Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:08916

Full Text
%

AUNO XIX 7. HOMERO 29 ,
Por tres raezes adiantados 5$0O0.
Pop lies mezes vencidos C$000.
TEBCi FE1RA 20 BE DIZEMBRO DE !859.
Pop anno adiantado lOjOOO.
Popte franco papa o subscriptor.
ENCARREGADOS DAJRBSCRIPgA'O DO NORTE.
Parahiba, o Sr. JooRodolpho Gomes; Natal,
o Sr. Antonio Marques da Silva; Aracaty, o Sr. A.
de LemosBrag; Cear, oSr. J. Jos do Oliveira
Maranhao, o Sr. Manoel Jos Martn? Ribeiro
Guimares; Piauhy, o Sr. Joo Fernandos de
Moraes Jnior; Para, o Sr. J^3...> ..nuuios;
Amazonas,o Sr. Jrrnnymo da ("osla.
PAKllDA UOM.OKRMO,-.
Olinda lodos os dias as y 1/2 horas dodia.
Iguarass, Goiannae Paralaba as segundas c
sextas feiras.
S. Antito, Bezerros, Bonito, Caruata, Altinhoc
Garanhuns as trras feiras.
Pao d'Alho, Nazareth, Limoeiro, Rrejo, Pes-
queifa, Ingnzcira, Flores, Villa Bella, Boa-Vista,
Ouricurye Ex as quartas-feiras.
Cabo, Serinhiiem, Rio Poroioso, Una, Barreiros,
Agua Pela, Pmenleiras e Natal quintas feiras.
(Todos oseorreios partera ns 10 horas da manha.l
AUDIENCIAS DOSTRIBUNAES DA CAPITAL
Tribunal do commercio: segundas e quintas.
Relaro: ternas feiras e sabbados.
l'azcnda: tercas, quintas e sabbados as 10 horas.
Juizo do commercio: quintas ao meiodia.
Dilo de orphos: Ierras c sextas as 10 horas.
Primcira vara docivel: tercas e sextas ao mcio dia
Segunda vara do civel: quartus e sabbados ao
meio dia.
EPIIEUERIDES DO ME/. DE DEZEMBRO.
2 Ouarlo crescente as 11 horas e 30 minutos da
manliaa.
10 La eheia aos 53 nimios da mnnha.
16 Ouartominguaiite as 6 horas e 56 minutos da
tarde.
24 La nova as 3 horas e 27 minutos da ma-
ulta.
PREAMAR DE HOJE.
Primciro a 1 hora e 42 minulos da manha.
Segundo a 1 hora e!8 minutos da tarde.
DAS DA SEMANA.
PARTE OFFICIAL
ministerio 1 marinha.
AVISO DE 22 nv. N0VKMBK0 UF. 1859.
Manda observar o regulamento pitra a pralica-
g 2." Kxtttmnar amiudaJamenle o estado Ua
barra,indo sonda-la era cada phase da la como
2o pratico, afim de se conhecerem as alteracoes
que livor solfrido o fundo ; empregando a neces-
saria vigilancia na conservado das bausas, e
proraoveudo os melhoramenlos por todos os
gem do porto, barras e costa da provincia do meios a seu alcance, dando ao capito do porto,
Cear.
2" seceo.Rio de Janeiro Ministerio dos
negocios da marinha, em 22 de novombro de
1859.
lllm. e Exm Sr.S. M. o Imperador ha por
bem, conformando-se com o parecer emitlido
pelo conselho naval, em consulta n. 131 de 3 de
junhodo corrente anno, que se observa o inclu-
so regulamento para a pralicagem do porlo, bar-
xas e costa dessa provincia : cumprindo, porm,
que V. F.xc. informe a esta secretaria de eslado
sobre quaesquer alteracoes que a experiencia
mostrar se devam fazer'no regnlamento mencio-
nado.
Reitero a V. F.xc. os votos de minha estima e
distincla considerarlo.Francisco Xavier Paes
ltarreto.a S. Exc* o Sr. presidente da provin-
cia do Cear.
Regulamento a que se refere o avi-
so desta data para a praticagem
do pinto, barras e costa da pro-
vincia do Cear, orgfanlsado con-
forme o disposto nos arts. 1 e OS
do regulamento que baixou com
o decreto n. 4 de O de maio
de 1 lf.
TITULO? I.
Da pralicagem.
cipitclo', i.
Da organisacao do pessoal.
Arl. 1. A praticagieiu do porto, barras e costa
no fim do cada mez, conla do resultado desses
trabalhos, c informando-o de qualquer ocenr-
rencia.
8 3. Trazer em sua companhia um ou dous
aprend/es, DialricuUdos na capitana, afim de
os habilitar no coobecimento e pralicageni da
barra e as manobras dos navio;.
Arl. 15. O prallco-mr c mais pralicos, por
occasio de qualquer incendio no mar, se apre-
senlaro immediatamenie no lugar do incendio
com as suas embarcacoes guarnecidas, e, quaudo
Mr necessario outro soccorro, smenle apparc-
r o pratico mor, e aquelles que esliverem de
serviro, na frma do 1- do art. 6- do presente
regulamento ; sob pena de prso por oilo das
e mulla de 49 a 10.
Art. 16. Os uniformes estabelocdos para os
empregados da pralicagem do porto de S Luiz
do Maranhao, cam extensivos aos da provincia
do Cear.
titilo n.
Djs capites ou meslres de navios em relacao
pralicagem.
Art, 17. Todo o capito ou meslre de navio que.
demandando as costas dos portos da provincia
do Cear, precisar de pralicos, icar no tope de
proa a bandeira designada no qudro de que Ira-
la o aviso de 18 de Janeiro de 1850.
Art. 18. Logo que o pratico entrar no prtalo
do navio, que liver de dirigir, o rapilo ou mes-
lre dcste tica obrigado a declarar-lhe os ps d'agua
que cala o navio.
do Ceai tica.'a cargo de ^iJ^SS^^
t co-m auxiliado por ura pralico ojudante e denles ao bo'.n deempenlio da pralicagem de que
JtMEll^rt nPrrC5, eX,SI,,"d ,l$" M acha oncarre,ado, bem como o ler-se sotos e
1, k W/ ?ra,IC0S -"' cnda..uma das: promplos o ancorte, virador, ancoras, amarras
segrales barras : da Amarraeao, da Camocim ele
ou Granja, de Acarac, de Aracaty e de Mos-. rl. 20. Nenhum cap
"ai o c i i "'aUr-'lar a qualquer pral
Arl. 2 Esles pralicos serao subordinados ao este proceder mal, dirigir
capitao do porto e sujeilos s revistas e musirs! urna queixa regular Ioo
orno os demais empregados na vida do mar, na
ele.
Arl. 20. Nenhum rapilo ou mestre poder
ltr.ttar a qualquer pratico : devendo quando
"f ao capilo do porlo
que der fundo, para
que o mesuio capito do porlo resolra na forma
4i7 de rtomvn EMElVI Cm deCre' di's disPsees do respectivo regulamento e do
ii. 44/, de 19 de maio de 1846, terao u sua na- presente,
trenla na respectiva capitana e nao podero ex-
ercer o lugar sera exhibir diploma devidameute
legalisado.
Arl. 3. O individuo que se propuzer ao lugar
de pratico dever requerer ao capilo do porlo e
mostrar, por meio de exame, que conheecdor
das maroas, direcjo dos ventos reinantes, na-
vegacao e manobra.
Arl. 4." O exame de que Irata o artigo ante-
cedente ter lugar na capitauia, em prestir do
capito do porto, servindo de examinadores o
iralico mor c dous prfmeiros pralicos dos mais
labeis, que o mesmo capilo do porlo designar.
Aapproyaco ser conferida por maioria de vo-
Arl. 21. Todas as ve/.es que a bordo de qual-
quer navio se aprsente um pratico em estado de
embriaguez, o commandanle, capito ou meslre,
o far logo rollar para a euitiarcaeo que o trouxe
e icar de novo o signal de pedir pratico ; de-
vendo, quando tiver dado fundo, aprosenlar ao
capito do porlo urna parle do successo, para que
esle proceda segundo s disposkcs penaos do
presente regulamento.
Art. 22. Aexcepro de canoas, lanchas da co-
berla e de algum oate ou cter que esleja ao
par daquelUs duas clssses de embarcacoes, de-
mandando at seis ps d'agua, nao so poder do-
minar nos dill'erentes aneoradouros qualquer
...' ,, ;.; ; .,: i -----------~ sauunar nos uiuerenies aneoradouros quaMuer
!', n ,Cf'a0 "Of.porto era caso de Ulra embaicaeo maior, sera estar a seu bordo
empate. O individuo, que for reprovado.s |>o- \ um pralico.
der ser admitliio notamente a exame depois de '
4er mais um anno de pralica.
capitulo u.
Do pralico mr.
Art, 5. O pralico mor ser escollado dcnlre
os mais antigos e experimentados pralicos dos
4ugaies era que lera de servir, e nomeado pelo
?overno, sob propos'.a do capito do porto, in-
formada pelo presidente da provincia, vencer,
alera do que lhe competir dos reudimcnlos da
pralicagem, a gralifioaco mcnsal de 20$, que ein
seus impedimentos ser percebida pelo seu su-
lislilulo Os outros pralicos sero de nomcaco
do capito do porto.
Art 6/ Ao pratico mor compele, alm do que
se acha designado nos difluientes artigos deste navios lero a faculdade do cscolhcr
regojamenio, o segrate : | qe lhes ronvier para as sahida
pr;
Arl. 23. As embarcacoes naeionaes e cslran-
ge:ras pagaro pela pralicagem de sahida, sendo
res muiros -iQ c de dous 2dg, de enlrada.i
\ alm de 6$ pela araarraeo ; e por cada ura
i corro que os pralicos prestarera nos baixos ou
tora da barra, 69, dando o duplo, quando o im-
menso soccorro livor lugar fora da pona do Mo-
curipe, e dos baixos dos Arpoadores.
Art. 2f. Aquellas embarcacoes que nao quizc-
rcm receber pralico, pagaro metade da quantia
estabelecida para a pralicagem no artigo antece-
dente, lano na sahida como na entrada.
TITILO III.
Disposiees geracs.
Arl. 25. Os proprielarios ou consignatarios dos
os pralicos
s e soccorros pro-
do porlo pM deiU-lu fora. Arl. 26. pratico-mor e .
i." tazer cem que os pralicos desempeuhem I sao responsaveis pelas faltas e
i deveres que lhes sao imposlos por esle regu- delictos que comraetterem no
os demais pralicos
eres que lhes sao imposlos por esie regu-1 delictos que commctterem"nor,desempeuho0de
lamento, e quaesquer ordens da capitana do seus deveres. As fallas sero punidas pelo capi-
porlo, tendentes polica do raesmo, parluipan- lo do porlo, segundo as attr.buicoes que lhe con-
do loiraedialameuie ao capito do pulo qualquer
infracto que nolar.
3." Designar nos aneoradouros dentro do
porto, sujeilos capitana e alfandega, a posbo
mais conveniente para fundearem os navios tn-
io em vista o porte, tonclagem e calado d'agua do observar pelo decreto "numero" i47,''de'9""dc
Oestes era relacao acapacdade e fundo dos ditos maio de 1846.
fere o respectivo regulamento. (s delictos pelas
autoridades competentes Os oros de ollicio pelo
capilo do porlo, com recurso para oconselho da
capitana, segundo-se ura processo analago ao
eslabelecido no titulo 7. do regulain<>nlo manda-
ancoradouros.
4." Examinar amiudaraente o estado dosdif-
fereuies aneoradouros, bancos o canies, commu-
nicando ao capilo do porto qualquer alieraeo
que nelles encontr, e propoudo as provideuc'ias
melhoramenlos a bem da praticagera.
5." Fazer cnlrat no porto e deitarjfra delle
Art. 27. O empregado na pralicagem, que
transgredir as disposiees dos regulamenlos da
polica naval, fiscal das aliandegas e de sanidado
iicar sujeto, alm das penas que lhe forera im-
poslas pelos ditos regulamenlos, a susponso por
1 a lo das, ou mulla de 10$ a 30# pelo capito do
porto, em favor do cofre da pralicagem, e, quau
os navios da armada, preslando-lhes lodo o ser-1 do o delicio for grave, devora ser demi'llido por
vico de que possara carecer, sera que por sso | sentenga do conselho da capitana do porto,
purceba oulro eslipendio, que nao seja o marca- !
do no art. 5'1 deste regulamento.
CAPITULO III,
l)os pralicos.
ArL 7." Os pralicos sao obngados apresen-
tarem-se, tanto ao capilo do porlo, como ao
pratico-mr, todas as vezes que liverem condu-
zido para dentro do porlo algunias embarcacoes
referinde asoecurenciasque houverem lugar'du-
rante i sua pralicagem.
Art. 8." Os pralicos minease recusaro aoser-
vigo para que forem designados pelo pratico-mr
excepto justificando impedimento a juizo do ca-
pito do porto.
Arl. 9." Nenhum pralico sahir para fra da
-Vil 28. O pratico-mr ou qualquer pralico
que, sera causa justificada, recusar-se ao serviro
para que lenlia sido nomeado, sera peTJ ~-! :*
vez suspenso por quinze das ; e pela s
preso por oito dias e multado era 10* en,
do cofre da pralicagem, c pela terceira deu-
do, precedendo o conselho da capitauia du-pi
Arl. 29. O pralico que so aprescular a boi
de qualquer navio para dirig lo, estando on
briagado, ser pela prime!ra vez suspenso por um
mez ; pela segunda punido com a pena de pri-
sao por oito dias c multa de 10j para o cofre de
pralicagem ; e pola terceira demittido, segundo-
se processo marcado no artigo aulocodeule.
Art. 30. Os pralicos evitado por todos os meios
navio maltratar com palavras, ameaens ou pan-
cadas a qualquer pralico", em vista d queixa des-
te, o capito do porto levar o fado no conheci-
raeulo da auloridaie competente, afim du veri-
fica r-se a puiiico legal do criminoso.
Art. 35 llavera um cofre com duas chaves a
cargo de um dos pralicos, por elles escolhido com
appiovaeo do capito do porto, das quacs deve
una ficar em poder do pratico-mr, e oulra na
mo do pralico responsavel. Servir este cofre
para nelle se arrecadarera as quaniias recebidas
pelo trabalhoda pralicagem, segundo o que se
acha disposto nos arligos 24, 25 e 26 deste regu-
lamento, c mensalmente se far a distribuirlo
da somma que exislir no mesmo cofre, dvidin-
do-a em parles iguaes pelo pralico-mr e os de-
mais pralicos.
Arl. 36. A escrpluraro de tudo quanto for
relativo pralicagem, sua receila e despeza ser
fela pelo secretario da companhia com toda a
clareza, em lirro rubricados pelo capito do por-
to, c de modo que possa este escrever a inspec-
co que lhe compele, sempre que a julgue cou-
veniente. Para esle expediente havr um livro
de receila c despeza, ura de assenlaniento de lo-
do o pessoal, e oulro em que se lancem o malo-
rial e maisobjecios pertencenles pralicagem.
Palacio do Ro de Janeiro, em 22 de uoverabro
de 1859. Francisco Xavier Paes Brrelo.
19 Segunda. S. Fausta; S. Daro m.; S. Sindonio.
20 Terra. S. Liberato ra ; S. Foligoneo b.
21 Quarta. S. Thom ap. ; S. Glicerio sac.
22 Quinta. S. Honorato ; S. Flaviano m.
23 Sexta. Ss. Migdoneo e Mardoneo mm.
24 Sabbado. S. Gregorio m ; S. Hcrraina m.
25 Domingo. Naseinienlo de N. S. J. C.hristo.
BKCAM1BGAD06 DA SUBSCRIPCAO NO SIL.
Alagoas, o Sr. Claudino Falco Dias ; Bahia, o
Sr. Jos Marlins Alves ; Rio de Janeiro, o Sr.
Joo Perera Marlins.
- EM PERNAMBUCO.
O prcpriclario do diario Manoel Figueiroa da
Farin.na sua linaria prara da Independencia na
6 e8.
V
C0MMAXD0 DAS ARMAS.
Quartel general docommaml das
armas de Pernambuco, na cida-
de do Recife, i 7 de dezerabro de
185.
ORDEM DO DIA (. 328.
O lenle general comraandinle das armas,
declara para sciencia da guarnico c fin conve-
niente, que o governo de S. M. o Imperador,
Motive por bem nomear por aviso do ministerio
da guerra de 29 denovembro nllimo, para com-
mandantes das companhiasde pedestres mandadas
crear as comarcas da Boa Vista e Tacarat, de
confornidade com o 5 do arl, 7 da le n. 1012
dj 14 de selembro deste anno, os Srs. alteros Ro-
zendo Mouteiro de Lima e Luiz Antonio Fcrraz
Jnior, esle do 9o c aquello do 10" balalho de
infantaria do exercito, c para ajiidantcs das mes-
mas cumpanhias os Srs. 2o cadete sargento aju-
dante do referido 9 balalho Francisco Genuino
Simes e cadete do Io balalho da mesma arma
Francisco do llego Barros ; a que eonslou de ofli-
cio da presidencia de 14 do trrenle mez. Em
consequencia o mesmo lenle general comman-
danle das armas, designa os Srs. commandanles
Ferraz e ajudanle Simes para a companhia da
comarca de Tacarat, e commandanle Rozendo e
ajudanle Barros para a da Boa-Vista, sendo in-
cluidas nesla o sargento Francisco Martiniano da
Cosa Lima, e os cabos de esquadras Manoel Ger-
mano do llego e Augusto Jos de Sduza do 10"
balalho, e naquella o cadete sargento Silrerio da
Cosa Cinto, e os cabos de esquadras Luiz Igna-
cio de Jess e Jos Rodrigaes Simes do 9o bala-
lho.
Os co.nmandantes lero agraduaco de lenle
e psajudanles de alferes, na forma do aviso do
ministerio da guerra de 17 de fevereiro de 1853,
percebero os vencimeulos correspondentes as
ts graduaces e exerdoios pela tabellan r-
i lmente vigora no exercito com excepcao da d
parte de sold a que nao tein direto os a'jduantes
por seren da elasse das pracas de pret.
As companhias sero preenchidas as respec-
tivas comarcas com os voluularios que se quize-
rem alistar, c na falta desles em numer suli-
cieule cora recrutados.
A forra de cada companhia constar de
Couiinaiidante..........
Ajudanle...............
Io sargento ............
2"sargentos............
Furriel.................
Cabos de esquadras....
Soldados................
Corneta.................
Tolal
1
1
1
2
1
8
67
1
82~
O commandanles. ajudanles, inferiores e ca-
bos nomoados devero seguir imprcterivelmenlc
a seus destinos no dia 2 de Janeiro do anno vin-
douro.
Assgnado. JosiJoaquim Coelho.
ConformeHoracio de Gusmo Coelho, alferes
ajudanle de ordens do commando.
19
ORDEM Do DIA N. 329.
O lele general commandante das armas de-
clara para conhedm-uito da guarnico, que no
dia 16 do corrente apresentou-sc o Sr, alferes do
exercilo Francisco Jos Joaquim de Barros, que
achava-sc desertado, para gozar do indulto de 7
de setembro ultimo, e determina que o mesmo
Sr. alferesseja addido ao 9" balalho de infanta-
ria acontar do referido da 16 ficando preso para
ser julgado em conselho de guerra pelos extra-
vies dos dinheirosdo dito balalho, a seu cargo,
na qualidade de quarlel-mcslro, quando deser
lou. -----*"------- -
AssigujdjkJos Joaquim Coelho.
Conferme.ot Joaqnim Coelho innior, l-
enlo ajudanle de ordens.
EXTERIOR.
Ciaaae sera liccncado capilo do porlo, que po- a seu alcance, que as embarcacoes quo guiaiem
de-lo-ha conceder al oilo dias, mediante roque- balara ou cncalhem, sob peni do licarera sujeilos
rmenlo e sob motivo legitimo. As licencas porj a multa at 100$. quando islo aconle-a por nc-
1 gligencia, ou ignorancia, verificado pelo capilo
mais lempo ou para fra da provincia.sero con-
cedidas pela presiCticia smento, precedendo
Tequeriraento indere?ado pelo capito do porto,
que o informar depois de ouvir o pratico-
mr.
Art. 10. Antes de alracarein aos navios fra do
porto, indagaro os pralicos se a bordo ha moles-
tia contagiosa, afim de aonduzi-los, ao caso af-
lirmalivo, evitando pv-se em conlacto imme-
diato com ellos, p;ira o ancoradouro de quaren-
tena : dando logo parlo a capitana, que o coui-
niuuicar ao provedor dasaudedo porto.
do porlo, alm du susponso pela pruncira vez
por tres meses, e pela segunda por seis ; deven-
do, se anda reincid rom, ser excluido do servico
esta exeluso se ell'octuar mediante um proces-
so ex-ofiieio, se nao houver queixa na forma do
titulo 7. do regulamento de 19 de maio de 186,
c como se pralica quando de taes aconleciraeii-
tos resullam avarias ou a peda das embarcares,
alm do processo civil o que o pralico liver de
responder.
Arl. 31. Se qualquer emiurcago encalhar ou
o a
que
Art. 11. Os pralicos que guiarera os na-, ios no perder-se depois que o pralico a deixar sobr
acto da saluda do porlo, largarao aquelles que se vela, e ptovar-se que o smistro leve lu^ar por
dingirem para o norte, Uuas milhas ao mar do haver-se o pralico retirado autos de estar ella
liaixo denominado l'edra da Volha ; e dos que era posico conveniente para navegar livre de pe-
forem para o sul deixaro fra da Tonta do Mo-| rigo, dever o dito pratico ontrar em processo,
cur,pe .-, I segundo o artigo antecedente, licando sujeito s
Art. 12. Os pralicosusaro em servidos as, penas que lhe forem impostas
suas respectivas embarcacoes, de dislinctivo des-, All. n2. Quaiquer capilo ou meslre que Icn-
Art/lfo^-m* .,. ...:.... :-... I ccplo aquellos de que trata o artigo 2 ser mu-
die que
soa alguma.
tejam ftw.quer dentro da barra, bem como que
despinbtrquem.sem que os dlos navios se achem
visitados pelas repartices fiscaes, e de saude,
sob pena de ser o contraventor sujeito mulla
de 4$ e 10, c priso at doze dias, alm das pe-
na em que incurre perante a alfandega.
Art. 11. Compele aos pralicos das barras, alm
do que se acha designado nos differentes ar-
tigo desle regulamento, o segrate
O pratico-morc mais pralicos impe- tado em 10 a 30$ era beneficio do cofre de pra-
50 '. lT, cmb'rca^es, V^- ticagem, litando era todo caso responsavel pelo
, c gneros dos navios, quer estes es- damno.
Ait. 33. O capito ou inestre que pretender
mudar, do ancoradouro, ou mesmo liver para sso
ordem, e o li/er sem a direceo do um pratico, a
nao sera embarcoco das exceptuadas no artigo
22, ser multado em 10 ou 2J, e responsavel
pelos dainos que causar era tal occasio. I", ain
da que liqueni nicamente isenlos da multa os
capites ou meslres das pequeas embarcacoes
, cosleiras que demandarem atesis ps d'agua,
1. Metler no porto e deilar lora delle, todos. todava sero responsaveis por quaesquer dam-
T ;\V,!n VJTr ecl tomn,erd0' bcra com "MW qe PO' '^a mudacra possa.n causar,
prestar-lhe qualq.icr soccorro do que carecara. Art. 3 Quando algum capito ou mostr de i clrigos, a diicrro dos negocios ; coiloq c se-a
Ma tres dias, apresenlmos sumraarianienle al-
gttmas objecces suscitadas pelo projecto daCon-
fedraco italiana.
A mais forte, da qual nada dissemos, firma-se
sobre um dos pouios capites da combinaro
quero dizer.da presidencia do papa.
A qucslo italiana, a verdadeira questo, nao
diz respeito a Turni, uem a Milo, itera a Flo-
reuga ; ella perlonce a Roma. Os que nao es-
pc rara ni a guerra de 1859 para tratar desta ques-
lao o sabera desde inuito lempo ; todo o mundo
deve estar disto convencido presentemente. E'
em Roma oudo ha os graves problemas, as gran
dos difficuldades, dtliculdades numerosas, e, no
estado actual da poltica europea, todas igual-
mente graves. Nao queremos saber se seria pos-
sivel corla-las, porm, cerlaraenle, muilo df-
llcil resolve-las. A' qualquer partido, ou qual-
quer religto que se perlenca, qualquer opinio
que setenha sobre o passad, considerada sob o
ponto de vista histrico, poliiica c religioso, dei-
xemos de parle esta opinio, e nolemos smen-
le os fados.
Para salar do ombararo era que todos os go-
vemos se tecni collocado, mais ou menos por
culpa sua, tratando com n corle do Roma, qua-
Iro syslemas se tem seguido : Io. Resiabelecer o
estatuto Ciistitucional do 14 de marco de lbi8 ;
2" voltar ao tratado de Tolenlino ;" 3" separar
completamente o poder temporal do espiritual :
4o acechar tal como ella em loda sna pleuitu-
de, a autoridade pontifical moderada por um
mota proprio.
Este ultimo sysleraa, sustentado pelo partido
cathollco, repellido por lodas as fraeces do
partido liberal; o 3U approvado a principio pelos
liberaos, por alguus considerado como irreali-
sa
6
na dos seculares, que as principaes atllcllldades
desapparecerara, e a corle de Roma vivir lo
bera com o rgimen constilucional qn-into os
oulros Estados da pennsula.
Esteparlidodo estatuto divide-seom fracresuraa
que pede reforra .s polilicas ao mesmo lempo que
administrativas; outra onvencida de queso tem
errado era querer submetter a reformas polilicas
oque so admiltia reformas administralvas, c
que as priraeirasdeverio tu lo perder, cntrean-
tp que as oulrns consolidario infallivelmenle o
overno, s pedio reformas administrativas, es-
pecialmente nova organisacao de Iribunaes, a
supremo de jnvisnecoes exenpcionaes o a intro-
duccao nos Estados romanos do Cdigo! civil
francos.
Para evitar nesla qucslo, hoje mais que nun-
ca importante, tudo oque possa assemilhar-se
p.ixo e ao partido tomado, nos queremos limi-
tar exposieao dos factos. Todava impossi-
vel deixar de observar quo o partido que passa
pelo mais moderado c o mais pratico pelo
contrario, o miis irrefloctido, o mais nconse-
quente, o que tem feito c anda faz maior mal,
pois que abala os esprtos pela esperanea de
urna mudanra tmpossivel com os meios que'pro-
pe.
Para crer que as reformas econmicas ,e admi-
nistrativas basto hoje s necessidades e aspira- |
ces dos povos, convm nao smeute esquecer as
mais constantes Uceos de hisloria, mas ignorar
o que se lera passado na Europa de quinze anuos
para c. Por ventura a Austria, a l'russai, a
Allcmanha nao linlnm, antes de 1818, reformas
administrativas ? E, todava, isto impedio a rc-
voluco? E que rcvolm;o O cdigo francez
nao smenlo est adoptado em aples na sua
essencia, com ramio raelhorado, e o que falta a
este reino, depois de Tanucci, nao a organisa-
cao dos Iribunaes, nem a suppresso das jurdi-
ces excepcionaes. Como pois explicar que esle
paiz, nico onde nao ha liberdade poltica, seja
ura dos mais miseraveis, ignorantes, infelizes e
nial governados da Europa, anda que a nalureza
lhe tivesse prodigalisado o que deveria torna-lo
ura dos mais prsperos e florescenlcs ? E' quo
todas as reformas devora marcharcom um passo
igual, e era todos os ramos; que as reformas
administrativas, sera a liberdade poltica, sao in-
fsufuclentes, esteris o ineflicazes, anda para
produziro bera estar material.
Era Moma, como era toda parle, estas duas
comas sao insepara7cis; porCm a qneslo nao
se estabelecc nos raesraos termos. O que, em
outros Estados co principal, em Roma o ac-
cessorio, e d'ahi que coineca a verdadeira dilli-
culdade. Os que crecm n possbildade c na
elicacia d'uma administraco secular, partera
d'uraa falsa appreciago do pontfice ; elles ere-
era n'ura papa fantstico, ao qual despojara do
seu carcter esscncial e indolevel ; dividera-no
em duas pessoas, a quem chamam, urna o prin-
cipe ; outra o sacerdote, este est desterrado no
Vaticano, donde dirige os negocios espirituues da
calhocidade :aquolle torna-so um soberano cons-
tilucional a imilaco de Vctor Emmnnuel e do
rei Leopoldo.
Esto engenhoso plano s lem um deleito, o do
repousar ^" > uinachiraera. Esle papa dos di-
plortatas em ifficuldades, dos calholicos affe-
eoatios e dos fflicistas religiosos sem religio,
papa absiiacto nao c o que reside era Roma,
que governa a Igreja Catholica, e que sc intitula
vigario de Jesus-Chrsto. Nao lo pouco Gre-
gorio XVI e Pi IX e Gregorio XII e Innocencio
III. Estes dous_ caracteres distinctos do papa em
duas pessoas nao exstera na realidade, e, em to-
dos os casos, o principe ser sempre dominado e
absorvido pelo ponlifice, que deve, necessaria-
menle, subordinaros negocios temporaes e tran-
sitorios do Estado s exigencias superiores e iui-
mutaveis do caiho'.csrao.
Presentemente, a csse panliflce, era quera se
personifica esta religio iramutavel, que se quer
dar presidencia da confederarlo italiana, ser
islo possivel ? Djziamos, ha tres dias, que sc a
coufederaco legislava contra a liberdade da im-
prensa, a dos cultos, ou a da conscencia, o Pie-
monte resistira, e que a guerra civil poderia sa-
lir desla resislencia. Supponhamos, pelo con-
trario, que a maioria dos estados confederados
proclamam lodas estas libordades.
O papa poderia, como principe temporal, sanc-
cionar a liberdade fice soberano, dizer : desla fonte envenena-
da de indifferenlisrao que dimana esla doulrina
errnea e absurda, ou antes esle delirio que c
preciso reconhcccr o assegurar a cada um a li-
berdade de conscencia f (1)
Poderia elle, como principe, promulgar em
seus Estados urna lei que eslabelecesse a liber-
dade dos cultos, e, como pontifico, dizer cora S.
Paulo : < S ha um Dos, urna T, um baptis-
mo ? t (2) Poderia elle, como soberano tempo-
ral, approvar, sanecionar e oulorgar a liberdade
da imprensa, e, como papa, dizer : E' preciso
combaler com a energa dirigida pela urgente
gravidade do mal, e abafar com todo o nosso
poder epidemia mortal de lanos livros ; por-
jrac a fonte do erro jamis esgotar-se-ha em
qaulo os elementos funestos desla depravaco
se np consumirem naschammas 1 (3) Suppo-
nhamos que declara-se guerra entre a confedera-
cao italiana e urna potencia catholica.
Que far o papa ? Era 18 i8, um manifest con-
tra o governo austraco loria desarmado os Croa-
tas que enlraram na Italia cantando hymnos a
Po IX. Este manifest os chefes do partido li-
beral o pediram, e o papa respondeu que os Aus-
tracos tambera eramseus lilhos. O que elle eu-
lo respondeu responder serapre as mesmas
crcu instancias.
Ei-lo pois, negando notoria o neccssariamcnle
seu concurso material u moral a urna guerra na-
cional, declarada ou acceta pela coufederaco de
que o presidente. Poder-se-hia a Italia 'expor
aosperigos d'uma sernelhante combiuaco ? Ouc-
reria o papa urna situaco em que "seu poder
como soberano e sua autoridade como pontfice
seriam igualmente compromellidas !
Para evitar os inconvenientes desla incompa-
libilidade, julga-se que bastara substituir, no
governo roraano.o elemento secular pelo clerical,
E' um erro manifest ; porque a incorapalibili-
dade nao una qucslo de pessoa esira de dou-
lrina.
Substitua-so asoitana pelo fraque, c reprodu-
zir-se-ho os raesraos inconvenientes, talvez
nao era algumas particularidades d'admiuistra-
cho, cerlamenlc, porm, em todas as grandes cir-
cumslancias polticas.
Com elfeilo, o leiguismo., permitlam-me a
exprcsso, ser urna mudanza de pessoa ou quasi
urna mudanra de doulrina.
No primeirocaso, a raudanca apparente. Os
seculares sero encarregados de por em execuQo
as doutrinasclericaos.e esle sysleraa uo novo,
Desde 1815, a iuaior parte dos secretarios d'Es-
lado propostos dircuco dos negocios leera sido
escolhidos entre os seculares. Com effeito das
estasticas organisadas por M. Faniu, e publi-
cadas em seu livro l'Etat romain (ultimo capi-
tulo do Io livro,] resulla quo em cinco mil e fr-
senlos funecionarios contara tresenlos ecclesas-
licos.
No segundo caso, islo e", suppnndo urna mu-
danza du doulrina, como conservar junlamcnle
o syslema secular e o clerical ? Como conciliar
os principios daquelles para quem o direilo ca-
nnico 6 o direto supremo e mmutavel, e os
principios dos que quereni dar por base socie-
dade o direilo civil o poltico moderno ? Como es-
tabelecer a harmona entre o papa quecondemna
a liberdade da imprensa, a da conscencia ea dos
Cultos, eo papa encarregado de sanrcionar estas1
mesmas liberdades consutucionaes de seus esta- I
dos Ha nisto urna impossiblidade radical. Do '
mesmo modo, quando se propem aos Estados
italianos confederados dar-llies o papa por pre-
sidente, estes Estados e o papa por motivos dif-
ferenles. mas igualmente sem replica, s leera
unta resposla a dar : Non. possmnus.
(A. Preyrat.Andrade Luna)
(Presse)
INTERIOR.
lavol as condic^es presentes da Europa ; o se-
gundo, acceilo ou tolralo era 1797, e observa-
da hoje pelo partido calholico como urna expolia-
eo ; resia pois o priinero quero dizer, a restau-
rado do resultado de 188.
Os partidarios desla restauraco lisonjeani-so
de resolver a questo pelo principio da admi-
nistraco secular.
C mal de que se queixara, dizem elles nao vera
de ser o papa o chote temporal e supremo dos
Estados romanos, porm de se nrhar na mo dos
(1) Ex hoc putidissimo indilleren'.issimi fonte ab-
surda illa fluil oz errnea senteniie, seu potius
delnaraenlum asserendara esse ac vindcandam
culibet liberlatem conscientuB.Voir les Ency-
diques de Len XII, de Pi VIII, el nolamenl
l'Encyclique adresse par Grgoire XXI tous
les patriarches, primis, archevques el evoques,
le 15 aot 1832.
(21 Ad Ephes, IV, 5.
(3) Pugnandum est acrter quantum res ipsa
elllagital, et pro vribus lot librorum mortfera
exterminnnda pernicies : nunquam enim mate-
ria sublraherctur erroris, nisi pravitalis facino-
rosa elementa in flainrais combusta depereant.
Lell. Ciernen XII Chrtiantr, 25 nov. 1768, et
1'Eneyclique de (regoirc *V1 du 10 aoiV. 1832.
/"
RIO DE ,1 \ M H!i
Commisso an-lo-linisileira,
DESPKZAS.
Artigo 11.
Diz-se que alguera incita a commisso anglo-
brasileita a eliminar dos seus trabalhos o exa-
me de varias reclamaees, sob pretexto de que
tac assumptos eslo fra de questo, como de-
finitivamente resolvaos por commisses mixtas,
Iribunaes britannicos, almirantados, ele.!
So tal doulrina yingasse, sea Ilustre com-
misso assm sophsinasso a sua propria magna
charla, que a coovenco de 2 de junho, bera
poderiain lodosos reclamantes brasileiros aban-
donar os seus direilos. N'oulro artigo demons-
traremos o que sao, significara c valera, perante
o direilo, a justca e a ra/.o, esses simulacros de
julgamentos, tumultuosos, inauditos, sem razo
de existencia, sem base, sem competencia, pu-
ros reflexos e imposices da brea.
Mas, para nao anleciparraos,'concedamos, por
um momento, que esses julgamentos, emanados
de Iribunaes imparciaos e regulamenlos consu-
ltados, merecein confirmaco, deilicaco, apo-
theose. Venha essa confirmaco do novo tribu-
nal, que para essa renso fo instituido.
Quando ura dos dous governos, o do Brasil,
mauifestou, por actos forraaes, que se nao con-
forma va com decises tomadas para cora pro-
piedades brasilciras c cidados brasileiros, de
primcira evidencia que commisso impende o
dever de entrar a fundo no exame da queslo
sujeita.
Eis-aqui o introito da convenco :
Havendoem varias pocas, desde a datada
declaraco da independencia do lirasil, sido fei-
las diversas reclamaees contra o governo de S.
M. o Imperador do Brasil, da parte de corpora-
les, companhias c individuos, subditos de S.
M. Untannica ; e contra o governo de S. M Bri-
tannica, por parte de corporaces, companhias e
individuos, subditos de S. M. o Imperador do
Brasil, e estando anda algumas dessas reclama-
ees pcndenles, occonsidehvdas pon m ou oi-
tiio dos dous eovEanos como ro decididas. S.
M. O Imperador do Brasil e S. M. a rainha do
Reino-Unido da Gra-Bretanha e Irlanda, cnlen-
dendo; que a decisao de taes reclamaees muilo
contribuir para a manutenco dos sinttinentos
de amisade que subsislem ntreos dous paizet,
resolveram entrar em ajuste para eslo effeilo,
por meio de urnacouvemo.
Nada ha mais explcito! A convenco e a com-
misso cccupam-sc de cada reclamarSo que um
ou oulro dos dous governos tiver considerado como
nao decidida Se A rislolcles, o autor do Organon,
uo foi inglez, foi-o o utilitario Bentham ; em
que elasse collocaria elle a interpretando com
que se pretendesse sophismar lo clara* letra da
lei ? Diz esta que a commisso resolver (sera
restrceo algumi) sobre quanla reclamaeo o
governo do Brasil liver considerado como nao
decidida ; e ha quem pretenda induzir a dita
commisso a ropcllir a reviso de reclamaees
que o governo brasleiro chegou a lomar sob'sua
prolecco, e atea recommendar enrgicamente,
em suas ordens aos seus agentes diplomticos
em Londres, e a tratar, nasuadirecta correspon-
dencia olficial!
Ma quem pretenda que a commisso nao tome
conhecimento dos asaiimptos sobre que ja tiver
havido qualquer deciso. Seria isso desvairar o
tribunal, torna lo dictador, desptico, rebelde
contra as proprias condices da sua existencia.
Todas os vezes que o governo brasileiro nao
liver reconhecido formalmente a regularidade
dos actos britannicos ; e sobretudo todas as ve-
zes que, aps elle, o dito governo, por manifes-
taees suas, houver provado que taes actos lhe
pareceram irregulares, a commisso lem obriga-
<;o de reconsiderar o assumplo de encarar no-
va mente a questo por lodos os lados, sem sc im-
portar com decises, que urna das partes legti-
mamente repulsa ; adhuc sub judice lis est.
Ora, taes sao as circumstancias de rauitas das
reclamaees que se acham aleclas commisso,
e que esta conseguintemente nao pode indeferir,
como j resolvidas.
S haveria um caso, i'm que a commisso pu-
desse adinitir a excepeo rei judicalw ; seria sc
o governo brasileiro houvesse acquieicido a la es
decises. No scguinle artigo veremos que a h\ -
polhesc exactamente opposla.
Publicla.
CORRESPONDENCIA DO DIARIO DF. PERNAM-
BUCO.
Para, 9 de dezembro.
[Outro correspondente.)
Meu charo.Persuadido que Vmc. nao deixou
de aceitar a rainha primcira raissiva, a qual con-
siderei como urna emenda, a cadeia que rae liga-
va ao seu iuleressantissimo Oiri", cadeia que se
hara quebrado por algum terapo, bem contra a
minha vontade; que me animo a endereear-lhc
esla, como segunda, cujo fim levar-lhe as no-
ticias, que por aqu hao occorrido.
Nao seguirei a derrota, que raulos tomara, que
em falta de assumplo. cfram-se era narrar conlos
de bruxas ou das mil e urna nuiles, nao: uo
usarei desse cxpcdienie ura tanto aldo : quan-
do nao liver materia cora que possa encher s
ininhas melanclicas e asss montonas missi-
vas, fallar-lhe-hei com franqueza : desta vez nao
ha pcr.onha na plirase do ura anlgo presidente
de cmara, por isso nao ral a rainha raissiva.
Segundo as lisongeiras noticias, que por aqu
temos recebido, o da 2 de dezembro devia ah
ser passado com muilo enlhusiasmo; pois que o
nosso adorado monarcha, a esse lempo, j de-
via achar-se nessa heroica provincia de Peinara-
buco.
Os pobres provincianos do norte, se bem que '
concebara alguma esperanea de em 1860 goza-!
rcra o mesmo prazer que ora experimenta o poro
Pernambucano, vivera cora ludo n'uma rigorosa j
oscillaeo ou o'ura verdldciro eslado de duvida,
porque dizera elles, que estando as provincias do
norte n'uma grande longittide, nao oferecendo \
alm disso a mesma espectaliva que Pernambuco, \
quem sabe se SS. MM. querero por aquivir. No
meu fraco entender, sendo o fim da viagera de SS,J
MM. conhecer do alrazo ou progresso do Brasil,:
e conseguintemente das suas necessidades mais
vitaos, nenhuraa duvida haver em chegarem por
aqu, onde mais do que era oulra qualquer parte,
as suas augustas presenras, sao reclamadas pelas !
regras iraperiosar dn necessidade.
O Para, que na poca presente, devia ser, sent
admiracao, considerado como una das provincias
de primcira ordem, pelo contraro quic a mai-
alrazada de lodas de segunda ordem.
No dia 6 s seis horas da larde fundeoii no nos-
so porto o vapor laaos, da companhia do Ama
zonas.
Esto vapor novo actualmente o melhor da
companhia e acabado com esmero e lodas as ac-
comraodaces tanto para passageiros, como oara
carga. r
O Mandos foi construido pelo Sir I.aird de Bir-
kenhead ; lera 225 ps decuntprmento, e 25 de
boca : a sua lolacjio de 681 toneladas, cons-
truido de modo a igualar asna capacidade com a
velocidade e semelhama dos vapores, que na-
vegara os ros da America.
As machinas sao di forja de 180 cavallos.
Para experiraenlar-se 'laaos, sabia elle \r
Liverpool para Beauraaiis no da 31 de outubro
fazendo a viagera de Rock Lght, una distancia
de 48 milhas em 3 horas.
Vollou de Beaumaris no da 2 de novembrocra
horas e 50 minutos, regulando a sua velocida-
de em 17 milhas por hora. O laaos tinlia
a guma carga dentro, indurado duas grandes
alvarengas de ferro, desmanchadas em podaros,
que se devem armar alera de grande uuunldadV-
de carvo.
A distancia entre Liverpool e Beaumaris nunca
fora vencida era to pouco lempo.
O laaos e maqumismo orm construidos sol-
as vistas do oflicial da marinha brasileira HofTs-
milh, enviaja pela companhia do Amazonas, nao
so para assistr a sua consttucco tomo para o de
oulro da mesma companhia.
Parti de Liverpool no dia 12 do passado, e to-
cou somonte na Madeira, onde encontrou forte
temporal, e em S. Vicente, a onde trouxe oito
dias.
Montera 8 de dezembro, foi da de Nossa Senho-
ra da Cooceico, Padroeira do Imperio.
Houve na cathedral as novenas do eslylo, ha-
vendo sempre muita concorrencia.
A fesla foi celebrada cora grande pompa.
Ao amanheccro da 8, o forie do Caslello des-
pennos ha hilantes cora a salva de 21 liros: na
occasio de iranios, as mesmas salvas foram ou-
vidas, ao sabir a procisso e ao recolher-se, gran-
des girndolas de fogos subirara ao ar. sendo
sempre acompanhados das salvas do Caslello.
Acha-se nesla provincia, leudo viudo do Mara-
nhao na canhonheira rie, o Sr. chefe de divi-
no naval da marinha brasileira Joo Mara Wan-
denkolkc. Creio que anda visitando os pontos
que coraprchendera a estacao sob o seu cora-
mando.
O Sr Dr. S e Albuquerque va governande
como todos os paraenses sensatos esperavam. A
gente do Diario do Commercio, j coraeca a gru-
nhir, porque nao tem podido por em exercicio as
suas choromiiigas, como faziain com os transac-
tos : mas nao ha mal que sempre dure ; o jugo
devia ser sacudido. Se pode haver no mundo un
homem, cujos actos sejtm sellados com o entibo
da tmparcialidade, o Exm. Sr. Dr. Antonio
Coelho de S c Albuquerque.
S. Exc. durante o cuito espoco de lempo que
est com as redeas do governo desta infeliz pro
vincia, tem patentcado aos habitantes, que o sen
governo lem por fanal a justca acompanhada da
equidade : nao olha para lado algum poltico ; e
hoje somonte os paraenses almejam, que S. Exc
nao os abandone, porque a dar-se sernelhante
hypolhese; ento vollaro ao amigo jugoem que
oulrora jaziara.
lera-so sentido muita falta de carne verde, t-
nem esperanza algurna nos resta, porque alguns
barcos que costuraavam a trazer gado, nao lera
chegado at esla dala.
O calor quo sc lem senlido nesles ullimos dias
e tao intenso que ninguem ha que possa suppor
ta-lo, parece que ludo auer pega; fogo!
A nossa assembla j feichou-se, tendo havido
durante o lempo da abertura moscas por cordas
e mosquitos por arames, como l rostumam a di-
zer Depois de 4 anuos, foi alfira sanecionada a
lal le do orcarnenlo ; o se nao livessemos como
presidente o Ilustrado Dr. S e Albuquerque
anda ficava-mos chuchando no dedo.
Adeos, o vapor va! largar e a mala nao espe-
ra : ate oulra vez.
O Diphiks ilo Para.)
Esnooo histrico sln*c a provincia
do Cear pelo Dr. Pedro Th-
berge
(Continuaro do n. 288.)
Nesla cidade publicou-se o 28 do mesmo mez
de Janeiro .a carta regia que, como retribuidlo
dos servicos prestados a corle de Portugal e fa-
milia real, abra os portos do Brasil, aos navios
da nacao ingleza, franqueando assiin o commer-
cio directo entre a Inglaterra e o Brasil. Estendia-
sc osla mesma livre entrada a todas as naces
que eslavam era paz com a corle de Portugal,
cora a impusico somonte de 24 por O/o du di-
reto de iiuportaco.
Foi este tacto um grande passo* dado favor
do progresso do Brasil e da sua futura omanci-
paro
A corte, depois do concert dos navios da es-
quadra, embarcou a 23 de fevereiro para o Rio
de Janeiro, onde chegou a 7 de marco eslabele-
cendoahi a inonarchia e a sede da nova corle.
Organisou-so ento o governo, e leve comeco
a marcha regular dos negocios do Brasil. Crea-
ram-s logo diversas repartices o ensillos de ma-
terias superiores c especiaes, como escola mili-
tar, escola de medicina e ciruigia pralica, aulas
de commercio, e oulros diversos mellioramenlo"-,
que deram ao Brasil um grande impulso. A is-
lo accrcscia que, oslando a corte mais perlo, as
communicaees cram por lauto raais rpidas e
mais frequenles, e os recursos tornavam-so lam-
ben raais facis, porque foram instituidos Iribu-
naes de ordem superior.
As corara ra unicaces entre as provincias e u
corte erara dilfices por falta de navios e de ma-
rinhagein conveniente; mas os Inglezes, a quera
convinha dar impulso ao interior do paiz, afim de
terem mais fcil extraeco as suas fazeudas, e
de podercm trazer para o lugar do desembarque
menos difficilmentc os gneros do paiz, Irataram
da navegaco cabolagera na costa do Brasil, e
raais larde estabeleceram paquetes de vella nao
somente enlre a Inglaterra e o Brasil, mas tam-
bera os diversos pontos do litoral. Obliveraru do
regente a residencia na corle de ura juiz conser-
vador da naro ingleza, c, era lodas as partes
importantes, a de um cnsul da mesma naco
isto poralvar de 180S ; o era tbl celebraran] i
19 de fevereiro o tratado de coraraercio o nave-
gaco entre as duas nares, que deveria vigorar
durante quarenta annos : c uesia niesnia occasic
que tratou-so do eslabeleciineulo dos paquetes
de que acabo de fallar. .
Os Inglezes vieram pois residir nos portos dc>
Bcasil, onde estabeleceram seus armazens c
d'ondc maiidavam seus agentes percorrer o paiz
e esludar-lhe os lecursos.
Estas relages cora estrangeiros foram ensi-
nuando novos costumes e novas ideas as popu-
lac.es, que al esta poca tiuham sido por sys-
leraa sequeslradas de todo o conlacto com estran-
geiros, assim como inhibidos du todo o meio de
educaeao que nao fosse a primaria.
A dous de maio foi lavrado o airar que dava
regiment relaro do Maranhao, mandada crear
pelas resolucoes de 23 do agosto do 1811 e 5 de
maio de 1812 ; airar que nao se poz em execu-
cao seno algum tempo depoisde publicado; e em
consequencia do estatuido nelle, fnou o Cear
perteucente ao districto da nova relacao.
O governador Luiz Barba de Alordo Menczts,
no decurso de sua administrego, foi promovido
0
MUTILADO
\



(*)
/
latiente de civallarij ; receben js honras de
'dalgo cavallciro, e fo condccora.lt> eom o hahi-
u da ordem de Christo; sondo anda promovido
por .arla do 23 de agosto Je 1611. S .apilan do
Y.tllaria, o addido ao estado maior do excrcilo;
DIARIO DE rERSAgBCCO. TEi'Ca FEIR 20 DK DEZEMBRO DE 1869.

de Chites o Meiiu cora uil lu le
ilre Jos : l.eile
destacamento.
Francisco Alvos de Tont-es e Malinos Jos Pa-
checo, tearenses que so ochavara en. Pernam-
l:-. foram scduiidos pelos republicanos para
t por lira f> nomeado governadur do Mallo Gros- rvrom revolucionar o Cear, e supplanlar o ro-
so, para onde nao chegou a ir por ser despacha-
a ir por sor uos
do couselheiro da fazenda.
Foi nomeado por carta de 7 do maio de 1811
para succedc-lo no governo do Cear, o coronel
le eugenheiros Manoel Ignacio do Sampaio, que
lumou pos>e a 19 de marco de 1812.
Ja disso que o Dr. I.hz al ano el de Moma Cabral
suecedera na ouvidorir. ao Dr. Gregorio Jos da
Silva Coutiuho, sendo a sen lurnosubsliluido i
oes populares e gyrnndolas e fuguoies que
acompsi'.havaiu-o desde a sua saliida do Roclfe.
S. M. apeou-se ora primeiro lugar a nossa
carcomida fortaleza ; examiuou a inscripcao do
portan, as pegas de brome fundidas nosarsenaes
da Ilollanda e da Blgica, que ahi jaren, n'uma
cama de verdina, c depois do urna brevo arana*
na capclla e de um passeta sobro os baluartes
meio desnaoronados, dirigio-se ao Irapicke da
companhia Pornambucana era cuja fronte acha-
rar-se formadas a msica do vapor Amazonas,
una guarda de imperiaes raarinheiros c a genio
de marinha das estacos do Gamela, Barra do
Rio Formoso, Tamandar, Abreu e S. Jos da
Certa Grande, cujas barca-as e jangadas emban-
deradas formavam um raeio circulo
trapiche o achava m-se todos cora o
vestuario azul o branco.
Na porta do trapiche, urna commisso com-
ao norte do
competente
Wm^rlT^M hn,"wa?l "!L'S'!'aS honras ao i sendo a priuc.,.al a de comweiuo e navego
yaco imperial, e As 4 horas da tarde percorreu os
ana baldea da cidade, foi ponte, vio o rio, esse
rernalor lyranno. Estes honiens aceitaran! a
HiMsao e as patentes que se Ihes conceden para
coaseguircm lacs flns ; e coinsigo trouxeram pro-
c'.maces, e os far.iamentes relativos s paten-
tes que ihes haviam sido dadas, tendo partido
do Poruambueo era companhia do padre visita-
dor Joao Xavier l)amasccin>, que lieou era Naial.
D'ahi seguiram n'uma jangaita cora o padre Fran-
cisco Manual de Barres enviado para auxilia-los
lo Dr. Francisco Aflora-o Ferreira a 15 do fevcrei- | cora Geraldo Henriques de Mira, Pcrnambucano
ro de t807, que aellu ceitwervoii-.se al sua subs-jcslabeleeido no Aracaly, e eom outro morador
lituigo pelo Dr. Antonio Manoel Galvao a 4 de Ja niesma villa de nomo Antonio Francisco Car-
marco de 1810. neiro Monleiro ; e quando chogaram ensoada
Este era ainda ouvidor, quando lomou coila do Retiro Grande, ofUr leguas a este do Amci-1 posta dos Sis. major Joaqun Francisco Diniz,
da capitana o gevemador Sampaio ; e suppe- ty, foram assaltados era sua jangada por oulras, engenheiro Iletnique Augusto Milel o propricta-
se que fot per partes dudas contra ello, que u J montadas por tropas que OS esperavam. Mal ti- rio Eduardo Jos Tcixcira esperavam S. M. para
deaOvfcarm da paco o mandou suspender no an-' \erara ento lempo do janear ao mar suas fardas : coiiiprmcnla-lo em nome dos habitantes de Ta-
no de 1814, sendo substituido interinamente pe- [ o os papis que os podoria'ni comprometter : fo- mandar c da ronipauhia da Estrada de Ferro do
lo juiz deora dafurtnle/a Dr Jos da Cruz l-'er- rain presos nos primo i ros dias d abril, e remel- mosmo nome, e tambera da de vapores costeiros
reir, que oceupou a vara at 8 do ntaie te 1815 tidos para a capital, onde diz-se que confessa- que emprestara o sen trapiche para a reecpcu
;m que lomou posse o Dr. Joao Antonio Rodri- ; rara a Sampaio, que nao s vinhaui revolucionar de S. M., e dora para pintura c decoraco "to
gae* da Carvalko de quera leremos occasio de a cipitania, cosas ainJa com o proposito de o I raesrao, ordens que infelizmente chegarai (arde
tratar mais tongamente. Imalar. de mais para seren enmpridas.
Ja vamos pr-exiinaiido-nos ao lempo ora que | Foram maitines a bordo com o ouvidor Rodri- Logo que S. M. enlrou no trapiche o enge-
a historia do Cear tora de assumi n-.i carcter zuesde Carvalho. No Seminario de Ulinda eslu- nheirolfilet pedio liconca e dirigio-lhe era nome
proprio ; era que lera do exhibir um grite do ira- dava ento ntn joven dicono, natural da villa do da commisso, o segiiinte :
portancia ea-la voz mais subido. Grato, onde tinha urna numerosa c Influente fa- Sknhoii.Os habitantes deste povoado, e as
Os .lados que hei aprosenlado sobre o poiiodo milla ; era hbil e resoluto, e por islo foi esco-| companhias da Estrada de Ferro do Tamandar o
que deconcu da expulso dos HullanJezos al o libido polos cliefes da revoln-jio de Peniambuco.de vapores costeiros ongarregaram-nos de elici-
principio de secuto XIX, sao os que rolhi dos li-. para ir revolucionar o Carii, sua patria: este lar a V. M. I. pela sua feliz chogada nesta
vesanas cmaras do interior, partirul ir mente das joven ora o seminarista Jos Martiniano de Alen-
do Ico, Aracaly, Grate e oulras visinhrs. Palla-I car. Parti olio com ell'oi'.o para o centro era
me porra, para concluir e meu Ira bal bo, com- companhia do outro moco Miguel Joaquim Cezar, cercaren) do brilioda n [iieu
pulsar os livros da cmara de Aquiraz, que lo-1 com urden de fazerera ambos essa viagem cora quencia os lestomunhos da sua dedicacao a.
davia jacorri superlluamonle, nao ionio ti.locn- I cautela, evitando de se comprometieren!, salvo celso Filho do Fundadof*do Imperio o iramor-
lao lempo do os 1er com alieiiciio suflicionle pa- quan.l > achassera os CSpiritOS dispostos causa' lal Dymnaslia de Braganga, o pobre Tamandar
ra delies extrahir documentos importantes que da liberdade; porque ueste caso deveriam forta- i s pode oirerercr a singella exprossao do seuen-
ahi iiolci. Wniade que ellos achara-so niui- loco-Ios. \ lhusia3ino polo seu Augusto Monarcha.
lo mal tratados o portanlo cuslosos dse decilrar; i Deviara outro sim se avistar com o vigario de ] Esperamos porlanto que S. M. deaculptr a
mas ja londo oulros sono peioros, ao menos I Pombal, que Ihes daria noticias do Cear, tan- insufncieiicia do acolhiraento que o espora' e con-
iguaes, sido por mi ni resUbelecidos, pretendo to do littoral como do centro ; c procurar infor- ceder-nos-ha a honra do beiiar sua imperial
mo a osle Irabalho onfadonho, pa- macos do padre I.niz Jos d'Acaha, com quera1. Miio.
irian ler so porventura so liouvesso elle declara-j a S. M. agradecen a commisso ; coneedeu-lbe
do tjvoravelmonlo pela repulir. Alencar deve-1 a honra pedida, o enlrou iraniudialamento para
rii seguir dahi para o Cariri pelas cabecei- um dos quarlos do trapiche, o qual fora a prossa
ras do Rio do Pcixe ; o seminarista Antonio Jos.: '
Itilieiro. que riera com ellos, ir ao Ico ; o o moco
Joaquim Cezar escrever a scus amigos para resol-
ve-los ao rompnento.
A 30 do abril Alencar chegou ao Ciato, e Ira-
tnu [inmediatamente de ganhar sen padrinhooca-
pilao-mor respectivo, Jos Pereira Filgueiras.
homom ignorante, mas do urna estructura e tor-
ca do Herclea, acompanhadas de uraa resolu-
oao a loda a prora, que llie tinha grangeudo una
l'opularidade fantica da popnlaoao .los Carirs
Novos : contavara-so doli fa.;a"nhas iguaos s
dos pares de Carlos Magno.
Fazia-se pois inisler altrahir oslo hoiuem
causa da repblica. O vigario do Cralo Miguel
obstculo fonte de riqueza da comarca, e vol-
tuu ao paco a tardinha.
nnite a briosa guarda nacional apresentou
um oplimo fogo do vista, ao qual assislio Sua Ma-
gostado, eis quedesporla porcorrendoas ras um
carro Iriuinphanle, acoinpanlrido por dez ou 12
meninas, representando oulras tantas gracas, que
com suasvozes anglicas cntoavam do luvor a
S. M.
s 5 horas da manhiia relirou-se S.
xando todos que tiverain a ventura do apreciar
asqualidades do un Monarcha quo est cima
de todos os Monarchas. repassados de saudades!
S mu sonho poda transportar ao pobre mor-
tal ao fastigio da gloria, c o collocar na ilha dos
a vapor:
Em 1757
estabelcceram-se
. parlo
remota do seu vasto imperio.
Aopassoquo cidades e villas rivalisara para
e das galas da elo-
ao Bli-
ra rectiticar algunias inexaclidoes ou ampliar al-
gumas siluaooes que o devam sor.
O governadur Sampaio deparando coma forla-
l.za do Cear muilo arruinada, traten de a reedi-
ficaren fez realmente: de mancira que a obra
vista de fora, d Bppareacias de nina grande for-
taleza do duas ordens de bateras sobre-postas
urna oulra, mas na realidade olla nao passa de
um dispendioso simulacro, especie do assignatu-
ra do nome da capital; porque oslas baleras sao
tallnd.is era terreno brrenlo e revestidas, o ver-
dad* do urna parede, mas do urna parede de li-
jlo nimio fraco, a qual s o esiremecimento de
inesmo ion.to bastante para a arruinar inces-
santeraonte. Consta do urna cortina extensa de
cerca de 80 bracas, em cada cxlremidade da qual
se acha edificado um bastiao, roproduzindo-sc a
disposicao da batera superior na inferior, a nua'
Prazeres, nossa habitaco das fapas, banquetian- I a da a
do-so e soryendo a longos tragos o nctar dos
dousos, aspirando o doce perfumo da ambrosia ;
julgando-so assiin o mais feliz dos morais, e
desappareeerem as niageiis encantadoras que fa-
ziara a sua felodade e a sua gloria, lal foi oque
aconteceu, osto lodos euvoltos ro roxo mani
das saudades.
Nos araos por nossa parte ver cantando a la
Contene para o nosso Itamb. de Andr Vidal do
Negreiros, este lugar hisiorco, quo se S. M. o
honrassocom sua visita, nao cariaN. S do Des-
terro do Ilarabsem patrimonio, visto ler Andr
Vidal de Negreiros doado o engenho Novo do
Goianuae todas as torras, que ha pouco foram
inventariadas, e a avaliaco orgou ora raais do
mllio a niesma Senhora," era virtudo de ler ga-
lillo urna batalha ueste lugar, onde estarn acan-
tonados os Hollndolos, c que tcncionavam per-
sistir ; tanto que li/.erain um baldo no rio Itera-
ba, o qual pola ptima coslruccao de podra e
cal anda existo, tendo apenas arrumbado do um
lado, en virtudo das escavanos na bar reir do
rio pelas endientes do mesiuo, porm esto ar-
ronibamonto mesnio pouco, tanto quo, quando
o ro enche passa-so a p por cima do baldo ; os
le baldo est feito na distancia do urna legua da
nasccnle do ro; breve llie daremos urna noticia
circumslancada deslo Ilarab.
COMMKR
re,
nada menos que
desesseis compinhias, dis quaos a priuioira o a
grande sociedade dos caminhos de ferro russos.
Era 1858 naseeram tiinta e quatro sociedades,
sondo treze para cslabelecimeoto de fabricas,
dez para vas de communicacao, cinco para ope-
races comi.iorciaos, c sois para exploraces lo-
caes.
Entre as companhias creadas para vas de
nomnnnicaco, cilam-.-o coraoas primaras a de
M., dei- | Riga a Dunabourg ; a do Woiga ao Don, a so-
ciedade do Kawskcs do navegocao a \apor ; c
a do navegacao do rio Amor o rarBranco.
Das companhias instituidas para operaeea fi-
nancciras sao as mais notareis a de Seguros do
fogos em S. Pctersbourg o Mnscow ; a de
ta, e
ra na pruneira doslas capitaes
Um aaonyno do Shakspcare doixou por
testamento 2,500libras esterlinas para a croa-
Q3o de um rauseu na casa de Shakspeare, era
Mrallord-Avon, o orJenou a seus legatarios do
deduzrem da renda territorial, que Ihes deixava
a somma de 60 libras annuacs, para o paga-
mento de un guarda oncarregado a mostrar a
casa e o rauseu, o do conservar um registro, no
qual lodos 03 viajantes podessem iuscrever seu |
nome esuas imprcsses. Os executores tesia-
raeiiiarios, sabendo que plegado de 2,600libras
pode sor contestado icios herdeiros, por causa
da incerteza da clausulada tostador, recusaran
pagar sera orden do tribunal competente ; dahi
liasen un processo quesera decidido polo tri-
bunal da chancellara.
Passagoirus do vapor nacional Oijapock,
saludo para os portes do sul:Antonio Jos
d Anorira, s ra senhora o escravos. Antonio s.
RibeiruGunuarars, Semeao Sampaio Loilo Ma-
na dos Prazeres, Jos Antonio de Fuucirod'o J-
nior, un filhoe 1 criado, Joaquim P.d'Almeida
Lopesesua senhora, Francisca Mara daConeei-
co e 1 filha, Francisco M. Parauso
cauli, Eduardo do Souza Rabello e 1
Innocenco d'Almeida, Diniz V de Vilhe-
na, Dr. Antn o 15. Culnm de Alraeda. Joa-
quim M. d'Oliveira Haciel, Antonio Jos de Car-!
IJera 8. O inesmo, casa terrea
arrendada por............. 1205000
Travessa da Saudade do Gomes.
N. 1. Antonio Jos Gomes do
Correio, casa terrea arrendada
por..................... 9G5O0O
IJera 2. Omesmo, casa terrea
arrendada por............. 96*000
Estrada do Pombal.
N. 1. Ignacio Jos do CouW, cafa
terrea arrendada por......... 2OOI5008-
dem 2. 0 mesmo, casa terrea
arrendada por.......,..... 2-iOSOOO
dem 3. Baro de Suassuana,
casa terrea arrendada por.... I20?00O
Mera V. Dr. Antonio Vicente
do Nascimento Feitosa, casa ter-
rea arrendada por.......... 120^000
Estrada do G&ud.
N. 1. Mara das Candeias,
casa terrea arrendada por ... 1503000-
lderu 2. Brigadero Joaquim
Bernardo Pigueredo, casa lerrea
arrendada por............. Io6000
dem 3. Jos Morera da Silva,
casa terrea arrendada por .... 20O9O0O
Uem 4. Jo Antunes d'Oli-
veira, casa terrea arrendada por 100200O
Estrada do Ollio do Boi.
N. 1. Jos Ignacio Rodrigues
Costa, casa terrea arrendada por 180&Q0O
Estrada do Manguind.
N. 1. D. Mara Joaquina de
Cava1,- Mello o Silva, casa terrea arren-
oscravo.l dada por.................
dem 2. Antonio Leal de Bar-
ros, casa terrea arrendada por.
Costa
a
esta era mca altura da adeira, que da praia so- Carlos da Silva Saldanha ccJea s instancias de
be assenlada da cidade.
A 20 de agosto do 1814 foi croada a villa do Jar-
dira.devenJo seu territorio abranger a froguo/.ia do
mesmo nomo ea Misso retba, exceptuando o
breju da Salaeniauca onde rasidia Jos Porein
Filgueiras, capilo-inrdo Cralu.qae breve oceu-
para uussaaiteuco cora ospociih lado.
Desdo muilo que exista ntreos pnrloguozoso
<>s brasiloiros uraa rivalidade, quo crescia do iti.i
em dia. J em 1710 tinha ella produzido no Re-
cite a lucia dos mscales, que poz durante alguna
anuos a capilania do Poriiaiiibuco en coufiagr.i-
co; mas osle incendio nao passou desse r.uiulo
para csle por screra lcaos as suas causas, o
poucas as rolaooes entro o Ce;.r e Pcrnainbuco.
Todava esla lucia doixou rain ores nos espiri-
to; de ambos os partidos. A raai patria concedo.i
urna amnista, venate, mas ella nofoiseno
Alencar. c foi tentar reduzir o capito-mr Fil-
gueiras com quera entrolinha relacoes de inlimi
dado ; mas sor-lhe-hia de corlo entinen alcan-
zar o seu proposito, se nao fosse a interveucio
do um carmelita de Goianna, Fr. Francisco de
Santa Auna Possoa, administrador das fazondas
do seu convento, e capello da Barbalha ; o qual
i uni os seus esteros aos de bom parodio, quo
i monos fallava por conticc.ao do quo para con-
descender com os desojos do seu predilecto din -
l cono. Ambos ellos tanto apertaram o capilo
i mor, que, nao obstante querer temporisar, para
ver a marcha que lomariam as cousas, promet
lou linalraonte cooperai cora sua neutralidade
; para a rovolucao.
Do dia 3 do maio, depois da missa do dia ,
; Alinear, de balna c roquete enlrou a pregar a
. lavor da independencia e leu no meio dos vivas
da
as proclamaeoes que trazia, e um papel quo nes
rSLTSirJEiSrSf^*^?*"???* !* 'P f ti* innrssio, o Perito do
H sem ostiondo os el.,les pnucipaes do partido : M,.nd,inV-i o
brasiloiro.
A illustraco que o governo portuguoz arre- j
dar quanto podo do alcance da sua colonia, ia '
penalMNdo pouco e pouco era corlas classes da
sociedade. J alguns brasileiro* seguiara cora :
-uccesso a carreira da jurisprudencia,' e mesmo
alcancavam eraprogos na magistratura. O cloro '
lamben) ia adquiriudj alguraa illustraco, s ore-
luda dopuis da croaeo do seminario do Olinda
quo cuslou tantea esfarcos ao Kovm. prolado D
Jos Joaquim de A/.ored"o Coitinho, brasileo de
nascimento.
Esla fui de boa edunaco attrahia nao somon-
te aos mocos que so destinavam ao sacerdocio,
sanio tambora os lhos de Camilas do importan-
cia que ah iara beber liabilitaro.s para allos era
pregos; a organisaeo do seminario foi realmen-
espocie do manifest, narrando com
alguraa exagerado os factos occoiridos era Per-
narabuco.
Rompen o povo em gritos de alogria, alvo-
rou-se a bandeira branca e no dia i de maio,
Alencar, i'risiao, Maia, Quintal, Freilas o oulros
ni u i los a quera linha convencido, renniram-se
na casa da cmara o ahi proclamaram a repu-
bjica, iiomeaudo Francisco Perora Maia Guima-
res, ciimmandaute da villa o soltando os presos
que foram armados e arroljdos s tropas.
De ludo lavrou-se termo, no qual se assigna-
ram lodos e tambero o capito-mor Filgueiras,
que foi cscolhido para commandar a expedico
que deveria marchar sobre o Ico, c d'ahi para o
Cear, alim do completar o pronunciamcnlo do
resto da provincia.
Filgueiras relirou-so ao depois para seu enge-
"afUSfS S S22 8ian'esc"- I "lio na Barbalha, onde entrn a reunir gente pa
Ooxoraplo da indopen enca dos Lslados Lm- ra esla .^ 0 Jardiin ondo se %* ,
mesina pioclaiuaco nao correspondou ao grito
dos cujos resultados erara l.'io adrairavcis, e das
oolonias hespauholas, que j iara principiando a
sacudir o jugo dami.patria, l'oi despertando nos
iuasileiros o desejo de fa/.or o mesrao a respoito
do Portugal: c a viuda da corle porlugueza em
18)8 para o Rio de Janeiro, doscnvolveu raara-
vilhosamente esta aspiraran patritica anda pon-
coj pronunciada atouta. As lajas maoonicas
quo se lundavam cada dia nis pnncpaos cida-
des do Brasii, servirn de canaos por onde os
mais Ilustrados brasiloiros foram instilando este
lesejo da independencia nos nimos de seus li-
maos menos penetrantes.
As tropas do priinoira linha, em grande parlo
componas do brasiloiros orara cominanladas por
(lucaos generaos portuguezes; mas a maior par-
to dos olhciaes menores e inferiores erara lambem
Iuasileiros e muilos delies dislinclos no conheci-
mentodesua arma. Os portuguezes riam ludo islo
oora ciume o previam a consequencia futura: a
independencia da sua rica colonia.
Arivalidadc pois foi cliog.indo i san auge, quan-
do em 1815 a corlo do Rio do Janeiro elovou o
Brasil calhegoria do reino unido, o esta'ooleceu
outro a colonia e sua inotropole uraa especie de
igualdad. mais apprente do que real.
da rovolucao, a avor da qual se pror.unciaram
somente alguns prenles e amigos de Alencar.
Continua *.
PERNAMBUCO.
REVISTA DURiA
Com a crcaco e a eliocttva inslallaco do Astf-
lo de ilendicidaJe, parece-nos que sera conve-
uiento>eslabelecoreni-se ora dilferenlcs pontos
desta cidade algunas caixas para n'ellas deilar a
popu'aco a esmola, que lhe dctatera os impul-
sos do seu coraco.
Craosla medida sera duvida alguma crescor
a receita desse eslabelecimento, visto que grande
numero de pessoas ha aqu tom por dcvooo, cni
coitos dias, dar csinalas aos pobres que Ihes vfto
s casas osiuolar, c que por consegrante, d.'xan-
do estes de lal fazerem pelas medidas de repros-
so, que bao de ser desenvolvidas, pdem n'a-
quellas caixas mandar deilar a quantiaque dan-
tos davam.
Disto pois, deve resultar o incremento notado.
Os portuguezes da Europa cansados do procle- tanto mais quanto convidamos a essas almas go-
ior.it > (o pesado da Inglaterra, entendern) que
o raolhor raoio de subtrahir-sc a elle era regres-!
aracorle para Lisboa; mas U. Joao VI nao pareca '
inclinado a esta volta, por sso entendern) que o |
melhor meio de o conslrangcroui a volver para a ,
Europa seria sublevar os brasil..iros contra ellos.
Os brasileiros recoberam lacs insinuaces el
cnlraram a obrar ncslo sentido.
A revolucaq rebenlou om Poruambueo a C de
nciosas a conlinuaroiu por lal modo a oxercer a
caridade para cora a huraanidade desvalida,
e que no Asylo faz-se mais credora d'ella.
Entro os muilos e valiosos donativos que
ha feito S. M. o Imperador, um nvulla assaz, iois
quo, como um orvalho benigno, vai animar a in-
te! ligenci a que amingua delle (lesfalloci'riara na
ignorancia.
Queremos fallar do donativo porS, M. feito ao
forrado do papel verde e amarello, guarnecido
de tapetes e nobiliado com a docencia compaii-
vol cora os recursos do lugar, para o descanco do
nosso Augusto Hospede. Alli S. M. acuna en ci-
ma de urna mesa a planta hydrogralica do nosso
porlo, a da costa do sul al o rio Poisiuunga, o
urna copia do plano de edificacoes para a cidade
nova de Tamandar que tora enviada em marco
do crrenle anuo & approvacao imperial. S. M.
cxaminou as plantas, fez algunas porgunlas
rospeil#ao engouheiro Milel e ordenou-lho que
fosse moslrar-lhe o irlho e mais obras, inclusive
a estrada provisoria de Una de que o mesmu on-
gL'iiheiro c empreiteiro-
Eram 8 1/2 horas ; S. M. raontou novamen-
te cavallo no meio dos vivas cnlhusiasticos da
populaco, acompanhados polo estrondo dos fu-
geles e bombas que nao tiuham cessado desde
a hora da ohogada ; passou por baixo do dous
arcos levantados polos moradores da praia o da
campia ; percorreu toda a extonso do Irilho al
o canal do Arequind ;800j b.) Foi ao porlo da
peca (1000 b). pela picada que a commisso
mandara abrir para Iraze-lo da ponte que all
construir na hypotheso de vir S. M. embarcado
no Piroja pelos ros, c voltando pelo mesmo ca-
minho foi a estrada do Una da qual percorreu
loO bracas torn ndo para o trapiche ondo che-
gou as 10 lloras, leudo percoraido em hora e meia
perlo do 7000 bracas.
<< S. M. achou loda a extenso do trapiche jun-
cada do folhas e, no gabinete do norte, urna me
sa de dozo lalheres, que a commisso mandara
preparar com a docencia que permltia um lugar
lao fallo de recursos como o uosso ; e cujas fal-
tas foram suppridas polo apetite filho de uraa
viagem de sois leguas.
A msica do vapor Amazonas locou durante
oalmoco quo durou apenas 3/i de horas ; e de-
pois do urna demora do 1/4 de hora, durante a
qual concedeu a honra de bejar a sua Augusta
Maoa todos aquellas e, aquellas que liveram a
felicidade de chegar junio delle. S. M. embarcou
I horas no vapor i masnos e voltou para
1.3J0.91 kilograrainas de ovos; do 1827 a 1836,
ella lem exportado animalmente 4,510,620, era
1852, o numero de klogramraas ovos subi a
7.778,000 e, em 1856 a 9,005,758. Na razo do
18 ovos por kilogramma, a exportaco annual
calculada ora 200 mithoes de ovos.
Jos, oseravo, a entregar, Manuel Pereira de alo-
raos Pinlieiro, Cicero Dantas Martins, seu sobri-
niio e 2 cscravos, Jos Rodrigues Valenca e 1 es-
cravo, Antonio de Abreu Soares c 1 "escravo
loso K. Moncorvo Barbarino o 1 escravo, Sadoc'
Africannoli, Decio C. Guedes l '
quando subimos s monlanhas, cstavamos salvos.
Observamos que nao ora preciso forneccr aos
habitantes do paiz a somente de algodo; porque
cllcs tom urna sement, que d um algodo, o
3ual lao bom como o da America, ou como o
Egj-pto. Esla sement importada, e conhe
cida pelo nomo deTong-rnange, ou cstrangeiro.
O longo kadja, ou algodo indgena, muilo mais
rijo e crespo como a entapiaba dos negros.
As plantas sao queiraadas, todos os anuos, pelo
sol, mas tornara a renascer com todo o vigor e
frescura. O paiz, para o norte todo proprio
para algodo. A canna de assucar prodtiz igual-
mente e com abundancia. Pode-se encher car-
ros de indigno de excellenle qualidade, que se
enconlra por todas as estradas as visinhancas
de Tolo. Estou mais que nunca convencido que
a frica, para o norte, a 15 graos delatilude me-
ridional, o paiz do mundo mais proprio para a
cultura do algodo.
Asscguram quo ein|Bourbon nao se pode obler
o assucar sem o guano ; aqu elle so produz sem
50000O
3005000"
3005000
300*000
1:000*000-
205SOOO
1:2009000
o iioci.o deixaudo todos penhorados pela atl'abi- necessilar de adubu algum." Corapra-se i
lidade do sou trato, e admirados da proJigiosa car indgena na raza

_;auo para
lezu ; e- nos
,jo nunca mais
. proJigiosa car indgena na razo do duas varas de panno de
actiwdade do um Monarcha quo nao recuou pe algodo pr 15 libras,
ranle os incommodos nsepara'veis de uraa via- ltimamente descubrimos um bello lago cha-
gera lao tonga, para nteirar-sc das ossas ne- mado Slnrwa, subiudo o rio Shir na extensao
ccssiilades, e ao qual pode applicar-se o nihil de 100 millias, e depois segnndo por trra urnas
l"cre H,eP'la* |fnid uper*atf judum. trinta nifbw.
O largo lem 50 a 60 uiilhas de couipriraenli e
30 de largura, pouco mais ou menos. mu o
belto^npi-ffhe est rodeado de monlanhas Y^
ftBBSTra lados, c acha-sc situado a 2,000 ps a> -
raa do nivel do mar. Dzcm quo a alguraa dis-
tancia ha outro lago ninda maior chamado Nyan-
ja, ou N'ymyosi, isto, as Estrellas, o qual est
separado por urna lingua de trra de 5 milhas
de largura. O Shirwa dista do Shir 30 milhas,
e sonipre navcgavol.
O |iaiz, que lomos percorrido todo corlado de
monlanhas. Em 10 dias estacamos 1.500 ps
acuna do lugar onde linhainos desembarcado. O
Shir (arma multas cataratas nesta regio, e en-
cerrado n'um leilo, que apenas tera urna corrente
lao forte que faria mover todos os mpiuhos de
Inglaterra sem acudes. Em parte alguma ainda
. S. M. deixou 3OOSO00 ao noS
distrbui-los pola pobreza desta .*.
nossos cora^oes urna lombranca
se apagar e a certeza que ho de dcsapparueex.
dianto da Vontadc Imperial, os obstculos quTa
ignorancia c mesquinhos iuleressos eleiloraes
lem opposlo ao dosenvolvmento dos elementos
de pui vir com quo a natureza uos ha lo libe-
ralmenlo graliiicado.
Escrovem-nos do Itamb, comarca de Goi-
anna :
Ha bom lempo nao lhe dirijo uraa pacoti-
Ina, por muilos afazer.s. e mesmo por nao se le
dado pelo nosso Itamb lacio algum importante :
porm sabendo que o nosso adorado Monarcha
so dignara honrar a cidade do Goianna com a sua
visita, fomos arrastrados por esse senilmente que
predomina a todo o brasiloiro,' essa cidado, c
nao podeniosdoixar no olvido o que nossos olhos
virara e os ouridos ourcam.
< No dia 5 pelas 0 horas da lardo foi coinrau-
nicadoa ciladc, como por um < elctrico, que
S. M. aehava-so pornoilando no engenho Ilioi-
rena, logo depois chogaram os depulados Ferreira
de Agotar, bario de Caraaragibo, conogo Piulo do
Cimpos, o
que corro
as ruas.sollandi) fogos ao a'r; desde el
oi .alegra, ludo ro movimento.
As 2 horas da manha os bronzos das lories
vi un paiz lo proprio para a cultura do algodo
a nao ser Angola. Mais se vanea" pelo interior,
mais se reconhoco a sua ferlilidde ueste gene-
ro... Porom os Portuguezes nolralam seno de
fazer mu miserarel coramerco com o marfira.
Esarevom do Berln a 28 do outubro :
Todos saliera qno o illustro baro Aloxandre
pe Humboldt, por testamento autographo legou
- muuo outros_ cidadaos respeitaveis, i lodos os seus bous movis, inclusive sua bblio-
r?im,!_oli<*, a "}usica percorreu I'beca ao seu criado, qno ha 3 annos que o ser-
via, o herdeiro requeren a execucao ds testa-
mento 0 entrega dos objoctos lega'dos, quo li-
sido sollados depois da moile de M. llurabuld.
ludo
do tedas as grojas annunciavara
doza do dia, o que u
alegres a gran- ; Os prenlos collateraosdo Ilustro sabio protes-
ueza ao ota, o que uraa nova aurora ia despuntar ; '.Tara contra o podilo, mas o tribunal urbano d"
"1" .a.ILa".!e1_,'jarofilho lo fundador do ira- Beriin, dosaltendendo o protesto mandn que
fosse cumplida lilleralraenle a vontade do tos-
tador.
a sua palavra, respeilaram nao s 5s vidas do go- Xo da 17 noite,
vornador c dos ofllciacs generaos o das tropas
qae o cercavam, como cuvbram a iodos para
O Rio do Janeiro.
A revoluco elegeu ura governo provisorio que
foi tratando do a propagar: a Parahiba, aeguio
com ardor o oxemplo do-Pernambuco, mas o Rio
Grande do Norte fez com menos enthusiasmo.
Manoel Tgnacio de Sampaio, governadur do
r
iueinioii-se no largo das
l'rincezai, ura fugo de artificio expressaraenlo
mandado fazer polo corpo de commercio, em hon-
ra da mita do SS. HIL II. osla cidade. A's
honze horas, quando um numero maior de 30,000
pcssoa3, se achava reunido, nao s nosso largo,
como na ponte do Recite, caes do Apollo e ru
da Aurora, deu-se lugar esse divorlimonto de
nova especie para nos, por ser solt no rio sobro
oara, era um portuguoz absoluto o do voulado alvarengas collocadas era tinha desde a ponte do
;orUJ; mas hbil e circunspecto. Tinlia provisto Rocifo da Boa-vista. A' urna da iuatjho con-
algum resultado somolhanle, porslo eslava pie- clui-se essa fesla, na melhor ordem o harmona
peno Ja Santa Cruz ; ura grande numero de cida-
daos respeitaveis acompatihavam os Sis. Drs. juiz
de dircilo, municipal, coranianJinles superior o
do batalho, foram ao encontr do S. M.; j ahi
a aurora desponlava risonha ornada de seu mau-
lo de ouro, abrindo assim a porla a un da ira-
morredouro ; o Itapircraa placido se deslisava
fazoudoconiradansar as innmeras flores do suas
bordas, fos'ojando assim o liiho daqneUc, Oim
emancipajido corten o fio, que o atara ao reino .
Portugal os passnfos bruniudo as plumaadns de n"-"lc h'gislador do
variadas dores cantaran) liyraftos era sou lou'vor; L.' .ula.> aJ'^ado o susiirajjutopor vos, ranlin
os campos se matisavara de misturadas lloros, i er' , Um pepctaoo do oesero humano. M. Adolplio
Berlren, que so intitula candidato do genero
humano, dirigi a seguidlo circular aos eloi-
tores do loreeiro circulo do dcpar'.amcnio de
Seine el Oise :
tipo legislativo, sono no intuilo de ser real-
enero humano.
ZTZ- rS,C,;aVa; :'nl.rA"nr- ios Morera da
|nnrliALJSlv,;irJ Lob. Arislldes
da b. Lobo, Dcnioslhenos da S. I.obo, Jos Fran-
cisco Soares o 1 menor, M. Lonmann, Joaquim
l. Pinto de Campos,. Jos Marques dos Santos
oarrogal, Casimiro o Sena Maduroirao i criado
Itemcio I)..Mariins e 1 escravo, Jos Mara Jai-
me d Uhveira, Scrates do C. Morera Guima-
raes, Antonio Candido I.orcllo, sua senhora, 1
"iho e -2 cscravos, Joao Ferreira Velloso e 1 es-
cravo, .loso, escravo, a entregar.
Passageiros da galera franceza Adele, en-
trado do Havre :Raimundo Lasserre e Achule
Honry Laurence.
Passageiros do hiato nacional Sania lila,
saludos para o Aracaly ;-|)r. Leandro
rroire o 1 escravo, M. F. V. Ribeiro
n, Miguel Pereira do Val
ulna.
i",
la Silva
e 1 escra-
sua seni ora e 1
de
pada
pela propiciara avahada por.
dem 6. Thomas da Carvalho
Soares Brando, casa terrea ar-
rendada por..............
Ctpunga, Ra do Assogue.
Ferreira da
arrendada por
Custodio de
rea oceupada
valada por.. 8005000
o Gomes,
casa lerrea cecupada pelo pro-
prieta rio a\ aliada por........ SOOiJOOO
dem 4. O mesrao, casa terrea
arrendada por............ 200S00O-
Idem 5. Jos Diniz da Silva,
casa lerrea oceupada pelo pro-
prieiario avahada por........ 48$0C0
Uem 6. D. Hermina Pirene,
casa lerrea arrendada por.. .. 3003000
dem 7. Jos Dionisio Aires
Ferreira, casa de sobrado de um
andar arrendada por .. 600*000
Communicados.
na, entrado
res para o
Passageiros do brigue belga F.mi
e Aiiluoipia o v,,^ :_j3 trasteado
encanaraente da umpeza.
Passageiros do biate nacional Flor do Bra-
sa, sabido para a Parahiba .-Pauliua M. dos
Prazeres e 2 (iIhos.
v n- ERRATA.
Na Diario de 19 do crrenlo na rclaco dos
oapiisados e casamentes da reguezia de Santo
Antonio, ondoso dislicencas provadaslea-
soliconeas passadasondo se dizcujas ceni-
does nos vieramleia-serujas oerlidos i o
* llTrii'.
MOUT.VLIDADE DO BU 18 DO CORRENTE :
Gustavo, branco, 2 atmos ; gastro latente.
Seltdoniofla Silva, proto, solloiro, 30 ranos ;
phlhysica.
Mara, branca. 7 annos ; bexigas.
Joaqun Bernarda da Rocha Patean, branco, ca-
sado, ib annos ; feble maligna.
Urna enanca exposta na porla da matriz da Boa-
ista.
Joaquim Jos d'Oliveira. branco, casado, 50 an-
uos ; tnflammace no ligado.
Lconida, prela.7 nnos ; darrha.
Francisco, pardo, 3 annos
Mana, exposla, branca
lestia.
darrha.
iguora-se a idade e mo-
- 19-
solleira
escrava, 50 annos
Francisca, prete,
Iiydropesia.
Arlhur, branco, 9 mozos ; convulaoos.
Mana, parda, 8 dias ; espasma.
Amelia, branca. II mez'es ; convuWes.
Uelarmino, pardo, 2 mozos ; diarrhea.
Jernimo Cnrdoso de Macedo, branco, solteiro,
zaanuos; hepalitc chronica.
Genova, branca, 1 auno ; commooo ccre-
Joo, pardo, 1 anna'; diarrhea.
Francisco, branco, 14 mezes ; convulcoes.
Antonio de lal, preto, solteiro, 60 annos ; diar-
rhea.
M.VTADOI.HO PUBLICO :
Malaram-se no dia 18 do concille para o con-
sumo desta cidade 99 rozos.
No dia 19 do mesmo igual numero.
Hospital de camdade. Kxislem 65 ho-
mens 50 rmillieros nacionaes, 1 hornera estrau-
geiro, z homons escravos, letal 125.
Na tolalidado dos doenl.-s exislcra 36 aliena-
dos sondo 29 niulheros e 7 homens.
Foram visitadas as enfermaras pelo cirur-
giao Pinto as 8 1,' horas da manha, e 1 ho-
ras da tardo, c pelo D.-. Dornellas s 8 horas da
possivos, entre loda a sociedade ahi reunida.
O hiate americano Jiary Helen, entrado
de Ballimoro, noticia que a barca brmense Gus-
vonido.
Intrigado, como j disse, com o ouvidor do
Coar, Joo Antonio Rodrigues do Carvalho, lo-
miaas suas ideias liberaos o ludo rocciava do laoo, alli chogada,"con'duzra'VeV'bordo" 15"pos-
grande partido, que oste magistrado tinha sabido soas do tripolacu e 6 passageiros da barca por-
grangear na capitana, c com razo o lemia, por luguoza ilaria Jos, que foi pique era viairoiu
que este iHuslrado mimstro enlreiinha rolaccs desta porto (Recito), para o do Lisboa na lalitude
om os principis libones de Poruambueo, o ti- ; 25, 81,' e na longitude 3'J.J 16.'
nha rosolucao e popularidade bastante para tentar Por portera de 30 do passado foi nomeado
110 CnniM llcriim nlnilllA rnnnnlinn. r\o ir.- I ..:.!...ir.- l a
60iogDas ao oeste aa cepuai. sampaio comp..
hendeu que era necossario segurar-se de ura ho- i Por portara do 17 do corrente foi nomeado
inem lao pengoso, o nao recuou peranlo o raoio,! delegado do polica do Cabo ao capilo do corpo
comanlo que consoguisse oim que desejava. i de polica Jos Pereira Teixeira, tendo sido exo-
Ja cornam boatos vagos dossuccessos de Per- ncrado a pedido seu o alferes Manoel Germano
uambuco, mas anda nao se sabia do nada com j do Miranda, que exercia o dito lugar.
certeza quando no da 29 do marco chegou de. Foram recolhidos a casa de dotenco no dia
sobral urna sumaca Irazendo abordo o ouvidor 17 do corrente 5 homons. lodo! vres ; sendo :
Orvalho. A esta nolicia exultou Carvalho de 3 a ordora do subdelegado da fregue/ia do Roci-
ategna, porque oslosuccccso favoreca maravi- fe e 2 a ordem do da reguezia de Santo Antonio
ma resuiucao e popuiarniade nasianle para tentar! Por portara de 30 do passado foi nomeado o
no Ccara algum ataque repentino; mas enlo i cdado Thora Lopes Ribeiro, subdelegado do
jehava-se elle em currciQo ca villa do Sobral.. dislricto de Ortigas e CoQtendas da frcuezia do
50 leguas ao oeste da ccpilal. Sampaio compre-! Ouricury.
Jhosamenlc seus intentos.
No dia seguinte enlrou no porto, procedente do
l'ernambuco, um navio fgido do Recite, o qual
:onflrraou as noticias do lcvantamcnto do Per-
nafnbuco, Parahiba e Rio Grande o igualmente da
oreacao do govornos republicanos nestas capita-
nas; o o governador foi logo avisado por Ma-
noel Gomes da Silva, de omissarios enviados para
revolucionar a capitana, o de carias quo vinham
para o ouvidor. O porigo era grande o eminen-
te ; Sampaio soubo proveni-lo.
Foi em possoa no dia 30 do margo a casa do
ouvidor, c ah prendeu-o a ordem d'el-rui, re-
mctendo-0 para bordo do Bario surto no porto :
e cm seguida c iiumediatamii.'.o tratou do expe-
dir fortes presidios para toda costa.alim de prc-
ii o desembarque dos cimssarioi de fernam-
' para o .\v.\;x'y enviou o c..".'n:! .ilexaa-
do rTJalhos, do viagens, de estados, ser .
veitosa a lodo o mundo, A experiencia qu i,
ulio adquirido :
1." Lm ag cultura: tenho exposto os incus
animaos uo concurso universal do 1855, nos cntl^
cursos rogionacs d'Evrieux em 1857, de Ver
saillescm 1858, do Saiul-Qiiinliu em 1859, e fui
premiado pelo jury.
< 2." Era industria: expuz o azeito proprio
para a mesa, oxlrahido das lamas deParis, e re-
cete una misso honrosa no concurso regional
d'Evroux.
i< 3." Era adrainistracaa: Icnho sido chamado
meio dus alas da uirda^cionaTrehirat."m"de te" 't0(3os os a""os a V'i"-c orcaraento das duas
dos ospeitos vivas a S. M., que tratando ura so- i rau"I01P',l"Jades do departamento do Seine, co-
bre-tudo, botas russanas u chapen do chyli ll110 u.'n, dos raa.iores contribuintes.
acompanhado de sua comitiva e de tedas as pe--- I "'' Em ft"8n5s : Nao ped ainda nada,
soas gradas, agradeca com allabilidade as accla- I n(m le"'? ri!cel,ldo naiJa do poder, nen sequer
que gotojadas do orvalho, e roflcctJas pelos
rajos do sol, se convertan ora alcatifante esme-
ralda clavadas do brilhaulcs, para serora calcadas
pelo Senhor da AniOiica do Sul!
Eniflra, raeu amigo, a natureza mesraa nao po-
da deixar do patonloar a sua alegra !
Erara 0 horas da amanha, j a guarda na-
cional so achava postada na ra do Amparo for-
mando duas alas, o barraco ondo S. M. devia
pouzar eslava decentemente ornado ; a popula-
cao vida por ver S M., corra impaciente para
o lugar da recopcao, eis quo urna girndola an -
nuuciaa chegada do s. M.. que passando pelo
Foram recolhidos niesma no dia 18, 5 homens
o 3 mulheres; sendo 5 vres e 3 escravos; a
saber : a ordem do subdelegado do Recife 3, do
da fregueziade Santo Antonio 1, do da freguezia
de S. Jos 2, e do da reguezia do Poco 2.
Lc-se no Independente de Tamandar de li
do corrente: 9
.< Honlcm pelas 7 1/2 da manha S. M- o Im-
perador, seguido do um Iuzido acorapanhamento,
no qual notamos alera da comitiva imperial, os
Exms. visconde da Boa-Vista, presidente da pro-
vincia, o deputado Augusto Fredcrico de Olivei-
ra, varios nombres da distinrta familia do Gua-
ra rapes, o cominandanto do osquadrao de Jijboa-
lao, o juiz do direito da comarca, o juiz munici-
pal e delegado do termo, assim coral) oulros mui-
los cavalleiros de todo o sul da provincia, chegou
nes(- praia de Tamindar no tn macos bera merecidas a ura Imperante to amirl
go de seu povo.
Chegando ao aposento quo a commisso no-
meada pela cmara he havia preparado, mmo-
diatanente chegou varanda cora osen fardao
dei almirante, e logo depois percorre a cidado ;
lodos os templos e aulas publicas, levando ncslo
oxame 4 horas, pois quando S. M. foi almocar
erara mais de 11 horas.
As 12 a cmara municipal se dirigi ao paro
imperial, e lomando S. M. dobaixo do palio, se
dirigi ao barraco, onde o presidente da cma-
ra fez entrega das chaves da cidade, dirigindo
nesta occasio um discurso S. M., ao qual se
dignou responder com toda a sabedoria o affabi-
lidade :jue o earactersam ; dirigindo-se o presli-
to matriz, composto do cloro da freguezia, lu-
das as confrarias e irmandades, o estrepito dos
foguetes e os vivas nao interrumpidos deixavam
ver quo a alegra linha repassado a alma dos ha-
bitamos da comarca, que reciprocamente se foli-
cituvara.
Ao chegar S. M. I. matriz, a irraandade do
Sanlissimo Sacramento recebeu o palio, e o con-
duzio ao docol, que se lhe havia preparado ao la-
do do Evangelho, osubindo cadeira da verdade
o Itvdm. padre Grogo, fez urna oracao, que na
verdade agradou"
Findo o Te-Deuw, foi S. M. conduzido em-
balso do palio ao passo da caara, que na ver-
dade se achava bom decorado, para o lugar, ahi
S. M. se dignou dar o beija-mo; nesta occasio
ou S. M. o registro da cadeia, e fe/, algumas ob-
carecreiro; logo
ura convite ; mas Icnho pago conlribuicoes com
a mais severa regularidado.
o Da vossa soberana, da vossa omnipolen.a,
islo o, da vossa eleico lvre o indopeudenlo,
ainda que vosso numero soja infinitamente pe-
queo era compareci do genero humano do-
pendo lalvez a sorle de todos; pola vossa escu-
lla placida o reftectida, podis accelerar ou re-
i lardar a felicidade do universo.
A nos, Francezes, cumpre provar que csla-
I mos sinceramente unidos ao genero humano e
somos, porlanto, dignos de servir de exempl a
todas as naeoes da lena.
Recebodo distnclamenlc de vos o oten
mndalo, poderei dzor a todos os soberanos o
ano preciso para prevenir as guerras, e para as-
sogurar o bora estar de lodos. Adolfo Ber-
tron, nascido era 180 era Flocho, discpulo da
escola militar, c dos collegiqs d'Angers, do
Hans, o do Porsigni.
N. 15. M. Borlron nao distribuir lisias as
portas da municlpalidade ; raas convida os ele-
toros que quizereni votar n'um legislador do ge-
nero humano, ainscrever seu nome na lista que
lhe apresentar. Adolfo Bcrtrnn.
= Forrnago successva das sociedades dic-
cionarios na Russia. A primeira sociedade
diccionarios na Russia foi fundada om 1799 ;
a companhia da navegacao russo-americana.
I)e 1799 a 1855, apenas so formaran) na Bussia
trinta o quatro companhias; mas desdo essa
poca em dianle os progressos team sido rauito
mais rpidos.
t'ic 185C foram creadas ca:? rorapaahias,
COLLECTOBIA DE OLINDA.
^auicntu da dccua dos predios
u-.anos do districto da collccto-
ria que tena de servir no anuo fl-
uunceiro do 1859 18GO, pelo
collector Manoel Jos de Ase ve-
ilo Aiuoriin.
Kua da Pundicao.
N. 1. Jos Goncahcs Ferreira
Cost.i, casa lerrea arrenJada por
dem 2. O mesmo, casa terrea,
arrondada por.............
dem 3.Guilherme Parulh, casa
terrea arrendada por.... ...
dem -i. O mesmo. caa terrea
arrendada por.............
dem 5. Candido Guedes Al-
coforado, casa terrea arrendada
por....................
dem G. O mesmo, casa terrea
arrenda Ja por .. ,.........
dem 7. O mesmo, casa terrea
arrendada por.............
dem 8. mesmo, casa terrea
arrondada por............t
dem 9. O mesmo, casa lerrea
arrendada por............. 336*000
Travessa do Cosa.
N. 1. Jos Goncalves Ferreira
Costa, casa terrea arrenjada por
IJera 2. 0 mesmo, casa terrea
arrendada por.............
dem 3. O mesmo, casa lerrea
arrenjada por............
dem 4. mesmo, casa lerrea
arrendada por............
dem 5. 0 mesmo, casa lerrea
arrendada por.............
Uem 6. O mesmo, casa ter-
rea arrendada poT.........
I Jera 7. O mesrao.
rea arrendis
1S09000
180S000
120&KO
9G#000
845000
108*000
108000
16SS>000
casa ter-
p?r.
180*000
120*000
180*000
120SOOO
180J6O00
1205OOO
1805000
Se nao fra a consideraco'que pr&laraos ao
Sr. Dr. A. F. deceno nada raais diramos
sobre a quesiao que entre nos suscitan se acerca
de alguns pontos historeos concernenles guerra
dos Hollandezes nesta provincia.
-Nao tendo sido, nem por um momento, pro-
jeclo nosso promover uma polmica com qoem
quer que fosse, pois exactamente nos acha-
raos no caso das ultimas palavras do artigo do
I Sr. Dr. A. F. publicado no Diaiio de Pornau-
buco de 13 Jo corrente, apenas limitamo-nos t,
era propria defensa, citar os autores e os funda-
mentos em que nos bascamos, quando dando no-
ticia de um passeiodeS. M. o Imperador dis-
seraos que a igreja do Pilar era nolavel por ter
sido ediCcada no lugar era que Iiawa silo o antgo
Forte de S. Jorge, onde um punhado de brasiloi-
ros e portuguezes resisti a tercas consideraveis
hollandezas ; e a fazer algumas reclficacoes sobre
factos a que S. S. alludio em sua primeira cor-
respondencia.
Enlreanlo nossas considerandos nao foram,
ao que parece, muito bem acolhidas por S. S.,
que insistindo era suas opnioes, cora a forja de
convegao que revella, como que magoou-se de o
uavermos, nao contestado, mas offeiecdo sm-
plesraenie algumas reflexoes ao seu Ilustrado cri-
terio.
Pois bein fagamos as pazes. Continu S.
S. a dar maior peso s obras, e noticias suspei-
tas dos hollandezes, que derrotados quasi cons-
tantemente pelo denodo e verdadeiro heroismo,
digno de mnba particular admracao, dos bravos
pernambucano?, liuhim nteresso era, perante seu
governo, juslificar-se dos vergonhosos revezos que
soffreram ; com (anta maior necessidade quanto
era o recete, de que Ihes seriara tomadas as can-
tas, que por fim tiverara de dar.
Nos tereraos o mo gosta de preferrmos para
nosso estudo, nao smenleo Castrioto Lusuno,
mas lodosos escrplores portuguezes que tem tra-
tado deMa guerra hollandeza, e que vencedores
e generosos nao ca^eciam de exaltar sous factos,
faltando escandalosamente a verdade.
Continu S. S. a cir que a igreja do Pilar
nao o levantada sobre o anligo Fortd de S.
Jorge, mas muito pouco dslante delle ; porque
isso indiilerente ao brilho e lustre dss glorias
pernambucanas.
Preservera S. S. era dzer que o hroe Cama-
rao morreu na segunda batalha dos Guararape?,
e nao mezes depois, como o disseraos, de uma
febre, conforme aitestara os raais conspicuos es-
ci lores portuguezes. Fique S. S. certo do
que estamos disposios a deixar em paz as cinzas
daquelle here.
Tudo islo lhe damos de barate : o que smen-
le nao podemos deixar passar desapercebido foi o
acoraar-nos de menos exaelo, e de exagerado,
quando, referndo-nos ao Casliioio Lusitano
afllrmamos que este escripior avaliava em 12 a
13 mil o numero dos individuos que fermava
lodo o pessoal do excrcilo hollandez na primeira
baialha dos Guararapes. Conleniamo-nos po-
rm em pedir venia a S. S. para lhe rogarraos,
que consulte novamente aquella escripior
paginas 570 Lv. 9." a. 6 onde,no lugar em que
traa da forre do iniraigo, ver que depois de fal-
lar ibs soldados propramenle ditos, da reserva
do Henrique Heus, da torga auxiliar dos gasta-
dores o dos escravos, que conduzam a bagagem,
e da gente que acompanhava a Sigismundo eom
a mira nos despojos, assim se exprime fa-
za vulio de outro exordio, e tudo junto um
corpo de 12 para 13 mil homens.
Dada a salisfacao que deslavamos ao Sr. Dr.
A. F. aqu pararemo?, prometiendo nao voitar
mais a esta qustao, porque o inhibem os devo-
re de nosso cargoqueesio primeiro.que ludo.
D,F.
A' visita de S. .M. o Imperador Pernambu-
co, tera enihusiasraado a todos por um modo
que pode-se fonamente affirmar que nao ha ura
scoragao, que nao tenlia expeiimentado a mais
grata eraogo, que nao lenha tubulado homena-
gem de admiraco e respeilo s eminentes preu-
MUTI1AD0
N


das do ffleltior dos Mnarchas e.no te osloie*)
por dar manifestaQao do seu regosijo, dedcalo
e amor.
Era loa a parle, em todo o lugar 3S provas se
Teproduzcm desta asse^ao. Urna deltas por
corto o i|ue se patsou durante a viagem de 8. M.
lo Cubo Serinhcra, e sua pousada no enge-
nho Morccs, propriedade do Sr. coraraendadur
Manoel ,Ios da Costa.
ffara diversos pontos da estrada afBuia em
grande copia o povo dnacircumvisinhancas vido
de conhecer, e victoriar a seu re. Em Affogadi-
nbos e em oulros pontos haviaro arcos de folhas,
baodeiras, e ao passarS. M sotta*ni muitas
girndolas, eontoavatn estrepitosos vivas suc-
adendo o mesmocm Massangana, cujo proprie-
larioo Sr. Paulino Pires Falco havia tambem
mandado por arcos em todas as porteiras do en-
penho que asura offerecia urna bella perspectiva.
A' grande distancia de Marees veio o Sr.
commendaJor Maaoel Costa, seguido de mais de
IM cavslleiros, seus parantes, amigos, e larra-
dores, esperar o seu Augusto Hospede, a quem
cheio de enthiisasmo acompanhou coma impe-
nal comitiva composta dos Exms Srs. minis-
tro do importo^ presidente da provincia, cama-
rista visconda de Sapucahy, guarda-roiipa can-
selheiro Mello, medico Or. Abreu, e muitas ou-
t-as pessoas,gradas e Ilustres.
Ao en ira* no cercado do engenho Mercs, fo
S. M. sainado por urna salva de 21 tiros, ao
passo que do alto dos montes subiam ao ar gran-
de quantidade de girndolas.
O engenhoapresentava urna vista encantado-
ra ; a casa de residencia e tojos os mais edifi-
cios, que sao numerosos e elegantes, achavam-
se Iluminados. A' entrada do pateo havia um
grande arco Iluminado e o pateo utava janeado
o todo embandeirado, sobresanando no .centro
a bandeira nacional. Consideravel numero de
pessoas a p ahi se achava aguardando a chegada
de S. M., que ao som deenthusiasticos e repeti-
dos vivas, de muitos foguetes, e do hymno na-'
cional executado por urna banda de msica mar-
cial, fez a sua entrada, sendj recebido na fren-
leda casa de residencia pela Ilustre familia do
froprietario.
A casa, que como todos sabem, um dos me-
Ihoros sobrados de engenho, havia sido especial-'
manta pintado de novo, toda esteirada, e forrada
de lindos papis : a parto do lado do norte cons-
titua os aposentos de S. M, consistindo em
tuna grande sala com rica mobilia de jaca-
rauda, quarto de dormir, quarto da vestir, e
-quarto de binho, tudo preparado com o mais
apralo gosto. Do la lo do sul navia a sala da
ceia, imada de fino ppel da linda paijagsm, e
quartos para a imperial comitiva, todos elles mui
to aceiaJos, e prvidos de camas, lavatorios, ton
cadores, e do lodo o necessario. Noanlar terreo
havia urna grande masa de ceia, camas e todas as
precosas accommodaces para as possoas gradas
que acompanhavam a S. M. Hiviain tambem
diversas casas proparalas convenientemente e
com ceia para os criados deS. M., ordenanzas,
e crea los das pessoas que o acompanhavam.
A mesa preparada para S. SI. era lauta e es-
plendida, tanto pela profusao e variedade das
iguarias, como pala berafeitoria deltas, e esmera-
do gosto que a ludo presidia ; sendo lambem no
tavel aquaniade de destros creadjs fardados
que havfi para o servico de todas as pessoas.
S. M, apenas loinou um sor veta, e depois
um banho.
_ Apenas S. M. recolheu-se reinou o maior
silencio era todo o engenho ; o povo retirou-se,
e foi reunido esperar queamanhecesse o da para
anda urna vezter o prazor de ver, e dar vivas
ao seu idolatrado soberano.
As 5 horas da madrugada foi servido um al -
moco de chocolate, caf echa todas as pessoas.
s. M. examinou a machina do engenho, casa
de purgar, e lodos os seus edificios e dependen-
cias. Ouvio missa na capaila, depois do que,
montando a cavaljo, subi n'um alto monte para
ver a povoac.no de Nazareth do Cabo. (") l)e-
ndo % engenho, foi do mesmo modo que quan-
de chegara saudade jubilosamente por todos, com
frvidos vivas, musir, girndolas, ele.
Ao passar a ponte sobre o rio Ipojuca ; qua
spara Alerces do engendro Salgado, oncontrou
S. M. os proprielarios do Salgado, que o tinham
-vindo esperar com msica, foguetes e mmenso
povo.
O Sr.commendanor Manoel Costa acomoa-
nhou a S M. at legua o meia de distancia da
engenho, e dahi voltou por lh'o haver determina-
do S. M.
Cumprc observar a3 estradas dos engenhos
Massangana, Jarees e Salgad cstavam todas
eitas pelos respectivos propietarios, c em muitos
lugares das mesmas haviam arcos de folhas en-
ei lados.
MARIO DE PaJRSAMBLTO. TEtCA FKiRA 20 PE PEgBMBRO'DE M9.
CO.IlJI'C.I, illl UjlilU .1.5 <1 .. iiU'i.liJl'3 UsUU os uuu-
toresjuizes de direito, municipal e promotor at
o subdelegado, o que digam se o que liavemos
expendido nada em
itngue sarao.Ujh.i r.usauuuisos oncios.
Patacho hollandez- Herconveenquoijos e cer-
veja.
torpes calumnias, e lano mais qualifjcada a
pesson, tanto mais procura scvandija-la o assa-
car-lhe oa niaiores baldese infamias I...
Para salvar-seda responsahilidade serve-se do
oulros miseraveis, a quem d a paternidad do
suas calumnias e maldades, tendo a habilidade
do inculcar-so victima pira raelhor prevenir-
so !..... Aps essaa csvillaroes em que elle csu-
prasuraum, recorre a inserir nos pasqtiins o at
a inculcar para ahi, romo real o que nao passa
du tiedio tm sua frtil imaginaco.
E' urna fera que vive de morder a todos c nao
obstante o professor desta cidade.
Nao pede ir pcioro estado da comarca Odes-
respeito lei e a autoridade quasi geral. O es-
pirito de partido tal que al as escolas ha dis-
tineces !.....
Os que sao lilhos de liberaos lem sua dislinc-
cSo Os oulros teem suas penas! Vea quedou-
Irina, que ideas se ionoculam na mocidade !...
O que referimos c coosa mui publica.
Urna comarca tan populosa e Lio cheia de odios,
onde os partidos seachnm exaltados por causa
desses pasquins que sao elementos de desorden :
julgaraos urna nocossidado que houvcsse umo
forra que fosse suflicionlc, pois s assira as au-
toridades poderiam obrar com energa e forca
moral e por cunsequencia con ter e punir esss
turbulentos que cada vez prim.im mis em afron-
tar a lei e as autoridades constituidas.
Meia duzia do_ pracas que existen destacadas
nesia cidade, nao sao bastantes, para a guarni-
do desta cidade, quanto mais da comarca, que i
pantera diversas povoacbes, com immensa popu-
lacho. Faca-sc idea e como vo as cousas por
aqu.
A villa da Brbalha nao passa de um feudo li-
bera!. All s impera a volitado, o sic vol sic
jHbeo. A lei alli nicamente o querer dos re-
guletes d'aquclle lugar. Pormgara as facas de
ponas e punliaes.
Ha lempos alli nao ha sacerdote nem o pode
ser aquello que for do credo conservador. O pa-
rodio que era alli verdadeira influencia do lado
conservador, foi calumniado de urna maneira
atroz e selvtica!... Joo Brigido do3 Santos for-
jou contra esse parodio o Itvd. Pedro Jos de
Castro Silva um artigo de infamias e inserto no
sen pasquim Araripe.Aps esse libcllo, forjou
urna queixa (ue tez assignar por um desgranado
liberto e ebrio do cslranha treguezia, e iss fui
bstanle para nstaurarem-sc dnus praceaSoa ec-
clesiaslicos ao predicto parodio!... Vendo rea-
liando esse desidertum recordo-me de Marat
que no seu amigo do poro indicara as victimas !
Se por ditos de pasquina e queixas por seme-
ntante forma forjadas u asignadas por um reo
de polica, se procesan um paroetto dislinctn a
loaos as respeiios, para revaltar a facilidade
com que se procede a semelhante respeito, e
tanto mais se, sosouber as imputaeos que se
assacaram a esse parodio e a linguagein empre-
gada na redaccao desses libellos e artefactos in-
fames !.... E por ludo lasa que na podemos
ileixar de constrislar-nns du todo coracao que so
duera fados desla ordem no foro ecclesiastico
em detrimento de lodo direito divino e humano.
Por esta forma nao ha canallia que nio se
julguecom o direilo do sorandijar um parodio
por mais dislinotoe virtuoso que elle possa sor,
tanto mais, qusndo elle lem a certeza do que
nem urna pena soffrer.
Termino por agora.
O Palma.
Ilepresentarao a S. Etcc. 'Rom.* Sr. bispo dio-
cesano.
Os abaixo assignados habitantes da fregue/ia
do Santo Anlonio da Brbalha provncii do Cea-
ra, sendo informados de que alguna de seus con-
cUadnos, infelizmente dominados por sent-
rciaeao aos feitos d'esse Brigue americano=;Mary Helleofarinha de trigo
pocesso de neme luao Brigido dos Santos. Mo Hriguo porluguezRobim diversos gneros,
por ndole o rara, ello timbra era forjar as mais Patacho brasileiroJulio fazendas.
tur'.no nilumnisr a i ..i. _>I.II*.J. A !
I ni p o r t aciOh
Patacho nacional u Santa Cruz, vindo de
Maudau, consignado a C. C. da Costa Mo-
reira.
150 saccas farinha de mandioea, 150 ditos
roilho ; a Carvalho Nogueira & C.
298 saccas farinha de mandioca, 372 ditos
railho, 40 ditos feijo, 40 ditos arroz, 15 ditos
carrapalo. 75 ditos goroma, 5 ditos algodao :
ao consignatario.
Hyate nacional Invencivel, vindo do Ass,
consignado ; a Joaquim Jos Alves da Silva.
5 saccas cera de carnauba ; ao consignalorio,
213 molhos de palha de carnauba, 100 dilos
com mil courinhos de cabra ; a ordem.
7 saccas cera de carnauba ; Jos Furtttnato
dos Santos Pinto.
32 couros salgados, 27 saccas cera de car-
nauba, 680 couros de cabra 23 meios de sola;
a Jos Antonio da Cunha & Irraaos.
60 faccas milho ; a Jos Joaquim Das Fer-
nandos.
23 saccas cera de carnauba ; a Anlonio Go-
mos da Cunha e Silva.
22 saccas algodo ; a Luiz Borges de Cer-
t queira.
17 ditos cera de carnauba ; a Joao da Silva
Loureiro.
Hyale nacional Piedade, vinJo do Pi
de Janeiro, consignado a Banholomea Lourenco.
340 barricas farinha de trigo, 200 Larris
banha. 300 ditos breu, 50 dilos manteiga, 450
eaixas passas, 15 ditas cha, 5 ditas queijos, II
ditas calcado etc., 12 quartolas oleo, 1 caxa
mercaduras, 19 eaixas machinas de costura, 1
dita apparelhos para latrinas, 7caix5es chpeos,
11 dilos rap, 2000 eaixas sabao, 3 barricas
queijos, 70 saccas caf ; 4 barricas e 3 latas as-
sucar, 18 i rollos fumo a ordem de diversos.
Brigue portuguez Rubim vindo de Lis-
boa consignado, a Carvalho & Nogueira. mafes-
lou o seguinle :
199 barris azeite de oliveira, 46 dilos carnes
60 ditos toucinho, 200 dilos figos, 13 ditos
c 10 pipas vinagre a Franjeo Severiaoo Ua-
bello & Fillio.
70 barris loucinho, 40 ditos aseite, 55 di'.os
vinho, 20 dilos vinagro, 13 saceos feijo, 5
caixas rap, a Thonm do Aquino Foncece
4 Filho.
30 barris chorizas, 20 dilos alpisla, 20 ditos
sevada, 200 ditos figos, 2 eaixas marmsladn ;
a Jos Marcelino da Rosa.
20 barris touc'.nho ; ao Copitao Henrique
F. Gaspar.
3 eaixas chpeos de sra, a Pedro Gougalves
Pereira.
50 ditas cebolis, 2 caixoies mpressos Al-
meida G >mes Alves & C.
1 caixao candieiro' e perfumaras; a Vian-
na & Guimar3es.
2 di'.os camas de farro, 1 caixa sapalos de
memos nidias nobros, e arrestados pel"espirito ,ran5a 6 amarrados lavatorios de ferro ;a Mel-
Publica^oes a pedido.
Crato, 8 de novembro (1p 18i9.
A ordem do dia por esta comarca a conti-
nuacio das paixoes ruinsdos odise intrigas !
Nao ha quem ignore na provincia que nesta
comarca reside um bando de pelliirapos quo do
longa data sempre viveram de enredos e trafican-
cias.
Nao ha tambem quera ignoro que taespcllitra-
pns leera-sc lomado os perturbadores da ordem
lepois que se apossaram de um vclho prlo onde
somanalmenle publicam os immundos postos
Araripe e uralense,focos das mais asquerosas
torpezas.
E' igualmente bera sabido que esses pelliira-
pos sao insignes era artefactos infames : os fac-
tossao immensos como pela milessima vez o pu-
blico desta provincia lem visto denunciados alli
pela imprensa.
Todos sihem da ndole perversa d'esses pclli-
trapos c rabiscadores dos pasquins referidos, os
aunes s se oceupam em detractar as mais bem
firmadas reputaeos do lado conservador desta
comarca, nao recelando de forjarem as tramas
quaesquer que sejara para colorirem suas mal-
dailes.
E' geralmente bem sabido que, esses pasqui-
noiros leem-se tornado cada vez mais desalma-
dos depois que foram conimissionados por um
ambicioso poltico, sem epariecess Ormes, a in
veniarem e calumniaren! as pessoas mais influen-
tts do lado conservador, e promover-lhes toda
serie do contrariedades.
E' por isso que elle ahi pelos corredores, e pejj
imprensa.justifiea as desordens que seus predilec-
tos aqui fazem c promovem : nao pela mesma
razia que elle, pelos mesmos meios, delracta
los ciadus mais influentes do lado conserva-
dor desta comarca, nao querendo recoidar-so que
linda em 1836 elle com sua penna escreveu a
o-s'scidadaos c os qualiflcou de caracteres dis-
mclos, ac legtimos influentes I...
E' incnlestarel a amizade intima que devota
esse sonhado representanle ao chefe dos pelli-
irapos e pasquineiros o celebre Joao Brigido dos
Santos professor (no nomc) de primeiras ledras
desta cidade.
E' proverbial a maldade de Joao Brigido dos
Santos. E" reconhecido como o factor de lodos
os tramas e causa primaria de todas as desordens
e libellos diffainaloriosaqui publicados, c os que
laura as trovas por baixo das portas de todos
iq lellos que se nao sugeitam a seren quolisa-
lose repellen to negros feitos.
Ha nomo aqui estove o Sr. director da instruc-
co publica visitando as aulas da provincia.
S. S. nao podia deixar do saber e rcconhcccr
que Joao Brgida dos Sanios o bgello e autor
principal de ludas cssas intrigas, risas e odios
que ora existen] na comarca c com Cfpncialida-
Ic nesta cidade.
Nio phantasiamos, o mcno3 somos exagerado-
res. Ahi eslao os liomens mais proemiucntes da
frentico de urna poltica reaccionaria o inlol- lo Lobo i C.
leraute, que de cortos lempos a esta parle tanto I lOO barris fi'os
os lem distinga do. pelo que ;SC constituirn) o n' ? n
objectj da publica anim idversaro, procur.im | U,aS L#
disvuluar, peranie V. Esc Rvm.'aodigno eres- !
; a Jos Antonio Moreira
1 caixa drogas medidnios. 1 dita retalhos de
no lirfi,0-0- ? dr no padre Jos de Cuslro c Silva, por mciodea Joao Soun & C
urna infamante represenlacao, que assodada- in *>
meme procurara promover, em ru pintam com! "PT" vinagre, 6 eaixas fruclas ; a Ma-
cores negras c assustadoras o oslado de deses- noel A,ves Guerra,
peragao, e terror a qnc seria reduzida esta pa-
roclua, se, como una conscqucncia da rcsciso
da permuta do sua fraguezia que havia acetado
como oltevd. viga rio Manoel Roberto Sohreira,
o nosso Ilustrado parodio r-onlinuasse a pres- l\S "e 'ello,
lar a seus (reguozes os secvicos de seu sagrado '' 2 ditas ditas
ministerio urna voz reintegrada no exercicio das
altas funcroes que pelo decreto da providencia
llicloram confiados : nos abaixo assignados. Kxm.
Sr. justamente repollados contra esse" proeedi-
nienloiniquo e por demais censuravet desses
liomens que constituindo-se graluitamento ini-
raigos raneorosos do Rvd. rgario nao recuam
peanle meios lao reprovados, entendemos que
formando nos o mais eleva lo conceilo das pti-
mas qnalidadcs que lauto ilisting.iom o carcter
probidoso ehonesto do ftevd vicario desta fre-
guezia, nao nos podamos conservar silenciosos
em presenca de um faci de tanta gravidade sem
fallar ;, um de nossos mais imperiosos deveros,
se pon-entura nao nos levanlassemos cm massa,
e com a consoquencia du direito,atim de proles-
tarmos solemnemcnele ante V. Exc. Itevd. ron-
ira todas estas calumuias que um cerebro exal-
tado e dominado pelo vertiginoso de urna po-
ltica tenebrosa mal pode conceber.
O lugar preeminente que o Revd. vigario oc-
cupou nasociedade, a grande parle que lhe com-
pete nos deslinos deslo lugar, sua bem merecida
influencia e n quasi geral estima que lhe consa-
gramos ; parece ter orovo ado em seus desafec-
tos esse odio intranliavel que, estimulados pela
inveja, lhe votam liomens lao ingratos quanto
despreziveis, que no frenes de seu desespero
invidam todos os seus vaos asforcog para oble-
ron um maior cortejo das assigaturas, com o
lm sinistro de darem mais torca moral, a ora
to remtante quanto eslranhavel repreaentacao,
levando suas perversidades a ponto do illudircn
pessoas ignorantes e menos cautelosas que mal
sabem o que assignaram, representaren! contra
o seu respeitavel parodio digno por sem du vi-
da de raelhor sorte.
Eira." Sr., muito leamos aecroscontar a esse
protesto que Cazamos em prl da dignidade c
carcter de nosso preslimoso parodio se assim
1 caixa clinollas de orellos ; a Burle Jnior
& Martin?.
1 dita ditas de dito ; a Francisco Antonio
o eatendessemos necessario, felis/nenle porem
nutrindo nos a mais firme eonvicco de que lo-
dos os sxforees combinados dos gratuitos e so-
bre maneira injustos inimigOS do Revd. vigario
desta freguesia serio mpoteutes para abalar no
animo Ilustrado, justiceiro o caridoso de V.
EX'-. Revm.1 o conceilo que forma do carcter
probiJoso e houeato de nosso digno vigario, an-
lecipaduente nos congratulaiiios com elle pelo
triumplio que a jusliea do sua causa lhe faz an-
lecipadamente esperar, nao SCrvindo esse paSSo
inconsiderado de seus ranc.oro/.us inimigos se
nao de proporcionar-lhe mais urna occasiao de
confundir aquellos que por todos os meios pro-
curara desconceitual-o perante a opinao publica
o que f mais podaram conseguir : e nesse sen-
tido fa/.emos os nossos mais ardemos votos.
Freguesia de Santo Antonio da Burbalha, 20
de agosto de 1859.
Seguem-ae grande numero de assigaturas
das pessoas mais qualificadas da freguesia.
(Pedro IIj
COIOIERCJO.
PRAfA 1)0 RF.CIFE 19 DE nF.ZEMBftO DE 1859
AS TRESllKAS DA TARDE.
Cot-jce? olQciaes.
Descome de letras9, l e Id 0 0 ao anno.
Francisco Mamede de Alneida.
Secretario.
ALFANDEGA.
Rendimenloddia 1 ; 17. .
dem do dia 19 ... .
848:543|880
1 .5S5111
363:0015991
Idlll glUBSU......
Caf em griio bora.....
dem dem rerJolho .
dem idem cora casta .
dem moid.......
Carne secca.......
Carvo de madeisa ....
Cera de carnauba em pao .
dem idem era- velas. .
Charutos boii6-......
dem ordina:-io .....
dem regala.......
Chifres.....
Cocos soceos......
Couros de bi> salgados .
dem dem seceos, espichados.
dem dem vendes.....
dem de cabra cari idos .
dem de anca......
Doces de calda....
>
i;uI\.h\- < luv'us, t) Ud I ricas luillin.i Ue UiiiUlUUd,
1 dita gomina, 1 cax.io vidros, 1 dita obras de
lrata, 1 sacca arroz, 5 volumes objocto* de uzo
e outros artigos ; n ordem de diversos.
Barca nacional Imptmtviz Vencedora, viuda
da Baha, consignada Viuva Araorim &. Filhos
manfestou o segunla-:
2 eaixas hrins; a Moasen & Vinassa.
1 dita chapeos de Italia ; a Guiseppfr Sa-
poritt.
944 barricas servidas.; a Bailar & C.
1 fardo loncos, 1 caixa. belluliuas; a Antnio
I.uiz de Oliveira Azevedo.
300 eaixas charutos, t caixo e 2 barricas ta-
baco em p ; a Manoel lavares Cordeiro.
2,500 quartinhas ; a Joo Ferreira dos Sanios
Jnior.
1 caldeira de assucar; a Idelfonso Jos de
Abreu.
12 saecus fio de algodao; a Antonio Luiz de
Oliveira Azevedo.
1 caixao charutos; a Joo Ferreira dos Santos
Jnior.
2 ditos ditos, 1 cai.xa fazendas, 2 ditas carni-
zas, ceroulas e lencos, 1 caixo chapos c gri-
nalda* d,e llores; a M'3uel ^s de Araujo Cos-1 Mew do Coiaba .
ta t 1-ilho. | '
5 eaixas papel para escrever, 150 barris man- j >m seccos
teiga, 200 barricas farinha de trigo, 1 calilo Espanadores grondac.
joias de ouro, 100 fardos panno de algodao, 22 dem pequeos .
barris e 2 meias pipas vinagre. 100 bolas e 2,150 Estl.ir.., de nrflnRr
molhos piassava, ,900 quartinhas, 270 copos, J;s uras ae PrePeri
290alguidares, 600 garrafas 20J resfradores. 4 Esloupa nacional .
lalhas, 1 cama de vinhalicu tizada, 2,000 adas Farinha de aramia .
de lenha, 37 caixoes,.5 volumes o 1,112 caixi-
nhas charutos; a ordem de diversos.
Galera ingleza U. Diago, vinda de Liverpool,
consignada a Henry Gtbson, manfestou o se-
guinte :
50 gigos louca, 52 eaixas e 3 fardos fazenda
de algodao, 3 dilos paiftos ; ao consignatario.
15 fardos e 26 eaixas fazenda de algodao, 8
ditas biseolos; a Adamson Howie & C.
100 barris nanleiga, 23 toneladas carvao ; a
ScottWllson&C. Ipecacuanha......arrol,a
JO eaixas queijos ; a Tasso & Irmaos.
66 laxas de ferro, 330 pecas ezi chapas de
dilo; a D. W. B.
1 barrica louca ; a Fragozo Valle.
10 toneladas ferro em bruto, 14 feixes de fo-
lhas, 100 lencops c 205 barras de ferro, 50 bar-
ris manteiga,*21 lencocs de chumbo, 50 eaixas
de dilo, 125 embrulhos de canos de dito, 4 bar-
ricas zinco. 100 eaixas folha de flandres, 30 bar-
ricas soda, 1 caixa ferragem, 100 trilhos de fer-
ro, 14 fardos fazenda de algodao, 12 eaixas li-
nha ; a Barroca & Medeiros,
162 barras de ferro, 6 eaixas e 55 embrulhos
de dito, 80 arcos de dilo, 33 dilos de ferro em
jencoes, 164 trilhos, 1 barril pezos, 3 eaixas ob-
jectos do selciro, 41 barricas e 2 eaixas ferra-
gens, 1 fardo fio de sapateiro, 21 embrulhos ais
2 dilos rame 3 toneladas de carvao queimado
e 20 peras; n E. Wyall.
250 barricas cerveja, 8 eaixas metal ama-
relio, 1 embrulho cordo, 4 ditos cerdas, 1 dilo
objnctos de escriptorios, 2 eaixas fazenda do l,
39 fardos fazenda de algodao, 36 pecas e 5 ora- j
brulbos corda de malha ; a C. J. Astley i!< C.
ja
dem de mandioca .
Feijo......
Fumo era folha boni .
Idemidura ordinario .
Idom idem restolho .
dem cm rolo bom .
I dem idem ordinario.
Gomma polvilbo.....
arroba



cenJo


>

libra

um

um
><
urna
arroba

alqueire
alqueire
arroba




Lenha em achas grandes .
dem idem pequeas.
dem em toros......
Madeiras cedro taboasde forro.
Louro pranches de 2 custados
Cosladwiho. ......
Costado........
Forro ........
Soalho........
Varas aguilhadas.....
dem quiriz.......
Vinhrtco pranches de dous
custados.......iim
dem idem custadinho do dito
dem taboas de costado de 35
a 40 p. de c. o 2 1,2 a 3 de
largura.......
: dem idem dito de dito uzuaes
cent o


tima
um
urna




1 barrica ferragens, 1 dita objedos pratados ; ,
a J. A. Moreira D. 4 C. dem de de forro .
8 fardos fazendas de algodao ; a James Crabt- dem dem soalho de dilo .
Irei 4 C. L. .
2 ditos e 12 eaixas dita dinheiro ; a A. C. de Id,'m em 0Dras P!X0S desecupi-
Anto-
Fran-
Duarte
de dito ; a Joo Luiz Vianna.
1 ciixole raaijans ; a Ag^stinho Ferreira
Jnior.
10 barris salitre, 7 ditoi sclire, 3 ditos Pe-
dra-liume, 10 barais capa-rosa, 2 eaixas drogas
a Antonio Luiz do Oliveira Azevedo.
3 caixoies marmelada, 2 ditis vinho, 2 eai-
xas fructas secca ; a Domingos Affinso Vianna.
1 caixote um orotorio ; a Bernardo Duprat.
21 barris e 2') ancoretas vinho ; a Arao-
rim >x Irmaos.
4 caixoies azuleij >s ; a Manoel Tararos Cor-
deiro.
2 eaixas mpres.-os; a Jos rfofjeira de Sooza :
1 caixo iraagens ; a Antonio Hanriques
Rodrigues.
2 caixas'uma urna batanea decimal ;
nio Mumz Machado.
77 saccas feijo, 2 ancoretas carne ; a
cisco Pereira de Medeiros.
17 eaixas ceblas, 5 ditas batatas
de Macado Jnior *
1 caixa sapa tos de tranca ; Prente Vian-
na & C.
1 dilacami/as, 4 caixotes doces ; a Custodio
Jos Alve3 Guimares.
I caixa figos ; a Joo Baptista Fragozo.
20 barris choricos ; a Luiz Jos da Costa
Amorim.
25 ditos carvao animal 1 dito linliaga; a Joa-
quim Martinhoda Cruz Correia.
1 barrici linhaca a Jos da Cruz Santos.
50 canastros batatas: a Antonio Alves V-
lella.
2 eaixas sapatos de tranga ; Antonio Auguslo
dos Santos Porto.
1 dita giz encarnado ; a Barroca & Medeiros.
1 caixota doce ; a Joo Mara Cordeiro Lima.
1 caixa um jardim da Unha ; a Joao Lucio
Marques.
1 caixote marmelada ; Joao Jos de Carvalho
Muraos.
1 dilo livros ; a Manoel Ignacio de Oliveira &
Filhos.
37 eaixas ceblas ; a Domingos Jos Fav
reir Guimares. ^ ?
20 barris cevada;a Miguel Joaquim da Costa.
1 caixao doce, 1 dito tinta ;a Anlonio Joa-
quim Panasco.
5 eaixas chapos de la ; a Manoel Francis-
co Moreira Maia,
5ditas drogas ; a Bartholomeo Francisco de
Souza.
Vieira
Abren.
2 fardos fazendas de algodao : J. Keller & C.
50 barricas soda, 6 eaixas fructas, 3 ditas o 4
barricas conservas, 2 ditas presuntos, 1 caixa
queijos, 1 caixa e 1 barrica cutileria, 3 dilas
jarros com sal, 2 eaixas presuntos, 1 dita obje-
tos pratcados ; a ordem de diversos.
1 caixa ferragens ; a J. Halliday 4 C.
2 fardos fazenda de linho, 13 eaixas ferro ba-
lido ; a Johnslon 4 C.
17 eaixas colcrinhos, bolees, chapeos de pa-
lha, ditos do feltro, ditos de veludo, tapetes,
rendas de algodao ele: a H. Brunn A C.
3 fardos fazenda de linho, 35 volumes dita de
algodao, veludo de dito, bros etc. 1 barrica
caudieiros, 2 barris azeile, 1 caixa fazenda para
casacas, 5{ gigos e 1 barrica louca ; a Arkw-
roghl 4 C.
2 barricas c 4 eaixas ferragens, 2 ditas amos-
tras do louQa ; a Mello Lobo 4 C.
1 barrica"; a Pater 4 C.
3 fardos fazenda de l, dila de algodao ; a Pa-
tn Nash & C
4 eaixas quadros para lampeos, 1 dita c 1
barrica pertences para dilos, 15 dilas e 18 eai-
xas canos, 74 ditas, 50 pilaros de lampioes, 50
fundos de dito ; .. Rostron Roksr 4 C
1 .]0rrca*tia|i If'i ililas ce veja, 3 ditas cidra ; a J. Praec-
ger^S i.. T
6 eaixas conservas, 2 ditas presuntos, 1 dila
moslarda, 1 dila molho, 4 ditas cervejn, 1 cai-
xa toucinho ; n M. J Goncajves da Fontc.
2 eaixas queijos, 2 dilas presuntos, 1 dila po-
tes com sal. 3 dilas biscoutos, a J. F. Luna.
4 eaixas nii.:dozas ; a Southall Mollors 4 C.
2 barricas ferragens, 1 caixa palitos, 00 feixe
ps, 4 eaixas miudozas ; n Izidoro Halliday & C.
28 caixns c 5 fardos fazendas do algodao, 125
barricas cerveja, 2 eaixas objedos particulares ;
a James Ryder.
11 eaixas fazenda de algodao a Johm Mnckell.
2 saccas amostras a diversos.
OONSUI.A I)D GERAL.
Rendimonto do dia 1 a 17. 33 779J546
dem do dia 19......3:6983772
37.68J318
ra para carros.....par
dem idem rodas de dila pata
ditas........
Ml.........caada
Mho.........alqueire
Pedras de amolar. .
dem do Mirar.....
dem rebolos .
Piassava era molhos .
Sabo........
Salsa parrilha.....
Sebo era rama.....
Sola ou vaqueta nieio) .
Tapioca........arroba
uhas de boi......cento
Vinagre........pipa
urna


um
libra
arroba

urna
3JJ8-H)
6550f'
4m
5|000
9gG00
6 $1)00
2JJ0O0
i2goon
14$000
2g()0
800
2g500
5g000
3J200
275
300
170
30
10$000
500
400
1JO0O
3g200
l^GOO
300
igcoo
3$000
3j|0O0
6$000
lgOOO
9^)00
7$000
12$000
6S000
3g200
35,3000
2^500
1j60n
4j000
1 igOOO
83000
osooo
3gO0O
ftgOOO
2S2I0
1^600
3OJOO0
18g000
45S000
20g000
6^000
123000
103000
303000
210
23500
800
93000
1J280
200
120
258000
1030 00
335 00
3*200
$30 0
50j000
8 Bjurrabs de conltaquc a 320 rs. 23560, 8 franco^
cr.H) ddca em mo estado a 320 rs. 1g6J, 55 la-
tas com aoda a 500 rs. 273500, 13 frascos com mos-
tarda a ftD rs. 3?020, 17 frascos de boca larga dt
vidros-o vasios a 500 rs. &j500, 2 garrafas de mar-
rasquinhe a 400 rs. 800, 39 frascos de genebra dt
BollandnaSSO rs. I2?>i80, 43dilos vasios a 30 rs.
1*290. 70 boticas de genebra n 200 rs. if. 100
dita*, vasias a 20 rs, 2g, 30 libras de cha em mo
oslado a 500 rs. 15, 27 eaixas do charutos en:
mo oslado a 320 rs. 8S640, 30 caixinhas de gra-
va a M) rs. 1-5200, 9 boies do doce a 320 rs.
2s880,9 latas com massa de tomate a 240rs. 2al6i)
5 libias de rap a 610 rs. 3200, 38 boioes vasios
para manteiga a 320 rs. 12)160, 43 meias garra-
tas de champanha a 500 rs., 21*500. 190 garra-
fas de vinho a 500 rs. 95$, 70 garrafas de licor
da tena a 200 rs. 14. 16 garrafas de cerveja bran-
ca r :J20 rs. 53120, 26 resmas de papal de em-
brulho a 80 rs. 209800, 5 resmas de papel alma-
5 a I98OO 9?, 10 ditas de papel de peso om Dto
oslado a 1} rs. lOg, l anata de sabao a 80 rs. a
libra 28560, 22 flrandos grandes vasios a 320 rs
73040, 2 molhos de albos a 160 rs. 320, 30 macos
de palitos para denles a 100 rs. 5)120, 12 lijlos
para limpar facas a 80 rs. 960,1 arroba de alfa-
zoma por 3), meia barrica de breu 3), 4 ditas va-
scas a 1) rs. 43, 25 libras de cravo a 480 rs. 123.
25 libras dirmanuiga em mo estado a 160 rs.43,
5 libros de sag a 2O0 rs. la, 2 candieirosde la-
luo em mo estado por 3). 2 garrafas de azeite
doce a 500 rs. 1). 350 garrafas vasias a 20 rs. 7&.
20 cascos de barricas vasias a 240 rs. 4)800,10
cascos de manteiga a 160 rs. Ijj600, 6 cestas eii
mo estado n 100 rs. 960, 6 garrafas vasias a 400
rs. 2)400, e 13duziasde pomada a 160 rs. 2g080.
os quacs viio praea por execucao de Andrad*
ft Compeli, contra o referido Antonio Pacifico
Simos do Amaral ; e nao havendo lnncadorquc-
cubra os piceos das avaliacoes, ser a arremala-
co fuila pelo preco da adjudicaco com o abati-
mento da lei.
E para que chegue ao conhecimenlo do todc>
raandei passar odirtaes quoserao publicados pela
imprensa o alli\ado nos lugares designados no
cdigo commercial.
Dado e passado nesta cidadn do Rorifede Per-
nambuco aos 9 dias do mez de dezembro de 185t.
38 da independencia o do imperio do Brasil. En.
Manoel Mara Rodrigues do Nascimcnto, cscrivao
o subscievi.
Anse/io Francisco ?erelti
Joao Bapllsla de Castra e Silva, official da or-
dem da l-osa, o Inspector da thesouraria de
fazenda de Pernambuco por S. M. I que Dos
guardo.
Faco saber aos que o presente edilal virem que
em cumplimento de orden do tribunal do llie-
souro nacional de 1 i de novembro prximo pas-
sado se comoca a tazar nesta thesouraria a subs-
tituirlo das notas do. 5OOS000 da primeira, se-
gunda e lerceira estampas. Os seus possuidores.
pois, podem apresonta-los ao thesoureiro dest
thesouraria, que lli'as trocar por outras de di-
versos valores. Thesouraria de Pernambuco 5
de dezembro de 1859.
Joao aplisla de Castro e Silva.
O Illm. Sr. inspector da thesouraria pro-
vincial, om cumplimento da ordem do Exm. Si.
presidente da provincia, manda fazer publico que
perante a junta da fazenda da mesma thesoura-
ria, se ha de arrematar no dia 12 do Janeiro pr-
ximo futuro, a quem maisder 696 lampeos qiu
serviram na illuminaco publica desla cidade.
com suas competentes ferragens, avahados em
40) cada um.
Osprclendcntos podem dirigir-so repartico
das obras publicas, adra de examinaren] os men-
cionados lampeos.
E para constar se inandou affixar o presente o
publicar pelo Diario.
Secretoria da thesouraria provincial de Per-
nambuco, 18 dedezombro de 1859. O secre-
tario,
Antonio Ferreira da Annunciaco.
Declaraces.
Mo vimento do porto.
DIVERSAS TROVINCIA?.
Reudimcnto do dia l a 17. 1:1973786
dem do dia 19...... I8O3IG*
1:6773950
DESPACHOS DE EXPORTACAO PELA MESA
DO CONSULADO DESTA CIDADE NO DIA
19 DE DEZEMBRO DE 1859.
LiverpoolBarca ingleza Baronet Patn Nash
4 C 94 saccas algodao.
SlockholmBrigue sueco Anna,*N. O Biebet
i C, 1:166 couros salgados.
Marsellia Rarca france/a Amelia e llermiothe,
T. Freres, 1,650 saceos assucar mascavado.
Buenos-Ayres=Polaca hespanhola Frompla,
Bailar 4 Oliveira, 400 saceos farinha, c 230 di-
tos arroz. '
Portor^P.itaeho portuguez Duque do Porlo>\ di-
versos carregadores, 118 saceos ossucar bran-
co, 157 ditos dito mascavado, 2 pipas agur-
denle, 144 couros seccos.
New-VorkBrigue americano Orianna, Heur.
I'orster 4 C, 300 saccas algodao.
Lisboa Patacho portuguez Maria da Gloria,
F. S. Rabello 4 Filho, 40 saceos assucar bran-
co c 160 ditos dito mascavado.
MontevideoPolaca sarda Maria-, Viuva Amo-
rim 4 Filho, 500 barricas ossucar bronco.
RECE- ORIA DE RENDAS INTERNAS
GERAES DE PERNAMBUCO
Rondimentododa 1 a 17. 18:8863715
dem do dia 19....... 1:7933627
20:6503312
BCONSULADo PROVINCIAL.
Reudimcnto dodal a 17. 41E63757
dem do dia 19....... 5:2883362
49:445)119
Paula dos prec os dos principacs gonp-
ros t produccoes naoionaes, '.
que se despacham pela mesi d' consu-
lado na semana de m
19 a 24 de dezembro de 1859.
Agurdente alcpol ou espirito
de agurdente ....
{*) A' este lempo j cstavnm preparados diver-
sos eavallos, que S. M. leve a bondade de accoi-
tor, bem romo muitos dos da sua/romlliv ,1
MOVIMENTO DA ALFANDEGA.
Volumes entrados com fazeudas 153
a cora gneros 508
Volumes sahidos com fazendas 207
a com gneros 372
601
579
Descarregam heje 20 de dezembro.
Galera inglezaI). Diogofazeudas.
Barca ingleza Panthe dem.
Barca ingleza Queer- baco'.l'
Brigue inglezDante--ide-.m.
Brigue hanoveriano Burg rmeisterc-arvo.
Bnguo porluguzPromotid o -diversos gneros
Brigue M6lriaco-Tergesic=frinha de trigo.
8 barris vinho ; a Gaspar Au.onio
Gn i maraes.
9 barricas cera ; Furtunalo Cardozo de Gouvca
2 caixotes ni3sa de tomates; a Jos Miguel
dos Santos.
4 ditos dila; a Antonio Alberto de Souza
Aguiar.
50 barris col ; a Molla St Irmaos.
50 eaixas batatas ; a Anlonio Lopes Rodri-
gues.
100 saccas semea, lOO barris figos, 6 ditos
alpiste, 25 ditose 5 pipas vinagre ; a Jos An-
tonio da Cunha & Irmo.
27 pedras de cantara,e 1 caixao com tima di-
la. 1 caixa retroz, 13 ditas ceblas, 30 barris odio em pluma l. Borle .
carnes, 1 volunte carnizas, 1 embrulho bolas, 2 iIdem ldem 2-J(ll,a
dilos ignoro ; a ordem de diversos. Idcm idL,ni 3' di,a
.... ... I dem em caroco ,
Hiate nacional Julio, vindo do Rio de Janei-1 -, rt
ro, consignado a Antonio l.uiz de Oliveira Aze- i '7 PI,aao......
vedo, manifeslou o seguidle : dem com casca.....
250 barris c 600 meios ditos manteiga, 22 g- \ dem bronco novo.....
gos genebra, 8 eaixas massas, 50 barris vinho, i wcm mascavado idpm
50 eaixas licor, 6 pipas graxa. 10 barris sebo, 200 raascawio dem .. ..
saccas trelo, 700 eaixas sabao, 413 rollos fumo, Azei,c de mam>n
31S saceos caf. 4 coixcs medicamcntvs, 3 ditos Idem t1'' niendoim c de coco.
chRul^, 5 v turnes cha, .5 barricas qneJ.o(i, $ I Bolacha Coa. .
Idom caxaoa.......
dem de cana...... >
dem genebra......
dem idem ....... botija
dem licor.......caada
Idom dem.......garrafa
dem restilada c do reino caada
arroba
>>
y-

arroba
caada r 600
" **l,
3 400
6i(
240
640
280
720
tfavios sahidos no da 18.
Rio do Janeiro, 22 dias, barca diffamarquezd
Preciosa, de 25'J toneladas, capitao I. Kyar,
eqiiip.ll, cm lastro ; a W" O Bicber 4 C."
Antuerpia e Vgo, 76 dias do primeiro portu e
35 do segundo, brigue belg Emma, do li lo-
noladas, capilau Carlos Qescn, equip. 7, carga
dfferentes gneros ; a C. L. Cambronn.
Rio de Janeiro. 36 dias. polaca oriental S. Agos-
' tinho, de 149 toneladas, capitao Francisco do
fama Cardin, equip 9, carga 3500 quntaos
de carne; a Amorim Irmaos.
Navios sahidos no mesmo dia
S. Thoraaa, patacho americano Ilannah, capillo
.1. M. Crughson, em laslro.
Canal, brigue prussinno Paul Augusto, capitao
M. 1- Maas, carga arrucar.
Parihiba, patacho ingli-z James Hall, capitao
John Frccnd, em lastro.
Portos do sul, vapor nacional Oyapock, com man
danto 2. lente F. F. Burgos.
Paralirba. hiato brasileiro Fiordo Brasil, capi-
lao Manoel Pereira da Silva, em lastro.
Navio entrados no dia 19.
Havre28 dias, galera franceza Adele, de 372
toneladas, capitao Duruty, equipagem 16. car-
ga fazendas e mais gneros ; a Tysset fieros
i C.
Trieste70 dias, brigue austraco laria, do
de 244 toneladas, capitao Mavovich, equipagem
10, carga 2,000 barricas com farinha de Irigo ;
a N O. Bieber 4 C,
Rio da Trata28 dias, barca americana Leandre,
de 212 toneladas, capilfio Chester, equipagem
29 pessoas, carga 500 barris com azeile de pei-
xe, ; a Bnrott i!t,C. Vuo refrescare seguio para
a pesca.
Terra-Nova27 das, brigue inglez Dantes, de 176
toneladas, capitao John Glass. equipagem 12,
carga 2,360 barricas com bacalho ; a Johns-
lon Pater 4 C.
- Navios sahidos no mesmo dia.
AracatyHiate nacienal Santa Hita, capitao An-
tonio Jos l'ernandes,carga ditferentes gneros.
MarselhaBarca franceza Napolen, capitao Bour-
det, carga assucar.
BabiaPolaca sarda Linda, capito G. Ansald,
carga parle da que Irouxe de Genova.
BabiaBrigue oldcmbourguez Cari, capitao L.
Stintd, carga parte da que irouxe de Antuerpia.
Rio Grande do SulBarca nacional Thercza I.
capitao Joo Ilypolito do Canto, carga varios
gneros.
OJliWOJVJ j |ftS'iH s 0 g
oaidiuoubhH | 5eggg a "5 "a E
< 13 0 u. 9. O V. ES U WHUiuyoj | gSgSJg S 5 0 0
'jniunD9 G *^ G* 5*j 3 2 0 S 'opvuB},u,3 \'^^^ M (M N "W B1 = .5 2 S5
"i! 2. O r. u 1 tpvpisuwi 1 te a s a u; -o
l as X. =3 O ovSosjifj 5:^: H r. > re 0 SI ."O Jg.S -J 0 t.
'vjifso>u}Y s ir**
'SOJOff < 2o
-
I
I
Editaes.
7;j!700
6g700
2S175
3g000
alqueire 3J500
arroba
MU*1- Anselmo Francisco Pereiti, commenilador
na imperial ordem da Rosa, e juiz de direito
especial do coinmercio desta cidade do Rocife
de Pernambuco e seu termo, por S. M.l. e Cons-
titucional o Sr. D. Pedro II, que Doos guar-
de etc.
Sg7 d elle noticia liverem em como 110 dia 20 do cor-
canada

arroba
rente mez, pelas 10 hora.- da maiiho, se bao de
arrematar os bens, que se achara recolhidos no
estubelecimcnlo no paleo do Terco n. 14, perlen-
centes a Antonio Pacifico do Amaral, sendo a
arromalacao feila no mesmo lugar cima indica-
do, e sao os seguintes : 1 armacao avahada em
i:>IOP 100) rs., 32 latas de sardinha 120S00,25 garrafas
25300 de champanha 1f 500, 379500, 20 garrafas de vi-
lAOO ; "',0 Bordeux a 400 rs. 9j}600, 40 latas cora doce
i- 1 cm ma0 oslado a 80rs., 3^200,22 meias ganafas
igWJU i je |cor a 320 rs. 7J6O, 18 garrafas de licor a
7>000 l, 18$, \ garrafa? de awitc doce a 400 rs. 1?f600,
Conselho de compras navaes
Tendo-se de effectuar o contrato relativamen-
te ao forriecimenlo de cario de pedra para o
consummo dos navios da armada, lauto vapor,
como a vela, olficinas do arsenal de marinha
desla provincia e barcas de escavano a cargo do
mesmo arsenal, manda o conselho fazer pntlco
que issu lera lugar cm sossao do 27 do correnle
rae/, vista de propostas apresenladas ncsii
mesmo dia at fis II horas da manha, sendo (
contrato por lempo do 3 mezes ou 6 se o preoc
do fonierimenlo convidar, c sob as condicoes
que forera convencionadas, cumpnndo ser foil:
a entrega desso objoclo depois de posto nasres-
peclivas carvooiras com a maior presteza.
Sala do conselho de compras navaes de Per-
narabuce em 19 de dezombro de 1159.Ojsecre-
lario, Alexandre Rodrigues dos mjas.
Pela subdelegada do Recito se faz publico,
queseaciAi recolhidos a casa dedetenco, os
seguinteffsciavos :
Raphael pceto, fgido, cscravo do Sr. do en-
genho Orisonte.
Dolphina, parda, que representa 23 annos, e
suppoe-se ser fgida do lugar de Tigicupapo, c
que foi prosa com o nome de Seraphina. O sub-
delegado, J. A. Bocees.
Conselho administrativo.
O conselho administrativo, para forneciraenlo
do arsenal de guerra, tem de compraros ob-
jedos seguintes :
Para o presidio de Fernando. 5
Sola da melhor qualidade, meios 600 ; vaque-
las do primeira sorte 300; fio de algodao ameri-
cano bem tino, arrobas 2 ; troquezes ovaes e nao
bicudas 24 : ditos com vasadores 24 : dedaes
para sapatoiros, du/ias i ; sovo'.las sorlidas, mi-
Iheiro 1 : retalhos de vidro para sapateiro, cai-
xao 1 : cera preta, da de abelha, para serol,
meia arroba ; ferros sorlidos, espalhador de cera
de carrlttha c de beira grossa e lina 60 ; eaixas
com seda do sapateiro 12.
Para a fortaleza do flnnn.
I.vio com 250 folhas do papel pautado 1.
Quera quizor vender taes objedos aprsenle
as suas propostas era carta fechada na secretaria
dv conselho s 10 horas da manha do dia 26 do
corrente mez.
Sala das sesses lio conselho administrativo,
para fornecimento do arsenal de guerra, 19 do
dezembro de 1859.Bcho Jos Lamenha tus,
corone presidente. >
Acha-se nesta subdelegada um cabrinha,
por ler sido encomiado no lugar de Ponte do
Uchoa, o qual suppoe-se ter fgido ; diz ser es-
erava do urna senhora viuva que mora na ra
da Prala : a passoa a quem a mesmo pertencer,
dirijVse 1 -la subdelegada para sor entregue.
Subdelegada do Poco da Panclla, 16 de dezem-
bro de 1850.0'subdelegado, los Goncalces da
Porciuncuta.
Itaiallio de Infantai'ia n. O.
1. semostru de 1860.
O cnnselho econmico do mesmo batalho.
leudo do contratar para o semestre cima os g-
neros alimenticios em seguida mencionados, pa-
ra seren as pracas arranxadas, convida aos se-
nhorca negocunles e padeiros a comparecerem
na secretaria do mesmo batalho no dia 26 do
corrente, pelas 10 horas da manha, munidos de
suas p'Opostas em cartas fechadas,
l'aes de 6 eneas.
Ditos de 4 ditas.
Carne secca.
Dita verde.
Dacalho.
Azeile doce [em garijf.i .
Vinagre idein].
Toucinho.
Farinha de mandioca.
Feijo.
irroz pilado.
I.cnha om achas ou ceii!
Ilanteiga.
Caf.
Assucar Irigueiro refinado, ou branco de carosso .
Adverte-se, porm, que os gneros devero
sor de I oa qualidade. Ouarlel na Soledade 16
de dezembro de 1859.
J. F. Iloraes e Vascov.cellos
Tencnte secretario.
Pelo administraco do corrcio desta cidade
se faz publico, para tins convenientes, que em
viriude dodispostn no art. 138 do regularaonto
; do ->\ do dezembro de 1844 e arl. 9 do decreto n.
787 de 15 de maio de 1851 so proceder o con-
summo da.- cartas atrasadas existentes no dia 31
do corrente, s 11 horas da manha, na porta do
mesmo correio, e de.-de j se achara cxposlas as
respectivas listas dos interessados. Correio do
Pernambuco 16 do dezembro de 1S59.
Domingos des Passos Miranda.
Administrador.
Novo Banco de Pernambuco.
O novo hinco de Pernambuco reco-
llie as olas de sua craissao de luf e de
208, c pede aos possuidores das mesmos
MOTILADO


MI
DIARIO DE PERNAMBUCO. TERCA FFIRA 20 DB DEZEMBRO DE 1859.
J
o favor de as vireni trocar no leu ts-
<-rintorio, das 11 horas da manhaa ate
as 2 da tarde.
= Adiase rouolbiiio a casa de dclcngo a or-
den da subdelegada de Santo Antonio, o niolc-
rpie eroulo denome Luiz, que representa tor de
14 a 16 anuos de idade e diz ser ilho da preta
"dathildes, c escravo do lavrador Florencio de
tal, morador para as bandas da cidade de Olinda,
O qual foi preso por confessar andar fug'do :
quem for seu dono comparece ueste juizo mu-
nido flo sitas pravas paro lhe'ser entregue. Rc-
iie 14 de dezembro de 1859.Inonio Bernar-
do Quinleiro, subdelegado supplente.
Tela recebedoria de rendas internas se faz
publico, que no correntc mez se finda o prazo da
.obrama auiigavcl aos impostos pertenecidos ao
exercicio de 18581859, a saber renda aos pro-
prios nnrionacs : (oros de terrenos e de manaba
ilccima addicioiial de mao raorla ; imposto sobre
tojas crasas de descont; dito especial sobre
casas de movis, roupn?, mobilias C calcado es-
trongeiro ; dito sobre barcos do interior c laxa
dos cscravos, findo o qual so promover a cobran-
za executiva contra os remissos : oulro sira que
fio mesmo mismo mez deve ter lugar o paga-
mento dos impostos pcrtenrcntcs~ao exercicio
de 188'J18ttU, a saber: do piiuieirosemestre da
decima nddirional de. mao mora, do imposto so-
bre lojas, do dito especial, do de barcos do inte-
rior, depois do qual pogar-seho conjuntamente a
multa de. 3 0\o. Reccbedoa de Pernambuco, 5
de dezonibro de 1859.O administrador, ilanoel
i'arneiro de So'tza Laceran
Leiles.
O agente Pestaa continua a estar autoiisado
pela commisso liquidataria da extincta socieda-
dc de Sacio c teeidos de algodo pira vender o
restante do terreno do sitio da mesoia sociedade.
Os pretendentes podem dirigir ao armazem da
ra doVigarion.il, a qualquer hora do da a
fj tender-se com o difo agente.
rente ao meto da m
a porta da alfandega.
ponto contronte
LEILAO
O agente Hyppolito da Silva fara'
leilao por qualquer pre^o que Uie offc-
recerem de um# porejao de vei'gas, nias" .
tros etc.: terca-feii'a 20 do correntc as1'
11 horas era ponto no trapiche do An-
DE FERRO SOLUVEL
Avisos martimos.
Para c Maranhao.
Espera so o veleiro palhabotc Novaes, capitao
-loaquim Jos Mondes, que apenas ten ha desear-
regado, sefitih em poucos dias para os partos
.icima; rain a carga que livor : recebe Carga O
{lassagciros trata-se com os consignatarios Tei-
veh-a Bastos S i C, largo do Corpo Santo n. 6,
i-giindo andar.
Para o Rio k bem conhecida barca nacional trementina,
\ sabir al o dia 24 corrente, por ter quasi coin-
fiklo sen carregamenlo : para o resto e passagei-
ros irata-se com o capitao Jernimo Jos Telles.
;u Guilherme Carvalho & C, no sen escriptorio
Quarta-feira 21 do correntc. |
O agente Borja far leilao cm seu armazem na
na do Imperador n. 15, de movis, loucas, pra- |
ta coulros muitos objeclos, sem reserva"de pre- i
co o qual dar principio s 10 horas em ponto.
Quarta-Feira 21 do corrente,
ao correr do martello.
O agente Cnnargo fara' leilao em
seu armazem na ra do Viga rio n. 19,
por autoi sarao de urna pessoa que se
retira para lora da provincia do se-
guinte :
Urna mohilii de amarello, armario,
louc.is e vidros e outro objectos que
de lervs
eui scicDcias, inspector da academia, professor de pliaruiacia, ofticial
da universidude de Pars, ele, ele.
Approvado pela imperial academia de medicina do Rio de Janeiro c
escola medlco-eirurgico de Lisboa, etc., etc., etc.
As summas vantagens que os mdicos tem ti amenrrha irregularidades e faltas menstruae*1
rado, cm todos lempos, do ferro, e o crdito ge- '
ral de que esta substancia gosa como um dos
preciosos remedios que a sciencia posiie, e que
a Iherapeutica reconheco como o primeiro em
militas oflecces do apparelho digestivo, e parti-
cularmente em todas as dependentes deallcra-
coes na menstruaeoo, etc., tem hito com que
por toda a parte os mdicos, chinacos e phar-
maceulicos tenham trabalhado iaccssanleraente
por o tornar cada vez mais til, excogitando to-
dos os das rueiospara o fazer menos refractario
a digestao, e assim privar o seu emprego dos
inconvenientes que tem
11 horas cm ponto.
far leilao por conta do quem pertencer quarla-
;*eira 21 do corrente s 10 lloras da manhaa no
irmazem dos Srs. Tasso Irmo junto a ponte
nova
DE
27 saceos com millio viudo de Marsciha.
LEILAO
Avisos diversos.
ATTEN(M
Os Srs. Joo Ozorio
Pelo
agente
que tem o seu uso por niulo
se fazem pemecessario annunciar," as ; fffi." PEK d?S que 0f-luma pr0"
uuzr as pesaoas de organisaro delicada, por
effcito de sua dilicil absorpeo". Daqui as nume-
rosas preparacoes de ferro, conhecidas em ma-
lcra medica, tudas as quacs corresponderan!
, melhor o seu Um se nao tora o inconveniente da
I intolerancia do estomago, isto a diffieuldade
; de sua assimdacao, e conseguintemente a peda
de appclile. a demora e difllculdade na digestao
a consiipacao de ventre, etc., ele, que multas
vezes acompa,nham o seu uso.
E lao gcral o emprego do ferro era medicina, c
sao tao conhecidos os seus resultados, que, pode
dizer-se, mnguem ignora boje os motivos de sua
applicac.au, assim como a razoo de suas virtu-
des Como elemento do sangue, como parte in-
tgrame do organismo, nenlium medicamento
como o ierro produz eHeitos lao sensiveis e ma-
ravillosos ; e daqui a reputaco invariavel di-
que goza, recouhecida por lodas as escolas, e
Cear, Acarac e
Granja.
O patacho nacional .4 una, tem boa parto da
carga prumpta : a tratar com Tasso limaos ou
com o capitao Gr jciano Henrique Mafra.
Para o Rio de Ja-
neiro
sata com brevidade o palhabole Artitla, capilo
.los Joaquim Alves das Hatos, recebe carga c
paasaceiros : a tratar com Caciano Cyriaco da C.
M. ao lado do Corpo Santo n. 25.
Para o Aracaty pelo Ass,
segu com muila brevidade a bareaca tMari
Amelia, tendo a raaior parl do carregamento
jironijito : para o resto, trata-so com Trenle
Viaiina & C, ra da Cadcia n. 57.
Tara o Porto Alegre, com escala pelo Rio
ilrande do Sul, saho com muita brevidade o pa-
tacbu A'oro Lima, tem prompto parle do carre-
^nmento ; e para o resto a frete, trala-se com os
consignatarios Amorira Irmoos, ra da Cruz n. 3.
=: Para a Figucira com escala por Lisboa,
com toda a brevidade o lindo brigue porluguez
Bella Eisueirense, de que c capilao Luu de Oli-
veira I.obo, tem parle da carga prompla, tem ex-
eclri.'iitcs commodos para passageiros, para urna
h outra cousa tratare com os seos consgnala
ros Francisco Seveano Uabello & l'ilho ou
com o capitao na prara do oommercic.
No dia 27 dn corrente sabe imprcterivel-
niento para o Assii o Aracily o liiaie Intencivel,
por lor raaior parle da caiga prompla: quem
qnizer carregarou ir de passagem dirija-sc ra
la Scala ^llia por cima do escriptorio dos
Srs. Sampaio Silva & C, segundo andar: a tra-
nr com Jos Joaquim A l\cs da Silvia, mcslrc do
eferido liiate.

O referido agente tari leilao por conta de
quem porlencor torga-feira 20 do correntc s l
horas da manhaa na porta da alfandega
DE
Harria rom manleiga ingleza viuda nc.sle ultimo
navio em direitura e despDi'hada ueste mesmo
dia.
LEILAO
DE
Manteiga ingleza.
Quarta-feira 21 to corrente.
PELO AGENTE
O referido agente vender por conta de quom
pertencer no dia cima designado e pelas 10 ho-
ras da manhaa no armazem do Sr. Araujo no
Forle do Mallo
Em lotes vontade dos com-
pradores
110 barriscom superior manleiga in
de Casr
lio. Maciel Monleiro amanuense da alfandega
o morador no pateo do Hospital do Paraizo ;
Jos Joaquim do Espirito Santo, alfaiale c ins-
pector de quarleirao da ra da Palma da fre-
guezia de Santo Antonio, Jos Fiuia de Mello,
marcineiro e morador na Cabanga; Francisco Joa-
quim do Lima (conhecido por chico menino) ;
Joaquim Raymundo dos Prazeres ; Joo Fideles,
segundo sargento do corpo de POLICA ; Joo
Theodoro dos Santos; Zcerino Monleiro Darboza
Jnior, e Joiio Cancio, marcineiro : queiram quan-
to antes ciilcnder-sc com o abaso assignado,
a negocio que muilo Ibes diz respeito, e se nao
o nzerem se publicar para que fim sao chama-
dos por esla folha
____ Jos Heniles Salqado Gnimnraes.
H IXSTITITOI'iOELITTEHARIO. j
\py De ordem do Sr. presidente convido ^|
aos Srs. socios para su rcunirem em as-
assembla geral extraordinaria quarta-
feira 21 do corrento/s 10 horas da ma-
nhaa, no palacete da ra da Praia.
J. L. Dornellas Cmara,
1." Secretario.
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al mesmo poraquelles que, desviados dos prin-
cipios guraes da medicina, se tem tornado sysle-
niaticos c exclusivistas. Tralava-se portanto de
oesconr um novo composto que, ingerido no
eslomogo, o nao cansasse e fosse promptamente
absorvido e assimilado, e que mesmo sem o con-
curso ou nlervcncao de quandades maiores
de sueco gstrico pudesse ser supportado por
pessoas as mais delicadas, sem fatigar o eslomo-
go e Ins produzir a constipado de venlre
Os meus primeiros Irabalhos sobre o phospha-
lo de ferro, datam de 1849, c consignados nessa
poca as actas da academia do scitncias, e mais
larde, em lo4, 18o/ e 1858; na academia de me-
dicina, provaram que o phosphato de ferro solu-
velera cao smenle mais commodo e mais fcil
de administrar, mais al salisfazia melhor do
que qualquer dos oulros ferruginosos conhecidos
as diversas udicaces pratica*
Assin
que todos conhecem como urna das causas pn-
mari.is o muilo frequenles das molestias pulmo-
nares tuberculosas.
O modo de administrado do phosphato de
ferro sohice\ dos mais simples e facis. Toma-
se cm gcral duas reres ao dia, de manhaa e de
larde, meia hora antes do alraoco e do jautar,
ou s comidas (conforme cada um se der me-
lhor), logo depois do'caldo cm dse de meia co-
lher de sopa pequea. Esta era geral a dse
que mais convm aos doentes: porm algumas
vezes, o mais tarde, em vez de meia colher, po-
dero tomar urna colher cheia, duas vezes tam-
bem ao dia, s ou misturada com agua c assucar,
e at mesmo com agua c vinho (branco), se as-
sim so dercm melhor. Estas dses todava po-
dero ser augmentadas ou diminuidas conforme
a susceptibilidade do estomago de cada um.
O phosphato de ferro solucel, deilado cm dse
de urna colher de sopa em obra de una libra de
agua e bem vascolejado, faz urna excellenle
agua ferruginosa superior s aguas Bussang, de
Spa, ele, e sobretodo muilo econmica.
numero dos frascos precisos cara a cura
das molestias cima mencionadas varia con-
forme as circunstancias Individuaos; porm
KnCOrtf'iCa.r ""V"1" ca,so c. umas co.n1'" I = Vende-so urna loja de miudezas com pou-
ui. ao completamente arruinada, nao ser raisler eos fundos, na ra Dircila : a halar no armazem
lomar mais do que^3 a 4 frascos; mas advertire ja lua 0 \igario n. 8. -^
que nao convem qc o doenlc se precipite, to- <_ ...
mando dse sobradse, julgando que assim se AlOllllOI (laS lili II ll U1S.
cura mais depnssa. Sabio luz o segundo numero da serie extra-
Como melhor abono de ludo quanlo cima fi- ordinaria do Monitor das Familias, coutendo a
ca dito transcreverei o teslemunho insuspeilo vista da ra do Collegio (boje do Imperadorl, na
de alguns dos principaes mdicos de Pariz, cujos occasiao de passar o prestito imperial, e as das
illuminacdes da ra da Cruz, dos Pescadores6
catraeiros. Rocebem-se assignaturas na lypo-
grapliia brasileira, ra do Passeio n. 19, o na
ra di Cadeia (hoje do Imperador) n. 22.
Jockey club.
;leza.
LEILAO
ML B
Quinta-feira
PELO
22 do correntc
AGENTE
Para o Porlo
sabir cora brevidade o patacho porluguez Du-
ine do Porto, de primeira marcha : quem no
mesmo quizer carregar ou ir de passagem, dirja-
se a na da Madre de Dos n. 3, a tratar com
Josc" Antonio da Cunba & Irmao, ou com o capi-
tao na praea do Corpo Santo.
PESTAA.
A' porta do armazem do Sr. Atines defronte
da alfandega, ny supradito dia pelas 10 horas da
; manhaa, o mencionado agento vender por con-
li de quem p-rlcnccr
200 taixas com excellenles massas chegadas rc-
cenlemente no ultimo navio francez.
O haaixo assignado como procurador baslan-
le da finada Margarida Francisca das Virgcns con-
vida amigavelmcnle ao senhor de engenho de
Curuanji, termo de Goianna o Sr. Vicenle de
Araujo Pinheiro, para vir dar conta dos bens que-
so acham em seu poder, pcrtcncenles a finada
; Margarida Francisca das Virgcns, bens esles dei-
, xados pelo seu finado pai Francisco Paula de
Andrade, e se assim o nao llzer sero seus bens
scqueslrados al final embolso, vislo que a finada
Margarida Francisca das Virgcns deixou hcrdeiros
estes que hoje cxislcm em tristes circunstan-
cias. Kecife 20 de dezembrode 1859.Francisco
Luiz Bellido
Fugio do engenho Sap, no dia 7 de marco
do crente anuo o mulato Virissimo, de 50 an-
uos pouco mais ou menos, estatura regular, cal-
vo, barbado, c coslumava a fazer a barba de'ixan-
do suissas, muilo regrista e tocador de viola,
sabe assignar o nomo e fazer algumas lettras de
conla, calende alguraa cousa de purgar assucar ;
fugio para as bandas do engenho Araguary. ou
S. Francisco, termo de Porlo Calvo da provincia
de Alagoas, foi escravo do Sr. Francisco BoIcSo
do Ex, c de una padre que mo-owim I jo'da
| Madre de Dos ; roga-se portan as autori ades
e capilaes de campo a captura do mencionado
1 escravo ; assim como prolcsta-se desde j conira
I quem o houver oceultado por lodo o prejuizo oc- contra a tsica
i casionado desde o dia da fuga alem de se proceder
| criminalmente : quera o pegar leve-o ao mesmo
engenho Sap, ou no Recil'e ra larga do Rosario
n. 24, que ser recompensado com 100$.
i Alugam-se para passar a frsta duas casas
I sitas no lugar de Sant'Anna de dentro com bas-
tantes commodos para grande familia, sendo o
I lugar o mais saudavcl para a saude, com banlio
| peilo de casa : a tratar na ra do Bangel n. 62
armazem.
Milho e farinha.
negros, lenlio a esperanza de que os mdicos
poderao operar com elle raelhoras promplas o
curas rpidas e seguras, c abreviar consideravel-
mente o lempo da couvalcscenca das doencas,
pela sua accao tnica e analptica especial.
Molestias que se empresa, e seu
modo de attmiiiistracao.
As molestias cm que o phosphato de ferro so-
luvel, sem questo, se lera mostrado at boje
sempre heroico sao as seguiules : a anemia (fal-
ta ou diminuicao dos glbulos de sangue) (*) ;
a chlorose (ictericia branca, cor pallida, pallidez
do rosto lilhas de faltas menstruaes) ; a leucor-
rha (lores brancas, lluxo alvo ou branco); a
amenorrha (falta completa ou incompleta da
menslruccao); a dysmenorrha (dilbculdade no
apparecimento da menstruaco, menstruacao dif-
hcil em dores, espasmos, etc.); a dispepsia fra-
queza e dilliculdade na digeslao, d'igesiiio tarda
e penosa, digestao imperfeila); a emaciaro (em-
magreciinento sem causa conhecida, assim como
o ctnmagrecimenio fllho de molestias prolonga-
das) ; as escrophulas, a gastralgia (dores nervo-
sas parles, etc. Observaremos que. alera das re-
comiendas vantagens quo na cura deslas mo-
lesnas se lem obtido, ja com o emprego dop/4 --
phato de fern, soluvtl, a qualidade que o lor.
mais recommendavel anda a de se poder co -
r como meio preventivo ou prophylaii o
pela cura prompla da chlorose
nomes e repulaco sao assaz recouheiidos.
Leras.
Pariz, 3 de julho de 1858.
O phosphato de ferro soluvel do Sr. Leras '
tt-m-mc dado os melhorcs resultados como me-
dicamento ferruginoso ; sempre muito bem
supportado e de urna admnislraco fcil.- a commisro directora faz publico que as nri-
Barlh, medica do hospital Beaujon. raeiras corridas honradas com a augusta presen-
A pnnaracao ferruginosa do br. Leras, c a Qa de SS- MM# ,, deN.erao ter lugar no dia 22 do
que apphco de melhor vontade, e a quo mo ua corrente no prado Piranga, na estrada dos Rome-
os memores resultados tanto na cidade como ; dios ai 4 horas da ,ardei chegarem
no hospital.-Aran, medico do hospital da San- ; SS. MH. u.. e roga aos membr0s! das commis.
to Antonio. Ises nomeadas, deseacharem no prado al 3
Urna mulher muilo gravemente doente, e |10raii ndo a ca?an0 quelles que perteiiccrera
qual infructuosamente tinha applicado o lclalo a commisso da recepeo do SS. MM.
de Ierro, as pilulas do Vallct, as aguas frreas
de Spa e de Passy, foi immedial menle mellinra-
da com o uso doi phosphato de ferro soluvel, que
ella supportou muilo bem.Bernuiz, medico
do hospital da Piedade.
Eu aconselho nimias vezes aos doentes, e
principalmente aos que sao dotados de consii-
tuices delicadas, o phosphato de ferro soluvel,
e at liojo nao tenho lido molivos seno p3ra me
louvar.fobert, cirurgio do Hotel Dieu.
O phosphato de ferro soluvel segundo a
minha opinuo, a preparacao que os doentessup-
porlom melhor, e a que d os melhores resulta-
dos.C'asenure, medico do hospital de
Luis.
De lodas as preparacoes ferruginosas co-
nhecidas a que, segundo minha opinio, se
supporla melhor e cura'rpidamente as affecces
que exigen esta indicaco, sem contradiccao o
phosphato de ferro soluvel de Leras.
Tem principalmente a vantagem de evitar a
conslipaeao de venlre, e de convir s pessoas de
estomago delicado.nrr. .1. Favrol, autor do Tra-
tado de doencas de mulher.
Afora esles muitos mdicos dos hospitaes de
Pariz, que diariamenlo applicam, citaremos os
nomes dos Srs Arnal, Bazin, Boinel, Castilhes,
ebou, Deschamps, Denoncilliers.Favrot, Gillelt,
Gros Guiboul, Monod, Martin, Saint-Ange, Na-
tali Guillo!, Oltembourg, i'alletan, Sehmster,
Fernoi, ele. Nos Estados-Luidos, Allemanha.
cor.
I'raqueza e debiiidade geral com falta de
Enfeites para cabera das
seuhoras.
Na loja da apiade ouio, ra do Cabu-
la numero 1 B.
Vendem-se os mais lindos enfeiles com vidri-
lho prelose do todas as cores, ditos de froco a
velludo de cores, proprios dos vestidos",que so
usara, chapcosinhos e touquinhas muilo lindas
paro meninas e meninos, capellas com palmas
todas brancas, proprias para nolva, e oulros mu?-
cU11 lo mais enfeiles, leqnes de muilo goslo, de ma-
dreperola o de oulras muilas qualidades, botos
de lodos os goslos para casaveqne, assim como
franjas e iranias de lodas as qualidades, bicos de
seda e de nho de lindos padres, perfumaras
de lodas as qualidades, que se vendo tudo muito
barato por se ter receido em direitura da Eu-
ropa
Vendcm se na loja de Nabuco & C. na ra
Nova n. 2, ricos lencos de cambraia de linho
bordados para bailes, alfineles dourados para se-
gurar enfeiles de cabera, chapelinas de senhora,
grvalas de seda brancas para bomem, luvas de
pellica de Jouvin para horaem e senhora, borze-
guns de setim brancos c pretos para seuhora9,
etc., e oulras muilas fazendas de goslo.
Nabuco & C. com loja na ra Nova u. 2,
: acabara de receber pelo ultimo navio francez um
i lindo sorliracnlo de roupa feila, como sejam,
espanha, Inglaterra, Hollanda Russia Blgica. |casaca d panud ,I10 nbnuuew de nannopre-
Ilalia, Portugal e Brasil tem sido applicado pe- I <- ------- -..
os melhores mdicos que tem reconhecido suas
grandes vantagens ; ejulgo desneressario publi-
car urna quanlidade enorme de atlestadosem qui-
se provam railhares de curas com este bello me-
dicamento, c que graluilanieulc me tem sido
enviados de varios paizes.
A bordo da corveta a vapor Pedro
II, precsa-se de criados : qnem quizer
contraiar-se podem dirigir-se a qual-
quer hora.
Deposito nesta cidade
27RA DA CRUZ11
Escriptorio de Alincida Gomes, 4 Ivs C.
O Jjuje Sube para o Acarac com escala pelo
.\ss no da 20 do correnle impreterivelinente,
eooi carga ou sem ella : a untar com Tasso li-
maos ou com o capitao Domingos Henrique
Mafra.
| O agente Hyppolito da Silva fara'
liljo de uina porrao de saceos com mi-
;Ilio e tarmlia de mandioca chegada re-i
centemrnte da Granja no patacho na-
cionalAnua: quarta-feira 21 do cor- v
rente ao meio dia em ponto no aj^ma-|'
zem de Machado & Dantas, rija, da Mal')"
' dre de D30S comfrontcf o consulado i
provincial. /*'
PROVINCI
Corre amanhaa.
A ieira & Rothchili
REAL COMPANHIA
Anglo-Lso-Brasilei^a.
1 vapor Brasil, espera-se da F.uropa de 2 a
-" do correle C seguir para os porjos Jo sul no
mesmo dia, uta passageiros Cycnuommeniks I Gno e
tiata-se cmn os agentes Tasso Irmuos. ^
Primeiro andar.
<
Domingos Alves M ! por intervenoaodo agente Hyppolito da.^,
ilva.de VO barr* com vinho do Porto ]rc
10 barril cofa presuntos de La- tt
mego : quarta-feira 21 do corrente as E
.11 dor'aslem poni, de fronte da porta H
da alfandega.. M
imum
1\E;VL 0MPASHI\
,v--J O agente Ilyppul'to da
Tfcilao por conta e risco de
t
Silva fara'
e quem per-
Dmmgos Ferreira Mtia, mo-
rador na ra do Apollo n. 4,
r tem para vender : 1 escravo par-
* do de idade de 5 a 50 anuos,
hora ollicial de carpina ; outro
dito tambera pardo bom ollicial
de pedreiro ; outro dito tambera
pardo de idade 17 nnros, bonita
figura, raals sem olicio ; salsa de
superior qualidade (.herrada do
Para'no dia j do corrente no
vapor Paran', vende-se por
menos do que em outra qualquer
parte.
I

M. J. de Araujo Cosa l'ilho lem pai a vender no sen escriptorio da ra cima
no sortmsnlode fazendas que trouxe do Rio de Janeiro :
llico sorliracnlo de lencos de cambraia bordados.
Camisinbas bordadas ede renda.
Flores do camelias, plumas marabout.
Enfeites do llores para cabeca.
Setim branco e nobre/.a branca. r
Chapelinas de pallia da Italia, e veos de renda.
Lencos de enguio de linho brdalos
Alcatifas avelludadas e tapetes para sof.
. Damascos de seda de cor,
Roitpocs do fuslao o.cambraia para senhora cmuHos oulros olfleclos Je scnboras e .
a vantagem de offerecer tuJo com grande piodicidado de pre- (f*
;os por ter recebido directamente de
Acha-se
recolhido
a casa de detence5-
ingl-Liiso-Brasileira.
O vapor Portugal, espera-se dos porlos do
>ulde 21 a 22 do correntc e seguir para ffs da
l'.uropa no mesmo dia. Para passageiros e e-
i ommendas truta-sc com os agentes* Tasso Ir-
1II05
Rio Grande do Sul.
S^gue com brevidade por ler dous tercos da
carga tratada, o patacho Bom Jess, capitn Joo
ionealvcs liis : para o resto, trala-se com Cae-
lano"Cyriaco da C. M. no lado do Corpo Santo
numero 25.
Maranlio e Para.
O brigue escuna Graciosa, capitao Joo Jos
de Sooza, sahe imprelerivelmenle no dia 22 do
crrenle, com o qne livor a bordo ; os senhores
nassaseiros queiram vir dar os seus nomes al
;ir> meio dia de 21, no escriplcrio dos consigna-
tarios Almcida Gomes, Alves & C, ra da Cruz
numero 27.
Para.
oiaie Lindo Paquetea, eapilo Jactntho Nu-
pouwFd
inanjaJ
com os
c.Um
o patacho
he aa(ga o
trauraento,
Aquino Fonscca, na ra do Vigario n. 19, pri-
meiro andar, oa com o capitao na pracn,
' tence dos se^fnintes gneros deposita- | prclo. Antonio, que diz estar fgido, e ser osera?
dos nb ^rulazcm alandegado de Jos "0Je A,ltouio Francisco Marcclmo o qual Wra*
. jjr Y o ., 8Cipreso a urna hora danoile do da 16do correnl-
Antonio fc Araujo no qaes de Apollo :, com umas gllinhas furtadas no lugar da Casa
quinta-feira 22 do corrente as 11 lioras' 1'orlc- Subdelegada da freguezia do Poco, 18
em nonln de de;embl'0 de 1859.O subdelegado;
em ponto. Josfiftncalw da Porduicum.
) gigos com champagne primeira Precisa-se T um criado para cam de ho-
\ raem solteiro : po caes do Ramos n> 16, sobrado
' unico'dc um andar.
. -j- Gabriel Wclluuns, subdito britnico vai
Baha.
^"Precisa-se de um caixei quede conboci-
qjentowiC sua conducta : na padaria da ra l)i-
rcijan. 2,1. Namcsma precisa-se de um traba-
lhador.
^lllm. e Eim. Sr.A commisso dos abaixo
signados, nomcada pela cmara municipal de
para dirigir os festejos por occasiao
B. M. Imperial esta villa, ofl'erece
i pafa o asylo de mendicidade, c por intermedio
de V. Exc. a quantia de 864J0O0. Espera a com-
misso que seu orl'erecimcnto seja aceito.
Dos guarde a V. ExcVilla de Serinhaem 14
dernezembro de 1859.Illm. e F.*m. Sr. Dr. Luiz
Barbalho Muniz Fiuza, dignissimo presidente da
! provincia.Gervasio Campello Pires Ferreira.
iV gario, Demetrio Jacome de Araujo.Firraino
fWa Cunha Reg.
Altenco.
a
Sam Bibs, querendo relirar-se para a corle
no primeiro vapor, participa ao rcspeilavel pu-
blico desla cidade que ainda tem um lindo sorli-
mento do joias com brilhantes, que prometi ven-
der por preco multo commodo para acabar :
quem o quizer procurar o achara no hotel Fran-
cisco, na ra do trapiche.
Precisa-se para casa de pequea familia,
do urna ama, preferindo-so de tdaae : na rua U
Aurora n, 41, segundo andar.
qualidade.
G6 caixas com velas de spermacte.
54 caixas com graxa fina para arreios.
4 ^aixas com peixe.
i G pipas com genebra.
27 barriscom vinagre.
| -3 barris com wisth.
16 barris com romh.
11 barris com bolacha.
8 banis com breu.
LEILAO
E. H. Burle S C. farao leilao por con-
ta e risco de quem pertencer e por in-
i tervencao do agente Hyppolito da Sil-
segue em direitura ao Para, com
por ter j grande parle da carga
a a carza que lho falta, trata-se
alarios Almcida Gomes, Alvos &
n. 27.
a vai sabir com a maior presteza
nez Fiordo Mara, anda rece-1va de oOO caixas com massas linas, che-
geiros, aos quacs oerccc bom gadas pela polac sarda Linda, entrada
; lem 12 do corrente, em lotes a vontade
do comprador:quarta-feira 21 do cor-
(uarda-Iivros.
ssoa com ]
racao mcrcajjtihtpIVe
]ualque/^scrip(S pe
prelender, djtiia*se
Lina
pessoa com bstanle pntica de escrptu-
rece-se para tomar conta do
por partidas dobradas : quem
^a~se a ra da Cadeia do Recife,

lo c de cores, palelots de panno preto e de "co-
res, ditos de casemira de cor, ditos do brim bran-
co e de cores, ditos de seda, calcas do casemira
pela, ditas de cores, dilas de brim branco o de
j cores, colleles de velludo, dilos de seda, de ca-
j semira, dilos de cachimira branca, ditos de fus-
(io, camisas brancas e de cores, ditas df fuslao,
dilas de peito de linho, inglezas, ceroulas de li-
nho, ditas de algodao, dilas de meia, camisas de
flanella, dilas de meia, dilas de casemira, guac*.
as que usara os empregudos da estrada de ferro,
e oulras muilas roupas feilas por menos do quo
oulra qualquer parle.
Desappareceu da casa era que se achara
para ser vendido, um escravo pardo,- de nomo
Virginio, idade cerca de -10 anuos, rosto corupri-
do, pouca barba, estatura mediana, secco do
corpo, eanda calcado ; este escravo veio do Ma-
ranlio, e consta que seguir para o seilao de
Piauhy, donde se suppoeo;ue natural: quera o
apprehender e cooduzir ra da CaJeia do Reci-
te n. 38, primeiro andar, ser generosamente
gratilicado.
Precisa-se de um criado para bolear ua
| cabrio'et, quer-se que seja bom boleeiro e de boa
conducta: quem tiestas circumslancias se ochar,
procure na ra do Brum u. 28, ou na ra da Ira-
I peratriz n. 43, o,ue achara com quem tralar : on-
de tambera encontrar 2 escravos possantes para
| se alosar para qualquer servico.
Frederico Robilliard deseja fallar com o Sr.
Antonso Adolpho Leite do Reg sobre negocio do
importancia.
Precisa-se alugar um silio pequeo com ca-
sa, no bairro da Bua-Yista : na ra Direita n.
!32, primeiro andar.
O abaixo assignado roga ao lllm. Sr. pro-
curador da cmara do Olinda, queira vir receber
os loros do terreno da casa n. 3, sita na ra Im-
perial, vencidos desde novembrode 1850 at no-
j vembio de 1S59. Recife 20 de dezembro de 1859.
Jos Floriano da Cunha Cavalcanli.
O abaixo a>signado nao receben os cartas
que da Babia llic foram remedidas pelo vapor
i'yne, chegado em 15 do corrente dezembro.
.OicJiio Gonralves Gravat.
I Xa loja aopdo arco de
Sanio uionio,
S

sm
&
^
/-
MUTILADO
\
loja n. ^5.
Alugam-se duas moradas de casas na fre-
guezia da Var/.ea, junto a povoarao, com gran-
des quintaos u errores de fructo : a fallar na ra
de Hurtas n. 2, no segundo andar.
Desappareceu desde o da sexta-feira, !6 do
correle, do pateo da Itibeira, um cavado easta-
nho cora cangalha e cambitos, tendo os signaes
seguiules : um lauto pcqueuo, calcado de bron-
co de um pe : quem o pegar, leve padaria do
Sr. Joaquim Luiz dos Santos Villaverde, ra Im-
perial n. 173, que ser bem recompensado.
Precisa-se alugar um molequo para trri-
cos leves : no largo da Assenibla n. 12, lercei-
ro anular.
I'i.ispassa-se o arrendamcnlo de tira enge-
nho distante desla praca duas legoas, vende-se
uina parle no mesmo engenho, machina nova
vapor, distilaco ora e bem montad*, 22 bois
de corroa, seis quarlos, algumas obras, salra
plantada, ele. etc. ; trata-se na ra do Crespo n.
13, loja.
Na padaria da ra das Larangciras n. 28,
precisa-se de um preto idoso, para entregar pao,
e prestar alguns serebos na mesina.
Vende-se um escravo crioulo, com 25 an-
nos de idade, sadio e sera vicios, lem principio
de pedreiro e caiador, e bem condicionado pa-
ra tiatamenlo de sitio por saber bem plantare
estar acostumado ao trato de sitio : vende-se
por precisao, afianca-se molestia ou vicio: a
tratar na ruada Cadeia, em casa de Claudio Du-
beaux.
Compra-so uraa easa terrea pequea, no
bairro da Boa-Vista : a tratar na m do Rosario
n. 59, defron!e da ra do Arag" j.
' HiVl
Farinha de man-
dioca.
Vende-se a 5$ a sacea : na ra da Cruz, arma-
zem n. 26.
Vendem-se tres cavallos muito proprios para
quem viajar ; a ver-se, na cocheira do Sr. Pau-
lino, na ra da Roda, e tratar, na ra do Quei-
raado n. 25.
Vende-se a armacao do doposito do pateo
do Teivo n. 98 : a Halar na ra Velba n. 119.
Annuncio.
No sobrado dos Barros Baixo n. 3, ha banhos
fros para homens e seuhoras, com distinccao dos
lugares e aceio.
ACOMPANIIVMEMO MARTIMO EM VIAJfEM
DE SS. MM. II. PARAIIIBA.
A assignaiura para as pessoas no vapor Ca-
maragibe como se tinha annunciado, fecha-so
s 4 horis da tardo do dia 21 do corrente, no ar-
mazem do agente Pestaa, ru do Vigario n. II.
No dia 18 do crrenle fugio do engenho
Fyrno da Cal, um negro de nome Themolco, de
dn^de 22 annoa, rosto redondo, bem preto,
denti^limados, baixo e reforcado do corpo, con:
um ferro no poscoco : quem o pegar, leve-o
ra Novan. 14,que'ser pago de seu trabairjov
Precisa-se de um criado para tratar d-ea-
rallos, para urna casa cstraiigeira ; a tratar na
pn;a do Corpo Sanio n. 11.
Vende-se una mulata com urna ilria do3
mozos, cozinlia, engomnia o lava, ludo faz com
perfeicao, muito sadia e sem vicio: na ruaes-
treita do Rosario n. 28, primeiro andar.
ccebeu-se um rico e completo sorlimenlo de ri-
cas caixinlias com amendaj proprias para a ra-
pazeada de bom gesto dar do feslas.
Pennas de caiigra-
phia verciadeiras.
Vendem-se na livraiia universal, ra do Im-
perador [ontr'ora do Colb-gio; n. 20.
Vende-se um cabriolel com ptimo cavado:
a tratar ua ra do Crespo com Adriano & Castro.
Vende-se urna bonita cscrava crioula, de
22 a 24 annos, sem deleito algura, chegada ha
poucos das do serto, por 1:500^. ou ainaa per
menos alguma cousa : na ra do Queimado, casa
do Sr. coronel Gouveia.
Est-se acabando.
Na ra do Livramenlo, loja n. 38, confronte
ao olo da igreja, vendem-se boleas para via-
gem, de oleado, botas inglezas, nissianas todas
de borracha, camisas do casemira, redes de apu-
rado gosto ; todos estes objectos sao proprios
para os empregados da estrada de ferro e embar-
cadieos.
VINHO DE CAJ*.
Vende-se nos Alegados, ra do Molocolomb
n. 42, lauto a retalho como cm por;oes, assim
como oulros quaesquer gneros.
Em casa de Luiz
Deloueh,
{ova n. 22, tem para vender livros em bran-
co para es ii)iuraces, os mais bonitos possi-
veis, por proco muito barato.
Calcado muito barato.
Para acabar ateo flm deslemez.
Borzeguins para meninas a 2JO0O
Sapatoes pira meninos a 2$ o 2&500
na ra doCabugn.9.

4


-
.
V


DIARIO DE PERNAHBUCO. TERCA FElRA20DEtZliMBRO DE I8B9.
UN1G*. VEttDAiltlHA
GITIMA
LE-
SALSA PARRILHA
Eieiie (llicqiiol a tteims.
Advcrte-se ao respeitavel publico de
Pe-na id buco que o nico deposito de
sua champagne para a provincia de
Per na m buco em casa de J. Praeger &
C, ra da Cruzn. 11.
J. Praeger & ., ra da
Cruz i!. 11.
Receberam ltimamente :
Vinho muscatol moinsen de superior
qualidade.
Champagne de Eugene Clicquot.
Bisco utos inglezes e hamburguezes.
Agua de Selle.
Vinho de Boidcaux, ehateau lafitte, la- midadcs resultantes do emprego do mercurio,
rose, ieowilte. ,
Queijos daSuissa.
Ditos londrinos.
Vinho do Porto e xerez em garrafas.
Ervilhas, meias e quartat.
Mustarde de rauzer.
Ameixas em latas.
Sardinhas em meias latas.
Batanea decimaes.
Velas stearinas.
Charutos de Ha vana.
Frutas em frascos.
Tintas ero. oleo, latas de 28 libras.
Alvaiade em barril.
(5)
Remedio sem igual, sendo reconliecido pelos
mdicos, os maisiminentes como remedio infil-
livcl para curar escropliulas, cancros, rheumalis-
mo, enforuiidades do igado, dyspepsia, debili-
dade ger.il, ebre biliosa o intermitiente, enfer-
ulceras e erup^ocs que resultara da impureza do
sanguc.
CAUTELA.
D. T. Lanman & Kcmp, droguistas por alacado
New York, acham-se obligados a prevenir ores-
peitavel publico para desconfiar de algumas te-
I nes imilacoes da Salsa Parrilha de Brislol que
J lioje se vende neste imperio, declarando a todos
que sao riles os nicos proprietaiios da receila
ido Dr. Biistol, teuJo-llie comprado no anuo de
1856.
I Casa nenhnma mais ou pessoa alguma tem
direito de fabricar a Salsa Parrilha de Brislol,
1 porque o segredu da sua preparaco ar.ha-sc so-
j mente em poder dos referidos La'nman & Kemp.
I Para evitar engaos com desapreciaveis co-
binaces de drogas perniciosas, as pessoas que
CASA DE BANHOS.
Neste proveitoso estabelecimenlo, que pelos no vos rallioramcntos feitos acha-se conve-
nientemente montado, far-sc-liao lambem do Io de uovetubro em vanto, contratos mensacs para
maior coniraodidade e.econoniia do publico de quera os propietarios esperara a remuncracao de
tantos sacrificios.
Assignatura de banhos frios para una pessoa por mez.....10jflOO
momos, de choque ou chuviscos por mez 15J000
Series de carloes e banhos avulsos aos precos annunciados.
ARCHIVO UNIVERSAL
REVISTA HEBDOMADARIA
COLLVBORADO
liOTiKll
Sem resguarao nem iiwoiuiuorfo.
Erysipela limita perna.
Dcscjosodc curaprir com meu dever vou por
meio de. sna acrcdviJa follia agradecer ao Sr.
Ricardo Kirk, morador na ra do Parto n. 119,
Sr. thesouicuo manda lazer pu-
blico que se acham a venda todos OJ dias porler curado perfeitamente em 32 di.-.s a rainh
i ni. j i a j senhora com a npplica'oo de suas Chapas vie-
as J horas da mauhaa as 3 da tarde, dicinaes=dc urna erysipela em urna pema, que
no pavimento terreo da casa da ruada sofTrendo muitisaimas drese usando intilmente,
Aurora n 9fipmtriia* cnmmiinnaHm de lodos os remedios possiveis, acha-se agora li-
Aurora n.zo e as casas comratssionadas. vrc de t-0 lerrWe, raolesUa Prtan(0
pelomesmo senhor thesoureiro na pra-
ca da Independencia n. li e!6, os'
bilhetes e meios da quarta parte da pri-
meira lotera do convento de S. Fran-1
cisco de Olinda, cujas rodas deverao an-j
dar impreterive!mente no dia 21 do!
D. Antonio da Costa A. 1\ de CuslilhoA. Gillexaudre HereiilanoA. G. RamosA. Gnima- corren te mez.
raes-A. de Lima-A. de Oliveira Marreca-Ahes Branco-A. P. Lopes do Mendonca-A. Xavier! Thesouraria rhs Infria 7 Hp Ip i Prer,sa se de urna ama que saiba CO-
Rodrigues Cordeiro-Carlos Jos Rorroros-Carlos Jos Caldeira-E. Pinto da Silva c Cunha-F. T i nr Sinhar com toda a peieSo pagase
Comes de Amorim-F. M. Bordallo-J. A. de Freitas Oliveiro-J. A Maia-J. A. Maroues-J. de I zembro de 1859.O escrivao. J. Al. da n1 j-a...;!,.,.. ;n l1
AndradeCmvo-J. da Costa Cascaos-J. Daniel Collaco-J. E. de MagalhaesCoutinho-J. G. Lobato Cruz. '
PiresJ. H. da Cunha RivaraI. .1. da Groea JniorJ. Julio de Oliveira PiuloJos Hara
Latino CoelhoJulio Mximo de Oliveira PimenlelJ. Pedro de SouzaJ. S. da Silva Ferra/.
Jos de TorresJ. X. S. da MollaLeandro Jos da CostaLuiz Filippe LeitcLuiz Jos da
aceite o
meu rcconhccimcnlo o Sr. Ricardo Kiik. pela in-
venco dcUo til remedio, cujo niereeimento
superior a todos os elogios.
Augusto C. Prengtl.
Ruado Cotovcllo n. 27.
PELOS SRS.
Cunha L. A. Rebello da SilvaPaulo MidosiRicardo Julio Ferraz Valentim Jos da Silveira
LopesXislo Cmara.
DIRIGIDO
a
i
f
Joias.
M
^Vtt$TAUs
pon
A. P. de Carvallio1. F. Silveira [da MollaRodrigo Paulino.
| Ojoalheirode SS. MM. |;
II. estando prximo a se
Destinado a resumir todas as semanas o movimento jornalistico e a nfferecer aos leitores, con- 2 {'(tirar D3ra a COl'lC tetll
juntamente com a revista do que maii notare 1 houvcr occorrido na poltica, na sciencia, na indus- i < *
tria ou as artes, alguns arligos originaos sobre qualquer destos assumplos, o archivo universal.
qui/.ercm comprar o verdadeiro devem bem ob- desde ianeiro de 1859, em que comecou a publicarse, tem salisfeilo aos seus fius,
com n innior
i
m
F0LIHMI.4S PAR .800.
servar os scguinles signaos sera os quaes qual-
quer oulraprcparaKio falsa !
Io O envoltorio "do fora est gravado de un
Estao venda na livraria da praca da Inde- |laj0 S0D urna chapa de aro, trazendo ao p as
pendencia ns. 6 e 8 as folhinhas para 1860, im-i seguintes paiavras
pressas nesta typographia, das seguintes quali-
dades :
m OLH1NIIA RELIGIOSA, conlendo, alm do
kalendario e regulamento dos direitos pa-
rochiaes, a conlinuai;.io da bibliotheca do
Cristito Brasileiro, que se compoe: do lou-
vor ao santo nome de Dos, coroa dos ac-
tos de amor, hymno/ ao Espirito Santo c
a N. S., a imita^ao do de Santo Anihrozio,
D. T. L\NMA.N & KEMP
SOL AGENTS
.Y. 00 Water Street.
New ovk#
2 0 mesmo do oulro lado tem um rotulo em
papel azul claro com a firma e rubrica dos pro-
prietarios.
3o Sobre a mlia acha-se o retrato e firma do
jaculatorias e commemoricao ao SS. Sa- | inventor C. C. Kristol em papel cOr de rosa.
cramento e N. S. do Carmo, exercicio da 4o Que as direcocs juntas a cada garrafa tem
Via-Sacra, directorio para ora^ao mental, nma phenix semlhante a que vai cima do pre-
dividido polos dias da semana, obsequios scnlc aununcio.
ao SS.. coracao de Jess, sadacoes devo- i DEPSITOS.
tas s ehagas de Cliristo, oracors a N. Se- Rio de Janeiro na ra da Almdega n. 89.
nhora, ao patrocinio de S. Jos e anjo da ; Ruina, Germano & C, ra Julin n. 2.
guarda, rcspoiico pelas almas, alm de Pernambuco no armazcm de drogas de J. Soum
outras oraces. Preco 320 rs. & Compaalua ra da Cruz u. 22.
DENTISTA FRANCEZ. |
sos, contos;fbulas,pensamenios raoraes, *l[f-^T' cnsla> r,uadasLa" ^
ecozini,a;g ^Tiiico: casa em T- e 2
exaclido c rcgnlaridade.
Publica-se lodns as segundas fciras em folhas de 16 paginas, e completa todos os semestres
um volume de 420 paginas com indico e frontispicio competentes.
Assigua-se no escriptorio deste Diario, ra dasCruzes, e na ra Nova n. 8.
Preco da assignatura : pelos paquetes vapor 10J200 por anuo ; por nuvio de vela 8$ moeda
brasilcira).
Ha algumas collecc,es desde o comeen da publicaran do jornal.
ITA DE VARIBDADES, conlendo o kalenda-
rio, regulamento dos direitos parochiaes, e
una colleccao de ancdotas, ditos chisto-
Publicagao litteraria.
Guia Luso Brasileiro do Viajante da Europa
1 vol. em 4o de 500 pag.: vende-se na mo do
autor ra do Vigario n. 11, brox. .'1 encad. i^.
SCJ5iSI$@S M9M9M
.-4
@
Jockey Club.
A commissiio directora Jockey Club, faz cons-
tar aos socios que quizerem inscrever os seus
.7.^1 cavallos para as prximas corridas, se acha aber-
Consultorio CCUlral UOnieopalllICO | la a inscrp1;ao soraente at o dia 20 do correte.
O Sr. Manoel Francisco Tarares ttem urna
carta na la de Apollo, armazem n. 18.
Desappareceu
do sitio Caixad'Agua um boi prelo : quem o en-
contrar ou der noticia na ra do Liviamento n.
2, ser bem gratificado.
DO
D
quer de cultura, e preservativo de arvores
e iructos. Treco 380 rs.
DR-SABINO 0 L.NNH0
Ruade Santo Amaro (Mun-9
| do Novo n. 6.J
Continuara as consultas e visitas do Jg
@ mesmo modo que d'autes. A confianza
que o Dr. Sabino deposita na pessoa que
ca cncarregada de seu consultorio nao J
; ser desmentida.
Os pobres serao sempre tratados gratui-
} lamente.
@ As correspondencias sero enderezadas
cora subscripto ao Dr. Sabino com ausen-
cia ao abaixo assignado
'ITA DE PORTA. qual, alm das materias do
costume, contm o resumo dos direitos
parochiaes. Preeo 160 rs.
agencia dos fabricantes america-
nos Grouvcr & Baker.
Machinas de coser : em casa de Samuel P.
Johnston & C., ra da Senzala Nova n. 52.
O Dr. Cosme de Sa Fcreira
(de volt: de sua viagem instructi-
itiva a uropa continua no exer-
ciclo de sua proisso medica.
Da' consultas em seu escripto-
rio, no bairro do Becife, ra da
Cruz n. 53, todos os dias, menosjj
nos domingos, desde as'6 horas
!t as 10 da manha, sobre os
seguintes pontos :
l Molestias de olhos ;
l'. Molestias de coracao e de
peito ;
j- Molestias dos orgaos da gera-
eao, e do anus ;
. Praticara' toda e qualcjuer
operacao quejulgar convenien-
te para o restabelecimento dos
seus doentes. <3
O exame das pessoas que o con- !
Isultaiem sera' ferio indistincta-
| mente, e na ordem de suas en-
I tr&das; 'azendo excepcao os doen-
I tes de ollios, ou aquellesque por
motivojustoobtiverem hora mar- ^
cada para este ra.
A applicacao de alguns medica
imentos indispensaveis em.varios
casos, como o do sulfato deatro-
i pina etc.) sera' feto.ou concedido
gratuitamente. A conianca que
nelles deposita, a presteza de sua
accao, e a necessidade prompta
I de seu emprego; tudo quanto o
jdemove em beneficio de seus
doentes.
i
Idioijias iuglcz e francez.
Eneas Bruce, professor de lingoas, tem a hon-
I ra de informar ao respeitavcl publico, que conti- $j
m
na a dar licocs aos ditos idiomas, tanto na
sua casa como na daquullcs que se quizerem uli-
lisar do bou preslimo. Recebe lambem discpu-
los todas as noiles desde s 7 at s9 : na ra da
Cruz n. 62, terceiro andar.
m
Manoel de Mallos Teireira Lima
Professor em homcopathia e se-
cretarlo do consultorio.
Bolica central horneo palluca
no
a honra de prevcuir ao
J respeitavel publico desta
cidadeque para o baile i
3 que o corpo do commer- %
2 ci vai oferecer a SS.
MM. II. tem ex posto eiu
| casa do Sr. Amorim I Irmo, ra da Cruz n. 3
segundo andar, um rico
sortimento de pecas de g
| brilbantes do mais apu-
radogosto, composto de
fitas, broches, alinetes, g
g pulseiras, botoes, brin-
eos, argolas, aunis, cru-
KEAiP NUEWrTORK


PILULftS VEGETAES
ASSUCARADAS
NEW-YORK.
' O MF.I.HOR REMEDIO CONnECIDO
Confiaconstipaees, ictericia, affeccoes do figado,
febres biliosas?clicas, iudiqesloes, ei'.xaquecas.
Hemorihoidas, diarrhea,doencas da
pelle, irupcSeve todas as entermidades,
PIXOVF.NIKMT.S I>0 ASTADO IMPIRO DO SASCIE.
75,000 caixas deste remedio consoiumem-se an.
nualnieiite 1 1
Rcmelio la natureza.
Approvado pela faculdade de medicina, e rc-
', commendaao como o mais valioso catrtico vt-
, getal do todos os conhecidos. Sendo eslas pillas
\m ZCS, IOS de perolaS finas, puramente'Tegetaes, nao contera ellas nenhum
; j___________,__.i__i_ i a I veneno mercurial nem algum outro mineral ;
esto bem acondicionadas em caixas de folha pa-
commendas da ordem da
Rosa de ouro e brilhan-
CAIXEIRO COM ROA I.ETTRA.
Precisa-so. de um caixeiro de 16 a 18 annos,
poucomaisou menos, que tenha bonita litlra, e
pode dcixar carta fechada tiesta typngraphin, in- ^
dicando numero c ra de sua residencia para sor W ~, .
procurado, botando as iniciaosN. P. # teS para lllCiaeS C COIU-
Aosscnhores de engenhos c aos plan-' mendadores relogios ,
ladores de capira. ; eorrentes, bocetas de ou- !?'quele
DR.S. OLEGARIO l-FBEHS
^j Coulinua a vender-so grande sortimento
H de medioaaientos homeopalhicos tanto #
Q em glbulos como em tinturas. #
^d Os precos das ca teiras sao os mesmos $
, & que so acham estipulados no final do the-
j i>) souro homeopalluco. $4
i ;?j Cada tubo avulso 1J00O jj.
. j Cada vidro de tintura 2j000 .'$
tThesouro homeopathico ou vade- fe*
mecum do homeupalha, encad. llgOOO fo
i
v..
AVISO
NS SENH0RES PROPRIETARIOS
DE
Typograpliias
Acnbam de chefjar de Pars lindas
estatuas de GUTHEMBERG, inventor j
da arte typographica, segundo o mo-
delo do celebre Sculptor David (d'An-'
gers), da altura de 20 pollcgadas.
Igualmente vieram os seguintes ob-
jectos para officinas t) pographicas
Ama de leile.
IM'ecisn-se urna ama de leile para crear um
menino de6 mozes pagando-se bem : na ra das
Crates d. 41 2o andar.
s Na ra da Pazn. 3, d-se comidas particu-
I lares por preco mais coiumodo do que em ou'ra
' qualqner parle ; lambem se offerece pastis bem
i feitos de todas a* qualidades que queiram ofle-
recer, lambem se incumbe de lazer para as
i igrejas.
Guimaraes & Carvalho fazem
jscierjte que o Sr. Francisco da Silva
i Lisboa nao mais s?u caixeiro desde 1
do presente. Recie 17 de dezembro de
1859.
ra resgtiardar-se da humidade.
Sao agradareis ao paladar, seguras e efficaze
: em sua operaran, e um remedio poderoso para a
juvontude, puberdade c velhice.
Lea-sc o follieto que acompanha cada caixa.pelo
qualse licar coiihccendo asmuitascurasniilagro-
m eirectuado. D. T I.anmnn St ,Kemp,
droguistas por alacado em Nova York, sao os ni-
cos fabricantes c propietarios.
Acham-se venda em todas as boticas das prin-
cipies cidades do imperio.
DEPSITOS.
Rio de Janeiro, na ra da Alfandega n. 89.
Pabia, Germano & C, ra Julio n. 2.
Pernambuco, no armazom de drogas de 1. Soum
& C, ra da Cruz n. 22.
roso de lodos, nao s para a caima, como tam- b mais ob'iectos de peso, obra muilo ulil "para to- "". 1>";l-isase de um caixeiro de 16 annos com-
pratica de tatierna oque de tiador a sua conduc-
ta : na ra da Cruz n. 20.
Na Cabanga junto aomoladouro publico,em urna
fabrica que alli se.eslabeleccu, vende-se sangue ;
de boi reduzido a'p para servir de uxlrume na
plaa-,jo das cannas de assucar por meio das '
covelas, cujo systema de plantaco ser ensina-
do por um folhelo, que all se distribuir a quem i
comprar mais de 20 arrobas. As experiencias ja
fcilas nesta provincia e em algumas parles da
Europa ; garanten) o bom resultado, que se pode i
obler da pplicago desse exlrumc o mais pode-

i
ro para rap etc., ele,
ludo afiancado e por
precos muito favora veis, g
@@ @ 9S@
Manual de con tas feitas
para compra e venda de assdcar, algodo, couros
bem para ocapim. Este exirume tem a proprie-
dade de desenvolver a vegetacao da caima com
urna forja tal, que no fabrico do assucar vai a
produzir"o tripulo de assucar, que poderia pro-
duzir sem o emprego delle : e e quanto ao ca-
pim. que hoje j objeclo de grande inleresso,
tal a influencia, que na baixa que der dous cor-
les de rapim em tres mezes, com a applicnrao
do sangue pode dar quatro de muilo bom capim e
abundante. Adverte-se aos pretcndenlcs. que o
sangue assiri preparado pode ser conduzido cm
ios : quem 'esejar lirar o maior resultado de
-planlarV'^procuie na fabrica da Cabanga.
DELICiOSAS EINFALLIVES.
das as pessoas que iiegociam com ditos gneros,
c para os senhores de engenho ; pois rom um
lance de vista podem saber o importe de qual-
quer porcao de arrobas e libras ; 1 volumebem
encaderndo por 5$000: vonde-se na livraria
econmica, defronte do arco de Sanio Antonio,
ra do Crespo n. 2.
Curso de preparatorios.
O bacharel A. R. de Toares Bandira, profes-'
sor de geographia e historia aniiga no gymnasio
desta provincia, contina no ensino dos seguintes '
preparalarios: rhetorica, philosophia, geogra-
phia, linguas taracen e ingleza ; na casa de sna !
residencia, ra larga do Rosario n. 28, segundo
andar.
Aluga-se urna cscrava para o snico de | 0ln.id^ "' O vohllBdeB|sda 300,paginas
urna casa, a qual cozinha e lava, tanlo de sibiio ,(
como de vanelo, e nao tem vicios de qualidade .
alguma : quera a pretender dirjase ra do
Imperador por cima da corheira do Sr. Augusto. |
Precisa-so .-.lugar alguns pelos escravos
por mez ou por dias, podc-sc dar sustento, caso
[convenha ao senhor: na linaria n. 6 e 8 do
praca da Independencia.
-los Antonio Morena Dias & C, continuara
a receber por todos os paquetes de Europa um
lindo sortimento de obras de ouro, diamantes a
briliianles: a tratar no seu escriplorio, ra da
Cruz n. 26.
AFILBAIUYISINUA.
ROMANCE ORIi.lNAI. BBASILEIf0,
no sENHon
AM'OXIO JOS' I I'.U\.VM>r.S RF.1S
Acaba da sabir luz este inleressanlo roman-
ce, e acha-se i venda no Rio de Janeiro, no es-
criptorio do Correio da Tarde, na roa Nora do
Modista Lisbonense.
Na ra Nova entrada pela ru das Flores n. i i
l'az-se chapeos de Sra- de sedao palha, loucados,
enfeilos de cabeco, tambcni lava e arranja cha-
! pos de palha de Sra. ludo pelos uliimos figurinos
Sj,,iS1tsearuraa.casa de negocio em S. los
Pastilhas vegetacs ilc Kcmp
coutra as lombrigas
approvadas pela Exn.a
MLIOS QADRAT1NS e LSPACOS
de corpos G 7 8 9 10 11 ,
12 ; LINIIAS de corpos o e 6 ;
INTERLINHAS de 1, 2 e 5 pontos e
GUARN'tCES sistemticas de 12 pon-
tos. Acbam-se a venda nesta typogra-
a
Eleulerio Anlnnes, natural de Santa Mara
do Vale do Rio Caldo, de Calizo, desoja ter noticia
deseu irmo de nome Domingos Anlunes, que a
annos veio para esta cidade do Recifc : so alguem
o conhece, queira darnolicia,na ra do Cordoniz
n. 1 venda.
O Dr. Casanova pode ser procurado
a qualquer hora em seu consultorio ho-
meopathico
28=RA DASCRUZES=28
Ojmcsmo consultorio acha-se sem-
pre grande sortimento de medicamen-
tos em tinturas e glbulos, os mais no-
Svos e bem preparados, os elementos de
B homeopalhia e Nystem diccionario dos
?termos de medicina.
jsmmwfim- ffmfffff la
Scpaphim & Irmao.
Ra do Cabujp, laja de ourives
n. II,
esquina que lica em frente da ra
Nova e pateo da matriz.
Fazem publico que estao constantemente rece-
bendo da Eur 3 pa as mais em moda e mais deli-
cadas obras de ouro, as quaes diio para csco-
Iher, pelos menores preco3 possiveis, e passam
phia, a tratar com o impressor
Jacobi, que tamban se imb
mandar > ir qualquet objecto
a arte typograpbica.
COMPAUlflA
ALLIANCE
l^laltch'citht em Londres
Fierre \ n. 2.
do Manguinho, a qual tom armacao do taberna :
a tratar rom o seu dono na ra Augusta n. 20.
Precisan)-so de trobalhodores forros ou
captivos para trubalhar 8 horas por dia : nesta
typograpJua.
MOR LIAS
Envernisam-se mobilias mais em conta do que
em nutra qualquer parte: no palco do Carmo
sidencia para o primeiro andar por cima
S da cocheira do Adolpho na ra Nova e
-. continua a receber toaos os dias das 8 s
l ID horas da manha e das 3 as 5 da tarde,
as pessoas que o queiram consultar, bem
jj como a prestar-fe com sua habitual promp
Se tidao a qual quer chamado para os mis-
S teres de sua profisso comprehendendo a
f medicina, cirurgia e parios.
m
EX
IMf|Q) ffi i.**.
CAPITAL
Cinco iniUiocs de lUiTM
cslcirliias.
saunders Brotliers & C." tem a honra de tn-
Tormar aes Srs. negociantes, proprietarios de
casas, eagucmmais convier, que estao plena-
' mente autorisados pela dita companhia para
, etTectuar seguros sobre edificios de lijlo epe-
dra, cobertos de telha e igualmente sobre os
; objectos que contiverem os mesmos edificios,
quer consista em mobilia ou em fazendas de
qualquer qualidade.
Saca-se para o Porto e Lisboa no
escriptorio de Carvalho Nogueira & C,
SEM
Cura completa
inspeccao de esludo de ;
Habana e por muitas outras juncias do hy-!
giene publica dos Estados Unidos c mais paiz'es
da America.
Garautidascomo puramente vegetacs, agra-
daveis vista, doces ao paladar sao o remedio
infallivel contra as lonibrigas. Nao causara nau-
seasnem sensacoes debilitantes.
Testcniunho'expontaneo em abone das parti-
lhas de Kemp.
Sr3. D. T. Lanman e Kemp. Porl Byron
12 de abril de 1859. Senhores. As pastilhas
que \ mes. fazem, curaram meu fillio ; o pobre
rjpoz padeca de lombiigas, exhalava u:n chei-
ro felido, tiulia o estomago inchado e continua
comicho no nariz, lo magro se poz. iiue eu
lemia pcrde-lo. Neslos circumslancias ura visi-
nho meudisse que aspasli|has de Kemp tinham
curado sna filha. Logo quesoubo disso, com-
prei 2 vidros de pastilhas e com ellas salvei a
vida de meu filho.
Soudc Vmcs. seu amo agradecido.
W. T. Floyd.
Preparadas no seu laboratorio n. 30 Gold
Slreet pelos uincos proprietarios I). Lanman e
i Kemp, droguistas por atacado em New York.
Achara-se venda em todas as boticas dos
principaes cidades do Imperio.
DEPSITOS
Rio de Janeiro na ra da Alfandega n. 89.
Rahia, Germano & C, cjia Juliao ti. 2.
Pernambuco,no armazcm de drogas de J. Soum
Si Companhia ra da Cruz n. 22.
O abaixo assignado declara ao publico e ns-
pecialmenle m respeitavel corpo do comniercio
que lera justo e contratado a compra da arrancio
gneros existcnles no eslabelecimenlo
Cura completa
Sem resguardo nem iucoiuuiodo.
Infla iiiuia^'o do estomago c dores
de ealc"a,
Rogo-lhe, Sr. redactor, de inserir no seu jor-
nal a segralo declaraco, que julgo ser pio-
veilosa a
llai'i ineii'ia na ra das
Ciizes n. 20.
Nesta ofcina precisa-se de alguns aprendes,
dando-se-llies o sustento.
Aviso ao publico.
I). oo Noguei-, dentista faz saber an publico,
que se nmdnii da ra larga do Rosario para o
Recite, becco do Abren n. :J, piiuiciro andar.
No pateo do Paraizon. 13, precisa-se fallar
[Mlosa a algumas po.--.soas. J4 con. o Sr. acadmico Jo;,'. Paulino de .Mi ,
Ha bastantes annos padec urna horma ifir que Sarment, o mais breve possivoi.
uc cabera que me prenda a nuca linha muitas Alejandrino Mximo Leal de Ranos, parti-
certigens algumas vezes soilna dor no estomagolcipa ao respeitavcl publico c paitirol.iruienteao
acompanhadas de clicas/lalutenas : mande! vir corno dc coinraerclo, que !em dissolrido amiga-
uma das chapas medicinaes do Sr. Ricardo Kirk, v,!:llenlc a soccdade que linha na taberna n. 82
morador na ra do Parlo n.U9, applranei-a so- da rua ia$ cine0 Ponl'as_ ,.0
cad^ na rua do Vigario n. 9, primeiro andar
O advocado Souza Res mudou o seu es-
a qualidade do ouro, tanlo de 14 como de
quilates, do que Acara esponsaveis.
= Conlinua-se a preparar bondeijas enfeita- cnptorio para a rua larga do Rosario, sobrado da
das com bolinholos do diversas qualidades, as 1uina D- 0-
melhores e mais baratas do nosso mercado ; as- j Oflei'eCC-SC 11111 lllimcill CUaZ
e'crer^Su^tS faU1,a P" Wl* ^ "
rua da Penha n. 25, para tratar-se do | cilleiltlc pcrfcitamCIltC de plailtaCCS :
de urna ama forra ou captiva | ensta t)pOgrapllI S6 dir.
ja-se
ajuste.
Precisa-se
para o servico de urna casa de familia, c que se
preste a comprar e a sahir a rua em objectos do
servico : na rua larga db Rosario n. 28, segundo
andar.
Cozinheiro.
Precisa-se d<; um que seja pereito na sua ar-
to e que nao tenha vicio de beber: na rua das
Cruzesn. 41.
Um rapaz de boa conducta e cora pratica de
administrador de engenho, offerecc-se para qual-
quer engenho : quem dc seu preslimo se qui/.er
ulilisar, dirija-so a rua larga do Rosario n. 38.
No dia 20 do crrente I hora da larde,
fnda a audiencia do Illm. Sr. Dr. Teixoira juiz
municipal supplciilc, se ariemalai'jo escravos,
penhorados aos herdeiros de Antonio Gomes
Pessoa
O abaixo assignado faz scienle ao publico,
Emprcsta-se 900$ a juros sob hypotheca; que dcixou de ser caixeiro do Sr. Florencio Ter-
iinsta typographia se dir quem os empresta. luliano do Reg Cosa, desdo 18 do crranlo, e
Precisa-se para casa iranceza de urna ra- bem assim muito agradece ao mesmo senhor e a
nn -..i.i .-..'... HaI ,n\.i iiKi nnanf llV'IT O Un. Ola fvmi f*.<*.',\i~ ...,!...-- vnnni->!rll< ni l.-iiii. ."-rirt
pariga fue seja fiel e que saiba coser, lavar e en-
.gommar, affianca-se o bom tratamentn, assim
ovao o nao ehir a rua : a tratar na rua do m-
^exe.dorn.7.
sua Exma. familia, pelas maneiras uibaas com
que sempre o trataram durante o lempo em que
esteve cm sua casa
Pauliu'j Jleradano de Figueirtio.
RESGUARDO NEM INCOMMODO.
lnflaininaeo no tero
Urna uiiiiha escrava padeca de urna forte in- c gneros existcnles no eslabelecimenlo n. 48.
Ilammacao no tero por espoco de 7 anuos, com i da rua das Aguas-Verdes.poi lencentc ao Sr. Joao
continuadas dores agudissimas, o com o vciilre chrysostomo Cavalcanli de Albuquerque : se por
muito alto procedido da mesina nllommacao ; ; venlura houver quem se opponha mesmalran-
coma^applicacao das Chapas medtcinaes do Sr. sacau redame no prazo de 3 dias a contar de
'". hoje.Joaquim F. da Veiga.
Desappareceu honlem 15 de dezembro pelas
Ricardo Kirk, morador na rua do Parlo n.
licou completamente boa, c o venlre lornou ao
seu estado natural: este curativo foi feilo em 56
dias, e esta minha exposieiio verdadeira e vai
por mira assignada.
Francisco Vicente Baduem.
Ru de Sonta Luzia n. 68.
Eslava a firma reconhecida pelo tabellio Fran-
cisco Anlonio Mi hado.
Consultas lodos os dias das 9 horas da manha
s 2 da larde.
DEPOSITO GERAL
DE
Pilulas vegeto-depuralivas
Paulistanas.
bre bocea do estomago, e no espaeo de 18 dia
achei-mc completamente bom, c os'dorcsde ca-.
beca dcsnpparcccram.
Por sso agora posso dormir com socego ; le-1
I nho de idade 68 annos c 4 mezes, c foco esto
advertencia a todos s pessoas que padeccrem
tal molestia pira tentar o dito curativo, para que I
assiguei a prsenle decloracao cm gralido o pa-
ra serconhecido do publico.
Curato de Santa Cruz.
Envjjdio Jos de Farta.
Estova afirma reconhecida pelo tabellio Jos
Feliciano Godinho.
Adiado.
Achuu-sc ura embrulho cora chapeos de sol,
na estrada do Recite para Sanio Anl.io: quera o
peidcu, dirjase ao engenho da Unio de Miguel
da Costa'Borba e Sebastio Dias Pessoa de Luna,
na freguezia de N. S. da Gloria de Guita, que de-
clarando o numero delles o qualidade, epatando
o importe deslc anuuucio, Uicser entregue.
Perdeu-se no caminho, desde a rua do Hos-
picio aleo pateo do Collcgio, um pequeo folhe- ,
to in.pre3so, j velho, de urna oraco fnebre :!
roga-se encarecidamente a quem o achou, de le-1
va-lo ou manda-lo dita rua do Hospicio n. 7,
a fin) dc se evitar comprotncl lmenlo.
Denles arlificiacs.
m Joao RapliMa de
Moraes Jnior, licando 'Jila taberna perleucend
to smenlo ao anauncinte. Recite 16 dc de-
zembro d\j859.
=r Precisa-so alagar una escrava pora o ser-
vico interno e externo de urna casa, assim como
lambem um cscravo : na rua da Sania Cruz n. 6C.
Compras,
4 horas da larde, do saguo do sobrado da rua
Augusta onde mora o Sr. capilo Francisco Ca-
mello Pessoa, um cavallo melado claro com a
guns dos pes calcados e encangalhado, perlen-
cente ao almocreve dc Limoeiio : quera apprc-
hender o dito cavallo leve-o a casa cima, ou ao
Limociro engenho Feilideiro ao major Jos Go-
mes de M. o Silva, que ser generosamente re-
compensado.
0 )inpra se um Flos Saoctorum.
usado : na livraria n. G e 8 ja praca d.i
Independencia.
Compram-sc os seguintes comedias Bcr-
nardo na La, o Judas era Sabbado de Allclia,
Quem casa quer casa, Por causa de um nlgaiis-
rao, A rosca, o Duelo no Terceiro \ndar, o Ir-
mao das Almas e o Diabo na escola : nesta typo-
graphia se dir.
Compra-so urna e*crova mo\i de bonita fi-
gura e que seja perteila eoslureira, pre&re-se
mulato : a trotar na loja de. roa da Cadeia do Re-
cite n. 6f.
* Compra-se para urna encommenda duns ou
lies rollas de Ironcelim ou cordo bem feilo, e
da tua Nova n.
Vendas.
= Vende-se um sitio com 200 palmos de fren-
te e 2C0_d fundo, no lugar da Torre, margen)
E A. Ryder, procurador bastante da cosa
commercial de James Ryder & C, faz scienle ao
publico, que durante a sua ausencia na Rahia fi-
car o Sr. Frederick Jomes Corbett enrarregado
da gerencia da dita casa commercial. Recite 16
de dezembro dc lb59. ,
:= Amonio Pires Ferreira gratificar genero-
samente a quera lhe descobiir uaia eolher anligo
de piala, de repartir peixe, cora a firma G. P. F.,
que desopparecera de sua casa n. 3, na rua do
Francisco Pialo Ozorio tem a honra de scien-
lificar ao respeitavel publico desta cidole, que
est de posse da machina a vapor vulcanite ;
. | collora denles por este novo systema anda nao J do Rio Capibaribe, com uir.a gronoe e moderna
visto nesta cidade, c lalvcz cm lodo o Brasil por i casa do vivenda, cocheira, estribaria para 4 ca-
ser ura systema inleiromente novo, c por conse-1 rallos, gallinheiro, cacimba com tanque e bom-
guinte rauilo fcil para os pessoas que se veem ; ba, baixa para capira, todo murado na frente, o
na precisao de usar delles ; tambera os colloca liado cora porto de ferro : os pretcndenlcs podem
por meio de chopa em ouro ou platina com molas diiiair-se ao agente Pestaa, que so acha autori-
ou pela presso do ar, coko os que cst.io em es- sado a dar as necessirios infomiocops, e a tratar
tadodecaria cora ouro e maesa adamantina, elda venda sob as cond.;oescs;ubelecidos ao mes-
n! ro s massas brancas, por precos razoaveis, po- mo pelo legitimo propiiciurio. O dito sitio c lodo
denda ser procurado para este iini em sua mora- em chaos propros,
di, na rua eslreilo do Rosario n. 3, a qualquer '
hora do dia.
As pilulas paulistanas: lao bem conhecidas em
S. Paulo, nesta cidade o era lodo o Imperio, pe-
las admira veis curas oblidas cora ellos [algumas
cerlides dc curas completas j foram publicadas
pelos jornaes, e niercccm de cerio (oda a confian-' Trempe, na Boa-Vista, ha 15 dias.
ea do publico. \ Itcinn.'in
OSr. Callos Pedio l.lchecoiii, do S.Paulo, ac-1 ^Viicn^uu.
ba de eslabelecer um deposito geral no Rio de Espera-sc das Alagoas al o lim do correnle
Janeiro, rua do Parlo n. 119, perto da Carioca, i raoz- uma barcaca do priraeira viagem, de muilo
boas madeiros c bom construida, pega carga de
S50 saceos dc assucar : quem pretender cmpra-
la, dirija-so a rua da Madre de Dos n. 36
Aluga-se ou vende-se o sitio denominado
Anda contina por alugar o sitio annun- Campo-grande, na povoaco do Dcberibe, com
ciado na Torre, pertenceute a Jos Mariano do ; grande sasa de vivenda, moitos e diversos arvo-
Albuqiierque : a Iralar com o mesmo, ou com o redos de fructo, baixa para capim, terreno para
Piecisa-se de urna ama que saiba cozinhar
o diario de uma eosa para pequea familia, ou
escrava de idade : na rua da Cruz do Recifc n. 31.
Sr. Jos Azevcdo Andrade, na rua do Crespo.
B= Precisa-so do uma ama do idado para cost-
ar, forra ou escrava em Sanio Animo laboioa
ro meio Je Jos Jacintho de Carvalho,
plantaco e pastagem para 8 ou 10 vaccase com
alguma capoeira para tirar lenha : quera a pre-
tender para qualquer dos oficios Jirija-sc ru
Jmperiol n. 100.
Acompanhauento mar i timo
em viagem de SS. MM. I.
k Paraliiba.
No dia da sahida de SS. MM. II. para a pro-
vincia da Parahiba do Norle seguir o vapor Ca-
maragibe conduzindo a seu bordo as pessoas que
so associarem para o referido acompanhauento,
demora do tres dias naquella cidade o volta no
mesmo vapor.
A assignaluri acha-se olera no armazem da
rua Jo Vigario n. 11 do gente Pcslana.
diados pintados para
cobrir mesa,
de muilo bonitos padrees c do superior qualida-
de; na lja de chapeos de Joaquim de Oliveira
Uaia, na praca da Independencia n. 2 a3o.
Vende-sena rua Direila n. 18 luja : calcado
da trra por baratissimo preco, bOTteguins fran-
cezes para homem a 8#, dilos para senhora a
30800, sapalos de lustre para liomeni a 3*5!H) e
3#400, ditos para senhora a 152SO, ditos dc mar-
ro-iuim a 720 e 800 rs., sapates do Aracaly a
8d rs., assim como ouUas qualidades de calcado
que se vende por diminuto preeo.
Rap.
Na praca da Independenca n., luja de violas,
vende-se "rap fresco de Lisboe, Paulo Cordeiro,
Rasso grosso, meio grosso lino, c mearon, tanlo
libra como era oitavas.
MUTILADO
N


(6)
DIARIO E PERNAMBLCO. TF.ftgA FE1RA 30 DE DEZEMBRO DE 1859.
LIQUDALO
Desejando-se acabar com esla
ja vendem-se todas as roupas fei-
tas, chapeos c fazendas nella exis-
tentes por menos de seus valores.
loj
FABRICA
DE
mmmmw i fnqiqao d mn\
Sita na ra Imperial d. i48 c 120 janto a fabrica de sabo.
DE
;s<
UVRJUUA ECONMICA
DE
mrmuk m sin <& &
N.2-UHD0 CESPO-N, 2
Defronle do arco de Santo Antonio.
RESTE NOVO ESTABELECIMENTO VENDEM-SE-
Livros de religiao, scicncias, de letras, arles, viagens, historia e classicos ; romances Ilustrados e
outras publicar-oes em diversas lioguas.
Globos, atlas e mappas geographiros.
Papel de hollanda, de peso, paquete, almasso, de cores c oulros de diversos formatos e gostos
Prensas para copiar cartas e outros manuscriptos, livros e tintas prnprias.
Livros em branco, pennas de varias qualidades e mais objectos para uso de repartieres secreta-
rias e casas de commercio, utencitios para desenlio etc. '
Artigos de bom gosto, fantasa e curiosidade das fabricas de Pars para uso dos elcanles nmA-
tos, presentes etc.
Cartees e billietes para bailes, casamentos e visitas.
HISTORIA UNIVERSAL desde os tempos primitivos at 1850, por Cesar Candi, 12 volamos, in fo-
lio, enriquecida de mais de 90 magnificas eslampas, obra em que nada se poupou'para o
leilor encontrar nella erudicao, estudo solido e leitura agradavel.
ALMANAK de lembrane.ns de Castrtho para 1860, assim como colleceoes completas desde o sen
comcco. *
MANUAL DE CONTAS j feilas para compras e vendas doassucar, algodo etc.
Encaderna-sc em lodosos gostos desde o mais simples em papel at ao melhor em panno ou pelle
Impnme-se carloes e bilheles, c marca-se papel com typo proprio c em relevo vontade dos
pretendentes.
Acceita-se o encargo de qualquer cncoramenda de livros e outros artigos tanto da corte e provin-
cias do imperio, como de Portugal, Franca, Inglaterra e Relgica, com as condicces mais ra
zoaveis.
Sebasliao J.da Silva dirigida por Manoel Carneiro Leal.
Neste estabelecimento lia scmpre promptos alambiques de cobre de differentes dimences
(de 300* a 3:000*) simples o dobrados, para destilar agurdente, aparelhos destilatorios contnog
para restilar c destilar espiritos com graduae,iio al 40 graos (pela graduaco de Sellon Cartier) dos
melhores systemas hojc approvados e conhccdos ncsta e outras provincias do imparto, bombas
de todas as dimences, asperanles ede repucho tanto-de cobre como de bronze c ierro, torneiras
de bronze de ioda? as dimences e feilios para alambiques, tanques etc., parafusos de bronze e
ferro para rodas d'agua.portas para fornalhas e crivos de ferro, tubos de cobre e chumbo de todas
as dinieucoesparaencaraentos. camas de ferro cora armaco e sem ella, fugos de ferro potavcis e
econmicos, lachas c lachos de cobre, fundos de alambiques, passadcicas, ospumadeiras, cocos
para cngenho, folha de Flandres, chumbo em lencol o barra, zinco era leurol c barra, lsnces e
amellas de cobre, lenccs de ferro a lalo,ferro suo'cia inglcz do todas as dimcnsoes, safras, tornos
e folies para ferreiros etc., e oulros mutos artigos por monos preco do que em oulra qualquer
parle, desempenhando-se toda c qualquer oncommenda com presteza e peifeieSo j condecida
e para commodidade dos fregones que so dignarem honrarem-nos com a sua confianza, acha-
tao na ra Nova n. 37 loja do erragens pessoa habililada pata lomar nota das encommendas.
FUNDIQAO D AURORA.
Este utillssimo estabelecimento acha-se, ha pouco tempo. augmentado tanto no materia
como no seu pessoal, c seus proprietarios habilitados para vencer qualquer opposico hostil e
desprezarem a ignorante vituperaco de malevolencia. Ofterecem a seus numerosos'freguezes e
ao publico era geral, asvantagensde su a longa experiencia e reconhecida promptidao e idelidade
na execucao das obras as ais importantes de engenharia, entre oulras pode enumerar as seguin-
de vapor de todos os lmannos, rodas d'agua de lodos os dimetros, todas de fer-
Vidros para vi-
draca.

A6$acaixa: na ra larga
do Rosario armazem de louca.
Vidros para caixilhos.
Na ra larga do Rosario loja n. 28
armazem de louca, mandam-se botar vi-
dros em casas particulares por preco
muito commodo, assim como vender
*e videos a retallio do tr.manho mais pe- i
queno ate mais de G palmos.
Botica.
Rartholomou Francisco de Souza, ra larga
do Rosario n. 36, vende os seguintes medica-
mentos :
Rol I.'AfTeclour.
Plalas contra sezes.
Ditas vegetaes.
Salsap.irrilha Bristol.
Dita Sands.
Vermfugo inglez.
.Tarop do Bosque.
Pilulas americanas (contra febres).
Ungento Holloway.
Pilulas do dito.
Etliiir anli-asmalhioo.
Vidros de boca larga com roldas, de 2 oncas a
lZlibras
Assim como tem um grande sorlimenfo de pa-
pel para forro de sala, o qual vende a mdico
preco.
Vendc-so um eavallo acoslumado a traba-
Ihar em carro do conducro de gneros : na ra
do Codorniz n. 8.
Mclis.
Na ra da Cadeia n. 45, esquina da Madre de
Dos, existe um ptimo sortimenlo do borzeguins
de verniz, cordavo e bezerro do afamado fabri-
ro ou para cubos do madera, raoondas para canna todas de ferro e indepondentes com os me-
lhoramcntos que a experiencia mostr ser ndispensavel, meias ditas com todos os preparos, la-
chas para engonhode todas as qualidades o tamaitos, rodas, rodetes, aguilhes, crivos e boceas canle Melles, quose vendem por commodo preco
para fornallia todas as ferrageus para cngenho, machinas para amassat pao e bolacha, ditas'
para moer mandioca, tornos e prensas para farinha, pontes de ferro, 'aldeiras, tanques boias e
todas as obras de machinismo etc., etc.
SYSilMA MfcIMIU UkllULMMt Ai.
PILULAS HOLLWOYA.
Este inestimavel especifico, composte, infeir -
mente de hervas medicinaos, nao conten mercu-
rio, nem slguma outra substancia delectoria. Be-
nigno mais tenra infancia, e a corapleleo mais
delicada igualmente pvompto e seguro para
desarreigar o mal na compleiro mais robusta ;
6 inteiramonte innocente em sitas operares e ef-
fetos; pois busca e romove as doen^as de qual-
quer especie egro por mais antigs e leuazes
quesejam.
Entre milharcs de pessoas curadas cora esle
remedio, muitas que j estavam as portas da
niorto, preservando em seu uso: conseguirn!
recobrar a saude e torcas, depois de haver tenta-
do intilmente todos os outros remedios.
As mais afilelas nao devem entregar-se a di-
sesperaeao ; aoam um competente ensnio dus
efflcazes ell'eitos desta assombrosa medicina, e
prestos recuperarlo o beneficio da saude.
Nao se perca tempo em tomar este remediu
para qnaiqner das seguintes enfermidades :
A l>n\fitirift*z Anlanlinna I?.. U 4 *. J_ _.___l_
Accidentes epilpticos.
Alporcas.
Ampolas.
Areias(malde).
Asthma.
Clicas.
Convulsoes.
Dcbildade ou extenua-
cao.
Dehilidade ou falta de
forras para qualquer
cousa.
Dysinteiia.
Dorde garganta,
de barriga,
nos rins.
Dureza no reir.
Enfetmidades no ventre.
Ditas no ligado.
Ditas venreas.
Enxaqueca.
Herysipela.
Pebre biliosas
Febroto internitente.
Fubreto da especio.
Gotta.
Hemorrhoidas.
Hydropesia.
Ictericia.
Indigestos.
Inflanimare?.
I r r e g u la ridades da
raenstruaco.
Lombrigas de toda es-
pecie.
Mal de podra.
Manchas na cutis.
Obstrucciio de ventre.
Phtysica ou consump-
pulmonar.
Retcncao de ourina.
Rheumatisrao.
Symptomas secunda-
rios
Tumores.
Tico doloroso.
Ulceras.
Venreo (mal'
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APPR0V4C.10 E AlT0RIS\C\0
DA
E JIMA CENTRAL DE HIGIENE PUBLICA
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ELECTRO-MAGNETICS EPISPASTICAS
De Ricardo Hirk
Para sevem aplicadas s partes atCcetaaas, sem
resguardo nem ncommoAo.
faifa kwk 4 mmw
AS CHAPAS MEDICINAES sao muilo conhecdas ncsta corte e em todas as provincias ^esle
imperio ha mais de-21 annos, e solafamadas, pelas boas curas que se tem obtido as enfermidades
nbaixo descriptas, o que se prova^com nmuuicios atlestados que cxisiom de pessoas capazes e de
oxtiiHvao.
Com estas Chapas-electro-sugxeticas epispastica? oblem-so urna cura radical e infallivel
em lodosos casos de inflammaco [cansaro ou falla de respiracao), sejam internas ou exlernas, do
figado, bofos, estmagos, braco, rins, ulero, peito, palpitaoao de corarao, garganta, olhos, erysi-
pelas.rheumatismo, ataques nervosos, etc., ele. Igualmente para as'oiirercntes especies de tu-
mores; como lobiohos c escrfulas ; soja qual fr o seu lamanlio e profundeza, por rucio da sup-
puracaoscrao radicalmenie extirpados, sendo o seu uso aconselhado por habis e dislinctos facul-
tativos.
As encommendas das provincias devera ser dirigidas por cscripto, tendo todo o cuidado de
fazeras necessarias explicac5es. se as chapas sao para homem, senhora ou crianza, declarando a
molestia em que parle do corpo exislo.se nacaboca, braco, pesclo, cftxa, perita', p, ou tronco
do corpo, declarando a circumfcrencia ; o sondo ferida ou ulceras, o moldo do seu tamanho em
nm pedaco de papel e a declaracao onde existem, aGm de que as chapas possara ser beui applica-
das no squ lugar.
Pde-se mandar de qualquer ponto do imperio do Brasil.
Consultas a todas as pessoas que a dignarem honrar cora a sua confianca, em seu escrplo-
io, que se achara aborto todos os das, sem cxccpcao, das 9 horas da raanha s 2 da tardo.
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Superior ao melhor
presunto de fiambre.
Linguasde vacca emsalmouta vindas
de Londres, vendem-se imicarnente no
armazem de Luiz Anncs deronte da
i porta da alfandega.
>ondem-se estas pilulas no estabelecimento
geral de Londres n. 224, Strand, e na loja d<
todos os boticarios droguistas e outras pessoas
enrarregadas de sua vonda em toda a America do
Sul, Havana e Hospanha.
Vendem-se asbocelidhas a 800 rs. cada urna
dellas, contera urna inslrucco coi porlu^uez pa-
ra explicar o modo de se usar destas pilulas.
O deposito geral em casa do Sr. Soum
pharmacculico, na ra da Cruz n. 22, em Fer-
nn) buco.
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Direita45
O proprietario desle eslabelecimento reco-
nhecendo que com a excelsa visila de SS. MM.
II. a esla cidade lera de se dar ura estrago hor-
roroso de calgados, em consequencia das fre-
quentes paradas, marchas, contramarchas e for-
midaveis passcios s brilhantes illuminacoes, c
condoendo-se das boiras naturalmente pouco
fartas, dos bravos officacs e pracas dos patri-
ticos batalhoes, cujos nomes tra'zcm memo-
ria os feitos gloriosos dos nossos avoengos, deli-
berou, em homenagem a lo felizes das baixar
so precos do seu exccllcite calcado, a saber :
Para homens.
Borzeguins arisiocralicos (lustre) 9#000
Pioizeguins zouavos, obra fortissiraa be-
zerro) 8$000
Borzeguins cidadaos (bezerro c lustre] S9OOO
Borzeguins econmicos 68000
i Sapatocs balcdorcs 5->000
Para senhoras.
00
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00
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FASSHDAS
IfO RA DO PARTO H9
PERTO DO LARGO DA CARIOCA.
CONSULTORIO
DO
Di\ P. A. atoo Hoscoso,
3 Rl A DA GLORIA, CASA DO FIJIIDO 3
Clnica or anillos os systemas.
O I)r. Lobo Hoscoso d consultas'todos os dias pela manhaa ede tarde depois de 4 horas.
Contraa partidos para curar annualmente nao s para a cidade como para os engcnlios ou outras
propriedades ruraes.
Os chamados devem ser dirigidos sua casa al as 10 horas da manhaa e em caso de ur-
gencia a outra qualquer hora do dia ou da noitc sendo por escripto em que se declare o nome da
pessoa, o dama e o uumero da casa.
Nos casos que nao forera de urgencia, as pessoas residentes no bairrodo Recifc podero re-
melter seus bilheles d botica do Sr. Joao Sounn c C. na ruada Cruz ou loja de livros do Sr Jos
Nogueira de Souza na ra do Crespo ao p da ponto velha.
Nessa loja e na casa do annnncianie achar-se-ha conslanleraenl e os melhores medica-
mentoshoraeopathicos ja bom conhecidos e pelos precos seguintes :
Botica de 12 tubos grandes...........10^000
Dilosde2i dilos...............15000
Ditos de 36 ditos..............20'090
Dito de 48 dilos...............25S0O0
Ditos de 60 dilos...............0000
Tubos avulsos cada ura.............1S00O
Frascos de linduras........,..... 2S000
Manoal de medicina homeopalhica pelo Dr. Jahr traduzido
em portuguez com o diccionario dos termos de medi-
cina, cirurgia etc.. etc. ,........20000
Medicina domestica do Dr. He ring, com diccionario. 10SOOO
Repertorio do Dr. Mello Moraes......... 6J000
NO
CSTATOMASSET representante da muito afamada casa WALLF.RSTEM.1MASSET & C a
fornecedores da casa imperial do Brasil, estabelecida no Rio c era Paris recebeu ura grande sor-
tmenlo de fazendas e modas da pnmeira qualidade e novidade.quorendo antes de tudo fazer gozar
o respeitavel publico dos oreaos muilo vantajosos pelos quaes pode offerecer suas fazendas vende
tudo a dinheiro avista ; elle acha-se resulindo no holel inglez quarto n. 2, encarrega-sc de man-
dar levar as fazendas pedidas amostra, sendo por escripto para evitar os engaos.
Recebe qualquer encommenda para mandar vir da Europa ou do Rio.
100 vestidos de seda para baile, passeosc visitas.
Mocre antique prclos e de cores.
Nobrezas lisas pretas e de cores.
Vestidos pretos lisos, lavrados dc2saiase de velludo.
Flores, e enfeiles de renda para cabellos.
Vestidos de cassa branca bordada muilo finas
Carcas, escornilhas, filos de seda e linho brancos e de cores.
Meias de seda, linho, fio da Escossia para homens, senhoras e meninas.
ipatos de selim branco e preto com salto e sem elle.
Botinas de setira branco, de setim preto, de la muito superiores.
Sabidas de baile, capas de cachemira, velludo e seda.
Chales de louquira bordados e de retroz.
Manteletes de ronda preto e cassa bordada.
Corpnhos, camisinhas, colarinhos com mangas de cassa bordada a ponto real e renda verdadeira.
| Gnarnioes de renda prela e branca para vestidos e para enfeitts du vestidos.
Louc.osdo cambraia de linho muio ricos com renda.
Chapeos de sol para senhoras.
Pentes para trancas, alfinetes de peito, pulseiras, brincos de tartaruga o jaspe preto para luto
Grande sortiiuento de luvas verdadeiras de Jouvin.
Luvas de retroz e de seda para homens, senhoras e meninos.
Grvalas brancas e pretas.
Chapeos de corte com plumas.
Casacas, sobrecasacas, palelots de panno, cachemira dos melhoroi alfaiaes de Pars.
Calcado do afamado Melier para homens.
Tapetes de velludo muito ricos.
Capas, capotes impermeftveis Makintosch para homens e senhoras.
\a loja de ferragens e
'. miudezas.
Ra Direita n. 64.
Cahinhas de agulhos francezas muito tinas a
320, ditas a 400 rs., caixinhas pura costura mui-
to bonitas a 3&500, 4^50O, 5 e 6J, bicos finos e
ordinarios por baratissimo proco, e do-se as
amostras ; sapalinhos de I i a para meninos a 400
rs. o par, caixinhas comgrampas a 80 rs., carloes
de clcheles com duas canchas a 80 rs., tesou-
ras para coslura muito Onas a 19, ditas para bar-
beiro a 29, pentes para alisar cabello.prclos c do
cores a 320, ditos finos a 560.
Anda est para se vender o sitio da trn-
vessa do Remedio n. 21, da freguezia dos Alega-
dos : quem o pretender, entenda-se com se'.i
pioprietaiio.
Ra Nova n. 34
Vendem-se ricos lequcs com bouquet de llores
proprios para bailes: e compra-sc urna escrava
de 35 anoos, que cozinhe c engomme, e que
sadia e robusta.
soja
Vendas.
Relogos de ouroe prata, cobertos e descober-
los patente inglez, os melhores que existem no
mercado, e despachados hoje, vendem-se por
presos razoaveis : no escriptorio do agente Oli-
veira, ra da Cadeia do Recife n. 62, primeiro
andar.
Farinha de mandioca.
Vendem-se soceos com muito boa farinha de
mandioca, assim como saceos grandes com milho
muilo novo, dilos com feijflo, egomma para en-
gommar e fazer bolinhos ; na ra do Queimado,
loja de ferragens n. 14.
Vende-se macarro. talhartm a 320 a libra,
aletria a 400 rs., cevadinha a 320, manteista in-
gloza muito boa a 960, dita franceza a 640,'quei-
jos flamcngos a 2*500, e outros muilos gneros,
ludo bom e muilo em conta : na ra da Senzala
Velha n. 50.
;ltten Na ra Nova n. 35, vende-sc mi-
10 muilo novo dinheiro a vista
pelo baralissimo preco de 4$500 a
sacca.
WSM'
Potassa a Rnssia.
Vende-sena ra do Trapi-
che n. 9, armazem de fon-
seca, muito superior e nov-
sima potassa da Itussia.
vinho do Porto, do mais superior, engarrafado,
dito champagne, dem, dito muscalcl, iderr. : no
armazem de Barroca & Medeiros, ra dr, Gadtia
do Recite n. 4.
Loja parisiense,
ra do Crespo n. 10, venderc-se faros verdadei-
ras dv. Jouvin njuito fresess.
Aos fabricantes de velas.
Cera de carnauba da nova safra a 11*500 e 12$,
e sebo refinado era po e velas, ltimamente
chegada do Porto, em barricas e caixasde llfSOO
a 12500 a arroba : no anligo deposito do largo
da Assembla n. 9.
PVKBKBBBKB&BBSKB i
:itinua-se a vender fazendas por oaixo
al mesmo por menos do seu valor, g
o liquidar contas : na loja de 4 portas
i do Queimado n. 10.
= Vende-sc travejamenlo de 30 a 40 palmos de
comprimento, madera do jangada, de todas as
grossuras, mastros para barcacas, 1 palanquim
novo quem precisar, dirija-sc Joao Duarle Ma-
ginario, ra do Rangel n. 10.
Aos cigarreiros e cha-1
ruteiros.
Campos & Lima tem para vender cai-
xas com fumo americano de muilo boa
qualidade e a preco commodo : na ra
il do Crespo n. 12.
Fazendas de bom gosto
ara
Borzeguins para senhora (primeira classe) 5^000
Ditos (segunda classe) 4*600
, Hilos para meninas (primeira classe) 4j000
-:37 Ra do Queimado 37
Loja de 4 portas.
Cltegou a esle eslabelecimento um completo
I sorlimento do obras feilas, como sejara : pale-
! ojts de panno fino de 16? at 28g. sobrecasacas
i de panno fino prelo c de coros muito superiores1
a 35?, um completo sortimenlo de palelots de
riscadinlto de bnm pardo e brancos, de braman-
te, que se vendem por prego commodo, ccrou-
las de linho de diversos lmannos, camisas
francezas do linho e de panninho de 2g al 5
cada urna, chapeos francezes para homem a 85,
ditos muilo superiores a 10#, ditos avelludados,
copa alia a 13*. dilos copa baixa a 10g, cha-
peos de feltro para homem de 4j?. 5s e at 75
cadaum, dilos de seda ede palha enfeitados pa-
ra meninas a 103, ditos do palha para senhora a
12, cliapclinhas de velludo ricamente enfeita-
das a 25$, ditas de palha de Italia muilo iiuas a
25, cortes de vestido Ce seda em cartao do 405
at 150J, ditos de phanlasia de 163 at 35(X)0,
gollinlias de cambraia de 13 at 5*, manguitos
de 1$500 at5j>, organdys escuras e claras a
800 rs. a vara, cassas francezas muito superiores
e padrees novos a 720 a vara, casomiras de cor-
les para colleles, palelots e calcas de 3500 al
4g ocovado, panno fino prelo e decoresde 2*500
al OJ o covado, corles de collete de vellu do
muito superiores a 9 e 12g, ditos de gorgurao
e de fuslao brancos de coros, tudo por preco
barato, atoalltado de algodao o lj280 a vara,
cortes de casomiras de cores de 5 al 9*, grosde-
naples de cores e pretos de 1600 at 3*200 o
covado, espartilhos para senhora a 6g, coeiros
de casemira ricamente bordados a 12-5 cada um,
lencos de cambraia de linho bordados para se-
nhora a 9 e 12* cada um, dilos lisos para ho-
mem, fazeuda muilo superior, de 12 al 20* a
duzia, casomiras decores para cociro, covado a
2f400, baroge do seda para vestidos, covado a
1*400, um completo sortimenlo de colleles de
gorgurao, casemira prela lisa o bordada, e de
fuslao de cores, os quaes se vendem por barato
preco, velludo de cores a 7* o covado, pannos
para cima de mesa a 10* cadaum, merino al-
cochoado proprio para palelots e folletos a 2JS00
o covado, bandos para ormaoo de cabello a
1*500, saceos de tapete c de ma'rroquim para via-
gem, eu;n grande sortimenlo de macas e malas
de pregara, que ludo se vende vontade dos
freguezes, e outras muitas fazendas que nao
possivel aqui mencionar, porm com a vista dos
compradores se mostrarao.
Fazendas moder-
nas.
Corles de casemiras de cores finas a 5*500, di-
las de urna s cor muilo finas de 3 e ofl, cortes
de collete de velludo de cores a 6g000, ditos diio
prelo a 58 e 6g, colchas de algodo adasmasca-
das a 5*, brilhantina branca o covado 480, case-
mira de quadriohos o covado 1*, pannos para
mesa muito bonitos e modernos a 6*. corles de
barege cora tres ordens de babados a 15*. cha-
1 peos de phanlasia para hornera, sendo de gor-
gurao de seda a 7*, ditos doChille de 4 a 25*,
ditos de fellro de 4500 e5, camisas de cam-
braia de linho para senhoras, ditas de esguiao
muito fino, ditas de cambraia bordadas com man-
gas, ricos corles de seda de todas as cores, man-
eletes dos mais modernos, ftrande sorlimento de
perfumaras inglezas legitimas, joias decoral ver-
dadeiro, oleados de diversas cotes imitando!
marroquim para cobrir mesas, forrar almofadas,!
travesseiros, ele, ele, ebemeomo um"completo!
sortimenlo de fazendas do mais apurado goslo e
melhor qualidade, vendendo-se tudo por baiios '
precos, no armazemde fazendas de Ravmundo !
Carlos Leitc & Irmo, aterro da Bou-Vista n. 10.
Toda a at-
tengo ao segundo an-j
dar do sobrado da es-
quina da ra do Queima-
do (por cima da loja do!
Sr. Preguica) entrada!
pelo beeco do Peixe Fri
to n. 1.
C^* Reos cortes de vestido de 2 saias
de gorgurao branco tecidos a vel-
ludo proprios para baile o mais
rico que tora vindo a esta capital.
fl^ Ricos corles de vestido de seda de
2 saias bordados proprios para
baile, fazenda do mais apurado
gosto.
JF* Ricos cortes de vestido de 2 saias
de gorgurao de seda de cores pro-
prios para visila e para passeio de
apuradissime goslo.
f^* Ricos corles de vestido bordados
para casamento com capclla cor-
respondente.
f^6 Ricos corles de vestidos de 2
saias de gorgorito preto bordados
e adamascados.
^* Rica e interessante colleccio de ar-
tigos para toilette de s'enhora e
para cavalheiro.
^* Adverle-se ao respeitavei publico
3ue alm das fazendas annuncia-
as naum variado sortimenlo de
fazendas novas que todas serao
vendidas em precos razoaveis
ELOGIOS.
Vende-se em casa de Saunders Brothers &
jC, praca do Corpo Santo, relogios do afama-
^ do fabricante Roskell, por precos conimodos,
' e tambera trancellins e cadeias para os mesmos'
decxcellente gosto.
;
Rccebeu-sc pelo ultimo vapor da Europa cer-
ies de vestido de seda de delicadas cores, com 2
babados e 2 saias bordadas, lindos enfeiles de
llores e froco para cabeca de senhora, bonitas
chapelinas de seda para senhora e meninas, as-
sim como iiquissimos cortes de collete brancos,
de velludo e seda bordados para casamento,
dilos de velludo preto bordado e de cores boni-
tas ; havendo oulras muitas fazendas, e tudo se
vende por precos mais baratos do que em outras
partes : na ra da Cadeia do Recife. lea c. 50,
de Cimba efllro.
Relogios.
De novo chegaram os afamados relogios in-
glezes de ouro, de patente, e estao 6 venda no
.armazem de Rostro Rooker & C, pra^a do Corpo
1 Sannto n. 48.
Relogios.
Vendem-se relogios de ouro inglezes,
tente : no armazem de Augusto C. de
na ra da Cadeia do Recife n. 36
Vende-se superior linha de algodSo, bran-
csse do cores, em novello, para costura : em
casa de Seuthall Mellori C. ra do T--e
tn.JS.
de pa-
Abreu.
/
GRANDE E VARIADO SORTMENTO
DE
Fazendas inglezas c francezas e
roupas feitas
recebidas em direitura
NO
Armazem e loja
DE
Ges SNA RA DO QUEIMADO N.'46,FRENTE DAp
B LOJA AMARF.LLAEItOTLAS BRANCAS g
52 Um completo e rico sortimenlo desobreca- g
j| sacas de panno pretos e de cores a 28$, 30* g
S e 35$, casacas de panno prelo ,muilo tino a K
s 40*, 45g e 50*. paletots do mesmo panno a s
| 24* e 25g, ditos de casemira a 14*. 16$ c S
g 18*, ditos saceos dasmesmas casemiras jj|
! prelos e de cores a 10* e 12*. dilos de al- jg
g pacas prela e de cores a 4$, diies de brim g
gt pardo a 4*500 e 5*. ditos de brim preto a 3
M 5*, dilos brancos a 5*, ditos de esguiao do |
ultimo gosto cor de laranja a 5$, sobre- j|
casacos de alpaca muito fino a 7* e 9*.
g sobrecasaca de panno flnopreto para me |*
nios a 15*. 18 e 20*. ditos do casemira j|
8 de cor a 8* e 10*, calcas de ca- semiros de &
g> cores c prelas a 8*. 9*, 10$, Hf e 12*, fe
ffi calcas debnm de cor a 3#500, 4| c5,|
I dilas de brim branco fino a 6*c 7*,collc-
is les de gorgurao de seda c de casemira do ra
H cores e preto a 5$, 6* e 7*. ditos de vellu-
g do a 10* e 12*, camisas inglezas tantop.-::
I ihomens como para meninos de todos os 6
5 tamaitos, seroulas do todas os qualidades, K
e| chapeos de sol de alpaca a 5*, manteletes m
a pretos de muilo bom goslo a 30$ e 40*, ca- K
saveques de fuslao bordados compridosa f
g 20$, chapeos de castor a Napoleo 8*, ricos |?
. manguitos de punhos bordados a 3*500 e a |
k 4$, dilos cora gollinhas a 5* e 6$, gollnhas K
de traspasso bordado e transparente a 8$, ig
calcas do mcia casemira padrees modernos fp5
a 5$, colelles de fuslao de cor e de brim
branco a 3$ eS$5O0e outras muitas fa-
zendas c roupas feilas que serito patentes a |
presenca do freguez.
r i 't"~i""iniiHiiiHiwwni nmw a", ii n
Potassa da Russia
E CAL DE LISBOA.
No bom conhecido e acreditado deposo da
ra da Cadoia do Recife n. 12, ha para rea ler
potassa da Russia e da do Rio do Janeiro, nova
e de superior qualidade, assim como tambera
cal virgem em podra : tudo uor pref.es muito
razoaveis.
Ao barato.
.0 n. 4 na pra^a da Independencia, esl fer-
rando :
Dorzeguins para homem a 6}>000.
Dito* para senhora a 3*.
Ditos para meninos a 2*.
Sapatos rasos a 2*500.
Sopatoes de lustre a 5*.
e tedo ornis calcado se vende r:: barate pref.
MUTILADO
N
i


Para concluir a liquidaco d. azcndas
ta e\ ti neta tirina de Lette & Correia,
vendem-se assegumtcs fazendas, por
inulto menos de seu valor, na loja de
quatro portas da ra do Queiraado
uumero tO.
Sedas prelas tarradas, superior qualidade,
covado 1^600
Orosdcnaple preto muilo bom e largo, co-
rado 2J000
Dito dilo mai3 ostreito, corado ljJljOO
Camisolas decarubraia parasenhora, urna 800
Tiras e ntremelos bordados 320
Sortimento completo de chita de cores,
covado ]C0
Dito de chitas largas francezas, bous pa-
dres e cores fixas, covado 210
Gangas de cores escuras e claras, covado 200
Cortes de calca de nieia casemira algGOO e 2JJOO0
Meiascruasparahomem, duzia 2)400
Hitas para dito muito superior, duzia 4*000
Aloalhado adamascado muito largo, vara 1J280
Cassas de cores fixas e padrees vistosos,
covado 210
Riscadiuho francez, covado 160
Musseiina de cores fixas. corado 240
Chales de laa com palma de seda, um 2-5000
Corta de caira de casemira lina de cores 5J000
Ditos de dita pela 60()0
Hitos de collete de gorgurao com palma
de velludo 3000
Ditos de dilo de gorguraoe seda 2*000
Ditos de dito de merino bordado agOOO
Lencos de seda pequeos para pescoco de
senhora 400
Panno preto, corado 2>300
Dito superior, prova delimao. covado 3) e 49860
Snperior brim trancado de liuho, branco,
vara 1^000
Dito dilo de cores, vara 800
Meias brancas para senhora, duzia 39000
Ditas para dila muilo superior, duzia 4$000
Luvas de pellica para senhora, eia bom
estado, um par lfiOOO
DIARIO DE PERNAMBGO. TERCA FEUU 20 DE DEZEMBfiO DE 1859.
X
.
Queimado n. 0.
Rua da Senzala Nova n. 42
Vende-se cm casa de S. P. Jonhston & C. va-
quetas de lustre para carros, sellins e silhoes in-
gle/es, candeeiios e caslieaes bronzeados, lo-
nas inglezas, fio de vela, chicote para carros, e
montana, arreios para carro de um e dous cval-
os, e relogios d'ouro patente inglezes.
gooo*o*jntcj*003*| Grande e variado sortinieBto
IMOSELLE MOSSEVXi! Fazendas francezas erou-
pasfeitas recebidas em di-
reitura pelo ultimonavio.
Dao-se as amostras cora penhor.
3
(i)
np.
LONDRES
| em garrafas e meias gar- '
| rafas.
C. J. Astley&C.
Seguro conlraFogo
coMPAnnik
096111
LONDRES
AGENTES
9
S
9
80$000
lg200
1*800
2000
ATTEN{\0.
<*
*> Kissel, relojoeiro (rancez, vende relogios
de ouro e praia, concerta relogios, joias e <*
^ msicas, ja aqui he conhecido ha muitos
> annos, habita no pateo do Hospital n. 17. ~
4AAA..*AjLl4ft -XHJLXi..XSLJLXXi.2.*.*.
Na loja dosertanejo,rua
do Queimado n. 43 A.
Reccberam em direitura de F ranga, de encom-
nienda, os melhores chapeos de castor rapadoss
sendo brancos e pretos, e as formas as mais mo-
dernas que leni viudo ao mercado, e por me-
nos que em outra qualquer parte, assim como
tamben! lera um grande sorlimcnto de enfeile,
de vidrilho ptetose de cores pelo diminuto pre-
co de 4$ cada um, assim como lem chapeos de
sol de panno a 1$200 cada um em perfeito esta-
do, aberturas brancas muilo finas a 320, ditas de
esguiao de linho a Ig urna, catnbraia prela fina
a 360 o covado, e a vara a 5G0,e a 640, gangas
de cor a 540, brim branco de linho a 1*200 a va-
ra, colletes de velludo de furta-corespretos a
\ /S400, ditos pelos a 8 c a 9g, caigas de case-
\iuiira de cor a 7, 8 e llg, ditos pretos a 7, 9 e
1(23, colletes de gorgurao a 4, 5 e 6$, saceos pa-
ravyiagcni de diversos lmannos, eias cruas, por
s,er rVm.de porco, a 1*500, ditas a IgCOO c 2} a
duzia, ninas a 3 e 45, chapeos enfeitados para
meninos tr meninas e senhoras por qualquer pie-
jo, e tudo_\o mais aqui se encontrar o preco,
c nao se deixaXde vemuder.
4 oOO rs. a peca

i
jC J. Aslley fe Compauhia. !
Meias de seda de peso
para senhora, brancas c prctas, e para meninas,
brancas e riscadas : vende-se na loja de l.eite
& Irmao oa rna da Cadeia do Recifn n. 48.
;*i#.AJ.*''i tr'jHfciu^tjn >.. .CJifll'*:
Vemlc-sc
Folha de cobre e Metal
ama re lo.
Estauho em barra e Pre-
gos de cobre.
Alvaiadc eVerniz copal.
Folha de Flaridres.
Palhmha para marci-
neiro.
Vinhos linos de Champa-
nhe e Moselle.
Lonas da llussia e Brim
de \ela: no armazem
de C. J. Astlev & C.
19000
19000
1*000
900
500
15500
700
800
500
320
2$500
7S000
79000
lgOOO
500
+:<3tC"CCi O&CI *it J0 9 LMT .?'
Fazenda cora avara.
li pechincha sem igual.
N'a loja do Preguica, na ra doQueimado n. 2,
lem para vender pecas de algodao largo com 16
varas cada una, pelo barato preco de 1*, pecas
j de cassa isa lina a 2$500 : a ellas, antes que"se
I acalem,
de fila de relludp de um dedo mnimo de largura! 1 f*, ll l S O. llIOPrii'Tfl.Q
com 10 li2 varas, bandos de crina para senhora I l*
muilo bon3 a 40OVs. o par, pulseiras de eontas '
para senhora ou meninas muito lindas a 160 rs.
para acabar ; na lija de miudezas do aterro da
Boa-Vista n. 82, quasi confronte a matriz.
Draga Silva 4 C, lera sempre no seu deposito
da ra da Moeda n. 3 A, um grande sortimento
de tachas e moendas para engeuho, do muito
acreditado fabricante dwinMaw: a tratar no
mesmo deposito ou na ra do Trapiche u 4 .
r.obertos e descobertos, pequeos e grandes, de
ouro patente ingletf para homem o senhara,
Je um dos melhojprfabricantcs de Liverpool,
vindos pelo ulrfo paquete inglez : emeasa de
Soutbnll Mellors & C
Vende-se um pardo de idade 15 annos, de
muito boafi$ura e conducta, bom oQlcial de *1*
awf*, Tft^Toita n (a/, toda obra, c ptimo cria-*
do : dous negros moco3, bous olliciaes de pedrei-
10 ; un molequee un negro bons cozinheiros ;
tres negras mocas, e oulros escravos que se ren-
dan todosiaratos, tanto a prazocomo adiuhei-
ro : na na Direita a. 66.
Bandeiras nacio-
naes.
Yendem-se na ra doQueimado n. 7, bandei-
ras uacionaes de varios laraanhos, muito bem
tilas a 800 rs. cada urna.
g= Vendem-se cinco bois mansos, bastantes
grandes e gordos : a ver p Iralar, na estrada de
Joao de Barros, sitio cm fenle da cscala.
Vendem-se queijos novos a 29 : na ra Di-
reita n. 14.
\ endera-se canoas de amarello, 4e 25 a 35
palmo's de coniprido, com bocea sufiieiente, mui- I
10 bem feilas, por preco commodo : na ra do '
Vigario n. 5.
Cera e Sebo.
VenJe-se cera de carnauba niuio superior a j
129001) rs. velas da dila e de composicao, sebo
refinado em emoles, dilo em velas, na ra da
Cruz, armszam n. 33.
Fazendas com pequeo
loque de avara.
E' pechincha.
Na loja do Preguica, na ra do Queimado n.
2,,ia para vender peras de finissimo e muilo
largo madapolao, pelo baratissimo preco de 5$
3^500 e3$oqp : chcgucni, nnles que so'acabem
Chapeos de caslor pretos
e brancos
Na ra do Queimado n. 37, vendem-se os me-
lhores chapes de castor.
Aviso.
Pianos
Saunders Brothers & C. tem para vender em
seu armazem, na praca do Corpo Santo n. 11,
algns pianos do ultimo gosto. recentiraente
chegados, dos bem conhecidos e acreditados fa-
bricantes J. Broadwood ASons de Londres, e
muito proprios para este clima.
Ra Direila 11. 70.
Vende-se La oplima mulatinha de 15 a 16
mnos de idade, por preco commodo.
Vendem-se camas de vento a5fl e
-~><500: na na Direita n. 6i.
Milita attenco.

Ra Direita n. 53.
Vendem-se enchadas de nova inven^o, pie-
nionlezas, proprios para agricultura por serem
Je grande resistencia e duracao a I96OO, assim
orno bom ferro suisso da mclhor qualidade a
13#o quintal, espingardas e clavinoles muito li-
nos e de boa qualidade, o grande porcao para se
escolher, facas de um bolao, cabo de'osso, mui-
10 finas a 4g a duzia, ditas com.cabo prglo a '3,
ditas com cabo de marfim a llg, bules de fami-
lia, de diversos pregos, bandejas finas a 2, 3, 4,
">, 0 c 8$cada urna, pentes virados de tarturaga,
fazenda muito superior, a 129 cada um, e mais
oiiiras ferragens que se deixa de mencionar, que ;
vista se podero ver.
Veude-se urna du/.ia de cadeiras de ama- I
rollo, e urna cama de casal tamben) de amarello,
ludo era muito bom estado, e por barato preco :
no aterro da Boa-Vista n. 80.
Fil de linho lavrado,
a 1^500 a vara.
Ven ie-se na ra do Cabug n. 2 B, loja de
miudezas de Joaquina Antonio Dias de Castro.
Vende-se um carro de 4 rodas, bem cons-
truido e forte, com assenlo para l pessoas de
dentro, c um assento para boleeiro e criado fura,
forrado de panno fino, e ludo bem arranjado :
para fallar, cora o Sr. Polricr no aterro da Boa-
Vista, e no escriptorio de James Crabtree & C. n.
<2, ra da Cruz.
No armazem de Adamson, Howie & C. ra
do Trapiche n. 42, vende-se selins para homem
e penhor, arreios prateados para cabriole!, chi-
cotes para carro, coleiras para cavallo etc.
Na loja da estrella.
Ra do Queimado n. 7.
Este estabelecimento contina a estar sortido
de fazendas de todas as qualidades como sejam :
Ricos cortes de vestidos de seda de 3 fa-
llise 2 saias, e Aquile 9
Paletota de panno 2OJ000
Uijus de dilo muito fino OgOO
Dtos de casemira de cor 25$000
Ditos de alpaca pretos muito finos e
mais abaiio g
Dilos de ganga e de 'trins 9
Calcas c casemiras p(as e de cores 9
Ditas de biim branco ene cores 9
Colletes de velludo preto e de cores. ,-j
Ditos de gorgurao muilo finos 3
Dilos de fusto
Camisas fiancezas de todas as qualidades
Capara homem $
misas francezas bordadas para senhora 9
Leques da mfhor qualidade e do uliimo
goslo $
Mantas e grvalas de seda de todas as qua-
lidades 3
Chapeos de sol de seda inglezes g
Ditos decaslor para cabeca muito linos $
Ditos pretos os melhores que lem vindo
ao mercado $
Taimas pretas do ultimo gosto S
Casemiras de cores para paletot g
Coitos de caAemiras inglezas 2g400
Ditos ile dias Irancezas 5g500
Dilos de ditas muito finas y.jOOO
Chapeos a Amazona para senhoras> me-
ninas
Machinas de costura
de S. M.Singer &C. do
New-York, o mais aper-
feicoado systenia, fazen-
do posponto igual pelos
dous lados da costura,
garante-se a seguranca
das a achinas e manda-
se ensinar as casas de
familia, bem como se
mostram a qualquer ho-
ra do dia ou da noite
nesta agencia: nicos
agentes cm Pcrnanibuco Raymundo Carlos Lei-
le A Irrao, aterro da Boa-Vista n. 10.
Em casa de Rabe Sclimettan &
C, ra Ja Cadeia n. 57, ven elegantes pianos do afamado fabrican-
te Traumann deHamburgo.
Vestidos de seda.
Vendem-se cortes de vestido de seda com 2 e 3
babados. armados, do 20 a 40 cada um sendo,
que seu valor razoavcl era de S0 : na loja de 4
portas da ra do Queimado n. 10
BACINjG SADDLES.
Ha para vender so sellins leves muito proprios
para as prximas corridas : em casa de Adamson
Howie i C, ra do Trapiche u. 2.
Descoberta.
amostras cora
Ricos cortes de vestido de seda de cores
de 2 saias............................
Dilos de ditos de seda prelos bordados a
velludo...............................
Ditos de dilos de seda de gaze phantasia
Ricasromeiras defil e de seda bordadas
Taimas de grosdcnaples bordadas......
Chales de touquim brauco boadadosa
309c.................
Grosdenaplede cores de quadrinhos co-
vado .................................
Dito de dilo liso covado................
Seda branca lavrada covado 1J600 a....
Crosdenaplc preto lavradocovado...... 2s000
Dilo dilo liso encornado a lg600e___ 2^500
Dito dito cora 3 palmos de largura a
1S600 e......................*...... 2S500
baija de cores larga com 4 palmos de
largura covado a...................... 1^500
Gaze de sudada China de lloreselislras
covado a ............................
j Follar de seda de listras gosto novo co-
vado.................................
! Setim de escocia e diana de seda covado
Clialy de flores novos desenhos covado
Barejc de seda de varias qualidades co-
yado.................................
Meio velludo de cores covado..........
Vclbulina de todas ascores............
Setini de lodas as cores liso covade ...
, Brilhantina branca muito lina a.......
Chitas francezas claras e escuras a 260 e
Casemira prela lina algiOOe..........
i Tanno preto e de cor lino provade li-
mo a 3500a........................
Cortes de cisemira de cora5ge........
Cassas organdys de novos desenhos a
vara..................................
Ditas francezas muito linas a............
I Manguitos de rambraia transparente bor-
, dados muilo ricos....................
I Goliuhasde cambraia bordadas depona
, Ditas de dilo bordadas a 600a..........
; Tiras e enlrcmeiosdecambraiaboi-dados
: Ricas maulas prelas ds linho para se-
nhora ..........................
Ditas ditas de blond brancas e prelas..
Cliales de soda de cores, pretos e roxos..
Ditos de merino bordados com franja de
seda..........................
Ditos deditodilodela.......'.'.'.'.'.'.'.'.'.'.'.
Ditos de dito liso dito de seda.......... OOOO
Dito de dilo dito de la..................
Dilo de dilo estampados lino lista de
seda..................................
Lencos de cambraia de linho bordados
linos.............................-j. _
Dilos de alaodao de labyriuthoO ?Q.'
.apellasbrancas para noira.......><)..
Enfeiles de vidrilho preto e de coread...
Aberturas para camisa de esguio de
linho........................_
Dilasdcdito de algodo brancas a de
cores..................................
Saias balao modernas.................. 6*000
Chapeos francezes forma moderna...... 850U
Gravatqs de seda depona bordadas a
velludo .............................
Camisas fraucezas de cor e brancas
finas al9800e........................ ^^oo
Ditas ditas de fuslao branco e de cor.... 2500
Ditas ditas de esguiao muilo linas mo-
dernas ....................... ..... a
Seroulas de brim de algodao e de inh 9
falcas de casemira prela setim 9g e.... 11 000
Ditas do ditas de cores 8g e............ 10000
Dita de meia casemira.................. 4S5000
DlJas de brim fino e varias qualidades
39 e Colletes de velludo, gorgurao,
casemira e setim.................... 5.JOO0
Casacas de panno preto muilo fino 309 e 4|000
bobrecasacos e palclots de panno preto
',",,24 c............................ 359000
ais ue casemira mesclada golla de
Vd0,.............................. a^ooo
. oe alpaca prela muito finos...... 10-5000
Jilos de meia casemira.................. 79OOO
Ditos de alpaca pretos e de cor forrados 6*500
unos de brim branco epardo linos...... 6^000
unos de brim de quadrinhos finos
n-f*?0 *.............................. 5S000
Dito de al paca preto e de coros.......... 3S500
Relogios de ouro palen........es i
REMEDIO INCOiyiPARVEL.
LM.LENTO HOLLOWAY.
v Miniares de individuos de todas asnacOcs po-
dera Icsleniunhar as virtudesdeste rem'edio iu-
coniparavel c provar em caso necessario, que.
pelo uso que delle lizeram tem seu corpo e mem-
bros mteiramenle saos depois de haver emprega-
do intilmente outros tratamentos. Cada pesoa
poder-sc-haConvencer dessascuras maravillosas
I pe leiiura dos peridicos, que Ih'as relatara
; iodos os das ha muitos annos ; e a maior parte
, dellas sae tao sor prndenles que mojiuipe so
1 mdicos mats celebres. Quantas pessoas reco-
iraram com dst.- soberano remedio o uso de sena
bracos e pernas, depois de ter permanecido lon-
go lempo nos hoapitees, onde de viara soTrer a
amputacaol Dellas ha muitasque havendo dei-
xado esses asylos de padecimcnlos, para senao
sul.inetterem i essa operac.io dolurosa foram
curadas completamente, mediante ousodesse
preciosoremedio. Algumas das taes pessoas na
enlusao de seu reconheciinenlo declararam es
tes resultados benficos diante do lord correc-
dor e oulros magistrados, afim de mais auteTiti-
carera sua firmativa.
j Ninguem desesperaria do estsdo de saude" se
i tivesse bstanle coufianca para ensaini este re-
, medio constantemente seguindo algum lempo o
menlratatoquenecessitassea natureza do mal
cujo resultado seria prova rinconleslavelmciite :
I Que ludo cura.
O ungento he til, mais particu-
larmente nos se guantes casos.
TaaOO
7*090
4s>500
89000
$
eooo
8
9
S
I
GRANDE
pechincha.
Na loja do Preguica, na ra do Queimado n.
2, vendem-se pecas de chitas finas de cores fixas
e de cscolhidos padres cora 38 covados cada
urna, pelo baratissimo preje de 5$8O0, e em re-
talho a 160 o covado.
OlBcialalos, coramendas e hbitos de diver-
sas ordens, com brilhanlesesem elles, o melhor
que lera vindo a este mercado : ludo vende-se
muilo barato e pelo preco da factura : na ra
Direita n. 66.
Gobertas de chita a 2$.
Ra do Queimado n. 19.
Vendem-se cuberas de chita a 29, corles de ris-
cado francez a 2J500, lencos de cambraia para
algibeira a 2 a duzia.
2$000e2S300 apoca.
Algodo (raneado americano branco, proprio
para loalhg e roupa de escravos, com um pe-
queo toque de agua doce : no armazem de fa-
zendas da.rua do Queimado n. 19.
Cheguem ao barato.
O Leite da Cadeia do Recite n. 48, pecas de cambraia li-
sa com 10 jardas a 45O0 e 5t, lencos de cam-
braia de linho a 3 a duzia, cambraas muilo fi-
nas e do lindos padroes a 640 a vara, meias li-
nas para senhora a 39800 a duzia, dilas cruas in-
glezas para hornera e meninos, chales de meri-
no lisos a 4S500, e bordados a 63, palutotsde
alpaca prela e do cores a 59, ceroulas de linho
e algodo, camisas inglezas muito superiores a
60$ a duzia, organdys de lindos desenhos a
1100 a vara, cortes de cassa chita a 3jj, chita
franceza a 240, 280, 300 e 400 rs. o covalo. pecas
de madapolao com 30 varas a 4JS00. 5\ 5jJ50,
6,7 e 8$, chitas inglezas de cores Haas a 200 rs o
covado, toalhas para mesa a 3 e 49, cortes de
calca de brim de linho a 29, ditas de meia case-
mira a 29240, vestuarios bordados para meni-
nos, e outras muitas fazendas que se vende por
barato preco.
Em casa de N. O. Bieber
4 C. ra da Cruz n. 4, vende-se ;
Champagne de superior qualidade de marca acre-
ditada na corte.
Tinta branca superior era oleo, latas de 25 li-
bras, por commodo prero caixas de 4 latas.
Verniz e verniz copal.
Algodaozinho da fabrica Todos os Santos da Ba-
nia.
Brilhantes de diversos taannos c de prirneira
qualidade
AtiENnA
DA
FUNDIDO LOW MOW,
Ra da Scn/.ala l\ova n. 42.
Neste estabelecimento continua a haver um
comapleto sortimento de moendas e meias moen-
das para eoenho, machinas de vapor e taixas
de ferro balido e coado. de todos os tamanhos
para dto.
Cortes de vestidos
de seda
\Ta rna do Queimado n. 37 loja de 5
portas acaba de reeeber pelo ultimo
navio vindo do Havre um completo sor-
timento de vestidos de seda de 2 saias,
2 babados c de aventados qnacs se ven-
den! por preco commodo.
Chapelinas de seda c de
velludo para senhora.
Ricas cbapclinas de seda e de vellu-
do para senhora: na ra do Queimado
n. 37, loja de 4 portas.
Golas e manguitos.
Ricas golas c manguitos de cam-
braia : na ra doQueimado i. 37, loja
de 4 portas.
Manteletes
Ricos manteletes de grosdenaplc ri-
camente bordados: na ra doQueima-
do n. 37, loja de 4 portas.
Peutes de tartaruga.
Ricos pentes de tartarnga para atar
cabello: na rna do Queimado u. 37,
loja de 4 portas.
Camisas francezas
Ricas camisas francezas tanto de
pcio de liuho como de algodao e de fus-
to: na ra do Queimado n. 37, loja de
4 portas.
Bonetsparacrianca
Ricos bonets de marroquim para
enanca: na ra do Queimado u 37, lo-
ja de 4 portas.
Ra do Queimado n. 37.
i A 30j[ cortes de vestidos de seda que custara ni
609; a 169 cortes de vestidos de phaulasia que
custaram309; a 8g chapelinhas para senhora:
na ra do Queimado n. 37.
Chapeos pretos.
Na ra do Queimado
numero 19.
Chapeos prelos de prini'ira qualidade, e do
lorraa elegante a 10$ cada um.
Va ra Direita n. 66, efectivamente lia
bous escravos de ambos os sexos, de todas as
idaaes e cores, com habilidades e sem ellas, o
vendem-se a dinheiro, a prazo, e tambera tro-
ca m-se.
Nova invenfo aperfei-
. coada,
Raudos ou almofadas
de crina para penteados de
senhora.
Vende-se nicamente na ra da Cado3 do Rc-
cn'c n. 48, loja de Leile & Irmao.
Pianos, seraphinase reale-
jos, a prazo ou a
diuliciro.
Vende-se no aforro da Boa-Vista, loja n 82,
mu rico eelegante piano forte, francez, chegado
ummamriiip, do melhor fabricante de l'aris ; e
tambera una rica seraphina ou org'io, muito pro-
prio para alguma igreja do mato por ser muito
barato ; e realejos pequeos e grandes rom nan-
cadaria e sem ella, o que todo se vende muito
barato para acabar.
Tachas para engenlio
Fundico de ferro e bronze
HE
Francisco Antonio Correia Cardozo,
tem um grande sortimento de
tachas de ferro fundido, assim
como se faz e concerta-se qual-
quer obra tanto de Ierro fun-
dido como batido.
sortimento de cha-1F r redll7 ... n v^i IU 1 V/VltJL4lvl.VS \M\> "a Praca da Independencia, loja de rhaneos n.
peos
Alporcas.
Cainibras.
Callos. !
Canceres. '
Cortaduras.
Dores de cabeca.
das costas.
dos membro?.
rlnferinidadcs da cutis
em geral.
Ditas do anus.
Erupccs e escorbti-
cas.
Fstulas no abdomen.
Trialdade ou falta de
calor nas extremida-
des.
Frieiras.
Gengivas escaldadas.
Inchaccs.
Inflaniacao do figado.
Inflaniniacao dabexiga.
da matriz
Lepra.
Males das pernas.
dos peitos.
de oihos.
Mordeduras de reptis.
Picadura de mosquitos.
I'ulmoes.
Queimadelas.
Sarna.
Supuracoes ptridas.
Tinha, em qualquer par-
te que seja.
Tremor de ervos.
Ulceras na bocea.
do figado.
das arliculaeoes.
Veas torcidas ou noda-
das nas pernas.
Vendo-so este ungento no estabelecimento
geral de Londres n. 224, Strand. e na loja de
todos os boticarios droguistas e outras pessoas
encarregadas de sua venda em toda a America
do Sul, Ilavana e lluspanha.
Vende-se a 800 rs. cada bocetinha, contm
'ima instrueco em portuguez para o modo de
fazer uso deste ungento.
O deposito geral he em casa do Sr. Soum,
pharmaceutico. na ra da Cruz u. 22, em Per-
nambuco.
Fub.
Fariuha de milho americana, em barricas, che-
iada no ultimo navio dos Estados Unidos : nos
armazens de Tasso Irmos.
Arados americanos e machinas
para lavar roupa: emeasa de S. P. Jo-
hnston & C. ra da Senzala n. 42.
Vendem-se lengos de labyrintho ricos, tan-
to passados como cheios, em cambraia de linho,
e com bicos finissimos: na ra Nova n. 14, se-
gundo andar.
CliapeOS de pasta. V\\A (lp cplo lien Ruado Crespo n. 10, loja de
Superior qualidade e muito bem eilos. nori 1*^' vl SCvlcl lIoi/ Jos GonCdlVCS Malveira.
mtS!ie n? rua- d1 Cabug ? B' l0j3 de Vende"-se lu^us de p.li:a, eilio de Jovin,
ni'iiuss i". Joaquim Antonio Das de Castro. em duzias. -""'"
Superior qualidade e muilo bem eilos, por
preco muito commodo, sortimento complelo de
chapeos de seda o castor para homem.
Chapeos de castor prelos de superior qualida-
de a 10J), ditos francezes de seda a 7j?, ditos de
castor brancos a 14jJ. ditos de velludo a 8e 9,
ditos da lontra de todas as cores muilo finos, di-
tos de palha Inglezes de copa alta e baixa a 3 e
5J, ditos de fel 1ro, um sortimento completo, de
gfSOp a 68500, dilos do Chile de SjOO, 5, 6, 8,
9, 10 e 12$, ditos de seda para senhora, dos mais
modernos, a 12g, chapelinas rom veos do ulti-
mo goslo a 153, enfeiles finissimos para cabeca
a 43500 e &5, chapeos de palha escura, massa'e
seda, muilo proprios para as meninas de escola,
sendo os seus precos muito em conta, ditos para
baptisado de meninos e passeios dos mesmos,
lendo diversas qualiaades para escolher, bonels
de galo, dilos de marro juim, dilos de vellu-
do, ditos enfeitados, chapeos de boa qualidade
para pagem, chapeos de sol de seda para me-
ninos de escola, e mesmo para senhora e para ho-
niens ; finalmente outros muitos objectos que se-
ria enfadonhe mencionar, e ludo se ven de mui-
lo em conta ; e ossenhores freguezes vista da
fazenda Rearan convencidos da verdade : na bem
eonhecida loja de chapeos da rua Direita n. 61,
de bIo de farros Feij.
CARROSAS.
\indem-sc das carrocas novas, sendo para
boi e outra para cavallo : na rua da Concordia,
confronte ao armazem do sol.
Nova loja de calcado fran-
cez, de Antonio Rodri-
gues Pinto, no aterro da
Boa-Vista n. 8, defronte da
boneca.
Neste novo eslabelecimenlo lera calcados que
recebeu pelo ultimo navio francez, dos melho- I
res fabricantes do Paris, e vende por'menosdo1
que em outra qualquer parle, a dinheiro vista. I
Vende-se urna taberna
por todo negocio, em rua muilo comracrcial, no
bairro de Sanio Antonio: a tratar na rua do
Rangel, armazem n. 62.
Attenco. j
No escriptorio do Manoel Ignacio de liveira
& Filho lem para vender os superiores vinhos
nunca aqui vindo dcstas qualidades :
ChampagneCliquet.
DitaIrrey.
Lafiltefino.
Laroseidem,
U'jqucia.
Aviso aos ca-
cadores.
Espingardas de espoleta
muito finas por baratissimo
preco: na rua Direita n. 64.
Aos vendelhes.
Batatas muilo novas a 1S600 o gigo de 32 li-
bias ; na rua da Madre de Dos n, 8, arma/.em <-
> alenca & C.
Milho e farelo.
Saceos grandes a 6*000 : na rua Nova n. 52.
Admira.
Velas de espermacete a 750 a libra, cm caixa
e a retalho : na rua Novan. 52.
Alcatifa.
9K Campos & Lima, lera para vender
|b porcao de alcatifa do todas as qualida-
H des, na rua do Crespo n. 12.
\endc-se vinho do Porto, velho, engarra-
fado a 13200 a garrafa, o globos para illuminacao
a 5$ cada um : na rua das Cruzes n. 37, primei-
ro andar.
= Vende-se no armazem de Jos Antonio Mo-
reira Dias & C, na rua da Cruz n. 26 .
Mercurio doce.
Retrae
I.i n has cm no vellos.
Cera de Lisboa era velas.
Grasa ingleza em bornes.
Lazarinas e clavinoles.
Chumbo em lencol.
Dito de munlcao.
Ferros de aqo para engommar.
Pregos de ferro de todas as qualidades.
Ditos francezes sonidos.
Quevenne,
Previlegiado em seu modo de
^administraco pela acade-
mia de medicina de Paris.
Os felizes effeitos do ferro era um grande nu-
mero do enfermidades sao geralmente conheci-
dos. As cores plidas, as flores brancas, o em-
pobrecimcnlo do sangue com os males do esto-
mago, e as palpilac,oes, que sao dellcs a conse-
cuencia : taes sao os principacs casos era que o
ferro indicado, c para certos temperamentos
fracos elle um complemento quasi necessario
de alimentarlo. A superioridade do ferro de
Quevenne de todas as prepararles rr.arciaes a-
quella que inlroduz raa3 quanlidade de ferro no
sueco gstrico em um peso dado. Deposito em
Pernambuco, pharmacia do Pinto, rua larga do
Rosario n. 12.
Em ca$2 dos Srs. Henry Forster
& C. rua do Trapiche n. 8, vndese:
Dous carros americanos novos.
Arreios americanos.
Bombas.
Arados.
Champagne superior.
Cognac.
Relogios americanos-
Velas com toque de avara
Brilhantes
NAiIlua do CrespoN. 1 i*
Jos Mara da Silva Lemos so- 9
ci de Julio Lulje&C.,oegociau- m
tes importadores de joias no Rio ||
de Janeiro, le ahorna de par- iv:
ticipar ao rcspeitavcl publico
desta capital que se aclia na casa J
cima mencionada com urna lin- m
da c\posico de obras de bri- M
litantes do mais apurado gosto e m
qualidade, constando de ricos ^
diademas, fitas, collares, pulsei- W
ras, broches, bivas c argolas, ||
brincos, aneis e alfinctes, cru-
zes e lios de grandes perolas, 9
comniendas c hbitos de diver- S
\ sas ordens edifferentes obras tu-
8 do de brilhantes e pedras finas.
sendo (udo vendido, afianeado e
S por precos commodos: na rua do
' Crespo n. 41, segundo andar. S
Tambe 111 se presta a mandar M
% quaesquer objectos a amostra %
Na praca da Independencia, loja de chapeos n.
3-, ha para vender dilos chapeos muito bem fei-
tos a 16J cada um, dilos de palha gaflin para
senhora e meninas, por piceos commodos.
Armazem de fazendas.
Rua do Queimado numero 19.
Corles de riscado francez 3 1 [2 covados a 2$500.
Caberlas de chita a 2-560..
Chapeos enfeitados para meninos e meninas.
Dilos pretos fines, ultima moda.
Dilos de feltro.
Cambraia organdys muilo fina.
Chales de fro'o de tres ponas.
Ditos de merino bordados de duas ponas.
Ditos muilo linos bordados a froco.
Ricos chales de tonjuim branco.
Cortes de seda de duas saias.
I.uvas enfitadas.
Manteletes pretos bordados.
Lencos para algibeira, braucos, a 2j a duzia.
Attenco.
Vende-se urna canoa de carreira, construida
de sienpira, amarello e louro, encavilhada e pre-
gada de cobre, forrada com zinco, com paos de
toldo, toldo e guarda patro, bancada e xadrez
do melhor gosto que pode opparecer : a tratar
na rua de Hurlas n. 11.
Farelo superior, saceos grandes, lem para
veuder Jos l.ui/. de Oliveira Azeredo, no seu
escriptorio da rua da Madre d-; Dos n. 5.
A prazo ou a di-
nheiro.
Vende-se a cocheira da rua da Cadeia de San-
to Antonio n. 7, tendo 5 carros e 1 rito coupe
sem uso algum : quem pretender, dirija-se
mesma, que achara com juem tratar.
= Claudio Dubenx vende 70 arrobas de robre,
velho no seu escriptorio, assim como continua a
ter bous burros para vender.
Attenco.
Vende-se a melhor loja de fazendas da na do
Imperador n. 9, com poucos fundos, muito afic-
guezada, tanto para o mato como paiaa praca, a
dinheiro ou a prazo : a tratar na mesma.
\a loja ao p do arfo de
Sanio Antonio,
chegou um completo sortimento deluvas de pel-
lica, tanto de cor como brancas ; assim como
ricos bonels de velludo para menino, dilos de.
cera, chapeos de seda para meninas, touquinhas
de seda para baptisado.
Eserayos fgidos.
toquedeavaria
Tecas de algodao trancado, azul, com 32 co-
. vados por 49500 : vendem-se na rua do Crespo,
I loia da esquina que volta para a rua da Cadeia
i Enfeiles de vidrilho e de retroz a is cada
I um : na rua do Queimado n.37, loja de 4 portas.
Linhas do gaz.
Vendem-se na rua do Cabug n. 2 B., loja de
miudezas da Joaquim Antonio Dias de Castro.
Fil
com 2 Ij2 varas de largura a 800 rs. a vara : na
rua da Cadeia do Recife n. 48, loja de Le:te &
Irmao.
Brim trancado de linho todo
preto,
fazenda muito superior; garante-se que nao
desbota : na rua da Cadeia do Recife n. 48, lo-
ja de Leite & Irmo
Coral.
Chegou loja de miodezas da rua do Crespo
n. 5, um grande sortimento de roanos e voltas
de coral verdadeiro que se vende mais barato do
que em outra qualquer parte.
Vende-se sebo em barricas muto
alvo : na rua da Praia n. 16.
= No dia 23 de novembro prximo passado
'ugio a escrava Mara, crioula, natural da pro-
vincia do l'ai, com os signaes seguintcs : esta-
tura alta, cor bstanle prela, rosto comprido o
signa] de bexiga. tem em urna das mos um sig-
nal de golpe de faca entre o dedo pollegar, tem
um dos ps rollado um poaco para o lado de
dentro, lerou sai.i prela, chale azul e vestido de
chita: roga-se a quera a pegar leve-a ruada
Gloria n. 69, que ser recompensado..
Em dias do mrz passado fugio do engenho
Rento Velho da comarca de Santo Anlao, o es-
clavo Jorge-, ciioulo, bem pre'.o, alio, ladino,
olhos brancos e pequeos, queixos largos e sera
barba, limpo de pcis, de soppor que ando
mesmo pelos suburbios da cidadn da Victoria oa
ter seguido pira as partes de Taquaritinga onde
tem pai : n pessoa que o pegar leve ao mesmo
engolillo ou csla praca na rua do Sol n. 11 a
Manoel de Amorim Lima, que ser generosamen-
te gratificado.
gj Fugio na noite dequiia-feira, 15 do cor-
' rente, do sitio da vinva de Jos Joaquim de Mes-
quita, na estrada dos Aflictos, a prela \ntonia,
1 de narao Angola, escrava que foi de Francisco
Concalvcs, do Cabo : roga-se aos senhores capi-
| tfios de campo e a quem inleressnr possa, a cap-
tura da referida escrava, de a levarem ao sitio
| supra mencionado, aue sero devi.lamente re-
compensados ; oulro sim, prolesta-so contra
' quem a livir acoutada.
Fugio no dia 29-dc novembro do corrento
anno, o escravo Fabrio, crioulo, e representa ter
20 anuos de idade, principia a barbar, boa asta-
jlura, bastante fornido, cor fula tirando a cabra,
i bons denles, raaos e ps bem eilos e regulares,
cabera comprida para traz e para adianto aoquu
chamam duas cabecas ; provavel que se inti-
tule de forro por ser bem fallante e andar limpo,
pois levou roupa : quem o apprehender leve-o
aoengenho I'almeira, freguezia de Jabonlao, ou
s Cuco Ponas, casa n. 134, que ser bem re-
compensado.
Sexta-feira 9 do crreme me/, fugio urna
escrava de naco Costa, de nomeRalbiua, baixa,
cara redonda, com signaes de sua naco, com
falta de um dente na frente na parle de cima ;
com vestido de cassa rouxa desholado e panno
da Costa ; consta que se acha acoutada para as
bandas da rua de S. Jos>5, desta cidade, certa a
pessoa, que responder pelos dias de eervico por
dar agasalho a urna escrava fgida : roga-se a
todas as autoridades policiaes e pedestres a sua
aprehensao, levando-a estrada de Rarros, sitio
da residencia de sen senhor Joo Bernardino do
v3sconccllos, que recompensar o (rabalne.
/"
MUTILADO
s


(8)
MARIO DE PERXAMRICO. TERCA FEIRA 20 DE DEZEMBRO HE '80.
Lilteraturu.
Os hroes da libtMilade.-RoverCollaid,
por Len Yaiuglai.
Janlando um da Tallcyrand em casa do I.af-
ilt, houve queni lite pergunlasse, sobremesa,
qual a sua opinin a rcspeilo de Sieycr c de La-
fayclto. O diplmala releclio por um momento,
c otu a P.ougrr.a propria da suaprofisso, res-
ponded : l.afaj ello son har e Sieyes pen-
sara,
l.flfayoe sonhava, nao ha duvida; jorque
amara a lih rdndc, c porque cria na rirtude. O
lempo, entretanto, poderia ler-lhe dado razao.
Sieyes pensara, concordo; masem que pensara
i ''.. ? Nesa roachina de Marly chamadaCons-
im'ro do anuo VIII, em a nacao erigida
forma de pyramido com esta legenda : a con-
fianza na liase e a aeco no cume. Esse homeo
abusara realmente do silencio. O myslerioeis
o seu genio. Quem sabe fallar sempre diz algu-
ma edusa. Mas i He que nada dizia era lido por
spirituoso.
A'este proposito pode comparar-se Itoycr-
Cnllard com Sicyes e com l.afayette ao mesmo
lempo, porque sonhava como um, o pensara co-
mo o ouiro ; com a aiffereuna da. que, como
pliilosoplio, dar ao seu sonho a furnia de thoo-
jia. Podcr alguem presumir que serisso ridi-
cularisar a tlieoria'? Semelhanlepresuinprao im-
portara o mesmo, segundo observa o proprio
Royer-Collard, que ostentar a pretendo, bas-
tante louca, de ignorar o que se di/, quando se
falla, e o que se faz, quando se obra.
A regra geral lem cstabelecido que a Iheoria
do u ama aqu, ou um outio putiliiiUu acula,
nem por isso dcixai menos de ler-sc em essen-
cia todo o areial
O que pode sucreder possuir .tanques em
mais alto grao que Pedro a consciencia, e o co-
nhecimentn do inieresse comnium ; por esta ra-
zan deve elle rotar por Pedro, mesmo em pro-
veito deste ; porque aquillo que um quer, o ou-
iro tamben) quer, rom a differenca de que um
nao lem a caparidado sufficienlo para querer, c
o outro quer com inlelligencia. I.ogo a inlelli-
gencia, tanto pelo inieresse de um como de ou-
iro, devei, s, aproximar-so urna do escruti-
nio, lias como aproveilar essa potencia eleiloral
in-.i-ivcl, e indira la com um algarismo certo ?
I.annnr-se-lia mo do senso como symptoma da
capacidad?, c em rirtude desla licrcque a
fortuna importa una prcsunipco de estudo, es-
Ir.belecer-se-h a oligarcliia "da patente, c da
fazenda. Kis o syslema de Royer-Collard ; ana-
lysemos.
Nao ha duvida que os bomens na sociedade
nao sao como graos de areia, parados ou mnven-
do-seao lado unsdos outvosao acaso e segundo
o capricho da sua rontade. O inieresse os tem
associado entre siodireitoos manlm nesta as-
sociaco. Mas nao harer na sociedade seno di-
reilos o interesses ? Nao- harcr tambem senti-
mentos c ideas? Acaso os homens dcsapparece-
ram da scena para darem lugar abstraeces e
phaiitasmaa? Esses direitos, esses interesses,
lai aritos da vossa imaginaeao, podem querer por
si mesmos, podem obrar por si mesmos. inde-
pendenlemente dos individuos ? Telo contrario
preciso que uestes renham buscar corno o vida,
querer por sua vontade, obrar por sen ponsa-
mciito. Vos desviasles os homens para substi-
ernu/jar um tunyu yemiau (uaiiUu t.-Mi fui o\tn-
dida.
Mas nielhor enviar o leitor ao Hvro deM.
Vainglain ; urna obra de cirrumstancia, ahi
encomiar o que deve saber.
(Engene Pelletan.Silteira.)
[Presse.)
para a poltica e que a loyica liara o recio- luir-lbe suas sombras, e eis que "os homens,
cinio, o que a moral c para a conducta. Mas i" vosso Pe/ar. rollara a lomar conta do po-
convem que ella represente a realidade ; poique i dei":
se somonte a suppoe, se lhc tolhe a aeco li- Hn Por "w' razan para suppor-se um faelo
vre, deixa de ser umarerdade e passa a ser urna! ~1UC democracia adrante, decidado a cida-
hypothese. Eis justamente o que succede algu-
mas rezes a M. Royer-Collard, apezar da incoo-
testaycl superioridade do seu genio.
Foi elle, por excmplo, o primeiro que escla-
reccu a qncslo sobre a soberanaO que so-
berana, pergunta elle, e onde reside ?
Na realeza, diz Bossuct. E porque ? Porque
ella a divindade disfarrada sol a forma de urna
coroa. Mas como provar-se a presenca real de
Dos na pessoa du monarcha ? Por esta doulri-
na de antropomorphismo,renovada dos lempos do
paganismo, seria o eco responsavel pelo vicio
que se senlasse sobre o Ihrono ; e cada risita
de cada um re debochado casa da sua Pom-
padour, ver-se-hia reproduzida a scenade J-
piter em casa de Danae I
A soberana reside no poro, diz Rousseau. Mas
como a exerce elle ? Por si mesmo Nao ; pois
que ferrosamente a delega ao escrutinio ; e com
este acto de delegacodesapparece e emigra a
soberana ; dahi em diante o povo nao manda-
obedece, ou pelo menos deve obedecer. O que c
pois essa soberana inrariarel, interrompida,
que de alguma forma cada um eleitor entrega
as maos da sorte, que de anno em anno
a urna engole e rcvomila quasi ao mesmo
tompo ?
Vejo bem que, para oppor-sc an monarcha
do, commuiiidade.absoluta de interesses ? An-
da em urna sociedade m anisada sobre o archc-
lypo do communismo ser admissivel essa sup-
posirao ; porque entre um povo em commu-
nho as suas parles constitutivas, mui seme-
lhanles s partes constitutivas do corpo humano
por toda a parlo apresenlando-sc-lhes sempre
a mosma imagem, moslrariam dislinclaraente
; vista maravilhosa uniformidade da abelha e da
i forraiga.
Porm em una sociedade mesclada, como a
i sociedade fianceza, variada, mltipla, contrasta-
i da, de toda a sorte distincla, ao mesmo lempo
agrcola, industrial, commercianle, artista, eru-
dita, incrdula, clerical, e mais que ludo pro-
gress.va, necessariamente os interesses variam
tanto, quanlo variam as oceupaces, as ideas, os
prejuizos, as aspiraces, as cren'cas ha contra-
Retratos polticos e histricos por
llvpolito ('astille.
rio i.\.
(Continuaco.)
Este syslema ante-revolucionario, no qual o
progresso derla resultar de reformas successi-
vas, tenda a elevar o prncipe guelfo, e a livrar
o Papa do grave prelcclorado da Austria. Elle
eslava bascado no dualismo da media idade : o
espirito o a espada, o l'apa e o soldado, Fio IX
e o rei do Pieraonle.
Mas se o syslema de M. Giobort offereria,
romo todos os syslemas, urna larga aeco con-
troversia ; este theorico desenvolveu a tctica
una habiliJade maravilhosa. Mrs. de Laraen-
nais, Lacordairc c de Montalembent haviani-se
enconlrado no throno poolifical, fallando com o
Papa. M. Gioberli evitou este perigo hoje
conhecido. l'allou ao clero italiano.
Ello leve em seu favor os Jesutas. O gover-
no tornou-se indolente. Os liberaes, a principio
mudos, irritaram-se contra o valido da compa-
nhia de Jess.
M. Gioberli nem por isso alterou-se. Buscara
serquitarios no clero. O clero inllammou-se.
Enlao, palontiando urna terrirel balleri.V-M.
Gioberli publicou os Prolfgomnes du Primal'.
Foi una descarga tcrrivcl contra os Jesutas.
Com este golpe imprevisto seu furor subi de
ponto acarretando contra elles o desgosto publi-
co. Os liberaes levaram o enthusiasmo al o
delirio. A maior parle do clero conserrou-se
fiel a doutrina de seu mestre. Havia-se cons-
tituido o liberalismo calhohco na Italia.
O patricio Balbo, em seu lirro sobre as Espe-
rances de l'liahe, posto que monarchista cons-
titucional e simples patriota, prestou dentro em
pouco, pela agitacao deste morimento de ideas,
o appoio que faz a adheso de urna familia po-
derosa, venerada e-de um espirito moderado.
As doutrinas de M. Gioberli chegaram irame-
dialamente aos conventos e universiiades. Pro-
fessores eminentes, como M. Montanelli, o ora-
dor Cenlofani, e o dialctico Paccinotti, haviam-
se apoderado desla doutrina c desenvolviam-na
em proveito da reforma.
O movimenio reformador oceupou dentro em
pouco toda a Italia. Tor todas as partes viam-
se homens escolhidos que desenvolviam-no se-
gundo o genio proprio s populacdes de diver-
sos Estados; econmico e liberal em Venosa com
I.S
nedads, opposicoes de interesses entre 0 pro- M. Manin militar e municipal era Milo com M.
ductor e o consumidor, o mestre e o discpulo, o
commercianle c o agricultor, o assalariado e o
conlnbuinte, o leigo e o ecclesiastico. Ahi tudo
segu a le do movimenlo ; tudo 6 aceourna
destroe, oulra conserva: ea sociedadeprosegue
e prosegue a par da historia.
Alm deque, secada um de nosassociado
por um titulo igual representasse a plenilude da
razao social, como entende M. Royer-Collard,
infatuado com o pensaraeuto de possuir um rei- ({,:na 1" ,ira scria clcicao ? Para que votar?
no, como se fosse um rebanho, se tivesse tam
bero imaginado a doutrina do povo, a seu turne,
soberano e in lependeulc ; porque aadmitlir-se
a idea da soberanaque se deve depositar em i
alguma parle, val antes deposita-la sobre a ca-j
beeado povo, que de um individuo. A na;5o faz
una massa diversamente respeilavel do que (oda '
qualquer realeza,fe (em pelo menos em seu fa-
vor o calculo arilhmelico.
Somcnle Dos possue a soberana ; porque s
Elle possue o plenilude de inlelligencia. Mas,
como Dos nao falla, drei antesconserva-se
calado ; como nao revela a sua vontade ao ho-
mem, seno pela lei do mesmo homcm, isto ,
o seu deslino ; compre ir averiguar a inlencao
permanente do verdadeiro soberano nesse d'es-
1_ I Bastara elerer o depulado pela sorte, como suc-
0 cede com o jurado. E'juslamenle o que acon-
tece no mundo cossaco, e3se communismo est-
lido. Sacode-se o nome de cada candidato den-
tro de um bonete, e o acaso faz sahir o papel-
zinho.
Convra desprezar essa doutrina de inieresse :
ella respira materialismo. Pens como minha
Ierra dizia um eleitor. Foi pois para parlilhar
do genio do trovo ou do sanfeno. foi para fazer
fallar no Estado o bosque ou a fabrira, que a re-
voluco franceza conquislou, c expargio a rano
cheia o direilo de cidado ? Mais alta foi a sua
ambico, ouso dizer. Fazendo do homem^um ci-
dado pensou eleva-lo em dignidade ebrio, e
por couseguinte era moral e virlude. Tanto me-
tino do hornera, manifestado simulaneamenlc'pe- !',or v.ive. nomeni "esta Ierra, quanto melhor
la historia e por sua nalureza sempre o em todo a Pimu0 1ue fflz de si mesmo, e de que Iras
suos can
da mais
js, qu sou-u suas piulundizas e ain-
_ue dominou suas forjas e dobrou-as
sua rontade soberana ; csse mararilhoso espec-
tculo das Torcas naturaes subjugadas c doma-
das ; bem como as infinites applica<-6cs qoe o
genio inventor de nosso socolo dolas soube lazer
a todas as necessidade da vida commum, ludo
isso sem duvida sublime c juMilica exuberante-
menle o inieresse universal que se presta aos
progressos das sricncia e os suas applicaioes
p i ;i (icos.
i.' um do., lados pelos qoaos o homem, alomo
malenal laucado i face do globo, melhor pode
arreciar sua grai reza inlelloclual, rmcompara-
(ao do trc.'.i'i i.
L' una das grandes pailas do homem, mas nao
todo elle. O hon.em tem mitras urcessidadeo
mercases, aspirarles q:o nao bastam
nem os
LulUiaufiuieiiie uu|mia^ue. A
iniprensa pareca protegida por um espirito de
tolerancia desconhecido desde tanto lempo. As
audiencias publicas eonlinuavam em suas sec-
tocs. O povo italiano, lo expansivo, lo fcil-
raenle propenso aos sentimenlos generosos, de-
lirara de enthusiasmo c de alegra. Jamis so-
berano algum inspirara um amor igual quell
que es Romanos votaram a Pi IX duranto
prime i ros lempos do seu ponlificado.
Fio IX eslava profundamente pnssuido deste
enthusiasmo. Cuando os Romanos viam passar
este Pontfice, de aspecto sincero e gracioso, ne-
bro, sensivoT, com um certo d'esinvolrimento
militar nos passos, que faria recordar sua pri-
meira rocarn, senjiara diliculdade em dizer
qual era o mais feliz, se o povo que prorompia
em brados de amor, ou o principe, que era o
objeclo delles.
Ningiiera poderla nep.ir a Po IX um sincero
desejo de fazer a feliciduJe de seu poro. Esle
desejo tornou-se manifest, e evidente; lo evi-
dente, que Luiz Philippe, dizem, conh'ecendo o
enthusiasmo geral da Italia nos primeiros actos
de Fio IX, exclaraou : Este papa rae deilar a
perder I
Cuidou desdo logo em comprehender as epe-
ranijas do seu povo e da Italia. Principe pa-
tritico, desejou cstudar us nacoes eslrangeiras ;
liberal por gosto e lemperam'ento, cuidava da
creaco de inslituices democrticas para a qual
tendiam unanimente lodas as elasses da popula-
cao romana.
Mas, quando Pi IX tratou do cnsaiar a arle
de governar, quando vio-sc sujoito a urna rela-
cao exacta de sua situaco, dos interesses do po-
vo e dos obstculos que a realisaifui dc-sles in-
teresses lia encontrar na propria Yomplexidade
da organisaro semi-politica e religiosa dos Es-
lados da igreja, cahio em um erabaraco c em
urna tristeza profunda. (.1 povo nao estar mais I pauorama, penetramos inteiramente as perioe-
pcld governo dos padres, e Fio IX nada podia cas e politka de cada da. Nenhuma explora-
co delles ; qiienam a guerra da ; ca9 geographica ha que nao tcnlia um movol po-
litico, ou que ao menos elle v ler. Estas duns
annoi pagavam em pelles o imposto, que Ihes fu-
ra laxado nos primeiros tempos da Conquista.nao
perectam merecer grande atlcnro, apenas ti-
nham-sedignado inscrever seus "nomos desfign-
rados nov registros dos colleclorcs. De todas e3-
las paragenslo incompleto era o ronhecimento
que um archipelago consideravel, situado em
urna grande profunde/a do mar de OkhoUk ao
norte da embocadura do Amour nao era figurado
nasmclhores cartas russas c quando fosse indi-
cada, o era summariamcnlc.
Esse estado de cousas durou ate estes uliimo>
lempos. A primeva mudance dala da viagem de
M. de Middendorll em 1844. A Siberia (alen do
um grande numero de expioraces particulares'
leve em nossos das duas grandes viagens sci-
ilicas: a do sabio naturalista russo qne aca-
PSforcosda sciencu. nem'os resultados diindu1 >> de nomear, de 1843 1845, e as jornadas eth-
iri.i. Nao quero lallar do homem moral quede- "
pende de Dos e da philosophia, nem do cidado
membio da communho poltica ; mas sim des-
sas grandes agglumeraces de seres humanos que
formam um povo e deesa grande agglomeraco
de poros, que corapoe a humanidade ; bem como
no prsenle, no passado seus diversos destinos
foram consignados s paginas da historia. Por
rentura volver o pensamenlo investigador para
esse passado, a que o presente se liga por mitha-
res de raizes, nao para nos una disposiru lo
natural como reviver, quando homens, as in-
leressanles recordacoes da infancia e da adoles-
cencia ?
Demais nao esse o nico alimenlo dasscien-
cias histricas. Ha um ouiro que loca ao pre-
sente tanlo mais quanlo nao perlence ao passa-
do : 6 o incessante espectculo da aclividade hu-
mana applicada ao oxarae do globo terrestre.
Aqu nao temos somonte sob os olhos o mais va-
riado, o mais interessanle c o mais instructivo
algum sigual estampado sobre sua pessoa. Fa-
zendo penetrar a imageni augusta da patria no
coraeao de cada cidado, pela communho do
sufTragio, a revoluro esperara dar-lhe um culto
sacrificios.
Assirn a poltica longo de restringir o direito
de cidado, ao contrario deveria ainda mais am-
plia-lo, ainda que nao fosse seno para mora-
iisar a naco, co-interessando-a no destino da
patria. Que se affaste da urna eleiloral a igno-
gir a esse deslino qne a soberana reina.gorerna, rancia absoluta como incapaz de prestar serrino,
organisa e inspira cada forma de poder. Segundo ; da mesma maneira e pela mesma razao por oue
o lempo amplamenle descoberlo.
Ora, quera melhor pode entrar nessa averi-
guacaodo que a razao, nica parle que em nos
tem a foculdade de conhecer, nica que se com-
munica com a dirindade, que pode sublrahir ao
co a soberana mystica. e dar-lhe, com a exe-
euco, urna forma ristrel na humanidade ?
Royer-Collard, pois.proclama a soberana da razao
Mas a razao representa urna soberana subordina-
da,por isso que rem de urna outra que a precede
a leido homem, ou osen destino.E para i
_ j poder, segu
semelhante doutrina, o poder seria ao mes-
mo tempo motor e instrumento, senhor e es-
clavo.
A sciencia poltica consistira porlanlo cm
descobrir pelo pensamenlo a forma de governo
que, em um lempo dado c entre um povo qual-
quer, podesse realisar maior somma possivcl de
progresso, c para esse Um chamar ao poder
maior somma possvel de inlelligencia ; porcon-
seguinte seria essa forma de governo lo vana-
re! quanlo o fosse o estado de cinlisaco. E' evi-
dente que o clero na idade media, em que pos-
suia exclusivamenlc ainstrueco, devia exercer
urna influencia mui diversa d'a que exerce nos
nossos lempos, por exemplo, em que a socio-
dade Iciga o lem esbulhado desse monopolio do
pensamenlo.
Como resolver todava esse problema entre um
povo elevado ao grao a que tem chegado o povo
tranrez ? Em primeiro lugarpela imprensa,
que desenvolve ao infinito o espirito publico ;
em segundo lugarpela eleicio, que o trans-
porta ao poder. (Juanloao primeiro ponto, Royer-
Collard esgolou a demonstraeo; disse o mais
que podia dizer sobro o direit do pensamenlo.
Mas, quanlo ao segundo, isto quanto elei-
oiio, forra de querer purificar a sua lgica ra-
liio no sophisma, e eonheceu engenhosaraente o
direilo cUitoral em favor da minoridade.
Par indo do seguint principio, em parte ver-
dadeiro, em parle falsoque nao o individuo,
nem a sua vontade, que forma a sociedade, mas
o vinculo moral entre os individuos, a troca re-
ciproca do serviros, de trabalhos e de ideas, o
inieresse, finalmente; ou o inieresse soba for-
ma idealo direilo, elle tira desta preraissa a
conclusoque s o inieresse, s o direito, um e
outro como agentes constitutivos da sociedade,
podem legitimamente reclamar urna autoridadej
e por meio da eleico subir ao poder.
Em urna naco, acrescenta ainda, sob o p de
igualdade em que se acha a nacao franceza, ha
de individuo para individuo, pelo faci mesmo
ce igualdade, identidade completa de interesse.
Esse inieresse commum, por isso mesmo que
commum, se conlm lode inleiro c todo inleiro
reproduz-se em cada individuo.Totus in tolo
el in quaUbel parle.Segundo o mrito desle
axioma, desde o momento em que a lei eleiloral
confia o direilo de sufTragio a Pedro ou n Jac-
ques, pouco importa quanto ao mais, porque
tanto um romo o outro contera e reproduz em
si, em toda a sua Integridade, o interesse collec-
tivoda nacao. Torac-se de um areial um punha-
FOiLHETIM.
A BENGALA DE BALZAC.()
Por Hdame E. de Girardin.
pela mesma razao por que
se dispensara um ceg do servido militar, 6 bem
entendido ; a theoria o tem coufirmado, e a ex-
periencia tambem. Forera cxcluir-se a massa
quasi inleira da naco sob o frivolo pretexto de
que um s individuo representa, lo bem como
dous, um inieresse commum, e o representa
melhor se lem mais inslrucro ; e nao altender-
sa quese um reprsenla", por monopolio, o
direito de dous, esse mesmo monopolio crea-
Iheimmediataraente um interesse dislincto,
mais que um erro urna reroluco.
Como quer que seja, nao menos ccrlo que
Royer-Collard contribuio para fundar a liberda-
de no nosso paiz, e para consigna-la na primeiro
constituyo deste mundoa constituido virada
inlelligencia. Elle sustenlou a honra da Franca
no lempo da restauraro. Possuia a eloquencia
propria desse lempo ; pois que cada tempo pe-
de seu orador. Tela revoluco fazia-se necessa-
rio a eloquencia tempestuosa e apaixonada de
Mirabeau para despertar o povo, e atlrahi-los
lides da aeco. A poca desanimada earrefecida
da restauraro reclamara urna palavra gravee
insinuante, que lerassc os nimos fe, e nella
os firrrasse.
Foi esta a obra de Royer-Collard.Elle fez da
Iribun a cadeira da liberdade ; abri um curso
publico de direito constitucional, c a toda a
parte que levara a suaroz, ahi chegara a luz.
Liberdade de pensamenlo, separaco entro a
Igreja e o Estado, responsabilidadc do poder
execuliro, independencia do eleitor, do jury e
da magistratura, cenlralisaco, todas estas ques
loes, o qualquer outra cm que locou, mesmo de
lere. elle Iratou como se poderia tratar ; dopois
delle nao se tem feilo mais que repelir. Atlingi"
a vi rdade cora a energa propria do seu pensa-
menlo, e isto para o futuro a moeda dctil da
opiuio.
Possuia o dom da auloridade ; inipunha com
a palarra ; seu tom era breve, seu cslylo con-
cisso ; encarara a economa da palavra como
urna oulra a abundancia ; tinha urna clocuco
firme c segura ; fallava-lho a belleza e a poe-
sa, nao porque lhc faltasse iraaginaeo; ao
contrario, sabia dar, quando era ncccssar'io, urna
imagem viva ao seu pensamenlo, porm sempre
e de qualquer forma por distraeco. Fallando de
depulados fora das condices rerdadeiras da
eleico, disse : Seriam phantasmas tentados so-
bre os bancos.N'ouira occasiao disse a rcspei-
lo da liberdade da imprensa ; Convm que ha ja
urna garantia depositara da sociedade que detxe
/-NXI
V/\ bello aeaso.
(Conlinuaro.
Muitns homens cstaram j reunidos nesta sala.
O ministro, a quera Tancrcdo segua como um
bellcgum inrisircl. tinha-se demorado bastante,
isto uelle era um syslema. Se a exaclido a
poltica dos reis, a inexaclido pelo contrario,
habllidade dos ministros, ao menos daquclles
*|ue sao influentes. Primciramente augmenta a
sua importancia, alm disso um homem enge-
nhoso, o que lem ideas, nao perde nada em dei-
xaraosoutros arriscar patarras, discutir rnuito
lempo, revolver e embarulhor as quesles que
s elle pode resolver. E' urna vantagem chegar
chelo ao espirilo entre pessoas fatigadas, dcs-
gostosas das suas opinies por causa das objec-
ces que se lhes aprcscnlam ; um bello papel
que seexecuta ; parece sempre juntar-sc ar-
raiaes diversos ; c a espada que faz-pender a
balanra. t' born isto ; mas preciso ser um ho-
mem de importancia; mas aos desgranados por
quem ninguem espero, nem jamis espern, oh !
a esses aconsclhnmos-lhes que sejam exactos,
que eheguem at um pouco antes da hora, s
quizerem obter cm sua vida urna parto, seja
do que for, e serem crapregados era qualquer
deriso.
O ministro, que Doriraont seguia, foi recebido
como um homem que se espirara, e de quern se
esperara una boa idea.
Vide o Diario n. 289,
Cattaneo. mais csthetico cm Toscana com M
Montanelli, mais variado em aples com Troia,
Focrio e oulros, mais radical finalmente por toda
a parte em quo as sociedades secretas da jeune
Italie, organisadas por M. Mazzini, esteudiam
suas ramificares.
Havia tambera grande numero de mediadores.
Entre elles, mislercitar-mos, no Piemonte, M.
Mxime d'Azeglio, genlil-huraem sem fortuna,
mas de um nome Ilustre, pintor, romancista,
poeta c msico, espirilo impressionave!, coraro
nteiramente aensircl, exprimindo tanta flxidade
em suas ideas, como em suas residencias, bem
accolhido as cortes e entre os demcratas inlci-
raracnle amante de seu paiz, e detestando a Aus-
tria, porera mui dependente do mundo aristo-
crtico para elerar-sc na practica ao dcimo de
um justo meio constitucional. Durante a agita-
<;o reformista, M. d'Azeglio publicou um ops-
culo intitulado : Affaires de Rimini, mostran-
do a necessidade das manifeslacoes e a indivisi-
dade da causa liberal e da independencia.
Em Roma, um dos principaes conciliadores
era o theatino Ventura. Este frade liberal, se-
gurado tradieco de Saronarola, havia partici-
pado outr'ora das dontrinas do futuro,mallogran-
do-sc como Mrs. de Lamennais, de Montalcra-
bert, l.acordairc c de Coux. Depois aprovcilou-
se dn ocio do claustro para escrever seu lirro ;
la Hecolution el l'glise. Elle quera que a re-
rolucco sahisse do Eslado e nao do poro, e que
Pi IX se aproveitasse da occasiao. Depois de
sua viagem Roma, M. Montanelli foi visital-o
em Seu convento. Acharao-lo, era occasiao de
janlar, diz elle, em sua celia, cercado por seu
pequeo numero de amigos. Valia a pena ver
aquclle bello rosto cheio e radiante, que pareca
ao mesmo tempo o anjo e demagogo. Iniei-
ramenle convencido da bondadp de Pi IX, e da
vontade do povo, elle havia, por mete de seus
sermos, produzido era torno, do Sancto-Padre,
o que olio clnnaxi, lalvcz oi-ilciosani( ''., o
agitaco amorosa (agitaziontamorosa J um
padre italiano era capaz de adiar urna p avra
poltica da forca d'aquella. O bom padie nao
podia fallar nela sem arrebenlar de riso.
Nos Estados Pontificios, a reforma conecntrou-
se sobre oito pontos principaes consignados no
Memorndum de 1831, e trausmetlidos Pars
por M. Philippe Canuti aos delegados que vieram
procural-o em 1845.
Eslas reformas rcclamaram um noro cdigo,
urna assemblca letrislatira em' Roma, conselhos
geraes e provim'iacs por meio de eleino, a se-
cularisago das funeces judiclarias e "adminis-
trativas, a abolico dos trbunaes de excep^o e
previlegio, a bai'xa de tropas eslrangeiras, urna
guarda nacional c a liberdade da imprensa.
Era um tal programraa nada havia de exorbi-
tante ; mas nada disso era possirelem urna theo-
craca.
Falta-nos aqui espaco para etpr a par do
morimento philosophico o das sociedades secre-
tas e da imprensa clandestina.
A Italia tem muitas rezes abusado dcstes
raeios extremos, que preciso allribur menos
ao carcter nacional, que condicao excepcional
era que est desde tanto lempo mergulhado esle
nobre e desafortunado paiz.
O abominarcl gorerno de Gregorio XVI hara
preparado um excellente lerrcno seu succes-
sor. Era conveniente Pi IX adquirir imrae-
diatamente as sympalhias da Italia ; mas ver-se-
ha, seguindo este estudo, com quanta difficulda-
de, e sempre com a melhor ventado do mundo,
leve de luctar, afim de conscrval-as.
Os primeiros actos de Pi IX pareceram, cora
cfTeilo, abrir s esperanzas da Italia o espaco
das realisares tanlo lempo desejadas. Pr-
claraou-se urna amnista para os condemnados
polticos. E ro-sc o proprio Papai abracar com
ternura os prisionciros do forte Sio-Angelo.
Annuii';iaram-se reformas administrativas. O
Papa prcsuadidS eulo sobro sua escolha de no-
vos conselheiros, sobro a creaco de ura con-
sclho de Estado abril de 1844 ) ede urna guar-
da civil. Via-se neslc mesmo' tempo Pi IX
percorrer as ras de Roma alm de prestar soc-
corro aos enfermos, e receber com bondade, c
com o sorriso nos labios, os homens do povo
quo vioham depr seus pos a exprcsso de seus
soffrimentos e de seus votos.
Prelados, do genero dos Missi domini, como
no tempo de Charlemagne, percorriam era nomo
do Papa os Estados da Igreja. e informaram-se
sem
Austria, e elle via-se obrigado a considerar "im-
perador da Austria do mesmo modo que lodos
os outros principes christos; amara o libera-
lismo, o dizia : Se adhiro aos projectos dos
liberaes, exponho-mo a ser condemnado. Ra-
zao suprema de almas devotadas, razo contra-
ria a doutrina do sacrificio e que leva tantas al-
mos a urna especie de egoismo espiritualista
donde dimana tima absoluta dureza de coraro.
Se Fio IX fosse de tempera de um Hildebrand
ou de um Julio II, tera operado a reforma por
um ouiro meio. Em vez de temer o reo guel-
fismo, teria-o favorecido, e, por meio de urna
inlelligente dictadura, teria talvez emancipado
seu paiz, e preparado as bases da unidade ita-
lianna.
Mas, nesta ordem de ideas, faltava-lhc a ener-
ga para livrar-se dos obstculos, que por ven-
tura houvesse de encontrar entre os cardeaes.
Era uraa palavra. o desafio permanente do po-
der espiritual e do poder temporal, que o fac-
i do ponlificado, a constituico da igreja, que
assigna a esta theocracia limites intransitaveis, c
que nao permitle mesmo, sera descender desta
extravagante legalidade, reinar dictatoriamente ;
final mente este impossibilismo quo mais alta-
mente temos asstgnado, como fazendo parte do
fado particular de cortos Estados, principalmente
da Austria, c, em mais alta escala, ainde do
pontificado, lanraram Fio IX em una vereda
conlradiloria, que arraslou-o ao que chamou-se
depois sua versalilidade.
lnsislimos sobre este poni, porque o vicio das
tnstiluiroes nosso ver ainda mais grave que
o vicio dos individuos. Mais beneplcito ler-sc-
hia mostrado Fio IX, mais sobresaldra se o
rgimen deste poder temporal, nascido de urna
doacoe defendido com
cousas sao entre si complementos. Sement a
sciencia avanca mais que o interesse diurno ;
ella remonta-ses causas, estuda as relacoes, re-
gislra os fados novos que Ihe traz a occasiao,
como um accrescimo as mais das rezes precioso
aos conhccimeiilos anteriores, algumas vezes co-
mo o poni de partida d'uma serie de inresliga-
res do mais subido grao. Oulra do foi a ort-
gem das grandes descobertas histricas que sao
una das glorias de nossa poca.
A India, Ninive e o Egypto nos cilam seu
magnifico leslemunho, bem corao todo o mundo
ocenico, o continente americano era sua im-
mensa extenso, o norte e o centro da frica e
os proprios gelo? das tegies polares. Dessas
vastas exploraces, desses estudos activos e fe-
cundos que cm nossos das tao prodigiosamente
accresceram ao que conheciamos da historia do
nologiras de um philosopho finlandcz, M. Cas-
tren, de 185 1849. M.de Middendorff j tinha
explorado as parles maincplentrionaes da costa
stberica, quando Iratou de levar suas invesliga-
coes regio oriental. Allienco:lrou para seus
estudos materia mais nova e mais exleusa que
presumir. Foi o proprio em reconhecer, nao
sem espanto, o quanto erara tracas e imperfeilas
as noces adqueridas. Anles d'elle ninguem li-
nha trazido d'essas regios extrema um dado de
exaclido. Elle percorreu, desde a cosa do mar
at a Daouria, toda a exlcnso do territorio que
marcaadiviso das aguas entre o mar glacial e
o A rao ur. Os Russos do o nome de Jublonoi
as fras montanhas que formara sua linha de elc-
raguo. No correr de sua penosa cxploraco, M.
Middendorlf fez urna descoberta singular : que
os Chinezesdo 17 sceulo linham trocado sua li-
nha de fronleira, assgnalada por postes e ins-
cripces, nao corao o tinham julgado os Russos,
sobre o eixo dos monlos Jublonoi, porm muito
mais ao sul mesmo no interior do leto do
Amour. E' um fado quo nao ecommum na his-
toria diplomtica.
A Russia achara-so assim de posse, sem sa-
ber, de ura vasto e extenso lerritorio. A'julga-
la s por si, sua acquisico nao era de grande
valor; algumas florestas no centro de ura paf/
estril e apenas habitado, pouco deriam accres-
cer aos recursos do imperio. Forera novos tac-
tos dados seguidamente, rieram-lhe logo depois
dar-lhe una oulra significaco.
Alm d'isso o gabinete de S. Pelersburgo nao
linha deixado desapercebida a anomala singu-
lar assignalada por M. de MiddcndorfT. Esta ex-
tenso da fronleira deu occasiao reconhecimen-
los que foram lerados al o Amour e ainda alm
ao mesmo lempo que navios da marraba impe-
rial foram cncarregados de examinar o mar fe-
chado por um lado pelas costas de Mandetouria e
do outro pela extensa cadeia das iihas do Japo.
Segundo parece, houve cessesde territorios fei-
tas por algumas das tribus
mundo enligo e da geographia do mundo actual. I !?._."STIL"^^ mESfZL**!.'***
i.~ ,-..--------1 i torain asseniados postes. Niholaieffsk perto oa
embocadura do Amour, cidade que tornou-se
sabemos todos qual foi o poni de partida. Qua
o espirito por menos esclarecido que nao inlc-
ressem esses resultados ? Para que, pois, olha-
los corao cousas especiaos, reservadas um pe-
queo numero de admittidos e que raras rezes
chegam ao exterior furto ? Porque razo o que
de interesse geral nao est no dominio com-
mum, muito menos ao accaso e porcommunica-
r.es incompletas, sem connexo, sem um vis-
lumbre de unio, rr.uitissmas vezes inexacto,
mas sim de um modo regular e completo, como
tudo oque do dominio habitual da publicida-
de ? Sem duvida nao se trata aqui nem de dis-
sertacocs, nem do investigaces sabias : tudo
tem tempo e occasiao propria ; porm pode-se
sempre expr de um modo simples c para lodos
claro, os movimentos c resultados desses traba-
er-l Ihosde erudieco, que engronaccem o horisonle
eienuiuocom urna ohsiinaco to .
f,sns!^^lf,^l0,r.PHr,tfdi?Spi!ljleSla3 reli5iosos' da letona, de'sses exam? e cxplorneoes quecs^
tos!,e a causa real das faltes do mesrao papa. tendera
Sera duvida, dizM. Laurenlie, que a perpe-
tuidade da religio, a cadeira de Roma nao tem
necessidade de sor um throno de soberano, e
lem havido occasies cm que o pontificado
tanto mais poderoso, quanto mais despojos ofe-
rece. Mas quem disse aos philosophos que o
ou aporfeinnam nossos conhecimentos.
Com seus encanlo e proveito nao liamos as ad-
mirareis noticias cm quoArago, abrindo Irrguas
com reos grandes trabalhos, levara em gosto con-
tal de urna maneira ao raesmo tempo clara e
substancial,a historiados contemporneos sabios
e a de suas descobertas ? Arago um modelo do
.|:,,;.,:... _- '-------. '-------- V "c auuj ucoguul'MUS .1liiai)l Ulll IIIUUOIO UO
chr.stian.smo nao linha sobre aterra mais de | qual bem pouco dado o approximar-se; porm,
E quem pois disse aos publicistas do partido
clerical que urna religio poda gozar desle pre-
vilegio sobre lodas as religies prsenles o pas-
sadas de ser cierna e de nao poder passar alera
da cidade de Roraa ? Sero elles lo all'eicoados
ao esplendor e s riquezas, que nao possam con-
cebera acro do ponlificado som esta pompa ex-
terior Julgaro pois uue a cadeira pontifical es- -
t to cercada de perigos, que nao nossa ex tir i Om'','a/ SUI ';,0.Bal".a|. d-ngo-se para o
fra d'ahi? oriente descrevendo vastos incultos, indo agran-
No harer occasiao para prever, ao contrario ^dIn>;,SS,\d- ^ agUf dl'scnil)rTl,r ."1 ra'de
que cm face dos noros phenomenos que "ri i golpho s.benco.chamado mar de Okhotzk. Sub..-
/i t~A.* ..___._.. m.-Ii. ... -X do desde a sua embocadura at sjia uascente, a
com quanto seno Icnha a esperanra de altin-
gi-lo, sempre bom ter as vistas rolladas para
um tal lira.
O que actualmente se passa no territorio do
Amour bem proprio para mostrar o que ha de
fecundo nessa allianra inerilavel da poltica c da
sciencia. ) .Vmoui- um dos maiores ros da
Asia oriental. Nasccndo no denso nevoso que
domina ao sul o lago Baihal, dirige-se
de todas as parles depois do sessenla a
vida das nacoes, que a existencia de urna
cracia no centro da Europa, nao se torne el.
gar de um instrumento de unidade, um geme
de desnnio, e que um tal Estado nao pode des-
aparecer da nova ordem, por simples incompa-
tibilidade, como em um corpo vigoroso toda a
parte accommeltida do nevrosis lendc a sahir
pelo trabalho natural da eliminarn?
J. II. M.
(Continuar-se-ha.)
Sciencias e artes.
Bolctim das sciencias histricas.
I
Entre os fados que rerelam a inlelligencia hu-
mana,pode ser citada urna classe injeira (o nao
seguramente a menos numerosa) qual nao pa-
rece que at o presente, ao menos, de um modo
regular c seguido, se tenha dado" publicdade,
quero fallar da grande c extensa publicidado quo-
tidiana, publicdade essa reclamada por sua pro-
pria natureza e importancia : taes sao os fados
pertencentes ao que se chama sciencias histri-
cas. Quando se pronunciara estas tres patarras,
as sciencias histricas parece evocar-se nao
sci que genio somnfero anda lodo coberlo do p
dos velhos alfarrabios e de boa vontade ros re-
cumbiam aos sabios em usos o s academias. Dir-
Uraa personageni, que pareca ler alguma pre-
ponderancia sobre os outros, dirigio-se a elle es-
tendendo lhc cordialmante a mo.
Parece-me queja riesla figura em alguma
parle, pensou Tancredo, este homcm nao me
desconhecido...
Vossa magestade sabe ? disse um dos mi-
nistros.
Como sou tolo, pensou Tancrcdo, o rei,
como que o nao adevinhei inmediatamente^
pois era muito provavel encontrar aqui
rei.
O r, poucos oslantes depois, sentou-sc ca-
beceira de mesa e os ministros lomaram os seus
respectivos lugares no concelho.
Tancredo eslava singularmente embarazado,
combatido entre a curiosidado do escutar c en-
tro a idea de espiouar, o que achara indigoo
de si.
Finalmente capitulei com a sua conscien-
cia :
A rerdadeira espionagem consiste em repe-
lirc nao em saber.
E preparou-.se para escutar.
Infelizmente, passeiando no palacio do minis-
tro, linha apanhado fri, esle fri linha origi-
nado urna constiparlo que elle combalia, e a
qual pareca le-lo esquecido por ura momento.
Era urna destos tosses que do escndalo as
academias, nos Iheatros, urna destas tosses opi-
nialivas que sao chamadas tosses violentas, du-
rante a juventude, mas que. no fim da vida,
sao respcitadas sob o nome mais importante de
catharros.
Tancredo lutou primeiraracnle cora a tosse
Inimiga ; o pobre rapaz abafara-a, suTocara-a,
mas em breve o combote tornou-se irapossivel,
e ento tossio, tossio com forna, com phre-
nesi.
O rei eslava todo oceupado a ler, examinando
um papel que um dos ministros lhe havia dado ;
, o lerantou os olhos, mus ouvio esta lessc vio-
lenta, e nao duvidou que fosse algum dos seus
ministros que lossissc. Ento lembrando-se que
o ministro da guerra era um hornera, que havia
guerreado, e fatigado e gasto por diversas cam-
panhas. tinha mais probabilidade de ser o que
lossia do que os outros mais novos do que elle,
dssc-lhecom bondade :
Est muito constipado, marechal I
O marechal nao eslava constipado, mas li-
uha muita edunaco para nao contrariar o seu
soberano, c tinha bastante juizo para nao desriar
de si ura signal de inieresse que podia causar
inveja aos outros, e respondeu, incliuando-se res-
peitosaraenlo:
verdade, Sire, n'outro dia na revista. .
E poz-se a lossir com enthusiasmo.
Tancredo eslava salvo.
Urna lisonja tinha lomado provavel isla cons-
tipaco de que o rei se podia admirar.
Doriraont tossio era coro com o marechal que
bem depressa acabou por o exceder. Porm a
tosse d'esle, ao principio filha de uraa lisonja,
tornou-se por fin sincera. Esta qualidade de as-
tucia fcil nesta idade ; o marechal apodren-
se de tal modo dala, queTancroUo esleve tenta-
do a dizcr-lhe :
Obrigado, bom homem, basta, j nao pre-
ciso do ti
Neste instante enlrou um portero c deu ao mi-
uistro dos negocios eslrangeiros ura rolo de pa-
pel contendo despachos.
Noticias de Londres, disse o rei.
E roinpeu o fecio.
O ministerio cahio.
O lord *** obleve a sua demisso.
Esta noticia fez sensaco no conselho. Todos
Acaran) agitados e tristes. O rei tomou a palavra ;
depois fallou-se com ardor e estabeleceu-se urna
das mais intcressantc.s[discusses... lo inters-
sanie e to importante que nao podemos escre-
r-Io.
Eis-aqui o que ra fazer baixar os fundo,.
sua
medida do curso dessa grande arteria nao me-
nor qne4,000 kilmetros, que o duplo do cum-
priniento do Danubio. Muitns de seus affiucntcs
igualam era extenso o Loira ou o Itheno. Os
territorios que formam seu leito, limitados de ura
lado pela siberia, e do ouiro pela Corea e pelas
provincias extremas d> China do lado de nordes-
te, coinprehcndem o que as cartas rhamam Man-
dehourie, vasto paiz que ainda cm grande par-
te o dominio das tribus nmadas.
Ora al os ltimos tempos urna das partes da
Asia menos conhecidas ; as nicas noces que
dellas nos chegassem,tanto sobre o paiz corao os
habitantes, as deviamos aos nossos missionarios
do XVII seculo, que as tinham tirado dos livros
chinez.es. Essas noces -erara de natureza nim
geral, alera de que a desfigurarlo por que a es-
criplura chineza faz passar os nmes eslrangeiros,
dilficilmente permitle reconhee-los, quando nao
se tem fora disso a.verdadeira forma.
Os avcplureiros russos que justamente na mes-
ma poca, na primeira melado do XVII seculo,
proseguiam ilcsteppe em sleppe na descoberta
das planicies sibericas, por sua parle linham en-
tretanto chegado as montanhas que cobrem ao
norlc os valles do grande rio da Mandcpopria,
(1613'. O lago Baikalfoi recoii%cido ; dahi subin-
do para o sul penelrou-se as ricas paslagens da
Daouria, regadas pelos bracos superiores do
Amour e ahi foram creados' eslabelucimentos
catareis. E' desla poca qus dala a fuudarode
tres annos o lugar principal de urna grande di-
viso martima, exislia desde 1850. Tudo isso
se izera sem echoar, sem que chegasse ao co-
nhei ment dos jomaes europeos e no lempo em
que o cheie do Celeste Imperio estara preoecu-
pado com as revoltas intestinas que ameacavaru
a exislencia de sua dynastia para que pdesto
a Hender inrasoes comparativamente insignifi-
cantes.
OaDdo em 1855, durante a guerra da Crimea,
a esquadra alliada Anglo-Franceza apresenlou- *
se n'essos immediaces da Asia oriental pa/,a
inquietar o commercio russo, os novos cstat
cimenlos da Mandeouria j estaram solidrrcr
te assentados. E j hoje eslo nabauureis \'
28 de mato [9 dejunho) de 1848 foj/assignado
ura tratado em Aigoun, (cidade Araour superior), entre os plferiipolenciarios
chmezes e russos, pelo qual toda a pars da Man
doouria situada ao norlo do Amour cedida
Russia. As estipulares d'esle/tralado ninguem
conhece. Ignora-se as compcTnsarcs que ob-
leve o imperador da China ; visto como nao se
ha de pensar que houvesse de sua parte urna
coriezia nteiramcnle gratuita/. Seria tanlo mais
para admirar que a dynastia/, que, como se sa-
be, conserva o sceptroda C(hina desde 1649, sen-
t o de origcm raandeoure & cedendo a seu'visi-
ii lio poderoso a melado da Mandeouria, foi de
alguma sorle a patria dw seus antepassados que
eniregou ao dominio de^ourtem.
Pondo de parle esses escrpulos diplomticos
nao se pode deixar de applaudir urna Iransacceo
que prepara um futuro iileiramente novo para
esses paizes barbaros. E\jjm acontecimenlo tri-
plicemenle feliz, quer sob op\onto de vista com-
mercial. quer da civilisaco, i^uer sob de vista scientillco, que reclama sua parle em
Indas as peripecias d'esle mundo.
(Vivicn S. Martin-M. ShfgaTrlaTS:
(Con ti n a.)
Agricultura.
\ necessidade da conservacao das
matas, e da orboricultura.
I.
Destruir as matas que cot
brem os cintos, e os ador
das montanhas, prepara*
para as geraco-s futura-
duas cala mida des a secca,
e a falta de combuslieel.
t
B.VRAO HIMBOLIH.
I.
sc-hia queso trata de cousas de ura outro tempo Nertchinsk (16581, cidade principal dessa regio
e outro mundo que nao o lempo e mundo era
que viremos. E' ao raesmo tempo urna grande
prevencn e um grande erro. Conlradicro sin-
gular Quer-se ouvir fallar em physica, lgebra,
aslronoraia, geologa c mecnica ; lano os or-
gos oculares como auriculares habiluam-se s
formulas em x c a lingua recndita das combi-
nar.es chimicas, quando temer-sc-hia ouvir fal-
lar simples efarailiarmentc de cousas que de mu
perto e cm toda a connexo dizem respeilo aos
nossos pensamentos, s nossas recordacoes, aos
nossos inleresscs e s nossas preoecupaces as
mais habituaes? Isso nem lgico, nem natural.
Ninguem aprecia, nem mais do que eu admira
os espantosos progessos das sciencias malhcma-
licas c das naturaes. As obscrvaees, os exames
e as expeculanes pclasquaeso espirito humano
gradualmente clevou-se ao corineciraenlo das
mais intimas leis do universo ; a animosidade
feliz que nao trepideu cm allrontar os mais es-
pantosos phenomenos da natureza, que penetrou
disse um dos ministros em voz baixa a um dos
seus collcgas, cmquanlo que os os oulros discu-
ta m.
Foi islo o que Tancrcdo compreliendeu melhor
de loda a discusso.
E se eu rae aproveitasse desla circunstan-
cia? pensara elle.
Eulo nao escutou mais epusa alguma do que
se dizia o perdeu-so nos seus clculos; meditou
rail projectos, repollto uns, pesou outros, e aca-
bou por so decidir a correr casa de Nautua pa-
ra lhe dar parte da noticia de que um acaso o li-
nha tornado sabedor.
Ura porteiro enlrou sob nao sei que pre-
texto.
Logo que a porta se abri. Tancredo sabio.
N'um momento chegou casa do Nanlua; era
esse o dia de audiencia cnt sua casa, porque al
o menor dos millonarios lem os seus dias de au-
diencia matutina.
Nanlua, rocordando-se da maneira de que havia
engaado Tancredo, recebeu-o primciramente
cora erabaraco, mas a sua generosa victima o
tranquillisou inimedialamenle.
Senhor, disse Tancredo, reuho aqui de pro-
posito para lhe dar parte de urna cousa muito im-
portante, e V. S. pode tamben, fozer-me um ser-
vico muito grande Urna circunstancia, quo mo-
tivos de delicadeza me nao permitiera explicar-
me, lornou-rao possuidor de urna noticia que
todos ignoram, ca qual deve ler una grande in-
fluencia sobre os fundos ; vendo dar-lhe osla no
va a loda a pressa, pedindo-lhe como recompen-
sa um pequeo interesse nos seus negocios.
Mas, meu charo senhor, cu nao posso en-
lende-lo, porque cralira...
E eis-ahi toda a infelicidade.exclamou Tan-
credo. Ah senhor, se cu podesse explicor-ine
claramente, se podesse dizer-lhe a verdade. sem
que V.S. tivesse durida alguma, fallar-lhe-ia de
outra maneira, dictar-lhe-U mais severos condi-
p5cs; nas rreciso anles de tudo, inspircr-lhc
alpestre, en. que logo depois foram descobertas
em grande escala minas de piala.
Desde ento os czars da Moscovia apreciarara
a importancia d'essa longinqua possosso, cujos
productos s por si promeltiam ser,mais ricos
que os de todo o resto da Sibuffa. A' dalar do
anuo de 1689 pelo tratado de Nertctinsb foi regu-
larisada a posico dos Russos na Daouria, cm
frente do territorio do imperador da China e
que at en lo linha nominalmenlc feito parle de
sua soberana e regulou a fronleira dos dous im-
perios. Forera essa extenso dos Moscovitas de
pouco proveito foi para as aquisiedea geographi-
cas. Excepto a Daouria assigna lat a por sua ri-
queza melallurgica e cuja lopographia foi cui-
dadosamente levantada, o resto d nova fronlei-
ra ateo mar oriental ficou mui pouco conheci-
do. Nenhum interesse directo solcitava a cu-
riosidade para esse lado e o scientillco agora
to imperioso, ainda eulo nao se tinha desper-
tado. Algumas tribus miseraveis que todos os
Po vezes lcmo3 chamado a allenro dos hab
tantes desta provincia, e dos poderes publico?
para os terriveis efleitos da derastaco de nossas
malas, que a ignorancia c sobretodo o egoismo,
e indillerenca para com as gcrai oes futuras rao
todos os dias reduzindo, c quasi" anniquillando.
Intil Cassandra de balde haremos demons-
trado com os principios da sciencia, cora a aulo-
ridade dos sabios, com a experiencia dos outros
paizes, e al cora a nossa propria, que o perni-
cioso syslema de roteadura das matas, o meen-
lint lint* onnirmo w\n r>Anln T .i______ 3
confianca, c como nada ha mais extraordinario
do que a siluaeo cm que me acho, s me preoc-
cupa urna idea, que du nao passar aos seus
ollios por tolo, e cora'.udo lenho razos para per-
der o juizo. Ter a fortuna entre asmaos e nao
poder faz'-la e porque? por nao ser conhecido
Acredito, senhor, que se tijesse. o mais pequeo
Qo eterna nossa memoria. Semelhanles aos
Israelitas no deserto, cuidamos soraentc do dia
le boje, amanha cahir o man do co I
E mais inconsequenles que os selragens da
Luslana que corlavam a arrore para eolher o
fructo, mas raudavam de um lugar para outro.
nos inulillisamos a Ierra e esterilisamos suas
foutes da produeco sem nrredarmo-nos do solo.
Entretanto nao cessaremos de levantar nossa
Iraca roz era prol desse magno interesse de nos-
sa sociedade ; sentimos prazer em cumprir es-
se dever que a geraco futura nos hade ao menos
agradecer.
[Contina.)
uente momento todo o dinheiro quo quera ga
nhar para lhe inspirar a minha conriceo e con-
tar-ll.c os extntnhos acontecimentos que. m'a do-
rara Sci-o, com certeza, sei-o, digo-lh'o eu,
sei-o positivamente.
Mas como que o lelegrapho nao annun-
ra mim seria n proveito, tambem Iho assoguro.
Mas esquece-sc, meu charo, replicn Nan-
lua com malicia, que o sou lim era fazer-me un.
serriro ? ^ t
Tancrcdo poz-se a tir.
Sera duvida ou quera tambera fazer-!he
um serrino, respondeu ello, mas sobreludo que-
ra poderfallar-ihc francamente; mas V. S. co-
nhece perfectamente bem o mundo para deixar
de comprehender que ha militas circunstancias
na vida cheia de aventuras de um rapaz, que o
podem fazer possuidor de um segredo com honra e
cora legalidade mesmo, sem que elle comtudo
possa explicar como veio a sab-lo ; mas, que
letnbranca obrigo-me, se o engaar... sim. as-
signo inimedialamenle una obrigaco de cin-
coenta mil francos co.n a qual me po'do fazer es-
lar preso ura anno se a noticia que lhe quero dar
Dio rerdadeira.
Iluilo bem disse Nanlua, eu confio em V.
S.; mas prociso que tenha tambem confianca
era mim, d-ine essa nova c so eu vir que....
Pois beui, inlerioinpeu Tancrcdo, eu sem-
pre lh'a don, ou, com o sabe-la, s nao ganho,
e coraraunicando-lh'a podo ao menos V. S. apro-
veitar.
Ento?
Ento, niuflou-se o ministerio inglez, o lord
"" pedio a sua demisso !
Esta noridode produzio sobre o b.inqueiro ain-
da mais dleito do que sobre os ministros.
Mas est bem certo disso?! dissecl'.o.
Estou lo cetlo quanto so pode estar, e dara
palavra de honra.
Palavra de honra! disse Tancrcdo, com o
tom do loaldade, muito hora, adieos, al ama-
nha pola manhf a, meu charo socio.
Tancredo sahio agitado.
Nanlua reudo-o partir:
alguma historia de mu'.hcr, pensou elle ,
este bello rapaz estar sera duvida escondido no
quaiio de alguma dama quando o ministro leu os
seus despachos. Dore ser discreto, isso.
A nova era rerdadeira, como nos sabemos, a
baixa de fundos foi tnais forte do que se espera-
va, e Nanlua ganhou urna somma mais conside-
ravel do que imaginara.
Tancredo leve parle no seu beneficio, e esta
fortuna imprevista satisfez a sua ambico mo-
mentnea.
Doriraoit tinha dilo(;
c Nao posso viver sem dhlieiro.
Epoz-so a procurar meios de achar dinheito.
Agora disse :
< Nao posso virersem amor.
F. procurou meios de achar amor.
Todos diro muito mais facii.; peis cu digo
quo nao.
Os pobres do coracSo sao os que mais avullan
tm Pars, ora, como nao ha hospicio para cslcs,
encontramo-los por toda a parte, e sf.o estes qtic
vos oltacam e vos desralisam.
[ContinHar-se-ha).
FEH.VT*P. DE M. F lKft 4HIA 1 SM

MUTILADO
N
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