escriptorio, ra da
Cruz n. 1.
Para o Rio de Janeiro.
O brigue nacional Veloz prelende seguir al o
dia 25; para o resto da carga que lhu falta tra-
ta-so com o seu consignatario Antonio Luiz de
Oliveira Azevedo, no seu escriptorio, ra da
Cruz n. 1.
Para Aracaly, o hialo Dittnrfoso recebe car-
ga o passageiros : Irata-se na ra da Madre de
Dos n. 2.
Para e Maranhao.
Espera se o veleiro palhabote ffovaes, capillo
Joaquim Jos Mendes, que apenas tenha descar-
regado, seguir em poucos dias para os portos
cima, com a carga que livor: recebe carga o
passageiros Irata-se com os consignatarios Tei-
xeira Bastos S3 & C, largo do Corpo Santo n. 6,
segundo andar.
Para o Rio de Janeiro.
A bem eonhecida barca nacional Cfemenftna,
a sohir at o dia 14 corrente, por ter quasi com-
pleto seu carregamenlo : para o reslo e passagei-
ros Irata-se com o capilao Jernimo Jos Telles,
ou Guilherme Carvalho 4 C, no sou escriptorio
ra do Torres.
O agente Pestaa continua a eslar autorisado
pelacommisso liquidataria da exlincta socieda-
de de iaco e lecidos do algodo pira vender o
restante do terreno do silio da mesma sociedade.
Os pretendenles podem dirigir ao armazem da
ra doVignnon.il, a qualquer hora do dia a
g lender-se com o difo agente.
Hv
w^.lC!
Cear, Acarac e
Granja.
O patacho nacional Anna, tem boa parle da
carga prompta : a tratar com Tasso Irmos ou
com o capilao Graciano Henrique Mafra.
Para o Rio de Ja-
neiro
sahe com brevidade o palhabote Artista, capito
Jos Joaquim Alves das Noves, recebe carga c
passageiros : a tratar com Caetano Cyriaco da C.
M. ao lado do Corpo Santo n. 25.
Tara o Porto Alegre, com escala pelo Rio]
Grande do Sul, sahe com muita brevidade o pa-
tacho A'oro Lima, teni prompto parlo do carre-
gamenlo ; e para o reslo a frote, trala-se com os
consignatarios Amorim Irmoos, ra da Cruz n. 3.
= Para a Figueira crim escala por Lisboa,
rom toda a brevidade o lindo brigue portuguez
Bella Figueirense.de que capilao Luiz de Oli-
veira Lobo, tem parte da carga prompta, tem cx-
celrcntes commodos para passageiros, para urna
e oulra cousa Irata-se com os scus consgnala
nos Francisco Sevcnano Rabello & Filho ou
com o capito na praca do commerciu.
No dia 27 do corrente sahe imprelcrivel-
menle para o Assfio Aracaly o hiato Invencivel,
por ler maior parte da carga prompta : qem
quizer carregarou ir de passageni dirija-so ra
aa Senzala Velha por cima do escriptorio dos
Srs. Sampaio Silva & C, segundo andar : a da-
tar com Jos Joaquim Alves da Silva, mostr do
referido ltale.
Para o Porto
sahir com brevidade o patacho portuguez Du-
que do Porto, de primeira marcha : quem no
mesmo quizer carregar ou ir de passagem, dirja-
se a rua da Madre de Dos n. 34, a tratar com
Jos Antonio da Cunha 6i lrmo, ou com o capi-
to na praca do Corpo Santo.
Quarta-feira2l do corrente.
O agente Borja foro leilo cm seu armazem na
rua do ImueraJor n. 15, de movis, loaoas ra-
la e outros miiilos objeelos, se ni rcserva'de pre-
eo o qual dar principio s 10 horas em ponto.
LEILAO
DE
Diversos objeelos.
Quarta-feira 28 do torrente.
PELO AGENTE
PESTAA.
O referido agente far leilo por conta c risco
de quem pertencer pelas 10 horas da manha
em seu armazem na rua do Vigano n. 11
DE
13 caixas com podras niarraore para mesas, con-
solos e lavatorios.
15 quartolas com excellenle cognac .
1 pipa com dita dito.
34 barriscom dita dito.
165 caixas com genebra de Ilollanda.
96 ditas com whiskey.
Que tudo ser vendido em lotes a vonlade dos
compradores sem reserva de preco
LEILAO
DE
Figos, hoje 21
F. S. Rabello & Filho faiao leilo por
intervenrao do preposto do agente Oli-
veira e por conta e ruco de quem per-
tencer de cerca 200 barrilinhus com fi
gos de Lisboa, desembarcados hontem
do brigue portuguez ltobira, em lotes a
vontade dos pretendentts : boje 22 do
corrente as 11 horas da manha no ar-
mazem do Armes defronte da.alfandega.
j O agente Hyppolito da Silva fara'
leilao por conta e risco ele quem per-
tencei dos seguintes gneros deposita-
do no armazem alandegado de Jos
Antonio de Araujo no caes de Apollo :
quinla-feira 22 do corrente as i 1 horas
em ponto.
170 gigos com champagne primeira
qualidade.
! 06 caixas com velas de spermacete.
44 caixas com graxa fin para arreios.
4 ~aixas com peixe.
6 pipas com genebra.
27 barriscom vinagre.
43 bar is com wisth.
16 barris com romh.
II barris com bolacha.
8 barris com breu.
LEILAO
Pelo agente
O referido agente far leilo por conta de
quem pertencer : quinta-feira 22 do corrente <
10 horas da manha na porta do armazem do Sr.
Atines defronte da alfandega.
DI-
50 caixas com batatas.
30 barris com chouricas.
9 ditos com gerapiga superior.
Avisos diversos.
AGENTE
PESTAA
far leilo por conta do qnem pertencer quarta-
feira 21 do crreme s 10 horas da manha no
armazem dos Srs. Tasso lrmo junio a ponle
nova
DE
{27 saceos com milho viudo de Maraclha
LEILAO
DE
Manteiga inglesa.
Q na i-I a-IV ira 21 do corren le.
TELO AGENTE
O Jorgt salipsra o Acorne com escala pelo
Assnodia20 do corrente rnrprelerfvtrlmenle,
Bom carga ou sem ella : a trotar com Tasso Ir-
mos ou com o capito Domingos Henriaue'
Mafra.
Para.
O hiato .Lindo Paquelev, capilao Jacintho Nu-
nes da Cosa, soguc em direitura ao l'ar, cun
pouca demora por ter j grande parte da car"o
arranjada : para a carga que lhe falta, trata-se
com os consignatarios Almeida Gomos. Alves *
C, ruada Cruz n. 27.
Tara Lishoa vai sabir com a maior presteza
o patacho porluguez be carga e passageiros, aos quaes oforece bom
tralamenlo, e trata-se com o consignatario T. de
Aquino 1 onsera, na rua do Vigario n. 19 rri-
ir.eiro andar, ou cora o crpit?.o ns praca.
O referido agente vender por conta de qu em
pertencer no dia cima designado e pelas 10 ho-
ras da manha no armazem do Sr. Araujo no
Forte do Mallo
Em lotes vontade dos com-
pradores
110 barriscom superior manteiga ingle/a.
LEILAO
Quinta-feira 22 do corrente-
PELO AGENTE
PESTAA.
A porta do armazem do Sr. Annes defronte
da alfandega. no supradfto dia peles 10 horas da
LlfOES PIATICAS
ESCRITA COMMERCIAL
Por partidas dobradas
E DE
Rua Nova n 15*g u n do a n dar.
M. Foiiec le Heiloiros, escriturario da
Ihcsouraria de fazenda desta provincia,compelen-
lemenle habilitado pela directora de instrueco
publica para leccionar arithmelica nesta cidade.
lem resolvido juntar, como complemento do seu
curso pratico do escrilurnco por partidas do-
bradas, o ensino de contabilidade especialmente
na parle relativa a redueco de moedas ao cal-
culo de descontos e juros" simples e compostos,
conhecimento in lispensavcl as pessoas que de-
sejam emprejror-se no rommercio ou que j se
acham nelle eslabelecidas. A aula ser aborta
no dia 15 de jaueiro prximo Tuluro s 7 horas
da noile ; o as pessoas que desejarem matricu-
lar-se podero deixarseus nomos cm casa do an-
uunciaute at o mencionado dia.
Bravos do impe-
rador.
O commandante (leste ba-
talhao convida a todos os Srs.
que se alistaram no mesmo,
a reunirem-se hoje (22) s (
horas da tarde no caes do Ra-
mos, para incorporados, com-
primentaem SS. MM. II.
Attenco.
\ende-sea melhor tojo de fazendas da rua do
Imperador n. 9, com poucos fundos, milito ofre-
guezada, tanto para o malo como pora a praca, o
dinheiro ou a prazo : a tratar na mesma.
Na luja ao p do arco de
9
chegoa um completo sorlimenlo deluvas de pel-
lica, lano de cor como brancas; assim como
ricos bonels do velludo para menino, ditos de
cera, chapeos de seda para meninas, touquinhas
de seda para baptisodo.
Chapeos de pasta.
Na praca da Independencia, loja de chapeos n.
34, ha para vender dilos chapeos muilo bem fei-
los a 16,5 cadn um> d''"8 dc palha escura para
senhora e meninas, por procos commodos.
Va rua Direila n. 66, effectivamenle ha
bons escravos de ambos os sexos, de todas as
idades e cores, com habilidades c sem ellas, e
vendem-se a dinheiro, a prazo, e tambem tro-
ca m-se.
Oficialalos, conimendas e hbitos de diver-
sas ordens, com brilhantes e sem ellos, o melhor
que tem vindo a esto mercado : ludo vende-se
muito baralo e pelo preco da factura : na rua
Di reil n. 66.
Vende-se urna taberna
por todo negocio, em rua mto comraereial, no
bairro de Santo Amonio : a tratar na rua do
Rangel, armazem n. 62. *
Altenco.
a
No escriptorio de Manotl Ignacio do Olivira
c Filho tem pora venderos superiores vinhos
nunca aqui vindo desl.is qualidade? :
i hampagneCliqc.i'
Dita Irrey.
Lofiltelino.
Laroseidem
Ruquis


(*)
DIARIO DE PERNAMBUCO. QUINTA FHRA 22 DE DFZEMBRO DE 1859.
EttgDe tilicquot a Reims.
Adverte-se ao respeitavel publico de
Pernainbuco que o nico deposito de
na champagne para a provincia de
Pe na in buco em casa de J. Praeger ti
., ra da Cruz n. II.
J. Praeger & C, ra da
Cruz n. ti.
Ueceberam ultima mente :
Vinbo muscatel moussen de superior
qualidade.
Champagne de Eugene Clicquot.
Biscoutos ingtezcs e hamburguezes.
Agua de Selle.
Vinbo do Uoideaux, ehateau laitte, ta-
rte, leov.il!e.
Jueijos- da Suissa.
liitos londrinos.
Viubo do Porto e xerez eua garrafas.
Ervlba, meias e quartas.
Alustarde de (raurer.
Ameixas em latas.
Sardinhas em meias latas.
Balanzas decimaos.
Velas stearinns.
Charutos de llavana.
Frutas eui frascos.
Tintas em oleo, latas de 28 libras.
Alvaiade em barril.
F0LIU\H\S PAR 1S0.
ksto u venda na uvraria da praca da Inde-
pendencia ns. 6 e 8 as folhinhas para 1860, im-
presses nesta typographia, das seguales qual-
UN1CA, VtKUAUtlHA jfc LE-
GITIMA.
SALSA MIMUH
CASA DE BANHOS.
Neste proveitoso cstabelecimento, que pelos no vos molhoramentos citos a.:ha-se conve-
, ment mente montado, far-se-ho tambem do Io de novembro em vante, contratos mensaes para
maior commodidade e.cconomia do publico de quera os proprietarios esperam a remuncracao de
| tantos sacrificios.
Assignatura de banhos fros para urna pessoa por mez.....10$000
momos, de choque ou chuviscos por mez 15$000
__________Series de cartoes e banhos avulsos aos procos annunciados.
DB
ilades :
F
OLHINIIA RELIGIOSA, contendo, alera do
Calendario e regulatuenlo dos direitos pa-
rochiaes, a coulinuacao da bibliolheca do
Cristo Rrasileiro. que se compoe : do lou-
vor ao santo nomc de eos, coroa dos ac-
losde amor, hymnos ao Espirito Santo e
a N. S., aimitacau do de Sanio Atnbrozio,
jaculatorias e cummeraoraoo ao SS. Sa-
cramento e N. S. do Carino, exerricio da
Va-Sacra, directorio para orocao mental,
dividido pelos dias da semana, obsequies
ao SS. coraco de Jess, saudaedes devo-
tas s chagas de Christo, oraces a N. Se-
nhora, ao patrocinio de S. Jos e anjo da
guarda, responco pela? almas, alm de
outras oraces. Preco 320 rs.
D
ITA DE VARIEDADES,.contendo o Calenda-
rio, regulamento dos direitos parochiaes, e
urna collecco de ancdotas, ditos chisto-
sos, coutos, fbulas, pcnsanicntos inoraos,
receitas diversas, quer acerca de cozinha,
quer de cultura, e preservativo de arvures
e fructos. Preco 320 rs.
Remedio sen igual, sendo reconhecdo pelos
mdicos, os mais imiiieutes como remedio iufal-
livel para curar eserophulas, cancros, rheumalis-
mo, enfermidades do ligado, dyspopsia, debili-
dide ge ral, febre biliosa e intermitiente, enfer-
midades resultantes do emprego de mercurio,
ulceras e erupeoes que resultara da impureza do
sanguc.
CAUTELA.
D. T. I.anman & Keinp, droguistas por atacado
New York, achara-se obrigndos a prevenir o res-
peitavel publico para desconfiar de alguraas te-
nues imitaees da Salsa Parrilha de Rristol que
hoje se vende neste imperio, declarando a todos
que sao ellos os nicos proprietarios da receita
do I)r. Biislol, leudo-lhe comprado no anuo de
1856.
Casa nenhuma mals ou pessoa alguma tem
direito de fabricar a Salsa Parrilha de Rrislol,
porque o segredo da sua preparado acha-sc so-
mente era.poder dos referidos l.nman & Kemp.
Para evitar engaos com desapreciaveis co-
binacoes de drogas perniciosas, as pessoas que
quizerem comprar o verdadeiro devem bem ob-
servar os seguintos signaos sem os quaes qual-
quor o itrapreparacfio e falsa :
Io O envoltorio de fora est gravado de um
lado sob urna chapa de ac, trazendo ao p as
seguinles palavras:
. T. LANMAN & KEMP
SOL AGENTS
N. G9 Water Street.
New YorV.
2 O mesmo do outro lado tem um rotulo em
| papel azul claro com a firma e rubrica dos pro-
prietarios.
3o Sobre a rolha acha-se o retrato e firma do
inventor C. C. BrictoJ em papel cor de rosa.
4o Que as direces juntas a cada garrafa tem
nma phenix semelhante a que vai cima do pre-
i sent annuncio.
DEPSITOS.
Rio de Janeiro na ruada Alfandega n. 89.
i Babia, Germano & C, ra Julio n. 2.
. Pernarabuco no armazem de drogas de J. Soura
& Companhia ra da Cruz. n. 22.
DENTISTA FRANCEZ. j
*? Paulo Gaignoux, dentista, ra das La- 2
i rangoiras 13. Na mesma casa tem agua e *<
p denlifico. >*
ARCHIVO UNIVERSAL.
REVISTA HEBDOMADARIA
COLLArobado
PELOS SHS.
D. Antonio da Costa A. F. de Castilho-A. Cil-Alcxandre Herculano-A. G. Ramos- V Guiraa-
raes-A. de Liraa-A.de Oliveira Marreca-Alves Rranco-A. P. Lopes de Me.ndonca-A. Xavier
Rodrigues CordeiroCarlos Jos Barreiros-Carlos Jos CaldeiraE. Pinto da Silva c Cunha-F
Gomes de Amorim-F. M. Bordallo-J. A. de Freitas Olivoira-J. A Maia-J A Maraues-J do
AndradeCorvo-J. da Costa Cascaes-J. Daniel Collaco-J. E. de Magalhes Coutinho-J. G Lobato
F"-S-r ,Lda ?u,"hauR,vara-J- J: "i1 Greca Junior-J. Julio de Oliveira Pinto-Jos Maria
Latino CoelhoJulio Mximo de Oliveira PimentelJ. Pedro de SouzaJ S da Silva Forra/.
Jos de Torres-J.X. S. da Molla-Leandro Jos da Costa-Luiz Filippo Leile-Luiz Jos da
Cunha L. A. Rebello da SilvaPaulo MidosiRicardo Julio FerrazValentim Jos da Silvcira
Lopes\islo Cmara.
DIRIGIDO
roR
A. P. de CanallioI. F. Silveia [da MollaRodrigo Paganini).
Destinado a resumir todas as semanas o movimento oruasiico e a offerecer aos leitores con-
juntamente com a revista do que mais notavcl houver opcorrido na politica, na scieocia, na i'ndus-
i !i"a.iOU- nas arles" a,*uns ar"gos originaos sobre qualquer desles assumplos, o archivo imvf.rsu.
; desde janeiro de 1859. em que coraecou a publicar-se, tem satisfeito aos seus lins, com a maior
; oxarlidao e regularidade.
Publica-so todas as segundas Cairas em Iblhas de 16 paginas, e completa todos os semestres
um volume de 420 paginas com indico e frontispicio competentes.
Assigna-se no escriptorio doste Diario, ra dasCruzcs, e na ra Nova n. 8.
Proco da assignatura : pelos paquetes a vapor 103200 por anuo ; por navio de vela 8g moeda
brastleira). '
Ha algumas colleccdcs desde ocomeco da publicaco do jornal.
Publicaco litteraria.
Guia Luso-Rrasileiro do Viajante da Europa
1 vol. em 4 de 500 pag.: vende-se na mo do
autor ra do Vicario n. 11, brox. 3g encad. 4.
Vestidos de seda.
Riquissimos corles de vestidos de gorgurao de
soda de duase tressaias. ditos de seda de phan-
lasia, todos ora seis grandes cartoes : vendem-
se na loja da ra do Calinga n. 8, de Almeida &
Rurgos.
Chailv de seda.
Finissiraos challys de seda estampados, de
goslo chinoz : vende-so na loja Ja ra do Calin-
ga n. 8, de Almeida Rurgos.
Eufeites para cabeca de se-
uhora.
Lindos eufeites de flores com filas de seda e
de velludo, ditos devidrilho prelos e decores,
como lambem cachos de flores francezas : na to-
ja da ra do Cabug n. 8, de Almeida & Rurgos.
Manteletes de gorgurao de se-
da preto.
To ricos manteletes, vendein-se na ra do
Cubug, loja n. 8, de Almeida & Burgos.
Roupa l'eita.
Na ra do Cabug, loja n. 8, do Almeida & Bur-
gos, alera de grande soitimenlo de roupa feta
franceza.como sejam, palelots, casacas, calcas,
colletcsde panno fino, casemiras, e outras fazen-
das, tem um sorlimenio de fazendas finas, cal-
cados e perfumaras, due venden) por proco tom-
n odo. "
Vende-se muilo em conta, por ter de ser
substituida por outra, una nrmacao de loja, pro-
pna para miudi/as, calcado ou" outro qualquer
estabelecimenlo : a Iralar na ra do Cabug nu-
1 mero 11.
Pedras de
?
amolar,
|Loiisultorio central lioueopalhicog
DR- SABWO 0 L. PIMO
kluade Santo Amaro (Mun-
i
O",
FITA DE PORTA.a qual, alm das materias do
costume, contera o resumo Jos direitos
parochiaes. Preco 160 rs.
agenciados fabricantes amerlca-
iios Grouver & Baker.
Machinas de coser : em casa de Samuel P.
Johnston C., ra da Senzala Nova n. 52.
O Or. Cosme de Sa' Pereir.
de volt de sua viagem instructi-j
ti va a Europa continua no exer-
Igcicio de sua proissao medica.
Da' consultas em seu escripto-9
i rio, no bairro do iiecife, ra di
|Cruz n. 53, todos os dias, menosjl
i nos domingos, desde as" doras ^4
t as 10 da manhaa, sobre o$S
seguintes pontos :
I*. Molestias de ollios ;
. Molestias de coracSo e deS
peito ;
. Molestias dos orjjaos da gera-S"
c5o, e do antis ;
. Praticara' toda c qualquer
operaro quejulgarconvenicn-,
te para n restabelecimento dos|
seus doentes.
O exame das pessoas que o con- i^5?
sultarem sera' feto indistincta-|>)
* mente, e na ordem de suas en- >
tr&das; fazen ioexcepefioosdoen-1@&
tes de ollios, ou aquellesque por \S
j motivojustoobtiverem liora mar- y
[cada para este im. fQ
A applic.icdo de alguns medica ^E
mentos indis penga veis em varios fQ
casos, como o do sulfatodeali o- ^K
g pina etc.) sera' feto.ou concedido T
^gratuitamente. A confanca que^
fuelles deposita, a presteza de sua >!*
Vacrao, e a necessidade prompta y:
$|'ie seu emprego; e tudo quanto o 0jk
it^demove em beneficio de seus x>
\j doentes.
Prccisa-se de urna ama forra ou captiva
para o servico de uma casa de familia, e que se
preste a comprar e a sabir a ra em ohjectos do
servico : na ra larga do Rosario n. 28, secundo
andar.
l)r. Casnnova pode sor procurado
a qualq'ier hora era seu consultorio ho-
meopaiico ,
28RA DASCn(JZES=28
oj^mosmo consultorio acha-se scra-
pre grande sortiracnto de medicamen-
tos era tinturas e glbulos, os mais no-
via e bem preparados, os elementos de
homcopathia e Nyslem diccionario dos
^Stermos de medicina.
r.ir T* T ?. ITXffl" fTTTTTTTTTal
Scraphim k Iraiao.
Rita do C:it:i;;:i, loja tle ourives
i. 11,
esquina que fica em frente da ra
Nova e pateo da matriz.
Fazen publico que eslao constantemente reco-
mend da Eur o pa as mais em moda e mais deli-
cadas obras de ouro, as quaes dao para esco-
Iher, pelos menores piceos possiveis, c passam
contet com recibos, nas quaes vo especificadas
i qualidade do ouro, tanto de 14 como de 18
quilates, do ojie ficam esponsaveis.
= Conlinua-se a preparar bandeijas enfeita-
Jas cora bolinholos de diversas qualidades, as
inelhoros e mais baratas do nosso mercado ; as-
sim como bolos inglezes, podins, pastis de nata
o creme ou outra qualquer encommenda : diri-
ja-se ra da Penha n. 25, para tratar-se do
ajuste.
Dentes artiiciaes.
Francisco Pinto Ozono tem a honra de scien-
Uficar ao respeitavel publico desta cidade, que
;sl de posse da machina a vapor vulcanite ;
tolloca dentes por este novo syslcma ainda nao
vislo nesta cidade, c talvez embodo o Brasil por
ser um syslema inteiramente novo, e por conse-
gumle muilo fcil para as pessoas que so vera
no precisao de usar delles ; tambera os colloca
por meio de chapa em ouro ou platina com molas
ou pela pressao do ar, calca os que estiio em es-
ladode caria com ouro o "massa adamantina, e
outro 8 massas brancas, por precos razoaveis, po-
lenda ser procurado para este im em sua mora-
d-i,.na ra cstreita do Rosario n. 3, a qualquer
liora do dia.
do Novo n.6.J
Continuara as consultas e visitas do
raesmo modo que d'aules. A confianca
que o Dr. Sabino deposita na pessoa que
SS lica encarregada de seu consultorio nao
ser desmentida.
Os pobres Serio sempre tratados gratui-
lamente.
As correspondencias sero enderezadas
@ com subscripto ao Dr. Sabino com ausen-
.: cia ao abaixo assignndo
@ Manoel de Mattns Teixeira Lima
Profossor era homcopathia e se-
crelarto do consultorio.
m

Botica central bonico palluca
DO
m
VOS SEMIORES PROPRIETARIOS
DE
Typographias
Acabaa de chegar de Paris, lindas |
estatuas de GUTHEMBERG, inventorj
I da arte typographica, segundo o mo-[
dlo do celebre Sculptor David (d'An-
gers), da altura de 20 pollegadas.
Igualmente vieram os seguintes ob-1
' jectos para oflicinas typographicas '
OU ADR A DOS, OLARATI.\S,:
iMEIOS QUADRATINS eESPAQOS
da corpos 6,7,8,9.10, 11,
:12 ; LINHAS de corpos e 6 ;
1NTERLINHAS de 1, 2 e 5 pontos e
[GUARNiyOBS systematicas de 12 pon-
tos. Acham-sc a venda nesta tvpogra-i
pbia, a tratar com o impressor Pierre
iJacobt, (pie tambem se imbumbe de
mandar vir qualqttei objecto tendente'
|a arte typograpbica.
! COMPAUniA
DR S. OLEGARIO L Pl^HOg
3jj Conlinua a vender-so grande sorlimento @
de medicamentos horaeopatilicos tanto
i$ em glbulos como em tinturas. @
Os precos das carteiras sao os mesmos @
@ que so achara estipulados no final do thc- $
* souro homcopalhico. ^
=t Cada tubo avulso 1J00O S
$*; Cada vidro de tintura 2^000 $*
Thesouro bomeopathico ou vade-
$ mecumdo homeopatha, encaif: lrgOOO -c
9
Precisam-so de trabalhadores forros ou
captivos para trabalhar 8 horas por dia : nesta
tvporaphia.
MOBI.IAS
Euvernisam-se mobilias mais em conta do que
em outra qualquer parle: no pateo do Carino
n. 2i.
SEM
Cura completa
Eslabclecida em Londres
mi m mu.
CAPITAL
Cvueo Uk\\\\oes Ae liaras
estcrUnas.
Saunders Brothers & C." tem a honra de In-
formar aes Sis. negociantes, proprietarios de
casas, e a gera mais convicr, que estao plena-
pela dita companhia para
lijlo e pe-
nente autorisados pela dita
effectuar seguros sobre edificios de
flra, cobertos ue tena e igualmente'sobre os
ohjectos que contiverem os mesmos edificios,
quer consista em mobilia ou emfazendas de
'. qualquer qualidade.
6aca-se para o Porto e Lisboa no
escriptorio de Carvalbo Nogueira & C,
na ra do Vigario n. 9, primeiro andar
O advogado Souza Reis mudou o seu es-
I criptorio para a ra larga do Rosario, sobrado da
quina n. 52.
Offei'cce-sc nm honicni capaz
com familia para fcitor de sitio, qnc
entende pcrfciUinicntc de plantaces :
| ensta typographia se dir.
Prccisa-se de um criado para casa de ho-
, mem solteiro : no caes do Ramos n. 16, sobrado
nico de um andar.
RESGUARDO NEM INCOMMODO.
hifl:imiii:i<-:\o no tero
Urna minlia escrava padeca de uma forte in-
flammaaw no ulero por esparo de 7 anuos, com
continuadas dores agudissimas, e com o venlre
muito alto, procedido da mesma iuflaminaciio ;
com a applica^o das Chapas medicinaes do Sr.
Ricardo Kirk, morador na ra do Parto n. 119,
ficou completamente boa, c o venlre tornou ao
seu estado natural: este curativo foi feilo em 6
dias, e esta minha exposicao c verdadeira c vai
por mim assignada.
Francisco Vicente Uaduem.
Ra de Santa Luzia n. 68.
Eslava a firma reconhecida pelo tabellio Eran-
cisco Antonio Ma-hado.
Consultas todos os dias das 9 horas da manhaa
s 2 da larde.
DEPOSITO GERAL
DE
Plalas vegeto-depuralivas
PauUslaiias.
As pilulas paulistanas: tao bem conhecidas em
S. Paulo, nesta cidade e em todo o imperio, pe-
las admiraveis curas obtidas com ellas [algumas
cerlidoes de curas completas j foram publicadas
pelos jornaes, e merecem de certo loda-a confian-
ca do publico.
O Sr. Carlo3 Pedro Etchecoin, de S. Paulo, aca-
ba de eslabelccer um deposito geral no Rio de
Janeiro, ra do Parto n. 119, porto da Carioca.
Precisa-se de um criado para bolear um
cabriolel, quer-se que seja bom boleeiro e de boa
conducta : quem neslascircumslancias se adiar,
procure na ra do Brum n. 28, ou na ra da lm-
peratriz n, 43, que achara com quem tratar : on-
de tambem encontrar 2 escravos possautes para
se alugar para qualquer servico.
Cura completa
Jockey Club.
A commisso directora Jockey Club, faz cons-
tar aos socios que quizerem inscrever os seus
cavallos para as prximas corridas, se acha abor-
ta a inscripcao somoute at o dia 20 do corrente.
O Sr. Manoel Francisco Tavares vlcm uma
carta na ra de Apollo, armazem n. 18.
Desapparecu
do silio Caixad'Agua um lioi preto : quem o en-
contrar ou der noticia na ra do Enrmenlo n.
2. ser bem gratificado.
Frederico Robilliard desoja fallar com o Sr.
Anlonto Adolpho Ecite do Reg sobre negocio de
importancia.
O abaixo assignado roga ao 111ra. Sr. pro-
curador da cmara de Olinda, queira vir receber
os foros do terreno da casa n. 3, sita na na Im-
perial, vencidos desde novembro de 1850 at no-
vembro de 1859. Recife 20 de dezembro de 1859.
Jos Floriano da Cunha Cavalcanti.
Aos seiihorcs de engenhos c aos plan-
tadores de capim.
Ni Cabanga juntoaomoladouro publico, em uma
fabrica que all se estabelcceu, vende-se sangue
de boi reduzido a p para servir de exlrume na
planiacao das caimas de assucar por meio das
covetas, cujo syslema de plantacao ser ensina-
do por um folhelo, que all se distribuir a quem
comprar mais de 20 arrobas. As experiencias j
feitas nesta provincia e em algumas partes da
Europa ; garanten o bom resultado, que se pode
obler da applicacao dosse exlrume o m;>is pode-
roso de lodos, nao s para a canna, como tam-
bem para o capim. Esle exirume lera a proprie-
dade de desenvolver a vegetaoo da canna com
uma forca tal, que no fabrico do assucar vai a
produzir o tripulo de assucar, que poderia pro-
duzr sem o emprego delle : e e quanto ao ca-
pim. que hoje j objecto de grande inleresse,
6 tal a influencia, que na baixa que der dous cor-
tos de capim em lies mezes, com a applicacao
dosanguo pode darqualro de muilo bom capim o
abundante. Adverte-se aos prelendentes, que o
sangue assim preparado pode ser conduzido em
saceos: quem .tosejar lirar o maior resultado de
Stias plntameos, procure na fabrica da Cabanga
DELICIOSAS E INFALLIVEIS.
Acompanhamento martimo
em viageni de SS. MM. II.
V Parahiba.
No dia da sahida do SS. MM. II. para a pro-
vincia da Paralaba do Norte seguir o vapor Ca-
maragibe condu2indo a seu bordo as pessoas que
se associarem para o referido acompanhamento,
demora de tr-js dias naquella cidade o volla no
mesmo vapor.
A assignatura acha-se aberta no armazem da
ra do Yigarw n. 11 do agente Pestaa.
Sem resguardo era incommodo.
Iiiflamiiin^&o do estomago c dores
de cabeca.
Rogo-lhe, Sr. redactor, de inserir no seu jor-
nal a seguate dcclaraeo, que julgo ser pro-
vcilosa a algumas pessoas.
Ha bstanles anuos padec uma horrivel dr
de cabera que me prenda a nuca, tinha mutas
vertigens, algumas vezos sofiria dr no eslomcao
acompanuadas do clicas flatulenlus ; mande! vir
uma das chapas medicinaos do Sr. Ricardo Kirk,
morador na na do Parto n. 119, appliquei-a so-
bro bocea do estomago, e no espaco de 18 dias
achei-me completamente bom, e as'doresde ca-
bera desappareccrara.
Por isso agora posso dormir com socego ; te-
nho de idade 68 annps e 4 mezes, e faco esta
advertencia a todas s pessoas que padecerem
tal molestia pira lenlar o dito curativo, para que
assignei a presente declaracao em gralidao e pa- JcmS ti
ra ser conhecido do publico. !. MM. U., e roga aos membros das commis-
(soos noincadas, deseacharera no prado al 3
horas, indo a cavallo aquellos que perteucerem
Pastilhas vegetaes de Kemp
contra aslombrigas
approvadas pela Exm." inspeccao de estudo de
Habana e por muitas outras juncias de hv-
giene publica dos Estados Unidos c mais panes
da America.
Garantidas como paramente vegetaes, agra-
daveis vista, doces ao paladar sao o 'remedio
infallivel contra as lombrigas. Nao causara nau-
scasnem sensacoes debilitantes.
Teslemunho cxpon'.aiieo em abone das parti-
llias de Kemp.
,Sra-, n: r.- Lanao t Kon'P- Porl Rvron
12 de abril de 18a9. Senhores. As pastilhas
que \mcs. fazera, curaraiu meu lilho ; o pobre
rapaz padeca de lombrigas, exhalara um chei-
ro ftido, tinha o estomago inchado c continua
comicliao no nariz, tao magro so poz. nue eu
lemia perde-lo. Nestas circuraslancias um risi-
nho mea disse aue as pasli|has de Kemp linham
curado sua tilha. Eogo quesoube disso, Cora-
prei 2 vidros de pastilhas e com ellas salvei a
vida de meu filho.
Sou de \ mes. seu amo agradecido.
,, W. T. Flo>id.
Preparadas no seu laboratorio n. : Gold
Stroel pelos uincos proprietarios I). Lanman e
Kemp, droguistas por atacado em New York.
Acham-se venda em todas as boticas das
principacs cidades do Imperio.
DEPSITOS
Rio do Janeiro na ra da Alfandega n. 89.
Babia, Germano & C, ra Juliao n. 2.
Pernarabuco,no armazem de drogas de J. Soum
S Companhia ra da Cruz n. 22.
Monitor das familias.
Sabio luz o segundo numero da serie extra-
ordinaria do Monitor das Familias, contendo a
vista da ra do Collegio (hoje do Imperador), na
occasio de pasear o prestito imperial, e as das
illuminaces da ra da Cruz, dos Pescadores e
catraeiros. Roccbem-sc assignaturas na ivpo-
graphia biasiloira, ra do Passeio n. 19, "o na
ra da Cadoia hoje do Imperador) n. 22.
Jockey club.
Acommisrao directora faz publico que as pri-
meiras corridas honradas com a augusta presen-
ta deSS. MM. II. devero terlugar no dia 22 do
corrento no prado Piranga, na estrada dos Reme-
dios, s horas da larde, logo que chegarem
Curato do Santa Cruz.
Kmygdio Jos de Faria.
Eslava a firma reconhecida pelo tabellio Jos
Feliciano Godinho.
Precisa-se alugar alguns pretos escravos
por mez ou por dias, pode-so dar sustento, caso
convenha ao senhor: na liviana n. 6 e 8 da
praca da Independencia.
Precisa-se alugar um sitio pequeo com ca-
sa, no bairro da Boa-Vista : na ra Dircita n.
32, primeiro andar.
Attenco.
Pede-se ao Sr inspector de 'quarleirao da ra
deS. Jos, por tudo quanto ha, aue fai-a socegar
o Sr. Neves H. F. de gritar de 9 horas da noite
em diante, pois so tem vontado de ensinar rc-
commisso da recepeo do SS. MM.
Rap.
Na ra larga do Rosario, passando a botica a
segunda loja de miude/.as n. 40. vende-sc rap
fino do Rio, rap giosso, dito meio grosso, dito
Paulo Cordeiro, muilo fresco, dragado agora-lo
Rio do Janeiro, rap rolo francez ; todo este
rap vende-se tanto em libras como em oliavas.
Vendem-se dous bonitos escravos, um de
18 sanos e outro de 12: na ra do Imperador
[antiga ra do Collegio) n. 19, primeiro andar.
Compra-so um par de adragonas de tenen-
crutas, que v para o palacio velho que tem cam- te-coronel : quem liver para vender drija-*c a
po suDlciente para dar pasto ao seu genio. Isto I ra Nova n. 60, loja, al as 2 horas da larde.
pede=0 incommodado. Corapram-se moedas de ouro de 10 e 20$ :
Na ra Bella n. 10, prccisa-se de uma ama na ra Nova n. 23, loja de chapeos do sol da es-
para coznharo comprar para uma pessoa. quina da cair.boa do Carino.
de boas qualidades : vendem-se na ra da Praia
armazem u. 78.
Loja de miuilczas e Ierra-
geis, na na Dircila n. 9.
Para o bello sexo.
Neste estabelecimenlo se est queimando por
lodo prero, riquissimos pontos de tartaruga de
todas as qualidades, ditos de massa imperatriz
Isabel, eufeites devidiilho prolo, ditos de froco
le todas as cores, luvas de soda de diversas qua-
lidades, Imissinias ligas para ponas, filas de se-
da e de gazia, lucos de blond. pulseias de cen-
ias, botos para casaveque, llores para enfeites
de vestidos, e outras muitas fazendas de le o de
bom gosto.
Para horneas.
Grvalas de todas as qualidades, pelos oreos
de 15600, lgSOO, 1J e OiO, collarinl-os a Pinu,
pelo diminuto preco de JOO rs., al'ineies para
mantos de verdadeiro chequismo por 400 rs.,rar-
leiraspara algiboira, de todas as qualidades, cha-
peos balees e de copa baixa, por diminutos pre-
S!n,. galas ISdOO, e outras muitas fazendas para o consumo.
A direcr.ao dos lestejos imponaos da fre-
guezia de Santo Antonio, tem a salisfacao dean-
nunciar ao publico, que o Capibaribe as Naia-
des acompaiihados da respectiva guarda de hon-
ra dos batalhoes populares, lem de sahirem 110
da A ao correlo, as 6 horas da larde, em des-
pedida s SS. MM. II. O prestito partir do pa-
lco do Carmo seguiudo as ras estrella do Rosa-
rio, a do Imperador al o Campo das Princc/.as,
onde o Capibaribe far a sua allocucao de des-
pedida, e as Naiades cantaro o novo hymno.
Perdeu-se urna letra d quantia de 1003
assignada pelo Sr. Leandro Jos Car-eiro, venci-
da a 11 do curenle, e passada a favor do abaixo
assignado : quem a achou leve Boa-Vista, ra
da Matriz n. I.Manoel Caralcanlide Vascon-
celos e Albuquerque.
Aluga-se um sitio na Torre, com baixa de
capim : a tratar na ra estrela do Rosario n. 26
sobrado de um andar.
Precisa-sede um boleeiro para cabriolel:
a tratar na rui eslreita do Rosario 11. 26, sobrado
de um andar.
Na taberna da ra dos Pescadores n. 43
precisa-se de um caixeiro.
Precisa se de urna ama que saiba cozinhar,
lazer as compras, servir a casa, o que nj tenfia
vicios : na ra Nova n. 27.
Precisa-se de urna criada que saiba engom-
mar, pura casa de pouea familia : em Santo V-
naro, alcm da casa do Sr, .Manoel Custodio, na
segunda casa.
_ So1x.,a_1'''ra' -* Jo corrente, das 10 horas
da manhaa cm diante, cstaro expostas venda
na ra do Imperador, tres vilellas excellenles
para offerecer de mimo
Precisa-se de um caixeiro de 4 a 16 an-
nos do idade, que d fiador a sua conducta : a
Iralar na loja da ra Nova n. 1.
Precisa-se de urna casa de sobrado ou ter-
reanos bairros do Recife e Santo Antonio- a
tratar na ra do Trapiche n. {8.
= Em casa de Roslro.11 ltooker i C, na praca
do Corpo santo, aluga-se urna casa no bairro da
Boa-\ista, ou na Soledade ; aflanca-se o bom
tratamento c limpeza.
Aluga-se um sobrado por proco commodo,
na ra da Mangueira da Boa-Vista n. 6 : para
tratar, nos quatro cantos da Boa-Vista n. I.
Jos Vicente de Mello e I/.tdoro de Carvalho
Neves seguem desta para a provincia das Ala-
goas.
Para pastis.
Na taberna da estrella do paleo do Parazo n.
14, vendem-se ancorlas com azeilonas a IsdO,
em garrala 320, banha de poreo a 'H) rs. a libra,
loucHiho de Lisboaa 400 rs., farinha do reino a
100, vinagre a 320 a garrafa.
->odial< do prsenle mez fugio o preto de
nomo Femando, aiuda moco, de dado pouco
mais ou menos, com uma 'cicatriz proveniente
de um lallio entre as sobran seibas, pomas um
pouco arqueadas, cabeca batida dos lados e alon-
gada para Iraz sabio vestido com nma camisa
branca j velba e soja, calca de brm oscuro o
poida no assento, chapeo de eltro cor de vinbo,
mas ja asado: recommenda-se aos Sis. capiles
do campo e pedestres a captura doste preto, pa-
gando-se bem o Irabalho daquelle que o levar i
casa de seu senhor Anlonto Serfico de Araujo
Cocs, morador na ra do Sebo.
Attenco.
Roga-so a quem deixou um penhnr quando
levou urnas amostras de franjas da loja n. 72 A,
na ra da Imperatriz, que tenha a bondade de
procurar o dito penhor que talvez o nao tenha
feto por nao saber em que loja o doixara ; assim
como tambem pagar 800 rs. importancia deslo
annuncio.
= Aluga-se pelo lempo da (esta ou por anno
uma casa no Poco da Panclla, bastante fresca e
com alguns arvoredos de fructo, margem do
rio; quem a pretender dirija-se ra Direila,
sobrado de dous andares 11. 137.
Boaventura Jusliano Alvos de Lima Santos
tendo deixado de ser caixeiro da casa do Sr. Ju-
lio Cesar Pereira da lloclla, agradece cordialmenle
acslc, e bem assim a sua Ex.' familia as manei-
ras urbanas e delicadas com que sempre o tra-
taran].
Jockey Club.
A commisso directora roga a todos os socios
que nao tenliam rocebido os carios de* ingresso
que lhe competo, hajam de os mandar receber em
casa do thesoureiro na ra do Trapiche n. 44.
I.uizde Franca o Mello, escrivo do almo-
\arifado do arsenal de mantilla desta provincia,
nada tendo requerido a S. M. I., declara, que
nao se entende com elle a esmolla que o mesmo
Augusto Senhor raandou Jar pelo seu mordonio
a um individuo de igual nome, como se le no
Diario de Pernambuco de 19 do corrente.
Vendem-se saceos com farinha de mandio-
ca de superior qualidade, saceos com arroz de
casca, dito pilado, feijo mulalinho, goinraa do
Aracaty, courinhos de cabra, esleirs do palha
de carnauba, vassouras de dita, tudo se vende
por menos que era outra qualquer parle : na ra
do Rangel n. 62, armazem.
Chita franceza a 220 o covado
Na loja de Loite & Irmios, na ra da Cadeia
do Recifo n. 48, vende-se chita franceza muito
una a 220 o covado.
Attenco,
Vende-se uma pequea mobilia de uma se-
nhora que se relira para o Rio de Janeiro : quem
a pretender dirija-se ra da Gloria n. 106.
Proprio para igreja.
Na loja da aguia de ouro,ra do Cabug n. 1 R
vende-se bicco largo de labyrinlho com envelas-'
nas, proprio para altar; assim como galiies, tu-
nas, volantes e iihames, pandeirinhos ricamente
afeitados proprios para prosepe, que se vende
ludo por prco.o muilo barato.
Peales de tartaruga.
Na loja da aguia do ouro, ra do Cabug n. 1 B,
vendem-se lindos pentes de tartaruga Impera-
triz, de 109 a 14#, ditos sem ser virados a 4#,
dilos de massa virados a 2$, ditos lisos a 19 e a
2, ditos de travessa de borracha para meninas
a 19200 de massa a 800 rs., ligas muito lindas
para senhoras a 2j o par; assim como plumas
muito finas para chapeos ou eufeites, ccslinhas
muito lindas para meninas Irazerem no braco,
pinos muito lindos proprios para minino, caixi-
nhas de costura para senhoras, bonecas e bone-
cos de cera e de massa de lodos os tamanhos com
olhos movedicos,realejos grandes e pequeos que
locain 30 pecas, locando como msica instru-
mental, ditos de figuras, tocando 8 pegas execu-
cuiadas pelas figuras, ludo islo se vende muito
barato, por se lerem recebido em direilura da
Europa.
Para enfeites de sala.
Na loja da aguia de ouro ru/ do Cabug n. 1 B,
vendem-se os ricos quadros dourados o desenlies
mais fino que tem vindo a este mercado, assim
como jarros cora flores e sen ellas, e figuras para
cima de mesa, assim como toucadores finos com
gaveta, que se vende por baralissimo preco
L*u\as de todas as quali-
dades.
Na loja da aguia de ouro, ra do Cabug n. 1 B-,
vendem-se luvas de pellica muito frescas para
hornera e senhoras a 2500 o par, ditas Coda
Escocia a 800 rs., ditas de algodao a 240, ditas
de seda enfeitadas para senbora a IftGOO c 2$,
ditas para menina a 1 ; assim como lindas ban-
deijas e caixinhas chelas de amendoas proprias
para mimo, e flores de todas as qualidades ; tudo
so vende por preco barato, vista dos freguezes
se far lodo o negocio.
= Vendem-se saceos cora farelo de Lisboa de
superior qualidade em saceos grandes, milho
muito novo, e se vende por menos que em outra
qualquer parte: na ra do Rangeln. 62, ar-
mazem.
Ucsappareceu um carneiro no dia 21 do
torrente, com os signaes seguintes: lodo bran-
co, no pescoco dous signa>s de carne fingindo o-
feitio de dous brincos, e mocho : a pessoa que
o tiver pegado e queira entregar ao seu dono,
roga-se que dinja-se a ra do Rangel n. 69, que
ser racompensado.
Ante lioutem, 20 de outubro, pelas 3 horas da
tarde, mandou-sc por um preto ganhador con-
duzirda ra do Amorim, sobrado n. 39, para o
porlo das canoas no caes de Apollo, uma grande
Irouxa de roupa que tinha de ser levada para
Reberibo ; este preto em lugar de a conduzir ao
lugar indicado, desappareceu com ella. A Irou-
xa tem os signaes seguintes : levava camisas de
senhora com a marca S T C e S T P, vestidos do
chita, loalhas, meias de hornera e de senhora,
ceroulas, calcas, lencoes, e outras muilas pecas
de roupa que no possivel mencionar, bemeo-
rao 4 cobertas grandes de casado,indo n'uma del-
las embrulhado a mais roupa, a qual era de gan-
, ga encarnada com flores da mesma cor e forra-
jdademadapolo : pede-se, portanto, a qualquer
pessoa que der noticia deste prelo ou mesmo de
alguma roupa, leva-la casa cima indicada, na
ra do Amorim, segundo andar, que ser recom-
pensada generosamente. O preto levava camisa
calca branca, lem os olhos grandes e a cor
um pouco fula.
Furtaram dous cavallos do engenho Sibir
Grande, um mellado e 1 caslanho, no dia 18 do
corrente; o mellado tem um lombinho nos pel-
los e um taino na mo esquerda ; e o caslanho
lem a frente aborta o um p calcado," a mo fa-
zeudo urna cruz, c o fero no queixo.
= Precisa-se de uma ama para cozinhar para
tres pessoas : na ra do Rangel n. 6.
Qacijos de Minas.
Veinlem-se queijos de Minas muito superiores a
2-j cada um : na ra do Imperador, amigamente
ra do Collegio.
ynriM
OVNCIA.
1 j
lio
Os abaixo assignad
Hieles da lotera de
seguintes premias :
Ns.= 705
26
9 7
1473
1233
168
1730
688
c outros menores,
da Independencia n
os bilheles e raeios
bricados nor
os venderam nos seus bi>-
S. Francisco de Olinda os
5:000g
4005
200g
200g
1008
loos
008
loog
A garanta
22 aonde se
da ljteria do
Rilhete.
2 meios.
1 meio.
1 meio.
Rilhele.
2 meios.
Rilhete.
Rilhele.
paga na praca
achara a venda
Gimnasio ru-
Vieira & Rothchildc.
Asvio de Mendiciilade.
*
A Associacao Commeroial Beneficen-
te, haveiido sido marcado por S. M< o
imperador o dia 23 do corrente as 10
horas da manha em ponto para a inau-
guracao do As\lo de Mend>cidade e nao
havjndo tempo sulliciente para dirigir
convites especiaes, convida pelo presen-
te as pessoas que quizerem assistir a es-
te acto solemne para que comparecam
a dita hora no editiciode Pedro t.
O Sr. thesoureiro manda iazer pu-
blico que se achara a venda todos o* diaa
das 9 horas da manhaa as 5 da tarde,
no pavimento terreo da casa da ruada
Aurora n. 26 e nas casas commissionada&
pelo mesmo Senhor thesoureiro na pra-
ca da Independencia n. li e 16, os
bilhetea e meios da ultima parte da ter-
ceira e primeira da quarta Ioteria do
Gymiusio cujas rodas devero andar
impretervelmeute no dia li de Janeiro
do anno prximo futuro.
Thesouraria das loteras 21 de de-
zembro de 1859.O escrivo, J. M. da
Cruz.
Ra do Crespo u. 10, loja de
Jos Goncalves Malveira.
Vendem-se luvas de pellica, eilio de Jouvin-,
em duzias.
Vende-se sebo em barricas muito
alvo : na ra da Praia n. 16.
Vendem-se queijos novos a 2# : na ra Di-
reila n. 14.
Melis.
i
i


Na ra da Cadeia n. 45, esquina da Madre de
Dos, existe um ptimo sortiraento de borzeguins
do verniz, cordavo c bezerro do afamado fabri-
cante Melis, qac se veedora por commodo preco


DIARIO DE PEBNAMBUCO. QUISTA FEIRA 22 DE DEZEMBRO DE 1859.
Guarda-I i vros.
ATIENDO.
Os Srt. Joo Ozorio de Cas-
no Maciel Monleiro, amanuense da alfandoga o
morador no largo do Panizo; Jos Fiuza de Mel-
lo, marcineiro e morador na Cabanga; Francisco
Joaqun) do Lima conhecdo por chico menino);
Joaquim Raymundo doaPrazeres; Joo Fideles,
segundo sargento do corpo de POLICA ; Joo
Theodoro dos Sanios; Zefcrino Monleiro Darboza
Jnior, e Joao-Cancio, marcineiro : queiram quan-
lo antes entender-so cora o abaixo assignado,
a negocio que muilo lhes diz respailo, c se nao prii5VriTO,"que ^"K^rcompndo"
o fizerem so publicar para que liin sao chama-
dos por esta olhu
Jos Mtndti Salgado Gnimaraes.
Cozinheiro.
O Sr. Francisco Antonio Coelho, com hospe-
dara no Recife, sabo quem tem um escravo co-
zinheiro e copeiro para vender ou alugar.
i Urna pessoa cora bastante pntica de escriplu-
| racao mercantil, oil'eiece-se para tomar conta de
qualquer escripia por partidas dobladas ." quem
pretender, dirija-se a ra da Cadeia do Recife,
toja n. !5.
Alugam-fe duas Mofadas de casas na fre-
uczia da Var/.ea, junto a povoacio, cora gran-i
es quintaos c arvores de fruclo : a fallar na ra ;
de "orlas n. 2, no segundo andar.
Desappareceii desde o dio sexta-feira, !6 do [^oil 101
crrenle, do pateo da Hibeira, ura cavallo casta- j
nho com cangalha e cambitos, tendo os signaes '
se.guinles : um lauto pequeo, calcado de bran-
co de ura pe : quera o pegar, leve padaria do
Sr. Joaquim Luiz dos Santos Villavcrde, ra Im-
(5)
DE FERRO SOLUVEL
Arados meneanos e machina
para lavar roupa : em casa de S. P. Jo-
hnston O commendador Joao Joaquim da Cu-
3T nha Reg Barros d a quantia de 7.325, 3fc
M pertenceulos ao hospital da Misericordia Sfc
**> de Goianna, a juros com a garanta de *
boas firmas, o com a condieeao du ser t
<5> pago o juro respectivo era prestacoes tri- |r
V mensaes : quera quizer fazer estc'negocio a#
Cs lenha a boodade de procura-lo era sua R
casa iia passagera da Magdalena ou de en- q
J| tender-se cora seu filho o major BelLu- ||
g mino do Reg Barros, em seu esciiplorio 3g
rXt "a ra da Cadeia do Recife n. 48. if
usmm vaam mm mm ^mm
V abaixo assignado resido na ra da Cruz
. 40, segundo andar.
Jos da Cunha Teixeira.
Precisa-se de um araassador na padar a
da Soledade n. 16.
j Domingos FerreiraMua, mo |
rador na ra do Apollo n. 4, (g|
31 tem para vender : 1
H do de idade de 5 a
J bom oOicial de
n.
escravo pr-
annos,
carpira ; outro
S dito tambein pardo bom ofiicial
2? de pedreiro ; outro dito tambero
t pardo de idade 17 annos, bonita
i figura, rnais sem oficio ; salsa de
superior qualidade chegada do
|| Para' no dia 9 do corren te no
|| vapor Paran', vende-ge por
g menos do que em outra qualquer 3
H parte. M
ttJSa*^f'a'aarVa fafiMT 'sata va* *m< e./a. ?g J
wjmw Vtjk e1f?%. effiS gfffr* jKVBt &tS^ IWfe &IBI VBit1 gW
(CMA (CDIPILIIM
Sem resguamo neui ineoiumotlu
Precisa-se alugar um molequc para servi-
ros leves : no largo da Assembla n. 12, lercei-
ro andar.
Traspassa-se o arrendamenlo de ura enge-
uho distante desla praca duas legoas, vende-so
una parte no niesmo eugeulio, machina nova
rapor, distilacao nova e bem montada, 22 bois
de correia, seis quartos, algumas obras, stira
flautada, etc. etc. ; Irala-se na ra do Crespo n.
3, loja.
.Va padaria da ra das I.arangciras n. 28
precisa-se de ura prelo idoso, para entregar pao
e prestar siguas serviros na mcsiiia
Altenco.
Sara Ribas, querendo relirar-se para a corte
no prraeiru vapor, participa ao respeitavel pu-
blico dista ridade quo anda lein ura lindo sorli-
menlo dejlas cora brilluntos, que prometi ven-
der por preqo milito comniodo para acabar :
quem o quizer procurar o achara no hotel Fran-
cisco, na ra do trapiche.
Precisa-se de ura diado para tratar deca-
vallos, para urna casa estrangeira ; a tialar na
praca do Corpo Santo n. 11.
Precisa-se para casa de pequea familia,
de una ama, pretor indo-so. do idade : na ruu da
Aurora n. 4 i, segundo|andar.
Gabriel Welluans, subdito britnico vai a
Baha.
Precisa-se de un caixoiio quede conlioei-
mento de sua conducta : na padaria da ra I)i-
reila n. 24. Na mesina precisa-se de um traba-
lhador.
Aluga-se uma casa boa no Poco da Panella
confronte ao mesmo ro, por 120}, por lempo de
10 meses : a tratar com Manoel de Souza lava-
res, na ra do Rangel n. 79.
OSr. Francisco do Rugo barrse
Arauj.) do engenbo Doutada, L. Bezer-
DE LERA!
em scieneias, inspector da academia, professor de phanuacia, official
da universidade de Pars, ele, etc.
Ipprovurio pelu imperial academia de medicina doBio de Janeiro e
de I.islma, etc., etc., etc.
amenrrha (irregularidades e faltas menslruaesi,
escola medieo-eirurgU-o
As suniraas vantagens que os mdicos tem li-
rado, em lodos lempos, do ferro, e o crdito ge-
ral de quo esta substancia gosa como um dos
preciosos remedios que a sciencia possue, e que
a therapeulica reconhece como o primeiro em
mullas affeccoes do apparelho digestivo, c parti-
cularmente em todas as dependentes de altera-
res na menstruacao, etc., lera hilo cora que
por loda a parte os mdicos, chimieos e phar-
maceuticos tenham trabalhado iacessantem-'iile
por o tornar cada vez mais til, excogitando lo-
dos os das rucios para o fazer menos refractario
' a digeslao, o assira privar o seu emprego dos
inconvenientes que lera o seu uso por muilo
lempo, c particularmente dos que costuma pro-
du/ir as pessoas de organisacfto delicada, por
eneito de sua diflicil absorpcao". Daqui as nume-
rosas preparacoes de ferro, "conhecidas era ma-
'HS^ medica, lodas as quaes corresponderan
inelhor o seu fim se nao fura o inconveniente da
intolerancia do estomago, slo a difficuidade
de sua assirailajao, e conseguiuleinento a peda
de appctitc. a demora e diilieuldade na dgeslao,
a conslipar^ao de ventre, etc., etc., que mullas
vezes acompanham osen uso.
E lao geral o emprego do ferro em medicina, e
sao tao conhecidos os seos resultados, que. pode
dizer-se, ninguem ignora hoje os motivos de sua
applicacao, nssim como a raz'io de suas virtu-
des Como elemento do sangue, como parle in-
tegrante Jo organismo, nenliun medicamento
como o ferro produz eHeilos lo sensiveis c ma-
ravilhosos; e daqui a reputacao invariavel do
que goza, reconhecida por todas as escolas, e
ate mesmo poraquellcs que, desviados dos prin-
cipios geraes da medicina, se tero lomado syste-
maiicos e exclusivistas. Tralava-se porlanto de
uescobrir um novo coraposlo que, ingerido no
estomogo, o nao eansasse e fosse promplamcnle
absorvido o assimilado, o que inesino sem o
curso ou inlervencSo de quautidad
de sueco gstrico pudesse ser si
pessoas as mais delicadas, sem fati
3-2
:J
k* aaern s*
S 6 355
I. E_ / > '-I.
con-
os niaiores
supportado por
ar o rstomo-
i c -".'i .-i i i'""-1 "a mus ueucauas, sem lat"
Siqueira Cavalcsnti do engenbo ; go c lhes produzir a conslipacao de ver
Os meus
lo de ferro


- = O
- ,-5

c 2
^^ ^ '7: -^
o
Bt;-. n = 2
a | a s g s i
g-b-g 335 = =
23*3
offg"

islt-fl
32,9?


Erysipela n uma perna.
Desejosode curaprir cora meu dover vou por
raen de sua acredia folha agradecer ao Sr.
Ricardo Kirk, morador na ra do Parto n. 119,
por tercurado perfeitamenle em 32 dias a minli dirigTr-se'o'iioteMRrez^ ra oTrapiche!
Fernandes, Tbeolonio da Silva Vieira
do eiiRenho Saco, Joao Carlos Be/.erra
Cavalcanti, tem cartas
que de Inglaterra
Joo Joaquim (ornes
noel Ignacio de Oliveira fronte do Corpo Santo.
Precisase fallar com o capitao
Ovio Gonqalves do Valle a negocio de
seu interesse : na ra da Cruz, arma-
zem n. 61.
Julio Rigand avisa ao publico quo segu
viagem no primeiro vapor ; assim como declara
que nada deve, mas se alguma pessoa tem a re- pela sua acoao tnica e analptica especial,
clamar qualquer cousa do annunciante, querr
pnineims trabalhos sobre o phospha-
, data de 1819, e consignados nessa
i poca as actas da academia de scieneias, e mais
e encommendas ; larde, em Iba!, 1857 el858, na academia de me-
lle remetteu o Sr. ,"* P.rova.r'"" T1C phosphato de ferro solu-
s cmnu do M. \" ';' f0l"ei" .m enmmodo e mais fcil
emeasa Ce illa-de administrar, mais al salisfazia nicli.or do
que qualquer dos oulros ferruginosos couhecidos
as diversas indicacoes pralicas.
Assim, pois, com o novo medicamento que eu
enno a satisfacao de apresentar hojo de forma
liquida, claro como agua a mais pura, quasi sera-
goslo ou sabor de forro, nao tazebdo os denles
negros, lenho a psperanca de que os mdicos
pouerao operar com elle raelhoras promptas e
curas rpidas e seguras, e abreviar considcravel-
e o lempo da convalesc-nca das doencas,
que todos conhecem como urna das causas pri-
marias e muilo freqnentes das molestias pulmo-
nares tuberculosas.
O modo de adminislraco do phosphato de
ferro soluoe\ dos mais simples c lacis. Toma-
se em geral duas vezes ao dia, de manhaa c de
larde, meia hora antes do almoco e do jantar,
ou s comidas (conforme cada um se der mc-
Ihor), logo depois do caldo em dso de meia co-
Iher de sopa pequea. Esta em geral adose
que mais eonvm aos doentes'. porem algumas
vezes, o mais tarde, em vez de meia tolher, po-
derao lomar uma colher cheia, duas vezes lani-
bwn ao dia, s ou misturada com agua e assucnr,
e at mesmo com agua c vinho [branco), se as-
simse derem raelhor. Kstas dsrs todava po-
dero ser augmentadas ou diminuidas conforme
a susceptibilidade do estomago do cada um.
O phosphato de ferro solarel, deilado em dso
de uraa colher de sopa em obra de uma libra de
agua e bem vascolejado, faz uma escolente
agua ferruginosa superior .1s aguas Bussang, de
Spa, etc., esobreludo muito econmica.
O numero dos frascos precisos rara a cura ,
das molestias cima menciona las varia con- i
forme as circunstancias individuaos; porm
posso certificar que, salvo o caso de uma consli-
inicuo completamente arruinada, nao ser misten
lomar mais do que 3 a 4 frascos; mas advertire!
que nao convem que o doeute se precipito, lo-,
mando dse sobradse, julgando que assim se ] _
cura mais depressa.
Como raolhorabono de ludo quanto cima i- REMEDIO INCOMPARAVEL
ca dito transcreverei o testemunho insuspeito, l.'NCUENTO HOLLOWAT "
le alguns dos prinripaes mdicos de Pariz, cojos Milhares d individuos de todas as nacoes po-
noraes e repuUcao sao assaz reconhecidos. dem testeniunhar as virtudes deste reml-dio ii'i-
Leras. comparavel e provar era caso necessario, que,
Parir, 3 de iulho de 1858. I'el us,) 1ue uulle zeram tora seu corpo e mem-
- O phosphato de ferro soluvcl do Sr. Leras | MSE2^S2 fV" d' ^ r *?***
tem-mc dado os raelho.es resultados como me- : ^SST^S^: J,amp,,,"s- r-ad-n .f0
dicamenlo ferruginoso; seinpre muilo bem ; i)0.dc ^ convencer dessascuras n.aravilhosas
supportado e de uma administraeau fcil.
L'arlh, uiedica do hospital Beauion.
- preparaco ferruginosa do Sr. Leras, a "
quo applico de melnnr vontade, e a quo me d
os melhores resultados, tanto na ridado como
= in "5 ~ O c-
* a =-
o = -
6 2-
c o

a

6S"S3
I I i t) -
CARROSAS.
\ eiidem-se duas carrocas novas, sendo para
j boi e oulra para cavallo : na ra da Concordia,
, confronte ao arnuzem Jo sol.
Nova loja de calcado ran-
eez, de Antonio Rodri-
gues Pinto, no aterro da
Roa-Vista n. 8, defronte do
boneea.
Neste novo eslabelecimento tem calcados que
recebeu pelo ultimo navio francez, dos melho-
res fabricantes de Pars, e vendo por menos do
que em outra qualquer parle, a dmheiro vista.
Aviso
aos ca
cadores.
Espiu^ardas de espoleta
muito finas por baralissimo
preco: na ra Direita n. 64.
Aos vendelhoes.
Batatas muito novas a $6t0 o gigo de 32 li-
bras : na ra da M idre de Dos n, 8, armazem de
N atenea & c.
Milho efarclo.
Saceos grandes a 6000 : na ra Nova n. 52.
Admira.
\elas de espermaceie a 750 a libra, ca
a retalho : na ra Nova n. 52."
Alcatifa.
cana
senhora com a applicacao do suas Chapas me-
dicinaes=dc urna erysipela em urna perita, que
-soffrendo muitissimas drese usando inulilmenlo
de todos os remedios possfveis, acha-se agora li-
vrede to tcrrivel molestia. Portantn aceite o
meu reconhecimenlo o Sr. Ricardo Kirk. pela in-
vencao de to til remedio, cujo merccimcnlo
superior a todos os elogios.
Augusto C. Prengtl.
Ruado Colovcllo n. 27. "
W
i>
seu
Precisa-se
sinbar com
bem
Quem amiuncinii comprar uma escrava cos-
tureira, preferiudo-se muala, procure na ra do
Rangel n. 21.
Os Srs. Eduard Tales c Manoel Jos de A-
raujo Cosa l-'illio lecoi cartas no-escriptorio de
viuvaAmorim & Filbo, na roa da Cruz n.45.
Irmaudade do Seuhor Rom
Jess das Portas.
O escrivao da rmandade do Senb or
Bom Jess das Portas erecta na
da Madre de Ueos, em nome da
de uma ama que saibaco-l rejjedora convida a todos os irmaospa-
toda a perfeicao paga-sel ra comparecer no consistorio da mesmn
na ra do Queimado n. 46. irmandade quinta-feira '12. do corrente
as 11 horas da manli;ia, para reunidos
em mesa geral degerenc a nova mesa
is^Jg*us
de
servir no atino
segundo
PILULAS VEGETAES
ASSUCARADAS
que tem
al8GI.
Na ra da Cruz n.
andar, precisa-se de uma
ba cosirdiar o diario de urna
pouca familia.
Aluga-sc um segundo andar c sotocom
bastantes eommodos na ra da Ciliado Recite :
a tratar na ra d'Apollo n. i, armazem.
45,
ama que sai-
casa de
Molestias que se emprega, e
modo de adinhiisiravo.
As molestias em que o phosphalo de ferro so-
lucel, sem qnestio, se tem mostrado at hoje
scmpix. heroico siio as seguintes: a anemia fal-
ta ou diininuicao dos glbulos de sangue [*]
a chlorose (ciencia branca, cor paluda, pallidez
'lo rosto Qlhas de fallas menstruaesj ; a hueor-
rheu .llores brancas, fluxo alvo ou branco); a
amenorrha (falla completa ou incompleta da
menstrueco); a dysmenorrha (dillicuidade no
apparecimento da menstruacao, menstruaco dif-
igiej.i | licil em dores, espasmos, etc.); a ytpepsia fra-
mesa Iqu^a e dilFiculdade na digesiio, dgeslao ta'rdia
e penosa, digesto fmperfeita); aewaciacdo ora-
magreciinenlo sem causa coiihecida, assim como
< emmagrecimenlo filho de molestias prolonga-
das, ; as etcrophulas, a gastralgia dores uervo-
i sas partes, etc. Observaremos que, alm das re-
I conhecidas vantagens iiue na cura destas mo-
| Icslias se lem oblido, ja cora o emprego dophos-
plioio de ferro toluvel, a qualidade quo o loma
niaia recommendavel anda a de se poder con-
sideras, como meio preventivo ou propytatko
du
no hospital. Aran, medico do hospital de San-
io Antonio.
Una mulher muilo gravemente doentc, o
qual infructuosamente Unha applicado o lclalo
de rorro, as pillas do Valtel, as. aguas forreas
de Spa e de Passy, foi inmediatamente melhora-
peta leitnra dos peridicos, quo lh'as relatara
. todos os dias ha inuitos anuos ; e a maior parte
' dellas sao tao sor prndenles que nin.nnipc so
iludiros mais celebres, (nautas pessoas reco-
braran] cora este soberano remedio o uso de seus
bracos e peinas, depois de ter permanecido lon-
go lempo nos hospitaes, onde de viara solfrer i
amputacao! Dellas ha multas que havendo dei-
lado esses asylos de padeciraentos, para senao
submetterem essa operacao dolorosa foram
curadas completaraente, mediante ousodesse
preciosoremedio. Algumas
les resultados benficos diante do lord correge- I
dor c oulros magistrados, afim de mais autenti-
caren! sua lirmativa.
da com 0 uso do phosphato de ferro solare!. qmei^S^^: -'"mas das taos pessoas na
ella supportou muito Dom.-Wna, medico so.de seu reconheriniento declarara.n es
do hospital da Piedade.
Eu aconselho muilas vezes aos doentes, e
principalmente aos que sao dotados de consii-
tuieoes delicadas, o phosphalo de ferro toluvel. Nll,Sueral lcesperaria do estado de saudc se
e at hoje nao lenho lido motivos senao para rae ''^f,0 b;1ns,,?,n,r ronian'.'a P? ensaiar este re- !
louvar.-rtofcer, cirurgio dn Hotel Dieu. n,cd "nsitanlemcule segumdo algum lempo o
- O phosphalo de ferro soluvel c, segundea ,' nl ,a a uc ccessilasse a natureza
minha opinio. a preparacao que os dciles sup- ff ^un t0y* rmco",es,av'
O ungento he ulil, mais particu-
larmente nos seguintes casos.
do mal
Intente :
portara mclhor, e a que d os raelhores resulta-
dos.Cazeuave, medico do hospital de San
Luis.
De lodas as preparacoes ferruginosas co-
nhecidas a que, segundo a minha opiniao, se
supporta melhor ecura'rapidanieuh; as alfeccoes .
que exigem esla indicacao, sem conlradiccao o ,.' I' i
phosphato de ferro solui-el de Leras. J5: .
Tcra principalmente a vantagem de evitar a : IJ0"-'!' e caneca.
Al po reas.
Caimbras.
Callos.
lSf.O
Compras.
contra a (isica, pela cura prompla
Praqucza e debiiidade geral cora
cur.
chlorose
falta de
princip
conslipacao de ventre, e de convirs pessoas de
estomago delicado.^rr. A. Favrol, autor do Tra-
tado de doencas de mulher.
Afora estes muitos mdicos dos hospitaes de
Pariz, que diariamente applicam, citaremos os
nomos dos Srs. Arnal, llazin, Uoinet, Castilhes,
Debou, Desehawps, Detiottviltieri,Favrol, Gillelt,
Groa Guibout, Mouod, Martin, Sainl-Ange, \a-
lalit Guillut, Oltembourg, Pallelan, Schuster,
Vernois, ote. Nos Estados-Unidos, Allemanha,
ilespanha, Inglaterra, Hollanda, Russia, Blgica.
Italia, Portugal e Brasil tem sido applh-ado pe-
losjmelhoi^ lediios que lem reconhecido suas
grandes vai. ens ; e julgo desoecessario [rabli-
I
das costas.
dos niembros.
EiilVrniidades da cutis
em geral.
Ditas do anus.
Krupces e escorbti-
cas.
Fstulas no abdomen.
l'rialdade ou talla de
calor as extremida-
des.
Prieiras.
Gengivas escaldadas.
Inchacoes.
ado.
car urna quai. tdade enorme de alleslados em que ,nflamaQao do fi
se provara milhares do curas com este bello me-
dicammio, c que gratuitamente me lem sido
enviados de varios paizes.
ito esta cidade
NEW-YORK.
O MELHOR REMEDIO CONHECIDO
Approveilem.
Comprara-se lanipeoes que servram para a n
l'iminacao dcsla cidade : na ra do Araorim n.
i 13, segundo andar.
Compra-se uma jaqueta, collete, perneiras
ic chapeo decouro, trage do serto : na ra do
! Imperador n. 2.
Compra se um Flos Sanetorum,
8 da prara
Contra constipares ictericia, affeccoes dof,gado, usa(J0 na lVraria n. G C
febres biliosas, clicas, indujestes.enxaquecas. .
lleinoi ilioidas, diarrbea.doeneas da Independencia.
,-._li _~x i. j c s-j j == Compram-se as segoinle;
pello, irupcoes.e todas as enfermidades,
_PR0VENIENTES DO EST1D0 IMPl'IlO-DO SiNGE.
75,000 canasdcsto remedio consoraraeni-se an
nualmento 1
Remedio da natureza.
Approvado pela faculdade de medicina, e re-
commendaao como o mais valioso catrtico ve-
getal de lodos os couhecidos. Sendo estas pillas
puramente vegetaes, nao contera ellas nenhura
veneno mercurial nem algum outro mineral ;
eslo bem acondicionadas em caixas de folha pa-
ra resguardar-se da humidade.
Sao agradavois ao paladar, seguras e efficaze
em sua operario, e um remedio poderoso para a
juventude, pberdade e velhice.
Lea-so o folheto que acompanha cada caixa.pelo
qual se ficar conhecendo as multas curas milagro-
sas quetera eflectuado. D. T Lanman & Kemp,
droguistas por atacado em Nova York, so os ni-
cos fabricantes c proprietarios.
Acham-se venda era lodas as boticas dasprin-
cipacs cidades do imperio.
DEPSITOS.
Ro de Janeiro, na ra da Alfandega n. 89.
Rahia, Germano &C, ruaJuliiio n. 2.
Pernambuco, no armazem de drogas de J. Soum
& C, ra da Cruz n. 22.
Pjcclsase de um caixeiro de 16 annos com-
pratica de taberna e que de fiador a sua conduc-
a : na ra da Cruzes n. 20.
Jos Antonio Moreira Dias & C, continuara
a receber por lodos os paquetes de Europa ura
lindo sortuuciito do obras do ouro, diamantes c
brilnautes: a tratar no seu cscriplorio, ra da
Cruz n. 26.
Aviso ao publico.
D. Joo Nogueis, dentista faz saber ao publico,
que so mudou da ra larga do Rosario para o
Recife, becco do Abreu n. 3, primeiro andar.
Manual de con tas feitas
para compra e venda de assucar, algodao. couros
e maisobjectos de peso, obra muito til para to-
das as pessoas que negocam com ditos gneros,
e para os senhores de engenho : pois cora um
lance de vista podem saber o importe de qual-
quer porco de arrobas e libras ; 1 volumebem
encadernado por 5000: vende-se na livraria
econmica, defronte do arco de Santo Antonio,
ra do Crespo n. 2,
Curso de preparatorios.
O nacha re A. R. de Toares Bandira. profes-
tes comedas: Ber-
nardo na La, o Judas em Sabbado de Allelua,
Quem casa quer casa, Por causa de un algaris-
rao, A rosca, o Duelo no Tcrceiro Andar, o Ir-
raao das Almas e o Diabo na escola : nest lypo-
grapbia se dir.
Compra-se uma casa terrea pequea, no
bairro da Boa-Vista : a tratar na ra do Rosario
n. 58, defronte da ra do Arago.
m
B
Wat
V?
99
Vendas.
m
nRUA DA CRUZn
Escriptorio de Almeida Gomes, 4hes C.
J
Primeiro andar.
M.J. de Araujo Costa Filho lem para vender no seu escriptorio da ra anua
no sortimsnto de azondaS que trouxe do Rio de Janeiro :
Rico sorlimcnto de lencos de cambraia bordados.
Cauisiiihas bordadas e de renda.
Flores de camelias, plumas maraboul.
Eofeites de llores para cabera.
Setim branco e nobreza branca.
Chapelinas de palha da Italia, e veos de rendo.
Leos de esguio de linho bordados
Alcatifas avclludadas e tpelas para sof.
Damascos de soda de cor.
das as pernos.
Vende-se este ungento no eslabelecimento
geral de Londres* n. 22, .Strand,-> e na loja de
todos os boticarios droguistas e outras pessoas
eneo. regadas de sua venda em loda a America
do Sul, Davala e Ilespanha.
Vende-se a S00 rs. cada bocetinha, conlm
| uma inslr.ucco em portuguez para o modo de
fazer uso deste ungento.
O deposito geral he era casa
pharmacculico. na ruada Ciuz
uambuco.
Fub.
m-. Campos & Lima, tum para vender l
"^ porco de alcatifa de todas as qualida- ^
^ oes, na ua do Crespo n. 12. m
xmmmm&&-&%v&mauotei
Chapeos pretos.
Na ra do Queimado
numero 19.
Chapeos pretos de prtmeira qualidade, e de
Idrma elegante a lOg cada ura.
Nova iiivenco aperfei-
coada.
Bandos ou almofadas
de crina para penteados de
senhora.
Vende-se nicamente na ra da Cadeia do Re-
cio n. 18, loja de Leite Irmo.
Pianos, seranhinase reale-
jos, a prazo ou a
liiihoiro.
Vende-se no r.terro da Boa-Vista, loja n 82,
j um rico eelegante piano forte, francez, ehegado
ltimamente, do melhor fabricante de Pars ; e
tambem nina rica serapliina ou orgo, muito pro-
prio para algum.i igreja do mito por ser muilo
barato ; e realejos pequeos e grandes cora r>an-
cadaria ; sera ella, o que ludo se vende muilo
barato .ara acabar
Taclias para engcnlio
Fundico de ferro e bronze
DB
Itaiictsco Antonio CoiTeia Cardoz-:,
tera um grande sorlimento de
n. 2. emPor- tachas deferro fundido, assim
couio se fazeconcerta-sequal-
quer ol)i*a tanto de ferro luii-
Inflararaaco dabexiga.1
da matriz
Lepra.
Hales das pernas.
dos neilos.
de olhos.
Mordeduras de reptis.
Picadora de mosquito?.
Pubnes.
Oueiniadelas.
Sarna
Supnraedes ptridas.
Tinha, e'm qualquer par-
te que seja.
Tremor de ervos.
Ulceras na bocea.
do ligado,
das artieulaces.
Veas tullidas ou noda-
do Sr.
Hll) fll InillPPli VIV ; Roupoc^dcfusloe cambraia para senhora e muitos oulros obiectos d
llUtl Vt v^r eos por ter recebido directamente de
numero 2.
Vendem-sc superiores queijos de Minas a 29-jOO,
ditossuissos a lj a libra, muito frescos, supe-
riores charutos da Havana a 83 a caixa, cham-
e senlioras
dade de
piC- ,. ?:

::
panha.em quartos de carrafa a 800 rs., muas star- I S*-S' -,,-, ,^., ^-___.-.^. ^. ,__- __
rafas de vinho mozolles. caivinhas de peras, di- S^SV^r' ^*'^^ *$* Vi*$F 'W** '' '; :r '' -' &< > (f--yjS "
Us de-ameixas, ditas do figos de flor; ueste es-I ^IM. ^-'*''~ "? > ^'^4>:-^*^* -': '
labclecimenlo encontra-se loda a qualidade de '------------------------------------------------------------------ --------
gneros, ludo bom e precos eommodos. f* CkWm .i/1 i..i'n. iiL.
rom H^nnrniihn ^ei a (le carnauba.
l^CI d UL tcU Ildlllia. I vende-se na ra da Cadeia do Recife n. -lo,
Oliados pintados para
cobrir mesa,
de muilo bonitos padrees e de superior qualida-
de; na loja de chapeos de Joaquim do Oliveira
Maia, na prara da Independencia n. 21 alio.
Vende-sena roa Direita n. 48 hija : calcado
da trra por baralissimo prc^o, borzeguins fian-
cezes para hornero a 8, ditos para senhora a
3^800, sapatocs de lustre para hornera a SB00 e
35 OO, ditos para senhora a 1JJ280, ditos de mar-
sor de geographia e historia antiga no gymnaso roqum a 720 e 800 rs., sapales do Araealv a
desta provincia, contina no ensino dos seguintes 800 rs.. assim como ouljas qualidades de calcado
preparatanos: rhetorica, philosophia, geogra- que se vende por diminuto preco.
pina, hnguas france/a e iugleza ; na casa de sua =- Vende-so um terreno pro'priocom 258 pal-
residencia, ra larga do Rosario n. 28, segundo mos na ra Iraparial, lado da sombra e da mir
andar. pequea, o seu fundo immenso e vai a baixa
= Precisa -se alugar uma escrava para o ser- mar, ouerece muilas vantagens: os pretendenles
,,-, > interne o externo de uma casa, assira como dirijara-se a taberna n. 7tf no toro 'ta PnJi3
itamfcein UBfiSCJMYO: na ra da SauU Cruz o. 8. confrontando a botica.
Na ra da Cadeia do llecift
nha e Silva, ha para vender
loja n. 50, de Cu- I una i>on;ao de
cera de carnauba cabra.
cera de carnauba c couros de
= Vende-se uma mulatinha de idade de 13
annos, com boa habilidade. e ptima copeira : a
tratar no escriptorio de Claudio ubeux, na ra
do Imperador n. 13.
superior, rerentementc chegada.
= Vende-se um sitio cora 200 palmos de fren-
te e 200 de fundo, no lugar da Torre, margem
do Rio Capibaribe, com uma grande e moderna
casado virenda, cocheira, estribada para 4 ca-
vallos, gallinheiro, cacimba cora tanque e bom-
ba, baixa para capira, todo murado na frente, e
lado com porto de ferro : os pretendenles podem
dirinr-se ao agente Pestaa, que se acha autori-
sado a dar as ncccss-irias inforraaces, ea tratar
da venda sob as condicoeseslabelecidas ao mes-
emchaosl6p%p,rfos,.rOPnelari0" dil silio lodo teT
Bonels para crian-
ancas.
o
Bonios bonels de panno tino guarnecidos de
velludo.com pluma, obra de muito gosto, pelo
baralissimo pseco de 5 cada um : na ra do
gueimado, loja d'aguia branca n. 1(J.
Queijos londrinos. Vovas P vppdidpi-
Je-sena ra do Imperador, antigaraente *~ 'v l*1-' ^-* v KjI lltlllLl
Vende-se na ra do Imperador, antigaraente
ra do Collegio, n. 5, queijos londrinos muilo
superiores de 4a 5 libras, e mais barato que em
outra qualquer parte.
Vende-se um exccllente cabriole! do balan-
Aramia
on.
ranlida.
Visporas c dmi-
nos.
Bonitas ceixinhascoin visporas a lj e lgOO,
ditas cora domines a 1$280 e 2j, era caixinhas
envernsadas, ludo propriopara os diverlmentos
da testa : na ra do Queimad?, loja d'3guia
bran-u n. 10.
ras lavas de Jou^in.
Mu finas e novas luvas de Jouvin ricamente
enleiladas, para senhora, proprias para bailes e
I casamentesditas igualmente finas, lisas, tanto
para senhora como para hornera : na ra do
yuciraado, loja d'aguia branca n. 16.
A fabrica de begias de cera de carnauba da
: ra de Dorias n. 110 j Irabalha e lera as nicllio-
^ res velas que ha no mercado ; o proco era arroba
| 168 at 8 libras, e a mais a 560 a libra,
Peehincha.
Enfaites de vdrilho pelo baratissimo preco de
30000, estao-se acabando : ua loja da ra do
Crespo de Adriano & Castro.
Norat InMos
AT.llRuado Crespo-NA
* Jos liara da Silva Lcnios so- \
si ci de Julio Luje^C, negocian- m
S lesinipoiladoics de joas no Rio fk
S de Janeiro, lem a honra depar-
flicipai* ao respeilavel publico %
^ dcsla capital ijuc se acha na casa ||
kv cima lucsicionada com urna lin- m
|^ da exposico de olicas de bri- m
|| lhanlcs do mais apurado gosto e $&
|r tjiialidado, constando de ricos S
diademas, fitas, collares, pulsei- w
ras, broches, bixas c arbolas, %
\m brincos, aneis e aluetcs, cru-
M zcs c ios de grandes pcrolas, m
P commendas e hbitos de diver* %
H sas ordens e ditTeren'es obras tu- ^>
m do de brujanles c podras linas. ||
M sendo ludo vendido, aiiancado c ?'/;
|| por precos eommodos: na ra do S
S Ocspon. II, segundo andar. %
8 Tambem se presta a mandar
quaesquer objectos a amostra
Vende-se vinho do Porto, velho. engarra-
fado a 15200 a giirafa, e globos para illuminco
a u$ cada um : na r'ja das Cruzas O. o7, primei-
ro andar.
= Vende-so no armazem de Jos Antonio Mo-
reira Dias C, na ra da Cru/. n.26 :
Mercurio dore
Itetroz.
. Linhas em norellos.
i Cera de Lisboa em volas.
Graxa ingleza em boides,
Lazarinas e clavinotes.
, Chumbo era lencol.
l)ito de munleao.
Ferros de aro para engonimar.
Pregos de ferro de todas as qualidades.
! Ditos francezes sonidos.
Vende-se una bonita escrava crioula.de
i 22 a 2 annos. sera defeit algura, chegada ha
poucos das do serto, por 1:5008, ou anda por
! menos alguma cousa : na ra do Queimado, caso
! do Sr. coronel Gouvcia.
=_ Vende-se uma mulata cora 22 a 23 anuos de
idade, sadia, sabe eiigoraniar,lavar,preparar nina
senhora, cozinha o ordinario de una casa, c sera
vicios : quera a pretender procure na ra da Ro-
da n. 23, das 6 s 8 horas da manhaa, e das o" s
6 da larde, para ve-la o ajuslar.
Gravatinhas para
senhoras c meninas.
Mui bonitas e delicadasgravatinhas de lino lili
de seda, cora borla e franja, e de gosto moderno,
Ra do Queimado numero l*.
Cortes do riscado francez 3 Ir2eovadosa2|i
Cuberas de chis.i a 2-")60').
Chapeos enfeilados para meninos u meninas.
Hilos pretos lines, ultima moda.
hilos de fellro.
Cambraia organdys muito fina.
Chales de fro'o de tres ponas.
Ditos de merino bordados d-.> unas ponas.
Ditos muilo tinos bordados a froco.
llicos diales de louquim branco.
Corles de seda de duas saias.
i. .. ,is enfeitadas.
Manteletes pelos bordados.
Leos para algibeira, braOCOS, a 2 .i duzia.
Trelo superior, saceos grandes, tem para
veuder Jos Luiz de Oliveira Azcvedo, no sen
escriptorio d ra da Madre de D ia n. 5.
edeavana
ras d
_;odao tranend, azul, com 32 co-
vados por icoO : vendom-se na ra do Crespo,
uja i.i esquina que volla para a ra da Cadeia
Enfcitos do vidiilho c de retroz a 49 cada
ura : na ra do Queimado u.37, loja de i portas.
as do gaz.
Vendem-se n.\ ra do Cabula n.2 I! luja de
1 miudezasda Joaquim Antonio Dias de C.isiro.
Fil
cora 2 1|2 vara-; de largura a 800 s. a vara
i ra da Cadeia do Recife i
i Irmo.
Brim trancado
preto,
aeuda muito superior; garame-se que nao
desbota: na roa da Cadeia do Recife n. ^, lo-
, ja de Leite & Irmao.
r..i
Recife n. 48, loja de J. ..
de linho todo
Coral.
Chegou loja de miudezasda ruado Crespo
n. 5, ura grande sorlimento de macos e vallas
de coral verdadoiro que se vende mais barato do
|uc em oulra qualquer parte.
= Vendem-sc dousaunis cora brilhanle, sen-
do ura de bom tamanbo, e um alfinele tambem
I cora ura brilhanle, e bcra uma corrente para rc-
logio cora bastante peso, o talvcz do mclhor gos-
to que aqui "tora vindo : na ra do Araorim i.
33, segundo andar.
ATTEiNCAO
nde-se a melhor loja de azendas da
niiiiinu .>c/r;i^; a, .. i. t .. ,"-"'' V"! "v"ut u"j<'. ouogosw uiueruo,; Vende-se a melhor loja de azendas d3 na do
'ni-i ^1 r?, J. A ll ,ii,hn^aUl1 < Pelo baratissimo preco de 2 cad, uma : na ra I Imperador n. 9, com poucos unoosi praro ou
pa.a a mesme ra d. 26, segundo andar. do Queimado, loja d'aguia branco n. 16. I a dinh.ro : a ratar na mesmo.
/

MUTILADO


DIARIO DE PERNAMBUCO. QUINTA FEIRA 22 DE DEZEMBRO DE 1859.
DE
Sita na na Im|>erai n. liSe 120 junto a fabrica de sabo.
DE
Sebastian J.da Silva dirigida por Manool Carneiro Leal.
Nesle estnbelccimento lia scmprc promptos alambiques de cobro de diftorentes dimencoes
(de 300 a 3.U:MVr: simples c dobrattos, pora destilar agurdenle, aparelhos destilatorios continos
par resillar e destilar rspirilos com graduacao at 40 graos (pela graduaeo de Sellon O.arlier) dos
niel dores sysleinas hoje approvados e conhecidos nesta e oulras pro vi mas do importo bombas
de todas as dimencoes, esperantes ede repudio tanto de cobre como de bronze e ferro, 'torneiras
<1e bronze de todas as dimencoes o feitios para alambiques, tanques etr., parafusos de bronr.ee
ferro para rodas d'agua.porlas parafonialhas e crivos.de ferro, tubos de cobre c chumbo de todas
as dimencoes para encmenlos, camas de ferro com armar o sem ella, fuges de ferro potareis e
econmicos, taclias e tachos de cobre, fundos de alambiques, passadeicns, espumadeiras, cocos
para engenho, fulha de Flandres, chumbo era toncle barra, zinco em leDrol c barra, ls'nces e
arroellas de cobre, toncos de ferro o lato.ferro suecia inglez de todas as dimnsoes, safras, tornos
e folies para ferreiros etc., e oulros muilosartigos por menos prego do que em oulra qualqucr
parte, desenipenhatido-sc toda .e qualqucr encommenda com presteza e perfeico j conhecida
epara corumodtoade dos freguezes que sa dignarem honrarem-n* com a sua conflanes, acha-
ao na rua Nova n. 37 toja de ferragens pessoa habilitada para tomar nota das eocommendas.
APPROVAlo E AUTOBISACIO
DA
E JUMA CESTRtl DE HYGIElE PIBLIC4
LIVRARIA ECONMICA Vidrosparav
N.2-UAD0 CESPO-N. 2
Defronle do arco de Santo Antonio.
NESTE NOVO ESTABELECIMF.NTO VENDEM-SE
Livros de retigiao setoncias, de letras, artes, viagens, historia e classicos ; romances Ilustrados e
oulras publicacocs.cm diversas hnguas.
Globos, atlas c mappas geographicos.
Papel de hollando, de peso, paquete, almasso, de cores e outros de diversos frmalos e roslos
Prensas para copiar cartas e outros manuscriptos, livros e tintas proprias.
Livros em branco, pennas de varias qualidades e mais objectos para uso de repartieocs secreta-
rias e casas de commcrcio, uteucilios para desenlio etc. '
Artigos de bom gosto, fantasa e curiosidade das fabricas de Taris para uso dos oleante* nrna-
tos, presentes etc.
Carios e bilhetcs para bailes, casamentos e visitas.
HISTORIA UNIVERSAL desde os lempos primitivos at 1850, por Cesar Cantu, 12 volumos in fo-
lio, enriquecida de mais do 90 magnificas estampas, obra em que nada se poupou'para o
leilor encontrar nena erudiro, estudo solido e leitura agradavel.
ALMANAK de lembrancas de Caslilho para 1860, assiiu como collecroes completas desde o seu
comeco.
MANUAL DE CONTAS j feitas para compras e vendas de assucar, algodo ele.
Encaderna-se em Iodos os gostos desde o mais simples em papel at ao melhor em panno ou pelle
Impnnie-se cartoes o bilheles, o marca-se papel com tvpo proprio e em relevo vonlade dos"
pretenden tes.
draca.
Acccita-se o encargo de qualquer encommenda de livros e outros artigos tanto da corte e provin-
cias do imperio, como de Portugal, Franja, Inglaterra c Blgica, com as condicres mais ra
zoaveis.
ELECTRO-MAGNTICAS EPISPASTIC1S
9
cardo Mirk
TO0M mm
Para seren apv^calas as parles atteeladas, sem
resguardo ncm hi commodo.
IY
AS CHAPAS MF.DICINAES sao muilo conhecidas nesta corle e em todas as provincias ^csle
imperio ha mais de21 annos, e sojafamadas, pelas boas curas queso (em obtido as cnferrai'jdes
abano descriptas, o que se prova^coin innmeros attestados que existem de pessoas capazos ede
exncco.
Com estas Ctu**a-auct*o-iucnTUU9 f.pispastica? obtem-se urna cura radical e infallivel
em lodosos casos do nflammacao [eangao ou falla de respirarao), sejam internas ou externas, do
ligado, bofes, estmagos, braco, rins, ulero, peito, palpitarlo do coradlo, garganta, olhos, erysi-
polas, rheumatismo. ataques nervosos, etc., ele. Igualmente para as'difercnles especies de lu-
nares, como lobinhos e escrfulas ; soja qualfjr o seu lamanho c profundeza, por mcio da sup-
puracio serio radicalmenlc extirpados, sendo o seu uso acoiiscthado por habis e distoclos facul-
tativos.
As encommendas das provincias devem ser dirigidas por escripto, tendo lodo o cuidado de
fazer as necessarias explicaeoes. se as chapas sao para homcui, sonhora ou crianca, declarando a
jnolcstia em que parte do corpo existe, se na cabera, brarn, poscogo, cxa, penia, p, Ou tronco
do corpo, declarando a circunferencia ; o sendo ferida ou" ulcera!, o molde do seu taraanho era
im pedaco de papel c adccTaracao onde existem, auidc que as chapas possam ser bem apolica-
das no seu lugar. '*
Pde-se mandar de qualquer ponto do imperio do Brasil.
Consullas a lodas as pessoas que a dignarem honrar com a sua confianca, em seu cscripto-
no, que se achara abcrlo todos os das, sem excepeo, das 9 horas da mauhaa as 2 da tarde.
\i9 RUA DO PARTO H9
PERTO DO LARGO DA CARIOCA.
FUNDICAO D'AURORA.
Este utillssimo eslabelecimenlo aelia-se, Ta pouco tompo, augmentado tanto no materia
como no seu pessoal, e seus propriotarios habilitados para vencer qualquer opposioiio hostil e
desprezarom a ignorante vituperaoao de malevolencia. Offerecem a seus numerosos 'freguezes e
ao publico em geral, asrantagensde sua longa experiencia e reconhecida promptido e fidelidade
na execucao das obras as mais importantes de engenharia, entre outras pode enumerar as seguin-
tes : machinas de vapor de lodos os lmannos, rodas d'agua de todos os dimetros, lodas de fer-
ro ou para cubos de madeira, moendas para canna todas de ferro e independemos com os me- '
lhoramcnlos que a experiencia mostr ser indispensavel, meias ditas com todos os preparos ta- '
chas para engonho de todas as qualidades e tamanhos, rodas, rodetes, aguilhoes, crvos e boceas
para fornalha e todas as ferragens p para moer mandioca, tornos e prensas para farinha, pontesde ferro, raldeiras, tanques boias e
todas as obras de machinismo etc., etc.
3J

B, N J> =
-i a _.
5
ti
<* a B n .
S.S-2 525&
:BB
CONSULTOR
DO
r. P. A. IMo Hoseo80f
3 Rt A DAGLOAli.llDOFlTIDO 3
CliiiVca or ambos os syslemas.
O Dr. Ldbo Moscoso d consultas'todos os das poli manhaa ede tarde depois do 4 horas.
Contrata partidos para curar annualmente nao s para a cidade como para os engeraos ou outras
propriedades ruraes.
Os chamados devem ser dirigido* 5 sua caa al as 10 horas da rnanliaa e em caso de ur-
gencia a outra qualquer hora do dia ou da noite sendo por escriplo em que se declare o norae da
pesso, p darua eo uumero da casa.
Nos casos que nao forom de urgencia, as pessoas residentes no bairro do Rocifo poderao re
metter seus bilheles a botica do Sr. Joo Souun& C. na rua da Cruz ou toja de livros do Sr. Jos
ftogueira do Souza na rua do Crespo ao pe da ponte velha.
Nessa toja e na casa do anunnciantc arhar-se-ha conslantemeni eos molhores medica-
mentoshomeoputhicos ja bom conhecidos e pelos precos seguintes:
Botica de 12 tubos grandes,....... 10000
Ditos de 24 ditos...............15n00
Ditos do 3f! ditos.............20S090
Dito de 48 ditos........*...'.'.'. 259000
Ditos de 60 ditos...............OaOOO
Tubos avulsos cada um...........|, IgOOO
Irascos de linduras.............' 2SO0
Uanoal de medicina homeopathica pelo l)r. Jahr traduzid'o
em portuguozcom o diccionario dos termos de medi-
cina, cirurgia ele. etc...........
lledicina domestica do Dr. Hering, com diccionario. .'
Repertorio do Dr. Mello Moracs.......
20*000
10^000
600'l
Ni loja de ferragens c
RuaDireitan.G4.
Cai\inhas de agulhas francezas muilo finas a
;;, ditas a 400 rs., caixinhas pura costura mui-
tu bonilas a 3J500. 4Kf00, 5 e 6J, bicos finos e
ordinarios por baratsimo proco, e dao-se as
'.musirs ; sapalinhos do la para meninos a 400
rs. o par, caixmhes com grampas a 80 rs., cartoes
dcokliutes com duas carreiras a 80 rs., tesou-
1 -us para costura muito unas a 1, ditas para bar-
beiro a 2, penles para aligar cabello,pretos o do
cures a 320, ditos finos a 560.
Anda est para se vender o sitio da tra-
vesa do Remedio n, 21, da freguozia dos Afoga-
dcs : qnem o pretender, entenda-se com seu
proprielario.
Enfeites para cabera das
senhoras.
Na loja da aguia de ouro, rua do Cata-
ta numero 1 B.
Vendem-se os mais lindos enfeites com vidri-
llm pretos e de todas a9 cores, ditos de froco e
velludo de cores, proprios dos vestidos que se
usam, ehapeosinhos e touquinhas muilo lindas
paro meninas e meninos, capellas com palmas
- brancas, proprias para noiva, e outros mui-
lo mais enfeiles, toques de muilo goslo, de ma
dreperola o de outras muitas qualidades, botos
le indos os gostos para casaveqte, assirn como
franjas e trancas de lodas as qualidades. bicos de
s i e do linho de lindos padioes, perfumaras
las as qualidades, que se vende ludo muilo
barato por se ter recebido em dircitura da Eu-
ropa
=s Vende-se una loja de miudezas com pou-
mJos, na rua Direila : a tiatarno armazem
lia rua do Vigario n. 8.
Vendc-se urna mulata com urna filha de 3
>, cozinha, engomma e lava, ludo faz com
irau, muito sadia e sem vicio : na rua es-
trella do Rosario n. 28, primeiro andar.
Rua Nova n. 34
Vendem-se ricos loques com bouquet do flores
proprios para bailes: e compra-se urna escrava
de 35 anuos, que cozinhe e engonime, c que soja
sadia e robusta.
4^9
iULenco.
Na rua Nova n. 35, vende-se mi-
lho muilo novo dinheiro a vista
pelo baratissimo preco de 4J500 a
sacca.
Rap.
Na praca da Iudcpendenca n. 5, loja de violas,
\tndc-SL rap fresco de I.isboe, Paulo Cordeiro,
casse gro-jo, mcio grosso fino, c nieuron. tanto
cm libia como em oilavas.
vinho do Porto, do mais superior, engarrafado,
dilo champagne, idem, dito muscalcl, iden : no
armazem de Barroca & Mcdeiros, rua da Cadeia
do Recito n. -4.
Em casa de Luiz
Deloucb,
rua Nova u. 22, lom para vender livros era bran-
co para escripturaees, os mais bonitos possi-
veis, por proco muito barato.
Calcado muito barato.
Para acabar al o um desle mez.
Borzeguins para meninas a 2g000
Sapates para meninos a 2 c 2^500
na rua do Cabug n. 9.
Est-se acabando.
Na rua do Livramento, loja n. 38, confronte
ao oiliio da igreja, \endera-se boleas para vio-
gem, de oleado, botas nglezas, nissianas todas
de borracha, camisas de casemira, redes de apu-
rado gosto ; todos estos objectos sao proprios
para os empregados da estrada de ferro e embar-
cadiQos.
Na loja no p do arto de
Sanio Antonio,
recfcbeu-se um rico e completo sortimento de ri-
cas caixinhas com nmendoas proprias para a ra-
pazc.ida de bom goslo dar de (stas.
Vende-se um cabriole! com rntimo ravallo:
a tratar na rua do Crespo com Adriano & Castro.
3 2 3 s -o -
fr!f!J*,i3'f-
3 S Jigo-I
i 2 2 *
frrf
-2.S'J-->
g2|5'gg
( ^
H*Kf
a-e. FI r
g'S3.g-gS'|
o.aSoSS
O en
B
s _" /. o- c

5 e 2 =
e
s &* &^
? B a n b ,_
= c 5
s -

5-
n e q, ^ t e_
B Sr-S S
= =; f,
B b> n a>
M
ir1
w
MI
O
5^
en

oo
en
oo
en
en
en
= c
I 1
FAZSHDA3
NO
ObTATO HASSbT representante da mmlo afamada casa WALI.ERSTEM 'M.4SSET & C a
foruecedores da casa imperial do Brasil, estabelecida no Rio e em Paris reccbeu"ura grande sor-
tmenlo de fazendas o modas da pnmeira qualidade e novidade.querendo antes de ludo fazer gozar
o respeilavel publico dos orecos'muilo valajosos polos quaes pode oltorecer suas fazendas' v^rde
ludo a dinheiro avista ; elleacha-sc residindo no hotel inglez quarlo n. 2, encarrea-se de man-
dar levar as fazendas pedidas amostra, sendo por escriplo para evitar os en"anos.
Recebe qualquer encommenda para mandar vir da Europa ou do Rio.
100 vestidos de seda para baile, passeiuse visitas.
Mocre anlique prclos e de cores.
Nobrezas lisas pretas e de coros.
Vestidos pretos lisos, lavrados do2saiasc de velludo.-
Flores, e enfeiles de renda para cabellos.
Vestidos de cassa branca bordada muito finas
Carcas, eseomilhas, filos de seda e linho brancos c de cores.
Meias de seda, linho, (lo da Escossia para homens, senhoras e meninas.
Jipatos de setim branco e prolo com sallo e sem elle.
Botinas de setim branco, de setim prolo, de la muilo superiores.
Sabidas de baile, capas de cachemira, velludo e seda.
Chales de touquim bordados c de relroz.
Manteletes de renda preto e cassa bordada.
Corpinhos, camisinhas, colarinhos com mangas de cassa bordada a ponto real e renda verdadeira.
Gnarnices de renda preta e branca para vestidos o para enfeites de vestidas.
I.eucos'dc cambraa de linho muio ricos com renda.
Chapeos de sol para senhoras.
Penles para trancas, alliiietes de pcilo, pulseiras, brincos de tartaruga e jaspe preto para lulo
Grande sorlimento de luvas verdadeiras de Jouvin.
Luvas de relroz e de seda para homens, senhoras e menjnas.
Grvalas brancas e pretas.
Chapeos de corte com plumas.
Casaras, sobrecasacas, alelots de panno, cachemira dos melliores alfaiales de Paris.
Calcado do afamado Melier para homens.
Tapetes de velludo muito ricos.
Capas, capotes impermeaveis Makintosch para homens e senhoras.
Vendas.
Relogios de ouro e prata, cobertos e descober-
los patente inglez, os melhores que eiistem no
mercado, e despachados hoje, vendem-se por
precos razoaveis : no escriptorio do agente Oli-
veira, rua da Cadeia do Recito n. 62, primeiro
andar.
Farinha de mandioca.
Vendem-se saceos com muito boa farinha de
mandioca, assim como saceos grandes com milho
muilo novo, ditos com feij;io, egomma para on-
gommar e fazer bolinhos ; na rua do Queimado,
loja de ferragens n. 14.
Vende-so macarro. talharira a 320 a libra,
aletril a 400 rs., cevndinha a 320, manteisa in-
gleza muito boa a 900, dita franceza a 640,"quei-
jos flamencos a 2J500, e outros muilos gneros,
ludo bom e muito em conta : na rua da Senzala
Velha n. 50.
Polassa da Russia.
Vende-sena rua do Trapi-
che n. 9, ai 1r.n7.em de Fon-
seca, muito superior e novia-
lima potassa da luss'a.
Aos fabricantes develas.
Cera de carnauba da nova safra a 11*500 e 12 esebo refinado cm pao e velas, ltimamente
chegada do Porlo, em barricas e caixas de 11 $500
a 12J500 a arroba : no antigo deposito do largo
da Assembla n. 9.
e a vender fazendas por fiarlo ||
mo por menos do seu valor, S
larcontas : na loja de 4 portas S
eimado n. 10.
raraasraa :;z^st32
= Vende-so travejamento do 30 a 40 palmos de
comprlmento, madeira do jangada, de todas as
grossuras, mastros para barcacas, 1 palanquim
novo quem precisar, dirija-se JoaoDuarteMa-
ginario, rua do Rangel n. 0.
Loja parisiense,
rua do Crespo n. 10, ver.dem-se
ras \. Jouvin muilo frescas.
se turas verdadei-
Aos cigarreiros e cha-1
ruteiros. I
Campos 4 Lima lora para vender cai- *J
xas com fumo americano de muito boa H
p qualidade e a preco coramodo : na rua S
l do Crespo n. 12. m
Fazendas de bom gosto
Recebfu-sc pelo ultimo vapor da Europa cer-
es de vestido de seda de delicadas cores, com 2
babados e 2 saias bordadas, lindos enfeites de
flores e froco para cabeca de senhora, bonitas
chapelinas de seda para senhora e meninas, as-
sim como riquissimos corles de rollete brancos,
de velludo e seda bordados para casamento,
ditos de. vtlludc preto bordado c de cores boni-
tas ; havende entras muilas fazendas, c lude se
vende por preces mais baralos do que cm oulras
parles: na rua da Cadeia do Recito, lea a, 50,
de Cucha e Si'.vj.
aja
A6$acaixa: na ma larga
do Rosario armazem de louoa.
Vidros para caixilhos.
Na rua larga do Rosario loj n. 28
armazem de louca, mandam-se botar vi-
dros em casas particulares por preco
muito commodo, assim como vender
se vidros a retaliio do lmanho mais pe-
queo at mais de G palmos.
Botica.
Rartholomcu Francisco 0"e Souza, na larga
do Rosario n. 36, vende os seguintes medica-
mentos :
Rob I.'Affectcur.
Pillas contra sezocs.
Hilas vegotaes.
Salsaparrilha Bristol.
Dita Sands.
Vermfugo inglez.
Jarope do Bosque.
Pilulas americanas (contra fferes).
Ungento Holloway.
Pilulas do dito.
Ellixir anti-asraalliico.
Vidros de boca larga cora rolhas, de 2 oncos a
lzlibras *
Assim como tera um grande sortimento de pa-
pel para forro de sala, o qual vende a mdico
preco.
Vende-se um cavallo acostumado a Iraba-
Ihar em carro de conducoao de gneros : na rua
do Codorniz n. 8.
Pennas d caligra-
pliia verdadeiras.
\endcm-sc na livraria universal, rua do Im-
perador (oulr'ora do Collegio] n. 20.
Superior ao mellior
presunto de fiambre.
Linguasde vacca emsalmoura vindas
de Londres, vendem-se nicamente no
armazem de Luiz Annes defronte da
porta da alfandega.
\^r
45Rua Direita45
O proprielario desle eslabelecimenlo roco-
nhecendo que com a excelsa visita de SS. MM.
II. a esta cidade lera do sedar um estrago hor-
roroso de calcados, em conscqiiencia das fro-
quentes paradas, marchas, contramarchas e for-
midaveis passeios as brilhantos illuminacoes, e
condoendo-se das boleas naturalmente "pouco
fartas, dosbravos officiacs o pracas dos patri-
ticos balalhos, cujos nomos trazcm memo-
ria os feilos gloriosos dos nossos avoengos, doli-
berou, cm homenagem a tao felizes das baixar
so precos do seu exccllenle calcado, a saber:
Para homens.
Borzeguins aristocrticos (lustre) 9#000
Borzeguins zouavos, obra fortissima (be-
zerro) 8$000
Borzeguins cidadaos (bezerro e lustre) 890OO
Borzeguins econmicos CSOOOi
Sapates balcdores 5j000
Para senhoras.
Borzeguins para senhora (primeira elasse) 5$000 i
Pilos (segunda elasse) 436UO
Ditos para meninas (primeira elasse) 48000 '.
37 Ruado Queimado37
Loja de 4 portas.
Chegou a esto estabelecimento um completo I
sorlimento de obras feitas, como sojnm : pato-'
0)ls de panno fino do 16$ al 28 de panno fino preto e de cores muilo superiores
a 355, um completo sorlimento de polelots de
riscadinho de bnm pardo e brancos, de braman-
te, que se vendem or preco commodo, cerou-
las de linlio de diversos'tamanhos, camisas
francezas de linho e de Jpanninho do 2g at 5jj
cada una, chapeos francezes para homom a 8$,
ditos muilo superiores o 105, ditos avelludados,
copa alia a A}, ditos copa baila a 10$, cha-
peos de fellro para hornera, de 4*. 5 e al "9
cada um, ditos de seda e de palha onfeitados pa-
ra meninas a 103, ditos de palha para senhora a
12J, chapolinhas de velludo ricamente enfeita-
dasa 25$, dilas de palha de Italia muilo finas a
25,?, cortes de vestido de seda em cartao de 40$
at 150J, ditos de phantasia de 16t> at 35000,
Kollinhas de cambraa de 13 al 5>, manguitos
de Ig00at55, organdys escurase claras a
800 rs. a vara, cassas francezas muilo superiores
c padroes novos a 720 a vara, casemirasde cor-
les para colleles, paletots c calcas de 3j?500 al
4$ o covado, panno fino preto e decoresde 25500
al lOg o covado, corles de collele de vellu do
muito superiores a 9 e 12$, ditos de go-gurao
c de fuslao brancos de cores, ludo por preco
barato, aloalhado de algodo a 1^280 a vara,
corles de casemiras do cores de 5 al >5, grosde-
naples de cores e pretos de l#G0 al 3}2<)0 o
covado, espartilhos para sonhora a 6$, coeiros
de casemira ricamente bordados a 125 cada um,
lencos de cambraia de linho bordados para se-
nhora a 0 o 12& cada um, dos lisos para ho-
mem, fazenda muito superior, de 12 al 20} a
duzia, casemiras decores para coeiro, covado a
SOO, barege de seda para vestidos, covado a
1$400, um completo sorlimento de colleles de
gorgurao, casemira preta lisa e bordada, e de
fustao de cores, os quaes se vendera por barato
preco, velludo decores a 7 o covado, pannos
para cima de mesa a 105 cada um, merino al-
cochoado proprio para paletots o coltotos a 2>SO0
o covado, bandos para armacao de cabello a
15500, saceos de taple e do ma'rroquim para vla-
gem.oum grande sorlimento de macas e malas
de pregara, quo tudo se vende vonlade dos
freguezes, e outras muilas fazendas quo n&o
possivel aqu mencionar, porm com a vista dos
compradores se mostrarao.
Fazendas moder-
nas, i
Corles de casemiras de cores finas a 55500, di-
las de urna s cor muilo finas de 3 e 6g, cortes
de collete de velludo de cores a 6JOO0, ditos dilo
preto a 5g e 68, colchas de algodo adasmasca-
das a 55, brilhantina branca o covado 480, case-
mira do quadriuhos o covado 15, pannos para j
mesa muito bonitos e modernos a 65. cortes de
barege com tres ordens de babados a 155, cha- ]
poos do phantasia para homem, sendo de gor- j
guriio do seda a 75. dilos doChille de 4 a 25?,
dilos de feltro do 45500 c 55, camisas de can-
braia de linho para senhoras, ditas do esguiao
muito lino, ditas de cambraia bordadas com man-
gas, ricos cortes de seda de lodas as cores, mn-
deles dos mais modernos, grande sortimento de
perfumaras inglezas legitimas, joias decoral ver-
dadero, oleados de diversas cotes imitando
marroquim para colirir mesas, forrar almofadas,
travesseiros, ele., ele, ebem como um completo '
sorlimento de fazendas do mais apurado gosto e '
melhor qualidade, vendendo-se ludo por baixos
precos, no armazemdu fazendas do Kavmundo
Barloa Leile & irmo, aterro da Boa-Visfa n. 10. !
SISTEMA MEDICO DfcMOLLOWAl.
PILULAS HOLLWOYA.
Esto inesiimavel especifico, composto inleira-
mcnle de hervas raedicinaes, nao conten mercu-
rio, nem alguma outra substancia delecteria. Be-
nigno mais lenra infancia, e a completo, BMis
delicada igualmente promplo c seguro para
desr-rreigar o mal na conipleico mais robusta
c nleiramontc innocente em suas operacc.es e ef-
toitos; pois busca e remor as doeneas de qual-
quer especie egro por mais antigs e tenazes
que sejam.
Ende milhares de pessoas curadas com esto
remedio, muilas que j eslavam as portas d..
morte, preservando emsou uso: -conseguirn!
recobrar a saude e torcas, depois de haver tenta-
do intilmente todos os outros remedios.
As milis afilelas nao devera entrogar-se a de-
sesperaran ; faeam um competente ensato dos
cluazos effeilos desla assonibrosa medicina, e
prestes recuperarfio o benefieio da saude.
Nao se perca lempo em tomar este remedio
para qnaiquer das seguinles ene-rmidaies :
Accidentes epilpticos.
Alporcas.
Ampolas.
Arrias (mal de).
Asthma.
i'.olicas.
' "Hvulses.
Uebilidade ou extenua-
cao.
Debilidadc ou falta de
torcas para qualquer
cousa.
Dysinteria.
Dordegarganla.
de barriga,
nos rins.
Dureza no ventre.
Enfeimidades no ventre.
Ditas no figado.
Ditas venreas
Eoxaqueca.
Herysipela.
Fobie biliosas
Febreto internitenle.
Febreto da especie.
Goita.
Hemorrhoida3.
Hydropesia.
Ictericia.
Indigestoe*.
Inflammacoes.
I r r e g u a ridades
raenstruaro.
Lombrigasd'e todaes"
pecie.
Mal de pedra.
Manchas na cutis.
Obstrucco deventre.
Phlvsicaou consump-
pulraonar.
Relenco de ourina.
Bheuraalisrao.
Symplomas secunda-
rios
Tumores.
Tico doloroso.
Ulceras.
Venreo (mal-.
lendem-se estas pilulas no esUbelecimenlo
geral de Londres o. 22, Strand, e na toja de
tudos os boticarios droguistas e outras pessoas
encarregadas de sua venda em loda a America do
nu\, llavana e Hespanha.
Vendem-se asbocelidhas a 800 rs. cada orna
dolas, contem urna inslrucgao cm portuguez pa-
ra explicar o modo de so usar destas pilulas.
O deposito geral em casa do Sr. Soum
pharmacculico, na rua da Cruz n. 22, em Per-
n atabaco.
Toda a at-i
tenco ao segundo an-
dar do sobrado da es-?
quina da rua do Queima-i
do (por cima da loja dol
Sr. Preguica) entrada!
pelo becco do Peixe Fri j
to n. 1.
^* Ricos corles de vestido de 2 saias
de gorgurao branco lecidos a vel-
ludo proprios para baile o mais
rico que tera vindo a esta capital.
fc^" Ricos cortes de veslido de seda de
2 saias bordados proprios para
baile, fazenda do mais apurado
gosto.
^ Ricos cortos de vestido de 2 saias
de gorgurao de seda de cores pro-
prios para visila e para passeo de
epuradissimo gosto.
$-2^" Ricos cortos de vestido bordados
para casamento com capella cor-
respondente.
^4 Ricos corles de vestidos de 2
saias do gorgurao preto bordados
c adamascados.
^ Rica o inleressante eoltoeco de ar-
ligos para toilette de senhora e
Wg para cavalheiro.
W ^" Adverte-se ao respeilavel publico
que alm das fazendas annnncia-
das ha ura variado sorlimento de 31?
f fazendas novas que lodas serao p
vendidas em precos razoaveis fe
RELOGIOS.
Vendc-se em casa de Saunders Brothers 4
C, praca do Corpo Santo, relogios do afama-
do fabricante Roskell, por precos coramodos,
e tambera trancellins e cadeias pxa os mesmos
deexcellenle goslo. *
:^S3i3S8BSBaP
| GltAWEE VARIADO SORTIMENTO
DE
Relogios.
De novo chegarara os afamados relogios in-
glezcs de ouro, de patente, e esto venda no
armazem de Rostro Rookei & C, praca do Corpo
Sannto n. 48.
Relogios.
Ver:dem-se relogios de ouro inglezcs, de pa-
tente : no armazem de Augusto C. de Abreu.
na rua da Cadeia do Recife n. 36
Vende-se superior linha de algodo, bran-
cbs e do cores, em novello, para costura : em
casa de Seuthall Meltor C, rua do T
n. 38.
MOTILADO
| Fazendas nglezas e francezas e
ioiipas feilas
recebidas era direitura
8 NO
Armazem e loja
DE
I Ges gHA RUA DO QUEIMADO N.'46, FRENTE D.vl
| LOJA AIIARF.LLA E ROTULAS BRANCAS
K Um completo e rico sorlimento desobreca- (
gj sacas de panno pretos e de cores a 285, 30J \
S e 85$, casacas de panno preto muilo lino a
b 408, 4S e 50$, paletots do mesmo panno a
H 24 c 25J, ditos de casemira a 14#, 16$ e
; 18?, ditos saceos dasmesmas casemiras
S prclos e de cores a 10 o 12, dilos de al-
| pacas prela o de cores a 4g, ditos de brim
^ nardo a 45o0 e 5, ditos de brim preto a ES
B oj, ditos brancos a 5, ditos de esguio do S
^ ultimo gosto cor de laranja a 5S, sbre-
la casacos do alpaca muito fino a 7 e 9},
2 sobrecasaca de panno finopreto para me
K nios a 15, 18 e 20, dilos de casemira
de cor a 8 e 10, calcas de ca- senaras de 8[
g coros e pretas a 8, 9. 10,$, 11 e 12, g
g calcas debnm de cor a 350, 4 e5j,|
g dilas de brim branco fino a 6c 7,colle- ^
sS les de gorgurao de seda e de casemira de !&
K cores e prelo a 5S, 6 e 7, ditos de vellu- S
|doa 10 e 12, camisas inglezas tanlopara >
g ihomens como para meninos de todos os
& tamanhos, seroulas de todas as qualidades, V
m chapeos de sol de alpaca a 5, manteletes S
gj pretos de muito bom goslo a 30$ e 40? ca- |
fsavcques de fustao bordados compridosa g
20$, chapeos de castora Napoleo8, ricos W
g manguitos de punhos bordados a 3500 e a K
W 4g, dilos com gollinhas a 5e 6$, gollinlias &
H de iraspasso bordado e transparente a 9t,S
3 calcas do meia casemira padres modernos S:
H a 5$, coielles de fustao de cor e de brim
j branco a3$,e3$500e outras muitas fa-
U zondas c roupas leitas que serao paleles a
jpresenca de- freguez.
T*T(rTr*1
Polassa da Russia
E CAL DE LISBOA.
No bem conhecido e acreditado deposito da
rua da Cadeia do Recife n. 12, ha para vender
potassa da Russia e da do Rio de Janeiro, nova
e de superior qualidade, assim como tambem
cal virgem em pedia: tudo or grecos muito
razoaveis.
Ao barato.
O n. na praca da Independencia, est tor-
rando:
Borzeguins para homem a 6000
Dito para senhora a 3.
Ditos para meninos a 2.
Sapatos rasos a 2500.
Sapates de lustre a 5.
e tedo o mais cateado se rcr.di por b -ico.



J


1
t
DIARIO DE PEBNAMBUCO. QUINTA FBltU 22 DE DEZEUBAO DE 1859.
ti
muito menos de sen valor, na loja delglezes, candeciros e easticaes bronzeados, lo-
iiiatro portas da ruando Queimado
numero 10.
Sodas pretas lavradas, superior qualidade,
corado I36OO;
Grosdenaple. preto muitobom e largo, co-
rado
Ditodilo maia estreilo, corado
Camisetas Jecarabraia para sehora, uma
Tiras c cntremeios bordados
Sortiraonlo completo de chita de cores,
covado
Dilo de chitas largis francezas, bous pa-
drees e cores fixas, covado
''.ingas de cores escuras e claras, covado
as inglezas, lio de vela, chicote para carros, e
montara, arelos para carro de un e dous caval- j
os. e relogins d'ouro patente inalezes.
uooo
giioo
800
m
180JS
210,
200 I
Queimado n. 40.
Grande c variado sortimento
I-VOSELLE MOSSEIX t.lFazendasfrancezascrou-
pasfeitas recebidas em di-
<-KA\ll
.'71
AttttNCliY
pechinclia. 'indiciolow-mow.
Ra da Senzala i\ova n. 42.
Na loja do Preguca, na ra do Queimado n.
Ra da Senzala i\ova n. 42.
Neste eslabeleeimento continua a haver u

Cortea de caira de meia casemira alg600 c 23000
Meias croas para homem, duzia 29100
Hitas para dito muito superior, duzia .{$000
Atoalhado adamascado muito largo, vara 1J280
Cassas de cores lkas c padres vistosos,
covado 210
Biseadinlio frnnrez, corado 160
Musselina de cores flxas, covado 240
Chales do laa com palma de seda, um 2>000
Cortes de ralea de casemira lina de cores 5$0fl0
Ditos de dita pela 0000
Hilos de collclo de gorgurio com palma
de rolludo 3000
Ditos de dito degorguraoe seda 2$000
Ditos de dito de merino bordado 3000
Lencos de soda pequeos para pescoco de
senhora 400
Panno preto, corado 2500
Dito superior, prova delimao, covado 33 e i>JO0
Nnporor brim trancado de linho, branco,
.vara ljjflOO
Dito dilo de cores, vara 800'
Meias brancas para senhora, duzia 3*000
Ditas para dila muilo superior, duzia -i$000 I
l.uvas do pellica para seuhora, em bom
estado, ii m par 1R00O
.VITIVITIS TTy-yrr-TYrrTVTYr"-* ?*
ein garrafas c meias gar-
rafas.
C. J. AslIev&C.
o-
o
Seguro coaira Fogo
GOMPAXHIJL
jira
LONDRES
AGENTES
C J. Astley fe Companhia.
3& s Cd5* frCJ DukJ Ki*.StlL.J stnm.ii :
Meias de seda de peso
paca senhora, brancas e pretas, o para meninas,
brancas e riscadas : vende-so na loja do Leite
& IrmSo na rna da Cadeia do Recite n. 48.
reilura pelo ultimonavio.
Dao-se as amostras cora penhor.
! Micos cortes de vestido de seda de cores
de 2 saias............................
t Ditos de ditos de seda prctos bordados a
relindo___...........................
I Ditos de ditos de seda de gaze phantasia
' Hirasromeiras defil c de seda bordadas
j Taimas de grosdcnaples bordados......
Chales de touquira branco boidadosa
30Se. :............
Grosdenaplc do cores de quadrinhos co-
vado .................
2, vendem-se pecas de chitas finas de cores fixas comapleto sortimento de moendas e meias raoen-
e de escolhidos padrocs com 38 corados cada : (;as,Paraleu?ienn(>. machinas de vapor e taixas
uma, pelo baratissimo precc de 5#800, e em re-
talho a 160 o covado.
Yendem se no loja de Nabuco i C. na ra
Nora n. 2, ricos longos do cambraia de linho
bordados para bailes, alfinelcs dourados para so-
gurar enfeites de cabeca, chaiielinas de senhora, |
grvalas de seda brancas para homcm, luvas de
; pellica do Jouvin para homem e senhora, borze- I
| guins de sotim brancos e pretos para senhoras,'
etc., e oulras muilas fazendas de gosto.
iia do Queinado n. 37.
A 30g cortes do vestidos de soda que notara m
60; a 163 cortes de vestidos de phantasia que
cuslaroraaO*; n 8$ chapelinhas para senhora:
na ra do Queimado n. 37.
A prazo ou a di-
nheiro.
Vcodc-se a cocheirn da roa da Cadeia do San-
to Antonio n. 7, tendo 5 carros e 1 rico coopo
sem uso algum : qu-m pretender, dirija-so
mesma, que achar com quem tratar.
\:i l'llfl Ha Wnmi'ft 17 Ia-i <1 i 7T Claudio Dubeux vende 70 arrobas de cobre
Ad I Ud UO yutlllld(i0_ n. lOJd UC | velho no sen c-e.iulorio, assim tomo tuntinua a
de forro balido e
para dto.
coado, de todos os taannos
Corles de vestidos
de seda
So
jpoo
Hilo de dilo liso covado................ I98OO
Seda branca tarrada covado lg600 a___
Grosdenaple preto lavrado covado......
Dilo dito liso encornado a lg60e___
Dito dilo cora 3 palmos de largura a
1SC00 e.......!......................
Sarja de cores larga com 4 palmos de
largura covado a...................... 1^500
Gaze de sedada China de florese listras
co vado a............................
Follar de seda de listras gosto no\ o co-
vado................................ ,
Setim de escocia e diana de seda covado
Chaly de flores novos desenhos covado
Bareje de seda de varias qualidades co-
rado .....;..........................
2600
2*000
2S500
2500
19000
1*000
UflOO
1)00
9
i
i
i
80(5000 (luera
lino, na ra da Roda, c Miar, na ra do Quei- niado n. 25.
Vende-se a armac.io do deposito do palco
do Terco n. 98 : a tratar na ra Velha n. 119.
Coberlas de chita a 2$.
Ra do Queimado n. 10.
Vendem-se cobertas de chita a 2#, corles de ris- u 'Oja C 4 [lOPldS.
cado francez a 2$500, lencos de cambraia para
algibeira a 2g a duzia.
Chapelinas de seda e de
velludo para senhora.
Ricas chapelinas "*o. in^;
do para senhora: ai-ua do Quciaado S^'SiSK
500
21000 C2S500 a peca.
Algodo trancado americano branco, proprio
para talhg o roupa de escravos, com um pe-
queo toquo de agua doce : no armazeui de fa-
Golas e manguitos.
Ricas golas e manguitos de cam-
braia : na ra do Queimado n. 37, loja
de 4 poclas.
res, dilos de casemira do cor, ditos de brim bran-
co e de cores, dilos de seda, cuicas de casemira
prela, ditas de coros, ditas de brim branco e de
cores, colletes do velludo, dilos de seda, de ca-
semira, dilos do cachiiniia branca, dilos de fus-
l.;!?> camisas brancas e de cores, ditas de ustao
zas, coroulas ric li-
de meia, camisas de
de casemira, iguacs
as que usam os empregedos da i'strada do ferro,
o oulras muilas roupas (bitas por menos do quo
oulraqualquer parte.
Meo u-lludo do cores covado.......... 1$500 zendas da ra do Queimado n. 19.
Velbutina de todas as cores............
IV

K4ssel, relojoeiro franco/, vende relojros 5
de ouro e pratn, concerla rflogios, joias o msicas, ja am he couhecido ha muitos
annos, habita no pateo do Hospital n. 17.
<*
Aa loja doscrlanejo,rua
do Queimado n. 43 A.
Iteccberam em direilura de Franca, deencom-
menda, os mclhores chapeos de castor rapadoss
.sendo brancose pretos, e as nuas as mais mo-
dernas que U>m viudo ao mercado, e por me-
nos q*ie em outra qualquer parte, assim como
tambero lea mn grande sorliwenlo do enfeile, :
de vidrilho prelose de cores p^lo diminuto pro-
co de A$ cada um, assim coma lem chapeos de '
sol de panno a 1^200 cada um em perfeilo osla-
do, aberi'iras brancas muito linas a 320, ditas de
esguiao de linho a 1$ urna, cambraia pela hia ,
i dbO o covado, e a vara a 560,e a 6-10, ganas
e er a 540, brim branco de linho a 1*200 a va-
ra, coleles de velludo de furta-corespretos a !
SOO,ditos pelos a 8 e aOg, calcas de case-'
mifa de cr a 7, 8 e US, ditos pretos a 7, 9 e
iS<_ collelos de gorgurao a 4, 5 e 6jt, saceos pa-
ra viaaem de diversos (amaobes, ciascruas, por,
ser grande poreo, a 1500, diUs a 1^600 e i a !
I'izia, finas a 3 e i$, chapeos enfeilados pata :
mentuos e meninas e senhoras por qualquer pre-!
QO e ludo o mais aqui so encontrar o preco.
e uao se deixa de vemnder. i
A S00 rs. a peca
de fita de velludo de uro dedo mnimo de largura
com 10 1(2 varas, bandos de crina para senhora
minio bons a -10 rs. o par, pulseiras de contas
para senhora ou meninas muilo lindas a 160 rs.
ibar ; na loja de miudezas do aterro da
82, quasi confronte a matriz.
i^iiist***!'! Bnlhantina branca muito fina a.......
; Chitas francezas claras e escuras a 2C0 e
Casemira prela fina alSIOOc..........
fb. Panno prelo e de cor lino provade li-
mo a 3g5O0a........................
Lories ile casemira do cor a 5jg e.......'.
, Cassas organdys de novos desenhos a
vara................................
Hilas francezas muilo finas a...'.........
Manguitos de cambraia transparente bor-
dados muilo ricos....................
I Golinhas do cambraia bordadas deponi
, Hilas de dilo bordadas a 600a..........
Tiras e enlrcmeiosdecambraiabordados
Ricas manas prelas do linho para se-
nhora ................................
Dilas dilas do blond brancasi pretas.'."
, Chales de soda decores, pretos eroxo3..
Dilos de merino bordados com franja do
seda...........................
Dilos de ditodilo z\l.........'.'.'.'..'..'.
Dilos de dito liso dilo de seda!!!.'"" !
Dilo de dilo dilo do la..................
Dilo de dilo eslampados fino lisiado
seda..........................
Lencos de cambraia de linho "bordados
linos..............................
Di'os de aUodo do l'b'yriiiiiooe!!!!
j Capellas brancas para noiva............
! Enfeiles de vidrilho preto c de cores!...
Epechincha sem igual. ] So^.p^.^a..d!cs^.^
Na loja do Preguica, na ra doQucimado n. 2 Olios iJe dito de algodao blancas z de
tem para vender pecas de algodao largo com 16 c.0Tes..................................
varas cada uma, pelo barato preco do 1#, pecas i S9 Dn'a0 '"odernas..................
de cassa lisa fina a 2500 : a ellas, antes que'se 5liaP?os francezes forma moderna......
"cabem, Gravajqs ae seda depona bordadas a
'Tachase moendasci0ss^"^'^
Braga Silva & C, lem sempre no seu deposito i 9las 'las d0 fusiao branco e d cor!!!!
ua da Mocda n. 3 A, um grande sorlimeiilo D",as Mas de esguiao muito linas rao-
tachas^ moendas para engeiiho, do muito' dernas
y
t5l
se
Folha de cobre e Metal
amarello.
Estanho em barra c Pre-
gos de cobre.
Alvaiaile eVeiniz copal.
Folha de Flandres.
Palhmba para marci-
neiro.
Vinhos finos de Climpa-
nhe e Mosellc.
Lonas da Hussia e Trim
de vela : no armazem
de C. J. Aslley & C.
Fazenda cora arara.
700
800
500
320
2500
Cheguem ao barato.
O Leite i Irmo continuam a lorrar na roa
da Cadeia do Recife n. 8, pecas de cambraia li-
Manteletes
Ricos Manteletes de ^rostlcnaple ri-
camente bordados: na ra doQueima-
n
sa com 10 jardas a 4500 5$, lencos de cam- braia de linho a 39 a duzia, cambraia* muilo fi-
de lindos padre
!#*.IIJ>
~$0Q<), "as e de lindos padres a 60 a vara, meias li-
7jf00O| t,as para senhora a 3-J800 a duzia, dilas crine la-
j glezas para homem e meninos, chales do meri- '
1 $000 lisos a 4^500, e bordados a 6, paletotsde
500] alpaca preta e do cores a 59, ceroulas de linho
e algodo, camisas inglezas muito superiores a ;
jj 160$ a duzia, organdys de lindos desenlies o'
j 13100 a vara, coi les de cassa chita a 3, chita
1$500 franceza a 20,280, 300 e 00 rs. o cova Jo, pecas ,
3 de madapolao com 30 varas a $S00, 5S, 5$.i00, '
6,7 e 83, chitas inglezas de cores lixas a 200 rs o ,
j> : covado, toalhas para mesa a 3 o Ij, corles do
g j calca de brim de linho a 2, ditas de meia case- ;
g mira a 2^219, vestuarios bordados para meni- !
nos, e outras muilas fazendas que se vende por
7500 uarulo preco.
61000 ~~Em casa ,,e N* Bieber!
-500' ^" rua ^a ^ruz "' '' ven'l-se ;
j Champagne de sunerior qualidade de marca acre
83000' ''!aa'a na corle.
Tinta branca superior em oleo, latas de 25 ll-
Escravos fgidos.
No dia 18 do corrento fugin Jo engenho
Forno da C*l, nm negro de nome Tffernotco,' do
idade do 22 anuos, rosto redondo, bom preto,
denles Unalos, balso e reforjado do corno, com
um forro no peseogo : quer-i o pegar, eve-o
rua Novan. 11, qnc'ser pago de sen trabalho.
Fugio do eng.nho Sap, no da 7 de marco
do crenle armo o mulato Viris-imo, de 50 an-
nos pouco mis ou menos, estatura regular, cal-
vo, barbado, c coslumavn n f.izera barba deixan-
do suissas, muilo re^risra locador de viola
lucos peutes de tartaruga para atar sabfi *" o nome e fauor aig.imns retiras d
c;'h'!I(1- na mi iln Oiioini-tilu 11 '17 lO"1. entendo algumacousa de ftrrgar asjacar:
CWeiN. lid ru 0 UUeilUatlO ll. *Fj jfugio para as bandas do engeuho Araguarv, ou
lOja de 4 pOl'taS. \ s- truteac, lermo de Torio Taho da proVincia
f, ^e Alagoas, foi r Camisas francezas ltaft/ft!"^ !"* **>*
. Madre de Poos ; roga-se porlanlo as autoridades
HlCaS CalISaS frailCCZaS tautO de'e Cl1ll':"^ decampo acalora do menonadn
peio de linho como de algodao e de fus- e -: assim fom- W*"1^ esde js contra
Pentes (le tartaruga.
. mi o honver opcultndo por lodo o prejuizo oc-
tO: na rua d Queimado n. 37, loja dC ,-a?i.";,J" <*eaJ odiada ruga alem do se proceder
i iioiIk cr'm,Dal,"cnte : quem o pegar fcvc-o ao mesmo
1 w*^ ; cnsonho Sapo, ou no Recilc rna larga do Rosario
2,
lOOO
i
I
s
s i
OjOOO
8500
bras, por commodo preco taixas de 4 latas.
V'erniz e verniz copal.
Algodo7nho da fabrica Todos os Santos da Ba-
ha.
Brilhantes de diversos lamanhosc de primeira i
qualidade
Bonets para enanca
Ricos bonets de marroonini nara
enanca: na rua do Qncunado n 37, !o- tow alta, cor bastam
ja de'4 portas. Xi^TfiT,
Ferro reduzido de i;a
Quevenne,
n. lt, que sera recompensado com lOOg.
= No dii 23 de novenibro prximo passado
; ugio a escrava Mara, crioula, natural da pro-
' vincla do l'ar, com os signaes spanles: rsla-
e preta, rosto comprido o
em uma das mos um sig-
entre o dedo pollegar, lem
ios psreliado nm pouco para o lado do
ro. letot saia preta, chalo azul e voslido de
rotra-se a quem a pegar leve-a rua da
Glorian. 8!l, que ser recompensado.
Fugio na noile de quinta-lVira, 15 do cor-
rerle, do sitio da rima de Jos Joaquina de Mes-
Ja
'""". '"-"a Mam vii^einiu, un mullo I ~v""""................................
acreditado fabricante Edwin Maw : a tratar no ^Pl'ulas de brim de algodo e de linho
mesmo deposito ou na rua do Trapiche n 44. ; hal^as dc casemira prela setim 93 e....
Fazendas com
loque de avaria.
Ditas
1X500
2^500
s
ngooo
sortimento de cha-
peos.
Chapeos de castor pretos de superior qualida-
de a 10, dilos francezes de seda a Tf, ditos de > f''acos elle
castor brancos a 11$, dilos de velludo a 8e 9,!'
Previlorrin/ln Pili Pii iiiaJa .lo 'T1'1,1- !l1 PS,ra,la ds Atllictos, n preta Antonia,
,1 ie>Jlt,0ld(I Lili Sdl 1110(10 (i de naco Angola, escrava q-ie foi de Francisco
adniinistraco pela acade-; {lon?a1,ves.do Cab: roga-se sos senhores capi-
, *.. ,r : laes dc campo e a quem inle.cssar possa, a cap-
mia de medicinado Pars.
Os felizes effeilos do ferro era um grande nu-
; mero de enfermidades sao geralmenle conheci-
; dos. As coros plidas, as flores brancas, o em-
; pobrocimenlo do sangue com os males do esto-
mago, e as palpitares, que sao delles a conse-
; quencia : taes sao os
- P"
lua da referida escrava, de a levaren! ao sitio
supra mencionado, tue sero devi.lamente re-
compensados ; oulro sim, prolesta-se contra
quem a liver acontada.
Fugio no dia 29 do novembro do correnlo
inno, o escravo Fabriiin, crioulo, o representa ter
20 annos de idade, principia a barbar, boa esla-
,1., li l o----------*-------- mtfvww vmivi ui,mus a un, uinjs uu veilUUO a O t \)S. I A -----------. .----- I "" -<.*. nnuut
ue dilas do cores 8J e............ 10000 ditos da lontra de lodas as cores muito finos di- i Que,\c"e e de loJi,s M pruparagoes mnrciaes a-
E' pccbDeha.
're;
z.iia para vender
cobertos e des-;obertos, pequeos grandes, de
ouro patente inglez, pora homem o senhora,
do um dos roeliores fabricantes de Liverpool,
vindes pelo ultimo paquete inglez : cm casa de
Soulhall Mellors & C
Vemle-se m pardo de idado 15 annos, de
muilo boa figura e conduela, bom oflicial de al-
loiate, que corta o faz toda obra, e ptimo cria-
do ; dous negros mocos, bous otRciae6 de pedre-
ii ; um molequcoum negro bons cozinhei ros ;
i res negras mocas, e outros escravos que se ven-
dem todosbaraios, tanto a prazo como a diohei-
: i : na rua Uiroita n. 66.
Bandeiras nacio-
naes.
V'cndem-se na rua do Queimado n. 7, bandei-
ras nacionaes do varios tamanhos, muito bem
i'< las a 800 rs. cada uma.
Vendem-se canoas de amarello, de 25 a 35
palmos de comprido, com bocea su fB cien te, mui-
lo bem ftilas, por preco commodo : na rua do
\ igaro n. 5.
Cera e Sebo.
\ ende-se cera de carnauba mullo superior a
129000 rs. velas da dila e de composicao, stbo "i!"s de dilo muito fino
refinaJo em caixotes, dito em vela?, na rua da ,s de cascmira de cor
Cruz, armazem a, 33.
pequeo; P);'a,drio0mllr!amc1;'scmir, ..........,-....... w Itos ^^ w* ^
fino e vanas auahdad^ r.a ditos de fel tro, um sortimento completo, de
s principaes casos era que o T.i.. k V v'"", Jr> na esia"
ferro 6 indicado, o para cerlos temperamentos'"" ,i",lc fo-rnido> c* tirando a cabra,
de o um complemento quasi necessario : de",,* mas e Pt,s bo,> l(,''s e regulares,
alimenlacao. A superioridado do ferro de c?C(:a comPril,aPoro '"f c para adianto ao que
clinmam doas cabecas ; orovavcl nue se inli-
33 e rolletes de
u*".'w.j.c c ut mu.is us jicjiui.icuus iijiiiciaes a- i ( i
:-pa alia e baita a 3 e *' qe Jitroduz ...ais quantidade do ferro no g ^uTolna'"m
sueco gstrico em um peso dado. Deposilo em p ? r,"",' '
l'rn.imhiipn nhirmn.;. a*. D..in ...., i........ .... aoengenho l'almeira.
'rcuica.-na-r 7o Queimado n.! Sobrecasaco^""0 ^'.o 30e
pecas do (nissimo e muilo; fino 21} o
SnK3l!l\pCl0 baralissimo prego de 5, Paletots de
r eSOUOO: cheguem, antes que so acabetu. I velludo
Hilos dolalpaca preta muito unos!!!!!!
s da merino selim prelos e do cores
mciacasemira..................
alpaca pretos e de cor forrados
Uitosde brim branco epardo linos......
Ditos de brim de quadrinhos linos
30500 o .........................
Hilo de alpaca preto e de cores........'.'.'
elogios do ouro patcn........tes......
cas ; e orovavcl q-
r bem fa!!nnle e andar limpo,
varas qualidades 5$, ditos de 'fel Tro, um "sortimento completo "de I succo a^"co em um peso dado. Deposito m i ^^."LT'iL q""n nPI,reh.edcr >v-
velludo, gorguio, 2J500 a 6*500, ditos do Chile de 8&R. e', % Perna.nbuco pharuuaia do Piulo, rua larga do i Cmc0 ,0't s c.sa ?ffl"n^ ?& U
1 c fl,m;....... 5*000 9, lOel-2*. dilos do seda nara senhora, dos mais ; Rosario n. 12. comensido V '
408000 dr?'' *,*' ^fP^^romvosdoulii-! m cas. dos Sis. lien.y Forster. "^ne^ppareceu da casa em que e achata
??-5S?l?L15V.c.I,.?,.le fin.ssin.os para cabeca & C. rua do Tn.piche n. 8, vende se : para ser vendido, m escravo paVo. de nomo
e paletots de panno preto
casemira mesclado golla de
Chapeos de castor pretos
e brancos mos de
Na rua do Queimado n. 37, vcudem-se os me- I ?j!0s do .a'Pca pretos e de cor forrad
Ikores chapes de castor.
Aviso,
a 4S5O0 e 5$; chapeos de palha escura, massa'e \ t\
seda, rauiut proprios para as meninas de escola, i l,ous.carros america
sondo os fitiis procos muilo em conta, ditos nar i Arreios americanos.
l\*H-\llO-lfI ,1 ^ n.. __ _______ -. 1 I
No armazem de Adamson, Howie & C. rua
j do Trapiche n. 42, veude-se selins para homem anuos
S peubora, arreios plateados para cabriole!, chi- j na
coles para carro, ecleiras para carallo etc.
i 22 annos
35|000
icanos novos.
183000
10^99(2' baD!isado *lev meninos o passeios dos mesmos, I Hnmhas
9K0O lendo diversas qualidades para escolhcr, bonels i ,,
/IfOlW de galao, dilos de marroquim. dilos de vellu- '.Arados.
^B do' dil03 enfeilndos, chapeos de boa qualidade Cliarapafrne superior.
6JO00 para pagem, chapeos de sol do seda para me- Cr
, nios de escola, e mesmo para senhora e para ho- .
00; mens ; finalmente oulros muitos objectos que se-1 elogios americanos.
Velas com toque de avaria.
Attenco.
Na loja da estrella.
Rua do Queimado n. 7.
Este estahelocimento contina a oslar sortido
Je fazendas do lodas as qualidades como sojam :
Ricos curtes de vestidos do seda de 3 lo-
lhosc 2 saios, e Aquile s
Paletots de panno
Virginio, idade cerca de 40 annos, rosto compri-
do, pouca barba, estatura mediana, secco do
corpo, canda calcado ; este escttrvo veio doftfa-
ranhao, e consta que seguir para o sertaO de
l'iauhv, donde se suppe que natural : quem o
apprehender e conduzir rua da Cadeia do Reci-
te n. 38, primen o andar, ser generosamente
gratificado.
Fugio no dia 12 de dezembro do engcnlm
Junqueira comarca do Cabo, o escravo Mafloel,
com os signaes seguintes : mualo alvo, com ca-
bellos pretos e estirados, feto de cara, grosso do
po, haixo. pernas arqueados, ps leio?, ropre-
la 20 anuos de idade, nao lem barba nenhu-
C0l[
Vende-se uma canoa do carroiro, construida
i de sicupira, amarello e louro, encavilhada e pre- ma, canholo, quer passorpo'r forro" c prciiri'o
gada de cobre, forrada com zinco, com paos de sertao lodas as vezes aue fase imem n neim-
r. Nova 52, loja"dC LoucV, desce-as"lO hons n aI^M^S^^J^^ \ Tn' lf f"^ ^' taAida P W^ M d" 5SlRjRrlKlrSI
ai 9 a. i.^i uns i n. id uu reuinu como em porioe, assim I do melhor goslo que poi!e appareeer : a tratar senado
como outros quaesquer gneros. 'naruadeHortasn.il.
bonita figura c
. loia do I.
al 2 da tarde.
com habilidades : na
Pianos
Saunders Brothers & C. tem para vender
seu armazem, na praca do Corpo Santo n.
alguns pianos do ullimo goslo, recentimente
chegados, dos bem conhecdos e acreditados fa-
bricantes J. Broadwood &Sons de Londres, e
muilo proprios para este clima.
Rua lireila n. 76.
Vende-se uma puma mulalinha de 15 a 16
mnos de dade, por proco commodo.
Vendem-se camas de vento a 5,? e
"iv'iOO: na rua Dirtita n. G.
Milita attenco.
RuaDireifen.33.
Vendem-se ene ndas de nova invtnco, pie-
montezas, proprias para agricultura por screm
de grande resistencia e duraco a 15600, assim
1 >ioo bum ii.no suisso da melhor qualidade a
13*0 quintal, espingardas e clavinotes muilo fi-
nos o de boa qualidade, e grande porco para se
escolher, facas de um bolao, cabo do'osso, mui-
to unas a 4$ a duzia, ditas com cabo prelo a 3#,
con. cabo Je marfim a 11$, bules de fami-
lia, de diversos precos, bandejas finas a 2, 3,4,
."i, G c 8cada uma, pcnles virados do larturaga,
nda limito superior, a 12^ cada um, c mais
outras ferragens que se deixa de mencionar, que
-. vista se poderao v:r.
Fil tle linho lavrado,
Dilos de alpaca prelos muito finos .
mais abaixo
Dilcs de ganga o dc brins
Calcas de caeemims pretas e de cores
Pilas de biim branco o de cores
Colletes de velludo preto e de cores.
Hitos de gorguro muilo finos
Otos de fnsiao
ero Camisas francezas de todas as qualidades
11) i Capara homem
misas francezas bordadas para senhora
1 Leques da melhor qualidade e do ullimo
1 goslo
llantas e grvalas dc seda de lodas as qua-
lidades
Chapeos de sol de seda inqlezcs
Dilos decaslor para cabeca muito linos
Dilos prelos os melhorcs que lem vindo
ao mercado
raimas pretas do ullimo gosto
Casemirasde cores para palelot
'/hS^^SJS. niii :is inglezas
Ditos (Je dilas francezas
Dilos de ditas muilo finas
i Chapeos Amazona para BenhorMje me-
20*000'
40*000
25f00Q
f
9
9
V
9
ijue recompensar corr. 100?.
.Vannel Filippe de SOHza leo.
!! 111 miiMi 111
Dos premios da quarfa parle da primeira lotera a beneficio do convenio de San Francisco dc Olnda,
_____ extrahida em 21 de Dezembro de 1859.
rs. rrtEais.
s
I
i
28460
53500
95000
.. ..>
JHacbioas de coslura
v

de S. M.Singer C. do
New-York, o mais aper-
feiQOado syslema, fazen-
do posponto igual pelos
J dous lados da costura,
garante-sc a seguranca
das n achinas e manda-
se ensinar as casas do
familia, bem como se
moslram a qualquer ho-
ra do dia ou da noite
nesla agencia: nicos
agentes em Pernanibuco Raymundo Carlos Lei-
te & Irmo, alerro da Boa-Vista n. 10.
avara.
de
Em casa de Rabe Scbmettan &
C, rua da Cadeia n. 37, vendem-se
elegantes pianos do afamado fabrican-
te Traumann deHamburgo.
a
Vende-se na raa do Cabug n. 2 0, loja
liudezas de Joaquim Antonio Dias de Castro.
Vcndo-se um carro de 4 rodas, bem cons- I __
Iruido e foite.com assenlo para 4 pessoas de \ CSlltlOS (10 Seda
rnrndn de'nanno Ono^o Y'^? ^ f*'' Vcndem-se cortes dc vestido de seda com 2 e 3
loriado ae panno lino, e ludo beiu arranjado : i,,i,.,/ino ,rm.jc Aa on m\% o- h, ,,Z~.7t?
^^^^^^^I^SS^V-*^
RACING SADDLES.
Ha para vender-so sellins leves muito proprios
para as prximas corridas : cm casa de Adamson
Ho'vie & C, rua do Trapiche n. 42.
2, rua da Cruz.
Chapeos de pasta.
Superior qualidade e muilo bem feilos, por
muito cor/modo, sortimento completo dc
>s d^ seda e castor para homem.
Farinhade man-
dioca.
s cnJ.-sc a 5g a sacca:
... ic n. 26.
va rua da Cru/., arma-
r
Fil de seda liso.
Vende-se na rua do Cabug n. 2 B, loja de
miudozasde Joajuirn Antonio Dias de Castro.
------------------------------ 2 5 191 10#
3 10* 93 59
4 59 94 109
6 5 97 S|
8 5 98 ot
11 204- 59
19 59 15 bf
23 5* 16
29 5 18 59
31 * 22 59
32 34 5* 39 23 25 a| 53
39 59 26 59
43 5$ 29 55
47 5 32 59
S 5s 36 53
49 59 38 . 59
53 59 39 03
53 59 42 03
58 59 43 59
01 G5 5 59 44 45 59 53
66 59 47 59
68 59 50 59
73 59 63 o
78 5 61 OOJ
85 59 66 5
88 59 72 59
89 59 73 59
90 59 74 55
92 59 o 59
91 39 76 59
98 9 82 50;
99 59 98 5
102 09 309 59
\ 59 13 59
5 59 15 59
f. 30# 20 5
9 59 25 53
S 5v 25 59
S5 59 29 58
29 5 31 59
30 59 31 109
37 50 36 59
i 59 40 59
57 59 41 59
59 59 46 59
08 1009 51 59
72 59 52 53
-z 51 58 101
11 59 59 >
Oescrh ao, Jos Mario,
361
68
72
73
77
81
82
86
88
90
95
405
9
12
17
18
20
22
21
26
28
36
40
13
44
45
51
V33
RS. PREMS. RS. PREHS.
59
59
59
53
109
59!
59
- 5
59
59
3?
59
5
5
59
59
33
59
59
53
59
59
59
59
59
5
59
NS.PREMS.
560
68
72
75
88
95
99
604
8
17
18
19
26
28
38
43
50
52
57
65
73
74
82
88
90
9G
98
"'91 700
60 59 4
61 39 5
C2 5 6
66 59 15
67 59 23
73 59 28
79 53 36
81 59 39
91 59 40
93 59 43
96 53 48
93 39 52
99 59 54
504- 39 55
6 59 60
22 59 62
25 59 64
31 59 67
40 59 71
45 39 74
52 3* 79
54 59 87
39 89
i" ;.
59
59
59
53
59
53
59
59
59
59
59
59
59
59
59
59
53
205
59
59
59
59
59
1003
59
39
39
39
39
5:0009
5
59
59
59
59
59
59
53
59
53
33
59
59
59
39
l
59
33
59
39
RS. PREMS.
895
97
803
9
16
17
19
25
26
30
31
32
33
3
37
39
42
44
51
52
57
58
61
62
6i
66
67
68
69
75
76
80
81
83
85
88
89
90
91
97
900
2
3
6
9
14
19
28
29
39
42
53
59
33
53
59
5;
59
50
39
59
59
59
59
53
o
39
59
39
39
'>:
5-3
53
53
59
53
59
59
59
39
39
59
5*
59
33
39
203
5
.53
5*
5
5*
33
39
5
59
59
39
39
109
59
5
RS. PREMS..NS. PREMS.
913
45
46
47
51
58
60
t'6
C8
75
80
84
86
88
90
91
98
(001
o
7
8
10
13
15
16
17
24
30
33
38
47
51
61
66
67
69
70
75
77
79
82
83
84
85
88
89
90
91
92
1100
59U13
53
39
2009
5?
5j
39
5,
03
59
39
53
53
E>9
5
33
53
39
5
59
39
59
59
33
5%
39
53
5
59
59
59
39
59
59
59
59
59
59
39
5j
59
59
39
3
59
33
59
33
39
39
18
23
27
29
31
32
34
41
43
43
46
48
49
50
3_"
59
61
66
71
73
74
75
80
82
86
93
9 i
97
1206
8
9
12
16
27
33
39
49
52
82
87
90
92
93
91
98
1309
10
21
22
53
33
59
59
53
53
5
59
33
39
59
59
33
53
53
39
5
59
203
39
59
59
5
59
39
59
53
39
59
53
33
59
59
103
53
1003
3J>
503
109
59
59
59
59
53
59
59
59
53
3*
53
RS. PREMS. RS. PRBMS.INS. PREMS. (RS. FREMS.NS. PREMS. NS. PREMS. RS. PREMS.
1326
27
28
33
11
15
54
55
62
03
66
7
78
81
83
96
1400
9
12
22
37
40
46
53
61
73
94
1500
9
11
12
16
20
21
23
27
29
31
34
37
38
40
52
53
61
62
69
71
73
76
5311378
o!
531
80
81
82
WlflOl
53
53
59
o*
59
5f|
5-;
5;
39
8J
53
33
59
33
59
5'
Ki
5|
H
2u03,
59
39
59
59
59
39
59
53
53
*>3
59
39
59
3
53
39
59,
53
5-
53
3j
50f
59
3
/
9
11
21
28
30
33
3
10
41
43
45
48
58
59
63
69
71
73
7'r
78
79
81
86
87
88
93
96
97
98
705
7
11
14
18
2t
21
26
28
29
30
31
37
12
50
39
59
53
53
53
59
59
59
IOj
5*
59
59
59
33
59
53
59
59
53
33
55
5-3
53
5f
59
59
59
5>
59
3-3
59
53
53
10i
i>:
59
59
53
59
59
53'
.53
59
59
33
59
59
53
59
lOOj
1752
56
58
60
tu
65
en
73
T
~~>
7G
77
80
81
84
90
94
97
IS(MI
6
8
10
21
29
30
35
37
38
41
49
50
59
62
72
74
92
93
97
190'.
5
.13
15
21
22
28
31
32
39
41
13
5$
."9
35
59!
53l
oj
53
59
53
1914
15
51
53
59
60
70
7
75
79
86
92
J2182
83
86
92
96
97
98
3 2345
59 2609
2
09
5C
5;, >
59
5-3
3{
5?
53
5|
5
53
53
20-
."'.3'
391
53|
.v
20;
5-3
>
53
;
5|
3
8
9
14
27
31
40
44
16
49
50
54
55
65
6G
71
72
75
83
86
97
09
59
53
59
59
5a
5-3
1:0OO;
33
' 109
53
59
5?
53
-O3
33
59
53
53
59
5-3
"'3
5-3
53
'^Z
"-
53
53
5912206
9
10
li
15
16
28
23
26
47
48
51
76
77
96
5912101
53
33
59
59
59
53
33
53
53
103
53
203
17 5-3
1S 5j
30 51
32 53
33 59
36 ":
43 -;
S 59
49 35
58 10.3
69 59
71 33
71 '-
76
27
32
S2
14
47
56
61
62
69
75
78
79
83
87
93
91
99
2301
o
3
7
8
11
15
17
21
23
27
28
35
39
10
11
13
5*|
51
39
51
59
59
59 2403
4
5
16
26
36
45
6
57
58
60
61
65
67
68
70
7
78
84
91
2507
8
15
19
30
32
33
44
49
53
55
60
66
69
71
83
85
89
90
92
95
97
2606
w
59
5
5-3
59
2091
59
59
53
5-3
5*
59
5-3
53
5r
53
53
20.3
51
53
53
53
51
53
51
33
53
53
33
39
53
53
59
51
51
51
53
id
'5C
33
59
59 18
53 20
59 22
5f 23
53 29
33 35
59 30
53 37
103 38
1" 39
IOS 40
59 44
">3 47
"'- 50
58 53
5; 61
33 63
53 65
59 67
33 73
51 74
53 82
59 84
55 87
5c 91
33 95
v 99
> 2706
59;
51
53
33
59
59
53
39
SI
."'3
53
51
39
">;
10;
53
">3
59
391
39
25
30
32
38
39
45
51
59
60
5
69
81
82
86
87
91
93
91
95
98
53
5f
10*
103
53
5*
".:
53
5-*
5S
53
53
59
50
'>3
59
53
53
53
53
5-3
"<--;
>5
5
5-3
59
53
59
5
o
5-?
5
20,i
59
3*
20*
59
59
5
59
5a
59
53
5?
59
59
53
53
5>
rentan ":': T-jp deM.F. de Faria.J589.
1
S
MUTILADO


>
(8)
DIARIO DE PERXAMnUCO. QUSTA Fr'IlU 22 DE DEZMEBRO DE 1851.
Liltei-atura.
HIA\(isi o V1U0V
Sin viilu e siis otii-ns.
Por M. Antonio Campaux.
So Villon soffrou muilos infortunios c desven-
turas em sur. rida, depois de sua raorie fui mui-
iu feliz, a maior feficidado c melhor foilini.i
, w um poeta; ir mu uma Meela, leve urna Ira-
ificcatt, u ib Stfhi i na legend t.
Essa amo do \ ilion que so tornou celebro nao
era o Beu ; ello o acceitoiL e por isso vulgansou
como un Icrmo proprio da lingo a usaia-sc da
palavuViUonerpara indica lisonja, pregui-
TTi\ao/dopois usou-90 para indicar rofolho, car-
rascosYilloner significara na rerdade urna
isa m,engaar, illodir, calotear, pagar coin
I \ falsa. Mas quem qiier nao usa na lingua
dessa moeda, nem a poa om circularn. Depois
ile sua morte, Villon que linha encontrado o na- 'comos for' 'raro, que vos timos nascer,
lbalo, foi considerado unidos reformadores da ""filhar e morrer, applaudirerao* o appUudimos
poesa, e em cada exclusa, e renascimento litle- a es, Principio deillusao, porque depois se
rario apreciado dos entendidos e saudade. Ma- v09sa non>a*Bncanladora, se exceder um pou
rot, desde poca renasceule de francisco 1 i co vossas obras, ella far igualar vosso genio,
\ us i)Ut iittu liusU.ii .mi iiii >.iiular c.uui u nome genio, quando apenas lindisdesoilo anuos, mas
que om rosaos brlhantes escriptos nao suelen-
tastes todas essas promessas, que, no mrio de
admiraveis rasaos da paixo.porjacios arrebatado-
res de elegancia e grara, semeaslcs tantos dispa-
rates, erro?, e incoherencias, deixasles tan-
ios pedacos discosidos I eu encaro o momento
em que tudo isto vos ser contado a melhor hon-
ra do que so liresseis applicado para um flm
justo vosso talento, o posto em movimento vosso
generoso espirito; o nossos vmdouros dirao len-
do-nos : <_ j o para i*s no que ignoramos ha
-i ni ido u* -alio.
Riles o diio e j dizem, porque lem necessi-
dade de oonheeer-vos, tal cern dcvcriei3 ser:
llennque Muigi-r. .Na reultj dos mus espirituo-
sos entre os mios subditos, usou eabusoude to-
das as licenras da autoridade. n de seu lempo.
Era um gaUophero c um verdadeiro ctete de
bando. Suas astucias, que nos sao contadas nos
< Itepues [ranches > s nos do desgoslo.
N io aojamos perianto inuito severos, nos diz
M. Saint-Marc-Grardim. As Repues franches sao
a arle de viver a custi dos outros: o quo se cha-
ma boje arte de fazer-se dividas e nao paga
las. Eis o problema a que se propde Villon n
o mesmo que trabalhain a resolver os filhos fa-
milia do seculo dcsanore. Nao muda o essen-
cial das Iradieces por causa de una bella vida.
I Nesla poca falla de civilisaco nao hara ainda
essas mximas de honra e delicadeza social que
ligou-se a Villon, foi sen edictor por convite do
principe, o deu musitas de datar d'elle como de
um anlepassado e mais antigo poeta francez que
se linha memoria. Mais de um -seculo depois
Boileau l!ie honrara principiando por elle a his-
toria, necessariamoulc multo iraperfoila, que
elle descreria do nossa mitiga poesa. Desdo
ento Villon lem sido apreciado por algnns lin-
dos pedacos, p expelientes bailadas. Km nossos;
dias um ecclesiastico zeloso de nossas antigeda-
des Iliterarias, e que imperfeilamente a corapre-
hendia, o abbade Prompsault, fascinou-se de
Villon [escolha singular!] c se lisonjeara de ler
descoberto versos d'elleapenas duzontos e ser-
enla versos. Houve em 1833 urna lerrivel con-
tonda enlre M. Crapelel e o abbade Prompsault. i
M. Crapciet, edictor dos velhos poetas c zeloso |
como o oleiro por sua obra, descubiio na publi-
cacao do abbade Prompsault at duas mil faltas,
quasi a cifra que Mezoriac pretenda adiar no
plutarco de Amyot, mas Amyot linha de que so-
breviver, e o Villon do abbade Prompsault mor- '
rcua edico, nao o poeta. Este muilo aprecia-
do dos romnticos abra a marcha na serie dos'
Grostescos de Theophilo Gauler, que tracava um
quadro fantico em que o hemem 6 prophelisarfo
sob o poeta e Villon apparece em seu relevo
como rei da vida bohemia. Nesse mesmo lempo
(ISi; obtinha justamente na bella obra do M.
o que este genio tera sido se livesseis plena-
mente usado como artista mostr de sua torca.
Mas o esseneial, cu bem vejo, mesmo em itlc-
ralura facilitar um desses nomos posterida-
de que servia para todo o momento, que me-
dida que se ausenta, nao podendo locar loda cx-
tcii.'in do earvalho, s trate de algum assumplo'
bullanle na rotacao do lempo. Villon; Villon
foi desses ; fez ponto c brilha de longo atravz de
sua ferrugem. Nao se o estuda mais ao p da
letra, porque elle lem sido e author se o co-
bertinagem indo at a velhacaria, elle nao pode
se.preservar O amarel jesuta I)u Cerceaii.
e que|occupou-se de Villon, pensava quasi o mes-
- mo. Brabera! nao exijo mais; pnnhamos por
corita do lempo ludo o que pdennos em des-
carga do poeta.
Conserva so o nomo dealguns dos lib rtinos,
seus companheiros e subditos dos nao teve mo-
tivos de esquecer-se em seus testamentos. Suas
oceupaces mais innocentes passavam a coatar
as bellas da visinhanca, mercadoras ou outros, a
bella Hcaulinierc, a linda Gauliere, a graciosa
Saulcissiere, Branca a Saratiere etc. Esla bella
Heaumiere parece ter sido chefe de escola em
sen genero, a que doutrinava todas ao prazer.
Villon nos diz alguma cousa a respeito, chegou
toi laucadu aspnses de Meuse-Sur-I oir, o
perdoado por Luiz XI entao re, que viuda de
(assar por ahi no outono desse mesmo armo de
461. Em virtude da curoaro do re, este per-
doava aos prisioneros por'onde passara depois
de ser sagrado, paseando por Meuse oblare Vil-
Ion seu perdo, c livrou-sc por esse -facto. M.
Campaux descreveu tudo isto muito bera, satis-
feito d'essa liberdade.
< Escapei urna segunda vez da morte, nos
diz elle cora um nssento uommovido ; us om
que estado imaginc-se sobre a cabeca de um lio-
moni o eITcilo de cinco anuos de um" exilio agra-
vado pela miseria e de urna dura c longa priso. ,
Sua saude.sua saude de boamio lauto lempo entre
gue a in-lisatroz privaco.elle tera snccumbido.e
lambem a viva alegra" que animava tod.i a sua
philosuphia. Envell.e. ido antes da idade, sern
fortalecerse contra os vicio- de- sua mocidade,
o coraco ainda mal curado d.i amor por quem
linha tanto solfrido, sem recursos, sem esperan-
za, denunciado ao desprezo publico por seu pas-
SldO, a'"t *** *-~4----:-----
dores : poz ei iri iiie o sa felicidadu rustica,
imaginaria, essai delicias mais que duvidosas da
vida agreste, todos os prazeres e pequeos cui-
dados da vida comnioila e civilisada ; como a so-
nhava ; e que s a linha entrevisto polo buraco
dafechadura.
Sobro mole coto, um gordo conego, na c-
mara esleirada junto a um braseiro, a seu lado
estendida a senhora SyJoma... cora este estri-
bilh natural e focil :
viver alegre o melhor thesouro.
Lede toda a peen. Eis o excellenfe Villon. M.
Campaux, que julga como n6s, lirou dessa linda
bailada mais de una consoquen i sobre os gos-
tos, a educacao primitiva, o hbitos do | ocla.
A pagina de critica conjccliiral, oudo se trata
desle assumplo, e doixa ir alguraas censuras so-
bre seu autor favorito, lem muilo bello deseo-
volvimento, e um bom achadu para que nao
provem as doli ao leilor :
Nao se pode, observa elle, despresar mais a
nhece como um desses individuos colleclivos, e at a as descruver urna certa Margo!, de quem
chegado por ultimo, e, de alguma forma, a ulii- | at falla de sua alcvinha escura, e se moslra
ma palavra de urna geracao de saiyricos esqueci- inslallado como em sua casa;c melhor ainda.Re-
sulla d'islo connssio cynica, que he servia de
dos, seu herdeiro mais em vista c chele em seu
turno de urna nova posteridade fazendo ligar a
Iradiccao enlre Kulebeufe Rabelais. Observan-
do-oe esludando de pcrlo, seria original s em
seu talento ? Nao se poderia procura-la em al-
guma obra sua : neste genero nada inventou, e
a bailada, de que usou tambera, campeara ha
mais de um seculo.
M. Campaux procura entretanto determinar
em que consisto a originalidade da forma de
Villon, pois quer-se que elle soja innovador : er
ach.i-la no genero do testamento. Redu/.ido mui-
tas vezes por sua falla tristes extremidades, e
competido, bem que joven a scisraar na extrema
hora da vida, Villon suppe fizer seu testamen-
Nisara, um lugar respeitavel, historia da Hilera- !lo (fez dous, um grande' e oulro pequeo sem
tura frauceza.- O eminente critico delendeu com ] contar um codicillo; c nesta supposicao lega a
toda energa a narraco de Boileau e susleulou-a s,'"-s amigos tudo o que pode legar um*pobre da- 1"e 'ne aconteca dia e noite, fcil compre-
com razos poderosas, va em Villon um innova- i bn que nao tem um real de seu, ha um bom nu- hender-so ; e o que exacto qne deu que fa-
oceupacao at o mais degradante de todos, e que
n'i.sto linda gloria.
l'ra dia, ao meio d'essas ignominias, que nao
deixavara de fornecer materia sua audacia, Vil-
lon leve um sentimenlo patritico e laucn enn-
traos inimigos a honra franceza urna baila,
cujo enrgico eslnbilho loria ainda seu echo, mal
disse e avillou por todas as formas, a quem mal
quizesse ao reino da Tranca I
Cousa estranha, responde M. Campaux a esse
respeito, sobre tudo em um seculo onde o sen-
timenlo da patria era pouco commum, n'este va-
gabundo havia um francez sem pao, nem asylo.
Nao admiramos isso, era preciso que Villon
revelassn alguma cousa de sua vida de taberna,
e crpula sem o que nao o deixariamos : ludo
u proferida por um quadro em uu
constiluem a do Peqoeno-Testamento, sao na lodos seus hbitos se acharara desorientados re-
rcalidade ura pretexto e parte accessona. O : pugnancia cmslanlc, e que nao se desmonte urna
que ha de principal no Grande-Testamento sao s rez em suas obras. Cousa admirav.-l nao
saudades, remorsos e confissoes que.en- ha poeta, em feral, de quem nao se encontr al-
chera o prembulo e a maior parlo do codicillo,: gum esboco de pa'isage
e por onde o poeta derrama, como pelas feridas, | lureza, que, quasi seraprc retriger
todo o sangue de seu coraco ; conslituom, cora eslranho como for s discricoes nalurac--
as Iicoes que o poeta semeia em toda a obra, os; turas campezinas.
verdadeiros legados de Villon posteridade ; '
lic ubi Saloninou, olun tam nobilis ".
Vel ubi Sansn cst, dux unincibilis ?
Vel pulcher Absalon, vultas rairabilis ?
Vel ducis Jonalhas, multum amabilis '!
o continuara sua interrogado pelos pagaos :
Onde est Cesar ? Lucullo (ou Craso e lalvez Cre-
so] onde est Cicero 1 etc.
Que Cesar abiit, cclsus imperio'.'
Vel divos splendibus, lotus in prandio !
Dic ubi, Tullius, clarus eloqui'.'
Vel Aristteles, suramus in genio ?
En confesso, nao saberia admirar muilo i -
prosa sympatbrica, na qual a rimada a palavra
grao e torca, e lira tudo para si ; mas era fim o
primeiro morimcnlo, o accento, e para assira di-
zer os gestos, ficara. A honra de Villon, sua ori-
ginalidade. e gentileza de espirito (M.. Regnault
ja linha observado) principalmente neste estri-
bilho lio bem achado, e apropriado formosura
fugitiva, e que desapparece era tfto poucas horas.
Mas onde existen as nevos do auno passado '!
Para que Villon podesse algurna cousa de sa
superiandade, a raeu rcr como parece desojar
Mr. Clemnnt, seria prociso que S. Bernardo tor-
minasse sua ladainha de nomos por um verso
tal como este, ou ao menos se aproximando :
Ast ubi mix retus, tam elTussibilts 1 mas elle
nao fez assim.
zora polica real: conheceu o Chatelel.e talvcz a
Bastil ha.
Um tal estudanle, conhecido por bandido, te-
a lempo de adquerir um grao acadmico
O doutor Allerno que sabe tambera o que
dor til, esalutar, um desses escriptoros que re-1 mero de legados ou bailadas que e a mosma
pollem as escolas artificiaos, e fallara com genio! cousa para elle : para um poeta urna idea
a lingua franceza do povo, em contrario opimfio singularmenle original e tocante, nos diz M
que Ihe anlopunha o elegante e polilico Carlos de Campaux, a de Iransportar-se pelo pensaraento
Orleans, elle ligara ao estudanle de Pars o pro- a sua ultima hora, e de seu leilu de morte exha-
gresso mais sensivel que Ozera a poesa desde o lar sua alma em confissoes a deuzes, e legados transmillira o pai e mai de Villon era seu genio,
romaneo da Rosa. Ja trila e duas odices fo- todos aquellos que ainou e conheceu. Ou eu I concluio.do que o mesmo Villon dissera,quo nao
rara publicadas al 1850 na bibliolheca olzeve- '" illudo, ou islo e.ITcito de inspiraco, o qua- !I!ra doulor em Theologia (bem o ereio) e que era
rianna de Janet, pelos cuidados do bibliophilo t0 txiais espacnso e comraodo, a forma picante niestre em outras cousas. M. Campaux,mais pru-
Jacob. L'ma ultima honra Ihe era reservada : c que mais agrada, aquella que lho permitte li-
uma these, um debate e uraa defeza na Sorbo- 6flr cora a unidade a variedado de todos os lons,
na, hoje o rolurae que ennuncio, por M. Arito- c ielsa mais livre em seus devaneios. Se por
nio Campaux, hornera do sentiraento e imagina- I 0ll"'<' lado o poeta solTroii na vida, e doshomens,
co, que amou o poeta, o tem sempre lido, reli- s^j" por seus erros, ou m estrella, se foi mais
do, e imitado talvcz nos versos de sua mocida- 1|"-' s outros liumilhado pelo destino, nsdaima-
nfessado era seus escriptos, que o ama gino mais elilicanle do que oslanovissima ver-
couio a um iilho terno e innocente, advogado
destnleressadode um pai prodigo, o que, concen-
trando ora si lodaafleico e saber do que ca-
paz, resumi, aproi'uudou, e poz em evidencia a
sua obra. Tal o singular destino de Villon.
.mquanlo a mira direi meu pensaraeuto quena
denle, nao ousa afirmar que rerebera o grao de
licenciado na faculdade das artes. Tem-se pro-
curado, segundo o norae de autores que ctla o
poeta, qual seria sua lirraria, sua bibliolheca,
;'se que linhaj a que elle legava em uraa es-
trophe do grande testamento o seu mestro Gui-
lherme de Villon. Mas este legado.corao inuitos
outros, me parece mais irrisorio e imaginario.
0 estudanle Villon assemelha-se quasi sent-
aste o verdadeiro testamento do sua alma, c de
seu genio, aquolle que ella accitou religiosa-
menle.e que nunca mais esquecer, em quanto
houver urna liugui franceza. O lodo est se-
raeado de bailadas e ronds, das quaes nao ha
urna que nao se ligue cora as oulras partes do
poema onde igiiram, e que sao, se assim posso
ni
men ao poi
Horacio
baque essas patarras supremas a atrahir em-
fnn o inleresso sobre si, e a commorer om seu
favor os maisdislrahidos o
Villon islo lem sido ura bello
malicias o epigrammas a .
, pala; ras a seus amigos, e alguns objectos',;l vi,,l> Vi"on 'inl'a completado rinlo (
deixarintaclo o velho poeta, mas mo parece que qne Ihe pcrlenceram, c que ells sabiara a sig- annos (l "56).
aevesoirrer essa Iransfurraa.o lig.ia oue nao "ficarao e searedo, e que por olles se saberia portou-se. me parece, com
se dando talvez
ndilforentes. Para Pro a uiscipulo do velho cont francez que ti- deter-me complceme
lio meio de distribuir: nha jogado com todos os seus livros e espalhara sas esanesiUsnne se i
seus inimigos, boas Pur 'odl,s os cantos da Franca. Entretanto, n'es-1 dinho artificial onde a<
e Jurenal al em suas satyras usam
quasi sempre deslas sorprezas encantadoras ;
1 Regnier o mesmo Boileau, csses cantores exclu-
sivos das mas, e vida de Pars, olferecem aqu o
| acola exemplos. Villon nao assim, a sombra
de um arroredo, o mais pequeo reflexo doco,
: anda que fosse ao p de um regato nao o cn-
e exprimir.ndesabVfo'eo'jaco'ly'ric'dos senli- 'Cantara : nada scmelhante ao grito de Horacio :
entes do poeta. ~u m* 9uan" e3 leaspiciam e perianto era
r ,i..;v j uI c ,, ,. Slla mocidade nunca impressionou se por um dia
lem v u,? vonUde fallar M. Campaux que de primavera, d.anle do fresco o verdejante os-
SS-S?.6 "raPallldfld sobre es,;i obn g- poctaculo que .presentara em toda sua exteusSo
1 nl <" 0,Iu.e.l",de arrncar ,,m segred?. sobl.c a cosa meridional, a monUnha de Santa
e arle de coraposicao quo nao parece inconli- Genoveva '?
nenie : vai al mesran descobrir Ires inspira-1
roes bera distiuclas, e como que tres pocas. Depois de urna noite passada era alguma tas-
Me parece, soni me fazer era indifierentc, nem ca da visinhanca, despertado pelo sino do guarda
mais severo sobre Villon reconhecer nello fogo, com a cabeca ainda |iesada da orgia ante-
nas dos mais tocantes exemplos dessas natu- cedenie, nunca procuruu o romper da aurora e
rezas entregues ao desamparo, estranhas toda o sopro matinal que o envolva para inspirar-lhe
regra moral, incapazes de loda conducta, mas sentimenlo ; bello quadro desses lempos de
obstinadamente doladas da cenlelha sagrada, e tr'o0, de vergeis e pmpanos ordenados em se-
que sao c licam sendo maravilhas, a despeilo de melria no dorso do declivio que observava Gen-
ludo o que fazera, quasi escndalos de um espi- ''">'. Fonlenay e Mcndon Mais tarde cmlim,
rito activo, e para dar-lhe seu verdadeiro tionie ; banidode Paris, cruzando sera dinheiro por todos
portalalesilosporque nao Ihe perguiiteis al- I .s caminhos da Franca o Navarra, levara seu exi-
guraa cousa, elles s.lo apenas isto Nada se sa- loo sua miseria de unn fronteira oulra, modi-
be a respeito do poeta depois do Grande-Testa- i 'a|ido ja era seu cerebro e no coraco as conlis-
mento ; voltaria a Paris para morrer ? passaria : Sl>es dolorosas do Grande-Testaraento ; o arvore-
seus ltimos dias em Poilou como se pode infe-l^0 o regalo do caniiuho nao Ihe teriara falla-
rir da anedocla que se l era Rabellais e que nos do e ftil. esquecer por ura instante suas dores,
descobre que o nosso hroe to incorrigirel e como deviam ; um dia, mais de urna vez calmar
mo procedido deu mais um motivo de ir a torca ? as de Joio Jacques vagabundo ? Ou ento o es-
Cotn que idade morreu ello einfira ? M. Cam- ; pectaculo mesmo da natureza, era sua innocencia,
paux conjectura que havia ser era 148 f, tendo 53 n,r,u poderia mais commorer, e Ihe oslara re-
annos. servado s respirar alegra na atmosphera dos
1 Eu desejava julgar o con-
Era quanto nao so produzir'ura exemplo anti-
go dessa forma de replica que d todo agrado, e
lem sobre ludo seu conveniente, quando trata-so
algum relevo da na- de raulheres e formosuras celebres, Villon tica
era posso do seu titulo, guarda como dono seu
mais bello florio. Ni bailada dos sonhores de
oulro lempo, tambora tem seu ostribilho feliz e
apropriado ao assumplo.
e pin-
j. suiueicasa iransiorraa.uo lignra que nao "iiicarao e segredo, e que por olles se saberia ponou-se. me parece, com mais Uedicacao que
iando talvez a cortos honiens, debaixo de ou-' Dcin sua intencao, se narrassem toda a sua rida; de ordinario, e que termino* por urna laroenla-
aspecto, o valor e prestigio que lindara em raas aqul ainda sobresalte o epigramraa. a falta vel desgraca, por urna niiosei que perfidia muito
Estou sempre pmmpto a distinguir Villon. e s ligares perniciosos
mente sobre alguraas cou- j ''ario : soja o que for, bastara isto, para me con-
deslacam fcilmente do ca-: brmar a idea quo elle nao criou-se no campo.
.. as collocou. ->.ullc^'', nascer junto do Oiso, mas ahi nao resi-
raa das pecas que observo cora mais tranque-' ^j0- do contrario, n&o tendo inspiraco era sua
Uraa questao de amor em que ello za no non(o d0 vis(a |tlcririo a que ci|l, fez alma, ao menos seus olhos guardariaiu a lem-
mais dedicacao une contra os amadores do genero pastoril c cara- bra"'.'a. e sous sonhos tenam mais de urna vez
tro
quanto vires, lhcs concedem cerinmonte.mais do Jc rerdade e a farca se obsena meselado-se conhecida e que Ihe applicam a'fbula da Cit.de-
que mereccm era suas obras. em cada linha e o que lega muios vezes repousa ciuio (,e repente a deix.ir Paris e parti para An-
As obras de Villon, a mcu ver, apezar.de tan- sobre os nevoeiros do Sena. Emfini tem sido pa-.""rs: "*as an'es de sua partida, nos diz M.
tos commenlarios, coniocturas erudictas, e enge- \ra l'e um meio ingenhoso de encadear suas pe- Campaux (mais serio o comraovido do que nos a
nhosas, sSo o ficarao cheias (te obscuridades, nao Cas de versos mesmo asmis estranhas ossa idea respeito ('
seleera correntemenle o com agrado : ve-se a de (estnmento.
inspiraco, o desenvolvimonto, conbece-se os I M- Campaux pergnrita a si mesmo, se .
comornos, mas quasi sempre escapa o detalhe, Villon hareria esta forma de leslamentos
a linha se quebra, c desapparece a ligaco. Acn-1 cos. ''n adiado era alguns urna especie de i Perava de fazor conhecido pela exprasso de sna
toce islo por multas causas : alluses a peasoas ramio; mas o que rerdade, que se Villon Jor ,ao pendrante, e resignado dirigi-se logo
aesconhecidas, obscuridades, astucias de polica, !,5u foi son primitivo inventor, esta forma de a seu mostr Guilherme Villon, a quem devia
rilhmo fastidioso, lingoagera alrapalhada, incer- imaco, era littoralura c de parodia das ulti- i la"lo. assira como a um pequeo numero de ami-
ta, e tambem defeilos do autor. Para aquellos "las rentados foi por
que goslam de dar conlas desuas adrairucues.Vii- sonho nilido e orde
Ion lera quasi sempre razao e duas ou "tres pe- 'oudo, por detall
rolas em seu eslerquilinio, duas, ou tres baila- 'l,! q"e s pertence
das esquisitas os consolara da diculdadc, e obs- sobre este genero e sellou o testamento. Nao s | legados, como elle os chamara e que receberai
taculos que encontrara a cada passo, na raesir.a poderia compor urna vida exacta de Villon, nao emquanlo elle vivo, o nomo de pequeo lesta-
obra Mas ser, era definitivo, um infortunio na alguma lestemunha contempornea, que dig monto ; mas nao de faci. Prefera o titulo
para Villon. estas obscuridades muilo oxigonios ? | alguma cousa do preciso. Esta-sc quasi reduzido delegado, provavelmenle pelo sentijo das pala-
Nao o creio. Hi duas especies de aulores, o
quo cada ve/, conheco mais : ha aquelles que s
rivera na posteridade, e que s contam ora suas principio chamado Corbueil nasceu em 1431
j mesmo auno da morle do Joanna d'Arc
vorsjuntoa Pontoise, o
lembradi
natal.
perfumu das ervas, e llores do solo
peslre ; naquellc tempo, e mosnio depois na mo-
da. Nos sabemos por lor muitas vezes observa-
do quanto a invencSo rara na poesa, quanto A perolit do Villon aballada as Damas de
esla gente versificante copista, e que una for- oulro tempo ; viva preoecupado com a dea d-
ma, urna vea, urna nota so adiada uraa voz, se morte: linha boas razos para isso, rases muito
quo npem.o
urna simples vereda, o torna-se logo urna estra- UmlL' estil" ellas ? as "evos do anuo passado ?
da lodosa. Assim a nica peca de MIleray=A c loda sua rpsposta.Tem-se indagado qual era
queda das folhas,produzio nina posteridade de a "rdadeira ongmilidade de Villon nesta bella
melanclicos e geraedores enfermos ; a pobre peca 1ue' s- otaria para Ihe dar icnomo. Mua
levo larabem sua geracao ma- 'os Pu,,,as.. antea dolle, linham erapregado esl-
obras, e para que se as loia : a estes tudo se
coraprehoudo, tudo lmpido e claro.se pisa, e
raede, o muitas vezes se o deprime.
Quanto sao raros autores como Horacio o Mon-
taigne que mais brilham, quando so os le.
se os coinprehctidc, enroltos um urna plena
c penetrante luz, e para quera parece foi feita a
palarra de Vouicnargues a nitidez o rerniz
dos meslres! A maior parto daquelles que tem
descoberto assira seu pensamenlo com toda cla-
reza, perdem com o tempo, c o diminuom. Mas
ha oulra classe de aulores, a quem tudo apro-
voi'.a mesmo os defeilos : sao aquellos que, uraa
vez morios, roltam legenda, tornam-se lypos,
como se cosluma dizer, cujo nomo para a poste-
ridade torna-se ura sigual abreviado de um ob-
jecto, de uraa poca, de ura genio. Oh estes
sao privilegiados, so lhes pordoa tudo ; se sup-
pre aquilloquo lhes faltara, se augmenta, inter-
a esluda-lo ero suas obras. M. Caaipaux entrao ivras- e do sentido duplo que Ihe covinha perfei-
carapo das conjecluras, a seu ver. Francisco, a lamente.
no I Tendo assira concluido suas contas om Paris,
em An-1 para onde so foi o exilado Villon ? Parece que
que nao impedia de residi era Angors c que rollando era dezembro
chainarem-no parisiense, sem durida porque fe- de 1157 aos suburbios de Pars, rivera cora uraa
lizmonto reiu a Paris, onde educou-se '. Nada | raeia duzia de seus companheiros. commettendo
mais indica era suas obras.uma infancia passada \ atlontados perigosos de que so ignora a nalure-
no campo ; absolutamente nada ; polo contrario j za precisa, mas que nao passavam de roubos uas
tudo Iranio o joven da cidade co laseiro do estradas. Preso por este crimo no Chslelet, e
campo. I posto em tormentos, ve-se condemnado a morte ;
O nome do \ ilion, de que se fez logo conhe- i ento quo elle faz um appelo (ao parlamento!
cor, era provavelmenle ura sobre-nome de em- j e uraa bailada picante, mostrando sua liberdade
presumo, que recebeu de Guilherme Villon, o | de espirito a loda a prora e brincando com o pa-
qual nao era nem seu pai, |nem seu lio. como libulo. Por rauita felicidade Villon nasceu ao
se pretendeu, mas nicamente seu mostr. A i rae.rao terapo que urna princeza que se julga sor
rai de Villon era pobre, ignorante e muito pie- i Mara d'Orleans.filha de Carlos d'Orlcans o poela
O prisioneiro para quera o appeloera apenas urna
os papalros e queixosos se-
sensireis. lagode M. I.a-
c
martirio tere suas infinitas cscalas, o for- CamPaux tere o cuidado de nos ensinar: ^Parece
niou ionuraerarel quantidade do pequeos lagos !lra f du^(la ques essas ideas melanclicas fos-
com amantes suspirando cantigas renexianas f.eJ" ,emP de Villon. Assim no CheralierUe-
Foi pela impaciencia dostas iniipidas copias, c : "bere. Olivicr de I.a Marche um poeta o histo-
repotices sorris.que Alfredo de Musset no pream- rinoor desse tempo passa em revista em rime e oilo
bulo da Coupe e les I.evres. era face desse ad- eslanclaf successivas os principes o granJes se-
rairavel dcsenrolrimenln em que abre seu co- "hores pesse lempo, e no Kxumplc de Mirouer
radio alegra sobre a infinita rariedade e rica op- enlindiment par la nioit, tendo narrado a mor-
le de muitas senhoras de alia posico e nasci-
| ment distinelo, pergunla o quo fui de cada urna
destas senhoras.
dosa.
Um erudito aliemo procurou ltimamente
determinar com certeza qual a parte do genio da
rai ou do pai de Villon no carcter de seu fi-
lio, c sua dupla influencia sobre elle. Estes
dilar.ao, serve-se da occasio, celebra o Ilustre
nascimento, e alcanca o perdao.
Entretanto, rio-se forrado a deixar Pars, edu-
seu bera, e cnTsu. hnra,as I crudi.osallerabs, forca de es.udo, nadaduri: fS^TZs^^^lSS^^Xl^
obscundados. oxcen.r.c.dades. caprichos fra'de dara. Tendo descoberto e imaginado que loda a menle idea^ do suicfdYo Ser rrilol me
proposito, desvarios do genio, ou eclipses; se Ueii.satyrica, gcaeejadora, irreverenteTe sensual So elleem ffio couhecesso a Carlo,qr;
suppoe sempre uitelhgencia, profundoza de son- Je \ ilion Ihe rinha do seu pai, e quo a vea br leanseinofosseacoK na corto dos,,
lides, ou de paixo. milagros de fantazia que, loma o religiosa que so Ibe suppe pw instante^ renori,^
minias vezo, nunca evo mesmo para seus rnais ?0 raenos suas velleidadcs. o niorae'ntos de rae: | 5H3R O qn raaisTceno e que"fij ra,"
bispo de Orleans, Thi-
Itendo era consequen-
----- *' i viu u L93U uiu.-Miiu IlOCCSSidade OUe faz cacar n
_estaraca.raraor.al. celebre desde o lempo de lobo fra do bosque, algum novo erro^S"
falla ligeira, de que eslava muilo acostuniado,
UIUM8 vezes nunca icve mesmo para seus mais ao menos suas velleidadcs, o momentos de me- i posteridade? Oauc rot
prximos contemporneos. Assira aconteceu cora lancolia ruinara de sua rai. Elle passou em um acolhido no territorio do bi
.Babellct. cora d'Aub.gn poeta, e cora mullos ou- corto dia da loja de seu pai [se que linha) para \ bauet d' \ussi "iv e comraot
iros. Assim aconteceu tambera comvosco (por- os bancos da universidad.; foi escollastico, c cia d'essa mesmai necessidt
quo remos roalsar-se o raysterioso phenomno;
o mais bello o ardentc dos polas dessa idadoi
Rulebcuf, e quo ainda |honlem nos descreria
posico do sous gestos, que elle dizia :
Vos me pergunlaos se amo natureza ;
Sim.Arao tambera as artes c pintura.
Me parece maravilhoso o corpo de Venus ..
Masaboireco oschoresq'sonho nasbarqiiinhas,
Os amantes das noites, dos lagos, e cscalas,
geracao sera nome que nao pode dar ura pas-
Som se inundar de versos, prantos e notas,
A natureza, sem duvida, romo se a entrale ;
Alem disso, pode ser que elles a compreheridam,
Mas cortamente, eu nao os uniendo.
poca
Peco perdo a Mr. Campaux, mas aqu a nri-
meira origem anterior a Villon : ella est era
r.,, ....... S. Bernardo, c outros aulores da grande
Esli bem, no lempo do \ ilion havia uraa rao-: da idade media,
da e capricho do mesmo genero. Um Idvllio,
composto, hara 80 annos por um antigo "bispo
de Meaux, Felippe de Vilry, sobro a felicidade
da vida campestre continuara a fazer furor, e o
lnhoiro Franc Goulier e Senhora Helcne sua
mulher ( Phileraon e Baucis jovens) recrutavam
entre os nescios da cidade muitos admiradores
vida triadas florestas, louvando a mediocrida-
Depois de urna serio de questes onde enume-
ra os papas, reis, o poderosos do tempo, recen-
lemenie desapparecidos, responde no tira de ca-
da estrophe, por esta oulra questo :Mas onde
est o bravo Carlos-Magno ?Pmsque o grande
Carlos Magno, ultimo typo heroico em frente
do horisonte, e'que domina toda a idade media,
linha, elle mesmo, pago o tributo morte, e
podatn muito bem morrer os inferiores a elle,
os reis e principes do presente seculo. Villon tem
oulras pecas dignas de estudo, e que demanda-
ra m algum esforco para sor apreciadas : reen-
vo a Mr. Campaux que um excellente guia.
Nao quero deixar-vos em duvida sobre um pon-
to ; de nao prestar a Villon mais melancola,
que nao linha, nem uraa tristeza mais amarga.
Sao equiparemos, asen respeito, o nome de Bo.--
suet, nem mesmo o de Brron e dosDon Joo
modernos.
Villon disso, em alguma parle, que, quando
amamos a torpeza, ella nos ama [ este o sentido)
c quando fugimns da honra ella nos foge, mas o
impossivel descobrir no interior um grito do con-
demnado. Villon nao tem desses gritos, do
bom tempo relho onde se accomodara melhor
seu genio, e nao se dar to grande mostra, nem
mesmo de urna cabeca to desordenada. Villon
nao desses homens que bradam como o poeta
moderno, maldizonJo as paixes que solTremos
sera que nos agradem :helio com horror o vi-
nho quo me embriaga. Era quanto a elle, re-
ceio rauilo beber cora prazer, at o fim o vinho
com que so embriaga. Nesse sentido se deprime
ura pouco o trabalho de Mr'. Campaux, mas se
lera um commentario to ampio como ulil c con-
cebido em um espirito ainda melhor que Ilitera-
rio, quero dizer sympathico o quasi filial.O
que vai segur-se uraa supposicao minha, hou-
ve no tempo de Villon, um estudanle mais moco
do que elle, to laborioso, to boa possoa, conio
o oulro eta mo o desordenado, porrn grande
admirador do poeta, sabondo suas prmeiras can-
ces, recitando a todos que Ihe ouviam suas
mais lindas bailadas, amoroso, como se nesla
idades por aquillo qne se admira. Efle estu-
danle fez ura dia, a Villon a declarado de seu
enlhusiasmo, c Villon o recebeu com maior se-
riedade do quo fazia de ordinario em igual caso :
leve mesmo, vendo sua candura, amoacado o jo-
ven para nao inicia-lo era suas illuses, e para
om algum momento, nao ser tentado era admil-
ti-lo na corarapanhia dos mos rapazes. Elle o
respeitou, e lomen mesmo como utnirmo mais
mogo, como um bom genio que so nao deve of-
fender nem nssustar : teve at alguma vergoaha
dolle : E o joven alojado longe desla sociedade.
do movimento das ras, sobre o declire mais
campestre da monlanha de S. Genoveva, ignorou
os subterfugios de Villon, e anda peior, nao o
acreditou, mesmo conservou por elle sen culto.
Mas urna rez, tarde, Villon fugiudo, persegui-
do pelos agentes de Guct, lerabrou-se de ropen-
to, rendo a luz brilhar na jnnella do estudioso
joven, que all linha um admirador, um amigo, e
Ihe pedio abrigo e pousada por urna on duas noi-
tes, pretextando alguma bella e galante historia;
e durante a noile para pagar-lhe o acolhiraento.
o cncantou com suas narraces, offuscou-o com
suas gracas e riracidade. Protestou amisade no
momento da partida, at aceitar lodo o dinheiro,
todas as economas de seu generoso hospede ;
rauilo satisfeilo de se despejar c soffrer privaces
pelo poeta por excellencia, como elle o nomera.
Este qiiartinho tornou-se logo mais charo, a
aquelle que o habitara, e durante alguns dias,
Ihe pareceu quasi um sanctuario poder das
prmeiras iFlusoes !) por ter recebido e alojado
sou dos.
Em urna palarra o joven conheceu bastante
Villon para ainda mais o admirar, e frequentou-
o rauilo pouco, para ainda mais o estimare ama-
lo. Est bem, este discpulo que figuro, que res-
j pirou a boa alma de Villon, e nao sua maldade,
littoralura, Mr. Flix Ciernen!, reuni urna quan- j c Para quem o poeta,conhecosse mesmo, comple-
tidado de passagens que proram, que, esla forma
forma :Onde esl Arihur ? Hoilorde froia? He-
lena ? Onde a formse Jason e Absalon?.. Mr.
|rafira, Meno!, celebre Bregador, nascido em
1450, imitaria era seus sermes, segralo Mr
Campaux, as duas bailadas do Villon, a das Da-
mas, c dos senftores do oulro lempo : Onde es-
t o rei Luiz to tmido ?
sua mocidade fez tremer
dreceu seu cadver. Onde esto essas
zellas, de quem tanto se lera fllalo !... Melu-
sine, e tantas outras formosuras celebres ?
e Carlos que na flor de
a Italia ? Ierra ja apo-
Ura hornera de mrito, que oceupou-se dos an-
ligos poetas christaos, no assumplo da msica e
do interrogace achou-se felizmente.
S. Bernardo, especialmente, em urna Psalmo-
dia sobro odespreso do mundo (Rhythraus de
fm! in JlrV i?,p,dB d ?at0' e b0" Conlemplu Hund), que so con.poc d quartetos
ri.nr?" i5- n a0"' q," 8*b, (",r "P5 'furmados de "fM d Alexandi nos cora cisu?
""' Por,,r sf rhld0 a wbl-a. o gnlo da ra marcada, e seguido de qua.ro rimas unid."
tome, que linha embebido sua buha secca, fez a usara muito desla forma de inlcrrogacao -Qn-
seu geno a peca-do Mundatro na qual quebra- do esl o nobre Salorao .' Onde Sansao o inven-
va laucas cora toda essa escola do lonheiros ama- civel? ole.
sFOjLHETIIII.
A
BENGALA DE
Por Hdame E. de
O rapaz, que prclcndia evitar loda a qualidado ; a cabeca, apanhou o chapeo e atravessou
do disputas que o podessera demorar, nao ros- moda
ipondeu, e corno tambera nao olhou para traz, I O oulro lado maissocegado,
a ala-
disse ello
uiiltr /- 1 preoecupado eslava, nao se apercebcu de comsigo, e dirigi- para o Caf, de Paris
A L L A C. ( j qne nada, linha visto. Comn lXcit0i J,ncM ',,, SrVS^
Girardin IeJle,"*?a h0UTe d,? a?TlH,80 Pas" lado da alameda ; ainda nao era essa a
u irardin. savam-hc tantas cousas dianto dos olhos. con- era que in.pralicavel. Alguraas damas
XIII.
Sem o safar.
O gabinete de Thellssier linha uraa porta quo !
dar para sala de jantar, e como Thellssier :
naotlava no centro de Pars, o lugar dos tugo-'
lava tanto com as suas distracoes, que, nesla
circunstancia, nada Ihe pareceu extraordina-
rio. Somos sempre invisiveis para os
absortos.
A victimada curiosidade
espiritos
neste
epocal
ijuo e mpralicavol. Alguraas damas aqui o7
acola, riara os eslofos que estar a m patentes nos
Ckinoti eno Sauvage, e estudararu as joias no-
ros era casa de Uouk-l. Dous ou tres deputados,
retidos por algum encontr, diziam algumas no-
affaslou-se para um ridades. Ernlim, eslo lado da alameda estara
lado de maneira que nao ombargasse a passa- I quasi deserto,
cios, onde as casas sao nperradasVroas'coni'ra'as I ?C"1, 1ricebeu' "5o obsjan^ muilas colovoladas. i O sujeilo serapro inrisirel divagara com mu-
nutras para impedir que o dia l pendre t sili' Juranl? um 1uarl de hora, mas allribuio isto j lo socego ; mas do repente sahio da ra de Hel-
do jantar da Si.' Thellssier ora ..cr'feitmento- P.ac.a ""/gura do passoio, e continuou o sou ca- rfer urna pequea laradeir, que era manca,
obscuro ao meio dia; tinha apenas urna nica *nin,.,0>_,la?endo rail reflejos razoaveis sobj;e a Jrazondo ura enorme cesto peudurado ora seu
janella rasgada deIravez, quedara, sobre um
muro turado em diversas parles, por assim di-
zer, luz de dias de solfrimenlo. lira individuo
gordo, depoil da urna longa conferencia, sahio
lo quarlo de Thchssior, e vcio a esla sala de
jantar tenebrosa, buscar a sua bengala gnarda-
Phuvo. no canto ora que a havia deixado. Como
nao havia bastante claridado, o como procurara
as ap.ipaldellas, enganou-so e tomn a bengala
de Balzae por a sua ; ora, como nao chovia,
andou muilo lempo sem se aperceber do sou en-
gao.
E osle pobre hornera, por urna deslas
dad
mana de imilaro, qne faz construir em Paris braco, e arrastando com passos indecisos
passeos as ras estreitas, porque em Londres
os conslruein as ras largas.
o Emfim, pensou elle aproxinnndo-se dos
alamos ; podo-so agora andar vonlade.
No mesmo instante, um hornera, que traza s
costas ura grande cavallo de pao,rei das quiu-
quilhanas inrenco sublime I primeira emo-
co da infancia,sahio cora custo da famosa
loja le Tempier. Hesitou um momento anles de
passar para a alameda ; depois, rendo umespa-
co em que nao havia possoa alguma, arancou
falnli- sem receio. Dr-se-hia que o immenso carllo
a
B
Portanto lornou
man esquerda,
nu isivel sem o saber;
o muito divertido
aaaes ao quo a vida osla cheia, linha magoado : ue pao que elle levara, era o do cerco de Troa
a mao dircila alguns dias anles; Irazia o braco O homem invisivel passeiava deliciosamenloi
ao pello. O braco direilo Aderinhais. leitof! sera sabor que aira/, dello o ameacara a machina
a bengala maravithosa com o dos Grogos. Pnssando pelo relogio des llains chi-1
e parlio tranquillamcnto, inda \noi*, aquelle que conduzia as delicias da inian-l
abor: I cia, vio que se havia demorado, c dobrou o pas- i
1 assoni algum tempo, com bstanle dislrocto, so. Entao um choque horrivel reio sacodir todos
muito diverlido ; em quanto passoiou nada'lhe os ponsamentos do pobre basbaque. E' urna i
acontecen ; evitara as pessoasque rinham di- grande desgraca sor invisivel sera se ser insen- i
relias a elle, e marchara sem obstculo. Mas a siv'el ao raesrao terapo, o que muito commum
curiosidade fe-lo parar difronte dos cartazos do neste mundo. Aco'nlece muitas vetea que pes-
ihoatro; percorreu-os com attenco ; oramos- soas que nos nao do allenro alguma nos di-
tos do Vauderillo. do Gymnasio, da Porlo-Sanl- zem mil cousas que nos "despedacara o co-
n etc.; o pobre hornera quera re-Ios todos raio.
O marlyr, tendo recebido ura golpe violento
, na cabeca, rollou-se furioso.
Sonhor, disso elle cheio do indignaco, e
encontrou-se face a face cora una grand'e ca-
jheca do carallo de pao que o olhnra fixamente.
Vendo que esta, nesta especie de ataque, n&o po-
dia lor lido inlcncao de o offender, voltou^se pa-
ra aquelle que a suslentava.
Desartrado exclamou elle, voss nao t6 1
i por rpnlura serei um insecto imperceptirel, que
i rao nao podesse eritar?Aquelle que linha feito
Tenha cuidado, sonhor, exclamou clip eu 'ua1, q.uc nna via> "a0 sa,,ia a 1"em so dir-
naoso.i nenhiim insecto imperceptirel nto r I""" ?* patarras, portanto continuou o seu
por onde anda I carainno sem se rollar para traz, mesmo porque
-;rrr~,------r-----------, i o cavallo nao Ih'o perniittia.
i nide o Diflii ;,. W, o homem que lo infeliz (nha sido, efregou
para escolher, para se divertir noite, a peca
que mais Ihe agradasse ; eslava leudo um
oartaz do Circo-Olympico e solctrava o se-
gralo ;
Aseenalo, eonlrofa natureza da agua chamada
branca,
quando um rapaz, ano rinha com prossa, passou
rente do passeio rpidamente, o vcio baicr com
violencia contra esta especie de rochodo immorel
c curioso que Ihe impedia o transito.
O hornera que lia recebeu um choque ter-
rivel.
. a si o
a sua peuosa carga. O sujeilo vio-a dirigir-so a
elle.
E' pena, disse ento, ver como esla pobre
creatina vera carregada ; e rollou-se para Ihe
dar mais espaco ; mas a petquena laradeira, va-
cilante o fatigada cora o seu fardo, mudou-o de
braco, e, arrastada pelo seu peso, cahio sobre a
prudente e caritativa pessoa que passeiava, fe-
rindo cora o cesto, cora loda a forca de sua fra-
queza, as pernasdo pobre sujeilo, que lancou um
grito de sorpreza o do fervor.
Tenha caulella, menina 1 porque se nao
i desriou f Safa eu bem digo que sou insecto
: imperceptirel....
Este cesto to pesado !.. disse a pobre
laradeira sera ver quera Ihe ralhava, o continuou
o seu caminho.
Eu nao sou desafortunado hoje, pensou o
homem inrisirel. L'm fere-me no meio do cor-
| po, oulro pretende parlir-me a cabeca, esta
i agora bate-me as peruas ; cora efTeilo," sempre
| forca de infelcidade. Tambem coneorro o nao
poder morer o braco direilo, quando nao temo
o uso de ambos, parece que estamos dosorgani-
sados.
Tomou a ra de Helder, que seguio al a ra
de Trois-Frres: quando|caminhara prossentio
abrir-se urna janella sobre elle,uraa rapariga
aproxmou-so da veranda, tendo na mo urna
jarra com flores ; eram flores do outomno, rosas
de Bengala, malmequeres, margaritas, serias coc
de purpura e branca. Estas flores, quo estarara
murchas, iam ser renovadas.
A rapariga olhou para todos os lados.
Ninguein,disso ella,ninguem I I
E o hornera invizivel eslava debaixo da ja-
nella.
Ninguem I
E lancou as llores ra.O sujeilo receben as
flores e a agua das mesma,agua csrordeada o
ftida, que iniraiga do falo, e que Ungi com
uraa prompdo espantosa o coleto branco do
misero vierte!.
lamento mais tarde, conseraou urna paixo, revi-
ven em nossos dias, tornou-se niestre de urna
melhor escola, e desla rez foi o commenlador, o
apologista (no que fr possirell, o interpreteintel-
ligenle o benigno de Villon perante a Faculdade e
tambem peranle o publico.
(Sume beite.d. ribeiro.)
IPresse.)
A sua colera!... impossirc! ser descripla
A sua figura I... causara riso I felizmente era
inrizivel. Lagrimas verdes percorriam soas fa- j peia"gola oseu insolente criado'.'cra'a nwamao'i
; margaritas, separadas do ramo com a que-capaz do exprimir a sua colora.
Sonhor !
Emfim o insultado patrio, fra de si, lancou ao
chao a bengala que O fazia invizivel, o agairou
Que delle? disse o agente de po-
da, estarn presas as abas do son chapeo, dan- !
do-lheum ardo pastor; os rualninquoros osla-!
vara pouaados sobro os sous largos hombros ; a
rosas com os espinhos se linham prendido aos!
bracos, s barbas o gola do casaco; o sujeilo '
era ura pcrioilo tronco llorido, mas ai! s do re-'
Ihas flores.
Furioso, o cheio de rergonha, sacudi todos os
ramos, e nao pudendo raoslrar-se ora parto al-
guma nosto estado, voltou para casa, onde nin-
guem o esperava!
Era um domingo: nesse dia, costumara ir jan-
tar casa do ura dos seus amigos ; todos eslavam
contentes emeasa, o patrio nao doria recolher-
se seno rauilo tardo.
A cozinhora, que era muito bonita, a cozinhoi-
ra de um homem velho quasi sempre bonita,
estara vestida o secada, e nao vendo vir o criado
seu coinpanhero, que devia dar-lhe o braco para
a acompanhar laGail, tinha subido ao quarlo
pare saber oque quederaorava o seu cava-!
ihoiro.
Esteoceupava-se a escolher o colele que conta-1
va lomar emprestado tcitamente ao seu paliao :
para esla occasio.
Folla a escolha, a criada ajudou-oa ananja-lo.
Ura o outro se divertan, riam, e procuravarn
encher o espaco que hara entre o casaco e as
costas, consequencia da differenca da estatura do
amo e do criado.
Frontn tomou duas almofadas ; uraa represen-
tara o peito e a oulra as cosas do patio ; e de-
pois Frontn imitara seu sonhor, o, o que
peior ainda, divertia-se a arromoda-lo
.ira
exclamou a co/iuhora assus-
lada.
Senhor! disse Frontn atorrado.
Despedidos... eslo arabos despedidos.
Mas, sonhor...
Eslo ambos despedidos; entendern?? o
calora-so Ilera-inc o quo mo preciso para me
vestir ; amanha ho de ir arabos
fra.
E vestio-se.
O criado, vendo a cor esverdeada
roupa de son amo, nao podo deixar do dizer
V. S.ri onde eslevo'.' que foi o que Ihe acn-
tecou !
Mas elle nao respondeu cousa alguma, disse
apenas quando sabia :
Leve logo esla bengala casa do Sr. Thel-
lssier, e pera-lhe o meu guarda chura que l ,
deixei.
Sin sonhor.
E a bengala licou
criado despedido !
que tiugia
entregue na mos de ura
XIV
Novo perigos.
desordera
licia.
Eu ouoo-os, disse R criada; que eslo na
oulra ra.
O'mystcrio ourera-se injurias espantosas;
nao so ve quera as profere, nao se r pessoa al-
guma sono as lestcmunhas cheias de admira-
cao queseolham sem nada comprehendor.
Emfim os dous inimigos. furiosos, hrgaram a
bengala ao mesmo lempo, e vieran cahraos ps
do cornmissario, a quera esta queda fez leciwir
ura passo.
A bengala cahio com elles.
O agente de polica, cora ura ar muito magos-
toso, apanhou-a. Como precisara de toda a sua
eloquencia, e como fallara mais fcilmente quan-
do accionara com a mo dircila, lornou a bengala
cora a mo esquerda.
Desappareceu a autoridade 11
Eclipso total de um agento do polica!
Ah disso o dono da loja de bebidas, espe-
rai que a autoridade vi vos prcm ordom.
Mas... onde est o agente de policio,i'iio
! ainda agora aqui estofa !
Eu oico-o fallar, dssorain do lado.
Com clTeito, o agente de polica nodeixara de
i conciliar serapro carraosamente, ainda que in-
. rizirel : o seu discurso pacifico continuara som-
; pro. A sua posico era nobre, o sou ar sereno
A bengala corren mais do que un risco.
Rosala, que se achara rauilo aflliclii, pura iri mas infelizmente todas oslas posicoes lo nebros,
divcrtir-se ao thealro, deu a Jos a sua liber- to inrpjadas erara perdidas.
Jade Por fin Jos, ganhando a razio, pedio a sua
Jos preparou-se rom inste/a para levar a ben- bengala, grita que Ih'a roubaram : o o agente do
gala u casa do Ihrllisier. polica para Ih'a dar cora mais dignidad, fc-la
Mas quando marchara encontrou um amigo. : passar para a mo diroila.
Fallaram : Jos doclaroii que o sou o palio ti- O agento appareceu.
era nha despedido; o> amigo admirou-se, mas saben- Como om cada lado da leverna harn duas
, do que havia um lugar vago, para prconcher o portas quo davam para duas ras dilVerenlos, (s-
Entia o casaco do patrao, disse a roznhei- qual, Ihe podiram que fallasse a algiiem
ra ; espera, assim... oh lodos os......- -:
hav
feio
,ral' Mais pessoas viciara i mesma cosa.
l'ra destas gracejando pretendeu o lugar dos-
es sonhores ; o gracejo foi tomado a mal. Jos
le, i imovel e es- ralhou ; ameacou, e fez valor a bengala. Despro-
-------.----------- .r"' -~"~ '" i'i".ii, mu iieuiiiiin i|iif uuia-.se a aiguem. prouuz
: espera, assim... oh lodos os que le rissera. | ento para entraren n'uma loja de bebidas para
man de pensar quo oras ello Oh I como tu es i fallaron, doslo negocio raais a volitado. Jos ac-
ra! Marcha ura pouco! E exactamente o sou re- ccitou, c bebeu rauilo.
levanta a cara para o ar! Oh! assim
leus o mesmo ar de estupidez quo elle
mesmo 1
tem!
Ora o patrao eslava
tupefacto, havia um quarlo do hora, mas era con-1 zaram a' b
i; a bengala indignou-so o olirou.
Coraeeararn as injurias, pontaps, pugilato e
bcngaladas; o conflicto na ra. A disputa aug-
menten com tal ardencia que foi preciso ura
agente do polica. Procurou-se esse agente.
Durante osle lempo, os dous campeos dispula-
v.-.ra a bengala, um para aguardar, oulro para a
tomar, ella era de muila vanlagem no seu ni-
rago
Nao tardn muilo que, na lula, arabos a toraas-
llosatia, exclamou eramente o palrao, ca-! sem cora a mu esquerda.
da vez raais irritado. Mas Rosala, que nada va, Chogou o desojado asente do
prosegua na sua idea, c continuava: Isso mos- Onde eslo ellos?
mol... isso raesmol... parec-me mesmo ou- Nao a pparecem os comba lentes.
"-... Disscram-mc que haviam dous boiaeos cm
piola innzibilidado.
Por fim achou a sua voz.
Jos exclamou elle !
A traressa cozinheira, nao vendo possoa algu-
ma, imaginou que Jos, para completar a serae-
Ibanca, imitava tambora a voz de seu arao.
E assira mesmo quo elle to chama, disse ella
rindo,
falla.
Ah! ah I
quo e
ah!...
e justamente como elle
propoz | las deaapparices maravilhosas foran explicadas,
e terminada a" desorJem, ninguem so oceupou
mais com ella. O agente do polica fez um dis-
curso cheio desabodoria aos dous inimigos, que
se humilhiram
Jos npressou-so era levar a bengala casa da
senhora Thellssier, ques e aprossou do a mandar
olla mesmo a Dorimond, sem pensar nos tormen-
tos que olla Ihe preparara. Pobre mulher !
t,iue aquellos que acharara ura amor que 'alga-
rain perdido, que snlraram um amigo n'um pi
rigo, que obliroramo perdo de um condemna-
do, que virara melhorar um docnto que estima
van, que tornaran a fazer urna fortuna arruina-
da, imaginera o quo eiperiraontou Tancrcdo
ochando o sou Ihesrairoestraviado.
Nos reconheceraos a impossLildado de o de;
c rever.
policii.
[Continvar-se-ha).
PER*. TIP. DF M. 1 milllll 51
s
MUTILADO
'