Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:08913

Full Text
AUNO XXXV. HOMERO 287,
i
Por tres mezes adiantados 5$0O0.
Por tres mezes vencidos 6$000.
SFXTA FEIRA 16 DE DEZFMBRO DE '859,
Por auno adiantadol9$000.
Porte franco para o subscriptor.
ENCARREGADOS DA SBSCRIPCVO DO NORTE.
Parahiba, o Sr. JooRololpho Comes: Natal,
o Sr. Antonio Marques da Silva : Aracaly, o Sr. A.
de Lemos Braga Cear, o Sr. J. Jos do Oliveira
Maranhao, o Sr. Manoel Jos Martina Ribeiro
Guimares; Piauhy, o Sr. Joo Fernandos de
Moraes. Jnior ; Para, o Sr. J .ai-i.o ... aoiiius;
Amazonas,o Sr. Joronvmn da Cosa.
PAK11DA DOS (.OKRKIUs-
OlinJa lodos os dios as 9 1 '2 horas do dio.
Iguarass, Goiannao Paralaba nns segundas o
sextas feiras.
s. Anto, Bezorros, Bonito, Caruar, Altinhoe
Garnnhuns as tercas'feiras.
Pao d'Alho, Nazareth, Limoeiro, Orejo, Pes-
queira, Ingazeira, Flores, Villa Rolla, Boa-Vista,
Ouricury o Exti as quartas-feiras.
Cabo,Serinhcra, Rio Formoso, Una, Barreiros,
Agu Piola, Pimenleiras i> Natal quintas feiras.
(Todos osrorroios parlem n> Hllouas da manha.)
AUDIENCIAS DOS TRIBUNAES DA CAPITAL
Tribunal do commercio: segundas e quintas.
Relajo : tercas feiras e sabbados.
lazenda: trras, quintas e sabbados as 10horas, j
Juizo do commercio: quintas ao meiodia.
Dito de orphios: torcas e sextas as 10 horas.
Primeira vara docivel: tenas o sextas ao meio dia
Segunda vara do civel: quarlas c sabbados ao
meio dia.
LPHE.MERIDKS IM) ME/. DE DEZEMBRO.
2 Quarto cresconte as 11 horas e 30 minutos da
nianha.
10 I.ua clieia aos 53 minutos da manha.
16 Quarto minguante as 6 horas c 50 minutos da
taide.
24 I.ua nova as 3 horas e 27 minutos da ma-
nhaa.
PBEAMAR DE HOJE.
Primeiro as 10 horas e 6 minutos da manha.
Segundo ns 10 horas e 30 minutos da tarde.
DAS DA SEMANA.
12 Segunda. S.Justino m. ; S.Herencia m,
13 Terca. S. I.uzia v. m. ; S. Othilia m.
l Quarta. S. Agnello ab. ; S. Uatroniano 1.1.
15 Quinta. S. Euzebio Verselense 1. m.
16 Sexta. Ss. Ananias, Azarias eMizael mu.
17 Sabbado. S. Rarthulomco do S. Geminiano.
18 Domingo. N. S. dn O' : S. Sporilijo 1>. o.
PAUTE OFFICIAL
Ministerio do imperio.
EXPEDIENTE DO DIA 23 DK N0VEMBHO DG 18B9.
A' presidencia do Para, mandando dar, nos
presidios militares creados ao longo da estrada
que segu para a provincia do Maranhao, lotos
lo torras a algumas ex-praoas do exordio, que
a ellas tm direito en rirtudo dos scus contrac-
tos de alislamcnlos.
24
3.' seccao.Ao presidente da provincia da
Parahiba, communicundo jiip, Pista dos es-
clarerimentos que transmitlio com o ollicio de
19 do sotenibro ultimo acerca das lois da niesina
provincia ns. 18 e 29 promulgadas no anno pas-
jsado, a seccao dos negocios do imperio Col do
parecer, com o qual S. M. o Imperador houve
por bem conformar-se. que desappareciam os
motivos que deram lugar aos reparos ror ella
eitos sobre as disposices das ditos lois noscu
parecer de 11 de inaio deslc auno.
25
Ao presidente do Rio Grande do Norte, decla-
rando que irregularmentc proceden, permitlin-
do que o vapor Pertinunga da companhia Per-
nambucana dcixasse de tocar nos portos do Ma-
ca o e Mossor cni urna de suas viagens, sen on-
vir previamente ogoverno imperial, pois que lal
dispensa importa urna nfracco do conlraio ce-
lebrado com a mesma companhia.
26
Ao presidente da provincia do Cear, acensan-
do o recebimento do oflicio em que participa tar-
so fechado a enfermara de Jacarecanga, desti-
nada ao Iralamento do bexguentos, por se ter
extinguido a epidemia daquelle nial.
Ao piesidenle da provincia da Parahiba,
communicando que foi approvada a despezado
'179740 que autorisou para reparar os estragos
'Lazareto da ilha da Restinga da mesma provin-
cia. Communicou-sc tambem ao ministerio da
lazenda.
Ao presidento da provincia do Para que, pa-
ra se poder resolver a rospeitoda baixa solicita-
da pelo cnsul de S. M. Fidelissiraa para os sub-
ditos portuguezes Manoel Hara da Silva Ramos
l.uiz Antouio de Oliveirc Montenegro, que so
acham com praca no 3" batalhao de arlilharia,
cumpre que S. txc. declare como eslo ellos no
semen do exercito, se recrutados e por quem, ou
se se contratados e cotu que condiceoes.
Ao da do Rio-Grande do Norte, approvandu
a deliliprarao quc tomou d" chamar a servico do
destacamento 25 pracas e um alteres da guarda
nacional.
Ao da do Piauhy, approvando a delibera-
cao que tomou de mandar lser a obra do quar-
. le de linha da mesma provincia, na conformi-
dade da lterac,o indicada pelo encarregado do
iospital regimcnul do respectivo meio bata-
lhao.
Ao da do Maranhao, idoflt, a proposla do
lente do corpo de polica da mesma provincia
Mximo Fernandos Monteiro, para commandan-
Te da respectiva 3a companhia de pcdaslres, em
lugar do alferes do 3" regiment de cavallaria,
Joquim Theodoro da Silva Freir, que fui dis-
pensado dessa commisso.
- 29 -
A presidencia do Rio-Grande do Norte, de-
clarando que fica o governo inteirado das no-
ineacoes interinas de Obaldino Jos da Cruz c
Marcolino Pereira de Azevedo, aquello para che-
fe, e esle paro amanuense da reparlico especial
das torras publicas.
nho
re
Circular As Ihesourarias, ordenando que com a
possivel nrovid.ide remcitam ao Ihesouro una
demonstrado das sommas que as mesmas Ihe-
roorarias tem sido-recebidas com deslino ao asy-
lo de invlidos, e com designadlo das datas em
que esta recolta se verificara, orgmisando-se a
raes na demonstrarn de modo que entre as da-
tas do urna o nutra estrada so deixe um espaeo
para as imias de pagamento dos juros que o Ihe-
souro tem do realizar pela mesma laxa estabclo-
cida para os empreslimos dos cofres dos or-
phos ni forma di lei n. 1,010 do 14 do Setem-
bro ultimo, arl. 185, alm de urna margem
esquerda necessaria para a cncadernaco da so-
bredita demonslraco.Ofliciou-se ueste senti-
do ao ministerio da marinha, em retaran ao
asylo dos invlidos da marinha.
V presidencia da Parohyba, respondendo
ao seu ollicio relativo a competencia das nlfan-
degas, alim de concederem licenca'para serem
admitlidos trabalhadones a bordo dos navios, [ j0s
tanto para a descarga de lastro, como para a '
dos gneros do estiva, a cujo rospoilo versa a
rcpresenlaco que a capitana do porto dessa
provincia dirigir mesma presidencia; e di-
zendo que, do accordo com a opinio manifes-
tada pelo ministerio da azenla, no aviso de 19
de outubro ultimo, apprbva-so a deliberaco,
pela mesma presidencia tomada, de sustentar a
exclusiva competencia di alfandega para seme-
Ihai le lira, no-i termos das disposices em vi-
gor.KxpeJio-se aviso coinmunica'.ido esta de-
crisa > ao ministerio da fazenda.
A' presidencia da provincia do Maranhao,
communicando que brevemente ser remedida
para essa provincia a bomba do apagar incen-
dio,- que S. Kxc solioila em oiTioio n. ~> do 10 do
outubro ultimo, por is-o que, segundo informa,
a que ah existe na capitana do porto nao est
as cundir Oes do rolar servie, i,
A' conladoria de marinha.Ministerio da
marinhq,Aviso do 26 de Novemhro de 1859.
Determina que as tontas dos encarregados dos
gneros da lazenda nacional a bordo dos navios
da aunada encerrcm-ac com inventario no lim
de cada anno linancoiro.2' seccao. Rio de
Janeiro. Ministerio dos negocios "da marinha,
em,26 de Novembro de 1859.S. M. o Impera-
dor, conformando-se com o que V. S. expende
no oflicio n. ;!G, de 18 do coi rente. Ha por
beiu que as coritas dos encarregados dos gene-
ros da fazenda nacional a bordo dos navios da
aunada sejam encerradas com inventario, no
lim de cada anuo finaneciro ; c nao como se ha
praticado, passando o sallo para a conta nova ;
sonlo aquolla a verdadora inteligencia do arl.
15 do capitulo 5o do [dan" que liaixou com o
decreto n. 1,940, do 3 do junho do 1857. Rei-
tero a V. s. os votos do minha estima e consi-
doracao.Francisco .X'i^nr P-.tes Brrelo. Ao
Sr. contador da marinha.
ENCARREGADOS DA SUB9GR1FC0 NO SIL.
Alagoas, o Sr. Claudino Falcao Illas Babia, o
Sr. Jos Marlins Alvos; Rio de Janeiro, o Sr.
Joo Pereira Martins.
EM PERSAMRUCO.
O prcpriclario do diario Manuel Fiaueiroa de
l'aria.na sua liviana praca da Independencia ns
6 e 8.
gusto Senhor, tendoouviuo o conselltem prncu- ollicio n. 335. forara destinadas loo para l ba-
rador da cora c a sec\io de justica do coiiseiho lalhio n.;5, 23 para o de n 3, e 100 para o de n.
de estado, com cujo parecer se conformou por 'J, todos do infantaria da guarda nacional, fican-
sua imperial c immediata rosolucao de 17 do i do em reserva as 8 restantes.Remedido ao Sr.
rorrenle mez eanno. Ha por bei approvar a inspector da thesouraria de fazenda para mandar
suppramcncionada soluoo dessa presidencia,
lieos guarde a V. l'.ve.Joo Lustota da Cu-
pagar.
Dito n. 344, do mesmo, solicitando =e mande
pagara quanlia de 939$ ris, que se despenden
com a collocacao de.um retrato deS. M. o Impe-
rador com o competente docel na sala do director
bem como com 2 reposleiros, papel, ole Ro-
thesouraria de fa-
nha Parauagv.Sr. presidente da provincia do
Cear.
2.-1 scrgo. Ministerio dos negocios da Jus-
tica. Rio de Janeiro 22 de novembro do 1859.
Illin. o Exm. Sr. Consultando a essa pre- j medida ao Sr. inspector da
sidencia o promotor publico da comarca do As- zonda para mandar pagar.
su', se iini juiz do direito que julgon procedente Dito u. 360, do inspector da thesouraria pro-
a prcfcripeo allegada por um roo de crime naf- viudal, informando sobre o ollicio em que o pre-
QaDCavel, pode mandar p-lo em liherdade an- j sidenlo da provincia do Rio Grande do Norte, pe-
los do passar em julgado a sua decisao : S. M. de 60 lampeos, dos que servram na antga I-
0 Imperador, a quem foi presento a solucao da- luniinacu desta cidade.Volte ao Sr. inspeciir
da por V. xc, e subniedida approvaco do da Ihesvurara provincial para tazer remetler
mesmo augusto senhor em oflicio de SI de ju-I com brevidade para a provincia do Rio Grande
do Norte os lampeos do que so trata, roquisi-
ullimn. tendo ouvidu o consultor interino
negocios da justica, manda declarar a V.
Kxc, quo bem decidi essa presidencia a referi-
da queslo, communicando ao juiz de direito
daquella comorca que a seutenca proferida em
favor da prescrpeo em crime inalianoavel, s
depos de passar em ulgado podia ser executa-
da, porquanlo de seineliianle deciso pondo tor-
mo ao processo e importando a absolvicao do
reo, cabra a appellai-o voluntaria, segundo os
arts. 78 5 2." da lei do 3 de dezembro de 1811,
e 450 S 2." do rogulamento n. 120 do 31 do Ja-
neiro do 18i2, com efleito suspensivo por virtu-
do do> arts. 8 da citada lei e 459 S 2." do dito
rogulamento, sendo que no arl. 72, combinado
com o art. 69 $ 6. dessa lei. e jrt. 43d $ 7.,
combinado com o art. 415 do regulamolilo. de-
Qnio-so apenas o effeilo do recurso contra a
prescrpeo allegada, continuando o prnresso os
lemos ulteriores. Dos guarde a V. Lxc.Joo
l.iistosi di Cvnha Varanagu. Sr. presidente
da provincia do Rio-Grande do Norte.
Ministerio da iiorra.
Expediente no da 23 de kovembbo de 1859.
Circular, que as praoas do pret voluntarias ou
engajadas, promovidas a offieiaes, nao sao coni-
pellidas a restituir a parte do premio que autos
da promovi receberam muito legalmenle e em
boa f, por ser tal restituidlo contrara s iiilen-
ejes da lei.
Jo
Ministerio da fazenda
expediente do da 12 de novkmrho he 1859..
A'thesouraria do Amazonas, ordenando que
por contado crdito do 4. do art. 11 da lei n.
668 do 11 de setombro de 1852, e com fundos do
exerekio de 1858 a 1859, pague aos crodores de
dividas de etereicios findos, constantes de una
leUo enviada com esla ordem as quantias com
que rio nella contemplados, na importancia to-
tal de 3263540.No mesmo sentido, mutalis
tnulandis, s thesourarias do Para, Maranhao,
Cear, Rio Grande do Norte, Pernambuco, Ala-
goas, Sergipe, Baha, S. Paulo, Paran, S. Pe-
dro e Minas.
A' presidencia do Piauhy, indeferindoo re-
quoriiiientoemque Nicolao Vieira da Silva e Jos
Francisco do Paula, olliciaes do juizo dos foitos
da lazenda da referid.! proviajBa, podem qaelhc
soj-o marcados os niessnos vencimentos que ac-
tualmeute percebem os continuos da thesouraria
de fazenda da mesma pjovincia ; visto que, con-
forme tem sido declarado por diversas Ordens do
thesouro, nenhum direito assisle aos emprega-
dos dosjuizos dos feitos da fazenda a augmento
do vencimentos, pelo facto de tor sido esse aug-
mento concedido aos empregados das thejoura-
rias de fazenda.
- 14 -
Circular s liiesouraiias, ordenando a substi-
tuico das notas de 5003 da Ia, 2" c 3a estam-
pas, afim de quo as thosouiarias, fazend pu-
blicar esta resoluco por annuucios nos peridi-
cos das respectivas provincias, c por editaos af-
iliados em lodos os municipios, procedam dita
substituicao, empregando nella os saldos dispo-
nveis das mesmas thesqurarias, e solicitando a
remessa dos fundos precisos, na falla do saldos,
e remetan) ao thesouro em Janeiro futuro, na
rma das ordens, as notas j sui s^tuidas, e as
que o forem at o tim do Dezembro do crrenle
anno, continuando a tazer taes Iremessas d'ahi
ni dianle de dous em dous mozos Nos an-
nubcios e editaos se far a declaraco do que
'm lempo competente so marcar o da em que
'leve principiar O descont di lei no valor das
notas que nao liverem sido al cnlo substitui-
das.A' caixa da amortisacao no mesmo sen-
tido.
A' lliesouraria do Piauhy, mandando infor-
mar quaes os embaracoS do quo se queixa a pre-
sidencia, para poder salisfazer a diversas dos-
pozas, alim do se tom-uom as providencias que
forem necessarias.
A' presidencia da Parahyba, para que defira
ao supradito Francisco Jos Gomos Pereira o
necessario juramento do seu novo emprego;
alim de que possa sem demoio seguir para a
Baha, onde va: fa/.er paile da commis.-a > 4c
que 6 chefe o contador do Ihesouro Rapliael Ar=
chanio Galvo.Fizeram-se as competentes com-
niunicacos s presidencias do Maranhao o Ba-
hia, ao "chote e ao novo nicinbru da dita com-
misso.
A'-de Pernambuco, ordenando que exija
do juiz de direito aposentado, Jos Francisco
de Anuda Cmara, a apresentaco dos respecti-
vos litlos para verdwr se foram ou nao satis-
feitos os sellse dia ios das diversas n-jmca-
i;es que leve ; e caso nao se ornen) lodos sa-
tisfeitos, proinova a cobranea dos que forera de-
vdos. marcando oo dito juiz um prazo razoavel
para o pagamento, lindo o qual, se o nao livor
eilo, devora suspender-lhe o v encimen lo de
aposentado, dando conta ao thesouro de tu Jo
juaniq orcorrer nncumprmenlo desta ordem.
A' thesouraria das Alagoas, communican-
do, de conformidade com o aviso d o miui
do imperio de 12 do corrento, que foram i .
das urna agencia de i nrrelo cni cada urna das
villas da Vnjdia, do Norte, da Alalaia, da As-
Bcmbla, da Impcratriz, do Proxim, Porto da Fo-
lha e Malta Grande, na mesma provincia: Bcan-
do o direcl.'i' gcral do rorreio autorisado para
despender nnnualm 96 b com as gratific/ic -
dos respectivos agentes, despeza esta, anti -
na lei u. 1,050 do l de Setembro Ultimo.
.tlinistcrio da jiisti;a.
Segundasecro. Ministerio dos negocios da
justica. Rio de Janeiro 26 do novembro do
1859.
lilil, o Exm. Sr.Acenso recebido oofficinde
> Kxc. do n. 172 do^'J de maio ultimo, reineiicn-
do, com as informacoes dos respectivos juizes de
direito emunieipal.o reqaerimeuto em que Cyrillo
Bernardos do Assis, depositario publico do termo
do Nilhorohy dessa provincia, pedo augmento da
diaria de z\',i r<. mareada pelo aviso de 23 de no-
vembro do 1855 para cada um dos esclavos que
lhe forem condados em deposito, c providencias,
aQm de quo possa resaber os dous por cento so-
bre lodosos bous movis e semoventes o escra-
vos, que sob sua guarda forem postas, visto nao
ter consentido o referido juiz municipal quo ello
recebesse pelo deposito dos escravos mais do que
as eomedorins, por entender o mesmo juiz que
os ahais do 21 de maro do 1751. capitulo 5"5j
1', e de f5 de agosto de 177 i, $ 16 c lei de 20 do
junho de 177 nao tratara desta especie de depo-
s.lo quando se referen) aos bous movis ecorrup-
liveis, marcando para o deposito desses objecios
os dous por vento em favor do depositario, pela
razo deque os escravos nao podem ser conside-
rados como movis, e nao sao daquelles bens que
p j.-sain sor corrompidos.
Sua Magostado o Imperador, a quem foram
presentes o cilado ollicio de V. Kxc. c os apis
quo acoirpanharain o dito roquerimentb, houve
por bem declarar, depoisde ouvido o consultor
dos negocios da justica, que leudo o s, ](', do al-
var mencionado, do 25 de agosto de 177 i gra-
duado a porcenlagem na razo da corruplibilida-
de dos movis depositados, e deprehendendo-sc
de suas palavras que elle s considera incorrup-
Circular, que por imperial resoluco do 30
'. outubro Ando, se declara que nao lia direito
para desconiar-se na gratilicaco de engajamen-
lo quanlia algnma por occasio do se acharen)
nos hospitaes ou enfermaras as pracas engaja-
das, cque somelhante descont smente dove ter
lugar na gralificaeao dos voluntarios quando alli
se acharem, visto que a gritificaco de semelhan-
le denominaro considerada como parte do
sold, e por isso comprehendida dobaixo da ox-
prcsso piet.
Miaisterlo la marinlin*
EXPEDIENTE DO DIA 21 DE NOVF.MBRO UF. 1859.
A presidencia do Maranhao, aulorisando-s a
mandar concertar dous dos repartimentos da ca-
titania do porto dessa provincia, sendo um del-
es a casa em quo mora o palrao-mor. o o oulro
o em que se acham arreciados objectos per-
tenecidos barca de excavpc&o o dizcndn-lhe
que para este fin, tiesta data solicita-so que soja
aberlo, pela verbaObras do exercicio presen-
te o crdito na importancia de 2002 em que os
ditos reparos foram orrados.Expcdio-se aviso
ao ministerio da fazenda, e communicou-sc
contadura.
23 -
A' presidencia do Para, communicando que
pola segunda vez indelirido o requerimetilo em
quo Joaqun) da Silva
lando opporlunamente o respectivo transporte, o
remetiendo com osles papis a conla de todas 3S
dospezas para o lim conveniente.
- 10
Requeriinento do Joaquim Thootonio Soares
do Avellar, e Joo Chryssostomo Fernandos Vi-
anna, empregados da reparlico especial das
torras publicas, pedindo o pagamento de seus
ordenados, correspondentes ao mez de outubro,
em que nao assignarara o ponto pola falta do de-
legado c otlici.il maior, que csto de licenca.
Remedido ae Sr. inspector da thesouraria de fa-
zenda para mandar pagar, atienta a causa que
deu lugar a falla do pouto.
Dito de Joaquim Francisco de Paula Esleves
Clemente, esenvio do jury, pedindo ser admitti-
do ao exercicio do seu emprego de que esta Sus-
penso, emquanto por deciso do governo impe-
rial nofor determinado o contrario O supli-
cante de veri exercer as respectivas funecoes al
ulterior deliberaco do governo imperial.
Dito de Leopoldo do Reg Barros, pedindo se
mande admiltir no collegio das orpliaas as suas
enleadas Jacinlha e Paulina, filhas do coronel
Francisco Jacinlho Pereira.Informe o consc-
selhu administrativo do patrimonio dos or-
phos.
Dito de l.uiz Francisco de Arroxelas Galvo
Carapeba, 2o labellio de notas do termo de Ga-
lanhuns, pedindo 30 das de licenca para tratar
de sua saude.Passe-se portara cncedendo a li-
cenca pedida.
Dito de Manoel Vieira de Mello e Silva, pe-
dindo ser alistado no exercito.A presente-se
inspeco no quarh I general.
Dilo de Ignacia Maria Marcolina da Soledade.
--Pode seguir.
Ollicio do presidente da provincia das Alagoas,
pedindo a remessa da plvora envia'da da corte
para o arsenal do guerra desla provincia com des-
tino para aquella.Informe o Sr. director do ar-
senal do guerra.
Dito n. 1218, do l)r. chefe de polica, solicitan-
do o pagamento da despeza feila com o.sustento
dos presos pobres da cadeia do termo de Carua-
r no mez de agosto.Remedido ao Sr. inspec-
para mandar pa-
lor da thesouraria provincia
8ar. -i
Dilo n. 121* 'do mesmo, solicitando o paga-
mento da despeza com o fornecirnento do luzes
ao quartel do destacamento do termo do Gara-
nhuns nos mezes de julho a outubro.Remedi-
do ao Sr. inspector da thesouraa provincial pa-
ra mandar pagar.
Dito ii. /95, do inspector da thesouraria de
i fazenda, informando sobre o de n. 853, do Dr.
; chefe de polica.Informo o Sr. Dr. chefe de
polica so os presos de que se irata pertencem
a esla provincia ou a outras.
Dito n. 798, do mesmo, olieilando se mando
Arantes pede aposenla-
h.ria no lugar, de quo tora demidido por de- proceder a indemnisacao da quanlia do 12I580t)
crclodc9deoutubro de 1852, de almoxarife rW'i"CW" pela collcclona de rendas ge-
do rsonal de marinha dessa provincia ; con- "es da \iclona con. o sustento dos presos pobres
viudo que S. Exc. assim o faca constar oo peti-
cionario.Communicou-se ao conscllio naval,
que fora ouvido acerca do requetiinento do sup-
plicanle.
GOVERNO DA PROVINCIA.
Despacho do dia 8 t\v novembro.
Requeriinento do bacharel l.uiz Antonio Pi-
ros, juiz munipal do termo do Limoeiro,pedindo
15 das do licenca,Passo-se portara conceden-
'cenca requerida, com vencimentos
do a
Oflicio n. 2t>, do comniandantc superior da
guarda nacional do municipio do Recito, apre-
sentando a folho dos offieiaes de linda emprega-
dos na guarda nacional, relativo ao mez de ou-
tubro ultimo.Remedido ao Sr. inspector da
tiris o Duro, a piala, podras preciosas o dinbei- I thesouraria de fazenda para mandar sa'lisfizer.
ro liquido, flcando porlanlo os semoventes na i Requeriinento do Dr.Fehppe Jansem de Castro
classe dos corruptivos, urna vez que o 10 do I Albuquerque, como procurador de sen lilho, o
dilo altar julga-os susceplivois de deposito, bacharel Vicente Jansem de Castro Albuquerque,
fazendo-lhcs extensiva a mesma providencia com : promotor publico da comarca de Flores, pedindo
que no 9 se resguarda o valor dos movis cor- se ordene o pagamento do ordenado do mesmo
ruplvcis, nao lia motivos para a execucao quo
so pretende eslabelecer acerca dos escravos, e,
por conseguinte, nao padece duvida quo ao refe-
rido depositario competo os dous por cento sobre
lodosos bens movisc semoventes, coraprehen-
diilos os escravos, de vendo essa porcenlagem o
mais dospezas que legalmnntc se fizorem a bem
d) deposito ser satisfeitas antes da entrega do
oajecto depositado, como dispon a resoluco do
21 do abril de 1825, o determina que a diaria d*1
jl te se Iratn seja elevada a 32 rs. O que com-
mnico a v. Exc. para sua intelligencla e execu-
cao.
lieos guardo a V. I'.xe. jo-'io Ln*to*a nha Paranagtn.Sr. presidente da provincia do
Rio de Janeiro.
Segunda seccao.Ministerio ios negocios da
justica. 1!;^ do Janeiro, 20 do novembro de
1859.
lUm. cExm.Sr.Ollerecendo essa presidencia
considerarlo du Sua Magostado o Imperador,
em officio ii.- 9 de setembro do anno pretrito, a
seguinte diivida, apresentada pelo bacharelebe-
:' licia dessa provincia ; se, achando-sc
reso Manoel Pedro de Mello, julgado na
comarca de (juexeramobim em 1830, o qual, len-
doprotesladu por novo julgamento no jury des-
sa capital, quando isto ora permittido, o evadi-
do-so logo depois sem que livesse lugar o recur-
-1, [ora iroso om 1851 quando j nao ora permit-
tido o recurso de protesto d'o modo porque linha
ento lugar, deve ser remedido para Quexeramn-
biiu ali'n de ser novamenlo julgado, em vista do
ido dn oncesso alli existente, ou se deve
asli li r rcmctlido para essa capital, ou
Imentu so dove ser do novo processado no
logar da culpa, por isso que a sentenra contra
elle proferida em 1836 nao pode ser considerada
cumplida por causa do recurso por elle inlcrpos-
lo naquella poca, o qual suspende a execucao
da soplonea ; e bem assim a resposta, dada por
edsa pl '. de que, sondo no auno de 18 16
. o n :ursu inlerposto pelo reo em virtu- !
de I iri i398docod jodo processo, e poste-
rior a d i io dus ailigosS" da lei de 3 dede-
n de l>, C i1'- o 01 do rogulameuln n.
i .'i le 31 de Janeiro de l"-2, que nao p dem ter
retroactivo, deveria vigorar o recurso do
- rjulgado nessa capital, vindo de
: : ; ni oLim o traslado do respectivo processo
- Ier-se extraviado o original, estando elle
no c:
existentes na respectiva C3deia, durante o mez de
oulubro.Komettido ao Sr. inspector da thesou-
raria provincial para mandar salisfazer.
Dilo n. 378, do inspector do arsenal de mari-
nha, solicitando indemnuaco da quanlia de ris
4S500 despendida com o curativo de um mari-
nhciro da escuna Lindoya.Remedido ao Sr.
inspector da lliesouraria de fazenda para mandar
salisfazer.
H
Requerimonlo do bacharel Francisco Augusto
da Costa, juiz municipal do termo de larreiros,
pedindo 3 muzos de licenca com ordenado para
tratar de sua saude.Pa-se-se portara cnce-
dendo a licenca requerida.
Dito de Jos Antonio de Araujo, empreteiro
do caes entre a ponte do Recife e a provisoria.
Nesta data se expede a conveniente ordem ao
inspector da thesouraria de fazenda.
Oflicio do coiumaiidaiilo superior da guarda
nacional da comarca do Bonilo presentando o
pret das pracas destacadas no municipio de Ca-
ruar durante o mez de oulubro ultimo.Remet-
lido ao Sr. inspector da thesouraria provincial
para mandar salisfazer, oslando cni termos l-
gaos.
Dito do commandante do presidio de Fernan-
do, transmitndo o requeriinento em que o
degradado Jos Prudencio ldaucouil, que serve
de mostr de prmeiras ledras com a gratilicaco
de 15$00 mensaes, pedo que a mesma gratilica-
co seja elevada a 30000.Informe- o Sr. ins-
pi ctor da thesouraria de fazenda.
Dito do mesmo, apresenlando o conhecimenlo
do recebimento dos gneros remedidos ltima-
mente para aquello presidio.Remedido ao Sr.
inspector da lliesouraria de fazenda para o lim
conveniente.
Dito do mesmo, informando a supplica do sen-
tenciado Giaconio Ronani, que pode se lhe con-
t o lempo da sontcuca do dia de sua prisao.
Informe o Sr. Dr. juiz municipal da primeira
I vara.
Dilo do mesmo informando o requeriinento
| em que o almoxarife Manuel Claudino d'Oliveira
pog
seu lilho Informe o Sr. inspector da lliesoura-
ria de fazenda.
Dilo de Francisco da Rocha Ponlual, lenlo
do batalhao n. 25 de infantaria da guarda nacio-
nal, pedindo ser admidido a prestar juramento,
apozar de nohaver apresenlado em lempo a su
patente aoCumpra-sedo commandante supe-
rior.Informe o Sr. commandante superior da
guarda nacional da comarca de S. Anto.
; Dilo do bacharel Joo Hircano Alvos Maciel,
juiz municipal do termo do Guianna, pedindo 8
dias de licenca para vir a esla capital.Passe-se
portara cncedendo a licenca na forma reque-
rida.
Dilo do Joo Jos de Modeiros Mello, pedindo
a resciso do sen contrato com as ropartteoes da
marinha para o fornecirnento de carne verde.
informe o Sr. commandante da divisan naval.
Dilo do l.uiz Severiuo Marques de Souza, pe-
dindo so mande certificar se, em algum lempo,
foio supplicanlc iccrulado para o exercito ou ma-
rinha.Passe-se do que constar.
Dito de Manoel Alfonso Aquino de Albuqucr- I Cruzpedo augmento de ordenado.Informe ~
que, alferes do esquadro do cavallaria n. 7 da Sr. inspector da thesouraria de fazenda,
guarda nacional, pedindo gua do passagem para 12
um dos balalhoS da comarca do Sobral, na pro- i Requcrimenlo de Antonio Romeiro Bezerra de
vinciado Cear, onde osupphcanle reside aclu- I Menezes, pedindo se mande admiltir no collegio
amiente.Informe o Sr. commandante superior das orphaas urna sua filha menor.Informe o
administrativo do patrimonio
da guarda nacional da comarca do Rio Formoso,
declarando desd.. quando o supplicanle mudou de
domicilio.
Dilo de Manoel Francisco Duaile, pedindo se
submetta ao governo imperial o requeriinento,
da imperial
ao governo
em quo solicita a niercC de oflicial
01 lem da llosa.Soja submodido
imperial.
Dito de Manoel Turiano dos Res Compeli, pe-
dindo ccrlido da patento que nomeou o pai do
supplicanle, Ignacio dos Res Campello, para ca-' qu
nal
or-
conselho administrativo do patrimonio dos
phos.
Dilo da companhia da estrada de fono, pedin-
do permisso para fazer urna cerca ou estacada
entre o boceo do Lima e a estacan, como provi-
dencia provisoria, al que se resolva acerca do
tapamento do mesmo becco.Como requer.
Dito de Guimares & Oliveira, pedindo paga-
miento da quanlia de90X900, importancia do um
ivro, de. papel imperial grande o capa de couro,
Dilo do bacharel Jos Mana Ribeiro Paraguas- |
s. promotor publico da comarca dS. Anto,pe-I
dindo pagamento de seus ordenados.Informe o
Sr. inspector da thesouraria de fazenda.
Dilo de Jos Policarpo de Frailas, professor ju-
bilado de insirueco publica, pedindo pagamen-
to da gratilicaco do mais de \> anuos do exer-
cicio, desde o dia em que os completou.Infor-
me o Sr. director peral da insirueco publica.
Dito de Manoel Joaquim Delmondcu, alferes
nomeaJo para a seccao de reserva da guara na-
cional do municipio" de Ouricury, pedindo a sua
patento, que deizou de solicitar em lempo.In-
forme o Sr. commandante superior da guarda
nacional'da comarca da Boa Vista.
Dito de Francisca Cordolina Gomes da Ora.
Volte ao conselho administrativo do patrimonio
dos orphaos para mandar admiltir o menor de
quem so trata, na conformidade de sua informa-
cao de 9 do corrento.
Dilo de Joo Garca Vall&do.Nao pode ser
admittida a orphaa de quem se traa, por nao
lor a idade exigida pelos estatutos do collegio das
orphaas.
Dito do bacharel Joaquim de Souza Reis.Sa-
tisfaga a exigencia constante da hiformaco jun-
ta por copia, para poder ser deferido.
Dito do Joseph Fachinclti.Avista da infor-
maco, nao lem lugar.
Dito do padre Raphael Antonio Coclho, e sua
irma Sancha Mana da Concei;3o.=Votte ao
Sr. inspector da thesouraria de fazenda, para
proceder-se na forma requerida, avista do sua
informaco de 8 do corrento, sob n. 790, e da do
agrimensor, junta por copia.
Ollicio n. 245, do commandante superior da,
guarda nacional do municipio do Recite, pedindo
se forneca ao commandante do ." batalhao de
infantaria, os refles, de que so serviram os infe-
riores do 2.", logo que o respectivo commandan-
te lizor entrega delles ao arsenal de guerra.
Remedido ao Sr. director do arsenal do guerra
para mandar salisfazer.
Dilo n. 800, do inspector da thesouraria defa-
zonda, solicitando indemnisaco da quanlia del
1133000,do3pendida pela collec'loria de Serinhaem
com o sustento dos presos pobres da respectiva
cadeia durante o mez de oulubro ultimo Re-
medido ao Sr inspector da lliesouraria provin-
cial para mandar salisfazer.
Dito n. 352, do director do arsenal do guerra,
pedindo pagamento da quanlia de 220900, des-'.
pendida com o palacio da presidencia durante o
mez de oulubro ultimo Informe o Sr. inspeclor
da thesouraria de fazenda.
Dilo n. 203, do capilo do porto, pedindo se
mande izentar do servico da guarnico ao guar-
da nacional do 9. batalhao de infantaria Jos
do Brilo o Mello, que so acha matriculado na-
quella capitana.Informe o Sr. commandante
do 9. batalhao do infantaria da guarda nacional
do municipio de Olinda.
Dito n. 18, do commanJanto do presidio do
Fernando communicando que pelo almoxari-
fe Anloniu Manoel Estovan, que regressa para
esta capital, remede todos os livros e mais pa-
pis Concernentes ao lempo em que o mesmo ex-
almoxarifo servio naquello presidio.Remedido
ao Sr. Inspector da thesouraria do fazenda para
seu conheciniento.
Dilo n. 20, do mesmo, informando o requeri-
inento do sentenciado Leoncio Bezerra Cavalcau-
li de Albuquerque, que pede perdi do rosto da
pena, que lhe falta cumprir.Informe o Sr. Dr.
juiz municipal da primeira vara.
Dilon. 21, do mesmo, informando o requeri-
inento do sentenciado Manoel Perigrino de Al-
meida e Albuquerque, que pede perdo da pena
de 14 annos, a que fui condemnado polo jury da
cidade d'Area na Parahiba.Informe o Sr. Dr.
juiz municipal a primeira vara.
Dito n. 23, do mesmo, informando o requeri-
monlo do sentenciado Joaquim da Cruz Lima,
que pede se!cominulc em banimento a pona de
20 annos de priso, a que foi condemnado, a
qual ja jeni cumprido na metade.Informe o
Sr. Dr juiz municipal da primeira vara.
Dito do engenliciro liscal da oajrada de forro,
communicando que, leudo seguido em o dia 3
do ponente com o advogado e o eugenheiro da
companhia para o engenho Harmona, no muni-
cipio da Escada, alim de assistirem a urna confe-
rencia judicial, relativa a desapropriaco do ter-
reno necessario para a estrada de forro ; nada
poderam concluir por nao haver comparecido o
juiz municipal da Escada.Informe o Sr. Dr.juiz
municipal do termo da Escada, qual a razo por-
que nao compaseceu para a desapropriaco no
dia marcado.
1
Requorimento de Antonio Francisco Cesar, al-
teros nomcado para o batalhao n. 27do infanta-
ria da guarda nacional, pedindo a sua patento,
quo dcixou do tirar em lempo por negligencia do
seu procurador.Passc-so patente.
Dilo de Aureliano Augusto Pereira do Carra-
lho, pedindo se mande alistar na companhia de
aprendices do arsenal de marinha, ao menor
Emeliano Francisco de Carvalho Lisboa.Informe
o Sr. inspector do arsenal de marinha, a quem o
menor ser apresenlado.
Dilo do GeraldoCorrea Lima, pedindo ceriido
da porlana pela qual foi nomeado em 1851, re-
gente da casa dus exposlos.Do-so.
Dito do mesmo, pedindo se submolta ao gover-
no imperial o requerimonto, om que solicita ser
nomeado solicitador da fazenda nacional.In-
forme o Si. Dr.juiz de direito dos feilos da fa-
zanda nacional.
Dito de Euzebio Piulo, pedindo ser removido
da priso da fortaleza do Brum. onde se acha,
para a das Cinco-Pontas. Informo o Sr. Dr.
chefe de polica.
Dito de Hcrculano Tlicmolco da Fonscea, ex-
soldado da companhia do cavallaria, pedindo pa-
gamento do que so lhe licou devendo.Informe
o Sr. inspector da thesouraria de lazenda.
Dilo de Joo Quintino do Menezes Galhardo,
pedindo ser alistado no exercito.Aprcsentc-se
a inspeceo no quartel-gcneral.
Dilo de Joaquim Francisco de Vasconccllos,
alferes do extincto 6o batalhao do infamara da
guarda nacional da freguezia de. Itamb, muni-
nicipio de Coianna, pedindo sua reforma, que
doixra de solicitar em lempo por nao ter rocebi-
docommunicaco de sua extinecao na organisa-
co dos aovos corpos.Provc convenientemen-
te que nao levo sciencia da communicai,o feila
sobre ti prazo marcado para a apresenl ie i dos
requorini ntos para reforma.
Dilo de Jos Figueira do Nascimenlo, x-pra-
ca do exercito, pedindo'transporlc para a pro-
cadeia da cidade da Victoria, as quaes por nao
se acharemaulenUiicadas com o visto do procura-
dor liscal, nao podem sor paga.Informe o Sr.
inspector da thesouraria de fazenda.
Dito n, 567 do mesmo, devolvendo pida mes-
ma razo o oflicio n. 716, do referido insp
dn lliesouraria de fazenda. coni as coutas da des-
peza feila com o sustento dos presos pobres d
cadeia do termo de Serinhaem.Informe o Sr.
inspeclor da thesouraria de fazenda.
Dito n. 3o9 do director das obras militare:,
solicitando se mande pagar a Antonio Ramos a
quanlia do 1919250 ris, por que trocou una
imageni de N. s. da Couceico, para a capella do
hospital militar Remedido ao Sr. inspector
da thesouraria de fazenda para mandar salisfa-
zer.
Dilo n.l5,do commandante do'presidio de Fer-
nando, informando o requcrimenlo em que Vi-
centa Fcrreira do Paula. Dedo ser retirado da-
o Sr. Dr. juiz miiui-
volunta-
piio da 5o companhia do balalho de
ros.Passe-se.
Dilodo l'eeldon Brolhen.emprezario da illumi-
naco a gaz.Nao lem lugar, visto que nao hou-
ve alteratao no padro monetario, c nao se esii-
pulou o pagamento em ouro.
Officio n. 97'.', do commandatilc das armas,
informando o requcrimenlo do alteres ajudanlo forme o*Sr. inspector
do9o batalhao de infantaria Antonio Raimundo Dito do Joo l.uiz
Campello, ajudante da Colonia Militar de Pimen-
leirasRemedido ao Sr. inspector da thesouraria
de fazenda para mandar salisfazer.
Dito n. 1209, do Dr. chefe do polica,solcilan-
vinca do Rio Grande do Norte.Dii a
agencia da companhia brasileira de paquetes a
vapor,
venden ao conselho administrativo do arse-1 Dito di Luiz Cezario do.Reg, capilo da ex-
de guerra.Informe o Sr. inspector da the-1 tinefaguarda nacional do municipio do lucilo,
de aproveitar-sc das disposices dos ar- do se mande pagar a importancia do alugucl de
i --:!S l"*'da citada lei de 3 de dezembro, e
i58f V i ^ulamenlo numero 120 lambein ci-
. imavez ;ue, perante o juiz competente da
fxecu sea direilo, por ter sido con-
demnado a 7 annos do priso simples e achar-se
preso i'. -.:: !.-">i al o presente. 0 mesmo Au-
quatro mezes da casa que serve de quartel ao
destacamento da freguezia da VarzeaRcmctli-
do ae Sr. inspector da thesouraria provincial pa-
ra mand ir pag
Dito n.
declai
r.
'; d i direcl >r du arsenal de guerra,
3 que .. 231 artu f, de que '-rata o seu
sonraria do fazenda.
Dito de Joo d'Almeida Monteiro, agente om
Macelo da companhia de navega-Jo badiana, pe-
dindo pagamento da' quanlia de 602900, inipor-
lancia das passagens de um oilicial, sua familia
e 5 pracas do 8." batalhao de infantaria.In-
da thesouraria de fazenda.
uiz da Silva l.eiiia, profes-
sor publico da povoaco do Poros, pedindo quo
se equipare o alugucl da casa, em que d a au-
la, ao da do professor da freguezia dos Alegados,
de-do o lempo em quo o supplicanle comec.ou a
cxercei o magisterio.Informe 0 Sr. inspector
da lliesouraria provincial.
Dilo d, Joaquim Pereira Bastos, segundo es-
criplurario da thesouraria de fazenda, pedindo 3
mozos de licenca para tratar do sua saude.
Inmune o Sr. inspector da thesouraria do fa-
:
pedindo a sua reforma.Passe-se portara re-
formando o .supplicanle.
Dilo do Mana Joaquina do S. Tliom, profes-
sora publica de prmeiras letras da freguezia do
Recife, pedindo Iros mozos do licenca para Ira-
lar de sua sadc Informe o Sr. director gcral
dainstrucco publica, por cujo intermedio do-
ria a supplicantc ler requerido.
Dito do Vicente Machado Freir Perei
Si va, 8o esciipturario do consulado provin
pedindo Iros mezes de licenca com vencimentos
para lala; do sua sa ide.Passo-se portara cn-
cedendo ao supplicanle a licenca requerida, com
lodos os vencimentos que lhe compelirem na
forma da le, pan rular do sua saude.
Offi :io n. 366, i inspeclor da thesouraria pro-
vincial, devolvendo o oflicio n. 713 do inspccloi
P
quede presidio.Imtorme
cipal da 1" rara.
Dito do eugenheiro fiscal da estrada de forro.
apresenlando urna relacao das dospezas occasio-
nadas p. lis viagens que dera durante o mez de
mtubru a servico da mesma estrada.Informe o
Sr. inspeclor da thesouraria do fazenda.
Dilo do vigario da freguezia di Scrra-Talhada.
indagando se tem lugar a imposieao da mulla "
aquellos individuos que, nao leudo registrado as
suas Ierras durante o primeiro praso, quorom-
no lazer no correr do 2' ou 3'. Informe o Sr.
delegado interino da reparlico especial das Ier-
ras publicas.
15
Requerimonlo de Agapio Jos da Paixo. preso
para recrula, pedindo mais o praso do 15 dias
para provar isencao legal.Nao lem lugar.
Dito dos hachareis Felisbiuo de Mendonca de
Vasconccllos Diniz e Francisco Augusto da'Cos-
la, juizes municipaes dos lemos do Cabo,e Bar-
reros, pedindo se submetler ao governo imperial
0 requcrimenlo, em que solicitam a permuta de-
seos lugares.Soja submettido ao governo im-
perial.
Dito de Joo Antonio Cardozo, capilo do 8'
batalhao do infantaria do linha, pedindo indem-
nisaco da quanlia de ijOO reis, que despenden
com os alugueres di casa, em que uiorou na vil-
la de Giranhuns, na qualidade de delegado de
polica Informe o Sr. inspector da thesouraria
de lazenda.
Dito de Manoel Lopes Freir, preso para recru-
la, pedindo o praso de 3.) dias para provar iscn-
>;ao legal.Informe o Sr. Dr. chefe de polica.
Dilo do Dr. Folippe Jatisen de Casto Albuquer-
que Esperado.
Dito do bacharel Marcos Correa da Cmara Ta-
marindo.Esperado.
Dito de Manoel Alexandrino de Mello e Albu-
querque.Indeferido.
Ollicio numero',1'J, do lenle general com-
mandante das armas, Iransmillindo os attostados
passados aos individuos que apprehenderam os
desertores do i' batalhao de arlilharia Jos Theo-
doro da Silva, Francolino Jos de Lima, Francis-
co Jos Gonealves o Lino Jo.> do Nascimenlo.
Remedido ao Sr. inspeclor da thesouraria do fa-
zenda para mandar satUfazor
Dito, do commandante superior da guarda na-
cional do municipio do llecife, apresenlando a
filiacao do tambor mor Joo Marques do Souza, o
dos tambores Cosme Manoel do Nascimenlo, Joo
Francisco do Sacramento e Pedro Antonio, do
Espirita Sanio, que scengaiaram para servir no
2* batalhao de fuzileiios.Remedido ao Sr. ins-
peclor da thesouraria de fazenda para os conveni-
entes assentamentos.
pito, do dito dos municipios de Flores, Inga-
zeirac Tacarat, communicando que, requisi-
cao do juiz de direito da comarca de Flores, !i-
zcra por a disposicao do maior commandante in-
tenno do 8 batalhao de infantaria de linha, 30
prac)s do balalho numero 32 da guarda nacio-
nal, alim de auxiliar a guaida da cadeia de Villa
Bella.Informe o Sr. Dr. chefe de polica se ha
necossidade da fon-a da guarda nacional desta-
cada em Villa Bella, alm da do exercito.
, Dito numero 1228, do Dr. chefe de polica, a-
: presentando a-= contasdas despezastaitas duran-
te o mez de oulubro ultimo cora o aluguel da
casaqueserre de quartel ao desticamenlo do
. tormo do Serinhaem c com o fornecirnento de.
1 luz ao mesmo destacamento.Remedido ao Sr.
inspeclor da lliesouraria provincial para mandar
pagar, estando nos termos logis.
Diio numero 1230, do ruosuo, tiansmiltnJo as
; cotilas da despeza feita no mez de outubro com
o sustento dos presos pobres da cadeia do tormo
do Brejo.Remedido ao Sr. inspector dalhesou-
; rana provincial para mandar pagar, estando nos
lemos lgaos.
Dito numero 1242, do mesmo, apresenlando
as contas da despeza feila no mez de oulubro ul-
timo, coni o sustento dos presos pobres da cadeia
do termo do Cabo.Remedido ao Sr inspector
da lliesouraria provincial para mandar pagar.es-
lando nos termos legaes.
Dilo numere 1213, do mesmo. apresenlando as
' con tas da despeza feita durante o mez de setem-
bro ultimo,con)'Osustento dos presos pobres da
cadeia da villa de Garanliuns, na importancia do
I523OOO reis.Remedido ao Sr. inspector da the-
souraria provincial para mandar pagar, estando
nos termos lgaos.
Dilo do juiz de direilo da comarca da Boa-Vis-.
la, propendo a croa.o de mais um dislricto d.i
subdelegada no termo do Exu.Informe o Sr.
Dr. chefe de polica.
Dilo numero 173, do commandante da divisar
naval, informando o re ueriraento do Joo Jos-
de Modeiros Mello.Remedido ao cousciho do
compras navaes para aj-ustar o lerjno de contrato,
para so verem os seus termos e se acha. elle in-
completo, sem assignatura do fiador, como allega
0 supplicanle na petico dirigida ao chote da di-
viso.
Dito numero 373, do inspector da lliesouraria
provincial, apresenlando a impugnacao feita pela
onl .doria, do pagamento da despeza com os pre-
sos da cadeia da Escada, cujas comas acompa-
nharam o ollicio do chefe de polica, sob numero
1192.Remedido 00 Sr. Dr. cholo de polica
para mandar salisfazer a exigencia da thesou-
raria.
Dito numero 163, do commandante do corpo
de polica pedindo ser ndemiiisado da quanlia d.:
1 s 10 que despendeu com o nluguol do. um ca-
vallo que conduzio do lerilio de Caruar 11111 sol-
dad 1 doente.Remedido ao Sr. inspeclor da the-
souraria provincial para mandar salisfazer.
Dito da cmara municipal do Ouricury, pro-
pondo a ereaoo de mais um dislricto d paz e
de subdelegada na villa do Ouricury.Informo
0 Sr. Dr. che;.! de polica sobre a creaco do dis-
t dicto do subdelegada.
16
Requerimonlo de Beiardo Joaquim Correa,
lenle do estado maior de 2' classe do exercito,
pedindo 15 dias d lie ic.a para ir provincia
I is Vli.: as. Passe portara conce leudo a li-
cenca n querida.
Dito do Dr. Ji Alfredo Correa de Oliveira
Andra dor ; ubi ico 1 termo do Recife,
pedindo 8 dias do licenca. Passe portara cou-
. udo a licenca requerida.
de Jos Nicacio da Silva, professor de la-
lim ad litio a < Cyniuasio, pedindo urna gratifica-
gao pelo exercicio em que est de secretario d 1
insirueco publica. Informe o Sr. inspeclor da
luraria provincia!.
Dita de Maxiraiano llenriquesda silva Santiago
o oulros, herdeiros d 1 tinado lenenle-coroncl
Manoel Machado da Silva Santiago, pedindo so
submetta ao governo imperial, o requerimeulo
dospezascoin o suslcuto dos presos pobres"da em que ) pagamento dos sidos queso
da thesouraria de fazenda com as coilas das
/"
MUTILADO
N


O)
DIArdO DE PERNAMBUCO. SEXTA FEllU 16 DE DEZEMBRO DE 1850.
flc a dever vete lia i U i i r roiiclIn-
forme o Sr. inspector da Ihcsouraria de (azenda.
- 17
Kcqucrimcnlc de Jos Hygino de Miranda, pe-
dindo pcrmisso para vender urna.casa em ca-
>o rameada sobre o terreno de maruha n 10
A.-
j,i por sustos, ja por esperanous exoessivas, u que
se uo isso enfraquecer nos espirites esse prin-
cipio sobre-natural, cujo poder (lo grande pa-
ra moderar as paxoes, para levar o liomein a
bem usar d-c sua razo, o p.ira a submetter eni
todo aeonlecimento feliz ou desgranado, aos de-
ufonne a Sr. inspector da thesouraria de fa- relos de Dos, causa suprema de lodas as cousas.
canda.
Dilo de Jos da Silva Loyo, pedindo se enca-
minhe ao goveruo imperial o rcquerimcnlo, cni
que solicita o alfaiidcg-amenln do seu arntn.em
o caes do Apollo. Informe o Sr. inspectut da
tliRSoararia de fazenda.
Dilo do major Paulo de Amorim Salgado I ti
iiior, pedindo se subu;< lia ao governo imperial a
policio, pela qual solicita o loro do fida!;o caval-
leiro.Seja submctlido ao pod"r compelonte.
Dilo de Joaquim Theodoro Alvos. Seja sb-
tnettido ao goveruo imperial.
EXTERIOR.
Tivesieis a dor de ver vossos presentimontos se
realisar, quando resoou as ras e pracas publi-
cas mais frecuentadas, clamores afroniosos con-
tra o que nossa religiao tem de mais santo e ve-
neravd, (piando lomasteis objecto das suspeitas
e descoofiancas, quamio vos assignalaram como
pregadores de doulrlnaa subversivas que' conspi-
ram contra a ordem publica, o que vos submet-
leram as mais ligorosas investigrmeos da vigi-
lancia govoniamonlal. Nossa alma ronslernou-
se com a nova d'essas medidas inauditas, que se
preparara niesnio no momento cm que vos diri-
gamos vivas e patentaos exhortacoes recom-
mendando de vos conler e a vossos noves, nos
limites mais cstreitos da submtsso, da caridade,
da prudencia ; no niomenlo em que nos apres-
Apreciacaodo diseurs,, do imperador dos Fran- Mndo '.'"' aceilar u enn^e do soberano pontifi-
nee, cm^ordeos por diversos joruaes. f* numos nossa vos a sua para implorar ao
i Do Times 1 l)l'os Jas misericordias a tranquihdado e a paz ;
cezes.
^IU> Times.
a O programla indicado pelas palavras do im-
perador, como Monitor Imiversgl as publica,
nao revolucionario, posto que sua moderaco
tio obste que este seja desagradavcl ao clero,
cujo proceder o Un lid tornado necesMrio. O pla-
no de Napoleo fazer as reformas sem as qu: es
impossivel retirarsuas lonas Mas como pode-
vam essas grandes reformas ser effeitnadas?
.< Se o papado asliresse realisado lia de/, an-
uos, ou iiiesujo lia um auno, a Rumania UOtcria
sido perdida; mas boje apenas c possivel resti-
tuir esta parle da [tal i a au jugo do papa ; c se o
p3pa a rodease nao contrastaria o resto do paz,
por sua sorte desgranada, com o dos venturosos
rene des, que livessum escapado soberana op-
pressiva de S. Pedro? Us males do goveruo pa-
pal sao quasi insepiraveis de sua couslituico.
Onde os padres govornam doraiitarao elles sos,
80or possivel. Mesmo na Irlanda dlfieilmcnto
sccnconlra um oigo calbolico, que lenha algu-
ma influencia fia direccao dos negocios de sua
Igreja ou das relac&es desla Igreja cun o Estado
c as oulras sociedades.
Os bispos e os ecclesiasticos administrara lu-
do, c promulgan] suas decisoos sob a forma de
mandameotos, que devem ser obedecidos. Que
esperanza lia pois do quo um papa o urna niulti-
*io de eardeacs, de bispos, de sacerdotes e de
prelaJos facam mais, que simular a admisso do
'lemento 'oigo no goveruo dos Estados? (Juan'u
.i tolerancia nao se dere espera-la dclles. Us pd-
deres protestantes podem, verdade, obler o di-
roito de solemnisar um culto hertico ou de in-
humar bous morios com as ceremonias do chris-
tianismo, masque a educaco, o pcnsamento'c a
aeco oblenliam urna liberda le permanente de
um governo papal, c mais do que podemos espe-
rar.
O imperador dos Fr s est sem duvida
dse oso de fazer urna experiencia, c possivel
que seus esforcos sejam acompanhados de,um si-
mulacro de niclboraiucnto; mas qua::to a pro-
gresos reaes dovemos espera-Ios dos esforeos in-
depeudenles do povo auxiliado pelo exemplo da
Italia septentrional, c pela sympaUia de todos os
Estados livres. Nao c doscuusellios imperiaes ou
das concessocs do papa, mas de sua propria co-
(uilidade e a paz
no niomenlo em que acabaveis, vos e vossos po-
vos, de dar signaos resplandeeenles de rirtudc
religiosa e civil, sol o primeiro choque da sofla-
mo o universal. Fui entao que, em presenta
desses actos odiosos e intempestivos, resolve-
mos de acord rom os arcebispos e bispos, nos-
sos irmos, dirigir una admucstaco respeilosa
as.autoridades do estado, para os empenhar a
estrellar, em vez de quebrar, O laco sagrado
qoo Heos piiz na religiao e na accao de seus mi-
nistros) alim de consolidar a uniao dos povos e
sua submisso aos poderes que elle estabeleceu
sobre a Ierra.
Nao lemos perdido a esperanza de ver nos-
sas palavras ouvidas ; mas tomo pode acontecer
que todos nao lenhacs todo o conheciment do
aclo do que vos chumo atlem:ao ; como por ou-
Iro lado a gravidade dos acoulecimenlos a isso
nos torga, c como lemos certeza de ve-Ios fiis e
aelivos no exercieio do minisleiio para o qual
Dos vos chamou a ser nossos colaboradores,
eremos de nosso dever dirigir-vos eslaurla car-
ia, i ni commum, cojo lim principal combaler
um ei'ro que podero vos ser funesto no comple-
mento de vossos sanios deveres e recahir em de-
trimento commum acontecimentos que com mui-J
preteueiu ter oescendido de bemleitores e go-
vernadores do povo. Este conhecimenlo ctesce-
r ainda em vos a med.da que se manifestaram
com clareza, pelo desenvolvimiento dascirenms-
lancias extraordinariaa onde nos uchamos, as
tendencias que o originan!.
Esses acontecimentos sao urna escola, sao li-
ceos, como eu di/.ia sempre^ que o Senhor vos
d para vos fazer comprehender, quaes sao as
necessidadec seriaos, c para vos demonstrar que
a obra das revoluedes civis necessario addir
obra do urna revolucao moral. Esta ultima depende
em grande parle do vosso zelo e de vossa intelli-
gencia, e se nao vicr a realisar.ludo o mais ser
em vo. Tendes podido verificar una nouligencia
cadadia maior.o que torna-se commum no com-
plemento dos deveres da familia e da religiao ;
vedes como se segucm e succedem com urna
regularidade escandalosa os actos exteriores do
religiao, c os actos mais vergonliosos contra a
probidade, e os bons costumes ; sabis que dcs-
eonlenlamenlo se manil'esta as classes inferio-
res ao menor revs que os altinge ; que sen t-
menlos do inveja faz nascor uellas a prosperi-
dade das oulras ; quanto sao indoceis e sem
respeito pelas leis e autoridades eucarregadas de
as fazer observar. A que attribuir ludo isso 6 o
mais, se nao a falta ifessa solida instrueco cln is-
taa, pela qual s se aprende a conforruar seus
actos a verdadeir i cren^a, a preoecupar muito
mais de seus proprios deveres que de seus di-
reilos ; a procurar o bem, a tratar dos inleres-
ses da vida presente sem perder de vista os ca-
minlios e meios necessarios para assegurara fe-
licidade da vida fulura.
Nos bem sabemos que nao tendes despreza-
do esta parlo tan importante de vossa missao ;
mas solrei, irmaos muito amados, que a vista
da situarlo presente das populares, nos vos di-
gamos que o que se tem (ello al o presente
ueste sentido nao basta ; que preciso propor-
cionar o remedio na tu reza c intensidade da
molestia, c que no momento em que se procura
por tantos esforeos a exaltar a idea c senli-
menlo do homem social, nos nao poderiamos,
sem deshonra e sem multo grande detrimento,
deixar na decadencia e degradarlo a idea e o
senlimento do homem chrtsfao. Nos deploramos
comrosco que pelo decurso do lempo a dissipa-
eao c rea xa ment onde leude a nossa natureza,
e segundo a palacra do Evangelho, cun dormi-
renl nomines, o inimigo chegasse a deteriorar
la certeza a providencia s dspoe para sua glo-, vossos Iralialhos, c espaHtir o joio no
campo
linheis
se envolvem, e das gondoi(.ras, especie do tnica
com que se vestem, as chinellas, o alguns lapels
excellentes, ludo o mais de ualureza tal, que
nao merece mencionarse.
I.e-se ua Ga;eta de Augsburg :
Escrcvem de Dusscldrof a 28 de setembro :
A 22 de selembro o doutor l.uslher descobrio
um novo pianola,que o quinquaqesimo sptimo
entre Marlc o Venus. O prolessor Hartim lloech,
de L'trich, por pedido do doulor l.uslher deu ao
novo astro o nomc de Mnemosyne.
Le-se no Globe de 16 de oulubro : no do-
mingo conlaram-se no ancoradouro de Phy-
nioulh navios de cinco dil'creules nardos, cir-
cumstaiicia esta, de que, diz o mesmo jornal,
nao ha memoria. Eram as naos de linba inglezas
Aboukir, Algien,Donegat, litro t Nilo ; as fra-
gatas Dtaden, Ementa, Jlelpomtne, Mersty e To-
paze ; a corveta Pearl ; a fragata hollandcza
Kooputaa, e as chalupas Veneoio e Rainier da
niesma narao ; a corveta nessa Ilashogni!; ; a
corveta brasilea Bahiana, e a nao de linlia
turca S/iai/ie. Tolal dezessete pavilhes. Todos
esles vasos excepeo da corveta brasileira sao
movidos a vapor.
Passageiros que sahiram no vapor Cruzeiro
do Sul para os pollos do norte : D. Paulina
Fouvier c urna criada, Alexandre Fouvicr, Jote
do Oliveira Lima, Francisco de Assis Correa I.i-
ma.AiilonioPloreutino Mndello.Dr. Prcderico P
Carneiro Monteiro, Antonio liento da Costa, Ua-
noel Clemenlino Carneiro da Cunha e um escra-
vo, Jos da Silva Coelho, Joo francisco Rarbo-
sa, Antonio Nogucira do Souza, Joao Jos Fer-
nandas e Silva, Jos Antonio Moreira da Rocha e
2 esclavos, Juan Beruard, Jo.io Jos de Souza,
Leopoldo Marques da Assumpcao, Joao Roberto
Augusto da Silva, capilao O* Donolle e sua se-
nhora. Uermino Jos dos Santos.
Passageiros do brigue portuguez Ro'uin viu-
do de Lisboa : Manoel Vidal, Francisco de
Souza, Manoel Jos Forreira Jnior e Manoel
Faluocida.
r Passageiros da barra nacional Imptratriz
Vencedora rinda da Babia : A. ubaldiuo Ca-
nuto. Manoel Jos Rio de Jordao Chaves, 1 es-
cravos a entregar.
Passageiros do palhabote nacional Lindo
Pagele viudo do Maranliao : Joao da Rocha
Wanderley, sua senhora, 1 sobrinbo menor, e o
osera vos. Jos de Araujo Luna.
Lisia dos baplisados bavidos na freguezia da
Roa-Vslado 27 de novoiubro a 10 de dezembro
de 1S9.
ministerio de maneira a lomar sempre mais in- venenam mesmo as fonles onde os liis devem
IMe o estado doral das populares confiadas a I procurar a renovacao daVida ; elles ensinam a
vossos cuidados. Sem duvida "acontece fcil- emancipar a razao da f c a procuram enfraque-
us espirilos | ecr, a anniquillar a mesma f, despojando a
desses auxilios exteriores que dao a supplica e
grandes commocoes que
ragem e de sua propria independa, que os Roma- ainda mais cfOcazes, que empregam aquellos que
nos devem esperare melhotamentodo sua sorte.
Eis como se exprime o Morning Post:
O celebre discurso de Brdeos, que procla-
mad, que o imperio 6 a paz, fferecer menos
iutersse histrico do quo este segundo discurso,
que declaracalhcKorieainonto, quo o imperio o
e.jui.-aleiJte da reforma papal A resposta de a-
ple o III ao cardeal nrcebispo de Brdeos der-
ramar o terror nos coBSelhos dos ultramontanos,
ajo iasso que nao pode deixar de exaliar as es-
pera ncas e a coragcni do povo italiano.
Este discurso, entrelanto, nada conten de
novo.
Ha dez annos que a Frailea enderecen suas
representacos ao Vaticano, o pie lh'as endereca
II) uio.
O successor de Carias Magno e de S. Luiz,
em sua resposta ao discurso do cardeal romano
e do arcebispe francez, difllciloente po^ia ein-
jiregar outra lingimgem que nao aquella, que ex-
prime a esperanza de que urna nova era de glo-
ria surgir para a Igreja desde o dia em que lodo
o mundo participar da couTteeSo de que o poder
temporal do santo padre nao e opposlo liberda-
de o independencia da Italia.
Infelizmente a poca actual urna era exces-
ivamente pouco gloriosa para a Igreja, precisa-
mente porque es-a convicr^o nao professada
peles altos dignaUrtos quesomenli podem reali-
sar a ida. Essa conviccao nao mais professada
pele mesmo soberano pontfice, por esse Po IX,
cojos principios, lia 12 ou U anuos, excitaran] a
admiracao da Europa ; abjurada por esse car-
deal secretario, cuja rcpulacao polilica se conso-
lidou por ineio de proflssocs de adliesao libcr-
dade e independencia italiana ; com duas ou
trez honrosas exceptjoes, essa convic^o n.io
professada pelo sagrado collegio, do qul o pon-
iico nao mais que o representante ; nao pro-
fessada por esses eardeacs legados que s con-
fian as baionetas estiangeiras para o rcslabele-
cimenlo de seus paelialics ecclesiasticos, nao
professada pelos prelados franeczes, em cujas pas-
toraes a liberdade denunciada como sendo in-
eompalivel com o poder papal. Quanto Corea da
conviccao imperial, de que o poder temporal do
papa nao contrario liberdade e independen-
cia da llalla, impossivel po-la em duvida. Co-
mo podeiianos de outro modo explicar o apoio
prestado esso poder pelas armas Ciaucezas du-
ran :e esses ltimos dez anuos, ao mesmo leinpo
que as rcpresenlaces c as exhortacoes continuas
udereradas ao goveruo papal em favor de urna
poltica mais liberal?
.< Nao poderla haver, na apparemia, nada de
mais calmo, e de mais corlez e de mais digno do
qm a falla imperial. De feilo ella levanta u luva
atiada pelo clero francez. Aflirma sem vacillar,
(jucha no apoio armado que a Franca outorga ao
governo papal, um limite, que nao pode ultra-
pasar; que a polilica papal ser cm breve entre-
gue asi mesma para subsistir ou cahir cm virlu-
de de sen proprio mrito, e aquellos quo conti-
nonram excitar a borrasca, apezar de todas as
advertencias que receberam, eemonescero no tur-
bilhio.
< O roiiflicl lem poiianto mudado" hoje de a-
iei a. Nao se traa mais de urna lula entre a Ita-
lia e a Austria, mas entre a Frauea imperial e
Roma papal. Essa luta, todava, foi Roma que a
provocou, mas oinda hoje, np ultimo momento
recebe o ronsellio de lomar suas medidas, do con-
ciliar) antagonismo que existe entre o pontfice
calbolico, eo principe italiano,de observar a jus-
te a o de pralicar a misericordia chrislia.
Le-se na Gazelle de Cologne :
O discurso do imperador Napoleo em Br-
deos nao mais do que um protesto contra as
cartas pasloraes de curios bispos francezes. O
imperador insiste com lano vigor como seu ein-
baixador em Roma sobre a necessidado de algu-
nas reformas no estado da Igreja.
E, com efl'eilo, ainda recommendando aos
Romanianos que lorncn submeller-se as auto-
ridades de seu soberano, julgamos que o cardeal
Anlonelli obrara em interesse do papa prestan-
do allenco s represcnlaces do duque de Gra-
nionl. Nao somonte a Franea, sao todos 03 po-
deres calholicos, comprcuendida a Austria, que
ha viule coito anuos representara sania sede a
necessidade de reformas na administracaV).
Pergunlou-se como, sem isso, depois da par-
tida das tropas francezas, que o imperador ja deu
\ suspeilar, Roma e a parle occidental do estado
da Igreja poderoser amparadas da sorte da par-
le oriental. Falla-se de novo de um plano com-
inuiii lendenle reslabelcccr o anligo estado de
cousas na Italia central pela forra das armas As
mente as
s desvian) do seu ultimo liin, que se nao sen le
mais, ou que se procura quebrar o freio das ver-
d ides reveladas, que as ideas do libeidade se
ennfundem com os dilirios da liecnca ; mas hoje
rom a pulidez de que se preza os "diveros esta-
dos da soejedade, com a docura de nossos cos-
tumes, se repugna osados de perseguieo e vio-
lencia. Sabe-se que ellos lean) anles por ef-
relo lomar os espiritos mais firmes ua affeico
a seus principios. Sao outros meios, e meios
v 1*111 ittuc uj eiiui-gl a U'lUI
degradantes, e levemos nosso espiit
siludes em que nos adiamos, ale a
que re ni aproveitar-sc dos lempos de perturbaro
para atacar a religiao e desviar os imprudentes
dos caminhos da verdade e equidade chrisla
Em vez de vos entregar a terrores inuleis e
to, as vicis-
mio supre-
ma que as dirije, o saibamos ahi iccouhecer lo-
go urna prova pela qual Deosquer exercer a vir-
lude do sacerdocio calbolico e o elevara urna mais
alt 1 perfeicao, depois de una lico desuada a
nos revelar as causas das tendencias que arres-
tara a desorden) una parte dos Iiomens, assim
como os remedios mais proprios a obstar esses i "los ,u,ni Para a direita, nem para a esquerda,
movimentos, (azendo-os rollaran bemeommum. mas lomamos as armas da palavra e do exeni-
1-, digo, irmos muilo amados, para vossa 111'0 Pfra entrar nos combates do Senhor.
os Sacramentos e que sao necessarios lano ao
rico como ao pobre, ao sabio como ao ignorante,
aos governanles como aos governados para que
ella viva nelles.
Esta obra de dcstruiro nao terminada, c
para avanca-la, credo, irmios muilo amados,
se prepara no silencio, mas com muita activi-
dade o urna habilidudo prfida, novos artifi-
cios1
Que consequencia queremos nos iirar de lu-
do oque acabamos defallar.se nao que a Pro-
videncia divina quer fazer sahir para nos ?
En) nos collocando em presenca de to grandes
difficuldades, ella nos apona a importancia do
ministerio que nos confiado, e nos indica a
forma que convjm exerce-la. Nos devenios con-
cern rar todas nossas forcas e dirigi-las ao lim
para o qual foi instituido nosso sacerdocio: a
salvaco das almas.
No mcio do conflicto das Opnioes humanas
e das provas que solTrc a verdade, que seus mi-
nistros leem a sollrer com ella, nao nosdesvie-
fldelidade a causa cuja defeza vos conliada, v
da Igreja de que sois ministros.
Seui duvida o temor dos borneas e seu despre-
so nodere nunca vos impedir de aununciar a
verdade o comprir os deveres do ministerio sa-
grado, bem como o vo desojo da popularidade
e dos applausos nao deve nunca vos resolver a
lomar um partido por urna ou outra das nume-
rosas seitas polticas que engendran) as divisos
e conlradic.oes das opinies humanas, muilo me-
nos ainda em vos desviar de una linba do cen-
tro estabelecido por Jess Chrislo em sua igreja.
c para a qual devem couvergir lodas nossas opi-
nies, todas nossas affeices. O dever que nos
commum com iodos os"subdilos do obedecers
Icisdo estado, pois que nao ha poder que nao
vcnlia d,> Dos e que aquellos que existem sao
ordenadas por Dos, este dever nao podo em
algum caso crear obstculo ao dever e as leisda
Igreja c as suas sanias doutrinas. Nossa sub-
misso a essas leis e a doutrinas garanti ao con-
trario a observancia e cfficaria das oulras leis,
Emquanto as mullidoes consomem suas tor-
eas c seu lempo na ambiguidade dos foitos pr-
senles, c na incerteza de acontecimentos futu-
ros, continuemos a pralicar e pregar a doutrina
que lem Iriumphado de lautos seculos de proras,
que lem resistido a tantas perseguices e que
durar eternamente.
Nesle caruinho, com essa guia, nos tornamos
>aa, e acabamos por deixar a vigilancia suspei-
losa que pretende exercer Sobre nos ; porque
os poderes da Ierra sao o lerror, nao daquclles
que fazem o bem ; mas daquclles que praticam
o mal.
* Talvez que essa vigilancia o minuciosa
faca descobrir em nos algunsjres jS de infirmeza
humana, mas ella fiiniecera pnovas certas do
virtude sacerdotal. O braco do Senhor nao tem
enfraquecido, e apezar de toda a depravadlo do
lempo, lia ainda para honra do sanctuari, dos
ecclesiasticos dislinclos, para a virlude c para a
doutrina, que queririam o que esperara urna me-
lbor ordem de cousas na sodedade civil ; [mi-
onde nos ensillamos ver urna ordem c una de-' 'tori ordinamenti civili); que, pela pureza de
rivaco '
rjuem s reinara os res
do poder e da bondade de Dos, por i S0IIS costemos e sincerdade de sua t', indicar
empo ] os meios cortos de o realisar e
c sao ao mesmo lemp
manler, e que
recommendarvos o respeito o obediencia com a
Igreja e seu chefe supremo. Quanto a seu poder
puramcnle temporal bem que s se esleuda a
um lerrilorio limitado, sabis lodos que nao
menos sagrado, seja cm razo da pessoa quo es-
t revestida, seja em razo do consentimento dos
seculos, e da prolecco divina, que s, manifes-
lainente, pode o sustentar.
Nao diremos mesmo que gloiioso a nos unir-
mo-nos nesse scntimcnio com as maiores naces
e grandes [monarchias da tena, que lem procu-
rado dar um novo brilho a sua mageslade aju-
dando-a c defendendo contra toda a aggresso
prophana. Observaremos somonte que se deve
com energa reptovar em (0J0 o membro, qnol-
querque seja da sociedadechristn, lodo aclo ir-
respeitoso contra o poder estabelecido de Dos,
e especialmente contra o chefe augusto da reli-
giao catholica ; um ministro dessa religiao peca-
ra muilo mais gravemente, excitara muiln di-
versamente contra ello a indignadlo publica, e
atlrahiiia iufallivelnienle sobre sua*cabera a co-
lera do Senhor, se elle livesse a audacia como
alguns- nao ternera fazer entre nos) laucar um
olhar lemerario, c de levar o mo sobre "a arca
uva da nova allianca, renovando assim na Igreja
I chrisla as protanacoes, e os escndalos d'Oza e
dos Blhsamilas, e, novo Seraei, unindo sua voz
a dos subditos e dos filhoa rebeldes alim de mal-
dzer o melhor dos padres, o mais doce e santo
dos reis.
Mas a pessoa cm que Dos vos Bubmelle pe-
las vicissiludes presentes mais particularmente
destinada a augmentar em vos a virlude pela
qual deve sobre tudodistinguir-sc um pastor das
almas, quero dizer a caridade. A prtica f-
cil quando nao easta grande sacrificio, ou quando
esses sacrificios sao mitigados pelo reconheci-
mento daquello a quera se fez bem ou por qual-
quer outra recompensa humana, como acontece
de ordinario a aquellos que segucm as inspira-
Ces da philantropia. Mas para que esso virlude
seja vcrdadciramenle chrisla, preciso que so-
ja nutrida c santificada pelas humilhaces e sof-
lmenlos, e fortilicada por una longa paciencia.
Eis, irmos muilo amados, o lempo favoravel pa-
ra torna-la tal.
Vos tendes ouvido [c ouvis anda insensatos,
pronunciar palavras de maldicao contra vos e
contra a Igreja, segundo o ensino de Jesns Chris-
lo, vos llies responde! abcncoando-os. Querem
vossos bens, antiunciam O projeclo de os dimi-
nuir como excessvos do os lomar como super-
teos, nao continuis menos a abrir generosa-
mente vossa mo aos pobres. Procura-so 1110-
. livos de vos aecusar, se vos suppe com inlen-
tropas dos_duque*s marchariam de arcordo rom as ges sinislras, porque esperaos no silencio que o
ministros da joslica, inslrumonlos de ordem c fe-consaoram sem repousosuas vigilias e traballios
licidade no raeio dos povos. Nao necessario ao uein l"a sociedade. Submettdos aos poderes
eslabelccidos de Dos. ido smenle pelo temor
de sua colera, mas ainda pelo dever da cons-
ciencia, elles s aspirara os elogios e recompen-
sas ciernas que o servidor fiel e prudente recebe
do grande pai de familia.
(Jue elle digne-se vos conciliar, irmos mui-
lo amados, e, esperando, recebei o penhor na
abuddancia de suas bencos.
De nossa residencia archiepiscopal, 21 de
selembro do 1859.
Vosso muilo allencoso etc.
Ferdiskd,
Arcebispo do Sicnnc. |
Presse.O Uiiciro.]
PERfiAMBUCO.
KEVISTADIARIA
Hontem tocou este porto, procedente dos que
ficara ao sul, o vapor inglez Tyne, e apezar du
ter entrado por obra das 5 1|2 horas da larde,
com ludo nao recebemos jornaes alguns, ainda a
hora adianlada, um que esle escrevemos.
Hoje, s 10 1|2 horas da manha, na matriz
da Boa-Vista, lera lugar urna missa rosada,man-
dado celebrar pelos bacharelandos da faculdade
Antonia, parda, com 1 mez de nascida, fillia le-
gitima de Jos Mai lilis e Sebastiana Mara.
Josepha, branca, nascida em 27 de oulubro do
crranle anuo, Glha legitima de. Joao Francisco
dos Santos e Amia Emilia de Souza Santos.
Bernardo, liranco, com 1 auno do naacido, lilho
natural de Domingos Pereira e Rosa Mara dos
Prazcres.
Anua, branca, nascida em 23dejuuho do corren-
te auno, lilha legitima de Claudino Jos da Coi-
la o Joscphina Senhorinha da Costa.
Antonio, branco, com ti mezes de nascido, filho
legitimo de Manoel Pereira c Aloxandrina Ma-
ra da Couceico.
Antonio, branco", cora 6 mozos de nascido, .filho
ligilinro de Joaquim Francisco Franco e Joanua
Mariana Arantes Franco.
Amalia, parda, nascida 011117 do fovereiro do cr-
reme auno, fitba legitima de Jos Francisco
dos Sanios e Mara Magdalena do Santa Anna.
Julia, parda, nascida em 5 de oulubro dcste au-
no, lilha natural de Josepha, cscrava.
Joao, branco, nascido em 15 de oulubro do 1857,
filho legitimo de Francisco Jos Luiz e Felis-
mina Alvos Lins Brrelo.
Amelia, parda, com auno e meio, lilha natural
de Leandra, cscrava.
Marn, parda, nascida com 2 anuos, filha natural
de Manoel Leandro Gomes de Miranda e Clara
Maria da Conceiro.
Albina, crioula, nascida era 28 de Janeiro desle
anuo, filha natural do Maria, cscrava.
Amelia, branca, nascida em 1 i de setembro des-
le auno, filha legitima do Cosario Jos Chavan-
tes e Julia Ursulina Chavantes.
Maria, parda, com i raezesdo nascida, filha leg-
tima do Joaquim Miguel o Leonor Mara Silve-
ria.
Adolplio, branco, nascido cm 13 de selembro do
correnle auno, lilho legitimo do Dr. Manoel
Firmino do Mello c tlmbcllua Firmina de Sa-
boa Figueiredo de Mello.
Alfredo, pardo, cora 1 anuo de nascido, filho na-
tural de Fenelon Ruiiaraaque.
Maria, branca, Basen 1 cm 28 de agosto do cor-
rento anuo, lilha Ugitinia do Pedro Jorge da
Silva Ramos e Maria Lniza da Silva Ramos.
Rita, branca, nascida a 10 de julho do corrate
anao, filha legitima de Francisco Joaquim da
Costa eAnna Maria do~Espirilo Santo.
Casamentes.
Pedro de Albuquerque Aullan, com Rita de Cas-H
sia Guimares Carvalho, branros.
Jos Francisco Leandro Machado com Anna Ma-
ria "los Santos, pardos.
Manoel Nunes Correa coa) Candida Rosalina de
Almeida, brancos.
Francisco Forreira da Rocha Leal com Maria Ber-
nardina Monteiro, brancos.
Joaquim Thomaz Pereira com Auna Theofila
Schefler, brancos.
Laurcnlino Jos dos Sanios com Leocadia Leo-
poldina Feitosa, pardos.
Salustiano Forreira Salyro cora Agostinha Maria
do Espirito Santo, pardos.
Matadocbo i'iBi.ic.o :
Mataram-se no dia 14 do correnle para o con-
sumo desla cidade 101 rezes.
No dia 15 do mesmo 5S.
MonrALin.iDE do da 15 do corkente :
Maria Benedicta, preta, casada, 0 annos; tubr-
culo pulmonar.
Julia, branca, 1 mozos ; hepatile.
Antonio Pedro do Oliveira, preto, casado, 35 an-
nos; boxigas.
Joanni Maria dos Prazcres, preta, viuva, 70 an-
nos ; diarrhea.
Manoel Germano de Oliveira, pardo, casado, 50
annos; nhlhysico.
Joao Baplsla Goncalves Campos, branco, sollei-
ro, 20 annos; pnthysico
Manoel, pardo, 2 mezes ; boxigas.
Hospital de cauiuaue. Existem 05 ho-
rneas 5 mulheres nacionaes, 1 hornera estran-
geiro, 2 Iiomens escravos, total 123.
Na totalidado
'Jotro do fiscal do Poco, in! irmando ser exacto
quo a canora de Joao Machado Soares, que re-
q n r baixa na respectiva collccla, se emprega
lite no servco do seu sitio, o nosealuga.
I)e!irio-sc.
A vista do que expoz verbalmento o procura-
dor, relativamente a grande despeza que tem fei-
lo a cmara nos dous mezes ltimos, aprcsenlan-
do os respectivos documentos, resolveu a mesma
cmara se expedisse ordem aos lscaes, para re-
duzirem melado, ou ainda menos, se fosse
possivel, a despeza com o servicu da lirapeza e
do ealeaiucnto das mas, o fazerem cumplir a
postura, que obriga a varrer as testadas dos esla-
belecinientos, o a irriga-los.
Allendendo a cmara ao que lhe requereu Al-
bino Jos Ferreira da Cunha, I he mandn resti-
tuir os dous conloe de ris, .pie otrereceu volun-
tariamente, entrando com elles para o cofre, pelo
leu. 110 da Iravessa, que se lapou, do paleo de
S Pedro, para a ra de Hurlas, com a condiro
quese impoz, e medanle llanca, de entrar se-
gunda voz para o mesmo cofre com a referida
quantia, se por ventura fosse alinal julgada fa-
vor da cmara a queslo que pende cm juizoso-
bre o mesmo termo.
Entrando cm diseussao a informaro do advo-
cado sobre a pelicao do descrabargador Firmino
Antonio de Souza, que propoz pagar em presla-
annuaesde um cont de ris a importancia
em quo forera final condemnodos os herdeiros
de Francisco Joaquim Pereira do Carvalho, pela
aeco que Ibes movosla cmara cm consequen-
cia do que se fez embargo no sitio que perlencia
au dito Francisco Joaquim, c depois se requereu
losse o embargo transferido para o valor do mes-
mo suio, do qual o peticionario havia comprado
diversas parles, dizendo n advogado ser admis-
sivcl a proposta ; a cmara resolveu quo nnnui-
ria, sendo a prestaeao annual de dous conloa de
ris, o nesle sentido despachou-sc a petico.
O Sr. Baraia aprcsenlou oseguiute lequori-
raenlo, que foi lido e assignado por todos os vo-
readores prsenles, c por consegutetc unanimen-
le approvado.
Cumprindo cmara municipal do Recifo tes-
leraunhar por todos os meios possireis. o amor,
resoeilo e veneragao, que consagra s Augustas
Pessoasde Suas Magesladcs Imperiaes, requere-
11 [uo, para maior recordacao do glorioso dia
22 de novembro, cm que esta" cidade leve a su-
bida honra de receber a Imperial Visita, o pateo
do Collegio lenha d'ora em diante a denominadlo
depiara de Pedro II, a ra do Collegio, que
ser considerada al a esquina du convento de S
Franciscora do Imperador.o campo de pa-
lacioCampo das Princczas,c o aterro da Boa
Vistaruada Imperalriz, fazendo-se desde j
os competentes Ictreiros.
Recito, 5 de dezembro do 1839.Manoel Joa-
quim do Reg e Albuquerque, presidente.Luiz
Francisco de Barros Bogo.Gustavo Jos do Ro-
go. Rodolpho Joao Barata de Almeida.Antonio
Jos de Oliveira.Jo iquim de Almeida Pinto
Jos Maria Freir Camena.
Despacharam-se as peticoes de Albino Jos
Ferreira da Cunha, baciarcl Ernesto de Aquino
Fonseca, descrabargador Firmino Antonio de
Souza, Manoel Joaquim do Rogo o Albuquerque,
Manoel Ignacio da Silva Teixeira c levanlon-se a
sesso.
Eu Manoel Ferreira Acci di, secretario a subs-
crevi.Franca, pro-presidenle. Barros llego.
Reg.Barata de Almeida.-oliveira Mello.
Gamciro.
. dos doentes existem 36 aliena-
de direito do Recife, era accao de gracas, por te- dos sendo 20 mulheres o 7 homens
rom terminado o seu tirocinio acadmico. Foram visitada
de Napoleo e de Roma. Mas a dospeito da pro-
clamaro de Garibaldi suas tropas nao pode-
mos acreditar em urna guerra sobre o lerrilorio
la penirsula. Toda intervengo violenta na Da-
lia desacreditada de anlc-mo, a do re; de a-
ples como qualquer oulra ;e alera di-ao, cm tai
aso lefia elle necessidade de todo o sen exerci-
to para manter a tranquilidad^' era seu reino.
(Industrie el commcrce belge.)
[G. Pimenlel.
lempo amadureca os designios sempre misericor-
diosos da Providencia, e vos, pedi por aquellos
que vos < iluminara o perseguem. Vos sabis
que entre voseas ovelhas os espirlos eslo di-
vididos, e se entregara a dispulas polticas tu-
multuosas ; nao tomis parliuo nem por uns era
por outros, mas smenle por Dos, e em nome
de lieos prgaos a paz. Do alto do ollar convi-
daos a lodos a unir cada dia suas supplicas as
vossas no sacrificio da victimada propicuco e da
salvaco ; vedes obrigados a prestar o soccorro
Eis, segundo o Calholico de Genova a circular lle vosso ministerio a esses meamos que nao lem
do arecbspo de Sienne aos curas de sua dio- 1 aISm cuidado, ou que o desprozam, e vos exer-
eese- ceis sempre com o mesmo cuidado eamar sem
< No meio do grande movimento poltico de I cepeo de ninguem. Vos triumphaes do mal
que temos sido, c ainda somos espectador) 1
tcstemunhas, urna de nossas primeiras preoecu-
paedes foi a dos vexames que devieis sentir
pelo bem, imitando aquello que faz erguer seu
sol solue os bons e os mos o cahir a chuva so-
bre os justos o sobre os homens do iniquidade.
veernveis irmos, por causa dos efl'eitos que Em una palavra, propurciouaes os esbirros de
!3S0 movimento podio produzir entre as popu-
lares que vos sao confiadas, de lodas as dif-
liculdades que parece, deveriam resultar no excr-
1 ido de tosso ministerio. Tinhcis razo de ii'-
i;er que os espiritos, como acontece quasi
pre, apos extraordinarios acontccimenlos, nao
vossa nccosalular ao numero e gravidade dos
males qneaffligem a familia chrisla, e era par-
ticular a parlo dessa familia que vos foi con-
fiada.
Que esses males sejam grandes
sos, \us o -abis por um conhecimenlo
os desriassem das occupa;< ;s ps .ica?, agitados: do estado dos coasas bem superior ?i
nuroero-
ralico
JUC
0 prali
I'ielle q
CiuviiE de Fez.Fez urna das mais anli-
gas cidades de Marrocos ; sua fundaro dala do
sptimo seculo a cidade santa do imperio.
Sun populadlo de quarenta mil habitantes.
Fez est rodeada de grossas muralhas protegidas
por duas fortalezas ; mas eslas detozas actual-
mente exislem em pessimo oslado. Suas ruas.so
eslreitas, tortuosas e escuras, e muito mal cal-
cadas. As casas sao de lijollo e muito alias ; ca-
da urna dolas lem um paleo Interior rodeado de
columnas, quo sustentara una arcada. Pelos
corredores dessa arcada oque se communica com
as cmaras, que sao lodas eompridas, eslreitas
c sem jancllas.
O palacio imperial composlo de um grande
numero de palcos e de casas, absolutamente in-
nacunivels aos Europeos. No centro do paleo
principal ha um kiosco de madeira muilo bem
pintado e raobilhado. E'ah que o sullo assen-
lado ou deitado n um divn recebe as pessoas, iufurmacao sobre a
que obtera a pcrmisso de lhe ser apresentadas.
Ao p do palacio est o jardim do imperador.
Fez na sua qualiJade de cidade sania contm
um consideravel numero de mesquislas ; Clenard
diz queconlou 160. Mas nao ha seno tres onde se
possa recitar a Kholhba, que o Domine Salviun
do islanismo. Fez possue tambera um hospital,mas
nicamente destinado para os deudos ; urna par-
te porm da sua renda est reservada para o tra-
lamcnlo das cegonhas e grous, que sao, como
so sabe, objectos de particular veneradlo para os
orientaos. Fez cncerra grande qualidado de
banhos pblicos, abertos de manha aos ho-
mens e de larde s mulheres, conforme ocostu-
rae oriental. Sede da universidade marroquina.
das sciencias c das ledras, ha na cidade escolas
importantes.
Os faudaes ou hospedaras marroquinas diffe-
reni completamente das da Europa. Ellas nao
offerecera ao viajante seno um abrigo cuma pou-
ca de palha para cama. Homens eanimaes dor-
raeni na mesma casi ; e se o viajante quizer co-
mer, tem de o preparar por suas proprias mos ;
de ordinario recorrem s mosquitas, onde achara
alguns alimentos.
as as enfermaras polo crur-
gio Pinto s 7 horas e 3,1 da manha, pelo
Dr. Dornellas s 8 horas e 20 minutos da ma-
nha.
Fallecern) una raullier de diarrhea e um ho-
mem de phthysica pulmonar.
CMARA ML.\CIPAL DO RECIFE.
SRSSAO EXTRAORDINARIA DE DE DEZEM-
BRO DE 1859.
Presidencia do Sr. llego e Albuquerque.
Presentes os Sis. Barros Reg, Oliveira, Bara-
ta, Piulo c Gamciro, fallando com causa partici-
pada o Sr. Mello, e sera ella o Sr. Franca, abri-
se a sesso, e foi lida c approvada a acta da
antecedente.
Foi lido o seguinte
EXPEDIENTE.
Um oficio do Exro. presidente da provincia,
para a cmara habilitar a presidencia com a sua
materia dos papis que re-
media do senador Francisco oe Paula Cavalcanli
de Albuquerque. com o aviso por copia expedido
pelo ministro do imperio aos 25 do oulubro ulti-
mo.Que fosscni os papeis'rcmellidos ao Sr. Ba-
rata, para diTer o que se lhe oll'erecesse.
Outro do t)r. chele de policia, remetiendo qua-
tro cxemplares impressos do rcgulamento que
confeccionara, o publicara, designando as ras
de entradas e sabidas dos carros, carracas o ou-
tros vehculos de condcelo, que transitara por
esla cidade, e pedindo, para a boa exocuco do
mesmo rcgulamento, manJassea cmara pintar
nosquadros, ondoso leni os nomos das ras,
una mo, indicando a entrada ou sahila.A ri-
mara mandou Iraiismiuir aos fiscaes desla cidade
os cxemplares, recomrnendando-lhes a execncao
desle pedido.
Outro do inspector de saudo publica, corainu-
nicando, alim do que a cmara providenciasse
como julgasso acertado, que o Dr. choto de po-
licia lhe participara quo Manuel Borges de Mon-
donga havia estabelecido urna enfermara na rua
do Sebo, para ah medicar individuos aneciados
da mor plica, sendo
CONSULADO PROVINCIAL.
COLLECTORIA PROVINCIAL n V BOA VISTA-
Laiieaiiicnto da declina dos predios
"'lanos lo districto da colleeto-
rin jue tcia de servir no anuo fi-
nalice iro de 1839 IStiO, pelo
col lector .Uanocl Jos de Azevc-
do Winorim.
Estrada Nova.
N. I. JosGongaives Ferreira
da Cosa, casa lurrea arrendada
por..................... 3008000
dem 2. O mesmo, casa terrea,
arrendada por............. 3005000
dem 3. Christovao Lohart, ca-
sa terrea, arrendla por...... 2:0005000
dem 4. O mesmo, casa de so-
brado de um andar, ocoupaJa
pelo proprietario, avallada por. 1:200*000
dem 3. Antonio Gomes Pe-
reir, casa terrea, arrendaJa por 120*000
Llera 6, O mesmo, casa terrea
oecupada pelo proprietario ava-
llada por................ 300$>00
dem 7. D. Francisca Maria
Je Jess, casa lerrea oecupada
pela propietaria avaliada por. 240^000
dem 9. A mesma. casa terrea
arrendada por............ 1502000
Uem 12. --Jos Pereira Viauna,
casa terrea oecupada pelo pro-
prietario avaliada por....... 200t?O0O
dem 13. Jos Gonc,a!ves Fer-
reira da Cosa, casa lerrea oe-
cupada polo proprtelario ava-
llada por................. 430-2000
dem 14. Jos Joao d'Amo-
rim, casa da sobrado do um an-
dar arrendada por.......... 800*000
dem 15. Jos Goncalves Fer-
reira da Cosa, casa de sobrado
de um andar arrendada por. .. 4SO20O0
I lem 16. Francisco Augusto
da Costa Guimares, casa ter-
rea oecupada pelo proprietario
avaliada por.............. 3;>05000
dem 17.D. Maria Antonia
da Cruz, casa lerrea oecupada
pela proprielarii avaliada por. 30,02000
dem 19. Antonio Jos Piulo,
casa terrea arrendada por..... 3002000
dem 20. Francisco Gomes da
SiUa Saraiva, casa de sobrado
de um andar arrendada por 8508000
dem'23. Manoel Custodio Pei-
xolo Soares, casa de sobrado
arrendada por............' 4002000
dem 24. O mesmo, casa doso-
broJo do um andar oecupada
pelo proprietario avaliada por. 4008000
Uem 25. Oracsmo-, casa de so-
brado do um andar arrendada
II10 l'i
ereua da Silva sua autoridad* o quo o abaixo assignado referi
em dito olRcio.
EQgenho foseara, 11 de dezembro de 1859.
Anlonto Pereira da Cmara Lima.
i
\
por.
4002000
30C2000
3002000
3002000
3008000
este proceder intciramenle
opposto boa razao, e todas as regras hygieni-
Depois da poca, cm que Len Africano des-1 cas.Que so rospondesse que a enmara a exa-
creveu a cidado de Fez, olla so lem conservado minar a questao, a ver so de sua parte cumpria
sem alteraran digna de notar-se. [providenciar a respeito; sebera quo lhe pareca
A principal industria consiste na fabricado de que pelo regulamenlo geral do 2'J de selembro de
uns brreles, chamados fez, que alias se fabr-l 1851, poda o Sr. inspector de saude proceder
cam era quasi toda a Europa. Alm dos kaicks, contra Borges, c requisi! Igumasmedidas que
que so urnas grandes ranntas, cm que os Mouros julgasso conyenienlos.
dem 27. Antonio Jos Gomes
do Correio e liilhos, casa leriea
arrendada por.............
Me;n 28Antonio Eustaquio Go-
mes, casa terrea arrendada por.
dem 29. l). Olimpia Gomes,
casa lerrea arrendada por. ....
dem 31. I.udogorio Teixeira
Lopes, casa terrea oecupada pe-
lo proprietario avaliada por...
dem 32. Antonio Jos Gomes
do Correio, casa lerrea arrenda-
da por.................. 3u08000
dem 33. Manoel Custodio
Peixolo Soares,casa lerrea arren-
dada por................
dem 34. Manoel Francisco
da Silva, casa terrea oecupada
pelo proprietario avaliada por...
dem 35. Joao Calix, casa de
sobrado de um andar arrendada
Por-.- .................
dem 36. Herdeiros de Joa-
quim Jos Pinto, casa terrea
arrendada por.............
i 202000
1502000
4008000
6003000
Commuiiicados.
O abaixo assignado nao desejando aceitar a
discusso com o anonymo autor de.uma corres-
pondencia publicada 110 Diario de segunda feira
passada acerca das subscripedes da freguezia de
s. Amaro de Jaboaiao para acreaeodeum asylo
de raendicidade, nao duvidara todava faze-lo, c
sustentar a veracidade do que contera o seu ollicio
publicado cm mudos n.do Liberal Pernambu-
can?, s^ o Sr.* tonentc-coroael Frrncisco Anto-
Posloque no communieado, que se lea no
Diario de Pernambuco de 13 da correulo e cm
que se tratava do forte de S. Jorge e das bata-
Ihas dos Guararapes, se nao encontr rneu nome,
e uo dt-ixe de reparar no profusamente que*
se acha no pedido, que rae foi dirigido hontem
em anniincio do mesmo jornal, todava vae abai-
xo copia nao s da segunda sesroaria concedida
ao capiiao-mr Joo do Reg Barros por I). Joo
do Souza, do vinle e cinco bracas de praia, se-
no da instituirn da capella de N. S. do Pilar
pelo mesmo Joao do Reg Barros.
15 de dezembro de 1859.
Itr. Joaquim d'Aquino Fonceca.
2." tesmaria concedida ao capito-mr Joao do-
Pego Barros,
t. Joao de Souza, veador da Casa de S. Alteza,
Govornador da Capitana de Pernambuco C das
suas annexas, ele.
Paco saber aos que esla carta de doaco e ses-
maria virem, que o Provedor da Fazenda real
desta Capitana Joao do Reg Barroa me repre-
sentou a petico, cujo Iheor o seguinte: Diz
Joao do Rogo Ranos, Provedor da Fazenda real
desta Capiania c natural della, Padroeiro da
Igreja de N. S. do Tilar, sita no lugar (1) onde.
foi o forte vclho, que por ordem de S. Alteza se
mandou dcsf.izer, quo V. S. em nome do dilo-
senhor lhe fez merc conceder urna data em dilo
sitio e praia em que est situada a Igreja, o
poriue elle supplicanle havendo fcilo a S. Alte-
za muito particulares serviros no decurso das
guerras dosla Capitana, c" nao tere outra nc-
nhum dato, e porque elle dilo Padroeiro van
continuando com a obra da Igreja, e as mais of-
tlcinas necessarias, e para poder fabricar naque I la
praia algumas casas para recolhimenlo dos ro-
meiros, e outros mais para o rcndimciilo da Igre-
ja, o porque tem noticia quo ainda das datas
que cstao dadas at o dia presente, ha algumas
sobras que eslo dnvolutns sem terom titulo ne-
nhnm de dala. Pede a V. S. lhe faca merc cm
nome do dilo Senhor, havendo respeito a ludn
referido, concedcr-Uie sessenta bracas de praia
que se acliarem nao estao dadas, comecando-se
a medir das testadas da casa de Anna Rodrigues
a fuinha que faz frente & Pol d'ahi para dimite
at enleslar com as casas dondo mota o alteres
Domingos da Silva, andando mais adianle o quo
bastar para cumplimento das dilas sessenta bra-
rss para si e seus herdeiros na forma em que.
V. S. em virlude do Regiment de S. Alteza
postuma conceder as mais datas, e que esla se.
lhe de com toda a largura, que houvcr da cosa
do mar ao rio por ser ludo praia de areia intil.
E Receber Merco. K visto oque allega o sup-
plicanle e a informaco do Procurador da Cora
Antonio Rodrigues Pereira, pedida pelo Govor-
nador Ayres de Souza de Castro, mea anteces-
sor, cujo iheor o seguinte: li Supplicante
servio a S. Alteza com loda a satisfaco e ac-
tualmente o est servindo com cuidado c zelo
que a V. S. notorio, e assim nao se me offe-
recc duvida era que se lhe concedan) sessenta
bracas de praia que a V. S. pede, sendo na for-
ma da Ordenado l.ivr. 4. Tit. 43. Recifo trezc
de Fevereiro de mil seis ceios c oiienla e dous.
Antonio Rodrigues Pereira. E havendo ou-
tro sim respeito ao que S. Alteza, que Dos guar-
de, sobre este particular mo recommenda uo ca-
pitulo quinze do Regiment desle Governo : Hei
por bem e Jhe faco merc ao dito Provedor da
Fazenda Joao do Reg Barros, como em virlude
da presente dou ) de sesmaria vinle e cinco bra-
cas de praia soniente no lugar que pede o sup-
plicante, para haver de fabricar no seu dis'riclo
as casas do que ncccssila para augmento da ro-
magem de N. S. do Pilar, assim e da maneira
que confronla a sua pelicao para sempre as lo-
grar elle e seus herdeiros," achando-sc devolula
e nao prejudicando a terceiro com lodas as suas
(estadas e mais uleis que nellas se acharen), leu-
do foro isento de tributo, foro ou penso, sal-
vo o dizimo a Dos, c ser obrigado a dar pelas
ditas lenas caminho iivic ao Consclho para pon-
tes, fonles e pea reiras. Pelo que ordeno a lo-
dos os ministros da Fazenda Justira desla Ca-
pitana, ou aos que o conhecimenlo" desla caria
pertencer, lhe facam dar a posse real e effectva
e actual na forma costumada c debaixo das clau-
sulas referidas e das mais da Ordenaco lilulo
das sesmarias. Que para firmeza dc'tudo lhe
mandei passar a presente por mm assignada e
sellada com o sinele de niinhas armas, a qual
se registrar nos lirros a que tocar e se guarda-
dar e cumprir to pontual e inleironmiile co-
mo nclh se cdntm. Dada nesle Recife de Pcr-
naiiibuco aos vinle e cinco das do mez de Fe-
vereiro. Antonio Pereira a fez. Auno de mil
seis centos e oitenla e dous. Antonio Rarboza
de Lima a fez escrever. D. Joo de Souza.
Insluifo da Capella de .Y. S. do Pilar
Joaquim Fernandos Portugal, cscrivo njudante
du actual, Manoel Caetano d'Alineida e Albu-
querque da Provcdoria dos bens c fazendas
dos dt't'unlos e ausentes! cepellas o residuos da
cidade de Olinda, villa de Santo Antoniodo Re-
cite e seus termos, capitana de Pcrnanibucc
por S. Alteza real o Princepe Regente Nosso
Senhor, que Dos guarde etc.
Certifico, que vendo a Capella instituida no-
"Engeuho Maciapc pelo capito-mr Joo do Reg-
Barros, nella a folhas duzenlos c tres se acha a
instilnicao do que trata a petico retro, que do
Iheor, forma, modo e maneira" seguinte :
Declaro que lomo a minha terca po engenho
Maciapc c as casas que eslo pegadas com a mi-
nha Igreja do N. S. do Pilar, com toda a fabrica
perlenceote ao engenho em a mesma forma, que
.oje a possuo, em o qual Engenho constituo urna
missa quodiana na Igreja de N. S. do Pilar pela
minha alma, e para a administracao da dita ca-
pella chamo em priaieiro lugar a'o nicu lilho o
Padre Joao do Reg Barros, o qual sustentar o
dito Engenho com toda sua fabrica, como agora
est, pora que nunca lenha diminuico, e por sua
morle succeder na sua administracao, e logo pe-
lo meo neto mais voltio Joo do Rogo Barros, e
seus filaos, se osliver, legtimos ou Ilegtimos,
sendo filhos de mullier branca e chrisla velha.
c conhecidos por filhos do lal ; e morrendo o di-
to mcu neto sem filhos legtimos, succeder meu
neto Francisco do llego Barros na forma sobre-
dita.
Declaro qnc na vocacao que faro dos Ilegti-
mos se entende faltando legtimos de urna e ou>
Ira vocacaco dos raeus nelos ; e tambera decla-
ro que havendo clrigo este preceder a todos,
sendo legtimos, e, se o nao houver sempre, ir
ao mai velho, macho ou femea, precedendo o
macho lomea ua forma de succeder ; e se suc-
ceder que fallera successores, o que Dos nao
permita, passar a dita administracao com seus
encargos aSnta Casa de Misericordia de Olinda,
com penso de duas niissas quolidianas por mi-
nha alma.
Declaro que ueste Engenho- do' Maciapp, e
casas junto a N. S. do Pilar tenho feilo patri-
monio ao meu lilho o Padre Joao do Reg
Barros de trezenlos mil ris de renda eflec-
liva lodos os anuos pelo amor de Dos para so
! ordenar de ordens sacras, como constada cscrip-
tura que llic liz e est no carlorio de Antonio Go-
mes Ferreira, e quero que leuha forc.a e vigor e
se lhe d intciro cumplimento c qu de logo li-
vres os ditos trezentos mil ris na forma da dita
escriptura, e na forma della poder tratar da tr-
ra parle 10111 dcclaraco que, se se lhe nao pagar
algum desvaimos, lhe paguen) juros.
Declaro que devo ao dito meu filho Padre Joo
uo Reg Barros quinhenles mil ris, que sua ta
i). Maria Archangela Brrelo, minha irma, lho
deu poresmola por una heranca que sobre mm
passou rneu sobrinbo o capitn Joao de Barros
Reg por conta do resto que lho devo do Enge-
nho Maciapc que lhe tenho posto a juslc ; o, se
por meu fallecimento nao eslivereni pagos, mau-
do so lhe pague logo.
1 J disse como se devia entendersitio
ou iuagr em que foi ou esleve o forle velho, o
por isto nao entraeri mais em discusso. Para
mostrar que a igreja do Pilar, que apenas tem 9
bracas e polegadas de compriment de norle a
sul, e nao as 23 da primeira sesmaria, nao so
acha edificada sobre o recinto comprehendido pe-
las muralhas do forle do S Jorge, que era pe-
queo e nao tlnha vinle c cinco bracas de com-
prido, nao basta mais do que Memoria sobre o
forle de mar, cuja copia existe em meu poder,
escripia por Antonio Iternardino Pereira do Lago,
lenle-coronel do realcorpo de engenheiros, o
encarregado pelo ministerio da guerra e eslran-
geiros de levantar as plantas dos fortes e baleras
da capiania do Pernambuco, em que se diz em
urna nota que o forte de Ierra era o chamado da
S. Jorge ( o que prova que delle s existan) ves-
ligios distanto do Recife para o norte, onde en-
lao 1815] chamavam cidadela, entre o
Brum e o Pilar ; o que o exaujo allencoso dos
restos de acerces, c um trecho da ioslituico da
capella confirmara:.
s
ILEGiVl


\
DIARIO DE PERNAMBUCO. SEXTA FEIIU 10 DE DEZEMBRO DE 1859.
(3)
/
>*
V
'
(claro que linio esles ineis Seus sao quasi
castrenses, o como taes privilpjrjados, pois os ad-
quir fia scrvii'u de S- Magostado e era iioslos
militares, o na disposo dclles nio posso alar-
gar ; mas advertindo que quando casci com mis-
nlia mulher D. Calharina valcacer me derain de
dote a sea legitima que ludo importen em dou-
contos seiscentos e dous mil qiinhenlos e qua-
renla e qualro ris, e entro estas quantias foram
alguns bens corruptiveis como negros e movis
*la casa, que se finisaram-se.Seslas qualro legiti-
mas se annexiram ao Engenho dos Rcis sito na
capitana da l'arahiDa, e o dito meu flho Fian-
cisco do Reg Barros vcndcu um partido o trras
pertenccntcs as dilus legitimas, como tudocons-
lar das escripturas de venda, c nunca mo den
:onla disto, c sempre o alimcntei, c suslentei de
lodo o uecessario, como notorio, e assim |
o dvclaco dehaixo de juramento dos Santos Evan-
gelhos, e o milito que disponJi com meus netos'
alera de suas legitimas de que nunca Rz couta por'
seren meus netos, e lhes ter muito amor, e os
ditos beiis, que adquiri quasi castrenses foram
tlepois dissoluto matrimonio.
Declaro que tenho ura morgado limitado no
O c'i que nos climas nossos
Accordou os lempos d'ouro,
Para exaltar-nos a gloria,
Nos deu em Pedro o thscuro.
O Augusto par ditoso,
lnteressa a natuieza ;
O dia em quo nos visita
A todos vence em belleza.
A o vosso la Jo, Senhor,
Nosso exercilo infantil
Conquistar novos louros
Para a coroi do Brasil.
Nao gasta a vida o esludo,
Qiwndo aps nos (ka o brilho,
Para exeraplo desta gloria
Nova luz nos deu Casiilho. -
Os meninos offeriarama S. M. I. urna pen-
na de miro, fabricada em Pernambuco, que faz
honra aos artfices pernambuennos ; mas S. M.
Reino de Portugal, lermo da villa de Vianna,; J, no se dignou recebe-la : enlao o Sr. Gamboa
del!r,ammn?'nnridoChr!sU,,?en,rafrk na s"ccesSr0 se animou a ponJerar a S. ftj.. quo o coracao
oeite o meu neto mais velho na forma da insti- ,. l. ^ *
tuieo. como cu o possuia, e todo o-dircito, que I a aquellos meninos era anda assaz tenro, para
pertence ao dito morgado. supportar o terrivel golpe de verem refuzada por
Declaro que toda a prala. e ouro, frontaes, ves-'. S. M. a sua diminuta offerta : ao que S. M .
^^^^^^^^l^^^ naturab amabilidade :
Tilar ha muitos annos, donde entrara tarabem al- Que "nl,a imposU o devor de nao aceoitar, se
guias esmolas, que se iteraru a mesraa igreja. c! nao flores, pelo que recebeu o bouquet de cra-
aisso
urnas esmolas, que se iterara a misma igreja
isso no podero meus hordeiros entender.
Declaro que minha irra D. Mara da Silvcira
deu um rapaz pardo por nomo Custodio ao meu
llho o padre Joao do Reg Barros, que desde
logo o possuio e se servio delle, e mando no
entre em partilha ; porque a dita sua lia Iho deu
pelo amor de Dos.
Declaro que no poder de miaba inn D. Mar-
gando Archangela Brrelo estilo duas mulatas, '
urna por nomo Esperanza e oulra por nomo Es-
colstica, as qnaes sao lilbas de urna escrava mi .
nlia, e me perlencom : porque at agora lhes!
deixei estas em sua compauhia, se meus herdei-
ros quizereui continuar com a raesraa graca, o
podero fazer, alias faro como melhor* Lhes
convier.
Declaro que cu leaho feito urna escriptura de
doaco de sessenta rail rcis para guisamento ei
aparamenlo da dita igreja de Nossa Senliora do
Pilar, e como lhe Cu em o primeiro impulso da
quanto lho linlia j dado torras, c casas tiesta
vos, que lhe offeriou o menino Jos da Costa
Maia, do 7 annos de tdade.
Dos proteja o nossa Augusto,
Noss charo Imperador,
Para gloria do Brasil .
Que lhe vota gralo amor.
Quartel-jseiieial no Recifo, i) tic
nhirrode i 826.
ORDEM DO DIA N. Ufi.
Tublica-se o decreto soguinte:
DECnETO.
Atlendendn ao distincto comporlamcnto do
exeicilo que expellio da provincia da Baha as
tropaslu/itanas ; e as roprcseiilacoes que a este
respeito Qxeratn subir Minha Imperial Prescn-
<;, os officiaes da guarnieo da niesma pro-
rua do Pilar, que'renden) vinle mil reis, c assim i VI,lJ'a ..
que das sessenta, que lhe tinha doado mando | He Por bem conreder aos .ndiv.duos do mes-
que se deem somonte vinle, e assim derogo, e ^o urna meda^a >!, djsiincrao, conforme o de-
senlio, que com este baixa, annexo
hei por derogado a poreo, e dita escriptura, como | ;
hei de fazer lias mesa olas do tabellio Auto- f?* ,?!,r0 Sl!a W^f so
uio Gome Ferreira, onde est a dita cscriptura. I l^J 1.^rvaLh.0' d?.mou
Declaro que no eugenhn Maciape tenho outra
capella que se paga aos religiosos do Nossa Se-
iihora do Carm da cidade de Olinda.
Declaro quo as trras, e casas, de que cima faro
meneo, tenho tenho dado igreja de Nossa s-
nhora do Pilar sao duas dalas de trras, que
me do rain os governadores, em nomo do Sua
Magestade, Ayrcsde Souza c D. Joo de Souza,
as quacsem parte dolas est fundada a igreja
de Nossa Senliora do Pilar, casa do capello e do
criraito, e em que moro c todas as mais bracas
de trra jua comecain do marro, que esi meti-
do na praia que. vai para o forte do Brum, e cor-
as Instruc-
assi^nadas por
conscllio, mi-
de oslado dos negocios da
nistro e secretario
guerra.
O conscllio supremo militar o lenha assim en-
tendido c o faea execular, com os despachos ne-
eessarios.
Paco em 2 de julho de 1825, 4o da indopen-
deneia o do imperio.Com a rubrica de S. M.
Imperial.Joo \ eir de Carvalho.Cumpra-se
o registre-se.Rio de Janeiro 5 de agosto de
1825.Parinlia More-ira.
Instruccoesque acompanham o decreto datado
de boje, sobre n medalha de distincqo conce-
dida ao exercito, que expalio da provincia da
Babia as tropas lazitanas.
Baiaihao u. l.
Ajudante Antonio Fernandos Padilha.
(.uarlel-mestre Jos Rogerio Marcellino.
Cirurgio-mr Luiz Eugenio Miyer.
Capilo Joaqum Caelano de Souza Cousseiro.
Dito Manoel Muniz lavares.
Dito Joaquim do Souza Meirellcs.
Tenento Manoel Joaquim Paes Sarment.
Alferes Manoel Francisco Aires.
Dito Joo daConceico Cardioi.
Dito Joo Jos de Moura.
Dllo Candido Euphcmio.
Dito Manoel Fernandos da Cruz.
Dito Clemente Joo de Olivoira.
Saigpnto-ajudante Manoel Caelano.
Vago-meslre Francisco Borges Lcssa.
l sargento Thomaz Pereira Pinto.
Dito Joaquim Mendos.
Dito Joo Pacheco Alvos.
2" sargento Manoel Thomaz.
Dito Jos Al ves Pimenlel.
Furriel Joao Baplista Tarares.
Dito Jos Ignacio Pereira.
Cabo Francisco Jos Borges.
Dilo Manoel Pereira.
Dilo Joaquim Jos Francisco.
Dito Manoel Machado.
Dito Narciso Gomes.
Dilo Manool Jos Xavier.
Dilo Pedro Carneiro.
Cmela Benedicto Bezerra.
Dito Manoel Domingucs.
Dilo Manoel de Jess.
Dilo Loureneo Justiniano.
Anspecada Remigio Jos.
Dilo l.ourenco Justiniano.
Dilo Francisco Ferreira.
Dilo Jos Leandro.
Soldado Joaquim Jos de SanfAnna.
Dilo Jos Camello.
Dilo Reinaldo Alves.
Dilo Jorge Rodrigues Sidrcira.
Dilo Mathias Nones.
Dilo Francisco Antonio.
Dito Antonio Luiz.
Dito Joo Braz.
Dito Manoel da Luz.
Dito Tilo Jos da Cruz.
Dito Florencio Jos.
Dito Primo Polycarpo.
Dito Antonio Ramos.
Dito Joo Bernardo.
Dilo Lourenro Ferreira.
Dito Jos Nicolao.
Dilo Manoel Pereira Monleiio.
Dilo Manoel Flix do Sacramento.
Dilo Francisco Ignacio.
Dito Fidelis Rodrigues.
Dilo Elias Elyseo.
Dilo Antonio Ferreira.
Dito Francisco dos Sanios.
Dilo Joo Nepomuccno.
Dito Jos Domingups.
Dilo Jos Alexandre.
Dito Sirno Jos Francisco.
Dilo Hilario Francisco de Borges.
Dito Joaquim Jos de SanfAnna.
Dilo Francisco de Lima.
Dito Pedro Jos.
Dito Manoel Rodrigues.
1UU bains ceneja ; a Jos Joaquim Das
Fernandes & Filhos.
122 ditos plvora ; a Paln Nash & C.
36 barris o 1 caixa drogas ; a Joao Soum
te.
30 barris tinta para escrever; a James HjI-
liday.
30 ditos salpetro, 25 ditos oIo de liuhaga ;
a Brander a Brandis.
2 c.'iixas fazendas de algojo, saceos de tape-
tes etc. ; a A. C. deAbrou.
37 barricas carreja ; a Fox Brothers.
1 caixa chapeos de sol de seda; a E. A.
Burle & C.
20 barris cerveja; a Jos Antonio da Cunha
& Irmao.
1 dito e 1 caixa louca ; a Manoel Goncalves
da Silva.
4 caixas lencos de soja, azenla de algodao e
La ; a Vtt & Leal.
0 caixas biscoutos ; a Tasso ^ Irmao.
30 barris cerveja, 1 caixa pertences de escrip-
torio ; a Almeida Gomes Alves tc C.
6D1 barris plvora a Henry Gibson.
70 caixas vinhos ; a James Oliver.
1 barril vinho, 1 embrulho amostras; a Vi-
cente Jos de 15rilo.
100 ditos cerveja, 2 ditos feixes, 4 caixas
queijos, 4 ditas presuntos, 1 dita biscoulo, 1
dita lagustinho 1 barrica louen, 2 caixas cha-
peos deso, 1 caixa pertencas de cscriptorio, 1
dita futo. 2 ditas vidras e perfumara?, 1 volume
esleirs para salas ; a Ordem de diversos,
i cana obras de prata, canasiras casta o Das ;
a Gu i maraes Lima.
1 caixa vidros ; a J. Marlins Pinlieiio.
8 canastras nia^as a Custodio Ferreira
Soares.
Vapor nacional Cruzeiro do Sul, proce-
dente dos porlos Jo sul manifeslou o seguinto :
mos dos art 812 do Cod. Coin.,e 129 do Rsg.
n. 738, s. dsri em lempo opporluno as subse-
qnentes providomias que os mencionados Cod. a
Ueg. prescrevem. Hecifo G de dezembro da
1859. Anselmo Francisco Peretli.
Em cumplimento desta sen tenga, convoco
todos os credores presentes do dilo fallido per
1*2 rollos fumo, 12 folhas queijo, 100 cai-!no dia t9 do andante, s 10 horas da roanh.
xaspassas, 6 jacazes queijo?, 1 sacca cal, 1 comparecerem na sala dos auditorios, afta des*
eaixinha moldura, 50 latas, 5 ditas e t folhas; proceder a nomeacao de depositario ou deposits
rios.
atordem.
1 caixa chpeos, a Pinto de Souza & Bayrao.
1 dita rap ; a A. C. Gouvea.
1 dita charutos ; a L. Burgard.
1 volume 5 a Mjnoel Gongalves da Sil\a.
J dito ; a Francisco de Figueiredo.
1 dilo; a Gamillo Pinto de Lemos.
1 dito ; a N. O Bieber & C.
1 dito ; a Nogueira do Souza & C.
1 dito ; a Joao Pinto de Lemos Jnior.
t dito-, a Antonio de Moraes Gomes Ferreira.
1 dito ; n Almeida Gomes Alves i&C
I embrulho ; a F. Manoel Pereira Casal -
cante.
1 dito ; a Guimaraes Oliveira.
I dito : a Joao CirJoso Ayres.
1 dito ; ao inspecior do arsenal.
Brigue sardo Linda, vinda de Genova, con-
signado a E. A. Burle AC, raanifestou o se-
guinle :
2 caixas livro, I fardo objectos de devoco,
3 bais vestuario* usado ;, Rvm. Padre Candido
22 fardos cordagenj alcatroadas, 1 fardo ;
Brigue portuguez S. Manoel vindo do | Alexandre Tuvx.
Pono, cousignado a Manoel Joaquim llamos e \ 2 caixas \eluJo de algodao e dito de pao de
:,llva' i algodao, sedas para vestidos tocado, enfeites de
10 pipas ttinho ; a David & Ferreira Beltro. ouro com pedras, relogio e cylindo de ouro
9 barris vinho; a Baltar & Oliveira. caximbos, lavas, & ; a Ignacio Son
1 pipa e 2 barris vinho ; a Baltar & Oliveira- 1 caixa fazenda de linbo, 9 fardos cordagen-
1 pipa, 3 meias ditas e 13 bariis vinho, 50
ancorlas figos, 25 saccas feijo ; a Manoel
1)uarte Rodrigues.
3 caixas nha e panno, 6 cunhetes pomada,
E para que chagua ao conhecimento de quem
inleressar possa, mand:i passar editaos quo sero
allixados nos lugares do coslume e publicase?
pela mprensa.
Rccife, capital da provincia de Pernambuco,
aos 15 de|dezetnbro i|j 1839. Eu Francisco
Ignacio de Torres B.indeira, oscrivao do juizo
especitl do commercio o fiz escrever.
i : iuj Francisco Perelli.
O lene.'ilc-eoronel Antonio Carneiro Machado Rios.
Quicial da imperial ordem da Rosa, juiz de paz
do 1. districlo da freguozia do Sanlissimo Sa-
cramento do bairri) da Boa-Vista, termo da
cidade do Rccife de Pernambuco, era virtude
da lei.clc.
Faro saber, que em virtude da lei, e comrau-
nico da cmara rr.uniii[i-l, convoco aos elcMo-
ros c supplenles doaia parochia da Boa-Vista que-
vo designados por seus nomes, para que na ler-
ceira dominga do me* de Janeiro 15 do auno fu-
turo de 1&'.H> comparrram no corpo da igreja
matriz, pelas ) horas danianha, a fin deorga-
nisar-se a junta quulicaJura, que leni de rever
a qualificaeo do anno antecedente, dos cidados
que tein direilo de volar as elcices de cleto-
ros, juizes de paz e vereadores da cmara muni-
cipal, ticando cerlos os referidos eleitores o sup-
plcntcs no presente edital declarados, que sf-
frero a multa na le designada se no compa-
recerem, sem motivo justo.
l'leitores.
Simplicio .los de Mello.
1 volume luizes medicinaes insenc-ncias diver, i i03,? Joaquim Antunes.
_ j ii -.. j _i uliuo Jos Corroa do Almeida.
sas, opio, nozes de galbo, aseite de amendoas
raann, 1 pacole msica, 2 caixas ti. marmore, tS cadeiras de maleira branca, 4dilas
6 barris presuntos, 2 latas obras de ouro ; a de lirado, 2 ditas de balancos 1 soffi ; a Victo r
Barroca & Medeiros. ; Poisson.
1 caixao palitos; a Joaquim Francisco Sou- 1-13 caixas trabaiho de marmore80 dilas la-
rendo pora a praia do Recito) (Ijunto s casas, ?am? as 'r?fi?s lanas.
que hoje sao de Cypriano di Fonceca casado com }, ~A mpdalh3 5Tr. conforme o desenlio 1,
Francsc) Maria, tanto da parte do mar como do 'V o0u^p-a" os .f ""w ,?nerfeS'1 ,"al.a Pn"
rio.e naiaros morarlAro* nuo .M mnnm torns r.a os. ofliciacs c alferes ato coronel inclusive, c
no, e pazaros moradores, que ahi morara, foros,
como coasta dos escrplos, que tenho em meu
poder, enes mando os gastem no dote da igreja
ped as ditas dalas de torra aos ditos governado-
Tes, o o administrador da capella cobrar, e lera
sempre em clareza este rendimenlo.
Declaro que.se o engenlio de Maciape exceder o
valor de minha terca, se obrigar o dilo meu li-
Iho o padre Joo do Rogo como administrador
della, e os mais, que por sua morte lhe succede
rem nadia administracao, a pagar a meas her-
deiros a dita quanlia do valor, que exceder a
terca ; porque minha ultima vonlade, que no
dito engenho se perpetu a minha dita capella,
quedeuo.
Declaro que na minha terca tratar o nomcado
nella de a ir desempenhando conforme o reudi-
mento della, das esmolas, e mais cousas, que
deixo, nao se descuidando das obras, edeserape-
nho deltas, e se houver diminuico notavel por
omisso do dito administrador, o* immediato suc-
es3or j.oder pedir conlas, e vendo que da par-
te do po.ssuidor ha demoras, o poder obrigar a
que prepare lodo o necessario a dita terca, para
que sempre estoja no estado em que lcar por
meufal'.ecimento.
E no se continha mais cousa alguma na dita
insttuh;o sobre o conteudo na pecao retro que
u, escrivo ajudantc do actual Manoel Caelano
bens, e fazendas dos defuntos, ausentes, capeas
residuos da cidade de Olinda, villa de Sanio
Antonio do Recife, e seus termos, capitana de
de cobre para os officiaes inferiores, cobos, sol-
dados, cornetas e tambores, pendcnle de>una lita
lisiada de verde o amarello, conformo o de-
senlio.
2o.SoDieiifc ser permitlido o uso d&med'i-
Ihn nos que fizeram toda a campanlia, ou que
fallando a urna parle della, apprcsenlarem mo-
tivo legitimo e plenamente justificado.
3A medalha ser posta no lado esquerdo do
pcilo, os ofTiciacs generaos a laucaro no pesco-
oo nos dias de piando galla.
Palacio ora 2 de julho de 1825.Joao Vieira
de Carvalho.
Porconseguirilo se remetieran) aos corpos exis-
tentes nesta provincia as relaroes dos individuos
a quem compele o uso de lacs medalhas.Assig-
nado Antero Jos Ferreira de Brito, governador
das armas.
Publicam-se para conhecimento da tropa as re-
lacoes dos individuos que tendo feito a campanha
na provincia da Babia, obtivofam por isso a me-
dalha de dislioceo daquella campanha, conce-
dida por S. M. o Imperador. .
j^or decrelo de 2 de julho do anno prximo
paisa do, e da qual podera usar os individuos!
constantes das mesmas relaces; cas mais con-]
tinuar-se-ho.
Polica.
Tenente-coronel Antonio Maria da Silva Torres
Estado-malor.
O oapito Gaspar de Menezcs do Vascor.ccllos
Drummond.
8o corpo de artilharia de V linlia.
Major Antonio Cardoso Pereira de Moli.
Dito Manoel Francisco Bandeira.
Dilo Jos Maria.
Dito Miguel Jos de Souza.
Dito Manoel Francisco Teixeira.
Dilo Joo Nepomuceno.
Dilo Manoel do Rosario.
Dilo Joo Pedro Alexandrino.
Dito Manoel Jos dos Reis.
Dito Francisco Pacheco.
Dilo Domingos Soriano.
Dilo Venancio do Espirito Santo.
Dilo Manoel Jos de Jess.
Dilo Joo Antonio.
Dito Jos Soares.
Dilo Manoel da Costa.
Dilo Manoel Ignacio.
Dito Joo Baplista.
Dito Manoel do Nascimento.
Dilo Joaquim Jos.
Dito Caelano Jos.
Dilo Jos Marques,
Dilo Joaquim Bcrliuque.
Dilo Tedio Jos.
Dilo Manoel Francisco de Souza
Dito Jos Gomes.
Dito Lourcnco Pereira de Luna.
Dilo Manoel Ferreira.
Dilo Manoel Varella.
Dilo Antonio Flix da Annunciaro.
Dilo Lourenco Gomes.
Dilo Vicente* Ferreira da Silva.
Dilo Manoel Fernandes.
Ouarlel-general no Rccife, 20 de marro
1826. j
Assignado Antero Jos9 Ferreira de Brito, go-
varnador das armas.
de
za Jnior.
4 caixas ponte, toalhas, etc., 0 barris pre-
suntos, 61 ancore! figos, 3 barricas cavada, 1
caixa vidrilbo, volante, polluia, t canastras
albos, 3 ditas batatas; a Francisco Guedes de
Araujo.
2 caixas penles, 3 ditas fechaduras, 16 bar-
ris pregos, 1 cunheld brides ; a Thora Fernan-
des da Cunha.
5 caixas feijo, 10 canastras castanhas ; a
A. C- dos Sanios.
3 caixes palitos; a Antonio Lopes Braga
2 cunhetss reios ; a Manoel da Silva e-
greiros.
2 caixes chapeos ; a Monteiro Lopes & C.
1 barril vinho; a Amonio D. C. Vianna.
2 caixes nha, palhetas e castices, 1 dito
aimofarizes ; a Vianna Guirnares.
1 caixa pentes, 1 dita retro, toalhas, mantos
e sedas, 1 dila palhetas, mantas de seda, pentes,
toalhas, ele. ; a Francisco Alves de Pinho.
2caixotes fechaduras; a F. A. Veigas.
4 barris vinho, 12 amarrados cadeiras ; a
Marcelino Jos Goncalves da Fonte.
2 barris vinho ; a Marques Barros & C.
4 barris vinho ; a J. D. Silva Guirnares.
6 canastras alhos; a Thomaz de Aquino Fon-
ceca & Filhos.
50 barris vinho, 1 cunhete retro?, 7 barris
presuntos, 50 ditos figos, 2 caixas paras, 1 caixa
obras de prata, 30 barricas castanhas ; a J. A.
da Cunha & Irmao.
9 barris presuntos e salpices; a Joao Jos
de Carvalho Moraes.
6 ditos dito e dito ; a Manoel F. Silva Tar-
Pcrnambuco no principio desta declarado e no \r^LnSr^?A, ai iS "
Jim da mesma assignado aqui bem e fielmente : Sff'EiS i" d^M S Ma-Ver"
jiiii Ud ncola.! asiijitjuu uuui uuiu u iiutiiJUiiiC" i.;." r-^^ ;^ ai-.-- j a n
liz passar por certido do proprio livro da capella. ^^f?,,0.Ma'la,,ln do Albuqnerque.
ao que me reporto, c vaina verdade sem cousa ZuS^JSS^JaI9^ b'-. m
que duvida fara, conferida c concertada por mira ^f?!0^?.?1^"^ Silva Poilella.
sobrescripta e nssignada nesta sobredila villa de
Sanio Antonio do Recife de Pernambuco aos trin-
ta dias do mez de setembro do anno do Nasci-
Soldado Kzequiel do Rogo Gama.
Dito Manoel Ribeiro dos Sanios.
Batall o n. 26 de Ia nha.
monto de Nosso Senhor Jess Chrislo de mil oito '*' l'r l?* df ^"'-^'"1'" Mavignier.
eentose doze annos.-Si.bscrevi e assignei om| Sargento-ajudanlo Amhrozo Pedro Ayrcs.
l do verdade e concertada por mim Joaquim Fer- omj u., I,"'lari: c.-
------1^ d....i n H Soldado Alexandre Jo-e Ferreira.
COilIMERCIO.
PRACA. 1)0 RECIFE 15 DE DEZF.MBK E 185a
AS TRES HORAS DA TARDE.
Cotacoes officiaes.
Descont de letras9 c 15 0/0 ao anno.
Francisco Mamedede Almeida.
Secretario.
ALFANDEGA.
Recdimento do dia 1 a 14. .
dem do dia 15 ... .
253:8103 3
11:364*175
!,.
265:1743609
HOVIMENTO DA ALFANDEGA.
nandes Portugal.
Publicares a pedido.
poesas
Que a S. M. I. dirigiram os alumnos
da escola central do methorlo Cas-
tiln, 14 do crrente, por ocea
.sifi de Use beljarem a man,
Salve da Patria cidadao primeiro,
Iramorlal Defensor da Liberdadc,
Que sentado no Throno Brasileiro,
Sorris tao caro Infancia, a mocidade.
Ks, subJilos fiis, na flor dos anuos,
Flores tambera de urna arvore frondosa.
Vendo em ti raesmo os dotes soberanos
Que realc,am-le a vida preciosa,
Vimos lomados de prazer profundo,
Render-te urna oblaco que le devida,
Vasto l.uzuiro do Brasil fecundo,
K's da nossa alma a inspira^o querida.
Inda na aurora do existir singello,
Ergueraos para li doce homenagem,
De Pernambuco nesse solo bello,
Ouveda Infancia a frvida linguagem:
Salve da Patria cidadao primeiro,
Iramorlal Defensor da Liberdade,
Ouveda escola o decantar fagueiro.
Escuta o liymno da mais tenra idado.
Senhor, nos todos n'um s laro unidos
Vimos beijar-te as maos humildemente,
Recebe-nos, 6enhores, coragoes fidos,
Sao da Patria valor, lypo nascente.
Dissipou-se a densa treva
Que este Ceo trazia em luto,
De novo os risos vieram
Afortunar Pernambuco.
Pedro, autor sublime
Da nossa prosperidade.
Trouxe escola de Gasliiho
llUsnha felicidade.
Salve, Augusta Mageslade,
Salve, Salve, Monarchia,
Ser nosso arden te brado
Entre os brados de Alegra.
Pedro II em nome,
Was virtudes primeiro,
otn Sua Eposa engrandece
O Imperio Brasileiro.
Assignado Anlro Jos Ferreira de Brito, go-
vernador das armas.
Conliuuaeo di ordem do dia 18 do corrento
pela qual se publicou as rclar.oos dos individuos
dos diversos corpos, que, tendo feito a campanha
na provincia da Babia, fornm por isso condeco-
rados cora a medalha de dislincco concedida
por S. M. o Imperador, por decreto de 2 de julho
do anno paseado.
1 batalho de caradores da erle de 1' linha.
Capilo Joo Jos de Almeida.
Alferes Francisco de Moraes.
Dito Antonio Jos de Oliveira.
Dilo Francisco de Paula Sou/.a Portugal.
Cirurgio ajudantc Jos.': Alves da Cunha.
2 sargento Francisco Jos da Cruz.
Dilo Joo da Silva Freir.
Dito Joo Marlins de Barros.
Furriel r'irniino Maximiauo.
Dito Damasio Antonio.
Dilo Manoel Alvo?.
Cabo Joo Francisco Antones.
Dilo Joo do Nascimento.
Soldado Jos Caelano Pacheco.
Dilo Antonio Moreira da Costa.
Dito Jos Luiz.
Dito Fumino Bernardos.
Dilo Bernardino de Senna.
Dilo Joo Rodrigues de Almeida.
Dito Manoel Vioira.
Dito Custodio Francisco.
Dilo Antonio Joo Machado.
Dito Minoel Lopes.
Dilo Joaquim Francisco.
Dilo Malhias Victorino.
Dilo Manool Jos da Silva Io
Dilo Polcnciano Jos.
Dilo Manoel Jos da Silva 2'
j Dilo Feliciano Jos dos Sanios.
Dilo Leandro .los da Costa.
Dilo Luiz Antonio Bcviga.
Dilo Silvestre Alves.
Dilo Galdino Pereira.
Dilo Luiz Jos Niegas.
Dito Jos Joaquim de Moura.
Dilo Francisco Jos.
Dilo Thomaz de Aquino.
Dilu Lucio Jos do Jess.
Di|o Antonio Cactano.
Dilo Jos da Cunha.
Dilo Florentino Alves
Dito Jos Luiz.
Dilo Policiano Fernandos.
Dito Manoel Luiz Pachcc r
Dilo Joo Francisco de Andrndi-.
Dilo Antonio da Silva.
Dilo Manoel Antonio de Jess.
Dito Feliciano do Espirito Sanio.
Dilo Faustino Soares.
Dilo Ricardo Caldoso
Dito Joaquim Jos de SanfAnna.
Dilo Reginaldo Antonio.
Dilo Joo de Mello.
Dilo Luiz Manool.
Dilo Antonio Joaquim.
Dilo Antonio Francisco Dini/.
Dilo Manoel do Amparo
Dilo Custodio Xavier.
Voluraes entrados com fazendas
c c com gneros
Volumessahidos com fazeadas .
c c com gneros .
15;i
635
100
515
78S
drilho de dilo ; Irmaos ecclirao.
1 caixa sapato, 2 dilas papel, 1 dilo sjlamc,
18, 164 percas de louc.a, 147 vasos de flores,
150 barris cimento, 42 ditos alpista 7 balaios
amendoas, 20 fardos flor de alfazema, 48 li-
bras faulos, 809 cestos batatos, 2C00 moihos
alhos, 61 cadeiras, 1182 caixas massas, 1 cai-
xa 1 cesto coral, 1 fardo chapeos de sol, 1 caixa,
1 fardo, 2 caixas queijo?, 2 latas figos seceos,
3 caixas massas, l caixa sement;, 1 dila mi-
lho, 1 jarro e 1 caixa frucla*, 1 fardo objectos
de prata, 2 caixas ; a ordem.
16 caixas marmore trabalha lo ; a Manxl
P. Ca rdoso.
CONSULADO GER AL.
fteudimenlo dodia 1 a li. 27:252i2S
dem do dia 15......2C2937G
29-882014
DIVERSAS PROVINCIAS.
Rendimenlo do dia 1 a 1 i.
dem do dia 15 .
1:Q53|856
249J270
1-.402J526
DESPACHOS DE EKl'ORTACO PE.A IIES.1
DO CONSULADO DESTA CIDVDE NO DIA
15 DE DEZEMBRO DE 1859.
SlockholmBrigue sueco Amia, N. O. Bieber
& C, 787 couros salgados.
Amaro de Barros Corrcia.
Antonio Carlos de Pinho Borges.
Theoduro Machado Freir Pereira da Silva.
Dr. Benlo Jos da Costa.
Thomaz Jos da Silva Gusmo*.
Vicente Antonio do Espirito Santo.
Thomaz Antonio Maciol Monteiro.
Jos Maria Freir Carneiro.
!)r. Luiz de Carvalho Paes de Andrade.
Manoel Coelho Cintra.
Podre Francisco Alves de branles.
Jos Antonio dos Sanios e Silva.
Jos Alfonso dos Santos Bastos.
Manoel Luiz Viris.
Joo Gregorio dos Santos.
Jos Goncalves da Silva.
Joaquim Jos Ferreira da Penba.
Francisco de Barros Correia.
Hyppolilo Cassiano de Vasconcellos Albuquerque
M.iranho.
Francisco de Lemos Duarle.
Luiz de Azovedo Souza.
Francisco Ignacio deAlhaydc.
Joaquim Milelo Maris.
Ignacio os d'Assumpco.
Padre Francisco Peixoto Duarte.
Jos Carneiro da Cunha.
lenlo dos Sanios llamos.
Belmiro Augusto de Almeida.
Jos Anto do Souza Hagnlhes.
Joo da Silvcira Borges Tavora.
Alexandre dos Sanios Ramos.
l'edro Jos Cardoso.
S'tpplenles.
Uanocl Jos da Cosa.
Decio '!e Aquino Fonseca.
Flavio Ferreira Cato.
Bellarmino de Barros Correia.
Tlioni Carlos Peretli.
Joaquim Elias de Moura Gondim.
Francisco Accioli de Goureia Lins.
Dr. Lourenco Trigo de Loureiro.
LiverpoolBarca inglesa eBaronet, Patn Nash Wenceslao Machado Freir Pereira da Silva.
Si C 366 saccas algodao. Joa? ^"Uiolomcu Goncalves da Silva.
Jos Barbosa de Miranda Santiago.
Rufino Gomos da Fonseca.
as. de afiar, rosarios, etc., e 1
; a Domingos Rodrigues da An-
( 2 ) Islo me parece piovar alguma cousa : ora
minha opinio confirma o quedisso, islo que a
igreja do Pilar foi edificada em parte das tinte el Dito Francisco Joaquim da Silvcira.
cinco bracas de trra do sitio ou lugar em que es-' Dito Apolinario Rodrigues.
teve o forte de S. Jorge, concedidas na primeira j Dito Francisco Jos da Silva
>esmaria, c no sobro o retinto do mesara forte: i Dito Joo Villas,
sendo conveniente considerar-sc na situnco do Dito Antonio Manoel d j N'ascim ni
marco. Dr. A. F, I Dito Jos Can-Jido Ferreira.
roso.,
3 .
fardo c
drade.
3 barris vinho 5 a Eduardo F.
1 caixao palito. 5 ditos vinho, 50 barricas
sardinhas ; a Ferreira & Araujo.
25 saccas feijo; a Antonio Lopes P. Mello
&C
10 caixas pomada; a Antonio Lopss Ro-
drigues.
36 caixas sebo em pao ; a Pinto de Sou-
za iS; Bairo.
2 caixas obra de prata : a II. J. dos Santos.
20 caixas pomada; a J. Baplista Fragoso.
4 barris vinho ; a Joao Praeger & C.
50 rodas arcos de pao ; a Guimaraes Car-
valho & C.
I ca>xa doce ; a F. de Anese B.ilo.
1 caixao doce, 1 barrica nozes; a Custodio
Piodrigues Vioira.
1 caixa doce e semenles; a Pinto & Irmao.
1 pacole panno de linho, 1 canastra mac/ias ;
a Antonio de Oliveira Maia.
160 caadas de oleo, 80 barris figos, 14 cai-
xas peras, 4 caixas palitos ; a J. Baplista Fon-
ceca Jnior.
90 saccas feijo ; 1 J Marcellino da Rosa.
5 dilas dilo, caixa alampada de metal; a
Joo Baptisla Braga.
1 sacca feijo ; a Prente Vianna & C.
23 barricas cesada ; a J. A. Costa Si-
queira.
5 caixes doce, pentes, pollutas, 10 saccas
feijo.
9 ditos farellos; a L->urenc,o P. Mendes
Guimaraes.
2 saccas castanhas; a Bastos & Oliveira.
2 caixes imagem ; a Custodio Dias Moreira.
2 caixas doce, 30 barris presuntos e paio,
50 caixas velas de sebo, 8 cunhetes machados e
lotices, 12 barris azeile, 5 caixOes palitos, 40
barris vinho, 10 barricas salitre ; a l). A. Ma-
theus.
25 ancorlas fig03 ; a A. J. de Souza Gui-
maraes.
1 caixa fl mella e panno ; a J. F. Ribeiro
de Souza.
I caixao obras de prata; a J. A. Santos
Lessa.
1 caixa obras de piafa ; a Guimaraes Fer-
reira Pinto.
2 caixes coxins, etc., 1 cunliete reros ; a
Thomaz de Faria.
4 caixas fio de velas, 2 dilas palitos, 1 dita
chourica, 2 barris presuntos, 2 barricas enxa-
1 caixa tpeles ; a Joao Pinlo de Lemos & C. das, 4 saccas rolhas, 9 canaslras alhos, 50 bar-
1 barrica e 1 caixa vidros, 2 dilas cha, 2 ris sardinhas, 60 caixas batatas; a Mendes Co-
ditas cerveja, 2 ditas chapeos de sol, 1 dita fa-1 mes Alves & C.
zendas de seda, 2 caixas perlences deescripterio, | 25 canastras batatas, 2 caixas vinho ; a Ma-
2 dilas obras de prata, 1 dita selins, 1 dita fin-, noel Joaquim Bamose Silva,
ta de escrever 1 barril vinho ; a L. A Siqueira. 1 barril vinho ; a A. J. Vaz de Miranda.
LisboaBrigue portuguez Bella\ Antonio A.
Villar. 1,000 cocos cora casca. fc
Lisboa-Brigue porluguez Maria da Gloria, F.;1)r- Rezcndo Apngio Pereira Genmeraes.
S. Rabello & Filho, 130 saceos assucar brauco, *gMl Archanjo Pernandes Vianna.
e 270 ditos dilo mascavado. Jusc da Vos,.a 'raudao Cordeiro.
ValparaizoBrigue hespanhol Cane-, Amorim ;
frmos, 750 saceos assucar branco.
r.-vnnvtnvai.
Rio de Janeiro, barca nacional
Andr Guilherme Breckenlel,
Joaquim Fernandes de Azovedo Jnior.
, Geraldo Amarante dos Santos.
Marianna Ms Joaquim Ramos e Silva.
700 cocos sem casca.
RLCEllKDORlA DE RENDAS INTERNAS Manoel do Nascimento \ianna.
GERAF.S DE PERNAMBUCO ; Desembargador Manool Rodrigues alares.
Rendimento do dia 1 a 14. '."'.. 1 :005$745 ii N"li^itI" ,oliv'>ira:
dem do dia 15...... 877,^00 '.1''1" 'ls;: Mendos Martina.
u Francelino Augusto de Hoilanda Chacoui.
14:883^515 ''''"l,1'ra 'nrge de Mello.
.,__'.______1; Jos Lucas Rodrigue
CONSULADO PROVINCIAL.
Rendimenlo do dia 1 a 1 i.
dem do J..i 15
3i.-18lft689
3:87l>yS'>
;!S:05:iG74
Descarregam hoje 16 de dezembro.
Galera inglesaD. Diogofazendas.
Brigue inglczEarl Greyidem.
Barca inglczaPanlheaidem.
Barca inglezaD. Anuao resto.
Barca francezaeux Edouard pipas c barris
de vinho.
Brigue inglezEverlontachas e carvo.
Brigue austracoTergeslior=farinha de trigo.
Brigue hanoveriano Biirgermeistcrfazendas.
Brigue portuguez S. Manoel I diversos g-
neros.
Brigue porluguz=Promptld3o vinho e alhos.
Brigue porluguez Rolira ceblas, batatas c
rap.
Escuna francezaGeorge vinho.
Palbabolc brasileoPiedadediversos gneros.
Polaca sardaLindaidem.
ImportiM'ito.
Brigue hanoveriano Burgermisler. vindo
Je Londres, consignado Rothe & Bidoulac
&C.
100 barris chumbo de munijao, 10 ditos al-
catrao, 10 ditos oleo de linhaca, 10 ditos zinco
brancos, 3 ditos tintas, 2 ditos chumbo em
barra, 5 rollos dilo era folha, 230 caixas gene-
bras : E. H. Wyatt.
2 barricas vidros, 3 caixas obras da prala, 1
dita urna escrevaninha, 1 dita fazendas e um
selim, 2 ditas lampees e pertences, t fardo ta
petes, 1 dito e 2 caixas fazendas de algodao de
linho, toalhas, gunrdanapos, e meias etc. ; a An-
tonio dos Santos Sequeira Cavalcante.
300 barricas cerveja, 5 caixas vinhos, 25 di-
las e 1 barril agurdenle, 1 caixa amostras ; a
Whotely Froster & C.
17 caixas cha ; a Miguel Guedes de Araujo.
es Machado.
E para que chegue ao conhecimento de lodos
ser o presente publicado pela imprensa e afi-
xado no lugar mais publico desta Ireguezia.
Primeiro distrielo de paz da freguezia da Boa-
Vista, 1 i de dezcmluo de 1859.Eu Francisco
do Barros Correia, escrivo que o escrevi.
Antonio Carneiro Hachado Rios
Manoel Jos Teixeira Bastos, cavalleiro da im-
perial ordem da Rosa, e juiz de paz mais vo-
* A?.co* e'Urados no dia 15 ,. lado desta freguezia de S. Jos do Recife, em
Lisboaia das, brigue portuguez n:l>im, de ....., :
13 toneladas, capilo Heudque Fernandes "rluJedalei.ee.
Gaspar, cquipagem 10, carga vinho, carne sal- '3C "her, que devendo' proceder-s na ter-
gada e mais gneros; a Carvalho Nogueira ceira dominga do mez de Janeiro prximo futu-
MoYimento do porto.
Babia9 das, barca nacional Imperalriz Ven-
cedora, de 334 toneladas, capilo Augusto Ce-
zar de S Pare ira, eqoipagcm 10, carga alguns
gneros e lastro : a viuva Amorim & Filhos.
ro a revtsao da qualificaeo na conformidade do
art. 25 da lei de 19 de agosto de 1846 se faz
misler que os e'.eilorcs e supplentes abaixo assig-
nados comparejara, ofnn de procedor-se for-
Rio de Janeiro-15 dias, patacho nacional Julio,! maCa0 da unta de qualificaeo, -na forma da lei
de lio toneladas, capitao Vicente lerreira Fa- <
cundes, equipasen) 9, carga fumo, caf c mais e regulamenlo : pelo que em execucao do arl. 4
gneros : a A. L. de O Azcvedo. da referida lei, convoco-os para que se acbem na
labor de Graca26 dias, >arca inglo/a Quem, igreja da Senliora do Torgo pelas 9 horas da
240 toneladas capilo \V\ Burly cquipagem nunu5a da mencionada terceira dominga ( 15 de
lo. carga 2.800 barricas com bacalhao; a Saun- \ S
ders Brothers & C. Janeiro do auno prximo vindouro ) sob pena
Maranho23 dias, balhabote nacional Lindo' de incorrerem na multa comminada na mesma
Paquete, de 205 toneladas, capito Jacinto G. lei. Eleitores os Srs. Joaquim Lucio Mon-
da Cosa, equipagem 11 carea farinha. arroz,. leiro da Franca Manoel Ferreira Accioli
e mais gneros!; a Almeida Gomes, Alvos & C.! ., T ., 1 c
Terra-Nova-32 dias, patacho portuguez epper Jlanoel Joaquim Ferreira Esteves Joao Soa-
de 226 toneledas, capilo Antonio A. A. Ama- fes da Fonceca ^ elloso Joaquim Pedro dos
ro, cquipagem 11, carga 900 barricas com ha- Santos Bezerra Amonio Moreira de Men-
calho ; a Thomaz do a, fonseca. d F Sanl;,g0 Cavalcanle do Albu-
Akios saludos no mesmo da. c- V, ... s >.
querque Jos Simplicio de Sa tsteves Mi-
guel Jos Ja Suva -~ Antonio Goncalves Pe-
reira Lima Jos Francisco Benlo Jos
Carlos de Souza Lobo Joaquim Jos Ta-
vares Jco de Brilto Correia Manoel
de Almeida Lima Vicente Licino da Costa
i Campullo Joao Francisco Bastos d'Oliveira.
Supplentes os Srs. : Franciseo Antonio das
! dragas Dr. Innoccncio Serfico de Assis Car-
valho padre Albino de Carvalho Lessa
Manoel Camello Pessoa Jo Francisco de
ParalabaHiato nacional Camaroaibe, carga l/i-
doro B. de Mello, carga difiranles gneros.
Eio de JaneiroBarca nacional Marianna, capi-
to Lauriar.o Jacinto de Carvalho, carga as-
sucar.
Rio Grande do NorteLancha uacional Flor do
Uio Grande, capilo Antonio Jos da Costa,
carga fazendas o mais gneros.
Editaes.
O Dr. Anselmo Francisco Peretli, commeinladoi
1-caixa velas, 1 fardo tapetes, 85 toneladas
carvao de pedra ; a Piothe& Bidoulac.
50 barricas cerveja, 1 barril vinho ; a Sou-
tliall Mellors.
1 barril vinho ; a Eduardo Feulon.
1 caixa queijos; a J. Praeger & C.
1 ditajito ; a Bolers Devving.
3 dilas pannos para mantas : a Rocha Lima
Si Guimaraes.
20 caixas vinho : a C. J. Astlev.
12 barris tinta para escever ; a Mello Lobo
4C.
4 fardos refago d'algodio : eos agentes da es-
trada de ferro.
xe,,l canastra castanhas, 14 dilas magos, 3 de novembro prximo passado. Nomeio cura- jJos Gordal ves de S, escrivo do juizo de pax
1 dilo dilo, 1 caixa e 4 canastras roagas. 1
lata salpices, 2 canastras castanhas ; a Manoo
Francisco Moreira Maia
1 caixa linha, 1 dita miudezas, 7 barris pei
da imperial ordem da Rosa, juiz Je diretio Souza Lima Joe Verissimo dos Anjos
especial do commercio nesta capital do Reci- Frnci> Amonio Pereira de Brito Antonio
fe de Pernambuco. Franrisco Alves Tiburcio \ aleriano Baptisla
Fuco saber pelo presente, que l requerimentos' ~t'rancisco Joaquim de SouzaJos Raymun-
dos negociantes Patn, JN'asch e C, e otitros se do da Nal'V'dade Saldanha Jos de Freitas
leba abertaa allencia do commerciante Jos Ri- Bar,,osa Manoel Joaquim de Souza Vianna
beiro Pontes, pela sentenca do theor seguinle: 1 Maximiauo Francisco das NavesElias Ma-
Constando dos autos que Jos Ribeiro Pon-1rmho Falc5 de Albuquerque Maranho An-
les dispoz do eslabeleciment que linha, e assim tomo-Emigdw Ribeiro Joao das Virgens Mot-
impossibilitou se a salisfazer nao s as cLri-a- ta ~ Horneterio Maciel da Silva Joao Joaquim
coes consiantes das litulos de fls. 4, 5,0 e7, de Figu^ireJo Braz Antonio da Cunha a
como quaesquer otitros, que possa ter, visto A'huquerquc.
que tem cessado os seus pagamontos : pelo que E Para const-ir aaoi 3Zer Puente para
.leclaro dito Pontes, commerciante eslabeleci do 1ser "finado nos lugares mais pblicos da fregue-
com loja de fazendas na ra da Cadeia desta ci-' z,a- c sor publicado pela iroprensa.
dado n. 50 A, em estado de quebra e fixo o ter-! Daa0 e Passado nesla 'guezia de S. Jos
mo legal de existencia desta a contar do dia 10 j do Kecife aos ,8 ,,e dezembre de 1859. Eu
viveiios canarios, 4 gaiolas ditos, 2 ditos melros,
1 tala imagem, 4 gaiolas pombos, 1 canastra
coelho, 1 sacca camizola ; a ordem.
2 caixas chapeos; a Maia & Irmo.
2 raixas lindas; a Antonio de Souza Ri-
beiro.
1 caixao camizolas, 45 fogareiro3 da ferro,
dores fiscaes da fallencta os credores Carlos Jos c5Creu
Astley e C a depositarios interinos os credores! ilt"l0e! Jvs leuem' Baslos-
Paln : Nasch e C.a; pelo primeiros prestado o j O tenente-coronel Jos Gomes Leal, juiz do paz
juramento do estylo, epelos segundos assignado o
termo do deposito, o escrivo remetiera copia do
prsenle ao juiz de paz competente para a ap-
posico de sellos, que ordeno se ponham em
30 panellas de dito, 4 lampas, 1 caixao gre- todos os bens, livros, e papis do fallido.
Iba; : a Elias Jos do; Santo? Andrade, 1 Feite o qu,e publicada estn sene'-.;' nos ler-
do 1 districlo da freguezia de S. Fre Pe-
dro ele.
Face saber que em viriude da lei n. 387 de
19 de agosto d.- 1-346 convoco os eleitores e
suppler.'.es desta freguezia, que abrixo vao de-
f-
/"
MUTILADO


N)
DIARIO DE PERNAMBUCO. SEXTA FE1RA IC DE DEZEMBRO DE 1S59.
7
signados por seus noines, fiara que cuiu|are^3ii)
na lerceira dominga de Janeiro luluro Je 1860,
na matriz do Corpo Sanio as 9 horas da man lia,
afim de organisar-so a junta para a reviaoo da
qualilica^io dos cidadaos rijo team do volar e
ser votados as prximas eleiees de jui/es de
paz, cmara municipal, e eleitores, Picando scien-
les os referidos eleitores e supplentes abaixo
declarados, quelites ser imposta a mulla de 40
a GO til ris, se nao coruptrocercm, cu, lendo
comparecido, nao assignarein a respectiva acta.
Eleitores :
Os Senliorcs :
Domingos ilenriques .Mafia.
Antonio II. Mafia.
Manoel Amando da Sania Gruz.
Jos Gomes Leu!.
Antonio Gomes Leal.
Manoel Antonio da Silva Antones.
Flix da Cunta Teixeira.
JMonio Marques d'Amartm.
Luiz do Franja Mello Jnior.
Francisco Xavier d'Uveira.
Manoel Francisco Marques.
3os M. da C. Soares.
Jos Pedro das Noves.
Antonio Jos de Casto.
.'oao Marques Correia.
Jos Joao d'Araoriin.
Ricardo da SiUa Neves.
Ignacio Antonio Borges.
Antonio liotelho Pinto de Mes.ju'tta Jnior.
Estevao Jorge Baptista.
Supplentes:
Jos J'Aquino Fonceca.
Felisbe'to Ignacio d'Oliveira.
Tliomaz d'Aquino Fonreca Jnior.
Manoel da Bilva -Neves.
PaJie JosLeiii Pila Ortijjueira.
Antonio Jos da Silva do Brasil.
Candido Thomaz Fereira Dutra.
Manoel Kistos d'Abreu Lima.
Manoel Estanislau da Cosa.
Luiz Antonio G. Pena.
Constancio da Silva Neves
Joaquim Jo. de Sant'Anna Barros.
Andi Xavier Vianna.
.loao Prudercio da Ouz.
Alexandro Augusto de Fiias Villar.
Jos F Antuncs Villaca.
Jos Alexandro dos Passos.
Dr. Cosme de S Pereira.
Dr. Jos Joaquim de Souza Thomaz d'Al-
tneida.Antunes.
E para que cheque noticia de lodos, man-
de! fazer o presente que ser alixado no lugar
inais publico da frtguczia e publicado pela ini-
prensa.
Freguezia de S. Fre Pedro Goncalves do
Recife, 13 Je dezembro de 1859. E eu Ma-
noel Alejandre Comes de Mello esciho o es-
crevi.
Jos domes'Leal, Juiz do Paz.
Joo Baptista de Gastri e Sirva, nflicial da or-
dem da Rosa, o Inspector da thesouraria de
azenda de Pernambuco por S. M. I que Dos
guarde.
Acijuisicao dos objeclos do material.
Arrobas de ferro 100.
Agua raz 2 arrobas.
Alimgre 16 arrobas.
BanJoiras imperiaes de C pannos 6.
Ditas, dita de 5 ditos 6.
Bren 10 barra.
Cobre em va rao de 5i8 60 varoes.
Canos de ferro de 1-2- polegndss 860 ps.
Cadeados sonidos 50.
Cobertores de la 50.
Ci 16 arrobas.
Camiiias Jo brim 100
Ditas de algodoaznl 100.
Cera ca ardiles para aroes 40 libras,
Gomma graxa 50 fiasquinhos.
Leames de sicupira 50.
Lencos de seda preta 100.
L3nternas de patente 20.
Oleo de linhaca 100 arrobas.
Plvora grossa 6 arrobas 7 libras.
Pinito 41:145 ps.
Piassava 100 molhos.
Pnpello do composijao para forro de navio
'25 arrobas 10 libras.
Raspas Je ferro 50.
Tapete 150 covados.
Tinta verde 10 latas.
Dila preta 50 ditas.
Dita branca de chumbo 50 ditas.
Dita dita dezinen 50 ditas.
Vidro de 1, 12 e 2 palmos de comprmanlo
3 caixa.s.
Fornecimeuto de vveres e culros objecto3.
Assucar branco grosso.
Azeite doce de Liboa.
Bolaxa,
Bacallio.
Carne verde.
Carne seca.
Caf em gro.
Cangica.
Farinha.
Feijao.
Ma n taiga.
Mane.
Pao.
Toucinlio de Lisboa.
^ inagre dito.
Vellos de carnauba.
Ditas siearnas.
Salla do conselho de compras navaesem 12
de dezembro de 1859.
O secretario
Alexandre fodriguis dos Anjos.
e oulra eoua traia-se com os seus consgnala-
ros Francisco Sevenano Rabello & Filho ou
com o capitao na praca do commcrcie.
cohpimih bbaslieira
DE
iP.njiE^riES i wmflfi.
O vapor Oyapock, commandaule F. Fcrreira
Borges, espera-se dos porlos do norte em se-
guimenlo uos do sul al o dia 17 do rorrenle.
Beeebe-se desdeja passageiros, frete de dinhei-
ro e encoinmendas e ongaja-se a carga que c
vapor poder conduzir sendo os volumes despa-
chados com antecedencia at a vspero de sua
chegada : agencia ra do Trapiche n. 40.
Cear, Acarac e
Granja.
O patacho i.acional Anna, lem boa parle da
carga prompta : a tratar com Tasso lrmos ou
com o capitao Graciano llenrique Uafra.
Leiloes.
LEILAO
Sexta-feira 16 do corren te.
O agenle Hyppolilo da Silva br leilo de gran-
de quanlidade de vergas, mnstros, maslareos
etc.: sexta-tora 16 do correnle s 11 horas em
ponto no trapiche do Angelo.
Importante
LEILAO
DE
THEATRO
DE
anta Isabel.
E-pcelaeulo, honrado com as augustas presen-
sencas do SS. MM. II., a beneficio de Manoel de
I aro saber aos que- o prsenle ediial virem que Jess Forraz, nascido son) bracos na provincia da
ni cumplimento de orden do Iribunal d the- Baha, que pela segunda vez vem a esta cidade.
souro nacional do 14 de novembro prximo pas- SACHADO 17 DO CORRENTE.
.ado se comer a fazer nosla thesouraria a subs- Tendo sido j publicada por este Diario o
tiluicao das notas de 500&000 oa primeira, se- programrna do espectculo, o u.uc o beneficiado
gunda c terecira estampas. Os senspossuidores, i pretende apreseotar ao publico, cumpre-lhe
|ois, podem aprosonta-las ao Ibesoureiro desla sement annunciar quo lera elle lugar no dia 17
iliesuiiraria, que Ih'as trocar por oulros de di' do correnle, e ser honrado com a as au"ustas
versos valores. Thesouraria de Pernambuco 5 presencas de SS. MM. II.
le dezembro de 1859. Em virlude da retirada da Sr. D. Hara I.uiza
Joo Baptista de Castro c Silva. de Olivcira que para evitar desgostos, foi dispen-
,__________________i sada pelo beneficiado de satisfacer a parle que
se obligara a tomar, a Sra. D. Virginia Homagno-
le se digna de preencher com doeas os interva-
los, em que aquella seuhora linha de cantar.
Entretanto o beneficiado consagra aqu um vo-
lo de agradecimento bondade com que a mes-
! ma Sra. I). Luiza de Olivcira se prestou a obse-
i quio-Io.
Anda urna vez o beneficiado appella para a
| pandado publica desla cidade, que se nao deixa-
r de com mover da infelicidade, que desde o
Deciaracoes.
Corrcio eral.

RelaeSo das carias seguras viudas do sul para
ns senliorcs abaixo declarados :
Amorim lrmaos.
Padre Antonio Cunlia e Figueiredo.
Desembargador C:iot.ino Jos da Silva Santiago, f'1
Candido Jos de Mello e Silva. c '" "- n acoinpanha.
l'ilifipe Daltro de Castro.
I). Francisca Xavier.
CuUhermiua Leopoldina c Andradi e Souza.
Craciliano Arislides do Piado Pimenlcl.
Ignacio Antonio Pernandes-
! .nquim Augusto Fcrreira Jacobina.
Joaquim Francisco de Paula.
Jos Hara Raraonda.
- Pacheco Pereira Jnior.
Leile A limaos.
Marcolina Augusta Monleiro.
D. Uargarida Candida da Cunha.
1). Maria do Carino Fcrreira.
H l mbelina Eustaquio de Mello c Albuquerque.
Vicente de Paula Monleiro.
Novo Banco de Pernambuco.
O novo banco de Pernambuco icco-
llie as olas de sua emisso de 1 <.>' e de
20, e pede aos possuidores das mesraas
o favor de as virem trocar no seu es-
criptorio, das 11 horas da manhaa at
as 2 da tarde.
J-i em casa do beneficiado, ra das Cruzes
, n. 32, r no dia do espectculo no escriplorio do
i ihcalro al as 8 horas da noile.
Avisos martimos.
Para New York, em direitura.
Freta-se a veleira escuna norte-americana 0-
riana, capitao Thatchir; e tambem recebe pas-
sageiros, para os quacs tem cxcellentes commo-
dos : trata-se no escriplorio de Roslion Ho^ker
8 C, pra^a do Corpo Santo n. 48.
io (le Janeiro.
Fazendas finas.
Cnthiuac;u de \ei\ao de
fazendas na ma do Im-
Vei*ador u. L. nt> pvime-
ro andav do Sr. Santos
lVoWm.
Segunda-feira 19 do crtente.
Gustavo Masset continuar
com seu leilao por interven-
cao do agente Borja na ra do
Imperador por cima daloja do
Sr. Santos Rolim, de suas ri-
cas e apreciaveis fazendas
chegadas prximamente do
Rio de Janeiro, consistindo em
vestidos de seda para senho-
ras, de apurado gosto, bem
acabados manteletes de renda
e cassas bordadas, sabidas de
baile, nobrezas, il'^ "^res,
fazendas de linbo .iras
muitas qualidades .._, .azen-
das aqui nunca vistas, que ao
ver nada deixar a desejar e
que estaro a disposigo dos
licitantes as 10 horas em
ponto.
LEILAO
Segunda-feira 19 do correnle.
AGENTE
O agente Pestaa continua a estar ralorisado
pela commissao liquidataria da extincla socieda-
de de (iacao c tecidos de algodao pira vender o
restante do terreno do sitio da mesma sociedade.
Os prelendentcs podem dirigir ao armazem da
ra doVigarion.il, a qualquer hora do dia a
entender-se com o difo agenle.
Avisos diversos.
Na ra Nova de Santa Rita aluga-se urna
casa nova com commodos para grande familia.
AVISO
AOSSEMIORESTROPRIETARIOS
iioje ib de dezembro gar a praca das propriedades do finado
tenente coronel Pedro Jo- Carneiro
Monteiro, annunciada para o dia 1
do correte visto nao ter tido lugar nes-
se dia a arrenwtarao por nao ter liavido
audiencia.
Vendease camas de vento a 5$ e
5|50O: na r.ia Direita n. 6\.
Toda a at-
mido
pe
Conselho administrativo.
O conselho administrativo, para fornecimenlo
o arsenal de guerra, lem de comprar os ob-
jectos seguintes :
u;n o armazem doalmoxarifado do mesmo
arsenal.
Sali re calcinado, arrobas 5.
(Juera quizer vender tacs objeclos apresenl<
ai suas propostas em caria fechada na secretaria
co conselho s lo horas da manhaa do dia 19 de
corrente mez.
Sala das sesses do conselho administrativo,
para fornecimeoto do arsenal de guerra, 12 de
oezembrO de 1859. liento Jos Lawenha Lias,
cori nci presidenlc.Vrancisco Joaquim Pereira
Lobo, coronel rog.il secretario interino.
=: Acha-se recolhido a casa de delenco a or-
dem da subdelegada Je Sanio Antonio, o molc-
jlne rrioulo de nomi? Luiz, que reprsenla ter de
1- a leannos de idadec diz ser fllho da preta
aihildes, c escravo do lavrador Florencio de
tal, morador para os bandas da cidade de Olinda,
o qual foi preso por confessar andar fgido r
queni lor sen dono comparera neste juko mu-
nido de suas proras para lbe ser entregue. Re-
rie 1 de dezembro do 1859.r-.4nHo Jcrnar-
do Quinleiro, subdelegado supplente.
Pela recebedoria de rendas internas se faz
rublico, que no corrente mez se finda o prazo da
cobrancla-amigavel aos impostes pertenecntes ao
si reicio de 185818r>9, a saber renda aos pro-
prios naeionaes: foros n terrenos e de marraba
decima addicional de mo morta ; imposto sobre
loj.-is e ra-as de descont ; dito especial sobre
asas de movis, roupas, mobilias c. calcado es-
Irangeiro ; dito sobre barcos do interior e laxa
dos escrayos, (Indoo qual se promover a.cobran-
ra execulva contra os remissos: outro sira que
no mesmo mesmo. mez deve ter lugano paga-
mento das impostas pertenreiitcs ao exercicio
de Ib89lsCO, a saber : do primeirosemesire do
dcima addicional de mo murta, do imposto so-
bre- lujas, do dito especial, do de barcos do inte-
rior, depois do qual pagar-seha conjuntamente a
mulla ue 0|O. Recebedoria de Pernambuco, 5
de dezembro de 1S59.O administrador, Manoel
Carneiro. de Souza Lcenla
Coapselho de compras navaes.
Tendo se do promover a acquisigo do mate-
rial abaixo declarado, bem como de conlratar-se
o fornecimenlo de Tiraras, e d'oulros objeclos por
lempo de tres mezes indos em marc,o do anno
prximo para o consumo dosnav.os da armada e
estabelccimenios de marinua ; manda o conse-
lho de compras navaes fazer publico f[ii tratar
ilessa aequisigo na sessao de 17 do correnle, c
do contrato na de 2? tambera do corrente a vista
de propostas oprescnlada3 at s 11 horas da
manhaa e sob as clausulas ou condiges do es-
lylo, sendo que os pretendentcs ao contracto de-
veraa aebar.se acompanhados dos fiadores para,
concluido que seja, assigna.-ern de prompio o
respectivo termo.
O veleiro e bem conhecido brigue nacional Ve-
/o; prcteode seguir para o Rio de Janeiro com
n.uila brevidade, lem parle de seu carregamento
a bordo : para o resto que lhe falta, trata-se
com o sen consignatario Antonio l.uiz de Olivcira
Azevedo, no seu escriplorio ra da Cruz n. 1.
Rio Grande do Sul.
Para o Rio de Ja-
neiro
solio com brevidade o palhabote Artista, capitao
Jos Joaquim Alves das Neves, recebe carga c
passageiros : a tratar com Caetano Cyraco da C.
II. ou lado do Corpo Santo n. 25.
Para Lisboa.
O veleiro brigue portuguez Tino, de primeira
marcha, pregado e forrado de cobre, pretende
seguir com niuita brevidade, tcm parle de seu
canogameuto prompto : para o resto que lhe
falta, trata-se com o seu consignatario Antonio
Luiz de Olivcira Azevedo, no seu escriplorio ra
da Cruz n. 1, ou com o capillo Manoel de Olivci-
ra Barros, no Corpo Santo.
Para o Porto
sahir com brevidade o patacho por'.ugucz Du-
que do Porto, de primeira marcha : quem no
mesmo quizer carregar ou ir de passogem, dirja-
se n ra da Madre de Dos n. 31, a tratar com
Jos Antonio da Cunha & limo, ou com o capi-
tao na praca do Corpo Santo.
Para o Aracaty pelo Ass,
segu com muita brevidade a barcaca Mario
Amelia, lendo a maior parte do carregamento
prometo : para o resto, Iralo-se com Prenle
Vianna & C.ruadaCadeia n. 57.
Para o Rio Grnde do Sul
segu com toda a brevidade a barca Matltilde,
tem parle da carga prompta : quem quizer car-
regar o resto pode tralar com Manoel Alvos Guer-
ra, roa do Trapiche n. 14.
Para o Porto Alegre, com escala pelo Rio
Grande do Sul, sahe com muila brevidade o pa-
ta ho Novo Lima, tem prompto parle do carre-
gamento ; e para o resto a fete, trata-sc com os
consignatarios Amorim limos, ra do Cruz n. 3.
=. Para a Figueira com escala por Lisboa,
com loda a brevidade o lindo brigue portuguez
Bella Figueirense, de que capitao Luiz de Oli-
vcira Lobo, tem parle da carga prompta, tem ex-
i celreDles commodos pora passageiros. para urna
M
&
DOS
Gneros e mais objectos exis-
tentes na taberna da ra do
Codorniz que foi do finado
Joo da Silva Boa-vista, e
bem assinidas dividas acti-
vas do mesmo estaheleci-
mento.
Aiilorisado por mandado do 111 ip. Sr. Dr. juiz
municipal supplente da primeira vara a reque-
rimenlo de D, Isabel Joaquina da Silveira Uoa-
visla, vuva e cabeca de casal de Uado Joao da
Silva Boa-vista, O referido agente vender em
leilao publico no dia acuna designado e pelas 10
horas da manhaa
A armaco, naixdes, fiteiro, canteiros, balam-a,
pesos, gneros e mais objectos existentes na
meucionada taberna.
Assim como vender-se-ho as dividas activas
da mesma na importancia conforme o balanco de
9:096g20t), a maior parte documentadas.
O leilao teri lugarna mesma taberna.
Para examinarem o balanco e mais infoima-
Cocs podem os pretendentcs entender-se rom o
agente a qualquer hora do dia em seu armazem
da ra do Vigario n. 11.
LEILAO
A 19 do corrente.
Oprepostodo agenle Oliveira, por causa da
f bogada do vapor, transiere o leilao do espolio
do finado Thomaz Blake'y, que baria ter lugar
boje (16 de dezembro) consistindo em mobilias
de Jacaranda e de amarello, piano e cm ludo
quanlo mais se precisa em urna casa de familia,
conforme lem sido anniinciado, para segunda-
feira 19 do correnle, s 10 horas da manhaa, na
ra da Madre de Dos, casa n. 5.
TypogTaphias
Acabam de chegar de Paris, lindas
estatuas de GUTIIEMBERG, inventor
da arte typographic.i, segundo o mo-
delo do celebre Sculptor David (d'An-
ger), da altura de 20 pollegadas.
Igualmente vieram os seguintes ob-
jectos para oflicinas t^pographicas :
QUADRADOS. QUADRATIXS".
MEIOS 0LADRAT1NS e ESPACOS de
corpos G, 7, 8, 9. 10, 11, 1*2; LI-
MAS de corpos 3 e 0; INTERLI-
NEAS de l,2e pontos e GARNI-
^OES sistemticas de 12 pontos.
Acliam-sea venda nesta tvpographia, a
tratar com o impressor Pierre Jacobi,
que tambem se imbumbe de mandar
vir qualquei objecto tendente a arte
typographica.
Aviso ao publico.
I). Joo Kogueis, dentista faz saber ao publico,
que se mudou da ra larga do Rosario para o
Recite, becco do Abren n. 3, primeiro andar.
= o abaixo asalariado, procurador bastante de
Josepha Tliercza, herdeira da meiacao dos bens
de Antonio Jos da Silva Crispiannoi previne ao
publico ou a quaesquer que interessar possa que
a casa terrea da ra da Roda n. 31, nao pode ser
vendida por titulo algum sem concentimenlo do
abaixo Resignado. Recife 15 de dezembro de 1859.
Joo los da Silva Crispianno.
Precisa-se de urna ama que saiba cozinhar
o diario de urna casa para pequea familia, ou
escrava de idade : na ra da Cruz do Recife n. 31.
Perdeu-se desde o becco do Espinheiro,
estrada dos Afllictos al oFarnamoirim"umapul-
ceira de coral formando nina cobra e lendo ao
pescoco una lita de ouro pendente nina corarao-
zinho tambera de ouro c na cauda urna otra
tita: quem a achou queira levar ra da Impe-
ratriz, outr'ora aterro da Boa-Visla, terceiro an-
dar n. 37, ou ra do Vigario n. 11.
Desappareccu de cima de 1 barrica na por-
ta do armazem do Sr. Aunes defronte da alfan-
dega, 20 latas com biscoutos de soda : roga-se
ao* Sis vendelhdcs que- as recebeu por engano
por algum negro ter levado o mesmo furto <|u.e
losse olferccer; ruga-s a quem poder dar noti-
cias das mesmas, dirigir-se ao mesmo armazem
do Sr. Aunes, que ser generosamente recom-
pensado.
Ignacio Nery Fcrreira faz scientc ao corpo
docommercio c oo mais respeilavel pubico, que
como baja outro do igual Hume de hoje em dian-
te assignar-se-ha por Ignacio Nery Fcrreira do
Silva Lopes
Mors Lchmann vai para a Bahia.
Jockey Club.
A commissao directora Jockey Club, faz cons-
tar aos socios que qui/.crem inscrever os sous
ca val los para as prximas coriidas.se acha abor-
ta a inecrjpco somenle at o dia 20 do coi rente.
ttenco.
a
Vende-sc a mclhor leja de fazendas da ra do
Imperador n. 9, com poucos fundos, milito afre-
guezada, tanto para o mato como para a pra^a, o
dinheiro ou a prazo : a tratar na mesma.
Enfeites para cabeca de
senhora.
IVa lja ila:uit de ouro, ra lo
Cabula n. I B,
vendem-seos mais lindos enfeites com vidiho
prelos a de lodas as cores, ditos de troco e vel-
ludo de cores propiios dos vestidos que se usara,
chapeozinhos e touquinhas muilo lindas para
meninos c meninas, capellas com palma todas
brancas propras para uoiva, e oulro.s muitos
mais enfeites, leques de muilo gosto, de madre-
perola e de outras muitas qualidades, botos de
todos os gostos pora cazaveque, assim como
franjas e (raneas de lodas es qualidades, bico de
si-d-ie de linho de liodus padrOes, porfumarias
de lodas as qualidades, que se vende ludo muilo
barato por se ter recebido era direitura da Fu-
ropa.
Precisa-se olugar urna ama que saiba co-
zinhar, para una casa estrangeira de duas pes-
soas : na ra da Cadeia do Recito n. 59.
-r- Duaito da Costa, portuguez, vai a Europa.
O Sr. Manoel Francisco Tavares lera urna
carta na ra de Apollo, armazem n. 18.
= Di'i-sc dinheiro a premio sobre penhor de
prala ou ouro : na ra das Cruzes n. 30, se dir
quera que o d.
= Precisa-so de urna ama de idade para cosi-
nhar, forra ou escravo era Santo Amaro taberna
do incio de Jos Jacintho de Carvalho.
Para bailes.
Luvasilc pellica
de Jouvin muilo novas e frescas, chegadas peln
ullinin navio de Paris : na ra da Cruz no Reci-
fe n. l, armazem del. T. Baslos.
= Claudio Dubeux vende 70 arrobas de cobre
velho no son escriplorio, assim como continua a
ter bous burros para vender.
tenro ao segundo an-
dar do sobrado da es-
quina da ra do Queima-S
do (por cima da loja dol
Sr. Preguica) entrada!
pelo becco do Peixe Fri
to n. 1.
?"*" Fieos corles de vestido de 2 saias
de gorgurio branco tecidos a vel-
ludo proprios para baile o mais
rico que lem viudo a esta capital.
Ricos cortes de vestido de seda de
2 saias bordados proprios para
baile, fazenda do mais apurado
gosto.
^4 Ricos cortes de vestido de 2 sai is
de gorguro de seda de cores pro-
prios para visita para passeio de
apuradissimo gosto.
f^* Ricos cortos de vestido bordados
para casamento com capella cor-
respondente.
t-^* Ricos cortes de vestidos de 2
saias de gorguro prelo bordados
e adamascados.
-^" Rica e inleressanto colleccjo de ar-
ligos para toilette de seuhora e
para cavalheiro.
Advertc-se oo respeitavcl publico
que alm das fazendas annuncia-
d.is ba ura variado so rl i ment de
lazendas novas que lodas sero
vendidas em prec.os razoaveis
f^4
HOSPITAL
PORTUGUEZ DE BENEFICENCIA
EM .
Pernambuco.
De ordem do Illm. Sr. provedor convido a to-
dos os senhores socios do Hospital Porluguez a
reunirein-se em asserabla geral, pelas 10 horas
do dia 18 do corrente, atim de ter lugar a eleico-
da commissao de conlas indicada na segunda p'ar-
le do 3. dos estatuios
Recife 14 de dezembro de 1859.
Manoel fibeiro Baslos.
1. secrelario.
Cicero Dantas Martins, lendo concluido os
scus esludos, retira-se para a provincia-da Ba-
bia, o declara que nada deve em Pernambuco;
nao obstante, se alguem se julgar seu credor,
aprsente as suas contas al o dia 17 do corren-
te, na ra do Hospicio n. 82, que sero immedia-
tamente satisfeitas.
== Aluga-se urna grande casa no lugar de San-
to Amaro, com commodos para grande familia :
quem pretender, dirija-se a ra do Hospicio, casa
terrea n. 46.
Quem Jivero compendio de pratica do Ir.
Baptista do abaixo assignado, tciiha a bondade.
de mandar enlrcga-lo.
Cicero Dantas Martins.
Desappareceu
do sitio Caixad'Agua um boi prelo : quem o en-
contrar ou der noticia na ra do Livramcnto n.
2, ser bem gratificado.
CONSULADO DE FRANCA.
O cnsul de Franca tem a honr de rogar s
pessoasque ficaram'devendo ao finado Frederi-
co, ferretro francez, de maudarem saldar os seus
dbitos era mos do mesmo cnsul, no prazo do
t dias, contados do presente aviso, prevenindoa
I ellas que no caso de o nao fazerem, elle ser Obri-
I gado a chama-las por esle Diario e seguir a co-
! branca por todos os meios de direilo. O consui
do Franca roga tambem s pesoas que tiverem-
nlgumas reclamaces a fazer, de dirigi-las ao
mesmo consulado dentro do dito prazo de 8 dias:
nao podendo attender mais aquellos que nao fo-
, rcm feitos depois do dito prazo.
igftJSg&ft
Lavagein de roupa.
Precisa se de quem se encarregue de lavar c-
engommar roupa : a quem convicr, diriia-SO a
ra do Crespo n. 28.
Segunda-feira, 12 do corrente, fugio o pre-
to Severo, escravo, boa estatura, cor preta, bom
; corpo, feicoes corapridos, tem um carosso na les-
1 la e urna costura na barriga no lado direilo que
parece de facada, ps grandes c maos grossas,
olhos vcrmclhos, serrador, bem parecido, c
j muilo ladino : quem o Irouxer a ra de llortas
I n. 86, ou ra do Cabug n. 5, ser recompen-
I sado. '
Aluga-se o segundo andar na ra da PeDha
n. 30 : a tratar no mesmo sobrado.
. OTBHU.
Vendem-sepaletois de alpaca ,\ 2^500 3 e 4 :
j no Passeio Publico, loja de urna porta n. 5.
! Vendc-se um sobrado em Olinda, ra de S.
Pedro Martyr, com bastantes commodos e bom
i quintal : quem o pretender, dirija-se cm Olinda,
' ao Sr. Joo Soares Raposo, bo'tica dos (Juatro
I Cantos, c no Recife, ra Augusta n. 0.
= Vende-se um sitio na povoago da Vanea,
com caso de vivenda, e bastantes arvoredos, cer-
i cado, cora cosa de fazer farinha, c baixa par ea-
pira periodo rio : quem pretender, dirija-se ao
Remedio, defronte da igreja, a tratar com Cae-
tono Baptista de Mello.
O abaixo assignado, trazendo no dia 2 de
, uezembro em sua algibeira da casaca urna cartei-
' va, na qual, alem de outros papis trazia una
letra da quantia de 2:832;}, aceita por seu pai
Joo Florentino Cavalcanti de Albuquerque, e
mais a quantia de 9$ em prala, succedeu perde-
j la ou ser-lhc sacada da algibeira, e por isso pede
a quem houver de ter adiado, que lhe ivsiitua,
1 peo que lhe ser obrigadissiroo ; declarando por
este jornal que dita letra soler vigor em seu
poder. Becife 3 de dezembro de 1S59.
Joo Florentino Ca calcanli Jnior^
__ O abaixo assignado, regressando paraT?.
Luiz do Maranlio no paquete Cru/.eiro do Su!,
e sendo-lho impossivel pela precipitago do sua
viagem despedir-sc de todas as pess'oas que o
honrarm nesta cidade,. pcde-lhes desculpa e
olferece-llies o seu limitado preslimo naquella
cidade, onde reside.Antonio N. de Souza.
(r'KEMP ^UEvaaroRg)
PILULAS VEGETAES
ASSGARADAS
Achado.
c^>
Milho e farinha*
O agente Ilyppolito da Silva fara'
Hlo de urna porcao de saceos com mi-
lho e lurinha de mandioca chegada re-
centemente da Granja no -patacho na-
cional Anna : segunda-feira 19 do cor-
rente no armazem de Machado & Dan-
tas, ra da Madre de Dos confronte ao
consulado provincial.
Precisa-se de urna mulher que co-
sinhc para casa de pouca familia ;
na mesma casa precisa-se de urna
engoramadeira que agradando pa-
ga-seat25 mensaes : a tratar na
ra da Cruz n. 27, segundo andar.
Na ra da Cruz n. 45, segundo
andar, precisa-se de urna ama que sai-
ba cosinhai o diario de una casa de
pouca familia.
Aluga-se urna casa confronte a
igreja de N S. da Boa-Viagem, na po-
voarao do mesmo nome, ptima para
se nassar a festa e desfrutar-se os ex-
cellentesbandos do mar: a tratar no
pateo do Faraizo n. 10.
Achou-se ura embrulho com chapeos de sol,
! na estrada do Recife para Santo Anto : quem o
perdeu, dirjale ao engenho da Unio de Miguel
dn Costa Borba e Sebaslio Dias Pessoa do Luna,
na freguezia de N. S. da Gloria deGoit, que de-
clarando o numero delles e qualidade, e pagando
0 importe deste annumio, lhe ser entregue.
Sociedade dos devotos ta eapclla da
estrada de Joo de Barros.
O secretario, de ordem da presidencia, convida
aos senliorcs socios mesa ros, que so ilignem
comparecer no dia 19 do correnle, pelas 5 horas
da larde, no pateo de S. Pedro, sobrado u. -!,
para sessao da mesa retcedora Semelhante con-
vocac.o se faz muito necessario, nao so para re-
;solvcr-se negocios de muila consideraco da ca-
' pella, mas para a mesa marcar o dia da fesla de
sua excelsa padroeira, a Virgen] da Conceicao, e
bem assim, lixar o dia que deve ser convocada a
mesa geral para cumplimento do art. 13 dos re-
feridos estatutos, e ucslas circumsiancias de
esperar que os senhores socios mesarlos nao dei-
zem anda por esta vez de se rennireiii, como
de esperar do espirito religioso que a todos el-
les domina
Secretaria do sociedade dos devotos da capel-
la d:i estrada de Joo de Daros 1 do dezembro
de l(j.j'J.=0 secretario,
! J. //. da F. Capibaribe.
Soeiedade dos devotos da capella da Se-
uhora da Goneeiee la estrada de
.loao de Barros.
O secretario, competentemente aulorsado,
scientica a lodos os socios devotos, e a quem in-
teressar possa, que a fesla da padroeira nao pode
ter lugar no corrente mez.como muilo deseiava a
mesa regedora, visto como se lem dado incon-
venientes que nao lem sido possivel remove-los ;
o. achando-so tratando dos meios de que se pe-
der disp-'u-, ser convenientemente decretado o
dia da festa, logo que se rena a referida mesa.
Capella da estrada de Joo de Barros 1 do
dezembro de lbo'J.O secretario,
/. U. da F. Capibaribe.
Manoel Cordeiro retira-se para o Rio do Ja-
neiro, levando em sua companliia una lilha
menor.
i Os Srs. Jos Cavalcanti de Albuquerque e
Joo Antonio (Cazuqu) queiram vir ou mandar
aos Coelhos fallar com o Sr. Antonio Carneiro da
Cunha a negocio q os senhores nao iguoram.
= Ao Sr. Joaquim Balbino de Azevedo, nalu- ;
ral da provincia do Uaranbao, deseja-se fallar a
negocio de seu inleresse, na ra da Cruz do Re-
cite n. 33, segundo andar.
Anda est para se vender o sitio da Ira-'
vesea do Remedio n. 21, da freguezia dos Afoga-
dos : quem o pretender, i nlenda-sc com son
proprielaro.
Vende-se urna cabrinha escura, de 13 an-
uos, eom habilidade: na ra do Padre Flonano
numero 27.
Vende-sc urna cadeirinha de dous bra os,
forrada de damasco, em bom estado e por proco
muilo commodo : no ra do Fogo, sobrado
numero 20
Vende-se urna vacca.com uma cria grande
e gorda: a ver-se, no Arraial, no sitio do Sr.
Burgos, e a tratar na ra da Matriz da Boa-Vista
numero 7.
Na loja ao p do arco de
Santo Antonio,
thogou um completo sortimento Je lavas de pel-
lica, tanto de cor como brancas; assim como
ricosbonets de velludo para menino, ditos del
cera, chapeos de seda para merinas, touquiahosl
' de sedo para baptizado.
NEW-YOKK.
O MF.LHOR REMEDIO CONHECIDO
Contraconslipaces, ictericia, a/fecces dofigado,
febres biliosas, clicas, indijtsles, enxaquecas.
Hemorrhoidas, diarrhea,doencas da
pelle, irupcoes.e todas as enfermidades,
jnOVF.MEMES DO ESTADO IMPURO DO SANGCE.
75,000 caitas deste remedio cousommem-seau
nualmenle I !
Remedio da natureza.
Approvado pela aculdade de medicina, e re-
coramendado como o mais valioso catrtico ve-
getal de todos os conhcidos. Sendo estas pilulas
puramenle vegetaes, nao contera ellas nenhum
veneno mercurial nem algum outro mineral ;
csto bem acondicionadas em caixas de Tollia pa-
ra resguardar-se da humidade.
Sao agradaveis ao paladar, seguras e eflicaze
em sua operacao, e um remedio poderoso para a
juventude, puberdade e velhice.
I.ea-se o folheto que acompanha cada caixa.pelo
qual se Picar conhecendo as multas curas milagro-
sas queteni eirectuado. D." T. I.anman & Kemp,
: droguistas por atacado em Nova York, sao os ni-
cos fabricantes c propietarios.
Acham-se venda era lodas as bolcas dasprn-
Cipaes cidades do imperio.
DEPSITOS.
Rio de Janeiro, na ra da Alfandcga n. 89.
Babia, Germano & C, ra Julio n. 2.
Pernambuco, no armazem de drogas de J. Soum,
& C, ra da Cruz n. 22.
GQU Ciinifl
Sem resguardo nem incommodo.
Erysipela iiiiiim perita.
Descjoso de cumprir com mcu dever vou por
incio de sna acrcdi'-ja folha agradecer ao Sr.
Ricardo Kirk, morador na ra do Parto n. 119,
por ter curado pe; lamente em 32 dias a miaba*
sen!iora com a applicacao de suasChapas me-
dieinaes=Ao uma erysigela cm uma perna, que,
sofl'rendo muilissimas drese usando intilmente
de todos os remedios possiveis, acha-se agora li-
vre de lo lerrivel molestia. Portante aceile o
mcu reconhceimon'o o Sr. Ricardo K'uk. pelain-
veneo de Mo til remedio, cujo mireciiucnlo
superior a todos os elogios.
Augusto C.Prengel.
Ra do Colovello n. 27.
Ama.
Precisa-se de uma ama que saiba cozinhar : na
praca da Boa-Vista n. '2, segundo andar.
Vendem-se duas escravas moras de bonila
figura, sem defeito : na ra Direita" n. 123
Vende-se u:n sobrado de dous andares e
solio, muito gran Jo, na ma Direita u. i, con-
fronte a torro do Livramcnto, com grande quin-
tal e porto para a ra do Fogo, chaos proprios :
para ver, no mesmo sobrado ; c para tratar dlT
ajuste, na ra do Fogo, sobrado n. 2li, das 8 ho-
ras s 3 da tarde.
A prazo ou a di-
nheiro.
Vende-se acocheuada ra da Cadeia de San-
io Antonio n. 7, leudo 5 carros e 1 rico coupco
sem uso algum : quem pretender, dirija-se
mesma,'ue ochar com quem tratar
BONS ESGRAVOS.
1 escravo que bem serve a um senhor Oo en-
genho, mui forte, idade 30 airaos, por liOUOjj, 1
dito sera defeito, muito fiel c inteligente pora
todo o servico, idade 25 anuos, por t:300, S lin-
das iiegrinhas de idade de 11 a 12 annos, 1 bo-
nita escrava de idade de 22 annos, por 1:350$,
1 moleque peca, de idade do 12 anuos, 1 escrava
que engomma e cozinha bem, de idade de 30
airaos, por 1:300$ ; na na de Aguas Verdes nu-
mero 6.
Vende-se no sitio Caixa d'Agua
o* Ijois mancos para carro e 4 vaccas de
leite : a tratar no mesmo sitio com Ma-
noel Joaquim.
Sapatoes de 2$ a 3$.
Vendem-se sapates para menino, de 2 a 3?,.
borzeguins para menina de 2 a T, ditos pora se-
nhora a 3c00 : na ra do Cabug n. 9.
Cavallo de sella.
Vi ndc-sc um cvcellenle cavallo de bonila cor,
bom andador e muilo manso: quem pretender
irija-se ao sitio j cap- lia da estrada de Joo de
Carros.
feidc-sc uma escrava lavadeira e engom-
madeira perfeita, e cozinha o treviai, carinhosa
para enancas : na Boa-Vista ra da Alegra
numero 3.
Por preeo commodo se vende uma escrava
parda de maior idade, cozinha ptimamente e
lava, muilo sadia : na ra do Vigario n. 10.
= Vende-se uma negra, cabra, de idade 18 a
19 annos, mais ou menos, para servico de cam-
po, por preeo commodo : quem quizer comprar,,
dirija-sc ao'lim das Areias, no principio do Bar-
ro-Vermelho, no casa de Thomaz JosdeAquino
Cesar.
Na cocheira de Augusto Fischer, na ra
do Imperador, vende-se um cabriolct de rodas
cora dous bonitos eavaik-s.

)
I
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V
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MOTILADO


DI ALIO DE PERNAMBUCO. SEXTA FtlRA 10 DE DEZEMBRO DE 1850.
Eugne Cliei|uot a Kcims.
Adverte-se ao respeitavel publico de
. Pernambuco que o nico deposito de
seu 'champagne para a provincia de
Pernambuco em casa de J. Praeger &
C.| ra da Cruz n. 11.
J. Praeger & C, ra da
Cruz n. 11.
de superior
Ga
rra
fas.
Receben ltimamente :
Vinlio muscatel mossen
qualidade.
Champagne de Eugene Cliequot.
Bisco utos inglezcs e hamburgueses.
Agua deSeller.
Vinho de Bordeaux, ebateu lailles, ta-
rse, leowills.
Queijos suissos.
Ditos londrios.
Vinho do Porto e xerez em
Ervilhas, meias e quai tas.
Mustarde de f rauzer.
Ameixas em latas.
Sardinhas era meias latas.
Balanrat decimaes.
Velas stearinas.
Charutos de Ha vana.
Frutas em frascos.
Tintas em oleo, latas de 28
Alvaiade em barril.
Procisa-se aiugar um sobrado de um andar
na freguezia de Sanio Antonio ou Roa-Visto, da-
se luvas a quem o arranjar : dinja-se a ra cs-
treita do Rosario, Toja de ounves de Joiio Taulo
de Souza.
FMLIII\U\S P\R\ 1860.
Est* venda na nvraria da praca da Inde-
pendencia ns. 0 e 8 as folhinhas para 1860, im-
pressas nesta typographia, das seguintes quali-
dades
F
NICA, VERDADUKA
GITiMA
ti)
jL LE-
CASADEBANHOS.
Neste proveitoso eslabelecimento, que pelos no vos melhoramcnjos feilos acha-sc conve-
nientemente montado, far-se-ho tambem do Io de novembro em vante, contratos mensacs pora
maior commodidade e economa do publico de quera os proprictarios esperam a remunerarao de
tantos sacrificios.
Assignatura de banhosfrios para nma pessoa por mez.....IflgOOO
momos, de choque ou chuviscos por mez 155000
Series de eartoes o banhos avulsos nos mecos annunciados.
SALSA l'ARRILH.V
oba
arrobas.
Remedio sem igual, sendo reconhecido pelos
mdicos, os mais ininentes como remedio iufal-
livel para curar escrophulas, cancros, iheumatis-
mo, enfermidades do ligado, dyspopsia, debili-
dade geral, fehre biliosa e intermitiente, enfer-
midades resultantes do emprego de mercurio,
ulceras e erupcea que resuliara da impureza do
sanguc
CAUTELA.
D. T. Lanman & Kemp, droguistas por atacado
New York, acham-se obrigados a prevenir o res-
peilavel publico para desconfiar de algumas te-
nues imitaces da Salsa Parrilha de Brislol que
boje se vende ncsic imperio, declarando a todos
que sao riles os nicos proprietaiios da receita
do Dr. Brislol, tcndo-lhe comprado no anuo de
1856.
Casa nenhuma mais ou pessoa alguma tcm
direito de fabricar a Salsa Parrilha de Bristol,
porque o segredo da sua preparaco acha-sc so-
mente em poder dos referidos Lanman & Kemp.
Para evitar engaos com desapreciaveis co-
binac,des de drogas perniciosas, as pessoas que
quizeren elfniprar o verdadoiro devem bem ob-
servar os seguintes signaos sem os quaes qual-
quer outrapreparaciio falsa !
Io O envoltorio de fura est gravado de um
lado sol) urna chapa dc a;o, trazenduaop as
seguintes palavras:
D. T. LANMaN & K.BMP
SOL AGENTS
-V. G9 Water Street.
ARCHIVO UNIVERSAL.
REVISTA HEBDOMADARIA
COLK.ABORADO
PELOS sus.
O Sr. thesoureiro manda lazer pu-
Cura eoni|)le!
SEM RESGUARDO NEM INf.OMMCv* *
lulaiuttiut/fi no ulero
Una ininha eserava padeiia de uro jan vs-
flammaeao no aeropor espaeo de 7 iiim, t-m
continuadas dores agudissimas, e com > re
muito alto, procedido da mesma iiiRaasau
com a applica^ao Jas Chapa medicina ta do" Sr.
1). Antonio da Costa A. F. de CastilhoA. Gilalexandre IlerculanoA. G. RamosA. Quima- correte mez.
raesA. de LimaA. de Olivcira MarrecaAlves BrancoA. P. Lopes de McndoneaA. Xavier' TlPtnu.-o.U J l~**ml~. Aa,\
Rodrigues Cordeiro-Carlos Jos Barreiros-Carlos Jos Caldeira-E. Pinto da Silva o Cunha-F. I lnOUiana das loteras i detie-
Gomes de AmorimP. y. BnrdalloJ. \. de Freitas OlivciraJ. A Maia J. A. MarquesJ. de i zembro de 1859.O escrivo, J. M. da
Andrade CorvoJ. da Costa CascaosJ. Daniel CollacoJ.E. de Magalhcs ContinuoJ. G. Lobato Cruz.
PiresJ. 11. da Cunha RivaraJ. J. da Graea Jnior.1. Julio de Olivcira PintoJos Maria
Latino CocllioJulio Mximo de Oliveira PimcntelJ. Pedro de SouzaJ. S. da Silva Forra/.
Jos de TorresJ. X. S. da MottaLeandro Jos da CosaLuiz Filippe LeiteLuiz Jos da
Cunha L. A. Rebello da SilvaPaulo MidosiRicardo Julio FcrrazVulentim Jos da Silveira
LopesXislo Cmara.
DIRIGIDO
bheoque se acham a venda todos o, dias; S^SSK "'o iff:
das 9 horas da manhaa as da tarde, sen oslado natural : este curativo foi frite ?.- >*
no pavimento terreo da casa da ra da idiis' r '"s,a ""'lha tposirao verdadeu Tai
A. V. a por mm assiguada.
tu ora n. 26 e as casas commisstonadas Francisco Vicente Batem.
pelo raesmo Senhor thesoureiro na pra-
ca da Independencia n. li e!6, os
bilhetese meios da quarta parte da pri-
raeira loieria do convento de S. Fran-
cisco de Olinda, cijas rodas deverao an-
dar mpreterivelmente no dia 21 do
ron
A. P. de CarvallioI. F. Silveira |da MollaRodrigo Paganini.
g03g-ftfr #<->#
Destina o a resumir todas as semanas o movimcnlo jornalistico e a offerecer aos leilores, con- ^ ...,(j...... rqr ., porlp loill
juntamente cora a revista do que mais notavel houver oceorrido na poltica, na scicncia, na indos- vi-ii ai |iui a u tul IC, le
tria ou as artes, alguns arligos originaos sobre qualquer desles assumptos, o archivo universal,
desde Janeiro de 1859, em que cometo a a publicar-se, tcm satisfeilo aos seus fins, com a maior
cxaclidao c rcgularidade.
P.iblica-sc todas as segundas feiras em folhas de 1C paginas, c completa todos os semestres
um volunte de 120 paginas com ndice e frontispicio competentes.
Assigna-se no escriplorio desle Diario, ra dasCruzes, e na ra Nova n. 8.
Pnvo da assignatura : pelos paquetes vapot 10200 por anno ; por navio de vela 8$ [moeda
brasileiral.
Ha algumas colleccoes desde "o comeco da publicaco do jornal.
Ra de Santa Luzia n. I>8.
Eslava a firma roconhcclda pe!ta6eUi5IkaB-
CSCO Antn: i Mi li.u'n.
Consultas tudus os dias das 9 horas da mis-La
s 2 DEPOSITO GEKAL
M
Piltilas vegeto-depurativas
Paulslans.
As pilula paulislanas: tan bem conheclas
S. Paulo, nesla cidade e em lodo o Iftiprk-, fi-
las adrniaveis curas obtidas com ellas \olipnaas
certidoet de curas completas j foramp
pelos joriiaes, c mervcem de corlo lod* esa
ca do publico.
O Sr. Cailos Pedro Etchecoin, de S. P!.ara-
ba de eslabelecer um deposito geral no Ri< ::
Janeiro, ra do Parlo n. 119, pert iki ajjw-a.
Na ra da Cruz n. C2, tercero
andar, precisa-se hilar com o Sr. JoMS
@ t Goncalves da Silva, morador no es -
^ nho Aripibu* a negocio (|ue Ihe diz r-
a honra de prevenir ao 2 pato.
rpcru'invol mihlipn docln Preeisam-so de trabalbadores foirr? mi
| i espeiia\ ei juidiilo uesia ^ 'caillivos para lrilh3]h,n. 8 horas por ,;ii>. ^
cidade que para o baile lyposraphia.
g == l m.i p ssoa habilitada para uzvr tfP{prr
^ esciipturaco mercantil por partidas dot* lia,
i uirerece-sc para esi'Tever em qaalqttor ee :
Joias.
fe

Ojoalheirode SS. MM. |
II. estando prximo a se
C chegado loja do Leconte, aterro da Boa-
Vistan. 7 o excellente leite virginal de rosa;
branca, para refrescar a pelle, tirar pannos, sar- j
das c espinhas, igualmente o afamado oleo ba-
Festa do Monte.
Os festeiros de Nossa Senhora do Monte, na jjf
que o corpo do commer-
ci va i offerecer a SS.

9
vai onerecer a
MM. II. tcm ex posto em
casa do Sr. Amorim &
Irmo, ra da Cruz n. 3
j quem de seu presumo se quizer utiiisw
@ ci por esle jornal ou dirka-ae a ra do Tuesta
* Publico n. 11.
S = Henry Lom, Clement Wilmont. (vQaoi
g Sharped : retiram-se para oKio d Janeiro.
OLhINHA RELIGIOSA, co
kalendario e regulamcn
rochiaes, a conlinuacao
Cristiio Brasileiro. que se
vor ao santo nome de Dos, coroa dos ac-
tos de amor, l.ymnos ao Espirito Santo e I sen,c "nuncio.
a N. S.,aimitarao dodc Santo Amhrozio, ,, ,- ,
jaculatorias e commeraoracao ao SS. Sa- g1? .de .anoiro M'" da Alfandega n. 89.
craraento c N. S. do Carao, exercicio da' i1"1"3' t""na,, & e-. rua Jul!ao 2-
Via-Sacra, directorio para oraeo mental,
dividido pelos dias da semana, obsequios I
ao SS. coraco de Jess, saudaroes devo- XTTTTTTTTTTTTTT i'rTTTTTTT 9"?"TT^
las s chagas de Chrislo, orai oes a N. Su- nCUTICT* CQAMPC7 "^
nhora, ao patrocinio do S. Jos e aojo da UtnllOlR r ti ft 11 L i_ ^
guarda, respondo pelas almas, alm de j > Paulo Gaigooux, dentista, ra das La- ,*
outras oracoes. Preco 320 rs. | j* raugeiras 15. Na mesma casa lem agua e *<
. Z p dentifico. ^
ITA DE VARIEDADES, contendo o kalenda-: '^.t..XXAJJLAji..iJJ,'.t,i.ti.JLi.t..A.A.V
rio, regulamenlo dos direitosparoebiaes, e
urna colleccao de ancdotas, ditos chisto-
Pernambuco no armazem de drogas de J. Soura
6; Companhia ra da Cruz n. li.
-
DR. SABINO 0 L. PIYHO 1
vera ladaiuha na vespera, no dia fesia e Te-3j$
cum a noite, fimlo o qual e atacar um
te- rfc hrnfrir>s Hinoloc #1 "7 F-,nl,r,,l1-.st' Wi)$ n juros sob hypott.ta.-
n. (^ Hlb, JJIULlltb, cUlintu.b, SI nesta ly pographta se dir quem os erhpresf.
~ Precisa-so para casa franceza
dofogode vista, no atfaial da mesma capella, ^ pulscras, botoeS, blll- #|
StiMUlC SantO Amaro (Mlin-8\m qual tocar i tarde urna banda Je msica
militar para entreter aquellos que al forem.
a
do Novo n. 0.)
sos, cotilos, fbulas, pensamentos moraes,
reccitas diversas, quer acerca de cozinha,
quer de cultura, e preservativo de arvores
e fructos. Preco 320 re.
Idiomas iuglez e francez.
Eneas Rruce, professor de lingoas, lem a hon-
j ra de informar ao respeitavel publico, que conli-
' na a dar lices dos ditos idiomas, tanto na
sua casa como na daiiuelles que se quizerp.ro uti-
"isar do sea presti'mo. Recebe tainbcni discipu-
s 7 ate s9 : na ra da
ITA DE PORTA.a qual, alm das materias do '7 i, KEZaa?
costume, conlm o resumo dos direi.os fctJ%?t2?& &i
parochiaes. Preco 160 re. Cruz n" 2' terceiri> a,"lar-
Continuam as consullas e visitas do
*? mesmo modo que d'antes. A confianza
que o Dr. Sabino deposito na pessoa que
$$ tica encarregada de seu consultorio nao
' ser desmentida.
Os pobres seiJo sempre tratados gratui-
lamente.
As correspondencias serlo enderezadas
'$ com subscripto ao Dr. Sabino com asen- (
cia ao abaixo assignado
i
agencia dos lubricantes america-
nos Grouver & Baker
Hachinas de coser : em casa de Samuel P.
Johnston & C, ra da Senzala Nova n. 52.
KSpp
O Dr. Cosme de Sa'
m
Fereira ^*
de volt de sua viagem instructi-V-
tiva a Europa continua no exer-P
cicio de sua proisso medica.
a' consultas em seu escripto-vG
^rio, no bairro do Hecife, ra da^f?
Cruz n. 53, todos os dias, miiosj?7
nos domingos, des Je as* 6 horas &
I t as 10 da manhaa, sobre osfa
seguintes pontos :
1
1
)
Molestias de ollios ;
.Molestias de Cjracaoe d
peito ;
Molestias dos orgaos da gera- ^
cao, e do antis ;
i". Praticara' to;la e qualquerI^E
operaco quejulgar couvenien-1
te para o restabjlecimonto dos
O exame das pessoas que o con- i
sultjrem sera' feto indistincta-
aaeute, e na ordem de ruasen- '
tridas; faz.en.lo e\eoj>co osdoen- 3
tes de ollios, ou aipieltesque por ^
molivojustoohtiverem hora mar- E
cada para este fin. \\,
A applicaqao de alguns medica @E
metilos indispensaveis em varios f
casos, como o do sulfato de airo- as
pina etc.) sera' feto.ou concedido f"
II lRuadas Laran^cirasiS
Paulo Gaignou dentista lem a honra de 5
avisar ao respeitavel publico que o cele- ^
bre Dr. dentista, dos Estados-Unidos e de p
Paris, Eugenio Delcambre introductor do ^b
novo systcma VULCAN1TE adoptado pe- "i
los primeirosDrs. dentistas dos Estados- M
| Unidos, de Londres e de Pars est n:i sua Xl
casa. ?fc
Esle novo systema, a prrfeieao mesmo S
de urna precisao matemtica leve subs- i
liiuir sem duvida nenhuma lodos 's sys- |
tiinas cnipngados al agora no Brasil c yj
devido ao emprego da machina a vapor 'tf
de VL'LCAMSAU do Dr. Patnam.
O Dr. Delcambre chegado pelo ultimo p
paquete ingles rrn viagem para o Uio de y|
Janeiro, flcari nesta capital ate o paque- Si
te iroximo, e durante este lempo offere- ^u
ce seu presumo ao respeitavel publico, wj
desde das 9 horas da manhaa al s 1 da *
tarde, na roa das I.arangeiras n. 15. .4"
(LUTlBOa
9
/i
i
i
$8
Ma noel de Mallos Tcixeira Lima
Professor em homcopathia c se-
cretarlo do consultorio.
Botica central horneo pathica
DO
a
i

i
commendas da ordem da
9 llosa de ouro e brilhan-
tes para ufciaes e com-
mendadores relogios,
correntes, bocetas de ou-
ro para rap etc., etc., @
ludo afiancado e por S
presos milito favoravejs. j
i

0
S*
da ya parte i
lesqiremios :
etes da
scguinl
Ns.=1039
1583
538
1139
2515
131
da ;3n lotera do Gymnasio os
5:000g
1.0003
OO
200j
2003
lona
1003
Dilhcte.
Bilhete.
Bilhete.
1 meio.
1 meio.
1 meio.
t meio.
e outros de 50# e 20$. A garanta c paga na
praca da Independencia n. 22 aonde se acham a
^gratuitamente. A conhanca que ^ venda os bilheles e mitos da 4a paite da Ia de
j nelles deposita, a presteza de sua '
|3acedo, e a necessidade prompta^
'de seu emprego; e tudo tjuanto o &)
jdemove em Lenelicio de seus
j doentes.
*c^^BaffaBM5S5 Krtar37SrK8RaB Fugio do deposito geral, o pardo claro, E-
Ieutero, de idade 18 anuos, alto, secco do corpo:
quem o pegar, leve ao mesmo deposito, que sera
recompensado generosamente.
pf* O Dr. Casanova pode ser procurado
52 a qualquer hora em seu consultorio ho-
32 meopathico
28=RUA DASCRUZESr=23
ojjraesmo consultorio acha-se sem-
pre grande sortimento de medicamen-
tos em Unturas e glbulos, os mais no-
[vos e bem preparados, os elementos de
I homcopathia c Nyst-;m diccionario dos
termos de medicina. *%?
^ Seraphim & Irmao.
\ Ba do Cabula, loja tl ourives
n. II,
esquina rjue fica em frente da ra
Nova e pateo da matriz
1 Fazcm publico que esto constantemente rece-
bando da Eur o pa as mais era moda e mais deli-
cadas obras de ouro, o quaes dan para esco-
lhr, pelos menores precos possiveis, B passam
conias cora recibos, as quaes rao especificadas
a
S. Francisco de Olinda rubricados por
Vieira & Rothchilde.
COMPA^IIIA
Estabelccidn em Londres
EM

iip si mu.
CA'ITAL
Cinco nUvues de liaras
estcvlnas.
Saunders Brolli formar aes Sis. negociantes, proprictarios de
casas, eagucmmais convier, que eslao plena-
mente autorisados pela dita companliia para
e"ect,uar seguros sobre edificios de iij.lo epe-
dra, -cohollos de -lha e igualmente sobre os
objeotos qiie. confiverem osmosmos edificios,
quer consista em/mobilia ou em azendas de
qualquer qualidade.
Saca-se para o Porto e Lisboa na
escriptoriode Carvalho Nogueira & C,
na ra da Vtgarion. 9, primeiro andar
O advogado Souza Res mudou o seu es-
criplorio para a ra larga do Rosario, sobrado da
quina n. 52.
Olferccc-se um liomcm capaz
com familia para feilor de sitio, ipic
ID S. OLEGARIO L PIMO!
9 C ulinua a vender-so grande sortimento @
$ de medicamentos homeopatiiicos tanto ^
# em glbulos como era tinturas. .';i
; Os pre;os dascarteiras sao os mesmos J
'.* que so acham estipulados no final do thc- @
$ suuro homeopatliico. Q
>$ Cada tubo avulso 1S00O &
Cada vidro de Untura 2gOOU ft
^ Tiiesouro liomuopalhico ou vade- @
;-.^ i:cciim do homeopatha, cucad. 1 IgOOO Sp
i r
;- No dia 21 de novembro proMmo passado,
i escrava Maria, ci o> 'i, natural da pro-
vincia do l'..i, lem os s ites: estatura alta,
I cor bstanle preta, rosto ejinprido e signal de
bexigas, tem em urna das mitos um signal de
; gol[e de faca entre o dedo pollegar, tem um dos
pis vollado um pouco para o lado de dentro ;
levon saia prea chales azul e vestido de chi-
ta : toga-se a quem a pegar leve-a ra da
Gloria n. 89, que ser recompensado.
Pede-se aos Srs. Antonio! Annes Jacome
Pin 9 e Manoel Pantalio da Costa, Antonio .1. F.
de Mendonea I'clem, que lenham a bondad.'de
dirigir-sc ao aterro da Boa-Vista n. 27, loja de
trastos de L. l'uggi.
Attenco.
Bella rapazeacla.
O hotel dos Apipucos acha-sc deccnlemeut<;
preparado rom escolenles quartos, ptimos pe-
liscos, e vinho saborosos e de todas as quatida-
dcs ; seu proprielao espera merecer a proteo*
cao e concurrencia da bella rapazeada jue se
quizer divertir pelos Apipucos, sendo o passadio
;0UJ rs.
mob:lias
Envcrnisam-se inobilias mais em conta doquo
em nutra qualquer parle : no pateo do Carmo
n. 2.
Aluga-sc um preto escravo O'i forro para o
0 servico interno, ou coiupra-se um de meia ida-
de : na ra Nova n. 53.
Lava-so e engomma-se com porfeiro e
promplidao : na roa do Colovello n. 50.
SAiU)A(JAO ALEGRICA
S. M. o Imperador
Cantada no thealro de S. Joao da Babia, e
posta em msica para piano s pelo maestro An- j
vende-so na ra do Imperador, loja
Publicaco litteraria.
Guia Luso-Brasileiro do Viajante da Europa
1 vol. em i" de 500 pag.: vende-se na mo do
'autor ra doVigario n. 11, luox. 3$ encad. i?
AK Joao da Silva Ramos, medico pela S|
3t> L'niversidade de Coimbra, mudou sua re- *b
S5 sidoncia para o primeiro andar por cima =5j
* da coebeira do Adolpho ni ra Nova e ?S
h continua a lecebcr lodos os dias das 8 s II
010 horas da manhaa e das as 5 da tarde, jj
Q- as pessoas que o queirarn consultar, bem :*|
'*h como a prestar-so com sua habitual promp 35
^ lido a qual quer chamado para os mis- :M
5 teres de sua prolisso comprehendendo a ^
|g medicina, cirurgia e partos. jg
O abaixo assignado faz publico que fica sera
efteito a procorago jue assignou no cartorio da
(abelliao Joao Ba'ptista de S, conslitumdo
Os devotos, que quizercm concorrer para esla
excellente festa.de coslumo muito amigo e le
Untas recordac,jes milagrosas, podein procurar
no bairro de Ba-V isla a Manoel Luiz Viraes,
no de S^nlo Antonio a Jos Pintode Magalhaes,
e no do Recife a Jos Joaquim de Lima, para
mais commodidade sua, e em Olinda a Francis-
co Luiz Yires, que sao os encarregados da mes-
ma festa no prsenle anno.
= Una pessoa empregadn no commercio pro-
|nje-se irabalhar em suas horas vagas, na es-
cripluraco de qualquer casa commercial desla
praca, er por partidas singelas ou dobradas,
ara o que tem as habilila;6es necessarias : na
praea da Independencia n. -i, loja de chapeos,
se dir quem 6 ; ou o pretendeute annuncis por
ste Diario para sur procurado.
Aluga-se a padaria da travessa dos Tires,
na Boa-Vista, prompta de um tudo : a tratar
com Domingos Jos a Cunha Loges.
CAIXEIRO COM BOA LETTBA.
Precisa-se de um caixeiro de 16 a 13 annos,
pouco mais ou menos, que tenha bonita letira, e
pode doisar carta fechada nesta lypographia, in-
dicando numero o ra de sua residencia para ser
procurado, botando as iniciaes.N. P.
Aluga-se urna boa casa com 6 quartos, 2
salas e Cozinha lora, na tua Imperial n. I7 : a
tratar na casa contigua, ou na ra Dlreila n. 61- ndo, participa ao publico e aos seus freguezes,
Precisa-se de um m. nio para caixeiro : fie eticontiarao em seu eslabelecimento a qunl-
na taberna do. largo da Uibeira n. 1, esquina de 1 bora bous petiscos, grande variedade de
manjares, superiores vinhos,
uiEr r.i-
^ ^uiuvuiiu, jviw^^,^ ui" SIpariga que seja fiele que saiba coser, larar i
COS, arbolas, amieis.Cril- 8p,nra"1'. afBanra-se o b.im tratamento, asnim
e* / i i A ('omo onao whir ra : a tratar na ron d
@ zes, los de perolas linas, s poradom.7
Quem quizer alugar dons negros per. -
we. diario das 8 horas ,'s G da larde procure m.
ra do O'ieimado n. 13, loja.
Compras
Compra se um Flos Sancton
usado : na vraria n. G e 8 j.i ovan i
Independencia.
= Coraprani-se as seguintes comcAw ?.-:-
nardo na La, o Judas em Sabbado d' '. !i
Ouem casa quer casa, Por causa de um aigatis-
mo, A rosca, o Duelo no Terceiro Andar, r-
99m9l^^999 9999999% raio da, Alm.se o Biabo na escol.: nosi
Anda continua por alugar o sitio annun- granhia so dir,
ciado na Torre, pertencente a Jos Mariano de : c
Albuquerque : a Iratar como mesmo, ou cora o
Sr. Jos Azevedo Andrade, na ra do Crespo.
de malas -asa-
prmeira ?Mia-
Alleuco.
Hotel Trovador, ra huya do
Rosario n. 46, primeiro
andar.
0 dono desle eslabelecimento, Francisco Gar-
Compran!-se 3 ou 4 jogos
dos: na ra novado Santa Itita
ria do lado do nascentp.
Compra-se urna canoa ie aniare'i,
ja nova e que carregue 100 feixes de cap
Iralarcoin o Sr Ludgero Francisco de As si
ra das Larangciras.
Vendas.
Vcudo-sc
l'arelo novo le Lisboa

poc c iranio i pe
na,taberna do largo ua
Santa Hila.
O abaixo assig
assignado faz sciente ao Sr.
manjares, superiores vinhos, taes como, duque: "?naera-se auu garralaa
do Porto, afamado chamico, excellente muscateM Ue cnampanha, por commodo
deliciosos licores, ele ; lulo o melhor q-ie ha,
Luiz Jos Mar|ues, arrematante do consumo para quo os fregus- s sojam bem servidos. Nos
das aguas ardentes, que do lia 30 de dezembro domingos edias santos haver saborosa mao de
em diante deixa de vender toda qualidade de es- vacca- das -''.oras da madrugada at as 10. For-
. _. ____ nece-se comida para lora com promplidao e
pintos nacionoes, na soa labema sita na praca acci0i por muil0 commodo v
da Boa-YUta n. 10. liedle 13 de deztnibro
de 1859.
Manoel Jos Lviz Coelko.
O eteripturario da Companhia do
Bebcribe, Marcolino Jos Pupe, aindd
couiiniia a agenciar a compra e venda
de acedes da mesma com pa ulna : po
dendo ser procurado no cscriptorio ra
do Ctbuga' n. 16.
rn.i !.! Cadcl.i Oe Santo Antonio n. 17.
- \end ni-se 300 garrafas vasias ;
i reco na> la 3a
Cadeia de Samo AutuTtiu n.
Precisa-se alugar alguns pretos cscravos
por mez ou por dias, poc-se dar sustento, caso
convenha ao senhor: na liviana n. 6 e 8 da
piara da Independencia.
Cura completa
Na roa Nova n. 35, rendo-se
Iho muito novo dinheiro a vista t3$
pelo baratissimo pieco de 4f500 a
Sem
resgaardo
no ni
Precisa-se alugar um piolo ou moleque de nn a gpguutQ ec
Bcommodo.
clores
le cabera,
Rogo-lhr-, Sr. redactor, de ir.serir nn s u jor-
Iiilnntntavsiuilo estoniano e
18 annos. na praca da Boa-Vista n. 14.
Tendo-se mandado couduzir .-.\U-feua 'J
do corrente, por ura preto, da ra da Lingoenta
para a ra do Amorim, 28 meias caixinhas de
chnrulos varetas, de Braiirlo, aconleccu que o
pulo as roubou ou deu a guardar para depois
distribuir: roga-se a quem dellas livor noticia
ou a quem forem oterecidas, o favor de as ap-
prehender e dar parte na ra da Lingoetan. 2, c
mesmo protcsla-se contra quem as livor guar-
dado.
DELICIOSAS EINFALI.IVE1S.
aracao, quo julgo sera no-
Jenco.

Superiores corles de cambraia brancas l
dus de duassaias, cora os desenhos mais
que lera vindoa Peniamboco, ron: es
braiabrancos bi rdados i ni muito g< ?!ol i
una cana branca Com o bordado igual
sobri !' n i i .
elo Bri/.zi
n. 21.
por
seu procurador no solicitador Joaquim Francisco Ua.
daco da ineiaro dos bcnsdeixados pela linai
Romana Maria de Freitas, mulher do
I abaixo assignado, a qu;i
Pastilhas vegetaes de Kemp
contra as lombrigas
approvadas pela F.\m.a inspeccSo do estudo de
Habana c por militas outras juncias de hy-
glcne publica dos lisiados Unidos e mais paizes
da America.
Garantidas como puramente vegetaes, agra-
davois vista, doces ao paladar sao o remedio
infallivel contra as lombrigas. Nao causara nau-
seasneni sensa.xies debilitantes.
Teslcmunho espontaneo em abone das parti-
Ihas lo Kemp.
Srs. I). T. Lanman e Kemp. rort Byron
12 dn abril de 1659. Senhores. As paslilhas
que Vnics. fazein, curaram meu ilho ; o pobre
rapaz padeca de lombrigas, exhalava un chei-
ro ftido, tinha o estomago luchado e continua
comicko no nariz, lo magro se poz. nue eu
tema pordc-lo. Neslas circumstaiicns um visi-
nhomeu-disse que'aspasli|lias de Kemp linham
curado sua lilha. Logoquesoube disso, eom-
prei 2 vid ros de paslilhas e com ellas .salvei a
morador na ra do Parlo n. 119, appliquei-a so-
bo1 Locca do estomago, e no espaeo de 18 dias
achei-mo completamente bom, c as dores de ca-
beca dcsappareccram.
Por isso agora posso dormir com socogo ; le-
nho de idade 68 anuos c 4 mozos, e faco esla
advertencia a todas s pessoas (pie padeceiem
tal molestia pira tentar o lit.i curativo, para que
assignei a presente declararlo om gralidao e pa-
ra ser conhecido do publico.
Curato de Santa Cruz.
Bmygdio Jos de Furia.
Eslava a firma reconheeida polo tabclliao Jos
Feliciano Godinho.
a-
da
mesmo
de meu ilho.
Sou de fracs, seu amo agradecido.
1K. T. Floyd.
Preparadas no seu laboratorio n. 36 Gold
e
vellosa a algumas pessoas
Ha bastantes annos padec urna horrirel dOr
de cabera que me prenda a nuca, lili ha muilas
verligens, algumas ve/es soffria dr no estoniano
acompanhadas de clicas ladenlas; mande! vtrl pao : na loja do S
urna das chapas medicinaes do Sr. Ricardo Kirk, tru cautos da tua do Oueimado n. 29, i',: i
Moroira L< pea.
Na loja de fangos e
ffiiiuiezas.
Ra Di re (a n. 64.
Caixiuhas de agulhas francesas muito fini. *
320, ditas a (00 rs., caixinhas i na costur :ax.-
to bouas n 3J600, 4$50O, 5 e 6?, bicos :. -
ordinarios por I prcQO, 8 dfto-
amostras ; sapalinhos de la para m nianti a >.'>
rs. o par, caixinhas com grampas a 80 rs., r;.: i
de clcheles com duas* carreiras a SO rs., l .. -
ras para costura inuilo finas a Ijf, ditas parar tor-
beiro a 55. pontos para alisar cabello,protos Ji
cores a 320, ditos tinos a 560.
Attenco,
Vende-se urna armagi la de amarcll r-
rada o envidraoada, propria para faici
I miudezas, e no melhor lugar da ra l)iiii i
! pe da botica ; garante-so a casa a
nolando-se quo se vende porqiu? a pi soa q
i para a casa cabio doen te : a Halar bn aun
i Cres o, com o Sr Al ionio i', mandes de i
' ao p Jo arco de Sanl i Antonio.
el
- a a u.Hoiu
Francisco Santini, italiano, meslie fle piano e
canto, ex-maesire da companhia lvrica da Bihia,
ehegou nesta capital ha pouco, leucionando es-
labelocer-se: porianlo lem a honra o participar
a esle respeitavel publico- peruarabucano, que
aquellas pessoas que dos seus prestimos quize-
rem-se utilisar, noensinode piano e canto, io-
derao procura-lo na ra Nova no deposito de
pianos do Sr. Vogely.
Precisa-so de urna mulhrr que saiba tratar
de crianzas para servir de ama secca : quem se
acharueste caso, dirija-sea ra do Crespn. 16.
esquina.
Denles arliiciaes.
e creme ou outra qualquer cncmraenda : diri- r,a S(! proceder a forma;ao da nova mesa quo lem
ja-se ra da Pcnha n. i:>, para tratar-so do dc servlr no anno de 1860, para domingo 18 dn
a;U:.[C- correnle, pelas 4 horas da tarde, no consistorio
,;., ,. ,i ,.... ._ _,._. da mesma irmandade, e cspcia que todos enn-
sga sssattaarss: u-srAaa isa
-.. que tcnciouain vollarpaia o Ilio de Janeiro no
Curso dc preparatorios. primei V2KL- < ,
_ ., I *j- rergun'.a se ao Sr. iuiz municipal da cn-
Obacharel A R. dc Torres Bandcira, proles-1 marca de Garanbuns, qual o motivo por que nao
sor deNgeograplna e historia anliga no gymnasio loni fejto o inventario da tinada I). Euzebia Fran-
desta provinia, contina no ensino dos seguintes
preparatorios : rhetorica, philosophia, geogra-
phia. linguasfranceza e ingleza : na casa desea
residencia, rita larga do Rosario n. 28, segundo
andar.
cisca dc Carvalho, proprietaria que foi da fazen-
da Caracol da mesma comarca, mui principamen-
te por ter esta fallecido lia 5 para 6 annos, e ter
deixado orpbaos. lito deseja saber
t'm 'jue fca alerta.
iaco.no armazem de drogas dc J. Soum
juem desde i cassa iodos os poderes que lhe Bahia Germano ft C.", ra Jul.aoTu 2.
outorgon no da 10 do crrenle. Recife U oe i>cn.nrn|
dezembro de 18-j'J.
Joo Evangelista do Nascimeato.
Precisa-sc alugar una escrava cozinheira, |
sem vicios : na ra Augusta, casa defronlo da,
i Companhia ra da Cruz n. 22.
Carla.
do n. 17.
Precisa-se
alugar urna ama secca para casa de pequea fa-
milia : a halar na ra dc Saula Rila n. 69, ao
p'' da groja.
= Grvalas brancas para baile : na ra Nova
n. 16, loja de Jos Luiz Pereira.
Guilbermc.Feisl'.cr o Frcd. Marlens, subdi-
tos prussianos, reiiram-se pura o Rio Grande do
S'jJ.
Roga-se a quem receben da mao do carb ro
urna caria para Joo llaptista Santos l.obo, o fa-
vor de mandar leva-la na travessa do arsenal,
taberna n. 1 A.
Dosappareceu desde o dia quarUfeira, 14
do correle, la ra da Praia, na porta do arma-
zem do Sr. Pigueiredo: um cavallo ruco con.
cangallia, tendo os ^!glla^'S soguinles : asan-
le grande, esi com o quadri rolado, cauda e
case >s grandes : quem o pegar leve a seu dono,
Krmino Jos de Moraes, na mesma ra e casa,
jue -:-. Lc^ recompensado.
i":, ncisco Pialo Ozorio lem a honra de scien-
lillcar ao respeitavel publico dosta cidade, que
t;l de posse da machina a vapor vulcanita ;
cotlocadenles por este novo systema ainda nao
visto nesla cidade, e lalvez em tolo o Brasil por!
ser um systema inteiramcnle novo, e por conse-
guinte muito fcil para as pessoas que so v.'em
na precisao de usar delles ; tambera os enlloca
por meio do chapa em ouro ou platina com molas
ou pela presso do ar, calca os jue esto em es-
tado de caria com ouro e niossu adamantina, e
outros massas brancas, por precos razoaveis, po-
" i : sua mora-
da, ua ra estreia d-j Rosario n. 3, i
hora do dia.
SorliraenlodCrSencres
iL
para
Ra Nova, casa de (fualro por-
tas uuinero 48.
V'endc-se superior manleiga naleaoa >>!.- .
libra, dila a 1?, diia franceza a OH), arra
a libra, btalos ;i !<") rs.. superior viulv
i a 560a garrafa, dito Lisboa a 480, di:
"os de
i 0 a fifiro', -
sonto a 560, passas a SO'i rs.. amend as
m < --.vw i r .| i ,- m< UIIU l..-1'VJ ,1 -lOV
lo lino a 800 rs., ditos i ngarrafado
qiialidades a i;.".00, loucinho a 1 IC
sunto a 500, passas a 500 rs.. amend
queijos viudo no vapor, os mais fresca; a .:;
lito suissff a 960 rs. a libra, chocolate d E
lha a IS500 a libra, cha muito fino a a^iK)
bra, dito a 2000, figos commadre a 320 a
chourieas muio novas a 720 o libra, ai
lueijo do sorio a 70 a libra, i:
I 560, ova.la muito nova a 160, gomma d
martimo -i a 24O, massas linas para so.a a 80. d c
nm viflffnm lnCC m II 660 o eaKao, dito a l280, e oiilro j
LU Viageul (Je a. .M.U.Jt. |gneros, tudo de superior qualidade. e
II i i muito cm conta, quo vista dos comprad
1 l ([[ (I l r< l *" ua"dade9 ?l' '** oira 'Jl!1
Acompanhameuto
No dia da sahilnde SS. MM. 11. para a po-]
viucia la Parahiba do Norte seguir o vapor Ca- (
maragibe conduzindo a seui bordo as pessoas que Vende-se urna ptima mulattuhfl de 15a ':
Riia Uireila 11.76.
ociarem para ., referido corapanhamento,; anuos de idade
ra de tres das naquella cidade a vo'.ia no i A 15*000
se associaroni para
demo
mesmo vapor.
A assignatura acha--e abcrla no armazn]
ruado Vigario u. 1J do agente Pestaa.
por pro;o commodi'v
uuv paleois o casemira dc coro,
is, ditos r
;, d;ios de panno pi lo a 20$ : na ti
-j i relia da ra d-j Crespo n. i, de Antonio Frai
, I'', reir.
S
MUTILADO
N
/"
ILESiVa
L


(6>
DIARIO DE PERNAMBCO. SEATA FEIRA 16 DE DEZEMBRO DE 1859.
Desejando-se acal)ar com esta
loja vendem-se todas as roupas fei-
tas, chapeos e fazcndas nella exis-
tentes por menos de seus valores.
FABRICA
DE
tet\tlUR!A I FUfDfgAQ SI flEf AES.
Sita ua ra Imperial n. 418 e 120 junto a fabrica de sabo.
DE
Sebastiao J.da Silva dirigida porManoelCameiro Leal.
Neste eslabelerimenlo ha sempre promptos alarabiques de cobre de diflerenles dimencoes
{de 300 a 3:000*) simples e dobrados.para destilar agurdenle, aparelhos destilatorios contino
para resillar o destilar espiril03 com graduaro at 40 graos (pela graduaco dcSellon Cartierl dos
melhores syslemas hoje approvados e conhecidos nesta e o a Iras provincias do imporio, bombas
de todas as dimenjos, asperantes o de repucho tanto de cobre como de bronze e ferro, tornelras
le bronze de iodas as dimencoes e feitios para alambiques, tanques etc., parafusos de bronze e
ierro para rodas d'agua,portas para fornalhas c crivos de ferro, tubos de cobro e chumbo de todas
as dimencoes para encmenlos, camas de ferro com armaban e sem ella, fuges de ferro potaveis e
conomicos, tachas c tachos de cobre, fundos de alambiques, passadeicas, espumadeiras, cocos
para engenho, folha de Flandres, chumbo cm lenrol e barra, zinco em lencol e barra, ls'nces e
arroellas de cobre, Ienccs de ferro a lato,ferro suecia inglez de todas as dimenses, safras, tornos
e folies para ferreiros etc., e oulros muitos artigos por menos prego do que era outra qualquer
parte, desenipe:ihando-se toda e qualqucr encommenda com presteza e perfeico j conhecida
c para commodidade dos freguezes que se dignarem honrarera-nos com a sua confianca, acha-
tao na ra Nova n. 37 loja de ferragens pessoa habilitada para tomar nota das encommendas.
APPROVAfAO E Al]T0RISA(A0
DA
E Jl! VTA CE5TML DE HIGIENE PLBLIC4
ELECTRO-MAGNTICAS EPISPASTICAS
De Ricardo Hirk
Para sercm ayvplieadas as partes acctaAas, sem
resguardo uea ineommodo.
li!A MM
AS CHAPAS MEDICINAbS sao muilo ronhecidas nesta corte e em todas as provincias -este
imperio ha mais de21 annos, e saojafnniadas, polas boas curas que se tem obtido as enfermidades
abaixo desciiplas, o que se prova'cor.i innmeros apestadjs que existeni do pessoas capazes e de
extinceao.
Com estas Ciiapas-electro-jiacneticas epispastica.* obtem-se urna cura radical e infallivel
em lodosos casos de inflauraacao {cansado ou falta de respirarao), sejam internas ou externas, do
ligado, bofes, estmagos, brago, rins, ulero, peilo, palpitado d coracao, garganta, olhos, ervsi-
pclas, rheumalismo, ataques nervosos, ele, etc. Igualmente para as'diifercntes especies de tu-
mores, como lobinhose escrfulas ; soja qual foro seu lamanho e profundeza, por meio da sup-
puracaoscrao radicalmenlc extirpados, sendo o seu uso aconsclhado por habis e dislinclos facul-
tativos.
As encommendas das provincias devem ser dirigidas por cscriplo. tendo todo o cuidado de
fazer as necessarias explicaces, se as chapas sao para homem, senhora ou crianca, declarando a
molestia em que parle do corpo exisle.se nn cabera, braco, pescoco, cdxa, perna, p, ou tronco
do corpo, declarando a circunferencia ; e sendo fe'rida ou ulceras.'o moldo do seu tamanho era
um pedaco de papel c a declaragao onde exislem, afim de que as chapas possara ser bem npplica-
das no seu lugar.
Pde-se mandar de qualquer ponto do imperio do Brasil.
Consultas a todas as pessoas que a dignarem honrar cora a sua confianca, em seu escriplo-
rio, que se achara aberto todos os das, sem excepcao, das 9 horas da manhaa as 2 da tarde.
m RUA DO PARTO H9
PERTO DO LARGO DA CARIOCA.
CONSULTORIO
DO
Dr. P. A. Lflfro ffloseoio,
3 RA DA GLORIA, CASA DO FCNDlO 3
Clauca por am\ios os syslemas.
O Dr. Lobo Moscosod consullas'lodos os dias pela manhaa ede tarde depois de 4 horas.
Contrata partidos para curarannualmenle nao sopara a cidade como para osengenhos ou outras
propriedades ruraes.
Os chamados devem ser dirigidos 5 sua casa at as 10 horas da manhaa e em caso de ur-
gencia a outra qualquer hora do dia ou da noite sendo por escriplo cm que se declare o nome da
pessoa, o dama eo numero da casa.
Nos casos que nao forem de urgencia, as pessoas residentes no hairro do Recife poderao re-
molle/ seus bilhetes a botica do Sr. Joao Sounn & C. na ra da Cruz ou i loja de livros do Sr Jos
Nogueira de Souza na ra do Crespo ao p da ponte vellia.
Nessa loja e na casa do annnncianie achar-se-hn constantement eos melhores medica-
aientoshomcopathicos ja bem conhecidos e pelos precos seguintes :
Botica do 12 tubos grandes, ...".......10g000
Ditos de 24 ditos...............158000
Ditos de 36 ailos. .............20S09O
Dito de 48 ditos...............2500O
Ditos de 60 ditos...............0*000
Tubos avulsos cada um.............1J000
Frascos de linduras........,..... jjOOO
Manoal de medicina homeopathica pelo Dr. Jahr traduzido
em porluguez com o diccionario dos termos de medi-
cina, cirurgia etc.. etc. ,,....... 208000
Medicina domestica do Dr. Hering, com diccionario. lOjJOOO
Repertorio do Dr. Mello Moraes......... 6000
----------------------------------------________________;______________________ __ ____
DE
Ra Nova n. 49, junto a Concedo dos Militares.
Neslc armazem encontrar opublieo um grande e variado sortimento de roupas eitas de
pannos Baos, casemiras, fustyes e brins, para fiemen?, ropazes e meninos. *
LIVRARIA ECONMICA
DE
N.2-UAD0 CESPO-N, 2
Defronle do arco de Santo Antonio.
NESTE NOVO ESTABELECIMENTO VENDEM-SE
Livros do religiao, sciencias, de letras, artes, viagons, historia e classicos ; romances Ilustrados e
outras pubhcagoes em diversas linguas.
Globos, atlas e mappas geographicos.
Papel de hollanda, de peso, paquete, almasso, de cores e oulros de diversos formatos e "Oslos
Prensas para copiar carias e oulros manuseriptos, livros cuntas proprias.
Livros era branco, pennas de varias qualidades e mais objectos para uso de reparllcoes secreta-
rias e casas do commercio, utencilfos para desenlio ele. '
Artigos de bom goslo, fantasa e curiosidade das fabricas de Pars para uso dos elefantes orna-
tos, presentes ele.
Carles e bilhetes para bailes, casamentos e visitas.
HISTORIA UNIVERSAL desde os lempos primitivos at 1850, por Cesar Cantu, 12 volumes in fo-
lio, enriquecida de mais de 90 magnificas estampas, obra em que nada se puupou'para o
leilor encoulrar nella erudic.io, estudo solido e leilura agradavel.
A!.MAN A K de lembrangas de Castiiho para 1860, assim como collecces completas desde o seu
comeco.
MANUAL DL CONTAS j feitas para compras e vendas deassucar, algodo etc.
Lncaderna-sc em todos os gostos desde o mais simples em papel at ao mclhor em panno ou pellc
Impnmc-se cartoes e bilhetes, c marca-se papel com typo proprio e em relevo vonlade dos
pretendentes.
Acceita-se o encargo de qualquer encommenda de livros e oulros artigos tanto da corte e provin-
cias do imperio, como de Portugal, Franca, Inglaterra e Delgica, com as condieces mais ra
zoaveis.
FUNDICAO DAURORA.
Este ulillssimo estabelecimento acha-se, ha pouco tempo. augmentado tanto no materia
como no scupessoal, e seus proprielarios habilitados para vencer qualquer opposico hostil e
desprezarem a gnoranle vituperaco de malevolencia. Ofiereccm a seus numerosos'freguezes e
ao publico em geni, asvantagensde sua longa experiencia e reconhecida promptidao c fidelidade
na ex-ecucao das obras as mais importantes de engenharia, entro outras pode enumerar as seguin-
tes : machinas de vapor de todos os tamanhos, rodas d'agua de todos os dimetros, todas de fer-
ro ou para cubos de madeira, moendas para canna todas de ferro e independentes com os me-
lhoramentos que a experiencia mostr ser indispensavel, meias ditas com todos ospreparos ta-
chas para engeuhode todas as qualidades c Unannos, rodas, rodetes, aguilhes, crivos e boceas
para tomaina e todas as ferragens para engenho, machinas para amassar pao e bolacha, ditas
para moer mandioca, tornos e prensas para farinha, pontes do ferro, ^aldei^as, tanques boias e
todas as obras de machinismo etc., etc.
Vidros para vi-
draca.

AG$acaixa: na ra larga
do Rosario armazem de louca.
Vidros para caixilhos.
Na ra larga do Kosario loja n. 28
armazem de lour.a, mandam-se botar vi-
dros em casas particulares por preco
muito commodo, assim como vendem-
se vidros a retalho do tmanho mais pe-
queo ate mais de 0 palmos.
Botica.
Barlholomeu Francisco de Souza, ra larga
do Rosario n. 36, vende, os seguintes medica-
mentos :
Rob L'AfTecteur.
' Pilulas contra sozoes.
Ditas vegetaes.
Salsaparrillia Bristol.
Dita Sands.
Vermfugo inglez.
Xarope do Bosque.
Pilulas americanas
Ungento Hollway.
Pilulas do dito.
Ellixir anli-asmathico.
Vidros de boca larga cora rolhas, de 2 oncas a
12 libras
Assim como tora um grande sortimenfo de pa-
pel para forro de sala, o qual vendo a mdico
prego.
Vendo-se um cavallo acoslumado a (raba-
mar cm carro de conducro de gneros : na ra
do Codorniz n. 8.
(contra febres).
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o o_ S a
s
-a'lffi^rf'
!i.xs"
-> B o
O O!
S.3V
en
mmi-m
vinho do Porto, do mais superior, engarrafado,
dito champagne, dem, dito muscalcl, dem : no
armazem de Barrwa & Medeiros, ra da Cadeu
do Recife n. 4.
PolassadaRussia
E CAL DE LISBOA.
No bem conhecido e acreditado deposito da
ra da Cadeia do Recife n. 1S, ha para vender
potassa da Russia e da do Rio de Janeiro, nova
e de superior qualidade, assim casio tambem
cal virgem em pedra: ludo j>or xrecos muito
razoaveis.
== Vendem-se excellentes vaccas de qualidade
paridas e alguns gaotes e vaccas solteiras : os
pretendentes dirijam-sc ao sitio da faasagem o>
Olinda, a fallar com Carvalho Sirqueira.
Ao barato.
O n. 4 na praca da Independencia, est tor-
rando :
Borzeguins para homem a 69OOO
Ditoi para senhora a $&.
Ditos para meninos a 2$.
Sapalos rasos a 2&500.
Sapatoes de lustre a 5$.
e todo o mais calcado se vende por barato prejo.
L~" .Vcn ilha de Fernando, saceos grandes, saceos de fei-
jao mascado a 5# o sacco : na ra Direita n. 14,
esquina que volta para S. Pedro.
Sal do Ass
a bordo do patacho Bom Jess : a tratar ni
ra da Madre de Dos n. 2.
lola
PrH'NlPINP
Na ra da Cadeia n. 45, esquina da Madre de "I. M.Kjl.\jJlli3v/i
Dos, existe um ptimo sortimenlo de borzeguins
JTS-riirH"5" C bTrr d afamad? fabri" rua d0 CtesP n 10- >o Jos Goncalvea Malveira.
cante Melles, que se venden por commodo preco vendem-se superiores luvas de pellica Jourin, edr
de palha e brancas para homens o senhoras, ri-
cos enfeitcs de flores do mais moderno gosto, ri-
cos chapeos para senhora, cnfvitados com muilo
gosto e formato moderno, cortes de vestidos de
seda, manteletes e taimas de seda preta para se-
nhoras. perfumaras dos melhores fabricantes.
SYSTEMA MEDICO DE H0LL0WAY.
PILULAS HOLLW'OYA.
Este inestimavel especifico, composto inteira-
mente de hervas medicinaes, nao contm mercu-
rio, nem alguma outra substancia delecteria. Be-
nigno mais tenra infancia, e a compleicao mais
delicada igualmente prompto e seguro para
desarreigar o mal na compleieSo mais robusta ;
O I inleiramenle innocente em snas operaces e f-
feitos; pois busca e remove as doencas 'de qual-
quer especie e grao por mais antigs e tenazes
que sejam.
Entre milhares de pessoas curadas com este
remedio, muitas que j estavam as portas da
morte, preservando em seu uso: conseguiram
recobrar a saude e forcas, depois de haver tenU-
do intilmente todos "os outros remedios.
As mis afflictas nao devem enlregar-se ade-
sesperacao ; faeam m competente ensaio dos
eQicazes effeitos desta assombrosa medicina, e
prestes recuperarao o beneficio da saude.
Nao se perca tempo em tomai este remedio
para qnaiquer das seguintes enfermidades :
Melies.
Superior ao melhor
presunto de fiambre.
Linguas de vacca emsalmouia vindas
de Londres, vendem-se nicamente no
armazem de Luiz Aunes defronte da
porta da alfandega.
45Rua Direita45
oo
oo
(Ss
O
OO
J1
en
oo
en
co
- -= a.
< i p re
f.
HDA3
NO
GUSTATOMASSET representante da mnito afamada casa WALLKRSTEM l.M\SSET & C a
foroecedores da casa imperial do Brasil, eslabelecida no Rio e em Pars recebeu' um erando sor-
dar levar as fazendas pedidas a amostra, sendo por escripto para evitar"os'enaoo*<
Recebe qualquer encommenda para mandar vir da Europa ou do Rio.
100 vestidos de seda para baile, passeiose visitas.
Mocre antique pretos e de cores.
Nobrezas lisas prctas e de cores.
Vestidos pretos lisos, lavrados do2saiase de velludo.
Flores, e enfeiles de renda para cabellos.
Vestidos de cassa branca bordada muito finas-
Garras, escomilhas, filos de seda c linho brancos e de cores.
Meias de seda, linho, fio da Escossia para homens, senhoras e meninas.
Sipatos de setim brinco e prelo com salto e sem elle.
Botinas de selim branco, de selim preto, de la muito superiores.
Sabidas de baile, capas de cachemira, velludo e seda.
Chales de touquim bordados e de retroz.
Manteletes do renda preto e cassa bordada.
Corpinhos, camisinhas, colarinhos com mangas de cassa bordada a ponto real e reada verdadeira
Gnarnicoes de renda preta e branca para vestidos e para enfeitcs de vestido"
Leucos tic cambraia de linho muito ricos com renda.
Chapeos de sol para senhoras.
Pontos para trancas, alfinetcs de peto, pulseiras, brincos de tartaruga e jaspe preto para luto
brande soriimento de luvas verdadeiras de Jouvin.
Luvas de retroz e de seda para homens, senhoras e meninas.
Grvalas brancas e prelas.
Chapeos de corle com plumas.
Casacas, sobrecasacas, paletots de panno, cachemira dos melhores alfaiates de Pars.
Calcado do afamado Mclier para homens.
Tapetes de velludo muito ricos.
Capas, capotes impermeaveia Makictosch para homens e senhoras.
Vendas.
Relogios de ouroe prata, cobertoscdescober-
103 patente inglez, os melhores que existem no
mercado, e despachados hoje, vendem-se por
presos razoaveis : no escriptorio do agente Oli-
veira, rua da Cadeia do Recife n. 62, primeiro
andar.
Gheguem freguezes
A rua Direita n. 64.
Facas e garfos a 2*600, 2g800 e 3$600. dilas
muito finas a 4$200, 5g, 5$500 e 63. dilas de ca-
bo de marfim a 10*500, dilas de cabo d> unicorno
a tl#, dilas de cabo preto finas a 6J e 6500, co-
lheres de metal do principe pera sopa a 5?;500,
ditas muito finas a 6$, ditas para cha a 2&S00.
ditas de platina para sopa a 10, ditas para cha a
5JJ, ditas para assucar a 500 rs. cada urna, ditas
para terrina muilo finas a 3g, panellas, chalciras,
frigideiras c cassarolas, tudo mais barato do que
em outra Qualquer parle.
Farinha de mandioca.
Vendem-se saceos com muito boa farinha de
mandioca, assim como saceos grandes com milho
muito novo, ditos com fcijao, egomma para en-
gommar e fazer bolinhos ; na rua do Queimado,
loja de ferragens n. 14.
Vende-sc macarro. talharim a 320 a libra,
nletria a 400 rs., cevadinha a 320, manteisa in-
gleza muito boa a 960, dita franceza a 640,"quei-
jos flamengos a 2*500, e outros muitos gneros,
tudo bom e muito em conta : ua rua da Senzala
Velha n. 50.
Vcnde-se por preeo razoavel, urna armacao
de loja de fazendas : a twtar u B rua do Queima-
do 15.
um completo
sejam : pal-
Aos fabricantes de velas.
Cera de carnauba da nova safra a 11*500 e 123,
e sebo refinado em pao e velas, ltimamente
chegada do Porto, em barricas e taixas de llgOO
a 12J500 a arroba : no antigo deposito do largo
da Assembla n. 9.
SSS^aEE5!SEa^i^aS^SSi3ISSI3E5S
Lontinua-se a vender fazendas por liaixo g|
gj preeo at raesmo por menos do seu valor, 3
^ afim de liquidar coritas : na loja de 4 portas S
ana rua do Queimado n. 10. %
Vendc-se urna carrora com boi, havendo
dous para o comprador escolhcr : quem preten-
der, dirija-so ao sitio de Xislo Vieira Coelho, no
Monteiro, ou na rua do Crespo, loja da esquina
numero 4.
Aos cigarreiros e cha-
ruteiros.
Campos & Lima tem para vender ca-
xas com fumo americano de muito boa
qualidade e a pre$o commodo: na rua
do Crespo n. 12.
O proprielario deste estabelecimento reco-
nhecendo que com a excelsa visita de SS. MM.
II. a esta cidade tem de sedar ura estrago hor-
roroso de calcados, em consequencia das fre-
quentes paradas, marchas, contramarchas e for-
midaveis passeios s brilhantes illuminacdcg, c
condoendo-se das boleas naturalmente "pouco
farlas, dos bravos orticiacs e pracas dos patrio-
ticos balalhoes, cujos nomes trazem memo-
ria os feitos gloriosos dos nossos avoengos, deli-
berou, cm homenageru a to felizes dias baixar
so precos do seu excclleule calcado, a saber:
Para homens.
Borzeguins aristocrticos (lustre) 900O
Borzeguins zouavos, obra forlissima (bc-
zerro) 8$000
Borzeguins cidadaos (bezerro o lustro] 8j>000
Borzeguins econmicos 6$000
Sapatoes baledores 5c000 j
Para senhoras.
Borzeguins para senhora (primciraclasc) 5*000
Ditos (segunda chsse) 4*600
Ditos para meninas (primeira classe) 4*000
37 Rua do Queimado 37
Loja de 4 portas.
Chegou a este estabelecmenlo
sortimento de obras fejtas, como
ojts de panno fino de 16$ at 28g, sobrecasacas
de^ panno fino preto e do cores muito superiores
a 3->, um completo sortimento de palelots de
riscadinho de bnm pardo e brancos, de braman-
te, que se vendem por preco commodo, cerou-
las de linho de diversos tamanhos, camisas
.francezas de linho e de panninho de 2g al 5g
cada urna, chapeos francezes para homem a 8*,
ditos muilo superiores a 10*, ditos avelludados,
copa alta a 13$, ditos copa baixa a 10$, cha-
peos de feltro para homem de 4*. 5*eat 7*
cada um, ditos de seda e do palha enfeitados pa-
ra meninas a 10*, ditos de palha para senhora a
12, chnpelinhas de velludo ricamente enfeila-
das a 25jj, dilas de palha de Italia muilo finas n
252, cortes de vestido de seda em carto de 40g
at 150$, ditos de phautasia do 16* at 35S000,
gollinhas de cambraia de 1* al 5*. manguitos
do Ig500at5*, organdys escuras e claras a
800 rs. a vara, cassas francesas muito superiores
e padres novos a 720 a vara, casemiras de cor-
les para colietcs, paletots e calcas de 3*500 at
4g o corado, panno lino preto e do cores de 2*500
at 10$ o covado, cortes decollte de velludo
muito superiores a 9 e 12jt, ditos de gorguro
e de fustao brancos de cores, tudo por preco
barato, atoalhado de algodao a 1*2S0 a vara,
cortes de casemiras de cores de 5 ate 9*. gresde-
naples de cores e prelos de 1*600 at 3*200 o
covado, espartilhos para senhora a 6g, coeiros
de casemira ricamente bordados a 12* cada um,
lencos de cambraia de linho bordados
nhora a 9 o 12* cada um, ditos lisos
mem, fazeuda muito superior, de 12
duzia, casemiras decores para coeiro,
240O, barege de seda para vestidos,
1*400, um completo sortimento de colletesde
gorgurio, casemira preta lisa e bordada, e de
fustao de cores, os quaes se vendem por barato
preco, velludo decores a 78 o covado, pannos
para cima de mesa a 10* cada um, merino al-
cochoado proprio para paletots c colleles a 2*B()0
o covado. bandos para armaco de cabello a
1*500, saceos de tapete e de ma'rroquim para via-
gem, cun grande sortimento de macas e Jnialas
de pregara, que tudo se vende A vonlade dos
freguezes, e outras mulas fazendas que nao
possivcl aqu mencionar, porm com a vista dos
compradores se mostraro,
Fazendas moder-
nas.
Cortes de casemiras de cores finas a 5*500, di-
las de urna s cor muilo finas de 3 e 6$, cortes
de collele de velludo de cores a 68000, ditos dito
preto a 5g e 6g, colchas de algodo adasmasca-
das a 5*, brilhantina branca o covado 480, case-
mira de quadrinhos o covado 1*, pannos para
mesa muilo bonitos e modernos a 6*. corles de
barege com tres ordens de babados a 15*, cha-
peos de phautasia para homem, sendo de gor-
guro de seda a 7, ditos doChille de 4 a 25*.
ditos de feltro de 4*500 c5*, camisas do cam-
braia de linho para senhoras, ditas de esguiao
muito fino, ditas de cambraia bordadas com man-
gas, ricos corles de seda de iodas as cores, mn-
deles dos mais modernos, grande sortimento de
perfumaras inglezas legitimas, joias decoral ver-
dadeiro, oleados de diversas cores imitando
marroquim para cobrir mesas, forrar almofadas,
travosseiros, ele, etc.,-ebem como um"completo
sorlimcnlo de fazendas do mais apurado gosto e
melhor qualidade, vendendo-se tudo por bairos
precos, no armazemde fazendas de Ravmundo
Garlos Lcite &. Irmo, aterro da Boa-Vista n. 10.
para se-
para ho-
at 20* a
covado a
covado a
Accidentes epilpticos.
Alporcas.
A raplas.
Areas [mal de}.
Aslhma.
Clicas.
Convulses.
Debilidade ou extenua-
Cao.
Debilidade ou falla de
forcas para qualquer
cousa.
Dysinteria.
Dor de garganta,
de barriga,
nos rins.
Dureza nu venlre.
F.nfeimidades no venlre.
Ditas no ligado'.
Dilas venreas.
Enxaqueca.
Herysipela.
Petae biliosas
Febrero intermtente.
Febreto da especie.
Gotta.
Hemorrhoidas.
Hydropesia.
Ictericia.
Indigestos.
Inflammacoes.
I r r e g u la ridades da
menstruaco.
Lombrigas de toda es-
pecie.
Mal de pedra.
Manchas na cutis.
Obitrucco deveatre.
Phtysica ou consump-
pulmonar.
Retencao de ourina.
Rheuniatisrao.
Symplomas secunda-
rios
Tumores.
Tico doloroso.
Ulceras.
Venreo (mal).
A endem-se estas pilulas no estabelecimento
geral de Londres n. 224, Slrand, e na loja de
todos os boticarios droguistas e outras pessoas
encarregadas de sua venda em loda a America do
Su!, llavana e Hcspanha.
Vendem-se as lrcelidhas a 800 rs. cada urna
dellas, conten urna instrucro cm porluguez pa-
ra explicar o modo de se usar deslas pilulas.
O deposito geral em casa do Sr. Soum
pharmaccuco, na rua da Cruz n. 22, em Ter-
narabuco.
RELOGIOS.
Vende-se em casa de Saunders Brothers 4
C, prara do Corpo Santo, relogios do afama-
do fabricante Roskell, por precos commodos,
e tambem trancellins e cadeias para os-mesmos,
de expeliente Rosto
GRANDE E VARIADO SORTIHESTO
DE
Fazendas inglezas e francezas e
roupas feitas
receidas em dimitir
NO
i
Fazendas de bom gosto
Rccebeu-se pelo ultimo vapor da Europa cer-
ies de vestido de seda de delicadas cores, com 2
babados e 2 saias bordadas, lindos enfeiles de
flores e froco para cabega de senhora, bonitas
chape-linas de seda para senhora e meninas, as-
sim como rquissimos cortes de collele brancos,
de velludo e seda bordados para casamento,
dilos de velludo preto bordado e de cores boni-
tas ; havendo outras muitas fazendas, e tudo se
vende por precos mais baratos do que em outras
partes: na rua da Cadeia do Recite. lc;a u 50,
ds Cunta c Silva.
Relogios.
De novo chegaram os afamados relogios in-
glezes de ouro, de patente, e estiio u venda no
armazem de Rostro Rooker & C, praca do Corpo
Sannto n. 48.
Relogios.
Vendem-se relogios de ouro inglezes, de pa-
tente : no armazem de Augusto C. de Abreu.
na rua da Cadeia do Recife n. 36
vende-se superior Hnha de algodao, bran-
cese do core?, em novello, para costura : em
casa de Seuthali Mellori C., rua do Torres
n. 3.
Armazem e loja
DE
Ges (L Bastos
t"NA RL'A DO QUEIMADO N. (46, FRENTE DJ
LOJA AMARKLLA E OTULAS BRANCAS,
m completo e rico sortimento desobreca-
| sacas de panno prelos e de cores a 28g, 30* |
j e 35g, casacas de panno preto ;muilo fino a
40*, 45g e 50*, paletots do mesmo panno a
j 24* e 25?, ditos de casemira a 14, 16g e
sj 18*, ditos saceos dasmesmas casemiras
i prelos e de cores a 10* o 12*. dilos de al-
pacas preta e de cores a 4$, ditos de brim
pardo a 4*500 e 5*. ditos de brim preto a
i 5*, ditos brancos a 5*, ditos de esguiao do
s ullimo gosto cor de laranja a 5$, sobre-1
gj casacos de alpaca muilo fino a 7 e 5..
K sobrecasaca de panno finoprelo para me-
nios a 15*, 18 e 20*. ditos de casemira
lg de cor a 8* e 10*. calcas de ca- semiras de
cores e pretas a S, 9'*, 10g, 11* e 12*. U
calcas debnm de cor a 3*500, 4* c 5*, |
dilas de brim branco fino a 6* o 7*,colle-
tes de gorguro de seda e de casemira de
(S cores e preto a 5g, 6* e 7*. ditos de vellu-
^ do a 10* e 12*, camisas inglezas tanlopara
M ihomens como para meninos de todos os
fes tamanhos, seroulas de todas as qualidades, {
^ chapeos de sol de alpaca a 5*. manteletes
gj prelos de muito bom gosto a 30$ e 40, ca- i
S saveques de fuslo bordados compridosa'
20g, chapeos de castor a Napolco 8, ricos
manguitos de punhos bordados a 3*500 e a
P S. ditos com gollinhas a"5*e 6$, gollinhas !
^ de Iraspasso bordado e transparente- a 8,
(g calcas de n.eia casemira padres modernos I
a a 5g, coleltes de fuslo de cor e de brim
* branco a 3$ e 3X500 e outras muitas fa- jg
zendas c roupas feitas que serio patentes a w
presenga do freguez.
:= Vende-se ura sitio com 200 palmos de fren-
te e 200 de fundo, no lugar da Torre, margem
do Rio Capibaribe, com urna grande e moderna
casado vivenda. cocheira, estribara para 4 ca-
vallos, gallinlieiro, cacimba com lanque e bom-
ba, baixa para capim, todo murado na frente, e
lado com porto de ferro : os pretendentes podem
dirigir-se ao agente Pestaa, que se acha autori-
sado a dar as necessarias informajes, e a tratar
da venda sob as condices estabeleeidas ao mes-
mo pelo legitimo proprielario. O dito sitio todo
em chetos proprio?,
;-;
S
MOTILADO
S
i
f
/
\



Para concluir a lujuidaoao das f.izendas
da extincta firma de Leite vendem-se asseguintes fazendas, por
muito menos de seu valor, na loja de
quatro portas da ra do Queimado
numero 10.
Sedas prelas lavradas, superior qualidade,
covado
Grosdcnaple preto muito bom e largo, co-
vado
Dito dito mai3 cstreito, covado
Camisetas de carpbraia para senhora, urna
Tiras e ontremeios bordados
Sortimenlo completo de chita de cores,
covado
Dilo de chitas larg-is francezas, bons pa-
droes e cores fixas, covado
Gangas de cores escuras e claras, covado
Cortes de caifa de meia casemira'al$600 c
Meias cruas para horarm, duzia
Ditas para dito muito superior, duzia
Aloalhado adamascado muito largo, vara
Cassas de cores lisas e padroes vistosos,
covado
Riscadinho francez, covado
Musselina de cores lixas. covado
Chales de laa rom palma de seda, um
Cortes de caira de casemira lina de cores
Hilos de dita prela
Ditos de Gollete de gorguean com palma
de velludo 3$000
Ditos de dito de gorgurne seda 23000'
Ditos de dilo de merino bordado 3000
Lencos de seda pequeos para pescco de
senhora 00 *
Panno preto, covado 2,<5flO n
Dito superior, prova de limao, covado 39 e i000 *
Snperior brim trancado de linho, branco,
v 1500015
Dito dito de cores, vara 800 '
Meias brancas para senhora, duzia 3*000 i
Ditas para dita muito superior, duzia igOOO
Luvas de pellica para senhora, em bom
estado, um par KOOO
DIARIO DE PERNAMBUCO. SEXTA FEIRA !G DE MZEMBRO DE 1859.
i60o:
25000!
igcoo
800
320
160 !
I
240 :
2001
2*O00
29400
48000
13*280
240
160
240
2.5000
5S000
650U0
Rua da Sensata Aova n. 42
Vende-sc em casa de S. P. Jonhaton A C. va-
quetas de lus'.ie para carros, sellins e sillines in-
gleses, candeeiius e casticaus bronzeados, lo-
nas inglt-zas, fio de vola, chicle para canos, e
montaa, arrcios para carro de um e dous cval-
os, e relogins d'ouio patente malezas.
t
MOSELLE OSSEIX
DS
TMBUIflLITAC
Londres
em garrafas c meias gar-
--i
=
9
m
fe
j
Queimado n. 40.
Grande e variado sorliiuento
DE
raas.
C.J.Asllev&C. I
I
i
JO-
P
VJ
3
Kissel, relojociro (rancez, vende rclogios -3
deouro e prata, concerta nlogius, joias c <
msicas, ja aqu he conhecido ha muos *1
annos, habita no paleo do Hospital n. 17. J
' li.JLlJi.XJLSJLXi..y.
Seguro contra Fogo
03fP.*Jt'IIl
SI II SU.
LONDRES I
AGENTES
| C J. Astlcy & Coiupanhia. 1
Luvas de peluca de
Joiivin.
Venden -se superiores luvas de pellica de Jou-
vin muito frescas, para liomens e sen hora ; na
ra do Queimado n. 2, na loja da boa le.
Fazendas francezas erou-
pasfeitas recebidas em di-
reitura pelo ullimonavio.
Dao-sc as amostras cora penhor.
' Iticos cortes de vestido de seda de cores
de 2 asas............................ g
I Ditos de ditos de seda pretos bordados a
velludo............................... y
I Ditos de ditos de seda de gaze phantasia J?
' Ricasromeiras debi e de seda bordadas
Taimas de grosdenaples bordadas...... j
Chales de louquim branco bojdadosa
30e.................. 80SOOO
Grosdenaple de cores de quadrinhos co-
d................................. 1$200
Dito de dilo liso covado................ I58OO
(RAffDL
lincha.
O)
AGENCIA
FUNDIDO LOW MOW,
Ir na dn V ... 1 ... I \ ,. ..... -^ 0 t 7\
Y "" m^mmmm Ra da'Seuzala tova n. 1%
Na loja do Preguica, na ra do Queimado n. Neste eslahelecimento continua a baver um
2, vendem-se pecas de chitas finas de cores fixas coinapk-to sortimento de moudas e meias moen-
e de escolhidos padroes com 38 covados cada daaPara euSonho, machinas de vapor e taizaa
urna, pelo baratissimo precc de 5S800, e em re- ue 'erro Dado o cundo, de lodos os lmannos
lalho a 160 o covado. Para dio.
Officialalos, commendas e hbitos de di ver-1 f*s\*hi s\t~< *1 .r fA<.l!4An
sas ordens, corabrilhanlesesem elles, o melhor LlOll/CS QG VPSMIOS
que tem vindo a osle mercado v^.cn ^x_-j
muito barato e pelo preco da
Direila n. 66.
Pianos
ludo vonde-se
factura : na ru
Goberlas de chita a 2S.
Ra do Queimado n. 19.
Sannders Brothers & C. lem para vender era
seu armazn), na pra<-a do Corpo Sanio n. 11,
alguns ranos do ultimo gosto, recentimenle-
chegados, dos bem conhecidos o acreditados fa-
bricantes J. Broadwood Sons de Londres, e-
muilo proprios para este clima.
Na roa Direita n. 66, efectivamente ha-
bons cscravos de ambos os sexos, de todos a
id.ios e coros, com habilidades
de seda
vendem-se
cam-se.
a dinheiro, a prazo.
o sem ellas, o-
e tamLem ln;-
X.SLAAi.t i.
M loja oscrlancjo,rua
do Queimado n. 43 A.
Keccberara em direitura de Franca, de encom- '
menda, os melhores chapeos de ca'stor rapadoss
sendo brancose pretos, cas formas as mais mo-
deraas que tem vindo ao mercado, e por me-
nos que em oulra qualquer parte, assim como ;
tamben tem *m grande sortimenlo de enfeite, i
de vidrilho pretos e de cores pelo diminulo pro-
50 4$ cada um, assim cerno lem chapeos de
?ol de panno a lg200 cada um emperfeito esta-
do, aberturas brancas muito linas a 320, ditas de
es.,Aao de linhoa H um, cambraia preta fina
a J60 o covado, e a vara a 560,e a 640, pandas j
de er a 540, brim branco de linho a l$20'a va- |
ra, colleles de velludo de furta-corespretos a |
4^400, di'.os prelos a 8 e a 9g, aleas de case-1
mira de cor a 7, 8 e 11$, ditos prel'os a 7, 9 e
12$, colleles de gorguiao a 4, 5 e 6, saceos pa-
ra viagem de diversos tarnanhos, eins cruas, por
ser grande porcao, a 1500, dilas a 1$600 e 2$ a
duzia, finas a 3 e 4$, chapeos enfeilad
meninos e meninas e senhoras por qualquer pre
1 ;o, e ludo o raais aqui se encontrar o proco
e djo se deixa de vemndnr.
Vcode-se
Folha de cobre c .Metal
amarello.
Estanho em barra e Pre-
gos de cobre.
Alvaiadc eVerniz copal.
Folha de Flandres.
Palhiuba paia marci-
neiro.
Yinhos finos de Champa-
nhe c Moselle.
Lonas da Russia e Brim
de vela: no armazem
AS, chapeos "eflados" para 3 CIC L. J. Astley & G.
s e senhoras por qualquer pre- -^ *>*'STMBOlT''?;
Fazenda eoraavaria.
h pechincha sem igual.
Na loja do Preguica, na ra doQueimado n. 2, I r-im/i r,
m. nra vj.,. ..__j..i..,'. i._ ..'. camisas Irouceras
finas a I98OO o.
A 500 rs. a peca
1
de fita de velludo de um dedo mnimo de largura [ lem a 4d"Snda/.,!drQTn,ad0 '&
com 10 li2 varos bandos do crina non . mito bons a 4M"rs o par puVsCr^ 'de ct I de^ssa Hso'in'a 9S^JX \U' V^S
para senhora ou meninas muito lindas a 160 rs.! awbem q"e S
para acabar ; na loja de miudezas do aterro da ''
f|Soda branca lavrada covado jJ600 a___
g Grosdenaple preto lavrado covado......
3 Dito dilo liso encorpado a lj600e....
Dito dito cora 3 palmos de largura a
|! 1S60O e....................... ......
^ I Sarja de cores larga com 4 palmos de
largura covado a......................
Gaze do. sedada China de floreselislras
covado a ............................
Follar de seda de listras gosto novo co-
vado .................................
Selim de escocia c diojiade seda covado
Chaly de llores novos desenhos covado
Barejede sedado vagrasqualidades co-
vado .................................
Moto velludo de coros covado..........
Velbulina de todas as cores............
Setim de todas as cores liso covado ..'.
Ifnlhantina branca muito fina a.......
Chitas francezas claras o escuras 3 260 e
Casemira preta lina algOOe..........
Panno preto o de cor lino provade li-
mo a 3S00a........................
Corles do casemira de coraOge........
Cassas organdys de novos desenhos a
vara ..:............................
Dilas francezas muito finas a............
Manguitos de cambraia transparente bor-
dados muito ricos....................
Golinhas do cambraia bordadas de pona
Ditas do dilo bordadas a 600a..T.......
Tiras o enliemeiosdecambraiaborJados
lucas manas prelas de linho para se-
nhora .......................I
j Dilas dilas de blond brancas o prtas..
P i ^'.'"'^de soda do cores, pretos e roxos..
I Ditos de merm bordados com franja de
seda.......................... '
Ditos de dodito dea!"!!'.""."!".".-]
Ditos de dito liso dilo de soda..!!!!!!!!
Dito de dito di!o .le la..................
Dilo do dilo eslampados lino lista de
seda..................................
Lencos de cambraia de linho bordados
finos...............................
Dilos de algodaode labyrinthooO ".!
Capellas brancas para nuiva............
Enfeiles de vidnlho preto e de cores___ 5
Aberturas para camisa de esguiao de
I linho........................._
: Ditas de dito de algodo "brancas" de
cores.................................
( Saia bal.io modernas..................
1 Chapeos francezes forma moderna..'..'.'.'
' Grnvatqs oe soda depona bordadas a
velludo .........................
de cor e brancas
=
22600
25000
2S500
2g500
19500
18000
13000
15000
900
500
1J500
roo1
800 \
500'
320
2g500'
7S00O'
75000;
isooo
500
9
i
1S500
9
9
i
i
7$500
75090
65000
3500
S-;000 i
IcOOO
8
Na ra do Queimado n. 37 loja de \
portas acaba de i-eceher pelo illirao
: navio viudo do l!u re um completo sar-
Vendem-secobertasde chita a 2J, cortes de ris- [nu'lllo (le \ 'sI.'k Ip <<>il <1o 9 s-ii-is
cado francez a 2S5O0, lencos do cambraia pora I ", j Ut '^"i C SLUU UC 88188,
aigibeira a 2g a duzia. baados c de avenlal,os qnacs se ven-
2$000 c 2SS00 a eca Ii"^"< M1^^ D^d.^.
! a rv^Chapelmas de seda e de diiq ja AimmaJA n ni
Algodao trancado americano branco, proprio j i Isll lili \\\\\llf (til I
paraloolhSeroupa de escravos, comur/pe-| VellUdO DaF SCllhOra. WUUUW IH '
quenn loquo de agua doce : no armazem de a- n. u i i i i A 30? corles de v
zendas da ruado Queimado n. 19. lilCaS CliapCllRaS Ue SCa C (le VCill- 60*; a !6*corles de vestidos de plianlasia que>
Gheguein ao barato. do para seuliora: uaiua do Queimado 's'arT3n3:" ,v;? chapeiinhaspan senhora:
r\ i ;i t iT- i i i i na ra do Queimado n. d7.
) conlinuam a torrar na ra D. o/, loja UC 1 [101'taS.
icseoberta.
Fil de seda liso.
Vende-so na ra do GabugJ n. 2 B, loja d
miudezas de Joaquim Antonio Dias de Castro.
liia do Queimado n. 57
A 30? cortos de vestidos de seda que distara r
da Cadeia do Reeifc n. 48, pecas de cambraia li-
sa com 10 jardas a 4-3500 e 5g, lencos de cam-
braia de linho a 3tf a duzia, cambraas muito fi-
nas e de lindos padroes a 640 a vara, meias fi-
nas pora senhora a 3j800 a duzia, ditas cruas in-
glezas
n
isos a 4$500, e bordados 0, r
alpaca preta c do cores a':5j&, coroulas de linho
e algodo, camisas iuglezos muito superiores a
60fta duzia, organdys de lindos desenhos a
15100 a vara, corles de csssa cliita a 3S, chita
franceza a 240,280, 300 e 400 rs. o covoio, pecas
de madapolao com 30 varas a 4<800, 5?, 5jJ500,
6,7 e 8$, chitas inglczas de corea lixas a 200 rs o
covado, loalhas para mesa a 3 e 3, cortes de
calca de brim de linho a 2, ditas do meia case-
mira a 2}240, vestuarios bordados para meni-
nos, e oulras muitas fazendas que se vende por
barato prego.
para hornera e meninos, chales do meri-
paietotsdeic 4 partas.
Golas e manguitos.
Ricas golas c manguitos de cam-
braia : na i ua do Queimado n. 37, laja
Manteletes
Chapeos prelos.
Na ra do Queimado
numero 19.
qualidade, e de'
Eni casa de N. O. Bieber j loja de 5 portas.
Camisas francezas
Ritos manteletes de grosdenaple ri-
camente bordados: na ra doQueima-
do n. 37, loja de 4 portas.
* CIi^<>5 t. Idl lili 11 el. n'.iiu a .-vjumiiio a i ves nrrelo.
Ricos peales de tarlaruca para atar ~ ^cndf- muito boro de carro, mu-
pthnlU ,...,.... ,\n n ,;. i to.cpn!'eo.do na alfandega : em Santo Amaro, a
caoclto. na ra do Queimado n. /, i da fundijao, tabemado -
Chapeos prelos de priincira
Idrma llegante a lOjJ cada um.
Vende-sc um cavallo muito novo, que i
muilo bom para carro por j se ler experimenta-
do, de cor ludido : em Santo Amaro, ao p da
fundieao, taberna do mcio.-
Vondc-isc una eseravinlia do 4 anuos de-
iJade : quem pretender, dirija-se a casa de de-
lenco a Sevcrino Alvos Brrelo.
4 C. ra da Cruz n. 4, vendo-so ;
Champagne de sucerior qualidade de marca acre-
ditada na corte.
Tinta branca superior era oleo, latas de 25 li-
bras, por commodo preco caixas de 4 latas.
Verniz e vorniz copal.
Algodozinho da fabrica Todos os Sanios da Ba-
. ** \ portas
Brilhanles de diversos tarnanhos c de primeira ; '
Boncts para crianea
Ricas camisas francezas tanto de
peio de liuho como de algodo c de fiis-
to: na ra do Queimado n. 37, loja de
o oa unoi^ao, taberna do raoio.
Nova iiiveiifo aperfei-
mtKia
Bandos ou al mofad as
de crina para ponteados de
senhora.
Vende-se nicamente na ruada Cadeia do Re-
Ricos bonets de marroquim paraeUen.~^-LDjYdeLeHe&irfflo.''
I eria5?:.. ,i, M. 37, i,. | pfaoos. serapbias e reate-
ja dc' portas.
sortimenlo de cha-J;"c'p-,,1,s ., ,
.^^ Ferro reduzdo de
peos
6*000'
&5500
S i
r. oiauui ua oja ue miuuezas ao aterro da I rrm -m
Boa-Vista^Sj|. ,ut co^nt. malri^ | [ aCRUS C UlOenlaS
cobertos e descoberlos, pequeos e grandes, de
ouio patente inglez, para homem a senhora,
de um dos melhores fabricantes de Liverpool,
vindos pelo ultimo paquete inglez : em casa de
Southall Mellors & C.
. Relogios
Braga Silva & C, lem sempre no seu deposito
da ra da Uoeda n. 3 A, um grande sortimenlo
de tachase moendas para engenlio, do muilo
acreditado fabricante Ldwin Maw: a tralar no
mesmo deposito ou na ra do Trapiche n 44.
Fazendas com pequeo
toque de a varia.
S"j00 ;
2 5500;
s

ngooo
105000
455000
Chapeos de castor pretos
e brancos
Na ruado Queimado n 37, vendem-se os me-
lhores chapes de castor.
Aviso,
^IU3 W~ E' poehfneha.
t ^^rTqV-i'v^e^^K^io^s !?'S ]^ ^r^vtLS^ruS;
nenhuma^amr of,^o^e^
corda : na ra da Cadeia do Becife, armazem chegucm, antes que se acabem.
n. 4, de Barroca & Medeiros.
-- Vende-se um pardo de idade 15 annos, de
muilo boa figura e conducta, bom oflicial de al-
faiate, que corla o faz toda ob'ra, o ptimo cria-
do ; dous negros mocos, bons ofliciacs de pedrei-
ro ; um moloqueo um negro bons cozinheiros ;
tros negras moeas, e oulros escravos que se ven-
dern lodos baratos, tanto a prazo como a dinhei-
ro : na ra Direila n. 66.
Vende-se um escravo crioulo, de 24 annos
de idade, sem vicio ou defeilo algum, muilo sa-
dio, ptimo eopeiro, e mostr do ollino de apa-
lea o : a tralar com o abaixo assignado na alfan-
dega, ou em sua residencia na ra da Saudade,
primeira casa com soto do lado do sul.
As melhores bichas hamburguezas : na ra
do imperador, taberna do Campos, ha para ven-
der em pequeas e grandes porces; e lamben
alu,zam-se..
=; Vendem-se cinco bois mansos, bastantes
grandes e gordos : a ver c tratar, na estrada de
Joao de Barros, sitio em frenle da cscala.
Na ra do Vigano n. 10, vende-se a casa
torrea sita na ra de Sania Rita n. 28.
Chegou do Cear no vapor forana um exce-
lente cavallo com lodos os andares, o seu dono
no Cear inlitulava-o rei dos cavallos, quem o
pertender dirija-se a ra da Guia taberna n. 9, e
para ver na coxcira passando a taberna ; na mes-
illa taberna perciza-se alugar um a dous prelos.
Dilas ditas de fuslao branco e de cor!!!!
itas ditas do esguiao muilo finas mo-
dernas ..........................
Seroulasde brim de algodao' e'doYiiih
'aleas de casemira prela selim 9g e.
Ditas de ditas de cores 8$ e..... ....!!
Dita de meia casemira.............
Ditas de brim fino e varias qnaidad'es
5 o Colleles de velludo, gorguro
casemira c setim.................... 55OOO
Casacas de panno preto muito fino 30 IOS0OO
vireeasacos o paletots de panno preto
JS,1? ...................... 35000
raietots de casemira rr-sclada gollade
ns#2d0_,.............................. 18&000
inios do alpaca prela mu.to finos...... IOjJOOO
los do merino selim prMos e do cores OgilO
lutos de meia casemira.................. "8000
Ditos de alpaca pretos e de cor forrados 65500
Dios de brim branco e pardo finos...... 65000
*r "ra de 1uad'nhos linos
n,.?^00 ,.............................. 5S000
Hito de alpaca proto o de cores.......... 3S500
elogios de miro paten.....tP5 e
REMEDIO ENCOMPARVEL.
UNGENTO HOLLOWAT;
-"iiharos de individuos de todas as naci.es po-
dom teslemunharas virtudesdeste remidi in-
No armazem de Adamson, Houie & C. ra ^0luParavel e provar em raso necessario, que,
selins para homem CL%^*&~*&f**~
Chapeos de castor pretos de superior qualida-
de a 10, ditos francezes de seda a 7j?, ditos de
castor brancos a 14$, ditos de velludo a 8e 9,
ditos da lontra de todas as cores muito finos, di-
tos do palha Inglczes de copa alta o baixa a 3 e
5j, dilos de fel tro, um sortimento completo, de
2g500 a 65500, ditos do Chilo de30O, 5, 6, 8,
9, 10 e 12f, dilos de seda para senhora, dos mais
mrdernos, a 12|, chapelinas com veos do ulti-
mo gosto a 15, enfeites finissimos para cabeea
a 4g00 e 5, chapeos de palha escura, massa'e I r"""" uu tugue ce
seda, muilo proprios para as meninas de escola, i ,ua6.. e as palpitaees, qui
sendo os seus precos muilo em conta, dilos para 'luencia : lacs sao os princi
baptisado de meninos e passcios dos mesmos,
tendo diversas qualiaades para escolher, bonets
de galo, dilos de marroquim, dilos de vellu-
do, ditos enfeitados, chapeos de boa qualidade
para pagem, chapeos de sol de seda para me-
ninos de escola, e mesmo para senhora e para ho-
mens ; finalmente outros muitos objeclos que se-
ria enfadonho mencionar, e ludo se ven de mui-
to em conta ; e os senhores freguezes vista da
fazenda ficarao convencidos da vordade : na bom
conhecida loja de chapeos da ra Direita n 61
de Bento de T-os Feij.
BARROCAS.
Vendem-st Juas carroas novas, sendo para
jos, a prazo o a
riieiro.
Quevenne,
Previlegiado e;n seu modo de
adminislracao pela acade-
,.. -it iiauicnii,I un me.iiur laurtcante oe 1'ans ; v
e medicina de PariS. j laral,eni urna rea seraphina ou orpjo, muitopro-
Teilos do ferro em um grande nu- i[l,?"a a'S","!1 gr0Ja do mat0 ',r scr "luito
midades sao ceralmenle aonheci- ba"'? c resloJ?? P^uonos o grandes com pan-
mia de
Os felizes efle.._
mero de enfermidades sao geralmenre conheci-
dos. As cores plidas, as flores brancas, o em- ,
pobrecimcnlo do sangue com os males do oslo-
e sao delles a conse- '
quencia : lacs sao os prieipacs casos ora que o
forro indicado, c para ccrlos temperamentos
fracos elle um complemento quasi necessario
de alimentario. A superiorid.tdc do firro de
Quevcnne de todas as preparacocs marciaea a-
quella que inlroduz mais quanlidaje de ferro no
sueco gstrico cm um peso dado. Deposito em
Pernambuco, pharmacia do Piulo, ra larga do
Rosario n. 12.
Em cas? dos Srs. Hemy Forster
Vende-se no aterro da Boa-Vista, loja 11. 62,
nm rico eelegante pianoforte, francez, chegad^
ultiraamenlo, do melhor fabricante de Paris ; e
-.lo
tojos pequeos o grandes rom pan-
eadaria e sem ella, o que ludo se vende muilo
La ralo para acabar
Taclias pora engento
Fundieao de ferro e bronze
DE
Francisco Antonio Correia Cardozo.
tem um grande sortimento de
tachas de ferro fundido, assim
.* ..ve y*\jo .110, 1ICI11 > lUlalCI
& c. ra do Trapiche n. 8, vende-se: gomse lazeconcerla-sequal-
rvwM.-v una Ltiiu^ja iuvti, benuo para ^
boi e oulra para cavallo : na ra da Concordia, Arados.
Dous carros americanos novos
Arreios americano?.
Bombas.
confronte ao armazem do sol.
Vende-se
12, um fogao di
n.
do Trapiche n. 42, vende-sc selins para ..
e penhora, arrcios praleados para cabriolet, chi-
cotes para carro, coleiras para cavallo ele.
Na loja da estrella.
Ra do Queimado n. 7.
203000
sogooo
25JJ000

I
9
Oh que pechin-
cha !!
Milho, fcijo e farinha ; vende-sc na ra do
'.'ucimado n. 11, loja de forragens.
Bandeiras nacio-
naes.
Vendem-se na ra doQueimado n. 7, bandei-
ras nacionaes de varios tarnanhos, muilo bem
feilas a 800 rs. cada urna.
Na loja do baraleiro, rna
Direila n. 75
Vcnem-se ricos vestidos de seda prelos e de
cores, ricos unnleleles de seda prelos e de cores,
ricos enfeites de vidrilho prelos e de cores, dilos
de froco com fita, e muitas mais fazendas perten-
centes a senhoras, ricas sobrocasacas de panno
preto, ditos de casemiras preta e de cores, ricos
chapeos de castor preto e branco ; assim como
sejam muilas fazendas que a vista do comprador
se raostrarao todas estas fazendas serio vendi-
das mais baraias do que em oulra qualquer par-
te na loja do baraleiro, ra Direita n. 75.
Vende-se
Na na do Crespo loja amarclla n. h.
Pava bailes.
Ricas camisas de cambraia de linho de peitos
^bordados de gosto novo chegadas intimamente,
assim como finissimas camisas para senhora o
nutras muilas fazendas de gosto e proprias para
os bailes imperiaes.
Cera e Sebo.
Vende-se cera de carnauba muilo superior a
Esle cstabelecimonto contina a estar sortido
de fazendas de todas as qualidados como sejam :
Ricos corles de vesliilos de seda de 3 o-
lhosc 2 saias, e aAquile
Paletots de panno
Pilos de dito muilo fino
Ditos de casemira de cor
Ditos de alpaca pretos muito finos e
mais abaixo
Ditos de ganga e de brins
Calcas de casemiras prelas c de cores
Ditas de biim branco e do coros 8
Colletcs de velludo prolo e de cores. JJ
Ditos de gorguro muito finos %
Dilos de fustao j
I Camisas francezas de todas as qualidades
Capara hornera g
misas francezas bordadas para senhora J>
l.cques da melhor qualidade e do ultimo
gosto %
Mantas o grvalas de seda de todas as qua-
lidades s
Chapeos de sol de seda inglezes g
Ditos decaslor para caneca muilo linos g
Ditos pretos os melhores que tem viudo
ao mercado g
Taimas pretas-do ultimo goslo g
Casemiras de cores para paletot g
Coi tes de casemiras nglezas 2g500
llftos de ditas francezas 5g500
Ditos de ditas muilo finas
Chapeos Amazona para senhoras e me-
ninas
oros inteiramente saosdepois de haver crapreaa-
'I" intilmente outros tratamentos. Cada pesoa
poder-se-ha convencer dessas curas maravilhosas
pea leilura dos peridicos, que lh'as relatan
todos os das ha muitos annos; e a maior parte
aellas sao tao sor prndenles que mejimpe so
mdicos mais celebres. Quanlas pesso'as reco-
ma rain com este soberano remedio o uso de sous
tiraros v. peinas, depois de ter permanecido lon-
go lempo nos hospilaes, onde do. viam soffrer
amputaeao I Dellas ha muilas que havendo dei-
xado esses asylos de padecimentos, para senao
submutleivni essa operaeao dolorosa oram
curadas completameiile, mediante ousodesse
preciosoremedio. Algumas das laos pessoas na
eniusao de seu reconhecimento declararam es
| tes resultados benficos dianle do lord correeo-
| dor e outros magistrados, aim de mais aulenti-
| carem sua Qrmativa.
, Ninguem desesperara do estado de saude se
livesse bastante conanca para onsaar osle re-
, medio constantemealeseguindo algum lempo o
meiitrata o que necessitasse a natureza do mal
cujo resultado sena prova rinconlestavelmenle
Que ludo cura.
O ungento lie ntil, iuUs pnrticu-
laimcnie nos seguintescasos
Maeliias de costura
Alporcas.
Caimbras.
Callos.
Canceres.
Cortaduras.
Dores lo cabeea.
das costas.
dos membros.
Bnermidades da cutis
em geral.
Ditas do anus.
e oseo rbuti-
dc S. M.Singer &C. do
Ncw-York, o raais aper-
feieoado syslema, fazen-
do posponto igual pelos
dous lados da costura,
garante-so a seguranca
das ir achinas e manda-
se ensinar as casas de
familia, bem como se
mostrara a qualquer ho-
ra do dia ou da noito
nesta agencia : nicos
agentes em Pernambuco Ilaymundo Carlos Lei-
te & Irmao, aterro da Boa-Vista n. 10.
Em casa de Rahe Scbmettan &
C, rita da Cadeia n. 57, vendem-se
elegantes pianos do afamado fabrican-!
te Traumann dellamburfio.
Vestidos de seda.
Vendem-sc cortos de vestido de seda com 2 c 3
babados, armados, de 20 a 40J cada um sendo
que seu valor razoavel era de 60 : na loja de 4
' Erupces
cas.
Fstulas no abdomen.
l'rialdade ou falla de
calor as extremida-
des.
Frieiras.
Gengivas escaldadas.
Inchaee.es.
Inflainacao do figado.
. MMrn ~w w-...MM taiuitu 3UM0UU1 U^'^owu Ylvl l(J/"ilwl 'IctUU OtJ
125000 rs. vdas da dita e de composiejio, sebo Porlas da rua do Oeimado n. 10
r 11 n t\ I r\ i va a ? _. __ 1 '. .- a 1 i- i >
refinado em caixoles, dilo em velas, na rua da
Cruz, armazem n. 33.
s= Vendem-so dous cavallos mui bons andado-
res e gordos, um dees 6 certaraenlo o melhor
de carreirae que nunca deixou mal o cavallciro
em varias cavalhadas que tem corrido : procu-
ren no Arrombao, sobrado defronle daigreja.
= Vende-se um preto sadio, com idade 22 an-
cos, e dous moleques : ao rua da Cruz n. 60.
Vendem-so duas escravas mocas o de boni-
tas figuras, com algumas habilidades, sondo una
dellas do mallo e sabe Irabalhar de enxada : a
tratar na rua do Queimado n. 28, loja.
Meias de seda de peso
para senhora, brancas e pretas, e para meninas,
brancas e riscadas: vende-se na loja de Leite
& Irmao na rua da Cadeia do Reeifc u. 8.
InflammacAo dabexiga.
da malriz
Lepra.
Males das pomas,
dos peitos.
de ofhos.
Mordeduras do reptis.
Picadura de mosquitos.
Pulmoes.
Queimadelas.
Sarna.
Supurares ptridas.
Tinha, i m qualquer par-
te que soja.
Tremor de ervos.
Ulceras na bocea.
do ligado,
das articulacocs.
Voias torcidas ou noda-
das as pomas.
Vende-se este ungento no estabelecimento
goral de Londres n. 224, Strand, c na loja do
todos os boticarios droguistas e outras pessoas
encarregadas do sua venda em toda a America
do Sul, Havana o Hespanha.
Vende-se o 800 rs. cada bocelinha, conten
urna instruccao ora porluguez para o modo de
fazer uso deste ungento.
O deposito peral he em casa do Sr. Soum,
pharmaceotico. na rua da Cruz n. 22, em Per-
nambuco.
Fub.
Farinha de milho americana, en barricas, che-
cada no uitimo navio dos Estados Unidos : nos
aiaiazens de Tcsso Irmaos.
Arados americanos e macbinas
para lavar roupa: em casa de S. P. Jo-
buston & C. rua da Senzala n. 12.
Na Passagem da Magdalena no silio do
Sr. Joaquim Coeiho Cintra, vendem-se
vaccas muilo boa3 leilerase acosturaadas
ao pasto, e Lera assim bois mansos para
carro.
na rua estrcia do Rosario
ferro.
Nova loja de calcado fran-
cez, de Antonio Rodri-
gues Pinto, no aterro da
Boa-Vista n. 8, defronte da
boneca.
Neste novo estabelecimento lera calcados que
recebeu pelo ultimo navio francez, dos melho-
res fabricantes de Pars, e vende por" menos do
que em oulra qualquer parle, a dinheiro vista, j
Vende-se urna taberna
por todo negocio, era rua muilo commercial, no i
bairro de Santo Antonio : a tratar na rua do
llangel, armazem n. 62.
Altenco.
0 esenptorio de Manoel Ignacio de Oliveira
& rlho tem para vender os superiores vinhos
nunca aqui vindo deslas qualidades :
ChampagneCliquet.
DitaIrrev.
Lafittefino.
I.aroseidtm,
Ruquis
Reira do Porto. ]
Vende-se retroz preto c de coros, de primeira
qualidade, em porgos grandes e pequeas, por
menos que em oulra qualquer parle : no Forte
do Mallos, rua do Codorniz n. 5.
yiwwgwMwj^^tMBi^aiBSie
8 Domingos FerreiraM da, mo- gf
( radar na rua do Apollo n. 4,
8 tem para vender : 1 escravo par-
t do de idade de 5 a 50 annos,
bom o lucia 1 de carpina ; outro
dito tambem pardo bom oflicial
de pedreiro ; outro dito tambera
| pardo de idade 17 annos, bonita 3
| ligura, raais sera oflicio ; su Isa de \
I superior qualidade checada do
I Para' no dia 9 do corren te no a
i vapor Paran', vende-se por i
^ menos do que era outra qualquer *
I parte.
Milho e farelo.
Saceos grandes a 6*000 : na rua Nova n. 52.
i-fSt
m*
, Cliampagne superior.
, Cognac.
i Relopios americanos.
j Velas com toque de avaria
I Brilhanles
I V.l J Rua doCrespoNAl
Jos laria da Silva Leuios so-
cio de Julio Liijc k C., negocian-
tes importadores de joias no Rio
de Janeiro, tem ahorna de par-
ticipar ao respcitavcl publico
dcsla capital que scacha na casa
cima mencionada com urna lin-
da exposit-ao de obras de bri-
lhanles do mais apurado gosto c
qualidade, constando de ricos
diademas, titas, collares, pulsea-
ras, broches, bi\as c argolas,
brincos, aneis c alfiuetes, cru-
zes e lios de grandes parolas,
commendas e hbitos de diver-
sas ordens e dilTerenlcs obras lu-
do de brilhanles c pedras linas.
quer obra tanto de ferro fun-
*dido como batido.
*
Aviso.
Na rua do Vigario n. 10, lem vene/.iana? ora?
para vender, apromptam-se com brevidade as-
sim como se pintan e coocertam-se as vclhas
Escravos fgidos.
MS
i
Admira.
Velas de espermacete a 750 a libra, em caixa
a retalho : na rua Novan. 52.
Alcatifa.
: Desapparcceu ha i mozos um escravo do-
nme Vicente, com os signacs seguinlos: cdr.
fula, alto i> roforcado do corpo, dentfs limados,
nariz aquilino, ollios vivos e testa saliente, ton
tambora urna cicatriz abaixo de urna das orollias-
B um lobinho no bico de um dos peitos : quem
fio apprehcnder levo-o a pra:; da Boa-Vista n.
' 12, que ser recompensado.*
M ~--~- Fugioda villa de Iguaruss. de 11 para 12
" .' i corrate, urna cscrava de nomo Ignoz, de cor
|s fula, cabellos carapinhos, beicos grossos, dentes
^ alvos, e rosto comprido, o um'ponco descorada.:
as i roga-so ? autoridades a sua apprehensao, e a
W | qualquer pessoa do povo que a encontr, pro-
as | metiendo boa recompensa a quem a entregar na
(O, | mesraa, a sen senhor Sebastio Antonio de Mello-
1 Reg.
Contina fgido o prelo Luiz, oflicial de
pedreiro, e escravo do l)r. Nabor Carneiro Bc-
zerra Cavalcartti, e ainda recommenda a sua cap-
tura ; tora elle os signacs seguintes : alio, chelo-
do corpo, roslo comprido, idade de 30 annos,
. bragos grossos, potroso, e com cicatrizes has-
coslas, procedentes de surra que levou em po~
der do outro seuhor. Consta andar se inculcando
de forro promelte-se boa gratificaco a quera o
, capturar c o ronduzir casa do seu" dito senhor,
no aterro da Boa-Vista, sobrado n. 48.
Fugic no dia 29 de novombro do correno
anno, o escravo Fabrio, crioulo, e re[iresenla ler
sendo tuda vendido,1 afiaucado | [ ^Ssian? tl^^^?^^,
bons denles, mitos c ps bom feilos c regulares,
j cabera comprida para traz e para adianto ao que
: chamam duas caberas ; e* provavel que se inli-
lule do f"rro por ser bem fallante c andar limpo,
pois levou ruiipa : quem o apprehcnder leve-o
ao engenho Palmcira, freguezia de .laboato, ou
- Clin o Ponas, casa n. l'J, que ser bem re-
: compensado.
i Da reflnacao da rua da Concordia n. 8, fu-
i girara no dia 5 do dezembro, s 2 horas da ma-
! drogada, dous pelos com os nomos o signaes se-
guintes : Joao, crioulo, idade 30 annos, pouco*
mais ou menos, estatura bem alia, cor preta, cara
bexigosa, e tem urna marca abaixo ao poito, co-
mo de caustico ou queimadura ; o outro de nonio
I.uiz, da mesnia idade, pouco jnais ou monos,
de naco Angola, cdr prela estatura baixa e
clioio do corpo, Vm um signal como de um lalho
na ospadoa diroilV; esle escravo esteva fgido
por espado de 7 anima, e voio ha pouco do enge-
nho Anhumas do Rio Farinoso : quem pegar di-
tos escravos, leve-OS oJinacao cima, que so
gratificar com generosidade.
Liviojde Soura e Silva.
Auscnlo'i-se no dia 4 do corrente, da casa
de son senhor no sitioda Joaquina, em Ponte
deUchoa, urna cscrava muala de nome Claudi-
na, estatura regular, a qual traz os cabellos a-
lados, tem defeilo era um dedo ndex do urna das
., loja de mos, proveniente de um panaricio que leve:
Iroga-se a quem encontra-la, queira appndiendc-
| la e levar ao referido silio, que ser recompen-
com 2 li2 varas de largura a 800 rs. a vara : na S^?,:.P,!^flt""do"Se ,?**' ,lus1,ll010S 1 a W
rua da Cadeia do RocifI n. 48, loja de Leite ,acu,,a con,ra 1ucm a llvei' oceultado.
Irmao.
Brim trancado de linho lodo
preto,
fazenda muito superior; garante-so que nao
desbota : na rua da Cadeia do Recife n. 48, lo-
ja de Leite & Irmao.
Sabidas de baile.
i por precos commodos: na "rua do
S Crespo n. 11, segundo andar. \
V Tambem se presta a mandar W
M quaesquer objeclos a amostra %
toqiiecleavaria
Pecas do algodo trancado, azul, com 32 co-
vados por 45500 : vendem-se na rua do Crespo,
loia da esquina que volla paia a rua da Cadeia
Enfeites de vidrilho e de retroz a 4j cada '
um : na rua do Queimado n.37, loja de 4 portas.
Linhasdo
Vendem-se na rua do Cabug ...
miudezas do Joaquim Antonio ias de Castro.
Fil
EJscravo fgido.
i De bordo do logre nacional Sanio .imaro.
| fugio no dia 8 do corrente o preto marinheiro de
nomo Jos, escravo do Francisco Gomes da Silva
I Saraiva, de idade de 35 a 40 annos pouco mais
j ou menos, altura icgular, reforcado do corpo,
! falla bem o portuguez apezar de ser africano,
lema barba cerrada, porem bem rapada, sabio
' nvm WB3 '--,'h^ w tw SWrJh _..
Vende-se um bonito moleque do idado 18
annos pouco mais ou menos, boloeiro, e una
caboclinha de idado de 6 anuos ." na ruj da Ca-
deia do Recife e, DI.
Campos & Lima, tem para vender S
pnrcao de alcatifa de todas as qualida- 2$
v des, na rua do Crespo n.12. *
MWBBKMIMflMB\mwm MSSIiB
Vende-se vinho do Porto, velho, engrra-
lo a garrafa, e globos para illuminacao
a 5$ cada un
ro andar,
Na casa do madama Thcard, na rua Nova, ven- de bordo Irajando camisa branca, calca de casc-
dem-se as sabidas de baile raais ricas c do mais mira escura c chapeo branco do fellro, um tan-
apurado gosto que tem vindo a esta cidade. Asilo loquaz o bastante desembarazado: roga-se
senhoras do tora nao percam, pois, lao boa oc- porlanto as autoridades, pedestres "c espitaos de
casiao dse prcvcmrem para o sumptuoso baile campo, e mesmo a qualquer possoa que o conhe-
quo o corpo de commercio vai oll'erecer SS., ca o aprehendan e leve a presenca de qualquer
M.M. II ; o, proyavelmenle, para um oulro que auloridado policial para o mandar recolher a-
S. U. 0 Imperador lem de dar ao arehiduque Ma- casa de detenco pariicipando ao abaixo assigna-
XmiliaiiO d'.Vu>tri.l. Vemlsm-sp nata nona a>n_ Aaiui lulaliiiiiA iWSanla Xni.irn mu nr^iii!. .
/"
. ximiliano d'Austria. Vondera-se mais ricos cu-
na rua das Cruzes n. 37, primei- t'eites de plumas '.ores, e vestidos brancos para
1 Laile.
do no estaleiro de Santo Amaro, quo gratificar
o spprehensor.
Francisco Gomes da, Siha Saraiss,
MUTHAOO


w
DIARIO DE PERXAMBUCO. SEXTA FEIRA 16 DE OEZEMBRO DE (85
9
Litteratura.
Estu dosKokre vantijguidade srrt'jE^.
a AIITK E OS DISCURSOS F. ISOCRATES.
(Continuadlo )
Eperntdo sena durida ver as miserias da pa-
smo mnstra-las para cura-las, o so tom
il.que para tal un tal mal,parece
ii remodio, nao prohibido aproreltai |
temidos, e.-tuda i nde ella prospera, o
le su -;'<-'i linde, oulhorgar-lhe ora a I
iRienagcm a que lem direito os verda-
... -, os semeos peaea fciios ab mun-
- v a inv'ejoza que se ilevc a um '
ates i uiiv.'l, o que un il is meios niais i
ilefcn Jer delle. E o entapio ne- !
cuidado era n perder, om un'
maulo loinplaconte do oslrangiro, neui
tollo, nom o amor, nom mesmo o gosto do
i luc nao basla anu-lo rom amor
, ngo quo iieccssario ter goslo por elle,
V^'-r parque o amorsuslenla-se dilHclmente on-
de falla o gesto, c arrisca-ae muito a sahir do
viraje, (o triste cxemplo dcXenphonte c prova
1 quer porque aquello que nao sent esse
;vi3 duHiiiiiinte poli sua repblica pode dif-
lietiaseaifl cenhcce-la bem, quanto soja necessa-
r mti servi-la, queromflm, porque*aquelIeque,
. urna palria como Alhenas, nao se moslra
orgullioso della, Irahe por isso por mais intelli-
KPate quo spja, um limite do seu espirito, ou po-
li/ nuuiuj uina fraqueza.
O -jue lew fcito a posteridade o a historia des-
rllelo importuno coni que alguns Alhc-
aieases fatiga vara Alhenas? Quem Hio contesta
ha)< j prmieire tugar ? Quem duvida que ella
s:As o que a Grecia lera de maior ? E lon-
?clipsar-se aule Spartn, nao se podor per-
i!Ui se sua superioridade nao subsiste mesmo
ce do Roma truraphante ? Nao crimino aos
tes de sm severidado para cora as (altas ; o
amo; nudo ser severo, mas nao irnico ou des-
|N dar. Toi a honra de Tucydides, cuja alma
ava i espirito, ler sabido dar lines sua
i dixando-lhc toda a digoidade, t-la con-
-r- o glorificado al no meio dos seus reve-
no engana-la, sera embriaga-la, e simples-
mente Callando-lhe a liuguagem do futuro que
sea corceo e sua razo lite lizeram ouvir ante-
padamenlc.
Eu quizera adiar senipro nos socrticos a raes-
na ejoracao do ideas e a inesma gencrosidado do
i miiueaios.
Qoaadti nao procurafjn autoridades nospai-
xes^sifangeiros, pira a sua poltica aristncrati-
-). lu-aciinvaru-a no passado, que lo fcil ad-
mirar de. longo.
A abundancia dos lestemunhos historios no
l iii quo oslamos toma entre nsessa Hu-
s fcil aquellos quo leein ; porm a
Jslua <; o roohecimeuto da historia so reduziara
a be&i pauca cousa no lempo om quo fallamos.
|j.vi-o',anio Alhenas linha unid ido, nao lauto
talvez quanlo pensavam, mas linha mudado, o
993 mdanos, quo ora um progresso, chamaran!
in:a decadencia.
Ka impossibilidadc reoonliecida de arrancar A
democracia o presente o o futuro, vollavam alraz
para procurar escapar-Ihes; acostumavam os po-
os jc.is, que degeneran! propincuo quo
e djesenvolvem; liravani-lhes assim toda a fe
cavara a fazor-lhes lonceuercomosa-
ria perfeita nao lerrm mais vontade ncm
irem, c suspender o abafar era toda a parlo o
wvimento e a vida.
Odesprezo da democracia era na essencia, o
i rozo Ja humanidade. justo desdora, cou-
fe>s i, o que inspirara urna razao roca ca um
espirito elevado, os excessos de lotice ou do bai-
Xeza de que os honions podein niostrar-sc capa-
es; deplorare! consecuencia das miserias mul-
las vaos togadas condico humana e som dun-
da a petar de todas essas miserias ; mas esto sent-
n:en5 uo puro seno quaudo vivo iscnto do
dottfl vicies, o desespero c o orgulho. Dovc-sc
ensenara respeilo dos bons insiinclosdanatu
teza humana com o descosto dos mos, e nunca
esquecer que o quo ha no mundo do bom ou de
tan $ hem, anda mais quo o ui al, obra sua, porque
leem podido fa/er esforzandose o lutando.ao
r que para o mal basta que so entreguen as
; i-'e toda a especio quo os arrasla.m, qne om-
f.n:, cssd somma do bem, apozar do mosquinha-
rle pequea, todava augmenta com os secu-
los, a passo quo do nial diminue. Mas sobretu-
deixe-se o philosopliu <\e pretender assignar
sabe-doria e a loucura anleos, de imputar
o rail ao grande uumoro, de qiii! ce so separa,
later a honra do bom aos melhores entre os
qua-'s njarque o son lugar. Quo nao diga como
es estoicos:
AUi eslao os loncos, ou son o sabio.
C'uo nao comparo, romo Plalito, a mullidao
r rodea, a um bando do animaos forozes no
aaee do qnal cabio um homem, coraparacao tito
eega como orgulhosa, porque desconhecc o mes-
r.. i tempe i> animal que o mais sabio ouve bra-
iinrdenlr de si, quaudo presta o ouvido, o ogri-
to di alma humana quo se eleva por vezes to
e te puro do meio da mullidao
O tuais grosseiro podo subir bem alto, o mais
fino pode cahir bem baixo.
Eseiiomem a quem desptezais, j vos vale por
torios Jados, vale mais lalrez de que vos; o se
por oulros anda vos inferior boje, deve alcan-
{ar-vosamanhia| por que deve sor o beneiicioda
vussauliosopla, elera-lo posiraoem que es-
ta iS-
Qaeu despre/.a a mullidao, despreza a propria
no, orqoe julgara impoenle para communi-
ct.-sc >- fazer-se ouvir; mas pelo contrario a ver-
I ra pliilosophia a que so sabe ser feila para
i, e que profossa que todos podeni chegar
verdad*, mesmo a mais elevada, o devem ter seu
fuiuka dola, como do sol.
Kada lonlio dissimulado do queso pode censu-
>ar aaJtUasophia alhenicuse; nao Uvo bstanle
'- i pretendo, anda quando livesse mais, que
V j->-:.- da Grecia; nioloi olla quem tez os IriSles das
do fin do seculo, mas soffrau-lho as ms in-
fluencias.
Est desanimada c desanima. Nao de\ia admi-
rar-se muilo de Cheroneu, ora nao ha recurso
senao contra os malos que nos cuisam admira-
Qo. A forc de lastimar-se da libordado, os Alhe-
nienses arriscavam achar-sc resignados sob o go-
verne das guarnicoes macedonianaa, quo nao s
o govi'ino da espada, como da espada manejada
por barbar. -.
Pretoranos, que sao ao mesmo lempo rossacos,
os quaes os senhoresda Grecia depois da rep-
blica doPltao, mais infeliz que Huma, que dcs-
porton da do Cicero com os roteranos do Antonio
o Ociarlo.
i', rm mo sojamos injustos; so a philosophil
socrtica nao salvou a libordado groga, o antes
deixou-a inorror, somear pelo menos, por sobre
as suas ruinas os gormons Miniares d> quo nvcu
a humanidade nos das de escravido. Dosenvol-
veu a delicadeza do sculimenlo moral, laco j>ri-
nieiro o essencial da sociedade humana, c" a co-
media ora dos Alhcmenses toslomunha alta-
racnlc, debaixo dossa rolaco, a sua accao benc-
Qca.
Tornara todos os das mais charos os pas aos
fuos, o irmao ao irraao, o esposo esposa ; ap-
proximavaosenhor e o escravo, o cidadao e o
eslraageiro; lomara mais odiosas as crueldades
o brutalidades do toda a especie. Ao passo quo o
mundo grego ora preza dos barbaros, ella quera
que nao houvossom mais barbaros e procurava
fazer do genero humano una s familia.
Os philosophos quo prosesuiram ness empo-
nho durante todo o seculo lll nao lizcrara senao
continuar una obra bom adiantada pelos socr-
ticos no IV. E, para nao fallar senao destos, po-
dor-so-hia dizerque, debaldo, erara aristocrticos
os seus syslemas, porque o son instiuclo nao o
era. Nao so enganaram nisso os que condorana-
ram Sociales.
Sua independencia a respoito das Indicos rn-
ligiosas basta para mostrar que ellos nao sao ver-
dadoiramenlo do lado do pastado, mesmo quan-
do paree, mesmo quando o acreditara, li sopor
esse signal o espirito moderno reconheco nellcs
rmos. E por feso que anda hoje osla vivaz a
sua philosophia, csua acoo se perpeta; nao
chogar ao seu termo sonii no dia ein que o phan-
lasma das superstices, dissipado enilim luz
que ellos foram os primeiros a accondor, livor
cessado do pesar sobre a humanidade, desperta-
da para souipre de um somno pesado.
Nao dundo, que a impaciencia que Ihcs causa-
va a obslinacao ce^a das crencas populares tives-
so muito pojo na desconflanca quclhes inspirara
a mullidao.
Um sentimonto semelhante arrancara a Voltai-
.'0 gritos do coler.i contra a mullidao que julgava
rolada para semproao fanatismo e ao erro. Nada
indispoz lauto os.cspirilos distiuclos e os cora-
oos ardontes com o grandp numero dos homens
como vo-los trahir-so e prestaren] sua fonja a
quem os acabrunha.
Os socrticos nao podem esquecer quo o povo
matn Scrates. A csses sentimontos generosos
mistura ni-se as suggostos monos puras do or-
gulho, j cu o disso ; mas direi tambera, que por
obodecorem alguns preciiceitos e alguns dos-
conlonlaraontos cm seus protestos anli-doinocra-
licos, entretanto s porque raciocinara c cnsi-
i am o mundo a raciocinar, Irabalham om pro-
veilo da democracia verdadoir.i, c seu genio obra
om um sentido todo contrario aos intoresses do
suas paixos. (1)
Bases concisos fzcram mais pola grandeza de
Alhenas do quemuitosoutrus, porque fizeram-a
senhora do genero humano easaegucaram-lhe pa-
ra scrapre o imperio dos espirilos. Esscs amigos
dj passado sao arrastadospara ofuluropela ideal
pira que tendera. Esses aristcratas desacredi-
laram sem remedio toda a supenoridade tradicio-
nal e facticia, e introdiiziram a nica soberana
que niio tom a temor queda ou deposicaoa so-
berana da razo.
Eis.pois.os principios dos Socrticos o Isocra-
tes, panhando-se-lhe o todo das ideas, 6 um
moralista de3sa escola, porm ao mesmo lempo
Isocrates. O que sabemos sobre a sua possoa,
principalmente por elle mesmo podo fazer pres-
sentir o seu modo de pensar. Tinha una ex-
collonto conslituco e consorvou al porto de
cmannos urna saude robusta. Era bello.j
ouvinios a osse respoito o tesleinunho do Plato.
Era rico, oessa riqueza quedevia s si, nao li-
nha sido adquirida penosamente, a casta de im-
probos Irabalhos, ou de lulas enrgicas ; a for-
tuna linha-se, por assim dizcr.entro'guo soduc-
(5o do seu talento. Iscralos linha ao mesmo
teinpo illustraco e opulencia, o favor publico e
brilhaniesamigos : era amado, applaudido.quc-
rido ; nao era temirel, fallava-lho, elle mesmo o
disse, ler voz e sor ousado, e tenho raeus receos
do que o que chama sor ousado nao soja sim-
plesmcnle querer ; o sou carcter nao tinha es
sa mola que faz a foroa. Nunca tinha tido ques-
lo com pessoa alguma ; descontntala smen-
te pela sua raidade ; porm apezar dessa vaida-
do, que faz sorrir, elle julgara-sa modesto, por
quo nao tinha orgulho. Acrescentomos a todos
esses traeos quo j conhoconios.a relbice de Iso-
crates, porque nenhumajdas suas obras.fosse da-
quollasque valoni o polas quaes pode ser julga-
do, da priraoira parte di sua vida.com quanto
vivesse cera annos. O discurso panegyrico, quo
publicou com idade de cincuenta e cinco anuos
reprsenla para nos a sua mocidade ; seus oulros
discursos foram fcitos com sessenla, sesscnla e
cinco, setenta o cinco, oitenta, nvenla, c cmfim
nvenla e qualro e noventa e sote anuos. A vc-
Ihico doria moderar anda mais urna nalurozaj
do si branda, c podoremos contar que acharemos
scrapre nelle a sabedoria c a moderaoao.
Nao me importe, para fazer idea de Isocrates,
com que algunias anodoclas com que ornaram a
sua vida, c cuja iuvoiossiinilhanca fcilmente se
l) O Sr. .1, Dcniz desenrolve isto pertoitamen-
le no seu livro Historia das theorias e ideas
maraes da antiguidade. .
FOJLHETIM.
A BENGALA, DE BALZAC. ()
Por Madnnie E.dc Girardin.
V.'
A bengala de Dalzac.
Bem dissemos nos, que a extrema belleza
attdesgraea para um homem e principalmente
iara un rapaz que pretende fazor fortuna. O
cilor couipreheude agora estas palavras quo ao
principio parecern! incomprehensiveis: -< Era
fc'u ; rez um rapaz muilo bello que eslava mui-
to irisle; o loitor tambera agora conhccc a
elle se senlia Iriste c desanimado,
e pntfue aaldizia a nutureza.
Vor Iros rezos oslo pobre Tan.'rcdo haiia sido
repeltido precisamente por causa d'esla mcsnia
baUeza, que lhe pareca urna brilhante vantagem
icreaes e pesares.
as4ue devia fazer? um conselho, meus lei-
to dai um conselho, devia fazer-se feio !...
aera loria essa coi agora?quera o aconse-
Ihn do tazor tal .'..
Fo pois ao (Jeairo. Quando uina desgraca
remedio, devenios tratar do. esquecel-a.
a estrada que devoraos sc-
regarao-nos ao acaso o fazemos bem.
inimigo somonte das pessoas quo des-
seus deveos para com elle; ao ho-
jue nada tom que fazer e quo lera o d-
> procurar aveuluras, o acaso sempre fa-
ToravcL
fte^rosealava-se n'essa noito Roberto o iabo.
Taacredo fui collotar-se n'iiai banco jperlo da
orcfefsri; mas logo que so assentou, um ostra-
.eclo veio prender a sua altenco.
Hi Crente d'um camarote, perlo do proscenio,
-se una bengala! Ser urna bengala ?
ao que a que gigante perlencer
Som djvida c a bengala collossal do urna es-
colJossal do Vollairo. Quo audacioso as-
os dirotos du alrazer?...
rredo diiou o oculo e poz-so a estudar
i btgaltt-monslroA eipressao podo ser
'dd, porque houve o concerto-monstro, o
| sso-monslro c o l.udget-monstro.
Tancxcdo \iu cntao sol re esta especio do ben-
gala de turquesas, ouro e-molduras maravilbo-
i' alfoz do tudo isso dous br.lhantos olhos
i-, s, mais brilhontes que as podras preciosas.
I nlou-se o panno ; comecou o segundo acto
1 randa do camarote para ver o palco.
Perdao, seulior, disse Tancrcdo ao sou vi-
ju!;9, se o distraio ; faz-me o favor de dizor
se chama aquello sugeito que lem o ca-
i- muilo crescido?
Balzac.
Quem ? o autor da Pysiologie du ma-
mostrara se fosse un lugar paraessas uisuussoes
do detalhos. Nao posso ver em Isocrates um
hi roo, vejo nelle apenas un homem honrado e
um sabio. Seu natural cssencialmenle mode-
rado : nao comporta ncm virtudes supremas,
nem t.i i tas graves. Nao lera os impulsos de ura
I'laio, a rivacidade de um Xenophonle, a vea
polmica que impe aos espirilos ; incapaz
tambem dos excessos edarritaro de tantos ou-
lros.
Em outra parto se podor adiar urna vontade
ou um pensaraento mais enrgico ; em nenhuma
se aohai una sabedoria quo soja, por assim di-
zor, de mais feliz temperamento Ello linha a
belleza do rosto, a bolle/ idossenlimenlos, o gns-
tava das altitudes morae3 que melhor poden: fo-
ze-la valor. Escuta as delicadezas daquellos a
quom .alia, especie de segunda conscionoia para
um talento que nao pode estar sem ser louvado
e acariciado. Costado entrar todas as rezes quo
pode, no conhocimenlo das ideas o paixoos ho-
nestas do sou auditorio, e so o faicom tanta dos-
troza por que fa-lo de boa vontade e natural-
mente Nao esquece dover nenhum e quizera
cuuipnr lodos. Nao injurioso senao quando
tom sido ultrajado. Se allaca a democracia,
com toda a especio de procaucos.
Das tros disposic/ius ms e pergosas de que
falle, a predilecco polas cousas do passado. a
inclinaran polo quo era estrangeiro. o dosprezo
do povo, so priraoira era que se elle entrega-
ra sen reserva, por que ossa era approvada por
lodos e pareca confundir-se com o proprio amor
da patria. Alhenas conlomplava-se coniplacon-
to na idea que fizera do sou passado, como om
um retrato om que so tinha pintado parecida,
porcra mais bolIa.Quanlo a censura de laco*i$ar,
uc ser um inimigo do povo e da democracia,
Isocrates empregou extremo cuidado em afasia-
la de si. Despende a esse respeilo prodigiosos
recursos do espirito que nemsemproconvoncom,
mas mesmo onde so conheco qno fino e hbil,
r-se tambora que verdadoiro no sentido deque
tomona tanto entregar-so a um sontimento rao
como cm doixa-lo apparocer, e que procura ser
tao rreprohonsivel aos seus pronrios olhos.como
aos dos oulros. Alera, dsso nao para recetar
que pelo descontonlamento chegue a desanimar
ou que a isso levo os mais ; do desanimo pre-
servado por urna serenidade a.loda a prova, dora
precioso dos oradores, que Ihes permitte crer
quo o seu discurso con verter a todos o que o
que hoje so pordo pode ser salvo amanhaa. Po-
rm en tronos no detalhe do suas opinies.
Anda que discpulo de Scrates, elle nunca
allaca directamente as crencas populares ; para
isso lem limita prudencia. Apenas pela sua so-
briedad'; e brovidjde no quo respeila aos desojos
a sua averso dosuperfluo, se assim so pode fal-
lar, no que diz respeilo ao culto, pelo tora com
que repele as sontencas de que, o verdadoiro cul-
to, e o mais precioso sucrilico, ser so justo o
homem do bem c que isso vale mais do quo pro-
digalizar victimas, roeoiihece-se que a sua reli-
gio antes segundo os phlosophos do que se-
gundo os padres, e que nao devia ser contado no
numero dos devotos.
Em publico est olio a vontade com a tolico
publica,o a impaciencia quo lhe causa a loucura
o cogueira que v na mullidao que reina em
Alhenas a feico dominante pola qual so reco-
uhece nelle o socclico. Isocrates falla da roo-
bilidadc da raultdo censurando unaniuionto,
ao sahir da assembla o que acabara do votar do
mesmo modo. Pede-lhe contas da inloleravel
Irrannia qno exerce sobre a Grecia. Censura-
lhea prediloccao pela guerra, que sempre l.io
ratal a democracia, o para qual todava osla sem-
pre se precipita, isto no discurso *o6re a Paz,
escrpto por occasiao do. urna guerra injusta,e de-
zarrosoada, por que ninguem conhocou e ccle-
brou melhor o legitimo esplendor da guerra do
que o autor do discurso panegyrico. Elle nao
pode supportar principalmente o ascendente que
o grande uumero deixa que tornera os mais im-
prudentes; mas violentos, mas desacreditados,
que passam sem dilliculdado por demcratas por
quo fazem sempre o mal era nomo do povo, e,
com a patarra de aristcratas, aliram sobro a
caneca do homem honrado quo procura fazer-
Hies frente una irapopularidado com que o aca-
brunhani.
Isso sao. lines de quo osgovornos democrat-
ceos mais livres, as naces e pocas mais il-
lustradas sempre aproveitaram. Elle perseguio
sem descanso os sycophanles, o nome quo se
dava om Athenaa a esses salyricos miseraves,
a esses denunciadores infames que do os cida-
dos para sorem dilacerados por outros cidadaos
atirando de preferencia como presa s paixes
publicas aquclles cuja razao ou virtudes mais
ternera. To raagestoso na acruswv-aomo no
elogio, acha contra os sycoph s ignominias
quasi iguaos objeccao dellos. acou princi-
palmente, no fim de um dos sou discursos, um
retrato dessa especie do homens completos e que
nunca so esquecer. Esqueceu todava uma fei-
co, que ainda nao se desenhava, que o syco-
phante contcm era s o dilatar, islo o que do
mais triste c odiosa se aprsenla na historia. O
dilalor do lempo dos cesares o sycophaute sem
a libordado.
Mas o que pora elle no lugar dos excessos que
o escandalisam? O governo, nao do povo, po-
rom de homens escolhidos pelo povo, jnlgados
por elle o podendo appell.ir para ello em caso do
uocessidade. Accrcscenta somonte quo esses ho-
mens duvem sor os que podem dispor do sou
lempo c leem Jo quo river.
E por isso nao quer exprimir o faci de quo
um homem, sob o poso do trabalho nao pode
pensar c instruir-so, tambera nao podo sor cha-
mado s funcoos do governo, isto nao tinha no-
cessdade do ser dito. claro quo nao recusa
essas funcros raesrao aquello que sabe opon-
sa seno rico, que o que elle quer o governo
das grandes existencias como as chamara, da
aristocracia, em urna palavra. Ello nao se serve
dessa palavra, chama-a a melhor das democracias
por onde se v que essas phrases nao foram in-
ventadas no nosso lempo ; a aristocracia, po-
,' Vidc o Diario a 2$'.'.
O mosmo; e autor do la l'au de chagrn.
De Eugenie Grandet !
Sim, o do l're Goriot.
Mil vezes agradecido, senhor.
Tancrcdo poz-se do novo a olhar para Balzac
c para a sua bengal i.
Mas esta bengala preoecupava-o.
Como pdi-, pensjra elle, um homem to
espirituoso trazer uma bengala to indecente ?
S se contem algum guarda churas ; por foroa
deve encerrar algum myslero.
a nflctaeao que punlia Trancrodo om nao olhar
para o palco, mas em doitar o oculo sempre,
sempre para o mesmo lado, causou suspeilas a
urna inda rapariga cujo camarote ora junto ao
de Blzac. A rapariga mostrara agilaco, jul-
gande que ora a ella que este bollo orimont
contemplara.
A 3fectaco que ptinha a rapariga em olhar
para o lugar que Tanorodo oceupava porto da
orchestra causou suspeilas ao seu vizinno, que
se poz a deitar o oculo oxclusivamonto para a
bolla rapariga, nao duvidando quo as suas vistas
so dirigissem a olio.
Emilio a aflectaco que punha este rizinho om
olhar sempre a mestna mnihor prendeu a atlen-
oo de Tancrcdo quo advinhou cnto que esto
olhar era para si.
Enlao, tregeitos, "um leve rubor, uma tosso
branda, platina laucada e sacudida dos hombros,
a peqnonina lina meio tirada para deixar ver
uma nio de alabastro ; perfumador, mil vezes
respirado, posices desleixadas, suspiros abafa-
dos, vista lnguida, sorrisos furtivos, toda esta
pantomima do galanleio femenino, foi omprega-
do inmediatamente para provenir a Tancrcdo
quo ia sor amado.
E Ta.icredo acrodtou-o como so ella lh'o non-
vosse dito; um pouco antes do lira do espect-
culo viu que a dama se lovantou o dcixou o ca-
marote em que estara, o ello sabio da oichos-
Ira para ir esperar a sua linda conquista, no
fundo das oseadas.
A dama vu-o e nao pareccu admirada ; no
mesmo instante perdeu o sou ar de coniorao por
que pareca meditar um projecto.
N'osle instante pa->sou um doputado que ella
apenas conhecia e obiigou a parar, nao obstante
a pressa que ler a va.
Val aibanhaa ao theairo Italiano? disso ella
olhaudo paj'a Tancrcdo.
Eu ? tnnlia senhora, respondou o doputa-
do ; eu nunca l vou. A msica aborrece-me ;
so gslo do ansas.
bella mulher iuporlava pouco que elle gos-
lasse ou nao da msica. O depulado serviu
para ouvir o quo ella quera dizor a outro. O
seu papel eslava desempenhado, e porlanlo deu
a lberdaJc nobre creatina.
Duran'o este lempo o bello desconhecido tam-
bem fazia o seu devor. u seu ar perfeitamente
serio, suas maneiras ultra respeilosas, sou olhar
particularmente lnguido, expremiam sufciente-
raenlo o seu pensamenlo.
4. bolla dama j nao poda duvidar mais da
sua victoria ; onto fez o que fazem todas as mu-
Hieres namoradas; depois de tereni escandalosa-
mente provocado, affoclam de sbito uma so-
berba dignidade, mas preciso para isso quo es-
tojara bem certas que q .rrtrndidoUVa nao lomo
a mal; nunca aventurara a dignidade seno
quando esta nao pode parecer injusta
Ora pois, a altiva Celimnes da ra de Pro-
vence, vendo que o seu escravo lhe era submis-
so, afaslou-sc como uma imperatriz sem se dig-
nar olhar para elle uma s vez, mas dizendo
rauito baixo na suavaidade satisfela :
Elle comprehendeit-me.
VI.
Preoccv panes.
Tancrcdo entrou em casa" meio consolado das
suas ponas. A dstraego tem isso de agradavel,
se nao expulsa iuteiramenle o posar, onvelhe-
cc-o ao raedos : os aconteciraontos, mesmo in-
differentes que teem lugar entre um revez da ma-
nha e a tarde, parece que o affastam um anuo ;
enlo um velho aborrecimonto por causa do
qual ninguem se digna soffrer.
A nossa imaginaco como os nossos cria-
dos, os quaes, para nos apasiguarom quando
Ibes mostramos algumacousa quebrada, respon-
deui : Oh ha j muilo tempo uma ra-
zo absurda, mas que uos consota imraediala-
mente.
Tancredo linha esquecdo a Sr.a Lcnnoix, seu
lho o todos ocaminhos de ferro imaginareis,
to prooecupado eslava da opera, de Balzac, da
sua bengala c da sua nova conquista.
Ncm sempre desgraca ser bello, disse elle
comsigo, porque... porque emllm... esta mulher
nao me conhece, e se..... sim, pola rainlia ap-
parencia.
l)citou-se cmPim, c adormecou. No meio da
noile ucordou, eslava agitado e nao poda expli-
car o que o atorraentava ; pensava, pensara....
pensara muilo e a sou pozar.
Nesta linda rapariga que o quera amar?
Nao, nao era umsonho de amor.
Na Sr.a Lennoix que o quera desposar ?
Nao, tambem nao era um sonho de opprcs-
so.
Pensava, quom lal dira, na bengala de Bal-
zac.
A Sr.* Lennoix era un perigopassado.
A nova conquista era urna aventura, o desfe-
cho da qual eslava previsto : nao encerrara ora
si mysterio nem inaravilha.
Mas cssa bengala, osla bengala enorme, mons-
truosa, que mysterios devia ou poda encer-
rar ? !
Que razao linha enduzido Bal/.ac a lomar
conladosta especie de rajado? porque o trazia
sempre comsigo? por elegancia? por enfermi-
dade ? Porvenlura occullaria um guarda chuva,
urna espado, ura punhal, uma davina ou um lei-
to de forro ?
Mas por elegancia nao se loma um ridiculo
semelhante, escolho-se outro mais seductor. Por
necessidade ? Nao sei que Balzac soja coxo ou
doenle alora disso doente que possa manejar
aquella bengala nao me parece digno de pieda-
do. Isso nao natural, tila occulta por forra ura
mysterio grande, bollo, incoraprehensivoi. Lm
hornera do talento nao se expe ao ridiculo sera
rom uma aristocracia liberal. Sociales nao pode
prescindir da liberdade ; segue-a cora orgulho,
alravessa toda a historia de Alhenas ; oppoe-na
quer oligarchia oppressiva da Lacodemonia,
quor odiosa domiuaco dosHrinta. A aristo-
cracia do Scrates seria" verdaderamente, segun-
do a clliymnlogia, a autoridade dos melhores, sub-
jeita le, sabia, fraternal sendo-lho superior a
mullidao nao do direi (o mis dos devores o de-
pondondo delta como soberana. una concep-
to que igualara as nossas Aspiracos mais ele-
radas, so a considera o da fortuna causa tao
grosseiramente real, nao viesse infelizmente mis-
lurar-se a esse dei .
Som tes no partidario da realeza, ainda que
despenda elequencio em favor dos reis. Esses
res que so cleravam no meio de tantas rep-
blicas, em cortos puntos do mundo grego, adu-
lavam mais aos escriptores da Grecia livro, do
que estes a elles. Pediam fama sua etiquen-
cia o pagavam-a niagnitieamonto. O roi do Chy-
pre, Nicocls, solicitara um discurso de Scrates,
como cora annos antes teria solicitado uma odo
do liudaro. O orador escrevou para rile o elo-
gio fnebre do re Evasoras, sou pai, o uma ox-
bortacao moral sobre os deveres da realeza, l'o-
de-se crer que o elogio era sincero, porque Eva-
soras, que se linha libertado da domiuaco dos
Persas e havia sustentado contra elles urna lucia
cora xito, tinha direito de ser celebrado pelo
orador que prega va com tanta pompa a guerra
da Azia. A exhortarao digna om tudo do uma
pnilosoplua. e Scrates podo mais tarde gabar-
so com razao da liuguagem liberal que linha sa-
bido fallar a un roi. Elle o.uer que o re de
Chypre, para tomar como obrigacao a sabedoria
e a virtude, considere que insuportavel que os
nfios governem os bons e os bon< aos homens ra-
soaceis. O tom do orador co de um alhcnien-
so a quom unta raonarchia, mesmo quando lhe
rondo| homenagem, parece-lhc uma singular-
dade o uma especio do paradoxo, que honra-o
com desconfianza o que d-lhe a entender que
anda lhe falta muilo quo fazer para ser pordoa-
da Se por um 1 ido est deslumhrado com o
fulgor do poder supremo, por outro moslra-lho
com foroa o odioso e o pergo. S Theseo pode
eseapar-lhe, e a raaneira porque louva-o, v-
S(' le uma cousa cssa extraordinaria a seus
olhos, um milagro dos lempos heroicos de que
nada se pode concluir. A nica realeza que lhe
adrada a dos res da Laccdemonia, especio do
cnsules hereditarios, cuja dignidade ora a coroa-
cao e como que a decoraco da aristocracia ex-
parciata.
Mas, nos fins do sua vida, Scrates estove era
relacao com ura ro de mais importancia que o
de Chypre. Dirigi a Pliilippe uma carta oratoria
que o um dos seus principaes discursos. Escrcveu
essa carta no momento em que se terminara a
guerra celebre pela tomada de Olynlho, e em
quo Alhenas concluo com o macedeinoniano essa
paz ameacadora que aniquilou os Phoceanos e
que abri a Grecia Philippo. Tinha clleculo
noventa annos. Ninguem se admirar de que
partilhasse illuses quo orara universaes.
-Nunca paz alguma fo acolhida to vidamen-
te. Demosthcnes foi o primeiro a aceita-la, e nao
procurava onto luclar ao menos alta e aberla-
nienlo, como mais tardo tez, contra aquelles cuja
influencia a razia concluir. V-so pelo contrario
na quinta Philippina que elle loma o partido do
uma res^naco completa e procuren fazer com
que os athenienses supporlassem al o decreto
dos amphycliodes que defera ao inaccdemoniaiio
a presidencia dos jogos phytycos e consagrava-o
assim aos olhos dos gregos.
Pensa elle que presentemente mais vale isso
do que romper ; vira o momento era que podero
pegar de novo cm armas com vantagem ; ainda
nao chogou. O pacifico Scrates desejava que
nunca chogasse, e esperava-o da sabedoria de Phi-
lippe, guiada pela sua. Conla desvia-lo de to-
da ambico m,_propoudo-lhe urna nobre ambicao.
Que elle soja nao o melhor dos gregos, mas seu
chefe lirremenle escollado ; que marche a sua
frente contra a Azia e a familia groga lira djerer
sempre esses beneficios incomparaveis, a gran-
deza no "exterior, a concordia na liberdade no
interior.
Bolla moral e que causa prazer ouvir, por pou-
co quo se esqueca o que sao os homens o como
se passam as cousas 1 Scrates esquecia-o fcil-
mente ; eslava todo entregue ao seu thenra c
aos cuidados de trata lo bem. Conla que seus
consolhos, seudo igualmente proveitosos ao re
da Macodona e sua patria, uus e oulros lh'os
agi-adecoro. Elle que se moslra to orgulhoso
dojou DUcursapanegyrico est do algum modo
dcsapprovando-o. Julga va e estril ossa especie
de oraoo solemne que, dirigindo-se a todos, por
sso mesmo nao se di jgo a ninguem ; s sao
ulcisos couselhos queso dirigem a um homem
igualmente capaz do,, aliar e de obrar.
Dez annos antes, i. > discurso sobre a Paz, j
tranquilisava os Athenenises a respeilo da ambi-
cao do Philippo, afirmando que aquello s so
havia apossado de Amphipohs, para se preser-
var das eraprozas de Alhenas, porm, diz olio,
se mudarmos do conducta o derraos melhor opi-
nio de nos, nao s elle na tocara no nosso ter-
ritorio, como ser o primeiro a ceder-nos do seu,
para adquirir a ulil araizade de Alhenas. t:ii
todas as pocas da historia, veem-so dessas con-
flancas candidas, sempre promptas s accommo-
dacos, como as que promotliam ao sonado ro-
mano a felicidade do Cesar, ou conslituico do
91, o concurso sincero da corle. Scrates conti-
na em sua carta Philippe, a apresentar-sc
como fiador da lealdade do nacedoniano contra
as pessoas mal intencionadas que lhe imputara
raaos designios. E verdade que pelo modo por
que insta com elle de preservar-so do ludo quan-
to podesse dar lugar a esses boatos iuos, pde-
se pensar que Scrates mesmo nao est sem sus-
tos e que occulta as proprias suspeilas engenho-
samcnle (porque nao poda deixar do ser engo-
nhoso), com o quo diz do pensamento dos oulros.
Entretanto o todo do discurso teslomunha bas-
tante quo elle antPs espera do quo tomo c nao
pode crer que Philippo resista ao altraclivo da
um fin. Hci de adevinhar este enigma; hei de
fallar com Balzac, ainda que tenhajde o procurar
om casa para o interrogar, ainda quo tenha de o
aborrecer, de o atormentar; hei desabor por
que se condemna a arrestar comsigo por toda a
parte esta grande bengala to fea, que o faz ve-
lho, que o opprirac o que parece nao servir para
cousa alguma.
EtuQm, a prova de que esta bengala en-
cerra um mysterio o preoecupar-mc ; porque
alias quo me iraportava sso, a mim.
Assim fallaia Tancredo. Esta razo quo pare-
ca primeramente uma fulildade nao deixara
do sor justa. Quando uma cousa nos por sua
nalureza muito inditrerento e nos preoecupa sin-
gujarraente, ignal de que nao nos devemosin-
quiotarcom ella. O instinclo inspica-nos, advorto-
nos;a utelligoncia fareja, permilta-se a oxpres-
SO, o que a ra/.o nao ve ; porque o nslincto
por assim dizer, o faro do espirito, l'ooo pordo
doste absurdo, mas dcsgracadamcntc exprime o
raou pensaraento.
Depois de uma hora de semelhantcs rcflexos,
Tancrcdo lornou-se a adormecer.
Do manha quando acordou porgnnlou a si
mesmo o que linha a fazor : nada, absolutamen-
te nada. Nao linha a fallar com protector al-
gum, nao tinha uma s carta dcrccommendacao
de uue esperasso bom resultado. Era a altiva
ociosidado do desesporo, mas como nao tiresse
reprehensao alguma a fazer de sua parte, como
lodos os seus passos tinhain sido baldados sera
que a culpa fosse sua, Tancrcdo poz-se o sabo-
rear o que chamara sua libordado. Cora effeilo
oslo estado ser a liberdade cmquanlo duroreui
os mi! escudos de sua nii.
Pobre mulhi r, disso comsigo o meu fllho
nao deve chegar som dinheiro a Taris,onto met-
lou raaos a obra e alcancou mil escudas ; tinha
adiado o que os alelty mistas procura va m ha tan-
tos anuos : o segrodode fazor ouro.
Quantos pequeos diamantes, brincos, Ohlo-
jos, dedaes d'ouro, braceletes, anneis e lesouras
mesmo lhe foi preciso procurar, reunir, fazer
pezar, para fazer ama somma to arultada com
dous mil francos do proreito. Quantos cruois sa-
crificios nao fui preciso fazer a osla boa senhora
para oblor esto thosouro! quanla hosila^ol
quanlas saudosas lembranras a reloriam Ai!
tambem osla cadeia eslimava-a tanto foi um
prsenlo de... mas muilo pesada, rende-la-
hci. Este alfinelo deu-m'o meu lio, quanto
possuo doli... Este bracelete estara mitra voz
moda... to bonito... pona... Esto collar
ficara-rae to bem, se livesse una lilha dava-
lh'o. Esses brincos... sao muito posados. E oslo
segrodo... pobre Eduardo !.. Ecste annel... cha-
ro Alfredo !.. o annel c o segrodo i o jun-
tar-se nos oulros objoclos cora um suspiro, com
uma Ingrima, para depois um velho Julia le-
Irartudo debaixo do sou capole. I.ova o passado
I da pobre Sr." Dorimont, leva ns lembrancas, a
hisloria de sua vida dividida era braceletes, em
cadeias, era lesouras c em anneis. E em troca do
[un to grande sacrificio, recebo um pouco de
dinheiro o dn-o, cheia de contentamento, a seu
.filln, que nao sabe o que Ibccusa, qno o recebo
rtrdadeird glorio e j.i veruadeira grandeza, nom
a soduccao de sua palavra. Oito annos depoi.-
( l'hilippc osmagava a Grecia.
Sabe-so que Demoslhenes, um dia que os ami-
gos da Macedonia, procurando arrastar Athenien-
,ses guerra sagrada, propunham consultar o
| orculo do Dclphos, rospondeu que a Pythia era
iPlxllipislu. Dever-se-ha dizer outro tanto da elo-
| quoncia do Sociales? Nao, do corto, se por isso
80 emende que trada a*sua patria o a conduzia
de proposito firme escravido. Pelo contra-
i rio,,6 para qne ella escape fsonido que im-
pelle o seu rival uma ambicao mais nobre o
mais pura ; .' .ara quo ello renuncie a conquis-
tar a Grecia que lhe falla de conquista a A.-ia
des Gregos. O homem honrado se de-
nuncia Pin todas as suas palorras, e essa honra-
dez vai ato a elcvacao na proroga-o do discur-
so, quando so hsonga nao ser enlrague, ao com-
po-lo, so as nspiracos do sou genio, mas do
Ifl-lo inscripto sob i nspiraco dos deuses ami-
gos da Grecia, dos dousos que suggcrem os bons
pmisa raen tos e os consolhos sal otares. Sorrntes
ja eslava muito engaado por Philippe. Nao s
isso uma prova contra a sua sagacidado
em poltica, porm a sua propria honradez, se
tiresse mais foroa, l-lo-hia afastado de lal com-
morco por uma antipathia inslincliva. Nao te-
ria tratado Philippe como uma nalureza gene-
rosa, se elle mesmo ra de um temperamento
mais generoso.
Os passos do brbaro, ao mesmo tempo, inso-
entes e tortuosos, l-lo-hiara igualmente rerol-
tado. fc claro que lhe faltaran!.
...... Esscs olhos vigorosos
Que o vicio doro causar s almas virtuosas.
Gostou de Philippe, quando Philippo. u'aqueilc
omento, o verdade, alliado do Alhenas humi-
itiauaj ) ; admirou-o, palrocinou-o, recebeu
sem duvida o seu dinheiro, porque sem duvida
esse discpulo nao devia recompensar menos li-
beralmente que Nicoclas mostr illustro que lhe
dava lices e fazia compmontos era to bello
ostylo. As moralidades do velho nao o veza-
ran ; esculando-as com respeilo c pagando-as,
acaba do adormecer esscs homens honrados que
Scrates representa to hora, c que tem feito
mais pela sua fortuna, segundo o que imagino,
do que os traidores que lhe erara vendidos. En-
tretanto Scrates doferia-lhe a supremaca sobre
tola a Grecia, e usando da sua voz mais forte
para lhe fazer vergonha de se tornar ivranno,
olterecia-lhe ingenuamente ser o generare o rei.
Era muito anda uma vez, o para Scrates s ha
uma dosculpa, a idade em que escrevou. Aos
noventa annos ainda escrevia, anda era elo-
quente. E' cousa mu rara, poder-se-hia exigir
que livesse conservado inteira a faculdade de ver
e sentir bem ?
Mas ao passo que fallo de Scrates, quom j
nao tem pensado em Demoslhenes ? Todava eu
disse, a divergencia entre um e outro nao era
tao grande no momento era que Scrates falla va
como se Imagina segundo as ideas que o nomo
do Demoslhenes despert hoje era nos. Achar-
se-hiam mesmo algumas palavras de Scrates
contra esses polticos muilo previdentes que sa-
bem positivamente cada umdos passos que Phi-
lippe vai dar para escrarisar a Grecia, que pare-
cera imitados de Demoslhenes. Apenas, zom-
bando dessos assusladioos que traravara de anle-
mao o programma do macodontano', Demosthenes
accresceutava Creio, quanlo a mim, por lodos
os deuses, quo a grandeza dos seus triuniphos
cmb laga-o, o que lem muilos sonhos desse ge-
nero. E o todo da declamaco de Scrates con-
tra aquellos que calumniara" Philippe, homens
que ao mosmo lempo que o censuram, sao as
suas cidados do partido da agitaco o da desor-
dem, que dizom que 0 poder do macedoniano
cresce, nao para a Grecia mas contra ella, eque
na muito lempo que irabalha contra todos os
Gregos ; cssa declamaco. compre confessa-lo,
enrolre Demosthenes com todos os oradores do
seu partido. Os rhotoricosquo tem posto Scra-
tes o Demoslhenes cm parallelo, tomando-os so-
mente pelo exterior e pola difterenea do estvlo,
mais elegante ou mais vigorosa, n pdem no-
Ios fazer conhecer sutliciontemonto. Varaos ao
fundo, o contrasto entre o orador apaixonado
que desperla Alhenas entorpecida eo preceptor
tranquillo que a embala com a sua linguagem
doce e faz cora que ella tenha bellos sonhos.
Nao se pode duvidar que Scrates tenhi con-
tundido Demosthenes entre os talladores pblicos
cuja rhotorica lhe pareca to inferior ao que
chamava sua philosophia. Via nelle, como em
lodos os outros, e talrez s visse isso, as pe-
quonhezas ioseparatpisde uma palavra inrotvi-
da nos debates de todos os das. Era lugar dos
altos objectos que sao o texto habitual do uma
oracao moral, o que iuteressam em todos os lu-
gares o am lodos os lempos, via-o occup->do
dosses delalhes mesquinhos de que se con~
mesmo os grandes negocios, e quo lornam para
nos hoje rida o laboriosa uma leilura seguida
dos seos discursos. Vin-o levado pola polmi-
ca, ora porante os jui/.es, ora na assembla do
povo, ora cm desvos, chicauas c conlradices
do advogado, ora nossas personalidades e inju-
rias grossoiras quo tanto nos repugnara nos dis-
cursos sobro a embaixada e sobre a cora.
Ernesto Havet.
_^_________________[Contina),
Variedades.
A prole, por Madama "As mulberes om com
anuos, por madama Hermaneo Lesguillon.
Mos do Lavena, por Mr. I.ouis Eiguer.
Agita-se na iitieratura contempornea, c no
estado permanente, o que se pedera chamar a
quosto das mulberes : sou papel na sociedade,
sua misso na familia e suas proezas fra della,
sao problemas que jamis oceuparam tanto lugar
quanlo hoje nos thealros e romances, nos salos
uos lirros de raoial : avinadas lem sido estigma-
1") A carta sobre Diodoto, que dizem dirigida
por -Scrates Philippe, -apoorypha como todas
as oulras missiras.
como rcceberla uma divida e que lalrez o ir
perder n'uma casa de jogo era Pars. E ella fez
o quo mais penoso sobro a Ierra, mais amargo
do que o dosazer do uma dourada illuso, mais
pungente do quo uma hiimilhaeo, mais rovol-
lanle do quo uma injuslica, mais oppressor do
quo uma saudade, fez um' sacrificio intil 1
Ha alguma cousa que dilacere maisjdo que oslo
pensamento : Escusavadc fazer oque me cuslou
tanto !
Um sacrificio intil, como fez rnademoisetlc de
Sombrouil, beber sanguo para salvar sou pai, e
ve-lo subir ao cadafalso Sentir toda a sin vida
o sanguo dcoulrem, o sanguo que bebeu correu
era suas roias, c uo ler salvado oque quera
salvar ler foilo um esforco sublimo do coragera,
ter rencido odesgosto, o horror... som proreito
um grande sacrificio intil... quasi um re-
morso.
M felizmente a Sr." Dorimont nao conhecou
esle supplcio ; sou fllho era u-n hora rapaz, c
quando recebeu os mil escudos heroicos, impro-
visados por sua mai, prometteu reslitui-lh'os com
usura.
Com mil esculos oum quarto por com francos
pormez, polo-so passar bom quinze din-; om
l'aris; o quinze dias om bollo por ir sos rinlc
annos.
VII
Finezas-
tancrcdo lembrou-se todava quo linha ura
dover a cumplir, e ora ir ao theairo italiano
noito.
A primeira pessoa quo vio quando chegou foi
a soberba conquista
Pareca que olla procurava alguem, mas logo
que o vio, nao procurou mais cousa alguma.
Esta mulher fazia menos movimentos na opera
que no theairo italiano: n-slo levanlava os olhos
a cada nota do Rubini, o abanara a cabera era
signal de que sabia msica. Como o sal'o do
theairo italiano ora raals pequeo do que o da
opera, podia ovaliar-se melhor ns particularida-
des do seu naniQro; onlregava-se toda s suas
vanlagcns cora um abandono no que as fazia
valor.
Tancrcdo rio que nao linha remedio seno ror-
rcspondcr-lhe, isto fazer-lhe lambem a corte
n-.is para isto era necessario ler alguns esclare-
c montos.
Dorimont lnlorrogou poticamente o seu \ isi-
nho.mas para encobrirura ardo ignorancia, all'oc-
lon o aconto nglez, pergunlando o nomo' desla
bonita mulher. Por dosgraoa o risinhocra In
e rospondcu-lhe que a nao conhecia, masque
quasi todos os dias a encontrara asTulherias,
por felicidade Tancredo sabia muilo bem inglez o
comprehondeu a patarra quo o outro pronuncia-
ra Thioulli ourilli. Cortamente ora preciso
saber bera a lngua ingle/a para traduzir
Mo.
s de uma noile de dousolhares e de tri-
nados, Tancredo foi para a casa sem novidafle
alguma.
No dia seguinte, n< mlrou a belleza nos Tu-
lherias.
Usadas som piedade. ou .-; tem invocado em sou
favor circunstancias atenuantes que pouco e
adaptavam apologa ; pUco honestas, Iqm-se
discutido com afn as disposicos lepaos os pre-
juizos ou os hbitos quo as affligem o hiimi-
lham ; honestas, sfadigam-se cm lembrar-llies
seus deveres, om matisar do flores o seu cumpri-
monto, em poetisar os dclalhes muitas vezes pe-
nosos de sua trela. F
, Admira, quando nisso se considera o numero e
a uiversidade de obras inspiradas por osla ran-
Ide questaodaqual podi-r-sc-hia dizer, mudando
iiu.a s palavra ao pensaraento do Terencio
Sou homem, e nada do que diz respoito mu-
lher nc indiffereiite. Admira o laoo que
prende produeces to contradictorias eul suas
conclusoes, to divergentes pelo menos cm sus
prcloncoes. Eolia o Iudiana, de Georgo Sand ; a
Dama das Camelias, de Dumasfllho; o Amor, do
Michelet ; a Historia moral das mulheres; de i.e-
gouvs ; Daniel, de Feydcau ; sempre da mu-
lher que se trata ; sobre ella qne concentra-so
o ntcrcssc do livro e a altenco do letor ; nao
so diga que isso assim desde que o mundo
mundo, que nao pode haver escrpto dramtico
sera amor, como romance sem herona primo:-
ro que tudo, no genero Iliterario que ouso orea-
nisar, sob a rubrica guestao das mulheres, ha ou-
tra cousa que nao romances o dramas ; ha en-
saios de moral, estudos historeos c logaes, tra-
tados philosophicos ; c depois, se a arte moder-
na tem feito sempre da mulher o principal objec-
lo, de suas produeces, ora antes para pinta-la
corno do que para doscrcve-la como deve ser
utr ora, ora grande cousa analysa-Ia ; boje es-
iorcam-se mais ainda por esclarecMa, morige-
ra-la, regenera-la; que sei ou ? para rehabilita-la,
diriam uns, para protege-la, acreditaro oulros'
para dar-lho lico, diremos nos todos.
Eis a diflerenca, eis o signal caracterstico de
nossa poca c de sua liiteralura : ella lenta, nao
tanto doscrever, quanlo aformosear a mulher ;
quercria reloca-l3, e, para dizer com franqueza,'
naosuppe a cousa impossivel. Em lodo caso,
a emproza vale a pena ser tentada ; pela mulher
possur-se a familia, negocio grave para os mora-
listas de prolisso, o pela mulher tambem pos-
sue-se o mundo, grave negocio para os moralis-
tas de phanlasia, para os artistas que se suppo
empenhados em um papel de apostlo.
Dous pelo menos dos tres livros quo reunimos
boje em nosso exame pertencem osla ordem do
ideas, com pretcnoes verdade. menos eleva-
das do que a maior parte daquelles que sao es-
cnptosno mesmo^i>ntido, mas com uma snceri-
dade, diroi mesmo, uma ingenuidade de senti-
nientos que seria .sufliciente para revolar que o
sexo de que emanara n mesmo que teem era
vista.
Na queslo das mulheres, com effeilo. ellas nao
se lem conservado parle ; tem fornecido um
grande contingente polmica fervente do quo
erara o objecto. Alera disso. quanto mais avan-
zamos, c se dcsenvoWc a civilsacao moderna
tanto mais a vida nova, creda pelas reformas
sociaos de 17S9, se organisa, irradia sua influen-
cia em todas as direccoes de nossa actividade
roiiova as diversas faces da sociedade, o lantJ
mais lambem a intorvencao das mulheres ua Iit-
ieratura, mosmo militante, so torna consideravel
e fecunda ; nenhum s genero ha que nao inci-
ten! : a discussao, a polmica, as questes calo-
rosas, nada as ntomorisa ; do todos os signaes de
sua emancipado, nenhum conheceu mais bri-
lhante ; de todos os seus ttulos aos dirotos que
reclaman!, nenhum ha menos contoslavcl ; para
provar o movimento, ellas caminham.
Caminham bom, sempre bem, com pannos per-
rettaiiionic soguros, sem tropecar, no meio dos
problemas espinhosos que atacara ou que susci-
tara t Sena temerario sem duvida affirraa-Io
pengoso talvez contesta-lo ; a intorvencao pro-
nunciada quotidianamente, das mulberes ua lit-
| toralura activa, creou para a critica rovos emba-
; raros, pengos do una nutureza delicada, que
i fcil prossentir, mas que sao reans, e al o dia
prximo, talvez, om que so apoderaron! tambem
da critica, em que tizerem profisso da aprecia-
efo das obras de outrem, a das suas exigir prc-
cauces no comeoo, c grandes altences na pra-
tica. r
Estas attonops seriam inspiradas pela estrela
quidade, quando nao o fossem pelas convenien-
cias: o sontimento, no que lem de mais locante,
a paixo no que tom de mais descnlparcl, ge-
ralraenle um ou outro dostos dous movis que
leva a penua mo de una mulher, e todos dous
M assoeiam, so confundem de urna maneira to
intima no trama litterario propriamentc dito, que
lia sempre razo para receiar, discutindo o valor
do livro, depreciar o da pessoa ou desconhecer o
oe seu coraoo.
Nossa ioleocao nao comprehehde-se bem,
fazer soirrer aos tros escriptores, sobre os quae*
pretendemos dizor hoje uma palavft, as conse-
sequoncias lgicas do uina tal situacao, e nao he-
mos necessidade de aciescentar que nada ha de
pessoal para ellas as obsorvacos preliminares
de que tazemos preceder uma declaraco sura-
raana: somos consuraveis, pelo menos a seu res-
poito do ter muito tardado em faz-lo
Ora, esta dclonga, que est as condicos da
imprensa peridica, e foi motivada mais por el-
las do que por culpa nosse, uma ralla quo os
autores perdoam muilo dfficilmente, e que a*
autoras poderiam nao pordoar absolutamente
nao deviamos portante esquecer de collocar-nos
n uma posioo vordadeira.
A ruoLE: uma obra anonvma e o ocho to-
cante de grande dr dameslica : uma mi fulmi-
nada era suas mais charas affeicoes, poder-se-
lua dizer no nico objecto de so culto, tentn
minorar sua dr, exhalando-a ; para illudir um
desses pezares que nao admitiera consolaces
elaborou para todas as mais uma especie d rc-
giraen do conducta physica e moral. Cre-se ge-
ralmente que o cdigo da malernidado est todo
inleiro escrpto pola nalureza, quo basta segu-
suas piescnpoos tracadas de ante-mao, e que
toda raulner polo monos para pralicar as dilli-
cieis funecoos que lhe foram assignadas, quando
nao o e para formula-las. ( Contina.\
sua ni, senhora de uma idade avancada, mal
vestida c que passeiava umeo.
A elegante apenas vio Dorimont crou.
Islo era o dover.
Houve ura quarto de hora de passeio iulclli-
gonte.
A dama pareca procurar o lenco no seu re-
galo, e dcixou cahir una carleira'de bilhelesde
visita.
A mi nao se apercebeu d'islo, ou eslava
muilo acostumada a aconhcciincntos d*estc ge-
nero.
Tancredo vio cahir a carlera, eappressou-so
em a apanhar.
A duna dobrou o passo sem lhe dar alten-
co.
Tancrcdo nao comprehondeu osla manobra ; fi-
cou imraovel c refloctio ura momento.
A bella dama voltou para trnz.
Tancredo esporou-a ; depois rolfou-se para
olla respeilosainenle :
Julgo que isto portence a V. Exc, dsso ello
aprcsentando-lhe a carlera.
Nap, senhor, isso nao meu, responden a
audaciosa mulher.
A mai fallara ao seu pequeo cao nesle mo-
mento, por isso nao ouvio na la, apenas rio
Tancredo retirar-se.
Que nos quer este bello rapaz? pergun-
tou ella.
Nada, niinha mi, fo um bracelete que
nchou. como est fro !..., c melhor rccolhe--
mo-no?.
As duas senhoras sahirao das Tulherias.
rancredo pOz-sea pensar na carlera sem eom-
prehender esta estrategia da parle da bolla dama.
Primeiramenlc julgou queso tinha engaado o
tema ler feito alguma tolico. De repente rcio-
Ihea idea de abrir a carlera.
Talvez que contenha algum bilholo !! pen-
sou elle
Esta lomhrai.ca arrei'cceu os seus senlimenlos :
ora andar a vapor.
A cart Ira nao encerrara um pequeo buh-
lo de oaio.-, mas muiros buhles de visita,
muilos.
Moubbert, ra de Provencen. *"'
VirginiaSMoubberl, ra de Provonco n. "
Isidoro Monlberl, ra do Provence n. "" < o.
Ah .' pensou Trancrodo, entendo, para
qno eu saiba o seu nomo.
O Virginia exclamou ello, nome encanla-
dor I.embra-nic ir entregar cu mesmo esta car-
lera sua casa na ra do Provence. Dr-lho-
hci qie passciando as Tulherias, a achci, o
como estes bilhetes me indicassem a quera per-
tcncia esla... Que tolo sou isso niesrao que
ella me iudicou lo claramente o que tanto me
cuslou a entender. E esta! eu pensava que li-
nha adiado este meio para lhe fallar, o foi olla
mosmo quera tifo indicou O mulheres mu-
lheres I cm ludo nos sois superiores. Nsjul-
gamo-nos fortes eengenhosos, mas nao ha uma
boa i 'ia que nos nao vonha do vos.
_^____^^___________[Continuar- fe-hay
A doma ora rauito elegante : dava o braco a '*E-V'< VV ni-: M. 1' DKFARI* 1J*3
,
)
MUTILADO
N
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ILEGiVil