Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:08903

Full Text
1HN0 XXI?. NUMERO 277,
Por tres meze* adiaWados o$000.
Por tres mtzes vencidos 6S60O.
SBBACO 3 D DEZEM8R0
Por anuo adianlado 19$000.
Porte franco para o subscriptor
ENCARREGADOS D\ SIB5CRIPCAO DO NORTE.
Parahiba, o Sr. JoaoRodolphu Gomos; Natal,
o Sr. Antonio Marques da Silva ; Aracaty, o Sr. A.
de LemosBrag; Cear, o Sr. J. Jos do Olivoira
Maranhao, o Sr. MaDoel Jos Martins Riboiro
GumarSes; Piauhy, o Sr. Joo Fernandos de
Moraes Jnior; Para, o Sr. J-s.-i.-j ... nomos;
\mazonas,o Sr. Jeronvmo da tosa.
1'AKIIIIA L(M.()KKfclUs.
Olinda lodos os dias as !) 1/2 horas do dia.
Iguarass, Goiannao Parahiba as segundas o
sextas feiras.
S. Anto, Rezerros, Bonilo, Curuar, Allinhoe
Garanhuns as toreas feiras.
Pao d'Alho, Nazorelh, l.imoeiro, Brejo, Pes-
queira, Ingazeira, Flores, Villa Bella, Boa-Vista,
Uuricnrye F.x as quartas-eiras.
Cabo.'Sorinhem, Rio Formoso, una, Barreiros,
Agua Treta, Pinienteiras o Natal quintas feiras.
(Todososcorreios parlera as 10horas da itianhaa.)
AUDIENCIAS DOS TWBNAJES DA CAPITAL
Tribunal do commercio: segundas c quintas.
Relaeao : tercas feiras e sabbades.
Fazenda: tercas, quintas &sabbtfdos as 10 horas.
Juizo do commercio : quintas ao meio dia.
Dito do orphaos: tercas c sextas as 10 horas.
Primeira vara docivel: tercas c sextas ao meio dia
Segunda vara do civcl: quartas e sabbados ao
meio dia.
EPHEMERIDES DO MEZ DE DEZEM11RO
2 Qoarto cresecnte as 11 horas c 30 minutos da
ruanha.
10 l.ua cheia aos 53 minutos da manha.
16 Quartominguante as 6 horas e 56 minutos da
larde.
2 F.ua nova as 3 horas o 27 minutos da ma-
nha.
PREAMAR DE HOJE.
Primoiro as 11 horas e 42 minutos da manha.
Segundo as 12 horas e 6 minutos da tardo.
DAS da semana.
28 Sog. S. Gregorio III p.; s. Jttslina t. m.
29 Tere. S. Saturnino m.; s. liluminala v.
39 Quart. S. Andr np.; s. Trajano b.
1 Quint. S.Eloi b. Novionense; i. Caslriciano b.
2 Sext. (jejum.) S. Balbinav. m ; s. Cromado b.
3 Sab. (ejum.) S. Francisco Xavier apostlo.
4 Dom. 2." do advento. S. Barbara v. m.
ENCARREGADOS DA SCBSCRIPCAO NO SI'I...
Alagoas, o Sr. Claudino Falcan Dias ; Baha, o
Sr. Jos Martins Alvos ; Rio de Janeiro, o Sr.
Joao Perira Martins.
Eli PERNAMBFSO.
O preprictario do diario Manuel Figueirua do
Faria.na sua Irvraria piaca da Independencia n*
6 o 8.
PARTE OFFICIAL
Ministerio da just'.i.
DECRETO.
Isandu da attribuie.au, que me confero o arti-
go cenlo e um.paragrapho uitavudaconsttuico:
'He i por beui commular em priso simples, o ros-
to do lempo de priso com trabalho a que foi
condemnado Alexandre Jos do Olivoira, por sen-
lenca do jury da villa d. Estrella da provincia do
Rio "de JaneiroJoo de Almoida Pereira Filho,
do raou conselho, ministro e secretario de esta-
do dos negocios do imperio o lenha assim enien-
ido o laca executar. Palacio do Rccife em dous
de dezembro de 1859, liigessimo oitavo da inde-
pendencio e do imperio.Com a rubrica deS. M.
v Imperador. Joo de lmeida l'ereira Filho.
3.a Scco Tendo cossado os motivos que de-
r.im lugar a expedir-su a portara de 13 de Ja-
neiro de 1824, exigindo dos cidados que se dcs-
tinassem ao estado ecelesaslico na diocese do
Rio de Janeiro licenca especial do governo, man-
da S. M. o Imperador, pela secretaria de estado
dos negocios da justica, declarar au Rvm. bispn
conde capello morque fka sem vigor a referida
portara ; podendo admillir s ordens, indepen-
uente daquella liccDQa, os cidados que na con-
forraidade dos caones se moslrarem habilita-
dos ; devendo o Rvm. prelado coramunicar
mesma secretaria lego que se verifiquen! as or-
denacos a que proceder, informando circums-
tancidamente a respeito da moralidade, luzes o
naturalidade dos ordenandos.
Palacio do Rio do Janeiro em 19 de novembro
de 1859. Joo Lustosa da Cunha Paranagita.
llinisterio da marinha.
.KvPEDIENTE DE 14 DE NOVEMBRO DE 1859.
A presidencia do Cear,Com o ollicio de V.
Etc. sob n. 32 de 26 desetembro ultimo, recebi
a memoria do engenheiro P. F. Berlhet, datada
de 14 daquelle mez, contendo o plano do melho-
ramentu do porto dessa cidade com a indicaco
dos meios mais olFica/.es para esse tim, bem como
o desenlio do raesmo poilo, e o tclatorio que so-
bre esse objeclo apresentou o referido engenhei-
ro em 30 de setembro do anno passado
Em resposla, cabe-mc deciarar a V. Exc., que
conformando-iue com o parecer emiltido pelo
conselho naval, na consulla n. 177 de 4 do cor-
rente, por copia junta, tenho resolvido que se
proceda immediatamente aos trabalhos prelimi-
nares indicados pelo engenheiro Berthut no plano
que acompanhou a sua citada memoria, com da-
ta de 10 de setembro ultimo, aguardando, para
o definitivo exame c deliberaeo sobre as domis
obras de melhoramcnto propostas pelo mosmo
engenheiro, o resultado dos trabalhos prelimina-
res que ora se mandam executar, e mais cumple-
tas e detalhadas informacoes que \m Exc. proc-
rala obter acerca de todas as circumstancias hy-
drographicas, que devera ser allendidas na apre-
10 do obras lao importantes o dispendiosas.
Consistindo os trabalhos preliminares, de que
se Irata, na conslrucco de urna muralha no lu-
gar denominado Meirlfes, com o fim de desviar
a direceo das aras, e no planlio dos cnioros ou
dunas destinado a fixa-los, cumpre que V. Exc.
mande sem demora dar comeco a esses traba-
lhos, os quaes deverao sor executados pela forma
descripla nos trechos da mencionada memoria, e
no plano annexo por copia juntos.
Para occorrer s necesssarias despezas solicito
nesta occasio do ministerio da fazenda a exoe-
dico das convenientes ordens, para que se abra
cicio presente, o crdito de 11048&80, impor-
tancia om que foram oreados aquellos traba-
lhos.Cummunicou-se ao* ministerio da fazen-
da, ao conselho naval e i conladoria da mari-
nha.
cargo, as informacoes constamos da copia junta.
OTiciou-se no niesino sentido ao director inte-
rino das obras publicas e ao Inspector do arsenal
de marinha.
Dito ao inspector da thesouraria provincial.
Tomando em consideracao os motivos pondero-
sos, que Vmc. allega n seu ollicio de 29 de ou-
tubro ultimo, sob n. 353, o autoriso a mandar
organisar.fra das horas do expediento,o balane.o
do exefeicio prximo linio e o ornamento da re-
ceita o despeza do de 1860 a 1861, porum ou
dous empregados, mediante urna graliflcaco ra-
soavcl, que. Vmc. propor a esta presidencia.
Dito ao director geral da instruceo publica.-
Para cumpriri.ento do aviso, unto por copia,
expodido pelo nfinislcrio do imperio em 5 de
outubro prximo Cuido, queira Vmc. enunciar a
sua opinio sobre as causas, que tenham con-
currido para o progrosso ou alrazo do onsino
Dito ao mosmo.A thesouraria provincial tem
pp. .
ordem para pagar a quantia do 1629, a que tem
direito o arremtame da illuminaeo da povoa-
caodos Afogados, por havor cumprido as condi-
edes do seu contrato no mez de outnbro ultimo,
segundo consta du uficiu do V. S. de 4 du cor-
rcnlesobn.270, a que .S. Exc. o Sr. presidente
da pruvincia manda responder.
- 8
Officio ao commandante das armas.Inteirade
de quanto V. Exc. mecommunica em sou officio
do 5 do corrento, sob n. 975, se me olTerece a
dizer que, alintala falta de selhns novos para a
companlua lixade cavallara, euuveniento que
so rccolham ao arsenal de guerra os sellins, que
pudorero ser concertados.
Dilo ao mesrao. vista dos papis inclusos
que me scro devulvidus, sirva-se V. Exc. de in-
formar so pclu cuntrato respectivo pode o Dr. om
primario e secundario nesta provincia, lembran- i medicina Ernestu Feliciano da Silva Tavares ser
GOYER\OD V PROVINCIA.
Expediente do dia 7 de novembro.
Ollicio ao commandante das armas.Ao orlicio
de V. Exc, com dala de 23 do correnle, sob n.
953, respondo declarando que approvo iutorina-
menle a proposta, que faz V. Exc nao s dos
aiferes Rozendo Monleiro de Lima c I.uiz Anto-
nio Ferraz Jnior, para commandanles das com-
panhias de pedestres destinadas ao servigo da
polica as comarcas da Boa-Vista e Tacarat,
mas tambem do sogundu cadete sargenlu Frail-
asen Genuine Simos e segundo cadete primei-
ro sargento Antonio Maria de Souza I-obo para
ajudantes dasmesmas companhias.
Para nao desfalcar os cornos do excrcito, acho
mais convenienle que se adopte o segundo alvi-
tre proposlo por V. Exc, escolhendo-se somente
dos ditos corpos os inferiores, cabos do esqua-
dra e cornetas para as companhias, que se com-
pletarn com individuos, que naquellas comar-
cas se quizerom voluntariamente alistar. Com-
municou-se ao chefe de polica, inspector da
hesuuraria de fazenda e juizes de direitu da
Bua-Vista e Tacarat.
Dito ao chefe de polica. Te,ndo nesta data
posloocumpra-se no imperial exequtur conce-
dido a nomeaco do Sr. Charles Colsoul, para
vice-consul d Blgica nesta provincia : assim
0 communicoa V.S. para seu conhecimento.
1 i/eram-seas outrascommunicacoesnecessarias.
Dito ao commandante superior interino da
guarda nacional da comarca do Rio Formoso.
Ao seu officio de 3 do corrente respondo decla-
rando que o arsenal de guerra nao tem por ora
seno o armamento indispensavel para os cor-
pos do exercito c os da guarda nacional da ca-
pital. Entretanto se S. M. o Imperador sedig-
narde visitar essa comarca se pruvidenciar em
tempe sobre o armamento, a que V. S. se refere
em seu citado olicio.
Dito ao commandante superior da guarda na-
cional de Nazarctli.Accuso a recepoao do olli-
cio, que V. S. me dirigi em 12 de outubro ulti-
mo, sob n. 67, a respeito do cidado proposlo
para alteros da segunda companhia du batalhu
20 de infanlarid da guarda nacional desse mu-
nicipio Joo Mauricio do Reg liamos.
Ditoao capilo do porlo. Para cumprimento
do aviso expedido pelo ministerio du imperiuein
5 de uutubru prximo lindo, huja Vmc. de infor-
mar qnal o estado da navegaco lluvial, o nu-
mero de canaes e ros navegaveis, c destes os
que conven) desde j melhorar,abrir ou explorar.
Dito ao capito lenle Joo Gomes de Aguiar.
Pelo seu ollicio de 29 de outubro prximo lin-
do, sob n. 167, ftqiiei sciento de ter regressado
ao purtu desla cidade u briguc escuna Xing, cu-
jo commandante informa que constava em Ma-
celo haver S. M. o Imperador regressado da ca-
choeira de Paulo Alfonso, lencinnaudo salur do
Penedo para a Bahia no dia 2i daquelle mez.
Dito ao inspector do arsenal de marinha.
Pode Vmc. mondar p6r disposicu da cmara
municipal do Olinda para o servic do cemiterio
publico daquella cidade duas africanas livres,
sendo a que all se acha recolhida ao hospital
de caridade, como determino nesta data___Cum-
municou-se cmara municipal de Olinda.
Dite ao raesmo.Accusu a recepro do ulicio
que Vmc. me dirigi em 4 do correnle, partici-
pando quo Mosquita & Dutra e Jos Pereira
\ auna, aos quaes se concedeu, por aforameulu,
um terreno de marinha na ra do Brum, satis-
zcram a condicao do cederem fazenda publica
duas casas terreas, do que j se lavrou a compo-
teiite escrptura -r-Communicou-se ao inspector
da thesouraria de fwenda.
Dito ao director das obras militares. Para
cumplimento do aviso expedido pelo ministerio
de imperio em 5 de outubro, convera que Vmc.
ioistre, pelo que diz respeito s obro.s a seu
do para o seu mellioramontu alguma medida que
julgue cfiicaz, e quo por ventura dependa do go-
verno geral.
Conven) que estas informacoes sejam remelti-
das aquella secretaria de estado al o tim do mez
de fevereiro prximo, segundo me foi declarado.
Ditoao cnsul geral do llrasil na cidade de
Lisboa.Na forma das ordens imperiacs, Irans-
mittoaoSr. Vicente Forreira da Silva, cnsul
do Brasil na cidade de Lisboa, a lisia dos subdi-
tos portuguezes, que vieran) para esta provincia
no patacho Mara da Glora,'; procedente du rc-
fciida cidade.
Aproveito osla uccasio para apresentar ao
mesrao Sr. cnsul geral os protestos do ininha
estima e consideracao.
Dilo ao vice-consul do Brasil na cidade do
Porto. Na forma das ordens imperaes, trans-
millo ao Sr. Jos Bettamio, vice-consul na cidade
do Porto, a lista dos subditos portuguezes, que
vieran) para esta provincia nobrigueEsperanfa,
procedente da referida cidade.
Aproveilo esta uccasin para apresenlar ao
mesmo Sr. vice-consul os prolestos du miuha
estima e consideracao.
Dito cmara municipal do Rccife.Declaro
cmara municipal do Recite, em resposla ao seu
olicio de l de outubro ultimo, sob n. 110, que,
tomando em consideracao o que pondera o ins-
pector do arsenal de marinha na informaoo jun-
ta por copia, com referencia ao pequeo edificio
que seesl levantando, para o servido da capita-
na do porto, tenho por conveniente que, de
conformidad*! com a deciso anterior da presi-
deodia, prosiga a conslrucro dessa obra, que
j examinei pessoaimente. Remctteu-se copia
deste ollicio ao inspector do arsenal de marinha.
Dito a administrado geral dos estabelecimen-
los do caridade.Mande a administraoo geral
dos cstabelecimentos de caridade recolhr ao hos-
pital de caridade, para ser tralaTa, a Africana li-
vre Luiza, que se acha no servico do cemiterio
publico de Olinda.
Dito ao engenheiro fiscal da eslrada de ferro.
Accuso recebida a informaoo, quo me dirigi
em 21 do outubro prximo indo, com referencia
cemmunicacao, que rocobeu do superintenden-
te da estrada do forro sobre a conveniencia de
converler-se o viaducto da Cabanga em um ater-
ro solido convenientemente exeeulado.
Em resposla se me olTerece a declarar que a
presidencia nao est habilitada com todas as nc-
cessarias informares, nem se julga aulorisada
para definitivamente resolver a nullilicai.o do
accordo da commisso consultiva, sobre tudo
quando viiia assim a desprezar-se urna linha rec-
ta para lomar permanente urna curva, quo, com
quanto nao soja de grande inconveniencia, s
deve ser admitiida em caminho de ferro quando
se nao pode obter aquella.
Entretanlo, como seria um grande mal a ces-
saoo do trafico, que resultara a nao concertar-
se o viaducto da Cabanga, convem que o supe-
rintendente e o engenheiro em chele da compa-
nhia toniem as providencias necessarias para a
sognranca do mesmo viaducto, dependendo este
objocto de approvaoo do governo imperial, a
quem nesta dirigi a necessaria commuiiicaoo.
Dito ao superintendente da estrada de ferr.
Accusando recebida a comraunicaoo, que em 4
do corrente dirigio-me o Sr. superintendente da
estrada de ferro, sobre o cstabelecimeuto do um
telegrapho na linha da mesma estrada, se me of-
ferece a dizer que vou instar por urna soloco
sobro esse objeto, e darei ao Sr. superintendente
as informacoes precisas logo que me adiar para
isso habilitado.
Portara.O presidente da provincia, attenden-
do ao que llie requereu o juiz municipal c de or-
phaos do termo do Rio Formoso bacharel Fran-
cisco de Caldas Lins, resolve couccder-lh" 15
das de licenra com vencimentos.
Dla.O presidente da provincia, tendo vista
o que requeren o collector de rendas geraes na
cidnde de Nazareth Jos Maria do Albuqucrque
Maranhao, c bem assim a informaoo do inspec-
tor da thesouraria de fazenda de'27 de outubro
ultimo, sob n. 770, resolve conceder ao mesmo
collector 20 dias de lcenoa com vencimentu para
tratar de sua saudc.
Dila.O presidente da provincia, tendo vis-
ta u que requer e 3o escriplurario da thesouraria
de fazenda Francisco Jos de Moraes c Silva, e
bem assim a informaoo do respectivo inspector
com data de 5 do corrento, sob n. 786, resolve
conceder ao mesmo escriplurario 15 dias de li-
cenca com vencimcnlos, nos termos do art. 55 do
decreto n. 736 de 20 de novembro de 1850, para
ir provincia da Parahiba.
Dita.O Sr. agente da companhia brasilera
de paquetes a vapor mande dar transporte para
a provincia das Alagoas a Jos Antonio Ramos e
duas cunhadas em lugares vagos para passageiros
de estado.
Expediente, do secretario do Governo.
Officio ao commandante superior da guarda na-
cional do municipio do Recito.S. Exc. o Sr. pre-
sidente da provincia manda declarar a V. Exc
que o requoiimouto do capilo do 1" batalho do
reserva da guarda nacional desle municipio An-
gelo Delinques da Silva, a quem se refere a sua
informaoo do 4 do correnle, sob n. 244, leve o
despacho seguinlo; vista da informaoo do
commandante superior, sendo de disciplina o or-
dem do corpo o lervieo de que se trata, nao
podera os respectivos olficiaes eximir-so de o
prestar.
Dilo ao chefe de polica. S. Exc o Sr. pre-
sidente da provincia manda coramunicar a V. S.
que, por despacho de hoje, autorisou-se a the-
souraria provincial a pagar a quantia de ruis
2:282)060 dispendida no mez de outubro ultimo
com o sustento dos presos pobres da casa do de-
temo, como so v dos documentos, que acom-
panhaiam o ollicio do V. S. de 5 do correnle, sob
n. 1210.
Dito ao diroctor geral dos Indios.S. Exc. o
Sr. presidente da provincia manda declarar a V.
obrlgado a dislrahir-sc do servioo da guarnicu
para exercer as respectivas tuneces if una colo-
nia erabora militar.
Dito ao inspector da thesouraria de (atonda.
Concedcndo, por despacho testa data, a licenca
quo requereu o seguudo escriplurario dessa lli-
suuraria Januario Constancio Monteiro de An-
drade, que serve de pagador das despezas mili-
tares em Villa Bella, uoraeci para substitui-lo o
2o escriplurario Jos Filippc Nory da Silva.
Dito ao director das obras militares.Approvo
o ajuste, que fez Vmc. com Jos Pereira de Al-
cntara do O', para a pintura c caiadura de to-
do o quartel da companhia lixa de cavallaria pe-
la quarltin de trezentos mil ris.Communicou-
se ao inspector da thesouraria de (anemia.
Dito ao inspector da thcsonraiia provincial.
Visto o que se pondera no officio junto por copla,
tenho a declarar a Vmc. em rosposta ao seu olli-
cio do 3 do corrente, sob n. 357, quo nao pode
ter lugar a dispensa do servico da guarda nacional
em favor do capito Joo Gonealvos Rodrigues
Franca, cumpnndo, entretanto, que se providen-
cie para que elle soja substituido interinamente
no exercicio das fuucc.oes de escrivo da collecto-
ria de Olinda.
Dito ao thesoureiro das loteras.Visto a sua
informaco de 5 do corrente dada com referencia
dar da sua ongeni ollicial, porm lioje os jomaos
do Pars,entre os'quaes, o Constutionnel e a Pa-
trie, confirmam a existencia d'ossa missiva im-
perial, e por isso nos apressamos a da-la na sua
inlegra. Ei-la :
Meu irme.
Escrevo hoje a vossa Magetade para lhc ex-
por a situaco actual dos negocios, recordar-lhe
0 passadu o, subrb ludje. parir de curamuia aecur-
do resolverraos sobre a futura marcha poltica
que melhor nos possa eonvir As circumstancias
sao graves ; cumpre por tanto por de parte as
illus5es, os posares esteris, c examinar franca-
mente o estado real das cousas. Assim, nao se
trata hoje de saber so liz bem ou mal em concluir
a paz de Villa Franca, mais sm de sacar do tra-
tado as consequenciasqiie mas favoraveis forera
pacificaco da Italia e ao descanoo da Europa.
Antes de entrar no exame d'esta questo, no-
vamenlo rocordarei a vessa Magostado os obs-
tculos que to dilliceis tornavam quaesquer nc-
gociaces tendentes a um tratado definitivo.
Efectivamente, a guerra olTerece as mais das
vezes menos complicaocs do que a paz : na pri-
meira, dous interesaos csto nicamente em
campo: o ataque e a defensa ; na segunda, pelo
contrario, misler conciliar numerosos interes-
ses muitas vezes diamctralmenle oppostos.
Foi o que aconteceu no raomentu da paz ;
cumpria fazer um tratado que assegurasse o me-
lhor possivcl a independencia da Italia, que sa-
tislizessc o Piemonte o os votos dos povos.c que,
todava, nao fosso de encontr ao sentimento ca-
iholico, nem prejudicasse os direitos dos sobera-
no; por quem a Europa se interessava.
Julguei ent&o, que se o imperador d'Austria
quizesse enlender-se francamente comigo parase
alcancar eslo importante resultado desapparece-
riam as causas de antagonismo que, desde ha se-
culos, dividem esses dous imperios, e que assim
se rcalisaria de commum*-accordo a regeneraeo
da Italia, sera nova ctrusWde sangue.
Eis-aqui, a meu ver, as condicoes cssenciacs
d'esla regeneraeo.
A Italia conpor-se-ha de muitns Estados in-
1 dependentes, unidos por um laeo federal.
Cada um d'esses Estados adoptar um sys-
lema representativo particular o reformas ulu-
lares.
o qual era indispensavel conservar a nielhor
harmona.
Prevalecen o dctame dos prudentes, e, por
consoguinto approvou-sc a cunducta du governo,
concordando-se.-com tudo, dirigir as segrales
recommendaoe3 : perseverar na poltica Via
annexaoao; oppor-so a toda c qualqucr interven-
cao na Italia central ; c tomar todas as medidas
concernentes ao mais rpido c enrgico arma-
mento geral do paiz.-n
[ Jornal do Commercio de Lisboa I.
CORRESPONDENCIA DO DIARIO DE PER-
NAMBUCO.
Bruxellas, > de nxeninro.
O prineipafe, a fallar veidade, e nico ali-j
Em 1853, Mr. Spontoiii linha estadu pros"
em Paglianu, por motivo poli tiro. Desconlia-s-
que fosss vctima de alguma vinganoa do partido
! que abandonara.
ASSLMPTO PARA COMEDIA.
j Seduzido pelas utopias communislas, o Sr.
! X.... revendedor de forros voltios, domiciliado om
Lyon, paitio ha anuos, em companhia de sua mu-
Iher, a procurar fortuna na Icaria.
Cruelmente engaado as suas osporancas.
caminhando de decepeo om decepeo, X..., du
lim de lies annos, dep'ois do ter gusto com a co-
lonia loda a sua fortuna, eslava rodu/ido mais
desoladora miseria.
' Slla muihor, atacada de urna grave enformi-
Jado foi tida por mora, oamortalhada no mes-
mo da om quo
memo da nossa poltica interior do mez passado I ^ros" alcanza va T^r^^^mt
toi a devaco parlamentar acerca dos abusos que um navio do Estado que pana para Franca,
se assignalaram nos eleitores de Louvsin por oc- i Regressando a Lyon, o ex-colono, dotado d.'
casio da reeleigo da melada das cmaras |e_'"" energa, adquiri om breve, forca de Ira
gislativas, no mez de junho prximo pudo. | ^ro?Kd -'* ?WP,eM ^^ *""
Os quatro deputados eletos em Louvain
rain provisoriamente excluidos da cama
pretexto de que se tinha distribuido dinheiro aos
eleitores que haviam votado nelles.
Todos os espiritos imparciaes desappfovaram
essa medida. Disse-se com razao que o minis-
terio e a raaioria liberaes nao recusaram a en-
com um casamento muii"
m se vi- | ventajoso com a viuva d'um. antgo botiquineiro
ra sob o No dia15 d arllial n do outubro, depois
do banquete das nupcias, os dous fuluros diri-
giam-se repurlioo do maire, para publico-,
os scus banhos, quando annunciarara a X..., que
sua mulheracabavade chegar. X... toraou a coli-
sa por gracejo, e foi acompanhado de sua futura
para o sou domieilio, onde achou efTeclivamento
. mstallada a sui primeira mulher, que elleiulg:.-
trada da oamara aos deputados de Louvain senao va morto, e que tinha sido relinda do caix"
para se vrarem de adversarios cojo voto hostil; mortuario, por vollar a si, d'um longo stano Ic-
tinham a temer nos proiectos do lei sub.neltidos lh,r8c,j momento em que conduziam pan
- 4 a sepultar.
legislatura durante as sessdes extraordinarias do
mez de agosto passado.
O direitode devala pailamenlar em materia
eleitoral he um direito irainentemente respeita-
vel. Os eleilos nao podem merecer a conside-
racao do paiz, senao quando o voto que a ori-
gem do seu mandato c sincero, e puro de
qualquer manobra de corrupijo. Mas nem por
isso deve o direito de dovaga tornar-se urna arma
le partido.
ao requermento do guardio do convento de S.
Francisju de Olinda, haja Vmc. do fazer exlrahir A
noamez de dezembro pruximo vindouro urna par- j cipio c.
te da lotera coucedida para as obras do mesmo : >ira e um nico systcma monetarie c de alfan-
conreuto. j degas. O centro devora residir em Roma.e com-
Dito ao coronel chefe do estado maior da por-se-ha de representantes noraeados pelos so-
guarda nacional dos municipios de Olinda elgua-beranos, sob una lista preparada pelas cama- ?es geraes, o esenvao faz a chamada dos mem
rass.Tenho presente o officio, quo Vmc. me ras, para que n'csta especie de Dieta soja cqui- *>ros eletos e procede-se no mesmo instante a
dirigi em 2 do corrente, particioando as provi- librada pelo elemento electivo a influencia das nomeaco do speaker Depois de ter notifi-
dencias que deu oportunamente pora aquartelar, familias reinantes suspeitas de tendencias favo- Cado a escolha dos coramuns cmara dos Iords,
no Io desle mez o balalhao n 9 de infamara da. raveis Austria. -i j i ... .
toreado a acreditar a evidencia, o negocian-
te de fonos velhos, a quem sua legitima mulhei
tinha escrpto duas cartas, que elle nao recebeu.
fez i sua futura a coufisso franca da situaco eni
que se achava.
Como mulher de espirito, a viuva eslendou
crdoalmento a mo aquella que linha direitos
anteriores aos seus.
Na terca foi ra 18, lodos os Ires juntos forau.
a casa d'um tabeilio fazer escrptura desoceda-
de, pela qual a viuva entregou a X... urna som-
ma importanle para fundar em Lyon um estabo-
Sob esse ponto de vista, nao
, confederaco devora on.o ratificar o prn-! !DUlil er conhecer as garantas Co sagradas, I ftajjc^^l^^X^^^f
da nacionaidadc italiana, ler urna su ban- seeulos, na Inglaterra, o paiz constitucional I ff.! ldd penencia do
por excellencia.
Quando o parlamento so rene depois das elei-
guarda nacional do municipio de Olinda.
Sendo feita mui prxima a esse dia a comtnu-
nicacao official ao commandante superior respec-
A presidencia honoraria
concedida ao Papa contentara
ligioso da Europa catholica : a
da confederaoo
o sentimento re-
influencia moral
livo, que j eslava prevenido vcrbalmente, para do Papa ganharia terreno na Italia e Ihe permit-
aquarlelar aquello corpo, visto que os do mu- liria fazer conce3soes em pro dos votos legtimos
cipio da capital precisaran) de algura descanoo,' dos poros. Hoje anda se pode levar a eftco o'
alim do se apromptarem para o servico, que Ihcs. plano que eu traoara ao assignar a paz, se vossa
cabera durante a estada de SS. MM. II. nesta ci-: | Magestdea quer apoia-lo empregandn a sua influ-
dade, e convindo nao haver falta, rccommendei encia. De resto, ja *c deu um passo importante
a Vmc. que activasso a marcha do batalho no n'cste sentidS.
ro-
que
quenada occorria, qne fosse contraro discipli-: A cesso'dajombardia com urna divida
na. Quanto dispensa dos agricultores cumpria duzida hoje'rniiacto consummudo.
qucella fosse individual e nao por companhias. A Austria renunciou ao sou direito de ler
Satistozendo Vmc. a recommendaco, que Ihe guarniooes n* pfacas fortes do Placencia, do For-
foi feita por esta presidencia na ausencia do com- rara e de Commachio.
mandante superior da cidade de Olinda, nao se | 03 direitos dos soberanos, em verdade, fo-
deu motivo para censurar o procediraento de' ram reservados, roas a independencia da Italia
Vmc, e seguramente o mesmo commandante su- central, foi tambem garantida, sendo formalraen-
perior nao dodia ter o ntuito de o fazer. i le eliminada toda.a idea do intervenco eslran-
Ao director do arsenal de guerra expele ur- geira ; finalmente, os Estados de Ve'neza terao
dem para satisfazer aos pedidos, que acorapanha-1 urna admnistraco puramenie italiana. pois
rara u citado officio.Remetteu-se copia deste
officiu au commandante superior de Olinda e
Ignorass.
Dilo ao juiz de pazem exercicio do l.dislric-
lo da freguezia de S. Fr. Pedro Goncalves do Rc-
cife.Preparando-se illuminaoocs publicas e ou-
tras manifestacoes de regozijo" pela visita impe-
rial, tenho designado a Vmc. para receoer a SS.
MM. II., se por ventura se dignarcm comparecer
do intoresse de vossa Magestade e de toda a pe-
nnsula, secundar-me na execuco d'este plano
para que possa produzir os melhoros resultados
possiveis; porque vossa Magestade nao olvidou
do certo quo estou ligado peto tratado, c que nao
posso no congresso que esla em vesperas de
abrir-se, subtrahir-me ao9 meus compromissos.
A altilude da Franca est do anlemo tracada.
Pedimos que Parma c Placencia sejam Vou-
em algura lugar de seu disinti, era que se do-, nidasao Piemonte, por ser Ihe indispensavel esse
rem semelhanles manifestacoes Iguaes ao juiz territorio, sob o ponto de vista estratgico,
de paz em exercicio do segundo destricto da mes- Pedirnos que a duquezj de Parma seja cha-
ma freguezia de S. Fr. Pedro Goncalves, ao de raada ao throno de Modena, e que urna parte d'este
S. Jos, aos do pnmeiro e segunde districtos de ducado juntamente com a Toscana, sejam devol-
Santo Antonio, e aos do primeiro e segundo dis- vidos ao gr-duque Fernando,
trelos da Boa Vista.
Que se estabeleca na Italia um
prudente liberdade;"
Que a Austria se desprenda frencamente
de urna causa constante de futuras compli-
caccs, o consisto em completar a nacionali-
dade dos Estados Venczianos, creando nao s
urna representarn e una adminislraco inde-
o presidente declara assembla que o pnmeiro
dever dos membros prestar juramento. Cada
um dos membros, apresentando-se para
cher essa formalidade, enlrega ao escrivo da c-
mara um certifico passado pela auloridade do
colonisaco icariana.
SUPERSTICVO MOURISCA.
Os mouros de Rill' sao to supersticiosos,
que nao comen) a caca que morro d'um s tiro.
Nao se mirnm ao espelho, porque julgam qiu
aquellcque o faz nao lera nunca filhos varoes.
Nao empregam as suas mulheres nos trabalhos
rndes do campo, porque nao as julgam iguaes .
si, mas quasi privadas de entrar no paraizo.
O mouro que traz rozario, pe, antes do sen
preen- no.me- -i palana Escar. Pela mesma regra, o quo
lai a Meca, antepoc ao nome a palavra Her-
jach.
Em RUT ha urna praga de caes que d lugar a
collegio que representa o que consta a sua elecao continuadas rilas e mortes.
e a sua nualidade de eUcivel. Ao mesmo tein- As kabiil,as dos mouros fazeiu ftira um dia por
po: cmara ordena que todo o individuo ^^Zo^^^^^^rS^t
se ju ga autonsado a conteslar a valdale de urna i las gente das diflercutes kabillas, cncontram-se
eleiQo, tenha de apresentar o seu protesto den- s qneconservam ressenlimonlos pessoaes, eso
dro da uuinzena. Mas at o dia em que a nul- I accmrnt:llc-u> a punhaladas e tiros. As mortes -
.idade provada, o raembro e.eito goza de lodos' tf2f EtfSSt^ VD?an-
os seus direitos, a menos que nao renuncie a quo espera ontro dia du (eir
. svstema de
Dilo ao encarregado da gerencia da companhia
Pernambucana. Pode Vmc. fazer seguir para
09 porlos do norte o vapor Persinunga, hora
indicada em seu officio desla data.
Dito a directora da Associa^&o Commcrcial
Beneficcnte.Convido a directora da Associaco
Cummercial Beneficcnte para tomar lugar entro I pendentes, masambem um exercito italiano,
os chefes das reparticcs publicas no prestito, i Pedmos que as fortalezas de Mantua c .
quo lem de acompanhar a SS. MM. II. do lugar i Peschlera sejara fortalezas federaes ; e finalmente i 3 despojando de urna maneira prevenliva, como
de seu desembarque at ao palacio do governo. j que urna confederaco, baseada as necessida- fazemos na Blgica, dos direitos que Ihes confe-
o | des legitimas e as traduces da pennsula, con- riram os eleitores e que devem subsistir al pro-
elles de boa vontade. Fra disso, limila-se a
retirar-se todas as vezes que a cmara delibera
sobre a sua propria causa. Urna petizo diri-
gida contra a elecao de um nombro nao ad-
mitiida senao quando assignada porum eleitor
do collegio, cuja decisao contestada, ou enlao
por um dos concurrentes do eleilo.
A cmara dos communs da Inglaterra assim
lem rodeado o direito dos escolhidos da nacao de
urna salvaguarda preciosa e solida. Prohibi-se
a si mesmo a factildade deexclni-los do seu seio
e admilte-os na plenilude de suas prerogalivas,
at o dia em que a prava da invaldale da ele-
cao fornecida regularmente.
Esse svstema rauito mais conforme ao di-
reito e equidade do que o que se seguo na Bl-
gica. INa Inglaterra, a devaca decidida s por
aquello por quem pedida, e basla que seja apre-
sentada urna petic,ao regular por um raembro, nos
prasos legaes, para que se proceda a um exama
severo. O parlamento colloca assim a sua dig-
nidade cima de toda a suspeita. .Mas protege
. jos seus membros contra os ataques injustos, nao
Dito ao conselho do compras navaes.t'ode o l _
conselho de compras navaes, nos termos do seu aolido7cora excluso de "oda a influencia"
officio de 5 do corrento, promover a acquisico
dos objeclos constantes da relaeao annexa ao ci-
tado officio.
Portara.O Sr. agente da cumpanhia brasi-
leira de paquetes a vapor mando dar transporte
para Macci, pur conta do ministerio da guerra,
estra-
nha, o edificio da independencia italiana.
Nao pouparei nenhum esforoo para lograr
esle grande resultado. Convenoa-'sc vossa Ma-
gestade de que sao estes us meus sentimenlos
invariaveis, e que em quanto o pcrmitlrera os
. interesses da Franca, esliraarei sempre ser ull
no vapor que se espera do norte, ao atieres do causa om cuja defensa temos cembaiidu juntos.
8. batalho de minutara I.uiz Castlho de Aguiar,; Palacio de S. Cloud,20de outubro de 1859.
sua mulher, tres filhos menores, bem como ao A circumslancia de ter este documento appa-
soldado Manoel Joaquim da Silva. recido as columnas do Times, d'onde foi trans-
Dita.O Sr. agente da companhia brasilera do cripto pelos peridicos de Pars, houvera podido
paquetes a vapor mande dar transporle para a por venlura tirar Ihe todo o carcter de authen-
provincia do Maranhao, no primeiro paquete que tiridade ; todava, o facto de nao ter sido proiii-
vior do sul, a D. Zulina Tonoo de I.acerda, um bida a sua reprodueco, em Franca, c o Consti-
lnho menor, e a Eneas de Araujo Toircaoem lu- uuionnel, orgosenii-officinl, do' governo fran-
gares do re destinados para passageiros de esta- ^ Cez ler aflirmado que, a carta poda ser consi-
do, bem como a lzabel, Candida o Leocadia om derada como aulhoiitica, >> da esta validadeque
lugares de convoz. pr oulra forma nao loria.
1-vpediente do secretario do governo. A dala da carta do imperador Napole do
Ollicio ao commandante superior da guarda 20 do passado ;> de suppor que om 22 ou anlos
nacional do Recite.S. Exc. o Sr. presidente da chegasse asmaos de el-ici ViclorEmmanuel. Desde
provincia manda coramunicar a V. Exc. quo aquello momento a poltica do gabinete de Turim
thesouraria de fazenda se expede ordem nesta devin, seno variar; polo menos sotlrcr urna pro-
data para pagar a quantia de 870j966 rs., em que funda modifica' o ; ludo o que n'aquclla corto se
importaran) os vencimentos dos olficiaes do exor-: fizesse, devia levar, se houvesse produzido algum
cito empregados na guarda nacional deste mum- effeilo a advertencia do imperador, um cunbo que
opio, o pret dos cornetas, tambores e rlarins da revelasse aquella poderosa influencia. Pdis bem
mesma de 1 a 31 de outubro prximo lindo e o eis-aqui um facto, que mostra al que poni lem
aluguel da casa, que serve de secretaria desse sido fructuosos os conselhos de Napole, e se
commando superior, a contar do junho ao mes- houvo ou nao variaco na poltica piemonleza
mo mez do outubro cima citado. relativamente as que'sloes que fazem o assumpto
Ditoao chefe de polica.De ordem de S. I a carta imperial.
Exc o Sr. presidente da provincia, communico Em 25 pelas oilo horas da noite, isto tres
a V. S., em resposla ao seu ollicio de 5 do cor- ] dias, quando monos, depois de recebida pelo rei
rento, sob n. 1029, quo por despacho do hoje, j a carta do imperador, rcuuiram-sc na sala da ca-
authorisou thesouraria provincial a pagar a mar, e sob a presidencia do deputado vicepre-
quanlia de 2O$0u dos aJuguois da casa que ser- ( sidenle da mesma. Depreiis, quarenta e novo de-
ve de quartel ao destacamento da freguezia da P ulados, previa e publicamente convidados. Con-
Varzea, a contar do julho a outubro deste anuo, grogaram se em vista da impresso que no pu-
Dito ao director geral da inslrucco publica. Iblico havia causado o pouco lisongeiro exitu ai-
ra contraria.
Alm disso, a devaca que acaba de ser feita
entre nos, revelou absoluta ment as raesmas ma-
nobras entre os dous partidos que lulavam era
Louvain, como no resto do paiz. Assim esse
resultado nao de natureza a augmentar a aulo-
ridade mora! dos membros da legislatura em ge-
ral. Ter-se-ha apenas constado, com certa so-
lemnidade, abusos que se apresentam, era uma
medida maior ou menor, no seij de todos os
collegios eleiloraes sem dislinccao. E' de noto
riedade publica aqui que certos represntenles e
senadores pagaram dez mil francos, vinte mil
francos e mesmo trinta mil francos para screm
eleitos.
A entrevista Jo rei dos Belgas com Napole
III era Biarritz preparen decididamente, a reu-
niao de um congrego europeo que sera encarre-
gado do arranjo nos negocios da Italia, porm
que bem pode por em questo rouitos arranjos
lerritoriaes, consagrados pelos tratados do 1815.
Dizem que o congresso se reuni em l'aris.
F.' um erro. Posso asscgurar-lhe de um modo
positivo que a reunio dos plenipotenciarios da
Europa ser um Bruxellas e muito brevemente.
Como o congresso se rene aqui mesmo pode-
rei po-lo rpidamente au facto dos seus trabalhos,
e entrar, na prxima carta, em desenvolvimen-
los extensos e certos sobre a situaco eurojea.
victima,
para a realisar.
Acontece s vezes quo, por causa do ressenli-
monto entre duas kabillas, a oira se convert-
n'um campo de balalhu, em que uns e outros se
parapcitam cora 03 objeclos que levara para ven-
der, e all combaten) das inleiros.
Quando estas feiras sao pacificas, rcunera-sc
nellas os mouros princpaes para trataren) de po-
ltica.
As mais noiicias importantes communiram-s-.-
ao povo por raoio do bandos o pregues.
REMEDIO CONTRA AS SBZQES.
A Gazcla Medica de Strasburgo d noticia do
seguinlo remedio indicado como tpico infalli-
vel contra urna das r- '"i-s mais obstinadas
dolorosas, a febroin*. rfe. O remedio con-
siste na applicaoau do r.uer quiqieo, medica-
mento anda quasi dosconhecido'doschymicu? .
administrndosob a forma de inspiracoes gazosa*.
Asobservacoes relativas a este methodb fo-
ram culhidas por MM. Wurzlan e Groh, mdicos
do exercito auslriacu. Vamos reproduzir resu-
midamente as indicaoes dadas a eslo respeito
polo jornal austraco que primeiro as patenteou.
O elherquinico prehonche todas as condicoes
quo se podem exigir de um agente therapcut'ico:
elle opera tute,cito el jucuiid.Duas ou tres grara-
mas desle elher derramadas om uma compressa
c inspiradas maneira do chloroformio, detm
sbitamente um accesso e obslam a que volte.
Sote observacoes, referidas pelos dous mdicos.
e8labelecem mui claramente esta aceo prompt.i
e radical.
Em todos os docntes, o accesso diminuo ex-
traordinariamente desdo que o remedio foi ad-
ministrado, e nao se reproduzio mais quando a
molestia nao era muito inveterada.
As inspiracoes do ether puro nao fizeram Se
nao augmentar de um modo insupportavel o pe-
riodo do calor ; as inspiracoes do ether conten-
do sulphalo dequinino determinaran! algumas
vezes certo elfoito a nli-porio.lico depois da ob-
sorpeo de grandes quantidades destes vapores ;
mas nos casos graves, osla acro ora to pouc-
s scnsivel, quo os doentes sollic'ilaram o empreg .
. de meios mais enrgicos. Assim o elherquini-
co obra bem por sua aeco propria e nao pelo
elher sulphurico que podoria couter.
Aos homens da sciencia compete avallar a
! prolicuidade do novo medicamento e fazer os
esludos necessarios sobre a sua applicacao.
S. quo o requerimcnlo, em que os Indios da al- S. Exc. o Sr. presidente da provincia manda re- -caneado pelo general Dabormida na sua confe-
deia de Cimbros pedirm ser mantidos proviso-
riamente na posse das torras de sua aldcia al
'|uo se veriliqH- a respectiva demarcaoao, leve o
despacho seguinlo :Roraotlido ao Sr. Dr. juiz
municipal do termo de Cimbros para fazer man-
ter os Indios em suas posses roconhocidas infor-
mando a eslo governo sobro o que allegam.
Dito ao director interino das obras publicas-
De ordem do S. Exc. o Sr. presidente da provin-
cia communico a V. S, em rosposta ao sou officio
de 4 do crvente, sob n. 2fi9, que, por despacho
de ho.-, aulorisou-sc a thesouraria provincial a
pagara quantia de 1:398$, que, segundo consta
da conta, que oiompnrihou o citado officio,
Ibis dispendida com os arranjos e decornco da
tribuna destinada a SS. MM. V) no theatrode Stn
Isabel.
melter a V. S. para seren rocolhidas biblioto-! rencia com u imperador, e a concluso do trata-
ca publica provincial as collecccs de leis pro-' do do Zurich, no qual longe de serem .nodifica-
proviucin desde o auno de 1835 | das, vom confiraiadas e ampliadas em sen-ido
mitigadas nosla
at o do 1859, dcixando de ir as do
por nao existirera exemplares disponiveis nesla
secretara.
Fka assim respondido o officio de V. S. com
data do 3 do crrente, seb ni 213.
P'
leis geraes, ; dinmetralmcute opposto as protencoes do Pie-
monte, as bases do convenio do Villa Franca.
Examinaram-se e discutirara-se detidamento
os ltimos actos do governo sardo, tomando o
debate um giro de tao violenta opposico, que
por momento se ia assimelhando a um convent-
culo. Todnvia, alguns deputados, mais reflecli-
dos e conhecedores da critica situaco dos nego-
-------------------------- i cios, tomaram a palavra o tentaram acalmar os
O nico incidente importante de que tenha- mais impacientes ou exaltados, fazendo-lhes ver
mos a enlrcter os nossos leitores uma caita : os perigos a que se espunha a causa do Pieraon-
que o imperador Napole expedio ao re Vctor i le e da Italia se acaso seno procedosse com mo-
Emmanuel.em 20 do passado. Estacartalfoiprimei-!deraco e cordura, e sobre tudo se isto podosse
ro publicada pelo Time*, e poder-se-hia duvi-jindispor contra elles o imperador Napole, com
EXTERIOR.
Variedades.
A CAMPA EM VEZ DO THALAMO.
Uma carta do Roma de 15 de outubro diz :
Acaba de commettor-so um crime na cidade
de Vclletri. Mr. Spontoni, mancebo porlcncento
a uma das familias mais dislinctas da cidade, foi
ABYSSINIA.
AsrelajOes de Franca com a Abyssiuia dalaiu
de 1708, poca em que o padre raee, missio-
ndrio, foi acreditado junto do rei Ousta que go-
vernava o Ambara.
O Ambara lem uma populacho catholica nu-
merosa, no meio da qual vivera os missionarios.
A cidade ondar, sua capital, edificada so-
bre uma moulaiiha a petto do O kilmetros ao
norte do lago Fana.
Tem porto do 30,000 habitantes.
E' a habitaco do re o da corte.
I.mona i2 igrejas, sondo as pririncipacs a
Quosquom, a da Santa Virgen) e a Nalividade.
Esta cidade banhada por dous ros, o Calta
u ngaros, que conflucm om umdus arrabaldes.
O Ambara. 6 o mais adianlado de todos os c-
lados da Abyssiuia, graeis aos missionarios qu>
all tem ensinadu cuta us principios da religiao,
us artes e as sciencias.
O principe Noguili, tilho do re de Gondar.
foi ha meses a Taris olVcrecer prsenles da parte
du rei, seu pai, ao imperador dos francezes, o
rollando a seu paiz no vapor epypcio Marcoi,
quando oslo naufragou n'um banco de coral^
porto de Cosseir, o principe pode ganhar a trra!
assassinado, na quinla-feira ultima, na occasio o dirigindo-se cidade mais prxima
em que saina do palacio Phylippi. Eslava para | no caminho depois do tres dias de privacoes o.
celebrar o seu casamento com madamesella do
Phylippi, lilha do conde de Phylippi, antlgo es-
cudeiro do soberano pontifice.
O joven Spontoni acabara do assignar as es-
crpturas naquolla mesma noite, e regressando
sua casa s 10 horas, foi assaltado na ra por
daa possoas mascaradas, uma das quaes o abra-
eou e aoulra Ihe deu duas punhaladas. O infeliz
mancebo nao morreu logo.
Condu/.idu sua cas'.>, teve lempo pira fazer
o seu'testamento.
(adigas.
BANHOS DE AR. '
Segundo uma memoria recente do Dr. Inng-
ton sobro o b.inho oriental, um banho de ar que-
le muitas vezes mais salutar que um banh >
de agua |
Ruinas anda existentes mostrara com a maior
.videncia que ha j rauitus seeulos este
ero de banho eslavo plenamente
corlas parles da Irlanda.
Em Rotlm. o as margen? de Ferniaflagb, ha
ge-
era uso em
/"
MUTILADO


Hmm
(*)
DIARIO PERNAMBGO. SABBADO 3 DE DEZEMBRO DE 1859.
r
asas Jcsuorcs (sue atraihou Bes] construida em
lorma de chora hollenlo'.e, s quoe rio o? cam-
ponezes para se curar de doencas dolefosas por
meio de urna copiosa transpirando. '
v. Conserva a pella ein un r'-iado de limpeza
pelo uso do9 pannos quelites, diz o doutor, e ella
ticar nao so dese.mliaraea^a do que 6 impuro,
mas absolver o uxvgouio do exterior agul-
'a, osrheumalismos e a diarrhea serao porcsla
noa mitigados nos seuseffeilos.
Eu^iSo proclamo urna paiiaiva,--coiilinua elle
-mas' ri'i'ommendo nina prnlicaquo nao so
previnif, niascurai as docncas ; que vem de
lempos remotos, que se cha em uso en una
grande parle do mundo, evencravel por sua an-
tiguidade, fundada sobre a scieucin, apoiada por
tutoridade c conlirmada pela experiencia .
CASAMENTO E A DRAfAO DA VIDA.
Algunsdados Curiosos sobre esle ubjeelo fo-
ram csUiK'leiidos pelo l)r. Cnspcr, em uro, escrip-
ia por elle publicado eni Berlim.
Ha mHto que s> ditia, q>ie os celibalarios vi
viun menos que os casados : IL'.Mand e Depar-
cieux, erara desta epiniao, e Volt aira havia ob-
servado que se soicidavato roais aqueUes, de
que entre estes, fodaria Odsir foi o primeiro que
se cnlregou a m tame proiurdo da queslo,
o acliou que para as mulheies casadas a dura-
jo media da vida, na idade de 25 annos, era de
:>l, pouco mais ou menos, eso de 3.) anos para
as nao casadts.
Em 30iimos ha urna dTerema, de qualro a
avor das rrmlhcres casadas ; em 35, de i, e as-
pira por diaule.
uanlo aos lioruens, v-se pelas laboas de lle-
parcieux e de Amstordan, que a morlalidade
entre os de 30 a 15 annos, de 37 por cento,
quando nao sao casado?, a S de 18 por cento'
quando o sao ; que em 41 celibatavios que ehe-
gam aos 40 annos, ha 78 tasados que cliegam a
na idade.
A diferenra torna-se anda mais notavel em
ima idade mais aiiianlada.
Em 60 annos coniatn-se vivos 22 solteiros e
48 csalos ; em 70, 11 eellbalarios, e 27 casados :
e em 0 ha vivos 11 homenscasados, e apenas3
solteiros.
Asraesmas proporeoes existem, pouco mais
lmenos, nooulrosexo: assim, porexemplo:
71 mulhercs casadas e 52 solicitas, rheg.iin
idade de 45 minos.
Mr Gaeper entende, pois, que um faeto in
onlestavel, quo nos dous sexos o casamento
i'avoravel longevidade ; c com effeito, as cifras
que acabamos de citar vciu victoriosamente em
apoio desla mxima :que nao conveniente
l'jo o homem viva s.
CASTIGOS EM HARROCOS.
Segundo o cdigo que Vigora em Marroros, o
roubo, quando nao c do fonci-ionanos. casliga-se
com amputaces proporcionadas ao valor da cou-
sa roubada ; nina orelha, duas, um ou mais de-
dos, urna oudu.is mos, um ou dous bracos, e
por ultimo a cabeca se separa do corpo do la
drao.
Estas execuces effectuam-se S'm apparatn
atgume em qualquer lugar, e a qnalqoer hora,
iem mais que o paciente, o preciso operador e
ojuii, Apczardisto, o paizest infestado de la-
dres.
INVENTO DIABLICO.
l.m hbil induslrial de Pars,recrnlemenle ehe-
gadode Shanghai, diz a Naro, Irouxe una in-
venco cbineza, que Iransplanlada entro nos,
pode produzir resultados. Consiste esta diabli-
ca imeii'iio de um pape!, do qual se pode
voni.ide limitar a durac&o, por moiodasaturacao
de certa agua branca. Dada em um papel pre-
parado, papel de seda ou de arroz, esta magni-
fica agua, da qual nada destre o effeito, logo
que absorvida pelos poros do tecido, devora o
inesmo papel no lim de G das, de um mes, de
"ule que os coraprornissos conlrabidos em um
lar papel duram o lempo que se quar e que apraz i
mao mais ou menos leal que nelle escreveu.
E' neste papel, de perlVila somellianca com ,
ontro qualquer, que os Chas escrevem os seus)
juramentos, de amor, leudo o cuidado de equi-
libraren, com a sua ordinaria sagacidadu, a sua ;
paixo e a dosc de agua corrosiva, agua a quede-1
ram o perlencioso nome de truta divina. U pa-
j>el cbama-se papel de ora prudencia.
Uisonho suigio o sol
De gallas ornando o dia
Kxullai, Brasileiros
Em transporte de alegra.
llores mil boje brotaram
Com mais belleza e perfume
Nos corares Brasileiros
Hoje ferve ardente lume.
Bradcmos, oh Brasileiros,
Com peral satisfarao
Viva D. Pedro Segundo
E a nossa Constituirlo.
O Sr. inspector da thesouraria geral facul-
lou-nos copia do seguiite mappa da receita o
despeza da provincia, que apresenlou S. M. I.
na occasio da visita aquella repartirlo.
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A CONSTITLigO F. FR.4XCISC0 11 I)' VtSTRIA.
Francisco II naogoslava de constituidlo. Liu :
Oa o eeu medico, o baraode SiifTt, disse-lhequel
a tosse que elleti'nha nao lhe dava cuidado, por-
que a consliluiao delle era boa.
Que dizeis vos? diz Francisco 11 ; ha milito!
lompo que nos conhecemos, mas en vos prohibo
le renunciar essa palavra diante de mim. Dizei
qae^u ienho una saudc robusta, c, se queris
um porp syslema corpreo, mas na i me fallis
le boa conslituieao. Eu nao tenho sonstituirao, j
nem a quero ter Tal.era o honor que lhe
'ausava s o nome !
PERNftWBUCO.____
REVISTA DIARIA
==Ne dia 20 do mez lindo foi adtnittida aAgus-
l i pr.'senea de 8. N. o Imperador a adminislra-
i;ao da companhia do Beberibe, de que tazem par-
te o Dr. Joaquiui d'Aquino' Fonseca, cuimncn-
dadores Jos Pires Terrena, Manoel Goncalves da j
Silva. Dr. Jos Mamcdn Aires Ferreira.Jo.se Tei-:
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xeira Basto e Luiz Antonio Vieira e neesa occa-'
siao foi recitado o se| SENIIOR.A W,o da companliia
do ^Keribe vem, cu... juilo, render a V. M.
Imperial, s^^fspeiiosas horaenageus e feUci-
ta-se pela honrosa visita que V. M. Lnpesial
iiignof-se de fa/.pr a esta provincia, quc% inscre-
\er em sua historia, da qualfC a pagina mais
briTnavte.
Se todos, Senhor, reronliecem agradecido- que
a prosporidade, de que goza esle imperio, se de-
vo ao sabio e parterualgorerno de V. M. I., lo-
dos Teem no futuro beus,(|iie desla visita resulta-
rao para Pernnmbuco, e que concorrerao para
que a aurola, que orna o Nome Augusto de V.
M. Imperial, anda mais fulgurante se torne, dfr
fundindo sua luz sobre as casas heroicas de Bra-
gang Ilapsbourg.
Digne-ge V. M. imperial de crr nos ardMMp,
o sinceros votos que no Co dirige a administra-
;ao da companhia do Beberibe pela florido
Reinado e perpeluidade da Djmnastia de
imperial.
S. M. dignon-se responder nests termos ;
AgradeQo cordialmentc a congratulacao
adraiiiistragao da companhia do Bebonbe.-
^ Quinta-feira vespera do feliz natalicio
S. M. o Imperador foram as ras lodas Ilumina-
das, o que ha sido sed) inlerrupco e voluntaria-
mente desde o dii 22 do passad, em que SS.
MM. II. aportaran) s nossos plagas.
Banda3 de muscas percorreram essas mesinas
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metro lugar entre os
mundo.
Em 1776, Eisrd, Sebasliao Erard fundou em
Pars a piimeif fabica de pianos, e obleve logo
una vaga quese tem conservado at agora. En-
tretanto, por 40 annos, ou mais, a Franca e Co-
dos os mais 9ai7.es foram tributarios Alle-
inanha e da Inglaterra, que chegaraui a forne-
cer por procos moderadsimos excellentes ins-
trumentos.
Dcpois de Erard seguio-se, ninis famoso que
elle, o allemo Hcnrique Pape, qae-wio fundar
em Taris una fabrica de pianos. Seu genio in-
ventor dolou os pianos de preciosas modiflca-
ces, que lem sido adoptadas por todos os fa-
briranles do nome.
Pleyel em 1825, fundou a segunda fabrica sob
a firma de Pleyel & Companhia, e deram tal im-
pulso fabricado dos pianos, que pode come-
car a conriirreiuin com a Inglaterra ea Alb-
manha. Depois delle, Rollcr e Blanchrr, Henri-
3ne Herz e outros fizeram com que a Franca po-
esse igualar ssuas riraes.
Mas ainda fallava o ultimo toque. J se havia
conseguido um grande aperfei<;oair.enlo na fa-
brcaco dos pianos, com ludo a" obra podia ser
ainda aperfeicoada :
M. Felispae, relator do jury da exposico uni-
versal de Pars em 1855 assm se cxpliea'sobre a
falla que entad so couliecia
Havia um problema comploxo a resolver : pro-
duzir em toda extensao do piano um som ao
mesmo lempo forte, largo, chelo, brando c claro,
que em qualquer condico, de perto, como de
longp, n'uma sala, conio n'iim llieatro, tivesse
fon-a, spm zuido, doeura sem fraque/.a, brillio
sem rudeza. Este problema, cuja soluco pare-
ceu por muilo tempe urna utopia, foi" resolvido
complelanieute por Hcnrique Herz, nos seus
lanos de cauda tanto grandes como pequeos.
Esta eonfissao na bocea deM Felispae a ho-
menagem mais completa, que podia receber
Henrique Herz, que com toda a justica o pri-
meiro fabricante de pianos na Europa.
L-se no Jornal do Commercio, de Lisboa :
MiNmcENCu sii'KHivi.. No mez d margo
ultimo veio do Rio de Janeiro para Lisboa, a
Sra. Gerlmdes Clara Gomes, que residir no Bra-
sil duraule 50 annos.
Esta senhora posua varias cartas antographa da
imperatriz Leopoldina, mi do acluil Imperador
do Brasil, o Sr. D. Pedro II, e av de el-rei o
Sr. I). Pedro V, dirigidas pela augusta imperatriz
a um %seu alunado. A Sra. Gertrudes Clara Go-
mes, antes de partir do Rio de Janeiro, foi en-
tregar aqueUes aulog.aphosan Imperador.
Agora pelo paquete transatlntico entrado no
dia 3!, receben a quanlia do 400J000 res que
llie mandn dar o Imperador, ionio teslcinunho
do seu imperial agrado, pelo presente que lhe li-
zera. S. M. I. de ccrlo apreciara aquellas pierno-
nas da sua Augusta e Virtuosa Mai, c por isso rc-
tritiuio o valioso presente que lhe lizera a Sra.
Gertrudes Clara Gomes.
L-se na Aacdo de Lisboa:
Aposta notavel. Dous ingleses apostaran)
lem Paris. que a queslo italiana durara alm do
reinado de lodos os soberanos acluaea da Eu-
ropa.
Como se llies observasse que poderia mulo
i bem acontecer que os dous aposladores nao vi
vessetu j, quando se lialasse de dar o valor da
1 oposta iqiiclle que a ganhasse, o mais idoso dos
dous disse fleugmaticanienle :
Os mcus lestamenleirosficaro cncarregados
de pagar ou receber a aposta.
A aposta de 100,000 francos.
Yksivio.Na falta de noticias polticas im-
portantes, diz urna correspondencia de aples,
rocera na Patria, oceupar-uos-hemos do eulco
do Vesuvio.
Os phenomenos que all se observam desde
que leve lugar a ultima crupgo de 1858, que
continua a vomitar urna grande porcao de lava,
COjnecaifl a causar serias iiiquielaees aos habi-
tantes de Portici e de S. Jorgi.
O que distingue essa erupcao, que ella
continua e subterrnea ha" mais de de/oito
inezes.
A'os annaes do Vesuvio, que dalam do auno de
79, poca da desiruico de Pompea, e a jnlgar
pelas erupQoes que depois disso tem sido obser-
vadas, e que sao era numero de cincuenta, nao se
encentra analoga alguraa com a que actualmen-
te se observa.
As Ires mais terriveis erupgoes do Vesuvio,
sao a de 1631,que durante dezesseis horas, amea-
Sou destruir aples por .u 111 furmidavel tremor
. e Ierra, e cujas cinzas eiiegaram a lodosos por-
losdo archipclago, e al mesmo a Conslantino-
pla ; a de 1/37, cuja lava deslruio-a raaior parte
da cidade de Roesina ; e flna'mer.te a de 179 ,
na qual a velocidade da lava ,ercirreu duas m-
llias no espago de seis horas. Esa distancia
hojp excedida pela erupgo actual mi'O tem per-
corrido quasi tres milhas de extensao.
A nova crtera do Vesuvio, abrio-se, como se
sabe, em seguida a um violento tremor de (erra,
que deu lugar a que o guinde tone desse vul-
co se fendesse.
Segunda a observado de Mr. Falinlcri, direc-
tor do observatorio vesuviano, a lava sabe da
parte inferior do cono, no sitio denominado Fai-
no delle Giuostre, a Irczenlos metros da casa do
eremita, e prolongando-se por esse grande valle,
lanca-sc na immensa bacin conhecida pelo nome
de Grande-Bacia. que lem olenla metros de pro-
fundidadee mais de trezentos de largura, c que
est hoje completamente cheia ; era seguida,
depois de ter rompido a estrada rca4-. cni tres
pontos differenles, deslruio urnas vy^ habila-
coes ruraes e de recreio, inutilisou grandes por-
ces de terreno productivo, e passou alm do
rio delle Guagua, torrente de lava q5e se prolon-
ga na dirercao do Campo-Santo (cemiterio) de
Porlci, de que apenas dista alguns metros.
Calcula-se approximadamente que essa nova
crtera tem vomitado mais de vinte e dous m-
Ihoes de melros cbicos de lava.
Por um acaso extraordinario, a lava respeitou
a casa de um velho sacerdote, que esl, sem ter
gesso ; posto o fogo na pona, o escaler desusa-
se sobre a agua como um relmpago ; os selva-
gens, que veem passar este meteoro, que go-
verna perfeamonle, cstao ainda mais maravi-
lhados, do que quando virara pela primeira vez
os barcos a vapor o as locomotivas.
O que ha de mais notavel nosla machina a
facilidade com que se suspendo o movmento
dcsle drago volante, basta abaixar um croque
diante do orificio do tubo de ferro, para o esca-
ler promplamenle parar Depois de ter commu-
nicado com as embarcaces, que vao encontran-
do, o postilho marinh levanta o croque, c par-
te como um fuso.
UALANC DA KLClitlA UESFEZA UUS tSTABliLlit.lMKiMOS DE CARIl-
DE, VEiFICAO DO 1. DE JLHO A 31 DF. OUTURRO DE 1959.
For ora a ultilidade desta machina liniita-se a
traiisniitlir os despachos, e a fazer a polica dos
rios ; e por isso 6 chamado Guarda do Minis-
sipe.
A Prense publica o presente quadro do pessoal
diplomtico de Inglaterra com os rencimentos
de cada um dos empregados. Parece que o uni-
copmbaixador nomeado depois de Janeiro de
1856 foi Sir Henry Bulwer I.ylloii, que succe-
deu a lord Straford de Redcliffe em onstanli
nopla.
Enviados evlraordinaros e ministros plenipo-
tenciarios ; lord Wodelouse, S n-Petersburgo,
172:500 francos : M. Andrew Buchanan, Madrid,
185.000 : II. G-G-R Cordan, Hanoxv 85,000 ;
Sir Howard, Bruxell.is 57,500 ; Lord Augustus
r.oftus, Tnrin, 172,500 ; F. W. A. Bruce, China,
200,000 ; Lord Napier, Hava, IfJO.OOil ; Lord Lv-
on Washington, 127,500"; Sir P. C Scarle'tt,
Florenga 57,501; F. R. Forlex, Brasil, 57,500 :
H. G. Ellint, aples. 110,000 ; M. A. H. Pagel
Copenhague, 100,000; M. W. D. Christie, Cnn-
federarao Argentina 82,500 ; L. C. Otluay, M-
xico, 90,000 e E. A. J. Harriz, Berne
francos.
BECE1TA. 1
Saldo em caixa, a saber :
Letras.. 1:082 i 45
Recibos. 6:5275904
Txecebiilo da lescuraiia pro-
vincial,importancia Jo cu-
rativo dos mendigos remet-
tidos pela polica de 1." de
outuhro do anno lindo a 31
de margo do corrento anno
Da mesma thesouraria, i Jera
J'abril a junuo. .'......
Da dita importancia por saldo
do subsidio vencido em di-
to mez ild junlio........
Da dila importancia do cura-
tivo das pracas do corpo de
polica d'abril a junho dito
'56,250 I
A CAPITAL DA INDIA PORTUGL'F.ZA.
Do Archivo Unicertal : Nao raro encon-
trar nos livros estrangeiros que fallara da capi-
tal da India porlugueza ideas falsas acerca da-
quelle antigo imperio oriental, procedidas em
grande parle das tres denominacoes de Ga Ye-
Iha, Ga, c Voixr Gon, dadas a varios districtos
da ilha, que os autores cslianhos quasi sempre
classilicaui sem criterio, e que mesmo os naci-
naos coufuiideui militas vezes. Daremos algu-
raas expticaces sobre o assumplo, nao para es-
clarecer os que (em visitado a famosa conquista
de A Omiso de Albuquerqiie, mas para lico dos
menos sabidos na materia.
Nova Cot se chama desde 1813
estado da India, e divide-se em
a capital do
Ires bairros
langim, que de ha ramio usurpara a sede do go-
verno velha cidade ; ltibandar, povoaco mo-
derna, unida a Pangim por urna extensa"ponte ;
o Coa, resto desmantelado do iho
emporio indiano.
Ga
o commtTci.il
O piano.Mais de.utn escriptor lera desa-
creditado 0 piano. Entre os aborridos do novo
secuto, miiilos ha que. lera feito do piano o tilo-
ma de suas espirituosas invectivas, tentando, ain-
da que debalde, torna lo um objeelo, sen.io de
horror, ao menos de despiezo. No seu exagerado
spleen, tem chegado a considera-lo como urna das
calamidades do que s pode escapar o homem ho-
nesto fugindo para o deserto.
Mas as susreplibildades dos detractores do pia-
no, felizmente nao tem conseguido senao o riso
dos que veem na sua raiva ridicula nada menos
ras, que otl'eiedam um aspecto encan
pela^varicdade do que so cumpunlia a illuini-
nacOj'
Dous novos bjflalhoes populares vieram abri-
Ibantar mais ewe aspecto, sendo notavel um
lelles que representara o Ierro invencivel de
Henrique Illas, que marchava a' sua frente mon-
tado a cavallo rom os demais hroes compartes
uas suas glorias.
Esle lergo era composlo exclusivamente de ho-
mensprrlos, (rajando brancocom gorrvsde verde
- amarello e leudo a sua fenle una bella msica
marcial.
Honlem, anniversario do natalicio de S.
M. o Imperador houve no convento do Carmo
por obra do meio dia Tc-Deum, a que SS. MM.
II. assisliram, sendo esle seto concorrido por lu-
do o mundo eftlt al e pelas pessoas gradas da
uossa popularo.
A ess solo'mnidade presidio toda a pompa e
brilaantismo, que o acto requera, c qiie as pre-
vengas de SS. itlfl. II. irapunham.
Em seguida leve lugar no pago imperial beija
mao, leudo a honra de beijarem as dexlras de
SS. MM. II. lodosos cidadiiosque coinpaicceram
iquella funegao.
A tarde pelas cinco horas, deu-se o arruma-
menlo das tiopas, sendo a brigada composta dos
ires baialhes desta cidade, do do Poco da Pa-
iiella e do dos Afogados da guarda nacional ; dos
dous esquadics de ravallaria da mesma guarda
nacional desle munjcl|o, do 10 do liuha e' do
parque de aililharia, sob o coinmaudo do coro-
uel Lamenha.
O largo do pago imperial, onde formou-se a
brigada eslava apinhado de povo, que nao cessa-
va de victoriar a SS. MM. 11.
A noite illuminaram-se todas as ras.
O arco do quartel do corpo de polica foi
(ador que uma s?uJadcda amiga guitarra.
I'e//ta uma miseravel aldcia, cotnposla
ilas poiicas palhogas, que cercara a parochal
greja de S. Andr, onde a tradicao diz que-i.a
amigamente o assento de uma cidade dependen-
te do re de BUnagar ; como porm a conquista
Oe Albuqiierquo esta hoje em ruinas, e Pangim
lomou nionie deAoro Ga, 6 natural chamar-se
veina (,oa a cidade portngueza, como gcralmen-
le se chaina, deixando era completo olvidio a
raais antiga fundagao indostana.
De Ga Velha nem ruinas existen) ; apenas al-
binias palhogas, como disspmos, issignalam o
lugar da pnmiliva construceo ; mis em Ga
que D. Anlao de Noronha cercon de muralhas'
anda se veem de p famosos monumentos por-
uguezes. taes como a sumptuosa cathedral, o
templo do Bom Jess, aonde se admira o mari-
neo tmulo de S. Francisco Xavier, o velho ar-
senal aonde se apreslavam os galeoes da carreira
o anliquissimo caes, etc. a par das ruinas do pa-
lacio archiepiscopal, do palacio da inquisirao, e
de muitos conventos entregues ao abandono des-
de 18J4. Apenas humildes casebres cercam es-
tes restos do anligo esplendor do GOa !
A peste, os assedos, a insalubridade do clima
[orara tornando deserta a velha cidade. e ao se
lado, em mais vanidosa posicao, fo-se prien-
do vagarosamente a garrida Pangim. Os over-
nailorcs da India muHarara pin all a sua resi-
dencia, levantaram palacio do govprno, alfandc-
ga. quanrua, e mais edificios pblicos no recin-
to da nova aldea, e com o andar do tempo, de-
pois de ter usurpada de faeto os foros dn aban-
donada GOa,. a moderna povoaco alcancou de
d.reito o titulo da capital da India Porlugueza
com a denominaco de cidade do Nova Ga!
Alm du eloganto Uarro de ltibandar, lem a
cidaqe dous arrebaldes, pouco povoaos S Pe-
dro ou Panclin. onde foi por muilo lempo a re-
sidencia dos vice-reis, e Sania Luzia ou Dan-
gim.
A ilha de Ga, aonde est assnete a cidade
tem sois milhas de cumplimento sobro qualro de
Ittgura, approximadamente ; separada do con-
an.mte, a leste, por um estreito canal, e cercam-
na oulras libas e ilholas pouco povoadas. o que
ludo conslilue o conselh-, das ithas de Ga com
uma supergie de 46 milhas quadradas. e 45.577
habitantes ; 55 aldeias, e3l freguezas.
Ga dove muto aos seus ltimos governadores
que a porfa se teem empenhado em belesa-
la. eque lera dado lices do boa administraro
ao governo da melropole.
Da dita importancia votada
pela lei do orgamento fin-
do para os reparos Ja ca-
sa do hospital de Crida Je
Da dila importancia do seis
caraizlas pata a casa da
delengo.............
Do solicitador dos eslabele-
cimentos de caridaJe, im-
portancia do rendimento
de predios cobrado evecu-
tivaiutjiiie............
Do dito, idem dera.......
Do thesoureiro da Assoc'faeao
Commercial Beneficente
importancia da offerta por
ella feilaaosestabeleciincn-
osdeCa-rilade........
Do mesmo, idem.
sido ainda destruida, completamente cercada por
essa materia inftaiumaw-at
Ihado.
1 maleria inlT3iumai--at a altura do le-
r
Desde entao pinguem mais pode entrar nessa
habitago.
Algumas experiencias feitas pelo director do
observatorio provam que o calor da lava nao
inferiora 1,000 graos Rheaurour.
Os Iremores da teja leera ltimamente sid,o
frequentes, e para recelar qucellessejara o in-
dicio.de uma prxima erupgo.
A marinha prussiana.E'sonjente desde
188 que a Prussia princpiou a ter uma raa-
rinha.
Nessa poca nao tinha mais que. uma corveta,
a Amazona.
Actualmente a marinha da Prussia consta de
75 vasos, armados de 292 bocas do fogo, cora um
epssoaldc90o!ficiaes, 1,300 marinheiros, e um
alalho naval composlo de 22 ofllciaes c 600 sol-
dados.
A esquadra prussiana era p de guerra deve
(er 3,500 homens eflectivos.
0 conselho do almirintado foi creado em 1853 ;
Consegiiintemente o piano vencedor triumpha
por toda a parle ; lodos os conservatorios lera aug-
miV,m i "U,Dff i,^n e3le.,nilrume10 ; c,aa;a dia apre- hende tres divses : a divisao do pessoal, a di
slas. eadavPz mais celebres; o boje | vs3o aos Irabalhos de marinha, a divisao dos
islrativos.
u uii almirautado
que nao de ao piano o lugar de honra na sua sa-
la de vizitas
. ; u j j -,----------r1 "">* i visao uos irauaini
nao ha sociPdade quo nao lenha seu piano, nSo negocios adrarais
_u-!!!n!,.,a n"ia d.a maw. cl.assica burguezia. I Ao conselho do almirautado pertence o com-
uiando da eslago naval do mar Bltico em Bau-
e ja se nao v o programo^ de
qualquer concert era que o piano nao faca a sua
figura.
E esta grande voga, esta opinio geral a favor
do piano, tem a sua razo de ser; o piano til,
tenham porlanlo paciencia os seus detractores. A
poca actual olha a msica como uma necessida-
dp, nao ha educago completa se a msica nao
entrar como elemento delta. Enao so entende
por msica somonte o que comprehenlc a lin-
guagem dos meslres, mas o que capaz de a in-
lerprelar.
Nao lia instrumento como o piano, para se con-
seguir essa interpretago c principalmente seo
piano perfeilo. e sera nenhum dos defeilos, que
podia (er a principio.
O piano, como ludo que susceplvel de aper-
feigoamento leve deleitse nao pequeos. Haum
seculo, e ainda, talvez, ha meio seculo que o
piano era muito dfferenle do que hoje Do mes-
mo modo quo o mundo musical nao conlava os
Herz, os Liszt, os Thalberg, os Rubenslein, os
Pleyel, os Brassin etc.; e 'comtudo j em 1759 o
piano contara 42 annos de idade.
O primeiro piano do origen) allema : Schv-
der foi o seu inventor era 1717. Mas, antes de
Schvder, Padua c Christrsahi, em 1711 linhara
j feito numerosos ensaos.bem como Marins, fa-
bricante de instrumentos eslabelecido em Paris.
Foi desde logo chamado piano-forte, em razo
Ink, o deposito de marinha de Slrashund, o ins-
tituto dos cadetes de marinjia eu) Berln, acora-
IMA BELLA ARTO RE DESCONHECIDA.
Urna mulher de Ziarolshofen (Allemanha],
peno de kelil, tendo adiado no invern do anno
patudo, entre o seu caf, ura grao extraordina-
rio e dasconhendo, planlou-o no seu quintal lo-
go que chegou a primavera. Diz o lonutl do
aavre, que passado pouco lempo brolra da
Ierra uma plaa d'uma belleza admiravel. que
actualmente tem nove ps d'allura e uma gran-
de quantidade de ramos. A liaste principal os
ramos e os ps das folhas sao vermolhos : as I
folhas grandes e quasi triangulares ; e no cimo, 1
ha uma pyraraide de florOs d'um p d'allura. Na I
base, o tronco tem a grossura do brago d'um ho-1
mera robusto. Nao se couhece esta planta, ori- 1
giuana sem duvda do Brasil ou das Indias e 1
que em consequenca do intenso calor desle ve-
rao pode nascer e detfnvolver-se as margens
oo Kneno era toda a sua magnificencia.
EMIGRACO CHINEZA.
Os chinstem uma inclnago mui pronunciada
para a emigragao ; a guerra, a devaslacao e a
foine expulsara-os do paz. S a California tem
j recebido mais de 40,000 e todas as semanas es-
lo chegando Havana comboyoscora considera-
vej numero d'elles. Estes emigrantes sao ro-
bustos, cuidadosos e eminentemente proprios
para os irabalbos da Ierra. Conleotam-se cora
um pequeo salario, e pde-se-lhes confiar to-
dos os gneros de cultura.
DESCOBERTA IMPORTANTE PAIU 4. IN-
DUSTRIA.
L'm. jornal francez d'Africa diz que se falla
muilo de uma descoberla que vira a serum novo
manincial de riqueza para a Argelia. Desco-
bno-se que uma arvore indgena daqircllc palz c
all rata vulgar, possoe propredades maravilho-
S3s para dar urna cor negra magnifica e que subs-
miss^o directora dos Irabalbos-do porto de Jahde J^VnlT Sm^.M-1"801" ldJ'S materias 3,,e
. u--------.----------:-..-j j .f_:___. -j. at "oje tem sido em pregadas para esto flm,
a KerppRS, o coramissariado do afiniranlado de
Oldembourg, o governo de Jahde occidental al
Joer, e de Jahde oriental al Burkave.
O principe Aldabcrto da Prussia o grande
almirante da Prussia, immediato ao rci, e niem-
bro do conselho doalrairanlado.
A administrago naval ordenou ltimamente
a construego de 20 canhoneuas a hlice, tendo
cada uma o compriruento de 106 ps, cora uma
machina da forga de 60 a 80 cavallos, e 4 a 6
pegas de arlilharia.
O balalho de marinha, que do 600 horaens,
tambera devora ser elevado a 1,500 soldados.
Correio rnarinho.A gerago das invengoes
urnas pelas oulras segu naturalmente a mesma
como o campeche, a noz de galha, o suraagre, etc!
Diz o Akbar que o inventor M. Mliratere, obti-
vera j ura privilegio paro a explorago deste
nov producto argelino, que se chamar o cam-
peche d'Africa.
Passageiros do patacho brasileiro Anna, rin-
do da Granja :Manoel Ferreira de Faria c Joa-
qun) Cardozo de Almeida.
Passageiros da sumaca nacional Ilortencia,
sabida pdra a Baha :Pedro Rastelli F. R. Pa-
nanso, A. R. Pimentel, Francisco A. de F. Bar-
le que a da populago ; cada descoberla serve .ros. Pedro Ferreira Coelho, F. G. Moncorvo e 1
novo piulado e adornado para a lluminago da faculdade, que d ao executante de adocar
do dia de hnnlera, apresanlando assim uma pers-
pectiva agradavel, e as columnas se liam os si
-juintes versos !
Brasileiros, exullai
Neste da (o propicio
De nosso Augusto Monarcha
Festejando o Natalicio.
ou fortificar o seu tom, o que nao se poda obter
cora o cravo. Por espago de 50 annos s a Al-
lemanha fabricou piano, mas era 1727, John
Boradwrd em Londres tornou o seu nome cele-
de motivo para mullas oulras.
Ha algumas neutras, oulras esteris, mas tam-
iem ha algumas de uma produegao inde-
finida.
Por exemplo o fuso aereo do capio Sphingard,
que sob duas leguas, acha-so transformado era
luso martimo por miro capilao belga, que fu-
gindo a uma demissao na Europa, apreseutou na
America a sua invengo.
O jornal de Baln 'Rouge refero que o capilao
Gautoira, acaba do construir um ligeka escaler,
insubmergivel, cora o qual ura'companhia erapre-
hendeo servigo dos despachos, entre Piloburg e
Nova Orleaus, na razo de lo leguas
hora.
por
Nada mais simples do que esta invenco; 1 lon-
bre. Depois delle continuou a sua casa ; e seus go tubo de ferro que serve de quilha ab e3calei
successores continuaran) sera inlerrupco, e cora est cheio de materia fusivel e intlamraavel corn-
ial mrstria, que ainda hoje tem tambera o pri- I primicia pela prensa bvdraulica, e soldada com
criado, Joaquim Anionio do M. Cosa, Vctor De-
nis, G. A. M. 11. Mallos, Joo Ferreira dt Oli-
reira e Silva,Francisco R. Lins, Possidonio M. de
Lima, Jos C. de Lemos, Jos Joaquim da Silva.
Hospital de caiudade. Existem 68 ho-
mens, 50 mulhercs nacionaes;2 homens estran-
geiros, e 2 escravos, total 122.
Na totalidade dos doentes existem, 37 aliena-
dos, sendo 28 mulhercs e 9 homens.
Foram visitadas as enfermaras pelo crurgo
Pinto s 7 horas e 10 minutos da manha, e
honlem s 7 horas da noite pelo Dr. Firmo, e
pelo Dr. Dornellas s 8 horas.
Falleceu um homem de pneumona.
dem idem.
Da thesouraria de fazenda,
importancia do subsidio
dos vinhos, vencida at 30
de junho do crreme anno
De Mara Joaquina da Con-
ceicao, importancia das
despezas feitas na casa dos
l'.xpostos com seu ilho que
lhe foi entregue por ordem
da presidencia, de o d'A-
gosts ultimo...........
Do provedor do hospital por-
luguez, importancia de me-
tade liquida do que produ-
zio o beneficio d Jo por G.
Hermn no thealro de S.
Isabel em favor d'aqnelle
hospital e dodeGarid.de
De Jos Flix da Cmara Pi-
mentel, por mao de Jos
Joaquim do Miranda, im-
portancia do do (oro do en-
genho Ilemh'a, vencido em
26 de dezembro passado..
Do agente de leilues Hypolilo
da Silva importancia de
um garrote pertencente aos
eslabelecimentos de Cari-
daJe, despensando a sua
commissao.........,,
Do thesoureiro das loteras da
provincia, importancia do
beneficio da 7. parte da 4.
lotera do hospital Pe-
dro II...............
Do procurador dos eslabele-
cimentos de Caridade, m-
portancia por cotila dos
reiuliiiienlos dos predios. .
Do Jito, idem dem.......
De Antonio de Souza Lean,
importancia do curativo do
seu escravo Jos........
De Manool Jos Guedes Ma-
galhaes, idem idem Fran-
cisco...............
De diverso, importe de mate-
riaes inutilizados.......
Pela importancia de male-
riaes periencentes obra
do hospital Pedro II, que
foram empregados na obra
do grande hospital......
DESPFZA.
Pago ao regento do grande
hospital Importancia das
7:6109109 despetas, dejulho a setem-
bro.................
Ao dito idem de outubro...
Ao dito do hospital dos Laza-
ros, idem de julho a se-
tembro...............
Ao dito dem de outubro.. .
A irma superora da casa
das expostas, idem de ju-
lho setembro.......
A dita dem de outubro...
A dila importancia desea ves-
2:86,59503 tuario e das respectivas ir-
raaas al 30 de setembro.
Antonio Bernardo Quinlci-
ro pelo enterro de uma ir-
maa de caridade......
1:073070 A Vidal Bastos por diver-
sos objeclos que fornece-
rara ao hospital de carida-
de e casa dos expostos.. .
A Jos Maria da Costa Car-
Si 19800 valho.por colches e tra-
vesseirus para o hospital de
caridade e casa dos expos-
tos.................
D. Florinda Coelho da Sil-
va, importancia da renda
iJMiCOOO do aimazem oceupado pelo
hospital de caridade al se-
tembro prximo passado.
A dila de outubro do crrente
anno a roanjo futuro.....
"^vOOO Ao director do comlerio in-
glez por despezas feitas
cora o enterro do Alien.5o
Eduardo...........
A Manoel Jvt da Silva San-
tos, por 7 lj? barricas de
farnha de trigo arruinada
1739040 A Lutirengo Justiniano da
Rocha Ferreira, por V185
sanguesugas..........
-2009000 Ao dito por 94 ditas......
A (iuimaraes & Alcoforado
por gneros que fornece-
ram al junho........
. A Bastos & Irmos por 18 ar-
3109000 i robas de afsucar bianco. ..
Pedro Ignacio Baptista por
3849053 12 libras de cera lavrada.
''A Manoel de Barros, por 137
arrobas de assucar refinado
que femtceu de agosto de
1858 a junho do correnle
1:3499852 anno.".............
A diversos pelos concerios
eitos no grsnde hospital e
casa dos expostos.......
A ditas idem idem.......
: A ditas importancia da despe-
zas judiaes..........
! A Bento dos Santos Bsmos
199-20OJ por 3704 libras de carne
verde que fuineceu em fe-
vereiro do conente anno .
' Ao procurador geral da veue-
ravel orJein 3." de S.
Francisco por foros venci-
dos al junho ultimo....
Feitlel Pir.io ^C. por di-
verso*, objeclos para a ca-
"869975 sa dos expostos........
A fazenda provincial impor-
tancia de decima da casa
n. 6 da ra do Livramen-
10, pertencente. a D Joa-
quina Maria Pereira Vian-
na................
A Basto & Lemos por 40 sa-
l 0009000 cas com farnha........
A obra do hospital Pedro
11, por materaes empre-
gados nos reparos do hos-
pital de caridade e casa dos
expostos ............
A Manoel Coelho da Silva
por 6 enraizlas mandadas
35 #000 fazer por ordem da presi-
dencia para a casa de de-
feneci ...........
A Antonio Carnciro daCu-
nha, importancia do alu-
guel do sobrado occopado
pelos padres lazarisias...
2.030&000 Com a obra do hospital Pe-
dro II como do livro
respectivo.............
: dem, dem............
Pago s amas da cisa dos
expostos, que eamparece-
5.8859750 ; ram a revista de 20 de ou-
tubro ultimo .........
) Aos empregados dos eetabele-
cimentos de caridade, seus
ordHnados al setembro. .
Aos enfrmenos e serventes
do hospital de caridade...
Aos ditos do hospital dos la-
zaros, dem..........'.
A Silveira & Costa, impor-
tancia de gneros fornec-
dos at junho ultimo. ....
28040
4959600
249880
33:4019424
2:*3670
1;075?600
1:1969140
5669130
87499T0
3319400
2259000
55900O
2259000
609000
369000
7290O0
409000
309000
92*500
479000
2-.560900O-
649800
159360
6659iCO
4389980
473980O
2929260
1:0369120
109-iiO
419000
Pelo que se abona ao thesou-
leiro desla "admiuisiracao,
importancia de uma lellra que
lendo sido paga foi entre-
gue ao respectivo acceit-
ante..............'..
Pelo saldo em caixa a saber:
Letras ... 88291^5
Recibos.. 7:5559110
1269816
3859600
4959600
-29000
2009000
3:0199236
1:72394?0
2:152956.
l
2-.045906G
2069166
247*500
8969430
24:5649169
200900a
24.7649169
8:4379255
33:2019424
Admiuistraco geral dos eslabelecimentos de caridade 15 denovembro de 1859.
O thesoureiro, o cscrivo,
___________Jos Pire Ferreira. ___________________ Antonio Jos Gomes MAPPA do movimentu dos estabelecimentos de caridade, verificado do l.de
jiillioa 31 de outubro de 1859.
r-.
O
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B
2.10
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1 1 * . -j-
i i -^ 00 f* ZC 1

k l I
Masculino.
Feminino.
Total.
S 3
n 33
* 3
10 -*
jseoxS
OO O O 30
u
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o
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Homens.
Mulhercs
Total.
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> t tC ^1 -J C.T
-11 i -^ o = ~>
9S tJocop ac
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Homcus.
Mulheres
Total.

>
>
E
o
-
rr
i
&
Administraelo geral dos eslabelecimentos de caridade, 15 de noverabro de 1859^
O escrivao,Antonio Jos Gomes do Correio.
s
MUTILADO


DIARIO DE PrttAMBUCO. S'AAO 3 DE EZEMBRO DK 1859.
4
Silva, casa terrea arrendada por
dem 2 PJoaquim Mara, casa
terrea, arrendada por ....
dem 2 B.= Luiz Jos da Costa
Amorim, casa terrea arrendada
por..........
dem 2 C Luiz Jos da Costa
Amorim, casa terrea, arrenda-
da por.........
dem i O.Manuel Andr' Bolelho,
casa terrea, arrendada por.
dem 2 D.=Luiz Gomes de AzeVe-
do, casa terrea arrendada por
dem 2 E.Antonio Ignacio Perei-
ra Rosa, casa terrea, arrendada
por........
dem 2 FAntonio Ignacio Perei-
ra Rosa, casa terrea, arrendada
por..........
dem 2 G. Lourenco Nunes da
Costa, casa terrea arrendada por.
dem 2 H.= Paschoal Alves de
Aguiar. easalerrea arrendada por
Uem 2 L.Antonio Joaquim Pa-
checo Bastos, casa torrea a lleu-
dada por.......
Idni 4.Padre Jos de Jess Mara
de Vasconcellos, casa terrea, ar-
rendada por.......
I-jru 1 B.I'rancisco da Costa Amo-
Alcera?e tejas. I*neamnto da
dcima da fregncJ*' da Boa-Vis-
ta, que teni de servir no Bno n_
nanceiro de 1859 a 1BGO pelo
lancador Francisco Ca"*'' Ma_
cluido Bios Jnior.
Ra do Mondego.
N. 6.Padre Jos Leile Pitia Orti-
gueira.casa terraa arrendada por. lfjOOO
dem 12.Orphosde Mana do Ro-
sario, casa terrea arrendada por. 1i i>000
dem 18.Jos Antonio Lopes, ca-
sa terrea arrendada por. 120$000
(dem 26.Manoel dos Santos Nunes
de Olivcira, casa terrea arrendada
por ........... iJOOO
dem 28.Dr. Christovo dos San-
tos Cavalcanti, casa terrea arren-
dada por......... 8S000i
dem 38.Viuva e herdeiros do Jos
dos Santos Nunes de Oliveira,
casa terrea arrendada por. 120g000
dem 58.Joo da Cunha Noves,
casa terrea arrendada por 60OS00
dem 74.Joaquim Thomaz Perei-
ra, casa terrea arrendada por 1 ii$000
idem 30.Francisco Antonio Gaio,
casa terrea arrendada por. 800&000
dem".Francisco Ferreira da Silva
casa terrea arrendada por 120g000
dem II Jos Lucio do Carino,
C38a terrea arrendada por.. 15i$000
dem 13.Varia Carolina da Encai-
naco, casa terrea arrendada por. lfjOOO
dem 19.FructuosoMarlins Gomes,
casa terrea arrendada por. 96j>000
l Jem 21. Luciana Claudhia do Mal-
tos, casa terrea arrendada por. liijOOO
dem 25. Sebastio Jos da Silva
Braga, casa terrea arrendada por. 2O$000
dem 35 Elyzio Alberto Sikeira,
casa terrea arrendada por. HftJOOf
dem 31).Anna Joaquina, casa ter-
rea arrendada por...... 120$00
dem 49.Joao Jos de Carvalho
Moraes, casa terrea arrendada por 180pO0!3
dem 55. Padie Marcelino Antonio
Donadlas, casa terrea arrendada
por......... 144g00Q
dem 67.Ignacio Luiz de Brito Ta-
borda, casa terrea arrendada por 12d$00O
dem 91.Antonio Fernandes Lima,
casa torrea arrendada por. 1 4?000
dem 93.Helena Gomes da Silva,
casa terrea arrendada por 1685000
dem 95.Thomaz d'Aquino Fon-
seca AFilho, casa terrea arrendada
por.......... 5000U0
dem 97.Victorino Jos de Souza
Travasso, casa terrea arrendada
por........... 120$000
dem 101.Irmandade do Santissi-
mo Sacramento do Recifc, casa
terrea arrendada por..... 965000
dem 103. Isabel Ribeiro Pires
Ferreira, casa terrea arrendada por 1 UgOOO
dem 105.Vicente Ferreira da Sil-
va, casa terrea arrendada por. 144#O00
dem 111. Apellinado Carneiro,
casa terrea airendada por .. 16S000
dem 113 -Manorl Antonio da Sil-
va Ros, casa terrea arrendada por 96g000
dem 117.Jos Antonio Bastos,
casa terrea arrendada por. 1209000
dem 119.Jos Antonio Bastos,
casa terrea arrendada por. 120g000
dem 121.Jos Antonio Bastos.
casa terrea arrenada por. 120g000
dem 123.Jos Antonio Bastos,
casa terrea arrendada por 120a000
dem 125.Maria do Monte Reg,
casa terrea arrendada por 96g000
dem 131.Jos Antonio Bittan-
court. casa terrea arrendada por. 192gOOO
dem 137.Thomaz d'Aquino Cha-
ves, casa terrea arrendada por. 1683000
dem 143. Francisco Rodrigues da
Cruz, casa terrea arrendada por. 120$000
Ra da Passagem.
dem 12 A.Antonio Joaquim Fer-
reira de Souza, casa terrea arren-
dada por..... ...
dem 14.Antonio Joaquim Ferrei-
ra de Souza, casa terrea arrenda-
da por..........
dem 16. Francisco das Cliagas
Oliveira, casa terrea arrendada por
dem 20.LuizaMaria da Concoic,ao,
casa terrea arrendada por., .
dem 28.Thereza Goncalves de
Jess Azevedo, casa terrea arren-
dada por.........
dem 3.Viuva e herdeiros do Dr.
1 vii Mequilino da Cunta Soulo
Maior, casa terrea arrendada por.
Ra de Uenrique Dias.
dem 2.Jos Baplista Ribeiro de
Farias, casa terrea arrendada por
dem 4 O mesuio, casa terrea
arrendada por........
dem 6.O mesmo, casa terrea
arrendada por. .......
dem 8.O mesmo, casa terrea
arrendada por........
dem 10.O mesmo, casa terrea
arrendada por........
dem 12.O mesmo, casa terrea
arrendada por........
dem 14.O mesmo, casa terrea
arrendada per........
dem 14A. mesmo, casa terrea
arrendada por........
dem 14 C o mesmo, casa terrea
arrendada por, .......
dem 16 A.Manoel Goncalves da
Silva, casa terrea arrendada por.
dem 18. Manoel Goncalves da
Silva, casa terrea arrendada por.
dem 1 A.Manoel Goncalves da
Silva, casa terrea arrendada por.
dem 1. ManoeJ Goncalves da
Silva, casa terrea arrendada por.
Ra Real.
Numero 4.Herdeiros de Jos Fer-
reira de Mello, sobrado com urna
loja e un andar avallado por. .
dem 1.Auna Barboza Corroa de
Mello, casa terrea, arrendada por
dem 5Filhos de Jos Rodrigues
dos Santos, casa terrea, arrenda-
da por ........
dem 11. Joao Damascenn Correa
Borges, casa terrea, arrendada
por..........
dem 35.Luiz Jos da Costa Amo-
rim, casa terrea arrendada por .
dem 35 A.Albino Jos Ferreira
da Cunha, casa terrea, arrenda-
da por.........
dem 35 B.Mara da Conceico, ca-
sa terrea, arrendada por *. .
[dem 43.Albino Jos Ferreira da
Cunha, casa terrea arrendada por,
dem 45.Albiuo Jos Ferreira da
Cunha.casa terrea arrendada por
dem 49.Joao Antonio Carpinlei-
ro da Silva, casa terrea, arren-
da por.........
dem 51.Joo Antonio Carpintci-
ro da Silva, casa terrea arrenda-
da por..........
dem 53.A menor Ignacia, casa
terrea avallada por.....
dem 59.Ignacio Jos d'Oliveira,
casa terrea, arrendada por .
Ra da Esperanza.
Numero 2 A Jos Lourenco da
uor.
Viei-
ral, casa icneu, orrenilaaa
IdenJ 1 A.Manoel Mchalo Vlei
ra, casa terrea arrendada por .
Ideml CLourenca Mara Joaqui-
na, casa terrea arrendada por. .
dem l.r=Faustina Maria do Espi-
rito Santo, casa terrea, arrenda-
da por .........
dem 5. Antonio Jos Duarte
Coimbra, casa torrea, arrondada
poj..........
dem 5 A.Antonio Jos Duarle
CoirabiM, casa terrea arrendada
por..........
dem 5 B.Antonio Jos Teixeira
Lima, casa terrea arrendada por.
dem 5 C.=Joo Jos dos Santos,
casa terrea, arrendada por .
dem 7.Firmino Pessoa da Gama,
casa terrea, avaliada por.' .
dem 9.Antonio Joaquim Ferrei-
ra Porto,casa terrea arrendada por
dem 9 B.Antonio Joaquim Per-
ra Porto, casa terrea arrendada
por..........
dem 9 C.Francisco da Costa Ama-
ral, casa terrea arrendada por. .
dem 9 A. Francisco da Costa
A roa ral,casa terrea arrendada por.
dem 9 I).Jos Antonio do Parias
Couto, casa terrea, arrendada por
dem 9 E.Jos Antonio de Paras
Couto, casa terrea arrendada por.
dem 9 F. Anna Pedrosa casa
terrea, arrendada por ....
dem 9 I. Antonio Joaquim da
Costa e Silva, casa terrea, arren-
dada por........
dem 9 J.Heririrjucla Maria da
Conceieoo, casa terrea arrendada
por ........
dem 13.= Vicente Ferreira dos
Sarrios, casa terrea arrendada por
dem 19.Pedro Monleiro casa
terrea, arrendada por ....
dem 21,Jos Ignacio Borges, ca-
sa terrea, arrendada por .
dem 21 A.Jos Ignacio Borges,
casa terrea arrendada por. .
dem 23.Joo Jos da Costa e Sil-
va, casa terrea arrendada por. .
dem 25. Joao Jos da Cusa e Sil-
va, casa terrea arrendada por. .
dem 25 A Joo Jos da Costa e
Silva, casa terrea, arrendada por
dem 25 B.Joao Jos da Costa e
Silva, casa terrea, arrendada por
dem 25 .Joao 'os da Costa e
I Silva, casa terrea arrendada por
dem 25 CJoo Jos da Costa e
i Silva, casa terrea, arrendada por
j dem 25 F.Dr. Jos do Almcida
Soares Lima Bastos, casa terrea,
arrendada por.......
dem 27.Joaquim Baptista d'Aran-
jo, casa terrea comsoto, avalia-
da por .......
dem 29. Joaquim Baptista de
Araujo, casa terrea, arrendada
por..........
dem 31.JoSo Jos Pacheco, casa
terrea arrendada por.....
dem 33.=Joo Jos Pacheco, casa
terrea arrendada por ....
Una das Nymphas.
Numero 2.Joaquim Anselmo, casa
terrea arrendada por.....
dem 4.Jorge da Costa Montero,
casa terrea arrendada por. .
dem 6.Jorge da Costa Montero,
casa terrea arrendada por .
Capunga.
Numero 3.Herdeiros do padre Jo-
s Gonealo, casa terrea arrenda-
da por.........
dem 21.Conrado Antonio do Es-
pirito Santo, casa terrea arrenda-
da por
A. Jas Bernardo de
casa terrea arrendada
1445000,
60&000
96$000!
96*000'
300000
8O0S000
U4$oon
144jJ000
1445000
1-HJOOO
1445000
144*000
1445000
1205000
120g000
18OS000
72JJ000
3005000
2165000
I2O5OOO
25O5OOO
965OC0
120g000 \
120g000
96S000
144g000',
240S000
722000
96g000
A. Jos Bernardo de
casa terrea arreudada
B. Jos Bernardo de
casa terrea arrendada
dem 21
Senna,
por. .
dem 25
Senna,
por .
dem 25
Senna,
por..........
Uem 27.Jos Bernardo de Senna,
casa terrea arrendada por .
dem 27 A. Jos Bernardo do
Senna, casa terrea arrendada
por...........
dem 2!.Jos da Silva Olvcfra,
casa terrea arrendada por. .
dem 33Francisco Jos da Silva
Mayer, casa terrea arrendada por.
dem 37.Maria do Carino, casa
terrea arrendada por.....
dem 39 Jos Diniz da Silva c
oulros, casa terrea arrendada
por..........
144$000 j dem 39 A.Francisco Jos Mo-
I reir, casa terrea arrendada por.
dem 39.Francisco Jos Morcir^
e outros, casa terrea arrendada
por .........
dem 41 B.Francisco de Freitas
Gamboa, casa terrea arrendada
por..........
dem 41 C.Joaquim Jos dos San-
tos Andrade, casa terrea arrenda-
llgOOO da por.......
dem 41 DJoaquim Jos dos San-
tos ndrade, casa terrea arrenda-
da por ,........
dem 41 I.Jos Antonio de Lima,
casa terrea arrjridada por .
dem 41 J.Francisco de Freitas
Gamboa, casa terrea arrendada
por. ;......
1 dem 41 H.Francisco de Freitas
Gamboa, casa terrea arrendada
por...........
dem 43. Francisco de Freitas
Gamboa, casa terrea arrendada
por..........
dem 43 II.Francisco Casado Li-
ma, casa terrea arrendada por
dem 43 D.Joaquim d'Albuquer-
que Mello, casa terrea arrendada
por ........
dem 43 CJos Duarte Couliuho,
casa lerrea arrendada por. .
dem 43 A.Jos.Duarte Coutinho,
casa terrea arrendada por. .
dem 45.Anna Benedicta Gomes,
casa terrea arrendada por. .
dem 51. Francisco de Freitas
Gamboa, casa terrea arrendada
, por .... ,.....
I2O5OOO dem 53.Joo Baptista Teixeira,
I casa terrea arrendada por. .
dem 53 A. Lauriano Jos de
Barros, casa terrea arrendada
por..........
dem 57.Antonio Jos Ribeiro
de Moraes, casa terrea arrenda-
da por.........
dem 59.Albino Jos Ferreira da
Cunha, casa lerrea arrendada
por ........
dem 61.Ivo Correa do Nasc-
mento, casa terrea arrenda por.
. Travessi da Capunga.
Numero 3 AMaria Eugenia da
Conceico, casa terrea arrendada
per..........
dem 3 B.Mara Wolsh, casa ter-
rea arrendada por.....
120g000 dem 5.Anna Maria da Soledade,
I casa terrea arrendada por. .
1445000 dem 7.Anna Maria de JDlivcira,
casa lerrea arrendada por. .
dem 9 A.Victorino Gomes d'O-
120&000 livoira, cosa terrea arrendada
por..........
120#000
I2O5OOO
488000
848000
8450CO
845000
85000
Jos Soares Gui-
terrea arrendada
dem 9.Manoel
maraes, casa
por..........
dem 15.Catharina de Senna, ca-
sa terrea arrendada por. .
dem 15 A.Joaquim d'AIbuqucr-
que Mello, casa lerrea arrendada
por ....,...,.
dem 15 B.Joaquim d'Albuqner-
que Mello, casa terrea arrendada
por..........
I dem 15. Antonio Jos Pereira
IZUtfUUU
605000
14i$000
'llgOOO
1448000
144*000
1688000
2i0g000
1088000
145OO0
14 8000
192$000
1928000
I205OOO
I2O5OOO
1205000
I8O5OOO
728000
965000
120SOOO.
15000J
1448000'
1415000
1445000
1445000
144000
1445000
I2O5OOO
205000
208000
205000
240501)0
1 jjOOO
1444000
728000
728000
483000
608O00
605000
UgOOO
144JO00
1205000
1209000
145000
958000
85000
1205000
1209000
965000
1208000
120$000
725000
968000
969000
G9$000
965000
120*000
1205000
1208000
1925000
1443000
14 Ljl.00
1445000
205000
2109000
608000
2 OpOOO
8L3OOO
120g000
r2aooo
200g000
192g000
36g000
608000
725000
3t>5000
I2O9OOO
365000
4S000
180j0i)0
4->3U;l
OliSOO
485000
23-U00
961000
HiSOOOj
Bastos,
por .
l'nmeira
vncial de
1859.
1205000
I209OOO
009000
8g000
1208000
148O00
I2O9OOO
1 i gOOO
114*000
144S009
seceo da mesa do consulado pro-
Pernambuco, 26 de novembro de
O lancador,
Francisco Carneiro Machado Ros.
LIXU.UIlUA 1'llUv IiILIaL fc Ol.liMIA.
I.anvaiiieiitn da declina dos predios
urbanos do districto da collecto-
ria que tein de servir no auno II-
nanceiro de 1H59 18O, pelo
collector Manoel Jos de Azeve-
do Amorim.
Ra do pateo de S. Pedro Apostlo.
Numero 1.Herdeiros de Iguaria
Maria da Concciro, casa terrea
arrendada por.......
dem 2.Conego Joo Baptista de
Albuquerque, casa terrea arren-
dada por.........
dem 3.Santissinio Sacramento da
S, casa de sobrado de um andar
avallado por.......
dem 4. Conago Joo Baplista de
A4buquerqiu>, casa terrea ava-
liada por...... .
dem 5.Viuva o herdeiros de
Agostinho da Silva, casa de so-
brado de um andar arrendado
por........'. .
dem 6.Recolhimenlo da Con-
ceicao das freirs, casa lerrea
arrendada por.......
Beco do Conselho.
Numero 1.Joaquim Lopes de Al-
mcida, casa terrea arrendado por.
Hua do Bom Fim.
Numero 2.Exui" hispo onde de
Iraj, casa terrea arrendada por.
dem 3.1). Rosa de Viterbo, casa
terrea arrendada por.....
dem 4.Orphos filhos de Manoel
1! i lino de Barros, casa terrea ar-
rendada por. .......
dem 5.Luiz Jos Gonzaga, casa
terrea arrendada por.....
dem 8.Luiz Jos Gonzaga, casa
terrea arrendada por.....
dem 10.D. Clara Maria d'Assum-
co Sampaio, casa terrea arrenda-
da por.........
dem 11.Senhor Bom Jess do
Bom Fim, casa terrea arrendada
por...........
dem 12.Herdeiros de Adeliuo
Jorge Coelho da Silva, cusa ter-
rea arrendada por......
dem 13.Antonio Joaquim de Al-
mcida GueJes Alcoorado, casa
terrea arrendada por ....
dem 14.Viuva e herdeiros de
Ignacio Antonio de Barros Falco,
casa terrea arrendada por .
dem 16.Joa Joaquim de Santa
Anna, casa terrea arrendada por
dem 17.Jos Joaquim de Santa
Anna, casa terrea arrenda por. .
dem 18.Monica das Virgens, casa
terrea arrendada por ....
dem 19.Antonio Jos de Carva-
lho Sdntiago, casa terrea arrenda-
da por.........
dem 20.Manoel da Silva Nevos,
casa terrea arreudada por .
dem 21.Rufino Gomes, casa ter-
rea arrendada por......
dem 22.Manoel Simes, rasa ter-
rea arrendada por......
dem 23.Consellieiro Moscuhor
Dr. Antouio Jos Coelho, casa
terrea arrendada por ....
dem 21.Fortunato Cardozo de
Gouveia, casa terrea arrendada
por..........
dem 25.Luiz Jos Gonzaga, casa
terrea arrendada por.....
dem 26.Pedro da Costa Moreira
Nunes, casa terrea arrendada por
dem 27.------Irmandade de Nossa
Senliora do Rosario, casa terrea
arrendada por .......
Ra de Xavier Santa Rosa
Numero 2 Viuva de Jos Pereira
de Mendonca, casa terrea arrenda-
da por. ..... ...
dem 3 Simio Gomes dos Reis,
casa lerrea arrendada por .
dem 4.Irmandade do Santissimo
Sacramento,da matriz de S. Pedro
Martyr, casa terrea arrendada por
dem 5.Joaquim Jos da Silva Lis-
boa, casa terrea arrendada por .
dem 6.Dr. Vicente Ciryllo Ma-
rinlio, casa terrea arrendada por
Ra da Ladeira da S.
dem 1.Jos da Silva Mendon-
ca Vianna, casa de sobrad ar-
rendada por........
968000 Lfdem 2.Herdeiros de Francisco An-
'f Ionio de Britto, casa lerrea arren-
dada por.........
dem 3.-. Maria Senhoiinlia Ban-
deira, casa lerrea arrendada por.
Ideml.Maria Joaquina da Boa Mor-
le, casa tenea arrendada por. .
dem 5.Antonio Jos Duarle, casa
terrea arrendada por.....
Ra da Frente de S. Francisco.
Mein 1.Bonifacio de Jess da Sil-
va, casa terrea arrendada por. .
dem 3.Rutino Gomes, casa ter-
rea arrendada por.....
dem 5.Joaquim Flippo da Costa,
casa terrea arrendada por. .
Ra do Carino.
dem 1.Maria Theodorado Sacra-
mento, casa terrea arrendada por.
dem 2.Antonio Rodrigues de li-
veira, casa terrea arrendada por.
dem 3.Luiz Jcs Gonsaga, casa
terrea arrendada por.....
dem 4.Santissimo Sacramento da
S, casa terrea arrendada por. .
dem 5. Theodosio Antonio de Je-
ss Borges, casa terrea arrendada
por...........
dem 6.Firmino Marlins de Car-
valho, casa lerrea arrendada por.
dem 8. Ordem Terceira de S.
Francisco, casa lerrea arrendada
por...........
dem 9.A mesraa, casa lerrea ar-
rendada por........
dem 10.A mesma, casa terrea ar-
rendada por........
dem 11.Jos Jacintho Pavo, ca-
sa torrea, arrendoda por .
dem 12. D. Joanna da Purica-
cao de Jess Souza, casa terrea ar-
rendada por.........
Paleo do Carrno.
dem 1. Dezcmbargador Dr. Ma-
noel Jeronymo Guedes Alcoora-
do, casa terrea arrendada por. .
dem 2.Francisco Xavier de Mo-
raes, casa lerrea arrendada por .
Ra de S. Francisco,
dem 2.Joo Goncalves Rodrigues
Franca, casa terre'a arreudada por
dem 3.Viuva e herdeiros de Jos
Joaquim de Figueiredo casa terrea
arrendada por.......
dem 4.Herdeiros de Jos Joaquim
de Santa Anna, cusa terrea arren-
dada por.........
dem 6.Conego. Joio dos Santos
Fragoso, casa terrea arrendada
por...........
dem 7.Herdeiros de Benlo Alves
Bezerra, casa terrea arrendada por
dem 8.Jernimo Maria Ramos,
casa lerrea avaliada por. .
bre os liouii.'os' l,verui" Ul" uiunieulo de nijj,
mas perccbenr.10 aePis 1"e todas 3S9m estavam
largaram-se a rir d uma aventura, que sem que
ellas se apercebesb.'"1- as tllllia deixado apenas
vestidas.
Fui assim que a Catt/i/(i.'',ai]ominoii a Eur.'pa
por espaj de tre3seculos, mCs como ludo o que
humano veni a acabar* it CaotiHuria nao poda
deixar de morrtr. Por um Irfdo concorreu para
isso a axaltago das anas homeriSiens, por oulro
a nova face que tomou a sociedadn.
Luiz XI vido de poder, proseguindo a nobreza
e os grandes dignatarios deu o priraeiro golpe no
feudalismo, a iovene.o da pabvra e o emprego
de armas de fogo tornaram intil a superiorida-
de da forga ; a descoberla da America deu oulra
dircego ao espirito de aventuras ; os governos
estabelecendo-se em bases inais firmes e prestan-
do mais apoio seguranga doseidad&S.dspcnsn-
r un o auxilio do cavalleiro, os odios dos parli-
, dos, o furor das dispulas religiosas, as guerras
sanguinolentas que se seguiram lizeraui o res-
tante.
(Juando Carlos V em Bolonha no auno de 1530
abaixuu a sita espada sobre urna mullido de ho-
mens para os fu/.er cavalleiro, juntando Enlote
milites, estofe milites, todos, todos, j nao fazia
mais do que ovillar a Cavallarin, cujo principal
carcter era ser pessoal c deferida cei toda a
esculla. Os guerreiros relirarain-se contentes jul-
gando-se cavulleiros, c elles ja nao eram mais
do que uma somina de grande inslituico. Cer-
vantes poda cobri-losde ridiculo.
Grande inslituico, disse, fo-o com effeito.
Escola de hiimanid.ide, de desinleresse, de pun-
donor, de maneiras elegantes, a ella que us op-
primidosdo Seu lempo deveram o amparo, que
as leis Ihes nao davum ; u ella, que nunca sof-
freu urna alfronla, que boje devenios a conscien-
cia da dgnidade pessoal, que os antigos nao co-
)3wu nheciam, porque Clao limpou o rosto quando
2'-000' '*enlu,f }r9 cusP'o.,! Gaio Lectorio vinha mostrar
. Dos guarde V. S. Soledade z Ue novem-
bro de 1859.-Illm. Sr. Jos Teixeira Bastos
"ui digno pruvedor do Hospital Portugus de
Beneficencia. os de /Ihneida Soarts Je Lima
flustos.
N. B. O Sr. Jos Teixeira Bastos nao julgou
aal ollii io digno de resposta, porque anda al
egora cstou espera della 1
RESPOSTA AO CORRESPi?.*EN ,)0 '"BE-
RAL ITIINAMBUCANO DE 23 ttfc*?"E ME7" ">E-
BAIXO DO ANONYUO-MATLTO.
S/-. redactores.Para que nao passe desaper7
eeludo, quanto diz o Matulo relalivamenir
a lcicao dos depulados e supplentes por este
circulo, da ridade da Victoria, nos resolvemos
a levar ao respeilavel publico algumas relexes.
E urna calumnia revollaote, e mesmo uma inju-
ria irrogada aos dignos e benemritos eleiiu-
res dgstimo circulo a asserco de que se serve
o .\r"
b.iixo
S se di-uar, quero perruisuo para fazer o uso
I' me appruuver do sua resposta.
^^ju de \. Etc. muito humilde e obsequiad..
criado..l/i/.uno Vicente de Maura,
Senhor Antonio Vicente, Fni-me prosent.-
sua cana de 20 do conenlc e o ella resuondo. .
verdadeque nieii Uado marido fez tudo qu*ntn
Vmc. de raim exige em seu beneficio, e sempu-
mereceu Vine, para elle boa f, assim como para
onlros.
Tcnio por tanto respondido o que em verdad*-
sei, e pode f.izer o uso une lhe convier de Ul
reposla.
/.''cl.oeira 22 de noveu.hr,. de 1859.-f7aris-
c< Fel,*.'"ln(! Correa de Olireira.
Illm." Sr. j'^nuim Francisco Correa de OHvei-
ra.Honre-me V. 5- com dizer, se nao vOrda -
do que com V. S. cortiprei bois de sociedade-, as-
sim como se sempr nao rv> entrada em aua il-
Iuslre casa
e mesa, boa f para seu finado n*^
[a,ulo quando diz que elles volaraiii de-j e proteccan do mesmo at seus ltimos dios em
da presso offical : porque de certo que a dezeruhro de 1857.
minio lempo nao temos visto uma eleico lo Se se diguar dur-rce sua resposla, ter a boa
raima e acordada : ludo slo devido a aceilaeo dade de consentir leva-la ao publico.
previa dos tres candidatos de ha muito apresen- Sou de V. S. muito humilde respeitador servo
w-8, Antonio Vicente de Moura.
Nao falla verdade o Matulo aiseverando que o Senhor Antonio Vicente.Sorprendeu-me sutr
Sr. Sddo engenho Campo Alegre nao assistira a exigencia, poiquanlo o que de mim exige tiu
eleicao : quando o Sr. S fez parle da prlmeira publico e certo, que nao suppunha haver miste,
meso. Qui semel mendaz, temper praesumitHr o declarar por escripia; entretanto, comu dissoba
mendaz. | mister, pode fazer o uso que lhe approuver do tal
lambem nao acho razoem adniirar-se o lia- resposta.' r
lulo da nossa eleico para primeiro snpplenle, e I Sou seu muito venerador. Joaquim Francis-
o Sr. coronel Jos Cavaleauli Ferraz de Azeredo [ eo Correa de Olireira.
pora segurido, porque a eleico do Sr. coronel Patos 21 de novembro de 1859.
Ferraz e a nossa foi um acto vulunlario dos Sis, Teein vislo, senhores, invejosos de meu pro-
elcitores, c ncm era para adinirar-se a nossa gresso, o meu principio querem saber de ukle
eleico, vis'o como fouios o quinto depulado na me veio a lo odiada facca ? "
primeiro assembla provincial do auno de 1835, quinte :
e gozomos dessa honrosa misso al o de 1849, Senhor Antonio Vicente.Permilta-me
Q se depois n&o temos continuado a ter um as-l mesmo responder-lhe. Admiro achur por eslu
leam a rcsposl se-
ajui
forca di/.e-lo, j nao triniuplia seno na lyra dos
poetasou no florete de alguns duelistas, que pelas
susceptibilidades da sua alma, ou enlhusiasmos
do seu coraco, sao us cavalleiro de hoje ; nao
obstante esl anda no llirono que a Cuinllaria
lhe conquistou, eem recompensa, se sao menos
faustosas as homenagens que se lhe dedicam, lam-
bem sao mais delicadas, mais repassadas de ler-
nura e dignidade, e por ventura mais doura-
douras.
A. X. HOniUGI'ES CORDEIRO.
{Archivo Uninersal)
Correspondencias.
Para os Srs. socios do Hospital Portu-
guez i!c lencficencia lerem.
Srs. Redactores.
Recolhend-me em junlio do corrente anno
esta capital depois, de urna ausencia de 8 mezes
e 1 anuo de graves solVrimenlos por causa de
urna violenta ophthaluiia, que lenho padecido,
na minha chegada foram pelo Hospital Porlu-
guez de Beneficencia de novo reclamados osineus
servidos mdicos. Com quanto anda muito doen-
le prdcurei fazer algumas visitas ao eslabeleci-
menlo, e vigiar de accordo com as minhas pou-
cas forcas, e escassas luzes o servigo clynico do
mesmo Hospital. Infelizmente, Srs. redactores,
o estado de irregulurdade, em que eiiconlrei
este estabclecimenlo, nao me sutisfez. Encon-
tre-ine com fallas, e fallas muito consideraves
tanto no que toco ao rgimen interno do mesmo,
como no que diz respeilo oo emprego e boa ad-
nnnislraco dos dhiheiros do Hospital. Nesle
sentido ora cunio medico do Hospital, (em falla
de gente,) oro como socio [embora muito obscu-
ro! dessa inslitoicao, representei ao seu actual
provedor o Sr. Jos Teixeira Bastos, propendo e
pedindo providencias contra os abusos, que ob-
seryava, persuadido de que as minhas represen-
tacoes nao podiam de modo algum ferir ou otren-
der o delicadeza e melindre de S S. Em verda-
Mde, se as minhas humildes reflexes eram judi-
ciosas, S. S. devia altcnde-las ; se o nao eram,
podiam desprezu-las, mas em lodo o caso cuni-
pria-lhe agradece-las, porque eram filhas do in-
leresso, que tenho peloestabcleciniento. e legaes
pelo direilo, que me asssle de pugnar'peto cr-
dito dessa iastiljtlcao. Mas nao aconteceu as-
sim. As ir^UiJs toscas redan.acea tiveram a
desventura i%i
38$00
6O-5OOO
36JO0O
3figO0O|
60?0d0
96J00
4330O
30JO00
159060
JOjOOd
3t$000
48JO00
30JO0O
Sou seu rnuito venerador c creado. Joaquim.
Das Hurla.
carao Matutoque nsos Victorienses estamos0111
os nossos coracoes abortos paro nelles recbennos
0 Augusto Imperante,Primognito do grande he-1 Reviro 21 de novembro de 1859.
roe que de colonos que eramos, nos tomn uma | Supponho ter provado tudo quanto cima le-
nai-ao lvre e independenle. O povo Vidoi iense nhu dilo.e nao entendam os abocanhadoresde uii-
olinej -i por esse diadeseu maior i-iithusiusmo,ju-| nha repuioco, que o nata que possuo, mal
bilo;e prazer. Oquerido [assim como o Sr........
Finalmente seria melhor, que o despeilado Ma-1 seja mais modesto em teu fallar, e atienda que,
tuto deixasse de so oceupar agora com cousas um dia cabe a casa ; c muito solTre!'.!) Sr........'
loo pequeos, visto como temos um assumuto ogndeca meas bous desejos. atienda que ja nao
tao elevado, qual u honrosa visita que nos os o nao o tiz responsavel peante os tribunaes por
Peniambucanos estamos recebendo de SS. MM. tanta ouzadia de S. S. devido a um pedido qim
Imperiaes. me fez minha finada mai as vesperal de sua
gnoramosquem seja o Matulo, mas devenios morte. uuc rom ser reneniinn. imin m.i n
BUf
re
or
annymo.
Qneiram, senhores redactores, ter a bondade nao quer aggravar, s quer provar o contrario
de dar publicidade no seu bem acreditado Diario de suasarguicoes comproineltendo as primeiras
pessoas, para" testarem em seu favor : tal a
quero nunca o
.promet.:
iravou e anda por esta vez o
a estas lionas do seu constante leitor,
Tiburtino l'into de Almeida.
Senhores redactores.Tendo o Sr. capitn Jos
Marques de Almcida me feilo arrendamenlo do
sangueiuga, tal a sangra, e eslou bem persua-
dido, que muitos para se ver lvre de suas im-
pertinencias o fizerain. Se S. S. quer fazer di-
nheiro, quer relogio, facca de prala, aporte mais
seu engenho denominado Malmajudas por lempo a barriga, deixe tantos planos, que nilo consom-
de seis annos, recebendo logo o importancia de ; me lodo o seu lempo, o se tomar o meu parecer
um triennio 4:'2D!)SO0, por escriplura publica, I breve lambem se dir : d'oude houve o Cavalcan-
depois disto cedeu-me era consecuencia desse I ti tanto.dinhero ?
arrendamenlo o terreno denominadoSanta Ln-1 Sirvain-se, senhores redactores, p.-.r esta vez
zia, contiguo ao mesmo engenho, o qual lambem disculparem a minha harenga, certo's de que, bre-
cedera ao ex-rendeiro o mnjor Joaquim Coelho de ve vollarci, se me ti/.eie.n a honra, porque meu
Lima, possnndo-me deslacesso um titulo par-' contendor, s deixar de fallar e fallar muito
'.icular, referindo-seaescriptura do arrendamen- embora asneiras) quando os peixes se acabaren.,
to. Planlei nesle lerreno cedido no auno de 185', e as grutas paro o mesmo nao bastaren!,
um meu lavrador lambem ahi planlou no anuo ; Sou, senhores redactores, do Sr Cavalcanti
de 1858, e preparando eu este mesmo lerreno no abocanh ado e de Vm.cs. humildecriado. An'o-
presento anuo, e dando principio
2 OPOOO
2SOO0
48&00O
2J00O
72000
8j000
249000
36SO00
363-000
38$iO
36S0OO
48$000
369000
8gi00
36&000
36$000
369000
180$000
1209000
120^000
m
300$000
369000
363000
48$000
609000
48'000
489000
(Contiuiar-se-/ta.l
Litteratura.
cosa terrea arrendada
pocas la vida ta mullier.
Nos tomeios, quando um cavalleiro se distin-
gua, quando a victoria o aeompanhava, tanto
no encontr da Linca como na lula da espada,
em tres justas successlras, as damas junlavam as
suas palmas s dos mais espectadores, e quando
elle corria a sua dama a cniregar-lhe o premio
do combate, preslondo-lhe hornenagem, receba
d'ella em recompensa um beijo na fronte.
Depois quando, entre applausos c rodeado de
tropheusde ormos, o cavalleiro victorioso se diri-
ga ao palacio para tomar parte no festira, eram
ainda ollas quera o livrava do peso da armadura,
quem o fazia assentor no lugar de honra, quem
o servia e Ihn encino os copos de precioso vinho.
Que vosdire ? A formosissima Margarida de
Escossia, esposa do delphirn de Franca,qife de-
pois foi Luiz XI, beijou os labios de Alaiu Cartier,
d um poeta que encontrou adormecido, c vollan-
dn-sc pora os damos c cavalleiros que a acompa-
nhavan disse-lhes que nao deviam ndmirar-se :
Em Franca, n'um lorneiro as damas OnthUsias-
marom-se tanto com as proezas dos justadores,
que Ilusa iraram paraos recompensar rom quas
tudo que tinham sobre si. Quando no fim do
combtese viram do seio descuDerto, braros n,
o 'estillo cqi desprdem, os cabellos desalados so-
a fazer a mi-
aba planta de comas para a futura safra, quan-
do sou embargado a recequerimeiito do Sr. Mar-
ques para nao continuar n plantago. Feilo po-
rm este embargo no dia 4 de out'ubro ultimo, e
nao tendo sido justificado no triduo, no dia 8, pe-
di vista e alleguei que o embargo eslava millo
por falla desla formalidade, e que por sto de-
veria ser levanlado, mas se me oppoz duendo
que o vista tinha sido pedida no triduo e que as-
simnao tinha lugar o levaniameiilo.
E' porra evidente, esalta aos albos, que sen-
do o enihaigo feito no dia no dia7 eslava
completo o Iridno, loyo pedindo eu vista no dia
8, nao pedi-a dentro, mas pussado o triduo. Fer-
guulo
nio Vicente de Moura.
Patos 29 de novembro de 1859.
, agora, se a negligencia e descuido do Sr.
r.olestar o Sr. Jo.se Teixeira Bas- capito Marques em nao recolher o mandado ou
os, e s. 8. surprehendldo em seu somno d'in- embargo ao carlorio dentro do triduo e justificar
ueleixr. asseniu.i vingar-se de mim, po- as suas premissiasdentro do mesmo, deve pre-
.' tutumuiando-uie Para isso inven- judicaromeu direilo ?
curia
rni como
ton o extravio de umi caixa de instrumentos
cirurgicos perlcncente ao Hospital, e apresenlou-
me junta administrativa em sesso do dia 18
do passado como o autor desse extravo, e de
uma dolosa substituirlo Mal me consluu um
tal procedimento, (porque eu nao eslice presente
essa sesso, nempara ella fui convidado) em-
proze immedialamenle o Sr. Jos Teixeira Bas-
tos, para que couvocasse quanto ames a mesma
junio administrativa para urna sesso extraordi-
naria, o que cu deva assistir. Ollicio u. 1) O
Sr. Jos Teixeira Bastos respondeu-me, que a
convocaria, (officio n. 2) mas at esta dalo, ape-
zar de nova insistencia por minha parte, (Officio
n. 3] ainda nao pude conseguir, que cumprisse a
sua palavra !Ah va transcripta a correspon-
dencia oilicial havida cora o mesmo senhor a lal
respeilo para conheoimento d'associaco do Hos-
pital. Era quonto S. S., esleja certo de que,
se continuar a recusar-se ao cumprimeiito dos
seus deveres de honra, eu o obrigarel uma ex-
plicago peanle os tribunaes do paiz.
Dos sabe, o quanto solro ainda, e quanto me
cusa o escrever ; mas tenho anda torcas bas-
tantes para desfazer a calumnia, e alirarcom ella
desfeila, s faces do calumniador.
Sou, Srs. cedactores, de V. S. aliento venera-
dorJos de Almeidn Soares de Lima Uaslos.
OFFICIO N.l.
Illm. senhor.Const indo-me, que V. S. na
sesso passida fizera.perante a junta administra-
tiva do Hospital Porlugiiez, insinuacoes odiosas, e
pouco dignas amen respeilo relativamente a urna
celebre caixa de ferros imaginaria, nao obstante
a minha ausencia, e nao ter sido prevenido, como
devia, para achar-me prsenle, vou rogar
V. S. o obsequio, de, com a possivel hrevidade,
convocar a mesma junta administrativa para uma
sesso extraordinaria, qual pretendo assistir c
dar V. S. a devida resposta.
Fago este pedido oppellando pora o seu cava-
lheirismo, e confio que V. S. a elle se nao re-
cusar, porque prezandoV. S. a sua honra, como
supponho, adinittir igualmente o direilo, que
me assisle de pugnar lambem pela minha repu-
tagoo.' Dada porm a hypolhesc, /'que nao ad-
roilto,) de V. S. a elle se recusar, 0,1.io ver-me-
liei na necessidade de d ir a esto oficio a devda
publicidade, para conheciincnlo d'associaco do
referido Hospital. Dos guarde V. S. Sofedade
25 de novembro de 1859.Illm. Sr. Jos Teixeira
Bastos, nuii digno provedor do Hospital Porlil-
guez de Beneficencia.los d'Almeida boaresde
Lima Bastos.
OFFICIO N. 2.
Illm. Senhor.Acenso a recepgo do officio,
3ueay- s- tevo a bondade do dirigir-owcom dala
de 2 deste mez, e prestando a devida ollengao
ao que. V. S. se dignou de manifestar-me, tenho
a salisfacao de assegurar-lhe, que com a possivel
brevidade rcunirei a junta administrativa, o lhe
communicarei o dia, em que deveri ter lugar a
sesso que V. S. exige.Dos guarde V. S.
Provedoria do Hospital Portuguez de Beneficen-
cia em Pernambiico. 26 de novembro de 1859.
Illm. Sr. Dr. Jos d'Almeida Soares de Lima
Bastos, nuii digno medico do mesmo hospital.
Jos Teixeira tastos, provedor. Manoel Ribeiro
Uaslos, Io secretario.
OFFICIO N. 3.
Illm. senhor. Reccb o oflicio de
dato de 26 do correnle, o nao posso
participar ,'. V. S. que o sen conledo
satisfazer-me, tanto ii:ais quanto al
ment (5 horas da larde do dio 28, nenhuma no-
ticia tenho de que V. S. lenha convocado a junta
administrativo do Hospial.
V. S. sabe, que ltenla agrande responsabiii-
dade que pesa sobre V.S.,e a importancia dasin-
sinuagoes que pesam sobre mira, V. S. cumpre
por honra sua e para desagravo meu, activar esta
convocacoo, devendo V. S. te-la ordenado em
conlinenle, (como eu esperuva,) poro o 1o dia
til inmediato A recopeo do meu officio de 25
do correnle ; lano mais quanto podo isla sesso
ter lugar laido, Bem comprometliinviilo dos
mlcresses dos Sis. innrdomos.
Nesto sentido me dirijo V. S., instando pela
convococao da referida junta ; lembrando por
ultimo a V. s. que o meu crdito e reputaco,
nao podero de modo algum estar merc' do
vonladQ de V. S., e que toda e quolquer de-
mora, quehouver na decfsfio doste negocio, eu .i
cni,ulero como mu acto de deslcldade v m
Creio .ru nao. Porque
a lee todos >s prosistas sao uniformes, em que
semelhaiiles embargos devein ser provados den-
tro do triduo da le, e se elle nao foi provado,
como negor-se o sua nuUidaala .'
Devo pois esperar que o recto Sr. Dr. juiz mu-
nicipal da cidode da Victoria tar atina! juslica,
julgando nullo esse embargo.
Rogo-Ibes, senhores redactores, que se dignen)
aceitar oslas mal loteados lnhas, e dar liles
publicidade, o que muito Ins agradecer
Jos lnrges Das.
Victoria 19 de novembro de 1859.
Publieaces a pedido.
SONETO.
O. D. C.

SLA M.VULSTADE O IMPERADOR.
"^arao Iuslre, Excelso Imperador,
nvencivel Mouarcha, He roe sem par,
<0ssa fronte podis tirine elevar
<;cima de quom quer, que regio for.
- povo, que regeis, Vos vota amor,
nliel nao o podis jamis achor,
;1 glorias o veris prompto a Vos dar
-sor tanto, que velis o seu favor.
-mlodo o vasto Imperio do Cruzeiro
Pender scupre o veris gerol agrado
>o sublime Monarcha Brasileiro.
ce Pernambuco o povo denodado
josseus vivas Vos dando prazenteirt,
saovolre mor, e co a cada brado! I!
VIVA O IMPERADOS 1
Seneto.
O. I). c.

Sua Magcstade a Imperairis.
eralrz, Anjo d'amor,
'-'magem, qu'a virlude s revela,
sespleudor desse Throito, por que vela
"^odo o vasto Brasil cm vivo ardor.
a ella,
"malino dar-Vosquiz o Creador
~ulada do Virlude pura, e bella,
m que, n'oulra, enconlrasso, igual
v-.eutimentos, e dons d'igual valor.
Sublime na virlude, e em dotes mil,
~m consorcio Vos deu a Divindade
ggonarcha Virtuoso, Hroe Gentil.
"limors lies tuiindo Magestade,
> par do Grao Monarcha do Brasil
penme Vos dar a Posleridade I
Por seu humlisainio subdito
Auierico Fernandes Trigo de Loureiro.
A' CHEGADA
DE SS. MM
BRASIL.
IMPERIAES DO
Economa patente
Senhores redactores.Por u 111.1 demasiada eco-
nomta (ainda mais duque a que aconselha o ve-
neravel Prei Caelano era seus sermoes) vim a
possuir dous vintensque vo dmdo para o sal ; |
porcm seja econmico quem quizer, que eu de
ora em dianle nao, o mil vc.es nao; logo, que me '
esl distando bem caro, o que com tanto traba- !
Iharn adquir, e sou forcado a manifestar aopu-|
blico o meu principio.
Como irma>> nalurol do finado major Manoel
Correa de Oliveira fui para a eomoanhia deste
honrado e prestimoso cidado, depois de ter cor-
rido algumas casos, e percebido de alguem um
vil ordenado, propro lalvez de quemo dava (por
que diz o rirab, cada qual di o que tem) o depois
de l ter chegado, cnmprei um covollinlio com
meu pequeo ordenado, tanto que minha finada
mai, ojudoo-me com seu panninho de algodao a
f-zer esta primeira compra, isto em 1850 ou 1857,
e meu finado innao deu-me logo oulro para com
elles nlmocievar seu assucar do engenho!
Patos, e em virlude das bo 13 compras, vendas e j
contas que lhe dava, grongeei lal amisade ao
meu finado irnio, que em pouco me poz elle de
posse de tres a quatro cavallos, procurando tudo!
quanto era em meu beneficio ; pagando-me por I
melhor prego, danlo-me sua mesa para o que
era franco com todos) c auxilando-me al em
alguns pannos de vestir, e en finalmente o que
1 fazendo nao destrua, porque de nada precisa-1
va, e no terceiro anno, fez-mc acreditar na pra-
ca, por intermedio do honrada e probo portuguez
Jos Baplista Ribeiro de Farias, como bem pou-
cos o ignorara. Fazia as minhas compras com to-
da a suavidade, por direcelo do mesmo Sr. Pa-
rias, e os vendas por intermedio do meu bemfei-
lor e irmo, ficando-soelle sempro, para sua fa-
brico com os ltimos retalbos : de maneiras que,
as minhas compras e vendas, eram feitas com
todo a suavidade, e bom regulamento, e ejn pou-
co, lvc uns cobrezinhos .aro dar a juros. Logo
que nielhorei de sorle, pedi-llie una casinha pa-
1 ra guardar meus arranjos, o que nao obslou, fa-
I zendo-me una palhoga enlrc; elle e seu fina lo
1 coramendador Jos Correa de Oliveira,
1 na distancia de triiila bragas de uma o oulra, o
eu por coiisegiiinte feilo gallo de dous terreiros
nao pora cantar, mas para papar) ora, era uino
casa, ora em oulra, e meus inleresse. progre-'
diado, comprando, com o til lio do mesmo finado i
commeiidador, bois, desociodade, meus cavalli-
nhos em Pedros do Fogo, reputan lo-os liados
por bom prego, ajuntondo o nao deslruindo, co- ,
mo ja disse, e logo que o dinlieirinl.o foi tos- n T >'. ^- n nllammndas puros
Aao sao, au sao plianlasticas [unturas.
Lameiro feliz, que os ondas serena?,
Aos imperantes que conduzas ;
E soberbo do peso que levavas
Queixumes nao ouVi-as;
Sents a primeira vez os hombros loas corlados
De duras quilhas, de csporOesdourados.
Ferem das praias vivas nos estrellas
Do povo que esperando.
Mil ve/es abengoar as prenhes vellos,
Oue 00 longo bronquejondo,
Lhe vera Irazendo sobre as ondas possants
Do brasileiro gente os imperantes.
Se abrndo as brancas azas impluma.la.-
Alvos cisnes nao vej" ;
Se co'as lomas cabecas levantadas
Nao vein lilhas do mar
O pintado hiate rodeando
E co'peito ofoulo ondas cortando..
Seno vejo na vaga pb&nlasia
Mil imagens brilhanles
! Com que exalta engaosa poesa
Illuslres navegantes,
Falsos enfeites de venal mentira
Indigno de alta musa que me inspira ;
Nos olhos me fuzila sa-.ito lume
De singeld verdade ;
Ofrenden) vaos unales de coslmnc
A austera realidad.',
V. S. com
deixar de
nao podio
este mo-
rondo, fui tirando mais nncoso, fui me asseon-
do e deixando o vida mais grosseira c pesada,'
foi a invejo de muitos crescendo, o loca a dizor-
se Noo sei Antonio Vicenta donde tiro tanto,
dinheiro, elle d dinheiroo jurns, ando de relo-
gio, tem focca opporelho ia e mil outras cousas.
Para prova da que levo dito, tenham a bondade ;
de ver as carias que juntas OTeieCO 00 respeita- '
vel publico :
Illm.* e Exm." Sr.a D. Francisca Felismina
Correa de Oliveira.Por amor verdade quero
que me faca a honra de responder: Io, se como
innao natural de seu finado marido, o major Ma-
noel Correa, estivo ou nao em sua casa sois a se-
to annos, e se este bom horaeru, durante sua!
exislonri
me sua mi.
do-llle liC
em lodos us meus negocios como seus proprios
e se nao fui seu alinocrevi-, comprondo-me elle Singeos coracoes o vs unidos
os primeiros cavnllos : 5> finalmente, se nao foi lvr tiiumpho trazeis
ello quera me fez a primeira casa que possul. en-' Tropho maior. do que irozer vencidos
tre elle e seu finado poi o coronel Jos Corri, e Ricos, 6oberbos reis ;
at o cholera (poca em que snccom,bio s'efip falenlo de reina, que vos foi,dad*,'
mereca paro elle loda boa f. Nos vence os conloes, nao braco aro;, il /.
Um povo que clama enthusiasmado
Cobrindo os ras vejo,
Outio deixostes em lagrimas banhado*
Ao suido brioso Pernambuco.
Nao vielOS era triumpho a bella Oliuda
l'.oin esquadra em guerra armada
Nao viesles abrir o horror, c o marte
Sanguinoso estrado
\ este vencer com armas do blandura
Todo o enlhustasmoque vs com tlzura.
Nao trazeis entre vos manietad'os.
Lacrimosos prisionniros :
jum
MUTILADO
\
f

ILESiVl


(*)
DIARIO DE PERNAyBUCO. ~ SABBADO 3 DE DEZEMBRO DE *89.
i
Fspalhe sobro exercitoa cerrados
Sibilantes peloiros ;
, Colha, de sangue, e lagrimas bandados
O phanlaslieos loiros
Ojera da sorle chamar dom soberai i
Banhar ascruas mos em mague humano
Enfrear a cubica
^aber unir a solida piedade
Inflexivel juslra,
Tsla do throno a verdadeira gloria
f. ser ds Imperante Brasileiro a historia.
r. t\ c.
Para o Kio de Janeiro
segu viagem com loda a brevidade por ter par-
te da carga prompta, o veleiro palhabote Oii-.
voira II ; quem no raesmo quizer carregar o!
resto, entenda-se com o capao Jos da niTveira .
* L11 -
ouer-
Movimentodov,^
rio.
jVato- su/ti'*' ,. --------------
,. i>Tiii-\ir ^os no da 1.
^HTW "8"'bSuez Uoity, cap>
r, tT cai'8a assucar.
BahaBrigue orasileiro firaj, capilao Anto-
nio JosS dos Santos, carga a mesma que
trouxe o Ass. Suspenden do lamarao.
tarahibalJarca ingleza Gtomore, capilao Tci-
lersou, era lastro. Suspendeu do lamarao.
Xavios entrados nn dia 2.
Cranja20 dias, patacho brasileiro Anua, do
181 toneladas, capito (raciono X. Mafra,
equpagom 16, carga farriha de mandioca o
milho ; a Tasso 6: limaos.
Bahia12 dias, barca franceza .Vpo>ore, de 28:2
toneladas capilao Burdet, em lastro; a or-
dem.
Baha6 dias, hiato ararriMno Ourinna, do 264
louelladas, capilao A. Facher, em lastro; a
Rostron, Rooker& C,
liobor Gracc28 dias, barca ingleza Sprits nf
the Times, de 231 InneUadas, cniulao John
Martin, cquipagem 14, carga 2920 bairicas
- com bacalho ; a Sanndors, Brothers 4 C.
.Varios sahidos no mesmo dia.
Mobiler.-itacho americano R. C. Wright, capi-
to Hughes, carga caf.
RallimoreBrigue ingloz Elisa Griete, capilio
J. Bruking, carga assucar.
Bahia Sumaca nacional Hortencia, capilao Joo
C. de Cemos, carga dilerentcs gneros.
Leiie, ou con, o consignatario .Manoel \lvn-
ra, ra do Trapiche n. 14. Jnoel ****
.... acaly pelo Ass,
,-ocom muila brevidade a barcada eMario
*mcla, leudo a maior parte do carreganieulo
prompto : para o resto, trata-se com Prenlo
Vianna i C, rua da Cadeia n. 57.
Para o Ass.
Segu al o fim da presente semana o hiale
Camaragibe, por j ler parte do scu carregamen-
to prompto : para o resto e passagoiros dirijara-
se a ra do Vigario n. 5.
Para a Bahia
O veleiro c bem conhecido palhabole Dous
Amigos, pretende seguir com muita brevidade,
lem parle de seu carregamenlo a bordo ; para o
resto que lhc falla, trala-se com scu consignata-
rio Antonio Luiz de Oliveira A/.uvedo, no seu es-
critorio ra da Cruz n. 1.
Maraiihao e Para.
O veleiro brigue escuna Graciosa, capilao e
pratico Joo Jos de Souza, lendo j grande par-
te do scu carregamento prompto, segu em peu-
cos dias ; para o resto da carga podem os Srs.
pretedentes entender-se cm os consignatarios
Almeida Gomes Alves & C, ra da Cruz n. 27.
ARCHIVO UNIVERSAL.
REVISTA HEBDOMADARIA
COLl.AlsOH.tIH
PELOS sus.
D. Antonio da Costa A. F. de CastilhoA. GilAlejandre HernulanoA. G. BamosA. Guima-
rfiesA. de LimaA. de Oliveir MarrecaAlves BrancoA. P. Lopes de MendoncaA. Xavier
Rodrigues CorderoCarlos Jos BarrurosCarlos Jos CaldeiraE. Pinto da Silva" c CunhaF.
Gomes do AmorimV. M. BordalloJ. A. de Freitas OliveiraJ. A MaiaJ. A. MarquesJ. de
Andrade CorvoJ. da Cosa CascaosJ. Daniel CollacoJ. E. de Magalhes CoulinhoJ. G. Lobato
PiresJ. H. da Cunha RivaraJ. J. da Gra?a JniorJ. Julio de Oliveira PintoJos Mara
Latino CoelhoJulio Mximo de Oliveira PimentelJ. l'edro de SouzaJ. S. da Silva Ferraz__
Jos de TorresJ. X. S. da MottaLeandro Jos da CostaLuiz Filinpo LeiteLuiz Jos da
Cunha L. A. Rebello da SilvaPaulo MidosiRicardo Julio l'errazVulenlira Jos da Silveira
Lopes \islo Cmara.
DIRIGIDO
FOR
A. P. de GamiteL F. Silveira da MollaRodrigo Pagaino.
Destinado a resumir todas as semanas o moviraenlo jornalistico e a offerecer aos leilores, con-
juntamente com a revista do que mais notavel houver occorrido na poltica, na sciencia, na indus-
tria ou as artes, alguns artigos originaos sobre qualqner destes assumplos, o archivo universal,
desde Janeiro de 1859, em que comecou a publicar-se, lem satisfeito aos scus ins, com a maior
e\aclido c regularidade.
Publica-se todas as segundas fciras em folhas de 16 paginas, e completa todos os semestres
um volume de 420 paginas com indico e frontispicio competentes.
Assigua-se no escriptorio dcste Diario, ra dasCruzes, e na ra Nova n. 8.
Preco da assignalura : pelos paquetes a vapor 10g200 por auno ; por navio de vela 88 (raoeda
brasileira).
Ha algumas collecc-des desde ocomeco da publcaeao do jornal.
Ferro reduzido de
Quevenne-
Previlegiado em seu modo de
adminislraco pela acade-
mia de medicina de Paris.
Os felizes effeilos do ferro em um grando nu-
mero de enfermidades sao geralmente conheci-
dos. As cores plidas, as llores brancas, o em-
pobrecimenlo do sangue com os males do esto-
mago, e as palpitaces, que sao delles a conse-
quencia: taes sao os priucipaes casos em que o
ferro indicado, e para cerlos temperamentos
traeos elle um complemento quasi necessario
de alimentario. A superioridade do ferro de
Quevenne de todas as preparacoes marciaes a-
quella que introduz mais quantidado de ferro no
sueco gstrico em um peso dado. Deposito em
Pernambuco, pharmacia do Piulo, ra larga do
Rosario n. 12.
Afea
= Aluga-se
Campo Grande
niutos aivorcdos de fruelo
=r .
= c9).
- o c
?-3 2
r es.
o
~: ^ -.
- .- s-' S
Horas.
_ a. c
* v 3
Atpiosphera.
\recao.
"75 I Inlensidade.
hS ti l l li.
Centgrado.
i 1; 1; i
i t cs^bo
feaumur.
ce *- x ce -1 .
^4 -4 00 -~I *-l
Fahrenheil
llygrometro.
e^ a es s: O? -
.T oc ce en
Barmetro.
Finalmente ehegou a barcada Douradinlia
para aqui ser vendida, de 750 saceos, bem cons-
truida, com as mclhorcs madeiras da provincia
deAlagoas, bom massamo: quem pretende-la,
pode ir ao fundeadouro em frente do caes do
llamos, c all examina-la, c entender-se com Pr-
xedes da Silva Gusmao no caes do Ramos n. 2,
andar terreo, ou com Jos Joaquim Doorado Ju-
nior, na ra da Cruz n. 22, botica de Joo Soum.
Para o Porto,
s I
_ <
ts~
SI P5
= S3
O
C5
-.
r:
>
J.
Deciara^oes.
Conselho alministrativo.
O conselho administrativo, para fornecimento
ioarstial de guerra, lem do compraros ob-
jectos seguales :
Paro a casa de deten rao.
Camas de ferro para ofliciaes 2 ; colchos 2 ;
travesseiros 2.
Ouem quizer taes objectos aprsenle as suas
propostas em carta fechada na secretaria docon-
elho s 10 horas da manha do dia 7 de dezem-
bro prximo vindouro.
Sala das sesses do conselho administrativo,
a fornecimento do arsenal de guerra, O de 110-
xembro de 1859.Dent Jos l.amenha Lins, co-
ronel presidente.Francisco Joaquim Pereira
Lobo, coronel vogi>sccretario.
Pela mesa ro consulado provincial se faz
publico aos prorielarios dos predios urbanos das
reguezias desla cidado e da dos Afogados que
o bjiguc Esperaura segu al o dia 10 do cor-
rente ; anda recebe carga e passageiros: a da-
tar na ra da Cadeia do Recife u. 4.
pan
toja do Sr. Joo da Cunha Magalhacs, ra da Ca-
deia do Recife.
Para Montevideo
segu uestes dias o veleiro brigue francez San-
i'.inna, o qual recebe alguns passageiros, para os
quaes olTerecc os melhores comraodos ; para
tratar, com as consignatarios Amorim Irmaos,
ra da Cruz n. 3.
; A qui-.m convenha urna barcaca de lole de
1S caixas e do boa marcha, e bem apparelhada,
dirija-se a ra do Amorim n. 1.
>>s 30 dias uleis ara o pagamento a bocea do vapor poder conduzir sendo os volumes despa-
chados com antecedencia at a vespera de sua
chegada : agencia ra do Trapiche n. 40.
ss Para Lisboa e Porto pretende seguir viagem
com a maior brevidade possvel, o patacho por-
tugiicz Flor de Maa ; quem no mesmo quizer
carregar ou ir de passagem, trate com o consig-
natario Thomaz de Aquino Fonseca, ra do Vi-
gario n. 19, primeiro andar.
= Pura Lisboa segu com a possivel brevida-
de, o bem conhecido brigue porluguez Relmpa-
go, para o que tcm parle da carga prompta : para
o resto da carga e passageiros,aos quaes olTercce
aceiados commodos, trala-se com o consignata-
rio Thomaz de Aquino Fonseca, rua do Vigario
n. 19, primeiro andar.
cofre do primciro|semestre da decima do anuo
:inanceiro correte de 1859-1860 so principalo
a contar do Io de dezembro vindouro, ficando
le 3 por cenlo os que paga-
i'sse/prazo.
fado provincial de Pernambuco
^6 dKnovedbro de 1859.Antonio Carneiro
MachadoRos, administrador.
= O Illm. Sr. inspector da thesouraria pro-
viocial, em cumprinicnlo da resolucao da junta
manda fazer publico, que no dia 7 de dezembro
prximo futuro, se ha de arrematar, a quem por
menos fizor o costeio da illuminaro publica da
cidade de Olinda, avaliado em 260 rs. cada um
lampeo diariamente.
A arremataco ser fela por lempo de um
armo a contar do dia 15 de dezembro do correnle
auno.
As pessoas que se propozerem a esta arremi-
laco. comparceam na mencionada thesouraria,
oude acharo as condices com que deve ser ef-
tc.luada a arremala;o.
E para constar se" inandou affixar o presente
' publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial de Per-
nambuco, 19 de novembro de 1^59.-0 sccrela-
10, A. F. da Annunciaro.
0 Illm. Sr. iuspeclor da thesouraria pro-
uicial, em cumprimetilo da ordem do Exm. vice
^CwuutC ua provincia, manda fazer publico, que '<
perante a junta da fazenda da mesma thesouraria
se ha de arremata! no dia 15 de dezembro pro-
ximo vindouro, quem mais der. 636 lampeos
|ue serviram na illuminaco publica desta cida-
de, com as suas competentes ferragens, avaliados
em 40S> cada um
Os pretendenles podem dirigir-se reparii<;o
Jas obras publicas, uiim de examinarem os men-
cionados lampeos.
E para constar se mandou afiliar o presente e
publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial de Per-
nambuco, 24 de novembro do 1859.O secreta-
rio, Antonio Ferreira da Anuunaiaro.
PLBLICACAO LITTEIUIUA.
O MONITOR DAS FAMILIAS.
AO PUBLICO.
Em todas as cidades civilisadas publicam-se
boje na Europa nao s peridicos que tralam de
sciencias, Hiteratura e poltica, senao tambera
oulros exclusivamente consagrados aos interesses
das familias.
A capital desta provincia ja lao populoso e
opulenta ressentia se desla falta, e as senhoras
Pernambucanas em nenhuraa parte encontravam
um alimento sao com que podessem nutrir seus
temos corac,oes, sua ardente iratginacao.
Sensiveis a lao grande mal, os proprietarios
do Monitor das Familias resolveram reme-
- A lancha Flor do Dio Grande recebe carga ^j'0' Publicando Pr^"'c Peodico que (Mi-
ra a cidade do Natal e Pirangi: a tratar na ,tenderara conveniente dividir em tres parles dis-
tincias 1 -eitura para lodos ; Leilura para as
senhoras; Leitura para os Meninos; sendo seus
nmeros acompanhados de figurinos de moda?,
retratos de pessoas celebres, nacionaes e estran-
geiras, eslampas de santos, vistas de lugares e
monumentos notaveis, desenhos de bordados e
labyrinthos, e msicas para piano e canto.
Para este fim compraram urna typographia e
mandaram vir da Europa urna lythographia com-
pleta que dirigida por dous habis artistas es-
trangeiros que conlractaram um francez para o
desenlio, outro allemao para a impresso.
Assim habilitados, pretendiam dar principio
sua tarefa em Janeiro do anno prximo futuro,
quando a visita com que SS. MM II. se digna-
ram de honrar esta heroica provincia, os fez mu-
dar de parecer, resolvendo publicar desde j urna
serie extraordinaria do mesmo peridico para
dar coma de todos os festejos populares que por
esla occasio se teem eilo, e ho de fazer nao s
nesla capital, senao tambera as povoaces do in-
terior.
A descripcao desses festejos com todas as poe-
sas publicadas ser o objecto exclusivo desta se-!
rie extraordinaria do Monitor das Familias ,
cujos nmeros scrao acompanhados dos retractos'
de SS. MM. II., e lambem de varias e bellissi-
mas vistas; bem como a da sua entrada as aguas1
da tcm a
se venca
COSPAMIIA BRASL1EIBA
ADVERTENCIA.
Os Srs. assignantes deste DIARIO
que ja satisfizeram sua assignalura na-
pagar pelo accrescimo ate que
o tempe- pago.
Os abao assignados tcm a honra de com-
municar ao respcitavel corpo do commercio, que
tendo sido encarregados da liquidacfio da extinc-
ta firma Momsen & Vinassa, contiuam no mes-
rao gyro de commercio da mesma firma, sendo
colebrado entre si socied.ado que gyrar do Io de-
zer.ibro era diante, na razio de D. P. W'ild &C.
Recife, ao 1. de dezembro de 1659.Daniel
Paukraz Wild, Theodoro Just.
Cornelio Cicero Dantas Marlins, esludante
da Faculdadc- de Direilo, declara que de hoje em
diante se assigna Cicero Dantas Marlins.
O secretario da irmandade de N. S. do Ter-
co de ordem da mesa regedora convida a todos
os seus irmos para urna reuniao de mesa geral
domingo A de dezembro pelas 11 horas da ma-
nha no respectivo coosistorio. afim de tomar-se
conhecimento da deraissao que pede o irmao
thesoureiro ltimamente eleito, bem como a de
alguns outros mesarios, procodende-se logo a
eleico daquelles que suas demissoes forera ac-
ceitas.
No dia 19 do prximo passado niez desap-
pareccu da ribeira da Boa-Vista um menino
pardo de idade de 10 anuos pouco mais ou rae-
nos, com os signaes seguinles: cabellos bem
corridos, falla baixo eum pouco tato, nariz ali-
lado, filho do Pao d'Alho : quera delle souber
ou quizer darnolicia dirija-se a rua do Queiraa-
do loja n. 39, queahi acharo o pai que muilo
agradecer.
ou vende-se o sitio denominado
na povoacao de lieberibe, com
! fructo : os pretendenles di-
rijam-se rua Imperial u. 4. a fallar com Slanoel
Joaquim Estoves.
Fazendas nglezas e francezas
Chegadas nestes ltimos dias; um variado
sortiinenlo de fazendas inglezas e francezas, dos
ltimos gustos: no armazem de Almeida Comes,
Alves & C, rua da Cruz n. 27.
Cera de carnauba e velas.
Vende-se cera de
possvel a 12, dem
roba, velas dita p
hia, tremoias, rosario
sola, por precos razoaveis :
mazera n. 33."
Na rua do Queimado n. 2,
lerceiro andar.
baile, csame:.-
das senhoras e
dilos de
lirho.
Apromplam-se vestidos pata
tos e usos domsticos.
Toda a obra propra para uso
crianzas.
Enfeites de vidrilho de cores e .prelos,
froco, velludo ecacutilho.
Bordados do marca, seda, froco, maliz,
prata eouro.
Ornamentos completos para igrejas.
Chapeos de palha, seda eescumilha.
Tudo por precos commodos.
Bolos.
Apromplam-se bandeijas de bolos com arraa-
coes e rasas por preros commodos, bolos, pudin.
doces, alclna e diversas .iguarias proprias para
presentes.
Na mesma casa
offerece-seaos Srs. armadores festoes de lloros
muito ricos de seda e de canutilho para enfei-
tes do igreja.
Altenco.
Na rua da Cadeia du Recife n. 11, vendem-sc
as seguinles obras thealraes
carnauba a mais superior i a nUT^V'"? """a"acs,:
segunda sorte ll50eVar-! "em,on Fan",Iwr- comedia em 4 actos,
ura e de composcao, lio da Ba- r-..Xi STei,slKvf vaudeville em 1 acto.
arios, espeguilhas, e meios de S m.n?? U 0S miIa6res de ^^o Anio-
i7nav..ie n.-i n<> H-> r,, r_ i nl0> fagnilico mysteno em 4 actos.
na rua da Cruz, ar-
Escravos.
Vende-se um mulatinho de 12annos, vindo da
cidade do Ico : na rua da Cruz, armazem n. 33.
f-desnecessario declarar seus precos pois tudo
_Sacae Pa'a a Bitlna na rua da Cruz, ai-; se promelle vender era conta.
- mysterio em 4 aclos.
O caixeiro honrado e o negocianteladro drama.
Alm destas ha mais a venda
O hvro de Irtlia. conlendo urna bella colleccuo
de poesas.
O caixeiro perante a socedade ou
de sua vida.
a historia fiel
mazera n. 32.
OTerece-se urna mulher para servir de ama
secca : quem seqoizer ulilisar, dirija-se a rua
Na mesma casa recebe-se assignalura para o
uteressanle e bem escriplo jornal do Rio de Ja-
neiro intilulado Revista Popular.
Pede-se aos Srs. Antonio Annes Jacnme
das Calcadas n. 23, que achara com quera tratar. Pires, Manoel Pantaleoda Costa, Ankmio j T
r T,- |de Mendonca Belem, que tenham'a bondade de
= Guilherme Augusto Ricardo regressa para a dmgirem-se as aterro da Boa-Vista n 27 loia
Bula- de trastes de L. Pugi. J
Escravo coziiilieiro. gMP nffpnjnm nmiiimiiwm iw
m-mmm
Vende-se um escravo de 18 a 19 annos, muilo
bom cozinheiro ; assim como urna prcta cozi-
nheira, engommadeira e lavadeira, o urna negri-
nha de 13 anuos : a fallar com Oclaviano de
Souza Franca, rua da Cadeia do Recife n. 36.
Dinheiroem cobre.
Vende-se constantemente na rua da Pcnha, so-|
brado n. 19, era pequeas e grandes porcoes.
Compram-scjornaespara embrulho a380
a arroba: no pateo do Terco n. 9.
= No dia 3 s 10 horas, na loja do sobrado n. ,
5, sito na rua da Cruz, se ha de arrematar o
espolio do finado hamburguez Fernando I.ucca.
DE
O vapor Paran, conimandanle o capilao l-
ente Torrezao, espera-se dos portos do norte
em seguimento aos do snl at o dia 6 do cr-
lenle mez.
Recebe-se desdeja passageiros, frete de dinhei-
ro c encommendas e engaja-se a carga que o
Para o Porlo
sahir com brevidade u patacho porluguez Du-
que do Porto, de primeira marcha : quem no
mesmo quizer carregar ou ir de passagem, dirija-
Carlos Ulsses Duhos, lem a hon-
ra de participar ao respeitavel pu-
blico que leudo sabido da casa do
Sr. Lcconle.e acha-se eslabclccido na
praca da Boa-Vista sobrado n. 3,
primeiro andar com sala para cortar
cabellos e fazer qualquer obra rela-
tiva aos mesmos cabellos para que
o acharo sempre prompto a qual-
quer hora.
Um estrangeiro precisa de um
m

a
loRua das Laraugeiras-'-15
Paulo Gaignou dentista tem a honra de
avisar ao respeitavel publico que o cele-
bre r. dentista, dos Estados-Unidos e de
Pars, Eugenio Delcambre introductor do
novo systema VL'LCANITE adoptado pe-
los primeiros Drs. dentistas dos Estados-
Unidos, de Londres e de Pars est na sua
casa.
Este novo systema, a perfeico mesmo
de urna precisad matemtica lleve subs-
tituir sera duvida nenhuma todos os sys-
lemas erapregados al agora no Brasil" e
devido ao emprego da machina a vapor
de VULCANISAR do Dr. Patnam.
O" Dr. Delcambre chegado pelo ultimo
paquete ingtez em viagem para o Rio de
Janeiro, ficara nesta capital ate o paque-
te prximo, e durante este lempo ofere-
ce seu prestirao ao respeitavel publico,
desde das 9 horas da manha at s 2 da
larde, na rua das Larangeiras n. 15.
Precisa-so de urna ama qee saiba cozinhar e
engomroar com perfecao, pagaudo-se bem : na
rua do Queimado u. 46.
Fugio desde o da 22 do correnle o escravo
No dia 22 do correnle desppareccu de casa criuI de nome Marcos, filho do Maranhao,
o molcque crioulo, Soterio, idade 18 annos, com rePresenta ter idade 25 annos, cor preta fula,
os signaes seguinles : o dedo grande do p es- ros, comprido, testa saliente, nariz chato, olhos
querdo muilo aberto, e urna grande marca de es-1 pequeos
do mosqueiro, a do seu desembarque no caes do.
Colegio, a das rua do mesmo nome e Cadeia, na noleque para tratar cavallo e fazer al-
occasiao do prestito imperial; a do interior da guns serviros de casa : quem tiver an-
igreja do Espirito Santo na owr o de cele- nunce.
brar-se o Te-Deum que all fT; cantado; e
mais a vista da sala do Paco imperial, na occa-
sio do beijamio dado era celebrarlo do natalicio
do S. 51. o Imperador no dia 2 de dezembro ; e
a de todos os pavilhdes e illuminarGes com as ras
em que se achara collocadas.
Finda esta serio extraordinaria, coraegar o
Monitor das Familias > a sua vida ordinaria,
confiado na benevolencia e patrocinio 4de suas
bellas leiloras a que especialmente consagrado.
O primeiro numero acha-se ex posto ao exa-
me do publico, hoje pelas 1-2 horas do dia, na
loja do Sr. Lecomtc, aterro da Boa-Vista, na
caldadura as cosas, 6 natural de Barrcros, para
i onde j fez oulra fgida o anno passado : quem
o pegar, entregando na rua de Apollo n. 4, ser
gratificado.
ASSOCIACAO
DE
| Soccoitos .tfuluos e Lala Euiaucipaco
dos Captivos.
sea rua da Madre de Dos n. 34, a tratar com dos Srs. Guiraares e Oliveira, paleo do Colle-
Jos Antonio da Cunha & Irmo, ou cora o capi-
lao na praca do Corpo Santo.
Leiles.
CAS POPULAR
MAGESTOSO SALO
DO
PALACETE DA RUA DA PRAIA.
Sabbado 3 do correnle.
I-ni festejo aos anuos le S. \\. I.
A soc ee Cassino Popular, querendo festejar
nos annos de s. II. I e nao pudendo fazer no
da 2,oro consecuencia de haver nessedia espec-
Iaculo om Sania Isabel, lica o Baile Cassino
transferido para osupradito dia.
A msica nesse da, locar novas c lindas qua-
.liilhas, walsas, polkas, etc., e ser observada a
luja orden c harmona do cuslume, c os carlees
do iugresso eslaio venda no lugar do coslumc,
para damas gralis, cavalleiros '2?.
N. B. llavera sorvoto s 10 horas.
LEILAO
Sabbado 5 do correnle.
O agente Borja autorisado por urna pessoa que
se relirou para o Coar far leilo em seu arma-
zem na rua do Collegio n. 15, de urna rica mo-
bilia de Jacaranda com lampo de marmorc, cama,
lougas, candelabros, prata etc., e outros artigos
de urna casa de familia que eslaro avista dos
compradores s 10 horas era ponto do indicado
da.
DE
gio, na dos Srs. Miranda e Vasconcellos, rua do
raesmo nome, e na do Sr. padre Ignacio, rua
da Cruz do Recife. Acorapanha este numero a
vista do desembarque doSS. MM. II. no caes
da Alfandega, e os retratos das mesmas Augustas
Pessoas.
As assignaturas recebem-se na typographia
Brasileira, rua do Passaio n. 19, e na rua da
Cadeia de Santo Antonio n. 22 a razao de 59
rs. pagos adianlados por toda a serie.
Precisa-se de um cozieheire : na rua da
Moeda n. 27.
= Precisa-se alugar urna casa terrea ou um
andar, mesmo com poucos commodos, no bairro
do Recife: a tratar na rua da Madre de Dos,
taberna do Sr. Lapa.
= Marcos Wey relira-se para o Rio de Janei-
ro, pelo prximo vapor.
= Joseph Fsher e sua mulher, James Cleiton
o sua mulher, e James Fisher, relram-se para
fura da provincia.
= A pessoa que annunciou precisar de um
moleque para tratar de um cavallo, dirija-se
travessa aa Madre de Dos n. 18, segundo andar.
= Claudio Dubcux, proprietario da linha de
No escriptorio de Domingos Al-
ves Matheus deseja-se fallar ao Sr. Ovi-
dio Gonralves do Valle, a negocio ou
pede-se que se uigne de indicar sua mo-
rada para ser procurado.
Hospital PoTtiituic/. de Beneficencia em
Pernambuco.
Por ordem do Illm. Sr. provedor, convido a
lodosos senhores socios do mesmo Hospital Por-
luguez a reunircm-se no edificio do estabeleci-
menlo s 10 horas do dia 4 de dezembro, afim de
ler lugar a sesso ordinaria de assembla geral,
W \ A > 1 -i/11 V UUIHV UIIIUII'(UU\UV UVOUU
e cumprir-se o dispostq no 3. art. 17 dos res- dezembro de 1859.=01. societario,
muilo demorado na falla e no andar,
gnora-se a roupa que levou, a sua oceupaco
era ganhar na rua : quem o pegar leve-o a fu
da Cadeia do Recife n. 53, que ser bem recom-
pensado.
3 0S ociaco Eopograp Juca
pcvuamhucaitA.
Domingo 4 do correnle. s 10 horas da ma-
nha, haver sesso ordinaria do conselho di-
rector ; sao convidados os senhores conselhei-
ros comparecer.
J. i. Cornelias Cmara,
1. Secretario.
Vende-se um cabriolet por preco
niuito em conta avista de acliar-se em
estado desejavel a todos os respeitos:
fallar na cocheira em frente do portao
do arsenal de marinba, onde existe e se
Baile nacional.
Auniveisario natalicio de
S. M.I.oSr.D. Pedro II.
Sabbado 3 do correnle haver grande e sump-
tu'iso baile nos salees do caes do Apollo.
Ser fielmente observado o repularacnto do
Illm. Sr. Dr. chefo dn polica, e nao poder ter
mgresso quem nao se apresenlar decentemente
11 -lido.
Iiilhe-.es para senhoras gratis e para homcm 2#.
Avisos martimos.
FAZENDAS.
Segunda-feira i> lo correnle.
Manoel Jos de Arauio Costa & Filho, nao po-
dendo concluir o leilo de suas fazendas no da
em que foi annunciado, continuar por iuter-
venco.do agente Borja, a vender como nos lei-
les passadosSem reserve de precoexceilcn-
les sedas para vestidos, vestimentas para meni-
no, bareges, fil de seda, chales, mantas, len-
cos de cambraia de lnhn, saias a balo etc., etc.,
muitas nutras fazendas que eslaro a vala dos
pretendenles.
Avisos diversos.
pectivos estatutos.
Recife 30 de novembro de 1859.
Manoel Ribeiro Bastos. '
1." secretario.
Attenco.
Conslando ao abaixo assignado que o Sr. Jos
Ribeiro Pontes acaba de effectuar a venda da sua
loja, e podendo ser que nella se iucluissem as
dividas activas do mesmo cstabelecimenlo, o
abaixo assignado previne ao respeitavel publico
e especialmente ao comprador, que o raesmo Sr.
Pontes lite deu em pagamento de seus servicos,
como caixeiro do sobredito cstabclcciraenloj as
dividas activas fiadas durante o lempo que o ser-
vio do que lera documento: outro sim, constan-
do igualmente ao abaixo assignado ter o sobredi-
to Sr. Pontes asseverado a algumas pessoas scr-
Ihc o abaixo assignado devedor, o abaixo assig-
j nado protesta desde j contra talasserso, e de-
clara positivamente nada dever-lhe, visto como
nenhumas liansacces se deram depois doajusle
i de contas cima citado, c antes delle sera por
, domis absurdo suppr que o abaixo assignado;
mnibus, scientifica a quem conver, que domiu- fosse devedor ao Sr. Pontes, recebendo do mes-
go 4 do correnle havero. mnibus para o Hos- mo senhor dividas em pagamento dos seus ser-
pital Porluguez ; pceo de cada pessoa 2 ida e vicos ; c abaixo assignado fundado na verdade,
volla. traduzida em fados que jamis podero ser ne-
Fugo da casa do abaixo assignado, na noile gados pelo Sr. Pontos confia que elle entre no-
do da 30dc'novembro passado, o escravo Jos', vameute no caminho da lealdadc, que deve ca-
crioulo, oflcial de sapateiro, indo com calca do raclerisar a todo o negociante de boa f, eracn-
casemira preta, camisa de madapolo, jaqueta de dando crrolo manifest quanlo irrisorio de on-
riscado c chapeo de palha de carnauba, cujo es-! siderar devedor a quem smente foi seu credor.
Antonio Joi de Amorim.
Domingo 4 do correte ha sesso em assembla
geral da Associaco de Soccorros Mutuos o Lenta
I Emancipaco dos Captivos ; o Sr. presidente con-
j vida a todos os senhores socios para comparece-
i rem as 11 horas da manha nosalao do palacete
; da rua da Praia, onde a casa de suas sesses.
' Quando os adversarios da associaco a intrigara e
calumniam, cumpreque por nosso empenho nos
mostremos superiores a lodas as arlimanhas de
adversarios pequeninos. Far-se-lta a distribu-1 i-_"
cao dos diplomas, para o que cumpre lambem :u,ra com quem a compra deve ser tra-
tada.
Claudio Dubeux, sclentiea a
quem convier que acaba de receber um
i novo carregamento de burros, novos e
; bonitos e alguns a quasi manco!, os
melhores que tem vindo a este mercado
; e os vende por commodo preco : quem
pretender .dirija-se ao seu escriptorio
, na rua da Cadeia para tratar.
comparecerem.
Sala das sesses da Associaco de Soccorros
Mutuos e Lenla Emanciparan dos Captivos 1." de
Lui; Cynaco^da Silva.
z= Vende-se um par de arreos novos para
carro : na rua larga do Rosario u. 33, taberna.
Vende-se una taberna
por lodo negocio, em rua muito commercial, no
bairro de Santo Amonio : a tratar na rua do
Rangel, armazem n. 62.
Linas de pellica de
Jouvin.
ATTENCO
na
Aluga-se um sobrado na cidade de Olinda,
na rua de S. Pedro, defronte da cadeia, com bons
commodos, muito fresco e exccllenle vista : a
tratar na taberna do mesmo sobrado.
No dia 27 de novembro prximo passado
fugio urna negra de nome Felicia, crioula, moc.a,
alta e secca do corpo, cara comprida e bicuda,
bracos compridos o finos, meia fula, levando ta-
bolcro com milho e arroz de casca, vestido de
cassa branco com pintas, de 2 babados, c panno
francez : quem a pegar, leve-a a rua da Palma,
confronte ao portao do Sr. Pinto de Barros, so-
licitador, que ser recompensado.
= A mesa regedora da irmandade de N. S. do
Amparo da cidade de Olinda, nao tendo podido
j levor a efleito a fesla de sua excelsa padroeira
i no dia 21 de novembro, e era raesmo no dia 4
I do correnle, como linha determinado, era con-
i sequencia de motivos nao esperados, lora de no
I vo marcado o dia 11 do correnle, para cujo fim
| convida aos seus charos irmos a comparecerem
fara assistr a fesla e i'e-Deum Consistorio
." de dezembro de 1859.=0 encanegado da fes-
la, nronto Pedro Rodrigues.
Para esle porto seeue primeiro que os que es- Precisa-se fallar com o Sr. Joo Rodrigues
lao propostos para all, o hiato Exltalacao: para Vianna Bayma a negocio que o mesmo senhor
o resto de seu carregamento e passageiros, ira- nao ignora : em Olinda, rua de S. Benlo, quina
t.t-s>; com Gurgel Irmaos, em seu escriptorio no I do Pprlo Seguro, sobrado que tora taberna por
primeiro andar n. 28, da rua da Cadeia do Recite. I baiio.
Aracaty.
cravo tem os signaes seguinles: estatura baixa,
corpo seno, barba pouca, pernas com marcas de
feridas, figura bonila, cor nao muito preta, ca-
bellos carapinhos e crescidos, ccostuma incul-
car-se livre ; presumo que ella anda por esta ci-
dade ou arrabaldes, em razao de ser muito vadio.
Este escravo foi aqui vendido pelo Sr. Symphro-
nio Olympio de Queiroga ao Sr. Manoel Ferreira
Costa e por osle vendido Sra. D. Mara Carlota
de Senna e Mello a quem hoje pertence : roga-se
s autoridades policiaes, capitaes decampo ou
qualquer pessoa do povo, que o apprehenda e
conduza rua Bella n. 14, onde generosamente
se recompensar.Malachias do Lagos Ferreira
Costa.
Aviso ao publico.
Dr. Joo Noguiss, professor dentista, se offere-
ce ao respcitavel publico para tirar denles e ra-
zes, lmpa-los, chumba-Ios, cautrisa-los, divid-
los e p-los com toda a perfecao a toda e qual-
er pessoa que precisar: dirija-se a rua larga
Rosario n. 46, primeiro andar, hotel trova-
dor, que se acha prompto a toda a hora queseja
necessario.
:o
Lcndo o abaixo assignado o annuucio que o
Sr. Antonio Jos de Amorim publicou com sua
assignalura, no Diario de Pernambuco a. 274 de
... .,.,,-, 30 de novembro, no qual oceupou-se o mesrao
\ eiidem -se superiores luvas de pellica de Jou- ... ,
,..;. t^*J .,.., k.-!.......... | senhor de dous assumptos com referencia ao
abaixo assignado, vem o abaixo assignado em
resposta declarar-lhe :
1. que nao foram comprehendidas e nem o
podiara ser as dividas activas referidas pelo mes-
mo senhor na venda que acaba do fazer o abaixo
assignado do estabeleciraento a que alludio cm
. seu annuucio ; e, suppr dito Sr Amorim que o
abaixo assignado as tivesse incluido em tal tran-
jsaccao, depois que ao mesrao senhor Picaratu el-
rua do Ciespo n 10, de Jos Goncalres Malvcra,,las pcrleucndo por esse titulo, que deve ler cm
vendem-se superiores luvas de pellica Jouvin, cor I seu poder, querer o Sr. Amorim por si julgai
de palha o brancas para homens e senhoras, r-; o abaixo assignado.
2. para melhor esclarecimento do publico, c
vio muito frescas, para homens c senhoras
rua do Queimado o. 22, na loja da boa f.
Lola
Parisiense,
eos enfeites de flores do mais moderno gosto, ri-
cos chapeos para senhora, enfoilados com muito
goslo e formato moderno, cortes de vestidos de
assim conheeer-se que essas dividas nao ficaram
Superiores que.|os londrinos :
Cadeia de Santo Antonio n. 28.
na
Relogios
itf*ii)kS&SSii .fc-aa fcata vfr?.y,yp
wmrfSSHo^vm%eWc785V a/Kv E/lfife! HIHM|
&. Joao da Silva Ramos, medico pela ^
IS L'niversdade de Combra, mudou sua re- sidencia para o primeiro andar por cima ^Zj
Ec continua a receber lodos os dias das 8 s i
*V10 horas da manha e das 3 as 5 da larde,
3E as pessoas que o queiram consultar, bem afe
25 como a preslar-sc cora sua habitual promp X
m tido a qual quer chamado para os mis- *
3r teres de sua profissao compichcndcndo a t
* medicina, cirurgia e partos. Je
Precisa-se de um caixeiro para taberna, que
tenha pratica e saiba ler e escrever, prelerindo-
sc algum recontemcnle chegado de Portugal : a
tratar na rua de S. Jos n. 2.
Desde a cutala do largo do palacio at a
lypographia do Liberal, perdeii-sc um oculo de
qualdade, muito novo, chegado ltimamente de ouro dentro de unta caxinha verde, e pede-se a
de outo patente inglezes, do melhor fabricante
de Londres, e que se vende mais barato que em
nenhuma parte, por isso que quer-sc liquidar a
conta : na rua da Cadeia do Recife, armazem
n. 4, de Barroca & Medeiros.
ATTEN(M.
Na taberna da Estrella du pateo do Paraso n.
14, vende-se manteiga ingleza a 800 rs dita
franceza a 640, latas com massa de tomate a
1S tHJ, qucijos dos mais novos a 2g200, massas a
i rs. a libra, latas com bolachinhas de soda a
900 rs. cada urna.
Vendem-se saceos com trelo de primeira
seda, manteletes e taimas de seda pela para se- pcrlencendo ao Sr. Amorim por lh'as ter dado o
nhoras, perfumaras dos melhores fabricantes. al)ax0 aszignado cm pagamPnlo dos seus sup-
rua da i Poslos ordenados de caixeiro (visto que nao o era
do abaixo assiguado, e sim um inlercssado do-
referido cstabelecimenlo e do mesmo adminis-
trador ou gerente, da qual esquiva-se dar, com
| exactidao, as contas), conveniente que esse se-
nhor publique o titulo que em si lera relativa-
mente a cssa transaecao. Ora, se o Sr. Antonio
Jos de Amorim era caixeiro do abaixo assigna-
do nesse estabeiecimeuto e nao inlercssado, com
que direilo e fundamento levou com sigo e sem
sciencia do abaixo assignado os livros do mesmo
eslabeleciraento ?! Oue dreito linha corao cai-
xeiro para assim proceder e conservar esses li-
vros em seu poder e tora do estabelecimento, ao
qual os nao tem recolhido, aposar delle desliga-
do ?! Tome o Sr. Amorim por s o conselho que
prelendeu dar ao abaixo assignado, e trate nao
j s de entregar os mencionados livros iu*lcpeii-
l.isboa, por menos preco do que em oulra qual-
quer parle : na rua de' Apollo, armazem n. 10.
- Vende-se urna escrava : na rua da Guia
n. 10.
Publicando Iliteraria.
Guia Luso-Brasileiro do Viajante da F.uropa
1 vol. ent 4 de 500 pag.: vende-se na mao do
autor tuu do Vigario ti, II, hrox. 3$ encad. ?. a tratar na rua da Praia n. 0.
quem quer que o acbou, querendo so dignar en-
tregar, dirija-se ao convenio do Carino, segundo
andar, celia u. 10, que encontrar Fr. Ernesto,
seu verdadeuo dono, que generosamente recom-
pensar a quem se digno to loiivavclmenle
obrar.
i= Compra-so urna taberna om boa localidade,
as fregue/.ias de Santo Antonio ou Bo.i-Vista :
JULIO RIGllD
da casa de A. F. Destilarais,
cabolleireiro da casa imperial, presentemente
nesta cidade, tem a honra de offerecer seu pies-
timo s pessoas que delle se quizerera utilisar ;
trouxe do Rio de Janeiro ura bonito sorlimenlo
de gi iiuldas, de bouqucts,dc flores para vestidos,
grande sortintcnlo de plumas, masabouts, pen-
tes, leques c oulros enfeites propros para bai-
les, grando sorlimenlo de rendas, collarinhos,
mangas, lencos, manteletes.guarnicoes de vesti-
dos, tudo de renda de Inglaterra, Alcncon e
BruxeHase rendas ditas a vara podo ser procu-
rado no hotel inglez, rua do Trapiche.
- O esetivao da irmrndade de N.
Senhora da Conceicao da Congregacao, | dme dos meios iudiciaes, como de concluir con-
' venienlementc os seus negocios a respeil com
para cumprir cotn ti ait. 4S do compro-
misso da mesma irmandade, avisa aos
s 'US carissimos irmaos para reunirem-
se no consistoi o da mesma, no domin-
go i do coi rente mez, as 9 horu do dia
para o fim de elegerem os mesarios que
tem de unecionar no anno de 180
a ISfil.
O Sr. Silvero Barbosa da (Silva tem urna
cari i no escriptorio de Manoel Ignacio de Olivei-
ra & Filho.
Precisa-se de urna ama forra ou captiva pa-
ra casa do pouca familia : na rua da Cadeia do
Recite ii. t.
a
o abaixo assignado Em vista do expendido o
publico que decida de que lado est a ui f.
Jus Ribeiro Pontes.
0abaixo assignados participara ao respci-
tavel corpo do commercio, lano desla praca, co-
mo das mais desta imperio, une tendo por mutuo
necordo terminad > hoje o nosso contrato de so-
cedade, sao encarregados da liquidaco de todas
as Iransaccdes da nossa extncla linna Morasen
& Vinassa os Srs. Danol Paukraz Wild e Theodo-
ro Just. Recife, aos 30 de novembro de 1859.
Por procuracao do Alexandre Momsen e Chris-
tiano l'.duardo Augusto Vinosso, Daniel Paulraz
Wild, Prancisco Lindos.
/
MUTILADO
N
*


>7n -'___
DIARIO D PRNAMBUC. MBBADO 3 i) DEZKMBRO DE 1859. "*
tOIJUMlVS IMR\ 1800.
Eslo venda na nvraria da praca da Inde-
pendencia na. 6 e 8 as folhinhos para 1860, im-
; ressas nesla typographia, das seguintes quali-
dades :
1?0lHINHA RELIGIOSA, conlendo, alm do
kalendario e regulanicnto dos direitos pa-
lochiaes, a conlinuacao da bibliotheca do
Cristo Brasileiro, que se compoe : do lou-
vor ao santo nome de Dos, coroa dos ac-
t los de amor, hyranos ao Espirito Sanio e
a N. S., a imitacao do de Santo Ambrozio,
jaculatorias e comraeraorsco ao SS. Sa-
cramento e N. S. do Carmo", xercicio da
Via-Sacra, directorio para oraco mental,
dividido pelos dias da semana, obsequios
ao SS. coracao de Jess, saudacoes devo-
tas s chagas de Christo, oraroe's a N. Se-
nhora, ao patrocinio de S. Jos e arijo da
guarda, responco pelas almas, alm de
outras oraeees. Preco 3S0 rs.
(*)
GOHlRAMIl
ALLIANCE
Eslabcleeida em Londres
ai
CASA DE BANHOS.
Compras.
Hotel trovador.
rormar aes Srs. negociantes, propietarios de
casas, eaguemmais convier, que estao plena-
mente autorisados pela dita companhia para
ellectuar seguros sobre edificios de lijlo c pe-
I dra, cobertos de tclha e igualmente sobre os
osmesmos edificios,
OlTA DE VARIEDADES, contendo o kalenda- <*jee*s 1},e coiitivercm
rio, regulamento dos direitos parochiaes, e urna colleccao de ancdotas, ditos chisto- 1"alquerquahdade.
sos, coulos, fbulas, pensamentos moraes,
reccitas diversas, quer acerca de cozinha,
quer de cultura, e preservativo de arvores
e fructos. Preco 320 rs.
Di
1TA DE PORTA.a qual, alm das materias do
costume, contera o resumo dos direitos
parochiaes. Preco 100 rs.
agencia dos fabricantes america-
nos Grouver & Baker
Machinas de coser : em casa de Samuel P.
Johnston & C, ra da Senzala Nova n. 52.
= Precisa-se de urna ama, que tenha bomje
abundante leilc. para criar urna menina de 4 .das
raezes; paga-sc bem : na ra das Cinco Ponas
obrado da esquina defrontc d3 matriz nova de
San-Jos.
mm ig m*.
CAPITAL
Cinco miUvoes de \Vb\as
esterlinas.
Samadera Brothers & C. tom a honra de in- Na rUtt larga (lo RoSai'O II. 4G,
primeiro andar.
Tendo passado este eslabelccimenlo ao Sr.
Francisco Garrido, se acha aclualmenle montado,
e offerece hoje concurrencia publica muito
commoda hospedagem em loJos os sentidos.
Fornece-secoraida para fra por barato preco o
com aceio. Haver sempre a qualquer hora "pc-
liscos^saborosos.excellcnles vinnose sorvele, das
6 1(2 horas datarde em diante ; assim como
deliciosa rao devacca aos domingos, de 2 horas
da manhaa al 10.
=Preeisa-so de urna ama forra ou cscrava, que
saiba cozinhar e engommar, para casa de una pe-
quena familia : a tratar na ra do Cabug n. 3, no
uudgaso andar.
Neste proveiloso estabelecimenlo, que pelos no vos melhoramentos fcitos acha-sc conve-
nientemente montado, far-sc-hao tambera do Io de novembio em vante, contratos mensaes para
maior commodidade e.economia do publico de quera os prgprielarios esperara a reniuneraco de
tantos sacrificios
Assignatura de banhosfrios para urna pessoa por mez.....10$000
momos, de choque ouehuviscos por mez ljOU
Series de carloes e banhos avulsos aos precos annunei.idos.
Corapr.im-semoedas de ouro de
20.s : na ra da Cadeia loja de cambio
h. 58.
Corapra-se urna taberna em urna das ras
da Boa-Vista : qiiem tiver entenda-se na ra do
Ainorim, armazem n. 26.
DELICIOSAS E LnFALUVEIS.
LOTERA
cjracao e
del
O r. Cosme de Si* Fereira
de volt de sua viagem instructi-
itiva aturopa continua no exer-|
jeiciodesua profissi medica.
Da' consultes em eu escripto-;
rio, no ba ivi-o do Recife, ra da s
Cruz n. 55, todos os das, menos I
nos Uommgos, desde as*6 horas?
i te as 10 da manha, sobre os i
seguintes pontos :
t'. Molestias de olbos
Molestias de
peito ;
Molestias dos orgaos da gera- j
cao, e do anus ;
[**- Pra ti cara'toda c 'Operaoao que julgar cenvenien-'
te para o restabeleciuiento dos
seus doentes.
O evarac das pessoas que o con- &
suitarem sera' feito indistincta-
mente, e na ordetn de suas en-
tradas; lazando excepeo os doen-
tes de othos, ou aquellesque por
moti?ojiistoobtiverem hora mar-
cada para este m.
A applicacao de alguns medica
montos ndispensaveis em ."varios'
casos, como o do sulfato ealro-
ina o\c.) sera' feto.ouconcedido
'grattritameate. A confianqa que
nlles deposita, a presteza de sua
accao, e a necessidade prompta
de seu emprego; tudc quaiito o
demove em beneficio de seus
doentes.
U
O Sr. thesoureiro manda lazer pu-
blicoque se acham a venda todos os dias!
9 horas da na ulula as 3 da tarde,
no pavimento terreo da casa da ra da
Aurora n. 26 e as casas commissionadas
; pelo mesmo Scnhor thesoureiro na pra- i
i ja da Independencia n. \l e 16, os
i bilhetes e meios da nova parte da terceira
| lotera do Gymnasio Pcrnambucano, cu-
ijas rodas deveto andar impreterivel-
| mente no dia 7 do futuro mez de de-
;enibro.
Thesouraria das loteras 19 de no-
Ivembro del859.Ocscrivao, J. M. da
Cruz.
NICA, VERDADEIRA E LE-
GITIMA.
l^l^us
Vendas.
Pastilhas vegetaes de Kemp
coulra as lombrigas
approvadas pela Exm. inspeceo de esludo de
Habana c por muitas outras juncias de hy-
giene publica dos Estados Unidos e mais paizes
da America.
Garantidas como puramente vegetaes, agra-
dareis vista, doces ao paladar sao o remedio
infallivel contra as lombrigas. Nao causara nau-
scasnem sensarocs debilitantes.
Ha ra das Flores, cocheira n. 33, vnde-
se um bom cabriolet com rodas novas, (citas lia
um mez, envernisado de novo, com todos os ar-
i reios, e um ptimo cavallo de mais de 7 palmos
! de altura.
Aos fabricantes lle^elas.
Cera de carnauba da nova safra a 11*500 e 12$,
: e sebo refinado em pao o velas, ltimamente
' chegada do Porto, em l>arricis e caixas de 11$500
; a 12g5(K) a arroba : no anligo deposito
, da Assumbla n. 9.
Attenco.
Na casa de Prente Vianna & C.
Dous turbulos de prata inglcza.
Salitre refinado.
Camas de ferro.
Cemento romano.
Jcncbra de Hollando.
Arados americanos c machinas
paia lavar roupa: em casa de S. P. Jo-
do largo
vendora-se
cxpon'aneo em abone das parli-. hnston & C. ra da Sjnzala n. 42.
C^KEMP ^l'EYAYORK)
PILUUS VEGETAES
ASSUCARADAS
SALSA PARR1L1IV
Queimado n. 40.
Grande c variado sortimento
DE
NW-YORK.
O MF.LHOll REMEDIO CONHEC1RO
Ctiira-jonslipacves, ictericia, affececs do fgado,
forres bilioeai, clicas, iudigesloes,enxaquecas.
Ilemorrhoidas, diarrhea.doencas da
'.peiie, irupcOes.e todas as enlermidades,
trovKnentes do estado wr-ino so uhoCC.
75,000 caixas desle remedio,coirsoramem-se an-
nualmente !
Remedio da natorc/a.
Approvado pela faculdade de medicina, e re-
commondaao como o mais valioso catrtica ve-
getal de lodos os conhecidos. Sendo estas pitillas
puramente vegetaes, nao contera ellas nenhum
vneto mercurial nem algom outre mineral ;
estao bem acondicionadas em caixas de folha pa-
ra rcsguardar-sc da humidade.
Sao agradareis ao paladar, seguras e cfficflze
era sua operaran, e um remedio poderoso para a
juventude, puberdade e vclhice.
Lea-se o folhetoque acompanhacada caixa.pelo
Teslcmunho
lhas de Kemp.
< Srs. D. T. Lanman e Kemp. Porl Ityron
12 de abril de 1859. Sentares. As paslillias
que Vmcs. fazem, curarara mcu fillio ; o pobre
rapaz padeca de lombrigas, exhalava um chei-
ro ftido, tinba o estomago iuchado e continua
comicho no nariz, tao magro se poz. iiue eu
temia pcrde-lo. Nestas circumstancias um visi-
nhomeudisse que as pastilhas de Kemp linham
curado sua fillia. Logo que soube disso, com-
prei 2 vidros de pastilhas e com ellas salvei a
vida de meu filho.
Sou de Vmcs. seu amo agradecido.
W. T. Floyd.
Preparadas "no seu laboratorio n. 36 Gold j
Slreet petos uiucos proprielarios I). Lanman e|
Kemp, droguistas por atacado em New York.
Acham-se venda em todas as boticas das'
principos cidades do imperio.
UEPOsnos
Rio do Janeiro na ra da Altundega n. 89.
Bahia, Germano & C, ra Juliao n. 2.
Pernambuco.no armaccm de drogas de i. Soum
Gompaiihi-i ra da Cruz n. 22.
Prcciza-se fallar ao Sr. Juaquim de Azrvedo
Peteira, na Uvraria u. 0 c 8 da Piara
pendencia.
Precisa-se e offlciaes de carapinas e traba-1 30fte........ .........
dores: na campia dos Remedios, sitie do Sr. Grosdenaple de cores de quadrinhos co-
Thenorio. .vado................................. j*^ Arroz de cas
I)-sc -WOaa juros com penhoresde ouro Rilo de dito liso covado................ 1#800| Mtlho novo.
4 pechincba est se aca-
bando.
Na nova loja de tres portas da ra Direita n.-
10 vendem-sc ricos cortes de vestido de seda
brancose de cores com duas saias, os mais mus
demos que ha no mercado, pelo diminuto pre-
co de lOOgcada um, dilqs de eambraia com duas
saias a tg cada um, ditos de larlalana bordados
de lindos gostos a 13,<, ditos de cassa de seda de
lindissiraos gostos a 7 cadaum, damasco do Lia
com 6 palmos de largura, proprio para colcha a
15200 o covado, chally de lindissimos gostos a
1| o covado, laa de flores com padrdes hoyos
e muito lindos a 720 o covado, rassas de cores
muito finas a 640 a vara, riscados francezes lar-
gos de quadios a 200 rs. o covado, grosdeuaples
de todas as cores a 2o o covado, camisas fran-
cezas com peitos de uslao a 98OO cada urna,
cnfeiles com Dores para cabeca desenhoraaTjj
cada um, dilos de vidrilho pretos c de cores o
mais moderno que ha no mercado a 5g000 cada
um, ricas gollinhas com manguitos de pafo a 7s
cada um, gollinhas de Iraspasso a 23 e 25500-
cada ama, organdys decores a OSita vara, pale-
lots prclos de panno lino a 25j, ditos de ditos
a 2()j, dilos de casemira de cores a 20, cortes
de casemira de cores a 5#800, ditos mais finos
a 7ft, chales de merino bordados finos a 8jJ800,
dilos lisos de franja de seda a 5g300, ditos de
touquim a 258 o 32g, lencos de eambraia de li-
nho ora ricos bordados 10$ cada um, e ou-
tras muitas fa/.endas que se dcixam de mencio-
nar, e se vendem por baratissimos precos.
Aos cigarreros e cha-1
ruteiros.
Campos & Lima lem para vender cai- *&
xas rom fumo americano de muito boa atg
qualidade e a prego cotmuodo : na ra y^
do Crespo n. 12. W
Fazendas francezas c rou-
pasfeilas recebidas em di-
reilura pelo ultimona\io.
Dao-se as amostras cora penhor.
P.icos cortes de vestido de seda de cores
de 2 saias............................
Ditos de ditos de seda pretos bordados a
velludo...............................
Hilos de ditos de seda de gazn phantasia g
lticasromeiras defil e de seda bordadas 9
da Inde- Taimas de grosdeuaples bordadas...... g
Chales de louquim branco bojdadosa
80$000
Attenco.

Yendcra-sc e concertam-se carrinhos de nio
muito fortes, proprios para a reraoco de linas :
na ra da Concordia confronte a refinaco, ou
na ra Nova n. 1, loja de terrogens.
A mui bem acredi-
tada tinta prela.
Km ^.irr.ifas e moias defronle de S. Francisco,
typographia de F. C. de L. e Silva.
Nos armazens de Tasso limaos
vende-se :
:a.
Remedio sem igual, sendo reconocido pelos
mdicos, os mais mineotos como remedio infal-
livel para curar escrophubs, cancros, rheutuatis- ,
I mo, cnferrmdadcs do ligado, dyspepsia, oebili- 1 T^al se Bcat* eonhecendo as mullas curas milagro-
dade geral, febre biliosa e inlerinillente, enfer- sas quetem eftVcluado. D. T Lanman & vemp,
midades resollantes do empreo de otercurio,
ulceras c erupcocs que resultara da impureza do
sangue,
CAVTELA.
1 D. T. "1.anuan & Kemp, droguistas por atacado
Ni w Yr.rk, achara-se obligados a provenir o res-
pelarel publico para desconfiar ile algumas te-
, nes iunlacdes da Salsa Parrillw de "Bristol que.
[ hoje se vende neste imperio, declarando a lodos
1 qe ao elles os nicos proprietarics da receita
do Mr. Bristol, tendo-lhe comprado ao anno de
1856.
Case n en Ira oa mais ou pessoa ilguma tcm
direil' de fabiio.c a Salsa Panillsa de Bristol,
j.onju* o sogrorfn da SIU piepracat. acba-se 3-
j mente em poder dos referidas Lanman & Kemp.
Pora evitar engaos com dosopreciaveis co-
' binaoues de drogas perniciosas, as pessoas que
...__. a %uizcrem comprar o verdadeiro devem h^m ofc-
Jsyme Eneas, cabellereiro e artista em cabe!- Lr....__!..,.. ;...... ^ ,.......-.^_...i
los, cuiitiuua em seu labetamenlo na ra da
S8K2

Cabellereiro.
(juei-mado n. 6, priraeiro andar, a cceber eu-
cemmendaede cabelleiras, meias dil-s, chinos,
esceDl^M\RRmS ALlif\Y(uu
i-ma moda] :rancelins, traness para aunis, pul-
ceiras, eorrenles para reloV'O.quadjros de qua-
qwergostoque se exija., como sejam : tumulares,
rinemorias, firmas, etc., etc. Tainbeci pontear
n3nhoras, epara isto araba vio 'lieriha, chegado ultima mente
servar os segwiules signaes sem os quaes'
<\\x*z oulraprcparacao falsa '.
1^ O envoltorio'de tora est gravado de m
lado sob urna chapa do a;o, trazendo ao p as
segrales paUvras:
D. T. LANMAN &EMP
SOL AGENTS
.\.m Water Street.
droguistas por atacado em Nova York, soos ni-
cos fabricantes e proprielarios.
Acham-se venda em todas as boticas das prin-
cipaes cidades do imperio.
DEPSITOS.
Bio de Janeiro, na ra da Alfandega n. 89..
Bahia, Germano & C, ra Juliao n. 2.
Pernambuco.no armazem de drogas de J. Soum
& C, ra da Cruz n. 22.
E chegado loja do Leconle, aterro da Boa-
Vista n. 7 o excoHente leite virginal de rosa
branca, para refrescar a pelle, tirar .pannos, sar-
das e espinhos, igualmente o afamado oleo ba-
bosa pare limpar e fazer crescer os cabellos ; as-
sim como fi imperial do lyrio da lloreuin para
bcitocij '2 cura o avelluda-do da primavera da vida.
Cura radical.
O afea-.xo assignado. encansavi no es'.udo da
- i cura radical da morphea, erysipeia chronica,
asihmas, escrfulas, rheumatisino e carocos
estermos, lem a salisacao de convidar a to-
das as pessoas. quo de taes molestias soffre-
rem, a curarem-so com elle, promelendo-lhes
toda a garanta na applicaco c proficuidade
de seus remedios do substancias vegetaes com-
postos e preparados em seu laborario chimico-
ou prata, on "ivpothe'ca em predio nesta praca : Seda branca lavrada covado lg600 a
us pretendemos dirijam-se a taberna do Sr. Lci- Groideriaple pre4o lavrado covado.......
le, na ra do Collegio n. 18.
=r Faco publico que tenho [constituido meH
bastante procurador para tratar do inventario de'
meu fallecido marido Manoel Fcrreira da Silva
Maia, ao Sr. major Jefio Baptista da Silva Man- j
guinho.llosa Maa da Conceicao Maia.
Nitub Bella n. 10 precisa-se de urna ama
para c.osKihar c comprar para urea pessoa.
Precisa-se de urna ama para casa de poitca .
familia : na ra do Jardim n. 22.
coixecum
PF.
\ossa Senhot'a da Conccicao.
Lisboa ra da Esperanc't n. ll A.
Em consequencia da alteraco que se fez na
poca dos cxanies preparatorios para a universi-
dad-,, e de outras rircumslancias que lem ocoor-
rido na pralica, determinamos alterar tambera
o comeco do anno lectivo no nosso cstabeloci-
menlo : at aqui era a abertura a 4 de noveni-
bro, e neste rano lea lugar no da primeiro de
ouUibro ; porin, esta deterrainacao, em cousa
algnma obsta entrada dos alumnos, em qual-
qoer lempo do anno.
Os cursos ou disciplinas professadas no col-
k'gi".sooas seguinles, e assim olassicados :
Iiistrucrao primaria.
O. nsino da inslruccuo primaria professado
-em lAncadeiras : na ld cedeira o 1" grao ; -na
2" 0.2 grao.
Ha mais urna cadeira especial de Calliigra-
phia compleinenlar. ordinariamente frequenlada
pelos alumnos da instruccao-secundaria.
Instruccao secundaria.
O ensino da instruccao secundaria prefes-
sado em 9 cadcias : 111 Ia cadeiragraminati-
ca e lingua latina : 2a lalinidade : 3a grego : 4a
1500
1000
15000
I5OOO
900
500
lindo sortimento de f>entes rainha Victoria, e -2 Omtismo do oulro lado tein um rolle m l cerlas todas aquellas pessoas, que com o abaixo
juntamente llores a Paritn do-afamado florista' l13?01 a./-ul <-tac com afirma e rubrica dos pro- | assignado contratarera laes curativos, que Ibes
tonstantiHO, flores inteiramciile ptoprias ptra' P:'*eJ,a'""?s- ., ser restituida qualquer quanlia ou donativo, que
se enfeitaivm os penteados modernce. O mesmo '. s Sol,rc, "**?'. acha-s* retrato e firma do houver de receber em paga, no caso de nao ef-
offerece as senhores que prctendorem ver *s 'ia^a}.0T C- C- nrtslul cm W?' cur de ro. 1 fecluar, como se corapromette, a cura radical das
i,i.|..ip1,, 1 i i 1-1 \ \ 4-Ouc as dirsedes junUs a cada garrafa -tu ni 1 referidas molesiias.com a condicao porm das
elegantes M.\Illl]lA'3 A LLlX \ t peo-i,HUn pbenix ser.ielliaiitc a que vai acuna de ;>;c- pessoas enfermas se snbniellerera" as regras hy-
teadas como justametilc ..devem ser, a visitaren r6*1** annuncio. 1 giennieas, que |>!o abaixo assignado Ibes torera
c seu estabelecimenlo., visto que denxilra forma D. : DhPOSITOS.
licarao ama 1 rotadas, e nao se poder fazer sm -*i0 de Janeiro-na ra da Alindola n. 89.
juizo perfeiio de quaolo sao bellas ; para isJe |'J1*8. Germanc & C, ra Juliao n. 2.
ter senam-e o seu esiabekcimenlo^Lsrio at a*|,ptl'Ri"nbuco 4,a a|,|uaz'r" de drogas de J. Soii
': horas dt-noite.
Ama,
, .A Coni[iaul::.i ra da Ciu/. n. .
I DENTISTA FRANCEZ. *
; > Paulo Gaignoux, deulisia, ma das La- 2
. > Ecugeiras 15. Na mesma casa lein agua e <
^ p dentiieo. ^
Xi.J.&&i.jLi.i.A A queni coinenha nisa i/.ncaca de iote
!-dQ-18caixas e de boa marcha, Subein apparelka-
!da,.dirija-se ra do Aniorim 11.1.
Preoisa-e de una muMicr forr3 mu escraa
pera coziuJiar : na ra do. (jueimado o. 35.
Aluga-se um segundo andar cms< rouitos
commodos, na ra do Livramenlo n. 21 : a lia- .
tar no mesmo. L ferece-se para ama seca do urna casa e6-
Precisa-se alugar um negro para vender fa- i 'rangeira de pouca familia, ou mesmo brasileira,
xendas : .quera o tiver c gueira alugar, dirija-se! ma.riKaca porlugueza, de 20 a 22 anuos de ida-
cirurgico na ra do Sebo n. 3, bairro da Boa- ram: 5a ingles : 6a alternas : <" philosopliu
Yisla, onde deve ser procurado tas 6 s 9 horas "",al ? moial pnncipios de direito natural :
da manhaa e das 2 s 4 da larde. Picando lodavia H rhelonca c pocica etc. : 93 geographia, chro-
uologia e historia Universal.
Inslruero superior.
O ensino neste collegio. classilicado de instruc-
cao superior professado em 6 cad^'iras : na Ia
*.adoiraarithraelica, algebra geomelria, trigno-
metria c geographia mathemalica : Opcraces
geraes de commercio e cscripturaco applicada
agricultura, industria e commercio ; 3a phy-
sica, chiinica, inlroduccao historia natural e
i.iechaoka : 4a agricultura geral : 5a geogra-
phia e historia agrcola, industrial c commer-
cial i elementos de economa poltica e de cs-
lalislica ecclesiastica : 6a c|emen(os de dircilo
adminislralivo, comuiercial e das gentes.
lleligiao e bellas-leltras.
O ensino religioso o o clasico delitteralura e
de moral, professado em dnas cadeiras espe-
eiacs : na Ia cadeira a religio : na 2" a liltera-
luraj e moral.
BRLLAS-ARTES.
prcscripias, como cosluma com os seus docnlcs.
Recife i de uovombro de 185!).
Manoel Horges de Mendourn.
36 > is .v
il!0!lSllO'
i
'JS^*3f^<
central -ltoHicopalliire
no 9
-quem di
vonfrunle
tratar.
lia preesar dirija-se
ao 11. 27, que achari
I l)- SABINO 0 L. PIMO
%Ruade Sanio Amaro (Mnn-
| do Novo 11. Q.)
a ra da acia do Recite u. 55, loja de, Claudia- f u.io bella
no & Olii eisa,' ou Boa-Vista fu. 82] ra 4a Santa i *tua '-"pena
Cruz. ceu.. O I)r. .Casanova pode -ser procurado
qualquer hora eai seu consultorio ao-
meopa litico
98=RUA DASCR[?ZES=28
oijaiosnio consultorio aeha-se sem-
poe graile soriimeoiu de medicaiuen- S* NO
locera tinturas o globjlos.us mais no-
gviii; e bem preparados, oseleinentus d<
hoaioopathia e Nysteua 4iwiwiariu du
Btcrms de medicina.
mmmmm- uros.
Os aiiaixo assiguados avisan) ao respei-
invcl corpa do CLKimercio e m particular a seus fregueiSBS, queo Sr. Joaquina Itouuuodo A!- I 'ms tainauhas p;-.ia couduc-o dos sorvotus, que
ves de Azevedo deL;:u de ser seu caixero desde | se pedircm pura wra.
entend
e de. boa
>ara tra-
Pavifto da casa de ba-
ihofi do paleo Camio.
Todusos dias uleis das 7 ^ 10 da noito, c nos
dias sanUGcades, ou derfestas naclouaes das 11
: do da ci s 1 da noile. Ha lugar reservado
para as familias. Tambera ha son'elcras de va-
I
Continuara as consultas e visitas do
mesmo modo que d'autos. A contiama
que o l>r. Sabino deposita na pessoa que
tica encaricgada de seu consultorio nao
ser desmentida.
Os pobres seo sempre tratados gratui-
tamente.
As correspondencias serio endereeadas
com subscripto ao )r. Sabino com ausen-
cia ao abaixo assignado
Manoei de Mallos nreira Lima
Professor em homeopath.i e se-
cretario do consultorio.

1 dia 7 do correiite. Recife
1859.Machado a bi\ulas.
8 de uoxembro de
Antonio Jo6el-erre rurgico pela escola raedica-cirurgica da <:i-
dado do Porto, recentemenle chegado a es- p
Precisa-se de um cozinbeiro, que
perfeitumeedestaarle, queeja limpo
conducta, e nao lala vicio de beber :
.tur, na praca da independencia n. 2.
Idiomas iuglez e lrancez>
Eneas Bruce, professer de lingoas, lera a bon-
^ la cidade, acaba de esabelccer o seu abl- (9 r.i 1 ir.>rm....'.".. .*...
%\.aa ""orm.n ao espeilavel publico, que couli-
" lar lices os do
como na daqucllc* que se qu/.ereiu uti-
nate de consultas medicas, cirurgicas e ope- ^! ul a j;11
S. rvies na ra do Amorim n. 15, segundo s!sua casa'c
andar, aonde poder ser consultado al s
' liaras da man han e das 2 s 4 da tarde.
J Alera disso acudir a qualquer chamado
fqur de noitc, qur de dia, com aquella
proraptido que scrapre exi^e a humani-
a dade afOicta. Os pobres sero tendidos e
:rutados *tralnilamente.
KSSat.-.. n& mmmeUBSSSSSm terr"daBe*-Vistan
Seraphiiu & Irmao.
r licoes dos .ditos idiomas, lauto na
I lisar do seu presumo. Reeelte dambem discipu-
: los lodas as noiles desde s 7 al as 9 ; na ra da
;Cruz n.4J2, lerceiro andar,
lia urna pessoa que toma conta de una ta-
berna por batane; com a* nabilixacoes necessa-
. ras para .cemprar e vender, a qual d inorraa-
I Cbes necessarias : quem pretender, dirija-se ao
~6, que achara d.-ra quera
I Tiecisa-se saber se anda existe a viuva B.
l'hereza de Jess Coelho Souza Lean, ou alguns
de seus herdeiros, para se pagar o laudemiu e
I foros da casa lerrea, esquina d:i ra do Uoujco-
| lomb, edilieada as Ierras dos dilos herdeiros :
e desoja sabor na Loja da ra do toilgio II. 1.
Bu* do Cabus, luja de ourives
n. 11,
esquina quelica em frente da ra
Nova e pateo da matriz
Fazem publico o,ue estao constantemente rece- CSappateceu no dia i do cor-
b?rfdhaE"ar0:>paasinaii?m mo,d-a c n'ais deli- rete tuna cabra (bicho) com os sp-
aoas obris de ouro, as quaes dao para esco- 1 "
Iher-, pelos menores precos possiveis, e passam "2e8 sefjuintes : pretacom mali.ai bran-
i.onlsa com recibos, as quaes vo especificadas, CM, ffrande, COin um ilbo nardo, com
a quaiidade do ouro. tanto de 14 como de \n 11 1 j 1
quuatcs.doquecamesponsaveis mulla brancas, com a portas dos clu-
Prccsa-se de duas amas para ssrvico de es aparados, urna pera branca t> gran-
easa, escravas ou lisios na ra da Cadeia de \ de : nuem acba" node entregar
Santo Antonio n. 11 R {entrada a esquerda1
Ha urna prela para alugar-se que faz o ser-
;o diario de urna casa : na tua Direita 11 8 i.
quem adiar
Cinco Pouta8 n. 92, que sera
ament recompensa<>'o.
b-. as
genero-
Botica iciiiral lime ptliica i
PUS. OLEGARIO L- PIXHO
Dito dilo liso encornado a !<600e___
Dito dito cora 3 palmos de largura a
lgGOO e..............................
Sarja de cores larga com 4 palmos de
largura covado a......................
' Gaze de sedada China do flores clistras
covado a............................
Follar de seda do listras goslo novo co-
vado.................................
' Setm de escocia i-diana de seda covado
Chalv de llores novos desenhos covado
Bareje de seda de varias qualidades co-
vado .................................
Meio velludo de cores covado.......... I35OO ;
I Velbulina de todas as cores............ 700 i
Selim de todas as cores liso covado ... 800 '
i Brilhanlina branca muito lina a....... 500
; Chitas francesas claras e escuras a 260 e 320 |
; Casemira pela lina a 1$00 e.......... 2500 1
Panno pelo e de cor fino provade li-
mo a 3g500a.........................
Cortes de casemira de cor a 5J e........
I Cassas organdys de novos desenhos a
vara..................................
Ditas francezas muito linas a............
Manguitos de eambraia transparente bor-
, dados muilo ricos....................
1 Golinhas de eambraia bordadas de pona
Ditas de dilo bordadas a 600a..........
Tiras e entremeiosdecanibraiabordados
Ricas maulas pretas de linho para se-
nhora ................................
Ditas ditas de blond brancas e pretas..
I Chales de sada de cores, pelos e rosos..
Dilos de merino bordados com franja de
seda..................................
I Dilos de dtlodito do la..................
Ditos de dito liso dilo de seda..........
! Dilo de dilo dilo do la.................. -jjSDO
Dilo de dilo estampados lino lista de
seda..................................
( Lencos de eambraia de linho bordados
linos___..............................
Dikis de alodio de labyrinlhoS ....
Capellas brancas para lioiva............
Eneiles de vidrilho prelo e de cores___
I Aberturas para camisa deesguiao de
linho..............................
I Ditas de dito de algodo brancas e de
cores.............................
Saias balao modernas..................
; Chapeos francezes forma moderna......
Gravatqs de seda de pona bordadas a
I velludo .............................. ^
Camisas frauce/as de cor e brancas
finas a 19800 c........................ fiS00
2-uOO
anofl r'arin,ia de mandioca.
23500 Taboado de cedro.
Velas de carnauba.
Ditas steannas.
Marrasquino de zara.
Licores linos.
; Champagne marcas acreditadas.
7$000
75OOO
l!?000
500
>
1500
9
9
$

7J500
7*090
taooo
8#000
i
13000
.-
9
I
OjOOO
Conservas.
Farelo de Lisboa.
Na ra Ja Cadeia Jo Recife, primeiro an-
dar, n. 50. vendem-sc :
Caltas com velas stearinas proprias paro il!u-
m nardos.
Lilas com ditas de carnauba superiores..
Courinhos de 1 abra.
Meios de sola.
Farelo de Lisboa.
Pomada.
Toallias de panno de linbo de differen les- '.n -
manhos para mesa.
Folhos lisos o bordado*.
Cuntas douradas.
A pitos.
Palhetas lixadas.
Palhetaspara clorineta.
Linhas de roris e de nmeros.
Rolhas c rolhoes
Cadeiras.e sof?, assenlo de palhiuha, de e\-
ccltentcs gostos.
fsedecas, azafates r cestas de rime
Rodas de arcos de pao.
Bornes para seririg:.
Cal de Lisboa.
s.
Relogios de ouroe prata, cobertos e desc
tos patenie ingle/., os melhores que existem
mercado, c despachados hoje, vendem-se por
precos razoaveis: no escriptorio do agenti
veira, ra da Cadeia do Recife n. 02, primeiro
andar.
Ditas ditas de fuslo branco c de cor.
, Dilos dilas de esguiao muito linas mo-
dernas ...............................
Seroulasde brini de algodo c' de linho
O ensino de bellas-arles professado era di- : ?S d ri^T'" P,'e,"*uu,n 9
versas cadeiras, segundo as necessidades, po- J| as de Jl.as de cores 8J o............
rom sao permanentes a primeira para o d.....
di Id
m
Conlinua a vender-so grande sortimento
do medicamentos homeopalhicos tanto
em lbulos romo em tinturas,
fis precos das carteiras sao os mesmos
que so acham estipulados no linal do ihe-
souro homcopalhico.
Cada tubo avulso
Cada rHro de tintara
Thesouro homeopathco ou vade-
mcum do horneopalha, encad.
Ht
m
LSOOO ^
2JHJ0
li-jOOO a
. S @
Ubr. Antonio BorfesGatvao, lem una car-
la te importancia^ na Ihrraria n. U c8 da Praca a
Independencia.
. O Sr. Joao da Cosa Maravilha, qneira di-
ngir-ifisa esta lypogrehia a negocio de seu inle-
rece,
OSr. Franciscoirwjo Cablas l.ins, qneira |,ori". co/inha, rel'eiloiio," ole
esc-
nlio ; a segunda para o ei.sino de msica e ejer-
cicios de piano ; a terceira para llaula e re-
beca ; quarla para exercicios de dansa, ele.
Lslc collegio, eslabelecidoem edificio tao pro-
prio para o objeclo, o tao vasto (que fui elle con-
venio da ordem de S. ltcrnardo), c sendo, como
, propiiedado do director geral, offerece por
ISM mesmo a mxima seguiama e vantagens,
para quera nelle quizer mandar educar seus -
llios ou pupilos, e commodidades para esles.
Os prol'essores, era lodas as disciplinas, sao
dos mais habis. Nao menos escrpulo ha na
escolha dos empregados e dos criados.
A educarn religiosa, que fortalece os bous
principios, lioluienle manlida ueste osfabcle-
ciiuenio. Os alumnos ouvcm diariamente missa
na igreja do Collegio, que (em capcllao offeclivo.
No recreio, na missa, 110 esludo, o as aulas sao
os alumnos sempre inspeccionados o vigiados.
Us prcloitos, habilitados com conhecimeiilos pra-
licos das linguas ingleza, franeeza e allema,
do o maior xercicio, c mesmo em horas de-
terminadas, aos alumnos que esludain scmelhan-
tes linglias.
Os alumnos, lera quartos separados cora pol-
las para os dormitnos : estes cada um sua os-
eada. Todos os quartos e corredores dos dormi-
lones, sao ptimamente ventilados: porque lem
janellas para a ra, ou para o Icrraco, onde o
edilicio forma qualro faces, cada una "com dous
andaros.
i
9
llgOOO
105000
iSOOO
Pecas de algodo trancado, azul-, com 32 co-
vados por 45500 : rendem-se na ra do Cn
Joa da esquina que Tolla para a ra da Cadeia.
casemira
Dias de brira fino e varias qualidades
39 e Colletes de velludo, gorgutao,
casemira e selim....................
Casacas de panno preto muio lino 30> o
sobrecasacos e paletots de panno preto
lino 21} c.......................... 3r,jj000
Palelots de casemira mesclada eolia de
velludo........
Dilos de
Bclogios.
5o000
iiiooo
alpaca prela muito finos......
1 Ditos do merino selim pretos c do cores
Dilos de rneia casemira..................
Dilos de alpaca pretos e de cor forrados
Ditos de brim branco epardo linos......
Dilos de brim de quadrinhos linos
1I95OO e..............................
Dito de alpaca pelo de ores..........
Relogios de ouro paleo........les......
De novo chegaram os afamados relogios in-
gieras de ouro, de palcnle, e eslao a venda no
armazem de Itoslro Rooker ii t;., praca do Coi o
Snalo n. 48.
Aterro da Boa-
Vista n. 2.
sjooo'
109000
93000
79000
695OO Vendem-se caixinhas de peras secas a 2800t)
CjOOO dilas de figos a 237000, dilas de ameixas ra
Claudia a 28800, ditas do muscalol, presunli -
chesados ltimamente, muitr m
r.siKio
3$O
8
5tK) ris a libra para ,1
lo acabando.
a elles que se es-
NO
STATO ASSET
A ala dos actos, livraria, ele, sao no pavi-
meiiio superior. No pavimento baixo a groja, c
110 quadro, que fui antigo claustro, era roda do
jardim, a sala do esludu geral; as aulas, escrin-
Lslas casas sao
ludo a diuheiio avista
dar levar as fazendas 1
Vi-I
le ;..
Hora.
=s James
paro fra do
svstema de
perior.
O edificio lodo lluniinado a gaz, o
desle. ha a maior fiscatisaeo c segurane
do* os lugares de despejo lem siphoos
nd se eonhnce mo cheiro. Esta medida',
liuc.;aoquadrada do edificio, a sua posico em
sino alto, encostado ao sul, n solado por lodos
08 qualro lados, u todas as mais condi "
nicas, que possue, tornara esla ha
^erigir -*e a livraa a. 0 e 8 da Praca da lude-1toJas cuberas nassuas entradas
Pendencia, que so precisalallar-lba. *
l'rocuia-se do urna ama para o servico in-
(erno de una casa, e paga-ss bem : na pra da
Boa-Vista 11 ^i2, segundo an.d*r.
Precisa-te alugar alguijs pretos escravos,
por me/ ou por dias ; pode-se dar o sustento,
caso eoiivoiiha no senhor : na livraria u. 6 o 8
ii:> praca da ludependencia.
. Precisa-se de nliciaes de alfoale para obra
raiu.la : na ra Nova 1:. 69.
Precisa-so de iiraj ama de eile furia o
capiiva. para criar una menina de dous ue/es:
na ra du Moeda 11. 2.
-i; Prociso-sc de una cozirreira boa na pia-
ra da Uoa-Vista n. 32, primeiro andar.
Ama de leite.
. Precisa-se de urna ama de.loile que n lenha
em abundancia, que seia sadia" e de bo,n costu-
raese paga-se bem : dinja-se ao paleo do Col-
legio n. 37, segundo ou lerceiro andar, a qualquer
- representante da mnilo afamada casa WALIFRSTPU uiscct *.
ornecedores da casa imperial do Brasil, eslabelecida no Rio o em PariJrenmVu ,',.-,
elleacha-se residindo no hotel ,,g|ez quarto n. 2, :arrega-=e
podidas a amostra, sendo por escripl para ... ir os a ;)B s
por un, hora 100 JBWSfff re^eT^X" Ks.' ^ '' j '
arcadas, que susleula 0 lerra.!osu- Hocreantique pretos e de cores.
Nobrezas lisas piolas c de con s.
Vestidos prclos lisos, lavrados de 2 salase
Llores, c eufeiles de renda para cabe!
Vestidos de cassa branca bordada
Caais .scmilhas, ...,
!ln',i y.u-V ,0' 'l0 da Es,'9ss'a ',ora bn",s. senhoras e u
ppalos de selim hunco e prelo com sallo e
ygie- os olmas de selim branco, de selim prelo, de
pouso
. 1. T-
pelo que
cons-
: pos lia nella md poTcasts?ou5o ----9^e.-b0,e.' ".P"8-"? coch?,ni
Simonds,
imp rio,
sublilo inglcz, rctira-so
loi invadida nem da cholera, nem
rolla.
a pensao dos alumnos d>' \2$ mensaes, fra
asduspuxas extraordinarias. Passaudo de 1 an-
uos paguro Hi.
As pessoas das nossaa provincias do reino e
das ultramarinas, ou du imperio do Brasil, lem
em Lisboa, niuilos individuos de qualificacao,
que os podem informar da veracidade do que
lira expusto. Em Poinaiiibueo podum dirlsir-se
aos Srs. Feidel Piolo & C.a
Lisboa, 10 dejulhode 1859.
O director-geral,
hhiu.ii,, lopei Carreira de Mello,
de relludo.
O.
muito finas
lilas de seda e linho braucos e de
10, o da Escpssia para bomens, senhoras e
sem elle,
a muilo
Chales de louquim b'orddos e "de"re'loz!"'
da febre ama- Manteletes de renda preto e cassa bordada.
Corpinnos, camisinhas, eolarinhos com mangas de cassa bordada
Gnarmcoes de renda prelo c branca pan vestidos < para
Lencos do eambraia de linho muito rico, cera renda.
I i.napeosdc sol para senhoras.
i I^Pmalrar,e.-ls alOnetcs de pello, pulseir.is, brinco, de l
GrandoeorUmento de lavas rerdadeiras de louvin
' :nv-,i^r.MlI0?. d SJa para ,,me,,s- chorase mcnMs.
ia\aij brancas e pretas.
Chapos de corte com plumas.
superiores.
a ponto real
cnfeiles ,. .,;:,..
:! ida verdad-:
ga j sp 'co par 1,
MOTILADO
N
I apeles de ciliado muito ricos.
npw, capoles impermeaveis >!,.;.; oh para homens e errtioras.


(6)
DIARIO DE PERWAMBCO. SABIiADO 3 DE BEZEMBRO DE 185*.
wwmmi
4 ECONMICA
DE
H. 2- UA DO CESPO-N, 2
Defronte do arco de Santo Antonio.
NESTE NOVO ESTABELECIMENT0 VENDEM-SE :
Lirros de religiao, sciencias, de letras artes, viageos, historia e classicos ; romances illuslrados e
outras publicacoes era diversas linguas.
Globos, atlas e mappas geogrnphicos.
l'apel de hollando, do peso, paquete, almasso, de cores e outros de diversos formatos e gostos.
Prensas para copiar cartas e outros manuscriptos, lirros e tintas proprias.
Livros era branco, pennas de rafias qualidades e mais objectos para uso do reparlicoes, secreta-
rias e casas de commercio, utencilios para desenlio etc.
Artigos debom gosto, fantasa e curiosidade das fabricas de Paris para uso dos elefantes orna-
tos, presentes etc.
Cartoes e bilhetes para bailes, casamentos e visitas.
HISTORIA UNIVERSAL desde os lempos primitivos at 1850, por Cesar Cantu, 12rolumes, in fo-
lio, enriquecida de mais de 90 magnificas estampas, obra em que nada se poupou para o
leilor encontrar nella erudkiio, estudo solido e leitura agradavel.
V.LMANAK de lembranoas de Castiiho para 1860, assim como collecees completas desde o seu
comeco.
MANUAL DE CONTAS j feilas para compras e rendas deassucar, algodao etc.
Encaderna-se cm todos os gostos desde o mais simples em papel at ao melhor em panno ou pello.
Imprime-se cartoes e bilhetes, c marca-se papel com typo proprio e em relevo vontade dos
pretendentes.
Acceita-se o encargo de qualquer encommenda de livros e outros artigos tanto da corte e provin-
cias do imperio, como do Portugal, Franca, Inglaterra e Blgica, com as condiccocs mais ra
zoaveis.
D'AURORA.
Una senhora liabil e que tem estudado os me-
Ihoramentos possiveis relativo a doces, acaba
de preparar doces loissimos de goiaba, com lin-
dascores e com gosto especial, estando em latos
e em caixos, e garante ara anno de durncao
inalteravel debaixo de qualquer temperatura;
este doce denominado Goiabada Impejial; pre-
vine-se as pessoos que queiram obsequiar olgum
amigo nada mais digno e nem de melhor gosto
do que um presente desto doce pela suotspecial
qualidade e tambum por se acharem os caixoes c
as latas forradas do papis lithographados com o
melhor gosto c aceio possivcl. A autora muito
grata ficar s pessoos que dercm impulso a C3te
lo grande ramo do industria, e tem era vistas
mandar buscar alguna opparclhos que se torna-
rao indispensaveis hnvendo procura desle rico
doce. Senhorcs estrangeiros mandai para a ros-
sa patria doce raro e sem rival 0 deposito
nico na ra Direita n. 6, oitao doLivramento.
Botica.
Este utilissimo estabelecimenlo acna-se, ha pouco lempo, augmentado lano no materia
como no seu pessoal, e seus propietarios habilitados para vencer qualquer opposico hostil e
desprezarem a ignorante vituperacao de malevolencia. Offerccera a seus numerosos freguezes e
ao publicoem geral, asrantagcnsdc sua longa experiencia e reconhecida promplidao c fldelidade
na execucao das obras as mais importantes de engenharia, entre outras pode enumerar as seguin-
tes : machinas de vapor de lodos os tamaitos, rodas d'agua de todos os dimetros, todas de fer-
ro ou para cubos de madeira, moendas para canna todas de ferro e independentes com os me-
Ihoramentos que a experiencia mostr ser indispcnsavel, meias ditas com todos os prepares, ta-
chas para engenho de todas as qualidades e taannos, rodas, rodetes, aguilhes, enros e boceas
para ornalha e todas as ferragens para engenho, machinas para amassat pao e bolacha, ditas
jara moer mandioca, tornos e prensas para farinha, ponlcs de ferro, 'aldeiras, tanques boias e
todas as obras de machinismo etc., etc.
Bartholomeu Francisco de Souza, ra largo
do Rosario n. 36, vende os seguintes medica-
mentos :
Rob L'Afiectcur.
Pilulos contra sezes.
Ditas vegetaes.
Salsaparrilha Bristol.
Dita Snnds.
Vermfugo inglez.
Tarop do Bosque.
Pilulos americanas (contra febres'.
Ungento Holloway.
Pilulos do dito.
Ellixir anti-asmalhico.
Vidros de boca larga cora rolhas, de 2 onoas a
.12 libras
Assira como tem um grande sortimenfo de pa-
pel para forro de sala, o qual rende a mdico
preco.
*
M DTO SI
L eloii
joias... joias.
As instanefas de algumas familias notaveis
desta cidade, Marcos \Veyl,(da casa de Domingos
Moulinho, joalheiro ourives, ra dos Ourives n.
27, no Ro de Janeiro) chegou com um completo
sortimen-to dejoiasdo mais elegante gosto. Sen-
do esla casa faroravelmente conhecida como
caso de confianca, o pelos productos superiores
da sua fabrica, seria fcil conrencer-se do barato
e das boas qualidades das jolas. Completo sor-
limento Ue condccoroces brasileiras do brillan-
te, ouro e prata dourda, a precos commodos.
Recebc-se em troc todos os objectos de ouro,
prata c pedras finas emqualquer estado : para
tratar, no hotel inglez.
GRANDE
Liquidaco.
Gama & Silva, no aterro da Boa-Vistan. CO,
rendem as fazendas seguintes, por procos bara-
tsimos para apurar dinheiro :
DE
240'
160
160
para co-
1J000
720
l0UO
400
220
160O0
12*000
3*500
3S0O0
2SO0O
3200
2-50
2*000
?
8
3
Neste estabelecimento ha para vender-se um completo sortimento de re-
logioide ouro pat-nte inglez esuisso para homem e senhora, bons relogios dou-
rados e folheados de ouro, ricos apparelhos de metal para mesa do mais lindo
gosto e modelo; assim como tatnbem acharaoos Sr. msicos excellentes instru-
mentos para banda militar e outros taes como flsutas, violues etc., ele A casa [
recebe directamente dosmelhores fabricantes de Paris, eportanto pode vender!
mais barato do que qualquer outra. pessoa
Venham ver as pechinchas antes que se acabem.
AUeiiQao.
Por dilTcrentes precos reste-sc um
hornera da cabera aos ps : na loja
do Nabuco & C. "na ra Nova n. 2.
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lis
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tn
um completo
ejara : pale-
ro c.
Saias balo
Farelo, milho, farinha,
arroz, caf, champanha, figos, manteiga in-
Vendem-se asmelhores emaiscommodas saias [ glpza. tudode superiorqualidade c a commodos
La ao que se pode encontrar por 59 para ac- ,' precos: vende-se no armazem da ra da Madre
bar: na ra do Crespo n. 16, esquina da ra j de Dos n 12, junto ojtoberno do Sr. Lapa.
das Cruzes ; na mesma loja ha ricos cortes de IJJKS ^ > i ?." ..,.: -.- 7 r- : ^r-
cambraia, branca bordadas, ditos de phantasia
que se-rendera cor creeos commodos.
:= Veudc-se urna muiatinha recolhida, muito
bonita, de 16 annos de idade, sabe coser com
perfeico, fazer labyrintJio, engommnr c tratar do"
toilette de senhora:
andar.
GRANDE EYARUDO SORTIMEMO
DE
Fazendas inglezas e francezas c
roupas feilas
recebidas em direitura
NO
Armazem e loja
DC
Goes & Bastos
InA RA DO0UEIMADO N.r46, FRENTE D\i
I LOJA AMARELLA E ROTULAS BRANCAS
ou a prazo.
Vende-se a cocheira da ra da Ca-
deia de >anto Antonio n. 7, tendo 5
carros e um rico coupeesem uso algum.
i ^
E chegado loja do Lecomte, aterro da Boa; S
Vista n. 70,excellente leite virginaldc rosa tiran- a
ca, para refrescara pelle, tirar pannos, sardas e [M
espinhas ; igualmente o afamado oleo babo.-
pora limpar e fazer crescer os cabellos ; assim 1 g
romo pos imperial do lirio deFlorenca para ber-
ue ase asperidades da pelle, conserva a frescura
e oavelludado da primavera da vida.
Moleque.
Vendo-se um bonito moleque croulo com ida-
de de t3 annos, proprio para tudo : 110 arma-
zeir. de Ferreira & Marlins, na travessa da Ma-
dre de Dos n. 16.
=; Vende-se doce de caj novo a IgOOO a libra :
em Olinda, ra de Malinas Ferreira n. 12, assim
como tarabem se confeilam castanhas paro en-
coramendos, e outras quaesquer qualidades de
doces.
Vende-se:
Mercurio doce.
Itetroz
Linha de rorz.
Dita em novellos.
Cero de Lisboa em velas,
draiha iugleza.
Como de lustre.
Laza rim e clavinotes.
Chumbo cm len^ol.
Pregos de forro de todas as qualidades : no ar-
madora de Jos Antonio Moreira Dias o; C, na
ra da Cruz n.26.
Vende-se um slio com 200 palmos de fren-
te o :00de fundo, no lugar da Torre, niargem
<1> Rio Capibaribe, com urna grande e moderna
casa de rirenda, cocheira, estribarla para [ ca-
vallos, gallinheiro, cacimba com tanque e bom-
ba, baixa para capim, lodo murado na fenle, e
ludo com porlo de ferro : os pretendemos podem
dirigirse ao agente Pestaa, que se acha aulori-
sado a dar as necessarios informacoes, ca tratar
da vendo sob os condices estabele'cidos ao mes-
mo pelo legitimo propietario. O dilo sitio todo
mos proprios,
il
i
Um completo e rico sortimento de sobrera- |
S sacas de panno pretos e de cores a 28g, 30
g e 35S, casacas de panno preto muito fino a ^
69 403J, 4^ e 508, palctots do mesmo panno a ^
g 24 e 25g, ditos de casemira a 14, 16g e |
18j>, ditos saceos dasmesmas casemiras
g pretos e de cores a 10 e 12, ditos de al-
& pacas preta e de cores a 4$, diios de brra
I pardo a45o0 e 5, ditos de brim preto a
I o, ditos broncos a 5, ditos de esguiao do p
^ultimo gosto cor de laranja a 5g, sobre -H
s casacos de alpaca muilo fino a 7 e 9, S
g sobrecasoca de panno finoprclo para me g
K nios a 15, 18 c 20, ditos de casemira S
H de cor a 85 e 10, calcas de ra- semiros de .^
t cores c pretas a 8, 9, 10g, 11 e 12,
jj3 calcas debnm de cor 1 3500, 4 e 5, fo
^ ditas de brim branco fino a 6j e 7,colle- E
B tus de gorgurao de seda c de casemira de p
* cores e preto a 5g, 6 e 7, ditos de vellu- M
g do a 10 e 12, camisas inglezas tantopara y
0 ihomens como para meninos de toJos os S
5 lamanlios, seroulas de todas as qualidades,
chapos de sol de alpaca a 5, manteletes f*
a pretos de muito bora gosto a 30$ e 40, ca- g
w sareques de fuslao bordados compridoso |
^ 20$, chapeos de castora Nupoleao8, ricos U
^ manguitos de punhos bordados a 3500 ea|
g g, diloscom gollinhas a 5e 6$, gollinhas
r4 de Iraspasso bordado e transparente a 8$, I
1 as ile meia casemira padres modern
^ u 5g, rolelles de fusto de cor o de brim
j bianco a 3 e 3S500 c outras multas fa- f
zeudas e roupas feilas que sero palculesa ^
g presenca do freguez.
:
cnue-se superior linha de algodo, tirn-
cese do cores, em novello, para costuro : era
casa de Seuthall Mellori C, ra do Torres
n. 38.
45Ra Direita45
O proprietario desle estabelecimento reco-
nhecendo que com a excelsa visita de SS. MM.
II. a esta cidade tem de se dar um estrago hor
roroso de calcados, cm consequencia das fre-
quentes paradas, marchas, contramarchas e for-
midaveis passeios s brilhantes illuminacoes, o
condoendo-se das boleas naturalmente pouco
fartas, dos bravos olliciaes e procos dos patrio-
ticos balalhes, cujos nomes trazem memo-
ria os feitos gloriosos dos nossos avoengos, deli-
berou, em homenagem a lo felizes dias baixar
so precos do seu cxcelleute calcado, a saber:
Para homens.
Borzeguins arisiocralicos (lustre) 9000
Borzeguins zouavos, obra forlissima (be-
zerro) 8g000
Borzeguins cidadaos (bezerro o lustre) 8t)00
Borzeguins econmicos 6gOO
Sapates batedores 5000
Para senhoras.
Borzeguins para senhora (priraeira classe) ,5O0O
Ditos (segunda clisse) 46(i0
Ditos para meninas (primeira classe) 4*000
37 Ra do Queimadu 37
Loja de 4 portas.
Chegou a este estabelecimento
sortimento de obras feitas, como
0)ts de panno fino de 16$ al 28g, sobrecasacas
de panno fino preto e de cores muito superiores
a 353, um completo sortimento de palelots de
riscadinho de brim pardo e brancos, de braman-
te, que se venden) por pre^o comraodo, cerou-
las de linho de diversos lmannos, camisas
francezas de linho e de Jpanninho de 2g at 5g
cada urna, chapeos froncezes pora homem o 8,
ditos muito superiores o 10, ditos avelludados,
copa alta a 13, dilos copa baixa a lOg, cha-
peos de feltro para homem de4, 5eat 7
cada un, dilos de seda e de palha enfeitados pa-
ra meninos o 10, ditos de palha para senhora a
12g, chapelinhas ae velludo ricamente enfeita-
dasa 25$, ditas de palha de Italia muito finas o
25g, cortes de vestido de seda cm carto de 40j
at 150g, ditos de phantasia de 16 at 35!000,
gollinhas de cambraia de 1 ot 5, manguitos
de l$500at5, orgondys escurase claras a
800 rs. a vara, cassas francezas muilo superiores
e padres novos a 720 a vara, casemiras de cor-
les para colletcs, paletots e calcas de 350 at
g o covado, panno fino preto e de cores de 2-J500
at 10$ o covado, cortes de collele de velludo
muito superiores a 9 e 12$, ditos de go.-gurao
e de fuslao brancos de cores, tudo por preco
barato, aloalhadu de algodao a 1280 a vara,
cortes de casemiras de cores de 5 at 9, gresde-
naples de cores e pretos de 1600 at 32()0 o
covado, espartilhospara senhora a 6$, coeiros
de casemira ricamente bordados a 12 cada um,
lencos de cambraia de linho bordados para se-
nhora a 9 e 12^, cada um, dilos lisos para ho-
mem, fazenda muilo superior, de 12 al 20 a
duzia, casemiras decores para coeiro, covado a
$()0, ba rege de seda para vestidos, covado a
liO0, um completo sortimento de colletesde
gorgurao, casemira prela lisa e bordada, e de
luslao decores, os quaes se rendem por barato
prero, velludo decores a 7 o covado, pannos
para cima de mesa a 10 cada um, merino al-
cochoado proprio pora pa'lelots e colletes a 2800
o covado. bandos para armacao de cabello a
1500, saceos de tapete e de morroquim para via-
gem, eum grande sortimento de macas e .malas
de pregara, que ludo se vende vontade dos
freguezes, e outras muilas fazendas que nao
possivcl aqu mencionar, porm com a vista dos
compradores se mostraro.
Cassas fraucezas muilo finas, cores fixas
covado
Melinspara vestidos de lindos padres,
covado
Chitas largas miudinhas, lindos padrees,
covado
Challysde seda com lindsimos padres,
chegados pelo ultimo navio francez
corado '
Dilos miudinhos muito bonitos, covado
Folar de seda, covado
Merinos para vestidos muilo lindos, co-
vado
Chitas encornados adamascadas
bpla, covado
C(fMfc de phantasia para vestido, fazenda
nrinto superior
Ditos de laa e seda muito bonitos
Diios de cambraia com babados bordados
Ditos ditos
Dilos ditos
Ditos de cassas miudinhas, padres mo-
dernos
Peras de cambraia lisa com 6 1[2 varas
Liiade quadros para vestidos, covado
Charoalole prelo muilo largo, covado
Grosdenaples prelos muito bons
Ricos pentes de tartaruga imperatriz '
Luvas de seda enfeitadas
Pentes de mosso virados, o outros muitos fazen-
das que se rendem mais barato que em outra
qualquer porte, dando-seasam ostras com penhor.'
M Mauricio Jos dos Santos Ribciro chegadoS
JPullimamente de Lisboa e com officina de"
ourives na ra larga do Rosarion. 23, primci-aSa
giro andar, participa ao respeilarel publico^
aera geral, que acaba do receber porrao de jg
objectos de ouro de ultima moda, os'quacs^
sao de excellenles gostos, e seus precosig
too commodos que admiran) ; em seu esta-^
belecimento recebe nao s concertos, como
afaz com perfeico qualquer obra que se lhes*
'"fencommende, sem perda de dia marcado^
grpara a sua enlrega, compra nao s ouro co-^
Kmo prata e pedras preciosas. ^
Sistema medico de holloway
PILUI.VS HOI.I.WOYA.
Este inestiniavel especifico, composto inleira-
mente de henos medicinaes, nao conten mercu-
rio, nem alguma oulra substancia delecteria. Be-
nigno mais tenia infancia, e a COmpIeico mais i
delicada igualmente promplo e seguro para
desarreigar o mal na compleico mais robusta ;
i inleiramentc innocente em sas operaedes e ef-
1 feitos; pois busco e remore as doencos 'de qual-
quer especie e grao por mais antigs c leuazes
quesejam.
Entre milhares de pessoas curadas com este
remedio, militas que j estavam as portas da
morte, preservando em seu uso: conseguirn)
recobrar a saude e (oreas, depois de haver tenta-
do intilmente todos osoulros remedios.
As mais aflictas nao devem entregar-se a de-!
sesperaco ; facam um corapelente ensaio dos
1.1 eflicazes efTeilos desta assombrosa medicina, e
prestes recuperarlo o beneficio da saude.
Nao se perca lempo em tomar este remedio
para qnaiquer das seguintes enfermidades
jRoupa feita para homens e meninos
VARE JO E ATACADO.
No hotel inglez guari numero 5.
Grande sortimento de casacas de panno, sobrecasacas de dilo.paletots sobrecasacos dilos de
.ira de cores, sobretodo de panno c phantasia, ditosCoachemanns de duas vistas difs lord
n dilos faitios sobrecasaco, paletots de brim de cores ebrancosditos de. riLVrt: l'J Ifn *
casemira
Kogla
ditos de tella do norte etc., etc., calcas
brancosditos de riscadinh'os francezes
10 casemiras pretas e de cores, dilas de brim phantasia
FABRICA
DE
E FUNDCAO DE META
Silnna na Imperial n. \\H* 120 junto a fabrica de sabo.
:$.
DI
Sebsio J.da Silva dirigida por Jlanoel Carneiro Leal.
de todas as dmiengoes. asperanles ede repucho lanto de cobre como, de bronzo e ferro 'torno r
de bronzedeodosasdimencoso feitios paro olambiques, fanques ele^ narofusos d' hrlL S
ferro poro rodos d'agua.portas para fornalhos e crivos d'e ferro tuno de cofre e chumbo d^odat
as diraeneoes para encmenlos camas de ferro cora armacao e sem ello, fugoes de ferro o 1pU f
econmicos, lachos e tachos de cobre, fundos de alambiques Dassadeicas plmLP, e
nl10' 'N 25. ch-bo em lencol e Sft zt^Un&ft^^^
tornos
qualquer
onhecida
-nos com a sua conflanea, acha-
nabiiitada pora tomar nota das
Accidentes epilpticos.
Alporcas.
A mpolos.
Areias(malde,v.
Asthma.
Clicas.
CoBvulses.
Debilidade ou extenua-
co.
Debilidade ou falta de
forcas para qualquer
cousa.
Dysinteria.
Dorde garganta,
de barriga.
nos rins.
Dure/a no reir.
Enfetmidadea no rentre.
Ditos no ligado.
Ditos venreos
Enxaqueca.
Herysipela.
Febre biliosas
Febreto internitenle.
Febreto da especie.
Colla.
Hemurrhoidas.
Hydropesia.
Ictericia.
Indigest es.
Inflammaces.
Ir r eg u la ridades da
menstruaco.
Lombrigas de loda es-
pecie.
Mal de pedia.
Manchas na cutis.
Obslruccao deven!re.
Phiysica ou eonsump-
Iiulmonar.
Relenciio de ounna.
Rheumatismo.
Sympiomas secunda-
rios
Tumores.
Tico doloroso.
Ulceras.
Venreo (mal).
DEPOSITO DE PIAiNOS FORTES
DOS
Mais afamados fabricantes da Europa.
ESTABELECIMENTO DE
I.P.VOGELEY.
Ra Nova n. 27 esquina da Gamboa do Carmo.
mais ricos e mais
Nesle estabelecimento acha-se sempre ura completo sortimento dos
bem construidos o fortes pianos os quaes se venden, debaixo de toda a garanta
posare? ssssu ssss tttt&ttsaattr. i^fS^ir
O flUA !1 (>ll|-l lll l"l! A.'lAnt*- MBM -. ..1-__.
com
ucana
todos
o que
Oa mesma casa eoaMwU-M e afi.id-ie com perfeico os nusmo! sinslroraemos.
Vendem-se estas pilulas no estabelecimento
geral de Londres n. 224, Slrond, e na loja de1
todos os boticarios droguistas e outras pessoas
encarregadas de sua venda em toda a America do
Sul, Havana e Hespanha.
Vendem-se asbocclidhas a 800 rs. cada urna
dellas, contcm urna inslrucco em portuguez pa-
ra explicar o modo de so usar destas pilulas.
O deposito geral em casa do Sr. Soum
pharmaceutico, na ra da Cruz n. 22, em Per-
nambuco.
A loja d'agia brauea
acabo de receber de Paris os seguidlos
de muito aprceo, sendo
Luvas de pellica muilo finas, c ricamente enfei-
tadas, pora senhora.
Dilas de dila igualmente finas para homem.
Ricas caixinhas pira costura, lendo fina tesoura,
igulheiro, dedal, agulheta c furador, tudo
dourado, obra de muilo gosto e perfeico.
Jarros de porcellona delirada, mu grandes c "bo-
nitos, o que de mais porfeito se pode dar
em tal genero
Banhas de superior qualidade, em bonitos vasos
de vidro, crystal e porcellana dourada.
Dita diaphane, a afamada transparente.
Exlraclos mu finos em bonitos frascos.
Ditos de oleo finissimos para cabellos.
Oleo philocome da sociedade hygiennique c dos
agradareis cheiros de jasmira, resed, rosa
e laranja lamben) para cabellos.
Enfeiles de ridrilho pretos e de cores.
Gramposde dito tombem pretos e de cores, com
pendenles, o mais bonito c delicado que
tem apparecido.
Agua de colonia superior cm frassos e garrafas,
do dilferenles tamanhos.
Todos esses objectos se acharo conslanlemen-
le na loja d'azuia branca, ra do Qucimado n.
16, onde scro vendidos por menos do que em
outra qualquer parte.
!
tsm
LOJA
Enciclopdica de Gaspar Antonio;
Vieira Guimaraes, gerente
Jos Gomes Villar.
m
objeelos, xl ,N'cslcnovo oslabelecimentode fazendas finas para senhoras e homens ha de
ggg) ludo bom e por menos do que em outra parto qualquer, como se provar afim de fa-
.5 zer m,,'l negocio.
Ricas sedas, las, linho e algodatf.
Chapclinos para senhoras, manteletes de lodos as qualidades, camisas pora senhora
saias balocs, ditos bordadas de fusto, boas ligas para poma de moca.
Boas chita?, boas cassas orgondys, enfeites de flores, ditos de ridrilho,'manteletes
para menino, roupas para meninos e meninas, chales pora senhora de lodas
as qualidades de poutas redonda, chales de touquim preto e de outras cores
chitos finos superiores, roupoes de cambraia finos bordados.
Um variado sortimento
de roupa feita, sobrecasacos superiores de
calcas brancas de brim, de casemira preta e
preto, paletols,
todas as quali-
panno fino de cores c
de cores e colletes de
^ dades.
2^S Camisas, seroulas c calcado Mellier.
&'$ Finalmente neste estabelecimenlo ha de ludo'e por precos admirareis avista da
^KgS) qualidade, e pede-se a lodos os senhores do engenho que quando vierem a praca di-
:'fs rijam-se a este estabelecimenlo se quizercm comprar boas fazendas e por prees que
* V em outra parte nao se rendem.
1 Superiores charutos
i>V suspiros o haraneiros, guanabaras e suissos, cigarros bota fogo a O rs. o maco.

Na loja
das seis portas em
era frente do Livramente.
ROL'PA FEITA.
Paletols de panno prelo, fazenda fino, dilos
de ca.-emira de cores com gol la de relludo, di-
los de alpaca prelos, ditos de brim branco e
pardo, dilos de fuslao de cores, calcas de case-
miras pretas e de cores, colletes de "velludo pre-
to e do cores, ditos de seda, gorgurao e de ca-
semira bordados, camisas brancas e de cores
finas o 2 : a loja est oberta dos 6 horas da
manhaa s 9 da noile.
Na ra Direita, sobrado de um ondar n.
3o, ao p do sobrado do fallpeido Ignacio Nery,
vndese doces seceos de caj muito claro, an-
nans, sidra, limao, e os mesmos de calda ; tam-
bera se fazera bandejas de armanao de bolinhos,
de lindos modelos, com figuras," ramos c lelrei-
ros, proprios para bailes e mais festejos ; fazem-
se tambera pastis, doces d'ovos, treinedeiras, e
todo o orranjo de urna mesa.
Relogios.
Vendem-se relogios de ouro ingle/.es,
tente : no armazem de Augusto C. de
na ra da Cadcia do Recife n. 36
Fa ru Direita n. C6, efbetivamente h*
bons oscraros de ambos os sexos, de todas as
Idades e cores, com habilidades o sem ellas, e
vendem-se a dinheiro, a pro/o, e tarabem tro-
cam-se.
Vende-so em casa de Saunders Brothers &
C, praca do Corpo Santo, relogios do afama-
do fabricante Roskell, por preros commodos,
e tambera trancellins e cadeias para os mesmos,
deexcellenle gusto.
Fazendas de bom gosto
Recebeu-sc pelo ullimo rapor da Europa cer-
ics de vestido de seda de delicadas cores, com 2
babados e 2 saias bordadas, lindos enfeites de
flores e froco para rabeen do. senhora, bonitas
chapclinos de seda para senhora e meninas, as-
sim como liquissimos corles de collete brancos,
de velludo e seda bordados para casamento,
dilos de velludo prelo bordado e de cores boni-
tas ; havendo outras muilas fazendas, e ludo se
rende por procos mais baratos do que em outras
parles : na ru da Codeia do Recife. loia n. 50.
de Cunha e Silva.
Coniinua-sc a vender fazendas por bario |
prero al mesmo por menos do seu valor, Sj
alimdc liquidar contas : na loja de 4 portas vjjj
na ra do Qucimado n. 10.
i
DO

3 RIJA DA GLORIA, CASA DO JF UHDO 3
Clnica por amitos os systcmas.
Superior ao melhor
presunto de fiambre.
horas,
outras
O Dr. Lobo Moscoso d consnltas'lodos os dios pelo manha e de tarde depois de 4
Contrata partidos paro curar annualmeiile nao s para a cidade como para os engenhos ou
propriedades ruraes.
Os chamados devem ser dirigidos sua casa at as 10 horas da manhaa e em caso de ur-
gencia a oulra qualquer hora do dia ou da noite sendo por escriplo em que sa declare o nome di
pessoa, o darua eo numero da casa.
Nos casos que nao forem de urgencia, os pessoas rendentes no bairro do Recife podero re-
melter seusbilheles a botica do Sr. Joao SounnA C. no ra da Cruz ou loja de livros doSr. Jus
i Nogueira de Souza na ra do Crespo oo p da ponte velha.
Nessa loja e na casa do aminnriante achar-se-ha constantoment e os melhor-s medica-
l.inguasde vacca emsalmoura vindas, mentoshomeopathicos ja bem conhecidos e pelos preeos seguintes:
de Londres, vendcm-se tnicamente no Botica de 12 tubos grandes, ...".......mjnno
armazem de Luiz Aunes defronte da. SitosaeUs. T .' I I ". \ \ \&
de pa- Porta a allandef_a. Hilo de iS ditos...............25JJO00
Abreu.
Saudalo.
Ricos leques, pulceiras, bengalas, bo-
tdes, clncotes como tambem euencia
de sndalo : no aterro da loa-Vista loia
n.7.
y
Ditos de 60 ditos............... 0--000
Tubos avulsos cada um............. 1000
Frascos de linduras........,..... 2JJ0CO
Manoal de medicina homeopathica peloDr. Jahr irnduzido
em portugus com o diccionario dos lerraos de medi-
cina, cirurgia ele. etc. ,-........ 205000
Medicina domestica do Dr. Hering, com diccionario. lOgnoo
Repertorio do Dr. Mello Moraes......... e$W"
MOTILADO
N
/
1


DIARIO DB PERNAMBUGO. SABBADO 3 DE DF.ZEMBRO DE 1859.
(1)
#
r
Ra da Senzaia INova n. 42
Vende-se em casa de S. P. Jonhston & C. ra-
quetas de lustre para canos, sellins e silhca in-
glezes, caadeeiros e casticaes bronzeados, lo-
nas inglezas, fio de vela, chicote "para carros, e
montaa, arveios para carro de uro e dous caval-
". e roiogios d'ouro patente inslezea.
MOSELLE MOSSEIX
Liquidado.
DE
LOXIlllES
em garrafas e meias gar-
9 S
rafas.
C. J. Astley & C.
Seguro contra Fogo
COMPANHIA
Mira
LONDRES i
AGENTES
C J. Astley & Companhia. 5
Relogios de ouro
inglezes. de patente, vendem-se por preco muilo
i'ommodo : no armazem de Barroca &' Medci-
ros, ra da Cadeia do Recito n. 4.
m4*c u*ts> *-. *jc eso*
s-se
Vendc-se muito barato para liqudar-sc fazcn-
das francczas e inglezas de diversas qualidades:
na ra da Cadeia do Recite loja n. 50 A.
AUenco.
No escriplorio de Manocl Ignacio de uliveira
& Filho lem para vender os superiores vinhos
nunca aqui vindo destas qualidades:
ChampagneCllquct.
Dita Irrey.
Lalillefino
I.aroscidem,
Ruquis.
Vende-so um pardo de idade de 15 annos,
de muito boa figura e conducta, bom olcial de
alfaiale, que corla e faz toda obra, ptimo cria-
do ; dous negros mocos, bous oflkiaes de pe-
dreiro, um moleqne e" um negro bons cozinhei-
ros, tres negras mocas, c oulros escravos que se
vendem lodos baratos, tanlo a prazo como a di-
nheiro : na ra Direila n. 6o.
mmm'Mmkmimmmmm
gAttenco ao seguudo andar
H do sobrado da esquina da
frua do Qucimado por cima
da loja do Sr. Preguica,
entrada pelo neceo do
Peixe Frito n. 1.
de
GHANDE
pecliincha.
Na loja do Preguica, na ra do Qucimado n.
2, vendem-se pecas de chitas finas de cores fixas
e de escolhidos "padres com 38 covados cada
urna, pelo baratissimo prce.c de 5$800, c em rc-
lalho a 160 o covado.
Vcnde-se um bonito cavallo proprio para
carro ou cabriole!, por ser de muilo bonita pello
e estar bstanle gordo : a tratar na cochoira do
porto do capiui ou na ra do Livramento n. 38.
OIicialalos, commendas e hbitos de diver-
sas ordens, com brilhanles e sera ellos, o melhor
que tora vindo a este mercado : ludo vende-se
pelo preco da factura : na ra
muito barato
Direila n. 66.
Folha de cobre e Metal
amarello.
Estanho em barra e Pre-
gos de cobre.
Alvaiade eVerniz copal.
Folha de Flandres.
Palhmha para uiarci-
neiro.
Vinhos finos de Champa-
nhe e Moselle.
Lonas da Russia e Brim
de \ela: no armazem
de C. J. Astley & C.
a com avuria.
, E pechincha sem igual.
Na loja do Preguica, na ra doQucimado n. 2,
lera para vender pecas de algodo largo com 16
varas cada urna, pelo barato proco de 19, pecas
de cassa lisa tina a 2500 : a ellas, antes que'se !
acabera,
Tachas e moendas
Braga Silva &C, tcm serapre no seu deposito
da ra da Mocda n. 3 A, ura grande sortimento
de tachas e moendas para engenho, do mullo
acreditado fabricante dwinMaw: a tratar
rnesmo deposito ou na ra do Trapiche n 4.
Vendem-se 2 escravos crioulos, sendo una
negra de 22 annos, bonita figura e sem defeilo
algum, corintia algunia cousa ; e um negro de 26
annos, muilo boa figura, sem vicio nem achaque
algum, robuslo, proprio para armazem ile assu-
caroa servico idntico por ser fornido, tem prin-
cipio dc carapina c sapateiro; os quaes chega-
ram ha tres dias do Ico Cear) : na ra do Quei-
mado n. 13, por cima da luja do Sr. Joao Jos
de Carvallio Moraes.
Muita alleucao.
Vende-se para fechar conlas saccas com fari-
nha de mandioca pelo baratissimo preco de 6J)
por sacco : na ra da Cruz n. 26, armazem.
Fazendas com pequeo;
loque de avaria.
E' pechincha.
Na loja do Preguica, na ra do Queimado n.
2,ha para vender pecas de flnissimo e muilo
argo madapolo, pelo baratissimo preco de 58,
:<3500 eSSOOO: cheguem, aDtes que so ncabem.
Chapeos de castor pretos
e brancos
Na ra do Queimado n. 37, vendem-se osme-
Ihores chapes de castor.
S000
20>000
18000
8OS000
70g000
60j000
12SOO0
20!00O
85000
83000
5gooo
91
Cortes de vestido de duass'ias
cambraia de cor muito linos a
Ditos de gaze de duas saias phan-
tasia a
Dilos de velandinas escossezes a
Ditos do seda duas saias a
Ditos do 3 folhas a
Dilos de blondo de 2 saias bordado
de cor a
Chales de froco 3 ponas a
Ditos dilo de 4 ponas a
Chapeos para menino conde de Pa-
rs a
Ditos para menina de crepc a
Bonets para menino, russos c
Dasquines para senhora de fuslao
compridos ultimo goslo a 25g000
Ditos ditos do cambraia finissima a20g00O
Vestidos para meninos, de seda com
basquina de cambraia bordado a 152000
Ditos para ditos lodos de seda a 20&000 f|
^ endem-sc velas de espnrmacete em caixa a
700 rs. n libra, o a retalho a 720: na ra das La-
rangeirasn. 16.
Vcnde-se um carro de 4 rodas, muito
bom construid. e forte, com asenlos para 4 pes-
soas de dentro, e um assenlo para bolceiro e
criado fora, forro de panno fino, o ludo bem ar-
ranjado : para fallar com o Sr. Poirier no aler-r
ro da Boa-Vista, e no escriptorio de James Crab-
Iree&C, v. 42, ra da Cruz.
Barato que ad-
mira.
Velas de espermaceti a 750 rs. a libra, em cai-
xa e a retalho : na na Nova n. 52.
Vende-se rap Meuron pelo mesrao preco
que se vende no deposito geral: na ruado Ra-
gel numero 62.
Lichas do gaz.
Vendem-se na roa do Cabug n. 2 B., loja de
miudezasda Joaquim Antonio Dias de Castro.
= Vende-se farinha de mandioca em saceos,
no deboa qualidade, saceos com milho, ditos com
feijo mulatinho, dilos com arroz pilado e de cas-
ca, courinlios de cabra, ludo por preco muilo co-
ra modo : no armazem da ruado Rangeln. 62.
REMEDIO INC0MPARAVEL.
UNGENTO HOLLOWAY.
Milharcs de indi-, duas do lodos da naeOos po-
dem tcstemunhar as virtudes deste remedio in-
comparavel e provar em caso necessario, que,
Eielo uso que delle flzeram lera seu corpo o ment-
iros inteiramente saos depois de havereropfega-
do intilmente oulros tralamentos. Cada lesoa
pflder-se-ha convencer des ascuras maravilhosas
pela leitura dos peridicos, que lli*us relalam
todos os dias ha muitos anuos ; e a maior parle
deltas sao tao sor prendentes que uiejiuipe so
mdicos mais celebres. Quantaa pessoas reco-
braram com esto soberano remedio o uso de seus
3 e peinas, depois de tor permanecido lon-
go lempo us hospitaes, onde de viam soffrera
amputacao! Dolas ha muilasquc havendo dei-
xado esses asylos de padecimeutos, para seno
submetlirem ossa operaco dolorosa foram
curadas completamente, mediante ousodesse
preciosoremedio. Algumas das taes pessoas na
enfuso de seu reconhecimento dcclararam es
tes resultados benficos diante do lord correge-
doi e oulros magistrados, afim de mais autunti-
carem sua BrmaUva.
Ninguem desesperara do estsdo de saude se
tivesse bastante conllanca para ensaiar este re-
Carlos Marn, da casa de Carlos Valais, joa-
Iheiros de Suas Magestades Imperiaes, tem^a
honra deparlicipar ao llustre publico que se
acha nesta cidade com ura completo sortimento
de joias, que se acha exposto 110 escriplorio dos
Srs. Amorim & Irmaos, ra da Cruz n. 3, segun-
do andar. Bccebcm-se tambem obras voihas em
troco.
O Antunes, ra da Cadeia do Recite, ven-
de por precos commodos, o seguinte :
Casacas pelas francczas.
Calcas ditas ditas.
Colfotes ditos ditos.
Filas de velludo pretas lavradas, proprias para
bordar becas.
Fitas, flores e oulros enfeiles para senhoras.
Tambem vende um bom cavallo russo cardo.
Vndese una prea de nacao Costa, boa
figura, ptima lavideira e quilaudeira : na ra
da Cadeia de Santo Antonio 26, segundo an-
dar.
Cha m pajiha.
Vende-se superior champanha da marca muito
acreditadaC&G|: era casa de Manocl Silva
Santos* na ra da Cndeia do Recife n. 62, se-
gundo andar.
- DA
FlfllDICiO LOW-MOW,
Ra da Senzala Ftova n. 42.
Ncste estabelecimonlo continua a liavcr um
comapleto sortimento de moendas c meias moen-
das para euSenho, machinas de vapor e taixas
de ferro balido e
para dto.
Para concluir a liquiducao das azendas
da extincla firma de Leite & Corroa,
vendem-se asseguintes fazendas, por
muito menos de seu valor, na loja de
quatro portas da ra do Queimado
numero 10.
Sedas pretas lavradas, superior qualidade,
covado ljsGOO
Grosdcnaple prelo muilo bom e largo, co-
vado 2j
Dito dito mais eslreito, covado \[
Camisetas de cambraia para senhora, urna
Tiras e entremeios bordados
Sortimento completo de chita de cores,
covado
Dilo de chilas largas francczas, bons pa-
dres o cores fixas, covado
Gangas de cores escuras c claras, covado
Pianos
000
600
800
320
160
20
200'
coado, de todos os tamaitos Corles do caifa de meia casemira'aSCOO e 2-jfOOO
Meias cruas para hornera, duzia 28400
Ditas para dito muito superior, duzia lOOO
Aloalhado adamascado muilo largo, vara l280
Cassas de cores fixas o padrocs vistosos,
covado 210
Biscadinho francez, covado ICO
Musselina de cores fixas, covado 240
, Chales de lia com palma de seda, um 23000
brai bordados, o melhor que existe ueste mor- ; Cortes de calca de casemira fina de cores 5g000
cado, c por prcQo commodo : na ra do Crespo Ditos de dita prela GgOOO
Casaveques.
Vendem-se casaveques e roupoes de cam-
Cobcrtas de chita a 2$.
Ra do Queimado n. 19.
Vendem-se cobertasde chita a 2tf, corles de ris-
n. 23.
= Qualqucr destes dias devel chegar da pro-
vincia de Alagos, para ser vendida,' urna barcara
nova e bem construida, oom as-nielhores mi-
deiras, e bem prvida de bons raassaraes, com
capacidade para "00 saceos : quem pretende-la di-
rija-so ao caes do liamos, andar terreo em ca-
sa do Prxedes da Silva Gusmo, com quem po
dero tratar.
Cortes de vestidos
de seda
Na ra do Qucimado n. 37 loja de i
. portas acaba de recetar pelo ultimo
gorguro com palma
Ditos de collele de
de velludo 3^000
Dilos de dito de gorguro e seda 2#OO0
Ditos de dito de merino bordado 3000
Lencos de seda pequeos para pescoco de
senhora 400
Panno prelo, covado 2500
Dito superior, prova de limo, covado 3# e -i^JOO
Superior brm trancado de linho, branco,
vara ig000
Dito dilo de cores, vara 800
Meias brancas para senhora, duzia 3#OO0
Dilas para dila muito superior, duzia igOOO
Luvas de pellica para senhora, em bom
estado, um par lgOOO
cado francez a $300, lencos de cambraia para IKIV0 Vlldo do llaVI'C UH1 Completo SOI'- ,
aAgbAaA2SadU'a" limento de vestidos de seda de 2 saias,)
23000c2S500 a Pmte^^^rM89eTe'-l''
ATTENClO.
Kissel, relojoeiro francez, vende relogios
de ouro e prata, concerla relogios, joias e
msicas, ja aqui he conhecido ha muitos
annos, habita no pateo do Hospital n. 17.
.- X X Aii i. 3. XX i. S.XK
rapPrc- Chapelinas de seda e de Na loja do sertanejo, ra
velludo para senhora. do Queimado n. 43 A.
Ricas chapelinas de seda c de vellu-
do Qucimado
de
, XXJ Algodao (raneado americano branco, propr
para loalh o ronpa de escravos, com um
queno toque de agua doce : no armazem
zendas da ra do Qucimado n. 19.
Cheguem ao barato.
O Leile da Cade do Recife n. 48, pecas de cambraia li- 0 P' <-"OId lid I Ud
sa com 10 jardas a 4500 e 5$, lencos de cam- > H. 37, loja (le -4 portas.
braia de linho a 3JS a duzia, cambraias muito t- /i i .
as e de lindos padres a 60 a vara, meias fi-| llOlaS (5 11V.II)lili 11OS.
as para senhora a 3?00 a duzia, dilas cruasln-1 n. ,
glezas para hornera e meninos, chales de meri- | ICaS Sfim e mailUltOS de
n lisos a 4$500, e bordados a 6, paletots de ; \wn\%
alpaca prela e do cores a S, ceroulas de linho
e algodao, camisas inglezas muito superiores a
6(>fca duzia, organdys de lindos desenhos a
: lSlOO a vara, corles de cassa chita a 3$, chita
, franceza a 20, 280, 300 c 400rs. o covado, pecas
i de madapolo com 30 varas a 4J800, 5?, 5$500,
6,7 e 8$, chitas inglezas de cores fixas a 200 rs o
covado, loalhas para mesa a 3 o 49, corles de
caira de brim de linho a 2-5, ditas de meia case-
mira a 2J240, vestuarios bordados para meni-
nos, e outras muitas fa/.endas que se vende por
barato preco Ricos pentes de tartaruga para atar
*3rS5$L2i?-B,cber a*- 9^2* *
Champagne de suiterior qualidade de marca acre- 'Oja UC 4 pOI'tSS.
Tinta branca superior em oleo, lalas de 25 li- LalllSaS IrailCCZaS
?eS,e^rKS?.presoe,,iI,*d**,?taB Ricas camisas francczas tanlo dc|
Algodaozinho da fabrica Todos os Santos da Da- pc0 de HnllO C0I110 de dlSOtldO e de fus- m"il hon3a ^00 rs- Par. pulseiras de
hia. Ia^. a a i i j para senhora ou meninas muito lindas a
Keccberam em direitura de Franca, de encom- !
menda, os melhores chapeos de ca'slor rapadoss t
j sendo brancos e pretos, e as formas as mais rao- i
] dernas que tem vindo ao mercado, e por me-
! nos que em oulra qualquer parle, assira como j
j tambem tem um grande sortimento de enfeite,!
de vidrilho pretos e de cores pelo diminuto pre- i
c.o de 4$ cada um, assim como tem chapeos de !
sol de panno a 1S200 cada um em perfeito esta- i
do, aberturas brancas muito finas a 320, ditas de '
csguiao de linho a 1$ urna, cambraia prela fina '
a 3W) o covado, e a vara a 560,e a 640, gangas |
de cor a 540, brim branco de linho a 1^200 a va-
ra, colletes de velludo de furta-corespretos a
Ricos manteletes de grosdcnaple ri-' I^V'iv Pre7,0i *.8.ae ??*' "S"p-
___,. t n i ?!.ira d(! cor a 'i 8 o lis, dilos pretos a 7, 9 e
CaiUeillC OOrdadOS : na ra do (|UCima- 12g, colletes de gorguro a 4, 5 e 6$, saceos pa-
do n 37 lOa de h OOCtas ra viaSem dc diversos tamanhos, eias cruas, por
uu u. o, ivjd ut ^ poias. ser grande ao> a ls500i d.(as a im a
FelteS (le tartaruga. duzia, Onas a 3 e 4?, chapeos enfeitados para
meninos e meninas e senhoras por qualqucr pre-
co, e ludo o mais aqui se encontrar o yrer;o,
e nSo se deixa de vemnder.
A500rs. a peca
Saunders Brothers & C. tcm para vender em
seu armazem, na praca do Corpo Santo n. 11,
alguns pianos do ultimo gosio, recentimeote
chegados, dos bem condecidos e acreditados fa-
bricantes J. Broadwood ASons de Londres, e
muito proprios para esle clima.
Chapeos e roupa
feita.
Gama A Silva, no aterro da Boa-Vista n. 60,
vendem :
Chapeos dc fellro muito finos pretos e de co-
res, pelo barato preco de 4$ cada um.
Paletots brancos d bretanha de linho muita
fina a 5000.
Ditos de casemira mesclada a 7#.
Dilos de casineta a 6$.
Calcas de meia casemira muilo bem feilas a
3$ e :g5Q0.
Dilas ditas a 2J e 2$500.
Ditas de brim de quadros a 2S e 2J500.
Paletots do panno preto fino.
Sobrecasaca do dilo
Calcas de casemira preta a 7$, 8% e 9S.
Dilas de cor a 65500.
Nova inveneao aperfei-
Coada,
Bandos ou almofadas
de crina para penteados de
senhora.
Vende-se nicamente na ra da Cadeia do Re-
<* cite n. 48, loja de Leitc & Irmo.
Baratissimo.
A 3#500, 4#500 e 4^1800^
paBa acabar.
Vendem-se na ra do Queimado n. 19, osse-
, guiles algodaozinhos, a quasi por metade deseo
! valor, algodao trancado americano com 20jar-
' das, muilo superior a 3g5()0 a peea, dilo liso ame-
ricano milito largo com 20 varas, pelo barato
preco de 43500 e ijSOO a peca.
Meias de seda de peso
i para senhora, brancas e pretas, e para meninas,
; brancas o riscadas : vende-se na loja de Leile
i & Irmao na ra da Cadeia do Recife n. 48.
-:'
cani-
na ra do Queimado n. 37, loja
A portas.
Manteletes
de fila de velludo de um dedo mnimo de largura
com 10 1[2 varas, bandos de crina para senhora
conlas
160 rs.
Brilhanles do diversos tamonhose de primeira i ^* ,,a '"
qualidade
I'Ua dO QuClIUadO 1. 3/, loja de para acabar ; na loja de
a ; Boa-Vista n. 82, quasi c
Brim trancado de linho todo
prelo,
superior; garante-so que
nao
lo-
Aviso.
fazenda muito
desbota : na ra da Cadeia do Recife n."48,
ja de Leite & Irmao.
Bandeiras nacio-
naes.
Vendem-se na ra do Qucimado n. 7, bandei-
ras nacionaes de varios lmannos, muito bem
feilas a 800 rs. cada urna.
sortimento de cha-
peos.
Chapeos de castor pretos de superior qualida-
de a OJJ, ditos francezes de sedo a 7jj, ditos de
castor brancos a 14g, ditos de velludo a 8e 9,
dilos da lontra de todas as cores muilo finos, di-
tos de palha inglezes de copa alta c baixa a 3 e
4 portas.
Bonfets para enanca
Ricos bonels de marroquim para
crianca: na ra do Queimado n 37, lo-
ja de 4 porlas.
Enfeiles para senhoras.
Na 1 aguia de ouro, ruado Cabug n. 1 B.,
vendfm-se os lindos enfeiles dc vidrilho pretos e
do coivs, ditos de velludo cores escuras, com vi-
drilho c sem ello, dilos de froco de todas as cores,
ditos de flores e ac de filas, ludo do ullimo gos-
lo, chegado nestes ltimos navios de Europa, e se
vende por baratissimo preco.
Caixinhas proprias para
mimo.
Na loja da aguia de ouro, ra do Cabug n. 1 |
B., vendem-se as lindas caixinhas com emen-
dos de cores, sorlidas, do mais lindo gosto que
86 pode encontrar, proprias para mimo, que os i
vende por preco baratissimo.
Fil
com 2 1)2 varas de largura a 800 rs. a vara : na
ra da Cadeia do Recife n. 48, loja de Leite &
Irmao.
quasi confronte a matriz.
Esparlilhos.
Na loja de Gama & Silva, no aterro da Boa-
Vista n. 60, vendem-sc esparlilhos dc linho com
carrileis pelo baratissimo preco de 6jJ500 cada
ura.
Vestidos de seda.
Vendem-se cortes de vestido de seda c
babados, armados, de 20 a 40* cada um sondo,
que seu valor razoavel era de 80$ : na loja de 4
portas da ra do Queimado n. 10
Chapeos pretos.
Na ruado Queimado n. 19.
Chapeos pretos de primeira qualidade, e de for-
ma elegante a IOS cada um.
Ilillio novo
Saccas de milho a 6g000: na ra Nova n 52.
tescoberta.
Fil de seda liso.
Vcnde-se na ra do Cabug n. 2 B, loja de
miudezas de Joaquim Antonio Dias de Castro.
Por pi.-no commodo se vende a casa terrea
da ra de Sania Rila n. 28 ; a tratar na ra do
Vigario n. 10.
Vende-se um lindo cavallo mellado, bs-
tanle gordo : quem o pretender dirija-se ao pa-
teo do Carnio, taberna n. 1, que achara ton;
quem Iralar.
Escravos fgidos.
Ruado Queimado n. 57.
A 30S cortes de vestidos do seda que rusia ram
160; al63cortes de vestidos de pnaulasia que
cuslnram 30$; a 8g ehapelinhas para senhora:
I na ra do Queimado n. 37.
medio constantemente segurado algum lempo o i 5$, ditos de fel tro, um riiraento completo, do
mcnlralalo que necessitasse a natureza do mal. 12g50 f GjOO, ditos d &&500, 5, 6, 8,
cujo resultado sena prova rinconteslavehnente : | 9, 10 e 12, ditos de sed para senhora, dos mais
modernos, a 12g, chapelinas rom veos do ulti-
Bandeiras
I cobertos e descobertos, pequeos e grandes, de
j ouro patente inglez, para homem o senhora,
; de um dos melhores fabricantes de Liverpool,
i vindos pelo ultimo paquete inglez : em casa de
! Southall Mellors & C. %

r*
No armazem de Adamson, Ilowie & C. ra
do Trapicho n. 42, vende-se selins para homem
o penhor, arreios prateados para cabriolet, chi-
cotes para carro, coleiras para cavallo etc.
Ka loja da estrella.
Ra do Qucimado n. 7.
Este eslabelecimento contina a estar sonido
de fazendas de todas as qualidades como sejam :
Ricos corles de vestidos de seda de 3 fo-
lhose 2 saias, e Aquile $
Paletols de panno 20g000
Hitos dc dito muilo fino 40S0U0
Dilos de casemira de cor 25$O0Q
Dilos de alpaca pretos muito finos e
mais abaixo 9
Dilos de ganga e de brins $
Calcas de casemiras pretas e de cores $
Ditas de biim hranco e de cores $
Colletes de velludo preto e de cores. 9
Dilos de gorguro muito finos g
Ditos de fuslao #
Camisas francczas de todas as qualidades
Capara homem $
misas francezas bordadas para senhora 9
Lcques da melhor qualidade e do ullimo
gosto $
Maulas e gravatas de seda de todas a3 qua-
lidades g
Chapeos de sol dc seda inglezes g
Ditos decastor para cabera muito finos g
Dilos pretos os melhores que tem vindo
ao mercado g
Taimas pretas do ultimo goslo g
Casemiras de cores para paletot g
Corles de casemiras inglezas 2400
Dilos de dilas francezas g500
Ditos de dilas muilo finas O^OOO
Chapeos Amazona para senhoras'e me-
ninas
Machinas de costura
de S. M.Singer &C. da
New-York, o mais aper-
feicoado systema, fazen-
do posponto igual pelos
dous lados da costura,
garante-se a seguranca
das*n achinas e manda-
se ensinar as casas de
familia, bem como se
moslram a qualquer ho-
ra do dia ou da noite
nesta agencia: nicos
agentes em Pernarabuco Raymundo Carlos Lei-
'e & Irmao, aterro da Boa-Visia n. 10.
Era casa de Ka be Scbmettan &
C, ra da Cadeia n. 37, vendem-se
elegantes pianos do afamado abrican-
Le Traunann deHamburgo.
Vende-se farelo de Lisboa, em saceos gran-
des e de superior qualidade, por menos preco
que se vende em outra qualquer parte ; na ra
do Rangeln. 62,armazem.
Que ludo cura.
O ungento he uil, mais particu-
larmente nos seKuules casos.
Alporcas.
Ca ni b ra.
Callos.
Canceres.
Cortaduras.
Dores de cabeca.
das cosas.
dos membros.
Lnfi-rmidadcs da culis
em geral.
Dilas do auus.
Erupces o escorbuli-
cas.
Fstulas no abdomen.
Fraldade ou falla de
calor uas extremida-
des.
Frituras.
Gengivas escaldadas.
Inchacdes,
Inflamai'ao do figado.
luflammacao da bexiga.
da matriz
Lepra.
-Malos das pernas.
dos pcilos.
de olhos.
Mordeduras de replis.
Picadura do mosquilos.
l'ulmoes.
Queiniadelas.
Sarna.
Supuraeocs ptridas.
Tinha, em qualquer par-
te que seja.
Tremor de ervos.
ulceras na bocea,
do figado.
das articulaces.
Veias torcidas ou noda-
das as pernas.
Vend-se este ungento no eslabelecimento
geral de Londres n. 224, Slrand, e na loja de
lodos os boticarios droguislas c outras pessoas
encarregadas de sua venda em toda a America
do Sul, llavana e Hespanha.
Vende-se a 800 rs. cada bocelinha, eontm
urna instrueco em porluguez para o modo de
fazer uso deste ungento.
O deposito geral heem casa do Sr. Soum,
phariiiaioutico. na ra da Cruz n. 22, em Per-
nambuco.
Fazendas moder-
nas.
Cortes de casemiras de cores finas a 5JJ500, di-
tas de urna s cor muito finas de 3 e 6g, cortes
de col'.ele de velludo de cores a CJOOO, ditos dito
prelo a 5S a 6g, colchas de algodao adasmasca-
das a 5j}, brhantina branca o covado 480, case-
mira de quadrinhos o covado 1, pannos para
mesj muilo bonitos e modernos a 09. corles de
barege com tres ordens de babados a 15#, cha-
peos de phantasia_ para homem, sendo de gor-
guriio de seda a
ditos de feltro de
braia de linho p
muito fino, dilas de cambraia bordadas com man-
gas, ricos corles de seda de todas as cores, man-
elctes dos mais modernos, grande sortisiento de
perfumaras inglezas legitimas, joias decoral ver-
dadeiro, oleados de diversas cores imitando
marroquim para cubrir mesas, forrar almofadas,
travesseiros, etc., ele, e bem como um completo
sorlimenlo de fazendas do mais apurado gosto e
melhor qualidade, vendendo-se ludo por baiios
presos, no armazemde fazendas de Baymundo
Garlos Leite & Irmao, aterro da Bou-Visla n. 10.
mo goslo a 15, enfeiles finissimos para cabeca
a 4gi00 e 53. chapeos de palha escura, massa e
seda, muilo proprios para as meninas de escola,
sendo os seus precos muilo em conla, dilos para
baptisado de meninos e passeios dos mesmos,
lendo diversas qualidades para escolher, bonets
de galao, dilos de marroquim. ditos dc vellu-
do, ditos enfeitados, chapeos de boa qualidade
para pagem, chapeos de sol de seda para me-
ninos de escola, e mesmo para senhora e para ho-
mens ; finalmente oulros muitos objectos que se-
ria eniadonho mencionar, e ludo se ven de mui-
to em conla ; c os senhores freguezes vista da
fazenda ficarao convencidos da verdade : na bem
conhecida loja de chapeos da ra Direila n. 61,
de Benlo de Barros Feij,
Tachas para engenho
Fuudicuo de ferro e bronze
DE
Francisco Antonio Corrcia Cardozo,
tem mu grande sorliuieiito de!
tacllas de ferro fundido, assira
como se faz e concerta-se q ual-1
quer obra tanto de ferro fun-1
dido como batido.
Admira!!
nacionaes. <
Muito proprias para fe.eos por oc-iSLCS 010(16$ naPlSienUeS i
casiao de SS. MM-. II a esta provincia fi>
No armazem do arente Pesta-
na ra do Vigario n.
11,
vendem-se por mdico preqo tanto por
atacado em duzias ou a retalho.
Os mais ricos vestidos de seda do
duas saias pretos bordados e do cores
bordados proprios para bailes, vende-
se nicamente no segundo andar do
sobrado da esquina da ra do Quei-
mado por cima da loja do Sr. Pregui-
ca ; na mesma casa se recebeu pelo
navio Belem, chegado ltimamente de
Franca um variado sortimento de fa-
zendas de modas, as quaes se acham
desde j venda.
| SK-6M SB3SN 8R9BISI33SS6K-4M1I
I Brilhanles |
||iV.llRa do CrespoNAi^
S Jos Maria da Silva Lemos so- *jj
ci de Julio Luje&C, negocian-
I tes importadores de joias no Rio
|| dc Janeiro, tem a honra dc par-
al ticipar ao rcspeitavcl publico
5 desla capital que se acha na casa ^
I cima mencionada com urna lin- |K Rp|ln-V7i^t*l
da exposico de obras de bri- l al **v4I" lol/tl
Vcnde-se um carro de 4 rodas patele in-
glez, construcrao forle, largo bstanle para 4
pessoas, forraflo dc fazenda de seda de bonito
gosto e cor, tudo novo, sem ter sido anda ser-
vido, muito de lente e proprio para a espera
de S. M. I.: os pretendentes podem ve-lo a
qualquer hora na cocheira do Miguel, alerro da
Boa-Vista.
l'ugio no dia 28 a escrava parda que repre-
senta ter 50 anuos pouco mais ou menos, levou
vestido de chita sujo, camisa de algodao tambera
soja, tcm cara larga, nariz chato, olhos peque-
om 2 o34 nos' ll'il.'us nervosos, levou ura chale vclho bran-
co, quaudo anda aos saltos; julga-se estara-
coulada im alguma c.-isa, desde j se protesta
contra quem a liver acontada : pede-se aos ca-
pilaes de cambo e autoridades policiaes que a
peguera e Icvem-na ra do Vigario n. 10, que
serao recompensados.
Fugio no dia 28 do passado, o molcque Be-
nedicto, de 1G anuos de idade, olcllos carapi-
nhos, tem os olhos um pouco avermelhados, o
n'um delleslem um signal no canto, tem a hoca
grande e falla um pouco lato, mos pequeas,
beicos grossos ; suppoe-se que elle anda aqui
mesmo pelo Recife : perianto roga-se as autori-
dades policiaes e capitiies de campo a apprehen-
sao delle c o leve ao caes do Ramos, sobrado
encarnado da esquina n. 1, que ser bem grati-
ficado.
Fugio no dia 24 do correntc As 9 horas d
noite, Maria, parda, de 18 annos dc idade, cabel
los carapinhos o avermelhados ; tem marcas de
bexigas, pannos por todo o corpo, pouco fallan-
te ; levou vestido rxo com florainas encarna-
das, chales encarnado, argolas dc cornalinas
azues e duas voltas de ouro com urna moeda en-
castoada : roga-se As autoridades policiaes ou a
quem o apprehender, queira leva-la A ra das
Aguas-Verdes n. 64, em casa do Sr. tenente-co-
roncl Jos Rodrigues deScna, quo serA recom-
pensado.
Escravo fgido.
No principio de setembro do correte anno
fugio do engenho Traeunhaem, comarca de Goian-
na, umescravo crioulo, bem moco, olhos grandes
e abouados, testa granoe, cantos muito fundos,
baixo, corpo regular, cor fula, e barbado ; posto
que o dito escravo fosse surrado, ainda que pou-
co, todava deve mostrar algsma cicatriz as
nadegas : quem o pegar e levar ao engenho ci-
ma dito, ou ao engenho Dous Acudes, comar-
ca dc Nazareth, serA bem recompensado.
Ainda cslA fgido o mulatinho Manoel que
desappareceu da casa do escrivao Atlayde, levan-
do calca e camisa azul, olhos amarellos, azulados,
roslo redondo e plido, mulatinho bem claro,
tem um p torio voltiado parafia, idade de 15 a
16 annos: roga-se as autoridades policiaes e capi-
laes de campo a apprchcnsao delle, que serao pa-
gos na ra Nova n. 14.
Escravo fgido de bordo
*
Farelo a CjjOOO
Nova n. 52
a sacca de 90 libras : na ra
Loja da boa f no
aterro da Boa-Vista n. 7-4.
Vendc-se ricos manguitos com camisinha e
golinha a 4 e 6, ricas golinhas do bordado
aberto a 1}400 e 1fi800, liras bordadas a 800 e
la para nomem, sendo de gor- m.-nn f j .- .' "<*"o, yw c
a 7. dilos doChille de 4 a 25. IW^?'?:!0-,^
Je 4&500 e, camisas de cara- f *** li0i imilan,) tartaruga a 2g, ditos da
ara ^enhoraf ditas de esguiao arlar W<" ser virado a 4 e 4500, ditos imi-
Fub.
Farinha de milho americana, em barricas, che-
gada no ultimo navio dos Estados Unidos : nos
armazens de Tasso Irmos. ^
= Na ra de Aguas Verdes n. 46 se dir quem
vende urna fabrica de fazer velas de carnauba,
bem monlada e era bom estado.
tando a 1#, peca de franja para cortinado con
15 varas a 4J5I)0, papel alraaco a 3$ e 3j500. diti
de peso liso e paulado a 3jj500 a resma, penas
de lanv-a a lg e 500 rs. a groza, caixinha com
jogo de vispora alg, botoes de madreperola a
600 rs. a groza, ditos do mais fino que ha a
l!>120, ditos de louca a 160 rs., caixinha con
alfineles sortido praleado de cabeca chata a 3W
c 120 rs., caixinha com grampos a'l60 e 100 rs.,
magos cora 50 grampos a 80 rs., dilos cora mt-
nos a 40 rs., sapaldcs do Aracaty para raen-
nos a 18120 rs., ditos de marroquim para senio-
ra a 800 e 900 rs. o par. dilos de lustre a 1?M0
e 1$600 e um rico sortimento dc franja de se-
da, la c linho, gahes brancos e de cores, bicos
e rendas, dilas a imilacao de labyrinlho e mais
completo sortimento d miudezas que se vence
por menos do que em oulra qualquer loja.
Enfeiles de vidrilho c de rctroz a 49 cada
um : na ra do Queimado n.37, loja de 4 portas.
exposico
H litantes domis apurado goslo e i|
fr qualidade, constando de ricos f|
g diademas, fitas, collares, pulsei- 8
8 ras, broches, bixas e argolas, ft
^ brincos, aneis e alfiuetes, cru-
h zcs c tios de grandes pcrolas, S
^ commendas e hbitos de diver- %
g sas ordens ediffcrenlcs obras tu- *
^ do de brilhanles e pedras tinas, i
H sendo ludo vendido, afiancado c
H por precos commodos: na ra do |
S Crespo n. 11, segundo andar. S
8 Tambem se presta a mandar V
^ quaesquer objectos a amostra %
Vidros para vi-
draca.
A 6$ a caixa: na ra larga
do Rosario armazem de louca.
Vidros para caixilhos.
Na ra larga do Rosario loj n. 28
armazem de loura, mandam-se botar vi-
dros em casas particulares por prego
muito commodo, assim como vendem) urna o i 2 arrobas: no armazemde
se vidros a retatlio do t&manho mais pe-
queo at mais de 6 palmos.
3jR.ua da Praia numero <
*w Vendem-se neste novo estabelecimenlo
da Bella-Vista, gneros dc primeira qua-||
lidade como sejam manteiga ingleza, dita',*
,j, franceza, vinhos superiores de todas asqua-S
Itlidades duque do Porto, Madeira secco, S.C-M
Srez> licores finos, marrasquino, champagne,3|
^conservas, queijos, toucinho, cha, amen-*
adoas, passas, iigos, velas de snermacele.A
^ditas de carnauba e massas de todas as qna-* I cara0
joJlidades e outros muilos mais gneros, ludo
ipor pre^09 mui razoaveis. /g
B0RZEGUIN8
a 6,000 rs.
Vendem-se bor/eguins para hornera a G3, dito
para senhora a 35500, ditos para menina de 2 a
sapatas para 3g, homem a 4$, dilos para me-
nino a3) : na ra do Cabug n. 9.
Potassa da Russia
E CAL DE LISBOA.
No bem conhecido e acreditado deposito da
ra da Cadeia do Recife n. 12, ha para vender
potassa da Russia e da do Rio de Janeiro, nova
e de superior qualidade, assim como tambem
cal virgem em pedra: tudo uor Breos muito
razoaveis.
Vendem-se formas de folha de'fer-
ro para purgar assucar, levando cada
brigue
C. J. Astley
Recife.
& C, ra da Cadeia do
S.W^HO MJKJH.tXJ dO
brasileiro Camacuan.
Pedro, idade 45 annos, cor fula, nacao Naga,
altura regular, levou calca de algodao riscado e
camisa branca com peito riscado, chapeo do
panno preto, parece ser crioulo pela falla : pede-
so As autoridades policiaes e capiles de campo
que delle souberem, e prender e leva-lo a bor-
do do mesmo brigue que se acha fundeado no
forle do Mallos, ou na ra da Cruz do Recife, no
escriplorio de Amorim Irmos.
l'ugio do engenho Cajabuss o mulato Ri-
com os signaos seguinles: estatura me-
nos que regular, idade 20 annos, cor bronzeada,
cabellos crespos, tesla pequea, tem falta de um
dente na frente, corpolento, pescoco bastante
l curto e falla muilo descansado ; este escravo
j natural do Para, e oi comprado nesta praca ao
Sr. Francisco Xavier de Oliveira : quem o pegar
ou delle der noticia ao abaixo assignado, ser ge-
nerosamente recompensado Recife !7 de no-
veinbro de 1859.
Manoel Barbosa da Silva.
200$ de graliflcacao.
Contina a oslar ogida a escrava Isabel, que
em dias do mez de fevereiro do correte araio,
se msentou do poder do abaixo assignado; tem
ella, pouco mais ou monos, 30 annos de idade,
do cr parda clara, com o cabello quasi corrido,
bstanle gorda, c lera na mao direila um dedo
multo grosso era conseqnencia do urna enfermi-
dade que leve. Foi vendida nesta praca pelo Sr.
Domingos de Souza Barros ao Sr. Thoraaz de
Aquino Ponseca, e o abaixo assignado a houve
por compra que fez ao Sr. Pergentino de Aquino
Fonscca ; 6 provavel que tenha fgido para Pian-
c por ser natural desse lugar c ter sido escrava
de urna senhora viuva, proprielaria da fazenda S.
Boavenlura, junto a povoscao da Misericordia de
Pianc : roga-se a apprehenso de dila escrava,
e o abaixo assignado prouielte a quanlia de 200
a quem lhc aposentar na ra do Brom, armazem
| n. 28. Declara-se tambem que ter dc proceder
contra quem a deliver dtbaixo de qualquer pre-
iCexto. os da Silca Tn:~-
MOTILAN
N


(8)
DIARIO DE PERNAMBCO. &ABBALX) 3 DE DEZEMBRO bE '859.

Agricultura.
para a
Instrumentos ina-hlnas
t'ullura.
I
Chxrkia.
O raaia ulil dos instrumentos agrcolas, a c lar-
*0 o instrumento que lera feilo nltjecto Je ex-
s Variadas, e que tem .-ido modi-
ticaoo us suas (orinase proporeos, u que osla
ind i i pe iluta, o que; niais
resista emlim. na i s era >ada paiz seno lam-
ben) fin cada regiau agrcola, o at om cada at-
rallenlos que a mechanica cusma,
qu a experiencia recsiuojenda!
-ico arado simples o itnpcrfoiio que Vrgi-
: re, e qnc nos ainda erapivgamos quasi
rado, at as elegantes charru is do Howard
o Kansome, mil [orinas variadas do machinas de
lacrar rompem oslo da Europa. Para apreciar
o valor real de cada nina dessas machinas, pira
cscolher entre os priucipaes typos que apparece-
ram ua Exposico Universal aquella que convm
adoptar n'uai dado terreno e em dadas circuius-
ias econmicas preciso eslabelecer princi-
pios a citar experiencias bem dirigidas que guiem
a opiuiao de um modo lucido e rigoroso.
Trabalho da- charra.O arado ou a charra
devem produzir qm cc.to trub.ltio ni tena, o esse
trabalho, meehankaineute considerado, consiste
em abrir sulcos, islo em separar leivas desee-
cao retangular e em a deitar urnas sobre outras
iie modo que ellas tarara um ngulo do 45 cora
o plano horisonlal; s leivas assun corladas e
inclinadas urnas sobre outras apresentaui ao ar
a maior superlicie da lona possivel, (icando ao
mesnio lempo enterradas as hervas daminhas.
Para isto se conseguir de re na leiva ha ver entre
a largura e a espesura a reiaco de 7 para l
1 Os ingl.ves consideran! como perfeila a char-
ra que corla c vira a trra neslas condicoes,
COtn regularidado e quebrando o menos possivel
a leiva. Pulverisar a leiva dizom elles, tra-
balno que uaoperteoce a charra, mas aoulros
instrumentos agrcolas. Este trabalho da char-
ra deve consegur-se com o menor esforco pos-
Sirel, com a menor tiragem.
V queslao posta nestrs termos simples, e
acha-se hoje resolvida om Inglaterra com per-
fcioo iiotavel. l'ma charra, poroui, desta ua-
luresa suppc o uso de bous extirpadores, de
grades peieitamenle construidas, de rolos pesa-
custosos, apphcados eiu oceasio opporluna.
t.'uiua agricultura pobre, onde instrumentos
multiplicados se nao completan uns aos outros,
exige se da charra que ella vire a leiva e a co-
mece, pelo menos, a quebtar ea pulverizar;
como porm este lini duplo so nao pode alcan-
zar sera augmentar cuiisideravelmenio as resis-
tencias e por conseguiute a tiragem necessaria
para por a machina em movimento, v-so a diili-
cutdade de encontrar urna charra que possa
sem o eraprego de urna forra excessiva, execular
obra tao complicada. A esta ditliculdado aceros-
ce, nesle caso, a que. resulta da tenacidade e
plasticidade extremamente variavel que as lenas
apresentam e que [azem com que a charra van-1
tajosamente applieavel n'um solo sicioso, por
exempio, se nao possa applicar com igual van- :
tageni n'uin solo argiloso e vice-versa Na in-
dustria fabril a potencia de que se faz uso per-
eiamente condecida; a resistencia tambem o ,
e em cada industria o Qra que se desoja alean-
car sempre o inesmo, seja qual for o paiz em
que essa industria se ache eslabelecida : na la-
voora succedoo contraro, a forra dos animaos
inliiiilamente variavel. a resistencia do solo
muda a cada instante e o trabalho quo se exige
da charra nao em toda a parle o inesmo.
A proundidade que se da s lavras influe tam-
bera sobro u modo de construrco dos instrumen-
tos que fe empregam para lavrar. Sendo porm
til, salvo em casos exceprionaes que a praliea
e- a scicncia indicara dar carnada ararcl a:
maior espessura possivel, o uso de charras que
possam execular lavouras profundas quasi i
sempre vaulajoso, comanlo que deltas so faca !
uso prudente, isto que se nao queira misturar
de urna ve/, a Ierra que o are os lavores fecun-
daran) com a que nao receben nunca a acc&o be-
nefica dos ageutes aihmosphericose dos dudo?.
O uso das lavras profundas quo da s plantas
urna carnada maior de tena parase nulrirem c
desenvolveren) as raizos conservando essacamada
de Ierra inois frescura nos lempos seceos, e apre-
sentando ao mesmo lempo menos inconvenientes
quando ha humidado excessiva na poca das
glandes thuvas, o uso das lavras procuradas o
particularmente ulil nos paizes mcridionaes, c-
mo o uosso. Quando se comparara as charras
aperfeicoadas do norte cora as do zul da Europa
ve-so que osla necessidade de lavras profundase
geralmenle sentido no sul, e que na construceao
das chamas os lavradores dos paizes quenlr's e
seceos exigem, em geral, proporcos mais ro-
bustas, dimensoes mais apropriadas para o Um
de revolver uraaospossa carnada de solo.
E-les sao os principaos flus para que seappli-
cam principalmente os arados c charras; ha
porem instrumentos da naluresa destes e que se
deslinam para ius especiacs, para trabalhos de
arrolCa, para abrir rogos, para romper o subsolo
-i m o misturar com a carnada arare! etc. Esles
instrumentostazem na sua conslrucro difTercncns
das charras destinadas para a simples lavra :
medida que for descrevendo as mais notaveis
aponlarci o que as caracterisa, e direi alguma
?a sobre a sua ulilidade.
Orgas da charra, seu so.As charras po-
tiem dividir-se em simple?, comprchendendo os
arados c araveras, c compostas ou charras pro-
piamente ditas. Esta divisao nao pode hoje ap-
plicar-se rigorosamente, como veremos, porque
o uso de apoio em rodas aparte anterior do apo
n'alguns oestes instrumentos lhrs d caracteres
que perlencem a urna e oulra deslas divisos. As
araveras constaui da siga, relha, aiveca, do lei-
r, do dente, do temo ou apo, das rbicas, do re-
gulador, e n'algumas de um pequeo corpo de
arado que servo para abrir a crusla superior do
sido, p que nos chamaremos pellador ou fo-
Iha raspadeira. Estudemos cada urna deslas par-
les debati do poni de vista uitcli.pico.
A sega urna faca de ferro situada adianto da
relha e,presa ao apo, que corla rerticalmente a
tuna. E a sega pois quem corta a face vertical da
leiva, que a relha corta horisonlalincntc e a aive-
ca levanta c vira. Para execular esle trabalho a
sega deve le forra sudicicnte para se nao torcer
nem quebrar, deve ler um gurae cortante e que
se nao embole fcilmente ; deve ter a forma e a
poseo [sempre em plano reitical.) a mais con-
veniente para vencer as resistencias do Solo com
a maior facilidade possivel, deve ter emito) a sua
pona em posiro que corresponda pona da re-
lha para que abra assim a esta um fcil camiftbo.
A resistencia da sega deve ser proporcionada
tenacidade do icrreno que ella destinada a
abrir, profundidade da lavonra, e grossura
das raizes quo lem de corlar. Segue-se disto que
as segas leem proporcoes que variara, segundo o
lira a que destinada a charra a quo se adap-
tara. Convm em lodos os casos que o seu gome
seja penetrante e quo, para se nao gastar rpida-
mente prla aceito das fortes friecoes a que est
exposta, tenha este gume a tempera de ac.
Tem-se usado de segas curvas em forma do foi-
ce, curvas no sentido opposlo, islo de diante
para traz c rectas. As segas rectas, sendo as que
executam o corto da trra com a linha mais curta
possivel sao por isso as quo menos esforco exi-
gem. A experiencia musir, c a iheoria explica,
que a soga roela corta melhor quando entra no
solo n.io verticalmente, mas cora certa obliqni- '
dado, variando segundo a tenacidade dcsle.
O modo de prendera sega ao temo ou apo, 6
do maior interesse na construceao de una boa
charra. Se o lemo ou apo de ferro e a sega, c
nelle Qxada por meio de parafusos de pressoou
de anneis movis, pelo modo que se dir quando
so descrevorem os instrumentos inglezes ; dcsle
modo claro que a sega pode tomar fcilmente a
posico que convier dar-lhe em cada caso parti-
cular, e que a sua unan com o apo nao diminue
em nada a resistencia deste & torco e flcxo. Se
0 apo de madeira, a sega pode" estar mettida
n'um ahado aberto no meio delle, ou Qxada la-
teralmcnle de diversas maneiras. No priraeiro
caso a existencia do ahado diminue considera-
velmontc a forra do apo, podendo-a reduzir a
dous tercos ou mesmo a melada do que ella seria
n'um apo inleiro. A sega, correspoudendo ao
meio do apo, e cahindo perpendieulannonle, fica
[as charras do relha triangular e aiveca fixa
por exempio direita) direil-i da pona da re-
Iha; para evitar esto inconveniente e preciso ou
dirigir a sega obliquaraenle para a esqnerda, o
quo augmenta muito a resistencia que o solo pp-
pe sua marcha, ou dar-lhe um cabo de forma
angular, o quo iraz augmento de despeza e dimi-
nuirte de forea. A soga, entrando no alvado
ah segura por cunhas, nao sendo possivel assm
lser variar, seno entre pequeos limites, a sua
inclinac&o dentro do plano vertical, nem a indi
naco do gurae para a esquerda ou direita, se-
gundo as necessidades do trabalho que se pre-
tende execular. Nos nossos instrumentos de la-
vrar a sega mal feila e. ordinariamente, nao col-
lonada no plano vertical, prende-se ao apo da
maneira mais viciosa; o -ipo lem assira un pon-
i fraco onde a rotura pode iacilmonle ter lugar;
para evitar esla preciso que o apo tenha gros-
sura excessiva, a qual, augmentando o peso do
instrumento, tem ao mesmo lempo o inconve-
niente delhe levantar o centro de gravdade, e
conseguintemenle diminuir-lhe a eslabilidade, e
dar-lhe tendencia a cair para o lado. A apparente
robustez do apo das nossas charras nao deve illu-
dir-nos; esse apo resiste a quebrar-so cora a forca i
sodas fibras da madeira que eslo intactas nos1
poniosondcseabrcm os airados da sega e do leir.
Para lixar a sega lateralmente ao apo usam '
dfferentes meios. l'ixa-se a sega n'unia cava fei-
la ao lado do apo, o que tem cm parte o inron- i
veniente de diminuir a resistencia dcsla rotu-
ra : fixa-se por meio de una chapa de ferro, se- j
guro ao apo por meio de dous grossos tornos quo I
o alravessara e o enflaquecen) tambem bastante. !
ou, emlim, prende-se a sega ao apo por meio do
estribo americano esle o melhor modo de unir
entro si estas duas pecas, porque nao altera aso-1
lidez lo apoe deixa sega a faculdade de tomar !
posirooj variadas. Consta o estribo americano de ;
nina hraradeira de forma rectangular, unidos la-|
dos da qual nina chapa que se podo separar
voniade do resto da peca; esla bracadeira na!
parte superior e inferior do apo assenta sobre i
chapas de ferro dentadas transversalnieiite e mais !
grossas um pouco de um lado do que do outro, o I
lado que formado pela chapa movel que fica i
voltado para o lado da charra onde est a aire-:
ea, e do lado opposto a bracadeira segura o cabo
da sega : a positjo que a bracadeira oceupa en-
tre os denles mais altos oi mais baixos das
chapas dentadas, determina a inclinacao da
sega. Esto modo de nxaaiu da sega em nada
diminue a Torga do apo, simples e deixa-lhc
lomar ludas as posires n'um plano vertical.
E a relha ou folha a parl mais importante de
urna charra: ella que corla horisontalraentoa
lena no fundo do sulco e a comeca levantar para
a conduzir at parte inferior da" aiveca. Tem a
relha cm geral duas formas: ou a de um ferro
de langa, ou a de um triangulo prximamente
rectangular. Quando ha, como no nosso arado,
duasaivecassystcma de construceao defeiluo-
so, e hoje abandonado por toda a parto onde se
faz sollrivel culturaenlo necessano que a fo-
lha tenha a forma de ferro de lanca para corlar
a torra por ambos os lados. as charras de ai-
veca movel preciso tambera que a folha tenha
esta mesma forma, exceplo no caso em que se
pode fazer executar folha umasemi-revoluco,
porque entao ella pode ler a forma triangular, c
a sua parle cortante ficar sempre do lado da ai-
veca. as charras do aiveca fixa a relha
triangular; um dos seus lados corresponde
face do corpo da charra voltada para a trra
anda nao mechida, o oulro serve para a fl-
xar ao dente, e o terceiro, bem afiado, des-
tinado para corlar a Ierra ; esle faz um n-
gulo de 45 com a linha de marcha da char-
ra, e porconseguinte corta obliquamente a Ierra.
A uiiiao da relha com o corpo da charra deve
ser solida, mas simples e fcil de desfazer. Co-
mo este ferro solTro grandes Iriccoes e se gasta
rpidamente, ou mesmo se quebr, devo ser f-
cil n'uuia boa charra o subslitui-'.o por outro no
campo sem auxilio de serralheiro. Esla mesma
tendencia que a folha tem a gastarse deve fazer
cscolher para a construir materiaes rosistentes :
ha follias leilas de ferro debrnado de ac;
as denominadas americanas sao todas de ac,
e llxam-se na parto anterior do corpo-da char-
ra por duas cavilhas presas por meio de por-
cas. Os Inglezes usara do ferro fundido pa-
ra fabricar as relhas o que os obliga a re-
nova-hs militas vezes, inconveniente que rom-
pensado pelo preeo muito baixo das diiis relhas
A forma, a posirao, a largura da folha eslo
longo de ser cousas indill'ei entes pira a reg lar i-
dado, o sobretodo para a facilidade do trabalho
de urna charra. E' no coi lar horsonl.ilmente a
leiva por via da folha quo se emprega a parle
maisCOnsideravcl do elleito ulil do trabalho em-
pregado na charra. Experiencias feilas cora o
dvnamoraetro mostraran) ao Sr. Morln que a ti-
ra anda presa anteriormente n'um a posiro lio-
risontal e i virada na parte posterior," isto .
dao-lhe a forma de um helicoide. Nem urna nem
outra deslas rmaa construida com um rigor
geomtrico absoluto ; consideraces theoricas e u
experiencia modificara estas formas, para que o
elfeito da aiveca seja o melhor possivel. E' dil-
cil fazer entrar todas as aivecas, mesmo das
charras bem construidas, n'algum dos lypos
geomtricamente bem definidos; cada construir-1
tor lem modificado eslo orgo era alguma das'
suas parles. O Sr. de Valcoui'l, por exempio, !
descreve asna aiveca por meio de urna linha
sempre em posico horisoiiliil escorregando por
um arco de circulo vertical, de modo que a aive-
ca lem nina considerarel cooravidade do lado de
lora, e que sobro ella assenta ; criollamente, em
qualquer altura, umaregua bem direita posta em
posico horisonlal. O instruido professor Mol,
conservando horisontaes as generatrizet da parle
superior da aiveca, inclina successivanienle as
mais convenientes Oa aiveca Ua constructores
inglezes, j iBzcm pora as suas charras aiveca*
do grandezas differenles e proprcoes variadas,
unas destinadas ao fabrico dos terrenos fortes'
outras ao lavor de terrenos fracos ; a quest
scienlificn, porm, ainda nao se acha convenien-
lemente resolvida pela experiencia.
Os diversos orgios quo compc o corpo da
charra rs'n intimamente unidos entre si, c uni-
dos a o apo por meio de orna ou duas peras ver-
ticacs ou
que desenliara na parte inferior este orgo, di
ragem da charra crescia muito consideravelmen-; '"odo que loda aparte da aiveca se podo sempre
te com o augmento da largura da leiva cortada i "sentar longitudinalmente urna regua bem recta ;
pela folha : quando a largura era de C pollega-' mas Para isso ,cr uSar a regua ha de na pirle
das inglezas a tiragem era de listones de 15 1- Mpetior estar em posico horisonlal e em baixo
bras cada um), 6 quando de 10 pollegadas a tira- "'uma Psico inclinada at virconundir-se com
grra tornava-se de 47 slones. Dilleroiir.a da tira- a '"nn cortante da relha.
geni por ura augmento de largura de 4 pollega- Para virar a lira de trra, que a sega e a folha
das, 7 slones ou 105 libras. Como conlirmaco vao cortando, a aiveca ha de necessariamenle lor-
deste facto intcressanlc, que cliama a atloncioIc-la no sentido longitudinal e dobra-laura pon-
dos constructores de instrumentos agrarios sobre | co no sentido transversal, raagiue-se uma tirado
a relha, devenios citar ainda uma outra observa-: materia plstica, presa horisontalmenlo na parto
cao do Sr. Morln. Este observador fez trabalbar anterior, levantada depois sobre um plano incli-
a charra simples de Ferguson cora aiveca c sera
aiveca ; no primeiro caso a tiragem foi de 3 i
slones, c no segundo de 31. De modo que o cs-
foreo para virar a leiva do 3 slones nicamente,
10 por cento do esforro total; emquanlo que o
nado, e finalmente virada na parte posterior, de-
pois de ler passado por uma posiro vertical; e
relleclindo um pouco conheccr-se-ha que essalira
de materia plstica nao s tere soffrido uma tor-
co longitudinal, seno tambem se ter dobrado
esforco para corlar a ierra igual a 31 slones, um pouco lateralmente sobre si mesma, forman-
menos o esforco necessario para por a charra do uma concavidade pela parte opposta aquella
em movimento quando nao produz trabalho; este j quo assenta sobre o plano inclinado. E' esle o
esforco do 12 stones: logo para cortar a ierra i caso da leiva que escornga sobre a aiveca ; e da-
necessario uma forra representada por 19 slones. I qui eonclue-so que esta tem a vencer a resistencia
A folha deve ter todas as condicoes oecessa-' que a leiva oppe a dupla raudanca de forma ;
ras para corlar fcilmente oslo, *e nao deve! tem a sullier-lhe o peso quando so levanta, e b-
executar seno o trabalho estrictamente necessa- \ nalmenle a lutar com a fricro quo resulla do es-
rio para que a lavoura seja perfeila. Oaqui po- ', conegainenlo da leiva em toda a exlensao da sua
dem iinmedialnmente concluir-so os graves in- j supertico superior. Iudicarei agora as conside-
convenicnles que teem as folhas ou relhas dos racoes que se devem ter era vista quando se uuer
nossos instrumentos da lavoura. A sua posico que esias resistencias se attcnucm o mais pos-
nao horisonlal, mas muito inclinada para dianlc, sivel.
inclinadlo que n'alguns casos mesio se faz aug- A leiva cortada pela relha, cujo gume faz um
mentar para execular lavras mais profundas do ngulo do 45 com a direcro do movimento da
quo as ordinarias, faz cora que o gurae da relha charra ; um lado pois da'leiva levantado pri-
esteja na mais desvantajosa posiro para cortar a raeiro que o oulro, c por ceusequencia a superi-
lerra, o a levanto mesmo por arrancamento; re- Icio superior da leiva torna-se concava e a inferior
sulla do raas dessa posiro que a relha empurra convexa; pois necessaiio para que a leiva se
o esmaga era parte os torros ainda nao despega- j ajuste exactamente cora a aiveca, que esla tenba
dos do todo, empregando assim intilmente una i junto da relha pelo menos, urna pequea conca-
porco da forra que lhe applcada para um ou- | vidade no sentido transversal. Esta concavidade
tro lira. As relhas corlando para os dous lados da ; pode ver-se as aivecas de quasi todas as char-
charrua que lera uma s aiveca produzem tira ras conhecidas pela sua boa construceao
trabalho de que s metade se aproveita : com e-
feito a ierra cortada do lado onde vai a aiveca
a nica que virada e preparada, a Ierra cortada
do oulro lado nao removida era virada, e se
s vezes fica
da
A leiva medida que escorrega sobre a aiveca
soil're uma lorcao no sentido longitudinal; se
desde o gume da folha o plano inclinado sobre o
qual escorrega a leiva apresentasse uma grande
vezes lica estalada e cusa de um enor- inclinacao, a torco da leiva far-se-hia lapda-
me eraprego de forra que uo est nada em re- I mente : ora a experiencia lem provado que a
lacao com a insignificancia do trabalho prnduzido. flexo e a torco nos corpos molles se fazem
Chegamos agora ao estudo da pera do corpo; cora menor esforco quando se praliea lenta e
i charra que a sciencia c a experiencia lera gradualmente do que no caso opposto : logo con-
modilicado mais depois da reforma da agncultu- vera que a aiveca tenha no principio uma peque-
ra e cuja construceao aprsenla maiores dillicul- na inclinacao, convm, como diz oSr. marque/
dades, da pera que d minias vezes As charras! ftodulfi, o'qual adola a forma heliroide na aive-
dos diversos paizes uma forma caracterstica ;. ca, que vm pequeo arco de circul ligue o hlice
chegamos agora ao estudo da aiveca. Nao ra- no parle anterior com uma linhaparallela ao
tina mlenrao, era isso tena cabimento n'um Ira-1 fundo do reg, de modo que o primeiro elemento
baibo da nalureza deste, fazer uma dissertacao da superficie da aiveca se ache na direceo do
soure este orgao importante, mas para quo se i movimento.
emenda o que lenho a dizer das principaes char- Na parle posterior da aiveca, onde se opera a
ras que appareceram na Exposicao Universal, ultima revoluco da leiva que vai ser abandona-
julgo necessario exporo mais succinta e singla- ja, e onde ao' mesmo lempo so executa a sua
mente possivel os principios que teem guiado os | deslorro, isto onde se lhe reslitne a forma
constructores na confecrao das aivecas. Ser, i primitiva alterada durante a ascenco sobre a
forrado a entrar em algumas particularidades tech-' aiveca, nessa parle posterior as inefinares de-
nicas, mas a importancia do assumpto servir-me-! vera ir lentamente descerado como crsceram
,,a de desculpa. lentamente no comeco da aiveca. E' alm dis-
Na charra a aiveca serve a virar a trra de, so preciso que nesl parte a forma da aiveca
modo que as hervas que nella vegetara liquem co-; se preste aos roovimentos que a leiva tem de exe-
bertas, c os estratos inferiores se ponhan em outar, de modo que a nao abandone antes de
contacto com o ar; a sega e a relha serven) para i ella ler a posiro conveniente, nem a calque c
_ ------,----------------_.. ._, _. ,r. uu ,, i,,,,,,,, iiuiii uiue, lenna urna inciii
damenie por ura plano nchnado, a deixc depois feitaraente igua'l, porque deste modo .i
cahir na posieao que a sciencia indica como a faz sucerssivamente, c por isso com
mais conveniente para preencher o lira douma'fnrro. F.mquanto
boa lavoura. J fica dilo que esta
a o
FOMJIETIM.
NAO SE ftm BRINCAR COM \ DOU f]
Por M'.itliiinc E. de Girardin.
\
que esla posieao e
aquella cm que a leiva forma com o plano liori-
sontal um airgulo de 45 prximamente t unio
da aiveca com a parte superior da foln or uma
curva continua pois a prirneira condiro-a que
deve salisfazer-se n'uma boa charra, e daqui j
se pode concluir o quanto contraria a todos os
principios mchameos a posico da aiveca movel
ou lixa das nossas charras". Entre a folha e a
aiveca ha uma completa desunio; a leiva nao
a torco se
menor es-
eleiio das fricres esta
cireiimt.'inri pouco importante, como o prn-
varam Cariolis e o Sr. Rodolti.
As ultimas considerares que resta fazer acerca
da aiveca sao sobre o seu comprimento. O com-
primento da aiveca deve variar com a nalureza
das trras em que a charra tem de se appli-
car ; para Ierras fortes e tenazes a aiveca deve
ler maior comprimento do que para trras pou-
co consistentes, esboroadicas e ligeiras. Um
grande comprimento de aiveca torna mais facis
escorrega, quebra-se contra o corpo da charra ; as toreos que sotfre a tira de trra que a char-
no sobe pela aiveca, impurrada por ella; nao j ra levanta e vira: as frieces, porm, sao nes-
revirada, e irregularmente quebrada c fica mui-| se caso maiores do que na aiveca curta, o a lei-
va passa mais sobre o corpo da charra. As
charras para trabalhar em torras fortes que re-
siste muito defoimaco. devem por conseguin-
te ler aiveca longa"; as charras destinadas
a abrir Ierras ligeiras devem ler aiveca curia,
nao s porque s friecoes produ/.idas por trras
desta nalureza SiiOi muito consideraveis, seno
tambem porque os leivas de tena lrgeira fcil-
mente se quebrara, e devem para quo islo nao
succeda anles da leiva ter tomado a posico mais
oirs sppozerTm que aTiveca"obravTmaneira | "veniente, ser rpidamente viradas r ne-
de cunha, ou antes de duas faces de cunha, una cessal"> nao exagerar as dimensoes da aiveca
ra menos ; ambos os ex-
;s, sendo comtudo re-
incouvcnicnles das aive-
tas vezes n'uraa posico muito dierente daquella
que dssemos ella devia tomar.
A unio da aiveca cora a folha era a prirneira
COOSS a considerar no esludo que estamos fazendo ;
agora convm discutir qual seja a forma deste or- j
gao mais conveniente para que elle preencha o
seu lim. Dous modos de considerar a (heoria
merhnniea da aiveca teem dado origen) a duas'
disposices ditt'erentes, a duas curvas perfcila-
mente "distinctas. JcITerson, Dombasle, Small e '
anterior destinada a levantar, outra posterior des-
tinada a afastar e voltar a leiva ; estas duas faces
de cunha reunindo-sc uma outra por uma cur-
va no meio da aiveca, do a esta prximamente
a forma geral de uma superficie denominada em
geometra superficie paraboloide. OsSrs. Lam-
bruschini, marquez Ridolli e rauitos dos cons-]
tructores inglezes do aiveca una forma seme-' cas rigorosas pelas quaes se podessem conhecer,
litante que naturalmente toma uma lirada ter- para cada nalureza do terreno, as dimensoes
nem para raais, era '
cessos teem iacj
lalivameute maiores -.
cas curias em demasa.
Seria maior utilidade para so poder segura-
mente resolver a questo das charras que se
fizesse uma serie de experiencias dynamomctri-
o por meio de una ou duas peras v
obliquas denominas aleirs, o uma ter-
eeira pora horisonlal denominada denle Os ntfi-
rs devem ler bastante resistencia para se nao
quebnrera debaixo da acro das forcasque ac-
luam sobre elles, as ob conrem que lenham
dimensoes deraves para nao augmentaren)
intilmente o peso da charra: os aleirs na
parte superior l\ain-se ao apo ou temo e nal
inferior ao dente. O uso de regular a profundi-
ce da lavoura por meio de um alciro movel, como
se faz em algumas das nossas charras, lem gran-
des inconvenientes. E' fazendo subir'ou descer
o alleir e com elle a extremidade do dente, que
neste caso se regula a charra ; ora para conser-
var a raobilidade ao aleir, necessario abrir no
apo um largo alvado onde esla pera possa cor-
rer livremente, o onde depois de regulada a
charra, ella se lixa por meio de uma cunAa ;
a existencia deste alvado pode reduzir a menos
de metade a forra de rsistencia do apo, com gra-
ve de'rimenlo da charra, que, ou ficar to frara
que se quebrar ao menor embarazo que encon-
trar na sua marcha, ou ficar intilmente car-
regada rom ura apo de grossura excessiva. Esle
modo de regular a charra lem tambem o incon-
veniente gravlssimo de enllocar a relha n'uma
posiro obliqua em relaro dirceco do movi-
mento, o que, se provou j, augmenta muito as
as resistencias passivas e por consegulnle o tra-
balho perdido. Na charra dp Howard a relha pu-
ede por meio do uma ala vanea a que sl pre-
sa inclnar-se entre pequeos lmites, para pe- I
nelrar mais ou menos profundamente na Ier-
ra ; este syslema, porm. nao tem sido muilo
imitado pelos bons constructores de machinas
agrcolas. Conrem de mais advertir que a ex-
cellenle charra do Howard, possuindo um bom
regulador na parte antrior doapo, o que nao exisle
nos nossos instrumentos ordi*arios, pode appl-
car-se a qualquer trabalho sor que seja preciso
regula-la por este mclhodo. ^ontra o qual me
parece haver razes mechanicas que se nao po-
dri desaltender. Quando desqrevcrmos a char-
ra de Howard diremos os motivos jusliflraveis
que levaran) esle constructor >dar mobildade
folha das suas charras.
O dente ou dental a parle do corpo da charra
em que esle se apoia, c sobre a qual arrestada,
rucando pola parte inferior no fundo do reg, c
lateralmente na Ierra ainda nao lacrada (no caso
de uma s aiveca). Ha pois no denle uma fric-
co muilo consideravcl que convm diminuir
quanto possivel for. A frieco de escorrega-
mento, como o demonslraram as experiencias,
depende da presso que une os corpos que es-
corregara un3 sobre outros, isto a frieco
n'um corpo pesado escorregando sobre uma su-
perficie proporcional ao peso desse corpo, e
independente da extenso da superficie que es-
correga ; a grandeza do denle as charras nao
deve ser pois seno a necessaria para a es-
labilidade e solidez do instrumento, porque
de oulra maneira augmenta-se inconveniente-
mente o peso deste, e por conseguinte a resis-
tencia. Oulra circunstancia que lema mais po-
derosa influencia sobre a frieco a natureza
physica das superficies entre as quaes ella se de-
senvolve : quanlo mais duras e polidas sao as
superficies, menor a forra resistente que resul-
ta da fricro.
Nos nao podemos fazer o fundo de reg em
que a charra caminha liso c regular, nem te-
mos modo algum de lhe dar raas dureza do que
aquella que lhe natural; deve-se pois tratar
de construir o dent da charra de modo que
satisfar a estas condicoes, que seja duro e liso.
Ha muitos anuos que se recommenda a escolha
de madeiras durase susceptivos dn-bemsc poli-
rem para com ellas se fabricar o denle da char-
ra ; as raadeiras de perora, amcixreira, sorvei-
ra, carvalho, etc., ha seclos que se designara
como as melhores para este fin, ao mesmo pas-
so que se tem acouselhado a construceao de apos
de madeiras brancas c ligeiras para nao carre-
gar intilmente as charras : hoje os denles da
charra ou sao feitos de ferro, ou sao de ma-
deira forrada do ferro na parlo inferior e na la-
teral que fica virada para o lado opposlo ao da
aiveca. Era algumas charras em n" a douio
de madeira ha na parlo posterior deste, onde a
fricro maior, um talo de ferro: o uso desle
lalo conveniente, por ser um meio simples de
tornar duradourOs os denles de madeira, e por
serncil a sua subslituicao todas as vezes quo o
estado da charra o exige. Quiz-se substituir
fricro de redmenlo fricro de escorregamen-
to no dente das charras, "e, para isso, alguns
conslructores apoiaram o denle sobre rodas, ou
dando-lhc una forma curva, substituirn toda a
porro desta pera que tica para iraz da folha por
uma roda que caminha no fundo do soleo : esla
modificaro nao lem sido muilo seguida, opezar
do ser em llieoria de grande conveniencia para
a dirainurso das resistencias, porque na pratca
se lem observado que a trra, envohendo a ro-
da por toda a parle, lhe faz em pouco lempo
perder a faculdade de girar em torno do seu
eixo.
Para por em movimento o corpo da charra a
forra dos animaos app'ricada a uma baste, mais
ou menos cofnprida, que so. denomina temo ou
apo : para regular o trabalho da charra empre-
ga-se na parte posterior do lemo, uma ou duas
rbicas, na parle anterior, se charra sim-
ples, um apparelho denominado regulador, que
determina a direcro em que acta a forca de
tiragem, e sea charraecomposta,umjogo aimn-
leiro sobre que se apoia a extremidado doapo.
Estando em todos os casos collocndo entre a
potencia, que pe em movimento a charra, c
as resistencias que esta eneonlra, o apo deve ser
robusto para poder resistir a estas forras contra-
rias sem se torcer, nem se quebrar; mas asna
_ (Conlinuaco )
Acrcdrta-lo-heis? a coquoerie e o mysterio tem
tanto encanto, que esse jogo absurdo, essa lula
de Viese de raraalhcles, toruara-se para Leonti-
na o interesse de todas as suas noiles. No mun-
do era o seu nico pensamenlo, nao escutavana-
' da, nao via nada, nao se diverta com cousa al-
guma antes de ver que flor M. do Lusigny trazia
nessanoite *, edepou.de te-la visto, firava uma
hora a inquirir de si como era que elle nunca
se engaara. uraa ndiseric&o da ramalheteira,
disse ella, mas vou atrapalha-lo.
l'rcoccupada desse grande projecto, imaginou
ir visitar com sua entibada o magnifico jardn) de
Tripe!, cujos ricos canteros de lulipas estavam
enlo era todo o esplendor. Depois de ter muito
lempo admirado essas maravilhas da cultura,
essas flores to delicadas, essas bastes lo direi-
tas, essas nafices to variadas, Leontina pedio
um ramalhele ao jardinero ; a Scnhoro de Alber-
to quiz tambem ter um, e ambas armados de ra-
malhetesdo tulipas, fizeratn nessa mesma noite
sua entrada triumphal nos sales da embaixada
da sordenha. Cantaran c tocavam : Oochlcr,
acabava de locar quando as duassenhoras che-
garam. Leontina procurou com os olhos a Lusig-
ny ; mas elle nao eslava no salo Com que ira
paciencia o esperava como se regosijavade ve-
lo derrotado dessa vez !
impossivel quo M. Lusigny tenha lido al-
guma informaco, diziaella ; nao.... mas tal vez
venha ?...
la dizendo isto, quando vio M. Lusigny no ou-
tro salSo sentado n'um canap, conversando e
rindo com muitas senhorns, como quem eslava
all a muito tempo. Brilhava-lhe na casa da ca-
saca uma indissima lulipa. A senhora Car-
los de Viremont leve calalrios de raedo.
Elle manda-me esperar, lem intelligencias
ua minba casa, pensou ella.
Desde o porteiro al a sua criada, suspeilou
de todos. Comeeava a indiguar-se, nao poda ex-
plicar semelhanle acaso, e todava nada era mais
natural e simples. Sahindo do jardim de Trepit
as senhoras de Viremont tinham ido ver umn
senhora muito amavel c espirituosa que mora
na praca de Luiz XV, no canto da ra Real. Du-
rante o tempo dessa visita, o seu carro linha Ti-
rado parado ao p do palacio de Crillon ; M. de
Lusigny que voltava o cavallo do bosque do Bo- "f
lonha, passando pela praca de Luiz XV, reco-
nheceu os cavallos e o cocheiro das senhoras de
Viremont, e vendo na dianteira da caleche to
grande proviso de tulipas pensou que deviam
servir para de noite, advinhou a nova provaco
que lhe eslava preparada. Para isso nao careca
ser-se feiliceiro.
Nao vos parecen bem pueris, bem indignas de
um sceulo como o nosso, essas combinaces de
trovador, essas astucias de paslr? Eis no en-
lanlo em quepassam seu lempo aquelles que se
diverlem no mundo... O que fazem enlo os que
uo se diverlem ?
A datar desse momento Leontina nao
mais de ramalhele ; pareca zangada. M. d
Se chamassemos niadamc de X... !
Euto deviamos chamar M. C...
cruel.
Oh verdade, renuncio.
Tragara raadame V...
Nao ; ella...
Porque? muilo boa moca.
Sim, mas muito zombeleira
rir de nos com os seus amigos.
Ento a senhora de C... ?
posieao na parle superior da charra exige tan.
bem que elle nao seja muilo pesado, porque da-
hi resultara diminuirao na eslabilidade do ins-
trumento e augmento do peso. O comprimento
desta peca deve ser consideravcl, mssnoex-
cessivo ; o temao comprido d regularidades.
andamento da charra simples ou arado, fazen-
do com que a linha norma l de tiragem passe sem-
pre abaixo da sua extremidade anterior; o n-
anlo resislc mais, menos susceptivel de se tor-
cer e quebrar : as charruas porm de apo curu.
sao muito ditficeis de regular e teem marcha ir-
regular
Sem querer entrar cm longos delalhes techni-
cos, jiiigo comludo necessario dizer algumas pa-
lavras acerca das retates que existem enlre a-
lonas que actan sobre a charra, para que se
possa percebero queacabo de dizer sobre o apo
e as consideraeoes que vou expor a respeitodn.
reguladores, e dojogodianteiro nesles, instiu-
mentos.
'lodos sabem que a muitas forras que actuara
sobre um corpo qualquer que se pode substituir
urna soqueproduza exactamente o mesmo ef-
leito ; essa forca, chamada era mechanica resul-
tante, passa por um determinado ponto do cor-
po. ponto cuja posico depende da grandeza e
uireccao das forcas componen tes e da situaro de-
poutos a que ellas eslo applicadas.
ihZPsi-"stetndas c>ue a charra vence traba-
nando sao torcas, que obram em senlido oppos-
lo ao do seu movimento, c essas forcas teem urea
resultante : o poni por onde essa resultanle
passa, chama-se na charra centro de resisten-
cia, e esse ponto est situado na face superior
aa relha a 50 milliuielros prximamente cima
do plano infenor do denle. E elaro que a posi-
eao deste ponto varia um pouco na diversas
charras, segundo a forma e posico dos orgo-
que as compoom ; essas vartacs, porm, nao
[Alteran era nada as considerares mechanica-
quo acerca da charra se podeni fazer.
A potencia, que se emprega para vencer os
resistencias que a charra eneonlra. parte da
canga posta sobre o pescoco dos bois, ou quando
se nao apparelham estes a'nimaes por um modo
brbaro, parte da altura da espadua ; o que sac-
cede tambem quando cm vez de bois se uso de
cavallos ou muars para lavrar. Entre o ponfo
de partida da potencia, c o centro de resisten-
cia, islo entre os pontos da applicacoo da-
duas forras oppostas tirando uma linh recto
essa linha marcar a direceo raachisnica da ti-
ragem nn charra ; essa a linha normal de ti-
ragem. Para vencer uma resistencia qualquer
com o emprego do menor esforco possivel, pre-
ciso empregar esse esforco na mesma direceo e
em sentido opposto resistencia; na charra a
resistencia acta, como se disse, sobre a relha a-
parte infenot do corpo da charra e em direc-
eo horisonlal : segue-se daqui que se nos po-
dessemos puchar a charra com uma haste ou
cadea horisonlal, fixada sobre a rettio no ponto
onde obra a resistencia, alcanrariamos lavrar a
torra com a menor forra possivel. A imposstbi-
lidade absoluta de fazer islo obriga-nos a puchar
a charra por meio de uma linha olfiqua, de
uma linha quo forma um augulo mais ou meno-
consideravel (segundo a maior ou menor altura
do ponto de partida a potencia! com a direceo
da resistencia, a qual uma linha horisonlal,
situada quasi no fundo do sulco.
Esta necessidade de empregar a forca de tira-
gem n'uma direceo obtoqua direceo da linha
de resistencia obriga pois a gastar, para por a
charra em movimento, ura esforco superior
quelle (pie seria neeessario para'execular o
mesrao trabalho se essa direceo fosse horison-
lal, e porconseguinte d'esa necessidade resulta
uma perda de forca.
As condicoes a que deve satisfazer a linha de
tiragem para que tenha, n'esto caso, o menor
numero de inconvenientes, sao os duas seguin-
tes : Ia, que o ngulo formado por esla linha e
a horisonlal seja o menor possivel : 2a, que os
tres pontos, priso dos tirantes na canga ou n
apparelho dos animaos, parte anterior do tema"
onde esses tirantes actuara sobre a charra, e
centro de resistencia situado sobre a charra, e
centro de resistencia situado sobre a relha, li-
quem na mesma linha recta.
Para satisfazer prirneira cndilo, cuja uti-
lidade ser_ eviJouio para os que tiverem ldi
com aitenco estas considerares e conhecerem
bem as Icis que regera a acc'o das forcas, beata
prender os tirantes aos animaes o mis baixu
que possivel for, sem sacrificar, comludo a esla
condico a liberdado do moviuientos dos ditos
animaes; dar aos lirautes um comprimento con-
sideravcl, porque d'esso comprimento resulta
tambem a diminuiro do ngulo feto pela liuhu
de liragem o .a horisonlal. Esta consideraco j
mostra um dos inconvenientes do uso da cangu
nos bois, inconveniente a que acrescem uito.s
outros quando canga se prendo directamente o
temo, como Buccede nos nossos instrumentos
de lavrar.
A segunda condico cima cstabeleeida da
maior importancia, porque sera ella ser salisfei-
ta nao possivel execular lavoura regular. As-
sim como um corpo pendurado no meio de uma
corda flexivel, lixada n'um ponto qualquer da
sua superficie, toma uma posico tal, que o-seu
centro de gravdade tica na conlinuaco da li-
nha de suspenso, assim tambera na' charra
puxada por tirantes ou cadeias, o centro de re-
sistencia se collota no prolongamento da linha
de tiragem. Percebido isto ser fcil antever o
que sneceder, quando as lindas-que vodo_pon
to de origem da tiragem cabeca do apo, e d'es-
a ao centro da resistencia se nao confundirem
ambas n'uraa s recta, se nao confundirem am-
bas com a denominada linha normal de tira
gem.
J. do A. Corvo.
Durante o trajelo do Paris a S. Germano, as
c seria viajantes liveram rasoalvemenle medo, s quanto
. era necessario para mostraren) que erara novicas'
na materia.
S a mora inglcza pareca aguerrida. Os in-
convenientes o os vantagens do caminho de fec I
ro forera naturalmente o assumpto da conversa, I
depois ] as raulhercs manifeslaram-scpelo grande subterra '
neo um horror convenientes ; os liomens nodei-!
: xaram de responder a esse sentiraenlo com duas '
nunca ha- ou Ircs phrases de mo goslo que do uso dizer-
n i
signy respeilou essa tolera, c ficou oile das sem
apprecer em parle uenhuma. Enlo a senhora
de Viremont coinecou a enfasliar-se. M. de Lu-
signy respeilou larbera esse enfado.
Emlim, depois de ura tempo conveniente,
quando julgou que Leontina, eslava muito abor-
Nao, nao, muito pretenciosa
usou via de estar prompta, far-nos-hia esperar sera- se a proposito de subterrneos",
e Lu- pro; espalharia suasotirfas de rendas em todas A reina sensivel disse ento qu
e nao sena ca-
s raoutas : e depois insupportavel com as suas paz de viajar em wagn com pessoas desconhe-
affeclaces. cidas, acbava muito perigoso. Deaixram-lhees-
Quer" isto dizer, que nao querera uma porque se receio ou antes essa illuso, queixaram-se do
muito espirituosa, e anda menos outra porque cheiro desagradare! do vapor, do sibyllo singular
o muito coquette e muilo bonita. da machina
Mas, rainhag senhoras, se dizem nao a cada Esle grilo recorda-nos que ltimamente via-
recida e' que teria muilo p'razer cm torna-lo a pessoa que proponho, acabaro por csta.r l so- jamos com um gordanchudo senhor que do nada
5ular,
raprevis-'suidas...
Carsac 1
ver, imaginou um encontr sin
lo e que devia ser decisivo.
Oh mulheres vos nao sabis quanto perigo
ha para vos nesse projeclo inuoceutequc se cha-
ma um passeio ao campo !
VI
J dissemos que as senhoras de Viremont ti-
nham ura lio, muito amante de poltica, e que
M. de Lusigny em certa noite supportara per-
feilamente bem a poltica desse tio, que se havia
tornado seu amigo dedicado. Esse digno ancio
chamava-se Joo, como dever do lodo o tio
bom e leal que nao se chama Pedro, M. de
Lusigny persuadi de festejar os seus anuos ceu-
niudo a sua casa de campo toda a familia na
Querem cmfim a sensivel senhora de
muilo com os
duvida, e que dava a loilo e a direilo explica-
goes a todo o mundo. Eia o M. Prudhommc do
caminho de ferro.
Donde vera esles gritos horriveis? pergun-
lou-lhe alguem.
Sao os gritos dos conduclores que se ad-
vertera c se corresponden), disse logo o adoravel I
Prudhomme.
Nao poderiam elles cscolher una lingua-;
geni mais agradavel ?
E o grito dos empregados da alfandega es-1
se chamam'
Sim, sim, divertio-nos ha
seus suspiros.
E com as suas recordaeoes ; vamos escrever-
lhej.
Bemavenluradas as mulheres ridiculas I Fa-
zem parte de Iddos os prazeres. Nao se pode
passar sem ellas. Quanlo raas feias, tolas e
desagradareis, mais indispensaveis sao cm um
dverlimento qualquer ; quanto mais massantes,
mais amaveis parecen). Sua tolice d espirito a panlioc*..' Sim, assira que elles
todo o mundo ; seria necessario ser-se muilo to- \ entre si as monlanhas da Saboia.
lo para nao se dizer uma boa pilheria a respeilo A pessoa a quera se diriga esse discurso nao se !
dellas. Sua tristeza uma alegra universal. I moslroo admirado; nao lhe veio idea que os al-j
vespera e no da de S. Joo. O caminho de ferro Bi-se dunnle horas do queixurae que Ibes succe-! moxanfes hespanboes deviam con: efl'eilo, ler ura
conduzia a essa linda quinta situada nos arredo- deu ; a menor de suas elegas uma fonle incx- grilo bem singular para conseguirem fazer-se ou-
1 res de S. Germano. Ajuslou-se que a partida da gotarel de gracejos e mystiflcaces. Quanlo vir as montanhas da Saboia. Mas aqu ura tolo
sociedade teria lugar pela manha as dez horas, '< mais infelzcs sao essas mulheres, tanto mais di- que falla com desempeiilio pode dizer milita as- .
que passeariam pelo parque al horas de almo- vertidas ; mas, zombando das suas penas, como neira impunemente ; as conrersaces, nos jor-'
co, que seria um verdadeirojantar, e que depois1 sabera consola-las con) que attcnco ouvera naos dcixamos passar as mais pesadas asneiras]
dessa solida refeicao, iriam correr a cavallo ou | suas confidencias sentimenlacs, suas' confisses ; sem comprenhendc-las ; islo explica a razo por |
amorosas I Que cuidado que teem dellas como qne nos atrevemos a proclamarmo-nos o povo
o mundo, que sempre justo, segundo se diz. | mais espirituoso do universo,
vinga as nobremenle do ingrato quo nao querl Chegaram emlim a S. Germano. Dal i era ne-
comprehende-las ou do infiel que nao as com- sessano ir por um alalho para a casa do lio da
prehendeu bem como as indemnisam da infeli-
cidado de nao serem amadas de ura, provando-
lhes que sao amadas por todos !
Depois do uma longa discusso, organisou-so
finalmente o passeio ao campo. Promedia ser
Contina ]
em burrinhos c que depois parliriam para irou
cciar a Paris. As senhoras de Viremont tinham
armado esse pagode campestre com o tio, e este
nao linha fallado fle Lusigny. Ileitor encarrega-
ra-se de tomar um wagn lodo, e de convidar
dousou Ires mancebos amaveis que deviam ani-
mar a viagem com a sua alegra. A escolha de
convidados em urna empreza dcste genero nao
l muito fcil; as objeccoes que tal ou lal
nome fazem nascer sao muito divertidas de ou-
vr. Quo pretences se revelan), que segredos se
traben nessas discusscs muilas vezes mais vi-
vas do que se quizera que fossera.
Proporcmosa Baenay para vir comnosco ?
Nao, muilo barulhento ; tem muito vuins
maneiras ; era capaz de butartudo a perder.
Convidam Amedcude Valosbe ?
Qual! um aborrecido daquelles ?
So dsa islo, umbora rapaz ; tem uma
senhoras de Viremont.
Fizeratn o trajelo alegremente. Um dos dous
laluos foi logo olfercccndo o braco a Leontina ;
o oulro dandy toinou o da Sra. Alberto de Vi-
temont, que, como todas as mulheres tristes era
(*) Vide Diario n. 27
Excellente razo De que serve uma bella
alma u'um divertimento ? Para alegrar uma
cein, uma bella alma, cousa rica !
encantador, reuna todos os ingredientes de que I rotundamente coquette ; as mulheres da moda
se compeum bom e verdadeiro passeio ao cam- t os mancebos da moda deviam necessariamenle
po, havia duas mulheres da moda, que nao erara cirainhar juntos e consagrarcra-se mutuamente
rivaes ; uma mulher rica c tola.de outra socierfa- bdo o dia. A mulher virtuosa tomou o braco
de e quo pareca muito lisongeada por ser admit- ce um dos maridos : a mulher vio-se rcduzida s
lida nessa ; dous faluos em apparencia bem Ira- finezas do bobo'da companhia. O velho elegante
lados, um cacuista e seu compadre ; um irmo' pfteipitou-se para a joven inglcza.... elle tinha
dedicado, encarregando-se de lodos os delalhes raedo lhe coubesse em parlilha a relha sensivel!
aborrecidos ; uma mulher virtuosa para cohones- Mas nao linha razo cm assuslar-sc, nao eslava
(a r ludo, um menino de dez anuos, bem criado,
fllho da mulher virtuosa, para servir de pretexto
a mil brinquedos ; ura elegante, j rencoroso,
urna mulher velha sensivel : uma nifjs emanci-
pada, poneos maridos e aeolium cao,
all Heitor para ene arregar-se de todos os far-
dos .' O menino corra de um grupo a oulro, fa-
endo a cada um perguntas ingenuas e interes-
sant'es ; emtim M.de Viremont [echara o cortejo,
consolando-se de caminhar to depressa cora o
pensamenlo deque esse passeio lhe dara apeti-
to. Assim partirn pela manha ; mas de noite
na volta eslava ludo mudado. Os alegres ditos
do almoco, os engenhosos accidentes da viagem
na floresta, os acasos felizes, os jogos innocentes,
os estouvamentos voluntarios, os modos fingidos
os concilibulos pretextados, os encontros tnex-
perados, essas mil chancas, astucias, prazeres
que consliluem um sincero passeio do campo, ti-
nham modificado singularmente todos os papis.
As mulheres da moda tinham perdido os caval-
leiros.
o- grandes que tinhara almocado muito bem
sacrificando os amores elegantes c facticios, se
tinham deixado seduzir por seninnenios verda-
d-uros; a miss agarrara o mais bonito; a mulher
rica conquistara o mais tolo. Todos quatro ca-
minhavem em frente do cortejo, na volta para
Pars, ouviam-osrlr asgargalhadas, ajovem miss
percebera que linha perdido o relogio na floresta
mas linha dito logo.
E o mesmo nao faz mal !
E acharan o dito encantador. A mulher vir-
tuosa pareca aborrecida : aportara o passe pu-
xando o fllho ; o velho elegante, o forcista e o
compadre vem atraz, rindo com mysterio, e com-
municando entre si as suas observacoes. M. oe
Viremont dava o braco velha sensivel; centa-
va com ella para caminhar de vagar, de modo
que nao lhe pertubasse a digcslo. A senhora de
Alborto de Viremont, que eslava de muilo mau
humor, dava o braco ao irmo. Leontina dava o
braco ao Sr de.... Mas naoantecipemos.. .
I'.iso calculo feto por Lusigny ; elle tinha dilo
cora os seus botos; os primeiros momentos del
um passeio ao campo sao muito agradareis para \
uma mulher infeliz que quer distrahir-se ; o ar li-;
vic reanima-a, o aspecto dos campos, das aguas!
das arveres, regosija-lhe os olhos ; em quanto os'
prazeres sao calmos, ella os coraprehende e di-:
verle-se; nas l para o meio dia, quanto lodos'
j eslo a ventado, quando a alegra ruidosa, i
quando ameaca de tornar-se folgasona, quando as
gargalhadas dispertan os olhos, quando os gritos \
penetrantes ferem os euvidos, quando comecara
os gracejos,quando tem soado a hora do calembour i
(equivocado), de repente a mulher melanclica '
sent urna tristeza indisvel, uma tristeza amar-|
ga, pungente e fnebre, como nunca senlto nos
seus das mais tristes. ento que uma voz af-
fecluosa dove commove-la, e quando Leontina ev
perimenlar essas emoces penosas, pensara Lu-
signy, en me acharei por acaso a sen lado para
diilrahi-la suavemente.
Elle nao quera fazer a sua apparieao seno de-
pois do iantar, quasi nottinha ; mas nao devia
obrar s ness.i grave circumslancia ; para ficar
raas corlo do triurapho, havia escolhido um auxi-
liar poderoso ; chamara sua mi em seu soccorro.
Como sabis uma mi amavel, dislncla, espiri-
tuosa, com quem o filho se parece, que oeducou,
que faz valcr-lhc a-qualidades, que as explica re-
cordando-as e pos-uindo-ns, um grande meio de
seduce"-.,'. M. de Lusigny conhecia todos os meios
de agradar para lev de-presado esse ; muilas ve
zes linha utilisado sua mi com felicidade, mas
era sempre sem quo ella soubesse, sem torna-la
cmplice sciente dos seus projectos; mas agora
como so (relavado casamento, llzcrs-lhc franca-
mente a sua confidencia, e liava-sc no seu insum-
i maternal. Madama de Lusigny habitava havi >
algum tempo em S. Germano e a visinhanca tin-
ha lilo naturalmente com que travasse anisado,
como lio de Leontina. Eslava em casa dtnle n*>
momento em que chegaram os convivas parisien-
ses. Leontina reconbeceu-a logo pela sernelhan-
ra que linha com o filho, era o mesmo sorriso, c
inesmo olbar, a mesma voz. Admirada,, interro-
gou com os olhos o tio, que inmediatamente con-
duzio-a para a senhora do Lusigny, diiondo-lhe :
Venha c minha sobrinha, vou apresenta-la
amavel visiuha que tem a bondado de vir aju-
dar-me a fazer as honres da casa.
A senhora de Lusigny quiz dizer algumas pala-
vras graciosas, mas estara lo comraovida. quo
nao poudc pronunciar seqner uiaa palacra; o-
Ihou para Lcoulina e os olhos se lhe encheran.
de lagrimas. Como era eloqnentc a emocn des-
sa ini! que confisso to tocante Que seductor
teria jamis achado uma lingugem mais persua-
siva de que essa eraoco, do que essa terturba-
o impossivel de tingir.essa ternura involuntaria,
essa curiosidade aBectuosa, esse mixto de sullici-
tude e de receio, essa adraraco respeiiosa de
uma mi apaixonada, cujo olhr lito nella, pare-
ca dizer; Eis a mulher a quem meo tiluo ama '
Leontina corapreliendeu desde esse momeut"
que o amor de M. de Lusigny era serio e que nao
devia mais olfender-se com elle. Deixou-se levar
pelo prazer de ouvir fallar esse hornera incora-
prehcnsivel; eseulou do bom grado ludo quanto
sua mi disse dallo. Eram patarras espirituosas
que linha dito quando enanca, extravagancias que
tinha fcilo na sua adolescencia, aventuras inaudi-
tas que havia lido na Italia o na Hespanha, tn-
umphos incr veis que havia obtido cm lodosos
paizes, o depois rasgos do generosidade, de cora '
gem, acedes soberbas o fraquezas adoraveis,
cousas que nao tinham senso commum, mas que
eram contadas com muito espirito, principalmen-
te com emoco e que parecan encantadoras.
Madama de Lusigny e Loonlina passarira assim o
dia no jardn a conversar trauquillamente......
nao, porm agradavclmente, em quanto osoutros
convivas se diverliam cora grandes grilos na flo-
resta. .
Essa longa conversa, na solido. linha feil
dellas duas amigas vclhas ; e a tardinha, quandi.
M. de Lusigny appareceu o foi apresenlado a Le-
ontina, ella recebeu-o sem desconlianra; para
ella j elle nao era um e-.Iranho ; cenhecia-o poi
sua mi, omava-o.
[Conlinvar-se-ha )
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MUTILADO
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