Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:08915

Full Text
AUNO HIT. HUMERO 289.
Por tres mezes adianlados o$000.
Por tres mezes vencidos 6$fOG.
SEGUIDA FEIRA 13 DE DEZEM8BQ DE 1859.
Por anno adiantado IdfOOO.
Porte franco para o subscriptor.
CNCARREGADOS DA SUBSCRIPCA'O DO NORTE.
Paralaba, o Sr. JooRodolpho Gomos: Natal,
o Sr. Antonio Marquosda Silva ; Araoaty, o Sr. A.
de LemosBrag; Cear, o Sr. J. Jos de Oliveira
Maran) o, o Sr. Manoel Jos Martin? Ribeiro
Guimares ; Pianhy, o Sr. Joo Fernandos do
Moraes Jnior; Para, o Sr. J...-... t, .. nomos;
Amazonas,o Sr. Joronvmn da Costa.
PARTIDA DOSCOKItKlOs.
Olinda todos os das as 9 12 horas Jodia.
Ignarass, Goiannac Paralaba as sobandas o
sextas ffiras.
S. Anto, Bezerros, Bonito, Caruar, Altinhoc
Garanliuiis as toreas foiras.
Pao d'Alho, Nazareth, Limoeiro, Rrejo, Pos-
queira, Ingazcira, Flores, Villa Bolla, Boa-Vista,
Oiiriruryo Eso. as quarlas-feiras.
Gabo, Serinhem, Rio Formoso, Una, Barrciros,
Agua Pn ta, Pimenteiras c Natal quintas luirs.
(Todos os corridos parlera as 10 limas da manlia l
AUDIENCIAS DOSTRIUl'NAES DA CAPITAL
Tribunal do commercio: sogundas c quintas.
Relaeo : tercas feiras e sabbados.
Fazonda: torras, quintas o sabbados as 10 horas.
Juizo do roramcrcio: quintas ao meio dio.
Dito de orphaos: tonas e sextas as 10 horas.
Primeira vara do civel: torras o sextas ao nieio dia
Segunda vara do civel quartas e sabbados ao
meio dia.
EPHEMKRIDES IK) MKZ DE OEZEMBRO.
2 Quarto cresccote as 11 horas o30minutos da
manlia.
10 La choia aos 53 minutos da manlia.
16 Quarto niinguante as 6 horas e 56 minutos da
taide.
24 La nova
ala.
as 3 horas c 27 minutos da ma-
PREAMAR DE I10JE.
Primciro aos 54 minutos da manlia.
Segundo .-i DAS DA SEMANA.
1 Segunda. S. Fausta; S. Daro ni.; S. Siudonio.
20 Terca. S. Liberato m ; S. Foligoneo b.
21 Quarta. s. Thom ap. ; S. Ginerio sac.
22 Quinta. S. Honorato ; S. Flaviano ra.
23 Sexta. Ss. Migdor.eo e Mardoneo uim.
24 Sabbado. S. Gregorio m ; S. Herona m.
25 Domingo. Nosri ment do N. S. J. Christo.
EN('.ARREGADOS DA SI BSCRIPCAO NO SU..
Alagoas, o Sr. Claudino Falcao Dias ; Rabia, o
Sr. Jos M.-rlins AI ves ; Itio.du Janeiro, o Sr.
Joo Pereira Hartins.
. EM PEUNAMBl CO.
O preprictario do diario Mam.el Figueiroa de
Furia, na sua livrariapiara da Independencia :is.
C o 8.
EXTERIOR.
Sir John Bouring prouuuciou ltimamente na
Instifuirn de Mechauisa de Manchesler um dis-
curso que conten sobre a China pormenores
milito curiosos. Sabe-se que Sir John Bowriog
ra governador dos eslabelecinientos inglezes na
China, na poca em que a apprehensio da barca' para derrama-la, ella seria
Arrow pelas autoridades de Canlo fez romper as das nacoes orieulaes ; c p
por llacon i que acxperieucia do lempo presen-
te c a mais antiga das experiencias.
Honiein algum pode ser investido d'uma
ftinero relevada na China, sem que anlocipada-
raontc se lenha sujoitado a um exame publico.'
O ulerease que se toma nesses exaraos ina-
creclitavel. Se a insirurro na China estivesse
ora proporro da forra do meconismo emurogado
a mais esclaro;icfa
pde-se ver urna prova
da sua suporioridado sobre a maior parte destas
nacoes no tacto de que o exeesso de sua popula-
rao invado urna grande parto do mundo oriental.
Nao obstante as leis prohibitivas que panera
de morie a uro Chim que daixa -cu paiz, nao ha
presentemente menos de 4 ou cinco mullos de
Chins establecidos, em differentes regios de
leste. Sua maior inteligencia, sua perseveran-
te industria, seus hbitos de economa d-lhes
groades vantagens sobre quasi todas as popula- vista ? Os ramos de llores nao fallant,
cues indgenas, no meio das quaes ellos se est.i- ico as mesas.
belecem. Assim como os Rings supplantaram
em mais de urna porto os Malaios, da niesma
sorle os Chins supplantam agora oslas duas ra-
ras. Tudo isto indubitovelinenle una prova
de inslrucro. por mais imperfeita que soja, ge-
ralnionte muito derramada na China.
Na provincia de Quantung, cuja capital o
Cantn, ha um minuto do habitantes, o 6 cercada
de una populacao de 3 milhes de homens I a
iper
hostilidades entre a Gr-Brclanha c o Celeste-
Imperio. Crenios pois que as principaes passa-
agensd'este discurso sero lidas com inleresse,
principalmcnle agora que a uossa alten, ao co-
mer a dirigit-se lambeni para a China :"
F. Caiuus.
Venho allar-vos da China,diz Sir John Bow-
ting. desse paiz que conlm mais de 400 milhoos
de habitantes, o que faz mais de um terco da ra-
ra humana.
O assumpto talvez vos nao parecer sem inle-
resse, quando vos liver dito que tudo tiesse im-
perio gigantesco 6 fundido no mesnio tadinho o
que a educaran ahi por toda a psrte idntica,
leera-sr os mosmos livros, empregam-sc os mes-
mos caracteres para a escripia, e, em summa,
lodos ahi sao movidos do mosmo desejo de se
instruir, por que os diversos graos de instruceo
sao oulros tantos degros para obter adiania-
mento.
Bem que niio lenhamos penetrado alm das
froiiteirai do imperio, e que al urna poca r-
cenle cinco portes somonte nos fossem abeilos.a
extensao que tomaram nossas relares fot enor-
me, e posso dizer que 40 a 50 milhes de libras
slcrlinas f milhar de milhes a 1 milhar do mi-
lhes 250 milhes de francos) sao com vantagem
empregad os no commercio da China, oque esta
.somma produzem 10 milhes de libras slerlinas
(250 milhes de francos; ou periodo oilava parte
dos rendimentos da Inglaterra e da ludia. O
commercio podei augmentar anda muito. Di-
zia-se que a China nao poderia produzir mais
cha que oque hoje produz, e que a aboeo do
syslema restrictivo s traria um acrescimo de
preco e una deteriorarn da qualidade.
Purera qual foi o effeilo da livre permutacao
com a China 1
Presentemente a China exporta cerca de 120
milhes de libras de cha, e para dar urna Idea
de sua grande producto, bastar-nos-ha men-
cionar algunus ciras.
Ha 412 milhes d'almas na China ; o anuo
de 365 dias, e nao ha familia ala que deixe de
tomar cha cinco vezes no dia.Ve-seque nao fa- j minador os alimentos de que precisa, E acorapa-
cil calcular o enorme coiisnmnio de cha que se j nhado durante loda sua viagem com a maior ce-
faz nesse paiz. Ha alguns anuos, a colheita da remonia. Succede rauitas vezes que um rapaz
seda faltn, c nm dos ramos mais importantes' de 22 ou 23 anuos o que obteve, as dignidades as
da industria ingleza via-se ameacado em sua mais elevadas cncarregado de examinar alum-
exislencia. Em dous anuos, a Cliina exportou nos que se enlregam ao esludo desde 40 e 50
seda para dezenas de milhes de libras sterlinas,! annos.
c cu creio mesmo poder dizer que quando a al- i As honras dadas ao que obteve as mais ollas
tenco da Inglaterra se tiver rollado completa- \ dignidades Iliterarias sao inacreditaveis. Nao s
mente para a China, provavel que o grande os seus parentes e coniiiatriolas, como povoa-
problemn da produeco do algodao se resolva. <}cs inteiras se combinara para celebrar os trium-
Disconlio um pouco "da frica. Viv enlre os phos d'um alumno.
negros, o enlre cues nao encontr! elementos ne- j No seio do collegio dos doutores chamado
eessariosa una grande industria, entretanto que Hanlinv, que exprime urna matta de escriplo-
na China urna grande parte da populajo veste- ros, d'onde sahem quasi todas as auloridade
so com tocido d'algodoiiidiguio. O factojiuerc- supremas, excepto as militares, que so cscol*
ce atloncao. S se importa o algodao era duas das por sua habilidade nos cxec&icios corporal
provincias da China, o em todas as provincias'0 as artos que erain honradas enlre nos nos
Nesse caso, responden Sapolou, ludo se ar-
< ranjar fcilmente, e est concluida ;t paz.
Por acaso, tor-se-ha dito algunia colisa seme-
llianle em Villafranra? Nao osuppomo;.: comtu-
do, iode-so acredila-lo, visla dos ataques di-
rigidos contra a Inglaterra por cortos jomaos de
Pars e dos departamentos, com nina uniformida-
de significativa, e muito notada na Europa.
Porin quera sabe, ao cerlo, o que se ilsse em
Villafraiira .'
Os dous imperadores, afastamio desla vez as-
sim os diplmalas, como os militares, encerra-
t( ibun.it |a podo ser oenao a Luropa represen -
lada pelos seus diplmalas u'um congresso geral
e soberano.
INTERIOR.
H. l'Al'I.O,
S. PhuIo S de deiembro de 1BS9.
Se preciso apresentar urna desculpa da inter-
ruD{io de ininha correspondencia, acha-la-nei
m sofreguidao cora que os maleiros do corrcio
ram-se n'um gabinete, nao tendo portstemmilia jdaqui partiam durante a exportarn da safra de
mpisque um ramo de rosas posto encima d'uma saludantes. Sabta-sc que o corieio chegara pe-
niesa lo annuncio que na porta da reparlico lia-se em
Dopois de duas horas de convers.icSo, sahem loltras maisculas: Nao ha mala para o vapor
arabos muito salisfeilos ; ocabavam de concluir a tal. Chegavara as malas e partiam no mesmo
paz. '< momento, ou nao partiam porque os vapores em
Que oque se passou nesla misteriosa entre- Sanios cncontravam muita carga, o abarrotaran]
e ta pou- ; logo o regrussaram ; e ou snto a necessidade de
E preciso esperar que os dous interlocutores
queiram diie-lo ; o at entao, forcoso julga-
pelos resultados.
escrever no momento da sahida do correio pelo
desejo muito legitimo de que as miaas nussi-
ras levera a cor do momento.
O da 2 do correte leve alguns festejos que
que o desrogramonto e os falsos clculos de urna
provincia inteira de Quanluug tem 22 milhes ; jleao.cujo poder nada mais
as escolas escolhem os seus inelhores alumnos
para cnvia-los aos exanics urna vez de 3 ora 3
annos.
O numero dcsles alumnos, que chegam a Can-
tn de 8 a 10,000, e veom acompanhados por
sens amigos e prenles. De cada vez somonte
sao chamados 72 sobro 9.000 alumnos. O edifi-
cio dos exames de Canlon conleem, creio en,
9,000 quarlos, era cada um dos quaes um can-
didalo c encerrado com as questes a que deve
responder. Tenho ouvido fallar em muitos casos
de mortcs occasonadas por esforcos excessvos.
Nao sao smenle os rapazes sabidos da escola
une tomsm parte nesses exames, algumas vezes
encontram-se ahi velhos de 70 e 8'J annos, que,
nao leudo podido conseguir honras, no decurso
de toda a sua vida, trabalham oinda por oble-
las, anda que j com um p na sepultura. Afim
do impedir que o examinador chogando de Pekn
se deixe corromper, encerrado em sua cadeira
propria desde que sahe da capital, c a chave
Iransmiltida de governador a governador, de c-
dade cdade, afim de que se possa dar ao exa-
Os resultados do tratado de Tilsilt eram ca- era melfaor tivessem sido osquecidos ; salvas, 7'c-
ros, comprohendidos c sabidos pela Europa as- eum pouco concorrido ; alguma oslentaco de
sustada. Nao restara ora p sono um Estado tropas, da pobre guarda nacional ; representa-
real absolutamente independen te, ora a Ingla-1 ru no tedioso ihcalro, c no da seguate baile
torra. As outas potencias vencidas e humilhadas, no salao da Concordia ( sociodnde de baile que
subscreviam som reserva s vontades de apo- aqu ha. e conla sua existencia de 1835 mas
linha a roceiar do infelizmente fri.
Se eu quizesse acreditar no que disso um cs-
politica sempre gigantesca, incoherente, c indeli-1 criplor, isto que todo o sedimento forte ten-
nida. de a apresentar manifestaran exterior, pela qual
Cortamente, as cousas em Viltafranca nao so > se pode apreciar a sua grandeza, eu dira que os
possaram do mesmo modo.
O imperador Francisco Jos all apparecia mais
abatidoj do que Alcxandre depois da batalba de
Triedland.
A Austria havia perdido ludo o que poda per-
der. Tinha sido desalojada de todas as posces,
e vencida em todos os combates. O prestigio de
sitas armas estara auniquilado, seus soldados crise, que anda acta sobre nos, havendo falta
sentimentos monarchicos nao estao em chela,
pois que a manifestaro que delles houve foi
exigua e fra. Mas n sena urna asserro exac-
ta : deve-se procurar a causa dossa fre/.a na im-
propriedade da quadra para festividades de qual-
quer ordem.
Quando todas as classes sott'i em da pressao da
marehavam em retrala, menos desmoralsados
anda pelas suas derrotas do que pela incapaci-
dade de seus cheles.
de tudo, pois que ludo, especial monto o que res-
peita s necessidades primaras da rida, est por
piceos exorbitantes ; quando nao ha dinheiro, e
nfallivel. Nosla posi^o. ossignar um armislicio,
era o mesmo que confessar a Austria que reiiun-
riava medir-se com os exordios alliados, e res-
tabelccer a sua honra militar.
Ilel de rolher iiiforuiares minuciosas sobre
isto, porque questao vital, o commuiiicar-lhe.
Tambera outro cidado importante, Fidelis
Prates, trata de estabelecor, por meio de urna
companliia. a navegacio do rio Tiol, entre S.
Paulo e Hogydas Crnzes.c ja houve a iustallacao
da compsuhia no da 2 do correle. Ser e'm-
pregado um pequeo vapor, segundo consta.
tora bastantes dilliculdades que vencer, por-
quanto na cstarao das churos, ordinariamente
de dezembro a abril, cinco mezes. a existencia
das pontes sobre 0 Ticte, que so varias, im-
possibilitar a passagem do vapor. Alom dsso.
estabelecnienlo d. oilicinas para
dor o Sr. I). Manuel, que llie oppoi heroica resis-
tencia. 1. como elle e os seus apaniguados es-
peravam que o governo, que j oulo ora o ac-
tual gabinete, ti/.esse Uilervir a sua iniluenciii
era favor dessa prctenrao, e o nao consegu rain.
deciarou-se desdo logo em opposicao n Correio
da Tarde, que ergio exclusivo dosilltoressados
e comprometilos nos tenebrosos nivlenos do<
bastidores do thoatro lyrico da corle', o coutiii.i
por tanto a explorara mina do novo regulameu-
lo, jj que nada mais lera adiado em que pos;;<
bostilisar o gabinete.
A osla razio de iniraizade veo junlor-sc ulli-
o estacieciniento do oilicinas para colicortos, mmente anda oafra. que para os" redactores du-
22U2:*Zt T ,.,;"V T"U-r em p0nl pt" i Correi" d Tarde *** nnoVSSrfaSIo?
gueno. e urna difficoldadc de nao pequea con- Uncia, c a seguale : Coaita que nm prente
s.deracao. Mas fazemos rolos para que o au- proxi.no da redacco. o talvez niesniouin de se .
mizades ; o assassino levou algum dinheiro que
a tictima (razia comsigo.
( Carla particular. ]
Do Jornal do Commercio do Rio.
(oiiimis-.fi.. :iu-lo-lir)isil-ir:i
P REZAS.
Artigo I.
Lu successo de summa gravidade lein passa-
do quasi desapercebido, com quanlo em alto
irio, o
ao lirme proposito em que este so acha de uianter
a maior liberdade no pleito eletoral futuro, des-
animaram de todo, e eato irritados pela repulsa
exacerbaran] anda mais a opposicao que J li-
nham comcrado por nao lerem sido voladas as-
loteras para o Iheatro lyrico. Bem se ve como
estes homcnsso patriotas o escrplores de peso.
c o valor que deve merecer perante a opuiio-
publica a cruzada opposiciomsla que ellos leiu
levantado contra o novo regulamento, aMMal
grao merecesse chamar a altenoao dos homens lem ale procurado envolver o nome e a pessoa de.
polticos, da imprensa e do toda' a narao rasl- monaroha.
Veneza estova amearada, Peschiera investida, o pouco que ha dado perjuro altissimo, quan-
a tomada de Mantua e Verona considerada como do o operario nao colhe quasi fructo do Iraba-
lho, porque o producto deste nao basta para a
salisfarao de necessidades imperiosas da vida ; e
quando anda a perspectiva do futuro nao d es-
perance alguma da remissao destes males, antes
Depois da batalha de Solferino, o imperador parece amuorar urna aggravarao ; quando ha tu-
Francisco Jos tinha irrevogavelmeuto perdido do isto, de crto nao pode o povo mostrar otithu-
loda a esperanca de reslabelecer sua auloridade siasmo por instituices e pessoas ; cumprc reco-
na l.ombarda.e eslava na alternativo, ou de se nhecer que o bom senso una forma do inslinc-
submeltcr formalmenie ao vencedor, ou do se i to do povo : e este diz que o bom governo
preparar para urna nova batalha, que nao poda que prepara meios que nao obstem a acquisirao j
ser senaoum noro desastre. Elle submetteu-se,'
e orado suppor que, resignado a negociar a paz
leira, a quera aifectar mais piefundanieiile do
que a maioria julgaa.
Desde longos annos a Graa-Bretanha, segura
da sua superioridade em [orea, e por ah da Im-
piinidade de suas violencias, tem arcumulado
contra o gorerno do Brasil reclamarnos infun-
dadas (e nao obstante raais de urna vez allend-
dis), imposto tratados c ajustes sob a presso
Entretanto para covcnccr da frivolidade do p-
nico que lem excitado as suas disposhos, nar
ser preciso mais que esluds-Ias com' calma
consciencia, e procurar mais alguns esclareci-
inenios de dotalhe nos arligos eommunicadns
que em sua defeza tem publicado o iornal dt-
Commercio, merecendo especial nienriio aquello
que se acha no Jornal do dia 16 do coi rente,que
do norte, onde a indusltia muito activa o al-
godao cultivado.
Os chins sao muitos sagazes, c se so Ihos cnsi-
nam a plantar molhor sement, a preparar o fio,
a limpa-!o e a transporl^-lo (arle que anda ho-
je riles ignoram, porque as regios em que se
cultiva o algodao nos sao iuaccessiveis) ; se se-
lhes fizer emfim conhecer esles meios aperfei-
coados de quo a Inglaterra dispe, creio que a
China vira a sor urna fonte importante para a
produeco de algodao.
Disseque lodo o poro Chinez soffria as mes-
mas influencias. Em todas as escolas aprendem-
se as recamas lieces. Ha urna linguagem es-
cripia que os letrados comprehendem em lodo o
imperio, c os Occidentes Ins parecera barbaros
(nao sem alguma faci}, porque os Francezes nao
podem comprehender o que escrevem os Inglczes
iiem osles o que aquellos escrevem. Esta lin-
guagem escripia, que por corlo, offerece grandes
dfficuldades. comprehendida por 500 milhes
de homens. Os Joponezcs, os Annamilos da Con-
chinchn, os habitantes do Corea e outros po-
vos, anda que designem os caradores .pordille-
rentcs denoininaces. apanhara o sentido das pa-
la v ras assim como una somma escripia em alga-
rismos tao intelligivel para um Kusso quanto
om Espanhol, um Polaco.um Italiano, um Fran-
cez ou um Hollaudez. Urna vida inteira se cs-
coa sobre o esludo da lingua chinoza. as esro-
las elementares, convra aprender 700 leltras an-
tes de poder Icr o livro raais fcil, c conhecer 6
ou 7000 lettras para sustentar una correspon-
dencia diplomtica com as autoridades superio-
res.
Nao ha menos de 70;000 caracteres na lingua,
e o Diccionario lera 70 voluraes in folio. Risa-
das). .
Reina em loda a China urna paixao universal
pela sciencia, por que ella serve do degro para
ebegar s honras, ao poder e s riquezas. J que
estamos no capitulo das dignidades, direi que a
nobrezanao hereditaria na China comocm In-
glaterra : mas quando se cria um duque, um
conde ,'porque lacs dignidades existem l en-
nobrecem-se ao mesmo lempo todos os seus
avs paternos e maternos, o como lodo Chin
ossue una taboa genealgica muito extensa, a
ista doslcs nobres (ambem uiuito extensa. Po-
rin os filhos dos Chins ennobrecdos, nao sao
nobres, e sao obrigados a procurar ser nobres,
por s mcsnios como seus pas.
Dizia pois que o estudo da lingua muito dif-
fir.il. Dao-se aos meninos dou livros queencor-
raio muito boas ecusas. Um chama-se as clas-
ses trimtricas-,e ludo quanlo por elle se apren-
de por meio de cantos. Tres patarras sao ca-
denciadas de forma qne rime com outras tres,
atini deque mclhor se possain gravar na memo-
ria. O outro livro chama-se a classe das mil
lettras O uso dosses dous livros universal
as escolas elementares, mas sao precisos dous
ou iros annos para couhece-los. E' necessario
tim tcinpn mullo mais considerare! r.ra apren-
der o lino dos sabios polo qual s t lem urna
grande venerae.So.
Ouaulo aos anlepassados, a voneraco que se
tem para com ellos 6 quasi um culto.
Este amor polo passado 6 tao grauJe entre os
Ghins, que lora causado deploraveis resultados, e
tomado a China una naco estacionalia, nao
obstante as grandes vantagens que possue.
Todava, anda que a nstrucgo dos Chins seja
muito imperfeita, ha pontos em quo elles tem
rima grande superioridade. Por exeinplo, todo
Chlm bom calculador ; anda nao vi um s
cominetler ura erro de conta, a monos que nao
queira engaar. (Risadas.) A razio desla supe-
rioridade mulo simples : tudo se conla ahi
segundo o syslema decimal que tem sido adop-
tado por todos os pa/.es clvilfsados. Seis ceios
milh^es de homens fa/.em hoje uso doli, e ja-
mis paz algum era que elle foi introduzido des-
prezou-o.
A razo pelos nnlepassados levada pelo
Chins aleo absurdo ; ella tem um ell'eiio mu
funesto afastando-os dos melhoramentos curo-
peus. Seria irapoa|ivel na China reunir urna
assembla como a que. presentemente ha entre
nos, porque uio se procura saber o que dzem o^
sabios, e.o povo nao quer conhecer oqucoWe
cha,ma .< a curia experiencia dos lempos moder-
nos.
Equeco c:; ignora esta rerdade proclamada
lempos barbaros.
Ha pouco lempo succedeu em Ning-po que
nm homem, que habitara urna pobre ra, e que
fazia um pequeo negocio, oblivesse os honras
icais elevadas que o Estado podo conferir; lor-
nou-se director do collegio de Pekn. Lm acn-
tecimento tal quasi sem exemplo ; por isso
toda a nobreza c todas as pessoas reaes vieram
visitar a humilde morada (leste hornera pobre :
presentes de loda a especie foram dados a seus
prenles, o. o dislriclotodo ficou penetrado d'uma
alegra delirante.
Se alguns homens intelligenles conseguissoni
por lanrar ojao desla vasta inarhina destinada a
servir para a instrucrao na China, se podesse-
mos transmillr aos Chins nossas noces sobre as
sciencias, nossas grandes dcscoberts e melho-
rarcenlos, creio quo a Cliina, era vez de estar,
como o esl hoje, entregue confuso, em vez
de ser a prosa d'um governo dotestavel e anar-
chico, tornar-se-hia de fado o que olla geo-
grophicamcnte, a maior de todas as nacoes. Mas
a resistencia s reformas ahi lio grande, que
desespero sera ve-la jamis obter este resul-
tado.
A nica prova d'uma certa influencia exor-
cido pela industria na Cliina, a introdcelo de
machinas a vapor om algumas cidades. (.Manto
aos canhes de suas fortalezas, preferira anles
achar-me em sua frente que na retaguarda ; e
quanlo aos seus fuzs eis como delles se serveni:
ura homem collora o extremo do cano so*re o
hombro, emquanlo outro soca logo por meio de
urna mecha. (Kisodos'.
Nao ha muito lempo que o imperador, tendo
ouvido fallar das armas de logo dos barbaros do
oeste mauifestou o desejo de conhece-las. Pro-
curou sc-lhes alguns fuzs de espoleta e de per-
cussao. Ouando o imperador vio-as, disse :
E i nao serei mais sabio que os mcus anlepas-
sados, c nao quiz ouvir fallar d'armas aperfei-
roadas.
Comparando dopois a slmco dis classes
obreirasna Inglaterra com a situarn desla nies-
ma classe na China, Sir .lohn Bwrittg^disse:
Um Chira trabilhara 16 horas por da, c'ftt;-
ria satisfeito de acnar eraprego com esla condi-
eao Conhcc alguns que trabalhavam dia c not-
le, dormiudo sobre seus bancos, tao vivo entre
ellos o amor do gando. Cortamente seram mais
felzes, se sen Irabalho fosse menos considera-
vel ; todava possuem mulo boas qualidades
que nos poderaraos imlar. Nunca vi. Chins be-
bed os ; o Chira ordinariaraenlc muito econ-
mico, e tem um grande amor pelo eu paz. S
deiasua patria cora a firme intenro de rollar
pan .da, c as raais das vezes quer que seus res-
tos moraos sojam levados para seren enterrados
enlre os de sous anlepassados. Vi carregaces
inteiras de atades chegorem na Chino, c os
Chins creem que seus testos repousaro mais
Iranquillamenle no paz de seus aros.
(Uailly NewaAndradt Luna.
leria calculado as necessarias condiroos.
Anda suppondo no vencedor urna moderaco
sem exemplo, noera admissivol, qiiechogassc a
tanto quo permitlissc ao vencido o sustentar suas
prelenres alem do que entao possuia. Os ar-
chiduques, poslos entre a Austria e a Italia, ha-
viom tomado o partido da Austria, c como ella li-
nbam sido vencidos em Solferino.
Parece que era to impossivel o reslabeloci-
mento dos seus thronos, que elles tinham jogado
e perdido, como restituir a Lombardia Aus-
tria.
de commodos da vida, e tambera entende que o
governo que permanente, embora urna parte
do pessoal se modifique e substilua, deve arre -
dar de longo os elementos dos males, para que
a popularao nao soffra, pois que o povo sabe que
o gorerno tem os meios de fazer o bem ; se o
nao fez, porque os nao empregou, porque trans-
vou-so, e um governo transviado urna calami-
dade, porque o povo pcrde-llie a f.
A guarda nacional na parada estove rgular, e
inxnressionar- bem ao espectador se nao inspi-
rare ronsidr oes severas.
Ha no imp 1500,000 guardas do servido ac-
tivo. Pondi ndo-se que cada guarda, em re-
Tros mezes anles, a Europa, contando com a vistas cxercicio9, condcelo de olficios e da
paz, tinha sido sorprendida pela guerra. Depois correspondencia particular dos coramandantes s
do. Solferino, quindo ella j nao duvidava, que I vezes, procisses. paradas, etc. etc., ( todos ser-
niais urna batalha dada no centro das suas forla-1 vices nutes e alguns illegaes ) perde polo me-
lazas, dereria libertar completamente a Italia, | nos 10 dias do servico em rada anuo, resulta
una peda de 5,000,000 de das de servico. Ar-
bitrando o preco medio do salario a 800 rs., te-
remos urna per annual em servicos equivalentes
i enorme somma de 4,000:000000 !
Accresccntem-se agora outras parcellas de pre-
foi do novo sorprendida pela noticia de um
armisticio o da entrevista dos dous imperadores
om Villafranco.
Seu espanto ainda redobrou, prmeiro quando
soube que a Austria conservava nao s Verona
e I.egnago, mas Pescheras e Mantua, que per-
tcnciam Lombardia, e cuja separaco fazia per-
der sua importancia estratgica ; depois, que o
imperador Francisco Jos tinha formalmente exi-
gido o roslabeleciraenlo dos archiduques, o que o
imperador dos Francezes havia consentido na re-
serva dos seus elinilos.
Tinha-se feito a guerra, 'contra a vonlade da
Europa, cm nome dos mais altos inl resses ; ti-
nha-se dado sanguinolentas o gloriosas batalhas,
as quaes pereceram mais de com mil homens ;
o povo, cujos destinos se jogaram, chamado s
armas, havia respondido ao convite, o a victoria,
ao menos dcsta voz, tinha consagrado o direito.
Amigos e inimgos da Italia, partidistas o adver-
sarios da guerra, esperaram resultados propor-
cionados grandeza dos esforcos, extensao dos
sacrificios o legitimidade d.is esperangas.
Nao pode ser maior o des.ipoiilamenlo causado
pelos preliminares de. Villafranca, e quando se
soube que o tratado de Zurich nao era mais que
essos preliminares reduzidos a arligos, a eslupe-
faceo adquiri, principalmente na imprensa in-
gleza, um carcter particular de vivacidade. Foi
evidente que tinha falhado o fim da guerra.
E quando o Momteur > annunciou que a Aus-
tria ceda cora a condico sine qua non da
resliluico dos archiduques aos seus Estados, t-
mem-sc que a Italia nao vollasse nsensivelraen-
le ao anligo dominio, que seis mozos anles se
havia officialmeiite proclamado incooipativel, cora
o inleresse da Franca, e o descanco da Europa, o
que fez chim no programraa entao oll'erecido ao
publico, que era preciso ou dcixar a Austria do-
minar ateos Alpes, ou expulsi-la para alm do
Adritico. Tem-se visto os Italianos cm armas
as margens do P, a Austria na niargem esquer-
da, e a guerra como termo deste violento anta-
gonismo.
Nosia sittiacao, a qucslo italiana parecen
mais complicada que nunca, quasi insoluvel.e
juizo directo, como fardamento, nttestaces para
evitar prises, e outras alcaralas que o mecanis-
mo cruol da lei, requintado pelo arbitrio capri-
choso dos ofliciaes, estimulado pola rebelda cloi-
toral, e avalin-se enlo o quanto perde o paiz
eom essa desastrada instituirlo. Consentimos
nslo quando clamamos ao mesmo lempo que
nao ha bracos para a industria, inulilisaudo-sc
tantos !
Nao para admirar pois que a popularao apre-
sente-se sem enthusasmo, o como que sem f,
porem um grande mal, cujo alcance s os mio-
pes nao voro.
I.utara ainda a.' thesourarias geral c pro-
vincial com falta de dinheiro : a geral deve pa-
gar neste corren le rae/, s de ausentes 200 OO
mais ou menos, e nao tom nos cofres 2:UOO}000.
Dos queira que nao so pralique nella o quo fa-
zein as adminislraces dos bancos de circulac.u
quando ha urna corrida, que chicanar na cou-
tagem do dinheiro ; aqui ser chicanar na revi-
sao dos documentos.
Na provincial nao ha osperancas de mclhora,
porque a cousa est na corebrina lei do orca-
mento, que ( aqui entre nos ] nm monumen-
to de loucura palronateira ; augmenten a des-
pe/a lisa desmesuradamente, o hoje o conselhei-
ro eslorce-se para com poucos meios fazer face a
tanta despe/.a. urna liro pos elidios das coni-
P yencias, que deve servir para melhorar o fu-
laro.
A noticia que o seu jornal deu do resulla-
do das ultimas experiencias da locomotiva de
Boydoll na Inglaterra, e a exposico que lizerain
alguns peridicos inglezes que aqui temos, des-
pertaran! o espirito publico o chamaram a atten-
ro dos iuteressados para a applicaro della nos-
la provincia. Os abastados lazendeiros Vicente
de Souza Ouetoz e Lu/. Antonio de Souza Bar-
ros, irmo daquellc, mandaraui vr una machi-
na, dando ordeus positivas relativamente ao pe-
so que deve arraslar em estradas nao pelculas, e
todos pergimtaraiu como a Italia poder escapar I em elevajes determinadas, para calcular-se a
s novas desordena, s novas desgranas, que a forra ; e a esperara em fevereiro on marro, viu-
anieacas'; calcado a seu bef-prazer essas proprias e mais explicativo que se pode desojar, e capaz
disposiqoes pacluadas, recusado as indemnisares (je ''rar 'odas as duvidas aquellos que eslivcreo
e satsfaces prometiidas, e nienosprezado tanto I"0Jh* f.
as regrasdo jusconvencional como do direito das ; O que tambem contina nimia a excitar a en-
gentes, i riosidade do publico o qucslo do desmorona -
Ouanlo dizemos nao deve troduzir-sc por in- ment c morios na 2.u seccao da estrada de fer-
juria possanie naco, que, ate ha pouco, foi de Pedro II de que se fez echo o Jornal d
rainha dos mares e do mundo. j Commercio por inforraares de um individuo que
Os proprios estadistas e jurisconsultos raais re- -se dizia trabalhador da mesma estrada, e que de-
solutos camnenles do Rciuo Luido, os Caning,: Pp? de ha ver doposlo compridamente perante a
os W. Scot, os Aberdeon, e quantos corariam de pojicia sobre esles fados, desappareceu quando-
contostar a luz meridiana reconhecem o funda- j '01 procurado para dar mais positivos c mais an-
menlo daquellas aecusacoes, o s as attenuam Ps esclarecimentos, na occasio em que o chefe
porjuma siipposlasanf i/lcacaod's meios pelos fins. Je polica da provincia se dirigi ao lugar para.
mus grato c nobre aceitar cssa explicacao ; proceder as averigua^es qne o caso exiga.
admitamos asinceridade das inlenccs, dou'ran- Jornal do Commercio lera procurado expli-
do as olgomos dos principios ; mas nao se con- car Mo dcsapparocimcnlo do seu informante, na
teste que a Inglaterra tem comniottido as mus occasiuo em que rnais d'ello so careca, do modci
notorias injustiras para com o Brasil. 1"c '"n lpm parecido mais conveniente pora sus-
Foiem vista das reciprocas rcclamar;es que os tentar as grvese imprudentes rcelares de que
governos imperial c real do Brasil e da Gra- sc tornou cumphee para com o publico ; mas o
Brctanha Iconcordaram na convenci celebrada 1ac parece resultar cora mais segur anca, e ao
tiesta corte aos 2 de junho de 1858, e em virlu- raenos lal c o opinio raais aceita pelo publico.,
de da qual se acha funecionando a commisso '*1^eJ0 *a* Commercio foi completamente
era Londres, e ncni um obulo ser restituido ao U gorerno ordenou in.medjtanientc todas as
Brasil. ; providencias necessarias para que o coso fcasso
Nao nossa mente debalcr os fundamentos das; pcrfeitomenle esclarecido, e as autoridades poli-
rcclaraaees b.itanicas ; convela que mois habis |ciacs na0 pouparam esforcos para islo ; mas na-
pennos isso se applicossem, nao abandonando o a sc consoguio, chogando-se smenle ao coubc-
to momentoso assumpto revelia, : ''ment de que o supposto informante do Jornc/
E' s nossa nteneo tocar na principal, seno ncra luesmo ei: traballiador da estrada de ferro.
nica, reclamaro do Brasil,a das indemnisa-
res pelas violencias contra lodo o direito prati-
cadas pclaGia-Bretanha a prelcxlo da abolirn
do trafico da escravaluta ;o, ainda mesmo
dossas, s trataremos das que iuleressam aos ci-
dados, visto como ao governo pertcnce a aprc-
ciaco dos excossos contra pessoas vidas, e pro-
piedades, capturas as suas aguas lerritoriaes,
incendios nos seus porlos, violaces dos seus ter-
torios, arrazamenlo das suas fortalezas, e oulros
como so dizia. Eo negocio tornou laca visos da
calumnia o de malevolencia, que o conselheiro
Ottoni, presidente da companliia, chegou a pro-
testar pola imprensa que chamara o Jornal
responsabilidad!: perante os Iribu'naes pelas im-
pulaces directas ou indirectas que Ihc havia fci-
lo om suas publicaces, sobreest negocio ; pa-
rece porm que j osla acomaiodalo, e nada
fara I
Tal o oslado em que fica osle negocio que e
em declarar que nao esl de
prometiendo rollar a elle em
Ningucm ignora qual em Franca a posieodos
jornaes diante do poder, c quant.i coragoie lia-
blidade sao necessarias para dizer algumas ver-
dades.
O artigo do Constitutionnel, jornal semi-ofu-
cia inspira Prense os soguintes reflexes, que
sao dignas de loda a ailenro.
A 21 de junho de 1807, 7 dias depois da bata-
lha de Freolland, concluio-se um armisticio om
Tilsilt, entro os escrotos russo c francez, alim
de se negociar a paz.
A 25 leve lugar urna entrevista dos impera-
dores Alcxandre e Napoleo ii'uui pavho cons-
truido ii'uraa jangada, nu meio do Niemen.
A 11 de junho de 1850, depois da batalha de
Solferino, seguida de um armisticio, o impera-
dor da AusUia o o imperador dos Francezes li-
nhan urna cntrewsta em Villafranca, e ajustaran)
as base.- de ura tratado preliminar.
Em Villafranca, comocm Tilsilt, os impera-
dores orara acompanhados de um brtlhonte esta-
do maior, composto om parlo dos marcchncs dos
dous imperios.
A historia nos diz o que so passou na jangada
de Niemen :
Eu geste lano dos Inglczes como tos, disse
Alexaudrea Napoleo,c eslon ptomploncoad-
- juvar-Ms tn. tudo que empti-liCdvtdi-s contra
ellos. .
amcaca.
A imprensa ingleza declarou que a Europa nao
eslava condeuiiiada, como os parlamentos de ou-
tro lempo a registrar era silencio os edilos m-
periaes, e ella linha mais que fazer do que rac-
lificar puta e simplesmonte os preliminares de
Villafranca c o tratado de Zurich
Nao se conhece desse tratado seniio duas ver-
sos incompletas, c em cerlos pontos contradic-
torias, preciso esperar pela publioacao do No*
nilour >.. S.'ja, porm, qual for osan texto,
evidente que os arranjos do dous soberanos nao
podem bastar Italia e Europa.
Eis o que diz a imprensa ingleza : Parece in
crvel que olla muilo possa excitar o mo humor
da imprensa offlciosade Pars.
O imperador do Francezes no seu discurso em
Saint Coud dizia :
Credos vos que nao me tinha aislado mulo
separar abcrtamenlc diante da Europa to meu
programraa o territorio, quo sc eslonde do Min-
cio ao Adritico.
A imprensa ofhciosa deveria imitar esla mo-
destia o esla franqueza, e nao coramctler o ab-
surdo de sustentar que o programla foi preen-
chido, quando o imperador lamenta que elle li-
casse incompleto.
O imperador dos Francezes, depois do ler fei-
to a guerra contra a vonlade da Europa, fez a
paz contra sua propria vonlade, c nicamente,
diz elle, porque os destinos do seu paiz oslavan
em perigo. Mais ama razo para examinar rigo-
rosamente essa soluco improvisada para ver se
olla esl conforme a equidade, ao direito dos Ita-
lianos, A situaco da Austria, ao inleresse parti-
cular da Franca, e ao inleresse geral da Eu-
ropa.
Para resolver esta questao lo complicada e
to importante, preciso um tribunal resneita-
rel, senhor abso'.ato d'. suas deciscs. c este
do aconipanhada do pessoa competente para ma-
neja-la. O fim desla encommenda mostrar
pralicainonte as vantagens della nesta provincia,
ainda que julgo nao ser preciso alientas as in-
forraares accordes da imprensa ingleza.
Consta-me que chogando das fazendas o se-
nador Queiroi. approvou o procedimento dos ir-
mos, e com elles, e com os fazendeiros Dr. Mar-
tinho da Silva Prado e Tliomaz Luiz Alvares tra-
ta de emprehender o omprego de taes machinas
para transporte de Campias e Sanios, extensao
de tiiuta leguas mais ou menos, oca principal
estrada da provincia. Todos os cinco associados
sao respeitaveis pela sua posirao finaucoira e pe-
lo conecilo que gozam na opinio, c por isso
obterao necessariameute todo o apoio dos fazen-
deiros e capitalistas. Consta-mo tambera que
ratam de incorporar urna compauhia para osse
lim, calculando que o transporte de urna arroba
em una legua ser rcduzido a 15 rs., no mxi-
mo, quando hoje paga mais do 80 rs. Ser ira-
mensa a vantagem resultante da realisaco des-
sa empresa, e por ora ao menos preferivel pro-
jeelada e sempre adiada estrada de forro, que j
ninguom espora.
Presume-se que o costoio da estrada, por es-
te syslema ser algum lauto mais dispendioso
do que no do carris de ferro porern tambora
calcula-se que os gastos do primeiro eslabeleci-
menlo chegarfto smente dcima paite daquel-
| la, o que aqui na provincia do summa consi-
deradlo. E ainda que a celeridade ser tambem
nesta muito menor, todava jamis podra des-
cer a menos de oilo leguas por dia, o isso ainda
durante algumas decenas de anuos muito sntli-
cicnte para a industria da provincia, que lera a
vantagem de nao ver os seus productos aecumu-
lados nos armazens por falta de transportes,
conseguindo remelto-las com a brevicjo.de dosc-
jHv.-l e por preco muito baiw
fados de ordem superior, ligados comludo quau- ioraalinsiste anda em declarar quo nao est do
to lera de raais caro e transcenenle, a dignidade, Jodo esclarecido, o proi
a independencia de urna naco. lempo oppoiluno.
Lirailemo-nos porlaiilo a aventurar algumas Depois disto o quo cntrrtevo ainda por algn-
palavras sobre a simples questao das presas. Se dla3 a Jttencao deste publico lo fcil de conten-
as nossas observacos tiverem fundamento, cor-i Jaf-*8 foi a chegada a este porto da barca foro
taraente as altendio os Ilustrados commissanos '-"".". proceden le da Ilha de S. Miguel, e con-
a quoni foicommoltidoto delicado encargo. duzodo colonos que so lem chamado, o rom ra-
Husaremos illucidar alguns dos pontos, de cu- ':ill' VJ s0"l0 considerados, escracatura branca.
ja soluco resultara graves corollarios praliCos; Ia 3rca ,f0,lxc mais de 400 destes individuos,
depois"; se a tolerancia dosta folha c do publico 'ontoados como negros, visto como a sua tota-
a isso nos animar, talvez approveitemos a oppor- '.';'? na. "'-' perraitiia conduzir era melado, e
tunidade para a agitar alguns outros assumpto "lem disto apenas 3 vinhara igualmente despa-
connexos. Nao permite a forma ligoira destes, cnados, sendo todos os outros apanhados a lac.f
escriptos dar s materias o mclhodo e desenvol- l'e,ii? praias,comocostumam fazer osespeculado-
viuionloqjic bem cabidos Ihos foram ; nao es- ''S lesle "ovo trafico de carne humana de pelk
queceremos que vamos escrever, nao captulos de
livro, mas arligos de jornal ; todava nao recuare-
mos ante a documentaco indispen3avel das
nossas assorces, paraquenenhuma se conside-
re duvidosa.
Assegura-se-nos que, aps a exposiro dos
principios dos tratados, dos successos e "das re-j
clamarOes, tirar evidenciada a justica com que
grande" numero de cidados brasileirosi violenta-
mete prejudicados om seus legtimosinteresses,
impetrara da commisso decises favoraveis
suas to protcladas e atropelladas pretences.
Na persuaro de que, romo amigo do povo,
lite prestamos um snico, nosassignamos
Publicla.
((iiiiii:si'ii\ni;\(i\s do
1F. I'EBAABL'CO.
Rio de Janeiro
22 de nevembro de 1850.
Conlinuamos era mar de rasante pelo que res-
peita a novidades polticas ; apenas o novo re-
gulamento sobre a arrecadac'io do imposto do
sello proporcional ra ainda fornecoiido materia
paro algum artigo dos jornaes, nos quaes tem si-
do to rpidas as mesmas objecres que desde o
o princio contra elle levantaran!, q)ie a fallar
verdade j os homens sisudos eslo OnioadOS de
ver balor n'essas teclas desafinadas da oppo-
sicao.
De todos os campeos do jornalisnio que hos-
lilisara o regulamento, c que lera parecido en-
tender que este o calcanhar de Achiles do rai-
nistoiio, o que mais tem sobresabido pela violen-
cia deseos argumentos e de sua linguagem o
branca. A chegada do navio com um correga-
menio lo Ilegal pez logo era movimento todos
os autoridades portugnezasebrasUelras.eo nego-
cio nao andou muilo bem pora o pobre capitao,
como ver pela leitura dos jomaos.
Feli/.meiilc tudo quanto ha de censurare! nos-
las oceurrencias recabe sobre as autoridades e
sobre os traficantes porlaguezes, nao tendo es-
capado de censura neni mismo .. conde de Tho-
mar ministro portuguez nesta corle por algumas
medidas precipitadas que tomn urgido pela pres-
so do momento. Quanto s autoridadesbrasilci-
ras procederam em ludo isto com a maior digni-
dade e cavalheirismo, o moslraram nao querer
dar ouvldos sono razo o verdade, deisando
a paite sentimental aos patricios dos emigrantes,
que eiilrelando lera considerado o negocio sob oil
DIARIO fe rentes taris ao saber de seus interesses. Estes
portugueses c\ dcnteniciite nascorain para o con.
mcrcio, soja do qual iio.
Urna barca franceza por nomo Elisabelh parece
que tambem passou por algumas averiguacos e
encommodos por motivo da condueco do"colo-
nos, era virlude do um novo regulamento do mi-
nisterio transado sobro o objecto, que agora so
val pondo cm execucao. Mas dizem que o cn-
sul franco/ nao sei sob que pretexto oppuzera um
velo ao procedimento das nossas autoridades,
que poi ira esl suspenso Os jornaes destes.
ltimos dias po'lero mellior informa-lo disto, se
que adiar que vale a pena ler sobre eltc mais
ampios detalla'. Sobre desembarque de frica
nos nao se tem mais fallado at o presente ; et i
deiitemonle a esclavatura de pello prea inspira
horror philantropia do seculo.
As noticias que nos chegaram ultimamcnto do
Itio da Prata sobre
a l'iata sobre a questao dr t'rqui/a con.
Correio da Tarde, peridico de circuladlo raes-: Buenos-Ayrcs nao sao nada agradareis para esto.
quinhae representante de interesses ainda mais ultimo estado, que todos considerara prestes a
mosquinhos, cuja redaeco parece ler motivos
especiaos para guerreare ministerio,com o qual
certa mente nao pode contar para proteger os in-
teresses a que e acham ligadas as pessoas que
actualmente o dingem.
E sabido com offeilo que este peridico, de cu-
ja propriedade fez ltimamente acquisirao o ge-
rente da empreza lyrica desla corte, nao vive sc
nao a costa dos cofres desla mosina empreza, o
nao si' dedica seno aos interesses della ea cou-
sas de thoatro que pouco importara parte seria
des leilores fluminenses, o que faz que sojam ra- disto i hoc opus, hic labores!.
P<
Callir lias ganas do Ilustre chefe da Cont le-
raco. (s dousexeailos ricratn s mos, e o de
Buenos-Ayrcs parece que sabio bem maltratado
do recoulro, sen lo maior ainda' o estrago moral
que soffrcu do que a perda phisica. Assim em
breve talvez o -mees- ir de Rosas se sentar so-
bre (.sen llirono de Palermo, e naturalmente re-
petir aquellas scenas de execranda memoria que
ainda nao foram alli e-queridas. Isto pormno
o principal da questao ; o cssencial, para n-
principalmenle, sabor o que l.u elle depois
rissimos os seus leilores Ora, nos ltimos dias
da scsso legislativa desto auno o gerente da
empreza lyrira forcejn para quo passasse no se-
nado i\ loteras annuaes desubvenso para esse
iheatro, oque felizmente nao conseguio, gracas
I,' moralidadc c coragetc do muito iilustrc n
_ Quando csia chogar s mos, provavelmente
j ahi cstarao u> Imponaos Hospedes que sao l.
esperados,e cuja augusta? visita a provinciasa-
bcr apreciar como deve. Aqui espcra-si rom
anciedade noticias da enthusiastica recepeo que
:i hercica i ro' inci i dt Pefnfiqbuc
/*
MUTILADO
N


1
(*)-.
DIARIO DE PifiNAMbCu. SEGUNDA FE1RA 19 DE )r??.EMBRO DE 18.
>oueranos. Pela miuiu pan? eslou eriu J ...
ilo nada fie ara* devendo a" Baha.
PRESIDENCIA DA PROVINCIA.
/. eflferio feilo dn provincia da Bohia, o senador llerculano ,
Fe r reir Penna, pelo l. vive-presidente o con-
->{[M,-o Uanoel ilessias de l.efo, por ovcasi.v, I ? 1**gtJ!!* >^'"".'. t*o til.
le passar-lln a adminislraco da mesma pro-
cincirr.
lllm. o Exm. Sr. Na qualidade do 1." vice-
presidente, no di.i I') d'1 abril do prsenle mino,
ntroi no exereicio da admiaiattacAo da provincia
iu razo de ler de retiraran para a corle do IILo
e Janeiro a tomar assenlo na cunara dossenho
es dcputados o Exm. Sr. consellieiro Francisco
\ ivier Paes Brrelo.
Reconheccndo a inelTicacia de minhas forras,o
peso, ea rcsponsabilidadc de urna adminislraco
lio complicada, e avallando a situarn do pas,
por vezo? solicilei a minha exoiicraco ; e s
agora por decreto de 3 de setembro prximo Ma-
sado o gerente de S. II. o Imperador se rcsolvou
xonerar-ne desle cargo : e por isso Uve a honra
de passar s mies do V. Exc. a alminislracoda
provincia.
Km cumpriinont da orden imperial de 1 de
marco de 18S, vou dar V. Exc. as taformaedes
uie me parecen Raceasarias sobre o estado dos
diversos ramos do ser > ico publico.
Do relatoriu apresenlado pelo Exm. Sr. presi-
dente na abertura da sesso da assembla legis-
lativa provincial, V. Rae. poder colher eoeeeta-
reernetttos precisos sobre a marcha dos negocios
paMfres pesiado da provincia; epor isso ou
me limitare! a urna simples exposico dos fados
rnais salientes otcorridos durante a minha intet-
ra administradlo. Espero (loe as faltas que V
Cxc. encontrar sejnm benignamente i elevadas.
I ingratulo-mo com a provincia pela honrosa
visita de SS. UM. II. Esle nomoravel aeenfeci-
mentH marcar urna poca grandiosa na histeria
Jcsia provincia.
S. M. o Imperador, sempte solicito em promo-
ver o bem do imperio, observar as necesidades
<'.j provincia e em sua alia sabedoria, resolver
is netos de eleva-la ae grao de prosperidado o
que ella destinada, dando benfico impulso
ees nrelhor menlos raoraea e niaieriaes. Os batata-
nos extremamente agradecidos por esla honrosa
visiln darao exuberantes demonstramos do sen
amer, lealdade, dodiencao e respeilo Angosta
P ssoa do sen Monarclia.
:;\N(iiii.un!>K PUBLICA r sn:i iiascv iniuvhh ai..
A provincia conserva-se completamente tran-
quillo, c neiihum motivo existe por onde se pos-
-s
uapitao Manuel da suva 1'eieua lu auieseniauo
a V. Ex.
Jnundiiro.
Nos ltimos dias de naioforo to abundantes
3 chovas que os rios de Subah o Sergi-inirim
Felizmente nao lumve
mas o prejui/.o as pro-
quenujo pur 6d alumnos niiliioulauos as a i-
las dugrogo, latun, ftancez, ingle/, philosophio,
rethoflca c poetice, gr-ographia e historia, acttli-
raelica o algebra, geometra e trignomclri*, de-
senlio e contabilidad.' ltimamente exmela pola
le n. 7-* de 16 de julho d'este ann*
Esta cifra mostra o estado de decadencia a
ao passo
jue os rllenlos c aulas particulares Icm unnic-
rosos discpulos. Esle fado bastante notavel pa-
ra nao pass mente ser attribuido m organisacio do lycna
porque a frequoncia nos prmeiros annos [1837 a
i8ltl) excedendo sempre de 410 alumnos, de-
I cresceu d'ahi por dimito lao notavelnienlo que
en 1857 fui apenas do 182, em 1857 de 123, c
ltimamente de 83.
A plena liberdade que lera os professores de
cnsinar fra do estabeleeimento, o a diflieuldade
com que lula o director, que deve ser sempre un
j profossor, nosfr-rmos restrictos da lei n. 33 de 9
I de marco de 1833, para manter intacta a discipli- i soirrerain com a inundaeio, beni co'in
na to substancial em una iiislluico d'csla na-
A illusiiacau c \. Exc. auxiliada com a pla-
tica adquirida as provincias quo tem adminis-
trada, augura a esla provincia urna poca de
prospeiidade.
Oeos guarde a V. Exc. Baha 5 de outubro de
engrossato de lal maneira que inun laram a ci- 1859.-ilm. c Exm. Sr conselheiro llerculano
Peireir Penna, presidente da
noel Messias de Leao.
provincia Ma-
irr.Li-:i \o para
3 de lezcniht'o de IH.
caro amigo.
Em principio Ue setembro occorrreu um lacio
na cidade de Baluril( e que agora urna pessoa
de tola a considerarlo rae referi ) da que Anto-
nio Sampaio criminoso naquella cilaio c pres-
tes responder ao jury que entao j so acliava
func.cionaiulo : achantase porin, diio Sampaio.
em urna rasa pa-ticular, escrevera em um papel
declarando que quando o achassem mono que
nao culpassem urna prea que o servh ; poisquu
e'lo proprio era o autor de sua mori3. Com
urna faca, pois, dera diversos tallios nos dotis
uei finalmente j esta boa trra, donde nao i k ~ fA.i .
muilas saudades, c co- { hr^.os. e f,,ra aclnJo em cslado moribundo e ja
i receiar a ...ais leve alteraco da ordem publi- '^ ^'; gJJ
ca, O bom senso do povo bah.ano, o seu amor as ^ .- 'sIu,es'
irrsttttices que nos regen, a experiencia de lu- '" '"pnnauos
em urna
ture/.a. sao,entreoutras causas, as que mais po-
derosamente tem contribuido para esto estado
de decadencia. Couviria por tanto ampliar-se
ao governo u faculdade de noniearo de direc-
tor, e que aos professores fosse pro'hibido dirigir
collegios ou cnsinar parlicularmenie, como acon-
tece no Rio de .laneijo, Pernamlmco e S. Paulo,
embora seja necessario augmentar-se a gratit-
cacao do director e o ordenado dos professores.
Para que este eslabelecinionto possa attingira
altura de sua misso.e corresponder s necessida-
des reaes do ensino, misiei' se faz o reslabeluci-
meiito da cideira da grnrnmaliea philosophica, c
aereaco de una cadeira de allemo. O digno
director do lyceu oceupa-su cun zelo c dedica-
eoni refurm d'este importante estabelecinien-
to auxiliado pela Ilustrada congregaoao.
UlllLIOTliecv rUBLRA.
Esle eslabelociinento c.nilina a ser dirigido
pelo seu digno director. Em virtudeda autorisa-
ce conferida pela lei n. 725 de 17 de dezembro
do auno passado foi publicado o regniamenlo de
S de marco do presente auno, franqueando a en-
trada na iblioliieca das 5 horas da larde s9da
noile.
No trimestre dejulho a agosto foi o estabele-
Cme:ito freqnentado por 8ti pessoas, sendo de
maiih ja por Sit.de larde por 15,e de noile yor 11.
O'onde se reeoniece que niui pequea ou nc-
nhuna a vantageni da abertura da bibliolhcca
das 5 s 9 horas da noile
Parecia-ni4 ser rana eonvenlente que ella fos-
se franqueada das da nianha ale as 3 o i al
I da larde. Por esta forma haveria ecoriomia
poupar-se-hia o cansaro
;ao de que as ininhas j PWJiJo muilo sanguo, e comquacilo fosse soccor-
rechrveis, passo a dar-,1 rido moneu dias depois sen que riutSflese rece-
beros sacrummtos .. O que maravia que
lal faci se lenha dado sem que aqu ti veste lia
vido a menor publiciJaJo. Mas asevero-llie que
dade de Santo Amaro.
peda .ilguma de vida :
priedades foi grande. Esla onenente foi a maior
do que se tem noticia.'
Mandoi nina commisso de engenhei;'s exa-
minar os estragos casalos, propor as obran ue-
cessarias, e sobretudo as medidas que se deve-
rao adoptar para m>lhorar oleitodo rio, aun de j?,
ser mais rpido o curso das aguas, e ordene! ;?'.
igualmente ao digno director da smde publica P"^ '^'r--usenl.-,, n,
que se dirigisse aquella cidade, exaniinasse o es- ": ?"!'?," ?f~!T
lado sanitario, u desseas providencia* ao seal- f' i,^ !'r
canee. Ilie copia de nnm, di/.endo-lhe, que folizmcnt
Ho exanie pro^.Jido pelos engonhoin.s seco- gofa Mude, e iiiTereoeiido-llio o meu diminuto i
nheoe que in.iitas foram as propriedades que P*.1''"', -|ue como dan..s ten, sempre todo
o- esla l",'-'lrou sua disposicao.
das ; a ponte grande sobre o rio Subali leve Foi ,hn'!U' n memor.ivel anniversario do as- o fado Jeu-se.
desa!. inenlo do muro da ala da margen esquer- ^!",cn, "." '"J550 Maznanimo e \ irtunso Monar- Apenas se acliam a da ; a ponle cima do Callo foi to I al mente le- ^u'! ('s,;' hoM ,:sli,ra no 0S >e avel jcjemifica creio nue or doentes Todos
vada pela endiente ; a estrada do Geric, prin- P/"'T pelas novas nao equivocas e iriesistiveis missu? cieminca creio que por dot lie, lodo,
cipioda estrada de Pelevo, soffreu muito: con- '"''amor, dedicacao e respeilo que ter sem du- os raais se achara por diversas localidades da pro-
tros iimitos esiragos houveraro. a ,8um rccebModessa granie e Droa por-Iviqcu, Por ora ignora-s quaes as vantagens
Em consequencia do rea lorio presentado pela ''"; .,? .I'"w>MS:|,'||*- ; qU l^neficios que resullai a provincia. Tara-
nicipal desse as providencias sobro as aguases- 11';"1'; TE-DEOM, bem concorrido cortejo e emittir um juizo a respeilo, pjis em materias
I tagnadas dentro, e as proximidades da cidade. lho*tto. scienlifi-:as, s o nosso Bias do Santa Quitea,
Olanlo ao esla lo de salubridade, nenhuna Pi"*> *,"*' f0. allera.o notavel houve, e pelo I),, diredor da I POnijulidade da rinda de SS. MM II. por esta ., ^
saude publica foram dada jas providencias neces- oz- ,amen,l?< ?u0 '"luc """ a dominio do lu-,'e 1uriJO P/ofenr no seu < Cearcns
r r i turo csse da de ventura e de regosijo singular, que a causa e por se adiar atarefado cora 0 ira- | muito
em que llie tocar a honrado reecbcr to dis-, ballio da astalistica da provinc'n ; equfl o
tinelos hospedes ueste territorio vasto, iminenso ., i, i ,am -;ij ,i ,.i i, ,
e prodigioso, sobre as aguas destes rios sem nu- i',!_??_"?!* D lal ff**0 AwM'
mero que se cruzaiu o se confundein por entre
estas iihas sem uva, cuja verdura, cujas llores u
fi.u-tos parecem eternos.
Nao pense Vine, que o amor da trra natal,
que me fascina fazendo ver as cousas desla pro-
vincia Indas ran.es e avuitadas por urna doce
iiluso ; ao contrario cu creio perfeiiaunmlc,
sem receio de errar, que cm um da nao muito
remoto o Para tem doassumir essa posicao bri-
lli.inle, que Un: tai reservadas que lem dirci-
to por nil circumstaucias, locado a urna altu-
ra, que nao licita medir: Dos permita, que nao sao proprios [13ra paiz cujas estradas sao
o governo imperial nao deixe de estendei suas' peJra e colinas.
vistas para esla provincia lao pouco considera- i\;,,. n o
l.i, to mal comprehendida at boje e ao nesno *"" ''"f. c"s'a"m os H camellos 48 con-
teiupo to ciieia de esperancas e de animacao. los de res, alera da avultada de-peza que se faz
Vim adiar na presidencia o Dr. S c Albu-. cora o sustento, o Aralias ipio delles tratam.
merque, seu digno comprovinciano, do qual lo-
methoJo dar menor quantidade do que o navo,
onde nao Se d esse e.-:coameiilo, pelo ineiuis em
lo larga escala. Dir-nos-ho lafvez, que nquil-
lo que nesse caso se perde em assucar, depois-
recaperado em agurdenle. E possivel q,ue assirn
seja ; mas peguntaremos sempre, a aguardento-
assim obtida ser tanta que, alciu de cubrir o
gastos do sua prodocro, ainda possa indemnisar
da perda do assucar ? Entregamos esta questau
experiencia dos senhores de engenho.
t, Quaiiiu segunda, nao hy razoalguma para
sunpdr que esle novo methudo de um assucar
inferiorao fornecido pelo velho, desde que a can-
oa tej sa, c por Isso acreditamos que em caso
de concurrencia, a mesma cxlr.-rco tora o assu-
car oblido por um como por outr.
Tivenos ja oceasio de ver trabalhar urna des-
sas machinas afsenlada na fa/enda do honrado
Sr. Ur. Antonio de Queiroz Telles, c em verdado
achamos o assucar expurgado por meiu della de
excellcnle qualidade. Pode ella apromplar 40 a
50 arrobas por dia, e d smente urna qualidade
redondoque lodavia poderia transformar-so
embranco bomdesde que se qii'ria laucar na
machina alguma agua que, separando-se em pou-
cos segundos do assucar, dcixa-lo-ha secco.
Consla-nosque ha mais duas machinas centr-
fugas era fazendas prximas Il, e bem nssiiu,
que mais dous senhores dessa cidade acaban de
encommondar nutras.
Louvores pois sejam dados aquelles, que,
alongando a vista para fora do circulo da ames-
nam nalavra Sh1bo8*" rutina, sabem servir-se dos meios qne
in- Ilncs aconselha o progressn, c que tanto facilitan
inse 1 uizem ;o Irabalho ; e, d'enlrn esses dignos fazendeirQS
que
Ijs passadns, em que o paiz em vez de marchar
na senda da prospeiidade, pelo contrario lera re-
logradado, e a convirce de que a discusso cal-
ma e pacili a o icei'o proieuo e capaz de con-
quistar o progresso eompativol com as lu/as, o
ucoiiselhado petas circunstancias do^iaiz, alian-
can a lisongoira esperanca de que a paz publica
nao ser perturbada.
Nao satisfactorio o estado de seguranca in-
dividual. Muilas sao as casas que eoncorrtm para
a perpetrago dos erimes.
Alalia de religiao e de instrnego publica,
que cumpre serderrainada pela populacSo, a im-
punidade de alguns julgamentes, causada, ora
pelo espirito de compaixo u ora pela prulecco
indevida da parle de alguns potentados_a cojo
\aliraenlo se soccorreni os criminosos, a siloaco
lopojraphica e vasta da provincia com urna po-
pulaco tao disseminada, o mo estado das ca-
deiai e casas de prisoes, que alem de nao olfo-
receren as conJicoes legaeS de diviso, ronimo-
iittade, c seguranca facilitan a fuga dos presos.
os poneos acanhadus meios de que dispoe a po-
lica sao alen de oulros, motivos que (asen con
que sejam tardos todos os melhoiamentos aj-
ero este ramo do ser vico publico.
hos dados estaslicos que me foram torneados
pelo digno magistrado que. com milita intelli-
gencia, zelo e uedicace internamente se acha
.i testa da reparlico da polica, consla que no
ospaco decorrido ile 19 de abril a 2S de setem-
bro, nouveram os segu'nles delicies: homi-
cidios, 10 tentativas de norto, 3 ferimentos gra-
ves, i crines de resistencia e 1 de lirada de pre-
so.Bes autores destes crinas 10 foram presos
que responden! processos el suiddou-se logo
que acabou deconmeiler ocrime.
Foram mais capturados pela polica SO indivi-
duos, autores de graves crines. Evadiram-se das
nacas cadeias e casas de pristo 32 criminosos, a
naior parle dosquaes eran reos de norte. Cha-
mo a altenco de V. Exc. sobro a construeco de
cadeias en alguns pontos da provincia. Alguns
concerlos niandei fazer em algumas cadeias e ca-
sas deprime, mas estes foram limiiaJos e segn
do as (oreas dos cofres da provincia.
Igui.s* casos de suicidio houveram e entro
i-lies o mais notavel leve lugar na cidade da ta-
choeira. l'm engenbeiro inglez, cuja mulher
alienando se linha sido victima desle crime,
dias depois envenenara suas duas lenras til has,
i- suicidara-se com un tiro de pistola.
Esle oulros lameniavcis acontecimentos de-
mandam d.is pessoas profissiooaes um serio cs-
ludo.
IDaiNlSTUACO da iisricv.
A provincia alrn da capital conten 20 comar-
cas com 45 termos, o dislrirto da capital lem 17
reguezias e as comarcas 129. Oa lugares de
jui/.es de dimito acham-se prvidos. O mesmo
nao acontece com os lugares de juizes munici-
paes, alguns esln vagos; porque os juizes lem
euiuplelado osen quatrienio. Faltam preencher-
se >s lugares de promotor, como sejam os das
comarcas de Monte Sanio, Barra do Rio de S.
Francisco, Chique-chique e Joazeiro.
t-: abril a setembro nouveran 20 sessoes do
jury: foramjulgados 107 reos, sendo desles ab-
s dvides 71 e coodemnados 30, dando-se 39 ap-
pella-'oes das decisoes. los lo7 reos 39 respon-
6ieas, o4 por crine de homicidio, 9 por armas
defezas, 6 por enmes de roubo, por falsidad 4,
por estupro 4, por fugas de presos 3, por estelio-
nato l.por tentativa de norte 1, por aneanasl,
por crime de resistencia I, por rrime de rapio 1,
<: 1 pelo crime do reducir pessoa livre escra-
vilj.
A polica lem 50 delegadas. 261 subJelogacias
cora 2198 empregados.
BACDB PtBLICA.
i.' lalisfatorioo estado de saude publica.
Vlui das molestias que costumam apparecer
na quadra invernosa o que fcilmente codera aos
meios empregados pela scienca, foram recolhi
dos ao hospital de Uont-Serrat 191 doentea de
ebre amarella : falleceram 35 o sahiram cura-
dos 155, e apenas quando larguei a administra?
cao exista 1 doente. Os atae.idosde febre ama-
relia eram estrangeiros perlcncentes A tripulacao
de embarcacoes recentemenle chegadas.
ronca pmuc*.
V forra de 1.a lindo foi augmentada cora urn
c intingente de cen praeas do 1. batalho de
a;'libara a p.mas com esle augmento ainda nao
foi possivel dispensar-se a guarda nacional do
penoso servico que com Unta dodicaco presta.
Este contingente segundo asordens do governo
geral lera de rollar coi le do Rio de Janeiro,
Por falla de dados''statisticos uo posso apre-
senlar V. Ex. o quadro da torea da guarda na-
cional da provincia.
\ guarda policial consla de 677 praeas, faltan-
do 219 para 0 seu estado completo. Esle corpo
que commandadn por un digno official conti-
na prestar bous serviros.
INSTRICAO PLRI.ICX.
Sao clisongeiro o estado d'esle ramo de ser-
\ o publico. Subsistem as causas que foram
i chitadas na falla da abertura da sesso legisla-
ta da provincia. E' de urgente necessidade a
retorna da instrueco publica. Dous sao os
pontos principaes, que no meu fraco intender,
exigem um prompto remedio: a hobilitaco dos
professores com as malcras ne;cssarias para bem
Jesemperiharem as funeedes do magisterio, e a
constante vigilancia das aulas. Para se conse-
guii o piimeiro fin, nister ser a reorganisacao
da Escola Normal : parase obter o segundo, ser
preciso dividir a provincia en distnetos e o-
i, ar para cada um d'clles um director que fre-
qu Mitcmenle visite as aulas, c informe ao illas-
Irado director geral sobre o estado do ensino do
cada urna, aOni de que o governo habilitado pos-
sa dar as providencias.
llavera un augmento dedespeza, mas este sa-
eri.icio ser compensado com oinelhorameulo da
instrueco.
:-o niui traeos os meios quo o governo da pro-
vii ia lem sua disposico para iuformar-se da
manetra porque os profess-ire* primarios cum-
prem as suasobrigaijes, o por esle motivo dei-
xeide sanrcionar um projecto de lei da assem-
bla legislativa provincial que mandava consi-
derar vitalicios os professores, que por mais de
5 annos, liressem bem frvido.
Auxiliado pela Ilustrada congiegaro d lyceu
aii melhorar este estabelecimenlo, adop-
tando algumas medidas que cablSo as altribui-
jt o governo. Presente acote o lyceu fre-
saras
A commisso de engenheiros tem de continuar
nos estudos e esanes precisos sobre a convcui-
rjntc canatisaro. Do relatado por "lia aprsenla-
do, V Ex, licar mais be ni informado.
F\/r.NHA raoviNcm..
N'io lisongeiro o eslado flnanceiro da pro-
vincia. A recela que se tem conservado esta-
cionaria, o que mesmo lem apresenlado algutn
pequeo decrescimento em relaeao ao erer.icio
anterior, nao pode fazer face s despezas sempre
rescenles e iudispensaveis da provincia. Esta
considerado levou o corpo legislativo provincial
a aulorisa'r a.iminislraco a roulrahir empres-
limos para satisfacer as despezas irecessarras.
Esta medida leudo sido posta em execu;o, adia-
se a provincia j cora um debito de U0.0909
que fra emprestado pelo banco da Baha ao
juro annual de por cento sendo rs. t(V):0O0<
; no exereicio passado e 209:OiX)g no correnle annn.
Para dar a V. Ex. urna idea mais exacta das
Causas que Ion concurrido para este d^lict, que
provaveimenle I-tS de ir em angiivuto, farei al-
obra.s pi-nucs. gumas ligeiras observaeoes.
As obras geraes acham-se a cargo do capilo Dos balancos da Ihesouratia orovincial, dos
de engenheiros Dr. Francisco Pereira de Aguiar, exerci'os de"1850 a 185S, vO-se que durante 0
a c-xcopeo das do arsenal de niarinha que esli triennio de 1850 a 1S52 a renda das imposicoes
en 'arregadas ae capilo de enge.iheiros Lourcn- arrecadadas, excluidos os saldos dos excTcichw
co Eloy Pessoa de Rarros. Continuara as obras anteriores, e as sommas representadas, como
mais necessarias e urgentes na seguranca da movinentosde fundos, iraporlon, termo medio,
inonlaiina, fronleua i na do Pilar, e nos Alllic- era res 792:902J755, e a despe/.a realisada em
ios a cifrado 15:000$ consignada, para estas rete 786:99 987R, dando-so por conseguate mn
despezas uo suilicienle, e ou as obras lerao saldo a favur da recela de 5:907*879 rs, No se-
de parar, com prejuiso do que se tem feto, o com punt triennio de 1853 a 1855 foi a receita 'de
risco da seguranca da nonlanha, ou V. Exc. le-11,069:513^360. e a despeza de 1,029:805,1983, o
de solicilar do governo geral augmento de que aprsenla um saldo ue 39:737g377 rs. e um
O? camellos nao lera agradado geraluiente aos
nossos comprovincianos. Na verdade um ani-
mal lodo desproporcionada 1 Tambera nao
exacto o que se di/.ia respeilo a velocidade e peso
que offereciam taes animaes
Alguns camellos tura ido a Baturit com carga,
e regressado: tendo levado o raesrao lampo
(ue gallara os nossos animaos, e o peso quasi
o mesmo. Est reconhecido que laes animaes
de
especialmente ao distincto lluano, que-
Dr. I emprog | passou na culta Europa, e que animado dos sen-
limen tos do progresso, acaba de dar impulso ao
grande novitnento, que levar per cerlo a sua
provincia eminente altura que direito lhc com-
pete.
O amigo do pronresso.
{Retifla Commercial do dantos.)
DIARIO DE PERNhMdUCQ.
cifra.
Muito mo ora o eslado dos quarteis, c em
peiores circumstaucias se achava ainda o hospi-
tal militar, e por is-o necessario foi acudir com
pressa aos concerlos que a urgencia reclamara.
Com oslas obras usgolou-se a quantia de 15:000,?
consignada para obras militares, o houve ainda
um ac rescimo de despeza.
rector julga indispensavel a quantia de 20.000$
para a couduso das obras comecadas.
Estrada de ferro.
Eslo concluidos o.s esludos do terreno para
lixaco da directriz naextenso de 16 1/2 leguas,
sendo 11 12 da Jequilaia ao engenho Retes, e 5
de Sant'Anna do Cat no poni terminal da va
lenca, fallando smente 3 1/2 para a concluso
destes esludos. Os corles e alerros para a for-
augmenl.i de renda de zT&gWfSWi r<. Ainda
no ultimo triennio encontra-so nn augmemo do
receita, nao to vantajoso, mas bastante favora-
vel, pois qne ha vendo esta importado em res
1.203:1689958 excede aquella em res...............
133:026^598. Nao obstante isto realisou-so neste
triennio un deneilde 62:951*223 rs, porque
t) ongenheiro di- tendo sido a receita, como j disse, de............
subi a despeza a
1,203:169*958 re
1260:1215181 rs.
A piimeira vista parecer que o delicl nao
pode ser lo consideravel, como cima ligurei,
mas pela seguinle demouslrdo V. Exc. Ikui
mais bem informado.
Durante o exereicio de 1850 foi a receita de
1,150:299^436, e a despeza lo reis 1,002:502^936
A TS seceo que chega ao cngenlio Arat de-: c',,la du exereicio de 1858 em ],2tt:32]g302 reis,
Fe ser conduida at 30 de junlio do auno vin- Sllbl a espeza a cifra de l,4<:51($l3i o qn-
iouro, segundo o contrato. "fiffiS*? a 8Ma,ta dillerciK.a conlra a receita de
douro, segundo o contrato. Jn'?n"l u 8r*uue ornei-ciua conira a receita He
O viaducto sobre a en.,eada de Ilapagipo ( do n8vH'JJ"*n!' dilVc,ren5a. Ma foi supprida coln
Cabrito para a Plata-Forna ) que a obra mais :J 'l"e liav'a'n 'du recolhidos ca xa
importante de toda a estrada, a que, segundo
o parecer do eogoiihoiru fiscal se acha com mais
regularidade na eoaslructjo : espera-seque den-
tro em seis niezes esteja concluido.
O pequeo luuel ou" aubterraneo de Piripiri,
me lem de cumpnmenlo 32 bracas, est mu-
loadiantad. Os muros que derem defender da
aeco do maros atorros da estrada que corre ao
lonjee du costa apresentain urna cxteiiso de mil e
commercial, provenienles d.: saldos accumulados
at o exereicio de 1850, e com tOd:000):>0 do
primeiro cinprestimo contrahido em 17 du de-
zembro do auno passado.
Para este dficit concorreu o au enlode d.'s-
peza as seguintes verbas :Ass .lea legisl i-
liva provincial DOjjOOO pouco m. ou menos.
Secretariado governo 10:0035000. Thesouia-
ria provincial 5:000000. Instrueco publica
63:00JS'JOO.Illuniinaco publica 23:00!);000.
Saudo publica 3:0O0$0().-Cathechese 3:0003000.
los esperen una alniinislraco relleclida, just-
ceira e creadora ; digo que lodos esperara, por-
que de niuguein ouvi ainda uraa palavra en con-
trario, o porque a assembla provincial o a im-
prensa nao tan dado proras seno do que fica
dito ; desde muilos annos a represenlaco da
provincia se ha conservado cm um verdadeiro
antagonismo com os seusadniinislradoros, donde
muilos males tem resultado para esta trra, co-
mo lodo i de um o oulio partido reconhecem e
lastimara ; boje, porm, acontece diversamente,
passou a lei do oivanieulo e com ella outras
umitas izenJo varias aulursacoes,as quaes
niostram o subido grao de conQanc que deposi-
tan no actual administrador da provincia quer
Daaos, quoc Trvanos. Tudo isto se fez tendo
liavido apenas urna prorogaco de cinco dias nao
obstante a tonga discusso "de um parecer era
que era analysada e censurada a adrauistraco
passada : o Sr. S e Albuqnorque lomou a esto
respeilo a posico que devia lomar, e a assem-
bla terminou "pondo de parte csse parecer, cora
o qual eulendeu dover nao consumir mais lem-
po, vislo queja pouco importa o passado anda
mesmo quando fosse elle mo como parece al-
guns, ao contrario do que pensara oulros: sao
goslos c opinies, meu amigo, em que uo emiti
i meu juizo. porque nao sin poltico.
S. Exc. nao querer por cerlo desmentir o
conceito ea reputaco adquirida era suas admi-
nisiraces anteriores, muito menos querer ver
cabidas e innrchas as llores da esperanca, que
brotan e vicejam em lodos os homens bem in-
leucionados, honesto3 e amigos do verdadeiro
bem do seu paiz, causando assiin uraa decepeo
que loria de prejudicar seu futuro lo bura pre-
parado e de que-lo'bein augurara lodos na car-
reira p ibca.
Se pelos principios licito predizer as conse-
quencias, posso contar, que o actual administra-
dor desta provincia, o Sr. S e Albuqnorque, fa-
A quantia despendida cora Burros Andaluzeos,
cuja aclimalaeo o utilidade j reconhacida,
loria sido de grande interesse para a provincia,
ao passo que a feita com os camellos de ne-
nhum inieresse. Undelfsj per.cju era Ba-
turil.
Mujto tem agradado o novo frmalo de seu
Diario, sera duvida o jornal mais importante
do imperio, ao passo que a iraporuncia que
Vmc.
O vapor Oyapnbk viudo dos portes do norte
Irouxe-iios jornaes do Amazonas al 25 e d
l'iauhy al 21 do passado, do Para at 8, do
do Maranho at 10, do Cear at l, e da Para-
hiba ate 1 5 do correnle :
Amazonas e Para.-Estas duas irmas mar-
chara Iranquillamente, nao tendo occorrido ne-
uhun fado importante depois do ultimo, alen
das que ron transcriptos na carta do nosso cor-
(espondente.
iaranho.X commisso, nomeada pelo go-
verno imperial, j se acha procedendo aos exames
no banco desla provincia.
Era geral a falta de trocos miados, subindo
de ponto a eiigirem os sena possuidores, 120
ria para trocar uraa nota de 1J.
Achavam-se concluidas as deicoes do distric-
to de Caxias e Ouimares, saliindo etaitoe pelo
pnneiro : deputados, Drs. Frederiro Jos de No-
vaes, Jos Mara Rbeiro Paraguass, e Fernando
re
ex
que sao de mais peiueno formato, e nao mais
importantes, pelo menos.
Anhelo-l!ie salute e pecunia.
tem ex vertate pender.
xVgr cultura.
O ii \ o niPtliodu de expurgar o
assucar.
E dover de todo hornera, que de coraco deso-
ja o be.n e o progresso do sen paiz, concorrer
con a sua pedrinha, por pequea que seja para a
gran le obra do seo engrandecimenlo o prosperi-
dado. Convencidos desla verdade, e como que
lobrigaodo os raios ainda frouxos, mas ja ani-
madores, da brilhante aurora que tem de afu-
gentar do uraa vez o darauoso espirito de retina,
com a inlroducco de meios de irabalho mais
consentaos cora a moderna civtlisacfto, assig-
aatando dess'arle urna nova era para a provincia
de S. Paulo, animamo-nos cscrever eslas mal
tracadas linhas en prol de certos raelhoramentos
que comecain felizmente introduzir-so na ma-
neira porque se fabrioa ntrenos o assucar, que.
r nella um ptimo governo, tratando dos seusi '"ilsU1";"10 Ul" do' nossos principaes productos,
quarcala e lautas bracas; ellesso mal construi-
dos, e uo lem a forca ucccssaria para resistir a
acgo das vagas do mar. Sobre esle objeclo
1',^aIgWnde'^e0d^s,'golos de al venarla da ^Vl'c0 6;00^^Z^bra,. ^]fcas ,
primeirS seceo est concluida.% na Jequit.ia hS^w^?0^'^ ^SSlr*8 J2:tW?-
acha-se cm construeco o arnazen que devo }jCaU?l!tt}^n3X l-*:?03d0i)J.Hospilal don
receber os Roneros que vieren pela ra frrea. la'-aros.^owjKJdO.-yuaniias estas que importara
- : era mais de *!Ul """*""'" -----------'-------------
.. Forca publici 78:O050no -Preses pobres.......I
1B" 4:000$0U0. Aposentados 7:030*000. Th.-alro
3'):0J0S009. '
Trabalha-.-.e n segunda seceo que termina ,,
pouco alm do rio Joanes. o por isso uo havor If 3".|)or "!r-aA'Iue importaran cm
umita demora em abr-la depois da piimeira.
Xesta seceo o lunel de Mapelle a nica obra
que merece ser mencionada. Elle lera 91 bracas
de corapriuieulo. Al 12 de > leuibro oceupa-
vam-sc as duas seccoes 1723 operarios, me'ade
ds quaes sao italianos mandados vir pela em-
pieza.
Da Europa lera chegado grande quantidade de
300 0005000, porcm que foram cra-
menos
; no exereicio de 1858 do que no anterior.
Comparada a recela de 185S de 1857 ve-se
i que a primeira, que leve a sen favor urna somraa
de corea de II :000j0(l0, sendo 22.000530'.) na
'dcima urbana, 55:0003000 no assucar, por ler
| sido elevado ao dobro a imposico 15:0'.K)JfO0O
I em reposices 10:0003000 as colleclorias arre-
maladase 12:000$000 nos botoqtins, por le
mais solidos inleie.vses, dos seus mclhoraineios
natociaes e de sua prosperidade em todos os
sentidos; parece, e a populaco ra acreditando,
que S. Exc que: antes .cuidar destes objeclos,,
do quede onvolvcr-80 na liKa dos parlidos, aos !
quaes preliiir com o seu bom-senso c esclarec-!
da inlelligencia fazer jnslica e resolver acera-:
denlo as du vidas o as controversias, que en-
tre elles porventura se houverem de dar.
Tenho notado, que S. Exc. lem percorrido to-
das as reparlices e lodos os eslabeleciinentos
pblicos existentes nesta cidade, a iuslrucco
turna-se por isso credor da mais aecurada alten-
cao. Esses melhoramenlos consistem na subsli-
<-o do Irabalho humano, desempenhado cus-
:a tantos sacrificios, pelas tarcas naturaes pos-
i tm -iWi eonlfrbuco por raeio de appropria-
das machinas.
Sem que lenhamos era vista o:cuparmo-nos
por agora do complicado niachinisino, que pos-
sivel enpregar cora vautagem no fabrico do as-
sucar, lo somenle offerecenos algumas conai-
leraeoi's relativas ao novo expurgador, reflexo
daquelles, que por ventura descouhecam anda a
existencia e utilidade desla machina em verdad.'
loco
publica vni nierecendo os seus matares cuidados i ,
e desvelos, o que se collige, alm de OUlras ra- l>frn simples, mas que no enlanlo faz desde
zoes, das ficqncnles e repelidas rizilas que faz !P,,llr as "/calculaveis vantagens que poden of-
s escolas de instrueco primaria e secundaria fe.r?ccr *? ^^J11 Mtefm. desde que, dorai-
assiindo aos exames', qne tora tido lugar em Mo peta intelligencia hunana, delta receta-n
unas e outras. inclusive as do sexo fominino un!a conveniente e sabia direccao.
ella comprehemle quanto verdade, que neslas V machina a que nos releamos, ben prova o
3iras licoes bebe-se o g-rmen do bem ou do ; j,IC ^Wimos de dizer. visto nao ser ella mais
i.io lem de hzn um dia a felicidade ou o do. n'.,e.uma leliz appl.cacao de un dos grande
primei
mal q
maleriacs, instrumentos, machinas, alguns wa- fr%i?ESi0 -"i?0* %SS^S^ma W6^*"
Io:000jd00 ; a saber : 40:0005000 no neta di-
zino de mmicas, agurdente, cacao, fumo ele.
50:000;000 reis nos escravos despachados para
lora da provincia 16:000;j00 na meia sisa de
escravos31:000.3030 no sello de legados c he-
gons, e urna locomotiva.
ranla e nivellamento da cidade.
Desde o da de setembro que se acha coh-
cuidos os Irabalhos de campo da plaa e uive-
, lamento da cidade desde o Campo Grande La- .
pinha, incluindo a parle da cidade baixa desde o I '-,as> e do-OOSOd era cvenluaes : do une re-
' porto das vacas ate S. Francisco de Paula. |s,llla u,na Jlinillu":ao de receua l.OOOjOOO mais
O engenheiro cncarrega.lo desta obra oecupa-|OU.rae",s;. .. .. .
se con os Irabalhos de calculo : em breve ser '* exP."J":'10 d csla difTercnca de renda nao se
apresenlada a V. Exc. a plaa.
Capella do cemiterio do Bom Jestu.
Estaeapella eslquasi era melado de construc- ,
cao : a obra, cargo de una commisso. acha- dsELSS?"JS^T : ''"and B0 2 e"'
se fe.ta com solidez e economa. Conven que se t ^. hm n P -o,?, f im,a?*J0' C .i1"3'"0
conclua esto obra, e que se focan as domis I f^ i\ o as e*cnlualiJades a que ellos cs-
necessarias. au *uJ<-nos.
Estrada da ra da Valla.
Esla importante obra, que, cumo o disseo Exm.
Sr. presidente em sen relatorio, devida aos es-
lorcos e constante dedicaran do luestiraoso cida-
do Jo?J de Carros Reis. "ir.n V icni ^'Jo i uov!!,cl'los d_e.ud.P^>1 a importancia ,
terrenos para novas edificares no centro
dade, como tambera tem facilitado as comm
cacos era grande exteiiso, a entre as ra
ie licam adjacenles.
_ Sendo mui dispendioso o cabamento da ra i0'',^'?mcm 8 d .iulho como apezar disto
da Valla, decretado por lei, raandei fazer o me- Ve m^i., ,lranbar^os dn rcPa>"a?. e hou-
horanenlo possivel, lancando-se cascalbo no ^i 1 r 3 cred?lcs- ,aof .1uae senil l10uia
leto da estada ornando-se desta fi.r mi u. n SJllsta'ei- fumoso foi conlrahir-se mais un en-
V^da JSISI^ eo 23 de setembro
le serviSo moroso, porque era pequeo o pessoal'' n c i '
crapregado, e conviudo reparar os estoagosTo-Lm tZfSS ^on1erar q" a *S*\f desp0M
venientes das chovas, encarreguei ao retando ci- T, P d- a','" paSM0 foram PUC0
dado Jos,- da Barros Reis, que suspendondo os Sf?'*. c'^f'"^ a5 *** "S'>. POr-
irabalhos de que se acha inc rabido oiiipre-asse L"'C quanl ?"' a,*umas vt'rbas desse d.l-
toda tarca sua disposieao no melhoiaraen.o da i tZ"^.^m!i,S'caxdm G,n rcsullado 1"asl
ra da Valla, e ueste servico so trahalha
infortunio dos individuos e por couscguiulc o
bom ou o mo futuro da sociedade.
Passa por cerlo, sem que lodavia possa assfi-
verar-lhe, que S. Exc. pretende fazer um edifi-
cio com as accommodacoes necessarijs para a
assembla provincial, cmara municipal, tribu-
nal do jury, e thesouro provincial, pois nenhuna
destas cordoraces e reparliijo publica tem urna
i'as.i paopria, nem as accominodaees necessarias
nessas niesmas aonde se achara.
Consta, que o Sr. presideute deseja tambera
muito dar impulso lavoura e crcaco d'i ga-
do, ambas e:n grande a trazo nesta provincia, de
tantos e lao grandes recursos ; pera esle lira
ello trata de ouvir os homens que se do estes
dill'erentes ramos, e dizem-mc que prepara-se
itc, ci cao, fumo leve o augmento de | para ver elle proprio o que ha na provincia ccr-
ca desles objeclos lo importantes ; e lo neces-
sitados de auxilio e animacao.
Dos permita, que S. Eic. continu cm lo
louvaveis desetas, e que os realise para nosso
bem e para gloria sua, que nao ser pequea.
pode adiar quanto ao Io artigo, seno no enfra-
quecimenloda lavoura, vislo que o imposto so-
bre "
A receita c despeza do prsenle anno oftarece
o mesmo desagradavel aspecto como no exereicio
passado, por quanto importando a renda dasirr-
posices, incluindo o saldo, e excluiJa a vcr_
Esle cidadao sempre dedicado ao servico da
provincia, encarregou-se da abertura da ra da
\ alia desde o engenho Retiro al o da Concei-
; cao, com alguns africanos livres quo se erapre-
, gara neste servico, proseguc-se cora rapidez no
, aterro e corte das torras sob a sua intelligenle,
i zelosa e gratuita adminislraco. Ja se acha aher-
( lo o transito na exlenso de'907 bracas.
Era breve lempo ser franqueada communi-
ca ,io entre o Bonifim e a parlo
cidade pela ra da Valla.
A vista d'esle succinto quad.'o que tenho cx-
posto, conhecer V. Exc. que i melindroso o es-
tado liuanceiro da provincia, mas que nao as-
suslador A mais severa flscaJsago as rendas
publicas o o corte de algum s despezas, podero
chamar o equilibrio entre a ronda e a despeza.
DIVERSOS OBJECTUS.
Do Rio Grande do Sul chega;ani alguns caixoes
Passeio publico.
Esh eslabelecinienlo precisara do aceta, de
alguns reparos, e einbclezcmenlos, o por isso
aulortaei o seu digno e zeloso administrador que
maudasse fazer as obras necessarias.
Ladeira de misericordia.
A- obras desla ladeira se acho em andamen-
to. Recomnendo a V. Ex, a concluso desles
brabalhos, pois que esla ladeira, que ltaa a ci-
dade alta com a baixa, urna das mais trequen-
tadas.
Estrada de Santo Amaro.
As duas estradas do P Leve e Sinimb eonti-
nu.iii a ler 0 desojado andamento, apezar dos es-
tragos causados pelas copiosos churas do coine-
co do invern. A provincia al hoje tem gasto
com as obras da primeira, incluindo-se as despe-
zas de superintendencia e rienarcaco da linha
a quantia de ris !18:298S200, e com a segunda*
a quantia de 31:1753058, nao entrando a dispen-
dida cora desapropriaees.
i' ilras obras pequeas se tem feilo,
CEABA'.
Fortaleza, 14 de dezembro da 1859.
Desta vez linha de ser pouco noticioso porque
poucos sio os fados que tem occorrido.
Acaba S. E\. oSr. presidente da provincia
i!e deraitlir o lente de pliilosophia do lyceu, e o
lente substituto de geographia, pelos motivos
licenca. iNao podemos deixar de dar os devidos
encomios a S. Ex. por ter cumplido a lei, e
esperamos que S. Ex. continuar a praticar o
mesmo para com a de Tcenlas, passeando, advogando pelo centro, e
recebendo o ordenado sera Irabalho algum. E'
do crr que esse nico eslabeleciment liltera-
rio da provincia, o lyceu, torne-se ura ostabele-
ciracnto regular que preer.cha os fina para que
fra c eado, o nao s para dispendio do cofre da
provincia. Felizmente ja muito tem melhora-
do, derido aos esforcos da passada administra-
cao, eda actual.
O Gsarense, anda de presente oceupa-se
coma transada admini-traijao ; assim a faz com-
plico da fuga de alguns criminosos. Fugiram
mais central da ro,?> d,ias pecas de duas machinas de tosinhar
farinha de mandioca, eocommeudadas pelo Exra.
Sr. conselhciro Joo Lilis Vieira Caiisanso de
Sinimb, quando presidenie d'osta provincia olli-! da cadeia do Saboeiro os
ciei ao Exm. presidente d'aquella provincia, pe- A|ves Feitosa e Pudro Alvos rUukunt
dindo-lhe que desse suas ordena alim de que vi- } L ^'
esse o reslo das pecas, bem como a pessoa en- '' Protec" l)as autoridades do bal.oeiro
carregada do assentainento das machinas, na for- lenlad,> P"los Srs. Silveira o ALilio.
ma da encommenda. para Vrac. ficar fazendo o verdadeiro
lazendo-se publico pelo jornal da ahia de 27 miando este ficto a nnirn< i;Mm -i
de junhodo prsenle auno, a noticia de umajna- ?H ", eble Cl oul os/' ?L '" ?
china deiraceo a vapor mui proveilosa lavou- bI,cadosem algum jornal alu Ihe di ro
julgo necessario referil-as.
zarcth co::sto do relatorio
que nao
ra, ped ao nosso ministro brasitairo em Londres
que livesse a bondade de informar-sedas vanta-
gens apregoadas de lal invenco, e que reconho-
cidas ellas lizesse compra de una, nao s para
ser observada pelos proprielarios das fabricas ru-
raes, como lambem para ser erapregada na con-
duccao de roalertaes neceasarios s estradas, de
vendo vir acompauhada do tren de carros necessa-
rios, o de dous operarios. Para este fim a Ihe-
Bouraria proviucial iotendendurse com o com-
inendador Joaquim Peraira Marinho, pozcm Lon-
dres a somma necessana.
Terranando-se aqui a exposico dos factos
mais importantes occorridos no periodo da mi-
As da cidade do Na- nha interina adminislraco, de novo peco V.
que pelo enc^.nheiro Esc. deaculpa das fata que encontrar.
logo
, sus-
Mas
juizo,
ser pu-
|ua taes
ciiminisos sao decididos liberaes, e por esla s
coiisideracao avalie de to decantada proteccao,
quando o Cearenfc > grita que as autoridades
do Saboeiro sao os mais extremados > frenticos
saquaremas, que nao cansara de pesquisar todos
os meios do perseguicao conlra os seus adversa-
rios polticos Concilie-se e-la lgica de ar-
roraba !
Deu-so tmbenla fuga de Ignacio Gomoso
Vicente da cadeia do Sobra!, alii ven o Cea-
rense, proterco da administrafo dos Srs.
Silveira o Abilio Prolecgao de quera j nao
mi iiopod'jr, c at fra Ja provincia.
principios reguladores do universoa tarca de-
nominada de ropulso, ou centrifugaera virtu-
de da qual, como sabido, tende lodo corpo
separar-se de outro em torno do qual se move,
com lano mais energa quanto maior fra velo-
cidade do norinento circular. E em allengo
esse principio que tem esta machina o nome
decentrifugae em razan da utilidade immc-
diala que ella presta, cliamam-ua tanibem de
expurgador.
Otim desle invento lo ulil quanto singello,
consiste, como o diz a propria denominaco, em
expurgar o assucar do niel, que Ihe c natural-
mente adherente, resultado oslo que al agora
era alcanrado s depois de 30 a 40 dias, e que
con o auxilio deste poderoso meio, se obten no
lempo comparativamente muilo insgnficante do
6 a 7 minutos.
Era islo ja ura grande melhoranicnto sem du-
vida, .piando mesmo abi parassem as vantagens
que oll'erece este novo metbodo de expurgar o
assucar ; mas nao se limitan ellas economa
de lempo, como varaos mostrar, sondo-nos para
isso necessario examinar esle e o aiitigo nielho-
do. Comccomos por este ultimo.
Ouem livor idea (taquillo, que em nossas fabri-
cas de assucar se chainatendalnao deixar de
reconhecei que a sua existencia acarrla a inde-
chnavel necessidade de una grande casa que o
abrigue, e bem as*im a de va i ios utensilios, co-
conojeejffin formas, bicas, cxos etc., o que tu-
.deHtao costar menos de 3 i coulos de ris,
minando por base de nosso calculo nina fabrica
que faca 5 mil arrobas de assucar. Nao deixar
de reconhecer ainda, que indispensavel enpre-
gar urna pessoa na constante e penosa baldeadlo
da inassa sacharina da resfriadeira para cima do
tendal. Laucada a massa as respectivas formas,
ainda devora levar em conta o Irabalho nao pe-
queo que ella d aoentaipadoralim de que
sr opere convenientemente a expurgaeoo, assim
como que, eblida osla ao cabo de 30a 40 dias,
como (ca dito, nem por isso cessara os Irabalhos
do productor que usado tendal ; porquaulo, lin-
do esse lapso de lempo, o assucar conduzido
era geral para o terreiro, onde estendido ,ao sol.
tem de passar pelo laborioso processo da separa-
cao a qual determina finalmente as suas diversas
qualidades. Es pois o approximado calculo da
despeza e incommodos inherentes ao velho uie-
thodode expurgar o assucar. Passemos agora ai
novo.
Urna nachina centrifuga posta, en li por
exemplo, nao lica em mais de um coulo e duzon-
. tos mil ris, segundo nos informa pessoa enten-
crirainosos Francisco dida, o anda nesno que seja necessario, como
elVeciivimenie dispender alguma cousa para
p-la era estado de trabalhar: fra de duvida,
que essa despeza uo ser muilo grande, dcsap-
parocendo da quasi lotalracnte no caso de ser a
fabrica locada por urna roda (Tagua que simulla-
iicaraenle poder dar norinento
. _. .. ineida.
Feto segundo : dcputados, Francisco Solero dos
Reis, baro do Tury-Ass, Drs. Jos Mari, no da
Costa, A. Moreira Guerra Jnior, e Ignacio An-
tonio Mondes ; supplenles, Dr. (cn.il Homeni
de Almcida Braga, Manoel Antonio P. D.uiz e
conego Dr. Manoel Tavares da Silva.
L-se no iornal do Commercio :
Desastre.O vapor Pindar. Icndo sahido
deste pdrlo para Moucao no dia 22, regressou no
dia 26 trazendo em seu bordo o cadver de seu
commandante Francisco Rodrigues Pereira Bran-
do, victima de um triste desastre.
is como nos refere esa* lamentavel acontc-
cimento.
< Estando tandeado o vapor Pindar na
Malhadinha s 11 horas da noite do dia 25,
receiaudo o commandante que a barca que vi-
alba a reboque solresse algum sinisiro, foi era
uin bote com o inmediato e alguns ruarinhtiros,
p-la em estado de nada soll'rer.
Ao regressar ao vapor, era a correnleza mui-
to forte, foi o bote de encontr caixa da rola,
o viou-sc, podendo sahar-sc alguns nia.inhei-
ros, c o immedialo, com o auxilio da roda. Re-
conheceu-se entao que faltava o commandante o
mais dous homens da tripulacao.
A' meia noile appareceram os dous homens,
faltando ainda o commandante, que, apezac d
todas as diligencias do inmediato, s pode ser
encontrado na nianha do dia 6. j morto.
'< Feito o corpo de delicto o depositado o cada-
ver no cenilerio da Misericordia no dia 26. tai
esle sepultado no dia 27 s 7 horas da nianha.
Cear X carta do nosso correspondente abran-
ge era si ludo que de novo ha, depois do ultimo
vapor.
tiauhy.No dia 17 do passado cJwjwu Tho-
resina o Exm. Sr. bspo, sendo recetado coin le-
das as honras que Ihe erara devidas. A popula-
co erith'isiasmou-sc bajante rom essa visita
per deinais honrosa para ella, que vive l nd in-
terior quasi que segregada do mundo.
Yarahiba.Conlinuavam os preparativos dos
festejos imponaos com bastante aciividade, aflm
do que possa ser urna recepou digna dos Para-
lbanos.
PERNAMBUCO.
Ouanto ao pessoal, nao se torna preciso mais do
que oemprego de ura individuo, que faca passar
a inassa sacharina da resfriadeira para a nachina
O que se podo obter mui fcilmente com o auxi-
lio de una bca poilalil, que a faca trabalhar e
parar quando for lempo ; e finalmente, que tiro
della o assucar ja prmnpto, o qual poder ser
conduzido incontinenti para os caixoes.
V-se porlanlo toda luz, que ainda pelo lado
porque acbanos de encarar ambos os methoai
dos de expurgar o assucar. o novo muito supe-
rior ao velho. Cumpre que os consideremos ago-
ra em relaeo quantidade e qualidade dos seus
respectivos productos.
Olanlo primeira, claro que, cscoando-se,
como sabido, urna nao pequea parle de assu-
car junlamon'e com o mol, que se precipita peta
RECIFE, 17 DE DEZEMBRO DE IS9,
S 6 HORAS DA TARDE.
Retrospectu semanal.
Recbenos, duarante a semana ultima, noticias
dO sul, de que foram portadores os paqueles
Cruzeiro do Sul e Tyne, e de norte, trazidas pe-
los vapores Oyapock e Apa.
As noticias do sul adiantam pouco ao que sou-
beraos por va do Paraense. No Rio da traa
tralava-sc de levara eftailo a conveneo de 11 de
novombro. O general Urquiza ja ti nha rollado
para a sua estancia de S. Jos, o o exercilo da
Confederaco tinha-se lambem posto em retirada,
la-se procedendo ora Buenos-A) res eleico dos
membros da commisso nacional.
Do Montevideo nada ha que rtiercca menea.
Tinha ciiegadoao Ro de Janeiro o celebre'cs-
criplor demagogo J. Gmez, inimigo declarado
do Brasil o dos Brasileiros. 0 governo pareca
resolvido obstar sua estada no iperlo.
A Faculdade de Medicina da edrte linha con-
ferido o grao de doutor era medicina a 36 alum-
nos do sexlo anno que sustentaran theses.
En Minas, no tormo de MaTunna, tinha-se
descoberlo urna rica mina de diamantes.
Das outras provincias do sul nada consta de
importante.
As noticias dos vapores entrados lmje das pro-
vincias do norte, acham-se cm outro lugar deste
Diario. Para abi remellemos os nossos leitores.
- Iloje polas 11 horas da manhaa leve lugar,
no hospicio de Nossa Senliora da Penha desla
cidade, um acto bstanle concorrido e locante.
S. Exc. Rvni., cujosscnlimciilos de cSridade sao
bem enaltecidos, proraoveu o casamento de seis
orphas pebrissimas: e para que a ceremonia
religiosa se tornosse mais solemne, fez tolos os
esforcos para que SS. MM. a honrasscni com sua
augusta presenca.
De feito, SS. MM., accedendo aos dosejos do
chandoso prelado, dignaran.-se de comparecer
no hospicio hora indicada, onde taran, rece-
tados cora todas as formalidades do csiylo. To-
mando assenlo, SS. MM. pcr.nitlirara que o acto
comceasse, o que effectivam ;nle se deu, sondo
ministros cclebranles os Rrns. Srs. conegos Pin-
to de Campos e Venancio Henriquo de Irescnde,
vigario Canillo de Mendonca Portado, prefeilo
dos capuchinhos, Fr. Caclno de Troina o Fr.
Egidio.
Concluidas as ceremonias >'.o Ritual, SS. MM.
quizeiam percorrer a igreja e o hospicio. Pcr-
correndo o hospicio, dignara.n-se visitar o cub-
culo do padre prefeilo e examinar a sua modos-
tissina bibliotheca, que, todava milico escolhi-
da c preciosa. Esta honrosa visita do SS. hM.
ao cubculo do muilo digno rrefelto dos Capuchi-
nhos, una recompensa dos valiosissimos ser-
machina, vicos por elle prestados a rel;gio o ao estado, e
iieve-ihe ter sido summameute grata. Coogra-
lulamo-nos de dentro d'alma com o digno prefei-
lo por csla raanifestaco do aproen ora que SS.
MM. tcem as suas virtudes o os sena bons ser-
vicos.
A seguranca individual solfreu duranie a
semana. Ea villa de Flores deram-so dous as-
sassinatos e quatro (erinentos graves, o nesta ci-
dade deram-se tros ferimentos, dos quaes ura 6
de muita gravidade.
Reccberam no da 15 docorrcnlo, o grao de
bacharel era srencias jurdicas e soriaes 76 es-
tudantcs da Facilidades d Direito desla cidade.
Domandaram este porto, do dia 10 ao dia
16 do correnle. 2 embarcacoe3 mercantes, com
a lotacSo de 75(3 toneladas. Sahiran, durante
os mesmos dias, 25 enbarcaroes mercantes, com
prilicio juaneado ao fundo das formas, o amigo! a lotaco Ue 7,20 toneladas. Sahiram, alem des-
/"
MUTILADO
/ -
I


l


os vapores
s
sai, :t va-1, j mitra actoaos i
BetmonlK, Iguitemy c- Paratas.
Durante os mesmos dias ren-l T.ini : a
-r--'^r,:i>'"J;,-":; -o consulado gcral
zi./ojj^ih;-.31 recebe doria d is rendas internas
DIARIO DE PERNaMBLTO. SEGKPA FEIRA 19 DE DEZEMBRO DE tS59.
Urna menina,dina legitima e Nicolao 1tena aa
silva, Ucela para ser baplisada em Seri-
S'SfiJtS'***'*:"~ consulado provincial ris
2H,atfd5oi)2.
nhaem.
Un prvulo para ser baptisado pelo Rv.l. provin-
cial do Crino.
Um filho legitimo dn Joao d'Bzevelo Andrade ;
licenca para sor baptisado em 5. Peleo Mu-
movimento geral da alfandega. nesses tvr d'Olinda
mesmos as fui de 6,523 rulunos, a saber : Casamentos
*0MMM entrados com fazendas 1,183 ; cora Francisco Ferreira dos Sanios, coto Urina Mar-
-'rirro, 1.926: toiat dos volumns entrados ; liulia dos Santos.
o.lUJ :Vuluraos sahidos com fazend.is 1,20;}; Jo.V
com gneros 2,211 ;total dos voluraes sahidos
3,414.
Pallcccrara durante a semana 27 pessoas, son-
do : G homrns, 8 mulhercso l prvulos, livres ;
2 liomeus, e 1 prvulo, cscravos. *
EVISTIDURIA
No da 14 S M. o Impciadnr sahiu a rano.
oi mita* .i fabrica de re.finaeao do Mouteiro. A'
tarde sahiu com S. M. a Imperalri/, u deu uin
passeiu pels Afogados. Do noitc foi a Olinda
aonde se demorou, no observatorio, al 11 horas
elrcz quartos, vollando ao paco uta quarlo de-
poisde moia noite.
No da 15 as 6 horas da manhaa, S. M. o Impe-
rador, accompanhado dosSrs. tninislro do impo-
rto c seos semanarios, visilou as fortalezas do
ltrum o di. Buraco.
A's 11 horas S. III. recolheu-se ao paco, e a" tarde Jos sendo 29 mulhorcs e 7 h.
sahiu a carro, e foi examinar a fortaleza das Cin- Poram visitadas as etifet
io Baplista Concalves Bastos, com I). Ermilin-
da Linsdc SLqueira Cavalcatni.
Firniino Altes Pimentel, e\n Mara Simplicia da
Cunlia Beaerra. Sao heoncas provadas, cujas
ccrlidoes tos vienim.
MlTUiOIHO PI BU. ii :
Mataram-se do dia 17 do corrente para o con-
sumo desta cidade lo rezes.
HORTALIDAUE DO BU 17 DO CORIIF.XTE :
Hara, preta, 2 anuos, bexigas.
Jos da Silva, branco, l2annos, molestia inte-
rior.
; Manoel, pardo, 2 anno3, espasmo.
' -los, branco, 7 anuos, intento.
. Chrislovao Jos Mondes, branco. soltciro, ;1 an-
nos, hepalile chronica.
Hospital ie caridabe, Existen) 67 ho-
raens 58 mullieres nacionaos, 1 homem esirau-
geiro, 2 horneas escravos, total 126.
Na tolalidade dos dn.Mit.-s exislem 36 aliena-
tmens.
imarias pelo cirur-
co-poutas, parte da cstacao da estrada de ferro. 'au ,,'", 8 bom Ja manhaa, o s 8 hu-
milde est aquartellada a guarda nacional chama-
da I serviro de destacamento, leudo antes exa-
minad* minuciosamente o edificio do Gyruuasio
na ra d' Aurora.
A's 8 e meia da noite, accompanhado de S. M. s
Imperalriz, foi ao theatro de Apollo.
No dia 16 S. M. nao sahiu do paro, mas alii
recebe.t as doputagoese pessoas que quisercm
l*r a honra de com>riinciital-n.
No dia 17, SS. MM. foram a' igreja da Penha
SSistir a., cisaraenlo de Seis orphaas recolliidas.
A' noite houve fogo de artificio, armado no
campo das Princczas aos lados do paco. S. M. o
imperador assisliu ato uliimar-sc depois da meia
oile, dajauella do mesmo Paco.
Hontem a's 6 horas da manhaa, SS. MM. esua
comitiva parliram para a cidade da Victoria.
S. M. a Imperariz, accompanhada desna da-
ma a Sia. I). Josephina, seguiu a carro, e S. M. o
Imperador, com o Srs
ras da noile, c pelo l)r. Dornellas s i horas da
manhaa.
CHRONICA JUDICIARIA.
TRIBUNAL 0ARELJC5Q.
SESSAO EM 17 DE DEZF.MBRO DE 1859.
I
presidencia no Exal su. conselheiro cantuso
DE LEVO.
As 10 horas da manhaa, arhando-sc prsen-
les os Senhores desembargadores Villares, SU-
veira, Gitirana, Guerra,iLourenco Santiago, Sil-
va Gomes, e o l)r. Perctti, juiz especial do com-
mercio. faltando com causa os Srs. desembarga-
dores Figueira de Mello c Caetano Santiago,
procurador da corda,foi aberla a sesso.
Passados os feitos o entregues os distribu-
lente da provincia. iStoJSmfZS&l**' "~*," ~WP
c.ihv, veador Pedreira, e tnais pessoas dc sua eo- a
tuitiva soguiram a cavallo.
Acoinp.mliaiam-os grande numero de pessoas
d aliarlas
SS. MM. depois de descansar um pouco em Mo-
renos Mguifo para aquella cidade d'onde preton-
dem vultar no dia 20 por tarde.
Consta-nos que est marcado o dia 22 para a
corrida do Jokey Club na ponte do L'ehoa, de-
u ii,u"l""',ra' noitoobaaile oilerccido SS
S. II. dignou -se mondar destribuir as segnin-
tes esruolas:
Para o Instituto Pi e Literario
1:0003000
3OO30OO
5:OJ03000
. 3O0JOO3
. 300JU0O
* cemiterio da povoacao de-
Santo Amaro, entre o ter-
mo de Sennhaciueo rio
lormoso............ 3005000
Recolliimento dos orphaos de-
Santa Theroza.........5:00OS0OO
Reparo do editicio dos Laza-
ros .................
03 d'lentes Lazaros ...... .
t o Azylo de mendicidade ....
<- Raparos da igreja da freguezia
da Varzea........., .
S. M. o Imperador despachou os requeri-
mentos das seguinles pessoas, concedendo urna
esmola a cada urna, que deve sei selisfeita pelo
seu mordomo :
Hitta Francisca Cavalcanti de Albuquerquc (re-
Kente do recolhiraento d'Olinda.;
Tadre Feliciano Pereira de Lira.
Jos Rumo dos Santos Bandeira ( provedor da
irmandade do Sr. Bom Jess dos Martyrios.)
Manoella de Jess Lopes de Miranda.
Manoel Pedro das Chagas.
Joo Te;les de Menezes.
Luiz de Franca Mello.
Andie de Soasa.
Ant.o Vieira Guimaies.
riorinda Consseiros da 't'rindadu Mallos.
francisca Firmina das Chagas.
Candida Mariado Rosario S.
Mara Joaquina da Boa-Morte.
Natalia Comes Brasileira. Supriora do collegio
do Bom-Consclho.
Os caboc.os de Cimbres.
O a;ademico Epiphanio Jos da Rocha B(-
tencourl leve 1 honra de olTcrtar a S. M. o Im-
perador, no dia 14 do correnle, a sua bella poe-
sa que j demos nesta Revista, e que por elle
fra recibida no llieatro de Santa Isabel no dia
natalicio de S. M.
A poesia eslava impressa em peigamiiiho, e
as leltras eram em tinli domada.
S. M. .servio-se agradecer a olTrenda com a
bondade que Iho caracterstica, e que tanto
sabe pe etrar os coragoes.
Sabbado pelas onze horas da manhaa, cele-
braram-su na igreja da Penha seis consorcios,
le que se dignaram servir de testemunlias ou
padrinhos SS. MM. II.
O aclo foi promovido pelo Exm. Sr. hispo dio-
cesano, olliciado pelos Srs. conego Piulo de
Campos, e Rezcndo, vigario Camillo e prefeito
da Penha, Fr. Caetano de Troinae Fr. Egidio.
Os coiitrahentes compunham-so de brancos,
pardos, c pretos, sendo 2 pares de cada urna des-
ores.
No da l deste mez foram recolhidos
casa de delenco 2 homens escravos, ordetn do
delegado do Io districto, e 1 raulher ordem do
subdelegado do Rccife, por suspeitas de ser es-
crara.
Na Revista de ar.te-hontem, no discurso da
cmara da Victoria, aonde se le :titulodeve
lor-Mtributo.
Na noticia do prsenle feito S. M. o Im-
perador, em vez de marchantes, leia-se
campias.
Passageiros vindos dos portos do norte, no
vapor 0yitpock.~4k. Jos Joaquim G. de Car-
valho. Joaquim lavares da Costa Miranda, Gon-
zalo Emigdio de Arago. Luiz Pedro, Antonio
Joaquim r. Bastos, Jos Bernardo Teixoira e2
cscravos, Gustavo L. Furtado do Mendonra c 1
escravo, D. Mara Ferreira Rorgcs, 1 maa e 2
escravos, Luiz de Franca Leite, Francisco de!
Paula de Andrade, Mariius Barroso de Mello,
Joo Roberto Augusto de Souza
Seguem para o sul.Dr. Joo P. de Lentos,
Manoel Antonio branles, Alberto Nadler, Dr.
Antonio Jos da Fonseca Lessa, Feliciano Mo-
reira do Souza, Francisco Jos Gomes Pereira c
1 ciiado, comracndadur Joo Francisco Lisboa
e sua seniora e 1 lilha, Joo Cort da Silva
M.. Jos'' Joaquim Guedes de Miranda, D. Luiza
Porcia I. na, i liihos e.2 criadas, Francisco Al-
vos da Siiv.a, David Sarraf, Jos V. Jorge u 1 es-
clavo, I). Maria Lima Belm, Antonio M. La-
petnberg, Antonio Jos do Souza. Pedro Wuelt e
seu lilho, I). Maria A. das Virgens, 1 criminoso e
I pracas que o escolta, 3 recrulas para o exerci-
4o, 3 ditos para a maiinha, 5 escravos a entre-
gar.
Passageiro viudo de Genova na polaca sar-
da Mnrin Elisa.Marlim de Geacome Guslem
Retaceo dos baptizados havidos na fregue-
zia de Santo Antonio do Itecife, de 3 a 17 do
do correte :
Miguel, branco, filho legitimo de Miguel Teixei-
ra da Cosa, c Claudina Francisca de Olive-
ra e Silva.
Araerico, branco. filho legitimo de Joaquim da
Silva Guinuraes, e Miraudulina Amalia da
Silva Guimares.
Eugenia, seini-brauca, Olha natural da Auna
Maria do Bom Parlo.
Baldomiro, branco. lilho legtimo do Dr. .los
Flix de Brito Macedo, e Lucina Eliza de
Mello.
I.uiz. branco, filho natural e Luduvina Francis-
ca Ayrea de Almeida.
Francisco, bramo, lilho natural de Henriqueta
Francisca Raaos.
Joaquim, pardo,lilho legitime de Manoel Antonio
do Nascimento, e Justina Ponciana do Nasci-
mento.
Luiza, parda, filha natural do Damiana Tobiana
de Barros Lima.
An-inia, branca, filha legitima de Emilio Gomes
deAzcvedo, c Dorothca Ermina da Silva Lo-
bato.
Antonio, araen, lillio legitimo do mesrao cima.
loa, pardo, eaeraro de Felicidad.'Perpetua Go-
mes da Silva.
Joo, branco, lilho Legitimo de Joo Baptista
Rodrigi.es, e JesMna Henriqueta Rodrigues.
I-lora, pa do, escrava do Dr. Jos Bernardo Cal-
ato Alcoforado.
vnireto, pardo, filho natural de Ufflbettna Lopes.
Auna, branca, liiha legitima de Jos Ribeiro da
Silva, e Carlota Mequelina Correa Ribeiro
AOGRA.O DE rETICVO.
ggravantc, Rufino Regs Cavalcanti; aggra-
vado, 0 juizo.
Relator o Sr. deserabargador Silvoira.
Sorteados os Sis. desembargadores Silva Go-
mes e Lourcuco Santiago.
Negaram provimenlo.
RBcrnsos cniacs.
Recrreme, ojuizo ; recorrido, Antonio Joa-
quim Correa Lima.
Relator o Sr. desembargador Loureneo San-
tiago.
Sorteados os Srs. desembargadores Silva Co-
t ;s, Silveira c Gitirana.
Negou-se pro\ imonl...
Recrreme. Francisco Raymundo do Hollan-
, da : recorrido, Antonio Rodrigues Barbosa.
Relator o Sr. desembargador Silva Gomes.
Sorteados os Srs. desembargadores Silveira,
Gitirana e Loureneo Santiago.
, Reformado o despacho e pronunciado o recor-
I rtdo.
APrELLACE,* CITIS.
! Appellantes, o desembargador Figueira de Mel-
lo e outros ; nppellados, Rita Francisca de Car-
valho l'a.'s de Andrade e-outros.
Desprezaram-se os embargos.
D1L1CENCIAS CITIS.
i Appellante, Joo Ca los de Mendonra Wander-
ey ; aopellado, Salusiiano Antonio Accolv Lins.
Julgou-se a habililacao.
Mandarara ouTir ao desembargador procura-
dor da corda na seguate appellaeo :
Appellanles, os herdeiros de Miguel Jos de
Mello ; appellada, afazenda.
Assiguou-se dia para jiilgaineiito daseguinte
appellaco civel:
Appellante, Hara Benedicta e sua filha ; ap-
pellado, Hermenegildo Goneahes da Silva.
O dia de apparecer .
Appellante, Felicio Freir de Andrade: ap-
pellado, Joo Veliio de Mendonra Furlado.
DISTIUBCICOES."
Ao Sr. desembargador Silveira,
c rimes :
Recrreme
le Mello.
Ao Sr. desembargador Gitirana! os recursos
crimes:
Reconcnto, 0 juizo ; recorrido, !** Donclly,
Ao Sr. desembargador Loureneo Santiago, os
riiu S. Amonio Altes da
Costa, eisa terrea arrenda la por
dem 23. Amaro Antonio da
Miranda, casa terrea oceupada
pelo propietario avallada por.
dem 25. Custodio A Ivs lo-
drigues da Costa, casa terrea
arrendada por............. 150*000
IJom 26. O mesmo, cisa ter-
rea arrendada por........
IJom 27. Joaquim Jos IVrei-
ia Guimaras, casa terrea ar-
rondada por..............
dem 28. llerdeiro de Joo
Narciso da Fonceci, casa de so-
brado de um andar arrendada
por... .a ... ...
dem 29. Jos FrancL-o dos
Santos, casa terrea arrendada
por....................
dem 30. Anna loiquioa, ca-
sa terrea arrendada por.....
dem 3!. A mesma, casa ter-
rea arrendada por..........
dem 32. A mesma, casa ter-
rea arrendaJ por..........
dem 33. A mesma, ca=a terrea
arrendada por.............
dem 34. Jos GongaUes Ferroira
da Costa, casa terrea arrendada
por.....................
dem 35. O mesmo, casa ter-
rea arrendada por .........
Uem 36. O mesmo, casa terrea
arrendada por............ 2l6#00
Uein 37. Ome.-mo, casa terrea
arrendada por.............
dem 38. O mesmo, casa terrea
arrendada por............
dem 39. O mesmo, casa terrea
arrendada por............
969000
305500
1505000
210*000
1:200*000
' 72^000!
6O5J0O0
609000
60*000
60*000
M-iOOO
1449000
1683000
168*000
168*000
ERRATAS.
JE.' um elo pardu na cadem das alleicas do-
mesticas, uin esposo inconsolavel no Ittto da viu-
vez, ea otphanlade contanlo mais urna inno-
cencia viettma privada das ciricias e afTagos
maternaes !
Sao estes os traaos vivos, rom que a morte
esboga rpidamente o qualro da realidade. des-
pido dos sonhos desta vida ; lie esta a scena de
tojos os das na epliemera existencia humana,
sempre chela de sorpresas o assombtos, sempre
nova, eestranha, e que anda ha pouco vimos
repelida no passamento da Exm*. Sra. D. Fran-
celina Ramos de Barros, consorte do Illni. Sr.
Capitao SiUir.o Guilherme da Barros.
Na flor da i.lade, contando apenas 26 anuos
de idade, dos rjuaes somento cinco se passaram
as venturas do thalarao, aExm. Sra. D. Fran-
c lina liilia diante da si um futuro lio cheio de
vida e esperanzas, que inda mal sabia ella tinha
d#ser brevemente apagado pela mao da enfer-
iftldado, qusoos,iaQi de 2 anuos e 10 meze3
'fiortsegnio surn^-la na voragem do tmulo !
Alma anglica e de bondade, espirito innocen-
te o candiJ), ella fazia a felicidade de um es
poso, que:a ilolawava, a ventura de urna filhi-
nha, que comeqava a comprehun lar as caricias
e desvellos maternaes havia esfcitaJo em um
ampielo fralernal por m .is de 3 anuos, 5 irraaes
orphans, que tinbara encontrado na sua ternura
o deJicaco amparo e bastante Unitivo para a sua
orphandade.
Typo dos esposos, "irtuosas e dedicadas, mo-
delo das miios extremosas e dosvelUJas, c Ilus-
tre finada tinha coioprehendo a sua verdaJdira
missao de mulher sobre a trra 'e os que a co-
nheceram no trato das relages familiares, al-
miraram-lhc somprea amabililade e asattenQoes
que dispensava ptn todos a ingenui lade e
modastia do seTRacHlS', e esse perfume de san-
ii lade que a revesta !
Durante o longo periodo Je sua penosa enfer-
mbdea resignado mais evanglica fortificou-lhe
o espirito para os soffrinuntos do carpo ; e so-
(5)
cial da Bi-vista Colectoria Provincial de
Olinda .
as pblicaijoes Jo lamjamento da decima men,e 1uanil luiz transpor o limite, que separa
publicadas nos Diarios de 10 e 12 do corrente 8S duas vi,ias' lavez 1ue ,le3se momento viesse-
paginas terceira, columnas 1". 3*. lea-Mona lu- "'edoceraente agitar a placidez e severidadeda
gar de Consulado Provincial Coleetorta Prowu- a'ma a dudosa recordago dos entes queridos,
que deixavaapos si : seu esposo o sua filhinha.
E nao lhe valeram os esforco; Ja (ciencia, os
assiJuo3 cuidados de espose solicito, neta a mo-
cijade, nem o futuro..
A ierra nao era digna de po?sui-la por mais
lempo e o anjo de virtudes leve do voltar ao seto
Jo Eterno, donJe sahira. E' la que fui se com
plelar o seu destino ; all que interceder
constantemente pelos doces objectos de suas af-
feiQocs cujalembran^a vivir eternamente cara
ella : seu esposo e sua filhinha,
S.
Communicads.
os recursos
ojuizo; recorrido, Manoel Cesar
Prineira e ultima resB'ostt Sr.' Mara
Liiza le Olheira.
Leudo o communicado da Sr.'1 Maria Luiza
de Oliveira, nao podemos deuar de respon-
der-lhe.
Muito se offendeu essa distincla actriz como
pscudonymo de que nos servimos oludoao
qual diz ellanao devia responder por dous
principios : prime.iramente por estar elle reves-
tido com o vil e tenebrosa capa do aaonymo, ar-
ma tmente de que se servem os cobardes e intri-
gantes, e cm segundo lugar, pirque enfeude que
muitas teses o >eucio 011 o desirezo i amclhor
Nao oslando encarroado, nem me h.nendo
proposto aescrevora biographia do capilao-mr
Joao do Reg Barros, fundador da capilla do Pi-
1 lar, nao tinha cu de prooo.ler .i indagarao para
1 -aber o que elle foi, ou o que fez. A discussao
e por isto nao inflla
respaila ; mas contnia ella, como'essenada- (I" e" '"lha a. honra e ver-me empenhado,
procurasse riduitlaritar-me, lancando-me epi-1, T*?.*3 *uoeq do forte de S. Jorge, e
thetos, que deooho intacto*, ternmh-se para! ?",h<*.w'rarapo, -
corrobora
mentiroso
dude, c em _
m voto recohecimento peas maneiras nr- .V" VIguns (i,j seos desceudenles, para obter
as e delicadas com que se tem dignado tratar-! 't"IIS d''|,"m.cnt>s H1Q podessciu esclarecer-me
ine. passo a responder-lhe, etc., etc. |bOI)n' a sl,llSla asse 'Orto, essos descendentes.
Nao foinossa inlenco ridiculirisar a osti no-' sem-,-1'!e !' Pcrounlassl>. me disseram que o
anc
ir as suas celebrrimas as*err5es de ', *f -rsido ou "a0 S"v''rnador da capi-
1, por isso para retlabehcimenio da ver- \ ,ania a l aIrahDa csse capitao-mr : se disse que
m attenro ao publico desa cidade a ,quo',e"a0, ",lha slJ' ful Por,l"e. recor-
Cuurguo Ju^e Francisco Tinto Out-
maracs..............................
L'm anonymo..........................
Joo Carneiro Rodrigues Campcllo___
Major Bellarmino do Rogo Barros....
L'm motiarchisla constitucional.......
Coiamerciaate Pereira Saneas........
Hito Victorino Jos de Souza Iravasso
Dm patriota Pernanibucano...........
Dr. J. L I. P.........................
Commerciante .1. J. eller............
II. V...................................
Negociante Eduardo Ferreira Bailar..
AcalenJco Ignacio Pires de Carvalhu
Albuquerquc.......................
Artista Manoel los dos Sanios.......
Negociante John l.ehv................
Vice-consul Inglez Altiandre Gollan.
Acadmico Antonio Joaquim Pires d.'
Carvalho............................
Professor Carlos Stewber..............
Commerciante A. n. P.uto
Artista C. Waller.....................
Dezembargador Agostinho MoreiraG..'
Empregado publico Joaquim Francis-
co Duarte...........................
Urna Seuhora Pernambucana..........
Commercianle G Leconte............
Oe/embargador Antonio Jos da Silva
Comes..............................
Dr. Joaiuim Carneiro da Cunha Mi-
randa...............................
Negociante Joaquim Lopes d'Almeida.
Dito Jos Branda o da Rocha..........
Dr. Francisco Jos Martins Penna___
Gapile Frederieo Lopes Guimares...
Lmpregado publico Maximiano Fran-
cisco Rigueira Duarle...............
Um liberal Pernambucano............
Acadmico Garra D.as Pereira........
Major Domingos Alvos Matheos.......
Negociante Jos Pereira da Cunha....
Dezeinbargadi CaelQno Jos da Silva
Santiago............................
Dr. Joaquim Barboza de Lima........
Francisco Vicente dos Santos.........
Negociante Antonio Jos Leal Res...
Altores Jos Melquades Bezerra Lessa
Dito Jos Caetano da Silva...........
Coronel Jos Maria lldelonso Jacome
da V. Pessoa.........................
Commercianle Malinas A. Villarouco
Ditos Maia Irniaos.....................
Joaquim Teixeira Pessoa..............
Commercianle Paulo Jos Gomes.....
Tenente coronel Joao Vieira de Mello.
Miguel Saugel.........................
Vicente de Paula Oliveira Villas Boas.
Empregado publico Luiz da Veiga
Pessoa.........
L. Pugi...........................i."."
V. F. Tavares.........................
Joao Rulino da Silva Ramos Jnior...
Dr. Luiz Silazar Moscoso Veiga Pes-
soa ..................................
Coinmerciatite Jos de Vasccncellos..
Dito Manoel Ribeiro Bastos...........
Antonio Gonealves do Oliveira........
Joao Deodato Rowman................
Manoel Ignacio de Oliveira Hartins ..
tlaniab L. Rosa Calheiros.........
L'm republicano.......................
Commercianle Gaspar A. Vieira Gui-
maraes..............................
Agostinho E. Penna...............!...
Tenente coronel Joaquim Jos Silveira.
Francisco Concalves da Costa.........
Miguel Comes da Silva................
Acadmico Metra Henriques..........
Leopoldo Ferreira Martins Ribeiro....
Lstudanle Autonio Pereira Camello,..
Gerrasio Pires Ferreira................
Dr. Ignacio Firmo Xavier.............
Dr. Silvio Tarquinio Villas Boas......
Bellarmino Aires Aroucha............
I m Liberal Pernambucano............
Constantino Lopes Guimares.........
Hilario Soares da Silveira............
2:>$000
10S0O!)
Iusooj
11)5000
1050IM)
noo.t
IOjOOO
ingooo I mih
t3 saccas farinha mandioc* : Jos Loureneo
da Silva.
110 ditos milln ; a Braga & Anlunos.
232 saccas farinlu de mandioca, 85 ditos
milho, 8 dit-.s goratua ;a Joo Rodrigues Ma-
chado.
220 saccas familia de manJioca, 126 ditos
Iho, 2 ditos carrapato, 1 dito gomma, t
^dM' feiio ; a Jos Carlos Pessoa.
to
lojo.'i);
lOjooo
IO9000
l()5 KM)
iojooj
28 saccas farinha da mandioca, 32 ditos mi-
lho, a Pereira &. Va lente.
100 meios Je sola ; a Jlo Je Siquaira For-
rao.
1K ).)!) CONSULADO GERAL.
i Retidimento do dia 1 a 16. .
noon.
10501M)'
OHM
It&'lO
10.3000
OS10.)
lO9i>00!
103000:
dem do dia 17
3J. 253*181
16300
33775
DIVERSAS PROVINCIAS.
Rendtmento do lia 1 a 16
dem do dia 17
1:493*526
432G
DESrACUS DE
1:497j7*.
EXPiiRTACO PELA MES.i
105000 U0 CONSULADO DESTA CIDADE NO DIA
I 17 DE DE/.EMBRO DE 1859.
IO3OOO I s,0,ckh0,mBriSue sueco Anna, N. O Bieber
IOjOOO I c* 78 couros salgados.
IOJOOO I'orlo Patacho portuguez Duque do Porto, Jo-
103000 se Antonio da Cunha & Irmaos, 1,000 chifres
OSOO Kxportue>Ao,
Canal, brigue prttssiano Paulo Augusl, de
IO5OOO 319 toneladas, conduzto o seguinte: 4'4Sfi
OJO-'V 1 caceos assucar.
IO9OOO1 RECEBKOORIA DE RENDAS INTERNAS
lOjOO'i: GERAES DE PEtl.NAMBUCO
1090001 Rendimcntododa 1 a 16. 16-298.309
dem do dia 17....... l.WMM
ogooo
105O00
IOjOOO
CONSULADO PROVINCIAL.
17:8143Cr.
OSOUO Rendimento do da 1 a 10.
lOyllK) dem do dia 17. .
IOJOOO
lOfiOOO
42071Jt76
2:081^1
osouo
44 156S75T
.iaPfh PRAgA OREClrE 17 DE DEZEMBRO DE 1859
iSn AS_3 H0RAS DA TARDE '
IOJOOO
Revista seniitna I.
IikuOO ciiMasciiiaiiai,
r>O0 abl0S----------Sacou-se sobre Lond
JU!
5JO0O!
58000
5S000
53OOO
53000
gOOO
53000
53000
551IOO
5*000
530U0
53OOO
53OOO
5$000
5J00
53000
53000
5-3000
53000
5jj000
55000
5300.)
53O11O
53O00
5S0O0
5300')
5?000
25000
_-res de 25
a io e 1, i d. por 1 sobreJPa-
ns a 385 rs por fr. sobre Pares
e sobre Lisboa a 115 por cento
de premio montando os saque^
de que foi portador o vapor
Tynt a ceutoe trinta mil libres
slelinas.
Algodao----------Veudeu-se a 8>100 por arroba
do regular, e de 836OO a 8800
por arroba de superior.
Assucar----------Para exporiacao someuto se
renderam os mascavados, oe-
gulando : Brutos de 25400a
25 80. Canal de 25220 1 2S350
por arroba. Para os armaze-
nanos venderam-se os branco-
de^OO a 500), somenos de
33000 a 3$200, e mascavados
purgados de 2^560 a 23600 po:
arroba. r
Cour0.....0 seceos salgados venderam-
se a 280 por libra.
Agurdenle------Vendeu-sc de 653000 a 70S0J0
a pipa.
Arroz pilado Vendeu-se de 1JS00
a 23800
de 25')0 a 2J800 por
Bacalho--------Vendeu-se em atacado a 105000
Azeite doce
por arroba.
- dem (
galio.
l:07*300u
recorrido, Jos
Mello, as
ap-
rccuisos enmes
Recrreme, ojuizo ex-ouVio
Martins da Silva.
.AoSr. desembargador Figueira de
appellacoes cireis:
Appellante, Antonio Gonealves da Silva ;
j pellado, Joaquim Antonio dia Silveira.
AoSr. desembargador Silveira, as appellacoes
ctveis :
Appellante, Manoel Ignacio da Silva Teixeira :
appellado, Antonio Pereira de Parias.
A 1 liotas da tarde encerrou-se a sesso.
ERRATA.
Na acta da sesso administrativa do tribunal
uo conimereto de 12 do corrente, e'm lugar de
servmdu de secretario o deputado Silveira, leia-
se servitido de secretario o deputado Lomos
como osla no autographo vindo da secretaria do
tribunal.
3003000
1S03000
120*000
12
I-20PO0O
COI.I.ECTOR1A PROVINCIAL I) V BOA V,
Lancameuto lu decima dos predios
urbanos do districto da collecto-
ria que tem de servir no nnnr 11-
nanceiro de 1859 I86O, pelo
collector illiunoel Jos de Azevc-
do Amorim.
Travessa da Estrada Nova,
N. I. Jos Gonealves Costa,
casa terrea arrendada por.....
[dem 2. O mesmo, casa terrea,
arreodada por.............
dem. 3. Joaquim Antonio
Carneiro, casa terrea arrendada
por.....................
dem 4. O mesmo, casa terrea
arrendada por............
dem 5. O mesmo, casa terrea
arrenJada por.............
dem 6. Domingos Jos da
Costa Guimares, caa terrea
arrendada por.............
IJem 7Guillierme Parolh, casa
terrea arrenJada por.... ...
IJem 8. O mesmo, casa terrea
arrendada por.............
dem 9. O mesmo, casa terrea
arrendada por............
dem 10. O mesmo, casa terrea
arrendada por.............
dem 11 O mesmo, casa terrea
arrendada por.. ...........
llera 12. O mesmo, casa terrea
arrenJada por............
dem 13. O mesmo, casa terrea
arrendada por............
dem 14. O mesmo. casa terrea
arrendada por............
dem 15. IWtfino Wanoel da
Cruz Cosseiro, casa terrea ar-
rendada por...............
dem 16. D. Anglica Mara
Viejas, casa terrea arrendada
por......................
Jdem 17. Miguel do Cunha,
casa terrea oceupa la pela pro-
pietario avaliada por........
dem 18. D. Mario SenUori-
nha do Livramento, casa terrea
arrendaJa por..............
dem 18. .\ mesma, casa ler-
, rendada por..............
dem 20. A me ma, casa ter-
rea arrendada por..........
IJem 21. Tenente Coronel Anto-
nia Germano Cavalcanti de Al-
buquerque, casa terrea arre-
dala por.,.. ...........
nios as lores do genio, e que por conseguinte
ferida emseu pundonor, ou corda sensivel, (on-
de a Sr." Mara Luiza havia de brilhar por ser
predilecta das arias da sua escolha), se exaltase-
so sua imaginarao, pelo grande espirito que pos-
sti^tjiois levado alto grao, lanca bofaradas de
f^tr, e achasse toda essa vileza o tenebrosi-
dade, descobriado ser a arma dos intrigantes e
cobardes.
1)2 feito que nos sentimosfraco para medir ar-
ego Barros, nem me resta lem-
po para a Ihesouraria afini de re-Io: com os
descendentes desee capilao-mr disse que cria
que elle nao lidia sido gobernador daqu.dla ca-
pi'iuia, era o josir.'m ao que tinha airmado
qi m havia d j que i sesmaria, que lhe tinha
s 1 coucedid pvn edificar a igreja do Pilar, era
' tstenla ii". .Tan do trra : a este pois corre a
uhrigocao de exhibir a pro.\do que disse tu sua
iut'irntaeo, para que se nao supponha que dei-
xoii-se levar por conjecturas.
Nao sei se era porque se quera que fosse cu
mas com a Sr." Maria Luizi, pois que o seu phy-
sieo est bem disposto, e seu braco bom vigora-1,.
do, alm de que respeilamos O seu tclenl< ful- 'l'eu' ap"enlaiBe a copiada segunda sesmaria
1 natureza o a arte ccm,-eJ"Ja ;,IJ cipitao-mor Joao do Reg Barros,
- ou porque com ell'eto, se nao leudo ropil dessa
sesmaria, se eslava cm duvida, que se me Tez o
pedido, que me foi dirigido entro os aun nuc os do
Diario de Pernainbuco de 15 do torrente : se pu-
tiliquei a copia dessa sesmaria. foi para que se
visse que eram piala e cinco as bracas de Ierra
gente e coruscante a quem a
concedeu-lhe letlras e tretas. A resposta dada
pelaSr." Maria Luiza est capciosa, porque diz
ollapausados dias que leve lugar a convenci
com o Sr. thesoureiro da sociedaie do Apollo,
app'treceu-me o Sr. Manoel de Jem* Perras, pe-
itindo que en trabalhasse em seu beneficio no ,
theatro de Santa Isabel (aqu omlte os 8OSO0OHuS*'*.Cfna0 *&&** engao, a que po-
ris que pedio.que na ve runde bem deshumano,''' ,rm^;, Iiuslcada
ao que Iherespondi que furia aquilla que esti-
vesse ineu alcance,porm au cantara aria*,
como etledisse em seu- progrmala.
O'iem niio v que a verJade aeha-se aqui al-
terada, pois como que indo o Sr. Ferraz con-
vencional- o que (aria a 8r. Mar.a Luiza em seu
ao Sr. D. F.
mas nao so supponha que, por haver procedido
por este modo, me prestare! ao que se me pede
lioje.
Na informa_o, que se tniiistrou ao Sr. D. F.,
se disse que o capito-mt Joao do Reg Batios
havia sido goveruador da Parahiba, o e, lirmaa-
espectaculo. fosse logo armado "do: programma'a i ?a^aa!l ''m T o'? B,.g"nS lnon,b,os ua- f?"
milia desso illustrc Pernambucano,dissequo cra
juo elle nao havia sido goveruador daquella ca-
Por dinheiro entregue pelo dilo bacharel A. de
. M. de Druminond ao thesoureiro o Sr. Joaquim
Ignacio Ribeiro Jnior, em diversas datas, se-
gundo o sen recibo abaixo transcripto l:072j000.
OtWrenfo.
" Tendo sido noraeados os Srs. Jos Maria Ga-
meiro, e bacharel Joaquim Barboza de Lima pa-
ra com o bacharel Antonio de Vasconcellos Me-
nezes doDrummond comporetn urna das commts-
oes, que deveriam promover a predita subscrip-
co.succcileu, queoprimiiro se nao preslasse ais-
sopor doenea em um p,e o segundo por suas
occupa? seibo em horas encontradas as do mesmo bacha-
rel Drummond apenas pode arrecadar da quanlia
a:ima fflOOOrs. saber, das pessoas designadas,
sb os nmeros 11. 60, 61 e 7:1 desta relaeo no-
minal. *
R.'cife 10 de dezembto de 1859.
Recebi do Olm. Sr. Dr. Antonio de Vascon-
cellos Menezes de Drummond a quantia de um
conlo e setenta e dous mil ris procedente da
subscripcao, que elle promoveu, e orrecadou pa-
ra os festejos da freguezia da Boa-Vista, por op-
casio dachegada de SS. MM II. esta provin-
cia.
Declaro, que passei ao mesmo senhor recibos
parciaes, prefazendo a predita quantia, que vale-
rao por urna s vez recosida.
Rccife, 10 de tlezembro de 1850.
Joaquim Ignacio Ribeiro Jnior, thesoureiro.
Rs. 1:072000.)
[Eslava reconhecida.)
Caf -
Cu ------
Farinha de tris
a barrica, e a retalho de 83500
a 123000, ficando em deposito
26.000 quintaos.
Btalas-----------[dem de 23000 a 2?200 por ar-
roba.
Bolaxnhas-------dem de 3jS500 a 4)000 a bar-
riquinha.
Carne secca A dn Ro-Grande vendeu-se de
33000 a 53200, e a do Rio da
Prata de 3?000 a 530U. Picando
em ser 17,000 arsobas da pri-
me-ira, e 13,000 da segunda.
Vendeu-se de 53800 a 7*000
por arrolla.
dem de 1$60 a igOOO por
libra.
Carro de pedia Regulou de 213000 a 223OOO
por tonelada, tirado de bordo.
Retalhou-se a 17-5000 o de Bal-
timoi", i$$w a 19,$000 a do
rinladelphia, 2I$'J00 a de Tries-
te, e de 203000 a 225000, a de
llici'imond, ficando em ser 200
barricas da prmeira, 1.800 da
seganda, 9,6'JO da terceira e
980 da quarta,
D. de mandioca Vendeu-se de 6:000 a 7-3000 por
sacra
Feijo--------------[den, de i5G0o a 3;000 por ar-
roba.
Ferro-------------dem a 6.3OOO por quintal o
inglez, e de 95 a IO30O o de
Succia
Geacbra----------Em frasqueira, vendeu-se de
>S200 a 53-500, e em botijas a
260 rs. J
f.ouca -------Vendeu-se de 280 a 300 por
premio sobre a fac-
clla
mo, em o qual se achava declarado, que
LSTA- yantara duas arias do sua escolha, a menos que
a Sr." Maria Luiza antes lhe livesse dilo que is-
so faria, e que depois rendo a resistencia apre-
senlada pela sociedad.; do Apollo se desdissesse
de sua palavra".' Nao isso mais lgico, mais
consentanco razao. Ainda mais.
Poda a Sr." Maria Luiza. tendo recebido 2OO3
ris da mao do thesoureiro da sociedade, e pas-
sado-lhe um recibo, cm o qual declarava sugei-
lar-se ao contrato que se havia ultimado no dia
1 i de novombro ultimo, dizer ao Sr. Ferraz que
faria em seu beneficio aquillo qneestivesse a seu
alcance, som ter antes informado consultado
sociedade essa pretenco doSr. tenaz ? Ciemos
ainda que nao.
A Sr." Maria Luiza ainda revela a falta de
cumprmento de sua palavra, guando yendo a
negacao da sociedade mandn chamar,
confesa*) ao Sr. Ferraz c lhe pedio
programma na parle iiue lhe Ji/.ia respeito,
_ndu pelo conlrario.o que devia pedir era a il-
linrnMfjyy da seu nome, porque eslava de jure
inrpossibililada de cumprir a sua promessa para
com elie.
1SO000
12050CO
96?000
968000
HG3000
963000
96900
96*000
1203000
I4480O0
48^000
7-^9000
16S3000
120^000
14 43000
I20M'00
Se nao nos aprcsentajnos faqe face, por-
que temos a perder na sociedade, possuimos dg-
nidade c brio, ainda que a Sr." Hara Luiza le-
nha maisdo quens e nao estamos acostlima-
dos ao jogo continuo dos insultos daquellas pes-
soas que como nada mais tenliam a perder, ser-
vem-se de outros como automalos para salisfa-
zer assim nos scus mos iustiucto*.
Bem diz a Sr. Maria Luiza que em silencio
pitania. Se a pessoa, que minisirou essa informa-
cao, lem documento, em que se hase, puol-
que-o, pois que est na obrigaeo de f.izo-lo, e
nao eu. As queatea, quo se discutem para es-
clarecimenlo da historia, e nao para salisfacaode
amor-proprio, versa sobre outros pontos : os
documentos, que tenho lido, nao me deixam nem
mesmo entrever que esse capilao-mr livesso si-
do goveruador da capitana da Parahiba, e, se s
pelo que se me diz hoje, eu me retractare, dara
una triste idea de. mim; cumprindo-mo notar
quo depois de alguns dias vejo que se enprega
com facilidade esse verbo,que sempre me sa
mal nos ouvdos.
Publique-se o diploma de provedor da fazenda
real passado ao capilao-mr Joao do llego Bar-
,'r t^Zil i ros' Sea,. "ere" S 'evo dizer mais do que isto,
religado 3uoflca l,il" ,.Ewquaato me nao apresentarem
' 1 documento valioso, ire renlo que tenho razo.
Dr. Joaquim d'.iquino Fonseca.
17 d. zeml.ro de 1859.
/'. S. Dirigindo-me ao cartoriodo escrivo d..'
ausenles, residuos o capeltas. e recorrendo ao
testamento do capitao-mr Jo.o do Reg Barros,
provedor da fazenda real, .pie por copia so ada
nos autos, em quesou lilho, o padre Joo do Re-
g Barros, questionou com sen neto do mesmo
nome, por cama tfa successo ua instiluieao da
capella do Pilar, tielle nada eucootrei, que me
provasse que o dito capitn-mor livesse sido go-
vernadorda capitana da Parahiba. Talvezapres-
sa me nao deixasse fazer examc minucioso: se
COMdjffiBCTOa
PRAGA DO RECIPE 17 DE DE/.F.MRRO DE 1859.
AS TRES HORAS DA TARDE.
Cotagoes officiaea.
Descomo de letras9, 11 e 13 0,0 ao anno.
Assucar do Canal bom2J220 por arroba.
Francisco Mamede de Almeida.
Secretario.
ALPANDEGA.
Rendimento do dia 1 a 16. .
dem do dia 17 .... ,
278 0213935
70:52139 i5
348:543|880
responde ao nosso communicado. Era tambem | riR.T*
conttada no recohecimento desse publico que a tllnAlfl-
-------puotico qu.' a
Sr. Mana Luiza 1a cantar sem receio de proJu-
zir um fiasco, porque a fallannos com frauque-
7"' !Cfn PSPirit0 dc qnercr ridicularisar, a sua
voze do um soprano sforgato [ou enforcado' de-
ntis subido quilate, que a Sr.* Fabbri, pois que
apparecendo em publico e no mesmo theatro de-
pois, era para fazer obscurecer os louros oblidos
por aquella, o que eremos assim sera, pois que
d br.' Mana Luiza lem junto a si um professor
<- subida inspiroco musical, o ludo na ordem
dos ludos.
Aconselhamos emfim Sr.1 Maria Luiza que
se nao nos quizerdelsar ouvir os bellos accen-
losde sua voz, v ento para os dsenos da Lv-
bia, onde necesariamente ser apreciada e col- '
locada no pinculo das maiores cantoras, que I
anda hao ue assombtar o mundo ; porm por I
ora. om quanlo para l nao se transporta, con-
tinu com as suas reprsenla.-."'.- Iheatreiras ou '
opericas que lhe ser inis vautajoso, emesm
10 debilitara tanto o seu peito c o si coraco
No Diario de hontem pag. 3 columna segun-
da no artigo que. cometa do sabio he o mudar
Je consellioem vez da penltima, e ultima li-
nlia quo l estad lea-seos que aeriamenteo trans-
miitiram a ponto de o fazerem dar ao preio.
HOVIMENTODA ALPANDEGA.
Volumes entrados lora fazendas 1!(
< t com gneros 446
v'olumessahidos com fazendas 173
com gneros 250
590
428
cont de
tura.
- A franceza rendou-sc de 510 a
520 rs. por libra, e a inglesa a
1O ris, ticando em ser 2900
harria de ambos.
-------------Vendeu-se a 4$000 rcis a
sacca.
Passas-------------dem a 6 Que.jos-------------dem de -'m a 8jj400, os Qa-
mengos.
- dem a 130 rs. a libra.
-Os de Calalunha venderam-se
a 1903000 a pipa, o de Barce-
lona a 230J0O0. e o de Marso-
pa a 2603000.
- Veaderam-se de 120? a 1401000
a pipo.
" Ade S!oarma venderam-se a
00 ris a libra.
Descont----------O rebate de leiiras regulou de 8
a 12 por cento ao anno.
I rels-------------Para o Canal de 27/6 a 35- :
Para Liverpool a 12 6. c do
algodao a 5/16.
Uanteiza- -
Miiho
Sabo------------
Vinhos----------
Vinai
re-------
ela.....-
Movimento do porto.
13
Descarregam hoje 19 de dezembro.
Barca franceza Deu. Edouard diversos ge-1
eros.
Escuna francezaGeorge diversos gneros,
Brigue inglezEa:I Greyferro e carro.
Barca ingleza Queen- bacalho.
Galera inglezaD. Diosofazendas.
Barca ingleza P intheaidem.
Brigue sardoMaria Elisadiversos gneros.
Brigue portuguez- S. Manoel I fazendas.
Pallbale brasileiro^i'iodadeidem.
Es. una mollandezaHNTenvennplvora.
Bripue snierieano^llarf Hellentl>oado.
Brigue hanoveriano Burgermeisterfazendas
Bngue austracoTergdilio=urinha de trigo.
Importnt'fH
Hyale nacional Jorge,' vindo Jo Acarac
consignado a Tasso & Irmos.
240
Publicaces a pedido.
Resultad da subscripcSo promovida, arrecadada
e entregue, pata os festejos havidos na praca
da Boa Vista, do thesoureiro, pelo bacharel
Antonio de Vasconcellos Menezes de Drummond
8* sensibles.
V
linda o Tud
o.
sentida marte da E.v Sra, D-
Franeeliun Bunios le Barros eon-
sorteili Hlm. Sr. Capilfm Silvinu
Gollkerme le Bnrros.
A iuJa mais um nome riscaJo no livro da
vida mais urna vez o tmulo aberto para re-
ce!>:r em seu seio a flor arrojada pelo sopro vio-
Ionio h morte !
vicc-prcsidentc da commisso directora dos
mcsnios festejos, a saber.
Negociante Joao Pinto dc Lomos J-
nior.................................
Dito Henry Gibson....................
Dilo Francisco Antonio Pereira da
Silva................................
Dito Antonio Valentn] da Silva Bar-
roca ................................
Tenente general Jos Joaquim Coelhu.
Negociante Lima Jnior \ C...........
l'm devoto constitucional.............
Agricultor X N. de S. Loaldade.....
Propretario Francisco Antonio dc (-
liveira...............................
Dito Jos Antonio de Araujo..........
Commercianle Pcrgentino dc Aquino
Fonseca.............................
Negociante Jos Teixeira Bastos.......
Negociante Manoel Gonealvesda Silva
Jnior............. ,,,
I0O3O1O
503000
40300!
30jOi)0
30|000
3030! H
SOfiOOO
203000
203000
209000
20JPI00
0 saccas farinha de mandioca, 69 ditos
milito, i ditos feijo, ~ditos gomma, 21- meios
Je sola ; Joo Jos do Carvalho Moraes.
115 saccas farinha de mandioca, 29 ditos mi-
Iho, 2 ditos gomma ; a Manoel Gonealves da
Silva.
17 saccas farinha de mandioca, 19 ditos gom-
ma ; a Joaquim Rodrigues Tavares de Mello, i
20 saccas milho : a Carvalho et Silva.
211 meios de sola ; a Domingos Jos f.\
Guimares.
ll saccas farinha mandioca, 4 ditos milho J
50j?00O: 2 Jiios gomma, 1 caixote queijos ; a Francisco1
' Ferreira G. de Menezes.
19 saccas farinha do mandioca, 0 meios de'
sola ; a Tiburcio de Souza Heves.
25 saccas farinha de mandioca, 11 Jilos
milho ; a Pon les & Fernandas.
102 ditos farinha de mandioca, 18 ditos gora-i
na, 5 dilos arroz, 84 ditos milho ; a Jos Ro-
drigues Ferreira.
30 saccas miiho ; a Jos Joaquim da Silva.
14 ditos dito, 5 ditos farinha de mandioca. 1
Piados sahidos no da 16.
HavreBrigue francez Beltm, capitao Legasse
carga couros e mais gneros.
-Vacos entrados no dia 17
Porlos do norte7 dias, vapor nacional O'iapo-
ck, commandante o 2.u lenle F F Bur-
gos.
Genova33 dias, polaca sarda Maria Eliza, d*
m toneladas, capitao GusscapeGagaero, equi-
pa geni 13 carga nnssas e mais gneros- a
Bastos \ l.eraos.
Macelo3 das, brigue inglez roekinq. de lis
tonelades. capitao II. Rooper, equipagem 9.
em lastro ; a Whatl, y Forsler & C.
Kow-iork81 dias, hiatcamericano Mary He-
Icn, de 235 toneladas, capitao Hunlchinson
equipagem ..carga 632 harneas cora farinha
de trigo, taboado e mais gneros ; a Whallev
Forstcr&C.
Navios sahidos io mesmo dia.
ParahibaBrigue inglez Mary Weir, capitao W
Coopcr, cm lastro.
Rio de JaneiroBarca ingleza Oberon. capitao
w John Sygmouss, com a mesma carea aue
trou\c de Ierra Nova.
/*
MUTILADO
S
20|000
io gomma ; a Jenovino Jo; da Rosa.
835 0: cc-cc a-. 1 => c Horas. r* 5' B .
gg.s c -' 0 5 | *' j. 5 Atmosphera.
1 % 2! s s irecco. < c
z 5 l l ti li ti 1 2as"2* Centgrado. 1
l l il hi l
0 -i __ r a. 5 5SSSES Fahrenheit
5 c 2i?.g2S .1 Hygronetro.
I e 1 ^1-1 -1-1-13 C c ^ ci 3 ^ p. ai p-. O
Ji
II
- ar

?
c
C/2


/
(*)
DIARIO DE PERNAMBUCO. SEGUNDA FrllU Id DE DFZEMBRO DE 4859.
Editaos.
O Dr. Anselmo Francisco Pereui, cemnienJado
Ja imperial orJera Ja llosa, jiiz Je di relio
especial Jo commercio no-la capital Ja Reci-
ta Je Pernambuco.
Fm^> saber pelo presante, que o requer metilos
Jos negocian les Pa ion, No*ch e C, eoulros se
cha aboila a (alinela Jo coumerciante Jos Ri-
betro l'ontes, pela senlei.ca do theor seguale:
Constando dos autos une los Ribciro Pon-
es dispoz d eslabtdc ment
impossibilitou so a saiisfazer
<;oes constantes dus litlos de lis. 4, 5, 6 el,
romo quaesijuer outros que possj ler, visto
que leni cessado os seus pagamentos : pelo que
declaro dito Ponles, commerciante eslabeleciJo
ora loja da fnzendas na ra Ja Caitcia Jesla ci-
JaJe n. 50 A, ern estajo Jequebra e fixo o ter- ;
Ditos de 4 Jilas.
Carne secca.
Dita verde.
Bacalho.
Aceite Joce [em garrafa-)
Vinagre ;Jem).
Toucinh.
Parraba de mandioca.
Feijao.
>o Oa 27 do crreme satis mpreiuiivet-
mentc para o Ass o Aracaty o hiale Invencictl,
por ler maior parle da carga pro rapta : quera
quizer carregarou r de passagem dMja-se roa
a Senzata Vellia por circa do escriplorio dos
Srs. Sampaio Silva & C, segundo ailar: a tra-
jtar cora Jos Joaquim Al\esda Silva, mostr do
referido hiale.
nao s as obriga-
Arroz pilado.
I.enha [em achnsou conlo).
Manleiga.
Caf.
Assucar Iriguciro refinado, ou branco decaiosso.
Adverto-se, porm, que os gneros devero
' sor de boa qnalidade. Quattcl na Soledade 16
de dezenitiro de 1859.
J. F. Moraes e Vascancetlos
Tenente secretario. .
Pelaadminisirnoao do correio dcsta cjdde
se faz publico, para lins convenientes, que eni
virtude do disposto no arl. 138 do regulamoi/o
de 21 de dezembro de 1844 o art. 9 do decreto n.
787 de 15 Je inaio de 1851 se proceder o con-
. summo das carias atrasadas existentes no dia 31
no legal .existencia desta a contar do da 10 do corrente| 1lias ^ BJ* "g do
de novembro prximo passado. iNomeio cuta- niesmo correio, e desde j se achara expostas as
loros fiscaas Ja fallencia os credores dallos Jos respectivas listas dos inleressados. Correio de
AMley e C* e depositarios interinos os credores Pernambuco 10 de dezembro do 1859
r, v i / i j Domingos ios Passos Miranda.
aln : .Nascb e C.'; pelos pnraeiros prestado o Administrador,
juramento do es.ylo, epdos segundos assignado o : Novo'R j pernambUCO.
tormo do deposito, o*escri\ao remeltea copia do c -nnuiuuw.
presente ao juiz de paz competente para a ap- ...U "ovo/banco de Pernambuco reco-
policio Je sellos, que 'rJeoo se ponham em ",c as notas de sua errmsSo de !<># e de
to los os bens, Irnos, e papeisoo fallido. -0$, e pede aos possuidore* das mesmns
Feito o que,e publicada e*ta seWnca nos ter-o tavor de as virem trocar no seu es-
mos losan. 812 JoCod. C'om.e 1-20 Jo Reg. criptorio, das II horas da manhaa at
o. 738, se Jarao'^mAteinpo oppcrluno as" subfe- as 2 da tarde.
.-penles proviWncias que os- mencionados Cod. e Conselho administrativo.
Reg. prescrevem.""""" Recite- 6 Je Jezembro d O conselho administrativo, para fornecimento
1869. Anselmo Francisco Feretli.
Era cumprimento dosla sonlenca, convoco*
lo los oscrelores presentes do dito fallido para
no dia 19 Jo andante, s lO.horas'da manhaa,
ooinpareeerem na sala Jos auditorios, afira de se
proceder a nomeacao de depositario ou Jcjwsita-
Para o Porto
sahir com brevidade o patacho portuguez Du-
que do Porto, de primeira marcha : quem no
mesmo quizer carregar ou ir de passagera, dirja-
se a ra da Madre de Dos o. 34, a tratar coro
Jos Antonio da Cuuha & limo, ou com o capi-
lao na praca do Corpo Santo.
quem perletiocr ler-.a-lt-ira 20 do crreme s 10
horas da manhaa na porta da alfanJ."a
DE
Itarris com manteiga ingleza vinJa nesle ultimo
navio em direilura e despachada neste mesmo
dia.
Importante
LEILAO
Attenco.
DE
O Jorge sahe para o Ararac eom escala pelo
Ass no dia 20 do corrale impreterivelmente,
com carga ou semella : a tratar com Tasso Ir-
mos ou com o capitiio Domingos Hcniique
Mafra.
Fazendas finas.
Continuoslo tic \cl\ao Ac
fazendas na viia lo In\-
lYoUm.
Senunda-feira 19 do con ente.
u consemo aummistr
o arsenal ^le guerra,
dos segumtes : *
Para o a\iiuzem do a
tem de comprar os ob-
Jo arsena
ject
hnoxarifado do mesmo
arsenal.
Salitre calcinaJo, arrobas5.
Quera quizer vender taes objectos aprsente
as suas proposlas eni carta fechada na secretaria
do conselho s 10 horas da manhaa do dia 19 de
crlente mez.
Sala das sesses do conselho administrativo,
para fornecimento do arsenal de guerra, 12 de
dezembro de 185!).Denlo Jos Lamenha Lins,
coronei presidente.Franctaeo Joaquim Pereira
Lobo, coronel vogal secretario interino.
REAL COMPANHIA
Anglo-Luso-Brasilera.
O vapor Brasil, espera-sc da Europa de 2i a
25 do correte e seguir para os porlos Jo sul no
niesmo dia, para passaneiros e elllommend^s
trata-se com os agentes Tasso Irmos.
Aii
rle-L
Adverle-so a quem competir que a viuva do
finado Mar.oel Malaquias Ribeiro nada tera com
as dividas provenientes Jo funeral do dito finado
por quanlo os Srs. Queirga o Joao Marcelino se
oppozeram com fortes instancias a que nao s a
viuva como o Sr. Pedro Garrett o oulros sinceros
amigos do tinado, se encarregassem do seu fu-
neral. Se pois resta satisf-izer alguma despeza,
e aquellos dous amigos e collegas do morto que
se devem dirigir e nao infeliz viuva, que nada
absolutamente tem com taes despezas, visto co-
mo, sobro nao as ter feito, fiz o sacrificio de
entregar a disposioo daquelles amigos de seu
marido o seu cadver alim de clles tazerem todo
o funeral como o fizeram.
Un compadre do mnrlo,
Em dias do mez passado fugio do engenho
Denlo Velho da comarca de Santo Auto, o es-
clavo Jorge, crioulo, bem piolo, ullo, ladino,
lM>rm\ftV i <* Hft,n.;mi olhos brancos o pequeos, queixos lirgos e sem
\ltlcUlOl n. nO WlinVCl-ibarba, limpo de peis, de suppor que ande
VA ftlli\ | ter seguido para as parles do Taquaritinga onde
tem pai a pessoa que o pegar leve ao mesmo
engenho ou nesta praca na ra do Sol n. 11 a
Manoel de Amorim Lima, que ser generosamen-
te gratificado.
GuslaVO MaSSet COatnuarl 7 Vl'"ucs1e n; .<:> Oireila n. 48 loja: calcado
i da ierra por baralissimo preco, borzeguins fran-
cezes para hornera a 89, ditos para senhora a
39800, sapalocs de lustre para hornera a 3j5(M) e
39400, dilos para senhora a I928O, ditos de raar-
roquim a 786e 800 rs-, sapales do Aracaty a
800 rs., assim como ouMasqualidades de calcado
que se vende por diminuto preco.
-: Na ra da Pazn. 3, d-se"comidas particu-
lares por proco mais commodo do que era ou ra
qualqner parle ; tarabem se ol'ercce pastis bem
foitos de todas a< qualidales que queiram olle-
reccr, tambem se incumbo de fuer para as
grojas.
IrlOTAN
USO-
= Acha-se recolhido a casa de detejicao a or-
dem da subdelegacia de Sanio Antonio, o mole- i
que rrioulo de nome Luiz, quo representa ter de
14 a 16 annos de idade e diz ser filho da preta
Mathildes, e esclavo do lavraJor Florencio de
tal, morador para as bandas da cidade de Olinda,
o qual fui preso por confessar andar fug do:
quem for sen dono compareoa neste juizo mu-
nido de suas provas para Ih ser entregue. Re-
cite 1 de dezembro de 1859. .Intowto Bernar-
do Quinieiro, subdelegado supplenle.
Pela recebedoria de rendas internas se faz
O vapor Portugal, espera-se dos portbs do
i sul de 21 a 22 do correte e seguir para os da
Europa no mesmo dia. Para passageiros e en-
coramendas trata-se cora os agentes Tasso l-
maos,
Para
nos.
C para que chegue ao conlierimenlo de quem
inieressar possa, uinndei passar editaes que seio
ellixados nos lugares do cosame e publicados
pela imprensa.
Recife, capital da provincia- Je Pernambuco,
aos 15 Judezembro de 1859. I".u Francisco
Ignacio de Torres Banieira, escrivo d'juizo
cspecii-1 do commercio o fiz ecrever.
.1 ,i.--e/io Francisco Peretti.
1) lenente-coronel Antonio Carneiro Machado ROS,
oficial d.i imperial ordem da llosa, juiz de paz
do 1." districlo da fregue/.ia do Santissirao Sa-
cramento do bairro da Roa-Vista, tormo da
cidade do Recife do Pernambuco, em virtude
la le, etc.
Faeo saber, que em viitude da le, e commu- publico, que no corrente mez se finda o prazo da
tiicao da cmara municipal, convoco aos clei'.o- cobranza amigavcl aos impostos pertencenlcs ao 1
rea n supplentes desta parochia da Boa-Vista que exercicio de 18581859, a saber renda aos pro-
sao designados pur seus nomos, para quo na ler- : prios nacionaes : foros de terrenos e de raarinha I
eir dominga do mez do Janeiro 15 do auno fu- decima addicional de mo,morta; imposto sobre
(uro do 1800 ((niiparccam 110 corpo da igreja lojas o casas dff descont; dito especial sobre i
inatriz, pelas 9 horas da manhaa, alim de oiga- ; casas de movis, roupas, mobilias o calcado es-
iiisar-se a junta qualificadota, que tem de reve j trangeiro dito sobre barcos do interior etaxa '' Azevedo, no seu escriplorio ra da Cruz n. 1.
o qualificacao do mno anlcceJeiite, dos cidadaos I dos escravos, findo o qual se promover a robran-
que lem direilo de volar as eleiroes de elcito- ca executiva contra os remissos: ouiro sira que
es, j'iizos de paz e vereadoros da cmara muni- no mesmo mesmo mez deve ler lugar o paga-
mento dos impostos pertencenlcs ao exercicio
do 18891860, a saber : do primeiro semestre da
com seu leilo por interven-
go do agente Borja na ra do
Imperador por cima da loja do
Sr. Santos Rolim, de suas ri-
cas e apreciaveis fazendas
chegadas prximamente do
\ Rio de Janeiro, consislimlo em
i vestidos de seda para senho-
ras, de apurado gosto, bem
acabados manteletes de renda
e cassas bordadas, sahidas de
baile, nobrezas, filos, flores,
fazendas de linho e outras|
muiias (jualidades de fazen-!
d^s aqu nunca vistas, que ao
r\r 'nada dei\ar a desejar e
<|e
licita
Ama de leiie.
Precisa-so una ama de leite para crear um
menino de 6 inezes pagando-se bem ; ua ra das
Cruzes n. 41 2o andar.
Coropra-se para urna encomraenda duas ou
tres voltas de tranceln) ou cordo bem feito, a
urna cacolcta : a entender-se na loja de ourives
da ra Nova 11. 4
ArinazeiH de fazendas.
Ra do Queimado numero 19.
Cortes de riscado francoz 3 1|2 covados a 2#590.
Cobortas de chita a 296OJ.
Chapeos CDfeilados para meninos e meninas.
Dilos prelos linos, ultima moda.
Ditos de feltro.
Cambraia organdys muito fina.
Chuls de fro:o de tres pontas.
Ditos de merino bordados de duas pontas.
Ditos muito finos bordados a froco.
Ricos chales de louquim braoco.
Corles de seda de duas saias.
I.uvas enfoitadas.
Manteletes pretos bordados.
Lencos para algibeira, brancos, a 2g a duzia.
Atten^o.
Vende-so urna canoa de carreira, construida
de sicupira, amarcllo e iouro, eocavilhada e pre-
gada de cobre, forrada com ziuco, com paos de
toldo, toldo e guarda palro, bancada e xadrez
do melhor gosto que pode apparecer : a tratar
na ra dcHortas n. 11.
SOCIEDADE
Poten da Hussia.
Vende-sena ra do Trapi-
chen. 9, armazem de Fon-
seca, muito superior e uovis-
sima potassa da Kussid.
cipal, ti can do cortos os referidos eleitores e sup-
liienlcs no presento cdital declarados, que sof-
frerSo a inulta na lei designada se nao compa- | decima addicional dn mo mora
KiodeJaneiro,^. ra in
O veleiro o bem conhecido brigue nacional Ve- ^^ ^^ I ^^ Ara ^J
loz pretende seguir -para o Rio de Janeiro com | ^^ ^^, ^^ ^^^
milita brevidade, tom paite de seu carregameolo : SeSUIlda-feira 19 (lo COlTentC
a bordo : para o resto que lhe falta, trata-se
com o seu consignatario Antonio Luiz de Oliveira I PELO AGENTE
edo, no seu escriplorio ra da Cruz n. ----------* -------
Rio Grande do Sul.
Segu com brevidade por ter dous tercos da 1
recerem, sem motivo justo.
F.Uitores.
Simplicio .los de Mello.
.los Joaquim Antones.
Jtutiiiij Jos Correia de Almoida.
Amaro de Narros Correia.
Antonio Carlos de Pin lio Ilorges.
Theodoro Machado Freir Pereira da Silva.
I)r. Bento Jos da Costa.
Thomaz Jos da Silva Gusmo.
Vicente Antonio do Espirito Santo.
Thomaz Antonio Maciel Monleiro.
Jos Maria Freir Gameiro.
Ur. Luiz de Carvalho Paos de Andrade.
Manoel Coeiho Cintra.
Padre rrancisco Alvos de branlos.
Jos Antonio dos Santos e Silva.
los Alfonso dos Sanios Bastos.
Manoel Luiz Viris.
Joao Gregorio dos Santos,
los Goncalves da Silva.
Joaquim Jos Pe reir da Peitba.
Francisco de Barros Correia.
Jlyppolilo Cassiano de Vascneellos Albnquerque
Maranho.
Francisco de-f.emos Duarle.
.j/. Jo Azevedo Souza.
Francisco Ignacio do Athayde.
-loaquin Milelo Maris.
Ignacio Jos d'Assumpco.
I'.i Iro Francisco Peixot'o Uuarte.
Jos Carneiro da Cunha.
Bento dos Santos Ramos.
Relmlro Augusto de Almeida.
Jos Ant.io de Sou/a Magalhaes.
Joao da Silvoira Rorgcs Tarora.
Aleandre dos Santos llamos.
Podro Jos Cardoso.
Supplenle-:
Manoel Jos da Costa.
Meci de Aquino Fonseca.
lia i o Fcrreiro Calan.
rlollarinino de Barros Correia.
rhom Carlos Peretti.
Joaquim Elias do Moma Gondira.
Francisco Accioli de Gouveia Lins.
Dr. Lourenco Trigo do Loureiro.
'\ enceslo Maebado Freir Pereira da Silva.
Jo 1 Bartholomcu Goncalves da Silva,
.os Bubosa de Miranda Santiago.
Rufino Gomos da Fonseca.
l)r. Rczendo Aprigio Pereira Guimar 's.
Miguel Archanjo remandes Vtenna.
Jos ili Cosa randao i'.ordeiro.
Manoel do Nasctmento da Costa Montcii .
Joaquim Fernandos de Azevedo Jnior.
Ijctnldo Amarante dos Santos.
is Joaquim Ramos c silva.
Andr Guilhermc Breckenfel,
Joao Pacheco de Queirega.
Francisco Rullno Cordeiro de Mello.
Francisco Mailins Raposo.
Fclii'iann Joaquim dos Santos.
Manoel do Naseimento Viannn.
>'' mbargador Manoel IloJrigues Villares.
Jos Nones do Oliera.
Francisco Mondes Martina.
Franrelino Augusto de llollanda CJmcoiu.
Joaquim Jorge de Meilo.
Jos Lucas Rodrigues Machado.
E par que chcguo no oonhecinieiilo do lodos
sc j o presente publicado pela imprensa c affl-
lado no lugar mais publico dcsta fregue/.ia.
Primeiro districlo do pa/. da froguozia da Bba-
t ista, 1 do dozomluo de 1859.Eu Francisco
le Barios Correia, escri*o que o escrevi.
Antonio Carneiro Machado llios
Joo Baptista de Castro e Silva, ofllcial da or
dorada liosa, o Inspector da thesouraria de
fazeuda de Pernambuco'por S. M. I. que Dos
guardo.
Fnoo saber aos que o presente edilal virem que
Emprmenlo do ordVm do tribunal dn thc-
> iiro nacional de 14 de novembro prximo pas-
sa lo se comeca a fa/.er nesta thesouraria a subs-
tiluico di3 noias de 5(K)S(KiO da primeira, se-
guira e terceira estampas. Os seus possuidores,
pois, podem apresenla-las ao Ihesoureiro desta
thesouraria, que lb'as trocar por outras' de di-
versos valores. Thesouraria de Pernambuco 5
de dezembro de 1859.
Joao Baptista de Castro e Silca.
bre lojas, do dito especial, do de
.iro wmesire aa carga lralada| pa,acho Bom Jess, capilao Joao \
:3o^ e mais ol)jectos exis-
ZiBtti+nUSS^ 5 n ^ tenles na laberna tla ra do
Para o Rio de Ja-
Conselho do eompras navaes. -
neiro
sahe com brevidade o palhabole Artista, capilao
Jos Joaquim Alves dt Nvs, recebe carga e
passageiros : a tratar com. Caetanc1 Cyriaco da C.
M. ao lado do Corpo Santo n.5.*
Para Lisooa.
~* ~
O veleiro brisue portuguez Tino, de primeira
Tendo se de promover a acquisijo do mate-
rial abaixo declarado, bem como de contratar-se
o fornecimento de vivero, o d'outros objeclos por
lempo de tres raezes findos era marrjo do anuo
prximo para o consumo dos nav.os da armada e
estabelecimentos de marinba ; manda o conse
llio de compras navaes fazer publico que tratar
dessa acquisicao na sessao de f do corrente. c
do contrato na de 27 ta
de propostas apresentad
manhaa o sob as claus
tylo, sendo que os prctei
verao achar.se acompanhados dos fiadores para, 'da Cruz. ~ ouciii o"capilo MatoVl detoisei'-
concluiJo que seja, assignarem de prorapto 0 'ra Dail0S> no CorH ^"'o- %
respectivo termo. I PaTS O xVradatV Dlo
Acquisicao dus obiectos Jo material. "1 "j s.
AirobisiU ferro llft iiMi-riai. soguP com muila brevidade a barcaca- Arrobas de ferro 100. Amelia, lendo a maior parte do
Agua-raz 2 arrobas. prorapto : para o resto, trata-se
Almogre 16 arrobfs. 1 Vianna & C, ra da Cadeia n. 57.
Bandeiras imperiaes Je C pannos 6. ; r "~ )l'a,ra P ?ortou Ale8re- c?,m .esca.,;', Pe, Uio
nii.e .r.i j .- j-. o rande do Sul, sahe com muita lirevidadc o pa-
Ditas d.la de a ditos b. ,acho Novo Lma> ,^0^,0 parle do CiTvte.
Breu 10 barns. gamento ; c para o resto a frete, trala-se cora os
Cobre em varo do 5i8 60 vaiOes. i consignatarios Amoriny^pos. ra o*a Cruz n. 3.
Canos de ferro do 1-2- polegaJas 860 ps : ~.P5ra u F'5u1e,f!t ^m, es"!a for Lisboa<
Cajeados sor.iJos 50. P C- '--da breTldade hndo bV^ portuguez
Coberlores de I 50.
Ci 10 arrobas.
Codorniz que foi do tinado
Joao da Silva Boa-vista, e
bem assim das dividas acti-
vas do mesmo estabeleci-
inento.
AotofTsado por mandado do lllm. Sr. Dr. juiz
municipal supplenle da primeira vara a reque-
rimenlo de D, isatfel Joaquina da Silveira Boa-
vista, viuva e cabecS de casal do finado Joao da
Silva Boa-visla, o referido agente vender em
10
carregamento
com Prente
_Assim como vender-se-hao as dividas activas
uampsma ia'impoTTaiieia conforme o bataneo de
:90983200, a maior parle documentadas.
. O leilo lera lugar na mesova taberna.
I Para examinaran o balanco c mais informa-
' cues podem os pretendentes" entenderse com o
I agente a qualqner hora do dia em sen arma/.em
da ra do Vigario n. 11.
Camiyas de brim 100
Ditas de algoJaoazul 100.
Cera em ardiles para faroes VO libras^
Gomma gra\a 50 frasquinhos.
Leamos de sicupira 150.
Longos de seda preta 100.
Lanternas de patente 20.
Oleo de linhaca 100 arrobas.
Plvora grossa 5 arrobas 7 libres,
I'inbo 41:145 ps.
I'iassara 100 molhcs.
Papellao Jo composico pata forro de navio
2o arrobas 1C libras.
Raspas de ferio 50.
Tapete 150 covados.
Tinta ver Je 10 1. tas.
Dita preta oOdilas.
Dita branca Je chumbo 50 Jitas.
Dita Jila Je zinco 50 Jitas.
Bella Figueiren.se, de que capilao Luiz de Oli-
veira Lobo, lom parte da carga prompta, lem ex-
celrentes commodos para passageiros, para urna
e oulra coisa Halase cotn os seus consgnala
rios Francisco Scvenafto Rabello & Filho ou
com o capilao na praca do comitiercie.
Cear, Acarac e
Granja.
O patacho nacional A nna, tem boa parte da
carga prompta : a tratar cora Tasso Irroo ou
com o capilao Graciano Henrique Mafia.
Leiles.
1, 1 e 2 palmos de comprimento
Deeiarajes.
Aiba-se nesta subdelegacia um cabrinha,
por ter sido encontrado no lugar de Poute de
I -i-j.i, o qual suppe-se ler fgido ; diz ser es-
cu. a Jo urna senhora viuva quo mora na ra
la Pnia : a pessoa a quom a mesmo pertenec-,
dirija-so esla subdelegada para ser entregue.
Subdelejaeia Jo Poco da Panclla, 16 do dezem-
bro Je 1859.O subdelegado, Jos Gonralces da
torciumcula.
Batalimo le lufautaria n. :.
1. semestre do 1800.
O conselho econmico do mesmo batalbo,
leudo do contratar para o semestre cima os g-
neros alimenticios em seguida mencionados, pa-
ra seren as pracas arranxadas, convida aos sc-
Dhores negociantes e padeiros a comparecereni
na secretaria do mosino batalbo no dia 26 do
corrente, pelas 10 horas da manhaa, munidos de
sis propestas em cartas fechadas.
P09 Je 6 ancas.
Vidro de
3 caixas.
Fornecimento de vveres e oulros objectos.
Assucar branco grosso.
Azeile doce de Lisboa.
BiJaxa,
Bacalho.
Carne verde.
Carne seca.
Caf em grao.
Cangica.
Farinha.
Feijao. 0
Manteiga.
Watte.
Pao.
Toucinho de Lisboa.
Vinagre Jilo.
Vellas de carnauba.
Ditas stearinas.
Salla do conselho de
de dezembro de 1859.
O secretario
Alexandre Rodrigues dos Alijos.
Avisos martimos.
'envetas, cojo syslema do plantacao sera ensina-
j do por um l'olheto, que alli se distribuir a quem
i comprar mais de 20 arrobas. As experiencias j
foitas nesta provincia o era algumas parles da
' Europa ; garantem o bom resultado, que so pode
obler da applicaco desee extrume o maispode-
, roso do lodos, nao s para a caima, como lam-
i bem para o capim. Esto exirume tem a propiie-
! dade do desenvolver a vpgetac.'io da caima com
urna forja tal, que no fabrico do assucar vai a
i producir o tripulo Je assucar, que podoria pro-
du/.ir sem o emprego Jelle : o e quanlo ao ca-
pim. que boje j objecto de grande inleresse,
6 lal a influencia, que na baixa que dordoin cor-
tes de capim em lies mozos, cora a applicaco
dosangue podo dai quatro de mu to bom capim o
abundante. Adverio-se aos pretendentes, quo o
sangue assim preparado podo ser condu/.iJo em
saceos: quom desejar lirar o maior resultado de
suas plautaces, procure na fabrica da Cabanga
Bravos do Imperador.
O coramandaule deslo batalbo convida a to-
dos os senbores quo so inscreveram, a compare-
cerom impreterivelmente boje as 1,2horas da
manota, na ra das Cruzes 11. JO, alim de tratar-
se de negocios concernontes ao mesmo.
Aluga-sc ou vende-so o sitio denominado
Campo-grande, na povoaco do Bcberibe, com
r grande jasa do vivenda, niuitos e diversos arvo-
1 afi^-,f^*Wte. l ,',v:, far redos de fruclo, baixa para capim, terreno para
.'^v11 (>ao e sac^*Ps <;om mi- plantacao 6>paslago;n para 8 ou 10 vaccase com
irrrj-trnrwnli;! de mandioca chegada re-i a,"lll,ia canoeira para tirar leuha : quom a pre-
c^teimnte da Grapja no patacho na-j! Ija"3 ,"u'1
"cinal A
DAS
ARTES MEUMUS E LIKERAES
DE
PERNAMBUCO.
Em sesso de boje a sociedade resolveu un-
nimemente eliminar de seu gremio os socios se-
gundes, que d'ora cm dianle nao lhe podem ja-
mis portencer :
Joo Clemente de Santa Rosa.
Silvano Jos de Saul'Anna.
Jos Gomes de Souza.
Manoel Amando do Espirito Santo.
Manoel Antonio dos Santos.
Manoel Clemente de Santa Rosa.
Andr Joaquim do Sanl'Anna.
Augusto Cyrillo Villasboa.
Jos Gomes de Souza.
Hanoel Amancio do Fspirito Santo.
Joo Manoel Lino da Rocha.
Secretaria das Artes Mechanicas e Liberaos 15
de dezembro de 1859.
Antonio Firmo da Silveira.
1." secretario ioteiino.
Curso de preparatorios.
O bacharel A. R. de Toires Bandira, profes-
sor de geographia e historia anliga no gymnasio
desta provincia, contina no ensiiio dos seguinles
preparatarios: rhetorica, philosophia, geogra-
phia, linguas frauce/a e iogleza ; na casa de sua
residencia, ra larga do llosario n. 28, segundo
andar.
Fugio na noite de quinta-feira, 15 da cor-
rete, do sitio da viuva de Jos Joaquim de Mes-
quila, na estrada dos Aficlos, a preta Antonia,
de naco Angola, escrava que foi de Francisco
Goncalves, do Cabo : roga-se aos senhores capi-
les do campo e a quem interessar possa, a cap-
tura da referida escrava, de a levarem ao sitio
supra mencionado, que scrao devidameote re-
compensados ; ouiro sim, protesla-sc coutia
quem a tivor acoulada.
Manual de contas feitas
pata compra e venda de assucar, algodao, couros
e mais objectos de peso, obra muito til para to-
das as pessoas que negociam com ditos gneros,
e para os senhores de engenho ; pois com um
lance de vista podem saber o importe de qual-
qner porco de arrobas e libras; 1 volutne bem
encadernado por 5j(J00: vende-se na livraria
econmica, defronte do arco de Santo Antonio,
ra do Crespo n. 2.
Milita attenco.
Ra Direita n. 53.
VenJem-se enchadas de nova invenciio, jiie-
montezas, propiias para agricultura por serem
de grande resistencia c duraco a ljj, assim
como bom ferro suisso da melhor qualidade a
t3jo quintal, espingardas c clavinotes muito fi-
nos c de boa qualidade, o grande porcao para se
escollier. lacas de um bolo, cabo de'osso, mui-
lo tinas a 4g a duzia, ditas com cabo prelo a 3$,
ditas com cabo de marfim a llg, bules de fami-
lia, de diversos procos, bandejas linas a 2, 3, 4,
de boi redu/ido a p para servir de extrume na ?* lc,f3"!1." uma' Peles.^ra^f lo larturaga,
plantacao das cumas do assucar Pnr raer das|"0Dda. ",U,to s"Peil0r. ^ cada um. e mais
Vende-se sebo em barricas muito
ivo : na ra da Praia n. 16.
Slarao a (IlspOSioaO dos| Guimarfies & Carvalho fazem
tes S 10 horas em sciente que o Sr. Francisco da Silva
Lisboa nao mais s?u caixetro desde l
' do presente. Reeil-- 17 de dezembro de
1859.
Modista Lisbonense.
Na ra Nova entrada pela ru das Flores n. 44
faz-se chapos de Sra. de sedae palba, toncados,
enfeiles do cabeca, tambem lava e arranja cha-
peos de palha de Sra. indo pelosultimosfigurinos
no gosto de Cariz.
Bleuterio Anlnnns, natural de Santa Maria
do Vale do Rio Caldo, do Gala, desoja ter noticia
deseu irmo de mue Domingos Antones, que a
annos veio para esta cidade do Recife : se algueni
o conhoce, queira dariiotici.^na ra Jo Cordoniz
n. 1 venda.
No dia 20 do crrenle 1 hora da tarde,
finda a audiencia do lllm. Sr. Dr. Teixcira juiz
municipal supplente, se arrematarlo i escravos,
penhorados aos herdeiros de Antonio Comes
Possoa
Coral.
Chegou loja de miudezas da ra do Crespo
n. 5, um grande Bortimeoto de macos e voltas
de coral verdadeiro que se ven Je mais barato do
que om oulra qualquer parle.
Ra Nova n. 34
Vcndem-se ricos leques com bouquel do flores
proprios para bailes : e conipra-se uma escrava
de 85 autr^|*quc (jozinlio o engomme, e que soja
sadia o robusta.
Aos senhores de cugenhos c aos plan-
tadores de capim.
Na Cabanga junto ao moladouro publico,em uma
fabrica que alli se eslabelocou, vendo-so sangue
A 19 O prepostodo agenle Oliveira, pjr causa da
chegada do vapora transiere o leilo do espolio
do finado Thomaz Dlakely, quo havia ter lugar
hoje ;16 do dezembro) consistindo em mobilias
de Jacaranda c de amararlo, piano c em tudo
quarilo mais se precisa em uma casa de familia,
confoflfie tem sido annunciado, para seftunda-
l'eira 19 do currente, s 10 horas dd manhaa, na
ra da Madre de Dos, casa n. 5.
Mlho e farinha.
O agente Poslana continua a estar aulojisadi-
; pelarommissao liquidatara da extincta socieda-I tas, ra jJa Ma Jrede Dos com fren te ao
de de fiaeo e tecidos de algodao pira vender o"' rX\
. restante do terreno do sitio da mesma sooiadade^l
Os pretendentes podem dirigir ao arraazem d
ra Jo Vigario n. 11, a qualquer hora do di."i al
g lendor-se com o Jiro agente.
nce ua urajpia no patacho na-Up(ftrial n. 108.
nna : sefjunda-feiia.L) dojap^ Aluga-se umi escrava para o serrico de
iflrmazem de MachadoTl)an- ,|,nacas.a- ql ainta elava, Unto deibao
, -.-f i i ^ _"^^.- fomo de vanla, e nao tora vicios de qualidade
ua Ma ir de
co'ris u lado^r.o v neia 1.
Avisos diversos.
iUito
uarta-feira 21
do corrente.
O agente Borja far leilo cm seu armazcm na
j ra do Imperador n. 15, de movis, loucas, pra-
I ta e outros muitos objeclos, sem.reserva de ire-
oo o qual Jar principio s 10 horas cm poni.
*
compras navaes em 12
Rap.
Os Srs. Joo Ozorio de Cas-
tro Maciel Monleiro amanuense da alfandega
c morador no paleo do Hospital do Para'zi ;
Jos Joaquim do Espirito Santo, alfaiate o ins-
pector de quarloiio da ra da Palma da fre-
Igueza Jo Santo Antouio, e Jos l'iuza do Mello,
i marcineiro o morador na Cabanga, queirara quan-
lo autos entender-so com o abaixo assignado,
a negocio que muito Ibes diz respeilo, c se nao era libra corno em o
o flzerem so publicar para que lim sao chama-
I dos por esta folha
Jos Mendes Salgado Guimares.
e
alguma : quem a pretender dirija-so ra do
Imperador por cima da cochera do Sr. Augusto.
= No dii 23 de novembro prximo passado
fugio a escrava Maria, crioula, natural da pro-
vincia do Para, com os signaos seguin'es: esta-
tura alta, cor bastante prcia, rosto comprido o
signal do bexiga, lem'om urna das mos um sig-
nal do golpe do facca entre o do lo pollegar, lem
um dos pos vollado um pouco para o lado do
djnlro, levou saia preta, chalo azul e vestido do
chita : roga-se a quom a pegar leve-a
Glorian. S'.l, que ser recompensado.
Fardo superior, saceos grandes, tem para
veuder Jos Luiz do Oliveira Azevedo, no seu
escriplorio da ra da Madre do Heos n. 5.
outras ferragons que se deixa de mencionar, que
s vista se podero ver.
= Vende-se travejaniento de 30 a 40 palmos do
comprimento, madeira do jangada, de todas as
grossur.is, mastros para barcacM, 1 p lanquim
novo quem pt-cis r, dirija-so a JoaoDuattoMa-
ginario, ra do Rangel n. 10.
RACI.NG SADDLES.
Ha para venderse sellins leves muito proprios
para as prximas corridas : em casa de Adamsou
Howie i C, ra do Trapiche n. 2.
Ra do Crespo n. 10, loja de
Jos Goncalves Malveira.
Vondem-se luvaa do pellica. Celtio de Jourio,
em duzias.
Loja parisiense,
ra do Crespo n. 10, vendem-se luvas verJadei-
ras de loorin muito frescas.
Vende-se urna duzia de cadoiras de ama-
relio, e uma cama de casal tambem do amarcllo,
tudo em muilo bom estado, e por baiato proco :
no aterro da Boa-Vista n. 80.
Fil k linho lavrado,
al$500avara.
VenJo-se na ra do Cabug n. 2 D, loja d-e
miudezas do Joaquim Antonio Dias do Castro.
Vende-se um carro de 4 rodas, bem cons-
truido e forte, com assento para pessoas de
dentro, e um assento para boleeiro e criado [ora,
torrado de panno lino, e tudo bem arranjado :
para fallar, com o Sr. Puiriet no aterro da lloa-
Vista, e no escriplorio de Jamos Crabtreo &. C. n.
2, roa da Cruz.
Para c Haranlio.
F.spora se o veleiro palhabole Xouaes, capilao
Joaquim Jos Mendes, que apenas tonha descar-
regado, seguir era poucos dias para os portos
cima, com a carga que tiver: recebe carga c
passageiros trata-se com os consignatarios fei-
\eira Bastos S5 & C, largo do Corpo Santo n. 6,
segundo andar.
Para o Rio de Janeiro.
A bem conhecida barca nacional Cieie'itwta,
a sabir al o dia 24 corrente, por terquasi com-
pleto seu carregameulo : para o resto e passagei-
ros trata-se com o capilao Jernimo Jos Telles,
ou Guilhermc Carvalho t C, no sou escriplorio
ra do Torres.
Sis. redactores.LenJo no Diario de Per'
nu ni buco Jo 17 Jo corrate n. 2SS uma carta
anonyma a um amigo, narrando os festejos que
.1 far leiio por conta do quem pertencer quarta- [nesta cidade se ha foitopor occasio Ja recepgo
de SS. MM. II., vio o abaixo assignado que o
autor dessa caria dizia na segnnda columna da
, pagina terceira que S. M. sendo pelas ras acom-
foira 21 do corrente s 10 horas da manhaa no
iirmazem dos Sis. Tasso Irmo junio a poni
nova
DE
527 saceos com milho viudo de Marsclha.
LEILAO
Pelo
asente
O referido
panhado pelo povo, lhc procediam dous juizes
de paz, sendo ocavalleiro Francisco Jos de Ve-
ras, co tenente-coronol Jos Gomes Leal, vera o
abaixo assignado por moio deste declarar, que,
havendo sido elle um dos juizes de paz de que
Irata essa caria, houve engao no seu nome,
que nao 6 como se acha alli cscriplo, mas como
agora se assignaQaetano Pinto de Veras.
Aluga-se uma casa de negocio em S. Jos
do Manguinho, a qual lom armacao de laberna :
a tratar com o seu dono na ra'Augusta u, 20.
HoQtem Id do corrente) dosappareceu um!
pequen! caixa, dentro da qual estavam dous pa-
res do trinchantes de cabos de marfim com aros
ruada j do piala, e dous cor Jos de ouro para libr do
criados. A referida caixa dosappareceu de dentro
de um carro, desdo a freguezia do Recito at o
hospital Pedro II. Roga-se, pois, a quom a lenha
achado, a entregue na ra do Torres, escriplorio
de Lomos Jnior, ou ni ra da Aurora n. 8, quo
ser generosamente recompensado.
O abaixo assignado faz scicnle ao publico,
que deixou de ser cai.xeiro do Sr. Florencio Ter-
tuliano do llego Costa, desde 18 do corrente, e
betu assim muito agradece ao mesmo senhor e a
sua Fxina. familia, felas maneiras uibaas com
que sempre o (ratararn durante o lempo cm que
estove em sua casa.
Paulino llercu!iiio de Figuc.iredo.
Na pracada indepondenca n.5, loja de violas,
vende-se rap fresco do Lisboa, Paulo Cordeiro,
gasse grosso, meio grosso lino, e meuron, tanto
i cm oilavas.
Chapeos de pasta.
Superior qualidade e muilo bem feitos, por
proco muito comino lo, sortimcnlo completo de
chapos de seda e castor para hornera.
Oliados pintados para
cobrir mesa,
de muilo bonitos padroes o do superior qualiJa-l
de; na loja de chapeos do Joaquim de Oliveira'
Maia, na praca da Independencia n. 2 a3o.
No da 17 noite, qneimou-se no largo das
Princeza*, um fugo de artificio expressamenle
mandado fazer pelo corpo de commercio, em hon-
ra da vizita do ss. MM. II. esta cidade. As
bonze horas, quando um numero maior de 30,4100
pessoas, se achava reunido, nao s nesae largo, das mais baratas do que om oulra qualquer par-
como na punte do Recite, caes do Apollo o malte: na loja do baratiro, ra uireitan.75.
da Aurora, deu-s' lugar esse diverlimenlo de! = Vendem-so 300 garrafas vasias que f o rara
\a loja do baratiro, ra
Direita i. 75
\ enJem-sc ricos vestidos de seda pretos e do
cores, ricos unnleleics de seda pretos e de cores,
ricos enfeiles de vidrilho pretos e de cores, ditos
de froco com fita, c muitas mais fa/enda&perlcn-
centes a senhores, ricas sobrecasaeas de panno
preto, ditos de casemiras preta e de cores, ricos
chapeos do castor preto e branco ; assim como
sejam muitas fazendas quo vista do comprador
se moslraro todas estas fazendas serao vendi-
nova especio para nos, por ser s dto no rio sobro do champanha, por commodo preco na ra da
alvarengas collocadas om linha desde a ponte do i Cadeia do Santo Antonio n. 17.
Hecile da Boa-vista. A' uma da manbo con- i Vende-se por proco razoavel, lima aimaco
clui-se essa testa, na melhor orden e harmona | de Iota de fazendas : a tratir ama doUuema-
p)S>:v:1s1oalro toda a socielade ahi reunida. 'do n. 15.
S
MUTILADO
N




I
^
*>
i


\
\
A

Eugne Cliequel a Rcims.
Adverte-$e ao resiieitavel publico de
Pernambuco que o nico deposito de
ua champagne para a pi-ovincia de
Pernambueo em casa de J. Praeger A
C, ra da Cruzn. 11.
J. Praeger & G, roa da
Cruz n. II.
Reeeberarn ul ti mamen te :
Vinho miucatel motusen de superior
qualidade.
Champagne de Eugene Cltcquot.
Biscoutos inglezes e lii-mburguez.es.
Agua de Selle.
Vinho de Bordeaux, ehateau laitte, la-
rose, Ieov>ille.
Queijos da Suissa.
Ditos londrinos.
Vinho do Porto e xerezetn gu rafas.
Ervilhas, meias e quartat.
Hustarde defrauzer.
Arad vas em latas.
Sardinhas em meias latas.
Balancat decimaes.
Velas stearinas.
Charutos de Ha vana. ***
Frutas em filiaos.
Ti utas em oleo, latas de 8 libras.
Alvaiade em barril.
FOLIHMItS PAR 18110.
Estao 4 venda na uvraria da praca da Inde-
pendencia ns. 6 o 8 as tolhinhas para 1860, im-
pressas nesla typographi, das seguintes quali-
dades :
VOLUINHA RELIGIOSA, conlendo, alcm do
Calendario e regulamcnlodos direitus pa-
rochiaes, a continuado da bibliolheca do
Cristap Brasileiro. queso compoe: do lou-
vor ao santo nome de Dos, coroa dos ac-
tos de amor, hyrouos ao Espirito Santo e
a N. S., a imitacao do de Sanio Ambrozio,
jaculatorias e commemoraro ao SS. Sa-
cramento e N. S. do Carmo", exercicio da
Via-Sacra, directorio para oraco mental,
dividido pelos dias da semana, obsequios
ao SS. coracao de Jcsus, saudaces devo-
tas s chagas de Christo, oraeoes a N. Se-
nhora, ao patrocinio de S. Jos e anjo da
guarda, respondo pelas aimas, alm de
o u tras oraces. Prero 320 rs.
1TA D VARIEDADES, contendo o kalenda-
rio, regularoento dos direitosparochiaes, e
urna collecoao de ancdotas, ditos chisto-
sos, contos, fbulas, pensamenlos moraes,
receitas diversas, quer acerca de cozinha,
quer de cultura, e preservativo de arvores
t fructos. Prego 320 rs.
DIARIO DE PERNAMBUCO. SEGUNDA FEIRA 19 DE DEZEMBRO DE 1859.
MCa, VRDAJ>1BA LE-
GITIMA.
SALSA PARRILHA
Remedio sem igual, sondo reeonhecdo pelos
mdicos, os roais iminentcs como remedio iufil-
livel para curar escrophulas, cancros', rheumalis-
mo, enformidades di) ligado, dyspepsa, debil-
dade gernl, febro biliosa e inlcrmitlcnte, eufer-
midades resultantes do emprego de mercurio,
ulceras e crupces quo resuliam da impureza do
sauguc.
CAUTELA.
D. T. Lanman & Kemp, droguistas por atacado
New York, acham-se obligados a prevenir o res-
peitavcl publico para desconfiar de algumas te-
nues imitares da Salsa Parrillia de Bristol que
hoje se vende neste imperio, declarando a todos
3ue sao ellcs os nicos proprietatios da receita
o Dr. Brislol, tenlo-lhe comprado no auno de
1856.
Casa nenhuma mais ou pessoa alguma tem
direilo de fabricar a Salsa Parrilha de Brislol,
porque o segredodasua preparado acha-sc so-
mente em poder dos referidos Lanman & Kemp.
Para evitar engaos com dcsapreciaveis co-
bnagdes de drogas perniciosas, as pessoas que
quizerem comprar o verdadoiro devem bem ob-
servar os seguintes signaes sem os quaes qual-
quer outrapreparaco falsa :
Io O envoltorio do fon est gravado de um
lado sob urna chapa de ac, tnuendo ao pe a*
seguirles palavras:
D. T. LANMAN KEMP
SOLB AGENTS
N. G9 Water Street.
CASA DE BANHOS.
Neste proveitoso estabelecimento, que pelos no vos melboramentos feilos acha-se conve-
nientemente montado, far-sc-ho tambem do 1* de novembro era vante, contratos niensncs para
maior commodidade e economa do publico de quem os proprielarios esperam a remuneraeao de
tantos sacrificios.
A:>sgnatura de banhos fros para urna pessoa por mez.....lOfjOOO
momos, de choque ou chuviscos por mez I09OOO
Series de carloes o hanhosavnlsos aos oreos annuactadng.
'5)
ARCHIVO IIVERSAL
REVISTA HEBDOMADARIA
COLLABOBADO
ELOS SRS.
D. Antonio da Costa A. F. de CislilhoA. GilAlejandre IlerculanoA. G. RamosA. Guinia'-
rSesA. de LimaA. de Oliveira MarrecaAlves BrancoA. P. Lopes de MendoncaA. Xavier i
Rodrigues CordeiroCarlos Jos BarnirosCarlos Jos CaldeiraE. Pinto da Silva" c Cunho F.
Cttnies de AmorimF. M. BordalloJ. A. de Freitas OliveiraI. A Main.1. A. MarquesJ. de
Andrade CorvoJ. da Costa CascaesJ. Daniel CollaroJ. E. de MagalhaesCoiilinhoJ. G. Lobato
PiresJ. H. da Cunha RivaraJ. J. da Grara Jniori. Julio de Oliveira PintoJos Marjal
Latino CoelhoJulio Mximo de Oliveira PiuenlelJ. Pedro de SouzaJ. S. da Silva Fcrraz
Jos de TorresJ. X. S. da MollaLeandro Jos da Cosa Luiz Flippo LeiteLuiz Jos da i
Cunha L. A. Rebollo da SilvaPaulo MidosiRicardo Julio FerrazVulenlim Jos da Silveira I
LopesXisto Cmara.
DIRIGIDO
ron
A. P. de Carvallio1. F. Silveira [da MottaRodrigo Paganino.
Destinado a resumir todas as semanas o raorimento jornalistico e a oferecoi aos leitores, con-
juntamente com a revista do que mais notavel houver occorrido na poltica, na scicncia, na indus-
tria ou as artes, alguns arligos originaos sobre qualquer destes aasujnptos, o archivo universal,
desde Janeiro de 1859, em que coinorou a publicar se, lem salisfeilo aos seus fins, cora a maior :
exaclidio c regularidade.
Publica-sc todas as segundas fuir.is em folhas de 16 pagina, e completa todos os semestres
um volurao de 420 paginas com ndice e frontispicio competentes.
Assigna-se no escriptorio desle Diario, ra dasCruzes, c na ra Nova n. 8.
Prero da assignalura : pelos paquetes vapor 10200 por auno ; i>or navio de vela 8$ [raoeda
brasilcira).
Ha algumas colleeroes desde ocomeco da publcaeao do jornal.
I" E1S CflH>iLBir
Sem resguardo nem in< ominuilu
lOTlfli
DA
MfflfflWnM ErysiPe,a |,un,a pe-
J JJ 4J Lf lJ I. I v.** J I ; n I fi Desejoso de cuiprir com meu dever vou 1
^^ w ^ ^^ ^ > ,. .1., ,...( ..i, r.ik ..~..i___ !
Xcw York.
F]TA DE TORTA.a qual, alm das materias do
coslume, contm o resumo dos direitos
parochiaes. Preco 160 rs.
agencia dos fabricantes america-
nos Grouver & Baker.
Machinas de coser : cm ca.sa de Samuel P.
Jokoston & C, ra da Scnzala Nova n. 52.
T) Dr. Cosme de Sa' l'ereiraS
I de volt de sita viagem iuttructi-
tiva a Europa continua no e\er-'
cicio de ra prolissao medica.
Da' cousuitas em seu eacripto-;
jrio, no barro-do Recife, ra da
Cruz n. 53, todo* os da, menos
nos dominaos, desde asN6 horas
! te as 10 da manhj, sobre os'
seguintes pontos :
I". Molestias de olhos ;
(. Molestias de cracao e de
peito ;
3-. Molestias dosorgaos da gera-
nio, c da anus ;
%'. Praticara' toJa e qualquer
operaro quejulgarconvenien- i
te para o restabalecimcnto dos \
seus doentes.
O exame das pessoas que o con-
[sultirem sera' feto ndistincta-
i mente, e na ordem de suas en- S
j tradas; t'azcn Jo evcepro os doen- *
I tes de ollioi, ou arjueilesque por S
|motivojustoobtivei-em hora mar- U
cada para este lim.
A applicaqlo de alguns medica S
mentos indispeiisaveis em varios fe~
casos, como o do sulfatodeatro-
pina etc.) sera' felo.ou concedido jj
gratuitamente. A conanca que n
nelles deposita, a presteza de sua &
aceao, e a necessidade prompta
I de seu emprego; e tudo quanto o
jdemove era beneficio de seus
doentes.
2o 0 mesmo do oulro lado lem um rotulo em
papel azul claro com a firma e rubrica dos pro-
prielarios.
3o Sobre a rolha acha-se o retrato e firma do
inventor C. C. rislol em papel cir de rosa.
4tf Q'ie as direcoes juntas a cada garrafa lem
nma phenix semtlhanle a que vai cima do pre-
sente annuncio.
DEPSITOS.
Rio de Janeiro na ruada Alfandega n. 89.
Bnhia, Germano 4 (',., ra Juliao n. 2.
Pernambuco no armazem de drogas do J. Soum
& Compaas ra da Cruz u. 22.
DENTISTA FRANCEZ. 3
> Paulo Gaignoux, dentista, ra das La- T.
rangeiras 15. Xa mesma casa tem agua e *<
p dentifico. >
.U.XAJJLAJ.XXJU. AAXAJ.AA. A ti
Idiomas iuglez e francez.
Eneas Bruce, professor de lingoas, tem a hon-
ra de informar ao respeilavel publico, que conti-
na a dar lices dos dilos idiomas, tanto na
sua casa como na daquelles que se quizerem uli-
lisar do seu presumo. Recebe tambem discpu-
los lodas as noiles desde s 7 ul as 9 : na ra da
Cru;: n. 02, tereciro andar.
Publicaco litteraria.
Guia Luso-Brasileiro do Viajante da Europa
I vol. em 4o de 500 pag.: vende-se na mi do
autor ra do Vigario n. 11, brox. 3$ cncad. ij.
#& # <
^Consultorio ceulral liomeopathico^
I DR SAltIMI"o l-l'IMW i
SRuadc Santo Amaro (Mun-9
% do Novo n. G.j
9 Continan! as consultas e visitas do
mesmo modo que d'autes.


i
.
e
A confian a
que o Dr. Sabino deposita na pessoa que
tica encarregada de seu consultorio nao
ser desmentida.
Os pobres serio sempre tratados gratui-
tamente.
As correspondencias sero enderezadas
com subscripto ao Dr. Sabino com ausen-
cia ao abaixo assignado
Manocl de Mallos Teixeira Lima
Professor em homcopathia e se- @
crctailo do consultorio.
Jockey Giub.
A commissao directora Jockey Club, faz cons-
tar aos socios que quizerem inscrcve os seos
cavados para as prximas corridas, se acha aber-
ta a inscripco somente at o da 20 docorrenle.
Precisa-se .tingar urna ama que saiba co-
zinhar, para una casa eslrangeira de duas pes-
soas : na ra da Cadea do Recife n. 59.
Duarte da Costa, por'uguez, vai n Europa.
O Sr. Manoel rrancisco Tavares ^tem urna
carta na ra de Apollo, armazem n. 18.
Desappai-eceu
do sitio Cuixad'Agua um boi prelo : quem o en-
contrar ou der noticia na ra do Livramcnto n.
2, ser bem gratificado.
Botica ceHtraluonieo palluca |'|[ Cll-SBlK-
40SSEMI0RES PROPRIETARIOS
DE

Pedc-se aos Srs. Antonio Annes Jacome
Pires e Manocl Pautalio da Cosa, Antonio J. F.
de Mendonca Belem, que tenham a bondade de
lirigir-se ab aterro da Boa-Vista n. 27, loja de
trastes de L. Puggi.
O Dr. Casanova pode ser procurado
a qualquer hora em seu consultorio ho-
meopalhico
28=RUA DASCRUZES=28
osjmosnio consultorio acha-sc sem-
pre grande sortimento de medicamen-
tos em tinturas e glbulos, os mais no-
Jvoa e bem preparados, os elementos de
homeopalhia e Nystem diccionario dos
|termos de medicina.
Seraphim & Irmao.
Ra do Cultura, loja de oui-ives
n. 11,
esquina queica em frente da ra
Nova e pateo da matriz
Fazem publico que estao constantemente rece-
bendo da Eur=>paasmais em moda e mais dcli-
cada*j)bris de ouro, as quaes dao para esco-
lhei% pelos menores precos possiveis, e passam
cintas com recibos, oas quaes vio especificadas
a quaHdade do ouro, tanto de 14 como de 18
quilates, do que licam espmnsaveis.
^: COnlinua-so a preparar bandeijas enteila-
das cora bolinholos de diversas qualidades, as
melhores e mais baratas do nosso mercado; as-
8n como bolos inglezes, podis, pastis de nata
e creme ou outra qualquer encoramenda : diri-
ja-so ra da Penda n. 25, para tralar-se do
ajastev
Precisa-sc do urna ama forra ou captiva
para o serviro de urna casa de familia, c que se
preste a comprar e a sahir a ra em objeelos do
servico : na ra larga do Rosario n. 28, segundo
andar.
Cozinheiro.
Procisa-se de um que seja porfeito na sua ar-
te e que nao tenha vicio de beber: na ra das
Cruzesn. 41.
Empresta-se 900$ a juros sob hypotheca ;
nesta typographia se dir quera os empresta.
- Piecisa-se para casa franceza do urna ra-
pariga que seja fele quo saiba coser, lavar e en-
gommar, afan^a-se o bom tratamenlo, assim
como o nao sahir a ra : a tralar na ra do Im-
perador o. 7,
Typographias
Acabara de chegir de Pars, lindas
estatuas de GUTHE.Y1BEKG, inventor
da arte typographic, segundo o mo-
delo do Celebre Sculptor David (d'An-
gers), da altura de 20 porgadas.
Igual ments vieram os seguintes ob-
jectos para ofiicinas tvpographicas :
CUADRADOS, "QADRATINS,
MI-IOS QADRATINS e ESPAQOS
de corpos (i 7 8 9 10 11 ,
12 ; LIXHAS de corpos o e G :
INTERLIXHAS de 1, 2 e 3 pontos e
GUARNigES systematicas de 12 pon-
tos. Acham-se a venda nesta typogra-
phia, a tratar com o impressor Pierre
Jacobi, .que tambem se imbumbe de
mandar vir qualquer objecto tendente
a arte typographica.
COJUPAHIEI^
Estabclccida cm Loudrcs
1.31
m mu.
CAPITAL
Cinco mil Vio es &e libras
esterlinas.
Saunders Brothers & C." tem a honra de ln-
toioibr aes Srs. negociantes, proprietarios de
cu.-.as, eaguemmais convicr, que estao plena-
i mente autorisados pela dita companhia para
effectuai seguros sobre edificios de lijlo e pe-
| da, cobertos de telha e igualmente sobre os
.objeelos que contiverem os mes-mus edificios,
i quer consista em mobilia ou em iazendas de
qualquer qualidade.
Saca-sc para o Porto e Lisboa no
; escriptorio de Carvalho Nogueira & C,
na ra do Vigario n. 9, primeiro andar
O advogado Souza Reis mudnu o seu es-
I criplorio para a ra larga do Rosario, sobrado da
; quina n. u2.
0ffercce-sc um homcui capaz
com familia para feitor de sitio, que
entende perfeilameote de plaiitaf oes:
ensta tvpogi'aphia se dir.
Un rapaz de boa conducta e com pralica de
i administrador de engenho, o"erccc-se para qual-
quer engenho : quem do seu prestio so quizer
uti isar, dirija-so a na larga do Rosaiio n. &j.
Achules Malardeux & Honor Denogain,
nao devem nada nesla praca: elles partnipam
que tencionam vollar para o Rio do Janeiro no
primeiro vapor.
0s. Urna pfssoa habilitada para fazer qualquer
esoipturaeao mercantil por partidas dobladas,
ofierece-se para escrever em qualquer casa :
; quem de seu preslimo se quizer ulilisar annun-
cie por osle jornal ou dirfia-se a ra do Passeio
Publico n. 11.
Quem quizer alugar dous negros para ser-
rio* diaria das 8 horas s 6 da tarde procure na
ra do Qucinaado c. 13, loja.
|011 S. OLEGARIO I, l'IMIo:;
Conlinua a vender-so grande sortimento
D do medicamentos homcopaihicos tanto ft
% em glbulos como em tinturas. %
Os precos das carteiras sao os mesmos &
8 que so acham estipulados no final do Ihc-
souro homeopalhico. @
^ Cada tubo avulso 1g000 *
^ Cada vidro de tintura 2$0t)0 $
; % Thesouro homcopathico ou vade-
I 9 mecumdo homeopalha, encad. 11 $0(K) %
!
$>> @S)
^ Os Srs. Jos Cavalcanti de Albuquerque e
; Joao Antonio (Cazuqu) queiram vir ou mandar
, aos Coelhos fallar com o Sr. Antonio Carneiro d.-i
jiriia a negocio q-io Ih^s dizem respelo, e que
. cwKnhores nao ignoram.
, g Grvalas brancas para baile : na ra Nova
n. 1C, loja de Jos Luiz Pereira.
Precisam-se de liabalhadores forres ou
captivos para Irabalhar 8 horas por dia : nesla
! lypojsrnphia.
i &m mvtitfmm mmmmwm
i 5Rao das Larangciras lo U
^r, Paulo Gaignou dentista tem a honra de 2
, ^ avisar no respeilavel publico quo o cele- *
I bre Dr. dentista, dos Kstados-Unidos e de vfc
^ I'aris, Eugenio Delcambre introductor do |f
^U' novo sjsteraa VULCAMTE adoplado pe- ai
sfc tos prirueiros Drs. dentistas dos Estados- 11
: | Unidos, de Londres e de Pars est na sua |
Esle novo syslema, a perfeico mesmo ^
de urna precisao matemtica deve subs- x
'j* tiiuir sem duvida nenhuma todos os sys- %
S lemas empregados al agora no Brasil e
ag devido ao emprego da machina a vapor
E de VULCANISAR do Or. Palnam.
* O Dr. Delcamlirechegado pelo ull'unD
ip paquete inglez em viagem para o Rio de
^ Janeiro, ficar nesta capital at o paque-
(p te prximo, e durante este lempo Offcro-
^ ce seu preslimo ao respeilavel publico, |g
jj desde das 9 horas da manha at 35 da ^*
, 5s> tarde, na na das Larangciras n. 15. jg
MOB LIAS
Envernisam-se mobilias mais em conla do que
, era oulra qualquer parte : no pateo do Carmo
Joo ..da Silva Ramos, medico pela
Universidade de Coimbra, mudou sua re-
tsidencia para o primeiro andar por cima
da cocheira do Adolpho na ra Nova e
& continua a rcccbcr toaos os dias das 8 s
*M0 horas da manha e das 3 as 5 da laxilf,
as pessoas que o queiram consultar, bera
i* tidu a qual quer chamado para os mis-
J2 teres de sua profisso corapreheudendo a
|* medicina, cirurgia c parios.
Cura coniplefl
SEU RESGUARDO NEM IXCOMMODO.
Inflaiuiua^'iio no tero
Una minha escrava padeca de urna forte in-
fla m manto no tero por ospaco de 7 anuos, com
continuadas dores agudsimas, c com o ventre
inuilo alto, procedido da mesma inllamma ;5o ;
com a applicaco das Chapas meJicinaes do" Sr.
Ricardo Kirk, morador na ra do Parto n. 119,
licou completamente boa, e o venlro toruou ao
seu estado natural: este curativo foi rrito era 56
dias, e esta minha exposi'.ao c verdadeira o vai
por mim assignad...
Francisco V'iceiic Buduem.
Ra de Sania Luzia n. 08.
Eslava afirma reconhecida pelo labellio Eran-
cisco Antonio Us hado.
Consultas todos os dias das 9 horas da manha
s 2 da larde.
DEPOSITO GERAL
PE
Pilulas vegcto-depLuativas
PauUstanas.
As pillas paulislanas: lo bem conhecidas em
S. Paulo, nesta cdade e em lodo o Imperio, pe-
las admira veis curas oblidas com ellas [algumas
certidoes de curas completas j forampublicadas
pelos jornaes, e ineieceiii de cerlo loda a conlian-
ga do publico.
O Sr. Callos Pedro Elcheco'm, de S. Paulo, aca-
ba de eslabelecer um deposito geral no Rio de
Janeiro, roa do Parlo n. 119, perlo da Carioca.
Lavagciii de roupa.
Precisa se de quem se encarregue de lavar c
engommar roupa : a quem convicr, dirija-se a
ra do Crespo n. 23.
i = Prccisa-sode urna ama de dado para cosi-
nhar, forra ou escrava em Santo Amaro taberna
do meiode Jos Jacintbo do Carvalho.
Precisa-se de urna mulher que co-
sinhe para casa de -ponca familia :
na mesma casa precisa-se de urna
engommadeira que agradando pa-
ga-sca(25g mensaes : a tratar na
ra da Cruz n. 27, segundo andar.
A)uga-se urna casa confronte a
igreja de N S. da Boa-Viagem, na po-
voacao do mesmo nome, ptima para
se oassar a festa e desfrutar -se os ex-
cellentesbanlios do mar: a tratar no
pateo do Para i/o n. 10.
Aliiga-se o segundo andar na ra da Penha
n. 30 : a tratar no mesmo sobrado.
Ignacio Nery Ferreira faz scienle ao corpo
docommercio e ao mais respeilavel pubico, que
como baja oulro de igual noine de hoje em dian-
le assiguar-se-ha por Ignacio Nery Ferreira da
Silva Lopes.
Mors Lehmann vai para a Baha.
CAIXF'RO COM BOA LETTRA.
ecisa-se o um caixeiro de 16 a 18 anuos,
poucoinaisou tno.s, que terina bonita leltra, e
pode dcixar caria fechada nesta typographia. in-
dicando numero e ra de sua residencia pora ser
procurado, botando as iniciaesN. P.
= D-se dinheiro a premio sobre penhor de
prala ou ouro : na ra das Cruzes n. 30, se dir
quem que o d.
DELICIOSAS E I.NFALLIVEIS.
O Sr. tbesoureiro manda lazei pu-
blico que se acham a venda todos os dias
das 9 horas da manha as 3 da tarde,
no pavimento terreo da casa da ruada
Aurora n. 20 e as casas commissionadas
pelo mesmo Senhor thesoureiro na pra-
ca da Independencia n. i i e!6, os
biihetese meios da quarta parte da pri-
metra lotera do convento de S. Fran-
cisco de linda, cujas ro las deverao an-
dar impreterivelmente no dia 21 do
corren te mez.
Thesouraria das loteras 7 de de-
zembro de 1859.-~Oescrivo. J M. da
Cruz.
I Joias.
I Ojoalheirode SS. MM. |
# II. estando prximo ase 1
| retirar para a corte, tem |
I a honra de prevenir ao ff
| respeitavel publico desta
cidade que para o baile |
S que o corpo do commer- %
! ci vai offerecer a SS. ;
MM. II. tem ex posto em
casa do Sr. Amorim &
Irmo, ra da Cruz n. 3 |
f segundo andar, um rico g!
sortimento de pecas de f|
brilbantesdomais apu- I
S radogosto, composto de
% fitas, broches, alfinetes, |
| pulseiras, botes, brin- I
8 eos, argolas, anneis.cru-
I zes, ios de perolas finas, |
com meadas da ordem da :
de ouro e brilhan-
tes para officiaes e com-
mendadores relogios I
correntes, bocetas de ou- j
ro para rap etc., etc., 5
tudo affiancado e por
precos muito favoraveis.
Desejoso de curoprir com meu dever vou por
ineio de sua acred. -Ja folha agradecer ao Sr.
I!cardo Krk, morador na ra do Parto n. 119
l'or ler curado perfelauento em 3 dias a minha'
senhoia com a applicaco de suasChapas nie-
rficinaes=de una erys'ipela em urna perna, que
sofTreiido muilissiiuas dores e usando intilmente
de lodos os remedios possiveis, acha-se agora 1-
vre de lao ierrivel molestia. Poitanlo aceite o
meo r^conhecimento o Sr. Ricardo Kirk. pela in-
veii'.o de to til remedio, cajo mcrecimenlo
superior a lodos os.elogios.
Augusto C. Prenqtl.
Ruado Colovcllo n. 27.
&li
Precisa se le urna ana que saiba co-
jnbar com toda a perc-irSo pagase
bem : na na do Queimado n. 6.
Koga-se ao senhor que vendeu
Ihontem lt do correte i9 moedas de
ouro d( 20 na loja de cambio n. 38,
tenha a bondade dea pparecet na mes-
ma loja para desfazer o engao que
houve
Precsa-se de urna ama que saiba coznhar
o diario de urna casa para pequea familia, ou
escrava de idade : na ra da Cru do Recife n. 31.
i$fg,Sg*i*

r-p
""KEMP ^UEY4rYORK)
PILUUS VEGETAES
ASSCARADAS
i
i Rosa
i
i
i
t

NEW-TOU.
O UELHOR RKMEDIO CONHECIDO
Cantraconstipnc'/es, ictericia, afftegt do flgada,
febres biliosas, coticas, indigestoes, enX'Kjuecas.
Ilemoriliotds, diarrhea.doenoas da
pelle, irupcoes.e todas as eniermidades,
PROVENIENTES DO ISTMIO IMPURO DO SASGCE.
75,000 caixasdeste remedio cousommem-si- bu
nualmcnle 1 1
Ileniedio da ualurexa.
Approvado pela faculdide de medicina, e re-
cornmendaao como o mais valioso catrtico ve-
getal de lodos os conhecidos. Sendo eslas pillas
(3 puramente vegelaes, ro coiHem ellas ncnlium
i veneno mercurial nem algiim oulro mineral ;
f estao bem acondicionadas em caixas de folha pa-
ra resguardar-se da humidade.
Sao agradaveis ao paladar, seguras e efifrate
em sua operarn, o um remedio poderoso para a
juvcnlude. poberdade e velhice.
Lea-se o foiheto que acompanha cada caxa.pelo
qual se liear conhecendo as maltas curas niilagro-
i t4 sas quetera efiectuado. D. T lanman i Kemp,
1 llOH^l/l droguistas por atacado em Nova York, ?aT> os nni-
t t "-1II. til/ eos i'abricanles c proprietarios,
Acham-se venda em lodas as boticas daspriiir
cipaes cidades do imperio.
DEPSITOS.
Rio de Janeiro, na ra da Alfandega n. S9.
Baha, Germano & C, roa Juliao n. 2.
Pernamliueo, no armazem de drogas de J. Sonm
O dono desle estabelecinicnto, Francisco Car- & C, ra da Cruz n. 22.
ndo, participa ao publico e aos snus freguezes, Picciaase de um raixeiro de 16annos com-
que encontrarao em seu estabelecimento a qual- pralica de taberna oque de liador a sua coodoc-'
quer hora bons petiscos, grande varedade de ta : na na da Cruz n. 20.
Ainda contina por alugar o sitio amiun-
cado na Torre, pertencente a Jos Mariano de
Albuquerque : a tralar com o mesmo, ou com o
Sr. Jos Azevedo Andrade, na ra do Crespo.
Hotel Trovador, ra larga do
Rosario n. 46, primeiro
aadar.
manjares, superiores vinhos, laes como, duque
do Porto, afamado chamico, excellenle niuscatol,
deliciosos licores, ele ; tudo o melhor qwe ha,
para que os freguez s sejam bem servidos. Nos
domingos edias sanios hatera saborosa mao de
vacca, das 2 horas da madrugada ale as 10. For-
nece-se comida para fra com promptidao e
aceio, por prero muito cornmoJo.
Precisa-se alugar alguns prelos escravos
por mez ou por dias, podc-so dar sustento, caso
convenha ao senhor: na linaria n. 0 e 8 da
piara da Independencia.
Cara completa
Pastilhas vegetaes de Kemp
contra as loiubrigas
approvadas pela Exm.a inspeccao de estudo de
llabaua e por muitas outras juncias de hy-
giene publica dos Estados Unidos e mais paizes
da America.
Garantidas como puramente vegetaes, agra-
daveis Avista, doces ao paladar sao o remedio
infallirel contra as lomlmgas. Nao causam nau-
seasnem sensa^es debilitantes.
Testeniunho espontaneo em abone das parti-
lli.is de Kemp.
< Srs. I). T. Lanman e Kemp. Porl Byron
12 de abril de 1859. Senhores. As pastilhas
que Vates, fazem, curaran! meu lilho ; o pobre
iJiaz padeca de lombrigaa, exhalara um chei-
ro feudo, tnha o estomago inchado e continua
comicho no nariz, lao magro se poz, que eu
lema pcrdo-lo. Nesls circumstancias um visi-
nho meu disse nue as pastilhas de Kemp liiihaui
curado sua lilha. I.ogo quesoube disso, com-
prei 2 vidros de pastilhas e com ellos salvei a
vida de meu ilho.
Sou de Vmcs seu amo agradecido.
". T. Floyd.
Prepara las "no seu laboratorio n. 86 tiold
Slrecl pelos uincos proprietarios D. I.anman e
Kemp, droguistas por atacado em New York.
Acham-se venda em todas as boticas das
principacs cidades do Imperio.
DEPSITOS
Ro de Janeiro na ra da Alfandega n. 89.
Baha, Germano & C.rua Juliao n. 2.
Pernambuco,no armazem de drogas de J. Soum
& Companhia ra da Cruz n. 22.
O abaxo assignado declaro ao publico e es-
pecialmente ao respeilavel corpo do commerco
que lem justo c contratado a compra da armaco
e gneros existentes no estabelecimento n. -18,
da ra das Aguas-Verdes,periencenlc ao Sr. Joo
Chrvsostonio Cavalcanti de Albuquerque: se por
ventura houver quem se opponha a mesma tran-
saran reclame no praza de 3 dias a contar de
hoje.Joaguim F. da Veiga.
Uesappareceii honlem 15 dedezembro pelos
4 horas da tarde, do snguiio do sobrado da na
Augusta onde mora o Sr. caplo Francisco Ca-
mello Pessoa, um cavallo melado claro com al-
guns dos ps calcados e encangalhado, pericl-
tenlo ao alinocreve do Limociro : quem appre-
liender o dito cavallo leve-o a casa cima, ou ao
Limociro pngenho' Peiticeire ao mojar Jos Go-
mes de M. o Silva, que ser generosamente re-
compensado.
E A. Ryder, procurador bastante da rasa
conimercial de James Kyder &C, faz scienle ao
publico, que durante a sua ausencia na Babia fi-
car o Sr. Frederick James Corbeit eucarregado
da gerencia da dita casa commercial. Recife 16
do dezenibro de 1859.
= Antonio Piros Ferreira gratificar genero-
samente a quem lhe descubrir urna colher antiga
de prala, de repartir peixo, com a llrma G. P. F.,
tue desappancera de sua casa n. 3, na ra da
Trempe, na Boa-Vista, ha 15 dias.
Atteocao.
Jos Antonio Morena Dias & C, conlinuom
a receber por lodos os paquetes de Europa um
lindo sortimento de obrjs de ouro, diamantas o
brilhantes: a tratar no seu escriptorio. rus da
Cruz n. 26.
AFLi Di VISiMIA.
r.OMANCF. ORIGINAL BRASII.L1R0,
110 SENHOR
A\TO\iO JOS' II.R\A\Di;S BE1S
Acabo de sahir luz esta ir.tercssanto roman-
ce, c acha-se venda no Rio de Janeiro, nors-
ciiiilorio do Crrela da Tarde, na ra Novado
Ouvidor d.-. O voiumc de msis de 300 piginas
cusi a$.
Mardiejria na ra das
Cruzes ii. .
Nesta oficina precis.i-seic
dando-so-lhcs o sustento.
apn .:./ >,
Sem resguardo ncni incouiiuodo.
Inllaiiimavao co estomago e dores
le cabeca*
Rogo-lhe, Sr. redactor, de ir.serir no seu jor-
nal a seguinte declararao, que julgo ser pro-
vcilnsa a algumas pessoas.
Ha bastantes anuos padec urna horricelir
de cabera que me prenda a nuca, linha muitas
cerligens, algumas vezes sollVa dr no eslomaao'
aconiponhadas de clicas fialufnas; mando] virj
una das chapas medicinaes do Sr. Ricardo Kirk,,
morador na na do Parto n. 119, appliquei-a so-i
bre bocea do estomago, o no esparo de IS dias.
achei-me completamente bom, c as'dores de ca-l
bera desapparecrrani.
Por isso agora posso dormir cora socego ; te-
nlio de idade CS anuos e 4 me/es, e faro esta i
advertencia o todas s pessoas que padecerem
tal molestia para tentar o dito curativo, para que ',
assigne a presente declararao emgralido e po-I
ra ser conhecdo do publico.
Cralo de Santa Cruz.
Emygdio Jos de Farta.
Eslava o firma reconhecida pelo tobellao Jos
Feliciano Godinho.
Adiado.
. ... O Sr. Candido Thomaz Pereira Dulra lem nma
Athoi-se um embrulho com chapeos de sol, corta viuda do l'enedo, em cata do Sr. Dr. Sa-
na estrada do Recite para Sanio Anlo : quem o bino, ra de Santo Vmaro n. 6.
perdeu, dirjase ao engenho da Uniao de Miguel O Sr. Antonio Maitins da Costa lem ama
do Costo Born c Sebastio Dios Pesso* do Luna, cario viuda do Maranhao, em casa 0 Sr Di-
na freguezia de N. S. do Gloria de Goit, que de- Sabino, ra de Sanio \maro n 0
clarando o numero delles o qualidade, e pagando No pateo do Panizo n. 3, precisa-se fallar
ojmporte desle annuncio, Ihc ser entregue. com o Sr. acadmico Jos Pollino do \lbuquer-
zVyso ao publico.
I>. Joao Kogueis, dentista faz saber an publico,
que se mudou da roa larca oo Rosario' pora o
Recife, boceo do Abren n. 3, primeiro andar.
= O abaixo ossignado, procurador bstanle de
Josepha Thcreza, nerdeira da raeiarao dos bens
de Antonio Jos da Silva Crispianno, previne ao
publico ou a quaesquer que interessar possa qut
a casa torrea da rea da Roda n. 31, nao pode ser
vendido por titulo algnm sem concentimoufo do
abaixo assignado. Recite 15 dedezembro de 1859.
Joao os da Silca Crispianno.
Carlas a enlresir
que Sarment, o mais breve pussivoi.
Alexandrioo Mximo Leal da Barros, parti-
cipa ao respeitavel publico o paiiic.ularmente a o
corpo de commerco, que tem dssolvido smiga-
relmente a sociodado que ttnaa no taberna n. b2
da roa das Cinco Ponas, com Joao Baptisla de
Moraes Jnior, Qcando dita taberna pertencendo
lao somente ao auuuncianle. Recite 16 de dc-
zembro do 1859.
= Precisa-se alugar nma escrava para o ser-
rico interno e externo de urna casa, assim como
lambeta um escraro : no ra da Santa Cru/ n. 66.
Perdeu-se no caminho, desde a ra do Hos-
picio at o pairo do Collegio, um pequeo l'olhe.- !
lo impresso, j velho, de urna oraran fnebre :
roga-se ertcarecldameiitc a quem o aobou, de le-
ra-lo ou manda-lo A dita ra do Hospicio n. 7,
alim de se evitar compromellimenlo.
Denles arliidaes.
Francisco Finio Ozorio tem a honra de scien-
tiBcar ao respcitarel publico desta cda le, que
est de posso da machina a vapor vulcanile ;
collora denles por este novo syslema anda nao
visto nesta cidade, o lalvez omlodo o Brasil por
ser un syslema inleiramenle novo, e por conse- i
guinle muilo fcil para as pessoas que *o vdil i
na precisao de usar delles ; tambem os enlloca I
por meio de chapa em ouro ou Vialina com molas
ou pela prpssao do ar, calca os que csto em es-
tad ode caria com ouro c mossa adamantina, e
oulro 6 massas broncas, por precos razoaveis, do- ,
deuda ser procurado para este iim em sua n ora- 1r^ ?1^ 'f",?- S*l,b"10 de A1 e,uia'
da, na ra estrella do Rosario n. 3. a qualmicr I Imo. A rosca, o Duelo no l'erceiro Andar, o lr-
Compras.
Cimpra le um Flos Saoctoruui,
usado : na vraria r. 6 e 8 fa prnr i Ja
Independencia.
==' Coniprom-se as seguintes: comedias Ber-
nardo na La, o Judas
hora do da.
mao das Almas eo iabo no escola : n -:
grapnia se dir.
Compra-so una escrava n;o;i do bonita ;i-
gura o que seja perfcila costureira, prefere-sc
mulata : a tratar na loja da roa di Cadeia do Re-
cife n. C!.
Acompaaliaueiito mariiuo!
em viagem de gS. MM. IT.
Vendas.
Es;63-30 das Alagoas al o lim do concille
mez, urna bareaca do primeira viagoro, de muito
boas-raadeiras e bem construida, pega carga de
Lava-se e engoinma-.se rom perfei^u c i5U saceos do assuoar : quem pielendercomnra-
promplidao : na ra do Gelovello n. 50. lo, dirija-so i rae Ja Madre de Dos d. dtf
A Paraliiba.
No dia da saludado SS. MM. II. para o pro-
vincia da Paralaba do Norte seguir o vapor Ca-
maragibe conduzindo a sou bordo as pessoas que
soassociarem paro o referido ocompanlumento,
demora de tres dias naquella cidade a volta no
mesmo vapor.
A assignaturi acha-se aberla no armazem Ja
U3 do Vigario n. 11 do agente Pestaa.
-j
= Vende-se um sitio com 200 palmos de fren-
te e 200 de fundo, uo lugar da Torre, margera
do Ro Copboribc, com urna granao e moderna
casado vivenda. cocheira, estribara para ca-
vallos, gallinheiro, cacimba com tanque e bom-
ba, baixa para capim, todo morado na frente, e
lado com porlo de ferro : os prelender.les pod>-m
dirigir se ao agente Pestaa, que se acha autoii-
sado a dar as uecessnias ini'ormaroes, o a I rali .
da venda sob as condicoesestabelecid ao mes-
mo pelo legtimo proprielario. O dito sitio o lodo
:in chos proprios,
/
MUTILADO


\
(61
DIARIO DE PERNAMBUCO. SEGUNDA FEIRA 9 DE DEZEMBRO DE 1859.
LIQUIDACO
Desejando-se acabar com esta
loja vendem-se todas as roupas fei-
tas, chapeos e fazendas nella exis-
tentes por menos de seus valores.
IMARIA ECONMICA
DE
H.2 UADO CESPON. 2
Defronte do arco de Santo Antonio.
NESTE NOVO ESTAPELECIMF.N'TO VENDEM-SE
Livros de rehgiao, sciencias, de lelraa. artes, viagens, historia e classicos ; romances {Ilustrados e
outras publicacoes cm diversas liguas.
Globo.*, atlas e mappas geographicos.
Papel de hollanda, de peso, paquete, almasso, de cores e outros de diversos formatos e "ostos
, Prensas para copiar cartas e outros manuscriptos, livros e tintas proprias.
| Livros cm branco, pennas de varias qualidade* e mais objectos para usu de reparlicoes secreta-
rias e casas de commercio, u'encilios para desenlio etc. '
; Artigos de bom gosto, fantasa e curiosidade das fabricas de Paris para uso dos elesantos orn
tos, presentes etc. 6 orua
I Cartoes e bilhetes para bailes, casamentos e visitas.
HISTORIA UNIVERSAL desde os lempos primitivos al 1850, por Cesar Cantu, 12 volumen n fo-
lio enriquecida de mais de 90 magnificas eslampas, obra em que nada se poupou para o
leitor encontrar nella erudico, estudo solido e leitura agradavel.
ALMANAX de lembrancas de Castilho para 1S60, assim como culleccoes completas desde o seu
Vidros para vi-
draca.

AG$acaixa: na ra larga
do Rosario armazera de louca.
Vidros para caixilhos.
Xa iua larga do Rosario loja n. 28
armazera de louca, mandam-sc botar vi-
dros em casas particulares
SISTEMA AlhlML UEMOLLOUAi.
mn as HOLLWOYA.
Este inesiimavel especifico, composlo lnteir.i-
meatede hervas medicinaos, nao conten mercu-
rio, nem alguma outra substancia delucleria. Be-
nigno mais tenra infancia, e a compleico mais
delicada igualmente prompto e seguro para
desaneigar o mal na compleico mala robusta :
e inteiramente innocente em sas ptrncAes e ef-
feitos; pqis busca e remove as doencas "de qual-
quer especie e grao por mais antigs e tenazes
que .sejam.
Entre milhares de pessoas curadas com e*se
remedio, muitas que jA'estaram as portas da
morle, preservando cnaseu uso: conseguiratu
recobrar a saudee torcas, depois doliaver tenta-
por preco '""''mente todos os outros remedios,
nuito commorln actim mmn o.,VUr As niais ffl'ctas nao devem ontregar-se a d*-
'I? ? n *. Vett.dem- i sesperaeo fajam um competente ensaio dos
se viaios aretallio do tr.manho mus pe- effbazes effeitos desta assombroa medicina,
queno ate mais de 6 palmos. prestes recuperarn o beneficio da mUk.
FABRICA
DE
CUQEIR4RIA I FiiQfQAO Di MTAES
Sita na ra Imperial o. 118 e 120 junto n fabrica de sabao.
DE
Sebastin Jila Silva dirigida porManoel Carneiru Leal.
Neste estabelecimenlo ha sempre promptos alambiques de cobre de differentes dimeocoes
(de 300 a 3:000*) simples e dobrados, para destihr agurdenle, aparelhos destilatorios conti'nos
para restilar e destilar espiritos com graduaco at 40 graos (pela graduaco de Sellon Cartier) dos
melhores syslemas hoje approvados e conliecidos nesta e outras provincias do imparto bombas
de todas as dimencoes, esperantes ede repudio tanto de cobre como de bronze e ferro, tornelras
de bronze de todas as dimencoes e feitios para alambiques, tanques ele, parafusos de bronze e
ferro para rodas d*agua,porlas para fornalhas e crivos de ferro, tubos de cobre e chumbo de todas
as dimencoes para encmenlos, camas de ferro com armacao e sem ella, fugoes de ferro potareis e
econmicos, lachas e tai hos de cobre, fundos de alambiques, passadeicas, espumadeiras, cocos
para engenho, folha de Flandres, chumbo era lencol e barra, zinco era lencol o barra, ls'uces e
arroe'.las de cobre, lencos de ferro a latao.fcrro succia inglez de todas as dimnses, safras, tornos
e folies para ferreiros etc., e outros muitos artigos por menos preco do que era oulra qnalquer
parte, desempenhando-se toda e qualquer encommenda com presteza e perfeic,o j conhecida
e para eommodidiide dos freguezes que se dignarcm honrarem-nos com a sua confianea, acha-
ruo na ra Nova n. 37 loja de ferragens pessoa habilitada para tomar nota das encommendas
enmeco.
MANUAL DE CONTAS j fcitas para compras o vendas dcassucar, algodo ele
Encader na-se era todos os gostos desde o mais simples em papel at ao melhor em panno ou Dclle
Impnme-se cartoes e bilhetes, c marca-se papel com typo proprio e em relevo ventade dos
Acccita-s.' o encargo de qualquer encommenda de livros e outros artigos tanto da corte
cias do imperio, como de Poitugal, tranca, Inglaterra e Belg_ica, com as condiccoes mais
eprovin-
ra
FUNDICAO D AURORA.
Este ulillssimo estabelecimenlo acha-sc, ha pouco lempo, augmentado tanto no materia
como no seu pessoal, c seus proprietarios habilitados para vencer qualquer opposico hoslil e
desprezarem a ignorante vituperarlo de malevolencia. Olterecera a ?etfs numerosos'freguezes e
ao publico era geral, asvanlagensde sua longa experiencia e reconhecida promplido e Adeudado
na execucao das obras as mais importantes de engenharia, entre outras pode enumerar as seguin-
tes : machinas de vapor de lodos os taannos, rodas d'agua de todos os dimetros, todas de fer-
ro ou para cubos de raadeira, moendas para canna todas de ferro e independentes com os m"-
lhoramentos que a experiencia mostr ser indispensavel, meias ditas com todos os preparos, ta-
chas para engenho de todas as qualidades e tamanhos, rodas, rodetes, aguiludes, crivos e boceas
para fornalba e todas as ferragens para engenho, machinas para amassar pao e bolacha, ditas
para moer mandioca, fornos c prensas para farinha, pontes de ferro, -aldeiras, tanques boias e
todas as obras de maehiismo etc., etc.
Botica.
Accidentes epilpticos.
Alporcas.
Ampolas.
Areias(malde).
Aslhma.
Clicas.
Convulses.
L-bilidade ou extenua-
co.
Debilidade ou falta de
torcas para qualquer
cousa.
Dysinleria.
Dor de garganta.
de barriga.
nos rins.
Dure/a no vejilre.
nri ^VS? UT gn' ?orlimenfo de,pa- i Enfe.midades no ventre.
pe para forro de sala, o qual vende a mdico j r>tas no figado.
Vendc-se um ravallo acostumado a
Ihar em carro de conduccao de gneros :
do Codorniz n. 8.
Barlholomeu Francisco He. ouza, ra larga
do Rosario n. 36, vende os seguales medica-
mentos :
Rob L'AITecIcur.
Tilulas contra seztes.
Ditas vegetaes.
Salsaparrilha Brislol.
DilaSands.
Vermfugo inglez.
A'arope do Bosque.
Pilulas americanas (contra f. bres).
Ungento Holloway.
Pilulas do dito.
Elliicir anti-asmalhico.
Vidros de boca larga com rolhas, di
12 libras
2 on^as a
Nao se perca lempo em tomar este remedi
para qnaiquer das seguintes enfermidades
(raba-
na ra
Melis.
Na ra da Cadeia n. 45, esquina da Madre de
Dos, existe um ptimo sortimento de borzeguins
Ditas venreas.
Enxaqueca.
Ilerysipela.
Febre biliosas
Febreto iriternitenle.
Vendem-se estas pilulas no estabeleciment..
geral de Londres n. 224, Strand, c na loja d.
todos os boticarios droguistas e outras pessoas
e bezerro d"afamado fab STSKSS T** ^ lda ^^ d
endem or pnmmnrln nrm-n \-'_, e nespanna.
Febreto da especie.
Gotta.
Hemorrhoidas.
Hydropc sia.
Ictericia.
Indigest es.
Infiammnedes.
Irregufaridadcs da
raenstruaeo.
Lombrigasde toda c--
pecie.
Mal depedra.
Manchas na cutis.
Obslruccao de ventre.
IMitysicaou consump-
pulmonar.
Retenco de ourina.
Rheumatismo.
Symptomas secunda-
rios
Tumores.
lico doloroso.
Ulceras.
Venreo (mal)
APPR0VAC\0 E AITORISACO
DA
E Jl\TA OSTEAL DE HVGIEXE PIBLICl
S-a STS ST2.-S
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ELECTRO-MAGNTICAS EPISPASTICAS
' De Ricardo Kirk
31A Mr
Para sereih apY^cadas as parles altecladas, sem
resguardo ucm ineommodo.
DHF
AS CHAPAS MEDICINAES sao muito conhecidas nesta corte e em todas as provincias "^este
imperio ha mais de 21 anitos, e solafamadas, pelas boas curas que se tem obtido as enfermidades
abaixo descriptas, o que se prova^com innmeros allcstados que existem de pessoas capazes e de
extinc^oo.
Com estas Cn.\r-\s-ELECTo-MACxETicAs epispastica? oblem-se urna cura radical e infallivel
em todos os casos de inflamraacao [cansaro ou falla de respirarlo), sejam internas ou externas, do
figado, bofes, estmagos, braco, rins, ulero, peito, palpitaco d coracao, garganta, cilios, ervsi-
pelas, rheuriialismo, ataques nervosos, etc., etc. Igualmente para as'diflcrcntcs especies de "tu-
mores, como lebinhos e escrfulas ; seja qual for o seu tamanho e profundeza, por meio da sup-
puracrioserao radicalmenle extirpados, sendo o seu uso aconsclhado por habis e distinclos facul-
tativos.
As encommendas das provincias devem ser dirigidas por cscripto, tendo lodo o cuidado de
fazer as necess.trias explicaces. se as chapas sao para horacm, senhora ou crianca, declarando a
molestia em que parte do corpo existe.se na cabera, bra^o, pesclo, cxa, perna*, p, ou tronco
do enrpo, declarando a circumferen um pedneo de papel e a declaracao onde existem, afim de que as chapas possam ser bem applica-
das io seu lugar.
Ptle-se mandar de qualquer ponto do imperio do Brasil.
Consultas a todas as pessoas que a dignarcm honrar com a sua conflanca, em seu escriplo-
rio, que se achara aberto todos os dios, sem excepcao, das 9 horas da raanhaa as 2 da tarde.
0 RIJA DO PARTO 119
PERTO DO LARGO DA CARIOCA.
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V I fi* cante Melis, que se vendem porcomraodo preco
Superior ao mellior
presunto de fiambre.
Linguasde vacca emsalmoura virnias
de Londres, vendem-se nicamente no
i armazera de Luiz Annes dehonte da
i porta da alfandega.
\endem-se asbcelidhas a 800 rs. cada urna
aellas, contem urna instruccao em pertuguez pa-
ra explicar o modo de so usar destas pilulas.
O deposito geral em casa do Sr. Soum
pnarmaccutico. na ra da Cruz a. 22, em Per-
nambuco.
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53
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CONSULTORIO
DO
3 Ri DA GLORIA, CASA DO FllNDlO 3
CAiica por an\\os os systemas.
O Dr. Lobo Hoscoso d consultas'lodos os das pela manha ede larde depois de 4 horas
Cntrata partidos para curarannualmente nao sopara a cidade como para osengenhos ou outras
propne.dades uraes.
Os chamados devem ser dirigidos sua casa al as 10 horas da manhaa e em caso de ur-
gencia a oulra qualquer hora do dia ou da noite seudo por escriplo em que se declare o norae da
pessoa, o dama eo uuraero da casa.
Nos casos que nao forem de urgencia, as pessoas residentes no bairrodo Recite poderao re-
moller seus bilhetes d botica do Sr. Joao Sounndc C na ruada Cruz ou loja de livros do Sr. Jos
Nugueira de Souza na ra do Crespo ao p da ponte velha.
Nessa loja e na casa do anunnciante achar-se-ha constantenienl e os melhores medica-
mentoslioracopalhicos ja bem conhecidos e pelos procos seguintes:
Botica de 12 tubos grandes, ...".......lOgOOO
Ditos de 24 ditos...............15R000
Ditos de 36 dilos..............91000
Dito de 48 ditos...............258000
Ditos de 60 ditos...............0*000
Tubos avulsos cada um.............1J000
Frascos de tincturas........,..... 28000
Uanoal de medicina homeopalhica pelo Dr. Jahr traduzido
em porluguezcom o diccionario dos termos de medi-
cina, cirurgia etc.. ele............20*000
Medicina domesticado Dr. Hering, cura diccionario. 108000
Repertorio do Dr. Mello Moraes. ..... 6g000
HDAS
Na loja de ferragens e
miudezas.
RuaDireitan.Cii.
Sal do Ass
a bordo do palaclio Bom Jess : a tratar na
ra da Madre de Dos n. 2.
NO
GL'STATO MASSET representante da muito afimada casa WALLFRSTEM 5MASSET & C *
ornecedores da casa imperial do Brasil, eslabelecida no Rio c em Paris recebeu um grande sor-
limenlo de lazendas c modas da pruneira quadade e novidade, querendo antes de ludo fazer rozar
o respeitayel publico dos oreos raui-.u vantajosos pelos quaes pode offerecer suas fazendas vende
ludo a dinheiro avista ; elle acha-so residiudo no hotel inglez quarlo n. 2, encarrega-se d man-
dar levar as fazendas pedidas i amostra, sendo por escriplo para evitar os engaos
Recebe qualquer encommenda para mandar vir da Europa ou do Rio.
100 vestidos de seda para baile, passeose visitas.
Mocre antique prctos c de cores.
Nobrezas lisas prctas e de cores.
Vestidos pretos lisos, lavrados dc2*aiase de velludo.
Flores, e enfeiles de renda para cabellos.
Vestidos de cassa branca bordada muito finas
Carcas, escomilhas, filos de seda e linho brancos e de cores.
Meias de seda, linho, fio da Escossia para homens, senhoras e meninas.
Sip.-itos de selim branco o prelo com salto e sem.elle.
Bolinas de selim branco, do setim preto, de la muito supeiiore;.
Saludas de baile, capas de cachemira, velludo c seda.
Chales de louquim bordados e de retroz.
Manteletes do renda preto e cassa bordada.
Corpinhos, camisinhas, colarinhos com mangas de cassa bordada a ponto real e renda verdadeira.
Onaraicocs de renda preta e branca para vestidos o para enfeiles de vestidos.
Leucos de cambraia de linho muito ricos com renda.
Chapeos de sol para senhoras.
Pentes para trancas alfinetcs de peito, pulseiras, brincos do larlaruga e jaspe preto para luto
Grande sorlimenlo de luvas verdadeiras de Jouvin. "
Luvas de retroz e de seda para homens, senhoras e meninas.------
Grvalas brancas e pretas.
Chapeos de corle com plumas.
Casacas, sobrecasacas, paletols de panno, cachemira dos melhores alfaiales de Paris.
Calcado do afamado Melier para homens.
Tapetes de velludo muilo ricos.
Capas, capotes impermeaveis Makiotosch para homens e senhoras.
45Ra Direita45
O proprietario desle eslabelecimenlo reco-
nhecendo que com a excelsa risita de SS. M.H. i
II. a esta cidade lera de se dar um estrago hor- i
roroso de calcados, em consequencia das fre-'
quentes paradas, marchas, contramarchas c for-
miJaveis passeios s brihantes illuminaces, o i
condoendo-se das boleas naturalmente potiro I
fartas, dos bravos officiaes o pracas dos patrio-!
ticos balalhoes, cujos nomes Irazem memo- I
na os feilos gloriosos dos nossos avoengos, deli-'
berou, ern homeuagem a to felizes dias baixar,
so presos do seu encllente calcado, a saber
Para homens.
Borzeguins aristocrticos (lustre)
Borzeguins zouavos, obra forlssiraa (be-
zerro)
Borzeguins cidadaos [bezerro c lustre)
Borzeguins econmicos
Sapatocs baledorcs
Para senhoras.
Borzeguins para senhora (primeira classe)
Ditos [segunda chssc)
Ditos para meninas (primeira classe)
9S000
8800O i
83U0O
63000
5^000 I
5j;000 ,
45600
45O00,
Toda a at-
tenrao ao segundo an-j
dar do sobrado da es-^
quina da ra do Qucima-j
do (por cima da loja dos
Sr. Preguica) entrada!
pelo becco do Pexe Fri
to n. 1.
^* Ricos cortes de vestido de 2 saias
de gorgurao branco tecidos a vel-
ludo proprios para baile o mais
rico que lera vindo a esta capital.
^* Ricos cortes de vestido de seda de
2 saias bordados proprios para
baile, fazenda do mais aparado
goslo.
37 Ra do Qneimado 37.
Loja de 4 portas.
^
&
2?*
Z^*
um completo
sejam : pal-'
Ricos corles de vestido de 2 saias
de gorgurao de seda de cores pro-
prios para visifa e para passcio de
apuradissirao gosto.
Ricos corles de vestido bordados
para casamento com capella cor-
respondente.
Ricos cortes de vestidos de 2
saias de gorgurao preto bordados
e adamascados.
Rica e interessante collscco de ar-
tigos para toilette de senhora e
para cavalheiro.
Adverlc-se ao respcitavel publico
que alm das fazendas annuncia-
das ha um variado sortimento de
fazendas novas que todas serao
vendidas cm precos razoaveis
Chegou a esle estabelecimenlo
sortimento de obras feitas, como
oits de panno fino de 168 at 288, sobrecasacas
de panno fino preto e de cores muilo superiores
a 35?, um completo sonimenio de paletots de
riscadinho de bnm pardo e brancos, de braman-
te, que se vendem por preco coramodo, cerou-
las de linho de diversos "tamanhos, camisas
francezas de linho e de Jpanninho de 2 at 5g
cada una, chapeos francezes para hornera a 85,
ditos muilo superiores a 105, ditos avelludados,
copa alta a 13>, ditos copa baixa a 10J, cha- i c-. PraCa do Corpo Santo, relogios do afama-
peos de feltro para homem de 4?. 5-Seat 7*| do fabricante Roskeil, por precos commodos,
cada um, ditos de seda e de pallia enfoitados pa- e tambem trancellins e cadeias para os mesmos',
ra meninas al#, ditos de palha para senhora a deexcellente gosto.
RELOGIOS.
Vende-se em casa de Saunders Brothers &
128, chapelinhas de velludo ricamente enfeila-
daa a 25g, dilas de palha de Italia muito finas a
258, cortes de vestido de seda era carlo de 408
at 1508, ditos de phanlasia de 165 at 350O0,
goliinhas de cambraia de 1J at 55, manguitos
de 18500 at 53, organdys escurase claras ais
800 rs. a vara, cassas francezas muito superiores I ?
e padres novos a 720 a vara, casemiras de cor- (
les para colletes, paletots e calcas de 3J500 at jg
4$ o corado, panno fino preto e decoresde 25500 ?|
al 10$ o covadn, corles de collete de velludo'^
muilo superiores a 9 e 12S, ditos de go'gurao!
e de fustao brancos de cores, tudo por precio !
barato, atoalhado de algodo a 1^280 a vara, j g
corles de casemiras de cores de 5 at 9J>, grosde- *
naples de cores e pretos de l6O0 at 3*200 o | ^
covado, esparlilhos para senhora a 68, coeiros ^
de casemna ricamente bordados a 12> cada um,'!
lencos de cambraia de linho bordados para se-^
nhora a 9 e 12j> cada um, diios lisos para ho-laj
mem, fazenda muito superior, de 12 al20j>a!
duzia, casemiras de cores para coeiro, covado a J
28(00, barege de seda pjra vestidos, covado a
15400, um completo sortimento de collelesde
gorgurao, casemira prela lisa e bordada, e do
fustao de cores, os quaes se vendem por barato
preco, velludo de cores a"9 o covado, pannos
para cima de mesa a 10$ cada um, merino al-
cochoado proprio para palelotse colletes a 2cS00
o covado. bandos para armacao de cabello a
15500, saceos de lapete c de marroquim para via-
gem, eum grande sorlimenlo de macas c malas
de pregara, que tudo se vende volitado dos
freguezes, e oulras muitas fazendas que nao
possivel aqui mencionar, porm com avista dos
compradores se mostraro.
SSLiSiSSCSi-^b^ESSSS.' ^Mttm
GR.4WE E VARIADO SORTIMEMO
DE
Fazendas inglezas e francezas e
roupas feitas
receidas em direitura
K0
Armazem e loja
DE
Ges Attencao.
Na ra Nova n. 35, vendc-se mi-
llio muilo novo dinheiro a vista
pelo baratissimo preco de 4$.r)00 a
sacca.
Caixinhas de agulhas francezas muito finas a
320, dilas a 40) rs., caixinhas pura costura mui-
to bonitas a OfrOO, 48500, 5 e 6J, bicos finos e
ordinarios por baralissimo preco, e diio-se as
amostras ; sapatinhos de la para meninos a 400
rs. o par, caixmhas coragrampas a 80 rs., caribes >
de clcheles com duas carreiras a 80 rs., tesou- 9 HjJ B-3B-3B'^ra1S8c
ros para costura muilo finas a 1, ditas para bar- ^^MBWM MQ Mlw3tmt MR
beiro a 2$, pentes para alisar cabello,pretos e de
cores a 320, ditos finos a 560.
Ainda esl para se vender o sitio da Ira-
vena do Remedio n. 21, da fregueziados Afoga-
dos : quem o pretender, eulenda-se com sen
propnelacio. $'
Wlil-Sffi
vinho do Porto, do mais superior, engarrafado,
dito champagne, idem, dito muscatel, idem : no
armazem de Barrpca & Medeires, ra da Cadeia
do Recite L. 4.
Vendas.
Relogios de ouroe prata, cobertos o descober-
tos patente inglez, os melhores que existem no
mercado, e despachados hoje, vendem-se por
precos razoaveis : no escriptorio do agente Oli-
veira, ra da Cadeia do Recife n. 62, primeiro
andar.
Cheguem freguezes
A ra Direita n. 64.
Facas e garfos a 2&6O0, 28800 e 38600, dilas
muilo finas a 4$20O, 5g, 58500 e 6, ditas de ca-
bo de murfira a 105500, dilas de cabo de unicorne
a lljf, dilas de cabo preto finas a 68 B 6500, co-
llicres de metal do principe pera sopa a 5*500,
ditas muilo finas a 68, ditas para cha a ijSOO,'
ditas de platina para sopa a 10$, ditas para cha a
59, ditas para assucar a 500 rs. cada urna, ditas
para terrina muito finas a 38, panellas, chalciras,
frigideiras e cassarolas, ludo mais barato do que
em outra uualquer parte.
Farinha de mandioca.
Vendem-se saceos com muito boa farinha de
mandioca, assim como saceos grandes com railho
muilo novo, ditos com feijo, e gomma para en-
f;ommar e fazer bolinhos ; na ra do Queimado,
oja de ferragens n. 14.
Vende-se macarrao. talharim a 320 a libra,
alelriaa 400 rs., cevadinha a 320, manleiga in-
gleza muito boa a 960, dita franceza a 640, quei-
jos flamengos a 2J>500, e outros muilos gneros,
tudo bom e muito em conta : na ra da Senzala
Velha n. 50.
Vende-se urna cadeirinha de dous bracos,
forrada de damasco, em bom eslado 8 por preco
muilo commodo : na ra do f>go, soorado
numero 26.
Aos fabricantes de velas.
Cera de carnauba da nova safra a 11J500 e 12g,
e sebo refinado em pao e velas, ltimamente
chegada do Porto, em barricas e caixas de 11J500
a 12J500 a arroba : no antigo deposito do largo
da Assembla n. 9.
Fazendas moder-
nas, i
Cortes de casemiras de cores linas a 5^500, di-'
las de urna s cor muito Onas de 3 e 68, corles IS
de collete de velludo de cores a 68000, dilos dilo s
prelo a 5J e 6g, colchas de algodo adasmasca-
NA RA DOQi;EIMADO y. r.j6 FRKNTF. DAS
gj LOJA AMARI-LLV EPOTULAS BRANCAS, p
Um completo e rico sortimento de sobrera- $
g sacas de panno pretos e de cores a 283, 30J E
I e 358, casacas de panno preto muito lino a |^
-' 4(1, 458 e 50fe. paletols do mesmo panno a
g 24s a 253, dilos de casemira a 14>, 16g e p
!f 18#, ditos saceos dasmesmas casemiras t
t prelos e de cores a 10$ el2#, dilos de al- B
a pacas preta e de cores a 43, diios de brira t
g| pardo a 4*500 e 59, ditos de brim prelo a p,
H 5*, dilos brancos a 5j>, dilos de esguio do f
^ultimo gosto cor de laranja a 5$, sobre- &
I casacos de alpaca muito fino a 7 e 99, s
H sobrecasaca de panno finoprelo para me-fe'
j|i nios a 159, 18 e 20$, dilos de casemira g
S de cor a 89 e 109. calcas de ca- semiras de i
cores e prctas a 89, 99, 108, 11 e 12, K
K calcas debnm de cor a 39500, 49 e 59, S
ditas de brim branco fino a 690 79,colle- K
tes de gorgurao de seda c de casemira de K
cores e prelo a 58, 69 e 79, dilos de vellu- B
do a 109 e 129, camisas inglezas lantopara j
Ihomens como para meninos do todos os
dior, p- mpj miiiln hnnilns a mnHom/u t fi ..ln. ,i Mi c1'
preco at mesmo por monos do seu .
S afim de liquidar contas : na loja de 4 portas
P na ra do Qneimado n. 10.
Vende-se urna carrnca com boi, havendo
dous para o comprador esc'olher : quem preten-
der, dirija-se ao silio de Xislo Vieira Coelho, no
Monleiio, ou na ra do Crespo, loja da esquina
numero 4.
I Aos cigarreiros e cha-1
ruteiros.
Campos & Lima tem para vender cai-
xas com fumo americano de muilo boa
qualidade e a preco commodo: na ra
do Crespo n. 12.
mesa muilo bonitos e modernos a 69, corles de
barege cora tres ordens de babados a 159, cha-
peos de phantasia para homem, sendo de gor-
gurao de seda a 7&, ditos doChille de 4 a 259, '
dilos de feltro de 49500 o 5-5, camisas de cara- I
braja de linho para senhoras, ditas de esguio
muito fino, ditas de cambraia bordadas com man-
gas, ricos corles de sede de todas as cores, man- I
eletes dos mais modernos, grande sortimento de
perfumaras inglezas legitimas, joias decoral ver- I
1 dadeiro, oleados de diversas cores imitando!
i marroquim para cobrir mesas, forrar almofadas, I
travesseiros, ele, etc., ebem como um' completo |
1 sorlimenlo de fazendas do mais apurado gosto
chapeos de sol de alpaca a 59, manteletes m
prelos de muito bom goslo a 308 e409, ca- E
saveques de fustao bordados compridosa S
208, chapeos de castor a Napoleo 89, ricos
manguitos de punhos bordados a 39500 ca j
4g, ditos com goliinhas a 59 e 6$, goliinhas R
de traspasso bordado e transparente a 88, g
calcas de meia casemira padroes modernos gj
a 58, colelles de fustao de cor e de brim tri
branco a 3$ e 33500 e oulras muilaa fa- |
zendas e roupas feitas que sero patentes a jg
presenca do freguez. ___ ^
Fazendas de bom gosto
a*
y
De novo chegaram os afamados relogios n-
., ezes du ouro, de patente, e eso venda no
Kecebeu-se pelo ultimo vapor da Europa cor- armazem deRoslre Rookei 4 C. praca do Corpo
es de vestido de seda de delicadas cores, com 2 Sannto n. 48.
babados e 2 saias bordadas, lindos enfeiles de !
flores e froco para cabera de senhora, bonitas '
chapelinas de seda para senhora e meninas, as- !
sirn como liquissimos cortes de collete brancos, Vendem-se relogios de ouro inglezes,
de velludo e seda bordados para casamento, i tenle : no armazem de Augusto C. de
dilos de velludo prelo bordado e de cores boni- i na ra da Cadeia do Recife n. 36
tas ; havendo outras muitas fazendas, e tudo se Vende-se superior linha de algodao, bran-
vende por precios mais baratos do que em oulras cus e do cores^ em novello, para costura cm
partes: na ra da Cadeia do Recibe, loia a. 50,' casa de Seutha'.l Metlor* C. ra d Torres
de Cunha e Silva. 1 a. 3.
melhor qualidade, vendendo-se ludo por"baitos PaOCCJ f\\ T^IICCIQ
precos, no armazemde fazendas de Raymuudo ^-'1'CI.l5C3A \MMM IXtloolll
Garlos Leite & Irmao, aterro da Bou-Vista n. 10. F f A HF I T^RO \
No bem conhecido e acreditado deposito di
ra da Cadeia do Recife n. 12, ha para vender
potassa da Russia e da do Rio de Janeiro, nova
e de superior qualidade, assim como tambem
cal virgem em pedra : tudo sor nrec^s muilo
razoaveis.
Relogios.
Relogios.
de pa-
Abreu.
MUTILADO
X
Ao barato.
0 n. 4 na praca da Independencia, est lor-
iando :
Borzeguins para homem a 69OOO
Dito para senhora a 39.
Pilos para meninos a 2fl.
Sapatos rasos a 29500.
Sapatocs de lustra a 59.
e tedo e mais caWdo se vende pr barato preco.
I


DIARIO DE PERNAMBUCO. SEGUNDA FEHU !9 DE DEZKMBRO DE 1839.


Para concluir a lititndacao das dzencias
da e.vtincta firma de Leite 4 Concia,
vendem-se asseguintes fazendas, por
rauito menos de seu valor, na loja de
juatio portas da ra do Queimado
numero 10.
Sodas pretas lavradas, superior qualidade,
covado
Kua d.a Senzala Nova n. 4*2
Vende-se era casa, de S. P. Jonhston & C. va-
quetas de lustro para canos, sellins e sillicos in-
gloi^s, candeeiros e casticaes bron/.cados, lo-
nas inglesas, fio de vela, chicote para carros, p
montaria, arreios para carro de um e dous cval-
os, e reosnos d'ouro patente inslezos.
.i** >:-.*& tf t> *b.> tacaos
-------------------- --------------------
(7)
19600
rosdonaple preto muilobom e largo, co- >1l flCHI F II fiCIOPlTV
DiSjflomsU estreno, covado ?S8S8! I MOSfcLLL lUOSSbll
AttENCliV
Queimado n. 0.
Grande e variado sortimento
DE
pechincha. mmm iow m%
Ra da Scnzala tova n. 42.
Na loja do Pregnica, na ra do Queimado n.
2, vendeni-se pegas de chitas finas de cores fixas
e de escolhidos padroes cora 38 corados cada
Ra da Senzala Jtova n. 42.
Nestc estabelecimenlo continua a haver uro
comapleto sortimento de moendas e mcias moen-
das para euenlio, machinas de vapor e laixas
800
320
160
2o ;
2l>0
Camisetas de carubraia para senhora, urna
f iras o entremeios bordados
Sortimento completo de chita de cores,
covado
Dito de chitas largis francesas, bous pa-
droes e cores ti xas, covado
Gangas de cores escuras e claras, covado
'orlas de caiga do meta caseiuira'alSOOO e 2J000 i
Meias cruas para hornera, duzia 2*400 "
Ditas para dito muito superior, duzia 4#O00
Atoalhado adamascado louilu largo, v.ra I528O
Castas do cores iixas e padroes vistosos,
covado 2 JO
Itscadnuo francez, covado 160
Musselina de cores tixas. covado 240
'hales de Ija com palma de seda, um 2^000
fortes de calca de casemira lina de torea 50600
lutos de dita pela 6$000
I>ilos de rllele le gorguro com palma
de velludo 39000
lulos de dito do gorguro e seda 2OO0
Ditos le dilo >ie inclin bordado 3>000
l.esoota seda pequeos para peseoco de
senhora 400
ramio preto, covado 2$500
Dito superior, provn de limo, covado 3$ e 4j00O
Superior briiu trancado de linho, brauco,
vara 1<(000
Dito dilo de cores, vara 800
Meias brancas para senhora, duzla 3^000
Ditas para lila muilo superior, duzia 4]j0O0
l.uvas estado, um par
I ATTEN^O.
*? Kissol, relo-oeiro fram-ez, vende relogins S
* de ou:o e prata, concerta relogios, jnias e I
msicas, ja aqui he conhecido ha muilos "1
* annos, habita no pateo do Hospital n. 17. 2
DE
fp
i
ID 1IEMHM & C
LONDRES
'* FiVOillnC frlllPPVH* P pnil- ma, pelo baratissimo precc de 58800, e em re- de fer.r0 batido e coado. de todos os tamanhos
l atUUa3ailtCasClUU-:tl|ho' iMocovado. para dto.
Cortes de vestidos
de seda
em garrafas c meias gar-
te
f
*
pasfeitas recebitlasem d-
reitura pelo ultimonavio.
Do-se as amostras cora penhor.
rafas.
C. J. As! lev A C.
i
Seguro contra Fogo
GG3IIMXHLI
BIIDIBTBI
LONDRES
AGENTES
Ricos corte3de vestido de seda de cores
de 2 ssias............................
Ditos de ditos de seda pretos bordados a
velludo... ...........................
i Ditos de ditos de seda de gaza phanlasia
i nicasromeiras defil e de seda bordadas
___________________Taimas de grosdenaples bordadas......
' Chales de louquim branco beldados a
30*c.................
Grosdenaple dc cores de quadrinhos co-
vado .................................
Dito de dito liso covado................
Seda branca, lavrada covado 1J600 a___
Grosdenaple preto lavrado covado......
Dito dito liso oncorpado a 1$600e....
Dilo dito cora 3 palmos de largura a
JS600 e.......f......................
, | Sarja de cores larga com 4 palmos de
largura covado a...................... ,J500
Gaze de sedada China de flores c listras
co vado a............................ 1^000
Follar de seda de listras gosto novo co-
vado...
Setim de escocia e diana de seda covado
I
S
9
S
80$000
1S200
1800
23600
25000
23500
2g500
%
IVa ioja doscrtanojo.rua
do Queimado n. 43 A.
Reecbcram era direilura de Franca, dc encom-
rnenda, os melhores chapeos de ca'stor rapaaois
sendo brancosc pretos, eas formas as mais mo-
dernas que tem vindo ao mercado, e por me-
nos que cm jutra qualquer parte, assim como
lambctu lera um grande sortimento de enfeile,
de vidrilho pretos e de cores pelo diminuto pre-
;o de 4g cada um, assim como tem chapeos de
sol de panno a lg200cada um un perfeito esta-
do, abertaras brancas muilo linas a 320, ditas de
esguiao de linlio a 1$ urna, cambraia pela lina
a 360 o cavado, e a vara a 56,c a 640, gangas
de cor a D40, brim branco de linho a 15200 a va-
ra, colleles de velludo de furta-corespretos a |
"jgiOO, ditos pieles a 8 c a 9$, calcas de case-I1
mira de cor a 7, 8 c lljj, ditos pretbs a 7, 9 e I
12g, colines de gorguro a 4, 5 e 6$, saceos pa-
ra viagem de diversos lmannos, eias cruas, por
ser grande porco, a IjjOO, ditas a lg600 e 2{ a
duza, finas a 3 e 4$, ihapeos eufeitados para
meninos e meninas e senhoras por qualquer pre-
'.0, e tndo o mais aqui se encontrar o preco,
e nao se deixade vemnder.
G J. Astlcy fe Companhia. i
ftMgpM)>(Uii41ftB WttOtVOi Chalv de fiores novos desenhos covado
31eiaS (le Seda (le peSO Barejc de seda de varias qualidades co-
vado .................................
o cores covado..........
todas as cores............
as cores lino covade ...
Itrilhanlina branca muito fina a.......
g. Chitas franeczas claras e escuras a 260 e
5 Cascmija preta lina algOOc..........
g Panno preto o de cor lino provade li-
mAoa 3J500a........................
g Cortes de casemira de cor a 5$ e........
2 Cassas organdys de novos desenhos a
I rara..................................
s Ditasfraneczas muito (nasa............
Manguitos de cambraia transparente bor-
dados muito ricos....................
Gonhasde cambraia bordadas deponta
15000
I5OOO
900
ae-sc
Folha de cobre e Metal
amare I lo.
Estanho em barra e Pre-
gos rie cobre.
Alvaiade eVerniz copal.
Folha de Fland res.
Palhmha para marci-
neiro.
Viiihos liaos de Champa-
nhe e Moselle.
Lonas da IUissia e Brim |
de vela: no armazem
de C. J. Astley & C.
Fazenda com avaria.
pechincha sem igual.
Na loja do Preguica, na ra doQueimado n. 2,
tem para vender pecas dcalgodao largo cora 16
500
1J500
700
800
Ollicialalos, commendas e hbitos de diver-
sas ordens, com brilhanles c sem elles, o mathor
que tem vindo a este mercado : ludo vende-se
muito barato e pelo preco da factura : na ra
Direita n. 66.
Coliorlas de chita a 2$.
Ruado Queimado n. 19.
Xa ra do Queimado n. 37 loja de 4
portas acaba de receber pelo ultimo
Bario viudo do Havre um completo sor-
Vendera-secobertasdechilaa25,cortesde ris-: (imputo dft VCSilos lio Pila 9 aiac
cado francez a 2$500, lencos de cambraia para yyUOi' "C,SCOa Ue Z Sa,aS
aigibeira a 2j a d.uia. 2 oaliados e de aventados qnacs se ven-
2$000e 2S500 a pepa. SfiBKTSUi e de
Kua do Queimado n. 37.
I A 30S cortesde vestidos do seda quecustaram
,00$; a 16* cortes de vestidos de phantasia que
cularara 30J ; a 8g chapelinhas para enhora :
na ra do (.lucimedo n. 37.
Chapeos pretos.
Na ra do Queimado
numero i 9.
Chapeos pretos de primeara qualidade, e de
lorma elegante a 10$ cada um.
| Ka ra Direita n. 06, ctTectivamente ha
bons escravos de ambos os sesos, de lo.las as
idailes e -ores, con Ii.ibilidades e sem ellas, e
vi!idein-se a dinlieiro, a prazo, e tambora tro-
cara-se.
invenco aper
Algodo trancado americano branco, proprio
par* toalh g e roupa de escravos, com um pe-
queuo toque de agua doce : no armazem de fa-
zendas da ra do Queimado n. 19.
Cheguem ao barato.
O Leite & Irraao continuara a loriar na ra
da Cadeia do Ilecife n. 48, pecas de cambraia li-
sa com 10 jardas a 48500 e 5g, loncos de cam-
braia de linho a 3 a dosis, cambraas muito fi-
nas e de lindos padroes a OO a vara, meias fi-
nas para senhora a 3800 a duzia, ditas cruas in-
glezas para homem e meninos, chales de meri-
no lisos a -$500, e bordados a 69, palilotsde
alpaca preta e do cores a 5, ceroulas de linho
e algodao, camisas iuglezas muito superiores a
60* a duzia, organdys de lindos desenhos a
ljflOO a vara cortes de tassa chita a 3g, chita
velludo para senhora.
Ricas cliapclinas de seda e de vellu-
do para senhora: na ra do Queimado
n. 37, loja de \ portas.
Golas c manguitos.
Ricas golas e manguitas de cam-
braia : na ra do Queimado n. 37, loja
de 4 portas.
Manteletes
Rios manteletes de grosdenaple ri-
so, de madapolao com 30 varas a 4<800, 5t, 5S0, CalCIIIC UOi'UauOS : lia l'Ua do QuCima-
q *nr\ \ 6<7 e 8S"> >*a* iuglezas de cores llias a 200 rs o Ha h 17 |a;i ,U A luirlas
2*500 covado> ,oalhas pora nieM 3 e 4#i cortes d(, /, lOJd 0<5 4 porUIS.
-anrw < cal^n dc brim de li"h) a *fc dilas de meia case- i
7S0OO' mra 3 2^i0' vc?luar.ios bordados para meni- '
Bandos ou almofadas
de crina jiara ponteados de
senhora.
Vende-se nicamente na ra da Cadeia do Re-
cife n. 49, loja de Leite A Irrnao.
Pianos, serapbinase reale-
jos, a prazo ou a
dieiro.
Ricos
Vcnde-so no aterro da Coa-Vista, loja n 82,
um rico elegante pianoforte, rantez, chegado
ullimamenle, do methoi fabricante de Parts ;
lambem urna rica acraphina ou uigao, muito pro-
prio para alguma igr^ja do malo por ser muito
igooo
500
I
I
6 Hitas do dito bordadas a 600a.......... 1^500
' Tiras e entremeiosdecambraiabordados 3
A 500 rs. a peca
Ricas mantas pretos de linho para se-
nhora ................................
Pitas ditas de blond brancas c pretas..
Chales de soda de cores, nrctos e rosos..
Ditos dc merino bordados com franja de
seda.............................'___
Ditos de dito dito dla..................
Ditos de dito liso dito de seda..........
Dito de dito dito de 15..................
Dito de dito estampados fino lista de
seda..................................
Lencos de cambraia de linho bordados
linos...............................
Ditos de aluodo de labyrinlhoSO c...
Capellas brancas para noiva............
Enfeites de vidrilho preto e de cores....
Aberturas para camisa de esguiao de
linho...............................
Ditas de dito do algodao brancas 2 de
^ cores..................................
varas cada una, pelo barato"prcco de"#, pecas p?ias ,ia'a0 modernas.................'.
de cassa lisa tina a 2S500 : a ellas, antes que"se ;haPeos 'rancezts forma moderna......
acabem.
de tita de velludo de um dedo minimo de largura! [ ? I fl ^2 P H"inPriiC
cot) 10 Ii2 varas, bandos do crina para senhora | c**-ilu-^ ^ llIUrilUaO
:nuito bous a 400 rs. o par, pulseiras de cenias Tlraga Silva & C, t.^m sempre no seu deposito
p4fS senhora ou meninas muito lindas a 160 rs. da ra da Moeda n. 3 A, um grande sortimento
para acabar ; na loja de miudezas do aterro da de tachas e moendas para engeuho, do muilo
loa-Vislaj)^82, quasi confronte a matriz. acreditado fabricante lidwin Mav : a tratar no
. mesmo deposito ou na ra do Trapiche n 41.
seda
de ponto brdalas a
de* cor e brancas
I
i
7S500
7}090
(J3 4J500
SjOOO
8
19000
8
9
s
6f000
8J500
Taclias para engenho
Fnndiciio de ferro e bronze
;peio dc linho como de algodao c de fus-Francisco kalMb Cwrtm tMozo,
-! fSL"" d Que,mad0 n' 37' ,0Ja de; tem um crande sorlimento d
Penles de tartaruga.
m-04 nonti i'u> Iii'l-ii'iiiri ni"i , nos, e outras multas fazendas que ^e vende por I "^ pinits Ue Uarada HN alar cadnia o sen. ella, o que ludo se vende muito
barato preco. Cabello I lia l'Ua do Queimado n. 37, \ ba'a"> Para acabar.
Em casa tic N. O. Bicber loja de i portas.
4 C. ra da Cruz n. 4, vende-se ; g-i ,
Champagne de sucerior qualidade de marca acre- LQ1111SQS irOUCCZOS
ditada na corte. ...
Tinta branca superior em oleo, latas de 25 11-| HlCaS Camisas fl'aiicezas tanto de
bras, por commodo preoa caixns de 4 latas.
Verniz e vernii copal.
A.godozinho da fabrica Todos os Santos da B,- ^* "* d QOCUM n. 37, loja de tem um grande sol.limeilto Je
BrIaSe** diversos lamanhosedeprimeira i tachas tle feri'O fundido, aSSm
Botietsparacrianca icomosefazeeoncerta-sequai-
Ricos bonets de manaquim para! quer obra tanto de ferro fun-
CTiaBca: na ra do Queimado n 37, lo- dido como batido,
ja dc 4 portas. ^ -
i Jiapeos de pasta.
Na praca da Independencia, lija de chapeos n.
34, ba para vender ditos chapeos muito bem fei-
los a 163 c80"'1 ,""> ditos de palha escura para
senhora e meninas, por precos commodos.
Vende-se um sobrado' de dous andares e
rreVllCgiattO CU! SeU mOdO de; slito, muito grande, na ra Direita n 4, con-
i libertos e descobertos, pequeos e grandes, de
'uro patente ingles, para homein a senhora,
lie um los melhores fabricantes de Liverpool,
vindospeio ultimo paquete inalez : cm casa de
Soutball Mellors & C
Vende-se um pardo de idade 15 annos, de
muito boa figura e conducta, bom ofllcial de al-
faiate, que corla c faz toda obta, e ptimo cria-
do ; dous negros moros, bons oficiaes de pedrei-
ro ; um molequee um uegro bons cozinheiros ;
ires negras mu^as, e outros escravos que se ven-
dem tolos baratos, tanto a prazo como a dinhei-
ro : na na Direita n. 66.
Bandeiras nacio-
naes.
Vendem-se na ra doQueimado n. 7, bandei-
ras oacionaes de varios laman bus, muilo bem
feitaa a 800 rs. cada urna.
:^ \endem-se cinco bois mansos, bastantes
grandes c gordos-: a ver e tratar, na estrada de
Joao de Uniros, sitio em frente da cscala.
Vendem-se quvijos novos a > : na ra Di-
rt-i'a n. 14.
Vendem-se canoas de amaicllo, dc 25 a 35
palmos de coroprido, com bocea suUicienle, mui- ?"T Valas- a Aquile
lo bem feilas, por preco commodo : ua ra do Kf.leU,!a*? Panr'
?S^00
2J500
Gravatqs u
velludo ........
Camisas fraucezas d7 cor
finas algSOO e........I...............
Ditas ditas de fustn branco e de cor.,.'.
Ditas ditas de esguiao muilo finas mo-
dernas ....................... ........ a
Seroulas de brim de algodao' o' d; iiihu 1
jaleas de casemira preta setim 9g e.... llgOOO
Fazendas com pcqwno KSM.S:::::::::::: Jgffi
. j i niIas de brim flno e varias qualidades
loque de avaria. 3*.c conotos de velludo, gorgu.ao,
^.., ... casemira c setim.................,..
w.iu ir> Pcc"inc,,a n Casacas de panno preto muito fino 30S e
Na loja do Preguica, na ra do Queimado n. Sobrccasacos c palctots do panno preto
muito I fino 2fS o
sorlimento de cha-
peos.
Chapeos de castor pretos dc superior qualida-
de a 108, ditos francezes de seda a 7g, ditos dc
caslor brancos a 14$, ditos de wlludo a Se 9,
ditos da loutra de todas as cores muito finos, di-
tos de palha Inglezcs de copa alta e baila a 3 e
5g, ditos de fcl tro, um sortimento completo, de
2S500 a 63500. ditos do Chile de 3*500, 5, 6, 8,
9, 10 e 12J, ditos de seda para senhora, dos mais
medernos, a 12g, chapelinas com veos do ulti-
mo gosto a 15JJ, enfeites finissimos para cabeca ?' Curcs Pulidas, as flores brancas, o em-
a 4SJO0 e 53, chapeos de palha escura, masa"e i pebrecinicnlo do sangue com os males do esto-
sed
sen
baplis
leudo
de galao, ditos
58000
2,ha para vender peras de finissimo
S^S50/., Kf' ba,;",issirao PreC de 5S.' Paleiots de cVs'em'ira'm'esckda'goiia de
djoUO 0^8000: cheguem, astea que se acabem. "Mludo......................
Chapeos de castor pretos . L \< JS aa merino setim prcrls'^la cores
e ranCOS -rmtosde mciacasemira..................
Na ra do Queimado n. 37, vendem-se os me- !>!!os dfi a,Pat? P^los e de cor forrados
Ihores chapes de castor.
4visot
No armazem de Adamson, Ilowie & C. ra
doTiapiche n. 42, vende-se solios para homem
e penhora, arreios p ralead os para cabriolet, chi-
cotes para carro, coleiras para cavallo etc.
Na loja da estrella.
Ra do Queimado n. 7.
Este estabelecimenlo contina a estar sortido
7000
68500
6800
55000
3500
Ditos de brim branco epardo finos
Dl'os de brim de quadrinhos linos
38500 o...................-...........
Dito de alpaca preto e de cores..........
elogios do oiiro pal en........ les..
REMEDIO INCOMPARAVEL.
LNOULNTO HOLLWAY.
Milhares de individuos dc todas as nncSes po-
ucm Icslemuithar as virtudes deste remedio i-
comparavel e provar em caso neeessario, que,
pelo uso que delle fl/.eram tem seu corpo e mem-
bros nteiramente saos depois de lu.vcr emprega-
oo intilmente outros IraUmentos. Cada pesoa
poder-se-ha convencer dessascuras maravilhosas
pela leitura dos peridicos, que liras relatara
Ferro reduzido de
Quevenne,
egiado em seu me _
nilmillkli-tf-Tn t1i ona.l. fronte a torre do Livramento, com grande quin-
dUIllllllbll fCdO pea acade- tal e porlao para a ra do Fogo, chaos proprios :
ma do nipdifinn dt Panie Pa" v'er, no mesmo sobrado ; e para tratar do
ni id tu. meaiciud ue v ans. ajuslei na rna d0 Fng0i sohrado n; 26 das 8 no_
us iclizes elteitos do ferro em um grande nu- ras s 3 da larde,
mero de tnfermidades sao geralmente conheci- I a a
A prazo ou a di-
nheiro,
Vende-se o cocheirada roa da Cadeia de San-
.v-bv, u..v. u marro juim. ditos de vellu-' Ie alimcntacao. A supenondade do ferro de to Antonio n. 7, lendo 5 carros e 1 rico coupee
do, ditos eufeitados, chapeos de boa qualidade j ,^'ntrLn.?^.Lli Ji,sa* preparaedes narciacs a-'sem uso algum : quem pretender, dirija-se
mesma, que achar com quem<4ratar
BONS ESGRAVUS.
1 cscravo que bem serve a um senhor ne en-
geuho, mui forte, idade 30 annos, por 1:000?, 1
dito sem defeito, muilo fiel o inteligente para
lodo o servir, idade 25 annos, port:300, 4 lin-
das negrinhas de idade de 11 a 12 annos, 1 bo-
nita escrava de idade de 22 annos, por 1:350$,
1 moleqne pefa, de idade de 12 annos, 1 escra va
que engomma e cozinha bem, le idade de 30
| annos, por 1:300$ : na ra de Vguas Verdes nu-
mero 46.
para pagem, chapeos de sol de seda para me- I"1'"" 1ue introduz mais quantidade de ferro no
nios de.escola, emesrao para senhora e para lio-! *ucco gstrico em um peso dado. Deposito em
mens ; finalmente outros muitos objectos que se- jernambuco, pharmacia do Pinto, ra larga do
405000 i ria enfaoonI, mencionar, e ludo se ven de mui- Bosari "-
, toem conu ; e osseuhores freguezes vista da Em casa dos Srs. Ilenry Forster
350001 fazc,nda fita rao convencidos da verdade : na bem ; & C. rua to Traniclu* n 8 vpnrlp p
,0uw conhecida loia 'e chapeos da rua Direita n. 61. I rL 1 1'Jpicnc n. vende-se.
184000 i de 1^'10 de "os KtiJ0, Uous carros americanos novos.
10800: ( afllROCAS. ; Arreios americanos.
Vendem-se d\tas carrocas novas, sendo para j Bombas.
boi e outra para cavallo : na rua da Concordia, Arados.
comrontc ao armazem do sol. I C
Brilhantes
de fazendas de todas as qualidades como sejara : i todos os das ha muitos anuos
Ricos cortes dc vestidos do seda de 3 o- dellas sao tao sor prndenles c
Vigariu n. 5.
Cera e Sebo.
Vende-se cera de carnauba muito superior a Di"
1 -2?00.') r9. velas da dita e de composico, sebo Calg
rdiiia!) em caixotes, dilo em
Cruz, armazem n. 33.
velas, na rua da

Pianos
Dilos de dilo muilo fino
Ditos de casemira de cflr
Ditos de alpaca pretos muito finos
mais abaixo
Dilos de ganga o de bros
cas de caseniiras pretas e dc cores
Ditas de biim branco e de cores
Colletes de velluflo pivlo e de cores.
Dilos de gorguro rauito finos
Ditos de fuslao
Camisas francezas de todas as qualidades
Capara homem
misas francezas bordadas para senhora
Loques da raclhor qualidade e do ultimo
gosto
Mantas e grvalas dc seda dc todas as qua-
lidades
Chapeos de sol de seda inglezcs
Ditos decasldr para cabeca muito unos
Ditos pretos os melhores que tem vindo
ao mercado
Taimas pretas do ultimo gosto
Casemirasde cores para paletot
Cortes de casemiras inglezas
Ditos df ditas francezas
Ditos de ditas muilo finas
Chapeos i Amazona para senhoras e me-
nina
Madrinas dc costura
e a maior parte
-----~ o. prndenles que uiejnnpe so
A I medlcos m31s celebres. Quantas pesso'as reco-
20g000 hraram com este soberano remedio o uso de scus
I-UTO ;os Pe,nas. d,'Pois de ter permanecido lon-
go lempo nos hospilaes, onde de viam sofirer >i
amputaejo! Dellas ha muilasque havendo dei-
xatlo esses asylos de padecimentos, paro seno
submetlercm essa operaco dulorosa foram
curadas completamente, medanle ousodesse
prectosoremedio. Algumas das taes pessoas na
enfusao de seu recouliecimento declararam es
tes resultados benficos diantc do lord correge-
dor e outros magistrados, afim de mais auteutt-
carem sualirmativa.
Ninguem desesperara do eslsdo de saude se
Uyesse bastante conlianca para ensaiar este re-
9
9
9
9
t
i
9
ampagne superior.
Nova loja de calcado fran-! 5 americanos.
Y I Velas com toque de avaria
eez,de Antonio Rodri-iS^-^H^I^siMRsidSie-f^^
gues Pinto, no aterro da
Boa-Vista n. 8, defronte da
boneca.
Neste novo estabelecimenlo tera calcados que i'
recebeu pelo ultimo navio francez, dos melho-
res fabricantes de I'aris, e vende por'menos do''
que em outra qualquer parte, a dmheiro vista, j
Vcndc-se urna taberna
por lodo negocio, em rua muito comniercial, no
bairro de Santo Antonio: o tratar na rua do I
Rangel, armazem n. 62.
I ti
Linas dc pellica
de Jouvin muilo novas e frescas, c!x"gadas polo
ultimo navio de l'.iris : na rua da Cruz no Reci-
te n. 1 i, armazem de T T. Basles.
= Claudio Dubeux vende 70 arrobas de cobro.
no continua a
1
I
9j?O0
l1
Sannders Brothers & C. tem para vender em
seu armazem, na praca do Corpo Santo n. 11,
alguns pianos do ultimo gosto, recenlimente
checados, dos bem conhecidos e acreditados fa-
lin:anles J. Broadwood SSons de Londres, e
muito proprios para este clima.
Rua llircila n. 7$.
V'eade-se tima ptima mulatinha de 15 a 16
inncs de idade, por preco commodo.
Enfeites para cabeca de
senhora.
Xa loja Ta'; na de miro, rua do
Cabug n. 1 B,
vendem-se os mais lindos enfeites com vidrilho
pretos e do todas as cores, ditos de froco e vel- I
ludo de cores proprios dos vestidos que se usara,
hapeozinhos e touquinhas rauito linda3 para |
meninos e meninas, capellas com palma lodas
brancas proprias para noiva, e outros muitos I
mais eiiieites, leques dc muito gosto, -dc inadre-
perola c de outras militas qualidades, bol oes de
lodos os goslos para cazavequo, assim como I
franjas c trancas de todas as quaiidades, bico de i
- he de linho de lindos padroc, perfumaras I
de todas 88 qualidades, que se vende ludo muito !
I arato por se ter recebido cm direilura la Eu-
ropa.
Vendem-se camas de vento a 5.s* e
5^500: na rja Direita n. (S.
tninii.
\ endera-se paletols de alpaca a 2$500 3 c 4g :
no Passeio Publico, loja dc urna porta n. 5.
Vende-se um sobrado em Olinda, rua de S.
Pedro Marlyr. com bastantes commodos e bom babados. armados, do 20 a -IOS cada um sendo,
quintal : quem o pretender, dirija-se em Dunda, > 1,,e scu valor razoavel era de 80# : na loja de 4
ao Sr. Joo Soares Raposo, botica dos Quatro portas da rua do Queimado n. 10
Cantos, c no Recite, rua Augusta n. 40. Vende-se um cavallo muito novo, que d
medio constantemente s'eguindo algum lempo o
nientratalo que necessiussea nat ireza doma],
cujo resultado seria prova riuconteslavelment
Que ludo cura.
O ungento lie til, mais parta
lamiente nos segnmreftSbsT
Attenco
.
No escriptono de Uanoel Ignacio de Oliveira
sFilho tem para venderos superiores vnoos
nunca aqui vindo dcstas quaiidades :
ChampagneCliquet.
DitaIrrev.
Laflttefiiio
I.arosedem,
Ruquis
a
de S. M.Singer &C. da
Ncw-York, o mais aper-
teicoado systema, tazan-
do posponlo igual pelos
dous lados da costura,
garante-se a seguranza
das n achinas e manda-
se ensinar as casas de
familia, bem como se
mostrara a qualquer ho-
ra do da ou da noilo
nesta agencia: nicos
agentes em Pernarabuco Raymuudo Carlos Lei-
te & Irmao, aterro da Boa-Vista n. 10.
Em casa de Rabe Scbmettan &
C, rua da Cadeia n. 57, vendem-se
elegantes pianos do afamado fabrican-
te Traumann deHamburgo.
Vestidos de seda.
Vendem-se cortes de vestido de seda com 2 e 3
Alporcas.
Caimhras.
Callos.
. Canceres.
asan Cor,a,luras-
'! Dores de cabeca.
das costas.
dos membros.
Enfermidades da cutis
em geral.
Ditas do anus.
Erupcdes e escorbti-
cas.
Fistulas no abdomen.
Frialdade ou falta de
calor as extremida-
des.
l'rii iras.
Gcngivas escaldadas.
Inchai-oes.
Infiamaco do ligado.
. Vende-se um sitio na povoaQao da Vanes,, muilo bem para carro por i se ler experimenta-
ron] casa de vivenda, e bastantes arvoredos, cer-' do, de cor rodado : era Santo Amaro, ao p5 da
, com casa de azer farinha, e baixa para ca- fundico, taberna do meio.
Descoberta.
'm perlo do rio : quem pretender, dirija-sc ao
lteni"dio, defronte da igreja, a tratar com Cae-
lao Baplisla de Mello.
== Vtiidem-se excellcntes vaccas de qualidade,
pandas e alguns ganotsp c vaccas solleiras : os
I relendentes dirijam-se ao sitio da fassagom dc
Olinda, a fallar com Carvnlho Sirqueira.
Vcnde-se milho chegado ullimamenle da
filia de Fernando, saceos grandes, saceos de fci-
jo mascado a 5JS o sacco : na rua Diivi'.a it. 14,
esquina que volts para S. Pedro. <
Fil ele seda liso.
Vende-sc na rua do Cabng n. 2 B, loja de
miudezas de Joaquini Antonio Das dc Castro,
Inffamnia'-io dabexiga.
da matriz
Lepra.
Males das pernas.
dos peilos.
de olhos.
Mordeduras de replis.
Picadura de mosquitos.
Pulmoes.
Queimadelas.
Sarna.
Supurarles ptridas.
Tinha, em qualquer par-
te que si'ja.
Tremor de ervos.
Ulceras na bocea.
do ligado.
dasarti' ulacoes.
Veias torcidas ou noda-
das as pernas.
Vende-se este ungento no eslabelecimenlo
geral de Londres n. 224, Straud, e na loja de
todos os boticarios droguistas e nutras pessoas
encarri'gadas dc sua venda em teda a America
do Sul, Ilavana e Ilcspanha.
Vende-se a 800 rs. cada bocetinha, contm
urna instruccao em porluguez para o modo de
fazer uso deste ungento.
O deposito geral he em casa io Sr. Soum,
pharmaceutico. na rua da Cruz t. 22, em Per-
narabuco.
viso aos ca-
cadores.
Espingardas de espoleta
muilo finas por baratissimo
preco: na rua Direita n. G4.
Aos vendelhes.
Batatas muilo novas a 1<600 o gigo de 32 li-
bras : na rua da Madre do Dos n. 8, armazem de
Valonea i C.
Milho e farelo.
Saceos grandes a CjOOO : na rua Nova n. 52.
Admira.
Velas dc espermacote a 750 a libra, cm caixa
e a retalho : na rua Nova n. 52.
|Ar. 11 Hua do Crespo-N. ll|
I **%* da sj,va Lemos so" *
CIO tic JllllO L'dje & C, liegOCiail- m kr bons burros para vender.
tes importadores dejoias no Rio Af tPlla*in
i de Janeiro, tem a honra depar- '
s ticipar ao rcspcilavcl publico
5 desla capital que se acha na casa
if cima mencionada com urna lin-
H da exposicao de obras de bri-
II llianles do mais apurado gosto e
S qualidade, const.iado de ricos
s diademas, fitas, collacs, pulsei-
ras, broches, biiaa e argolas, M
brincos, aneis c alfinelcs, cru-
| zes c ios de grandes perolas,
^ commendas e hbitos dc diver-
\ sas ordens e diffcrcntcs obras tu-
I do dc brilhantes c pedras finas.
sendo (udo vendido, afianzado c
u por precos commodos: na rna do H
p Crespo n. H, segnndo andar. ||
M Tarabem se presta a mandar m
W i-, &>> ; alvos, e roslo coitipndo, e um pouco descolada. :
9 quaesquer ObjCCtOS a amostra. Jg roga-so anforidades a sua apprehensao. e a
um siaweBieawwBawiBaie-aiSif hua|,i!r pe3soa *> ',or <** ****. pro-
mciicndo boa recompensa a quem a entregar na
mesma, a seu senhor Sebasliao Anlonio de Mello
Reg.
Contina fgido o preto Luiz, ofllcial de
\ pedreiro, o escravo do Dr. Nabor Carnciro Be-
\ zerra Cavalcanti, e anda recorcmenda a sua cap-
tura ; tem elle os signaes seguintes: alto, rheio
do corpo, rosto comprido, idade de 30 annos,
! bracos grossos, polroso, c com cicatrizos as
cosas, procedentes de surra que levou em po-
Pccas dc algodao trancado, azul, com 32 co- ; dor J Jutro senhor. Consta andar se inculcando
vados por 4,"?500 : vendem-se na rua do Crespo, d furr0 promette-se boa grntificacao a quem o
! loja da esquina que volla para a rua da Cadeia capturar e o ronduzir casa do seu dito senhor,
Enfeites de vidrilho e de retroz a 4a cada ', n0 aterro da Boa-Vista, sobrado n. 48.
^5 Vende-se a melhorlojade fazendas da rua do
|jj | Imperador n. 9, com pouecs. fundos, inulto afre-
^ dinheiro ou a prazo : a tratar na mesma.
gji Vende-se urna cabrinha escura, de 13 an-
nos, com habilidadc : na rua do Padie Floriano
numero 27.
Na loja ao p do arco de
Santo Antonio,
ib chegou um completo sorlimento de luvas de pel-
* lca, tanto de cor como brancas ; assim como
g ricos bonets de velludo para menino, ditos do
cera, chapeos de seda para meninas, touquinhas
J> de seda para baptisado.
Escravos fagidos.
= l'ugioda villa de IguarassO, de 11 para 12
lo correnle, una escrava de nomo fgnee, de cor
fula, cabellos carapinhos, biicos grossos, denles
toquedeavaria
4
um : na rua do Queimadi n.37, loja de 4 portas.
Fub.
Farinha de milho americana, em barricas, che-
ada no ultimo navio dos Estados Unidos : nos
armazens de Tasso Irmaos.
Arados americanos O machinas
para lavar roupa: em casa de S. P. Jo-
hnston & C. rua da Senzala n. 42.
Vendem-se lencos de labyrinlho ricos, lan-
o passados como cheios, era cambraia de linho,
e com bicos finissimos : na rua Nova n. 14, se-
gundo andar.
Alcatifa.
Campos & Lima, tem para vender s*;
porcao de alcatifa de todas as qualida- K
des, na rua do Crespo n. 12. K
wmmuwnximi namm miiS
Vende-se vinho do Porto, velho, engarra-
fado a I&200 a garrafa, c globos para illurainaco
a 5g cada um : na rua das Gruzes n. 37, primei-
ro andar.
= Vende-se no armazem de Jos Anlonio Mo-
reira Dias & C, na rua da Cruz n. 26 .
Mercurio doce,
Retroz.
Linhas em novellos.
Cera de Lisboa era velas.
Vende-so porcao de arcos de ferro que fo- Graxa ingleza em boioes.
ram de fardos de fazenda, proprios para estilatao,
por commodo prego para acabar na rua da Ca-
deia de Santo Anlonio n. 17.
Vende-se um boi muilo bom de carro, mui-
to conhecido na alfandega : em Santo Amaro, ao
p da fuudic.ao, taberna do mcio.
Lszarinas e clavinotes.
Chumbo em Icncol.
Dito de muuKao.
Ferros dc aro para engommar.
Pregos de ferro de todas as qualidades.
Ditos francezes sonidos.
Linhas do
_Vendcm-se na rua do Cabug n.2 H., loja de
miudezas da Joaquim Anlonio Dias de Caslro.
Fil
Fugio no dia 20 de novembro do correnle.
anno, o escravo Fabrio, crioulo, c representa ter
20 annos de idade, principia a barbar, boa esta-
tura, bastante fornido, cor fula tirando a cabra,
bons denles, nios c pea bern feilas e regulares,
rabera coniprida para traz c para adianto ao que
chamara duas canecas ; provavcl que se in'i-
lule de forro por ser bem fallante e andar limpo,
pois levou roupa : quem o apprehencltr leve-o
no engenho Palmeira, freguezia de Jaboatao, ou
s Cinco Ponas, casa n. 131, que ser bem re-
com 2 li2 varas de largura a 800 rs. a vara : na |Comp>nsado.
rua da Cadeia do Ilecife n. 48, loja de Leite & i ~ Sesta-leira 4 do correnle mez fugio una
jrm30 J escrava de nacao Costa, le nome Balbina, baixa,
n i-ii cara redonda," com signaos do sua nsco, com
liriin trancado UC linllO tOdO'falta de um dentina frente na parle de cima .
"ni*ln con. vestido Je cassa rouxs desbolado c panno
|>ltJl(J, jja Qpgta ; consta que se acha acoutada para as
fazenda muito superior; garante-se que nao bandas da rua dc S. Jos, desta cidade, certa i
desbota : na rua da Cadeia do Recite n. 48, lo- pessoa, que responder pelos dias dc tervico for-
ja de Leite & lrmao. dar agasallio a urna escrava fgida : iog-se a
^iriidac An l^ailn IloJas ns autoridades policiaes e pedestres a sua
OuillUdS (ie UallC. aprehensao, levando-a estrada de Barro*, sitio
Na casa dc madama Theard, na rua N'ova, ven- ( da residencia e seu senhor Joao Bcrnarth'no de
dem-se as sabidas de baile mais ricas e do mais Vasconcellos, que recompensar o trabalbo.
apurado gosto que tem viudo a esta cidade. As! Segunda-feira, 12 do corrente, fugio o pre-
senhoras do tom nao pertam, pois, to boa oc- lo Severo, escravo, boa estatura, cor preta, bom
casiao de se prevenirem para o sumpluoso baile corpo, feicoes compridas, tem um cares* na les-
quo o corpo de commertio vai o'erecer SS.. la e una costura na barriga no lado direilo qu-
MM. II e, provavelraenlc, para um oulro que parece de facada, ps grandes e maos gross.
S. M. o Imperador tem du dar ao archiduque Ma- olhos vormelhos, serrador, bem parecid-e
ximiliano d'Austria. Verdem-se mais ricos en- ; muito ladino: quem o trouxer a rua de lirias
fetes de plumas e Sores, e vsslidos brancos para n. S6, ou rua do Cabug n. 5, ser recj5'PCI1-
baile- gado.
MUTILADO
N


m
MARIO DK PEWXAMBCO. SEGUNDA FKIRA 19 DE OV7XMBRO DE IS.V).
Liltcratura.
.Vcademiu de Scieneius.
Exptrittoia sobre a ritalidade do periosteo, e
producn artificial dos ossos; M. Ollier, M.
I'lnur.m.s. Diathermansia ios gas*: M. Tyn-
ilall ( em Londres).Nata pilha de sulpkato
de i.erenrio, M. MariUary.
A physiiilogn claramente demonstra .pieos
ossos dos i:itiiius s.Vi [iroduzidos, reparados b
nutridos por urna membrana fibrosa, que osen-
vulve, o por isso i llamada periosteo. Esta tune-
ra,, demonstrada por Dul.amcl o mais recente-
mento por. ileiho e M Flourens, lem boje i ,1
importancia, ^ic so pode b..... exagerar dizer:
o periosteo o osso. bem iju<- nao possa i.imbom
dizer-sa reciprocamente. Do fulo, mu osso scii
periosteo, c un osso perdido. Se os cirnrgies,
as_ operarnos sobre os ossos, enronlram nm brias do 'horisonte,
membrana, rvz no crneo d'um auiin) ama a-
bertura, om que iiitroduzio una pequea lami-
na do metal, a qua] pela reparacu aehou-se
presa expessura do osso, cuja ramada superior
foi formada pelo periosteo externo, o cuja cama-
Ida interior o foi pela dura-marler. Esta expe-
riencia, anda que differente da do M. Ollier, a-
' presenta fados anlogos c conducentes mesnia
' conclusa.
0 ar atlimosphcriro, 08 vapores, e a maior
parte das ga/cs, cuja existencia a chinaca nos
revela, sao -do urna transparencia lal, que os
torna quasi inviziveis. De nenhum modo muda
o aspecto iio vacuo, producido pela macbioa
pneumtica nos recipientes, o a presenra de al-
|gura (luido gazoso, alri ntrodnzido, "se revela
apenas por efieilos mchameos proprios de suj
rlasticidade. t'om ludodevemos crer que o ar
aimospherico nao possuc urna transparencia ab-
soluta ; por quanlo, mal o sol declina s fim-
teudo os seus raios de atra-
al nos a atlimospliera em urna grande
ira, de tal modo vai perdendo a intensi-
perioslno sao, e ronsoguem poupal-o, a repa- | vessar .
c.ao do m.-nibro* to completa como nos casos, \ espessun
en que elle nao pode deixar de ser sacrificado, dado, que emfim podemos cnearal-o olhosde-
Quanda porem se opera sobre animaos ha mais sarmados. Pode bem ser que o po levantado e
facilidade, como comprehendeu M. Ollier, que | as partculasd'agna condensad deem athmos*
empruhendeu levar ao fun os recursos rilaos, phera um poder acrvente, que ella nao pos-
de que a natureza dolou o pcriosleo. Sua pri- [ sue ; soja porem como for, o que certo que
uieira eomiiiuni.-aco, datada do muz de dezom-| nos eslreitos limites de nossos laboratorios, o
bro do anuo passado, da o resultado do tres se- jar, o gaz e os vapores incolores parecem nao
experiencias, injo inleresso sempie Iexercer absorpeo alguma so'-re os ratos do sol.
," i O mesino acontecer porem aos raios puranion-
fa primeira serie trata de urna dessoeco, fei- te coloriRcados? Mellonl, que fez muitas expc-
sobre a libia de um lenro animal cun longas riendassobre o calor radiante, declarara que n
is de periosteo, adherentes ao osso por um I ar nao exerce absorpeo sensivel na distancia de
pednculo mais ou menos largo. Enroladas as alguns metros sobre' a frradiacSo dos corpos
tiras ao redor dos msculos da perna de dille- quentes ; por que, dizia elle, a 'le do inverso
rentes mam-iras, no correr dos lempos, obleve idos quadrados se applica a passagem do calor
ossos circulares, em spiral. etc. | no ar, como se se fizesse experiencias no vacuo.
Km urna segunda serie, o pednculo das (iras' Entretanto os sabios, devendo-se notar M. Pouil-
c amputado tres ou qualro dias depois da ope- le, e M. Hophins, querendo explicar a elevarn
vaiao sem que o periosteo deixe de gerar oosso, I progressiva da temperatura das carnadas in'fe-
res de
crescento.
.Na
ta s
:
riores da athmosphera, dao muitas vezes ao ar
um certo poder de absorpeo. M. Tindall em
una carta II. de La Bive.'inserida na Uiblio-
fheca de Genova, expoe um nictliodo, pelo qua"
to grandes vantagens em todos OSCasoS, em que
nao s necessarto criar urna forra : mas ainda
nao obstante esta inlerrnpco em sua fon le pri-
mitiva de vascularisacao.
Em urna Icrreira serie, a completa scparacol
do periosteo do osso no momento da operara >,
C sua inmediata mudanza para icgics mais ou '
menos prximas, nao deixou de producir sene-
roes ossilicaveis, c verd idciro tecido osseo. To-
das estas experiencias feilas em cocidos de dilte-
rentos idades demonstraran, que nem niesmo u
idade avanzada supprime completamente esta
propriedade do periosteo, apenas, como natu-! provar-lhc as variacoes de intensidad.:. Oppoe-
ral, diininumdo-a. se-lhc ento una forrea, obrando constantemente
A disseccto demonstra que constitue verdi- em sentido inverso, que encobre a mainr par-
deiros ossos o lecido osseo assim oblid,-, e a le do elTeito. deixando apenas persistir as varia-
nn-sma struclura coin auxilio do microscopio des- res a observar,
lingiie-se o elemento fundamental, que consi'te M.,u,.n >. ._
em tomos osseos. se.nellian.es ao do osso n n," ^"^f UV *. l'^agem
zzd r-ass asi. SSS! ffs^a.atfsrn:
rente cnergici: mas breve aiiamluiiou-se um
appaiellio, que, alm de despendioso, tcm o in-
conveniente de desprender abundancia de vapores
nitrosos o adaptou-se a pilha de Daniel, de ori-
gem maisanliga e lodos os rospeitos mais con-
veniente esta grande o til upplicariio.
Ella se compon das seg tintes partes, conren-
Iricas urnas s nutras: vaso de vidro; lamina de
zinco, enroladas emcylimlros, vasoporozo e lin-
guela de cobre, armada d urna especie de collier
turada como escumadeira. Em torno da lamina
de /neo derrama-se agua, que promptamenle se
ompregna do su'fato de zinco, c oanesmo pra-
ica-se no vaso poroso e ao redor do cobre a qual
agua, ao contacto de crystaes de sulfato de cu-
bre, depositado na collier, se satura breve, luna
pilha forma-so do elemento que esle Iodo cons-
titue, repelido certo numero de vezes.
As commuiiicacoes so establecidas de modo
que o zinco de um elemento communiquecom o
cobre do elemento seguinle de sorle que as
extremidades da serie se abre um cobre c
u m zinco livres constiluindo os polos. A perda
consiste em um choque do zinco que em cada
elemento se descobre, em quanto que urna parte
equivalente de cobre se reaviva ao estado met-
lico e carrega de um deposito galvanoplstica a
lingueta, que mergulha no sulfato e cujo peso
vai sempre crescendo.
Nesta pilha, cujos lquidos sao dissolucoes sa-
linas, a corrento circula rom menos fa'cilidade
que na de Uunsen onde cidos eminentemente
conductores oceupam as celias ; c sendo menos
viva a aeco rhimica c ainda menor a forca im-
pulsiva da crrente ou for^a electromotora. Mas
tal uferioridade compensada por urna grande
constancia nos eltoitos e iluracao da acco que se
prolonga meaos intciros.
Neste eslado pouco salisfaclorio M. Mari-Da-
ry, p.ofessor de physica no lycGo Bonaparte,
apresenlou una nova combinaiao, que pareca
dever prefenr-se pilha de Daniel, subslituin-
do apenas na celia interior um cylindro de carvio
de cobro, o sulfato de mercurio ao sulfaclo de
sullauus, cuiiiTva.ja'i dos vasos porosos, ele ,
slo as vantagens telegraphicas da pilha de Mr.
Mar-Dary sobre as de Dauiel.
Taesapplica^es porem, nao se reslringem te-
legrsphia: por quanlo jM. Ruhmbolll, hbil
constructor de instrumentos, as introduzio na
cornposico de um apparelho de induccao elec-
Iromed'ual, mui bellamente disposlo, muito com-
modn e pouco dispendioso, possuindo lodos os
recursos para rarar-lhe e moderar os cffeitos.
Sor sem duvida preferido a lodos os que al bo-
je lem-se imaginado.
( L. F\i-.:w i.t.S. FiLtio.)
propr
sennaes da membrana, ou periosteo, embora
desprendido e Iransplaulado para tecidos cslra-
nhos, se podea obter o osso nos lugares, onde
for elle enxertado.
M. Ollier, tendo conseguido estos resultados,
tentn experiencias mais atrevidas, e tres mo-
zos depois chegi'u a descubrir que o periosteo
se torna a pegar o enxerla-se do um animal em
ouho da nema ou de dilTerente especie. To- ,
davu quanlo mais tur a distancia das especies, I r ^Z
tanto menos seguro ser o resultado Desle mu- i PPw.
o movimento dt-sla agulia, perrorrendo o qua-
dranle, que indica as influencias colorificadas,
exercidas sobie a pilha. Mas nao sendo abso-
lutas estas indicacoes, nao pde-se precisa-
mente conhecer as" temperaturas, e sim to so-
mente que nina face do aparelho est mais
quentc que a oulra : e lano c isto verdade,
se desvar-se
urna chamma
II
jutra e lamo eisio verdade. que do sulfaclo de cobre alravez do i
a agulha voltando o aparelho para alm de produzir sobre o zinco aece
de lampada, ver-se-hn a dita agu- sc exereem sem motivo, cria deposi
Iba correr para zero, aprescnlando oulra lampada
do Ollier Bao cessou suas experiencias senao de-
pois de dcscobriro limite Iracado pela helere-
geueidade das especies disseme'lhantes. Entre o
cao e o roelho, entre o roedor e o carnvoro, o
enxerto pega, mas com difficuldade, que bem
mostra a mudanca do terreno. I mas vezes o
Na primeira tentativa M. Tyndall limilou-se a
collocar defronte da pilha una fonte de calor,
visivel alravez de um tubo de qualro psdeconi-
prinienlo e fixad o por laminas de sal genima,
cuja propriedade essencial nao oppor obstcu-
lo a irradiaco, no qual tubo fazia-se o vacuo e
periosteo se enkysta, se gangrena ; outras torna-: notava-se a irrcgularidade do galvanmetro. O
se o centro d'um abeesso. Parece ento que a i ar. Que sc taza entrar collocava-se entre a pilha
natureza est prestes a retirar seu apoio, c que : ? O corpo quente. Todava urna tal experiencia
s por acaso a experiencia ser bem succedida. jmais leve successo, e, como pensava Melloni,
Nao menos verdade que o fado da continua- i dir-se-hia que em urna espessura de qualro ps
cao das produc^oes ossilicaveis face profunda este ar nenhuma absorpeo produziria. Depois
do periosteo, transplanlado d'um organismo para M- Tyndall com alguma experiencia foi rellec-
e outro, 6 demonstrada de maneira to cumple- I 'fT'do e chegou enifiro a comprehender que se
ta, to variada e concludente, como possivel. tivesse lugar a absorpeo emires pequeas quan-
Na operaco feila em individuos da niesma es- t lados, un tal phenomeno devia ficar impercep-
pei-ie o enxerto tinga qnase decididamente : e \ tivrl por raus dos raios persistentes. Ora, co-
lal e a formarn de um poiuenr. osso, que em I me- a acio dcslcs nao era o phenomeno irn'por-
:asos de duvida> servo para a determinaeo de i tente, elle ideiou contrabalanca-la fa/.endo que
ceos elementos anatmicos. Ento parle-sc do urna segunda fonte radiasse sobre a oulra face
lucio estabelecido pela experiencia, de que um da pilba. Por este nieio o galvanmetro moslrou
veriosteo regenera lecidus osseos, e se estabe- zero: adquiri toda sua sensibilidade, licando
lecc o principioque todo a membrana, que pelo ficando somenle arcessivel influencia de ralos
enxerto reproduz um osso. um veriadefro pe- i absorviveis. Ainda o resultado fi diverso: por
riosteo. A' estu pro va submeltcu M. Ollier a ilu- que suppondo o equilibrio estabelecido quurido o
ra-mater, um dos envoltorios do celebro, e que ] lubo eslava cheio de ar, ria-sc mover a a"ullia
ao mesmo lempo verte a parle interna dos ossos com a produeco do vacuo, e em sentido que
do crneo j indicara que a "fonte de calor obrando alravez do
Os cirnrgies, lendo a dura-mater por um pe- tubo tornava-se predominante : depois, inlrodu-
litisteo ini-rno, fundados as observacoes clini- zido o ar, a agulha (ornara i posico primitiva,
eas dos phvsiologistas, cuja frente eslava M, r ,, ...
Flourens. esneraram delta a repararn das ptr^ pmE'",0ru S 0PeroCes- do mMmo modp fetas
tes osseas, liradas accidentnlmcnle "ou por rucio h^'TS8^ T ?,ygMf"' ofc)-dro-
Jo tripa. Era boa occasio de recorrer ex-
periencia : a qual foi du facto feila em um pc-
eneo, o azote, o acido carbnico, o carbonato
d'hydrogeneo.o gazde ili::minico, o ammoniaco
um pequeo osso. a dura-mater obrou como
um periosteo ordinario. Dcve-se nolur que es-
ta propriedade da dura-mater varia conforme as
dades; por quanto assaz caraclerisada no co-
meco da vida, torna-se menos sensivel qunneo
como a dos corpos solidos e liquido. No gaz di1
illumnac-ao a absorpeo do calor c grande e no
vapor d'ether ella muito mais forte que no de
sulfrelo de carbono.
Tvndall tambem conseguio
demonstrar a mais
a ossada lem lomado um desenvolvimento corr.-'ou menos penceabilidade do mesmo gnz raios
pleto, e mais obscura ainda na idade adulta de calor de qualidade dilTerente, c que tal raiode
E esln influencia da idade que explica por que calor pode traspassar o tubo sem ser seusivel-
oa fados.observados sobre o homem lem mullas menlc aneciado pela presencado ga/, que nelle
vezes parerido conlraditorios, e a razio da in- seconlem.
completa reparai.o, geralmenle notada pelos ci
rurgies depois da tripanaco.
Por occasio disla
Bf..^l Th.!1"1 "'"."' ii.-n-.ao
SI rir' T SC"S eSCnp,0,s' r ,;" B",is ou meno8 MVi' ao rvico das linhas nao
m,J. i,^ -i a c,',r','f0 'o" eram ainda QxauaVadoptou-sede preferencia a
que, tendo querido demonstrar a funeco desla pflha de iunsn^qne sempre produz urna cor-
Seria c eon^fanlementc a adminislraro das
iripanacao. ; linhas telegraphicas se lem preocupado na" esco-
a communicacao, M. Flourens lha de urna boa pilha. Na poca em que asqna-
inha altrahido a altencao u lidades, que lornam urna combinaco salvanica
sprenue aos p
intacta a superficie do carvao, resulUndo disso
una forca electromotora maior, queganha quasi
um bom terco.
Parece que so considera o sulfato de mercu-
rio como um sal insoluvel, que se decoraporia na
pilha ao contacto do carvo; e deste modo loma-
se a preeaucodepulverisa-loe amontoa-le como
para favorecer o contado. Esta falsa idea, que
nao eslorva a marcha das cousas nao deve pas-
sar em nomo de M. Mari-Dary. O sulfaclo de
mercurio se dissolve era parle na agua que o
impregna; do contrario a pilha seria nada, cor-
pora non agimt tus golilla. Depois a parte dis-
solvida, reducida pela eleclrolsaco, substitui-
da por outras ate desapparecer todo o sal, A
realidade desla dissoluco provada pela passa-
gem que ella faz alravez dn vaso poroso de urna
celia para oulra para manlero zinco constante-
mente amalgamado ; particularidade de grande
valor para os que manejara o apparelho galv-
nico, c que por experiencia reconhecem a impor-
cia da almagaco do zinco e a dilliculdade de
maule-la. Na pilha de Daniel a transudaco
ilfacto de cobre alravez do vaso poroso
ccoes locaes que
... depsitos frucosos
de cobro reduzdo, que se prolongara at a es-
pessura do vaso poroso ; e determina a formaco
de incrustaces mctallicas, que pouco perdm.
enchem os poros de p fino c breve impossibili-
lam o vaso de servir; o que nao se d com o sul-
fato de mercurio, cuja necio directa sobre o
zinco forma una brilhante amalgama metallica,
era ludo favoravel regularisago da acc.ao chi-
mica normal, que produz a correle.
Este apparelho, quo reno tantas circunstan-
cias favoraveis pela adopto do sulfato de mer-
curio, garantem um succe'sso pralico combina-
do galvnica proposta por Dary.
Trinta c oito apparelhos da nova pilha foram
experimentados parte por parte com sosenla
dos de Daniel, nos laboratorios da ministerio do
interior, pela adminislraro dos lelegraphos para
fazer o servico permanente do dia c noite- o
desde 28 de junho 25 de dezembro, quasi seis
mezesde um trabalho nao interrompido, de urna
prova porconseguintesufficieoiea supecticie.dos
zncos tem-se conservado" tao lirapa tomo no
primeiro dia cas ncccssidades do trabalho se
tem limitado a reparar urna vez por mez pouco
maisou menos a agua do vas ooipso, p<--dda
na evaporaro. '
Quando a pilha nao tinha tanto forra para
fazer o servico da linha, os vasos porosos*conli-
nhara um forte residuo de mercurio metallico
puro, e urna lama enegrecida na parte superior,
os quats. tratados com acido sulfrico, adquirem
novo sulfato.
Nao ha difllciildadc alguma na preparaco e
emprego de sulfato mercurio. Dissolve-se em
agua o sal previamente bem pulverisado, deixa-
se sentar, decanta-se, e flea uma massa viscosa
ligeramenle amarellecida por sub-snlfato. To-
niam-se depois oscarvoes que se segurara bem
no meio do vaso poroso e enebeco-sc com|ile-
tamentc os vasos com nias.o de sulfato ajudado
de una esptula de pao.
Depois distribue-se nos diversos vasos o licor
acido que foi decantado o acaba-se de enche-los
com agua pura. Estes detalhes so copiados
dos annaes felegrapliico?, onde tratou-se desla
pilha pela primeira vez o.de urai maneira muito
vantajosa.
Mr. Bergon, autor do orligo, em resumo, as-
sim se exprime: tanta simplctdade no arranjo,
nenhum trabalho em quanlo honver sulfato a
decompor. grande limpeza, dialerlaes gastos in-
teiramentc com ulilidade, elTeitos constantes
na mais longa duraco, resistencia igual e forra
electromotora maior, o que permute empregar
menos elementos para produzir os mesmos re-
FOLHETIM.
BEI6ALA DE BALZAC. (
Por Madama E. de Girardin.
X.
Maravilha.
nha a virludc .de curar toda a especie de doen-
ras, pelo nieio mais fcil do mundo ; era sim-
plennenle dal-a a clieirar pessoa qe se
achasse doentc.
Muito bem ; dizei-me, leilor, a homceopalia
nao cxaclamenie a raesma censa ?
Em vez da maea, um vidrinho ; respirai-o
c oslis curado.
Imagina! que estis a niorrer.. .. lancani-
vos mis p na lingua e estis salvo. F
Cmemelo! esta bengalla era assim. esta hor- ipr'fcio"'^ V" nada ha mai vulsr 1uc os
F imonscirol .iir-.n in,tnS "* ^n obr,8v "> exorcito de duzentos mil ho-
' *&ZVlkZ!*1 "0"' A' gora nao sei que se lenha desco-
: ,f; ," n.iesm0.dt "ldl' berlo una cousa semelhante ; talvcz soja porque
feJ 2-ri5^ C,,cobpr a.idc;i d0 1." e,,cs : l'"do isto extica como um rival de Verdier
J r^ "t "r" prtrr"-1ratic tata
s" :, '"fw. (,a,,clc: rJ,re I'1."1 bala menle, nao ..sensivel. nao impssivel co .ve-
gggaiftSBS KSSSSSx
li i mi i.ip. i. q.iaiinia ootirie*. i Na mao dir la, nao lera virludc alcuma
iEm tempe este maranlha canso., uiui.o r,u- aquello que a lem visto e aristas7r"t?ri
ne'llor T ''"' pJus.ho'e 1<:,',0S a,UD,a C"lia bengala, que c muito feia. Se a vossa mo es-
deferro ^^'f'-f"^ "1Clhr : f c'"",lll,os T-^da, leilor, se apoderasse dola. deVapmarcce-
t^TnZZSST' PdCm ttm' fLjS 1"s,a",e% o'"-humanos'Vucu-
l;z-se ainda miava' ; rar-vos-hiam e nao vos aclianara .... esla-
- Que o principe Ali, irmo mais moco do "a% "'Um 'USar C "a elarieis "' 6 ;'d""-
'.....os dias, maravill.a de que boje nao leze.nas Prn^ ^li^f"',"'T, 1"" {!m\etf.\sc m-\
sasusra ar.tasi y^}^^ n sre:
eos qne nos nao ameacam delicadeza, dcscobnr assim as suas obras os sc-
tuero se lembVa de admirar un. oculu de S.'h? sorPrc"d.cm Pr U'da a.I,ar,p.t01".
- ajuda da sua uvisibilidade. Nao importa ; cis
o seu talento explicado, agora j sabemos como
elle fez pan 1er na alma dos seos hroes da
(Jemine de trente ans, de Euenit Grande!, de
Lov$ Lambert, do Madame Julie, de Madame
lodas as
1 --- .. inj.- wMa>a>M*vaa>awi? v-i"-*.* COlil '
'uma verdade (5c palpitante.
Mas
augmento.
Diz-se emiin
4 Om- o principe
oussain,
xli. irmfl do principe
o pn
, linha comprado no mercado 'publico 1
'''S -.marcan.!.., urna maca especial que ll.e linha 'AL Y'a nf e"'/"''6' dC *a
fjdn trinta e eineo bonrsel Esta mecaa li- i *E?T!k ^_Pre Gondt e em loe
-t-----!------------- entras almas, cujos soffnmentos explica
1 U'. O Uitt' n ?SS > lllin l-crtt'lAn l'.r nl..:.r,ln
Diziam todos: Como possivol que Balzac,
que nao a\ renlo, conheca to bem todos os
sentimentos, todas as lortu'ras c todos os gosos
do avalento 1 Como sabe elle, nao sendo costo-
reir, todos os seus pensamenlos, todas as pe-
queas ambiedes, as chiraeras intimas de uma
costiireirinha da ra de Mouffetsrd Como p
to fcilmente represer.lar seus hroes, n
mente em suas retacees rom os outros, m
detalhes mais ntimos da solido. Ou.
os sentimentos, concedo : arte pode son,,..,-os
e enconlral-os perfeitos ; mas que conheca tam-
bem 03 costumes, as retinas, e ale as mais par-
ticulares minuciosidades de um carcter, as ma
nas de um xkie, as variedades imperceptiveis
de uma pnixo, a familiaridades do genio
adraravcl. Finalmente, a vida privada, inti-
ma, que elle pinta com tanta naturalidade e po-
der ; e como veio elle a saber tudo, e o mos-
lrou ao leilor admirado. Foi por meio desla
bengala monstruosa.
Balzac, como os principes populares que se
dosfarcara para visitar a cabana do pobre, e o
palacio do rico que querem experimentar, Balzac
occulla-se para observar, olha e nota as pessoas
que se julgim sus, que pensara como nunca pes-
soa alguma as vio pensar, observa gente que
sorprende ao levantar da cama, senlimentos em
robc-de-chambre, vaidades em barretea de dor-
mir, paixcs em seroulas, furores em bonels, de-
sesperos em r.imisolas e depois poo tudo isso
no seu livro e o hvro corro a Franca, tra-
duzido na Allemanha, imitado na Blgica, c Bal-
zac passa por um homem de genio Que char-
latanismo E' a bengala qun se dore admirar e
nao oquclle quo a possue ; elle tcm um mereci-
mcnlo apenas, a saber :
A maneira de se servir della.
Ora, isto foi assim. Tancredo foi ver Balzac,
e contou-lhc como hara descoberto a virtude
singular da sua bengala.
Eslava to preoecupado, lhe disse elle, da
necessdade de ser invisiv-el, qc nao admira
que eu descobrisse uma maravilha que sondara.
O senhor, replicn Balzac, deve ler at
menos interesse do que oulro qualquer era nao
ser visto.
Tancredo ento contou singelomente lodos os
revezos que a sua belleza lhe havia causado em
Pars.
Balzac escutou-o com curiosidade. Gostou de
observar esta nova siluarao ; procurou ligar-se
mais intimamente rom um rapaz distindo, espi-
rituoso e que alm disso possuia o seu segredo ;
graras a sna bengala, Balzac conheca inmedia-
tamente se podia llar-sc no cararter dos seus
amigos. Tancredo, do seu lado fez quanto pode
para captar a confianca do illuslre escriplor.
Alugou um quarto porto da sua casa, conviven
e relacionou-se com elle o mais que pflde, e
porim nrhoumeio de prestar um destes servi-
ros que ganham uma amizade para todo a vida.
Nao diremos qual fot este crv-r.,, que fei (0-
questois sao emgeral tratadas com seguranza,
e desembarazadas hbilmente de lodo accesso-
rio. A polmica, que oceupa grande lugar, versa
sobre os pontos os mais importantes.
Nao ha quasi un s remedio a obviar os ex-
cessos da populaco, c em geral da miseria, que
ah nao se discuta com sufliciente exienso ; e
se alguma vez se euconlra divergencia de opinio
com o autor sobre alguns pontos de incuiilesla-
rel gravidade.no se pode todava negar justiea
curiosas indagaees, que ellas apresenlam, 'sa-
ber profundo, a lirme/.a de jnlg miento na ana-
lyse ediseusso. M. Joseph Gimiere um espi-
rito cloro r .i. sembaragado ; um mrito de
grande transcendencia em um assumpto natu-
ralmente dillicil, o onde ion. naufragado por
talla de clareza edesembaraco os une 'delle se
leem oceupada.
Do |nimpio da popularan, por M. Jo-;
scpli (iai-Hicr. !
Copiamos pouco mais 011 menos as palanas
d'um publicista distindo, d'um cscriplor muitas
vezes profundo, M. Charles Comle sobre o cele-
bre autor do livro da Populaco, em sua Noti-
cia, consagrada a Malthus :
Era lal a docura de seu carcter, o imperio
sobre suas paixcs, a indulgencia para com os .
outros homens que pessoas, que com elle con- ideas de Malthus. sob' uma forma 1
viveram perto de quinze aiinos.atteslam que po-: viada, e melhor adaptada ao temoo
lena quando muito perlurbar-se, jamis iuco- sent,
lerisar-se, exullar-se ou entristecer-se. Nunca I _
proferiram seus labios contra alguem alguma ex- ""an .- Por exemplo, nao tem-se vociferado
pressao dura 0,1 pouco caridosa : nem niesmo, j conlra a famosa proporco geomtrica, conforme
se bem que mais exposto que qualquer outro es- t ^""J" crt's< e a populaco, segundo Malthus?
^"o,undo rae parece o economista inglez ins-
li flendo pelo autor dcsta obra de mais de uma
censura fundamental. Para evitar qualquer equi-
voco sobre a verdadeira posiro daquelle illus-
lre publicista, e sobre o valor duravel do tratado
da Popularn, basta ler mo o livro bem aca-
ado de M. Garnier, onde se enconlraro as
abre-
pre-
homens esclarecidos c sabios, lhe era de grande la.inilia povoasse toda a Ierra com espantosa ra-
peso a consideraco publica : os ullrages imme- i '"aez- dando apenas seis liltios em cada geraco,
recidos o incomiodavam pouco : tanto mais se J",lli'' h.vPOlhese foi alcunhadu de romanesca,
convenca da verdade de seus principios e da pu- LomluJ os seguintes exemptos, em que j elle
islas, quanto se dispunha para a3-sc 'undava avullam en. numere
ero c importancia,
i\ miento d
negar a propoieo gcome-
reza de suas vis._.
contradieces e al para a repugnancia, que ha- P.n',;nieando o desenvolvimento da joven Ame-
viam de c usar suas donlrinas em uma certa es- I f8: Vuc.''.poder
phera O bem-estar da socied
nha feilo um particular est
ra onde naturalmente conv
e"
redado, sobre que ti- J"fa dc Malthus em vista da populaco do Es
udo, era o ponto, pa- ."c Noea-york, tornada seto vezes mai
. .. i.itniru.rarme converga sua conversa- ; 00"'ueravcl de 1T9U a 1840, c de novo de 17'JJ u
cao : e enlo tornava-se-lhe nolavel a altencao, 1 .*}" a populaco do Ohio recenleraenle Iripli-
seriedade e a farilidade decommover. Om*odol!ja eiinoAD'ea""0S' e cuadruplicada em trinta,
claro c intelligivel.por qucemittia suas opinioes, I 0PSlle 20 a 1858 ; a d Pensivania justamente
mostra va que ellas cram o parlo de profundas 11llauruplicada ". E onde iria ler-isto so nao fal-
reflexoes. Emfim, naturalmente alegre e ftilga>I ^resPaC alimento 1 O que acontecera se
zo, nao s pnrticipava dos innocentes prazeres na. 'osso contrariada a forca productiva de cada
da juventude, como ainda a animara e diriga !gra0 c Je cada peixe ? Nao adeudis quo uma
nos estados. i carpa pe 3(0,000 ovns, e que o meimeiidro po-
que o meimendro po
. voaria o globo en. qualro annns, dous aren-
f., f um 71 1,om,cm' 1ue o racionalismo quiz quesencherian. o mar em dez, so ocanocobris-
fazer uma especie de ogro nutrindo-se do vidi se toda a Ierra '-Verdade que a fecundidade
lan-
a
preventivas e
ogro uuirindo-sc do victi- se toda a Ierra ?-Verdade que a fecundidad
le bello uunislro anglicano. j da especie humana, vista da dos pcixes e piar
zes se ligara... uma l.del- | tas, muilo modesta ; por.n assim mesmo,
a um carcter do secuto de- nao ser a diversidade de causas preventivas
wbrccarregado de numerosa ] repressvas, que so lhe oppe. breve tudo seria
lamilla, a quem se tem pretendido chnsmar co- ; invadido. Sobre taes causas o livro dc Malthus
mas humanas. I. este
cuja tolerancia e luzes
dnde toda christa e
zoilo ; 6 este pai, sobrecarregado de numerosa
mo inimigo da populaco ; emfim Malthus,
que, acompanhado de seus iilhos e Gibas, en-
trando em um salo, tornava-se o objecto de epi-
grammas ; epigrammas, que sua uecessidade
bastara para refutar.
Taes epigrammas porm seriara fundados?
oll'erece a mais curiosa leilura.
Assim Mathus justificado quanlo exactido
d una de suas mais celebres proposices, Por
ventura osera elle menos oconsclbado" accf.o
repressiva (nao a do vicio e libertnagem, mas a
,que a moral autorisa e aconsclhai dislincco
Ln.% "' r ^,"!2^.eT,rgIc.a' s,ri*doen- eradorade forraidareis causas repressvas 'ou
S2* -J?A0 Pl1"c,f,ode l'nutacao preven- positivas, bem como a fem, as epidemias, as
na da populaco (tao mal comprehendido ge- doencas que atacara os pobres en.lim a mortli-
e acle"/ k'o.1Y i"."nn "r3 n7nfCrHa PS" dade esP'"osa, que descarreg'a redobrados gol-
^!ir"^iiilCCli^ldra *!fcBdK-; pes sobre os mnimos miseraveis? Antes de
P.^.i^10."3.^!: ^P.r,melrn. .e" *fLS* na M'1,lhus humanidade en. parte se conformava
com suas prescripces, e, ainda mesmo nao as
conhecendo, sempre Ibes dar razo.
E o que diz o bom senso ? O que diz a lgi-
ca ? Se nao Cora misler guardar alguma reserva
as unies, ellas deveriam ler lugar mal fosse
possivol a fecundidade. Seria na realidade in-
justo o pai de familia, que aconselhasse seus
fillios alguma espera em bem de si mesmo, do
futuro de sua esposa e fllhos, como o sao de fac-
i mais d'uraa vez ante os amores da mocidade.
Os consclhos de Mallhus, pratcados extensa-
mente pela humana previdencia, nao podem ex-
citar o espanto e menos a indgnacao. produzidos
sob uma forma abstracta. Ha vergoi.hosos com-
nientarios de alguns fanticos e comproraelte-
dores discpulos que se podem censurar, e des-
tes e s sem duvida a predica falsamente pbilan-
Iropica, que aconsclha os desgranados uma
multiplicaco desordenada, fecunda'smenle pa-
ra o suffriracn'o e morte.
llevemos procrear Pilhus, que nao possamos nu-
trir e educir : donde se v que do estado dc Pi-
nancas, era que se acha cada familia, que de-
pende esta questo de moral.
Daqui nasce a principal censura doulrina de
Haithus, a pecha deabusivamente aristocrti-
ca. Ariucni-no de fazer do matrimonio e da pa-
ternidade um privilegio dos ricos e abastados
Mallhus porm c sua escola responden! que nao
Irata-se de inhibir aos pobres o matrimonio e a
paterni.ladc, mas somenle ou de retardar a po-
ca do primeiro aos que nao lera meios de vida
suflteieotes ou sulTicicntemente provaveis, 011
limitar a paternidade por uma virtude serena,
que Malthus chamoutemor moral. Elles acres-
cenlam que a siluaco dos pobres menos boa
que a dos ricos nao infelizmente sono um dos
lados dolorosos do problema dc dcsigualdado das
condigeS ; que alm disto elles nao sao os au-
tores da le de populaco c dos elTeitos della re-
sultantes. Elles sustentara que em vez de ser
sua doulrina favoravel aristocracia do capital,
ella democrtica, isto essencialmente favo-
ravel aos interesses dos trabajadores ; pnr isso
que quanlo mais o seu numero exceder s nc-
cessidades.que dellestumos emprcliendcdorcs de
industria,tanto mais esto expostos merc des-
tes ; porquanto da abundancia do operarios re-SJ
sulla a baixa de salarios necessariamentc. D
modo o interesse ao. enos immediato dos t
Nao sao as maiores exagerarles, que compro-
meti, podem verdades to pafpaveis. Se bastas-
se ao miseravel operario dizer: Trabalharei,
dar-me-hei dez ou doze horas um penoso tra-
balho parasupprir as ncccssidades da minia fa-
milia a dilhculdade poderia ser um incentivo ao
irabalbo, e a familia que faz nascer hbitos cco-
| noraleos, SO loria elTeitos moralisadores. Mas o
desgranado traballia com efleilo oslas c mais ho-
lalislas vem a ser que a clusse operara se mi.U. as nao interrompidas pela doeru-a ou por outras
plique excesivamente para ler trabalhadores ca"sas de dcscanco, e com ludo'Dos sabe quan-
menos soldadas; c o dos trabalhadores vem a ;las Yc'cs. abandona-lo. A eslalislica. entre nos
ser limitado quanto ao numero, afim dc susten- Ita0 e:n informada ; a cifra comparativa da mor-
tar
m
I
de i. 'iMinnuta >eus cieno ae vossas populacoe
de proletarios. Em verdade os optimistas chama
quando pelo contrario a abundancia com os h-
bitos de dignidade, que a acoinpanham, o desen-
volvimento iilellectual que nasce da coramodi-
dade, a civilisacao que invade cada vez mais os
ltimos cubculos da sociedade, sao iilhos dos sa-
larios avultados.
Tal o ponto de partida, era que se col-
r.am a miseria, a impossibilidade de nutrir e tor-
nar homens uteis o cvilisados a um grande nu-
mero de meninos, fbulas creadas por imagina-
coes obscuras de economistas sem olhos para ver
o espedaculo de universal felicidade que o mun-
do oflerccc.
loca para expor a doulrina, lanas vezes maldita Pouco misler para tornar Mallhus responsa-
o- 'a pela fume, peste e todos os males que flajzel-
do autor do livro sobre a Populaco, o sabio ec\.
noraisla M. Joseph Garnier, cuja obra poder- 'm o mundo. Mais justiea lem havido para com
se-ha sem duvida intitular Defeza de Mal-
thus.
M. Garnier, differente dc rauitos oulros,
teem fallado
que
os mdicos, que ainda nao se disse inventores do
cholera.
Devcmos reconhecer que o economista ingle
e conlra este grande doutor do principio de po-
pulaco. Se por este respeito seu livro uma
preciosa mina de documentos, elle se torna an-
da recoininendavel por oulros ; visto como as
probabilidade de triumphar dc uma impreviden-
cia mais dilficil a vencer nasclasses, em quo ella
e de um perigo mais lemivel, parere-lhe crer o
genero humano eternamente condemnado a chc-
gar aos ltimos limites de subsistencia, at que
seja eslabelecido o equilibrio por causas funestas,
obrando rom uma continuidade deploravel e to-
dava necessaria.
Das objocres sobre isto apresenladas nao de-
cido que o defensor de Mallhus tenha trium-
phado.
Perguntam-lhe em primeiro lugar qual este
limite das subsistencias, c quem poderia ossigtia-
lo. Depois consideram quoo pequea a por-
co de Ierra cultivada quanlo a imperfeicao do=
processos dc cultura a desvia de forneceros ali-
mentos possiveis quantos meios ainda a surgir,
c de que smente entrevemos alguns (por exem-
plo a piscicultura j podem augmentar-lhe a mas-
sa quantos recursos offerecem o commercio e
emigraro I
Esses recursos, replicara os defensores de Mal-
thus, sao insuflicienles e momentneos. Apenas
surge um recurso, cis que o principio de popula-
co desenvolve-sc cora uma nova intensidade, e
cedo devora o excesso de \iveres e o espaco que
lhe e donado. Tal a hypothese, tespondremos
nos. E misler um lempo incalculavel para prc-
encher todos os vastes, baja vista A marcha que
segu a populaco era nossa Europa. A experi-
encia mostra que o principio preventivo t.-m ex-
cedido ueste ponto s vistas de Malthus. A limi
laeo preventiva obra muitas vezes com excesso
nasclasses ricas : na classe media a fecundidade
em geral calcula-se pela somma dos meios de
subsistencia. Parece que o que se d com as es-
pecies vvenles tem igualmente lugar as clas-
ses, de que se compe a sociedade. A forca pro-
crealiva cresce medida que sc approxi'ras dos
graos inferiores.
Eis, nos parece, o erro do systema, cuja defeza
viva e completa novamenteopresentada por M.
Joseph Garnier. Nao exacto repetir com seii
mostrea formulo absoluta que a populaco
(ende a ultrapassaros limites de subsistencia y
por quanto conforme os casos ella verdadeira
ou falsa. Seria verdadeira em todos, so nao hou-
vesse previdencia humana, e nao se usasse do li-
vre arbitrio, que Mallhus recommenda usar, sem
elle contar suflicienlcmenle. Seria falsa se a qva-
hdade da populaco, encarada pela forca produc-
tiva de seu estado de adiaiilamentu inielleclual e
moral, nao constituisse um elemento to essen-
cial ao problema de populaco como a quanttda-
de, que lhe mereceu quasi exclusiva atteoco.
Parece, ao eslado presente do mundo, aventa-
ja r-se muito questo puramente numrica a de
capacidade productiva e bom emprego dos recur-
sos creados. Nao ha homens bastantes m mun-
do, e sim mutos incapazes de vencer as difcul-
dades das causas. Para Malthus a causa quasi
nica de todos os males o exagerado desenvol-
vimento da populaco. Grandissima illuso por
certo ; por quanto venios que sc elle ainda vives-
se liria se admirado dc presenciar o rpido des-
ciment da populaco ingleza, menos desenvol-
vido ainda que o seu bem-eslar. Mallhus s-
mente assignalou uma causa de miseria, e para
esta um remedio, que qualquer qne seja, jamis
seria uma panacea.
Mas apresentemos opposices, sobre as quaes
nao du\ damos que poucosse interessem, e ques-
toes muito graves talvez para indignar de passa-
gem. Me tomis por um Malthus ? Exclama
indignado Joseph Proudhom na comedia de M.
Henry Monnier, salvo se quera confessar seu
interlocutor, que lhe perguntava quem era Mal-
thus, que sabia lano como elle. Os Mallhusien-
ses, que rac,a esta ? reza uma eslrophe de
uma cantiga das mais tristemente lolas, que to-
dava conseguio seu Pim,- inspiradas em 1818.
Parniceiros de Malthus, cscreve com mais gra-
vidadeapparente M. Proudhom. Com taes ioju-
rias ha alguma vergonha de apparecer defenden-
do-se da censura de mallhusianismo. Se calamos
alguma face da doulrina, nao por certo por en-
vergonharmo-nos desse philanlbropo calumniado.
Lm dos seus mais respeitaveis ttulos era a im-
popularidade : e, de certo raro encontrar-se um
homem, que ouse, como Mallhus aiTrontar a prc-
veneo e siluaco commura. Desla arte merecen
que um escriptor revolucionario, que o admira,
dissesse que elle pode morrer sem manifestar
alguma especie de remorso. > Assim dciiou o
mundo esse grande culpado, o com ludo vede
seus crimes:
Disse aos povos que eram injustos em culpar
os governos de seus males ; que os poderes p-
blicos nao deviara, nem podiam fazer ludo; que-
pan alguma cousa creou Dos os homens com
librdade, dando-Ibes meios de usa-la ; criticn
essas facticias animaces ao desenvolvimento da
populaco ; desenvolvimento proprio de irracio-
naes, nao de homens christos ; ensinou esla-
lislica que misler tambem a diminuigao do nu-
mero dos oblos e o augmento da vida provavel
e media, c nao somonte o numero aos naseimen-
los insuflicienles e menos infalliveis, para attes-
tar a felicidade de um povo. que abominaeao
emPira nao se expoz mostrando que a tarifa dos
pobres, que enlo exista em Inglaterra, e oulros
milites meioslesplrituaes, imaginados pelos uto-
pistas reformadores, dcixavam em p o proble-
ma d a abundancia geral ? Sc t rime o que elle
diz, quem poderia duvidar de suas palavras ? E
misler confessar que Joseph Garnier nao poupcu
Mallhus as verdades, e que esle illuslre culpa-
do, sahe dc seu livro mais negro que nunca
1IEMU BAIDIUILART.
[ Journal des DebisS. Filho. ]
mado em tanta consideraco; as pessoas, a
quem a rcvelaco do qual podia comprometter,
car-nos-ho agradecidas por esta discripr.ao.
Basta saber que Tancredo. nesta occasio, deu
provas de tanta delicadeza, de tanta presenta de
espirito, dc tanto cavalheirismo, que Balzac con-
nlio emprestar-lhe durante alguns dias, a sua
'.-osa bengala sem receto de que elle abuzasse
joder que ella lhe dava.
ancrodo eslava eucauludo, transportado, no
cumulo da sua alcg.ia; possuia emfim o que
tanto desejava ; mas acouleceu-ihe o que acon-
tece algumas vezes as pessoas que veem de. re-
pente as suas ambices extraordinarias sasfti-
las : acham-sc abatidas ; esta ventura inespera-
da anniquila-as; nao esperavum isso, dverliam-
so a sonhar uma cousa porque a juigavsni
impossivel, c logo que a obtera. nao snbem o
que ho de fazer della. O' humanidade !
Tancredo eslava muilo contente do poder ser
invisivel a vontade, mas perguntava a si mesmo
de que lhe servira este poder ? Como me
pode esle dom conduzir a fazer fortuna, a nao ir
eu desvalisar as casas''
macircumstancia veio tilosamente responder
a esta pergunla.
XI
L'm bello acaso.
Em quanlo Tancredo pensava deste modo,
reeabeu uma carta de sua mae, que primeiro lhe
pedia perdo de o le feilo to bello, e que em
ultimo recurso o recommendava ao ministro de
* que era um protector poderoso.
Tancredo ioi a casa deste ministro que o pro-
tegen, o que nao admirava, porque tinha esla-
belecido emsua casa uma repartico de benefi-
cencia, em cerlos dias, e certas horas: protogia
regularmente uma duzia de intrigantes todas as
quintas-tetras de manha
Tancredo recoinmendado assim foi a casa do
ministro do qual linha recebido uma carta de
audiencia. O ministro porem que tinha sido
contrariado, alormcntado, inquerido, por um de-
putado de Opposico, na vesjierachama se a
isto se nao nos engaamos, ser citadoo minis-
tro esteva d-> muito mo humor, alm disso era
preciso parecer indignado na sua resposta a c-
mara, e quera ento conservar toda colera pa-
ra se preparar para um discurso violento; este
homem tralava a sua eloquencia como um ca-
vallo que se arrasta ao combate. O n.nisiro
empurrava todostermo de tribuna,empurren
Tancredo, nao lhe den ouvios o rcspoodeu-lhe
grosseiramcnle, emfim abusou da sua posico
para o ferirscm que elle tivesse direito dc se
queixar.
Tancredo indgnou-se.
Ah ministro pensou elle, Iratas-me assim
porque eu sou um rapaz desconhecido, de quem
nada tensa espetar, nem nada a temer; esma-
gas-me com o cu poder porque me veis sem
crdito, Pois bem Eu tambenrlenho poder, e
como tu usas do teu, tambem eu usarei do meu e
^ ento veremos!
Tancredo atravessou as salas, deseen as esca-
; das do ministro sem ler ainda projectos fixos.
C!iegou-se ao cabriolet que o tinha trazido e
. que eslava parado a porta do palacio, tomn a
bengala que eslava no seu sobretodo, despdio o
jcocheiro e alropellando o porleiro implalUfvel,
j entrn invisivel no largo pareo du palacio. -5
Chei.. de colera, passeou algum lempo iivi-
. sivel.
Quando elle passeava, a carrua^lra do minis-
tro parou diante do"poial. l'm criado extrava-
! gante, vestido com uma libre nao s de phanta-
isia, mas at phantaslica, veio abrir a portinhola.
O ministro dsela enlmenle a oseada, seguido
de urna pessoa que o acompanhava fallando-lhe
; com calor, o criado tinha aberto a porta da car-
ruager cujo degro estara descido.
Tancredo, como um rapaz de esrola, approxi-
mou-se delta, c uma louca idea lhe passou pela
cabe-; a.
Vendo esta carruagem aborte, havia um .piar-
lo de hora, quiz entrar, sentar-se e descancar;
portante, conservando-se sempre invisivel poz
ump no degro c Ioi collucar-sc no fundo do
carrinho.
O movimento que causou a carruagem, fez
marchar tres ou qualro passos os cavallos, que
fcilmente foram retidos pelo criado ; mas este
movimento. este ruido despertou o ministro da
sua conversa, lembrou-se enlao que sc esla-
va a demorar e subi apressadamente [.ara car-
ruagem. Tancredo quiz sabir, porm o ministro
que acabara dse sentar, inclinou-se para fra
I da porlinliala, embargando a passagem ratera-
mente. Tancredo linhi ainda esperance de
sabir, mas o ministro estendeu as pernas ofli-
! cialmente, deu as suas ordens, a portinhola da
carruagem fechou-se e os cavallos partiram.
O n inislro cncostou-sn na sua carruagem, ins-
tallou-senella, tomando emfim tanto lugar quan-
lo podia lomar. Tancredo, pelo contrario, suma*
se, aninhava-se, occuliava-se emfim como se n.
fosse invisivel.
\ io ento que foi indiscreto e j nao quera
lano mal ao ministro As injiislicas que vemos
en. nos para com os outros acalmara os nossos
sentimculos, sobretodo qnandn sao involuntarias.
l'rn carcter nobre nao imagina vingangas que
I nao segara nobres ; nao sonha seno crueldades
dignas delle. As injustiras do acaso, o mo pro-
ceder filho da circumslancia que tem para com o
j seu inimigo, parecem-lhe superiores ao seu odio
; e sente-so onvergonhado. Ka lealdade da sua
rozao, ci -libere que o seu inimigo nao obrou tac
1 mal como elle, e como est aborrecido conlra o
sen odie, perdoa rom humildadc.
Dorim ni repn hendi 1 a sua conduela,o minis-
itro linha lid( somente falla dc respeito acolhen-
do-o grosseiramente. Porm elle linha faltado
delicadeza, seguindo-o como um espio.
Tancredo estava entregue as suas reflexes
quando o ministro exclamou :
Senhores.....
Tancredo nao pode deixar de rir ; morda os
labios, fazia mil tregetos para conservar o sen
serio., em pensar que ninguem o poda ver. Ma--
multo dillicil coslumarmo-nos a ser iiivsi-
vois. ,
Senhores contnuou o ministro, o minis-
terio nao experimenta embaraco algum em res-
ponder aos ataques dos seus iniragos.....
Aqu o orador inlerrompeu o discurso c depoi.-
comecou : "
Senhores nos estamos em estado de res-
ponder aos nossos adversarios que.....
O orador parou uovaraciile e depois principiou
de novo :
Np 1 primeira vez, senhores, que a oppo-
sico nos.....
E parou aiuda :
Hei de me lerabrar de tudo iste l disse
elle.
O ministro tinha razo, nao podia ochar as
suas ideas se nao na tribuna, o "que era bem tris
te ; era motivo para se dizer que ellas ficavam
I .....
< Pareco-mc que vamos a cmara, pense-.
Tancredo, ainda*la nao fui, tanto melhor! >>
0 ministro poz->"geS fallar por entre dentes.
Eis-ahi o meu amigo que falla comsigo me-
mo, disse Tancredo cem os seus boles.
Mas o ministro elevando a voz....
Sira..... isso nao pode ser..... eu j live a
honra de o dizer ao ni, isso far com que se gri-
te..... dir-se-ha ainda que.....
Neste momento
mar dos deputa,
mas as Tulherias.
~... ------v...~ a carruagem parou, nao na
cmara dos depulados, como Tancredo julgava.
O ministro deseen da carruagem e Tancredo
imitou-o. Por felicidade, o lecaio era um pouco
vagaroso e deu-lhe lempo dc d.-scer antes ,te le-
vantar o degro.
Levado pelo acaso c pela curiosidade, Tancre-
do segu 10 os passos do ministro : nunca tinha
visitado as Tulherias ; portento o fazcr-Ihcs una
visita diverlia-o. Subi as escadas, cuja magni-
ficencia admirou, atravessou a Salle des Garda,
penetren, sempre alraz do ministro, n'uma gran
de sala forrada de azul, no meio da qual e*Ui
uma grande mesa coberla cora um tapete de vel-
ludo azul, cmara bislorica.d'anles a sala do im-
perador, boje o laboratorio diplomtico, i ni Pa-
rs chamada a laja Ministerial, e na Eliiopa o
gabinete das Tulherias.
(i"off/!aT-*-/i(T'.
ITFBX.TI"I. DK n Mti tHl.t 1.
MUTILADO
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