Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:08901

Full Text
V
ASNO Illh. HOME80 275,
Porlresmez es adiantados tf$00.
Por tres me zes vencidos 6$00.
QflJT FEIRi I DE DIZEMBRO DE !
Por anno adianlado 19$Wl.
Porle franco para o subscriptor.
EN'CARREGADOS DA Sl'BSCRirgAO DO NORTE.
Paralaba, o Sr. Joo Rodolpho Gomes ; Natal,
o Sr. Antonio Marques da Silva ; Aracaty, o Sr. V.
de LemosBoag; Cear, oSr. J. Jos do Oliveira
Maranho, o Sr. Manoel Jos Martn Rlbeiro
C.jimares; Piauhy, o Sr. Joo Fernandos de
Miraos Junior ; Para, o Sr. Ja*..- nomos ;
Amazonas,o Sr. Jeronymo da Cesta.__________
PA K111 >A DOS CO g'KlOs
Olinda todos os dias as 9 12 hora.,, q-ia
Iguarass, Goianna e Parahiba nas segundas e
sextas feiras.
S. Anio, Bezerros, Bonito, Caruar. Altuhoo
Garanhuns as trras feiras.
Pao d'Allio, Nazarcth, l.imociro, Brej:0 pcg
queira, Ingazcira, Flores, Villa Bella,Jj|ggL^s(3
Ouricurv o Ex as quartas-feiras.
Cabo, Serinhaem, Rio Formoso, Un Barreiros
Agua Preta, Pimenteiras e Natal quii y^. '
Todos ns eorreios parlero ns 10 lioras^A nnhfin )
PnRTE OFFICUL.
Ministerio do imperio-
Tola secretaria de estado dos negocios do im-
porto so fot publico que llavera cortejo araanoaa
2 do dozembroa 1 hora da tardo no palacio desta
capital pelo anniversario natalicio deSiw-Mages-
tade o Imperador. ^-^
Recife Io de dezembro de I8">9.
Scrvindo de secretario geral.
Dionisio da Cunha llibeiro Feij.
COMANDO DAS ARMAS.
Quartel general do commando das
armas de Pernambaco, na cMIa-
dedoReeife, SOilenorerabro de
1S9.
ORDEM DO DA N. 323.
0 lente general commandantn das armas do-
lermina que na raanha do dia Io do dezembro
se passo revista do mostra aos corpos movis do
exercilo existentes nesla capital, cas companhias
soladas polaordem seguinle : as 6 horas a com-
panliti de artfices; as 6 1(2 o 4 balalho de
artilharta a pe, as 7 ao 9o cas7 12 ao 10 am-
bas de infanlaria e finalmente as S acompanhia
xa de cavallaria.
Determina igualmente que fique de nenhum
effeito a sua ordem do dia n. 321 na parto que
mandou addir a companhia fixa de cavallaria
desta guarnieo oSr. aleres do 10 batalho do
ofonlaria Antonio Manoel Barboza
Assignado.Jo-tJoaquim Coelho.
ConformeHoracio de Gumno Coelho, alferes
ivudanlede ordens do commando.
Heccl.em.)s aqu por est.Miies^pa
curso da corta com que S r. encerrou no da
11 desetembro a scssajuW assombla geral le-
gislativa. ..
Nenhuma ojiscrvaco appareceu por cmquanto
que fosse. Rita a esse documento, cujo ponto
principal o que se refere doliberac.no que to-
mnu o Imperador de viajar no norte do Im-
perio.
.'< corrospoddencias da Allemanha dizem que
no u-curso deste mez partir do Triste com des- i
AUDIENCIAS DOS TRIBUNAES DA CAPITAL
Tribunal do commercio: segundas e quintas.
Relacao ; tercas feiras e sabbados.
Fazcnda : tercas, quintas c sabbados as 10 hora?.
Juizo do commercio: quintas ao meiodia.
Dito de orphos : tercas c sextas as 10 horas.
Primeira vara docivel: tercas e sextas ao meio dia
Segunda vara do civel: quartas e sabbados ao
mpio dia.
EPHEMBRIDES DO MEZ DE DE/EMBRO.
2 Quarto cresceute as 11 horas e 30 minutos da
manhfia.
10 La cheia aos 53 minutos da manha.
16 Quarto minguaute as 6 horas c 56 minutos da
tarde.
2! La nova as 3 horas e 27 minutos da rna-
nhaa.
PREAMAR DE IIOJE.
Primeiro as 10 horas e 6 minutos da raanhia.
Segundo as. 10 horas e 30 minutos da tarde.
yudos. Lomo consequencia desses principios o
imperador Napoleo propoe-se influir no sentido
de minias reformas liberaos, nodo rcstabeleci-
mento dos duques de Parma c daToscana, e no
de declarar as fostalezas de Mantua, e Peschiera
como fortalezas federaos.
Tantos e to diversos sao os intorosses que ho-
ja se acham em opposico cm consequencia
desta grande questo europea que difficultosamen-
te portera sor executado aquelle plano; porque
das da semana.
23 Sog. S. Gregorio III p.; s. Justina v. m.
29 Tere. S. Saturnino ni.; s. [Ilumnala v.
30 Quart. g. Andr ap.; s. Trajano b.
1 Quint. S. Eloi b. Novionensc; s. Castriciano b.
2 Sext. (jejum.) S. Balbinar. m ; s. Cromacio b.
3 Sab. (jejum.) S. Francisco Xavier apostlo.
4 Dom. 2. do advento. S. Barbara v. m.
EN( ARREGADOS DA SI BSCRIPCAO NO SUl..
Alagos, o Sr. Ciaudino Falco Dias ; Baha, r.
Sr. Jos Martins Alves ; Rio de Janeiro, o Sr.
Joao Pereira Martins.
M PERNAMBUCO.
O proprietario do diario Manoel Fijueiroa dv.-
Faria,na sua livraria praca da Independencia ns.
6 e8.
Uno abrios nortos d Brasil o KS |KfiiS^StSSiSST """"^
..mil.ano da Austria, acn panhado de sua espo- completa emancipacoe aindaS^
a Vencza urna
. largar Man-
era ? O mesnio Picmontc, como se
m grado a renunciar suprema-
guardando smente Parma e Plai-
que vem a ser oque lhe offerece Napo-
r O pontitlce ; accasn querer" sujeitar-se
, a reformas queimporlem osvstema representa-
que le- (ivo nos seus estados? E oe ser feiio do Hu-
nda m ellos o ensejo de se cucoolarei ahi cora d M d > M seraleiio do da-
Sata Magostados Imperaes, sen; Augustos Pri- perador da Austria* mas d'1 m era se oTer
: circunstancia esta que sea. duvid mullo falla o imperador na siia carta ?! q
Acreditarse todavia que esse ser o program-
j ma do futuro congresso, oque a Franca far lo-
dosos esforcos para faze-lo vingar. J"se v que
entre aquellas condices olistem algumas que
sa a archiduquesa Cartota. Iha do redos Belgas, tua t
Parece quo Suas Altezas Iniciaos visitaro pri- sujeilar'de bor
meiramente o Recife. segundo depois para a Ba- ca italiana su
hia, donde se dirigiro ao brf, sera comtudo I sanee que vem
chegarem ao Rio de Janeiro, qjfal do Imperio leo
Devendo esses principes chega a P rnambuco
no meadn do me/, seguinte, pr^ave que te-
lerem diminuido espantosamente as receitas daa
alfandegas. Hariaalli urna grande falla de di-
nheiro, de sorte que a repblica nao poda pagar
o seu consumo. O cambio sobre Pariz linda su-
bido a 22e2 p. c., e sobre Londres a 21 e 22
por cont.
Da China nao ha noticias de importancia nesla
occasiae.
EXTERIOR.
t lHF.SPOMir.\t 1 VS DO DIARIO
DE FERXAMBIXO.
Londres, 8 de novembro.
A partida do vapor Portugal, da nova lnha
de paquetes entre este paiz e o Brasil, s leve
lugar no dia 4 do correte, apeza-de annunciada
para o dia 1."
Comeca j o trauslorno no servidodessa linha;
e nao ha duvida de que semelhanie irregularida-
dc pode contribuir muito para o descrdito da
companhia.
O patnele Portugal sabio de Hilford-flaven, e
dabi dorar tambem seguir no primeiro do me/
prximo seguinte o vapor llrasil, da mesma com-
panha.
No canal ds Mancha lem reinado desde 25 do
mez prximo passado um temporal desfeilo; c as-
sim no canal de Inglaterra.
contribui para tornar mais agradtyel a residen-
cia de Suas Altezas na cidado do R:cife.
O archi.luque Maximiliano foi vi'P.rP ,j0 p^gj,
no Lombardn-Vcnesiann, e offic;alia murinha do
guerra austraca.
lima pequea esquadra ac ,11-5 o princi-
po Maximiliano na sua viagen o fim parece
ser simplcsmenlc de recreio.
Os consolidados inglezes t"am a 95 3/8 ;
fundos pnblicos do-Brasil de por cento a 10
os de 4 1/2 por cento a 96 c96 1/4 ; os porl-
guezes de 3 por cento a 46 os sardos de 5 Oit) a
86 ; os chilenos de 6 por cuto a 103: e os hespa-
nhocs de 3 por cento a 46 '4 e 46 1/2.
Pelo que reapoita s ace?s das nossas empre-
zaa frreas, continuam neo mercado com maior
011 menor depreciacao: am as da Bahia
podem satisfazer completamente as vistas poli-
ticas da Griia-Dretanha em relacao questo ita-
liana, sendo corto que pelo programla apenas
I se reservaos direilos dos duques ; e por conse-
; guinte parece poder acreditar-se que se houvcr
afinal congresso 1 Inglaterra figurar nelle.
A recente entrevista de Broslau entre o impe-
rador da Russia e oJPrincipe de Prussia leve, se-
gundo se er geralmente, por lim concertar entre
essas duas potenciase a Inglaterra um plano a
respoito das futuras negociaces do congresso. A
sia reconheceu cora a Prussia a necessidade
1/4 o se 2 1/2.
Asac;es'para o camir-> do ferro de'S Paulo
nao [oran por emquantolancadas a vPnda no
Stock-F.xchange ; mas espo-se que>ser,io den-
tro em pouco lempo. ------
Ouanlo aos procos corre s rtos no5SOS princ.
paes gneros nesle merca ,em regulado quasi
os mesmos que dei na car ue escrevi pelo pa-
quete Portugal, sahido d Ufortl 110 dia 4 do
crrante.
Apenas tem havido um ai non(o dp 1|8 d por
libra 110 algodao, sendo a piUra firme.
O ffaranvee largou no diales,,, mez d( Gra.
Chnrter, que viuha d'Auslralia com 370 mil li-
a em ouro e 470 pataageiro*, dos quaes pere-i
ccram qnatrocentos e quarenla c lautos ; toda a ; !?s|cna Para 1>?S0 mesmo deno c 0 Gepbiena
carga, induindo a mencionada somma, perdou-1 "e'en" deyer seguir brevoinlo ,jesle porto pa-
r ra l'crnambuco. '
se, bera como o casco do navio.
Foi sobro os rochedos d 1 baha de Dulas, ondo
seachava ancorado o Royal Charter, suppondo-
ubrigo da tempestado com que ta^|uito
lempo lutra, que naufragou aquelte navio, apw-
/ar dos esforers do capilao Taulor para sal-
va-lo.
Urna parle da goarnco da fragata Hastings,
foi enviada em soccorro dos nufragos, dos quaes
muito poucos foram salvos.
A horrorosa historia deste desastro tem sido
desde muitos dias a ordem do dia em toda a In-
glaterra.
Ni Mancha houvo muitos naufragios ; e anda
iiltimamente lem ahi estado o lempo tao tempes-
tuoso que tcm deixado de atravessar de Calais
para Dower o vico-versa, em alguns dias, o vapor
que condtiz as malas.
O Great Eastem, 011 o vapor monstro, que bre-
vemente seguir de Southaiuptoii para um dos
portoa da America do Norte, supportou sem ave-
ria alguma neslcs ltimos dias a furiosa tempes-
tado que tem havido, aehando-se na proxiraida-
do de Holyhcad.
Esse famoso vapor acha-se actualmente no por-
to de Southampton, onde tem concorrido grande
numero do peasoaa para visita-lo mediante a som-
le dous mil res traeos ou cinco shillings por
entrada do cada individuo !
Nao obstante a furia da estac.o, a esquadra in-
gleza do Carral, sob o commando do almirante El-
liot, lem manobrado as aguas de Portsmoulh.
Parece que muito de proposito o offieial ingle/
obriga a sua gente a exercitar-se em semelhante
occasiio, paro assjm habiltala tambem para o
serrigo anda no meio dos raaiores perigoa do
lempo.
esquadra do Portsmoulb est completa nao
s quanlo ao numero de embarcaces, mas tam-
bem polo que reapeita ao posaoal dolas.
A do Mediterrneo tem recebido grandes rc-
foreos, achando-se urna grande parte della as
aguas de Gibraltar, onde est para observar os
-nonios da expedir-o hespanhola contra Mar-
rucos.
Pelo paquete que amanha seguir de Sou-
thampton Dar o Brasil com a mala deste mez ir
ma o Ro de Janeiro, segundo sou informado, o
Sr. Christie, novo ministro ingle/, nomeado pjra-
0 Brasil.
Mr. Christie conhece j a nossa corle, onde por
vezos tem estado de passagem para o Rio da Pra-
ta, leudo sido ministro da Graa-Brctanha no Para-
guav.
Nao croio que este diplmala seja dos que o
l'oreijn-O/lice repala mais versados na refinada
poltica da Inglaterra ; mas Mr. Christie servio j
cmmissao pertodo nosso paizedos nnssos ho-
- polticos, e porisso provavelmenie foi con-
siderado apio para substituir na missao do Rio de
ro a Mr. Forbes, que nao chegou a seguir
para o seu destino.
O novo ministro tuglez 0 acompanhado de sua
senhora,
Mr. Klliot o secretario que est nomeado para
a legac&o bntannica no Brasil, e que devora subs-
tituir Mr. Sluart.
Annanciaram alguns jornans desta capital, lo-
go depois da chegida do Avon a Southampton, no
dia S do crtente com a mala do Brasil do me/
de ootobro ultimo, que cm consequpncia de um
conflicto entro Mr. Henderson, cnsul inglez no
Paraguay, c o presidente Lpez pela arbitraria
10 de um subdito inglez, contra a qnal recla-
mara, sendo porm desatteiidido, aquello func-
'ionario bailara a bandeiro da sua nacao o se
retirara para Bnen'os-Ayres.
I--a parte da imprensa todavia limilou-sc a
narrar o facto, soni comtudo indicar o desforro
, disso deva liar o governo brtannico.
As noticias mais importantes do Brasil, publi-
las pelos oriiaes desta capital depois da
. estao deadoptar urna ptililica firme para esta occa-
PernambuG^^f s.aoTdo sorte que P gabinete de Paris as nao
encontrasse sem ida~ formada em questes de
tanta gravidade ; e, reconhecendo quao justos
tem sido os escrpulos SaTTfa-Brolanha de nao
entrar no congresso sem a condh'a.. expressa de
nao intervenido armada nos negocios-fia Italia,
adoptaram essas duas potencias a polilicaSugle-
za a semelhante respeilo, de sorte que em faVtff.
da idea brilannica ha j um forte ncleo que
necesariamente deve estar influindo no animo
do imperador Napoleo, e de presumir vc-
nha a prevalecer a opiniao destas potencias ape-
zirda mvontadeda Austria.
Os pessimistas tem emlim cessado de tallar
das suppostas desintellgencias existentes entre o
gabinete de Londres e o de Pars. A principio
davam como causa disso a tuaco d'ltala, sup-
pondo-se que a Franca hostilisa'va a poltica li-
beral da Inglaterra sobre os acontecimentos da
quella pennsula ; mas hoje que c sabido estar o
Imperador Napoleo disposto a apoiaro livre vo-
to daquelles povos, embora deseje influir como
declara na mencionada carta no sentido da res-
lauraro dos duques da Parma e Toscana, j no
acham esses mesmos visionarios razio para in-
sistirem na supposta causa de dcsaccordo entre
Ps dous governos, e e!;:'.'foram buscar outro pre-
Devo acresccnlar na lista
ue envici dos na-
vios chegados do Brasil e v;0, porlos fla G|.5a_
Brotanha e dos que daqui slliram para all os
segulntes nomes:
al6 Pc.rnamb,uco.a 0UfiCo -n oLimm no dia
29 c o Slary Black no da 3 % outubro
De Liverpool seguiram p; 0 Hecife'o vapor
Nesle naufragou prximo de Liverpool o Rjyall >'""'e/ ,10 da 1. o o lersej, n0 aa 4 do cor_
rente
S. M. a rainha Victoria se 1ia no castP||0 dl:
Windsor depois doseu resr (|;l Ejcos8a. A1.
demora para Compighe, afimde compar
cacadas que ahi est fazendo o Impcradoi
leao com a sua corte.
Hoje chegou a Windsor a prince/a real d'l
trra, acompanhada de seu marido o prin
t'rnderico Guiiherme da Prussia.
Parece que SS. AA. RR. vieram expressamci
te para assistir ao anniversario natalicio deS.
R. o principe de Galles, o qual amanha.
con contra aquello imperio ; e que outro tan-
gira a respeito do gabinete do Madrid, afim
;aber ao corto oque entende esse gabinete
j satisfaeao dos insultos commetlidos pelos
, oquino's contra subditos Hespanhes e con-
H praca de Ceuta. Por quanlo a Inglaterra
j,r a entrada do Mediterrneo de deender Gi-
e por isso precisa olhar com respeito
che-
lo Aoon, sao as que so referen! viagera
de Suas Magestades Imperiacs em algumas das
provincias do norte, admissao dos navio- os-
trangoirosao commercio da nossa eabotagem sal-
vas certas restriejes, r. reduccao dos dii
re 01 rinhos.
iodo islo foi aq.ii muito npplaudido o lem gran-
jeado para o novo primeiro ministro do Brasil
urna repatacaodc grande estadista, annnnciando I da"ltlta
ys incsip.as tolhas que no Ro de Janeiro eratnm-
bem grande o eiilliusiasino por aquellas me-
didas.
A viagem do nosso Auguslo Monarch.i tem sido
tambem aceita favoravelmcnte poli imprensa
de desmentir completamente semelhanlo noticia,
asseverando que o governo francez nao tem coo-
! perado com a Hespaulia as operacoes militares
que esta potencia projecta dirigir contra Marro-
eos, e que inexacta a noticia de ter o ministro
da guerra de Franca posto a disposieo do go-
bern hespanhol material algum de campanha.
'arece portanto que tambem esto motivo para o
upposto desaccordo entro a Franca e a Ingla-
Por essa occaso receber a RairiTm no seu cas erra no menos fabuloso do que o primeiro.
tollo grande numero de convidados, entre os E'todavia natural que na questo de Mairocos
qnae^ tiguram a diique/a de Cambridge e a priu- governo tenha 'buscado nforniar-se al que
eeza Mara, e o duque de Cambridge, comman- nto pretende ir a Franca na guerra que j co-
dantc em ebefe do exercito c primo de Sua Ma-
gosta le.
O principe de Galles vira assistir as estas do
seu anniversario natalicio ; mas logo depois re-
g essar a Oxford, alm de all continuar os estu-
dos (ue j encelou.
Na ultima semana decorrida recebeu S. M. um
sumptuoso e valioso presente do Rajah de Cas-
hemere, que lh'o mandou por nios dos seus en-
viados.
O magnifico presente consta de urna riquissi-
ma cama de ouro com cortinados de tecidns de
Gashemcre, sondo avaliado em cento e ciucoenta
mil libras esterlinas!
No interior deste paiz a poltica parece ter fei-
lo trogoas oestes ltimos das. Entretanto pro-
gride o alistamento dos voluntarios, que se acham
j formados em corpos o grande numero delles
hbilmente ejercitados. As obras deforliticacoes
por loda a costa di Graa-Bretanha estao em'an-
damento rpido ; e nao tardar muito que este-
jam concluidas. No ha aqu quem dtvirja da ne-
CCSSdade de estar a Inglaterra preparada para
qualqucr eventualidado; al i lord Rrougham, que
um decidido amigo da Franca, susleniou ha
pouco n'um famoso discurso que pronunciou em
Edimburgo essa necessidade ainda que no haja
a Graa-Bretanha de servir-sedas seus armamen-
tos : a simples razio do ser urna grande poten-
cia, com intcrossps mximos a proteger, obriga a
Ingraterra, na opinio daquelle distincto orador,
a armar-so respeitavelmenlo para sustentar a
honra nacional.
Hoje lera lugar em Zttrich o ceremonia da as-
signatura do tratado de paz ; e logo depois se
separaran! os plenipotenciarios, dando por linda
a sua missao. Mas antea de um mez parece que
devera rennir-se, em Pars e j crio em Bruxel-
las, o famoso congresso europeo, que dever de-
cidir do frrruTiTllrrfttlia.
J mcncioneioa minha ultima caria o? rumo-
res que corran! a respeito das decises dascon-
icias do Zurich, e mesmo do que finalmen-
te llcou roduzido a tratado ; o por isso me abs-
lenhodeo repetir, reservan lo-me para em outra
occasio commiiiiicar os arligos do mesnio tra-
tado quando apparecer elle publicado. O infeliz
conde de Colloredo, que era um dos plenipoten-
ciarios da Austria as conferencias de Zurich,
sucumbi nossa cidadenos fins do mez de outubro
a um ataque de apoploxia. O conde Karoly foi
nomeado para sub stitui-lo, o dever hoje ter
asa gnado o tratado de paz em nomo do seu go-
verno como segundo pienipotenciariojpela-Austria.
A Inglaterra entrar provavelmenie no prxi-
mo congresso eiyxipco, bem nntcndidovqii com
a condigno de previamente se assenlar no prin-
cipio da nao intervencao armada nos negocios da
Italia. Parece que a "jsto se inclina tambem a
Prussia ea Russia, sendo hoje a Austria a nica
potencia que combalo a idea do semelhante ac-
sint
que
quis
liba.
urna
la p;
110 ti
da ex
nomo,
dante
promp
geciras
toreas,
de "num
complot
No Mi
cada a pa
Argelia co
ram invad
assassinan
do-Ibes a p.
No dia 11
dadas pelo n
se postarm
de Nemours,
linha assenta
mesmo dia at
zas. Mas dej
essas tribus co
campo as mt
ram sobremane
regiment dos '/.
imperaes cm A
esta acampado lo
aceo nao causo
frailee/..
A situacao dos
cas continua 110
petos navios surtos no porto do Tnger, ba-
deira barbaresca, nada lem que ver com o arria*
o da queslo pendente entre a Hespanha e Mar-
rocos, pois fora dada em reconhecimento do novo
Imperador urna vez que S. M se dignou approvar
a noraeacao do Sr. Blanco del Valle como encar-
regado de negocios em Marrocos pela rainha
de Hespanha.
O Imperador reconheceu da mesma maneira
os cnsules e vicecnsules das difTerentes na-
coes residentes em Marrocos.
Per urna cariado Ceuta soube-se que de Te-
tuam sahiam com direceo ao Serralho, e rom
intencaodehoslilisar esta cidado, cousa d'uns
200 beduinos.
O novo alcaide do serralho aproximou-se pela
tarde aos limites, enviando dous dos seus su-
ordinados a manifestar
paniiadod umeabo pedindo audiencia, que lhe
I01 oulorgada, e acto continuo se llies introdu-
zio na praca, condu/.indo-os bem custodiados ao
palacio do commandante geral. com quem con-
ferenciaram, e parece que o objeclo de sua ida
toi darconhecimentode que acabava de ser no-
meado alcaide do serralho, elinha ordens espe-
ciaos do bax c ministro residente em Tettiara
por disposicao do Imperador, para conter as n -
vectivas dos montarazea que viriam incommo-
dar-nos, nao os permittindo psssar doseu teiri-
tono, para o que contava com alguns mouros do
nhados os dousgovernos, de Hespanha e d
reos.
O Sr. Blanco, cnsul de Hespanha no men-
cionado ponto, leve varias entrevistas com o -ni-
nTSkode estado Sid-Mohamed-Ralib. S sesou-
be que'as^li'as personagens no poderam adian-
tar cousa aljjfflw^jiia questo lendcnte entre a
Hespanha e Marrocos.
Na bahii de Tnger ficivnm dous vapores hes-
panhes e sahiram para t'.afiix.
Diz-se all, porpessoas acreditadas, que o mi-
nistro marroquino recusou definitivamente acce-
der s peticoes do cnsul hespanliol, por parte
do governo de Hespanha.
As ditas peticoes parecem con.prehen'i*:r una
indemniaacao pecuniaria pelas despezas occasio-
nadas Hespanha.
A povoacao de Tnger eslava algum tanto in-
quieta pelas nolicias que circulavam, de que ten-
do urna completa ruptura, as hostilidades come-
cariam muito em breve.
F' extraordinario o enthusiasmo que em Hes-
panha causa a idea de que este paiz'romper a
guerragom o imperio de Marrocos.
"3*corp8S 'e-parliam para o exercilo expedi-
cionario ei\ acompanhados pelas populaeoes,
em massa. r___ .
Oembarq ,a em Portu-
golete, foi 11 iirodu/.ida pe-
los bilbainhos, ,^ ..o vapor ntr-
tion acompanharam por largo espaco aquello
corpo, at dar-lho as ultimas despedidas.
Allirma-seque o Imperador den ordem positi-
va para que oschtislos e hebreus sejam respei-
tados.e como as rozoes que elle emprega para per-
suadir sao daquellaa que impresaionam, mn-
guem se oppoo sua vonlaJe eopaizeslem
socego.
Vot h--,s de Hespanha.
LISBOA.
14 de novembro.
O governo hespanhol declaran perante o corpo
legislativo nuc linha recebido, anles de expirar o
pa^o maroW^o (que era o dia 15), resposta do go-
veTno marroquinoabdando todas as salisfaces
pedidnspara desagravar o pundonor nacional of-
fendido, e aceitando em principio de direito que
a Hespanha tem a obter garantas para o fu-
turo.
O governo julgounesta ultima parte dever pe-
dir esclarecimenlos que se esperara dentro d'um
prazo brevissirao ; e delles pendo aresoluco que
ha de lomar a paz ou a guerra.
O Sr. Olozaga disso que linha consultado par-
ticularmente o ministro respectivo sobre se ha-
veria inconveniente em pedir explicaces, po-
rm que, ouvidas estas, a minora progressista
proteslava, que agora e samare estarla ao lado do
governo quando se tratero questes em que in-
teresse a honra nacional.
O ministro felicitou o Sr. Olozaga pelo procc-
dimento nobreraente patritico da minora pro-
gressista.
Os jomaos inglezes. entre estes particularmen-
te o Moraing Chronicle, continuara mostrndo-
se em opposico aberla ao designio do governo
hespanhol de obter pelas armas era Marrocos o
dcsaggravo dos insultos alli feilos aos subditos
hespanhes Como natural, os jomaos do reino : Supplicou que pela parle dos hespanhes nao
visinno combalem nesle assumplo, os conselhos se traspassara .-j linha de diviso posto une pela
e as saggestoes pacificas dairaprens britnica, sua a faria respeitar. O governador diz-se que
Depende de poucos das a soluco pacifica 011 aceitn este pedido, e era quanto s lemais nii-
ensanguentada da queslo em que eslo erape- nilestacdes. Ibes fez entender, que boatos de -0-
ihados os dousgovernos, de Hespanha o de Mar- ero algum o assallavam. e portanto, podiam
obrar como quizessera. Da mesma maneira que
entraran! na cidado, tornaram a sahir al que se
pozeram no ponto da partida.
Consta que a Inglaterra faz poderosos esforcos,
I para prevenir um rompiraento entre a Hespanha
e o imperio de Marrocos, mas parece que a Hes-
panha no se propoe aceitar a mediaeo ingleza,
tundando-se em que nao possivl admittir in-
tervencao alguma quando se trata de desaggravar
a honra nacional offendida.
No dia 19 de outubro recebenm-se em Madrid
notas importantes de Tnger, e pouco depois
os ministras reuniram-se em conselho.
Segundo parece, deu-se conla. nessa rouniao,
dos despachos importantes recebidos do Tnger,
com referencia aosquicsse aflirma que o minis-
tro do Imperador ne Marrocos declara, que, ape-
zar de estar autonsado para tratar com a Hespa-
nha, nao recebera instruccoes para fazer cessoes
Ufl territorio tao considerareis, como as exigidas
pelo gabinete hespanhol.
Emes circumsiancias, e estando exhaustos
lodds as raeios da diplomacia, a questo nao po-
de ventilar-so seno no terreno da forca.
No dia 20 celebrar-se-ha outro conselho de
ministros, presidido por S. M., no qual Acara de-
finitivamente decidida aresoluco do goi-orno,
que nao podo ser outra seno que reclamar
os interesaos, e o decoro da honra offen-
dida.
Se nesse consellio, acrescenta um jornal hes-
panhol, fica decidida, a declaraeo da guerra, as
cortes sero disso informadas, c"a campanha co-
raecar inmediatamente.
A Europa, que preseociuu a moderaco com
que o governo de Hespanha tem procedido; a
Europa, que conhece perfeitamente o alcance
Tnger, sobreludo, goza da maior tranquilli- com que, em nomedo seu direito, a nacao lies-
dado possivel, a ponto tal que um chrislo que panhola reclamou assatisfacoes exigidas pela ana
morreo ltimamente foi enterrado pelos raissio- \ dignidade offemlida pelos insultos dos barbaros
narios hespanhes, segundo os nossos costuraos ; marroquinos; noestranhar que, depois de fin-
religiosos, e percorreu as ras da cidade arabo o dos todos os prazos marcados, e depois de per-
signal da Redempco, sendo altamente reapeita- ; dida a probabilidade de um dcsaggravo pacifico,
se pretenda obter, por meio das armas, aquillo
congrego resuaraoa cora osapplausos eiilhusia.--
las dos concurrentes, e da mullidao que atulh 1
fi ra as avenidas.
t
O presidente do conselho de ministros, general
O Donnell, apresenlou-se na sessao de 22 d>-
oulubro, em ambas as "cmaras, e declarou que
desvanecendo-se todas as esperances de paz com
Marrocos, a no havia a esperar utra cousa qu
nao losse a guerra, apezar dos meios que o u
verno linha empregado para evita-la. sem pre-
juizo da honra nacional; por isso nvorava
proleccao do Dous dos excrcitos para o hespa-
nhol, que vai luclar portao santa causa.
lez ver s cmaras o estado dos negocios, f.
torl^ P"!.6 de tud0 1uanl tiniia corrido.
r dn?n*nand0 qUe "t'sf'^o pedida ao Imp^
radorue Marrocos era: "
olhar com .
jje ualquer engrandecimento da Franca ou da
\ -ha do outro lado do estreito.
udo islo no importa urna immediata de-
encia entre esses governos ; tanto mais
isilivo nao existir compromisso de cou-
n Marrocos entre a Franca e a Hcspa-
sla potencia reclamar provavelmenie
>r porgan de territorio era redor de c-
mplela defeza desta praca, c obrigar
guerra o inimigo a pagar as despezas*
o. A gazeta de Madrid publicou j a
do marechal O'Donnnll para eomman-
hefe da expedieo, que creo constar
te de sessenta" mil homens. DeAl-
seguido urna grande parle dessas
verno hespanhol lera frotado gran-
barcos a vapor para a condueco
lellc exercilo.
francez apparecau ha diis publi-
acodas operacoes do exercito de
as tribus Marroquinas que ousa-
frontcira franceza at Nemours.
rios subditos franeczes e rouban-
edade.
elembro essas tribus, comman-
'erife MohamedbenAdallah,
vel pelos inflis.
Na Correspondencia de Hespanha do dia 16de
outubro lia-se o'seguinte :
O governo recebeu honlem despachos de Tan-
ger. Ainda que grande a reserva que se guar-
da nestes assumptos, uo deiXOU de transpirar
que o Imperador de
principio o alargamento
Hespanha da banda de fora das muralhas de Ceu-
ta e do territorio j possuido, e consenle que os
nossos engenheiros, com louvados mouros, mar-
quem os limites do terreno.
Todavia, como o governo hespanhol linha
considerado necessaria para a seguranea da praca
de Ceuta
que
que at negociaeocs no poderam alcancar.
E' incxgotavcl, diz o Len, a anciedade
reina em Madrid.
Apezar dos lories aguaceiros que tem cahido,
urna mullido immensa de todas as classes da
Marrocos aceita era I sociedade resista a chuva, apinhada nos arredo-
do territorio addido res do congresso dos deputados, esperando 011-
vir a declaraeo de guerra da bocea do presidente
do conselho de ministros: c- para todas as partes
aondo se poda saber alguma cousa. se dirigiam
as pessoas vidas de noticias.
Na praca, os loados decahiram tanto quanto era
a agitacao o desojo de novidades da mullido.
Por fim fallouno congresso o general O' Donnell,
a acquisico de todo o espaco que se
estende al Sorra de Buyones, c desta desig- porm smente disso" que nao' poda dizer nada
nacao era portador o coinmissionado que no mais, alera do que j se sabia na vespcri da ne-
pode chegar a Tnger ha tres dias por causado gativa de Marrocos.
ouli.a 23, 5 leguas de distancia
o offieial francez Beaupretre
seu acampamento; c nosso
ra as torcas imperaes franee-
3 horas de combate foram
ente derrotadas, tirando O
france/.es, que se distingu-
combate, sobrla |i 1 o 2.
>s que plantn as aguiar
ouralt, oode actualmente
xereito da expedieo. Esta
ndes perdas ao" exercito
conlo, chegando at a
correr ha dias que o ga-
bil ele de Vicua se negar a final a entrar n
congresso. caso as demais potencias insistam na-
quelle compromisso.
v imprensa europea tem-so oceupadn ultima-
menle de urna caria que se diz t^r sido escripia
pelo imperador Napoleo ao re Vctor Emraa-
uuel, e na qual se acham consignados os prin-
tipies que devorara regular as gran les questes :
A idea d.i completa independencia la-
! liana vem logo nponlada, quando o imperador i
i diz que aquella pennsula dever compor-se de
difiranles Estados independen les, ligados pelo
laeo de urna cenfederaeo queldever raetiflear o
i principio da naeionalidade italiana. Veneza ser i
convertida n'um 1 provincia italiana. O papa pre-
Imperador mais urna prora do interesse que lo-lsidir Kconfederagao, que ser'Yepreseiitada por
ma pelo bem estai ti 1 seu povo, quorendo conlie- agentes eseolhidos pt los respectivos soberanos
cer de porto ns ncJessidades da naco cojos des-Jde urna lista'aftcsentada pelas assemblas. E os
liaos dirige I direilos dos 8^aaranosJdcstrhonados]ticam reser-
Toda esperanca da
da 110 rei Vctor Em
berano: mas este
paz da Pennsula te.
ramete a soberana
pela decisao do cong
liando que os votos di
allendidos. Garibald
vista com o rei da Sa
prometteu usar de tod,
de dominar os nimos 1
at que a diplomacia 1
entretanto que esse famo
recorrer sorte das in-
coes do congresso venlii
aos votos da Italia ; e not
onde ser arrestado o Pici
Italia central j s'iperio
mens. Em Parma conlin
contra osassassinos do con
Dizem ultima hora qne
boje foi'assignado em Zuric
a cessao da Lombardia, e 1
una parte da divida lombart
interessa a Italia ser discutid
As noticias do Chili dizem qi
surreico rebenlra em Pabollo
imrac-diatamcnle suffocada. E
gresso prorogou at o 1." de 11
os poderes extraordinarios do pi
Do Peni dizem que havia alli
monetaria, cm rirtudeda quaQ)s
subido extraordinariamente de'p
s c das legaces pontifi-
0 estado de incerteza.
povos so acha resuini-
aquom dosejamporso-
1 de compromi'tler a
bstido do acceilar pu
terrilorio, e espera
esse respeilo, con-
!'i- lo menos si'rao
< pouco urna entre
e nessa occasio
luencia 110 sentido
los e as legaces
-olvido, Parece
' esl dispOSlO a
"i as delibera-
uma imposicito
(uem sabe at
) exercito da
otila mil ho-
er o pro
de paz, que
Irma apenas
Sardenha a
1 Miis que
igresso.
nova 11-
que fi'ua
1 u con-
de 1860
e.
7nvle cri>e
""^inham
eco, o
idilio 1
temporal, a questo no po le ennsiderar-se re-
solvda nem no sentido da paz, nem no da.guer-
ra ; c o gallineto esl livre para obrar romo en-
tender conveniente e a sua prudencia lhe acon-
selliar, ainda que dc notar que o Sulta,o marro-
quino se mostra dsposto a lodo o genero de con-
cessoes razoaveis.
O Clamor confirmando as nolicias precedentes
escreve que o encarregado dos negocios de Hes-
panha em Tnger recebeu no dia 13 urna nota
do ministro dos negocios estrangeiros de Marro-
cos, em que este lhe declara em nomo do Sobe-
rano que aceilava em principio os termos de sa-
tisfaco pedida pelo governo hespanhol. Esta
ola foi transmitida do Algecirhs a Madrid pelo
lelegrapho.
Comtudo a Correspondencia refere que o cn-
sul do Hespanha em Tnger, Blanco dol Valle,
eslava era lgeciras desde o dia 15.
O correspondente de Ceuta do Con-ri rf.- ln-
diluzi'i publica um curioso documento, que c
urna carta dirigida ao interprete rabe daquolla
praca pelo vice-coronel em Tetu 1111, cuja traduc-
co de que nao responde comtudo o citado-cor-
respondente, a seguinle :
\ icc-sonsulado de Toluam, 20 de sotombro.
Abran) Azara, manifest ao interpreto hespa-
nhol rabe Jamciro.
o liax le Tnger reo a Tediara de ordem do
ministro Jeieb, o qual o prevenio que no se
hoslilisasse a praca de Ceuta sob nenhum pre-
texto, c offerece assitt, mandando retirar os
rabes, o assegurnii que responda pela tranqiiil-
lidade do territorio com a sua cabeca ; que o
sultao est recoohecido ejurado por lodo o im-
perio.
Em Tnger collorou o bax duas pecas m por-
ta de Ierra, c nina na porta do mar, teniendo iu-
vasao dos kabilas.
Assignado, I6rani Azo-m. >
Em Tnger, foi saud ido
no dia dosannos doRei. Julga-se que o dito
ponto com data de 7, segundo diz 0 jornal de C-
diz, o governo marroquino eslava muito in-
clinado a conceder Hespanha n terreno que se
lhe exige, para fazer mais extenso o campo de
Ceuta.
fi que pareca mais dlfucil, 6 ninda a inderaOi-
saco qne reclamou o governo hespanhol das
despezas queoccasionarara os preparativo mi-
litares queso esto fa/.endo por motivo das hos-
tilidades dos mouros contra Ceuta.
Nao devo iiaver umitas probabilidades, diz a
Correspondencia, de que a queslo de Marrocos
se convoncinne pacificamente, quando estao da-
das as ordena para reunir Vi botalhoes comple-
tos com destino expedico.
O general Jurn mandar una dis divi-
sos.
O (librallar Chronictt dizque a salva lado
A reserva do governo produzio um pnico uni-
versal.
O exercito hespanhol expedicionario compor-se-
ha de 50:000 homens divididos em tres corpos do
exercito, e una diviso de reserva ; comman-
datlos :
t> primeiro pelo marechal de campo I). Raphael
Echage.
O segundo pelo lenle general D. Jueno Za-
valo.
O lerceiro pelo tenente general I). Antonio Ros-
de Olano.
reserva pelo lenle general
maior, o marechal dq campo
E a diviso de
conde de Rets.
Chef de estado
D. Luiz Garca.
Os generaos da divisan (lomeados al agora sao
Oroico, O" Donnell [D. Henrique), Turn, (.luc-
rada (li. Genaro), Gassel, Galvano. e Rubn de
Celia.
Os brigadeiros, airn dos quaes j se acham
formando parte do corpo expedicin;.rio era C-
diz e lgeciras, c dos que mandam corpos desti-
nados a formar parte da oxpodicao s.io ; conde
de la Cimera, Lstaris, Riquelin (D. Joaquim),
Corvino. Hedigfir, Paredes, ngulo, Serrano I).
Luiz] Mogrovejo, Quiros, Riero, Morela; Otero,
Villale, Homero Palomeque. Ore, Vngulo I). Ju-
lion.)
A expedieo por ora compe-se de 10 batalhSea
de linha e 16 de caca lores, lodos de 700 pracas
com mais um hatoliode engenheiros, 11 esqua-
droes de cavallaria, 80 pecas de arlilheria de
campanha, dellasmaisdc metade raiadas, e um
trem de ballcr.
Esl dada a ordem para a sabida dos generaes
nomeados para a frica, e .1 2 de outubro co-
mecariam a sabir para Vlicante, onde deviam
embarcar immediatamente.
petir novos insultos, tazendo-se u
sao de limites.
Ouando o presidente dos ministras, general o
iJonnell na? cmaras fez em nomo da soberana u
declara?ao offieial da guerra, cuncluio o seu dis-
curso pelas seguinles palavras:
Nao somos guiados por um espirito de con-
quista ; nao vamos frica atacar os interesaos
dar.uropa; nao, nenhum pensamenlo dessa 01-
dem nos preoecupa. Varaos desafronlar a nos>
nonra; v-anios exigir dos marroquinos a indem-
uisacao dos sacrificios que a nacao tem feito
vamos numa palavra, pedir, com as armas na
nao urna satisfaeao pelos insultos feitos nossa
oandeira. Ninguem nos pode chamar ambicioso-
ninguem tem direito a queixar-se do nosso modo
de proceder. Firmes na nossa rasao e no nosso
direito, o Deus dos exercitos far o reslo.
as palavras do presidente do conselho de mi-
nistras orara acolladas lauto as cmaras, como
tora deltas, com geral enthusiasmo.
1 arece estar dilinitivamento decidido,que quan -
do o general O' Donnell, partir para frica, o
que muito brevemente devo ter lugar, ficar enr
carregado da presidencia e da pasta do ultramai
L>. saturnino Caldern Coll.intes; e da secreta-
ria da guerra o general Mac-Krohon, ministro d.
Marmha.
Os deputados o cheles dos diversos partido*
polticos oirereccram o seu apoio ao governo. e
os Srs. Olozaga Gonialez, Bravo, Calvo Aseen-
co, e outros deputados lizeram brilhantes" dis-
cursos para animar o governo, e dar-Ibes forra
uioral para corabater por tao justa causa o exer-
cilo hespanhol.
O presidente do conselho levantou-se pan
agradecer aquellas manifestaces e declarou que
nao quena nada para si: quera que o exercito
roncease, porque esse Iriurapho seria a sua glo-
ria; porera se commetter algum erra, s assim
caberla, c que aeccitava toda a responsabilidad..
s. M. a Rainha disse que avaliassem e vendes-
sem todas as suas joiss. se necessario fosse, para
coadjuvar tao santa empreza ; que diminuira o
seu lausto, e que urna humilde lita brilharia n .
seu peito raelhor que grossos los de brilhanli- -
se lato-yudrr-ji .1.. (inra aeienaer>- ^-._. u~v-
ra da naco hespanhola.
A esquadra hespanhola compe-sc do 2 naus.
10 fragatas, 4 corvetas, 9 brigues, 15 lugres, mix-
tos e faluchos, assim como 16 vapores com a
(orea de 3:610 cavallos.
exercito do 100 mil homens. commandado
pelo conde de Lucena, e outros valentes experi-
mentados generaos; e a reserva de 75 mil ho-
mens, comraaudada pelo conde de Reus, sessen-
ta mil homens ficam para gnarnecer as pracas, e
conservar a ordem publica.
f'ma grande parto da artilharia que vai cam-
panha raiada, e brevemente receber o oxeadlo
as armas de grande alcance.
Madrid illinninou-se espontneamente no di.j
en que se declarou a guerra aos marroquinos.
Marchou no dia 2 do mez passado o genero.
Zabala para Tnger.
Parece que ao general cm chefe D. Leopbld.r
O' Donnell, se lhe conferir .1 faculdade de con-
ceder grecas sobre o campo da batalha e fr.i
delle al ao posto de coronel, inclusive.
Receberam-sc era Madrid noticias do cnsul era
Tnger. Segundo estas oSr. Blauc del Vallepre-
parava-se para sair immediatamente com o pes-
soal do consulado. .
Esto acabando de so reunir as ditferenles foi-
casque se lio de incorporar aos corpos do ex-
ercito que devem operar em frica.
Derain brilhantes resultados as experiencias
que se zeram de inetralha as novas pecas mia-
das, de Sevilha.
Foi nomeado para o exercito d'A frica, um au-
ditor geral com honras de marechal de campo.
Tres auditores de guerra com honras de corone',
e tres tenentes auditores cora honras do sega-
dos commandantcs.
Parece que o director geral da administraci .
militar se estabeleccr em Sevilha para atlen'd.i
s eventualidades do servico Por toda esta se-
mana comecaro a sahir para os seus destino-,
os offictaes de estado raair.,- especial, divisiona-
rio e de brigada da 4a divitlo, que se reunir,
segundo noticias receidas era Malaga.
A Gazeta Militar diz que seria vautojoso pan
a naco e era particular para o exercito declarar
porlos francos todos os da Cosa d'Africa refor-
jando ao mesmo lempo os abrigos da costo do
lateral hespanhol; c d a nolicia de que se foci-
litaram quautiaa para augmentar o material de
artilharia e transportes.
O rimes de 2i dizque a Hespanha tem rerda-
deiros motivos para exigir satistacts de Marro-
cos; que verdade que a Franca'tem grande in-
fluencia em Hespanha, porm que falso que o
general O'Donell soja um instrumento de Napo-
leo para atacar a independencia de Marrocos :
que esle ataque promovera mais pertencoes se-
rias da parle da Europa, que nem a Franca nem
a Hespanha pensam atacar a dita independen-
cia, e que a Inglaterra devo deixnr obrar a Hes-
panha sem uilervir, o que far cora que a ques-
lo termine promptaraenle.
A municipalldade de Alicante concorden por
unaniniidade, era sessao extraordinaria, eleva; a
S. M.umi exposieo offerecendo o seu apoio e
recursos para a defeza da honra nacional na
guerra de Marrocos.
Todos os empregadosde Ponteredras se apres-
sam para fazer algum donativo com desuno
guerra, sem prejuizo do descont que pode coi -
responder-lhe.
A munieipalidade de Lrida mandou tan t
' i
^
Biz-se que o conde de Rcuss ser o lerceiro preces publicas pela prosperidade das armas he*-
pavilhao hespanhol chele do exercito expedicionario de Marrocos.
No dia 22 lia-se no senado hespanhol a Deca-1
rafeo de guerra a Marrocos,
A este respeilo diss" a Correspondencia :
Magnifico espectculo offereceram|hoje os cor
poseo-legisladores; magnificoconjuncto de sen-
timentos, magnifica manifoslaco de unnime
patiiotismo.
\ isivelmente commovido o presidente do con-
S 'Mo de ministros declarou que as rclaces com
o imperio de Marrocos eslavam rolas, e que era
chegado o momento de appellar para a forca das
armas.
l'niversaes applausos acolhcram esta; palacras
sillos de enthusiasmo eseaparam de iodos o
labios. .
O conde de Lucena fez cm seguida a relacao
das negociacoes lidas cora osjnarroquiuos aca-
bando o chefe do gabinete por appellar pan o
dos exercitos, e outra vez ns abobadas do
paiihoes na frica ; den 3,000reales para mann-
rnentos e fez um convite s senhoras para que
forneram o exercito com los de linho. Reina
grande enthusiasmo era todas as clasaes.
As tropas que atravessam o territorio de um
para outro ponto, afim de successivaraente se
dirigirem a frica lem encontrado ura acolhimen-
lo eitthusiaslico.
O numero dos hebreus de Tnger refugiad.'-
em Gibraltar augmenta lodos os das ; a aulori-
dado alojou-os na ponta de Ierra at i parte d 1
mar, em barracas de campanha. subministrando -
Ibes por cada oito pessoas, 12 libras do pao
meia de carne por pesaoa.
Alm de Sevilha ter sido desuada para de-
posito dos prisiooeiros marroquinos, parece que
o -era larabeni dos ferdos, ponto onde ha de
ser collocada adireceoda odmnislraco militar
e onde se reunir a reserva do
M debatalhoes provinciaes.
'xerciio. comp --

\
MOTILADO
I
JmSt


I
i*)
l'el iniiiiMiMiu do lmenlo doloiinillui-se quO
atonvpauhe o exercito expedicionario de frica
nata coramisso encarregada de recollicr as cu-
iiosidades artsticas c deroais noticias que pos-
ssaa iiitorcssnr. Unto acerca de historia e litlera-
lura, romo .le tactos relativos & agricultura e
oinmcivio.
OosU-eominissao arpailco inlelligento offi-
- lal auxiliar do ministerio do tonenlo Lamente
Alcntara.
Nodia 28 (caram cm estado do bloquoio cf-
liV.tivo, por numero com menle do onibaroaooos
de (erra, os poslos e auom*adnuros de Tnger,
'fetun i' I.mache, nas costo* do Marros.
Bi mu caria do .Vlg.'ciras, cmn referencia a
.tgnus hebreos re, entrnente chogados da \frb\i,
qiW o novo Imperador de Marros por-.-i liia .',
iretiie das sitas tropas para resistir s forras bes-
panholas, no caso qun a guerra lomassc uiaioros
pioporooos do que su ospoiava. No ctanlo li-
-oh conliada a urganisacao das forras marroqu-
ns que bao de deondoi Tnger, ao chefe
l>i que sa echa neste poni.
No da 2( do mi'/ passado'em Algeciras
-iinliarcoo o cnsul com lo 10 o scu pessoal, os >
sacerdotes da missio hespanhola, todos solce-
los que linham na igivja, com algumas santas
DIARIO DE PFRNAMBtCO. QUINTA FE1IU I DE DEZEMBRO DE 1850.
e civiiisa...aool* notos, mas o dmiieiro ir.u Os-, tenia do si iiicsmo o le sabio a virtuoso, 0 Sr. Ilescirhits mi u has Mus
n.i-i I l.l i> ,lii i. ri iv.nl i\ ini'il:'iu un j_. r. n r
pendido o de proveilo incalculavel.
/.li-
des-
vincia, ha pouco concluida pelo pillo Eltiot.! ---, -,-......- -------,
Assegurnrw-mc que muilo exacta, o por- elle a caminhar nas aguas do 5. Francisco Islo
lano capa* do sobre ella se ia/.tr un coludo re-, |lt) muilo Grande, muilo Sublimo e lamben, mni-
l-Nle Klliot o copa-so presentemente do tirar a l0 ^"?,r
ilania dos lorinos doados pelo iiaro de Auto-1 A culada do I enedo elevada, como a cabeca
nina, para nelles undar-se a aldea indgena do do gigante do Mgestoso S. Francisco, brilliou de
S.Jrronymo. : esplendor, regorgitan lo o povo da olearia indi-
curioso, mas nao engonbeiro entendido e de : ', -, ,, D ,l""d
zivel quando avistou o seu alonarcha 1
O F.xm. presidente da provincia oSr.Dr.Dan-
las nao poupou trabalbo, nem esforz para que a
-. ^, .... ..n. _....
esiudos completos de engenhara.
As libras puMicas da provincia c
puMicas da uovincia continiiam com
logular andamento. laa u^u puupuu uuawo, uem csiorco para que a
Trabalha-sena estrada da Gracioso, na das demwisiraeSo fosse a mais'lisongeira e nerfeita
I ropas, na do Vssungnv, e na da Malta. I c ., = |wre>
Esto ultima acaba de eoncluir-se, e assiin as cm l0l,us0> Pts o te S. M. tirtha de locar :
tropas que vicrem este anuo com destino ao Hio e aproveilan.lo as providencias anleriormonla da-
Negro, a eiicontram no melhor oslado pos- das pelo vicepresidente o xm. Sr. Dr. Janin
vf i, ,, -i tbo de Mendonca, ajunlou ouuas nue toda- li-
A do Assiinguy proseguo com actividade na: ,, J r, ...
i froaue/ia de Nos-1 ?erara em 'o-uUado nada fallar ao Augusto Via-
jante, ;i sua Ilustre comitiva e a todos quantos
Hulba ; ffcando i'in Tnger dols vapores dis- >a da Graciosa ocha-se em botn estado ludo tiverama subida honra de acompanha-lo
osioao do cnsul franco/, para so os necessitar quanto se refero a trabalhos foiios : reparam-se i\ i.,,,.,,,^ ..,,! ,,, i .i
..-iirar-socom os sous ncUmaes. A c*|nadra em bom estado ludoqoarrto se refere a trabalhos ."***"*** conunanJanle da guarda
4. | nacional da Malta Grande, Pedro Vieira Jnior,
1< toar- pelo Dr, Pedro I <
fccrjg
Continuaoao do n. 272.)
D. Diogo de \lene/.os tendo seguido para a Ra-
bia, dei\ou assim quasi em completo desamparo
a nova colonia do Cear, muilo embora rocom-
mendasse-a seas su bailemos ; e desta forma
Marino Soares Moreno acliTui-se. desprevenido de
lodo o soccorro, o reduzido a os maiofes apuros.
Os Indios, vendo o neste estado de abandono,
e suggcridos por um ovejoso curopeu que Ibes
sidio do Nossa Senboia do Amparo, que alea*acou o" ;>lt:"'''
no dia 10, n onde enconlrou-ae com o o.npt-.,,_ rna,"uuc0
"';', qu.; chegou ao mcsino lempo, envia"'1
ira logo una embarcaco ao [orla das I'ni.
ino
para
ando i
.. .Mil- ,
gas a dar parle da chegada. Mandaran avisar!
iguttmnlc os Indios da viziiilianca, com,. os i
quaes entraran] a incic.idojarcoin o uto tyMr*^
ca-los. ^^^
Camarao ah chegou Umbony^procedenle du
Rio Grande, e vinba lao innUr-aiado da viagem
que obleve liccnca de Bca oflcompanhia de seu
irmao Jacana, amigo de gartini Soares ; mal
fe/, seguir os seus Indios, commandado por um
sen fillio. /
Continuar-sc-ha.)
A,
PERNAMBUCO.
i*ll.,lP,IIS( t Ulll.I poltra tv<-o 0*- > .*- i |ii..v- \i\- auuau a i.iivuiinui 41 iic^uc/.iu
j-lades u sf\os, vlriio- 110 vapor \ra$co A mes di <:\ Scnliora do Amparo de Voluverava.
t____, .1.1 ...............-, .4... I \ .. 1.. ... : 1 .
HEVISTADIABia
-A" olom para manha seguio S. M. o Impe-
rador ,,m a sua comiva, 0 acompanliado do
axvaf sr. prndente da provincia, para o Qcar
de Guararapes, pagando p|0S Afogados, onde
eslava lormada a guarda nacional, Chegand,
ao termo dessa sua digressao. foi rceebido por
grande numero de homens e seoboras. do dis-
tinccao por entro cnlhusiaslicos vivas- e em
seguido entrou na capellados Prazeie*, onde en-
contron Mbrentea irftcripccs, o enire es.as un,a
k so torn.v:, notavel por conlar a ora das 2
bdlail.as dadas ronira os bollandozes ein Cua-
raraPes.-Lsta inscripcao estar, cm llm,n ^
frauMia do o navios,conlinud no seu aucoiadou-
i". e lambem im son a fiespacmola, coraposlade
nina nao, b goletas, > 8 vapores.
O Jornal dos Dbales do da 8 publicun um ar-
'igo contra Manios e em favor da Hespnnha,
iizendo que ella pode con,tarcom as sympatliias
da Franoa ein toda esta qttesto.
Kscrevem de Algecuas a 8 que lia Vespcra <
linhan presentado dtante de Ceuta 8(K) muiros
q.je dispara rain alguns lims.
t vapor t'i de l.ijon sabio pan Cadu com
nu balalhao do leginicnto de Casiella ; '! cavl-
tos e oulios objoilos.
fui lao esforca-lo em sua3 demonslr*coes para
l.'ilos : roparam-se alguns niaos passos e cons-
Iruem-se noves lances queni da serrad
Finalmente a obrada matriz vaicom a coleri- salisfazer a todas as precisdes no lugar da ca-
dade possivol, lii-.lin ruin lo-so em lodos estos' ua:r. ,,, __,; i' %m i. i i
oeiigenheirSmajorMarcolino, que vi- "" l' prvido em laes alturas de ludo
veoni constantesviagens, visitando lodosos me- Iboramontos de que hei fallido. Isavelmante secundado por amigos prestrnosos,
Se n Sr. Cardos., encontrasso numerario sulli- sobe ludo quanto de momento poda ser exigido
Centenos cofres, avaho que muilo mais bono- ,.. ,._, ,, .
llcente seria sua administraran, que anda agora Pr'V**. W* <\ osse.
acaba do recebar duas felictagoes. urna por par-1 as villas-de rao do Assucar e fraipu os
le la cmara do principe o outra da de Guara- presidenles das cmaras inunicipaes Andr Ave-
lino da Costa Nunos, e coronel Theotonio lli-
;as
tose o.itros objoi ios. a. lino da Costa Nunes, c coronel Theotonio lli-
l)e llarceilona sabino /i'ico c":n urna campa- .V de raranagua, Morreles, Autouiua e. Lastro i ., n;i. ji ___ ,
nhia de arlilharia, varias mollas solas material tem foitoiguaes manifeslaroe-, e a oirioiadaile Ur c alem Preparo e decoro da casa:
u-barracas de campanha. de qun se compoe a guarda nacional da provtn-1 Para dencia Ira penal, nao pou paran empe-
la giio'ial O'Douiiel chegou a Sevilha .- 'J sem cial loda se m ostra salisfeita com a descricSo o j nhos nem disvelos com loda a*r?omiliva qur d
iiovij,tl!o. 0 justica que distribue S. Exc. nas noraeaces imperador, mir do p osi lente, E* preciso con
Os iornaes inglczes, representantes do partido .piola/. & ,.-,!. J i, .- .,;. i ?-
tortj, eontiniitfm aecusarro o ministerio britan- Era AntomnasnscSIou-seiillimamenlenm con- V* 'I'0 l0,Io> os lwnMttS nolaxei* de>se,
nied, a Franca e a Hespaiiha por causa da ques- Hielo entre o cni mandante da guarda nacional Idloniros lugares se prestaratn com pra/.er bd
tao de Narrocos. i do lugar c o delegado de polica commendador! signifiestifo do seo amor pelo afonarnha.
lao de Mai roaos.
O iloniin.j erad, diz com loda a sem-cerc-
muiiia une uonbum inoirvo fundado impeli a
liispanba i guerra.
\sfoliias do reino visinhodcCdo corrcnle Ira/,
mu decreto abrindo urna nfgocia-;ao de oci;es de
einisso de dejuubo ultimo, coin o IIni de al-
.mrai-se a quantiu de 8 u/lllios d" reates de
velln coin deslino s obras do canal le Isa-
bel lt.
Coniiiiuam sor rccolhidos por ordem da
i'adc, alguns jmate, natritas vc/.es &ob os iiiis esplendor do culto e a
rcdiculos proiexlos.
Kfii'inonio cm Madrid se representa esta insup-
portavcl e ridicula parmhdodispotismo de l.nu
- icnao enthusi is-
too uo p
Aranf,
Nao tendo este receblo parte de quo em um
dos das do me/ passado a guarda nacional se
reunira ein exon-icio, entondou .dever obstara
ouniao por contrara le, que manda previnir
previamente a polica :e o chefe da guarda na-
cional que reconbeccu o erro commeltido, repa-
ren o devidamente.
Em Paranagu feslcjou-se com hrilhantismi
Napo'oao, nao se lo nos jotnaes senao nlhus
neos artigos, que respirara guerra a Hnrrocos,
mas guerra olilraiibivel e religiosa. RUMdamos
dd que os beduiuo/possam lar lUJisfarino e s;
greoto esiylo.
t( Diinislro da justica deelarou n'nma das
limas sesses do cong'resso que eslava irabalhun-
Ici
C.hegandd i capital o actual presidemlo nao
lia poupado esforeps pira que lenliam SS. MM.
aqui urna reeopeao digna d'Elles e em retecho aos
recursos da provincia.
Entre oulras coiumissoes noineou, anlcs da
seguir para o Panado, urna para promover a
... i promptificaco da casa para receber os Augustos
autorl- Hoss.i Senhora do Rosario, e aprecici milito o I Visitantes, o oulra para offirecer-lhas um baile.
magnificencia da tosa. Faem parla da primeirt os Sis. contraen la-
t vigarto collado dacidade esquivou-se a lo- : .' ,. .
mar pulo n.i testo, desgastando assim o re- *ores '"'^ A,"0I"U '"' Mendonca e Jacinlho
banho. i "aes do Slandon^a, os quaes lomando quasi lu-
\ :. os de alguns negociantes respeitaveis do a si, nao team poupado tola a qualidatte de
lem Paranagui um gabinete do leitura o vai Lnpanho para que a residencia imperial seia dg-
agora abrir una sala para reunido dos nexo- ', t ,, ,. ,'
ciantes. na de auas Magastades. prirnairo dasses dous,
A cmara municipal loma sempre a iniciativa I de quera a casa c que a ceden pata es-e fim,
nloressan.es mlhoramentos, como sejama IrabaHia de um modo admiravel apezar dedoente
prara do Mercado, cemiterios, rhafa'rizea, ele.
iii-
subre a organisacao judicia B' pena que o resto da provincia a noacom-
! panhe.
Rom ra/ao leve o Dr Mallos quando.elogio
.ilo n urna
ra.
Ja havam sido referondados os decretos en-
carregasdo do mnistf rio da g ierra ao
marinha, e da presidencia do couselho ao m- Esquoria-mo referlr-lho que continuam em
nistro do reino. | bastante aeliviilade as obras do templo de Cas-
ministro tanto o patriotismo do povo Paranagu.
1.........; I I.......... .;...... .i'....:.. li.., ...... .....;
e sobrocarrogado da afa/.eres. com urna dedicaiiao
e esmero superiores a lodo o elogio. Aiimi-
ra-se como em sen mo estado de Banda pode su-
perar tanta difficuldade, lano trabalbo !
Ha pouco se relirou, para conduzir sua fami-
lia
da
guei
zar
:e
rula ni em 27,000 din os
Dru telegrannua datado d
de oulubro diz :
O caminbo de ferro de Portugal ser cm breve
urna lealidade esto Djez ticaui fcitos os oi.a-,.. |i.invi n ..c.....^.c i^i. i^cira, uu ur, a ni
rrande inlaresso no progresa i nifeslo in-.iirn-.mdo sua innocencia, e a persegu- l'inlo da Penda a d> I)r Aurelio Perreira rs-
..y*f*.e.ifflSotrredegradadojeuUlua-ipinhero. ,, reun0 pQr ^ VtJzeJ e ^
mantos, e nota-so g
leste negocio.
O ctipfe de polica em virtude disso mandou
sillar os indignados falsificadores.
Entretanto o JosHaria Candido Ribeiro acaba
de publicar no Desanove O governo liespauhol cncarregou o Sr. C u >al- i ipuavq.
lo, Buti-direclor da alfandcga, de preparar um
uniao no alfandegas, entre i loso no procedimento que leve, mas nem por
projedo para urna uniao da alfandegas, entre loso no procedimento que leve, i
jespanha e Porjogal. So so conseguir lal pr i- i san o deixaram de censurar.
'') ambos os paizes. taesde que i Ihehei fallado.
Em iodo o caso ,i Dr. Cmara fea! (o caule- j [""vi-loitciado sobre quanto necessario^jjjsiri-
as censuras dos
al, em que
ojo e ficar
[Curia particular.)
Jornal do C'oiMMierctodoRO.J
CORRESPONDENCIA DO DIARIO DE PElt-
NAMBUCO.
AL\GO\S.
buindo convenienlamenia o servigo.
O palacete da assemb'a provii
lera lugar o
lindissimo.
; As commis.-Ods ,, ... o festejos Ira-
ballum cjm afn e d^licacao, e preparan] um
pittoresco e brilbanio trajcto de Jaragu para
Macei, estando distribuimlo festejos o demons-
traco.-s feslivaes para todas as ras.
............. ,.........
o El-Etlado di/, que ha de ser fecunda em re- I At nitra."
sallados a adjudica'.ao da h.'ilia forrea di' Cu-
lad-ileal ronleira hispano-porlugueza : c <\w}
em Badajoz se espora rom anciedade a publica-
jio que a Gazeta faca da dita adjudicaco, o sa-
li que lia dilVerenlos licitantes iiue bao de oii-
correr. Islo compreliende-se facilmenle, acres-
conta aquello* jornal, lendo em lembranja os
grandesesforcos que aquella provincia lem felo
por ver realisado o pensamento desla va frrea ;
s na comarca judicial de tienda sp u>em reunido
sete niilboes de reales com deslino ronslrucca
da linba, o nas domis localidades fnzem-SU laiu- mi
uem esforcos nao uicuores, esperando-se colher me/es.
sommas cons.ideraveis. prnni
V municipalidade de Malaga requereu RaioJia ''
soiiciiaudo a liberdada deimporlocao do crea 's '',13.
. -irangen.is. varios une relfri-los seria escraver afumas na.Ilamm lr na nni.!.* IItH, \\T> '"'"" '""T"
elvx%;& s,; te h in,e-esio 1^ t pbK P* rs^'Xl^Sf:
Orovio. ltl1'0 e bwrienio para Vmc. ; |,a de lar paleteado altivo e animado, eomo soe
O general Arenero eslava ..... porigo do vida, -e quizesse lomar o fio dos acontec raen los. era occasioes muilo menos enihusiaslicas
i.m eonsequencia da exacerbar o de m padeci- aqni occorridos depois da mnha ultima seria til
mon-o^iiico: mas po,e:ou j| a.gun a, mis.er remontir a Jacto, cuja historia em gran^ Se.ia indescu.paval que Ib, nao dssa a.guraa
Tihasido racliOcado o convenio lelegrnphico ue P rle 'anaja Tora da ordem do dia. Dai- noticia do fado que, excepc.o da visita im-
vntn Hespanha e o Piemonte. ; "no por isto da mencionar miudamcnle a no- paria, e o de mais importancia que oc orreude-
E falso tero ministro ingle/.,:,, Madrid p li,- meacao e posse do actual presiento desla pro- nois que Ib-escrevi
\lba* uafamw o Sr. J)r. Alanoel Finio Vicos, fu mandado O.lIrajSSJMOTM 0-B*a8ircom ,1'";l"
poneos bomens o pouC4fl muniees, nao
itaram mn desembarqui
var era mu superior nao s aquellasinforroaci -
cuino aojiii/.ianl.ripodo que o mesmo Auguslo
Foi capturada pelo rommissario de polica de "antas, porque irei dando alguma i,l(';a no cor-
Tuledoiima quadrilb.i de ladroes, cotnposla de
gente de Madrid, que cnehiain de terror os babi-
lanios d'aquelta localidad.; leudo assaltado ranas
babitacies.
A negociacao levada a cabo pelo Sr. Ros Rosa
com a Sania Se tem sido ologiada. A /'i-.
ii:e o Sr. Ros liosa obleve da corle ponliliti.i
lodas as concessoes que al aqui havam si I
recoadascom afinco nos seus antecessores ocsti
^/ um Iriumpho diplomtico que loda a gento era
Hespanha conhece.
/,.
rer desta carta, permita Vmc, que principal
mente me oceupe de um objeclo milito elevado
|ue presentemente aitrahe todas as atlencdot,
INTERIOR.
Paran.
Coritiba, 26 de oulubro. de 1859
Neste ii,omenio son sabedor de urna mulla i n-
posia pelo inspector geral da nslruceao, nopro-
(essor de lgica do lyco, eoi consequenca de
baver este suspendido as lices de semelhante
--ludo sem autoiisacao previa.
Para comeco io a mulla de 509.
Na rerdade naosci que admire mais, seopro-
lessor nao ler leccionado lgica, se osub-din c-
ior uio baver dado pr laman lia falla, a qual
Icasstorna o plan do o,ino, lao beraelabora-
do e sabiamente orgauisa lo.
Este nosaolyco. ,l agua pela barba : mas...
mudemos de assumplo.
Os Indios de Palmas, segund i corre geralmen-
lo, forain lodos para o Guyo-Eu,
que produz em lodos os hrasiluiros, as mais Iwl-
lasemoQoes de sen timen tos patriticos, que em
lodos excita enlhnsiasmo, que anima e vivifica
lodos os cora^Oes !
Quero fallar da visita que eslao fazendo Suas
Mageslades Imporiaes a alguraas das provincias
do imperio !
Este fado importantissimo que a historia ha-
do levar em sins azas com fidelidade e louvor,
ara lodo o futuro, hada lambem ser a fonte de
beneficios rcaes paraonosso paiz.seja entendenjj
com os mlhoramentos materaes, commercio e
navegajao, seja no que respaila moralidade do
mesmo paiz, para que j ha lempo de olhar em
lodas as suas relacoes pessoaes. A delicadeza do
assumpio me nao perra i lie fazar mais una s re-
lle.xao.
Devoraos acreditar que a viagem, que est fa-
rendo o Sr. I). Pedro II, longedeser um pas-
si lempa, em moro passoio estril e em todo o caso
adradav8| e lisongeiro, ser mui frtil em bene
ficios Ilimitados e perduraveis para o Brasil.
mal armados, o por sso tralou de deseo
una 200 soldados, com que inarcbuu i
mesmn.
Ocapilao Manoel deSouza sabio ao se
Iro com punca genio, mas valen.lo-se
brosidade do terreno, psparou-os n'un
deiro, on le osreeebeu com tal arrojo
n obriwdos a vollar precipUadan
II
. no intento do i Com Unta lidelidade ? illusfraeo hislorlou o
iravarem lula com osde Nonoabv. da orovincia .. i < msunou o
do Rio Grande do Sul provincia | ^u correspon lente a viagem imperial pelo Hio de
S. Francisco cachoeira do Paulo Allonso e sua
volia, queso me cumpre dizer que a semellmite
Estes indios sao os poccados de lodos os ad |
ministradores, e u Sr. Lardoso se ha visto en
mbaraeos cora olles.
felizmente I est em Taimas um destaca-
mento oseolhido de priineira linba, e um alteres
que o conunanda dignamente, para contar quacs-
quer excessos contra a populacao.
V lula porra e pelos malos onde elles seem-
brenliam, sera quea forca deslacada possa in-
lervir.
S a civilisacao pqder conseguir a vanlageni
de os lomar doctos e pacficos, e para obter isso
" misler excitar a caleci-'.
Daqui a necessidade de missioparios que nos
lalta, contando a provincia apenas dous.
Um delles (fre Timotl......lirige o alileamento
respailo devem estar Vine, o iodos os leilores do
sen Diario mili satsfeitos e plenamente nleira-
dos de lodas as oceurrencias nolaveis e sprecia-
veis sobre tal objeclo.
Considero-me, pois, dispensado do acrescentar
urna s palavra ao histrico publicado em seu
Diario, tanto mais quantodei.tou o seu aulor es-
capar una circumsiancia verdaderamente a
mais principal e sublime .le quantas poderiam
apparecer era toda a viagem :
l'oi a subida de S. AI. c Imperador pelo S.
A eleiijo para depuiados provinciaes leve lu-
gar no dia l da oulubro ultimo, sem que bou-
vesse desaguisado algum e correndo era todos os..
collegijs tranquilla e regularmente, sal-o nocir-1 suas embarca^es.
cola de S. Miguel, o 4/da provincia, onde as I ttuando chegou esta noticia l
corneslacoes de alguns chefes eleitoraes prodnz-; ViT!!'''''' S,",/a J''' li,,a "M'^ido J
rain urna diinlionin viouquerque para a l'arahilw. com
n .. duplcala. grandes e as munlres necessarias
u i. circulo .Maceio -elege.i para mem- gasar um corpo consideraveldeto
hros ,|a asserabla provincial nos dousannos se- d*' vi/mbanea mas os espirito^ na
guntes aos eidados seguintes: Dr. Thomaz do Lnn l,',V," '".W """l"""i' &**
Homllra Espindola, .enema-coronel Bernab Pe- nulo 'nnnmrVd Sn^'rV
reir da llosa Cdhairo-, o advogadj Luir. Soa- g/ande numero do Indios" que
res de Albuquerque, pairo Salvo Jos Ba,h>- l'"1''' l'"l",,,;ndo a juntar.
za, Ildefonso (rifa !Alraranie de Vasconcellos ..JSum^.S?!6^ C?il,
a n I],, li-n,.,.;-.. i-i i que ueixamoso auno passado e
1 Jn"; M0,ra' caminar o Maranbao, eseculou
U 2. circulo Foto-Calvoelegeu ao ca com boa fortuna; mas no se
commendador Jacinlho Faes do .Mendonca, ao lc P0"1'.' de sua jurisdieco,de
Dr. IWnardo Amonio de Mendonca, ao padre Eufa^oHom "'- 9*
Antonio Jos Pinto, ao Dr. Manoel Felipa da TltTiZfjJToS^
on-
co-
iia-
elles
para
buco,
no d
barcos
de or-
Indios
ram sa-
ierral pie
lo di mi -
menle ao
I ''' < ni .i ii, ui; iiiiih r # ..
Todava, como nao losse praticavel a subida n^tlTiSS!!? ,ncatlcrnado. conlendo so-
da eosla am s-mellianles vasos, desembarcou ao mmM* Ma
ampas.
lscenle da barra uVe^'Znin^lZ'^'pvZ con\?!*JS ,relirnram"sf! 8atisfeltS8mas,
seguir a sa jumada pr ierra, n i que encontrn tes oPruf n Tx em sc"s *u8stos semblan
auida maiores dilRculdades wse o riso-nos labios.
lanr-armaos das armas para resist, m ana Indios, imperio, arto d. ?, o,^ ,OnV""'S,r0 d
que incessanteineie os alorm^r.laram no resto '.- cao e Dr Vu'usto Frde ,,' C,"16"16 oa rela'
[uerqneja sua jornada, que; entre perigos con.inuose que tireraa^convite^^VSSIIX9"*
morte, dorou ale o de fundo, da em que ede- ordem de Sua \|,,-cs^ir n i. do fzt'r por
.do Gear. garam ao termo dola no presidio do Cear, onde 0 Sr. Kc~d S flK
gado de ir foram recebidos por Mari!,,, Soares Mono,.:. de ouVrccer a miantia de doS^T'"1^ BC
incumben-! FranciscoCoelho, depois do terfortillcado Por- para o asylo demendidade S'
, chegarao em flns,do jonhd dcW era of navioT^seguio f!?nlnte"taSo' estud:,n,es- ^ ^^
Fonceci ao Dr. Buarque de Lima e ao vi'gaii.
Dr. Jacintbo Candido de Mendonca.
0 3" circuloAsserabla ciegan so direc
lor Jos C. da Silva Titira, a Apolinario Ka-
bello Perera Torres, a .Manoel Josa Teixeira de
Oliveira, ao Dr. Pelippe da Mello Vareoneeilos,
ao inajor Manoel Martins do Miranda e ao ma-
jor Jos Bernardo de Arrochella* Galv5o.
O 4. circulo S. .Miguel o que fez s.1' ir reunir a feronyim
plicala. e ueste caso mn ni rece ,.> .:. 115 <'hava-se no Rio-G
para enlendcr-si
cora i
var a exppdiciio ., sen
raminho encontrado
da G ricaquara. dep
de que j. falloi acin
No [lio-Grande
passada tanto fia i
Indios, que eslav
MS Pedro de Alcntara, e o outro [frei Ma- Francisco no dia 14 de oulubro pelas G horas e
nas fui imii lar ., ,i di. i ,1,. < Im............ i ... > .... nuiiis o
tilias) foi fundar a aldea de Jeronymo.
Carecamos, porlanto, da mais um missiona-
rio, para a aldea indgena do Chag, onde gran-
des servicos prestara causo du reduccao dos
selvagens .i vi Ja civiUsada.
Sem grande impulso no serv o relativo ea-
lecheee. creio quo o Paran nao so avanl
di'pressa, e nem lera bra-os muilo uleis o vigo-
rosos.
tondeeo o quanto om a conquista
meia da manha, sulcando as aguas dasso gran-
de mananeial do riqueza, lando ao nascento o as-
tro .le ouroe brilhante do dia a ho"poc"ntc o pra-
leado aslro nhino como que demorndose
para admirar o espectculo, ambos em distancias
relativamenteiguaes, nos dous horisonies !
Futre esses dous asiros quealumiam o ^
cam loda a nalurez, marchara elvalo e
duplcala, e ueste caso me parece melhor nao
mencionar no mes, porque as entidades esli em
fieri ; o hora daixar para depois de sa-
ber-se quein sao ellas.
O 5. o ultimo circulo O Penedoelegeu
as prssoas seguintes Dr. Filinio DiasOou-
zaga. Dr. Mar^nno Joaquim da Silva, coronel
Theotonio Ribairo e Silva, cimmenlador Ma-
noel (lomos Ribeiro, Capitao Manoel Jos da
Costa Batnga, e coronel Francisco Antonio Far-
nandes Pinbeiro.
Quanto aos supplenlea, nem tenho memoria
para referir seus nomes, nem julgo da interesse eKSe
faz^' cao do Rio G
O aspado geral da assembla eleita ordero "' 5 i""' <"' 11
a j v que nao posso deixar de dar urna de- ll's''"' '"'
monstraco em favor da genaralidade da aleicao. i baixode S
que incontestavelmenti! foi feita com grande de- vez por f.
sejo de acertar a malhorar a corporaco legisla ti- ierra, can,
va da provincia. Ifiro aos ,
Nada tenho mais. nem vejo de notavel que ISe^rgo"
mereja referir-lbe, porque estando a provincia aman..Val
no Mxico, donde passoil .
Encontrn em Lisboa G isp
lava de par ida para O tira.-'
inunicoii-lhc as suasobserr
U resto da expediejo sal
agosto, constando de 8 em
do neste numero as que I
ra a Parahiba ; e a gante
montar a 30a bomens
'.ampos com manda va es
so ir reunir ,a Jeionvmo
o seu navio,
s castelb.nias,
iba-
S iii/.a, qun es-
por|isso co.-n-
Recife a 2-1 de
. -, nao enlran-
lbuqiierqie pn-
iquipava poderia
ierra. Diogo do
>o com ordem de
nquerque que en-
onde ebegou a 2(5
ir os meios de le-
o. leudo antes em
ola i, que regressavii
Ih deixar o reforc
i lugar urna revista
guiaros como s dos
.pas para seguir: en-
era Camarao, que com
relia por lorra : o que
geiiiia entre os cheles
Indios, islo se dove-
por mar ; mas lodos li-
oiil que fosse elle realisa-
idon-se com celerdade
ilembro parti a exped-
ndo no entretanto delida
ir suliciente. A o, pois,
ola coin vento fresco, le van-
ida do 4 leguas. Dobrou OS
,e, navegando pela priineira
mal, mas sempre vista de
servio llalli por diante de ro-
te d'antesou seguan) porden-
0 arrecir e a cosa, cora gran-
elle longo, e estrello, ou alias
ma distancia de 25 leguas da
os bnixos de reinando.
era paz e nao se cuidando hoje seno de recebar c"sU I''11 i -' I ^a,fS .i ,'in'1,ldo-
irifi- ns Anmiaiiu hi i lecener, > tj ^pip, fundeou na cnseada de
mb- os Augustos Hospedes, ludo o mais na.ordom ,,rilh!/,,i i Vtfiiraz, 11 leguas distante do
con-1 regular das cousas parece destituido de intj^> i 'M,, a >ssa ocali l idc desembarcaram o ca-
__^^' m '
*, .-.--. ... ,.,,, ..,.. |U| ?VU1U
para .-i r. a.-ompanbad de quatr-. carava loes l'rimeiro anno.
i- m guarnecidos de gente o muuieoes ; e logo N. 65 approvado plenamente n 7 oimnto
4UC a'" chegou com feliz viagem. toraou solera-1 mente. lmeme, n. .. simples-
ne posse do seu novo governo por ser enlo esta Scundo anno
do Amparo, acrescentou-lhe raas algumasdefe-I
zasem poneos das, e, depois de visitar a gran-
de aldea do chefe Algolao, continuou a 5 do
gosloasna viagem paran Maranhao, levando1
con si:, I Chrislovo de Lis
Os Hollan lezes que vimos era 1621 sadi
a arando armada, em domandi agressiva
plcsmente.
Tero, iro auno
Ns. 98 approvado simplesmente; ns. 99. 100 o
101 pleu.iiii'.nlo.
_ Quarto anno.
\s, I. approvados simplesmente ; ns. :2 77 -.
o plenamente.
Ouinio anno.
Note lempo o Cear que g,,,.,,, de ceg, foi nT^K.^.A'..?^^1^ ***&*<>-
angmonlando do povoaco, de pouco era nono
sobretodo ua rosta do mar ; p.irquanlo os
povoadores nao so lindara anda atrevido n pe-
ndrar para o interior. Esles progressos da po-
vi...,ao, poiom, forain nmi vagarosos, lano pola
lata de bons porlos neslacosta como lambei
causa da poma ferlilidado do paiz, que na costa
e muilo arenoso, o no interior seceo, rido "e
eniao pouco productivo.
Cunta o autor da Chorographia brasjlera, que
em 1632aportaran! ao Cear dous vasos do guer-
ra hollandezes, com intuito de eonquisla-lo pelo
ipeio mais commodo.islo a negocia..,., e a rea-
Ir pdrco d.-i mcdulla alongada ou, nais'abaixo,
ou mais cima, nao resultar senao urna para-
les la. '
Lurry desde 1700 tinba r-ntrerisloesteestranho
mysleno da vid;, animal Se Gallois aproximou-
se um pouco deste poni, chamado n vital,
M. Flourens. em 1827, dava um novo passo nes-
sa indagacao e Dnalmenle, depois de 1851, che-
gou a Qxarcom bstanle exacldo o ponto ques-
lionado, para que todo o anatmico possa dizer
mostrando urna exlensio de a 5 mllimelios ao
longo da vertebra : Est ali.
Alm disto, II. Flourens demonstra por eipc-
oa- neucias feilaa nos coelhos, a nueni o u-alnolin
i r o1' '" l"^,;""'vn !""'1 Pel08 llldi- : da ""'"a d amas ves as Snsomortv-
jenas. Para efTecluar este proieclo, pozeram em rio, que o n vital duplo |0 cnm^S
erra uuatro Indios, une. roo, om,-...- ......_ ....... ,,,.1,,, s n...\,..' '-ompaslo,
romo iodo, os nossos orgaos exteriores einterio-
res, deduas parles, a esquerda e a direita, pu-
dendo urna preencher a oulra, de maneira que
paratazer cessar a vida instantancamenle, ni
pad'
ierra quatro Indios, que, com ouros muilos
teudo sido apandados, sete anuo antes, na bahi
da Trahico.havi im sido levados pata Amsb rdam
e ah linham aprendido a lngua batava Dotr
del I
P
,11.. .-----. -.--............ ifiiiis '.'lumti'i ri'sir a Vida llistan .ine.-inuoilo <
elles, porm, Sendo deSCOberlOS o nmn'nd.-.s cinnrin o'V, I--^ > (
MimiAnn
"N


ItlARIO b PERNAMBUCO. QUINTA FF.fiU I DE DKZkMBRG l>E 189.
Onde e=! situado o n vital? Est no centro
do cord.io da medullaj alongada, atraz de un V
de substancia einzenta, que involve este cordao,
ahaixo da rabeoa sobre o pescoco, junto da ler-
ceira vertebra, muilo prximo a da abertura oc-
eipital; na altura da orgim du oitavo par de
ervos ; elle tem seu limite superior sobro o que
se chama orificio ceg, e seu limite inferior so-
bre o ponto da juuccao das pirmides posterio-
res. E' neste inturvallo da distancia apenas de
una liuha, que se enronlra o duplo ponto vital.
Se elle forolfendido em ambas as suas partes ao
mesmo tempo, ainda que com a ponta a mais fi-
na de qualquer instrumento, o animal cabe
prompianioute morto ; o que nunca succede n'ou-
tra qualquer parte do organismo, compreheu-
dendo o cerebro
Quando se quer dar a morte prompla a un
coelho, necessario dar-lbe a pancada atraz das
orelbas, para cliegar o sangue a exlravasar-se no
vital.
M. Flourens demonstra a sua tlicse sobre o n
vital por tres espericncias feilas nos coelhos
vivos.
1. Corlando com o escalpello toda a mcdulla
i tongada, se a seceo passa un pouco cima
di ponto, a litoral c os pulmdes continuan a
respirar; se passa um pouco abaixo, a face con-
tinua seus niovimcnlos das ventas e da bocea,
c tem lugar o hiato : se passa juntamente pelo
con tro, ou pelo nieio do V. da substancia ein-
zenta, eessa todo o movimento vital sbitamen-
te tanto na face como no thorax.
2. Separando o centro da uiednllaalongada
com um instrumento corlante de tres millimc-
tros de dimetro, appareee o mesmo pheuomono
segundo oinslrumento que separa a parte supe-
rior, ou inferior, ou juntamente o uieio do V". da
substancia cin/.enta, o qual nao o n vital,
mas serve-lhe de cobertura o indicc.
3. Separando a mcdulla alongada com um es-
calpello de dous giuiies, de pona cobtusa, c a
lamilla de cinco milliinetros de largura, repe-
ti ii -sc.o's mesmos plienomenos.
M. floreos tinba j profundado mais adianto
quo'ningiiem o niysterioda gernco, descobrindo
avssioula germinativa na vessicula de Gran*,
,r'qi al est no vulo que existe no ovario, que
' n'outro lempo se considorava como o verdadeiro
ovo, c que. verdaderamente nao mais que um
lercoiru envolucro.
Esta primeira dcscoberta j tinha tornado ce-
lebre o nome de M. Flourens, a do n vital lor-
uar a sua gloria iucontestavel.
Diz um jornal alloman, que se formou cm
Berln, e j conla numerosos membros urna so-
soeiedaie particular, que. usa as suas reunies
do opio para fumar. Seus socios pissam asnni-
tos estendidos em fofos ives, e vestidos mo-
da dis orientaes, abandonam-se aos sonhos pro-
duzidos pela planta embriagante.
arrendada por.....,
Rua'dolMaiias Ferreira
dem 1Antonio Mana de Miranda
Ser, casa terrea arrendada por ">^
dem 2Sao Pedro Apostlo, casa/J
terrea arrendada por.....
dem 3Irmandado do Ss. Sacra-
mento de S. Pedro Mari) r, casa
terrea arrendada por, .' .
dem 3D. Clara Maria da As-
sumpcao Sampaio, casa terrea
arrendada por.......
dem 6Santa Quitea da S, casa
terrea arrendada por ....
dem 7 A mesn, casa terrea ar-
rendada por........
dem 8Manuel Marques de Ulivei
ra, casa de sobrado de um andar
arrendado por.......
dem 9l.uiz Jos Gonzag, casa de
sobrado d 1 andar arrendado por
dem 10Jos l'elippe. dos Sanio.-,
casa terrea arrendada por. .
dem 11Mina Joaquina da Paixo,
casa terrea arrendada por
dem 12F.xui. Rispo conde de
Iraj, casa de sobrado do um
andar arrendado por ....
dem 13Maria Lucia da Purifica-
cao, casa torrea arrendada por
dem 14Recolhiraento da Concei-
co das freirs, casa terrea ar-
rendada por.......
dem 15I). Maria da Conceico
Comes M.iii, casa terrea arren-
dada por........
dem 16Tenenlc-corouel Fran-
cisco Hauoel Carneiro da Cunta,
casa terrea arrendada por .
dem 171). Tnomasia doAltahydc
de Albuquerque Mello, casa tur-
rea arrendada por.....
I*cm 18 Lomen-o I u-: miao Ro-
drigues, casa terrea arrendada por
inem 19Cosme Damiao Muniz,
ca*a terrea airen lada por .
dem 20Recolliiniento da Concei-
co das freirs, casa terrea ar-
rendada por.......
dem 211). Clara Maria da Asen ra-
pe, o, casa" terrea arrendada por
dem 22 l.ui/. .los da Silva, casa
terrea arrendada por ....
dem 23 Lidio Aureliano Bandei-
ra de Mello, casa terrea arren-
dada por........
dem 2 l.uiz Jos da Silva, casa
terrea arrendada por ....
dem 25.Br. lia.....d Filippe da
Fonseca Candi, casa terrea arren-
dada por.........
2450oO
7*3000
480OOQ
:i;$ooo
S-'JDC
1203000
1203000
|8Qg9M
OOfOOO
(89009
60JOOO
UOfOOf
f)O$0J0
72f000
M#00fl
opon
co.jooo
00500,)
6QPOO0
s falla a voz da verdade e na gratmu de que
V. ElO. credor iudespulavelmenO.
Si, collocado na humilde, e mais honesta po-
sic&o, em que me acbo poder prestar para adu-
nia cousa, V. Lxc. pode contar que ser para
mim prazer inoxplicavel.
Bevo tantos favores e de orden loo subida a
V. Exc, que nao me animo a continuar a agra-
decer-lite, taes sao, e tal c a ininha insuficien-
cia intellectual para dignifica-loa precisa o l-
gicamente.
Sou de V.tic. amigo obrigadissimo,
fomuldo Alces de Oliceira.
Becife, 28 de novembro de 1859.
PARA SUA HA68STADE IMPERIAL I.ER.
Os habitantes de Tamanrlar esparan que
S. M. I. se digne honral-os com sua presenta,
nao s porque acompanham a provincia no ira
menso regosijo de que se acha possuida por sua
augusla visita, senao porquo deseiaai que por si
mesmo possa S. M. J. examinar, e apreciar as
desvantagens que para a pobreza da trra resul-
3))
justo ucoBvemeiite ao iuierrssc publico, ierran- palavras em re-posta. .Nao a primeira vez
do os ouvidos rcelauaeGos, menos legitimas^ que a calumnia, e a maledicencia so ergutm,
e inosmo altendiveisde quaesquer interesses par- cheias de inveja c dsspeito, contra as repula-
ticulares. eoes bom firmadas: a raca dos calumniadores
O iiosso exforeo n a nossa lembranea um
vol de animaro cm favor de unta necessidade
palpitante do munieipid, que cumpre occorror
com a possivel brevidado, c confiamos em que
assim aconlecer para o heni estar a que tem
dfreito a populacho desla bella villa da provin-
cia, no.qual tamben se nleresse cordiafmante.
Cm Escdense.
Correspondencias.
MlTA ATTENCO (')
< A iayrulido um vicio conten
tiaturezo. Os uuimaes mesmos
a
Sr*
sao reconitecidos.
A iiigratido e aquillo que mais
fe re urna alma 110b re; i a maior
monmruotidade da naimeza.
Couselheiro Bastos.
Redactores : Sabem militas pessoas des-
e folicularia a mais fecunda do mundo, mais
os seus triumphus sao lio raros como de s.i-
tanaz.
A corrospondencia, a ijue me cfiro, contem
muilos fados allegados contra mim, nella posrai
nao se encentra um documento, ou prova de
qualquer especie, nem ao menos algum racio-
cinio, que possa quando muilo estabelerer du-
nda sobre o bom conceild de que felizmente
gozo. F.sta ausencia de provas, 6 a refutarn
mais cabal e piona das imputa-os que me
fa/em.
Sonheco perfeitamente o men detraclor, que
to vil quanto a propria infamia : elle tam-
bera muilo conhecido no Rio Crande do Norte,
que o fulmina com inteiro desprezo.
Assim pois me limito a protestar contra taes
calumnias, provocando e desaliando aomeu ocul- di
lou Ja concassao das G0O bracas de trra ptoxi i t-1 cidade, que os meus gratuitos inimigos, apro-
ma, que circula a lax'ma da fortaleza ilariuelle "i1";.11-88 ^' sabida que fiz para cobrar aluu-
^ 1 ... mas dividas da nimba casa
nome, a companbia da estrada de ferro au no desacreditado
Una, que alli existe incorporada.
Os liabilantos de Tamandar reconbecenlo,
que solicilude dd S. U. I. nada escapa, sup-
plicam-Lhe, que em tempo opportuno se digne
60*000
45J00i)
(8|MK1
Aicheologia a
circulo de Hatzeg, chamado Woin Musa, acllOU
na trra que lavrava una cadeia de ouro que d.f-
ta do tempo dos Romanos e que parece lersido
o ornato de um cavallo. O gabinete de anli-
ides il \ ienna comproa esta cadeia pelo
preco de 1800 llorins valor da Austria.
I'assageiros do vapor Portugal viudo da
Europa :Josac Ksnaty e 1 filho, Francisco Mar
tins de. hemos, Justino Pereira de Andrade, Dr.
Mauoel Oliveira, Dr. Jos de Mene/rs Vascoucel-
los Uiumonil, l)r. Brooks, John Oldredg, Wes-
lyom Phillips, Joaquim Jos de Andrade Lopes,
sua senhora e 2 criados.
Seguiram parajos portos do sul:Manoel Jos
Marlins c Antonio Joaquim da Silva Bastos.
tamgeiros do hyale nacional Santa Cruz
entrado de Camaragibc -Padre E. de M. do R.
Brrelo, Joaquim Francisco Sotiza e Silva, Ma-
noel Joaquim de Anuda.
I'assageiros do hyale brasileiro Inicncicel
sabidos para o Ass Simio Joaquim de Souza,
l.uiz Francisco de Araujo Pirado, Pedro Anto-
nio L.no Pereira.
Moivr\T.!n\i>F. do un 30 no courestf. :
Lrica Maria Joaquina da Conceico, parda, casa-
da, 20 annos, parto;
Luisa Maria, parda, solteira 30 annos, molestia
interior.
Arma Joaquina Manocla do Espirito Santo, par-
da, viiva, 58 annos, gastro interitc.
Joan los do Monte, branco, viuvo 82 annos, hy-
dropesicardete.
Joo. branco, 0 mezes, espasmo.
Flix, preto, escavo, % annos, diarrhea.
Hospital he caridad?. Existcm 67 ho-
mens, 53 mulhcres naciouaes:2 liomeus estran-
geiros, e 2 esclavos, total 121.
Na totfdidade dos doentes existem, 37 aliena-
dos, sendo 28 mulhcres e 9 homens.
Forara visitadas as enfermaras pelo cirurgio
Pinto ,1s 7 horas e 3, ida manha, pelo Dr. Dor-
nellas 6s 8 o. meia Iwras.
COLLECTOR1A PROVINCIAL DE OI.INDA.
I.ancamento da lcclmn dos predios
urbanos do districto da collecto-
ria iiue tem de servir no annn li-
mneeiro de flSSfr lHttO, c3u
collector llanoel Jos de Azcve-
do Asnorim.
Ra do largo do Amparo,
dem 11 llerdeiro de Maria Jos
dos Santos Pinheiro, casa terrea
arrendada por....... -5SRO00
dem 12.Mauoel FigueirAa de Pa-
rias, casa terrea arrendada por. 12O9OO1)
dem 13.1). Antonio Maria da Con-
ceico, casa tortea arrendada por. 360000
Ra da l.adeira dcMesericordia.
dem 1. Innandade doSantissimo
Sacramento da.Matriz de S. Pedro
Martyr, casa terrea arrendada por 72JOO0
dem 2.Manoel Ferreira da Silva,
Maia, casa terrea arrendada por. 72J000
dem 3.txm. bispo Conde de Ira-
j, casa terrea arrendada por 96j000
dem 4.Padre Manoel da Assunip-
cao, casa lerrea arrendada por. 72000
Idcni 6.Teiicntc coronel Francis-
co Manoel Carneiro da Cunha, ca-
sa terrea, arrendada por '.M->()'i0
dem 8.Joo de Barros Pimentcl,
casa terrea arrendada por. OOfOOO
dem 9.O mesmo, casa terrea ar-
rendada por........ G000
dem 10.Joo Pereira Soares, ca-
sa lerrea arrendada por .... 485OOO
dem 11.Manoel Antonio Moreira,
casa terrea arrendada por 485000
dem 12.Joto Pinto Queiroz, ca-
sa lerrea arrendada por. COgiOO
dem 13.Irmandade de N. S. do
Uuadeluppe, casa terreaarrendada
por.......... GOgOOO
dem 14.D Rosa de Viterbo, ca-
sa tenia arrendada por .... 76JJ000
dem 16.Antonio Maria de Miran-
da Seve, casa lerrea arrendada
por............. 36&000
dem 17.l.uiz Jos Gonsaga, ca-
sa terrea arrendada por. OOjOOO
dem 18. Herdeiros de Joaquim
Jernimo Serpa,casa lerrea arren-
dada por......... 1208000
dem 19.Conego Firmino de Mel-
lo Azcdo, casa terrea arrendada
por..........
Ra Nova. x
dem 1.Deoo Dr. Francisco Joa-
quim das Chagas, casa terrea ar-
rendada por. ......
dem 2.Recoliiimenlo da Concei-
co das Freirs, casa terrea ar-
rendada por ......
dem 4. Francisco Xavier, casa
lerraa arrendada por ....
dem [).Padre Jos de Jess Me-
nezes, casa terrea avallada por.
dem O.O mesmo, sobrado de 1
andar avadado por .....
dem 8.Jos da Silva de Miranda
Vianna, casa terreaarrendada por
dem lo.Joaquim Jos da Silva Lis-
boa, casa terrea arrendada por.
dem 11. Conselheiro Monsenhor
Dr. Antonio Jos Coelho, casa ter-
rea arrendada por......
dem 12.O mesmo, casa terrea ar-
rendada por
dem. 13.Francisco Joaquim Pe-
reira Lobo, e oulros casa de so-
brado de 1 andar arrendado por.
dem l Francisco los do Ama-
ral, casa terrea arrendada por .
dem 15. Padre Jos Antonio dos
Sanios l.essa, casa terrea arrea-
dada por.........
Ra Nova.
N. 16.Sanlissimo Sacramento da
S, casa terrea arrendada por
dem 21ConegoMarcelino Antonio
Dornellas, casa terrea arrendada por
dem 22Rerolliimenlo da Concei-
co das Freir?, cnsa terrea ar-
rendada por.......
dem 230 mesmo, casa terrea
camponez do Tosted, dem 26.Joaquim Lopes de Al-
meirja, caso terrea arrendada por
dem 27 Pirmina Flores Ferrei-
ra, casa terrea arrendada por. .
dem 28 Francisca Xavier Car-
> nciro da Cunha, casa lerrea ai-
dada por. ........
dem 20Joo Pinto de Queiroz,
casa terrea arrendada por .
dem 50.loaquim Jos da Silva
Lisboa, casa Ierre,: arrendada por.
dem 31.0 mesmo, casa terrea ar-
rendada por .......
dem .'!2. Francisco das Chagas
Salgueiro, casa terrea arrendada
por..........
dem 33.Filippe Nery de Barcel-
los.casa terrea arrendada por .
dem 34. Francisco das Chagas
Salgueiro, casa terrea arrendada
por..........
dem 35.Jos Ignacio Xavier, ca-
sa terrea arrendada por .
Ra de Mathias Ferreira.
dem 3G. Exm. hispo conde de
Iraj, casa de sobrado de um
andar arrendada por ....
dem.37Conego Dr. Manuel Tho-
maz de Oliveira, casa de sobrado
de um andar, avahado por
dem 38. llecolhimenlo da Con-
ceieo das freirs, casa lerrea ar-
rendada por.......
dem 39.=D. Hara-da Conceico
Conos Maia, casa lerrea arren-
dada por........
dem 40.Antonio Vctor de Mel-
lo, casa terrea arrendada por. .
dem 41.Convenio de Nossa Se-,
nhora do Carino desla cidade,
casa lerrea arrendada por. .
dem 2. Exm. hispo conde de
Iraj,casa terna arrendada por.
dem 13.O mesmo, casa terrea
arrendada por.......
dem 41.0 mesmo, casa tenia
arrendada por.......
dem 15.O mesmo, casa lerrea ar-
rendada por........
dem 47.Recolhimento di Con-
ceico das Freirs, casa terrea ar-
rendada por.......
dem 48.Jos Elias de Vascon-
cellos, casa lerrea avatisds por.
dem 49. Jos Marliuiatio Caval-
canli de Albuquerque, casa de
sobrado-de um andar arren-
dado por........
dem 50.Conego Vigario Joo Jo-
s Pereira, casa de sobrado de
um andar, arrendada por. .
applicar a sua preciosa attencao para es le as-!
suinpto, de que podendo alguns especuladoresj
auferirem lucros extraordinarios, sem duvida al-
guia procederao completa ruina de multas
familias indigentes alli estabelecidas, e o em- (
peioramento da so 1 le do rnuitos orpbos e viu-!
vas, cuja educaco e futuro esto ligados a al-
espalharau beatos
res do estado do meu negocio, o
que na verdade me acarretou muitos c serios em-
baraces. Em tal eslreitesa me enllocaran], que
me resolv a patentear aos meus credores todas
as miiibas ledras c esciipturacocs, alim de os
tranquilisar.
to inimtgo que se assigue e nppare.a de pu-
blico, assitn como que aprsente qualquer pro-
va que possa adquerir contra mim. Em quan-
to isto nao fi/or, suas asscrcSes sero conside-
radas como falsas e mentirosas, e seu autor
como o homt m mais indigno da sociedade.
Recife 30 de Novembro de 1850.
F. ancisco Xavier de Meiiczc-'.
Alfandega de Peni-'inhuco '10 1830.
O erriv'o,
Faustino Jo*? din S :ii'o.<.
Importneao
Piaren ingleza Floting Clnd, viuda de Liver-
pool consignada a Johslon Pater& C. monift s
lou o seguiute :
100 barricas rervoja, 00 Bjigos e 1 cesto looca,
6 fardos e 5 cotias teeido dealgedo.l caita ha-
les de la e algodo. 3 ditos cordoes, 1 dita vi-
nagre, 50 liareis de manteiga ; aos consignata-
rios.
55 limell.ulas earvo, 50 barra manteiga ;
Scotl Wilton A C.
47 fardos e 5 calzas leeida de algodo, 5 ca
xas eiales -de dito, 10 ditas linhas de lira, fi
caixas Incido de la; a Rocha Lima & liuimare.s.
(i barris esUHiho, 50 hairieas resina, 2 diU>
i irvo vegetal e mineral, 1000 lyjollos, 1 bar
barro. 33 fardos e i cautas teeido de algn-
2 caixas fogocs de ferro : a Barraca 4 M*--
Publicares a pedido.
Nestaconjunctura son chamado pelo Sr. leen* I I SI"! 11 l,'iTlIH' 1M1M lllll
c-coronel Joo Vieira de Mello c Silva, que ale A 3l 1A"M1-4"L "' L,UAL
t
ontao, era por mim considerado como amigo
muilo especial. Obedec ao seu chamado e ape-
nas diego a sua casa veio elle receber-me cm
transporte de amizade, e abraeando-mc esfreila-
niu amigo, ois che-
mente disse-me; Sim, me l>
gada a ocensilo de eu Ihe ir pagando os grandes
.favores que lhedevo: mandei-o chamar para
ma porcao de terreno 84f006
o^ooo
603000
120S000
72-?000
18^000
725000
GOjsooa
96^000
120800$
38*40.
38|400
72J000
O3OOO
1203000
361000
I8|000
(89000
300720
GO.Ono
83OOO
isgooo
8f000
fidjOOO
72#000
72-jOOO
meajao de que querem desaaproprial-os ; terre-
nos estes que esto na posse ha mais de 170
annos.
Tamandar 22 de novembro de 1859.
0 PACO IMTOVT>9 RECIFE,
considerado sofo o ponto m vista
ltistnrieu.
Que de gratas impresses assallam nosso es-
pirito, que de serias rcllexoes nos suggerem as
para
com os seus credores, c continuando com o seu
discurso todo de gratido e verdade, concluio
pedindo-me que Iheentregasse as minhas letras
e papis uleis para a cobrauca, porque elle ia
comprar 1 minlia loja ao Sr. Cibson, com quora
j se havia entendido, o que concluida a com-
pra elle me entregara o meu capital protegen-
do-o 011 na cobrauca das dividas. Desta vez con-
cluio o Sr.- Vieira, piovo o quanlo lhu devo, e o
quanto Ihe sou grato, pois sou seu verdadeiro
amigo.
Arredilando pamente no quanlo n.e di/.ia este
di re.entes victss.tudes e repetidas aaialiOeacoes homem original, pois alm das suas adocicadas
porque ha passado o palacio vellin de Pernam- palavras que por mim dara a propria vida, en- i
buc.famoso receptculo do bom gesto e s.....p- | ireguei-lhe todas ,s letras e documentos da mi- :
uosulade, da gala o magnificencia, da purpura
magostado !
E quem, nesta quadra gentil de llores p, sor-
risos, de prazeres o perfumes, quando 8'J mil
boceas exprimeui una s idea, um pensainento
geral e nico ; quando nosso respeito cnrAa
toma as proporgoes de 11111 culto fervoroso, o o
eulhusiasmo do povo um frenes convulso ;
nao estimar conhocor o histrico deSBO mora ira-
vel edificio, que, alravessamlo os spalos, em-
balou esla cidade no seu berco da infancia, acom-
panhaudo-a depois em sua adolescencia, e assis-
lindo boje a sua virilidade desse palacio que
vio as guraees surgirem, Qorocerein, e suini-
rem-se depois nonada da vida,reeolhendo-se ao
jasigo de sua perpetua morada ; dosso veneran-
do palacio, emtim, cujo tecto serve actualmente
de. abrigo ao nosso Sabio e Juslieeiro Moiiarcln, o
Augusto Filho do Fundador do Imperio, seu Per-
petuo Defensor, e Excelsa l'ilha dos Cesares,
Fnrinoso l.yrio de aples, Candida Violeta da
Italia.
Pois bera, sirva o que ha de bom em nosaas
tcncoes de generosa deaculpa ao que ha de
mo ueste artigo, quer no desaliubo da phrase,
quer na imperteico do trabalho; j em rea o
si mesmo, o j em relaeo ao titulo que nos
aprouve dar-lhc.
Po no actual Paco Imperial, edificio c"e feiiu-
ra bollan loza, conhecido na historia por Palacio
das Torres, em virlude dos torredes quo o afor- 1 |j,03 j
inoseavam, e cstavara assenles em seus qualro
ngulos ; onde habitou, ha mais de dous sec-
los, o hbil e intrpido cotilo de Nissan, de es-
trale real, governador que foi, por parle dos es-
tados da Hollanda, destas tenas por suas armas
conquistadas.
Sim, foi nos saldes do Paco Imperial do Reci-
fe, conspurcados enlo com a presen a desses
vndalos devastadores, inimigos jurados da reli-
giao de nossos pais, que esses avaros mercade-
res delinearan! a conquista de lodo o norte do
Brasil, c uonceberam o atrevido projecto de fa-
ser-nos seus colonos, c de tirmareni-se para
sempre nesta trra de hroes, que to boa li'-i
Ibes den, escarnienlando-os para sempre, e alu-
zando .....nudo estupefacto indo ralor de um
punhado de bravos desampara los pela nretro-
pole.
Foi nesse palacio, habilaco dos antigos
vera adores, e capitesgen"faes dese-
nlia casa para ce fazer o seu negocio, o nesta
1.....nsio perguntei-lhe que deslino dara.elle s
leltras se au eflectuasse a sua pretenco? A is-
to respondeu-me o incomporavel amigo Joo
\ ieii.i que s me as enlregou a mim pora o meu
bom amigo (suas palavras) ir entenderse com
seus credores e.salvar a sua reputdco compro-
meltida. Dada esta resposla retirei-rae tranquil-
lo
Liso que comigo praticou o meu bom amigo,
es-e amigo que somonte preverla a sua gratido
a quem tfvesse pressa de ser enforesdo e houves-
?s preciaio de um carrasco.Apenas depossel
das minhas letras vai ao Sr. Gibson Ib'as entre-
ga dizeudo que eu lb'as mandava, e em conti- [
nenie vai com o seu sogro o poriuguez Antonio :
Domingues Pinto dido, pro;.rielario da casa em que tenho minln
loja, e ollVrrco-lhe 2:0003000 passar-lbe escrlplura de arrendaroentn da casa
por nove anuos, pagando elle por cada anuo;
l:20i)?.ono rs !! O Sr. Joaquim Candido despe-
que
dio esses dous ambiciosos com a dignidade
Ihe propria.
Era plano desse meu bom amigo, desse amigo
nunca assaz despresado, que se me abrisse l'.l-
lencia alim de que elle, j de posse da casi cm
que est a loja, podesso comprar as dividas da
casa por pouco mais de nada, erguer-se, e fazer
irluna cora a minha desgraca, c dos meus fi-
Era sobre taes alicorees que este hornera
inqnaliflcavel quera fundar o lidiculo edilicio
do seu orgulho basolio. e pagar-me os grandes
favores que elle mesmo confessava dever-me, e1
deque muilas pessoas o sabem !
Nao porm limito de admirar que esse indi- :
viduo houvesse platicado isto comigo, quando
ao lllui. Sr. Manoel de Souza Lelo, que o lirou
do p e da almocrevagem. se acaba elle de de-i
ciarai iniraigo .l est alTcilo em morder a mo '
bemfeitora e a minha que se me estn da. Quera,;
pois, precisar de um traidor ingrato, j sabe;
011 le cuco iir o maior dell'es.
B o que e diz.era do seu muilo digno -
o meu vis
nun
le Ihe tenho dado provas
O S5t. X>. PX>0 XX.
EM SUA FELIZ CHEGADA PERNAMBI CO.
Soneto
Depois da independencia, eis surge o lia
Por Pernarabuco tanto suspirad" :
Do lidardas paixes termo ladado,
Aurora de um porvir de grao valia
" fulgor do sen sol nos alnniia
Ha inlegridade o laco eterno dado
K ante o monareba o Norte extasiado
Compr'hender liberdade, e Monarchi '
Che ;a, v, Felicita, ob T Segundo
Defensor do Ten povodes d'o berco:
Tu, cm quem olhos lita o novo mundo !
Jrr.\ Cliristo assombro do universo '
Adiaste Pernambuco um co jocundo,..
." isto 11.ce 11 idolatra, excede ver- 1!...
[Por J' ao Baptislu de '(i.
A- S. H. i.
IXTerette um seu humilissiiiii>^ pue-
ril c innofcuto suliilito cm si^unl
le liuiiiildude, veneraeo, e res-
peito a tito Alii^uauimo Monar-
*lia,que Hieden a oais disfinvta
e subida honra de interroga-lo
orno dissip'lo d'aula puEdii-a da
Boa-"Vista.
Condissip'tos amados an'c nos temos
O Me'.hor dos Monarchas que ha no mundo !
Excelso Imperador Pedro Segundo !
A Sua Augusta Mo todos bejemos.
Agora Senlior contentes
Por Vosss conservaeo
Aos Cos enviaremos
Cnticos do coraijo !
Apegar do grande esmero
Que por nos o Mestre tem"; \)
Nossa idade pueril
Na vos sabe dizer bom
Abencoai, como Pai,
Vossos filhinhos, Senlior
Elles s terao amparo
Se ti ver era Yosso amor.
C. .1. S.
[Contiauar-se-h r]
50{?000
Communicados.
Lis cutre nos o nosso dislincto amigo o len-
te Berardo Joaquim Correa, deixando sua se-
nhora livre da terrivel enfermidade, de que se
achava affectada, e em perigo de vida.
Os seus numerosos amigos anciosos o aguarda-
vaiu, e ri-lo ntrenos, para mais urna vez apre
ciarmos ossens talentos, c a sua ainavel esyra-
palhica companhia.
Agora que podemos afirmarqii" a sociedade
do Apollo dar o seu espectculo em honra da
feliz chegada de SS. MM. II.; era s esse bri-
llianle luzeiro que faltara para com o esplendor
do seu talento animar aos outros, c dirigir-lhe
em seus trabalhos", porque o nosso amigo in-
questionarelmenle preciosidade artstica .decele-
rado mrito, um genio como os ha poucos.
Estas phrases nao sao quennadas na pjra da
lisonja : ao contrario a lingnagora ingenua e
pura dictada pelo coraco, o quem de porto o
conbecer, fai'-lhe-ha justica, prestando homena-
gens de, respeilo aos brilbantes laivos de sua vo-
cacao artstica ; e desde j podemos| ssegurar,
que'o espectculo desse da, que breve radiar,
ser um padro de gloria, que eternisar a so-
ciedade de Apollo, esleriolvpando em immorre-
douros caracteres os nomos de seus socios.
Felicitamos pois ao amigo ola sua feliz Che
gada.
O Amigo~Sincero.
'10 Antonio Domingos Pinto, a quem
a fiz mal, c anteso tratara co.m amisade, do
e tenho dado provas '!'.... L o conselbeiro
lo seu bom genro, a ijiicm ensina, como mestre,
esses planos comnierciaes Equercm que nao
J.....W., bvimuvibnKa 1- quereu) q
-1 rae queixe de portugueses, que ainda acham
que
le-
le ve a
ascapitanias, fensores, como um pobre brasileiro
-1 ,^r conservado intacto para domo sem ceremonia ded.zer. que os portugezosteera
aode nossas passadas glorias, que o goror- ajudado a brasileiros m, commercio !! ntrela.,-;
to nao me apontar esse animoso defensor um
PRACA DO RECIPE I?) OF. MOVEMBBO DE 1859
AS TRES HURAS DA TARDE.
Cotaroes Offlciaes.
Descont de letras9 e 11 0/0 ao anno.
Algodo de Macei =8$"00 por arroba posto a
bordo.
Cotacdes ofDclaes no da 29 depois das 3 horas ;
da lardo.
Algodo de Macei = 7y800 por arroba poslo a
bordo.
Francisco .1f /ie--' de Almeid /
Secretario.
deiros.
26 caixas p 21 fardos tecido de algodo, 1 cai-
za dito Ue linho : a James Crablreo & C. 1
701) paes de barro, 8 feives teo, 1 <> quartoUss
cal, 1 (ronco de |madeira, 1 bigorna, 7 banic-i-
oleo, 1 cala brralas, 1 peca cabo de rame.
86 volumes materiaes paraeuso da fabrica di.
gaz, 76 ivivrs cano-, \\ baraasde ferro, 2 caisas
vestidos, 2:( lardos e 2 caixas teculo de atgedM ,
a lloslron Hoocker & C.
'J caixes torcidas paia velas, 1 barrica a 3 cai-
xas ferragens, 1 barrica vidros, irJ cestos batata;
a .1. A. t. Dias & C.
50 batris manteiga ; a Ferreira & Hathetis.
1 caira roupade uso ; a t'lios RroelisbuAh.
jaivas linhas de algouo; a Rain Siamtlou.
27 caixas fazendade modista ; a E. II. Wyatl.
'2 torneiras ; a D. W. Bawman.
fard islona, 3 caixas e 25 fardos lecidos d
in ; a Paln Nash & C.
lo barris e 2 caixas ferragens, 1 casco-obras de
funileiro, 7 caixas linhas do algodo ; a Patente
Vianna & C.
103 barricas soda. 10 raizas linhas de algodo
100 ditas 200 meias passos, 2 caixas o 6 fardos
tecido de algodo, 2 caixas chapeos de sol de.
seda e de algodo : a ordera. "
21 raizas fa/enda de la, 2 ditas .lonlha deat-
godn : a II. Bruno A C.
50 barris bnnteigas, 22 caixas cha; a Sauriden -
Brothers A- C.
1 fardo linhas de algodo; Caminha & Filho.
/0 cestos formas para assucar. 1 dilo amostra.
10 barris cobre, 10 lardos tecido de alsodo
C. !. \sl!ey ft C.
lOgigos louca ; a D J. ti. Araujo.
111) laxas de ferro, 8 feixes, 8 caixas, C peea-
soll is t|o. ferragens, lo eaixas tecido de algo
dao, 1 dita amostras a Braga Silva ; C.
1 caita drogas, 1 dita artigos do botica,2 bar-
ricas pos de sapalos ; a B. !'. do Souza.
55 tardos e 10 caixoles tecido da alzo
fardos de la, 3 caixas miud
telle & C.
1 caixa tecido de linho, 120 feixes de ps, 10
barricas e caizasferragens*, 5caiias lio de e-
lopa, l'banica vidro, 1 dita folies e ps, 5 bar-
ucas pancllas de ferro ; a Isidoro W,.llidari.>
7 volumos miu lozas 1 conlas ou vidro ; a Mel-
lo Lobo 1 C.
1 caixa louca ; a John Rostro.
1 caixa tecido de la, 2 ditas dito do algodo
a A. C. de Abren.
i b micas ferragens ; a Ran ier lrandis.
2 caixas queijos ; a J. C. Keres.
2 caixas ditos e 1 dita biscoUos, I bairca potes
de sal, 2 caixas tijnllol ; a F. .1. Lciie.
1 caixa queijos, 2 ditas presuntos, 1 dita mus-
anla. 3 ditas conservas; a J. Fernandos Lina 1
2 caixas presuntos. 4 ditas queijos, 1 dita bis-
coilos ; a M. J. do NascimentQ.
20 feixes ps, 1 caixa linhas de algodo, 7
chapas d cozinha, 2 barricas tampas, 50 peses
de Ierro, 10 feixes folhas, 12 chapas, 23 barri-
cas el caixa fenagem. 1 barrica grade ferro,
100 fugos dito, 1 bar rice grande para ditos, 1
harnee lampas, 12 chapas de cozin ha, 12 porta*
e caizilhos para dito, 16 barris oleo de linhaea,
lo caixas camas de ferro; a S. P. Johnston
& C.
12 caixas tecido de ubn.5 fardos ditos de al-
lo : a Aderasen Howie <'.,
30 chapas de ferro ; a C. Slarr & C
i 1 caixa Ireui de uso ; a Alped Torres.
:. i barris manteiga, 31 fardos e 13 caixas lt-
de algodo a Jamos Ry Ier & C.
o) barris manteiga a Southal Heltors& C.
1 caixa esleirs, I dila pecas de algodo c la
a .1. Keller & C.
Err.brulhosde amostras; a diversos.
CONSULADO GERAL.
nendiraenlo do lia I a 29 2r'J:lo15 1
dem do dia 30
odo, 2
Au bweir-
DIVEKSAS PROVINCIAS.
120-000|
60000
8000
83OOO
lOOgOQO
60$000
185000
lo Illiii. e Exm. Sr Dr. OctavHtno, digno re-
dactor e proprielario do Correio kercantil.
Me corre a obriga ;o de agradecer ao F.xm. Sr.
Br. Octaviano es valiosos serviros que me pres-
in quando r.stlve na corte tratando da soltura
do Sr. Francisco Pedro Vinagre.
_ Acha-se aqu este digne represntame da.na-
co, e illuslrado escripior : .;, romo oulra cou-
sa nao me dado preslar-lhe, quero ao menos
60^000 demonstrar alta e solemnemente a Del gratido
que Ihe consagro.
as dilculdades cora que luctei para dar a
liberdade ao Sr. Vinagre, enconlrei no eminen-
le escrlptor do Correio Mercantil franca e inge-
nua coadjuvaco para explicar pela imprensa a
qucslo.
Dirigi h,-me" a elle para pubricar una e.xpo-
sico do Sr. Vinagre, e fazendo-lhe sentir que
tinha ido ao llio de Janeiro fazer um favor, nao
hesjtoo, com franqueza prestar-me, seu iinpor-
tanle e conceiluado jornal, para publicar o que
i quizesse. Depois de hacer alcancado a permis-
48>000 sao, perguntei-lhe quanto devia dar-lhe, ao que
j responden, que cousa nem ninaque seu ior-
72-0.M) nal eslava minha disposico !
(.luando eu luclava braco a braco como poder.
enconlrei no dislinclo Sr. Dr Octaviano um au-
180000 xiiio poderoso para expor ao pai/. 1 ao monar-
I cha quanlo se viola a justica c o dever: seo or-
'in.sijOO nal, pois, foi poslo a minha disposiqo para dis-
: cutir o longo sotl'rimeiilo do Sr. Vinagre.
Perores de ordem tal, nanea pdera sor es-
1 ijOOO quecidosficam gravados ie.delevelmente.
Carcter to praslimoso, digno de ser conbe-
1 ido, visto como as eminentes quilidades que
38JO0O o ornam, nao deve pasear desapercibidas no
1 mein da agiotagem da poca.
Sr. Dr. Octaviano ; nao costumo rendor vas-
salagcm a ningiierana humilde posi.Ao em que
Vivo, nao soube al o presente queimar incens :
tenho sempre sabido ser gralv e respeitar o m-
rito, ende querjque el'e se ache. Portante,
96JOOO
[89OOO
nador Jos Cesar de Menczcs, S'Mihanto com ri-
quezas fabulosas,n'elle enterrad is petos hollandc-
zes, fez brbaramente demoltr, segundo Iradic-
eo, toda a parte do mr-smo palacio que so ns-
tendia ateo lugar que ooeupava a anUga coxia,
transformada agora em cosinha.
Esse mesmo palacio passnu depois a sor o
Real Erario, e foi tambora nelle, que resoou cm
muco de 1817 o primeiro grito de independen-
cia, era que se delinearam to gigantescos pla-
nos de prosperidade para esla provincia, os
quaesno poderam enlo vingar, porque a esta-
co poltica, e o nosso estado de civtlisacao na-
quellapoca, nao eraiu ainda bastantes' azados
para receber c abracar to nnbre empieza, o
porque sobre ludo, falt'ou-nos o braco eo coraco
de um Principe Magnnimo como* o Immorl il
Pedro I.
Foi igualnienle nesse symbolico palacio, que
em 182 projeclou-se, e chegou-se a realisar as
accommodacoes neeessarlas para nelle funecio-
nar urna nova assenibla geral legislativa no
caso presumido deque na corte do Itio de Ja-
neiro se nao podesse reunir a assemhla que li-
niia de substituir a constituinte, que em 1823
fra dissolvida. sendo emo o Brasil salvo do
chaos da anarehia pelo nclito Monareba que
presidia os seus destinos, com a conessao de
urna carta constitucional, ain la mais sabia e li-
beral que a projeetada pela sobrodila consii-
luinte.
Foi aind 1 nesse palacio que funecionou o tri-
bunal da relaeo deste districto, al que, acban-
do-se bastante arruinado leve o F.xm. Sr, Fran-
cisco do Bego Barros, ento presidente desla pro-
vincia, de o fazer reparar; e taes foram os cui-
dados e diligencias que etnpregou em to lou-
vavel empenho, que em pouco tempo vimos sui-
girdaqueile enligo edilicio um novo palacio, de
melhor architectura, e de mais vastas dtinensocs :
0 qual nao foi ainda melhor per causa dos pou-
cos recursos de que poda dispr o mesmo hs'm.
Sr. Francisco do llego Pinos, boje visconde da
Boa-Vista.
Finalmente, nesse mesmo palacio do lanas
Iransformacoes, que se acha boje collocado o So-
lio de um Prncipe Bragantino, do Filho de Pedro
o Crande.o nosso Sabio Monareba o Senhox
I). Pedro II, e sua Augusta Esposa a Virluosa
1 rape ratriz do Brasil.
/;. de n.
A villa da Escada edificada como as di m -
antigs villas c povoaces sobre montes, .-
situada em una eminencia, onde se respira de
um ar puro e lino, e se gosa de una vsla apra-
sivel. oda amenidadedo rio Ipojaica quebauha
as faldas da colina, e d maior realce e serven-
la a os seus habitantes.
Elevada a cathegora de villa, no estado (ls-
cente, o sen progresso pan dos mais ni:
por se adiar com soll'riveis casas, bellas ras,
largas e espaciosas, e de esperar um futuro
lisongeiro : Com ludo a mo artificial precisa
regular o aceto e boa ordera de sua cdiQeaco
de ora em diante, tasando chamar ao alinlia-
meulo aquellas casas que esla o lora delle, bem
como o aiougue e duas casas lateraes, e faz-las
lecuar convenientcrnenle ; assim com 1 -
possivel desapropriar a casa conjunta ao lelbei-
ro do mercado, e terreno devello immedin-lo,
edificando sobre ambos os lerrenos o mencio-
nado telhero, para que d em suas extremidades
transito aspacoso do pateo da feira, para o da
cadeia ; o que som duvida ieab;aiia mais aquella
villa, e dara mais commodo ao publico, t^ seus
habitantes.
De prsenle h um cslreilo e acatthado Iransi-
le ilns referidos Pateo das lenas |iir.i o dj ca-
deia, que fica entre o mencionarle telhero do
mercado, e a indicada casa, que por isso nu se-
ria milito fora de proposito que lllm. cmara
municipal daquella villa tomasse em eonsid re-
cae o expendido, alo ; desapropri*do a m*s-
ma casa 1 terreno, e mais nutras era sua direc-
co, se julgar necessario, pievinindo um futu-
ro n.ais oneroso aos nossos vindouroo; preve-
nindo em sur. sabia deliboraco o que fot Binis
Rendimento do dia 1 a 20
I :-'m do dia 3 I
t.77j.i;
25:6130687
17571079
69J3LI
s brasileiro protegido por portuguez, que, com
honrosas axeepces (romo j mostrei de oulra
vez) todos cavam a ruina dos brasileiroscorjimor-
ciantes. Porm 1 maior miseria que achem
brasiloiros para defensores c comparcas, como
2826JS22.
DESPACHOS DE EXPORTACAO PELA
DO CONSULADO DESTA CIDADE NO
29 Di: NOVEMBRO DE 1850.
MESA
DIA
sao 1) lal correspondente O o meu bom amigo ioho 0 de 6 mezes e toma dinheiro em'cunta
Vieira de Mello e Silva.
Reliro-me nesta data para o serlo
minhas dividas; assim pois, qualquer resposta
que me seja dada ser devidainente retorquida
na minha volla. O respeilavel publico que sel
aguarde, no caso previsto, para 3 minha oulra <
vez.Sou Srs redactores,Domingos de Souza'
Barros.
Senhores RedacloreiNo Poro n" 213 de 1
de Outubro do crrente anuo, vem estampada j
urna correspondencia asslgoada pelo pseudony-I
rao-Um Rio Crandense na qual toda a casta
de injuria, docstos e calumnias sao dirigidas !
contra mim.
Por amor ao publico smente, e aos meus'
amigos que me apreciam, deseo a di/.er duas
Por todas as cousideracoes eonvem, que de
urna vez para sempre se deponha essa preven-
cao, que ha contra eslrangeiros, o principalmen-
te contra os porluguezes; prevenco que faz-nos
PKRIAMBIJCO.
EM 20 DE NOVEMBRO DE 1850.
O Banco descea na presente semana a 9 0/fl
ao anno al o prazo de 4 me/es, e a 10 0 (| ate Liverpool=Barca ingleza Olinda, Patn Nash &
ren-j C 56 saccas algodo.
trazo Baliimore=Brigue inglez. Elisa Crcive, John.
Ion Pater ; C, 200 saceos assucar raascavadu.
RENDIMENTO DA Ml.sv DO CONSOLADO Dt:
PERNAMBUCO EM TODO O MEZ DE NOTEM-
370:776J993 BRO DE 1850.
11;793#753 Consulado de por 0 11 2U178J817
I les simples ou com juros pelo premio
a cobrar 1 que se convencionar.
ALFANDF.UA.
Rendimento do da 1 a 29 .
dem do dia 30.....
301:57O$746
MOVIMENTO DA ALEANDEGA
Volumes entrados com fazendas 295
com gneros 1 U:
Volumes sabidos com fazendas 128
< < com gneros 266
1,158
passar por semi-barbaros para com a Europa,
muilo mais para rom aquelles povosque nao nos
conhecereiu a fundo, a que enlo apenas nos
avaliam na conformid 1 le desses ditos vagos de
um ou oiiiro inconsiderado.
o Brasil ha precisan do populado pan o cul .
livo de seu extenso e frtil solo e de todas as
parles donde nos pode ella vir, a preferencia
compete sem duvida a Portugal pela homogenei-
dade que ha de linguagein, retigio e costumes
eulre os dous povos, que se perdeni n'um s
tronco de familia.
Nao lia portuguez algum to desassisado que
Ihe passi: pelo cerebro a idea de dominar o Ora-
sil ; esta una illusao com que se cosluui.iva en-
trelcr aos homens simplorios, mas que de pre-
sente nao faz mais iniprio
Nao cooipleheiideiiios piulanlo, porque quero
Sr. Domingos de Souza llanos allribuir aos com-
merchuites porluguezes os obstculos que sobre-
vieram sua casa commercial.e tanto mais quan-
lo nao apona um fact, nem indica um nome,
tratando apenas de um que por supposico sua
influio para que u seu amigo o Irahisse Nao
devemos porem omiltir que esse amigo tinha e
tem posiqo propria,.- que conseguiutemente es-
lava no caso de nao deivar-se influenciar por
ouliem ; e assim avalie o publico o peso da ac-
cnsacao que feita pelo Sr. Souza Barros.
11 l'ioi ezitodas pessoas que evercema profis-
so de coi ii 'reanle, alem ib' outros causas li-
ga-se principal me u le sen ra economa as dos-
nozas e nao arriscaren!-so .1 esmo os fundos
liavidos rredilo em iransaccoes.idas cujo resul-
tado esi.i seiupie sujeilo grandes cqntingen-
cias ; e entre estas pode-se qualiflcar o baldo
de liar-se grandes soinmas para o interior da
provincia, mjos pagamentos sao sempre ncerlos
e Impontnaes.
I., pois, 90ido filhosdo pai/ a rom longa or-
tica do coniniercio, du que ja ftzoiuos \ ida habi-
tual, nunca descubrimos essa preconisada guer-
ra, tend a.les sido lesiiunuiiias du contrario,
conheceinos brasileiros que como o Sr. Barros,
acbam-se cun lacados no commercio, e que ail-
los disso pensando como esse Sr., boje pnnsam
diversamente, reeonheccm o engao, e verificara
por si ,-i inezisteneia dessa guerra apregoada.
Nao des onheienios que em lodos os lempos
lenliam existido ambiciosos, que desejeui o esla-
1 docimento dos outros ; mas, nao por um ou
nutro nieiiibio que se dte julgar de urna corpo-
raco toda.
Reflt'Cliudo o Sr. Souza Barros no seu proce-
der para rom os Porluguezes, estamos que refor-
mara o sen juiso, e ira procurai a causa de seus
obstculos c.....merciaes n'oulra fonte diversa
d ssa por elle apregoada.
Os f'dactove.-.
39
Descarregam hoje l."de dezembro.
Vapor inglezStanleyfazendas.
Barca inglezaFloating Cloud fazendas.
Barca ingleza1). Aunacanos de barro.
Brigue inglc7=Mary Wier=:carvo.
Briguc hamburgiiezLucio Carolinefazendas :
Hiato americanoJohn Grefath farinha, cha
e brou.
Barca americanaReindierfarinha de ir
Brigue inglezaJames llullearvo.
Brigue ingle/.I cenebacalho.
Barca ingleza^Tasso dem.
Patacho suecoHoppilearvo.
RENDIMENTO tA ALFANDEliA DE PER-
NAMBUCO NO MEZ DE NOVEMBRO DE
1859.
Imporlacao.
Direi os de mporMC/V) para con-
sumo ...............535:6)9531!
DiU.g oe b par os portes do imperio .... 79OOO
Expediente dos gneros eslrangeiros
naveeaduspor eabolagem livre da
direliu il couom.......... s!:i9698i7
Dito do p.iiz............ I:li">7."5!)s7
Du.. livrrs.............. '>27949
Armazenagem das mercadorias 700-5>2:i
Dita da pulvora........... 2173000
Premio de assigna-loi........ H.V86t)
Interior.
Mullas............... 67?)SI8
Sello do papelfis<.......... 23&040
Pruporcianal............. IQ^VlO
Imposto dos despachantes...... 12500
I) 10 aoa njuitaiiu* do* ilespachaiitei l>>OJ
Knioliiiiienlos de cerlides...... 2J5!)0
l'eilio de timlosdus Ancoragem..... t:481g4O0 - 1 1 1001 1
Direilus de 1. por ecuto
das embarcaedus es-
trangeiras que passam
0 nacionaes. i
Ditos de "> por cenlo na
compra e venda das
embarcacues. 1:571 .
Expediente da capatazia. 702500
Multas....... SjOOO -
Sello lixo e proporcional 39S07H
i cilio de ttulos de rai-
xeiius despachantes. 21400
Emolumentos de certi-
docs...... 295600
2o:6l3S687
/) rers is prortncta
Dizimo de diversos g-
neros do Rio Crande
do Norte..... 252JT380
Dilo dito dito da Para-
laba...... 927$133
Dito do algodo, assucar
e couros da dita.. l.-36i$579
Dilo do assucar das xla-
goas..... 2853330
2:826fi22 2S-440gli
tilo*.
ultimo
Em bataneo no
de outubro. .
Entrado no correnti
mez......
s ihidos......
Existentes.....
5960582
-------------- 596D5&I
... 160880
. 54|703
Mesa do consulado de Pernambuco 31 de nu-
veuib.i.i de 1850.Pelo escrivo o primeiro es
capturado, Joo Francisco Regs Onititella.
RhCEB Oitl.v |)E RENDAS INTERNAS
CEI \rs DU PEIt.N vMBUCO
ilendimenlo 1I0 dia 1 a 20 2():090db*2i
dem do dia 30...... 1:0438452
/'., traordinaria.
It caita eventual
II-
:('l:.>7i;-?7iO
5*100
39t:57ja8i6
2I:134$076
CONSULADO
Rendimento do dia 1 a
dem do d;a 30 .
PROI INCIAL.
29 .
a a* ;eguntes -
Dinheiro
Assignados.
Deposito/.
no uli un
Em bal mi;
nulubro .
Entrados no carrele
Sabidos......
37ti:lii.-is;j
l'5:428986(S
IO:il.'.>2iH
46-53
------------|O:867380
..... 2:69547
20:967t8
494*152
21.-458*33:
50LLT1M.
LIVERPOOL, 8UE NOVhMBRODE 185.
ImportarSo.
Livres de lireitof para 11 vendedor.
Etisteotes......... <: !7(>4'J:i\
N'i seguales especie*.
Dinheiro .... 102*035
Lelia;...... 7:7C939K
Contribuirao de enridade.
Rendimento ueste mez......... 2383030
' S ..,'' 1 \ da Cruz Riheirc-.
Gcnetor.
Algo la de Pernambuco por
Ban.....
Mediano. .
Ordinario,
I lera da Babia, bom .
Mediano
Ordinario .
Mein do M iro!i.1o,G>>ra tonga:
Aicanlar.i .
Itaplcur.'i .
las .
Preco.
lio.: '
. 8 3,4 d a 3 i
. 8 lil d a 8I|2 1
. 7 l|2 1 7 3.', .1
. 7 7|S I a8 l|Sd.
. 7 5S d a 7 3|i il
. 73,8 J a 7 l|2 it
9 l| d a 9 l|W
9 n a<) 1,4 d
8 3,' 1 a 8 7,8 1
gtjs d -la-.is t
*.%
/
MUTILADO


14)
DIARIO DE PER.NAMBLXO. 01 INTA FE1IU 1 DE DEZEMBRO DE 1859.
Itfraada inachiua bom .
Meiiianu .
Ordinario. .
hmmm porl!2 a do Rio, b. .
Louro .
Masoavado .
Id* te Pernambuco brinco.
I.ouro .
Matcavado
lois da Bdliia e Macti b. .
Louro. .
Mascavadu .
Ka Isa rao de cupaiba por r.claro.
Torvo .
borracha por fina.....
Mtduna. .
Ordinaria .
Cabera de Negro
Sernainby .
dem do Ciar, pe le*. .
Sernamiiy. .
Cacao, por 112 libras:
Par. b.im.....
Babia, o.....
'.fe, por 112 ", Hio 1. (orle.
Segunda .
fisrolhido .
dem da Babia primeira sorle.
Sfgunda
Escolhido .
ilam da Cti.i ordinario .
Caslanlia por 112 h JoPar n.
Sebo por 112 3 do Rio Grande
Bom e duro.. .
Mediano. .
Escuro. .
Cera de carnauba, por 11 i n .
Chitres, por 123 a de taces. .
D* boi. .
Cintas de oaos por tonelada :
Rranca. .
Prela .
Clin por a de cavallo. .
de vacca .
Cubre vellio por 3.....
'"joros por I do Rio,
Seceos de 30 a 35-8.
de 20 a 24 i
de louro*, 35 a 40
dem do Rio Grande. por$:
Salgados.de 65 a 70 3
de 45 a 50 3
o de vacca 40 a 48
Cavallo leccos, 10 a 13
3. ""'
23 a
8 11* d .i Mr-' d
7 7,8 d a 8 l|8 d
7 1 i2 d a 7
25] a 29|
23|ti a 2i|
20| a 2;i
24| a 29|
23, a 2]
M\ a 22,6
2i| a -"'|
23,6 a 84)
20|6 a 2<|
S|S 2 3
2,1
2.4
2|1
1|I0
1,8
1,7
Cacao. Veiidoiaiu-se 50 caceos do Para a 58 .
i'..istan!i.i do Para.Ui aqu porcia que esl
:>. V d ; realisando 22. por 112 lib.
1,6 1,2
56|
41,
52,
4,
56,
W| .
4(i|
51,
22, "
57,6
*6|
511
l|
58|
51),
'"I
53,
Coaros.Pouco temos que notar de transacedes
nesto artigo.
Do Rio Grande salgados neiihuns ha em pri-
meiras mitos.
As entradas de couros seceos salgados montam
em 3,110, a as vendas apenas ebegam a 1,000
aos precos de 9 1/4 o 9 1/2 por lib. pelos do Cea- i
r de 31 3/4 lib., e9 d por lib. pelos do Rio
Grande do Norte de 29 lib.
Cinzaa d'ossos.Tem havido pequeas vendas
de 4 e 4 5. por tonelada de 70 por eento.
Borracha.Temos do colar mais subidos pre-
cos ueste genero, c as seguintes sao as vendas
dentro e (ora de leilao desde a nossa ultima, a sa-
ber, 531 caixas 0 757 saceos do Para ios piceos
de 2 2 1 2, 2:i I 2 e 2 i pela Una ; 11\0 1 2, 1/11,
1/113/4, 2/1 1/2 c 2/1 1,2 por garrafas ordina-
57| a 59,
l5i, a O
6>,
15,
20,
4 17,6
3 5,
a 5
10 < a 111
11 1,2d
ti af2d
1|
10 d a II d
7 1i24a8d
7 1,2 4 a 8 d
7 l|2da 7 3|4d
7|a 8i
rias e entre linas, o 1/7 1/2, 1/8, 1/8 3,, 1,8 1|2
por cabega de negro ; 1,9 por eite virgen), e 1,6,
1|0 1,2 e 1|7 por sortiamby.
Nada ha hojea venda abaixo do 2(4pela lina,
e 1|8 1|2 por caberas denegro.
Entrou esta manhaa o Tit Hite traz ascu bor-
do unas 90 toneladas dcste genero que vem en-
contrar prompta venda.
Jacaranda.Ha falla.
Lia.O mercado quielo.
Laranja.A pouca que tem vindo vai ene
(raudo promp'ln venda de l\\c 13[ pela do Porto
e 14] da libada Madeira.
Piassava.A ullima venda foi de urnas 45 to-
neladas da Babia com damno, a 8 c 8 7,6
por lornelada.
Nenhuma ha aqu do Para. Espera-se alguma
no Til Bil, e se esliverem bom oslado dar tal-
.vez < 28 a S 30.
Sarro de vinho.Do Torio as vendas monlam
em 9S barricas, aos precos de -1, 11(6 e 42, do
nrmazem, e 42,3 em viagem.
Urzella.Vate saceos da de Angola a X 70
por tonelada.
Uruci.Nao tern havido vendas.
algumas partes com profuiididade, o qual lora
penhnrado a Kirmino Jos Rodrigues Ferrcira,
por execuco de Benrique Gil-son, e avahado na
quantia de 400?, e letn de ser o mesmo arrema-
tado na ralla de lancadoi pelo preco da adjudi-
caco.
E para que lodos lenharn noticia, mandei pas-
sar editaos, que serio atusados nos lugares do
costume e publicados pela imprensa
Dado epassado nesta cidade do Recife de Per-
nambnco aos 10 de novembro de 1859.u Fran-
cisco Ignacio de Torres Randeira, escrivao do
juizo especial do commcreio o iz escrever.
Anselmo Francisco Peretli.
Declarares.
8 1|2da9l|2d
liiam salgados, .
30 3.....iO| I1|
dem idem 16 a 20 4, a 6,
dem de Parnambuco, Babia,
Maranho ePar por a
Secco* alg.,26 a 30 Ib
o pichados 16 a 20 3 (
Curtidos 7a9S. 9 da 10 d
Molhados salg., 40 .
a 46 3. 4 1,2da6d
dem do Cear, Parabiba e Mace. por <8.
Seceos salg., 30 a 32 (g d a g | ,2 j
Moldados )>i5 a 50 3. !
Curaai por libra bom.. 1,i
Ordinario.....1,2
ladrando por tonelada, do Rio n. 18 a 25
ld*m da Babia...... 12 a 16
Gergeliu), por quai teirflo. 46|
Piasuva P" 2210 II. do Para'. 28
d Babia..... 9
Salsa parrilha por libra boa. 1,
Inferior.....1|
Tapioca por 112 i Rio superior. 60( a 70|
Ordinaria.......40, a 50,
i.'rat por R do Para bom. 8 d
Fundo/ e Cambios.
Fundos ingiere*.
Rnncode Inglaterra 'accoes) Por 0|0225 e 227
. 3 9)1,le9.3[8
... 91 318 e 95
. 3
Eslrangeiro.
. 41|298 a 100
Movimento do porto.
Xtvios entrados no da 30.
Ass12 dias, brigue nacional Piruja, de 23
toneladas, cepitao Anlonio Jos dos Santos,
oquip 12, carga sal e palha : a Anlonio L. de
O. Azevedo.
Coitsclho administrativo.
O conselho administrativo, para fornecimenio
do arsenal de guerra, em cumplimento ao art.
22 do regulamento de 1 de dezembro de 1852,
faz publico, que foram aceitas as proposlas dos
senhores abaixo declarados.
Para o i." batalho de artilheiria de primeira
linha.
Guimares i Olivcira400 peonas de ganco o
cento a 800 rs., 20 carias de A B C a 20 rs., 6
graramacas porluguezas por Monte-Verde 1$,
6 aiithmelica por Avila a 23600, 6 pautas a 40 rs.,
on. 20 traslados a 60 rs.
Joo Jos da Silva6 resmas de papel almaco
a 3$300, 2 caivetes a 800 rs., 270 lapis unos a
20 ris.
O conselho avisa aos senhores vendedores ci-
ma, que devem rccolher os gneros vendidos no
dia 5 de dezembro prximo vindouro.
Sala das sessoes do conselho administrativo
para fornecimento do arsenal de guerra, 23 de
novembro de 1859.Francisco ioaquim Pereira
Lobo, coronel vogal secretario interino.
Conselho administrativo.
0 conselho administrativo, para fornecimento
do arsenal de guerra, tem de compraros ob-
jectos seguintes :
Para a casa de detenro.
Camas de ferro para oiciacs*2 ; colchoes 2 ;
travesseiros 2.
Quem quizer taes objectos aprsente as suas
proposlas em carta fechada na secretaria do con-
selho is 10 horas da manhaa do dia 7 de dezem-
| bro prximo vindouro.
Sala das sessoes do conselho administrativo,
i fonicciinento do arsenal de guerra, 30 deno-
veira 11 : quem no mesmo quizer carregar o
resto, entenda-se com o capito Jos de Oliveira
Leile, oucomo consignatario Mauoel AlvesGuer-
ra, ra do Trapiche n. 14.
Para o Aracaly.
Sabe o hiato Sania Rita : para carga c passa-
geiros Irata-se com Marlins & Irmao ra da Ma-
dre de Dos n. 2.
Para o Aracaly pelo Ass,
segu com muila brevidade a barcaca Mara
Amelia, tendo a maior parle do carregamenlo
prompto : para o resto, trata-se com Prente
\ ianna & C, ra da Cadeia n. 57.
Para a Baha
A veleira e bem conhecda sumaca nacional
vcUorlencia pretende seguir com muila bievida-
de, tem a seu bordo dous tercos do seu carrega-
menlo : para o resto que Ihe "falla, trata-se com o
seu consignatario Antonio Luiz de Oliveira Azore-
do, no seu esenptorio ra da Cruz n. 1
Para o Ass.
Segu at o flm da prsenle semana o hiale
Camaranibe, por j ler parte do seu carregamen-
to prompto : para o resto e passageiros dirjam-
se a ra do Vigario n. 5.
Leiles.
Os directores das obras
dogaz tomam a liberdadedej
Ama de leile.
Precisase de urna ama de loite para
criar im
informar ao publico e ao llm.!
Sr. inspector do Iheatro de
Santa Isabel, que da sua parte
houve falla alguma em
gundo andar.
= Jos Joaquim de Souza, subdito porluguez,
retira-se para fra da provincia
nao
quanto a illuminacao do dito
theatro na noite de hontem,
porque a ordem foi recebida
pelo cncarregado do mesmo
paraamanhaa quinta-feira e
nao terca-feira.
O secretario da irmandade de N. S. do Ter-
co de ordem da mesa regedora convida a todos
os seus irmos para urna reuniao de mesa geral
domingo 4 de dezembro pelas 11 horas da ma-
nhaa no respectivo consistorio, alira de tomarse
conhecimento da demissao que pede o irmao
thosoureiro ltimamente eleito, bem como a de
alguna outros mesarios, procedendo-se logo a
eleico daquelles que suas demisses
ATTEI\CiO.
chegado a esta cidade, e pretende demorar
se em quanto c esliver a comitiva imperial,
Braz Jos Maia, un dos melhores cozinheiros,
pasteleiros e sorveteiresdo Rio do Janeiro, aon-
dee bem conhecido por exercer ha 11 annosas
presumo para aprompta
quele, prestando al
qualquer baile ou ban-
- Qanca a boa exccuco dos
iraoailios que se dignarem .eneariegar-lo : podo
ser procurado as casinhas do palacio, aonde se
exacta ae sua morada.
dar noticia
lJesappareceu no dia 24 do cor-
rente uma cabra (bicho) com os ig-
naes seguintes : pretacom malias bran-
cas, grande, com um filbo pardo, com
mallias brancas, com as portas dos cbi-
LEILAO
DE
Carneiros e bois.
forem ac-
coitas.
No dia 19 do prximo passado mez desap- *res aparados, uma pera branca p gran-
pareceu da ribeira da Boa-Vista um menino de : quem achar node entreo.- nl.
pardo de idade de 10 anuos pouco mais ou me- r;
nos, com os signaes seguintes: cabelos bcni,^,nC0 Ponla!n' 9- que
corridos, falla baixo e um pouco tato, nariz ali- smente recompensado.
lado, iilho do Pao d'Albo : quem delle souber :
ou quizer dar nolicia dirija-se a ra do Queima-
do loja n. 39, que ah acharao o pai que mulo
agradecer.
mtregai
sera' gene:
o-
Terra Nova29 dias, barca ingieza Mida, de 229 ve,nbro de 1859.Vento Jos Lamenha Lint, co- ^ noras em ponto,
toneladas, capito .1. Palfrey, oquip. 13, carga ronel presidente.Francisco Joaquim Pereiral ^j
3000 barricas com bacalho: a Jolinston l'.itr -u'"'. coronel vogal secretario. kJ
Quinin-fcira 1- de dczembio.
O agenle Borja farA leilao em seu armazcm na
ra do Collegio n. 15, por conta e risco de quem
pe tenecr, de 80 carneiros e 24 bois, que serio
vendidos sem reserva de prego. Principiar s
& C.a
Camaragibe2 dias, hiato nacional Santa Lusia,
de 21 toneladas, capito Eslevo Ribeiro, eqnip.
3, carga assucar e madeira : a Manoel Jos
l.ui le.
Lisboa e portos intermedios18 dias e do ulti-
mo porto 8, vapor portuguez Portugal, de
2500 toneladas, commandanlc Henriquc Adria- lim
no Brion, equip. 112.
Baltimorc42dias, patacho americano Hannah,
de 206 toneladas, capito J. H. Crceghlon,
equip. 8, carga 2511 barricas com farinha de
trigo : a Heiuy l'oster & C
Liverpool39 dias, barca ingieza Panlhea, de
297 toneladas, capito 1. Jones, equip. 12, car-
ga (aseadas : a Soulbal Uellors & C."
Navios sahidos no mesmo dia.
Asshiato brnsileiro Jiu-eiicttel, capito Jos
Joaquim Aires da Silva, carga varios gemios.
Terra Novapatacho inglez Atila, capito She-
ly' em lastro. Suspendeu do lamaro.
Pcnedohiale brasileiro Deberibe, capito Bcr-
Conselho adininistrativo.
0 conselho administrativo, para fornecimento i
do arsenal de guerra tem de comprar os objec-'
tos seguintes :
Para a colonia de Pimenleiras.
1 forno grande de ferro para coser farinha, ou
2 mais pequeos do mesmo mclal para o mesmo
Bandeira, carga difl'erenles ge-
"oiiSnl liados..
Keduxidos .
Fundos de .
nardiuo Jos
eros.
! Portos do norlevapor brasileiro Oyapock, com-
maudanle o segundo tcncnle Francisco Fer-
ii-ira Borces.
Belgas. .
lirasileiros

llinamarquezes
Hespanhoes.


llollandezes

Mexicano'.
I'orlusoezes
o

Kossot.......
B ......
Eanco de Franca (aeches).
Fundos francezes.

Differidos
Pasivos.
iferirtof
. 1853
100 a 102
4 i|2 95 a 90
3
3Si a 44 1|2
332a 32 1(2
310a II
21|f-46 1|2 a661|2
4 991|2a 10011-2
322 118 a 22 3(8
3
3
3_V5 1|i a 45 3|
5109 111
4 1)298 a 100
fr. 2.840
4 l|2 95125
3 09.75
TJuro em barra.
Me taes preciosos.
.P. on^a 77[9 1|2
Portuguez tm moeJa.
u llr.i-',l.....
Ooca hespanholas.
b americanas.
Prau em barra
I'.iI^c.h brasileiras
Pesos columnarios beipau.
Carolos.
Ferdiimnd ...na
P*sos das repblicas h;sp. o a
Moetis de 5 fr......a
IruiaJ liuvoi ....na
77 |7 e 77 j8
77|3e77|6
75if 75|9
51 7|8 e 5)2
5|
5,3
S 3 =
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2 Atmosphera.
P1 ireccao.
___? 1 s m | Inlensidade. 1
r ic i^, icj i SZZZZ Centgrado. H a o w ti
b h t i; i. i r'r'r'rP ', Reaumur. zc ts es -1 se 1
o&SSSc -1 Fahrenheit
xlci'cJ -. Il'jtjroiiivlro.
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Barmetro.
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V.
re
O <
>>
_ &
O -3
< M
2 o
~
Para a capella do hospital militar.
L'rn frontal.
(Juera quizer vender taes objectos aprsenle
as suas propostas em carta fechada na secretaria
do conselho s 10 horas da manhaa do dia 5 de
dezembro prximo vindouro.
Sala das sessoes do conselho administrativo
para fornecimento do arsenal de guerra 28 de
novembro de 1859.Denlo Jos Lamenha Lint,
coronel presidente.Francisco Joaquim Perei-
ra Lobo, coronel vogal secretario.
Pelo mesa do consulado provincial se faz
publico aos proprielarios dos predios urbanos das
Ircguezias desta cidade e da dos Afogados que
os 30 dias litis para o pagamento a bocea do
cofre do primeiro semestre da decima do anno
inanceiro correnlc de 1859-1860 so piincipiam
a contar do Io de dezembro vindouro, Gcando
nicursos na multa de 3 por cento os que paga-
ren) depois desse prazo.
Mesa do consulado provincial de Pernambuco
26 de novembro de 1859. Antonio Carneiro
Machado Rios, administrador.
Pela subdelegacia do 2. districto dos Afo-
gados se faz publico, que desde domingo, 27 do
crtente, appareceu uma cabra /bicho) na tra-
vessa dos Remedios, e existe depositada na mes-
ma subdelegacia : quem se julgar com direilo a
ella, compareca para lhe ser entregue.
Quinia-feira
V de de-
Carlos Ulisses Dubois, tem a hon-
ra de participar ao rcspcilavel pu-1
blico que tendo sihido da casa do
Sr. Leconte.e acha-se estabelccido na
praca da Boa-Vista sobrado n. 3,
primeiro andar com sala para cortar
cabellos e fazer qualquer obra rela-
tiva aos meamos cabellos para que
o acharosempre prompto a qual-
quer hora.
JULIO RIGAUD
da casa de A. F. Desmarais,
J*aile,re.ro da casa imperial, presentemente
nesta cidade, tem a honra de offereccr seu pres-
muvrZCnSaH 1,ue dee se quizerem utifisar;
l/ou_x?d.. "o de Janeiro um bonito sniimeni
de grinaldas.
zembro.
Ricoj
artigos
de
Editae
*.
5|
50 1|2
Lisboa.....
Porto.....
Kio >*e Janeiro, n.
llalli4 e Pernamb."
\rnlrdain. .
Ht)!KI(l .
7,8 d a 52 l|8d
e52 1|4
d
Cimbio.
90d.d.51
52
60 d. t.2

3 m. i. II. 15 l|2
13,5 1|4
25 30 a 25.35
= A cmara municipal desta cidade manda
publicar, afim de que soja observada, a postura
abaixo transcripta, que foi approvada provisoria-
mente pelo Bino, presidente da provincia.
Paco da cmara municipal do Recife, em ses-
' sao de 28 de novembro do 1859.Manoel Joo-
; quim do Reyo e Albuquerque, presidente. ila-
' noel Ferreira Accioli, secretario.
POSTURA.
Palacio do governo de Pernambuco em 23 de
novembro de 1859.O presidente da provincia,
: atlendendo ao que lhe representou a cmara
| municipal do Recife, em offcio de 16 do corren-
te, sob n. 122, resolve approvar provisoriamen-
te o seguinle artigo do postula :
Artigo nico. prohibido apagar a luz dos
Pan
.....3 H.v.25 7 l|2 25.121)8 lampeoes a gaz,fechando os registros.ou por (iiial-
NAVIOS A CARGA PARA O BRASIL. ; quer outro modo, fazer em dita illuminacao
Novembro 10Cear, Falcon.
15Maranho, Lady ,Frinklii.
15Para, Shark.
> l5Para, Rhondda.
10Pernambuco, Favorih?.
12 Bonita.
) 8 Ciitcrion.
i) 14 Miranda.
>> 8 Don Diogo.
9 Caberfeigh.
Numerario.Dinheiro contina abundante, c |
por toda a parte senle-se a falta de omprego pa-:
ra capital a um juro remunerativo; c as recem-
chegadas noticias de conlinuarem os embarques \
de ouro, etc., da Australia, Estados Unidos, c.,
om deslino a este paiz.s tendem para conser-
var o juroao presente mnimum do banco, que
i 2 1/2 por cento.
qualquer allcraco, quebrar os vidros dos lam-
peos, ou por qualquer forma damnificar os pos-
tes ou bracos em que sao collocados ; sob pena
de 8 dias de pristo c de 20g de multa, que ser
i duplicada na reincidencia, alem da indemnisacao
' que for divida pelo damno causado.Lia'; Barba-
Uto Mnniz Fiuza.Conforme.Antonio Leile de
' Pinho.Conforme.O secretario, .IniontoFer-
I reir Accioli.
; O Dr. Anselmo Francisco Piretli, commendador
da imperial ordem da Rosa e juiz de direilo
especial do commcreio d'esta cid3de do Recife
capital da provincia de Pernambuco e seu ter-
mo por Sua Magestado Imperial, e constitu-
cional, o Sr. I). Pedro II, que Dos guarde
ele, etc.
Fago saber aos que o presente o dilal vircm,
em como no dia 15 de dezembro do correte
THEATRO
sajel
3.a c ultima rcprcseiilacao Iviica.
SEXTA-FEIRA 2 DE DEZEMBRO.
MAa'J)3 trAM*
natalicio de S. w, o Imperador.
Logo que SS. MM. II. se dignaren! comparecer
na tribuna cantar-sc-ha
O 1IYMNO NACIONAL.
Frnd^o o qual, seguir-sc-ha o espectculo, que
distribuido da maneira seguinle :
PRIMEIRA PARTE.
1.aGrande duelo de Liiz.i Mili.eh, do maestro
Verdi.
Luiza.................. A Sra. Patresi.
Miller................. O Sr. Torricelli.
2.aGrande scena c aria do 1. acto da Tiu-
vivrv. cantada a carcter pela Sra. Fabbri.
3."Scena do primeiro acto da LiXBEClt Bon-
GIA, cantada a carcter pela Sra. Patresi.
4.aDuelo do Elxir he Amor, cantada a ca-
rcter.
Adena................ \ Sra. Fabbri.
Dulcamara............ O Sr. Torricelli.
SEGUNDA PARTE.
2." acto da Filha do Regiment.
Esta representado ser a despedida das Sras.
Fabbri e Patresi, do Sr. Torricelli.
- bonito sorlimento
de bouquels.de ores para vestidos
?esalCJr,lmen,10 dC $"" maSabouU S
es, loques e outros enleites proprios para baV
les, grande sorlimenlo de rendas. collariuho^
dos, ludo de renda de Inglaterra iianV
Brollase rendas ditas a vara pode ser f-ocV
rado no hotel inglez, ra do Trapiche. P
I recisa-se de uma ama para cozinhar e en.
gommar : a tratar na loja n. 8 na ra Nova
. r .Simonds- subdito inglez, retirare
para fora do imperio.
Na ra das Flores, cocheira n. 33, vende-
nmU!L ra"Ll0let,C0m rodas >vas. feitasha
'T,m<;Z:.^n?cnisa,Jo de novo. com todos osar-
! anno, se ha de arrematar por venda, quem
Algodo.A falta que tem havido das qualida-] masi der depois da audiencia c na salados andi-
dos chamadas medianas, tem gradualmente pro- I lories una casa terrea na freguezia dos Attoga-
lu/ido effeito, a ponto de haver subida de 3/8 d dos na ra de Sao Miguel numero 81, com vinle
a 1/2 d por Ib. nos precos daqnellas qnalidades, palmos de frente, e cincoenla e cinco de fundos,
i: algodo do Brasil tem parlilhado nesta su- cosinha dentro na sala Irazeira, pequeo quintal.
CASSliNO POPULAR
yo
cercado^ de madeira, sendo o solo foreiro,"avaha-
da em 500g000, e uma parte da casa terrea na
fregue/.ia de Sao Jos na ra dos Copiares nu-
mero 1 i, com viole palmos de fenle, c quarenta
cinco de fornidos, cosinha fora, quintal murado
com cacimba nieeira e portan para a ra dos
Barros Baixos, cuja parto foi avallado em
302}'860 ; as quaes foram pinhoradas por execu-
cao do major Manoel do Nascimento da Costa Mo-
nleiro, contra Jos dos Sanios da Silvcira : e
nao havendo lancador, que cubra o preco da
avaliacn ser a arrematacao feita pelo valor d<
or-jadjudicaco com o abatimento da lei. E para que
; chegue ao conhecimento de todos mandei pas-
sar editaos, que sero publicados pela impren-
sa, e aflhados nos lugares designados no cdigo
commercial.
Dadoe passado n'esta cidade do Recife do Per-
nambuco aos vinte e um de novembro de mil
bida.
A quanti Jndeein ser de Pernambuco um pou-
o crescido, em quanto (pie da Baha o Maranho
<*9 existencias nesta sao. mu resumidas.
O total do algodo entrado este anuo at 4 do
eorrontc monta em 2,326;855 saccas, incluindo
99,390 do Brasil.
As vendos at a mesma data mnniam em sac-
eos 2,402;580, incluindo 101,950 do Brasil.
Km ser (Icavam 456,500 saccas incluindl 20,150
saecas de Pernambuco, &c, 3,350 da Babia e
-Macci. e 3,350 do Maranho, contra 5,100 sac-
os, 7,750 e 4,70o rospectivamcnle daquelles
'os no mesmo periodo do anuo passado.
besucar O mercad-J tem sentido mais procu-
ra, e em algumas qualidados notamos a subida
le 6 d a I 0.
As vendas depois da partida do ultimo paquete
ii. r 11 -i > n em 21,23(1 saceos aos precos de 21/0 o
8! 6 e22'0 pelomnsevo de Pernambuco : J0/3oilo cento e cincoenla e nove, trigsimo oitavo
m u rn do Rio Grande, do caes: 21.0 e da independencia e do imperio do Brasil
22,0 pelo do C.-ar do caes, e 21/0 a 21/6 pelo do En Manoel Mara Rodrigues do Nascimento,
**acPI?- escrivao o subscrevi.Anselmo Francisco Pi-
Azeite doce.Tem havido subida nos precos retli.
om razao da quantidade em ser ler diminuido: ; O Dr. Anselmo Francisco Peretli. commendador
As vendas de todas as qualid.ade.s montam em da imperial ordem da Rosa, iuil de direito es-
.J> toneladas aos procos de 51 a jt 53 pelo pecial do commercio desta cidade do Recife de
lo Galipoli, 50 a 51 pelo de Malaga 9 1 ernambuco.
7%fo twSSST SUVU,a 7 I b'a0, Sa5er P* Prcscnle- ^ dia "e
....i 7_.7_. i- i i dezembro do correnle anno se ha de arrematar
srJSXffistfs t san: &*$#& WSTsrsays
T^mrJiXoXilAAiWa freguezia da Boa-Vista, entre o aiinhamento da
' L !', *44 10/0 e X ra, pr0jeclada em continuaco da ruado caes do
Capibaribe, e outra projectada pararella Jila
ra do Capibaribe, com 11 bracas e 3 palmos de
frente c 67 bracas c 8 palmos d fundo, inclusive
| 6 bracas para a ra do dito caes, contadas sobre
duas retas patarellas e perpendieularmente do
MAGESTOSO SALAO
DO
PALACETE DA RIJA DA PRAU.
Sabbado 3 do corren te.
Em festejo aos anuos de S. H. I.
A sociedade Cassino Popular, querendo festejar
aos anuos de S. M. I e nao podendo fazer no
dia 2, em consequncia do haver nesse dia espec-
tculo em Santa Isabel, fica o Baile Cassino
transferido para o supradilo dia.
A msica nesse dia, locar novas o lindas qua-
drilhas, walsas, polkas, etc., e ser observada a
boa ordem c harmona do costume, o os carios
de ingresso cstaro venda no lugar do costume,
para damas gratis, cavalleiros 2$.
N. B. llavera sorvete s 10 horas.
DE
s movis,
casa de familia, cama, me-
sa, escravos pecas, prata,
candelabros ele, etc.
O agente Borja autorisado por uma familia
que se relira para fra da provincia, tar leilao
em seu armazcm na ra do Collegie n. 15, s
10 horas em ponto dos objectos cima mencio-
nados, que ludo ser vendido no estado em que
se achare sem reserva alguma.
Ciiiiliiiiiat iii do leilao
DE
FAZENDAS.
Segunda-feira do correnle.
Manoel Josde Arauio Cosa & Filho, nao po-
dendo concluir o leilao de suas fazendas no dia
em que foi annunciado, continuar por nter-
vonco do agenle Borja, a vender como nos lei-
les passadosSem reserve de precoexceden-
tes sedas para vestidos, vestimentas" para meni-
no, bareges, fil do seda, chales, mantas, len-
cos de cambraia de linho, saias a balo ele, etc.,
e muitas outras fazendas que eslaro a vista dos
pretendentes.
Um estrangeiro precisa de um
moleque para tratar cavallo e fazer al
guns serviros de casa : quem tiver an-
nuncie.
No escriptorio de Domingos AI- de altura.
vesMatheus deseja-se fallar ao Sr. Ovi-. "T L'm:' familia brasileira lembra aos cheies
dio Goncalves do Valle, a negocio ou toS^SL^ C"a a'Tirem a ir uma P':
pede-equu seaigne deindicar sua mo- ^^^^TX^"^
rada para ser procurado sedmjam ra dos Pires n. 4 4 no'da 1 de
Hospila! Porluguez de Beneficencia cm iX!"o dJd'iut;! p"a lr3lare,D (>
Pernambuco. r
Por ordem do Illoi. Sr. provedor, convido a da BoS ,Z^'Crna/rma das ru
lodos os senhores socios do 'mesmo Hosp.lal Por- ta. ".', Q --" en,enda-se "
luguez a reunirem-se no edificio do estabeleci- i
ment s 10 horas do dia 4 de dezembro, afim de
ler lugar a sesso ordinaria de assembla geral
os, e um ptimo cavallo de mais de 7 pa'-ios
ra do
e cumprir-sc o disposto no g3. art. 17 dos res-
pectivos estatutos.
Recife 30 de novembro de 1859.
Manoel Ribeiro Ututos.
. 1." secretario.
INSTRCCAO PUBLICA.
No da 6 do correnle, s 10 horas da manhaa,
farao exame as seis seguintes alumnas, da escola
publica da freguezia de S. Jos, apresentadas pe-
la respectiva professora como habilitadas para '
sso Francisca Xavier Rodriguos de Miranda, :
Mana do Livramento da Silva, Adelgicia Flavia
Cardozo, Idalina Tertuliana de S, Candida Joa- i
quina dos Santos e Jeronyma Antonia dos Sanios.:
-Manoel Ferreira Accioli. delegado Iliterario.
Lijiiishinio.
Vende-se muito barato para liquidar-so fazen-
das francezas e inglezas de diversas qualidades
na ra da Cadeia do Recife loja n. 50 A.
Attenco.
No- escriptorio de ManoeWgnacio do Oliveira
cibilho tem para vender os superiores vinhos
nunca aqu vindo destas qualidades :
champagneCliquet.
Dita Irrey.
Lafittefino.
Larosedem,
Ruquis.
- Vende-se um pardo de idade de 15 annos.
i,
Fugio no dia 28 do passad, o moleque Be- .
nediclo, de 16 annos de idade, cabellos carapi- "f.muit0 Doa "8" e conducta, bom official de
nhos, tem os olhos um pouco avermelhados, e ; ?,lfaiaie' ^"e corta e faz loda obra, ptimo cria-
n um delleslem um signal no canto, tem a boca dous negros mocos, bous officiaes de pe-
grande e falla um pouco talo, maos pequeas, dreir. "m moleque e um negro bons cozinhei-
beicos grossos ; suppe-se que elle anda aqu iros-.lres negras mocas, c outros escravos que se
mesmo pelo Recife : porlanto roga-se as aulori- I venQera lodos baratos, tanto o prazo como a di-
dadespoliciaes e captties decampo a apprehen-
j sao delle e o leve ao caes do Ramos, sobrado
i encarnado da esquina n. 1, que ser bem grati-
ficado.
nheiro :
na ra Direila n. 66.
A loja (i'agia brauca
os seguintos objectos.
Avisos diversos.
ADVERTEXCIA.
Os Sr. assignantes dtste DIARIO
que ja satislizeram sua assignatura na-
da tem a pagar pelo accrescimo ate que
se venca o tempo.pago.
baixo assignados participara ao respei-
Novo Gabinete Lillerario
Pernambucano.
va ser realisada no dia 21, nao pode ler lugar a nhos c fl?1 do mATl gran,lesJe b,-
reuni convocada oara esle dia. Convidarse. "m bl -enero P M Pde d"
acaba de receber de Paris
de muito apreco, sendo :
Luvas de pellica muilo finas, e ricamente enl'ei-
ladas, para senhora.
Ditas de dita igualmente linas para hornera.
Ricas camnhas para costura, tendo fina tesoura,
gulheiro. dedal, agulheta e furador, tudo
Os
nambucano, a comparecer amanha 2 de de- Dita dianl one PS^Xr^^^T'^
zembro, s II horas da manhaa, no salo do faSacS! d ^UwffiSS'
.ave. corpo do commercio, ianto desta Praca7co- gSSo Profsoa' Recifed'tnC, TT. T g^A SUS ? lcae. !'
mo das mais desle imperio, aue tendo por mutuo 1859 prousona- Rccifc' J0 de "ovembro de | Oieo philocome da sociedade hygiennique e dos
accordo terrainadohoje o nosso contrato de so- "rm ___i_ x. -i agradaveis cheiros de iasmim resed m
ciedde, sao encardados da liquidago de todas P~JTo d^lLilSK! d? P0?i ** larama ,ambem pnricabZs '
as transaeces da nossa extincta Brma Morasen f''"" "u '^.f1"."? ]JineST ,ac" ^nfe.lesde vidrilho pretos o de core
& Vinassa os Srs. Daniel Paukraz Wild e Theodo- q nasToIu nna^ de J^V^J^T r "" ramP0S de dil lambcm P"S e de cores, com
roJust. Recife, aos 30 de novembro de 1859- '\mn ".*"?,'mJ,% e 8.ua/' ha contra o Sr. Cus-. pendentes, o mais bonito c delicado oue
Por procuraco de Alexandre Morasen e Chris- ct0* "l "S ^^''Tf Preif ,e'" aPParcido. qUe
ano Eduardo Augusto Vinassa, Daniel Pau.raz p"'" Lias maneiras'b ^ n,^S^ Agua de Solonia suPerior cm rass^ e garrafas,
W ild, Francisco Linden. i r?.^,^ !, "ulaes com que o dito sr. do diflerenles tamanhos
- Os abaixo assignados tem a honra de com- I JadJ"cabo.me d'izeMhi m,P ^1,1 ^.'' !, Tod1osessPi ol,Jecl03 acharao coastantcmen-
municar ao rcspcilavel corpo do commercio, que "/ dn L 4 ri nlq V? ncc?n,ecI- f "ja d'aguia branca, ra do Queimado n.
lendosidoencarregalosda^liquidac da ex Une- a 1" 1f, fui ,r ".?"a Passou de uma 16, onde sero vendidos por menos do
ta firma Morasen & Vinassa. continuara no me.- d5.5.a^'-a .mlll,,r' resultando dalli mao outra qualquer parte.
mo gyro de commercio da mesma firma, sendo
celebrado entre si sociedade que gyrar do l de-
zembro em diante, na razio do D. P. Wild & C
Recife, ao 1. de dezembro de 1859.Danici
Paukraz Wild, Theodoio Jusl.
O commandante do batalho 22 de novem-
bro avisa aos senhores que pertencem ao mes-
mo, e que deixarara de comparecer na sesso do
dia 29 do correnle, que o fardaraento o seguin-
le : paleto! c calca branca, grvala preta e gor-
ros verdo e amarello cahidos ao lado, sendo a
roda amarella e o fundo verde, com borla das
mesmas cores e laco de fitas verde e amarella ao
peilo esquerdo.
Conidio Cicero Dantas Martina, estudante
da Faculdade de Direilo, declara que de hoje em
dianlc se assigna Cicero Dantas Marlins.
D-se 1:0009 a juros com penhores de ouro
ou prata, ou hypotheca em predio nesla praca
que em
------- __... ..._ a,.u 'iu.ii'jiu'i pane.
pro soube ^sst\ L^ssars ss-Afa ass?.
idade! anDunc, e d"''tuido de veraci-beni montada eem bom estado ^carnauba.
Irmandade de N. S. da Concei-I
co dos Militares.
Nao se tendo anda hoje reunido os msanos
e maisirnios para se proceder eleigo do pre-
sidente que te ni de funecionar no futuro anno,
sao pela tercena vez convidados todos os iinios
a se reunirera no dia 4 s 8 horas da manhaa.
Consistorio. 1. de dezembro de 1859. Jos Cae-
tano da Silva, secretario interino.
Prccisa-scj de uma preta escrava
que-saiba cosinliar e fazer os mais pre-
de uma casa de pouca familia, ou
Moleque.
Ibira que tenlia as
a trauma ra do
peiro e comprador.
Vista n. 3.
O mcrcjdo firme ea procura contina.
Em ser e;n 4 do correnle 859 toneladas 2,990
toneladas no mesmo periodo do anno passado, e
1,845 toneladas em 1857.
Assos Calcinados,A ultima venda foi de X 6
6 l'l, pgr toneladas.
Caf.Temos a notar a venda de urna peque-
a carga de 3,5'H) saceos do caf do llio para o
Mediterrnea a um preco particular: o nonhumi
"u'ra IransaccJo nos consta ler havido.
referido caes : confina ao norte com o terreno de
marinha alagado, concedido a Jos Anlonio de
Araujo, o ao sul com o dito destinado para una
roa projectada que desee ao fim da ra dos Coe-
Ihos, perpendieularmente ao sobredito caes ; o
dito terreno aqu mencionado, fica alabado cm
Publicacao litteraria.
Guia Luso-Brasileirodo Viajante da Europa
1 rol. em 4" de 500 pag.: vende-se na mao do
autor ra do Vigario n. 11, brox. 3$ encad i$.
Avisos maritimos.
Para o Rio de Janeiro
(Amelios pretende seguir com
para o resto da carga,
a barca nacional
muita brevidade : para o resto da carga, Irata-
se com o seu consignatario Anlonio Luiz de Oli-
veira Azevedo, no seu escriptorio ra da Cruz nu-
mero 1.
Aracaty.
paros
os pretendentes dirijam-se a taberna do Sr. Lei- i enlil u,na mulher
le, na ra do Collegio n. 18. mesmas qualidades
Oilerece-se um criado porluguez para co- I r^l l:.. -
a tratar no aterro da l- Col-legio armazem n. lo.
___________________i
= Faco publico que tenho constituido mcu
bastante procurador para tratar do inventario de
' meu fallecido marido Manoel Ferreira da Silva
Maia, ao Sr. major Joo Baplista da Silva Man-
Truinho.Rosa Maria da Conceico Maia.
OUi^ialalos, commendas e hbitos de diver-
sas ordens, com brilhanlcs c sera ellos, o melhor
que lera viudo a esle mercado : ludo vende-se
muilo barato e pelo preco da factura : na ra
Direila n. 66.
Na ra Direila n. 66, offeclivameote ha
bons escravos de ambos os sexos, de todas as
idadPS e cores, com habilidades e sem ellas, e
vciideiii-se a dinheiro, a prazo
cam-se. \
Attencao. ^
Cidade da Victoria
Pede-so ao Exm. Sr. presidente da provincia 100 vestidos de seda para baile
que lance suas vistas sobre o destacamento da Mucre antige pretos e de cores.
;uarda nacional da cidade da Victoria, que so Nobrezas lisas prc-tas e de cores.
Vestidos pretos lisos, lavrados de 2 saias e de vellu
Vende-so um bonilo moleque crioulo com ida-
de de 13 anuos, proprio para todo : no arma-
zem de Ferreira & Marlins, na Iravessa da Ma-
dre de Iteosn. 16.
Por preco comniodo se vende a casa terrea
da ra de Santa Rila n. 28 ; a tratar na ra do
Vigario n. 10.
Vende-se um lindo cavallo mellado, bas-
tante gordo : quem o pretender dirija-se ao pa-
teo do Carmo, taberna n. 1, que adiar com
quem tratar.
O Sr. Stlverio Barbosa da Silva tero uma
carta no escriptorio de Manoel Ignacio de Olivei-
ra A lilho.
Precisa-se de urna ama forra ou captiva pa-
ra rasa de pouca familia : na ra da Cadeia do
Recife n. 2>.
NO
si
GSTATO MASSET representante da muilo afamada casa WALLER5TEM, MASSET & C
e larabem tro- or"ecietl lmenlo de tazcnd.is e modas da primeira qualidade e novidade, querendo antes de tudo fazer gozar
o respeitavel publico dos aremos muito ventajosos pelos quaes pode oll'erocer suas fazendas, vende
todo a dinheiro avista ; elle acha-se residindo no hotel inglez quarlo n. 2, encarrega-se de rain
dar levar as fazendas pedidas amostra, sendo por escripto para evitar os en"3nos.
Recebe qualquer encommondi para mandarvir da Europa ou do !o.
acham mis cora 20 tantos dias c outros cm 30
e tantos vencidos de seus sidos por receberem,
e atienta a necessidade para nao morrerem a fo-
me at as fardas teeni vendido para comerem, e
| s V. Exc. sanar este mal. Cidade da Victoria
Para este porlo segu primeiro que os que es-! ~6 de novembro de 1859.0 imparcial.
tao propostos para all, o hiale E.ihalaro: para I = "0 de um portuguex para caixeiro
o resto de seu carregamenlo e passageiros, lr8_'do um engenho : a tratar na ra da Madre de
ta-se com Gurgel Irraos, cm seu escriptorio no P*08 ]- armazem de couros, das 9 horas s
primeiro andar n. 28, da ra da Cadeia do Recife. da tai'd''- ... .
= O abaixo assignado faz scicnte a todas as
pessoas que liverem penhores cm seu poder,
que os nao vieren) tirar da dala deste 30 dias,
10.
Para o llio de Janeiro
O veloiro brigue nacional Damo, de primei-
ra marcha, pregadoe forrado de cobre, pretende! ?ero vendidos para pagamento de principal
H n -.---- ______!_ 1. ... 1 .1 i 4^ l p_> i. -an.^ WouJn----B 1 lll'Al 4 I J 1 TI (VVl -i l\ ..<..(,<> V>> IiiIuJa al M i-_____
seguir com muila brevidade, tem a seu bordo me-
tade de seu carregamento : para o resto que lhe
falla, Irata-se com o seu consignatario Anlonio
Luiz de Oliveira Azevedo, no seu escriptorio ra
da Cruz numero 1.
Para o Rio de Janeiro
s^g.ie viagem c >m loda a brevidade por ter par-
te da carga promplo, o veloiro palhalolo rOii-
luros, ficanJo sem rsponsabilidade algura o
annunciante; e para que alguem se chame a
ignorancia, faz o presente annuncio. Recife 30
de novembro de 1859.
Joaqurm Pereira da Costa Laranjelra.
Vende-se um bonilo cavallo proprio para
carro ou cabriole!, por ser de muito bonita pelle
o estar bastante gordo : a tratar na cochaira do
porto docapim ou no ra do l.ivramcnto n. 38.
Flores, e enfeiles de renda para cabellos.
Vestidos de cassa branca bordada muito finas
Gaireas, escomilbas, litas de seda e linho broncos e de cores.
Meias de seda, linho, fio da Eseossia para homens, senhoras e me.; -
sapaios de seiimbranco e preto com salto e sem elle.
Botinas de setim branco. de setim preto, de la muilo superiores.
Sihidasde baile, capas de cachemira, velludo c seda.
Chales de touquim bordados o de relroz.
Manteletes de renda preto c cassa bordada.
Corpinhos, camisinhas, colarinhos com mangas de cassa bordada a ponto rea
Gnarnices de renda prela e branca para vestidos e para enfeiles de vestidos.
Leucos de cambraia de linho muito ricos com renda.
Chapeos de sol para senhoras.
('ntes para trancas, altinetes de peilo, pulseiras, brincos de tartaruga e jaspe prelo para
Grande sorlimento de luvas verdadeiras de Jouvin.
Luvas doretroze de seda para homens, senhoras e meninas.
Grvalas brancas e prelas.
Chapeos de corle com plumas.
Casacas, sobrecasaras, palelots de panno, eachemira dos melhores alfaiates Je Piris.
Calcado do afamado Melicr para homens.
Tapetes de velludo muito ricos.
Capas, capotes imperm i i Makintosch pan homens e senhoras.
t renda rerdade ra.
luto.


MUTILADO
N
'j-
>


DIARIO DE PERNAMBUCO. QUINTA FEIRA l DE DEZE.MBRO DE 1859.
&)
FOLHWHAS PAR 1860.
Lilao venda na livraria da praca da Inde-
endeuda ns. 6 e 8 as folhinhas para 1860, im-
. ressas nesla typographia, das seguintes quali-
dades ;
M* 0LH1N11A RELGlSA, coulcndo, alm do
kalendaiio e regulamento dos direitos pa-
rochiaes, a continuado da biblio'lheca do
Cristo Brasilciro. que se compe do lou-
vor ao tonto nouie de Dos, coroa dos ac-
Sj*< tos de amor, hymnos ao Espirito Santo e
a S., a imitacao do de Sanio Ambrosio,
jaculatorias e commemoii.o ao SS. Sa-
cramento e N. S. do Carino, exereicio da
Vi a-Sacra, directorio para oraco mental,
dividido pelos dias da semana, obsequios
ao SS. curacao de Jess, saudacoes devo-
las s chagas de Christo, oraroes a N. Se-
nhora, ao patrocinio de S. Jos e anjo da
guarda, respofico pelas linas, alera de
outras oraces. Prec320rs.
ALLtANCE
EsUkbeleeua em Londres
m.
CASA DE BA
Ama.
EM
Nesle provciloso estabelecimenlo, que pelos no vos melhoramentos fcilos acha-8c conve-
nicnteniente montado, fnr-sc-hao tambera do Io de novembro cm vante, contratos mensoes para
Precisa-se de urna mulhcr forra ou oscrava
para cozinhar : na ra do Qucimado n. 35.
Aluga-se ura segundo andar coni muitos
A pee-hincha est se ac
bando,
i>
FITA DE VARIEDADES, contendo o kalenda-
rio, regulamento dos direitos parochiaes, e
urna collecco de aueedolas, ditos chisto-
sos, contosj fbulas, pensamentos moraes,
receitas diversas, quer acerca de cozinha,
quer de cultura, e preservativo de arvores
e fructos. Preco 320 rs.
JVITADE POKTA.a qual, alm das materias do
costurae, contm o resumo dos direitos
parochiaes. Preco 160 rs.
agencia dos fabricantes america-
nos Gronver & Baker.
Machinas de coser : em casa de Samuel P.
Jobnston & C, ra da Senzala Nova n. 52.
= Precisa-se de urna ama, que tenha borae
abundante leile, para criar urna menina de 4
mezes; pagarse bem : na ra das Ciuco Pontas
sjbrado da esquina defronlc da matriz nova de
San-Jos.
O Dr. Cosme
de i
de volt de sua viagetn instructi-lJ
tiva a Europa continua no exer-
i ciclo de sua prolissao medica.
Da' consultas em seu escripto-|i
[no, no bairro do Hecife, ra dajj
Cruz u. 53, todos os dias, menos
nos domingos, desde asvG horasS
te as 10 da manhaa, sobre os
seguintes pontos :
1*. Molestias de olhos ;
l*. Molestias de caracao e
peito ;
5". Molestias dos orgaos da gera-
cao, e do anus ;
i-. Praticara'toda c qualquer 7J
operacao que julgar convenien- fx
te para o restabelecimento dos
eus doentes.
O exarae das pessoas que o con- $
sultarem sera' feto indistincta-
mente, e na ordem de suas en-
tradas; fueii Jo exceptu os doen-
tes de olhos, ou aquellesque por
motivojustoobtiverem hora mar-
cada para este im.
"A applicicao de alguns medica
mentos indispensaveis em.varios;
casos, como o do sulfato deatro-
pina etc.) sera* feito,ou concedido
gratuitamente. A conanca que
nelles deposita, a presteza de sua !
acco, e a necessidade prompta I
de seuemprego; tudo quanto o
demove em beneficio de seus
doentes.
CAPITAL
Cinco mUliocs de Vibras
esterlinas.
Saundcrs Broibers & C." tem a honra de In-
formar aes Srs. negociantes, proprietarios de
casas, eaguemmais convier, que esto plena-
mente autorisados pela dita companhia para
elecluar seguros sobre edificios de lijlo e pe-
dia, cobertos de tena e igualmente sobre os
objectos que enntiverem osmesmns edificios,
quer consista em mobilia ou em fazendas de
qualquer qualidade.
LOTERA
r
O Sr. thesoureiro manda iazer pu-
bheoque se acham a venda todos os dias
da 9 horas da manhaa as 3 da tarde,
ndapavimento terreo da casa da ruada
Aurora n. 26 e as casas commissionadas
: pelomesmo Senhor thesoureiro na pra-
ca da Independencia rj. li e 16, os
I bilhetes e meios da nova parte da terceira
lotera do Gymnasio Pernambucano, cu-
jas rodas deverao andar impreterivel-
mente no dia 7 do futuro mez dede-
zembro.
Thesouraria das loteras 19 de 110-
vembro de 1859.O escrivao, J. M. da
Cruz.
NICA, YERDADEIRA E LE-
GITIMA.
maior comraodidadc c economa do publico de quem os proprielarios esperara a remuncraro de commodos, na ra do Livrainento n. 21 : a tra
tantos sacrificios
Assignalura de bauhos frios para urna pessoa por mez..... 1 OgOCHl
montos, de choque ou chuviscos por raez 153OOO
Series do cartoes e banhos avulsos aos precos annuncados.
Hotel trovador.
Na ra larga do Rosario d. 46,
primei ro andar.
Tcndo passado este estabelecimenlo ao Sr.
Francisco Garrido, se acha actualmente montado,
e offerece hoje concurrencia publica muilo
commoda hospedagem cm lodos os sentidos..
Fornece-secoraida para ora por barato preco o !
com aceio. llavera sempre a qualqucr hora pe-
tiscosjsaborosos.excellcntes vinhos e srvete, das
6 1|2 horas datarde cm diante ; assim como
deliciosa mo devacca aos domingos, de 2 horas
da nianha at 10.
=Precisa-se do urna ama forra ou escrava, que
saiba cozinhar c engommar, para casa de urna pe-
quea familia : a tratar na ra do Cabug n. 3, no
undgoso andar.
i^JSg&*
DhLIClOSAS E IaFaLI.IVEIS.
1

Paslilhas

Na nova loja de !re? portas da ra Direila n.-
10 vendem-se ricos corles de vestido de .- i
brancoso de coros com duas saias, na niais idos
dermis que ha no mercado, polo diminuto pre-
co de 100$ cada um, diios de cambraia com duas
saias a 6St cada um, dilos de tarlatana brdalos
de lindos gestos a 13j3, dilos de cassa de seda d
lindissimos goslos a 7 5 cada um, damasco de la
com 6 palmos de largura, propiio para colcha a
. Ii2n0 o cov.ido. chally de lindissimos goslos a
lnuiuwHi illticft^ '3 COV,do, lia de flores com padroes novo-s
qittn ,w# c muill) lill(J(JS a 720 0 covoj0i (.aSsas de cores
$$ j uiuito unas a 640 a vara, riseados francezes lar-
^ i gos de quadios a 200 rs. o covad, grosdenaplcs
$ty de todas as cores a 25 o covado, camisas fran-
Ruade Santo Amaro (Mun-% "AS*
do Novo n. G.j
lar no mesmo.
Precisa-se akigar um negro para vender fa-
zendas : quem o Uver e queia alugar, diiija-se
a rua.da Cadcia do Becife n. 55, loja de (.laudia-
ne & Hveira, ou Boa-Vista (n. 82) ra da Santa
Cruz.
^Consultorio central
DO
lili- SABINO 0 l PIMO
PILULAS VEGETAES
ASSCARADAS
m
E^C95S2^2?
Cabellereiro.
JnymeEnea, cabellereiro e artista em cabe!-;
tus, euntiuua em seu estabelecimenlo na ra do ',
ijuei-mado n. 6, priraeiro andar, a receber en- I
i ummendasde cabelleiras, meias ditas, chinos,
escenles, u t nn i f?l C i 11*17 VI'
M\RR\F\S A LUZ Vi
(ult-
SALSA FAMILHi
DE
Remedio sem igual, sendo reconhecido pelos
mdicos, os mais iminentes como remedio infal-
livel para curar escrophulas, cancros, rheunialis-
! mo, enfermidades do ligado, dyspepsia, debili-
dado geral, l'ebre biliosa e intermitiente, enfer-
midades resultantes do emprego de mercurio,
i ulceras e erupcoes que resultara da impureza do
| saugue.
CAUTELA.
D. T. Lanman & Kcmp, droguistas por atacado
New York, acham-se obrigados a prevenir ores-
peitavel publico para desconfiar de algumas te-
nues imitacoes da Salsa Parrilha de Brislol que
neje se vende neste imperio, declarando a todos
. que sao elles os nicos proprietaiios da receita
do Dr. Brislol, lendo-lhe comprado no anno de
;1856.
Casa nenhuma mais ou pessoa alguma lern
i direilo de fabricar a Salsa Parrilha de Brislol,
; porque o segredo da sua preparacao acha-sc so-
mente em poder dos referidos Lanman & Kcmp.
Para evitar engaos com desapreciaveis co-
i liina'joi's de drogas perniciosas, as pessoas que
quizerem comprar o verdadeiro devem bem ob-
servar os seguintes signaes sem os quacs qual,-
quer oulrapreparaciio falsa '.
Io O envoltorio "de fora est gravado de ura
lado sob urna chapa ilc a;, Irazendo ao p as
seguintes palavras:
D. T. LANMAN & KEMP
SOL AGENTS
N. 69 Water Street.
ima moda) trancelins, trancas para anneis, pul-
cciras, correntes para relogio.quadros de qual-
piergoslo que se esija, como sejam : lumulnres,
[memorias, firmas, etc., etc. Tambem pentcar
- choras, e para islo acaba de receber pelo na-
.o Uertha, cliegado ultima mente de Pars um
lindo sortimenlo de pen juntamente llores a Parisina do afamado florista '.
'.onstaniino, flores inteiramenle pioprias para.
.iffercce as senhores que prelenderem ver as
.egan.es 1ABRAFAS A LUZ Vi pen-
leadas como justameirte devera ser. a visitaren!
o seu estabelecimenlo, visto que de outra forran i
licaro ama trotadas, c nao se poder fazer um ;
iuizo perfeito de quanto sao bellas; para islo;
iera. sempre o seu estabelecimenlo aberto at as
9 horas da noite.
Casa para alugar.
Na Capunga Nova, ra das Pernarabucanas,
aluga-se pelo lempo da festa ou por anuo, urna
-.asa com 4 quartos, quintal com cacimba e tan-
que : trata-se na ra do Collegio n. 12.
Convidamos aos senhores accionistas da
companhia de Seguros Martimos L'tilidado Pu-
blica a comparecerem no dia 30 da crrente, ao
mero dia, no escriplorio da ra da Cruz do Hecife,
de conformidade com a parle 2.a do Ari. 41 e
Vrt. 42 dos mismos estatutos. Recife 25 de
novembrodo 1859.Os directores gerentes, Litii
inteiiio Vieira, Manoel Altes Guerra.
Na noilc de 24 do corrc-nle perdeu-se urna
pulseira de cabellos com chapa de ouro leudo
ao redor um eslreilo bordado, e no centro as ini-
ciaos A B R. S. 1. J. F. R. S. onlrelacadas:
qoea a achou qucrer.do restilui-la dirija-se ao
-obrado do becco da Fenha, que ser recompon-
jg* Dr. Casanova pode ser procurado
*\ a qualqucr hora em seu consultorio ho-
Z| meopaihico
* 28=RLA DASCRUZES=28
oyinesmo consultorio acha-se sem-
pre grande sortimenlo de medicamen-
tos em tinturas e glbulos, os mais no-
gvo* c bem preparados, os elementos de
homcopathia e Nyslem diccionario dos
Etcrmos de medicina.
s abaixo assigjados avisara ao respei-
.avolcorpodo commercio e cm parliculat-aos ccndlMia para 0 quarle, 0
us freguezes, que u Sr. Joaquim Laimundo Al- |_____ [______p, A. ,-.,,
ves de Azevedo deixou de ser seu caixeiro desde
NEW-YORK.
O MF.LHOR REMEDIO CONHECIDO
ConlracoiHipardes, ictericia, affecfoe do figado,
febres biliosas, clicas, indigeslOes,enxaquecas.
Hemoi rlioidas, darrhea,doen<'as da
pellc, irupcO^s.e todas as enfermidades,
PROVENIENTES U0 ESTADO lill'l'UO 1)0 SANGl'E.
75,000 caixasdestc remedio.cousommem-se an-
nualinente 1 !
Remedio la natureza.
gApprovado pela faculdade de medicina, e re-
commendado como o mais valioso catrtico ve-
getal de todos os conhecidos. Sendo estas pillas
puramente vegelaes, nao conten ellas nenhun
veneno mercurial nem algutri oulio mineral ;
estao bem acondicionadas em caixas de olha pa-
ra resguardar-sc da humidade.
Sao agradaveis ao paladar, seguras e efficaze
em sua operario, e um remedio poderoso para a
juventude, puberdade e velhice.
Lea-sc o folheloque acompanha cada caixa.pelo
qual se ticar conhecendo as mullas curas milagro-
sas quetem electuado. D. T. Lanman & Kemp,
droguistas por atacado em Nova York, sao os ni-
cos fabricantes e proprietarios.
Acham-se venda em lodas as boticas dasprin-
cipaes cidades do imperio.
DEPSITOS.
Rio de Janeiro, na ra da Alfandega n. 89.
Babia, Germano C, ruaJolio n. 2.
Pcrnambiic.o, no armazera de drogas de i. Soum
& C, ra da Cruz n. 22.
E chegado loja do Lcconte, aterro da-Boa-
Vista n. 7 o excellente leile virginal de rosa
branca, para refrescar a pello, tirar pannos, sar-
das e espiabas, igualmente o afamado oleo ba-
bosa para limpar e fazer crescer os cabellos ; as-
sim como p imperial'do lyrio do Florenca para
bertoeijas e asperidades da pellc, conserva'a fres-
cura o avelludu-do da primavera da vida.
Cura radical.
O abaixo assignado. encansavcl no estudu da
cura radical da morphea, crysipela chronica,
asthmas, -escrfulas, rheuraalisitt e carocos
esterinos, lein a satisfagao de convidar a to-
das as pessoas. que de laes molestias softre-
rem, a curarem-se com elle, proraelendo-lhes
toda a garanta na applicaco e prolicuidade
de seus remedios do substancias vegelaes com-
postos e preparados em seu laborado chimico-
rurgico na la do Sebo n. 3, bairro da Boa-
Vista, onde deve ser procurado das 6 s 9 horas
Ja manhaa e das 2 s da larde. Picando todava
cerlas todas aquellas pessoas, que com o abaixo
assignado contrataren taes curativos, que Ihes
ser restituida qualqucr quantia ou donativo, que
houver de receber em paga, no caso de nao el-
ecluar, como se compromette, a cura radical das
referidas molestias, com a condic.'io porm das
vegetaes
cernir as lombrigas
approvadas pela Exm.a inspeceo de estudo de
Habana e por umitas o-ilras juncias de by-
giene publica dos Estados Unidos c mais paizus
da America.
Garantidas como puramente vegetaes, agra-
daveis vista, doces ao paladar sao o remedio
uiallivel contra as lombrigas. Nao causam nau-
se.isnem sensacoes debilitantes.
Teslcninnlio" espontaneo em abone das parli-
Ihas de Kemp.
'< Srs. I). T. Lanman e Kemp. Forl Byron
12 de abril de 1859. Senhores. As pasthas
que Vmcs. fazera, curaran] uieu lilho; o pobre
rapaz padeca de lombrigas, exhalava um cliei-
ro ftido, tinha o estomago inchado e continua
comichao no nariz, to magro se poz, (fue cu
leini.i pcrde-lo. Neslos circumstancias um visi-
nho mcu dase une as paslilhas de Kemp linham
curado sua Bina. Logo que soube disso, com-
prei 2 vidros de paslilhas c com ellas salvei a
vida de nieu filho.
Sou de Vmcs. seu amo agradecido.
W. T. Fln'jd.
Preparadas no seu laboratorio n. 36 (od
Street pelos uincos proprietarios I). Lanman e
Kemp, droguistas por atacado em New York.
Acpam-SQ venda em todas as boticas das
principacs cidades do imperio.
DEPSITOS
Rio de Janeiro na ra da Alfandega n. 69.
Baha, Germano & C, ra Juljon. 2.
Pernarabuco.no armazem de drogas de J. Soum
& Companhia ra da Cruz n. 22.
Continuara as consultas c visitas do
mesmo modo que d'aules. A conlianca
'lo KPITII *!ue ^r *am" deposita na pessoa que
' ''ca cncarregada de seu consultorio nao
ser desmentida.
s pobres serao sempre tratados gralui-
9 lamente.
^ As correspon dencias sero enderecadas
J com subscripto ao Dr. Sabino com ausen-
lia ao abaixo assignado
^ ilannel de Vatios Teixeira Lima
Professor era homcopathia e se-
cretarlo do consultorio.
a
com llores para cabeca de scnhoi'a a $
cada um, dilos de vidiilho pretos 0 de cores u
mais moderno que ha no mercado a 5000 cada
um, ricas gollinhas com manguitos de pafo a 7?
cada um, gollinhas de traspasen a 25 c 2-'
cada urna, organdys decores a 080a vara, pale-
tols pelos de panno Gno a 2jj, ditos de dili -
a 20j, ditos de casemira do cores a 20?, corles
de casemira de cores a 5>800, dilos mais
a 7#, chales de merino bordados finos a S5C0,
ditos lisos de franja de seda a 5*500, dilos de
touquim a 25S e 32g, lencos de cambraia de li-
nlio com ricos bordados a 10j cada um, e nu-
tras muias fazendas que se doixaadc mencio-
nar, e se vendem por baratissimos procos.
l Botica ccli-ulhomeopatliica
0 no
m s oleario l- n\mt
m
m
Aos eigai
r
e:i'ose cha-1
ruteiros.
Conlinua a vtnder-se grande sortimenlo
| de medicamentos homeopalhicos tanto
cm glbulos como em tinturas.
*j Us precos das carteiras sao os mesmos
que so acham estipulados no final do ihe-
; & souro horaeopalhice.
i Cada tubo avulso 10000
Cada vidro de tintura 2g000
Thesouro homeopathico ou vade-
^ mecura do homeopatha, encad. llgOOO
w
Campos A Lima lera para vender coi-
xas com fumo americano de mulo boa
qualidade e a preco commodo: na ra
do Crespo n. 12.
m
O ^ CX". ">
^> v> w ^^iii^v
* V *
J
Precisa-se de duas amas para serviro de
casa, cscravas ou livres na ra da Cadeia de
Sanio Antonio n. 11 B entrada a csquerJa).
Ha urna prela para alugar-se que faz o ser-
vico diario de urna casa : na ra Direila n. 8i.
Precisa-se de urna ama de leile forra ou
na pra-
ca da Boa-Vista n. 32, priraeiro andar.
Ana de leile.
Precisa-se de urna ama de leile que o tenha
de
Compras.
Cimpram-se modaS de ouro de
20.s*: na ra da Cadeia loja de cambio
n. T)8.
I'reciza-se fallaran Sr. Joaquim de Azevedo captiva, para criar urna menina de dous mezes
Pereira, na livraria n. 6 e 8 da Praga da Inde- na ra da Moeda n. 32.
pendencia. ._,.-. = Precisase de unn cozinheira boa
Precisa-se de officiacs de carapinas c traba-
dores : na campia dos Remedios, sitio do Sr.
Thonorio.
Trecisa-se de urna ama no paleo de S. Pe-
dio, por cima do mareineiro, segundo andar.
N-i ra Bella n. 10 precisa-se de urna ama cm abundancia que seja sadia e de bons coslu-
para cosinhar c comprar para urna pessoa. ne? e paga-se bem : dir.ja-se ao palco do Col-
_ precis3-sc de urna ama para casa de pouca S'O "> 37, segundo ou terceiro andar, a qualquer
familia : na ra do Jardim n. 22. | ora-
= Ainda est por alugar una casa com um pe-
queno .sitio no porto do Jacobina, na Capunga,
contigua do finado padre Capistrano : quera a
pretender dirija-se ao pateo do Terco n. 32.
~ COLLEGIO #
DE
Nossa Scnhoi'a ta Conccicao.
Lisboa rua da Esperanca n. 101 A.
Em consequi'ncia da alterado que se fez na
poca dos exames preparatorios para a universi-1
dade, c de outras circumslancias que tem occor-
rido na pratica, determinamos alterar tambera
o comeco do anno lectivo no nosso estabeleci-
menlo : at aqui era a abertura a i de novem-
bro, e nesle anno lera lugar no da primeiro de
outubro ; porm, esta^ determinacao, em cousa
alguma obsta entrada dos alumnos, era qual-
quer lempo do anno.
Os cursos ou disciplinas professadas no
legio sao as seguimos, c assim classificados :
larucrao primaria.
O ensino da instruccao primaria professado
em duascadeiras : na Ia cadeira o Io grao na
2'1 o 2" gic.
Ha mis mi cadelr especial de Callugra-
phia compl
pelos alumi
Altenco.

Vendora-se c COMcrlam-se carrinhos Je ma-j
muio fortes, proprios para a rerao^o de \... ;
na rua da Concordia confronte a reftnacao, ou
na rua Nova n.41, loja de ferragens.
A mui bem acredi-
tada tinta prela.
Em garrafas e meias defronle de S. Fran > .
typographia de F. C. de L. e Silva.
Luvas de pellica.
Na loja da agnia de onro da rua do Cabug n.
1 B, vende-so luvas de pellica muilo frescas para
homcm e senhora, ditas fio da Escossia a GO rs.
ditas de cores a 400 rs., ditas de algodo a 2i>
rs., ditas de seda entenadas para senhora a
1J200 e lgCOO, para meninas a lg o par, assi i
como tapetes para lanlernas de cima de mesa a
20500, cestinhas com quatro garrafinhas co:
fino estrato a 1$200, e outris muilas mais
I niariasde gosto e boa qualidade e que a vista :
freguez se vende por barato preco
Vendas.
Para
igrqa
Na loja ta agnia de ouro rua
do Cabug u. i B
Vende-SC bicode labyrintho rauilo largo pro-
prio para altar, assim como trina, gallees t; vo-
lantes de todas as larguras por preco muito .
' conta.
col-
Queimado n. 40.
Grande e variado sortimenlo
Leques.
Na loja da aguia de ouro rua do Cabug n. 1
B vende-se os ricos leques de madrepero'a da
muito gosto, assim como de outras qualidadi <
cliegado ltimamente da Europa.
DE
illl
New York.
2 O mesmo do outro lado tem um rotulo cm
papel azul claro com a tirina e rubrica dos pro-
prietarios.
3o Sobro a rolha acha-se o retrato e firma do
inventor C. C. Vristol cm papel cor de rosa.
4o Que as direcocs juntas a cada garrafa tem
nma phenix semlhante a que Tai cima do pre- i pessoas enfermas se submetterom as regias
sent annuncio.
DEPSITOS.
Rio de Janeiro na ruada Alfandega n. 89.
Baha, (hermano & C, rua Juliao n. 2.
Pernambuco no armazem de drogas de J. Soum
& Cotnoanhia rua da Cruz n. 22.
t DENTISTA FRANCEZ. t
> Paulo Gaignoux, dentista, rua das La- <
> ranaeiras 15. Na mesma casa lem agua e "<
^ p (entifico. ^
A quera con\euiia ura a barcada de lote
de 18 caixas e de boa marcha, c bem apparelha-
da, dirija-se rua do Aniorim n. 1.
ar. ordinariamente requontada]
dairistrucco secnndaria.
trucrao secundaria.
O ensino u,. nslrucco secundaria prefes-
sado em 9 cadeirus: Da 1" cadeiragrammati- ,
ra e lingua latina : 21 latnidado : 3* grego : 4a i
francez : 5a ingles : 6;1 allemao : 7" philosopbia ;
Fazendas fra acezas e rou-
pasfeitas recebidas em di-
reitura pelo ultimonavio.
Dito-se as amostras coui penhor.
Bicos cortes de vestido de seda de cores
de 2 saias...........................
Ditos de ditos de seda preos bordados i
velludo...
racional e moral o principios de direito natural : Ditos de ditos de seda de gaze phantasia
8a rhetorica e poeica etc. : 9" geographia, chro-
nologia e historia Universal.
Instruccao superior.
O ensino neste collegio. classiicado de instruc-
Ricasromeiras delil o de seda bordadas
Taimas de grosdenaples bordadas......
Chales de louquira branco bojdados a
3Se.
cao superior professado era 0 cadeiras : na i" Grosdenaple de cores de quadrinhos co-
I
s
a
SOgO
Oerece-se para ama seca de urna casa es-
Irangeira de pouca familia, ou mesmo brasileira,
urna mo*i portugueza, de 20 a 22 annos de ida-
de, muito bella: quera della precisar dirija-se
rua Imperial, confronte ao n. 27, que adiar
cora quem tratar.
Srvete
NO
Pavilhao da casa de ba-
nhos do pateo Carmo.
Todos os dias uleis das 7 s 10 a\a noile, c nos
dias santificados, ou de fesias nacrenaes das 11
do dia al s 10 da noile. Ha lugar reservado
para as familias. Tambera ha sorveteiras de va-
rios lamanhos para cnuduccao dos sonles, que
! se pediiein para|fra.
Companhia fixa de cavallaria.
Tendo desapparecido desde o dia 25 do corren-
I le o soldado Andrclino Aiselino da Silva, que
livro das acias do
cons-jlho econmico da dita companhia, o abaixo
uo ueixouiuu ser suu nunraw ; | assignado gratifica generosa .nenie a quem Ihe
o da 7 do -'orrenle Roce 8 de noxembro de ^ ,. o ^ ^^ do
mesmo. Santo Amaro 29 de novembro de 1859.
O capilo, Manoel Porfirio de Cauro Araujo,
Precisa-se deum co/.inheiro, que entenda
perfeitamenlcdeslaarle, que seja lnip* e de boa
conducta, e nao tenha vicio le beber : para Ira-
'. lar, na praca da Indeoendencia n. 22.
Idiomas iuglez e francez.
Eneas Bruce, professor de lingoas, tem a hon-
! ra de informaran respeilavel publico, que conli-
nua a dar lines dos dilos idiomas, tanto na
sua casa como na daquelles que se quizerem uli-
lisar do seu presumo. Recebe tambera discpu-
los todas as noites desde s 7 at as 9 : na rua da
Cruz n. 62, terceiro andar.
Offerece-se um rapaz brasileiro para cai-
xeiro de cobranca ou mesmo rmaseos, o qual
d fiador a sua conducta; a pessoa quj? precisar,
dirija-se rua Augusta u. 32.
Ha urna pessoa que toma conta de urna ta-
berna por ualanco, com as babililaedes necessa-
rias para comprar e vender, a qual d Informa-
coes necessarias : quem pretender, dirija-se ao
Ierro da Boa-Vista n. 76, que achara com quem
gienncas, que pelo abaixo assignado lhes forera
preseriptas, como costuma com os seus doentes.
Hecife 2( de novembro de 1859.
Manoel liorges de Mendonni.
Ama.
Precisa-se de una ama que soja boa cozinhei-
ra : na rui do Collegio n 13, segundo andar.
Precisa-se de ura amassador: na rua da
Senzalla Velba n. 90.
= Aluga-se urna casa no lugar da Boa Viagera
defronte da igreja: quem a pretender dirija-se
ao Dr. Rufino na secretaria de polica que elle
dir quem a alug?.
L'ma senhora portugueza j de iJade, de u-
\ na conducta exemplar, se offerece para adminis-
trar uraa casa de pouca familia : quem de seu
prestimo se quizer utilisar dirija-se ao collegio da
Aurora.
Perdeu-se urna pulcira pequen*, de cora-
es com enfeltes de ouro pendentes : quem a achou
querendo restilui-la, podo leva-la rua da Cruz
n. 42 armazem. que se gratificar.
Antonio da Cosa Reg Monteiro, deixou de
ser caixeiro do Sr. Joaquim Jos de Paiva, desde
o da 13 de novembro do frrenlo anno ; os mo-
tivos que leve para assim fazer foi promover as
Uielhoras d" seos interesses. Aproveila o cnsejo
para agradecer ao mesmo senhor as maneiras
ni lianas e alteniosas com que sempre o Iratou
durante o periodo de 9 a 10 anuos era que foi seu
caixeiro. Pernambuco 2> de novembro de 1859.
Precisa-se arrendar ura sitio que tenha
grande baixa para capira : na da rua Proia n. ii.
Ama.
Precisa-sede urna ama para cozinhar para ca-
sa (le liomem rolloiro : a tratar na loja d(! miu-
dezas do aterro da Boa-Vista n.8.
cadeiraarilhmetica, algebra geometra, trigno-
metria e geographia m alhema tica : 2a operacoes
geraes de commercio eesenpturacao applcada
agricultura, industria e commercio ; 3' phy-
Stca, chimica, inlroducco historia natural e
mechantes : 4a agricultura geral : 5a geogra-
phia e historia agrcola, industrial ocomraor-
cial : elementos de economa poltica e de es-
tatisttea ecclesiastica : 6a elementos de direito
administrativo, eommercial e das gentes.
lleligio e bcllas-leltras.
O ensino religioso e o classico de litteralura e
de moral, professado em dnas cadeiras espe-
ciaos : na Ia cadeira a rclit;iao : na 2a a littera-
lura o moral.
BELLAS-ARTES.
O ensino- de bellas-arles professado cm d-
vado
Dito de dito liso covado................
Seda branca lavrada covado 1J600 a___
Grosdenaple preto lavrado covado......
Dito dito liso encornado a IjWOe___
Dito 'lito com 3 palmos de largura a
lg60() e..............................
Sarja de cores larga com 4 palmos de
largura covado a...................... 1;500
Gaze de sedada China de florse listras
covado a............................
Follar de seda de listras gosto novo co-
vado.................................
Setim de escocia e diana de seda covado
Chalv de Dores novosdesenhos covado
Bareje de seda de varias qualidades co-
vado.
1$200
13-SOO
2*600
25000
2g500
2g500
15000
loOOO
1 JIMIO
900
versas cadeiras, segundo as necessidades, po- Meio velludo de cores covado........
i Antonio Jos reireira Alves, medico-ci- .
irgico pela escola medica-cirurgica da e- ^
^ dado do Porto, recentemente cliegado a es- s
| la cidade, acaba de estabeleccr o seu gabi-
nete de consullas medicas, cirurgicas e ope-
L'Oes na rua do Amorim n. 15, segundo
ndar, aonde poder ser consultado al s
9 horas da manhaa e das 2 s 4 da tarde.
I Alera disso acudir ;i qualquer chamado
r de noile, qur de dia, com aquella .v
S promplido que sempre exige a humani- ij5
'y dade aillicta. Os pobres serio atlendidos e !S
raiados gratuitamente.
isaaBaags :assssa22Li:,
Serapiim & Irmao.
P. do Cabug, loja de ourives
n. 1 I,
esquina que ica em frente da rua
Novu e pateo da matriz
(JFazem publico que estao constantemente rece-' Irat ar.
beodo da Eur = paasmais em moda e mais deli- Precisa-se saber se ainda existe a viuva D.
adas obras de ouro, as quacs dao para esco-1 Thereza de Jess Goelhe Suuza Leo, ou alguns
AVISO
M
1
Iher, pelos menores precos possiveis, e passam
as com recibos, as quaes vao especificadas
a qualidade do ouro, unto de 14 como de 18
.tes, do "pie Acaro esponsaveis.
d'j scua hordeiros, pira se pagar o laudemio o
foros da casa terrea, esquina da ra do Moloeo-
lomb, ediScada as ierras dos Jilos herdeiros :
c deseja saber no Inji da rua do Collegio n. 1.
Rogo a todas as autoridades policiaes, pedes-
tres e mais pessoas de pegarem o meo escravo
Pacifico, cabra, mogo, olio bastante, com cravos
nos ps. Foi escravo do engenho d'agua de
Iguarass do finado Henrique Poppc Giro, tem
pai por norae Joao Congo mou escravo e mi
tona por noine Maris, lavadeira. consta-ine que
lera sido visto traballnndo polos sitios da ponte
de Uchoa e Agua Pria,e que costuma estar na
encruzilli ida da matarneira, o protesto proceder
contra quem o livor azilado ou empregadn era
seu servieo sem ser por ordem ininha : quem o
pegar !eve-o ao m.eu sitio da estrada do Arraial
ou na minha Diaria da rua do Cotovelloque pa-
garei todas as despezas e trabalho.
Marcelino Jos Lopes.
precisa-so de urna ama que cezinhe o en-
gomme para casa de pouca familia : na rua do
Qucimado n. 30.
O Sr. Antonio BorgesGalvn, lem urna car-
ia de importancia, na livraria n. 6 e 8 da Praca a
Independencia.
O Sr. Joo da Cosa Maravilha, queira d-
rigir-sea osla lypogrphia a negocio de seu inle-
rece,
O Sr. FranciscoAraujo Caldas Los, queira
derigir -se a livraria n. 6 e 8 da Praca da Inde-
(iendcncia, que se precisa allar-lhc.
Precisa-se de uraa ama para o serv;.) in-
temo de urna casa, e paga-se bem : na praca da
Boa-Vista n. 32, segundo andar.
Precisa-se alugar alguns iiretos cscravos,
por mez ou por dias ; pode-se dar o sustento,
cuso convenha no senhor : na livraria n. 6 e 8
da praca da Iudopendencu.
-t Precisa-so de nflkiaes de alfaiate prra c'-ir.'
miudo : po rja Nove u. 69.
rm sao permanentes a primeira para o dese-
nlio ; a segunda para o ensino de msica e exer-
cicios de piano ; a terceira para flauta e re-
beca ; quaila para exerccios de dansa, etc.
Este collegio, estabeleeido em edificio to pro-
prin para o objoclo, e lao vasto ',que foi elle con-
vento da ordem de S. Bernardo!, c sendo, como
, propiiedade do director geral, olTerece por
isso mesmo a mxima segura neo e vantagens,
para quera nelle quizer mandar educar seus ti-
Ihosou pupilos, e couunodidades para esles.
Os professores, em lodas as disciplinas, sao
dos mais habis. Nao menos escrpulo ha na
escolha dos empregados e dos criados.
A educacao religiosa, que fortalece os bons
principios,* fielmente manlida ueste estabele-
cimento. Os alumnos ouwm diariamente missa
na igreja do Collegio, que lem capello eftectivo.
Xo recreio, na missa, no estudo, o as aulas sao
os alumnos sempre inspeci'ionpdos 0 vigiados.
s prefinios, habilitados com conhecimenlos pra-
licos dai liugnas ingleza, franceza o allcmaa,
dao o niaior exercieio, e mesmo em horas de-
terminadas, aos alumnos que estudam scinelhan-
les li nguas. i
Os. alumnos, tem quartos separados com por-
tas para os doiiuiorios : estes rada um sua os-
eada. Todosos quartos e corredores dos dormi-
torios, sao ptimamente ventilados: porque lem
ianellas para a rua, ou para o terraco, onde o
edificio firma quatro laces, cada urna com dous
an lares.
A sala dosac.los, livraria, eic, sao no pavi-
mento superior. No pavimento baixo a igreja, c
no quadru, que foi mitigo claustro, em roda do
jardim, a sala do esludo geral; as aulas, escrip-
lorio, eoziuh.i, refeiloro, ele. Estas casas sao
lodas coberias nassuns entradas, por um bora i Chapeos francezes furnia moderna......
sistema de arcadas, que sustenta o terravo su-1 Gravatqs do seda depona bordadas a
Velbutina de lodas as cores............
Sol ni de todas as cores liso covado ...
Brilhantina branca muilo lina a.......
Chitas francezas claras e escuras a 260 e
Casemira prela lina algiOOc..........
Panno preto e de cor lino provade li-
rao a 3$500a........................
Corles de casemira de cor a 5 c........
Cassas organdys de noves desenhos a
vara......."..........................
Ditas francezas muilo finas a............
Manguitos de cambraia transparente bor-
dados muilo ricos....................
Golinhas de cambraia bordadas de pona
Dilas de dito bordadas a 600a..........
Tiras e cntremeos de cambraia bordados
Ricas mantas pretas de linho para se-
nhora ................................
Ditas ditas de blond brancas e pretas..
Chales de soda decores, prclos e roxos..
Dilos de merino bordados com franja de
seda..................................
Dilos de dilodilo de la..................
Dilos de dito liso dito de seda..........
Dito de dito dilo ile la..................
Dito de dito estampados fino lista de
seda..................................
Lencos de cambraia de linho bordados
finos..................................
Ditos de abeodao do !abrrintho80 e___
'.apellas brancas para lioiva............
Enfciles dcridrtlho preto e de cores....
Aberturas para camisa de rsguiao O'
linho..................................
Dilas de dilo de algodo brancas 2 de
cores..................................
Saias balao modernas..................
500
lSOO
700
800
500
320
2$500
7J000
7-*000
IgOOO
500
Vendem-se ricos pentes de tartaruga virados,
n moda a Imperoui a IO3 coda um, [azi
igual aos do 20j, assim coto bandejas
lano redondas como quadradas, cecor] is
gideiras de lodo o tamanho, forradas de poi
' na a 480 rs. a libra, bulles de familias de toda
proco, clavinolese espingardas finas das melli -
res "que tem viudo ao mercado: na na Direila,
loja de lerragens n. 53.
a rua da Cadeia do Recife, primeiro an-
1 dar, n. 50, vendem-se :
Caixas com velas slearinas proprias para illa-
mi u aros.
Lilas com ditas de carnauba superiores.
Courinhos de cabra.
Meios de sola.
Farelo de Lisboa.
Pomada.
Toallias de panno de linho do differenles la-
manhos para mesa.
Folhos lisos e bordados.
Conlas douradas.
Apiles.
Palhelas lixadas.
Palhelas para clarineta.
Linhas de roris e de jnumCfOS.
Rolhas e rolhSes
Cadeiras e sofs, asscnlo de palhinha, de '
cellenles gestos.
Condecas, a Rodas'de arcos de pao.
Bocaes para seringa.
Cal de Lisboa.
Rclogios de ouroe prata, cobertos edescobcr-
los palcnie inglez, os melhores que existem so
mercado, e despachados hoje, vendem-se por
precos razuaveis : no escriplorio do agente Ol-
veira, rua da Cadeia do Recife o. 62, prim
andar.
7?:>iHi
79090
630OO
5500:
8;000'
<;
1;000
S
9
t
s
65000
S;50ii
Pecas de algodo trancado, azul, com 32 co-
vados por aOO : rendem-so na rua do Crespo,
loia da esquina une rolla paia a rua da Cadeia.
Reiogios.
De novo ebegaram os afamados
lesees de ouro, de patente, e estao
armazem de Rostro II -
Sannlo n. (8.
rclogios ii-
venda t.o
S C praca do I
Aterro da Boa-
Visla 11.2.
periur.
O edificio t lodo lluminado i giz, e pnuso
deste. ha a maior flscalisaeo e seguranca. To-
dos os lugares de despejo lem siphes, pelo que
nao se con hoce mo rheim. Esla medida, a cons-
Irucco quadr.nla do edificio, a sua posico em
sitio alto, encostado ao mil, e solado por lodos
os quatro lados, o todas as nnis condicoes liygie-
nicas, que possue, tornara esla habita o a mais
salubre, pois ha nella mui poucas doon"as, e nao
foi invadida nem da cholera, nem da febre ama-
rolla.
A penso dos alumnos ': de 12$ mens.ies, fra
asdespozas extraordinarias. Passando de 10 an-
uos pagarn 1 }.
As pessoas das nossas provincias ilo reino e
das ultramarinas, ou do imperio do Brasil, lem
era Lisboa, muita individuos d..' qualilica-o,
que os podera informar da veraridade do que
fica expistn. Em Pernanibu o podera dirigir-se
aos Srs. Feidel Piulo A; C."
Lisboa, 10 dejulhode 1850.
o dircclor-geral,
Joaqxim Lopes Ctrreira de Mello.
=. Precisa-se de escrava qne eozinhee engom-
mo para casa de familia : na r 11 di Ca Jvw em
S.into ^r. or-io r;. 30.
de cor e blancas
velludo
Camisas francezas
linas a IfSOO e..
Ditas ditas de fustn branco e de cor___
Dilas ditas de esguio muilo finas mo-
dernas ...............................
Seroulasdc hrim de algodo o de linho
Galeas de cas/mira prela setim \)$ e___
Dilas de dilas de cores 8$ o............
Dita de mi-.i casemin ................
Dijas de hrim fino e variis qualidades
35 e Collctes de velludo, gorgurao,
casemira e selim..............'......
Casacas de panno preto muito fino 303 e
Sobrccasacos^e paletots de panno preto
fino 2' e...........................
Paletots de casemira mesclada xolla de
velludo ......................
Dilos do alpaca pida muito linos......
Ditos da merino setim urelos e do cores
Ditos do mcia casemira..................
Dilos de alpa a prelOStfl de cor forrados
Ditos de bnm bronco c pardo finos......
Dilos de hrim d quadrinhos linos
35500 c ..............................
Dito de alpa a preto < decires..........
Reogios de -: paten........es......
S
8S5O0
2^500 l^
Vcndem-sc caixinhas .le peras secas n -,
I dilas de figos a 297000, dilas Je auieisas rainha
Claudia a 298OO, ditas de muscaloL. presuntos
cliegados iiliinuinentc, muito novas
',500 ris a libra para acabar: a elles que se es-
- lo acabando.
iijoooJAos fabricantes develas.
Cero de carnauba ila nova safra a lljoOOe t>,
cS'bo refinado em pao o velas, ultima-
' ehngada do l'oo.em nicas e caixas de N'.;
a I2v5(i a arriba no anligo deposito do li -
da Asscmbla 11. !'.
At'iieao.
Ni casa de Prenle Vianna c C, vendera-s
Poos turbulos de prala ingleza.
Salitre refinado.
Camas de ferro.
Cemento romano.
Genebre de Hollan a.
A rudos americanos e machinas
paia lavarroupa : em casa de S. P Jo
Imston 4 C. rua da Si-ntala n. i2.
vende-se'nra e, .-.'.. b im
ria rua dn Cad en. t.
IO3OOO
igOOO
54OOO
ogooo;
339000
1S;(I00
10500:1
sooo;
750W>!
65500:
65000
JJ0O0
38300
MOTILADO
N
llEGlia


(')
DIARIO f>K PERNAMBUC. -QUIMA r'ElRA 1 DE BEZEMBRO DE 185D.|
1.4 ECONMICA
DE
idUA 11 !IM
N.2RA DO CRESPON. 2
Defronte do arco de Santo Antonio.
NF.STE NOVO FSTABE.LECIMF.NTO VENDEM-SE:
Lime de roligiao, scieneias, de letras, artos, viagons, historia e classicos ; romances Ilustrados e
traspublcuedes em diversas linguas.
F.ipelde hollandn, de peso, paquete, almasso, de cores e outros de diversos formatos e gostos.
Piensas para copiar cartas e outros rmnuscriplos, livros c tintas proprias.
t.irros em branco, peonas de varias qualidades e mais objeelos para uso de reparlicGes, secreta-
rias e casas re commercio, utonoilios para desenlio etc.
Artigos do bom gnsto, fantasa e curiosidade das fabricas de Taris para uso dos elegantes ; orna-
tos, presentes etc.
<>rtors p bilhetes para bailes, pasamentos e visitas.
HISTORIA UNIVERSAL desde os lempos primitivos at 1850, por Cesar Cantil, 12 rolantes, iu fo-
lio, enriquecida de mais do 90 magnificas estampas, obra em que nada so pnupou'para o
leitor encontrar nella erudicao, rstudn sol-do e leitura agradare!.
ALMANAK do lembraneas de Castiiho para lS6i>, assim como colleceoes completas desde o seu
eomeeo.
MANUAL DK CONTAS j feitas para compras e rendas doassuear, algodao ele.
Fncadorna-so em lodosos goslos desdo o mais simples em papel at ao melhorem panno ou pelle.
fmprin:o-se carios e bilhetes, c marca-so papel com typo proprio e em relevo vonlade dos
prelontlontes.
Acceita-so o encargo de qualquer encommenda do livros e outros arligos tanto da corte e provi
cias do imperio, como do Portugal, Franca, Inglaterra e Blgica, com as condieooes mais
n-
ra
GRANDE
Liquidado.
lindos padrees,
padroes,
240
160,
1G0
7oaveis.
FUND
AURO
Este ulillssimo eslabelecimento acha-se, lia pnuco lempo, augmentado tanlo no materia
como no seu pessoal, e seus proprietarios habilitados para vencer qualquer opposico hostil e
desprezarom a ignorante vituporaeao de malevolencia. Oll'erccem a seus numerosos "freguezes e
ao publicoem geral, asvantagonsdo sua longa experiencia e recouhecida promplidao e fidelidade
na execueao das obras as mais importantes de engenliaria, entre outras pode enumerar as seguin-
tes: machinas de vapor de lodos os lmannos, rodas d'agua de todos os dimetros, todas de fer-
ro ou para cubos de madeira.nioendas para caima todas de ferro e independentes com os me-
Ihoramcnlos que a experiencia mostr ser indispensavel, meias ditas com todos os preparos, ta-
chas para cngenbo de lodas as qualidades c tamanhos, rodas, rodetes, aguilhes, crivos e boceas
para fornalba e todas as ferragens para engenho, machinas para amassat pao e bolacha, ditas
para moer mandioca, fornos e prensas para farinha, pontea de ferro, 'aldeiras, tanques boias e
todas as obras do niachinisnio etc., etc.
la !
lima senhora hbil c que lem estudado os me-
Ihoramenlos possiveis relativo a doces, acaba |
de preparar doces finissimos de goiaba, com liu-
dascores e com gosto especial, estando em latas!
e om caixoos, e garante um anno de duracao!
nallcravel debaixo de qualquer temperatura ;
esle doce denominado f.oiabada Imperial; pie-' ^a & Silva, no atorro da Boa-Vistan. 60,!
vine-se as pessoos quequeiram obsequiar algum v.en.Jem as 'indas seguimos, por precos bara-
amigo nada mais digno e nem de melhor gosto ; '1Sslm"s para apurar dinheiro :
do me um presente desle doce pela sua especial i a^^i"Bcezas mui, finas" corcs fixas-
qualidade e tumbem por se acharem os caixes o
as latas forradas de papis lithographados com o
melhor gosto e aceio possivcl. A autora muito
grata Picar s pessuas que dercm impulso a osle
lao grande ramo de industria, e lem em vistas
mandar buscar alguns apparelhos que se torna-
rao indispeusaveis havendo procura desle rico
doce. Senhores estrangeiros mandai para a ros-
sa patria doce raro o se ni rival I O deposito
nico na ra Direila n. 6, oitao dol.ivramcnlo.
Botica.
Rartholomeu Francisco Ce Souza, ra larga
do Rosario n. 36, vendo os seguintes medica-
montos :
Rub L'Affocteur.
Pillas contra sezocs.
Ditas vegolaes.
Salsaparrilha Bristol.
Dita Sands.
Vermfugo inglez.
.Varope do Bosque.
Punas americanas (contra febres).
Ungento Holloway.
Pilulasdo dito.
Eilixir anli-asmathico..
Vidros de boca larga com rolhas, de 2 oncas a
12 libras
Assim como tem um grande sortimenfo de pa-
pel para forro de sala, o qual vende a mdico
preoo.
DE
EL
JL. Dclonelie.
Neste estal>elecimento ha para vender-se um completo sortimento dere-
! >giosde oui'o pat-nte inglez esuisso para homcm e senhora, bons relogios dou-
fados e folheados de ouro, ricos apparelhos de metal para mesa do mais lindo
josto e modi-lo; assim como Lirabem acharoos Srs. msicos excellcntes instru-
mentos para banda militar e outios taes como fleutas, vioIOes etc., etc A casa
recebe directamente dos melhorrs abricmtes de Pars, e portanto pode vender
raai barato do que qualquer outra pessoa
Venham ver as pechinchas antes que se acabem.
E = o 5 5"
c o
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B
O

Saias balo
Vendem-se as melhores emaiscommodas saias
balao que se pode encontrar por 5$ parff-aca-
bar : na ra do Oespo n. 16, esquina da ra
Farelo, milho, farinha,
arroz, caf, champanha, figos, manteiga in-
gloza, ludo de superior qualidade e a commodos
precos : vende-se no armazem da ra da Madre
ile Deojgn 12, junto a|tabcrna do Sr. Lioa.
das Cruzes ; na mesma loja ha ricos corles de y^^?^^^S3^'?v^^gS5^i^g!K ^
cambraia, branca bordadas, dilos de phantasia Jg
que so vendeiii r>>r procos commodos.
isa
a
i

tai
= Vende-se una muiatinha recolhlda, muito
bonita, de 6 anuos de idade, sabe coser com
perfeioao, tazer labyrintho, eogommar e traanlo
toilette de senhora : na na Nova n. 52, prinieiro
andar.
A dinheiro ou a prazo.
Vende-se a cocheira da ra daCa-J
deia de Santo Antonio n. 7, ten do 5 &
carros e um rico coupeesem uso alfuim.
1
chegado loja do Lecomto, aterro da Boa
Vista n. 70,excellente leile virginal de rosa bran- B
ca, para refrescar a pello, tirar pannos, sardas e &
espinhas ; igualmente o afamado oleo babosa k*
para limpar e fazer crescer os cabellos; assim i?"
como pos imperial do lirio de Florenca para ber-||
toejase asperidades da pelle, conserva a frescura : !u
e oavelludado da primavera da vida.
GRANDE E VARIADO SORTIMEXTO
DE
Fazcndas inglezas e francezase
roupas fcilas
recebidas em direilnra
NO
...
Armazem e loa
DE J
Ges (Sl Bastos
una taberna por todo negocio, em ra
commereial, no batrro de Santo Antonio :
: M ruado Rangel, armazem n. 62.
muito
a tra-
= Vende-se doce de caj novo a lftOOO a libra :
em Olinda, ra de Malinas Ferreira u. 12, assim
como tambem se confoitam caslanbas para en-
commondas, e outras quaesquer qualidades de
doces.
Vcndc-se:
Mercurio doce.
Retroz
linha de roriz.
Dita em novellos.
Cera de Lisboa em velas.
Gracha ingleza.
Couro de lustre.
Lazarinas e claviuotes.
Chumbo em lcncol.
Pregos de ferro de lodas as qualidades : no ar-
mazem de Jos Antonio Moreira Dias & C, na
ra da Cruz n.26.
r= Vende-se um sitio com 200 palmos de fren-
tee200de fundo, no lugar da Torre, margem
do Rio Capibaribe, eom urna grande e moderna
casado vivenda, cocheira, estribara lpara ( ca-
vallos, gallinheiro, cacimba cora tanque e bom-
ba, baixa para capira, todo murado na frente, e
lado com porto de ferro : os prelendenles podem
dirRir-sc ao agente Pestaa, que se acha aulori-
sado a dar as necessirias informacoes, e a tratar
da venda sob as condices ostabclerida r.o mes-
mo pelo legtimo propriotario. O dito :!!i
om cli'm- prop
Joias... joias... joias.
15000
720
1*01)0
para co-
covado
Menspara vestidos de lindos padroes,
corado
Chitas largos niiudinhas,
corado
Challysde seda com lindissimos
chogados pelo ultimo navio francez,
corado
Dilos miudinhos mnilo bonitos, covado
Polar de seda, covado
Merinos para vestidos muilo lindos, co-
vado
Chitas encarnadas adamascadas
borla, covado
Cortes de phnlasia para vestido, fazenda
muilo superior 16g00'
Ditos de la e seda muito bonitos 12j000
Diios de cambraia com babados bordados S
Ditos dilos 3^00
Dilos dilos
Dilos de cussas miudinhas, padroes mo-
dernos
Pocas de cambraia lisa eom 6 1|2 varas
l.aa de quadros para vestidos, covado
l'.lnmalolo prelo muito largo, covado
Crosdcnaples prirlos muilo bons
Ricos pontea de tartaruga impcralriz
I.uvas de seda enfeiladas
Penles de massa virados, e outras militas fazcn-
das que so vendem mais barato que em outra
qualquer parle, dando-seasam ostras com penhor.!
Roupafcita para homens e meninos
VAREJO E ATACADO*
No hotel intjlez qimrto numero 5.
,., .Grl!1;I sortimento de casacas de panno, sobrecasacas de dito.paletolssobrecosacos, dilos de
^'i"'ir;!1:./ror.PS,sn,iru,udo(lc Pan"c phnlasia, dilosCoachemanns de duas vislas, ditos lord
2ono
3S200
840
2*000

f
9
fJLCf|&R | ffl)||M U Ilf&ISv
Si la na ra Imperial n. i {$ c 120 junio a fabrica de sabo.
DE
s instancias do algumas familias notaveis
desla cidade, Marcos \Veyl,(da casa de Domingos,
Moulinho, joalheiro ourives, ra dos Ourives n. !
27, no Rio do Janeiro) chegou com um completo
sortirnen-lo de joias do mais elegante goslo. Son-
do esta casa favoravclmentc conliecida como
Capillas e grinaldas de
llor de laranja.
Vende-se na loja parisiense, ra do Crespo n.
10, eapellas e grinaldas de flor de laranja, e en-
foitesdp flores, froco e vidrilho.
casa de con flanea, e pelos productos superiores' MW^W^'M^ f% da sua fabrica, seria fcil convencer-se do barato i "
e das boas qualidades das joias. Completo sor-1
lmenlo de condccoraces brasiloiras de brillnn-i
te, ouro c piala dourda, a precos commodos.
Sehaslio J.da Silva dirigida per Hanoel Gwneiroleal-
dcllcK^^^^^
para resillar e destilar cspintos com graduacao at 40 gios pela graduacao
melhores systemas boje approvados e conhecidos nesta e outras provincias
Recebe-se em troc lodos os objeelos de ouro,
prala e podras linas cmqualquer estado-: para
tratar, no hotel ingle/..
ncao.

Por differentes preros veste-se um
hornera da cabeca aos pes : na loja
de Nabuco & C. na ra Nova n. 2.
fe"
J^%\
45lua Direita45
O proprietario deste estabelecimealo roen-
nhecendo que com a excelsa visita de SS. MM.
II. a esta cidade lera de sedar um estrago hor-
roroso de calcados, em consequencia das fro-
quentes paradas, marchas, contramarchas c for-
niidaveis passoios s brilhantes illuminaces, o
condoendo-se das boleas naturalmente "poueo
fartas, dos bravos ofQc'iacs c pracas dos patri-
ticos batalhoes, cujos nomos tra'zem memo-
ria os feitos gloriosos dos nossos avoengos, deli-
berou, em homenagem a lao fehzes das baixar sesperacio fac
! su precos do seu exccllente calcado, a saber
Para homens.
Borzoguins aristocrticos (lustre!
Rorzeguins zouavos, obra fortissima (be
zorro)
Rorzeguins ridados (bezerro o lustre'
Borzeguins econmicos
Sapaloes balodorcs
Para senhoras.
Rorzeguins para senhora (primeira classe)
Ditus (segunda classe)
Ditos para meninas (primeira ca? )
^ Mauricio Jos dos Sanios Ribeiro chegado
^ullimamente de Lisboa e com odrina de
Bfcounvesna ra larga do Rosario n. 2;!, primei-
*ro andar, participa ao respeilavel publico
M^ein geral, que acaba de receber porco do
objeelos de ouro de ultima moda, os quaes
isSo do eicellentes goslos, c seus preposr,|
lao commodos que. admirara ; em seu esta->
belecimento recebe nao s concerlos, coniOK
^gfaz com perleico qualquer obra que se ihe
^enconimende, sen) perda de dia marcodofg
aupara a sua entrega, compra nao s ouro co a;
ramo prala e podras preciosas. 3
SYSTEMA MEDICO DE HOLL WAV.
PILULAS HOI.I.WOYA.
Esle ineslimavol especifico, compnslo inleira-
niente de Inervas modiciiiaes, nao eontm mercu-
rio, nem alguma outra substancia delecteria. Be-
QJq nigno mais tonra infancia, e a conipleicao mais
delicada igualmente promplo e seguro para
desarraigar o mal na compleicao mais robusta;
c inteiramente innocente em suas operacoes e ef-
feilos; pois busca o remore as doenras do qual-
quer especio o grao por mais antigs e leazos
que sojam.
Entro milhares de pessoas curadas com este
remedio, muilas que j estaram as portas da
morte, preservando emseu uso: conseguirm
reeobrar a saude e [oreas, depois do haver tenia-
do inulilmcnle todos os outros remedios.
As niiiis afilelas nao devem ontregar-se a dc-
;am um competente ensaio dos
do Sellon Carlier) dos
m do iiuporio. bomha~
de todas asdimencoos asperantes ede repudio tanto de cobre como de bronze e fono, tornis
de bronze de odas as dimencoese feitios para alambiques, tanques etc., parafusos de bronze o
torro para rodas d agua,portas para fornalhas e crivos de ferro, tubos de cobre e chumbo de toda-
as dimeneops para encmenlos, camas de ferro com armaco e sem ella, fugos de ferro notaveis o
. r.....- preoo do que em outra qualqu
pain, osempenhando-sc toda e qualquer encommenda com presteza e perfeieao j conhecid.i
epara commodiflade dos freguezes que se dignarem honrarem-nos com a sua confianca, acha-
rao na ra Nova n. ../ loja de ferragens pessoa habilitada paia turnar nota das cncommendas
92000
SgOOO
85000
6$000
5*000
5*1)00
4;(i.i0'
4;O00
efficazes efleitos desta assombrosa medicina,
prestes recuperaro o beneficio da saude.
Nao se perca lempo em tomar osle remedio
para qnaiquer das seguimos enfermidades :
Accidentes epilpticos, i Pobreto da especie
Alporcas.
A mpolas.
Areas malde).
Asllun.
Clicas.
CoHvulses.
Debilidde ou extenua-
r.iii.
Debilidde ou falta de
torgas para qualquer
. cousa.
Dysinteria.
Dorde garganta.
de barriga,
-nos rins.
37 Ra do Que* jado 57
Loja de 4 portas.
Chegou a osle eslabelecimento um completo
sortimento de obras feitas, como sejam : pal-1 Dureza no venlre.
oits de panno fino de 16$ at 28g, sobrecasacas Enfeimidades no venlre.
de panno lino prelo c de cores muito superiores
a 35*, um completo sortimento de palelols do
riscadinho de bnm pardo e brancos, de braman-
te, que se vendem por preoo commodo, cerou-
las de linho de diversos tamanhos, camisas
francezas de linho c de panninho de 2g at 5S
cada una, chapeos francezes para homema 89,
ditos muilo superiores a 103, ditos arelludados,
copa alta a 13*. ditos copa baixa a 10$, cha-
peos de fellro para hornera dc4. 5-Seal 7$
cada um, dilos de seda e de palha eufeitados pa-
ra meninas a 10$, dilos de palha para senhora a
12$, chapelinhaa de velludo ricamente enfeila-
das a 25J, ditas de palha de Italia muilo finas a '
2")<, cortes de vestido de seda em carlfio de 405 i
Ditas no ligado.
Hilas \ cuereas
Enxaquoco.
Herysipela.
Pebre biliosas
Febreto intermtente.
Vendem-se estas pilulas
Goda.
Ifemorr'.ioidas.
Rydropesia.
Ictericia.
Indigest es.
Inflammacoes.
I r r o g 11 la ridades da
menstrua
Lombrigas de loda es-
pecie.
Mal do podra.
Manchas na culis.
Obstrncco de reir.
Phlysica ou consump-
pulmouar.
Releiiciiu de ourina.
Rheumalismo.
Symplomas secunda-
rios
Tumores.
Tico doloroso.
Ulceras.
Venreo [mal}.
no eslabelecimento
DEPOSITO DE PIMOS FORTES
DOS
Mais afamados fabricantes da Europa.
ESTABELECIUEiNTO DE
I.P.IOGELEY.
Ra Nova n. 27 esquinada Gamboa do Carmo.
Kestc eslabelecimento acha-se sompre um completo sortimento dos mais ricos e mai*
bem construidos e forles pianos os quacs se vendem debaixo de loda a garanta.
O teclado lem a elasticidade desejada, o exterior desses instrumentos o mais elegante
possivel e as rozos sao magnificas. Ha tambem muilo lindas HARMONAS e SERAPHINAS pro-
prias para acompanhamento ao piano e para quatro maos e igualmente os ha aoropriados para
| igrpjas, eapellas, collegios etc. '
Hojc principalmente que a cidade vai ostentar um aspecto assas magnifico e pomposo com
a presenta de SS. UM. II eque em todas as salas e salos elegantes a sociedade pernambucana
ral entrar com enthusiasmo anda maior no gozc dos encantos d'arle, chama-se a atlencao de todo-
para este grande deposito, que oflerecc tantas disposices e condices to superioreS para o que
e olijccto de goslo relativamente a msica.
Oa mesma casa eauMtrU-M -fiiM-t com ptifeicao o mrsmos linflromentos.

NA RA DOQUEIMADO N. 746, FRENTE D4K
I.OJA AMARKI.LA E ROTULAS BRANCAS. jg
i Um completo e rico sortimento desobroca- '?
sacas de panno pretos e de cores a 28g, 30(
e 35$, casacas de panno prelo gmuilo lino a P
40S, 45g e 50$, paletots do mesmo panno a
K 2 )e 25g, ditos de casemira a 14j>, 16$ e [f
^ 18j, ditos saceos dasmosmas casemiras !".
jS pretos e de cores a 10 e 12j, ditos do al- &
pacas prela e de cores a A$, ditos de brim P
M pardo a 49500 e 5}, ditos de brim prelo a g
;i 58, dilos brancos a 5>, ditos de esguio do g
S ultimo gosto cor de laranja a 5J, sobre-
S casacos de alpaca muito fino a 7# e 9-5,
ja sobrecasaca de panno linoprelo para me-
M nios a 152, 18 e 20, ditos de casemira
de cor a 8> e 10,*calc.as de ca- semiras'dc
S cores e prelas a 8$, 9j>, 10g, 11 e 12,-j,
@ calcas debrtm de cor a 39500, 4* e 5$, ^
^ ditas de brim branco lino a 6j e 7,colle- E
w tes de gorgtirao de seda ede casemira de a
^ cores e prelo a 5$, 6 e 7, ditos de vellu- g
g do a 10 e 12-J, camisas inglezas tanlopara K
* 'homens como para meninos de todos os |
^ tamanhos, seroulas de todas as qualidades,
B chapeos de sol do alpaca a 5, manteletes
gl pretos de muilo bora goslo a 30} e 40, ca-
g soreques de lustao bordados compridosa
S 2og, chapeos de castora Napoleo8, ricos
ss manguitos de punhos bordados a 3500e a ,.
g 4j, dilos com gollinhas a 5e 6g, gollinhas f4
% de traspasso bordado e transparente a 8g, &
s calcas de meia casemira padroes modernos k$
S a 5g, colclles de fustao de cor e de brim *
i branco a 3g e 3g500 e outras muilas fa-
U zendus e roupas feitas que serio patentes a
g presenca do freguez.
vende-se superior linha de algodao, oran- I
ees e do coros, em nnvello, para costura : em '
cn do So-'' i Me'lor* C. ma i- T rres'
n. 88.
at 150g, ditos de phnlasia de 16jj al 35S00O,
goliinhas de cambraia del at 5, manguitos
de Ig500al5, organdys.escuras e claras a
800 rs. a vara, cassas francezas muilo superiores
e padroes novos a 720 a vara, casemiras de cor-
tes para rolletes, paletots e calcas de 3^500 at
4g o covado, panno fino preto e de cores de 25500
al lOg o covado, corles de collele de vellu do
muito superiores a 9 e 12g, ditos de go-gurao
e de fustao brancos de cores, ludo por proco
barato, atoalhado de algodao a 12S0 a vara,
cortes de casemiras de cores de 5 al 9, grosde-
naples de cores e pretos de 1600 al 3?2t)0 o
covado, espartilhos para senhora a 6g, coeiros
de casemira ricamente bordados a 12?j cada um,
lencos de cambraia de linho bordados para se-
nhora a 9 o 12fr cada um, dilos lisos para ho-
mcm, fazenda muito superior, de 12 al 20 a
dnzia, casemiras decores para coeiro, covado a
jtOO, baroge de seda para vestidos, covado a
1400, um completo sortimento de rolletes de
gorgurao, casemira prela lisa e bordada, c de
tustao de cores, os quaes se vendem por barato
preoo, velludo decores a 7 o covado, pannos
para cima de mesa a 10 cada um, merino al-
coehnndo proprio para palelols e colleles a 2*S00
o covado, bandys para -armaeao de cabello a
15500, saceos de tapeto e de marroquim para ria-
gem, euro grande-sortimento de macas e malas
de pregara, que ludo se vende vonlade dos
freguezes, c outras muilas fazcndas que nao
possivel aqui mencionar, porm com a vista dos
compradores se mostraro.
Na loja
das seis portas em
em frente do Livramente.
ROUPA FE1TA.
Paletots de panno preto, fazenda fina, dilos
de casemira de cores com golla de velludo, di-
los de alpaca preos, ditos de brim branco e
pardo, ditos de fuslaode cores, raleas "do case-
miras prelas ede cores, rolletes de velludo pre-
to o de cores, ditos de seda, gorgurao e de ca-
semira bordados, camisas brancas e de cores
finas a 2: a loja est aberla das 6 horas da
nianbaa s 9 da noite.
Na ra Direita, sobrado de um andar n.
33, ao p do sobrado do fallecido Ignacio Ncry,
vndese doces seceos de caj muito claro, on-
nans, sidra, limao, e os mesmos de calda; tam-
bem se fazem bandejas de armaeao de bolinbos,
de lindos modelos, com figuras, ramos e lelrei-
ros, proprios para bailes e mais festejos; fazetn-
se tambem pastis, doces d'ovos, Iremedeiras, c
lodo o arranjo de urna mesa.
geral do Londres n. 221, Straad, e na loja de
todos os boticarios droguistas e outras pessoas
encarregadas de sua venda em loda a AmericaHo
Sul, Havana e Hospanha.
Vendem-se asbocelidhas a 800 rs. cada urna
dolas, coutom una inslruci;o em porluguez pa-
ra explicar o modo de se usar deslas pilulas.
O deposito geral em casa do Sr. Soum
pharmaceutico na ra da Cruz ti. 22, em Per-
nambuco.
Nos armazem i!e Tasso ruaos
vende-se :
Arroz ce casca.
Milho novo.
Farinha de mandioca.
Tahoado de cedro.
Velas de carnauba
Ditas steannas.
Marrasquino de zara.
Licores finos.
Champagne marcas acreditadas.
Conservas.
Prelo de Lisboa.
ESBSfBOS
Conlinua-se a vender fuyendas por bario
o at mesmo por menos do seu valor, .
," nlim de liquidar cotilas : na loja de 4 perlas L,
gj na ra do Queimado n. 10.
,
RELOGIOS.
-
m

Enciclopdica de Gaspar Antoniofl
Vieira Guimares, gerente
Jos Gomes Villar.
| fillfftteSiPftffIIff5.
) Neslenovo eslabelecimento de fazcndas finas para senhoras e homens ha de
* ludo bom e por menos do que em outra parte qualquer, como se provara afini de fa-
; zer muilo negocio.
I Ricas sedas, lias, linho e algodao.
I Chapelinas para senhoras, manteletes de lodas as qualidades, camisas para senhora,
saias balos, ditas bordadas de fustao, boas ligas para perna de moca.
Roas chitas, boas cassas organdys, enfeiles de flores, ditos de vidrilho, manteletes
para menina, roupas para meninos e meninas, chales para senhora de lodas
as qualidades de ponas redonda, chales de touquim preto e de outras cores,
chitas finas superiores, roupes de cambraia finos bordados.
Um variado sortimento
de roupa feila, sobrecasacas superiores de panno fino de cores e preto, palelols,
calcas blancas de brim, de casemira prela c de cores e golletes de todas as quali-
dades.
Camisas, seroulas o calcado Mellier.
Finalmente ueste estabelecimento ha de ludo e por procos admiraveis arista da
qualidade, e pede-se a lodos os senhores de engenho quo quando viorom a praea dl-
rijam-se a osle eslabelecimento se quizerera comprar bo|s fozendas c por precos que
em oulra parte nao se vendem.
Superiores charutos
suspiros e havaneiros, guanabaras c suissos, cigarros bota fogo a 140 rs. o maco.
5 *) ', } .j *} ( ; '*.'-..> v C. *j .Ce ) r C* i> s '- v f*.v"\?.'*) 3 ) C* &%&'
-:. '.' -..,. \ *.',./?',-- S ?./.V.y.M *'(:"' '?"'V sv ,
Relogios.
de pa-
Abreu.
Vendem-se relogios de ouro inglezes,
tente no armazem de Augusto C. de
na ra da Cadeia do Recife n. 36
Vende-se tima escrava importante idade
25 annos, urna dita de 22annos por 1:350);', duas
molecas idade 10 a 12 anuos, 2 moleques pecas
idade 12 a 20 annos, 1 escravo peca bom criado
sem vicio algum, urna escrava com criaboa co-
zinheirae exwccxAOxa : na ruados Aguas-
te rde n, -1"'.
Vende-se em casa de Saunders Brothers &
C, praca do Curpo Santo, relogios do afama-
do fabricante Roskell, por precos commodos,
e tambera trancolns c cadeias vara os mesmos,
de exccllente gosto.
Na ra Direita n. 76 ha para vender um ca-
vallo ruco bom andador.
Fazcndas de bom gosto
Recebou-se pelo ultimo vapor da Europa cer-'
ios do vestido de seda de delicadas cores, com 2 i
babados e 2 saias bordadas, lindos enfeiles de I
llores c froco para cabeca de senhora, bonitas i
cliapelinas de seda para senhora e meninas, as-
sim como iquissimos cortes de collele brancos,
de velludo e seda bordados para casamento,
dilos de velludo prelo bordado e de cores boni-
tas ; havendo outras muilas fazcndas, e ludo se '
vende por precos mais baratos do que em outras
parles: na ra da Cadeia do Recife. loia n. 50.
de Cunha e Silva.
Superior ao melhor
presunto de fiambre.
Linguasde vacca emsahnouia viudas
de Londres, vendem-se tnicamente no ;
armazem de Luiz Aunes defronte da
porta da alfndega.
Sndalo.
Ricos leques, pulceiras, bengalas, bo-
toes, chicotes como tambem essencia:
de sndalo : no aterro da BonrVista loja
n. 7.
DO
UliEMfi if UnilM S IPEEUUDDl.
3 IUA AGL,OHI%,AJpA DOFLTl!DlO 3
CiWiiica \>ov an\\\os os systemas.
O Dr. I.obo Hoscoso d consullasTlodos os dias"-pela manha ede tarde depois de 4 horas.
Contrata partidos paca curar animalmente nao sopara a cidade como para os engenhos ou outra-
propriedades ruraes.
Os chamados devem sor dirigidos sua casa al as 10 horas da nianhaa e em caso de ur-
gencia a outra qualquer hora do dia ou da noite sendo por escupi em que se declare o nome da
pessoa, o darua o o numero da casa.
Nos casos que nao forera do urgencia, as pessoas residentes no bairro do Recife podero re-
moller seus bilhetes a botica do Sr. Joao SounnA C na ruada Cruz ou loja de livros doSr. Jos
Nogueira de Soti/.a na ra do Crespo ao p da ponte re ha.
Nessa loja e na casa do annnncianle aciiar-se-ha constantement e os melhores medic.i-
mentoshomoopaihicos ja bem conhecidos e pelos procos seguintes:
Botica do 12 tubos grande.-...........10;>0l0
Hilos de 2 ditos.............". 15$0fO
hitos de 36 .Titos..............20090
Hilo de 48 dilos...............25JO0O
Mitos de 60 dilos...............'W'
Tubos arulsos cada um.............
I 5COS de linduras.............
M 1 do medicina homeepathica pelo Dr. Jahr traduzido
em portnguezcom o diccionario dos lermos de medi-
cina, cirurgia etc.. etc. ..,,.-
Medicina domestica do Dr. Bering, com diccionario. .
Repertorio do flr. MeUo Moraes.........
IfiOC'C
zjOOt"
SOSOOO
lOJNOI
*
_-
V
\
/*
MUTILADO
lUGlVEl
i


UAftlO E PEWU.MULCO. gtUlTA FtllU 1 DE DE2EUBRO b\E 1850.
Kua da Vnzala JNo\ a n. 42
Vende-so casa de S. P. .Tonhston & G. va-
quetas de lustre para canos, selhns e silbos iu- |
i?lezes,' candeeiros e ca&ticaes bronzeados, lo- i
as inglezas, fio de Tela, chicle para carros, e
iroutaria, arreiog para carro de um edouscaval-1
os. e reloaios d'ouio palcule iiudezes.
<;.JtMsW v #. S B !> J'-
HOSELLE MOSSEliXt
fDilMflLIf M, |l
em garrafas c meias gar- i;
>A LOJA
das seis portas em
frcnle do L: trmenlo.
BARATO.
Vetas do cambraia brama desalpico7para \es-
tido a 3(500, Jilas bordadas proprias para corli-
nado c babados com 8 1|2 varas a !$, ditas do co-
res, (azoada liaa e tintas seguras a 20 a tova-
do, chales do merino estampados a ;, golliabas
bordadas a .")0<) rs., ditas linas a lj*. manguitos li-
nos a 2 l aberla tas 6 horas da manilas s 9 da noile.
SAlten^oao segundo andar
Ghandi;
pechincha.
Na loja do Preguica, na roa do Queimado n.
2, vendem-se pecas de chitas linas de cores lixas
e de eseolhidos padroes cora 38 corados cada
tima, pelo baratissimo pro(*C do 5j?S00, e em re-
lallio a ItiO o covado.
ilorzeuiiius de soiiiu
blancos para senhora,
(i)
Vndese urna prela do uacO Cosa, boa
figura, ptima lavideira o quita'ndoira ; na ra
da Cndoia do Santo Aatonio n. 26, segundo an-
dar.
Champanha.
Vende-se superior champanha da marca muilo
acreditadaC-&G |.-. en casa de Manoel Silva
Sanios, na rua da Cadeia do Recite n 62, se-j
gundo andar.
Para concluir a licjuidaco da* fu cu das
da e\tncta irraa de Leite & Correia,
vendem-se assegumtes fazendas, por
muilo menos de seu valor, na loja de
(|nato portas da rua do Queimado
numero 10.
Di
Pianos
rafa
s.
C.J. Astlev&C. S
N
N
y
! Seguro contra Fogo
leemena
iftunDc
(lo SOln'ado da eSQUina (lall ch*8d0" ltimamente de Franca, obra fina, de Icomapleto sorlimento de i
t r\ i *P primeira qualidade : na rua Nova, loja de calca- das para euitenho, machi
1 LU (10 (jlieilliadO porcimap | do franco* n. 7. ^ ,le ferro batido e coado.
da loja do Sr. Preguica,"
entrada pelo becco dol
Peive Frito n. 1.
ct
LONDRES
AGENTES
} C J. Astley & Companhia. {
Rclogios de ouro
'lezes. de patente, vendem-se por prero muito
ommodo: no armazem de Prroca & Medei-
ros, rua da Cadeia do Recife n. 4.

Corles de vestido de iluassias de
cambraia de cor muilo linos a
Dilos de gaze de duaa saias phan-
lasid a
&; Hilos do velaudinasescossezes a
Hilos Je seda duaa saias a
Hitos de 3 l'olhas a
Hilos deblondedeisaias bordado
y& de iiir a
Chales de froco 3 ponas a
^ Hilos dilo de 4 ponas a
Chapeos para menino conde de Ta-
carlos Marn, da casa de Carlos traais, joa-
Iheiras de Suas Mageslade3 Imponaos, Lem'a
honra de-participar ao illuslre publico nue se j
B ada nesla ciiade com um completo sorlimento!
jJOO
2(i->n vnl ^a i*rs' Amorimi limaos, na da Cruz n. 3, segn-
;?*,,!!.! s ,io andar. Reccbcm-se tambera obrasrolbas em
l0,t <*> troco.
O Aniones, rua da Cadeia do Recife, ven-
Jo p,n- pr>i;os cora modos, o seguinte :
Casacas prelas francezas.
Calcas ditas ditas.
Cnlleles ditos ditos.
Sodas prelas lacradas, superior qualidade,
j covado ISiOlX)
; Grosdenaple prelo muilo bom e largo, co-
vado 2j|tXX)
i Hilo dito raais estreito, covado 1^600
! Camisetas de cambraia paVa senhora, urna 800
liras e ntremelos bordados 320
S01 tmenlo completo de chita de cores,
covado 160
Dito de chitas largas rancezas, bons pa-
moendas e meias niocu- droes e cores ixas, covado 240
hias de vapor e taixas Gangas de cores escuras o claras, covado 200
de lodos os tamaitos: Corles de calca de meia casemira algGOO e 2JO00
! Meias croas para homem, duzia 2100
! Hilas para dito muitu superior, duzia 44000
Atoalhado adamascado rauito largo. Tara 19280
Cassas de cores lixas c padroes vistosos.
Saunders Drotheis & C. lom pira vender ea
sen armazem, na praca do Corpo Santo n. tt,
alguns pianos do u'lim.i gosto, recentimenje
Chegados, dos bem conhecidos e acreditados fa-
bricantes J. Rroadwuod (kSoos-de Londres, a-
muilo proprios para este clima.
L0W-1H0W,
Rua ta Sftiizala \va u. A2.
Neste estabeleeimento continua a haver um
Vendem-se casaveques e ronpoes de cam-
70S00O ^
GOjOOO SI
I2OO0 H
ogooo *
covado
fiiscadinho rancez, covado
Musselina de cores fizas, covado
Chales de laa com palma de seda, um
brai bordados, o mcllmr jue existe neste mor- ; Corles do caira de casemira fina de cores
cado, e por proco commodo : na rua do Crespo! Hitos de dita preta
n. 23.
= yualqiier destes dias devej chegar da pro-
vincia deAlagOM, |.ara ser vendida, urna batcaca
nova e bem construida, oom as melhores nit-
deiras, e bem prvida de bons massames, com
cap.ncidade paraTWsaceos : quera pretende-la d-
rija-se ao caes do Ramos, andar terreo em ca-
250
160
250
25000
&S0
6,-jOOO
1 Filas de velludo prelas forradas, proprias para S;| ^ l'raxedes da Silva Gusmo, com quem po
derao tratar.

Vende-se
iv,3 w^ i&! bordar becas.
Hitos para menina de crep a 8$0O0 *g pla9 forcs e 0,llro8 PIlfoilcs nrn scllhorns.
Bonets para menino russos e o^uOO g | T,mbt.ai vonJo um uoin cavallo ru890 eard5o.
uasqutnes para seabora de ruslo S* i n 1 1 1 "\
compridos ultimo gosto a 25$(H)0 *= | l^ikKftMotj Ato i*ilf'l <| 7$
Hitos ditos de cambraia linissima a 20$OO 25 ; UlJll UVS U(j t HllU U i Wa
Vestidos para meninos, de seda com jjg I
bas-qtine de cambraia bordado a IJjJjOO / Rua (10 Queimado 11.10.
Hilos para ditos lodos de seda a 20-3000 St 1 ...... a,
> endem-se caberlas de cinta a 2}, corles de ns-
cado fra'icez a gOO, lemos de cambraia para
Corles de vestidos
de seda
Chapeos (i
feila
roupa
lpiU endem-se velas de espermacete em caixa a
700 rs. a libra, e a retalho a 720: na rua das I.a-
rangeiras n. 16.
Vende-se um carro de rodas, muilo
bem constru Jo e forte, com assentos para i pes-
soas ile dentro, e um assento i>ara boleeiro c
criado (ora, forro de panno lino, e ludo bem ar-
raigado : para fallar nm o Sr. Poirier no aler-
to da Boa-Vista, e no eseriptorio de James Crab-
Iree&C, r. 2, ruaia Cruz.
algibeira a 2$ a duzia.
Carro.
Folha de cobre e Metal *
aniarello. I
Estanto em barra e Pre- 2
gos de cobre. |
Ahiiade Verniz copal. 5
Folha de Fland res. |
| Palhinlia para uiarci- |
neiro. !
Viuhos linos de Champa- f
I nbe e Moselle.
I Lonas da Russia e Rrim
devela: no armazem
de C. J. Astley I Wti SI1 MK fe # # #*,. '" *"
com aviiria.
r
\i pechincha sem igual.
N*a loja do IYeguica, na rua doQueimado n. 2,
vin para vender pecas denlgodao largo com 16
\aras cada una, pelo barato proco de 1$, pecas
Je cassa lisa lina a 2500 : a ellas, antes que"se
icabem,
Tachas e moendas
Braga Suva & C, lom sempre no sen deposito
la rua da Moeda n. 3 A, um grande sortiinenlo
le lachase moendas para engenho, do muilo
acreditado fabricante Edwin Maw : a tratar no
ranauo deposito ou na rua do Trapiche n 41.
Vendem-se 2 esclavos crioulos, sendo ama
negra de 22 annos, bonita figura e sem deleito
-Igura.coziiiha algunia cousa ; e um negro de 26
annos, muilo boa figurn, sem vicio nem achaque mmodo : no armazem da ruado Bangcln. (i.
algum, robusto, proprio para armazem de assu- I D C W| C n I f] NPnMP/lRflUCI
ai ou snico idetico por ser fornido, lem prin-1 ntmHK1% vm u, i i,,??* t L '
ipiode cara,.na -~-s----------'-------w-.- I KNU .OWAT.
ram ha
prop
para loalh ^ e roupa de escravos, com um pe-
queo toque de agua doce : no armazem do l'a-
zendas da rua do Queimado n. l'J.
Xa rua to Queimado n. 37 loja tic A
portas acaba tic meber pelo uKinio
navio > mo do Havre um completo sor-
Hmciiio de vestidos de seda de 2 saias,
ivental.os qnacs se ven-
commodo.
Dilos de collelc de gurguro com palma
de velludo 3#000
Hilos de dito degorguraoe seda 2J>(M)0 j
Hitos de dilo de merino bordado 3>000
Leos de seda pequeos para pescoco de
senhora 400
Panno piolo, covado 2.">00
Hito superior, prova dcliino, covado 3 e 400O
Superior briin trancado de linho, branco,
vara \$,w
Hilo dilo de cores, vara 800
Meias brancas para senhora, duzia. 3$000
j Hilas para dila muilo superior, duzia 4000
Lavas de pellica para senhora, em bom
estado, um par 1)5000
J4T9T'?"?? T^ys- vTTTTT' '^
I
Cama & Silva, no aterro da lioa-Yista n.
vendem :
Chapeos do fellro muilo finos prelos e dt
res, pelo barato prego de i2) coda un..
l'aletots brancos de brelanha de linho D
Ama 55000.
Hitos de casemira mesclada a 7.
Hilos de casineta a G.
Calcas de meia casemira muilo bem fe.
3 e :$500.
Hilas dilas a 2> e 2|500.
Hitas de brim de quadros a 2$ e 2r)G0.
Paletots do panno prelo filio.
Sobrecasaca de dilo
Qalcas de casemira preta a "}, 89 c- 83.
Hilas de cor a C;500.
i
a inveiifio apeilei-
i!
2$000e2^Oaneca.i2Z3:
Algodao trancado americano branuo, proprio j _'" I'"* piCCOt1
hapeliua:
velludo para senhora.
> Kissel, rclajoeiro francez, vende rnlngins <4
* de ouro e prata, concerta relogios, joias e *\
^ msicas, ja aqui he conhecido ha muttos ^
> I iXJLAXAXXi. i SL-JLX.XXi.3.XS-t.i.t.i.>. I
coarta.
Bandos ou almofadas
de crina para penteados de
senhora.
Vende-se nicamente na rua da Cadeia do Re-
cite n. 48, loja de Leite & limito.
Baratissimo.
A 3#500,4^500e 4#800.
PARA ACABAR.
^enJeni-se na rua do Queimado n. 19, os *?-
guiles algodozinbos, a qnasi por metade de wi
Chapelinas de seda c de Na loja dosertaiiejo,rua *}$',l!,'sajv
Cheguein ao barato.
O l.eile & Inuao conlinuam a loriar aa raa
1 da Cadeia do Recife n. -8, pecas do cambraia li-
j sa com 10 jardas a 43500 e 5$, lencos de cam-
braia de linho a 83 a duzia, cambraias muilo li-
i as e de linios padroes a 6 0 a vara, meias li-
; as para senhora a 3-3800 a duzia, dilas craasln-
| glezas para homem e meninos, chales de meri-,
Vende-se um carro americano de' rodas, as- i ", lisos a ^hm< e bordados a 63, palclolsde',
tent para duas pessoas, piulado de novo em 1 alPaca preta e do cores a a?,-croulas de hnho hl'ilia '. IVA TU 110 QuCllliaUO II. 37, loja
bom estado de uso, leudo as rodas solidas o no- -..nlgodao'. camisas mglezas muito superiores a
do Queimado 11. 43 A.
Ricas CliapeliliaS de Seda C tlC VCllll-! Reecberam em direitura de Franca, de encom-
para senhora : na rua do (Inclinado; seadoaLra1
do
n. 37, loja de 4 portas.
Golas e manguitos.
Ricas lilas c manguitos tic cani-
cas, com arreio para um cavallo : nacocheira de
A. Bourgois, na rua Nova, atratar com F. A. de
Oliveira na rua da Aurora n. 26.*
Barato que ad-
mira.
Velas de espermacete a 750 rs. a libra, em cai-
xa e a relnlho : na rua Nova n. 52.
Vende-se rap Mearan pelo mesmo proco
que se vende no deposito geral : na ruado Ran-
gel numero 62.
o mi.
&
60&a duzia, organdys de lindos desenlies a
I3IOO a vara, corles de eassa chita a 3$, chita
francesa a 240,28(1, 300 e 400 rs. o corado, pecas
de madapol.ii> com 30 varas a i,S00, 5f, 5S50,
i 6,7 e S.jt, chitas inglczas de cores Pitas a 200 rs o
1 covado, toa I has para mesa a 3 e corles de
Calca de brim de linho a 2-3, ditas de meia case-
: mira a 2^210, vestuarios bordados para meni-
nos, c outras muitas t'azendas que se vende por
barato preco.
Em casa de N. O. liebei
i C. rua da Cruz n. 4, vende-se
Champagne de superior qualidade de marca acre-
ditada na corte.
Tinta branca suppr' ^m oleo, latas de 25 li-
bras, por commodo preco caixsdc4 latas.
; Verniz e verniz copal.
Algodaozinho da fabrica Todos os Sanios da Ba-
bia.
de h portas.
Manteletes
Ricos manteletes de grosdenaple >*'-' n?irad?U?s pre7l "mi" ? n' ca'-;'s
camentc bordados: na rua doQucma-i2s%oVeteVdc gorguraV a 4?51%,\
do u. 37, loja de A portas.
Pentes de tartaruga.
3,-1 Ricos pentes de tartaruga para alar ZT?^ca^^1^
caltelio: na na do Queimado n. /, e nao se deixa de vemnder
loja de 4 portas.
Camisas francezas
Ricas camisas francezas tanto de
os melhores chapeos de castor rapadoss
brancos e pretos, e as formas as mais mo-
dernas que lem rindo ao mercado, c por me-
nos que em outra qualquer parte, assira como
tambera tem um grande sortimenlo de enfeite,
de vidrilho prelos e de cores pelo diminoto pre-
co de 4$ cada um, assim como lem chapeos de
sol de panno a 1$200 cada um em perfeito esta-
do, aberturas brancas mnilo linas a 320, dilas de
esguiao de linho a Ig urna, cambraia arela ina
; a 360 o covado, e a vara a 560,e a 610, angas
I de cor a 510, brim branco de linho a I;s200 a va-
ra, colletes de velludo de furta-corespretos a
s de case-
a7, 9 e
saceos pa-
, ra riagem de diversos tamnnhos, eiascruas, por
, ser grande porcao, a 13500, dilas a 1600 e 23 a
duzia, Tinas a 3 e 4 '<> u\.iia uc t uniuc
A 500 rs. a peca
das, muilo superior a 3JJ500 a peca, dilo liso ame-
ricano muito largo com 10 varas, pelo barato
prego de 4j50O e 3SOO a peca.
Meias de seda de peso
ara senhora, brancas e pretas, e para met
brancas e riscadas: vende-se na loja del
& Inn.io na rua da Cideia do Recife n. 48.
Chapeos pretos.
Na na do Queimado n. 19.
Chapeos pretos de primeira qualidade, cc (As
ma elegante a lOgcada um.
illiiho novo
Saecas de milito a 60<.i0: na rua Nova n 52.
Fil de seda liso.
e sapnteiro ; os quaes rhera-
ram ha tres dias do Ico [CearJ ; na rua doQuei-
inado n. 13, por cima da loja do Sr. Jo.io Jos
; Carvalhn Renes;
Milita alleiHiio.
Vende-se para fechar conlas saecas com l'ari-
i de mandioca pelo baratissimo prego de ftj
por sacco : na rua da Craz n. 2t, armazem.
Fazendas com pequeo
toque de avaria.
K' pechinelia.
.Na loja do Pregaica, na raa do Queimado n.
2,ha para vender pecas de linissimo e muilo
largo madapolao. pelo baratissimo preco de 5g,
:!$500 e35O00: cheguem, antes queso acabem.
Chapeos de castor pretos
e brancos
^a raa do Queimado n. 37, vendem-se os me-
- chapes de castor.
Vendem-se na roa do Cabug n.In., loa de I Bra"rdeaSdftdc diversoa "manhosede primeira j l;,o: m, rat ,|0 Queimado n. 37, loja de
miudczasdaJoaquim Antonio Dias de Castro. !'n i t i* u i i i UOllas
= Vendc-sc farinha de mandioca em saceos, rilll trancado (le Illlh0t0(l0 l V
prcto, Bonets para enanca
fazenda muilo superior; garanle-so que nao! RC0S llOUCls de litl T.KIllilll pal*
faMd?uitoa4TrmtLCadek d ""* "' '^ ]o' \ c,'ia? ^ Queimado n 37, lo-
i ja de i portas.
En feites para senhoras.
Na loja agVi de ouro, ruado Cabug n. 1 B.,
rancezas
peiO dclillllOCOlllOdcakodaOC de fus-m,,il bosa40O'rs. o par, pulseir'as de cantas
1 para senhora ou meninas muilo lindas a 160 rs.
Vende-sena rua do Cabug n. 2 B, laja Je
de fila de velludo do um dedo mnimo de largura m"lJcza* J'--JJ'|um Ant .nio Dias de Casi.
com 10 1[2 varas, bandos de crina para scnl.ora '
deboa qualidade, saceos com milho, 'ditos com
feijio malaliaho, ditos com arroz pilado e de cas-
ca, coarinhes de cabra, ludo por preco muilo co-
Aviso,
No armazem de Adamson, Howie & C. rua
do Trapiche n. 42, vende-se selins para homem
penhora, arreios prateados para cabriole!, chi-
cles para carro, coleiras para cavallo etc.
Na loja da estrella.
ttua do Queimado n. 7.
Este estabeleeimento contina a estar sortido
Je fazendas de todas as qualidades comosejam:
Hicos corles de vestidos de seda de 3 fa-
llise 2 saias, e Aquile
Paletots de panno
Ditos de dilo muilo fino
Hilos de casemira de cor
Ditos de alpaca pretos muilo dos e
mais abaixo
Hiles de ganga e de brins
Calcas de casemiras prelas e de cores
Dit) sde biim branco e de cores
Colletes de velludo preto e de cores,
Dilos de gorguro muilo finos
l>ites de fnslo
Camisas francezas de todas as qualidades
Capara homem
18 francezas bordadas para senhora
t eques da mellior qualidade e do ullimo
oslo r
Mantas e grvalas de seda de todas as qua-
lidades
< hapeoa de sol de seda inglezes
Hilos decastor para cabeca muito finos
Hitos pretos os melhores que lem vindo
ao mercado
Taimas pretas do ullimo gosto
Casemiras de cores para paletot .
Cortes de casemiras inglezas
l de dilas francezas
Ditos de ditas muilo finas
i hapeos Amazona pata seulioras e me-
nsa
Machinas de costura
de S. M.Singer &C. do
New-York, o mais aper-
feicoado systema, (azen-
do posponto igual pelos
dous lados da costura,
garante-se a seguranca
das n achinas e manda-
se cnsinar as casas de
familia, bem como se
mostrara a qualquer ho-
ra do dia ou da noile
nesta agencia : 'nicos
agentes em Pernambuco Ilaymnndo Carlos Lei-
Milhares de individuos de lodas as naeoes po-
d.m lesieaiaahar as virtudesdeste remedio in-
comparavel e provar em caso necessario, que.
p\)lo asaque delle liziram lem SCU COrpo e mem-
bros inteiaiiicnie sitos depois de haver emprega-
do intilmente outros tratamentos. Cada pesos
poder-se-ha convencer dessascuras maravUhosas
pela le tura dos peridicos, que Ih'as relatam
todos os dias ha imiitos anuos ; e a maior parle
deltas sao tito sor prendentes que msziuipe so
mdicos mais celebres. Quaalas pessoas reco-
braran) com esle soberano remedio o uso de os
bracos e peinas, depois de ler permanecido lon-
go lempo nos bospitaes, onde de viam soffrera
ainpulaeao I Helias ha muitas que havendodei-
xado esses asylos de padecimenlos, para senao
submctlercm i essa operaco dolorosa foram
curadas completamente, medianlo o uso desse
preciipsoreniedio. Algunias das (aes pessoas na
enfastio de seu recouhecimento declararam es
tes resallados benficos diante do lord correge-
dor e outros magistrados, alim de mais autenti-
caren) sua lirmali\a.
Kinguem desesperara do estsdo de saudo se
sse bastante conUan^a para ensaiar este re-
medio constantemente seguiudo algum lempo o
mentxatato que necessitasse a natureza do mal.
cajo resultado seria pruva rincontestavelmente
ue ludo cura.
O ungento he ntil, mais partieu-
lantiente nos se quintes casos.
para acabar; na loja de miudezas do aterro da
Boa-Vista n. 82, quasi confronte a matriz.
Bandeiras nacio-
naes.
Espariltos.
Na loja de Cama & Silva, no alerro da Boa-
Vista n. 60, vendem-se esparlilhos de linho com
carrileis pelo baratissimo preco de Gj>5 cada
um.
ras nacionaes de varios laman!
feitas|a 800 rs. cada una.
sorlimento de cha-
peos
I vendem-se os lindos enfeiles de vidrilho pretos e
, de cores, ditos de velludo cores escuras, com vi-
fendem-se na rua do Queimado n. 7, bandei- j drilho e sem elle, dilos de froco de todas as cores,
os, muilo bem dilos ,],. fiores e DJeo de.fias.ludo do ultimo gos-
to, chegado nestes ultimosnaviosdc Kuropa, e so
vende por baratissimo prect>.
Caixinhas proprias para
mimo.
Na loja da aguia do ouro, rua do Cabug n. I
B., vendem-se as lindas caixinhas com anien-
doas de cares, surtidas, do mais lindo gosto que
se pode encontrar, proprias para mimo, que os
vendo por proco baratissimo.
Chapeos de castor pretos de superior qualida- Fila
de a 10, dilos franceses de seda a 7$, dilos de u
castor brancos a 14S, dos de velludo a 8e 9A Icom A\2 varas de largura a 800 rs. a vara : na
Vestidos de seda.
Vendem-se cortes de vestido de seda com 2e3
babados. armados, de 20 a 40 cada um sendo,
que seu valor razoavel era de 80# : na loja de 4
portas da rua do Queimado n. 10
Kua do Queimado n. 57.
A 30 cortesde vestidos de seda quecustaram
COjj; a 16S cortes do vestidos de phanlasiJ que
cu3laraiu30#; a 8J chapelinhas para seniora
na rua do Queimado n. 37.
ditos da lontra de todas as cores muito linos, tli-
tos do palha inglezes do copa alta e baixa a 3 e
5|, ditos de fel tro, um sortimenlo completo, de
2$500 a 6}5(H), ditos do Chile de3*500, 5, 6, 8,
9, 10 e 12, ditos de seda para senhora, tos mais
modernos, a 12g, chapelinas com veos do ulti-
mo
a
rua da Cadeia do Becife n. 48, loja
Irmo.
de Leite A-
cobertos e descobertos, pequeos e grandes, de
ouro patente inglez, para homem a senhora,
de um dos melhores fabricantes de Liverpool,
viudos pelo ultimo paquete inglez : em casa de
Soulhall Mellors A: C.
as naeonaes. @o%%<
20,-JOOO
OJiOOO
25$0O0
I

9
*
s
s
5
i
i
1
9
2S400
5j|5O
05000
Alporcas.
Cainibras.
Callos.
Canceres.
Cortadoras.
Dores de cabeca.
das costas.
dos membros.
lailermidades da culis
em geral.
Ditas do anos.
Erupcoes e escorbti-
cas.
Fstulas no abdomen.
Prialdade ou falla de
calor us extremida-
des.
Frieiras.
Gengivas escaldadas.
Inchaces.
Inflamacao do Osado.
Inflanrmacao da bexiga.
da matriz
Lepra.
Males das peinas.
dos peites.
de ollios.
Mordeduras de replis.
Picadura Je mosquitos.
Pulmoes.
Queimadelas.
Sarna.
Supuraees ptridas.
Tinha, cm ijualquer par-
te que seja.
Tremor de nervos.
Ulceras na bocea.
do ligado.
das arliculacoes.
Veias torcidas ou noda-
das nas pernas.
atacado em tlnzins ou a retalho.
Brilhantes
ESE
Vende-se este ungento no estabelecimenlb
geral de Londres n.224, Strand.xe na loja de
lodos os boticarios droguistas e oulras pessoas
enearregadas de sua venda em toda a America
doSul, Havana e llespanha.
Vende-se a 800 rs. cada bocetinha, contm
urna instrueco em portuguez para o modo de i
fazer uso deste ungento.
O deposito geral be cm casa do Sr. Soum,
pharmaceulico, na rua da Cruz n. 2.1, em Per-
nambuco.
Fazendas moder-
nas.
Corles de casemiras de cores finas a 5*500, di-
tas de una s cor muilo linas de 3 8.6J, coi les
de col'ele de velludo de cores a tigOOO, ditos dilo
pelo _a 5 e 6g, colchas de algodao adastr.asca-
das a 5$, rilhantina branca o covado 480, case-
mira de quadriohos o covado'1,*, pannos para
mesa ramio bonitos e modernos a 6*. cortes de
barege com tres ordena de babados a 155, cha-
peos de phantasia para homem, sendo de gor-
guriio de seda a 7-, dilos doChille de a S<~,
ditos do fellro de 4*500 c5>, camisas de cam-
braia de linho para senhoras, dilos de esguiao
muito fino, ditas de cambraia bordadas com man-
gas, ticos corles de seda de lodas as cores, mali-
celos dos mais modernos, grande sorlimento de
perfumaras inglezas legitimas, joias decoral ver-
dadeiro, oleadas do diversas cotes imitando
marroqum para cobiir mesas, forrar almofadas,
l#.-cnreits finissimos para cabeca "1? P'?^.8 P,ara feSte'OS Pr. OC- *
i$)00 e 5#, chapeos de palha escura, massa e casii'0 ne SS. MM. II a esta provincia ;v
seda, muito proprios para as meninas de escola, \tq ai'Ilia/eill (lo a^enlp Ppstfl- S
sendo os seus preces muito em conla, ditos para l,It,Clu l"' "t5tlut/ l t!,ia \ *$
baptisado de meninos e passeios dos mesmos, | Ui\ \Ud (lo V2ai'0 11. 11, &
leudo diversas qualiaades para escolher, bonets' i ,. I-.
de galao, ditos de marroqum, ditos de vello- vennem-se por mdico preco tanto por ; $
do, dilos enfeilados, chapeos de boa qualidade
para pagom, chapeos de sol de seda para me-
ninos de_ escola, e mesmo para senhora e para h-
meos ; finalmente outros muitos objectos que se-
ria enfadonho mencionar, c ludo se ven de mui-
to em conla ; e ossenhores freguezes vista da
fazenda ficarao convencidos da verdade : na bem
conhecida loja de .chapeos da rua Direita u. 61,
de Bento de Barros Feij,
Taclias para engenho
Fuadico de ferro e bronze
DE
Francisco Antonio Correia Cardozo,
tena um grande sorlimento de
tachas de ferro fundido, assim
como se faz e concerta-se qual-
-jSLes modes parisiennes
tp.V.l 1 liua do CrespoN.li]
p Jos Hara da Silva Lcmos so- *
IM ci de Julio Lufjc&C., negocian- |
t ^ tes importadores de joias no Rio
jH de Janeiro, tem alionra deaar-
p tieipar ao rcspcitavel publico
desta capital que se acha na casa
;>V cima niencionada conivuina lin-
^ da exposicao de obras de bii-
M litantes do mais apurado gosto c :
(fuer obra tanto de ferro fun-II ,j!,ai,,a,,c constando de reos f
Os mais ricos vestidos de seda de
duas saias prelos bordados e de cores
bordados proprios para bailes, vende-
se tnicamente no segundo andar do
sobrado da esquina da rua do Quei-
mado por cima da loja do Sr. Pregui-
ca ; na mesma casa se recebcu pelo
navio Belem, chegado ltimamente de
Franca um variado sorlimento de la-
zendas de modas, as quaes se acham
desde j venda.
m


Vende-se um carro de 4 rodas patente in-
glez, construccao forte, largo bastante para 4
pessoas, forrado de fazenda de seda de bonito
gosto e cor, ludo novo, sem ler sido anda ser-
vido, muito de lente e proprio para a espera
de S. M. I.: os pretendenles podem ve-lo a
qualquer hora na cocheira do Miguel, alerro da
Boa-vista.
dido como batido.
Admira!!
rua
Fareloa G-JOOO a sacca de 90 libras ; na
.ova n. 52
Loja da boa fe no
aterro da Boa-Vista n. 74.
Vende-se ricos manguitos cora camisinha o
golinha a 4 e 6j, ricas golinhas de bordado
abeito a 1S00 o t$800, liras bordadas a 800 e
l$600,pentes de tartaruga virados muito fortes
a 12$, dilos imitando tartaruga a 2g, dilos de
larlarugasem ser virado a 4$ e jOO, dilos imi-
lando a 1, peca de franja para cortinado com I
lo varas a 4JU0, papel alinaeo a 3g e 3j0. dito
de peso liso e pautado a 3500 a resma, penas
de lanca a 1,e500rs. a groza, caixinha com
jogo de vispora a lg, bolees de madreperola a
600 rs. a groza, ditos do mais fino que ha a
1-5120, ditos de louca a 1G0 rs., cai'xinha com
alneles sortido praleado de cabeca chata a 300
e 120 rs., caixinha com grampos a 160 e 100 rs.,
o diademas, litas, collares, pulsei- ^
W ras, broches, bixas c argolas, %]
^ brincos, aneis e alliiictcs, ci*u-
|| zes e los de grandes peclas,
.$ coininendas c hbitos de dive'-
! sas ordens c dileccnlcs obras lu-
iH do de brilhantes e podras finas,
i M sendo tildo vendido, aliant-ado c
m por procos commodos: na rua do
|gj Crespo n. 11, segundo andar.
H (|iiaes|uer objectos a amostra.
Bella-Vista
ua da Pvaia numero ^
^ Veadem-se ncsle novo eslabelecimenlo'^
da Bella-Vista, gneros de primeira qaa-^g
lidade como sejam manteiga ingleza, dita?
^franceza, vinhos superiores de todas asqua-\S
||liilades duque do Porto, Madeira seceo, Xe-W
vjjiez, licores linos, marrasquino, champagne,%|
conservas, queijos, toucinho, cha, amen-re
|doas, passas, figos, velas de SDermaceie,
^.dilas de carnauba e massas de todas as qua-Jp
5lidades c outros muitos mais gneros, tudoflg
Bpor procos mui razoaveis. ^
Escravos fgidos.
Fugio no da 28 a escrava parda que repre-
senta ler 50 annos pouco mais ou menos, lecou
vestido de chita sajo, camisa de algodao lamben
saja, tem cara larga, nariz chato, olhos peque-
nos, beicos nervosos, levou um chale velho brac-
eo, quando anda aos salios; julga-se oslara-
coutada em alguma casa, desde j se protesta
contra quem a liver acontada : pede-se aos ca-
pitcs de cambo e autoridades policiaes que a
peguera e levem-na rua do Vigario n. 10,
scrao recompensados.
Desappareceu da caja de seu *e-
Dlior no din o do corlete, imfo later
aiglimai compras, o mtilut-nlio Ficmi-
no, com idade de II annos, cor ahv,
bstanle vivo, levou rostido camisa de
madnpolo e cale* de un brim cor de
cinza, presume se que for.i seduzido e
que ettara' oc< tillo fin alguma parte :
roga-fe as autoridades policiaes a ta
captura e qum delle der noticia e
o trouxer a nial do Collegio n. 15, se-
ra' gratificado.
Fugio no dia 2i do correle s 9 hotai
noile, Mara, parda, de 18 annos de idade, cabal-
los carapinhos e avermelhados ; lera maro.-,-
bexigas, pannos por lodo o corpo, pouco fallan -
le; levou vestido rozo com flornhas encama-
das, chales encarnado, argolas do coinalin.i
azues e duas vollas de ouro cora una moeda en-
casioada : roga-se s autoridades policiaes
quera o apprehcnder, queira leva-la ruadas
Aguas-Verdes n. O, era casa do Sr. tenerle-co-
ronel Jos Rodrigues deScna, quo ser roe
pensado.
Escravo fgido.
No priucipio de seterobro do cofrcnle
fugio do engenho Tracunhaem, eoniana de Ge
na, umeseravo crioulo, bem moro, olhos grandes
e abouados, testa grande, cantos muito fundos,
baixo, corpo regular, cor fula, e barbado; po$to
que o dilo escravo fosse surrado, anda que pou-
co, todava deve mostrar alguma cicaliiz
oadegas : quem o pegar e lavar ao, engetjjio ci-
ma dito, on ao engenho Dotrs Sods, eorar-
ca de Nazarelh, ser bem recompensado.
Anda est fgido o mulalinho Hanoel que
desappareceu da casa do escrivio Atlayde, levan-
do calca e camisa azul, olhos amarellos, azulados,
rosto redondo e plido, d mulolinho boa ciar,
lem um p tarto voltiado parafra. idade de 15 a
16 annos: roga-se as autoridades policiaese espi-
taos de campo a apprehensio delLe, que sero ;'
gos na rua Nova n.H.
Escravo frgido do bordo do
brigue brasileiro Camacuan.
Pedro, idade 15 anuos, cor fula, naco Naga,
aliara regular, levou calca de algodao riscadj
i camisa brinca com pello riscado, chapeo d>
panno prelo, parece ser crioulo pela falla : pedv.-
sc s autoridades policiaes ,e capilaes de caaij.;
que delle souberem, e prender e leva-lo a b*jr-
do do mesmo brigue que se acha fundeado uo
forte do Mallos, ou na rua da Cruz do Recio..
eseriptorio de Amorim limaos.
Fugio do engenho Cajabussu o mulato Ri-
cardo com os signaos seguales: estatura Re-
nos que regular, idade 20 anuos, cor bronzead,
cabellos crespos, lesla pequea, lem falla de u.
di '
Vidros para vi
draca.
A 6$ a caixa: na rua larga
C
elega
te Traumnnn deHatnburgo.
Vende-se fardo de Lisboa, em saceos gran-
des e de superior qualidade, por menos proco
que s vende em outra qualquer parte : na rua
do Fongel n. 02, jrmazem.
Fub.
Fariuha de milho americana, em barricas, che-
gada no ultimo navio dos Estados Laidos
arma;?::s de Tasso Irmos.
nos
da, l e linho, galoes brancos e do cores, bicos armazem de louca, mandam-se botar vi-
e rendas, ditas a imilaeo de labyrintho e mais
completo sorlimento d miudezas que se vende
por menos do que em outra qualquer loja.
Eneites de vidrilho c de retroz a 4$ cada
ua do Queimado n.-')7, hja Je portas.
BORZEGUI\S
a 6,000 rs.
Vendem-se borzegulns para hornera a 6), dito
para senhora a 3j5u0, ditos para menina do 2 a
sapaloas para 3$, hornera a g, ditos para me-
niuo a3-3 : na rua do Cabug n.'9.
Polassa da Russia
E CAL DE LISBOA.
No bem conhecido e acreditado deposito da
rua da Cadeia do Recife n. 12, ha para vender
potassa da Russia e da do Rio de Janeiro, nova
e de superior qualidade, assim como lambem
cal virgem cm pedia: ludo ror aneos muito
razoaveis.
Vendem-se formas defolba de'fer-
um
ente na fenle, corpulento, pescoQo bdlaote
urlo e falla muito descansado ; osl escravo
natura] do Para, e foi comprado nesla praca ao
Sr. Francisco Xavier de Ollv'oira : quem o \
ou delle der noticia ao abaixo assignado, ei
nerosamente recompensado Recife !7 d
vewbro de 18o'J.
Vanoel Barboto, da Silca.
200S degralificafo.
Contina a estar fgida a escrava Isabel, oc
em dias do mez de fevereiro de eoirenle anuo,
se ausentou do poder do abaixo assignado: tem
ella, pouco in-ais cu menos, 80 annos de idade,
de eflr parda clara, com o tabello quasi corrida,
bastante getda, e tem na nio direita um Sedo
muilo grosso i-m consequencia de urna enfermi-
dado que leve. Foi vendida nesla praca pelo Sr.
DoipiogAfl do Souza Barros ao Sr. Ihomaz do
A quino Fonseca, e o abaiio assignado a houve
por compra que fez aoSr. I'ergentino do Aquiao
Fonseca ; provavel que ten ha fgido para Piaa-
c por ser nalural-dsse lugar e tersido escrava
de urna senhora viuva, proprictaria da fazenda S.
BoauTijura, junio a povoaco da Misericordia de
Pianc : roga-se a apprehenso de dila escrava.
MOTILADO
dros em casas particulares por preco ;ro para purear assucar, levando cada- abai. JiSV'irt!"i Pro'n"tte a quantia 0*2085
.;? ^^m,,i^ i ; / "00ULat cuiuu uua a wea i,, apreseutar na rua do rirum, artoszew
muito commodo, assim como vendem- urna o lj.2 arrobas: no armazem de'n.-28. Declara-sc tambera que ter de proee'--
se vdre3 a retalho do tamanho maispe-,C. J. Astley & C, rua da Cadeia do.' comya-a^m- doUver 4gt>mTj quafrugr rr
queno at mais de G palmer. I Recife. ,,., r.
r^-
i
o i*\ Silva Loi"
ILEOIVL


(8)
DIARIO DE PERNAMBCO. -QUINTA FFHU I DE DEZEMRRO DE 185'i.
Litteratura.
A pena tle niorte.
f'iscurso prnferido em conferencia solemne da
ssociaco dos advogndot de Lisboa pelo socio
lugo, 'j'iem ueo tecunuiuaue a ierra, quutu imu
mente fez de todos os elementos esiravos a scu
servico.
Rei da crearo lem lodo o pode;' sobre a natu-
teze a lem gravado no mundo o sello da sua su-
premaca ; mas para lhe mostrar o sou nada a
Providencia reservou para si o mysterio da vida.
Unironles o.i i1 issiiieue.ao e i aivez tuo proxi mi I
om alguns dos seus coslumes, vejamos que
vcrdadeira esta asseroo.
A cidade cierna, filha de salleadorce que lhe
dernni a vida, est prxima a receber d'elles a
morte. Pesmoralisados os nimos com a pre-
la para-
ircna da
para
estar
-v 10 .un di-i i olvimento da humanidade.
potro que alguns boniens, cija alma
i ." .i ii ni p "i d i acumpatihar a ma
i, > vei :u nessu dosenvolvimenlo ma-
: lamentar, ; so achara rriinos as
- los homens i ulgain a iniguidnde
ructoristico da especie humana. Esses ho-
- pordm ou so tlludem a si proprios oti pre-
lentlem enganar-nos, porque poslo que o nial ex-
htn, coratodoincoteslavel que a lid da perfee-
libi'.i lado condiro irnpreterivel da.existencia nos-
Ba, o vaia ponco e pouco corrigindo.
.V aco do pro?rosso, senhoras, lenta masin-
cessante; sena sua marcha encontra um obstacu-
l jijo ocssa occcaso nao pode vencer, cava-o
era rolta al o derribar, e conforme o maior ou
m^nor esse obstculo, conforme mais ou me-
nos constante asna resistencia assim o progresso
para affrotixar durante um maior ou menor pe-
lo do tempo. Mas isso sao- apenas incidentes
una humano que demoram a marchada ac-
eito sein nada mudar no desfecho ; alinal deslroe-
o obstculo, e realisa-se eni pouco lempo
Ca civilisaco, que devcria ter-se consegui-
, se nao existase esse csiorvo.
A le penal nao poda escapar influencia des-
s principio. por isso que anda quando, no condemnaram um innocente suppondo castigar
.;.i,>i-o da sua existencia, a sociedado se julgas-j um culpado, quando a pena morte lhe liverja
.- cum o direil de applicar penas as mais duras Sld applicada nao houvur reparacao possivel pa-
e a.lliclivas, porque as supjpunha o u-iico meto f* ura to impo altentado? Que incerteza nao
de evitar a l'iequencia dos-aitentados, hojo nao Janear um nico desses factos as deeisoes da
pode ler essa convcoo. Euto os homens. jul- Justira, no respeilo que se lhcs deve, na conlian-
gando insuleienle ajrtpria le de Talio e exa- ] 5" 1"C e preciso que inspirem ?
injusta a pena de morte, por que retalie mu-
tas rezos sobre pessoas innocentes, anda mesmo
quando se applica ao verdadeiro culpado.
um fado incontestavel que a maior parle
dos malfeitores nasccm no seio da miseria. Ap-
plicar-lhes ios o ultimo supplicio 6 nao s pu-
ni-los, mas punir ainda mais as mulheres c os fi-
lhos, deixaudo-os no desamparo e encaininhan-
do-os para o vicio. Nem sq nos diga que esse
mesmo inconveniente existe na priso, porque
tal nao ha ; na priso pode o criminoso traba-
Ihar para os seus, mas o que nao pode susten-
nem pe* severidade de. pensamentos i
austrridade de cuslumes.
solemnemente, pela le, premeditado por largo
lempo nos ii untaos, ecommetlido a s.uigue trio
por um homcni, perante a plebe une tumulta el S o cxpeclaculo no circo que ainda r.= al-
brada roda do patbulo como se assiste alegre ; voroca, e que os precipua dos sele montes para
pequea un* se pitiideu o ioiueui Ue uiaiur
prestigio que lem havido oeste seuulo, nao sejn-
mos ridiculos, alllrmnndo que a suciedade nao
tem prisoes assaz seguras, cadeas bastante pesa-
das para reler um infeliz,
Un oulro motivo, com que se tem pretendido
ur revelara as sociedades e buje sobre a de ou-
tr'ora.
a una corrida de louros.
Bastavaui essas consideraces, senhores,
que a pena de norte devesse de lu milito
abolida, mas ha unirs ainda.
E injusta tambera osla pena porque irrop.i-
ravel.Se os liouiens se engaan nuilas vez.es
nos seus juizos ainda mesmo quando se guiara
por proras que Ihes parecem das mais convin-
centes ; se a coudemnaro de Calas punido como
assassino de Scu proprio lho, ou a de Thiago
Lebreu punido como assassino de sua arai, ou
ltimamente a de Lesnier jntgndn incendiario e
assassino de'G.ty nao sao os nicos exeinplos da
fallibilidade dos tribunaes, como pode justticar-
se "nina pena que depois de levada a eTeitO nao
ha forras liumauas que possam remediar, embo-
ra se reconhcea a innocencia do acensado ?
E que dia de luto nao ser aquello em que por
qualquer modo se demonstre que os indicios en-
gaaran), que as testemunhas ou mentiram ou
nao foratn comprehondidas, o que os juizes
mlo-a ainda. castigaran o mal com o mal,
lancavam um cajaver sobre oulro cadver, o s
puiHara um crufe commottendo outro crine an-
da maior porque a barbaria e o systema guerreiro
desses tempos, a ignorancia dos principios do bom
c do justo, e por isso a muliiplicidaJe dos crimes
exigan de certo modo, o maior rigor as penas
parase conservar, ainda que a custo, a ordem.
'las logo que a sociedado. guiada pelo espirito
c i-xame, conheceu parle do muilo que lhe fal-
lava no sen ideal de justioa ; logo que compre-
il que entre ella de u'ma pirlc o o aecusado
la ou'.ia havia urna ignaldade fundada na digni- ta.lo's ^001S jc "lur baixado ao tmulo,
dade da alma, essas instituiodes caducas
essas insliluicoos caducas e op-
pressivas, foram amoacadas de urna queda pro-
sima ; e hojo que asoc'iedade tem ja em si urna
fi rc sufflcenlc para reprimir o punir os cri-
mes sem derramar sangue noni com o ferrete da
iqn'iuiiiiia a descendencia do culpado, os homens
devem convencer-so de que tem una misso
mais sania para cumprir.
Essodevor, sonhores, consiste ora preservar o
in lividuo do crime, sm lhe d-T o exemplo do
crime em fazer respeilar c Iriuraphar a le pro-
ciamando com una voz que cousa alguma possa
sulTocar o principio natural e sagrado da invo-
Inbilidade da vida humana. Para o cumprir po-
fm a sociodide s podo empregar como pena a
priso, porque qualquer oulra injusta.
N.o vos ranear em demonstrar a illegitimida-
dr dossapplielosque na antiguidade so usaram,
e [fie empregaram igualmente o com tanta pro-
' i validado o tribunal Vehemico, o tribunal do
Os males que d'ahi resutam sao manifestos e
positivos. Os lilhos dos criminosos, educados
na escola da miseria, nao podem sera muilo cus-
to livrar-so do sou inlluxo. Nao licito ira-
quera humana resistir fcilmente s tenlares a
que imita o imperioso rigor da fume ; nem estar
todos os das, todas as horas, todos os momentos
em contacto com o vicio, e nao sabir mais ou me-
nos allectada pelos miasmas ptridos dessa at-
mosphera corrupta. Alem de que muilo natu-
ral que esses orphos a quem o mundo nao deu
nem educaco, nem inslrucoo, nem desonvolvi-
mento para a intelligoncia, nem all'eii;es para o
corarn, nem um bocado de pao duro para Ihes
saciar a fume, e a quem roubou tudo tirando a
sen pai, noeuidcm seno dse vingar dessa so-
ciedade madrasta.A mulliplicaco dos crracs
pois quasi semprc o resultado dessa condem-
naco, porque no maior numero do casos ros in-
nocentes, a quem a lei pune desle modo com a
SaTnlo flicio, a Caara Ardente'o tantos"oiros i viuvez o a orphandade.s Ihes resta como nico
recurso a prostituido ou o roubo, a priso ou o
hospital.
injusta osla pena, senhores, porque 6 desi-
gual. O infeliz condemnado ao ultimo suplicio
e que livor familia nao tem somenle que solfrer
urna dr pliysict soffre tambem]uma di>r moral,
tanto mais intensa e horrivel, quanto fr mais
extremoso o alTeclo que tiver por ella ; emquan-
to que para aquello que fr s no mundo, o sof-
frimento moral muilo menor e a idea de que
vai morrer muito menos affliclva. A mesma
dcsigualdade existe entre aquello que at as es-
cadas do cadafalso conserva apego c amor exis-
tencia, o aquello que da vida nilo conheccu se-
no os Irabalhos, as privaeoes e as miserias, e
2uo por isso encara a morte com rosignaro, se
(
tribunaes de sangue que tizeram gemer a huma-
nidade.
O longo reinado desses supplicios nascidos do
egosmo, proscriptos pelo modo o executados
cora a maior crueza somonte se pode explicar pe-
lo dominio da forra que commetlia crimes lo
hediondos queninguem os acreditara hojo seos
nn adirmasse a'historia coma sua ausleridade
:i aravel. Mas se a forra vence a materia, o
peusamento polo irresistivel dominio que lem
sobren ignorancia, o poder a que a torca so v
obrigada a curvar-so e por isso que todos hoje
reconhecem que n sociedado nao ter o direilo de
applicar esses supplicios horriveis que serf iam
outr'oradc sanc.o vonlade dosgovernantes.
Ha porm una oulra pena que, posto que tam
bcra seja atroz e indigna do homens, ainda por
n:uitos defendida como legitima; que apezar do
sor um racio injusto e impotente para punir os -
tiiminosos, ainda se conserva no seio de quasi Zlr onlros urna desesperarlo pronunciada, tor-
IS os cdigos ; e de que um dia a historia se nando-sc assim miquo e contrario a todos os
h-.de servir para lomar manifest o atrazo desle principios da juslica.
i soeulo.
que nao a desoja com anciedade.
Es-aqui pois, senhores, como o ultimo sup-
plicio, quasi indilfereutc para tras, pode produ-
No citar todava, para vergonha da geraro
Mas esta pena, senhores, tal como boje se em-
prega anda injusta, porque sendo diversos os
actual, a existencia dcsta pena, de lodas a ruis i crimes a que applicada lorna-se viciosa ou por
abominavel c funesta, sem que aprsente os pro- excessiva n'uus ou por diminuta n'outros. E com
ustos.em favor dos dtvpresados dirotos da hu- effeiloa pena de morte. actualmente simples, por
que felizmente ja nos acharaos livres desses hor-
riveis accessonos com que nos tempos passados
a acompanhavam, offerece um castigo idntico
para todos oscrimes que a motivara e para todos
os desgranados a que se applica
Ora quando se reflecte no grande numero do.
casos de que esta peni era c ainda hoje a ex-
piarao, quando se medita na immensa diversida-
de e graduaro dos criminosos, cora referencia
. perversidad do animo, somma dos attenlados,
dagar os arcanos da natureza, descortinar o futu- s causas que os molivaram c s circumstancias
ro, submclter a seus clculos a ordem e o mo- queconcorrem para os altenuarou sggravar, co-
manidado feilos por algumas intelligencias ele-
vadas e generosas, a que eu hoje venho juntar
meus votos perante vos, a quem a clevacao do
carcter e a solcmnidade da misso collocam
muilo superiores ao vulgo.
K.seguindo o Irilhodesses pliilosophos e cora
a consciencia firmo do quo defendo urna grande
vrrdadc, que eu vos digo, senhores, quo seja o
crime, para destruir aquello quo o commeltou.
O hornera pode ludo excepto crear. Pode in-
o foro coma mesma excitarao febril, com o mes-
mu enlhusiasmo fretietico rom que corrioni ou-
ir'ora quando osmimigos se achavam s portas
da cidade.
Segue-se um momento de silencio solemne
em quo com oscoraedes opprossos lodos lerm os
olhos filos n'um s poni ; a final os bestiarios
abrem duas portas laleraes, que mal se perrebem
entre os adornos do circo, e donde, como das
craleras de um vulco saben, de quando em
quando, roucos e medonhos rumores.
O roso e crez, desdo o lobo da Gemiana al ao
leo do Alias, scarromossa como lava que dos-
podara o devora quanto encontra. Os gemidos
das victimas, os rugidos das toras, o cstiondo
das (romelas guerreiras o os gritos entusisti-
cos da mullido confundem-se por momentos ; a
lucia comer ; o o furor dos combales rommuni-
ca-se aos espectadores que se embriagara n'una
cruel voluptuosidade vista do sangue derra-
mado.
Tal ora o circo romano; taes eram as penas
que applicavam esses barbaros, e que ainda hoje
envergonham a humanidade.Agora nao as-
sim. Amanh na sua inf illibilidade o jury de-
creta a morte d'um desgranado, levanta-se um
cadaflso. urna mullido im'mensa, sem piedade
esera pudor, e queja de ha muito sabe o drama
a que vai assislir, corre para o c:'.r.s da forca,
chega o apinha-se para ver acabar ana vida, co-
mo se eslivesse para presenciar o mais seductor I
dos espectculos ; consumado o sacrilicio, ac-'
Cada um de nos quando naso- traz em si im-
prescriplivcl prerisao de actlvidadc, que a nao
mostrar a necessdade d'esta pena, funda-se n **** l*1" ho. nos dilacera
iiitimidafo ; mas no espirito do homem quo os- "'enormenle como abutre implacavel, e as mais
l para tentar um crime. lano Influe a pena de! dasvezes nos impeli a ir rasgar as entranhasda
morte como qualquer oulra pena que y seve- propria sociedado cm que vivemos,
ra o prompla.
,,.,. I- o trabalho a destinacao do homem. Origen
t> crine ten nccessariamente por origen, ou \A
ixo ou Ointercsse. Se c a piixao que do-,01"'" P8Svel conlontameiilo, tonto das ter-
niiiia o homem, o modo nao ten influencia al- : mi 's benaveuturanens, o trabalho mis suas Ires
He; a paixao, cega por sua natu-]magnificasmanifesta?oea. sciencia, industria
bellas arles, ronverte em rozo o ordem
i'. /', nao recua diaitle de nenhun obstculo, e
s rezos al a idea de aftronlar a morle 6 um
nllvo que fascina. So 6o mteresso, por
que minio lorie para nao allender pena ; e
liara o criminoso lera o mesmo peso a vergonha,
a recluso e o trabalho, do que a perda da exis-
tencia. O homem que vai commetler um crime,
jogaa vida com a mesma facilidade, com que o
jogodor de prolisso arrisca a sua fortuna ; e as-
sim como esto lo audaz porque, ebrio com a
vista do otiro, sonha somonte com o ganho, as-
sim aquello se persuade de que hade senipre
escapar puiiiro. Quem bom comprolionder
quanto significativo o assassino, o quanto osla
patarra cucarra de audacia e de delirio, de ab-
jecao ede angustia, de crime c de miseria, deve
fcilmente confessar que nenhum medo pode (er
da morle aquello que todos os dias se expoea
ella.
Finalmente o ultimo reduelo, a que so rao
arolher os que sustentara a necessdade da pona
de morle, o exemplo.
Maso exemplo csiuecc quando a ierra lem
absorvido a ultima gola de sangue ; o soja qual
lora impresso produzda pela vista dos suppli-
cios, essa impresso nunca lera forra suf-
Ociente para resistir aeco do lempo e "das pai-
tos. Aos espectadores do ultimo supplirio suc-
cede o mesmo que aos de um drama ; e assim
corno o avaro sahe do thealro para so oslasiar
dianto do sou ouro, assim o scelerato, deixa o
lugar da execuco, para so entregar a novas ini-
quidades.
E que lorrivcl exemplo nao Offerece a socio-
bada essa v resistencia da flaqueza do individuo dado nesse espectculo, quo concede degraca a
contra a forra social,o verdugo desee do patbulo, i lodo o povo YTudo nelle tremendo e monstruo-
manchado de sangue e com a fronte plida o os 'se, o thealro, os actores, o drama o al o publi-
o hos baixos. Parece que o remorso passou da co O palco ura caeafalso ; os actores sao o
alma do suppliciado para a sua consciencia, o a condemnado. trmulo e j cadavrico, que pro-
mullidao que v nelle o representadle da socie- moro commiseraco o lagrimas, o o carasco, im-
dade nesse nefando mister alasta-so horrorisada. passvcl c snislro, excitando por isso o raticor
Que espectculo c mais repugnante, mais ver- de todos os (pie o vcem : o drama, a frabueza
gonhoso, mais funesto, mais brbaro, mais im- individual encadeada perlendendo em vo resis-
propno de homens, que o que presenciaran em lr contra a forra social omnipotente c livre : e
Roma os idolatres,os que nao acieditavan seno o publico !?...oh esse que de ludo o mais
na materia ou este que ainda usa um poro, que I hediondo, pelo cynisrao de degradacao, queso
diz professar urna religio toda de paz o amor ? ; revola n'um olha'r estupido e curioso "procurando
Aquellos tinharn para se disculpar a convicro lcr "ns anciedades da victima os senlimonlos
do sou direilo : o atlralivo o o luxo dos s'cus i q"C ? I!a8p,la">. um sornso cruel e grosseiro
circos, verdadeirose magnficos templos ; a lucia
queapesardo desigual sempre exislia ; e linal-
mente nao mandavam matar os homens polos
seus somellianles, mas escolhiam para esse lira
os seus naluraes iaimigOS.
da
exprimindo ogoso do inslinclos os mais brutaes
e na impaciencia que demonstra de ver acabar
a tragedia.
E por isso, senhores, que o apparalo dos
supplicios, longo de evitar os crimes, habita o
povo aos baixos senlimenlos de vinganca, faz
Os homens d'hoje pregara a inviolabilidade u
vida humana, e mandara que un hornera mani-iP r os res,-os ? l""-'dade, quo anda se aninha-
tado seja vergonhosa u brbaramente morto por Ia, co"& do 1uas' corrompido, e dirainuc
oulro hornera ; adorara ura Deus de paz e'Ut : le.rr"r qc causa a todos a distruirao violenta
misericordia que nos dou a sua propria vida em V", i !i i ,
sacrilicio e admitiera a vinganca contra o crirai- l ot os os la(lo13, pois/ Por 1ue encaremos a
uoso.-dizom respeilar a ignidade humana e r""'- do morle, achamo-la semprc contraria
suppoo o culpado incorregivel, o destituido de m a razao e a 0XPenenria, e por isso que
intelligencia e de senso moral, collocando-o des-: os argumentos que empregam os seus defenso-
sc modo ao nivel dos brutos ora vez de o consi- i r('s." canemco.mo caslellos de cartas, que nao rc-
derar como humera. | Slslem ao n,ais leve soPro*
E com effeito,
lmenlo donnivorso, penetrar as eiilranhas da
Ierra, descobrir novas rogies, alargar o circulo
oos seus gosos o destruir todas as barreiras do
lempo e do esparo.
Foi elle quem amoleceu, derreteu o maleou os
i. 'taes mais rijos, quem carn novos lveos aos
rios, quem aplanou os montos, quem desbravou
as florestas, quera animou as solidos, quem por
nhece-sc claramente quo a pena de morte, indi
visirel por sua naturcza.ainda que fosse jusla pa-
ra alguns, era norossariamente sem proporr.ao c
sem oquidade para lodos os outros.
Finalmente, senhores, esta pena lo injusta,
que na suaapplicaco ainda nos mostramos mais
barbaros do que os povos que j de ha muilo
deixaram de existir. Se queris um exemplo
meio de machinas mulliplicou as proprias forras1 acompanhai-mc por ura momento ao imperio ro-
E' por todas essas razos, senhores, que nao
podemos deixar do estremecer dianle dos espec-
tros de tantas victimas, quo tem sido offerecidas
em holocausto justioa ; que encaramos com
e.xecraro e com despreso o mseravel que tem
a seu cargo representar a sociedado na execuro
dessa pena ; e que reconheceraos todos no inti-
mo da nossa consciencia, que a pena do morle.
arma predilecta dos despotas, que se diziam
mandatarios de Dous sobre a trra, cora ellos de-
via ter passado para o mundo das tradeces.
E porque nao proclama a sociedado desdo j o
sem resfrioQdes inriolavel a vida humana ? Por
que lava essa mancha do sangue que anda torna
de certo lado asqueroso o manto bnllianle da ci-
vilisaco moderna 1
E' porque, senhores, ha muilos homens que
acoreditnnrque essa pena necessaria ainda, o
que nao me admira, porque a nece sidade tem
sido a juslilicaco ordinaria de Iodos, oscrimes,
de lodos os horrores, de todas as atrocidades, dos
supplicios o dos circos, das fogueir'as o dos pe-
lourinhos, do saque e dos bombardeamenlos.
A pena de morte porm nao s injusta mas
nem se quer preciso. Nem eu sci como possa
haver una cousa injusta que seja til ou neces-
saria. A justioa o cemento que deve prender
qualquer instituirlo a urna base segura e esla-
vel ; sedespojarmos.o dever da sua supremaca,
se nos parecer que a utilidad* est era contra-
posicao com o direilo, enganarao-nos ferrosa-
mente o desviamo-nos para um carainho errado.
Mas essa mesma necessdade quo tanto apre-
goam nao existe.
Um dos motivos, [senhores, que dio alguns
criminalistas para que a pena de morte deva
subsistir, consiste era que preciso livrar a so-
ciedado d'um membro que a prejudicou e que a
senhores, se por mais sangue
que derrame nao capaz de rosuscilaro assas-
sinado romo que essa pena indemnisa a victi-
ma? Se priva o crimines" o nico meio dse
arrepender porqire lhe t.. u"Tida, como que
corrige o culpado r Se provoca o desprezo do mor-
le, o faz perder o natural horror quo causa o ho-
micidio, quo ollicacia pode ter como meio do in-
limaro? So durante quatro seculos livomos
como cdigo peml as ordonaces do liv. 5., que
applicavam a pena de morle por qualquer delic-
io, e apezar disso nao eramos mais justos ou
moraes do que somos hoje, como que essa pe-
na se pode dizer necessaria? Finalmente, se-
nhores, se mesmo sem recorrer forc a socie-
dado lem em si meios de sobra para prevenir os
crimes o castigar os criminosos, para que llave-
ra os de infringir unta lei da natureza humana,
conservando urna das calamidades quo mais a
lem affligido ora lodas as pocas ?
Acabc-se pois, senhores, esse altentado sacri-
lego, que deshonra a legislarlo penal hodierna,
fazondo-a rossontir-se dos erres oda ignorancia
dos seculos que j passaram, c a ordem nao de-
sappareccr com o carrasco. A civilisarao nao
seno urna serie de transformantes suc'cessivas ;
transforma-so pois a pena de morte, o assim co-
mo_ o processo judiciario substituid a torturaj
assim como ojuiz pergunta directamente a ver-
dado, nica faculdade que pode da-la, cons-
ciencia, e j nao a rae buscar dr o aos tor-
mentos do corpo ; assim tambem a lei deve re-
nunciar a esse suplicio execrando, e corrigir o
culpado abrindo-lhe a estrada da rogoneraro
por meio da caridade c do ensino.
A VOCACAO.
A conveniencia entre os senlimenlos o o espi-
rito de um homem e urna funeco social, os o
pode prejudcar ainda. Mas nao lera o mundo,: queso entende por rocaco.
linio lu-n .1 mi t i i ti n ii I i\ ti n fn ...-.. n-> n I >- ^ -- ,i: *___ 1 11 i !' i i
o as de todo o reino animal, quem impoz leis ao
lOLMirriM.
SAO SBDEYE BRINCAR COM A OR ()
Por Mitilurae i'., le Girardiiif
III
(Conlinuacao I
Absorto por essas rellexos, M. do l.usigny fi-
cra raudo. Essa preocupa^ao era sincera," elle
nao representara papel neiihum naquello mo-
lo. Mas o mundo nao lo tolo que creta
na smceridade ; mais profundo do quo isso ;
preferc anlos suppor mil astucias. O mundo
muitas vezes complico dos engaadores ; da-Ihes
por vezes cxcellentes ideas, e mais de um seduc-
ttr derrotado lera achato om urna suspeila injus-
ta auinsplracio de um estratagema que mais tar-
de fa-lo ter bom exilo. EraOm, cada qual ma-
gnou quo esse silencio e esse ar pensativo oc-
cultavam projectos graves o hostls.
Havia ntfsss noite um pequeo bailo cm casa
di senhora do M.....onie as senhoras do Viro-
monto doviam ir, depois de ler feilo ainda urna
ni duas visitas. Palluram desse baile e das bcl-
'.cejebres que l doviam estar. De repente,
mano, para que confrontando duas pocas to
lima hora depois, encontrou M. de l.usigny no
baile da senhora de M... porque nesse grande
mundo lo variado encontram-se sempre as mes-
mas pessoas. Embado se alravessara pontes.
vae-se de ura bairro a outro, a populado dos
salos nunca muda. Assim quando se pergunta :
Estava muito bonito o baile da senhora de
tal?
Responde-se dcsdenhosamcnle:
Nao havia l nada de extraordinaria, orara
as mesmas caras que se veem em loda a parto
O que nao impede que so critique outro fosta
pelo defeito contrario :
Nao havia ninguera conhecido, ostava mui-
lo massantel
Ei8 o prascr que nos espora em um salo ; se
se conhccc a todos, a curiosidad nao excitada,
e a gonle nao se diverte, si nao se conhecc nin-
guem, fica-se aborrecido.
M. de Lustgny oceupou-se toda a Doito com a
senhora Carlos de Viromont. A moca nao poda
ergucr os olhos, sem encontrar o olhar ameaca-
dor desse inimigoquea observava. Todava elle
independenteraente da forca, meios suiTiciente-
para tornar inoffensivo o homem que una vez
coraraetteu um crime ?! Pois a suciedade, com
urna boa polica, com suardas vigilantes c as
prisoes seguras, nao lera em si forra bstanle
para guardar os criminosos c evitor'que se en-
treguen a novos crimes ?! Onde basta o car-
cereiro, nao se empreguo o carrasco; e se n'uma
Podra philosophal de lodos os lempos seria
achar para lodos o em lodosos lugares essa con-
ciencia lo perfeila, to harmnica, to fecunda
em prodigios, lo assombrosa em seus resul-
tados.
Nao ha nega-lo ; s s vocares nao contra-
riadas quo deve a humanidade o seu progresso, e
d'ahi a suporioridade, que no seu modo de exis-
c
om gozo o ordem o que
alias s lora acaso o ponas ; transforma ora ulil j
o prestadlo pobrezase desconsolos ; cria o bollo'
e o esplendido do fiat lur da imaginaco aque- ;
cida por urna alma onde brilham refloxos da
propria divindade. E.xpiaro de original culpa... j
mas que expiarn 1 p>na imposta ao primitivo
delicio... mas quo doce, quao paternal oh e
quem duvida de que para nos neste valle, nao
j de lagrimas, seno de esperanzas infinitas,
au existe, uo pode existir felicidade tora do
trabalho ?
Mas a clomoncia de quem ludo podo, de quem
a ludo ama, do quem a tudo creou para amar e
ser amado, fez do trabalho condiro inalienavel
do ser feliz, quem ousar negar que esla mesma
lei benfica 6 para todos o que para ningucm
absolutamente traz o trabalho, afflicco c des-
grana ?
Em lodos poz Dcos urna corla e determinada
vocaro. Contrara-la, 6 contrariar a volitado
suprema. i*
Temor atrocidades do cordeiro, esperar mansi-
do de tigres, pedir gorgeios agua, alrcvimon-
lo ao rouxinol, grinaldas ao ocano, procollas ao
jardn, alegra e claridade s trovas, sombra e
tristeza ao sol da primavera, tamanho desconcer-
t tora esse, como exigir que o trabalho florisse,
fructicasse e desse felicidade, onde a vocarao
errou o caminho.
Tedio cm vez de atlractivos c sedueco, con-
demnaco e supplicio em vez de satisfaro e j-
bilos, imperfeires e libiezas no que estava fa-
dado para heneaos, os a triste heranra do
que nao deu ouvidos voz interior das proprias
tendencias, ao intimo orado da voojro.
Ningucm ha absolutamente fallando, que
seja inepto diz Godwn. Isto que primeira
vista so tomara por um poradoxo, deixar de o
parecer se por um momento refleclirmos no que
accrcscenta o raesmo escriptor que estabeloeo
cora tanta convieco esle principio. O inepto
diz ello, um homem que nao occup-i o lugar
que 3 ii'itureza lhe tnha desuado. Hojo, quasi
ningucm esl no seu lugar ; eis a razo porque
o numero dos ineptos lo grande.
Ouoamo-lo ainda, que de pezo nos parecem as
considerar-oes que faz a este respeilo.
Nao ha genio que para tudo soja proprio ;
nao ha homem organisado que nao soja proprio
para alguma cousa. Ao vicio da educaro, o s
a elle, que se deve attribuir o mo omprego d s
capacidades humanas. Devora consistir a educa-
ro u'um ensaio dos talentos especiaes de cada
ura. Pora indispcnsavel experimentar o tenro
cerebro, apenas desenvolvido, alira de saber para
quo seria proprio. Em lugar de encurralar (as-
sim se oxpressa e cora bastante propriedade;
trinta, ou mais cieaneas n'uma priso mascarada
cora o nomo de escola, em lugar de repetir c fa-
zer decorar aos innocentes encarcerados, lres
que a maior parle nao comprehende, quanto mais
assizado nao [ora dcxar, campo livre s naluraes
facilidades, sondar-lhes os progressos, esproilar a
ndole e tendencia de seus espirito* pueris.
Nao disso a nalureza a este homem : Has-de
ser ferrcio ; aquello : has-de sor ministro de
estado. Nao; assuas classificaces foram esta-
beleeidas de outra raaneira. Nao vos creou a na-
tureza astrnomo ; ou poeta : dotou-vos com urna
organisaro ora relacao cora tal ou tal objecto ;
ez-vos robusto ou fraco. delicado ou enrgico,
etc. Todava, lodos nos lomos a nossa corda sen-
svel, um poni que mister ser locado para
coramover-nos e que vibra com a maior inlensi-
dade, mal o ferem. Se este elemento da nossa
forra ficar adormecido ou ignorado, perderemos
a maior parte do nosso valor; achar esto ponto,
um dos esludos mais profundos.
E assim vai, por nosso mal, a maioria.a melhor
porro da especie humana sumir-se de geraco
era geraro no esqueciraento. Assim vao os ta-
lentos que a humanidade devia negociar no gran-
de morcado das iias, morrer improductivos, o
nemsequer sonhados, cora o individuo quena
alma osenthesourava sem que ninguera o sou-
besse. Assim, andaram talvez Pelrarcas e Ca-
ndes cavando a torra, RoUjns o Peslalozzis for-
jando ferro, emquanlo no magisterio pode ser
que so estejam perdendo admirareis officiaes
mecnicos, na milicia ptimos artistas, excellen-
tes operarios, no toro valente soldadus, ita :.-
prensa pacilcos industriaes. Realmente 6 evi-
dentissimo que Rossini c Donizelli nao eslarin
no seuiugar nos observatorios do Her.schell.
Newton e Aragofariam bom trisle figura se li-
vossem de escrever urna opera. Chateau-
briand e Byron talvez errassom urna coma d
sommar, emquanlo I.aplaco podo ser que en-
loda a sua vida nao conibiuasse duas rias. N
entretanto a necessdade, a imperiosa preciso
de actividade carece de expansao ; c a semenio
que havia de ser cedro, apenas d una parisii
rasteia que onfoza. minga e cahe. O talento
creador, inventivo, fecundo o reformador sos
fivoraveis circumstancias, nao passa de Diedio-
cridade, morre obscuro e fenece ignorado. I
depois, que remedio ? falla de bom metal, ba-
lse moeda de papel : em lugar do ouro da ap-
tidao, levanta-se a aristocracia do diploma ; em
lugardo homem a quem a Providencia revelara
em hora afortunado mil sogredos dos seus. con-
tenta-so o mundo com a nullidade, quo, em rez
de lhe favorecer as tendencias progressivas, n
prende ao posto da rolina.
Quanto nao lucrara a humanidade, se ao estu-
lto das vocares so desse a importancia que n
rece?
origen;
cunhada para se rctirarem, pensando com ra-
so que en um momento em quo todos estavatn
oceupados era verfJansar'a mazurka,em quenin-
guem pensava em sabir do baile, poderiara achar
o carro mais promptaraente. A cunhada mos-
trou-se prompla para partir; o a moca julgan-
do-se acompanhada airavessou muitas salas e
chogou ao que preceda antecmara', all viu
que eslava s c espern. Sabe-se que nesse an-
no os bailes ntimos eslavara uo moda.. O lu-
xo era ter sales scintillanles e deserlos. A se-
nhoia do Viremonl licou s por olgum lempo,
e como a solidan um laro que as sociedades
nao se esl acoslumado a temer, cahio nelle
completamente e abandonou-se aos seus pensa-
mentos sombros. Um veo fnebre cobrio-lhe o
rosto, pouco antes to falsamente alegro, incli-
nou o corpo como suecumbindo sob um peso
insupporlavol; c lagrimas involuntarias corre-
ram-lhe pelas fafces, ento de horrivel pallidez.
Voltou a si quando a orchestra cessou de tocar a
nazurka. Nao se lembrou que eslava no baile,
seno quando ouviu a msica do bailo. Enxu-
M. doVl.usigny lerabrou-so de que tinha promel- pr-so as ordens dclla; mas dahi a pouco vol-
no se fez apresenlar nem a ella, nem cunhada, gnu vivamente os olhos, olhou com inquiela-
evitou mesmo muitas vezes tomar parte era una
conversa geral qnc lhe poderia servir de pretex-
to para aproximar-so dellas. Persisliu cm um
silencio expressivo cujo efTeito lhe pareca corlo.
Tondo-lhe a princesa de.... pedido o braco
para alravessar a multido, elle deu-se pressa em
ti Jo levar um amigo a esse baile c que esse ami-
go eslava sua espera. Parliu pois myslcriosa-
montc, como moda.
Arenas havia sabido do salo, perguntou a
duquesa ossenhotas do Viromont se estovan cm
guerra com M. de Lusigny.
Nunca o vi assim, acroscentou ella. Anles
d sos chogada, elle eslava alegre, folgaso, con
lando-nos mil louciiras ; apenas voces appare-j
coran licou pensativo e nao diese mais patarra.'
Oque! disse vivamente a senhora Carlos'
do Viremonl, aquello M. l.usigny.
Sem duvida ento voce nao o conhocia?
Nao, a primeira vez que o encontr, dis-
se a mora, entrstecendo-se apezar seu.
Havia toda a historia da sua vida na maneira
parque a mora disse isso. Era recordar que a
quatro annos' tinha abandonado as sociedades, e
por que infelicidade tinba-as deixado.
Mas tenho ouvido fallar delle muilas vc-
. con'inuou ciforrando-se por vencer urna
eraorao passageira. e confosso que o julgava mui-
to mais seno. Acho-lho um ar respeitavol que
diflta um pouro da reputaro que lem.
Nao se fie nisso, disse alguem, os homens
t'o brilhanles no mundo, nunca sao to pcr.gosos
como quando estn aborrecidos.
Ento como ?
que tornar insupporlavel um homem en-
c.'iilador, muito lsongeiro.
A osle gracejo, a senhora Carlos de Viremonl
torou de tal modo, ficou lo pcrlurbada, que nos
ilcu muito que reflectir.
[*J Vde Oirio n. ST.
Chcgando
cunliadas acl
tou para porto das senhoras de Viromont. Se as
duas senhoras iam para outro salo, ello ficava
naquello de que ellas tinham sahido deixando-
lhes lempo para escolhcrem lugar no outro ;
depois ia-se collocar do novo era frente dellas
cora a mais agradavel affeclaro. Esludava at-
lentamente as mulheres com "quem as senhoras
de Viromont pareciam tor mais intima amisade,
inscrevia-lhes o nomo na memoria, e promeltia
a si mesmo ir-lhes fazer a corlo no dia segunto.
As senhoras de Viremonl, tem por infelicidade
um lio velho, tallador o muilo nassanle. M. de
Lusigny sentiu a necessdade de escotar durante
noia hora os raciocinios polticos do velho lio.' nal esperando-as
As senhoras do Viromont tem urna prima gor-
ducha, que capaz de engulir quinzo sorveles e
outros lanos copos de xaropo, as menores par-
tidas. M. do l.usigny nao poude resistir ao de-
sejo de lhe ofTerecer quinzo sorveles de amuras
e Ires copos do po'iche. M. de Lusigny tinha
arrastado soffrivelmento a aza a lady Emili B....
e senhora de P.....Nessa noite Bngiu-SC myope
e nao conheceu lady B.... nem a senhora de P...'
quando passaram por ao p delle. O seductor
preparava seus tramas, o pescador armara as
redes, a aranha tocia a tea, o conquistador tra-
jera seu plano de campanha. Todas as yeses
que a senhora Carlos do Viremonl olhava para
M. do Lusigny, corava.
Bem ... A victima j eslava prevenida, inquie-
ta, assuslada. Era muilo para o primeiro dia.
Nao se quera nada mais.
No lira do baile, emquantodansavam essa ma-
zurka de fantasa to na moda esta primavera,
! a mora j caneada de lodo esse manejo, propoz a
cao para ver se alli eslava alguem o deparou com
II. de Lusigny defronte... Mas dessa vez nao
corou, nem vrou o rosto cora desdora ; dessa
vez nao havia no olhar de Lusigny nada que a
otfendesse, nem coquetlerio, nem fatuidade ; ha-
via s o que naquelle momento devia cummo-
v-la ; piodado o respeilo.
Mas essa emoeao delicada nao foi de longa du-
raro. O seductor apenas voltou para casa, eu-
tregou-se aos seus pensamentos i- combinaeoes
estratgicas. Depois de tor madiiramonlo cal-
culado os obstculos e as probabilidades, as diifi-
culdades e os recursos, concluio em seu favor,
dizendo :
Ella jurn nao amar mais... pois amar-
ne-ha.
IV
ao palacio de Viremonl, as duas
arara um magnifico guarda nacio-
na porta o que veio galanlo-
a mo para apearera-so do
O que que ella tem esta noite ? porgun-
t ou elle.
Nao sei, responden a irma, estove muito
alegro, muito amavel loda a noite. e depois no
lira do baile, nao sei a proposito de quo, ficou
triste, como a oslis vendo.
E a minlia ceia disso Ileitor com ar con-
fuso.
Qual ceia ?
Heilor abri ento a porta da sala do janlar.
Alli esl, disse elle, a ceia que eu tinha
mandado preparar para voces. Valia bom a
pena de inventar lanas mentiras para seduzir
o meu sargento mor, porque aquelle amoninho
um lyranno abominavel ; nao quera absoluta-
mente deixar-inc parlir, foi-me nocessario pre-
gar-lhe mil pelas para obter algumas horas ; di-
zer-lhe que Iralava-se de impedir um duelo, quo
nisso ia a vida do meu melhor amigo ; que a
tniuha ausencia poda causar as maioros desgra-
nas.. lodas essas astucias sao imitis !
Era para ceiar comnosco que rollaste lo
codo ?
Sem duvida ; o ou tinha arranjado islo to
hora '. Sei que nunca ha ceia em casa da senhora
de II..., sei que depois de urna noite passada no
baile sempre so tora fome, como depois de nina
noite passada no curpo da guarda, e imaginava
fazer a vdcs duas urna bonita sorpre/a ; mas a
trisleza de Leontina veio aguar-mc o prazer.
Meu marido voltou codo?
Alborto? nem se quor sahio ; fez romo
sempre. dormio na poltrona at as onzo horas e
depois foi dormir na cmara. Mas devia ser dos
nossos ; linha-nie podido que o maiulasseacor-
dar, e ou o leria feilo sem escrpulos ; nao
domis depois do so supporlarem os prazeres da
guarda nacional fazei-se un excesso/inho em
familia.
Nesse instante veio o mordomo receber as
oidens;
Pode ir se doitar, Siman, disso Heilor : nao
ceiaremoa, as senhoras nao tem lome.
E polas palacras mais simples da vida habi-
raente offerccer-lhes
carro.
Oh! j estis porc, Heilor, disse a senho-
ra Alberto a seu irmo ; porquo acaso oslis
lo cedo por aqui'?
Porque tenho un amnrzinho de um sar-
gento mor, que, para recompensar o meu zolo,
dispensa-rao de fazer o sorvico, isto permillio
quo eu me viosse embora, com a condiro de
quo voltaria as sote horas para fazer' sen-
linella.
Heilor deu essa resposta rindo ; mas nterrom-
pou-se de repente vendo o rosto sombro da se- da vida,
nhora Carlos de Viremonl | Heilor era pois o humilde cavaliere servente de
Parece estar muilo fatigada, miolia senho- 'sua irnia e da cunhada do sua irma. Ainda
ra, disse ello com inquielaco. melhor ; era, o ideal do Palito. Sempre repro-
Estou muilo encoramodada, responden ella/hendido, serapre aecusado, semprc vctima; nun-
dedicar-so. Como pouco se lhe dava de si, pro-
clsava vver por outro para achar alguma felici-
dade na vida.
Heilor nao era bonilo, nem feio, nem tolo, nem
espirituoso, nom pobre, nem rico, e todava, so
se quizessom oceupar delle, poderia lornar-se rico
c espiriluoso c mesmo parecer bello. Se con-
senlisse om olhar para ver se n roupa lhe assen-
lava bom, poderia encommendar urna mais bom
feila : secuidasse om fazer valer sua fortuna, po-
deria augmenta-la consideravolmonlo ; emfimse
tivesse querido cultivar a sita intelligencia, po-
deria adquirir muilo espirlo,porque na realidade
tinha ludo o que o d ; razo, instincto, urna gran-
dejjusteza do observaro, una imaginaco viva, o
essa elevaco de vistas, essa suporioridade do
juizo, quo s d urna bondade sublimo, urna bon-
dade regia. Mas infelizmente tinha tudo o que
faz com que nao so ouse ter espirito ; descon-
fianca e desgosto de si mesmo, ignorancia de
suas" faculdades, urna grande ingenuidade de im-
presso, umaqthilosnphia muilo sincera, um des-
piojo muito/ real das lolires indisponsaveis no
mundo, um orgulho eniorpocido, o o que ainda
era mais fatal que ludo isso, urna paixo sem es-
peranza. >
Hdame do G. disia, fallando delle : um ho-
mem mediocre; mas com nw grao do egosmo,
ello leria sido um homem superior.
Amava a Leontina perdida e loucamente, o sua
modestia ora tal, que nunca um s dia, um s
instante, em suas mais brilhanles chimaras, a
idea de ser amado por ella se lhe tinha offereci-
do ao pensamonto. Ser amado de Leonlint, elle,
lloitor de Baslan Qual I ni homem vulgar co-
mo era nao mereca essa honra Oh nao, ello
sonhava para ella um ente lo amavel, to per-
foito, lo distncto qnc esperava que nunca o po-
deria encontrar.
Ve-la Iodos os dias,habitar com ella na mesma
casa, ler o direilo de oceupar-so dola a. todo mo-
mento ; levantar-so de madrugada para fatigar o
cavallo em que ella devia motilar, correr a pro-
lual que so traben os caracteres, e o caractor'd iuiar ,1,n "",li1ico s0 clla os,ava doeDle ir. vi,,,e
Heilor eslava todo nessas patarras : Nao ceia- ^ a ?';a. (!'J-S?','_P,,ea^e.s:,,1u dl1 negocios, ^so
4



Cumpre, primeiro que ludo esludar a
do mal porque o e muilo grave.
A nosso ver, existe na educaco uniforme a
que indeslinctamenio se submette a puericia.
Para que pode vir a ser propria urna enanca i
Nao 6 fcil de resolver scmelhanle problema.' A-
faculdades n5o so annunciam sempre por indicios
clarse evidentes. A crianra nao se conheee.
O que vulgarmente se chama inclinaco, ner
sempre pode servir de gua. Raro o' menino
que nao gosla de brincar cora armas o petroclm-
militaros;mas ningucm concluir d'ahi que es-
to destinados lodos para Fredericos e Kapo-
lees. A intelligencia tambem nao ca melhor
guia para decidir da futura aplido para tsl ou
lalmisler. Nem sompresoas intelligencias mai,
precoces, que doos mclhores e maisduradou-
ros fruclos. Mas ento por onde se deve regular
o educador, se intelligencia e inclinaco enga-
nam tanto na verdadeira apreciaco "das voca-
ces. Por aquillo que ora os homens, nem os
tempos nem os lugares poderiam jamis modii-
cat nem corrigir, n'uma palacra, pela ndole.
Com a idade, tudo muda uu se desonvolve no
hornera ; a ndole, essa, nunca muda. O atrevi-
mento, a energa, a insinuaco, a presenra de es-
pirito, a perseveranra, a delicadeza, nao' se a i-
quireui. O genio, a ndole, sao de cada adivi-
no.
Serio os meslres capazos do julgar? Deven,
se-lo. Se-lo-ho os pais ? Quasi nunca, infeliz-
mente. Mandara os filhos para a escola jul-
gara ler feilo ludo. Era preciso educar primen.,
os pas, mas j nao fcil. Eulo os meslres'
Essessim ; n'essesquc pode residir o observa-
dor dcsapaixonado c livre de preconcetos, ca-
prichos e ambices ; nelles que se pode en-
trar o juiz imparcial, que estude o corado de
seus alumnos, sem o prisma de loucas preten-
Soes. Ao mestre que compele esle dilicil ma-
valiosissimo encargo. Elle informar os pas da
verdadeira vocarao de seus filhos. A vocacn
nao contrariada, meio carainho para a felici-
dade. E estas duas vce-providencias da Ier-
ra, paes e meslres, decidiro, nao j pelo sim-
ples accaso, dos futuros destinos daquclle, que
um da tem de ser chamado a contribuir com o
sou capital de aptido em prol da humanidade. da
familia e de si mesmo.
Quando se obliver, diz J. B. Constan!, que
os homens sejam collocados no csladocompelen-
te s suas capacidades, haver menos desgraras.
mais felicidade na vida social, c muito maior
prosperidade publica.,>
Eduquem-se pois alguns homens nos verdade-
ros conhecimentos do espirito e corago ; exija-
se-lhcs como primaria condicao, irreprehensivcl
moralidadc ; forme-so-lhos a siles tambera o co-
noto bom e affectuoso ; d-se-lhcs a misso de
esluda as vocares, islo o inlimo d'alraa e o
espirito da geraro nova ; nobilitera-so esses
pesquizadores das minas do porvir com o honroso
titulo do MF.STiiES ; nao deslizem elles proprio-
un s pice do que devem ser, e a felicidade in-
dividual o a prosperidade publica tero ffra
avante mais slidas bases.
Nos, os que senlirmosquono estamos fra do
lugar para que a Providencia nos chamou, far-
nio-lo desde j ; esludemos as vocaces qu.
esse o mais bello mandato que o educador publi-
co tem a desempenhar.
Luz Filippe Leite.
(Archivo i'ninersal)
no
comer e dormir. Era um gastrnomo queja an-
dar cora a terceira gastrilo Ora. comprehon-
de-se, essa lula de una paixo que era necessa-
rio sacrificar, e de urna saude que era necossario
poupar, bastara para occupar-lhc lodas as horas
iuiaginava outra
mais desdouhoso, e osse olhar lorrivcl rabia so-
bre algunt amigo a quem va com o maior praoi
Todava esse primeiro baile iinha-o inquietado; | 0 sot)Pe algum diplmala allmo que -em nada
agiiava-o um receio confuso. Tinha sollado mu-1 mereca a sua colera. Esses soberbos osiorcosdo
lo loda a imito; nunca a lyrannia do guarda na- dignidade foram perdidos; M.-do Lusignv* na i
conal lho havia parecido lao odiosa. Dcvemos foi nossa noite ao camarote da senhora do S ,
dize-lo, por um moraonlo linha-lhe apparocido o r,ile dj3Se Be0 Mngad ao sabir do thealro :
pnsamento de subtrahir-se aos seus deveres de |
Boa noile, osera olhar para olio enlrou para seu
quarlo.
Heilor ficou cora cara de inicuamente desa-
ponlado.
f
ca se queixavi. Com tanto quo o doixassem es-
tar cora ellas, elle viva contente. S pedia que
o amassem ; nao so imporlava cora parecer
amavel ; desejava su/nte que o autorisassem a
cidado ; tinha intrevisto O chilindr e zumbara
dessa appariro ameaeadora ; linlia-se erguido
ante elle a sombra desse guarda municipal que as
Vespas [\ tinham tornado celebre, o tinha des.i-
1 /.r ('.lepes, titulo de um jornal critico re-
digido especialmeiiie p"r Alphonse Kav.
t
fiado esse temivel phanlasma L'm momento qui-
zora sacrificar os prazeres do corpo da guarda aos
do baile; mas livera medo de sor advinhado.
Desejava muilo ir a esso baile para por em pra-
tica esse desejo. A todos nos succedo isto mui-
tas vezes, nao assim? interessar-nos vivamente
por unta cousa c fingir-mos que nao nos oceup .
nios com ella.
Para elle principalmente quo a volla de Leon-
tina, do grande mundo, era ura grande aconleri-
monlo. Tardava-lho ouvir a historia que as duas
mocas lhe haviam de contar do baile e era, afim
do ouvi-la mais cedo, que havia tdo a idea de
ceia. O prazer de ver a Sr. de Viremonl em toi-
Ictiede baile, que tanto lempo estivera de luto.
era tambem um dosseros motivos dessa sollici-
ludc. Mas lodos esses plajrrrs to ingenuamonlt>
engenhosos, todos essos-fuidados lo puerilmen-
te Ionios tinham lido orcsullado feliz.
Heilor voltou ao sou posto, com o espirito ator
mentado, e coraoo triste, e era carainho ia dizen-
do: Nao quero que ellas saiam mais sem mini :
esta noite passou-se no baile alguma cousa... hci
de saber amanha o que foi
Mas Heilor no dia seguate nao soubo nada,
porquo so soubesse o qu so tinha passado no ba; -
lo de uiadame dcM.... nao leria tanta pressa em
levar a Sr. de Viremonl ao thealro das Varieda-
des om que eslava Lusigny. Esta ida ao thealro
tinha-se arranjado to naturalmente que nao pe-
dia causar suspeila nenhuma. A Sr. de S. tin-
ha-a improvisado : M. de Lusigny linha-lhe con
lado pilherias lo intereseanles "de Levassor na
pera nova, que elle doprossa havia mandado lo-
mar dous camarotes um para si, no qual esla-
vam as senhoras do Viromont o Heilor c ontro
para una de suas prenlas com quera eslava !1
de Lusigny.
A senhora de Viromont vendo em frenlo de si
esse seductor audaz, licou iromula do coleta ; a-
chava rehollante.fatuidade na promptido de seus
ataques. Advinho-o, pensou ella, d'aqui a pouci.
senhora de S.... no-lo
As senhoras sao a causa do que M. de Lu-
signy me abandonasse hoje : nao as conheee te-
re-Res modo.
( Conlinuar-ss-ha ]
J'liKV J!\ IltllllUIHIV- I.H.'t!