Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:08906

Full Text
ASNO XXI?. 3TJMERO 280.
Por
Por
Qs&T FjRA 7 D DIZEIBRO DE 859.
Por anno adianlado 19$000.
Porte franco para o Mibscriptoi-.
ESCARHEGADOS DA 8UBSCMPCAO DO NORTE.
Parahiba, o Sr. Joao Rodolpho Gomjs; Natal,
o Sr. Antonio Marques da Silva ; Aracaty, o Sr. A.
de Leinos Brag; Cear, oSr. J. Jos de Oliveira
Manmhio, o Sr. Manoel Jos Martins Ribeiro
Guiraares; Pauhy, o Sr. Joao Fernandos de
Nones Jnior ; Para, o Sr. Ju3..,.- .. namus ;
Amazonas.o Sr. Jcroiiymo da Cosa.__________
PARTE OFFICIftL
Ministerio do imperio.
f apeoicnte-oo niv 7 DE NOVEXBAO DE ISj9.
-S.* $ecco.=\o presidiente da provincia de Per-
nmnbuco,acensando o roeebiuiento do ollicio com
o qual transmudo copia do acordo da relaeo do
districto, que iulgou improcedente o procosso de
responsabiudade contra os menibros da camai
municipal de Barreiros,na parle relativa ao vero.
do Manoel Francisco de Almcida, e cocommenda
do Tin se prosiga nos termos do processo pa
miento fina! Jos outros ven-adores prom
ciados.

AUDIENCIAS DOSTRBUNAES DA CAPITAL
Tribunal do commcrcio: segundas e quintas.
Relarao: tercas feiras e sabbados.
Fazenda : tercas, quintas o sabbados as 10 horas.
Juizo do commcrcio: quintas ao meiodia.
Dito do orphaos : tenas e sextas as 10 horas.
Primeira vara docirel: tercas o sextas ao meio dia
Segunda vara do civel: quartas e sabbados ao
meio dia.
EIMIEMKRIDES DO HEZ DE DEZKMBRO.
2 Quarlo cresccnlc as 11 horas e 30 minutos da
manhaa.
10 I.ua cheia aos 53 minutos da manhaa.
16 Quarlo minguanle asC horas c 56 minutos da
tarde.
21 La nova as 3 horas e 27 minutos da ma-
nhaa.
PREAMAR DE HOJE.
Primciro as 3 horas e 18 minutos da manhaa.
Segundo as 2 horas e r> minutos da tarde.
DAS da semana.
5j Seg. S. Geraldo Are. ; Ss. Pelino e Gralo inm.
6 Tere. S. Nicolao 1). de Slyra.
Quart. S. Ambrosio b. don:, d.i [gr.
Quii. ConceiraodeN. s. s. Romaneoab.
9 Sexl. S. Leocadia v. ni. ; S. ftcsliluto b.
10 Sab. S. Melquades p. m. S. Gemelo b.
11 Dom. 3." do advento: S. Damazio p.
Mico, devendo porem cessar logo que a guarda
nacional recoba o armamento qne a presidencia
da provincia devo pedir ao ministerio da us-
ina, a qucni compete ordenar o seu fertrac-
nieiito,
Ao presidente do Maranho, dovolvendnos pa-
pis relativos As irregularidades encontrarlas no
lardan:.'nlu lornecido ao 5. batalho de infante-
ra, e ncommendando que faca escrupulosamen-
te examinar quem foi o culpado de tanto delei-
to, c do que poder colher informe ekcumstan-
rtadameotea esta secretaria de estado.
ENCARDE!.AD"S DA .SIBSCRIIM AO VrSI I
Alagoas, o Sr. Claudinc Fnlco Otos : R
Sr. Jos Martins Aires ; Rio de Janeiro, o Si.
Joao Pereira Martins.
JEM PERNAMLM '>.
O preprietario do rumo Manoel rizuciroa di
l'aria.na sua livrariapraea de Independencia ns.
fi cS.
.Ministerio da marinha.
EXPBDlKSTB 00 DIA lu DE OUTUBRO DI 1859.
A presidencia do Mar.minio, declarando-1
em resposta aos officios n. 25 c 26 de 10 e 1
ajosto do correlo anuo, que Bca approva
deliberaro que tomara relativamente ao
de Sania Amia, e expedida a necessaria o
adra de ser posta sua disposico a quanli.
y-.'120l66, que falta para completar a em
fo. orado o concert do mesmo pbjurol.
A presidencia do Para, declarando que ".
nleferido o requerimeulo em que Auastacio J
Cunha Azeredo Coulinho, emprega Jo como cor is
tractor no arsenal do marinha d.i mesma provin-
cia, pedia*er confirmado no referido em prego,
bem como se augmentarse o respectivo vonei-
raenlo, e se lhe concedcssc a graduaeo honora-
ria do posto de 2o lente da armada.'
Ao presidente da provincia do Para, acen-
sando a recepeao do officio era que participa ba-
ver auloruado o inspector do arsenal de mari-
nha nao s a fazer arrear, porque ameaca ruina,
a casa onde resida, mas tamben) a morar (ora
do mesmo arsenal, emquanto se prepara putra
para onde se passe.
Circular aos presidentes de provincia
Pispondo o art 14 da lei n. 1.040 de 1 de
lembro do crtente auno, que cada um dos
Diaterios Caga espesiiiear as tabellas exp"'
vas da propona annual- de orea ment as fruirs
que por conta da reparlieao a"sen cargo-dcvatii
ser emprehendidas ou continuadas ; as quantias
dispendidas era cada urna dellas, quanto ser
preciso para conclui-las e a quola que conveuha
corsignar-lhes : curaprc que V. Exc. expeca as
necessarias ordens thesouraria do fazenda
dessa provincia, aOm de que todos esses oscla-
recimenlos sejim ministrados no trabalho que
ella lera de organisar para servir de base ,i ta-
bella relativa verbaObrasque ha de fazer
parle do prximo futuro orcamcnlo da roparti-
eo da marinha.
-16-
A presidencia do Maranho.Devendo seguir
brevemente para sua provincia o engenbeiro
Berthot. como lhe communiquei em aviso de
liomem, afim de examinar as obras que se esto
construindo na ilha do Santa Anua, intuito de
preserva-la das invases do mar, e evifar que
soja destruido o pharol que all existe, Convm
que V Kxc. encarregue igualmente ao "referido
engenbeiro de investigar as causas, da tendencia
e de indicar os raeios de reniove-la.
Tarabem devora V. Etc. incumbi-lo de exa-
minar o dique-que ahise est construindo, o de
interpir o seu" parecer sobre essa importante
obra, indicando os melhoramentos qua por ven-
tura devam ser introduzidos no plano porque
esi sendo elle feito,
- 20
A piesidncia do Maranho, declarando-lhe, em
resposta ao sen officio n. 30 de 22 de agoslo do
corrente anno, que fica approvada a deliberarn
que tomara de empregar no servico da machina
loco-movel da obra do dique o engenhero da
barca de cscavaco George Parkins, mediante a
graliHeacao mensal de 50$, tirada daquantia ar-
bitrada para a dita obra ; mas que nao pudendo
dopois de concluida a referida barca, occupir-
naquelles dous serviros, sem prejuizo de um
delles, um s engenbeiro, ainda aiudado por
dous educandos forreros, convi.- providenciar
sobre a nomeacao de outro, para o que a mesma
presidencia informar opportun.imente. lio m-
mumcou-se ao ministerio da fazenda para co-
iihecime.nto da respectiva thesouraria, e conta-
dura de marinha.
- 21 -
A presidencia do Maranho, declarando-lho
em resposta ao ollicio n. 5de 13 do mez prximo
lindo, que anda subsislem as razos que deter-
minaran) o aviso de 11 do abril do corrente an-
uo, na parte relativa ao acrcscimento do edificio
existente no exlincto arsenal de marinha, para
residencia do capito do porto.
22
Circular as presidencias das provincias mar-
timas, recommendando que sempre quefizerem
assentar praea bordo dos navios de guerra a re-
mitas destinados ao servico da armada, que em
virtude das ordens existentes tiverem de vir para
es a corle, remcltiam logo esta secretaria de
oslado as relacoes nominaos, para, avista dellas
tazor-se a necessariaescriplurarao, e deduzir-se
o numero desses recrutas do que foi marcado
para cada urna das provincias ni distribuirlo
annual anteriormente feila.
iermn,nCHU R0S Preside"io5 das provincias, e-
K^ d0/l110 Ponderou o inspector do
arsenal de marinha da corle, quo expecam as or-
dens necessarias afim de so remetteram ao duo
inspector os planos dos diversos estabetecimen-
tos navaes enstentes na mesma provincia, com
indicacao nao so da posieo dos edificios que aos
mesraos pertencein, mas tambera do seu emprc-
go ; communcando-so-lho as alteraces ouc
posteriormente so derera, para serem nelles no-
adas. Cornmunicou-seao referido inspector
29
A presidencia da provincia das Alagoas, de-
clarando-lhe, para o fazer constar capitana
do porto, era resposta aos oflicios n. 79 de 2ti de
maio e n. 127 de 16 de agosto do corrente auno
que nesla dala se ordena presidencia de Per-
nambuoque mande fornecer pelo respectivo
arsenal de marinha mesma capitana os obiec-
los constantes das relacoes ns. 1 e 3 que ,,<.,;-
panharam seu ollicio n. 30 de 27 de referid., mez
demaio, eque nada se pode resolver sobre os
oDjecios mencionados na relacao n.Ssom as in-
lormaeoes exigidas no aviso de '29 de abril Or-
d nou-se a presidencia de IVruambuco. o coin-
municou-se a contadura.
EXTERIOR.
--------------------- LUItlld t.s o"3 u
> antseos la aimevaco la Ita- contra os da Franca.
priiueiila-lo, quaudo une val la/.cr suas oia;ous
a calhedral. Aqu os papis amiaram mudados,
ou, anles, lodos os funecionarios desappareceraiii
diautedo Cardeal-Arcebispo, que foi o nico ad-
miiiido a dirigir ao Imperador um longo discur-
so, no qual mencionou com niuila nioderaco e
delicadeza, os queixumes que o papa exprimi
a'uma recente circular distribuida por todos os
bispog do mundo catholico. Asseguro-vos que
sta circuanlo papa despertara por alguinas se-
manas una ria agitaeo no clero; que uiuitos
bispos publicarara pasiones summamente acri-
moniosas; e que um d"elles, o hispo deOrlcans,
lioincm asgas respeilavel, por son carcter e pela
elevaeao de seu talento, den a sua obra o titulo
e a foVm^ de um Proferto solemnemente dirigido
contra bsakos do Piemontc, e d'algumi sorlc
por
Ministerio da 17aenrl;i
ESPED1KSCE DO I.1A 2 ni; NOVEHBBO l.E 1859
thesouraria de l'eriiainbuco, indeferindo ,
A'
o requenmento do lanrador da respectiva rece- i
bedona das rendas infernas, Jos Jeronvmo I i-
iiioeiro, que pedia a realiluicfto do que lhe tora !
descontado do seu vcncimenlo durante a licenca
que oblivera em l de setembro de anno pas-
sado, nao s pelas razos constantes da infor-'
macao da thesouraria, como principalmente poi-
que o favor do art 35 do decreto n. 2,343 de 2!)
de Janeiro ultimo s aproveita s hcencas con-
cedidas posteriormente ao mesmo decrel
4
A presidencia do Rio-Grande do Norte in-
derenndo a pretcncao da compauliia Pernambu-
cana de vapores 4 Indemnisacoo de 1:0008 pela
viagemdo_ vapor Per$inunga' Rabia Fofmosa,
Snr ^Tl d na,,'t'a8'" da barca inglcza Fox ;
por isso que.quando as subvences que receben
SHSfffrt.0" C0frcs gerac"s e Jrovinciaes,
relamas a., uagens aos porlos de Maco e M s
soiw, a que era obrigada pelo respectivo c :.-
nuiorisar as despozas ncceasttna com
. arranjos para a morada do mencionado ins-
pector no arsenal, por ter sido preciso arrear a
casa onde resida, visto como eslava ameaeanao
ruina.Fizeiam-se as convenientes communi-
cacoes.
Ministerio la marinha.
EXPEDIENTE PO DIA l DE KOVEXBRO DE 1S59.
Ao presidente do Piaiihv, dizeudo em resposta
ao seu ollicio de 28 do setembro ultimo, que o
numero de primeiros e segundos lenles, con-
Forme declarou o quartel general da marinha.
iiisulficieule para as guarnieres dos navios da
armada, que delles esli desfalcados, e porisso
nenhum pode ser dispensado para conimaudar
vapor lirttssuhy, como pede a companhia "
o di lo vapor perlence.
Ministerio da guerra.
Expediente doma2 de novembbo de 1859.
Ao presidente do Para, approvando a nomea-
cao que tez do lente reformado Rernardo Jos1
da Gra$a para o lugar de ajudanle do porteiro
do arsenal de guerra da mesma provincia.
Ao do Maranho, declarando que visto nao'
g^conyeniente a conservaCo do laboratorio Py-
.-otec1TMi;" no quartel do campo de Ourique, tor-
na-se no^essario para que se possa resolver st
bre a sua .transferencia, que declare porque pn
co poder-sJ"'ia arrendar um predio apropria
para o refci "'" laboratorio.
A > da nuahiba, declarando que fica apj
vada a deliberara Tie '"raou de mip^- -(-M
nuar o pagamento ^sjinte Juardas"nacin
que foram chamados ..n servico e se achara des-
tacados na comarca do rpmb'al.
Ao presidente da ParBAjJja, declarando que,
se as conveniencias do servico pi iblico o exigi-
rem, pode contratar o l)r. Francisco Antonio
Fernandos Jnior para servir como cirurgio mi-
litar na pro.inca.
14
Ao presidente do Amazonas, declarando que
no caso de ser o armamento que foi enviado pa-
ra a provincia em agosto de 1857 o que se acha
lao arruinado quanto consta dos ollicios do en-
earregado do armazem de artigos bellicos, nao
pode ter lugar a subsltttlieao proposta, visto nao
estar anda vencido para se attribuir ao uso e nao
a deleixo o estado de deterioraro a que to de-
pressa chegou o referido armamento ; mas que
cOhvindo providenciar para que nao fique intoi-
r mente iQservivel, devo fazer enviar para o ar-
senal do Par o que houver no sobredilo depo-
sito, alim do ser alli concertado e devolvido com
a possivel brevidade, como ao presidente daquel-
la^irovincia se recominenda.
15-
Ao presidenlo do Maranho, declarando que
a quantia del.229*359 que mandou despender
sob sua responsabflidade cora as obras da forta-
leza do Santo Antonio da llana da provincia, foi
contemplado na tabella do augmento do crdito
para o exercicio de 1858 a 1859, quo acorapanha
oanso de / de outubro ultimo, e que, portanlo,
o que lhe cumpre fa/.er esperar pelas ordens do
lliesouro nacional que lalvez i tenliam che-
gado.
Circular aos presidentes das provincias do
.Maranho. I'ernambuco c Ra'nia, e ao conselho
administrativo da cftrle, para quo nao effectuem
compra do materia prima nenhuma seno a in-
dispensavel para o tornecimento que se houver
de fazer no prximo semestre, por quanto para
o que se lhe seguir lem de achar-se na corte
as fazendas que se encommeudam para a Eu-
ropa.
16-
Ao inspector da thesouraria do Para, de-
clarando era resposta ao seu ollicio n. 25, era que
pede esclarecimenlos sobre a liquidadlo da divi-
da de fardamenlo do preso sentenciado a gales
perpetuas, Pedro Jos Martins. que. o referido
preso, a vista da ordeoanca de 9 de abril de 1805
lem direito ao fardamenlo como praea do lercei-
ro baullio de artilharia a p at avesperado
da em que foi publicada a senteuea do sobredilo
patalhao, era quanto fez parte do'seu oslado cf-
ie ro,c do dia em que foi excluido em dianle
ao vencim.ento como sentenciado, o nutro sim
quMerca fazenda publica ser indbmnlsada de
qualquer fardamenlo que se lhe baja abonado de-
pois de excluido do estado effeclivo, masque s
tal abono foi frito at o dia antecedente ao da
publlcaco da mencionada senteuea, neniiuma re-
posico ha a exigir-se.
10 -
Ao presidente do Maranho, declarando em I
resposta ao seu ollicio i. 0 de 14 de julh'o do
corrente aun... que em conformidade da imme-
diaia e imperial resoluco de 30 de outubro lin-
d", ornada sobre consulla do conselho supremo,
iilitar deve o segundo cirurgio do corno de !
saude: do excrcito. Dr. Cezar Augusto Marques.
Mn, r '" la por sentenca do Juiz de direito da segunda
^ da capital do Maranho pelo crinie de in u-
ria. vollar para a provincia do Piauhy, alim'de
ser ah subnn itido a um conselho de investiea-
Eaoqe conheca das faltas de que acensado
pela respectiva presidencia. *
11-
Ao presidenle da Parahiba, declarando em res-
posta ao sen officio n. a de 27 de outubro lin-
do, em que participa nao haver dado completa
execurao circular de 22 do mez antecedente
que. manda rccolher capital todas as pracas d >.
- i meio balalhao de caradores, por ser
necessarlo, p ira seguranca das cadeias, conservar
as comarcas do Ponibal c do Sou/.a a forca de
pi 'o :ra buha all existente ; que fica appru'vada
Ihante deliberscio, visto ser medida de m-
:ssidade pora raanter o ocego pu-
la rentral ao Piemonte.
Nao sao smenle as vanlagens polticas da an-
nexacao ao Piemonte, que bao perfeitamente
comprehendido as populaces do Parma, Modeoa,
l'oscana eBomania ; ellas nao se regosijam s-
menle por lornarem-se italianas, quindo nao
cram seno fragmentos esparsos de una unida-
de fracturada ; ellas se regosijam tambera
conquistas notaveis no sentido material.
Com etl'eilo, com o Piemonte ellas nao adqui-
rem smenle a liberdade civil, que resulta da
forra collectva, o que eleva altamente os indi-
viduos ; outras vanlagens mui solidas as espe-
rara anda.
No estado de isolamenlo era que vivera, seus
traeos recursos linanceiros exliaurera-sa todos
com a policia ou cora o exordio ; nao sobra na-
da ou mu pouco para empregar-se na instruc-
rl\o publica, as eslradas, na aniniaco ao com-
mcrcio e s arles industriaos. Cidades que fo-
ram outr'ora poderosas o que poderiam se-lo
....;!'''. acham-se sepultadas na mas completa
decader.ciar ^Sjas_acadeinias. que elevaran) lo
alto o reuome da sciencia .'Jiliana, perseguidas
na mor parle de seus membros, bao pe -rdido o an-
tigo brilho ; e o genio italiano, privado~diTe^f=-
co, eulanguecc no marasmo.
Nao ha nesses pequeos estados, porque as-
sim o digamos, iieui ar, nem luz, c^udo ah de-
perece ; ao que deve-seaddicionarainda as ines-
qninhas rivalidades que se desenvolvem, quando
s personalidades suscitadas algures pela lyran-
nia, reagem reciprocamente entre si em sentido
contrario ; c afinal todos os inconvenientes da
pobreza na escravido.
As grandes potencias deparara com consolo
para ludo na propria grandeza, de que sao dota-
das ; de modo que, quando entre ellas 6 velada
a estatua da liberdade, acham corapensaces ni
gloria, as inslituices coraraerciaes ou artsti-
cas, as ditlerentes fundaces e nosentimento da
propria forra, dizendo-se'que, em todo o caso,
a diininuico ou a ausencia da liberdade tran-
sitoria, e que, si o quizessera, loriara o que Ihes
falla.
Mas ser fraco e escravo. a verdadeira des-
graca ; c, nessa condieo, nao ha mais esperanca
possivel !
Foi isto, repetimo-lo, que os ducados, a Tosca-
na e a .Romana, comprehenderam admiravel-
mente.
Pela annexaeo ao Piemonte as populages des-
si>s estados conqnistaram em um instante todos
os beneficios da grandeza. Ellas possuem, como
i dizem-n'o era SU as comraunicaces, caniinhos
de ferro, vasos vapor, lindas lelegraphicas,
bous servicos postaos, urna marinha e lodo o
movimenl ma.erial e moral, que se desenvolve
n'uin estado poderoso. As barreiras das alfan-
degas cahem por Ierra, e do lugar a floresccr o
commercio livremente. Os recursos do paiz nao
sao mais empregados exclusivamente no n-><"
Foi justamente n'cssa siluaco gravisstma que
o Imperador quiz responder. O discurso escripto
(|ue elle pronunciou ftoda a seena eslava prepa-
rada) lanc.ou alguma luz sobro os negocios dos
Estados Romanos. F.is aqu os termos em que el-
le se exprimi: Agradeco a Vossa Eminencia
os senliiiicntos que acaba de iiiaiiifestar-iue. Fa-
zeis Justina s minhas inlences, mas nao desco-
nheces, todava, as difculdades que se lhes obs-
lam ; e parecc-me que vos comprebendeis per-
feitamente vossa alta misso, procurando fortifi-
car a confianza antes do que espalhar sustos inu-
leis. Agradero-vos o haverdes recoidado minhas
palavras, porque tenho a firme esperanca de que
nina nova era de gloria se levantar para a [gire
ja, no dia em que todos compart.lharem a miiilia
convieco de que o poder temporal da Sania S
nao pposlo a liberdade nem independencia
da Italia. Nao posso entrar presentemente nos
deseuvolvinientos que deveria exigir a gravo ques-
lo em que haveis tocado; e limito-nie a recor-
dar-vos quo o governo, que recouduzo o Santo
Padre ao seu throno, nao poderia jamis deixar
de fazer-lhc ouvir conselhos inspirados por una
respeitosa e sincera dodicaijo a seus iuloresses,
inas que lera razo para inquietar-se ao poupir
no"W'fl^lque nao pode estar longe/1 em que Roma
ser uvdrninri4 por nossas tropas; por quanto a
Europa nao pdNi permittir que a oceupaco que
dura ha dez anuios, se prolongou indetiuidameu-
te; e quando o noiso excrcito se retirar, que dei-
xarelle aps si, a rmarchia, o terror ou a paz?
Eis questes cuja impor\Uucia a ninguera escapa
mas [acredilai-o tirmenienie) na poca era que vi-
vemos, convm, para resove-las, nao appullar
para as paixes ardenles, sin? procurar com cal-
ma a verdade, e rogar Providencia que esclaro-
ca os pavos e os reis sobre o sato exercicio de
seus direitos, bem como sobre a exttnso (fe seus
deveres. Espero que as oraces de Vossa Emi-
nencia e as de seu clero continuara atirahir pa-
ra a Imperatriz, para meu filho c ra mira, as
bences do co.
A*finura d'este discurso consisjf,- .irincipalracn-
le na phrase pela qual o Impendor d a entender
que est prximo o momento era quo, o exercito
francez ser obrigado a deixar,Roma. certo que,
se essa evacuacao tivesse lugar agora, Roma se-
ra a vicliraa"de urna revo'ucao iniraediata. O
papa c seus consclheiros sab' m-no perfeitamente:
rajo no quartel dos cnratnneiroa. Mas essu ras- .
go de honra foi de runa duraeo : dentro era!
pouco a porta foi arinmbada ; os carabineiros nao
se neram ao trabalho]deMefenderseus prioneiros
c aj plebe apoderou-se d'elle : fl-o andar con!
elle durante militas horas pelas mas da cidade,
opprmindo-o com os mais barbaros tralameu'
tos o mataudo-o pouco a pouco. Depois em
coilcluso, arremessaram-no quasi morto no mais
bello caf, onde so achava a Bocicdade mais ele-
gante, c alli corlaram-lhe a cabera sobre urna
raeka de marraore. A cabrea foi d posta
no alto de una columna, na praea rincipal da
cidhde.
lisia orgia de cannibaes dura desde as duas ho-
ras da larde al meia-noite, e n'essa cidade de
50 bil almas, nao se achou mcia duzia de ho-
mens de bem que lentasse se arrancar a vicliraa
a essa cfila de animaos ferozes.
soes continan) em proporces aterradoras i
la-se de afogaros no Bosphoro. Para outro 1 .
do,as potencias dignalarias do Iraciado de P.-.m-
dirigiram Porta ura memorajMftua para aaei-
do desperdicio das Finaacas. OS
imprcssioaoH-se moito com isto, desaito o ,
visir Aali-Pacha, e nomeou em lugai d\
Ileliemet Kupreslii-Pacha.
INTERIOR.
ge
ra
dia
Quando a noticia desse ferrivol assassinalo che-
u a Paris, houve um grito de indignaco ge-
;a km Parma recebera a ordem de aband
seu
c o nosse governo mandou declarar imrac-
amento pelo Uonilenr que o cnsul do Pran-
posto, se os assassnos nao ossera
coi^i um castigo exeniplar.
m Londres, onde se ostentara taas svrapa-
Ihiis pelo movimenln italiano, a impressao nao
foi menos viva, e os jornaes Inglezes fisoram ver
com instancia aos chefes da Italia central a ne-
cesnidade de lavrar, por meio de urai prompta-'
represso. essa lerrivel nodoa de sangue laucada
era sua bandeira. Depois desse fado as novi la-
dea se hosucceddo : soubem >s quo o dicta or
Farini rollara a Parma, vimos a sua proclama-
As nei'cssilu I
A proleerio dnida agrculiui.i
reclama providen
que modifiquen! nossa l
"' ii cana, animando ion i
ia io de baures de crdito territo-
rial, que preslein capilaes a ii
raznaves.
[Falla de Sua Bmgettad* o j,
dor em htde malo a*el859
N'outras pocas nos acredilavan, iokih
punides 1"" dirigan nossos destinos, mas boje p>!.
que bao feito nao depositamos conftanca em ne-
nhum driles, CffiVora SOJao noves D0 poder' te-
mos visto que s trabalho para si sem melhora-
rem em cousa alguna a sociedade.
Brasil paiz lio frtil, to rico, (avetado de
lodos, vaidecalundo do estado prospero em aue
exista emquanlo outros muito mais pobres flo-
recen! b qual a causa ?! F/ fcil de saber-
os que nos governao s gasi.io o lempo esa
sas futis, em creacio de novo. emp-
ollar
gao, e consta-nos que algumas prises foram foi- servirera aos afilhados, era fantsticos orcam
las, mais al o presente nao lem havido iustiea. los e puraposos discursos feites em sin defe-n
Farini demittiu o procurador geral e o juiz de 'l"e os Reputados fazem por imitar, mas
inslruccao criminal, mas parece cerl i qu. se ha lra/-l'm bem algum naro, ao ponto
possibidade de dar com os individuos p
mili 08 culpados, nao se pode achar testemunhas
que consntaui em declaiar o que vin ni. Todos
receiam as punhaladas que as iiliaces Mazzinis-
tas|lm proraplas para aquelles que se atreves-
sera a fallar; e antes quereni commelter urna
baieza calando-so o preservar sua propria exis-
tencia. Euilim, totas essas medidas foram sem
resultado algum : os meamos chefes do movi-
menl excitaran) de tal sorle a ntima piel
nol podem desojar sinceramente que a
apppreca : succeder respeito desse
nato o mesmo quo succedeu com o do Duque de
Parina, cora o do Ilustre Rossi em liorna : ha-
vera um crime, porem nao haver criminoso,
liaver ura assassinato, mas nao o assassino !
De tudo que se fez pcesentemente na Italia,
umji s cousa .talvez lloara permanecendo,e celia
excellente.
l'ie nao
que fui -
pourecem seus thesouros com os immensos or-
denados que recebem ; e assim cahem ministe-
rios, sobcm outros ao poder, abrem-s" cmara-.
fecho-se, lornio-sc a abrir, sem que se
nada; sondo as precisos dos povos cada ri
maiores e a [orne resultado dos eminentes i
poa que nos presto!
Mas nao descansis tanto ? olhai para a 1
na e vede, que um povo oppriaaidfl pela mi
e capa/, de um momento para o outro de tornar-
verdade sc "", 'e,r,' 'ova.lindo ludo quanto etmeorre
assassi-i f,"3 Jesgrara. Ai enlo dos potentados mal -
tirma a prpriedade onde o desespero das fami-
lias corrodas pela forae chega ao sen auge. Ouvi
suas reptes antes da tormenta rcbenlar. que ten-
des lempo de reraediardes os males que trillos
felo Sah dessa apathia em que leudes vi rifa
tte.udei s necessidades que o paiz rct
alte.
paiz reclama.
E a uniao das alfandegas que foi de- PJere's depois gloriar-vosde lerdea coawon
creteda nos tres ducados e as legaeoes roma- : Paril ? bein de '"dos. de haverdes posto o imp r
as A medida foi posla em execuc desde 10 P |u0 !nc compele.
de puttibro, e a tarifa liberalissima do Piemonte i r As. "'-cessidades com que luamos nao tiodif-
que apparece como regra coramum. Bctcisde se resolveren), nem sao medidas
Ais negociarles diplomticas de Zurich acabara depeudo de rauto lempo para se porem era ew-
de lar ura grande passo. O Iraclado entre a CU(.'a0-
franca e a Austria foi assignado a 18 d'este mez : JtaluJade da propried ide, trabalho j i
esso acto, sem duvida o mais importante dentro imil'lndo 0 que ha de melhor era outros pai/e-,
todos por amor dos qnaes se reunirn) os pie- ,ei" salvo os nossos agricultores das garras dos
nipotenciaros, dever ser segundo,
, com pou-
ao generj' frmcez do Goyon, e dos dez ou dozej quissima demora, por um segundo tratado entre
mil horacn* io elle ten- -~T^^^^h'iiii"|llll f'*-..... ferceiro en
que>se devr ( raanulenfao da traiiquillidadc em as Jres potencias belligerants"
Roma. t verdade ludo isto que muito recen-

lemente.all deste ez, o bravo general vio-se
na obrigaco r era movinieuto todas as tro-
pas de que d ,<), ede usar de todo o ascenden-
te da sua popularidado ; para obstar a ura tumul-
to, cujas consequencias terian sido incalculavcis.
Eis arui o objeclo de que se tratava. Havondo o
no pontificio suspendido suas relajos cora
te de Turim, desdo que Vctor Manoel ics-
dera deputaco das provincias romanas, cn-
i seus passaporles ao agente Sardo em Roma,
r. Conde Dela Minerva, com a inliraaco de
rar-se a toda pressa. A partida realisou^-se no
i 11, raas. desde a vespera e a ante vespera
esse dia, a raaior parte da populaco havia fei-
to o que ella chama urna manifestaco sincera,
isto ura nuraero infinito de individ'uo se diri-
girn) casa do eucarregado de negocios Sardos,
j inscrevendo-se em listas ou remetiendo suas car-
tas, nasquaes haviara accrescentado estas duas
lellras PV. A policia romana inlerpretou esses
signaes alphabeticos por estas palavras Pro rolo
em forma de voto, em favor do rei Vctor Manoel.
Creio que ella vio muito bem n'esse negocio;
mas os romanos, que eslo sempre cora a malicia
prompla, entendern) que ella se havia engaado
eque seus PV queriam dizer nicamente. Per
ciiita, para visita embora!
No da 11, potm, o negocio tnha tomado mul-
lo mais graves proporcoes: muitissimas pessoas
haviara sido secretamente convocadas, e deviam
fazer alas era todas as ras que tivesse do percor-
rer a carruagem do enviado Sardo. Felizmente o
general francez, que tomou sobro si a manuten-
cao da ordem, maiidouoccupardesde o amauhe-
cer todas as ras, prevenindo ao mesmo lempo
ao Sr. Della Minerva que elle devia parlirnaquel-
le mesmo noraeulo. Esto irrilou-se um pouco,
pretendeu fazer algumas resistencias; mas foi
forcoso ceder, c elle assim o fez. Os palpavos de
Roma, postados cora o mais profundo respeito por
detraz de duas alas do bayonnetas, tiraran) silen-
ciosamente seu3 chapese tudo se passou regu-
larmente.
Este fato do quo faco menco atiesta ao mes-
"'o.lempo o ardor da propaganda piemonteza que
; estragas at en) Roma, e o perigo era que hou-
ra cahidoN^overno pontificio.se as tropas fran-
cezas j se tm^ t) retirado. isto, pois, una
ameaca que o In.pc&Jor'qm* fity.wi'.pajfr'irazcr o
papa e o cardeul Anlonelli aceras concessoes.
Quaulo a essa uitiiude da populaco romana, ex-
plica-se ella nao por causa alguma que diga res-
peito ao Piemonte, mas pela influencia que Maz-
zini exerce anda sobre urna classe^de velhos cons-
piradores e de mritos, que dispoc da plebe de
Roma.
Com effoito, Mazzn que nunca apparece quan-
do ha perigo, comeca de novo a dar motivo para
fallar-se debe, boje que a guerra esl finua o
que tudo esl perturbado na Italia central. Re-
tirado, segundo dizem, era Floreoca, acaba elle
de publicar um escripto, no qual moslra desoos
de condescender cora a aceitaco do rei Vctor
l'.mraauuel, sob a eoudii;o de que este hade rea-
lisar o sonho chimerico do revolucionario, isto c,
a unidad absoluta da Italia. Aconselha-lbo,
por Isso, que zonibe dos francezes, dos quacs nao
precisa, que faca a guerra a Austria, para apo-
derar-so da Venecia. que faca a guerra ao papa,
. por lira quando so houverem j recosido, por
esse modo, lodos os pedacos da nacionalidade
italiana.
Felizmente esse miseravel lonco excilou con-
tra si, mesmo na Inglaterra, o desagrado publi-
co : ei o proprio Times repelle completamente
suas iinpossivels utopias.
Mas, se seus planos revolucionarios sao regen-
tados por todos que tein o senso commuin, seu
projecto do assassinato lem anda aboininaves
campeos na Italia ; c ha pouco um lerrivel exetn-
plo provou-nos que a raca dos Mazzinislas nao
esl exlincta. Eis o que se passou om Parma.
L'ni certo coronel Anvili, auligo camarista do
duque de Parma, viajando no camiuho de ferro,
pela linha que se extende de Riniini para essa
cidade, foi reconhecido por um viajante que o
mostrou ao povo : ameacavain-n'o com um mi
tractamento, quando ura" coronel de tropa de li-
nha apresentou-se no meio do aiunlamonto, di-
zeudo que se faria justicj), mas que era necessa-
rlo entregar Anvili aos agentes da aucloridade.
O povo parecen acollar principio esta propo-
MCjaOi c pcrniitlivt que o desgranado fosse cnccc-
Eis-aqui as nnncpaes disposicoes do tratado
de 8 de outubro : a Austria cede Franca a
I.onibardia, monos .Mantua e Peschiera. O Im-
peridor dos Francezes declara que transfere es-
sas porces da Lombardia para o rei da brde-
nte. Vera em seguida o regularaeoto da divida
Lo) ibarda. cuja cifra sob e responsabiudado do
Pienonte de 50 milhes de francos. Fis o tex-
to ( os tres arti
usurarios, dalo-Ibes animo para introduzr
melhoramentos as suas lavnnraa
Titilo. *
i"" suas circumstancias c
rocoaiiienlo em que vivera.
Mas parece-me ourir-vos dizer que nao a
mos por emquanio ler sociedades de crdito ter-
ntoria romo na Europa, por nos faltar una bo
indo hypothecas? a culpae vossa ; teodea es-
carnecido de dos Hi anuos que S. Es. o Sr
conscllieuo Nabuco, entao rainistro di jutir
apresenlou um bem elaborado trabalho a t il
lo. que ale hoje dorme no senado So:n ,qu
igos que dizem respeilo aos nego- ""'Suein se lembrasse de o tirar de entre a frar.
cio:. da Italia central:art. 18 : Desojan io que '',a nucira 1uc uevoram !,.. nao passando anno
i ti|anquilidade da igreja e 0 poder do Sanio Pa- a,8um 1" ua Mageslade o Imoerador
drejsejam garantidos, e convencidos de que este
fim nao pode ser obtido d'um modo mais com-
pleto a nao ser por um Syslema que satisfar as
que
necessidades das populares por nudo de refor-
ma* cuja necessidade o soberano Pontfice lem j
reconhecido : as duas parles contactantes uni-
rn! seus exforros para conseguir que Sua San-
Udi de faca reformas na administrugo de seus
bslados. Art. 10: Os limites territoriaesdos Es-
tad >S independenles da Italia, que nao li
Igura-
, .- .._r-------. nao re-
comraendena falla do ihrono a leihypothecaru
mas ella nao apparece. era vos ordenis ao pre-
sidente do senado que a aprsente para ser dis-
cunda, achando-vos em contradicrao semore
com o qne sua Magostado deso|a. "
Emtiii]i nao sei qual a causa por que a nao
queris fazeis sentir a necessidade que t.-uios
delta, o nao dais um passo para que ella se san
ciee, quando nao, tenis exigido a
vacio: comprometiendo at a
- i appro-
Sua Magestade,
ranl na ultima guerra, s podem ser me 1 idos: 1ue se cansa todos os annos era a pe lr, s.-n qu-
ino liante o consentimento das poleucias que con- seJa obedecido. Fazeis de tudo muito pouco
correram para forma-Ios eque lhes lem garant-1 ""J? vcrJ''s 1UI' lompo precioso!
do a existencia. Os direitos do i'.rnm Duque da llll':' ditliculdade encontris na funda Jie
Tocana, do duque de Modena e do duque de ba"cns de crdito territorial, o a emtsaao df
Pai ma, fleam expressamenle reservados. Arl 20: 'l1"5''Hes necessito; leudes medo, nao i isso"
Os; dois Imperadores preslaro todo o seu apoio ? o voslea quando a desloa SO banco do
i f< rmaco de urna eonfedoracio dos Estados da *r*sil i em quo se firma a emisso de*t- es)
lia ia. tendo por flm conservar Italia sua inde- ^foclmehto em firmas eommerciaes *! i
perdencia e sua integridade, assegurar o bem 'i"'"" ,,s sociedades ruraes. em hypotheea*.
estar moral e material do paiz, vigiar pela de- '''"' ''. 'opresentadas pelas propned ides. ondi
fez ao menos, de um exercito federal. A Vene* Ua.pude haver perige algum de qoebra, o i
trario do que pode acontecer com os estabeler'.-
mercaotis. Julgu que a dinero* i
do crdito de papel ao crdito de pr >-
---........ '!
cta.que o sobo sceptro do Imperador da Aus-
tria far parte da coul'edoraro ,. participar dos
direitos e das obrigaces de um traclado federal
do modo porque fr estabelecido pelos represen-
tantes dos diversos Estados Italianos__>>
Estes ties arligos, cuja importancia compro-
b tdeis, comceam a flxar bazos para o regula-
mi uto dos negocios da Italia central : e pelo que
mu diz respeilo, acho-me hoje cada vez mais for-
tificado na opinio que vos lenho manifestado
constantemente, a saber, que a annexacao dos
ducados ao Piemonte nunca se poderia levai a
efieito, poique serla sempre repeUida pela Fran- n"socs Par,e de seus nteress
,.al l,,.;.l .. ...... i..i..:----------.:..
i
mentos
grande :
priedade vai muito
Nao sao estas as causas que vos lera demo-
rado em dotar o paiz dr estabeler,unir
tal genero, sao outras: orna das alavaneas m
seguram o Banco do Brasil sao os negociadles
que tirara dioheiro debe a 0 e 10 0 0 ao ann .
para enipreslarem depois aos fazondeiros a 1".
e 18 0,0; e com Utos sociedad*! o flanco do
Brasil perde grandes lucros o as casas de com-
Julgo let ai-
nao existir ji p
o
vaiila
las, pa.-a regular soberanamente este negocio
eryggnriomu congresso : e ueste ponto le-
so ainda a qurstao de saber sc a Inglater-
ra! que ha algutis mezas, re lem derramado era
la dos arrobamientos de moa humor, consentir
i seutar-se n'essa reuuiaosoberana. A" seme-
nle respeito ha sempre alguma duvida. Hoje
o Morning-I'ost diz sim: amanba o Time ou lll0"'1:"^ Para que caixas ftliaes
proprio Moriiing-Post dirao n''r>. o ministe- P.*ra fugMcntar os embarazos o os
Ungido o verdadeiro motivo d
crdito rura
Mmtos querem que com a existencia d< bai -
eos lerrtoriaes se creom caixaa Dbaes m ranos
municipios, para assim facUitarem mais os -
concurrentes; islo uru erro. Cada provincia
deve ler o seu banco de lavoura, qu- de\, ;
sua sedo as capilaes ou nos
rio ingle/, acha-se n'uuia grandissima
dde, estias hestlacesprendem-se por niomen-
lOI causas estranbas quoslao italiana, como
a guerra com Maocos ou com a China. Presen-
temente, parece que se aten) em Londres por es-
lado, aoantigo programma de Lord J ihn Rus-
l : a Inglaterra entrar no congresso sob a
cundico de que os direitos dos Estados Italianos,
eni escolher para ellos mesnios um governo, se-
rio rcconhecidos sem reserva. Mas nao acre-
iris que seja esta a ultima palacra dr [ngla-
na muito medo tora ella no momento supre-
o de ser deixada lora do congresso.
Um triste accidente suspendeu o- trabalho da
conferencia de Zurich. O plenipotenciario aus-
liaco, o conde de Colloredo, foi aconetti lu de
un ataque de apoplcxia que nao lhe permilie es-
pleranca alguma de salvar-se.
I A guerra "da Hespanha com Marrocos esl de-
cidida, ti governo marroquinu no aceilou o
rtf/unii(i*fii que lhe foi enviado, e o plenipoten-
ciario hespauhol foi chamado de Tnger Esta
uerra hoje mentare!, causn rauilos de3goslos
- gabinete ingloz, que fez at imposslresi afim
eimpedi-ia. Suppoz-so por um movimenl iiue
dlle tentara intimidar a Hespanh i : mss era is-
ab jogar muilo largo, lendo-se a opiniao publica
pronunciado enrgicamente, em .. as
provincias, em favor d'ossa guerra que promet-
te vanlagens maleriaes e montes a nma naci
brava, privada, de tanto lempo, de gloria nall-
tir. A Hespanha recebe n'essa occasiao o auxi-
lio indirecto da Franca qne nao f,./ a (-urna a
Marrocos, masque acaba de enviar un exercito
para a fronteira marroquina, afim de ringar, so-
re tribus indomadas, roubus e pilhag n- con -
nettidos em nosso territorio.
Disse-nos algumas patarras relati aii .
tonspirs^aodescobertaem Gon?tontinop! as pri-
MELHBR EXEMPLAR ENCONTRADO
pontos maii coni-
aqui e all
pennos o,,.
perplexi- verae Pf No sabis qe < .
dem de ordeuados a nevos directores, caixeiros,
guarda-livros, aluguel de casas e d ren-
tuaes'.' Para onde renietlem o- fazende
seus producios? nao para o, grandes centros
eommerciaes, onde toeni seu> corrr-spondeal
quando necessitam tratar de seus negocios ni
dngera a cites i Pota conlinuem a fazer o mea
roo quando dupozorom de crdito i
lerao grande vantagem, qual a de pagaren um
premio muito menor. Em lugar de raizas libaos
nomeera delegados em todos os municipios nmr
Iralem de avahar a prpriedade ; fotrnult-m a
forma de avaliacao, c cstarao resolvidas toda> u
diliiculdades
E to grande a prrriso que temofl d" c :
to para 0 lacrador, que se houver grai 1
mora em o estabelecor, parte do nossas fa
das deixatao de existir; os crodores ha
seus scravos, que irio eugrossar a furtona d<>
potentados, sem que esta- torcas sejamdo pro-.
reto ao paiz ; porque vemos que o qne Iraballi.
com grande numero de eseravos em prop<
nada faz junio do que trabalha com poneos. A
fazendas seraq anandonadas pelo- seus poatan-
dores que. nao tendo torra- para as iroanba
nem encontrando quera as compre 11 la faMa d
bracos seno retirando pata os serios, ond
rro sem luxo e sem despezaa algumas, .
estamos vendo j i.
II.
0 meu governo, usandt
raeios e recni lhe facui-
'. istes lem-se desvi la lo em pru-
mov r a emigraelo d< colonos
- e industrise-, que suppram
Ha de bracos qc lano tente
i Falla de Sua .Vage!
: l l*5
MUTILADO
\


(*)
DIARIO DE PERNAMBUCO. QUaRTA PEIU 1 DK DEZEMBRO gg 1859
A ooisa lavoura duninue lodos os anuos ; os
gneros de priracira necessidade esto por pre-
i;os fabulosos ; todos saliera donde provm esse
uul ; da cxtiuc'jao do trafico. Os esclavos eu-
travam todos os Minos eni nossos porlos como as
merendonas de que necessilavami s : vendiam-
se nos mercados, condu/.am-se para os ceiros'
lie nossas provincias, o cada um comurava o
numero dclles que precisava para o cultivo do
seus terrenos; assitn, nossa riqueza e agricultu-
ra progrediam.
De repente elle cessou ; prometiera m-nos bra-
cos livres, que nunca appareceram; nossos es-
ravos foram morread1' pclis epidemias e vio
ienoias dos trabalhos, sem que fossem substitui-
dos poroulros.
Tudo quanto existe feilo foi 0 braco do Afri-
derrabadas por elK, nossos eslab< lecimenlos aiu-
da hoje sao por elle amanhados ; ao escravo Jo-
venios tudo quinto somos.
Amigos do trabalho litro, sauJamos sempre
o da em que Brasil reprim', o trauco e mos-
="rou ao mundo que estiMarvamos a liberdade
como a mais preciosa dadiva do Dos, e que
nao paduavamos com os Irrlicanles que se al-
mejam em troca de. seus semelhanles o ouro.
desde esse dia temos esperado que os govor-
nos esludatsem o nos dessem em lugar de cap-
tivos, brames livres; mas lia corrido .-unos, e
-i colonisscao nao teni -ciado fructos uenhims
mais que de milhares do eslraugeiros que dc-
mandam continuamente nossos portas, empre-
gando-so no commerrio; novas beas para
sostentarmos," diminuhjo de forras todcs os
dias na roca, queuos tc-em feilo chegar so-estado
en que existimos, sem que se leatbrassem da
lrmade colonisar nesso solo.
Deortam-se nas cmaras soturnas enormes
para a viuda dest^s, mas nao se esluda a mn-
neint Je os attrotr ao paiz. aftaslaudeos do
i-ommercio o das oulras occupaoes da socie-
dade. muito Occiso I Com quem se tetn
enriquecido os Estados-Unidos com
de emigrados que buseam seu liUioral todos os
annos. E lerao terrenos mais feriis que os noss-s ? uso, o Bra-
sil lera-Ibes ee*i tudo a palma.
Mas qual a raza* ?! l. os homens que gover-
naiu trabalhaui, tirara de tudo partido, e cstudam
asneeessidades des povos; ntrenos dorme-se,
espera-se que tudo se opere por meio do lem-
As maltas vao desapparooeudu por molo do
machado e do fogo, Irazendo-nos a eslerilidade,
porque o derrubamento completo de nossas mon-
tannas acarretam-nos males que j oslamos sen-
lindo; ns grandes chuvas, nao ciiconlraudo bar-
reiras, precipilam-se dos allos como cachoeiras,
tornan Jo as trras escalvadas e levando para os
rios mananciaes de riquezas nellas depositadas
por tantos scalos.
Na Allemanha e cm outros paizes adianlados
nao so derraba sem '.cenca das autoridades; en-
tre nos as cmaras nao deveriam pcrniittir que
os altos dos morros e das sorras o fossem, vindo
a ser do grando proveito nossa lavoura ; nas
occasies das grandes seccas refrescaran! nessas
planlacoes, dariam-lhos continuamente seiva, pu-
rilicariam nosso ar c poupariam os terrenos de
scrcm destruidos pelas aguas a ponto do abrirem
rogos per toda a parte at desmoronarem-os.
N;.o lia trra cansada, se lhe procuram a for-
ma dola preduzr: as substancias do queso
compon, para as plantas vcgclarem, sae para ella
o mesura que para nos o alimento. Cstuda-las
e dar nos terrenos o que necessitam para que as
plantas deem fruclos deve ser o principal cuida-
do do lavrador.
A Europa nao subsiste lia
populacao de 260,(MO,0!M de
pouco maior que o uosso paiz
torras virgens ha centenares
exporta productos agrcolas de
dado? A continua aapUcacao
lo de terrenos esteris os mais feriis. A Ingla-
terra com seu s-'ilo ingrato boje o paiz i tais
l'or uclideracao Uu Ulusirissama tama- muin como as peoras. (Juno ludio ulleiceeii-se
ra municipal, tomada cm sesso de o do cor- para meconduzir, em qualro dias de jornada, s
rente, foiresolvido que o paleo do Collcgio seja minas do urna cidade ondeas casas de pedra
denominado Praca de Pedro II, i ra do ollc- ganchos do ouro, e onde se oncontram us
gio at a esquina ero convento "de S. Francisco, mulos vasos de ouro maiores do que u cabec)
lora
tu-
la de
um horaein. Anda quo rae parecesse exagerada
esta discripcao do Indio, chega comtudo 13o gran-
de quanliiade do ouro do iulcrior nao queso iodo
7} na do Imperador, o campo do palacio, Campo
dan Princezas, c o aterro da Boa-Vista, Ra da
[mperatriz.
A idea da r.essa municipalidade nessa rcodili- duvidar da sua abundancia,
cacao, tondo por lim perpetuar a lembranca da | Tem tambem apparecido alguns vasos ojigu-
visila de SS. MM. II. s nossas plagas, deve ser' ras do barro, que sao nolaveis pela perfeicio de
bein aceita por toda a nossa populaco. que se i taes obras. Olralialho das tuinas agora cs.t ab-
nao furia de testernunhar o mor, respeito e ve-
neraco (ru dedica Aquellas augustas pessoas.
"Bfn observancia de ordem de thesonreiro,
estaosendo substituidas as notas de OOgOOO da
prinu ira, segunda e terceira estampa.
solutamento parado, porque as chuvas lo ron-
caos nao permillcm a sua conlinuaco.
Os seguinlesalgarismos mostram a impor-
tancia das iclacoes commcrciaes de Inglaterra
com a China, o explicara a profunda sonsaca pro-
seculos cora urna
habitantes, sendo
no leudo mflis
de annos? e rri.o
prmicira necessi-
e esludo ten -i-
O'lTiesoureiro da fa/.CTia geral acha-se autori- duzida pelaprneira noticia do desasir do Pci-
sado.a troca-las por airas de diversos valores. ho, que exige urna nova guerra contra o Celeste
No dia Io do crcenle, pela larde, dignou- i Imperio. j
se S. M. o Imperador de visitar a fundico do I Em 18 2 as exportarles da Graa-Bretanha para
8r. I). W. Bowman, qual examinou miuoio- j a China imporlavam cm 2:23t,525 francos ; era
amento, demonstrando satisfcelo pelo estado em 1858 ellas chegarara ao \alor de 71:911.175J t'ran-
pruduclivo o do mais nlerossos para o agricul-
tor; nao se poupaiu despezas a principio, npro-
veita!ii-se as forcas e as machinas dani-lhc o de-
senvolviracntp. Nos infelizmente nao entende-
mos assim, queroiijs nintoTialisar o que ;equer
assiduidade o arle. Uoeostai.i-se nossos minis-
tros era fofas alwofadas do suas otton;iiias ou
descus trens, c julgam terem feilo muiio, tra-
zendo no paiz ineia duzia
milhes ajudado a peiorsr uossa
nossas t;i leguas de oxtenso, como se ellas
fossem riquezas sem sern, cultivadas. A polti-
ca oceupa-os, pouco o lempo para servireni
ao compadre que parlilba suas idease Ihe deu
alguns volinhos para deputado ; o rece be m de-
pcis que s ihiram do miniflerio una coinnienda
per estes relvenles Borricos prestados patria.
O arado para a Ierra o que a locomotiva
que a achou.
L-se na Nccao de Lisboa :
CnuosiDADEs Br. Ermmus Wlson, com-
raentador da Edition of Hulaud, e (luid asuran-
ce and hand bock, u l ti u. ame ule publicada era
Londres, dao-nes urna lista da idade de Taos
homens celebres. Como os leitores verte da que
apre.sentamos, os que viverara menos sao os
principes da poesa como Tasso, VrgiHe, Sha-
kespeare, etc., c o que leve urna vida mais ton-
ga foiHypecrates.
A lisia a que nos reerimos a seguinlo :
Tasso inerreu MM 51 anuos ; Virgilio aos52 ;
Shakespeare aos 52 ; Moliere aosli ; Dante aos
5ti : Pope aos 56 ; Ovidio aos 57 ; Horacio aos
57 ; Hacine aos 69;Oeiuosthenes aos; Lavater
eos. Igualmente durante o mesmo Deriodoj leiu
augmentado as iwportarao de 98:905,000 ;fran-
cos a 17:075,UO. Em 18S7 tinhain chegndo a
286:200,000 francos, maso pnico dos u limos
mozos do mesmo auno preduziram urna dimi-
nuieo no anuo irainediato. Masjsecalcu a dos
dados conheoidos que a soninia das impor aces
da China ora 185S nao sio inferiores s de 1859.
O cha figura nas iinpor'.accs de 1858 nc \alor
de 125:1100,000 francos, c a seda no valer do
45:900,009. Em \^ a Inglaterra linha importa-
do antes da crise 7:187,000 libras de seda lia im-
portancia de 172:750,000 francos.
Mas alera do commercio directo com e China,
a Inglaterra lera rala^oes considerareis coi o este
imperio por intermedio das Indias. As iin lora-
nos 60; Galvoni aos 61 ; Boccacio es 62 ; r-'ono- | roes das Indias ingieras na China, que n
po Nao ha discurso nenhuin de nossos esla- ara os Irilhos de ferro, que poupam lempo e
distas que MO veuhn reclieado de palavres,
piiiicipalinente nos seus decantados prograin-
rnas, que, por serom melodioscs, pem era le-
thargia nossos representantes, que guando dis-
pertara est a legislatura linda, e nos RcamOS n"
mesmo estado; ou entao rouita giiUirij, de que
nao tiramos vautagera alguma.
A colonisaco que nos lera viudo pecca por
inuilos principios: sua conducao pessima
nao ofTerece commodos alguna aoa emigrantes,
sujeilando-se a ella s as classes mais osgra-
cadase viciosfa sendo alui dislo exorbitante
o prego de suas passagens, motive poc que c
fazendeiro nao lira inleiesses do colono, o elle
seiupro infeliz por se Ihe nao pod- r dar o la-
lo quedeveria ter, e o lempo que d de sel i-
COfl mal chega para alimalar-so : nao se pro-
curara portes linipus para seu desembarque,
achando-se sW< exposta s febres amarolias e
outras epidemias de que. victima, c que a ali'u-
gintam de nossas praias. O governo deveria ter
pequeos barcos quo a coniluzisseui do cerlos
pontos at os tugares quasi de suas residencias,
escapando assim do perigo de ser accomraetlida
capital, nao tondo al agora sido ensaiado entre
I nos como devera ser. O governo diepe de ter-
Irenos proprios para elle, como Santa Cruz, onde
i ha leguas de vargons una dous rail e tantos es-
cravos, sera que ah lenham adoptado o mais
pequeo melberamenlo, ao ponto que nessa fa-
Izonda se comprara lodos os gneros do primeira
-idade. E qual seu rendimonlG cora tantas
torras e bracos? O auno que tora dado, maior
renda julgo nao ter excedido de 0:00,)$, entran-
| do foros, alugueis de msica e jornaes de escra-
v >s cora otHcios ; quando era outros annos nao
ton, cliegndo a 20.00USOOO.
Vejara como caminham as cousas entre ns!
E nao poderia ah existir urna escola pratica da
n tssa agricultura, ende ostivossem em uso as
melhures machiuas apphcadas jo aervico da la-
voura '? em que o fazendeiro com seus" llhos e
osera vos fossem estuda-las '? Isso nao d pao
niinha familia Nada lia como as eleiroes ;
l sahe raeu llho ou alilhado depulado, que me
sustentar no ministerio cora o seu voliriho e ap-
provar algura projeelo em que eu com os meus
amigos tiremos bous inleressus ; itto sira, o mais
Ion aos P3 ; Aristteles aos 63 ; Cuuor aos 6 i
Milln nos 66 ; KiKisseau aos 66 ; iLrasino 69 ;
de homens que tocm Cervantes aos 09 ; Be.auraarehais aos 69 ; flry-
sorle. Nartoram as| cien aos 70 ; Le Sage aos 70 ; Petrarca aos 70 ;
Linnen aos 71 ; Locke aos 73 ; Lafonlaiue aos
74: Handel aos 75; Beaumur aos 75 ; Lu-
Ibero aos 7> ; Gallileu aos 78 ; Swit aos
78 ; Eacon ao* 78 ; Marmoiilel aos 79 ; Tu-
cididos aos HO; Juvcnal aos 0 ; Young aos
80; Kant aos 80 ; Hlato aos 81; UuHort aos 81 ;
Goethe aos 82 ; Claudio de LOTOM aos 82; West
aos 82 ; Franklin aos 84; Metastazio aos 8;
Herschell aos 81 ; Anacreontc aos 85 : Newton
aos 85 ; Voltire aos 86 ; Halley ao3 85
ces aos 80.: Leuwenhoeck aos 91 : Han-
a o va-
que 72:094,850 francas, su-
iraporlancia de 231:170,000
liamem I82 mais
Inratn em 1858
francos.
Ueste modo, emquanto o comniercio directo
da Gra Brclonlia cora a China est contra a pri-
meira emmaisde 10J milhes de francos I saldo
das trocas entre as Indias e a China, d xa as
possessocs inglozas era excedenle de 2:2 mi-
llidos. As Indias tera enviado para a Ch na era
1858,226 milhes de francos em opio, 9 milhes
em fclgodo, e 18milhes ora diversos [inducios
naturaes ou fabricados.
Passageiros do vapor Igurast vindo de Ha-
; Sofo-. ceio e porlos intermedios: Antonio BentoTixeira.
Soane Je:o Vasco Cabral, Sirao A. da Costa, Frincisco
de doencas, e prestando um grauoN beneficio a \ trabalhar para o povo que nao d bom pago.
ella pela facilidade da viagem, como ao la-
vrador pela pequea despez, que faria: nenhu-
ma lei exisle que Ihe prohiba o negocio a
retalho, e Ihe faca viver satisfeita no trabalho
rural, deseuganando-a de oulra oceupacao,
que faria cora quo o fazendeiro nao estivesse
exposlo a esla Ihe fugir; deveujo ter um pre-
mio de tenas para se estabelecer no fim de an-
uos que se poriasse hora era casa da seu con-
traante, passando de colono a proprietario,
embora os Icrrenos Ihe fossem vendidos ; n
protecro poderia ser s no grande espaco
do pagamento de seu imposto : oeveriaoi exis-
tir para ella sociedades que segurassera sua
subsistencia, em caso de figura desastre, como
para sua mullver o filhos por seu falleiiinenlo
em toda a parte onde ella exislisse ce noineariam
autoridades especiaos, que recahiriam nas pes-
soas mais conspicuas o independentes dos lu-
gares em que ella habilassc, que se-reirian come
os subdelegados, sem receberem ordenados para
a vigiarem, nao a dcixando desviar do seus de-
veres e tarabemno cousentindo sor opprimida
_Ja l.-ivradures. Com taes condicees a lavou-
ra dispona
oe uracos lH'l'eS pot pcmiluo**
rios, dando ella bons resultados, pela esperanca 6J0Tr"rpesso3
de ura futuro om mira do qual anda sempre o
hornera
, O paiz dispe de tantos bracos imitis quo Ihe
poderia ra ser de proveito se os nossos estadistas
se lembrassem de os chamar ao trabalho por
meio de premios no fim de annos de em prego
iias nossas fazomias o pela lei do reorutameolo
com a qual so obngaria a sujeila-los. E deixa-
"Tam estes nossos rmaos de queixarem-se com
razio do pouco que olhamos para ellcs, prole-
endo em tudo rauito mais aos estrangeiros ?
Os indgenas na seria urna boa acquisie.o
para as nossas fazendas centraos, se tivesseros
cjthechese? Mas nunca nos importamos com
elles, deixando estes infelices divagarem pelas
selvas sera os altrahirinos sociedade, onde re-
-eberiam a relgiao e civilisscao, serrindo-nos
de proveito.
Por quem deve ser feilo ludo ato ? pelos par-
ticulares, de cerlo quo nao I Logo, ha muilo
(..uipo que nossos governos deveriam ter medi-
tado nestas reflexoesquc azemos.
Se houvesse colonisaco era ordem, que de
vanlagens nao tirara nossa provincia o as que
stivessera era circuraslanciasiguaes a ella?que
poderian pouco a pouct iiera-se livrando da es-
cravidao que se internara nos serios, rotean-
do-os c abrindo novas fazendast que seriara ou-
lras lanas tontos de prosperidad!! que enrique-
-ceriam o imperio e os cofres pblicos ; podendo
seren depois colonisados : porque a colonisaco
que nos vier, acreditem, s passados annos,"se
acoslumar a senielhanles trabalhos.
. Os terrenos cohollos do arvores fructferas su-
birao de proco por qualquer que dis[ir do bracos
gamos comprar, e niuilos que nao fossem lavrado-
resse dedicariam a esla vida por tercm s de en-
trar oom o capital da compra das Ierras, o aug-
mentando sempre pela facilidade de liaverem as
torcas que necossilassem.
Esta a questo mais palpitante da poca, e
os governos devem atiende-la, afim de que se
nao.percaui tantos estabelecimentos que vo sen-
do abandonados por falta de bracos, e antes que
o povo grite nas pragasfoiue', e se forinein
quadrlhas de salteadores nas nossas sorras e es-
tradas, que entao ser tarde para salrarmos a
sociedade brasileira da miseria que principia j
sentir. Ougam-nos nao julguem chimericos
estes nossos sustos, que cedo se realisaro se se
eixarem licor imn.oveis como al agora.
III
Medidas proprias para vulgniisar
os conheciraenlos uteis lavoura
uceupam o meu governo e merece-
ro sera duvida a vossa altenco.
( Falla de Sua lageslide "o Im-
perador, em 10 de mato de 1859 ).
Oensino pralico da agricultura reclamado
jiiaulo antes; devenios aprender a sabermos ti-
*-ar proveito de ludo, a cultivarraos nuila Ierra
com poucos bragos, a lornarraos os terrenos can-
fiados productivos, a usaruios dosinstrumenlos
aratorios, que triplicarlo os rendiinnnlos das sea-
ras, pouparao as torcas o dorio maiore3 lucros.
Temos tido at agora unas commissesinhas
iieraeadas pelo governo para investigarcra e pro-
< urarem os meiosde aperleicoarera nossa lavou-
ra, que nada lera feilo mais quo traduzireiu
n.ea duzia de livros muilo bons para a Europa,
mas que para nos nao servein : isto costurae
anligo, queremos que ludo quanlo da estranja
jids sirva, sem nos dedicannos a estudar as nos-
.sas cousas; por isto nos nos adiamos no bello
.-slado era que estamos! J vistes a f-mdacao de
urna escola de agricultura? j Ihe dorara foro
de sciencia entre nos? de que servem taes au-
las?! nos nao precisamos nem julgamos scien-
i:ia o que ha soculos os negros da frica nos cn-
slnaraiu. Eis aqui o que dizem os nossos ho-
mens !
Ouereissaber era que so cifra a nosa lavoura?
era derrubar muilo matto, queima-lo, abrir cova
com enxada, enche-la do grao e depois tapa-la
com os ps. Pois isto sciencia I Como va-
mos indo, vamos muto Lera nada de innova-
cues Quanto os terrenos estao cansados aqui
Jerrubamos mais adiante, e com a mesraa popu-
lagao que hoje temos sem diflieuldade poremos
o^imperio todo sem maltas e as tenas esteris
nsnem nossos filhos nao o sentiremos ; quem
* icr alraz que i'ecTie a porta. Os nossos governos
tao icera disculpa alguma a tal respeilo, e. se
fosee possive! dar-lh.es meia duzia de palmatoa-
!?mCOn0 a nieninos 4l escol' nereciam-as
As mesmas presidencias, se tivessem querido
prestar beneficios s suas provincias, teram au-
lorisado as cmaras mumeipaes a terem terre-
nos seus, onde se ensaiassem as machinas de
maior necessidade cerno o arado, a grade e ou-
tras rauilns. que os povos se iriam acoslumando
e aprciiduJo a usar dolas. Entre nos s se
procura descortinar o que mais tem vivido no
ocio, para Ihe darniot coudecoraccs. Eis em que
se gasta o te.inpo !
A formiga que destre continuamente as plan-
ta _-i-s, arruinando uossas propriedades, nao tem
al hoje ura inelhodo cora que a acabemos, c o
melhor que se conhece o folies ; o so nao nos
presta os servicos que poderia fazer, a culpa
provra de nossos representantes. Urna peque-
a contribuicaosobre o que importamos e expor-
tamos limp.iria nossas faxendae desta praga ani-
quiladora, que era pouco lempo seria resarcida
pelo augmento do nossa produego.
Este direito bastara ser de 2 0(0 nos primeiros
dous anuos, passando a ura depois dessa poca.
Teamos no principia tres mil e tantos coritos
animalmente, os quaes, divididos pe
l?4^'a
a oro__
pregadas na raatanca dolas .
dando a cada municipio 200 trabalh'adores uns
pelos outros, que se formariam emeompanhia de
25 homens cada urna, trabalhando com 12
olios.
Por este mesmo calculo o numero do folies
seria de 2,880, que extinguiido a una casa por
dia, entre grande e pequea raatariam 30,00(1
formigueiros em caita municipio, e 900,000 em
tod;; a provincia. O lavrador nada pagara a es-
tes empregadosdas cmaras mais que o sustento,
e lanto o rico como o pobre disporiam maisdesle
melhorameulo, conlribuLudo todos proporcional-
menic sem o sentirem ; desta forma a formiga
acabava-so.
Asreflexes que temos feilo sao lao necessa-
ras ao paiz como a comida o para o nosso ali-
mento ; e ellas, se fossem alteodidas, seriam a
vida da agricultura que est bein doente, e estes
remedios de que nos lembramos a reanimariam
dando-lhe forcas de lodo o vigor. Nao a abando-
nis, fazei-lhe o mesmo que o medie faz ao en-
fermo, nao se afaslando da cabeceira sem que
elle mude de estado.
Se as razos que aponamos nao vos conven-
cen!, Dos laca descer sobre vos urna luz divina,
para por meio della conhecerdes a verdade e sal-
var-nos do profundo abysmo em que estamos
prestes a cabir. Se nossas simples ideas nao
forera acolhidas, nossos labios conlinuaro a re-
petir o rifo antigo ; o peior ceg e que nao
quer ver, opeior mudo o que nao quer oucir.
(Correio Jlrcaatil, do Rio).
aos 93 ; Whision aos 95; Miguu! Angelo aos 90; Leite das Virgens, Tnstao Ricardo de Nprrnan-
Ticiano aos 96 ; Herodias aos 100; Pontencile Oia, Joaqun! Ignacio da Silva Guiarte, Francisco
aos 100 ; Georgias aos 107 ; |Boehhave aos 70; de Paula Cavnlcanti, Manoel do Almcida noguei-
Haller aos 78; Tissol aos70; Gall aos 71 ; Dar-Ira, Jos Francisco Rmnfim Salgado, Dobiingos
win aos 72 ; Van Suirton aos 72 ; Fallupius aos Gomes de Pinho, .lao Baplista Brrelo di Silva.
72; Fenner aos 75 ; Hister aof 75 ; Cullen aos| Francisco de Borja Santiago. Manoel Fijancis"!
78 ; Galeno aos 79 ; Spallanztni
75 ; Cullen aos ; Francisco de Borja Santiago
i aos 79 ; llar- Nones, Jos Joaquim Tavan
res, Francisco Pire-
rey aos 81 ; Meade aos 81 : luomel aos 82; As- Carneiro, Joo Hsrques Sald.mka, l)r. Filancisc
truc aos 83; llolman aos 83 ; Pinol aosM : W-; Augusto da Costa, sua mulher e 2 escra'os, D.
demburg aus85 ; Morgani aos 69 ; Uebordiin aos Mara Magdalena. Manoel Barros Braga, Migue
92 ; Reysch aos 93 ; Hypocrates aos 109. ; Lopes de Moraes, Joo Epifanio de Almeiila, Joc
O Milacrk i>e S. Genako.O milagre do Folix de Almeida.
S. Genaro, diz um jornal estrangeiro, multipli-
cou-se este anno em aples tora urna rapidez
nunca vista.
A liqmlicacao do sangue do marlyr se verifl-
cou a lSde setembro em dous minutos
Salvas de arlilhariade todos os fortes da cida-
de annunciaram este dtoso acontccimenlo, por-
que, segundo urna crenga papular tradicional,
quando o milagro se realisa to rpidamente
um signad de prosperidades para o reino.
O milagre de S. Genaro verifica-so- rcjfrTar-
menle, tras vozna por seninna i^Vavf dias no
mez de maio, 8 dias no raez de setembro e ura
dia em dezembro.
V'crilica-se igualmente o miagro na amiga ci-
l'assagciros do hrigne portuguez Lo
vindo de Lisboa
Mendos, Sebastiao
Antonio dos Santos, Jos
Gomes, Jos Gomes
Paul C. Morln, Jos Prudencio dos Santos Costa,
Joaquina G. Torres da Costa e 1 (ilha, liarneiro
Alvos, I). Agosten Velho, Bernardo Vellio, Ben-
Juan
ia III.
Fnde,
clow,
to Carpinleiro, Celedongo Peres,
Jos Garca. __'
AgesUnJmJgari, dn ascimento, parda,
l'i iunos, parlo.
Manoel Malaquias Itihoiro, branco,
anuos, fehre maligna.
Paulina Maia da Conceicao, parda, soltara,
anuos, tubrculo pulmonar.
casada
casado, 25
dade de Puzzoles. onde foi decapitado o santo. Manoel Anselmo de JesusVpa'rdo casado
Conscrva-se anda na igreja de Puzzoles a pe- nos, betigas.
dra sobre a qual foi morto, c o sou sangue appa-
rece nolla ao mesmo lempo que se verifica em
aples o milagre da liquiflcacao.
Lc-se no ComMereio do Porto
Mana do Carmo Res, branev rluva 90
congesio.
Francisco, branco, 3 dias, espasmo
CoRcccxo sor.vuL.-A nova cpula do cap- ""^a "XPS,' P"^' S"ra-Se a idajf c
(olio Se N\>n.ngton de ferro e posar depois jos Kicardo de Miranda, branco. solteiro 22an-
PERNAMBUCO.
108
106
101
81
80
HEVISTil DIARIA
lis o resultado da elcicao para depulados pro-
vinciaes, do decimo-segiindo dislricto :
Deputados.
Padre Marcal Lopes de Siqueira .
Dr. Manoel de Fijiueira Faria. .
Conego Joaquim Pinto de Campos. .
Supplentes.
Major Antonio Jos de Oliveira. .
r. Jos Piauhylino Mondes M. .
lo collegio de lacrala que taz parle do
decimo-lerceiro dislricto, e no qual comparece-
rain 26 elcilores, obtiveram votos os sesrntes
senhores :
Dr. Francisco Carlos Brandao.....
Vigario Francisco Pedro da Silva .
Dr. Joaquim de Souza Res.....
Capito Tiburcio Hilario da Silva Tarares
Acadmico Livino Lopes de Barros,
l'rofessor Joaquim Antonio de Castro '.
Dr. Antonio Borges da Fonseca ....
r. Jos Maria Freir Gameiro Jnior. .
O quarlel do dcimo balalho foi devida-
raente llumiuado uos dias 22, 23 e 2f do passa-
do o 1 e 2 do crlente.
A fenle desse quarlel eslava guarnecida de
tres arcos Iluminados, e o interior era adornado
cora o tropho d'armas e cora o retrato de S. M.
o Imperador.
No prnieiro palco havia ura repucho, de que
rebentavj a cryslallina agua do nosso l'rala, co-
mo se fon fios de diamantes fluido.
O lugar do tropho d'armas represcnlava urna
salacheia de luzos assenladas emarandellas com
mangas de vidro, sendo o throno guarnecido
tambera de luzes e vazos de flores : esla sala
aehava-se tapetada com gosto.
Nos ngulos exisliam qualro caboclos, tendo
cada ura dclles ura estandarte nacional, onde
ham-se os disticos seguales :Pelo Brasil dar
a vida.Manler a consliluigo.Sustentar a in-
dependencia.E' nossa obrigago.
O arsenal do guerra foi Iluminado a gaz, for-
mando um grande arco na porta priucipal do
edificio.
Sobre esse arso bicos de gaz formavam a cora
imperial.
A nicsma siraplicidade desta illuminaco tor-
nava-a nteressantc o agradavel vista.
O edificio da alfandega esteve igualmente Ilu-
minado a gaz, apresentando una perspectiva en-
cantadora.
Era bello vo-lo aolonge assim llumiuado, re-
neclmdo as suas luzes no mar, que submisso Ihe
oanhava as plantas.
Sngunda-feira nole percorreu as ras
desta cidade um balalho popular', cora msica
maicial-e dando vivas a SS. MM. II.
A melhor ordem sempre reinou uessas demoiis-
lrae5es cnthusiaslicas.
de coi>clup'a. 15 milhes de libras. O ferro
empregado a na obra, pesa 3 milhes de libras.
As paredes 'ssa imniensa censlrucgo sao le
urna es-pess a tal, que cada pollegada quadra-
da.lcoutem 5o'libras de ferro.
Faiiricacxo detestes.-O Jornal das iliaaa,
Manufacturase Attes, publica u'um dos seus l-
timos nmeros, os^eguinles permenores relati-
vos a fabricago dos pentes na Inglaterra :
Urna das'maiores fabricas de puntes do. mun-
do a de Aberdeen.va Escossi. Essa inimensa
ruga que servem para a /abricaco )s pentes, o
cento e vinle prensas de ferro' qu traalham
ronslaulemeule. Os pentes\ordinari tados a vapor, dous a dous ^^ *is finos sao
preparadas por meio de sorras ciliares, das
quaes algumasso to linas que fazjii quarenta
denles nuin espago pouco superior a ritis cen-
linietros e meio ; essas serras 'completara' -iiico
rail revoluges por minuto. J
Fabricam-se em Aberdeon duas mil qun
des de peules : todas ollas reunidas do aiuu
mente lenuo medio) nove milhes de pentes.
fossem collocados lodos uns diante dos ouli
lor-se-hia urna extenso superior a 113 rayria:
tros. Consoraom-se annualracnle para essa i
bricagao 730,000 chifres de bois ; o consumo da.
unlias de carvallo de 4 milhes : as outras subs-
tancias em pregadas para o mesmo lim teem un
valor correspondente esscucialmentc satisfacto-
rio. A unir de cavallo, antes de ser transfor-
mada em peale, sotre onze preparages dileren-
tes.
Um homem femea___< Descobro-se ullimamen-
le, por occasio da morle de um lijoleiro de
Manchesler, que esto individuo era urna mulher
que ha quarenta annos passara por homem e li-
nha casado com duas mulheres. O coroner de
Pendlebury, tendo conhecinienlo quo se linha li-
rado o cadver de ura afogado do rio Irwel, diri-
gio-sealli para proceder a invesligages. O ca-
dver flgurava ser de ura homem de 50 a 60 an-
nos, e soube-se logo que era um chamado Yates,
empregado nas fabricas de Mode Wheel.
Maria Gorton, que lera urna taberna perto de
Swanhin, disse que na vespera Yites fra a ca-
sa della beber 4 copos de cerveja, que pagara, e
depois fumara, um cachimbo de tabaco.
Um memoro do jury de inquerito disse que
Ihe pareca reconhecor no afogado um individuo
geralraento conhecido pelo nonie de Henrique
Stokes, mas que tomara este nomo e os vestidos
masculinos que trajava para disfargar o seu sexo
porque era una mulher, cujo vordadeiro nome
era Henriqueta Stokes. Esta mulher usava o
nome e vestidos de homem ha muitos annos. Ti-
nln aprendido o officio de lijoleiro, e nos ltimos
annos linha trabalhado nas grandes edifican*
das cercanas de Manchester. _>
(S) coroner mandou examinar o^-cadaver pe
duas mulhores, e reconheceu^: A^ era perfei-
tamentt- exacto o t^ue se-' Henriqueta Stolts, cora o nome de Henrique,
linha ha 25 annos casado com umi mulher que a
abandonou quando reconheceu que nao linha ca-
sado cora um homem.Passados annos, casou
com una mulher de Manchesler, e viveram jun-
ios, cstabeleccndo uraa taberna era Quny Street
era Manchester.
O Ouro dos Tcmclos Isios.O correspon-
dente do A'eio-I'oi*-//eraWescreve do Panam o
segrate :
Acaba de chegar aqui um viajante, que de
viva voz nos tem fallado da riqueza dos tmulos
indios cm Chirigni, o que alias j sabamos por j
diversas cartas, que linhamos recebido. Este via-
jante nosmoslrou urnas poucas de estaluasinhas
de ouro tiradas daquclles tmulos, quo pesavam
nada menos quo 25 libras. Esta noticia tem ex-
citado sobre raaneira a avidez da nossa popula-
gao, que fcilmente so enthusiasraa com aespe-
ranga do obler mais ouro. -------\_
Forara os raesmos Indios que fizerara descu-
brir esta fonte de riqueza, mais fcil a explorar
que as das minas.
Cada tmulo encerra mais ou menos quanti-
dade de ouro, e como o paiz est coberto de t-
mulos, uraa colheita segura cora queso conta.
As estaluasinhas de ouro estao mais profun-
damente enterradas do que os vasos de barro ;
raes como estes ltimos esto apenas alguns ps
abaixo da superficie do slo, as e3cavaces nun-
ca sao muto fundas.
Coraprei alguns vasos de barro muto curio-
sos, e igualmente alguns bustos de ouro muito
interessantes. Creio comtudo que os Aborignes
ostimavam rauito maiso cobre do que oouro, e
isto ve-se pelo trabalho delicado e particular,
com quo estao felos os objectos de cobre adia-
dos nas sepulturas. Alguraas figuras apresentara
perfeitamente o carcter chinez. Um Indio que
me vondeu seis libras de estaluasinhas de ouro
disse que ha no interior do paiz urna sierra de
los muertos, onde abunda tanto ouro como
peoras.
E o lugar das sepulturas dos res indios. Por
um pote de cstanho, proraotteu-mc um Indio
jostrar-m.9 um lugar onde o ouro to com-
37 an-
annos,
mo-
nos, boxigas.
Eliodoia, parda, 1 mez, espasmo.
I/.dro de Paula Negro Monte, pardo, casado 35
annos, dearrhea.
Eduvguns, branca, 5 annos, brlala
I Luiza, prela, eserava, soltcira, 29 anuos,
grea.
MATAiiorno n di.ico :
Malaram-se no dia 6 do corrcnle para
rao desta cidade 93 rezos.
Hospital de caridade. Existera
raens o mulheres nacionaes, 2 homens
genos, 2 homens eseravos, total 118.
Na letalidado dos doentes existeni 37
maligna,
au-
consu-
6 ho-
cslr.in-
dwsernfo 29 mulheres o 8 homens, Porajm vi adns as enfermaras pelo cirurgiao Pililo as G
las
horas o meia da raanfaa, pelo Df."Dor
horas e 20 minutos.
i'alleceram 1 soldado de polica do bckigas, 1
a.icnado de diarrhea e 1 mulher de schii
nliena-
ro.
Conimunieados.
ERliATA.
No roniuiunicado publicado no Diario de 5 de
dezembro, no ultimo periodo, leia-se do modo
seguinle :
Devenios, pois, como hbil medico cslirpar-
Ihe al a menor raz para pdennos saborear o
delicioso fructo da liberdade. csse bem precioso
quo alm dos mais que nos concedeu a providen-
te natureza, nao so goza no tumulto c na intriga,
a paz e s a paz quera o faz doce c mais esli-
inavel de que nenlium oulro bem, de que os
moraos podem gozar ni'Ste baixo mundo.______
Publicacoes a pedido.
-maculada CfMaeei$o de .laria.
Do dons, eJe gregas
Vos sois decntala,
Vossa Conceicao
Por Dos exaltada.
ToJa sois forraosa,
Rosa scinlilante,
Mais bella que Aurora,
Mass que o sol brilhante.
Para Mae de Dos
Fos'.es escdliirla,
J na mente Kterna
Eras concebida.
Des-ok-aanjQ^Ie sus
' A' veio habitar.
Da culpa priraeix^3 *
A quiz p'sf^rs'ar'
ier chcia Je graca
Ella mereceu,
Que o Author da graca,
De Graga a eucheu.
De Sol a vestio,
De La a calgou,
De estrellas brilhanies
Dos a coroou.
immovel reproseuUda sobro ateta: o retrato a
iraduego do rosto.
O relra'.o a iniagcm das fe i '.oes, a sombra
colorida do semblante, o cspelbe que mostea
una imagem lixa.
Sene de lenitivo e consolo o possuiro retrato
da pessoa que nos deu o seu coraco, ou que tem
a nossa alma ; parece enio que uosse retrato,
nessas feicdcs que nao envelhecem, nesaesolho*
que nao se fechara, nesse semblante que nao
morro, nos vemos c^da dia. o ente quo nao po-
damos ver mais. Euto as imagens dos aossos
amigos nao desapparecem da memoria, como os
seus corpos se consomem no tmulo.
O rclratu una lembranca viva do ente qu.
niorrcu, a necrologa do morto escripia pelo
pintor.
Beulard, o melhor florista do serillo VIH,
apresenton rsinha de Franca em 1771 um rosa
artificial, a qual encerrara, era um boiao, o re-
trato da sua soberana.
Zeuxis, celebre pintor grego, rctratou uraa ve-
Iba extremamente Me, e de lal modo achou o
retrato parecido com o original, que morreu de
riso a ciliar para elle.
Nunca foi possivel tirar-se um bom re rain do
Napoleo I, porque o olhar pendrante dcss< -
berano distrada os pintores.
Havia tambem un inandarira na China, que li-
nha lal carranca quo causara riso a todo o pintor
[N(uc (iesojava relrata-lo. Quo cara de mono li-
nha o lal lilho do co !
Camoea, dando urna navaihada no ro1o de urna
sua imageni a que fallara certa cicatiix, expn-
raio-se assim :
Itelralo, ft nao sois meu.
llelralaram-vos mui nial.
Que ao serles ao natural.
I'oieis molino como eu.
Indo una i< nhora ret itar-se cr niegou a fa-
| zcr a boca pequea, pequeniaa, al que o pintor
aborrecido exclaraou :Olhe, minha scnliora,
nao se incommode ; se quer, fago-a sem boca.
Couta-se que indo a morle buscar o pintor Ba-
liael, quando entrara na oficina do aitisia, em
igar de una victima, encontrara duas, o pintor
i seu retrato, e querendo decidir-se por este,
phael Ihe disse : A mini que vens buscar;
0 loques nesse Raphael, csse imiuorlal. I
ia bella honienageni tubulada pelo poeta ao
nio desse celebre pintor.
'ni pai desojando easn sua filha, mandou li-
lhe o retrato, mas pedio ao pintor, que e?-
:ndo-se do original, relralasse um rosto for-
ssimo. Assim fez o artista, A presentado
ito a ura mogo, este enamorou-se da imagen',
rometleu qu se casaria... j se sabe M
ginal.
CheganJo o prelendcnlo a casa de sou futuro
i ogro, Ihe foi apresenlada a noiva, mas osujeito
li cou horrorisado da fealdade da menina, e ni -
gi ni a sua palavra ; o pai csqiienton se, e entao
ilisse onoivo rindo-se :Se V. S. quizer, eu
caso-mecuin o retrato.
Depois que Daguerre descobrio o da po em lsj'J, comecram a apparecer reteeloeex-
tremamente semelhanles ao original, e cutir
; foi-se tornando fcil a todos o mandar lirar o
son retrato.
Hoje todos desojara relralar-se, at os icios
e ve-se por ahi eerlus retratos, cojos originae*
parecern st ursos ou macacos. Islo mo: as
enancas chorara quando veem as mascaras da
Carnaval nas vidracesdos bqas !
4 moja forraosa quera deve retrates1 sa
'lo ver reproduzida a imagem de un rosto t
, ^clralo da mulher bonita captiva o*Vos c
prenrr8_oj;orai:iic*. Nao sou eu quera o diz sao
os namorados.
Hujc lera sido aperfeigoada por diversos MO-
cessos a inveneao'de Daguerre ; assira a arobro-
tvpia, manlotypia c panotypia craraobroi); i
s"o nomes gregos, que indicara procosos
de tirar retratos semelhanles ao original, c con-
venientes algibeira.
M. de zecedo.
[Apetite.]
por
MElHBfl EKEMPLAR ENCONTRADO
y
Sois brilhante Astro,
Que nos Cos fulgura,
E' mais que as estrellas,
Vo;sa formosura.
Se os Anjos fio puros,
E por natureza,
Maria mais pura,
Com m3ior grandeza.
Jtidilh valorosa,
Com gloria eminente,
Pisaste a cabega
Da infernal serpen'.e.
Das fauces, que larga,
Lhe escapa o veneno,
Feroz agoutou
C'o a cauda o lorreno.
Curvou-se de pasmo
Toda a natureza,
O Co se assarabrou,
A vista da empreza.
E vendo que a Virgem
llesa apparece,
IMilhares degragas
Sobre a ierra desee,
E o Inferno alroz
De todo o vencestes,
Aos Sanios, e aos Anjos
Nos dons excedestes.
Mysterio, grandeza,
Graga, priraazia,
Ser Med'uin Deo?,
Esposa, o Filha.
Grande s Dos,
Nao ha oulro igua!,
S ao mesmo Dos
Devo a comparar.
No Throno Celeste
a mesma Trindade,
Recebis a Cora
Para Elernidade.
Enire a Mageslade
Santa, Una, e Trina,
cima dos Anjos
Sois pura, Divina.
Desee o Espirito Santo
Em vossa memoria,
Os Cos, e a Terra
Exullo do gloria.
Para que nos Cos,
Com os justos lamem,
"N ossa Conceigao
Lonvemos. Amen.
Relatorio da missao extraordinaria
de S. Exe. o groveruador de Ha-
cao ao reiuo de Siam,
No dia 8 de Janeiro de 1859 pelo meio dia S,
' Esc o conselheiro Isidoro Francisco Ouiraaraes,
I ministro plenipotenciario de S. M. F. na China
le Siam, parti de Slaco com destino a Bangkok
; a bordo do brigue Mondego, do comando do I."
llnenle da armada Jos Severo lavares, para
tumprir a missao de que S. M. o havia encarre
1 gado de, segundo osdesejos manifestados
.*^m ;dodc amisade, commercio e navegaro enlre
.Portugal e este paiz. Acompanhavam' S. Ex,- '
o ministro e 2." lente de armada Jos Maria
j da Fonseca, na qualidade de secretario de missao
, e o alteres do excrcilo Francisco do Mello Daracho'
como addido.
No fim do seis dias de ^iagem cora moncao
: lavoravel-na tarde de U de Janeiroo bnoe
Mondego entrn nas aguas do golpho de Siam
e ao anoilecer do dia 90 fundeou no ancoradourj
fora da barra de ISangkok enlre navios mercante-
de ^diversas uagoes, que alli se achavam ancora-
No dia 21, depois do meio dia, largaram para
ierra o secretario e o addido da mi>s.o em um
dos escaleres do Mondego, e depois das tres ho-
ras da tarde chegaram embocadura do rio Mc-
nam, ou mais propriamcnle Chao Pva, porquan-
to a palavra Menam, significa era lingua siame-
zamai das aguas, e denoniinaco coromum a
lodos os nos do Siam. Pelas 4 o meia atracou
; o escaler ao caes de Faknam, villa que lica obra
]de duas milhas cima da fz do rio, c onde re-
jside um governador, que commauda tambem
t tres fortalezas de mui boa apparencia, situadas
urna em cada margem e oulra cm um ilhote no
meio do rio, que defendem a entrada do porte.
begundo as instrueces que (erara, o secre-
tario, em companhia do addido. foi visitar o go-
vernador de Paknam, ecommuucar que se acha-
ra fra da barra o brigue portuguez Moneeo
tendo a seu bordo o embajador de S. M. EI-Rc
de Portugal.
O governador recebeu mui cortezmeote osdois
otliciaes porluguezes, raoslrou-se-lhes mui sat <
feilo cora a noticia : fez varias perguntas Mlati-
vameute s graduagoes dos officiaes do navio-
numero da Iripolago e arlilharia, olforeceu al-
guns refrescose tendo mandado aprompiar urna
embarcacio siamesa, que lhe linha sido pedida,
o secretario e o addido da missao depois de s
liaverem despedido desta autoridade, e tendo
mandado para bordo o escaler do Mondego, larga-
rara para agkok naquella embarcagao quari
no fim da larde.
A distancia do ancoradouro a Paknam de 12
milhas: desta povoago cidade de Bagkok
sao 22 milhas seguindo o caminho pelo rio ; po-
rm alguiuas railhas cima de Paknam e peno
de uraa povoago chamada Paklat Lang ou Pa-
klat de baixo, ha um canal cutre os dois pomos
extremos do una dS grandes sinuosidades de
rio, que diminuc a distaucia de 10 milhas ; o ca-
nal cstreito etem pouco fundo ; portinto
regare!sd para pequeas erabarcayes ; aqu
Varieduies.
O retrato.
0 retrato 0 a copia do sembl ral
figura
y
MOTILAN
na-
ella
em que lam o secretario e o addido da missao,
segura por esle canal, e s 11 horas da noite os
desembarcou no consulado porlugueiC onde fo-
rara recebidos pelo cnsul o Sr. Antonio Frcde-
rico Moor, em cuja casa acharara o melhor aaa-
salho.
No dia 22 pela manha o secretario da rasso,
cora o cnsul portuguez, addido e o chancell.r
| do consulado o Sr. Joaquim Maximiano da Silva,
que tendo adquirido muito conhecimenlo da lin-
gua siameza, durante a sua longa residencia cm
ijiam, prestou muitos servigus, corao interprete
da missao, leve uraa entrevista official com o
I raklang ou ministro dos negocios estrangeiro?
Siams, para communicar-lhe a chegada do ple-
nipotenciario de Portugal, e tratar a respeilo da;
cenmonias para a recepeo de S. Fxc.
S Exc. recebeu com multo agrado o secreta-
rio e o addido da missao, e com signaos de ami-
sade os Srs. Moore Silva, que de ha mais lempo
conhecia. O secretario eipoz ao Praklang o ob-
jecto da sua visita : o ministro Sismes responde
cm termos muto amaveis, dando os parabens
aos cavalheiros porluguezes presentes pela
chegada de S. Exc. o embaiaador de Portugal, e
dizendo que essa noticia seria um motivo de
grande prazer para S. fcf. El-Hc, de Siam, qu,;
do fia rauito terapo esperara a S. Esc.,que i
chegada de S. Exc, a Paknam se Ihe faria a re-
cepgao que do estylo fazer-sc aos erabaixado-
res esirangeiros entrada do porto, e deu as in-
tormagocs convenientes acerca do ccrcraonial
-air, com que o secretario concordou. S. Exc.
, disse que indicara somonte o que era de cshio
fazer-se c se linha praticado com outros embai-
j xadoresque anda nao tinha recebido as ordens
do seu soberanoporm que eslava certo de que
I S. M. nao deixaria de fazer que a recepcao do
i embaixador de urna nago de ha tanto lempo a-
I miga de Siam fosse o niais explcudida possivel.
I S. Exc. o Praklang disse tambera que havia urna
casa era trra destinada para residenciada mis-
sao, cujosarranjos anda nao estavam termina-
dos,para oque pedia o S. E\.\ o plenipoten-


r
DIARIO DE PERNAMBCO. -> QUAftfA FEJRA 7 DE DEZEMBRO DE $59.
ciariofue demorasse dois das u seu desembnr-
qe em Bankok ; p que seria rauto do agrado de
s. M. que S. F.ic. Ihe escrevesse participando a
sua chegada.
tejo cram mais do muta, c ue cono excedera a
seis ceios o numero dos remadores, que as guar-
necan!.
O cortejo seguio em muito I>oa ordem pelo fio
Depois de algum tempo de cotivcrsaeao sobre cima, o s 1 boras da tardo chegou no lugar do
desembargue porto do palacio do re, onde barra
um grande concurso de povo.
Ao desembarcar sua Exc. o plenipotenciario
foi recebido por um principe do sangue real, e
um parque de artillara guarnecido por soldados
cora uniformes curopeus salvou com 21 tiros. O
vaso de ouro, em que ia a carta tde S. M., fui
posto em um andor levado por oilo humeas, no
diversos objeclos, o secretario despedio-so de S.
Exc. o Praklang, e vollou com os ravalbe iros que
o acompanhavain ao consulado porluguez. O Sr.
cnsul Moor incumbio-so do arranjar ura vapor
para rebocar o Mondego para Bangkok o
que se effeituou, afretando-se o vapor americano
* Jack-Wators, que se achava fra, e que devia
estar de rolla s 2 horas da larde, mas que oni
consecuencia da demora que leve na viagem che-1 qual havia um throno e docel semelhanle nos
gou depois das6 horas. Perlo das 6 da noilo o : da golela que a linlia condu/.ido : este andor
secretario, addido e os Srs. cnsul Moor o chan- cercado por grande numero de mandaras siane-
celler Silva embarcaram no vapor a chegnram a i zes, rompa a marcha seguindo-se S. Exc. em
bordo do Mondego na madrugada do da se-juma cadeira dourada sobre um palanqun mu
guinle. adornado, levado nos hombros de oilo homens,
Na manhaa de 23 o Mondego suspenden da o os ofliciaes portuguezesem palanquilla ra.iis sin-
rada de Bangkok, e a reboque do vapor Jaek- gelos ; um numeroso sequilo de Sianezes fechara
o cortejo.
Pelo caminho al as muralhas do palacio ha-
viam alas de tropas sianozns, formadas de dilc
renles corpas, armados cada um de modo diver-
so,uns de espadas, outros de langas, alabardas,
arco c rchas, arcdozes c outras armas usadas
em lempos antigos, c todos vestidos do modo
mais extravagante. A' porta que d entrada pa-
ra o recinto do palacio, havia urna guarda de
soldados com uniforme i europea, soiTnvelmen-
Waters seguio para a barra de Monara. Veio a
borqp umaenibarcacao mandada pelo governador
d"Paknnm com alg'uns presentes de fruclas euro
pralico siamez para pilotar o navio para dentro
da barra, cujos servidos foram despensados por se
acharo brigue a cargo de um pillo americano,
que antes se tinha engajado.
As 10 da mandan iundeou o Mondego de-
fronte de Paknara e salvou com 21 tiros e a bati-
deira siameza no topo de proa ; um dos fortes
de Paknam responden salva cora igual numero le arranjados, que apresent.iram as armas quan-
de tiros. Veio a bordo o governador de Paknam,
acompanhado de um ajudante e varios siame-
ses de sua comitiva: o governador fez os seus
cumprimentosa S. Exc. e o eoimdou a desera-
do S. lixe. passra. Segniara se mais alas de
tropas sianezas, e era cada limadas outras portas
por quo passou o cortejo, urna guarda de solda-
dos vestidos europea ; de espaco a espado ha-
barcarem Paknam, ondo S. Exc. era esperado por viam bandas de msica militar sianezn, corapos-
urn alio funecionario siamez [o irmao do Praklang)
noraendo por S. M. para fazer-tho a recepeo do
cstylo :o governador retiroo-3e, e algum lem-
po depois, S. Exc. o plenipotenciario, acompa-
nhado do secretario, addido da mssao, cnsul
porluguez chanceller do consulado e do comnian-
dante do Mondego com alguns dos seus ofli-
ciaes em escaleras di Mondego, largou de
bordo dirigiudo-so para Paknam : a sabida de S.
Exc. o briguo Mondego fez as honras devidas
ao plenipotenciario de S. M. Fidelissima.
Ao desembarcar era Paknam salvaran! as fera-
las de tambores, gongos e outros instrumentos
com quo fn/.am muito eslrondo.
0 cortejo parou em um raui espacoso largo on-
de se va um grande numero de edificios diver-
sos, dos quaesuns ernm os aposentos reaes, ou-
tros sallas de recepeo, pagodes, quarteis para as
guardas de cl-rei, etc. Hariam tambera diil'eren-
les telheiros, fechados por grades de madeira,
onde se acharam pecas de nrlilharia, algumas de
grandesdimensoes ; ueste largo se aehavam for-
madas tropas com uniformes europous, quuapre-'
sentaram as armas quando S. Exc. ihes passou
lezas, e S. Exc. foi recibido pelo enviado d'ol-rei.l pela frenlo : os soldados parecinm betn exercita-
de Siam e cumprmonlado por esta personagem dos, o as vozes do commandante eraiu dadas era
da parle do S. M. O lugar da recepeo era um pn-
vlhao aborto, cujo todo era sustentado por va-
rias columnas de mad.'ira, levantado em urna es-
planada prxima de uraa das fortalezas. No meio

inglez :o numero das tropas deveria exceder a
dous mil homens. Viam-se tambera diversos
alelantes armados para guerra, caberlos com xai-
reis de panno vermelho bordado de ouro, orna-
do pavilho havia um estrado, sobre o qual se dos com outros enfeites; alguns mais estimados
aehavam una mesa com varias frtelas c refrescos. I tinham dos denlos diversos annes de ouro.
e cadeiras. para S. Exc. e pessoas que o acompa- S. Exc. foi mnduzido por um dos grandes raan-
nharam, e para os funcionarios siamezes de mais (lariiis a una salla de espera onde havia una
alto grao, conservando-se ae pessoas do sen se- i meza, sobre a qual se achava urna salva de ou-
quito proslradas por Ierra, como usam os siame-
ses, quando eslo na presenca de superiores.
0 enviado siaraoz tnjnva iim vestido de tolla de
ro com pelel e arca,-e dous grandes vasos de pra-
ta'cord embutidos de ouio (obra do Siao)ehciosde
agua ; era roda da mesa lia viam cadeiras para S.
ouro e seda, aportado nu cintura com nmCinto de I Exc. e pessoas que o acompanhavam e ura pa-
ouro fechado na frente por una chapa crarejada gom do rei fez servir cha e caf.
de pedras preciosas : entre as pessoas do seu nu-
meroso sequilo havia nm pagem, que lhe trazia a
espada, e outro urna salva de ouro, sobro a qual
haviam um vaso para agua cora a competente ta-
ca, caixa para cigarros, cjixa para o betel que os
siameses constantemente masenm, etc., lodos
estes objeclos eram de ouro enrejados de podras
preciosas,e alera do uso para que sao destina-
dos serrera larabem como insignias do grao da
pessoa a quera perteneem: os desta especie po-
dem somenle ser usados por pessoas da alta jerar-
chia. -
S, Exc. o plenipotenciario e os ofTiciacs que o
acompanhavam foram convidados a lomar alguns
refrescos, e depois de urna breve demora mesa
S. Exc. riirou-se para bordo, tcudo-lhc sido of-
ferecidas pelo enviado siamez embarencoes do
Estado para conduzi-lo a Bangkok, no ca'so do S.
Exc. nao preferir fazor a viagem no brigue.
O enviado siamez acompanhou a S. Exc. ala
Porto do lugar destinado para S. Exc. havia
urna nutra mesa coberta com panno bordado de
ouro, sobre a qual foi CoMocado o vaso queeon-
liulia a caria, ficando os mandaras que ancom-
panliavam prostrados dianto dolaos Sianezes
costumam fazer s cartas dos reis as mesmas
honras que pessoa do soberauo.
Depois de algum lempo um niamlnrim veio
anunciar que S. M. se achava no llirono, edese-
java receber a S. Exc.- O vaso de ouro cm que
se achara a caria foi Dorameote cojioendo no
andor era que tinha rindo, e o cortej seguio na
mesma ordem entre alas de msicos vestidos de
tnicas de panuo vermelho, que tocavam tam-
bores, canos, c uraa especie de businas, que
produziam um som roano e prolongado.
0 corteja parou perlo de um edilicio denomi-
nado Maha Presan, de mui ba ppdrencra, e
onde tica a san destinada para as grandes reeep-
ces, para a qual se sobe por urna oseada de mar-
bordo, odne se deroorou por algum lempo, e de- | inore. AHi so aehavam enllocados sobre diver-
poisde se harer retirado, o Mondego suspen- sos mesas, o e exposlos vista dos circumstnn-
?f._ _v>'?_0lteJ!c.'0 'ueio dia, e seguio a rebo- ] tes, os presentes que S. Exc- tinha levado para
;uc do Jack-Waters pamrjon3kok, fnndan-
os 7 horas da noite defronte da casa destinada
para residencia da raissao, que fica um pouco
cima do consulado porluguez, e na mesma rnar-
gem de rio.
No dia ti veio a bordo o Praklang visitar a S.
Exc., e a participar que se achava prompla a ca-
sa destinada para sua residencia era Bangkok. S.
Exc. recebeu uraa caria do primeiro rei em res-
posta a oulra que tinha scripto a S. M. no da
antecedente. S. M. expressava a sua satisfaeilo
pela chegada do erabaixador de cl-rei de Portu-
gal, e determinara o da 27 para ter lugar a re-
cepeo offlci.it de S. Exc. e a entregada carta do
S. M. F. A'l hora da tarde o Mondego salvou
bandeira siameza com 21 tiros ; a salva foi res-
pondida por um dos fortes da cidade. Depois do
por do sol S. Exc. desembarcou para a casa dn
inisso, onde se achava o Praklauz para recbe-
lo : casa achava-se solTrivelraonte arranjada,
e hariam all 38 siamezes destinados para o ser-
vico da misso ; neste numero comprehendiam-
se'as guarnicoes de duas galeotas do rei, que li-
carara s orJens do S. Exc. durante a sua estada
cm Siam.
No dia 23 S. Exc. foi visitado por S. A. R. o
prncipe Krom-Hluang Wongsa, irmo dos reis
de Siam, o Ss. Excs. Chao Pya Pra Kalahom,
primeiro ministro, c Chao Pya Yorn-mnrat, mi-
nistro dajustica, e pelo filhodo primeiro mustio
que encarregado dos negocios da marinlia. S.
Exc. foi tambora visitado pelos cnsules eslran-
geiros, por S. Exc. o hispo faHegoix e missiona-
rios fraocezes, e por varios outros europeus resi-
dentes-em Bangkok. Veio tambera cumplimen-
tara S. Exc. o general de arlilharia quo lem o
titulo de Pya Visset, e o norne de Pascoal Ribeiro
de Albergara: um dos dcs:endentcs de anti-
gos portuguezes, de quo muitos em Siam ; ho-
mem de mais de GJ nanos de idade c do raui
agradaveis maneiras, falla porluguez mui
liglvel e escrere soffrivelmente. se descenden-
tes de portuguezes sao em tudo siamezes, menos
na religiao. que seguera a chrisla : em lembran-
ca dos serviQos prestados por seus maiures, os
reis de Siam os teem sempre tratado coui parti-
cular benevolencia.
Neste da, bem como no antecedente, e era
outros quo se seguiram, S. Exc. foi mimoseado
com diversos presentes de fruclas e doces do paiz,
mandados por SS. MM., pelo principo, e pelos mi-
nistros. SS. MM. mnndarum larabem grande porgo
de fruclas, arroz, peixo, assucar, etc., para uso da
guarnieo do Mondego.
Era 26 S. Exc. pngou as visitas das autoridades
siamezas, e janloucom o prncipe Krom Hluang,
sendo tambera convidados o secretario, addido,
cnsul portuguez, chanceller do consulado, e o
commandante do Mondejo com 7 dos seus ofil-
riaes. A raosa estava posta europea e o ianlar
foi magnficamente servido.
O dia 27 era o da destinado porS. M. siameza
para a recepeo de S. Exc e entrega da carta de
el-re. Pelo meio dia chegaram as galeotas des-
tinadas para S. Etc. o p.ira a carta do S. M., e
vanas outras que doviam formar o cortejo. So
embarencoes mui compridas e rasas, pintadas de
diversns cores, com muitos ornatos douaados ;
teera popa e proa recurvadas, elevando-se a
bastante altura : na proa teem diversas figuras,
cora o busto de um idolo, a cabeca de uraa ser-
pente, ele. : a p6pa lem a conligurarao da cauda
de um peixe : estos embarencoes sao guarneci-
das por nm grande numero de remadores vesti-
dos de vermelho, que rcmam com ps ; dous re-
madores collocados na popa as goveruam por
meio de remos mui comnridos.
No meio de cada embarcagao ha urna especie
de docel forrado de panno reimelho guarnecido
do ouro cora corlinase guarnicoes da mesma cor;
debaixo deste docel ha urna alcalita onde se sen-
tnm as pessoas que nellas crabnreara, e almofa-
Oas para Ihes servirem de encost.
Na galeota destinada para a carta, o docel era
de frmn piramidal, recamado de ouro, e debaixo
delle havia urna especie de throno todo dourado
de mu delicado lavror.
S. Exc. o plenipotenciario acompanhado do se-
cretario addido, cnsul portuguez, chanceller, e
commandante e olicines do Mondego, todos d*
grande uniforme, recebeu na casa da misso ura
alto funecionario siamaz encarregado de cotidu-
zira cariado S. M. S. Exc. tomou das mosdo
secretario urna caixa de prata dourada, dentro da
qual se achava a carta, o a enlregnu ao manda-
rina siamez, que depois de a ter saudado segundo
o uso do Siam, a poz em um vaso de ouro cober-
lo com um panno de veludo escarale bordado
do ouro, e, acompanhado do S. Exc. e dosolB-
ciaes portuguezes, se dirigi para a embarcae.o
S. M., e que linham sido entregues de manhaa.
Depois de novas saudaeoes dos mandaras siane-
zes, o vaso que continua a carta de el-rci, foi
entregue a S. Exc. que 0 tomnu as raaos e acom-
panhado dos otliciaes que for;nav\im o seu se-
quilo entrn na sala de audiencia.
Esla sala mui espacosa e alta, e assemelha-
sc muito aura templo ." dos Qleiras do colum-
nas de madeira lavrada cora capiieis dourados
sustentara o tocto, e deixam um caminho ao lon-
go da sala ; a um e outro lado deste caminho
grande numero de ofliciaes e notara sianezes,
talvez mais de quatrocentos, prostfados por tr-
ra e seguindo-se ufls oos outros pela ordem de
suns graduaces at ao p do llirono; formavam a
corle del-rei de Sino.
S M. achavn-sc no throno, ijuu uma especio
de janella aborta na parede do fundo da sala
elevada obra de duas varas cima do pavimento,
aoshdos da qual hi algumas columnas doura-
dos, quesuslcntam ura docel lavrado e dourado
mui somclhante ao3 que se vcem sobre os pul-
pilos de nlgumas das nossas igrejas em Lisboa :
debaixo do throno ha um estrado, para o qual se
sobe por alguns degros, e de cada lado urna das
umbcllas dsete andares, que os Sianezes cha-
mara sal c que sao insignias da realeza : aos la-
dos achavam-so varios pageos do rei cora a es-
pada de S. M., e outras anuas, e defronte do
throno os principes de sangue real, e aps estes
os nobres d primeira ciasse entre os quacs li-
nham o primeiro lugar, os ministros : estes
prncipes c nobres estarm prostradossobre al-
mofadas de veludo vermelho, linham junto a si
as suas espadas, algumas raui ricas, e as salvos
com as caitas para o betel e arca, etc, que lara-
bem sao insignias da sua jerarchia :todos estes
objeclos erara do ouro, cravej.idos de pedras pre-
ciosas.
O vestuario dos cortezos consista era uraa
cabis de seda de cor ou de tecdo do oiro e se-
da para os de maior graduadlo, e no panno cora
quo os siamezes cobrem a parte interior do cor-
po, especie de chaile de seda, que arranjam de
modo que parece urna calca larga c curta, q*e
apenas Iheschcga cima do joclho : alguns d'es-
tes tcera grande proco. Os principes c grandes
estarn] vestidos de um modo simlhantc com a
differenca de seren os tecidos mais ricos, e de
torera sobre a primeira cabaia urna tnica de
renda branca bordada com palhela de oiro, qne
fnzin mui hora etreito : a cabaia de dentro era
aportada com um cinto de oiro guarnecido de
pedrarias e abotoada cora botos de pedras pre-
ciosas.
Sua Exc. o plenipotenciario depois de ter fei-
to lies venias a S. M.,collocou o vaso, que con-
linha a caria, subre urna mesa coberta com ura
panno do veludo verde guarnecido de oiro, que
para osse fira so achava defronte de throno, o
depois de ter ldo um discurso, em que expunha
a S. M. o objecto da sua misso, seniou-se cm
urna almofada de veludo verde, collonada entre
os nobres de primeira ordem, atraz da qual se
achara uma alcatifa para as pessoas do seu s-
quito.
S. M. exprimi a sua salisfac.no pela chegada
do erabaixador d'EI-rei de Portugal, informou-se
da saude de S. M. o da familia real, c depois de
varas pergunlas a S. Exc. sobre diversos objec-
los fez signal para lhe ser entregue a carta d'El-
Rei. S. Exc. lirou a caixa que conlinlia a caria
de dentro do vaso de oiro cm que linha sido cou-
duzida, e subindo os degres do throno a entre-
gouaS. M., bem como osen discurso. S. M
enlregou a S. Exc. um documento era que decla-
rara ter recebido a carta do S. If. E. com todas
s honras devidas e na corte c nobreza. S. Exc.
voltou a senlar-sc no seu lugar, e S. M. leu u il
rango discurso em siamez, em qjie fazia a histo-
ria das relaces dos portuguezes com Siam des-
de o seu principio, e exprima a sua satisfaeo
por ve-las eslabelecidas de um modo mais for-
mal o permanente durante o seu reinado osle
discurso foi depois entregue a S. Exc. por un
dos principes. Depois da leitura S. M. relirou-
se, tendo nsseverado a S. Exc. que sera datado
como os embajadores das primeiras naces da
Europa, e que ia nomear os plenipotenciarios
siamezes para se coracearem as negociares do
tratado.
Logo que S M. soretirou, fechou-se uma cor-
tina de damasco vermelho, quo ha adianto do
throno : (oda a corte saudou o soberano, pondo
a cabeca em Ierra, e elevando por tres rezes is
mos juntas cima da cabeca : os principes e no-
bres sentaram-se sobre as "suas almofadas, e os
outros mandaras enmecaram a sabir da salla a
sen bel-prnzer. S Exc. e os ofliciaes que forma-
vara o seu squito foram cumplimentar a S. A. o
quasi uo lira o jaulur, acoiiipaiiuadu de uno ou
doz de seus Qlhos, de 4 a 3 minos do idade do
principe Krom-Hluang c do alguns dos minis-
tros. S. M. conversou por muito tenipo com S.
Exc. sobro dirersos assumptos, informon-se dos
nomos e posico dos ofliciaes prsenles, tratan-
do a todos cora affabilidade, offereceu rinho e
licores pela sua mao, odou o bilhete de visita a
cada ura dos ofliciaes. Terminado o janlar, S.
Exc. retirou-o. sondo acompanhado at ao lu-
gar do embarque, pelo mesmo principe por quem
tinha sido recebido.
No dia 29, S, A. R. o principe Krom-Hluang
Wongsa, e SS. Excs. Chao Pya Nayok, comman-
dante em chefe do exercito Chao Pya Prakala-
hom, primeiro ministro. Chao Pya Praklang,mi-
nistro dos negocios cstrangeiros, Chao Pva Yom-
Mnrnt, ministro dajustea, e Pya Vorapo'ng, mi-
nistro privado de S. M., forani nomeados pleni-
potenciarios, e no dia 31 comecarara as nego-
ciarles do tratado, que so conclnio no dia 9 de
Fevereiro :=n'este intervallo S. Exc. tere ttma
audiencia privada do S. M., e por cssa occasio
leve a honra de ser apreseutado a S. M. a rai-
nha.
No dia 10 de fevereiro tere lugar aassignatura
do tratado, a que se procedeu cora todas as for-
malidades no palacio do principe Krom-Hluang,
achando-se presentes S. A e Ss. Excs. os pleni-
potenciarios, o secretario, addido, cnsul, inter-
preto, e o commandante. do Mondego com os seus
ofliciaes, todos em grande uniforme. Logo que
se acabou de assignar e sellar a primeira copia,
um forte, que tica porto do palacio do principe,
deu uma salva de 21 tiros, que foi repetida pelo
Mondego, que desde as 8 horas da manha se I
achava embandeirado em arco com a bandeira!
siameza ao tope do proa. A assignatura do tra-
tado teve lugar pelas 2 horas da tarde.
Sua magestade segundo rei, quo se achava as
provincias ;i chegada do Mondego a Bangkok, es-
creveu a S. Exe. no da 10, niinunciando-lhe a sun \
volta capital, o destinando o dia 12 para a re-
cepeo deS. Exc. quo elfectivaraente teve lugnr!
u'esse dia cora o raesmo ceremonial que se se-
guio na recepeo do primeiro rei, somante as tro-
pas estarn) mais boui arrnnjaas, e a corte era
menos numerosa.
Depois da audiencia, o fllho mais vclho do re
conduzio a S. Exc. e os ofliciaes que o acompa-
nhavam auma casa de rocreio, que ha dentro do
recinto do palacio, que lem o norae de Royal
pleasure Hall, onde sua magestade os recebeu
cora toda a allabilidade. A casa achava-se per-
feilaraente raoblada Europea ; na salla viam-
se os bustos da ratona Victoria e do principe Al-
berto, de Napoleo I, e de lord Wellngton, o os
retratos da familia real de Inglaterra, de Was-
hington e do presidente Pierce.
No gabinete de sua magestade acharam-se di-
versos instrmentos nuticos e de physice, e es-
tantes com as obras dos melhorcs autores ingle-
zes, lanto em litleralura como em sciencias Na
salla do janlar havia uma coeccao que constara
de grande rariedade de fruclas c" doces, prepa-
rada para S. Exc.; a mesa estava posta cora tan-
ta simplicidade como bom gosto.
No dia seguintc sua magestade o segundo rei
fez uma visita a S. Exc. abordo do Mondego, onde
se demorou mis de tres horas : rio o navio to-
do, assislioaos exercicios de arlilharia, de ar-
mas e de espada, feitos pela guarnieo, eexami-
nou os ebronometros e instrumentos nuticos,
mostrando-se de ludo muito entendido ; depois
do quo se despedio-se de S. Etc. dizendo que ti-
nha a Bangkok somonte para recobc-lo, c que
parta de novo para as provincias. Na occasio
da despedida sua magostado presentcou a S. Exc.
com diversos objeclos curiosos de manufactura
siamesa pedndo-lhe que os conservasso como
lembranca sua. Sua magostado vinha em um
pequeo vapor, que lhe pertence e quo lera na
raclhor ordem poSsirel. Este vapor tripulado
por siamezes, e lem Ofliciaes e engenheiros sia-
mezes.
No dia 15 leve lagar no palacio de sua mages-
tade o primeiro rei a audiencia de despedida a S.
Exc. e a entrega da carta de el-rei do Siam para
S. M. F. A ceremonia no se poda comparar era
pompa com a que tove lugar para a recepeo da
carta de cl-rei. S. Exc. foi recebido por sua ma-
gestade era tJ^salla do jardira onde so achava
o principo KflWMUuang, os ministros c alguns
nobres. Sua magostado fez varios presentes a
S. Exc, lacscomo se costumam fazer aos sia-
mezes a quem se confere alto grao de nobreza, e
po/.-lhes pola sua rano no peito uma insignia da
ordem do elephante, dizendo que desejava que
S. Exc. a usasse como lerabranea da sua visita a
Siam. A carta de sua magestade dentro de uma
caixa de madeira de Siam, coutida em um sacco
de tecido de ouro, lu entregue a um grande niau-
darim siamez, que poz em um andor igual -
quelle que linha carduzado a carta de el-rei do
Portugal, e que foi acompanhado at ao embar-
que S. Exc. e ociaes portuguezes, por varios
mandarras siamezes e por urna banda de msi-
cos do paiz, ao embarcar um parque de arlilha-
ria salvou cora 21 tiros. A erabarcaco era quo
ia a caria foi aconipauhada por aquellas em que
iara S. Exc. e os ociaes portuguezes at abordo
do brigue Mondego, onde a carta fot entregue a S,
Exc. pelo mandarn] que a conduzia ; n'essa oc-
casio o brigue Mondego deu uma salva de 21 ti-
ros.
Achando-se concluida a missao, de que tinha
sido encarregado, S. Exc. parti do Bangkok a
bordo do brigue Mondego no dia 17 de fevereiro,
passando a barra a 10, cora deslino a Sinsapura,
onde chegou no da 8 de marco, sahindo d'alli
para Hongkong no dia 18 abordo do vapor inglez
Carlkage, que chegou a Hongkong no dia 28.
No dia 20 pelas ll horas da manhaa S. Exc.
enibarcou no vapor portuguez Fernanda, que
parta para Maco, c pelas horas da larde che-
gou cidade do seu goveruo, onde foi recebido
com as honras devidas sua cathegoria.
'u lose de Sbuz
3J taixas caslaiitiaa verdes
Pias.
3 ditas massa de lmales ; a A. Jos ]ereira
Serzedclo Jnior.
10 ditas ditas cera em pes : a Antonio Jos
Teixeira de Mello.
5 ditas doce, 6 barricas castanhas ; a Jos Pin-
to da Magalhaes Aguiar.
5 caixas doces ; a Estevo Jos Alves. i
50 caixas ceblas ; a Jos Joaquim das Neves.
Vapor brasileiro Oyapock, vindo dos poitos do
se-
sul, consignado a agencia, manifestou o
a Almcida Gonus, Al-
guinle :
1 caixao mercadorias
presi-
viuva
Souza
atonio
ves & C.
3 ditos ditas : ao visconde de Boa-Vista.
4 ditos machinas; a V. A. Lins.
1 orabrulho e 13 caixas charutos; ao
denle da provincia.
1 caixo globos e t dito ignoro; a
Amoriin & Filhos.
t caixole ignoro ; a Prxedes Gomes de
Pitnnga.
20 barricas : ao Dr. Augusto Frederico e Oli-
veira.
2 eaixoles ; a Julio Rigaud.
4 ditos ; ao Dr. Frederico V. de A. Lira
3 volumes ; a Amorim & Irmaos.
1 caixote ; a Guimaraest Oliveira.
1 cnixinha ignoro ; ao desembargador A
da Silva Gama.
2 volumes ; ao descmbaigador Agostinllio E.
de Leo.
1 dito ; a Cnetnno Pinto de Veras.
1 caixole ; a Lemos Jnior l leal Reis.
10 canudos ; a Antonio Lopes Rodrigues
75 rolos fumo, 1 caixote ignoro ; a A.
Oliveira Azevedo.
1 caixao ; a Rocha Lima & Guimares
1 Tncapado ; a Walter Heilbuck.
1 caixa; a Jos Pereira Vianna.
1 dita ; a Joo da Cunta Magalhaes.
2 ditas ; a Joo Pinto de Lemos Jnior.
1 dita ; a J. Falque.
3 caixes ; a Joao Rostron.
1 caixote ; Raymundo C. Leite Junioi.
4 ditos: a Antonio Jos de Abreu.
; a Mala & Irmos.
aMeuron aVC.
ao Dr Luiz da Fonseca de S.
'Lcr' destinada onde collocou o vaso de principe Krom-Hluang e os ministros, e foram
embarca? d, ? YSTfiZ^ l,VU- A or cs,es P^entados a outros principes o no-
Dopois da salva largou a galeota, que levara a
carta, e aps ella a de S. Exc. na proa dn qun
um toiarinheiro dn briguo levava a bandeira por-lsalla do jardim o'n lose achava
vejo da parle de S. M. convidar a S. Exc. o os
ociaes portuguezes para um jantar que Ibes
estava preparado, e conduzio a S. Exc. para uma
tugueza, precedidas por outras, em algumas das
quaes hariam msicas do paiz, e seguidas por
aquellas em que iara os ofliciaes portuguezes, c
por outras onde so aehavam raandarins de diver-
sos graos. As embarcacoes que formavam o cor-
a mesa, pos tu i
europea, e so servio um magnifico janlar. A al.
guma distancia da mesa havia uraa oulra mais pe-
qnena, sobre a qual se aehavam algnmaa garra-
fas de cristal cora vinlio o licoroso uma salva
cora copos destioada para S. M., que nppareceu
l|ca:xa peridico; a H. Forstet \ L
1 fardo dios
(3)
a II. Hitch & C.
a A. H. Le Soares.
barrica fruclas; a F. Gomes de
L. de
Caval-
Rab
nos.
D. de
tilo &
COMMEKCIO.
PRAgA. 1)0 RECIPE 0 DE DEZEMBRO DE 1859
AS TRES HORAS DA TARDE.
Cotagoes ofliciaes.
Descont de letras9, 10 e 11 0/0 ao anno.
Cambio sobre Londres25 d. e 25 1|4 d. 90 d[v.
Algodo de Macelo = 8J000 por arroba posto a
bordo.
Francisco Mamede de Almeida.
Secretario.
GaixaFilial do Banco do Brasil
em Pernambuco.
EM 0 DE DEZEMBRO DE 1859.
Directores da semana os Srs.:
Jos Pereira da Cuiiha c Antonio Marques de
Amorim.
A caixa desconta letras a 9 O.'n. toma saques
sobre a praca do Rio de Janeiro, e recebe dnhei-
ro ao premio de 6 0/q.
l'iguei-
Iva.
mani-
rios.
cado e
&Du-
NOVO BANCO
DE
PERlVAiaiBIJCO.
EM G DE DEZEMBRO DE 1S59.
O Banco desconta na prsenle semana a 9 0/q
ao anuo at o prazo de 4 mezes, e a 10 O/o a|c
o de 6 mezes e toma dinheiro em contas crren-
tcs simples ou com juros pelo premio e prazo
que se convencionar.
ALFANDEGA.
Rendimento do dia 1 a 5 .
dem do dia 6 ....
73.5723048
21:2389736
94:810jJ8:H
MOVIMENTOD.V ALFANDEGA.
Volumes entrados cora fazondas f95
< com gneros 17ti
Volumes sahidos com fazeudas 138
com gneros 206
371
BU
Descarregam hoje 7 de dezembro.
Barca inglesaFloatiug Cloudfazeudas.
itarca inglezaI). Anua canos de barro.
Barca ingleza=Midas=bacalh4o.
Brigue inglezIconebaralho.
Brigue inglezEwrtonfazendas.
Patacho americano Hannock farinha de
trigo.
Hiele americanoJohn Grefalhfazendas.
Brigue hanoveriano Burgermuslcrcerveja.
Polaca hespenholaProraptadiversos gneros.
Brigue porluguezLata IIIidem.
Imporar; o.
Vapor portuguez rortugal, vindo de Lisboa,
consignado a agencia, manifestou o seguinte :
6 caixas com doces em fruclas : a Mauoul Du-
arte Rodrigues.
1 dita oleo de junpero, 4 ditas brochas, 2 di-
tas mercurio ; a Antonio Jos Fernandes.
1 caixa
I dita ;
1 dita ;
cantil
4 caixas ; a Casa Imperial.
1 caixote ; a Domingos Fcrreira Main.
1 dito ; a Antonio Goncalves Grvala.
1 pacote ; a Keller& c!
1 caixole ; a Antonio J. D. Medronho.
1 volumo; a Jos Leopoldo de Bourgatd
1 dito ; a Joao Jo3 Ferreira de Aguiar.
1 dito ; a Joao Francisco da Silva Nova s.
1 dito ; a Manoel da Costa Lima.
1 chapelina ; a l). Josepha F-P. p. Ra
1 caixole; a Manoel Antonio H. C. D.
Alhuquerque.
1 embrulho ignorase; a F. S.
Filhos.
1 dito; a Joo Raplista, Ramos.
1 rolume ; a Vieira& Rotschilde.
1 pacote ; a Sequeira 4 Pereira.
1 dito ; a Miranda & Vasconcellos.
1 rolume ; a Joao Ferreira Vilella.
1 lata ; a Manoel Jos Pereira.
1 cnixoe ; a L. F. P. C. de Lacerda.
2 volumes; a Joaquim Bernardo de
redo.
1 canudo ; a Joaquim Antonio C. da Si
1 caixote ; a Kach H. Uvate.
1 canudo ; a Lclis da Ponte Ribeiro.
1 rolume ; a F. A. A. Doria.
1 dito ; a Manoel Jos de Araujo Costa Silva.!
Escuna dinamnrquezn Elisa Maria, viuda de1
Montevideo, consignada a Bastos & Lemcs, ma-
nifeslou o seguinte :
2,417 quintaes hespanhoes de carne sesea, 62 i
couros ditos ; a ordem.
Briguo inglez Man/ Wur, vindo de Nev-Port,!
consignado a Scott Wilson & C, manifestou o
seguinte :
2fi6 tonelladas carvao de pedia ; aos rcesraos.
Barca ingleza D. Anua, jjjuda de Londres,
consignada a Walley Forster &. C. manif jstou o
seguinte :
200 tascos cemento, 20 toneladas ferro 1 cai-
xa prensa, livros e papel ; aos niesmos.
6 caixas biscoutos, 1 dita cadeiras ; i Tasso
Irmo.
300 barris titila : ordom.
20 caixas espingardas, 12 barris ceneja, 2
quarlolas tinta, 4 cascos podras de fogo ; a J. A.
H. Das o C.
58 volumes diversos objeclos, 466 barris rer-
niz, 19 foixes chumbo, 18,157 cannos de barro, 1
caixa lamoj- j ditas camas de ferro, ljt ditas
mobihas, T *Eo oleo, 90 taboas de pinino ; a C.
E. Cambrn ;, emprezario da sociedade la lim-
peza.
1 caixa caldeira de ferro, i dita pao d > laa, 3
ditas malas e cobertores, 1 dita grvalas,
chapeos ; a Ramos Duprat & C.
Barca ingleza Fleelt Winrj, vinda de Te-ra No-
va, consignada a Saunders Brothers & C,
feslou o seguinte :
3,000 barricas bacalho ; aos consgnate
1 caixa camisas de algodo, 1 dila ca
luvas e 1 embrulho amostras ; a Ramos
prat.
1 rolume fazenda de seda, 1 caixa lufas, 20
caixas queijos, 2 ditas Unguijas ; a Antonio Lo-
pes Rodrigues.
6 caifas fazendas, seda3, chapeos figurinos ;
a Joo Raptisia Fragoso.
1 volumo cuteleria ; a Francisco Perein.
2 ditos roupa e 1 dito gravatas de s
Francisco Linden.
1 caixa oculose retratos; a L. Delouch
1 diti vestidos de seda ; a J. J. de Morales Sar-
ment.
1 caixa sapntos ; a E. Laurence.
1 caixa grvalas, 1 embrulho amostras ;
reir t Araujo.
2 ditas sapatos, 1 dila luvas ; a Melllo Lobo
&C.
1 dita chales ; a Ferreira & Matheus.
2 caixas luras e roupa ; a Moutciro
pes.
2 ditas vestidos, livros, sapatos etc.;
Pinto de Lemos Jnior.
1 dita roupa ; a J. A. Pinto.
1 dila joias ; a Cb Hardy.
1 dita relogioso ridros ; a A. J. de Parias J-
nior.
6caixas joias, roupa, fazendas de laa, d
etc. aV.S Leal.
1 caixa luvas, 1 dila ridros, 2 ditas joias ;
P. Adour&C.
1 dila joias ; a N'orat freres.
4 ditas fazendas de seda, do linho etc. ;
tellicr & C
1 dita sedas ; a Caucanas Dubourq.
1 dita miudezas : a Amara 1 Aires & C.
1 dita sedas ; a Monsen & Vinassa.
2 ditos ditas. 1 dita objeclos, 1 dita am
a D. CarneiroA C.
i lina bichas ; a Mr. Falque.
3 caixas joias : a Bnbe Selimeiiau A* C.
1 dita ditas e luvas e 1 embrulho araos
F. Sauvage & C.
3 ditas rinhos ; a E. 11. Bramaok.
3 ditas queijos ; a Palmeira & Beltro.
1 dita libras esterlinas. 1 dita objeclosj t
dos, 1 embrulho amostras; a Saunders Irothers
4G.
1 caixa moedns de ouro, I dita escalas. 1 em-
brulho amostras ; a N. O. Bieber & C
1 caixa pennas ; Henriquc & Azeredo.
I dita joias e relogios ; a Eduardo E. veira.
25 barris manleiga; a Tasso & Irmos.
60 caixas queijos ; a Brender S Brandfsj.
1 dita joias; a Jos A. Moreira Dias & t.
1 tina bichas ; a Domingos Alvos Matheus
1 embrulho amostras ; a Charlton Browo n
&C.
3 ditos ditas ; a C. J. Aslley & C
1 caixa quadros, 2 embrulhos amos i
Adamsou Howio i C.
4 ditas amostras ; a E. A. Burle & C.
1 embrulho dilas ; a Siqueira & Pereira.
1 dito dilas e 16 caixas fructas; a Almo
mes Alves & C.
1 caixa roupa ; a J. Coraber.
1 rolume dita; a W. Marlineau.
1 caixa cutelerias ; a J. Oliver.
2 volumes; a Barroca & Mcdeiros.
1 cai roupa ; a MoHatt.
1 emb 'lio amostras; a Arkwrighl.
1 dito u..as ; a Rocha Luud & C.
.*) caixas queijos ; a M. J. Goncal
Fon le.
2 dilas ditos ; aJ.T. Lima.
2 ditas ditos; a I. J Leite.
1 caixa roupa ; aW.M. Peniston.
1 dila espingardas ; a Sent Tawi.
1 embrulho jornaes ; a Bastos & I.emo
1 volume cacado ; a Sett Spencer.
1 embrulho jornaes ; a Nerv Colaco.
1 embrulho amostras ; a J."E. Robert.
1 caixa roupa ; a Thomaz Good.
1 ditndiln; a J.Potter.
1 dila amostras ; a L. A. Siqueira.
i 1 volume ditas ; a Rostron RookercCl
da
a Fer-
& Lo-
a Joo
1 dilo ditos
7 caixas e 1
Oliveira.
10 dilas, 1 barrica e 1 volnme ditas ; a M.de
Barros Brrelo.
Barca ingleza Midas, rinda de Terra Nova,
consignada a Johnstou Palor & C, manifestou
seguinte :
3,000 barricas bacalho ; aos mesmos.
Vapor rrtjrlez Tyne, vindo dos poitos dn Eu-
ropa, manifestou o seguinte :
S caixas chapeos de sol, 7 ditas fazenda de
seda, 1 dita instrumentos cirurgicos, 2 embru-
lhos amostras c 1 caixa relogios; a Joao Keller
vC Ll
2 caixas queijos, 1 dila rou'pa e calcado ; a P-
rente Vianna Aj C.
2 ditas relogios. 3 embrulhos amostras o 1 vo-
lume jornaes ; a HenrrGibson.
3 caixas pannos de inho, guardanapos, pon-
gos ele, e 1 embrulho amostras; a .I. C Av-
ies.
Brigue frahcez Velen, viudo do Havre consigna-
do a Tissel-freres ; manifestou o seguinte :
300 gigos btalas, 55 caixas queijos; aos con-
signatarios.
12 caixas sardnhas, 20 ditas conservas, e per-
fumarias, 10 ditas champaohc, 30 ditas rinho, 1
dita amostras; a J. Praeger & C.
12 caixas sardnhas, 8 ditas chapeos de sol, cal-
cado e pellos; a N. O. Bieber & C.
31 volumes roupa, fazeudas de algodo e se-
das, linho c algodo, peilos de camisas, fazendas
de seda la e dila gravatas de seda ele., 2 em-
brulhos e 1 caixa amostras; a C. J. Aslley & C.
2 caixas drogas, 3 ditas fazendas de algodo, 1
embrulho amostras; Moussen \ Vinassa,
21 caixas trastes, merceaiia, porcelana, bonc-
so etc.; a Amaral Abes ,\ C.
2 caixas chapeos o camisas ; a Chrisliane Ir-
mo.
11 volumes chapeos de feltro, modas, chapos
mercearia e etc., 20 gigos chumpaulie ; a Vez i
Leal.
2 caixas perfumaras, sola c modas ; a A. Gar-
nier.
2 caixas chapeos ecordas de guitarra ; a F. A.
de Pinho.
17 volumes chales, fazendas de algodo, de la,
chapeos, roupa, quinquilleras e etc., 1 barrica
queijos, 25 barris c 25 meos manteiga; a J. Kel-
ler & C.
15 volumes chapeos, trastes,marraore, calcado;
Ordem.
1 caixa calcados ; a Antonio Joaquim de Pa-
ria.
50 barris c 50 meos OBBUteiga, 12 volumes
mercearia, fumo, chapeos de sol calcado, fazenda
de algodo; a Calis Irmo.
1 caixa filas do seda ; a Antonio Lopes Rodri-
gues.
7 caixas sedas, fazendas de algodo 2 embru-
lhos amostras ; a II. Brunn & C.
3 caixas fazendas sedas e algodo, 1 embrulho
amostra ; a Daminyer Cnrneiro & C.
2 caixas roupa ; 'a J. Ilalleday & C.
21 volumes trastes, perfumaras, chapos, pre-
gos, mercearia e etc ; a E. Wyalt.
2 caixas trastes; a Vasconcellos.
3 ditas dito ; a Wilson Scoll.
4 volumes mercearia perfumaras e etc. ; a Mel-
lo Lobo & C.
2 caixas calcado ; a A. Dubouro Jnior & C.
3 ditas fazendas la, algodo c seda, 1 embru-
lho amostra ; a Schall'tetira & C.
1 caixa objeclos pata camas de ferro, 1 dita
chapeos ; a Ramos Duprat ei C.
12 volumes ridros; a Fragoso & Valle.
3 caixas calcados ; a J. Baptisla Fragoso.
300 gigos ba'talas, 150 ditos ceblas, 17 volu-
mes chapos de sol, chicotes, roupas pannos, fa-
zendas de laa e algodo, veludo, etc. ; a E. Bur-
le & C.
7 volumes fazendas de laa e seda, calcado,
chapeos de sol, chrstaes e 1 embrulho amostras ;
aF. Souvage & C.
4 volumes llores, chicotes, ocolos, e objeclos
de seleiro ; a A. Robert c Filhos.
1 barrica vinho ; a B de Souza,
3 caixas papel; a Prente Vianna & C.
25 barris e 25 meios manleiga a Bastos &
Lemos.
30 barris e 30 meios manteiga; a I). A. .Ma-
theus.
38 volumes fazendas de algodo, Ia o seda,
espelhos, estampas, chapeos roupas, allinilcs,
camisas etc., 1 embrulho amostra ; a Monlciro
Lopes & C.
2 caixas objectosde ferro; a E. Delamba.
II volumes roupas perfumaras, chapeos; fa-
zendas de soda, etc., 1 embrulho amostras; a
Ferreira & Azevedo.
10 volumes calcados, chapeos, quinquilleras,
instrumentos de musios, vidros c etc. ; a J. P.
Adour & C.
1 caixa cartas de jogar ; a L. A. Siqueira.
18 volumes papel; a Manoel Figucira de Pa-
ria,
1 caixa contendo mallas e calcados ; a Osear
Destibeau.
1 caixa calcado ; a Sevc Filhos & C.
3 rolumes fazondas papel livros; a L. Irmaos.
1 caixa luvas ; a A. F. Peieira.
Hiale americano ohn Grejfttr, rindo con-
signado a Whalley Forster & C, manifestou o se-
guinte :
1491 barricas farinha, 50 caixas algodo azul,
500 barricas bolaxinhas, 200 barris bren, 100
caixas banha, 46 caixas cha ; aos consignata-
rios.
15 caixas o o tardos tecido Se aiiudo a Braa,
Silva \ C.
6 caixas medidas par agua, 180 barras |
tos ferro cm barra, 2 barricas alraiadc, 1 dn.,
ia ; a Rostron Bookcr & C-
1 caixa e 5 fardos tecido de algodo; a Barro-
ca & Medeiros.
3 fardos lona ; a Aro Roghet & C.
50 barl manleiga, 150 barricas cerveja ; a l.
Ryder & C".
4 fardos tecidos de algodao ; a J. Cabtrec A
Companhia.
4 oai.xns irudezas : a J. Halliday & C.
2 saccas amostras, cartas, etc.; a diversos.
Patacho nacional Amia, vindo de Granja, nta-
nifesti u (i seguinte
470 sacras farinha de mandioca, 30 ditos mi
Iho, dilos feijo, 343 meios de sola ; a Manoel
Goncalves da Silva.
98 saccas farinha de mandioca, 235 saccas mi-
lito ; a Manoel Ferreira.
221 ditos farinha de mandioca, 50 ditos milho.
1 dilo arroz, 20 meios de sola ; a Tasso & r-
meos.
158 meios de sola, 186 saccas farinha de man-
dioca, arroz, fcijo e milho ; a Vieira & Netto.
27 saccas farinha de mandioca, 4 ditos milho,
1 dito feijao,.l00 rneios de sola, 1 barrica gom-
ma; a Antonio dos Sanios Bolim.
150 saccas farinha de mandioca : a Jos Fran-
cisco de S Leilao.
50 saccas farinha de mendioca; a Joaquim
Concalvos da Silva Rocha.
6 saccas farinha de mandioca ; a Bernardo te-
lonio de Miranda.
360 saccas milho, 513 ditos farinha de man-
dioca, 13 ditos feijo 8 saccas gergelim, 7 dito*
arroz, S duzias do taboado ; a ordem.
CONSULADO GERAL.
ReuJiu. -uto do dia 1 a 5 4 37 013
dem do dia 6......2 7 2O07G
:09J|208
DIVERSAS PROVINCIAS.
Rendimento do dia la 5 .
Id-vn do dia 6 ...
456g87'j
231 01.i
CS7S892
DESPACHOS DE EXPORTACO PELA MESV
DO CONSULADO DESTA CIDADE NO DIA
o" DE DEZEMBRO DE 1859.
Ballimorc Hiato americano John Griftli
Wbalely Forster k C, 1,3j0 saceos assucar
mascavado.
Harapton Roads-Patacho americano Coast Pi-
loto, S. Broten & C., 900 saceos assucar
ni asea vado.
LisboaBrigue porluguezRelmpago, T. de V
i enseca & I'ilho, 100 saceos assucar masca-
vado.
Figueira-Palacbo porluguez Mara da Gloria-
t. S. Ra bello & Fillio, 160 saceos assucca
masacrado.
StockholmBrigue sueco Anua, N. O Bicber
& C, 2,408 couros salgados.
RECEBUDORIA DE RENDAS INTERNAS
GEUAES DE PERNAMBL'CO
Rendimento do dial a 5 i.822J6i,
Wem do ^ 6...... 2.-0O9JU2H
3:831f;r,::
CONSULADO PROVINCIAL.
Rendimento do da 1 a 5
dem do dia 6 .
5:97tgl&
2562j755
>.533c9
Paula dos prec os dos principaes gene-
ros c profluccocs nacionaes,
quesedespiicham pela mesa do tamil
lodo na semana de
5 a 10 de dezembro de 1859.
Agurdente aleo] ou espirito
de agurdenle.....eu
dem casaca......
dem de cana.....
dem genebra.....

Wemidom.......botija
''""cor.......caada
garrafa
eaunda
arroba
9

dem idem
dem re-Miada c do n iuo
Algodo era pluma 1.a sorle
dem idem 2.a dita
dem idem 3.a dita .
Llera em caroco ....
Arroz pilado '.....".' ;irr|,,,
dem cora casca.....all,r
dem brarico novo. .
dem mascavado idem
Azeite de mamona ....
dem de mendoim e de coco.
Bolacha fina.....
dem grossa.....
Caf em grao hora. ....
dem idem restauro .
dem idem com casen
dem moide.....
Carne secca.....
Carras de madeira
o seda
a J.
a Le-
ostras
Vapor inglez Stanley, vindo de Liverpool,
consignado a Saunders Brolhcrs & C, manifes- Corado carnauba era pan
tou o seguinte :
50 caixas elO barricas cerveja, .{5 barris azei-
te, 8 caixas fazenda de liho, 1 fardo relbutine,
. 5 caixas arreos o muro. 25 barris banha de por-
co, 120 caixas queijos, 5 caixas presuntos, 2 di-
Itas toucinho, 4 ditas finetas, 100 saceos ferro,
1100 ditas nozes, 1 caixa miudezas, 16S rolu-
1 mes fazondas d algodo, laa c dilo, chapeos de
; sol, cassas, lences etc., 20 barris manteiga ; aos
consignatarios."
2 caixas ferrngens ; a Rnbe Scharaellau
&C,
50 barris manteiga ; a Barroca & Medeiros.
dem idem em velas.
Charatas bons ....
dem ordinarios .
dem regala......
Chifres ....
Cocos seceos.
couros de boi salgados .
Mera idem secci-,s espichados.
dem idem rerdos. .
Mera de cabra curtidos .
dem de onca. ....
Doces de calda......
dem de Guiaba ....
Mera seceos .
1 caixa miudezas'; a A. L. Rodrigues.
2 fardos casimiras, 32 caixas e 21 fardos fa-
zenda de algodao, 3 barris prorses ; a Paln
Nash ,\ C.
15 caixas e 78 fardos fazenda de algodo, 5;
caixas dita do linho; o Southal Mellors a C. Espanadorea grandes.
3 fardos fazenda de linho : a Arckwggiti
&c
a J. Lclly&C.
; a E. Ryder.
a Sevc Filhos & C.
de sol de seda : a J. C. Ay-
arroba

eanada

arrulia

arroba

>


tent

>

libra
um
)>
libra
Iras
priva-
s
MUTILADO
N
ras
ida Go-
es da
2 barris cerveja :
1 caia charutos
1 dita miudezas
1 caita chapeos
res.
1 caixa miudezas e alcatifa ; a Ramos Dupral
vVV..
5 caixas biscoitos, 50 barricas manteiga, 55
caixas conservas, 30 ditas queijos ; a Tasso &
Irmao.
12 feixes saceos ; a Scolt Wilson & C.
1 caixa ; a C. Colson.
4 caixas fazenda de laa ; a Schaffetlim & C.
3 caixas bonets de laa eseda, 2 ditas chapos
desul ; a Ferreira & Araujo.
5 dilos ferrngens, miudezas c enfeites do ca-
beca : a Monlciro Lopes.
46 fardos fazenda de algodo ; n ordem.
1 caixa chapeos de palha, 20 fardos fazenda de
algodao ; a II. Gbson.
1 caixa seda ; a J. Keller & C.
3 caixas miudezas; a J. P. Adour & C.
122 fardos, 27 caixas fazondas de algodao e
50_barrs manleiga ; a J. Ryder & C.
71 caixas fazeudas de algodao, 150 barris man-
teiga ; a Johnslon Pater & C.
4 caixas cobre ; a J. M. Dias & C
25 caixas queijos a H. Brunn & C.
Barca ingleza Panlheu, viuda de Liverpool,
consignada a Southall Mellors & G., manifestou
o seguinte :
1 caixa terragens ; a P. Vianna i C.
50 barris barrilha ; n J. A. Moreira i. C.
39 fardos lecidos de algodo, 1 caixa dilo de
la, 1 barrica rodas, 1 caixa ignorn-se, 11 dilos
miudezas ; a Adamsou llowje & C.
5 volumes cm pcssns de machinismo para va-
por, 1 caixa machina para copiar, 1 dila papel, 6
pessas machinismo ; a Braga \ Antunes.
1 fardo e 1 caixa tecido de algodao, 3 dilos dito
de laa ; aJ. Keller & C.
22 fardse 14 caixas tecido de algodao ; a II.
Gbson.
126 caixas c 38 fardos tecido de algodo, 2 cai-
xas dito de laia, 4 ditas lencos, 2 barricas c 1
caixa mantimculo, 50 barris manteiga, 3,000 li-
jollos ; a Southall Mellors &' C.
50_caixas queijos; a F. Gomes de Oliveira-
105 gigos louca, 2 barricas amostras, 101 di-
tos baunilha ; a' ordem.
1 caua meias de algodao ; a Augusto Cesar
de Abreu.
80 gigos e 1 cesto louca ; a J. Pater &C.
20 taixas de ferro ; a S. P. Johnstou &. C.
50 barris manleiga : a Scolt Wilson & C.
dem pequeos.
Esleirs de preperi .
Estoupa nacional .
Farinha de aramia ....
dem de mandioca ....
Feijo.......
Fumo em folha bom ....
dem dem ordinario ....
dem idem restolho ....
Moni ora rolo bom ....
dem dem ordinario. .
Gonima polvilho.....
Ipecactianha.......
Lenha cm achas grandes .
Mera idem peque as. .
dem em toros......
Hadeiras cedro taboas de forro.
Louro pranchoes de 2 cuslados
Cosladiuho. .......
Costado........
Forro.........
Soalho........
Varas aguilhadas.....
dem quiriz.......
Vinhrtico pranebdes de dous
distados ....
un

uma
arroba

abpieire
alquaire
arroba
a
arroba
cent, i


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1OS00O
3JQ00
l,SO,C
2$2S(i
lfWO
sajom
dem dem custadinho de dilo tapio
Mera taboas de costado do 35
a II p. de C e 21/2 a 3 de
largura....... 4SfB8Q
Mein dem dilo de dito uzuacs SOfOOQ
dem idem-de forro .... w*
dem dem soalho de dito . 1250011
Mein era obras eixos de secupi-
ra para carros ..... par lapai
dem idem rodas de dita para
ditas........ i 3'V.....
Mol...... caada 2(0
Milho......... alqueire ^Ml
Pedras de amolar..... uma 8O0

Mera rebolos...... * l>'2*.
Piassava era molhos .... i , _>o.


(*>
DIARIO DE TERNAMBLCO. QDARTA FE1TU 7 DE DEZEMBRjO DE 1859.
Sj I mu......... libra i 20
Sal-a parrha...... arroba 25|000
Sebo ora rama...... > 10$000
Sola ou vaqueta (nido) urna 3$500
Tapioca........ arroba 35200
l!nhas de boi..... cen o $300
Vinagre ........ pipa o0$000
/
Movimento do porto.
Mavio entrado no dia .
Malaga28 dias. polaca hespanhola Prompla,
de 17.5 toneladas, capilao ltanou Ros, equipa-
ran! 12, carga vinho e mais gneros ; a Bailar
& Oliveira.
Sahido no mesmo dia.
Barre pelo Rio Grande do NorteBarca frauceza
Sphere, capilao Rives, em lastro.
Navios entrados no dia 5.
Macei e porlos intermedios 40 horas, vapor
nacional lguarass, commandanle o 2o len-
te Joaquim A. Morena.
.Virios' entrados no dia 6.
BahaIfi das, barca francesa Amelia Henriet-
le. de 2i toneladas, capilao flovral, equipa-
sen) 12 pessoas, en lastro a Trssct Prora A:
llio de Jan.'iro20 ias, brigue francs Zeli.
de 163 toneladas, capitao Go'jlven, equipasen)
8, em lastro, a Tissel Frere & C."
Lisboa23 dias, brigue portuguez Laia III, do
222 toneladas, capilao Jos Januario da Cosa
equipagem 1 carga vinho e mais gneros a
Irancisco S. Rabello & Filho.
Barcelona 30 dias, sumaca hespanhola Ardua,
de 102 toneladas, J. Parre, equipagem lo, c.ir-
i vinho e mais gneros, a Arana Bra'n.
Acotos sohidos no mesmo dia.
Cobo-VerdeBrigue inglez Anne. capitao Fel-
ley, em lastro.
Secretaria da thesouraria provincial de Per-
nambuco, 1. de dezembro do 185!).0 secreta-
rio, Intonio Fcrreira da Anminviavo.
r= l'elo eouiroai.d.) as armas dasla provincia,
nos termos do Aviso do ministerio da guerra de
10 de novembro ultimo, c da ordera do dia do
quartel general do exorcito de 22 do mesmo mez
sob o n. 162, conlrala-so uro capelln para o
presidio de Fernando. O Rvd. sacerdote que cs-
tivor habilitado, e quizer preslar-se a este ser-
vico, teta a bondac de comparecer no quartel
do mesmo commaudo, das 'J horas da manhas
2 da tarde dos dias uleis, afim de celebrar-se o
contrato sol ccuidicoes que 1 lio serao patentes.
Seuretaria militar noMondego, 3 de dezembro de
1859. Francisco Camello Pessoa de Lacerda, ca-
pitao secretario do commando das arma?.
Conselho'ndm ilustrativo.
O conselh administrativo, para fornecimento
do arsenal de guerra tem de comprar os objec-
los seguinles :
Para a enfermara militar a carao do 7. bata-
Iho de infamara em Macei.
Calcas de chita 30; camisolas de brim 30 ; bu-
les de tonca 2 ; chicaras o pires 12; lijlas pe-
queas de louca 25 ; pratos rasos 25 ; dilos fun-
dos 25; bandejas oieies 2 ; talheres 20 ; copos
de viJro para agua i; tinteiros de vidro 2 ; toa-
llias pequeas para as bancas 30; mesa forrada
de ziico para autopsia 1 ; estojo porttil cirur-
gico I ; loalhas proprias para facturas e de di-
versos lmannos 50; lavatorios de ferro 4.
Para pro vi ment do armazem do arsenal
de guerra.
Aracaly.
A barcaca ilaria Amelia, leudo prompla nie-
lado de su carga, sahe at sabliado desta sema-
na : para o restante da carga trata-se com T-
rente Vianna & Companhia, na ra da Cadeia do
Recife n. 57.
Para o Assu'
segu com brevidade o palhabote Oliveira II:
quem no mesmo quizer carregar a fretc ou ir de
passagom, para o que tem excellentes coiumo-
dos, entenda-se com o capilao Jos de Oliveira.
I.eite, ou no escriptorio de Manoel Aires Guerra
na ra do Trapiche n II.
Para o Porto,
o luguc Esperanca segu at o dia 10 do cr-
lenle ; anda recebe carga e passageiros: a tra-
tar na ra da Cadeia do Recife n. 4.
= Para Lisboa e Porto pretende seguir viagem
com a maior brevidade possivel, o patacho por-
luguoz Flor de Mara ; quem no mesmo quizer
carregar ou ir de passagom, trate com o consig-
natario Thoraaz de Aquino Fonseca, ra do Vi-
gario n. 19, primeiro andar.
Para o Rio Gnu!e do Sul
segu com toda a brevidade a barca Malhilde,
tem parte da carga prompta : quem quizer car-
regar o resto pode tratar com Manoel Alvcs Guer-
ra, ra do Trapiche n. 14.
ho: Para o Aracaty pelo Ass,
tngieza, em lotts a vontade do compra-
dor: sabbado 10 do crreme as 11 ho-
ras ein ponto no caes doi Apollo arma-
zem do Sr. Jos Duarte dja$ Neves.
LEILAO
DE
Manleiga igleza.
PELO AGE.XTE
Primeiro andar.
/
= ? c; >o ^ es Q.7S = ^ o, > Horas. Vf*i 1
3 os. z. a 5*3 * I c Atmosphera. 1 o ce X so
* H ireceo. 'A O -*
3 A * *p | Intensidade. 1 r -si S
2B (DI ~- ^S25*l Centgrado. c p. C o
_ 3 ti.' hS tu l li) 1
?2 s 2S25S 1 Fahrenheit 5-
9 - a 5-cc = 1 Hygrometro. c/:
o -3 ^1 --IM3 1 s s ^gjj^ Barmetro. x>i:t 1
duzias 20 ; laboas de 3/4 de grossura, duzias 10 ;
pranches, duzia 1 ; oleo de liuhaca, arrobas 5 ;
alvaiade, arrobas 5 : ir, arrobas 4 ; zarcao, ar-
robas 2: secante, arroba 1; gomma laca, arro-
ba 1 ; ocre, arrobas 5; pregos de guarni^o, mi-
lheros 10; nieis sottidos duzias 5 ; lixa sorti-
da, duzias 12.
Quem quizer vender taes objectos aprsenle
as toas propostas em carta fechada na secretaria ,
do cunselhu as 10 horas da manhaa do dia 12d;! ramarH^te, por j ler parte do seu carregamen-
eorrenle mez. toprompto: para o resto e passageiros dirijam-
Sala das sesses do conselh administrativo se a lua do Vigario n. 5.
segu com muita brevidade a barcaca Hara
Amelia, tendo a maior parte do carregamento
prompto : para o esto, irata-so com Prente
Vianna & C., ra da Cadeia n. 57. ,
Para o Ass.
Segn at o flm da presente semana o hiale
O referido agente far leilap por conta de
quem pertcncer hoje 7 do correnle pelas 10 ho-
ras da manhaa na porta do armp/.em do Sr. An-
nes defronte da alfandega
DE
40 barris com manteiga inglftza flor pnmeira
qualidade desembarcada nestos dias.
Na inesuia occasiao vender
pelo maior prego cjue achar
para fechar cdiitus.
200eai\ascom passas muscatcl.
M. 0. de Araujo Costa Filho, tem a venda no escripterio da ra cima no sortimemo d"
zendas que trouxe do Rio do Janeiro."
Alcatifas avelludadas para tapetar salas.
Tapetes avolludados para soph.
Damasco de seda de cores.
Camisinhas de caasa bordada e de renda.
Chapelinas de pallia da Italia.
Veos do icnda prea para chapelinas.
Leos de esgui.io de linho bordailos do mais delicodo
trabalho.
Setim branco, meia nobreza branca.
Lencos de cambraia de linho bordadas e com renda.
Grinaldas de flores.
9 annuncianle pode assemrar ao respeitavel publico que vende por pre:os ailo van
sos, pois a sua casa do Rio de Janeiro recebe todas as suas fazendas direelameute de
-.
para fornecimento do arsenal de guerra 5 de
dezembro de 185'J.Bento Jos Lamenha Lins,
coronel presidente.No impedimento do secre-
tario, Joao Francisco de Chali, coronel rosal.
Para a Baha
U veleiro e bem conhecido palhabote Dou
Amigos, pretende seguir com muita brevidade,
Editaes.
A cmara mumcipitl dcSta cidade
desejando continuar a testemunhar o
amor, respeito e veneracao que con-
sagra as iiigustas pessoas de SS. MM
II, e ao mesmo lempo perpetuar a me-
moria do rlorioso da 22 de novembro
de 1839, em que esta cidade lora econ-
tinua a ser hornada com a augusta vi-
sita de SS. JIM., resolve <[tie dora em
diante o piteo do Collegio se denomine
praca de Pedro II ; a ra do Collegio
quesera' considerada ate a esquina do
convento deS. Francisco, ruado Impe-
rador ; o campo de palacio, campo das
Princesas; eo aterro da Boa-Vista, ra
da Iinperatriz. Paco da cmara mu-
nicipal do llecife em sessao de 3 de de-
zembro de 1859.Manoel Joaquim do
Reg e Albuquerque, presidente.
Manoel Ferreia Accioli. secretario.
De ordem do Jlliu. Sr. inspector da thesou-
raa de fazenda desta provincia, se faz publico,
para conhecimento dos inleressados, a relacao
ahaixo transcripta dos credores de dividas de
e>.ercicios lindos, na importancia total de ris
4:7008797, cujo pagamento oi autorisado pela
oidem do ihesouro nacional n. 190 de 12 do mez
(Indo.
Secretarla da thosourana de fazenda d Pcr-
uambdco, 3 de dezembro de 1859. O otTicial-
inaior interino, Luis Francisco de S. Pulo e Silva.
RELACAO A QUE SE REFERE O ED1TAL
SUFRA.
Jos Rodrigues dos Passos Jnior..
Antonio dos Santos Caria............
Bernardo Pereira do Carmo Jnior..
Francisco Pereira de Almeida......
lo"io Lucio da Silva Benta Maa Ja
Conccicao, mao de)..............
Jos Joaquim da Rocha............
I.uiza Manado Rosario..............
Manoel de Parias Lemos............
Marcos Evangelista Muniz..........
- Pela recebedoria de rendas internas se faz tem P"*,^ seu carregamento a bordo ; para o
publico, que no correnle mez se finda o prazo da i r?sl? I"0.1",0 talla, trata-se com seu consgnala-
cobranza amigavol aos impostes pertencenlea ao;ri-,Anl.'>"> I-'z de Oliveira Azevcdo, no seu es-
exercicio de 1858-1S59, a saber renda aos pro- c
pos nacionaes : foros de terrenos e de marinha
decima addicional de mao morta; imposto sobre
lojas e rasas de descont; dito especial sobre
casas de movis, roupas, mobilias e calcado es-
Irangeiro ; dito sobre barcos do interior e laxa
dos escravos, findo o qual se promover a cobran-!
ca executiva contra os remissos : outro sim que
I o mesmo mesmo mez deve ler lugar o paga-
mento dos imposlos perlencentes ao exercicio
de 18891860, a saber: do primeiro semestre da
decima addicional de mo morta. do imposto so-
bre lojas, do dito especial, do de barcos do inte-
rior, depois do qual pagar-seha conjuntamente a
multa de 3 00- Recebedoria de Pernambuco, 5
de dezembro de 1859.O administrador, Manoel
Carneiro de Sottza Lacerda.
O delegado interino do districto lillerario,
da fiegup/ia de Santo Antonio faz publico que s,8ue nestes das o veleiro brigue francez San-
no dia 7 do correnle, pelas 5 horas da manhaa, t'Anna, o qual recebe alguns passageiros, para os
lera lugar o exame das alumnos da professora 1"* ollerece os melhores comraodos
publica Alcxandrna de Lima Albuquerque, sen- ,ratar. com os consignatarios Amorim
do examinadora a mesma professora e a de Fura r"'n ^a -r,u n- ^*
de Portas Emilia Candida de Mello Luna. II<_ 1 < II _Jt
laslrueeo pul.Iica. U '(til (10 C Para.
No dia 7 do correnle, s 7 horas da manhaa, j JMM1UUMUW *J III II.
ter lu;;;.r na aula publica de inslrucco ciernen-! O veleiro brigue escuna Graciosa, capilao e
1:037$778
120g000
63J898
73g0i
.ooa
ij;oi7
240S000
11S500
230g 100
Cear, Acarac e
Granja.
O patacho nacional Amia, tem boa parte da
rarga prompla : a tratar com Tasso Irmaos ou
com o capitao Graciano Uenrique Mafra.
Para Montevideo
Avisos diversos.
Pelo juizo de orphos desta cidade, eseri-
vao Guimares, tem de ir a praca do renda por
tempo de 6 annos a contar do l do Janeiro de
1S00 ao 1" de Janeiro de 1806 ai seguidles pro-
priedades perlencente aosorphios hlhos do fi-
nado tenenlc coronel Pedro Jos| Carneiro Mon-
leiro, situadas em Apipucos.
Urna olaria do fabricar lijlo com seu competen-
te forno.
Urna baixa ou terreno de plautafto de capim.
Urna casa de laipa situada logo abaixo da po-
voaco.
Todas estas propriedades pela renda annual
de 2:000;?. e sob as condices seguinles :
1.aO arrendamento comecai no Io de Ja-
neiro de 1860 e lindar u Io di Janeiro de 1866.
2.aO rendeiro prestar no acto da arremata-
cao fiador idneo, que se respo isabilise solida- paz ,,
mente, nao s pelo pagamei lo da renda, o '
AVISO.
as mcuiw
est presente
Sangra e lira tambem denles como qualquer
medico ou cirurgiao dentista ; pode ser chamado
com escripto a qualquer hora, na ra da Gamboa
do Carino n. 20.
Vendem-se cinco bois mansos de corroa,
propos para carioca, e como tambem um ca-
vallo ; os quacs esto venda no arco de Sanio
Antonio, das 8 horas em diante.
Para bailes.
Luvas de pellica branca de Xouvin, mu i lo no-
vase frescas,chegadas ltimamente.
Espelhos.
Ricos espelhos de dilTercntes t.umnhos e mol-
duras, tanto de madeira dourada como enverni-
sada.
Vende-se urna casa torrea sita na ra da
a pretender dirija-se ao paleo do
ATTENCO
pial ser sempro feilo em qua-teis adianlad'os, i ^armo*en a n# ^-
como das obras a fazer, as quaes licam a cargo I Desappareceu do seminaiio de O inda um
do mesmo rendeiro. escravo de noine Ilorno, do vinte e cinco annos
=As obras, as quaes serao vidamente or- de ii( pouco mais ou menos> mulal0) f-r
cadas, consistem no reparo dac.isa de laipa, no-
vo lomo, e demais repares na cQberta e pilares
paluda, estatura roular, tem pouca barba, ca-
da olaria, e finalmente nova pldnla nos terrenos bellos carapinliadcs, beigos grossos, sendo o in-
da cultura do capim, lodas cstastbras no prexo, ferior mais saliente, lem falla de dentes na fren-
^X^^otX'^r^ 6'. *** L-ou ca'casde
brim de listra e carniza de madapoluo. E de
Cariris-Novos, c como le, provavel que se te-
custa.
4.aO rendeiro ser obrigado k solver no pri-
meiro dia da arrema'.aco, a divida era que es-
lao os menores para com o credjr Jesuino Fer-
nha dirigido para esse luar, por isso pede-se s
autoridades pociaes ou a quem quer que o en-
Na ra da Cadeia do Recife n. 11, venJem-se
as seguinles obras iheatraes :
O Demonio Familiar, comedia em 4 a:
A Corda Sensivel, vaudeville, 1 acto.
Gabriel Lusbel ou os inilagres de Santo An'.o-
nio, magnifico mjsterio, em i aelos.
O Caixeiro Honrado e o negociante ladrao,
drama.
Alem destes ha mais venda :
() Livro de Irlilia, contendo urna bella collec-
eo de poesas.
O Caixeiro Peraute a Socedade, ou a historia
Qel do sua vida.
desnecessario declarar seus procos, pois lu-
do se promello vender em conta.
Na mesma casa recebe-se assiguatura para o
nteressante e bem escriplo jornal do Rio de Ja-
neiro, intituladoReviMa Popular.
Vendo-ae um pardo de idadtj 15 annos, de
muito boa figura e conducta, bom ofiicial de al-
faiate, que corla o faz toda obra, e ptimo cria-
do ; cious uegros mocos, buns oflkiaes de pedrei-
ro um uoloquee um negro bons cozinbeiros
iros negras mocas, e outros escravos que se ven-
dera lodos baratos, tanto a prazo como adinhei-
ro : na iua Direita n. 66.
= VenJe-se madeira de jangada de todas as
grossuras, em poroto ou a retalho, m.is barata
do que em oulra qualquer parle ; urna canoa fe-
chada, maslros para barcaga, e urna cadeiriuha
s:m ser servida : quoni precisar, dirija-se a ra
do R.mgcl n. 10, para entender-se com Joa->
Duarte Mnginario.
Vende-se um escravo crioulo, de 24 annos
de idade, sem vicio ou deleito algum, muito sa-
dio, ptimo copeiro, e mestro do oflieio do sapa-
leiro : a Iralai com o abaixo assignado na alfju-
dega, ou em sua residencia na ra da Saudade,
pnmeira casa rom solo do lado do sul.
Toda allunco ao segundo andar do sobrado
da esquina da ra do Queiraado, por cima da lo-
ja do Sr. Preguica, entrada pilo becco do Peixe
Frito n. !.
Ricos cortes de vestido de duas saias de gor-
| guro branco lecidos a velludo, propos para
rara reir da Silva, na importancia dq 1:830325 rs., """" V
Irmaos !sem 'ue ora lenpo algum possaj pedir indemni-'co.nlr,.r fa?a prender, e levar ao mesmo se- ; baile, o mais rico que tem viudo a esta capital.
' sacao qualquer que seja ou a fazer reclamaco miliario, onde "'
maca o
alguma a tal respeito.
5.aO rendeiro s poder tiratt barro para o
fabrico da olaria nos lugares qiie mais conve-
niente fr, e sempre de accordo qom o tutor dos
menores, licando responsavel poij qualquer dam-
gua'
guintes : Antonio Ignacio de Arruda, Luiz de Almeida Gomes Alves & C, ra da Cruz n. 27.
Franca Honorato de Carvalho, Joao Gervasio da! = Para Lisboa segu com a possivel brevida-
Cunha Pein, Ilemjamin Maxmiano do Nasci- de, o bem conhecido brigue portuguez Relampa-
mento o Antonio Poltcarpo de Salles. i jo, para o que tem rfertc da carga prompla : para
Delegacia de districto Iliterario da freguezia del o resto da carga e passageiros.aos quaes offerece
acetados comraodos, trata-se com o consignata-
rio Thoinaz de Aquino Fonseca, ra do Vigario
n 19, primeiro andar.
Para o Porto
[ sahir com brevidade o patacho pottuguez Du-
que do Porto, de primeira marcha : quem no
mesmo quizer carregar ou ir de pa9sngem, dirja-
se a ra da Madre de Dos n. 3\ a tratar com
Jos Antonio da Cunha & Irrao, o i o capi-
tao na praca do Corpo Santo.
Segu at o (La 9
S. Jos do Recife 3 de dezembro de 1859 =s Ma-
nuel Ferreira Acciolli, delegado lillerario.
T1EATRO
plantacoes de que
As propriedades serao arrematadas de renda
em 3 prabaa successiva: a contar [de hoje.
Recife 6 de dezembfo de .1859.
Francisco Jos Aires Gama.
mm
H.. P.
Recrear o.
Os Srs. socios sao convidados a mandar rece-
berseuscartoes nos dias 7, 8e 9 do correnle das
J_ .____ ,1 I OVIO ,u3 i uiu M UUHC8 ICIU >;.\< ^UUUU'i Cti
t'SZSr^Vu%rrZ3Z3^^\* ** do.lgodio ouabordocom o
do correnle, o hiale Santo Amaro, para o Ass,
por ter a mior parto do seu carregamento
prompto ; anda recebe aguma carga c passagei- que nao ignora.
ros, para os quaes tem excellentes commodos : a'
Joo Carlos Lumachi, Mana [Vintenie Lu-
pes, Anna Margarida-Lopes FeBjfcka, Mara
Violante Lopes Filho, Joo ,Alies rerreira
e Rosa Maria de S Lopes, multo agrade-
cem a confraria do Carmo desta cidade.
amigo e prenles que complaroceram e
acompauharam ao ultimo jazigp o cadver
de sua prezada esposa, filha, ihma e cu-
nhada Candida Violante Lopes l.umachy.de
novo rogara a todas 3S pessoas [de sua ami-
zade o caridoso obsequio de issistirem a
missn do stimo da que se Y \ kle celebrar
pelo repouso eterno de sua alma no dia
sexta-feira 9 do correnle, i horas Ja
manhaa no convenio do Carmo.
de olTerecer a SS. MM. IL ; salsfazendo na
mesma occasiao o importe de suas assignaturas.
Recife 6 de dezembro de 1859.^odo Francisco
Marque*, 1." secretario.
mestre.
Iteparlico das obras publicas...... 1:129)1260
Sebasliao do Reg Barros.
Francisca do Reg Brrelo Pereira..
Josepha do Reg Brrelo............
Maria do Reg Brrelo., a..........
SOgoOO
36Q0U0
360g000
300S0OO
4:0768797
Deciara^oes.
Coiiselhu administra ti vu.
O conselh administrativo, para fornecimento
do arsenal de guerra, lem de compraros ob-
jectos seguinles :
Para a casa de delencao.
Camas de ferro para olliciaes 2 ; colchoes 2 ;
Iravesseiros 2.
Quem quizer taes objectos aprsente as suas
iiioposlas em caria fechada na secretaria do con-
selh s 10 horas da manhaa do dia 7 de dezem-
bro prximo vindouro.
Sala das sessoes do conselh administrativo,
a fornecimento do arsenal de guerra, 30 de no-
vembro de 1859.Denlo Jos Lamenha Lins, co-
roi el presidente.Francisco Joaquim Pereira
I.ouo, coronel vogal secretario.
Pela mesa do consulado provincial se faz
publico aos preprelaos dos predios urbanos das
ireguezias dcsta cidade e da dos Afogados que
os 30 dias uteis para o pagamento a bocea do
colre do primeiro semestre da decima do anno
nninceiro correnle de 1859-1860 so principiara
a contar do Io de dezembro vindouro, licando
.ocursos na mulla de 3 or tent os que paga-
ren depois desse prazo.
Mesa do consulado provincial de Pernambuco
-6 de novembro do 1859. Antonio Carneiro
Machado Rios, administrador.
= O Illm. Sr. inspector da thesouraa pro-
uncial, em cumplimento da rftsoluco da junta
manda fazer publico, que no dia 7 de dezembro
prximo futuro, se ha de arrematar, a quera por
menos lizer o costeio da illuminacao publica da
cidade de Olinda, avahado em 260 rs. cada um
lampeo diariamente.
A arremataco ser feita por tempo de um
uno a contar do dia 15 do dezembro do correnle
auno.
As pessoas que se prepozerem a esta arrema-
taco. comparecen) na mencionada Ihesourara,
;nde acharo as coudicocs com que deve ser ef-
fe<*4.uada a arremataco.
L imra constar se* maudou affixar o presente
ij publicar pelo Diario.
Secretaria da Ihesourara provincial de Per-
nambuco, 19 de novembro de 1859.O secreta-
no, A. F. damAnnnciaro.
O Illm. Sr. inspector da thesouraa pro-
vincial, em cuniprimeiilo da ordem do Exm. rica
presidente da provincia, manda fazer publico, que
peranle a junla da fazenda da mesma thesouraria
se ha de arrematar no dia 15 de dezembro pr-
ximo vindouro, quem mais der, 636 lampeoes
que serviram na illuminaco publica desla cida-
de, com as suas competentes ferrageus, avahados
tm 408 cada um
Os prelendentes podem dirigir-so reparlico
dac obras publicas, afim de examinaren) os men-
co lados lampeoes.
E para constar so mandou affixar o presente e
publicar pelo Diario.
Secretaria da ihesourara provincial de Per-
nambuco, 21 de novembro de 1859.O secreta-
rio, Antonio Ferreira da Annunaiavao.
O Illm. Sr. inspector da Ihesourara provin-
cial manda fazer publico, que do dia 3 do corren-
e por aianie se pagatn os ordenados dos ora-
pregados provinebes do raez Je novembro pro-
imo Codo.
GASSINO POPULAR
Aracaty.
so
MAGESTOSO SALAO
DO
PALACETE DA RIJA DA PRAIA. 2
Hoje 7 de dezembro.
A pedido de al?uns apreciadores do Cassino
Para este porto sesue primeiro quo os que es-
to proposlos para all, o hiale Exhalaro: para
o resto de seu carregamento e passageiros, tra-
la-se com Gurgel Irmaos, em seu escriptorio no
primeiro andar n. 28, da ra da Cadeia do Recite
Ass
Hiate Camoes segu no dia 10 do correnle ;
para o resto da carga trata-se com Caelano Cy-
!riaco_da Costa Moreira, ao lado do Corpo Santo
haver hoje baile, c ser mentida a boa ordem
e harmona que all costuma reinar.
Ser vedado o ingresso a quem nao se apre-
sentar com a devida decencia.
Entrada para damas gratis, cavalheiros2f.
Baile nacional.
Le loes.
queira dirigir-se a ra do Crespo r)
que nao ignora
)Je ser asss recompensado por Ma- i Ricos cortes de vestido de seda de duas saias
bordados, propos pera baile, fazenda do mais
apurado goslo.
Ricos cortes de vestido de duas saias de gor-
guro de seda de cores propos para visila e para
pisscio de apuradissimo goslo.
Ricos cortes de vestido bordados para casa-
mento, com capella correspondente.
Ricos cortes de vestidos de duas saias de gur-
gurao pelo bordados e adamascados.
Rica e inleressante collecro da artigos para
toilette de senhora e para cvalhciro.
Adverle-se ao respeU*vl puiico, que alem
daa nrcmiasannuiiciadas, ha um vanado sorti-
mento de fazendas novas, que todas sero ven-
didas por procos razoaveis.
Vende-se a armacao da casa da ra Direita
n. 86, junio botica, sendo toda de amarelio e
envidracada, ganntindo-se a casa ao comprador
a vs, n ajrtrysi yi:tiiv^Tr
noel Antonio Martins de Jess.
Burros hespanhoes
De raca andalusa.
Quem quizer comprar tres burros muito no-
vos, e da ra^a que inellior lem approvado na Eu-
ropa e j climatizados, dirija-se ao segundo an-
dar que fie por cima de Sr. Preguica, entrada
pelo bco do Peixe-Frito n. I, w|ue achara com
quem tratar.
Attencao.
Era superfluo replicar da reosla dada pelo
Sr. Jos Kibeiro Pon les ao tneu aiinuncio pu-
ella alting o fun a que me propuuha, que era na ra do Crespo, loja do Sr. Antonio Fernandos
mostrar claramente que nunca havia sido seu de- do Castro.
vedor, e sim seu credor, como elle acaba de con- |, 1Ij "'!' alxeiro ^6 loraa,co,,a d u.raa UT
f..- i .i j-. ir Ibernapir na la neo : quem pretender dima-se j
fessar declarando ter com effeilo pago cora dm-jroa Direita n. 1; na mesma se Ihe diro as
| das : o Sr. Ponies nao podia ntgar este facto : Iinformacea necessariaa.
mas acarrelava ao mesmo tempo numerosas Je- Precisa-se de um pequeo para caixeiro de
Icepcoes quo lh taeian sollrer o que haviam e dt'posUo : "a iua ircta n. 9t.
Doce de arac.
Vende-se doce do m^i muito superior : na
ra do Imperador n 5, anteriormente chamada
i tido a paciencia do escular pela contradicho em
O Sr. "Carlos Ernesto Mesquita ralco, 1 que havia cabido, cumpria pois desvanecer o
queira digir-se a ra do Crespo n. 16, ao fim | raas qne fosse possivei as j0SfaVoraveis impres-
_ o asilos Pimenlel, !"es 'lue isl produziiia, e eis o que fez o Sr.
. 16, ao fim l'onles no segundo dos dous arligos et
em quedi-
; vidio sua resposta, figuran jo a existencia de urna
- Precisa se de um sacerdote para celebrar imaginada SOCedade" para" liquidar cuios livros
dizexislirera em meu poder sera sua sciencia : ;5003deuiiia lelra vencida em
as missasde festa em ura engenha da freguezia
de Nossa Senhora da Escada : na ra da Cadeia
do Recife loja n. 50 de Cunha e Silva.
Constando-ine que o Sr. Igrjacio I.uiz de
Brito Taboida anda propalando qu lhe sou dc-
vedor para esclarecimenlo do publico declaro
devo o menor
ra do Collegio.
O abaixo assiguado faz sciente ao respciu-
vel publico, que nnguem faca negocio algum
como Sr. Joaquim de lieos Baplista, relativo j
loja da ra do Livramento, sem que primera-
mente pague ao abaixo assignado a quantia de
30 de novembro
anda nisto porra foi o Sr. Ponre infeliz : o prximo passado, apoutada o protestada ; e para
mais leigo em materias de commercio sabe que, 1uu nBae" se chame a ignorancia, faz o pre-
sent para evitar duvidas.
Joaquim Francisco de izeredo.
que nada devo a esle renlior, ner
favor.
Recife 6 de dezembro de 1859.
a$ Francisco Goncnlves de MoraEs, Dr. em ~ ,es '
medicina, offerece os seus prestimos ao i er
concediJa quali|uer scciedade ou inleresse, in-
dispensavel um balango assignado pelos fu teres-
sados, logo no seu comeco existe por ventura tal p
'documento?,. existe mesmo qualquer outro ti- I
es ? ; Vamos adiante, eu sahi de sua casa ] l.ica, de lal';,,na- e ,boa conducta : a tratar na ru
ii ,. do Imperador n. 13, ulicamente ra do Col egio.
n marco, nella so exista um borrador de d.- respeilave publico desta cidade, as pes- j vidas fiadas durante o meu lempo, as quaes zal Velhan. b.
1 &7&~ssussuz Kis-^jR^ss^Tsse -*aes:sr!
LEILAO
Quarta-feira 7 do corrente.
O afjente Bjrja fara' leilao em seu!
armazem narua do Collegio n. 15 de
muitas obras de marcineiria, prata,
, louras, crystaes e uma inlinidade de
mSS^SSuI dcorr?nlc- JesPe. da irama- i artigos de casa de familia que tudo sera'
culada Conceicao, havera grande baile nos saloes' ? ,
do caes de Apollo. vendido sem reserva de preoo algum no
O baile deste dia ser expleinido pelos convi-1 estado em que se achar e ura carro de
tes particulares que se tem feito, e de. esperar i rodils coin Ulll hr,: Princiniara* as
que seja bastante concurrido ; a msica ser do- *JYuascum um doi. riincipiaid as
oras em ponto.
Imperial n. 161, procis.:-
% 93, primeiro andar. 11*7 de ma.o) junta.nen.o com o borrador para ^"^"^ora ordenado ,d ^ *" *""*
aj>## >#t##B>aj|>lft #># "" nrlnhir as comas. Sero eles os livros de
Saca-se para o Porto e Lisboa no que falla o Sr. Jos Ribeiro Pontos ? Se o sao'
ou precisa agora de.le. est s suas ordens quan- | ^^^g^^^linS. oV
do lhe aprouver mandar busca-lo, pois de nada r,m 0 semealre a vencer em 31 de dezembro de
escriptorio de Carvalbo Nogjueira & C.,
narua do Vigarion. 9, primjeiro andar
Attencao.
lirada e locar variadissimas pecas modernas.
Nao poder ler ingresso que nao se apresentar
decentemente vestido. O regulamcntosancciona-
do pelo Illm. Sr. Dr. chefe de polica ser fiel-
mente execulado.
Os bhetes para homeus 2^000 e para senhoras
grali.s.
Avisos maritimos.
10
Para
em dueilura segu nesles dias o hiale Bom Ami-
go^ para o rosto da carga o passageiros, trata-se
com Caelano Cyriaco da C. M., ao lado do Corpo
Santo n. 25.
Para o Rio tle Janeiro
Pretende seguir com muita brevidade a barca
nacional Amelia, tem parte de seu carregamen-
to a bordo : para o resto que lhe falla trata-se
com o seu consignatario Amonio I.uiz de Olivei-
ra Azevedo, uoseu escriptorio, ra da Cruz n. 1.
COMPANHIA PER vAMBUCANA
DE
INavegaco coslera a vapor
O vapor nacional Jguarass, commandanle o
segundo tenente Moreira, seguir para os porlos
do norte de sua escala at a cidado da Fortaleza
s 4 horas da larde do dia 10 do correnle, para
os quacs recebe carga da maneira seguinte : para
0 Cear e Aracaty no dia 7, para o Ass, Rio
Grande do Norte e Parahiba 9, sendo a mesma
posta a bordo pela prancha a cusa dos Srs. car-
regadores. O expediente da gerencia fecha-se s
1 horas da tarde.
Para o Porto Alegre, com escala pelo Rio
Grande do Sul, sahe com muita brevidade opa-
tacho JYoeo Lima, tem prompto parle do carre-
gamento ; e pan o resto a frote, trata-se com os
consignatarios Amorim limos, ra da Cruz n. 3.
LEILAO
Quarta-feira 7 do corrente.
O agente Camargo fara' leilao em seu
armazem na ra do Vigario n. 19
DE
Varias obras de marcineiria e entre el-
las uma rica mobilia de Jacaranda'
de muito bom gosto.
Louca e vidros.
LEILAO
Quarta-feira 7 do corrente.
O agente Uyppolito da Silva fara' lei-
lao no seu armazem da ra da Cadeia
n. 11 C, de uma inlinidade de obras de
marcineiria, relogios, um cabriolet com
cavallo e arreios etc. ; na mesma occa-
siao ira' a leilao um excellente mul?to
de 18 annos, bonita ligura e proprio
para pagem ou boleeiro as 11 ho sem
ponto do da cima mencionad
brode 1839.
Em
& C. ra
ous carros americanos novos.
Arreios americanos.
Bombas.
Arados.
Champagne superior.
Cognac.
Relogios americanos.
Velas com toque de a varia.
Vende-se no pateo do Carmo n.
1, manteiga ingleza boa al| a libra.
Vende-sel
o hiate americano Our'ana, de loto de
198 toneladas e capacidade piara 2,200
barricas de fariuha, torrado e encavi-
Ihado de cobre e prompto par navegar,
muito veleiro e de primeira marclia,
acha-se fundeado no lmanlo : quem
o pretender dirija-se ao escriptorio de
Rostron Rookei C, praca do Corpo
Santo n. 48.
Para illuiuiaacao.
Baldes de papel com bordados coloridos, de
novos modelos e muito bellos, e lustres ornados
de copos de cores para o mesi.io Oml: vendem-
se lodos estes objectos por procos commodos :
na ra da Cruz no Recife, armazem pe Thomaz
Teixeira Bastos n. 14.
Vende-se uma prela de boa ligura, que zinha, lava e engomma ; na ra da Senzala No-
va n. 1.
Presuntos superiores para
fiambre.
Tem para vender Jos Lui/. de Oliveira Azeve-
do, no seu armazem na Iravcssa da Madre de
Dos n. 5.
leilao por conta e risco de quem per- ~ Jf'demT 5S8! do "rtto, muito sec-
-ni i i i i cas e novas, pelo diminuto preco de tiO rs. a )i-
tencer de oOO barricas com holachinha bra : na ra dos Martyrios, taberna n, 36.
Sdward K 'nworthv rUvnu I,, sor rii- 1>0r 1SS seraoestas as ullimis ,,l,h,s 'l!,e *" Rgel, perdeu o livro pertencenle ao bairro de
. "j n -nol"y je'^uJf,(' sei ^ai a lal respeito. S. Jos e ponte da Boa-Vista, cujo livro i -
ceno da sua casa desde oO de outubro pUglo da padaria do Sr. Fernandes, em bricado pelo mesmo sensor, mas nao datado
quem o achou e queira entregar, ser gratificado
Luis Jos Marques.
Charutos da Baha
Hecie 0 de dezem- Sanio Amaro, o mulalinho Joaquim, escravo do
Dr. Nabor Carneiro Rezerra t'avalcanti, e presu-
me-se andar pelas estradas de Reberibe, arraial,
Patn Nash & C
cas? dos Srs. HenU Forster ?elcm, Poco, Casa-Forte. Apipucos, ou'cm Fra
, x o f de Ponas e Cinco Ponas; lem elle os signaes
co trapiche n. o, vende-se : \ seguinles : cor acanellada, cabellos alguma cou-
sa csliados, caneca grande, olhns pequeos.
Sabbado 10 do correnle.
O agente Hyppo^to da Silva fara'
Almeida \ Burgos re.-eberam da Babia pe.
brigue Velos, a venden em grandes e pMi
bocea grande e feiaj andar defeituoso como quem \ porcoes, em sua luja de fazedas na ra lo Ca-
cocheia, falla de unha do dedo grande do p di- bug n. 8, muilo bons charutos das morca- ie-
reilo, marca redonda de uma ferida que leve a- guintes:
Ilavaneiroa.
Quem fumar saber.
Camam.
Lanceiros.
Sabo rosos.
Regalos.
Anrasiveis.
Vendem-se duasescravas mocas e de boui-
cima do lornoselo do p direilo, sem unco alynm
| c representa a idade de 1 ou 15 annos : recora-
', menda-se aos ca pitaes de campo, pedestres e
agentes pociaes a sua captura, promeltendo-se
gratifica-ao, se o conduziram a dita padaria, ou
ao seu dito senhor no aterro da Roa-Vista, so-
brado n. -S8.
Contina fgido o preto Luiz, olucial de
pedreiro, e escravo do Dr. Nabor Carneiro Re- las "guras, com algumashabilidades, sendommt
zerra f.avalcanli, e anda recommenda a sua cap- dcllas do mallo e sabe Irabalhar de eoxad
tura ; tem elle os signaes seguintes : alio, cheio ^tiai na ra do Queimado n. 28, loja.
do corpu, rosto comprido, idade
bracos grossos, potroso,
cosas, procedentes de si
der de oulro senhor. Consta andar se inculcando
de forro promelte-sc boa gralilicacao a quem o
capturar e o conducir a casa do seu dito senhor,
no aterro da Boa-Vista, sobrado n. ^.
A viuva do finado Antonio Lui,: Vieira, pade
aos Srs. credores do mesmo, que apresenlem
suas conlas para serem conferidas^ afim de se
proceder o inventario ; isto com a maior brevi-
dade possivel.
Ama.
Precisa-se do uma ama boa cozinlieira : na
ra do Crespo n. 21.
Precisa-se alugar alguns pelos escravos !
por mez ou por dias, pode-so dar sustento, caso
convenha ao scihor: na linaria n. 0 e 8 dai
praca da Independencia.
Pede-se aos moradores da na Nova que ;
9, idade de. 30 anuos, I H!___ ______1 I
ii.5 s;,ri? ? "'anos, seraphmasc reale-
jos, a prazo ou a
(lin!teiro.
Vende-se no aterro da Boa-Vi**a, loj.i n -i,
um rico eelegante pianoforte, francs, cbt
ultiraameule, do aielhor labricante d>- Paral
tambem uma rica serapblna ou orgao, muito pro-
prio para alguma igroja do mato por ser amito
barato ; e realejos pequeos e granuVs rea pari-
cadaria e sem ella, o que tudo se vende i
barato para acabar
Fariuha de mandioca.
Desembarcada hoje, em saceos grandes, a Tj
naiam de bular illuminras no dia e 8 do cor- na nia da Cad( ia do Recife n. 50, primeiro ai
rente, vespera o dia de Nossa Mai Santissinia a ;
Senhora da Conceico, padroeira do imperio, pa-
ra que assimseja mais soleuinisado seu da
Aluga-se pelo lempo de festa, uma das me-
Inores casas do CacbSnge com banho por ta/. :
a tratar na ra Nova, loja de louca defronle da
cocheira do Sr. Adolpho.
Vende-se a loja da ra do Collegio n. 9,
com poucas fazendas e essas de le, a dinheiro
ou a prazo : a tratar na raesi.ia.
Vende-se para algum engenho um escravo
de 28 annos do idade, muilo_ sadio o com habi-
lidade para tratar de planta;6os por estar BCOS-
tunndo a isso ha mais de 10 annos.
Objectoo de sir-
gueiro.
Largo da matriz n. 2.
Vendem-se objectos de sirgueiro para novia
nacional e exercilo, viudos ullimamenie 3o lv-
de Janeiro ; bem como botijos de BMrinba, ditos
Je engenheiro, e tudo uns pertencenle a astas
elasses; chapeos de pasta com a sua piaste, flo-
retes com tallas para corte.
S
MOTILADO
N


DIARIO DE TERNAMBUCO. QUA.RTA FE1RA T DE DEZEMBRO DE 1859f

\
P
FOLHINHAS PAR4 1860.
i.-to venda na ifvraria (ia piaca da Inde-
. endeuda ns. 6 e 8 as folhinhas para 1860, im-
,.:essas nesla typugraph.ii, das segrales quali-
dadea :
OLHINHA RELIGIOSA, conlendo, alm do
kalendario e regulaiuenlo dos direitos pa-
rochiaes, a continuado da bibotheca do
Crslo Brasileiro. que se compoe do lou-
vor ao sanio nome do Dos, coroa dos ac-
tos de amor, hymnos ao Espirito Sanio e
a N. S.,aimilacao do de Sanio Ambrozio,
jaculatorias e commemoraco ao SS. Sa-
cramento e N. S. do Carino, exercicio da
Via-Sacra, directorio para oraco mental,
dividido-pelos dias da semana, obsequios
ao SS. eoroc,o de Jess, saudacocs devo-
COiMl'AIfHlA
ALLIAN
Eslabclecitla cnt Londres
Ful
Di
iis$G) se mi*
CAPITAL
tYmeo m&\\\oes Ae Vitaras
esterlinas.
Saunders Brothers i C." tem a honra de- lu-
las as chaga's de Christo', oraeoes a~N."se- iIormar *cs Sis- negociantes, proprietarios de
nhora, ao patrocinio de S. Jos e amo da Ci,sas' e a K,iem niUS convier, que eslo plena-
guarda, responco pelas almas alm de "!l'"te auU,risados pela dita companhia para
oirtras oracoes. Pxeco 3zt) re. euectuar seguros sobre edificios de lijlo e pe-
| da, cobertos de telha e igualmente sobre os
ITA DE VARIEDADES, conlendo o kalcnda- obJec,os I"e contiverem' osmesmos edificios,
rio, regulamentodosdirciiosparochiacs,u! urna colleceo de ancdotas, ditos chisto-! 1ual(iuerquaiidade.
sos, contos, fbulas, pensanieulos nioraes,
receitas diversas, quer acerca de cozinha,
quer de cullura, o preservativo de arToros
e fruclos. Preco 320 rs.
CASA
ANHOS.
Neste proveiloso estabelecimento, que pelos no vos mclhoramenlos feilos aclia-sc con
nienlomente montado, ar-se-ho tambem do Io de novembro em vante, contratos mensaes f
maior eommodidade e.economia do publico de quem os proprietarios esperam a rcmuncracac
lautos sacrificios
Assignatura de banhos frios para urna pessoa por mez.....10|000
momos, de choque ouchuviscos por mez 159000
Series de carios e banhos avulsos aos mecos annunciados.
ve-
ara
de
'ITA DE PORTA.a qual, alm das materias do
costume, contera o resumo dos direilos
parochiaes. Preco 160 rs.
agencia dos fabricantes america-
nos Grouver & Itaker.
Machinas de coser: em tasa de Samuel P.
Joanston & C., ra da Senzala Nova n. 52.
O Dr. Cosme de Sa' Fereira
de volta de sita viagcui instructi-
Itiva a Europa continua noexer-|
[ciciodesua proissao medica.
Da' consultas em seu escripto-^
rio, no La i no do Recife, ra da
Cruz n. 53, todos os dias, raenos^
nos domingos, desde asv6 horas $
t as 10 da manhaa, sobre os
seguintes pontos
O Sr. thesoureiro manda lazer pu-
g| bheoque se acham a venda todos os dias
9 horas da manhaa as 3 da tarde,
ARCHIVO UNIVERSAL.
REVISTA HEBDOMADARIA
COLLAUOItADO
TEI.OS SUS.
0. Antonio da Costa A. 1*. de CaslilhoA. Giltoxaodre HerculanoA. G. RamosA. Guima-
raesA. de LimaA. de Oliveira MarrecaAlves BrincoA. P. Lopes de MendoncaA. Xav er
Rodrigues CordeiioCarlos J.>s BarreirosCarlos Jos CaldeiraE. Pinto da Silva' e Cunha V.
Gomes de AmorimP. M. BordalloJ. A. de Freilas OliveiraJ. A MaiaJ. A. MarquesJ. de
Andrade CorvoJ. da Costa Casca esJ. Daniel CollacoJ. E. de Magalhes CoulinhoJ. G. Lobato
PiresJ. H. da Cunha HivaraI. J. da Graca JniorJ. Julio de Oliveira PintoJos Mara
Latino CocllioJulio Mximo de Oliveira PimentelJ. Pedro de SouzaJ. S. da Silva Fciraz
Jos de TorresJ. X. S. da MollaLeandro Jos da Costa Luiz Filippe LeiteLuiz Jos ta
Cunha L. A. Rebollo da SilvaPaulo MidosiRicardo Julio l'errazValentim Jos da Silveira
LopesXislo Cmara.
DIRIGIDO
ron
A. P. de Carvalho1. F. Silveira gtla MollaRodrigo Pagauino.
I*. Molestias de olhos
s
de
l* Molestias de cjracao e
peito ;
3-. Molestias dos orgaos da gera-
cao, e do anus ; >
\'\ Praticara'toda e qualquer r
operaeao quejulgarconvenien- ?
te para o restabelecimento dos
seus doentes.
O exame das pessoas que o con-
jsultarem sera' feto indistincta-
mente, e na ordem de suas en-
trtdas; fazendo excepto os doen- U
j tes de olhos, ou aquellesque por |
i motivojustoobliverem hora mar-
[cada para este im.
A applicacao dealguns medica
meatos tndispensaveis em.varios
casos, como o do sulfatodeatro-
pina etc) sera' f'eilo,ou concedido S
| gratuitamente. A conianca que
! nelles deposita, a presteza de sua jj
accao, e a necessidade prompta
l de seu emprego; tudo quanto o
idetBGve em beneficio de seus
doentes.
Destinado a resumir todas as semanas o movimenlo jornalislico e a ofterecer aos leilores, con-
g no pavimento terreo da casa da ruada juntamente com a revista do que mais notave) houver occorrido na poltica, na setnela, na indu$-
! Aurora n. 26 e as casas commissionadas lr'a ou as artes, alguna artigos orignaes sobre qualquer desles assumplos, o arciiivo sivbrbal,
pelomesmo Senhor thesoureiro na pw-|e^uSST?e5Sllridff' qUC """*" pubHcar'Se> lm Salisfeil aoS SCUS fins" COm maT
ca da Independencia n. 14 e 16, os
blhetes e meios da nova parte da tercera
lotera do Gymnasio Pernambucano, cu-
jas rodas deverao andar impreterivel-
mente no dia 7 do futuro mez dede-
i embro.
Thesouraria das loteras 19 de no-
vembro de 1859.Oescrivao, J. M. da
Cruz.
NICA, VEBDADEIRA E LE-
GITIMA.
SALSA PARRILIIA
Pablica-se indas as segundas Ceiras em folbas de 16 paginas, e completa todos os semestres
um volume de 420 paginas com indico e frontispicio compelenics.
Assigna-se no escriplorio desle Diario, ra das Cruzes, e na na Nova n. 8.
Preco da assignatura : pelos paquetes vapor 10jj20 por anuo ; por navio de vela 8$ [moeda
brasileira).
Ha algumas colleccoes desde ocomero da publicarao do jornal.
^SJL^
DELICIOSAS E I.NFALl.lVEIS.
1X
f
Remedio sem igual, sendo reconhecido pelos
mdicos, os mais iminentes como remedio infal-
l y el para curar escropliulas, cancros, rhoumalis-
mo, enfermidades do ligado, dyspcpsia, debili-
j | dado geral, febre biliosa e inlermillonle, enfer-
midades resultantes do emprego de mercurio,
ulcerase crupecs que resultam da impureza do
sangue,
CAUTELA.
D. T. l.anman & Kemp, droguistas por atacado
I New York, acham-se obrigados a prevenir o res-
peitavel publico para desconfiar de algumas la-
nes imitacoes da Salsa Parrilha de ririiol que 1 retalia todos conhecidos. Sendo estas pillas
(?*KEMP NUEXl'ORK)
PILLAS VEGETES
ASSCARADAS
NEW-YORK.
O llF.LHOn REMEDIO CONHECIPO
Contracostipafoes, ictericia, affeccijes do figado,
/iteras biliosas, clicas, iiidigesles, etixaqtucas.
Ileniorrhoidas, diarrhea.doeneas da
pellc, irupcues.e todas as enfermidades,
PHOVF.MEMKS 110 ISTMIO HIPtRO 110 SANOIE.
75,000 caixasdeste remedio cousommem-se an
nualmcnte !
Itcmedio da iiaiureza.
Approvado pela faculdade de medicina, e re-
cominendaao.como o mais valioso catrtico ve-
Precisa-se
de urna ama secca forra ou eaceava, que seja de
boa conducta : a tratar na ra do Queimado, na
loja de miudezas da bo? fama n. 33
Cura completa
Sem i'csguai'do ncm incoiumodo.
IiiflnimiU'u ilo cs((iiii:io e dures
do cabecil,
Itogo-lhe, Sr. redactor, de inserir no seu jor-
nal a seguidle dclara^ao, que julgo ser pro-
rcilosa a algumas pessoas.
Ha bstanles anuos padeci urna horrivel dar
de cabera que me prenda a nuca, linha militas
vertitjens, algumas vezes solivia dor no eUomnao
acompanliadas de clicas flatulentas ; mando! vir
nuucvao liiterara.
O MONITOR DAS FAPlLIAS.
AO l-l'BLICO.
Em tojas as cilas tivilisadtf psbeai
hoje na Europa nao so [icriodicos que tratara de
scimcias, lilteralura o poltica, seno la;,
outros exclusivamente consagrados aos interesa-
das familias.
A capital dcsta provincia a lao populosa e
opulenta resseniia se deMa falla, c as nahotas
l'ernambucanas em nenhuma parle cncontra*am
um alimento sao com que poJeasem nutrir
temos coracoes, sua ardenlo ima^inacao.
Scnsiveis a lo grande mal, os propiietarios
do Monitor das Familias resol.eram reme-
uma das chapas medicinaos do Sr. Ricardo Kirk, dia-lo, publicando o presente peridico que en-
morador na ra do Parto n. tl), appliquei-.i so-
bre bocea do estomago, e no espaco de 18 dias
acliei-me completamente bom, e as dores de ca-
beca desappareceram. .
Por sso agora posso dormir com socego ; lo-
nho de idade 08 anuos c 4 mezes, e faco esta
advertencia a todas s pessoas que pad'ecerem
tal molestia pira tentar o dito curativo, para que
assignei a presente declararlo em gralidao e pa-
ra ser eonhecido do publico.
Curato de Santa Cruz.
Emygo Jos de Farta.
^ Eslava afirma reconhecida pelo tabelliao Jos
Feliciano Godinho.
Scui resguardo ncm incommudu
Erysipela una perna.
Descjoso de cumprir com Bien dever vou por
meio de sna acreditada folha agradecer ao Sr.
Ricardo Kirk, morador na ra do Parto n. 119,
por ler curado perfeilameiiie em 32 dias a minha
senhora com a applicacjo de suasChapas mc-
dicinaes=de una erysipela em urna perna, que
soifrendo muitissimas drese usando intilmente
de todos os remedios possiveis, aclia-se agora li-
vre do tao lerrivel molestia. Porlanto aceile o
meu reconhecimcnlo o Sr. Ricardo Kirk. pela in-
vencao de tao til remedio, cujo merecimenlo fi
superior a todos os elogios.
Ra do Colovcllo n. 2
Augusto C. I'iengil.
SEM
Cura conijilela
recisa-se de urna ama para comprar e co- hoje se vende neste imperio, declarando a todos
que sao piles os nicos proprielaiios da receita
do Dr. Bristol, tendo-lhe comprado no anuo de
1656.
Casa nenhuma mais ou pessoa flguma tem
puramente vegelaes, nao conten ellas nenhum
veneno mercurial ncm algum outro mineral ;
eslao bem acondicionadas em caixas de folha pa-
ra resgiiardar-sc da humidade.
Sao agradaveis ao paladar, seguras e cfficaze
direito do fabricar a Salsa Parrilha de Brislol, em sua opera< o, e um remedio "poderoso para o
porque o segredoda sua preparaban aeha-sc so- jiivcnlude, puberdade e velhice.
mente em poder dos referidos Lanmon i Kemp. Lea-sc o folheto .pie acompanha cada caixa.pelo
Para evitar engaos com desapreciaveis co- qual se licar conhocendo as multas curas milagro-
biiai;6es de drogas perniciosas, as pessoas que | sas quelem ell'icluado. D. T I.anuian & Kemp,
qui/.iTem comprar o verdadeiro devem bem ob- droguistas por tacado em Nova York, sao os uni-
qual-
servar os segunilcs signaos sem os quaes
quer oulrapreparacao falsa ;
i" O envoltorio'de fora esl gra\ado de um
lado sob urna chapa do ac, trazenJo ao p M
sguinles patarras :
D. T. LANMAN & KEMP
SOL AGENTS
N. G9 Water
/inhar em casa de hornera solteiro : na ra do
<.>ijeunado n. 48.
K* O Dr. Casanova pode ser procurado *
a qualquer bota cm seu consultorio ho-
meopathico
28=RUA DASCRUZES=28
oiiuesmo consultorio acha-se spm-
pre grande sorlimenio de medicamen-
tos ora tinturas c glbulos, os mais do-
vos e bem preparados, os elementas de
homeopalhia e Nyslem diccionario dos
termos de medicina. g
Seraphim k Irmao.
Ruado Cauug, lojade ourives
n. 11,
-quina que ica Nova e pateo da matriz
BFazem publico que esto constantemente rece-
bendo da Europa as mais em moda e mais deli-
cadas obras de ouro, as quaes dio para csco-
lher, pelos menores preco* possiveis, e passara ama phenix senulhaiile a que vai cima do pre- CoBSoUaHo CPUlral
contas com recibos, as quaes vao especificadas scnle anuuncio. p
u qualidade do ouro, lano de 14 como de 18 i DEPSITOS
quilates do que ficam esponsaveis. i R0 de Janer0 Da raa da A1fanilega JK 89>
ST. l?t2Cf? Ur'a ama frra "I! C?pl,'Va Pf^ i Babia, Germano & C, ra Joliio n. 2.
Infr n ,f : na rUa daU _ n"' ff: a -. & orapanbia ra da Cruz u. 22.
_ l recisa-e de um teitor para tomar conta de ^.-rYYTTTTTTTTYTTTYTTTYTTrTTTT^
g DENTISTA FRANCEZ. 3
| Paulo Gaignoux, dentista, ra das La- <
>* rangeiras 15. Na mesma casa teta agua e *<
p denlilico. ^
Street.
New York.
2 0 mesmo do outro Jado tem um rotulo em
papel azul claro cora a firma e rubrica dos pro-
prietarios.
eos fabricantes c proprietarios.
Achara-se & venda'em todas as boticas dasprin-
cipacs cidades do imperio.
DEPSITOS.
Rio de Janeiro, na ra da Alfandega n. 89.
Rabia, Germano & C, ra Jullo n. 2.
Pernambuco, no armazem de drogas de J. Soum
i C, ra da Cruz n. 22.
E ebegado loja do Leconle, alono da Boa-
Vista n. 7 o excelleute leite virginal de rosa
branca, para refrescar a pelle, tirar pannos, sar-
das e espiabas, igualmente o afamado oleo ba-
bosa para limpar e fazer crescer os cabellos ; as-
sim como p imperial do lyrio do Florenca para
PastiLhas vegelaes tic Kemp
contra as lombrigas
approvadas pela Exm.' inspec^ao de estudo de
Habana c por umitas nutras juncias de hy-|
giene publica dos Estados Unidos e mais paizes
da America.
Garautidascomo puramente, vegelaes, agra-
daveis vista, doces ao paladar sao o remedio
infallivel contra as lombrigas. Nao causara nau-
seasnera sensaces debilitantes.
Teslemunho expon'^neo em abone das parti-
Ihas de Kemp.
.< Sis. D. T. Lanman e Komp. Port Byron
12 de abril de 1859. Senhores. As pasulhas
que Vmcs. fazora, curaram meu filho ; o pobre
rapaz nadecia de lombrigas, exhalava um chei-
ro ftido, tiiiha o estomago iuchado e continua
comichao no nariz, tq magro se poz. nue cu
tema perde-lo. Neslas circumslancias um visi-
nlio meu dase que as paslip'ias de Kemp tinliam
curado sua lilba. Logo quesoube disso, com-
prci 2 vid ros de pastilhas e com ellas salvci a
vida de meu filho.
Sou do Vmcs. seu amo agradecido.
ir. T. Floyd.
Preparadas no seu laboratorio n. 36 Gold
Street pelos ni neos proprietarios D. Lanman e
Kemp, droguistas por atacado em New York.
Acham-se venda em todas as boticas das
principaes cidades do imperio.
DEPSITOS
Rio de Janeiro na ra da Alfandega n. S9.
Rabia, Germano *- ra Julia*B. 2.
Peroambiu ^ !aem de drogas de J. Soum
i Compp a ra da Cruz n. -22.
tenderatn conveniente dividir em tres partes dis-
linctas Leilura para iodos ; Leiiura para as
senboras ; Leilura para os Meninos-, sendos n-
numeros acompanhados de fgurinos de me
retratos de pe gulas, eslampat de sanios, vistas de lugares i
monumentos ola veis, desanos de bordados e
labyrmihos, e msicas para piano e canto.
Tara este fin coinpraram urna ivpograpl
raandarain vir da Europa unta lyihogrgpha com-
pleta que dirigida por dous habtis ailisla-
Irangeiros que conliaclarara ura francez para o
desenlio, ouiro allenio [iara a imprattao.
Assim habilitados, prelen.lam dar principi .
sua trela em Janeiro, do auno prximo futuro,
quando a visita com que SS. MM 11. se digna-
ram de honrar esla heroica provincia, os fez mu-
dar de parecer, resolven lo publicar desde ];
e<\e extraordinaria Jo mesmo peridico pm
dar cotila de lodos os festejos populares que
esla occasiao se leeni feto, e h.io de fazer ni
nesla capital, seno tambem as povoaces do in-
terior.
A descripcao desses FeMajOS com lodas as poe-
sias publicadas ser o oujeclo exclusivo desta &
re extraordinaria do r Monitor das Familias ,
cujos nmeros sero acompanhados dos re!relos
de SS. .MM. II., o tambem de varias e L!ls>i-
mas vistas; bem comeada sua entrada nas aguas
Jo mosqueiro, a do seu deseii.barque no rae- !.
Colegio, a das ra do mesmo nome e Cadeia, na
occasiao do prestito imperial; a do Hilar
igreja do Espirito Santo na occasiao de ct!;-
hrar-se o Te-Deum que alli lora cantado; e
maiS a \ista da sala do Paro imperial, na <
siao di bdijamao dado em celebrioio do aatocio
de S. SI. o Imperador no dia i de dezembro ; e
t a de lodos os pavilhoes e lluminacO.-s com as ras
J' em que sa ochan collocadas.
o ao j ,.
linda esia sene extraordinaria, coateeerao
a Monitor das familias a sua vida ordinaria,
confiado na benevolencia e patrocinio de sua-
bellas leitoras a que e>peciali\en;e consagra .
O primeiro numero ada-se ex posto ao exa-
me Jo publico, hoje pelas 12 horas do dia, no
leja do Sr. I .eco inte, aterro Ja B a-Vista, na
dos Srs. (iuimares e Oliveira, paleo do t'oe-
gio, na dos Srs. Miranda e VdSCDncek.s, ra do
mesmo nome, e na do Sr. padre Ignacio, ra
da Ctuz do Recife. Acompanha este numero a
vista do desembarque deSS. MM. II. no caes
da Alfandega, e os retratos das mismas Auj
P essoas.
As assignaluras recebem-se m v-
RESGUARDO NEU INCOMMODO.
I a la mina c;to no tero
L'ma minha cscrava padeca de nina forte ui-
(lammaco no ulero por ospaco de 7 anuos, com
continuadas doresagudissimas, e com o ventre
muito alto, procedido da mesma inflammacao ;
com a applicaco das Chapas medicinaes do" Sr.
Ricardo Kirk, morador na ra do Parto n.
licou completamente boa, e o ventre tornou
seu estado natural: esle curativo foi felo em 56
dias, e esla minha exposico 6 verdadeira e vai
por mim assgnada.
Francisco Vicente (adueni.
Ra de Sania Luzia n. 68.
Eslava a firma reconhecida pelo tabelliao Fran-
cisco Antonio Ma hado.
Consultas todos os dias das 9 horas da manhaa
s 2 da larde.
DEPOSITO GERAL
DE
Pitillas ve^eto-depurativas
PauUsanas.
AS pillas paulistanas: lo bem conhecidas em
S. Paulo, nesla cidade e em lodo o Imperio, pe- i
las admiravcls curas oblidas com ellas [algumas i Brasileira, ra do Passoio n. 19, e na ra da
certidt'ns de curas completas j furam publicadas
pelos joraaes, c mereccm de cesto toda a conlian-
ca do publico.
O Sr. Cailos Pedro Etchecoin, de S.Paulo,aca-
ba de eslabelecer um deposito geral no Rio de
Janeiro, ra do Parlo n. 119, porto da Carioca.
Ana.
3 Sobre a rolha acha-se o retrato e firma do berloeijas e asperidades da pelle, conserva a fres-
invenior C. C. Bristot em papel cor de rosa. i cura o avelluda-do da primavera da vida.
i Que as dirc.oes jupias a cada garrafa tem iaKSP S&& ?*&
hometfatkie*
um slio pequeo perlo da praca : traase na ra
dos Pires o. 44.
= Conlnua-se a preparar bandeijas enfeita-
das com bolinholos de diversas qualidades, as
melhores e mais baratas do nosso mercado ; as-
3
m
I DR- SABINO 0 L. PHIIO
mliiiadc Santo Amaro (Mun-n
.-.im como bolos ingiezes, podios, pastis de uala &&&
ou outra qualquer i
ra da Penha n. 25, para
ecrcnic ou outra qualquer encommenda : diri-j''^lrece^so^M^ma seca do" uuiacasaes- ^
in,GA :', rila (In Panlia -r. ..01." I.,.1n- J* I 1....^^ J_______. p
ja-so a
ajuste.
Pcde-se aos
Sis.
Pires, Manoel Pantaleaoda Cosa, Antonio J. T.
iie Mendonca Belem, que tenham a bondade de
dirigirem-se as aterro da Boa-Vista n. 27, loja
de trastes de L. Pugi.
Iratar-se do i Irangera de pouca familia, ou mesmo biasileira,
urna moca portugueza, de 20 a 22 airaos de ida-
Antonio Annes Jacome de- niuilo bella : quem dola precisar dirija-so
i 5Ra das Larangeiias15
Paulo Gaignou dentista lera a honra de
avisar ao respeitavcl publico que o cele-
bre Dr. dentista, dos Estados-Unidos e de
Pars, Eugenio Delcambre inlroduclor do
novo systcma VL'LCANITE adoptado pe-
los priraeiros rs. dentistas dos Estados-
Lnidos, de Londres e de Paris est na sua
casa.
Este novo systcma, a perfeico mesmo
de urna precisan matemtica lleve subs-
tituir sem duvida nenhuma todos os sys-
temas empregados al agora no Brasil e
devido ao emprego da machina a vapor
de VL'LCANISAR do Dr. Patnara.
O Dr. Delcambre chegado pelo ultimo
paquete ingiez em viagem para o Rio de
Janeiro, Acara nesla capital at o paque-
te prximo, o durante este lempo offere-
ce seu prestimo ao respeilavel publico
desde das 9 horas da manhaa al s 2 da
tarde, na ra das Larangeiras n. 15.
ra Imperial, confronte ao n. 27, que achara
com quem Iratar.
Srvete
do Novo n. 6.J
Continuara as consultas e visitas do
mesmo modo que d'antes. A confianca
que o Dr. Sabino deposita na pessoa que
tica encarregada de seu consultorio nao
ser desmentida. 9
Os pobres seio sempre Iralados gralui-
lamente.
@ As correspondencias sero enderecadas
com subscripto ao Dr. Sabino com ausen-
-"." cia ao abaixo assignado

Allenco.
Cadeia de Santo Antonio n. 22 a razao de 05
rs. pagos adianlados por toda a serie.
pctrtiiimfutcdtti.
s 10 bor
Precisa se de urna ama no
paleo de S. Pedro prximo do
marcineiro segundo andar,
paga-sebem.
B Aluga-se um sobrado na cidade^do Olinda, | gunda, 3g000
na ra de S. Pedro, de fronte da cadeia, cora bous 3.a So al o
commodos, muito fresco e exccllente vis
tratar na taberna do mesmo sobrado.
Publicaco litteraria.
Gua Luso-Brasleiro do Viajante da Europa
1 vol. em 4o de 500 pag.: vende-se na mo do
autor ra do Vigario n. 11, brox. 3J encad J.
Preciaa-se fallar com o Sr. Joo Rodrigues
Vianna Bayma a negocio que o mesmo senhor
nao ignora em Oliuda, ra de S. Denlo, quina
do Porto Seguro, sobrado que lera taberna por
baixo.
A eommisso directora do Johkey Club de con-
(ormidade como disposlo no atl. 10 dos iespec-us <-oinparei.tr.
tivos estatutos, manda fa/.er publico que est aber-1
la ar inser pro dos socios que quizerem tomar
parte nas corridas que deverao ler lugar em mea-
do de dezembro, cujo dia ser nnnunciado com
antecedencia, c para conhecimenlo de lodos
manda declarar as segulnies el.nsulas.
I." A direco marcou o prumio de 500S000 pa-
ra a piimeia corrida ; de 200^000 para a se-
gunda ; e de 3005000 para a lerccira, alem das
buhadas.
2.a As entradas para cada ravallo sero pela
forma seguinlo : priuieira corrida GcOOO ; se-
e tercera, 40$000
dia 15ile dezembro podero ser
i inscriptos os cavallos que liverem de lomar par-
le nas corridas, nao sendo admissivel reclama-
tao nlguma dopois desse dia.
4.a Ao secretario devora ojsocio que quizer lo-
Quinta-feira 8 docorrentr
nba, baveri seasio ordinaria d
redor ; sao convidados os senhon i
piar parle nas corridas,declarar a cor do vestuario satisfazc
Ue seu Jockey e nome do cavallo.para nao haveif-i
Inscriptos cora igual cor, recebendo um conlie-
eimento que ser a presentada ao thcsourciio, a
quem sei paga a importancia da entrada ; c es-
J. L. Dornellas Cmaro,
l. S
_ Precisa-se de um Irabaihador 'ara reiaav-
eo : na ra da Concordia n. 8.
= Precisa-se alagar um cscravo para ai
com uma carroca com boi para sen i o Je an >>
lio: quem livor e quizer aluj ra
da Cadeia do Recife n. 9, quo ahi f.ir o ajos
Aluga-sc um sitio na estrada do Nonti
casa grande com 'J quaitos, cacimba o I
fruncirs: a fallar na ra de Collegio D. 8, se-
gundo andar.
. No dia 9 do correnle mez s 11 hora:
dia se ha de arrematar na casa das i
do Sr. juiz de orpbos de Olinda, uma mu!,
idade de li annos, bonita figura e sadia.H
ser iodo o servco.
Pede-so ab Sr. P. S. M. q le 0U( ira m i
Aviso ao publico.
Dr. Joo Noguiss, professor dentista, se ollero- '
ce ao respeilavel publico para tirar denles e ra-
zes, limpa-los, chumba-Ios. cautrisa-los, divid-I
los e po-los com loda a perfeico a toda c qual-
quer pessoa que precisar: dirjase a ra larga
do Rosario u. 46, primeiro andar, hotel trova-
dor, que se acha prompto a loda a hora que seja
o conhecimenlo ser apresenlado no director do
ircuk, no dia das corridas, sem o que nao po-
" parte nas mesmas corridas.
lera tomar
r o que dore polo
0 Sr: Miguel Joaquim de Paria Braga J-
nior morador ni Piliinbi'i, tenha a boi
apparecer na ra Dimitan. 01, a negocio J
inleresse
o.'1 O cavallo s se considera inscripto dopois Gloria n. 11.
Aluga-se para passar a fesla a. easa >l
sitio na Vanea, com bom banho de agua c
cacimba ae agua de beber : a tallar na r.
e eslar salisfeila a entrada, ao thesoureiro, nao
, podendo lerdrcilo de recebera dita entrada ain-
que dexe de correr, qualquer que seja a ra-
to allegada.
6." llavera um [ul gadouro de Hvre nomeaco
a eommisso directora, cuja decisio relaliva-
iente as corridas, ser sem apello.
7." llavera uma guarila em que se achara o
julgndor, sendo esla fochad;
NO
:;

Manoel de Mallos Tei.reira Lima
Professor em homeoiialhia e se-
cretarlo do consultorio.

Pavilho da casa de ba- 1
l'.iiira central horneopathica
S. 0LEG4BI0 LIMMIOg
a durante as corrida*
i w-in-T-iB-nM-a- m sa^^^&^nem C:^V' chav.e em p,od,'r d" ********
g | MSSlSiWIS.w.9S* VSimmeWBim H.a Para poder ganhar o premio, c as entradas,
i, dever o cavallo entrar com seu Jockey.
9." llavera um socio encarregado de dar o sig-
: nal de partida, dislribuindo antes os respectivos
J| lugares por sorle
10." Se algum cavalleiro partir antes do sij?-
Aluga-se una casa terrea acabada
na povoaco da Varzea, propriapai
fcala, pertodobanho no rio Capibanbe, por
co commodo : a tratar com Joaquim Fran
libeiro, no Cachangf.
Precsa-se de um piolo eozinhero no

le marilimo, ra do Codorniz. n.G, no Por!
Mallos.
Na ra Bella n. 10, prctrisa-se de Dina
para eoziiibar o comprar para urna ;

= Precisa-se de um caixero para ajudar o 1
de uma padaria. ou balco, e sahir a cobranca
quando seja preciso, preferindo-se um que j t-
ha pralica desle negocio : aquello que se adiar |
neslas circumstancias e afiancar a sua conducta,
pode dirigir-se a ra larga do' Rosario n. 18, que'
ochar com quera tratar, das 6 s 9, e de tarde
de 1 s 3
O advogado Souza Reis mudou o seu es-
criplorio para a ra larga do Rosario, sobrado da
quina n. 52.
k i~ ^lu8a"se u,na casa de pedra e cal cora mo-
amarello, na povoaco de Santo Amaro
nhos do pateo Carmo.
Todos o- dias uteis das 7 s 10 da noite, e nos
j dias santificados, ou de feslas nacionaes das 11
do dia at s 10 da noilc. Ha lugar reservado
I para as familias. Tambem ha sorveleiras de va-
: ros tamanhos para couduceo dos sorvotes, que
i se pedirem para fra.
Jos Pinlo do Alraeida Caslro rctira-sc para
a provincia da Rabia.
Idiomas iuglez. c francez.
Eneas Rruce, professor de lingoas, tem a hon-
. ra le informar ao respeilavel publico, que conti-
na a dar lii.oes dos ditos idiomas, tanto na
sua casa como na daquellcs que se quizerem uti-
lisar do seu prestimo. Recebe tambem discipu-
| los lodas as uoiles desde s 7 at s 9 na ra da
Cruz n. 62, terceiro andar.
=: Eu abaixo assignado, scientifico ao 111ra.
Conlinua a vender-sc grande sortimento
de medicamentos homeopalhicos tanto $$ I i
^ em glbulos como em liutui.ir.
@ Os precos das oarteiras sao os luesmos
@ que so acham estipulados no final do Ihe-
@ souro homeopalhico.
ft Cada tubo avulso IgOOO
@ Cada vidro de tintura gOOO
M Thesouro homeopalhico ou vade-
; mecum do homeopalha, encad. llgOOO
Joo da Silva Ramos, medico pela
Universidade de Combra, mudou sua re-
( sidencia para o primeiro andar por cima
da cocheira do Adolpho na ra Nova e
l continua a recober lodos os dias das 8 s
'10 horas da manhaa e das 3 as 5 da larde,
5 as pessoas que o queram consultar, bem
como a prestar-se com suu habitual promp
! tido a qual quer chamado para os mis-
teres de sua prolisso compreheudendo a
? medicina, cirurgia e partos.
Para Fesla.
Compras.
Sr. Joo Francisco de tal, morador em suas fa-
zenoa Pedra de baixo, l'reguezia de S. Caelano
da Raposa, que no dia 8 de novembro prximo
pretrito, apparecou na ra do Calderciro n. 12,
procurando minha protceco, Hara, escrava dos
orpbos do finado padre Couto, de quem V. S.
luloi. Nessa mesma dala participe] por caria a !.Ji
V.S., alim de dar suas delernvinscdcs a esle res- i (M
peito, econio at o presente v5 de dezembro' na-
ca respondesse, fiz esta publicaco para me salvar
"e-
8
Precisa-se de um eozinhero, que entenda
perfeitamente. desla arle, que seja limpo e de boa
conduela, c nao tenha vicio de beber : para tra-
tar, na pra<;a da Independencia n. 22.
iNo esc iptorio de Domingos Al-
ves Matheus deseja-se fallar ao Sr. Ovi-
dio Goncalves do Valle, a negocio ou
pede-$eque se digne de indicar sua mo- |
rada para ser procurado
Aluga-se a casa terria eila na capunga vclha
[defronlc do sitia do Sr. l'ajozes) com bous como-
dos para familia, quarlo para cscravos eestribara
para dois cavallas, quintal com larangcira e por-
lo no fundo : para veras chaves podem ser pro-
curadas na taberna de Jos d'Almeida l'erreira ;
na mesma capunga esquina da baixa verde, e a
Iratar do ajuste na travessa da Madre de Deus ar-
mazem n. 15.
Ama.
Precisa-se de uma ama pa-
nal dado, nao ter direito de ganhar, e lo poi-
co salvar a sua entrada.
11.a O espaco determinado para cada corrida
Sero segrate : para a primeira mil bracas ; pa-
ra o segunda 500 bragas e para a terceira 700
bracas.
12.a Os premios e entradas sero entregues
pelo ibesourciro loo ao vencedor, devendo el-
ectuar-se esta entrego antes do comerar nova
orrida.
Alleuciio.
Compra-se uma taberna em urna
da Boa-Vista : quem tiver entenda-se na re
Amorim, armazem n. 26.
= Comprara-se as segrales com lias Ber-
nardo na La, o Judas em Snbbado de Al!, i
Quera casa quer casa, Por causa de um g
mo, A rosca, o Duelo no Terceiro Andar, o 1
mao das Almas eo Diabo na escola : nesta
graphia se dir.
= Compra-se uma lal ei na ero I
nas fregueziasde Santo Anl <-\
a Iratar na ra da Praia n..5.
Vendas.
= Vende-so um sitio com %r,.\
lee 200de fundo, iu lugar da Torre
a pessoa que achou, que-1 do Wl? Capibaribe, com urna grande
recompensado, levando-a cl?-,; VIVtMula- fdh.!r.i, estribaria
Perdcu-se na noilc de 4 do correnle, desle a
roa do Padre I'loriauo, beceo da Leulia, Marisco,
ra Augusta, boceo do Peixoto e Cinco Ponas,
uma pulseira de ouro
rendo reslitui-la ser
t praca da Independencia lis. li e 16, ou Ss
.inco Pomas, loja de chapos, sondo se apresen-
ar outra igual para conferencia.
Aluga-se uma preta de 1 anuos de idade,
ropria para pensar meninos e mais serv.-os in-
ternos de casa : a tratar na ra do Rangcl n. 62,
de Jaboalao : quem a pretender falle na ra Di- do 1"al'lcr responsabilidade. Recife 5 de de
reita n. 95. zembro de 1859.F. Thomaz Coelho Estima.
Precisa-se de uma ama n> .nm,,no.,(^.. lili IA IIIft 1 Illa
uma ama para amanenla!
uma menina: na ra da Palma n 7
Precisa-se de una ama para'coiinhar e en-
gotomar para pequea familia, podendo ir dor-
mir em sua casa na ra da Cruz do Recite nu-
mero 31
Misericordia de Loauda.
Os actuaos possuidores de predios edificados
em terrenos foreiros Sania Casa de Misericor-
pia de Loanda, sao pelo presente convidados a
Carlos Ullsses Dubois, tem a hon-
ra de participar ao respeilavel pu-
blico que leudo sabido da casa do
Sr. Leconle,e acha-se eslabelecido na
[iraca da Boa-Vista sobrado n. 3,
primeiro andar com sala para corlar
cabellos e fazer qualquer obra rela-
tiva aos mesmos cabellos para que
o acharoscinprc prompto a qual-
quer hora.
ra cositihar em casa de ho- rgMlElS'd
. Precisa-se do uma prota captiva para lavar
nieill SOlteirO, para-SC beill :!cen?nm,nar. V* ama casa do pouca familia :
i 'r\ i ro a tratar no caes do llamos n. 1 .
lia ra UO (JUCUliadO ll. 40. O Sr. Amonio Uarianno moi ador em Ca-
Precisa-se alugar um andar de urna casa I fuaru devo quanto antes vir ou mandar receber
u m
sila em algunia das scguinles ras: Cruz, Apol seu escravo Manoel, crioulo. que existe em
lo, Senzala Nova e V'elha, Guia, Vigario, Trapi-' ^eu poder, ou veude-lo se quizer, como o con-
che, Madre de Dos e Cadeia do Recife ; paga-sel
bem : quem livor annunsic.
da casa de A. F. Destilarais,
cabclleireiro da casa imperial, presentemente
nesla cidade, lem a honra de oll'eieccr seu pres-
umo .s pessoas quo delle se quizerem ulilisar;
trouxe do Rio de Janeiro um bonito sorlimenlo
de grinaldas, do bouquots.de flores para vestidos,
w a grande sortimento de plumas, masabouts, pon-
procurador, nela cidade, da raesraa Sania Casa, manga-, len.-os, manteletes raarnices de vesti-
afim de pagarem lodos os foros que se acharem dos, ludo de rend"
devendo, e quae$quer outros encargos.Minu'
Jc$ Alves.
U ManoelCassiano de Oliveira Ledo lem
rtw aborto um novo curso de arilhmelica e
geomcliia para aquellos que quizerem fa-
zer exame em marco. Comccar das 10
raras da manhaa em sua casa ra dos
Ouarleis n. 22, primeiro andar. Adverlo
tfg que sadmitic alumnos at o dia 15 do
^B correnle.
S
^^^msm^Mmsm^tmmsn
idei em mcus annuncios neste Diahio de 20,
21 0 22 de oulubro p. p.
Recife 5 de dezembro de 1859.
Dr. Jos Joaquim de Souza.
I Precisa-se fallar ao Sr. Prancisco Jos do |
".astro ou a pessoa que Mo pertenca, annunco I
la morada para ser procurado ou enlo dirija-sc
i praca do Cnrpo Sanio n. 4.
ffi Precisa-se do uma ama forra ou captiva
lara o servico de uma casa de familia, e que se
preste a comprar e a sahir a ra em objeclos do
servico : na ra larga do Rosario u. 28, segn lo
andar.
Uturso de preparatorios.
liles ..'i .
i i:,.
e roo b
111
valles, gallinheiro, cacimba com lanqi..... |
ba, baixa para espiro, lodo murado ua
lado com portao de ferro : <. pretei
dirigr-se ao agente P< stsna, pie
sado a dar as necessarias informacoes,
da venda sob as rondiroes estal
mo pelo legitimo propriclario. O dito sil
eni chaos proprios,
Superior ao Bemr
presante de Gamb
L ngnas de traeca
ili Lopdret, vendo
armazem de Luiz Aunes defronte da
porta da alfandega.
V.
em salmn: a rio
etn-se nicamente no
uedeavana
Alcnjon c
dos, ludo de renda de Inglaterra, .
Biiixellase rendas ditas a vara podo ser procu-
rado no hotel ingiez, ra do Trapiche.
Precisa-so do uma ama que saiba cozinhar c i PER DA
engnmmar com perfeico, pagandtf-se bem : na | Xa quinta-feira da semana passada perdeu-se
ra do (Jueimado n. 46. na estrada de Ponte de cboa, porto da barrera,! O bacharel A. R. de Torres Bandera. proles- vodo or sJTi "u1, "',"' r! '
z= Precisa-se comprar una negra que seja boa um embru'ho conlendo um cabeco de vestido sor de geograpUa o historia anti-a no Bvmnasio I oia di r -..' ,, u"'"se M rua d
roznheira e engommadeira na rua da Senzala \ do senhora o algn* omite* : rarnTao encarec- H",u OLZ tESZ" -L;S SL S~".'f I '^csauma que volta para a rua
Velna n. 94.
Aluga-sc uma boa casa na Boa-Vista, rua
dos Prazcrea ; a trotar com Jos Caroeiro da
Cunha.
/
MUTILADO
\


y
()
DIARIO DE PERNAMBUCO. QUARTA FEIRA 7 DE DEXEMBRO DE 1$59.
LIVRMtIA ECONMICA
N.2- UADO CESPO-N, 2
Defronle do arco de Santo Antonio.
NESTE NOVO ESTABEI.EC1MENTO VENDEM-SE :
Litos de religino, scioncias, de letras, arles, viagens, historia e classicos ; romances Ilustrados e
outras publicacoes em diversas linguas.
Globos, atlas e mapp'as geograpliicos.
Tapel de hollando, de peso, paquete, almasso, de cores e outros de diversos formatos c goslos.
Prensas para copiar cariase outros manuscriptos, livros e tintas proprias.
l.ivros em blanco, ponnas de varias qualidades e mais objectos para uso de reparlieoes, secreta-
rias ecasasde commorcio, uteneilios para desenlio etc.
Artigos debom gosto, fantasa e cunosidade das fabricas de Taris para uso dos elegantes orna-
tos, prese ules ele.
Cartoes e bilheles para bailes, casamentos e visitas.
HISTORIA UNIVERSAL desde os tempos primitivos at 1850, por Cesar Cantu, 12 volumes, in fo-
lio, enriquecida de mais de 99 magnificas estampas, obra era que nada se poupou para o
leiior encontrar nella erudicao, estudo solido e leitura agradavel.
ALHANAK dc lembrancas de Castilho para 1860, assim como colleccoes completas desde o scu
comeco.
MANUAL DE COMAS ja fritas para compras e vendas doassucar, algodao etc.
Fiieaderna-se em lodos os goslos desde o mais simples em papel at ao melhor em panno ou pelle.
Imprime-se carios e bilheles, c marca-se papel com tvpo proprio e em relevo a Tonlade dos
pretendentes.
Acceita-se o encargo de qualquer encommonda de livros e outros artigos tanto da corle e provin-
cias do imperio, como de Tortugal, Franca, Inglaterra e Blgica, cora as condieces mais ra
zoaveis.
AURORA.
Este ulilissimoestabelocimenio acha-se, ha pouco lempo, augmentado tanto no materia
como no seupessoal, e seus proprielarios habilitados para vencer qualquer opposicao hostil e
desprezarera a ignorante viluperaoo de malevolencia. Ollerecem a seus numerosos freguezes c
ao publico em geral, asvaniagcnsdc sua longa experiencia e reconhecida promplidao e fidelidade
na execuco das obras as mais importantes de engenharia, entro outras pode enumerar as seguin-
les : machinas de vapor de todos os laraanhos, rodas d'agua de lodos os dimetros, todas de fer-
ro ou para cubos de niadeira, moendas para canna todas de ferro e independentes com os me-
lhoramentos que a experiencia mostr ser indispensavel, meias ditas com todos os preparos, ta-
chas para engenho de todas as qualidades e lamanhos, rodas, rodetes, aguilhes, envos e boceas
para fornalha e todas as ferragens para engenho, machinas para amassai pao e bolacha, ditas
para moer mandioca, fornos e prensas para farinha, pontes de ferro, aldeiras, tanques boias e
todas as obras de macliiuismo etc., etc.
4 peehincha est se aca-
bando.
Na nova loja de tres portas da ra Direita n.-
lO vendem-se ricos cortes de vestido de seda
brancoso de cores cwn duas saias, os mais mos
demos que ha no mercado, pelo diminuto pre-
go de 100$ cada um, ditos de cambraia com duas
saias a 6$ cada um, ditos de tarlatana bordados
de lindos goslos a 13$, ditos do cassa de seda de
lindissimos gostos a 7 cada um, damasco de laa
com 6 palmos de largura, proprio para colcha a
1200 o covado, chally de lindissimos gostos a
1$ o covado, la de flores com padrees novos
e muito lindos a 720 o covado, cassas de cores Challys de seda com lindissi
rnuito finas a 640 a vara, riscados franceses lar- chegados pelo ultimo
gos de quadros a 200 rs. o covado, grosdenaples I covado
de todas as cores a2j)o covado, camisas fran-! Ditos miudinhos muito bonilus covado
cezas com peitos de fustao a 2&800 cada urna, i Polar de seda, covado
enfeiles com flores para cabeca de senhora a 7$
cada uro, ditos de vidrilho prtos c de cores
GRANDE
Liquidado.
Cama & Silva, no aierro da Boa-Vistan,
vendem as fazendas seguintes, por precos bnra-
tissimos para apurar dinheiro :
Cassas francezas muito finas, cores fixas,
covado
Melins para vestidos de lindos padroes,
covado
Chitas largas miudinlias, lindos padroes.
covado
padroes,
navio rancez,
60,
240
lu
lindos,
co-
para co-
fazenda
Merinos para vestidos muio
vado
Chitas encarnadas adamascadas
berta, covado
Cortes de phanlasia para vestido,
muilo superior
Ditos de laa e seda muito bonilos
Diios de cambraia com abados bordados
Dilos ditos
Ditos ditos
Ditos de cassas miudinhas, padroes mo-
dernos
Pegas de cambraia lisa com 6 1(2 varas
Laa de quadros para vestidos, covado
Chamalote pelo muito largo, covado
Grosdenaples prelos multo bons
Ricos pentes de tartaruga imperatriz
Luvas de seda enfeitadas
Pentes de massa virados, o outras mu
1JO00
720
1*000
3500
3JJ00O
2,3000
3-jiOO
1210
2*000
as fazen-
tra
01 o
3 o
s
a s
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2 5- S
1 w ~ ~ m
Bg-iaaS
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^ 'ti
a|5agB
s s b sr. g g.
3 <_
a. & g- 5
JOj i c
0*=^-i
^
-- r. i : /.
- o
mais moderno que ha no mercado a 5$000 cada
um, ricas gollinha3 com manguitos de pafo a 7$
cada um, gollinhas de traspasso a 2 o 2&500
cada urna, organdys de cores a 680 a vara, palc-
tots pretos de panno fino a 2Sj, ditos do ditos
a 20j>, ditos de caseraira de cores a 20ft, cortes
de casemira de cores a 59800, dilos mais linos
a 7#, chales de merino bordados finos a 8g800,
ditos lisos de franja de seda a 5500, dilos de
touquim a 25 c 32g, lencos de cambraia de li-
nho enm ricos bordados a 108 cada um, e ou-
tras muitas fazendas que se dcixam de mencio-
nar, c se vendem por baralissiraos precos.
Botica.
Bartholomeu Francisco de Souza, ra larga
do Rosario n. 36, vende os seguintes medica-
mentos :
Rob L'ATecteur.
Pilulas contra sezes.
Ditas vegetaes.
Salsaparrilha Bristol.
Dita Sands.
Vermfugo inglez.
A'arope do Bosque.
Pilulas americanas (contra febres).
Ungento Holloway.
Pilulas do dito.
Ellixir anti-asmathico.
Vidros de boca larga com rolhas, de 2 oocas a
12 libras
Assim como tem um grande sortimenfo de pa-
pel para forro de sala, o qual vende a mdico
preco.
Joias... joias... joias.
As instancias de algumas familias Dotareis
desla cidade, Marcos Weyl,(da casa de Domingos
Moutinho, joalheiro ounves, ra dos Ourves n.
27, no Rio de Janeiro) chegou com um completo
jsorlimen-lo do joias do mais elegante gosto. Scn-
do esta casa favoravelmenle conhecida como \ nigno mau tenra infancia, e a compleicamlis I
casa de conftanca, e pelos productos superiores: delicada 6 igualmente prompto o seguro para!
i da sua fabrica, seria fcil convencer-se do barato desarreigar o mal na eonipleicao mais robusa ;!
te das boas qualidades das joias. Completo sor- '
i lmenlo de condccoracoes brasileiras dabrilhan-
j te, ouro e prata dour.ida, a precos commodos.
! Recebe-se em troc lodos os objectos do ouro,
prata c pedras finas emqualquer estado : para
tratar, no hotel iuglcz.
Roupa feita para homens e meninos
VAREJO E ATACADO*
No hotel ingtez quarto numero 5.
Grande sortimento do casacas de panno, sobrecasacas de dito.paletols sobrecasntos. ditos dv
i casemira de cores, sobretudo de panno c pantasia, ditosCoachemantis de duas vistas, dilos lord
' v,3, "I .ti3 a soi,reca8<. palatots de brim de cores ebrancosditns de riscadinhos francf/f.-
, dilos de lella do norte etc etc., cairas de casemiras preas ede cores, dilas de brim phantas.a
lasia e brancas, cottetes de seda preta, ditos para baile.ditos de phanlasia, vestimenta completa
. para enancas, jaquelinhas do panno e merinos para meninos, calcas de casemira preta C de cou-
para ditos, grvalas de seda de cores c prctas, ditas de setim de urna e duas voltas
DE
das que se vendem mais barato que em
qualquer parto, dando-seasam ostras com pcnlor.
lila
Parisiense,
eiiQiiftMM i mmtm u bhti
Sila na ra Imperial n. 118 c 120 junto a fabrica de sabo.
DE
Sehsiao J.da Silva dirigida por Manoel Caroeiro Leal.
Mn^nH'PiMa^l>,^CTnl0Iia.STprc rromP'o alambiques de cobre de d.lTercntes dimenro.
(de 300 a J:0UO*] simples e dobrados, para destilar agurdenle, oporellios destilatorios comino-
para resillar o dcsti ar cspinlos com graduarlo ate 40 gtos (pela graduarao de Sellon Cartiet dos
mehoros syslemas hoje approvados c conhecidos nesta e outras provincias do imparto bomba
(pela gradi
otras provi..v.
oaas as dimensoes, asperantea ede repucho lano de cobre como de bronze c frto, l
?c;ronfe d0.I0di's "8 dimc,nSoes e feitios para alambiques, tanques etc., parafusos de bronze e
lucos de cobre e chumbo de todas
Ierro para rodas d'agua.porlas para fornalhas ecrivos do ferro
ra do Ciespon 10, de Jos Goncalves Malvetra,
vendem-se superiores luvas de pellica Jotivin, [cor
de palha e brancas para homens e senhoras, ri-
cos enfeiles de flores do mais moderno goslo, ri- para engenho, folha de Flandres, chumbo em tonco
as dimemoes para encmenlos camas de ferro com armaro e sem ella, fuges de ferro potaTts"
econmicos, tachas c tachos de cobre, fundos de alambiques, ----- ---------a.-.S..
passadeicas, espumadeiras, coco
ra, enfei.adoscom'milo I orroellaS dc"cobre; lentes de'ferr; lato.fe'ro SiiB ^ !CnC' ""^ ^"^ *
e folies para forreiros etc., e oulros muitos artigos
parte, desempenhando-se
e para commod
rao na ra Nova u paia linar noU das encommenda?.
gosto e formato moderno, cortes do vestidos] de
seda, manteletes e taimas de seda preta para pe-
nhoras, perfumaras dos melhores fabricantes].
SYSTEMA KEDIC0 DE HOLOWAyI
TILI.AS HOLLWOYA.
Este inestimavel especifico, composlo inleika-
mente de hervas medicinaos, nao conten merqu-
rio, nom algiima outra substancia delecteria.
e todas asdimnses, safras, tornos
por menos proco do que em outra qualquer
iihando-se toda e qualquer encommenda cora presteza e perfeicio ji conhecida
iidadedos ireguezes que se dignarem honrarem-nos com a sua confianca, acln-
a n. 61 loja de ferragens pessoa habilitada para tomar nota das encommenda.
45Ra
Direita-45
O proprietario deste cstabelccimento roco-
nhecendo que com a excelsa visita de SS. MM.
II. a esta cidade lera de se dar um estrago hor-
roroso de calcados, em consequencia das fre-
quentes paradas, marchas, contramarchas e for-
midaveis passeios as brlhantes illuminacSes, c
condoendo-se das boleas naturalmente pouco
farlas, dos bravos officiaes e pracas dos patri-
ticos batalhdes, cujos nomes trazem memo-
na os feilos gloriosos dos nossos avoengos, deli-
berou, em homenagem atao felizes das baixar
so precos do seu excelleute calcado, a saber:
Para homens.
l Bor.'.eguins aristocrticos (lustre)
| Borzeguins zouavos, obra forttssiraa (be-
zerro) i
Borzeguins cidados (bezerro o lustre]
Borzeguins econmicos
Sapatoes batedores ^
Para senhoi^.
Borzeguins para senhora (primeiracl; o)
Ditos (segunda classe)
Ditos para meninas (primeira classe)
nteirameuto innocente em soaa uperacea c ef-
feilos; pois buscaeremoveasdoencas dequi
quer especie eguo por mais antigs o lenazes
l que sejam.
' Entre milhares de pessoas curadas com etej
remedio, muitas que j eslavam as portas ia j
morle, preservando emsca uso: conseguirn]
recobrar a saude e torcas, depois de haver tenta-
do intilmente todos os outros remedios.
As mis affliclas nao devem entregar-se a di;- .
sesperaciio ; facam um competente ensaio djs
eficazes eleitos desta assombrosa medicina, e
prestes recuperaran o beneficio da saude.
Nao se perca tempo em lomar este remed o
para qnaiquer das seguintes enfermidades
DEPOSITO DE PIANOS FORTES
DOS
i I Mais afamados fabricantes da Europa:
ESTABELECR1EKT0 DE
. VOGELEY.
Ra Nova n. 27 esquina da Gamboa do Carmo.
9O00
8$000
8000
37 Ra do Queinmdo 37 [
Loja de 4 portas.
Accidentes epilpticos.
i Alporcas.
| Ampolas.
i Amas (mal de).
i Aslhma.
i Clicas.
; CoHvulsocs.
Dcbilidade ou exlenua-
cio.
Deliilidade ou falta de
forcas para qualquui
cousa.
Dysinteria.
6^000 : Dor de garganta.
5^00 -de barriga.
nos rins.
Dureza no vonlrc.
5i-000 Enfermidades no vcnlre.
46t:0 i Dilas no ligado.
4jf000| Dilas venreas.
Enxaqueca.
erysipela.
Febre biliosas
Febreto iatenutonte.
Febreio da especie
Gol la.
Ilemorrhoidas.
Hydropesia.
Ictericia.
fndigest^.
Inflanunacdes.
Ir r eg ii la ridades do
menstruacao.
Lonibiigasde todaesf
pecie.
Ual de pedia.
Manchas na cutis.
Obstrucco deventre.
Phtysica ou consump-*
pulmonar.
Reta icao de ourina.
Rhci iatismo.
Symptomas secunda-
rios
Tumores.
Tico doloroso.
i leers.
Venreo (mal).
Neste eslabetecimenlo acha-se sempre um completo sortimento dos mais ricos e mai-
bem construidos e fortes pianos os quaes se vendem debaixo do toda a garanlia.
_ O teclado lem a elasticidade desojada, o exterior desses inslriimcnlos 6 o mais elegante
possivel eas vozes sao magnificas. Ha tambera muilo lindas HARMONAS e SERAPHIN^S pro-
prias para acomponhamento ao piano e para quatro maos e igualmente os ha apropriados para
igrejas, capellas, coUegios etc. ^ '
Hoje principalmente que a cidade vai ostentar um aspecto assas magnifico e pomposo com
a presenta de SS. MM. II., eque em todas as salas e sales elegantes a sociedade pernambucana
val entrar com enlliusiasmo anda maior no gozo dos encantos d'arte, chama-se a attenro de todo
para este grande deposito, que ofl'erece tantas disposicoes c condiroes lao superiores para 0 au,
o objerto de gosto relativamente a msica.
a mesma casa concertd-i* e alina-ie com peifeijQ o mrsmoi Inilromentos.
APPBOYAflO E AUTORISACYO
DA
E Jt \TA CESTR.4L DE HVGIESE PUBLICA
NO
GUSTATO MASSET representante da muito afamada casa WALLERSTEM,|MASSET & C a
tirnecedores da casa imperial do Brasil, estabelecida no Rio e em Paris recebeu um grande sor-
timento de faiendas e modas da primeira qualidade e novidadc.qiierendo antes de ludo fazer gozar
o respeilavel publico dos Drogos muilo vanlajosos pelos quaes pode olferecer suas fazondas, vende
tudo a dinheiro avista ; elle acha-se residindo no hotel inglez quarto n. % encarrega-se de man-
dar levar as fizendas pedidas amostra, sendo por cscripto para evitar os engaos.
Recebe qualquer encommenda para mandar vir da Europa ou do Rio.
100 vestidos de seda para baile, passeios e visitas.
"Mocreantique prelos c de cores.
Nobrezas lisas prctas e de cores.
Vestidos prelos lisos, torrados de 2 saias e de velludo.
Florea, e enfeiles de renda para cabellos.
Vestidos de cassa branca bordada muilo finas-
Cargas, escomilhas, tilos de seda e linho brancos e de cores.
Meias de seda, linho, fio da Escossia para homens, senhora-; o meninas.
Sipatos de setimbranco e prcto com sallo e sera elle.
Botinas de scm branco, de setim prcto, de la muito superiores.
Sahidas de baile, capas de cachemira, velludo e seda.
Chales de touquim bordados c de retroz.
Manteletes de ronda prelo e cassa bordada.
Corpinhos, camisin*as, colarinhos com mangas de cassa bordada a ponto real e renda verdadeira.
Gnarnicocs de renda preta e branca para vestidos e para enfeiles de vestidos.
Leueos de cambraia de linho muito ricos com renda.
Chapeos de sol para senhoras.
Pentes para trancas, alunles de peito, pulseiras, brincos de tartaruga e jaspe nreto para lulo.
Grande sortimento de luvas verdadeiras de Jouvin.
Luvas de retroz c de seda para homens, senhoras e meninas.
Grvalas brancas e prctas.
Chapeos de corte com plumas.
Casacas, sobrecasacas, palelols de panno, cachemira dos melhores alfaiates de Paris.
Calcado do afamado Melier para homens.
Tapetes de velludo muilo ricos.
Capas, capotes imperraeaveis Makinlnsch para homens e senhoras.
Retogios de ouro e prata, cobertos e descober-
tos patente inglez, os melhores que existem no
mercado, e despachados hoje, vendem-se por
precos razoaveis : no escriptorio do agente Oli-
veira, ra da Gadeia do Recite n. 02, primeiro
andar.
Nos armazens i!e Tasso Irmaos
vende-se :
Arroz de casca.
Millio novo.
Farinha de mandioca.
Taboado de cedro.
Velas de carnauba.
Ditas stearinas.
Marrasquino de zara.
Licores inos.
Champagne marcas acreditadas.
Conservas.
Farelo de Lisboa.
A mui bem acredi-
tada tinta preta.
Km garrafas e meias defronle de S. Francisco,
lj pographia de F. C. de L. e Silva.
Aos fabricantes de velas.
Cera do carnauba da nova safra a 11*000 e 12g,
e sebo refinado em pao e velas, ltimamente
cl.egada do Porlo, em barricas e caixas de 11 500
a 12500 a arroba : no antigo deposito do largo
da Assenibla n. 9.
Moleque.
Vende-se um bonito moleque crioulo com ida-
de de 13 annos, proprio para tudo : no nrma-
zem de Fcrreira & Martins, na travessa da Ma-
dre de Dos n. 16.
|& tonlinua-so a vender fazendas por baixo sa
% preco al raesmo por meaos do seu valor, 1
B aflm de liquidar conlas : na loja de 4 portas
B na ra do Queimado n. 10.
Va ra Uireila n. 66, effeclivamente ha
bous escravos de ambos os sexos, de todas as
idaaes e cores, com habilidades e sem ellas, e
vendem-se a dinheiro, a prazo, o tambera tro-
cam-se.
Aos cigarreiros e cha- i
ruteiros. I
Campos Jt Lima tem para vender cai- ^
n xas com fumo americano do muilo boa ts?
ttyi qualidade e a preco commodo: na ra S
^ do Crespo n. 12. a|
Fazendas de bom gosto
Reccbeu-se pelo ultimo vapor da Europa enr-
es de vestido de seda de delicadas cores, com 2
babados e2 saias bordadas, lindos enfeiles de
flores e froco para cabega de senhora, bonitas
chapelinas de seda para senhora e meninas, as-
sim como liquissimos cortes de collele brancos,
de velludo e seda bordados para casamento]
ditos de velludo prelo bordado e de cores boni-
tas ; havendo outras muitas fazendas, e tudo se
vende por precos mais baratos do que em outras
partes : na ra da Gadeia do Recite, loia D, 50,
de Cunha e Silva.
\endem-sc estas pilulas no eslabelecimento
a 500 rs. cada una
icco em porluguez pa-
ra explicar o modo de se usar deslas pilulas.
O deposito geral em casa do Sr. Soum
pharmaceulico na ra da Cruz n. 22, em Per-
nambuco.
RELOGIOS.
riscadinho de brim pardo e brancos, de braman-
te, que se vendem por preco commodo, cerou-
las de linho de diversos "lamanhos, camisas
francezas de linho c de Jpanninho de 2g al 5j
cada urna, chapeos francezes para homema 8j,
ditos muito superiores a 105, ditos avelludados,
copa alta a 13$, dilos copa baixa a 10$, cha- '
peos de feltro para hornera de 4$, Sft e at 7J>'
cada um, dilos de seda ede palha enfeitados pa-' Vende-se em casa de Raunders Rrothcrs &
ra meninas a 109, ditos de palha para senhora a C. praga do Corpo Santo, retogios do afama-
12J, chapclinhas e velludo ricamente enfeila- do fabricante Roskell, por precos commudos,
das a 25j, dilas de palha de Italia muilo finas a i e lambem trancellins e caderas ra os mesmos,
258, cortes de vestido de seda ora carto de 40J deexcellenle eosto
at 150$, ditos de phanlasia de I69 at 35000, 5E::^S
gollinhas de cambraia de 1 al 5j), manguitos s
de 1$500 at 5#, organdys escuras c claras a f
800 rs. a vara, cassas francezas muilo superiores ^
e padroes novos a 720 a vara, casemiras de cor- m
tes para colletes, paletots e calcas de 3J500 at g
4;? o covado, panno fino prelo e decoresde 25500 -I
all03 o covado, corles de collete de velludo''
ELECTRO-MAGNTICAS
E PISPA STIC AS
m
muito superiores a 9 e 12$, dilos de go-guro
e de fustao brancos de cores, tudo por preco
barato, atoalhado de algodao a 1280 a vara,
cortes de casemiras do cores de 5 at 9, grosde-
naples de cores c prelos de 1^600 at 3#200 o
covado, espartilhos para senhora a 6$, coeiros
de casemira ricamente bordados a 12j cada um,
lencos de cambraia de linho bordados para se-
nhora a 9 e-12 cada um, ditos lisos para ho-
rnera, fazenda muilo superior, de 12 at 2(l a
duzia, casemiras de cores para cociro, covado a
-S400, barege de seda para vestidos, covado a
12400, um completo sortimento de colletes de
gorguro, casemira preta lisa e bordada, e de
fuslo de cores, os quaes se vendem por barato
preco, velludo de cores a 78 o covado, pannos
para cima de mesa a 10$ cada um, merino al-
cochoado proprio para paletots e colletes a 2&800
o covado, bandos para armaro de cabello a
1^500, saceos de tpele e de marroquim para via-
gem.cum grande sortimento de macas e imalas
de pregara, que ludo se vende vontade dos |
::,
GRtfiDEE VARIADO
Para sercm
I
aplicadas s \>avtcs afleetadas.
resguardo \ie\\\ \neommoi\o.
sem
EaTO
Fazendas inglczas c, francezas c
rovpas fcilas
receidas em direitera
NU
Armazeni e loja
DE
Ges ( Bastos
AS CHAPAS MEDICINALS sao muilo conhecidas ncsla corte e em todas as provincias BM<
imperio lia mais de 21 aunos, e siojafamadas, pelas boas curas que se tem oblido as enfermidades
abaixo descriptas, o que se provajeom innmeros atteslados que existen de pessoas capares e de
e.uincrao.
Com estas Ch\i'.\s-f.i.f.ctro-magnetic\s f.pispasticas oblem-se urna cura radical e infallivc!
em lodosos casos de inllammacao {cansare on falla de respirado), sejam internas ou externas. .1 >
ligado, bofes, estmagos, braco, rins, tero, peito, palpitado d coracSo, garganta, olhos, erisi-
pelas, rheumatismo, ataques nervosos, etc., etc. Igualmente para ns'dillerentes especies de 'tu-
mores, como lobinhose escrfulas; soja qual foro seu tamanhoe profundeza, por nieio da sup-
puracaoserao radicalmente extirpados, sendo o seu uso aconselhado por habis e distinctos facul-
lavos.
As eiicommendas d.is provincias devem ser dirigidas por cscripto, tendo todo o cuidado d
[fazer as necesarias eipcaces. se as chapas sao para homem, senhora ou crianca, declarando a
molestia em que parle do corpo existe, se na cabera, lirado, pescoco, coxa, perna*, p, ou tronr
do corpo, declarando a circumferen'-ia ; e sendo ferida ou ulceras,"o molde do seu lamanho en;
um pedaro de papel e a dcclara<;ao onde existem, alimde que as chapas possara ser bem applica-
das no seu lugar.
Pile-se mandar de qualquer ponto do imperio do Brasil.
Consultas a todas as pessoas que a dignarem honrar com a sua confianca, em sen r-seriptv-
que se adiara aborto todos os dias, sem excepcao, das 9 horas da manhaa s 2 da tardo.
^NA RCA DO QUEIMADO N. "46, FRENTE DA
P LOJA AMARELLA E ItOTLAS BRANCAS
^ Um completo e rico sortimento desobreca- m.
g sacas de panno pretos e de cores a 28$, 30
i; e 35$, casacas de panno prelo muilo tino a
119 RA DO PARTO 119
PERTO DO LARGO DA CARIOCA.
.
\ 40j, 45$ e 50f, paletots do mesmo panno a 8
j 2-! e 25$, ditos de casemira a 1 #, 16$ e
\Sf, ditos saceos dasmesmas casemiras
freguezes, c outras muilas fazendas que nao ; m pTeTos'c de cores a 10 e 12JL ditos de'l-
possivel aqu mencionar, porein com a vista dos ^ pacas preta e de cores a 4$, diios de brim
compradores se mostrarao.
Fazendas moder-
nas.
; pardo a 450 e 5, ditos de brim preto a K
& 5, dilos brancos a 5, ditos de esguio do
a ultimo gosto cor de laranja a 5$, sobre- $
tS casacos de alpaca muito fino a 7 e 95, B
i sobrecasaca de panno nopreto para me- S
S nios a 15, 1S e 20, dilos de casemira k
g de cor a S o 10, calcas de ca- semiras di %
w cores e prctas a 8, 9, 10$, 11 e 12,
|| cairas debnni de cor a 3500, 4 e 5?,
CNSUL
DO
Cortes de casemiras de cores finas a 5500, di-
tas de urna so cor muito finas de 3 e 6$, cortes .
de collele do velludo de cores a 6$000, ditos diio'Si dllas de l)riai hranco lino a Ce i,colle-
preto a 5$ e 6g, colchas do algodao adasmasca-|? lcs de gorguro de seda ede casemira de
das a 5, brilhanlina branca o covado 480, case- i B cores c Prc, a 5S. 6 e 7, ditos de vellu-
raira de quadrinhos o covado 1, pannos para do a 'l"3 c 12s- camisas inglezas lanlopara
mesa muito bonilos e modernos a 6, corles de :&' thowenscomo para meninos do todos os
barege com tres ordens de babados a 15, cha- i 3 lamanhos, seroulas de todas as qualidades,
peos de phanlasia para homem, sendo de gor- ^ chapeos de sol de alpaca a 5,_ manteletes
guro de seda a 7, dilos doChille de 4 a 25,
ditos de feltro de 4S500 e5, camisas de cam-
braia de linho para senhoras, ditas de esguiio
S pretos de muilo bom gosto a 30$ e -10, ca- ^
& saveques de fustao bordados .compridosa K
S 20$, chapeos de castora NapoleoS, ricos h
muito fino, ditas de cambraia bordadas~coraman-' & manguitos de punhos bordados a 3500 e a &s
gas, ricos cortes de seda de todas as cores, man-i i jS, ditos com gollinhas a 5e 6$, gollinhas
eletes dos mais modernos, grande sortimento de m dc, traspasso bordado e transparente a 8$,
perfumarias inglezas legitimas, joias desoral ver-! 2 calcas de mcia casemira padroes modem
dadeiro, oleados de diversas cores imitando a 5S. colches dc fustao de cor e de brim
marroquim para cobrir mesas, forrar almofadas, r
travesseiros, ele, ele, e bem como um*completo1
sortimento do fazendas do mais apurado gosto e l
melhor qualidade, vendendo-se tudo por baiios
precos, no armazemde fazendas de Raymundo
Garlos Leite & Irmao, aterro da Bou-Vista n. 10.
branco a 3$ e3$500e outras multas fa-
zendas e roupas teilas que serao patentes a
jiresenea do freguez.
Relogios.
-. .
Relogios.
a&^ss .
o Hoscoso,
I nssmm PMnriDM k ipsmmil
3 RA DA GLORIA, CA8ADOFIT1DAO 3
Clnica \ior ampios os systcmas.
O Dr. Lobo Moscosod consullas'todos os dias pela manha ede farde depois de 4 horas.
Contrata partidos para curar annualmenlc nao sopara a cidade como para os engenhos ou o
\ | propriedades ruraes.
Os chamados devem ser dirigidos sua casa at as 10 horas da manhaa e em caso de ur-
cncia a outra qualquer hora do dia ou da noile sendo por escripto em que se declare o nom
essoa, o dama e o uumero da casa.
Nos casos que nao forem de urgencia, as pessoas residentes no hairrn do Recifo pedern re-
eller seus bilhetes a botica do Sr. Joao Sounn A- f.. na ra da Cruz ou loja de livros do St.
Jogiieira de Souza na ra do Crespo ao p da ponte velha.
Nessa loja e na casa do annniioianle achar-sc-ha consl.intcmont c os methores med'ua-
i mentoshomeopalhicos ja bem conhecidos e pelos presos seguintes:
Botica de 12 tubos grandes,..........10$0 Vendem-se relogios de ouro inglczes,
tente : no armazem de Augusto C. de
na ra da Cadeia do Recife n. 36
de pa-
Abreu.
De novo chegaram os afamados relogios in-
glezes de ouro, de patente, e estao a venda no
armazem de Rostro Rooker &C, prara do Corpo! casa do Seuthall Mellori'c.', ra
Sannto n. 48. n. 38.
'/- vende-se superior linha de algodao, bran-'
ees e do cores, em novello, para costura : em '
Jo Ton
MUTILAN
N
Ditos de 2i ditos.
Ditos de 36 ditos..............
Dito de 48 ditos...............
Ditos de 60 ditos......'.........
Tubos avulsos cada um.............
lrr,-.scos d.' lincturas..............
Manoal.de medicina homeopalhica pelo Dr. Jahr traduzido
em portuguez com o diccionario dos termos de medi-
cina, cirurgia etc.. etc. ,........
.na domestica do Dr. He ring, com diccionario. .
Repertorio do Dr. Mello Moraes.........
15*000
201090
25J000
OdOOO
l$0OC'
2SO0O
20*000
10*00
/
t
r


1
!
J\
Ra da Senzaia Nova n. 42
Vende-se cni casa de S. P. Jonhston 4 C. va-
quetas de lustre para cairos, sollins e silhes in-
glezes, candeeiros e castigaos bronzeados, lo-
nas inglezas, lio de vela, chicote para carros, e
montaa, arreios para carro de un e dous cval-
os e relogios d'ouro patente inalezes.
"BCftO OU tiJSttJ tt9CJBO$
IMOSELLE MOSSElXl
E
TOilIMlOT&(C0
LOiTORES 1
em garrafas c mcias gar- |
rafas.
C.J.AseyfcC.
Seguro contra Fogo
COMPAllHIA
Liquidaco.
DIARIO DE PERNAMBUCO. (PARTA FEItU 7 DE DEZEMBRO DE 18C0.
Vcnde-se aiuilo barato para liqidar-sc fazen-
das francezas e inglezas de diversas qualidades:
ua rua da Cadeia do Recite loja'n. 50 A.
Queimado n. 40.
Grande e variado sortimcnto
DE
Fazendas francezas ero li-
pas feitas receidas em di-
reitura j>elo ultimonavio.
Do-sc as amostras cora pchor.
Ricos corles de vestido de sedado corea
de 2 saias............................
Ditos de ditos de seda preios bordados a
velludo...............................
Diios de diios de seda do gaze phantasia
GRANDE
peclihieha.
Na loja do Preguica, na ra do Queimado n.
2, vendem-se pecas do chitas linas de cores fixas
c de escollados padres rom 38 covados cada
urna, pelo barassimo procc de 5'800, e em re-
tallio a 160 o covado.
Offieialaios, rommendas e hbitos de diver-
sas ordens, com brilhantesesem clles, o melhor
que tein vindo a este mercado : tudo vende-se
pelo proco da factura : na ra
mu i lo barato
Direila n. 66.
*J*'3;
1
LONDRES
AGENTES
jCJ. Astley & Coinpaiihia
Linas de pellica de
Jouvin.
Vendem-se superiores luvas de pellica de Jou-
viu muilo frescas, para horoens e senhoras ; na
na do Queimado n. 22, na loja da boa f.
Fazendas inglezas e francezas
Chcgadas nestes ltimos dias; um variado
sorlimento de fazendas inglezas e francezas, dos
ii 1 limos gostos : no arinazem deAlraeida Gomes,
Alves & C, ra da Cruz n. 27.
JMC;i AJ M.iiMi*t i tft B r.. 3**"SB1fJS dltWS
Ricas romeiras deil c de seda bordadas
Taimas de grosdcnaplcs bordadas......
Chales de touquiui branco beldados a
305 e.................
Grosdenaple de cores de quadrinhos co-
vado
9

800000
18200
1
te
se
Folha de cobre e Metal
aniarello.
Estanho em barra e Pre-
gos de cobre.
Alvaiade eVerniz copal.
Folha de Fland res.
Palhinha para marci-
neiro. J
Vinhas finos de Champa-
nhe e Moselle.
Lonas da Russia e Briin
de vela: no armazem
de C. J. Astley Fazenda com avaria.
E pechincha sem igual.
Na loja do Preguica, na ra doQueimado n. 2,
lem para vender pecas de algodao largo com 10
varas cada urna, pelo barato precio de la, pecas
de cassa.lisa fina a 2500 : a ellas, antes que'se
acabem,
Tachas e moendas
Braga Silva & C, lom sempre no seu deposito
da ra da Moeda n. 3 A, um grande sortimenlo
de tachas e moendas para rngenho, do muilo
acreditado fabricante Ldwin Maw. a tratar no
mesmo deposito ou na ra do Trapiche n 4i.
Milita atiendo.
Vende-se para fechar cotilas saccas cora fari-
iha de mandioca pelo barassimo preco do Gjf
por sacco : na ra da Cruz, n. 26, armazem.
Fazendas cora pequeo
toque de avaria.
E' pechincha.
Na loja do Preguica, na ra do Queimado n.
2,ha para vender pecas de finissimo e muito
largo madapolo, pelo barassimo prego de 53,
3$500 33000 : cheguem, antes que so acabem.
Chapeos de castor pretos
e brancos
Na ra do Queimado n. 37, vendem-se os me-
lhorea chapes de castor.
liso covado................ 1>n()
2G00
29000
S$500
aooo |
l.jOOO
jooo
900
5001
lJtoOO i
700
Dito do diti>
Seda branca lavrada covado IjjlOO a___
Grosdenaple preto lavrado covado......
Dito dito liso encornado a lgOOe___
Dito dito com 3 palmos de largura a
lj600 e..............................
Sarja de cores larga cun 4 palmos de
largura covado a...................... i
Gaze de sedada China de llrese lislras
co vado a............................
Follar dv seda de lislras gosto novo co-
va do.................................
Selim de escocia o diana de seda covado
Chaly de flores novus desenhos covado
Bareje de seda de varias qualidades co-
vado.................................
Mcio velludo de cores covado..........
Velbulina de todas as cores............
Selim de todas as cores liso covado ...
r.nlhaniina blanca muilo fina a.......
Chilas francezas claras e escuras a 260 e
Casemira pela lina a 10400C..........
Panno pelo e de cor lino provade li-
rno a 3500 a........................
Coi les de easeuiira de cor a' 5f e........
Cassas organdys de novos desenhos a
vara.................................
Ditas francezas muito linas a............
Manguitos de cambraia transparente bor-
dados muito ricos....................
Goliuhasde cambraia bordadas depona
Ditas dedilo bordadas a 6O0a..........
Tiras e entremeioade cambraia bordados
Ricas mantas pretas de linho para se-
nhora ................................ ^
Ditas ditas de blond brancas e [retas.. $
Chales de soda decores, pretos e rosos.. g
Ditos de merino bordados com franja de
sedn.................................. 750O-
Ditos de dito dito de la.................. 7090
Carlos Marn, da casa de Carlos 'Valais.^oa-
lhciros de Suas Magostados Imperiaes, lein;a
l honra deparUcipar ao Alustre publico que se
j acha nesla cidade com um completo sortimenlo
I de joias, que se acha exposlo no cscriplorio dos
Srs. Amorim & limaos, ra da Cruz n. 3, segun-
do andar. Rccebem-sc tambem obras velhas em
troco.
Golleras de chita a 2$.
Ra do Queimado n. 19.
Vendem-se cobo i tas de chita a 2tf, cortes de ris-
cado fraucez a 20500, lencos de cambraia para
algibeira a 20 a du/.ia.
:::2$000c2$;00a|>eca.
500 Algodao trancado americano branco, proprio
para loalhg e roupa de escravos, com um pe-
que:in toque de agua doce : noarmazeui de fa-
zendas da ra do Queimado n. 19.
Cheguem ao barato.
O Leile & Irmo connuam a torrar na ra
da Cadeia do Recife n. 48, pecas de cambraia li-
sa com 10 jardas a 45500 e 5$, lencos de cam-
braia de linho a 3$ a duzia, rambraias muito fi-
nas e de linios padres a 610 a vara, meias fi-
w)o nas I'"'1 snu,10r;i a 3;S00 a duzia, ditas croas ln-
Mia 8'czas para homem e meninos, chales de mcri-
120 n lisos a -^rm' e bordados a 69, paletols de
2*500 i alpaca preta e do cores a 5$, ceroulas de linho
e algodao, camisas inglezas muilo superiores a
7nn/i .605 a duzia, organdvs de lindos desenhos a
1MO0 a vara, corles de cassa chita a 30, chita
DA
FlNDICiO LOW-HOW,
Ra da Scnzala ITova n. 42.
Nesle eslabelecimento continua a haver um
comapleto sorlimento de moendas e meias moen-
das para euJenho, machinas de vapor c taixas
de ferro balido e coado. de todos os taannos
para dio.
Casavques.
Vondera-se casaveques e roupes de cam-
brai bordados, o melhor que existe nesle mer-
cado, o por preQo cora modo : na ra do Crespo
n. 23.
Cortes de vestidos
de seda
Na roa do Queimado n. 37 loja de \
portas acaba de receber pelo ultimo
navio vindo do Havre um completo sor-
I timcnlo de vestidos de seda de 2 saias,
! 2 babados e de aventados qnacs se ven-
! dem por preco commodo.
Chapelinas de seda e de
velludo para senhora.
Ricas cliapeliuas de seda e de vellu-
do para senhora: na ra do Queimado
n. 37, loja de K portas.
Golas c manguitos.
Ricas golas e manguitos de cam-
braia : na ra do Queimado n. 37, loja
de 4 portas.
Manteletes
Para concluir a liquidaco das luzendas
da extincta firma de Leite & Crrela,
, vendem-se assegumtes fazendas, por
muito menos de seu valor, na loja de
quatro portas da ra do Queimado
i numero l.
Sedas prelas lanadas, superior qualidade,
covado igGOO
; Grosdcnaple prclo muilo bom e largo, co-
vado 2J0O0
Cito dito mais eslreito, covado 1JJ6C0
Camisetas de cambraia para senhora, urna 800
Tiras e entremeios bordados 320
Sortimcnto completo de chita de cores,
covado 160
Cito de chitas largas francezas, bons pa-
J dres e cores fixas, covado
Gangas de cores escuras e claras, covado
(?)
Pianos
Saundcrs Brothers & C. tem pira vender rm
seu armazem, na praca do Corpo Santo n. 11,
alguns pianos do ultimo goslo. recentiment
chegados, dos bem conhocidos u acreditados fa-
bncantcs J. Broadwood iSons de Londres, e
muilo proprios para este clima.
A boa fama.
Vendem-se as verdadeiras luvas de pellica de
Jouvin chegadas no ultimo vapor vindo da Eu-
ropa, brancas, para homem e senhoras, pelo ba-
240 "'? prero de 35 o par, lambem se vendem gr.i-
.................o.-.o. v.,.u 200 vanhas de fil muito bonitas c do ultimo got<>
ortos de calca de meia casemira alg600 e 2000 praprias para senhoras e meninas, pelo baratis-
- simo proco de 2S rada urna : na ra do Qseii
do, na loja de miudezas da boa fama n. 33.
aVapatdes de ii a i
23100
49000
lff280
2!0
ICO
240
2J000
5S00O
CgOOO
7?>000
l,s000
500
-
j Meias cruas para homem, duzia
! Dilas para dito muito superior, duzia
Atoalhado adamascado muito largo, vara
Cassas do cores fixas e padres vistosos,
covado
l iscadinho francez, covado
Musscliua de cores fixas, covado
Chales de la com palma de seda, um
3orles do calca de casemira fina de cores
ilos de dita pela
Dilos do collctc de gorguro com palma
de velludo 330OO
Ditos de dilo de gorguro e seda 25000
Ditos de dilo de merino bordado 3$000
lencos de seda pequeos para pescoco de
I senhora 400
Panno prclo, covado 2g500
Dilo superior, prova de limao, covado 35 c 4OO
^nperior brira trancado de linho, branco,
J.;* 13000
Dito dilo de cores, vara 800
Meias brancas para senhora, duzia 35O00
pilas para dita muito superior, duzia 4g000
uvas de pellica para senhora, em bom
estado, um par ISOOO
o<
<;
Kissel, relojoeiro francez, vende relogios 2
de o uro e prata, concerla relogios, joias e *
*, msicas, ja aqui he conhecido ha muilos ^
to. anuos, habita no paleo do Hospital n. 17. 2
ATTEN(!iO.
franceza a 20, 280, 300 e 00 rs. o covado,' pecas !
de madapolo com 30 varas a 4J800, 5 6, 7 c 8$, chitas inglezas de cores iixas a 200 rs o
covado, toalhas para mesa a 3 e 4#, cortes de
calea de brim de linho a 25, dilas de meia case-
mira a 2524O, vestuarios bordados para meni-
nos, e outras muitas fazendas que se vende por
Ricos manteletes degrosdenaple ri- ^a ,0Ja do Sertanejo, TU8
ament bordados: na ra do Qucima- (lo Queimado n. 43 X.
J',uu: barato preco.
carnea
do n. 37, loja de 4 portas.
Pentes de tartaruga.
I Reccberara em direitnra de Franca, deencom-
menja, os melhores chapeos de ca'slor rapadoss
>-> ; Sendo brancos e pretos, e as formas as mais mo-
HlCOS pentCS dC tartaruga para atar i 'ornas que tem vindo ao mercado, e por me-
cabello: na ra do Queimado n. 37, Z2Z teVuTg?.Un'drrPu rte' assira corao
Ditos de'dito liso dilo de seda.
Dito de dito dito de la..................
Dilo de dilo eslampados lino lisia de
seda..................................
Lencos de cambraia de linho bordados
finos..................................
Ditos de alodao de labyriiiliio .'.'.'.'
Capeilasbrancas para noiva............
Enfeiles de vidrilho preto e de cores....
Aberturas para camisa de esguiao de
linlio..............................
Ditas de dilo de algodao brancas de
cores..................................
Saias balao modernas___....\.........
Chapeos francezes forma moderna......' 850
(ravatqs de seda de pona bordadas a
velludo ..............................
Camisas fraucezas de cor e brancas
linas a I580O e........................
Ditas ditas de fuslao branco e do cor...'.
Ditas ditas de esguiao muilo linas mo-
dernas ................................ A
Seroulas de brim de algudaclo' deiYiiVlio 5
Calcas de casemira prela sem 9$ e.... 115000
Ditas de ditas de cores 8j e............ 10*000
Dita de meia casemira.................. 45000
Dijaa de brim fino e varias qualidades
05 e Colleles de velludo, gorguro,
casemira o selim...................3 5?*000
Casacas de panno preto muilo fino 305 e 40000
Subrecasacos e paletols do panno prclo
Dfin1,24o...... .................... 355000
Faletols de casemira mesclada golla de
.vellud0,.............................. 185000
uiios de alpaca preta muito finos...... OSOOO
Ditos da merino selim pretos e da cores 9S000
Ditos de meia casemira.................. 1 TjjOoo
65500
65OOO
6911OO
49500
85OOO
5
15000
5
t
s
65000
5S500
2^500
Eni casa Je N. O. Bieber
ir C. ra da Cruz n. 4, vende-so ;
Champagne de sueriorqualidade de marca acre-
ditada na corte.
Tinta branca superior em oleo, latas de .
bras, por commodo preco caixas de 4 latas.
Vernia e reroiz copal.
Algodozinho da fabrica Todos os Santos da Bi-
bia.
Brilhantes de diversos tamanhos e de priraeira
qualidado
Brim trancado de linho todo
preto,
fazenda muilo superior; garante-se que nao
desbota : na ra da Cadeia do Itecife n. 48, lo-
ja de Leite i Irmao.
Bandeiras naeio-
naes.
Vendem-se na ra do Queimado n. 7, bandei-
las nacionaes de varios tamanhos, muilo bem
cilas a 800 rs. cada nma.
loja de 4 portas.
Camisas francezas
Ricas camisas francezas tanto de
peio de linho como de algodao e de fus-
. to: na ra do (ueimado n. 37, loja de
4 portas.
Bonetsparacrianca
Ricos bonets de marroquini para
crianca: na ra do Queimado n 37, lo-
ja de 4 portas.
Ferro reduzido de
Quevenne,
Previlegiado em seu modo de
administrando peld acade-
mia de medicina de Paris.
3S500
Aviso,
No armazem de Aa&mson. Howie & C. ra
do Trapiche n. 42, vende-so selins para homem
e penhora, arreios praleados para cabriole!, chi-
cotes para cawo, coleiras para cavalio etc.
Na loja da estrella.
Ra do Queimado n. 7.
Este cstabelecimenlo continua a estar sortido
de fazendas de todas as qualidades como sejam :
Ricos curtes de veslidos de seda de 3 fo-
lhose 2 saias, e Aquile $
Paletots de panno 2OJ0O0
Ditos de dilo muito fino 40J000
Ditos de casemira de cor 258000
Ditos de alpaca pretos muito finos e
mais abaixo %
Ditos de ganga e de brins #
Calcas de casemiras pretas e de cores 5
Ditas de biim branco e de cores 5
Colletes de velludo preto e de cores. 8
Ditos de gorguro muito finos g
Ditos de fusto g
Camisas francezas de todas as qualidades
Capara homem g
misas francezas bordadas para senhora 5
l.equcs da melhor qualidade e do ultimo
gosto g
Mantas e grvalas de seda de todas as qua-
lidades g
Chapeos de sol de seda inglezes g
Ditos, decaslor para cabeca muilo finos g
Ditos pretos os melhores que tem vindo
ao mercado g
Taimas pretas do ultimo goslo g
Casemiras de cores para paletot ( g
Cortes de casemiras inglezas 2S400
Ditos de ditas francezas 5g500
Ditos de dilas muilo finas 95000
Chapeos Amazona para senhoras.e me-
ninas
Machinas de costura
de S. M.Singer &C. da
New-York, o mais aper-
feicoado systema, fazen-
do posponto igual pelos
dous lados da costura,
garante-se a seguranca
das n achinas e manda-
se ensinar nas casas de
familia, bem como se
moslram a qualquer ho-
ra do dia ou da noite
nesta agencia: nicos
agentes em Pernambuco Itaymundo Carlos Lei-
le & Irmo, aterro da Boa-Vista n. 10.
Em casa de Rabe Scbmettan &
C, ra da Cadeia n. 57, vendem-se
elegantes pianos do afamado fabrican-
te Traumann deHamburgo.
pr Vende-se urna colcha de selim branco bor-
dada e nquissiraa, e urna urna muito bonita que
parece prata : na ra da Palma, casa junto a ta-
berna sem numero.
Ditos de alpaca pretos e de cor forrados
Dilos de brim branco epardo finos......
Ditos de brim de quadrinhos finos
35500 o...........;..................
Dito de alpaca preto e de cores___......
Relogios de 011ro paln........les
REHIEDIO INCOMPARAVEL.
UNGENTO HOLLOWAY.
Milhares de individuos de todas as naeoes po-
dem testemunharas virtudes dusle remedio i-
comparavel e provar em caso necessario, que
pelo uso que dellc fizeram tem seu corpo c mem-
hros mleiramente saos depois de haver emprea-
do intilmente outros tralameulos. Cada pesoa
poder-se-ha convencer dessascuras maravilho.sas
pela leilura dos peridicos, que lh'as relatam
todos os das ha muitos anuos ; c a maior parle
dellas sao tao sor prndenles" que luejimpe so
mdicos mais celebres. Quanlas pesso'as reco-
braram com este soberano remedio o uso de seus
bracos e peinas, depois de ter permanecido lon-
go tempo nos hospitacs, onde de viara solrer a
amputacao! Dellas ha muitas que havendo dei-
xado enea asylos de padecimentos, para senao
submetterem cssa opura.ao dolorosa foram
curadas completamente, mediante ousodesse
preciosoivemedio. Algumas das taes pessoas na
enfusao de seu recouheciinento declararam es
les resultados benficos diate do lord corre-re-
dor e outros magistrados, afim de mais autenti-
carem sua firmativa.
Ninguem desesperara do estsdo de saude se
tivesse baslante confianca para ensaiar este re-
medio constantemente seguindo algum tempo o
menlratato que necessilasse a natureza do mal
cujo resultado sena prova rincnleslavelmente !
(Jue tudo cura.
O ungento he BU, nmis particu-
larmente nos se guantes casos.
sortimenlo de cha-
peos.
Chapeos de castor pretos de superior qualida-
de a IOS, dilos francezes de seda a 7g, dilos de
castor brancos a 14g, ditos de velludo a 8e 95,
ditos d* lontra de todas as cores muito finos, di-
tos de palha inglezes do copa alta e baixa a 3 e
5g, ditos de fel tro, um sorlimento completo, de
2g500 a 65500, ditos do Chilo do 3#50O, 5, 6, 8,
9, 10 e 125, ditos de seda para senhora, dos mais
modernos, a 12g, chapelinas com veos do ulti-
mo gosto a 155, enfeites finissimos para cabec
5g000 a 4g300 e 55. chapeos de palha escura, massa'e
seca, muilo proprios para as meninas de escola,
sendo os seus procos muito em conla, ditos para
baptisado de meninos e passeios dos mesmos,
lendo diversas qualidades para escolher, bonels
de galao, ditos de marroquim, ditos de vellu-
do, ditos enfejtados, chapeos de boa qualidado
para pagem, chapeos de sol de seda para me-
ninos de escola, e mesmo para senhora e para ho-
mens ; finalmente outros muitos objectos que se-
ria enfadonho mencionar, e tudo se ven de mui-
to em conta ; e ossenhores freguezes vista da
fazenda ficaro convencidos da verdado : na bem
conhecida loja de chapeos da ra Direila n. 61,
de Denlo de Barros Fcij,
Alporcas.
Caimbras.
Callos.
Canceres.
Cortaduras.
Dores de cabeca.
das costas.
dos membros.
Enfermidades da culis
em geral.
Ditas do auus.
Erupces e escorbti-
cas.
Fstulas no abdomen.
Frialdade ou falla de
calor nas extremida-
des.
Frieiras.
Gengivas escaldadas.
Inchacoes.
Inflamacao do figado.
:a.
Inilaminaco dabexi
da matriz
Lepra.
Males das pernas.
dos pellos.
de olhos.
Mordeduras de reptis.
Picadura de mosquitas.
l'ulmes.
Queimadelas.
Sarna.
Supuracoes ptridas.
Tinha, em qualquer par-
te que seja.
Tremor de ervos.
Ulceras na bocea.
do ligado.
das articulacocs.
Veas torcidas ou noda-
das nas pernas.
^ ende-se este ungento no cstabelecimenlo
geral de Londres n. 224, Strand, e na loja de
todos os boticarios droguislas e outras pessoas
encarregadas de sua venda em toda a America
do Sul, Havana e Hespanha.
Vende-se a 800 rs. cada bocetinha, conlm
urna mslrucrao em porluguez para o modo de
tazer uso deste ungento.
O deposito geral he em casa do Sr. Soum,
pharmaceutico. na ra da Cruz n. 22, em Per-
nambuco.
Fub.
Farinha de milho americana, em barricas, che-
gada no ultimo navio dos Estados Unidos : nos
armazens de Tasso Irmos.
= Na ra de Aguas Verdes n. 46 se dir quern
vende urna fabrica de fazer velas de carnauba,
bem montada e em bom estado.
Arados americanos e machinas
para lavar roupa : em casa de S. P. Jo-
hniton <& C. ra da Senzaia n. 42.
Taclias para engento
Fundicdo de ferro e bronze
DE
Francisco Antonio Corrcia Cardozo,
tem um grande sorlimento de
tachas de ferro fundido, assim
como se faz e concerta-se qual-
quer obra tanto de ferro fun-
dido como batido.
Vende-se urna taberna
por todo negocio, em ra muito commercial, no
bairro de Santo Antonio : a tratar na ra do
llangel, armazem n. 62.
Vende-se um fardamento rico para cacado-
res da guarda.nacional : a tratar na ra do Quei-
mado n. 38, primeiro andar.
Yende-seo engenho Aguas Bellas, com ca-
sa de vivenda, moente e correte, tendo casa de
purgar, dila de caldeira, senzaia principiada,
boas matas para mais de meia legoa, varzea
para plantaco de 2,000 pcs para mais, cercado
muito bom para animaos, tem riacho corrente
todo anno, trra propria, tendo 5f0 bracas de
frente, e extrema pelo norlc com Ierras do Ibn-
ra, para o poenle com marcos que icam nabeira
da estrada velha, e dahi para o sul com o enge-
nho Sant'Anna, e dahi para o nascentc at a Ta-
goa do Xiqueiro, com trras dos herdeiros de Jo-
s do Monte Lima ; a tratar no aterro da Boa-
\ista n. 17, com Frederico Chaves.
Vende-se um grande telbeiro em
porto de desembarque na freguezia de
Santo Antonio, excellente para depo-
sito de madeira e materiaes ou para
qualquer outro mister: a tratar na tra-
vessa do Carioca n. 11.
Enfeiles de vidrilho e de rotroz a 45 cada
um : na ra do Queimado n.37, loja de 4 portas.
Linhas do
Vendem-se na ra do Cabug n. 2 B., loja de
miudezas do Joaquim Antonio Dias de Castro.
Attenco.
No cscriplorio de Manoel Ignacio de Oliveira
&Filho tem para vender os superiores vinhos
nunca aqui vindo destas qualidades :
ChampagneCllquet.
DitaIrrey.
La lit lefino.
Laroseidem,
Ruquis.
Os felizes efieitos do ferro cm um grande nu-
mero de enfermidades sao geralracnte conheci-
dos. As cores plidas, as Dores brancas, o em-
pobrecimento do sangue com os males do esto-
mago, e as palpilacocs, que sao'telles a conse-
1 quencia : taes sao os priiicipacs casos cm que o
ferro indicado, o para certos temperamentos
nacos rfle um complemento quasi necessario
de ameijio. A superioridade do furo de
Quevennt^^re todas as preparaces icarciaes a-
quella que ntroduz mais quandade de ferro no
sueco gstrico cm um peso dado. Deposito cm
Pernambuco. pharmacia do Pinto, ra larga do
Rosario n. 12.
Escravo cozinheiro.
Vcnde:se um escravo de 18 a 19 annos, muilo
bom cozinheiro ; assira como urna prela cozi-
nheira, engommadeira e lavadeira, o urna negri-
nha de 13 annos : a fallar com Qclaviano do
Souza Franca, rua da Cadeia do Reciten. 36.
Dinheiro em cobre.
Vende-se constantemente na rua da Penha, so-
brado n. 19, em pequeas e grandes porces.
Fil
com 2 Ij2 varas de largura a 800 rs. a vara : na
rua da Cadeia do Recite n. 48, loja de Lene &
Irmo.
Bandeiras nacionaes.
Muito proprias para festejos por oc-
casiao de SS. MM. II a esta provincia
No armazem do agente Pesta-
a rua do Vigario n. 11,
vendem-se por mdico preco tanto por
atacado em duzias ou a retalho.
I Brilhantes
SiV.llRua do CrespoiY.ll
Jos Mara da Silva Lcmos so-
l ci de Julio Lu^e & C, negocian-
H les importadores de- joias no Rio
H de Janeiro, tem a honra aepar-
I ticipar ao respeitavcl publico
X desla capital que se acha ua casa
M cima mencionada com urna lin-
H da cxposico de obras de ln-i-
H lhantes domis apurado gosto e
5 qualidade, constando de ricos
l diademas, fitas, collares, pulsei-
m ras, broches, bixas c argolas,
brincos, aneis c alflueles, cru-
6 zes e lios de grandes perolas, ?
p commendas e hbitos de diver-
j sas ordens e differeutes obras tu-
do de brilhantes e pedras finas,
sendo tudo vendido, afiancado c
por preces commodos: na rua do
Crespo n. H, segundo andar.
Tambem se presta a mandar
quaesquer objectos a amostra.
----- ------ment de enfeite,
le vidrilho pretos e de cores pelo diminuto pre-
;o de 4 cada um, assim como tem chapeos de
Eol de panno a 1J200 cada um em perfeito esla-
lo, aberturas brancas muito finas a 320, ditas de
esguiao de linho a lg urna, cambraia pela fina
a 360 o covado, e a vara a 560,e a G40, gangas
de cor a 540, brim branco de linho a 1*200 a va-
ra, colletes de velludo de furta-corespretos a
[f0O, ditos preios a 8 e a 9g, calcas de case-
mira de cor a 7, 8 e llg, ditos pretos a 7, 9 e
12JI, colleles de gorguro a 4, 5 e 6$, saceos pa-
ra viagem de diversos lamanhos, eias cruas, por
ser grande porco, a 1500, ditas a lgbOO e 2# a
jduzia, finas a 3 e 4$, chapeos enfeilados para
meninos e meninas e senhoras por qualquer pre-
^o, e tudo o mais aqui se encontrar o prego,
e n3o se deixa de vemnder.
ASOOrs. a pe de fita de velludo de um dedo mnimo de largura
cora 10 1]2 varas, bandos de crina para senhora
muito bous a 400 rs. o par, pulseiras de contas
para senhora ou meninas muito lindas a 160 rs.
para acabar ; na loja de miudezas do aterro da
Boa-Vista n. 82, quasi confronte a matriz.
Vestidos de seda.
Vendem-se cortes de vestido de seda com 2 e 3
babados, armados, de 20 a 40 cada um sendo,
que seu valor razoavel era de 8&>: na loja de 4
portas da rua do Queimado n. 10
Rua do Queimado n. 11.
!l A 30jg cortes de vestidos de seda que custaram
wfc a 165 cortes de vestidos de phaulasia que
custaram 30{; a 8g chapelinhas para senhora:
|! na rua do Queimado n. 37.
cobertos e descobertos, pequeos e grandes, de
ouro patente inglez, para homem o senhora,
de um dos melhores fabricantes de Liverpool,
vindos pelo ultimo paquete inglez : em casa de
Southall Mellors & C.
Vende-se um carro de 4 rodas patente in-
glez, conslrucco forte, largo bastante para 4
pessoas, forrado de fazenda de seda de bonito
gosto e cor, tudo novo, sem ter sido ainda ser-
vido, muito de cente e proprio para a espera
de S. M. I.: os prelendentes podem ve-lo a
qualquer hora na cocheira do Miguel, aterro da
Boa-Vista.
Chapeos de pasta.
Na praca da Independencia n. 34, loja de cha-
peos ainda tem chapeos de pasta para vender por
prejo commodo.
Cheguem freguezes
rua Direita n. G4.
Facas e garfos a 2*600, 2$8O0e 3g600, dilas
muito finas a 4g20O, 5g, 5,00 e 6#, ditas de ca-
bo de mirfim a 10J500, ditas de cabo de unicorne
a 11, dilas do cabo preto finas a 6g e 69500. co-
lheres de metal do principo pera sopa a 5JJ500,
ditas muito finas a 6$, ditas para cha a 2&800,
dilas de platina para sopa a 108, ditas para cha a
5*, ditas para assuear a 500 rs. cada urna, dilas
para terrina muito tinas a 3g, panellas, chaleiras,
frigideiras e cassarolas, ludo mais barato do que
em outra aualquer parte.
Vendem-se gapalees para minino, de 2 a 3;
boiZLguins para menina de 2 a 3$, dilos pa
nhora a 3^500 : na rua do Cabug n. 9
Vend*-se leite puro, das 6 s 7 Ii2 !
da inanha, a 480 a garrafa, garenle-M a quali-
dade : na porta de Jos Airea Ilarbosa, mea d^
commercio n. 2.
Atlencao.
Na rua Nova n. 53, loja da ferraoaM, resle-
se milho novo cm .sacias, por bataUammo pi
Vende-se urna preta crioala de 18 ao
engomma, cose e cozinha : na rua Nova n
. Vendem-te duas c; trocas c dous
bois mancos : na travesa do Coi
numero 1!.
Nova invenco aperfei-
coada,
Bandos ou almofadas
de crina para ponteados de
senhora.
Vende-;e nicamente na rua da Cadeia cie n. 48, loja de Leile : Irmo.
Barassimo.
A 3$500, 4$500 e 800.
1'AP.A ACABA.
>endem-se na rua do yueimado n. 19, os R.
guintes algodozinhos, a quasi por melado di
valor, algodao trancado americano com 20 jar-
das, muilo superior a 3g500 a peca, dito liso ame-
ricano muito largo com 20 varas, nelo barato
preco de 4v00e 4;S00 a peca.
Meias de seda de peso
para senhora, brancas e pretas, e para meninas
brancas e nseadas : vcnde-se na loja de Leil-
& Irmao na rua da Cadeia do Recife u. 48.
Chapeos pretos.
Na* ruado Queimado n. 19.
Chapeos preios de primeira qualidade, c de Wf
ma elegante a IOS cada ">m.
Descoberta.
Fil de seda liso.
Vcnde-se na rua do Cabug n. 2 B, loja d"
miudezas de Joaquim Antonio Hias de Castro.
Vende-se urna carraca e um excellente boi,
muito manso e bom trabalhador : na rua lar- i
do Rosario n. 18.
Vende-se urna mobilia de Jacaranda cora as
seguintes pecas : 1 sof, 1 mesa redonda, 2 cen-
slos com pedra, 20 cadeiras. sendo 2 de batan-
ea, assim como um guarda-!ou<"a de amarello :
na rua do Collegio n. II.
-^ Vende-se urna rica prnpriedade, contendo
qualro rasas, sendo urna para familia, outra para
hotel, outra para cocheira, e oulra para guardar
carros, tudo acabado de edificar de novo, e con
grandes commodos e aceio, proprio para montar
urna boa casa de negocio : quem pretender, en-
lenda-se com o proprielan'o Jos Garcia de Sou-
za Ramos, na villa de Pao d'Alho, na estrada
nova, confronte a malriz, <>u entenda-se i
praca com Manoel Ribciro Fernandos, na
larga do Rosario, confronte a botica do Sr Bar-
Iholomeu.
Vende-se um cabriolet por preco
muito cm conta avista de acliar-se cm
estado desejavel a todos os respeitos: a
fallar na cocheira em frente do portSo
do arsenal de mariuha, onde existe e e
dita' com quem a compra devescr tra-
tada.
Claudio Djbeux, scientiuYa a
quem convier que acaba de receber um
novo campamento de burros, novos e
bonitos e alguns ja quasi mancos, rS
melhores que tem vindo a este mercado
e os vende por commodo prero : quem
pretender dirija-se ao seu e'scriptorio
na rua da Cadeia para tratar.
Relogios
Vidros para vi
draca.
de ouro patente inglezes, do melhor fabricanl,
do Londres, e que se vendo mais barato que em
nenhuma parle, por isso que quer-se liquidar a
conta : na rua da Cadeia do Recife, armazem
n. 4, de Barroca Sl Medeiros.
= Vendem-se saceos com farelo de primeira
qualidado, muito novo, chegado ltimamente de
Lisboa, por menos preco do que em oulra qual-
quer parle : na rua de Apollo, armazem n. 16.
= Vende-se urna escrava : na rua da Guia
n. 10.
vinho do Porto, do mais superior, engarrafado,
dilo champagne, idera, dito rauscatcl, idem : no
armazem de Barroca & Medeiros, rua da Cadeia
do Recife n. 4.
Vendc-sc um cylindro de (rabalhar em mas
sas, em bom estado : na rua da Scnzala Velha-
numero 94.
Na rua estreita do Rosario n. 39, vende-so
palha aparelhada para qualquer obra, tanto lina
como grossa, por preco commodo.
Potassa da Russia
E CAL DE LISBOA.
No bem conhecido e acreditado deposito da
rua da Cadeia do Recife n. 12, ha para vender
polassa da Russia e da do Rio de Janeiro, nova
t e de superior qualidade, assim como tambem
cal virgem cm pedra: tudo sor *rec.os muilo
razoaveis.
A6#acaixa: na rua larga
do Rosario armazem de louca.
Vidros para caixilhos.
Na rua larga do Rosario loj n. 28j
armazem de louca, mandam-se botar vi-l
dros em casas particulares por precoi
muito commodo, assim como vendem-
se vidros a retalho do tamaito mais pe-
queo at mais de 6 palmos.
Vende-se
Lonas.
Estopa.
Camisas inglezas superiores e ordi-
narias : no armazem de Arkwright
& C, rua da Cruz n. 61.
"
MOTILADO
N
Vendo-so chamalole de todas" as cores: na
loja de Claudino e Oliveira rua da Cadeia do Re-
cife n. 55.
Escravos fgidos.
Fugio da casa do abaixo assignado, na n.;.;
do dia 30denovembro passado, o escravo I
crioulo, ofiicial de sapateiro, indo com ral'
casemira preta, camisa de madapolo, j.
riscado o chapeo de palha de carnauba, cio c--
cravo lera os signaes seguintes: estatura bah i,
corpo secco, barba pouca, pernas com mares de
feridas, figura bonita, cor nao muito prela, ca-
bellos carapinhos e crescidos, e cosluma incul-
carse livre ; presumo que ella anda por esta ci-
dade ou arrabaldes, em razao de ser muito vadio.
Este escravo foi aqui vendido pelo Sr. Svmphni
nio Olympio de Queiroga ao Sr. Manoel Ferreira
Costa e por esle vendido Sra. D. Hara Ca
de Senna e Mello a quera boje perlcnce : roga-se
as autoridades policiaes, capiles de ranino oa
qualquer pessoa do povo, qne o apprehend i i
conduza rua Bella n. 14, onde oeaoroMaMnle
so recompensar.Malachias do Lagos Femir.i
Cosa.
Na larde do dia 4 do corrente ansentou-so
da casa de sou senhor, o abaixo assignado, i
cnoula Ilenriqucla, a qual foi escravo do l>r. Sa-
bino Olegario ; representa ter 25 annos, estatu-
ra regular, secca, rosto comprido, e lem urna fo-
nda na perna direita; foi com vestido de chi-
ta rxa o camisa de madapolo ; consta eslar
acolitada em urna casa na freguezia de Santo An-
tonio : quem a pegar leve Torre, sitio do mes-
mo abaixo assiguado. Recife 5 de dezeml i
1S89.nacleto Jos de Mendonca.
Escravo fiigido.
Desapparcceu da casa de sua senhora, no d.r
2 do corrente. o pardo escuro do uomc CarUiolu-
mcii. vulgarmente conhecido pelo nome de Ber-
to, idade de 18 annos, allun regular ; levou ca-
misa de algodao azul; presume-se que estar
oceulto em alguma parte desla cidade : re.
s autoridades policiaes e capiles decampo a
captura do dito escravo, e a quem delle der no-
ticia c o levar rua do Trompe, casa n. 2, ser
gratificado.
Fugio cm a noite de 2 do corrente mez de
dezerabro o escravo Joaquim, caboclo, de idade
de 27 annos, pouco mais ou menos, baixo c ebeio
do corpo, rosto redondo, cabellos duros e cor-
ridos, olhos pardos, nariz pequeo, bocea pe ne-
na, com falta de denles superiores na frente
bigodc, o qual todava pode ter rapado, sem bar-
ba ; conduzio una rede, catea c camisa, levando
vestido caVa c camisa de algodao riscado azul u
chapeo de couro ; veio do Cear no vapor Cru-
zeiro do Sul era 4 de outubro prximo passado,
rcmeltido por Luiz Ribciro da Cunha Air
Luiz dos Santos & Rolim, que proraeltem urna
recompensa proporcionada ao Irabalho de q
o apprehendtr e levar cidade do Recife, rua du
Crespo n. 11. redem igualmente s autoridades
policiaes c capiles de campo i apprehe&so do
mencionado escravo, que se suppe fosse para o
centro do Cear, porque dizia ser natural da vil-
la do Cascavel e I muilo de supp'.r que \
inculcando de forro como por vezes tem eio.
V


(8)
DIARIO DE PERNAMBCO. QlARTA FEIIU -7 DE DEZEMBRO DE 85.
Lit te r atura.
lKSUMO DA lISTOKIV V\ll.
I
.1 tceafSo do mundo e do homem.
i. 111 principio e anlesde lodos os seculos, exis-
R lli' era Pai. Filho o Espirito Sanio, um so
ii tres pes*oas, espirito superior e Omit-
ale.
, nao li'ni carencia ~>--
nao do si ii. sondo omnipotente, d-> nada
pode tirar oque he apraz.
\ sim, n.' la existia, excepto 1). os-Padrc, Filho
I miriio Santo :tudo o oais que vemos oque
los orgaos da vista, au
enHihtde alan n enlao.
l>o->s rreou por unto em principio o co e a
Ierra, ss cousas visiveis e invisiveis, a creatura
i .-piriiu.il e n corprea, o anjo e o hornera : or-
. mu i e luil'i Shifl do nada sita palavra !
Rasin coni elTeilo que o quizesse, e para logo
tndo reveslio nina Corma, e cada censa foi dis-
posta em sen proprio Lugara lu/, o firmamento,
gol, a la, os astros, a ierra, o mar, as plan-
tas, os animaos e iln lmente o homem.
Aprouve-lhc crear o inundo em seis dias, o no
i ni do sexto, formn o homem su a imngem e
semelhanca, oulorgando-lho uin'alma susceptivo]
de intelligonria e d'amor; porque quera que el-
lo fosse eternamente feliz, o se applicasse no lo-
I i a ronhecer e amar oseu Creador, dando-lhe
so mesmo lempo a graca depod-lo fazer.
A felicidad.- eterna do homem deveria ser a
joesso de Dos, seu Creador; ese ello nao
houvesse poccado, descoiibecoria a morlc, visto
que o Ser Supremo liaria rcsolrido conserva-lo
irtal tanto corprea como espiritualmeulo.
11
.1 transgresso de Ado e o Salvador
promettido.
Formen Dos igualmente a inulher, qualdeu
o noine di* Eva, assim como o de Ado ao homem;
-u priipeira uuio conjugal delermitiou em
sua sabodoria que procedesse lodo o genero hu-
mano.
E essea oossos primeiros pas foram colloca-
dos no sen paraizo, o qual era um jardiin delica-
e para marcara superioridadeque uelleha-
r rotativamente .'i essaa deas crcaturas, impoz-
bo de n5o comerem do frucio de una
urla arroreque all havia, c a qual dominou ar-
vore ila sciemia dobom e do mal.
O bom consista na submisso Dos, e o
mal na inobservancia do seu divino preceito.
O homem fora creado naturalmente bom e jus-
(o, todava esta qualidaden&o o lomara impeeca-
vel nem absolutamenteperfeita; e por isso dan-
do ouvido s guggestdcs do demonio, desobedo-
ceu Dos romendo o fructo prohibido. Mas sua
ilpa nao flcou sem a respectiva sanero, visto
que sem ilit..ea Foi-lhe fulminada a soiilenca de
morte; e por um recio julgamento essa culpa
tomou-ae extensiva lodos os seus descendentes,
sendo elle alm disto expellido do paraizo, e
subnictlido ao poder do demonio, visto que dei-
xara-se supplanlar por ello.
Dos porm, sempre misericordioso, promet-
leii-lhe ao mesmo passo quede sua raca uasccr-
Uie-hia um.Salvador, pelo qual seria destruido o
imperto do demonio, e o homem libertado do
pencado e da morie.
Ksse Salvador era o Chrislo ou o Messias, que
deveria nascer com o volver dos lempos,
Ul
.1 corrupeao do mundo e o diluvio.
Corrompidos os homena por tal sorte logo des-
i origen), iam-se tornando peiores medi-
da que so mullipHcavam.
Caan, o primognito de Adio, mala a seu ir-
nio Abel, o justo, contra quera nutria os estmu-
los da inveja ; e a sua posteridade, rom um tal
exemplo, nao leve crime a que nao estivesso li-
gada pela pralica.
Em componsaeo porm essa perda, o Eterno
outorgou Selh Ado, em cuja dilosa familia o
conbeeimcnlo e o sen-ico da divindade perpe-
tuaram-se al que ella enlrelacando-se com a de
Calm, o maldito, deu em resultado a corrupeao
do lodo o genero humano; de maneira que Dos
assentou em acabar iodos os homens por meio de
um diluvio universal, do qual apenas reservn a
fio com sua familia, am de povoar de novo o
mundo.
Antes porm de ter lugar o diluvio, ordenou a
No que conslruisse de madeira e em forma de
cofre um grande navio, a que rhamou-sc arca; e
ncile mettoram-se oshomonacom os animaes de
tildas as especies, que lhe aproure que fossem
salvos da destruicao geral.
As aguas se elevavam por teda a t. rra, at que
afinal cobriram as mais altos monlanhas ; mas a
orea, protegida pelo Omnipotente, vogava ao de
cima aellas; e quando essasse escoaramdeixan-
do a Ierra socca, No sabio da mesma arca, fa-
zeudoj um auno que para ella havia entrado.
O primeiro passo que deu esse palriarcha, foi
eriiir um altar e offerecer Dos um sacrificio
em aeco de gracas.
IV
A .inorancia e a idolatra espalhadas por todo o
universo. A vocaco de Abrahao. As promessas
e a alliani'a.
O mundo tornou a povoar-sc do homens e de
animaes; e todas as nacoes forniaram-sedos tres
ilhos de No med la que so alongaran) dos lempos primitivos,
iain os homens olvidando-so do Dos que lizera o
co e a Ierra, assim como os formara igualmente
a elles proprios.
Em verdade, adoraram as crealuns em que
x isluinbravam a menor exccllencia ou superiori-
dade, como, por exemplo, os astros, o co e os
homens notaveis : de modo que a "idolatra co-
mecava a destender seus bracos por todo o uni-
verso. A rerdadeira religio nao deixava certa-
mente de subsistir pela lembranca da creaco;
os mesnios homens transmilfiam-n'a de uns" aos
outroa por meio da tradieco, ou como que dei-
xavam-n'a passar de niao'em mi sempre intac-
ta ; mas Dos prcveudo que com o correr do
lempo se ella oblilcrasso dos espiritos completa-
mente, em consecuencia de tamaita corrupeao,
charaou o palriarcha Abrahao. descendente' de
Sem, e com elle conlrahio Ufanea, promeltcn-
do-lheser seu Dcos e de sua posteridade, sob a
relribuico de servi-lo, nao somonte elle, senao
lambem os seus descendentes.
Aciriunciso fui pcis cstalielecida cont o sel-
lo da allianca.
Abrahao habitou a Ierra do Chnnaan, que Dos
promelleu dar-lhe n elle e a sua geracao: essa
trra aquella a que chamamos Jadea, Palesti-
na ou Torra-Santa, onde foi agradavel ao Senhor
ser servido pela progenie daquelle palriarcha ; ao
qual comprazendo-so de cumular de grabas, re-
novou-lhe a promessa do Salvador do inundo,
que tinha de nascer de sua raga, e por meio do
qual todas as nacoes do universo, depoi-de vive-
rem por milito lempo tresmalliadas, viriam a
volver um diaao verdadeiro Heos, ao Dos que
Ozera o co e a tena, os homens e os animaes.
o Eterno conflrmou sua allianea e as promes-
sas do Chrislo, que devia vir, i Isaac, llio de
Abrahao, e Jacob, seu neto, a quem deu o no-
nio de Israel.
Abrahao, Isaac e Jacob vireram na Palestina,
ora ncsla,ora naquclla localidade, sem (oin'udo
ah llxarcm o respectivo domicilio definitivamen-
te. A vida delles era simples e laboriosa : da-
vam-se criagao de grandes rebanhos, sendo
sempre os seus Inballios abeneoaJos por Dos,
porque o reverenciavam assim como eram aca-
tados pelos principes o habitantes do paiz.
Nessa trra levo Jacob doze lilhos, que sao de-
nominados os dozo patriarchas ou os primeiros
pais dos Israelitas, e o tronco do suas doze
tribus.
D'ahi procedemos Israelitas, que sao lamAem
conhecidos sob o nonie de Hebreos.
V
O poro de Dos captivo no F.ijypto e libertado
por Moyss.
Urna fomc universal compellio Jacob a abando-
nar a Ierra de Chanaan, c relirar-sc com seus i-
Ihos para o Egjpto, que nao ticava longinquo, e
onde havia grande abundancia, devida previ-
dencia de Jos, um de seus lilhos, a quem elle
mais amava, e por cuja perda presumida havia
muito que chorava ; mas Dos tendo-o conserva-
do miraculosamente, l'hara, rei do Cgypto, ha-
via-o investido de grande poder em seu reino,
onde chegara como captivo e fora vendido a l'u-
tiphar, eunuclo do rei o general de seus exor-
dios.
Admillido Jacob sob taes auspicio.?, ah aslabe-
leceu-sccom sua familia; e quando clicgou o
momento do render a alma ao Creador abinc.oou
a os lilhos, cada um de per si ; entre elles .luda
deveria ser o mais notavel, nao s por que de
seu nome linha a Palestina um dia do ser cha-
mada Juda, e todos os Hebreos, seu turno de
passarem a ser denominados Judos, como lam-
bem porque, por occasiio de abeneoa-lo.anuiin-
ciou-lho a gloria de sua posteridadV, o predisse-
lhe que o Christo nascido de sua raca, seria a es-
peranza dos povos.
A familia de Jacob tornara-se um grande po-
vo, que permaneca na fdos patriarchas, e ser-
via ao Dios do Abrahao, de Isaac e de Jacob, ao
qual nao conhecia o F.gypto sepultado na idola-
tra, quando aconleceu que umoulro Phara, que
j havia esquerido os servicos de Jos, subisse
ao I h ron o.
A inveja desse principe e de seus subditos ti-
nha concebido e resolvido o exterminio dos He-
breos mas Dos salvou-os de suas maos, "sob a
iliriTi-ao de Moyss por prodigios inauditos.
i) Egypto foi ferido por dez terriveis flagol-
los de Dos, chamados as dez pragas do E-
gypto.
A agua dos rios foi convertida em sangue, de
modo que os Egypcios apenas achavam o que
beber; as raas enchendo-lhes as habitares ',
mosquitos e moscas de diversas qualidades pe-
netravam por'toda a parte, o nao deixando-lhes
O menor repouso ; a peste e ulceras horriveis
davam-so nos homens e nos animaos ; a chura
de pedra destruio as searas, cujos restantes fo-
ram devorados pelos gafndolos, que cobriram
toda aterra do Egyplo; o qual foi envolvido
n'um lencol de to densas (cavas, que ninguem
se distingua ; e por fin envin Dos o seu anjo,
que em una noile ferio a lodos os primognitos
dos Egypcios, desde o filho do rei que se assen-
lava no seu solio, al o da serva oceupada nos
servicos mais degradantes da casa.
Pharadesta vez nao foi sordo voz do Se-
nhor, e permitlio a relira la dos Israelitas.
O mar vcrmelho abrio-se diante desles para
dor-lhes passagem ; c pouco depeis Tirara el-
les fluctuando sobre as aguas o corpo do Pha-
ra e os dos seus soldados, que o perse-
guiam.
Haviam-sc arrependido os Egypcios de ter
obedecido Dcos, e Daos lambem os lizera pere-
cer sem misericordia.
vi.
O povo no deserto.A lei.A entrada na trra
promeltida. Josu. David.Saloma.O
templo.O schisma de Jeroboo.O caplivei-
ro de fabyloaia.Aspropkecias.A esperan-
za de Christo,
Os Israelitas errarom pelo deserto oor espaco
de quarenla anuos, mas Dos os protega : o
man cahia do co para nutri-los, e urna rocha
ferida pela vara de Moyss, forticcia-lhes agua
em abundancia.
Logoemcomeeo Dos appareceu-lhesno monte
Sinai, com urna demonslracao prodigiosa de sua
niageslade e de seu poder fe por entre relm-
pagos e trovos, escreveu com sua propria raiio os
dez mandanienlos chamados declogo, em suas
laboas de pedra ; edeu-lhesa lei sobquedeviam
viver na Ierra de Chanaan at a viuda do
chrislo.
Tiuha chogado o lempo em que o Senhor ha-
via resolvido dar aos Israelitas essa Ierra pro-
meltida seus pais: Moyss. seu legislador,
conduzio-os at a entrada della ; Josu reali-
S00 a respectiva inlroduccao, e dividio-a pe-
las doze tribus ; e Dos finalmente suscitou Da-
vid, que poz termo a competente conquista.
A realeza foi eslabelecida- em sua familia, o
foi-lhe promeltido que o Chrislo della prove-
na : David era da tribu de Juda, da qual o Mes-
sias devia nascer, segundo o orculo de Ja-
cob.
David canlou em seus psalmos as maravilhas do
Salvador, que devia vir; edelle vio a figura na
pessoa de Saloman, seu filho, que o subsiiluio
no supremo poder.
Durante o reinado desle, foi edificado o tem-
plo em Jerusalem ; e essa cidade santa servio de
transumpto da Igreja Chiistia. Mas Salomao nao
fui liel Dos, de sorte que o seu reino foi divi-
dido no governo de Roboao, seu filho e suc-
cessor.
repousara nessa espe-
FOiLlIETOl.
MO SE DEVE BRISCAR COM A DOR (*)
Por Hdame E. do Girardiii,
VIII
(Conlinuaco )
A carta era datada de quarta feira a noite.
Nada lhe fallava; o temo de, o acredite que
coinevitavel tenha pena de mim, o eterno es-
Inbilho de todos os ausentes culpados, que sa-
criQcam a ventura de ver a mulher que a ado-
rara urna cacada, a um jardim de paqodistas
ou a qualque* outro prazer. Nao isto o qu
lodos ellosescrevem ingenuamente?
Fu linha-me esquecido dizer-lhe que bo-
je o nosso aborrecido janlar com aquellas tawa-
rellas : nao o vere esta noite. l.astima-mc.
A esta mentirosa elega propoinosque se subs-
tlua este aviso benvolo e leal : Nao irei boje
sua casa, porque me \ou divertir por outro
lado; imite-me.
Leontina lendo a encantadora caria, senlia o
mais violento despeilo. Para cccultar o mau
humor, pergunlou nolicias de Heilor.
Est mtiilo melhor, respondeu a senhora
de Viremonl esforcando-se por sorrir; espera
poder vir c esta no'ite um momenlo.
Eslas paluvras deviam tranquilisar Leontina c
imped-la de pensar em Heilor.
Leontina passou um dia morlalmente triste.
Todas as pessoas que foram ve-la dcsagradaram-
Ihe. Nao escutava oque Iho diziam o se por
acaso escutava, comprehendia o contrario c da-
va respostas loucas. No fim do dia, aununcia-
ram o Senhor T.....joven pintor muito distihe-
to que parta 113 mesma noite para a Russia e que
ia despedir-se.
Teuho muitas amigas em S. Petcrsburgo,
disse Leontina posso serrir-lhe de alguma cousa
para com ellas?
O Senhor T. agradeceu respetosamente Sra.
de Verimoul. J ia, segundo disse, vivamente
recommendado As pessoas mais influentes da
corte por M. de Lusigny que havia tido a bonda-
de....
M. de.... Lusignv? nterrompeu Leontina.
Sim, miiiha Senhora, acaba de me dar as
ssas commissoes para a Russia e leve a bonda-
de.....
Vem da casa delle'f
Nesto momento.
Das du/e triuus, it1'/. >eparumui-.-u uo templo
e da familia de David, qual Dos dera a rea-
leza ; c Joroboo foi o chefe das tribus rebella-
das, que representara os schismaticos e os res-
pectivos instigadores, que segregaram-se do gre-
mio da Igreja; e squaes abandonando Dos,
ticou-Ihes exlincto al o neme.
A Irib de Juda foi a principal das que conscr-
varam-sc fiis, mas os Judeos por muitas vezes
olvidaran) o Dos de seus pais, ao ponto de
suas infidelidades attrahircm-lhes diversos cas-
tigos.
Edcpois das impiedades do Achaz o de Manat-
es, res de Juda, o Senhor suscitou Nabucodo-
nosor, rei de Babylonia, para punir as iograti-
does de seu povo : Jerusalem foi destruida, o
templo rcduzido cnzas e lodo o povo con-
duzido captivo para aquella capital da Chal-
da.
Todava, Dos lembrava-se sempre de suas
antigs misericordias e das promessas que Ozera
A Abrahao, Isaac e Jacob ; e assim, apos um es-
paco de setenta annos de raptirciro, recooduzio
o seu novo disperso para a ierra de seus pas :
Jerusalem foi reconslruida, e o templo restaura-
do d'enlresuas ciozas.
Cyro, rei da Persia, foi o escolhido de Dos
para o complemento dessaobra. Estiras e Nehe-
mias para ella concorreram sob as ordens dos
reis daquella nacao.
Por esse lempo e por muilos seculos, nao ces-
sou o senhor de enviar seus prophelas os quaes
ao passo que reprehendiera o povo.c forlilicavain
os servos de Dos em sua adoraran, prediziam
igualmente o reino eterno e os stfrimenlos do
Chrislo.
E o povo de Dos
ranea.
VII.
A viuda de Jess Christo.Suapregarao, morte,
returreico, ascenso e omnipotincia.
Hava cerca de quatro rail annos, que achava-
se o mundo iraraerso as trevas, c o verdadeiro
Dos apaas era reconhecido na Juda, entre o
menor povo do universo. Mas havendo afinal
desponladono horisonte o dia feliz, em que o
Christo lautas vezes promettido tinha de appa-
rocer, Dos envin ao mundo seu proprio Sitio
o verbo de Dcos fez-sc homem.
A noticia de sua prxima viuda foi annunciada
Mara, que deveria da-lo luz conservaudo-se
sempre Virgem ; ella creo, e o Christo, filho de
Dos, enearnou em suas entranhas, nascendo
era Belhlem, onde foi circuincidado e chamado
Jess, isto Salvador.
Jesscresea obedecendo sempre Mara, sua
niai, e Jos, seu pai putativo; e na idadede
Inntd annos, pouco mais ou menos, foi baptisado
por S. Joao Raptisla. Pregou na Juda, onde
annunciou o Evangelho, isto a boa nova ; e
essa boa nova era a remissao dos pescados, ea
vida eterna para aquolles quo nelleacredit.'ssem
o vivessem conforme os preeeilos da lei nova,
que elle pregava ; e querendo tancar os funda-
mentos de sua Igreja, convocava seus do-
ze apostlos, dos quaes instiluio S. Pedro por
chefe.
No entretanto a inveja dos pontfices, dospha-
risos, o dos doutores da lei toraav vulto con-
tra elle, porque lancava-lhes ora rosto seus er-
ros e hypocrisia ; e afinal subi de poni que
Jess foi crucificado no Calvario, perlo de
Jerusalem entre dous ladrees, onde conlinuaram
anda os Judeos a ultraja-lo por entre seus
supplicios, de maneira que pedindo agua pa-
ra beber, deram-lhc em urna esponja le e vi-
nagre.
Tudo pois que eslava escriplo acerca delle
nos psalmos e as prophecias foi realisado.
Expirou na cruz, seu corpo foi depusto n'um
sepulcro, c su'alma santa desceu aos infernos,
donde lirou os sanios padres, que achavara-se
nesses lugares subterrneos, reunindo-se seu
corpo no torceiro dia ; no qual j resuscitado
appareceu seus discpulos incrdulos, que ven-
do-lhe e tocando-lhe naschagas, nellas introdu-
zindo os dedos e as maos, liearam convencidos
por lira.
Pelo espaco de quarenla dias Jess Christo en-
trelevc-se com elles, instruio-os, enviou os doze
apostlos para tudos os ngulos da Ierra, alim
de serem elles os fundadores das igrejas chris-
las, e a fonle de todos os pastores que as de-
viam reger ateo fim do mundo ; e finalmente,
depois de ter-lhes promettido a sua constante as-
sistencia at a consuramar.ao dos seculos, subi
ao co vista delles.
E nessa manso sublime, assenlado A mao di-
rela de seu pai, dispoe de lodo o poder, tanto
no co como na trra.
VIII. -
Dcscida do Espirito Sanio.Eslabehcunen'.o
da Igreja. v
Cincoenta dias depois da Pascho no dia de
Pentecosts, foi o Espirito Santo cnvjdo, como
havia sido promeltido.
Os apostlos, na fruico de. novas forras, prc-
garam por lodo universo a Jess Chrislo' resusci-
tado e a remissao dos peccados, era seu norae o
pelo seu sangue ; e dentro em pouco diTuudera
o Evangelho por toda a torra, derramando o
proprio sangue para conlirmar-lhe as ver-
dades-
O imperador ero, o mais infame e o mais
cruel de lodos os principes, foi o primeiro per-
seguidor da Igreja, e igualmente foi quera orde-
uou era Roma a raorle dos apostlos S. Pedro e
S. Paulo.
Algum lempo depois dessa priraera persegu-
cao, arrebenlou a guerra contra os Judeos, que
linhara excitado o imperio romano contra os
santos, e haviara entregue o apostlos aos impe-
radores. Em taes conjuncluras Jerusalem suc-
curabio sem recurso, o templo foi consumido pe-
lo fogo, c 03 Judeos pereceram espada, resen-
lindo eotao os effeilos do grito que haviam sol-
tado contra o SalvadorSeu sangue caia sobre
nos e sobre nossos filhos.
Ajnganca de Dos pois os persegua, c por
toda a parte acham-sc hoje captivos e sera pa-
tria.
No enlanto o mundo, corrompido pela idola-
tra e por toda a sorte de vicios, entra na posse
de urna nova vida ; e a Igreja, perseguida du-
rante Irezentos annos, solre sem murmurar as
ultimas calamidades ; mas em vio que cons-
pira-so todo o universo para dislrbui-la : a
santidade de seus filhos o a constancia de seus
martyres edificam e convertem todos os do-
vos.
Agricultura.
t quauilo raio u da em q ie o Sonlor res i-
vera dar-lhe repouso dessa hita gigante, susci-
tou Constantino, imperador romano su servo,
qne abracou publicamente o christianilmo ; de
maneira que os reis da trra tornaram-se nao so-
mente filhos, como defensores dalgrcja.lque, se-
gundo as antigs prophecias, foi cstabel^cida ge-
ralmente.
As heresias predilas por Jess Chrislo e pelos'
apostlos nascera c desenvolvem-so ; lodos os
niyslcrios da fso combalidos, unsapfou
mas a t sabe d'entrc esse antagonismo consoli-
dada o cada vez mais esclarecida tela di-
cussao.
Por intermedio da saa doulrina da Igreja, o
pela admiiiislraeao dos santos Sacrame itos, lom
olla sempre produzido sanios, quo compraz-sc
em ter abrigad i era sen seio, sendo a
lodosos seculos Ilustrados pelo exempl
gurna santidade mais brilhanle.
Os christos, por entre mil lontacoes
tantos perigos, aguardam a resurreicao|
0 dia em que Jess Christo ha de
toda a sua niageslade julgar os \i\
morios.
(/Joss/ri-Vfijurio.
ii disso
j di' al-
e oulro3
geral, e
vir em
os e os
Instrumentos o machinas
cultura
IV.
t
ara a
ENCHADAS OF. CAVAM.oAMONTOADOpF.s.
A vantagem dos repelidos amanhos
dados A
Ierra durante o periodo em que as plaitas cres-
cem e se desenvulvem, conhecida de lodos as
agricultores. As sachas repetidas, as nondas, o
ainontoa, skooperacocs que certas plalas re-
queren) mais exigenlenicnle do que oulras, mas
cora as quaes muito ganhariam todas;. Destruir
as hervas ruins, que se apoderara das substan-
cias nutritivas destinadas para as boas plantas,
lem urna dupla utilidade : primeira, desafrontar
as plantas cultivadas, dar-lhcs campo para se
desenvolverem, autrico para so robustecerein
segunda, preparar, hmpar a Ierra para
semenleiras, e.onservando-lhe para elld
fertilidade. Manter sempre desagregada
mais superficial do terreno indispens
as futuras
s toda a
a porco
prin-
vol
cipalmciitc nos climas quenles e seceos como o
nosso : quando islo se nao faz por me o das sa-
chas, forma-se sobre o terreno nina cap i dura im-
permiavcl ao ar, impenciravel pelas raizes, oque
mas, pela
Cnle, apo-
iccessiva-
tando d'a-
nao so se torna excessivoraenle secca,
sua Intima ligacao com a Ierra subjac
dera-se da lm mida Je desta, c a val s
mente perdendo pela ovaporaco, resu
quiseccar-se o solo e aquecer-sc al urna gran-
de profundidade.
Todos estes inconvenientes do cndirecimeulo
excessivo da crosla superficial e do desenvolvi-
miento das hervas ruins, se combalem pelas sa-
chas. Estas opera;6es, Irabalhosas e cuas, raras
vezes se apphcam' cnlre nos, cxccpl Aquellas
culturas que a experiencia te ni provadto que sem
ellas se nao podem convenientemente desenvol-
ver. as culturas dos cereaes s a mondase era
prega, e essa mesiuo muito itnperfeit i e muito
incompleta : a sacha dos trigos por eieepQSo se
faz n'uma ou outra localidade, na peqiena cul-
tura. Certas plantas,porm,cureceni daisacha para
bem se desenvolverem, porque a trra: muito sec
ca e dura ibes impede o desenvolvmanlo total-
mente, e ntreoslas plantas se enconl a o milho,
una das mais iqlerssanlcs produecuoi do nosso
pai/. : alm da sacha, o milho lambbm recebe
quasi sempre a amontoa, outra operaco que
lambem contribue para a lirapeza da trra, mas
que serve particularmente para chegatj A base das
ulantas tima trra fofa, fresca e alime tidora. A
facilidade com que o milho produz no seus nos
inferiores raizes accidcnlacs, explica a utilidade
d'esta nperaco da amontoa.
No milho semeado a lanco, as raizis c legu-
minosas que careeem da sai-ha, ele a irregulari-
dadecom que as plantas eslao dispoitas, loma
necessario que todos estes amanhos tejara exo-
cutados mo, cora grande perda de lempo, e
grande despeza. A vantagem principal das cul-
turas em linhas ou em quiconce, tornar por-
j eitamento ezequlveis estas diversas operaces
! por meio de instrumentos completamente eflica-
zes, que operara rpidamente, e a que a forfia
I communicada por animaes cni vez de ser dada
| pelo homem.
Os instrumentos destinados para ests amanhos
das culturas sachadas, sao a cuchada i'.e cavallo,
. e o a.montoador. O primeiro deslesins trunientos
j sem netihoma duvida o mais til, porque eile
' que abre a crusla do solo c arranca as hervas
i ruins : o segundo, nicamente destinado para
conchegar a tena ao pe das plantas, do urna
; utilidade mais secundaria, de tima appliracao mui-
; lo mais restricta, e o seu valot tem sido, em mu-
tos casos, contestado por distinctos agrnomos,
o entre estes pelo celebre Dombasle.
Esios machinas do invencao brllannica rpida-
mente se propagaram pela Europa, por causa do
bom servico que prestan e da economa que pro-
duzem. Havia-as na exposicao de o(i/.e paizes
ditrerenles, isto de quasi lodos os paizes que
se julgaram apios para expor machinusl agrcolas.
A superioridade dos instrumentos inglezes, prin-
cipalmenle das enchadas de cavallo, sojbre os ex-
postos pelas oulras nacoes, era inconle3tavel e
manifest.
As enchadas de cavallo inglezas sao quasi todas
construidas de ferro, e dividera-se em ilous gran-
des grupos. Sio alguraas, as que se pedem cha-
mar simples, destinadas para cultivar um s in-
lervallo entro duas linhas do plantas ; e claro
que este intervallo nao pode ser inferior a meio
melro, para que o instrumento possa trabalhar
sem offender as plantas. Oulras enchadas de ca-
vallo, mais complicadas na construccoi, raas nao
nienossolidas, nem menos correctas nb trabalho
que executara, sao destinadas para trabalhar si-
multneamente nos inlervallos de muitas linhas.
As enchada de cavallo simples lecni todas as
boas condiedes de cslabilidade e regularidade do
marcha; longas rbicas facilitara a a ce ajo do ope-
rario sobro o instrumento; opoios, rodas geral-
niente collocodas na parte anterior c n posterior
do instrurnento, manteem-lhe perfeilbmente a
estabilidade. Urna disposicao simples; e. enge-
nhosa permiti alargar ou estrenar o |corpo do
inslrumenlo, para a tornar proporcionada lar-
gura dos inlervallos das plantas onde el c tem de
tem
de formas vunajas, queso pofciu substituir uns
aos outros, o que faz cora que elles melhor se
possam apropnar para o servico que se querexe-
cutar ; os denles leem a forma de segas curvase
agudas para abrir a trra endurecida, teem a
forma de relhas.chatas e cortantes, e de segas
terminadas por laminas raspadeiras horisonlaes
para cortar as hervas ruins.
A enchada de cavallo ronslruida pelo Sr
lloward, por exemplo, toda de ferro forjad.'.
Consta de um apoque se apoia anterrormente so
bre duas rodas, collocndas na extremidade de
im i barra Iransversalroenle presa na parte ante-
rior do instrumento O apo protonga-sc posle-
lente at ama liaste que une as duas longas
no ponto onde eslas terminara. \,
rbicas sao duas barras de ferro que, anterior-
mente, na parte onde termina a porco livre do
i'nm o se Qxam neste. De roole que
este inslrumenlo formado, como se ve pelo une
lica dito, de duas longas rbicas paralellas, que
s se curvara para o cenlro di) inslrumenlo e se
unem no ponto era que se fixam aoapo, forman-
do oprolongamento do apo e as duas tabicas a
armacao a que se fixam os denles da em-hada.
Estes sao em numero de tres ; um que se iixa no
prolongamenlo do apo, e por conseguinte na li-
nha mediana do instrumento, e os outros dous
que se fixam n'uma liaste de ferro que val de urna
outra rbica, alravessando o prolongamenlo do
apo ; osles dous denles lateracs, como podem
correr sobre esla liaste transversal, sao suscepli-
veis de se aproximar mais ou menos da linha
mediana, e por i.,so este inslrumenlo pode traba-
lhar entre as linhas de plaas, mesmo quando
estas estao muito prximas. O denle medio e an-
terior lormina n'uma especie de foi ha larga de
charra, o os denles laleraes e posteriores sao
embatxo curvados, e formam duas raspadeiras
honsontaes. A esla enchada de cavallo est li
gada urna pequea grade, que serve para ir ape-
onando as hervas que ella arranca e corta. Este
cxccllentee simples instrumento por duas vezes
tem recelado o primeiro premio da sociedade real
de agricultura de Inglaterra
xo formado dr ir. > (.,. .,>, ,j. s quaes as dua O -
tremas, que sustentara as rodas.c.-corregam sobi
a do meto, pode encurlar-sc vontadc.para qti
as duas radas caminh^m sempr.- nos intervallo-
das linhas de plantas, seja qunl fr a pnnde/.
desses inlervallos urna desta* rodas pode abai-
xar-se um pouco, de modo que, caminhando clin
no fundo de um sulco, e a oulra sobre o t<
mais elevado, o corpo da tnchnda de cavallo s
conserva horisontal. A parte activa do inslri
': formada por tres ordens de lamn:
padeiras, oblquamenle dis[>oslas sobre o solo,
que na forma se parece m um pouco com a
de una navalhade barba ; estas lai '.'io n
parle inferior4e uns pea que se fixam superie- -
m nlavancas iniJependenlos. tMm
articlalas de um lado com urna hasta de ferr
rsal, disposla um pouco adianto do jo_'
das rodas, e a que se podem eommunicar mov
raentos Iateraes por meio de urna dupla manirrl-
la que est na parle posterior do instrumento
Do outro lado repousam eslas alavancas livre-
inente era garfos de ferro sustentados obre nm..
barra horisontal ; cada urna destas alavancas
carregada por um peso situado na sua extremi-
dade posterior livre. Esla barra horisontal, ame
serve de apoto s alavanras, pode-so fazer subir
ou desccr vonlale. porque est suspensa poi
duas cadeias que se enrolam em duas roldana-,
a que se d movinienlo de rolaco por racio A<
una nianivella.
Esta machina, bastante complicada, c de qu.
nao possivel dar urna perfeita idea senio poi
meio de una estampa, applicavel k sacha d.i-
culluras, planas ou das culturas em camalhce. i
seja qual for a sua distancia entre as linhas d
plantas ou a natureza destas. O trabalho que el-
la executa da mais co mpleta perfeico, e d-
Ha em Tranca muitas enchadas de canallos que una consideravel profundidade alm disto e
:O-/"?dl'ir^'los da de. Dombasle, que pouco tQ trabalho fe lo com
grande celeridade, poden-
do este instrumento sachar de 4 a 5 heclarcspd
dia, '-onio ja se disse. Como os sachos ou i <-
padeiraa se prendem a alavancas de movimenio
livre, cada una d ellas pode operar a urna allur
Ibes prendera extremidade'posterior, co m.lro fr;'re";"' C01 < irregularidad.-
se fixam ao apo por meio do urna cavilha. N'esta : terreno nao Mterem a uniformidado do traba-
arraacao se fixam ordinariamente cinco denles, ",0- Erafim a direceo pode ser dada ao instru-
perreilae nao faz muito bom servico. Em todas
eslas a armacao formada pelo apo o por duas
pecas laleraes de madeira, articuladas .interior-
mente por diversa3 maneiras ao apo, e podendo
auastar-so mais ou menos d'elle posteriormente
por meio de barras do ferro, que de um lado se
ment com tal perfeico, qne se o operario h-
bil, su podem amanhar os inlervallos das Babas
ura anterior na linha mediana, terminando por
urna folha larga ; dous inmediatamente posterior
o laleraes com a forma de segas corlantes e pon-
leagudas; e outros. dous, finalmente, situados i Plai,,as sem causar nestas o menor estrago. V
alraz d'eslcs e mais affastados da linha'mediana, i grande complieacie desta machina pode ser con-
ocmlKnxo terminados em laminas raspadeiras. A siderada como um inconvenienie, mas cch.
encmela de cavallo de Crignon e d'esle cenero. 0 it, -, m;^; i-a
A enchada de cavallo de Wnhein lambem t TA n* d,m,nu.P a s"a snUivT 1 "P-
do mesmo genero. a "e corlo a sua inlroduccao entre n- o sen
machinas mislcr milita pericia no Irabalhador f)eni,lis> co""> ota um sabio agrnomo, I
acu i
fa-
in-
m
quasi o mesmo quando as semenleirai sao fen..-
Ijiico.
Nao possivel, antes de terminar o esludo da-
cnchada* de cava I lo, deixar de fallar n'um ins-
trumento ha pone os BOBOS inventado pelo Sr
o qua!
.- quanoo se nao lem ope
ranos habis : porm certo que a sua boa eons-
truccao ( fallo das inglezas particularmente) torna
tacil dar-lhes direccio, encamnht'-las com urna
perfeita exaclido por enlro linhas de plantas
muito prximas, com tanto que estas sejam para-
lellas e so desviem pouco da reclid&o. Conteca-
rei a discripcao de slgumas destas machinas, por lluckvale, o construido pelo Sr. Carrett,
UT,aA'^',Sfmple1; o r., mereceu a atlencao dos a gricullores inglezes. -
A enchada de cavallo, inventada pelo Sr. Wil- .. "
ham Svnth, composta de um jogo diantero de na PPos,Sao de trani:a f,Jl u <*o em conta pelo
duas rodas, cujo eixo, formado de duas berras Ittry intefSJSjfltoBll, quando concedeu a medalha
sobrepostas, se polo encurur ou alongar von- de honra a esle fabricante : reflro-mc aqui sa-
| le, tornando assim mais ou menos largo o ins- ehada de rolaco.
linimento. A este jogo dianteiro prendo-se, por
meio do duas bastes articuladas e que podem li- Consiste esta enchada de cavallo u'um fon.
"emente mover-se para os lados, urna barra de eaixho de ferro, assentc sobre quatro rodas, .
r.b'i0 wTu : c\"rSU barra q"e St> ","'" aSfd"aS posteriormente lermin ado por duas Msm O
rameas, e que se lirmam por meio de parafusos -
de presso as facas destinadas para abrir a Ierra e,M das du3S rod as P0s,erl0res. m.norcs do qu,
leem estes ferros em baixo a "forma de relhas
triangulares, e podem mais ou menos inclinar-
se ao horisonte por meio decavilhas, o que per-
miti cmprega-Ias em terrenos duros ou em ter-
renos mulles : as duasfucas exteriores podem ca-
rainhar na mesma linha em que vo as rodas do !
jogo dianleiro, e abrir assim a torra que estas,
vao calcando. Este instrumento ronvem a toda '
a especie de terreno, epodo empregar-se na sa- i
cha do iriso, da cevadu. das
as anteriores, lera um carrete que, por meio d'
engrenagens convenientemente dispostas, tran?--
milte raovimento de rolaco roda destinada a
executar o trabalho da sacha, eao mesmo terar
a desbastar as plantas as linhas onde ellas >.
acham muito unidas. A roda operadora, que i --
l era pstalo vertical, e se move em sentid
perpendicular direceo da marcha do instru-
o trigo, da cevadu. das ervilhas, nabos,
ele., eintini na sacha de todas as plantas dispos- ment, na circumfe rencia formada de quatro
tasem linhas pouco alfastadas. Como de uso faccas mas ou menos afasladas urnas das oulra.v
entre nos semear muitas vezes entre o inillm. o' f t a -
feieio ,-.%..v,i-> i;or.. sao estas faccas qne, no mov ment de rotarao i
tijao, conviua dispor as cousas de modo que a) ,
sa?ha se podesse fazer cora algura dos instrumon- ; rodn> vpm cotIt o solo a maior ou menor pro-
tos que acabo de descrever; isto conseguir-se-hia : fundidade e ao mesmo te mpo arrancar por in-
poi dous modos,ouseincaudo o feijo eo milho I tcrvallos regulares algumas plantas, do mod-
na mesma linha, edetxando entro as linhas ura L w
que deixam as linhas convenientemente iMasu
intervallo sufficienle para se poder exceular a sa
cha com a enchada de cavallo simples ; ou se-
meando alternadamente urna linha de feijo ou-
Ira de milho, raas diminuudo muilo a distancia
tadar.
Ja disse que o amontoaior era ura inslrun. -
entre as linhas, e empregando paraos" amanhos Il0 menS ulil relativamente do que a enchade d
este instrumento deSmilh.ou outro anlogo que I cavallo ; na sua construccao ha lambem muit"
se construe em Cringnon. As mais perfeilas menos variedade : pode-se em geral dizer que c-
destas machinas de Smith teem duas barras le I amontoatlores sao pequeas charras corado.-
Ierro em vez de urna : a anterior lera denles em \ ..
forma de relhas triangular, e ;a segunda denles i"a,vcca3' uma de um,ado 0l,tra de ou,ro' ar,!C"
terminados por laminas raspadeiras. i ladas na parte anterior para se poderem apprf-
A enchada de cavallo mltipla de Grion toda mais ou menos da linha mediana do ins
de ferro, lera dous varaos anteriormente para por; irumento.
elles se effectuara lrageiu, e estes varaos pro-
"ongados para a parte posterior, constitnem as
girar. Estes instrumentos inglezes
denles
(* Vide Diario n. 27i#.
Yio-o?
Nao me atrev a ncommoda-lo, porque
pouco rae podia demorar, mas pedi-lhe que me
mandasse entregar o embrulho que devo levar
princesa de \V..... c enviou-m'o immcdiatainen-
te cora muitas cartas do recoramendacao muilo
honrosas c muito lisougeras para mim.
Ha muilo lempo que est decidida a sua
viagem ?
A viagem esl projectada ha dous mezes,
mas s resolvi-me a partir esta manha.
Nao havia mais meio do illudir-sc ; a mentira
era flagrante Apenas Leontina ficou s, medi-
tou sobre esta phrase : uma desgraca que suc-
cedeu a uma pessoa de minha familia, oblga-
me a sahir inmediatamente de Pars.
Ora M. do Lusigny nao tinha sahido de Paris, c
cortamente nao linha succedido desgraca nenhu-
raa, porque erapregara Iranquillamente toda a
manha em escrever cartas s princezas russas.
Esses gemidos, essa desgraca fingida uo passa-
rem de ura miseravol pretexto, de uma mentira
cruel, que oceultavam uma lualdade ainda mus
cruel ; havia aira/ desse rea uma traico iufame, ]
um mysterio de perfidia que cumpria* esclarecer I
a lodo o custo.
Apesar dos conselhos que lhe diclava o orgu-
lho, Leontina decido-se a escrever a M. de Lu-
signy. O estylo da carta era muilo lacnico, c
todava disso la've muito:
O Senhor nao parti, onganou-me; para que'?
responda. Seja qual for a verdade, desojo sa-
be-la.
M. de Lusigny respondeu:
A verdade ? nao lhe a posso dizer; enganci-a
para poupar-lhe un pesar; mas nao rae julgue
culpado, oh I nao rae aecuse.
Eslas poticas palavras baslavnm para por era
torturas o espirito da pobre mulher: e produzi-
ram seu effeito. Leontina quasi quo tica louca
de inquietaco: havia do quedar imaginaco
mulher mais (ra: todas as calaslrophes qu po-
dem ameacar a vida de um homem de honra
vieram-lhe ao pensameuto ; sonhou todcs os
tormentos, todas as humllhacocs com que um
nobre corceo pode soll'rcr. Durante dous longos
dias e duas eternas noitcs, viveu dessas horri-
veis supposicoes. Ura momento julgou terad-
vinhado o fatal segredo um fabricante de noli-
cias falsas, um tagarella parsita disse era con-
versa que na vespera, n'um circulo ou club cujo
nome deu, um mancebo linha perdido ao jogo
tresentos rail francos..... Foi elle! pensouimme-
di.ilamente Leontina, porque para uma mulher
que ama, ou que julga amar, oque a mesma
cousa, senao mais, s existe na trra um cnle ;
todo o resto da raga humana itnmediatarr.cntc
I supprimido; o homem adorado o uuico en-
rabicas. Os denles, lixados n'uma barra de fer-
ro, terminam inferiorraenle como segas.
De lodos os instrumentos desle genero, o mais
perfeilo, o que se pode prestar melhor ao traba-
lho entre linhas raais ou menos afasladas de
plantas de qualquer especie, e executar mais ra-
Um dos melhorcs amontoadorts o de Ros-
A charra universal de Clarke, que atrazse de>
creveu, um dos instrumentos inglezes mail-
utis como (iiiionioaior. e pede servir lamber
como enchada de cavallo, convenientemente ar-
mada. O proco pouco eleva do desle instrumen-
pidamenie esse trabalho ( 4 a 5 declares por dia,! lo de Clarke, os seus usos mltiplos, a facilidad-
cora ura cavallo. ura homem e ura rapaz ) o ins'-jcom que se transforma, e a perfeico com que
truniento que raais vezes lera sido premiado nos oxecnta o trabalho, recouiraendara-no atienr.V-
concursos da Inglaterra, quo oblevc a grande me- lln. ., .nienllorM
palhi na Exposicao Universal de Londres, e a i do= i.os.sos agucuitores.
medalha de honra lia Exposicao de Paris, a en- jov0 Dr amtmi corvo
diada de cavallo mltipla do Sr. Garrett. E es- ... ..
la machina sustentada sobro duas rodas, cujo ei-i (irChiro l inversa!.
carregado da supportar todos os factos que se ridoso, corra a dizer Leontina que i
do. Sealguem deu uma queda de um cavallo. sua rival, ausente havia dous mozos, lin ia ch
foi elle Se um mancebo se bateu em duello.....i du a Paris.
foi elle I Se o raio cahio sobre um viajante, foi' A moca nao pode ler-se, acrescenlou
de temer pelo
a pessoa muilo
sobre elle 1 Oh I lem-se raiao
que se ;wsn loucaraenle ; toda
amada est por isso mesmo em perigo ; a idola-
tra Iraz desgraca.
Persuadida de'que o segredo que a separava
do M. de Lusigny, era um desastre de fortuna,
Leontina decidio-se de novo a escrever-lhc. Essa
seguuda epstola em nada se parecia cora a pri-
raera. Era comprida, obscura, muilo alrapalha- voz,
da, mas o sentido era clarissimt. Esse embro- | gria
ella, dei-
xou o marido no velho caslello, c sob ptetexlo de
consultar toda a faculdade por causa d
doente, veio para c ; raas como se sahe
ca do menino hado prolongar-so ; nao O
licar curado senSo l para os fins do o
A esla noticia que explicara tudo, Le
Cou paluda como urna eslatua. Ijuiz filiar para
oceullar a sua perlurbacao, purera nao 1 nha mais
Madama de X... olhava-a cora in emal ale-
Leontina, revoltada por essa ale ra, pro-
u m filho
a doeu-
deixaro'
nono.
ratina li-
lamanha
de apa-
l-los beber
glio de delicadeza podia Iraduzir-se por estas sim- curou ainda vencer-se e repellir ao mpuos
pos palavras.Nao se afflja ; son rica por dous.
M.'de Lusigny respondeu pelo mesmo corroio
vinle phrases nao menos delicadas que tranquili-
Baram Leontina a esse respeito, e que a agrade-
can] cora ternura polos seus generosos senli-
menfos.
_ necessario pois procurar outra explica
rao a esse mysterio, e viver no meio do mundo
com estes tormentos. Para supportar urna des-
graca cuja extenso se couhece, teui-se necessi-
dade do solido e de silencio ; mas para hitar cora
a inquietaco, para saciar una curiosidade devo-
rante e dolorosa, precisa-se de raovimento e de
barulho. Acolhe-se todos aquellos a quem de
ordinario se evita, os que fallara, os que sabem e
mesmo os que inventara ; nao ha mais lagarellas
nem impostores. Bem longe de receiar-se cssas
besbllhoteiras dcsapiedadas cujos ditos envene-I as penas do'amnr, o entretanto a sua do
nados sao luo perigosos, cuja lagarellice mno-| comparada cora as de Hcitor
cente deslilla atravez de mil gracejos encantado- O ciume do urgullio, essa renda
res a ruina, a deshonra e o morte, corre-se ao | ura ente que se julga desconhecido, nn
dgnidade, o golpe que lhe daram com
audacia ; raas pensou que o nico mei
siguar essa especie de vampiros di iva
todo o sangue da ferida ; e ella resignoii-se, dcs-
denhando toda a hypocrisia, a soffrur orajQSa e
leaUnenle, ante, o seu' inimigo.
Madama de X... que havia dito tudo i que li-
nha a dizer, foi a outra parle semear noticias to
agradaveis como aquella.
Leontina, apaixonadamcnte amada pof- seu ma-
rido, nunca havia lido crimes Pela primeira vez
senlia essa lerrifel raiva de coracao, cssas con-
vulscs de amor proprio, essa epilepsia moral,
cujos accessos lera a vanlagem de durar dias in-
iceos, essa demencia choia de rozno qu|e se cha-
ma ciume. Ella solivia horrivelnieiite, senta ao
mesmo lempo todas as amarguras do odjio e todas
e nada era
jbelbn de
nos cruel.
encontr dellas cora impaciencia, excita-se a sua menos pungente, do que o ciume da inunildade...
engenhosa maldade, e tanta a loucura e a avi-i Lm cheio de futuro, pode soohar a ringau-.a ;
dez de saber o segredo, quo quasi as benidizein. (mas, o outro, que nasce de um exce-.-
Madama de X... uma dessas mulhcres espan- desla e de desgosto do si mesmo, au]
;gsa moca, I capliva-lo... E elle consola-a, tranquilisa-a di-
- zendo que nao me ama !
oh como enlao se arrependia de lhe ter es-
criplo, como se aecusava do ter cabido no laco c
de ter to candidamente confessado todas as suas
iuquielac.003, todas as flaquezas do seu coracao
Lembrava-se uma por, urna de todas as phrases de
sua carta, essas ambages de generosidade que lhe
pareceni agora Io ridiculas. Amaldieoava a 110-
breza iicorrigivel de seu carcter que a levara
sempre a ser victima ; o depois chorava amarga-
mente ; corar de seus pensamenlos raais nobres ,
to triste ; ser punido de seus sacrificios mais
puros, to revoltante !
A forc de atormentar-so, de indignar-se, de
a Oligir-sc, Leontina cabio doente ; foi toreada a
licar de cama tres dias. Sua cunbada, inquieta,
quiz absolutamente levar-lhe o medico que 1ra-
Iralavade Heilor. Mas antes de leva-lo Leon-
tina, a Sr.* Alberto reconiniendou bcni ao me-
dico que nao a assustasse fallando-lhe do es-
tado de Heilor. A Sr.a Alberto esperara cada
dia que seu irmo oslara menos doente do que
no dia antecedente que lomara ura pouco de.
coragem acostumando-se ao seu pesar. Para lin-
dar esperanca, repeta sempre que M. de Lusigny
nao linha virtdo ha muilo lempo, que Leontina
no'parecia oceuparse com elle ; Heilor respon-
deu :
Disse isto para consolar-me, mas eu conhe-
.o bem que ama.
Quando Leontina pcrgUQtava noticias suas, pro-
mctliam-the que o vera na mesma. noite. E a
noite, quando se admirara de nao ter rindo, di-
ziani-lhe quo alie nao linha querido desccr ,i sa-
la porque havia gente, e que lhe seria necessa-
rio vestir-sc.
losas, execraves, porm interessanlissimvs. E
uma Gazeta dos tribunaes de chapeo cor de rosa
e de sapalos de setim branco. Para Iradu/ir co-
mo crirae qualquer aconlecimento extraordinario
nao tem segunda ; a seus olhos ura filho poslhu-
uio sempre um filho supposto ; urna viuvez op-
portuna un envenenamento cerlo ; nao ha ne-
nhuraa de suas historietas picantes que nao soja
urna provocaco directa ao procurador do roi.
Puis bem I* Leontina, que deteslava essa mu-
lher, sentid enlo o mais vivo desojo de ve-la.
Cliegou ella justamente, porem essa visita nao era
effeito do mero acaso. Mad. de X... sabia que
M. de Lusigny andavu muito oceupado de Leon-
tina ; sabia tambera que antes de conhece-la no
invern passado, tinha rendido suas finezas a ou-
tra moca que passava por4e-lo tratado muilo
bem ; c- madome de X... em seu lelo sempre ca-
li..- m
lem ni m
i ue tor-
il que se
ndiguo do
ca ; Leoniiua nao se assustava com cssadoeoca que
no- nao fi/.ia sustos a ninguem, e cuja dansa lile pa-
fuluro nem esperanca. Como aquel
turado por esse ciume pode esperar ?
atrevera a sonhar, infeliz? Julga-se
gue deseja !
Eis a razao porque elle nao veio! pensara
Leontina. c emquanlo o esperara cora anta emo-
co, eslava ello junio de oulra mulher, rindo tai-
vez com ella da inquietaco que me causava : sa-
crilicou-nie cora prazer a ura namoro anligo K
nei cssario que essa mulher tenha sobr elle mui-
to imperio para eOStrangi-lo a renm ciar a um
casamento que parecia desojar lo ivamente.
Soube sem duvida os seus projeelos pr alguma
caridosa correspondencia, e fui para impedir esse
casamento que veio a Paris ; e elle... reme dien-
to della... nao se atreve mais a vir r linha casa,
receia um escndalo. Essa mulher se diverle
em ameaca-lo de mil loucuras finge >ai\i para
/"
recia pouco intercssanle.
o medico achou Leontina muito affcclada o or-
denou para essa affccco improvisada, que reco-
nheceu sem hesitare que baptisouconi um nonio
scienlifico muito elegante, toda a casta de pocoes,
lOCQes e duoccoes que Leontina jurn nao to-
mar Acabando de escrever assignar e rubricar
a sua ice ila, comecou a exercer, o seu officio de
doutor da moda ; conlou historias encantadoras,
mostrou-se eheio de espirito e originalidade, foi
brilhanle, sabiamente mundano, e faceiramente
erudito; e por isso va com crgulho e cora pra-
zer a sua bella doente reaniraar-se ; suas pala-
vras. Cora effeito, havia um mntenlo que Leon-
tina recuperara as cores, seu sorriso n.io era mais
nervoso e triste ; um pouco de esperanca entra-
ra-lhe no coracao. Kis o segredo dessa r.iudan-
ca : depois de meia du/ia de anedoclas mais pi-
cantes uaiss que as oulra.-, o aqire] doutor ti-
nha contado urna cura maravilhosa, operada p-
Pelroy n'um caso de que toda a faculdade linh.i
desesperado. Era uma menina, bella romo uui
anjo, desfigurada um mal horrivel, o que o cele-
bie doutor linha curado cora seus pos, sem ope-
raco e por milagro ; como Leontina c sua cu-
nbada se admirassem ao ouvir islo, o bom hi.-u -
riador acrescenlou :
Mas as senhoras devem saber isso mclhoi
que en, devem conheccr a creainja ou ao meno-
sua mi...
E disse justamente o nomo da moca que tinl.
viudo a Paris para ver M. Lusigny.
Ella tornou a partir esla manha, rontir
o medico, para ir ter com o marido, toda sisare.
e os homeopathas Iriumpham c di/em-nos im-
peritos para nos convencer da superioridade o-
seu syslema.
Leontina sorrio. Seu coracao eslava allivia.t
de ura peso enorme.
Ali! a Sr.' lambem triumpha Sei qu-
iera um fraco pelas doutrinas novas : admiro-:--
quando passar bem : nos outros alo tonal pn
leaco aos milagree ; curamos apenas.
A' alegra que Leontina sentio, reconhecen
que madama X... tinha mentido pouco lempo j
ron, oulras suspeitas vieramlogo agiia-la. Isaa-
giuou que M. de Lusigny se havia balido "-Om
duelo, que eslava ferido, e qi.e para -ubir..hir-s.
aos rigores da nova lei, guardara sobra eete-ae-
gocio profundo segredo.
Essa idea apparec.-u-lhe .i noite : depois
muilos das de uma dieta abstala, i>to na me-
lhor disposicao para imaginar uma cabecada, e-
perou com impaciencia que naseeSSS o dia par..
esacular o projeelo qqc medtlava. Raiou o dia
antes de emprhender alguma cousa. mandOu i
casa de M. de Lusigny saber nolicias delle : dis
serani-lhe que M. do Lusigny estafa no OMapo
| havia Iros semanas. ESSS reSpOStS que Leotilii.
sabia s.r mentira, conlirraou-lhe as mmsm
.< Ello se occulla, disse ella comsigo esli leril
necessario que oteja muilo mal, porque i..",
me escreve. taires fosse obligado i ssssn d
tranca para nao ser preso : laTvsa eslea pai
1 morrer.... Ah '. essa idea horriiel : nao psjss
river nesta incetleza ; nao qucio solfa b un -
hora mais ; hoje mesmo saberei a verdade.
E poi a pronos o chapeo, o msatalata, >
lida de recro, inquieta em extremo, saqio d
lacio de Viremonl sen: dar oidem, sem d
que hora voltaria i sem perguntar noticias u.
| Heilor.
(Coatanar-se-Jk)
air%.ti" ): w si i*j ihj
MUTILADO