Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:08907

Full Text
/ -
I
ASNO m?. HOTO 231,
Por tres mczes ndiantados !>$9O0.
Pop tres mczes vencidos G$oM.
SXT FiRA 3 DE DTZMBBQ DE 1189.
Por anuo adiantado 19$000.
Poite franco para o subscripta-. J
FNCARREGADOS DA Sl'BSCRIPCVO DO NORTE.
Paralaba, o Sr. JeaoRodolpho Gomo?; Natal,
o Sr. AntonioMarquesda Silva ; Aracnly, o Sr. A.
de LemosBrag; Ceara, o Sr. J. Jos de Oliveira
Maranho, o Sr. Manoel Jos Martina Ribeiro
Guimaraes; Piauhy, o Sr. Joao remandes de
Monea Jnior ; Para, o Sr. J .. .... .. iminus ;
Amazonas,o Sr. Jcroiivinn da ('.osla.
lAKltl' Y IK)tt OKKfclUg.
Olinda lodos o- das as 9 1/2 horas Jodia.
Iguarass, Goiannac Parahiba as segundas e
sextas feiras.
S. Anlao, Bezcrros, Bonito, Garuar, Altinlioe
Garanhuns as tercas feiras.
Pao d'Alho, Nazareth, Limoeiro, Orejo, Fes-
queira, Ingazeira, Flores, Villa Helia, Boa-Vista,
Ouricmve Kx as quartas-foiras.
Cabo, Serinhem, Rio Formoso, Una, Barrciros,
Agua 1'ieia, Pimenteiras e Natal quintas feiras.
Tojos os corroios parleni as KHior.is da ninnlia.)
AIMENCIAS DOSTRIBUNAES DA CAPITAL
Tribuna! do commercio: segundas e quintas.
Rclacao : tenas feiras e sabbados.
Fazenda : trras, quintas e sabbados as 10 horas.
Juizo do commercio: quintas ao meiodia.
Oilo de orphos : trras e sextas as 10 horas.
Primeira Tora docivel : lenas o sextas ao meio dia
Segunda vara do civel: quartas e sabbados ao
rnpio dia.
EPJfliMRRIDKS IM ME/. DE l)K/KM|mt "2 Quarlo cresecnte as 11 horas e30 minutos da
maullan.
10 La cheia aos 53 minutos da mnnha.
10 Quarlo minguantc as 6 horas e 56mini tos da
larde.
2! F.nn nova os 3 horas e 27 minutos lia ma-
nha.
PP.EAMAR DE HOJE.
Primeiro as 4 horas e 5i minutos da trianlis
Segundo as 4 horas e 10 minutos da tarde.
PARTE OFFICIftL
das da semana.
5 Se?. S. Ceraldo Are. ; Ss. Patina eGrato mm.
0 Tere. S. Nicolao b. de Myra.
7 Quarl. S. Ambrosio b. doui. dalgr.
8 Quint. j5< ConceicSodeN. s. s. Romaneo ab.
9 Sext. S. Leocadia v. m. ; S. Restituto b.
10 Sab. S. Melquades p. ni. ; S. Gemelo l).
11 Dom. 3 do advento ; S. Damaziop.
EMARItECA!.' DA SI BSCHIPCO NO SI i
Alagoas, o Sr. Ctaodino Falcad IKas P..-.!
Sr. Jos Martina Aires; lio de J i re, oSr.
jo3o Pereira Uartlns.
EM PKRNAM1M i <>.
O preprietario do diario Maitoel Picueir
Faria.na sua livrariaprai a da lud i
6 a 8.
*.i\i:nvi v Paiv< vciv.
Expediente dr> tliii.1.1 rte iKivemhro.
Oficio ao Exm. enviido extraordinario e ini-
i plenipotenciario do Brasil om Londres.
v mijo a recopcaodn olueo que V. Bxc. so ser-
rio dirigir-me m1 6 de otilubro prximo lindo,
.-ib n. 19, com o relatorio que os directores da
estrada de ferro dosta provincia linh un de apro-
bentar aos accionistas ra rcuniodolu daquellc
raez.
Inleirado de quanlo V. Ese. rae communica no
r; >smo o.'licio, so me offerece a dizer que em
urna viagom de inspeccao, que flz at as offici-
nas da estrada de forro pouco adiante da villa
0 o Cabo, Uve occasiao de reconhoeor que 6 botn
O estado das obras, menos o viaducto da Caban
ga, que precisa de conceptos.
Foi pedida a minha autorisaeao para hzer-se
r i viaducto um aterro que se' linha assentado
ser em linha recta. Resolv submetter ao go-
verno imperial a solacio desse negocio, que V.
u\c. conhecer das copias juntas.
llevo, entretanto, dizer que me parece mais
convcoienle o aterro eul liuha recta do que a
permanencia do vieducto da Cabanga, oqual nao
.sendo concertado, anda que provisoriamente,
podara fazer interromner o trauco da eslra i i, o
quo ser desventajoso aos interesses do publico
e da companhia.
Approvoito a occasiao para renovar a V. Exc.
uada consideracao.
Dito ao mesmo.Acenso a recopcio doofRcio,
que V. Etc. so servio dirigir-tne em 8 de ouiu-
bro ultimo, sob n. 20, cora duas contas o o re-
latorio de Mr. Charlea Hutt >n Grogory, consultor
da companhia da estrada de ferro sobre modifl-
aroes a fazer-se na va permanente da linha,
oni rclacao as 3a e seceos da mesma estrada.
Cabe-tne assegurar a
Alfonso de AiDuqoerquo Mello, que so tornou
ine. rrigivel, nao podendo ser destinado para o
exercito per terera sen favor isoneao legal, como
V'mc. declara om seu o:lieio de 10 do correle,
sol) n. ~.S.
Dito ao fiscal da Hominacao a ga/.Pelo sen
offlcio de 9 (I > correte fique i inleirado de ha-
ver Vmc passadn o competente cer l :ado, a ti ni
Je poder a companhia de illuminaco a ga/ re-
ceber da Ihesouraria provincial s prestacoc-s
correspondentes aos mozos de setembro e outu-
bro ltimos na importancia de 9:663$20 ris.
Dito directora do theairu de Santa Izabel.
Communico directora do theatro de Santa
babel que, tendo A vista a sua informa fi> de
10 do corrente acerca du roqucrimonlo era que
Richard Mudler pede permi-sao para organisar
urna companhia lyrca para dar espectculos no
theatro de Santa Izabel, defer o mesmo roque-
rimento cora Jo segainte despacho :Como* re-
quer, sob a condico de entregar o theatro ao
Kii.prezario Jos Marinangeli, se chegar ou
companhia lyrca da corle.
D.lo acamara municipal do Cabo Teuho pre-
sente o offlcio, que em :t do correlo me dirigi
acamara municipal do Cabo, declarando que a-
penas se concluln a rerisao da qualificaco de
votantes dossa treguezia fez a conveniente com-
municaQao ao respectivo juiz municipal mas este
deixou de convocar o conselho municipal de re-
curso, fund indo-se na dtsposico do aviso n.117
de 30 de aluil de 1819, que considera concluida
a qualificaciologo que a junta tenlia terminado
os seus trabalhos sera que se baja interposto re-
curso a I gura.
Era rpsposla se me offerece a dizer que o citado
aviso leve por tira evitar que para o processo
oleitoral se recorrerse Ss qualiQcaces anteriores
quando a mais recente se achasse concluida, em-
bora nao fuuccionasse o conselho municipal de
recurso, cuja falt i nao devia inulilisir o procos-
so da qualiticacao, no caso de nao haver recla-
niaeao desaitendida de que o mesmo conselho
.,.i ", actual .UL. u UI1.9|IIU cu,|
engcnlieiro Qscal do governo, Mr. Street, se dar podesso turnar conhec.ment ; mas d'ahi nao se
oraera para que se preste a qual [uer exame a segu quo o conselho munici);iLdeva_d.ci.var d_
i'>r..v-.tPn ,il\ a- ,- r-u,lr-=e e coaOTVUT-'se'Teu'nido por es6% de,.
I rcvaleco-me da occasiao para renovara \^ 15 das, aiuda
sos.
renovar a
Esc. os protestos de minha estimprt1!o"iis\ottW*ao!
Dito ao Evm. enviado exi^Tu-dinario e ministro
plenipotenciario do BuIT era Pars. Um do
,ucus l'redec.essora^!Tigio-se a V. Esc. rogan-
'esyrraHfTie caridade para um collegio de me-
nas na freguezia de Papacaca, sob a invocacao
e Nossa Senhora do Rom Conselho.
que se no apreseiitem recur-
Ajuutando asminhas instancias s do meu pre-
ecessor, espero merecer de V. Exc. a merc de
envidar os seus esforcos para que
desojada rinda deseas irmas, que
dece
e se realise a
rauito concor-
rerao para o progresso desse eslabeleciinento de
reconhecfda uiilidade, fundado no centro da
provincia, gracas ao zelo incansavel de um mis-
Monario capuchinho.
Releve V. Exc. que por esta occasiao solicite
tambera a sua interveneo para
Assm o decidi o avisen. 03 de 6 de abril de
1817 em fice do artigo 30 da le n. 3S7 de 19 d
agosto de 1816, declarando ao mesmo lempo que
j os presidentes da junta qualilkudra nao lera
obigaoo de comniuncar aos conselho os ro-
cursos para ellos interpostos.
Entretanto (ico certo de e terem expedido as
ordens nocessarias para a reouio do conselho.
I Offlciou-se sobre, o mesmo assumpto ao referido
; juiz municipal.
Expediente do secretario tf> gtvemo.
i OiTicio ao commandanle das armas.S. Exc. o
, Sr. presidente da provincia, manda comniuncar
a V. F.xc. que, leudo vista a sua inforraaco de
9 do corrale, sob n. 9.^7. acaba de aulorisar a
thesoura
na de fa/.euda a satisfazer a quaulia de
-* >" fifatL s. sasss?ffsif2: ss
enfermaria militar de Villa Relia.
Dilo ao coramandanto interino do balalhao
cilicios dos raeus predecessores.
Espero que V. Exc. acolher estes meus pedi-
dos com a mesma benevolencia que serapre llie
tcm merecido os desla presidencia.
1'ievaleco-me da occasiao para renovar a V. i
Exe. os protestos de minha estima o consideracao.
Dito ao Exm. presidente da Rahia.Cora a co-
pia inclusa do otlieio, que me dirigi o juiz de
direito interino da comarca do Rio Formoso passo
s mos de V. Exc. a quaniia do lO, importan- !
ta de 33 exemplaros da obra intituladaLavra-'
dor ortico da cauua de assucar.
Dito ao de Sergipe.Acensando recebido o of- '
licio que V. Exc se servio dirigir-nie em 20 de
outubro prximo lindo, sob n. tt, agradeco a gra
la noticia que me d V. Exc. de haver
Imperador em seu trajelo
Aflons, tocado em diversos pontos do lerrilorio
dossa provincia, senio recebido pelos respectivos
habitantes cora o nuior cnthusiasmo e us mais
expressiras demonslracdos de amor e respeito.
Dito ao cotlimandante das armas.Fago pre-
sentar a V, Exc, para serem inspeccionados, os
ecrutas Manoel Lopes Freir o Manoel Francis- nuo'v "exc
co da Silva.Communicou-so ao ebee de no- nu .!
licia ,' '"Vo"
n,i ., ^r.-n>f. ru -..: .j a i *- clmenle com o Exm. bispo diocesano sobre a
cou-se ao director do arsenal de guerra. cit0i toi ju,gaJo apl0 par;, ls0 CQm<) C01|S(a do
termo de inspeccao annexo ao oflicio de V. Exc.
27 deinfantaria da guarda nacional ue Garuar:
De ordem de S. Exc. o Sr. presidente da pro-
vincia, communico a V. S. em resposta ao seu
oflicio de 31 de outubro ultimo, que nesta dala
so autorfsou o inspector da Ihesourajia provin-
cial a mandar pagar os venciraenlos do destaca-
mento do Caruar relativo luclle uiez.
12
Tico ao Exm. presidente da provincia do Rio
Grande do Norte.Passo s raaos de V. Exc. pa-
ra os lins convenientes, copia do auto devesto-
ria c idenlidade de pesada a que se procedeu no
V fc'^K05 "aV* sentenciado de juslira dossa provincia Pedro No-
jeca cachoeir. de P?lo SS* ArauJ0' 'ueUOmm ^M[ do Fcr"
arana >anl/>. An .;.: "aojo.
Dito ao de Sergipe.Accuso a recepcaodo offi-
co, que V. Exc se servio dirigir-me em 3 do
corrente com dous exemplaros da collecco de
lea promulgadas nessa provincia no corrente
auno.
Dilo ao commandanle das armas.Ao offlcio,
me dirigi em 9 do corrente, sob n.
do declarando que ja m i eulendi vo-
calmente com o Exm. bi
lor Un arsenal oe guerra lica na diligencia de -
promptar as 100 armas, qoese mandiram forne-
cer para a guarda nacional desse municipio.
Dito ao dito da de Nazareth. Inieiralo do
quaiiio V. S coramunica a esta presidencia c u
offlcio de 12 de outubro prximo findi, s> me of-
ferece a di/er que op,.or un.vnen'e s" pr.vilei-
ciar sobre n armamento para a gu clima nal
desse municipio.
Dito ao coron ', \nt>n:n Gom Lea'.Para
cumplimento do av so junto por co.i. qu me
foi dirigido pelo iii.n serio da guerra, queira
\ me. informar s ubre a m.t.'rii do mes-no aviso
o dos papis, que com ello Ihe remeti.
Dilo ao inspector di Uio-oir Ao seu oicio de 10 d i c >rr -n e. sob n 3t>, res-
pondo dcc'a-ando q ie o p-g miento da prestaco
Movida ao engenheiro J>s Mfneda Aires Fer-;
reir, s-g indo o d'spu-ln da p es donen, a que
Vmc. se refere, deve ser fe'o com os5>:000#>00
rs. reservados pan a* o'ra; publicas.
Dito ao inspector do arsenal de raarinha.
Hande Vmc. concertar com brevida-fe o mecha-
nismo do leme da canhoneira /juaem'/.Com-
m in cou-sc ao commandanle da diviso na-!
val.
Dilo ao director do arsenal de guerra.Mm le j
Vmc. envernisar rom b-ovi la le do-isarm irins da
secretariado hospital militar, bem cono a mesa
em que est collocada a prensa de apenar o si- \
neto d'armas.Coramun,cou-se ao commandan |
le das armas.
Dito ao director das obras militares.Pode
Vmc. promover, nos termos do artigo 1 do regti- I
lamento de 18 de jillho de 1838,a consirucco da |
casi de banlios, servindo de base para a emprei-
tada o orcamenlo annexo ao seu offlcio de 31 de
outubro ultimo, sob n. 301.Coraraunicou-se ao
Inspector da ihesouraria de fazonda e ao com-
rnandante das armas.
Dito ao juiz municipal da l1 vara.Transmiti
a Vmc, paraos lins convenientes, oj autos de
vestoria o idenlidade de pessoas, a quo s proce-
deu nos sentenciados de justiea Pedro No I asco
de Araujo c Pedro Cordeiro da Sih ^falleco-
C*ni no presidio de Fernando.
Dilo'aoju/ nTuiViOr|>iW rmo
de Pao d'Alho.Fico inleirado oe VmcT
designado ao escrivo e tabellio desse termo
Ignacio Gomes de Souza, suspenso por impedi-
mento absoluto, para excrcer as respectivas func-
Cdes, um segundo prazo de 20 dias nos termos do
decreto n. 1294 de 1G de dezombro de 1853.
Dilo ao director interino das obra publicas.
Hande Vine, por disposico do inspector da
Ihesouraria provincial 60 dos lampeos de azeile
existentes a cargo dessa repartieo.
Dito ao mesmo.Tendo resolvido, na coufor-
raidade de sua informacao de 8 do corrente, sob
n. 27!, que o arrcnialante do 7'' lango da es-
trada do norte, quando lizer a entreg de toda
a obra seja indemnisado da quanlia de 1:00)500()
ris, que despendeu com a abertura do rio sobre
o qual est construida a ponto do rio Paulista,
por quanlo esse trabalho nao estava comprehen-
dido no orcamenlo primitivo, nem faz parte do
respectivo contrato : assm o communico a Vmc.
para sua intelligeucia.
Dito ao mesmo.-sOrdeno Vmc. ao thesoureiro
pagador dessa reparLico quo preste cont s na
Ihesouraria de fazenJa, da quanlia que recebeu
para as obras de palacio, como declara o ins-
pector do mesma thesoiuario no offlcio junto por
copia.Communicou-so ao inspector da Ihesou-
raria de fazenda.
Dito a caraira municipal desla cidale.Con-
cedeudo nesta data a permisso que pedio a
Companhia da estrada de ferro desta provincia
para fazer entre a Iravessa do Lima e o cstacau
das Cinco Ponas urna cerca ou estacada, que,
coniprehendondo a dita travessa, va at ao lito-
ral, vedando a communicaeo cora a cstaco ;
assm o communico cmara municipal do*Rc-
cilc para sua intelligencia.
Dilo mesma.Ao offlcio, que em 7 do cr-
reme, sob n. 119, me dirigiu a cmara munici-
pal do Recife acerca do t3pamonto da travessa
do Lima, respondo declarando que se tomar om
Consideracao o que convier commodidade pu-
e ao serrice da estrada de ferro.
que v. s. requisita par
21 do regulamenlo n. 1 Id
ol
nieiiio uo livru
indicado no arl
de Janeiro de 183S vai submetter es!
deliberacA* do governo imperial.
Ditoao director interino das obras pub
S. E-xc. o Sr. presidente da provincia
communicar a V. S., que de confonndaile cora
e, sob
(celo
icas.
manda
plenlecertillrado,aqnantia del:2-%.0JI0(0 oque
lera direito o empreiteiro da cooservacc da es-
trada de Pao d'Alho, por haver cumpride asopn-
dices do seu contrato nos mczes de set Miibro o
outubro ltimos.
d'Alho,
o exposto ora sen offlcio de 8|do corren
n. 76, ecaba de autorisar a Ihetouraria
cal a pagar a quanlia do 16:3183020, a (
direito o arrematante da estrada de Pao
por haver eito entrega provisoria da (rimeira
parle do primeiro lanco da mesma estrato.
- Dito ao mesmo.De ordem de S. Ex:, o Sr.
presidente da provincia communico a V.
resposta ao seu otlieio de 8 do corrente
373, que, por despacho de boje, autho
a ihesouraria provincial a pagar, vista
lini puitlicnram e enviaram S S. cartas expresaii-
1. do sua syinpathia e adhesao. Os prelados da Al-
lemanha ? Ilespanlia, imitaram o exemplo, e em
breve or esperar, que todos o hoinens secula-
res lomera parte nesta questo.
Urna rica familia de Franca offereceu-so a 5. s.
para ler, suas expensas, 1,600soldados. Assim
lambem um fldalgo belga, de Western-Zelander,
provn- escreveu pondo disposico da Santa S mola le
ue lera de sua fortuna.
O cardeal Horlot, arcebispo de Pai-, dirigi
urna pasfiral oo clero de sua diorese, ordenando
preces publicas pelo Soberano PontiOce, dea ; 3 I
do outubro p. p. at odia da liuumulada Con-
ceieiio.
(Tkc Weekly Regisler of London.,
S em
sob o.
risou-se
do coill-
INTERIOR.
blica
Dito ao mesmo.Pode Vmc. mandar abrir as-
sentamento depraca ao recruta Pedro Jos de: do 10 do corrente sob n. 9S9
Oliveira, procedendo-se do mesmo modo com o
de nome Agapilo Jos Joaquim da Poixao, se An-
do o prazo, que llie foi marcado, nao houver
elle exhibido provas de isenco.
Dilo ao inspector da ihesouraria de fazenlo.
Tendo-rae participado o coramandante do presi-
dio de Fernando que no dia 15 de outubro ulli-
ino entrara no exercicio do lugar de o'moxarife
d'aqiielle presidio o cjpitiio reformado do exer-
Dto ao mesmo.Oerolro incluso o requeri-
montodo lente Henrique Eduardo da Costa Ca-
ma, como V. Exc. solicitou en seu olficio de hon-
lem, sob n. 992.
Dito ao eomnnn i.inte superior da guarda na-
cional do municipio do Recifi.Queira V. Exc.
informar sobre o incluso requerimento de Voz v\
Leal.
Dilo oo mesmo.Sirva-se V. Exc. de mandar
'2e Claudino de Oliveira Cruz : assira o inspeccionar o guarda nacional Carlos Cvraco Ra-
commumeo a \ S. para seu conheci.nento de{T illfrmand sobro 0 qil0 e||e pcJono r _
I riraento incluso, que V. Exc. rae devolver
Dito ao director da facilidad de direito.
Dito ao
de hontem, sob n. 797, dada com referencia o
requerimento em que Jos Antonio de Araujo,
pede o pagamento da quanlia em que importara
as bracas de caes construido entre a ponte ve-
llia e provisoria, se me offerece a dizer que, leu-
do o governo provincial feito com o supplicante
uta contrato, de que so deu conhecimentoao go-
verno imperial, que o nao reprovou, pagou-se
nmn preatacio no corrente exercicio, c nestas
circurastancias devendo manter-se a dos con-
Iratos, cumpre que so elTectuc sob min lia res-
ponsabilidndo o pagamento a que tiver direito
o .supplicante, pela conslruerno de queso trata.
Dito ao juiz de direito interino da comarca do
Rio Formoso.Com o seu offlcio do do cor-
enle recebi o quanlia de lSSfOOO res, impor-
tancia de 33 ejemplares da obra intituladaLa-
vrador pralico da canna de assucar.
Opporlunan ente ser transmiltida essa quan- eia oncead idos nesla ,,i
iaao Exm. presidente da provincia da Baha, prximo findo. sejam pera
-or cuja rncommendarao se lem obtldo subserp- tollas de O.-OTOJOOO ris i
t
P
lores para a dila obra.
vista do que V. Exc. declara era seu offlcio de
hontem, resolv designar o Dr. Joio Alfredo Cor-
roa de Oliveira Andrade para fazer parte da cora-
raisso de exame, de quo trata o art. 20 do regu-
lamenlo annexo ao decreto n. 1563 de 2 de fe-
vereiro de 1855.Communicou-so ao nomeado.
Dito ao inspector da Ihesouraria de fazenda.
Queira V. S. devolvor-me o contrato, que fez o
inspector do arsenal de raarinha para a consiruc-
co de ura caes a bem do mclhorcmenlodo porto
e que foi remedido a V. S. cora despacho des
t.i presidencia de 2.) d: setembro ultimo.
Dito ao mesmo.De conformidade com o que
me roquisilou o Exm. presidente d is Alagoas, era
offlcio de ti do correte, junto por copia, recora-
mendoa V. S. nexpedicao de suas ordens pira
que os saldos dos rendimenlos d'aqnella provin-
o ultimo de outubro
all remedidos era par-
por cadu um dos vapo-
res da companhia Pernamb
Dito do Ingazeira.Respondendo ao offlcio,
que me dirigiu a cmara municipal de Ingazeira
em 13 de outubro prximo lindo, sob n, 25, le-
nho a i-ocommcndar mesma cmara que me
declare era quanto orea a obra do cemiterio pu-
blico, e quanlo se pode obter do concurso dos
seus municipes am de que pos xilo, que dever preslar o cofre publico.
Dito dita.Approvo a arremataco quo fez
a cmara municipal de Ingazeira das impostes, a
que se refere o seu offlcio de outubro ultimo, sob
n. 26.
Dito mesma.Ao offlcio quo me dirigi a
cmara municipal de Ingazeira era12 de outu-
bro prximo Olido, o de n. 27, respondo decla-
rando qie cumpre manter a condiees e termos
das arremalacos, e fazer em proporco do lem-
po da creaco do novo municipio de Flores e
sua installaco, a entregados rendimenlos cobra-
dos nos territorios a elle pertencentes. Offlciou-
se sobre o mesmo assumpto cmara municipal
de Flores.
Portara.O Sr. agente da companhia brasi-
leira de paquetes a vapor mande dar trans-
porte p ira a provincia do Cear, por conla do
ministerio da guerra, no vapor que se espera do
sul. no soldado invalido do 9. batalho de m-
fautaria Manoel Francisco do Nascimento. Cora-
municotl-se ao commandanle das armas.
Dita.: rO presidente da provincia, allendendo
ao que requereu o alfares da qiiarta companhia
do batalho de infantado n. i\ da guarda nocio-
nal do municipio do Ro Formoso Jos Antonio
de Leo Jnior, resolve concoder-lho passg^m
para a guarda nacional do municipio do Bonito,
j finando aggrogado ao batalho n. 21 di mesan
t arma.Communicou-se aos comminJantes supc-
' ores do Rio Formoso o Bonito.
Dita 0 presidente da provincia attendendo
, ao que ihe requeren p lencule da primeira oom-l
panhia d i batalho n. 3 de inlanlaria da guarda
nacional do minicipio d) Recife Antonio SeraQm
da Suva, resolve noncder-lhe passagom para o
Io batalho de artilhariada referida guarda na-
ao coramaudaule su-
Sisszs csws.'rs -=" 53^^srsryaa:
provincia.
cou-se ao m racionado presidenl
da outubro prxima lindo, sob n. 8, se me ol- ;lll no co,nda...e su
a dizer que me parece conveniente que cional do m
} rae. entre em accordo cora os plantadores dessa metiendo por ,-ona
Una para que paguem urna renda mdica pelo
terrenos, quo Cultivan), ca quanto u governo
imperial nao resolver a respeito.
Dilo ao juiz de direito de Goianua.Pelo seu
oflicio de 8 do corrente nquei inleirado de ter
\rac. naquea dala entrado no goso da licenca
de um mez, que Ihe fui concedida.Comrauni- ,
cou-se ao inspector da ihesouraria de fazenda e anuo, passo a solicitara necessara providei
ao presidenli da relarao. governo imperial.
erior da guarda na-
unjcipio de Olinda e Ignarass.Re-
. nr copia a V. S. as iiil'oruia oes mi-
nislradas pelo inspector da Ihesouraria de fazen-
da em data de 9 deste mez, sob ns. 792 e 791 se
, ni" offerece a declarar-llie, em resposta ao seu
| otlieio de 7 dejullio ullim ,, qe, n-l0 podendo
ser pagos por falla de crdito os prets dos corno-
las do 9' batalho de infanlaria, pertencentes ao
! trimestre decorrido de abril a junho do corrente
n ciado
Dilo ao director das obras militares.-Approvo "Qaanto* aos p'rcts do correnlc exercicio a the-
o contrato que fez Vmc. cora Sebasliao Jo da souraiia de ta/.ou ja est habilitada para salisfa-
Paixao para n pintura do quartel do 4 batalho zc-los
nfnl\rI>'ilia,U *ob aS c*)n.dloesl cocanles do ter- Igual comniunienco faco ao coronel Francisco
?mm" a 8CU C1 de.h02te?' S"b 308- l0'1 uim Perciro '-^o. chce do estado nnio
Tji"muQl0,1-e> an;.Al'.,, ... cridado na correspondencia relativa ao referida
v ,Cit nda-ICJd1nr!)J de Pj,cl3-7 batalho n. 9, aquarlelado nesla cidade, aliento
i-7 n3 Jde 1 d> .cor'"onle' sub o motivo declarado no offlcio junto por copia, do
r 4,'Jj?r,""y,, mand ^r >" ao sargon-, referido chefe do eslado roaior.-Officiou-se o
to vago raestre Joao Amonio da Silva Pessoa, este.
'^^.T'.'ni00 to"?ode seu conlrt" ha| ditoao dito da gaarda nacional da municipio
'"n, m a i- a doPo Alho.-licando inleirado do que V.S.
Dito ao mesmo.Mande \mc. dar baixa ao me communicou em seus olli- ios de 26 e T de
soldado do Torpo do seu coraraindo Antonio outubro ultimo, tenho adeclarar-lhe que o direc-
cional.Corara n nicou-se
perlor do Recife.
Expediente do secretario do governo.
Offlcio ao commandanle superior da guarda
nacional do municipio do Recie.S. Exc. o Sr.
presidente da provincia manda communicar a
\ I se, em resposta do sen offlio de 7 do cor-
rente, sob ii. 215, que ao director do arsenal de
guerra se manda nesla dala que forneca os rc-
lles, qu V. Exc. solicita para o quarlo batalho
da guara nacional deste municipio.
Dito ao inspector da Ihesouraria de fazenda.
S. Exe. o Sr. presidente da provincia manda
communicar a V. s.. em resposta ao seu offlcio
de 10 do corrente. sob n, 8).). que acaba do au-
torisar a ihesouraria provincial a inJomnisar a
fasenda nacional da quanlia de 1l3jO!)J despen-
dida pelo collnclor de Serinhem com o sustento
'l > sos pobres da respectiva cadera durante o
rae/ de outubro ultimo.
Dilo ao cora ni unanle superior da guarda na-
cional da comarca de Sanio Anlao."S. Lxc. o
Sr. presidente o i provincia manda declarara
V.S. que subm-tie Consideracao do governo
niperiil, o offlcio em que V. S. faz sentir a ne-
cessidado de majores para os corpos da guarda
nacional dessa comarca.
2.a seccao n. 12. Ministerio dos
estrangeiros. Rio de Janeiro 8 de nDvembro
de 1359.
Illm. e Evm. Senhor. Tenho a honra de
transmittir incluso a V. Esc. una extracto do of-
licio, pelo qual o cnsul geral do Imperio em
Himburgo rae d condec ment do estado actual
do assucar nos pontos europeos do norte, fa-
zendo algumas observares acerca dest^ impor-
tante ramo da nossa industria agrcola para as
quies chamo a alinelo de V. E\c.
Fazemlo eta communicaco, reite o a V,
Exc. os protestos de niii.Ii i peifeiia estima e
distincla consiileraco. Joo Lins Vipira Can-
sancao da Sinirab A S. Exc. oSr. Luiz
Uarbalho Muniz Fiuza. Ir.teirado.
Palacio do governo de Pernamb'.ico. 29 do
Novembiode 1839. L. B. Muniz Fiuza.
Conforme. Francisco Lucio de C3S|ro.
E.clrdiLoa uero ao aviso do ministerio dos ne-
gocios esHUi%ctfo*Ji de novembro de \~>'J. da
i. seccao, sobi^T'titn7jid( ao prndente de
l'ernambuco. ""-._
Por ve/.es tjnlio levado a considoraijao do ,
verno algumas observacoe a respeito d|a fabrica p i,-.i
, l-- | vT-ra o brado do Lnganle, qiu azia na inlj-
cao do assucar, e volio doi a presenca do \. i, ~-, ... i,, ,
. ,' v. lencii_tort,ir,:,:} na5 suas nobres aspiracoes
txc. para llie expor a posicao acta ueste gene- >. *!-.,. i .____. j
. r Y T Lrao as rlgias do progresso e das sciencias que
ro no3 portos europeos do nortu. -4 ^_ ', '
i La j i l iJ t principiavara actuar em todos pensamentos
A nroduccao do assucar de beterraba lera fetto ', mi._____ ... '
_____'. ... |. dos homens veraWe^anienle brasileiros, sinceros
enormes prozressos na Alemania, e a e supe- ... .
. r r, v amantes da trra qds} os viu nascer !
rior ao consumo tamo no Zolvereim como na; P .'. M ,
a..... E o brado do Lea o -84^ Norte era breve re-
Austna, e os fabricantes reclamam agora um \;
premio d'exportacao equivalente ao imposto que pie,,, eSl^.e.a /oz_do graTrft^mozonas as
pagam as f,' s indgenas para abastece.- os arf!' do l' ,d9 S: Francisco ro^Uo
estados vi,ind ora os seus productos, i ">0Ir,a J1 as brK,,3S ,do a!,-Vino i*n*^, fo
CORRESPONDENCIA DO DIAltli DE l'Elt-
NAHBUCO.
ALAGOAS
faragu 3 de Dezembn de 1859.
Meu charo Sr. A tramfarma^ao que elovou
o Diario de 'ernambuco ao gran le fomiu do
Times de Londres a raalisacao de ura sonbo,
queso poda medrar mediante o poderoso impul-
so de un; brasileiro benetneriio, qual por sera
duvida V S. O Sori do Imperio readquiresua
altiva posteo, os meldoraraentos moracs c inaia-
riaes cada dia augmonlain prosperara s lomad
mais incremcnlo, e apopulaQ.io que se prestara
fcilmente a secundar os projectos da demagogia,
condecen anda o lempo, quo s cora a paz e tran-
quililade pediara elle e o paiz, encelar a obra da
reconstrucam Elam, j ameslrados pela ex-
periencia b-iin amaiga o dolorosa, sicudin lo o
jugo que os empella eos desatinos e a perd^ao
condecen Jo ; que as revoltisconcorrerara de so-
bajo parao retardamenio da reganeracao, fzeram
ouvir um brado solemne. Al.axo a anaidiia,
a intriga e a desdarraona c tristes recordaron
Je ura passaJo doloro o ; e tratemos de inau-
gurar como nova era de progresso pausado e do
accordo cora a nossas rendas, e possa nossa Pa-
tria camindar com liherJale e franqueza, na
estrada das millnramenlos inoraos e maieriaes.
modasmassantes e exteosuM < as roriepotidan-
cias, que llie enviava e qua Raptaran c gen
acolhimentode V. S. ; e pois resolvi eacaUi
novo a niissao queliavia deixaJo, e reapparcrcr
as columnas do MU Diario, sead rom os pai-
las e ronpagens de oulr'ora, vestido com os li
le? andrajos de ura pobre e mosquina* trovador.
Seguirei as pegadas dos duraens da srinne:.-,
acompanliarei de longo as latas dessa nodr-
pleiade do litteralos da trra dos Andr.ila?,
quando fraco o exlenuado pelos paJecimeiiit-
observar o cufraquecimento de meus recursos :.-
tell-ctuaes. deixar-me eahir x.breumdas mar-
cos da estrada c encostando a caaMfi ao i
Alaude, dormirei o somno da borscm que
reu sera iloixar a fama de seu nome, newi a r.e-
gra reledridado de feitos omin.sos e execrave
Nc apresentarei programraa, V. S. j-.
quera ou e que nunca costurao trucar de falw,
nao me importo cora a poltica do paiz, respeit.
os doraenj qiiaes'uer que sejara asna principi .
e mesmo so.-ei pouco no'.iciador, salvo orj.-i
do-me V. S. o contrario.
o.c,
JURISPaUDENCIfl.
Com quanto cjam muito limitados os depsi-
tos d'assucar *e canna nos differentes tiortos, as
sira raesrao elle agora exportado para fura do
paiz. Do Kojnigsbarg vierain seto mi saceos de
assucar de l'ernambuco para Hamburgo, e do
Trisslo se expedio ura canegamento d'assucar
da Havana para Londres: isto quer dizer que o
assucar de beterrab3 domina os mercados.
Com quanto o deposito d'assucar! de cann3
nos differentes portos nao seja mais do que no
anno passado em igual poca, e o consumo nao
tanda diminuido, elle vale boje 5 scnllings es-
lerlinos de menos por quintal do que nos annos
precedentes, e as daixas qualidades s rauilo dif-
lclinenle encontrara compradores.
O assucar o mais inferior que actaalmenle
exposto venda nos mercados da Europa, o
imscavo de Pernamduco e Paralaba ;, assucar
bruto seeco ao sol, embarcados era sarcos que a
bordo ficam liumidos e tornarn-se era mel, e
muilas Vetes apresentam neste mercadp um d-
ficit da 10 a 11 libras por arroba, e o
lera ura chairo azedo, que o dasapre
parda aos nleressaios.
Ao mesmo lempo que a culiura do caf st
tam aperfei;oado no Brasil, c elle pode j con-
correr cora o caf dos oulros paizes ; o no-so as-
sucar tem p dizer que ello lindar por se tornar
Se os nossos fadricautes de assucar nao
raaior atlengao, e se se no tomaren medidas
que os (briguem a tratar meldor o genero, o as-
sucar brasilairo s peder contar com p mercado
de Hamburgo, porque nesla nao paga direito de
eutrada.
E' de esperar, e muilo ulil sera qu i os sondo-
res de engenho brasileiro3 seappliueti a fadr-
cagao do asiucar branco, que se vend com nina
diffarenc.a de 8 a 9 shillings esterlinos cima do
bruto e mascavo. O assucar bmto nascavo da
Paradba j so vendeu a 1S shillings e 6 pn-
eos e o brauco obiem anda 27 a 21$ shillings
pelas boas qualidades sortiados de 5
que resta
ca e causa
mprudente
nvendvel.
prestarem
Tal vez fosse conveniente cbamar
4. e 3.
a attenc/io
dos nosso3 sondoresde engendo sobra este impor-
tante negocio, para quo prestera ellas lodo o cui-
dado na fabricaclo o acondicionainento do assu-
car. Conforme. Joaquim M. Al. d'Azara-
buja. Conforme. Francisco Lucio Ida Casi-o.
EXTERIOR.
ROMA. 22 DE OUT17R1IO DE 1139.
A feliz rolla do Summo Ponlifice pa i esta ci-
dadu foi saudadapelo povo romano com Ido affec-
laoso e caiholico eulhiisiasmo, que bou se p6ie
dizer, que tola a pnpulnco foi ao sen encontr
quando volvou de Caslcllo-Gandolpho Desde n
porta raaior ao Vaticano hara urna s inha com
paca nas mas, e as verandas, que s> acharara
ornadas de ricas (apegaras, o numero i las s
ras o pessoas gradas era extraordinario
As mais enthusiasticas acclaraacoes
las Sua Santidade. como se
gonerosidade
o alvo do naufragio
Pernamduco e oNorte do Imperio virara ope-
rar-se o movimento salutar da regeneracara, im-
pelido pelo valioso impulso dos homens patri-
ticos, que se collocaram testa da minaf jo
de beneficios salutares, nao se iratava de utopias
e de innovacoes exageradas e sira, de crear esses
polerosos motores da agitagao pautada e creadora
do commercio o da agricultura, fontes de uros-
peridade para o Imperio do Brasil.
A Iinprensa abandonando as lulas improficuas
a perniciosas de urna polica de fofo palavres
e proraassas fementidas, a [aprensa salva guar-
da dos povos e da liberdade, correu a sinda a
iniciar-se nas quest-s que ahsorvia os homens
sensatos da socedade brasileira, collocou-se no
lugar que llie competa, niciou os milhoramen-
105, animou os arcditoctos, inspirou os adeptos,
galvanisou 03 pusilnimes e conseguintemenle
a reforma leve seu pleno desenvolvimento.
Diario de l'ernambuco ( j era V S. o Pro-
pietario ) o decoro dojornalismo Pc-namduca-
no, nao besilou um s instante na inonciacSo de
suas ideias, revistiu-sa de novas formas, lomou
dimessoes gigantescas, facihtou suas columnas
aos homens da sciencia e humanitarios ; elle ja
porsium miidoramento importante, concorren
poderosamente para a niciacao e realisacao od
oulros.
Sempro ordeiro, governsta quando o governo
odrava de accordo cora o Paci fundamental da
Nacao e garanta os foros da sociedade brasileira
imparcial na apreciagao que fazia dos negocios
pblicos, aecatando o mrito e prestando-se pa-
ra a defeza dos Cidadios quando offendidos em
seus direitos ou massacrados pelos Agentes do
poder, a o Diario de Pernambuco nnra-lhe
seja feitn, fildo da Iraprensa, nunca eoncorreu
para o discredito, nem para os desatinos dalla,
antis tara cimentado o entliusiasmo memoria
de seu immortal inventor,
Porlanlo a grandiosa transformaelo e o aug-
mento que da tdo a prova evidenlissima do
crdito que lia gosado no mundo eivilisado, que
o lem anxiliado no seu progresso e llie da faci-
litado os meios, para elevar-se a alta posico de
Times brasileiro. Se. o Diario prospera l-
gico que tambera prosperam o commercio a
agricultura, que uuguienlam as rends publicas,
que a populac/io duplica e que altos in'eresses se
agilam na provincia.
Acc-ite, pcis, V. S. inhibas sinceras felicita-
ijes, sao puras e sinceras provas do meu emdu-
siasmo, oaldusiasrao lildo do amor qu dedico o
Pernimbuco aonde deslisei os risor.dos dias de
infancia, aon le gosei os doces affagos de una
hospitalidad^ generosa, donde emfira pai su-
doso, j prevendo as decepcoes que me aguarda*
varo nesta Ierra onde vegete i tres lustros.
Crea-ma Y. S. a recente elevacao de sen Dia-
rio, veio libertar-rae do silencio aonde resolver
dormitar por algnm lempo, as lulas da ni
'ren-
orara da-
o poto romino .
Iquizasse,eaesejasseaproveftaressa occisiaopara |sa me ten causado amargos dissabores, lenlio
SK^^n^.^1" 7 'yW* i,IaT,"s soffrido "uliI- e sobro lud. panido .lies de
dirigaos aosaii'ctlo.sdi corda noiilittcin. .
Diz-ee que s. s. pretenda dirigir una fraler- ; q" spreoiai me e comprehen ler a puro-
s da Ro- i za Jd nunhas inlen^es, nihil esl ulilius do-
mini quara recia toqui, > mas en padece por
prestar cultos a verdade, por sor sincero na ex-
hibicode meusjuizos o por nao incensar os ido-
I los fofos e galvanisados da poca. S a ruMa do
ponceder '' graves sacriflcios tendo conseguido alravessar in-
: nal proclamadlo a seos rebeldes subdil
mania, aura de ver so consogue cha
gremio da ogreja, e a reeonhecerom o
que Ibes corro como membros da familia!
S. S. quer, com um tal acto, repetir su
de 18 ).
diz-se mais, que S. S.
BtariTnvJ dlvi^.7llis,iai d-'aSi3do' i "lume a ,urba dos d^nfrea"los iovejosoVe de-
actuara a novas dividas da revolucao como se I ...,-. i~._:. J .
louvessem sido contrahidas pelo Estado. Se, lrac!o.r01 |espeitoos por eu nao rao rebalsar
iaa-Ios ao
deveres
christaa.
ila benigna
into ao juiz de direito da comarca de Tacara-
uS. Exc. o Sr. presidente di provincia, a
. qunm t presente o oflicio, que V. S. me diri-
gi em m de setembro ultimo manda declarar-
me, que, nio 'mv-ih crdito para o forneci-
menle resultar a destaca de loda e
laco.
Scsseata e tantos orcebi'pjs obispos
/*
MUTILADO
N
si popo-:
sac;ao.
Sim, lemdrei-me do lempo de minha residen-
franceses I cia nas margensdo ameno Camarasil.-e.record.'i-
KXTHVC ios |.v CONSOLIDADO D>SS LEU ClVtS.
Observa re< do drogado Antonio Pereira tt -
bou
o arl. 595 diz que Equiparam-M as i
pras e vendas para pagamente da ii,.
* 5 ." (pag. 22 A, a Ijodicacei de bena o,
raz a teslameiitciroa e inven tanles por iu-
demnisarodedospezasfeitas coa legados t di-
vididas passivas.
A no,, | ,,te 5 5 do arl. !)., cita a o,
o. UM do 1" de outubro de 1p6. c diz : vi,,
so poe em duvida se o testamntelo p ..
nao haver os bous do testador a osle titulo
pagamento da despera, (acedo une di-
Ord., hv. 1, iii. 62, s 7.
Observa^
Soria melhorsobr.slsr no transumplo da
dem e mencionar nu nota o que diz a ord,.
thesouro.
Em verdadecasa ordem, oupropramenle pe -
yisao do thesouro n. 101 do 1J de ouii.lu', i
1848, nada jioz em duvida ; responde, sim .\
pergunla que relere senni lestamenteiro e
vent.iriante deve pagara si/.a do; ,,.I1S ,., i
do testador, adjudicados a elle or iademnis
cao da desper,, g ~ [^w 0 1V!
anesde-- .Ci0Ur0n'",;,',rM,l,re d,lv'Ja '
Dule!j .' e DPre.sen". o lesUmenteirtv
u-^i,rou havct S bons 'lo le-tador a esa
"Wk. de pagamento de despezaa a face do i i
spoeOrd. liv. i", tu. 62,S7Vadjdaci
a elle se faz de i..es bens, sendo de raz, i sai! -
la ao pagamento da >./a, por haver ueste c
uina rerdadeiradoaco in ulutum.
Donde se deprehende quo, .-,. ao i,...0i; .
compelase resolver, sua solucao seria n< i
da validado da sujeita adjudicarao ou don,-,,'
sotulum, mesmo em ,,,a do 8 7o dw til. (
ord liv. 1 '.
Nem aos teslamenleiros invenlariaali -
judicao ou pud.-.n adjudicar bviu para p
mcnios de dividas, legados e despezas, para
jamis Qquem sendo proprietanos,
so e tao smente para que requeiram sua i
por iire.niiaca em hasta publicaperanle o
priojuiz do luvenurio; antes que no da pr dona dos residuo?, se igualmeute nao fr o u .
tnyenuriocdo producto da arremataco driles
seja satisfeito o computo das dividas, dos
dos e das despezas do intenlario e da conl?*-
lamenlaria; pagando-sc ento justamente d .-
valores das arremalacocs a siza e meta siza cor-
respondentes.
lano 6 que, se o producto das arrematar -
exceder a importancia desse* encargos, reverte
liem do> herdeiros o rcmanescente ." entre
se sobreparlilba ; e, se pelo contrario nao |
tem o lestamcnuiro reg.-esso contraes herd
ou legatarios, o, conforme o dficit, drafalca-
0 acervo geral ou sement do que fra di-
em testamento.
(juaudoo lestamenteivoc inventaaated tam-
bera herdeiro OU coherdeiro, que Succede ir -
llmente ao defuote no dominio e posj
liens, conforme airara de II de novembro .)
U5I, nao lera que pagar siza e meia siza de
adiudicacao alguma de bens que loe aeia fel i
poi |ue essa adjudica^iv nao importa noi
dussi.ao, nem escambo sajeito ao importo di
si/.a ou meta siza, se nao laxa do sello corres-
pondente ao liquido heeedilario quando a hi
ca nao havida de ascendente ou deseen
legitimo ou natural prupriemenlc dilo
CAPITULO VII.
/' .'- / cae es.
art. 673 [pag. 200 diz que : leudo g, |.. ,
penhoranjlisiamente eita por estar a pri
tarto pago do alugual ou de parle dalle, Inr. -
rer na pena de salisfazor ao inquiline era Ir
dobro o que llie pedio demais, eoaliauanda c-
len morar na casa o lempo uecessarlo para lal
salistacao,
A nota [2 a este art. G75 cita a Ord., li :
di. i't, ^ .r. diz: .Nunca \i execularsem !!. -
le pena, que duscoohecida em oosso foro.
Uoseri aties.
Une nunca o autor da nota livcssc visto Pi
cutara peona do 5 d" do til. 23 da Urd., lii ^
Uemcque o diga send i esse o sen tealemiinliu '
pote,o que c descouhecidaem nosso foro a pena
qu saucciona urna le rommumcBp citada pe -
que requerem os executivos por aliguis di
sas e pelosque u ellesseoppoera uaoparece
sentaneo dizer-sc.... Oque se deve pensar de
- r frequeiile a inffliceao dessa pena o que
os proprielanos e seus procuradortu raras vme*
execulao pelo que Ibes nao deva,ou pot oiuzueis
de que ja eslejam pagos ; c aos ioquilino
isso mesmo faltan occasiao de reconvi-loi
cazmcnle, pediudo que se Ibes julguea coi
nacao conforme a le.
Hilo ,. proiadu u caso da lei, guardad.- .-
formulas esUbclecidas, nao crivel que uu .,. -
gum d uxasse dejulgar eui sua coufurmid.i
rodo o romnc imienin c circumspeccao,
dove haver, vista do precuo da le de l> rj
grtsl i de 1769, abslcndo-se quom quer que seja
dedar por moras era seu silencio resp.il.'-!
icis que reprimcm a fraude o a exlorslo,
dandoa moralidado devida entre os contri
les : tanto mais quanto se trata de credor..- pri-
vilegiados e que rouiecaan a demanda do qaed
zeiu derei-se-lhc, peiilioraodo os bens di nro-
pnotnquilno ou de quiin na casa se a,l J 0
por amor d moraldada>- lem visto sewpre i -
jeiladas asproposlaa b-ila- peranle o poder I.
gisl altvo pan derogar a peua do dobro da ou
liv. til. 36, alias era gera! applicada aos de-
mandadores por ao.oe.- ordinarias ou sumnuti .s
nao ejecutivas.
CAPITULO IX.
Da locacao de sen coi de eehranaeiroe.
O art.698 [pag 86o diz: Ocont7atod. I
cao de scrvicos, celebrado no impeno oo
parase rcnlCar dentro delle, pelo qual i
estrangeiro se obrigar como locador s podepro-
var-se por escripto.
A "ola [l).cita a le de 11 de outubro de 1837
e diz que : esta lei substituto a de 3 de sel
brodel890,quee*fi denenhum ngor..
01 ] -.,-:.
Porcffeilpdalei d U'de outubro de 1S37,


(2)
DIARIO DE PERNAMBUCO. SEXTA FEIRA 9 DK DEZEMBRO DE 1859.
V
jjerevogoi ns leis o ni contrario, podo-so dizer
que a de 13 de selembro do 1830 ficou por ella
revogada na parle em qu deu providencias so-
bre os contratos de loe-icio de servicos de Os-
fraugoiros. que o objeclo d.i uemna lei pos-
'erorde 11 doontubrode 1837 ; nao emquan-
o a lei de 13 de selembro de 1830 geralmente
-Ubolece a naneira por que deve sor man ti Jo
i contrato por escripto, pelo qual un brasileiro
u estrangeiro, dentro ou fra do imperio, se
"briga a prestar servicos por lempo determinado
itu por-empreitada, havendo adianlameiiio no
iodo ou fin parte da quantiacontratada.
Se nao por qual outra lei se regularan) as
'brigaees dos contratos de tocacao de servicos
feito com brasileiros, se a lei de 11 de oiiluun
Je 1837 delles mi trata, providenciando sraen-
i<' sobre ns contratos de locaeodo serviros dos
strangeiros ?
Sim: porque oulra lei se regulara m as obri-
acesdo contratos de locadio de servicos dos
brasileiros se nao continnasse, como contina, a
respeito delles em vigor a lei de 13 de outubru
e>1830?
Da declaracao da nota dsettoraem vigor teta
le na parte em que nt> ha alguwa posterior
em contrario nio s resulta essn absurdo con-
tra a lgica do direito, como o de faceto de nao
havir mais contratos de loca-jo do servicos com
brasileiros, ou somonte nave-Ios fra dalci.como
ninguem pensara, contra a geral expectaeo.
CAPITU LO X.
Da sociedade.
9 art. 765 pag. 279] diz que: Reputa-so
:..-o escripia a mdica de que a sociedade con-
tinuar com os herdeiros ik socio tallecido.
A nota (5) a este art. 7(i{ cila a ord. liv. 4",
iit.-fl pr. ; diz que tal era o rigor do direito ro-
mano, que nao lera sido recebido pelo dircilo
mudemo ; e que o nosso cdigo do commercio
art. 38, admille que a sociedade possa conti-
nuar com os herdeiros do socio fallecido.
Obtercaco.
O art. 308 do cdigo do rommercio o qu,e diz
' que : quinde a sociedade dissolvida pormor-
ti- de iini dos socios, livor de continuar com os
herdeiros do fallecido, so entre ns herdeiros al-
gn ou alguns forera menores, estes nao pode-
rse ler parto nelli, ainda que soja ni antorisados
judicialmente, salvo sondo legtimamente eni.ui-
< ipados.
Assim, puis, liem se v que o art. 308 do codi-
to do commercio nao fez tois do que provenir
que os menores nao legtimamente emancipados
se poss.im ter por membro* de sociedade algo-
toa otef cantil, anda que Ibes competase sor poi
.ceessaohereditaria ; c, dada a hypolhese de
se ter no contrato de sociedade convencionado
que, fallecendo algum dos socios, ella continua-
ra com os scus herdeiros, isso mesmo s se ve-
rificara com os legtimamente emancipados era
harmona cora o que dispon 0 n. do art. 33 do
iiiesmo cdigo, dizendo que as sociedades re
; utain-se dissulvidas pela morlo do mu dos go-
dos, s Iva convenco em contrario a respeilo
ios que sobreviverem, qu corto nao sao era po-
den ser os successores hereditarios de algum so-
jo defunto.
'Seiu do outro modo se achara textualmente
nsposlo no 4" da propria citada ord., liv. 4',
Ut. 44, emquauto diz que o ((intrato de com-
panhia se desfaz por ruorte natural de qualnuer
dos companhoiros. >>
K, anda que uqticm outros alguns vivos,
lanibem quando a ellos acabar o dito contrato,
-alvo se a principio se concordasse entro lodos
que o tal contrato durara entre os que vivos ti-
isscm,
Mesmo O que consta do n i do art. 336 do eo-
0150 do cotumercio nao contrario ao do di-
reito romano ex-lei 65. '> R- pro. soe. Uorte
.us socielas dissolvitur etsi conseusu omnium
cita sit plores vero supersint ; ttitt in cocunda
-jcielale aliter conceiiertt.
Nos termos expressds dn art. 33i, lambem do
'digo do commercio : Auenlium socio licito
i terceiro que nao seja socio a parte que
canto de
autora ido propnu o o modo de proooei ella
- providencia policial preventiva e judicia-
ria, e consecutivamente o regulamento n. 121
do 31 Jo Janeiro de 1852 nos artigps 111, 112
o 113.
Vendo se nao menos bera que urna s das
ii is do quo trata a Ord., liv. 3", tit. 78. 5", a
respectiva s oiTensas pesapa, que d lugar
boje, como em todos os lempos, aos termos de
seguranza e betn viver de que tratan as leis do
processo criminal; continuando a outra causa
a periencer as juslicas civis, scilicet, a de temer
alguem de outros que lhe queiram sem razio
oceupar e lomar suas cousas.
Aoart. 819 (pag. 217).
\ nota, citando a ord. liv. 4558, 1", diz que
ao esbulho (o de que trata a mesina ordenadlo
e o artigo que della transumpto) chama'-se
quasi forca, e ao esbulho em que tem lugar a
pena do art. 815 forra rerdade-ira, e que sup-
primo a oulra determinac&o desle paragrapho
sobre a reslitucjo da posse, nao obstante a pro-
va om contrario"sobre a propriedade, porque re-
pugna com a sa doulrina do assenlo do 16 de
fevereiro de 1786, que elle (noladorl tonhaapro-
veitado.
. ,, Observares. ignoramos, airavessaram o rio a nado.de Quebec i este desastre e fixava todas asi s ittencdet
A razao dada na nota obviamente d a ver a ponte 1-vadta, indo e voltando sem descanear. I acrbata, cuja agidadee torca cada vez maisad-
que nao pode autonsar a supprcssao que o I fcste trajelo pengoso, pela rapidez da corren- I miravara os agricultores do "cpndado de Orleans
le arrogoii, mesmo anda circumsorcven- te, durou urna hora c quarenla minutos, m De repente ouvio-se um estrepito lerrivel, e
dos dous nadadores cuslou-lhe a chegar ao lim urna exlremidade da ponte de ferro dosapparaccu
da viagem, sendo preciso recolhe-lo n'uin bolo, a debaito d'agua com perto de 400 oessons e um
O eugentieiio tul pela pnmeira ve t oamaru
dos communsem 1847, e continuou perlejiccndo
a todos os parlamentos que se seguiram
HOSPEDARAS NOS ESTADOS-UNIDOS.
Os botis amonnos, diz o Crrelo dos Esla-
dos-Unidos. tomaraiu taes dimensoes, que che-
gar um dia em que so eslabelecam nelles cami-
nhos de ferro para levar as comidas desde os apo-
sentos sala de jantarde vice-versa. Emquauto
que isto so nao realisa, era um hotel de Nova-
York, estabeleceu-se urna machina de vapor para
transportar a lodos os andarasbagagens dos hos-
pedes, e outra de diversa forma para subirem e
doscerem as pes-oas.
DOS LEANDROS.
Os Estados-Unidos sao o paiz das maravilli.is
O Correio dos Estados-Unidos, de 14 de se-
lembro conla o seguinte :
Quebec nao lem um Blondn, mas tem em
compensaeao dotis Leandro, que s.ni seren
estimulados por duas lleras, alravessaram a
nado o rio S. Loureneo.
Poi soxti-feira ultima que leve lugar o mais
admiravel feito de nalaoo de que ha uolicia no
Canad.
D
leslividade acaouu com um escolenle
illeluia.
Asynagoga velha, que fo lechada no mesmo
dia, foi instituida ha mais de 200 anuos.
NAO HA GOSTU SEM DESCOSTO.
O Correio dos Estados L'nllos, dol.de ou-
lubro, dS noticia de una grande catastrophe,
acontecida em Albion, no Estado de Nova York.
Foi um imitador de Blonldin a causa do ler-
rivel accidenle, que leve lugar na quarta feira
ultima, na feira d'Albion.
O acrbata linha prendido urna corda d'uma
ra oulra a urna cerla altural, sobre o canal que
passa em Albion. Como natural, a genle da
feira corren loda para ver o irtista. e as casas
que bordan o ranal, o bera assim urna ponte de
ierro situada a pequea distancia da corda, ser-
viam deamphi-thealro a niiljiares de curiosos.
l'or volta das cinco horas, eslava o acrbata
no melhnr dos seus ejercicios,, quando se ouvio
um grande barulho, e urnas yiute pessoas que
estavam em urna galeria des.lpparercram de re-
ponte, no meio de laboas quet radas o de um tur-
bilho de pocira.
Depoisde liradas debaixo djis ruinas um gran-
Depois do meio. dia dous homens, cujos nomos de numero do feridos, a mu idao esquoceiTloRO
ignoramos, alravessaram o rio a nado.de Quebec Lete desastre
do-se s bases dadas pelo governo imperial
para a procedente Consofidaco das leis ciris.
uanlo ni ais que no lugar supprimi
I. ", p. 58, 1o, tao importante, como se faz
eonhecer do son contexto emqnanio diz que o
que oceupou a posse de cousa vaga que nao'fosse
por uutrem corporalmentc possuida, a qual o
toreador cudava ser alhoja e depois achou que
ultimaniont invadiu de novo lid/rouihe, e que;
se a sua historia fosse publicada, surgeria era to-
la a Europa umbrado de horroi e de indigne- !
?ao con ira esse ultraje permanente feito nata- ;
reza lu mana.
VAXTAGENS DA CRINOLINE.
Ura Jornal de Philadelphia, enuraarando
algumas das vanlagens da crinoline, diz :
Liberta a mullier da pesada escraviJao das
saias, d vigor aos corpos, exponJo-os aeco
do ar livre : anima o consumo, Jesenvolve os
trabalhos manufactureiros, da impulso pesca da i
baleia o a fabricago do rame, melhora hsm- '
velmenle as formas exteriores, obriga ao exerei-
ciodos msculos, principalmente na subida das:
escadas; e, sobretudo, foruece aos eseriptoresj
minios asstimptos para interessanles artigos.
approvacio plena lodos os exarai-
PERNAMBUCO.
do a Ord., alguns ps distante da praia.
inauitoslou signal al-
0 seu companheiro nao
gura de fadiga.
ANTIGLIDADES HISTRICAS.
Foi completamente restaurada no palacio de
Yersalhes, a cmara de Luiz XIV, e o leilo cm
ora sua, ser o toreador recebido a provar suin-'que exprou osle monarcha.
mariamonto romo a cousa sua ; e, se o provar Este leilo obra de Siman Dclobel, creado do
ate qualro das pcrcmptorios por escriptura I quarlo do grande rei, que gastou 12 anuos pare
publica ou por tcstemunhas nos casos cm quejiazer aqoelle movel, que passa por umadas ma-
por uossas Ords. podem sor reccbldas, serS I ravilhas do lempo. Sobre o leilo ha urna cobor-
relova lo da dila pena e de qualqiii>r out^ que ta bordada pelas oducandas de Sanl-Cvr, que o
wer na sociedade, nem fazer-se subsiituir nu
lercleio das funecoes que nella exercer, sem
presso conhecimento de lodos os outros so-
s; Que reria. pais..a s.ery.socio por sucees-
hereditaria spirtto u contrario do principie da
tittt.*,.aQQfp/Kcao mutua, conflanca .e conve-
ia pessoal inherente a toda a sociedade,
uisegrado no art. 33 i do cdigo do eommorcio ?
Se u herdeiro do aljum socio defunto urajor
u l'-jtim imenlo emancipado, conviudo aos so-
eios sobreviventes, urna nova sociedade e com
'lie contrahda as mesraas bases da dissolvida
ou alteradas ollas coiitormo o art. 307, alliando-
s ao direito ss conveniencias. De oulra forma
nao se podem harraonisar os arts. 308, 31 o 335
S 4 do cdigo cummcrcial, cujas disposiroes vm
a set cssoncialmenle as niesmas da ord", liv. 4,
l. ti pr. e i e do direito romano constantes
das II. o9, 63 8, 65 9 ir pro. soc.
CAl'LTI LQ XII.
Va /liara.
t art. 789, pag. 277, dizque cossa osle be-
neucio de ordern un eseussao,
' "" as flaneas de rondas publicas.
A nota (6 diz : assim se lem entendido a lei
: 1 do dezembro do 1761, lii. ?: 5 34, depois
que o decreto de 10 do si terabro de 779 tornou
a admillir as fianeas. Antes nao ora assim, como
se ve no regiment de lofi. cap. 112 a 173.
Obteroaroet
E como nao assim ?
E por quera de tal e tao absoluto modo se h 1
entendido.
O citado regiment ndubilat cimente no cap.
120 diz que ; primeiro se faca penhora em todos
os beos movis e de roiz dos rendeirosdevodores,
o, se os bens nao baslareiu, st: mandar Inzer
1 unliora nos beos de seus liadores e abonadores.*
E no cap. 173 que : so mandar penhorar os
(idcros em todos OS SCUS beos movis e do
iaiz, osquaes se mellerao logo em pregae oven-
oro primro que 0$ dos fiadora o so ellos
nao hastarem pelo que fallecer, se vndenlo o<
dos ditos Dadores o abonadores.
i. nao s esse regiment que o determina
nos caps. 120 o 173 ; lambem a ord., liv. 2g, no
z do til. 52. Da otdm que ot tocadores de
it-rei tero as execu.oes, determina que, de-
pois do excutidos os bous dos dovedores, ou
seus herdeiros, que se passar aos dos setis
fiadores uestes termos : {acamas penhoras e
esecncoes primeiro nos bens do principal devedor
t de seus Iterdeiros, se acharera ; e, nao se
acbando, eutao as facam nos bous dos seus la-
dores.
No tit. 2o, 31, a lei de 22 de dezembro de
JiDloquefoz foi prohibir a estipulae&o dos
contratos da fazenda publica com flaneas.
E o decreto do Io de selembro de. 1779 orde-
nou que se podessetn arrematar todos os contra-
tos cujo proco nao excodesso a 50:000#, aceitau-
-do-se-lhes, alm das obrigaedes dos socios os
liadores que oifcrecesscm, a flm de se prom as
rondas em mor soguranea.
V-semui bem, nois, que o decreto do Io de
selembro ue 1779 nao fez mais do que facultar
em determinados casos a acoilaeao dos liadores,
que a lei de 22TK dezembro de" 1761 no S 31 do
lom. 2o prohiba ^oralmente.
E que, porcoiisoguinle, oque so devise deve
onteiider que* accitando-se nadores quando
nceitaveis, e havendo-os as execueoes Uscaes,
contra elles so devem observar imprctcrivelmen-
le os caps. 120 e 173 do regiment da fazenda o
a ord., liv. 2", til. 52, S 2". procedendo-se sobre
"S bens dos mesinos fiadores smente depois de
Acuiidos os dos dereJoros afianzados, de scus
sovios e dos herdeiros respectivos,
TITl l,o in.
Dn daiii 110 e esbulho.
Ao art. 812 pag. 295.!
V nota (1) cita a ord., liv 4o, tit. 58, 2" e a
lo Uv. 3", tit. 78, 5 ediz que esla Ord. ap-
pcavel pelos praxislas aos interdictos relinenda
pottessioni* ; afflrma que ella niio falla em posse :
diz o/fender as pessoas e cousas ; concluiudo
issiBB : Estes fados dao hoje lugar aos tormos
Uiseguraura de que tratara as leis do processo
criminal.
ObservacOes.
lustamenle a ord., liv. 3", til. 78, no g 5, au-
orisa as iiianuleneos, pondo-se ao abrigo tu-
lelar da autoriJad judicial o que so temer do
outro que o quoira sem razo oceupar e tomar
suas cousas
Nem mesmo quantoao temer alguem de ou-
Uoque o queira offender na pessoa nao boje
que tcem fugar os termos do seguranca de que
tratera os leis do processo criminal, porquanto
em todos os lempos liveram lugar os termos
de caucao ou de seguranca c bem viver, como
so ve do Rep. a citada ord., lom. i", edieo de
a.imbra, pags. 113 o 114, nota a), e pags. 605
606, nota (c), em Almeida Souza de Lobo,
nota a Mello Freir, liv. Io, tit. 12, 6o, o com-
pletamente em Pereira e Souza, Primeiras Ii-
nbas sobre o processo criminal, cap. 42, Do
processo suramario, 322, nota ;570], pags. 23S,
23 e 240.
Assim, pois, o cdigo .lo processo criminal
1 istamonle nos arls. 12, 121 e seguinles nao
fez nuSt do que determinar hodiernamente n
no caso couber. Porm, sem embargo de o^attim
provar, ser o ttbulhado restituido sua poste.
E, sendo, restituido, pedern litigar ordinaria-
mentesobre a propriedade. E, naopracando den-
tro dos qualro das como era sua, PEfiDER de
todo o direito que nella linha, sem lhe sol-
dado nunca mais lempo para provar como era
sua.
E conformemente nunca deveria deixar de
ser assim, guardado o principio geral da res-
tituido do esbulhado sua posse autos do
ouira cousa, em harmona com o igualmente
disposto no 5 2" do til. 40. no $ 3" do Ii. 78 da
Ord., liv. 3o, c com os gij 3" e i" do til. 51 da
mesina Ord liv. ".
E em que que mais bem graduado deveri.1
sor pelo legislador aquello principio car-
doal ?
Ao rerdadeiro toreador, espoliando ao elec-
VO possuidor da cousa ou que a possue Corpo-
ralmente, a condcmnnco a restituir com as do-
mis penas, excluida tona a pretencao provade
doraini 1.
Ao quasi [oteador, oceupando ,1 posse de
cousa vaga ou que por oulrem nao era oorpo-
ralmente possuida, a obrtgac5o de restituir nao
I exclnc a prova do dominio, "c 6 por ella rele-
; vado de loJa a pena para denianda-lo ordinaria*
\ monte. *"*
Se nao qualquer que se considerasse, le
o (lulo de dominio de alguma cousa que ou-
lrem possuisse a oceuparia de fado, e desde
logo se inverteriam os papis de A. e t. a von-
tade do espoliador, passando o espoliado, pre-
existente possuidor. a ser o demandador na
aceao ordinaria de reinvidicarao directa ou na
publicena, e o novo o.copador o sor o deman-
dado na sesma causa ordinaria de dominio;
ficamo pelo mesmo fado da quasi forra o tor-
eador constituido em posse legal antes do lapso
de um auno, com toda* as vanlagens de R. ou
parle defensiva, ate a final senten-a em g-o de
causa julgada !
O assenlo de 16 de fevereiro de 1780 milito
longe doce ser de autorisare anda mosmo pre-
textar una emclhante subvorse.
Tratando do impedir o abuso do se possa-
rom dos bous das heraneas pessoas estranhas
ou em grao remoto e incerto, a quort nao per-
leneia u direito do successan^rfn o dominio
delles, declara o assento de 16 de fevereiro de
17s que nesta precisa c justa consideracao,
bavendo um parentesco prximo em que" se
voiili pie, se.-ii depend'.'ncia de maior discusso,
a c.-'ifv, ,]., preferencia ndubitavel desle di-
reito, se lhe deve jnlgar Iransmissivel a posse,
at para se nao seguir o visivel absurdo de se
jnlgar nos interdictos restituitofios e nos outros
casos occorrenles no loro a referida posse aquello
j mesmo a quem pelo processo o evidencia notoria
I dos autos se deprehonde nao lhe dover sor jul-
gada a propriedade,
E q lando que no caso do S Io da Ord ,
liv. ", til. 58 se pode pelo processo c evidencia
notoria dos autos deprehender-se nao se dever
julgar a propriedade ao possuidor a quo al-
gum fe/ quasi forra, occupando-lhe a cousa
que possuio, mas cuja posse nao tinha corpo-
ral mente 1
Oue provavelmente nunca de iiiluirao, por-
quanto, propasta a aceao de forca de que trata
a mesnia Ord., liv. 4o", tit. 58, conforme a do liv.
3", tom 30 a iS, vera o R. com, sua contestaran
0 allega o prova nos qualro das pcrcmptorios
por escriptura publica ou.por tcstemunhas (no
oso em que lestemonhas sao admissireis) que
1 cousa por elle oceupada sua, isto que tem
della titulo de dominio directo sua proprie-
dade.
E sem que o A ten ha jamis OCcasio de
nesse processo articular e provar o contrario,
. que.
rei Luiz Filippe cornprou na Alleinaha, onde
fra vendida no tempo da revolucao.
OS MAIORES NAVIOS.
Os maiores navios que actualmente existem
sao :
Cumplimento. Toneladas.
Great Bastera . 680 ps "19:000
Adritico..... 390 3.500
Persia ...... 376 3.300
Nigara..... 375 4:580
Ilimal.iva..... 360 5:000
Orlando..... 337 3:7
Aralo..... ;W6 >> 3. 76
General Almiral . 325 ti:et);i
Royal Charter . 309 2.720
(real Republic . 3I2 :{:35
l'ensilvania .... 39ti >> 3:2ll
Arabia ... 303 3:102
Asia ... 281) 2:226
Great Brilain. . 274 f> 3:500
Duke of Welin -ton . 240 2 [00
grande numero de carros e cavallos. l.'m ins-
tante depois, a oulra extremidide da ponte desa-
boii por seu turno, sepultando debaixo de suas
ruinas algumas das victimas ji cahidas na agua.
Seria difficil doscrovor a scena de horror que
se seguio a este accidente. Ittiagine-se 400 pes-
soas laucadas de improviso era 8 ps d'agua,
misturadas com uns vinle cavallos e carros, os
ais dos feridos, os gritos de deesperaoao dos quo
se debatiam, e a confusiio as duas targens do
canal, onde milhares de pessdas atlerradas cor-
riam em todos os sentidos pafa salvar as nume-
rosas victimas, e pode fazer-se! urna fugitiva idea.
Depois de buscas e avergucoes as mais acti-
vas, pode verflcar-se que o numero dos morios
nao exceda a 17 e o dos feridbs a 10, cifra esta
muito menos consideravel do que no primeiro
momento se ternera.
LISTA CIVIL DO PAPA.
Segundo noticias que encontramos em urna
3.300 carta de Roma, o Papa recebe 3,000,000 de fran-
cos mensalmeiiic, dos quaes drve pagar e dola-
5:000-cao dos eardeaes, satisfazer as^espozas do inlcr-
3:727 1 linimento da guarda nobre, da guarda suissn e
" da guarda palatina ; e a outris consignadas no
remenlo da repartieo dos negocios estrangei-
rus [corpo diplomtico i. as pefsoes dos endro-
gados aposentados das basilicap, palacios, mu-
seos e congregocoes; as despeas da propigin-
da apostlica e das obras do icaridade. D'esta
de francos pertencera ao
20,000 francos |
pontificias. As
Total 68:428
PRINCIPE DE GALLES.
0 patlamoiito inglcz resolveu em 1842que, no
caso do falieciincnlo do imperante, e ser menor
o principe de Galles, se lhe uomei urna regencia
al a idade de 18 anuos. Nesla idade sen re-
putado maior. No caso de ser vivo o imperante,
s ser considerado maior aos 21 anuos, e eutao
lomar assenlo 11.1 cmara dos lords Jorge, iriu-
cipe de Galles, depois Jorge III, enlrou na c-
mara dos lords a 13 de novembro de 1759, e Jor-
ge IV, son filho, a 11 de novembro de 1783., o casamei
Jorge III tinha naseido a 4 de junho de 1738, O prinei
Jorge IV naseido a 12 de agosto de 176i. clesiasl.
O OL'E FOI E O QUE
quantia de 3 milhoes
Papa 6,000 escudos romanos
para gastos pessoaes e vestes
desposes relativas ao culto, estabcleciraentos re-
ligiosos e s ordens ecclesiaslicbs, nao eslo a
cargo da lista civil pontificia, pqrquo cada igreja
e cada congregaro possue um patrimonio admi-
nistrado pelos inleressados, patrimonio com o
qual allendem s suas nece.ssidaides.
BELLEZA NOTA.VpL.
_ O principe Napoleao-Gregorio-Bonaparle, ulti-
mo tilho do principe de Cauinn, vai casar com
Mlle, Marta Cliristina, filha do rincipe Ruspoli,
do Roma.
O principe Luciano, irmo do noivo, celebrar
na capella do fialacio Gabrielli.
''ndo_abracadu o-eslado ee.-
.r.aiio"camarista parti-
cular do \ noiva urna das bello/, s mais
que mili-
llah i a em
O Jornal aos Debates conta o que al ag ftm nolaveis de Koma.
do ultimo socolo se praticava em Lonstajftnopla, ] Ouasi todos os lilhos do principe de Caninno,
para eo-J"
quando um euiMaixador clirisia" pedia
tregar suageredenciaos ao sultao.'
> ^a lixado pelos astrlogos como feliz, o
e- .ixador seguido de sua comitiva e acompa-
.uado de um.i quantidade rasoavel de presentes.
apeava-so porte do velho serralbo. All era
recebido por alguns empregados do palacio, que
o conduziam logo a um dos kiosquos prximos,
e o convidavan a Jcsrancar, emquauto que um
delles ia prevenir ao sultao, demorando assim o
embaixador o mais lempo possivel, para bem lhe
l'a/.er sentir que o faziam esperar como um per-
souagein inferior, como um supplicaule.
ramo mais velho da familia Ronaparle, casaram
era Roma ; seguindo assim os coiselhos do im-
perador Napoleao I. No volume X das Memo-
rias e Correspondencias do rei Jos, ha urna car-
ta do general Bertrand, que falla de umn con-
versaro ; a 22 de abril de 1821, entre o impe-
rador e o mesmo Dertrand. Eis o extracto da
carta que o general escreveu ao puinclpe Jos :
O imperador desoja que o grlmarechal diga
a sua mai que nada de melhor podo fazer do que
casar suas Ulnas as familias romanas ; e que a
sua familia deve assenlioriar-sc Ue Roma, al-
'i.mdo-se a todas as familias prinfnzaes, islo
Aquidlo que dava aviso ao sultao fallava-lhe, ',s 1,le |m tido Papas ; que as alliancas com os
Ercolani
e os Gabrielli sao bem enlend'idas ; que
desapprova o casamento eom os( Suecos: quo
suas sobrinhas podiarn lavar os ips do Papa,
mas nao 05 da rainha da Suecia, nm de nenhu-
111a outra ; que devotfi 'anTar-sefio Colonna, aos
Orsini e ouiras lamillas, e Nrli pddem tambem
liar-se enlre s ; que nodcvjm csar em Fran-
nl
e
ica e trplica. segue-
o julgado da aecn
pois que nao admiti re
se contostacao do
proposta, segundo sua sm preter re 1 ndole sum-
maria ( natureza possessoria.
Poder-se-ha dizer, em ronsequencia da s
prova da conslestacu do R., que o A., seu ante-
possuidor, nao tinha em contrario o mesmo ain-
ua mais relevante titulo lambem de dominio e
propriedade ?
Que, julgando-se a aeco meramente pos-
sessoria, so- deva prejudiear contra o A. e a fa-
vordo R. a de dominio, tornaudo-se por funda-
mento para a decisao o dar-sc-lhe por provado
pelo processo eevidencia notoria dos autos, nao
dever-se julgar ao autor a propriedade, quando
parase dar essa evidencia importa a mais am-
pia discusso enlre as parles, a qual soraente
pode t.-r lugar mediante p processo ordinario
em que o pretendido dominio seja reciproca-
mente articulado e provado por lodos os meios
legtimos?
K isso o que
liv. 4o, lit. 58,
e mui sabiamente previno a Ord.,
. Io, depois que o espoliado!- pola
quan for^a tem sido condemnado somente
restiluicoda consa iudevidamento oceupada, e
nao a aISuma outra pona, cm razo de ler snin-
maiiamonle provado que della lera justo titulo
de dominio.
O adrogado, Antonio Pereira Heboueas
(Continuar-se-ha. 1
pouco mais ou menos, nos sejuintes termos:
Magestade: um infiel, que Jiz enviado
pelo principe de lal ou tal paiz, s .ta a honra
do entregar o tributo que seu amo rige ao che-
fe dos crulnes, e to importuna e...i 'ente, que
ousou pedir o favor de ser admil .a vossa
sublimo presenca. Digne-so vossa clon enca dcs-
culpar a grosseria destes inflis.
A slo osullo responda que, visto que o in- erno, que o que diz se eniende Com"lodosos
fiel trazia os tributos, a sua clemencia consenta seus sobrinhos e sobrinhas ; que si^ faca conhe-
em os aceitar; e mesmo em ver o portador que! c.er '' rainha Carolina e ao rei Josqu a fami-
rlnha de to longe. O meusageiro accrescenla-
va entao:
Porem, senhor, o infiel, para chegar ate os
estados de V. A. leve de atravessar tantos paizes
barbaros e infestados por seus caaes, que solTreu
muito na sua viagem eesl quasi n e esfaimado.
Deem-llio de comer e vislam-no e o meu vi-
sir que cuide dcllo antes de me o apresenlar.
Os empregados iam buscar o embaixador e lhe
rogavam que osseguisse ao palacio do Gran-Se-
nhor, c depois de o fazeiem atravessar pateos e
jardins, o levavara a presenca do visir, que por
seu turno recebia o embaixador e o nandava
purificar com ondas dagua perfumada, faziam-0
descalcar para cab;ar chincllas turcas, e o vesliam
com pellica convidaudo-o era seguida para urna
collacAOu
Era s- quando este ceremonial eslava comple-
to que o infiel era introduzido presenca dos
chelos dos crentes. Este nao lhe diriga"pala-
vra ; moudava que lhes mo.-trasseiu os objeclos
do tributo, ordenav a um dos seus corlezaos que \'j" ","'*,"' """
pegasse as credenciaes em que se nao dignara ld0 Tle eld' nassuaa affenoes. deve e tetn raais
locar ; c rclirando-se. recommendava que nao Irazao Para ser voluvel do que aquelle. I
deixassem ir a p o desgranado estrangeiro, ej corago do hornera proporcaio (tue en -
que lhe dessem ura cavadlo. velliece lorns-sc mais pesado o da raiilhe'r, de-
Naquelle lempo era assim agora os embaixa- 1 -c 0 ,- ,. ,UM'"C' ue
dores das potencias chrisles do e impem leis p's doa Jnota onnos """'"ue de pesb, a ponto
era constantinopla. **!. 'I"P n'uma certa idade quasi estopa car-
UM COCHE NfjTAVKL. .dada.
Mirsa\\dr SP0B^ dos C0Cvt,s u giila' D,a(I"' i'""- dous avisos: s damas, que
palacio do Grande fnaum em \ ersalhes ha um ., ,, I c
coche que servio na sagrago de Carlos X, que ^ ^ ,Jomei,n nvelhesa, se 0 querem
o
lia ter provavelmente Papas ; e qUe era lodo o
caso exerrer grande influencia mesrno cm Fran-
ca : e que, finalmente, Roma a (cidade eter-
QUANTO MAIS VELHO MAlt TOLO.
K' este un dito vulgar que parece ler s
fundamento na pralica, e que nenhuma outra
razo o explica. Pois nao assim. Se pelo
peso do coroQo se pode avaliar a forfea de amor
de um Iiomem, necessariamente os velhos devem
sor inais-consiantes que os mocos.
Para islo veja-se o que o Dr. G|anlinnine-,
sabio medico inglez, inserio ha pouco lempo
n'ura jornal britannico, sobre diversas observa-
coes feitas nos intestinos do hornero e da mu-
Iher.
O peso medio do corarlo do hjomem de
nove ongas, o da mulher de oilo. Prova real
gaslem
passatlo o pra-
so fatal dos quarenta, pois arriscam-sd a dedi-
car os seus cultos a urna estatua sem sntimen -
lo, que em lugar de ser de pedra ou metal ( de
barro ninguem duvida que ,) de carpe e osso
como Eva o foi.
. COSTUMES BAriBAROS.
De urna correspondencia de Constantinopla,
Variedades.
HONRA POSTHL.MA.
O celebre engenheiro inglcz Roberto Stephen-
son, uliimameiito fallecido em Londres, fo. se-
pultado era YV'esIminster, onde tem sepultura os
principse grandes illuslraecs de Inglaterra.
Roberto Slephenson era filho mais velho do
finado e lamoso engenheiro civil GeorgeSlop'ien-
son. Tinha naseido em 1803, e depois de ler
completado os seus estudos na Universdade de
Edimburgo, seguio a carrea do engenheiro, sob
a direccao de sen illustre pai, na fabrica de ma-
chinas a vapor de New-Casllo.
_ Era 1828, quando todas as Heneos se diri-
gan] para a quesio dos caminhosde forro, Ro-
berto Slephenson voltou logo o seu genio empre-
bendedor para lo importante objeclo, e conseguio
associar o seu nome ao estabelecimenlo dos ca-
minhos de ferro em Inglaterra.
Oncreceu se ento um premio de 300 libras pela
conslruccao da melhor locomotiva, que, enlre
ouiras vanlagens, devia absorver o seu tumo, nao
pesar mais de 6 toneladas, incluindo a agua da
caldeira, e puxarum enmboyo de 20 toneladas
com a volocidade prodigiosa de 10 inilhas por
hora.
Slephenson ganhou o premio. Foi depois o
engenheiro e director do caminho de ferro de
Londres a Bermingham, comecado em 1833.
Km opposicao com o fallecido engenheiro Itru-
nel, foi partidario das vas estrenas ; e leve a
gloria de ver o seu principio adoptado em todas
as linhas de Inglaterra.
Construio tambem os caminhos de ferro de
Blackwall, Norfolk, Aylesbury e rauitos oulros.
Imadas suas maiores emprezas foi a ponte tu-
bular para o caminho de ferro, sobre o Couvay :
pnrm o maior titulo da sua grande repulaco
a ponte que alravessa o eslreilo de Mewai,' que
com razo se chama Monumento admiravel do
g :' humano.
calculadas em psinglezes.
.4 rea de No.
Comprimento
Largura
Pon lal
Toneladas
Segundo
Newton.
612,62
85,91
51,56
18,231,158
Greal Eastcm.
segundo
Wilkins.
517 680
91,16 85
54,70 60
21 760,50 23,092,25
Se se conslruem, pois, mutos navios desla
especio, podemos estar tranquillos em quanto ao
diluvio universal que um francez nos annuncia.
NOVA SYNAGGA.
Segundo escrevem ao Jornal do Commercio,
teve lugar em Humburgo no dia 22 de selembro
a consagracao da synagoga nova, d'uma maneira
grandiosa e* imponente. Tinlnra-so reunido os
mais altos fuuccionarios daquella cidade, assim
como lambem, entre outras notabilidades, o pri-
meiro rabbino Dr. Elllinger, do Aliona. O tem-
plo, Iluminado com 260 luzes de gaz, apresen-
lava um aspecto to brilhantc e surprehendente,
que impuilha a admirado c o respeilo, e inspi-
ra va os mais profundos sentiraentos ^religiosos.
A introdcelo da consagracao, que consisti
em um canto "coral, acompanhado exccllcntemen-
le pela orchestra debaixo da direccao do Sr. I.
Roe., seguio-se o momento mais sublime de
toda a testa, o novo rabbino, o Sr. Wertheim,
durante o canto que ello com o coro executou,
enlrou por urna porta do lado no salo da entra-
da, que eslava entao fechado, ecom voz clara e
forte recitou os vorsos de psalmoll8: bre-
me as portas da virlude, cu enlro e agradoco ao
Senhor. Neste momento o presidente abri as
portas de par em par, o continuando o canto,
deram entrada na santa arca os 18 pergaminhos
das leis.
O primeiro rabbino Stern subi ao pulpito e
orou durante tres quarlos de horas tomando por
lema o psalmo 48, e discorreu largamente sobre
a necessidade dos templos o sobro os devores
que ellos nos impem.
Ao sermo seguiram-so alguns psalmos : a
custou 800,000 francos [\44:000^000 rs.J e que W rme. Aos homens que nao
Napoleao III mandou restaurar, por occasio do seu lempo com as quo liverem i pass
baplisrao do principe imperial.
O reparo custou 200:000 francos (res 16:000*.)
Est, pois, este coche por 173 contos de res.
O I.EVIATHAN DOS MARES,
O navio moustro Great Easlem esl j concer-
tado e sabio de Portland com direccao a um dos
porlos do sul de Inglaterra, onde se fero outras
reparacoes e niodilicaces que as autoridades
exigirain antes de dar-lhe a licenca indispensa-
vel para conduzir passageiros. Os peridicos in-
glezes publicara urna curiosa comparaco entro datada de 21 de Selembro ultimo, transcreve
'.:V.c..,,i'LNoc G.reat Easleru: as medidas sao a Patrie os seguinles promenores relativos
ao horrivel coslurae, que sendo ainda hpje pra-
licado na Turqua, recorda a enocha em que se
commeltiam barbaridades incrivei :
Ha una lei, diz o corresponden je, que
prohibe o casamento aos soberanos ottcjinanos.
Existe tambera urna disposicao legal que autorisa
o infanticidio e conlemna a urna mortelimme-
diata, apenas nasesm, todos os fillios de una
princeza imperial e de um subdito. Deyia sup-
por-se, a julgar pelo desarranjo em rjue an-
dam todas as cousas no imperio, que simiilbante
pre5crlprap nao fosse hoje posta em pralica :
porm naoe assim. Na noite de domingo para
segunda feira da semana linda, umafilha de S. M.
casada com Mahmoud-pach, deu luz uin me-
nino. O sultao, eom a sua natural bonliomia,
foi logo de manha visitar sua filha.
A enanca s veio ao mundo para passaa
das mos da pessoa que assitio a esse acto par-
as dos eunuchos, encarregados do a assassina,
rem. Nao obstante as ordens formaes do sultao
os empregados do serralho quizeram ainda evitar
por essa deshumana precaucao, as veleidades de
ambicio que urna tal allianca poderia pro^ocarr
se essa crianza continuasse a viver.
Os apologistas dos oitomanos e da sua re-
ligiao di rao, que o que levamos dito falso,
affirmando que esto ou aquelle pacha, casado com
urna sultana, lera filhos -simporm esses
llhos nunca sao provenientes do seu casamiento
com a princeza : sao o fruclo das suas re^ar6es
com escravas da casa. Cumpre que ninguem se
Iluda n'esta parte. Quanto mais pens n'isso,
senhor, tanto mais me convengo de que a poliga-
mia lao fatal ao Oriente como a peste que
MUTILAN
N
HEVISTADURIfl
Na residencia imperial da Passagem da Mag-
dalena, em que ora se acha S. M. a Imperatriz,
as manifeslacoes d'amore Beatamente a sua Au-
gnsta Pessoa'suecedein-se unas s outras, sem
quasi poder-se marcar a interrupeao que vai da
antecedente subsequeule.
Desde que S. M. allchegou, tem a populaco
daqmdles contornos allluido espontanea e acoda-
da trente da residencia imperial, onde se'des-
faz em enlhusiasliros vivas sempre que S. M. a
Imperalriz apparece s janellas.
Ainda ante-hnnteni, 6 do correte, noile,
houve lugar una dossas manifeslacoes pela olli-
cialidade da guarda nacional desle munici-
pio.
Tendo a frenle o respectivo coinmandante su-
perior, o Sr. visconde da Boa-Vista, e seguida
de numero acuitado de cidados de todas as clas-
ses, essa distineta corporaeao naqnella noite pos-
lou-se em frente da residencia imperial, e ahi
eneheii os ares de saudaces sem numero, de vi-
vas continuados, morroenle quando s. M. a Im-
peratriz assomou varand 1 do paco, salisfazendo
as aspiraeoes daquelles peilos frvidos de enthu-
siasmo e vidos de demonstrar a dedicaco, que
consagrara to eminente senhore, a Esposa
do nosso Monarcha, a Mi da llerdeira Presumo-
livn. '
Em seguida S. H. a Imperalriz, com a bon-
dade ,,,,0 lhe propria. servio-se mandar dar
ingresso no pa^o aquellos cidados, que com r-
conheciraenlo agraderiram lo subida honra,
alim de que nao fosse s. M. incoramodada.
No dia 29 do passndo, leve a honra de ser
apresonlada a S. M. o Imperador a commisso
dos bravos da independencia, sendo por essa oc-
easiao deposlo ras augustas mos de S. M. o se-
goinie discurso de saudoco :
Senhor!
Os Veteranos da Independencia,
! tarara no oxeroilo pacificador da
11822 e 1823, actualmente existentes nesta pro-
1 vincia, conscos do seu dever, veem boje reuni-
dos em corporaeao e possuidos do maior jubilo.
I depuraos ps do excelso thronn de V. M. I. a
axpressao ingenua deseussentimentosde fideli-
dado, amere gralido para com a Sagrada Pes-
soa de V. M. I., o de Sua Augusta Consorte, o
Excelsa Imperatriz do Brasil, seu anjo tutelar,
pola honra quo acabara de fazer-nos, visitando
muhaiipfW.nnjff| gnefjnda-ir ufana das so-
beJMwpT&vs, que sempre leT'iJarrrK
de seu acrisolado patriotismo, amor e lealdade
para com seus Augustos Soberanos.
Sim, Senhor, V. M. I. e vossa Augusta consor-
te, expondo-se togrneresameiite aos iiicommo-
dos e perigos de urna tonga viagem, para visita-
rera esla heroica provincia, exbibiramo mais su-
blime o grato leslemunho da bnndade de seus
palernaes eoraeos, e dn extremado affecto que
consagrara aos habitantes desta parte do impe-
rio. os quaes jamis deiiaro de recordar-se com
I ufana de tao subida honra.
Finalmente, Senhor, a corporaeao dos Vete-
ranos, saudan lo as pessoas sagradas do V. M.I.
e sua Augusta Consorte, o dingindo ao co suas
humildes snpplicaspela conservacao da preciosa
vida de V. M. Imperial, de S. M. a Imperatriz. e
das Serenissimas Princesas, tem a honra de of-
lerecer a V. M. I. o seu saiiguc e o de suas fa-
milias em prol da soguranea e garanta do iliro-
no, que W. KM. 11. lo dignamente oceupara, e
que o Augusto Pai de V. M. Imperial, o Sr. I).
Pedro I., Hroe de dous mundos, soube levantar
j no solo livre e independente do Brasil.
Recite do Pernambuco, 'J do novembro de
i 1859.
Beato Jos I.amenha Lius.
Coronel.
Joaquim Coelho Kelly.
Tenenle-coronel.
Pedro Alexandrino de Ranos Cavalcanli de l.a-
cerda.
Tenenle.
Francisco de Barros l'alco Cavalcanli de Albu-
querque.
! Ex-toneiile.
jGaspar de llenezes Vasco,,cellos de Drummond.
I Coronel.
jJoo Monleiro ^ Andrade Malvinas.
I Alfares.
Joo Carneiro Rodiisues Campello.
Ex-alferes.
1 Joo Pacheco Alvos.
Ex-alferes.
No mesmo dia dignou-so S. M. o Impera-
dor roe,dier a commisso, que, por parte da As-
1 soeiaeo Typographica Pernambueana, foicom-
| primenlara SS. Mftt. II. por sua feliz chosada a
I esla cidade.
I Nessa occasio o presidente daquella Assncia-
I cao, o Sr. Carlos Eduardo Muhlert, como relator,
1 proteno o seguinte discurso .-
Senhor !
Interpretando os senlimentos do profundo
, respeilo e sincero amor, de queso acha possuida
I a Associaeao Typographica Pernambueana,
qual perlencemos, para com V. M. I. e sua Au-
gusta Esposa, nos riamos manifesta-los a V. M.
I., e significar ao mesmo lempo, que a Associa-
eao, fiel ao grande pensamento do digndade e
brio nacional, enche-se do mais ontranhado ju-
bilo e do mais vivo enthusiasrao, quando medita,
' as vanlagens inmensas, que a visita de S. M.
traz a esla provincia.
1 V Associaeao, por quem fallamos prcsenlc-
1 mente, espera que V. M. I. se digne aceitar este
; verdadeno leslemunho dos senlimentos que a
I rapressionam em to solemne occasio, e nos
; Colgamos de poder transmilti-los a V. M. I., c
I sua Excelsa Esposa, quem Dos guarde por
mullos anuos.
S. H. o Imperador servio-se responder, que
tinha era consideracao os senlimentos de respei-
lo e amor que a Associaeao Typographica Per-
nambueana nutria para com sua pessoa, e que
muito Ih'os agradeca.
No dia 4 do corrente teve lugar a sesso
, ordinaria d'asseinbla geral dos Srs. socios do
Hospital Porluguez de Beneficencia em Pcrnani-
buco. O objeclo principal da sesso era elegerjn
junta adminislraliva que tem de funecionar no
I anuo de 1860. Recebidas c conferidas as listas
dos volantes, acharam-se 403, cuja apuracao deu
, o seguinio resultado :
i Prov-edor
l Joao Pereira Rebello Braga.
I Vice-piovedor.
Hanoel Ferreira le Souza Barbosa.
1. secretario.
! Manoel Rbeiro Baslos.
! 2. dito.
Uonrique Jos da Cunha.
Esmoler.
Joo J" Mordomos.
Joaquim Luis dos Santos Villa-Verde.
Antonio Lopes Pereira de Mello.
Antonio Jos de Siquoira.
Jos Teixeira Basto,
Jos Rodrigues Coelho.
Antonio llonriqies Rodrigues.
Joo da Silva Regadas.
Joaquim Fernandos da Silva Campos.
Francisco Jos Pacheco d'OUveira.
Jos Joaquim da Cosa Haia.
Joo Fernandos Baptista.
Antonio Domingues Pinto.
Francisco Teixeira Basto.
Domingos Bernardina da Cunha.
Joo Licio Marques.
Antonio Dnarte Carneiro Vianna.
Joo Correa de Carvatho.
Polycarpo Jos Layne.
No dia 7 do corrente, pelas 10 horas do dia,
procedeu-sc ao examc d'aula publica de inslruc-
eo primaria do 2 grao do Fra do Portas.
Apios'ntaram-se a examc 6 alumnos, que fo-
ram dados por proraptos, sendo 2 no 2o grao, o 4
no 1J.
O examo foi presidido pek le gado litterario
do respectivo circulo, sendo examinadores o pro-
da freguezia do R .:.. j Ja mesma aula.
Ob liveram
nandos.
No dia 1 do corrente. servio-te S M I ad-
millir a sua augusla prcen;., a commisso com-
posta dos Srs. Dr. Symphronio Cezar Coulinho,
padre Zofenno Dornellas Cmara, 1,,'u-, Cavalcan-
li Mauricio Wanderley, e Joaquim Theodnrico de
Albuqueriue aranho, que a cmara municipa
de Nazarelh mandou afiru de felicitar a SS. M
II. em nome de seus niunicipes.
A commisso proferio o seguinte discurso, a
que S. M. I. se dignou agradecer.
Senhor.Ante o augusto Ihrono de Vossa Ma-
gestade Imperial nos envia a cmara municipal
de Nazarelh afim de deportaos o preilo de vas-
salagem que de do ao Magnnimo Monarcha
Brasileiro e a Sua Virtuosa Consorte nossa ado-
rada Imperatriz. Traduzindo fielmente os sen-
limenlojj que aniroam *o povo de seu municipio,
a cmara municipal de Nazarelh se ufana de di-
rigir a Vossa Magestade suas mais respeitosas
folicitacoes, se congratula sinceramente pela aus-
piciosa visita com que Vossa Magestade vem de
honrar esta Ierra de Pernambuco. To grato
aconlecimento, Senhor, revelando o amor do
Prncipe pelo seu povo, demonstra tambera o rc-
conheciraento e a alfeicao que o povo consagra
a Seu Soberano ; nos fortalece em nossa f pela
muuarchia ; nos inspira as mais lisangeiraa espe-
rancas pelo porvir da patria. Pernambuco en-
noblecido pelas suas Iradiccdesde gloria anhela-
va juntar ao livro de sua vida mais urna paaiua
grandiosa .- c vos Senhor. vicstes realisar nossos
mais ardentes dasejos. Outr'ora o povo escreveu
a epopea de seus bellos feilos ; boje o Sobe-
rano proclamando a concordia nacional, santifi-
ca o reinado da paz, dicta, a epopei do futuro.
Que o co pois atrancos voseos alios designios,
quo Pernambuco inleiro exulte de nobre orgulho
ao abracar o querido filho do Imperio do Cru-
zeiro, que essa Europa, to desvanecida de sua
civilisaco, contemple de I o magnifico espect-
culo da monarchia americana, dessa mimosa -
Iha da liberdade, repousando tranquillamenle
nos bracos de urna naco agradecida. Viemos,
pois, Senhor, som lisonja nos labios, ecom o
reconhecimenlo no coraco comprimenlar Vossa
Magesla.de, e pedir-Vos anda a subida honra do
depositarnos aos ps de Sua Magestade a Impe-
ratriz a ingenua homenagom e os votos da mais
estimada dedicaco que lhe tributa o povo Na-
zareno.
A cmara municipal do Rio-Formoso apre-
sentou .'1 S. M. o Imperador os seus cumprimen-
los por intermedio de urna commisso romposia
dos Srs. teen te-coronel Jos Antonio Lopes, Dr.
Gaspar de Menezes Vasroncellos de Drummond e
Manuel Bu.uque de Macedo Lima, recitando o te-
nonto-coronel Lopes o seguinte discurso :
SiMioii !A cmara municipal ua cidade do
Rio Formoso em sou nome e nos dos seus niuni-
cipes nos enva em commisso ante o Excelso
Ihrono de V. M. Imperial par apresenlar o sen
preilo de obediencia, amor e vassalagem cheia
de regosijo, a cmara municipal do Rio Formoso-
nao pode deixar de render cultos ao Altisairao
polo fado grandissimo da vinda de V. M. Impe-
rial, as plagas pernambucanasrevelandoV. M.
Imperial assim o amor acrisolado que consagra
a essa porco de seus fiis vassalos.
SEMion !A cmara municipal do Rio For-
moso considera que urna nova era vai comeenr
para Pernambuco ; era cheia de fados immorfe-
douros, praticados por V. M. Imperial, os quaes
neeessariamonle conslituiro urua bella pagina
di Historia Pernambueana, e produziro benefi-
cios e saturares effeitos para o engrandecimento
alerial desta provincia, e nao cessa de impe-
ao Todo Poderoso, a conservacao por dilata-
do.sXsWlJjjjUJ*'W4iLdeV. M. Imperial, e da Au-
gusta Familia ImperurfsJ''1 'dadeiros penhores da
Rberdade, inlegridade, eprV$pfi;idade do Brasil
para complemento da grandisSTfil9 ohra do In-
'yto Fundador do Imperio, Hoioelk' Vpiranga,
Augusto Pai de V. M. imperial. Sao~elis".>-
lior, nao s os votos da cmara municipal do~
10 Iormoso de que somos fiis ntoi proles, como
aranera os senlimentos que puiluiam em nossos
coracoos pernambucanos.
Senhor -Supplicamos a subida honra de bei-
jarmos a Augusta Mo de V. M. Imperial, ea da
virtuosa e Preclara Imperatriz do Brasil.
Jos Antonio Lopes.
Bacharel Caspar ae Menezes Vasconcellos -.
Drummond.
Manuel lluarque de Macedo Lima.
RESPOSTA DES. M.O IMPERADOR.
Agradero cordialmente os senlimentos da c-
mara municipal do Rio Formse.
IVoposta do Iiutalltoo S. 5S de no-
vembro
Primeiro commaudante.O tenenle Joaquim Jos
de Souza.
Segundo dito.Joaquim Anlonio de Magalhes
Bastos.
Ajodanle.Jos Antonio Pereira.
Porta-estandarte.Jobo Henriques dos Sanios.
Primeira companhia.
I nmeiro comniaiidaule.Jos Clementino Ilen-
riques da Silva.
Segundo dito.Jos Candido de Castro.
Tercoiro dito. Auslricliniano Florindo de Torr s
Galindo.
Tereciro dilo. Anlonio Mare.al da Cosa Albi-
querque.
Segunda companhia.
Primeiro commaudante.Miguel Anlao de \1-
meida ima.
Segundo dito.Antonio Dias da Silva CardiU
Jnior.
Tercoiro dito.Adriano Jos Lucas.
Terceiro dito.Jos Naziazeno da Cosa Albu-
querque.
Terceira companhia.
Primeiro commaudante.Rodrigues Pinto
reir.
Segundo dilo Francisco Xavier do Carme.
Terceiro dito.Herculano Clinio de Torres
lindo.
Terceiro dito. Salustiano Cyriaco de Souza.
Ouarta eeuipauhia.
I ruieiro commaudante.Ignacio de Souza Gou-
veia.
Segundo dito.Marcolino da Costa Rapozo.
Tercoiro dito.Antonio Alcool Ramos Maia.
Terceiro dito.Joaquim Soriano da Costa Albu-
querque.
Quinta companhia.
Inraeiro commaudante.Manoel Silvino de Bar-
ros Falco.
Segundo dito Anlonio Dias da Silva Cardial.
Terceiro dito. -Jos Gypriano Anlunes.
Terceiro dito.Joo Ermiliano da Costa Alhu-
querque.
Sexta companhia.
Primeiro coinmandante.-Manoel da Costa Ri-
beiro.
Segunda dilo.Aurelio Chrispiniano da Cunha.
Tercoiro dilo.Angelo Francisco da Costa.
Terceiro dito.Jos Flix da Cunha Pern.
Stima companhia.
Primeiro coinmandante.Cudofredo Henriques
de Miranda.
Segundo dito.Jos Maximiano Afees Csval-
canli.
Tercoiro dilo.Anlonio Jernimo de Oliveira.
Terceiro dilo.Francisco Ramos Maia.
Oitava companhia.
Primeiro commandante.Benjauiui Ernesto Te-
rcira da Silva.
Segundo dito.Jos Gomes do Reg Cazumb.
Tercoiro dito.Antonio Jos Dias de Carvalho.
Terceiro dilo.Anlonio Jos de Carvaiho.
Quarleldo commaudo do balalho 22 de no-
vembro, ra Direila em 28 de novembro de 1859.
Joaquim J), de.Souzci, primeiro commandan-
te geral.
Pelo delegado de polica do termo de Se-
rinhfiem foi capturado um crioulo di; nome Lou-
reneo, suspeito de ser criminoso : mas depois
de preso declarou o dito crioulo ser escravo de
Jos Anlonio Pereira de Brilo, senhor do engo-
lillo do Meio, silo na freguezia da Vanea, candar
fgido, pelo que foi mandado conservar era
priso.
SVSTEMAS 1'MtV Nir.vIMn os encontros dos
mesa n'Siamimios ni: rtiiRO.O Coustilucionel
de Paria publicou uliimamente um novo sjstc-
ma para proveniros encontros dos trens nos ca-
minhos de ferro quo lhe dirigen M. A. Leveque,
constructor depoutes c calcadas, e rhefe da re-
parlico dos caminhos do forro do Oeste. Ao
Moniteur tambera foi dirigido por M B. A. Clero
outro systeraa com o mesmo lim, e este ultimo
jornal publicando as ideas de ambos os syslemas
deixa a sua epreciacad as pessoas competentes.
A nota de II. A: Leveque diz o seguinio :
Evitar os enconlios dos trens nos caminhos
de ferro, tal 6 a quesio da ordora do dia, o quo,
por causa da sua importaucia, lera j oceupado,
e oceupa ainda hora numero de espiritos mais ou
menos competentes.
Em igualdade de circuraslancias, o melhor
systema ser aquelle que apresenlar mais econo-
ma na sua applicacao, e esse systeraa ser com
razo preferido pelas eompanhias de caminhos
do ferro.
Para conseguir o fim proposto de loda a nc-
cessidade o einprego de um agento, cuja feto i-
Mo-
Ga-
I


DIARIO DE PERNAMBUCO. SEXTA FEilU 9 DE DEZEMBRO DE 1859.
datle na trati-laccad jeja muilu superior mar-
cha dos trena. Tres agentes phisicos satisfazom
a essa condicao: a eleclrkidade, a luz, osom.
A. electrieidade, segundo a opinio de todos,
de um emprego muito custoso ; a luz nao pode-
rla fanceioinr durante o da, nicamente o son,
anda que dotado de menor velocidnde, parece
convrr a solucio do probluma que nos oceupa ; e
porisso o temos escolhido
O son pcieorre 333 metros por segundo, ou 20
kilmetros por minuto, 6 muito mais do que 6
preciso. Couduzido por tubos de um pequeo
dimetro, e dispostos em linha recta pouco mais
ou menos, o som, segundo as experiencias de M.
Biot, perde pouco da suainlensidide, e pode ser
transmillido a gran les distancias sera sunsivel
alteraco.
Posto islo, imaginemos as casas da guarda de '
urna linha forrea ligadas entre si por tubos de !
um dimetro inferior a 8 ou 10 centmetros; es-
So.i/.a, Maiiocl UoUtiucs .\uues e Itr. .\::U.;uo
Marines Rodrigues.
Districto de S. Brnlo.
Deputados. Mariann Hermenegildo Nones,
Joan Manoel Gomes Tinoco, fer. Alovan Ir Jase
de Viveiros, Jos Mariauuo Gomes Ras o Joo
Rodrigues de Olivcira Egas.
Supplenlcs.Ouilhcrme I.uiz de Araujo e Sou-
za, padre iogo Jos Gomes e Joaquim Marianno
de Sou/.a.
Ptauhy.Clipguu alli e oiuou posso da presi-
dencia, o Eim. Sr. I)r. Diogo Velho ; S. Exc. subi
al a capital no vapor Camtstim, pertencente a
navegaco fluvial cutio o Maranho e esta pro-
vincia.
Cear. No dia 21 teve lugar a abertura da
sesso extraordinaria, convocada para fa^er a lei
do orcamentn.
\ assembla, em urna desuas ultimas sess&es,
'deliberou enviar urna commissao, composta dos
tes tubos, sendo bifurcados, passam as paredes senhores douloresBand'ira de Mello, Figueira de
interiores e oppostas do cada casa, aaresentando Mello, Alcoforado, Tristo de Alentar, tcuenie-
de cada lado dois orilicios, um de audico c ou- coronel Guimaiaes e negociante Rolim, [resi-
tro de transmssao. denles aqu] a comprimentar S. M. o I operador
A cada um dos orificios de transmssao devem cm nomo dos Coareuses.
adoptar-se urna trompa e um assobio, disposto Rio Grande, do Norte. No dia 2 do correte
tudo paraa tiansmissao do sum. Os assobiosan- houre um rico Te Dettm pelo feliz annveisario
nunciarao os trens descendentes ; as trompas os do nosso Monarcba, procedendo-se depois ao cor-
trons ascendentes. tejo do eslylo. Qur um, qur oulro foram muito
Os guardas de cada una das casas sao os encar- concorridos.
regados da recepcao e transmssao dos avisos aos Parahiba. Todos em geral, de nios dadas,
guardas prximos, e a despeza para a COnstruc- se esfoream para por em execuco os planos dos
cao dos tubos uo podo exceder a 800 francos por' festejos "para a recepcao de SS. UM. II.
kilmetro. Eis o progntmma (fado por S Exc. o Sr. presi-
A nota de M. E A. f.lerc diz o seguuile : i dente da provincia por urna tal occasiao.
Examinando attentaraente dous comboys no O presidente da provincia recoinmenda que,
momento era que elles podein percober-se um por occasiao da chegada de SS. MM. II esta
ao oulro, ou que marchem em sentido contrario provincia, se observe o segu tile, se o contrario
ou que sigam a mesma direceo, sobre una parle nao for determinado.
direita ou curva da linha, tenlio reconhecido quu! Io Logo que da fortaleza do Cabedello se
e impossivel discernir ge elles esli ou nao na I avistar a esquadra imperial, icar-sc-ha uesta o
mesma linha. i pavilhao nacional eom dous tiros de peca. Es-
E' evidento que a incerteza dos conductores dos te signal ser correspondido pelo Iclegraph col-
trens sobre este ponto a causa principal das locado na torre do colleg o. icando-se ah o pa-
collises, que tantas veles coinpromettem n vida' rtlhio nacional coui 2 tiros de canho no quartel
dos viajantes e dos erapregados dos caminhos de ; do meto balarMo, e snbindo immediatamente
ferro, e para obviar o que, necessario que os ao ar duus girandol is com intercilio de dous mi-
conductores possam fcilmente e instantnea- nulos de urna a outra. Em
seguida
_ repcala.i
os sinos das grojas da capital por espaco de dez
' minutos.
S. Ao aproximar-se da barra a esquadra,
salvar a fortaleza do Cabedello o pavilhao im-
perial ; e logo que a mesma esquadra passar pe-
la fortaleza esta salvar novainonte, assim tomo
mente conhecer o perigo.
Parece, perianto, que o seguinie mete ser
uiuilo til para obviar um grande, numero de de-
sastres i.
i." Estalfciecer na frente-, e alraz de cada eom-
boy o mais alto e o mais affaslful#--4i__amiiiho
que ser posss, urna lanlerna com luz b^**O*trKMK'v0 ou navios de guerra, que por ventura na
occasiao cxislirem no porto.
3." As embarcecoes surtas no porto dovero
oulru.com luz vermelhn, dispostas verticalmenle
em urna das extremidades, e em linha diagonal
outra extremidade, de maneira que nao se cou-
fundam com as oulras laiilernas em uso. Esles
nevos signaes, installados de maneira que pos-
sam ser mudados de lado, no caso de mudanza
do caminho, instruiran! immediatainenle lodo o
conductor, se o coraboy visto por diante ou por
detiaz est ou nao na mesma va frrea, e na
primeia alternativa, cada nal delles dever logo
suspender o movimenlo.
2. Nos lempos era que os nevoeros nao per-
mitiera avistar as laiiterrias, c alim deque os
trabalhadores que esto no caminho ocrapados
em oulras cousas possam ser advertidos, deve-se
armar as locomotivas de dous assobios com sons
dfferentes, um agudo e oulro grave, por mcio
dos quaes os machinislas possam executar as va-
riaces convencionaes, segundo a direceo dos
seus comboys.
Uomingo, pelas 7 horas e tres quartos da
inanha, vollou S. M. a Imperatriz para o paro
da eidade.
As 8 o um quarto, er.lrou o vapor Piraj, con-
duzindo S. M. o Imperador, de volta da visita que
fez is cidades e villas do norte.
H.tTADOTRO Pi'BLICO :
Malarani-se no dia 7 do crranle para o consu-
mo desta eidade 106 rezes.
MOBrALlDADE^Bi|^r" CRRENTE :
Da.Hi"i MipKB,*pardo, foi deitado raorlo na ro-
""da com a declaraco do nomc.
Jos r.laudino Leile, branco, viuvo, 56 anuos,
cancro no rosto.
Joao da Cruz Bravo, pardo, casado, 43 annos, tu-
brculo pulmonar.
Hospital de caridade. Exislem Cl ho-
mens 50 mulheres nacionaes, 1 hornera eslran-
goro, 2 horaens esoravos, total 117.
Na tolalidade dos doenles oxistem 37 aliena-
dos sendo 29 mulheres e 8 horneas. Foram visi-
tadas as enfermaras polo cirurgio Piulo as 7
Iioras e meia da mnnha, pelo l)r. Dentellas as S
horas da manlma de Iionlera.
DIARIO DE PERNAMBUCO.
Pelo vapor Paran, entrado dos pollos do nor-
te, recebemos jornaes com as seguiutes datas:
Amazonas 12, Para 2G, Maranho 2'.), Kauhy 7 e
Cear 30 do passado, Rio Grande do Norte 3 e
Parahiba 7 do correle.
Amazonas.Esta provincia marcha tranquiila-
menle ; nada de novo occorreu depoisdo ultimo
vapor.
Para. 0 Exm. Sr. Dr. S eAlbuquerque con-
tinua a gozar das sympathias de lodos.
L-se na Epocha :
Domingo 20. pelas 5 horas e meia da mnnlia,
pouco maisou menos, quando ol." batalho de
infantera fasta exercicio de fogo no largo de Na-
zarelh, disparou-se una bala, que foi perigosa-
monte fcrlr um velho portuguez, que a 40 ou 50
passos de distancia, assistia ao exercicio.
O ferimento foi na parte superior da veniha,
dolado esquerdo, por onde entrn a bala, snhiu-
<1o na parte superior dn nadega do mesmo lado,
e deslruindo parle do osso illinco ; teme-sc que
o ferimento seja mortal.
O major commandante, que diriga o exer-
cicio cavallo, soube do faci inmediatamente
por gritar o portuguz, que eslava ftido. Em
acto successivo raandou passar revista ao earlu-
xame, encontrando 9 carluxos em cada parlrona,
porque o tiro apparecera logo primeira descar-
ga. Apesar das averiguaces, a que poslcrior-
mente procedeu, observando a direceo do tiro,
pareceu-Ihe, que parlira exactamente do centro
de batalho, onde alias nao eslava um s dos sol-
dados, a quem lera feito castigar.
O tiro sena casual ou premeditado ?
Parece, que, differeucando-se o cartuxo em
balado, do que o nao pelo seu peso ; e ooden-
do o soldado conhece-lo, quando o tira da palro-
na, quando escorva e carrega a arma, deve sus-
peitar-se intencao criminosa.
Mas, allendendo-se, por oulro lado, a que
no batalho ha muitos recrutas, ou soldados no-
vos ; e que pouco perilos, podiam estar despre-
venidos ao carregar a arma, possivel tambera,
que o tiro fosse cazual.
Nesle ultimo caso o cartuxo embalado viria
confundido com os demais desembalados, que
ioram pouco antes distribuidos pora o exercicio.
Fosse, porm, casualmente ou nao, tornam-
se indispensaveis todas as averigiiacoes e diljen-
cias para chegir, at onde seja possivel, ao des-
cobrinienlo da verdade ; porquanto, nao deve
passar desappercebido, que j nao c a primeira
vez, anda que nao na capital, em que algn- of-
ficiaos lem sido victimas dos soldados.
" No mesmo dia demanha appareceu em \a-
zareth o Sr. Dr. chele de polica, averiguando do
tacto. Ignoramos, com ludo, o resultado das
suas pesquisas <>.
" Hontem l parti a canhoneira Ibicuhy
scieiicia, e qu por uiuilus Ue meus amibos ja
era classilicado de inctirarel ...
Faltam-rae expresses para deserever-vos m-
nha siluaco moral com relaco a este quadro
de niinha vida domestica ; e, perianto, sem mais
insistir nelle, limito-me a assegurar-vos quedis-
punha-me a mandar meu Rlhinho Parts, afin
de ser alli tratado por algum dos operadores pnw-
fundos em que abunda aquella capital do mun-
do civilisado, tendo at resol vido con fia-lo aos
cuidados d'mu leroeiro ; visto como, na posicao
em que me acho, fora-me impossivel acompa-
ii ha-lo.
Entregar a estrauhos una enanca de to lenra
idade, e em conjunetnra em que careca ella de
cuidados e carinhos que s pai e ma sabem pro-
digalisar, era sacrificio quasi sobrenatural, vos
o comprehendeis bellamente : mas, para libertar
meu filhinho da deformidade com que nascera,
nao hava provaco a que me eti nao subjuitas-
e ; e, pois, decdira-me de quo acabo de fal-
lar-vos.
forma ualural, e a ru.-peeliva plaula, seiu mais
resistencia do tendod'Achilles, nem de qualquer
OUtro, tocara o solo perfeitamente bem.
J ieis vos colhendo este bello resultado de
vossa admiravel npnraco, quando chegaraui s
machinas orlhopedicas, que havia eu mandado
buscar de Pars por intermedio do Sr. Jo.iquim de
Almoida Pinlo, pharmaceutico de nota, a quem
nao posso deixar de apresentar meus agradeci-
menlos pela presteza e bondadn com que roe ob-
sequiou : fizestes dolas p-ompta npplicaco, e
meu filhinho comecou desde logo a andar ; sendo
3ue o p direito, que era entao o mais rebelde,
o mesmo modo preparado por vosso incansavei
zeloe silicitude mediante o appnrelho de vossa
invencao, que em oulro lugar me reportel, tam-
bera comecou a ter memora rpida.
Terminada assim esta segunda operaco ; que-
ro dizer, modificado o estado osseo anormal, e
tendo os ps de meu filhinho ganho a melhor
posicao natural, rcslava mante-los nesle estado,
J!L
IOMMKKC^.
AI.FANDF.GA.
Readimento do da 1 a 6 .
Idera 'y dil 7 ...
Ait. IU. incorrerao tamLeiu na multe d*
! a 100 rs quando deitarem oeumtrir
; as obrigacoes que e?to lei Mies impOe
'>>-Mi-'^ii Secretaria da ulrucco publica de Peroaoi
. -*-Jifoo buco 7 de De/, mbro de 189.
MOVIMENTODA AI.FANDEGa
iVolumes entrados com fa/.endas
cora gneros
Volumes sahidns cora fazendas .
cora gneros .
117 330J36S l'elo presente se faz publico que adiando--
-?r_l vagas as cadeiras de iiistrncco eloineaUr 4o 1'
; grao da Iha de Ilamarac, S.ilgueiro c Buiqu
, est marcado o pcaso de 30 das a coatar d.i
dada desle, para a iim ripio e processo d*t la-
bilitaciu dos candidatos (que se queiram oppoi.
303 Jdvertindo-se que o concurso ser fcilude con-
lurinidade com as insliiic oes de 11 de teahi.
122
\\
160
174
desle
, pecli
annoj publicadas cujas disposi(i-s res-
vas rao abaixo ii.inscriptas.
Descarregam hoje 9 dedezembro.
Brigue ingle/.Larl Grey fazeudas.
Barca inglezaFloating t;loud o resto.
edar-|hes o preciso exercicio como peso di cor- 'Marca ingleza Midasbaealho.
331
O .Secretario.
Salradui lleinique de Albmguerqtti
usposi^ue a que se refere o edital acuna.
Arl. 2" S 1". Su examinando pretender lia
bililar-se para profe.-so das escolas do | rio
| de instrucco primarU, o ex.inie
Frau-
_-----.,.-..... v ..,., .n....^^.# ,. .. ,w Hfwtw ."H"1".' na4ut;6i tioa perilUS, qin:
tniiilio, quando mais necessitava elle de nossos tenlio f ser dissipada pelo lempo, cunljuvado
oartnhos palernaes, e ao conderanarmo-nos a nao : por vossa direc;o no complemento da cura ; di-
recebermos noticias de seu estado e tratamento [ receo de que nao prenscindiroi jamis,
seno ao cabo dos longos perodos que mediara Est, puis, completada, Sr. Dr. Carolino
entre as vindas dos vapores ingleses a este] cisco de Lima Santos, vossa obra meritoria.
P'll0-_ Com ella conqustastes mais um fioro para a
Enlao recordei-mc eu da f.li.idade com que, cora de gloria scientillca queja vos adorna a
segundo consta das Tullas diarias desta capital,! fronte,
nheis vos, Sr. Dr. Carolino Francisco de Lima Com ella adquirales direito perfeilo minha
(lint i rniil. < m Aii .. _.._ i ___S f
para a inscrpcao e processo de hahilitaro d".
Iiii|>irl;u-,i candidatos.
i Patacho sueco Hoppit, viudo de New-Post, I S 1." Findo este praso ser da mesma fon::.,
Consignado a Saunders Brothers i C. uianifestou annu'iado da para o exame dos romumila i,
o seguinte : i no qual sern admittidos lano os candidatos no-
, 181 toneladas carvo, 25 volumes obras de fer- i ramente habilitados, como os que j o Uren
fo, 2 ditas ps, 100 ditas pecas de rodas de ferro, sido anii liurmcnte.
2 ditos prensa bydraulica a companhia da es- 2" (juando no concurso se apresentar un .- .
Irada de ferro. pretendcnle, poder* este, sem novo exame mi
Patacho inglez James Hall, vindo de New- proposlo ao governo.
Santos, procedido a varias operace* nesta cida- estima, minha consideraro, e, o que mais, I ". '"'" "/. ;"'u'
de, que deve agradecer-vos a deliberaran de a minha amizade ; pois que nao possivel uuu dJi- f0"" cons,!,,?do a Saunders Brotis & C. mam- 8 Qnamio porcm conipareeerem d>m
lerdos escolhido para thoalro do resultado de xe eu do consagra-la cordialraente ao medico '' "'J seguir.to: uk> havera sobre a materia, cujo pin foi
- 1.. 183 toneladas carvo. 100 pares rodas de fer- "bjeclo da cadeira, que livor de ser prrtinampia
tomar posices convenientes, e collocar-se de
modo a nao impedir ou embaracar o transito e
aproximaco da esquadra imperial ao caes.
0 capito do porto dar as instrueces ne-
cessaras, nao so para a collocac.ao dos navios,
como para o mais que convier polica do mes-
rao porto, sujeitaudo as instrueces approva-
cio da presidencia.
4." Ao prmeiro signal da aproximaco da
esquadra imperial, formar a brigada compoaia
do 1." batalho da guarda nacional da capital e
do mcio batalho de linha, no largo oo quarte
desle sob o couimatido do commandante supe-
rior, ou de quem o dorar substituir na forma
d.is ordens era vigor, e marchar para o Vara-
douro ; d'alli desfilar em alas al a porta de pa-
lacio, pelas ras que esto indicadas para o tran-
sito d'1 SS. MM. Jt. Estes corpos iro forman-
do em pe lo toes na retaguarda da comitiva im-
perial al o pateo de palacio, onde faro as mar-
chas em continencia, daro as descargas e os vi-
vas do eslylo. Depois do que, destacando aguar-
da de honra, que dever licar no paco imperial,
so recolher a torca a quarleis se oulra ordem nao
receber.
5. Sao convidados os funecionarios publia-
cos civis, miiitaxfi o ecclSwstkrtsT-liTii como
todos os Cidados para assistirera ao desembar-
que dn SS. MM. II.
, t C." Depois da ceremonia do sculo do cru-
dillo, que sei apreseutado pelo Rvm. Visitador
ou na falta, pelo Rvm. vigario da capital, no pa-
vilhao que 80 '.chara preparado na praca do Va-
radouro, a cmara municipalapreseutar as suas
homenagens a SS. MM. II.
7. As senli.iras que comparoccrem para a
recepcao de S. M. a liporatri/. ficaro no pavi-
lhao, donde sahiro para ir receber a mesma
Augusta Senhora no acto do seu desembarque, e
acompanha-la al o paco imperial.
8." No trajelo de SS. MM. II at o palacio,
se observar esta ordem :
1." Os cidados que nao eslivorem compre-
hendidos as classes abai.xo designadas;
2." Os funecionarios pblicos que nao sao
especialmente indicados nos seguiutes nmeros ;
3." Os olficiaes do exercito que nao estive-
rOm em forma, os da armada, das extnctas mili-
cias, os da guarda nacional, assim comeas pes-
soas que gozam de honras militares ;
" 4." As pesso-is condecoradas com a? diver-
sas ordens honorficas, as que lem o tratamento
de senlioria, os vice-consiiles, os cheles de re-
partios publicas, osjuizes de direito, os iiiem-
bros da assembla legislativa, os deputados as-
sembia geral e os Qdaigos da casa imperial ;
5.u Os clrigos regulares e seculares, os p-
rpenos, etc.;
que lia praticadoas opeacoes da lylhoptricia ; como que ura salvador s da talha ; da hernia estrangulada : ha con- vos cora um desses risos de anjo, que, para o ho-
t quislado respetto e veneraco pelo bom xito mera pensador, e que v lias cousas desle mundo
colindo em vanas recechaos dilficeis, laes co- o que ellas na realidade sao, excedem melhor
me na dos ossos maxilares superior e inferior recompensa que aspirar se possa por um bom Rendimenlo do da 1 a 6 .
e do homoplala nos iilhos dos Srs. Joao Igua- acto ; pois que revelara fielmente os impulsos dem de da 7 .
co o llego e Joaquim de Souza Cirne lem do coraeo, e nao veera eivados do refalsa ment I
extirpado cora bom successo os mais perigo- ou do clculo, de que pela mor parle se rosen-
CONSULADO GERAL.
na, disse a mira mesmo : O Sr. Dr. Ca- normal, que vos consideramos mais come n
rolino Francisco de Lima Santos tem-se lor- ; do que como ura simples amiso, e que esse in- j eudimeolo do dia 1 aO .
nado celebre enlre nos pelo tino c pericia, com noeenliiiho, a quem temos enguado a ver em vos lldem do dia 7.....
7:09 >J208
2-223 230
DIVERSAS PROVINCIAS.
; 5. Os nemes dos concurrentes sero Unci-
dos em una urna donde o secretario os ir ex-
~~7T.3, irahindo. O primeiro argir por espaco d-
_____ "ltia ',ora sr'<"ido ; este o terceiro c 'assi.i.
:------------i successivamenlo al o uliimo, que dever ar-
I guir o prmeiro.
5ofl60 A Cami"'a n>tincipal deta eidade
---------------Idesejnndo continuar a testemunhur o
tena, finalmente, conquistado, palm a palmo,' 'lue os hollandezes sahiram campanha com
slida repulaco 0e medico operador por di- 7500 infantes, quinli
"'ds_Jjienoa_^- ifTteWI^
-*ll*.*l Cl flUllll II iiii.wii
nossos cap_.
etn logrado promplo pleno res-' mil e duzen'.os hom
( laUuleamento/ pls bum vou conliar-lhc o
masacrado.
diante o p>teodo Collegiu se denomiiv
versas ampulaci
ha feito, com vai
da sciencia, e crn aproveilaraenlo para os pa- n0!
v< cenles que leer,, logrado promplo e pleno res-' mt
- 6 Atraz do pallio as Sen horas, os
candes
as que
do imperio, as pessoas da casa imperta
ten; 0 tratamento de excedencia.
"7. Os quatro juizes do paz do distrielo da
capital sao incumbidos de fazer manier a ordem
do prestito, como tica determinado.
b." Desembarcando SS. MM. II. na ponlc
predisposta para esse fim no Varadouro osahind
do respectivo pavilhao, seguir&o o transito se-
guinte, se outra cous nao delerminarcm.
Calcada do varadouro, ra da rea, ra da
Concliaco praca do quartel, ladeira das Podras,
ra Direita, e por alli ao l'ano Imperial :
razando antes orocao na igreja do collegio,
querendo.
e 9. Se da fortaleza do Cabedello se avistar a
esquadra imperial a noile, icar-se-hu no mastro
da banduira um lampeo cora 2 tiros de peca,
correspondendo o lelegraphode palacio com sig-
nal idntico, monos os tiros. Neste caso forma-
r a funja da guamicao em seus respectivos quar-
leis e aguardarn as ordens desta presidencia.
Palacio da presidencia 20 de novembro de
1839.Ambrosia Leilo di Cunha.
l'elo quinto districlo eleitoral foram eleilos de-
putados :
Dr. Luiz Jos de S vigaro Bernardlio J.
da R. Formiga, Prxedes Rodriaues dos Sanios
Dr. Leonardo A. M. Ucnriques, Dr. Lindolpho
Jos Correa das Noves, o padre Joaquim l'enei-
ra da Silva.
Supplenles Dr. Silvino E. C. da Cunha, Dr.
Francisco Cteitteiitiiio Chaves, Juvenci Jos da
Costa,
Nula mais lia digno de menco.
d-vos que i:xarainasseis cuidadosamente' meu soldados.
filinho, e envidasteis os ltimos de vossos esfor-1 Nao impossivel, nem imptovavt|, que utn e
sirjssas tfs^^ssto,,tro ^tt- fr**?*a ^a ca,u-
misara. pe, e a elieclividade nos Guararapes, e rorapi-
Feiio o exame nos ps de meu filhinho, reco- nionio da balalha.
nhecestes vos : Que os respectivos calcanhares, I O mesmo Portugal restaralo deoois de
lano o direito como o esquerdo, nao podiam to- RnA.r .-n,,r,nn ,1* k,un, An c i
car o solo, e achavam-se elevados d-sle nao I ., ernarri5d0 dj aos Guararapes, d-
menos de una pollegada Que suas plantas os -\ P01S de conlar o successivo alarjue da recupera-
lavara completamente rolladas para cima e para ?o de Unnda pelos nossos, e de a alianlor.ar-
__-_-',__? f6fgt''..-". marcha, os ossos mus dc^irfReladas as ortficacoas e dj negada
denominadosajaioscxerciam as funecoes a .pL.., nr;.:.nQ:rD .. _f .
de ca/care.Fri!r..bim mri.. .. neM _.. ;r. a wa.jos pristonetros, que solicilava Segts-
lavam complelamenle volladas para cima e para co de .Ulinda pelos nossos
dentro, e de forma tal, que, ua marcha, os ossos : mus, des^sffaladas as forti
denominadosamgalos exercam as funecoes ,ri,,.. ... r: .:_;,, ,
de ca/tan^res.-rrecebiara lodo o peso do cor- 3 tr*a :.'0S Pris"?nelrS. <
po ; o que era causa para que o centro de gil- mun ,0, "" seguinte :
vidade, era vez de cahir sobre os cn/caueoj ( os-1 Era grande a falla qne nos qu.ilei e pa-
Sw'." sucede no estado normal, cahisse decia [de gente e inantimentos, e por este res-
fera, e na parle media e exlerna dos ps : Que, ,,_:, ,, _T_._t.- __. .' v c e e
em consequeneia, de um e oulro lado desles s : f eil fl ttCel'10 cora _nJe alvoroco o mostr
haviam formado duas lurtes calosidades, ooca- ,la caraP Francisco de Fifjueira, que chegou da
eos assucar masca vado.
RECEBKOORIA DE RENDAS INTERNAS
GERAI.S DE PERNAMRL'CO
Rendimento dodial a G 3:S31$65.
dem do dia 7...... 1:420
CONSL'I.ADO PROVINCIAL.
eudraenle do dia 1 a 6
ftem do dia 7 .
NOTICIAS COMMERCIAES.
i O Dr. Anselmo Francisco Piretti, coraim
da imperial ordem d.i i3^^"j*|'
especial do coimnirno a esta tffSSPTfi
capital da provincia de Pernambuco e
rao por Sua Magostado Imperial, e co.
D:2lS803 cional, o Sr. I). Pedro II, que Dos
----- I etc., etc.
Paco saber aos que o prsenle o dilal vire,.
8:533^940 i em como no dia 15 de de/.embro do corren:-
3:3594481 anno, se ha de arrematar por venda, quem
--------------- masi der depois da audiencia c na sala dos aadi
11 -.69333881 torios urna casa terrea na fregue/.ia dos ASm
dos na ra de Sao Miguel numero SI, com vinie
palmos de frente, e (incenla e cinco de fundo.
cosinha dentro na sala Irazeira, pequeo quinini.
[Chegou procodenle desle porto, ao do Mar- cerrado demadeira, sendo o solo foreiro avalta-
n|iao, a 18 do passado, o palhaboto Aoraci, com ja em 500SOOO. e urna parle da cata lema na
4 das.
Sabio do mesmo porto, para esli
ll(abole Lindo Piu/uete, com diversos gneros.
1 freguezia de Sao Jos na ra dos Copiares ira
a il, o p mero 14, com vinte palmos de frente, uquareuia
Movimenlo do porto
d*s, o sera relaco cora o reslo do crpo, alias; ''PPe Camariio, que acabou da enfermidade, e ;
bem desenvolvido em tudo Oue. finalmente, os! nelle um soldado de grande valor, e esnitilo ver-
oes arli,lvam_ci> n,.~.n -... Ani___I-.__i... -: I r.
^mTmmmlrr^rdos^^ Cholico cora tanta experiencia
urna mo ; lendo-se os bordos externos tornado ia1U8lla S'ierra, que difficultosamenle poda ha-
internos em sua grande extcitso, e havendo os ver "irc' ma=" [""tico, era de arcos mais assig-
internos saludo para cima e para fora, de molo nala.las.
que os dedos grandes procuravam locar-se, mor-_______________________
mente no andar.
"'-<: n intil. w ^------------------
Examinada esta grande deformidade, que si l-OrrCSpOIlCieCiaS.
ede ser devidamenle avahada por quem a vio, ------------------------ ___________._____________
opinastes vos, como depois opinaran! varios col-
legas vossos que observaran.-na, ter se ella for-
Cinco de leundos, cosinha fora, quintal murad
I com cacimba meeira e portao paran ra do*
. larros Bain, cuja parlo foi avahada em
. 3025860 ; as quaes foram piihoradas por eueu-
cao do majorManoeldo Nasrimrnto di < "-:
nteiro, contra Jos dos Sanios da Silvcira : ,
nao havendo lanzador, que cubra o pac
Srs. Redactores Nao procedenJo com m i 3 =
nn.n.l., .H.-,i.iIa JKn.KMJ. ..._1________ _" <
ado eusta do oiicurlarueulo dos tendees iutei- le> 1nindO discuto, e desejando esc!arecer-me,
is e inferiores des ps, do tendi denominado teiiho ido tres vezes ao Pilar, e anda preeiso
de Achilles, oda aponeveose plantar; da mudan- faze-lo hoje, s depois responder! ao Sr. Dr
cade relaco dos jssos, e por conseguinle de p j;, 1 ..
suas facetas e, qualificando-a scientilcamenle F" T'e 'l'S'ou-sa de contestar o qa eud.sse
de pe-torlo [p'el-bMj carius equinus, declarasles,, na Kevista Diana di l. do correte,
assim como depois Uzerara-no aquelles vossos col- 7 de dezombro de 1859.
c4 <.
OS >-
* 3 r
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' 2.c^ S.
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Q. -
5S XC 35 I
Q."A _-
a. "
-.-_- S I
Horas.
_- _. 1
3p*3 I
Atmosphera.
Gomimimcados.
Ao iiim. Sr. Dp. Carolim Franeiseo
Se Lima Santos.
Son-vos devedor do um publico o solemne
testemunho de graUdao pelo escrupuloso c lou-
vavel empenho que puzestes era libertar um de
meus muito amados fllhinhos da fel deformi-
pois, permilti-nie que,
Naraesraa Sfl3i seguio para Cayenn. o lSlmn7^l&1T S&fi
rn .!, MPnVl',C,an0 le1nen,,;-rOr0npl )u, WU ^quanlas .aixes r.iins imagina se p,ss',
kens de Mallos, noraeado cnsul desle imperio nesfa occasin prestar-e-ha aTm do,ltornis
com destino s costas do Rrasil ao norte do Ama"- dada" cora que nascera"'
do a commissao encarregada de ex- arriscando-me
o. sobre oue ha le
com o governo de Franca.
Dos e Silva.
Maranhao. No prsenle vapor veio urna com-
missao, enviada pela cmara municiapal da ca-
pital, para comprimentar S. M. o Imperador,
pela sua viagent ao norte.
J se achacara concluidas as eteiedes provin-
ciaes cm alguns dislrictos, sendo eleitos:
Districlo da capital.
Reputados.liaro do Coroal, Dr. Luiz Aulo-
n0\yieira aa Silva, Jos Antonio Moreira da Ro-
cha.Nlaymiindo Ferreira de Carvalho e Antonio
Raymuridy Ferreira
Supplentes.Henii-|u.' do Brilo Guilhoo, Ale-
_andro Us Rodigues e Francisco Royrauodo
Juadrds.
^ Districlo de llapieurA.
Deputados.Ricardo dn Silva Ferro, Ravmnn-
do Jansen Lima, Ravraundo de Brilo Gomes do
;- -- uiiii.u, iin-ii consorcio, um lia que
lindo come os amores, e de torca de intelUaen-
cia superior lenra idade do tres annos e nove
mezo? que ora conta, enlulava-me todava o co-
racao, cada vez quo do mim se approximava. por
ter de offerecer-me aos olhos a perspectiva d->
aleijo denominado pied-bot, e que, tendo-se-lhe
reconhecido em ambos os ps, apenas nascou el-
le, resistir al meiados de anno cadente as ope-
racoea e tentativas, alias dirigidas por habilissi-
mos mdicos, a que 1110 nao descuidara eu de re-
correr desde osen primeiro dia de existencia, pa-
ra livra-lo de to senairel deleito.
Hoje que meconheceisdeporto, sal qnan-
to sou exlremoso no amor que consagro a meus
tilhinhos, podis ajoiiar da consternaco -m que
viva eu, tendo diariamente dianlc de mira, c
n um delles, pungente espectculo de um alei-
joo, que s- mostrara rebelde aos .(.* ri
iqu
legas, que a tinha aggravado, ou consolidado,
u m anno de marcha assidua e imprudente.
Dias depois deste exame, cm que se me ollero-
con epporluiiidade para verificar per mira mesmo
a preciso com que discutis sobre as materias de
vossa profissio, e a facilidade com que sabisap-1
pucar prtea os preceitos Iheoricos da sciencia
era que lauto vos idesdistiuguindo, decidisles vos. i
Sr. Dr. Carolino Francisco de Luna Sanios, pro-
ceder operaco, de que ia depender a cura ra-
dical dos ps de meu tenroe amado filhinho, c
qual faltou-rae anime para assislir ; porgue a
supounlia doloroslssima, e recoiava que, commc
vido pelos gritos agudos que desde enlao se me'
figurara ouvir-lhe, eque semduvida rasgar-me-
htara o coraeo, tomasse a louca resolucao de
suspend.-la.
A esta operaco, perm, esleve presente, como
que me subsiiluindo, meu especial amigo, capito
.lose l.u Pereira Jnior, que apenas se ella con- '
clnio, foi dar-me cenia de seu resultado, nssegu-.
rando-me que nao sabia o que mais doria admi-
rar: se a coragem e resignacSo cora que ella
sesubjettra meu filhinho*; sea delicadeza, pa-
ciencia e pericia, cora que vosa linhoiselci-
luado.
A operaco, que foi demrala c por domis
d'dorosa. consisti, romo sabis, em cortar-se,
nos ps do meu filhinho, nao s tolos os ten--
des contrahidos, inclusive o de Achules, pelo
meihodo sub-cutaueo, e de modo a nao serem
oilendidos os vasos arteriaes, que se aehavam as
visinhancas; senao tambera a aponevrosc plan-
tar, de que Iralei mais cima ; o que. em vossa I
douta opinio, lornava-sc indispensavet para a |
eilensao da planta do p, e cuja falta se deven '
principalmente o nao-aproveitamento das duas'
tentativas que j se haviam feito para obter-se a i
cura de meu charo filhinho.
Islo leito.'umapparelho qual juer servir para :
levar os ps de meu filhinho a seu estado natu-
ral, c mante-los nesse estado, se nao foram o
deleite dos ossos e a necessidade do modificar
suas relacoes anorraaes, c mesmo de allerar-lhes
os ligamenlos.
Depois da operaco por ionio do ferio, esleir- '
balho foi o mais penoso para vos : porque, nao'
obstante o corte dos tendees, c apezar de subjei- I
tos aura niachinismo arranjado segundo pres-
Icipces vossas em faltado que mandara eu vir
de Paris. os pes endurecidos resistan! fortementc
i aeco de semclhnnic apparelho por ineio dos;
ossos que se aehavam igualmente torios ; sendo',
! que de tal resistencia resultavam algumas con-
tusoes ou feridns, qu-, como vos lembrareis por
sem duvida, tudo atrop-ilavam no curso do tra-
tamento.
Entretanto a propriedade do niachinisino que
Hzestes preparar ; o empenho que puzestes em .
dirigir a applicacao dello ; a a.ssduidade com
que voshouvestes no Iratamonlo ; a caridade.
verdadeiramente christa, e propria de um medi-
co que se preza, em que serapre vos icedestes
para com meu filhinho, tnumpliaram de ludo : o
Dr. A. F.
Publicares a pedido.
o p esquerdo especialmente 'obleve tani rpida
flhora. que ao im i: lous mezas }a linha sua
/"
MUTIMN
.\ sentidisKima unirle meu que
do lilln Gustavo Ita/ilio le Lima,
J perdi o que mais amava,
Ja nao existe quem mais esiimava
Morrea o meu querido Gustavo
Por quem eu vida e morie dava.
E depois que elle tnorreu
Minha alma se eatrhticen.
Morreu como morre a flor
Quando oslenlava mais vida
O meu querido fillio
-Vunca mais ser ouvido.
Ah meu querido amor
Oh I Anjo da minha vida.
Hoje o mundo para mim
E' um ermo e nada mais
Virei juntar o meu pranto
Que dos cos ouve meus ais !
Com meus prontos liei de banlia-los
E com meus ais bafeja-los.
Perdi o que mais amava
Embora seja assim nos denso bosque
Pisando as seccas gemedoras folhas
Teus ollios animar morrer se a morte.
N'essas folhas meus gemidos
Nao fiearara esquecidos.
Eu sou qual trale solitaria rola
A quem o co negou mimosos carmes
A penna sollo malfadados cantos
\ verde encantos esquecer minha alma.
Minha penna Iba dir
Minha dor lhe contar.
Teus olhos gentis cerrn para sempre
Longe de mira do quo sem li parece
Os anjos do Senhor vivar prostra.lo
Que nome te hei de dar todas merece.
O meu filho coberto de p
.Mu lo c vestido de do !
Quem po-ler conlar as horas triste
Que lenho passado em tua au-encia
Choro por nada ter alcm da vida
\ vendo hei da morrer de i aujeate.
A vida sen ti na Ierra
Me consom e me exaspera !
Francisca / 1 silta.
\
7.
F
> -
'" !_.
=_
2 ^
o ^4
as
i
Direceo.
~ I
Inlensidade.
Navio$ entrados no dia 7.
AracatvS dias, hiato nacional Aracatv, de 37
toneladas, capito J00 Henrquede Almeida, avaliacin ser a an-rmataco Mis P-loV_lf .
equipagem 0, cerga dure re lites gneros, o Ca- adjudicado com o abatimenlo da le. E paiT
:muil.a&-l-illio chegueao conhecimeuto de lodos maiul,
p|,i_i o" no.'**.m ""' sar edllaos. que serio publicados pela imp
R o de Jnneiro-Bngiie naciona Mana Isabel.,! sa. 8 aniXados nos lugares designados no c
Icapitao Manoel Homein de Almeida, enr-a as- commercial. <-w^
Dado c passado ncsla eidade doRecife de P, r-
nambuco aos yitttc e un de novembro de :;.
oito cento e cincoenta e nove, trigsimo oita
da independencia e do imperio do Brasil
Eu Manoel Mara Rodrigeos do Nasrimen:.-.
Sleacrvio o subscrevi. Anselmo Francisco P-
;'retti.
5 Do ordem do Illm. Sr. inspector da thesou
2 > j raria de faenda dcsla provincia, se faz pul..
- -- para conhecimenlo dos intereeaados, a rea.;.
-a^ I abaixo transcripta dos credores de divdas'd,
ejercicios lindos, na importancia tolal i
!:7iii>707, cujo pagamento foi autorisado peta
ordem do thesouro nacional 11. 190 de 12 do in-
undo.
Secretarla da thesottrana de fazenda de I
nambuco, 3 do dezemhro de 1869.O offii
maior interino, Luis Francisco de S. PaioeS
RELACO A Ul B SE REFER O EDITAL
SII'H.V.
ce Jos Rodrigues dos Passos Jnior..
Antonio d )s Sanios Caria............
Bernardo Pereira do f'.arrao Jnior..
Francisco Pereira de Almeida......
__' Joo Lucio da Silva Benla Maria da
Concoico, mo del..............
Jos Joaiiuim da Rocha............
I.ui/a Mara do Rosario..............
Mai.....! de Parias l.craos............
SMeretaria ala mstruei'ao piiMi.-: de Marcos Evangelista Muniz.........
I'ei*naiiil>iii*t>, 1H;>. Sebastiio do Reg Barros..........
Francisca do Rege Brrelo Pereira..
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eciara^oes.
Corre io
is suas aulas ou ReWao ,iils carias seguras viudas do norte ; '
, :, I **Vor Paran, e da.-exis tes ia administra-
as precisas i- ^0 do rorreio para e- Srs. anaixos declai ) -
Por es,e se U constar aos profe^res e pro- SmrHeyBSrT:!^::
fessoras, directores e directoras de lodos os esta- Mara do Rege Brrelo..............
belecimenlos particulares de nsuucce primaria
c secundaria da provincia quer habilitados na
forma da lei, quer nao ; que tratera com a msior
brovidade de temotler a esla secretaria, por in-
termedio dos r8fpeclivos delegados de dislricio
lilterario, nao s a declaraco da ra e numero
da casa ou lugar cm que teem a-
eslabelecimentes, afim de se fazer
teraces 110 livro comptenle; como o niaopa Antonio Carlos Daroasceno.
annual dos seus alumnos, de conformidade com Antonio Flix de Souia EslrelU.
o disposto no art. 86 da Lei regulsmentar Al,j0,,! l;'>'"enco ,1c Carvalho Serra.
,.' Antonio Marques d Amorim
n. 369, abaixo transcripto, sob a pena indica- candido Jo, de Mello e Silva.
da no arl. 100, tamb.'tii transcripto, aos que fo- Francisca Xavier.
Gurgel v\ Irraao.
Joo Ferreira d'Olivi ira e Silva
Jos da Cunha un ,
Jos Pereira de Miranda Cunha.
, Margarida Candida da Cunha.
I Manoel Goncnlves dn i\ 1.
Art. 86. Os professores e directores de esla- Manoel Pereira de Castro.
belecimenlos particulares sao obligados : SeveFilhosi C.
1.. A remeller aos respectivos delegados rea- Vrnle'.S'tn,,,!?" ** ,0'
1 tonos trimensaes de seus Irabalhos, declarando o j __ 0 museo dr, Gymnasio est oumMo d.
! numero de alumnos, a disciplina e compendios ; o da b at 1_ de c. rraato : quem o qu:/- 1
! ailoptados, e fazendo as observaeoes que entende- 'ar' P?*10 fa'c-lo das 5 horas da tai de al
rem convenientes. l,01riL';-"'" G**~io.
a ,, \ 11 1 1. *ela mesa d<- consulado provine:.. 1
-."A partkipar-lhes qualquer all-racao que publico aos pro, dos predios urb.
rem omissos.
O secretorio interino
Salvador Uenrigue de Albuquerque.
Artigo, a que se refere o edital cima :
projeclem no rgimen dos seus estabelcciraentos
com a precisa antecedenc'a e a solicitar autorisa-
co para isso.
3." A fJor-lhes parle -le qualquer mudar.ca de
residencio.
in
freguezias deeta eidade e da dos Afogad ,
os '') dias u:- pagamento a bocea do
cofre do primeiro semestre da decima d--
Gnanceiro corre-nte de 1859-1860 se
a contar do 1 de d nudouro, fi
incursos na multa dt -per tent os qne |
rem depois dess 1
ni ai
da o?
i.' A franquear-lhes as aulas, dormitorios e __r*8a" cnsu,adc Pr0|"nc>al de Per:
is der^ndencias dos esl%betecimeo.es r.o caso! % ,r" ^^ ":t'
rerem inspeccionar.
O Illm. >
(la l!.


M")
DIARIO DE PLKNAMBICO. SEXTA FE1RA 9 DE DFZEMBRO DE 1859.
'incial, cm cumprimento da resolocao da junta
manda fater publico, que no dio 7 de dezembro
1 roxiran futuro, so ha de arrematar, a quem por
rr-Piios li/or o costeio da illuminaono publica da
idade de Olinda, avahado eni 260 rs. cada un
iampeo diariamente.
A arrematado ser feita por lempo de uui
mno a conlar do dia 15 do dezerubro do crrenle
anno.
As pessoas que se propozerem a osla arrema-
laeao. compariram na mencionada lliesouraria,
onde acharo as condiees com que deve ser ef-
rcluada a arremalacio.
E para constar se niandou n!Ti\ar o presente
| ulilicar pelo Diario.
Secretaria da lliesouraria provincial de Pcr-
nanibueo, 19 de novembro de 1*0!}.O secrela-
lio, .4. F. daAnnunciaco.
O Illm.' Sr. iuspector da lliesouraria pro-
vincial, eni cunipriniento da ordem do Exm. vicc
(residente da provincia, manda fazerpublico, que
peranlo a junta da fazenda da mesma lliesouraria
se ha de arrematar no dia 15 de dc/embro pr-
ximo vindouro, quem mais der, 636 lampeos
que serviram na illuniiuaco publica desla cida-
de, com as suas competentes errogons, avallados
ni 40g cada urn
Os preiendenles pndem dirigir-se i reparlico
das obras publicas, afn de examinaren) os men-
cionados lampeos.
L para conslar se mandou afiliar o prsenle e
publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial de Pcr-
i ambuco, 24 de iimembro de 1659.O secreta-
rio, Antonio Verrelra da Annunaiaco.
O Illm. Sr. inspector da lliesouraria provin-
ul manda fazer publico, que an dia ;j do corren-
e por Oanle se pagam os ordenados dos em-
bregados provinciaes do mez de novembro pr-
ximo lindo.
Secretaria da lliesouraria provincial de Per-
nambuco, 1. de do/.en.bro de 1859.O secreta-
rio, lntoiuo Ferreira da Annunciaco.
Pelo commando das armas dos'ta provincia,
i s termos do Aviso do ministerio da guerra de
l de novembro nllimo, e da ordem do dia do
quarMl general do exercito de 22 do mesmo mez
presidio de Fernando. O Rvd. sacerdote que es-
tiver habilitado, e quizer prestar-se.a este ser-
vico, tera a bondado de coniparocef no qunrtel
<)o mesmo commando, das ) huras da manhaa s
2 da tarde dos dias olis, fin de oclebrar-se o
onlrato sob condicoes que llie serao patentes.
Secretaria militar no" Mondego, 3 de dezembro de
1659.Francisco Camella l'e I tac secretario do commando das armas.
Cousellio administrativo.
O conselho administrativo, para fornecimento
lo arsenal de guerra tera de comprar os objec-
los seguintes :
Para a enfermarla militar a carao do 7. bata-
Iho de infantaria em Macelo.
Calcas de chita 3(i; camisolas de hriin 30 ; bu-
los de louca 2 ; chicaras e pires 12; ljelas pe-
queas de louca 25 ; palos rasos25 ; ditos fun-
dos 25; bandejas amata 2 ; talheres 20; copos
da vidro para agua i; linleiros de vidro 2 ; toa-
Ihas pequeas para as bancas -10 ; mesa furrada
'le zinco para autopsia t ; estojo porttil eirur-
tico t ; loalhas proprias para facturas e de di-
versos lmannos 50; lavatorios de ferro 4.
Para provimenlo do armazem do arsenal
de ijtierra.
Sola, meios20O; taimas de pinho de soalho,
ilu/ias 20 ; taboas de 3/4 de grossura, duzias 10 ;
ranchos, duzia 1 ; oleo de linhaca, arrobas 5 ;
alvaiade, arrobas 5 ; er, arrobas i; zarcao, ar-
robas; secante, ariuba 1 ; gomma laca, arro-
ba 1 ; ocre, arrobas 5; pregos de guarnicao, mi-
IheroslO; pinceis sortidos duzias 5; lixa sorli-
J.i, duzias 12.
Para a fortaleza de Pao Amarello.
Urna bandeira imperial com 6 pannos de largo.
Quem quizer vender laes objectos aprsente
t suas proposlas em caria fechada na secretaria
\ conselho As 10 horas da manja do dia 12 de
nenie mez. y**
iala das sesses dojarfselho administrativo
< fornecimento dff arsenal de guerra 5 de
mbrojtelgiSl^Benlo Jos Lamenha Lins,
inel presidente.No impedimento do socre-
o, Joao Francisco de Cliabl, coronel vosal.
Pela recebedoria de rendas internas so faz
buco, que no correle mez se linda o prazo da
branca amigavcl aos impostas pertencenlcs no
-rcicio de 18581659, a saber renda aos pro-
prios nacionaes: foros de terrenos c de marrona
dcima addicional do mo mora; impostosobre
lojas e rasas de descont; dito especial sobre
asas de movis, roupas, mobilias e calcado es-
trangeiro; dito sobre barcos do interior claxa
dos esrravos, lindo o qual se promover a cobran-
za dxecotiva contra os remissos: outro sim que
no mesmo mesmo mez deve t-r lugar o paga-
mento dos impostos perleitcentes ao excreicio
de 18891860, a saber : do priraeirosemestre da
dcima addicional de mo mura, do impostoso-
bre lojas, do dito especial, du de barcos do into-
rior, depois do qual pagar-seha conjuntamente a
multa de 3 Ojo. Iteccbedoria de Pernambuco, 5
de dezembro de 1859. O administrador, Manocl
Carneiro de Souza Lacerda
fuspecctto do arsenal de marinlia.
Fa/.-se publico que a cnmraisso do peritos
laminando, na forma determinada no regula-
n.ento baitado com o decreto n. 1324 de 5 de
vereiro de 18">4, o casco^ machina, caldeira,
.'pparclho, maslrearao, veame, amarras, c an-
coras do vapor Iguurasa da Companhia Pernam-
iucana de navegaeao costeira, aihou todos estes
objectos em estado regular.
Inspect-o do arsenal de marinha de Pemam-
Ljco em 6 de dezembro de 1859. O inspector,
Ellzlarlo Antonio dos Santos.
Pela subdelegada do primeiro districlo dos
Atogados se faz publico, que so aclia recolhido &
-a de delene.iu |ur estar fgido, o pardo Da-
mio, o qual diz ser escravo de I). llosa de tal,
moradora na ra do Vigario: quem se julgar
i om dirciio ao mesmo, coatpareca munido de
-".i ttulos, que llie ser entregue!
Pela subdelegada do primeiro districlo dos
logados se faz publico, que so acha depositado
um cavado ruco pedrez: quem so julgar com
direito a elle, comparec, que provando legal-
ii enle, lhcser entregue.
TIIEATUO
Para o Porlo
sahii com brevi.ladc o patacho porluguez Du-
que do Porto, de prinieira marcha : quem no
mesmo quizer carregar ou ir de passagem, dirja-
se a ra da Madre de Dos n. 54, a tratar com
Jos Antonio da Cunta i Irmio, ou com o cap-
lao na pra;a do Corpo Sanio.
Segu at o dia 9
do correnle, o hiato Sanio Amaro, parj o Ass,
por ter a tnaior parlo do seu carreganiento
promplo : anda recebe aguma carga e passagei-
rus, para osquaestem excedentes rommodos : a
tratar no trapiche do algodao ou j bordo com o
meslre.
Para o Aracaty pelo Ass,
segu com muda brevidade a barcaca Maria
Amelia, tendo a maior parle do carregamento
prompto : para o resto, trala-se com Prente
Vianna & C, ra da Cadeia n. 57.
Para a Baha
Uvcidro e bem conhecido palhabole Dous
Amigo, pretende seguir com muila brevidade,
lem parle de seu cariegamcnto a bordo ; para o
resto que lhe falla, trata-se com seu consignata-
rio Antonio I.uiz de Oliveira Azevedo, no seu es-
critorio ra da Cruz n. 1
Cear, Acareen e
Granja,
O patacho nacional ,I una, lem boa parte da
carga prompta : a tratar com Tasso Irruaos ou
com o capito Graciano Henrique Mafra.
Para Montevideo
segu nestes dias o veleiro brigue francez San-
l'Anna, o qual recebe algunspassageiros, para os
quaes olVerece os melhores rommodos ; para
tratar, com os consignatarios Aniorim Irmos,
ra da Cruz n. 3.
Para o Porto,
o bjigue Esperanra segu al o dia 10 do cor-
renle ; ainla recebe carga u passageires : a tra-
tar na ra da Cadeia do i cuite n. 4.
Para Lisboa c Porto pretende seguir viagem
com a maior brevidade possivel, o patacho por-
luguez Flor de Mara ; quem no mesmo quizer
carregar ou ir de passagem, trate cour o consig-
natario Thomaz de Aquino Fonscca, ra do Vi-
gario n.19, primeiro andar.
Para o Rio Grnde do Sul
segu com luda a brevidado a barca Mathilde,
tem parte da carga prompta : quem quizer car-
regar o resto pode tratar com Manocl Alves Guer-
ra, ra do l'rapiclie n. 14.
inglezx, ein lote a vontade do compra-
dor : sabhado 10 do coirente as 11 ho-
ra em ponto no cae do Apollo arma-
zem do Sr. JosDunrte d.is Nev.
Importante
.' i.
Mi
DE
Fazendas finas.
Ra do Imperador arma-
zem n. i 5.
Segmula-feira 12 do correute.
O agente Borja autorisado pelo Sr.
Gustavo Masset, ai a' leilao no dia ci-
ma designado em seu armazem n. 15
sito na ra do Imperador, de suas ri-
cas e apreciaveis fazendas chegadas pr-
ximamente do Uic de Janeiro, consis-
t ndo em vestidos de seda para sen hora
de apurado gosto, bem acabados man-
teletas de ren Ja c cassa bordadas, sabi-
das de
Leite ao pe davaecu.
(jueiu quizer tomar leite ao p da vacca, pude
ir ou mandar na cocheira da ra da Florentina ais 6
horas da Buanhaa, que achara, cada garrafa a 480
rs., lirando-se mesmo vista do comprador. Na
mesma cocheira continuam-se a receber c ivallos
do trato por menos prc^o que emoutra qualquer
pirte. ea respeito do fratamcnio a experiencia
conveucer se bom ou mo.
Vende-se
na ra estreia do Rosario n il, um fogo de
ferro.
Rap de Lisboa.
Vende-se rap de Lisboa: na ra larga do Ro-
sario, passando a botica, segunda leja de miude-
zasn. 48. Na mesma luja precisa-se alugar nria
escrava que saiba co/.inhar bem o diario de urna
casa de pouca familia.
Relroz do Porto.
Vende-se retroz prcto c de cores, de primeva
qualidade, era porcoes grandes e pequeas, por
menos que era oulra qualquer parto
do Matlos, ra do Codorniz n. 5.
AVISO.
est presente
Sangra e tira tambera denles como qualquer
medico ou eirurgio dentista ; pude ser chamado
com esiripto a qualquer hora, na ra da Gamboa
do Carino n. 20.
l)esapparecen Jo seminado deOnJa um
escravo de nauta Ramio,
de hljiia pouco ma
Preeisa-sc
paluda, estatura re
de urna ama secca forra ou eacrara que mmJ
boa conduela : a li .lar na ra n o'iKiaiado a
loja de miuJezas da bu.1 fama n. A
Cura completa
Seiu resguardo tem incoiumtdo.
Inflniiiiia^ao do cstonu|po e don ,
de eabeca,
Rogo-lhe, Sr. redactor, de inserir no so*
yuiiio, do viole e cinco annos nn' a seguinie dcctarar&o, que julgo S'-r pi i-
is ou menos. B' mualo, cor. v,'1I',osf a r"'>s..ns.
ular tem nn.icaharh.ea I Ha,"asl3"lesai...os padeci urna norria'.
-0uiar, mu pouca barba, ca- de cabera que me prenda a nuca, tinha Ma
Ferros de engom-
mar econmicos.
bellos carapinhades, beicos grossos, sendo o in-
ferior mais saliente, lem falla de denles na fren-
te, e um tanto molleiro. Levou calcas de
brim de listra e carniza de ma.lapoliio. E' da
Caritis-Novos, e como tcl, provavel que se te-
nha dirigido para esse lugar, por isso pede-se as
autoridades policiaes ott a quem quer que o en-
no 'orte | contrar o faija prenJer, e levar ao mesmo se-
minario, onde seni .sss recompensado por Ma-
noel Antonio Marlii.s de Jess.
Aracaty.
A barcaca Alaria Amelia, leudo prompta me-
lade de sua carga, sabe at sr.bbado desta sema-
na : para o restante da carga trata-se com P-
rente Vianna & Companhia, na ra da Cadeia do
Recife n. 57.
Para o Assu'
segu com brevidade o palhabole Ollcelra II:
quem no ruesnio quizo "riegar bte ou ir de
passagem, para a^- .era encllenles conimo-
dus, cntenda-se com o capilao Jos de Oliveira.
Leite, ou no escriplorio de Manoel Alves Guerra
na ra do Trapiche n 14.
= Para Lisboa segu com a possivel brevida-
de, o bem conhecido brigue portuguez Relmpa-
go, para o que tem parle da carga prompla : para
o resto da carga e passageiros.aos quaes olferece
acetados rommodos, Irata-se com o consignata-
rio Thomaz de Aquino Tonseca, ra do Vigario
n 19, primeiro andar.
J chngaram os imcomparav is ferros econ-
micos, veio urna pequea poiejo : no armazem
de fazendas de Raymundo Carlos Leite & Irmo,
aterro da Boa-Vista n. 10, hoje ra da lmpea-
Iriz.
baile, nobre^a, ils, flores, a-!m~,Pc,!,,nosao^- M- io Espirito Santo que
, ,. \ mande para o prelo a sua estimada explica ao
ibo etc., e OUtra mudas, da syntaxe latina, que j so tem pedido por Ca-
rias vezes, que se faz muilo preciso della ; e es-
peramos ser servido pelo dito.
Os amantes latinos.
Precisa-se de um forneiro : nanr a da Sen-
zala Velhan. 8i.
Thomaz Brouksbank c Henry Luvinfsubdi-
los inglezes reliram-se para o Rio de Janeiro.
Dcsapparcceu de ura quintal das casas do
Sr. Antonio Jos Gomes do Correio, na ra da
Aurora ao p de Santo Amaro, um cavallo cas-
tanho, frtnte aberla c um p calcado, o qual
consta ter andado paslando porlo do cemilerio :
quem o achar ou souber onde est, dirija-se s
mesmus casas a ultima ao do estaleiro, ou ra
da Cruz n. 74. que ser recompensado.
Constando-me que. o Sr. Ignacio Luiz de
Brilo Taborda anda propalando que lhe son de-
vedur; para prevenir ao publico, declaro, que
nada devo a esle senhor. nem. dinheiro, nem o
menor favor. Recife 6 de dezembro de 18o9.
Joo da Cunlia Soares Gulmares.
Precisa-se de urna mulher que saiba bem
coznhar : na ra do Rangel n. 49 ; nao se olha
proco.
lina rica mesa parajantar
que ao ver nada deixam a desejar e
que estarao a disposirao do licitantes
as 11 horas do referido dia.
Na mesma occasiao
seio veudidos 20 relogios patente in-
glezes, de pared-, de gosto moderno
nunca vistos ueste mercado.
N. B. O referido agente declara que
nao faz o leilao que cima menciona no
hotel inglez onde reside o Sr. Masset,
em consequencia de a!ii nao haver cora-
modos sufhcientes.
LEILAO
DE
Manleiga ingleza.
AlleiK'ilo.
pela
: se-
a
PELO AGENTE
u.
l
que
Vende-se no aterro da Boa-Vista
pode acommodar 25 ou 30 pessoas.
Sigarros imperfaes-
Vendem-se tanto emporio -omo a retalho
no alerro da Boa-Vista n. 5.-*
E,scravos Varatos.
Urna elegante ciiada -Je S annos
i liabilidaues, 1 e#cr-
' de 30 nnnos por 1
Acommisso directora do Joblceg Club de con-
formidade com o disposto no art. 10 dos respec-
tivos estatutos, manda fa/.er publico que est aber-
la a inscripeo dos socios que quizerejn lomar
parte as corridas que dererao ter lugar im mea-
do de dezembro, cujo dia ser annunciado com
antecedencia, c para couhecimento de iodos
manda declarar as segulnlrs clausulas.
i." Adirecio marcou o pn-mio de 5002000 pa-
ra a primeia corrida ; de 2OOJ00 para a se-
gunda ; e de 3Uff0 para a lerceira, alem das
enlradas.
2." As entradas para cada cavallo sero
forma seguinie: primeira corrida 6O5OOO
guma, 3O30O0 ; e lerceira, 40g000
3." S al o dia 15 de dezembro podero ser
inscriptos os cavallos que liverem de lomar par-
te as corridas, nao sendo admissivol rcclama-
co alguma depois desse dia,
4.'' Ao secretario devora o socio que quizer lo-
mar parle as corridas,declarar a cor do-vSiuario
de seu Jockey e nomo do caraU*-uawt nao haver 2
inscriptos com igual cor. recobendo um couhe-
cimento que ser api'''scnlad.. ao Ihesoureiio, a
quera ser paga a j-oportancia da entrada; e es-
te conhecimenl circulo, nn di "as corridas, sem o que nao po-
dor tomar parle as mesmas corrida*.
5.a O ^avallo s se considera inscripto depois
do es' ,1' satisfeila a entrada, ao thesoureiro, nao
pudendo ter direito de receber a dila entrada ain-
,1 a que dene de correr, qualquer que soja a ra
I zao nllegf da.
6.a Haver um jul g.idouro de livre nomcaco
ta commisso directora
vertigens, algumas vezes sotlria i'.r no ttlomaoo
acompanbadas de cniu-as flaiulen'as ; mandei vir
nina das chapas medicinis do Sr. Ricardo Kirk
morador na ra do Parto n. 119, appliquei-
bre a bocea do estomago, c nu espa.-o de 18 dias
acnei-mc complelamenie bom, c as dores de ea-
beca desappare.cram.
Por isso agora posso dormir com socego ; tc-
nho de idade 68 annos e 4 mezes, c taco
advertencia a todas s pessoas que pad'ecerf'm
tal molestia pira tentar o dito curativo, para q !d
assignei a presente declarado em gratido c p.;-
ra ser conhecido do publico.
Curato de Santa Cruz.
Em jadi Jo~t de Farin.
Eslava a lirma recoiihecida pelo tabclliau
Feliciano Codinho.
O referido agen.c fa. leilao por conta de !f. E?X%.83t'.
quem pertencerpara fechar contas hoje 9 do cor- gura por lnOOg. \
, cuja declso relativa-
mente as corridas, ser sem apello.
/",,,av(>ra "ma guarita em que se achar.'. o
lulgauor, sendo esta (ochada durante as corridas
Dcandoa chave em poder do presidente.
8.a Para poder ganhar o premio, e as entradas,
devera o cavallo entrar com seu Jockey.
9. Haver ura socio encarregado de dar o sig-
nal de partida, dislribuindo
i aeleito, mni robusto | lugares por sorle
escrava de 28 annos 1 10.a Se algum cavall
com boas'
antes os respectivos
rente as 10 horas da manhaa na porta do" arma-
zem do Sr. Annesdofronl da alfandeea
DE
10 barris com raanteiga ingleza desembarcada
nestes dias.
,-- n..... .--...loiro partir nulos do sig-
80(i l- una de annos bo- nal dado, nao lera direito de can liar o o nou-
,;egnnhas de 11 a 12 co salvar a sua entrada. '
i annos muilo lindas, 1 negra fojunheira e en- ll." O espaco determinado para cada corrida
gommadeira com nina bonita err' d 2 a^KoTo^r0J8'lll'1e : para a primeira mil braca ; pa-
Jade, i negra de 28 annos de idade sem vicios 1 ~ 1 uTl 1 '' W) J|r -j-j J.y-1 ii l-fo'ia.'lUil
e ptima lavadeira e quintandeira por l:000g :: bracas. -*min "
Avisos diversos.
Para
10TIKIA
em dueilura segu neslos dias o hialc Bom Ami-
go ; para o rosto da carga e passageiros, trata-se
cora Caetano Cyriaco da C. M., ao lado do Corpo
Santo n. 25.
Para o Rio de Janeiro
Pretende seguir com milita brevidade a barca
nacional Amelia, tem parte de seu carregamen-
to a bordo : para o rosto que lhe falta trata-se
com o seu consignatario Antonio Luiz de Olivei-
ra Azevedo, no seu escriptorio, ra da Cruza. 1.
S. D. P.
Recreaco.
Os Srs. socios sao convidados a mandar rece-
J ; sius carios nos dias7, 8e 9 do correnle das
7 horas da manhaa s 7 da noile, no escriplorio
lo ruesnio ihealro, para o espectculo que se tem
e oflerecer a SS. MM. II. satisfazendo na
mesma orcasiaj o importe de anas assignaturas.
Recife 6 de dezembro de 1850.Joao Francisco
''arques, I. secretario,.
Avisos martimos.
Assu
Hiato Comoes segu no dia 10 do correnle ;
ara o resto da carga trala-se com Caetano Cy-
rjco da Costa Moreira, ao lado do Corpo Santo
11. 25,
Para o Aracaty.
O liiale i. Santa Rila : para carga o passagei-
ros, trala-se com Martin & Irmio, ra da Ma-
dre de Dos 11. 2.
= Para Lisboa, o brigue portuguez Rehtmpa-
70 segu mpreterivelmente no dia 10 do crten-
le, ..inda recebe carga e passageiros : a tratar no
sciiptorio de Thomaz de Aquino Fonscca, ra
Vigario n. 19.
Para Macei
c S. Miguel dos Campos.
A barcaca Douradinha recebe carga para os
I, ilos cima, e sabe al o fim da prsenle se-
mana ; csl atracada na escadinha.
.llaraultiio e Para.
O veleiro brigue escuna Graciosa, capito e
ratico Joao Jos de Souza, tendo j grande par-
te do seu carregamento prompto, segu era pou-
eoa dias ; para o festo da carga podem os Sr?.
pretedenles enlender-.se com os consignatarios
Altceida Gomes Aires f\ C, ra ia Cruz n. 27.
COMPANHIA PER vAMBUCANA
DE
Navegado costeira a vapor
O vapor nacional lgnarass, commandante o
segundo lenle Morda, seguir para os porlos
do norte de sua escala at a cidade da Fortaleza
s 4 horas da tarde do dia 10 do correnle, para
os quaes recebe carga da mnneira seguinie : para
o Cear e Aracaty no dia 7, para o Ass, Rio
Grande do Norte e Parahiba 9, sendo a mesma
posta a bordo pela prancha a cusa dos Srs. car-
rogadores. O expediente da gerencia l'echa-se s
4 horas da tarde.
Pura o Porto Alegre, com escala pelo Itio
Grande do Sul, sahe eom milita brevidado o pa-
tacho Novo Lima, tem prompto parte do carre-
garacnio ; o parj o resto a late, trata-se cora os
consignatarios Amorim limos, ra da Cruz n. 3.
Vende-se
o hhte americano Oiiruna, de lote de
198 tonelada ecapacidade para 2,200
barricas de farinha, forrado e enea vi-
Ihado Je cobre e prompto paro navegar,
mu to veleiro e de primeira marcha,
acha-se uudeado no lumariio : <|uem
o pretender dirija se ao escriptorio de
Rostron Rooker & C, prac do Corpo
Santo n. 48.
Le loes.
~ i
Por lodo eqnalquerpreco.
NA RA BO
Imperador n. 15.
Tcrca-fcim 13 do crrente'
O agente Borja vender em leilao por todo e
qualquer preco os obiectos existentes emseu ar-
mazem silo na ra do Imperador : una porcao
de cadeiras do Porto em perfeito estado, muflas
e ditlerenlcs obras de marcineiiia de muito bom
gosto, grande quaulidado de prata em obras e
em bruto, dill'erentes qualidades de apparclhos
de almo^o. chrystaes, vidros, candelabros, Lin-
ternas, e muitos objectos de gosto que definiti-
vamente sero vendidos
Sem reserva de preco.
Assim como um carro de carregar gneros
cora o seu compleme boi e se acha em muil
bom oslado.
Saleado 10 do correte.
O agente Hyppoto da Silva fara'
leilao por conta e risco de quem per-
tencer de 500barricas com bolachinha
O Sr. thesoureiro mai_ij "ta/,er pu-
blico que se acham a venda te V* os dias
das 9 hora da manhaa as 5 da tarde,
no pavimento terreo da casa da ruada
Aurora n.26e nacasas commissionadas
pelo mesmo Senhor thesoureiro na pra-
ca da Independencia n. li e!6, os
bilhetesemeio da quarta parte da pri-
meira loteria do convento de S. Fran-
cisco de linda, ctijas rodas deverao an-
dar mpreterivelmente no dia 21 do
torrente mez.
Thesouraria da loteras 7 de de-
zembro de 1859.Oescrivao. J. M. da
Cruz.
CARROSAS.
Vendem-sc duas carroas nova?, sendo para
boi e oulra para cavallo : nu ra da Concordia,
confronte ao armazem do sol.
yraaa
PROVINCIA.
Os; baixo assignados venderam nos seu bi-
lheles da 9a parle da 3a loteria do Gymnasio os
seguintes premios
Ns.=I039 5:000g Bilhele.
S55 l.OOUg Bilhete.'
1582 -JOO Bilhete.
538 200g 1 meio.
1139 200g 1 meio.
2515 lO 1 meio.
131 l(M)g i meio.
c oulrns de 50 e 20$. A garanta paca na
praca da Independencia n. 22 aonde se acham a
venda os bilhetes e meios da 4a paite da Ia de
S. francisco de Olinda rubricados cor
Vlelra & Rolhchllde.
GRANDE
Liquidado.
Gama & Silva, no alerro da Boa-Vista n. 60,
vendera as fazendas seguintes, por precos bara-
lissiraos para apurar dinheiro :
Cassas l'rancezas muito finas, cores fixas,
covado 20
Melins para vestidos de lindos padroes,
covado 16o
Chitas largas miudinhas, lindos padroes,
covado 160
Challysde seda com lindissimos padroes,
chegados pelo ultimo navio francez,
covado IOOO
Ditos miudinhos muito bonitos, covado 720
l'olar de seda, covado IjfOOO
Merinos para vestidos muilo lindos, co-
vado 400
Chitas encarnadas adamascadas para co-
bcrla, covado 220
Cortes de phanlasia para vestido, fazenda
muito superior 16g000
Ditos de la o seda muito bonilos 12jji)00
Diios de cambraia com babados bordados g
Dilos ditos 3j}500
Ditos ditos 3g000
Ditos de cassas miudinhas, padroes mo-
dernos 2g000
Pecas de cambraia lisa com 6 1(2 varas 3g20
La de quadros para vestidos, covado 240
Charaalote prelo muilo largo, covado 29000
Grosdenaples prelos muilo bons -
Kicos pentes de tartaruga imperatriz g
Luvaa de seda enfeiladas jj
Pentes de massa virados, c outras muilas fazen-
das que se vendem mais barato que em oulra
qualquer parte, dando-seasam ostras com penhor.
Vende-se leite puro, das 6 s 7 1[2 horas
da manhaa, a 180 a garrafa, garante-se a quali-
dade : na porta de Jos Alves Barbosa, pra^a do
cororcercio n. 2.
Sem resguardo nem iiu-ounuoUo.
Erjsipela nimia perna.
Descjoso de cumprir com meu derer vou por
meio de sua aereditada fulha agradecer ao ?r.
Bkardo Kirk, morador na ra do Parlo n. 119,
por ter curado perfeilaineute em 32 dias a minh
senhura com a applieacao de suasChapas n\e-
dicliiaesz=dt! urna eryipela em urna perita, que
sotfreiido rauitissiraas drese usando intilmente
de todos os remedios possiveis, acha-8 agora li-
vre de lao lerrivel moleta- t r.-,inti> arerr j
meu reconboiximenlo o Sr. Ricardo Kirk. pelain-
vcin.ao de tan til remedio, cujo meredmenlj
superior a lodos os elogios.
Augusto C.Prengtl.
Ruado Culovello n. 27.
Cura completa
SEM RBSGUA1DO NEM 1SCOMM00.
liiflaitiiuaoo ico tero
Urna minha escrava padeca de urna forte -
flammaco no ulero \>or ospa-.o de 7 annos, com
continuadas dores agudissiraas, e caai o ventre
muito alio, procedido da mesma iuflamnia
com a applieacao das Chapas medleinaes do" Sr!
Ricardo Kirk, morador na ra do Paito n. 119
firou complelamenie boa, e o venir* tornou m
seu estado natural : este curativo foi fcilo em 5
dias, e esta minha exposico verdadeira e vaj
por mim assignada.
Francisco Vicente Daduem.
Ra de Santa Luzia n. 6S.
Eslava a lirma reconhecida pelo laboliio Fran-
cisco Antonio Machado.
Consultas todos os dias das 9 horj*-da manhaa
s 2 da larde.
DEPOSITO GERtL
DE
na ra das Aguas Verdes n. 46.
Lourenco La Saga, subdito hespanhol, exis
tente a bordo da barca franceza Rosa, que se acha
era concert nesle porto, ochando-se habilitado
12.a Os premios e entradas serSo entregues
pelo thesoureiro logo ao vencedor, devendo e-
lecluar-sc esla entrega antes de comecar nova
corrida.
ciieio
annos,
ueijos frescaes
de Minas.
para exercer o eommercioem todos os seus ramos, Contina fgido o prelo Luiz offical de
poro ter exercido durante alguns anuos, ofTere- pedreiro, c escravo do Dr. Nabar Carneiro Be-
ce seus erviros a qualquer casa desla cidade, e : zerra Caralcanti, e ainda rerommenda a sua cap-
pode ser procurado a bordo do dito navio : o tura ; tem elle os signaos seguimos : alio <>
anunciante tarabem emende dos trabalhos agrico-: do corpo, rosto comprlto, idade de 30*
nos, que pode ser occupido. bracos grossos, potroso, e com cicatrizes as
Ql 1 rk i s\ r< ^^vr^^-* s*.r* |coslas. procedentes de surra que levou era po-
UCJ IUS 11 "5CUCS dcr,:3e :>"lr0 senhor- Consta andar se inculcando
| de forro promette-se boa gratiflcacao a quem o
, capturar e o conduzir casa do seu" dito senhor,
i no alerro da Boa-Vista, sobrado n. 48.
Va ra do Imperador d. 1 es queijos ultmenle chebos de Minas. ; rui \X%o* T "" bM
das^nra^ u^co^sSeiro^lmg^t Po7^^ fr&JUFB
TVrt 2fr*?W :nq"?m Pr^ender. diri-, Pede-se aos moradores da ra Nova qUe
t,n:., da .Ca?" d0 ReC"e *27,' q"e acha- h;,ji,"1 de bt illumiu irias no dia 7 e 8 do cor-
ra ser p?oc?ado."' U **aaWl9 P k* ^ P"> e dia d ssa -Santissima a
- A abaixo assignada
Iccido seu marido Silvano
lhaes, c ficando devendo p
tendo a abaixo assignada com que pagar", convj- a Iratar na ra Nova, loja de
da a lodos os credoros de seu finado marido pd- cocheira do Sr \dolpho
ra virem cora seus mulos ou raandarem no dki Precisa-se de um traball.aJ
0 do correte no caes do Hamos, casa do Sf. cao : na ra da Concordia n. 8.
Jos Jiygino do Miranda, as 11 horas da manhaa,
aCm do decedirem o que bem entender, licaiido
a abaixo assignada exonerada de todo o debitb tio :
cozmheira : na
ouea deronte da
>r para relina-
= Precisa-se alugar um escravo para andar
com urna carraca com boi para servico de um si-
quera liver e quizer alugar, dirija-se a ra
.^Pilyjas ye^eto-depurativas
Paustmas.
As pillas paulislanas: tao lx>m conhecilas em
S. Paulo, nesla cidade e em lodo o tmperio, pe-
las admira veis curas obiidas com ellas [algumut
certides de curas completas j foram publicidad
pelos jornats, c mereccm de certo toda a coniian-
ca do publico.
O Sr. Carlos Pedro F.lchecoin, de S. Paulo, ara-
ha de estabelccor um deposito geral no Rio Jo
Janeiro, ra do Parto n. 119, perlo da Carioca.
Vendem-so duasescravas mocas e de boni-
tas figuras, com algumas habilidades, sendo MM
dolas do mallo e sabe trabalhar de enxada : a
tratar na ra do (.laciniado n. 28, loja.
Em cas? dos Srs. Henry Forster
& C. ra do Trapiclte n. 8, vende se :
Dous carros americanos novo*.
Arreios americanos.
Bombas.
Arados.
Champagne superior.
Cognac.
Relopios americanos.
Velos com torrtie de ava a
VenJe-se no rateo do Carmo n.
, manteiga ingleza boa a 1$ a libra.
Para lliiniinarao.
7 ;i -o"- "iuaUCWuu u ueuu no : i uem tiver e quizer a ugar, dirija-se a ra
nmTtqU rl ""r'V' W ? de.d,ezem^ da Cad"ia d > >l>" ^ o ajuste*
bro de 1859.--rherezaJebrotua Lsievs Alces. Ha um caixeiro que loma conta de. ma la-
Bom forneiro.
na
berna por balatico : quera pretender dirija-se
ra Dreila n. 104; na mesma se llie darao as
inlormarOes neeesaarias.
Precisa-se de um pequeo para caixeiro de
de deposito : na ra Direita n. 9.
Doce de arar.
Vende-se doce do ara ;.i muito superior
. ra do Imperador n 5, anteriormente
ra do Collogio.
O abaixo assignado faz ciento ao respeita-
vel publico, que ningnem fara negocio algm
como Sr. Joaqun] de Dos Baplsla, relativo
loja da ra do Livramento, sem que primeira-
nienle pague ao abaixo assignado a quantia de
5003 di.-una letra vencida em 30 de novembro
prximo passado, apontada e proleslada ; c
que ningueni se chame a ignorancia, faz o pre
sent para evitar duvidas.
Joaqulm Francisco de Azevedo.
OiTerece-se para forneiro um moco solteiro
portuguez. de ludo emende bem, o d flanea
sua conducta, e bom couhecimento, quando'se
presumo precise, mesmo para tomar conta d
um estabeleciinento soja de aue for : dirija-so1
defronte da l'enha n. 10, taberna, que ahi acha-
ra com quem tratar..
Precisa-se de tima ama para cozinhar em
casa de homem solleiro : na ra do Livramenlo
n. 21.
Os abaixo assignados fazcm publico, que
corapraram a loja de fazendas, eslabelecida na
ra da Cadeia do bairro do Recife n. 50 A, que
foi do Sr. Jos Ribeiro Puntes, sera responsabi-
lidade alguma dos mesnios compradores quanlo
ao passivo da dita loja para com a piara, ante-
rior asna compra; cuja loja fica g} raudo cora a
lirraa de Figueiredo & IrraJo. Recife 30 de no-
vembro de 1859./Termino Egidio de Figueire-
do.zzzLulgardes Aureliano de Figueiredo.
Allcnfo.
Necessila-se alugar um escravo que soja bom,
paga-se bem mensalmenle, ou so hypolheca pe-
lo lempo que convierao dono : na loja do Li-
vramenlo n. 14.
Altenco.
o
Bella rapa zeada.
O hotel dos Apipucos acha-se decentemente
preparado com exeellcnles quartos, ptimos pe
liscos, c vinhos saborosos o de todas as qualida-. ,
des ; seu proprietario espera merecer a prolect f de Oliveira, que no da o do corremo, as 9 sem que
{So o concurrencia da bella rapa/cada que s o 8 '' l"r,nha'1' dn raa da Aurora at a ra do sacao qua
quizer divertir pelos Apipucos, sendo o passadio W' PlJcu o livro perlencente ao bairro de | alguma a
-ijOOO rs. p. Jos
de um menino de 12 a I i anuos, que lenha pra-
lica de taberna, e boa conducta : a Iratar na ra
do Imperador n. 13, amigamente ra do Collegio.
Na padaria
sede um escrav
paga-se hora ord
Attenco.
O abaixo assignado faz scicnie aos dovedores
do imposto da agurdente i]iic anda nao paga-
ra m o semestre a vencer em 31 de dezembro de
1859, que a pessoa para receber o dito imposto
s competente o seu caixeiro Paulino Rodri-
Balocs de papel com bordados coloridos. Je
novos modelos o muito bellos, o histr. i ornad, s
| de copos de cores para o mesmo lim : vender-
se todos estes objectos por precos rommedos
na ra da Cruz no Recife, armazem de Um
leixeira Bastosn. l i.
Polo juizo de orph.los desla cidade,
vao Guimarfies, tem de ir a moa de renda por
lempo de Calinosa conlar do I" de Janeiro do
1800 ao 1 de Janeiro de 1866 as seguintes pr>-
pnedades pcrtoilccnte aosorphaos lilhos do 11-
t],an)a(ja l nado tenente coronel Pedro Jos Carneiro Mon-
l leiro, situadas em Apipucos.
fina otaria de fabricar lijlo cora seu corapel- n-
te torno.
Urna baixa ou lorreno de planta.ao de capia*.
Urna casa de taipa situada logo abaixo da p>-
voccao.
Todas oslas propriodades pola rend MM i I
para de ^:('00' e so''as condi;es seguintes :
re_ 1.'O arrendairento comecar no 1* de Ja-
neiro de 1860 e lindar no l'de Janeiro de 1866.
2.aO rondeiro prestar no acto da arreraata-
cao fiador idneo, que se rosponsabilise soliua-
i llmente, nao s pelo pagamento da renda, o
' qual ser seai| re leilo em quarleis adianlaj >-.
como das oblas a fazer, a quaes ficam a cargo
do mesmo rondeiro.
3.1=.\s obras, as quaes sero devotamente af-
eadas, consistem no reparo daeaaa do MM
a da ra Imperial n. Kil precisa- '^ 'Vrn0' e de,nais r^pan-s na COMM o p!ai s
vo par. todo servico da mesma : i d,olarlil- e finalmente nova planta nos loman*
rdenado. "* e""111"' do capim, lodas oslas obras no preiix >
e ponte
pertt
da Boa-Vista.
cojo livro est re-
uma pessoa para tratar de ca| tu > arvoredos,
pegando-so bom salario : quem pi ti uder dirija-
Cavalto de sella.
Na noile do dia i do correnle fugio do en4
genho Colunguba da freguezia do fracunhaen
da comarca da cidade de Nazareth, um escravo
crioulo de nomo Manuel, com os signaes seguin-
tes : idade 30 anuos, altura regular, corpo sec-j
co, pernas linas, muito prelo, rosto comprido,
olhos grandes e vivos, urna cicatriz no queixo.,
resultado de urna pancada, tem sido muilo sur- i Sc 0 ""'s," tflll-
rado, lem falla muilo explicada, lora alguma bar-
ba, e muito ladino e sagaz : roga-se a todas as
autoridades da provincia e aos particulares, qu Vonde-so um excellente cavallo de bonita Cor
o apprchendendo, o dirijam ao mesmo engenho bom andador e muito nmwn 11 i '
CutWuba, ou aos Srs. H.noel Ignacio de ol.veif ma^Z.o ^^^Z^'SZ
ra i Filho, que recoberao urna recompensa ge- Barros JOd UL
nerosa. n
Carrocas de aluguel.
Rap princeza de
Lisboa, I
e Paulo Cordeiro do Rio de Janeiro : vende-se r.ii
ra da Cruz, botica de Joo Soum n. 22.
Pelos prximos paquetes sacase
sobre Portugal no escriptorio de Tho-
maz deFaria, ra do Trapiche n. id.
A redaeco defte DIARIO preciso! Vende-se urna excellenje casa na ra do
de Dessoasnuc'traduzam a liifua t'nni. Rl0' Po- dl Pnilel1''' ro,n bastantes commodos
ae pessoas (pe iraciuzam a lingua lrann p,ra uma lamilla, leudo dous quintaes murados,'colum.
Cesa : a dirigr-se ao escriptorio ra das | portao para o largo da greja, boa cacimba, tan-
prazo de 6 mezes a contar do dia da arit-mata-
co, sob pena de \e-i^s o renaeiro Usot a -jj
cusa.
I.'1O rondeiro ser obrgado a solver n>
meiro dia da arremata'o, m di\ida em MM
ty os menores para com o iredor Jesuiuo Fer-
reira da Silva, na importancia de 1.8909325 r.,
ero lempo algum possa pedir indemni-
alquer que soja ou a a/er rc.I.iraa>o
tal respeito.
5.aO rondeiro s poder! tirar barro para o
fabrico da otaria nos lugar** que mais conve-
bricado pelo raesmo senhor, mas nao dalado
quem o acliau e queira entregar, ser gratificado i nienlo fr, e sempie de acoordo'com o tutor dos
I.uiz Jos Marques. menores, Qcando respensavel por quilquor d*x-
= No sitio da cap.da da Sen hora da Concei- "o que encontrarlo corameiler. Igualmonii'
cao da estrada de Joo de Barros, precisase de | o rondeiro obrigado a entregar no lim do
dame tilo peieilamente conservadas as obras a
plantaecs de que cima se traa.
As piopriedados sero arrematadas de R
em 3 pracaa saccessiva: a contar de hoje.
Recito 6 de dezembro de 1859.
franciaco Jo.- Alces Gama.
O Sr. Antonio da Silva lalos rime
queira dirigir-se a ra do Crespo a. 10, ao oaa
que nao ignora.
Aluga-se o grande sobrado, que oceupava
Alugam-so com'nuini promptidao carrocas pa- c'^B'0 d'Aurora, no Caes do Ramos, proprio
r trastes, materiaes, gneros e'o qu.' para igual est*belccment a tratar cora Jo
or preco muilo commodo, alian- Hvgino de Miranda
,ue se receber: no| (;ui|hcrnie r;uZ(,e AlrneiJi f ^^
ao publico, e ao commercio desla praca que
comprou ao Sr. Francisco Marques (iuims-
res. sua loja de ferragens, cita na ra das Cin-
SB faz misler, |
cando-se a fiel entrega do
pateo de S. Pedro, loja n
Vende-se uma rica secretaria, urna com-
nioda de Jacaranda e um sof tambera da mesma
madeira, por preco commodo : quem pretender
dirija-se ao largo das Cinco Ponas n. 122.
- OHerece-se um rapaz para caixeiro de co-
branca o qual d fiador a sua conducta, lambem
no largo das Cinco Ponas n. 122.
co Pomas n. 62.
.Vvrnu^o.
Por aulorisa^ao de seu dono, se vende u.iia
com bastantes commodos rica armacao toda envernifada feita a moJerna Jo
e gran les fue i ros com pucliadoresd*
Cruzes das 8 as 11 da matiSa, e das iue,' <'5lrib-irin. -mario tora, etc^l qu~e7p%ten- i?r.i#l81 !'r0Pr.ia Para lo-ia de f"e,,Ja e '""P**
isa coni'ronle ao sitio :feila? deposito de massas ou
as G da tarde.
f
MDTIUN
do-la dirija-se ao Mondego, cas
J.i fiava do Illm. Sr. Luiz Comes ferreira.
ra Direita, a tratar na
charutos sita na
::)>mt ra n. 16 !ja.


DIARIO DE PERNAMBLCO. SEXTA FEIRA 9 DE DEZEMBRO DE 1S59.
( FOLIIWAS PAB\ 18(10.
hstao enda na IrVraria da pra -a Ja Inde-
pendencia ns. 6 e 8 s folhinhas para 1860, irn-
pressasnesta lypogiaphi,, Jas seguimos .ia!i-
OLHINHa RELIGIOSA, ennlenaa/'lm do
Kalendaiio e regulanicntodos direitos pa-
rochiaes, a continuado da bibliothcca do
Cristiio Brasilciro. que ?e compe : do lou-
vor ao santo minie de Heos, cora dos ac-
tos de amor, hyninos ao Espirito .Santo e
a N. S., a itnitarao do de Santo Amhrozio,
jaculatorias e commemonrao ao SS. Sa-
cramento e N. S. do Carmo, ejercicio da
Via-Sacra, directorio para oraco mental,
dividido pelos dias da semana, obsequios
ao SS. coraco do Jess, saud.iroes devo-
tas s chagas de Christo, orardes a N. Se-
nhora, ao patrocinio de S. Jos e anjo da
guarda, responco pelas almas, alm de
outras oracoes. Prtco 320 rs.
1T\ DE VARIEDADES, contendo o kalcnda-
rio, regulamento dos direitos parochiaes.e
urna colleccao de ancdotas, ditos chisto-
sos, contos, fbulas, pensamcnios moraes.
OiU1A.1TK1A
Di
receitas diversas, quer acerca de cozinha, a.s njtssasfle rosta era um e
quer de cultura, e preservativo de aores -05?? Senhorada fcscad
e ructos. Pre.o 320 rs. d0 "ecife loja n. o de (-un
UTA DE PORTA.a qual, alm das materias do
costume, contera o resumo dos direitos
parochiaes. Prego 160 rs.
sgenclados fabricantes aincrlea-
uos Gronver & Uaker.
Machinas de coser*: em casa de Samuel P
-otnston (J C, ra da Senzala Nova n. 52.
o S
U Dr. Cosme de Sa Pereira^
de volt? de s ua viajera itiatructi-;/
tiva a Europa continua no exer-f
cicio d sua profissao medica.
Da' consultas em seu escripto-?
rio, no bairro do Recite, ra da
Cruz n. 53, todos os dias, menos
nos domingos, desde as'0 horas |
t as 10 da manhaa, sobre
seguintes pontos :
-. Molestias de olltos ;
l*. Molestias de coraco e de
peito ;
3*. Molestias dos orgaos da gera- |
cao, e da anus ;
. Praticara'toda e qualquer
operacao quejulgarconvenien- ?j
te para o restabelecimento dos
eus doentes.
O exame das pessoas (ue o con-
sultaren) sera' feto inaistinCta-
mente, e na ordem de suas en-
tradas; fazendo excepeo os doen-
tes de olhos, ou acuelles que por
motivojustoobtiverem hora mar- t
cada para este m.
A appc.icao de alguns medica
mentos indispensaveis em varios)
casos, como o do sulfato deatio-
pina etc.) sera' fetto.ou concedido
gratuitamente. A coulianca que
netles deposita, a presteza de sua
accao, e a necewidade prompta
de seu emprego; tudo quanto o
demove em beneficio de, seus
doentes.
EstabelecHia em Londres
R ARCO Q g mi.
CAPITAL
v./meo m'iWiocs i\c Ul&ras
esterlinas.
Saundeis Brothers & C." tem a honra de n-
roriutr aes Srs. negociantes, propnetenos de
casas, e a gueru mais convier, que esto plena-
mente autorisados pela dita companhia para
effoctuar seguros sobre edificios de tijolo e-pe-
dra, cobeitos de lelha e igualmente sobre os
objeetos que contiverem os mesmos edil
quer consista em mobilia ou era fazendas de
qualquerqualidade.
Precisa se de tim sacerdote para celebrar
as missasde f"sta era ura eiigenbo da freguezia
a : na ra da Cadeia
ha e Silva.
Francisco Gonralves de Moraes, Dr. em
medicina, offerece os seus prestimos ao fg
respeitavel publico desta cidade, as pos- g
30 soas que delles se quizerera utilisar po-
deraoo procurar na ra Direita sobrado n. @
93, primeiro andar. sg
- Saca-se para o Porto e Lisboa no
e*criptoriode Cu-valho Nogueira & C,
na ra do Vigario n. 9, priraeiro andar.
Os abaixo nssignados tazem scien-
!e ao respeitavel pubHco e
mente ao corpo do commercio
, Edward Knwoitliy deixou de ser cai-
xeiro da sua casa desde 30 de outubro
prximo pausado. Recie G de de/.em-
brode 1859.Patn Nash & C.
NICA, VERDADEIRA E LE-
GITIMA.
Neste proveilosoestalelecimento, que pelos no vos melhoraracntos fcitos acha-se con ve
nicnlemente montado, far-sc-hfio Jan.bom do Io de novenibro em vente, controtos mensaes para
maior commodidadee cconi miado publico de quem c? proprictolios esperara a rmuncacSo de
tantos sacriiloios
Assignalura Je bandos frio para una pessea por mez.....lOgOOfl
momos, de choque ou chuviscos por mez 155000
Series de carloes e banhos avulsos aos piecos aiinunciados.
m
j*

VO UNIVERSAL
A)
compras.
= Compram^se as eeguiateg comedias Ber-
nardo na La, o Judas em Sabtado de Albinia,
Quem casa quer casa, Por causa de um algaris-
rao, A rosca, o Duelo no Tcrceiro Andar, o Ir-
mo das Almas eo Diabo na escola : nesta typo-
graphia se dir.
Vendas.
REVISTA HEBDOMADARIA
COI.LADOBADO
PELOS SUS.
D. Antonio da Costa A. F. de CstilhoA. GilAlexandrc IKrculanoA. G. HamosA. Guima-
raesA. de LimaA.de Oltveira Maireca Alvcs BroncoA. P. Loucs de MendoncaA. Xavier
Rodrigues CordeiroCarlos los BarreirosCarlos Jos CaldeiraE. Pinto da Silva'o CuntaV
Gomes de Aniurim P. II. BordalloJ.'.V. de Freilas Oliveira J, A Maia i. A. Morques /. dU
AndradeCoi vo.I. da Costa CascaosJ. Daniel CollacOJ. E. de Magalhaes CoiitinhoJ. G. Lobato
PiresJ. I. da f.unha IlivaraI. J. da Grara JniorJ. Julio de Oliveira PintoJos Maria
Latino CoellioJulio Mximo de Oliveira PimentelJ. Pudro de Sou/.a J. S. da Silva Ferraz
Jos''; de Torresl. X. S. da MollaLeandro Jos da CostaLuiz Filippe Leitcluu Jos do
Cunha L. A. Rebello da SilvaPaulo MidosiRicardo Julio Perraz Vuleutim Jos da Silveir
LopesXislo Cmara.
DIRIGIDO
POB
A. P. tic Carvallio. F. Silveira | Destinado a resumir todas as semanas o movimento jornalislico e a oiTerecer aos leitores, con
juntamente, coin a revista do que mais uotavel houvcr occorrido na poltica, na sciencia, na indusl
' s originis sobre qualquer destes assumplos, o archivo i^ivkrsal,
cornocou a publicar-se, tem salisfeilo aos scjs lilis, cora n maiu
Ira ou as artes, alguns artigos originis sobre
esnccial- desde Janeiro de 1859, ciu que c
." exaclido o regularidadi-.
SALSA PAtd.flA
DE
2Ki
urna ama para comprar e co- ""*" ue laoncar a Salsa Parrilha de Brislol,
homem solleiro : na ra do porque o segredo_da sua prepararo acha-se so-
= Precisa-se de
/;nhar em casa de
??? O Dr. Casanova pode ser procurado f{
*U a qualquer hora em seu consultorio ho-
meopathico
28=RUA DASCRUZES=28
Ofjiiiesni" consullorio acha-se sem-
pre grande sortiraento de medicamen-
tos em tinluras e glbulos, os mais no-
vo e bem preparados, os elementos de
homeopathia e Nystem diccionario dos
jttermos de medicina.
Remedio sera igual, sendo reconhecido pelos
mdicos, os mais atinentes como remedio infal-
: livel para curar escrophulas, cancros, rheumatis-
; mo, enfermidades do ligado, dyspepsia, debili-
' dado geral, febre biliosa e intermitiente, enfer-
j midades resultantes do empreso de mercurio,
| ulceras e crupi_ocs que resultara da impureza do
sanguc.
CAUTELA.
I D. T. Lanraau & Kemp, droguistas por atacado
N'\v York, ai'ham- peitaud publico para desconfiar de alguinas te-
nues imitacoes da Salsa Panilha de Bristol que
boje se vende neste imperio, declarando a todos
que sao elles os nicos propietarios da receila
do Dr. Bristol, tcndu-lhe comprado no anno de
1856.
Casa nenhuma mais ou pessoa alxiima tem
" direilo de fabricar
Publica-se todas as segundas Feiras em folhas de 16 paginas, e completa todos os semestre
um volume de 20 paginas com indico e frontispicio competemos.
Assigua-se no escriptorio dosle Diario, ra dasCru/.es, e lia ra Nova n. 8.
Proco da assignalura: pelos paquetes vapor 10;j2oO por-annu ; i>or navio de vela 6g [tnocdp
brasi
ileira).
lia algu
mas colleccoes desde o comeco da publicarlo do jornal.
smM&'iu,
PILULAS WEGETAES
ASSUCARADAS
ilWM
NEW-YORK.
O MEI.HOR REMEDIO COMIECIDO
Contraconstipacoe*, ictericia, affeccet do figado,
febre* biliosas, clica*, indigestves, enxa'juecas.
Ilemorihoidas, diarrhea,doencas da
pelle, irupcoes.e todas as enfermidades,
PtlO\EMENTES DO ESTADO 1MPI110 DO 8ANCIE.
75,000 caixasdeste remedio coiisoinmem-se an
nuaraen'.e !
Remedio da natnre/.a.
Approvado pela faculdade de medicina, e rc-
coniniondado como o mais valioso catrtico ve-
getal de todos os conhecidos. Sendo estas pillas
puramente vegelaes, nao contera ellas nenhum
I mente em poder dos referidos Lanman & Kemp.! ven>,n0 mercurial nem algum oulro minera/ ;
Para evitar engaos com dcsapreciaveis co-i osl'""' oem acondicionadas em caixas de folha pa-
binacoes de drogas perniciosas, as pessoas que Ira resguardar-se da humid.ade.
1 qui/.i'iera comprar o verdadeiro devora bem ob- Sa0 agradaveis ao paladar, seguras e efTicazc
servar os seguintes signaos sem os quaes qual- i em s,,a operario, c ura remedio poderoso para a
quer outraprcparajo falsa : juveylude, puberdade e velhice.
Io O envoltorio de fora est gravado de um I '-ea-se o folhelnque acompanha cada caixa.pelo
lado sob una chapa de a^o, ira/.endo ao pe as I 'I,,a'M car conhecendo as minias curas milagro-
sas quclem ottctluif. 0. T Lat man & Kemp,
droguistas por atawdo em Nova York, sao os uni-
ELICIOSAS EI.NFAU.IVEIS.
Pastilhas vegelaes le Kemp
contra as lombrigas
approvadas pola Exrn." inspfcco de esludo de
Habana e por muitas outras juncias de hy-
gicne publica dos Estados Luidos e mais paizOs
da America.
Garantidas como puramente vegelaes, agra-
daveis vista, dores ao paladar sao o remedio
infallivel contra as lombrigas. Nao causam nau-
seasnem sensacoes debilitantes.
Vende-seo engenho Aguas Bella?, cora ca-
sa de vivenda, nioente e correnle, leudo casa de
purgar, dita de caldeira, sen/.ala principiada,
boas natas para mais de nieia legoa, varzea
para plantaeio de 2,0X0 paes para mais, cercado
muito boin para animaos, tem-riacho crlente
lodo armo, trra propria, leudo 50 bracas de
frente, c extrema pelo norto com Ierras de Uni-
r, para o poenlc cora marcos que fieara na luir
da estrada velha, e dahi para o sul cora o enge-
nho Sant'Anna, e dahi para o nascenle at a la-
goa do Xiquein, com tenas dos herdeiros de Jo-
s do Monte Lima : a tratar no aterro da Boa-
Vista n. 17, com Fiederico Chaves.
Vende-sc um grande telhciro em
porto de desembarque na freguezia de
Santo Antonio, xcellente para depa-
sito de madt'irn e materiaes ou para
qualquer outro naiffer: a tratar na tra
vessa do Carioca n?i 1. '
ATTENgAO
Na ra da Cadeia do Reclfe n. 11, vciiJcin-so
as seguintes obras Iheatracs :
U Demonio Pamilr-, comedia em i actos.
A Corda Sensivol, vaudevie, 1 acto.
Gabriel Lusbel ou os iilagres de Santo Anto-
nio, magnifico teyslerio, em i actos.
O Caixeiro Honrado e o negociante ladran,
drama.
Alera destes ha mais venda :
OLivro de Irtilia, contendo umi bella collec-
cao de poesas.
_ O Caixeiro Perantc a So.iedade, ou a historia
liel de sua vida.
desnecessario declarar seus piceos, pois tu-
do se prometi vender era conta.
Na mesraa casa recebe-se assignalura para o
nleressaute e bem escripto'jornal do Rio de Ja-
neiro, intitulado Revista Popular.
Vende-sc um pardo de idade 15 anuos, de
muito boa figura e conducta, bom offlcial de a-
faiate, que corta c fa/. toJa obra, e ptimo ciia- :
do ; dous negros mocos, bous oificiacs de pedrei
ro um molequee um negro bons cozinheiros ;
tres negras mocas, e outros escravos que se ven-
dem lodos baratos, lanto a prazo como a dinhei- '
ro : na ro Direita n. 66.
= Vende-se madeira de jangada de todas as i
grossuras, em porgao ou a relalho, mais barata
do que em outra qualquer parte ; urna canoa fe- i
chada, mastros para barcada, e urna cadeirinha \
sem ser servida : quem precisar, dirija-se a ra i
do Rangel n. 10, para enleader-se com Joao '
Duarle Maginario.
Vende-se um escravo crioulo, de 2 annos
de idade, sem vicio ou deleito algum, muito sa-'
dio, ptimo copeiro, c meslre do oflieio de tpa-
le] ro : a tratar com o abaixo assignado na alian- I
dega, ou era sua residencia na ra da Saudade,
priracira casa com solo do lado do sul.
Toda attencao ao segundo andar do sobrado
ademis iiaeiouaes.
.Muito proprai para festejos por
a wo de SS. M.M. I! a eta provine!..
No armazem do agente Pesta-
a ra do Viga rio n. 11,
rendem-se por mdico prcro tanto poi
atacado em dtizias ou a nt.dho.
idros para v"
(Iraca.
A6$acai\a: na na larga
to Rosario armazem Viilros para caixiliios.
Na rua*arga do Rosario loja n. JS
armazem de louca, mandam-se botar vi-
dros em casas particulares por pr muito commodo, asim como vcndein
se vidros aretall.u do ti.manho mais p,;-
cjueno at mais de 6 palmo.
Clieffncm freniiezcs
A ra Direita n. Gi.
Facas e garfos a 2:50f), 2$SM 3(000,
muito finas a 4f2(X\ 5g, 5$300 o 6?. ditas de ca-
bo de mirlim a 10t500. ditas do cali d unicorno
a lis, ditas de cabo preto finas a 6g e 63500. co-
lliorea de metal do principo pera sopa a &J50 I,
ditas uuilo linas a 6$, ditas para cha a 2t I.
ditas de platina para sopa a IOS. ditaa para ch.i i
59, ditas para isaunar a 500 rs. cada urna. dUas
para tonina muito linas a :t.^, paneas, chao
l'rigideiras o cassarol.i?, ludo mais barato do q le
em outra uualqoer parle.
Brilhantes

|iV. 11Ra do Crespo--N. 1L |
Jos Hara *
re
sis
Testcmunho'expon'anco em abone das Dar-1 da Jes(Iuina,,la "."' du Queimado, por cima da lo-
lhas de Kemp. J? do h,r- FrouiSa errada pelo boceo do Peixe
< Srs. 1). T. Lanman e Kemp. Port Rvrdn lrl "' !" ,
12 de abril de 1859.-Senhores. As pastill.is jcos corles de vestido de--duas saiss de gor-
que Vmcs. fa/.em, curram raeu filho : o pobte p1','10 br:iac. .'-'idos a velludo, proprios para
rapaz padeca de lombrigas, exhalava um chei- I e" ma!S r"r v>e ,,,m V1"dn a csla cal'ital-
ro ftido, tinha o estomago inchado c contina I K ,V C vesl,do de ed? de dl,as s-"'1s
comiehao no nariz, lao magro se poz. -me n t>0I'di,tl-3. propnos para baile, tazenda do mais
oguintes palavras:
D. T. LANMAN & KEMP
Serapliini & frmao.
Ra do CaliuKsi, loja de ourives
n. II,
esquina que fica em lente da ra
Nova e pateo da matriz
Pazem publico que estao constantemente rece-
bondo da Eur = pa as mais era moda e mais deli-
cadas obras de ouro, as quaes dao para esco-
iher, pelos menores preces possiveis, e passara
-ontas com recibos, as quaes viio especificadas
a qualidade do ouro, tanto de 14 como de Ib
iuilates, do que Picaro esponsaveis.
Precisa-se de una ama forra ou captiva pa-
ra casa de pouca familia : na ra da Cadeia do
lieiifc n. 22.
= Conlinua-se a preparar bandeijas enfeita-
das coro bolinholos de diversas qualidades, as
melhores e mais baratas do nosso mercado ; as-
sim como bolos inglezes, podins, pesiis de nata
e creuie ou outra qualquer encommenda : diri-
ja-se ra da Penna n. 25, para lratar-se do
juste.
Pede-se aos Srs. Antonio Annes Jacome
Pires, Manoel Pantaleoda Costa, Antonio J. T.
!e Mendonca Belcra.que tenhara a bondade de
dirigirem-se as aterro da Boa-Vista n. 27, loja
de trastes de L. Pugi.
SOL AGENTS
AT. G9 Water Street.
2 O mesmo do outro lado tem ura rotulo em
papel azul claro com a firma e rubrica dos pro-
i prietarios.
3o Sobre a rolha acha-se o retrato c firma do
inventor C. C. BrUtol em papel cor de rosa.
4o Que as direcoes juntas a cada garrafa tem
nma phenix semelhaute a que vai cima do pre-
sente aunuiK'io.
eos fabricantes e proprietarios.
| Acham-se venda em lodas as boticas dasprin-
cipaes cidades do imperio.
DEPSITOS.
Rio de Janeiro, na ra da Alfandoga n. 59.
Baha, Germano & C, ra Juliao n.2.
Pcrnambuco, no armazem de drogas de J. Soum
& C, ra da Cruz n. 22.
E chegado loja do Lcconle, aterro da Boa-
Vista n. 7 o PKCellenle leile virginal de rosa
branca, para refrescar a pelle, tirar pannos, sar-
das e espinhag, ignalmenle o afamado oleo ba-
bosa para linipar e asor crescer os cabellos ; as-
magro se poz.
tema perde-lo. Nestos cirrumstancias um viai-
nho meu dis;e -iue as paslijlias de Kerap linha'm
curado sua filha. Logo quesoube disso, com-
prei 2 vidros de pasiilhas e cora ellas salvei a
vida de meu lilho.
Sou de Vmcs. seuamoagradoeido.
ir. T. Floyd. )>
Preparadas no seu laboralorio n. '46 Gold
Street pelos uiucos proprietarios D. Lanmaa e
Kemp, droguistas por atacado em New York.
Acham-se venda em todas as boticas
principos cidades do Imperio.
DEPSITOS
Rio de Janeiro na ra da Alfandoga n. 69.
Baha, <^^hm> iY C, roa .Inliaon. 2.
PernaramliT^iio armazem de drogas de i. So|um
& Comp nhia ra da Cruz c. 22.
Ama.
Precisa se de urna ama jio
lo
as |
apurado gosto.
Ricos corles de vestido de duas saias de gor-
gurao de seda de cores proprios para visita e para
ptsseio de apuradsimo goslo.
Ricos cortes de vestido bordados para casa-
mento, com bapella correspendciito.
Ricos cortes de vestidos de duas saias du gor-
gurao preio bordados e adamascados.
Hica e interessaute colleccao da arligos para
toilette de senhora e para cavalheiro.
Ad ver te-se ao respeitavel publico, que alm
ha um vanado sorli-
que lodas sero ven-
das fazendas annunci.idas,
menlo de fazendas novas,
didas por presos razoaveis.
segundo
andar,
DEPSITOS.
Rio de Janeiro na ruada Alfandega n. 89.
Babia, Germano & C, ra Juliao n. 2.
Pernambueo no armazem de drogas de J.
& Compau!ii ra da Cruz n. 22.

sim como p imperial do lyrio do Florenca para
berloeijas e asperidades da pelle, conserva "a fres-
j cura o avelluda-do da primavera da vida.
Soum i ?& e-S ^Consultorio central hoiueopathico^
DO
DR- SABINO 0 L. PIMO
g DENTISTA fRANCEZ.
> Paulo Gaignoux, dentista, ra das La- 5! @ n ~~j ~'~""'" ""*""
>f rangeiras 15. Na niosma casa tem agua e @/lft (IC balito AmUi'O (Mllil-
p denlilico. / V p \
>5AAA AAJJlA t A UJLXtX i ti. ti-tXX !>' 0 V0 *" "/
- OUerece-se para ama seca de urna casa es- 4) Continuara as consultas e visitas do
lollua das Laraugeiraslo
Paulo Gaignou dentista tem a honra de
avisar ao respeitavel publico que o cele-
bre Dr. dentista, dos Estados-Unidos e de
Pars, Eugenio Delcarabre introductor do
novo systema VULCANITE adoptado pe-
los nrimeiros Drs. dentistas dos Estados-
Unidos, de Londres e de Paris est na sua
casa.
Este novo systema, a perfeieao mesmo
de urna precisao matemtica deve subs-
tituir sera duvida nenhuma todos os sys-
temas empregados al agora no Brasil e
devido ao emprego da machina a vapor
de VL'LCANISAR do Dr Patnam.
U Dr. Delcarabre chegado pelo ullimo
i paquete inglez em viagem para o Rio do
Janeiro, Picar nesta capital at o paque-
i te prximo, e durante este tempo o Itere-
; ce seu presumo ao respeitavel publico,
desde das 9 horas da manhaa al s 2 da
larde, na ra das L
rangeira de pouca familia, ou mesmo brasileira, mcsmo modo que d'antes. A coman a
u m iPlI UgUe/3' a T? a 22 "*.* ^ que o Dr. Sabino deposita na pessoa que
de muito bella: quem dola precisar dinja-sc | !Ca encarregada de seu consu'llono nao
l r 1 linnnri-il n/ifiininlA i-. -*7 .. nU_z j: ^ **i _

d
ra Imperial, confronte ao
com quera Iralar.
n. 27, que achara
Sorvete
NO
Pavilho da casa de ba-
nhos do pateo Carmo.
Todos os dias uleis das 7 s 10 da noite, o nos
dias santificados, ou de festas nacionaes das 11
do dia at slO da noite. Ha lugar reservado
para as familias. Tarabem ha sorveleiras de va-
rios lamanhos para couduceo dos sorveles, que
se pedirera para fra.
Jos Pinto de Almeida Castro relira-se para
a provincia da Babia.
Idiomas iuglez e franeez.
Eneas Bruce, professor de lingoas, tem a hon-
ra de informar ao respeitavel publico, que coiili-
ma a dar lices oos ditos idiomas, lano na
, sua casa como na daquelles que se quizere i uti-
lisar do seu presumo. Recebe tambera discpu-
los todas as noiles desde s 7 al as 9 : na ra da
# ser desmentida.
@ Os pobres serio sempre tratados gralui-
<$ lamente.
As correspondencias sero enderezadas
<$ com subscripto ao Dr. Sabino cora auseu-
S cia io abaixo assignado
?4
Cruz n. G2, tcrceiro andar.
O advogado Souza Reis mudou o seu es- I = aoo,xo assignado, scienlilco ao lllm.
riptorio para a ra larga do Rosario, sobrado da i r" Jo'io Prancisco dfi ,a'. morador em suas fa-
quina n. D2. zenda Podra de baixo, freguezia de S. Caetano
Aluga-se urna casa de pedra e cal com mo- I da RoPosa> 1ue n0 dia 8 do novembrn prximo
bilia de amarello, na povoaco de Santo \niaro pietonl0, al'Pareccu na-ra do Calderciro n. 12,
de Jaboalo : quem a pretender falle na ra Di- I Proc,,1'aIlll uinha prolcccao, Maria, escrava dos
relia n. 95. orpbos do tinado padre Couto, de quera V. S.
Precisa-se de urna ama forra ou captiva ,"lnr- N<;ssa mesma data participe! por carta a
para o servico de urna casa de familia, o que se ,, al"n d dar suas determinaroes a este res-
preste a comprar e a sabir a ra em objeetos do peil' e Cu.mo al. presente (5 de dezembro) na-
servico : na ra larga do Rosario n. 28, segundo
andar. I
Curso de preparatorios.
O bacharel A. R. de Torres Bandcira, profes-
sor de geographia e historia amiga no gymnasio
desta provincia, contina no ensino dos seguintes
preparatorios : rhetorica, philosophia, geogra-
phia, linguasfranceza e nglezi : na casa de sua
residencia, ra larga do Rosario n. 28, segundo
andar.
ca respondesse, liz esta publicaoo para me salvar
de qualquer responsabilidad!-.' Recite 5 de de-
zembro de 1859. F. Thomaz Coelho Estima.
JULIO RIGU1D
da casa de A. F. Desloarais,
cabelleireiro da casa imperial, presentemente
nesta cidade, lera a honra Je ollcrecer seu pros-
limo s pessoas que delle e quizerera utilisar ;
- Aluga-se um sitio na estrada do Monlciro I 'roux.e de Rio de Janeiro um bonito sorlimenlo
casa grande com 9 quarlos, cacimba e bastantes de 8nnaIdas' de bouquets.de llores para vestidos,
frucleiras: a fallar na ra do Collegio n. 8 se- I Srande sorlimenlo de plumas, raasabouts, pen-
Cundo andar. les, Ieques e outros enfulles proprios para bai-
Aluga-se urna casa terrea acabada de novo!les' Grandc sorliraenlo de rendas. eoUariuhos,
na povoaco da Varzea, propria para passai- a;man8as' lencos, manleleles.guarnicoes de vesti-
festa, porto do banho no rio Capibaribe, por. pre-.os> '! de l'eDd;l de I"3li"eiia, Alearon e
oo commodo : a tratar com Joaquira Francisco i Bruxella,se r,endas dilasovara- pode ser procu-
Ribciro, no Cachang. ,radu ll0tel ">glez, toa do Trapiche.
Precisa-se do um preto oozinheiro : no ho- I A viuva do finado Antonio Luiz Vieira, pode
tel martimo, ra do Codorniz n. 6, no Forte do aos Srs. credores do mesmo, que apresenlem
9


9
@
m
Manoel de Mallos Teixeira Lima
Professor era homeopathia e se-
cretarlo do consultorio.
i
u
i
i
pateo de S. Pedro prximo
inarcineiro
paga-sebem.
Aluga-se um sobrado na cidade de Olinda,
na ra de S. Pedro, defronleda cadeia, cora bous
conimodos, muito fresco e cxcellcnte vista): a
tratar na taberna do mesmo sobrado.
Publicaco litteraria.
Gua Luso-Brasileirodo Viajante da Europa
1 vol. em 4o de 500 pag.: vende-se na maq do
autor ra do Vigario n. 11, brox. 33 encad -}.
Precisa-se fallar com o Sr. Joao Rodrigues
Vianna Rayma a negocio que o mesmo sejihor
nao ignora em Olinda, ra de S. Bento, quina
do Porto Seguro, sobrado que tem taberna por
baixo.
Aviso ao publico.
Dr. Joo Noguiss, professor dentista, se offre-
ce no respeitavel publico para tirar denles ejrai-
zes, limpa-Ios, chumba-Ios. eautrisa-los, dividi-
los epo-Ios com loda a perfeieao a toda e cjual-
quer pessoa que precisar: dirija-se a ra larga
do Rosario n. (5, primeiro andar, hotel trova-
dor, que se acha prompto a toda a hora que soja
necessario.
KMsaflaftaaM* si ^i
Charutos da Baha
Almeidaj: Burgos rereberam da Baha pelo
tuigue lelo.z, e vcndein em grandes e pequcuas
porgues, em sua loja de fazendas na ra do Ca-
bug n. 8, muito bons charutos das marcas se-
guintes :
Havaneiros.
Quem fumar sal era.
Can anu.
Lanceiros.
Saborosos.
Regalos.
Aprasiveis.
Vende-sc uma pida do boa ligara, que co-
zinha, luva c engomma ; na ra da Sen/ala No-
va n. 1.
Pianos, serapbiase roa le-
jos, a prazo ou a
82,
a do
ci tes imprla de Janeiro, tem ahonca tlcpar-
licipar ao respeitavel publico
desta capilaI que se acha na casa
cima mencionada com mita lin- $
da exposicao de obras de bri-
llantes do mais apurado gosto e |^
II qualidade, couslamlo de ricos %
g diademas, filas, collares, pulsei- ||
ras, bioclies, bivas c argolas, *';
^ brincos, aneis e aleles, cru-
S| zes c lios de grandes perotas,
'L commendas c hbitos de diver- '%
^ sasordenscdit'crcntcs obras lu- -:
% do de brljanjes e pedras lias. >
H sendo ludo vcnd(To;"Ti1wjj^do i
H porprecoscommodos: naruMvj v>
Crespo "n. II, segando andar.
9 Tambe ni se presta a maudai-
| quacsijuer objeetos a amostra
mm mmwammmmtm gii
= Vende-se um sitio eom 200 palmos de fren-
te e 200 de fundo, no lugar da Torre, i mar
do Rio Capibaribe, com urna grande e modorr >
casa de vivenda, cocheira, estribara para lea-
rallos, galnheiro, cacimba com tanque o oim-
ba, baixa para rapim, todo murado na frente, -
lado com porto de ferro : os pretendentes pi
diiiir-sc ao agente Pestaa, que se acha aulori-
sado a dar as necessarias informacoes, c a Iratai
da venda sob as condicces o/labelecidas ao
| mo polo legitimo proprietano. O dito sitio
era chaos proprios,
Superior ao mclhor
presunto de fiambre.
Lingtiasde vacca erasalmoura viadas
de Londres, veudem-se nicamente no
armazem de Luiz /unes deronte porta da alfandega.
Vende-se no aterro da Boa-Vista, loja n
um rico eelegantc pianoforte, franco/, che
ltimamente, do melhor fabricante de Paris ; e
tambem una rica se'raphina ou orgo, muito pro-
prio para alguina igreja do malo por ser muito
barato ; o. realejos pequeos e grandes com pan-
oadiria e sem ella, o que ludo se vende muito
barato para acabar
Peces ue algodSo trancado, azul, com 32 i -
vados por 13500: rendem-se na ra do Cresj >,
loja da esquina que volla pata a ra da Cadeia.
= Vende-se doce de caj novo a lO* a i
em Olinda, ra de Malhias Perreira n. 1^, as-
como tnbem se confetara castanfaas pan
comnienJas, o outras quaesquer quolrdadi -
doces.
Fil
cora 2 12 varas de largura a 800 rs. a vara :
ra da Cadeia do Reciten. -8, loja de Le te a
[rmo.
Ftica central borneo patkica
no
m
DRS. HJEfi.MII L-PKHOi

i
M altos.
Na ra Bella n. 10, precisa-se de uma 'ira
paro cozinhar o comprar para uma pessoa.
suas cotilas para serena conferidas, afim de se
proceder o inventario ; isto COm a maior brevi-
dade possive).
Continua a vender-se grande sedimento
de medicamentos horaeopathicos lano
era glbulos como era Unturas. S
;-; Os |irecos das carteiras sao os mesmos b
@ que so achara estipulados uu final do the- @
'$ souro homeopalhico. ;:;
Cada tubo avulso 1g000
3$ Cada vidro de Untura 2^000
$ Thesojaro homeopalhico ou vade- j$
$ mecumdo homcopalba, encad. llgOOO &
& '"
Aluga-se uma prela de 14 annos de idade,:
propria para pensar meninos e mais serviros iu- !
temos de casa : a tratar na ra do Rangel 11. 62, '
segundo andar.
Precisa-se de uma prela captiva para lavar
eengommar, para uma rasa do pouca familia :
a tratar no caes do llamos 11. 1 .
O 8r. Antonio Mananto moiador em Ca-
ntar deve quanto antes vir ou mandar reeeber
o seu escravo Manoel, crioulo. que existe em
mea poder, ou vende-lo se quizer, como o con-
vide! em iiieus aiinuncios ueste DIARIO de 20,
il e 22 de outubro p. p.
Recie 5 de dezembro de lS.
l)r. Jos ionquin de Souza.
Carlos Ulisses Dubois, tem a hon-
ra de participar ao respeitavel p-
dico que leudo sabido da casa do
Sr. Lcenle,e acha-so estalelecido na
piara da Boa-Vista sobrado n. 3,
primeiro andar cotn sala para cortar
cabellos e fazer qualquer obra rela-
tiva aos mesmos cabellos para que
u acharo sempre prompto a qual-
quer hora.
Precisa-se fallar ao Sr. Francisco Jos de
Castro ou a pessoa que Ihe pertcneo, annuncie
sua morada para srr procurado o 1 entao dirija-se
a prora do Corpo Santo n. 4.
' O Si; Miguel Joaquim do Paria Braga J-
nior morador em Pitimb, tenha a bondade de
ifc Joao da Silva Ramos, medico pela \
ffi ("niversidade de Coimbra, mudou sua re- ja
^ sidencia para o primeiro andar por cima '
da cocheira do Adolpho na ra Nova e ^>
continua a reeeber todos os dias das 8 5s K
*M0 horas da manhaa e das 3 as 5 da tarde, *>
3fc as pessoas que o queiram consultar, bem |te
^ como a prestar-secom sua habitual promp S?
a| lid.o a qual quer chamado para os mis- ag
a teres de sua profissiio corapreliendendo a ^
II medicina, cirurgia e partos. ^
Para Fesla.
Aluga-se a casa lerria cita na capunga velha
[defronte do sitio do Sr. Fajozes) cora bons como-
dos para familia, quarlo para esclavos eestnbria
para doiscavallas, quintal com larangeira e> por-
ta o no fundo '. para ver as chaves podem ser pro-
curadas na taberna de Jos d'Almeida Perreira ;
na mesma capunga esquina da baixa verdeL e a
tratar do ajuste na travessa da Madre de Deis ar-
mazem 11. 15.
Objectoo de sir-
gue i ro.
Ama.
Precisa-se de uma ama pa-
ra eosinhar era casa de ho-
rnera solteiro, paga-sc bem:
na ra do Queimado n. 40.!
Precisa-se alugar ura andar de u.najcasa
sita em algunia das seguintes ras : Cruz, ) pol
lo, Senzala Nova c Velha, Guia, Vigario, I
che, Madre de Dos e Cadeia do Recife ; pa
bem : quera Uver annuncie.
Manoel Cassiano do Oliveira Ledo teifi
aberlo ura novo curso de arithraelica le
geometra para aquellos que quizerera fa-
zer exame em marro. Comeear das 10
raras da inanhaa em sua casa ra do|s
Quartcis n. 33, primeiro andar. Advert
que sadmitte alumnos at o dia 15 do
correnle.
Farinha de mandioca.
Desembarcada hoje, em saceos grandes, a "3:
na na da Cadeia do Recife n. 50. primeiro andar Bi'lll ll'ailCado (le lllho Olhj
preto,
tazenda muito superior; garante-so que nao
desbota : na ra da Cadeia do Recife a. 48,
ja re Leile & IrraSo.
Largona matriz n.2. Bandeiras naci-
Vendoin-se objeetos de sirgneiro para guarda
nacional e exercito, viudos ltimamente do Rio
de Janeiro ; bem romo botoes de marinha, ditos
de engenheiro, u todo mais pertencent a estas
classes ; chapeos de pasta com a :ua pluma, ll-
reles com talins para corle.
Vende-se a loja da ra do Collegio n. 9,
com poucas fazendas e essas de lci, a din heiro
ou a prazo : a tratar na mesma.
Vende-se para algum engenho um escravo
de 28 annos de idade, muito sadio e com habi-
lidade para tratar de plaulacdcs por estar acos-
; turnado a isso ha mais de 10 annos : na ra da
Cadeia do Recife n. 25.
Burros hespanhocs
De raca andalusa.
Quem quizer conipnr tres burros muito no-
vos, e iU ra^a que melhor lem approvado na L;u-
ropa e j climatizaJos, dirija-?e ao segundo an-
dar que fica por cima .le Sr. Preguica, enirada
l, que achara com
naes.
V'endem-sc na ra do Queimado n. 7, band
ras nacionaes de varios lamanhos, muito bem
feitas a SuO rs. cada uma.
Taclias para engeslw
Fundirao de feifie brouze
DE
pelo lxJco do Peixe-Fito n.
quem tratar.
Para bailes.
1 linta-eira
fliRA
da semana
apparerer
!< resse
na ra Direi'.an. CO, a negocio de sea
passada perdu-se
na estrada de Ponte de L'choa, porto da barrlra,
mu erabru'ho contendo um cabeceo de vellido
de senhora e alguns oculos : roga-se encareci-
damente a quera o Uver adiado, de o entregar
na mesma barreira do Monguinho, ou em casa de
Rale Schmeltau & C, na ra da Cadeia d>> Re-
/"
cife n. 37, quesera recompensado.
Lavas di pellica branca de Jouvi, muitq no-
vase frescas,chegadas ultimaraentc.
Espelhos.
Ricos espelhos de differentes lamanhos c mol-
duras, tanto de madeira dourada como envernt-
sade.
Venda-fe uma rasajerrea sita na ruada
Paz: quem a pretender dirija-se ao paleo do
Carino, venda n. 9.
Presuntos superiores para
fiambre.
Tem para vender Jos Luiz de Oliveira Azeve-
do, no seu armazem' na travessa da Madre de
Dos n. 5.
Veudem-se linguicas do scrlo, muito sec-
cas e novas, pelo diminuto proco je ;$9 rs. a li-
bra ; no ra dos Martyrios, taberna n. 36.
Francisco Antonio Cojrreia Cardo::,
tem 11111 grande sortrueuto
: tachas de ferro fundido, assim
comosefazeconc|brta-set|ai-
quer obra lano de ferro fun-
(lido como balido.
Vende-sc nma taberna
por todo negocio, em ra muito comnrercial
bairro de Santo Antonio: a tratar na ra !u
1 Rangel, armazem n. 02.
Vende-se um fardamenlo rico par," a I -
res da guarda nacional : a tratar na ru I Outi
raado n. 38, primeiro and ir.
Enfritcs tic vidrilho e de retroz n 4j cada
um : na ra 1! 1 u eimado ..'7, loja de i port s.
Vendem-se na ra do Cabug n 2 1'.,!
n udezas do Joaquira Ant. nio bies de Cas
Attencao
-No escriptorio do Manoel Ignacio de veira
& Filho tem para vender os superiores ..'. :
nunca aqui vindo destas finalidades:
ChampagneC'iu".
HilaIrrey.
Lalitlelino.
Laroseidero,
H iq 11 is.



(6)
DIARIO DE PERNAMBUCO. SEAT A FEIRA 9 DE DEZKMRRO DE 1850.
UVRAR1.4 ECONMICA
DE
mimA i
A pechina est se aca-
bando.
\
RHUfrfiB
N.2- UADO CESPO-N. 2
Defronle do arco de Santo Antonio.
NESTE NOVO ESTARFLECIMF.NTO VENDEM-SE :
Livros de religiao, sciencias, de letras, artes, viagens, historia e classicos ; romances illustrados e
oulras publicacdes em diversas linguas.
Clobos, llnse mappas geographicos.
Papel de hollando, de peso, paquete, almasso. de cores e outros de diversos formatos e gostos.
l';i usas para copiar cartas e outros m.inuscriptos, livros e tintas proprias.
Livros em branco, nennas de varias qualidades e mais objectos para uso de reparlicoes, secreta-
rias e casas de conimercio, utoncilios para desenlio etc.
Arligos debomgoslo, (nntasia e curiosidude das fabricas de Pars para uso dos elegantes ; orna-
tos, presentes etc.
CartSes e bilhetes para bailes, casamentos c visitas.
HISTORIA UNIVERSAL desde os lempos primitivos al 1850, por Cesar Cantu, 12 voluraes, in fo-
lio, enriquecida de mais de 90 magnificas eslampas, obra em que nada se poupou para o
_, leilor encontrar nella crudieo, cstudo solido e lcilura agradavcl.
"ALMANAK de lcnibrancas de Castilho para 1860, assim como colleccoes completas desde o seu
coraeco.
MANUAL DE CONTAS ji feilas para compras o vendas deassucar, algodo ele.
Fnoaderna-se em todos os goslos desde o mais simples em papel at ao melhor em panno ou pelle.
lmprime-se cartdes e billietes, o marca-se papel com typo proprio e em relevo vontade dos
pretendentes. '
Acceita-se o encargo doqualquer encommenda de livros c outros artigos tanto da corte e provin-
cias do imperio, como de Portugal, Franca, Inglaterra c Blgica, com as condieces mais ra
zoaveis.
FUNDIQAO D'AURORA.
Este ulilissimo estabelecimento acha-se, ha pouco tempo. augmentado tanto no materia
como no seu pessoal, e scus proprietarios habilitados para vencer qualquer opposico hostil e
desprezarem a ignorante vituperaco de malevolencia. Offerecem a seus numerosos freguezes e
ao publico em geral, asvantagensde sua longa experiencia e reconhecida promptidiio e fidelidade
na execuco das obras as mais importantes de engenharia, entre outras pode enumerar as seguiu-
tes : machinas de vapor de todos os tamaitos, rodas d'agua de todos os dimetros, todas do fer-
ro ou para cubos de madeira, moendas para canna todas de ferro e independentcs com os me-
lhoramentos que a experiencia mostr ser indispensavel, meias ditas com todos os preparos, ta-
chas para engenho de todas as qualidades e lmannos, rodas, rodetes, aguilhes, envos e boceas
para fornalha e todas as ferrageus para engenho, machinas para amassat pao e bolacha, ditas
para moer mandioca, fornos e prensas para farinha, poules de ferro, taldeiras, tanques boias e
todas as obras de machinismo etc., etc.

3-0 S
2 = ^
o
Na nova loja de tres portas da ra Direita n.-
104 vendem-se ricos corles de vestido de seda
bramse de cores com duas saias, os mais mos
demos que ha no mercado, pelo diminuto pre-
go de 100$ cada um, ditos de cambraia com duas
saias a 6$ cada um, ditos de tarlalana bordados
do lindos kosIos a 13, ditos de cassa de seda de
lindsimos gostos a 78 cada um, damasco do laa
com 6 palmos de largura, proprio para colcha a
1&200 o (ovado, chally de lindissimos goslos a
ljj o corado, laa dn flores cora padroes novos
e muilo lindos a 720 o covado, cassas de cores
mu lo finas a 6 JO a vara, riscados fraucuzes lar- razoaveis.
gos de quadios a 200 rs. o covado, grosdenaples
de todas as cores a "2j o covado, camisas fran- i
cezas cm peitos de fustao a 2(800 cada urna. |
enfeites cora flores para cabeca de senhora a 7jj
cada ura, ditos de ridrilho prtos c de cores o I
mais moderno que ha no mercado a 5$000 cada
um, ricas gollinhaj com mauguilos de palo a 75
cada um, gollinhas de traspasso a & c 25500
cada urna, organdys decores a 680a vara, pale-
tots pretos de panno lino a 259, ditos de ditos
a 20j, ditos de caseraira de cores a 209, cortos
de casemira de cores a 5&800, ditos mais finos
a 7$, chales de merino bordados finos a 880O,
ditos lisos de franja de seda a 5(500, ditos de
touquim a 25J> o. 32j!, lencos de cambraia du li-
nlio com ricos bordados a 10$ cada um, e ou-
tras muitas fazendas que se deixara de mencio-
nar, e so vendem por baratissimos precos.
Botica.
Barlholomeu Francisco de Souza, ra larga
do Rosario n. 36, vende os seguintes medica-
mentos :
Rob L'Affecteur.
Pilulas contra sezoes.
Ditas vegetaes.
Salsaparrilha Bristol.
Dita Sands.
Vermfugo inglez.
Jarope do Bosque.
Pilulas americanas (contra febres).
Ungento Holloway.
Pilulas do dito.
Ellixir anti-asmalhico.
Vidros de boca larga com rolhas, de 2 oncas a
112 libras
Assim como tera um grande sortimenfo de pa-
i pe para forro de sala, o qual vende a mdico
prego
vinho do Porto, do mais superior, engarrafado, j
dito champagne, Mena, dito muscdlel, dem : no j
armazem de Prroca & Medeiros, ra da Cadeia
do Rerifo n. 4.
Na ra estrella do Rosario n. 39, vende-se
j palha aparejhada para qualquer obra, tanto fina
MBBia m HB
Primeiro andar.
como grossa, por proco commodo^
i
PotassadaKussia
E CAL DE LTSpOA.
No bem conhecido e acreditado deposito da
ra da Cadeia do Recita n. 12, hja para vender
potassa da Russia e da do Rio de Janeiro, nova
e de superior qnalidade, assim como tambem
cal virgeiu em pedra : ludo ior| creeos muito
Vende-sc
Lonas.
Estopa.
Camisas inglezas superiores e ordi-
narias : nc armazem divArkwright
& C, ra da Cruz n. 61.
M, 0- de Araiijo Costa Filho, tem venda no escriptorio da ra cima no sortimento de fa-
v.
zendas que Irouxe do Rio de Janeiro
Alcatifas avelludadas para tapetar salas.
Tapetes avelludados para soph.
Damasco de seda de cores.
Camisinhas de cassa bordada e de renda.
Chapelinas de palha da Italia.
Veos de renda pela para chapilinas.
Lencos do esguio de linho bordados do mais delicado
Irabalho.
Sotim branco, meia nobreza branca.
Lencos de cambraia de linho bordada-; c com renda.
Grinatdss de llore?.
O annunciantc pnite assererar ao respeitavel publico que vende por precos muito
pois a sin casa do Rio de Janeiro recebe mojas as suas fazendas directamente de
tb> a lanzar g
rantajo-
.vr
Vende-se chamalote de tojas as cores
loja de r.laudino o Oliveira ra Ja Cadeia do
cite u. 55.
Re-
Parisiense,
DE
CHQEIRARIA E FHDIQQ D METAU.
Sita na na Imperial n. 118 c 120 junto a fabrica de sabo.
DE
, Sebastian J.da Silva dirigida por Manoel Carneiro Leal.
Neste estabelecimento lia sempre promptos alambi
09 a 3:000#] simples e dobrados, para destilar aguare
estilar e dcslilar espiritos com graduaco al 40 gnu
3
si
c a c e 5
o o s c o. 2

*
_ c 9- -i t
9 o a v.
S..8S 8 9
"o -a c o tt o -
= S 2. 2 ?S *c
= N 3 ra o 5.2 J
a. &>*? = _:
0-9 -2 B-ra ? =
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iSmarlE
IfS-JS 8 a.2
= -2"ra-ggS-.
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ra 3 ~ v.
= 9'-S2^5 = 5
" 2 S n (t i _
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- z.
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S >
m
m
o
o
c/>
a
oo
oo
a?
oo
oo
O
en
Accidentes epilpticos.
Alporcas.
Ampolas.
Areias(nialde).
Asthma.
Clicas.
CoHvulsies.
Uebilidade ou extena-
cao.
Debilidadc ou falta de
forcas para qualquer
cousa.
Dysinteria.
Dor de garganta.
de. barriga,
nos rins.
Dureza no vonlre.
Enfeimidndcs no ventre.
Ditas no figado.
Hitas venreas.
Enxaqueca.
9^000
8$000
85HOO
6ftW0
5000 j lrnsipela.
i Pebre biliosas
4ff6(0 ,
45000
NO
GSTATO MASSET represenlantc da multo afamada casa WALLERSTEM.JMASSET & C.a
fornecedores da casa imperial do Brasil, eslabelecida no Rio e era Pars recebeu "um grande sor-
timenlo de fazendas-e modas da primeira qnalidade e novidade.querendo onles de tudo fazer gozar
o respeitavel publico dos oreos muilo ventajosos pelos quaes pode offerecer suas fazendas, vende
ludo a dinheiro avista ; elle acha-se residindo no hotel inglez quarlo n. 2, encarrega-se de man-
dar levar as fazendas pedidas amostra, sendo por cscriplo para evitar os eDganos.
Recebe qualquer encommendi para mandarvir da Europa ou do Rio.
100 vestidos de seda para baile, passeose visitas.
Mocre anlique prclos e de cores.
Nobrezas lisas prctas e de cores.
Vestidos pretos lisos, lavrados de 2 saias c de velludo.
Flores, e enfeites de renda para cabellos.
Vestidos de cassa branca bordada muilo finas.
Carcas, cscorailhas, tilos de seda e linho brancos e do cores.
Meias de seda, linho, fio da Escossia para liomons, senhoras e meninas.
Sipatos de selim branco e preto com sallo e sem elle.
Botinas He selim branco, de selim preto, de la muilo superiores.
Sahidasde baile, capas de cachemira, velludo o seda.
Chales de touquim bordados c de retroz. .
Manteletes de renda preto e cassa bordada.
Corpinhos, camisinhas, colarinhos com mangas de cassa bordada a ponto real e renda verdadeira.
Gnaroicoes de renda prela e branca para vestidos e para enfeites de vestidos.
Leucos de cambraia de linho muilo ricos com renda.
Chapeos de sol para senhora-.
Penles para trancas, alfinetcs de peito, pulseiras, brincos de tartaruga e jaspe preto para
Grande sorlimento de luvas verdadeiras de Jouvin.
Luvas de retroz o de seda para homens, senhoras e meninas.
Grvalas brancas e pretas.
Chapeos de corte com plumas.
Casacas, sobrecasacas, paletols de panno, cachemira dos raelliorcs alfaiates de Pars.
Calcado do afamado Melier para homens.
Tapetes de velludo muito ricos.
Capas, capotes impermeaveis Makinlosch para homens c senhoras:
uig. I Pobreto internitonte.
Vondcm-se eslas pilulas
geral de Londres n. 224, Sitj
lodos os boticarios droguista
encarregadas de sua venda en toda a Amrica do
Sul, Havana e Hespanha.
Vendem-se asbocetidhas
dellas, coulom urna inslrucc
luto.
Vendas.
Relogios de ouro e prata, cobertos e dcscober-
los patente inglez, os melhores que existera no
mercado, e despachados hoje, vendem-se por
precos razoaveis : no escriptorio do agente Oli-
veira, ra da Cadeia do Recife n. 02, primeiro
andar.
Nos armazem de Tasso Irmaos
vende-se :
Arroz de casca.
Alillio novo.
Farinha de mandioca".
Taboado de cedro.
Velas de carnauba.
Ditas steannas.
Marrasquino de zara.
Licores linos.
Champagne marcas acreditadas.
Conservas.
Farelo de Lisboa.
A mui bem acredi-
tada tinta preta.
Em garrafas e meias defronle de S. Francisco,
!vpographia de F. C. de L. e Silva.
Aos fabricantes develas.
Cera de carnauba da nova safra a 11*500 e I2g,
o sebo refinado em pao e velas, ltimamente
chegada do Porto, em barricas e caixas de l]jg500
a 12J5O0 a arroba : no anligo deposito do largo
da Assembla n. 9.
Chapeos pretos.
Na ruado Queiiiiado n. 19.
Chapeos pretos de primeira qnalidade, e de for-
ma elegante alOScaa um.
HSE3BB qS8SBS!S^!RBE5aSSISEraSS8BSWB
Conlinua-so a vender fazendas por baixo s
P preco at mesmo por menos do seu valor, g
p a ti m de liquidar contas : na loja de i portas fH
g na ra do Queimado n. 10.
Va ra Direita n. 66, effectivamente ha
bons cscravos de ambos os sexos, do todas as
idaoes e cores, com habilidades c sem ellas, e
vendem-se dinheiro, a prazo, e larabem tro-
cam-sc.
1 Aos cigarreiros e cha-
I ruteiros.
Campos & Lima tem para vender cai-
g xas com fumo americano de muilo boa
V, qualidade c, a preco commodo : na ra
B- do Crespo n. 12.
Fazendas de bom gosto
Recebeu-se pelo ultimo vapor da Europa car-
ies de vestido de seda de delicadas cores, com 2
babados e2 saias bordadas, lindos enfeites de
flores e froco para cabera de senhora, bonitas
chapelinas de seda para senhora e meninas, as-
sim como iiquissiraos cortes de collete brancos,
de velludo e seda bordados para casamenlo
ditos do velludo prelo bordado e de cores boni-
tas ; havendo outras umitas fazendas, e tudo se
vende por precos mais baratos do que em outras
partes : na ra di Cadeia do Recife, leja n. 00.
de Cunha e Silva.
Descoberta.
Fil de seda liso.
Vende-se na ra do Cabug n. 2 R, loja de
miudezas de Joaquim Antonio Dias de Castro.
AttenQao.
Na ra Nova n. 53, loja de ferragens, vende- i
so milho novo em saccas, por batatissimo preco.
Vende-se urna preta crioula de 18 annus, i
engomma, cose c cozinha : na ra Nova n. 49.
45Ra Direita45
O proprietario deste estabelecimento reco-
nhecendo que com a excelsa visita de SS. MM.
II. a esta cidade tem de se dar um estrago hor-
roroso de calcados, em consequencia das fre-
quentes paradas, marchas, contramarchas e for-
midaveis passeios s brilhantes illuminacoes, e
condoendo-se das boleas naturalmenle pouco
fartas, dos bravos offlciaes e prac.as dos patrio-
ticos batalhes, cujos nomes trazem memo- :
na os feitos gloriosos dos nossos avoengos, deli-'
berou, em homenagem a lo felizes dias bailar j
so precos do seu exccllente calcado, a saber:
Para homens.
Borzeguins aristocrticos {lustre
Borzeguins zouavos, obra forlissima (be-
zerroj
Borzeguins cidadaos (bezerro o lustre)
Borzeguins econmicos
Sapates balcdorcs
Para senhoV; "
Borzeguins para senhora (primeira ^lasse)
Ditos (segunda classo)
Ditos para meniuas (primeira classe)
57 Ruado Queimado57
Loja de h portas.
Chegou a este estabelecimento um completo ,
sorlimento do obras feitas, como sejara : pal- pbarmaceutico.
ojts de panno fino de 16$ at 285, sobrecasacas I nanibuco-
de panno fino preto e de cores muito superiores i
a 35j, um completo sorlimento de paletols de
riscadinho de bnm pardo e brancos, de braman- \
le, que se vendem por preco commodo, cerou-
las de linho de diversos lmannos, camisas
francezas de linho e de panninho de 2$ at 5jj
cada urna, chapeos francezes para hornera a 8?,
dilos muilo superiores a 105, ditos avelludados,
copa alia a 13, dilos copa baixa a 10$, cha-ESSEBSSB2BSa^&js
peos de feltro para hornera de4j, 5a eal 7$lia
cada um, ditos de seda e de palha enfeitados pa- i ^
ra meninas a 108, ditos de palha para senhora a
12g, chapelinhas de velludo ricamente enfoila-||5
das a 25$, ditas de palha de Italia muito linas a f
25$, corles de vestido de seda era carlao de 40$
at 150?, ditos de phantasia de 16 at 35}0O0, f
goliinhas de cambraia de 1 at 5, manguitos 8
de lg500 at 5, organdys escuras e claras a g
800 rs. a vara, cassas francezas muito superiores fc
e padrees novos a 720 avara, casemirasde cor- ||
les para colletes, paletols e calcas de 350 al ^
i% o covado, panno fino preto e de cores de 2500 < i
al lOjt o covado, corles de collete de relio do |g
muito superiores a 9 e 12$, ditos de gorguriio
e de fustao brancos de cores, tudo por preco
barato, atoalhado de algodo a 12S0 a var'a,
corles de casemiras de cores de 5 at 9, grosde-
naples de cores e pretos de l60O at 32 covado, espartilhos para senhora a 6$, coeiros
de casemira ricamente, bordados a 125 cada un,
lencos de cambraia de linho bordados para se-
nhora a 9 e 12* cada um, ditos lisos para ho-
rnera, fazenda muito superior, de 12 al 2()jj a
duzia, casemiras decores para cociro, covado a
2g00, barege de seda para vestidos, covado a
100, um completo sorlimento de colletes de
gorguro, casemira preta lisa e bordada, e de
fustao de cores, os quaes se Tendera por barato
preco, velludo de cores a 7 o covado, pannos
para cima de mesa a 10 cada ura, merino al- m
cochoado proprio para palelots e colletes a 2j)800 i si
o covado, bandos para nrniacao de cabello a h
UBOO, saceos de tapete e de marroquim para via-
gem.eum grande sorliraeulo de macas e imalas
de pregara, que ludo se vende vontade dos
freguezes, e outras muitas fazendas que nao
possivel aqui mencionar, porm com a vista dos
compradores se mostraro.
ra do Crespo o 10, do Jos Gonrakes Malveira,
vendem-se superiores luvas de belica Jouvin, cor) Neste estabelecimento ha sempre promptos alambiques de cobre de difTercnles d
de palha e brancas para homehs o senhoras, n- (de 300 a 3:000) simples c dobrados, para destilar agurdenle, aparelhos destilatorios cratfnt>
eos enleitos de flores do mais hioderno gosto. n- para resillar e destilar espiritos com graduacao al 40 graos pela graduaco de Sellon Cartirl do-
eos chapeos para senhora, entenados com muito melhores systtmas boje approvados e conhecidos ne.-,ta e outras provincias do imperio bomba<-
gosto e formato moderno coitos de vestidos de | de todas as dimeii^Oes, asperanles c de repucho tanto de cobre como de bronze e ferro 'tornera-
seda, manteletes e taimas de s^da preta para se-! de bronze de iodas as dimencoese feitios para alambiques, tanques ele, parafusos de bromee
anf!fa5 "SEi Aa-n.1?' I ferr ,"'"'a rodas d'an'"a.Porlas para fornalhas e crivos de ferro, tubos de cobre e chumbo de toda.-
M M Lli A illtK.U DL HOi.LOW Al. as diraencoes para encmenlos^ camas de ferro com armaco c sem ella, fuges de ferro potaveis e
PULLAS HOLLVOYA.
Esleineslimavel especifico, i-ornposlo .
mente de berras medicinaes, nao conten men- arropllas de cobro, lencocs de ferroa latao.ferro succia inglez de todas as dimensoes, safras, torno.-
rio, ni'tn alguma mitra subslar cia d.-lectoria. Re-1 e follespara ferreiros etc., e outros muitos artigos por menos preco do que cm outra qual^iei
nigno mais tenra infancia, e compleiro mais Parlc> desempenliando-sc toda e qualquer encommenda com presteza e perfeico ja conhecida
; delicada c igualmente prom|ito e seguro para ?*?*!? C0mnl0dllladl^os fregiiczes que M dignarcra honrarera-nos com a sua confianca, acha-
1 desarreigar o mal na compleii o mais robusta
inliiramenle innocenle em s as operacoes e ef-
feims; pois busca e remove a doeneas di> qual-
! qner especie e grao por mais antigs e lenazes
que sejam.
! Entre milhares de pessoas curadas con est(
remedio, muitas que jestavam as portas da
I morte, preservando em seu 190 : consegnirain
! recobrara saudc-e forens, dep)is de liaver tenta-
do intil ment todos os oulrok remedios.
As mais afilelas nao deven entregar-se a dc-
sesperaco ; facam um comp tente ensaio dos
ettazeseOeitos desta assonbrosa medicino, e
prestes recuperarte o benefic o da saue.
Nao se perca tempo em lomar este remedio
para qnaiqner das seguintes enfermidades :
rao na ra Nova n. 37 loja de ferragens pessua habilitada para tomar nota das encommendas.
Febieto da especie..
Gotta.
Hentorrhoidas.
Hydropesia.
Ictericia.
Indigestes.
Infl imraacoes.
Irr eg u la ridades da
rrenstruaco.
Lonibrgasde toda es-
p icie.
Mal de pedia.
Marchas na cutis.
Ob.slrucco de ventre.
Pht; rsica" ou consump-
pjlmonar.
Rct;nco de ourina.
Rhcumalisnio.
Syniplomas secunda-
rios
Turiores.
Tiei 1 doloroso.
:ras.
ereo (mal).
ao estabelecimento
aod, e na loja de
e outras pessoas
DEPOSITO DE PIVNOS FORTES
DOS
Mais afamados fabricantes da Europa:
ESTABELEQ1EKT0 DE
. VOGEL
B
ra explicar o modo de se usa destas pilulas.
O deposito geral em casa do Sr. Soum
na ra da C uz n. 22, era Per-
Rita Nova n. T esquirla da Gamboa do Carmo.
Neste estabelecimento acha-se sempre um completo sortimento dos mais ricos e man
bem construidos c fortes pianos os quaes se vendem debaixo de toda a garanta.
O teclado tera a elaslicidade desejada, o exterior dosses instrumentos o mais elecantt
possivel easvozes sao magnificas. Ha tambem muilo lindas HARMONAS e SERAPHINAS pro-
prias para acompauhamento ao piano e para quatro mos e igualmente os ha apropriados para
igrejas, capcllas, collegios etc.
Hoje principalmente que a cidade vai ostentar um aspecto assas magnifico e pomposo con.
a presenta de SS. MM. II e que em todas as salas e salees elegantes a sociedade pernambucana
vai entrar co n entliusiasmo anda maior no gozo dos encantos d'arle, chama-se a altenco de todc
para este grande deposito, que offerece tantas disposicoes e condicoes to superiores para o qur
objecto de gosto relativamente a msica.
Oa niesiua casa cuneeri- aliua-ie com psiVicilo 01 msraoi iinitramentos.
APPBOVAflO E AlTORISAfO
800 rs. cada uraa j
em porluguez pa- \
RELOGIOS.
DA
A^E)HIM1 A oaaiPEao AL B
E Jl\TA OmitB DE HYGIEXE PIBLICA
I
MH(D)a!IKlA
ELECTRO-MAGNTICAS EPISPASTICAS
Vende-se era casa de Sai]
C, praca do Corpo Santo, rplogios do afama-
do fabricante
precos coraniodos,
nders Brothers &
Roskell, por r>vy. vu.umW| ,__
e tambem trancellins e cadeias para os mesmos, l"\r\ SCVC1W
de exc.ellenle costo
U Hirk

aplicadas s partes atfceladas, sem
resguardo nem ineommodo.
GRANDE E VARIADO SOIITIMEXTO
DE
Fazendas inglezas cifrancezas e
roupas feitas
rccebidascmdlreilura
NO
Armazem e loja
Ges Castos
NA RIJA DO OL'FIM A DO N. r46, FRENTE I) \M
i LOJA AMARKLLAEROTl LAS BRANCAS |
M Um completo c rico sortimento desobreca- f{
g sacas de panno pretos e do cores a 28j, 308 6
e 35$, casacas de panno pelo muilo lino a :
405, 45g e 50$. paletols do mesmo panno a fe
3 24 c 25g, dilos de casemira a 1-iJ, 16$ e M
S 18t, ditos saceos dasmismas casemiras s
pretos e de cores a 10 e 12$, dilos de al- g
pacas preta e de coros a 4;!, ditos de hrim K
2 pardo a 45O e 5, ditos |de brim preto a -
I 5j, dilos brancos a 5$, dilos de esguio do ^
g ultimo gosto cor de laranjja a 5jl, sobre- i
^5 casacos de alpaca muito lino a 7$ c 05, g
ta sobrecasaca de panno finlopreto para me- &
^ nios a 15, 18 e 20-*, dilos de casemira g
!$. de cor a 85 e 10$, calcas ce ca- senaras de B
W cores e pretas a 8#, Dj, 10$, 11 e 12,^
K calcas debnm de cor a 3 f500, ir e 5s>, g
S dilas de brim branco fino n 6e 7,colle-
ii tes de gorguro de seda t de casemira de 5
^ cores e prelo a 5$, 6 e 7j, dilos de vellu-
g do a 10 e 12, camisas inglezas tantopara _
fe [homens como para menin is de todos os K
K-lamanlios,seroulas de todis as qualidades, S
|.j chapeos de sol de alpaca a 5, manteletes *
6$ pretos de muito bom gosto a 30$ e 40, ca-
& saveques de fustao bordados compridosa f,
g 2o$, chapeos de castora Nhpoleo 8, ricos g
r manguitos de punhos bordados a 3500c a fe
K 4$, dilos com gollinhas a 5e 6$, gollinhas
a de traspasso bordado
110 RA DO PARTO M
PERTO DO LARGO DA CARIOCA.
CONSULTORIO
DO
SB
Fazendas moder-
nas.
Corles de casemiras de cores finas a 5*500, di-
tas do urna so cor muito finas de 3 o 6$, corles
de collete de velludo de cores a 6$00;i, dilos diio
preto a 5$ e 6$, colchas de algodo adasmasca-
das a 5, brilhantiua branca o covado 480, case-
mira de quadrinhos o covado 1, pannos para
mesa muilo bonitos e modernos a 6, corles de.
barege com tres ordens de babados a 15, cha- gj de traspasso bordado e transparente a 8$, g
peos de phantasia para homem, sendo de gor- i $ calcas de meia casemira p. id roes moderno-
gurao de seda a 7, dilos doChille de 4 a 25,' i a 5$, colches de fustao d ditos dn feltro do 450O o 5, camisas de cam- ] K branco a 3$ e3$5O0e oulras inulta. fa-| _'??. "'^?" .f p;,ra curarannualiuenlc nao sopara a cidade como para os engenhos ou outra.-
braia de linho para senhoras, ditas de esguio :U zendas e roupas feitas que sero patentes a -
muilo fino, dilas de cambraia bordadas com man- i B presenca do freguez.
gas, ricos corles de seda de iodas as cores, man- Kffi^MSft^WjE2MaSiSfiSK v :.-"-;^>;., ^ m,^ aout qualquer hora do dn ou da noite sendo
eleles dos mais modernos, grande sorlimento de 1> A|A ^0
perfumaras inglezas legitimas, joiasdecoral ver- jlV"IOsI' J3
dadeiro, oleados de diversas cores imitando
ftobo Hoseosoy
wmim vMsmsm i (dips&mmdir.
3 RA DA GLORIA, CASADOFUifDO 3
CWmca por anillos os syslemas.
as 10 horas da manhaa e em caso de ur-
por escripto em que se declare o nome da
marroqnim para cobrir mesas, forrar almoladas, i Vendem-se relogios de ouro inglezes, de pa-
Iravesseiros, etc., etc., ebem como um-completo ilenle : n0 armazem de Augislo C. do Abreu.
sorlimento de fazendas do mais apurado gosto e i na rua (1'1 Cadeia do Recife n. 36
melhor qualidade, vendendo-se ludo por baiios Vende-se superior linhaide algodo, bran-
precos, no armazemde fazendas de Ravmundo CBS e do cores, era novello,
Garlos Leitc & Irmo, aterro da Boa-Vista n. 10.' casa d Seuihall Melloi i C
Relogios.
De novo chegaram os afamados relogios in-
glezes de ouro, de patente, e esto i ver da no
armazem de Rostro Rooker & (', praca do Corpo
Sanuo n. 45.
n. 38.
para costura : em
rua do Torres
Rua do Qucioiado a. 57.
A 30$ cortes de vestidos de |seJa que distara m \
, 60; a 16 cortes de vestidos
1 custaram 30? ; a 8$ chapeliul
; na rua do Queimado n. 3i
de phantasia que
as para sechora:
/*
MUTILADO
'
pessoa, o darua eo uumero da casa.
Nos casos que nao forem do urgencia, as pessoas residentes no bairro do Recife podero re-
metler seus bilhetes a botica do Sr. Joo Sounn & C. na rua da Cruz ou a loja de livros do Sr: Jos
Nogueira de Souza na rua do Crespo ao p da ponte velha.
Nessa loja e na casa do annnnciank- aciiar-se-ha conslantement eos melhores medica-
meuloshomeopathicos ja bem conhecidos e pelos preco3 seguintes:
Botica de 12 tubos grandes, .....
Dilos de 2 ditos.......... .
Ditos de 36 ditos........
Dito de 48 ditos....... .....
Ditos de 60 ditos............. I j
Tubos arulsos. cada un............ '
Frascos de tincturas.............
Manoal de medicina homeopathica pelo Dr. Jahr tradu'zido
em porluguez com o diccionario dos termos de medi-
cina, cirurgia etc.. etc............
Medicina domestica do Dr. He ring, com diccionario
Repertorio do Dr. Mello Moraes, ....
10$000
15$00 20$090
25gOOO
0*100
1$000
pw
\
ooooo
oioo1*
6OO0
t

AS CHAFAS MEDICINAES sao muilo conhecidas nesta curte e em todas as provincias ^-esle
imperio ha mais de ti annos, e so|aarnadas, pelas boas curas que se tem obtido as enfermidades
! abaixo desenptas, o que se provajeom innmeros atteslados que cxslem de pessoas capazes e do
; extinceo. r
Com estas CaAPAS-gLECTfto-iAoifCTtCAS f.pispasticas oblem-se urna cura radical e infallivel
i em todos os casos de inllammaco (cansara ou falla de respirarao), sejam internas ou externas, do
figado, bofes, estmagos, braco, rins, ulero, peilo, palpitaco d coracao, garganta, olhos, erysi-
! pelas, rheumatismo, ataques nervosos, etc., etc. Igualmente para as'dilfercntes especies de *tu-
! mores, como lobinhos e escrfulas ; seja qual fr o seu tamanho e profundeza, por mcio da sup-
puracosero radicalmente extirpados, sendo o seu uso aconselhado por habis e distinctos facul-
tativos.
As encommendas das provincias devem ser dirigidas por escripto, tendo todo o cuidado de
fazer as necessanas explicacoes, se as chapas sao para hornera, senhora ou crianca, declarando a
molestia em que parle do corpo existe.se na cabeca, braco, pescoco, cxa, perna', p, ou tronco
do corpo, declarando a circuuifercncia : e sendo (crida ou ulceras, o molde do seu tamanho em
um pedaco de papel e a declarado onde exislem, atim de que as chapas possam ser bem opplica-
das no seu lugar.
Pde-se mandar de qualquer ponto do imperio do Brasil.
Consultas a todas as pessoas que a dignaren honrar cora a sua confianca, era seu escripto-
rio, que se achara aborto lodos os dias, sem excepeo, das 9 horas da manhaa s 2da tarde.


DIARIO DE PEBNAMBUCO. SEXTA FflRA 9 DE DEZEMBRO DE 1859.
Ra da Senzala INova n. 42
Vende-se em casa de S. P. Jonhslon & C. va-
; etas de lustre para carros, sellins e silhoes in- i
slezes, candeeiros e caslicaes bronzcados, lo-
na* inglezas, lio de vola, chicote para carros, e I
montana, arreios para carro de um e dous caval- I
iiJ* relogios d'ouro patente inalezes.
MOSELLE MOSSEUXl
DE
8 MITOTE
c meias gar-
C.J.AstleyAC.
Queijos fresis de Minas.
Na na do Imperador n 13, se vendeni excel-
li'iii"S queijos ltimamente cheeados de Minas.
em garrafas
rafas.
i


i .
I
'
i


9
Seguro coBlra Fogo
COjHPANIIIA
| LONDRES
AGENTES
V te
5 C J. Astley & Companbia.
Luvas de |i('llic;i de
Jouiin.
Vcnden-se superiores luvas de pellica de Jou-
vio muito frescas, para horneas e senhnras ; na
i a do Queimado n. 22, na loja da boa t.
Fazendas inglezas e francezas
Chegadas 'nesles ltimos das; ura variado
~orlimento. de fazendas inglezas e francezas, dos
<:llimos goslos; no armazem deAlmeida Comes,
\lves & C, rua da Cruz n. 27.
CMBO i ':> M MEM9 iCjbSST*:
Vende-se I
Queimado n. 40.
Grande e variado sorthiento
DI
Fazendas francezas e rou-
pasfeitas recebidas em reitura pelo u Kimona vio.
Dao-se as amostras rom poiilio-r.
S
G11AN1W
peehineha.
Na loja do Proguira, na rua do Queimado n.
2, vendem-se pe<;as de chitas inoa de cores lixas
\ e de escolhidos padrees com 38 eovados cada
urna, pelo baratissimo precc do jjSOO, e em re-
! talho a ItiO o covado.
OiTicialatos, rnmmendas e hbitos de diver-
jas ordena, com brillantes esem elles, o melhor
'1 ie tem vndo a este mercado : ludo veiide-se
muilo barato e pelo preco da factura : na rua
Direita n. 66.
00
Iciinii
8(10
50,1
:2;i
255O0
Folha de cobre e Metal
i*
amarello.
j Estanho em barra e Pre-
gos de cobre.
Alvaiade e Ve miz copal.
| Folha de Flandres.
Palhinha para marci-
| neiro.
| Vinhos inos de Champa- i
nhe e Moselle.
Lonas da Russia e Brim I
de vela: no armazem
de C. J. Astlev & C.
5
a
Fazenda com avaria.
L peehineha sem igual.
Na loja do Preguiea, na rua doQueimado n.2,
-in para vender pecas de algodo largo com 16
ara cada urna, pelo barato proco de 19, pecas
de tassa lisa una a 2500 : a ellas, aalcs que'se
cabem.
Tachase moendas
Braga Silva & C, lem sempre no seu deposito
.'a rua da Moeda n. 3 A, un grande sortimento
Je tachase moendas para engeuho, do muilo
re litado fabricante Edwin Maw : a tratar no
Dicsmo deposito ou na rua do Trapiche a 4i.
Moila alien?o.
Vende-se para fechar coutas saccas com fai-i-
!ia de mandioca pelo baratissimo preco de 08
por sacco : na rua da Cruz n. 26, armazem.
Fazendas com pequeo
loque de avaria.
F." pecbincha.
Na loja do Preguica, na rua do Queimado n.
2,ha para vender pecas de finissimo e muilo
largo madapolo, pelo baratissimo preco de 5,
{500 e39000: ebeguem, antes que so acabem.
Chapeos de caslor prctos
e braucos
Na ruado Queimado n. 37, vendcni-se os mc-
i chapes de caslor.
a.
8
75")ilU
73090
4500
83OOO
9
1-5000
$
9
6*000
SrrSOtl i
Aviso.
\ j armazem de Adamson, Howie & C. rua
lo Ttapiche n. 42, vende-se selins para horaem
a penhora, arreios prateados para cabriolet, chi-
cote! para carro, coleiras para cavallo etc.
Na loja da estrella.
Rua do Queimado n. 7.
Csto eslabelecimento contina a estar srtido
fazendas de todas as qualidades como sejam :
fiieos cortes de vestidos de seda de 3 o-
lbose 2 saias, c Aquile
ralelots de panno
filos de dito muilo flno
tilos ce casemira de cor
Hitos de alpaca prelos muilo finos e
mais abaixo
i itoa ce ganga e de brins
Calcas de casemiras pretas e de cores
bitas de biim branco e de cores
rolletes de velludo preto e de cores.
Ditos de gorgurao muilo finos
Hitos de lustao
isas francezas de lodas as qualidades
1 i'ira hooiem
misas francezas bordadas para senhora
1 ^ques da melhor qualidade e do ultimo
gosto
Mantas e grvalas de seda de lodas as qua-
lidades
< napeas de sol de seda inglezes
Ditos decastor para cabec.a muilo unos
Hilos pretos os melhores que tem vindo
ao mercado
Taimas pretas do ultimo gosto
Casemiras de cores para paletot
corles de casemiras inglezas
Hilos de ditas francezas
Hilos de ditas muilo tinas
hapeos Amazona para senhoras e me-
iaaa
8
20S000
-OjjOOO
25S000
a
a
.;
a
a
s
8
8
2g00
535(10
9?U00
Machinas de coslura
de S. M.Singer &C. da
Nevr-York, o mais aper-
feicoado syslema, fazen-
doposponto igual pelos
dous lados da costura,
garante-se a seguranza
das a achinase manda-
se ensinar as casas de
familia, bera como se
moslram a qualquer ho-
ra do dia ou da noite
nesta agencia: nicos
es em Pernarabuco Raymundo Carlos Lei-
A Irmao, aterro da Boa-Vis (a n. 10.
Era casa de Rabe Schmettan &
C., rua da Cadeia n. 3Y, vendeui-se
uJegantcs pianos do afamado abrican-
e Traumann de Hamburgo.
Vcndc-se urna co'icha de setim branco bor-
>!iJae rijuissiraa, e urna urna muito bonita que
parece pnta : na rua da Palm?, casi junto a ta-
; i sem nuraeio.
[ticos cortes de vestido de seda de cores
de 2 saias............................
Ditos de ditos de seda prelos bordados a
velludo...............................
Ditos de dilos de seda de gaze phanlasia ,S
Ricasromeiras delil e de seda bordadas
Taimas de grosdenaples bordadas...... g
Chales de touquim branco bojdadosa
30Se.................SOjiOOO
Grosdenaple de cores de quadrinhos co-
.vado................................. |g200
Dito de dito liso covado................ I98OO
Seda branca lavrada covado 1 HOO a___ 2*600
Grosdenaple preto lavrado covado...... 2*000
Hilo dito liso eueorpado a l$t00e.... 2g500
Dito dito com 3 palmos de larKura a
e 18600 e.............................. 200,
Sarja de cores larga com -i palmos de
largura covado a...................... 1*500
Gaze de sedada China de flores cusirs
covado a............................
Follar de seda de listras gosto novo co-
vado.................................
Setim de escoc e diana de seda covado
Cbaly de llores nevos deseohoa covado
Baaejede seda de varias qualidades co-
rado.................................
Heio velludo de cores covado..........
Velbulinadc lodos as cores............
Selitn de todas as cores liso covade ...
Brilhantina branca muitoQnaa.......
Chiles francezas claras e escuras o 200 e
Casemira preta lina al|400e..........
Panno pelo e de cor lino provade li-
mo a 88900a........................
Corles de casemira de cor a 5J e........
Cassasorgandvs de novos desenhos a
vara..................................
Ditas francezas uiuilo linas a............
Manguitos de cambraia transparente bor-
dados muito ricos....................
Golinhasde cambraia bordadas di'punta
pilas de dilo bordadas a 6O0a..........
Tiras e ntremelos de cambraia bordados
Ricas maulas pretas d9 linho para se-
nhora ................................
Ditas ditas de blond brancas e pretas..
Chales de sada de cores, pelos e rozos..
Hilos de merino bordados cmn irania de
seda.............................'___
Hilos de dito dito de l..................
Dilos de dito liso dito de seda!!!.'!!!!!! 6*000
Dito de dito dito de la..................
Dilo de dito eslampados lino lista de
seda..................................
Lencos de cambraia de linho bordados
finos..................................
Hilos de aluodaede labyrntho80e.!!!
Capeliasbrancas para noiva............
Enfeiles devidnlhn preto e de cores___
Aberliirns para camisa de rsguto de
linho...........................
Ditas de dilo de algodo brancas 2 de
cores..................................
Saias balito modernas..................
Chapeos france/.es forma moderna......
Gravatqs ae seda de pona bordadas a
velludo .............................. o
Camisas fraucezas de cor e brancas
finas_a 1*800 e........................ >vr.ao
lilas ditas de fusl.io branco c de cor___
ilas ditas de esguiao muito linas mo-
dernas ..........................
Scroulasde brim de algodjio c de linho
Galeas de casemira prolaselim 9$ e..
Hilas de ditas de cores 8$ e............
Dila de mcia casemira ...............,
Hijas de brim flno e varias qualidades
3*e Golletes de velludo, gorginao,
casemira e selim....................
Casaras de panno prelo muilo lino ;:ii> a
Sobrecasacos e paletots de panno preto
lino 25 e............................
Paletots de casemira mesclada gola de
velludo ..............................
Dilos de alpaca preta muito finos......
Ditos da merino selim pelos e da cores
Ditos de meia casemira..................
Ditos de alpaca pretos c de cor forrados
Ditos de brim branco epardo finos...... fi^OOO
Ditos de brim de qoadrinhos linos
J#300 o.............................. sgooo
Hilo de alpaca prelo e decores.......... 3g500
Relogios.de 011ro paten........tes.. g
REM-EDIO INCOiHIPRVEL.
UNGENTO IIOI.I.ONVAY.
Mimares do individuos de todas as aacoes po-
dem teteraunhar as virtudesdeste remedio i-
compararel e prorar em caso necessario, que,
pelo uso que d-llo flzcran lem sen corpo e niem-
bros inteiramenle saos depois de haver emprega-
tloiriutiliii.nl.....Uros tratamentos. Cada pesoa
]ioder-se-ha convencer dessascuras maravillosas
pela leitura dos peridicos, que lh'as relatam
todos os das ha muitos anuos ; e a maior parle
dellassotao sor prndenles que emiiaips o
mediros mais celebres. Quantas pessoas reco-
braiam com osle soberano remedio o uso de SCU8
bracos e pomas, depois do ler permanecido lon-
go lempo nos hospitaes, onde de viam sofTrer a
amputar-no Della* lia militas que havendo dei-
iado esses asylos de padecimentos, para seno
submetterem essa operaco dolorosa foram
curadas completamente, mediante ousodesse
preciosoremedio. Algumas das laes pessoas na
enfusao de seu recouheciraento declararam es
tes resultados benficos diante do lord corn.....-
dor e outros magistrados, alim de roaisautenti-
caren) sna flrmatvva.
Ninguem desesperara do estsdo do san,lo se
tivesse, bastante conlianca para ensaiar este re-
medio constantemente seguindo algum lempo o
mentratato que necessitasse a natureza do mal
cujo resollado seria prova rincontcslavelmente :
Que todo cura.
O un&itento lie util, mais particu-
lai-mcnte nos sesnintes rasos.
Alporcas.
Caimbras.
Callos.
Canceres.
Corladuras.
Dores de cabeca.
das costas.
dos membros.
Enfermidades da cuii>
em geral.
Hilas do anus.
Erupcdes e escorbti-
cas.
Fstulas no abdomen.
Frialdade ou falla de
calor as extremida-
des.
Frieiras.
Gongivas escaldadas.
Ilicluieoe.s.
Inflamacao do flgado.
I Carlos Marn, da casa de Carlo3 Valais, joa-
: Iheiros de Suas Hagestades Imperiaes, tema
honra deparlicipar ao lluslre publico que se
acha nesta cidade com um completo sortimento
, de joias, que se acha exposto no eseriptorio dos
: Srs. Amorim & [rmos, rua da Cruz n. 3, segun-
do andar. Recebem-se lambem obras vcllias em
troco.
Goberfas de chita a 2S.
FlNDICiO LOW-MOW,
Rua da Sonzala Jtova o. 42.
Neste estab lecimento continua a haver um
comapleto sotltmeato de moendas emeias moen-
das para euSenho, machinas de vaper e taita
de ferro batido e coado, de lodos os lmannos
para dio.
Casavequcs.
Vendem-se casaveques e roupcsjde cam-,.
brai bordados, o melhor que existe ndsle raer-' cado, o por pro^o coramodo : na rua do Crespo Cor,esde cnla le nieia casemira algCOO e 2*000
u. 23. 1 Meias cruas para homem, duzia 2*100
~1 % Ditas para dito muito superior, duzia 4*000
I jflPl.P.S I-P VP^iflIflnQi Aloalhado adamascado muito largo, vara 1*280
\^\Ji l^/O \t^ > X^i Cassas de cores ixas e padrees vistosos,
Para concluir a liquidaran das fazendas
da e\tincta firma de Leite A Correia,
vendem-se asseguintes fazendas, por
muito menos de seu valor, na loja de
quatro portas da rua do Queimado
numero 10.
Sedas pretas tarradas, superior qualidade,
covado ljCOO
Grosdenaple preto muilo bom e largo, co-
vado
Dilo dilo ma3 eslreito, covado
Camisetas de cambraia para senhora, urna
Tiras e entremeios bordidos
Pianos
Sortimenlo complulo de chita de cores,
covado
' Dilo de chitas largas francezas, bons pa-
droes e cores lixas, covado
2S0OO
gcoo
800
320
\
de seda
Xa roa do Queimado n. 37 loja de 4
portas acaba de receber pelo ultimo
navio viudo do Havre um completo sor-
Tun ,irv ft..om lUia (10 y UCimnUO II. I'J. > t^J*-- JU vabI.I ^ ..... Dllf)S <** dito de merino bordado
Saunders Brothers & C. t^m pira vender em
.-:u armazem, na praea do Corpo Santo n. 11,
alguns nianos do ulimo gesto, receutiraente
chegados, dos bem conhecidos e acreditados fa-
bricantes J. Broadwood 4Sons de Londres, e
muito proprios para esle clima.
A boa fama.
Vendem-se as rerdadeiras luvas de pellica de
Jouvin chegadas no Ultimo vapor vindo da Eu-
ropa, hram-as, para hornera e senhoras, pelo ba-
rato preco de 3j o par, lambem se vendem gra-
valinhas de fil muito bonitas e do ultimo g">sto,
proprias para senhoras e meninas, pelo baratis-
simo preco de 2g cada una : na rua do '.lucima-
do, na loja de miude/a.-. da lina fama n. 33.
iSapatoes de 2^ a 3^.
covado 20 Vendem-se sapaloes para menino, de 2 a '>,
Iliscadinho francez, covado 1601 borzeguins para menina de 2 a 3*. ditos' para sc-
Mnssclina de cores fixas. covado 210. nhora a 3j50 : na ma do Cabug n. 9
Chales de laa coni palma de seda, um 25000; Vemlem-se di.as
Cortes de calca de casenura lina de cores 5SO0O' i
Ditos de dila prela 6^000 bois man(;s
Ditos de collete de gorg nao com palma i numero 1 1.
160
210
200
esrrocas e dous
ia travesea do Carioca
de velludo
35000
2;(KiO
3S000
Vendem-se cobertas de chite a 2. corles de ris- ? ,M,badS C dC "* qiiaes Se VCI1- t ,.encos de seda pequeos para pescoco de
cado francez a jit, lencos do cambraia para, dClll pOI* prCCO COBIUIOUO. senhora 400
ni i* 1 1 1 Fannoprelo,covado 2^500
i tillUpClinQS tlC SCvlQ C C i D, s,,PO"r. Prova de limao, covado 33 e 000
'1 liAPl II 1 Superior brim trancado de linho, branco,
(i |itV' . 7 Dito dilo de cores, vara 800
lilCaS CliapelinaS de SCda C tlC VCllu- M,,'as brancas para senhora, duzia 3O0O
do para sen hora: na rua do l|i^iaM^#| K!^,3SVSB!J>,lil0 w^Etor-*,fa.
algibeira a 2ja duzia.
2S000e 28500
Algodao I raneado americano branco, proprio
1 para toalh^ e roupa de escravos, com um pe-
1*000 'I"or,n toque de agua doce : no armazem de fa-
zendas da rua do Queimado it. 1!.
laoooj Ghegucm ao barato.
O l.eile ; Irmao conlinuam a lorrar na rua
S.P/1
mvencao aperiei-
con
JUU i da Cadeia do Kecife n. 48, pecas de cambraia li-
sa com 10 jardas a 4500 e 5g, lencos de cam-
n. 37, loja de 4 portas.
Golas e manguito^.
Ricas
golas
c manguitos de
glezas para homem e meninos, chales de meri-
no lisos a 4g500, c bordados a 6#, palelotsde
'alpaca preta e do cores a 5a, cerclas de linho
e algodo, camisas Inglezas muilo superiores a
60ft o duzia, organdys de lindos desenlies a
a
Manteletes
para senhora, em bom
estado, um par 14000
oam-l ATTE\{0. i
k Kissel, relojoeiro francez, vende relosios <
Klin >"" "juiioa a 1-JW t: i>-|, ii-iii us uc Lilil- i 1 / 1 ? 1
3 0 |,r1ja ()p i,nho a a$ a diujai Ciirab,aas muii0 n. i uraia : na rua UO QueilUailO O. j, toja ?* Kissel, relojoeiro francez, vende relogios .
ico 0 nas e ,je ]jnlos padrees a 040 a vara, meias fi- da A i.,u-lw t de ouro e Pra,a. concerta relogios, joias e <<
'0 nas para senhora a SNOO i duzia, ditas croas in- W%y "" U,S'
^ msicas, ja aqu he couhecido ha muitos
A
Bandos ou al mofadas
de crina para penteados de
senhora.
Vende-se unic.amenle na rua da Cadeia do le-
cife n. 48, loja de Leite& Irrao.
Baratissimo.
A 3{500, 4^500 e i$800.
PATtA ACABAR.
Vendem-se na roa do Queiuiudn n. 19, osse-
Ricos manteletes de grosdenaple ri-
500 avara, corteo"^ c7ssa "cIhU "a 3g. cni I ?"!} .P,,i!,!0fS : d Q^" CO QUCilliadO II. 43 A.
OOOO franceza a 240, 280, 300 e 400rs. o covado, pecas dO II. J/, toja de 4*pOI'taS. I 3* Reccberam em direilura de Franca de encom-
K0O0 TfS? Cmi3 v'raS a ^Mt ^i,5*500- PenteS de tartaruga mc,,aa> os me!hores chapees de castor rapadoss
M b,7 e8.S. cintas inglezas decores lixas a 20o rs o: m< x ^uica u^ tai lai uQct. sendo brancose
vindo ao mercado,
de madapoln com 30 varas a 4tOO, 5$, 5g500,
I ti,7 p 8.S. chitas inglezas decores lixas a 20o rs o : <+*** w*m fu* sendo brancose pretos, e as formas as mais ni
s para mesa a 3 e 4, cortes de 1 RlCOS pCIltCS de tartaruga Mff| atar dernas que tem
cuba de brim de linho a 28, ditas de nieia case-
mira a 2;2I0, vestuarios bordados para meni-
e por me-
nos que em autra qualquer parte, assira como
preco de 4^500 e i;S00 a peca.
Meias de seda de peso
para senhora, brancas e pretas, e. para menina*,
brancas e riscad.i : vende-se na loja de l.eile
& Irmo na rua da Cadeia do Recie n. 48.
VenJe-se um cabriolet por preco
mis, o outras muitas fazendas que *e vende por loH de h MPtaS.
1,V.)0(I |)^l*lA n*n**n
Camisas francezas
Ritas camisas franeczas tanto
Malo prpeo.
Em casa de N. O. Bieberi
& C. rua da Cruz n. 4, vende-se ;
Champagne de sunerior qualidade de marca acre-;
dilada na Corle.
finta branca superior em oleo, latas de 25 ll- j^g M US iU fts*iMia^'w ^7 li;> lio
bras, por coinmodo preco caixas de 4 latas. vuciuirtuo ll. Oi, MJ< Ut.
Verniz e verniz copal. portas.
Bonctsparacriaiica
Ricos bonets de marroquim para
cabello: na rua do Queimado a. 37, tt&^SSrZEM^ em
! de vidnlho pretos e de cores pelo diminuto pre- estado deseiavel a todos os respetos : a
co de 4S cada um, assim como tem chapeos de r..ii.._ ",i r j ^,-
sol de panno a lg200cada um em perfeio esta- ildl,dl na cCl'CM'a em lente do portao
Algodaozinho da fabrica Todos os Sanios da Bi-
liia.
Brlhantes de diversos taannos c d-e primeira
qualidade
Q Vendem-se cinco bois mansos de correia,
proprios para carroce, e como lambem um ca
vallo; os quaes estao venda no arco de Santo
Antonio, das 8 horas em diante.
do, aberturas brancas muito finas a 320, ditas de do arsenal de mannlia, onde existe e e
e esguiao de linho a 1" urna, cambraia prela fina d'na' rom niicm i mnwni (Ipm*. t,..,_
pd. _i.i.toMto.iirfAe^ fs- s:5t:s2Sfr ^- '
ra, rolletes de velludo de furta-corespretos a Claudio
7g40O, ditos pelos a 8 e a OJ, calcas de case-
mira de cor a 7, 8 e llg, dilos prelos a 7, 9 e
12g, colletcs de gorgurao a 4, 5 e 6g, saceos pa-; novo ca rej;amento ele burros, novos e
ra viagem de diversos (amanhos, eias croas, por; bonitos e alpims ia uuasi
Dubeux, scientifia a
.quem converque acaba de receber um
mancos, es
a este mercado
mm
sortimento de cha-
peos
, duife, finas'a 3" e 1J,"hapVos ""eeiados" para \ memores nne tem vi
' CnailCa ". na rua dO Queimado n 37, lO- mo,,lns e meninas e senhoras por qualquer pre-; e os vende j)or commodo preeo : quem
;ja de"4 portas. rnao%Udeix\deav%?n"o9recncontr'ri op^e,:o, PTCrtendfr iri?"."M a0 .seu "P*0"0
Ferro reduzido de
Quevenne, I
A S00 rs. a peca
na rua da Cadeia para tratar.
Vestidos de seda.
de Ca de velludo de ura dedo mnimo de largura ; Vendem-se cortes de vestido de seda com 2 e 3
com 10 1[2 varas, bandos de crina para senhora babados. armados, de 20 a 40a cada um seodo,
, muilo bons a 400 rs. o par, pulseiras de contas T' S(,u va'or razoavel era de 80f : na loja de
PrevileeiadO eill SeU modo de P"a senhora ou meninas muilo lindas a 160 rs.'"
j i I2ara acabar ; na loja de miudezas do ate;
i ^ i 1'wtt utouai ua luja ue iiiuui/.,ii uu mt
aamilllStraCUO pela aoade- Boa-Vista n. 62, quasi confronte a matriz.
rro da
2500l Chapeos de caslor pretos de superior qualida-
d"
a
ngooo
io?ooo
4S5O00
r^ooo
4ogooo
35*080
18S090
IO5OOO
ogooo
7J000
65500
o gosto a 151,'eBfeiIes fioissimos para cabeca Queven^J deTtodad Vre'pa'races marics V- ~ **+* "carro de 4 rodas patente in- 1dos- ""i0?,?^0.3' nariz PCIiieno, bocea peque-
4gi00 e jj, chapeos de palha escura, massa'e quella qfx/Mroduz nia3 quantidade de irro no g,e7'' eostruecao forte.
ma de medicina de Pfciris.
Os felizes cffeilos do ferro em um grande nu-
e a 10, dilos ti-mce/es de seda a 7g, ditos de mero de enfermidades sao geralmente cpnheci-
caslor braucos a 14f, dilos de velludo a 8 e 9, dos. As cores plidas, as llores brancas"o em-,
ditos da loniia de lodas as cores muilo finos, di- pobrecimenlo o sangue com os males do oslo- cobcrlos e deseoberlos, pequeos e grandes, de
tos de palia inglezes de copa alia e baixa a 3 e mago, e as palpitagjs, que sao delles a! conse- ouro patente inglez, para homem a senhora,
ao-(ul r-nn 'j' U'" so'"li.me"to completo, de j quencia : es sao os principaes casos crp que o de um dos melhores fabricantes de Liverpool,
i "&a00, dilos dr^Chilc do 3{j50O, 5, 6, 8, | ferro ^ -y^o, 'e para certos temperamentos vindos pelo ultimo paquete inglez : em casa de
J, lile 12), ditos du scbVpara senhora, dosniais, Traeos che m complemento quasi necessario Soulhall Mellors & U.a
medernos, a 12^. cfpel:-
rao gosto a 13S. enfeiles
a 4go00 e jj, chapeos de palha escura, massa'e quella qf'ex^troduzniauquVnfidadede^ construccao forte, largo bastante para i
seda, muilo proprios para as meninas de escola,' sueco go t.o em um peso dado Deposito em Pessoas> Torrado de lazenda de seda de bonito
sendo os seus precos muito em conla, ditos para Pcrnambuco, pliarmacia do Pinto rua hra do gnfl0 c .. l!,do novo- sem ,er sldo amda scr"
baptisado de mcuinos e passcios dos mesinos, Rosario n. 12. vl multn de -;ente e proprio para a espera
leudo diversas qualidades para escolher, bonets j J?~~~*._______;.. l___!___ de S. M. I.: os prelendentes podem ve-lo a
de galio, ditos de marroquim, ditos de vellu- i
do, dilos enfeitados, chapeos de boa qualidade
para pagina, chapeos de sol de seda para me-
ninos de escola, emesmo para senhora e para ho-1
neos ; finalmente ouirus muitosobjectos que se-
ria enfadoaho mencionar, e ludo se ven de mui-
toesn corita ; e ossenhores freguezes vista da
fazenda (Icario convencidos da verdade : na bem
conbecida loja de chapeos da rua Direita n. 61,
de Denlo de Barros Feij,
orlas da rua do Queimado n. 10
Vendem-se saceos com iarelo de primeira
qualidade, muito novo, chegadu ltimamente de
Lisboa, por menos preco do que em oulra qual-
quer par! na rui, ,],.' Apollo, armazem n. lf
Escravo cozinheir.
Escravos fgidos.
Fuio em a noite de 2 do crrante ni-z d
dezembro o escravo Joaquim, caboclo, de idaJ
de 27 anuos, pouco maisou menos, baixo echei.
do corpo, rosto redondo, cabellos duros e cor-
aterro da
Ileloeios
1 qualquer hora na cocheira do Higuel,
Boa-Vista.
ende-se um escravo de 18 a 19 annos, muito i
bom cozinheiro ; assim como urna preacozi-
nheira, engommadeira e lavadeira, e umi negri-1
nha do 13 anuos': a fallar com Oclavibno de!
Souza Franca, rua da Cadeia do Decifen. 36. j de ouro patente inglezes, do melhor fabricante
Tiinhmrn pin enhro de ''""dres. e que se vende mais barato que em
i 'i u ui,i i K) CUl UU1J1C. nenhuma parle, por isso que quer-se liquidar a
"\ende-sc constantemente na rua da Penha, so-' conta : na iua da Cadeia do Itecife, armazem
grajo n 19, em pequeas e grandes porcSes. n. 4, de Dan-oca & Medeiros.
na, com falla de denles superiores na frente, usa
bigode, o qual lodavia pa n l"r rapado, sem bar-
ba : conduzio urna rede, calca e camisa, levando
vestido cabja e camisa de algodo riseado azul e
chapeo d>' coiiro ; veio do Cear no vapor Cru-
zeiro do Sul>> em 4 de outubro prximo pase
remettido por I.uiz Ribeiro da.Cunha Antonio
Luiz dos Sanios & Rolim, que promeltcm urna
recompensa proporcionada ao trabalho de quem
o apprehendcr c levar i cidade do Recife, rua do
Crespo n. 11. Pedem igualmente s autoridades
policiaes c capilaes de campo i apprehensao do
mencionado escravo, que se suppc fosse para o
centro do Ceara, porque dizia ser natural da vil-
la do Cascavel e muilo de suppr que va se
iihiiiltaudo de forro como por \ezes tem feilo.
Dos premios da nona parte da terceira lotera a beneficio do Gymnazio Provincia!,
extrahida em 7 de Dezembro de 1859.
NS. PREMS.|NS. PREMS.
sa


a.
nflammacao da bexij
da matriz
Lepra.
Malos das pernas.
iln.s peitos.
de olhos.
duras de reptis.
Picadura Je mosquito
Pulmoes.
Queimadelas.
Sarna.
Supiiraces ptridas.
Tinha, em quabnier par-
te que seja.
Tremor de ervos.
Ulceras na bocea.
do ligado.
das articulares.
Veias Inri idas ou noda-
das nas pernas.
Vende-se este ungento no estabelccimcnlo
geral de Londres n. 22 i, Strand, e na loja de
lodos os boticarios droguistas e outras pessoas
encarriladas desua venda em toda a America
do Sul, Havana e Uespanha.
Vende-se a 800 rs. cada bocetinha, conto
urna instruc^o em portuguez para o modo de
fazer uso dote ungento.
O deposito geral he em casa do Sr. Soum,
pharmaceutico. a rua da Cruz n. 22, era Per-
nambuco.
Fub.
Farinha de icilho americana, era barricas, che-
rada no ullimo navio dos Lstados Unidos: nos
armazcus de Tasso Irmaos.
= Na rua de Aguas Verdes n. G se dir quem
vende urna fabrica de fazer velas de carnauba,
bem montada cera bom estado.
Arados americanos e machinas
para lavar roupa: em casa de S. P. Jo-
hnston & G. rua da Senzala n. '(2.
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S
MUTILADO


(8)
DIARIO DE PERNAMBCCO. SEXTA FERA O DE DEZEMBRO DE 135'.*
t.
Littcratura.
Al/ira, o a louea de Bolafogo.
A segunda hora depois ilo mea noile acabava
rt soac; o reo obscurecido |'or densas imvcns
pi pidas de eleoiricidade, cortara a ierra do una
phera qucnlc c pesada, opprimindo-a co-
se fosse nina abobada do chumbo, o fuzilar
relmpago, as amiudadas golas de chura que
ipiava-m a cahir e o estampido medoithodo
i >vao, pi 'liiziam lorrivel l inpcsta le que se ap-
. i.
i, '.-ni !_:. ora co-
o piar do u I -nclo de um cerni-
rlo.
En rami i pela estrada que
. Ma (itfnderoiiduz i Buiafngn; silencioso o
mente meisn! ido ein somluias meditacoos,
.. idas p'ia grandeza o impononcia nesse
Iro 'la nalureza verdadeifamento sublimo!...
ora a detonarn da cenlolha eloctrica que
formara noospaon allio sibilardo rento ao
issar na arroros; abara o quebrar mo-
110 das rugas rerollas ilr encoiilro as pe-
- e la niu da Ptowdcncia a so revelar na
loes dj Club? leiiiin is-ii' J.is tenas pbr.tscs de
amor que me fizeste otirir ? Foium* noito be.in
cheia de encantos para mim ohiva tinta ma-
gia, lana fascinadlo na embriague/ dis balsas,
na confuso de risos c de perfumes, que me ex-
tasiara. F. eomludo eran) esses alos os mesmos
que en frequentara ha muilo lempo ; porfii al
ento ludo nic ora indiflorcnte ; as walsas mo
aborri am-; a msica me incoroniodava ; era
porque cu nao a comprehendia I Para comprc-
hond-la necossario lomo peilo o amor, e na
cibera o dvlirle ; cu live a proradisso nossa noi-
le ; desde que le vi, dosde que sofl'ria iuiprcsso
de leu olhar, das lo qucouvi a la voz lo lerna,
lo branda que me infiltrara na alma um scnli-
monlo lao clieiodo omocoos divrrs.is, queme
cohendia ; era o amor, sini, dosde essa noilo
(i le aniel, amo i-te com indo o ardor de meus
o ariaos, Com toda a ertica de minha alma
anda virgam. Tinha opreSsontimenlo deque se-
ria muilo feliz comtigo ; o boni feliz que fui!...
bem feliz, at odia fatal eni que abandouei o ca-
sa do meus pais, em que obrlgada polo oslado a
que nossu amor me linha levado, fugi para oc-
cullar ansonles que mo nlian dado a existen-
cia, a ininlia e sua deshonra. I'. In, Julio, porque
quebraste nesso dia as mtihas mais bellas eapo-
hlla dos el rnenlos ...
indo ebeguei aq caes daquelle J.ello arra- ranS" dt^licidadc, n^gaudo-lc a reparar o mal
le, fui abrigado pela clmva que ento caba 'c
snb
1 erta'de um alpendro ; mal aiii
! lmenle, a recoliier-mo
a prnleclora co-
mo linha acco-
. quando os meu" ouridos foram feridos pi-
de u.i sua paasageui deu.iiaui o dolv, o auuso, e
o escndalo.
Conlra os prejudiciaes sempro ha um recurso ;
mas contra os i.-iufis, conlra esta oulra poste !
Osleilorcs conhecem por ventura un) homom
intil'!
Os inu/eis sao homons sem dcffoilos nem qua-
lidades, tornos, vagos, inrolores.insipidns, que a
cada passo se encentran! o que para Censa algu-
maservem. Os irii.leis nem ao menos tem o
mrito de serern prejudiciaes ; nao podem mes-
mo s-lo.
A soeiedade nadalcm a esperar desta rarieda-
do, parasj"la da familia humana. Se os interro-
ga, so os.sonda, se os esluda, smente Ibo res-
ponde um som ouco o abalado, como o eco que
parle do fundo dos obxsmos e nos moslra a iic.-
mensidade di> nada.
Sua presenta enfastia, aborrece, paralysa urna exigein com
soeiedade, urna rcuno de amigos, de Hilera-' fluas para o
los.
Inlroduzern nos salos a insipidez, osfriam n
conversa mais animada, e lem o olVeilo da chora :
quando penoira, romo se di/vulgarmente.
Mal se pode physica e moralmente deserever
osle Ivpo lo cialo, lio nullo e lao mulle, que
me aborrece fallar nellc, qtio leilora at ca-
paz de fazar sommo. Creio que a leilora dere
conhecer alguma dessas... individualidades.
Cuineui anua, que, pe is liceo., que
inleresse que Ibes ajante, pelo* lourb
peo lia cabera ; ah pot elle le um
un bocea para alguma cousa mais que
.i, celo Si ua de cha
res. ou corpo e UtL _
polas recompensas que prometi, excite e entre- nao seja para filiar ; para comer, por exemplo,
tenha entre os alumnos de sua classc urna viva qnando sentir fumo, ou beber quando estiverse-
emulaco : que com ludo isto, emfim, cl|c tenia quioso, se 6 que te\e a preraueo de casar com
bastante firmeza para manter constantemente | una mulher rica, ou se houvo'por heranca urna
esta disciplina, sem a qual os mais bellos talentos '
permanccerian esloreis.
0 examinador nada disto l'-m a fazer.
ciplina, a crjwlacfto dos alumnos, a expli
A dis-
taran e
j per-
ito por
Suas
a demonstradlo das verdades da scieuciai a
lencem a elle.
E' inspector para ver reino ludo fui fi
um oulro, nao para elle mismo faze-Io
questes urna re estabelecidas e bem cpmpre-
hendidas, seu devor 6 calar-se -, sua' arle
ouvir.
A facilidade, a abundancia de palarra-.lquo se
razo em um professor, sao super-
e. Se, por infeliridado, se entrega
a isto, desapparece lodo o provoito quosepode-
ria esperar do exame. Os papis sao completa-
mente invertidos ; o discpulo ourir socOgada-
monte, e o inspector, fallando sempro, lora
que apreciar, una cousa, saber se est sajisfeilo
de si c do que disso.
E" infelizmente bem frecuento que um exami-
nador, deixando-se levar pelo desojo do mostrar
o que sabe, de se apresenlar em publico, e do
boa fiuiiina. Mas no seu gabinete, com a peni
na mfio ?.. apenas um sopro, um pobre diabo,
muilo apto para snjcitar-So ao r< gimen do Oljm-
po e a susteiilar-Sti de fu maca.
Qnando cu lelo um litro, dizia um corlo
sujeito, poique o compro e pago. E, domis,
o que 0 um livro 1 E'uma ronronea
respeitu i- miera i ora. Em malena de iielli-
gencia, rada qual, desde o mais pequeo al
maior, come mais ou menos na gamella cora-
mum. Se o escriptor, em lugar de vender pa-
pel mpresso, vendesse chocolate de bawQna
ose um amigo, muilo rico por si e pelo dot' d
sua mulher. llic riesse di/er:
Realisaste, meu charo, forra de genio in-
ventivo, a obra prima do carau. Rogo-le qm
me facas presente de nm bocado dessa epi
ria. para que eu possa aprecia-la ao alnioco.
O fabrican!o ornara espantado para este adsni
ilas de um canto; osse canto era de una
mulher, que, gracas .'i luz do um candieiro pro-
, pudo distinguir assonlada junto aniadas
s daquelle alpendro.
ni seria essa mulher que hora lo adian-
do una noile i\^ lao amoaoadoia tempesta-
re ahi se abrigara lao s. juntando a sua dbil
io concert sinistro dos .elementos?
En ful npercobido por ella ; entretanto ronli-
'.:iava seu canto ; era ello bem triste era <
- ..o o gemido de um peito que s tem conli
as dores o espinhos de um rirer de lagri-
Eni seu cantar ella misturara um norrio e osse
e dar enlio sua voz una inflexan tao
. leixosa, lo toma, que rocoidava a ultima ola
na harpa tangida por ino descuidla nosi-
o de urna noito de luar.
Cuando acaben seu canto, ella chorara,chora-
a partir do dr um reracae qnlq*ier; a entor-
: a alma mais indill'erente ; silencioso o iris-
!'.. en a contemplara.
!.:.i urna seeiij bem onlernerodora, vr osse
lo de una dr intensa, vertido nu pungir de
cerbo desespero; ora triste ouvir o arqucjai
uUivo do um peito na compressode dolo.ro-
- 9 solucos, o contemplara mulher na subliunda-
'.'. dosoffrinrVnlo!
Eu fiquoi Iraii/.i'l'i de i'ompaixao por essa infe-
tpproximei-me della, e procurei doeetnenle
' II -llie ;i conlUnca.
KUa ao ouvir minliiis patarras levantou-se e
i,- .-/: fugii; travei-lheda mo para o impedir:
: oncara-me assustada, o ento pudo v-la per-
I ; inionie; era mui bella bella como o devom
ser o.; anjos aira o loica, scus coniptidos tabel-
'.' s em desordem cahiam em magnilkas ondas
uro sobro son eolio mais brauco que o mais
bollo alabastro ; seus olhos eram lao lmpidos,
5o magnilicamenie pretos, linham lana langui-
; /. que embriagaram.
Um poeta a chamara archanjo, so os archanjos
I ilossein baixar tona !
Depois do lxar-mc por alguns instantes, rapi-
enle desprenden sua mi das minhas, enla-
-:e.o icmameulc em seus bracos, exclaman-
i: i : Julio I meu Julio, porque lardaste lauto em
i .' ha tanto lempo le espero/ que julguoi j-
- voltarias; porem agora, agora queta aper-
lr> oni meu seio, j me nao record o lempo que
> ,orei, por que sinlo palpitar o meu ceraeo so-
bre o leu I dize, di/.e-me, se anda nelle arde
lie amor immenso que mo ronsagravas c
! rana indo sacriUquei!. mas, nao me respon-
des?... uo me conliocos"? ser possivcl queja
te nao lembres de mim ? cu son Alzira, a la
una Alzira, como me chamaras. Nao te recor-
ss daqiiollasfelizes noiles do Club, em que o
>so respirar, o pulsar do nossas corocoes, o
leimar do nossos soios scoonfundian nolorvc-
ihodas walsas?... e que phrases lo ternas me
iasl lombras-te daquella lardeen! que... ai!
urna larde mui bella, Julio, o ar tenido o em-
- miado de meu jardim nos embriagara, las
larras cheiae de fogo o do amor rae entou |u -
am em leus bracos. Nao sei o que se passou !
delirara! Quandolorneia mim, vi que tinha
rado, minhas faces eslaram molhadasdc pran-
ludcioelhns sustentaras a minha fronte,
.no eu apoiava sobro leu peito: fallaras de lan-
.a felicidado.de lano amor, que p.irecia-me es-
tar sonhando; mas. nao! nao toi um sonlio,
mais larde \\ que des le osse momento eu... era
. :.,' i.
minha familia, lu lo rias, ras-te com um riso lo
satnico que por um momento teju'guoi lonco;
mas nao no o estars ; j nao era} aquello mo-
co honeslo, espansivo c apaixonado. linhas nes-
eiicader- rador apaixonado do cbocolale de baiinilh, .
nada. Por que ra/ao pois se ha de pagar a ton- suppondoter bavido engao de sua parle II..
rersaro escripia ; se nao se paga a conversa- remctleria o cbocolale, mas acompanhado'lo.
Qao fallada 1 Encontris no passeio publico uni|da competente factura.
linhas feilo? foslo bem rno I calcaslc
aos pos a minha cora do virgem, arraucaslc at Nao se pode di/er so o inili vclho ou moco, atlrahir a admiraco dos que o cercam, esq^ca o
a sua ultima flor o lancasle no lodo do prostibu- gordo ou magro, baixn ou alio, claro ou moreno, ponto mais importante da sua funeco, que 6 d-
lo as candidas folhas.dolivro de mi.iha innocen- bonito ou feio, espirituoso ou estupido, rico ou terminar o que sabe o alumno; mquii|o que
cia! E qnando le pedi reparaco do mal que pobre, bom ou mo... Nada se pode di/er asen um oulro, pelo contrario, circumscrevcndo suas
mo barias feito ; quando le roguci que cumpris- I respeilo... nada... absolulamente nada j questoos em um pequeo circulo, se certifica, sem
sos a tua promessa ligando a la vida minha; i Existe no seio da humanidade como urna des- "
quando le moslrava o meu oslado do nii.e a sas obras de espirito ou de arle lo horrivelmcn-
inipossibhlade de occulla-lo por mais lempo i lo mediocres, que menos supporlaveis anda sao
do que urna reconhecidamente ma.
Se os inuleis fossem alguma cousa, mesmo
um pouco projudiciaos, nao importa em que sen- alumno as mais facis perguntas, e lilailas rezes
lido, sora isto urna das faces por onde poderla- as mais extravagantes; o sguudo sobresal epela
0_ se dia largado a n as\;ara que j le pesara, mus- mos considera-los; nprcsonlariam enlo urna su- clareza, pequeo numero de importancia, das
>_ Iravas-to tal qual narealidudeeras: um bcrli-i porficie coulendo alguma cousa que merecesso quoslCies.
no, um seductor sem coraoo, o som piedade pe-1 lalvez elogio, ou nalmento teram um ponto de Aquello que a slo respondo, c nao so aflasla
las suas vctimas. Eu quiz amaldi^oar-U*, quiz apoio, por cujo lado haveria possibilidado de ala- i do ponto, moslra iinmcJulamenle se esl cu nao I rusa injustica pagar a sua quota parle do doroi
pedir Dos, a osse Dos por quom me linhas ju-1 ca-los. Dos qual lem sua Irisle e deplorarcl habilitado. j mo comnium, como se se tratasse do pcifume
Para sabir aqu das generalidades, suppjnha- da primavera ou dosraiosdo sol, e em lugar de
permiltir explicacao alguma suncrflua, *e
comin hendidos era lodos os seus dolalhes
O primeirose reconheco fcilmente pela incer-
teza da sua marcha, pela mulliplicidade o inco-
herencia de suas perguntas, e porque dir ge ao
rado lano amor, tanta folicidado I que me ringas- nullidade nu' se Ibes encentra nem mesmo um
se. que le li/.esse sentir lodo o peso de lou or-i lado mo
Parece-nos estar rendo rinie dessas... sombras
passarcm agora urna a una polo pensamento :
nada indicaiu ser, nem mesmo feos, nem des-
miolados, nem malvados, nem prejudiciaes : ho
sao animaos, nao sao cousa alguma !
Couheco alga mas vinte i:tdiiiduali te genero ; nao sao liomens nem mulhores : para
Vera comigo
> --i filhinlia
quero mostrar-te minha
a!i! se a risses lo linda a
fillia,
brin-
me, eastigando-to : nins nao pudo, luuca anda
'o amavi muito: mea amor era superior mi-
nha desgraca, o eu anda esperara que le arre-
pendessos Desde onto, Julio, nunca mais te vi;
indaguei esoubn que linhas ido para bem longo;
nao seise eram os remoraos que lo afugentavam
do lugar de touscrinios ..
Poneos das depois, oni casa de urna boa mu-
lher, que roconlueida a alguns beuelicios queso
llie linha feilo, c por coaimiseraeo mo tinha ac-
i
c
liomem espirituoso, que ros agarra pela abo-
loadura o ronla-ros urna historia com a rapa-
cidade do humas o com a mmica do Ilegner.
Dous talentos reunidos" o do narrador e do
ador.
Ora. dado islo, poderiois. no fim da historia,
tirar da aigibeira una rr.oeda, e melle-la na mo
do rosso interlocutor ?
Es aqu pelo vosso Irabalbo, lhe di-
rieis.
Pelo meu Irabalho replicara elle logo :
que Irabalho ? Reccbei avossa olTorta. Toi para
mim u m prazer o conlar-vos a minha histo-
ria ; o so achaslos tambera algum prazer em
ouvi-lo, lano mclhor, porque estamos qui-
tes.
I'.isaquio que se diz da propriedade inlellec-
lual, o que lodos os momentos se repelo, it
mesmo na classc dos brahmanes. Eesla opiniao,
de ue ludo o que vem do espirito perlence de
pleno direilo a todo o mi:ndo, esl por tal modo
generalisada, e lem feilo tanto furor, que j nao
ha mais emPmnca quom aueira comprar um li-
vro, com receio de comprar nina cousa sua, o
deitar assira o dinheiro pela agua a baixo. Esli-
Publique, porm, nm lilleralo o seu lUro
son cbocolale, ou anda melhor. o ? pao e <
pao de sua familia, o um rendoiro rico di s
conhei imenio, um Creso em ponto pequeo, p*
graea du gaz l.vdiegono c do caibonalo de zimo,
v-lo-ha procurar sem ceremonia, e lhe dir con,
ar do proloroo :
Escrevesio urna obra excellente, segundr
me parece ; lenho uuvido fallar della por toda
parlo. Dar-me has um cxeniplar. com una de-
dicatoria escripia pola (ua mo, nao s?,im > Ii -
nho urna decidida predilcc^ao pelos authogr
pIll'S.
E levar o rolume debaixo do braco, sem o m-
or escrpulo de consrencia, sem se lemhra.
ao menos, que leva a importancia do um pral
de comida!
Isto anda nao ludo. Nfco ha quom toril.
urna hibliollieca seno os proprios Iliteratos, <-
proplios escriplores. E' a sua olBcina, o seu n-
Irumenlo do Irabalho. Arada monionlo nec-
sita ello desso martelo chamado Voltaire, ou
desea lamina chamada quom quer que soja. LOf
que podo fazer alguma economa S_l 111 aJcnn
dinheiro, Irada de augnienlaro seu material ri
culio.
gabinete do ldleraiof
mos que um inspector quoira examinar o que ura
menino apronlou Toma por texto esia thrase
lao conhecida : Dos creou o mundo can seis
das. O examinador hbil pedir a analysegram-
malical desla phrase. Para formar d'ifcfentcs
lempos do verbo crear, pergunlar donde elcomo
ello, st' formam ; como o plural dias se forma do
singular, qual o signal de plural ; porquq seis
seren homons alguma cousa de viril, de apaixo- nao lem este signal, so elle so arha no nonio de
nado deveriam representar; para seren mullie- numero etc. Vedes que assira elle percorre sem
ros falla-lhes a graciosa sympalhia. Sero antes dueuldade toda esta graiumaliea 010111011131- que
collado, doi luz urna menina, a minha querida j o hermaphrodismo da eslorildade da impolcn- lodo o mundo dore sab.-r, pois que
l'rbina, pobri'ziiiha con lomnad 1 desdo seus pri-
1111 iros niomoiilos miseria o s priracocs'
ella
ca, da inacro, da preg'uica, da indolencia, da damonto da nossa orlographia.
nullidade. Nao podem conceber, nem podem I Pelo contrario, o examinador inhbil ou nex
Ah que nem sabes q.ianio solTri ao con lem- produzir. periente vai tresvariar sobro estas mesmas ia
mesa, para onde sao convidados por noces- vras, e perdor-.o em una serie desordnala de
sidado, comom bem ; no thealro dormein ; nos quoslos insignificantes e dosparaialas como as
bailes falla-lhes o ar c sulToram ; dentro e n si segiiintes : Que cousa crear'! E'faztral-
plar esso anjinli.) tao bello, lembr.indo-me que
ella lea de partilhar a indigencia do sua desgra-
nada miii I Tara mais augmentar o horror derai-
1 lia silua{io, a boa mulher que lo caridosa-
i'ionlo me tinha accolhido o que eoniigo reparta
seus mesquiulios recursos, inorreu... pareco-me
que Dosprirava-me de todo refugio para raes-
irar-me vivamonio a enormidado de minha tal-
la... porm... meu heos !
fuil-
mesmos aborrecem-se da rd.i. Dos inuleis na-
da se pode esperar, nao lem o menor pres-
tidlo.
Desafio os Ietoros a rer se encontrara nosiini-
tei alguma cousa que se paroea com vicio ou
eu ora inexporientc... i virtiide, coragom ou modo : sao"ineapazes de sen-
Tendes alguma cousa na
um livro, (nina penni, ou
Da
De que trata rosso livro
qual grammalica .' Da
lierdoa-me, eu nao sabia que no cornean de um : tir um afleclo, una sympalhia, nina dedieaco, e
ran-
b'iro
lomera podesse harer tanta hfpocrtsia, lauta
m.iidade dura lem sido a minha punieaol mas...
perdi, perdi, meu Julio, esquece essas pala*
vras. nao era ou quom fallara, era a miseria era
a minha dor!
Lu dia veo o proprietaro da casa oni que eu
o a boa mulher morramos e oxpcllio-me du-
ramonle; embado supnliquoi que me deixasse
viver all, quoeu nao tiulia oulro asylo para 011-1
do ir! o monstrua na la atlonleu, "era um ho-
membomnio! lu nao o conhoces, Julio? era
muito mo, b.ileii-nie, o quando eu lhe apresen-
lava minha filha o pedia por ella, elle ria-se, ra-
se injurando-nie!
Ha tros das deixci essa mansardi onde tinha
ei trndo com a miseria o dosesperaco, e donde
sabia anda maismiscraral, equasi louca porque
m uii 1 filha o ou linhamos fome e fri I
Minha Urbina chorara lauto anda agora, coita-
de darem um conseibo, formarem um luizo,
omliirem urna opiniao. Pode ser que mam.
qup respirent, mas s'10 mu pequeos para leiem
qualquer aspiraeo.
Inuleis para lodos como sao os inuleis, podem
por ventura ser uteis a si mesmo?
E' urna felicdade quando ellos niorrem.
Quando algum intil desapparece s lhe do
pela falta os seus herdeiros, miseros a ijuem as
guma cousa de n ol.
mo ? Sim, sonhor,
um csdenio etc.)
grammalica. De
ceza, etc.
Lu semcjhanle exame durara um dia ii
s 'in fatigar o alumno, que s lem quasi a re pon-
dersm ou lldo, ou banalidades oquivalenlc
Sobre tudo som nada aprender de examinador,
pois que suas mesmas quesles s versara obre
puerilidades indignas de atlrahir sua atlenroe.
l'ni oulro signal de iiihabilidado de un exami-
nador c armar lacos ao alumno, ou procurar ein-
baraca-lo, pcrgaolando-lhe, por oxemplo, excep-
res raras, ou solucoes de difllculdades inuleis.
Nada mais doteslarel do que esta mana. Ella
conveniencias sociaes obrig.im a deitar luto. Liles cabivel quando se arge rapazes, que cocor-
morrom o o resto da sociclade nem sent falla rom para una escola especial, por que c'les de-
que]dcixam. 1 vem saber, nao somonte o usual, mas as dlicul-
O nico fado real, positivo e sensivel do seu 1 dados da scicncia que leeni esludado; qesli-
desapparecimcnlo nl"iranienle pliysico; po- luida o estril no exame de non escola qii d<
di.'ih 1! linha o corno gola lo polo fro da noil .
cu live urna bella inspiraco lembrei-me dos
que dormom o somno da morle e nao seniora
. : 1 n ira tome, por isso quiz que ella iamhom o cmpcciKo.
fosso dormir. E un somno divino, lira a sensi-
bili ule, e faz esquecer os dissabres da vida:
1 somno do qual se nio desporta jamis.
Salios on lo dorme nossa filha? olha, all :
nao vs aquelloobjeeln naquolla onda que so vem
quebrar 1 ella, ah ah ah o missa fllhiuha !
Queros que a chamo? mas, ella nao ouvo, ella
est mora... ou ati;ci-a ao mar, ouvl somonte
um griliuho, depois... depois escutei, v s ouvi o |
ruido das ondas que vinhara em lurbilhao quo-l
brar-se de encontr _- podrs. Ella j dorme, ah !
ah ah !... nao ves como me
de-so comparal-o com urna golla d'agua rahmdo
constante em um formigueiro. c impedindo o
providente irabalho dos pobres insectos, ou com
urna podra alirada no meio do ro o fa>.endo des-
viar a sua livre carreira. A golta toreando, a
podra sumindo-so, os insectos o o rio continuara
no seu regular andamento : assim o intil quan-
do raorre deixa a soeiedade livre de mais um
liistriiei'o publica.
Condieoti de um bom exame.
mariam ler em suas maos um li\ro perfeita-1 esludo^co esee pequeo pe
mente encadernado, com sua firma, para le-lo Chega um sujeilo no gabi
quando qiii/.essom ; mas achariam urna clamo- di/.-lho :
Kmpresla-nie esla obra, que eu t'a reslil'.
rei logo.
Quando se Irada do obra emprestada, 6 o me .--
comprar o livro cm casa do lirreiro, a proco i mo que di/er adeus lirro Iporqo. paree,
hxo, preiercm ir corapra-lo com rebate aos ad- que j passou em julgado que nm livro perter,
los, ou i-lo no gabinole de leitura, e procu-.sempro por direilo de larefa ao ultimo occupanl< .
Na Inglaterra, um genileman corara lano d-
direcro
o'd.i
vnninn-
om suas debis mozinhaso sorrir-te, sorrir-
le com o snrrir dos .ojos?
Queros v6-la? anda, vamos buso;, la, mas nao
3 rumor, ella dorme, esl alli ; olha, nao
lucilo objecto branco qoe 'indeciso fluctu
claridado desta luz que se reflecte as aguas ?
-1 lilhinlia, as vagas a embalara em seu tor-
io de escuma Na duas horas que ella dorme....
coiladinha I chorara Unto I linha fomo e lirila-
fiio; a pobre fllhinha eslava lao pelada 1
tria !- ve, Julio, l vai embalada polas on-
|u liroram compaixodc minha dore vie-
busca-la. Dotxom-a dormir I...
Agora,disse-mo a pobre mora, sentando-so
r obrigando-me a iraila-la : dize-me onde esti-
i. -'.o tanlo lempo? um auno! um annoc un; so-
para quera orna, para quom e ve no mundo
tonada c sem recursos, nao assim, raen
Julio?
t" a infeliz chorara loucamente.
Aproveilci-me'de um momento de pausa para
lio comprchender o seu engao a meu ros-
, mas a lodas as minhas obserraces, ella
iiC responda : Nao. Julio, nao procures 1II11-
ie mais una ve/, lem compaixo de mim,
tu te amo anda muito! oh muito!
Olha, d-mo a la miio ; sontos osle coraco
qtre palpita sob este seio gelad'o polo fri da noi-
le? o coraco de la Alzira, anda lo choio de
amor como naqucltas noiles do nossos bailes.
Na -i jas ii,sensivel s ni'iihas supplicas, um
do lagrimas o de humlhaeos, 6 prora bas-
nle do meo amor: o domis, icmbra-le de nos-
sa tilhinha, dessa innocente que lem estado at
sem um olhar, sem urna caricia de seu
.'... Escala... recordas-te daquella noito cm
tjnc nos enconlramos pola primeira voz nos sa-
no : e porque ella
ni(i ba do chorar nnis... nao lora nuisfoine.
E a infeliz na, ria c bata palnilj do contente !
Era urna pobre louca '
O bom exame depende mais da boa
das questoos, q:;c da profundla ou
doulriua.Differeuc.a do professor*e i
dor.Defeilo commum a mulos exa /madores
coiiijioilamenlo dill'erciile do exauiina,loi' hbil
do examinador Inhbil Exomplus de diversos
defeitos, que se devem evitar.Proposito o guar-
! dar c conduela a seguir cm todos os eximes.
I'ilii ha diasas portas do asylo dos deudos se
abr .am para darcuitada a mais um infeliz, cuja
existencia e um continuo sondar a que a scieucia
ilos homons chama loucura.
Seria a desventurada Alzira ? quera sabe?
Rio do Janeiro... 185...
P. Hekhes.
Os inuteU.
Se os Ietoros querera siber alguma cousa acer-
ca dessa classe do individuos a quom damos o
nomo de i lultis, 011 .un o que a seu respeilo diz
o follictinistafranco/, Julio l.econle.
Muito se falla acerca do homons perigosos ; no
enlanto muilo mais baque di/or-se sobros inu-
lei'.
Os peri'joso* ou prejudicial dividera-se em
duas classes : aquellos cuja vigilancia e punico
acha-se a cargo da le, c aquellos cm que a lei
nao enconlra nina pona por onde possa pga-
los, por iss que sua acoo malfica nao est
compiehendida nos delicios qualicados no c-
digo.
Estes ltimos, que ehegam at a alfrontar as
una classe inteira, o a |uelU) que se aforra a ella
perdo seu tcuipo absolutamente, e s falsamente
pode julgar o estado da inslituioo.
E anda urna prora do flaqueza o de incapaci-
dad-'discutir com os alumnos sobro o que se Ibes
lem ensillado ; o, so souao approva ou posjsoal-
metilo se contesta as doulrinas do meslro, que-
rer prorar aos alumnos que tal ou tal opiniao
irroiica.
Ura menino, por exemplo, define o numero, o
collecfo de urna ou niviteu unidades. O exami-
nador chocado da coniradiccao das patarras cof-
lecro uma, vai dete-lo sobro oslo poni, o lal-
vez atormenta-lo at faze-Io aprender urna oulra
deliuiro.
D.-se ento nina fastidiosa' confuso de pa-
pis. \ t
Som duvida, o professor t*?lo que d as defini-
0 [SOS, teria obrado bom em dar una mais exacta;
; porm ros, inspector, nao tendes do reformar a
ISciencia dos alumnos; leudos de julga-la. lisia
resposta, que podo, para com o alumno associat-
I so com una idea muito clara da cousa, rospnsi-
a no proMmma or- na. Riera disto, que o mostr nao se esmera ptla
rigorosa exnctidao dos termos.
Sao dous ciiiiliocimenlos adquiridos por
80 patarra que voso preciso mais?
E nao convir m lis conlinaar um exame lo fru-
luosodoquo insistir durante un quarlo de
para fazer comprohoulora um menino urna
renca pouco importante no ossencial, e qu
ou le-lo
ram desforrar lano, que por fim de contas al-
cancam salvar o principio d>) communismo li-
terario.
Algum do vos conhece aquella joven duqueza,
aqHella figurinha fastidiosa o onjoada, que se
chaina a mulher de um duque ? Era urna nalu-
reza vaporosa, etherea, perpetuamente perdida
em urna niivem de mussclina. \ \ia en I re o eco
ea Ierra, andava apenas una hora por dia, c
anda assim com a lnguida onduladlo de corpo
o com o g; ocioso dsscuido do cysne por sobre a
areia. O resto do lempo, passavo-o ella, era urna
attitude perfeitamente asitica, com a cabera re-
clinada sobre o braco, a ler, a sonhar, olhar
vagamente em redor de si, o o que sonhava
larde, a estrella o dizia, noile, rosa, dei-
xaudo cahir urna lagrimo sobro o seu ca-
lic.
Pois bom : essa elegante patricia que, em sua
Delicadeza desalva, oom sua epiderme de sen-
sitiva, loria estremecido somonte ao pensar i'f
receberuma carta de oulro modo que nao fosse
sobre una bandeja de piala o entregues por
- 1 mordomq calcado de linas : essa vaporosa
aristcrata, diziamos nos, folheava corajosamen-
te, eem crapallidecer, com os seus dedos de syl-
phide, um corto romanee de atuguol, anda m-
pregnado do perfume do bailo do mascaras, e an-
notado, por nina mao tremola do bebedoira, em
o-iylo du larimba. Era por avareza que olla fa-
zia isio? Nao; dava do muilo boa ronladc a
um mendigo um bilheto de banco. Por que era
ento? Ea/ia-o como una resistencia passira
conlra osse maldito roubo, a que chamamdi-
roi o do aulor.
lia lempos, achando-nie cu no campo a passar
o rerao, tire por risinho a um sujeito, que fd-
ra gentil homom antes da ultima lei da nobreza,
mas que actualmente um simples fabricante
millonario, retirado do negocio. Habitara o lal
meu sonhor um caslello ducal as margoUs do
Senuj, e no declive da collina, leudo bellos pra-
dos cobertos de geranio e tongas alamedas a per-
der do vista por baixo do deusos caslanheiios.
N'um lugar d'esles, por menos viva que so le-
nha a imaginanio, sente-se o desojo de divagar,
ssla, para saborear lentamente a intima vo-
lupluosidadc do uiystorio na confidencia de um
genio dos lempos passados. Mas nao ; osle ho-
rnera nao recebe una brochura, urna revista,
um lilhographia, nem cousa alguma em fim
que tenha a mnima ligaoao com o mundo da
lilelligcncia. Possuo apenas, sobro urna Irisle
mesa do palissandro, um exemplar truncado de
lo resumido o que
dinario das escolas primarias, que- ha em grand
numero de termos e cerlamcute om lodas as ca-
beras de disttclo, homons que sainara muito
mais do que islo : sao estos os homons que con-
vom cscolher para visitar as escolas e fiscalisar o
quo aprendo-se n'ellas.
ellos
N'onlade quo militas rezes ellos so lem os-
quecido, so nao da pralica, ao monos do todo iheo- permanecer em memoria?
rico das cousas que aprendern! em sua infancia ; Emfim ostabelecer boas questoos
una
hora
diftV-
n8o
a or-
. era un
e, por amor disto, achani-se embarazados 11 um
oxame tal como a de nossas escolas.
Esto livro lora precisamente por objecto sub-
molter-llies, em ordom a mais natural e sob a
mais simples forma, essas propositos que ellos
possara ter perdido de vista, quandb ciicelem re-1 que le ve fazer o examinador, m'qanto
solutameule parte de sua larefa. 1 minador.
As difiiculdades so dosvanecero por si mesmas,; iS|0 0 nao impodo de dar depois, com bonovo-
e reconhce.erao immediatamenle q-ie a bondado | lencia, alguna conselhos ao preceptor, de
dein natural; fazer o quauto for possivel para
que estas quesloes sojara coraprebendidas ;
pois ouyir e rellectir sobre o que ha respo
o resumir exaelamente os juizos dos suceos
I produzidos sobre asrespostas: absolutai
e o proveilo dos examos depende quasi cumplo-1 car-lhe as partes tracas do seu ensino, os erro; ou
FOjLnETni.
5A8 SEMVE BRBCAB C01IA DOR
Por Madams E. le Girartliii,
lmeme da boa direceo que os examinadores
sabem dar s suas qaesles ; e nao, como injus-
tamente se er, da prolundeza ou da extensa o
dos couhecimeulos, ou da experiencia, que ellos
lem adquirido em urna oulra funci.o.
Fulano, diz-se Militas vozes, tem sido bom pro-
fessor, ser bom examinador. Esta oonsequou-
cia nao o rigorosa, ; e anda que baja alguma
d
idido
VOS
lente
exa-
iudi-
los impudentemente sao malfeltoros.cujos vicios [irobabilidad que o que ensabcm argir bem,
e erros pesam sobre a soeiedade cm geral. Ex- nao se podo com certeza assim concluir de urna
cessivamente verdosos, indiscretos, Irahldores, dessas lunecoes oulra, porque as faculdades
ingratos o intrigantes, sao os perigoso dosla es- I postas em jo'go sao, nao diroi superiores nem in-
pecie. Parlicipam de todos os sote peecadosi leriores,
moraos,
o
os, c s no confessionario podem oble
ncia e serom pordoados.
porm inleiramenlo diOcrenlcs.
nn-
A arle do professor consiste esscncialmenlc
diligencia e serom pordoados. i em fallar com clare/a, em desenvolver suas ideas
A jusliea humana podo evitar os lerrireis na- sob muitas formas, ale quo tenha adiado aquella ', em pleno congresso, 6 ,
os que prov 11 desles entes funestos,e o faz des-! sob a qual a rerdade entre melliorineute no os-' como os oulros .' Sira, nao ha duvida de quo
iiacaranlo e expulsandu-os dos seus salos, on-| pililo do alumno. um hornera como os oulros, quando anda na
inconvenientes do seu melhodo, as pequeas de-
sordens qu: podo observar ; porm fa-lo como
um consrllioiro bem intencionado, por o inleres-
se do nroprio preceptor; o por este meio i;nuha
a conuanga do mostr como j tem a respei o dos
alumnos.
{Iulieii.A. Luna.
A propricilaile litteraria.
k propriedade.... v quo seja, anda urna
patarra que nao deixa de ler alguma sgiiifica-
cao. Mas inh'llecluat ?.... Esto aildendo faz logo
encrespar o sobr'olho Opiniao publica.
O escriptor, dizia ainda bontem esta senhora
por ventura um homom
[o'dir emprestado um livro, como um chapeo ou
nina rasara. Ali pafere que se sabe, que r.id
qual lem necescdade do viver, al mesmo o que
se entrega aos trnbalhos do espirito. Aqu lia
un verdadeiro saque.
Vede a Academia, por exemplo. AAcadem:.
a recompensa do supremo talento ; mas.
011I10 lempo, um duque passava por l o enlrav.,
Sem dar salisfaco, e som ter escriplo muila- \.-
zes em toda a sua vida seno o bilheto do n
rechai de Saxe i sua maule. E diziam ludo,
para juslilica-lo :o braziio faz parte da littoia-
tura.
I.' aessi desgranada profisso da ntelligenri...
Iniciada sempie cmo so Irarla a ura paiz con-
qnislado, que um iriumviralo de talentos leni
hoje restituir, por meio do raciocinio, o son di-
reito do propriedade. Com cffeito, o Sr. 1'.'--
em priuieiro lugar, o Sr. Modesto em segando lu-
gar, e por ullirao o Sr. Paillotet, o primoirocon.
wgor, o segundo cora profuudeza o o ultimo con.
graea, pro va ram exhuberanlemente, um pos ou-
lro, que o Irabalho perlence lano ao trahalhad ti
na urdem do pensamento, como na culera u..
industria. E nu ha de facto, clara luz da fus-
lina, urna propriedade inlolleclual o oulra pr -
priodade industrial; existe sempro a propried-
do, diversa na forma, na* idntica em pro
O que querdizer, pois, osse direilo precario d'
possuir temporariamente, o?tabelecido cspotial-
menle para a lilleralura, direilo que comer >;
lal 1 expira em tal dia, a principio al "mor
du auctor, em seguida algum lempo depois d<
morle, c que para durar mais precisa um iiue
praso concedido por favor? O direilo, em si.
no lem odioso nem intermitlencia, nao CjI."<
sujeito ao imperio dos algarismo o do mais nu
dmenos; ao contrario, sendo sempro uno itu
leiro, produz o* seus cffeilos lano na vespor
como no dia seguiste. Que nome lera, logo.
CSSC direito nmade, unas ve/es conservado.
nutras rezes s isponso, honlcm na familia, boje,
na soeiedade ?
hi'em, que nina idea, ainda que laucada m>
corpo do tima obra, nao pode constituir urna pro-
priedade. Has, perguiitaroi, urna chava de tinta
-obro urna pagina lar germinar alguma idee ?
urna chura na torra far > por si germinal
e.eia ? Diris que una idea nao pode roiislilu.:
una propriedade ; mas a propriedade nao f- ou-
lra consa mais do quo urna idea ; a industria, .
agricultura nu sio mais do quo a alma human .
passada para a nalureza, o esta cncarnaco
YValter Scolt, nao para si, mas para algum con- myslira que nos possuimos tanto no campo cone
viva do passagem, hornera ou mulher, quo tenha
por costme tomar urna d/.e do leitura antes (le
dormir. E, ainda por avareza que se d islo ?
Nao do ce.-to. Ao redor do suas trras fez elle
construir urna rerdadeira muralha da China uni-
camenle por amor do proteger a segranos dos
coclhos e das lebres que ah ha. Ser porque
despieza a intelligencia ? ram bem nao. Sei que
vai frequontcmente c por sua vonlado ao expec-
laculo. Qual c pois a causa d'esla bibophobia ?
porque o homom nao pode aduiillir de modo
algum quo um livro seja um objecto do commer-
cio; para elle a cousa tao repugnante como so
Ibo dissessom que era objecto de commerco o
rio, que corre por baixo de sua janella ou o ren-
to que sopra no bosque. Tal vez que estoja elle
persuadido, de que, abrndu a poria ao pensa-
mento, d occasio a qu
L' esla a sua
que se pas
cor os so
leitura.
A Franca, actualmente, estremece s de ou-
vir ,i pafarra-communismo. Nao sei so j bou-
re seila que rivesse a luteneo do pflr o homom
na estribara a comer fono raangedoura. Sup-
ponlioque entre nos a seila dos cominuiiislas
na machina. E o que 6 o Irabalho seno o me
vimenlo, o esforro dirigido pela iulelligen
Se o morimento, s por si dsse direilo *
priodade, o boi da charra teria um lit-ilo lao lc-
gilinio como o do Irabalhador: a intelligencia c
ah o que d o direito cm razo da parle qi>
loma no irabalho. Em todo o tempe, por
raalhcinalica inslindiva de reparlico equilaliv,
como una lei do historia, allribuio sempro un.
rotribuico maior ao engenheiro do que ao ope-
rario, deu sempro mais ao arebilceto do quo a
pedreiro.
O liomem, dizia eu, possuo a principio un:,
propriedade loda material, quo 6 a ierra e o re-
banho. Depois possue urna propriedade um po-
co superior, que a industria ; porque a indu--
tria implica o conhocimenlo de-torios proc osse-
he pegue fogo casa, depois una propriedade anda superior, que e o
sua mana. Quera le, est presentg ao commerco, porquanlo o commorcio demanda >
assa no mundo, o se alguom quer osqtie-1cohecimenlo do calculo ; depois urna proprie-
gredos do secuto, preciso renunciar I dado latente no con pon das acedes, urna pr -
priodade ideal na ronda do Estado, urna propio
dado eventual no crdito, una propriedade con-
vencional no emprego, c finalmente inlolloclu;.
no talento.
Quando um hornera toma sobro s o enoar.
do dizer a rerdade aos oulros homons, ou peto
nao pretenda, com toda a gritara que fez, seno menos aquillo que suppoe ser a rerdade, faz un.
crear-so una grande importancia ; mas, o de contrato aleatorio com o deslino. Sabe logo. 1
que ningnom duvida, deque o leu e o meu, cotila que, servindo sem salario, cunipre-lhc lu-
islo o leu o o meu em aeco, do lal sorteo lar e morror. esto signal de sua vocaco,
sollo sagrado do nosso sor, a libra o a carne di' mesmo, em falta do talento, seu direilo a ai
cada um de nos, que deixariamos que nos arran- ridado A pobreza cugnwnta a cloquencia dapa-
Cissem antes pedaco por pedaco do nosso corpa, larra. Uuitas cousas g- niom sobre a Ierra, 1
do (pie admillir que suflocassem o sentimenlo da I tos ventos choram ao redor de nos. Nao compre
necessidade do meu e do leu, do direilo do pro- i hondo pois a razo porque haramos de occupai
priedade. O cabreiro nao possuo sent o seu | nos exclusiramenle de nossas miserias intellrt-
IX.
(Continuacao
Era a primeira vez que l.oonna achava-sc s
i :i ra; parecia-lhe que todos os olhos estovara
liosnclla c que cada pessoa que passava dizia :
ende v-ii esla moca que parece lao agitada ?
rerdade que otilaran; muilo para ella ; cm pri-
r.ieiro lugar porque era mnito bolla, depois por-
0 seu ailar incorto irania o passo do urna
her que ni_o esl aroslumada a sabir p o
ijjie se rexa com o morimento de Pars : o de-
pois emfim porque o seu veo no rosto e culda-
1 smente seguro na mo, dava-lhe um ar mys-
30 muilo sospeilo.
O palacio de Viremontoo bairro Saiat-Honor:
Leontina deu fcilmente cora a ra de Londres,
depois do ler subido nssn montanha rida, che-
j 1 .1 estacao do raminho do ferro. O comboy
ji partir para S. Germano ; Leontina apenas levo
lempo do tomar um bilheto ; collocaram-a d-
la em urna diligencia c adroirou-se do ler
a audacia dodlravcssarsosinha o que cha-
r. rva a muUilo dos viajantes ; c todava nesse
i'.a havviin apenas duxonlas pessoas : nos do-
roiogos ha alguinas rezes duas mil: dous mil
panheiros de viagera, isso sim una verda-
(feira multido!
O luilorja advinhou, Leontina ia a S. Gorma-
rasa do madama de i.usigny... Ahi simen
le esperara saber o segredo quo a atormcniava.
Ha dama de I.usigny nao saberla fingir com ella ;
s (1 lillio livcsse soffrido alguma desgraca, por
r que fos-o a sua resOlucu de conslrangor-
.-.-, sua dr Irahir-sc-hia diante da pessoa que
1: elhordevia parlilha-la. A tristeza de una m
i indiscreta. Mastalvcz madama do I.usigny es-
leja em Pars. No importa, Leontina saber ao
rquo motivo l fui. Talvoz tambera M.
lie I.usigny estoja om S. Germano. Elle ja sabe
que ella ania-o o sua m confidente de seus
projactos. A inquietaco e a curiosldade nao ad-
l"J Vide Ditri) 11. 2-O.
mittem obstculos, o isso compreheude-se : nao
os vem, o que nao impede que os evitem. Ha
um Dos para os cegos. Chegando a S. Germano,
fui quando Leantina pensou que nao sabia onde
morara madama de Lusignv. A idea do correr a
cidade. do poiti om porta espantar a-a. Felizmen-
te lombrou-se do nomo da relha amiga cm cuja
casa madama de I.usigny tinha ido passar o rerao
osse nomo oro muito conhecida em S. Germano ;
apenas o pronunciou, cOnduzrara-a urna porta
velha de sombra apparenria cujo limiar passou
(remend.
Madama de Lusignv linha sabido desde pola'
manbaa, mas devia rollar logo. Fizeram entrar
Leonlina n'um salo e abi espern.
lu ver o filho, pensou olla ; seni duvida
est refugiado a [u polos arrodores.
Escutava iodos os ruidos e olhava para ludo
cora inleresse. Na sua posicao, ludo poda ser
ura indicio ; os objoctos mais indilforentes po-
diara ler una linguagem e denunciar a rerdade.
Junio da janella que dava para o jardim baria
um bastidor o, urna mesinha de irabalho cheia de
norellos de linha o do (los de soda. Leontina,doi-
laudo os olhos para os-
rinha de velludo no meio da qual havia um re-
trato. Sabio do lugar em que se tinha sentado
para descanear e fui para a janella ; etarainou o
retrato ; era de madama de I.usigny. Tinha li-
rado neglig sem grvala, que lhe dava un ar
sentimental c muilo inlcressante Leonlina
suspirou olhando para esso retrato, quo na
realidade eslava muilo bonito : mas corou cx-
(raordinariamente descubrindo ao lado delle, na
mesa urna cariado madama de I.usigny. Meu
Dos como desojara ler essa carta Ah" quan-
las vozes penoso sor una mulher bom educa-
da! I na boa oducaco um thesouro, que, como
todos os lliesouros, uro grande vexame pata
quemo possue Quaolas vozes aspessias bem
educadas sculcm lenlacoes do gritar como o
I'eo fidalgo, mas era um scnlimenlo todo op-
DOStO : Meu pai, minlta indi, como lites quero
mal, lio por me terem dcixado ignorar as bellas
cousas, porm pelo contrario por ra'as torera en-
sillado, por me terem ensinado a privar-me
Sempre do que me agradara tanlo I
Leonlina lendo essacarla poda no mesmo ins-
lanle saber ludo o que a inleressava c rollar im-
medialamenle sem ver madama do I.usigny, sem
se corapromrlter aos olhos do ninguem.
Pois bem nao quiz lera caita, c leve a cora-
gom do licar alli, sosinha durante una hora,
ociosa e curiosa, inquieta o ignorante, ignorante
ao lado do segredo I
t)uvirani-se urnas idas e rindas na casa ; una
cadollinlia que brincara no jardim, correu para
a porta da ra e una voz disso vivamente :
Liselte, Liselte, vai-te, oslas vendo quo es
lou com ura vestido bonito, nao te quero agora
Leontina reconlieceu a voz de na lama de Lu-
signv, bom que muilo modulada pola circuuis-
lancia porque para fallar aq seu cao, a mulher
mais vehemente sabe esjcolner os accoalos'mais
doces. Estas poucas palavras ouridas por acaso,
exploaram tudo; una mi afilela, cujo filho li-
vcsse soll'rido algum desastre, nao teria lano
.cuidado no seu vestido, nem tanto mimo com o
son cao. Leontinasentio logo desaliar o edificio
que sua imaginarn baria construido. Madama
I de Lusignv oiitrou na sala ; os ao ve-la, Leou-
; lina coinprehondou todo o ridiculo da situadlo
I ora quo os scus loncos suslos Itnbam a colloca-
j do. Madama de Lusignv enlrou lo pomposa-
1 monte Irajada como se poje estar desde pela ma-
nbaa. Tra/ia um chapeo de palhade arroz 'una-
do do plumas brancas; um bollo vestido de gros-
: denaplos cor do perola, feito a ultima moda, so-
bre o qual eslava posto com negligencia 11:11 rico
niantclele do ronda de Inglaterra. Depois linha
; pulsciras do ouro, alunles de ouro. caricias de
ouro, eslava deslumbrante; na rerdade. nao ba-
! va meio do qualquer se assustar pelo feliz filho
de una mi lo elegantemente Irajada.
Poraqull minha querida... exclamen ma-
dama do I.usigny. Que amarel ida. Vem de casa
1 de seu lio ?
Leontina nao so alrereu a responder. Madama
de I.usigny conliuuou :
Nao sabe quanto sinto t-la feito esperar !
Son infeliz : ordinariamente nao saio ; mas hoje
linhamos aqu una grande solemnidade. Como
me ve, vonho do um casamento ; fui ver como
se devo nina pessoa portar no da do casamento
do son filho ; quiz tomar una lidio.
Madama do Lusignv sorro graciosamente di-
zendo oslas patarras, e Leontina corou. Entre-
tanto esta illuso dou-lhe ura pouco de cora-
geni.
Eslimo muito, minha senhora, ach-la lo
contente, tema que lhe l'ncsse acontecido algu
ma desgraca.
Cor-
ean ; mas se lh'o quizerdes lomar por causa do
ulilidado publica, ello o allegar e mudar-se-ha
immedialamenle pare a California.
E, eomludo, a Franca nunca deixoii de predi-
car o communismo. A respeilo de quom ? a
O sonhor seu filho...
Meu filho! mas elle devia lera honra do
v-la hontom. nao ?
IIa oilo dias quo nao o vejo ; elle mesmo
escreveu-me que a razo que o impedia do i^ie ir
vi.-itar ora rauito Irisle e que nao me poda di-
zer....
A oslas palavras, madama dcsatou n
galhada o Leontina icou estupefacta.
Ah ali a poca perfeita, dizia madjama
de I.usigny sondo cada vez mais.... c das delle....
Masarropendeu-sc logo do ler dito essa iijge-
nuidado.
Aquello rapaz nao tem sonso commum, ac-
crescentou ella ; quo criancice Mas perdoem-
se-lhe ns erros em favor do motivo que Ih'os fez
eomm Iter ; porque ama-a muito. ama-a l)u-
caruenlc que.... por flaqueza, nao quiz arriscar-
se a desagradar-iho um dia.
fl-io lhecoiuprebcndo, minha senhora, d -so
Leontina com extrema frieza ; essa alegra tra-
illo insupporlavel.
Tonna a bondado de oxplicar-me porque M.
i' Lusigncy me deixa, ha oilo dias, em sustos
pelos -cu- fingidos infortunios ?
Porque preere cera rezos qneo julguc infe-
liz a pirecer-1'ie ridiculo.
E muito caridoso isio, agradoco-lh'o.
Nm so zangue, cu lhe jur que elle
muito contrariado ; ler a esperance de pnsar
una noito lo bolla o rer-se do reponti foieido
a renunciar a essa ventura polo mais aborrecido
e niei os romanesco de todos os obstculos ; a
horrhel era para se perder a cabe,.'.
Mas emiim, o motivo ?
Era absurdo. Mas raen filho lh'o dir an
nha.
Nao, minha senlion, desojo sabc-lo luje
Eu Un peco, dga-rac, o que lhe succedeu ?
I ma cousa horrlrel e burlesca que em voz
do lorna-le inlcressante, tornara-o horroroso.
Lmli tu?
Nao, nao me atrevo, rauito ridculo.
P lis eu rir-mc-hei.
Siiba pois quo na manlia do dia era que se
regosijara lano porir v-la, acordou com una
aboiuinavel fluxo ni face, que o impeda do fal-
lar, que o desfigurara, que o inciamorplioset
em anjo papudo, que fazia-lho os olho? franzii os
Chiucza o urna bocea Walleau, que o muda
A niiui!... gracas a Dos nao me aconlcceu do lal modo que eu, sua mi, nao poda reto-
ada do niim. Oque lhe fez crer isso
nh< m lo nem laslima-lo e que apezar dos se
va
US
furores o quelxumes, todas as rezes quo olhava
para mim, eu dava-lhe una risada. Nao pede
imaginar..... Mas o que faco eu ? exclamen ma-
dama de I.usigny iuterrompendo-se de repente.
Elle zingar-se-ha comigo por t-lo trahido.
Tranqnilise-so, minha senhora, roplitou
Leonlina, estimo muito sabor a rerdado para quo
se acense do ra'a ler dilo ; alm disso nao esque-
ja que ou vim para sab-la
Leontina esforcou-sc por sorrir pronunciando
essas palavras de despedida, mas o tremor da
voz Irahia-lhe a agitadlo. Levantou-se o fazen-
ilo mi de Lusignv um romprimento quo pro-
eurou tornar gracioso, dirgio-sc porta para
sabir.
Deixa-me j disso madama de Lusignv,
ura pouco ombar.ioada com a frieza de Leontina ;
est zangada ; accusa-nie....
Nao, minha senhora, eslou persuadida que
nao live paite no dirorliuicnto que seu Cilio
achou em inquiclar-nic.
Ah cruel, j rejo, rai-se vingar de meu
filho...
Nao, loda a vinganea um engao e eu nao
me vingaroi.
Madama de l.iiiigny enganando-se no sentido
I dessas palavras, pegou-lhe afiecluosamente as
mos dizcudo
Acredilc, minha chara filha, passado osse
nrimeiio movimento de clera, roc perdoar a
raen filho ler-1be causado pozares e ama-lo-ha
mais ; sabe tudo o que elle faz por vot ; qoe
importa a nalureza ua proraco, se nos revela
toda a profuudeza dos nossos sentimenlos? meu
filho m'o lem dilo muitas rezes : as mulhores
amara pela dflr quo so Ibes causa, e talvoz se
atormenlou-a de maisfoi domis, fui de corlo
vara expon raen la-la.
Depois de muitas phrases, de mutua polidez,
Leonlina loninu o caminho de Pars o madama do
I.usigny voliuu para o salo, fazendo lencode it
no da segiiinlc contar ao filho a visita que ma-
dama de Viremonl lhe linha feito, eprcveni-lodo
que se acauelosso conlra o justo rossentimenlo
I dessa moca cujocoradio e espirito lo loucaibcn-
, te havia agitado.
Leontina eslava revoltada ; todas as suas in-
quielocoes e haviam (ransformsdtf
1 par-o ?
tuaos cora a cabera reclinada e no xtasis da ,1
bundancia. As chgas serrlas e as mclamcbolia-
serenas levam o espirito caridade heroica o
mais nobres inspiaees. EnuiO Pfi i .
{irriie Concmjiorcitne).
em indig-
Pois bom dizia ella comsigo. por un '
causa lo miseravel que ha oilo dias soffro I
essas tg-turas por essa causa burlesca, po
essa coquilleric pueril, por essa vaidade tM
que lenho conhecido lodas as angustias do am
trahido. os horrores do etnme, que lenho mira-
do torrivelmente para elle os rail roceii -
ruina, os rail terrores da morle tu que '
devorado tao nobres pozares ; quo lenho derra-
: madn to sanias lagrimas, podo deixar-me le
1 a soirrer, a chorar.... pomada! Eu clmrei a
nada E entretanto durante oilo moraos da-
1 ello gozou dos meus tormentos estpidos, o n.
levo para comigo um s instante do piedade
E essa cruoUIade n'ello ura systema do ternnr.''
juma theona do paixo, urna rcceila sontimoni
A todos os gritos, i lodas as lagrimas ros;
com esta mxima : As molhcros prendera p
dor! As mulheres e o mando, talvoz, aqudl -
cujo coraco j est entorpecido, as que j e-'"
embotadas, poim cu !
Leontina s nesse insianle, comprehend-
todo o egosmo o secura que havia n'es-
quinlc de coquellerio. I ni liomem que a !
via assim entregue < mais Icrrivei supposit -
; para evitar de appare.cr mal um s dia ; um !
' mera que antes quera passar por moribundo.
' apparecor-lhe um s di.i ridiculo ou mono
.dador, julgado, porque aquella que su
' linio necessidade de ag ajar nao sabe amar, 1
era advinhar a verdado.prcsscnlirdo que nio n
\ia para urna mulher sinceramente aparionai
seno decepcao c pesares no futuro de bbomes-
quinho amor.
Leontina voll- u Taris sob o peso de-- -
tristes irapressoes ; cada passo nte daia.
pessoa para quom olhava, lhe recotdavam I
I de sua viagem, o passo que aeahava de dar c
I objecto desse passo : c quanto nnis t xtiaorJ
, liara era n sua conduela, lano mais mi-
tbo pareca a causa quo a havia feilo obrar.
Ah coico o son coraco eslava subiamcni
curado, o seductor linha perdido lodo o preslig
o ella achara as suas combina'_os, mosquil
fras c o que mais gravo, pouco espiritaos
(Conri'nu PKRVTI IV OK n V Dllllll- .*-.?
/
MUTILADO
N
r
ILEliiVEl
r^