Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:08905

Full Text
ASNO IXU. HOMERO 279,
Por tres mezes adiantados o$000.
Per tres mezes vencidos 6$t}00.
TEKQi FEIBA 6 DE DIZBMBRO DE 1859.
Por anno adiantado 19$000.
Porte franco para o subscriptor.
V
ENCARREGADOS DA 8BSCRIPCAO DO NORTE.
Parahiba, o Sr. Joo Rodolpho Gomes ; Natal,
o Sr. Antonio Marques da Silva ; Aracaty, o Sr. A.
Maranho, o Sr. Manocl Jos Martins Bibeiro
Guimares; Piauhy, o Sr. Joo Fernandes de
Moraes Jnior ; Para, o Sr. J^..i., .. nomos;
Amazonas.n Sr. Jernnvmo da Costa.
I'AKIIUA uom;okriius.
Olinda todos os dias as 9 1, 2 horas do dia.
Iguarassi, Goiaiina e Parahiba nas segundas e
sextas feiras.
S. Auto, Bczerroa, Bonito, Caruar, Altinhoc
Garanlnins nas torras feiras.
Pao d'Allio, Nazarclh, Limoeiro, Brejo, Pes-
queira, Ingazeira, llores, Villa Bella, Boa-Vista,
uricury e F.\ nas quartas-feiras.
Cabo, Serinhem, Rio Formoso, Una, Barreiros,
Agua Preta, Pimeateiras e Natal quintas feiras.
Todos os cerrojos parlera as 10limas da raanh.a.)
AUDIENCIAS DOS TRIBUNAES DA CAPITAL
Tribunal do commercio : segundas e quintas.
Belaco: tercas feiras e sabbados.
Fazenda: tarcas, quintas e sabbados as 10 horas.
Juizo do commercio: quintas ao meiodia.
Dito do orbaos: trras c sextas as 10 horas.
Primeira vara docivel: tercas e sextas ao meio dia
Segunda vara do civel: quartas e sabbados ao
meio dia.
EPHEMKRIDES DO MEZ DE DFZEMBKU.
2 Quarto crescenle as 11 horas e 30 minutos da
raauha.
10 La cheia sos 53 minutos da mantia.
16 Quarto minguantc as 6 horas C 56 minutos da
larde.
24 La nova as 3 horas c 27 minntos da ma-
nha.
PREAHAR DE HOJE.
Primeiro as 2 horas e 30 minutos da manhaa.
Segundo as 2 horas e 6 minutos da tarde.
das da semana.
PARTE OFFICIAL
5 Seg. S. Geraldo Are.; Ss. Pelino e Grato mm.
6 Tere. S. Nicolao b. de Myra.
7 Quart. S. Ambrozio b. doul. da Igr.
8 Quint. yjf ConceicaodeN. S.; S. Romaneo ab.
9 Sext. S. Leocadia v. m. ; S. Rcstituto b.
10 Sab. S. Melquades p. m. ; S. Gemelo b.
11 Dora. 3." do advento ; S. Dama/io p.
ENCARREGADOS DA SI BSCRIPCAO NO SU
Alagoas, o Sr. Claudino Fako Dias ; Babia.
Sr. Jos Martins Alvcs ; Rio de Janeiro, o Sr.
Joo Pereira Martins.
EM PERNAMBICO.
O preprietario do diario Manuel rigueiroa de
: Paria,na sua livrariapraca da Independencia na
6 e8.

GOVKHMHIV PHOVIMIA.
Expediente do dia de novembro.
OIBcio ao commandantc das armas. Manda
>. Exc abrir assent.miento de praca ao retinta
Manoel Prinrisco das Chavas, que fui considera-
do apto eni inspeceo de saude. como V. Exc.
communieou-mc emscu ollicio de 5 do crrenle,
sol) n. 974.
Dito ao raesmo. Sirva-so V. Exc. de dar as
suas orden? para que os corpos de Ia linha, com
a companhia de artfices e os batalhoes da guar-
, da nacional deste municipio, marchen, por oc-
casio da chegada de SS. MM. II., c no dia 2 de
dezembro prximo prximo futuro, anniversario
natalicio de S. M. o Imperador, enlendetido-se
V. Exc. com o commandante superior da mesma
guarda nacional, cuja forra opportuuamcnte ser
posta s ordens de V. Exc, como rccomiueudo
nesta data.OOlciou-se sobre o mesmo assumpto
ao commandanle superior da guarda nacional
deste municipio e ao director do arsenal de guerra.
Dito ao toinraandante superior da guarda na-
cional deste municipio.A' vista do olllcio, jun-
to por copia, sirva-se V. Exc. demandar dispon-
sur do servico da guarda nacional, em quanlo
estiraren) exercendo as funeces de inspectores de
quarleiro, os guardas Manbel Francisco de Sou-
za, Jos Pacheco da Fonscca, James Eneas Go-
mes da Silva e Domingos Nuncs Ferreira. Coin-
raunicou se ao chefe de polica.
Dito ao chefe de diviso Francisco Manoel Bar-
roco commandante da divisao naval.Pelo seu
ollicio de t do crreme, sob n. 169, tiquei inleira-
do de haver V.S. regressado da provincia da Ba-
ha, onde foi acompanhar S. M. o Imperador, que
tem de partir daquella para esta provincia no dia
19 deste mez.
Dito inspector da thesouraria de fazenda.
Mande V.S. pagar a Jos Pereira de Alcntara do
O a quantia de 1709009. em que importaram as
obras feilas uo quartel do 10 batalho de infan-
laria, como declara o director das obras milila-
r is no ollicio junto por copia.Comrauntcou-se
ao director das obras militares.
Dito ao mesmo.Mande V. S. pagar a Jos
Ptvreira de Alcntara do O a quantia deBl$500,
em que importaram o concert e caiaduta ta for-
taleza do Buraco, como declara o directpr das
obras militares no olficio junto por copia.Cora-
miiiiicou-sc ao referido director.
Dito ao coronel Henrique Marques Luis.Ac-
enso a recepeo do oIBcio, que V- S. me dirigi
em 7 do corrente, declarando aceitara nomearo
de membro da commisso incumbida da decora-
rse do palacio do governo, em que lem residir
SS. MM. II.
Agradeco a V. S. a boa fvontxde, com que
accedeu ao meu convite, dando assiin mais urna
proya dos seus sciitimontos monarchicos, e da
dedicneo queainda nao deixou de manifestar
quando a presidencia reclama os seus servicos.
Dito ao commandanle superior da guarda na-
cional dos municipios de Olinda e Iguarass.
Informe V. S. se o batalho da guarda nacional
aquartclada nesta capital poder ser reforeado
com mais cincoenta pracas, como solicita o" te-
uentc general commandanle das armas no ollicio
junto por copia. Coturaunicou-se ao comman-
dante das armas.
Dito ao dito e Nazareth-Accusando a recep-
eo, do seu officio do 31 de outubro ultimo, sob n
.jS; se olfereco a dizer que opportunamcnte se
providenciara sobre a remessa de armamento e
maisobjer.tos para a guarda nacional desse mu-
municipio.
Dito ao lenente-coronel Jos Antonio Lopes.
Achando-se impediddo o commandante superior
e o chefe \lo estado maior da guarda nacional
dessa comarca baja Vmc. deassumir as respecti-
vas funeces, entendendo-se para isso com o 2
daquelles efliciaes. Communicou-se ao chefe do
estado tnai-ar c ao commandanle superior interi-
no da guarda nacional da comarca do Rio For-
moso.
Dito ao director do arsenal de guerra.Pelo
seu officio de 7 do correte, sob u. 316, (iquei
mteirado de haver Vmc. designado o servente
desae arsenal Severiano Ferreira de Souza para
substituir o apontador Francisco de Rezende, que
panicipoulachar-sc doente.Communicou-sc ao
inspector da thesouraria de fazenda.
para seren alistados no exercilo, os soldados do
corpo do seu commando Manoel Lopes da Silva e
Joao Vicente Ferreira do Espirito Santo, elimi-
nando do mesmo corpo o de noinc Luiz Joaqun,
de Sant'Anna, que, como aquellos, raoslra-se in-
corrigivel, lendo j servido no exercito.Cora-
inuicoii-se ao commandanle das armas quanto
aos soldados do corpo de polica, que tenrde ser
alistados no exercito.
Dito ao mesmo. Mande Vmc. dar baixa ao sol-
dado do corpo do sen commando Manoel Auto-
nio das Candelas, a quem se refere a sua infor-
macao de 7 do crrante, sob n. 4i9.
Dito ao director da colonia militar de Pinien-
teira- Com o offiVio, junto por copia, respondo
no que Vmc. me dirijo em 10 de outubro ulti-
mo, reiuisilando a remessa de urna serra mecha-
nica para essa colonia.
Dito ao guardio do convento de Sao Francisco
de Olinda.Recenhecendo-se que o edificio de S.
Thereza de Olinda nao offerece as necessarias
condices hygienicas pa nelle continuar o
collegio dos orphos, que, seundo declara o
inspector de saude publica no oflicio junto por
copia, (icaria muito uiclhor nesse convento, pe;o
a V. P. Kvm. haja de declarar-me se para esse
im se poder ceder uns parle do mesmo con-
vento, na qual serau feilos os reparos uecessa-
rios.
Espero que V. P. Bvm.\ altendendo na tu re-
za deste meu pedido, se servir de o acolhur com
benevolencia.
Dito ao commandanle do 9o batalho de in-
fantarta da guarda nacional do municipio de
Olinda.Haja Vine, de dispensar do aquartela-
menlo Antonio Marques Correa e Joaquim Jos
do Sant'Anna, que servem na cmara ecclesias-
tica, como declara-mu o Rvm. bispo diocesano.
Communicou-se ao commandanle superior de
Olinda e Iguarass e ao Exm." bispo diocesano.
Dito cmara municipal do Recite. Convcm
quantia sahir do crdito consignado para as des-
pezas da mesma guarda nacional no corrente
exercicio.Communicou-so ao inspector da the-
souraria provincial.
Dito ao mesmo.Vista a sua informaco de 8
do corrente, sob ti. 788, dada com referencia ao
requerimento, em que o Dr. em medicina Manoel
Alves da Costa braucanle pedo o adiautainento
de tres mezes de sold, por ler sido nomeado 2
cirurgio do corpo de sade do exercito, se me
offerece a dizer que a noraeacao equivale pro-
moc.ao, de que trata o art. 28 da lei n. 514 de
8 de outubro de 188, pois que passa o paisano
a ter urna graJuaro militar.
Recommendo, "pois, a V. S. que manda fazer
o adiantamento requerido, sugeilo approvae o
do ministerio da guerra.
Dito ao juiz de direito da Ia vara.Tendo re-
solvido que o escrivo privativo do jury e exeiu-
ces ciiminaes Joaquim Francisco de Paula B-
teres Clemente passe a exercer as respe
funcroes, em quanto o governo imperial nao de-
cidir o contrario; assim o communico a V. u
para sua intelligencia.Communicou-se tambein
ao juiz de direito da 2" vara.
Dito ao director do arsenal de guerra.Commu-
nico a Vnrc para seu conhocimenlo e direceo,
que, segundo consta do ollicio, que mo dirigi
em 6 do crrente, sob n. 22, o commandanle do
presidio de Fernando, vieran, remellidos a Vmc.
no Drigue nacional tom Jesu.i 1000 pares de sa-
patos, que se lizeram na otieina de sapalria da-
quelle presidio.
Dito ao mesmo.Mande Vmc. fornecer i re-
partieao de polica 20 capotes.Communicou-se
ao chefe de polica.
Dito ao director das obras militares.Mande
Vmc. collocar novas i'.obradieas e (echaduras em
diversas portas do quartel da companhia hxa de
cavallaria. Communicou-se ao commandante
das armas.
Dito ao inspector da thesouraria provincial.
bil peona. e dessa verdade trivial lez o Ululo pa-
ra tim livro.
O mundo caminha : mas para onde? Quem o
soube. quem o sabe, quem o poder saber ?
Nao Callan) p/ophetas que adeui as naeoes ; ri-
se portn Dos da vaidadu dos sabios; e o mun-
do caminha apezar deiles.
Ainda hontem nos duiam que a civtlisaco fe-
depois
tas caberas ; ainda ehuia pode corlar o I ac
moral que prende a huraanidade.
Esse laco a noro dojuslica.
Se a forca lem conseguido 'afrouxa-la.'desa-
ta-lo nunca jamis conseguio, nem conse-
guir.
Se a obra dos homens pode alevantar-se, co-
mo a torro de Babel, para alfrontar os cos
que a cmara municipal do Becifo d por sua
parte as providencias necessarias no sentido do I Ponha Vmc. "disposicao do Dr. chele de policia
ollicio junto por copia, que ma foi dirigido pelo a quantia de 381:000 ris para o fardainenio das
inspector do arsenal de marinha. Communi-
cou-se a este.
Dito a idmiuislraro geral dos eslabelecimen-
los decaridade.Autoriso a adminislrarao geral
dos cstabelecimenlos de caridade a destinar o pa-
vimento terreo do hospital Pedro II para o asylo
de mendicidade, como solicitou a commisso es-
pecial nomeada pela associaro Commercial Be-
neiicenle.
Picando assim respondido o ollicio, que me
dirigi essa administra\io era 7 do corrente, de-
volvo-lhe o que a elle veio annexo.
Portara.O presidente da provincia, confor-
mando-so com o que expoz o Dr. chele de poli-
cia em officio de 5 do corrente, sob n. 1208, re-
solve conceder a Francisco (Juinleiro Bodrigues
Esteves a exoncracao, que pedio do cargo de 6
supplenle do subdelgado de policia da fregue/.ia
de S. Jos desta cidade.Communicou-se ao
chefe de polxia.
expediente do secretario do governn.
OIBcio ao commandante das armas. De ordem
de S.Exc. o Sr. presidente da provincia declaro
a V. Exc, em resposta ao seu officio de 7 do
corrente, sobn. 979, que, por despacho de boje
quantia de3Sl:000 res pa
companbias de pedestres das freguezias do S F.
Pedro Gonealves e de S. Jos.Communicou-se
ao chefe de policia.
Dito ao cnsul da Suecia e Noruega.Recebi a
coramunicaco que nesta data me dirigi o Sr. C.
L. P. Reck, e na qual rae declara haver reas-
sumido as funcroes de cnsul da Suecia e Norue-
ga nesta provincia.
Aproveito esta occasio para apresentar ao
mesmo Sr. C. L. P. lloeck os protestos de minha
estima e consideracao.Fizeram-se ascommuni-
cecea necessarias."
Dito ao gerente da companhia Pernambucana.
Pode Vmc. fa er seguir para os pollos do sul,
no dia 19 do corrente, s horas indicadas em seu
ollicio de boje, o vapor Iquarast, que acaba de
chegardos mesmos postoi.
Dito cmara municipal do Cabo.Approvo a
arrcmalaco do imposto de 500 res sobre cabeca
de gado vaceum, pela quantia de 7u5:00u ris,
que offereccu Joo Chrisostomo de Souza, dando
por fiadora baro de Ipojuca, como participou-
rae a cmara municipal do Cabo em ollicio de 3
do crreme, que fica assim respondido.
Portara.O presidente da provincia, atten-
spe
Dito ao capito do porto.Com a copia inclu-
sa da intorniaeo ministrada pelo commandante
do 9" batalho de infamara da guarda nacional
do municipio de Olinda responlo ao oflicio, que
Vmc. me dirigi era 3 do crrente, sob n 20;),
a respeito do guarda nacional Jos Severiano dos
Santos.
Dilo ao mesmo.Convcm que Vrac. por sua
parte d as providencias necessarias no sentido
do oflicio, constante Jda copia junta, que me foi
dirigido pelo inspector do arsenal do marinha.
C mimunicou-se a este.
Dito ao uiz de direito da comarca do Bonito.
Precisando de concertos a cada do termo do
Bonito, e nao havendo actualmente engenheiro
que possa ser dislrahido para ir a essa villa, re-
tomraendo-lheque faca organisar, e me remeta,
o ornamento da obra precisa, de cuja inspeceo
Vmc" se incumbir, como espero de seu zelo".
t ommunicou-se ao chefe de policia.
ilo ao inspector do arsenal de marinha.
Concodo a autorisaco. que Vmc pedo em seu
i :r.eio de 5 do corrente, sob n. 375, para Ilumi-
nar a gaz :i frente desse arsenal por occasio da
vinda de SS. MM. II.
Dito ao uesmo.Fico inleirado de se acharera
feitos conforme as ordens desta presidencia os re-
paros precisos no briguc escuna Xinn, como o
que se dispandeu a quantia de 43g$76, como
Vmc. participa em seu ollicio de 5 do corrente,
sobn. 377.
Dito ao director geral da inslrucro publica.
Pelo seu oflicio de 4 do corrente, sob n. 21 li-
quei inleirado de se adiar regendo interinamente
a cadeira de instruccao elementar da fregue/.ia
da Luz o Rvd. Fre Paulino da Soledade, por se
achar de licenca o respectivo proprielario.
Dito ao mesmo.Ao seu ollicio de 4 do corren-
te, sob n. 215, respondo declarando que se deve
marcar novo prazo para o concurso s cadeiras
ia do Pilar de Itnmarac, Salgueiro e Buique.
Dito ao inspector da thesouraria provincial.
Recommendn a Vmc. que mande entregar ao the-
soureiro da administraco geral dos estabeloci-
mentos de caridede, pela forma solicitada no of-
licio junto por copia, as preslac,oe$ destinadas
para a obra do hospital Pedro II.Coromunicnu-
se ao referida administracao.
Dito ao raesmo.Em resposta ao officio, que
Vmc. me diriuio em 5 do correnle sob n. 361,
da a mandar pagar ao alteres do 9o batalho de
infantaria Antonio Raymundo Campello, aldan-
le da colonia militar de Pimenteiras, a impor-
tancia da forragem para urna besla de bagagem
pela marcha que fez para esla capital, e de volla
para a colonia.
Dito ao inspector do arsenal de marinha.S.
Exc. o Sr. presidente da provincia manda com-
rnunicar a V. S. em resposta ao seu officio de
8 do correnle, sob n. 379, que Oca inleirado de
haver fallecido no dia 7 do correnle o Alricano
livre de nome Verissimo, do que leve sciencia o
respectivo ucrador.
Dito ao director do arsenal de guerra.Nesta
dala autorisou-se a thesouraria provincial a pa-
gar a importancia dos concertos feilos por Cae-
tino Jos Coelho e Francisco de Paula Chaves
nas 231 armas, a que se referem os officios de
V. S de 2 e 7 do corrente, sob ns. 335 e 343, os
quacs ficam assiin respondidos de ordem de S.
Exc. oSr. presidente da provincia.
Dilo ao mesmo,A thesouraria de fazenda tem
ordem para pagar, visla dos documentos,.que
acompauharam o officio de V. S. de 7 do corren-
le, sob n. 314, a quantia de 989$ rs., dispendida
com a acquisicao de um buslo de S. M. o Impe-
rador, o de unidocel, bem cmodo mais alguns
objeetns precisos a esse arsenal ; o que commu-
nico a V. S. de ordem de S. Exc. o Sr. presidente
da provincia.
Dilo ao inspector da thesouraria provincial.
S. F.xc. o Sr. presidente da provincia manda
communicara V. S. que o requerimento, que
foi presente pelos einprezarios da Iluminarn a
ga/.s e ao qual se refere a sua informaco de 13
de outubro ultimo, leve o despacho "seguinte :
Nao jera lugar, visto <;.!' nao houve alteraco no
padro monetario, e nao se estipulen o paga-
mento em ouro. Communicou-se tambem ao
engenheiro fiscal da iluminarn a gaz.
Dito ao ronselho administrativo para forneci-
menlo do arsenal de guerra.S. Exc. o Sr. pre-
sidente da provincia manda communicar ao con-
selho administrativo para fornecimento do arse-
nal de guerra que, tendo vista a sua informa-
co de 7 do correnle, sob n. 88, dada acerca do
requerimento a*c Jos l.ni/. dos Santos Villa-Ver-
de, lancou no dito requerimento o despacho se-
guinte ; A vista da inonnaro do consellio, nao
ha que deferir.
10
Ollicio ao commandante das armas. Faco
apresentar a V. Exc, para ser inspeccionado, o
recrula Jos Raymundo de Andrade.Communi-
cou-se ao chefe de policia.
Dito ao commandanle superior da guarda na-
cional do municipio do Recite. Sirva -se \. Esc
do expedir as suas ordens, aum de que urna
guarda de honra de alguna dos corpos sob seu
commando superior assisla festa de N. S. da
Soledade, que tem de celebrar-se na igreja do
l.ivramento, no dia 13 do corrente.
Dilo ao chefe de policia.Faca V. S. desem-
barcar do briguc Komi Jeitu o sentenciado Gui-
IhermeJos dos Santos, que veio do presidio de
II
Nao baver paz, em quanto-nao se fizer justi-
ca. Eis ah una verdade que tem sido des-
conhecida, mas que nem por isso tem deixado
de se manifestar em todos os successos do
mundo.
A guerra nunca pode proceder, senao de haver
sido desprezada ajustica. De dous que conten-
dera, um pelo menos nao tem razo ; algumas
ve/es acontece que nenbum a lem.
Para que pode servir a diplomacia ? Para aja-
da r a opprimir o innocente e o fraeo ? Para 3iixi-
..ir o direilo da forca ?
Nesse caso a diplomacia nao a paz ; a con-
linuaco da guerra, porque a conlinnaao de
Bjueuca.
Falla-se em reunio de um congresso para as-
sentar em bases solidas a paz da Europa : quaes
sero essas bases? A ronfirmaco dos fados
consummados pelo direito da forra ? Essas bases
sao as da guerra.
Nao pensem aue s vemos a justica nosdirei-
los dos reis ; vemo-la tambera nos direito* dos
povos. Povos e reis lem direitos ; poros e reis
lera obrigaces : cumpram-se estas, respeilera-
se aquellos.
Ouvimos a cada passo fallar nos direitos dos
povos; nas obrigaces nunca : pois era raister
lembrar primeiro o dever, sustentar depois o di-
reilo.
Est dividida
se autorisou 5 inspector da lliesouraria de fazen- dendo ao que requereu o juiz municipal enf
ophos do termo do Limoeiro bacharcl Luiz An-
loiiio Pires, resolve conccder-lhe 15 dias de li-
cenca cora venciraentos.
Dita.0 presidente da provincia, tendo vis-
ta o que requereu o 2o escripturario da thesou-
raria de fazenda Januario Constancio Monteiro
de Andrade, ora servando de pagador era Villa
Bolla, o bera assirn a informaco do inspector
daquella repartico de 5 do corrente, sob n. 785,
resolve conceder ao mesmo escripturario dous
mezes de licenca com metade de seus venci-
mentos, para vir a esta capital tratar de sua
sade.
Dita.O presidente da provincia, conforman-
do-se com a proposta do chefe de policia de 7
do corrente, sobn. 1214, resolve nomear a Joa-
quim Salgado de Vasconccllos para o cargo de
subdelegado de policia do districto de Corrcnles,
freguezia de Garanhuns. Communicou-so ao
chele de policia.
Dita.O presidente da provincia, conforman-
do-se com a proposta apresentada pelo lente
coronel commandante do '' batalho de infanta-
ria da guarda uacional do municipio do Becife, e
a qual se refere a informaco do respectivo com-
raanda.ite superior, datado de 5 do corrente, re-
solve nomear alteres da 8a companhia do dilo ba-
talho o cidado Jos Henrique da Silva.Com-
i mnnicou-se ao commandatiie superior respec-
tivo.
Dita.O Sr. agente da companhia brasileira de
paquetes a vapor faca receber o transportar pa-
ra as provincias da Parahiba e Alagoas, nos va-
pores qno se esperamdos purtos do norte e sul,
diversos caixoes com medicamentos, que rieram
da corte, com destino aquellas provincias, e se
achara recolhidos ao arsenal do guerra.Commu-
nicou-sc ao director do referido arsenal.
Dita.O presidente da provincia resolve no-
mear o bacharcl Eduardo de Barros Falco de
l.acerda para^exercer interinamente as funeces
de delegado 8a repartico das trras publicas du-
rante o impedimento dos respectivos delegado e
otficial, que se acbam de licenca.Communicou-
se ao inspector da thesouraria de fazeuda e ao
nomeado
Expediente do secretario do Governo.
Ollicio ao chefe de policia.De ordem de S.
Exc. o Sr. presidente da provincia communico a
V. S., em resposta ao seu ollicio de 8 do-corren-
te, sob n. 1218, que, por despacho de boje, ali-
enara o templo de.Jano ; o pouco depois o eco i dentro era pouco vem 6 sopro de Dos, e derru-
das bombardas repercuta se desde o Ponto Eu- ba-a.
xiuo e Lagoa Meolisat o Golpho do Veueza.
O mundo caminha ; mas nao voz do sabio:
move-su ; mas nao pela estrada que lhe traga a
orgulhosa philosophia. Vai na uiysteriosa via-
gem para o abysmo da eleruidade ; segu pela
sonda que lhe marcou o dedo de Dos; obedece
ao areno da mo quolherasgou o espaco, c o foi
arrancar do seio do nada, recouhece o som do
/Sai que o acordou para a luz na aurora do pri-
meiro dia, quando elle adormecer uas sombras
Co cabos.
O mundo caminha : mas nio a vontade d
mera, que pensa marcar-lhe a estrada, quando
cu:da que dosdobrou o veo dos lempos, e lobri-
giu o futuro.
slaraos n'uma eooea de Iransico, dizera : as-
s' o pueril, seno lira cpigrainma. ao senso
co mum.
Fois qual foi ou poder ser a epocha de per-
manencia, de immobilidade ?
O mundo caminha, caraiuliou sempre, e cami-
nhar at soara trombela do Archanjo. Todas as
pocas sao de Iransico ; nenhuma se pode con-
fundir na parecenca com a que precedeu.
Todas esto dependentes e unidas; urna sur-
cede outra, como o filho ao pai; leva na fjontc
abortos muitos traeos da physionomia paterna,
herda as molestias e os vicios, ou a robustezcas
virtudes da quu a precedeu ; mas nao se con-
funde cora ella, nao a pode imitar em ludo. Va-
riedade na similhanca, movimeuto na ordem por-
manente ; eis ahi duas coudieoes do mundo pliy-
sico e do mundo moral.
Q mundo permanece ; as modilicacoes sao tran-
sentes. O ihealro o mesmo ; as scenas e es
actores variara sempre.
Todas as pocas sao de transigi; as passadas
como esta, esta como as futuras." Succedem-se as
geracocs; com ellas as niudaueas no viver da so-
ciedade, nas phases do nosso planeta.
Vistes aps um plenilunio apparecer, ou'.ro que
se lhe assemelhava; ligurou-se vos que o sat-
lite da ierra era um escravo sempre agrilboado
porcadeia chumbada no centro do esparo ; e el-
le caminha constantemente nesse mesmo espaco ;
ainda nao oceupou duas vezes o raesmo lugar na
vasta exlensao dos ecos.
Assim o mundo social.
O mundo caminha. Mas para onde ? Nao sabe-
mos. Para onde o prelendera guiar uns, remos
nos claramente : d'onde o querem desviar outros,
lamben o nao ignoramos.
Ir elle pela diagonal entre as duas direegoes?
Seguir a resultante das suas forjas permanen-
tes, mas variaveis na inlensidade e direceo'?
Prevalecer urna dessas forras contra a outra?
Eis ahi as diversas questes' que hoje, como em
todas as pocas, mas hoje mais que nunca, exci-
tara a curik 'i e o interesse dos povos.
Hoje mais <, nunca, porque de um lado surge
com violencia '--rga dissolvente darevoluco;
do outro lhe r ndo iiidispensavelmente a re-
sistencia, a forc>. conservadora,
A ac^o revolucionaria deste c do passado se-
culo nao corao a das revolujes da autiguidade,
nao se limita a perturbar a ordem poltica, a mu-
dar os agentes e sustentculos dclla, a revolver
os fundamentos do edificio social: quer ir mais
longe, quer destruir e aniquilar esses fundamen-
tos, pretende apagar as noces do direito e da jus-
Uca; e nbriudo de par em paras portas do infer-
no, salla sobre a pedra fundamental da igreja,
sobre o Cephas confirmado na por Jess Chris-
to, as furias inTernaes era chusma.
O exercito do Satanaz leva na frente Joo Hus,
Lulhero eCalvino; ms retaguarda ficaSlrauss
dando a voz do commando, fica Vollaire repelin-
do-lhe oecrase: Vinfame.
Do oulro lado esto osexercitos da ordem, al-
gumas vezes marchando pela estrada do direilo,
oulras desviaudo-se dellc. como que arraslados
cauro de paz ; e sob
der reinar a usina.
protecfjo di-lle f -
A fitrcu e a liberilade.
Para os homens reflexivos deve ser Ura es) i
taculo cheio de lice* esse que se deu a eontinu.a
a dar-se na Italia.
Por urna parle, urna das maions potendaa di
Europa, dominadora da pennsula, ha mais d
quarenta anuos, r de pouco en poum escaaai
ou si, ou aos seus, as pouularoes c as provin-
cias.
Por outra, um. pequeo estado, ainda ha po.n
constrangido a supporlar a dura iei do venredo;
ve lenderem-se paia elle os cora'-es e as no=-
SCSSoes. '
Esles dous rivaes, um dispe da forra sacia
o oulro da librrdado.
No espado de quarenta annos, o primeiro 1.1
empregijo, para astentai sua dominaco, todo-
os meios de que a forra dispe : tem "prendido.
proscripto,exlorminado, posio em pratna anal-
mente todos os recursos da poltica e (j in-
triga.
O segundo tem-se dirigido honrada elim-
nente, e o espectculo de. sua filicidade, sol un,
governo honesto e livre, tem-n'o hito o con-
tri) das esperanras de um poro era sua tutoli-
dade.
l-ste exemplo sorprendente da influencia dj
liberdadu nao ser una licu para os uc proi'e-
Sara exclusivaiuenle o cufio da forca ?
O sogredo do Piemoule c todava" mu fcil d
ser praiicado.
E quanlas mudanras nao dar-se-hiam na Eu-
ropa, se por ventura os governos qniniua
emprega-lo o fazer conquistas por meio da libci
dade !
Com que presteza nao completar au M e--
a Europa era dous grandes par-1 SSV*8*^ S w*^*> ainda P^*
lides, dizem: um o dos homens da ordem,-os :1< ,ABJ,ilSt n5o Q ,,,_ roiirm ^
conservadores ; outro o dos homens da anarchia,
os revolucionarios. Inventou-se a palavra;
nose profundou a significaco.
E' dilficil enganariuos-nos pelo que respeita
aos revolucionarios : ha caracteres bem distinc-
tosque os fazem coiihociclos : onde virdesos ini-
migos da Igreja e do sacerdocio, os que desado-
rara a arisiocracia, era quanlo nao conseguem
um tilulo ou coinraenda, e desadorara os reis em
quanto nao se Ihes abrem as portas da mansito
real ; ahi leudes os revolucionarios.
Sao os ingovernaveis como Ibes chama um dos
priraeiros oradores sagradas deste seeulo ; falla-
Mas conquistar
: conservar tambem. Nos concordamos, o nao ig-
noramos o verbo de Monlesquieu sobre as con-
quistas.
Esludemos, por tanto, cora o ranis vivo inte-
resse os raeos de que se serve o governo pie
nionlez para conservar as eonqnislas, que elle
deve hberdade e allianca da Franca.
Nao cousa insignifleante o satisfa/er s po-
pulac&es que ho sollrido, por espaco de rae u
iseculo, todas as torturas iniaginaveis. Como nu-
fragos estaimados, depois de urna longa penuru.
aeham-se ellas faniiutas u insluiroes, do pro-
gressos, de liberdades ; oas
va -creacentar,^, depois^de elevados ao poder JZffiZ SZZTU par"a 'S' ''
pro-
gressivamente essafomc lio legitima do satisfa-
coes moraes.
O governo pieraontez at hoje parece-nos, que
se ha conduzido cora lana opporlunidade qu.in-
ta conveniencia e sabedoria. Elle grada Mus de-
cretos; e cada hora tfaz u:na nova satisfazlo *
populacoes eramente ag^regadas, at que'a re-
preseutaco nacional dos iniigos otados e da
Lombardia esteja regularmente constituida.
Hoje a abolirodum decreto iniquosobrea in-
troducro das armas de guerra ; hontem foi a no-
mearo de urna commisso cncarregnda de esluda.
m,o /oriqn o C m Qi, S "a mereC' 8ell" M >""*. 1e se deven, fazer na inslmecio pu-
blica, aomie a Austria deixara insiuuar-se a aaur-
dem.
Un dia concedida ao Ilustro Mauznrii una
pensao honordea ; oulro dia piofessores distiin -
tos, que forara em Pava ou em uniros Ingares
desliluidOS pela Austria, sao reintegrados.
ra as guardas nacionaes sao reorganisada.
ora o sao as hvpolhecas. Ao decrelo une concede
tavel, e que a revolucao nao se repita cora no- gociedade de animaco das arles e da industria
. ?r'. ,. ,. o antigo edificio do ministerio dos cultos em M:-
A diplomacia matenal.sla que consnllara o ; ;l0i s,gue um oulrii sul)ro 0 |ema mone(ario
n.eresse rao.nenlaneo como regra de proceder, e alllill ura B0V0 dterai a amnislU ;
longe de ser um bera para a paz do mondo, \ah%Q de outro relativo liberdade deimpre.s
r!l'a^,(;.,,,nlxr'1I1,C,p,0.lll'l';,n'Up-a',- i rarallelamcnle homens nislinctos. designados'
lalejrandeMeltern.cl. podenan ter bstanle apnon pelo sullragio de seus coockdos, sio
talento para fazerera de lal diplomacia una chamados para a direceo dos dillereiites servi-
escola; o lempo veio porem mostrar quanto eos. As insliluicoes de "beneficencia, to roimun<
erara errados os principios era que a fundavam. na Lombardia-, sao reinstauradas. Esludam os
Se lodos os estados grandes ou pequeos lera meios de assirailaro con, relaro ao commercio
iguaes direitos, nao ha razao para qjie a diplo- o industria. As medidas suc'cedera-so
raacia queira governar uns a seu bel-prazer, e oulras-
resgeite nos oulros nao o direilo mas a forca.
ou s honras sao os caracteres mais deliris po-
rante os reis, os mais intratareis para com os
que reputara abaixo de si.
E por isso mesrao j se pode concluir que
muitos ingovernaveis, muitos revolucionarios!
passam para o partido dos conservadores, para o
gremio dos que se chamara homens de ordem. O
interesse os levou para ura campo ; o interesse
khes acea que se raudem para outro.
A razao purera ea philosophia nao permitiera
que se confundara.
Conservar o que bom, merece louvor ; con-
Conservadores que querem ordem bascada so-
bre a injustica, ou sao dos ingovernaveis da ves-
pera, ou myopesque nao vera ura palmo diante
de si.
Ordem no raeio do cabos impossivel. Po- ;
dereis achar all o repouso momentneo ; mas i
nao tardar que nao se destara o equilibrio ns-
urnas as
-pino os mperauores ae tranca. Austria e Bus. quisladur. Mas isto nao basto; importa para
sia.e romo a rainha de Inglaterra, ou aquetles conservacao de suas conquistas, rae seta com-
eslados sao eudatanos das grandes potencias. pleiarnen'te reparador: em torno delta, sanaran.
O direilo das gentes nao o privilegio dos mais
fortes contra os mais fracos, dos maiorcs contra
os menores ; a justica reciproca.
Com que fundament pois se podera impor
a um desses soberanos condices de soberana,
que os proprios que Ih'as impoo, nao quereriam
aceitar ?
Se
as
Se deve haver um tribunal aonde se pleileiein
causas das naeoes, esse tribunal decidir se-
ferdas de toda a natureza, que sero cicatrizadas
de pouco em [muco.
Km urna palavra, compre dizer, em honra do*
reccm-tiberlados, que ho compretiendido per
feiainenle a siluaro do governo pieraontez ; nao
nianifbslatn nenhuma Impaciencia, e auxiliam
cora urna ordem mararilhosa a obra dateaaaccn-
e.a de sua liberdade.
Nao a ellos que se pode acensar de ingraii-
gundoa justica, e Indos, grandes c pequeos de- do ou para cora a Sardenha, ou para com a
vem sujeitar-se a elle. Franca. Os jornaes de Milo. assiin como os dr
Discutam-se e dccidam-se lu as differenQas en- iros lugares da Italia annexionrsla ou Utertada
3 povos c reas ; mas decidara-se pela norma ocham-se |oberados de leslemunhos de brilhant.-
oo-
Fernando, aljmde ser subra'ettido a novo julga-
nieiito na provincia das Alagoas.
Junio achara V. S. a respectiva guia
Dito ao raesmo.Mando V. S. receber abordo
do brigue Bom Jess os sentenciados Gabriel Ma-
Itheos Evangelista, Antonio Barbosa Ouintai, Joa-
I quina Gomes de Araorim, Jos Ribeiro da Silva,
i Manoel Henrique de Moura, Custodio Jos ra
Silva, Leandro Vieira da Silva, Joaquim Bar-
Ilizer......-
ra c Candido Antonio, os quaes dc-
yem ser poslos disposicao do juiz municipal da
dirigi era 5 do correnle sob n.
lenho a declarar-lhe que o alferes Francisco Bor- boza
ges Leal nao deve accumular o excercio do em-
prego de ofilcial do corpo de polica com o de
chele de seceo de pedestres, era os venciracu-
: ambos.Cniumunicou-se ao coramandanto j 'meltcndo-se-lhe as guia?,
do corpo de policia e a,a chefe de polica. Dito ao mesmo.Queira
Dilo ao mesmo. Pode Vmc. dispender at | dencias, que esliverera
torisou-se a thesouraria provincial a pagar a
quantia de 58jj200, dispeudida uo me,.'de agosto
ultimo com o sustento dos presos pobres da ca-
deia de Caruar.
Dito ao raesmo. Por despacho de hoje auto-
risou-se a thesouraria provincial a pagar, visla
do recibo era duplcala, que acompanhou o olli-
cio de V. S. de S do corrente, sob n. 1219, a
quantia de 243600 dispeudida nos mezes de julho
a outubro desle anuo com o fornecimento de lu/.es
para o quartel do destacamento do lermo de Ga-
ranhuns: o que communico a V. S. de ordem de
S. Exc* o Sr. presidente da provincia.
Dilo ao inspector da thesouraria de fazenda.
S. Exc. o Sr. presidente da provincia manda com-
municar a V. S., era resposta ao seu ollicio de
hontem, sob n. 798, que a thesouraria provincial
lera ordem para iudemnisar a fazeuda nacional
da quantia de 1213800, dispendida pela colleclo-
ria da cidade da Velorta com o sustento dos
presos pobres da respectiva cada, durante o
tuez de oumbro ultimo
Dito ao inspector do arsenal de marinha.De
ordem de S. Exc o Sr. presidente da provincia
declaro a V. S em resposta ao sen ollicio de 7
C, como que arrasiauos resuene nos.ouiros nao o dreno mas a torca., |)0vc-sc poi animar o governo do rei daSa--
P tfJ" du* ***$- I 0u re de aples c os duques de Pama, Tos- enh, adra de proseguir nessa senda; pos n
fcsse racillar da forca de resistencia, essas con -cana e Moderna sao soberanos independentes, Bracas Franca c liberdade h elle sado
descendencias do soldado da ordem, conslitiiem [ como os imperadores de Franca, Austria e Rus-
a principal das esperanras em que se l'undam os
inimigos da Igreja, e por consequencia adversa-
rios da justica, algozes do direito.
Nao pensem que elles parem, que se confes-
sem vencidos. O trabalho de demulicao continua
sempre. Quem nao se deixa adormecer, mas vela
sobre o abysmo, ouve o surdo ruga da vaga re-
volucionaria, que bate sem cessar nos alicerces
do ediHcio social.
Nao basta a forca da energa para aniquilar a
acro destruidora ; precisa outra acro mais
forte mais enrgica.
A dissimulago pode ser una boa condico do
estadista : mas aaccao sempre una reprehen-
sivel tulpa, o stimo dos peccados capitaes, o
vicio opposto boa diligencia,
Espautaino-nos, quando vemos que os minis-
tros da revolugo tara poucos, tenham podido fa-
zer tanto contra tanlos : nas nao foram elles que
se lizerara temidos; fomos nos que lhe demos
audacia.
Elles velavam e velara ; nos dormimos. Eis o
que devera dizer do si cora toda a verdade os de-
tensores da ordem e do dire/to.
E nao torn dormido, nem dormera sement :
minias vezes destruiram os mais ruines baluar-
tes da ordem, calearam o direito, lizram-so pre-
cursores dos ministros da desordem. sacrilicaram
ao dolo do interesse, deixaram prevalecer o di-
reilo da forra contra a forca do direito.
Punido tem sido a geraro prsenle e a passada
pela sua indelferenca e dscrenra : lompo de
reconhecer que as victorias da revolucao sao um
castigo da Providencia.
O povo de Dos peccou ; e aps o peccado veio
o castigo. A pena do peccado senlio Israel s mar-
gena dos Euplirate; porque nao puegou a culpa
n.is ondas do Jordo.
Nao se pense portanlo que pode luver paz,
onde nao nouvcr justica.
E indispcnsavel abrarar os apeifeiroaraen-
tos que a idade Irouxer sociedade ; ms nao
o menos repellir os erros que acompaoham
os secutas na sua marcha pela estrada do pro-
gresso.
Nem tudo quanto novo c bom : nem ludo
quanto novo mo. Descriminar o bom do
niao, o o.certo do erro, a verdade da mentira,
eis oNiueiiicumbo a todo o hornera sensato e
chrislo.
/
a quantia de 180$ com illurainacao da parte do
edificio era aue funeciona essa thesouraria, c de-
coraeo das respectivas jnnellas por occasio da
viada de SS. MM. II.
Assira respondo ao seu officio de 5 do corren-
te, sob n. 362.
Dito ao commandante do corpo de policia.
Pudo Vmc. dar baixa o cabo de esquadra do
corpo de seu commando Gnilherme de Almeida
Guedes, ao cabo Albino Jos de Souza, e aos sol
dados Manoel Antonio de Moraes e Manoel Cae-
lano Marques, aos (quaes se refere o seu officio
de 7 do corrente, sob n. 452.
Dilo ao mesmo.Pode Vmc. mandar apresen-
tar ao lente general commandante das armas,
.Ji"'1: a ?Uem ,?rSla djla su.r?nicltPm as res- d0 conente. so. n. 378,' que por despacho desia
io aojuiz municipal re- dala, se autorisou o inspector da ihesouraria de
., fazenda a mandar iudemnisar a repartico da
>. S. uar as previ- marinha da quantia de oOO^-que dispondeu
ao seu alcance, no sen-, com 0 clirat,vo do marinheuo de classe superior
lidu das indicacoes taitas, no ollicio junio por; B,n praBklin, perleucenle a guarnico'da scu-
copia, pela commisso, que nomeei para enan- a Lindoua, como V. S. declara em seu citado
nar o estado das puntes do Becife e Boa-vista. \ oflicio
Olficiou-se sobre o raesmo assumpto cmara mu- i '______________________^_________
nicipal desla cidade.
Dito ao inspector da thesouraria de fazenda.
-V vista dos officios do director do arsenal de
guerra, datados de 4 o 27 de outubro e 7 do cor-
rento, o constantes das copias juntas de ns. la
4, mande V. S. iudemnisar o cofre da thesoura-i
ra provincial da quantia de 851:500 ris, era que!
importara 259 armas do corpo do polica, que se i
mandaran! carregar ao almoxarife do dito arse-
nal, sflm de sorc-ra concertadas e destribuidas aos
corpo;- da guarda nacional, devendo aquella
da jusliga, e nao pela do interesse.
Querem quo se manifest a opinio. dos po-
ros ? Seja : mas trabalhera porque era vez da
opinio dos povos nao veuha a maaifeslar-se a
opinio das faeces.
A justica s'uperior vontade dos homens,
quer sejara soberanos quer subditos. Quando
surge a contanda entre subditos e soberanas po-
de haver injustica de arabos os lados, e en to ou
a diplomacia hade ser juiz imparcial, c arbitro
entre os conteudores, ou ser novo elemento de
guerra. Neslo ultimo caso niellior que nao in-
tervenha directa nem indirectamente nas lulas
civis.
rei.ouhccimento.
O proceder da Sardenha para com os Ktane-
/ s produzio, alera disto, o efeilo mais aotavel
nas populacoes que aspirara pela annexa<;Jo.
Peta nova venlura, pela nova liberdade do qu.
gozara Milo, Bresci^ Paria, as" cid ai es da
lia central, que lera s. rtito lauto. Faria. BoF
nha, Florenra e Modena raedera ou pautara suas
vantagens futuras.
l! esla urna razo para o enverno sardo redo-
brar de esforros, o quanlo mais elle tomar seu
povos l'eli/.cs, tanto mais i Jtalia propender pa-
ra esse governo ; quanto matar for a somma de
liberdade outorgada
- -----------------n--a esses povos, mus um
se o juiz smenle decide pelas atlegacoes de josos [ara, que qiierero imita-tos.
urna das partes, ser ura mo juiz. A questo
dos principados italianos nao carece de ser estu-;
dada nas manifestaces dessesestudos, onde nao
ha plena liberdade ; pode e deve-o ser nos to-
los anteriores e posteriores, que bastara para sel
reconhecer a justica.
Libcidade e ordem, ordem e liberdade, sem-
pre e e.n todas as paites, repelimo-lo, sao o s-
grodo da anmxaro; e por esla rhegar-se-ha
unilicaco, e logo propria unidade da Italia.
Argumenia-se com as volares a que se pro-
ceden ; resta porem saber se "o sufragio nao foi
viciado.
Porque se conservaram os povos daquellcs
estados sob o poder de seus soberanos, eraquan-
tit no t-rif rilo........ u:.... _s. ... _:__>. ___i __ i
EXTERIOR.
A pa-/. il Europa.
I.
assigoada a paz de Zuricli, segundo nos
Onde virdes a caridade, a humildade, o aper-
feicoamento moral e material, ahi est o pro-
gresso : onde virdes a injustica, a lyrannia, a
vaidade.o orgulho, o interesse srdido! aoppres-
so do direilo, a descrenca, o odio Igreja Ca-
tiiolira, ahi est a revolucao.
Kcvoluro e progresso nao sao o raesmo ; por
mais que vos gritara o contrario. O maior adver*
sario do progresso a revolucao. '
Temos pois una paz era Zurich Ser a paz do
inundo ? Ser a da Europa '? J respondemos e
repetimos que nao.
Nao pode ser, porque as questes de direilo o
justira nao tarara resolvidas, porque aos que do-
to os revolucionarios nao se virara sustentado.-
por um exercito estrangeiro de quarenta mil ho-
mens !
As votaeos contra os duques foram unani-
mis ; isso mesmo prova que nao sao a manifes-
taro do voto do paiz. Ura oslado onde toda a
popularn desadora o soberano, nao pode subsis-
tir em pa/.. Mas de/ anuos esses oslados estive-
rain pacficos, al que a forra eslrangeira deu
animo a ingovernaveis
Se pois querem ou vir o sufragio dos povos, re-
ponliam as cousas no antigo oslado, ou pelo mo-
nos lirem aos que esto no poder, a grande in-
fluencia que por esse meie everrem.
. Tudo quanlo nao for islo, pode
ma do surTragta popular, mas nao
gio.
Ha na Europa mais de un povo, a quera iru-
puzeram soberanos pela forca : nem o sulTragio
era a tai os ehmara ao thrduo; e todava a pre-
potencia assentou-os nelle.
Se vai reunir-se ura congresso destinado a
emendar esses erros, a fazer que se respeitem
imprensa peridica. Ser a paz do mun- tira o a justira pedo que reparo o dan
Foi
diz
do 1 Ser sequer a da Europa ? Nem urna
outra.
I.', monde marche escroveu ha ornos urna ha-
lara auxilio revolucao, faltou agora a coragera | os direitos dos povos o os dos reis, bem rindo se-
para rest.tuirem ao direilo, a forja que lhe ron- ja elle. Lerem-se alli
uar;ua. t0 nao forun
Nao pode haver paz, senao onde impera a jas-
mo, quera
o causou.
Nao valera (breas humanas contra a forra das
verdades tiernas. Urna espada pode cortar mui-
Veieza pprnnfp a Kupopa.
lia homens que, ainda dj'pois de morios, -"
a dele/a e aproteccao do paiz em que nasceum.
Sua voz levanta-se do sepulcro para pleitear a
causa da patria ; falla quando as oulras B
era silencio r repercute com a autoridad^
liga-se ao tmulo.
tilas deram a propria vida pola causa que di -
leiidiaui; quem pois poder contestar a declara-
o desses testetnunhos. ou para servir-nos d
lingiagera do chrislianismo, desses martyre*?
Essa declaraco tai sellada com o seu sangm.
irradia entre es seus despojos; oblilera-l.i
impossivel; e anda que destruissam o que bou-
ressera elles escripto, o seu nome somonte fal-
lara bstanle alto para poupar historia ou'1
qualquer leslcmuono.
Nesie caso acha-sc o nome de Manta.
\ corageni deste grande hornera, sua indoma-
vii paciencia lounida um inerseveranca inven
""v',"".B ,pff 1S" c.ive1.-scus Pleitos, que apenas distarara da
e esse sulira- |saco por um instante passageiro, seus soflri-
n.enlo-, sua morir, e emlira os servir-, mptes-
criptiveis que preslou i Italia, pronunciando'
verbo da unlcaco, e associaiilo-se ao nomedr
Victor F.mmonucl, san os penhores que deixou a
\ cueza.
Quaudo nos dizera que e-la cidade nao sbflrau
o nem soffre -ob o jugo da Austria ; quaudo nos
asseveram que ella nao
/
tem coragoni, que aa i
m-se all as questes, que euiquau- sabe sacudir es>e jugo, nos invocamos O martyrio
decidida-, permanecern reino ele- de Manir,.
ment de guerra ; sejara ouVidos ledos ; nao se A cidade que produz corajes laea, a naciona-
repute justo o tacto contra o direilo ; mas do-se lidade que d&comoum fructo naturalsemelhaa-
forca ao direito contra o fado injusto e oppressi- les derolamentos, nao poden) ser nem umacida
vo, contra o que lizeram os grandes em ; i juizo de c'neui urna nacionalid le norias ; porque.
do- menor'!. Esse tribunal ser enta- urna quandpVeocza. sublevava-sc ccnlrs a [utfi
MUTILADO
^\
/
lltBSl


(2)
DIARIO DE PKRNAMBUCO. TERQ4 FEI1U G DE DEZEMBRO DE 1859.
liando susicniava cemita os Austracos esse]
cerco memoravel que, na parase do conde de
Eiquelraont, custou-lncs no cmbale o pelas do-
nras mus de lana mil honteus, quando fjual-
uicntc para o'iiservaoo de sua liberdade, nao
recuava diante de nenlium sacrificio, nao havia
Miio un Manin na cidade dos Doges.
Todos os Venecianos bobio inspiraejo no es-
pirito c na firme/a do seu dictador ; todos juo-
i .10 vencer ou ntoirer; e foi preciso primeiro
que a ultima esperanca lhes fosso arraneada vin-
i o veres, para que ellos se decidissem a repu-
lar-eepor vencidos, por abandonados de lodo o
mundo, e a sofTrer por fin a [alalidade q ie os
orMva u lancar nos grilhoes.
Olanlas cousas nao loria dito' Europa, as
i ucunstancias presentes, esse grande defensor de
Veneza 1
Que eloquentes discursos, que habois arra-
/oados!
Quantas tentativas, quanlos passos nao dara
eile 1
Ve-lo-hianios ao mesnio lempo cm todas as
parles obrando, fallando, eacrovendo, combinan-
lo relacoes, emillindo ideas fecundas, fazeudn
conheccr-sc a rerdade, procurando e deparando
com soldados e |chefes, nultiplicahdo-se, exci-
tando una e refreinndo oulros. Kqucm sabe si,
imitando Hodene, Toscana ou Milo, nao poderia
latees Veneza por si mosma sacudir o jugo que
a ojiprimel
Mas o eco dispoz diversamente.
Kejnae, poslo que reunida coiifedcraciio ita-
liana, fica perlencendo com Inflo Austria ; e
Manin nao existe maisl para fj/.er rebenlurdes
i a siluacao una completa libertarn!
Seus amigos, amigos como ha poneos no mun-
do ; amigos a quem nenhum sarrifirio delein,
o eujo neto nao ha desespero que arrefee ; ami-
gos que ao culto de ludo que nebro e elevado
ajumara ainda aquello das recordacocs ; amigos
finalmente que sao ao mesmo lempo dufensores
dedicados de Veneza, tena procurado rosuscilar
ajuelle que nao existo mais.
Debaxo da denominarn doVanesa perante
: Europahoo exposio aos ollios da opiniao pu-
blica as queixas de Veneza truirsiuldas por
corasetn, o ospirtio do ordem, j. grandeza 'al- interior do casteilo dis Tulnenas, os quarios ua
na dos Vene-zianos. 1 soberana san dignos das rail e urna noitos, seu
Kilos achariam ainda onlre si Manin, sendo camarina tem por modelo urna das cmaras do
sempre dignos de ser livres' i Alhambra, aquella lalvez onde a bella Zoroida
osporava o altivo Abera Hiniet. Seu pequeuo
A LIGA ITALIANA. i salan lera oito quadros ondo eslo colocados os
Subsistirn ou nao os ducados sob o latogo dos | retractos das oito damas mais favorecidas de anas
seus amigos Srs. a quem ellos detestan), a quem boas:gracasL Cita o as condeces do Morning.de Wa-
repothJni com toda a energa de que sao suscep-
Uvois?
urna vergonha que no tempo em que vive-
mos, seja aventada semelhanlo questfio, o prin-
cipalmente que consltua ella o objecto de um
problema !
[Im povo nao c um rebanho, urna individua-
lidade collecliva, um homcm mltiplo, a quem
Dos marcou com o seu sello, e cuja liberdade
deve ser respeitada.
PoJemos em rigor comprehonder, que um povo
que se abandona, que nao demonstra virilidad
seja coiidcmnado ser liavido e tratado como
menino, e que se. Ilie de nudadeias o um aio.
Mas quando cs.se povo, pelo contraro, manifesta
leuski, de Persiguy, e a ditquezade Maakoff.
Sobre o immonso ospaco quo abrem os demo-
lidores, continua-se o aformoseamento do Paris :
boulevards bordados de palacios se abrem pa'ra
todos os lados, jardins e tontes se elevam como
por encanto o meio dos mais activos trabalhos.
Prepara-se unta nova sala na grande opera; esto
tlieatro ter gigantescas proporees. No exte-
rior um guadrilalero monumental com qualro
fachadas, no interior urna sala enorme, que as
melhoros condicoes da acstico reunir o malor
eommodo, e o maior luxo de de sala que offuscar o Scala do Milo, e S. Carlos
do aples.
As reparaces eslendem-se a alguns de nos-
No uicio uosia conversadoanuunciain-uo. Ao i todos os pretorios fechados, os qualro que pare-
aspecto de Mascovlo a senhora Clavarot, ha pou- cam nao se entreabrir so nao com przar.lulavaru
co lo calma, se seule ura pouco perturbada, o j a ver quem vorteria mais tedio, o o mesmo tri-
este Ihe segredou ao ouvdo urna ordem, a quo bunal de Assisqs nao aprsenla genio criraes vul-
ella parecen acquiescer. E que Valentina a i gares c sem o menor interesse.
primeira victima de nosso avcnlureiro, que lia | A 3 de novembro a magistratura completa se
sete annos sua mi consegua para olla a m.io jacha va de toga, reunida para a missa do Espirito
de Clavarot, sem revelar-lhe o segredo do pas- Santo, na capella Santa, una das mais puras ma-
sado, e que poderia ter cnlerceptado urna carta
que a rapariga ingenuamente dirigi a seu fulu-
ravilhas que nos legou a dade meJia, relicario edi-
ficado por S. Luiz com os vestigios sagrados que
a cuja ex-i trouxc di lena Sania, piedoso saucluario onde a
sua vonlade livrenu-nlo, quando proclama que sos antigos thcalros, quo vo ronascer com ura
ro marido que talvoz ignore a falta
piacao ella consagrou sua vida
Ronceray sejgabou de poder apresenlar o am- 'judiciario.
bicioso millionario nao ao ministro mesmo, mas
a seu sobriuho o conde de Ersac, que pronielleu
dar-llie audiencia om casa de sua amante. Ron-
ceray adiaulou-se a hora indicada para ludo
preparar, mas o Sr. conde nao comparece, o Cla-
varot esto a chegar, que embaraco I Mascavllo
prope enlo a um joven daiidy que nao conhc-1 excepcao adiadas para a outra
ce seno sob um nomo do guerra, e que ueste S amanha comecarao os ir
momento se acha em casa da bolla cortejando-!
a do rcpresenlardo sobnho ofiicial; nosso sol- j
cilador sobrovem e se acha em face do seu ilho. I Be urna carta escripia de Bru
Nao creio que o n a, hi. A Ingla-
terra, a Bussta e a Prusa, ligadas lalvez ji por
algura tratado especial e secreto, observara at-
tenlaraoiile a polilira da Pranca e uo Muri
de conlraria-la effirazmeale en occasiao mais
opportuna. U que entre ellas pasas a na*
respeito tambera um mysiero, que o futuro
mostrar, quando mostrar o que se pasto* em
Villa-Fianca, onde ja consta que Francisco Jos
se comproinelteu a nao ssoppor nunca a dym-
i uastia napolionica. A qucslo quanlo a ni;m c s
, lautos soclos se inaugura cm igual poca o armo j0 lempo : mas o seu desenlace me parece Uo
'"Si!!- ,. inallive!, como sao certas as calamidades, que
uepoisda coremonta religiosa, os discursos of-'
ficiaes dcsponlaram os cchos adormecidos no tri-
hio do posar sobre a Italia al enlio.
bunal de Cassacao, no tribunal imperial, c no tri-
bunal civil, mas ludo icou nisso. Na primeira
semana cada audiencia foi levantada depois da
chamada das causis, todas as quaes forura sem
semana.
abalhos.
G. 3f.
tem a idado da razo, que osla no gozo de todas esplendor que jamis conhocerara ; entre oulros j Bepois desta mystifcacau lao fatalnicnlc termi- passado, extractamos o seguidle :
.ellas em 3 do
assuas faculdades, que quer viver desta e nao
daquella mancira, a pretencXo de impor-sc-lhe
um senhor que elle aborrece, de dar-se-lhc urna
existencia que lite 6 antipalhica, cousaque nao
pojemos comprehonder.
B comprohendemo-lo menos ainda om face do
espectculo grandioso, que ora nos oferecem as
populacocs da Italia Cendal.
Era tempo algum houve povo, que procedesse
com mais calma o mais dignidade na conquista ra em barreira, a muito tempo a cidade ranh.i
da piopria independencia. ARomauiaoos l)u- vai duplicar-se no primeiro de Janeiro de 18o,
cadosmTb pro vado a sua virilidide, como o pm> I om consoquencin da medida decretada lia um
losopho autigo o razia relativamente ao mov-j anno. E esta grave medida, que produz impor-
inenlo ;folles marcharam sem hesilaco.'sem fia-1 tanls modiiieaces, vai revolucionar rauitos cos-
que/a, para o lim que pretendiera altingir : nc-. tumos.
n lu ra a dosordem, nenhuma perturbacSo sci As comarcas prximamente anuoxad.is linham
quer j consol vado suas physionomiaspurtieulares.e seus
A vonlade do um povo manifeslou-se como a diversos aspectos; Possy, a residencia aristcrata
do um s homcm. por excellencia, Batignolles, o rofusio das exis-
o circo o o ihealro lyrico. nada, o aventuroro vera todos os seus projectos
Esta transforraaco da grande capital nao para : destruidos se elle nao livesse sua entrevista com
nos seus limites de hoje, vai at os do ainanha, | Valentina. Ellellie disse : necessario que cu
e o seu prximo engrandecimento actualmen-j espoze Gabriela, e vos deveis oblcr-me o con-
t urna das preocupaces de Paris ; esta vellu sentimento de vosso uiarJo esta unio, senao
cidade, em um momento rejuvenecido, tem es-; cu digo ludo A pobre raulher recusa, mas Mas-
calado os muros, que o lempo torna muito cir- j covillo nao desespera ainda, nao ere nesta re-
cumscriptos, que franqueando sempre do mu-, cusa, proseguc sua-obra, e se aprsenla auda-
ralha em murallia. de fosso cm fosso, de barre- ciosamentc om casa de Clavarot : um velho ami-
go da familia, cujo ilho deve esposar Gabriela,
se eucarregou de ahi lova-lo, e para islo lhc
aprsenla um papel provando que Ronceray ti-
rou vinle mil francos a urna caixa que Ihefra
confiada. Ante esla prova de vclhacaria Masco-
vlo onUo se prepara parada I
Ronceray tira tranquillamcnte de sua pasta
urna carta, que prova felizmente que estes vintc
mil francos forara emprestados ao filho do seu
As populacoes ologoram seus roprcsonlantes, e
estes declararam altamente face da Europa, quo
qucriain viver urna vida nacional, lomando a
Manin lodos os governos civilisalos; os votos i medida ilo unir, por um la<;o commuin, porum
de Vene/a Iradu/.idos por elle om despachos lo I
elaros quanlo eloquentes. enderecados ao inlel- ]
ligente enviado da adrninislraro veueziana, M. i
l'asini ; as aspirarnos; as resistencias ; os gri-
tos desesperados d'um povo quo agonisa, ultima
pagina da historia de Venca poctisada por Ma- ;
nin.
Ellos tamben aprcacntsm eonjunctamente as
rospostas o oscompromissosdos governos
Nao temos lido aiuda co isa mais decisiva, nao
" temos por corlo ; e quanlo mais lomos o role- |
mos o que encerra esso pequea volunte, tanto ,
mais ichamos razio para exclamar;
Nao, Venca nao onvorgonhar ao lado da I
Italia libertada.
Importa que insliluiQoes particularescorapen-1
sem o que ella nao receben ou gozoii. Como
Manin e com elle diligimo-nos iodos, Fian- !
a, Inglaterra, e a cvilisaco inlei.a. Com ello,
pensamento uniformo, os povos novameiilo
omancipados, entre os quaes oslabeleceram una
liga defensiva por moio da fuo das torcas ros-
peciivas contra o inimigo commom.
Qualqucrqiio soja porm a decisao da Europa,
ha nislo um faci portentoso, que impu respeilo
i idos
Essospovos Ozcram mais ora alguns dtas polo
iriumpho da nacionalidade italiano, do quo o te-
iiim feito vinle balalhas.
Ha ilguusjdias, diziamos-lhes quo antes de ludo
fossom Italianos; hoje porm um outro consc-
Iho dar-lhes-hcraos.
Unistes-vos, unnimemente, declarastes que
nao linheis nada mais de commum com os V0SS0S
snligos senhores; mas o quo docorrer d'ahi ?
O Pmonte lera taculdade lo adherir aos votos
de attnexaco que haris formado? Ninguem
presentemente pode prever o resultado das in-
ccllaiias ; todava podemos afllrraar, que a cuor-
gia calma do vossa alliludo c do vossas resolu-
cocs ha frustrado niuilas precisos e nao pou-
ecordamos as pessoas Je nossa opiniao o que Irigas, quo se ombatem nos mvstoriis das cha-
adle escrevia om 1818. O povo vouc/iano, di-
/ ia elle ento ao ministro dos negocios cslran-
geiros da repblica, invoca o soccorro do livre
povo da Franca ; o povo veneziauo, polo orgo eos clculos.
de seu governo. solicita que as promossas gene-i Nao vos limitis a persistir nosla va, passai
rosas da repblica francesa, solemnemente pro- adianto, multiplica! as provas do vosso poder,
clamadas na asseiubl.i dos respectivos represen- ; do espirito nacional, do espirito de unio que vos
amos, sojam postas em execucAo. aoiream.
Com Manin e seus collegAS do governo provi- Nao sois mais Romanhdcs, Modenezes,"Parme-
s nio de Veneza, dirigimu-nos ao presidente quo i saos ou Toscanos ; vos sois a Italia Central : a
onverleu-se em imperador dos Francezes, a liga quo formasles. urna liga italiana. Mas islo
uem escrevia ello, por occasiao na leicao pro- nao ainda bstanlo quanto mais vos aproxi-
Mdoncial de dezombro Je 18 i8, a seusibilisanle fi niardes, lano mais dar-sc-ho entre vos pontos
bera tracada carta, que segu ; do contacto, e tanto mais seris fortes. Esperai
') gocmo provisorio de Vvntzaoo eidado pre- muito da Europa, porrr esperai mais anda de
sitente da repblica francesa.
> Veneza 29 de dc.embro de 1818. |que haremos gauh com os nossos esforcos.
i Cidado presidente I O livresuffiagio do po-1 llobuslecei-vos por meio dos vossos proprios
vofrancez elevamlo-vos ao primeiro lugar da re-1 recursos, dando vossa liga ura carcter mais
publica, attrahccni torno de vos as folicitaces poderoso, maiseffieaz ainda do que esse de que
leucias aposentadas, e o primeiro pouso da es-
trada de Bruxetlas, Honlmarlre, residencia dos
pequeos rondeiros e dos empregados do com-
mercio, Rellerille, pequea cidade onde as ofli-
cinas o as forjas lera reunido urna populaeo
industriosa, Moiitrouge, VaugirarJ, Grenelle, n-
requecidas polos empregados dos ministerios o
das grandes adrainistracoes, vo conl'undir-se na
unidado municipal.
Muitos dos seus habitantes vo aproximar-so
do centro do suas oceupacoes o dos seus praso-
res, deixendo a anuexaco som corapensaco al-
guien no tusante economa o sacrificio que ti-
nham feito se afaslando desle. E ser um es-
peciaculo curioso as corremos da populacio no
meio desta metamorphose goral da grande* cida-
de, que com sso lomar aspectos uovos.
A estacao se inaugurou no the.Kra italiano
INTERIOR.
interluctor, que os hacia perdido aojogo e que
sem esle obsequioso empreslimo a 100 por cen-
to, graca sua pericia, se loria quebrado a ca-
beca. O velho batido, para c vai prevenir Cla-
varot, que renuncio a sua questao; Mascovllo
pea iriumphante, est cora o seu homcm, o des-
lumhra, o olfusca, vai mesmo obter salisfaccdcs
porque annuncia quo seis linhasdo ministro bem
depressa atlestarao sua honradez injustamente
desconhecida. A carta da excellencia cliega com
elfciio, e Clavarot lisongeado em seu orgulho
convoca toda a familia a ouvir a lotura Novo
Convocara a dissipar-se, mesmo no meu espi-
rito apprehensivo, os necios de urna prxima
guerra na Europa.
As conferencias do Zuen produ/.irant pouco,
como ou osporava, limitando-se ao Iraclado de
paz entre as potencias bclligeranlcs, a cessao da
l.onibardia ao Piemoule, e a parlo da divida aus-
traca, que ella acarrla a esto reino.
Todas as grandes questoes, resultantes do con-
venio de Viilafranca, forara reservadas para o
congresso das poleucbs, que ntorvieram nos tra-
tados de 1813, cuja aniquillai o a Franca pro-
movou assim, por considera-los falaes e desairo
sos para ella.
Nao resultara dahi grande mal, so os plenipo-
tenciarios do Zurich nao livessem querido pautar
logo o procedimento do tuluio congresso euro-
peu, iropondo-lhe formalmente as bases conven-
cionadas om Viilafranca, enlre os dous impera-
dores.
A Inglaterra considera esla imposico offensi-
va da dignidade das potencias convidadas para o
congresso, c com razio, porque sua trela nao
passar enlo da simples exocuco da vonl ido
I dos imperadores bettigcranlcs, to" soberanos co-
mo ossas mesillas potencias, C que do mais a
. mais eonsagraram principios, que ella lera cons-
taotemente ropelldo em sua poltica externa.
Apezar disto, acredita-se geral mente quo, gra
, cas a omnipotencia actual de Luiz Mapolean, o
congresso tora lugar aqui ou om Paris, no me/.
atorra ne-
cout a repetico do=ll Guraraento do Morcadan- moios, intima com a vista a Sra. Clavarot do fal-
te, cora verdadeiro successo no thealro da ope-
ra cmica com a do Perdao de Plormel, no
Ihoatro lyrico cora o Casamento de Fgaro. Na-
da mais ha quo dizer de Meyerbcor, ou do Mo- \ rando por
zart. director desle ultimo Ihoatro prepara
a rcapparicao do um oulro velho maestro, are-
presenlaoo das obras primas de Gluck.
As bellezas eternamento novas do ludo islo
taz impaciento a espeelativa das verdadoiras no-
vidades promellidas para osle invern a nossas
secnas rausicaes.
Os dramas e as comedias nos tem j dado as
primoiras roprasonlaces;
monto de Cozar Girard
re Moscavillo, no Vaudev
cao. Comoceraos pelo Odeon : Cezar Giranlot
nos nllntos anuos do sua velhco moldiz sua iui-
raonsa fortuna, que Ihe fez sofTrer a falsa arrasa-
do d'aquelles que ambicionavam a sua heranca,
o o privou da convivencia syrapathica daqnetfcs
realmente senao o | dos seus quo queriant evitar at as apparoncias
de urna insinuaeo. Elle fallece para dispor do
seus 1: itK),O'J f. que rosolvou nao dividir, fe/
ura testamento, onde passou cm revista seus so-
brinhos. Isidoro Girardot lera a alma raesqui-
contratempo para Mascovlo.
O ministro oscroveaoSr. Clavarot que noco-!do dezembro, mesmo "no caso d.i Iu
nhecc o homcm em qoestao senao polo quo lhc I gi1r-sc a coneorrer para ello,
disse seu sobrinho, que o nao conhocendo. nao i -Y carta escripia ltimamente pelo imperador
o podoria recoinmcndar a nenhum respeito! ^os Franrozes a el-rc Vctor tmmanuel, nio
Mascovllo diz quede Ersac uulz nrozar-ihe' deixa a menor duvida a osle respeito.
A Italia ticar, porlanto, como lhc disse no
principio da ollima guern, do peior cndilo
que de Ersac quiz progar-lho
uraa peca, o como deve laucar mao dos ltimos
dos estados europeos. Veneza, cucada por exer- a liaveis revestido, e-igualmente estabelecendo nha, aborta ao rancr, seria um mo rico ; Cc-
i-itos inimigosque lho conlesia at a vi la de-suas! uslituieoes communs todos vos. Decid, por '
lar por olio, mas Gabriela que sorprenden o do- ''\- d'ant.-s, nao obstante a solemne promessa
loroso segredo do sua madrasta, diz que ama ao e'ta l'or L>uLe Napoleo, de ser libertada desda w
Sr. do Ronceray, que o quer para esposo, p.^q-P al o Adritico. A Roma, Undena, Parma,
rando por osle sacrificio salvar Valentina da|e a Toscana, quo, fiados nessa promessa levan-
vegonha de urna revelacao plena. Parece que taram-se contra o papa, c os duques, para mo-
tudo so acaba bom, mas os que um velhaco da ""ir servirem a causa italiana, do que elle se
tempera de Mascovlo, doscobre por moio Oo um I constituio paladino, lornaram para o poder dos
Mnete ao millonario a entrevista que seu futuro respectivos soberanos, embora su!) os auspicios
genro leve nosse mesmo dia. le eonstituicocs outorgadas e aceitas a contra
Clavarot, indignado pergunta qual a mulher,; Su!''l' li''-' as as puntas das b lyonctas france-
o velhaco sera perturbar-se diz : ah meu Dos,! l,s< as-quaes lero provavelmente a sorto dos
nada mais simples, raadcraoisolle, ia tecer urna' i lI"e P01" motivos scmellianlos ol-roi i). Fernn
ces; no Odeon, o Testa- fbula maisou menos engeiihosa, quando Valen- d deu a Nepolos om 1818, ou .co monos nunca
dot. no Gymnasio, o Notto tina se lanca nos bracos do seu marido, c altaros i serao cxeculados de boa f.
udevlle as Dvlas de cora- de suas lagrimas doscobre-lho o segredo quo tan- Er" lodo isto nao 6 tanto para lastimar a aloi-
to lempo a oppriraia. Eu j o sabia, rosponds vosia, do quo fo.ram victimas aquellos poros ge-
Clavarol, pois que tu mo havias escripto. Mas norosos, como o estabelccimento de om dircilo
quo! esto ntiseravel c Mascovlo definitiva- M0V0 ilira Ja Franca, cojo imperador filho do
monte expulso. O desfecho de grande oll'oilo e Vol universal) segundo o qual as nacoes, ao rae-
juslitica o successo que leve o autor, escriptor "os ua "alia, sao obligadas a rrceber os princi-
ospirilunso que possuc o segredo da origiuali- P?3- T"J Ihe forem impostos polos cstrangoiros,
lagrimas, envia-vos lambem as suas. Ella se vos
.aprsenla no esplendor de sua nobro miseria, de
sacrificios estupendos que faz por sua indepen-
dencia, e, a este Ululo, julga quo sua voz uo
ser-vos-ha adiHerente.
Como interprete do seus senliinontos e de
-cus votos, e igualmente como representadlo do
ea governo, olla vos envia o cidado Valentino
l'asini; o qual dir-vos-ha o como oslamos ani-
mados a resistencia polas promossas generosas
da Franca, relativas a completa liberlacao da
tlalia ; e o como a nossa f em obto-lo augmen-
'a-se polas mesnias recordaces que so ligo
vosso nomo, o pela gloria nova do que queris
torca-lo.
< Dignavos, cidado presiden le, do acolhcr
"(U beuevi/leiica o enviado de Veneza,
Nos estamos persuadidos do quo vos, anti-
go soldado da liberdade italiana, fustes predesti-
nado p%la Providencia para roconslruir a naeio-
n^lidadeda grande pulriados Napoleondas.
< Aceta, cidado presidente, as exprosses do
nossa alia considei'3co,
Manin, Craziani, Cacadalisi>
Com Manin, com seus amigos, tomamos anda
i teslemiinho de lorJ Paluurslon, quo, pioplie-
ta enlre lodos osprophelas, responda o seguin-
te.
< Mudancas imporiautos proparam-se na Fran-
ca, a eloieo que vai ter lugar no mez prximo
luluro, pode trazer oulros homens ao goveino, e
un oulros homens una outra poltica.
< Principios de poltica tradicional, implican-
no com urna aeco mais enrgica interior, po-
doriam lornar-so a norma da conduela do novo
governo frunce/. ; o sentimento popular nesse
paiz, favoravel DO presento momento a paz, pn-
der-se-ha fcilmente modificar om um sentido
Uiametralmente opposlo.
A gloria, porque a Franca o considerara
assim, de libertar toda a Uala al aos Alpe*
tJo jugo dos Austracos compensara aos olltos do
povo (ranee/, muitos sacrificios e grandes esfor-
cos.
.< A occasiao para dar-so a nter veneno fron-
oxomplo, que o cdigo civil soja simultneamen-
te applicado aos qual.io oslados, e fazeilogoeffoc-
liviessa applicaco : elle o resumo da con-
quista d muitos seculos, apropnai-vos pois doli,
leles o dircilo, ou, para mollear dizer, o devor
de faze-lo. O poder clerical um obstculo ao
vosso desonvolvmenlo, o cdigo civil redu-
zi-lo-ha juilas proporces.
Quanlos phaatasmas so nao desvaneccaro
oslo cloran !
Mas nao paris, de mais longo,adoptando una
consliluicao qualqner, o estatuto piomonlez ou
qualquer outro, convorlonda-o om vossa caria
commum. Uni-vos. era urna palacra, o mais
que fr possivel, o desigual combinadamente um
poder qualquer, um poder provisorio, nina re-
gencia, s o quizerdos, quo reprsenlo vosso in-
Icressc collectivo c seja encarregsda de velar na
t\.\ e:;ecuco do T0SS0 pacto federal.
A obra da diplomacia lenta.
E vede que os diplmalas reunidos em Zurich
u i c negara ra ainda a um accordo ; o pois apro-
\eilii o tempo, tratando de orgpnisar-vos :
quanlo mais unidos esliveidos. mais demons-
trarois ririlidade, o vossos inimigos licaro con-
fundidos.
Tal oconselho que dosejaramos poder dar
essas generosas o inleressantcs populacoes da
Italia Central.
Possara ellas ouvir nossa vaz do amigo, e cora-
prehender a sinceridade da affeico que nos ins-
pirara !
Possara ellas obrar de concert urnas com as
unirs, o conseguir a victoria decisiva que tem
em vista, e que nos lambem com ellas visamos !
A circunstancia gravo Te lifficil.
Nos assislimos s ultimas peripecias da hita
enlre os dous principios, que ha Iros quartos de
seculo, disputara enlre si o imperio do mundo. O
Iriumpho nao interessa somonte Italia, inters-
sa a todos os povos da Europa.
O que pretenden) esses soberanos, maisou me-
nos exautorados, que vem mendigar do corte om
corlo a respectiva restauracao sobro Mirnos, de
que a dosaffeico popular os iorribou ? Prelon-
dado, quo promelle sor om pouco lempa um das
mcslres do theatro conlcmporanoo. Sade s
con na Italiajno deraorar-se-hia por muito tem- dt.;i) que previeca urna s^rte de dircilo divino
}10.' 10s_Loml'ar,dos npre-ar-so-hiam a fornecer- | e de direito mouarchico sobre o dircilo impros-
no. Os Lombardos apressar-so-ham a fornecer-
Ih'a, logo que Ovessom certeza de quo o gover-
no o o povo francez eslavam disposlos a corres-
pondor-lhcs ao appello.
iriaco, tal qual ao imperio possivel desliuar
urna guerra na Italia, podosse resistir um nu-
meroso e ralele exercilo francez, ajudado e
sustentado polo lovantamenlo geral dos Italianos.
Neste caso, probabilissrao que a Austria tc-
liade perder absolutamente lodos as suaspos-
cossoes italianas al os Alpes.
'i Esle conflicto poderia, na verJade, fa/.ernas-
cer urna guerra mais geral, collocando-se ou-
lros potencias ao lado da Austria. Mas o
no austraco estar perfeilumenlo
criplivcl dos povos ; & osles pois cumpre de-
monstrar, quo acham-se unidos para rcalisagao
do sua independencia, obrando nao como meni-
nos rixosos e colricos, ma* como homens cal-
mos c compenetrados do proprio direito.
As populacoes de Parma. Modeua, Toscana e
Romana, tem procedido admiiavelmente ; fizo-
'. rara suas provas, mas nos solicitamos-lhos hoje
i nao mais negac5es, porm actos allirmalivos.
Oueremos que ollas se imam para a gerencia
- seus proprios nleressos, como se unirampara
a defeza de seus direitos ; que ellas se consti-
lluam e adminislrem-sc melhor do que o forara
gover- Sob o poder do seus amigospossuidores ; quccllas
corlo do ""
a mesma syrapathia da Allomanha o acomp
lo que : adopten unta carta qualquer, que consagn
aullara | prin.ipio a sua existencia, a sua aulorio
o como
mia, a
na protestar altamente contra a Austria u urna
-omelhaute lula ?
Com Manin e seus amigos, nos recordamos
Europa o que quera Veneza :
O estado mais ntiseravel, diziam ellos, cora
l.into que nao seja a Austria, com tanto quo
seja a nacionalidade o a independencia.
Com Manin e seus amigos, emlim, convidamos
a todos os povos civilisados a racdiUrcm ueste
tostemunho que o povo inglez, na pessoa dos
oscriplores do son principal orgo da opiniao
publica, da va a Veneza ;
A nica parle da Europa, onde a revoluco
nao levou cheque ou nao foi decididamenlo ba-
lida, foi sem duvida era Veneza, a repblica de
S. Marcos. Nesta parlo o governo revoluciona-
rio manteve-se som commolter excossos ; nesta
parte soraente a energa da populaco om toda
a sua exlenso foi empregada coni successo na
defeza da respectiva indupondencia.
O procedimento dos Vcne/.ianos, sua firme-
za c sua persoveranca sao tanto mais notaveis
quanto sao elles goralraonle reputados como o
povo mais brando'da Italia : deram todas as suas
Quanto mais osla obra de emanciparn for cm-
plela, (auto mais ser avanlajada s moderaco
quo a livor inspirado ; o lauto mafs lambem a
Europa comprehender que sera um crine quo-
rer restabeleccr os soberanos exautorados, e ter
justas razes para dizer aos duques da Toscana,
de Parma e de Modena o ao Papa, que reivindi-
cara sua dominadlo na Romana : Os Roma-
nhfis, os Modene/.es, os Parmezos o os Tosca-
nos ho dado provas de prudencia ; tem-se gover-
nado sem vos melhor do que os govemaveis vos
nesnos. A Europa nao podo expor-se a novas
convulsdes para reslabelecer-vos era vossos Mir-
nos. Quando oslavcis nelios, cumpria-vos saber
sustentar-vos ; hoje que os deixastes, a culpa O
vossa !
ISicle.Wilruoio.]
CORRESPONDENCIA DO DIARIO DE PERNAM-
BCO.
PAHIS, 7 OK N0\ i:>l!HIO.
Os salos de Pars eslo todos fechados : a an-
I gloinauia lera decididamenlo metamorphoseado
jiropnedades particulares por penhor da divida nossos costumos francezes. Nao basta sacrificar
lo oslado, o tal a confianca que inspira sia toda a elegancia a una inspida imilacao da/as-
honra que, no decurso dossa crso, o papel moc- '
da da repblica era por toda a parto favoruvul-
mente recebido.
Depois da derrota do exercilo sardo, o povo
de Venezajproclaraou urna vez raois o governo
hion britnica e as suas extravagancias. Como
lestino seu filho um moco mediocre que con-
trallo dividas, o que faria mao uso da fortuna se
a possuisse : Feliz um sabio, que ignorando as
eousas pratcas dosto mundo, seria um deposita-
rio impmenlo desta riqueza, sempre expvisto
fraudo dos migrantes. Paulina sua lha bolla
o amada do tostador, porcra rica aos desenovo
anuos seria cortejada e esposada pelos seus
1:100,000 f. sem poder distinguir claramente um
amor verdadeiro e desinteressado HflfrtcncLi l
mulher de um rcio banqueiro qu a esposo o u;i-
canrente para dobrar sua fortuna com os beus
do lio, e seria inconveniente reft asar um
igual calculo. Pedro um lavrad quo sobro
12,000 f. de renda reserva todos utos 9 ; osu-
do nada carece. Emlim Luciano Joven, tem
bom coraco e grande talento, mas a fortuna
seria um obstculo ao desenvolvimento de to
ricos dotes ; necessario forenl-o a se tornar
til a si e a seu paiz. Cesar Girardot por todas
estas razos nao podendo dccidir-so a fazer urna
escolan, eucarregou seus sobrinhos de elegerem
un (tollos. O bom velho sabia que tcrrivois in-
trigas so seguiriam, e sua sombra devia vir do
cahos que creara. Mas quando neste conflicto,
brgas e as vilanias se in niifestavam o execulor
testamentario chega no lim de quinze das, por-
tador do urna conta do defunto, a qual explica
que elle dcixou a Paulina o lempo de experi-
mentar o amor desinteressado de seu primo Lu-
ciano, a quem podo dar a mo de esposa. So-
bre este loma eterno da avareza humana, MMr.
Adolpho Bellat, e Villelord, arabos principiantes,
tizeram urna comedia divertida, quo provoca o
riso, cousa rara neste seculo sisudo. Depois
desle successo, que como urna promessa de
futuro para os nossos autores, fallemos do uina
outra estrs a do Mr. Hcnriquc Meilhoc, a cuja
pena o gymnasio deveUm noto do Masco-
vllo.O verdadeiro Mascovlo, avfl doste, era
um avontureiro audaz e do, humor jovial, c no
mundo elegante a que partencia por seu nasci-
raenlo toraavam seus pecadilhos por boas tor-
cas que divertiam som porigo os senhores ca-
valloiros da ronda, e os olllciaes da justica dor
re.
As cousas mudaram de face, e como a pouco
diziamos, os amores facis o ligeiros de nossos
avs foram substituidos pelas exigencias de nos-
sa vida contempornea ; as existencias de fanta-
sas s lera ante si os verdes caminaos d.t Bo-
hemia.
A descendencia de Mascovllo precisa de mu-
la habilidade para escapar hoje a doiiominaco
lgubre e utalsoante de cavalleiro de industria.
Nosso hroe deve pois, ainda que tenha as veas
sanguo do seu av, modificar as tradicoes pa-
ternas, cdexarseu bello trajo para ivorgar a
veste negra, a triste libr da pobre humanidade,
c pois quo os lempos sao dfficeis, ello nao se
po aoservico dos amores do Leandro ou do Va-
lerio, aspira por sua conta a mo do Lucira ou
do .Mariano, e como a poca nao mais de sa-
crificios, s cura de seus proprios inteesses, e
seus moios nao sao, como outr'ora, raeros tra-
quinadas, mas fraudulentas raachinaedes.
Ronceray [Mascovllo) ilho de ima actriz :
Mariani depois do o liaver criado no luxo e lho
dado urna bella educaco, ntorrou dexando-o
com vinle annos s e sem recursos. N03 primei-
ros momentos de solamente, era que pro-
curava lular contra a fortuna adversa, eucoulrou
urna rapariga, que escutando do fundo de seu
coraco as vozes insidiosas do urna dedicac&o
immerecida, oamou. Elle sonlio logo este amor
a reduzi-lo a urna existencia abscura, pouco
conformo as suas aspracoos ; rompen framente
para entrar no canutillo das aventuras o das in-
trigas. Assim caminhou durante sele annos, c
nao contando os falsos passos quo dou, com o
auxilio do algumas relacoes superficiacs, que
contradir torca de longas manobras, conse-
guio era fin por o p quasi em toda a parto. Tom
o exterior de um Itoraera pollido, e se nao des-
creem s indagacoes, fcilmente acotherao osle
brujante persongem, que se multiplica e, 4o ra-
se inovitavel. Ao levantar do panno, o' acaso Ihe
faz encontrar um bom negociante, que depois do
adquerir una grande fortuna, se deixa possuir
do demonio da ambico, e quera dirigir-se a
um ministro para a exposico do urna demanda.
Nosso Mascovlo desejaria entrar na familia
desle millionario, osporar-lhe afilha, o entrn-
car-se era boa gente, como outr'ora Frontino
com Liselte. Elle se diz logo amigo intimo da
oslras felizes I
Passcmos s Dividas do Coraco. O princi-
po Navral/.ine esposou por ordem' do czar urna
orpha russi, bella o de grande familia, masque
elle nao araava. Feito o casamento, elle deixa
sua mulher. c vera a Franca viver com unta irt-,
trigante, mad. Gorthiani ; espera que abandona-1
da a si mesma, a prineo/.a commetteria alguna
imprudencia, algum erro, de quo ello se aprovei-i
lasso para fazer annullar o casamento. Infeliz-
mente ninguem podo sor mais virtuoso e era
passar urna vida mais irreprehensivel. A Gor-
thiani quo nolou quo M. Ilenriquo de Biergc, jo-
ven auditor do conselho do estado stia por ella
urna sympathia respeitosa, iraaginou um Itorrivol
laco.que approxima cora apparenclas aecusadoras
joven esposa de seu asiduo admirador. O xito
desta machinarlo complet, e as duas victimas ,
se achara era urna siluacao irregular, choia do rebcllado'
dores e de pongos, que os impello a urna paixu mente as
nao podendo governar-so, como cntcudcrcra mais
conveniente. O proprio papa v&-so embaracado
com a fi.d im icia feanceza, quo, como Gil Braz,
'.he acdhsclha a adopcao de reformas liberaos,
sob pc%a de entregar Os estados pontificios
anarrhia, retirando da o excrcito francez, e
no congentindo que outra uaio os venha oc-
cupar.
s. Srresiste anda julgando que son poder
temporil, lao sagrado coa; i o dogma, segundo a
Coria Romana, deve ser ess ni i dente absoluto
como o espiritual. .S"! : est anl no i tit, lem
elle dito ao ministro francez, Mr. do Grammonl,
n quem j declaran preferir as reformas acoius-
l/iadas, a un exilio voluntario ua America, eo
conseguinte abandono da cidade olena, onde lho
negara a necessaria lber,. I< .
Seja como for, o papa acabar por ceder as
circo instancias ; maiduvido muito que, assim
mesmo, reconquiste aconaii;a do sous subditos
o anda mais que faca cxccntar fiol-
rclorraas que houver do aceitar. O
illegtiraa. Mas b.:m deprossa a pouca felcidade cxcmplo de Po '. 11 nao do difncil imita i,
quo no moio de ludo sso eonsolava nossos dous' consequeticia ser urna lua constante enlre
amantes, perturbada por nina carta ; o prio-1e^' seus subditos, que o forjar a medidas
cipe Novratzine, que ignorara ludo o que se lem : Mironas, sempre falaes quem as empresa, e
passado depois do xito do sita tcrrivel machina- sobre lti lo ao papa, que 6 o chofe vsivel de
cao, forido de norte no sitio do Sltistrin, tora
remreos o quer receber de sua mulher o perdo
supremo. A princeza parte, Honriquc nao ouve !
mais [aliar dola, c dararita esta ausencia, solu- i
zido, fascinado polas gracas encantadoras de ma-
flemoisella Luciana Dampmesuilque o acaso con-
duz aos arredores da casa decampo onde Bear a i
s, a pode em casamento, vai esposa-la, vai ser
feliz ; mas o passado se levanta anle elle, a prin-
ce/.a reapparece ; o segredo do seu erro foi reve-
lado a sou marido quo a maldisse muriendo, c
e-la deshonrada, pedida, arruinada.
Delinque, dividido entro a divida de reeonhe-
cimonloque contrahio para com sua antiga aman-.
urna rcligio toda do paz o cardade.
aples j est a lricos com a guerra intes-
tina, que rebontou do novo ua Sicilia o a Italia
central ve-se invadida por emmissarios quo pro-
movem a rcslauracao dos principes. proscriptos,
sem a concurrencia de Forras cstrangeiras, sim,
masseracando a intriga e a'calumnia por toda a
parle.
Essa rcslauracao pois que parece ter sido o
principal objocto da paz de Villa-Franca, mais
difflcil depois do prouunciaracnto cm a vinda das
assemblas constantes, o di accilico por Viclor
Eramanuel, Jos EstaddS que ollas'lho oflterece-
rara, ha do costar ros do sangue, c ser sen-
anuo. Paris possuc o seu mundo de lligh Ufe.
O imperador e a iraperalriz deixaram seus
indepcndentc de seu chofo poltico ; e, durante I quarleis de esto do Saint Sauvenr, e de Biarritz
muitos mezes, Manin cotinuou a sustentar e a e 'depois das testas esplendidas quo lho forara
oxorcer o poder com um valor, que lho atlraho, dados era Bordeaux, vicram por alguns instan-
> respeito de sous proprios adversarios. No los s;iiente o Saint Cloud, d'ahi a Compiegno,
correr deste periodo, nao ttvemos e nao temos J onde so diz que se demoraran bastante lempo
aiuda noticias authenlicas do estado da praca.! assim como era Foiitainebleau. Proparam-se
Mas alguma cousa de sua antiga gloria pairi magnificas cacadas a cavallo, e as grandes sc-
ainda sobre seus palacios: Veneza achou aindi nhoras inventara deslumbrantes toiletee a esgotar
n sen seio homens capases de govemar, e um todas as fortunas : esperando estas hitas e cs-
povo sempre digno do ser livre. les assaltos de irajos, do cavallo e de caca, de
Acredtlem-nos, que os doz annos que ho pas-: rostidos chaos, e de vestidos magnficos, faz-so
ado de 1848 para c, n">o !ir?r?tn cm nada a pora este invern urna completa lra.Tformacuo
os nobres lords, passam nos castellos os Ion-1 xeellencia, e ei-lo genro djsejado~do M. Clava-
gos mezes do invern, e s por qualro mozos no | rol, tal o nonie do nosso ricaco negociante.
Gabriela e Georget, sao os filhos deste ulti-
mo, tinham perdido sua uii ha poucos anuos, e
Clavarot dora-lhos una segunda m, espetan-
do urna moca encantadora, que substituio o ari-
jo chorado do lar domestico. Valentina e sua en-
teada vajavam quanto Ronceray comecou sua
intriga, e o fascinado negociante se apressa em
assgnalar a sua mulher o precioso amigo quo
tinha conquistado.
Valentina indiuereute ao nomo de Ronceray
que lite perfeilamente dosconliecido, diz a sou
marido que antes de ir adianto necessario por
prova este hoicem de bellas relacoes e lho pe-
dir por exentplo ;ma apresentaciio ao minislro,
te, e a pulavra que deu a mais bella, a mais lio- l)re um poderoso elemento i!o discordia nos res-
nesta, a mais leal das donzellas. Combatido pelos I
devores quo Ihe impo seu amor extinelo, o a
felicidade que lho promelle urna ternura nascon-
te, so resolve a deixar ludo, Luciana e a felici-
dade, para cumprir o dever, vai a Italia esposar
a inullier que adosgraca ferio. Mas M. de Bior-
p. pa, o seguio para conjurar o complemento'
pectivos paizes, que alias se pronunciarara da-
quellc modo, confiados na misma Franja, que
agora, como em 181S, os entrega inermes ao
ressentimento de sous inimigos ; declarando a
cl-ro Vctor Emmanual, pelo orgo do seu im-
perador, quo sustentar no futuro congresso, a
todo cusi a convenco do Villa-Franca, que
desta extrema resluco, o Luciana por seu lado consagrou a rcslauracao Jos duques dccahid'os.
o desobriga da palavrii quo iraprudoutciuenle dou I Tantbem a Sardonha nao est era leito de ro-
em um momento de olvido. A princesa entio 18a?* ^m conpensscSo do donativo da Lombardia,
nao aceita mais o sacrificio que se lhc faz ; tor- I ty a sua divida augmentada com a bagatella do
na-se ura obstculo felicidade de Henrique, j* milhdes de francos, alera do 69 nilhues que
dirigo-lhe um ultimo udeus, e vai laucar-seno a ,?r;"ica cobra dola, provenientes do pclrerlios
lago de Como. Tal a peca do Mr. Augusto Ma- bellicos fornocdos para a ultima guerra. ToJu
|uet lirada do ura do sous romances ; mas todo e?,a JiviJn pcrlence hoje a Franca que Ihe im-
poo, por causa dola, sua posa la influencia, co-
mo faria qualquer crodor judcu com um deve-
do seus romances
bom xito decido a ntadomosolle Alico Bres-
sante que cstrcou do modo raas brilhante no
papel do Luciana : muito se lera fallado desta
rapariga seductora o espirituosa, que-,illia de um
actor do tlenlo, promette sor urna actriz su-
perior.
Depois deslastres obras, citaremos a nova peca tfrio 'l'"' 'olera. Para que
representada antc-honlera no Iheatro franeez 01 c'ar< DMla-lho sabor que o
COHKi;SI*<>.\Di:\C|\ DO DIARIOt
l'IHMlllll Cl.
l'VHVHIIH.
Cidade de Mamanguape, 11 de noremhro de 185!
Da bem poucos mezes tinha osla provincb
versos inissivistas para q>iasi todo* os jomae
dossa cidade e alguns para os jorna.w da cArl-
como por um encanlo, desappreceram era todos,
sendo simullaneamenlo atacados do BMsom mal
e recolliendo-se aos bastidores. Qual fosse o*
mal que fez parausar lanas pennas, eu nao pos-
so discobrir, esta tarefa compete a algum
investigador. Nestas circnmslaucias salo de meu
serio, dcixo o meu habitual reponso, lancand .
mao da penna, eis-mo rsrbiscmd* e oiW
cscriplos forera acceilos, e publicados, lendo poi
mullas mos lomado a patente de coiresponden-
le da cilebro cidadu to Mainanguape; m nA
merecer osla honra ninguem disto saber. e a
recompensa da ntiuha ousadia licar om segre-
do, o nada peroo. ValOo.
Nao faco prembulos porque os nj sei fazer,
se algum lcitor os nao dispensar dou-lhe ampia
liberdade de os fazer a seu gosto, e os rollocar
nesta pubre misara no lugar que mais Ihe con-
vier. Eis o prembulo do mirilla psiSHSSl cor-
lesponJencia, nao dos piores, mas ao raeno-4
lema vanlagom de nao set raassante.
Antes de ludo devo dizer que esta icrrinha chs-
mada Mamanguape bem noquisila, aic excep-
Iional. Quando ludos os lugares por uns insig-
nilicaulos quo sojam se .tutean para azer uun
iccep;o honrosa augusta visita SS. MV.
II., esta lorioha Ornando uma estras>nii
cepcao do regra se conserva cm rio in.liitereu-
lismo, parece-lhe ser esta visita inte amento
estranha. Tora liavido nomeaces do commls-
soesi o osla levara todo o lempo a discutir;
bellos, 0 apetitosos U.mjuisos tenho ei tido a
honra do ouvir ; sao do uma celebridade U quo
muito lem perdido o oratorio o nao sennr ello*
apanhados por tachigraphos, c publicados, aia : i
I*io fissem as gazotas das onze da naite. Poi
oa pedo a prudencia que nada mai< d
este objeclo, reservando-nepara com vagar, Ibe
ir dando noticia do ludo hera minu--osan..rale.
Esla cidade lem continuado a meihorar em sua
edijlcaco; aovos modelos de casas lem appa-
rei ido, sobresahindo s que lem jarros sol
coneja ; sobrados com honra de al.ipo, alinh-
m en los recios, curvos, oblquo,' aagu an
triangulares; calcamentM baixo, baiuhe, 'to
largo, estreilo, comprido, curio; porque quanJ
um propnctario de casa nao se sujettac j faaar
uma calcada ao nivel da de sou vismno, fac se-
r zurrar tomo um burro que uislo coiisontir. J
ha projectos de edificar casas sofero un rio qtif
passa por dentro da cidade; a idea c alo pite-
resca, pode-SS mesmo lor dentro de casa um
quarto para beos, outro para iavarem-se o-
palos, panellas, e mesmo as pamemas nimias
Para a defeza da cidade i Wimui ilaesiaiane
sos fossos, e mais uma nonio era linlu recia
transversal.
As autoridades pociacs. e judiciarias tom en-
conlraJo umitas dificuldades. no rrrnieie d^
suas funcees; pessoalraeulo ou\i-as, aaafau-
rein-so dos seus aulecessores pelo estado d->
confnsao e embaraco em que deixaram todas as
cousas.
Depositamos toda a confian.-a ao actual dele-
gado desle termo, o subdelegado desta Iragemi
de S.Pedro. Recoraraendamos, por amor j--
lica, ao socego das fiuiilias, o garanlia d.ts :
so direitos, a estas autoridades, um liseia sis
nc sobre os seus subalternos, digo autoridades
subalternas, porque repugnante que reos de po-
lica continen a estar revesUdos da autoridad-
publica. Para o bom eute-udedor stas palara
liastam.
Trabalhou neste termo o conselho dos leeadee
ora sua segunda sesso, sondo presidies
lojuiz municipal da caeiial, por aaterim-
pedido o juiz do direito. Julgaram-sc oito pr>-
cessos.
Den-se neste tormo ura facto escandal >.o
para o qual chamamos a alleuo dasaulonda-
lenles; os o tacto: Francisco Xavier e
Antonio Ruvio de tal, moradores na Baha d'
Ta-cao forara pronundadoa pelo ex juiz munici-
pal desle termo, o Dr. Joo Caralcante, por ti-
mo de istoloiinlo ; depois de saludo dj i
juizo, comando elles com a extrema bond.de d.>
atguem o alia proleccao de cena- ,.-,-
lerpozeram recurso de pronuncia, por islo hit-
lasiaram uma priso ua Babia, appareeea iu.
autos de recurso um alleaUdo do subdeUgad .
Amaro Joao Coclho, em que dlzu que o- reos
eslavam presos por assim lho (sseroret un
peclor do quarleiro. Com este simples afaseta-
doojuiz municipal, primeiro suppteale,eceei-
lou o recurso; a esle lempo entrau em ex tci-
cio o juiz municipal efTeclivo, e a estas fssem
conclusos os outros j com as razos de n eaws
Sustentando elle a pronuncia do seu aiiUies-
sor. Dois das depois, soubc ojuiz municipal que
os reos recorren les andarn solas, iramcdiiu-
nente Jen providencias a tira de sabor que fun-
do de verdadu linha esla noticia ; c. das i
guacoes feitas, conhocendo ser rereeeein a no-
ticia, in continente levoua ao conhecnnenlo do
r. juu de direito, para este nao tomar co
cimento do recurso o que do tacto .se deu. I
tznente anda osla vezopalronaio esendaioao
nao broten fructo algum era beneficio dos crimi-
nosos. Cousla que o tal inspector est sendo
procossado, o quo tem feito boascoefissees, io-
em occasiao opportuna pubUcarei.
Chamamos a allcnco Jas auteridedaa pai* *
Baha da Traico, asylo de de rl res o enm
nosos.
Adeus, aceite ura amp'exo deste novo an
criado o
/ratea tm Almas.
dor irapossibililado d>\ pagiir-lho.
Esta influencia molesta sobrcnianeira aos mais
briosos Piemontezes, os quaes sob a direceo do
conde do Cavour, se levanten j cintra o minis-
vossO a possa apre-
govorno da Sardc-
Duque Job comedia era qualro actos era pro- nha renuuciou ao do Egyplo a liecnca que me
sa do Sr. Len Laya que parlillta o sou Iriumpho' Pedir, para estabeloeer uma funJico de pe jas
com Mr. Got, joven actor que em breve ser um do '"'lilharia, em territorio sardo, p'orquc o go-
dos res da scena. vento francez, ouvido a esse respeito, opuou
Comeca agora uma imprtente puMicaco que contra a licenca.
satisfaz a uma das verdadoiras necessidad'es d
As concesses bitas a Lombardia
. _osomuaruia nao evita-
lempo, quererlos fallar Mos Contoiiiporanoos Por- ''"" espirito de raunicipalismo, que anpareceo
tugiiozos, llespanhes o Brasileiros.da bibliotheca e so desenvolvecada dia mais entro Milo, que
da socieda le ibrica. mostra-so desgostesa do perder sous foros do
um grande servico prestado a todos, esla gran- ( C*pill e Turin, que defenJo os quo tinha, com
do obra destinada a fazer conltecer nacoes que sobrada razo. No proposito de alalhar o mal om
um prximo futuro o o presente mesmo ligara a sua '-gcm, el-rei deu as principaes posicoos do
lodos os intoresses europeus. Hoje a Hospanha P'117- a Lombardos c mandn para Milo o supre-
c Portugal recobram o longo lempo que perde-,ino tribunal de jnstica.o que como succede cora
rara : atrasados no caraiuho dos progrossos na-, todas as moas medidas nao satisfez ninguem,
leriaesda civlisaco, fazeni ludo por junlar-se aos "ocasionando adomissao do ministro Miglielli,
povos que os haran excedido, e bem depressa Suo acm duvida tem grande numero de satel-
a rede completa de comrauncacos, far sabir do ; "1*8j
esquecimento e da immobilidado suasinexgotaveis
riquezas.
O Brasil nao lera que olhar atraz, joven o sem-
pre progressivo. d todos os dias um passo de \
mais no caraiuho da grando/.a e da prosporidade,
o se nao ha mais obstculos a seu vo senao os
engaos que o mundo europcu coiiimello ainda
n sou respeito, o dia era que elle for completa o i50- com a populardado que conquisten na Italia,
exactamente eonhecido, suas relacoes cora o nos- i Perder a liberdade do sccao, do quo gozava co-
so velho continente sero o quo cvem ser. Nao "l0 Estado indopendento, ticando subordinada a
podoraraos, pois, exprimir quanto os homens in- -^"slri;'. quem combatou. o ao papa, que ex-
leliigentos applaudema erapreza do cavalleiro A. j commungou sen re : o no segundo ser cruci-
A. Ceixeira do Vasconcollos, cujos esforcos cora- ^J''' enlre a Austria, quo (alvo/, por isto, re-
josos tem lutado durante quatro annos'antes do i servo" Para si o terrivel quadrilatcro, e aPran-
chegar ao comeco do unta tal obra. A Franca ca ue. sc constiuio sua proloclora, isto entre
feliz da adopcao de sua lingua, como uma sym- Francisco Jos, e Lu/. Napoleo, como Christo o
palha do raas dquerida a seu genio, o teman- '' ""tro o bom e o mo ladro.
do a primeira parto nesta obra, para a qual con-
No acho porlanto nada de invojavol na ac-
lualidade da Sardonha, sonto quo considero a
Lombardia como uma hernia, sobrcnianeira
oncrada, quo s a beneficio do inventario pode-
ria ser aceita. Todas asappareucias sao quanto
a inim de ura futuro peior, tenha ou nao lugar
i projoctada confodoraco, pois no primeiro ca-
PERfJAIKBUCO.
corroamos seus proprios escriptores, percorreu
com vivo interesse o primeiro dos vinle e cinco
rolamos, que nos sao proracttidos Portugal e a
casa do Braganca publicado uestes ltimos
das.
O segundo volunte annunciado ser o Brasil e
a casa do Braganga.
Mas para que fallar-vos por mais tempo do que
acharis por toda a parte, em Pernambuco, entre
outras om casa dos Srs. Almeida Gomes, Alves &
Compauhia.
Nosso palacio da justica s hontcm dou signal
de vida : fri e sleucios durante setombro o ou-
tubro, sua grande sala lera estado um verdadeiro
losetto qne entristece alravcssa-lo. No moio de
Eston longo do pensar que mesmo na entre-
vista do Villa-Franca, ossas dilficuldados osca-
passera a Luiz Napoleo. Elle as previo o calcu-
len cora diablica habilidade, decidindo-se a ar-
rosta-las somento por seren necessanas a ob-
tencao de sous Rns, quo digan o que disseram,
nao sao os que manifestou Europa as procla-
madnos e na carta publicada cm seu nome.
Olanlo sanguo derramado ; quanlos lltesouros
dispeudidos ; quanlas esperanzas ludidas ua
Italia, lalve/. para ((1100 scoptro da Franca pas-
se ao filho de Luiz Napoleo, o nao ao duque de
Orleans ou ao conde do Charabord quera a mos-
ma Italia nunca vio nem conheceu, como diza
o detento padre Estrella, a respeito do pai do-=
filhos di Zebedeo.
REVISTA DIARIA
Mais um beneficio vai colher esta provincia
da visita do Inclyio Filho do lmmnrlal Pe Ir 1
Primeiro !
lu Instituto Agticola deve lundar-se ne-;>
capital sob o auspicio de S. 1. o Imperador, a*
iniciou esla idea, e quo pera a sua realioa >
se diguou assignar uito roetes do ris.
Convidamos, pois, aos agricultores destapio.
vmcia, para que se apressem a snbscrever a*
quamias que lhes diciar o seu pairiotismn.
nao os seus proprios uIoicsm s.'
Os immensos beneficios que resullarao aj;
cultura dossa insliluico sao de primeira Mei-
cao, sallan aos olhos'do mais mvo.e ; c desie
cessario so torna enumere4oe.
0 commercio nao deve ser mdiflereeee ree>
lisaco dossa grandiosa idea.
Sem a agricultura, que entro nos definht
morre, e que entretanto devora ser o nosso pri-
meiro ramo de industria, pouco ou nada far o
commercio.
Porlanto, esperamos que a asseaseala Coea-
mercial se apressara abrir uma sabeenpejio p
ra esse lira, auxiliando assim a .'incultura, q i.-
saber com generosidade agradecer os benci
que receber do commercio.
Alm disse, a Ilustre Associaeo Commc
dar mais um lestemueiio de amor e dedn.
a S. II. o Imperador, que nuito se alegrar
vir quu a sua idea foi abrai;ada levada elle -
lo por to disiincia corporacio.
No da 3 do concille leva a honra d>
adnittida & preseaca de S. M. o lataare*
commissao da cmara municipal do Brejo;
qual pronunciou o seguiule discusso :
Senhor !
Acamara municipal do Brej) da Madre di
Dos, quiihoeira no imnienso regosijt de qu--
se acha possuida esla heroica provincia,
laclo noiavol de ver en sou saie o Augusto fjjee-
feda Nacie sea Virtuosa Bsaosa, nos sema a
tcslemuiihar a V. M L, u s a nlensidado do
seu jubilo por lao fausto raolivo, romo lamben
o amor acrisolado e sincero que os povos de sv 1
BOnieipio tributara V. M. I., como seguro pe-
nhor da tirotea da ordem o da prosperidad-
desio vasto Imperio, cujos altos destinos f.
confiados um Principe, que pela sabia econo-
ma do seu governo lera onsinado aos deaaw
Soberanos da Ierra o grande segredo de conduzr
povos.
Dignc-se, pois, V. M. I. aceitan benigna. ,
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pressao res*peitosa e_ coideal dos suuTweutol dlj 11
fidelidnde o veneraco, que auimnm os munici-
pes do Brcjo da Madre do l>eos. Joaquim Piolo
de Campos.Vigario Pedro Mariano Falcao.An-
tonio Jos de Oliveira.
S. M. o Imperador dignou-se responder :
Agradado as cordiaes fecilacdes que me diri-
ge a cmara municipal do Breio da Madre de
Dos.
Na visita, que SS. MM. II fzeram, no sab-
bado passado, Cidade de Olida, e do que hon-
tem demos a narraeo descriptiva, a respectiva
cmara municipal, por occasio da entrega das
chaves da cidado S. M. o Imperador, recilou
esta allocuco, a que S. M. agradecen com a
Lnmado que lhe propria":
Senhor!
A antiga capital de rernambuco bem longo es-
lava do supDrque teria hoje subida honra de
ser visitada por Seu Augusto Soberano !
Mas a Divina Providencia que dirige os des-
tinos dos povos, parece que se condoeu desta ci-
dade, lo rica de recordaeoes patriticas quanto
decadente o abatida !
V. M. I., Senhor, se digfiou vir testemunhar
o triste quadro que apreseuta o heroico theatro
dos Vieiras, Camares, Vidaes o DUl!
Possa a influencia do Augusto Visitante, cuino
tsperamos, tra/.er i esta infeliz cidade, o balsa-
mo consolador de suas ruinas 1
Senhor! A cmara municipal de Olinda, in-
terprete fiel dos seolimentos de amor c lcaldade
que os habitantes do seu municipio consagram a
V. M. I.. vem, cheia do mais respeitoso jubilo,
depositar as Augustas Ros do V. M. a chavo
desta heroica cidade'
id
Remiende as devidas graens ao Altissimo por
to fausto aconteciment, a cmara municipal de
Olinda, prov com ufana os bens que ho do re-
sultar da Honrosa e Imperial Visita, nao s a
este municipio como a toda a provincia de Per-
nambuco.
Cidado de Olinda, 3 de dezembro de 1859.
Joaquim Cavalcanli de Albuquerque, presidente.
Salvador Henrique de Albuqucrque.Jos u- P
lies de Paula.Joo Francisco da Lapa.Anto- F
nio Joaquim de Almeida Guedes Alcoforado.
Manoe! Antonio dos Pa&sos e Silva
No dia 2 de dezembro,
--------_ de dezembro, teve lugar a ulli- S..,,. i
ma.f,i13 representaces dadas no nosso Santa- cebido o mosmo Augusto Sonhor com girndolas
Isabel, por occasiio p qual foi all recitada una de fogo, e com inulto eni ursino pelo povo, que
focsia perante Sua Magestade o Imperador, pe- nrnrnnni.i -,. ,i.,.....>o ;..,
o Acadmico do 4o anno o Sr. Epiphanio Jos da
Rocha Bitlencourt, a qual trasladamos para
nossas columnas, como urna das mais bellas pro-
duccoes, que o enthusiasmo ha arrancado .'i
urna imaginario frvida e que transborda de
patriotismo.
NO DIA 2 DE DEZEHBRO DE 1859.
A II YCiFS r vdi:
do milito alto e tuiito poderoso
Principe o Senhor Dom Pedro II.
A monarchia exulta, e um povo intciio,
Th as ultimas raias do Cruzeiro,
Estremece de ufano,
Vendo um pndulo bono no passado.
D'onde vibra-se a luz d'um sol doirado.
Que brilha d'anno em anno.
O dia grande A esperanzosa filha.
A Sultana do Nortea maravitha
Das mos do Creador,
Pernambuco, sauda o sol fecundo.
Que d'um solio aluraia o Noto Mundo:
Festeja-te, Senhor 1
margem do Atlntico sentada
Era urnaindiatalvez petrificada
Por ti a suspirar......
Para as plagas sustraes olhando acaso
Desde as rosas d'aurora at o occaso,
Mas sem ver-te chegar.
E vesto por fim arfam os mares,
E aindiaaecrda sombra dos palmares
Mais bella do perfil !
Vai ao encontr do Pa rju'cm Guanabara
Ergucra o sceptro, o throno seu plantara
Luzeiro do Brasil !
E elle veranobre vulto, soberano-
Mirando as costas, onde balo o ocano,
A seus ps se curvando....
Na esmeralda do mar vendo engastada
A per'la de Cevlo 15o decantada
De longe Ih'acenando !
Cubigou-a d'cnlo, quz possui la,
E chegando, enconlrou a nobre filha
Os bracos lli'estendendo.....
Em podra ella nao era convertida,
Jtinha corceo, j tinha vida
Os osc'los recebendo !
Abracasle-a, Senhor, mu com movido !
De um Anjo Tutelar eras seguido,
D'uraa estrella de luz
A Iraperatriz, qucdcixa apsseuspassos
Longos, eternos, virtuosos traeos
Pelo imperio da Cruz*.
E aindia invencivelmil cantos enla
Em p sobre os mares, as varzeas em p ;
Um yiva soltando que as novena nlra
Caminha ao futuro, prosegue con f !
Fluctuam as pennas da croa luzente
Pennacho guerreiro, scinlilla o carcax....
L dormem as sellas.... e o arco valenle
A corda lem frixa nos lempos de paz:
E a bella corea das invias florestas,
Carcaz e laquaras, e o arco robusto
Depoz nesse dia com flores, com ostas
As plantas paternas d"um Sabio, d'um Juslo !
Da forte herona retumba esse brado,
Qu'outr'ora no campo dos prelios se ouvia, j>-
Signal das victorias de um povo esforrado
Que fera Balavia pendes abatia 1
Rainha dos mares pensou na conquista
Da torra dos Dias, Negreiros, Vieiras !
Engao a taes bravos nao ha quera resista....
fc as frotas fugiram co'as rutas bandeiras !
A Hollanda cobrio-se de luto e vergonha !
Perder seus guerroiros, seus louros anligos
Ainda ella hoje parece que sonha....
Pasmada dos bros de audazes imigos !
Punhado de homens bater denodado
Soldados qu'a Hespanha, que a India leraeu,
Que vencem a Java, que a lm algemado,
E clamam que o imperio das ondjs seu,'
Senhor! proeza que a Historia relrata,
Homrico feto que o mundo admira
t que o Amazonas echa no Prata,
h os hyranos dos bardos arranca da lyra '.
Tu mesmo te orgulhas, Monarcha brioso,
Diante dos filhos que herdaram brazoes
Daquelle pugilo de hroes assombroso,
Que gladios parliram, quebraran) grilhoos !
Eis a racadaquellcs baluarles,
Que a patria defenderam co'altivez !
Fita-a de fronte, Aguia do Cruzeiro,
A teus psrespeitosanao a vs
Tuas azas estende poderosas
Por sobre as zonas do Brazil gigante.
Da-lhe fados brilhantes no futuro,
A divisa do throno sejaAvante !
E a mocidade que te crea altiva,
Senhor, caminhar aps teus passos '
Teu sceptro raiar noscontinentes,
E leu throno cigucro milhoes de bracos !.
Fars umglobodesle vasto Imperio
Colosso que s'crgueu da iramensidade
Que ao dia d'hojete sauda o berro
Coruscante phanal da liberdade I
E as naces v-lo-bio, curvas e humildes,
Rodar soberbo neste Novo-Mundo,
Pelos raios de um solIluminado
Que s tu, Imperador Pedro Segundo !
No dial." de dezembro
sua feliz chegada e visita esta provincia,
urna commissao, composta de 5 membros, sendo
o orador della o Dr. Vilella Tavares, deputado
geral por aquelle circulo
Senhor.A cmara munidipal do Bonito, in-
terprete verdadeira dos sentimentos. que ani-
mara a todos os seus raunicipes, destinguio-nos
com sua confian, enviando-nos era commissao
i/i.Trl? Proseos de V M. I. para em ri-
me della chcitarmos a V. M. I. e a S M a Im-
peratriz pela subida honra, que vieram fazer aos
Pernambucanos. visitando a nossa Ierra natal ;
estudando V. M. I. as proprias localidades as
mssas necessidades, os elementos de grandeza o
prospendade que possuimos, o desenvolvimento
deque esses elementos arecisam.e as justas aspi-
ra roes que temos; conhecendo V. M. I. pessoal-
mente a dedicado, amor e lealdade, que esta
bella poreao do Solo Brasileiro consagra a Mo-
_. rdua Coiistituciiial, e au T\;ro;u de V. M. 1
Augusto Filho do Fundador do Imperio.
Senhor, a visita de V. M. I. provincia de
Pernambuco marca urna nova era, nolavol pelos
beneficios que rom ella toremns de gozar, o
ructos que desde j vamos apreciando: ella ser
mais urna pagina donada para a nossa historia
que nos onche de gloria e nobre orgulho
Digne-so V. M. I. aceitar estas congratularnos
da cmara municipal do Bonito, como sincera
expresso de respeito e fidelidade, concedendo-
nos a honra de beijar a Augusta Mando V. M. I.
Dr. Jerouymo Vilella de Catiro Tacares.
Francisco Jas Feruandes Uilirana.
ioao Uraulio Correa da Silva.
Sai.'j'l Francisco de Asecedo Lira.
Jnsf Esperidio Xaricr de Lima.
S. M. o Imperador agradecen as felicitaroes da
cmara do Bonito.
A l'reguozia dos Afogados nao poda dc-
xar de lamban alegrar-se com a visita do Au-
gusto Monarcha l'.iasiloiro, e moslra-lo por fac-
tos. E pois, bem como as nutras fregue/.ias do
Rerife, conrorreu para o asvlo da mondicidado.
e preparou o seu festejo pa"ra a rer.epr.o de S.
M. I., quando por ventura por alli passasso ;
protnovendo para um o outro fim subscripcOes
ntreos habitantes da mesilla freguezia.
Com> recordarao de una fortiOcaco que di-
zem illi ter existido no lempo do dominio Ho-
landez, cotistruio-se um pequeo forte ao entrar
do Recife para a povoaro. defionte do qual foi
fe'
s
m
DIARIO DE PERNAMBUCO. TEBq FE1RA 6 DE DEZEMBRO DE 1859.
u para a povoaro. defionte do qual fi
ito um elegante arco, pelo qual devena entrar
M. I. ; erigi-.-' um i pyramide nd pateo da
-jnlriz : o Analmente embanderaram-so as ras,
pelas quaes se plantaram arvores, o fizeram-se
muitos arcos.
Tomando parle no regosjo publico, tem sido
casas Iluminadas desde o mcmoravel da da
chegada de SS. MM. II
Assim preparados os afogadenses, agaardaram
alientos o momento, em que o sola afogadense
fosse pisado polo Idolatrado Monarcha, quando
urna hora da larde do dia ->\) de novemuro, es-
ialhou-sc auoticid quo S.M. ifpssoiava na ga-
ceta pelo rio.
Poiz-se immedialamento ludo em observarao e
movimciiio, c ao desembarcar inesperadanieule
M. I., salvou o foro com 21 liwst sendo re-
t mesmo
as
proronpia em alegres vivas.
S. M. I. de passagem para a estarao da es-
trada de ferro, onde embarcou para o Recife, en-
Irou laoso'uenie na maUz c fez oracao.
Sabendose, que S. M. I. no dia'scgunla li-
nha de passar para Guararapof, foram juncadas
e enfeiladascom o maior numero do arvores a
cuitada, e ra, por onde tinha de passar o mes-
mo Augusto Senhor, o qual as 6 c meia horas
da manhaa foi receido em sua passagem com
grande enthusiismo, salvando o mesmo forte, e
subiudo aos ares innmeras girndolas de lo-
geles
A guarda nacional formada em alas, por mciu
das quaes passou S. M I., fez as continencias
devidas, deposdoque, foi debandada, acompa-
nhando o commandante e ofcialidade al os
Prazercs e Guararapes.
A' noitc foi hellamente Iluminada a pyrami-
de, locaado a musir do balallio, que percorreu
as ras acompanhada de grande numero de po-
vo, e'pessoas gradas, que davam nlhusiasticos
vivas aSS. MM. II., Familia Iinponal, ele. etc.
Desta uianoira de um modo simples, por?in
muilo significativo, tomaram parte no regosijo
pnhlico, os afogadenses, rendendo lambem seus
obsequios e homenagens aos Augustos Visi-
tantes.
A' noitedodia 2 de dozembro, foram ilumi-
nadas as casas da povoaro.
Domingo, por obra das 4 1/2 horas da tar-
de, part) S. ftf. o Imperador para as suas ex-
cursoes para fora da cidade, lomando o carainho
da estrada do norte, na drecco de Goianna.
S. M. era acompanhado por grande numero de
pessoas gradas, noiutfadainoule dos Srs. baro de
CamaragTbe, conego Pinto de Campos, Dr. Joo
Alfredo Correa de Oliveira, coronel Lobo, etc.,
recebendo manifestas pravas de adheso sua
pessoa por todo o seu transito.
No mesmo da, pelas 5 horas da tarde, S.
M. a Iraperatriz segio para a residencia impe-
perial, que lhe lora preparada na Passagem da
Magdalena, onde foi receida com verdadoiro en-
thusiasmo pela populaco de diflercnlcs pontos,
que pa'a all havia afuido
Os habitantes da Capunga vieram esperar S.
M. longa distancia da sua actual residencia,
cujas Upmcdicoes eslavam cobertas de flores.
A note foram Iluminadas todas as habilaroas
d'al.
Damos aqu a descripr.io dessa residencia im-
perial, onde S. M. a Imperatriz deve permanece^
durante as excursoes de S. M. o Imperador pclM
interior da provincia: .
Sitio na estrada de BcmAca, casa de sobrad
de um ailar com qualro faces, edificada no cen-
tro do sitio, frente para a margem do Capibari-
be, esahida para a estrada, arvoredo frondoso,,
omposlo de larangeiras saputizeiros, nogueira3; I
circula a casa, deixnndo-a meia occulta entre as'
folhagrns. O Hlio lodo murado, rom um porlo
de ferro para a estrada, o sobre eslo um arco de
madeira ilkimiuado gaz.
Na fachada do arco em trente para a estrada as
armas imperiacs, o na frente para a casa um va-
so etrusco com llores, lendo-se por baixo delle a
seguinle nscripco i DE DEZEMBRO DE 1859.
~ Um passeiucom varandas de ferro circualo Jo
o edificio.
Esse passeo osla ornado com postes, nos quaes
fluctuara galhardelos imperiaos e napolitanos.
Toda i casa acha-se externamente Iluminada
com globos de vidro branco c do cores.
O arvoredo tambera Iluminado com peque-
nos balos de papel de vanadas cores.
Mastros com bandeiras de todas as najos es-
lo drssiminadas por lodo o sitio.
Toda a estrada de Beinfica acha-se igualmcnle
ornada de arcos, e pesies com bandeiras.
A noite ah foi geral ailluminacao, tocandoera
frente do Paro a msica do balalho da guarda
nacional da Boa-Vista, sendo immenso o concur-
so de povo, c familias daquelles ariodores.
O andar terreo lera duas salas na frente o duas
atraz, dous quarlos, o dous corredores que lhe
dio coramuncarao: esleirado lodo elle, e mobi-
liadocom gusto e simpliridade, destinado ao
vcador e capello de S. II. a Imperatriz.
O andar superior tema mesma divisao, e
destinado para a assislenca de S. M. a Imperatriz
e das damas que a acompanham.
Sala da recepeo frente para o Capibaribe,
cora tres janellas : do lado do sul outras duas
janellas do vista para a estrada de Beinfica, es-
teirada, mobilia simples de Jacaranda, com sof,
cadc.iras de bracos, dous consolos e urna mesa
redonda, com lampos de alvissimo marroore, tres
candelabros de cryslal, conloado ao total dozo
luzes, sobre os consolos e mesa, 8 jarros de lina
porcellana de Sevros. Bello piano de Jacaranda,
Irnos tapetes avellu lados.
Da sala cima descripta passa-se por urna porta
lateral de sala destinada para dormitorio, leilo
de mogno com cortinados de cambraia, colcha
amarara da luda, fronha de bellissimo labyrinio,
lcnroes de cambraia de linho, grande espnlho de
vestir, guarda roupa de mogno, secretaria e cos-
lureira de charao, tourador e commodade mog-
no, perfumaras o mais objeclos de toilette, em
profuso. Umacadoira potrona (com estante pa-
ra le tura] forrada do marroquim, urna pequea
mesa de charao, sobre a qual um candieiro de
machina com pedestal de percollara, urna oufra
mesa de mogno, tendo un apparelho para lam-
parina de cryslal azul, urna outra pequea mesa,
leudo una salva com copos o garrafa de Cryslal
A sala descripla lem tres janellas para o rio e
duas no oto do lado do norte: tanto eslas janel-
las como as da salado espera esto ornadas do
bellos cortinados do apurado goslo, o soallio es-
leirado. pensando a cama sobre um grande tape-
to avelludado.
Aescada que d entrada para o andar superior
est alcatifada e os corrimos forrados de velludo
carmezim.
^s^-^^
pal do Bonito md,ra fecil.r-. SS.MM II 'por or^aZ'um RS& .rSV^'
^S ** ?-? P--^. P?' e jarro iSrSgArSSSS^
e jarro de prata. perfumaras em .luant.dado ri-
qusimas loalhas de cambraia de linho bordadas
e de envos, urna grande baca do prata para lavar
os ps, banca com forma de cadera forrada de
damasco verde.
Sala destinada 5 rofeicao chao esleirado me-
sa de jantar do mogno, fina toalha adamascada
servico de prata, xryslal e porcellana, o servic
para o al.i.oeo compe-so do buio, careteira, ur-
na para agua quenle, assucarcro, raanleguira
leileira, laboleiro c cestas para pao, ludo de ri-
quissimo lavror, dous paliteiros representando
diviridades mylologicas, faqueiro de prata, coco
do prata para agua c fructeras do mesmo metal
candelabros de cryslal.
Seguem-se os quarlos para as damas mobila-
os cora simphcidade e goslo, o onde seencontra
ludo quanlo mister aos commodos da vida.
loda a cas-iesla bem Iluminada,as salas nao
s.\.. lorrauaa uc ppui, ue.u vstucauas, sao guar-
necidas de bnneo, e os forros do ledo do madei-
ta, a goslo amigo.
Era una casa j velln. que nssira foi prepara-
da era dous di is pelo inimitavel c incansavel
Araujinho" *.
as varandas veem-sc mastros com as bandei-
ras imperiaes e napolitanas.
Ha lambem aecommodaroes para criados, co-
cheira e cavallarce.
Escrevem-nos de Bonito, em data do 23 do
correnle :
No dia 20 procedeu-se aqu eleico para
deputados provinciaes correndo na melhor ordem
e aquellos qno mereceram a honra de represen-
tar este circulo foram justamente os candidaios
sobre os quaes recihiam todas as sympathias do
lugar. O resultado da eleico foi o seguinle :
Para deputados.
Dr. Francisco Jos Fernandos Gitirana, 6 i votos
primerio escrutinio.
Professor Joo Braulio Correa c Silva, 70 votos
segundo escrutinio.
Dr. Luiz de Albuquerqtie Maitius Perera, C5
votos lerceiro escrutino.
Para supplentes l.escruluo.)
a o ustino Eugenio Laveneu 64.
2. Dr. Antonio Bsptista Gitirana Costa 5i.
Apenas os Ilustre campeoes foram saudados
por seus amigos pela victora que acabavam de
alcangar, gyrandolas do foguetcs foram lancadas
ao ar, e abraros, vivas e lagrimas, ludo filho do
reconhecimento e alegra, foram d'envollos com
mil outras demonstraces (te jubilo popular.
Acabada a eleico descerara de bracos dados os
>rs. Ilr. Gitirana, Braulio e Lavene're, acompa-
nhado do illuslre corpo elcitoral, a lmde assis-
lirem a um banquete offerecido pelo deputado
Dr. Gitirana : alm da profuso, eslava ludo ar-
ranjado com ordem; pedindo a palana o Dr.
Gitirana, depois de testemunhar ao seu generoso
protector, o Sr. coronel Jos Joaquim Bizarra de
Jellu, f o nosso dolo de affeicoos e respeito.)
tudo quanto .elledevia pelo se triumpho, sau-
don cuihusiaslicamenlc ao Ilustre corpo eleiio-
ral e repiatou o sen discurso protestanlo envi-
dar ludo quanto estiver a seu alcance, para que
o circulo que o escolheu, a iim de curar das
necessidadese promoveros melhoramentos, vs-
se nello um deputado iiidepeudente, esem com-
pro raissos seno para com os Bonilenses.
O Sr. Lavenere, pedindo lambem a palavra,
oflereeeu ao Sr. coronel Bezerra do Mello, seu
generoso protector e amigo, um testemunho so-
lemne de etorna gralido ; cm seguida dirigi
um brinde ao Ilustre corpo eleitorai, protestan-
do empregar todos os esforr.os a fim de cor-
responder conianca que o circulo do Bonito
tao sinceramente lhe depositou.
O Sr. Braulio pronunciou lambem um bello
discurso.
O Sr. Marlins Perera dsse ludo quanlo um
corarao reconhecido o feliz pode sentir em mo-
mentos to ditosos. Todos os brindes foram cor-
respondidos com enthusiasmo, c assim terminou
a niemoravcl campanha eleitorai do dia 20, fes-
tejada al 2 horas da madrugada do dia SI.
* A galera ingleza Midas sabida de Li-
verpool com destino Calcuta, trazendo a seu
bordo 501 passageiros arnbou hontcm a este por-
to para refrescar. Ocapito, e o piloto foram
morios cm viagem pelo cosinhclro, que osen-
venenou ; c a febre escarlatina desenvnlrendo-
se a bordo eeifoi a vida a 65 passageiros.
Foram rccolhidos casado delenro no
dia 1 de dezembro 9 homens, sendo livrel, es-
clavos 8 ; saber: a ordera do Sr. Di. rhofc do
poliria 2, do delegado do primerodisIrictoO, do
subdelegado de S. Jos 1.
Foram recolhidos a casa do deenco no
dia2 do correnla 8 homens e 1 raulher ; seodo
7 livres, e 2 escravos : saber, a ordera do Sr.
Dr, chefe de polica 6, do delegado 1, do subde-
legado^ de S. Jos 1, do da Boa-Vsla !..
= Foram recolhidos a casa do deteiigo no
dia 3 do crrenle 5 homens e 2 mulhcres, sendo
2 livres e 5 escravos saber, a ordera do Sr.
Dr. chefe de polica 4, do snbdelogrdo do Re-
cife 1, do de Santo Antonio 1, do da Boa-Vista 1.
= Foram recolhidos a casa de delenro no dia
4 do crrante 2 homens e 3 raulheres ; sondo
3 livres o 2 escravos ; a saber : a ordem do sub-
delegado de Sanio Antonio 2, 4a de S. Jos 1 do
da Boa-Vista 1, do de Igurass l
L-se no Commercio do Porto ;
< Tem-sc fallado muilo, c com razo, da intel-
ligencia do certos animaos, e mais parlicular-
menie da do cao ; porm naosei queso tenha
lomado o nstinclo do porco. Ha um facto, po-
rm, de qneeu garanto a exactido, que rehabi-
lila um pouco, na minha opimo, a especio saina.
Os marinheiros do paquete Francisco I, da so-
ciedada Gay-Baziu & G.\ conduziran da Cliia
um soberbo porco'originario do Thibet. Este
quadrupede, que na,i tinha de repeliente, tarai-
liorisou-se, durante a viagem, com os marinhei-
ros, que acabaram por lhe insinuar militas habi-
lidades, que os passageiros admirv.am.
O caplo do Francisco I, tndo de voltar para
Hong-Kong, ii"io_qucria levar o porco, que dis-
trahia a tripulaco da.s suas occupa'.es, e, ape-
zar do pedido dos marinheiros, venden o animal
por 35 francos ao caplo do paquete arocain.
t O iqteressante quadrupede, urna vez a bordo
d'estc, outro navio, nao tardn, mediante as suas
habilidades, a cahir no agrado dos ofciaes, que
lhe pcrmiiam andar sua vontaJe no eonvez.
Ha dias, o Francisco /, amarrado a pequea
distancia do Marocain, levantou ancora para se-
guir viagem para o extremo Oriente.
Vendo a evoluro do navio em que tinha viu-
do de passagem, o porco atirou-se ao mar o na-
dou paia o Francisco I, onde foi acolhido com
frenoticos hourrahs por seus anligos companhei-
ros do viagem, que lhe fzeram urna recepeo
enthusiastica. A estas horas, este porco emri-
to, que soffria de nostalgia, est de regresso pa-
ro o seu paiz natal.
Oanuo passado, em urna note de invern,
urna senhora idiosa cabio no passeo do caes de
Santo Antonio,que eslava escorregadiro por moti-
vo da geada Um mancebo, modesto'cmpregado
d'urca casa coraraercial da nossa cidade, vendo o
accidente, correu a levantar a senhora, e como
ella se fenra levemente na queda, offereceu-llio
0 braco para a acompanhar a casa. No caminho
Madama X... nlerrogou o mancebo sobre a sua
posro e soube que ello, para se sustentar e
sustentar sua vclha mi, tinha apenas os recur-
sos do seu pequeo ordenado. Chegando a sua
casa, Madame X... manifestou os seus agradeci-
mentos ao mancebo e o convidou a quo a visitas-
te. O mancebo foi effeclivamente visitar algu-
mas vezes Madame X... que, no principio do ve-
ro, parti do I.yon para urna das suas quintas.
Ha dias, o mancebo receben urna carta em
quo se lhe dava a noticia da morte de Madame
X...,declarando-se-Iho que ella o instituir sen
universal herdero. O modesto empregido do
liontrm hoje senhor d'uma fortuna do 20:000
trancos de renda.
Cabe aqui o dizer-se que urna boa accao
nunca perdida.
Um franeez de I.yon coniprou em Roma, ha
pouco lempo, a caixa do rap dada por Napoleo
1 ao canieal Consalvi, por occsso da retfica-
cao da concordata de 1301.Esta caixa era vejad a
de diamantes e avallada em 25:000 francos......
;4:50OjiJ00 res).
Necrolooio.O conde de Colloredo, que f3l-
loceu ltimamente era Zurich, onde se achava
como pnmeiro plenipotenciario da Austria, na
conferencia sobre a queslo italiana, partencia a
urna familia nobre, muito respeitada no imperio
austraco. Descenda dos Valsee, da Suabia, que
se tomaram celebres as guerras de Italia em
1025. Naseeu em 1807, e eulrou muito joven na
diplomacia, protegido pelo principe de Metter-
nich. Osen talento diplomtico c a nobreza de
seu carcter ganharam-lhe grande estimaco na
Europa, e por isso que foi sempre o eiicarre-
gado das misscs mais impelanles do governo
de \ icnna.
PEREyuNACAO meca.Urna correspondencia
de Dgeddali, de 5 de Selerabro. diz :
As ceremonias sagradas verain logar oslo
anno com um esplendor fura do costume. A Ios-
la dos seus sacrificios foi celebrada no vale do
Arafat, com assisleneia de mais de 50000 liis.
Foi presidida por Abdallah-Pach, shertl'o de
Meca, que, depois da sua noraeaeo, lera mellio-
rado seiislveluioute a sorlo do piz.
Durante muilos dias, os fiis sumara monta-
i.en.a se iioiuiiiou U'etta rcspunieu-me o sc-
g inte : Que nao evitara isso ; mas que al S
iliguol nao poda por certos convenientes deso-
rar sua rezidencia, implorando a V. S. o breve
rescripto de sim ou nao com o verbo do seu mais
alto stipendio, e a venia da inprudento demora,
eslo que confessa ser sen cordial amigo
Villa Nova 1 de Abril de 1858. **
O ARTIGO POLICEMAM :
O PONTO DE HONHl EM 1NOI.ATEHRA I DS-
se um poeta: o ferro mala, e a mo deshon-
ra. Geralmento assim se pensa em Franca ;
poder-se ha em rigor supporlar urna bcngala'da,
mas nao urna bofetada; so o sangue pode lavar
68M alfronta. Parece aun em Inglaterra j nao
assim; a mo nao deshonra, urna bofeto nao
vale mais quo um bofeto : mas o pontap urna
gravo injuria, quo se deve punir severamente.
E para prava basta o soguiute facto:
Nicolao Bonnctouche foi brutalmente maltra-
tado, e apresenta-se com a cabera enlrapada,
pedindo a somma de mil francos titulo da in-
deranisacao.
O aecusado, John Oconnor, nglez; foi dous
anuos policeman em Londres; actualmente
caixeiro de urna casa de commercio.
A 14 de agosto, diz o queixoso, cu me diri-
ga para casa as 9 horas da noite com minha
mullier e raeu filho, e passava pela ra Saint
Honor, quando tres individuos se approxiniaram
Oe mira, e empurrando-me para fora do passeo,
me chamara imbcil.
Porm, repliquei cu, mais imbocis sois vos,
queme empurraes. A estas simples palavras M.
Oconnor deita-me por trra, e me maltrata de
um modo horrivel. Entretanto chega M. Henri-
quet, que me pergunta o que tinha? respondo
que me querem assassinar; em seguida M. Ocon-
or me alaca de novo, e fractura-me os queixos
(3)
2U3U
prietario, a\,iliada por......
3 Pedro Vitlor Bambtrou, casa
terrea arrendada por....... 3003>iiOO
Ra da Scnzalia do Desterro.
i Consellieiro monsenhor Dr.
Antonio Jos Coelho, casa ter-
rea arrendada por.........
2 Irraandade das Almas da Ma-
triz de S. Fre'i Pedro Goncal-
ves do Recife, casa terrea ar-
rendada por..............
3 Viuva e lierdeiios de Antonio
Teixeira Lopes, casa de sobra-
do de um andar e urna loja,
arrendada por............
4 Viuva e Iwrdeiros de Joao Bal-
thar, casa de sobrado do um an-
dar arrendada por........ i 209000
5 Os mesmos. casa terrea arren-
dada por......... ......
t Os mesmos, casa terrea arren-
dada por................
' Conselheiro monsenhor Dr.
Amonio Jos Coelho, casa ter-
rea arrendada por.........
84#000
96&090
1205000
3G#000|
O mesmo, casa terrea arren-
dada por................
J Manoel Goncalves Pereira, ca-
sa terrea arrendada por......
10 O mesmo, casa terrea arrenda-
da por.
de forma, que nao posso mastigar. ,. ~ "............
M. Hpiiriquct, chamado como testemunha de- Candido Alberto Soares da
clara que vira o queixoso duas vezes maltrado i Molla, casa terrea arrendada
pelo acensado, o qual lhe dava tanto soco na' per-,
cabera, que pareca querer-lhe arrancar dosij Tfte. i* '"' V" "' t .....
hombros. | Jos Jacome Tasso Jnior, ca-
Oconnor, acensado do fados to graves, nao os 8a terrea arrendada por......
pega, antos reeonhece que lem maltratado o mu- '3 Jos Ferreira Cato, casa ler-
to o queixoso, mas sustenta, que eslava s, e que rea arrendada or
lhe havia dado socos lo rigorosos, era porque I ,i m._,.i r- i o ** "
seu adversario lhe tinha dado um pontap. Alanoel L.onralves Perera, ca-
Elle dsse mais, porque entendou que cstava
plenamente justificado. Seu interprete (Oconnor
nao sabefrancez) explica depois que cm Ingla-
terra d-se um soco sem ditiiculdade, nem con-
sequencia, mas nao se soffre um pontap. O
pontap urna aeco nao so desleal, mas urna
injuria imperdoavel, e o ingloz que recebe tal
injuria esta no direito de se desaffrontar, como
quizer do seu adversario.
Nao se poudde porm, provar que Oconnor foi
o primeiro aggres-or; comtudo nao se julgou pro-
vavel que o desgracado Bonnetouche com a sua
sua mulher pelo braco c um filho pela mo po-
dera dar um pontap n'um hornera inofensivo.
Entretanto, o tribunal condemnoa Ocounor em
seis mezes do pnso e no pagamento de mil
francos para o ollendido
o WPERio de marhocos: O imperio mar-
roquiuo est situado na frica setemptrional,
entre 28 e 36 de lalitude norte e enlre 3 o 14
do longitude occidental de Paim. E' o Ma-
fhreb-et-Aksa (extremo occidentoj dos rabes
do Oriente. Limitado a oueste pelo ocano
Altlanlico, ao norte pelo Mediterrneo, ao no-
roeste pela Algerga, ao sudueste e ao sul
dezerto, este mperurcomprehonde urna sur.
fice de 5:775 myriametros quadrados, pouco
mais ou menos, por conseguinte, um pouco i
maior que a Franra^uc tem 5:300 ravriamolros'
quadrados.
Sua demarcarao muito incerla: seus limites
tem variado conforme o carcter mais ou menos
guerreiro de seus soberanos.
Marrocos est devdida em 4 zonas O Zabel
sa terrea oesupada pelo pro-
prielario, avallada por...... 120*000
Ra dos Arrombados.
i Jos Anlunes Guimaroes, casa
de sobrado de um andar, ava-
llado por................
2 Flix da Cunha Teixeira, ca-
sa terrea arren lada por......
3 O mesmo, casa terrea oceupa-
da pelo propriatario, avallada
por..................,.
4 Jos Fernandes da Silva, casa
terrea arrendada por.......
5 Jas Joaquim de Lima, casa
de sobrado de um andar, oceu-
pada pelo proprietario, avalla-
da por..................
6 D. Marianna Gomos do Rosa-
rio Torres, casa terrea oceupada
ilpeloj pela proprielaria, avaliada por
'SEll JosJa'lum de Lima Jnior,
casa terrea oceupada pelo pro-
prietario, arrenJada por.....
8 D. Carlota Joaquina Mafra,
casa terrea avaliada por..... Ii4?000
9 Coronel Jos Bernardo Salguei-
ro, casa terrea arrendada por
ou regio arenosa, plana o privada d'agua; o 10 Antonio Henriques Mafra, ca-
!fC3 ffrrm,D.U,J,em ""." S^m m."la," sa do sobra'la "e um andar oc-
ntias que forma a parte central e principal d
Marrocos.
O Gibelln, ou porco cultivada na falda do
Atlas: o Tell. que toca no Sahara pelo celebre
oasis, onde esl situada a cidade de Talet, tr-
ra das tmaras e dos marroquinos, sanctuario
do imperio, asylo seguro, para onde de ordinario
se retiram os principes mouros. quando em pergo
o d'onde rollara com iiova forcas para recouquis-
tar o terreno perdido.
Tafilet est a 10 marchas do ponto mais prxi-
mo d'Algeria. E o paiz dos Scheloks, ou Berbc-
cupada pelo proprietario, ava-
liada por.. ............
11 Francisco Estanislao da Cosa,
casa terrea oceupada pelo pro-
prietario, avaliada por.,.....
12 Jos Anlunes Guiraaraes, casa
lerrea arrendada por........ 1445000
15 Antonio Lopes d'Albuquer-
que, casa terrea arrendada por
ris merydionaes, que passa por ser cora Tafilet; IG Jos Joaquim da Silva, casa
terrea arrendada por.......
19 Ignacio Antonio Borgcs, casa
terrea arrendada por.......
20 O mesmo, casa terjea arren-
dada poro..............
"I Alejandre Jos Dornellas, ca-
sa terrea oceupada pelo pro-
prietario, avaliada por.. ...
22 O mesmo, casa terrea arrenda-
da por..................
23 Viuua e herJeirps de Antonio
da Cosa Bego Monteiro, casa
lerrea arrendada por.......
2+ Antonio d3 Silveira Lcbo, ca-
sa terrea arrendada por......
26 Marlinho Jos da Souza Re-
g, casa terrea arrendada por
27 Felisbino de Carvalho Raposo,
casa lerrea arrendada por,...
2S Joaquim Lopes d'Almed8, ca-
sa lerrea arrendada por......
29 Jos Joao d'Amorim, casa ter-
rea arrendada por..........
Estrada da Palhagem.
1 Viuva e herdeiros de Antonio
Teixeira Lopes, casa de sobra-
do de um andar, oceupada pelo
proprietario, avaliada por.. ..
2 Francisco Antonio de Carva-
lho Siqueiro, casa terrea oceu-
pada pelo pelo proprietario, a-
valiada por..............
3 Manoel Antonio Baplisla, casa
lerrea oceupada pelo proprieta-
rio, avaliada por..........
4 Herdeiros de Antonio Jos
Teixeira de Castro, casa terrea
arrendada por............
5 Jos Perera, casa terrea oc-
eupada pelo proprietario avala-
a regio mais frtil do imperio.
A populaco do imperio de Marrocos esl cal-
eulndgy^dus iglezos em 16 milhoes de almas,
mas**iri^kiue ha oxageracao nesse calculo,
porque Lli;~ Dedier apenas lhe d 8 milhoes e
meio.
M.VTAD'yL'RO PUBLICO '.
Mataram-sc no dia 2 do crtenle para o consu-
mo desta cidade 81 rezes.
No dia 3 do mesmo 117.
No dia 4 do mesmo 107.
No da 5 do mesmo 10*.
MOKTALIDADF. DO DA 4 DO CORR>rE :
Leozepe Januano Serra Grande, pardo, soltei-
10 [2 anuos, febre beliosa.
Francisco, prelo, 2 mezes, dearrnea.
Mara Joaquina de Frailas, branca, solleira. 60
annos, apoplexia.
-5 -
Francisco, pardo, 7 meses, eonrolcoes.
Francisco Jos de Araujo Vauna,"branco, ca-
sado 40 anuos, inllammaco do pulmo.
Maria, prela, soltcira/escrava. 30 anuos, hv-
d ropisia.
Maria Magdalena da Fonseca, parda viuva,
60 anuos, sirrho.
Vigario Joo Antonio Torres, branco, 77 annos,
hypelrophia do corceo.
Idclfonso, pardo, 7 'anuos, interite.
Hospital de camdadk. Exislem 67 ho-
mens 51 mulheros nacionacs, 2 homens eslran-
geiros, 2 homens escravos, total 122.
Na totalidade dos doenles existem 38 aliena-
dos sendo 29 mulheres e 9 homens, Foram visi-
tadas as enfermaras pelo cirurgo Pinto as 8
horas da manhaa o pelas 8 da noite do dia sab-
bado pelo Dr. Firmo e pelo Dr. Dornellas as 7 1 2
da manhaa.
pda pbla pioprietarhi avahada
por.........
l ......t ...... m
2 A mes.na, casa terrea ai renda-
da por..............
3 -Manoel Alejandrino de Mello
Albtiqnerque, casa terrea ar-
rendada por. ...........,
4 Francisca de Paula, casa ter-
rea ocrupaila pela proprielaria
avaoda por.............
5 Anglica Alaria de Jess, casa
terrea oceupada pela proprie-
laria avaliada por.........
7 Dr. Antonio Vicente do Nas-
cimenio Feitoza, casa de so-
brado de um andar, oceupada
pelo proprieutio avallada por.
8 Manoel Alexandre de Mello
Albuqiierqiie, casa lerrea, oc-
eupada p-'Io proprietaiio ava-
liada por..............
24000 '0 D. Anna do Sacramento Mel-
lo, casa tarrea cecupada pela
proprielaria avaliada por... .
38400 Andr AI ves Gama, casa ter-
rea oceupada pelo proprietario
30*720 | avaliada por.............
12 Joao Antonio Carpinteiro da
423*000 S'lva, casa lerrea arrendada
P'jr...................
485000 I3 O mesmo, casa t;rrea arrenda-
da por..........,_ #>_
14 O mesmo, casi terrea arren-
720O. dala por.............
15 O mesmo, casa lerrea arren-
dada por................
IG O mesmo, casa lenca arrenda-
00 da por................
17 O mesmo, casa terrcaanenda-
dada por.............
18 O mesmo, casa terrea arren-
dada por.........., ,
19 O mesmo, ca?a terrea arrenda-
J par..............
20 O mesmo, casa lerrea arrenda-
da por................
21 mesmo, casa terrea arrenda-
da por..................
22 O mesmo, casa lerrea arrenda-
da por.................
23 0 mesmo, casa terrea arrenda-
da por..................
24 Guilhcrme Perull, e Tho.Taz
Pemil, ca>a terrea oceupada
pelos propietarios avaliada por
25 Dr. Nabor Carneiro Bezerra
Cavalcante, casa de sobrado de
um and.ir arrendada por....
26 Herdeiros de Manoel Carneiro
de Oliveira, casa lerrea arren-
dada por................
Estrada de Joao do Barre*.
1 Viuva o harleiros do Exm.
visconde de Goianna, casa ter-
rea arrendada por.........
t82009 3 Alexnndrino Ignacio, ca.-a ter-
rea arren la>!a por.........
4 Antonio Feliciano Rodrigues
Selle, casa terrea arren lada por
5 Lourcnco Peraira da Silva Pi-
raeniel, casa terrea arrondada
por........... ......
6 Zeferino de Lima Cavalcante,
casa terrea arrendada por... .
7 Jo.- da Fonceca e Silva, casa
terrea arrendada por,.......
8 Jos Carlos Ferreira, casa ter-
rea arrendada por.......
9 Evarsito Mendos da Cunha
Azevedo, casa terrea, orcupada
pelo proprietario avaliada por.
12 Luiz Jos d'Azevedo,casa ter
roa oceupada pelo proprietario
avaliada por. ..........
13 Brigaeiro Joaquim Bernardo
de Figueiredo, casa do sobrado
de um audaroecupada pelo pro-
prietario avhala per......
14 Jos da Cost* ourdo, casi
terrea arrendada por....... 2403JOOO
15 Jorge Frederico Coller. casi
terrea arrendada por......
16 D. Mariana Gomes do Rosa-
rio Torres, casa terrea arren-
da por.................
17 Dr. Antonio Vicente do Nas-
cment Feitoza, casa terrea
arrendada por............ l8')0OO
18 Thomaz de CarvalfM Soares
Brando, casa de sobrado de
um andar oceupada pelo pro-
prietario avahada por...... 5C$00 I
19 Coronel Jos Peres Campello,
casa lerrea arrendada por.... 2i0900<>
120v000
96S000
96000
36I0OO
1202>000
9635000
96000
120^000
725000
4S000
485000
489000
489000
60*000
72U00
963000
605000
439000
48*000
48S00
1005000
COI.I.ECTORIA PROVINCIAL DE OLINDA.
Laneamento da decima dos predios
urbanos do districto da collecto-
ria que lera do servir no anno II-
nanceiro de 1859 18GO, pelo
collector Alanool Jos de Azeve-
do Ainorim.
ltua da Praia de S. Francisco.
2 Joo Jos Rodrigues de Mi-
randa, casa lerrea arrendada
3003000
100OOO
y- )0
por...................
4 Fauslino de Carvallio, casa
terrea arrendada por.......
t Jos Gon ta lerrea avaliada por.......
7 O mesmo, casa lerrea avaliada
por.....a..............
8 Deltina Maria Gondim, casa
terrea arrendada por........
9 Francisco das Chagas Salguei-
ro, casa lerrea arrendada por
12 O me3mo, casa terrea arrenda-
da por..,..............
13 O mesmo, casa terrea arren-
dada por................
14 Francisco Vicente do Sacra-
mento, casa lerrea irendada
pu r.. #. .,;-. .... ...
15 Joo Francisco d'Oliveira, ca-
sa terrea arrendada por......
16 Francisco das Chagas Salgue!
ro, casa terrea arrendada por
17 Jos Goncalves da Cruz, casa
terrea arrendada por......
18 Viuva e herdeiros de Jos Ma-
ria de Jess Correia, casa ter-
rea arrendada por.
100GOO
1009000
12080O3
240<:. i
48&00-
6OO9OOO
100OO->
I509OOO
I0OO#0
965000
96900O
120$0O.<
729000
2OO9OOO
60500'
6O9CO0
605000
60W0O
60*000
603OPO
60900"
4005000
600500 1
72500 >
300W0O
4S50()'i
20050oj
1209001
12090OO
20900O
~20O0
300900>
1>09Oim
200900'
480*000
40090CK
Piiblicaces a pedido.
Somonte por deferencia ao publico, e que pela
primeira vez occuparia por momentos a aiienrj .
dos letores para dizer duas palavras com refe
rencia noticia do minha nomoarao para teuen-
le-corouel comraandanle do balatalhao n. 17 dj
guarda nacional desla provincia, de quo n OOCe-
pau o Glorente no seo raiseravel ar^nsel, in
serlo na Liberal n. "2115 de 27 de oulubro ai-
limo.
Qucroiidii esso covarde morder do tarto ae
249000
605000
48JJ000
489000
249000
609000'
48*000
965000
Erm. Baro de Camaragibe, a quera vota odio,
609000' lomou-me para seu alvo ; dando taigas
1 genio, emprestou-nie asquerosos attribalos, qu-'
s a ello pseudo (i!orcn*e caben para dalii con-
cluir que souu'lliante Domearo um mal devide
da por.................. 2005000 aquello Baro (mando na pii-sidciicia, comu me:u
para sua reeleicao.
Se ostou Romeado lenenle-eoronel nao liv
6............casa lerrea oc-
cunada pelo proprietario ava-
hada por............... 30O00O, verdade, que o xm. Baria le Camaragibe ai
I precisa valer-se de poalos, neo de nomos, para
3008000 censolidara popularidade de que goza.
^ Sua eleii.o ou rceleico polo circulo de P.i.
nha d'Arafat. para allicumprir as suas devoces. 1
illi19 inereza de Jess, casa terrea
Esta montanha celebre, porque Maliomet all.
viveu, na meditacao e na aDsliuencia, por espa- i
codo dois annos, e prgou a sua doutrina. Est
situada a 5 leguas de Meca. Grandes ceremonias >
liveram tambem lugar i;o valle de Momia, raen- '
conado na vida do celebro reformador.
Cauta elouuente.Um cavalheiio do Braga, !
encommendando um criado deservir a un or-!
diando seu conhecido, este lhe dirigi a seiun-'
te carta :
Senhor.Tendo en qaolidUnaraentc instado a ; 1 Francisco das ChaffasSalKuei-
Inyencao'do sojeito, nao foi possivel a dita ser' ro 0.8, ,aQ A
originada o lemitada at a data do primeiro do r' C?Sa .,errea ocupada pelo
correnle por urna ausencia que elle ampletou ; proprietario avaliada por....
mus logo que o encarei, lhe dirig minha con- 2 Joaquim Lopes d'Almeida, cs-
versaao acerca da incumbencia ioeettria : elle I sa terrea 0CCUpida pe|0 prc.
arrendada por..
20 Herdeiros do padre Jorge Fi-
dels Gamciro, casa terrea ar-
rendada por..............
21 Antonia Maria do Espirito
Santo, casa arrendada por...
Ra do aterro do Varadeuro.
7 Henrique Gibson, casa terrea
avaliada por. .
Estrada do Salgadiulm.
1 D. Maria Rosa d'Assumpro.
casa do sobrado de um andar
arrendada por............ 3505000
2 Rento Francisco Bezerra, e ou-
tras casas de sobrado de um an-
dar arrendada por......... 4505000
3 Herdeiros de D. Antonio de
Lima Pi, casa terrea arrenda-
da por................. 1809000
5 D. Maria Rodrigues Ferreira
249000 Fontes, casa de sabrado oceu-
pada pela proprielaria avaliada
365000, por................... 1005000
6 Viuva e herdeiros de Joo Ne-
120900O pomoceno Ferreira de Menezes,
casa terrea arrenda la por .. 1005000
249000 8 Francisco Ferreira de Mello,
casa lerrea arrendada por. .. 1509000
9 Bernardo Henrique, casa ter
249000 rea oceupada pelo proprietario
avaliada por............. 1005000
609000 10...............casa ter-
rea arrendada por......... 4009000
11 Antonio Carlos Francisco da
489000 I bita, casa terrea arrendada por 200^000
Estrada do Campo tirando, ""'
4 D. Francisca Barboza, casa v
terrea arrendada por....... 36X9000
5 Paulino da Silva Mindello, ca-
sa lerrea arrendada por..... 1509000
2009000 Estrada de Bolera.
1 Viuva de Manoel Joaquim
Henriques, caso lerrea occu-
/"
d'Alho e a expresso ingenua doBvolo livre ua
habitantes da enmarca, que lhe consagram dedi-
1 cacao e sympathia por suas qualidades cuicas,
illusiraco e merecimeuto.
1 .Ouanio as injurias o calumnias que me ceaaa
j oembiicado Glorense, o covarde que a travs J
I mesma cortina do anonyroo, o soba capa do
dizeui, j no Ltirral a. 1563 de 23 do dozem-
bro de 1857 me feria cora as mismas armas, en
Irego ao juizo do publico sensato que roe co-
uiiecc, e lem um eonceilo formado a meu res-
peito.
Elle que mejulgue cm face de la<> banacsaecu-
sacos o do incgnito que as faz.
Tendo consoiencia d,' que nunca persegu .1
innocoucia, e menos d guarida ae crian. lu
esto os carinos o o procesaos cm quefuucci-'
nei quando auloridade policial.
Ellos allestamquo'jamis faltcicomjusti.
grande, ao pequeo, ao fraro, assim como ao p 1
deroso, e sema menor oste&lacia de forca p^
blica, o que de nolar.poHiuo o baviam c
destacamentoa-na Gloria, nem cu o reqtrnrtoi.
qualquer hora dn dio. ou da noiio saina eu a
eutrava dcsassombrado para minha casa sem re-
ceio de seraggn-dido ou sa quer desautori-T i
Tal era a paz de "lilao na fu gue/.ia da Gloria
do Goii. Tal era a ronfbfycaque me ioepiravaan
os gonninos Gloriensos, c que osles em niuu do-
posiUvam.Outro lauto nosc se podero :
zer os meus aotecesaorea e successorea, a quom
u (.lorense sanlilica. *
Esiou promplo para responder por meus aclo
peranle os tribunaes do paiz, loda .1 vez que um.i
aecusaco cm forma me for mita, porm aaa ae-
cereide minha dignidade para medir-me coro ,,
miseravel anonymo, a quera falta coragem aan
encarar-me face a face, e que ameaca-me aira,
vez do bastidor com documentos, sem jamis o-
apresontar desde* lt-57. lempo de sobejo leve
esse infame rabiscador para os colher e denu
ciar-meante a auloridade competente, "afa^esa
podo, e capaz, poique nao recuarei, zeas 1
MUTILADO


4")
UjAUO b EHAMBtX. TERC* FE1RA 6 DE DEZEMBRO E 1859.
,a''J 1- impreusa seu uelonT-
me "oitai por aJcijrn Par3 "Wiiaar-
'loriense, pois -.pllho com nome de
i-mquaiilo oais Ihe darei p'i'ito ao genio
'te ., ii*ft exhibir os documentos com que
. ointrflit e nwo lirar a negra mascara que o
nhde. '
Emqoant stim nao flzer, ser tido pelo mais
Vil eVarfle c lrai<;neiro calumniador, corto de
que nunca conseguir deseonceituar-me com as
suas saftdiccs, non tisnar-me com a lama do lo-
dazal era que chafurda.
Tligenho Coucei^ao das Flores. 3 de de7embro
de 1853.
Jo* Mara dos Sanios Cavalcanti.
COMMERCIO.
TRAfA DO RECIPE 5 DE DEZEMRHO l)E l5Vf
S TRES HORAS DA TARDE.
Cotseoes officiaes.
Ueseonto de letras9 a 10 0/0 ao anno.
CiniDio sobre Londres25 d. 90 d/v.
Frote de algodao do Macci para Liverpool =
*/16 c 5 0|Opor libra.
Colacoes olficiaos no dia 3 depois das 3 horas
da tare.
Di ^onto de letras9, 10 e 11 0/0 ao anno.
Francisco Mamede de A tmida.
Secretario^
ALFANDEGA.
Rendimenlo do dia 1 a 3 s 57:2725527
dem do dia 5 ...... 16:299521
73.572$08
tfOV1MENTO DA ALFANDEUA.
Volumea enirados com fazendas
cok gneros
Y ota mee sabidos eoui (azeudas
com gneros .
261
780
148
53S
1:011
C86
mora do glorioso da 2 de novemlno
de 1859, era que esta cidade lora e con-
tinua a ser hornada, com a augusta vi-
sita de SS. MM., resolve que d'ora em
diante o pUeodo Goltegio se denomine
praca de Pedro II; a ra do Collegio
que sera' considerada at a esquina do
convento deS. Francisco, ruado Impe-
rador ; o campo de palacio, campo da
Princesas ; e o aterro da Boa-Vista, ra
da Impcratriz. Paco da cmara mu-
nicipal do Rccife em seso de 5 de de-
cmbi de 1859.Manoel Joaquim do
llego e Aibuquerque, presidente.
Manoel Ferris a Accioli. secretario.
De ordem do Illm. Sr. inspector da thesou-
raria de fazenda desla provincia, se faz publico,
para conheeimento dos interessados, a relacao
abaixo transcripta dos credores de dividas de
exeruicioa lindos, na importancia total de ris
4:76J>797, cujo pagamento foi autorisado pela
ordem do Ihesouro nacional n. 190 de 12 do uiez
findo.
Secretarla da thesourana de fazenda de Por-
nainbuco, 3 de dezembro de 1859. O official-
maior interino, Luis Francisco de S. Paio e Silva.
RELACAO A OE SE REFERE O EDITAL
SUPRA.
Jos Rodrigues dos Passos Jnior..
Antonio d js Santos Caria............
Bernardo Pereira do Carmo Jnior..
Francisco Pereica do Almeida......
Joao Lucio da Silva (Benla Maria da
Conceicao, mi de)..............
Jos Joauuim da Rocha............
Luisa Maria de Rosario..............
Manoel de Farias Lomos............
Marcos Evangelista Muniz
Araealy.
A barcada Maria Amelia, tendo prompta me-
lado de sua carga, sano at ftabbado desia sema-
na : para o restante da carga trata-se cora P-
rente Viaima & Goropanhia, na ra da Cadeia do
Recife n. 57.
Para o Assu'
segu com brevidude n palhaboto Olioeira II :
quem no mesmo quizer carregar a frete ou ir de.
passageiu, par o que tem excellentes commo-
dos, cnleuda-se com o capitao Jos de Oliveira
Leite, ou no escriplorio do Manoel Alvos Guerra
na ra do Trapiche n. l.
CO.YWftMUA
1:037$776
120S0OO
631896
73SOS
PEtUAMBUCANA
DE
\:ivcai;aiifosleiraavi|iui'
O vapor nacional Iguarass, copfrnandante o
segundo lenlo Moreira, seguir para os portos
do norte do sua escala no dia 10 do correute,
para os quaes receber carga da mancira seguin-
t : Cear no dia 6, Aracaty e Ass 7, Rio Gran-
de do Norte 8 e Paralaba 9 al mcio dia, sendo
a ruesma posta abordo pela prancha a custa dos
Srs. carregadors. O expediente da gerencia fe-
cha-se s horas da larde.
M90)
18<>17
2405001
11*500
23OS400
Descarrrgan hoje 6 de dezembro.
fcarca inglezaFloating Uloodazendas.
Barca inglezaD. Annacanos de barro.
. Brigue inglezEwrtonfazendas.
Barca ingleza=Mida:=baeallio.
Barca inglezaFleet-wingidem.
T>rigne inglezIccnebacalho.
1',.lacho americanoHannockfarinha.
Hiato mericanoJohn Grefalhfarinha e cha.
luiguo'hanoveriano Bnrgermuslcr cent ja.
CONSULADO GERAL.
rtenihaienlo do-a 1 a 3 1413^987
de*-, do dia 5.....- 2-926*1 io
4370132
336*61
130j2t5
Repartido das obras publicas...... l:129j2G0
Sebastiao do Rogo Barros..........
Francisca do llego Brrelo Pereira..
Josopha do Reg Brrelo............
Maria do Reg Brrelo..............
89*000
36OO
33OSQ00
300gOOO
4:l)76$797
DeclaraQes.
DIVERSAS PROVINCIAS.
Rendimento do dia 1 a 3 .
dem do dia 5......
456|679
DESPACHOS DE EXIMRTACAO PELA MESA
DO CONSULADO DESTA CIDADE NO DIA
5 DE DEZEMBRO DE 1859.
Hampton Roads=Falacho americano Coasi Pi-
lol, S. Brolers 4 C, 1,500 saceos assucar
mascavado.
PortoBrigue portuguez Esperance, diversos
carregadors, 260 saceos assucar branco, 50
ditos dilo mascavado, 300 ponas do boi.
LisboaUrigue iiorttiguez Relmpago)), T. de A.
Fonseca & Pilho. 260 saceos assucar masca-
vado, 850dilos dito branco.
(lampin oadsBarra hainburgucza S. Tho-
maz Packet, Wualcly Forsler & C.,*70i sac-
eos assucar mascavado.
Ilt-CEBEDOlllA DE RENDAS INTERNAS
GERAES DE PERNAMBUCO
llendimenlo do dial a 3 1:i?jE?i
dem do dia 5...... 612*042
CONSULAjBO PROVINCIAL.
Rendimento do dia 1 a 3
dem do diu 5
l:822g625
2.S55&831
3:115^154
5-971S1S5
Cear, Acarac e
Granja.
O patacho nacional Anna, tem boa parte da
carga prompta : a Iralar com Tasso Irmos ou
com o capilo Graciano Ilenrique Mafra.
A lancha Flor do lito Grande recebo carga
para a cidade do Natal e Pirangi: a tratar na
leja do Sr. Joao da Cunha Magalhes, ra da Ca-
deia do Recife.
Para Montevideo
segu uestes dias o veleiro brigue francez San-
l'Anna, o qual recebe alguns passageiros, para os
quaes oterece os melhores commodos ; para
Cuuselliu udniiiiiHtrutivui
O conselho administrativo, para fornccimenlo
do arsenal de guerra tem de comprar os objec-
tos scg"jintes :
Para-a enfermara militar a cargo do 7.a buta-
Iho de infamara em Macei.
Calcas de chita 30 ; camisolas de brim 30 ; bu-
les de loura 2 ; chicaras e pires 12 ; ljelas pe- .,
quenas do'louea 25 ; pratos rasos 25 ; ditos fyn- ,ra,a.r. rcom os consignatarios Amonio limaos,
dos 35 ; bandejas meiaos 3 ; talhcr^s 20 ; copos r
de vidio para agua 4 ; lirriciros de vidro 2 ; toa-
Ihas pequeas para as tancas 30 ; mesa forrada^
do zinco para antopsia I ; estojo porttil cirur- ;
gico I ; loalhas propcias para facturas e de di- o veleiro
versos lamanlios50; lavatorios de ferro 4.
Para procimento do armazem do arsenal
de
pinho
Avisos diversos.'
Atiendo.
Acomraisso directora do Johkey Club de coq- I
formidade com o disposto no art. 10 dos respec-
tivos estatutos, manda fazer publico que est aber-
ta a inscripeo dos socios que quizercm tomar
parle as corridas que devero ter lugar em mea-
do de dezembro, cujo dia ser annunciado com
antecedencia, e para conhecimento de lodos
manda declarar as seguinles clausulas.
1.a A direcao marcou o premio do 50OJO00 pa- i
ra a primeira corrida ; de 200*000 para a se- :
gunda ; e de 3OOj>000 para a terceira, alera das
entradas.
2.a As entradas para cada cavallo serao pela
forma seguinte rjprimcira corrida 6O9OOO ; se-
gunda, 3Ogf)00-?- terceira, 40J000
o.a_ S6 at o dia 15 do dezembro poderao ser
inscriptos os cavallos (fue tiverom de tomar par-
te as corridas, ifep sendo admissivel reclama-
;o alguma dcp(s desse-tfa. .
4.a Ao secretMo3evei-l|ayio que quizer lo-
marparle as corrjfijt.deWrrar a cor do vestuario
de sen Jockey e uflre do cavallo,para nao haverj-2
inscriptos com i"ual cor, recebendo um corre-
cimenlo que .*er apresentado ao Ihesojfttiho, a
quem ser paga-*nportancia da eirfeada; e es-
te conhecimenjj) ser apresentado^arTairector do
circulo, no dia day corridas, sem o que nao po-
der lomar paf as mesmas corridas.
5.a O cavallo s $_ considera inscripto depois
do estar .satiseiUjjTen'trada, ao thesoureiro, nao
podendo ter dircito de receber a dita entrada an-
da que deixe de correr, qualquer que seia a ra-
zao allegada.
6.a Haver um jul gadouro de livre nomcaco
da commisso directora, cuja decisao relativa-
mente as corridas, ser sem apello.
7.a Haver urna -juarita era que se a
ulgador, sondo esla fochada durante aS*
ficando chave em poder do presidente
8.a Para poder ganhar o premio, e as
dever o cavallo entrar com sou Jockey.
9.a Haver um socio encarregado de dar o sig-
nal de partida, dislribuindo antes os respectivos
lugares por sorle >
10." Se -ftgtfm cavaSoio partir antes do sig-
nal dado, nao ter.direito de ganhar, e Lio pou-
co salvar a sua entrada.
11.a O epaco determinado para cada corrida
ser o seguiste : para a primeira mil bragas ; pa
ra a segunda 500 bracas ; e para a terceira 700
bracas.
12." Os premios e-entradas sero entregues
pelo lb.esouretHr logo ao vencedor, devendo ef-
fectuajr-se esta entrega antes de coiuecar nova
corrida.
4PPR0VAAarAllT0RIS\l0
DA
Ji@AI
iMIFEiJAL I fiflEuDdilHA
E JtSTA CEMIL DE HVGIEXE PUBLICA
m
ELECTRO-MAGNTICAS EPISPASTICAS
De Hfcardo Kirk
Para sercm
ap^icaaas^ as pav\cs afecAaaas. sem
resguardo neiu ineommudo.

S4P
Haraoho e Para.
guerra.
Sola, meios200; laboas de pinho de soalho,
duzias 20 ; laboas -de 3/4 do grossura, duzias 10 ;
pranehoes, duzia 1 ; oleo de liuhaea, arrobas 5 :
alvaiade, arrobas 5 er, arrobas 4 ; zarcao, ar-
robas 2; secante, arroba 1 ; gomma laca, arro-
ba 1 ; ocre, arrobas 5; progus de gnaruicao, mi-
IherostO; pineeia sortidos duzias 5 ; xa sorii-
da, duzias 12.
brigue escuna Graciosa, capilo e
pralico Juo Jos de Souza, leudo j grande par-
le do sou carregamento prorapto, segu era pou-
cos dias ; para o resto da carga podem os Srs.
pretedenles entender-se com os consignatarios
AlmeiJa Gomes Alves & C., rita da Cruz n. 27.
Tara Lisboa sogue fli#a possivel brevi-Ja-
, de, o bom conhecido brigue portuguez Relmpa-
go, para o que tem parle da carga prompta : para
o resto da carga e passageiros,aos quaes offerece
i aceiados commodos, trata-se com o consignata-
' rio Thoraaz de Aquino Fonseca, ra do Vigario
11 19, primeiro andar.
Movimento do porto.
Xaoios entrados o dia 4.
Liverpool.6"< dfwsrt^ittz]e/.a Egliton
do
Para o Porto
sahir com brevidade o patacho portuguez Dit-
ijue do- Porto, de primeira marcha : quem no
mesmo quizer carregar ou ir de passagem, dirja-
se a ra da Madre de Dos n. 34, a tratar com
los Antonio da Cunha & Irrao, ou com o capi-
lo na pra>;a do Corpo Santo.
Leudes.
Quera quizer vender taes objectos aprsente
as suas propostas em carta fechada na secretaria
do conselho s 10 horas da manha do dia 12 de
crreme mez.
Sala das sesses do conselho administrativo
para fornocimeuto do arsenal de guerra 5 de
dezembro de 1859.Dent Jos Lamenha Lins,
coronel presidente.No impedimento dosecrc-j
tario, Joao Francisco de Chabi, coronel voal.
Pela recehedoria de rendas internas so faz!
publico, que no correle mez so linda o prazo da I
cobranca amigavel aos imposlos pertencenles ao
exercicio de 18581859, a saber renda aos pro- j
prios nacionaes : foros de terrenos e de marinlia 1
dcima addicional de mao morta ; imposto sobre I
lojas e casas de descont ; dito especial sobre
casas de movis, roupas, mobilias e calcado es-
1 trangeiro ; dito sobre barcos do iuterior e laxa
i I cTtrS" egei aMis^jindo o qual se promover a cobran-
1 ra et6cutiva centraos rem30S : ouiro sira que
9cailao e o lo piloto envenenados e 65 pas- no raesmo mesmo nez "deve lar lagar o paga- Oliai'ta-fpirfl 7 fin cnrronli
-agei'os de escarlalina; veio a este porto | menlo dos imposlos pertencenles ao exorcico 1 Vu* l cn i uu^i-u 1 uve.
f>7rescar e segu para Calcuta, icoU de ob- de 1&69-1860, a saber.: do primeiro semestre da O agente Borja ara' le," e i seu
decima addicional dr-fojio mora, do imposto so- armazem na ra do Lolleg. n. 15 de
bre lojas, do dito especial, do de barcos do inte- ,
rior, depois doqjpn pagar-seha conjuntamente a murtas obras de
muita do 3 0|rj.* Recehedoria de Pernambuco, 5 lonras, erystaei
de dezembro dtfl859.O administrador, Manoel
Carneiro de Souza Lacerda.
ASSOCIACO POPULAR
DE
Soccqitos Mutuos.
director interino sao convidados
s do conselho para sesso ex-
do corrente, s 7 horas da
te do caes do Apollo,
da Associaco Popular de Soccorros
1-900 toneladas, capiao -WilriarAn*ewan Jej-Ugngeiro ; dito
1 ca
lerrageiu a ordem. Passageiros 521 fallecern! ea erfeutiva dbnrra'os.rejMtsos : ouiro
ion, eqiiipagemlii carga eatria de podra o]
LEILAO
nerva^ao.
'iSahia7 dios bH^ iugteza Shartlon, de 353
toneladas, capilo F. J Day, equpagem 13,
om lslio\a H. Gibson; veio receber ordens e
segu par Macei.
Bio de Janeiro.29 dias brigue nacional Euge-
nio, de 222 toneladas, capilo Joo Martinia-
110 Lisboa, equipagein 12, carga 10000 arrobas
da carne a Raitar & Oliveira.
tahia.=6 dias, barca ingleza Snowdon de 250
(nUoas, capilo John Robinson. equpagem
13, em lastro, a James Crablree & C.
Saludos no mesmo dia.
j io de Janeiro.Rarca brasileira Castro III,
capitao Antonio dos Santos Torres, carga a
mesma que trouce do Ass. Snspendou do la-
maro.
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s.2
s15
< SO c
t
n.
marcineiria, prata,
Leilao
Editaes.
TRASLADO.
0 Dr Joo Jos Pinto Jnior, juiz municipal e do
eivel sopplente da 2a vara, ne;ta cidade do Re-
cife de Pernambuco, em virtude da lei etc.
Faco saber aos que o presente odital virem em
romo por es'.e juzo se ha de arrematar em hasla
publica por quem mas der, findos os dias da lei,
. a quarla e quinta partes do sobrado meia agua da
. ra da Guia n. 57, avallada em-1: lOOgOOO a que
foi penhorada por execueo de Joaquim da Silva
Lopes, contra os herdeiroa de I). Anua Aulero de
_- Souza Res.
Toda a pesSoa que era dilas partes quizer lan-
>;ar, o poder fazer nos dias da praca. Besle
ser publicado e alisado no lugar do costume e
T annunciado pela iraprensa.
Recife 30 do novembro de 1859. Eu Francisco
Ignacio de. Athayjc, escrivo o subscrevi. Dr.
Joao Jos Pinto Jnior.
Ao sello 300 rs. Vaina som sello excausa.
1 ir. Pinto Jnior. -
Sello.Numero 74, 160 rs.Pagou 160 rs. Ro-
cife 5de desembro dn 1859.Carvalho. Souna.
I-: i'iais se nao conlinha e nem alguma oulia
oouu se declarava om dilo edital que vai aqu
lielmente. copiado do proprio original ao qual me
i-'-porlo.
i'idade do Recife de Pernambuco 5 de dezem-
bro de 1859. Eu Francisco Ignacio de Alhaydo,
escrivo o subscrevi.
. Joao Raptista de Castro e Silva, offichl da ordem
da Rosa, e inspector da tbesouraria de fazenda
de Pernambuco, por S. M. Imperial, que Dos
guarde.
Jaco saber aos que o presente edital virem,
qie era curaprimento da ordem do tribunal do
ihesouro nacional de 1 i de novembro prximo
passado, se comeca nesla thesouraria a substi-
tuido das notas 5J09da 1.a, 2.a e 3.a estampas.
<)s seus possuidoros, pois, podem apresenta-las
-io thesoureiro desta thesouraria, que lh'as tro-
car por outras de diversos valores.
Thesouraria de Pernambuco, 5 de dezembro
de 1859.
Joo Baplisa de Castro e Silva.
A cmara municipal desta cidade
ilesejando continuar a testemuuhar o
amor, respeito e veneraco que con-
sagra as augustas pessoas de SS. MM
e urna niinidade de
! artigos de casa de familia que tudo sera'
delegado interino do districlo littererio i vendido sein reserva de preco algum no
da freguezia de Santo Antonio faz publico que estado em que se achar e um carro de
no dia 7 do correute, pelas o horas da manha, _, n ,
ter lugar o exame das aluronas da profossora rodas com um >i. Principiara as
publica Alexandrina de Lima Albuquorque, sen- lOIiorasem ponto.
do examinadora a mesma professora e a de Pora
de Perlas Emilia Candida de Mello Luna.
Instrin-rto publica.
No dia 7 do corrente, s 7 horas da manha,
ter lugar na aula publica de inslrucco elemen-
tar para o sexo masculino da freguezia de S. Jo-
s, o exame dos cinco alumnos da mesma aula,
apresentados pelo respectivo professor como ha-
bilitados para esto lim, cujos nomos sao os se-
guinles : Antonio Ignacio do Arruda, Luiz de
Franca Honorato de Carvalho, Joo Gervasio da
Cunha rein, Bemjamin Maximiano do Nasci-
monto e Antonio Pollcarpo do Salles. TerCa-feira 6 (zO COlTeiltC.
Delcgacia de districlo luterano da freguezia de i rt ,. .. .
S. Jos do Recife 3 de dezembro de 185 = Ma- '' u agente Borja tara leilao na porta do
noel Ferreira Acciolli, delegado Literario. armazem do Sr. Aunes defronte da a 1-
Tribunal do commercio. I tandega, por conta e risco de quem
Por esta secretaria se faz constar que na dala o r .. .
infra foi inscripto no competente livro de ma-.ri- | pertencer de 2o caixas com queijos mui-
cula o Sr. Mnnoet Marques Camacho, cidado bra-; to novos e despachados prximamente
sileiro, do 52 annos de idade, na qualidado de flue sp 3o j: j_ nra7n Pr'mrin'iT
com.nercianle de morcadorias nacionaes e estran-; Hue serao venuiaos a pi azo. principia?
geiras por grosso Iralo, de conta propria, e com- l'a as I I horas,
misso na Parahiba do norte.
Secretaria do tribunal do commercio do Por-
uambueo em 3-de dezembro de 1859.iname-
rico Augusto do Pego Kangel, oCGcial maior iu-
leiiuo.
De ordem
todotos m
traordinara
noite, nontfl
Secretanrc
Mutuojf6 da dezembro de 1859.
-^_ /*. /'. Advincula.
*,- Secretario interino.
Al)oa fama.
Vcndcm-se as verdadeiras luvas de pellica de
Jouvin chegadas no ultimo vapor vindo da Eu-
ropa, brancas, para hornera e senhoras, pelo ba-
rato prcro de S&o par, tambera se vendera gra-
vatinhas de fil muito bonitas e do ultimo gosto,
praprias para senhoras e meninas, pelo barat-
simo proco de 2jJ rada urna : na ra do Qucima-
do, na loja de miudezas da boa fama n. 33.
Sapales de 2$ a 3$.
Vcndem-se sapatoes para menino, de 2 a 39,
borzeguins para menina do 2 a 39, ditos para se-
nhora a 3500 : na ra do Cabug n. 9.
Vende-so leite puro, das 6 s 7 1[2 horas
da manha, a 480 a garrafa, garanle-se a iuali-
dade : na porta de Jos Alves Barbosa, praga do
commercio n. 2.
Attencao.
Na ra Nova 11. 53, loja-de ferrafljis, vnde-
se milho novo em saccas,-por baraHsiiiio prego.
Vende-se urna prela cJtoula di? 18 anns,
^ngomma, cose e cozinka : nf ra Nava n. 49.
Atreiieao.
Urna boa escrava de idade 35 anuos, insigne
lavadeiraequilandeira. porl:100# ; um escravo
pardo de meia idado, perilo official do pedreiro,
por 1:0009 : na ra de Aguas Verdes n. 46.
AS CHAPAS MfDICINAES sao muito conhecidas nesla corto e em todas as provincias desio
imperio ha mais de21 annos, e sao afamadas, pelas boas curas queso lera nhtido as cnforuiidad's
abaixo descriptas, o que so nrova com innmeros attostados que existem de pessoas capazos 1
citinceo. r
i.om estas Ciur*3-ELBCTR0-XACIlBtlCS F.risPASTic\? obtem-se urna cura radical e infallhtl
em lodos os casos de inflamraaco (cansaco ou falta de respirado), sejam internas ou exlernas, t
ligado, bofes, estmagos, braco, rins, tero, peito, palpitacao d cora.'So, garganta, olhos. _erv*i-
polas, rheunialismo, ataques nervosos, ele, etc. Igualmente para as'differontes especir *ta-
ores, como lobinhosc escrfulas: se^a qual fAro seo tamanhoc profundeza, por mro da 'sup-
s.eraoj-adicalniente extirpados, sendo o seu uso aconselhado por habis e distiuctos facu'.-
jendas das provincias devera ser dirigidas poi cscriplo, tendo todo o cuidado i
:as*explicacoes. so as chapas sao para homein, senhora ou crianza, declarando a
parle do corpo existe, se na cabera, braco, pesclo, cxa, poma, p, oa tronco
arando a circumforencia ; e sendo forida ou ulceras,"o molde do seu tamanho em
el e a declara o onde exislera, aflu do que as chapas possam ser bem auplici-
d.is nd SuniPr.
Pde-se mandar de qualquer ponto do imperio do Brasil.
Consultas a todas as pessoas que, a dignarein honrar cora a sua conanca, em seu eaer.,
no, que se achara aborto todos os dias, sem excepeo, das 9 horas da manha s 2 da Urde.
H9 RIJA DO PARTO H9
PERTO DO LARGO DA CARIOCA.
Na tardo do dia 4 do corrente auseatou-sc 1
da casi do seu senhor, o abaixo assignado, a j
crioula Hcnriqueta, a qual foi escravo do Dr. Sa-
bino Olegario ; representa ter 25 annos, estatu-
ra regular, secca, rosto comprido, e tem urna fo-
rida na poma direita; foi com vestido de chi-
ta rxa e camisa do madapolo ; consta estar
Precisa-se
de urna ama seoea forra ou escrava, que s*ja d^
boa conduca : a tratar na ra do Oueimado, BJ
loja de miudezas da boa fama n. 33
acontada em urna casa Ha freguezia de Santo An-1 H ~ K"io em a "le J i do yy.f d"
ionio : quem a pegar leve Torre, sitio do mes- dezembro o escravo Joaquim, caboclo. de idd-
mo abaixo assignado. Recife 5 de dezembro de 2' annoS- rouco- !" ou me-nos' bauo **<>
1889.Adelo Jos de Mendonca.
do corpo, rosto redondo, cabellos duros c cor-
j ridos, olhospardos, nariz pequeo, bocea peqie-
na, com falta de denles superiores na frente, u-,
bigodo, o qual todava pode ter rapado, sem bar-
ba ; conduzio urna rede, calca e camisa, levasdo
, vestido calea e camisa de algodao ritcado azul e
2 do corrente. o pardo escuro do nome Carinlo-. chapeo de couro ; veio do Coai no vapor fCra-
meu, vulgarmente conhecido pelo nome do Ber- i zeiro do SuU em do oulubro prximo passado,
to, idade de 18 annos, altura regular ; levou ca- | remettido por Luiz Ribeiro da Cucha Antn: .
Escravo fgido.
Desappareceu da casa de sua senhora, no dia
Altcnco.
Baile nacional.
uarta-foira 7 do corrente, vespora da inma-
culada Conceiso, haver grande baile nos saloes
do caes do Apollo.
0 baile deslc dia ser esplendido polos convi-
tes particulares que se tem feilo, o de esperar
que soja bastante concorrido ; a msica ser do-
blada e tocar variadissimas pecas modernas.
Nao poder ter ingresso que nao se apreseular
decentemente vestido. O regulamento saneciona-
do pelo Illm. Sr. Dr. chote do polica ser fiel-
mente executado.
Os bilheles para humeas 2g000 e para senhoras
gra'is-_____________________________________
Avisos maritimos.
LEILAO
Terea-eira
o
PELO
6 do corrente.
AGENTE
Para
em diieiluia segu uestes dias o hiato Bom Ami-
go ; para o reslo da carga e passageiros, trata-se
com Caetauo Cyriaco da C. M., ao lado do Corpo
Sanio n. 25.
PESTAA.
I las 10 horas da manha a porta do armazem do
[Sr. Andes defronte da alfandega
I .Dl;
I 200 caixascom superioires passas muscaleis che-
gadas e despachadas recentemente.
LEILAO
Quarta-leira 7 do corrente.
Ass
ltale Ccnwes segu no dia 10 do corrente ;
para o reslo da carga trata-so com Caetauo Cy-
riaco da Costa Moreira, ao lado do Corpo Sanio
n. 25.
Para o Porto Alegre, com escala pelo Rio
Grande do Sul, saho com muila brevidade o pa-
tacho Novo Lima, tem promplo parle do carre-
gamento ; o para o resto a fete, trala-se com os
consignatarios Amorim Irmoos, ra da Cruz n. 3-
Segu at o dia 9
do corrente, o hiale Santo Amaro, para o Ass,
por ter a maior parte do seu carrcgamonio
promplo ; anda recebe aguma carga e passagei-
ros, para os quaes tora excellentes commodos: a
tratar no trapiche do algodao ou a bordo com o
mestre.
Aracaty.
Para este porto sesue primeiro quo os que es-
lo propostos para alli, o hiale Exhalacao: para
o resto de seu carregamento o passageiros, tra-
, !a-se com Gurgel Irmos, om seu escriplorio no
II, e ao raesmo tempo perpetuar a me- i primeiro andar n. 28, da ra da Oadeia do Recife
Perdeu-se na noile de 4 do corrente, desde a
ra do Padre Floriano, becco da Lenha, Marisco,
ra Augusta, becco do Peixolo e Cinco Ponas,
urna pulseira de ouro : a pessoa que achou, que-
rendo restitui-la ser recompensado, levando-a
praca da Independencia ns. 14 e 16, ou s
Cinco Pomas, loja de chapeos, aonde se apresen-
tar outra igual para conferencia.
Precisa-sc do ofciacs de alfaialo para obra
raiuda : na ra Nova n. 69.
Na ra Bella u. 10, precisa-se de urna ama
para cozinhar o comprar para urna pessoa.
Precisa-se de urna ama para casa de pouca
familia : na ra do Jardim n. 22.
Aluga-se urna prela de 14 annos de idade,
propria para pensar meninos e mais servidos in-
ternos de casa : a tratar na ra do Rangel n. 62,
segundo andar.
Precisa-se de urna prela captiva para lavar
e engommar, para uina casa do pouca familia :
a tratar no caos do Ramos n. 14.
Vende-se um grande teiheiro em
porto de desembarque na freguezia de
Santo Antonio, excellente para depo-
sito de madeira e materiaes ou para
qualquer outro mister: a tratar na tra
vessa do Carioca n. 11.
Vendem-se duas carrocas e dous
bois manros : na tra vessa do Carioca
numero 11.
O Sr. Antonio Mariauno morador em Ca-
ruar deve quanlo antes vir ou mandar receber
o seu escravo Manoel, crioulo. quo existe em
raen poder, ou vende-lo so quizer, como o con-
yidei era meus annuncios ueste Diario de 20,
21 o 22 do oulubro p. p.
Recife 5 do dezembro de 1859.
Dr. Jos oaquim de Souzu.
Precisa-so fallar ao Sr. Francisco Jos de
, Castro ou a pessoa que lhe F"tiniini HflUTiUTL
Arkwnght s (.. farao leilao por inlervancao i sua morada para ser procurado ou enlo diriia-se
a designado o pe- a praca do Cnrpo Sanio n. 4.
No dia 9 do corrente mez s 11 horas do
dia se ha do arrematar na casa Jas audiencias
do Sr. juiz de orphos deliuda, una mulata de
idade do 2.5 annos, bonila figura e sadia, sabe fa-
zer todo o servico.
Pede-se ao Sr. P. S. M. que queira mandar
satisfazer o que deve pelo aluguel de um escravo.
O Si: Miguel Joaquim do Ferie Braga Ju-I
nior morador em Pitiuib, tonlia a bondade del
apparecer na ra Direita n. 66, a negocio de seu |
interesso
Qssocincao EnpogvaphicA
]JcvuAmItucAua.
Quinta-feira 8 doconcnle, s 10 horas da ma-
nha, haver sesso ordinaria do conselho di-
rector ; sao convidados os sonhores conselhei-
ros comparecer.
J. L. Dornellas Cmara,
1." Secretario.
* Fugio hontera 4 de dezembro, da fabrica do
sabo do aterro dos Afogados onde eslava traba-
lhando, o preto Joo, de necio Angola, idade 28
annos, boa estatura, barba crescida, pes grandes,
calcanhares crescidos para traz, dedos dos ps
arqueados para dentro, cosluma embriagar-se a-
miudo : pede-se a todas as autoridades policiaes
que o encontrar o conduzam mesma fabrica de
sabo, ou na ra da Cadeia do Recife defronlo
do becco Largo n. 25, primeiro andar.
Aluga-se um silio na estrada do Monteiro,
casa grande com 9 quarlos, cacimba o bastantes
fructeiras : a fallar na ra do Cabug u. 8, se-
gundo andar.
_ Precisa-se do un Irahalhador para relina-
co : na ra da Cadeia n. 8.
= Precisa-se. alugar ura escravo para andar
cora una carroca com boi para servido de um si-
tio : quem liver c quizer alugar, dirija-se a ra
raisa de algodao azul; presume-se que estar
oceulto em alguma parle dosta cidade : roga-se
s autoridades policiaes c capilcs de campo a
captura do dito escravo, e a quem delle der no-
ticia e o levar a ra do Trompe, casa n. 2, ser
gratificado.
Os reos Manoel Ferreira de Araujo Darre-
lo e Galdino Ferreira de Araujo Darreto, do ler>
mo do Catlo do Rocha, provincia da Parahiba
do Norte, lendo apresentado cada qual sua Deli-
cio de graca a S. M. o Iniciador, Implorando
ao mesmo Augusto Senhor.perdi do crirno que
lhcsimputam, declaram quo sao seus procurado-
res em Pernambuco os Srs. Dr. Antonio Kangel
de Torres Bandeira e Joo Vicente de Torres Ban-
deira.
= Fugio no dia 2 do corrente um mulato de
nome Tiburcio, alvo, cabellos estirados, denles
muito limados, ps curtos e chatos, tem urna ci-
catriz no rosto, nao lem buco da barba, e ter 20
annos de idade : roga-se as" autoridades a captu-
ra do raesmo, adra ae ser entregue a seu senhor
no sitio da Estrada Nova, ou as Cinco Ponas,
casa de Muroel Amonio da Silva Moreira. i (
_ = Aluga-se para passar a leal i a asa co um i
sitio na Vanea, com bom banho de agua doce, e
cacimba ae agua de beber : a fallar na ra da I
Gloria n. 11.
A'uga-se urna casa terrea acabada de novo
na povoaro da Vanea, propria para passar a
festa, peno do banho no rio Capibaribe, por rtre-
eo commodo : a tratar com Joaquim Francisco
Ribeiro, no Cachang.
Precisa-se de um preto cozinheiro : no ho-
tel martimo, ra do Codorniz n. 6, no Forte do
Mallos.
Hoje a ultima arrematado da casa da ra
Imperial n. 115, depois da audiencia do juiz mu-
nicipal da primeira vara.
= Precisa-se do urna ama para comprar e co-
zinhar em casa de hornera soltoiro : na ra do
Queimado n. 48.
Luiz dos Santos & Rolim, que prometi ni urna
recompensa proporcionada ao trabalho de quem
o apprehendcr e levar cidade do Recife, na d.>
Crespo n.ll. Pedero igualmente s autoridad- -
policiaes e capiles de campo i apprebensao d
mencionado escravo, que se suppoe fosee para o
centro do Cear, porque dizia ser natural da vil-
la do Cascavel; e muito desuppr que va so
inculcando de forro como por vezca lem eito.
= Precisa-se de um feilor que entenda J-
plantaces de sitio e de conservaco de cerca de
espinho, paga-se bem : a failar cora Joo Anto-
nio Villasecca, na Estrada Nova, ou na ra da
Saudade, com o administrador da recebedoria de
rendas internas.
@&3gag8-83ftee-3S3i
I Atteu^o.
8 O padre Vicenlo F. de Siipicira Vari-
jo, professor publico do 2' grao em
9t Sanio Antonio do Rec.fe, declara que nao
& collaborador do peridicoInstruceao
8
i
8
8
primariaque ora se publica nesta cidade, 8
. e nem para sua apparico concorreu, ape- ti
& as a pedido de alguei, assgnante. t
^&3S83888888888*
Roga-se ao illm. Si. delegado de polica e
mais autoridades superiores do termo da villa de
Canguerelama, na provincia Norte, mandem captura oa reos de polica alli
residentes, pronunciados era crirne inaancavtl.
Cura completa
Som resguardo nem inconiraoo.
Inllammaeaodo estomago e'*dores
le cHbeea,
redactor, do inserir no seu jw -
julgo ser pro-
Vende-se um fardamcnlo rico para ca-^ado-
Rogo-lhe, Sr.
nal a seguinte declaracio, que
veilosa a algumas pessoas.
Ha bstanles annos padec urna hurr.oel -'n
Je cabera quo me prenda a nuca, linha muitas
res da guarda nacional : a tratar na ra do Ouoi- : vertigens, algumas vezes soll'ria dr no etiomnoo
mado n. 38, primeiro andar. acompanhadas do clicas (latulenlas ; maudci vn
Vende-se o engenho Aguas Bollas, com ca- urna das chapas medicinaes do Sr. Ricardo KirV,
sa de vivenda, moente e corrente, leudo casa de morador na ma do Parlo n. 119, appliquci-a ao-
purgar, dita de caldeira, son/.ala principiada, > bre bocea do estomago, e no espaco de 18 di -
boas matas para mais de meia legoa, varzea achei-mc completamente bom, e as dores de ca-
para plantario de 2,000 pies paramis, cercado I beca dcsappareceraru.
muito bom para animaos, lem riacho correnle-jv Por isso agora posso dormir com socego; le-
lodo anno, trra propria, leudo 540 bracas de nho de idade 68 annos o 4 mezes, e faco esia
frenle, e extrema pelo norte com Ierras de lbn- ; advertencia a todas s pessoas quo paJeeerem
tal molestia pira tentar o dilo curativo, para quo
issignei a presente doclarao cmgialido e pa-
O agente Camargo fara'
eilao emseu
n. 19
e entre el
Jacaranda'
armazem na ra do \'gano
DE
Varias obras de marcineiria
las urna rica mobilia de
de muito bom gosto.
Louc-a e vidros.
LEILAO
Quarta-feira 7 do corrente.
O agente liyppolito da Silva fara' lei-
lao no seu armazem da ra da Cadeia
n. 11 C., de urna ininidade de obras de
marcineiria, relogios, um cabriolet com
cavallo e arreios etc. ; na mesma occa-
siao ira' a leilao um excellente mufoto
de 18 annos, bonita iigura e proprio
para pagt-m ou boleeiro as 11 boras em
ponto do da cima mencionado.
ra, para o poente com marcos quo licam nabeira
da estrada velha, c dahi para o sul com o enge-
nho Sant'Anna, o dahi para o nascenie at a la-
goa do Xiquoiri, com torras dos herdeirosde Jo-
s do Monte Lima : a tratar no aterro da Boa-
Vista n. 17, com Frodorico Chaves.
Vende-se urna colcha de otira branco bor-
dada e riquissiraa, e urna urna muito bonita que
parece prata : na ra da Palma, casa junto a ta-
berna sem numero.
Na ra estrota do Rosario n. 39, vende-se
palha apaielhada para qualquer obra, tanto lina
como grossa, por proco commodo.
Precisa-se do lima ama forra ou captiva
para o servico de urna casa de familia, e que se
presto a comprar e a sahir a roa em objectos do
servico : na ra larga do Rosario n. 28, segundo '
andar.
Curso de preparatorios.
O bacharel A. R. de Torres Bandeira, profea-l
sor do geographia e historia amiga no gymnasio '
dosta provincia, contina no ensillo dos seguinles
preparatorios: rhetorica, philosophia, geogra-j
phia. linguas franceza e ingleza : na casa de sua
residencia, ra larga do Rosario n. 28, segundo
andar.
Precisa-se alugar um andar do una casa
sita em alsuraa das seguimos ras: Ciuz, Apol
lo, Senzala Nova o Velha, Guia, Vigario, Trapi-
che, Madre de Dos e Cadeia do Recite ; pagase
bem : quem tiver annunde.
Vcnde-sc
Lonas.
Estopa.
Camisas inglesas superiores e ordi-
narias : no armazem de Artwright
& C, ra da Cruz u. 61.
da Cadeia do Recife a. 9, que ahi far o ajuste.
Vende-se chamalole de lodas as cores : na
loja de Claudlno e Oliveira ra da Cadeia do Re-
Manoel Cassiano de Oliveira Ledo tem are aborto um novo curso do aritlimetica o 3?g geometra para aquellos que quizerem fa- Z
*jb ser exame em marco. Comecar das io <*
g horas da manha em sua casa ra dos ca
jf^ Quarleisn. 22, primeiro andar. Adverte pg
a> que sadmitte alumnos al j o dia 15 do yjr
$ corrente. d
rf%ll V^et fiite rV^d &WXS Slw" J^fe' A'T^f Eri.J^ /lV 37Wr Mi
LUDA .
Na quinta-feira da semana passaJa perdeu-se
na estrada de Ponte de Dehoa, perto da barreira,
om embru'ho conteudo um cabeco de vestido
de senhora e alguns oculoi : roga-se encareci-
damente a quoaa o livor, acbado, de o entregar
na mesma barreira do Stanguinho, ou o,m casa de
Rabe Schmeltau & C, na ra da Cadeia do Re-
cife n. 37, que ser recompensad*.
ra ser conhecido do publico.
Cralo do Sania Cruz.
Emygilio Jos de Farii
Eslava afirma reconhecida pelo tabelliio
Feliciano Godinho.
CUifi t'Dffl'PUM
Sent resguardo iioin ineoiiaiModo
Erisipela ii'uma persa.
Desejoso de cumprir com mcu dover vo i
meia de sua acreditada folha agradecer ae 9
Ricardo Kirk, morador na ra do Parto n. 11!
por ler curado perfeitainenie em 32 dias a minh-i
senhora com a nppliacao de suasChuna* me-
/(iii'iesrrdu una erysipela em urna enia, que
solTrendo muitissimas drese usandoinuiilo
de todos os remedios possiveis. acba-st- agora li-
vre de Lio terrrrel'molestia. Portale aeei
iin-ii reeonheeirnonlo o Sr. IMcardo Kiik. ,
veuco de tio til remedio, cuje uwiccmwb
superior a todos os elogios.
Auguslu C. Prengtl.
Ilua do Coloridlo n. 27.
Gura compSela
SEM RESGUARDO NEM INCOMMOI'.
Ijiilaiiiiiiat'iio no tero
Lina ininha escrava padeca de nina (orle o
flamtaacAo no ulero por OSpSCO de 7 anno*. c-ro
continuadas dores agudissimas, e com o i
muito alto, procedido da mesma inilamm >
cora a applicacao das Chapas mtdicinaes do Sr.
Ricardo Kirk, "morador na ra do Parlo n. 110,
ficou coni|iletamcnte boa, e o reir lornou ae
I seu estado natural : osle curalho foi feilo em 56
j dias, e esta niinhat vt-rdadeua
por iiiiui assigoada.
Francisco Vicente la*i t
Ra de Santa I.uzi.i D. 88,
Estara a fniua recouhecida pelo tabolliao Frau
cisco Antonio Na'hado.
Consultas lodos os dias das 9 hora* da it
s 2 ua tarde.
DEPOSITO GEIUL
r-t
PiUilas vegcto-depuraUvas
Paulistanas.
As pilulas paulistanas: lid bem eonhecid.i-
S. Paulo, nesta cidade cen todo o Imperio, i
las admirareis cune obtidas cora ellas [olg<
certidoes de curas completas j foram pnbl
pelo-i jornaes, e merecem de corto toda a coudau-
ea do publico.
O Sr. Cailos Podro Etchecoin, de S. Peale,
ba de estabelecer um deposito geral n i I
Janeiro, ra do Parto n. lili, porto da Car.
S
MUTILADO
N



DIARIO DE PERNAMBUCO. TER^A FE1RA 6 DE DEZKMBRO DE I80.
MLMtUS PAttt I80.
Eslao renda na vraria da praca da Inde-
cencia ns. e as folhinhas para 1860, im-
ressas nesta typographii, das s"guin tes quali-
dades :
T OLHINfU RELIGIOSA, coDlendo, 'alm do
kalendario e regulamento dos direilos pa-
rochiacs, a conhouasao da bibliothecn do
Crislao Brasileiro. que se compSe: do lou-
vor ao sanio uonie de Dos, co/oa dos ac-
tos de amor, hymiios ao Espirito Santo e
a N. S., a imitacao do de Santo Ambrosio,
jaculatorias o commemorsco ao SS. Sa-
cramento' e N. S. do Carino", ejercicio da
Via-Sacra, directorio paraoracao mental,
dividido pelos dias da semana, obsequios
ao SS. coracao do Jess, saudacocs dero-
ta s- chagas de Christo, orarnos a N. Se-
nbora, ao patrocinio do S. Jos e anjo da
(*)
I>
Eslabclecida em Londres
&nm m mu,
CAPITAL
Cinto tWioes 4e libras
esterlinas.
Saunders Brothers 4 C." tem a honra de in-
formar aes Srs. negociantes, proprietarios de
casas, eaguemmais convier, que ostao plena-
guarda, rasponeo pelas almas" anV de m,cnle utorisa,1s pela dita companhia para
'&, eUeetuar seguros sobre edificios de lijlo c po-
dra, coberlos de telha e igualmente sobre os
objectos que contiverem osmesmos ediQeios,
quer consista em mobilia ou em fazendas di:
qualquer qualidade.
ALUANCE CASA DE BANHOS.
outras oracoes. Preco 320 rs.
'TA DE VARIEDADES, conlendo o Lalenda*
rio, regulamento dos direitosparochiaes, c
urna colleccao de ancdotas, ditos chisto-
sos, contos, fbulas, pensaraentos moraes,
reccilas diversas, quer acerca de cozinha,
quer de cultura, c preservativo de arvores
e iuctos. Proco 320 rs.
JVITA DE TORTA.a qual, alem das materias do
coslume, contera o resumo dos direilos
parochiaes. Preco 160 rs.
Hgencla dos fabricantes america-
nos Grouver & Baker.
Machinas do coser : em casa de Samuel P.
Joknston & C, ra da Senzala Nova n. 52.
O r. Cosuie de Sa' Pereiraj
I de volt? de sua viagem mtructt-]
jtiva a turopa continua no exer-jj
ejeio de sua protissao medica.
Da' consultas em seu escripto-i
rio, no bairro do Recife, ra da!
i Cruz n. 55, todos os dias, menos
nos domingos, desde av6 horas}
te as 10 da manhaa, sobre os!
seguiutes pontos :
1'. Molestias de ollios ;
1*. Molestias de cjracao e de
peito ;
3*. Molestias dosorgSos da gera-
Qo, e do anas ;
--. Platicara' toda e qualquer
i operacao quejulgar convenien-
te para o restabelecimentodos
eus doentes.
O exame das pessoasqueocon-
sultarem sera' feto indistincta-
mente, e na ordem de suas en-
tradas; fazendoexcepcao os doen-
tes de cilios, ou aquellos que por
motivojustoobti veiein hora mar-
cada para este lira.
A applicacao de alguns medica
mentos indispensaveis em.varios
casos, como o do sulfato de a tro-
pina etc.) sera' feto.ou concedido
gratuitamente. A conianca que
nelles deposita, a presteza de sua
accao, e a necessidade prompta
de seu emprego; tudo quanto o
demove .em benefcio de seus
doentes.
LOTERA
Neste proveitoso estabelerimr-nto, que pelos no vos raelhoramentos feitos acha-sc conve-
nientemente montado, far-se-ho tambem do Io de noverabro em vante, contratos mensaes para
maior commodidade e.economia do publico de quem os proprietarios esperara a remuneraran de
tantos sacrificios
Assignatura de banhos fros para urna pessoa por mez.....lOjJOOO
momos, de choque ouchuviscos por mez 15$00
Series de carines e banhos arulsos aos mecos annunciados.
ARCHIVO UNIVERSAL
REVJSTA HEBDOMADARIA
COLLABOBADO
PlHCAljAO UTTE.tAHlA.
O MONITOR DAS FAMILIAS.
AO PCBL1CO.
Em todas as cidades eivilisadas publicam-se
lioje na Europa nao s peridicos que traan) de
sciancias, litleratnra e poltica, seno tambera
oulros exclusivamente consagrados aos inleresses'
das familias.
SrA capital desta provincia to populosa e
opulenta ressenlia se desia falta, e as senhoras
Pernambucanas em nenhuma parle encontravam
um alimento sao com que podessem nutrir seus
temos cora^Oes, sua ardente imaginario.
Sensiveis a to grande mal, os propietarios
Alugi-sc urna cu.o poda u col con. -
bula do aniaieil-i, na povojjjnj de Sonto \
de Jaboalao : quem a retender talle na ra |..-
reita u. 95.
Compras.
Compram-se motilas de ouro de
20.$ : na la da Cadeia loja n. 58.
Compra-se urna lahrrna en i das r
d.i Boa-Vista quem liv.< en(end,i-se na ra : .
Amorim, armazcm n. ti.
- Cniijpiam-se as seguimos comedias- B
luido na La, o Judas em Sab'jado de Allel
Quem rasa quer casa, Por pausa de um algar-
do Monuor das Familias> resol vera m rea*-^ L^S^?SSt?SZZl
dia-lo, publicando o presente peridico que en- graphia se dir.
tenderam conveniente dividir em tres parles dis-
tincias Leilura para todos ; Leilura para as
senhoras; Leilura paraos Meninos; sendo seus
nmeros acompanhados de figurinos de modas,
retratos de pessoss celebres, nacionaes e eslran-
pelos sus.
SJ
D. Antonio aa^.sU A. P. le CaslilhoA. GilAletandrc HereulanoA. G. R>m|A. Gnima-
raesA. de l|^-A. de (Miveira MarrecaAlves BranroA. P. Lopes de MendoncaA. Xavier
Rodrigues CordeiroCarlos Jos BarrcirosCarlos Jos CaldeiraE. Pintu da Silva'o GunhaP. i.
Gomes de Amorim-P. M. B-rdallo-J. A. de Freitss OliveiraJ. A Maia-J. A. Marques-J. de 8eiras estampas de santos, vistas de lugares e
Andrade CorvoJ. dadista CascaesJ. Daniel CollaeoJ.E. de Magalhaes CoutinhoJ. G. Lobato monumentos nolaveis, desenlies de bordados e
PiresJ. H. da Cunha RivaraJ. J. da Grana JniorJ. Julio de Oliveira Pintolos Marta
Latino CoellioJulin Mximo de Oliveira Pimentel I. Pedro de SouzaJ. S. da Silva Perra/.
Jos de TorresJ. X. S.da MultaLeandro Jos da Costa I.uiz Filippe LeiteLuii Jos da
Cunha L. A. Rebello da SilvaPaulo MidosiRicardo Julio FcrrazValenliui Jos da Silveira
LonesXisto Cmara.
DIRIGIDO
O Sr. tbesoureiro manda azei pu-
bheoque se acbam a venda todos os dias
das 0 horas da manhaa as 5 da tarde,
no pavimento terreo da casa da ra da
Aurora n. 26 e as casas commissionadas
pelo tnesmo Senhor tliesoureiro na pra-
ca da Independencia n. li elG, o
bilhetes e meios da nova parte da terceira ; um vo'ume de 420 paginas com ndice e frontispicio competentes.'
i, j n n i Assigiia-se no escriptorio desle Diario, ra das Cruzes, e na ri
lotera do Gymnasio Pernanibucano, cu-1 Prc(.0 da assigatura : pelos paquetes vapor 10g200 por an
'jas rodas deverao andar impreterivel- brasileiraj.
mente no dia 7 do futuro mez dede-
i /.e i libro.
Thesouraria das loteras 19 de no-
vembro de 1859.O escrivao. J. M. da
! Cruz.
NICA, VERDADEIRA E LE-
GITIMA.
\. P. de Cai'valhoI. F. Silveira fila Molla Rodrigo Pagauino.
Destinado a resumir todas a semanas o movinienlo tarpalislico e a offerecer aos leitores, con-
juntamente com a revista do que mais notnvel houvcr occorrido na poltica, na srieocia, na indus-
iria ou as artes, alguns artigns originaos sobre qualquer desles assumptos, o archivo universal,
desde Janeiro tio 1859, em que conieeou a publicar-se, lem snlisfeito aos seus lins, com a maior
exacUUm c regnlaridade.
Publira-se todas as segundas fui ras em folhas de Ifi paginas, e completa lodos os semestres
s.
ra Nova n. 8.
nno ; por navio de vela 8$ (moeda
f.ompram-scjornaespara cmbrulho a 3$S-)
a arroba : no pateo do Terco n. 'J.
= Compra-se urna labein.i em boa localidad).
as freguesas de Sanio Antonio ni Boa-Vil
a ir.H.ir na ra da l'raia n. 5.
Yendas.
lia algumas collccces desde o comeen da publicarn dn jornal.
SALSA PARRILIIA
^SSIJLK^
DELICIOSAS E 1MFALLIVEIS.
PILULAS VEGETES
ASSUCARADAS
USO
NEW-YORK.
O MF.LHOR REMEDIO C0NHEC1D0
Contraconstipaces, ictericia, ajfecres dofigado,
febres biliosas, tolicas, indigesles, enxaquecas.
Ileinoi ihoidas, diarrbea,doeneas da
1
casa, escravas ou livres na ra
Santo Antonio n. 11 B .entrada a esquerdaj.
O Dr. Casanova pode ser procurado
a qualquer hora em seu consultorio ho-
meopathico
28=RUA DASCRL'ZF.S=28
o^jmesmo consullorio acha-se sem-
pre grande sprlimenlo de medicamen-
tos em tinturas eglbulos, os,mais no-
vo e bem preparados, es elementos de
homeopathia e Nystem diccionario dos
lermos de medicina.
Paslhas vegetaes de Kemp
contra as lombrigas
approvadas pela Exm.a inspecro de esludo de
Habana e por muitas outras juncias de liy-
giene publica dosfislados Unidos e mais paies
da America. *' ^
Garantidas como puramente vegetaes, agra-
daveis vista, doces ao paladar sao o remedio
int'allivel contra as lombrigas. Nao causam nau-
seasnem sensnces debilitantes.
Testcmunho expoutaneo em abone das parti-
lhas de kemp.
Srs. D. T. Lanman e Kemp. Port P.vron
12 de abril de 1859. Senhores. As pasiillias
que Vmcs. azein, curaram raeu lilho ; o pobre
rapaz padeca de lombrigas, exhalava um chai-
ro ftido, tinha o estomago incitado e continua
labyrinihos, e msicas para piano e canto.
Para oste fin compraran) urna typogrsphia e
mandaran) vir da Europa urna lyihogrsphia com-
pleta que dirigida por dous habis arlistas es-
irangeiros que conlractaram um francez para o
desenlio, outro allemo para a impressao.
Assim habilitados, pretendan) dar principio
sua trela em Janeiro do anno prximo futuro,
quando a visita com que SS. MM II. se digna-
ran) de honrar esta heroica provincia, os fez mu-
dar de parecer, resolvendo publicar desde j urna
serie extraordinaria Jo mesmo peridico para
dar coma de todos os festejas populares que por |
esta occasio se team feito, e bao de fazer nao s
nesta capital, seno tambem as povoac,5es do in-
terior.
A descripcao desses festejos com todas as poe-
sas publicadas ser o objeclo exclusivo desla se-
rie extraordinaria do Monitor das Familias ,
cujos nmeros sero acompanhados dos reliados
de SS. MM. II., e tambem de varias e bellissi-
mas vistas; bem como a da sua entrada as aguas
do mosqueiro, a do seu desembarque no caes do
Colegio, a das ra do mesmo nome e Cadeia, na
occasio do prestito imperial; a do interior da
igieja do Espirito Sanio na occasio de cele-
Relogios.
De novo chegaiam os llamados relogios in-
glezes de ouro.de patenie, e catira veuda M
armazcm deRoslio Rookci !w C, prar3 OO-Gotao
Sannto n. -18.
Arados americanos e machinas
paia lavar roupa : em casa de S. P I -
bostn Si C. ra da Senzala n. VI.

Queimado n. 0.
Grande e variado mu-I i mculo
. DE
Fazcndas francezas crou-
pasfeitas recebidaseifldi-
reitura pelo iillimonavio.
Dao-sc as amostras com penhor.
Ricos cortes de vestido de seda de tures
de 2 saias.
hrar-se o aTe-Deura que all fura cantado ; e!r)ilos de di!us de st'dil "',0 boidddi.s t
mais a vista da sala do Paco imperial, na occa- D2d doa'Xe^Vie^ii^h
siao do beijamao dado ero celebrar.io do natalicio Ricasromeiras defil e de seda Ludadas
Jas
Taimas de grosdenaples bordadas......
Chales de touquim branco bojdad -s a
30?e.................
Grosdeiiapledc cores de quadrinhos co-
vado.................................
Dito de dito liso colado................
Seda branca l.ivrada covadolJOOO a___
is leitorasaque especialmente consagrado, j J[?sd-,,.,,nn!e Pr"' '^'d-covado.
de S. M. o Imperador no dia 2 de dezembro ; e
a de todos os pavilhes e illuminacoes com as ras
em que se achara enllocadas.
Finda esta serie extraordinaria, corueijar o
a Monitor das Familias a sua vida ordinaria,
confiado na benevolencia e patrocinio de suas
lemia perde-lo. Nestas creumslancins um visi-
nho meu disse que as paslijlias de Kemp tinhuin
curado sua lilha. Logo quesoube dissn, cum-
prei 2 vidros de pastilhas e com ellas salvei a
vida de meu lilho.
Sou de Vmcs. seu amo agradecido.
W. T. Floid.
Proparadas no seu laboratorio n. 36 Gold
Sir 1 pelos iiincos proprietarios D. Lanman e
Kemp, droguistas por atacado em New York.
A< haru-se venda era todas as bolicas das
principacs cidades do imperio.
DEPSITOS
Remedio sem igual, sendo reconhecido pelos
mdicos, os maisiminenles como remedio in.il-
livel para curar cscrophulas, cancros, rheumalis-
mo, enferinidades dn ligado, dyspepsia, dbili-
dade geral, l'ebre biliosa e intermitiente, enfer-
midades resultantes do emprego de mercurio, pelle, irupcoes.e todas as enfermidades,
ulceras e erupcoes que resullam da impureza Jo provenientes do estado imfiro do sangce.
sangue. 75,000 caixas desle remedio consommem-se an
CAUTELA. nualmente I !
D. T. Lanman & Kemp, droguistas por atacado Remedio da naturezn.
New York, acham-se obligadas a prevenir o res- | Approvado pela fuculdade de medicina, e re-
peitavel publico para desconfiar de algumas le- I commendaao como o mais valioso catrtico ve-
-~ nes imilacdes da Salsa Parrilha de Bristol cue \gelal do lodos os conhecidos. Sendo estas pillas
* am"S....^Mrj S(5^V,'0 le hoje se vende neste imperio, declarando a todos j puramente vegetaes, nao contera ellas nenhum
B' que sao elles os nicos proprietarios da recrila \ veneno mercurial nem algum outro mineral ;
do_r. Bristol, tendo-lhe comprado no anno de eslao lem acondicionadas em caixas de folha pa-
1856. I ra rcsguardar-se da humidade.
Casa nenhuma mais ou pessoa algnma tem Sao agradaveis ao paladar, seguras e efcaze
direilo de fabricar a Salsa Parrilha de Brialol, era suaoiteracao, e um remedio poderoso para a
porque o segredo da sua prepara'_a acha-se so- juvenlujja, puberdade e velhice.
mente em poder dos referidos Lanman k Kemp. Lea-spo folheloque acompanhacada caixa,pelo
Para evitar-engaos com desapreciavcis co- i qual se ficar conliecendo as mullas curas niilagro-
binacns de drogas perniciosas, as pessoas que I sas qOctera oCTectuado. D. T. Lanman & Kemp,
quizerem comprar o verdodoiro devem bem ol>- : drofniptas pnr at^jaito em Nova York, sSo os uni-
servar os seginntes signacs sem os quaes qutl- eos fabricantes e ptoprietarios.
quer oulrapreparaco falsa : Acham-se venda ora todas as boticas das prin-
Io O envoltorio de fora est gravado de ura I cipacs cidades do imperio,
lado sob urna chapa de aro, trazendo ao p as DEPSITOS.
! seguinles palavraa : Rio de Janeiro, na na da Alfandega n. 89.
_ D. T. LANMAN KEMP Bahia, Germano & C, ra Juliao u. 2.
Serapnira&Irniao. Vf0~Tc, /c^rc',:r;."r,ndc,lro8"sac,Soum
.>. 'J A lter btreet. E chegado & loja do Leconle, aterro da Boa-
1 Vista n. 7 o excullenle leite virginal de rosa
I branca, para refrescar a pelle, tirar pannos, sar-
2o 0 mesmo do outro lado lera um rotulo em das e espinhas, igualmente o afamado oleo ba-
papel a/ul claro com a Urina e rubrica dos pro- .1>osa Paia ''"par e fazer crescer os cabellos ; as-
prielarios. I sim como p imperial do lyrio do Florenca para
3o Sobre a rolha acha-se o rrtralo o firma do hertoeijas e asperidades da pelle, conserva'a fres-
invontor C. C. Urislol em papel cr de rosa. icura avelluda-do da primavera da vida. DateO (JC S. PeUPO DPOX11110 tlO
4o Que as direees juntas a cada garrafa tem ##*## @S 999n9^
"llC nma l,1">ni!t semelhanle a que vai cima do pie- StCoilSUlloriO CClltl'ill llODlCOpalhiCO^
especincaaas senle annuncio. i gj
primero numero acha-se ex posto ao exa-
me lo publico, hoje pelas II horas do dia, na
loja do Sr. Lecomie, aterro da Boa-Vista, na
dos Srs. Guiraares e Oliveira, pateo do Colle-
gio, na dos Srs. Miranda e Vasconcelos, ra do
mesmo nome, e na do Sr. padre Ignacio, ra
da Ciuz do Recife. Acompanha este numero a ,
vina ^desembarque de SS. MM. II. no caes | % ZSTilSSS S
9
S
I
Ifi '
lj-M
ne< i
HOjI i
2$ i
)ilo dito liso encorpado a IJIMe___
Diln dilo com 3 palmos de largura a
JS6I) e.............................. 2:
Sarja de cores larga com 4 palmos de
largura corado a...................... 1-'
Gaze de sedada China de florea e slras
covado a............................ IjOtKI
Follar de seda de slras gnslo novo cu-
rado................................
--------------------- "---------3 ----.....----w "~......- | 4 ir 1 1 filil UT" IH,f-a IIU.U.- U' 3VIHUJ til*
comichao no nariz, tito magro se poz. iue eu j da Allandega, e os reiralos das mesmas Augustas : Bareje de seda de varias qualidades
CO-
Wcw York.
Hua do Cabug, loja de ourves
ii 11,
esquina que fica eui frente da ra
Nova e pateo da matriz
BPazem publico que esloconslantemenle rece-
bejido da Eurc pa as mais em moda e mais deli-
cadas obras de ouro, as quaes dao para esco-
Iher, pelos menores precos possiveis, e passam
comas com recibos, as quaes rao especificadas
a qualidade do ouro, tarilo de 14 como de 181 DF.POSITOS
quilates, do que Qcara esponsaveis. Rio de janoiro na ra da Alfandega n. 89.
mtl'recisa-sede urna ama forra ou captiva pa-; Babia, Germano & C, ra Juliao n. 2.
ra casa de pouca familia : na ra da Cadeia do Perna.nbuco no armazcm de drogas de J. Soura
rtecue n. l. & companhia ra da Cruz n. 22.
= Precisa-sc de um fetor para tomar conta de ^TTYTTTTTTTTTTT^TyTyTTT^TTTY^
E DENTISTA FRANCEZ.
> Paulo Gaignniix, dentista, ra das La- 5
>* rangeiras 15. Na mesraa casa tem agua e "<
p dentifico.
Olterece-se para ama seca de urna casa es-
Irangcira de pouca familia, ou mesmo brasileira,
urna moca portugueza, de 20 a 22 annos de ida-
de, muilo bella : quem della precisar dirija-se
rua Imperial, confronte ao n. 27, que achara
cora quem tratar.
Pessoas. vado...................".............
As assi'gnaturas recebem-se na ivpographia i Mejpvelludo de cores covado..........
Brasileira, ruado Passao n. 19. ttM^t^tt^-
Cadeia de Santo Antonio n. 22 a razao de 59 Brilhantina branca muilo lina a.......
rs. pagos adiantados por toda a serie. Cfitlas francezas clarase escuras a 200 e
= Precisa-se de um cozieheire : na ra da Casemna prela lina alg400e..........
Moeda n.27. ( Panno preto e de cor lino provade li-
= Precisa-se alugar rrma casa terrea ou um moa35500a....................:...
I andar, mesmo cora puncos commodos, no bairro i Corles de caseiuira de cora5.Se........
i do Kecife : a tratar na ra da Madre de Dos, i Cassas organdys de noves desenhos a
i taberna do Sr. Lapa. v"ra..................................
= Marcos Weyl relira-se para o Bio de Janci- Dilas francezas muilo linas a
Rio de Janeiro na ra da Alfandega n. 89. | ,-o, pelo prximo vapor.
= Joseph Fishcr c sua mulher, James Cleilon
, o sua mulher, e James Fishcr, retiram-se para
! fra da provincia. ^**
= A pessoa que annginiou precisar de um
molequu para tratar de un\ cavallo, dirija-se
; Iravessa Ja Madre de Dos n. 18, segundo andar.
Publicarlo luterana.
Baha, Germano & C, ra Juliao n. 2.
Pern ica.no armazem de drogas de J. Soum
c\ I ^'.nhi.i ra da Cruz n. 22.
a-se urna oscrava de confianza e de boa
conduela, para todo servico de urna cosa de fa-
milia, poi'm prefere-se familia pequea : quem
pretender, dirija-se a ra da Cadeia de Santo
Antonio por cima da cocheira do Sr. Augusto.
Precisa-se de urna ama de leite:
Manguitos de cambraia transparente bor-
dados muilo ricos.....................
Goliuhasde cambraia bordadas d>- punta
Dita de dito burlalas a 600a..........
Tiras e enlremeiosdccambraiabordados
Ricas mantas prelas de linhu
nhora ...............
Dilas ditas de blond branca; e pelas..
Chales de soda de cures, prctoserus S..
para -
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no primeiro andar do sobrado atiaz da
matriz de Saoto Antonio.
Ama.
Precisa se de urna ama no
Guia Luso-Brasileiro do Viajante da Europa-1 Ditos dfl merino bordado- com franja da
1 vol. em 4o de aOO pag.: vende-se na man do'
autor ra do Vigario n. 11, brox. 3g encad -i?.
I Prerisa-se fallar com o Sr. Joao Rodrigues
Vianna Bayraa a negocio que o mesmo senhor
nao ignora em Olinda, ra de S. Bento, quina
, do Porto Seguro, sobrado que lera taberna por
i baixo.
n
no
n
um sitio pequeo perlo da praca: tratase na ra I >
dos Pires n. 44.
~ Conlinua-se a preparar bandeijas enfeila-
das com bolinholos de diversas qualidades, as
melhores e mais baratas do nosso mercado ; as-
sim como bolos inglezes, podios, pastis de nata
e creme ou oulra qualquer encommenda : diri-
ja-se a ra da Penha n. 25, para tralar-se do
ajoste.
Pede-se aos Srs. Antonio Annes Jacome
Pires, Manoel Pantaleo da Costa, Antonio J. T.
de Mendonca Bolera, que tenhara a bondade de
dirigirem-se as aterro da Boa-Vista n. 27, loja
de trastes de L. Pugi.
1 oRa das Larangeirasi o U
Paulo Gaignou dentista tem a honra de m
avisar ao respeilavel publico que o cele- ||
bre r. dentista, dos Estados-L'nidos o de S
Paris, Eugenio Delcambre introductor do I
novo systema VLCANITE adoptado pe-
los primeiros Drs. dentistas dos Estados-
Unidos, de Londres e de Paris est na sua
casa.
Este novo systema, a perfei^ao mesmo
de urna preciso matemtica lleve subs-
tituir sera duvida nenhuma todos os sys- |
temas empregados al agora no Brasil e j
devido ao emprego da machina a vapor l
de VULCANISAR do Dr. Palnam.
O Dr. Delcambre chegado pelo ultimo e
paquete inglez em viagem para o Rio de \
Janeiro, ficar nesta capital at o paque- f
te prximo, e duranto este lempo offere- !
ce seu presumo ao respeilavel publico,
desde das 9 horas da manhaa at s 2 da
tarde, na rita das Larangeiras n. 15.
DR. SABINO 0 L. PIMO
%Ruade Santo Amaro (Man-
do Novo n. 6 J
Para oAracatypeloAss,
segu com muita brevidade a bireaga Mari*
lliarcilieirO SCriindO aildai\ Ainelia*'tendo a m,iur Parle do car'regamento
, prompto : para o resto, trata-se com Prente
Continuara as consultas
mesmo modo que d'autes.
e visitas do
A conianca
Sorvete
NO
Pavilhao da casa de ba-
nhos do pateo Carmo.
Todos os dias uleis das 7 s 10 da nole, e nos
dias santicadus, ou de testas nacionaes das 11
do dia al s 10 da noile. Ha lugar reservado
para as familias. Tambera ha sorveleiras de va-
rios tamanhos para condcelo dos sondes, que
se pedirera para fra.
Jos Pinto de Almeida Castro relira-se para
a provincia da Bahia.
Idiomas iuglez e francez.
Eneas Bruce, professor de lingoas, tem a hon-
ra de informar ao respeilavel publico, que conti-
, na a dar licoes flos dilos idiomas, tanto na
wisua casa como na daquelles que se quizerem uli-
m^^^^^-mtrmmmmUl^ oseu prestimo. Recebe tambera diseipu-
_,.,,,. !">s todas as noites desde s 7 als9: na ra da
_ I recisa-se de um caixeiro para ajudar o 1. Cruz n. 02, tereciro andar.
de urna padana, ou balcao, u sabir a cobranca
quando seja preciso, preferindo-se um queja te- = Eu ahaixo assignado, scientifico ao lllm.
nha pratica oeste negocio : aquello que se adiar ^r' ^'i'3 l'rancisco de tal, morador era suas l'a-
nestas circumstancias e afiancar a sua conducta, i zenda Podra de baixo, (reguezia de S. Caetano
pode dirigir-se a ra larga do' Rosario n. 18, que"'aa RaPosai que no din 8 de novembro prximo
achara com quem tratar, das 6 s 9, e de tarde i Prelerit0- appareceu na ra d<> Caldereiron. 12,
de 1 s 3 procurando niinha proleccao, Mara, escrava dos
0 advogado Souza Reis mudou o seu es- '. orPnls do tinado padre Couto. de quem V. S.
crptorio para a ra larga do Rosario, sobrado da i \)'l0S- N^ssa ">esma dala parlicipei por caria a
quina n. 52. S., ahm de dar suas determinaeoes a este res-
Aluga-se urna casa no lugar da Roa-Va- Pcil0> co.mo ale o presente (5 dedezembro) na-
que o Dr. Sabino deposita na pessoa que
fica encarregada de seu consullorio nao
@ ser desmenlida.
.':* Os pobres sero seniprc tralados gralui-
^ lamente.
9 As correspondencias sero enderezadas
% com subscripto ao r. Sabino com tsen-
i'-; ca ao abaixo assignado
$ Manoel de Mallos Teixeira Lima
Professor ora homeopathia e se-
$fp crelarto do consultorio.
paga-sebem.
No dia 19 do prximo passado mez dcsap-
pareceu da ribeira da Boa-Vista um menino
pardo de idade de 10 anuos pouco mais ou me-
nos, com os signaes seguinles: cabellos bem
corridos, falla baixo e ura pouco lato, nariz afi-
lado, lilho do Pao d'Alho : quera delle souber
ou quizer dar noticia dirrja-se a ra do Queima-
do loja n. 39, que ahi acharao o pai quo muilo
agradecer,
Vianna & C, ruada Cadeia n. 57.
Para o Ass.
Segu at o fira da presente semana o hiate
Camaragibe, por j ler parle do seu can ega men-
t prompto : para o resto e passageiros dirijam-
se a ra do Vigario n. 5.
Para a Bahia
O veleiro e bem conhecido palhabote Oou.--
Amigos, pretende seguir cora muita brevidade,
SJl! K.*2S ^i! I S^nuyasde'biim de'aig0;;;;.;".:" d linhu
seda.................................. 7-
Dlos de diln di lo de ti.................. 7-
Diios de dito liso dilo de seda..........
Dito de dilo dito de la.................. :.'"M
Dilo de dilo estampados fino Bslade
seda.................................. 8aOiH)
Lencos de cambraia de liuiio bordados
linos..................................
Hilos de aluodaode labyrinthoSOOe....
Capellasbrancas para liona............
Em'eiies devidrilno prela e do corea___
Aberturas juna camisa deesguiao de
linhn..................................
Dilas de dilo de algode brancas .'de
cores..................................
s.iias balao modernas'..................
Chapeos fraucezes forma moderna......
Gravalqs de seda depona Lina...
velludo ..............................
Camisas fraucezes de cor e brancas
finas aI;*SO0 e.......................
Ditas ditas de fusto branco e de cor___
Ditas ditas de esgoiio muilo unas mo-
dernas
f
law.;
I
I
I
8951 >
-'-' I
Aviso ao publico.
Dr Joao Noguiss. professS denlisU. se offere- HJSStilSi o'STSSodo", Ttt' gtScSF S ^
Para o Porto,
Botica central horneo pathiea {
DR.S. OLEGARIO L- PI\Ho|
J$ Coulinua a vender-se grande sorliniento
de medicamentos homeopalhicos tanto ^
^ em glbulos como em tinturas. @ ? as Pcssas que o qucirara consultar, bem
#C S c.0l!i0 a preslar-sc cora sua habitual prorap
tido a qual quer chamado para os mis-
tles de sua proflssao Comprehcudendo a
medicina, cirurga e partos.
ce
ize
j los e po-los com toda a perfeicao a loda o qual-
quer pessoa que precisar: dirija-se a ra larga
i do Rosario u. 6, primeiro andar, hotel trova-
dor, que se ada prompto a Inda a hora que seja
necessario.
Silva Ramos, medico pela
i Universidade de Coimbra, mudou sua re-
sidencia para o primeiro andar por cima
da cocheira do Adolpho na ra Nova e
coulinua a receber todos os dias das 8 s
10 horas da manhaa e das 3 as 5 da tarde.
o baigue Esperanca segu al o dia 10 do cor-
rete ; ainJa recebe carga e
lar na ra da Cadeia do heci
l)i|as de brim fino e varias
3&c rolletes de velludo,
caseraira e selim........
I
11HNW
lllj.H )
Joao da
Os precos das carteiras sao os raesmos
@ que so achara eslipulados no final do Ihe-
@ souro horaeopalhieo. J^
^S Cada tubo avulso 1S000 ^
lualidadaa
gorguri,
.......... 08060
a passageiros : a Ira- Casacas de panno preto muito lino 30$ e 40-
i fe n. 4. Sobrecasacos e paletols de panno preto
=: Para_ Lisboa e Porto pretende seguir viagem fino 24j e............................ 35cti'l
I com a maior brevidade possivel, o patacho por- Paletols de casemira meseUda olla de
tuguez Flor de Maria ; quem no mesmo quizer velludo.............................. jv
j carregar ou ir de passagem, trate com o COnsig-1 Ditos de alpaca prela muilo linos...... lu
I natario Thomaz de Aquino Fonscca, ra do Vi- Dilos da merino selim pretos e da teres 9
gario n. 19, primeiro andar. Ditos de meia casemira..................
Para o Rio Grnde do Sul I!!!"s?a,nar" pr"10sn d':"f 'rrados
.,,., k v ,. ,, : Dilos de brim branco e pardo finos......
fSEZSZ a brev,da, a barca 'Valh.lde, ni,,,* de brim de quadrohos linos
tem parle da carga prompta : quem quizer car- 3500 c
regi,r o resio pode ira.ar cora Manoel Alves Gner- Di,o de .lpa"ca'ioed'uVi.'.'.'.":.":."
ra, ra do 1.piche n. 14. Relogios fe 0n palen........-.....;
700 i
65l
69OOO
@ Cada vidro de tintura
21000
Saca-se para a Bahia
inazem n. J2.
Da ra -la Cruz, ar-
Thesouro homeopatbico 011 vade- 3$
@ mecum do homeopalha, cucad. llgOOO
Precisa-se deum coznheiro, que enlenda
perfeilamentedesiaarlc, que seja limpo e de boa
conducta, e nao tenha vicio de beber: para tra-
tar, ua praca da Independencia n. 22.
No escriptorio de ominpos Al- i S pfa '"""'1' qui,no,Para e. estribara
v U..U. a l en a rT- P'1 O*", quiolal com larangeira c por-
ves iUdtheus deseja-se la llar ao Sr. Ovi- to no fundo : para veras chaves podem ser pro-
dio Goncalves do Valle, a nepocio ou e"raJas na taberna de Jos d'Almeida Forreara ;
pede-se que se digne de indicar'sua mo-'na mes-"a rap"ns'1 '***' da baixa n'rd"
Para Festa.
Aluga-se a casa terria cila na capunga velha
defronle do silin do Sr. Fajozes) com bous corao-

TDAS
GUST.VTO MASSET representante da muito afama la casa \V \|.| | p.s 11 \l \l
fornecednres da casi imperial do Brasil, establecida no Uto e era Paris receb. u'01
gem, defronte da igreja : quem a pretender, diri- ""espondesse, hz esta publicado para me salvar
ja-seao Dr. Bufino, na secretaria da pocia, que lde 1u'll(l,'er responsabilidade. Be,-ife 5 de de-
dir quem a aluga. zembro de 18o9.'. Thomaz Coelho Estima.
JULIO BIGAll)
liga
Precisa-se de urna ama para araamenlar
uma menina : na ra da Palma n. 7.
Precisa-se de una ama para cozinhar e en-
gomraar para pequea familia, podend ir dor-
mir em sua casa i na ra da Cruz do Recifo nu-
mero 31.
rada para ser procurado
Carlos Ulissea Dubois, lem a hon-
ra de parlicipar ao respeilavel pu-
blico que leudo sabido da casa do
Sr. Leconle,e acha-se estabelecido na
praca da Boa-Vista sobrado n. 3,
primeiro andar com sala para cortar
cabellos e fazer qualquer obra rela-
tiva aos mesraos cabellos para que
o acharansempre proaipin a qual-
quer hora.
Ama.
da casa de A. F. Destilarais,
cabelleireiro da casa imperial, presentemente
Misericordia de Loanda nesta cidade, tem a honra de offerecer seu pres-
n ...... ,. """ timo s pessoas que delle se quizerem utilisar;
ein*?'rP0,8,,ld*rBa d,e PredlD,s ediOcados irouxe do Rio de Janeiro um bonito sortiraento
ufa l tn.ni"re,r-3 -fanU\'ftSa de M.sericor- de grinaldas, de bouquets.de flores para
craoLc^m n.9a Pelo Psente convidados a1 grande sortimento de plumas, masabo
orTcfdn ahwn SI" ta Cnft ?' *'. c,cn?-',es' le1" e outros enfeilea propri
nrnrurador i, ^' 3cen,enienle "orneado les. grande sorlimenlo de rendas,
a.im de naiarem tnrfnf' l^Tf ^,akc. ng. lencos, manteletes.guarnko
anm de pagarem todos osfo^sdiu cfacharem dos, tudo de reDda de Inllalcrr'a
devendo, e quaesquer outrofencaigosX-Mouei | Bru'xellase rendas dttas a vara pod-
rado no hotel inglez, ra do Trapiche. I Cunha.
Jos" ices.
aSSET A
tratar do ajuste na Iravessa da Madre de Deu's ar- I tmenlo de fazcndas e mbdas da pfii&lMlSao^
mazem 15- i ^P"lavel publico dos oreos muito vantajosos pelos quaes pode offerecer suas f./endas, ve
p ., ,. .. 'uno a Utnlieirn avista ; elle acha-se residuidn no holel inylez uuarln 1, 2 nn-aro-a-^ Ae ,,
^*ES?A& ama le,le: lnUn\in"TLS ['r?9*""":' a,,lrlra- 8endvor"s'ni^hS^ST,b de
1 ltecebe qualquer eiieommendi para mandar vir da Europa ou d 1 Rio.
100 vestidos de seda para baile, passeose risitas.
Mocre antique pretos e de cores.
Nobrezas lisas pelas e de cores.
Pi'PpU.i- l*radoa do2saiase de ellu lo.
l 1 t-CJb be Ue llUld dllia pa- Flores, e enfeiles de renda para cabellos.
ra COSillhar Pul Pa a uuaiuuai eill LaH. Ue 110- ; carcas, escorailhas, tilos de seda e linho braucos e de cores
me ni soiteiro, pasra-so bem :'Meias ,lc ,seda- h"h0'i0 p" \>ov..-n<, sennoras < meninas.
no i. A^ <"v I ii' I ^M'O^s de selim branco e ptelo cora sallo e sera elle
lia I Ud UO tjueimauo n. 40. Btalas de selim branco, de selim preto, de la muito supeiiores.
,,,. I Sahtdasde baile, capas de cachemira, velludo c sel.'.
r,i 2 1 crrc".l dcMopareceu de casa Chales de louquim bordados c de ret
o raoleque cr.oulo. Soteno, idade 18 anuos, con. Manteletes de'renda preto e cassa bordada.
a bordada a ponto real c renda ve.dj^e.i j.
ra enfeiles de vestidla.
M para lulo.

S
MM, que Miba cozinhar, para pouca fa- Tapetes de velludo muito ricos.
Capas, capotes imperraeaveis Makir.iosch para horneas e senhoras.
MUTILADO
S
tusiva


M.
biARIO DF. PERNAMBCO. TKRQk FFIfA 6 DF. DF.ZRMBRO DE 1850.
ECONMICA x |,fr.....
DE
N.2-U6D0 CESPO-N, 2
Defronte do arco de Santo Antonio.
NESTE NOVO ESTAPELECIMENTO VENDEM-SE :
Livros de religan, sciencins, do letras nrtcs, viagcns, historia eclassieos ; romances Ilustrados e '
outras publicacoes em diversas lingnas.
Globos, atlas e mappas goographiros.
Papel de hollamla, do peso, paquete, almasso, de cores e outros de diversos formatos e gostos.
Prensas para copiar carias e oatros miniiTriptos, livros c tintas proprias.
I.ivros cm branco, pennas do varias qualiJados e mais objectos para uso de ropartices, secreta-
rias e casas de commorcio, uteneilio? para desenlio etc.
Arligos debom gosto, fantasa e curiosidade das fabricas de Paris para uso dos elegantes ; orna-
tos, prsenles etc.
Carios o bilhetes para bailes, casamontos e visitas.
HISTORIA UNIVERSAL desde os tempos primitivos ate 1850, por Cesar Cantil. 12 volumes, in fo-
lio, enriquecida de mais de 90 magnificas eslampas, obra em que nada se poupou para o
leitor encontrar nella erudirio, estudo solido o leitura agradavel.
Al.MANAK de lembraneas de Castilho para 1360, assim como colleccoes completas desde o seu
comcro.
MANUAL DE COXTAS j foilas para compros c vendas doassucar, algodao ele
Encadorna-sc em lodosos gostos desde o mais simples em papel at ao melhor era panno ou pelle.
Imprinie-se corlos e bilhetes, c marca-se papel cora typo proprio e em relro vontade dos
pretendcnlcs.
Acceila-so o encargo de qualquer enrommenda de livros e outros artigos lano da corle cprovin-
cias do imperio, como de Portugal, Franca, Inglaterra e Blgica, com as condicooes mais ra
esl se aca-
bando.
Na nova loja de tres portas da ra Direita n.-
104 vendem-se ricos cortes de vestido de seda
brancoso de cores com duas saias, os mais mos
demos que ha no mercado, pelo diminuto pro-
co de 100$ cada um, ditos de cambraia com duas
saias a 6$ cada um, ditos de larlatana bordados
de lindos gustos a 13S, ditos de cassa de seda de
lindissinios gostos a 7 cada um, damasco de la i
com 6 palmos de largura, proprio para colcha a
Gil ANDE
Liquidaclo.
Gama & Silva, no atorro da Boa-Vista n. 60, j
venJera as (azoadas seguidles, por preeos har- j
msm mmm
DF.
lissimos para apurar dinheiro :
Cassas francezas rauilo linas, cores fixas,
covado
Melins para vestidos de lindos padrocs,
covado
I>200 o covado. chally de lindissimos gostos a
1$ o covado, laa de flores com padres novos
o muito lindos a 720 o covado, cassas de cores
rnuilo linas a 640 a vara, riscados francezes lar-
gos de qnadios a 200 rs. o covado, grosdenaples
de todas as coros a 2# o covado, camisas fran-
cezas com peilos de fusilo a &800 cada urna. Polar de seda, covado
enfeiles com flores para cabeca de senhora a 7$ Merinos para vestidos muilo lindos,
cada um, ditos de vidrilho pretos e de cores o
mais moderno que ha no mercado
Chilas largas nmidinhas, lindos padrocs,
covado
Challysdc seda com lindissimos padrocs,
chegados pelo ultimo navio francez,
covado
Dilosmiudinhos muilo bonitos, covado
2401
160;
160'
lMXK)
720
ljOOO
zoaveis.
a 5$O00 cada
um, ricas gollinhas cora manguitos de pato a 7;
cada um, gollinhas de traspasso a 2 o 2^500
cada una, organdys decores a 680a vara, palc-
tois pretos de panno fino a 259, ditos de dilos
a 20, dilos de casemira de cores a 20#, cortes
de casemira de cores a 5$8UO, ditos mais finos
a 7, chales de merino bordados Anos a 80O,
ditos lisos de franja de seda a 59500, ditos de
touquim a 259 e 32g, lencos de cambraia do 1-
nho com ricos bordados 10-9 cada um, c ou-
tras muilas fazendas que se deixam de mencio-
nar, e se vendern por baratissimos presos.
co-
adamascadas para co-
400
220
vado
Chitas encarnadas
berta, covado
Cortes de phantasia para resudo, fazenda
muilo superior 1C000
Ditos de laa c seda milito bonilos 12$000
Diios de cambraia cora babados bordados $
Ditos dilos 39500
Dilos dilos 3>000
Roupa feita para homens e meninos
VAREJO E ATACADO-
No holel ingles quarto numero 5.
Glande sorlimenlo de casacas de panno, sobrecasacas dcdito.paletotssobrecasacos, ditos d.
casemira do cores, sobieludo de panno e phantasia, ditosCoachemamis de duas vistas, dilos lorl
Kaian mos foitios sobrecasaco, palelols de brim de cores ebraocosditos de riscadinhos franceze-
mos oo tella do norte ele etc., calcas do casemiras protas o de cores, ditas de brim pban
tasia e mancas, colleles de seda preta, dilos para baile.ditos do phantasia, vestimentas completa^
para enancas, jaquoiinhas de panno e merinos para meninos, caigas de casemira preta e de core'
paia anos, grvalas de seda de cores e pretas, ditas de selira de urna e duas voltas.

Ditos de cassas roiudinhas, padres mo-
dernos
DARORA.
Botica.
Eslo ulilissinioestabelerimentoaetia-se, ha pouco tempo. augmentado tanto no materia
romo no seu pessoal, e sous proprietarios habilitados para vencer qualquer opposicao hostil e
d-sprezarora a ignorante vituperacao de malevolencia. Offereccm a seus numerosos freguezes e
ao publico ora goral, asvantagensde sua longa experiencia e reconhecida promptido e fidelidade
na execuco das obras as mais importantes de engenharia, entre outras pode enumerar as seguin-
tes : machinas de vapor de lodos os lamanhos, rodas d'agua de todos os dimetros, todas de fer-
ro ou para cubos do madeira, moendas para canna todas de ferro e indeppjidontes com os me-
horamenlos que a experiencia mostr ser indispensavcl, meias ditas com lodos ospreparos, ta-
j pora engenho de todas as qualidades c tamaitos, rodas, rodetes, aguilhes, envos e boceas
para fornalha e todas as forragons para engenho, machinas para amas>at pao e bolacha, ditas
para moer mandioca, fornos e prensas para farinha, pontes de ferro, Jaldeiras, tanques boias e
todas 9s obras de marhinismo etc., etc.
C^?
tlB
S = 3 o- 5 t
- 1
ft '*
u. ~. = g
&>
2gono
3;z00
240
25000
I
s
9
Pegas de cambraia lisa com 6 1(2 varas
Laa de quadros para vestidos, covado
Chamalole pelo muilo largo, covado
Grosdenaples pretos muilo bons
Ricos pentes de tartaruga a imperalriz
I.uvasde seda enfeiladas
Pentes de massa vitados, e outras muilas fazen-
das que se vendcni mais barato que em oulra
qualquerparle, dando-seasam ostras com pnnlior.
Escravos.
Vende-se um mulalinho de 12 annos, rindo da
cidade do Ico : na ra da Cruz, armazn) n. 33.
3- a g S o B
"9 a. a g":
1:?'S S.B 5 S.-
3 B g ~
f-5-is.^.c52.=
c ^ m r- ~ -> s 2
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. 5-=! T3 W "W C -
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Parisiense,
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o
Rartholomeu Francisco de Souza, ra larga
do Rosario n. 36, vende os seguintes medica-
mentos :
Rob L'Alccteur.
Pillas contra sezes.
Dilas vegetaes.
Salsaparrillia Bristol
Dita Sands.
Vermfugo inglez.
A'arope do Bosque.
Pilulas americanas [contra febres}.
Ungento Ilollovay.
Pilulas do dito.
Ellixir anli-asmathico.
Vidrosde boca larga com rolhas, de 2 oncas a
121ibras
Assim como tem um grande sortimenfo de.pa-
pel para forro de sala, o qual vende a mdico
preco.
Joias... joias... joias.
As instancias de nlgumas familias notareis ..
desta cidade, Marcos Weyl,(da casa de Domingos seda, manteletes e taimas de seda prela para se-
Moulinho, joalheiro ourives, ra dos Ourives n.
27, no Rio de Janeiro) chegou com um completo
sortimen-to de joias do mais elegante gosto. Sen-
j do esta casa favoravelmente conhecida como
casa de confianoa, e pelos productos superiores
j da sua fabrica, seria fcil convencer-se do barato
ie das boas qualidades das joias. Completo sor-
tmenlo de condecoraces brasileiras de brilh'jn-
| te, ouro e prala dourada, a preeos commodos.
; Recbese em troc lodos os objeclos do ouro,
' prala e podras finas emqualquer estado : para
tratar, no hotel inglez.
FABRICA
DE
Sila na rita Impeiial n. 118 e 120 jnntoa fabrira de saba.
DE
Scbas! iao J.da Silva dirigida por Manuel Carneiro Leal.
Nf-ste eslabelecimenlo ha sempre promplos alambiques de cobre do diffeienles dimencoc
idc 300o a 3.000J) simples o dobrados, para destilar agurdente, aparelhos destilatorios contino-
para resillar e destilar espiritos com graduaoao al 40 graos (pela graduacao de Sellon CarticT do-
mclhores srslemas boje approvados o conhecidos nesta e oulras provincias do imparto bomba-
de todas as dimencoos, asperanles ede repucho tanto de cobre como de bronze o ferro trneme
de bronze de radas as dimences e feitios para alambiques, tanques etc., parafusos de bronze e
ierro para rodas d agua,portas para fornalhas e crivos de ferro, tubos de cobre e chumbo de loda<
i as dimenrc.os para encamemos, camas de ferro com armario e sem ella, fugoes de ferro not.neis *
! econmicos lachas e lachos de cobre, fundos de alambiques, passadeicas, espumadeira*. .-oco-
' para engenho, folha de Plaudrcs, chumbo em lenool o barra
CO
OO
o-j
CO
en
tn
en

45Ra Direita45
O proprietario desle estabelecimento reco-
nhecendo que com a excelsa visita de SS. MM.
II. a esta cidade tem do se dar um estrago hor-
roroso de calcados, em consequencia das fre-
quentcs paradas, marchas, contramarchas o for-
midaveis passeios s brilhantes illuminaces, e
condoendo-se das boleas naturalmente pouco
farias, dos bravos officaes e pracas dos patri-
ticos batalhes, cujos nomes tra'zem memo-
ria os feitos gloriosos dos nossos avoengos, deli-
berou, em homenagem a lo felizes dias baixar
so preeos do seu excelleute calcado, a saber:
Para homens. ^
Borzeguins aristocrticos lustre) 9&000
Borzeguins zouaros, obra forlissima (be
nhoras. perfumaras dos mclhores fabricantes
SYSTEMA MEDICO DEHOLLOWAY.
PLELAS IIOLLWOYA.
Este inesliniavel especifico, composto inleira-
meato de berras medicnaos, nao contera nierrn- '
rio, nem algunia outra substancia delecleria. Be-
nigno mais tenra infancia, e a comploiejto mais
delicada igualmente promplo e seguro para
desarraigar o mal na compleicao mais robusta ; i
6 inleiramente innocente era sas operacoes e ef-
feitos; pois busca e remore as doenras 'de qual- |
quer especie egro por mais antigs e tcnazes
que scjani.
Entre milhares de pesadas curadas com este 1
remedio, muilas que j estavam as portas da !
morle, preservando em seu uso : conseguirn]'
recobrar a saude e loicas, depois de harer tenia- !
do intilmente todos os outros remedios.
As milis afilelas nao dorem enlregar-se a de-
sesporacao ; facam um competente crisaio dos
efBeazes effeitos desta assombrosa medicina, e
prestes recuperado o beneficio da saude.
Nao se perca tempo em lomar este remedio
para qnaiqucr das seguintes enfermidades
zcrroj
Borzeguins cidadaos (bezerro c lustre)
Borzeguins econmicos
Sapatoes baledores _
Para senhora.
Borzeguins para senhora (primeira el
Dilos (segunda rlasse)
Relogios de ouro e prata, cobertos e descober-
1os patente inglez, os melhores que existem no
mercado, e despachados hoje, vendem-se por
procos razoaveis : no escriptorio do agente Oli-
veira, ra da Cadeia do Recife n. 62, primeiro
andar.
chegado loja do I.ccomtc, aterro da Boa
Vista n. 70,cxcellcnle leitc virginaldc rosa brin-
ca, para refrescara pelle, tirar pannos, sardas e
espionas ; igualmente o afamado oleo babosa
para limpar e fazer crescer os cabellos; assim
como pos imperial do lirio de Florenca para ber-
toejase asperidades da pelle, conserva a frescura
e o arelludado da primavera da rida.
ou a prazo.
Vende-se a cochelra da ra da Ca-
deia de Santo Antonio n. 7, tendo 5
cairos e um rico coupeesera uso algum-
== Vende-se urna rauiatinha recolhida, muito
bonita, de 16 anuos de idade, sabe coser com
perfeico, fazer labyrinlho, engommar e tratar do
toilette de senhora : na ra Nova n. 52, primeiro
andar.
Molcque.
Vende-se um bonilo moleque crioulo rom da-
do de lo" annos, proprio para ludo : no arrua-
zem do Forreira & Marns, na traressa da Ma-
dre de Doosn. 10.
= Vende-se doce de caj novo a I5OOO a libra :
era Olinda, ra de Mathias l'erreira 11. 12, assim
como tanibem se confeilam caslanbas para en-
eommondas, e outras quaesquer qualidades de
doces.
Nos armazens a Tasso limaos
vende-se :
Arroz de casca.
Mil lio novo.
Farinha de mandioca.
Taboado de cedro.
Velas de carnauba
Ditas steannas.
Marrasquino de zara.
Licores linos.
Champagne marcas acreditadas.
Conservas.
Farelo de Lisboa.
r- Na ra da Cadeia do Recife, primeiro an-
dar, n. 50, vendem-se :
Calas com velas stearinas proprias para illu-
minacrs.
r.its com ditas de carnauba superiores.
Couiinhos de cabra.
Meos de sola.
Farelo de Lisboa.
Cornada.
Toallias de panno de linho de diffcrcnles ta-
jnanhos para meso.
Folhos lisos e bordados.
Conlas douradas.
Apilos.
Palhetas lxadas.
Palhetas para clarineta.
I.inbas de roris e de nmeros.
Rolhas e rolhoes.
Cadeiras e sofs, assento de palhiulia, de ex-'
celtentes gostos.
Condecas, acafates e cestas de vime.
Rodas de arcos de pao.
Bocaes para seringa.
Cal de Lisboa.
8$000
89000
61000
5*000
5&000
40U0
4000
1 GRANDE E VARIADO SORTIHEYTO
Fazendas inglezas c francezas e
...
i
i
1
ronpas feilas
receidas era direitnra
NO
Armazcm e loja
DE
Ges (L Bastos
m
loqucdeavaria
Pecas de algodao trangado, azul, com 32 co-
vados por 4500 : vendem-se na ra do Crespo,
loja da esquina que volta para a ra da Cadeia.
: NA RA DO Ql'EIMADO N. =46, FRENTE DAS
y LOJA AMARELLAE ROTULAS BRANCAS g
S Um completo c rico sortimonlo desobreca- p
a sacas de panno pretos e de cores a 28g, 30a &
; o 35g, casacas de panno prcto muilo lino a fc
s 40j}, 4r>g e 50&. palctots do mesmo panno a
:' 2e 25g, dilos de casemira a 14, 16 e "
0 18j?, ditos saceos dasmesmas casemiras
g pretos e de cores a 10 el2, ditos de al-
S pacas prela e de cores a 4g, diios de brim
y pardo a 4s5o0 e 5, ditos de brim pelo a
sa 5, dilos brancos a 5, ditos de esguio do
II ullimo gosto cor de laranja a 5jj(, sobre-
1 casacos de alpaca muito fino a 7 e 9,
t sobrecasaca de panno linopreto para me-
M nios a 15, 18 e 20, dilos de casemira
g| de cor a 8 e 10, calcas de ca- semiras de
jS cores e pretas a 8, 9, 10)?, 11 e 12,
jjg calcas debnm de cor a 3500, 4 e 5,
I dilas de brim branco tino a 63 e 7,colle-
y tes de gorgurao de seda e de casemira de
K cores e preto a 5g, 6 e 7, dilos de vellu-
K do a 10 e 12s, camisas inglezas lantopara
(homens como para meninos de todos os
J tamanhos, seroulas de todas as qualidades,
t chapeos de sol de alpaca a 5, manteletes
||t pretos de muito bom gosto a 30$ c 40, ca-
t saveques de fustao bordados compridosa
P 203, chapeos de castora NapolcoS, ricos
manguitos de punhos bordados a 3500 o a
4g, ditos com gollinhas a 5e 6g, gollinhas
de traspasso bordado e transparente a 8g, &
calcas de meia casemira padrocs modernos ^ I
a 5g, coleltes de. fustao de cor e de brim
branco a 3J e 3g500 e oulras militas fa-
zendas eroupas feilas que sero patentes a
m presenea do fregtiez.
vende-se superior linha de algodao, uran-
cese do cores, em novello, para costura : em
casa de Seulhall Mellor & C, ra do Torres
n. 38.
Ditos para meninas (primeira elasse)
37 Bua do Queimado 37
Loja de 4 porlas.
Chegou a este estabelecimento um completo
sorlimenlo de obras feitas, como sejam : pale-
0)ls de panno fino de 16J al 28S, sobrecasacas
de panno fino prolo e de cores rauilo superiores
a 35, um completo sorlimenlo de palelols de
riscadinho de brim pardo e brancos, de braman-
te, que se vendem por proco coramodo, cerou-
las de linho de diversos tamanhos, camisas
francezas do linho e de panninho de 2$ at 5g
cada urna, chapeos francezes para hornera a 8,
ditos muito superiores a 10, ditos avelludados,
copa alia a 13, ditos copa baixa a lOg, cha-
peos de feltro para homem de 4. 5eat 7
cada um, ditos de seda e do palha enfeitados pa-
1 ra meninas a IOjj, dilos de palha para senhora a
i 12J, rhapelinhas de velludo ricamenle enfeita-
I das a 253, dilas de palha de Italia muilo finas a
25g, cortes de vestido de seda em carlao de 40S
al 150$, dilos de phantasia do 16 at 35000,
gollinhas de cambraia de 1 at 5, manguitos
de lg500 at 5, organdys escuras e claras a
800 rs. a vara, cassas francezas muilo superiores
e padres novos a 720 a vara, casemiras de cor-
les para colletes, paletolse calcas de 350 at
4g o corado, panno fino prelo e decoresde 2500
at lOg o covado, corles de collcte de vellu do
muito superiores a 9 e 12, ditos de gorgurao
e de fustao brancos de cores, tudo por preco
barato, atoalhado de algodao a 1280 a vara,
corles de casemiras de cores de 5 al 9, grosde-
naples do cores e pretos de 1600 al 3200 o
covado, espartilhos para senhora a tig, coeiros
de casemira ricamente bordados a 12 cada um,
lencos de cambraia de linho bordados para se-
nhora a 9 e 12* cada um, dilos lisos para ho-
mem, fazenda muilo superior, de 12 at 20 a
duzia,casemiras decores para coeiro, covado a
2i00, baroge de seda para vestidos, covado a
1400, um completo sorlimenlo de colletes de
gorgurao, casemira prela lisa e bordada, o de
fustao de cores, os quaes se vendem por barato
preoo, velludo de cotes a 7 o covado, pannos
para cima de n>*h alo cada um, merino al-
cochoado proprio para palelols e colletes a 2800
o corado, bandos para armacao de cabello a i
1500, saceos de tapete e de ma'rroquim para via- |
gem, eum grande sorlimenlo de macas e [malas
de pregara, que tudo se vende vontade dos
freguezes, e outras muilas fazendas que nao
possivel aqui mencionar, porm com a visla dos
compradores se mostraro.
Na loja
das seis portas em
em frente do Livramentc.
ROUPA FEITA.
Palelols de panno prelo, fazenda fina, ditos
de casemira de cores com golla de velludo, di-
ios do alpaca pretos, ditos do brim branco c
pardo, dilos de fustao de cores, raigas fde case-
miras pretas ede cores, colletes de velludo pre-
to e de cores, ditos do seda, gorgurao o de ca-
semira bordados, comisas brancas e do cores
finas a 2 : a loja est abcrla das 6 horas da
manha s 9 da noite.
Accidentes epilpticos.
Alporcas.
Anilas.
Areias(malde).
Asthnia.
Clicas.
Coavulses.
Debilidade
cao.
Debilidade
ou extena-
mi
falta d
qualquer
fotcas para
cousa.
Dysintcria.
Dor de garganta.
de barriga,
nos riis.
Dureza no venlre.
Enfeimidados no venlre.
Dilas no ligado.
Dilas renereas
Enxaqucca.
Ilerysipi la.
Febre biliosas
Febreto inlernilonlo.
Febrero da especie.
Cotia.
Hemorrhoidas.
llydrope sia.
Ictericia.
Indigest es.
Inflammaces.
Ir r eg u la ridades da
menstruacao.
Lombrigas de toda es-
pecie.
Mal de podr.
Manchas na culis.
Obitruceo de venlre.
Physica ou consump-
pulmonar.
Roleneao de ourina.
Rheumatismo.
Symptomas secunda-
rios
Tumores.
Tico doloroso.
Ulceras.
Venreo [mal].
DEPOSITO DE PIANOS FORTES
DOS
Mais afamados fabricantes da Europa:
ESTABELECIMENTO DE
l.P.VOGELEY.
Ra Nova n. 27 esquina da Gamboa do Canno.
Neste estabelecimento acha-se sempre um complelo sorlimente dos mais rico= c mai-
bcra construidos e feries pianos os quaes se vendem debaixo de toda a garanta
O teclado lora a elaslicidade desojada, o exterior desses instrumentos o mais eleiran-
possivel c as vozes sao magnificas. Ha ta mbcra muilo lindas HARMONAS e SER 4PHIN VS Drc
pr.as para acompanhamento ao piano c para quatro miras e igualmente os ha anropriado* wn
igrejas, ca pollas, collcgios etc. r v ^
, Hojo pi incipalmonte que a cidade vai oslonlar um aspecto assas magnifleo e pomposo com
a Presenta de SS. IU. II oque em todas as salas e saloes eleganics a sociedade pernambucana
ra entrar con cntlmsiasmo anida maior no gozo dos encantos d'arte, chama-se a aitenro de todo^
para esto grande deposito, que ofTerecc tantas disposicoos e condiedes tao superiores rara o qu.
>', objeclo de gosto relativamente a msica. '
a mesmci casa concerts-j e afim-ie com perfeicJto 01 msmoi linitrimentos.

Vendom-se eslas pilulas nu estabelecimento
geral de Londres n. 22, Slraod, c na loja de
todos os boticarios droguistas e oulras possoas
encarregadas de sua renda era toda a America do
Sul, Harina c Hospanha.
Vendem-se asbocetidhas a 800 rs. cada urna
dolas, conten urna instruccao em porluguez pa-
ra explicar o modo de so usar destas pilulas.
O deposito geral em casa do Sr. Soum
phannaceutico, na ra da Cruz n. 22, em Per-
nanibiieo.
3-N0VAL0JA ,
Enciclopdica de Gaspar Antoiiiof^
Vieira Guimares, gerente
Jos Gomes Villar.
&<
m
m
me*

RELOGIOS.
Vende-se era casa de Saunders Brothers
C, praea do Corpo Santo, relogios do afama-
do fabricanle Roskell, por preeos commodos,
e tambem tranoollins e eadeias para os mesmos,
deexcellente gosto.
Neste novo oslabelecimonto de fazendas finas para senhoras e homens ha de
ara (<"do bom o por menos do que em outra parte qualquer, como se provar afim de fa-
S^S zcr muilo negocio.
''-^'r* Ricas sodas, laas, linho e algodao.
&V) Chapelinas para senhoras, mnnieleles de todas asqualidades, camisas para senhora,
Fazendas de bom gosto
Recebeu-se pelo ultimo vapor da Europa ccr- i {&
7>r\ sa'as balos, dilas bordadas de fustn, boas ligas para perna de moca.
.;."'* Boas chitas, boas cassas organdys, enfeiles de flores, ditos de vidrilho, man
W&J para menina, roupas para raninos o meninas, chales pira senhora de
as qualidades de ponas redonda, chales de touquim prelo e de oul
chitas finas superiores, roupocs de cambraia linos bordados.
Um variado sorlimento
p5
m
m

prelo, palelols,
todas as quali-
chapelinas de seda para senhora c meninas, as-
sim como riquissimos corles de collete brancos,
de velludo e seda bordados para casamento,
dilos do velludo piolo bordado o de cores boni-
tas ; havendo oulras muilas fazendas, o ludo se
vende por procos mais baratos do que em outras
partes : na ra da Cadeia do Recife. loia n. 50,
de Cunha c Silva.
de roupa feita, sobrecasacas superiores do panno fino de cores e
calcas brancas de brim, de casemira preta e de cores c colletes de
es de vestido de seda de delicadas cores, com 2 i2^? dades.
babados e 2 saias bordadas, lindos enfeiles de | SSffi Camisas, seroulas e calcado Mellier.
ores e froco para cabeca do senhora, bonitas I ^) Finalmente neste eslabelecimenlo ha do ludo'c por preeos admirareis avistada
j^ivi qualidado, e pede-so a todos os senhores de engenho que quando vierem a prara di-
*:%} rijam-so a osle estabelecimento se quizerem comprar boas fazendas e por prcos que
i* ~Z, em outra parte nao se vendem.
?&
^~.~: suspuo- e havaneiros, guanabaras e suissos, cigarros bola fogo a 110 rs. o maco
-?
lilil -~<~ iiuu.m.
Superiores charutos
-
= Vende-se um sitio com 200 palmos de fren-
tcc200de fundo, no lugar da Torre, margem !
do Rio Capibarbe, com urna grande c moderna '
casada virenda, cocheira, eslribaria para 4 ca-'
rallos, gallinheiro, cacimba com tanque e bom- !
ba, baixa para capira, lodo murado na frente, e
lado cora porto de ferro : os pretendenles podem
dirigirse ao agente Pestaa, que se acha autori-
sado a dar as necessarias informages, e a tratar
da venda sob as condicoes estabelecidas ao mes-
mo pelo legitimo proprietario. O dito sitio todo
em chaos proprios, i
Relogios.
Vendem-se relogios de ouro inglezes, de pa-
tente : no armazom de Augusto C. de Abreu.
na ra da Cadeia do Recife n. 36
a roa Direita n. 66, effectiraraentc ha
bons escravos de ambos os sexos, de todas as
idades e cores, com habilidades e sem ellas, e
vendem-se a dinheiro, a prazo, e tambem tro-
cam-se.
A mui bem acredi-
tada tinta preta.
Em garrafas e meias defronle de S. francisco,
lyr'ogrnphiade f. C. de L. e Silva.
MUTILADO
Couliniia-se a vender fazendas por baixo
preco al mesmo por menos do seu valor,
afim de liquidar conlas : na loja de 4 portas
8 na ra do Queimado n. 10.
Superior ao mellior
presunto de fiambre.
Lingnas de vacca emsalmoura vindas
de Londres, vendem-se nicamente no
armazem de Luiz Anncs defronte da
porta da alfandega.
Sndalo.
Ricos jeques, pulceiras, bengalas, bo-
toes, chicotes como tambem essencia
de sndalo : no aterro da Boa-Vista loja
n. 7.
| Aos cigarreiros e cha- j
ruteiros.
Campos 4 Lima tem para vender cai-
xas com fumo americano de muito boa
qualidade e a preco comraodo : na ra
do Crespo n. 12.
Aos fabricantes develas.
Cera de carnauba da nova safra a 11500 e 12jjt,
o spbo refinado em pao e velas, ltimamente
chegada do Porto, em barricas e caixas de llg500
a 12^500 a arroba : no antigo deposito do largo
da Asscmbla n. 9.
Attengo.
Na casa de Prente Vianna & C. vendem-se :
Dous turbulos de piala ingleza
Salitre refinado.
Camas de ferro.
Cemento romano.
Geoebra de Ilollauda.
CONSILTORIO
DO
i\ P. A. Mho Moscos,
1I1IM PMTOIIB B (DIPBMID!.
3 RA DA GLORIA, CAYABO IT.YDO 3
Clnica por ambos os systemas.
O Dr. l.obo Moscosod consullas'lodos os dias pela manbaa ede tarde depois de 4 horas.
Contraa partidos para curar annualracnle nao s para a cidade como para os engenhos ou outra*
propriedades ruraes.
Os chamados devem ser dirigidos sua casa al as 10 horas da manhaa e em caso de ur-
gencia a outra qualquer hora do dia ou da noite sendo por eseripto em que se declare o nomc da
pessoa, o dama eo uumero da casa.
Nos casos que nao forcm de urgencia, as possoas residentes no barro do Recife podero re-
raeller seus bilhetes a botica do Sr. Joao Sounn & i", n* ra da Cruz ou loja de livros do Sr. Jos-
Noguera de Souza na ra do Crespo ao p da ponte volha.
Nessa loja e na casa do anniincianlo achar-se-ha constantement e os melhores medica-
raentoshomeopathicos ja bom conhecidos c pelos preeos seguintes:
Bolina de 12 tubos grandes,..........108000
Hilos do 24 ditos...............15S000
Hitos de 36 ditos.............. 20S090
Dito de 48 ditos.............. 25SO0O
Ditos de 60 ditos. ....., '. OjjOOO
Tubos arulsos cada um..... IfOOO
Frascos de linduras. ..'....'. 2J000
Manoal de medicina homeopathica' pelo Dr.' Jahr'traduzido
em porluguez com o diccionario dos termos d" me-i-
cina, cirurgia ele. etc (Hflflfl
sssss?atws* "^' m .-^
*j


>
s
Ra da Vnzala Nova n. 42
Vende-so em caa de S. P. Jonhston & fi. va-
quetas de lustre pata carros, sellins e silhos in-
-lezes, candeeiros e castieaes bronzeados, lo-
nas inglezas, o de vela, cbrote para carros, e
montaa, arreios para carro de um e dous cval-
os, e relogios d*ouro patente inalezes.
1
i
i
MOSELLE MOSSEl'X
I
DE
im wimm & (c
LO\a>RKS
em garrafas e meias gar-
9 6
rafas.
CJ.Astley&C.
Seguro coulra Fogo
COUIM\IIIA
Lijidacao.
DIA1UO DE PERNAMBUCO. TERCA FEIRA 6 DE DE2EMBRO DE 189.
s
1
LONDRES f
AGENTES
CJ. Astley & Compauhia.
Lo vas de pellica de
Joiivii.
Yendem-se superiores luvas de pellica de Jou-
>in muilo fresca, para Uomens e senhoras ; na
ra do Queirnado TfrSSS, na loja da boa f.
Fazendas inglezas e francezas
Chegadas nestes ltimos dias; ura variado
sortimento de faxendas inglezas e francezas, dos
ltimos gostos: no armazem deAlmeida Gomes,
Alves & C, ra da Cruz n. 27.
Yende-se
Folha de cobre e Metal
amarello. i
Estaiiho em barra e Pie- |
gos de cobre.
Alvaiade eVerniz copal. |
g FoIkadeFlandres.
Palhmha para marci- |
neiro.
Vinhos linos de Champa-
nhe e Moselle.
Lonas da Russia e Brim I
devela: no armazem
de C. J. Astley fe C.
Fazenda com arara.
pechincha sem igual.
Na loja do Preguica, na ra doQueimado n. 2,
lein para vender pecas, dealgodao largo com lo'
^eI^de-se muito barato para liquiJai-se fazen-
d.is francesas e inglezas de diversas qualidades:
na xua da Cadoia do Recife luja n. 50 A.
Attenco.
No cscriplorio do Manocl Ignacio de Olivoira
& Filho lem para vender os superiores vinhos
nunca aqui vindo destas qualidades :
ChampagnoCqucl.
Dila Irrey.
Lalitlelino.
I.arosoidum,
Ruquis.
Cera de carnauba e velas.
Vende-so cera de carnauba a ra.iis superior
possivel a 12#, idem segunda sortc 112500 a ar-
roba, velas dita pura e de comnosiQo, fio da B;i-
hin, tremoias, rosarios, cspeguilhas, e mcios de
sola, por procos razoaveis: na ra da Cruz, ar-
mazem n. 33."
iiAtlenco ao seguudo andar
H do sobrado da esquina da
H ruado Queirnado por cima
H da loja do Sr. Preguica,
se entrada pelo becco do
fPeixc Frito n. 1.
Cortes de vestido de duass. ias de
cambraia de cor muito finos a
E> Dilosde gaze de duas saias phan-
JS tasia a
9 Ditos de vohndinas escossezes a
8j> Ditos de seda duas saias a
3 Ditos do 3 folhas a
Ditos de blondo de 2 saias bordado
de cor a
Chalos de froco 3 pontas a
Ditos dito do i ponas a
Chapeos para menino conde de Ta-
ris a
Ditos para menina de crepo a
Bonets para menino, russos e
Basquinos para sonhu a de fustao
compridos ultimo goslo a 2j!000
Ditos ditos de cambraia linissiraa a 2UJUO
Vestidos para meninos, de seda com
bnsquinede cambraia bordado a 153000 vt
Ditos para ditos todos de seda a 20JO ?
5S000
205000
isgooo
S0$000
70$000
oosooo
12S000
20^000
9?0OO
S$000
5^000
Q1IJLDC
pechincha.
Na loja do Preguica, na ra do Queirnado n.
2, vendem-se pecas de chitas finas de cores fixas
e de escolhidos padroes com 38 covados cada
urna, pelo baratissimo proco de 5$8u0, e em re-
talho a 160 o covado.
Superiores quoijos londrinos : na ra da
Cadeia de Santo Antonio n. 28.
= Vende-se um par de arreios novos para
carro : na ra larga do Rosario n. 33, taberna.
Officialalos, c.ommendas e hbitos de diver-
sas ordens, com briiharitos e sem ellos, o melhor
que tem vindo a este mercado : ludo vende-se
muito barato e pelo preco da factura : na ra
Direita n. 66.
YUfc?iCYY
DA
tt
Vendem-se volas de espci mcete ora csixa a
700 rs. a libra, e a retolho a 720: na roa das La-
rangeiras n. 16.
Vende-so um carro de 4 rodas, muito
bem construido e forte, com assentos para 4 pes-
soas do dentro, e um assento para bolce:ro e
criado (ora, forro de panno lino, o todo bom nr-
raujado : para fallar com o Sr. Poirier no ater-
ro da Boa-Vista, e no oscriptorio de James Crab-
Irce&C, r. 2, ra da Cruz.
Barato que ad-
mira.
Velas de espermacote a 750 rs. a libra, em cai-
xa e a relalho : na ra Nova n. 52.
Vende-se rap Meuron polo mosmo proco
que so vende no deposito geral : na roa do Ra- |
gol numero 62.
gaz.
Vendem-so na roa do Cabng n. 2 R., loja de
miudezas da Jonquim Antonio Dias de Castro.
Vendo-so farinha do mandioca om saceos
deboa qualidade, saceos com milho, ditos com
loijoo mulatinho, ditns rom arroz pilado e de cas-
REMEDiqjSICOHP&RAVEL.
I Ni.I ENTO HUl.l.WAY.
Milharesdo individuos do todas as nacocs po-
dem tcstomunharas virtudesdosto remidi i-
comparavel o provar om caso necossario, que,
pelo uso que delle Qaeram tem seo corpo e mem-
bros inloiamonte saos dopois de Jiaver eiiinrca-
Tachas e moendas
Braga Silva i C, tem sempre no seu deposito
da ra da Moeda n. 3 A, um grande sortimento
de tachas e moendas pan engenho, do muito
acreditado fabr.cunte Edwin Maw : a tratar no
mesmo deposito ou na ra do Trapiche n 44.
Muita alienta.
Vende-se para fechar contas saccas com fari-
nha de mandioca pelo baratissimo preco de GjJ
por sacco : na ra da Cruz n. 26, armazem.
Fazendas com pequeo
loque de avaria.
E' pecbiudia.
Na loja do Preguica, na ra do Queirnado n.
2,ha para vender pe?as de finissirao e muito
largo madapolao, pelo baratissimo preco de 5g,
;!550O e3j>000: cheguem, antes que so'acabem.
Chapeos de castor pretos
e brancos
Na ra do Queirnado n. 37, vendem-se os me-
liores chapes de castor.
Carlos Marn, da casa de Carloj Valais, joa-
lheiros de Suas Mageslades Imperiaes, leala
honra deparlicipar ao lluslre publico que se
ocha nesla ciJade com um completo sortimento
de joias, que so acha exposto no esociptori dos
Srs. Amorim Irmaos, ra da Cruz p. :i, segun-
do andar. Recebera-se tambem obras velhas em
troco.
O Aniones, ra da Cadoia do Rccife, ven-
de por precos commodos, o soguinte :
Casacas pretal francezas.
Calcas ditas ditas.
Golletes ditos ditos.
Fitas de velludo prclas tarradas, proprias para
bordar becas.
Fitas, flores e oulros enfoiles para senhoras.
Tambem vende um bom cavallo russo cardao.
Caberlas de ehila n2S.
Ra do Queirnado n. 19.
Vendem-se cobertasde chita a 2$, cortes de ris-
cado francez a 2#500, lencos de cambraia pora
algibeira a 2jj a duzia.
2S000 e 2S300 a peca.
Algodao trancado americano branco, proprio
para loalh 2 o roupa de escravos, com um pe-
queo toque de agua doce : no armazem de fa-
zendas da ra do Queirnado n. 19.
Cheguem ao barato.
O I.cite & Irmao continuara a torrar na ra
da Cadeia do Rocife n. 8, pecas de cambraia Ii- j
sa com 10 jardas a 4^500 e 5$, lencos de cam-
braia de linho a 3-5 a duzia, cambraias muito fi-
nas e de linios padroes a 040 a vara, meias fi-
nas para senhora a 3*800 a duzia, ditas cruas In-
glezas para homem e meninos, chales de meri-
no lisos a 4$500, 0 bordados a 69, palctolsde
alpaca prota o do coros a 5#, ceroulas de linho
e al^odo, camisas inglezas muito superiores a
C0a duzia, organdys de lindos desonhos a
1100 a vara, cortes de cassa chita a 3J, chita
francesa a 2 0, 280, 300 e 400 rs. o covado, pecas
de madapolao com 30 varas a 4S0O, 5jt, 5S50,
6,7 e 8$, chitas inglezas de cores tixas a 200 rs o
covado, toalhas para mesa a 3 u 4ft, cortes de
calca de brim de linho a 2#, ditas de meia case-
mira a 2*240, vestuarios bordados pura meni-
nos, e oulras muitas fuzendas que *e vende por
burato preco.
Em casa de N. O. Bieber
& C. ra da Cruz n. 4, vende-se ;
Champagne de sucerior qualidade de marca acre-
ditada na corle.
Tinta branca superior em oloo, latas de 25 li-
bras, por commodo proco caixas de i latas.
Verniz e yrniz copal.
lgodoziuho da lubrica Todos os Santos da Bi-
hia.
Brilhantes de diversos lmannos e de primeira
qualidado
Brim trancado de linho todo
preto,
Avisa.
203000
osooo
253000
1
I

i
9
8
I
I
I
S
No armazem de Adamson, Howie & C. ra
do Trapiche n. 42, vende-se selins para homem
e penhora, arreios prateados para cabriolel, chi-
cotes para carro, coleiras pare cavallo ele.
Na loja da estrella.
Ra do Queirnado n. 7.
liste estabelecimento contina a estar sonido
de fazendas do todas as qualidades como sejam :
Kicos cortes de vestidos de seda de 3 lo-
lhose2 saias, e Aquile
Paletols de panno
Dilos de dito muito fino
Ditos de casemira de cor
Ditos de alpaca pretos muilo finos .
mais abaixo
Ditos de ganga e de brins
Calcas de casemiras pretas e de cores
Ditas de biim branco c de cores
Golletes de velludo preto e de cores.
Ditos de gorgurao muito finos
Ditos de fustao
Camisas francezas de todas as qualidades
Capara homem
misas francezas bordadas para senhora
Loques da melhor qualidade c do ultimo
gosto
Manase gravatasdesedade todas as qua-
lidades
chapeos de sol de seda inglezes
Ditos decaslor para cabera muito finos
Ditos preto3 os melhores que tem vindo
ao mercado
taimas pretas do ultimo gosto
Casemiras de cores para paletot
Cortes de casemiras inglezas
Ditos de ditas francezas
Ditos de dilas muito finas
Chapeos Amazona para senhorase me-
ninas
Machinas de costura
de S. M.Singer &C do
New-York, o mais aper-
feicoado systema, fazen-
do'posponto igual pelos
dous lados da costura,
garante-se a 30guranoa
das n achinas e manda-
se ensinar as casas de
familia, bem como se
mostrara a qualquer ho-
ra do dia ou da noite
nesta agencia: nicos
"gentes em Pernarabuco Raymundo Carlos Lci-
te & Irmao, aterro da Boa-Vista n. 10.
Em casa de Kabe Schmettan &
C, ra da Cadeia n. 37, vendem-se
elegantes pianos do afamado fabrican-
te Traumann deHamburgo.
Vende-se farelo de Lisboa, era saceos gran-
des e de superior qualidade, por menos preco
que se vende em outra quabwer parte : na ra
do Rangel n BS.armazem.
dcpois uc haver i-mprega'
do intilmenteoutrs li.:t.::,ieiitos. Cada pesera
poder-so-ha convencer dessaseuras maravilhesaJ
pola kituia dos peridicos, que lh'as relatad
todos os dias ha miiitos anuos; o a maior paite
dolas sao tao sor prndenles que me.mupe so
medii us mais celebres. QuanUs pessoas rece-
brai.un com o-lo soberano remedio o uso de seus
bracos e peraas, dopois de ter permanecido lon-
go tompo nos liospitaes, onde de viam soffrar a
amputacao Dolas ha muitas que havondo dei-
xado esses asylos de padocimontos, para seuao
submeUerem essa opoaco delorosa foram
curadas completara ente, mediante ousodesse
preciosoremodio. Algumas das laes pesso-is na
enfusao de seu reconhecimento doclararam os
les resultados benficos diuute do lord corree-
dor e oulros magistrados, afira de mais autenti-
carora sua hrraativa.
Niiigucm desesperariadoest.sdo do saude se
livesse bastante confianza para easaiu osle re-
medio constantemente seguindo algum lempo o
menlrataloquenecessitassea naturoza do mal
cojo resultado seria provu ciacoulestavelmenle '
Que ludo cura.
O ungento lie til, mas particu-
lamiente nos se^uintes casos.
Alpoicas.
Cuimbias.
Callos.
Canceres.
Cortaduras.
Dores do cubeea.
das costas.
dos niembros.
Kiiforiuidades da culis
em goral.
Ditas do anus.
Erupcdes e escorbti-
cas.
Fistolas no abdomen.
Frialdado ou falta de
calor as extremida-
des.
Prieiras.
Gengivas escaldadas.
[nehacoes.
Inllaniaoao do figado.
Inllanmiaco dabexiga.
da matriz
Copra.
Mulos das pomas.
dos pollos.
de olhos.
Mordeduras de replis.
Picadura de mosquitos.
Pulmoes.
Quoimadelas.
Sania.
Supurac5es ptridas.
Tinha, om qualquer par-
te, que seja.
Tremor de ervos.
Ulceras na bocea.
do ligado.
das rliculacos.
Veas torcidas ou noda-
das as peinas.
fazenda muito superior; garante-so que nao
desbota: na ra da Cadeia do Recii'e n. 48, lo-
ja do Lcite & Irmao.
Bandeiras nacio-
aes.
Vndemele na ra doQueimado n. 7, bandei-
ras nacionaes de varios tamanhos, muito bem
foilas a 800 rs. cada urna.
2g00
53500
'JJJOO
Vende-se oste ungento no estabelecimento
geral de Londres 11. 224, Slrand, e na loja de
todos os boticarios droguistas e oulras pessoas
encarrogadas de sua venda om toda a America
I do Sul, Havana e Hespanha.
Vende-se a 800 rs. cada bocotinha, contm
urna inslruoco em portuguez para o modo de
fazer uso deste ungento.
O deposito geral hom casa do Sr. Soum,
pharmareulico. na ra da Cruz n. '2, em l'er-
nainbuco.
Fazendas moder-
nas.
Cortes de casemiras de cores finas a 5j500, di-
las de urna s cor muilo finas de 3 e 0$. cortes
de collete de velludo do cures a 600, ditos dito
preto a 5fl e 6g, colchas de algodao udasmasca-
das a 5$, brilhantina branca o covado 480, case-
mira do quudrihos o covado 1&, pannos para
mesa muilo bonitos e modernos a Cj. corles do
barege com Ires ordens de babados a 15#, ch-
peos de phanlasia para homem, sondo do gor-
gurao de soda a 7-3, ditos doGnille de 4 a 25J>,
ditos de feltro de 4^500 o5#, camisas de cam-
braia de linho para senhoras, ditas de esguiao
muilo fino, ditas de cambraia bordadas cora man-
gas, ricos cortes de seda de ludas as cores, mn-
deles dos mais modernos, rande soilimento de
perfumaras inglezas legitimas, joias dcoral ver-
dadeiro, oleados de diversas coi es imitando
marroquim para cobrir mesas, turrar almoadus,
travesseiros, ele, etc., e bem como um complet
sortimento de fazendas do mais apurado goslo c
melhor qualidade, vendeudo-se ludo por baixos
presos, no auuazeuide fazendas de Raymundo
Garlos Leile & Irmao, aterro da Boa-Vista n. 10.
Fub.
Farinha de milho americana, em barricas, che-
gada no ultimo navio dos Estados Unidos : nos
armazens de Tasso Irmaos.
= Na ruado Aguas Verdes n. 46 se dii quem
vende urna fabrica de fazer velas de carnauba,
bem montado e em bom estado.
sortimento de cha-
peos.
Chapeos de castor pretos de superior qualida-
de a 10, ditos francotes de seda a 7$, ditos de
castor brancos a 14g, ditos de velludo a 8e 9,
ditos da loulra de Podas as cores muilo finos, di-
tos de palha inglezes de copa alia e baixa a 3 e
5$, dito3 de fel tro, um sortimento completo, de
28690 .1 65500, ditos do Chile do 35500, 5, 6, 8,
9, 10 e 128, ditos de seda para senhora, dos mais
medernos, a_12$, chapelinas com veos do ulti-
mo goslo a 153, enfeites finissimos para cabeca
a 4')00 e 5#, chapeos de palha escura, massa'e
seda, muito proprios para as meninas de escola,
sendo os seus precos muito em conta, ditos para
baplisado de meninos c passeios dos mesmos,
leudo diversas qualidades para escolher, bonets
de galao, dilns de marro juim, dilos do vellu-
do, dilos enfeitados, chapeos de boa qualidade
para pagera, chapeos de'sol de seda para me-
ninos de escolo, c mesmo para senhora e para ho-
mens ; finalmente oulros muitos objectos que se-
ria enfadouho mencionar, e ludo se ven de mui-
lo em conta ; e ossenhores freguezes vista da
fazenda ficaro convencidos da verdade : na bem
conhecida loja de chapeos da ra Direita n. 61,
de Benlo de Barros Feij,
Taclias para engenho
Fundicuo de ferro e bronze
DE
Francisco Antonio Correia Cardozo,
tem um grande sorlimento de
tachas de ferro fundido, assim
como se faz e concerta-se qual-
quer obra tanto de ferro fun-
dido como batido.
Admira!!
Farelo a 6j}000 a sacca de 90 libras : na ra
Nova n. 52
Loja da boa f no
aterro da Boa-Vista n. 74.
Vende-se ricos manguitos com camisinha e
golnha a 4 e 6, ricas golinhas de bordado
.iberio a 1$400 e 1$800, tiras bordadas a 800 e
1g600,pontos de tartaruga virados muito fortes
a 123, dilos imitando tartaruga a 2g, ditos de
tarlarugasem sor virado a 4$ e ;500, dilos imi-
tando a lj, peca de franja para cortinado com
15 varas a 4$500," papel ulmaco a 3g e35U0, dito
de peso liso e paulado a 3)3500 a resma, penas
de lana a lgeSOOrs. a groza, caixinha com
jogo de vispora a Ig, botes de madreperola a
600 rs. a groza, dilos do mais fino que ha a
13120, ditos de louga a 160 rs., caixinha com
olfinetes sorlido pratcado de cabeca chata a 300
e 120 rs., caixinha com grampos a 160 e 100 rs.,
macos cora 50 grampos a 80 rs., ditos com me-
nos a 40 rs., sapales do Aracaty para meni-
nos a I120 rs., dilosde marroquim para senho-
ra a 800 e 900 rs. o par. ditos de lustre" a 1440
e lg600 e ura rico sortimento de franja do se-
da, la e linho, galoes brancos e de cores, bicos
c rendas, ditas a imilaco de labyrintho e mais
completo sortimento d miudezas que se vende
por meno do que em outra qualquer loja.
Enfcites.de vidrilho e de retroz a 49 cada
ura : na ra lo Queirnado n.37, loja de 4 portas.
FUNDIDO LOW-MOW,
Ra da Scuzala \ova n. 42.
Neste estabelecimento continua a haver um
comaplelo sortimento de moendas e meias moen-
das para eujenho, machinas de vapor e taixas
de ferro balido e coado, de todos os lamanhos
para dio.
Casaveques.
Vendcm-se casaveques e roupoes de cam-
brai bordados, o melhor que existe neste mer-
cado, o por preco commodo : na ra do Crespo
n. 23. F
Cortes de vestidos
de seda
Nainado Queirnadon.37 loja de4
portas acaba de receber pelo ultimo
navio vindo do Havre um completo sor-
timento degestidos de seda de 2 saias,
2 babados e de aventados qnaes se ven-
dem por preco commodo.
Chapelinas de seda e de
velludo para senhora.
Ricas chapelinas de seda c de vellu-
do para senhora: na ra do Queirnado
n. 37, loja de portas.
Golas e manguitos.
Ricas golas c manguitos de cam-
braia : na ra do Queirnado n. 37, loja
de A portas.
Manteletes
Ricos manteletes de grosdenaple ri-
camente bordados: na ra do Queirna-
do n. 37, loja de 4 portas.
Pentes de tartaruga.
Ricos pentes de tartaruga para atar
cabello: na ra do Queirnado n. 37,
loja de 4 portas.
Camisas francezas
Ricas camisas francezas tanto de
pcio de linho como de algodo e de fus-
tao: na ra do Queirnado n. 37, loja de
4 portas.
Bonets para crianza
Ricos bonets de marroquim para
criauca: mi ra do Queirnado n 37, lo-
ja de 4 portas.
Ferro reduzido de
Quevenne,
Previlegiado em seu modo de
administraco pela acade-
mia de medicina de Paris.
Os felizes effeitos do ferro em um grande nu-
mero de enfermidades sao geralinente conheci-
dos. As cores plidas, as flores brancas, o em-
pobrecimento do sangue cora os males do esio-
mago, e as palpijacoes, que sao delles a conse-
quencia : lacs sao os priucipaos casos em que o
ferro indicado, c para cellos temperamentos
fracos ell^ um complemento quasi necessario
de alime. a. A superioridade do forro de
Quevenne todas as preparaces marciacs a-
quella que itroduz mais quanlidado de ferro no
sueco gasliico em um peso dado. Deposito em
Pernambuco, phaimacia do Pinto, ra larga do
Rosario n. 12.
Escravo cozinheiro.
Vende-se um escravo de 18 a 19 annos, muito
bom cozinheiro ; assim como urna prela cozi-
nheira, engommadeira e lavadeira, e urna negri-
nha de 13 anuos : a fallar com Oclaviano de
Souza Franca, ra da Cadeia do Recite n. 36.
Dinheiroem cobre.
Vende-se constantemente na ra da Tenha, so-
brado n. 19, em pequeas c grandes porooes.
Fil
com 2 lr2 varas de largura a 800 rs. a vara : na
ra da Cadeia do Recife n. 48, loja de Leitc &
Irmao.
Bandeiras nacionaes.
Muito proprias para festejos por oc-
casiao de SS. MM. II a esta provincia
No armazem do agente Pesta-
a ruado Viga rio n. 11,
vendem-se por mdico preco tanto por
atacado em duzias ou a retalho.
I Brilhantes
EN.!!Ra do Crespo-N. 111
Jos Mara da Silva Lemos so- ;
H ci de Julio Lulje&C, negocian-
tes importadores de joias no Rio
ijl de Janeiro, tem a honra de par- ||
8 ticipar ao respeitavel publico S
5 desta capital que se acha na casa I
3s cima mencionada com urna lin-
8 da exposico de obras de bri-
|| litantes domis apurado gosto e
S qualidade, constando de ricos
^ diademas, lilas, collares, pulsei-
H ras, broches, bi\as c argolas,
j brincos, aneis e alGnetes, cru-
|| zcs c ios de grandes perolas,
l commendas e hbitos de diver-
sas ordens e differentcs obras tu-
do de brilhantes c pedras Anas,
sendo tudo vendido, afiancado e
por precos commodos: na "ra do
Crespo n. H, segundo andar.
Tambem se presta a mandar
quaesquer objectos a amostra.
12600
20Oo|
igeoo
8001
320
160
Para concluir a liquidacao das Uzeadas
da extincU firma de Le te & Correia,
vendem-se asscguintes fazendas, por
muito menos de seu valor, na loja de
quatro portas da ra do Queirnado
numero 10.
Sedas pretas lavradas, superior qualidade,
covado
Grosdenaple preto muilo bom e largo, co-
vado
Dito dito ma estreito, covado
Camisetas de cambraia para senhora, urna
Tiras e entremetas bordados
Sorlimenlo completo de chita de cores,
covado
Dito de chitas largas francezas, bons pa-
droes e cores fixas, covado 20
Gangas de cores escuras e claras, covado 200
Corles de calja de meia casemira algOOO e 29000
Meias cruas para hornera, duzia 2 100 i
Dilas para dito muito superior, duzia 4*000 i
Aloalhado adamascado muito largo, vara 1^230
Cassas de cores fixas e padroes vistosos,
covado 20,
Riscadinho francez, covado ICO
Musselina do coros (ivas, covado 240
Chales de laa com palma de seda, um SjOOO!
Cortes de caiga de casemira fina de cores 5$000
Dilos de dila puta 6000
Dilos de collcle de gorgurao com p3lma
de velludo 35OOO
Ditos de dilo de gorgurao e seda 2-jOOO
Dilos de dilo de merino bordado 3000 '
Loncos de seda pequeos para pescoco de
senhora 400!
Panno preto, covado 2500
Dilo superior, prova de limao, covado 3$ c 4->0 '
Superior brim trancado de linho, branco,
.vara 15000!
Dilo dilo de cores, vara 800
Meias brancas para senhora, duzia 3c0O0
Ditas para dita muilo superior, duzia 4g00
Luvas de pellica para senhora, em bom
estado, um par l?00O
I ATTENiO. i
> Kissel, relojoeiro francez, vende relogios 2
r de ouro e prata, concerta relogios, joias e -n
Z msicas, ja aqui he conhecido ha muitos $
> annos, habita no paleo do Hospital n. 17. 2
A|_4_.|j*AAi 4.-JLAAAAAA8.ALAi.i.iLSf !
Wft loja dosertanejo,riia;
do Queirnado n. 43 A.
Beccberara em direifura de Franca, deencom- i
menda, os melhores chapeos de ca'stor ranadoss!
sendo brancos e pretos, e as formas as mais mo-
dernas que tem vindo ao mercado, e por me- j
nos que em outra qualquer parte, assim como
lambem tem um grande sorlimento de ehfeite,
de vidrilho pretos o de cores pelo diminuto pro-
co de 4? cada um, assim como tom chapeos de
sol de panno a lg200 cada um em pcrfeito esta-
do, aberturas brancas muito finas a 320, dilas de
esguiao de linho a 1J umn, cambraia prela fina
a 360 o covado, e a vara a RO.e a 60, sangos
decora 540, brim branco de linho a 1;200 a va-
ra, colletes de velludo de furta-corespretos a
g400, ditos pelos a 8 c a 9$, calcas de caso-
mira de cor a 7, 8 e 11J, dilos pretos a 7, 9 e
I25, colletes de gorgurao a 4, 5 6$, saceos pa-
ra viagera de diversos tamanhos, cias cruas, por
ser grande poroao, a 1?)500, ditas a 1$600 c 2j a
duzia, finas a 3 e 4 meninos e meninas e senhoras por qualquer pre-
00, e tudo o mais aqui se encontrar o preco,
e nao se deixa de vomndor.
A 500 rs, a peca
de Ola de velludo de um dedo miuimo de largura i
cora 10 1[2 varas, bandos de crina para senhora
muito bons a 400 rs. o par, pulseiras de coutas
para senhora ou meninas muito lindas a 160 rs.
para acabar ; na loja de miudezas do aterro da
lioa-Visla n. 82, quasi confronte a matriz.
(7)
Pianos
Saundors Brolhors & C. tom para vender era
seu armazem, na prnca do Corpo Sanio n. II,
alguns pianos do ultimo goto, recentiment.'
chegados, dos bem conhocidos e acreditados fa-
bricantes J. Broadvrood iSons de Londro, e
muilo proprios para este clima.
Chapeos e roupa
feila.
Cama & Silva, no aterro da Boa-Vista n I
vendem :
Chapeos do Miro muito finos pretos e de co-
res, pelo barato proco de 45 cada un..
Paletols brancos de bretanha de linho 1
fina a "15OOO.
D:Ios do casemira mesclada a 7f.
Ditos de casineta a 63.
Calcas de meia casemira muilo bera fe
0$ e 3^500..
Ditas ditas a 29 e 2g500.
Ditas de brim de quadros a 2$ o 25500.
Pal oto ts do panno preto fino.
Sobrecasaca de dilo
Ss^c^at^^73"850^
Nova invoHfo aperei-
rciuu,
Bandos ou ahiiofadas
de crina para ponteados de
senhora.
Vende-se unicamonte na ra da Cadeia do Fc-
cile n. 48, luja de Leile & Irmao.
Baratissimo.
A 3500,4500 e 4#800.
PARA ACABAS.
\(fhdem-se na ra do Queirnado n. 19, a*.
guinlos algodaozinhos, a quasi por motade d
valor, algodno trancado americano com 20 ar-
das, muito superior .. 300 peco, dito loa *m< -
ricano milito largo com 20 raras, pelo 1
precode;50Oo4-S00apo.;a.
Meias de seda de peso
para senhora, brancas e pretas, e para mera-..--
brancas e nscadas: vende-so na loja de
& Irmao na ra da Cadeia do Recife n. 48.
Chapeos pretos.
Na ruado Queirnado n. 19.
Chapeos pretos do primeira qualidade, e de tor-
na elegante a lOf cada om.
Milho novo
a n o2.
Esparlillios.
Na loja de Gama & Silva, no aterro da Boa-
Vista n. 60, vendem-se espartilhos da linho com
carriteis pelo baratissimo proco de 6S00 cada
um.
Vestidos de seda.
Vendem-se cortes de vestido de seda com 2 e 3
babados, armados, de 20 a OS cada um sondo,
que seu valor razoavel era de 808 : na loja de 4
porlas da ra do Queirnado n. 10
Ra do Queimado 11. 57.
A 303 cortes de vestidos de seda quecustaram
60$; a 16 cortes de vestidos de phanlasia que
custaram30j>; a 8$ chapclinhns para senhora:
na ra do Queirnado n. 37.
t
Vidros para vi
draca.
A 6$ a caixa: na ra larga
do Rosario armazem de louca.
Vidros para caixhos.
Na ra larga do Rosario loj n. 28
armazem de louca, mandam-se botar vi-
dros m casas particulares por preco
muito commodo, assim como vendem-
se vidros a retalho do t&manho mais pe-
queo at mrs de 6 palmos.
cobertos e dcscobertos, pequeos e grandes, do
ouro palente ingloz, para homem o senhora,
de um dos melhores fabricantes de Liverpool,
vindos pelo ultimo paquete inglez : em casa de
Southall Mellors & .a
. Vende-so um carro de -i rodas patente in-
glez, conslrucc.ao forte, largo bastante para 4
pessoas, forrado de fazenda de seda de bonito
gosto e cor, tudo novo, sem ter sido oinda ser-
vido, muito de ceute e proprio para a espera
de S. M. I.: os prelendentes podem ve-lo a
qualquer hora na cocheira do Miguel, atorro da
Roa-Vista.
Chapeos de pasta.
Na praca da Independencia n. 3i, loja do cha-
peos ainda lera chapeos de pasta pora vender por
prego commodo.
Cheguem freguezes
ra Direita n. 64.
Facas e garfos a 29600, 2$800e 3$600, dilas
muito finas a 4g200. 5g, 53500 e 6, dilas de ca-
bo de mirflra a 10?500, dilas de cabo de unicornc
a 11, ditas de cabo preto finas a 6S e 63500, co-
lheres de metal do principo pera sopa a 5*500,
ditas muito finas a 6$, ditas para cha a 29800,
ditas de platina para sopa a 10j(. ditas para cha a
5, ditas para assucar a 500 rs. cada una, ditas
para terrina muito finas a 3$, panellas, chalciras,
fngideirus e cassarolas, ludo mais barato do que
era outra aualquer parte.
Relogios
de ouro palente inglezes, do melhor fabricante
de Londres, e que se vende mais barato que era
nenhuma parle, por isso que quer-se liquidar a
conta : na ra da Cadeia do Recife, armazem
n. 4, de Barroca & Medeiros.
= Vendcm-se saceos com farelo de primeira
qualidade, muito novo, chegado ltimamente de
Lisboa, por menos preco do que em outra qual-
quer parte : na ra de' Apollo, armazem n. 16.
= Vende-se urna escrava : na ra da Guia
n. 10.
vjnho do Porto, do mais superior, engarrafado,
dito champagne, dem, dito muscalel, dem : no
armazem de Barroca Medeiros, ra da Cadeia
do Recife n. 4.
Vendc-sc um cylindrode trabalhar em mas
sas, em bom estado : na ra da Senzala Velha-
numero 94.
Vende-se urna taberna
por lodo negocio, era ra rauito commercial, no
bairro de Santo Antonio : a tratar na ra do
Rangel, armazem n". 62.
Potassa da Russia
E CAL DE LISBOA.
No bem conhecido e acreditado deposito da
ra da Cadeia do Recife n. 12, ha para vender
potassa da Bussia e da do Rio de Janeiro, nova
e de superior quolidade, assim como tambem
cal virgem em podra : tudo uor niveos muilo
razoaveis.
Vendem-se formas de folha dester-
ro para purgar assucar, levando cada
urna 3 1|2 arrobas: no armazem de
C. J. Astley & C, ra da Cadeia do
Recife.
Saceos de milho a 6g000: na ra Xov
Descoberta.
Fil de seda liso-
Vendc-sc na ra do Cabug n. 2 B. loja >'e
miudezas de Joaquim Antonio Dias de Castro.
Vendo-so urna carraca cura excelleata bei
muito manso o bom tmb-ilhador : na ra lar i
do Rosjio n. 18.
Vendc-sc urna mobilia de Jacaranda em
segrales pecas : 1 sot, 1 mesa redonda, 2 con-
solos com podra, 20 ctdeiraa, sendo 2 de batan-
eo, assim como um giiarda-lou.-a do amar
na ra do Collogio n. II.
Vende-se urna rica propriedade, rontc::! 1
quatro casas, sondo urna para familia, outra
hotel, outra para cocheira, c onlra para guardir
carros, tudo acabado de edificar/le novo, te u
grandes commodos e aceio, proprio para' n;>
urna lio.i casa do negocio : quem pretender
tenda-sc com o propretario lose Garca de
zallamos na villa delo dAlho, na estrada
nova, confronte a matriz, ou entenda-se n<"< <
praca com Manocl Bibeiro Fernandos, na
larga do [osario, confronte a botica do Sr Ba
tholomeu.
Barato qne admira.
Velas de espermacote a 750 a libra, cm 1
o a retalho : na ra Nova n. 52.
- Vende-se um cabriolet por preco
muito em conta avista de adiar-se cm
estado descjavcl a tudos os respeitos: a
fallar na cocheira em frente do pon
do arsenal de mannha, onde existe e >e
dir' com quem a compra deveser tra-
tada.
Claudio Ikibeux, scienlifia a
quem coariex que acaba de receber um
novo carreja ment de bu nos, noves p
bonitos e aIffuus ja quasi mancos, .-
melhores que tem sindo a este mercado
e os ven.ie por commodo preeo : quem
pretender diriia-te ao seu Jsciiptoiio
na ra da Cideia para tratar.
1
Na taberna da Estrella do paleo do Paraizo a
14, vende-se manteiga inglcza a 800 rs dita
tranceza a 6(0, latas com matea do tom
lSO0, quoijos dos mais novos a 23200, mu-
400 rs. a libra, latas com bolachinhas do?.
900 rs. onda urna.
1
Escravos fgidos.
Fugio desdo o dia 22 do correnle o eecratd
crioulo de nome Marcos, filho do Maranhio
representa ter idade 25 annos, cor preta fula'
roslo comprido, testa saliente, nariz chato,
pequeos, muito demorado na falla o no andar,
ignora-se a roupa que levou, a sua occun
ora galibar na ra : quem o pegar leve-o '..
da Cadoia do Rccife n. 53, que ser bem recom-
pensado.
,, T Fo^io, da casa do a,,nixo assignado, na 1
ao da dO de novembro passado, o escravo Jos'
crioulo, ollicial de sapateiro, indo com cal.
casemira preta, camisa de madapolao, iaquoia de
nscado c chapeo de palha de carnauba, cuj
cravo tem os signaos soguintes : estatura t
corpo secco, barba pouca, pernas com mar.
fondas, figura bonita, cor nao muito preta o>
bellos carapinhos e crescidos, ecostuma in'cil-
car-se livre ; presumo que ella anda por osla 1-
dade ou arrabaldos, em razao de ser muito radio.
l-.sto escravo fin aqui vendido pelo Sr. Svmphro
DIO Olympio de Quciroga ao Sr. Manoel Ferreira
Costa e por osle vendido a Sra. D. Maria Carlota
de Senna o Helio a quera hoje perlence : rofa-ea
s autoridades policiaos, capilaos de o.im(
qualquer pessoa do povo, que o apprehenda o
conduza ra Bolla n. 14, onde generosamente
se recompensara.JIuluchUts do Lagos Ff
Cosa.
200$ degraliOcacao.
Contina a estar fgida a escrava Isabel, BM
cm dias do moz do fevereiro do correnle anuo,
se susenlou do poder do abaixo assignado; loaa
ella, pouco mais 011 menos, 30 annos de idade,
de cor parda clara, com o cabello quasi corrido,
bastante gorda, e tom na mao diroila um dedo
muito grosso cm consequencia de urna enfermi-
dade que leve. Foi vendida nesla praca pelo Sr.
Domingos de Souza Barros ao Sr. Thomaz de
Aquino Fonseca, o o abaixo assignado a houve
por compra que fez ao Sr. Tergentino do Aquino
Fonseca ; 6 provavel que lenha fgido para Pian-
c por ser natural desse lugar c lersiao escr.i
do urna senhora viuva, proprielaria da fazenda 8.
Doaventura, junto a povoacao da Misericordia do
Piane : roga-se a apprehenso de dita escrava.
e o abaixo assignado proraelte a quantia de HQ|
a quera Ule apresentar na ruado Brum, armazem
n. 28. Declara-so tambem que lera de proceder
contra quem a deliver debaixo do qualquer pre-
:exto. os da Silva L.
S
MUTILADO


V/
J*L
DIARIO DE PERNAMBUCO, TERCA FEIRA 6 DE DEZEMHRO DE 1869.
Agricultura.
Instrumentos e imiehiiias paru a
cultura.
(Continuafo.\
IV *
REJUADOM, BlSllllllDOUES DE ESTRO.
0 uo dos semeadures de mi, que mu hornera
conyeuiculemenle.e quccuslain muito me-
.,i!:.ii-- semeadi n -. podo ser pre-
. rive, c pi-n ,r. rmenle o c entre nos para as cul-
;ras de quo a in tr.os; como porm una
-i is rondicoas esf*ci t< s d'este noneco de cultura
aberturas, que ora coincidom ora nao cuui as da
caixa (lia.
No modo de conducir as scmenlos al ao solo o
d'ahi ao depor, cobriudo-as ou nao de trra, jun-
tando-lhcs ou nao urna porco depslrume, tam-
bero ha differenca entre os diversos semeadores.
Ha semeadores que laneam irregularmenlc a s-
monte, e n'essos nao c esta conduzida at anchan,
autos calie livroraente pela abertura da caixa que
a i ontera. Nao succede pordm o mesmo nos se-
meadores que semebm em Iinhas ou em grupos,
porque instes a sement 6 recebida em canses
e cundnzida regularmente at ao solo. Estes ca-
naos sao formados do uma serie do funis nmlti-
dos uns nos outros e podendo mover-se livremen-
a tiisposiro-eni liiihas rectas bem- regulares o
iralletlBs, eonvin que se laca preceder a dislri-1 le, ou sao verdadoiros tubos de caoutchrur ; in-
Jas si mentes pela passag >.m no campo do | feriormente terminara estes canaes, na parle an-
' lerior por urna especie de sega que abre ura ie-1
gosinho na Ierra, o pela parle de detraz, ha n'al-
:n tim-ltnhin, iiislrumeiito de urna grande sim -
le, que consta de urna travessa de madei-
ra ou ferro, eni que oslo engastados longos den-
es, como os das grades, disposlos distancia a
que se querera enllocar as Iinhas de plantas, e i-
xada sobre uiu carrinho de mo. 1'ercorrendo o
campo coni este singlo instrumento elle deixa
iiO chao marcados traaos, que podem servir
para dirigir o operario que conduz o semeador de
us semeadores, destinados para sercm pina-
dos por animaes, na a cunvenieucia Zo proprio
imeulo abrir uin rogo em que deposita a se-
ment, e de cubrir logo depois : assim como,
inais perfeitos, de depositar perto da sement
i porcio de estrume pulverulento guano,pon-
'rene, etc.: nos cateadores de mo a semeute
ili i descoberta, quanJo o instrumento passa e a
1 inca no sulcosinho aborto polo tira-linhas, eos
-humes, ou nao podem ser Borneados ao raes-
'.o lempo que as sementes ou o sao com imper-
feico. O primeiro inconveniente remedeia se,
fa/endo seguir o pequeo semeador por mulheres
c;uc acaben) o Irabalho que o semeador deixou
incompleto, ou mesmo fa/.endo-o seguir por um
instrumento proprio para laucar trra sobre as
sementes; o segundo inconveniente punco im-
portante por ora para nos, porque pouco ou an-
tes nenhoan eso fazeraos de estrum.'S pulveru-
lentos.
Anda que eu julgue que os grandes semeado-
res nao sao por ora applicaveis na agricultura
; rtugueza, descreverei ou dous dos mais per-
feitos, e depois darcl lambein idea dos menos
i'iislosos e mais facis de inlroduzir entre nos.
ules fa ro conhecer em pencas patarras, os
.-os mudos porque se podem construir estes
instrumentos, e os principacs orgos que os com-
pota .
As machinas de semoar devem satisfazer a duas
roodiedes : lomarera successivaraenle de um de-
posito" porces iguaes de sementes, o distrlbuirera
relugarraenl estas sementes ou superficie de
solo, ou a pequea profuuJidade conveniente o
uniforme. Primeiro vejamos qual ca conslrueeo
dos orgos destinados a separar as sementes que
cada instante de\cm,durante a marchado semea-
dor, ser lanzadas trra.
1." Quando as sementes sao redundas, ou pr-
ximamente tees, de modo que possam escorre-
gar fcilmente urnas sobre nutras, basta lauca-las
ii'um cylindro que tenha na cireumsfereucia bu-
tacos redondos de um dimetro conveniente, e
por este eylindro em rotceo, o que fcilmente
e consegue coramunicando-llie o movimento
das rolas ou roda sobre que asseula o semeador.
2." Gonsegue-so a sabida das sementes n'outrn
t-rdcni de semeadores, abriudo-lhes um ou mais
huracos (segundo o numero de Iinhas que elle
..mear) na base ou prximo d'elia, os quaos sao
lpades c abortos alternativamente, segundo, a
o que toma um cylindro que se acha porto
d'esses buracos, e que tem na circumsferencia
.pequeas ps ou pinceis formados como as e;-
i >ras de pellos rijos. Quando o semeador est
em movimento sobre o solo, o que se fa/. sobre
orna ou dms rodas, o movimento conimuuica-se
ao cylindro de que fallamos ; ora, quando as ps
ou pinceis csto defronte dos buracos do semea-
dor, lapam-n'os, e nao deixaoa sabir as sementes;
liando se afaslam de* buracos estes do sahida a
urna porciio do sementes. A regularidade do
movimento do semeador determina a regulari-
dade da desseminaeo.
3. O terceiro syslema de conslrueeo d'esla
parte importante dos semeadores, condecido em
Inglaterra pelo nome dos semeadores era que pri-
meiro se usou, ns de SulTolk. e de certoo niclhor
pela regularidade do Irabalho e pela facilidade de
adaptar sement de todas as grandezas, o
que vou descrerer agora.
Nesle systema existe no meio da caixa do se-
meador onde esli coudas as sementes, um eixo
munido de discos disposios a regular as distan-
cias ; estes discos leni nos scus bordos pequeas
bastea terminadas porcolheres de grandeza efor-
ma diversa,segundo as sementes que estao dentro
do semeador. Quando os disco3 recebem um rao-
riraentode rotaeo, as colheres que exislem nos
mus bordos mergulham as sementes, enchom-
que merecem ser conaecidus, e quu sao muito
ger lmenle usados em localidades onde a cultu-
ra intensa e cuidadosamente executada; mas
como lodos clles pertencem a algum dos sysio-
masque cima fieam indicados, intil demo-
rarrao-nos por muito tempo a fallar de (es ins-
trumentos.
Em Urignon construem-se semeadores de di-
versas grandezas, mas todos do systema, hoje
geralmenle adoptado em Inglaterra, do disco-
bordados de colheres; as differoncas entre os se-
meadores de Grgnoii, alera da siraplicidado de
construccao e do menor proco, sao asseguiutes :
O numero das colheres muito menor ; as co-
lheres podem variar em numero e em dimeu-
ses.
O semeador de mo nao abre o reg em que
lanca a somonte, neni a cobre ; bom para a
pe mena cultura.
O semeador de cavallo, destinado para a se-
guns semeadores, urna especie de forquilha quo
lanca a torra sobre as sementes. meuteira dos milhos, beterravas, cenoiras, ra-
Eisaqni rpidamente indicados os systcmas de i baos, etc., someia s em tres Iinhas distancia
construccao dos semeadores. Descreverei agora do tres decmetros ou om duas distancia de
alguna dos mais notaveis, e comecarei por dar'seis.
idea dos semeadores (para todo o us1 de Horns- Ha em (rignon semeadores para cinco e para
by o de Garrctt, que s difieren) n'alguns de-' seto Iinhas, construidos todjs segundo o mesmo
lalhes
O semeadores de Hornsbye de Garrett canstam \
de una caixa com duas divisos, urna que conten
trame pulverulento, e outra que contcm semen-
syslerna.
ao centro, quando a distancia entre as plantas e
pequea, ou este e mais duas facas latteraes,
quando as Iinhas de plantas sao mais distantes.
Esta operacio deve ser o mais superficial posi-
vel.
Para desaggregar mais profundamente a trra,
para operar urna verdaduira sacha, empregam-sc
denles semclhantes aos denles de um escarifica-
do r.
Para conchegar a tena s plantas, para amon-
thir, craprega-so ura eorpo de charra com duas
aivecas, precedido de um dente que serve como
sega. Esta operacJio dovo fa/er-se logo depois
que sepraticou a sacha, para que a tena
brand i e se deixe fcilmente mover.
Todas estas operaces, assirn como o desbaste
das plantas cultivadas, devora aperfeicoar-se
mao. V. necessario Icrsciapre esta codijo em
| vista quando se usa de instrumentos para todos
esles amanbos, que se dao s plantas, durante o
seu cresciraenlo, porque dos instrumentos se nao
pode exigir um trabalho perfeito e completo. A
vanlageui desloa instrumentos executarem a
parle, permitta-se-me a expressao, mais grossei-
ra do Irabalho com umi grande economa de
lempo e de mao de obra.
Todos os trabalhos com estes slmplirissimos
les discos, tendo colheres na sua circumsferen-
cia, que se podem substituir com facilidade, e
que elfoclivamente necessario apropriar a gran-
deza das sementes que se pretenden) lancar
ti
Nao podemos dar por terminada a parto deste instrumentos se podem executar s com um ope-
artigo sobros semeadores, sem fallar do semea- i rario e um rapa/, e s em casos excepicionaes
dor ou plantador do Si. Le Docte. Mas como se empregam dois operarios. N'umacultura cx-
este semeador faz parte de ura systema completo '
deioslrumentos, destinadas para um mclhodo
especial de cultura, julgo convonieute dar aqu
urna idea completa do systemae dos apparelhos
a fallar do cousas que bao de fazer particular-
mente objecto do artigo seguinte. O rigoroso
mclhodo, aqui, traria confuso em vez de cla-
reza.
rra, sao os que fazem a distrbuico das semen- destinados a executa-lo, ape/.ar do ser obligado
tes e dos estrume*. Os tubos conductores na ma-
china de Hornsby sao de caoul-chouc.na parte an-
terior eslo os tubos que condu/om u estrume ;
esles teem um gume ou sega para abrir um sul-
co, urna forquilha deita depois nina porco pe-
queua de Ierra sobre o estrume, um segundo tu-
bo lauca as sementes no lugar, na linha em que
ficou o estrume enterrado, c urna segunda for-
quilha cobre a sement, licando assirn o traba-
l'io completo. Um sarilho, era que se en-
rolara cadeias que prendem a base dos tubos,
permute levantar ou baixar estes com facilidade
tensa juntam-se tres destes instrumentos, regu-
lando-lhes as distancias por mel de urna tra-
vessa collocada anteriormente, e emprega-se um
cavallo para os por em movimento.
Ha os mais favoraves teslemunhos do labra-
dores experinieulados, e entre outrosdo meu es-
timavel collega no jury internacional o Sr Dail-
ly, agricultor muito considerado em Franca, em
favor deste svstema do Sr. Le Docte. Como uso
A cultura era Iinhas superior, em produeco deste syslema economisa-se sement e mo d'o-
c em economa do sementes, cultura em que bra, fazera-se as culturas com perfer^o, mantem-
feila a semenleira mo irregularmente ; porm j se a trra lirapa de ruins hervas, e os fructos da
segundo o Sr. Lo Docto, esta cultura anda nao cultura sao mais abundantes e perfeitos.
a mclhor possivel ; anda no a cultura como j Sem insistir mais tempo na questo imporlan-
ella se pralica as borlas, ondo se pode cuidar | tissima dos semeadores, esonijuniar s curtas
em particular de cada individuo, e cerca-lo de j duscripcoes que liz, oulras queserviiriara s para
todas as condices de que elle precisa para se \ fazer conhendas algutuas modilicaces de poura
e determinar assirn a profundidade a queso quer desenvolver e fructificar perfeilaraente. Nacul-I monta, quo varios constructores tCm introdu/.i-
que a sement seja deposta, visto que sao os pro-' tura em Iinhas, as plantas que flcam na raesma do uestes instrumentos, lembrarei que esta ques-
pries tubos que abreiu a trra, que a profunJida- | linha embararam-se urnas as entras no seu de- tan su nao pode dar como resolvidaj para l'ortu-
de d'esse sulcosinho aberto assirn depende do : sonvolvimenio; e, alera disto, noti-se que esta gal sem minuciosas experiencias, nao dessas ex-
peso o do eomprmento dos ditos tubos. Urna dsposieao das plantas facilita muito os estragos ponencias incompletas com que os espirlos su-
ilavanca posta na parte posterior do sentador per-; que os anmaos de diversas ordens lhes causara, | perliciaes se contentan], seno das que atteuta-
milte levantar do chao lodo o apparelho o. parar Nao tem os me3mos inconvenientes a disposieo! mente dirigidas, minuciosamente rjguladas, sci-
instaiitaneamente a dissorainaeo. Tambera por i de plantas em grupos isolados, regularmente dis- i entiticamenie analys idas, do resultados positi-
iini simples jago da alavanca se consegue indi- postes em quiconec. As plantas tiesta siluano vos e iodisputaveis.
nar para diantu ou para Iraz, para a direia ou recebem livremente o ar e a luz, estes dous pt'in- \s oxneriencias mal bitM oa rrnk nreiudi-
para aes,uerda. aseaixas do semeador, de modo : cipios esseuciaesde vida e de desenvolvime.ilo; dV?2SS^^ta^!%tSto
que o fundo d'eslas se conserve sempre horison- I as suas ratzes tem espaco para se desenvolvera : as t^SSSt^^Oml3S?t^SS^^
tal. anda que o terreno tenha considerareis in- I livremente c absorvere.n abundante nutrieo., Lparc alidade e *"'^^"^1 tTn" em
clinacoes, o que assegura a regular distrbuico Sao estes, resumidamente, os orinamos \h^ti-\Z^.^Lt,VJlf^!"\"^
assra a regularidade do seu Irabalho iudepen-
dente da irregulardado da marcha dos animaes
que o puxara. No semcidor de Garrett os tubos
nao sao de caoulchouc, mas sira funis mettidos
uns nos outros ; pesos postos na parto iuferior
dos tubos obrigam-n'os a entrar no solo. O es-
trume pode licar ou nao era contacto com a se-
ment : as Iinhas de sementes podem approxi-
raar-se ou afastar-se vontade ; a quantidadede
semeiiles hncadas torra tambom so podo va-
riar, mudando as rodas dentadas quo communt-
carao movimento ao eixo que sustm os discos
distribuidores. Estas machinas, apparenteraente
muito complicadas, sao de urna regularidade de
irabalho muito nolavel e porfeta ; a sua dura-
cao muito consideravel, e sao pouco sujetas a
desarranjar-se.
Estes semeadores Ingleses, de que acabo de
fallar teem a possibilidade de podercra servir
for
ti ni
physicas e as condieoes econmica
que se apresentam observa cao, paa
O apparelho de Sr. Le Docte consta de
feT1end(f^;uq.Uedep0SlaS^',?anCi;men"i,'0''ae emil,ir u"lil P"^ valiosa
ni "on.i?m G ra,>0r"ao d0 l'slr,u""! 11r bjeclo. sobreludo as ciencia
puherulenlo, e um carrtnho de mao no qual se | \ economa
ler direi-
sobre qual-
Diai applicadas
m de sement com o uso dios semeado-
tSZSXJ!?, ri:?ad,oroa l-hnh*; dous res 6 lao consideravel {melado pelolenos), faci-
ufifiHISZZ. -P.JCU,ar B*,erTe,,l Para c-!litam-se tanto os amaiihos da trra la limpeza
,t ,T f "T pouso a turra ; um Jas asaras com a disposieo destas|em Iinhas,
,ti, ? A .1 a. """ S.'br- as s,imL'ntes 0 i cresco to consideravelratmle s vezis o produc-
horv i,ni^l10 mechanic, que se nao pode rejeitar a adopcao destes
nm,n?t,H?h Para !"'"alr u,na uc,r,a instrumentos e deste methodo de cu
C d..t.e^*ar P'\ra a'*errae quebrar- frtZftr pMSar priinero DOr uma analv|se rigorosa>
iiie a dureza, para sachar; cmlira uma especie
de corno de arado com duas aivecas articuladas
paracliegar a torra s plantas para amontoar.
O semeador uma caixa com dous reparti-
mentos, um, o maior, para eslr.imes pulveru-
lentos, outro para as sementes. Este lem uma
abertura maior ou menor no fundo, segundo as
sementes que se querera disseminar ; para se po
der conseguir com extrema facilidade a substitir-
por experiencias repetidas.
Uma das mais di-Ticeis c graves ibuosles da
agricultura a da produeco, conseiivago, prc-
paracoo e distrbuico dos estntmes. |No aoju
o logar de tratar este objecto longo e| complexo.
Seria necessario entrar na exposicao Ido estado
^actual daiitteslao, fazendo conhecer os resulta-
dos a que a chimica e a physologa vegetal te-
em chegado ; seria ruister notar os inconvenien-
te fa- do n'um annel de cobre por uma simples cavilho- lM fSravissimos, as avultadas perdas 6uo resul-
quan- se, por exemplo, depois do semeador ter servido ta" ue ?e na0 "cculhcrao abrigo do calor arden-
so de- I para railho, se qnizer fazer uso delle para nabo. e Uo s,l .das aguas das chuvas oserumesso-
- e quando chogam aparte superior do disco, sementes em tubos conductores, armados emhai-
i espejara-se na .aberrara de funis ou tubos que
conduzem as sementes al ao solo.
4." Consegue-se tambom a sabida das sementes
da machina desemear, pelo jogo de dous fundos
que tem movim-'nto de eae-rem ura soore o outro:
OS dous fundos teem ambo3 buracos de iguaes
nses, um lixo o outro 6 movel ; quando
os buracos do fundo movel corresponden) cornos
do fixo as sementes sahem : quando nao corres-
ondem, os buracos do fundo fixo licam perfeila-
raente tapados, e as sementes nao podem sahir.
Tambera se consegue o mesmo resultado quando
a caixa que conten as sementes tem um contor-
no circular e buracos n'esse contorno, e que em
ro la d'elia gvra uma lamina circular tambom com
para quaesquer sementes, seja qual lor a sua
grandeza e forma: nao succede o mesmo aos ou- cao de um fundo por outro, este movel c lixa-
tros semeadores, porque n'olles nao so pode
zer variar senao entre pequeos limites a q
tidade de sement derramada, c por isso se oe- p" i", se quizer lazer uso oetie p
vem esses semeadores considerar, nao como se- basta tirara cavilha que lisa o fundo, fazer girar os' de nao 8eParr R conservar erh tanques
muadores para todo o uso, mas como machina? sobre um eixo o annel era que esse tundo est wm Upados os eslrumes lquidos; cotvina pro-
especiaes fixado, e substituir esle por outro que tenha uma var I110 ca'Ju "ra dos vcSclacs T'e se' culttvam.
N'este genero merecem menco particular os abertura mais pequea. Ao lado da caixa j0 e-V3e Para desenvolvimonto elementos nu-
semeadorus simples, econmicos e uteis do ins- semeador ha um brat;o de ferro com tima pesa- !rlllv?s diversos, e que por isso pode haver, e
Um destes semeadores, i deira ; afasiando este braco de ferro do corp...,
' semeador, licam abortos s buracos que exislem m(!,,le aProPad"S para
no fundo deste ; cera ento as sementes, e em
roda deposita-se um circulo de estrume pulve-
rulento que nao tica em immediato contacto com os cstrumes
ellas. V' com esies movimentos do braco do se-
meador, movimentos que devem ser rpidos e
bruscos, queso faz a semenleir.
Indicarei agora o modo por que' -
cultura era quiconec, cora os nisti
licam descriplos.
Lavrado ou cavado o terreno & ro
torroado e aplanado' passa-se o riscadorno sen-
tido longitudinal, com os denles afastados de 5
ou 6 decmetros ; depois cortam-se as Iinhas as-
sirn (ranadas por outras menos afastadas em n-
gulo recto, de modo que o terreno ica dividido
em rectngulos. Depois, com o semeador, collo-
cani-se as sementes e o estrume nos pontos em
que as Iinhas se cruzara.
titulo de Hohenhein.
desuado para a colza, ou para sementes de
iguaes dimensoes que cortara fcilmente urnas
sobre outras, consta de uma especie de caixa for-
mada por dous cones unidos na liase por urna
porco de cylindro, onle ha aberturas que se po-
dem alargar oueslroitar vontade por meio de
coiredicas; o movimento das rodas do semea-
dor, communicando um movimento de rotaeo e
esta caixa, faz com que as sementes s'tam'com
regularidade.
O outro semeador de Hohenheim someia, nao
em Iinhas seguidas, mas em grupos separados.
Compe-se de duascaixas, similhanles s que
aiiraa licam descriptas; essas caixas despejan) as
i
r^HEini.
xo de segas para abrir a torra ; urna gaveta ho-
risoulal com movimento alternado de vae-vem
faz com que as sementes nao caiam em jacto con-
tinuo, mas sim por nter vatios.
Merece anda raencionar-se um outro semea-
dor do mesmo instituto, pela sua extrema sim-
plicidade c economa de conslrueeo. E' um
carrinho do, mao cora duas rodas ; o eixo deslas
rodas gira dentro da caixa que contera as semen-
t
t
o*
tos que
bem es-
Armando depois o carrinho de mao com den-
Ites da forma de pequeos corpos de charra,
cora as faces rolladas una para a outra, percor-
' rem-se as Iinhas longitudinaes, e esses denles
lancam uma pouca de Ierra sobre as sementes
es, tem um cngrossamenlo no centro, onde es- V"1 Pequeo rolo compressor, situado atraz dos
o aborta cavidades. Quando a caixa est cheia I denlcs. calca a trra sobre as sementes.
de sementes e o eixo em movimento, as cavida- j Para destruir os ms hervas,que entre as plan-
des deste enchem-se de sementes e vem depois 'as so desenvolvera, praticam-so mondas nos
lan.a-las n um tubo conductor. dois sentidos longitudinal e transversal. Para
Exstem muitos pequeos semeadores de mo, isto adaplam-se ao carrinho ou um denle duplo
pesa-i ,r'l,vos diversos, e que por isso pode I
po do 'ia elTeclvaiiiente, alguus estrumes riarticular-
mente apropriados para certas especies vege-
taes ; sera emllm til fazer conhecer que osso-
losde diversa natureza teem aeco diversa sobre
que os argilosos demoran a de-
composco dos estrumes e se apoderara da sua
fiarte mais activa, o ammoniaco, c a oletem por
ongo lempo ; que os calcreos, os arenosos e os
uta a Por030s emllm precipitan) essa dccomposioo, de
modo que as plantas se nao podem aprore'ilar de
todos os scus productos. -
Kxpr, porm, a extensa, curiosa e complicad
theoria dos estrumes levar-nos-hia muito longe,
nein vinha a proposito ueste lugar ; basla saber
que, era dadas circunstancias, os estrumes l-
quidos sao muito preferiris aos soliuos, que
n'oulras convm preparar os estrumes em p
mais ou menos fino para Ihe conservar (todos os
seus principios activos, que debaixo desta forma
se encontrara mullos estrumes artificiis ( cha-
ma ni-se assirn os estrumes preparados cojn subs-
lancias orgnicas ou nto, em proporebes va-
riadas, dando-se o neme de estrume iiaturaes
aos que se obtem dos curraesc cavallarnas, sem
misturo nem outra alteruco que nao seja a da
decoiiiposico chimica ) : basla saber emllm que
dadas torras c certas plantas carecen) de ser re-
petidas vezes cstrumadas, e que outras o podem
ser s de annos a annos.
Sendo to grande, como o, valor dos estru-
mes, e to ntil a sua regular dislribuico, claro
est que o uso de uma machina propria ara os
NAO SE DEVE BRINCAR COM A DOR ()
Por Hdame E. le Girnrtlin.
VII
(Cootinuacio 1
M. de Lusignv dava, pois, o braco a Leontina,
quando pozeram-se a camtnho para a eslaco da
estrada de ferro. Era um feliz acaso que o fazia
achar-sc assim junio delta, no campo, nessa ho-
ra poelca da noite. H. de l.usigny empregou lo-
do o espirito c sensibilidad!; que possuia para pa-
recer amavel durante esses curios moracntos.
t.vitou com grande destreza, digamos mclhor,
eom intelligente candado, o que podera offendor
as recordaces de Leontina ; porque as pessoas
que tem tido grandes penas deve-se fallar com
precauco ; uma palacra affectuosa causa-ltie s
vezes maior mal do que uma palavra injusta e
cruel ; a mais vaga espranos zanga-as : o mais
innocente pedido assusla-as*; seu Coraco, an-
da ardente do amor perdido, acothe corr malevo-
la frieza os cuidados presumpeosos de um novo
amor.
H. de Lusignv nao alfectou, ncm coquellcrie,
nem ternura ; mas son be dizer ludo o que. era ne-
cessario para agradar e para|fazer comprehender
que mereca ser amado. Leontina eslava triste,
as agitacors desse da tinham-a fatigada visivel-
inenie ; M. de l.usigny persuadio-se de que es-
teva eneommodada, e pedio-lhe a permisso de
ir saber noticias no dia seguinte.
E no dia seguinte, quando Coi a rasa dola,
mostrou-se to feliz por sor emlim rocebido, re-
i:ordou de um modo to gracioso ludo o que sof-
frora para conscgni-lo ; mostrou-sc to reconhe-
cidoque Ihe permitliram adiar novo pretexto pa-
ra rollar dahi a dous dios Edahi a pouco, sem
pretexto nciihum, leve o direto de ir todos os
das.
Mas uma mulhor da moda raras vezes est s
era casa, e a senhora de Viremonl, sempre ro-j
drada, era lambein vigiada com a maior atlen-l
cao. Pela manha recebia vinte visitas, tarde
ia seu cunhado dormir ao canto do seu lar; a
cunhada ia lamhem tocar cartas com ella ; Heitor
nunca a deixava seno para se oceupar della ;
havia um mezque eslava na Normandia, oceu-
pado era terminar um negocio de que elle o ti-
nha cncarrogado ; Ileilor nao eslava pois era Pa-
MS, mas esperavam-o do um dia para o outro, e
M. de l.usigny queria aprovctlar essa ausencia
to favoravcl aos seus projectos. Urna mantia
que eslava em casa de Leontina com muilas pes-
soas, aprovetou o momento era que todos esla-
va ii rauilo oceupados em olhar para um quadro
novo, para dizer baixinbo senhora de Viremonl
que desejava consulta-la sobro um objecto im-
portante e que Ihe supplcava a concessode um
memento de conversa. Leontina flcou admirada
do ar solemne com que Ihe foi feito esse pe-
dido.
Pois bem, dase ella, venha quarta-feira a
noite, que temos de ir a opera. Cederei o meu
lugar no canTroic a oulra pessoa c ficarei s em
casa.
l.usigny agradoceu e pnrlio.
(') Vide Diario n. 7?.
No mesmo instante ouvo-se entrar no pateo
uma carruagem de posta. Era Heitor que che-
gava da Normandia ; M. de l.usigny encontrou-
se com elle na escada ; um corou de impaciencia
e o outro ompallideccu de ciume. M. de l.usigny
apezarseu ia com um ar tnuraphante que devia
causar seus sustos Heitor. Entretanto o pobre
mancebo eslava longe de suspeitar toda a ver-
dade ; nao va anda em M. de l.usigny seno um
pretendente tentivel ; nao sabia que ura me/, de
assiduidades havia feito delle um rival preferido.
Ah esse encontr tinha-lhe aguado lodo o pra-
zer do regresso. Heitor Irazia uma boa nolicia
e j nao sabia qual era. Esse negocio importan-
te que tres semanas to vivamente o nteres3ara, j
nada era para elle ; s comprehendia uma cousa
u era que tinha feito muito mal em partir.
Na quarta-feira, da em que devia ler lugar a
conversa secreta, Leontina espern a hora do
jamar para di/.er que nao a ao theatro. Ileilor e
a irmaaolharam surpre/.os paradla.
Dei o meu lugar a F.mma que morria de
vontade de ver a l'aglioni......
A cunhada nao fez observaco.
Pois fica s disse Hcitr, quero.....
Nao, interrumpen Leontina, tenho que cs-
crever urnas cartas. Voces roo daro nolicias de
como eslevo aquillo.
Heitor nao se atreveu a insistir, mas vio que
Leontina eslava muito perturbada, e essa pertur-
bado, que nao podia comprehender, inquie-
tou-o..
Forana para o theatro e Leontina entrou para o
sea quarlo.
Nao Ihe era eslranho que recusar acorapanhar
sua cumiada ao theatro para receber mais livrc-
Rienle M. de l.usigny, era darum golpe de esta-
do ; mas pensava que o futuro explicara a sua
couducta. Com elTeito, essa conversa devia deci-
dir da sua sirle. Nao queria saber do que teria
H. de l.usigny para confiar-lbe ; advinhava s-j
mente que essa confidencia era um pretexto!
para dizer: Os nossos inleresses sao coranuins ;!
de ora em diante nao quero fazer nada sem
ouvir a sua opinio. E confessava comsigo I
que consentir em ouvi-lo era proraeller tu-
do. Porm quanlo mais importancia adqueria
essa entrevista, lauto mais comraovida ficava
proporcao que ia chegando a hora. Senta essa
lebre da espera, cuja agtaoo to dillicil cons-
tranger.
Uma mulhor pode occullar que soffre, que se
enfada, que ama..... mas nao pode occoltar que
espera.
Nao podem impedir que seus olhosse filem no
relogio a cada momento ; nao pude deixar de
erguer a cabera ao menor ruido ; nao pode dei-
xar de empallidecer e corar todas as vezes que se
abre a porta; e depois, quando tem passado a
hora, quando seus olltos desanimara ; quando
inclina a fronte enfadada, ha anda para ella um
exforio impossvcl; occullar que nao espera
mais.
Leontina empregou a incia hora de espera em
arranjar o salo ; em endireitar os livros, oskee-
plaks, os albuns, armamentos da mesa grande ;
em visitar as elegantes jardineiras, em levantar
as flores que estavam inclinadas, era apresenlar
na frente as mais bonitas ; era fazer substituir
a rica cesta que tapara a chamin por um bora
fogo, o que era cruel epigrarama eslaco, po-
elagere favorita, algumas tetcas da moda, fras-
cos inglezcs.uma cacoleta Luiz XV, um talismn
arabo, at mesmo um punhalzinho de um traba-
lho maravilhoso Esses utensis de fanlazia, sao
de grande utilidade. as conversai;es dillceis ;
produzom felizes transcees, engeuhosas eorapa-
raees at o da em que"se tomara agradaveis re-
cordaces. Lembranio-nos de que tal pessoa
disse tal cousa tendo na mo aquello frasco
olhando para aquello camafeu, brincando coro
esle punhal, ea doce palavra que esses objectos
lembram, torna-os rauitas vezes preciosissimo.
Depois de eslartudo no salo era ordera, isto',
na desordem do tora, Leontina pegou n'um bor-
dado, mas nao fez nada.
Tinha modo de enganar-se a todos os momen-
tos com o fio da talagarca ; desconfiava dos seus
olhos, contenloii-se com admirar o que tinha fei-
to na vespera e do preparar algumas porces de
seda para odia seguinte. Depois comeoou'a olhar
para ver que horas cram.... nove horas Era o
momento fatal, ella estremeceii. Abri a porta
do salo grande para ver se vinha alguera ; mas
s ouvio ao longe as rizadas dos criados, que jo-
gavam na antecmara. Principiou a passeiar no l
salo de um lado para outro, porque precisava i
respirar ; mas depois desse curto passeio no sa- >
lo em que nao havia fogo, ella seiilio-se ge!a ia,:
e voltando para Ja priniaio. Coraecou a olhar
para as 3gitaccsda chamma e seu pcnsameiilo
perdeu-sc em mil sonhos. Quando orgueu os'
olhos erara nove horas e nieia ; hnpacientou-se.'
Ha-de vir tarde, pensouella, estaremos sos
um instante c nao poder dizer-ine nada.
Lcvaiitou-sc inquieta, persuadindo-se de que
dividir em liagmeut'-s tuiudos, t i^spaitiar gual-
menlc -obre o solo, deve ser de muita conveni-
encia para a agricultura. Enlre as machinas ex
postas pela Inglaterra havia ura distribuidor de
exiriimcs, que satisfazla bom a essas condices.
O uso desta machina deve ser tanto mais prvei-
loso quauto maior for a escassez da materia fer-
lilisante n"uma regio agrcola, e por isso jingo
que entre nos esta machina pedera dar bons re-
rultados, em toda a parte onde a agricultura lem
um pouco o carcter de agricultura inten-
siva.
O distribuidor de estrumes do Sr. Chambers
esteja consta de uma caixa ou crivo suslentaua sobre
rodas, no centro da qual passa um cylindro a que
o movimento das rodas communica um movi-
mento de rotaeo. Esle cylindro formado por
uma serio de aunis de ferro fundido, semelhan-
les a uma colleira de cao, tendo na sua superfi-
cie exterior cinco saliencias Iransvorsaes dispos-
tas a iguaes distancias ; este cylindro, quando
est era movimento, Cncontra na parte Inferior
da caixa em que gyra, uma serie de raspadeiras
apoiadas por una mola contra os anueis que
formara o cylindro. O estrume queenche o
crivo,empurrado pelas saliencias do cylindro es-
magado.amassado pelas raspadeiras,revolvido p1*
lo movimento de rotaeo que o cylindro Ihe com-
munica, cabe em fragmentos na parle inferior do
crivo, e encoutra ahi ura plano inclinado do ma-
dcira, ourieado do ponas de ferro, bastante apro-
ximadas o regularmente distribuidas, o, passando
por entre estas ponas, o estrume espalha-se no
chao com bastante gualdade.
Os estrumes em p, ordinariamente de um al-
o valor nutritivo, empregam-se as culturas em
Iinhas, c por isso nos semeadores ir.glezes a sua
dislribuico se faz simultneamente cora a das
sementes, e o mesmo succede com o pequeo se-
meador de Le Docte. Muilas vezes, porm,
ulil espalhar os estrumes pulverulentos sobre'os
prados ou sobre as searas j em plena vegetaeao.
Ministrar os elementos nutritivos s plantas
medida que ellas vo carecendo delles, em vez
de depositar no solo por uma vez todo o estru-
me que deve srvir, nao s para uma sera. se-
no lambem para duas, tres e mais, seria o mais
conveniente processo o tarabem o mais econmi-
co era rclaco aos estrumes; oppc-so a sto a
dilliculdade de repetir a miudo, operaces Ion-
gas e de custosa mo de obra, a falta'do regu-
lar produeco de estrumes, que obriga o lacrador
a privar os seus terrenos muitos annos dos prin-
cipios fertilisantes. A aitenco que a agricultu-
ra tem merecido neste secut aos homens desci-
encia e aos pralicos Ilustrados ; o desejo since-
ro com que lodos procurarara e procuram descu-
brir substancias que possam augmentar a ferlili-
dade da Ierra ; o cuidado que todos teem posto
em conservar s materias orgnicas todos os
principios activos que entram na sua composi-
c.o, e principalmente os principios azotados,
teem enriquecido a agricultura com alguns es-
Irjrncs artificiaos de muito valor. O negro ani-
mal, as cnzas lixiviadas, o gesso, a poudrete, o
guano, as plantas marinlias, os ossos, as conchas
pule.'risadas o principiadas a decorapr pelo ca-
lor, os bagaeos das plantas aleaginosos, etc. etc,
sao de estrumes maior valor e riqueza. Alguns
delles apresentam-se no mercado debaixode for-
ma pulverulenta, e para o seu emprego nos cam-
pos convida empregaruma machina que os des-
trtbuissc com igualdade, economa, c ao abrigo
dos inconvenientes quo a aeco do vento produz
sempre no acto dessa dislribuir-o. Anda al
hoje nao est adiado um instrumento econmico
e simples que faca este Irabalho cora perfeico ;
a machina de J. Holmes, engenhosa, mas ex-
tremamente cara para uma machina de lo res-
tricta applicaco.
O uso dos estrumes lquidos extremamente
ulil, porque estes conlecm urna proporcao mui-
to consideravel de principios activos de fecundi-
d ide para o so'.o a que se applicam, c n'um es-
lado rauilo conveniente para sercm rpidamente
absorvidos. Para espalhar nos campos os es-
trumes lquidos, preparados e enriquecidos pelo
addicionamento de alguns corpos solidos que
nelles se laucara, ou com o lira de accrescentar
mais as materias azotadas, ou com o fim de im-
pedir a evaporarlo do ammoniaco, empregam-
se rucios simples, rasilhas de diversas formas
conduzidas ao campo em carros ou por outro
modo, e de d'ondc o lquido fecundando se der-
rama, por aberturas multiplicadas, oiu chuva.
Ordinariamente sao estes estrumes applicados
sobre as plaas em diversos periodos do seu
desenvolvimento, e todos sahem a vantageui
iraniensa que daqu resulta para a vegetaco, e
a riqueza que por esle modo se pode dar raesmo
a urna trra mediocre : entre nos temos disto
bellos exemplos que nao teem sido infelizmente
imitados era todo o reino, o que prora que em
agricultura todos os molhoramenios s* fazem
com excessivo vagar ; que as mais simples ver-
dades, provadas pela experiencia, sao diflkil-
mente recebidas; que a tendencia para seguir a
retina a mais funesta, perigosa e tenaz causa
do-atraso da mais til das industrias. Quando
se recommendam os instrumentos e machinas
agrcolas, o os systcmas de cultura usados no
se na
pala-
e que
gera tinha apparecdo, o depois, sabe-1
porta que a senhora recebe risitas. Es(as
vas dirigidas a uma mulhor que eslava s
nao lera visto em toda a casa nem um gato, eram
urna irona amarga. D'ahi a pouco chegaraku do
theatro madama de Viiemoutcseu marido: eslava
perdida toda a esperance. Leontina eslavh to
preoecupada que nao reparou no lempo ii finito
que scus cunhados levaran) a subir a escadn an-
tes de chegarem ao seu aposento. Nao vio! tam-
bera a perturbado da Sra. Alberto quando Ihe
pergiinlou :
Que de Ileilor?
Foi doitar-se, est docnle, responden M.
de Viremont, mas nao se deve ler pena, porque a
culpa delle ; as lagoslas fazem muito mal ueste
tempo ; por isso eu nao as com..
Mas, disse Leontina, cu creio que H|eitor
lambem nao as comen.
Comeu ; para provar ; elle mesmo ni'o
fessou e por isso que est incommodado.
Mas ficou incommodado na opera ?
Sim, no vestbulo, ao sabir;' cabio sul
mente desmaiado ; felizmente o carro chegou
pressa e trouxenio-lo para casa.
Pobre Heitor disse Leontina, vamos ve)
Nao, nao, aquillo nao hade ser nada, re
cou a Sra. Alberto. Se dormir bem, amai
est bora.
Biin! bora murmurou o goloso com
veja ; ha-de estarde cama bons dous dias...
Veio gente c ? intorrorapcumadama de
remont para mudar de conversa.
Nao, disse Leontina, estivo s.
Esta resposta parecen causar o maior pra/.e
con-
ita-
de-
-lo.
di-
ha
in-
Vi-
Ser dado so a urna mnima parle do rciooapri,
veitar para a agricultura este rico estrume, i
ser por deleixo e espirito de rotna que um l'
notavel exemplo nao tem sido geralente seguid-
O uso dos estrumes lquidos 0,ha muito temp'
conhecido era diversas regios agrcolas da Em
ropa, e sempe a sua muita utilidade tero sid
reconhecda. Entre nos, no atinho e ora di
Portugal, na Toscana, em Nice. na Hollanda, n
Blgica, no norte da Franca, na Alsacia c
campos prximos de I.eo empregam-se cstru
mes lquidos, e o modo de os espalhar nos cam-
pos aqiiollequc cima tic >u apontado. Na In
glalerra o valor dos estrumes lquidos, nao foi
por muito tempo devidaruente apreciado ;
esle erro nao poda durar muito tempo, no pat/
onde a agricultura lera futo mais rpidos c bri-
Ihanles progresaos. A aitencio dos (Ilustra
agricultores inglezes ixou-se emQm sobre est,-
ponlo nteiessante, e, comosempro.fizeram elle-
dar logo um passo importante sciencia, fazen-
do de um modo simples, perfeito e utilissimo. ..
applicaco dos estrumes lquidos s culturas qm
delles mais carecem.e em particular aos prados
Para cspalharem os estrumes lquidos na occi-
sio da sementeira, o que nao de cerlo a mal-
conveniente occasio para empregar esta casta
de estrumes, attendendo sua muito rpida dc-
composioo, inventaram-sc em Inglaterra alguns
semeadores que fazem corpo cora ura apare'.ti i
contendo estrumes lquidos. Um destes semea-
dores que merece ser citado o de Chandler .
consta de um semeador de forma ordinaria, e d.
urna caixa com uma divso incompleta ao meio
contendo estrumo liquido ; uma das Avtsoes
serve de deposito e a oulra onde trabalha un.
especie de norasnha, cojos alcatruzes despejara
o liquido fertilisante n'um tubo que o conduz ait:
ao solo. E' particularmente na semenleira dos
nabos ( varedade ingleza ) que se faz uso desl.
apparelho. Outros machinisraos ha para capa
lhar o estrun;c liquido nos prados, etc., e cita-s-
en tro estes o de J. Reeves, por espalhar o liqui
do com grande regularidade. e em suspensa
nellc poder espalhar tambera algumas substan-
cias solidas, taes como o guano, o bagaro da
plantas oleogmosas, os phosphates, etc., r'edu7-
das a fragmentos miudos
A invengo importante feta era Inglaterra n>
processo para distribuir os estrumes, e que me-
rece bem ser conhecida pelas suas rauitas van-
tagens, quando as circunstancias phvsicas c a-
condices econmicas se prestara a sua applica-
co, a que o Sr. conde de Gasparin no appen
dice V dos seus Principios de Agronoma atln
bue ao Sr. Chadwich. Para descrever esta in-
venco citaremos as palarras do Sr. Leoncio d>
Lavergne no seu Ensaio sobre a economa rural
de Inglaterra, livro excellente que merece sei
esludado e meditado por quantos se oceupam
seriamente de cousas agrcolas, c Omoloixr
que se distribuc o estrume liquido, diz o Sr. d-
Lavergne, sem duvida a parte mais original .
mais curiosa do systema. Foi in rentado por .
Sr. Huxlable no condado de Dorsel, o principal
romotor da nova revoluco agrcola ( esta revo-
ucao consiste pa creaco accelerada e engorda
rpida dos animaes, sempre era estabulaco,
nutridos com substancias cozidas e fermentada-
Consiste o methodo no seguinte : As dejecee-
dos animaes, logo que caliera no poco aben
por baixo dos estabulos ciicarainhain-se" por rae-
de canos para ura reservatorio onde se mistura'-
com agua e materias fecundantes : d'ahi padei
outros canos subterrneos que se esiendcm
em todos os sentidos at as extremas da pro-
priedade. De 200 em 200 metros, prximamen-
te, estao collocados tubos verileaos que se ele-
van) do canal que conduz os estrumes al su-
perficie do solo, e cujo orificio fechado por um .
tampa. Ouaudo se quer estercar uma parte d i
terreno, levanta-se a lampa de um dos tubo-
vwticaes, e adapta-se-lhe ura tubo de gutt-i
precha; uma bomba posta em movimento pe.
machina de vapor empurra o liquido nos tubo
e o operario, que tem na mo o tubo movel, re-
g era torno de si como um bombeiro n'um in-
cendio. Um homem e um rapaz bastara par
estrumar assirn dous hectares por dia. Do-.-
deseis a doze regas por anno, segundo as cir-
cumstancias.
O Sr. Leoncio de Lavergne julga esta inven-
cao da maior utilidade para a agricultura, e a
opinio de todas as experiencias esto dando tes
teraunho da efHcacia de um lal methodo de c-
truinar, para dar grande augmento a todas a
prodiicces do solo, aos cereaes e s forragens
Rra Franca j esle modo de fertilisar o solo com
os estrumes lquidos comer a introduzir-se, e
sua utilidade a ser recohccida. As despezo-
consideraveis quo preciso fazer para o estabe-
leciraento dos reservalorios e dos tubos subter-
rneos, demorara a propjgac.io do novo ante-
na ; mas como as vantagensque se obtecm, pa-
gara largamente o juro dos capitacs emprega do-
era taes obras, e/natural que o methodo ingle-
se generahsa era toda a parle onde a agricultor-
e_ intensiva. A nocessidade de uma grande quan
tidade de agua para misturar com os estrume -
lambem em alguns lugares se oppor ao eslabe-
lecimento destas regas fertilisantes. A rea
eslraiigeiro, comprovadns por urna longa expe-
riencia, bascados sobre os principios da sciencia
que e de cerlo a mesma em lodo o mundo, e que
as applicacessc modifica segundo as.circums-
tanrias do clima, localidade e oslado econmico,
conservando-so comtudo sempre coherente com
as verdades que Ihe serven) de fundamento,
achara-se razos para nao aceitar esses instru-
mentos c medrados de cultura ; raas quando aos
iglicultures dos arredores de Lisboa e das outras
cidades importantes do reino, onde se desapro-
vetam os estrumes, se apontar o exemplo do
que se passa no Porto, o que podero responder?
nao podia explicar como elle que linha tanta co-
ragem, elle a quera nunca tinham abalado as
mais duras fadgas, as maiores privar/des, os po-
ngos mais rcaes, via-se de reponte vencido por
urna palavra. Comprehendia que so pode ser
physicameiitc vencido por uma idea. Sua irma
eslava a seu lado ; olhava-o com tristeza, mas
nao se atreva a inlerroga-lo diante do marido.
M. de Viremont, apezar do sen bora corceo sen-
ta urna esperic do prazer por ver Heitor naquel-
le estado; osgolles valetudinarios sao impla-
caveispara cora as pessoas que passara bem o
que podem comer de ludo
Meu charo Heitor, disse ello, o que comeu
voce ao jantar?
Nao sei.
Pois pl he, eu so, voce coracu I agostas..^
Heitor sono, ia responder que nao; mas co-
mo essa causa pouco romanesca, podia servir pa-
ra occullar o rerdadeiro segredo do seo sortri-
menlo, disse :
Sim, sem duvida foi isso quo me fez mal ;
juizocnmo voce, nao estara as-
o relogio eslava amantado, voltou ao salo para sua cunhada. No lugar de Leontina, oulra qij
que
ver se o relogio de l indicara una hora mais
favoravcl.... porm l cram dez horas.... Voltou
depressa ao seu lindo retiro, cujo relogio gothico
Indicara decididamente a hora que ella preferia.
J esperara, nao com prazer, porm com angus-
tias ; a febre da espera chegava ao apogeo. Leon-
tina j eslava na horrivel piasedaseonjecturas...
J nao d/.ia :
Elle vira tarde !
Dizia:
Porque nao vem !
1". depois procurara mil razos, dessas razos
todas loucus, mas que parooem provareis e
fazem que a cada uma se diga : sto !
Foi longo o supplicio ; Leontina nao linha
philosophia bastante para supporla-1- a hora
passava rpida c cruel, o silencio era profundo,
c nenhuin passo,ia inlerromper a sua tristeza.
Onzo horas rauilo tarde I Ella j nao se
atreva a desejar que elle fosse. Porm quera o
demora ? Nao tora comprehendido que altern
lodos os seus projectos para recebe-to ? Como
falla A urna entrevista que soliciiou com tinta
instancia? Como justificar soraeihanlc esqueci-
mci-to. Seria um jogo ou urna aposta ? Ah
Sra. de Viremont nao se deve tratar com negli-
gencia ou leviandade Seria algum ciume re-
pentino ou seria perseguido pelas suspeilas de
outra mulher ? Se isso, porque razo deixou-se
esperar intilmente, porque nao escreveu duas
Iinhas ? Um homem to bem educado, nao podo,
sob pretexto algum, faltar assim todas as re-
gras de civildade ; necessario que tenha suc-
cedido alguma cousa extraordinaria ; alguma
Jesgraca lalvez; mas qual ?
a
al-
quer mulher loria accrescenlado
Oh! eu nao esperava ningiieni : tollos
ponsavain q-ie eu eslava no theatro... Mas illa
nu leve coragom ; linha modo, menos de ra ;n-
lirque de corar montindo muito mal.
Couversaram ainda alguns instantes sobre epu-
A
o-
UC'S*'___
rm os pessimos dias que havam tido, hem me-i De repenlo ssaltou este pensamento, elle
reciam attenes ; em collocar bem vista as veio, porm disscrara-lhc que ella linha sabido ;
nortdaacs da reapera; em collocar sobre uma icharaou o criado, mas esto responde u que niu-
sas indilforentes e nieia noite soparaiam-sc
senhora d'Alberto entrou turtivanieiito no a
sent doirmo para fallar ao medico que est;
perto cabeceira delle ; e Leontina, s, comcnoii
a fa/or mil conjecluras sobre a falta do II. de L
siguv, sem nem ao menos procurar adovi.nl
porque razo Ileilor eslava doontel
E entretanto o infeliz Heitor mereca de sua
parte algum ntoresso.
O golpe que o ferira linha-o anniquilaj o.
Aconlece-nos muilas vezes, saber pelos eslri-
nhos o que se passa em torno denos.
Descerado a escadaria da opera, Ileilor encon-
trara dous mancebos que conrersavam junios em
voz alta :
Tu sabes, dizia um, a viuva inconsolav
vai casar.
Que viuva ?
A de Carlos de Viremont.
Deveras! Ento com quera?
Com o bello Lusignv.
Pois eu nao sabia.
Ha tres me/es quo se amara ; aquclle ato
um romance...
Ileilor n:;o ouvio mais, sentio um calafrio rac-
ial, perturbou-se-Uio a vista, o coraco pulso
Ihe com violencia, procurou descer a escadl,
mas nos ltimos degosasforcasabandonaram-
o cabio desmaiadt
Quando tornou a s, o seu primeiro pensamoi
to foi o receio de que ndcvinhasscm a causados
se dcs-n-.io suliiv que a elle mes6 adtnirava
se eu tivessc
sim.
M. de Viremont, tranquilizado, sento-se re-
compensado do seu sacrificio.
A senhora de Viremont passou a noite junio a
seu irmo, cuja dor fazia piedade.
O que elle senta c impossvcl de pintar; era
O mais pungente dos chimes ; o ciume humilde,
>- desespero de um coracSoque soll're, que sollVe
horrivelraciito e que se reconhecc cora direilo de
sofTrer : a agona de um miseravel que morro de
amor e que nao acha era sequer que soja digno de
morrer de lo nobre amor; que tem remoraos da
sua dr c que chama ao seu desespero um egos-
mo vergonhoso.
Ella ania-o, d/.ia Heitor era son delirio,
ama-o p--is nao tora razo de ama-lo nao jus-
to que esculla esse homem que todos admirara !
"<-e homem moro, rico, espirituoso o digno dol-
a Ah sim digno della. Para que allligir-me I
l'osso porvenlura pretender semelhante felicida-
de, sotiheia-a alguma ve/? Tenho acaso o direi-
lo de exigir que passe toda asna mocidade no
solaracnlo, na dr? porque cu nao mereeo o seu
amor.
Sua irma chorava vondo-o assim lo afililo :
ento elle pngava-lhe as mos o pedia-lhc que
se calasse:
Oh en te peco, dizia elle cora vivas instan-
cias, nao falles de mira Leontina; ella lo
boa, ha de licar lo atllicta, se souber que sou
infeliz.
Mas Leontina nessa hora nao pensava nellc ;
aguardara cora impaciencia o momento era que es-
perava ler emlim nolicias do incomprehensivel
seductor.
VIII
Ha carias pararoim? pergunlou Leontina
sua creada, apenas esta ontrou-lhc no quarlo pela
manhaa
Ha, sim senhora ; Irouxeram esta agora
mesmo.
E a senhora de Viremont, com mo trmula
tomn um bilhele dobrado com toda a faceirce c
r- docemenle perfumada, queso pareca muito una
' meusagoin de -'logante. Esporou licar sopara ler
as lernas desculpas. Nao conheeia a lettrade M.
de Lusigtiy ; mas seu coraco dizia-lho que essa
carta era delle : o corago "tem nstioclos infalli-
veis. Rompcu o sitete com vira amo;o e leu o
ule :
. Miiii.a senhora.
Usantes. A rega
cora aguas carregadas de materias apropriada>
para a nutrieo dos vegelaes, mesmo nao aplica-
da por meio de asperso, mas applicada pe"
methodo ordinario da submersao, produz sem-
pre os mais pasmosos resultados ; os prados d
invern, as uiarcite, conslantemente cobertas de
urna lamina de agua, que existen) as immedia
las viziiihancas de Milo, prados que sao regado-
pelas aguas de um canal que circunda a cidade .
recebe della uma enorme quanlidade de estru-
mes, sao de uma produeco incsgotavel, tem
um valor muito superior ao de todos os prado-
da rica Lombardia. Joio d'ajdrade cahro.
{ Continua j
Devenios ainanlia noite em minha casa ti-
rar uma pequea lotera em favor de uma iamili-
Uifolis por quera me interesso. Far-nos-ha mm;
favor se vicr...
A assiguatnia da carta eraBarosf.za de M\:i-
VILLE.
Leontina, dosapontada, atrou com impaciencia
a caria para longe, depois disse comsigo :
E muito cedo ; nao mandar c antes -t
meio dia...
Ao meio dia trouxeram-lhe outra carta ; a lei-
Ira do subscripto era soberba, a carta de amor
entretanto, como Leontina, pensava, se linfa
succedido aiguiu accidente grave a M. de Lusig-
nv, essa carta poda ser dictada por elle a a-
gura cirurgio, ura secretario, un amigo,
ate a algura criado. Essa supposic.o anida na k)
tornava a sua inquielaco.
Pegou pois cora emoco sempre em augment
nessa caria que comecava assim :
-< Minha senhora.O itumenso successo qu-
00 mundo aristocrtico lem obtido as ni
saias do crino-zephyro, aniuia-me...
a Assgnado.Oudinot Lulel.
Dessa vez apezar do seu despeilo, Leontina ai
pode deixar do rir ; mas nem por isso ach i
menos nexplicavel o silencio de M. Lusignv.
Sem duvida vira justificar-so pessoalino
te, pensou ella.
E foi vestir-so.
Ouaudo a creada eslava oceupada em fazer-i
trancas nos bellos cabellos, baierara porta.
O que '?
E una carta que dexarara na mo do ax
leiro e cuja resposta ho d-- vir buscar em u
quarlo d'hora.
Hdame de Viremont abri promptaiuenle a
carta sera olhar pediam-lhe una resposta.
c
delle.
Senhora
apanagio das
anti
de de ura
''
MUTILAN
N
^
coinlessa.Um bora coraco
rraea c da belleza. Tenha pieda-
o artista dramtico persegunl
pela surte, a quera numerosas enferniidades foi
caram a deixar cedo a carreira de theatro; eu
mesmo tena ido implorar a bondade de '. Esc .
se ...
Leontina nao acaben de 1er esse podido -
lar, tiros o drnheiro que eslava ,na I--lsa e d-u
di/.eudo :
Ahi est a resposta, para uma subsrripro.
No raesmo instante entrou sua cunha-ia i
urna carta ni mi ; e entregando-a a bttin i,
disse :
Quasi a abre ; o eslouvado do Fran
li'iuxc-ra'a julgando ser para mira. Entre!
no sobrescripto est bem legivel o seu n-nie
condessa Carlos de Viremont nao sei como el
le se enganou.
Lmliiii, era uma carta de M. de Lusign\ .. M-
que carta Era ludo o que ha de mais coranium.
| do mais sdico ; phrases como estas : Uma jes-
graca succedida a uma pessoa da minha fam
obriga-me a sabir de Paria nesle momento ; re-
ceio estar mais lempo duque desojara (elle qu- -
ria oslar ausente algum lempo ) ; mas logo qu-
rollar, irei eomprimenta-la creta, minha si
ra, que rao bem penoso partir hoje o i
pena de mira.
[ConftHKar-se-Ae].
PEHN.Ttr. DK Jl t IMHHIl 1H.,!I
UEIVtl
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