Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:08900

Full Text

SSO XXIT. SOMERO 274,
Por lies mezes adianlados >$000.
Por tres mezes vencidos 6$000.
QiMi n\U 30 DE H6YE1BH0 DE !859.
Por anno adiantado 19$000.
Porte franco para o subscriptor
EKCARREGADOS DA SUBSCRIPCA'O DO NORTE.
Parahiba, o Sr. JooRodolpho Gomos; Natal,
o Br. Antonio Marques da Silva ; Aracaty, o Sr. A.
de Lemos Braga ; Cear, o Sr. J. Jos de Oliveira
Maranhao, o Sr. Manoel Jos Martns Ribeiro
Guimares; riauhy, o Sr. Joo Fernandos de
Monea Jnior ; Par.i. o Sr. J j..., .. uamva ;
Amazonas.o Sr. Jerotirroo da Costa.
PAKllUA DOS CttftKlS.
Olinda todo- os dias as y 1,2 horas do dia.
Iguarass "panna c Parahiba as segundase
sextas feif
S. Anlo ezerros, Ronilo, Garuar, Allinhoc
Garanhuns as torras feiras.
Pao d'Alho, Nazarelh, I.inioeiro, Brejo, Pes-
queira, Ingazcira, Flores, Villa Bella, Boa-Vista,
Ouricurye F.x as qnartas-feiras.
Cabo, Serinhaem, Rio Formoso, Una, Barreiros,
Agua Prrta, Pimenleiras e Natal quintas feiras.
(Todos os corridos parlem as lOhoras da manha.)
AUDIENCIAS DOSTRIRUNAES DA CAPITAL
Tribunal do commercio: segundas e quintas.
Relarao : tercas feiras e sabbados.
Fazenda: tercas, quintas e sabbados as 10 horas.
Juizo do commercio: quintas ao meiodia.
Dito de orphaos : tercas c sextas as 10 horas.
Primeira vara docivel: tercas e sextas ao ni ci dia
Segunda vara do civel: quartas e sabbados ao
meio dia.
EPHEMERIDES DO HEZ DE NOVEMBRO.
Quarto crescente a 1 hora e 59 minutos da tarde.
I.ua cheia as 11 horas e 45 minutos da manha.
Quarto minguante as 10 horas o 46 min. da rnonh.
La nova as 11 horas e 23 minutos da manha.
PREAMAR DE IIOJE.
Primeiro as 9 horas o 18 minutos da manha.
Segundo as 9 horas e 42 minutos da tarde.
DAS DA SEMANA.
28 Scg. S. Gregorio III p.: s. Justina r. m.
29 Tere. S. Saturnino m.; s. Illuminala v.
30 Quart. S. Audr ap.; s. Trajano b.
1 Quint. S.Eloi b. Novionense ; s. Castriciano b.
2 Sext. (jejum.) S. Balbinav. m ; s. Cromado b.
3 Sab. (jejum.) S. Francisco Xavier apostlo.
4 Dom. 2. do advento. S. Barbara v. ni.
ENCARREGADOS DA SUBSCRIPTO NO SUL.
Alagoas, o Sr. Claudino Falco Dias ; Babia, o
Sr. Jos Marlins Aires ; Rio de Janeiro, o Sr.
Joo Pereira Martina.
31 PERNAMBUCO.
O preprietario do diahio Manoel Figuriroa de
Paria,oa sua livraria praca da Independencia ns.
fi e8.
PARTE OFFICIflL
ministerio do imperio.
lllm. cExm. Sr.Tcnho a honra de levar ao
ennhecimento de V. Exc. que, cid cumplimento
do aviso de 10 do correnlo mez, proced inme-
diatamente, logo que o iccebi no dia 12, aos
precisos exames acerca de um facto de eholera-
morbus observado pelo Dr Duqqe-Esirada no
preto de nonic Francisco, escravo de Antonio
Pereira de Azeredo Barros, morador na ra No-
ra do Conde n. 102. Posso assegurar a V. F.vc.
que, segundo as informares minuciosas que co-
lindo raesmo Barros, o fcto consisti eiuuma
indigesto violenta, aps um estado de embria-
gue/, profunda, coincidindo com isto alguns
symptomas choleri-formes, como costuma ob-
servar-sc quando as indagacoes tem lugar com
vmitos e dijecces continas. O preto foi re-
movido, por conselho do Dr. Duque-Estrada, pa-
ra o hospital da santa casa da Misericordia logo
nos primeiros symptomas que lizeram tomar-s
O caso como de cholera ;e alli, com os cuidados
que Ihe foram prestados, achou-se o preto no
dia seguintc cm estado de convalescenca.
Julgueinao ter de tomar medida algma espe-
cial, porquanlo destes casos tem so observado
inuitos idnticos cm todas as pocas, sem que
constituam motivo para se tomarem precaucoes
extraordinarias. Entretanto serei solicito prce-
dendo as diligencias que forem precisas, como
recommenda V. Exc. no citado aviso,quando por
fa'alidnde se reproduzam taes casos com carc-
ter verdaderamente cholencos, ou outros dena-
tureza pestilencial.
Dos guarde a V. Exc. Rio, 15 de novembro
de 1S59.Illm. e Exm. Sr. conselheiro Angela
Muniz da Silva Ferraz, ministro e secretario de
estado dos negocios do imperio.Dr. Jos Perei-
ra Hego presidente interino.
Illm. o Exm. Sr.Com aviso do Io do corren-
le remetteu-me V. Exc. um oflicio em que o ad-
ministrador da mesa de rendas da villa de Man-
gaialiba declarou ter i cebido de alguns multados
por falta de registro do suas posses durante os
ues prazos do regulament de 30 de Janeiro de
1854 a quanlia de 100 era virtude de guias do
respectivo vigario, que cntendeu que os infrac-
tores naodcviam pagar seno a multa corres-
pondente ao ultimo prazo. Por esta occasio
consultouaquelle administrador sobre a regula-
ridado do seu procediniento. A inlelligenciada-
da pelo vigario As disposicocs do reguiamonto
evidentemnele errnea, "pois apenas findon o
primeiro prazo, immediatamente devia impora
respectiva mulla para a fazenda nacional, que
desde logo teria direilo a sua cobranca. Outro
tanto se dir cofn referencia ao segundo prazo,
c o mesmoa respeito do terceiro. Ora, se a fa-
zenda no fim de cada prazo tem direilo a cobrar
a multa corresponpente, pelo fado de doixares-
sa cobranca para o un, nao ha de perder as mul-
tas dos dous primeiros prazos. Alera de que, aa
parte de quem deixou de registrar as suas torras
deram-se tres infraccoos, a cada urna das quaos
corresponde sua pena, aggravadas sim na razo
da reincidencia, mas todas tres separadas e dis-
linctas.
Sao pois 175J(, c nao 100} que deve pagar ca-
da possuidor que deixou passar os tres prazos do
regulament sem fazer o registro, e ao vigario
de queni proveio o erro cumpre coreigi-lo, ira-
pondo as multas os seus freguezes pelas in-
.">es corameltidas dos dous primeiros pra-
zos, c procedendo depois, conforme se acha
determinado no art. 96 do j citado regulamen-
t, c se assim o nao fizer, deve indemnisar pe-
los seos bens particulares oprejuizo que causn
ao lliesouro nacional.
O que ludo tenho a honra do ponderar a V.
Exc. em resposta ao citado aviso ; e para que se
digne assim o declarar referida mesa de rendas.
Dos guarde a V. Exc Angelo Muni: da Sil-
ra Ferro*.Sr. ministro e secretario de estado
dos negocios da fazenda.
do. satisfazer as vistas do governo imperial, visto a." A l.-i n. (io:f do ( dr srlemuro de 182 se
como pe,a dita demonstrado nao se conhece se tinha dado urna intelligencia menos acertada na
sao por essa cana observadas as condicoes esta- ; sua applicaco pratisa, cobrando-se quinhentos
belecidas no decreto n. 1,9/1 de 31 de agosto do reis 500) por cada cont de ris de algarUmo lo-
1857 ; naja a presidencia de determinar que so- tal da emissao autorisada ; essa le, mandando
ja rcmeUida ao thosouro nova demonstrado, de cobrar em cada semestre o sello dos bilhetes dos
que conste, qual a emissao da caixa, a importan- bancos, nao poda dispensar o evame dos valo-
na c especies do capital com que priiicipiou as res dos mesraos bilhetes para se exigir oscilo
suas operacoes, se consista elle em bilhetes do correspondente at o total da emissao garantida
v'.inco central o quaes os seus valores, discrimi- nos termos do aviso de 15 de setembro de 1858
nando qiantofor possivel por especies o fundo e conseguintemente no principio de cada semes-
disponivel, e fazendo-se quaesquer nutras deca- tro as estacos Bscaes, que tem cargo de perceber
racoes noeessarias de conformidade com os refe- o imposto, deverao verificar os valores dos bi-
ridos estatutos.
presidencia da Babia.Illm. e Exm. Sr.
Sirva-se V. Exc. de declarar directora do
, Ihetes emittidos no semestre lindo, para arreca-
darem o respectivo sello at o tolal da emissao
garantida na forma di) citado aviso :
liciauo Jos de Lima, que pede pagamento de
vencraentos relativos a exercicios lindos, como
consta do processo de divida, que so devolvem
ao thosouro publico nacional ; nao podem apro-
veiiar as disposicocs da proviso de 16 de marco
de 1821, por isso que nao se acha patente a ra-
zio pela ','ial deixou o referido alferes de rece-
bcr o respectivo sold durante o longo periodo
de 38 annos, nem se sabe desde que data deixou
de o receber apesarda identidade de pessoa.nem
elle igualmente prova ser um daquelles officiaes
quede Montevideo regressaram para esta corte
antes ou depois da mencionada proviso.
Ao mesmo, idem, que por immedala e im-
perial resolueo de 30 de outubro prximo pret-
rito, tomada sobre consulta do consolho supremo
lo
de 10 de julho de 1850, a que so refere a
ei
banco dessa provincia, em resposta representa-
cao que dirigi ao governo do S. II. o Imperador
sobre a exocucao do decreto de 30 de setembro
ultimo, jue OS duvidasqueoccorrerain so acham
sol vid as pela circular n. 6 de 29 do outubro ul-
timo, constante do oxemplar incluso, explicando de 6 de setembro de 1852,'sao"nicamente appli-
a forma por que se tem de arrecadar no prximo cavis aos bilhetes enjillidos depois que comecar
e nos se.juintes semestres o sello dos bllhr-tesdos a ler cffeito c vigor conforme' o art. fi, vigoran-
bancos establecidos, observando por essa occa- do nos seguales semestres a disposico do 8 an-
stao ao mesmo banco, que essas dundas, sera I tecedente deste circular, nao b a respeito dos
plausivo, lundameiito. provm da intelligencia bilhetes existentes na circulaco no principio
menos acertada que ras estacos Bscaes se tinha do semestre anterior, como dos emitalos durante
dado I -i de 6 de setembro do 1852, tanto na elle ;
corto co 10 as provincias: a lei citada consa- | 5. A lei citada de 1852, prescrevendo a co-
gron urna doulnna excepcional em favor dosban- I-branca semestral do sello dos bilhetes se refere
es eslabelecidos; a seguir-se o rigor do direilo to somonte aos bancos ento estabelecidos e aos
comm.ins, expresso na ordem de 2t do Janeiro que depois foram autorisados por decretos do
de lSi'j, recommendada s thesourarias de fa- ; governo, e nao as demais sociedades ou aos par-
zonda pela circular de 20 do julho do mesmo an- ticulares ; disposico esta que foi guardada nos
no, tena o banco de pagar o sello dos bilhetes lo- arligos 10, 12 e 13'do decreto de 30 de setembro-
da a vez que os emiltisse, porquanlo o fado de 6. As companhias que nao forem bancos au-
entrarem para as caixas, extinguindo a obrigaco '
claro 6 que a sua misso importava urna nova '
obrigaco, e portanto o pagamento do sello, o
que elevara milito a importancia do imposto ;
neslas cirenmstancias a lei adoptou o systema de'
cobrar-s: em principio de cada semestre a im-j
portancia do sello dos bilhetes emittidos at o to--'1
lal da emissao autorisada o garantida, sentando
do imposto as omissoe3 dos ttulos quo se repe-
:i dentro do semestre, qualquer que fosse a
somma, em ordem a conciliar os inieresses do !
thesouro. que seriara, gravemente prejudicad os I
como o foram, se apenas se cobrasse o sello di-'
minuto do algarismo do tolal da emissao com os i,
H^Tf;"^-""^^.^^^^^^!^1"^^1': Exm. Sr.Sua Magostado o
foi prsenle o offlcio de V.
4." Na cobranca do sello dos bilhetes dos ban- militar foi reformado o capilo do 3o regiment
eos em Janeiro prximo futuro as mencionadas de cavallara Joao Lopes dos Santos, na forma
eslacoes attendero a que as laxas do sello do do disposto no 2o do art. 9 da lei n. 648 de 18
art. 10 do decreto de 30 de setembro ultimo, na : de agosto de 1852, percutiendo vinte e tres rige-
parte em que alteraram a tabella do regulamen- 'simas quintas parles do respectivo sold pela ta-
lonsados, o os perticufares deverao pagar o sello
dos seus bilhetes na forma do arl. 11 do de-
cirlo do 30 de setembro e porque nao tem a seu
favor o prazo de semestre ;
7." Se os bancos, para o pagamento do sollo
dos bilhetes, que novamenle emittirem, optarem
a disposico_ do art. 56 do regulament de 10 de
julho de 1850, se dever levar em conla no pa-
gamento semestral o que assini houverera satis-
feito. Angelo Moni: da Silva trras.
dicados, se por cada emissao de bilhetes se oxi-
gissa novo sello por meio de urna justa compen-
sarlo do pagamento em cada semestre do sello
dos bilhetes emittidos at o total da emissao ga- i ^ir""ri
rantida.
sao, pois, manifestamenle infundados osirgu-
meatos dedo/idos contra o decreto do principio
Ministerio da justiea.
2.a ucf&O.Ministerio dos negocios da justiea.
Rio de Janeiro 9 de novembro de 1859.Illm.' e
Imperador, a quera
Exc, sob n. 30, de
28 de setembro ultimo, consultando se o partidor
do juizo municipal e de orphaos do termo de Pe-
issa provincia, Jos da Costa Siqueira,
((uejfoi_nomeado por decreto de 5 de Novembro
'ere OU nao servir no uizo municipal,
ou se simiente nos processos por omisso ou re-
quando manda que em Janeiro no prximo se-
mesiie as estacoes flscaes altendam a que o de-
creto smeuto applieavvl aos ttulos emittidos
depois que ello comecar a ter efleito e rigor :
padece duvida q
Udores que estiverem creados c prvidos legal-
mente, como est aquello, que devem fazer as
parlilhas, quando o feito correr judicialmente, e
nao os louvados as parles : o ha por bem que a
Ministerio da fazemla
Expediente do dio 2 de novembro.
Ao Sr. conselheiro Euzebio do Oueiroz,
communicando que, {unecionando em algumas
provincias differentos sociedades anonymas c
companhias som estatuios approvados p'clo go-
rerno, e existindo no imperio agencias de socie-
dades anonymas estrangeiras, que effoclivaraen-
le se consagran! a operacoes de seguros marti-
mos o terrestres de outra nalureza, ordenou-se
que as sceces reunidas de fazenda o imperio do
conseibo de estado consultassem :
1." Soessas sociedades se achamjconiprchendi-
das na disposico do artigo 295 do cdigo com-
mercial.
2. Se urnas e nutras podiam ser obligadas, e
porque meios, a preenclierem os requisitos que
ex ge o citado artigo para sua legitima existen-
cia.
A maioria da seceo foi de parecer:
On.into primeira questo, que nem as socie-
dades existentes no imperio com o titulo de ano-
nymaj, mas sem a devida iulorisa;ao e approva-
co dos estatutos, nem as agencias fundadas no
imperio para fazercm operacoes por conla de
companhias incorporadas por*actos dos gorernos
estraugeiros, osto comprehendidasno artiga 295
do cdigo commcrcial, qualquer que soja o no-
mo que tomarem ou a nalureza das suas opera-
goes.
Quanto segunda questo, que era indispen-
savel declarar por decreto : 1.", quajito s agen-
cias do companhias ou sociedades anonymas es-
trangeiras, que os individuos que as compocra
respandem pessoal c solidariaradnte a terceiros
com quern uvereni coatraliido obrigafes, em
que por isso li nem estes privadas do "direilo de
a unandar as proprias sociedades anonymas ; c
8. quanto s sociedades organisadas no impe-
rio sol o Ululo de companhias ou sociedades an >-
nymas nao autorisadas pelo governo, sejam ellas
obligadas a registrar nos Iribunaes de
ci o instrumento de sua
cessarera, passadu osse prazo, as suas opetr
o enlrarem cm liquidacio, na qual se do
g ilar a responsabilidad o dos socios peU; nrl
e parle linal do arl. 301 do inesmii r '.' '
O conselheiro de estado marquo*
lerando que laes sociedado
podem ler outro carcter sea
anonymas, ltenla n sua nati'
agencias eslo subordinada?
commcrcial quanto s sock
parecer quo se Ihes inir'
E cumpre accrescenlar que o referido banco mal
enlendo aquello decreto quando pensa, como se
viorU '"^^'m n-. C^SS?: 'I" V ^'^'^"0, 1 de norembrode 1859.-S. M.
ue duj iicaiam por ello sujoitos ao sello
Zricn e um lacio nao consummado. Era lugar
do fallecido conde de Colloredo rhegou em Zu-
rich, o conde do Karolyi, na qualidade de primei-
ro plenipotenciario austraco, e ja leve una lon-
R.a conferencia com o plenipotenciario francez ;
todos os dias o telegrapho annuncia para o so-
guinte a definitiva assignatura dos tratados de
paz, e finalmente essa communicnco se dere
tornar urna rerdade, mas em todo o'caso depois
de tantas illusoes, ino negocio querer ser pro-
pheta.
Dissemos cima que a obra do paz consistira
do tres diversos instrumentos de paz. IcS0 pro-
ven) da nalureza dos preliminares de Villa Fran-
ca, os quaes como se sabe foram convencionados
directamente entre a Franca e a Aust
O archiduque tinha a misso de convidar o im-
perador Ale.xandre para fazer a sua viageni a
Varsovia, passando pelo territorio austraco, par.r
assim dar occasio ao imperador Francisco Jos
para um encontr com o soberano do poderoso
oslado vzinho.
Kecebido com a maior polidez era Varsovia, a
archiduque Albrecht vultou sem havor consegui-
do o lim da sua misso, e o imperador Alejan-
dre nem na ida para, nem na volta de Breslau
paasou por territorio austraco, ea ontrevsta re-
querida de Vieuna tambera nao leve lugar cm
outra parte.
Na entrevista do Breslau a Prussia teutn de
cTectuar a conciliaco das differencas entre a
commur _
nsliluico, sob peu*, .
:es,
'M' ro-
do Olinda,
i agencias nao
' .o de Soci
reza ; que as ditas
s regras do cdigo
Jades anonymas de
,ue un prazo razoavcl
i se habilitarem ler ..',....... ,',,, commLna.
.almene,
infraeco dos
regulamentos
rao de suspeusao do
rercra as penas d"
do govorno.
deiu8lU?dse7 to. foi rcsolrido que a
as mencionad '" s- F-,c' roLl!01'' ,'"M'l!i'; sobre
1 Os re' *'1s 'I"c!n'S, tendo e;n visla :
jo q g. ieridos pareceres.
do ministerio da jnstQa do 23 '''
de ISoG sobre o eslabelecimonto no paiz
guros
de 1$ : porquanlo o art. lO do citado decreto su-
jeita ao sello de 500 ris os valores do 593 at
LOOS-
Dos guarde a V. ExcAngelo Munis d,i Sil-
va Farros.Sr. presidente da provincia da Ba-
bia.
9
Ao Sr. chefe de polica, declarando que,
[en I" sido feito em duplcala no cofre dos depo-
sitos pblicos o levaniamenlo daquantia de ris
12:780?, pertcncenle companhia de seguros
Permanente, sendo esta quanlia entregne a pri-
meira vez em 13 de dezembro de 182 ao geren-
te da mesma companhia Francisco Lopes de Arau-
jo, e a segunda em 1S do mareo do 1852 a Jos
Rodrigues Goocalres Valle, na qualidade de pro-
curador bastante do Prancisco Jos Peroira das
3 o Jos Narcia 1 de oliveira, represenlanles
da companhia, como liquidadores della, bajado
fazer proceder, visia dos originaos concornentes
aquello levanlamento, contra os quo requereram
o effecluarain o gun I > levantamenlo, so pelos
exames que se fizerem so verificar a mi f ou
falsidado dos responsarcis
A thesouraria de S. Pedro, ndeferindo o
rso interposlo pelos negociantes da cidade do
Rio Grande Johnnes Knusley o t:., da deciso da
thesouraria quo confirmara a da alfandega res-
pecliva, por ler sido bem classiQcada como cor-
tina de algodo liso a cassa bord.ida despachada
pelos recrranles,-visto o disposto no art. 1,441
da tarifa, E por-quo a diflerenca dos direitos,
atiento o disposto no art, 406 e 145 da mesma
tarifa, compara los cora o art. 1,454 do decreto de
27 de marco do 1358, quo a altern, nao a
quanlia de 585j20o, como declarou o conferenle.
da sabida Benjamn Antonio Rocha Paria, mas a
do 973520, o que den causa a so harer mandado
confiar o examc da materia a peritos do commer-
eio conjunclamonle com feitores da alfandega,
contra o disposto no art. 2.-do decreto n.391 de'
1- do novembro do Is: cumpre que a thesou-
raria poe inlermcdi 1 da inspectora da alfandega
advirta ,1 menci .. i 1 conferente, que lomou
quao'j a tolalidade dos direitos, em chjo calculo
; ''. ira se engajiou pela sua diffcrenca ; sendo
J 1 u otar o itr isiin que n th sonraria e a inspec-
: 1! 1 alfanddga nao dessem por seinelhantc
engao s deixasscm 1!.....ii.-lo.
CIRCULAR N. 64.
Ministerio dos negocios da fazenda. Rio de
Janeiro em i) de outubro de I85.
Angelo Moniz da Silva Ferraz, presidenlc'do
tribunal do Ihesouro nacional, em soluQuas dn-
vidas que se leni suscitado sobre a oxecuco do
decreto n. 2, Ji) de 30 de setembro ultimo", que
ment do sello dos bilhetes e es-
rripl 1-; ao p ul 1 I ir, 6 vista ou a prazo menor de
dez dias, declara a Srs. inspectores das the-
sourai fazenda para sua intelligencia, e
para o fazercm constar a quera couvier, quo :
i.' O citado decreto nTio leve erri risla su-
jeilar desde logo ns contratos ou estatutos das
[ue trata o artigo 9, a rivalidacao
' raais penas da lei ; mis sim coagi-las a pagar
' do re-
2.'1 secro.Ministerio dos negocios da justiea.
o Imperador a quem foi prsenle o oflicio de Vm.
dalado do 5 de outubro prximo lindo, em que
offerece diversas observacoes a respeito do de-
creto n. 2,433 de 6 de julho ultimo, manda de-
clarar-lhe: ., que nao sendo impraticavel
il'uma inquirQio sumuiaria, como prescreve o
artigo 208 do cdigo do processo criminal, tomar-
se o depoimeuto de grande numero de testemu-
lihas, pudendo al no interesse da descoberta da
ver.lado ser preciso ouvi-las, por isso que o pro-
cesso de que se (rata definitivo, e a sua conclu-
so tambera urna sentencia definitiva, ao inverso
do que succede na formago da culpa, onde 1-
milado 0 numero das lestemunhas, cumpre que
Vine, observe exactamente o disposto no referido
decreto ; 2., que nao sendo razo para aunular-
se ns processos policiaes o simples facto de se
harerem concluido depois da primara ou segun-
da audiencia convem que por bem da regular ad-
ministraco da justiea Vine, ponha termo da sua
parle distancia que se lem dado no foro desta
corte por semelhante motivo.: a demora nao m 1-
tivada das senlencas pode apenas dar causa n
responsabilidad!' do juiz respectivo ; 3." final-
mente, que na conformidade dos arts. 180 e 495
ilo regulament 11. 12'l de 31 de Janeiro de 1842,
Vine, levo limitar-se as suas observacoes a ex-
por as lacunas e as duvidas que os casos oceux-
rentes Ihe suscitarem.
Dos guarde a VmcJoo Lustota di Ciinha
Paranagu.Sr. juiz dedireito da segunda vara
desla corte.
bella do Io de dezembro do 18.
Ao mesmo, idem que por inmediata c im-
perial resolueo de 30 de outubro prximo pas-
sado, tomada sobre consulta do consclho supre-
mo militar, se mandn addicionar ao lempo de
servico que lem o cartorario desta secretaria de
estado. Manoel Jos de Queiroz, o que prestou
aproveitamento, tanto 110 exercito como na ar-
mada, antes de ser, cm 9 de junho de 1856, no-
meado commissirio de numero de fragatas, o
qual se reduz aos seguintec periodos: do 16 de
fevereiro de 1829 a 31 de outubro de 1831, de 23
de setembro de 1831 a 7 de maio'dc 1835, de .14
de outubro de 1835 a 20 de Janeiro de 18 50, de
2 de setembro de 1810 a 12 do mesmo mez e au-
no, do 15 de abril de 1811 a 23 de maio do dito
auno, de 18 de setembro de 18SI a 25 de maio
de 182. e finalmente de 5 de abril de 1843 a 9
de junho do 1816.
10
Ao ajudante-general,"declarando, quo por im-
mediala e imperial resolueo de 30 de outubro
ultimo, tomada sobre consulta do conselho su-
premo militar, se decidi que, em virtude do
aviso expedido por osle ministerio em dala de
23 de marco do presente auno, directamente
responsavel, polo que respeita disciplina c
morigeraco da guarda nacional, quer destacada,
quer aquartellada, para manler a ordem publi-
ca o cummandantc superior, e nao o das armas,
como suppoe o da provincia da Babia, pois que
a esto cumpre to smente, conforme a letra e o
espirito do citado aviso, exigir a torca effectiva
para o servico da guarnicao e para "o que deu
lugar ao destacamento.
14 .
Ao ajuJante-general, para que mande dar
baixa do servir do exercito s pracas abaixo de-
signadas, qua foram julgadas incapazss de lodo o
servico.
1." batalhao de artilkaria a p.
Particular 1. sargento, Jos Lyriaco da Ro-
cha ; soldado? .Too Antonio Jo Souza a Fran-
cisco Antonio Pereira ; tambar. Podro do Al-
cantara.
4.Btaf7io de arti'.haria a p.
Soldado, RajTiundo Pires da Costa.
3. batalhao de arlilharia a p.
Furriel, Luiz Francisco da Cunha.
1. k^aXfrflg Ae,_' >if" '""
Soldados, Francisco Ignacio Leilo, Francis-
co A Ivs das Naves a Adao Pedro de AnJrado.
2. batalhao de infantaria.
Furriel, Candido Alves Gabral.
9. batalhao de infantaria.
Soldado, Innocencib Ferreira.
11. batalhao de infantaria.
Soldado, Jos Evaristo.
1." regiment de cavallaria ligeira.
SoIJados, Antonio de Carvallio e Joo Mi-
guel da Costa ; recrula, Carlos Valenlira.
16
Circular ao ajuJanie-general. Declarando
que deve mandar dar baixa s pracas do exerci-
to abaixo mencionadas, que se acham compre-
henjidas as disposicoes do art. 4. das instruc-
coes do 1." de maio prximo pretrito, visto
haverem sido julgadas iucapazes do servico. As
pravas a que se refere este aviso sao as seguales:
Ccrpo de artfices da corte.
Soldado, .Manoel Joao da Silva.
Meio batalhao do Cear.
Soldados, Pedro Francisco de Oliveira, Fe-
lippe Joao Joaquim, (ioncnlo Antonio, Fran-
cisco Xavier Braga, o Manoel Alves de Farias.
O segundo tratado um tratado franco-sardo,
pelo qual a Sardenha aceila da Prango a Lombar-
da com todos os encargos, e o terceiro tratado
finalmente regula entre a Sardenha e a Austria
as rc-lacoes de transito, caminhos de ferro, limi-
tes e outras entro a Lombardia e a Veneza. A
maior difficuldadc se levanlou a respailo la
questo de indomnisaeo.
A Austria tinha ao" principio exigido 800 mi-
inCS 'rancos> dirainuindo essa somma at rs.
320 milhoes, porera a Sardenha tambera recusou
pagar essa quanlia, e oller*eou somonte 200 mi-
Ihoes de francos. Finalmente a Franca conse-
guio que ambas asparles cederam, e o resultado
I01 quo a Sardenha lomou sobre si tres quintos
da divida d'estado da Lombaidia, isto 150 nii-
hoes de francos, e pagando Austria 100
Berln continua em augmento, ao qual as cir-
eumstancias na Allemanha do novo alimento.
J fallamos do moviinenlo entre o povo alie
mo tendente a transformar a presente liga dos
estados allemes ; em um estado federal debai-
xo da direceta da Prussia.
O gabinete prussiano nao provncou esse mo-
viinenlo, mas tambera nao se oppe (te faci an
mesmo, em tanto que nao se empreguem meios
illegaes.
Em urna parte dos outros estados allemes
com mufla rontadese supprimiria cora frga os-
so nutrimento, e esl claro que a Austria favore-
ce esse desojo.
Mas do outro lado se comprehende que era
tanto que o movimento nao encontra emliaracos
na Prussia, e aos pequeuos estados que segum
za
P
l'
d
das lodas e quaesquer medidas de inlervenco
forrada em favor desses direitos, e reservndo-
se ao resto todas as oulras mudanras territoriaes
dos respectivos estados deciso d"um congresso
europeo. Desta maneira a paz esl ao menos
segurada.
Segundo dados officosos, o motivo de nao se
lirer anda realisado a definitiva concluso, pro-
vefti de formalidades, segundo outros, de diffe-
rencas de opinio a respeito de corlas modalida-
des na oxecuco da projeclada confederarn ita-
ha"a. llorins.
nrta mh&.?2 S-C 'Cba .con5rma1d? .or ,"ma Lma mais Iriste impressao fez urna publicar,.
V 'ISP 1 imperadorPfapoleao el-re do ministerio das finanras, constando que a ,.,t-
M-iniM-. r c,lleudl,<.1ue as fortalezas de ministracao dasDnancos exceder o emprestim.
.uaniua e 1 eschiera, que Bcam era poder aus- nacional do anee de 1857. limitado por lci.emSOtt
n ^ nom. -CCSSilr deserem fortalezas espe- milhoes de llorins, emitiindo illegalmente mais
ticamente austracas, o devem ser transformadas Hl mhoes.
Essa publicaco causn 11111 verdadeiro
seu fundamento.
A opinio publica, porm, nao mostra grande
inclinaco para adherir a essa opuio, c de se-
mana era semana o movimento cm favor do cs-
tabelccimcnto do estado confedcral allemao ga-
nha mais terreno.
As cirenmstancias da Auslria tem muito pre-
oceupado aattenco geral nos ltimos (lias.
Publicou-se o t'elatorio da receila e despeza ge-
ral no auno de 185.8, mostrando apesar de gran-
des economas um dficit de 36 1/2 milhoes de
em fortalezas da Confederarn Italiana,
se coraprchcndcr que em Vieuna nao
e bem
. podem
..star de accordo com isso.
Segundo o que se sabe, o tratado entre a Aus-
tria e a Tranca nao tem anda estipulacoes res-
peito de detalhes da Confederarlo Italiana, mas
e evidente que a Austria hesita de conrir em
obngaces geraes, em tanto quo dolas ve dedu-
zir detalhes, aos quaes nao pode dar a sua appro-
varo.
Logo que se adiar definitivamente assignada
a paz de Zurich, a Franra e a Austria conridaro
oflicial c,formalmente as patencias que assgna-
roos tratados de 1815 para um congresso. Pa-
rece que por meio de negociacoes conlidenciaes
se conseguo fazer desvanecer as dificuldades,
que seoppunham realsaeo do congresso. Como
se sabe, foi principalmente a Inglaterra, quera
levanlou essas dilficuldades. E' rerdade quo a
Austria ao principio tambera nada quera saber
do um congresso. Porm o decurso das nego-
ciares em Zurich con venceu o gabinete do Vicn-
na que nao era possivel regular os negocios na
Ilaha sem um congresso, comprehendendo ao
terror
em todas as pracas europeas, e do certo a Austria
por muito lempo sentir o grave golpe que assim
deu ao seu crdito, e isso n'um lempo eni que
Auslria, depois dos enormes sacrificios da ultima;
guerra, deve contar muito cora o apoio do cr-
dito.
Nao menos desagradare! impressao fez a reti-
rada do baro de Iluobrier do gabinete novamen-
le formado em 22 de agoslo, em que oceupava
a pasta do ministerio da polica, c o qual era u
raembro mais popular de todo o gabinete.
O motivo foi um conflicto cora os outros nii-
1 islros d respeito da futura 'organisaco #1
Hungra.
O Sr. de Ifuebner era cm favor de medidas de
conciliaco, e pela resliluieo de parto dos an-
tigos privilegios desse rico e imprtante paiz,
mas enconlrou no gabinete una lo viva resis-
tencia que se vio obrigado tomar a sua de-
mi ss o.
A sua sabida do gabinete foi o sigua! para 1
opposiro hngara de se pronunciar com viva
voz, o o governo se nao izeij concessoes, encon-
niesmo tempo que a Austria alli devia deseiar de- irar as maiores dilficuldades na Hungra*.
baixo de todass-circuinstancias ura regulament
qualquer da ordem, para nao exhaurir completa-
mente as suas finanras, j esgotadas al o ultimo
ponfo, por um oslado de guerra permanente A
resistencia da Inglaterra foi mais tenaz. Lord
John Russell tnha declarado, publicamente, que
Km lugar do Sr. llielmer o baro de Thier.s
tomou a pasia do ministerio da polica. Entre-
tanto so esperara ainda outras mudanras no mi-
nisterio.
No dia 20 de outubro os archiduques Fernan-
do Max e a archiduqueza Cariota partirn) de \V
a Inglaterra nunca tomara parlo n'um congros- enna para sfadi ira por va de Triestre, d'onde
COHMANM) DAS ARMAS.
so, cujo assumplo seria de registrar simplesmen
le, o (jue a Franca e a Austria linham conren-
cionado por si so ; que para a Inglaterra appa-
recer n'um congresso, a eondico era, que se de-
rla reconhecer como base das negociacoes a li-
vre acro do povo Italiano.
Esse ponto de vstase sustentou conseguinte-
sio d 1 publicar
outubro
imissoes filiaes de companhias do se
3y o ropa.
O queso praticou na Hespanha por occa-
?o du lei de 2S 'de Janeiro e do
regulament de 17 de fevereiro de 1818.
4." A lei belga de 14 de mareo de 1855 o a
franco..1 deSJ de maio ol de junho de 1857,
que autorsam as goctedades anonj ingei-
ras a oxercer os seu.s direitos na Blgica e cm
Franca.
i nci 1 lo Rio de Jan iran-
do que, nao podenco a demonstraco das opera-
3 peln raixa filial do banco C immer-
rial e Agrii da, eic Campos, que acm
1 o da presidema de -i> do m /. prximo liu-
0 sello devi ;.....n virtude lo arl 7
gularaentod" 10 de julho de 185'); porquanlo,
embora na nham ej -: 1 ia legal corasocie-
e -. io todava socieda les c im di-
reil is di finidas na legislac em
1 igor ;
i. O pagamento do referido .sello p id r ser
eflecluadu por essas sociedades e compau
o il 1 prazo do Irinta dias contados da data
.....icsmo decreto comecar a ler effeito e
1 >s o o art. ni, isto dentro de
- da sua publicarn nos peri-
dicos em q impri nem os ni los oIB es,
> 1 filas lades licito reqnerer
1 1 i~ estatutos, na conformidade
do a/t. 29 50 co nmercial, para a.! [ulri-
rrm existencia legal como sociedades anonymas,
1 m ism I ..... la melle pra >, [u n 1 I ii
, mas lo s m uil para 3
lis ilsap' id :. i-I j,
Decreto n. 2,408 de 28 de outubro de 1859.
F.'eva categora de secro de batalhao, a com-
panhia 0 SeccO de companhia avulsa da guar-
da nacional do serrico da reserva creadas na
capital da provincia do Paran.
Altendendo proposla do presidente da pro-
vincia do Paran, hei bem decretar o seguinle :
Arl. 1." Ficara elevadas categora do seccao
de batalhao de infantaria de tres companhias,
com a designar o de primeira do setrrico da re-
serva, a companhia e seceo de companhia avul-
sa da guarda nacional cralas na capital da pro-
vincia do Parau, n rerogado nesla parle o de-
creto n. 1,560 de \ de fevereiro do 1855.
Arl. i." A referida seccao de batalhao tora a
sua parada no lugar que Ihe f&r marcado pelo
presidente da provincia, na forma da lei.
.1 110 1.ustos 1 da Cunha Parauagua, do meo
I conselho, ministro c secretario de estado dos ne-
gocios da justiea, assim o lenlia entendido o faga
exerutar.
Palacio do Rio de Janeiro, era 2S de outubro
do 1859, :i8" da independencia o do imperio
Com a rubrica de S. M. o Imperador.JooLus-
tosa da Cunha Paranagv.
Circular.Ministerio dos negocios da juslica.
Rio de Janeiro cm 15 de novembro de 1859.
Illm. e Exm. Sr. Constando quo cm alguns lu-
gares, as partes ou seus procura lores nao pro-
visionados a quem sao concedidas permissoes
por despacho das autoridades judiciarias, para
assignarcm articulados ou nllegacoes, se consi-
n habililadosjpao su pan assignarom peti-
roese arrazoados,como para residirem as au-
diencias, acto dstinclo e sem duvida mais im-
portante que nquelle ; expera V. Exc. as conve-
nientes or'dens para que laes procuradores nao
sejam admillidos s au lienci is sem que lenham
previamente oUlido proviso para ndlas residi-
rem, e pago os direitos c sello a que a mesma
sujeila.
Dos guard < a V. ExcJoi Lnslosa d 1 Cu-
nha 'Paranagu. Sr. presidente da provin-
cia de...
185.
ORDEM DO DIA N. 321.
O lente general commandanto dasarmasde-
termina, que o Sr. alferes do 10" batalhao de
infantaria Francisco Antonio da Veiga Cabral de
Moraes da Mosquita Pimentel, fique desligado da
companhia fixa de cavallara desta guarnicao, e
que nella passe a servir como addido no respec-
tivo conselho econmico o Sr. alferes do mesmo
batalhao Antonio Manoel Barbosa.
Assignado.JosJoaquim Cmllio.
ConformeHoracio de Gusmo Coclho, alferes
ajudautede ordens do cnnmiando.
O
ORDEM DO DIA N. ?>>.
O ten. ule general commandante das arma- di -
clara paro o Ora conveniente, que 110 dia 24 do
corrente-apresen tou-se no qua riel general vuelo
da provincia da Parahiba o sr. segundo cirurgio
do corpo de saude do exercito Dr. Francisco Gon-
calrcs de Maraes, que t'oi mandado servil nesla
uriiarnieo.
I!, clara oulro sim, que approvou o engajamen-
to que honleiu conlrahio o soldado da quinta
c
cilada carta el-rei Vctor Emmanuel denions-
trou a sua posicaona questo da restauraco dos
ducados italianos, de um modo que fazia ver cla-
ramente que a paz de Villa Franca o impeda
formalmente de adherir scondices da Inglater-
ra, mas que elle tnmbem nao consentira n'uma
leso effectiva da livre acgo do povo italiano :
que os direitos dos duques se di viam reservar,
mas que se devia garantir a independencia da
Italia Central contra qualquer inlervenco exte-
rior, ao n.1 sino tempo que manifestava o seu
consentimenlo na unio de Parma e Piaccnza ao
Pieraonto, indemnisando o duque de Parma em
Hodena, sobre qui
to de renunciar roluntariamento.
Isso nrma concesso de alta-importancia, v
segundo se diz, ella nao deixou de effecluar ore-
sullado cm vistas, a Inglaterra cnlra no cou-
gresso, e se reserva de fazer valer dentro do mes-
mo as exigencias que resultar o do direilo de li-
vre accao dos Italianos.
Comoj dissemos. os esforros da Russia o <]
Prussia nao foram sera influencia sobre essa de-
cs i ). J anles da paz de Villa Franca s
duque lem urna seguir para o Rio de Janeiro.
O conde de Gyulai, o infeliz genera) do exer-
cito austraco na guerra italiana, deixou o ser-
viro, e se acha reformado,.
O conde de Gruene, primeiro ajudani.' geral
do imperador e como lal chefe da chancellara
central da guerra receben a sua demisso. Mean-
do com ludo junto ao imperador na qualidade
de eslrbeiro mor Era sen lugar fui Horneado 1
genera', conde Je Crcnnerille.
Da Prussia temos d> roala., quo o oslado de
saude de el-rei lem melhorado de novo, em
principios de outubro se julgava certa a brev,-
morle de el-rei, e boje elle faz todos os dias
seus passeios p. Mas infelizmente os seus
soffrtmenlos montaos nao raelhoravam.
0 principe Frederico (iiiiloerine, vai partir
ne-les dias para a Inglaterra com a sua augusta
esposa, a princoza real do Inglaterra, para all
festejar no seio da familia real o anniversario na-
talicio da sua esposa.
1 ma commisso militar remida em
dar examinar a nova organisaco do
Bcrlim,
'.ver:. 1
hoiitein.
rio 81*1
prxima
prussiano, acabou os seus trabalhos
o seu soberano parece promp- .\s propostas formuladas pola mesma
aprsenla 1 is .'1 Dieta do paiz na -
io.
Pelo le'.e.-. i- |) 1 ;|. isboa recebemos as noti-
cias do Rio de de outubro. Ellas annunciam u:-,i
lo de 100 mil saccasde caf, e o carrega-
menlo de tsO mil sacras para Elamburgo 0 O ca-
nal.
Esses earrogai lisuperiures aoqitst
os especuladores linham esperado, e desde .,
eliegada d'essas noticias os vendedores so retb*-
companhia do 4. batalhao de' arlilharia a p. lou urna rolaco intima entre essas duaspolen- ram do mercado, o os possuidores so arhavam
Manuel Felippe do Nascimento para servir por cias, relacao que anda mais intima se tornou obrigad s consentir em alguma baixa dos pre-
mais seis annos nos termos do regulament quo I depois do repentino e surprendorentendimento eos, se quizerem realisar rendas maiores na ul-
baixou com o decreld n. 2171 do ." do maio de entre o imperador Napoleao e o imper 11 ir Fran- fima semana se vender ni 8 1 saccas de cate
1858.
Assignado.Jos Joaguim Coelho.
Conforme.Horacio de Gusmo Coelho, alte-
res ajudanle d'ordens.
EXTERIOR.
deposito de 0 tnilhoe
Ministerio Expediente do dia 0 de novembro <,< 1859.
Ao Sr. ministro da fazenda, declarando, que
por immediala o imperial resolueo de 30 de ou-
tubro ultimo, tomada sobre consulta do conse-
lho supremo militar, se decidi que aa alferes do
P batallio dscac idoresd
ct>5i:.*ro\oi:\ci.v n biauso
1K PERXANKl'CU.
Hamburso T* de novembro le 1 :>
A obra da paz italiana se retarda ainda A
conferencia de Zurich anda nao realisou at bo-
je -i concluso de paz definitiva sob base des pre-
liminares do Villa Franra. Ouando escrevi a ini-
nh.i ultima se esperava nos prximos nina a con-
1 iso da paz : em 17 d.e outubro finalmente um
dos Ires tratados, que deviara formar a paz o
Iralado entre a Franca e Auslria foi rubricado
provisoriamente peles respectivos plenipotencia-
-. islo e. '. .i munido dos iniciaos das suas as-
sign lluras : alguns dias depois a sorte quiz, que
o plenipolenciario d'Austria, o conde de Colli -
: irreu de um ataque do apoplcxia. Espera-
almente, que a demora da defiiilira rea-
-'..1 da piz. que disso resultara, nao seria
1 fica dito, ainda hoje a paz de
ciseoJose em Villa tranca. Jaba mais lempo do Brasil a^ 5(8 G 5iS shillings de basco. \
se tratara do una entrevista entre o imperador importaco de caf al fim do outubro foi de 67
Alexandro c o principe regente da Prussia. Era milhoes de libras, e 01
22 e 23 de outubro es-a entrevista leve lugar em de libras,
B isln. Os dous soberanos so acharara acom- O assncar se acha era boa posirao o espera-si
panhadosdos seus ministros los estraugeiros, o subida de prec -.
principe de Gorlschakoff e o BarSo de S hlcinilz, \-: -acha o Sr. Joo Joaquim Gomes, na-
e sabe-se boje que esse oneoniro teve principal- lural de Pcrnambuco, que veiu oceupar-so da
mente era vistas a questo italiana, e rae d'elle educaco dos seus filhos. lloremos au intere
resullou um completo entendimenlo entre a que polo sen paiz toma o Sr. Gi m is as -..
Prussia ea Russia, respeito da posirao obser- les observacoes, une sao muito bem fundada-.
rar nessa mesma questo. Do ambos os lados porque ceilo que o lascavado de P
se conveio de reconhecer como principio o dirci- nambuc ia complclamcnle d redil
lo dos tratados de 1315, mas se bppor decidida- nao s no mercado de Hamburgo, ero" em ii.>-
inenie sua execurao pratica pormei i, os mercados da Europa. Eis a comrannicar 1 I 1
c de, nao deixar forear arontad do povo itnl 1- Sr. Gomes, fielmente copiada :
no. Ao mesmo lempo a Prussia se 1 -: in gou Como notorio o assucar mascarado baixo e
de ganliar a Inglaterra por esse ponto de vista e Pernambuco lem peorado era qualidade, tanto
de deodi-la a entrar ncongros assim que os negociantes exportadores lem s
S*Alm do enlendimenlo conseguido na questo frido projuizos enormes. Qual ser o motivo?
italiana, a entrevista de Breslai 1 urna ira- Queixa nenhuma tem harido sobre o assncar
portancia ainda maior pela manieslaco da po- branco, smenle do assucar mascavado bailo,
sicao decididamente anti-austriaca do gabinete essa queixa tem-se tornado geral. O assucar do*
russo. Ouando o imperador Alexandre tinha cli:- iHia de Java lem sido o rival perigoso do as
gado em Varsovia, antea da sua ris la era Res-I car do Brasil : o assucar mascavado da nuraera-
lan, a Austria se tinha apressa 1er sau- 5I0 Hollandeza de 6 at 10 muito procurado e
dar ala pelo archiduque Albrecht, ii do im- estimado ;afim de que a cor e qualidade conllra
perador Icom esla numeraraodercsi ps
/*
MUTILADO
N
llEGJVil


*L
MARIO DE PERNAMBUCO. QpAftTA FE1RA 30 DE NOVEMBRO DE 1859.
gian grossa e deve consistir i mistan s-
i'iente em assucar purgado paro poder acreditar
o nosso mercado.
<> Para poder adquirir a gran grossa o assucar
duvia sur repartido quentesem sem ser balido, e
i>aradar mais mascavado devia ser purgado cora
seis garrafas de. calda do 33 graos, bastar isso
para produzr o oltoilo desfijado. Vislo que a i
maior parte dos scnbores uo engenhos possucm ;
foranas do Jeno risco nao pode correr, mas si ni
poderao lucrar procedente desla furnia. Segundo
sla namcraco llolaudc/a do assucar mascava-
ilo arcio que os sonhores assueareiros nao per-
dwa tozer a mistura necossaria para que esta das
sificaeo de nmeros seja real e .ma.
Quaiido se recebe o carregamento a numera-
do nunca confero esso erro tein-se desenvolvido
em quesloes commercaes, o que lein ainda inais
.--.batido o crdito e a confianza, do mercado do
tssuear de iVrnamhncn
Por eaemplo conio se pode misturar o assucarj
broto com assucar de retamo ; est cliro que es
i.is duas qualidadesdeassucarligam-se una cora
i outr.i, e que escorre desde do porto do carro-
x-iiiieniii at i porto da descarga. Em alguna
incluinu a pre-meticia e vice-presideiicia. A Huma e lias legaeoes, un da em que a Sania
piencia desla atiiude parlamentar, devralo requeresso.
ser ara conflicto, previsto pelo nosso cdigo po-j Expedn-so antes de hontem pelo telegrnpho
litfco peranlo o qual tenha de retirar-30 emi-lao conde de I.nvradio, nosso embaixadnr em
nisterio, ou baja a corta no exemreio da sua pre-! Londres
rogativa de dissolver a ranura dos deputados.
Os amigos do governo rspalbam e dio cora
Certeza a dissolucao. ministerio lem abando-
nado na cmara, as eloi';es de presidencia e
commissos, nao faz ndicai.-o ulguma. Dio lo-
ma inicial iva em nenhuia desloa aelos. Scme-
Ihanlemenla ainda nao fez nina nica ieunio de
deputados. A maioria da cmara lite hostil, e
essa maioria i misidoravel. Impaivialmeule ha
lodo o fundamento para essa aliUido adversa :
S Iota Joaquina de Bouibau, esposa de el-iei D.
JolO VI.
A's oito o meia horas da noite chegou a S Vi-
metra trgica desle secuto, uao demora fiaros
tvesigios entre nos. As plateas como us actores
carenera de um largo incitamento, que revelars
a su .i nnmeano de representante de
Porlug I no prximo ingresan Europeo, que
segundo as ulimas noticias olheiaes lera lugar
era Pars.
Vai lomando corpn o beato de que o Sr. D.
Pedro V. lenciona pedir era casamento a segun-
da lunado principe de Ituhenr.ollern Sigmarin-
gen irmia da Ruada rainha I). Estephania. lie- i
vecbegar n Tune o principe Leopoldo, irmo
da augusta piinceza.
Nao sei al que ponto esia visita diz respeilo
a r,miara na ultima sessao nao se mosirou accn- n pnqectado enlace,
losa para com o novo gabinete, lalvcz meaoio No da 1 dcste raez pelas seis horas da manha
exagerarse a sua longammidade H benevolencia, | garhio para Tnger acrvela de guerra Sayre*,
coneodendo-lhc as aulhorisacoes que o governoIcommandada pelo capitfto de fragata Centurinis
lbe pedio. O uso que estes lem leito dellas, | para a|| ,.,ole!'r os subditos portuguezes duran-
-- is sensuravel e sobreludo o espirito dissipa-
dor que lem revelado. As provas de Inloleran-
I cia, os documentos de replismo, as tentativas
I de corrupeo, o tundo de immoralidade que o
| ministerio nestes oito me/es tea ampianienlc
carregamoiitos deste assucar mal preparado e or- raaniesUdo, Gzcram-lhe perder apoio daopiniio
iinario lem batido prejuizos de 30.a 40 por cen-
ia) por tonelada asseveram os importadores Vis-
to que o assucar d retama e o assucar bruto nao
seccauv, acouslho aos senhores assucareiros de
emborrica r ou encaixar estas duas especies de as-
sucar masr.auado, para evitar qucixas e conser-
var a repotaco pessoal, e a do mercado da pro-
vincia.
0 aaear encaixado ou embarricado preferi-
vel para a expnrtaco rnaisdo que o ensacado.
I.INIIOA.
14 le iiim-mfeni.
No dia i do conente abriram-se as corles, el-
rei presidio a este acto constitucional, pronun- i
'lami o segralo discurso :
Dignos pares e senhores deputados da naci
Porlugueza.
' Ao abrir a presente sesso legislativa nao
Dsao forrar-me dor pungente de recordar n :
inesio acoatecimente com o qual aprouve a
Heos enlular-me a existencia,
Foi unnime a sympalhia cora que meus sub- \
ditos lomaram sua a rainha ddr, foram cloqucn-
les as lagrimas cora que santificaran) a memorial
d'aquella que partilheu commigo lo breves c lo
afortunados dias, os cuidados do prsenle as e-
peraucas do porvir.
KutenJo pagar urna divida do COraoO, reno-
vando no seio da reprcsenlacAe nacional o les ti-
iiiunho da miaba gcalido a um novo, que, sem
reneio, possn dizera minha familia.
Pelo infausto acuntecimonlo que lodos deplo-
ramos recebi. Eu inequvocas novas de verda-
deira mago*, por parle dos soberanos alliadosda
corta de Portugal. Dos mesmos soberanos alija-
dos continuo a reecber leslimunho das boas rela-
'.esque fi'li/mei:l.e exislem entre o meo governo
e os das outras potencias. '
Terininou saikacliniamenle a negociac que
inda penda com a cried'' Roma, e acha-se !
iialmeuie assignada a concordata quo ai por ter-
mo s incertezas e dilliculdades que se linhara
para al 11 pruteg
le a guerra.
No da do correle moz fallecen o conde de
Penarle!, Manuel Jos da Malta de SvuzaCoulinho,
gentil hornera da cmara de S. .11.
El-rei o Sr 1). Pedro V., ainda na vespera !i-
uba visitado o Ilustre fallecido, na sua resi-
dencia.
O conde de Pcnafiel beijou penhoradissimo a
man a el-rei, pela honra une S. M. acaba va de
lbe fa/.er.
O Ilustre fallecido era o primeiro conde de
Penaliel, oilavo correio mor do reino, par do
reino, ministro plenipotenciario honorario o grao
cruz de valias orden.
Nascctl a 5 do maio de 1782, contando assira
buje que baixa u sepultura, 77 anuos. Era viuvo
da Ex.' Sr.' I), llana Jos de Caslello Branco, li-
Iba do Sis. raarquezes de Bellas, que fallecen a
(i de marro de l>26.
A familia real parti no dia 10 do corrento pa-
ferreasdo norte e fronteiras, tomn i rao sen regresso capital.
Ouvi dizer que no vapor da rompanhia tran-
satlntica, que devn aqu chegar no da 1 i, vem
Mr. Christie representante britannico junto ao
governo brasileiro.
Sabio no dia tOdo correte a barra de Lisboa,
a demandar as aguas de l.oanda, o brigue de
guerra Pedro .Vanes commandado pelo capitao
de fragata CarlosGcavciro Lopes.
O conde de Claronges Luccotle, que esl de re-
gresso iicsta capital, consegnio fazer na Blgica
una co.iir.uo para as respectivas obras da linha
terrea e dokas se levarem a elfeito. Formon-se
ublica, e reliraram-lbe a conflaea da cmara.
(I governo que desoja sustenlar-se appella pa-
ra adissolucao, am se lemhrar oque sigmllca
ess golpe de estado ; pois evidente, que essa
medida lera lodo o carcter diclitorial, evadin-
do-se o ministerio a dar coritas dos seos actos
cmara que Ihe concdela numerosas autho-
risaees, e deixando sera resolur^o uiuilos ou-
Iros problema: adujinistralivos que seria de toda
a urgencia legalisar.
A questao da viaeo accelcrada* (lea, dissol-
vidas-as corles, n'iiraa liibernacao prejudicial s
neCcssid.idcs publicas.
Salamanca concessionario difnitivo, das gran-
des linha-
posse ha Iros das das secones do camiuho d
ferro que eslo era exploraco, mas diz-se que ;
nao proseguir em Irabalhos antes de serappro-,
vado dcliiiilivaineiite o contrato, pelas corles; ;
claro perianto que se forera dissolvidas,, (icar
ainda, sabe Dos por quantos mezes addiada a
resolucdo pralica deste importante negocio.
O povo deu StuacO um nomo appropriado,
chama-lhc apatuscada,e realmente, amigo ro-
dador, patuscada que : ha milito desacert,
resollante o-' ignorancia : maior numero ainda
por Ieviaudade, e falla de circuiuspeceo ; nao
nente de Fra, onde foram esperados pelo cabido primeiras o ideal para advinha lo, aos segundos
da Se Palrialchal e mais eleresin, recitando-se I agloria para alcanca-la.
os responsos do ritual As cinzas da augusta1 Ndame Bislon conduz a altenco do raaravi-
Disavo de el-rei reinanln vein repousar nojasigo Iba em maravilha al ao cnlhusi'asmo. A no-
da casi do Bragauca, para onde se teera reunido! breza da sua figura, a serenida le do rosto onde
ltimamente os restos moraos de lodosos mera-; se Ihe reflecten! com as mais rpidas trans ;6es
Uros desl dymnastia, que se acharara sepulta-; todas as sinuosidades do afTeclo, a escala vocal ,
dos em diversos templos. que sabe subjngar a sen seo .alent para enlevar ^J^STl^SS^LX
X- frente do prestito rorapia a marcha um pi- facilidades da alma, sao dotes esses a cu- P e em m numer0-
quele de lanceiros com as lances em funeral i" conjunto se podoal boje dizer uuico. |,_ "a poneos das suicidon-se urna pobre ve-
nina pessoa que lem retacees com a polica disse
que ha numerosos processos encelados contra
estudantes, e grande parte por Tactos iguaes aos
que osen jornal lera publicado do caloleiro ve-
lhn ; alguns sao por estellionalos bem elabora-
dos e indican espirito exercido. Antes formavam-
se processos contra estudantes muito raramente
e eram motivados ou por escalada de muros pa-
ra algunia conquista, ou por tacto de cavalfaeiro
para desagravo de honra ; boje nao ha disse, mas
e cobertos de crep ; seguiam na retaguarda
dois coches amigos de qualro tiros rodeado de
mocos da casa real a cavallocom brandes acce-
sos, rio primeiro dcstes coches iara omarquez
de Vallada e o conde de Mesquitella. No segunda
os clrigos. Seguia-se o coche de respeilo, en-
vollo em panno pelo, e airaz rodeado de luzes,
o coche com o metro, armado tambera de ne-
gro, com una cruz de ouro e prata cm lodo o
comprimenlo do lejodilho. Pechn o squito
um esquadio de lanceiros, de 40 cuvallos e se-
guido por alguns Irens.
A iroperatriz, rainha a Sra. D. Carlota Joaqu-
n de Bombn, naseen cm 25 de abril de 1775,
lilba do Sr. 11. Culos IV
D. Luisa l'beieza Hara Parma. Casou a 8de
mam de 1783 cora o Sr. I. Joo, depois de re
\ I do nome. Horren a 7 de Janeiro de 1830, no
rialacio deQueliK. l-'oi depositada na groja de
S. ledro de Penafenim, era cintra.
A rinda de Madama llistnri a
aconlecimoniu arlistk
Lisboa I
| Iba que comecara a solTier de alicnaco mental,
"m imaginando que baa orna grande ieunio. do
Porto da:
a Noemma li^a de Caira. Daqui ii.
algnraas recitas.
o thealro bespanhol goroo na segunda lenla-
I Uva. Esleve um raez a representar para o lus-
rei de Ilespauha, o de Ir e julgou por fim que o melhor expediente
era apaga-lo e fechar a porta.
No thealro lyri-o linbamos este auno tal ve/ a
mais igual da Europa. A Lolti, soprano ofwioto
de grande nomeada, j fe/, a Giseldo dos Lom-
bardo* e a Leonora do Tiorudor cora urna uies-
Foram no da 26 do niez passado trasladados j tria, bravura ecorreccao que deleilom. A Qgura
docerailerio do Alto de S. Joo para o jazigo da joven pruuadoiu 'sbel/ia. o semblante svra-
oos pairisrcbas, era S. Vicente de Fra, os res-1 palhico. Junto-sc a isto uo lor caprichos nem
tus moraos do cardeal I). Guiiberme, ultimo: piguisses.ecomplel ir na sua imaginarn aperla
Pelado da igreja lisboense, que linha fallecido das damas di alio cartel lo. Qualorze mil francos
da lebre amarclla. pr mez tambera alguma cousa. Has verdade
U prestito coni|iunha-sc de dois coches da casa seja que os merece,
real, e um piquete de cavallaria. seguido de va- j Madama Tedesco, ptimo contrato, foi recon-
parliculares. Eram 6 horas da larde; druida. Fez a singara do Trovador como nunca
quero dizer com isto, que a ndole de todos os urna corapanhia anonyma, e dentro de (0 mezes relia.
quando chegou a S. Vicente.
Por decreto de 1(1 de outubro foi exonerado a
pedido proprio, do cargo de provedor da casa'
real de Lisboa o marquezdc Loulc. Foi Romea-
do por decreto da raesraa data'em lugar do
mencionado marque/, de Loulc, o par do reino
; Jos Hara Eugenio de Almeida.
Poi decreto de 12 de outubro foi estabelecida
; na casa pia de Lisboa nina seceo especial desti-
nada para rccolher, alimentar c educar os or-
phaos que ticaram dos fallecidos da febre ama-
ina escrava. Isto fez a
polica coueeber snspeitas, pelo que prendeu os
escravos, e fez indagarles que deram em resulta-
do a verilicaco do suicidio
Foi Romeado delegado de polica da capital
0 Dr. Francisco Leandro d"' Tolledo, que j ser-
vio muito satisfactoriamente ueste auno, duran-
le a ausencia do l)r. Furlado nessa corle; um
cargo nessa capital cheio de dilliculdades, por
circumslancias especiaes. Esta nomeaeo agra-
den geralmente.
(Carla particular do do Commercio doRio.)
ros seja boa, o que nao tenhamos dla- da data da approvacao dos estatutos desta cora-
menlar grandes violencias e vesames, so per- panhia se comprnmette a casa Cyrin o L. Vandcr
sisllrera frente da governaco. Elsi rmaos & ('.. a ler completas as referidas
Nao me lembro seibo disse da rainha ultima I obras. Os ditos estatutos j foram presents ao
como passaram as eleices suppleineulares do governo.
disliicto da Guarda : havia all um candidato da | U Sr- Salamanca lomou no dia 10 possedo ca-
opposteao ; anligo governador civil, lia pouco
demcltido que disputava a candidatura do mi-
nistro da tnaiinhi Foireri, quo deliberara fa/ei-
se elegerpor aquello circulo.
Km (Via, con sel ho de Gouveia. as
maram un aspecto cabralino: apparecerara si-
carios no adro da igreja compelen lmente arma-
dos de pnnbaes, cceles e machadinhas, dizendo
em altas vozes :(juera nao vola com o governo,
suscitada acerca do padroadoporlguez noOrien- inorre boje aqtri. Alguem menos paciente qnizi
le. Vos apreciareis este importante domnenlo e redargir aquello desaforo, e salvou-so milagro-]
r-coniieceies por elle que oram al tendidos lo- smente de urna punhalada, no ter tropecadoo
dos os preceites legaes e lidos na devida Qpnta cabido nochifl o galopim eleiloral que o perse-
os dreitos da ioi.1 e as inmunidades da igreja guia, (i informador desias gentilezas, lerminava
l.u/ilana. assim um artigo dirigido a um dos jornaesde op-
O meu governo ceiobrou um Iratado do nave- posicao :Sr. Fon les ou nos aos tribunaes, ou
gacie commercio com 0 govnno dos res de us delicies de Ceia punidos.
Sam, o qual vos ser devidameuie apresenlado. v ......
Tendo fallecido o imperador de Harrocos, o ,"'n U!n Mal oulra colsa. Asfolbasdo mi-
batendo senos reccios de que se alterasso a paz ,"/l,'n" resmungaram algunas evasivas (olis,
-publica naqnelle pniz iulgou-se convenienlo en- ?* ''"','Ma 'uef P>ce"esse a urna devassa, e
viaw Tnger urna torca rnaritiraa. que foi con- ? Jra .ecusador nao foi pronunciado. Note1
liada ao eosMuandu do meu mbr<
-inado c prczr.do irroao o infante I). Luiz, duqu
roinho de ierro de leste, e afurma-se que ra s< m
domina continuai os Irabalhos da linha.
Espora-so mu breve seis cavados marroqu nos
6 tres rabes, mandados comprar pelo inininis-
cousas lo- ,cl' l''l"s ')r',s publicas, para sercm, apenas che-
garcm, mandados distribuir pelos diveisos postos
caudelicos do paiz. Todos os que eonheccm a
importancia de melhorur as nossas ragas de ga-
do, espi'cialrnenle a cavallar, podem reconhecer
as vanlagens que ha nestas acquisicoes.
Segundo as inorraaces que tenlio, foram os
lentes veterinarios, Lima c Teixeira, propre-
da le rural dos Chavaos, que oulr'ora perleiiceu
ao intelligente lacrador raarquez de Niza, para
escolherem d'enlrc as bollas raeas ca val lares da
caudellaria que possuc a inesma propriedade
rustica, 40 ou 50 eguas mais linas, e 2 cavados
paos. Esta compra destinada forraaco de urna
candelaria raodello as proximidades de Altor
do Chao. Eui quaiito esta se nao organisa con-
renienlemenle vio estas eguas
dades do Sr. Ayres de S
para as propne-
que provavelmenle
doPuriu, paraidffcr respeilar all a bandeira por-
tuguera. O restabelccimenlo da nrdom dispensou
eutao a presenca dos nossos navios; porin leu-
do a flespooba declarado a guerra aquello Impe-
rio, e pudendo occorrer circumslancias que |io-
nham outra vez em risco aseguranca dos eslian-
geirus, novanieule resol veo o meu governo man-
dar aquellas paragens algumas embarca^oes, a-
fim de prategercm os subditos porluguezes all
residentes.
U governo Imperial do Brasil acaba de fazer
diversas modificaces as paulas das su as alfau-
de^as, pel que respeila iraporlai-o dos viuhos
eslflangeires. Esta reforma de lano alcance para
um dos vamos mais valiosos da nossa Jgrcullura
h ojnimercio, poe termo.ios diretos dill'erenciaes
que all noc. prejudicavam, o faz justica s nos-
sas constantes allega<;es para serraos tratados
um naci mais favorecida.
No iiiiuio de melborar as condires economi-
eas do paiz facilitando as coramuniuacoes e de-
seuvolvendo a riqueza publica, eclebrou o meu
goierno o coDlrato de 1 de setembro ultimo, pa-
ra a constriicco dos carainlios de ferro do norte
: da fren letra de llespanha, prximo a Badajoz.
A cnnstrucco de seis cenias e noventa e tres Li-
loinelres de estradas era dilleriuiles districtOS de
reino (o tainbem contratada provisoriamente.
yo>aatinareis estes negocios e Ibes prestareis
a allen<;ao une merecen).
O concurso para a construcco do caniinho de
o ,i- '"'!"' J' !' Vll porto de vinle dias depois dessa ; com as de Pancas, boje perlencenles ao Sr. Es-
publcaco. A quedes excessos proveo] era gran- : levio Antonio deOliveira, de Alcochete, bao de
de parte de ler e governo mandado para o dis-j mais tarde constituir um estsbetecimento agrico-
Iricto da Guarda, um governador civil, que no I* modelo cora todas as variadas parles e Ollic-
czercendo igual cargo as, e collorado as condicoes de dar industria
lempo do Costa Cabra
em Aveii!), cspelbava pelos seus agentes eleito-i dos campos todo o desenvlvimento pelo exem
ros, ordens de prisSo assignadas cm branco : po que ella precisa, c a que lemdireilo,
tantas fez, al que um bello dia, se lembrou de A'cerca da abertura da barra da Figueira, obra
suspender as garantas no sen disiricto, pelo que importante comecado durante a gerencia doSi-
bu deraittido pelo Conde de Thomac.
Para occorrer a esla despeza a casa dotada
enrn cen coritos de res em inscripcocsde lies
so linha ouvido era S. Carlos. Mas quiz a fatali-"
dadeque as.intngas dos bastidores o asdcsilltelli-
gencias cora o commissario dos thcalros subsi-
diados a relirassem provisoriamente da scena,
para o que tambera contribuio urna tndispos
da eximia cantora, boje aggravadacora Csles des-
goslos e an utos.
O tenor Prascltiiii superior a muilos que lem
aqu estado iiltimaracnte. 0 baryteno Barlolini,
o nosso anllgo conhecimento, aqu esl este
anuo.
O Gymnasio d agora os Filaos (loa Trabalhos
do nosso ineancav.'l Cezar ao Lacerta. A peca
agraden, nao tanto como a Probidade, mas pro-
por cerno, que se compraran! cora una parte do melle sustentarse o dar dinhciro ao lliealr. Jos
produelo das subscripces em favor das familias
i'as vclimas da febre ainarella. E' igualmente
dolada a niesma adrainistraco, para ser tambera
appheada ao novo eslabelecimonto, com a qnan-
t'i de un cont tre/enlos desosis mil qualro-
(entos trila e tres res que ainda resta era di-
nheiru das somuias que deviam ter aquello des-
ti"0 ; ebeni assim com os juros vencidos corres-
pondentes aos litlos da divida publica.
Outro decreto cora a mesma dala de 12, crean-
do e annexando a casa pia de Lisboa um asylo,
esecialraente para sustento, amparo o educacio
de criancas abandonadas
Este asylo dotado com os legados que com
esta applieaco deixou o fallecido commendador
Manuel Pinto da Fonceca, cujos legados sao : 0
quautia de cen cotilos de res em inscripcocs da
junta do credilo publico ; mais a quantia dequa-
renla coritos de res daquella mesma especie,
depois da raorte de duas legalarias a quemo refe-
rido testador contemplara com o respectivo uso-1
fructo.
No dia 21 de outubro cnlrou o vapor porto- i
Romano conlinna a csrrerer para as Variedades.
O decreplo barracan da ruados Condes reabri
e chama gente ao domingo.
Hermano, o prodigioso cmpalmador, foi j tia-
ra o Borlo; depois de apurar em Lisboa uns cin-
co coulos e dar muilos beneficios a favor Je es-
labelecimeutos pos.
O thealro normal vegeta. Depois d'araanha.
no beneficio deTheodorco d duas pecas novas,
O vapor Vorinjcl da corapanhia aglo-lnso-
brasileira parti antes de hontem p na ah ; nao
es, revi, porque acbo muito provavel que o Tyne
chegar l primeiro.
Consta-me que a corapanhia lenciona deserapa-
parelhar as suas carreira, de modo que Bque-
mos tendo dous paquetes por mez com intorrallo
do lojd'ias.
INTERIOR.
guez Viscoade de Athougaia, arribado cora ava-l
ra na machina,de 15 milhas a O da barra, em 2 i
Pois 6a I Carlos Benlo ea que anda no sen lempo g
um homeni que nem apoltica de cnlo pode deu o mximo incremento, recebem o Cimrien-
r na administracao districtol que o mi- m a 25 do passado s i horas da larde, as duas
entrecot! a gerencia do ; seguinies parles lulegrapbicas :
barra : ja est em
S: i'stulo:
15 de Novembro de 1859.
Na cidade de Hogymirim Imuu um levanta-
horas e'inea, tra/endo a mesma carga, tripula-1 monto dos presos contra a guarda, descripto em
cao e passageiros, com que linha sabido njp dia urna carda dalli recebida, e do pessoa judiciosa,
18 do crenle, cora distino para a ilho da Ha- do modo seguinte:
deira. Hontem
Os empresarios da navegaco a vapor para a I larde, houve na
tilia da Hadeirarequercrara ao governo, que Ibes bem horroroso, e que
conseutisse que um barco do estado fosse fazer a ; na memoria de lodos e queira Dos que sirva
riagera desla vez por cunta da corapanhia. 0 de licao aos que flzerem parlo da guarda da ca-
cinistro que obrigou a arribada o vapor da com-1 dea para mais se acmilelarem.
< A radea c nolavel pela pequen hez e iraper
Teic-n de construcco, e nao oiTorece seguranca
[i de novembro, [olas 5 horas do
cada desla cidade, um fado
ia de Qcar bem gravado
lustro do reino aclua
' distric'o di Guarda
Imagine o quo nao ser o'uraas eleices geraes
: .-e <. Si. Fonloa e 0.1 seus collegas as" dirigireoi.
A dissolucao em perspectiva, nao iuliraidou a
cmara, mas d serios cuidados no paiz, que
desoja ordein e estremece com a iila de verre-
produzidas essas epochas ominosas de duteleran-
cia e devassido poltica.
Ainda mais, os memores doconselho d'Estado,
segralo o:,-o nota vara todos excepcao de um,
sj contra a dSSluCJLO.
Segn a coro; os dictamos da opinio pu- '\
bina, e o parecer do conselbo .riT.slado. Nao'
sei; a resolueao do conflicto perlonce-lhe se-
gundea Carla ; a responsabilidad.: kU delibera-
cao Ruar sendo dos ministros.
I Estamos portante em trise, urna crisn grave e
que deve ter um desenlace q lalquer n'estes ratos
das.
De [irimiMio espalhou-se que o governo nao
' Esl alucia n barra : ja est em contacto
cora mar. O bora ou mo resultado s so
sabe d'aqui a urna hora. Espci-ladores 12 rail.
Gramil- cnthusiasmo. Houve a benco inau-
gural pelo Sr. bispo conde.
Feliz resultado da aberlura da barra ; calco-
la-se a conente era ti milhas po hora, depois
de 2 lloras da abertura, 25deoo.ubro asfih. e
33* da tarde.
Di/era-me da Figueira O seguinte sobre o mes
1110 objecto v
.Nao seria fcil descrever rtrcnmstaaciadamcnte
Os test, jos que eslavam preparados para solem-
nisara sberlnri da barra.
_ O euiiisiasrao phronelirn dos habitantes da
Figueira, e dos povos a distancia de 8 leguas,
qoe a e la lem allluido para rer urna obra monu-
menlal do nosso paiz, inexpiieavel.
.'he pauhia retardou a viagem a muilos passagciios
pela maior parle doenles. Este retardamenlo
adianl.indo-sc a estacan invernosa, como se est
adiautando, podeprejudicar a cura daquelles in-| viole
ferinos. Esta consderaco hasta em meu enten-
der para quo o governo atienda prelenco da
empresa, e Iho.dcBra favoravelmenle.
Conrma-sc a noticia da proposta feta ao go-
verno pelo representante de urna companhia de
ma; a pozar disso nella eslavam redosos
Untos presos, sendo a mor parte crimi-
nosos de importancia, talvez nao monos de dez
homicidas, quasi todos mocos cconhecidos como
valenles. Entretanto eram guardados por noi
policiaes ou guardas nacionaes dos mais impro-
prios para o sei vico militar, o sem armamento
capitalistas portucnses, para construcco da es- regular. Suas armas eram cacetes ordinarios,
irada marginal do Honro. Parece que elleequi- algunas baionetas rombudas alguraas espin-
valle urna emprestada, pedindo o proponenle a gardas renas sem feixos, e outras cora feixos
subvencao de nove coritos de res por kilmetro., mas sera podras.
No da 27 do passado foram abortas as propos-j \' vsla da fraqueza da guarda resolveram
tas para a construcco de estradas raacadamisa-1 os presos evadir-se torca, u plano foi concor-
das, conforme o concurso aborto sobre o contra-; lado em una priso onde se achacara onze dos
~~ provisorio celebrado pelo governo com o Sr. mais importantes, entre os quaes alguns de re-
foi preciso
cora um
.....ojiinu reieoiauo peio gineino com o r. | mais importantes, entre os quaes algo
l.angrois. Alindesle apparecerara mais quatro Iconhecida val.ma, para cuja priso fu
concurrentes, o Sr. Jos Isidoro Giiedes, o Sala- empregar milita torca, Como aconleceu
ludo eram preparativos e arranjos para fasto- tura do
jar aquello dia memoravel para os habitantes da
'igucira e de toda a provincia da l!,
da
Ierro do su I al Evora a Beja nao produzo o re- : rassolveria as corles sem fazer passar na cmara rl8,,clra '' te V"'1' .a provincia da Beira.
sudado que-sedesejavi. O governo faras pro- n.',a a eleiloral. Hontem aulrraavara os n- "eras noticias immediatas da abertura di
postas convenientes para qu esta parto de va- limos dos ministros, que a dissolucao leria lu- nar,a do Figueira, soube-se que na mesma noiti
cao aoeeterada na provincia do Alora tejo lenha o Br quarla ou quinta feira que vem. s pai-: da aberlara da barra, linha-se este alagadoDe-
nscavolvimenlii que as conveniencias publicas
reclama m.
O meu ntinislro da fa/enda vos apresenlar eji-
pottasnuHOBte o ornamento da receila e despeza
do Estado, t as propostas de le necessarias, pa-
ra inelliorar a situando da fazenda publica.
No inleivallo decorrido desde a vossa ultima
ieunio tiin o meu governo usado das diversas
..os estao a postos, a herdeira natural do poer.
segundo as frases representativas, a parciali-
ilade representada pela maioria opposicionista
da cmara, isto o partido progresista histri-
co, rujo chefe o marque/, do Lonl.
l'or mais do ama vos lem o telegrapho com-
municado aos jornaesde vizinhu reino, que as
potencias que devem assistir aocongresso euro-
Portugal, llespanha, Suecia
Sicilias, e Estados Pacficos.
l> Courrier du Dimanche, na sua revista po-
ltica, referiudo-se a urna correspondencia de
Londres que publica, alinde aos passos que lem
dado a Ucspanha, Portugal o a Suecia para to-
rera adroissao no congresso.
o referido correspondonle expressa-se nos
lerraos seguinles
So;
ro-
Huilas ve/es se tem estabolecido esta quest
compor-se-ha o congresso lo somenie
presenlantes das grandes pelencios
otosaooee que Ihe turara concedidas para varias | Pcu' '"",'. alm das cinco !
reformas < inclhoramentos 3e seivcoS. Lilas ves
Berio devidaim.nie apresenladas.
Pelos meus ministros das diversas repart
sero proponas ^ medidas convenientes para al-
tender e intihorar os diversos ramos da pul lica
adniinislraeo.
Pende anda de vosso oxanie, c convenienlo
que se couclua a forma eleiloral.
A lo graves assumplos espero eu que presta-
reis a allenco ui:e a sua importancia reclama, 11
que propria da ralelligencia e do zlo que res
oeeupaes das cousas publicas
Est abeiia aaesso.
Aeba-se pois concluida a qucslo cora a Santa
S respeilo do padroado portuguez na ludia c
China.
As relaeoes cora as potencias alliadas, sao co-
mo ve desle decumeato parlamentar, al boje
inalterayeis. governo oiniliiu ueste diploma
a exposicp dos meios e recursos com que conta
bem cmodos projeclos e planos que lera feito
Falla-so eiitrel mo aili de reformas ten lentes a
melborar a sHtiaco da fazenda publica; aqui
tneu caro redactor que.erc o poni ; espalha-
se com alguin fandamento, que o ministro res-
pectivo o Sr. Casal Bibeiro, lera preparado um
projecto de lei que reduz a 23 por rento os rn-
postossobro propriedade e iudu-iria, o que re-
prsenla um augmento de una 7 o ineio pu- cu-
lo nes eonlribuicees. Acrescenla-se lambem mas
nao l:e dou muito crdito que o ministro da fa-
zenda propor a redueco dos juros da divida fun-
dada a 2 por cenlo.
Como sabe as que boje garntese piula do ere-
dito publico, sao na razu de d por cont. isto
nina medida de tal ortera, e diga-S a verdade,
(ae absurda que nao creio quo a uusadia minis-
terial nhegoe a lano.
(Juarito apprescnlano demedidas de fazenda
10-iiesile/ di, s nada te ni surgido no Si i 1 do par-
lamento, nem mesmo o o rea meu lo goral do es-
tad.1, queja devia estar irapresso, deslribui
submuiiido respectiva roiuraiss 1 da careara ;
apenas dous projtectos de pequeo alcance tem
sido levado s corles; um dedos propondo a
nreacao de di mil libras slerlinas em titules de
divida fundada externa para ndemnisar o desfal-
que sotTrdo pelos juristas era consequencia do
roubo commellido pelo nosso ex-consul em Pa-
ria Housinho de Albuquerque, que excrcia na-
quella capital as funcQOCSde delegado da agen-
cia financia I de Londres.
O nutro projecto para ser prorogado o prazo
para a circulacio das moe las de prata do antigo
caobo, at di de Janeiro de 1861. Foi aprsenla-
do tambera um lrceiro projecto outorisando o
governo para a livre admisso de cercaes, quan-
do lbe tosso necessario usar dessa medida.
primeira ordem,
Sardenlia, |)ui.:
dos
europeas, 1 -..................1.........-........
u dos plenipotenciarios de todos 08 estados sin-1 sul,1,1 as aguas do Hondcgo altura sulBciente pa-
pois de abortas as duas vallas que era pontos pa-
ralellos punbara conununica.iis u Hondego cora
o Ocano, e depois de chegar-se a eslabeiecer
una crrente de 5 milhas por ora, o mar, que
era lodo o dia se havia ja apresenlado bravo, na
endrale da raar tornan lo-se furioso, arremes-
sou oara dentro das vallas a immensa arta que
dellas se havia tirado, e que era serras eslava dos
lados, deixando-BB por consequencia enlulhadas.
Poi um desgosio, que comludo nao deve sor-
prender, pois era saludo que o mar bravo prejil-
dicava aquella tentativa, que torca era arrisar
desde que na Figueira, estavarn pac presen-
ciaren! des a dozc mil pessoas, alera de outras
circumslancias que esquec-las era do nao pe-
quea responsabilldade.
Conlnuou-se porm trabalhando, e o digno en-
geuheiro Silva allianea une dentro em breve a
Larra ser franqueada a embarcaees.
As noticias de Coimbra dizera len na continua
do as chovas em bastante qiranttdade, lendo ja
manca, sobrinhn; e outros quo tem relaeoes com
Mr. Paront, cujo nomo ignoro,
No dia 22 do mez passado levo lugar a aber-
novo auno lectivo da escola polvtechni-
na, e dislribiiieo dos premios aquellos alumnos,
que nos cursos recenf-lindos, os linham conquis-
tado por una applieaco e provas escolares.
S. M. el-rei o Sr. ). Pedro V abri a sesso,
o permittio ao digno director interino d'aqueda
escola, o Sr. Julio Mximo do Oltvoira l'imentel
quo 16-se o relalorlo annual dos trabalhos lec-
livos. Concluida a leilura, dignou-se el-rei pro-
nunciar um breve, mas conceituoSO discurso em
quo exhorlava racslres e alumnos a proseguircm
no honroso culto das sciencias, inspirando uo
mesmo lempo a uns e a outros o amor pela no-
bre profisso liiterariar que to meritoriamente
exercem.
capturado ha poucos dias na Penha, o qual re-
sisti escolla, e ferio a alguns dos que a com-
punho.
.< O autor do plano foi ura Pirraino preso em
Magy-gnass por assassioato perpetrado emPou-
so-Alegre. Na occasio de fa/.er-sa a limpeza da
cada, estando dentro da priso era cima c car-
cereir... 7 guacias e o dilo Firmino, estando
aberlo o alcapo,o dlo Fermino lomou un cce-
le a ura guarda, o ComCQOU a espancar aos no-
tros guardas, lmmediaiamenle suhiram tres pre-
sos, e lomando as armas aos guardas, travou-se
entre ellos uma lula encarnicada. As duas sen-
telas que estsvam fra da priso locaram re-
bate. Acudindo algnraas pessoas, arrombarara o
tadrez para acudir aos guardas, mas nao pnde-
rara impedir a evasio do qualro presos. Noco-
me;o do conflicto um preso receben uma baio-
nalaros do tratado de Viennaf Julgo poderrllie
afBrmar que os cinco gabinetes de priineira or-
dem perlenderiam ler, s elles, voto n'ura areo-
pag > onde rao ser ventiladas e resolvldas lautas
quesloes, da mais alta importancia. Todava a
Hespanha, Portugal e a Suecia anliciparam-se
desde o da cm que se provou : primeiro que os
Preliminares do Villa Franca nao linho torca
para regular a serte da Italia ; segundo, que s
condicoes d'estes preliminares ic podiam ser
expcutados em consequencia da aUitede lomada
pelas ;. ipula^oes dos ducados terceiro, que a
n ;o da Europa se tornara fatalmente in-
dispensavel ao rgimen futuro da Pennsula. Os
agentes diplomticos da Hespanha, de Portugal
o da Suecia Irataram confidencialmente com
Inri Jolm Russell a Cm de rccordar-lhe o direi-
te que leem os seus governos de lomar parle
n'um congresso que lia'a de pronunciar-se sobre
os destinos da Italia. Lord John Russell ouvio
favora,cimente oslas ceraraunicacoes. Posso
lambem accrescenlar que o gabinete das Tulhe-
rrasfez uulro tanto, e que, de corlo, nao seria o
de \ ienna quo '. miasse rogeilar as reclamacees
daHespanba.de Portugal e da Suecia. E**s3-
Indo quo urna das grandes potencias europas
bavena objectado que os tres Estados secunda
ros nao linho sido representados as conferen-
cias do Londres, onde a sorteda Blgica foi de-
cidida era 1831 eraquanto as tres referidas po-
tencias secundarias tossera signatarias dos Ira-
lados de Vicua, que fa/.iam di Blgica oda
Ifollnnda reunidas urna barreira sobre o Escalda.
Respondeu-se a isto que por occasio da questao 'ne cne
da Blgica, nem a Hespanha, nem Portugal li-
nho podido para assislireni s conferencias. Ifo-1
je, pelo contrario, de Lisboa. Madrid e de Slo-
ckholmo, reclamam com instancia o neu tejar1
no futuro congresso Nao prelenderei que as
potencias se len ha o entendido definitivamente
nesle ponto, mas nonhuma diflculdade seria
existe a tal respeilo. E' provavel que amo-1
ment em que lbe escrevo estas lionas, 13 de
outubro} as justas prclennes d'cssos tres Esta-
dos secundarios, eslejam llicialmcnto reconhe-
potencias, o por'
a chamada dos alumnos premiados, indo succes-
sivamente receber das mios de S. M. o compe-
tente diploma, os Sis :
Constantino Jos do licito. I" premio pecunia-
rio no 1" anuo de malhematica (\a cadeira).
Adriano Augusto Pina Vidal, 1" premio peca-
I niario era pbvsica 5' cadeira).
Pedro Ensebio Leite, Io premio pecuniaiin em
/"-logia [8a cadeira).
Bernardo Joo Moreira, -i" premio pecuniario
em zoologia,
Pudro Ensebio Leite, 1' premio pecuniario em
re.emrarem no campo, onde cousam ainda mui- botnica 'J-1 cadeira).
loe prejuizos, pois que as colheitas eslavam aira- Eslevo presente a esta solemnidads escolar
za"''a- I quasi lodo o ministerio, o corpa calhedratico, al-
' en tes de outras escolas, os re-
s jomaos e grande concurso
Em seguida fez o secretario da inesma escola' nelada que o precipitou do alcapo abaixo, a que
Na cmara dos pares apresentou-se antes de cides corno justos polas grandes
hontem o parecer da commisso especial para! consequencia, salisfeilos. .
examiaar o projecto de reforma eleiloral quo de-'...........
pois do haver passado na ultima sesso na casa
lectiva, linha flcado pendenle dos debates da
cmara hereditaria. Antes de hontem na cmara
dos deputados foi lidoo projecto do resposla ao
discurso da corta, que en tro u em discuss
remana.
O projecto c redigdo com summa moderaco,
apeztl de lodosos membros da commisso res-
peciiv' "'Wencerein a opposicao. A' opposicio
perfonce tamhom i" majoria Ja cam ira, n mesa
Para lern inar esta carta, parece-me til com-j
muiiicar-lne uma informaeo exacta que obti- !
ve era relacen a um assumplo, ene por muito
lempo dou lugar as supposicoes aduvidas. Es-:
palhara-se n'oulro lempo que o_ governo hespa-
Com as jguas que lera engrosando n Hondego
lica'am de novo patentes as quebradas na ola
da margeno do norte, nvadlndo os campos com
extraordinarios prejuizos doslavraderea, uean-
dam salvando era agua que Ibes d ja pela Cen-
tura o* mal vingados milbos.
Com o mo lempo que, lera todo o mar lera
andado bravo, eunlamente com os lemporaes
os navio,- que esfavara dentro da barra da Figuei-
ra, mas ancorados fura do paredo, achando-se
era risco de perder-se, porque tem a barra que
pode nao os deixor sabir o o paredo onde po-
dem desm dacar-se.
De Coimbra dio a noticia seguinte ;
'< (.loando ba pouro se desinoronioi a ponle de
Villa Cova appareceram enterrados a certa altura
dos cunheles de plvora, ura do o, ni 3. 31, e
mitro de 0, na 3, 72. Foram all enllocados no
lern|io da invasio francesa.
Imaginou-se naquello lempo que cortando
as pontos, nao eera invadida aquella parle da
provincia, e nesta idea foram corladas no rio
Alca a ponte de Val d'espinho e Coju, que s fez constar pelas par
mais tarde foram reconstruidas. Era Villa COva,! sugerir esla idea a Sua
porm, oppozeram-se a semclhante delermina-
co, e houve 11ra que toi arrancar o murrio, ero
que devia dar-se toga plvora, que j eslava
enterrada na ponte.
L appareccu agora, o livemos occasio de
a examinar ; eslj uioiJa. e nao arde ainda quo
luein luine.
el-rei o Sr. I). Pedro V ordenou que da
dotnco de que Ihe toi estabelecida se deduza a
quanlia de ris 91:250f099, como donativo ss-
pontanon que dever verificar-se durante o au-
no econmico de J80O a 1801.
E' da rontade le S. M queda dita somma se-
jam applicadOS .O.OOO-'HK) rs. para auxiliar a
fundaco de um hospital, destinado nicamente
ao curatlve e tratamenle de criancas pobres, que
iiellc furcm recolhidas em tazan de tuas enfer-
mdades, peperluaodo-se, com a ereaeo deste
pi estabeieciracnlo, nienioria e o pensumenlo
da tinada rainha D. Estephania.
O restante da dila qu-uilia, 61:2503000 rs.,
deve entrar na receilager.il do thesouro.
S. M. o Sr. I). Fernando cedeu a favor do the-
souro, lambem como donativo cs'Jionlanco, da
quanlia de 30:0009000 rs. para esta porania ser
dedii/ida da sua dota'-o do anuo econmico de
iihol linha proposto aoSumino Pontfice enviar- 18^0 a 1861, as prestares nicnsaes.
Un Iroj ss para substituir as de Franca. Posso | Partie no dia 22 de outubro de S. Pedro de ?e-
dar-Ibe a certeza que o gabinete de Madiid a pnatorrim em Cintra s 2 horas da tarde o pres-
guns acadmicos,
dadores de divo
de pessoas.
El-rei, depois da Besso, visitn as aulas o di-
versos gabinetes da Escola l'olytechenica, reli-
raodo-se s 2 horas da tarde.
Fez aguarda de honra ura batalho do regi-
ment do infantaria 1(5.
( governador civil do districlo de Lisboa, em
vii lude de officios que receben do ministerio das
obras publicas, dado du 1 i de outubro, o da di-
receo das obras publicas do districlo deSanta-
reni, era dala de 21, faz publico para conheci-
mento Jas pessoas a quera possa inlercssar, que
sendo neceevario fa/.er baixar o nivel das aguas
DO canal de Azambuja, a lira de se proceder re-
liares na ponte do Beguengo, tica interrompida
a sua navegaco desde o da 29 de outubro, in-
clusive at ao dia 7 de n.ivembro correle.
Algues jornaes noticiaran! que o Sr. I). Pedro
v lenciona comprar o palacio dos Carrancas
Nao verdade esta noticia. Parece que isto se
nieressadas a lira de
Magostado.
0 conselhodc saude publica do reino fez sa-
ber que considerado suspeito de cholera-mor-
bos o porto de Alicante.
No oa24 de outubro lzcram-se no sitio do
Altoite experiencias das novas pecas raiadas cm
.....isso arsenal do exercito, s quaes assistio S.
M. el-rei o Sr. D. Pedro V.
Hdame Bistur qne tem tollo as diliciss de
Lisboa, arrebentou os espectadores na tragedia
; Pia de Totomeode Carlos Marengo Interprete
dos mais recondilos segredos da arle a eximia
alriz domina o espirito e o coraco, e engrinalda
com as llores da sua phrase mairosa e candida,
os campos da plianlasia, para, dentro era pouco,
as orvalhar de sentidas lagrimas.
Ristori nao sement um vulto superior: a
pcrsonlflcaeo do genio avassalando o mundo.
Una educaco litleraria nao ficar completa,
sera onvir-se," uma vez ao menos, este prodigio
artstico.
A alma identiflca-se com todas as siluaces
Iraduzidas pelas sublimo trgica, s ve/es n'um
gesto apenas. O sen timbre de voz lem o que
quer que seja de sobre-humano. Uma syllaba.
um pelego de ideas ; um conibianto de expres-
sourna gituaco completa.
Madamo Ristori fez ura valioso servico nossa
arle nacional. D'ora arante palenteain-se
nossos artistas largos horisonles.
preses
.-TgOS --
Lisboa offereceram ao Tadre Santo mandarcm tito fnebre que eonduzia para a capital os res- O oplimo dizera que inimign do bom ; com
ora corpo 1 exercito para fazerera a giiarnlco de | los morfaes di finada imperotriz a Sn. D. Car- [udo empossivcl que as remoniscencias da pri-
alerrorisou aos ouin
animo de sabir.
Este que cohio subi logo procurando eva-
dir-se, mas toi capturado; porm os outros tres
fugiram, leudo lutado na fuga como desespera-
dos, acorameltendo a todos que procuravam
piende-los. o carcereiro e sete guardas esli
era oslado bem lastimoso; achara-se tordosmais
seis individuos do povo cura preso. Presme-
se que os evadidos foram muito molestados, n
quarto ensanguentados.
Tornou-se notavel o comportaroento de nm
guarda, que quando vio o conflicto, escondeu-so
debaixo das saias de uma presa; e terminado o
conflicto, appareccu elio, espiando-so lodo, e di-
zendofui bem feliz
Hoje vai comecar o processo, que ser mui-
lo irabalboso.
A construcco das prses e a guarda dos
presos eslao pela actual organisaeo cargo das
pjovinr-ias, que pela dlviso das' rendas feilas
em 18d nao lem recursos para fazer fac 1
necessidade ; por isso em geral as cade ,< <.'> do
priso tem o nome; a torna que as guarda 6
lambem nominal, gem armas. sem muir
ele. Nooiii.into o governo geral despende som-
mas considerareis em ohjerfos qne podiam bem
escusar-se, deixando a seguranca publica em
abandono.
Nao parece-me conveniente que se faca o
Rio le Janeiro,
21 de novembro.
Instituto histrico.Sexta-feira 18 celebrou o
Instituto Histrico a sua 1 i." sesso e ultima do
correnle anuo. Compareceram os seguinles|se-
nhores: conselheiro Candido Baplisla, Joaquim
Korberlo, conego Pinheiro, Drs. Filgueiras, Sou-
za Fonves, Perdige Malheiros, Pereira "Pinto,
Coruja, conselheiro A/ambuja, I). Pascoal, capi-
lode mar e guerra Amazonas, Sebastio Soa-
res, Cosa Boblm.
Conslou o expediente do que se segoe :
1."Tres Officios dos Srs. Dr. Macedo, Beau-
repaire Buhan e Carlos Honorio, commnnicando
nao poderem comparecer presente sesso por
se acharein inrommodados.
'1.aUma circular do Sr. ministro do imperio
pedindo ao Sr. conselheiro vice-presidente do
instituto Inforraaces o esclarecinientos acerca
do mesmo instituto, alim de serem inseridas no
rotatorio daquelle minislerio, que lem de ser
apresenlado asseuibla geral legislativa.
3."Um olliciodo Sr. ministro da marlnha of-
ferecendo em nome do Sr. lenle Maory uro
exemplar do segundo volume da sua obra inti-
tulada Salling Direetiant.
-.'l.'ui otlicio do Sr. Libano Augusto da Cu-
nta Mallos, participando nao poder comparecer,
e remetiendo ao instituto um exemplar do Plani-
Historia do socio o lenle coronel Jos Joa-
quim Rodrigues Lopes, por este olTerecido ao
mesmo instillo.
5.0Um officio dn Sr. Dr. Goncalves de Maga-
Ihes agradecendo ao instituto a sua elevaco ao
grao de socio honorario.
6."Dous exemplares das folhas do Dicciona-
rio da Lingos Porluguezado Sr. Eduadode Fa-
ria, desde pagina iK9 at 1040.
7."Um otlicio do Sr. minislro do imperio re-
commpndando ao instituto a typographia nacio-
nal para a publicaeo da 'Revista Jrimen-
sal.
8. Um officio do Sr. Dr. Francisco Jos da
Bocha, redactor do Jornal da Rahia, aconipa-
nhando os nmeros do sen peridico em que se
publicou o itinerario de S. M. o Imperador
Cachoeira de Paulo Affonso.
0."Um exemplar do relatorio com que o pro
Bidente da*provincia do Para abri a respectiva
assemblca legislativa na segunda sesso da sua
11.a legislatura.
10."Ura exemplar da obra em dous volu-
mes, do Sr. Erancisco Evaristo Leoni, intitulada
Genio da lingna portuguesa, olTerecido por seu
autor ao instituto por intermedio do Sr. Porlo-
A legre.
11.Varios jornaes remettidos por suas re-
dacces.
As olferlas sao recebidas cora especial a-
grado.
Por proposta de lodos os membros presentes, o
Sr. presidente nonicia o Sr. visconde de Sapuca-
bv orador de uma commisso de socios que se
achara actualmente era Pernambuco, para, em
nome do instituto, comprimeutar a S. M o Im-
perador no faustoso dia do sen anniversa-
rio._
Sao offerctdas o approvadas as seguintes pro-
postas
l.'1 I'roponho que se peca an Exm. Sr. minis-
tro do imperio a sentenca proferida pela aleada
contra os conjurados mineiros de 1789, e quaes-
quer outros documentos relativos, existentes na
bibliolhoca publica desla corle, certicando-se
a s. Cxc quo serao restituidos logo que se nao
tornem necessarios.
8." Proponho que se peca ao Exm. Sr. mi-
nistro da guerra copia da ordem do dia relativa
formacio dos corpos pagos do exercito existen-
tes nesta capital por occasio da execuno do al-
tero Joaquim Josda Silva Xavier (Tiradenlcs),
que leve lugar no dia 21 de abril de 1789, soli-
citando se da benevolencia de S. Exn. o mandar
ver, quando se nao encontr no archivo respec-
tivo, se esl cm algum livro existente na forta-
leza da Lage, bem como a remessa de copia de
qualquer aclo relativo conspiraco mineira de
1789.
3.a Proponho que se solicite do Exm. Sr.
presidente da provincia de Minas-Geracs a re-
messa de copia dos actos ofiiciaes, tanto exlen-
i sivos como reservados, do visconde de Barba-
, cena, capilao-general governador da capitana,
relativos conjuraco mineira de 1789, bem co-
jue nao i:\eram moda correspondencia do vice-rei I). Luiz de
Vasconcetlos o Souza com o mesmo governador,
c me devem existir no archivo da mesma pro-
vincia.
4.a Proponho que se pena ao Bvd. minis-
lro provincial do convenio de Sanio Anlonio
desla corle que se digne de nos remeller copia
de toda a correspondencia, lano reservada co-
mo ostensiva, entre a autoridade ecclesiaslica
respectiva e as autoridades civis, ou o que cons-
tar Iradicionalmente acerca das ordens dadas re-
lativamente as contissoes dos individuos que fi-
guraro na conjuraco mineira, presos em dif-
leventes segredos desla corte, entre os annos de
178'J a 1792, bem como ludo o mais que poder
servir historia da mesma conjuraco, anda em
seus menos iinporiaules pormenores.
5." Proponho que se peca a admnislracao
da veneravel ordem lerccira da Penitencia desia
corle copia de quaesquer ordens dadas pelo vi-
ce-rei I). Luiz de Vasconcellose Sousa, quando
mandou pra|car, no odittrio do hospitl da mes-
ma ordem, segredos para os. presos incommuni-
caveis da conjuraco mineira de 1789 e, na sua
falla, o que constar tradiccionalmenle a respeilo.
6.a Proponho que se-solicite do Bvd. prior
do convento dos Carmelitas desla corle copia do
sermo que pregou Fr. Fernando de Olivcira
Pinto no Te-Ueum que se canlou em acc.o de
gracaa pelo beneflcio de Qcar esla cidade livro
do contagio da conjuraco mineira na igreja da
para
criminosos palacios rolossaes e sumpluosos, como ; Mdera do Carino, o dia 26 de abril de 1792, e
de correcQo dessa corlo, que, segundo as ostruccoes que leve para isso do respectivo
qualro; mil bispo.
intormacoes, lora absorvido mais d
COIltos, lendo enriquecido .1 milita geitc ; inas
essencial termos radas regulares, propon
>! 1- is nircu mslancias das localidad,-. Eo go-
verno geral deve 011 lomara si a satisfarn desle
serv-e, ou dar mais recursos s provincias.
(isaetes d.i fculdadc de direito continuara
do mesmo modo. Tem sido approvados plena-
mente lodos os estudantes do I", 2", 4 e 5
nos. Ne :'. unicaineiilc lera havido approvaces
simpliciter e tres reprovaces; e assira rao os
trabalhos al o lira. Nao presum vel que s no
\" anno baja estudantes que nao mi recan appro-
vacao plena, e lodavia o fado parece 'que assim
o indica.
Ha de corto no estado actual da faculdade um
grande vicio que necessariamenle devo chamar a
allenco do governo.
Nos exames d,s materias preparatorias lem ha-
vido reprovaces. Tenhoouvido queixas acerca
da desigualdado nos julgatnentos ; porm allr-
bue-se em geral ao pessirao systema Je' exames
do novo reg llmenlo, que nao pude min
aos examina 1 .- los seg ir para tormaeao
le um juizo exaclo.
Finalmente sem ser lucido, ouso afflrmar que
lodos os do 1, 2", i" e 5 anuos que flzerem ac-
lo Berilo plenamente app ro an-
uo somenie existem enleados quo nao goza
benevolencia ala madrasta. ,
Que germensdo respeilo ao devor plantam-se
nos nimos d sses jovons que all se habilitan!
para o deserapenho de funeces publicas V fa-
culdade est nreparaiido ptimos magistrados, o
ptimos administradores. futuro 'collrer os
filelos.
Ha poucos
--'-:' a ;ima C<
V." Proponho que se solicite da lllma. c-
mara municipal desla corle copia de lodos os
actos relativos. conspiraco mineira de 1789
tisl ules no son archivo, bem como o que cons-
tar das actas do amigo senado relativo ao mesmo
objeelo desde 1789 al 1792. Sala dassessoes do
Instituto Histrico, era 18 de novembro de 1859.
Joaquim Sorberlo de Souza e Silea.
Proponho para socio correspondente do Ins-
titulo Histrico do Brasil ao Sr, coronel Evaristo
Leoni, autor do Genio da Lingua Portuguesa, e
residente na cidade de Lisboa. Sala das sesses
do Instituto, 18 de novemluo de 1839.Conego
Di./. Fernandas Pinheiro
'< Sendo esla a ultima sesso ordinaria do ins-
litulo, propmos que se nome uma dcpulaco
para saudara SS. MM II. no regresso de sua
: s provincias do norte. Sala dassessoes
ele, 18 de novembro de 1S59.J, Sorberlo de
s. S. I. Coriy"e.=Dr. Souza Santos.
Proponho que a memoria do Sr. biigadero
Zoferino Pimentel Moreira Freir, sobre o rio
Paraguay, na provincia de Mato Grosso, ja offe-
recida ao Inslilulo Histrico pelo scu autor, pu
blicado nos jornaes .desla corle era o anno de
1815 e citada em negociarnos diplomticas, seja
revista pelo Sr. Beaucpaire Roan ; e que o pa-
recer deste nosso socio sejasobmettido appre-
vaco do mesmo inSlitoto para sor opporiuna-
mente publicada na sua Revista com a referida
memoria. Sala das sesses em IS de novembro
I 1859.Joaquim M. .Y. de Azambvja. >
Correo livro das inscrpgi'S para a leitura de
Irabalhos no anuo do loo, u inscrevem-se os:
Srs. Joaquim Norberto de Souza e Silva, Bra?/
da Costa Rubim, Dr. Caetano Filgueiras, A. !>.,
MUTILADO
s


de Pascual, e u conego F. l'iuheiro, do seguinte
modo :
A conspirado rmneira : Esludos histricos
sobre as primeiras tentativas para a independen-
cia nacional, baseados em documentos oiliciaes
existentes na secretaria do imperio. Joaqun
Norberto de S. Silva.
Memorias histoiicas da provincia do Espirito
Santo, castographia de provincia do Espirito "San-
to. Braz da Costa Rubim.
Examn critico sobre as cartas de M. Ch Man-
jela, relativas as suas viaguns no Brasil..1. I).
de Pascoal.
Um irabalholiistorico-critico.Dr. Caetano
Filgueiras
Luiz do Kego e a Posteridade. Conego Dr. i
i. Caetano Fernandez l'inheiro.
a O conego I.uiz Goiiealvos, sua vida e suas !
obras.Conego Dr. J. C. Fernandes Pinheiro. j
Sr. conego Fernandos Piuhoiro continua e
termina a tortura da Memoria do Sr. Dr. Goncal-
vesde Magalhaes, que (em por titulo Os Indge-
nas do Brasil perante a historia.
Levantou-se asessao s 8 horas da noito
25
Por carta imperial de 15 do corrente foi nnmea-
do senador do imperio pela provincia do Hinas-
Geraos oSr. conselheiro Luiz Antonio Barbosa.
Por decretos de 15 do corrente mez foram no-
meados :
O Dr. Jos Marques de Si, cavalleiro da oidem
da Rosa ; e o nnjorManoel Pedro Drago e os ca-
pitacs I.uiz Jos da Franca e Manoel Joaquim
Pinto Pacca, cavalleiro da de S. Bento de Aviz.
Por caria imperial da mesma data foi nomea- :
do o Dr. Manad Antonio Marques de Faria se-
cretariodo governo da provincia do Rio-Grande
do Norte.
Por decretos de 15 do corrente mez foram no-
meados oprimuiro Lenla di armada Jos Mo-
reirada Costa Lima o Carlos Vctor Boisaon op- '
positores da osela do maritiha.
Por decretos do ministerio dajuslica de 16 e 17
do corrente foram nomeados :
O bacharel Hippolyto Cassiano Pamplona, juiz
do direito da comarca da Imperatriz, na provin-
cia das Alagoas.
O bacharel Pedro deAlbuquerque Aulran.'juiz
municipal o de orphaos do termo de S. Jos do
Norte, na provincia de S. Pedro do Sul.
Foi rccondizdo o bjcharel Candido da Silveira
Rodrigues, no lugar de juiz municipal e de or-'
phaos do termo de Itaborahy na provincia do Rio
de Janeiro.
Foi demiltidoa pedido sen o bacharel Antonio
Pareira Gareez do lugar de juiz municipal e da
orphaos dojtcrmo deChique-Chique, ua provincie '
da Baha.
PermULlo-se aos padres Luiz Antonio Gom-nl-
ves tfoa Santos, vigario collocado da freguezia' do !
Nossa Scnhora da Assumpcaode Caeapava, e Jos '
Teixeira da CunhaLouzada Sobrinh, vigario col-'
locado di do Nossa Senhora da Conr.eco da Ca-
choeira, no bispado e provincia de S. "Pedro do'
Rio-Grande do Sul, o poderem permutar entre si
as respectivas freguezias.
dem aos padres Manoel Jamnrio Bezerra Ca-
valcaoti, vigario collado da freguezia Jda cidade
do Ass, e Jos de Rallos Silva, vigario collado
da villa da Canguarelema, da provincia do Rio-
Grande do Norte, bispado de Pernambuco. o po- '
derem permutar entre si as respectivas fregu- I
zias.
Foi nomeado o capitio Jos Candido Martn*,'
tenenle-coronel commandante do batalho de in-
fanlaria numero 15 da guarda nacional da pro-
vincia do Miranho.
Foi reformado Quntno Sa.ires da Rocha, com-!
mandante superior da guarda nacional do muni- i
cipio da Jacobina, na provincia da Baha, no pos
to do coronel, com as honras de commaudanle
superior.
Foi designado o capitio Manoel Riboiro Gouli-
n.io Mascarenhas para servir de major do 2" ba-
talho do infantaria da guarda nacional da pro-
vincia do Espirito Santo.
Tiveram merc da serventa vitalicia :
Francisco Jos Portella, dos rnelos do Segun-
do tabellio do publico judicial e notas, e esori-
vao do civel, crinie, capellas e residuos da villa
de Marica, da provincia da Baha,
Damasio Henrique de Carvallio do ofkio de
pnmeiro tabellio do pnblico judicial e notas do
termo de Nossa Senhora da Concdc.o do Arroio I
da provincia de S. Pedro do Sul.
Jos Mara Correa Jnior, do olTicio de segn-
do tabellio co publico judicial u notas do mes- !
mo termo c provincia.
Luiz Mara Damasio, de um dos odlcios de par-
tidor do termo do S. Luiz do Parahitinga, da
provincia de S. Paulo.
Silvano Correa de Toledo, dos offletos de dis-
tribuidor e contador do mesuio termo e provin-
cia.
BAHA 19 DElNOVEMBRO.
Ante-hontem noite tove lugar o esplendido
baile offereciJo a SS MM II pelo corpo do com-
mercio desta praca, o qual estove inuito concur-
r lo.
ilonlem ao raeio dia inslallou-se no paco o
Imperial Instituto Baliiano de Agricultura:
e a 1 hora du tarde deram SS MM II beijar&ao
do despedida.
S. M. o ImpepaJor passou houtein tarde
no Campo Grande revista guarda nacional
deste municipio, a qual se aprsenlos, bastante
luizida. A' noite houve nesse campo fogo de
artificio, olerecido pelo commereio populado
da capital.
Hontem o Sr. Dr. Demetrio Cyriaco Touri-
nho. professor de grego do nosso Lyceu, offe-
raceu a S. M. o Imperador sua traduecao das
odes de Anacreonle e do primeiro edilio de
Theocrito.
Ti vemos occasio de reconhecer o mrito des-
sa obra. Sobresahe a naturalidade do verso que
corre fluido como original.
Nao somos competente para a valia r da fideli-
doJe da traduecao. S. Al. que to versado
nos estudos classicos, paroceu lisongeado da of-
ferta, e sabel-a-ha apreciar como merece.
Apesar de contrariado em suas aspiracoes !t
tererias, o Sr. Dr. Demetrio nao desanima, e
prosegue em trabalhos que serao uteis s lettras
de seu paiz.
21 -
Embarcaram anlehontem no vapor Apa ,
no meio do maior enthusiasmo publico, SS.
MM II, com destino a visilarem 'algtimas das
provincias do Norte.
[ e te.la do ouro, e um abuixo apilguado de lodos
08 engenbeiros o empregado.- da estrada, que
assim se exprimirn),
Nos abaixo assignados, empregados na re-
parlieao do engenlieiro en chefe da companhia
da va terrea do liocifo a S. Francisco temos a
honra de approximaniio-no.s fbmoa do V. S.
para exprimir os senlimonlos de respeito e esti-
ma qmi consagramos a V. S. como magistrado
e como Cavalheiro.
Sentimos agudamente a privacao que hale-
mos de sofTrer om conseqiiencia da remoran do
V. S. dsta localidade ;-*nas temos a consolaro
le e>perar que isso mesmo contribuir para a
prosperidade de V. S. nacarreira que tem esco-
lado.
Temos pois de rogar a V. S. se digne hon-
rar-nos aceitando esto pequeo mimo, que, in-
signilieanlo em seo valor entrinseeo para nos
de um apreco llimitavol, visto que, como sym
bolo de nossos sinceros sentimento, peder al-
gunas rozos irazor lembraoea de V. 8. a alta
considerarn e estima que conservamos senipre
r pesson de \. S.
Temos n honra de ser.
No dia 88, S. M. o Imperador, arompa-
nhado do Sr. ministro do imperio, de scus
semanarios e presidente da provincia, fot vi-
sitar a.alfandega, consulado, thesouraria geral
e provincial : depois de almoeo visitn diftVren-
les igrejas ; larde, com S. M. a Imperatriz, foi
ver o cemilerio publico, mandando copiar o epi-
tafio do (umulo do coronel Francisco Jacintho
Poreira.
A, noite recbenos cumprimenlosdosle.ntesda
faculdade de direito, tribunal do comihercio, em-
pregados da secretaria do governo, inspeceo de
sonde do porto, depuUco dos religiosos d Car-
ino e otaros muilos cidados que quizeram ter a
honra de beijar-lhe a mao.
S. M. a Imperatriz tambem receben os cum-
primentos de militas sonhoras dislinctas que;
comparoceram para esse IIm em palacio.
Hontem as li horas da manhia S. M. o im- !
perador entbarcoa na gallela, na rompa do caes
ilc palacio para examinar o porto desta capital,
cujas condicoes actuaes, e melhoramentos pro-
jeolados s. m. iCni altentamentc estudado.
Em companhia de S. M. foram, alem de sua co-!
mitiva, S. Eic. o Sr. presidente da provincia el
seu ajiiilanle de ordens, S. Exc. o Sr. tice-almi-
rante Lisboa e sen estado maior, S. Exc. o Sr. ]
chefe de dvsao llanoso, e seu secretario e aju-
aante d'ordens o Sr. inspector do arsenal de ma-
rinha, o Sr. capilao do porto, os Sis. engenhei-
ros IJciirv Law, Poninston, Thomaz Saxvden, Mar-
linau, tfamede o Mello Reg.
S. M. dirigio-sa a illia do Nogueira, onde sal- i
ton, o vio toda a muralhn que alli se tem levan-
tado ; depois seguio a p para a Iha do Pina
risttou o Lazareto ; exigi do Sr. Dr. Pereira do
( rmo um relatorio circurastanciado deste esta-
beleumento desde sua creaco : depois disto S. !
M. estabeleceu urna discusslo interessante sobre
os diversos planos do raclharamento do porto,!
ouvindo os professionaes cima citados que os,
apres ataram, e fazendo mu judiciosas roflexoes
que provavam o conhocimento que j S. M. li-
ona adquirido da materia em questao.
S. M. disse, nessa occasiSo, que anda nao esta-
v. eonvoncido da preferencia de um ou outro
projecto, segundo nos informaram parecendo
entretanto, afagar mais o do Sr. Law.
Encerrada a discossao S. M. foi almocar bor-
do do ralor Piruja, que tintia ido tundear na
volla do Forte do Mallos, e ah receben carias j
das Angulas Princezas.rindas no vapor Oyapock
Depois do almoeo S. M. embarcon-se, examiiun !
o porto at a barra, recebendo nosta occasio a
silva e vivas dos navios de guerra, que se ha-1
vnm embandeirado, assim como as salvas das
fortalezas do Bruin e Buraco.
Depois de ter estado sobre o banco Bregued i
S M. seguio rio cima ; desembarcou na rampa !
da alfandega, visitou a capella do arco da Con-
ceigao ja nessa occasio se achava reunida una
inmensa multidao que dava vivas a S. M que
passou a ponte a p, sendo acompanhado por el-'
la ; o que la produzindo urna grande calastrophe ;
porque a ponte den milito de si e estremecen,
como se se quizesse desmoronar ; o que S. M*.
percel...... sem mostrar nenhuma alteracao em
sua physiononiia pelo risco que corren.
No arco de Santo Antonio S M. leu as inscrip-
coes que alli eiistem, e depois disto foi embar-
car noamente na rampa do caes recntemente
concluido entre as duas pontos para ir at os
togados examinar a sabida dos rios Capibaribe '
e Beberibe proposta pelo Sr. Law. A maro es-1
lava bastante baixa, desorte que para S. M. che-
gara aquello ponto tefe necessidada depassar
para um pequeo escaler de i remos do briguc
escuna .tu^i, cujs. gaaroicio S M. mandn dar
urna gratiHcacao.
Tendo terminado todos os exames que quera
fazer, desembarcou na povoaco dos Afogados,;
onde foi recebido como mesmo enthusiasmo que
0 povo semprc Ihe lestemnnha : ah S. M. visi-l
ton a apella,dignou-se pedir um copo com agua
que Ihe foi inmediatamente servido, o regres-
sou para palacio fazendo a viagem at as Cinco
1 untas em um trem especial do caminlio de fer-
ro posto logo sua disposico. o depois em sen
cano que alli o foi rece.ber. S. M. chegou a pa-
acw as 3 horas da tarde, recebendo no vestbu-
lo urna grande quantidado de requerimentos, o
que tambem j navia snceedido pela manhSa.
Na ilha do Pina sal'Jddo S. M. que havia um
nomem moribundo dignou-sc visita-lo c dar-lhe
un a esmola.
D cutre os glandes beneRcios que esta provin-
cie liad" collier da visita imperial, parece-nos |
que serao principal o melhoramenlo do porto
desta capital, visto a atteneao que elle merece de
tomo a discusso recentemente sustentada
ueste diario a tal respeito pode orientar alguma
cousa lembramos a leitura dos nossos nmeros
179, 184, 807, 212,213, 217, 218, 221. 231 e
Brastl MariUmo n. 25.
As cinco horas da tarde sabio carro, com
S. M a Imperatriz e sua comitiva, e ro at a Var-
zea, de onde voltou as 8 da noite. Receben os
cum primen tos e felicitacoes de diversas corpora-
c.oes e pessoas que se acnavam no paco ; sahindo
de novo as 8e meia, com o Sr. ministro do im-
peno e seus semanarios, para assistir sossao da
associacao dos Artistas.
Amanha as horas da manha S. M. segu a
visitar os montes Guorarapes.
O Sr. Dr. A. F., Icndo a noticia que boje de-
mos em nossaRevista Diaria, acerca da "re-
ja do Pilar e forte de San-Jorge, enviou-nos o
seguate :
Creio que a groja do Pilar nao se acha edi-
ficada sobre o lugar, em que existi o forte de
DIARIO DE PERNAMBUCO. --QUARTA FEIP.A 30 DE ROVEMBRO DE 1850.
San-Jose 3, c a orden do da fruguoia da Var-
zea 2.
Fizeram acto, na Faculdade de Direilo, no
dia 2'J de novembro, 13 estudaules, que tiveram
a seguinte volacao :
Primeiro aono.
N. 73 approvado plenamente.
m Segundo anuo.
Na 7 e 78 approvados simplesmente ; o. 75re-
provado.
Terceiro anuo.
Ns. 91, 95 e 104 approvados plenamente ; n. 97
simplesmente.
Uarlo anno.
Ns. 73, 74 c 75, approvados plenamente.
Quinto anno.
\s. 47 e 48, approvados plenamente.
Fizeram exame de geometra no dia 29 de
novembro, 21 esludantes, que tiveram o resulta-
do seguinte :
Approvados plenamente ... 4
Approvados simplesmente. 14
Reprovados..........(}
To
iiu,
PERNAMBUCO.
REVISTA DIARIA
No dia 16 do corrente, no lugar denomina-
do Mimoso, do termo do Brejo da Madre de Dos,
ericontraram-se Tiburtino Alves Feilosa c Anto-
nio Francisco de Araujo, que de muito .indavam
inimisadoa rancoro.samente. Preparar os baca-
martes, de que vinham armados, e dispara-los
um no outro foi obra de poucos minutos, e t.lo
cerleiros foram os tiros, que ambos seguiram via-
gem para o mundo onde se acabam as inimisa-
des e onde devem ter prestado aperladas coritas
do bom acto que pralicaram.
S Em Santo Anto no lugar Cramclo, Victo-
riano de Carralho assassinou a sua mnlher Jose-
fa Teixeira de Carvalho, pondo-se inimediata-
u.eiiie em faga. Mas o delegado do polica do
termo procede com actvidade (al, para a captu-
ra do criminoso que lalvez a esta hora esteja el-
le ja recolhido a prso,
Ante hontem leve'lugar na estaco da es-
trada de ferro na villa do Cabo um jantar dado
pelos sr-s. engenheiros, c mais empregados d'a-
quella estrada aoSr. Dr. Joaquim de PaulalPessoa
de Lacerda, ex juiz municipal e ex delegado de
Dolicia daquclle termo e logo juiz de direito da
comarca de Boa-Visla.
O jantar que foi bem servido, durou das 0 lio-
ras da larde as 10 na noite: (luante elle niuitos
brindes furam feilos ao mencionado Dontor em
agradecimenlo as maneirss cavalheiras e deli-
cadas com que alli se portara e ao vallioso au-
xilio e justa proteceo que deu aos empregados
desea empresa.
Findo o jantar o Sr. engenheiro Penislon en-
>regou aoSr. Dr. Lacerda urna rica caixa de ra-
San-Jorge, c sim um potico quem deasu forte
cojos resligios, segundo me JTiem, anda podera
ser encontrados. feriado que, recorrendo-se
a urna dis estampas da obraRezum per octe-
nium in Brasiliate <. Borles, parece, por sua
sitmrao, ser ahi que existi o forte de San-Jor-
ge, edislo eslava persuadido. Jaboalo, em seu
Orbe Serfico, diz na Digr. VII, esl. III que
tambem para delTendcr a barra se haviam le-
vantado duas fortalezas, a do mar na pona do
recife, (que nao c a que existe actualmente e a
de San-Jorge, fronleira a ella, onde hoje est a
que chamam do Brum, na costa e lingua d'ara
entre as aguas do Beberibe e as do mar ; mas]
recorr;ndo ao mesmo Barleo, v-se que Jabnalao
enganou-se, porquanto no lempo de Mauricio,
conJe de Nassau-Siegen, existia nao so o forte
de San-Jorge, senio o do Brum ; sendo notavcl
qiie.no inventario que se fez em 1654 do tudo o
que se achou nos fortes, armazens e casas de
plvora do Recife, se nao falla un forte de San-
Jorge, excepto se o de trra, como parece pela
ordem seguida no dito inventario, na qual foram
encontradas onze pecas de artilharia.
Em Guararapcs se di*ram, como sabido
duas batalhas, urna em 19 de abril do 168,
entra em 19 de fevereiro de 169, que foi a
mais mortfera para osHollandezes. Na prmei-
ra tinham os Hollandezes 4,500 bomens com-
mandados por Schkoppe, romo consta dos docu-
mentos jfllciaes existentes nos archivos da Hol-
landa, e os Portngnezes e Brasileiros uns 2,loo
sobas ordens de Brrelo, Vieira e Vidal, mor-
rendo nesla o bravo Camarao ; o na segunda 0
exercito hollandez, era de 3,51o homens sob as
ordens do coronel Brnke, visto queSchkepo an-
da se achava doente do ferimento recebido na
primeira, e os Porluguezes e Brasileiros, o nu-
mero que indica o redactor da Revista Diaria,
morrendo nesla o coronel Bruu-ke. A segunda'
balalha de Guararapes foi O golpe mortal que re-
ceben o poder hollando/, no Brasil, como diz Ne-
Ischer, que merece f, visto que recorren aos do-
cumentos ofltclaes; porquanto nessa balalha
grande foi o numero de morios e finidos da par-
le dos Hollandezes, que pcideram toda a arti-
lharia.
'Foram rccolhidos no da 28 casa de deten-
cao, 5 homens livxes, 2 libertos e 1 cscravo, mu-
Inere livre 3, a saber: a ordem do delegado
do l" districto I. a ordem do subdelegado da
freguezia do Recito 2, a ordem do da froguezia
de Santo Antonio 1, a ordem do da freguezia de
Total. ... 2
MATAnOURO PLBLICO.
Mataram-sc no dia 29 do corrente para o con-
sumo desta cidade 101 rezes
MoilTALlllAlii: DO IM \ 29 DO CORRKTE
Olegaria, preta, 9 inezes, copvulroes.
Mara, Dranca, 1 auno, dvarrtiea.'
Rosa Mara da Conccico, branca, solteira, 23 an-
nos, hepatiles chronca.
Passageiros do vapor nacional Oyapock, viu-
do do Rio de Janeiro c portos intermedios :
Dr, S. Cirne Lima, Dr. Antonio Ferrara Vello-
zo, Jos Antonio de Figueiredo Jnior e um cria-
do e um escravo, Jos Braslino da Silva e sua
senhora, Bento Annibal Albuquerqne B D. Cora
Perpetua Colima C. e 3 fllfios menores, urna ama
e urna aggregada, Eduardo do Souza Viaima,
Fr. I.uiz Pureza Machado e um escravo, Francis-
co de Paula Araujo Alm.ida, Joaquim da SiUa
Gusmo, o mudo Pedro, C. Lonno, Julio iii-
gaud. Jacqucs Commeng. 1 inferior. 1 cabo e lo
soldados escollando 10 presos sentenciados, Ro-
sa dos Hartyrios Lessa, imponaos marinheiros
Simio Jos dos Santos, Claudino -los da Silva,
soldados Pedro Pereira da Sih a e sua muther,
Manoel dos Santos Hscquidoni, ex-prncas Anto-
nio de Freilas Correa e sua mnlher, Thomaz de
Aquino Villa-Nova, sua mnlher e um ilho me-
nor de 10 anuos. James lleulle vicecnsul bri-
lannico, Jos Lourenco de Brito, Antonio de Aze-
vedo Haia, lente A N. BrandSo, Dr Adelo
de Jess Maria Brando Fho e 2 escravos, Joo
Goncalves Silva Monlarroyos e 1 criado, Hila Ig-
nacia de Aguiar, Claudino Falcan Dias, Joo Fer-
reua da Costa lmbuzeiro, Pedro Muller, Louren-
eo Abren Cruz da Sil.a.
Seguem para o norte ;=Andr Cursino Ben-
jamn, coronel Jos Xavier Garca de Almeida
Jos Nunes Teixeira de Mello, Francisco menor
escoltado por um policial, dezembargador Auto
nio Jos Machado, sua senhora, 2 lilhos menores
e 2 escravos. Conidio Jos Tavares e um escla-
vo, major Pedro Paulo de Horacs Reg e um es-
cravo, Jos Joaquim Franco Valle, Henrique
William Mon, Rodrigo Jos Teixeira, Dr. Joo
lose Vieira, sua senhora e 2 lilhos menores, S.
Ifam Gurger, Dr. Alfredo Frankliu Lima, Dr. Ma-
nuel Alves Serrao, Francisco da Bocha Mello
Antonio ternura. Conidio pardo a entregar, l.-
mnle-coroncl Antonio Au'reliano Lopes Conti-
nuo, reos de polica Julio Levv e Samuel Mauri-
cio, e tros pracas que os escoliam, Filippe "'
as da Silva Pereira, Belisario da Cunha l.i
Joaquim vieira de Sampaio.
Passageiros do hiale nacional Exalarofa-
inlo para 0 Aracaty : los Joaquim Doningues,
llaymundo Theodorico de Castro, Alvaro C. Ta-
yares da Silva. Adrin C. Tr.vares da Silva, Joo
oroingues Ferreira, Domingos Ribeiro de li-
vi ura.
Passageirosjdo hiale nacional Novo Angli-
ca, sahido'para o Aracaty :I.uiz G de Mcuezes,
Francisco de Salles de Oliveira Basto, Dr Jos
ornes F. Leal, Dr. Manoel Felizardo Y. Dama-
ceno Dr. Eugenio Gomes Beca, Manoel S. Br-
relo de Albuquerque.
Passageiros entrados da Europa no vapor in-
glez T(/'ie:-Paul Risset. Eugene Tisset, O E.
Cavalcante de Albuquerque e 1 criado, Bruno
C. de Gouveia, W. Bell, John Marriott, Rodolpho
^enkeuburg Arthur Schnard, Eugeni Delamb
t.uilherme Leal, Henrique A. Beek, H. Holmes,
Oeorge Anderson, Emilio Bernard,Antonio S. Al-
yes da Cunha,Francisco Goncalves Neto, Bartho-
iomeu Francisco de Souza, Miguel Jos Carneiru
0 sua Senhora. Malinas I. de Abrou Araujo,
Joaquim Jos Morena, Manoel A. Peres, e 1 cria-
do, Antonio Jos Rodrigues de Souza, Jos Pin-
to de A. e Castro. Joaquim F. Mendos Vianna,
Bento Antonio Carpintciro, Miguel Jos da Sil-
va, Miguel Jos Rodrigues da Costa.
Seguem deste porto para o sul: Bernardo Jos
torrea de Sa, Jos Antonio Barboza, Jos Marcia-
no de Campos e 1 escravo, Jos Pereira Franca
Jnior, Vicente Candido Ferreira Toriuho, Catao
Guerrciro de Castro, Jeronvmo Martina de Al-
meida Jnior, Miguel Calmnt. de P. c Almeida
Manoel Joaquim Liberato de Malos Jnior, Jo>
de Araujo Bacelar Jnior, Antonio Pedroso de
A. Jnior.
Hospital de caridade. Existen 65 ho-
mens, od muflieres nacionnes; 2 homens cstran-
geiros.e 2 escravos, total 122.
Na tolalidade dos doenles exislem, 37 aliena-
dos, sendo 28 mulherese 9 homens.
Foram visitadas as enfermaras pelo cirurgi.io
into s 7 horas e 50 ruinlos da manha, nelo
Dr. Dorndlas s 8 horas.
chronijiIdiciaria.
TRIBUNAL DA RELAQlO.
SESSAO EM 29 DE NOVEMBRO DE 1859
| PRESIDENCIA DO EXM. Sil. CONSELHEIRO EllMELINO
DE LEVO.
As 10 horas da manha, achando-sepresen-
,.?sosJ?0.nnores desembargadores Figueira de
Mello, GHirnna, Lourenco Santiago, Silva Go-
mes, Caetano Santiago, procurador da corda
e Guerra, faltando o Sr. desembargado!- Silveira
foi aberla a sesso.
Passmios OS feitos e entregues os distribui-
dos, procedeu-se aosjuigamentos seguintes:
AGCRAVO DE PETICO.
Aggravante, a escrava Sancha ; aggravado. o
juizo.
Relator o Sr. desembargador Lourenco San-
tiago.
Sorteados os Srs. desembargadores Gilirana e
e Silva Gomes.
-Negou-se pioriniento.
Aggravante, Joaquim lunocencio Gomes ; as-
: gravado, o juizo.
Relator o Sr. desembargado!- Sil*a Gomes.
Sorteados -.s Srs. desembargadores Gilirana
i e Figueira de Mello.
Deu-se provimento.
DILIUENCIAS CTVBIS.
1 Com vista ao Dr. curador geral asappellaces
veis :
Appellanle, Manoel de Almeida Lima ; anpel-
ado, o preto Lourenco.
Assignou-se dia para julgamcnto das seguintes
a[ipellac6es civeis :
Appellanle, Jos Antonio Pereira Pacheco
appellado, Jos Sinith de Vasconcellos.
nisruiBiicoKs.
Ao Sr. desembargado!- Gilirana, os recursos
cnnies:
Recorrenlo, ojuizo ; recorrido, Vidal Pereira
. da Cunha Bastos.
Ao meio-dia enceirou-se a sossao.
parece que se achava nimio compreraeltdo na
conspiracao, o tinha sido pre.-o tambem.
Segundo a nova Gazeta da Prussia, o impera-
dor dos francezrs deelarou em Bianils ,io embai-
xadoriuglez qoe mantera intactas as estipulaccs
da Villa-Franea.
O aasaasinato em Parma nos principios de
oulubro coronel Anoite produzia geral agita-
cao na Europa. Os populares presseolindo na
pessoa do valente militar um axenio da duque/a,
assassinar8ra-ii"o n'om botequira e corlando-lhe
a cabera, andaram pnsseando corn ella pelas
ras da cidade Quando as autoridades e aguar-
da nacional aecudiram j o coronel tinha sido
victima do fnror revolucionario.
Os soldados inglezes que se tinham despedido
I do servicoda India sujeilam-se a tomar parle na
expedico da China.
Quando parlram as ultimas noticias de Cal-
; culta constara que Naua-Saib e Begun, continua-
vam a residir em Nepaul, e Ferase Sahah na ludia
central.
Fallou-seniuito n'uma entrevista entre o im-
perador da Russia e o principe regente da Prus-
sia. Esta entrevista porm parece que nao lera
lugar.
Noticias mais posteriores s que cima damos
tnformam-nos que no numero dos conjurados ha
um muphti, desses generaos, e tres commandan-
tes, implicados na conspiracao de Constantiuopla.
Durante o mez de oulubro, houve militas pas-
lorais dos bispos francezes contra a conduela da
Italia Central.
NodialOacabaram todas asbarreiras alfandegas
entre o Piemonte, Lombardia, os ducados o a
Rumania.
No dia 14 do oulubro houve urna insurreico
em A lepra ; em Knucoh o imperador tinha sido :
; assassinado pelas tropas.
Foram suspendidos em Constanlinopla por or-'
dem superior o Heraldo do Levante e a Imprenta
' do Oriente.
' ,. imPerador da Russia visitou Odessa no dia
: 20 de outubro.
Em Paris correram no dia 13 boatos atenado-
res. Fallou-su n'uma revoluco em Roma, e
num encontr entre as armadas inglesa c fran-
coza as aguas do Tnger I
As obras do Canai no Isthmo de Suez eslo no-
, vam ente suspensas.
A Franca preparava-se para enviar para a Chi-
j na 15,000 homens de desembarque. A insurrei-
co da India lema cada vez mais incremento.
Acha-se formado o exercito da liga italiana. A
i Toscana concorre com 12,000 homens, Mojona e
Parma 8.000 Legagoes 18.000, formando um
lotal de 30,000 homens sob ocommaudo do ge-
neral Fanli.
O governo austraco trata de estabelccer ni
; Hungra a constituicao e as feiras que ficarain
abolidas em consqueueia da rnvolOQo de
1848.
I Nao tendo a Hespanha conseguido as satisfa-
eoes necessarias do imperador de Marraros foi
no dia 22 declarada noseio do senado a guerra.
O enthusiasmo que esta noticia causn nao po-
da ser maior.
A Inglaterra, pelos Orgos dos ministros, con-
tinua a mostrar-se hostil a esta guerra, convicta
de que nina veza Hespanha senhora de Marro-
. eos, Gibraltar perde toda a sua importancia. A
! Franca apoia a Hespanha o al j se rompe-
ramas hostilidades entre aquello imperio eo
Berbaresco,
Est finalmente asslgnada a paz. Em outro lu-
gar desta folha vero os nossos assignanles a
participadle- telegraphica recebida em Lisboa no
da 14 ao fechar a mala.
Dizem alguns jornaes qne o Papa nao quer en-
viar representante ao congresso.
No dia 8 houve em Roma urna grande inun-
daco. O Tibre sahindo milito fora do seu leilo
alagou as mas todas.
O vapor Boyar Charler tendo trazido una pros-
pera viagem da Australia naufragou periodo Li-
verpool.
Dos quatrocentos passageiros e tripolantesque
trazia, apenas se salvaram 19 pessoas, gracasaos
esforcos d'um marnheiro portuguez.
Fez muita sensaco em toda a Bu ropa, princi-
palmente na Italia a seguinte carta dirigida pe-
lo imperador dos Francezes ao rei da Sarde-
nha :
Meu irmao.Eserevo a V. M. com o iim de
expor-lho a sittiaco actual dos negocios. Rever
o passado, concordar comvosco a conducta que
ser necessario seguir para o futuro, as eircums-
tancias sao graves, preciso deixar a um lado as
illuses e. as queixas esteris, c examinar cuida-
dosamente o verdadeiro est.ido das cousas, por-
que j se nao trata de saber se obrei bem ou
| mal, em ce,. *der a paz de Villa-Franca, mas
i sim conseg'. que o tratado produza os rcsulta-
j dos mais faivraveis paz da Italia, e ao repouso
europeu, e antes de entrar nesla discusso, dese-
jo recordar oulira vez a V. M. os obstculos que
! lodillicil leein feito toda a negociaco c todo o
i tratado definitivo.
Com effeilo a guerra offerece a muilo, menos
complicaces que a paz. Na primeira nao fulam
; mais que dous inleresses : o ataque e a defeza ;
na secunda pelo contrario, ha a conciliar una
multidao de nteresses geral ment opposios en-
tre si, e isto precisamente oque tem succedido
no lempo da paz.
E' forcoso concluir um trato do que assegure o
mais possivcl a independencia da Italia, e que
possa satisfazer ao Piemonte e s povoacocs,
sem ferir por isso o sentimento calholico e o di-
reito dos soberanos por jucm a Europa se inte-
ressa
Ilei julgado pois, que se o imperador da Aus-
tria quizesse entender francamente contigo, com
o tim de obter esle importante resollado, desap-
parecoriam as causas do antagonismo, que por
espaco de seculos tem dividido os dous imperio?,
e a regeneraran da Italia se elTecluaria decom-
muin accordo, sem masoTfuso de sangue.
Eis aqui agora quaes sao no meu entender as
eortdcdes essencaes a esta regeneraco.
A Italia dever compor-se de varios esta-
dos independentes unidos por um loco fede-
ral.
Cada um destes estados devera adoptar um
&
^7^;a
noite, o seguinte despacho : ; nr SrCKJ Im,,:ra,nz. cMe *ulmi J.
Piis 13,6 horas e 15 minutos da Urde ? lca,da Eslo lerm nadas ". emhs de/uriel, ,0 J00 l**Mtarl M to feliz occasio, que
ir convocado umtn res so^'euro "f em qu 2- '^ \T 0*sT 'ZSOft
morao parle o Piemonle liorna e Duas Sicili-.s prndente tem envidado os-
Farmi foi timaSS^^piS^SS-i^^ \ f* |,j,-ra ")ais pparatoso recebi-
lonha "-luiui prwvisono ao uo- menlo iodos o.i das Visita as obras da papil!
Bolonha, Modeua. Parma e Plorenea votaran, JIa^K^T, Vy"h',fenm 1* e
pela regencia do rincioe fai-i-na \ Kr ( Audrada, cada um no ramo de que ea incum-
COnsente. "." "' auranuei nao nnssoes se esforcain para offerecer a SS. MM. o-
________ ; mais biilhante recebimenlo.
S. Paulo 19, Rio de Janeiro 23 Babia 2G Ser- Em5!. aS wreumf,?ncia8 fwjies, ser o- nw.
P 16, e VI,,-oas 28 do corro7 ;. hn"?'e.e P"?' MH?fl. *
DIARIO DE PERNAMBUCO.
Pelo paquete ingle* Ti/ue, entrado hontem
recebemos jornaes da Europa, que trazcm as da-
tas seguintes :
Hamburgo 5 de novambro, de Lisboa 1
Londres 8, Paris 6, Berlim 4. e Hespanha 11.
Passainos a extractar o que lidies adiamos de
mais nolavd, reservando-so os nossos assignan-
les para acharen! OsdeUlhes dos fados as cor-
respondencias particulares das diversas locali-
dades.
As relaces diplomticas entro a Santa s e o
Piemonte foram rolas no dia 8 de oulubro e a
nao ser a intervencao da l-i.inia, Vctor Eiuma-
nuel leria sido exeommungadu pelo papa.
A sabida do embaixador Sardo] da corle de
liorna foi muilo significativa. Receben 10 mil
cartoes de despedida dos habitantes, e no dia da
retirada foi ncompauhado por nina numerosa
multidao atfdra das parles da cidade.
Iinhain sido presas em aples inultas pessoas
acensadas do tendencias revolucionarias. Este
farto produzia bastante agilacao, leudo depois que
as soltar e demittir o chefe Coiitnuavam as prisoes em Constanlinopla por
Causada conspiracao contra a vida do imperador.
Muilos pachas tinham sido hincados nos carec-
res pblicos, Uusscin-Pach, commandante do
exercito da Rumclia e cunhado de Fuada-Pnd-.
i-
glpo Iti, e Alagoas 28 do correte.
S Paulo.NodialSlomaram o grao de bai-
charel em direito pela Faculdade dessa cidade
55 alumnos, sendo : 17 do Rio do Janeiro ]> de
S. Paulo, 12de Minas Geraes, 3 do Rio Grande
do sul, 3 da Bahia, 2 de Goyaz, 1 de Paran 1
do Malto-Grosso, 1 de Sergipe, 1 do Piauhy, de
Portugal, e i de Buenos-Ayres.
Rio de Janeiro.foi nomeado assistcnle do
ajudanlo general do exercito, na provincia do
Maranbao, o Sr. coronel Prancisjn Xavier Torres,
e removido para Sergipe o Sr. lente coronel
Pedio Jos de Albuquerque Cmara, que exer-
cia aquello cargo.
Havendo-se procedido a eleico no dislricto de
Campos, saino redeito deputado assembla ge-
ral legislativa, o F,\m. Sr. conselheiro Joo de
Almeida Pereira l'illio actual ministro do im-
perio.
L-se no Crrelo Mercantil :
Reuniram-se hontom era assembla geral e
sob a presidencia do Sr. Alexandrc Taylor os ac-
cionistas da companhia Brasilcira de paquetes a
vapor, afm do resolrerem sobre o novo contra-
to a celebrar rom o governo imperial.
O Sr. Dr, Lu/, da Cunha Fe j, membro do
conselho director, expoz que e-ie consulla va
principalmente assembla geral sobre a aceita-
cao do artigo do novo contrato que obliga a com-
panhia a nao dividir pelos seus a co!.islas mais
de l: por cenlo dos lucros realisados, entrando
-i por cento para o fundo de reserva, e o restan-
te, quando o honver, sendo proporcionalincnte
descontado na subvenqo do governo.
O Sr. Hermenegildo Antonio Pinto fez sobre
a materia algnmas consideraces, e terminou
propondo a aceita.-o do contra'to, ficando salvo
a companhia o direito de requerer em lempo
condicoes uns favoraveis do corpo legislativo.
- Posta a votos a proposta, foi unnimemente
approvada
' Eslo em construccao alin de oulras obras,
um bellssiiuo caslcllo raourscode apurado gos-
to do Sr. engenheiro Audrada, no lugar da punte
do desembarque, e mais tres arcos de triumphc
de bello pensamcnlo aruhitelonico. e um castel-
lo no centro da prana, pensamcnlo do Sr. eue-
i nheiro l'yrrho. L'ns dos arcos sao- planos ded'ov-
curiosos, os Sis. Domingos Jos de Si e Js
Manoel Rogo Vianna, c o outro foi oferorido pelo
Sr. inspector da alfandega.
Baha.nda de novo occorreu, depois, d.i
partida de SS. MM. II. A grande quantidade de
pessoas vindas da interior, em consequeiicia du
visita imperial,achavam-se quasllodas restitui-
das seus lares ; e a cidade comeca d<- novo sua
vida, aps esses enlhusiasiicos dias de rgosijo.
O Diariu da Babia diz o seguinte :
Ilonlem, 25, as8 horas i> meia da noite-, de-
rain as igrejas Signal de incendio em urna'casa
de-mareina ra na ra da Pregles, propriedsde
i-o Sr. Henrique Jorge Coelho." En menade
uma ora as chanuins tinham dovorado to4a
casa com invencivel impetuosidade.
Com quanto nao houvesse vento, lod.-ivia
passou o fogo para as casas visiuhas, com u mes-
ma iiilensidade.
0 servico moros >, punco deslro, porque a-
despeno de lautas desgranas que avallam o Ion-
io catalogo de nossos incendios, anda nao tenn*
| aproveiado a dura lieco da fctlalidade-, anda
nao temos um servico organisado para extineeSo
nos incendios.
Na hora em que escrevemos, as chamlas
vao declinando, mas o fogo, aj.ezar de todos o^
esfureos. parece querer loimr ler'rivds propnr-
coes, porquanto todas as casas prximas teein-
abundancia de combustive, e a ra como to-
dos saben, muilo eslrea.
Alagos.Bem como a de Sergipe, esta pro-
vincia cobrn-se de proparacees, para o recepci..
I. em sua prxima visita. Tudo
Teve lugar hontem, conforme annuncimos, adivd'ade o e^iSmf o officio solemne que a sociedade porluguezi nas, nem se esufa^'JS^^K^S*'
---------------....... ., Kill'IIVI II.V, IIKIIIUKU '---
lebrar na igreja do Carmo, por alma de Sua Ma-
gestade a Sra. D. Estephania rainha do Portu-
gal. A igreja -jchava-.se armada com toda a de-
cencia, tendo collocado no centro um devalo
mausoleo brilhantemente Iluminado.
Coneorreram a este acto religioso os
Exms. Srs. Paranagu, ministro da juslu-a, Paes
Brrelo, ministro da marntra, conselheiro Ser-
gio de Hacedo, rondo dcTliomar, directoras das
sociedades Portugueza de Beneficencia c Deza-
syis .'- Selembro, muilas oulras pessoas de dis-
tineco e uma grande affluencia de povo.
Depois de ultimada a ceremonia, a socieda-
de distribu!) esmolas deis a a cada um dos po-
bres que se achavam presentes.
'< A igreja couserva-se armada por tres dias e
pode se,- visitada das 3 s 6 horas da tarde.
Homicidio. Communicam-nos da villa de
Silveiras o seguinte :
lia poucos das passando a cavallo pelo lar-
roda cadea um escravo e urn carcarada do ciga-
l-e-se no Diario das Alagoas .
Salvo os preparativos para a visita de S. M
motivo sempre fausto o digno Jo inieresse de to-
dos os coracocs verdaderamente amantes do im-
perio e da monarchia constitucional, ponco mais
bouve digno de cspeci.il mensa no noticioso se-
manal. Occupam elles uma pagina a bem Ion";
o sobreludo inloressanle se atlender-se parao
indirerenlisrao e fro glacial que houve ,-.u prin-
cipio d.-vidos a temores infundados do certas e
determinadas pessoas, que em nosso modo-de
pensar nao merecalo Lio severa aprecia, o. O
bomem que verdadeiro brasileiro. c que am.t
de todo o enraco a sua palr i, nunca ser insen-
Sivel quando se (rala de idolatrar chete da na-
'..io, 0 principe bemfazejo que presido aos scus-
destinos.
_ Felizmente mnrreraiu osreceoa inanimado,
a falla de animacao, e lodos de copunnm accor-
do concorrem enthusiasias auxiliando S. Kxe. o
sr. presidente da provincia na oracao solemne
(..i. im.......... *...... .. _j. ... *^
n o ,..': i,.......a, i ......o......r.w._^lv K,,,,,,,. ,, uvacao soiemn"
no 1 auluia, armado dn garru.-h.-is la.-as, s. u- que prepara, para a chegada de SS. MM, no **.*
do suspeitos. foram alguns policiaes prend-los. alagoano, onde sua popuJaclo osespe, anete
por contemplar Dquellsquc vem inaugurar uma
ora era de prosperidade na provincia, por sem
Elles dispararam dous tiros sobre os guardas e
fiiziram a galeno.
u snouelegado, leudo noticia do fado, man-ldurida digna de protec.o
dou urna escolta para captura-Ios, a qual nada i Todas as commisses' envidan de esforcos
conseguio. ..... j para preencherem as funecoes para que foram
Ao ano-.lccer foi o subdelegado informado eslinadas. A commissao' encain-ada de a-
que os dous criminosos estavam no sitio de Oui i- promptar o pa^o nao tem pounado seus cantlaes
lanilha reuni algumas pessoas o foi para l ; e desvelos alim de agazalbar SS. MM com a
chegando a pouea distancia do lugar a que se di-1 nefleencia e sumpluosidade. \ commissao di
rigiam, mandn ou consenlio que Fuo Monteiro baile depois do cotisamento que deu em resul-
e dous outros tosseni indagar da verdado da no- ; lado 6:U0)-3. Irabalha com afflnco para conseguir
licia, visto ser Monteiro relacionado na casa dn I os fina da sua creaco. A commissao a qiTeni
omtanilba j coube apro.uptar a"ponte de desembarque- est
Chegando Monteiro, urna mnlher da rasa tal- ven Jo prxima a eonclusao de seus trabalhos
e levanlou-so para receb-lo um indi- para o que empregaram tojos os recursos, ap
vduo que prximo a porta da entrada descansa-
ra sobre nina esleir. Monteiro sem mais prem-
bulo dispara um tiro sobre aquello infeliz, que
ahi ficotl sem vida.
O subdelegado chegou casa, iuformou-sc
do occorrido, soube que o assassinado era um
ia qu
- 1 --------,--0--."..- *u ^ ^o IVt,UI J. (i'I l-
loes foram suggeridos pela urgencia o a promn-
.10 daquella obra.
< As commissdes ltimamente nonveadaspara
cuidarera dos festejos das mas do Macei e Jan-
gua, desenvolver todo o iMithusimasm > que
possivel cooceber-se nesla quadra de decepeoes.
pobre pai de familia que havia nesse dia rhegado em que todos sequeixara com razio da falta
de Barreiros, o i itirou-sa com as pessoas que o luonelario ; entretanto, honras Ibes seiaat feilos
acompanharam. Depois do estar na villa, foi pro- o cotisamento excedeu espectoliva
so um dos que acompanharaln o assassino, em- OSr. vice-consul de S. M t. tirou uma
hora nenhuma parte livesso no delicio. 0 cri- subscripco entre os subditos portugueses norm
ramoso porm nada soffreo. a pe zar de ter lam- oslando estes funedonando em diversas commis-
bern vindo ale a villa. soes, impossivel era mentar ella a quantta avul-
Consla-nosque procede-seao respectivo pro- tada ; um corpo nao pode passar por tantas
cesso. ecm resultado das mqueri-o.'s ser o as-as- dores. ","ja
sino iniraigo doassatainado, com qi.....i ja leve Resta a commissao encarresada da crea-
uma brigaom lia,,eiros cao de um tortin. provis-no para dar salvas,
icrerem-nos do Rio-Proto em 12 do cor- Ignoramos oque se ha feilo, por isso eauar-
rcnle :
Participo-lhequc nesies ltimos
_.as '.
se ueste termo dous fados
A -ido correle Antonio Rodrigues,
cu
- -- --- .....-, ya, 1.53.1 U^!I.H -
darao-nos para quando recbennos informa-
(oes.
Captura. Na noite de 21 foram capturado
por ordem do chele de polica desta provincia.
A 4do corrente Antonio Rodrigues, peral- por ordem do chee de polica desta provincia
cunha o tj,,eira Dos, esua mnlher Francisca Lo- 0 trancez Julio Levy, e o americano Samuel Mau-
pes assassinaram a seu genro, Joaquim Antonio ricio, que a 18 do torrente tinham sahidode
da Silva, por causa de urna rila que esle levo Pernambucd com os respectivos passaportepara
com a dita suasOgral Rodrigues disparou-lhe o norle do imperio, e que no ctanlo emniu.
n tiro de espingarda que o fez cahir, e Francia-1 jangada se tinham dirigido para esla capital
u~.. i.., ,,. .- ,. .. Vi7IUIlV.> \l <. I >\ it'l'.'l.i, -i,
systeina representativo e reformas maissalutares
a confederacao dever enlao rectificar o princi
pi da nacionalidade italiana, nao ter mais que
uma bandeira e um s systcma de direlos ede
moodas. O poder director dever estar em liorna
e lotnporse de representantes por cmaras, afm
de que nesla especie de diela esteja equilibrado
pelo elemento electivo, a influencia das familias
reinantes, suspeilas de prodileceSo pola Aus-
tria.
A presidencia honoraria da confederacao con-
cedida ao Padre Santo, abrangeria o sentimento
religioso da Europa eatholica e a influencia mu-
ral do Papa cresceria na Italia e Ihe penniltiria
com os desejos legitmos das povoacocs.
Hoje, todava, pode executar-sc o plano que
me havia proposto de fazer a paz, se V. M. qui-
zer em pregar a sua influencia para apoia-lo.
Demais, neslc sentido,deu-se un caso im-
pelanle. F.' un tacto consumrado a ccsso da
Lombardia com nina dos da redunda.
A Austria renuncou ao seu dilo de ter guar- (
nicoesas pracas fortes de Placenda. Ferrara el
Comachia. V'erdade que se bao reservado os
direlos dos soberanos, porm to bem foi ga-1
ranlida a independencia da Italia central, for- i
malmente expulsa toda a idi de inlervencao
exlrangi'ira, concordada a adminsiraea de \'e-
nesa, como provincia puramente italiana.
Interessa pois a V. H. o Pennsula sc-
cundar-meno desenvolvmonlo deste plano a
fin de que produza os melhores resultados pos-
siveis; porque V. M. no pode esquecer, quees-
tou ligado pelo tractado, c que no congresso,
prximo a celebrar-se, nao posso esquivar-me
aos mciis rompromissos. Tragada est de ante-
mo a altilude da Franra.
Pedimos que Parma Placencia se rcunan ao
Piemonle, por que Ihe indispensavel esle ler-
ritorio debauodo ponto de vista estratgico, pe-
dimos que a duqueza de Parma seja chamada ao
throno de Hodona, e que parle deste ducado ea
Toscana, sejam entregues ao Grao Duque Fer-
nando; queso ostabeloca na Italia um systema
de prudente liberdade; que a Austria se des-
prenda completamente de tuna causa ronslante
de complicai-oes para o futuro, o concorde em
completar a nacionalidade de Veneza, creando
no solo, uma adiuinislraco, e nina representa-
(5o independentes, sen tambem, o exercito
italiano; pedimos que as fortalezas de Mantua c
Peschiea. sejaofortalezas tederacs, o por ulti-
mo que nina confederarn cimeulada, lauto as
necesidades legitimas, como as tradiiOes da Pe-
nnsula, consolide com exiluso do toda a in-
fluencia cslrangoira. o edificio da independencia
italiana, e nao poup.irri nenhum esforco para
logrroste grande resultado.
Convenco-sc V. M. d<- que estes sao os rneiis
sentimentos, que nao ho de variar, e emquan-
to os mleressi's da Franca o cousiuto, sempre
procurarei ser til causa, por cujos ti'lcresses
terrinos pugnado juntos.
Palacio de S. Cloutl, 30 de outubro de 1859.
thf.ik.-.iuphi.v n Ecrnic.v,
0 nosso correspondente de Lisboa recebeuno
ca Lopes acabou de mata-lo a facadas Eslo
presos ambos os reos e hoje se est fazendo o
proeesso,
A deste mesmo mez foi o a'oaslado fazen-
deiro Carlos Theodoro de Souza Portes cercado
por quatro ladrees, indo de sua fazenda de S io
Fernando para um sitio que possuo deste lado do
rio.
Conduziram-no para uma sua casa desabita-
da, e ahi o obrigaram a assignar divergs letras
no valor de 70:000$, uma ordem de 30:0OJ c
urna escriptura de divida no valor 50:000$, prefa-
zendo ludo cerca de 150:000$ I Assignados os
titulos, deixarara-o ir e juntamente seu pagem,
de menor idade, a quera taparam a bocea para
nao gritar : descerara todos para o lado da villa.
Estes industriosos llalli sihiram conduxiuder
uma malla com 12al3coulos doris de ioias
da .as,, de Norai & Irmao ; o chefe de polieia
de Pernambuco avisando ao desta provincia.
exigi a prisao desses individuos ea appreheu-
sao da mala ; e o Sr. Dr. Neva, chof de polica
desta provincia, logo que receben o aviso, in-
mediatamente den as suas acertadas providencia^
e em rirtudo dellas, o Sr. subdelegado supplente
de Jaragu Francisco de Vasconcellos Mondonga
capturou os dous individuos, e apprehendeu nao
so a mala, como toda a bagagein, remetiendo
tudo ao chefe de polica, que examinando j nao
encontrn todo o roubo, mas sim joias no valor
smente de a ti contos de ris.
Felizmente a polica desla provincia nao
O Sr. Fortes logo que chegou a casa partid- dorme na captura dos criminosos ; e o digno
poniporum proprlo o acontecimento ao delega- chefe de polica preslou-so cornial actvidade
do de polica supplente, capilao Antonio '
. Rodri-
guesda Cosa Carvalho, o qual incontinente, ape-
lar da chova que calna a cantaros, foi tomai as
providencias, prendendo a tres dos ladros, es-
capando apenas un que rollara em meio do ca-
minho.
Os ttulos eslo todos em mo do Sr. capilao
Carvalho. que est processando os tres individuos
que. foram presos
O Sr. capilao Carvalho merece tojos o elo-
gios pelo bem que se houve ncsi.-i diligencia
Sergipe.A provincia, e com espocalidade a
capital, orna-se de seus mais bellos enfetes para
a recepeode SS. M M. 11. A respeito dos feste-
jos, que alise preparara eis o que di/ o Crrelo
Sergipense :
D'entre os
nesla diligencia, que nao s apprehendeu parte
ilos objectos roubados, como muilas joias que
tinhaai solo vendidas por ellos, e que foram res-
tituidas, nao perdendo nada os compradores, vis-
to que tinham sido vendidas fiadas.
Esta importante captura demonstra que o
chefe de polica cada dia se loma mais digno dos
louvores da imprensa pidos serviros que lean
prestado nossa provincia.
comm&Tkcio.
PtlAtA 1)0 RECIPE 2.) ,)h NOVgUBKU UKlso
AS TRES HORAS DA TARDE.
CoUces offlciaes.
Descont de letras9, h>. 12 e 13 0,1) ao anno.
..'""' "^ i..-u.i>r, li,, i-e io ii ii ao anuo
preparativosi que se da pressa pa- j Algodao de Macei =85 00 por arroba posto n
(O de ^> VI VI II li.di r, (..... ._ hAr.ln
ra o recebimenlo de SS. MM. II., n podemos
deixar de mencionar os que eslo diri^indo os
senhores inspector interino da thesouraria de fa-
zenda Joa [Uim Jos da Silva Castro, e inspector
da alfandega Herculano Eugenio Sampaio na po-
voacao da llana dos Coqueiros, fronleira a esta ,
capital,450 bracas na margem esquerda do Cotin-
guiba. Construc-so uma ponte de desembarque
com 73 palmos de exlcnso e28 de largo, eeml
sua direceo central uma estrada largado 00 pal-
mos por entre o bosque de Coqueiros ua extensao
de mais de 600 brayas. No Iim desla estrada era
uma bella planicie circundada de uma vogelaco
vanada i- frondosa, levanta-sc um erando barra-
co campestre para dcscanco erefeico deSS.
MM. ; aos lados deste barraco, delineado com
suiuuio gusto, haver dous caromanchoes em
unidos quaes so pretende offerecer a SS. MM.
todas as fructasdo paiz, al mesmo as silvestres
para seren vistas, e no segundo todas as aves c
animis de todas as especies que se poderem
collier.
liiz-seque depois da retirada de SS. MM se''
levantar alli uma casa de oracao para memoria!
ao to grato^vsta, e conserva(o da estrada que'
. merece ser conservada porque offerece amis'
! bella e pitteresca vista < diverso s familias..
: Os senhores Castro c Sampaio leem sido iiican-
saveis.
S. Exc. o Sr. presidente os coadjuvou com
jouOgom to louvavcl empieza.
I ( Continuara com a maior actvidade os traba-
lhos nesla capital e em todas as cdades da pro-
vincia para o recebimenlo te SS. MM. 11. Cada
urna se esmora por querer superiorisar as demais
era sua- jubilosas demonstracoes.
Sergipe pequeo., pobre, mas a nenhu-
ma de suas irmasqite tem tid- c vo ter a honra
I de ser vizitadaspor Sua Magestadc o Imperador
bordo.
Francisco Mamedt. de Almeida-
Secretario.
ALFANDEGA.
Rendimenlo do da l a 2S
Uem do dia 2!) .
362 887f26M
16:880 J7:
379.776j9at
tlOVIMENTODA ALFANDEGA.
Volumes entra los com fazeudas
< coa gneros
Volumes sabidos com fazendaa
rom gneros
232
70
107
312
:m
Descarreg.rn hoje 30de novembro.
Briguc francez=Belcm=:fazendas.
Barca inglezaFloaliug Lloud fazeudas.
[larca inglezaD. Aunecascos de barro.
Barca inglezaJames Hullcarvao.
Vapor ingle.zStanleyfazendas
Brigue inglez=Mury Wier^rcarvo.
Barca americanaReindierfarinha de Irig.
Hiale americanoJohn (irllele dem.
Palacio" suecoHopptlcarvo.
Brigue nacionalVelozdiversos gneros.
CONSOLA Di i GERAL.
Rendimento do dia 1 a 28 .
Ideru do dia 2't .
il;
24:537|6&7
DIVERSAS PROVINCIAS.
Rendimenlo do ita 11 28
dem d.i i:. 2' .
2O:J6jir,)
2.703*901
2:757|07!
y
MUniADO


<)
DIARIO DE PERNAMBUCO. OTARIA FEIRA 30 DE NOVEMBR0 DE 1859.
l'fcSr'ACHUS Ub fcAfUKlAVAU' ftLA SfcSA
IK C^SSULADO DESTA CIOADE NO DA
29 DE NOVKMBRO l>E 1859.
l.iverpoclr=T!,irca ingleza Oanla, Taln Nash
& C, 56sacias algod&o.
Ra l lMMre=Brigue ingles Elisa Greivc, Johns-
lon PaicroiC, 200 saceos assucar masca-
vado.
RECECEDORIA 1)E RENDAS INTERNAS
ERAESDE PERNAMBUCO
liendimento dodia 1 a 28 18-S.-if.s2lC
dem do dia 29...... l-234$408
2:090$62
CONSULADO PROVINCIAL.
liendimento do dia 1 a 28
dem do dia 29 .
19:979*947
987|888
20:967^185
- NOTICIAS COMMERCIAES.
Achavam-se carga, no Rio de Janeiro, para
osle porto : o patacho Varia liosa, e, com escala
pelo da Bahia, o brigue .Vara Luzia.
Sahiram para esto porto, do do Rio de Janeiro,
a 14, o palhabotc riedade, con) varios gneros;
.i 19, a barca franceza Angora, em lastro ; e a
21. a polaca oriental San Agustn, rom carne.
Chcgou, sahido deste porto no do Rio, com 10
dias deviagem, o brigue Almirante.
LISBOA. 13 DE NOVE VIBRO DE 1839.
Precos correales dos gneros de importarlo do
Brasil.
Aico.lAo de Pernambui o.. $

bran-



o
n
m.
no
135
19900
1 Jj j.')0
tj>;Go
15S0
19350
1*150
3350
Dilu do M^ranho
Assucar de Pcruaiubuco
eo..........
luto mwcavado .
Dito do Kio de Janeiro
Dito da Babia b. .
lilo diio masoavado.
Uto do Para bruto .
Dito de Cabo Verde.....
Agurdeme de canoa Jo Bra-
sil......... P
Alpisla............ A 800
Arroz lodo .Marauhaoe Pr up. C-OUO
JJilo dito bom........ 5-3100
Dito dito ordinario..... SJOOO
Dito dito ni u io........ 3900
iaf do Rio primeira surte ) 35i00
l)ilo dito segunda dita. ... 3st00
Dito dito terceira dita .... -jO'X)
Dito dilo esculla boa ... ;C00
Dito da Babia....... 2i00
Jlilo de Cabo Vente..... 49500
Dito de S. T. e Principe. 45100
DiU* de Angola..........te600
Carao do Pr........ 3>3JO
Ja.. Dlo de San Thom..... 58j0
Cera amaitlla de Angola 1?
Dita dita de Benguela. ... 325
>*vo de girofl....... 110
-hifies............ M
Conros seceos do iti"..... 172
Conos verdes do Para'. ... 102
Ciaros espichados de Minas 07
ji '. e>i>ic^irf Ditos dilos de Angola..... o 13')
Cooros salgados do MaranhSo. o 192
Ditos iIk. ite Pernambuco... 177
Dllosditi da R.ilna...... n 162
Kilos ditos de Ang l.i...... 165
Dito diloi deCabu Vente.. 205
Ditos dilos das libas...... 190
Dito ditos m oros....... 150
Cavada eslranseira...... A 320
Cotninhos.......... a) 25800
Denles de marliin lei...... S 1S300
Ditos dito raeiao........ -. 19100
Dilo dilo escravelbo..... 600
iirva-doce........... @
lomma copal lupener..... @
Dita dita regular....... b
"Dita dila ordinaria.......
D'ta do Braiil..........
O i I .o e tranreiro. ....... A
Melaeo............ P
<)leo de cupahiba...... B
turur............ Arr.
115
143
29500
IrjSOO
15000
2|I50
IjjiJO
29 tw
373000 38-5000
850
49600
69*00'
59809 |
59200
4900J
39509
39300
39000
29800
39500
I60
19200
3-700
39600
110
3500,)
:t2",
32
ico
259000 605000
182
107
267
2I
200
M
07
172
210
15
220
ICO
340
39600
1>500
19250
900
35700
45600
35S00
294C01
29O
360
Pimenta da India........
Salsa parrilhn superior..... (a)
Dita dita resillar.......
Dita dita oriinana......
Trigo estranaeiro rijo..... A
mole. ...
Tapioca hoi.........., @
Crzella de Angola (limpa).
Dila de Rengela.......
Dita Oe Cubo Verde.....
49OOO
396OO
15C00
1^200
321
335000 369000
505000 CO5OOJ
(00 no
909 100
15?O00 169000
I29OOO 153000
8~0<)0 105-500
700 790
620 CO
150O 2-5OO
a I39OOO 149000
1350O 149000
IO5OOO 125000
Vaquetas do Maranbo.....urna 25300
Dilas de Pernamburo.... 29200
Exporlarao.
Acnardente ,
Aieile doce.......
Amendoa doce em milo
Batatas..........
Cera branca em nrume. .
Dita dila era velas. .
Obolas..........
Centeio..........
<>vada..........
Carne de \acca......
de porco
ChouriQas......
Fariulia de trigo marca
Miiho..........
Manir isa de porco. .
Paios..........
Presuntos.......
331
Trigo rijo do reino. .
Dito molle.......
Toucinlio........
Vinho de Lisboa tinto .
Dito dito I.raneo ....
Vinagre de Lisboa linio
Dito braceo dilo ....
I25OOO
m. 35550
i 352OO
Arral.

fina
M
A
A
6 @
a
@
t
A
(Jp
Dnz.
@
Moio
A

400
130
370
330
360
760
CO
CamliO'.
Hio de Janeiro. 60 d|V. 125.
Londres 90 d|d......53 l|2.
Pars 100 d|d........535.
(ienova 3 mjd.......530
Hambureo 3 mjd.....17 a
J>rnsterdam 3 mid.....i a
Madrid 8div........950
I'orto8 d|v. .
P 905000 I6O5OOO
D 1209000 13'/0I0
B 14O9000 459000
505000 6O5OOO
diminuta, o pouea aniina<;o se lom notado, sen-
do pela mai'ir parle os embarques roalisados de
conta propria.
Arraz.As Iransacces edectoadas foram limi-
tadas ao consumo. O deposito 6 issz eonsidora-
vel, o n'i decurso (testa revista ntrara.ru 4,575
saccas do Para, 1,187 de Londres o 5,653 de Li-
verpool.
Alpisla.Puucas vendas. As entradas foram
apenas de 1 9 volurnes de Gibraltar.
Caf.Entraran) durante o me/ 519 saceos do
Rio de Janeiro, ICO da Babia, 3,081 do S.Thom,
o 717 do Cabo-Verde. Ao contrario do que disse-
mos em nossa anterior revista os presos con-
seivaram-se porque sondo o deposito limitado, os
compradores para cumprimonlo de ordena do es-
tranaeiro livorain do ceder s exigencias dos pos-
su'ulores. 0 de S. Tliom esl quasi todo vendi-
do, o apenas existe em primeira no o do carre-
game.ilo do Rio Ave. Para o de Cabo-Verde os
compradoreseslaomilito frouxos, ecomo o dcsla
procedencia 6 pouco procurado os presos tem de-
cunado.
Cera.Poucas vendas pira reexportar. Entra-
ran! tio somonte 304 gamellas do_ Benguella e
15C volurnes de Anvers.
Cacao.Todo o que tem apparecido no merca-
po im sido logo rendido, parece purera que an-
da existen) em ser 534 saceos ltimamente che-
gados lo Para e S. Thom.
Cornos.As Iransncocs lera sido regulares as
diflerenles qualidades e procedencias.
Chegaram duranto o decurso desta revista 202
do Rio de Janeiro, 192 da Baha, 320 de Por-
nambuco, 2,451 do Para, 951 de Renguella, 255
de Cabo-Verde, 200 e 161 fardos de Gibraltar.
Gomma copal.Entraram 176 saceos de Ben-
guella. As qualidades superiores sao muito pro-
curadas, e as regulares tem lido bastante saluda,
as inferiores continuam empatadas.
Gomma do Brasil.Poucas vendas.
Mulaco. excepcao de urna pequea partida
1*600' de Demerara o dos snpprimentOS chega "
maisfol vendido, reduzindo-se successivamenle
os precos aos de nossa cotacao, o que foi de-
vido aos grandes supprinienlos quevieram de
Londres, cujas vendas montan) a cerca de 800
pipas.
Consistirn) as entradas cm 58 cascos, 15 meias
pipas e 117 barris do Pernambuco, 101 barris do
Para, 49 cascos de Antigua e 07 cascos o 70 bar-
ris de Londres.
QMarfim.Continan) as vendas a serem reg-
lales, temi mais sabida o raeiao e escravelho; os
possuidores consorvam-ee lh mes nos presos co-
lados
Bntraram apenas de Benguella 107 ponas.
Ouruc.Esto genero est totalmente empata-
do, e a exportaco 6 toda de conta propria. Do
Para vieran) 10 paneiros.
Oleo de cupahiba.Entraram do Para 10 bar-
ris, 70 v linos e 10 latas, c osla a nica por-
f&o que existe em ser.
Salsa parrilha.Entraran) do Para 1,230 rol-
lo, e de Cdiz 2) fardos.
O mercado j era abundante, e com os novos
supprimontos augmentou, e por isso os precos
devem declinar.
Actualmente poucas vendas se tem cffeciuado e
nao procurada.
Sal.O mercado est frouxo, o que nao admi-
ra pela oslarn em que estamos.
Urzella.Consisten) os supprimentos chegados
om 1337 saceos de Benguolla e 135 de Cabo-Ver-
de. Os embarques elToctuados no li:n do mez
passado deram aniraoco a esle genero, mas es-
caceando as ordens "do estrangeiro apenas se
conserva o prego colado.
V.nhos o vinagres.Tem concorrido pouco ao
inercado, porque os labradores exigem procos a
que os compraderos porem quanto nao annuem.
Embarcaciics dcspaeliailas.
Pernambuco.Robim, brigue portuguez com
S3 barris, 20 ancorlos o2caixas de vinho, 12
pipas c 53 barris de vinagro, 135 barris e 1 caixa
de azeite, 120 barris de carnes ensacadas, 2 an-
corlas de carne do porco, 25} barris do louci-
nho, 20 barricas, 000 barris c 1 caixa de figos, 50
barris de cal, 40 barricas de cavada, 9 de cera
cm grumo, 57 barricas, 10 caixas c 1 fardo de
drogas, 17 caixas de doae, 110 caixas de cebol-
las, 50 caixas c 50 camastras de batatas, 6 caixas
de massa do. tomates, 5 caixas e6 amarrados de
objeclos de ferro e lalo, 1 caixa c 27 podras de
cantara, 3 caixas de rap,90 saccas de feijo, 100
de semeas.
Laia III, brigue portuguez com 231 barris,
30 ancorlas o 2 caixas com vinho, 10 pipas e 48
barris com vinagro, 200 barris cora azeite doce,
330 caixas com batatas, 1 saccas de feijo, 267
de semeas, 127 caixas de cera, 53 volurnes de
alpiste, 419 barris de loucinlio, 53 volurnes de
drogas, 19 camas de ferro, 1C caixas de doce,
079 volurnes de figos, 270 barris de carne ensa-
cada, 20 canastros de castanha, 201 caixas o 600
niolhos de cebollas, 310 ancoretas de ozeilonas.
61 volurnes de peixc, 20 barricas de nozes c 32
volurnes .Je encommendas.
Maranl.ao. Boa F barca, porlugueza com C
pipas e 95 barris com vinho, 26 pipas, 31 meias
dilas e 95 barris de vinagre, 175 voluntes de ce-
ra, 305 dios de finetas, doces e conservas, 9
barrisde carne ensacada, 38 caixas de azulejos,
11 barns e 55 caixas de szeito doce, 50 barris de
52JI farinha, 15 volurnes de bolacha, 150 caixas de
'.'?" batatas, 10 caixas e 1025 mollios de cebollas, 119
-ww! I volurnes de drogas, 221 pedras de cantara, 16
- saccas de feijo, 9 caixis de rap e 36 voluines
de encommendas.
ItArra de I.isho::.
Entradas.
Outqbro 19Laia I, Oliveirarernambuco.
21 nio, Rocha.Para.
Novcmbro 7Constante, Res.Pernambuco.
l.igeiro II, Vasco. Para.
9 Iarco, Coelho Sobrinho. Per-
nambuco.
5u/ii(/(is.
Outubro 20Robim, Gaspar.Pernambuco.
Kinltarea^oes si carga em II.
PernambucoBarca Gralido. brigue Cons-
tante, e patachos Unio e Hara Ignez.
MaranbaoBarcas Linda c Feliz Unio.
ParaBrig-ies Ligeiro e Ligeiro II.
hontem o qual ficou transfe-
rido para hoje.
Avisos martimos.
publicar, alnu Ue que soja ouservua, a poSlura
abaixo transcripta, que foi approvada provisoria-
mente pelo Exni. presidente da provincia.
Paco da cmara municipal do Recite, em ses-
so de 28 de uovembro do 1859.Manat Jaa-
quim do Iteyo e Albuquerqe, presidente.Ma-
noel Ferreira Accioli, secretario.
POSTURA.
Palacio do governo de Pernambuco em 23 de
novembro de 1859.O presidente da provincia,
allendendo ao que lhe representou a. cmara
municipal do lleciu, em ollicio de 16 do corren-
te, sob n. 122, resolve approvar provisoriamen-
te o seguinle artigo de postura :
Artigo nico. prohibido apagar a luz dos
lampones a gaz,fechando os registros.ou por qual-
quor outro modo, azer pm dila illuminaco
qualquer altcraco, quebrar os vidros dos lam-
peos, 011 por qualquer forma damnificar os pos-
tes ou bracos em que sao collocados ; sob pena
de 8 das de prisao e de 20g de mulla, que ser
duplicada na reincidencia, alem da indemnisaco
que for divida pelo damno causado.Luiz Barbu-
lla IfitnSs Fiuza.Conforme. Antonio Leitede
l'iiiho.Conforme.O secretario, Antonio Fer-
reira Accioli.
O l)r. Anselmo Francisco Perelli, commendador
da imperial ordem da Rosa ejuiz dedireilo es-
pecial do commercio, desta cidade do Recife
capital do provincia de Pernambuco e seu ter-
mo, por S. M. I. o C. o Sr. D. Pedro II, que
Dos guarde, ele.
Paco saber aos que o presente edita! virem,
que a requerimenlo de Andrade & Carapello, a-
cha-se aberta a fallencia de Jacintho Simoes de
Almeida, pela sentenca do theor seguinte :
Dos autos consta qu Jacinlho Soares de Almei-
da deixou de solver a importancia dos ttulos de i Para osle porto segu primeiro que os que es-
fls. 6 a 19 Andrade & Campello, deixou de sa- I tao propostos paraalli, o hiato Exhalaeao: para
lisfazer quantias ainda mais avultadas A J. Prae- o resto de seu carregamento e passageiros, Ira-
ger & C, Miranda & Mello, e outros, abando- ta-sc com Gurgel Irmos, em seu escriptorio no
primeiro andar n. 28, da ra da Cadeia do Recife.
Para o Rio de Ja-
neiro
da
Baha.
1,
10 lardos detumu do Rio.
Porcao de caixas de charutos
50 ancoretasde azeitonas novas de Lis-
boa : tildo sera' vendido a vontade
do-c compradores, as 11 horas em
ponto.
de de-
COMPANHIA PERY4MICAYI
DE
Navegaco costeira a vapor.
O vapor nacional Iguarassii, commandante o
segundo lente Moreira, seguir para os por-
tes do sul no 1- de dezembro p. futuro s 5 ho-
ras da mauhsa. Recebe desde j carga para os
referidos portos, previnindo aos Srs. carregado-
res que a carga de.ve ser posta a bordo pela
prancha, acompanhada dos competentes despa-
chos e pagos os respectivos fretesaqui na geren-
cia, deixando de seguir a que o nao fuer.
Para o Rio de Janeiro
a barca nacional Amelia pretende seguir com
muita brevidade c para o resto da carga, trata-
se com o seu consignatario Antonio Luiz de Oli-
veira Azevedo, no seu escriptorio ruada Cruz nu-
mero 1. '
Aracaty.
Quinla-icira 1'
zembro.
i
DE
Ricos movis, artigos de
casa de familia, cama, me-
sa, escravos pecas, prata,
candelabros etc., etc.
O agenle Borja autorisado por urna familia
que se retira para fura da provincia, far leilo
em seu armazem na na do Collegio n. 15, s
10 horas era ponto dos objectos cima mencio-
nados, que tudo ser vendido no estado em que
se ochar escra reserva alguma.
nou o seu eslabelecimento, ausentou-sc desla
dos lodo o cidade, e assim cessou os seus pagamentos : pelo
que declaro o referido Simo de Almeida, com-
mercianle estabelecido com taberna na ra da
Moeda ii. 17, om estado de quebra, c fixo o ter-
mo legal da existencia desta o contar do dia 11
de outubro provimo passado. Notncio curadores
liscaes os indicados Andrade & Carapello e depo-
sitarios uterinos Aguiar & Paria, e pelos pri-
meiros prestado o juramento do estylo, c pelos
segundos assignado o termo de deposito, mando
ue se remolla copia do presenta ao juiz de paz
compleme para apposicao de sellos, que orde-
no se ponham em todos"os bens, livros e papis
do fallido.'E publicada esta sentenca em confor-
raidade do disposto nos artigos 812 do cdigo
commercial e 129 do rcgulamento n. 738 se da-
rn as providencias ulteriores pelos ditos cdigo
e rcgulamento determinadas.
Recife 15 de novembro de 1859.Anselmo
Francisco Peretli.
E mais se nao continua em dita sentenca aqu
transcripta, c para cumprimento da mesma con-
voco a lodos oscredores prsenles do fallido para
comparecerem na sala dos auditorios no dia 1.
de dezembro, alim de se proceder a nomeaco
Ama.
Avisos diversos.
ADVERTENCIA.
Os Srs. assignantes deste DIARIO
'que ja satislizerarn sita assignntura na-
da tem a pagar pelo acerescimo ate que
se venra o tempo pago.
Oesappareceu no dia 2 do cor-
rente urna cabra (bicho) com os sig-
A bem conhecida barca nacional Clementina, naes seguintes : preta com mal has bran-
a sabir com a maior brevidade : para carga e pas- ,.,,
sageiros, trala-se com o capito Manoel Joaquim cas' gra^i COm um lildo pardo, com
Lobato, ou Guilherme Carvalho&C, no seu es-
criptorio ra do Torres.
Rio de Janeiro.
USaho com muito brevidade, por tor rnetade da
carga prompla, a barca nacional Marianna, ca-
, pito Lauriano Jacintho de Carralho ; recebe car-
de depositario ou depositarios que hao de rece- ga 0 passageiros, para o que lom os melhore-
ber e administrar provisonameute a casa fal- mmmnZ os pretendenles entendam-se com
pro
lida.
V. para que chegue ao conhecimento de lodos
maridei passar editaos, queserao publicados pela
imprensa e afiliados nos lugares designados no
artigo 29 do regularnonto n. 738 e artigo 212 do
cdigo commercial.
commodos
Manoel Ignacio de Oliveira & Filho, no largo do
Corpo Santo, ou com o capito.
Para o llio de Janeiro
O veleiro brigue nacional Damao, de primei-
ra marcha, pregadoe forrado de cobre, pretende
Dado e passado nesta cidade do Recife de Per- ( seguir com muita brevidade, tem a seu bordo me-
uambuco, aos 21 dias do mez de novembro de tade de seu carregamento : para o resto que lhe
1859, trigsimo oitavo da independencia e do falla, Irata-se com o seu consignatario Antonio
2-S500
29300
s#oo
9
300
iO
420
no
49800
99000
380
1I00
4f8<)0
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I58OO
780
710
3JS00
li!
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8SD30
139300
t19200
1R*'iOO
45*00
iy.tso
960
960
960
:;.i;n
900
8">200
......p-r.
ilelaes.
l'ecas de SjfOOO .... 8.jO;K)
Ooca hesp.iiihulas. 15*150
Ditas mexicanas. 11-10)
Acuias de ouro dosE.la-
dos Dnidoo....... 189230
Soberanos a (prata). 9490
Ouro cerceado (a ouro) 19930
Patacas he=panholas 930
Ditas brasileiran 950
Dila mexicanas 940
Yinle franco* .... 39530
Cinco (raneo* .... 885
Prata (marco)..... 8?I60
Fundo* e ifc.0>s.
3 por cen de asseutamenlo i 3| a 48
<:iupons ...... |61|2i (i a 3|'t
INnida dffferida 33 33 1|2
Banco de Porlocal. 5439000 a 3419000
Dito cornttieroial do Porto 2509000 a
Diii mereanlil, Mem 235/000
Revista commercial*
De 12 de nulubro a II de novembro.
A pouea aniniacao que mencionamos existimo
ulereado durante o periodo da nossa ultima re-
vista, (dcsapparereu completamente p desde en-
tioat ao presente fizeram-se bastantes iransac-
i.Oos om militas gneros.
\o mercado de fundos tem continuado a"inac-
jae por falla de compradores.
Assucar.Desde a nossa anterior revista en-
traram 147 caixas, 1 foixo o saceos da Babia,
174isacco3 de Pernambuco, 160 barricas do Pa-
ra, e 1/" volurnes de Londres. Ds possuidores
cunservando-sc 11 rmes obrgaram os compradores
1 cedorom aos procos que subindo piuco a ponto
se elevaran) aos que actualmente colamos, e co-
mo os sup'plimen 1 os chegados sao insignificantes
5 de suppor que os precos effectuadosse conser-
'iii, 0111 comtudo esperarmos por em quanto
Hio n meamos suban) A existencia di^stc genero
cdcula-se hoje em:
Caixas. Feixos Barricas Sarcos.
1.831 81 2,3 1 23.256
Algodo.As vendas que so li/.ciam durante
osla revista foram limitadas, o por isso nossos
jirociis podem cunsiderar-se romo nominaos. As
entradas forana de 105 lardos dio Liverpool.
Agurdente do Brasil.Cvnsistom as 1 uir.1d.1s
'ni pipas, 1 barril e bJ garrafoesda Bahia. No
perodo desla revista airo,,- temos a mencionar
onm Ira usa e^sn de alguma importancia cerca de
89 pipas, que so renderam para S. Thom e
Principe ; "s pyssuidnres das grandes poicos que
esistem om deposito lera preten-ri que p
1 1 loo cedo nao podorn
Vici'e.A concurr lo lom silo
imperio do Brasil.Ku Manoel Mara Rodrigues
do Nascimento, escrivo o subscrevi.
Anselmo Francisco Perelli.
O Dr. Anselmo Francisco Piretti, commendador
da imperial ordem da Rosa e juiz de direito
especial do commercio d'esta'cidade do Recife
capital da provincia de Pernambuco c seu ter-
mo por Sua Magestade Imperial, e constitu-
cional, o Sr. Pedro II, que Dos guarde
etc., etc.
l'aco saber aos que o presente o dital virem,
em cmo no dia 15 de dezembro do correte
auno, se ha de arrematar por venda, quera
masi derdepois da audiencia e na salados audi-
torios urna casa terrea na freguezia dos Affoga-
dos na ra de So Miguel numero 81, com vinte
palmos do frente, e cincoenta e cinco de fundos,
cosinha dentro na sala trazeira, pequeo quima!,
cercado de madeira, sendo o solo foreiro, avaha-
da em 500$000, e urna parle da casa terrea na
freguezia de Sao Jos na ra dos Copiares nu-
mero 1 i, com vinte palmos de frente, e quareuta
cinco de feundos, cosinha fora, quintal murado
com cacimba mecira e porto p' a ra dos
Barros Baixos, cuja parle foi Tliada em
302J860 ; as quacs foram pinhoradu., por oxecu-
co do raojor Manoel do Nascimenli' da Costa Mo-
nleiro, contra Jos dos Sanios di Silvcira : c
nao harendo lancador, que cuVra o preco da
avaliaco ser a arrematado feil pelo valor da
adjudicaco com o abatimenlo da lei. E para que
chegue ao conhecimento de todos mandei pas-
sar editaes, queserao publicados pela impren-
sa, e affixados nos lugares designados no cdigo
commercial.
adoe passado n'esla cidade do Recife de rer-
nambuco aos vinte e um de novembro de mil
oilo cenlo e cincoenta e nove, trigsimo oitavo
du independencia e do imperio do Brasil
Eu Manoel Mara Rodrigues do Nascimento,
escrivo o subscrevi. Anselmo Francisco l'i-
relli.
malhas brancas, com as portas dos clii-
fres aparados, urna pera branca 1 gran-
de : quem achur pode entregar as
Cinco Pontasn. 92, que sera' genero-
samente recompensado.
K?S^ag-@35>;5-3#ajaja|
Antonio Jos Ferreira Alves, medico @
| cirurgico pela escola medica-cirurgica da @
cidade no Porto, recentemente chegado a @
0 esta cidade, acaba de estabeleccr o seu &
A gabinete de consultas medicas, cirurgicas
@ e operacoes na ra do Amorim n. 15, se-
@ gundo andar, aonde poder ser consultado
9 al s 9 horas da manha e das 2 as 4 da
@ tarde. Alm disso aecudir a qua'quer
@ chamado quer de noilo, quer de dii, com
g aquella promptid&o que sempre erige a
@ humanidade afflicla.
Os pobres sero altendidos e tratados
.-> gratuitamente.
Trecisa-sc de urna mulher forra ou escrava
para cozinhar : na ra do Oueimado n. 35.
Aluga-se um segundo andar com rauitos
commodos, na ra do Livramenlo n. 21 : a tra-
tar no raesmo.
Precisa-se alugar um negro para vender fa-
zendas : quera o livcr e queira alugar, dirija-sc
a rua da Cadeia do Recife 11. 55, loja de Claudia-
ne & Oliveira, ou Boa-Vista (n. 82) rua da Sania
Cruz.
Julio Rigaud, da casa de A. F.
Desmarais,
cabclleireiro da casa imperial, presentemente
nesta cidade, tem a honra de olcrecer seu pres-
umo s pessoas que delle se quizerem utilisar;
trouxe do Rio de Janeiro um bonito sorltmento
de grinaldas, de bouquets.de flores para vestidos,
grande sortimento de plumas, masabouts, pon-
tes, leques e outros enfeitcs proprios para bai-
les, grande sortimento de rendas, collarinbos,
mangas, lencos, manlelctes.guarnicoes de vesti-
dos, tudo de renda de Inglaterra, Alendan e
Bruxellase rendas ditas a vara pode sor procu-
rado no hotel inglez, rua do Trapiche.
Ama.
Precisa-sede urna muiher forra ou escrava pa-
ra cozinhar : na rua do Queimado n. 28, tercei-
ro andar.
Precisa-se de urna ama para cozinhar e en-
gommar : a tratar na loja n. 8 na rua Nova.
= James Simonds, subdito inglez, relira-se
para fra do imperio.
Na rua das Flores, cochoira n. 33, vnde-
se um bom cabriolet com rodas novas, feilas ha
um mez, envernisado de novo, com todos os ar-
reios, c um ptimo cavallo de mais de 7 palmos
de altura.
SI.
urna taberna por todo negocio, em rua muito
commercial, no bairro de Santo Antonio : a tra-
tar na rua do Rangcl, armazem n. 62.
= Jos Joaquim de Souza, subdito portuguez
relrra-se para fra da provincia
P;
Luiz de Oliveira Azevedo, no seu escriptorio rua
daCruz numero 1.
Para o itio Grande do Sul.
Vai sabir com toda a brevidade a barca ila-
thilde : quem quizer carregar o reslo da carga
que lhe falta, dirija-se rua do Trapiche, n. 14,
escriptorio de Manoel Alves Guerra.
Para o Rio de Janeiro
segu viagem com toda a brevidade por ter par-
te da carga prompla, o veleiro palhabote Oii-
veira II : quem no raesmo quizer carregar o
resto, enlenda-se com o capito Jos de Oliveira
Leile, ou com o consignatario Manoel AlvesGuer-.
ra, rua do Trapiche n. 14.
Para o Aracaty.
Saho o hiale Santa Hita : para carga c passa-
geiros Irata-se com Mariins i Irmo rua da Ma-
dre de Dos n. 2.
Para o Aracaty pelo Ass,
segu com muila brevidade a barcaca Sari
Amelia, tendo a maior parte do carregamento
proniplo : para o rosto, trala-sc com Prente
Vianna & C, rua da Cadeia n. 57.
Para a Bahia
A veleira e bom conhecida sumaca nacional
Hortencia pretende seguir com muita brevida-
de, tem a seu bordo dous tercos do seu carrega-
mento : para o reslo que lhe falla, trata-se com o
seu consignatario Antonio Luiz de Oliveira Azeve-
do, no seu escriptorio rua da Cruz n. 1
Precisa-se de duas amas para seryieo de
casa, eseravas ou linea na rua da Cadeia de
Santo.Antonio n. 11 B (entrada a esquerda!.
L chegado loja do Lecomle, aterro da Boa
Vista n. 70,excellenle leile virginal de rosa bran-
ca, para refrescara pello, tirar pannos, sardas e
espinhas ; igualmente o afamado oleo babosa
para limpar e fazer crescer us cabellos ; assim
como pos imperial do lirio de Florenra para ber-
toejas e asperidades da pello, conserva a frescura
e o avelludado da primavera da vida.
Ha urna preta para alugar-se que faz o ser-
vico diario de urna casa : na rua Direila n. 8i.
Precisa-se de urna ama de leile forra ou
captiva, para criar urna menina de dous mezes :
na rua da Moeda n. 32.
= Precisa-se de esrrava que cozinhe e engom-
le para casa de familia : na rua da Cadeia em
Santo Antonio n. 30.
Pela subdelegada do 2. dislrcto dos Alo-
gados se faz publico, que desde domingo, 27 do
i correnle, appareceu urna cabra /'bicho) na Ir.i-
i vessa dos Remedios, o existe deposilada na mes-
ma subdelegara : quem se julgar com direilo a
' ella, comprela para lhe sor entregue.
Attencao.
Na casa de Prenle Vianna & C, vendem-se :
Dous turbulos de prala ingleza.
Salitre refinado.
Camas de ferro.
Cemento romano.
Genebra de HollanJa.
Aos fabricantes de velas.
Cera de carnauba da nova safra a 11 $500 o 12,-s,
e sebo refinado era pao e
Declarares.
Movimiento do porto.
Navios entrados no da 29.
Itio dfi Janeiro26 dias, escuna dinamarquesa.
Elise Marta de 10!) toneladas, capito C Jacob-
sen, equipagera (i, carga 2117 quinaos' hespa-
nhoes de carne, a Bastos & Lemos.
Southampton c portos intermedios 23 dias,
vapor inglez Tyne, commandante Reeksl
Antuerpia, ~>1 dios, brigue oldemburguez Cari
de 210 toneladas, capito Slindt, equipasen) 10,
carga fazendas c mais gneros, a 11. llrui.n & C.
Baha7 dius, patacho inglez Alila de 139
toneladas, capilo Shcly, cquipagem 9, em las-
tro a j. Pal ter. p
Idojn13 dias barca ingleza. tilemmore, de
2S:i tonel adas, capito W. I'aterson, cquipagem
11. em lastro, a ordem.
Rio de Janeiro5 dias vapor nacional Oyapock
commandante Francisco Ferreira Borges.
Navios saludos no mesmo dia.
Aracatyhiale nacional E.ra unin, mestre
Amonio Manoel Alfonso, carga fazendas c mais
2339000 BMwo.
2103000 lu"11! hialo nacional novo Anglica, ineslre
Joaquim Jos da Silveira, carga varios gneros.
Liverpoolgalera ingleza Thomaz Blith, ca-
pito RoIkii Boberls, carga assucar e algodo.
Pollos do Solvapor ingle/. Tyne, cmman-
dante Uei,\--
Obsorvacao'.
Fundoou no lamaro o vapor portuguez Por-
ingul, nao leve communicacan com a ierra.
^ 15
== = -


2 ?
c i r-
V H"' ^
I
Hura-i
Atmosphera.
' 1
Vi M 00 Dirtcgao.
9 V V 1 | Intensidade. 1
i; M is. | rf
Centgrado.
ii i i ii ii
y r" r^ S*
c: -1 C". *.
Beaumur.
MKXX-I
I Fahrenke'U I 3
-1-1 V- -1 -1
llijgroi
-1M-1-13 i
W 9 ~- ^-1. I
Barometr >.
o vapor Oya-
jeham-so hoje
Crrelo.
As malas que tem de conduzir
pock para os portos do norte, f
30) s 3 horas da tarde.
Consellio administrativo. -
0 conselho administrativo, para ornecimonto
do arsenal de guerra lera de comprar os objec-
tos seguintes :
Para a colonia de Pimenteiras.
1 forno grande de ferro para coser farinha, ou
2 mais pequeos do raesmo metal para o raesmo
im.
Para a capella do hospital militar.
Um frontal.
Quem quizer vender laos objectos aprsente
as sas propostas cm carta fechada na secretaria
do conselho s 10 horas da manha do dia 5 de
dezembro prximo vindouro.
Sala das sesses do conselho administrativo
para fornei iiuonlo do arsenal de guerra 28 de
novembro de 1859.liento Jos Lamenha l.ins,
coronel presidente.Francisco Joaijuim l'erei-
ra Lobo, coronel voxal secretario.
Consellto administrativo.
O conselho administrativo, para orneeimento
do arsenal de guerra, lera de compraros ob-
jectos seguintes :
Para o 4." baalho de artilheiria a p.
Papel almaeo resmas 6; peonas de ganco
400 ; caivetes 2; tinta pela, garrafas G ; lapis
270 ; collceoesde carias para principiantes 20 ;
grammalicas porluguozas por Monte-Verde, ulti-
ma edico, cxempIaresC ; compendios dearth-
metica por Avila, exemplares ; pautas 0 ; tras-
lados 20.
Quem quizer vender laes objeclos aprsente
as suas propostas em carta fechada na secreta-
ria do conselho s 10 horas da manha do dia
30 do corronte mez.
Sala das sossoos do conselho administrativo,
a fornecimonto do arsenal do guerra, 23 de no-
vembro do 1859.Bento Jos Lamenha Lins, co-
ronel presidente.Francisco Joaquim Pereira
Loba, coronel vogal secretario.
Pela mesa do consulado provincial se faz
publico aos proprielarios dos predios urbanos das
iregiieziasdesta cidade e da dos Afogados que
os 30 dias uteis para o pagamento a bocea do
cofre do primeiro semestre da decima do anuo
financoiro correnle de 1859-1860 se piincipiam
a contar do lu de dezembro vindouro, Picando
iiciirsos na mulla de 3 por cenio os que paga-
ren] depois desse prazo.
Mesado consulado provincial de Pernambuco
26 do novembro de 1859.Antonio Carneiro
Machado Ros, administrador.
THEATRO
Airoao.
L chegado a esta cidade. e pretende demorar-
se em quanto c esliver a comitiva imperial,
Braz Jos Maia, um dos m el ores cozinheiros,
pasteleiros e sorveteiresdo Rio de Janeiro, aon-
de bem conhecido por exercer ha 11 annosas
suas artos na primeira confeilaria daquella capi-
tal, dos Srs. Vieira Carceller & Guiniarcs, ou-
tr'ora Jos Thomaz & Ferreira : offerece o seu
prestimo para apromplar qualquer baile ou nan-
qucle, prestando at llanca a boa execucao dos
trabalhos que se dignarem" encarregar-lo": pode
ser procurado nascasinhas do palacio, aonde so
dar noticia exacta ae sua morada.
Aviso ao publico.
Dr. Joo Noguiss, professor dentista, se offere-
ce ao respeitavel publico para tirar dentes e rai-
zes, limpa-los, chumba-Ios. caulrisa-los, dividi-
los c po-los com toda a perfeico a toda c qual-
quer pessoa que precisar: dirija-se a rua larga
do Rosario u. 46, primeiro andar, hotel trova-
dor, que se acha prompto a toda a hora que seja
necessario.
Attencao.
Constando ao abaixo assignado que o Sr. Jos
Ribeteo Ponlos acaba de cfectuar a venda da sua
loja, e podendo ser'quc nella se incluissem as
dividas activas do mesmo estahelecimcnlo, o
abaixo assignado previne ao respeitavel publico
e especialmente ao comprador, que o mesmo Sr.
Pontos lhe dou em pagamento de seus servicos,
como caixeiro do sobredilo estabeleciraento,* as
dividas activas fiadas durante o tempo que o ser-
vio do que tem documento: outro sim, constan-
do igualmente ao abaixo assignado ter o sobredi-
lo Sr. Pontos asseverado a algumas pessoas scr-
lhc o abaixo assignado devedor, o abaixo assig-
nado protesta desde j contra tal assersao, e de-
clara positivamente nada dever-lhe, visto como
nenhumas transaeces se ueram depois do ajuste,
deconlas cima cilado, e antes delle seria por
domis absurdo suppor que o abaixo assignado
fosse devedor ao Sr. Pontes, recebendo do mes-
rao senhor dividas em pagamento dos seus ser-
vicos ; o abaixo assignado fundado na verdade,
traduzida em fados que jamis podero ser ne-
gados pelo Sr. Ponles, confia que elle entre no-
vamcule no caminho da lealdade, que deve c-
velas, ltimamente I racterisar a lodo o negociante de boa f, emen-
chegada do Porto, em barricas e caixas de 11 $500 dando erroto manifest quanto irrisorio de con-
a 12g5O0 a arroba : no antigo deposito do largo siderar devedor a quera smente foi seu credor.
Leiies.
Leilo
s
Terca-feira 29 do correnle
11 horas em ponto.
O agente Ca margo tara' leilo em
seu armazem n 19 rua do Vigario :
Ue urna porcao de chapeos de pelucia
de seda da ultima moda.
Diversas obras de marc'meiria.
Ricas carteiras de muito bom gosto.
Vidros e louca.
da Assembla n. 9.
Vend
e-se
ro ou a prazo.
da
a cocheira
rua da Ca-
deia de Santo Antonio n- 7, tendo 5
carros e ura neo coupeesem uso algum-
: Precisa-se de urna ama para o servico in-
terno de urna casa, e paga-se bem : na praca da
Roa-Vista n. 32, segundo andar.
Precisa-se alugar alguns pretos escravos,
por mez ou por dias : pode-se dar o sustento,
caso convenha ao senhor: na livraria n. 6 e 8
da praca da Independencia.
= Cassimiro Lopes, Rrasileiro, morador no
Chora-Menino, no caminho da Passagem, lem
para vender charutos de ehoiro a 6$ o cento em
caixas.
Pedimos ao Sr. II. P. E. S. que mande para
o prelo a sua eslimada exphcaco da sentaxe la-
tina que se faz muito preciso," visto nao haver
mais exemplares alguns.
Os amantes da lingua.
Fugio no dia 28 a escrava parda que ropro-
jrande pordio de ios para sapateiro. senlUer 50 annos pouco mais ou menos, levou
Antonio Jos de Amorim.
Urna familia brasileira lerabra aos chefes
de familia, que com ella annuirem a ir urna por-
cao de senhoras entre casadas c solteiras cm cor-
poracao visitarem a S. M. a Imperatriz, para que
se dirijan rua dos Pires n. 44 A, no da 1. de
dezembro, s7 horas da noite, para tralarem do
modo e do dia da reuniao geral.
Precisa-se saber se ainda existe a viuva D.
Thereza de Jess Coelho Souza l.eo, ou alguns
de seus herdeiros, para so pagar o laudemio o
foros da casa terrea, esquina da rua do Motoco-
lomb, edificada as trras dos ditos herdeiros :
se deseja saber na loja da rua do Collegio n. 1.
Ama d leile.
Precisa-se de urna arriado loite para criar um
menino de 6 mezes : na rua das Cruzes n. 41, se-
gundo andar.
Na noite do dia ?i perdeuse urna
pulsen a de ouro : quem a tirar nchadoe
queira restituida obsequio mandar
levar a rua da Aurora n 32, que se
gra-tifieara'.
Preeisa-se
Urande porcao Ue los para sapateiro. r. ', "V-, ."' u- "" ___Preeisi-se de uma rirda esn-r
1 > j i i f vestido de chita sujo, camisa de algodao lambem riccisasc ue urna pieidescia
Importantes liguras de alabastro, tudo |suja, lem cara larga, nariz chato, olhos peque- i que saiba cosinhar e azer os mais pr
sera' vendido sem reserva de preco. "os. beisos nervosos, levou um chale velho bran- par08 de uma casa de pouea familia, (
co, quando anda c aos saltos ; julga-se estar a- .. r
Quarta-feira
PELO
3
corren
e.
AGENTE
edutada em alguma casa, desde j se
contra quem a livcr acontada : pede-so
pilaos de cambo e autoridades policiaes (|iie a
peguem c fevem-na rua do Vigaro n. 10, que
sero recompensados.
- Vendo-so uma canoa pequea de aterro,
que carrega 61)0 lijlos : para se examinar no os-
laleiro do Sr. Saraiva, em Sanio Amaro, e para
tratar na rua do Collegio i. 21, primeiio andar,
escriptorio do Policarpo .1 >s Layne.
Vende-se uma muiatinba recolhlda, muilo
bonita, de 6 anuos de idade, sabe coser com
perfeico, fazer labyrintho, engommar e I raanlo
DE
Editaes.
A ra municipal desta c
Por causa de ter deixado
: de comparecer os encarrega-
dos da illuminaco do thcatro
[deixou Arkwright & C farao leilo por iiilorvonco
do referido agenle no dia cima designado e pe-
las 10 horas da manha porta da 'alfandoga
PE
200 caixas com superiores pnssas muscateis che-
gadas e despachadas receniemenle.
Carneiros e bois.
Quiala-feira l*de dezembro.
agente Bnrja far leilo em son armazem na
rua do Collegio n. 15, por contri e risco do quem
perlencer.de 80 carneiros o 21 bois, que sero
vendidos sem reserva de preco. Principiar s
ponto. 'u-^
1 .
Quarta-feira 30 do correnle
O agente Camargo 'ara' leilo na
porta do armazem do Sr. Annes de-
ron te da alandega
DE
20 caixas de raassas.
(0fardos de fumo em foi!
qualidade.
fia d: imeira
loileiie desenhora: na rua Nova n. 52, primeiro
andar.
=; Tendo ou recebido para entregar ao reve-
rendo Sr. Joo Honorato do Rogo a quantia de
70j, valor de um seu cavallo, que o comman-
dante superior Luiz Manoel Fernandes venden
por ordem sua ; encontrando ou no dia 2 ido
correnle o dilo Sr. padre na roa da l'eoha, de-
1110 60j3 e ncdi-lhe que naqucllc mesmo dia ou
no seguinte fosse recel r l" do Sr Jos Flix
dos Santos, e passasse o recibo de tola a quan-
tia ; e rumo Mo nao fez, eu llio rogo que o faca
quanto antes. 01 inda 23 de novembro de I85&.
Pedro i t Queiroz c Aw.
Na rua da Aurora n. 2!, offerece se urna
pessoa para norrcio particular, dando nanea de
sua conduela : quem precisar, dirija-se a mesma,
que achara com quem tratar.
H Precisa-se de um i cozinhoira boa : na pra-
ca da Boa-Vista n. ;12, primeira andar.
Ama de leite.
Precisa-so do uma ama de leite que o lenhn
em abundancia, que soja sadia o de bous COStil-
nos e paga-se bem : dirija-se ao pateo do Col-
legio n. 37, segundo ou lerceiro andar, a qual [uer
hora.
Vendem-sc 2 escravos crionios, sendo urna
negra do 22 annos, bonita figura e sem defeito
algum, cozinha alguma cousa ; o um negro de 20
annos, muilo boa figura, sem vicio nem achaque
algum, robusto, proprio pan armazem Je asalt-
earon servico idntico p lido, lem prin-
cipio do carapina o sapateiro; os quaes chega-
ram ha tres dias do led Ccar] : na rae. do Quei-
mado D. 13, por cima da loja do Sr. Joo Jos
de Carvalho Mora s.
Ha una pessoa que loma con'a Je urna ta-
berna por bataneo, com as habililaedes necessi-
rias para comprar e vender, a qual d informa-
essanas : quem pretender, dirija-se ao
ib da Boa-Vista n. 70, que aeharj era :
lra< .
uma preta escrava
e-
ou
protesta ento urna mulher forra que ten ha as
aos ca- i mesmas qualidades : a tratar na rua do
Col-legio armazem n. 15.
opaihia fo Beberibe.
O Sr. caixa da companhia (commen-
dador Manoel Gvincalves d.i Silva) es-
ta' autorisado a pagar desdehoje o 23-
dividendo a razo de 05' por accao-
Escriptorio da administracSo da Com-
panhia io rieheribe 18 de novembro de
8")',).JosTeixeira B.istos, secretario
interino.
Roga-se aos Srs. proprielarios da labolda
e onrives ou qualquer pessoas particular, a ap-
prehenso do um dedal de ouro que foi roubado
ni rua Diiiita n. M, i\ dentro de um bah de
joias ; OS signaos do dito dedal sao os seguin-
tes : lamanho regular, bem fornido, com ires
letras niciaes U. T. G.
^-s Precisa-so do nfliciaes de ajfaiale para obra
miuda : na rua Nova 11. 69.
Preciza-se fallar ao Sr. Joaquim de Azevedo
Pereira, na linaria 11. 6 c 8 da Praca da Inde-
P ndencia.
Joo da Silva llamos, medico pela ^
fp t nivorsidado de Coimbra, mudou sua re- ir&
35 sidencia para o primeiro andar por cima fc
%t da cocheira do Adolphoni rua Nova e 5
^ continua a recebar todos os dias das 8 s 5r
kIO horas da manha o das 3 as 5 da larde, Jg
% as pessoas que o queiram consultar, bem ^
S como a prestar-so com sua habitual promp
i lido a qual quer chamado para os mis-
SS leres de sua profissao comprehendendo a
*f medicina, cirurgia e partos.
mm$*s%g?$si&
Saumiers Brothers & C. tem pira vender <:n
sou armazem, na praca do Corpo Santo n. 11,
alguns piano? do ultimo gosto. recent-menie
dos, des bem corihecids c acreditados 'a-
- I. Broadwood &Soas de Londres, a
rroprios 1 ^ra <.:': clima.
5

s
MUTILADO


DIARIO DE PERNAMBUCO. QUARTA FE1RA 30 DE NOVEMBRO DE 1859.
FOLHiMiAS PAR* 1800.
Estao venda na uvraria da praca da Inde-
pendencia ns. 6 e 8 as folhinhas para 1S60, im-
pressas ncsta typographii, das seguintes quali-
dades :
TOLHINHA RELIGIOSA, contcndo, alomado
UalehdariQ e regulament,' dos direitos pa-
rochlaes, a continuadlo da bibliotheca do
Crislo Brasileiro. que se compon : do lou-
vor ao santo nomc de Dos, coroa dos nc-
iy_ tos de amor, hyronos no Espirito Santo e
a N. S., a imlacao do de Santo Ambro/.io,
jaculatorias e commemoracio oo SS. Sa-
cramento 8 N. S. do Carino, exercicio da
Va-Sacra, directorio para oracao mental,
dividido pelos das da semana, obsequios
. ao SS. coraco de Jess, saudades devo-
las as chagas de Christo, oracoes a N. Sc-
nhora, ao patrocinio de S. Jos e anjo da
guarda, rcsponco pelas almas, alera de
outras oracoes. Preco 320 rs.
(OMlM\SIll
5)
ALLIA
Estabclecida cm Londres
i Oca exposto. Em Pernambuco podem dirrgir-se
aos Sis. l'eidel Pinto & C.a
Lisboa, 10 de julho de 1859.
O diroclor-gcral,
Joaqxiui Lopes Carreira de Mello.
EM
!M#6> QlSM.

Nesle provcitoso estabeleeimcnlo, que pelos no vos melhoramenlos feitos acha-se conve-
nientemente montado, far-sc-ho tamben) do Io de novembro em vante, contratos mensaes para
maior rommodidade c.economa do publico de quera os proprictarios esperam a remuncraco de
tantos sacrificios
Assignatura de banhos frios para tima pessoa por mez. lOjJOOO
momos, de choque ou chuviscos por mez 15j000
Series de rarloes e banhos avulsos nos precos annunciadns.
CAPITAL
meo mUVkocs de libras
esterlinas.
Saunders Brothers & C. tem a honra de ln- \\l l'Ul lai'gil (lo H0Sai*G 11. 4G,
Hotel trovador.
ITA DE VARIEDADES, contendo o kalcnda-
rio, regulamenlo dos
urna colleccao de aae
sos, contos, fbulas, pensamentos moraes,
receitas diversas, quer acerca de cozinha,
quer de cultura, e preservativo de arvores
e fructos. Preco 320 rs.
rormar aes Srs. negociantes, proprictarios de
casas, e a guem mais convier, que estao plena-
mente autorisados pela dita eompanhia para
eflectuar seguros sobre edilicios de lijlo e po-
dra, cobertos de tena e igualmente sobre os
objectos que contiverem osmesmos edilicios,
direitos parochiaes.e 1uef consista em mobilia ou emazendas de
sedlas, ditos chisto- lualquerquahdade.
FITA DE PORTA.a qual, alm das materias do
costurae, contm o resumo dos direitos
parochiaes. Prego 160 rs.
agencia dos fabricantes america-
nos Grouver & Baker.
Machinas de coser : em casa de Samuel P.
Jounston & C, ra da Senzala Nova n. 52.
= Precisa-se de urna ana, que lenha bomje
abundante leitc, para criar urna menina de 4
mezes ; paga-se bem : na ra das Ciuco Pontas
sobrado da esquina defroulo da matriz nova de
San-Jos.
O Or. Cosme de Sa Pereiral
devolta de sua viagem mtructi-
iliva a Europa continua no exer-5
LOTERA
da
^iaua
O Sr. thesoureira manda lazer pu-
bheoque se acham a venda todos os dias
das 9 horas da manhaa as o da tarde,
no pavimento terreo da casa da ra da
Aurora n. 26 e as casas commissionadas
: pelomesmo Senhor thesoureiro na pra-
ca da Independencia ti. 1 i e 16, os
bilhetes e meios da nova parte da terceira
*' lotera do Gymnasio Pernaiubucano, cu-
cicio de sua profisso medica. lsiias r0las deverao andar impreterivel-
" mente no dia 7 do futuro mez de de-
i zembro.
Thesouraria das loteras 19 de no-
vembro de 1859.O escrivao, J. M. da
Cruz.
NICA, VERDADEIRA E LE-
GITIMA.
Da' consultas em seu escripto-^
i no, no bairro do Recife, ra da
Cruz n. 53, todos os dias, menos.;
nos domingos, desde asv6 horas
t as 10 da manhaa, sobre os
seguintes pontos
:\
p rime iro andar.
Tendo passado esto eslabelecimento ao Sr.
Francisco Garrido, se acha actualmente montado,
c offerece hoje a concurrencia publica muilo
comraoda hospedagem era lodos os sentidos.
Forncce-secomida para tora por barato preco o
cora aceio. llavera sempro a qualqucr hora pe-
tiscossaborosos.excellcrilcs vinhos e sorvete, das
6 li2 horas datarde em dianle ; assim como
deliciosa mi devacca aos domingos, de 2 horas
da manhaa at 10.
=Precisa-sc de urna ama forra ou escrava, que
saiba cozinhar e engoramar, para casa de urna pe-
quena familia: a tratar na ra do Cabug n. 3, no
undgaso andar.

DhLlCiOSAS E 1 >FAL1.1VE!S.

I*. Molestias de o'.hos ;
I*, Molestias de oracao e deas
peito ;
o-. Molestias dos orgaos da gera-
cao, e do anus ;
4-. Praticara'toda e qualquerL,.
operacao quejulgarconvenien- fjf
te para o restabelecimento dos
seus doentes.
O exame das pessoas que o con- -j
sultarem sera' feto indistincta-
mente, e na ordem de suas en-
tradas; fazenio excepeo os doen-
tes de olhos, ou aquellesque por
motivojustoobtiverem hora mar- '
cada para este im.
A applic.-icao de alguns medica |
mritos indispensaveis em.varios $
casos, (como o do sulfato deah o- f\
pina etc.) sera' feito,ou concedido gratuitamente. A conanca que
nelles deposita, a presteza de sua &
accao, e a necessidade prompta &
de seu emprego; tudo quanto o $
demove em beneficio de' seus
doentes.
Cabellereiro.
SALSA PARR1LIA
Jayme Eneas, cabellcrciro e artista era cabel-
los, continua en seu eslabelecimento na rus do
Quei-mado n. 6, priraeiro andar, a receber cn-
eoinmendasde cabelleiras, meias ditas, chinos,
resceDles M4RRVFVS \Ll!Z\Y(ui,S
ima moda') trancelins, trancas para aunis, -pul-
't ras, correntcs ara relogio.quadros de qual-
quergostoque se-xija, como sejam : lumuW.res,
Imemorias, Crmas, etc., etc. Tambem penttar
seahoras, e para isto acaba de receber pelo na-
vio Bertha, ebegado ultima mente de Paris um
lindo sortimentode peiiteg rainha Victorwi, e
juntamente flores a Parisir.i do afamado florista
Constanliuo, flores inleirainenle proprias para
Be enfeilarera os penleados modernos. O mesmo
oilerece as senhores que prctenerem ver as
i gantes MARRAFAS A LUZ \\ p.
loadas como justamente devem ser, a visitaren)
o seu estabdeciment, visto que de outra forma
icario amar rotadas, c nao se peder fazer um
Remedio sem igual, se
' mdicos, os mais imincnle
livel para curar cscrophulas, cancros, rheumalis-
| rao, enermidades do ligado, dyspnpsia, dcbili-
1 dade geral, febre biliosa e intermitiente, enfer-
midades resultantes do emprego de mercurio,
; ulceras c crupoOes que resultam da impureza do
: sanguc,
CAUTELA.
I D. T. Lanman New York, acham-se obligados a prevenir o res-
pciiavel publico para desconfiar de alguraas te-
nues railacocs da Salsa Tarrilha de Bristol que
hoje se vende neste imperio, declarando a lodos
que sao elles os nicos proprietarios da receila
do Dr. Bristol, tendo-lhe comprado no anuo de
' 1856.
i Casa nenhuma raais ou pessoa alguraa tem
] direilo de fabricar a Salsa l'arrilha de Bristcl,
; porque o segredo da sua preparadlo acha-se so-
mente em poder dos referidos Lanman & Kcmp.
Para evitar engaos com desapreciaveis co-
binacoes de drogas perniciosas, as pessoas que
quizercm comprar o verdadeire devem bem ob-
servar os seguintes signnes sem os quacs
quer outrapreparacao falsa :
O envoltorio "de tora est gravado de um
PILUUS VEGETAES
ASSUCARADAS
NEW-YORK.
O MF.l.IIOr, REMEDIO COMIECIDO
Conlracotutipaes, ictericia, affeegoes dofigado,
febres biliosas, clicas, iitdijesloes, enxaquecas.
Heraoi ilioidas, diarrhea,doenc.s da
pelle, irupcoes.e todas as enfermidades,
VnoVKNlKvrilS |,o ESTADO IMPURO DO SVNGIE.
75,000 caitasdeste remcdioconsommem-se an-
nualmcnte !
Remedio la nntureza
gApprovado pela faculdade do medicina, e re-
commendaao como o mais valioso catrtico ve-
getal de todos os conhecidos. Sendo estas pillas
puramente vegetaes, nao contera ellas nenhum
veneno mercurial nem algum outro mineral ;
esli bem acondicionadas em caixas de folha pa-
ra resguardar-seda humidade.
Sao agradareis ao paladar, seguras c efficaze
endo reconhecido pelos em sua operario, o um remedio poderoso para o
.s como remedio iufal- ju^ntude, puberdade e velhice.
Compras-.
Compram-si' dous escravos rrioulose um mu-
lalinho de. 12 a 1 aunes, que sejam da praca,
assim como alugaro-se tres escravos : osprelen-
dentes dirijam-se rua do Brom, armazero n. 12.
Compra-so urna rotula usada de 10 pal-
mos ou mais alguma cousa de altura : na Uvraria
n. 6e 8 da praca da Indeiiendencia.
Cunprum se mo-Jas de ouro de
20.s: na rua da Cadeia
58.
loj
e cambio
n.
Pastilhas vesetacs de
Venda
s.
Chapeos prelos.
Na ruado Queimado n. 19.
Chapeos pretos de primeira qualidade, e de for-
ma elegante a 10 cada um.
= Yende-se um sitio com 200 palmos de fren-
te e 200 de fundo, no lugar da Torre, margem
do Rio Capibaribe, com urna grande e moderna
casado vivenda, cocheira, estribara Ipara 4 ca-
vallos, gallinheiro, cacimba com tanque e bom-
ba, baixa para capim, lodo murado na frenle, e
lado com portio de ferro : os pretendemos podem lras
diimir-se ao agente Pestaa, que se acha aulori- la-
sado a dar as necessnias informacoes, e a tratar
da venda sob as cuudicoes estabelecidas ao mes-
mo pelo legitimo proprietario. O dito sitio todo
em chios proprios,
Vende-se:
Mercurio doce.
Itetroz
l.inha de roriz.
Dita em novellos.
Cera de" Lisboa em velas.
Gracha ingleza.
Couro de lustre.
Laza rias e clavinotes.
Chumbo em lencol.
Pregos de ferro de lodas as qualidades : no ar-
mazem de Jos Antonio Moreira Dias & C, na
rua da Cruz n. 2.
Queimado n. 40.
Grande c variado sorlimcnlo
CE
lado-sob urna chapa de ac, tra/.endo ao p Tas
seguintes palavras :
D. T. LANMAN ; KEMP
SOL AOENTS
-V. C9 Water Street.
New York.
2" O mesmo do outro lado tem um rotelo em
papel azul claro com a lirma c rubrica dos pro-
prietarios.
8o Sobre a rol!.a acha-se o retrato e firma do
inventor C. C. Uristol em popel cor de rosa.
4 Que as direooes juntas a cada garrafa tem
nma phenix semelhante a que vai cima do pre-
!-S6Btc annuncio.
DEPSITOS.
Rio de Janeiro na'ruada Alfandeea n. 89.
juizo perfeilo de q'uanto sao bellas; para Jsto[5ri,ia G* c-, rua Juliao n. 2.
:e-i sempre o seu estabelecimcnlo abertu at as
0 horas da noite.
Casa para alugar.
Na Capunga Nova, rua das Pcrnambticanas,
aluga-se pelo lempo da fesla ou por anuo, urna
asa com 4 quartos, quintal com cacimba e tan-
que : trata-se na rua do Collegio n. 12.
Convidamos bq scuhoros accionistas da
eompanhia de Seguros Martimos Utilidad*! Pu-
blica a comparecerem no dia 30 da corrente, ao
raeio dia, no escriptorio da rua da Cruz do Itecife,
lo couformidado com a parte 2." do Ai:t. 41 c
Art. 42 dos mf-smos estatutos. Recife 25 de
novembrode 1859.Os directores gerentes-,, Lu:
Antonio Vieira, Manoel Alces Guerra.
Na noite de 24 do corrente perdeu-.'ie urna I com quem
pulseira de cabellos com chapa de ouro leudo
ao redor um estreito bordado, e no centro ;u itii-
uaes A B. R. S. I. J. F. R. S. ntrela.-adas:
quem a acbou quenrado reslilui-la dirija-sean
^obrado do becco da Penha, que ser recompen-
sado.
1 ?_S.*_.t t* t ? ? ?? ??i
.3kSIC'KS "3SSS^?S-&5
U llr. Casaiiova pode ser procuradd g*
a qualqaer hora era seu consultorio ho- S^
meopatliico S.
S8=RUA I)ASCUL"7.ES=:28 rl
o^mesmo consultorio acha-se sem- ^
pre grande sortimento de modicainen- s*
tos em tinturas e glbulos, os mais nn- g
5vos e bem preparados, os elementos de xj^
homcopathia e Nysiem diccionario dos &
termo's de medicina. -.*
SSSS:3g3S5ffi3RffiSeK. S2ffiJli3ZSSSRer;'**#
#va ..o,...a,t o TT i ? *3a
Os abaixo assiguaJos avisan ao respei-
lavcl corpa do commercio e em particular aos
seus froguezes, que o Sr. Joaquim Raimundo -Vi-
vs deA/.evedo deixou de sor sen caixeiro desde
o d i 7 do corrente. Recife 8 de uoxembro de
IS59.Machado Dantas.
Pernamhoco no armazcm de drogas de J. Soum
i Comnanhia rua da Cruz n. >>.
5 DENTISTA FRANCEZ.
- Paulo Gaignoux, dentista, rua das La- <<
r rangeiras 15. Na mesma casa tem ligua e "-
p uenlico. Q
A quem convenlia una barcaca de lote
de 18 caixas e de boa marcha, c bem pparelha-
da, dirija-se rua do Aiiiorim n. 1.
Oirerece-se para ama seca de urna casa es-
Irmtgeira de pouca familia, oj mesmo brasileira,
urna mofa portuguesa, de 0 a 22 anuos de ida-
de, muilo bella : quem d--lla precisar dirija-se
i rua Imperial, confronte ao n. 27, que achara
tratar.
Lea-seo folheloque acompanha cada caixa.pelo
qual se ficar conhecendo as multas curas milagro-
sas quclem clectuado. D. T. Lanman \ Kemp,
droguistas por atacado em Nova York, sao os ni-
cos fabricantes c proprietarios.
Acham-se venda em lodas as boticas dasprin-
cipaes cidades do imperio.
DEPSITOS.
Rio de Janeiro, na rua da Alfandcga n. 69.
Babia, Germano & C, rua Juliao n. 2.
Pernambuco, no armazcm de drogas de J. Soum
& C.fua da Cruz n. 22.
E chegado loja do Leconle, aterro da Roa-
Vista n. 7 o excellente leite virginal de rosa
branca, para refrescar a pelle, tirar pannos, sar-
das e espinhas, igualmente o afamado oleo ba-
bosa para limpar e fa/.er crescer os cabellos ; as-
sim como p imperial do lyrio do Florenra para
berloeijas e asperidades da pelle, conserva a fres-
cura o avcl!uda-do da primavera da vida.
Cura radical.
O abaixo assignado. cncansavel no esludo da
qual-icura radical da morpliea, erysipeia chronica,
asthmas, escrfulas, rheumalisma e carocos
esterines, tem a satisfacio de convidar a to-
das as pessoas. que de" laes molestias solfrc-
reni, a curarem-se cora elle, prometendo-lhes
toda a garanta na applicacjio e prolicuidade
de seus remedios de substancias vegetaes com-
poslos e preparados em seu laborario chimico-
cirurgico na rua do Sebo n. 3, bairro da Boa-
Vista, onde deve ser procurado das O' s 9 horas
da manhaa e das 2 s 4 da larde. Picando todava
certas todas aquellas pessoas, que com o abaixo
assignado contratareis laes curativos, que Ihes
ser restituida qualqucr quantia ou donativo, que
houver de receber em paga, no caso de nao of-
fectuar, como se compromelte, a cura radical das
i referidas molestias, com a condicu perm das
; pessoas enfermas se submetlerem as regras hy-
giennicas, que pelo abaixo assignado lhes forera
proscriptas, como cosluma com os seus doentes.
Recife 2 denovembro de 1859.
Manoel Dorgts it Mendonra.
5^w uc Kemp
contra as lombrigas
approvadas pela Exm.a inspeccao de esludo de
Habana e por muitas outras juncias de hy-
gione publica dos Estados Unidos e mais paizes
da America.
Garantidas como puramente vegetaes, agra-
dareis vista, doces ao paladar sio o remedio
inallivel contra as lombrigas. Nao causara nau-
seasnem sensaces debilitantes.
Testcmunho expon'.aneo em abone das parti-
Ihas de Kemp.
Srs. U. T. Lanman e Kemp. Porl Ryron
12 de abril de 1859. Senhores. As pastilhas
que V mes. fazem, curaran) meu lilho ; o pobre
rapaz padeca de lombrigas, oxhalava um chei-
ro ftido, tinha o estomago inchado c continua
comicliio no nariz, lio magro se poz. iiue eu
tema pcrde-lo. Neslas crcumslancias ura visi-
nho meu disse qjie as pasti|has de Kerap tinham
curado sua filha. Logo quesoube disso, eora-
prei 2 vidros de pastilhas e cora ellas salvei a
vida de meu filho.
Sou de Vmcs. seu amo agradecido.
ir. T. Floijd.
Preparadas no sou laboratorio n. 3G Gold
Street pelos uincos proprietarios D. Lanman e
Kemp, droguistas por atacado em New York.
Acham-se venda em todas as boticas das
principacs cidades do imperio.
DEPSITOS
Rio de Janeiro na rua da Alfandega n. 69.
Babia, Germano & C, rua Juliao n. 2.
Pernambuco,no armazcm de drogas de J. Soum
& Companhia rua da Cruz n. 22.
No dia 26 do corrente das l" horas da ma-
nhaa ao raeio dia, desappareceram da rua do
Caldeireiro desla cidade, da porta da taberna do > p,
Sr. Ventura, dous cavados com cangalhas, sen- p flZfMlUW I PillPP'znc O lAn_
do um alazio caxilo, magreirio, deidaddeS "^ CLdb t U"
annos ; o outro caslanho escuro, cora signal
branco na testa e a junta de um dos ps encha-
da : quem o pegar leve-o ao engenho Carnij de
Jaboatao ou nesta cidade na taberna do Sr.
Ventura na rua do Caldeireiro, que ser bcui
recompensado.'
* Precisa-se de officiacs de carapnas e traba-
dores : na campia dos Remedios, sitio do Sr.
Thenorio.
= l'recisa-se de urna ama no paleo de S. Pe-
dro, por cima do raarcineiro, segundo andar.
Ni rua Bella n. 10 precisa-se de una ama
para cosinhar e comprar para urna pessoa.
Precisa-se de urna ama para casa de pouca
familia : na rua do Jardim n. 22.
= Anda est por alugar urna casa com um pe-
queo sitio no porto do Jacobina, na Capunga,
contigua a do finado padre Capislrano : quem a
pretender dirija-se ao paleo do Terco n. 32.
COLLEGIO
DE
Ntssa Scnhora da Conccioo.
Lisboa rua da Esperanza n. 101 A.
Em consequencia da alteracao que se' fez na
poca dos exames preparatorios para a universi-
dade, e de outras crcumslancias que tem occor-
rido na pratica, determinamos alterar tambem
o comeco do anuo lectivo no nosso eslabeleci-
mento :' at aqu era a abertura a i de nnvem-
bro, e nesle anuo lera lugar no da primeiro de Baraje de seda de varias quaidades co-
oulubro ; porin, esta delerminacao, era cousa vaj0...............
alguma obsta entrada dos alumnos, em qual-
quer lemp^ do anuo.
Os cursos iou disciplinas professadas no col-
legio sio as iCKuiules, o assim classiticados :
Instrncrao primaria.
O cnsine^jiislruceao primara professado
em duas cadeiras : na" 1" cdeira o Io grao ; na
2a o 2 grao.
Ha mais urna cadeira especial de Calligra-
phia complementar, ordinariamente frequeulada
4 peebiicha es se aca-
t(1i!t!0,
Na nova Jeja de (res portas da rua Dimita n.-
101 vendem-se ricos corles de vestido de i
brancoso de coresi an dnas saias, os mais
demos que ha no men-ado, pelo dimin ito pre-
co de lOOjcadi um, ditos de cambraia com daas
saias a 6j! cada um, rlilos de larlalana bord
de lindos Rostos a'\$, dilos de csea de s*d de
lindissimos gustos a 7- cada um, damasco de
com (i palmos de largura, proprio para colcha .i-
j32()0 o corad i, chally de lindissimos gosloa
S o covado, lia do fletes con iilroes n
e muito lindos a 720 o covado, cas-as de c
muito finasaG40 a vara, riscadoa francezes lar-
gos de quadros a 200 rs. o covado, grosdenaplcs
do todas as cores a 2V~ o covado, camisas trn-
celas com peitos de fustao a 2jfS00 cada nma*.
enfeitcs com flores para cabeca de scnhqra aljp
cada um, ditos de vidrlho pretos e de coros o>
i mais moderno que ha no mercado a 500 i
um, ricas gollinhas com manguitos de pato i 7>.
cada um, gollinhas de Ira as i a 23 e 2-
cada una, oigandys de c : a 8.1 a vara, pal-
tote pretos de panno fino a 25>, ditos do .
a 20j, ditos de casemira de cores a 20$, r
de^casemira de cores a 5*800, ditos mais ino*.
a 78, chales de merino bordados finos a "8|80 '.
ditos lisos de franja.do seda o 55500, ditos o
touquim a 2S c 32 nho com ricos bordados a 10$ cada um, o ou-
tras muitas fazendas que se deixam de mencio-
e se vendem por baratssimos pie. B.
K-aKaesp"
Aos ciajarreiros c cha-i
rutero
>.
pasfeitas recebidas em di-
reitura pelo iiltimonavio.
Dao-se as amostras com pculior.
Reos cortes de vestido de seda de cores
de 2 saias............................
Ditos de ditos de seda pretos bordados a
velludo...............................
Ditos de ditos de seda de gaze phanisi
Ricas romeiras delil e de seda bordadas
Taimas de grosdenaplcs bordadas......
Chales de touquim branco bondadosa
305 e.................
Grosdenaplede coresde quadrinh'os co-
vado .................................
Dito de dilo liso covado................
Seda branca lavrada covado 1JJ600 a....
Grosdenaple preio lavrado covado......
Dito dito liso encornado a l.oOOe___
Dilo dito com 3 palmos de largura a
l$60O c..............................
Sarja de cores larga com 4 palmos de
largura covado a..............'........
Gaze de sedada China de florse listras
fleo vado a............................
Follar de seda de
vado...........
Setim de escocia o diana de seda covado
Chaly de llores nove- desenhos covado
listras gusto novo co-
8

8
6 I $200
1 do
28600
2*000
2J500
2g500
1#500
13000
1*000
laooo
900
Campos & Lima tem para vender ca- vP
xas rom fumo americano de muito Loa ye
qualidade e a pre>;o commodo : na rua $?}
do Crespo n. 12. Mk
m*m m- mmm^mm
Altenco.

Vondcm-se o concertam-se carrinhos Je mfu
muilo fortes, proprios para a remoco de linas :
na rua da Concordia confronte a ic..::ao, o-J
na rua Nova n. 41, loja de ierragens.
A mu bem acredi-
tada tinta preta.
Em garrafase meias defrone de s. Fran ii
lypographia de F. C. de L. o Sitro.
Lavas de pellica.
Na loja da aguia de onro da rua do Cabug o.
1 B, ven.e-se lavas de pellica multo frescas
hornera esenhora, ditas fio da Escossia a00
ditas de cores a 400 rs., ditas de algodio a 2fl!
rs., .ditas de seda enfeiladas para senhoia
1$200 e 1$G'J0, para meninas a 1$ o par, assi
como tapetes .ara lanteruas Je cima de n
2$500, ceslinhas com quatro garraOnhas i
fino estrato a f200, o outns muitas mais
mariasde gosto e boa qualidade o que a vis!
freguez su vende por barato preco.
Para
igreja
Na loja da aguia de ouro rua
do Cabug d. 1 B
Vende-so bicode labyrintho muito largo pro-
prio para altar, assim como trina, galla
lanos de todas as larguras por preco muito i
conta.
Leques.
Na loja da aguia de ouro ruado Cabug n. 1
B vende-sc os ricos loques de madre;., rola
muito gosto, assim como de outras q
chegado ltimamente da Europa.
Ana.
No dia 22 do corrente desappareceu de
casa o moloque crioulo,. latoeiro, de 16 annos
de idade. tem os signaos seguintes : o dedo
grande do p esquerdo muito aberlo, e urna
grande marca de escaldadura as costas., (na-
tural de Barroiros, para onde j fez oulra fgida
quera o pegar entrega!
ralidead i.
o anuo passado
rua do Apollo n.
sera
NO
Pavilhao da casa de ba-
nhos do pateo Carino.
Todos os dias olis das 7 US 10 da noite, e nos
dias santificados, ou de festas nacionaes das 11
do dia ate s 10 da noite. Ha logar resrvalo
para as familias. Tambem ha sorveteiras de va-
rios tamaitos para eouduccao dos sorvclcs, que
se pedirem para|fra.
Antonio JoaTerreira Alves, medico-ci- ^^'**|'uiiia Il\.l i\tt C<1\ dlldi lt.
Tendo desapparecido desde o dia 25 do corren-
to o soldado Andrelino Arselino da Silva, que
cenduza para o quactcl o livro das acias do

rurgico pela escola medic'a-cirurgica da ci- S
dade do Porlo, recentemente chegado a es- -
la cidadtf, acaba de estabeleccr o seu gabt- jg
note de consultas medicas, cirnrgicas e opc-
re.'iocs na rua do Amorim n. 15, segundo
| andar, aonde poder ser consultado al &S .
| 9 horas da manhaa e das 2 As 4 da larde.
Alem disso acudir a qualquer chama
:-Jj qur de noite, qur de dia, com aquella l
-'' promplido que sempre exige a huinani- -:-.
-
dado afflicta. Os pobres serio attendidos ,
tratados gratuitamente.
'
Serapliim k Irraao.
Rua do Cabug, loja de oarives
n. It,
esquina rjne ica em frente da rua
Nova e pateo da matriz
4(Fazcra publico que estao ronstantemento rece-
bendo da Eur pa as mais em moda e mais deli-
radas obras de ouro, as quaes dio para csco- dirija-se rua Augusto
conseibo econmico da dita companhia, o abaixr
asa gnado gratifica generosamente a quem l!ie
trouxer esse livro ou Ihcr der noticia exacl i do
mesmo. Santo Amaro 29 de novembro de 1859.
O capito, Wanoei Porfirio dr Ca*:ro Araujo,
Precisa-se de um cozinheiro, que eulcn-la
perfeitumenle desla arte, que seja limpo e delioa
conducta, o nao lenha vino debeber : para ira-
lar, na praca da Independencia n. 11.
idiomas iuglez c francez.
Eneas Bruce, professor de lingoas, tem a hon-
ra de informar ao respeilavel publico, que conti-
na a dar lices Oos ditos idiomas, lano i..
sua casa romo* na daquelles q ic se quizerem uli-
iisar do seu prestmo. Recebe lambem discpu-
los todas as noiles desde s 7 al as 9 : na rua da
Cruz d. Vil, terceira andar
Offerece-se um rapi I iro para i ii-
xeiro de cobranza ou mesmo armazens, o qual
di fiador a 11 neta: a pessoa le
Precisa-se de. una ama que seja boa cozinhei-
ra : na nn do Collegio n 13, segundo andar.
Precisa-se de um amassador: na rua da
Senzalla Velha n. DO.
= Aluga-se urna casa no lugar da Moa Viagem
defronte da igreja : quem a pretender dirija-se
ao llr. Rufino na secretaria d^ polica que ello
dir quem a alug?.
Urna senhora portugoezaja de idade, de u-
ma conduela exomplar, se offerece para adminis-
trar urna casa de pouca familia : quem de seu
presumo se qoizer ntilisar dirija-se ao collegio da
Aurora.
Perdeu-sc urna p-ilccira pequea, de com-
es com enfeitcs de ouro pendentes : quem a acheu
quen ndo restitni-la, pode lev-la rua da Cruz
n. 2 armazem, que se gratificar.
Antonio da Costa Rogo Uonteiro, deixou de
ser caixeiro do Sr. Joaquim Jos de Paiva, desde
o dia 13 de novembro do corrente anuo os mo-
tivos que teve para assim fazer foi promover as
melhoras de seus ntoressos. Aproveita o ei
pan agradecer ao mesmo senhor as maneiras
urbanas o altcnciosas com qnn sempre o ira ton
durante o periodo de 9a 10 anuos em que foi seu
caixeiro. Pernambuco 2^ de novembro de 1859.
, = abaixo assi lo faz publico para conhe-
nto d< [uein convier, e com esdicialidade ao
corpo f mmercio, que tem contratado com-
prar ..i Sr. Antonio Corris dos Santos u taber-
na da rua do Rosario d i Boa Vista n. 51 : seal-
julgav com direilo a impedir este nego-
cio, ii.:.; i ,., na mesma taberna nn prasn do '!
dias. Recife 21 de novembro de 1S59.Manoel
Luiz Ribeiro.
Precisa-se arrendar um sitio que lenha
grande baixa para capim : na da roa Praia n. (.
Ama.
[', cisa-se de una ama p ira cozinhar para ca-
si de hornera solteiro : a tratar na loja de mu-
dezas do aterro da Boa-Vista n. 82.
AVISO
i. > .'I lo.
pelos alumnos da iustruccio secundaria.
Iiistrucco secundaria.
O ensino da ustruccao secundaria prefes-
sado em 9 cadeiras : iia 1J cadeiragraiiimati-
ca e lingus latina : 2a latinidade : 3" grogo : 4"
franco/ : 5J iuglez : Ga allemio : 7;l philosopha
racional e moral c principios de direilo natural :
8a rheiurica e poeica etc. : 9a geographia, chro-
nologiae historia Universal.
Iiislruccav superior.
O ensino nesie collegio. classiticado de instruc-
Cao superior o professado era C cadeiras : na Ia
cadeiraarillimetica, algebra geometra, Iriguo-
inelra e geogr.phia malhemalica : 2' operagdes ^ ,,e dil0(]it0 d y
geraes de commercio eescripturacao applicada |)(0s de dito
agricultura, industria c commercio ; 8 phy-
Meio velludo de cores covado..........
Velbutina de todas as cores............
Selm de todas as cores liso covado ...
Brilhantina branca muito lina a.......
Chitas francezas claras e escuras t 200 e
Casemira preta fina a IglOOe..........
Panno preld e de cor lino provade li-
mo a 35U0a........................
Corles de casemira de cor a 5jJ e........
Cassas organdys de novos desenhos a
vara..................................
Ditas francezas muito finas a........ ...'.'
Manguitos de cambraia transparente bor-
dados muito ricos....................
Golinhasde cambraia bordadas deponta
Dita* de dilo bordadas a 600a..........
Tiras e enlremeiosdecamiuaiabordados
Ricas mantas pelas de linh,
nhora ................
Ditos ditas de blond brancas e pelas..
Chales de soda decore, pretos o roxos..
Ditos de merino bordados com franja de
seda..........
kqq Vendem-se ricos pentes de tartaruga virad
a moda a Imperatriz a 103 cada um,
igual aos de dj, assim como bandejas fl
lano redondas como quadradas, cacerolas
gdeiras de todo o tamaito, forradas de
na a 480 rs. a libra, bulles de familias de i
1*500
7U0
800
500
320
2$50
'ardas
unas das mi
na rua i: .' i
linho para se-
Iher, pelos menores piceos possiveis, o passam
tontas com recibos, .as quaes rao especificadas
a lualida Ii do ouro, tanto de 14 como de 18
quilal< s, do que caia esponsaveis.
urna escrava
Precisa- i alugar
' i ozinhe o dic.rin para urna
.a c trola se :: ; ga-se L?n i:
ee c :jl
li .
as as autoridades policiacs, pedes-
Ircs i mais pessoas de prgarem o meu escravn
Pacifico, cabra, moco, alio bastante, com eraros
nos ps. Foi escrava do engenho d'agnn de
rassdo finado Henrque Poppo Cirio, lem
ii por rime .l io C m u nn ii es xavo i
torra 'ornme Maris, laradeira. consta-me que (lorio,
lem sido visto irabalhando pelo- sitios da ponte
de i chon e Agua l'ria.e que cosluma estar na s
encruzilhada da malarineira, e protesto proceder
contra quem o liver nzilado ou empregado em
seu sorvieo sem ser por ordem ininha : quem o
r le.ve-o ao meu sitio da estrada do Arraial
uu na minha Olaria da rua do Culovelloque
garei lodas as desppzas-c trabalho.
Mari i lino Jos /.
Precisa-se de orna nma que cozinhe c en-
, : i i asa le penca i: na rua do
Q ll'iuil lo :.. 30.
O Sr. Antonio Rorgi>sGal i lem urna car-
la de inporlau ia, ni Uvraria ;i. 0 cb da i'ra.a a
1 n lenria.
n Sr. Joo da Cosa Moravha, queira di-
rg r- 5 .' es:,i
,
i sr. F ''.
. -....:::. g .. de seu intc-
' as
ra
l< -- s I ir raa ti. ti da Praca da 1
a
sica, chiaca, inlroduccio historia natural e
mecianica: -'1 agricultura geral : 5' geogra-
phia e historia agrcola, industrial o commer-
cial : elementos de economa poltica e de e-
latistica ecclesastica : 6a elementos de direilo
administrativo, cominereial o das genios.
Religio e btUas-leUras.
0 ensino religioso o o classico de litleratura e
de moral, professado em dnas cadeiras espe-
ciaos : na 1" cadeira a religio : na 8" a litlera-
tura e moral.
BFXLAS-ARTES.
O ensino de bollas-artes professado em di-
versas cadeiras, segundo as necessidades, po-
ii ni sir permanentes a primeira para o dese-
nlio ; a segunda para o euino de msica c excr-
cirios de piano ; a terceira para Rauta e re-
beca ; quarta para exercicos de dansa, etc.
Este collegio, estabolecido em edificio lio pro-
prio para o objeclo, o lio vasto (que foi elle con-
vento da ordem de S. Roruurdu e sendo, como
0, pne.iiiedado do director geral, offerece por
isso mesmo a mxima seguranca a vanlagens,
para quem iioll quizer mandar educar seus li-
lliosou pupilos, e commodidades para estes.
Os professores, em todas as disciplinas, sio
dos mais habis. Nao menos^escrupulo ha na
esculla dos empregados e dos criodus.
A educHcio religiosa, quo fortalece os bous
pos, fielmente! nianlida nesle estabelc-
ciineiiio. Os alumnos ouvtni diarianicnle missa
na grejaTno Collegio, que tem capellio effectivo.
No recreio, na missa, nocstudo, o as aulas sao
os alumnos sempre inspeccionados e vigiados.
Os prefeitos, habilitados com coiihecimcnlos pra-
licosdar liugiias ingleza, franceza e allem.ia,
dio o maior oxorcicio, e mesmo em horas de-
lermiriadas, aos alumnos que esludam semelhan-
les linguas.
Os alumnos, Icraquarlos separados compor-
tas para os dormitorios : estes cada um sua es-
cada. Todos os ipi.irlos e corredores dos dormi-
torios, sio ptimamente ventilados: porque lem
janellas para a rua, ou para o lerraeo, onde o
edificio forma quatro faces, cada una com dous
and.ues.
A si!.i dos aoto, livraria, etc., sio nn pavi-
menio superior. No pavimento baixo a igreja, o
rioquadro, que foi mitigo claustro, em roda do
mal jardim, a sala do estudo goral ; as aulas, eserip-
cozinha, refeilorio, etc. Estas casas sao
coberlas nassuas entradas, por um bom
sysloma de arcadas, que sustenta o lerraeo s i-
perinr.
O edificio c todo illnminado a gaz, o is
desie. ha a maior senlisacio e seguranca. To-
dos os lugares de despejo lem siphoes, pelo que
nio se conhece mo cheiro. I'.sia medida, a cons-
Iruecio '|u idr.ula do edificio, a sua posicao em
sitio alto, encostado ao sol, e solado por lodos
o-' quatro lados, e lodas as mais rondieoes lij gie-
nicis. que possue, lomam esta liabilcfioamais
; a neila mui poueas i ?, e nao
foi invadida nem da cholera, nem da febre ama-
\ penso dds alumnos de 12$ mens es, fra
nsdospezas extraordinarias. Passando de 1C an-
s i US.
Vs pessoas das nossas provincias do reino e
5, on do im| ilo Brasil, lem
i indi luos de quaii
po '' m inforn ncidade do :.
iso dito de seda..........
Dito de dito dito de li..................
Dilo de dilo estampados fino'lista de
seda............................
Loncnsde cambraia do linho bordados
linos....................
Dilos de alaodao de labyrinthoo!!."
Capellas brancas para noiva............
Enfeites de vidrlho prelo o de cores....

I res .que lem viudo ao me
-con.,, k,a de lerragmis n. 53.
-iimn -Na ruada Cadeia do Recife. primeira an-
1 dar, n. 50. vendem-se.;
Caixas c a velas stearinas proprias para .
.oes.
I.its com ditas de carnauba superiores.
Courinhos de cabra.
Meios de
Farelo de Lisboa.
Pomada.
Toalhas de panno de linho de di ; U-
manhos para mesa.
Folh lisos e bordados.
Comas domadas.
Apiles.
Pallieas Usadas.
Palhelas para clarini
Ltnhas de roris e de nui i -.
Rolhas e rolhes
Cadi '-, -- rito de palhinha, :
ccltcntes gostos.
Fondecas, ac "ates e .....
Rodas de arcos de p i.
Bocaes pera seringa.
Cal de Lisboa,
sooo
500
1$500

8
i
73500
7.?rj; i
6^000 :
i#500
8;000
para camisa de csguiio de
de algodio brancas 2 de
Aberturas
linho...
Ditas de dito
cores......
Saias baldo modernas..................
Chapeos francezes forma moderna......
Gravatqs ae seda depona bordadas a
velludo ..............
Camisas francezas do cor e'brancas
linas a 1^800 e..................
Rilas ditas de fustn branco e d''cr!
Ditas dilas de esguiao muito finas i h -
dornas................
Seroulasde brim d'aigodao c'deYinh
Oalcas de casemira prelasetim 9 o....
Ditas do ditas de cores 8$ e............
Dita do meia casemii i
Dijas de brim Rno e ra
3je Collcles de
casemira e setim..........
as de pauno prelo muito fino 30j
sourecasacos^e paletots de panno preta
lino > r.............. '
''''"'/'v' d'goiiad
velludo.........................
filos de alpaca preta muilo
hlos da merino setim prelo-
Ditos de ni.;:, casomir i..............
Djlos de aipaca pretos e de cor forrados
unos de brim branco e pardo tinos......
Ditos de brim de
.3s50 e ............
filo de alpaca preto u "decore
elogios de
1N)00
t
8
s
65000
83500
S500
2^500
%

liaralissimo.

3^500, 4f 500 e 4j|80O.
PARA ACABAR.
Vei : m-se na rua do Queimado n. 19, os se-
guintes algodozinhos, a quasi por
valar, algodio trancado americano con
das, muito superior a 3$5t di .-
ricano muito largo com 20 varas, 1
preco de4B500e ir- K) a peca.
Meys de setla de peso
pira senhora, brancas e | n Ia=. e para 1
brancas e riscadas: rend1 na luja .
1IJ000 & Irmo na rua da : 1: ia do Recife u. 48.
pialidad s
ira 1,
' !
"
IOjJUOO
i
ff; rtb,
11 uroe prata, ros Jes
35j0O0 '' I ,; '--'' '-
......
quadriuhos linos
IP5OO0
o-, |,1 1
000
7;( K!
.--::, 10
C3OOO
mercado, e despar bados hoje,
precos ra/i aris : no
ra, rua di Ci I ':. ife 1
anda.
vend,
62, ..

.-
ouro 1 aten.
..tes..
Safas balo
Vi
endem-se as melhoros em :,.- saias
ralao que so pode encontrar por 5- para aca-
bar : na rua o> Ces,,,, ti, esquina -da rua
uasCnuos; a mesma loja ha ricos corles de
cambraia, branca bordadas, ditos de phanl
que se vendem ii ir i>recos commodos.

Citct
11, co m 32
va :.-," ; : ,
lia --1 .' 1 pie rolla i ara a
rua
rua

Cha
OSOS.
pa-
jos e roupa
feila.
e -I'' -,, ,. 1
& C, praej co
ro da Boa-Viala n. G0,
Gama .v
reudem :
'-:' "' s de f : : 1 ni lito fie is prelus c 1
ros. pelo barato i- ,-.,.!.i [ll
n v,'[ icos de brota ia do linho muila
fina a 53000.
Ditos de casemira mesi la la a 7
Ditos de casineta .1 6$.
,.Cal' ': 1 Ihi feilas a
3 -. :i.;.. 1
Ditas di 2<5Q 1.
i h-'brim q ljiosa-S c 2
De non
glozes un 1 ir nte,
armazem de llosti 1 :
Sanntn n. 8.
i :' -se I 1 : caj novo 1-.., 1
'"' >' Perreira n. 12, -
confeitam cmanh.is
u aesq u
lambem
commendas, e
doces.
Pa
paniin preto lino.
.- de dito
n 1 prota 3 7*.
I
Aterro da Boa-
Vistan. 2.
" en Ii .:-- ..,..,_
de :--._. Je ameixas i
i : ,, i& 0. ditas le isc '!!, pr -
1.amego chega : ......me, m lito n
: ir: a el! ie
miitii ann


(6)
DIARIO K PtRNAMBCO. uUARTA Ff.IRA 30 DE NOVEMBRO DE !8>9.
\RI.4 ECONMICA
DE
N.2RUADO CRESPON, 2
Defronlc do arco de Santo Antonio.
NF.STE NOVO ESTABELECIMENTO VENDEM-SE :
...Tros do religiao, sctenciasf de letras, arlos, risgens, historia e classicos .romaneos Ilustrados e
outras publicares eni diversas linguas.
Globos, illas o mappas geographicos.
?apclde hollanda, de poso, paquete, almasso, de cores e oulros de diversos formatos e gostos.
"rensaspara copiar cartas 6 outros manusenp/tos, livros e tinlas proprias.
tivros em braceo, peonas do varias quididades e mais obiectoa para uso de reparticoes, secreta-
rias o casas do commercio, uteneilio? para desenlio ele.
Arigos de bom gosto, fanlasia e curiosidade das'fabricas do Paris para uso dos elegantes orna-
tos, presentes etc.
Cartees c bilhetes para bailes, casamentas e visitas.
HISTORIA UNIVERSAI. desde os tempos primitivos al 1850, por Cesar Cantu, 12 votamos, in fo-
lio, enriquecida de mais de 90 magnificas estampas, obra cm que nada se poupou para o
leilor encontrar nella ertidioao, ostudo solido o leitura agradavel.
LLMANAK de lembianoas de Casti'lho para 18GU, assini como cuiten-oes completas desde o seu
comero.
KANUAL DE CONTAS j feilas para compras o vendas deassnear, algod.io etc.
se em lodos os gostos desde o mais simples em papel al ao melhor em panno ou pello.
rime-se carios e bilhetes, c marca-se papel com lypo proprio c era relevo vonlade dos
prelendontes.
MeiU-se o encargo de qualquer encommenda de livros e oulros arligos tanloda corle e provin-
cias do imperio, como do Poilugal, Franca, Inglaterra e Blgica, com as condicoes mais ra
toaveis.
DAURORA.
Este ulillssimo estabelecimento aclia-se, lia pouco lempo, augmentado tacto no materia
como no seu pessoal, e seus proprielarios habilitados para vencer qualquer opposicao hostil e
disprezaroni a ignorante vituperado de malevolencia. OITerccem a seus numerosos freguezes e
O publico em geral, asvanlageusde sua longa experiencia e reconhecida promptidao e fidelidade
na exeeucao das obras as mais importantes de engenharia, entre outras pode enumerar as seguin-
tes : machinas de vapor de lodos os laiuanhos, rodas d'agua de todos os dimetros, todas de fer-
:o ou para cubos de madeira, moendas para caima todas de forro e independenlos com os me-
beramentos que a experiencia mostr sor indisponsavul, meias ditas com todos os proparos, ta-
chas para engolillo de todas as qualidades c tamanhos, rodas, rodles, aguilhes, crivos e boceas
ca foi nalha e todas as ferragens para ongonlio, machinas para amassai pao e bolacha, ditas
para moer mandioca, Cornos e prensas para arinha, pontes de forro, aldeiras, tanques bolas e
todas as obras do niarhiiiisnio etc.. etc.
TEDUVS PRECIOSAS.
% Aderecos Uo bullan--
tes, diamantes o pero-.
las, pulseiras, alfineies,;'
brincos e rosetas, bo-**
^oes o aunis de difle-j
Motes gostos e do mag--.
mucos brilhantcs.
i -
.: :
's Compran), vcndeni
.-cara prala, ouro, bri-:
.ntcs, diamantes c
Enerlas, e outras quaes-'
-3r oas de valor, a^
oheiro ou por obras..
*SS1 '- ->'
J. Loiimaiiii k BIiiid
JOALHLIROS
\a ruaa da Cruz n. '.'., segun-
do andar.
Rccckciu por lodos os vapo-
res da Europa e do llio de Janei-
ro obras do mais moderno gosto,
lano de Fiama como desla ulti-
ma capital, as quaes venden) com
toda a garanta na qualidade dos
melacs e dos pedras, c pelos pro-
cos mais commodos possiveis, ten-
do sempre a disposicao dos fre-
gu/es um bello e variado sorti-
mento.
E 01R0 E RELOlilOS.-
: ~ :
Aderecos completos de-
" '.ouro, meios ditos, pul-; j
'leeiras, allinetes, brincos..
; e rselas, cordes, tran-r'
.' [celtas, medalhas, cor-y
vrenles, enfeitesecorren-p
Lides de ouro para reta-?;
eigios, c outras muitaijf
obras de ouro e de coral.:
* i.
> Relogios patele inglez.,)
dos niolhoros fabricantes,- -
:. ditos suissos, tanto do;C;
("ouro como do prata.chro-i;
...nometros e metas chro-j*
. nometros e tambora re-;.
a^logios horisonlaes de ou-:.
gro e de prata. Vendemji
' e Irocani. ;
Urna senhora hbil e que tem estudado os mo-
thoramcnlos possiveis relativo a doce9, acaba
do preparar doces finissimos de goiaba, com lin-
dascores e com goslo especial, estando em alas
e em caixoos, e garante um anjio de duracao
inalleravel debaixo de cma4qTer temperatura;
este doce dcnomioatyTToiabada Imperial; prc-
vTnc-se asruijir6Tqiiequeiram obsequiar algum
ainiKa-^rrua ruis digno e ncm de raellior goslo
iim presente desto doce pela sua especial
qualidade e larabem por se acharen) os cuixes o
as latas forradas do papis lilhographados com o
melhor gosto e aceio possivel. A autora milito
grata licar s pessoas que derem impulso a esto
lo grande ramo do industria, o lem cm vistas
mandar buscar alguna apparolhos que so torna-
ro indispensaveis harendo procura desle rico
doce. Scnhorcs estrangeiros mandai para a vos-
sa patria doce raro o sem rival I O deposito
nico na ra Direita n. 6, oito doLivramenlo.
Botica.
Barlliolomeu Francisco de Souza, ra larga
do Rosario n. 36, vendo, os seguidles medica-
mentos :
Rob L'Affecteur.
Pillas contra sezes.
Ditas vegetacs.
Salsaparrilha Bristol.
Dita Sands.
Vermfugo inglez.
Tarop do Bosque.
Ptalas americanas (contra febres).
Ungento Holloway
rillas do dito.
EllUir anti-asmathico.
Vdrosde boca larga cora rolhas, de 2 oneas a
12 libras
Assim como tem um grande sorlimenfo de pa-
pel para forro de sala, o qual vende a mdico
preco.
Joias... joias... joias.
As instancias de algumas familias notareis
desla cidade, Marcos Wcyl,(da casa de Domingos
Mou Itabo, joalheiro ounves, ra dos Ourives n.
27, no Rio de Janeiro) chegou com um completo
MM9 !Ra do Oiicnnado 11. 25,
loja de tres portas de frente
ama re la.
CaVon\vosdl,vriljdeM1,teiJlrtt0lilcs
cores, e muto gosio.
CU;\|^COS de seda para meninos.
ti-VN j0 seJa para meniI10S
f?,nfc>Ate
V3 de vidrilho pretos e de cores.
1 do pellica para liomem e senhora,
dilasdesoda enfeitadas, ditas lisas para
homem o senhora
C\\aV>cUnasparascilhoracomveuse
sem elles.
T owcas
mm
mmum
DE
Roupa feita para horneas e meninos
VlIil-JO E ATACADO*
No holel ingles quarto numero 5.
para baplisado inuito linas e de
gostos.
* **i,\aS llc S(lJil j0l0jas e larguras, tran-
cas do todas as cores e de so Ja.
\\ ans
lo seda largos c eslreilos, brancos e
decores, dilos pretos.
V^-^^ de madropoiola com plumas o sem
ellas, obra inuilo lina, ditos para me-
ninas.
GRANDE
ua, talcas Ue casetnira preta e'de coros
para dito*, -raalas de seda do coros o pretas, ditas de selitnde ur-
ima e duas voltas.
DE
r
Gama & Silva, no atorro da Boa-
vendora as fa/.ondas seguidles, por
lissimos para apurar dinhero :
Cassas francezas muilo finas, cores Qxas,
corado
Mitins para voslidos do lindos padroes,
oovado
sortiraen-to de joias do mais elegante gosto. "Sen-1 Chitas largas miudinhas, lindos padroes,
m mmu.
Sita na ra Imperial n. M8c 120 junto a fabrica de sabo.
DE
SWt Sebastio J.da Silva dirigida por Manoel Cameiro Leal.
I,'!nn^S,lTno(w,',eem,en,0^a,sompre PromPlos alambiques de cobre d
de J00 a 3.000*1 simples o dobradus, para destilar agurdenle ararelhos
ara i-estilar o dostiIar_espalos com graduarao at 40 giaos [pla naduaci
do esta casa favoravelmonte conhecida como
casa de confianca, e pelos productos superiores
da sua fabrica, seria fcil convencer-se do barato
e das boas qualidades das joias. Completo sor-
lmenlo de condecorarles brasileiras de brtlhan-
le, ouro c prata dourda, a pree.os commodos.
Recebe-se em troc todos os objectos de ouro,
prata e pedras linas eraqualquor estado : para
tratar, no hotel inglez.
Attenco.
Por diTercntes preeos veslc-se um
horaom da cabera aos ps : na loja
de Nabuco tC. na ra Novan. 2.
onehe.
Nste cstabeteciraento l>a para vender-se un completo sorlimento de re-
logios de ouro patente injjlcz. csuisso para homem e senhora, bons relogios dou-
radose lo'lieados de ouro, ricos apparolhos de metal para mesa do mais lindo
rosto e modelo; assim como tumbein acharoos Srs. msicos cxcellentcs instru-
nentOS para banda militar e outros taescomo flautas, violres etc., etc A casa
-recebe directamente dosmelhores labriontes de Paris, epot tanto pode vender
OtUS barato do que qualquer outra pessoa
Veuliam ver as pechinchas antes que se acabem.
S o- = 2. = =
.- -s .r = c.
3
- '- -
> 3 B Q.'
o -3 -5 -= o :
i 5 y j
a
o

c
-* 3
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^ ~ a. i-,
b a 9rg s
B o -c ^ = 3
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o S n =
"3 a~ O
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V.
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*
m
L^2
c c -,- ^- n
1 g" S *
%Js- 2 h: f.
g-gs-fS-s
KWu.
o ~'4 5--B O."
45
covado
Challysde soda com lindissimos padroes,
chogados polo ultimo navio trancez,
covado
Ditos miudinhos muilo bonitos, covado
Polar de soda, covado
Merinos para vestidos muilo lindos, co-
vado
Chitas encarnadas adamascadas para co-
bcrla, covado
. Coitos do phanlasia para vestido, (azenda
niuito superior
Dilos do laa o seda muilo bonitos
Dios de cambraia com babados bordados
Ditos ditos
Dilos ditos
Ditos do cassas miudinhas, padroes mo-
dernos
l'ecas do cambraia lisa com 6 1|2 varas
Laa do quadros para vestidos, covado
Chamalote pelo muilo largo, covado
Grosdenaples pretos muilo bons
Ricos pontos de tartaruga imperalriz
Luvas de seda enfeitadas
20
ICO
15000
MOO
raolhores syslemas hoje approvados e conhc'cidos nesta
do todas as diniciif"
de difTerenlos dimences
destilatorios contnos
pola graduarao de Sellon Cartier) dos
outras provincias do importa, bombas
de bronze e ferro, torneiras
te, parafusos de bronze e
de cobre e chumbo de todas
fugoes de ferro polaveis e
cocos
e
nos
uer
a
16S0O0
12$000
i
33500
3$00
_. i ii
JjN-OO
240
29000
9
Pontos do massa virados, e oulras muilas fazen-
Gapellas e grinaldas de
flor de laranja.
Vonde-se na loja parisiense, ra do Crespo n.
10, capillas e grinaldas de llor do laranja, e en-
l'oilos do llores, froco e vidrilho.
Mauricio Jos dos Santos Bibciro chegado!
*uUimamente de Lisboa o com officina de*^
[onrivesna ra larga do Rosarion.23, primei-?^
^i'i andar, participa ao respoilavel publicof
j-.em geral, que acaba de receber porra"
Sgobjeclos de our(- de ultima moda, osquaosS
Kso de excelleutes gestos, c seus
t>lao commodos que admirara
ffbelecimcnto recebo nao s conecrlos, conio^
O proprietario deste estabelecimento reco- ; das que se vendom mais barato que em outra I
nhecendo que com a excelsa visita de SS. MM. qualquer parle, daudo-seasam ostras com ponhor.
II. a esta cidade tem de se dar um estrago hor- '
roroso de calcados, cm consequencia das fre-1
quenlcs paradas, marchas, contramarchas e for- !
raidaveis passeios s brilhantes illuminace?, e
condoeddo-se das boleas naturalmente "pouco
fartas, dos bravos officiaes e pracas dos patri-
ticos batalhes, cujos nomes trazem memo-
ria os feitos gloriosos dos nossos avoengos, deli-
berou, em homeoagem a lo felizes dias baixar
so procos do seu exccllcnte calcado, a saber :
Para horaens.
Borzeguins aristocrticos (lustre) 9^000
Borzeguins zouavos, obra forlissima (be-
zerro) 8$0
Borzeguins cidados (bezerro c lustre) S$tO
Borzeguins econmicos 6S00O
Sapates batedores 5-jOOO
Para senhoras.
Borzeguins para senhora (primeira classe) 55OOO
Ditos (segunda classe) i.-ii 11
Ditos para meninas (primeira classe) ^ 4;000
DEPOSITO DE PIANOS FORTES
DOS
Mais afamados fabricantes da Europa.
ESTABELECIMENTO HE
I.P.OGEL
Ra Nova n. 27 esquina ca Gamboa do Carmo.
Nesle estabelecimento acha-se sempre um completa sorl
bem construidos e fortes pianos os quaes se vendom debateo do lo
o teclado tem a elaslicidade desojada, o exterior dfses ins
possivel o as vozes sao magnificas. Ha tambera muilo lir.das II VR
piano
ats
prias para acompanhameulo ao
igrejas, eapellas, collcgios etc.
Hoje
a presenta uo oa.im. u e que em todas as salas e saloes clee.
vai entrar com onlliusiasmo anda matar no gozo dos encantos d'arle
sorlimento dos mais ricos e mais
toda a garanta.
trunientos o mais elegante
.VRMONIAS e SERAPHINAS pro-
e para quatro o"iaos e igualmente os ha apropriados para
d^SSPM\rMeoqnLa0Cd,,dr'a S,e?,ar """P^ assas magnifico e pomposo com
sb.M [i o que em todas as salas e saloes elegantes a sociedade pernambucana
chama-se a altenco de todos
procos
cm seu esla-s
e->
en
m

en
L1
o. i
o 5
&5
oo
CT9
OO
OO
en
en
=-3 a.
v. i -
o
Superior ao melhor
presunto de fiambre.
Linguas de vacca erasahnoura vindas
-;< .ondres, vendem-se nicamente no
.em de Luiz Aunes defronte da
purta da alfandega.
Sva invenclo aperfei-
coada,
Bandos ou almofadas
Je crina para ponteados de
senhora.
Vende-se unicamenle na ruadaCadcia do Re-
cite n. 48, loja de Leilo & Irmo.
Vcnde-se superior linha de algodo, bran-
cas* do coros, ora novello, para costura : cm
casa deSoullall Moilor i C, ra do Torres
a. it.
Fil
oom 2 1i2 varas de largura a 800 rs. a vara : na
-<::i da Cadeia do Reciten. 48, loja de I.eite &
Innao.
Arados americanos e machinas
para layar roupa: em casa de S. P. Jo-
jmton & C. ra da Senzala n. i2.
Tende-se'nra esralr novo o bom constru-
i ma la r.adeia do Rerlfe n. 2.
Sndalo.
Ricos leques, puiceiras, bengalas, Lo-
tes, chicotes como tambem essencta
desndalo: no aterro da loa -Vista loja
n.7. /
ELOGIOS.
Vende-so em casa de SaunderS Brothers &
C, praca do Corpo Sanio, relogios do afama-
do fabricante Roskell, por procos commodos,
e lambom tranceilins o cadeias para os mesmos,
deexcellonte gosto.
Cavallo desella.
No sitio da capella da Senhora da Concecao
da estrada de Joo de Barros, vende-so um es-
colente cavallo| para sella, goido, do boa cor,
cora todos os andares.
ATTENCO
Na ra da Moeda armazem defronlc do bec-
ro Padre Alexandre v.nde-se familia a 65500 a
sacca.
Na ra Direita n. 76 ha para vender um ca-
vallo ruco bom andador.
Vende-se urna cscrava importante dade
25 annos, urna dita de 22nnnos por 1:350$, duas
molecas .dade 10 a 12 anuos, 2 moloques pecas
idade 12 a 20 anuos, 1 escravo peca bom criado
sem vicio algum, una cscrava cora criaboa co-
zinheira o engom madeira : na ruadas Aguas-
Verdes n. 46.
Prelo, nitlho, arinha,
arroz, rafe, charapanha, figos, manteiga in-
gle/, ludo do superior qualidade e a commodos
s: vende-se no armazem da ra da Madre
uc Deos^n i^. junto ajlab rna do -r. Lipa.
57 Ra do QueMo 57
Loja de 4 portas.
Chegou a este estabelecimento um completo
sorlimento de obras feitas, como sejam : pale-
0)ts de panno fino de 16$ at 28$, sobrecasacas
de panno fino preto c de cores muito superiores
a 35ff, um completo sorlimento de paletots de
riscadinho de bnm pardo e brancos, de braman-
te, que se vendem por preco commodo, eorou-
las de linho de diversos'lmannos, camisas
francezas de linho c de Jpanninho de 2g al 5S
cada una, chapeos francezes para homedia 8$,
ditos muilo superiores a 10?, ditos avelludados,
copa alta a 13, ditos copa baixa a 10$, cha-
peos de le I ro para homem de 45. 5; e al 75
cada um, ditos de seda e de palha enfeitados pa-
ra meninas a 105, ditos de palha para senhora a
12$, chapelinhas de velludo ricamente enfeita-
das a 25$, ditas de palha de Italia muilo linas a
25$, corles de vestido de seda em cartao de 40$
at 150$, ditos de phanlasia de 169 at 35j000,
gollinhas de cambraia de 19 al 5$, manguitos
de 1 $500 a t 59, organdys escurase claras a
800 rs. a vara, cassas francezas muilo superiores
e padroes novos a 720 a vara, casemiras de cor-
les para colletes, paletots e calcas de 35500 al
1$ o covado, panno fino preto e de cores de 25500
al 10$ o covado, corles de collete de relio do
muilo superiores a 9 e 12$, ditos de gorguro
e de fuslao brancos de cores, tudo por proco
barato, atoalhado de algodo a 15280 a rara,
cortes de casemiras de cores de 5 al 9, grosde-
naples de cores e pretos de 15600 at 35200 o
covado, osparlilhos para senhora a 6$, coeiros
de casemira ricamente bordados a 12-5'cada um,
loncos de cambraia de linho bordados
nhora a 9 o 12$ cada um, dilos lisos
mem, fazenda muito superior, de 12
duzia,casemiras decores para cooiro,
2$(K), ha rege de seda para vestidos,
1500, um completo sorlimento de rolletes de
gorguro, casemira preta lisa e bordada, c de
fustu de cores, os quaes se vendem por baralo
preco, velludo de cores a 75 o covado, pannos
para cima de mesa a 105 cada um, merino al-
cihoado proprio para paletots e colletes a 2.5SOO
o covado. bandos para armaco de cabello a
I5500, saceos de tapete e de raarroquim para via-
gem, eum grande sorlimento de macas e {malas
de pregara, que ludo so vende vontade dos
freguezes, o outras muilas fazondas que nao
para se-
para ho-
al 20J a
covado a
covado a
possivel
com
dos
faz com perfeioao qualquer obra que se Iho
;!oncommonile, "sem porda do dia marcado?!
Sopara a sua entrega, compra nao s ouro CO-SK
?(":mo prata e podras preciosas. yt>
SYSTEHA MEDICO DE HOLLOWAY.
PILUI.AS HOLLWOYA.
Esto inostiinavel especifico, composto inteira-
mente do horras medicnaos, nao contm mercu-
rio, ora alguma outra substancia delecteria. Be-
nigno mais tenia infancia, eacompleieo mais
delicada igualmente prompto e seguro para
desarreigar o mal na complei^o mais robusta ;
inteiramente innocente em suas operaces e ef-
fiitns; pois busca e roinovo as dooncas de qual-
quer especie c grio per mais antigs o leazos
que sejam.
Entre milhares de pessoas curadas com este
remedio, limitas que j eslavam as portas da
morte, preservando em seu uso : conseguirn)
recobrara sonde e torcas, depois de haver tenta-
do intilmente todos os outros remedios.
As mais atllirlas nao dovom entregar-so a do-
sesperaco : tacam um competente ensato dos
eOlcazes effeitos desta assombrosa medicina, e
prestes rectiperarao o beneficio da saude.
Nao se perca tempo em tomar este remedio
para qnaiquer das seguintcs enfermidades :
Accidentes epilpticos. Febroto da especie.
n^o^s^AX^s^'' dis^6es e condic6es-,o ^edoVe^aa o"qe
Oa mesraa casa cvntarta-ia ifiua-.e com perfeicSo os mismos sinStromentos.
fe
: :
*
WD

Alporcas.
A iplas.
Areas (mal de).
Isthma.
Clicas.
Convulsoes.
Debilidado ou exlonua-
co.
Debilidade ou falla de
forras para qualquer
cousa.
Dysinteria.
Dor de garganta.
do barriga.
-IIOS lili-.
Dureza no ventre.
Enfoi midados uo ventre.
Hitas no ligado.
Ditas venreas
Enxaqui'ca.
Ilervsipi-la.
Pebre biliosas
Febreto intermtonte.
Colla.
Ileniorrhoidas.
Hydropesia.
ictericia.
Indigest es.
Inflaramacoes.
I r r o g n la ridades da
menstruaco.
i.ombligas de toda es-
pecie.
.Mal de podra.
Mam lias na cutis.
Obstmeoo de ventre.
Phtysiea ou consump-
pulmonar.
Retenco de omina.
Rheumatisrao.
Symptomas secunda-
rios
Tumores.
Tico doloroso.
Ulceras.
lVenereo (mal).
^

asa-NOVA
Enciclopdica de Gaspar Antonio^
Vieira Guimares, gerente
Jos Gomes Villar.
RA DO CRESPO HERG 5.
V
Noslonovo cslabelocimonlo de fazoodas fidas para senhoras e homrns ha de
ludo bom c por monos do que era outra parle qualquer, como se provar afiin de fa- (S&'
zer muito negocio. Z.*i
Ricas sodas, lias, linho e algodo.
i> 1) Chapelinas para senhoras, manteletes de todas as qualidades, camisas
5sS saias balocs, ditas bordadas do fuslo, boas ligas para
.;->*, Boas chitas, boas cassas organdys, enfoilos de flores,
%5g; Paia menina, roupas para meninos e meninas, chales para senhora de toda
.^>; as qualidades do pontas redonda, chales do touquim preto e de outras cores,
"' S cintas finas superiores, roupoes de cambraia finos bordados.
para senhora, ^
peina de moca. 'f\\\
utos de vidrilho", manteletes wii
chales -- '- --- Um variado sorlimento
t>'v oe rouPa u-'la- sobrecasacas superiores do panno fino de cores e
g^ calcas brancas de brim, de casemira preta e decrese colletes de
dados.
Ssj9 Camisas, scroulas o calcado Mellier.
prclo, paletots,
todas as quali-
1
tvol aqu mencionar, porem com a vista
pradores se mostraro. ^
Dlilho novo
Saceas de milho a 6$000 : na ra Nova n 52.
Na loja
das seis portas em
em frente do Livramente.
ROUPA FEITA.
Paletots de panno preto, fazenda fina, ditos
de casemira de cores com golla de velludo, d-
ios do alpaca prelos, ditos de brim branco e
pardo, dilos de fustao de cores, calcas fde caso-
miras pretas ede cores, colletes de velludo pre-
to c do cores, dilos de seda, gorguro e do ca-
semira bordados, camisas braucas e de cores
unas a 25 : a loja est aberta das 6 horas da
manhfia ,'is 9 da imito.
Na ra Direita, sobrado de um andar n.
33, ao p do sobrado do fallecido Ignacio Nery,
vndese doces seceos de caj muito claro, an-
naii.'is, sidra, liman, e os mesmos do calda ; lam-
be m se fazeiu bandejas de armacao de bolinhos,
de lindos modelos, cora figuras,* ramos e lolroi-
ros, proprios para bailes e mais festejos ; fa/.ern-
so tambem pastis, doces d'ovos, Ircraedeiras, e
todo o arranjo de urna mesa.
Relogios.
Vendem-se relogios de ouro inglezes, de pa-
tente : no armazem de Augusto C. de Abreu.
na ra da Cadeia do Recife n. 36
F.nfeites de vidrilho e do retro? n 45 rada |
:ni "a ra do QueiT3<*o n.37, loja _! .-
Vendem-se estas pillas no estabelecimento
geral de Londres 11. 22, sSlrand, e na loja de
todos os boticarios droguistas e outras pessoas
encarregadas de sua venda em toda a America do
Sul, Havana e Hespanha.
Vendem-se asbocetidhas a 800 rs. cada urna
dellas, contera urna inslruccao cm porlugucz pa-
ra explicar o modo do se usar destas puntas.
O deposito geral era casa do Sr. Soum
pharmaroutico, na ra da Cruz 11. 22, era Per-
nanibuco.
Tasso limaos
c
Nos armazens
vende-se :
Arroz de casca.
Milho novo.
Parinha de mandioca.
Tahoado de cedro.
Velas de carnauba
Ditas ttearinas.
Marrasquino de zara.
Licores finos.
Champngne marcas acreditadas.
Conservas.
Farelo de Lisboa.
R Coniinua-se a vender tazendas por baixo 'f'
* proco ate niosmo por menos do seu valor,
H afim do liquidar coritas : na hija de portas
g na ra do Queimado n. 10.
Descobcra.
Fil de seda liso.
Vende-sena ra do Cantiga n. 2 R. taja de
mi'tdwasdf oaquim v 'tas le Castro.
Finalmente nesle estabelecimento ha de tudo'e por preeos admiraveis avista da
qualidade, e pede-so a lodos os senhores de engenho que quandn vieren) a prac,a di-
rijam-so a este estabelecimento se quizerera comprar boas fazendas e por preeos que ^S/
*5"
era outra parte nao se vendem.
J
Superiores charutos
suspiros c havanciros, guanabaras e suissos, cigarros bota fogo a 140 rs. o maco.

CO^'SILTORIO
DO
mm&^) 9 JOTi S PM[DL
3 R'A iu;lori.i.a DOFl'miO 3
Clnica por ambos os systcmas.
gencia, as pessoas residentes no bairro do Recife podero re-
)o Sounn& C. amada Cruz ou loja de livros do'Sr. Jos
O I)r. I.obo Moscoso d consultas'lodos os dias pela manhaa ede tarde depois de 4 horas.
Contrata partidos para curar annualmente nao sopara a cidade como para os ongenhos ou outras
propriodados maos.
Os chamados dovem ser dirigidos sua casa al as 10 horas da manhaa e em caso de ur-
gencia a oulra qualquer hora do dia ou da noite sondo por escriplo em que se declare o nome da
pessoa, o darua o o numero da casa.
Nos casos que nao forera do urge
nielter seus bilhetes a botica do Sr. Joc
Nogueira do Sou/.a na ra do Crespo ao p da ponto velha.
Nessa loja o na casa do annnnciante achar-se-ha eonstanloment e os melhores medica-
mentoshomcopulhicos ja bem conhecidos e pelos preeos seguintes:
Botica de 12 tubos grandes.........
Dilos do 2 i dilos.............
Ditos de :fi ditos............
Dito do 48 dilos...............25J&000
Ditos de 00 ditos................OsOOO
Tubos avulsos cada um.............IjJOlO
Frascos do tincturas.............. 2$i)C0
H inoal de medicina honieopathea polo Dr. Jahr iradiizido
eiu portuguezcom o diccionario dos tormos de medi-
cina, cirurgia etc.. ete............ 20*000
Medicina domestica do Dr. Uoring, com diccionario. 10J00O
Ri ; .do Dr, Mell 1 v raes......... nfOOO
iosooo
15g000
20*090
MUTILADO


DIARIO DE PER2JAMBUCO. QLAHTA FEIBA 3 LE iVEMfiRD DE 1859.
Cl)
\.
t
Ra da Senzala Nova n. 42
Vende-se em casa de S. V. Jonhston A C. va-
quetas de lustre tara carros, sellins e silhocs in-
glezes, candeeiros c castioaos bronzeados, lo-
nas inglezas, fio de vela, chicote para carros, e
montara, arreios para carro de um e dous cval-
os, e relogios d'ouro patente inalezes.
fOSELLE MOSSElXl
he
TOllMiriLIEl&(C0
LONDRES
em garrafas e meias gar-
rafas.
C.J. Astlev&C.
NA LUJA
das seis portas em
frente Jo Lvramcnlo.
BARATO.
Pecas de rambraia branca de salpicoTpara ves-
tido a" :t>500, ditas bordadas propri.is para corti-
nado o babados com 8li2 varas a 2g, ditas de co-
res, fazenda lina e tintas seguras a 240 a cova-
du, chales de merino estampados a 4?, gollinhas
bordadas a OO re., ditas finas a 1?, manguitos li-
nos a 2500, ditos com gnllinha a 3a : a loja es-
t aberla das 6 horas da manhaa s 9 da nuite.
Seguro conlra Fogo
COHfPAHHIA
lBI
Altencaoao seguuilo andar J
| do sobrado da esquina dag
ra do Queimado porcimag
i da loja do Sr. Preguica,|g
entrada pelo boceo ou
I Peixe Frito n. 1.
de
DgOOO
T8J
LONDRES
AGENTES
, C J. Astley Relogios de ouro
inglezes. de patente, vendem-se por preco muilo
ommodo : no armazem de Barroca Medei-
ros, ra da Cadeia do Hecife n. 4.
'"BHI% |r :* ntw m M. '*'?
I
!
Vende-se
andino
18$000
8$000
TOgOOO
60S0OO
ISgOOO
2OJ00O
8S000
8S0O0
5gO00
8
98
M\
Folha de cobre c Metal %
amarello. I
Eslanho em barra e Pre-
gos de cobre.
Alvaiade eVerniz copal.
I Folha de Flandres.
I Palhinha para marci-
I neiro.
Vinhos linos de Champa-
nhe e Moselle.
Lonas da Russia e Brim
de \ela: no armazem
de C. J. Astlev & C.
i
Corles de vestido de duas s ias
camhraia decur milito linos a
Ditos de gaze de duas saias phan-
tasia a
Ditos de volandillas escossezes a
Ditos de seda duas saias a
Ditos de 3 folhas a
Ditos de blondo de 2 saias bordado
de cor a
Chales de froco3 ponas a
hilos dito de 4 ponas a
Chapeos para menino conde de Pa-
ite a
Ditos para menina de crep a
3 Booets para menino, russos e
Basquinas para senhora de fusto
le compridos ultimo gosto a 25>000
ag Ditos dihn de camhraia finissima a OgOUO
gj Vestidos para meninos, de seda com
ag basquina de eambraia bordado a 15JC00
jg Ditos para ditos todos de seda a 2OJJO0
Vendem-se velas de espermacete em eaixa a
700 rs. a libra, e a relalho a 720: na ra das La-
rangeiras n. 16.
Vende-se urna encllenle.taberna com pou-
cos fundos no pateo do Carme n. 9 : os proten-
dentes dirijnm-se inesma.
Vende-se na ra do C.ollegio n. 5 o bom do-
ce de banana e arar e de goisba lino por prego
mais barato do que em outra parte.
pechincha.
Na loja do Preguica, na ra do Queimadn n.
2, vendem-se pecas de chitas tinas de cores lixas
e de escolhidos "padres rom 38 corados cada
una, pelo baralissimo preec de 5gS00, e em re-
lalho a 160 o covado.
Borzeguins de sem
brancos para senhora,
chegados ultimamenle de Franca, obra fina, de
prmeira qualidade: na ra Nova, loja de calca-
do francez n. 7.
Vende-se una pela de MCko Costa, boa
I figura, ptima larsdeira e quilandeira : na ra
1 di Cadeia de Santo Antonio n. 16, segundo an-
dar.
Champanha.
Vende-se superior champanha da marca muilo
acreditadC&G |: em casa de Manoel Silva
Sanios, na roa da Cadeia do Recite n 62, se-
gundo andar.
AGENCIA
FUNDIDO LOW MOW,
Hua da Sen/ala Hita n. 42.
Neste eslabelecimenlo continua a haver um
comapleln sortimenlo de moralas e meias moen-
das para euSenho, machinas de vapor e laixas
de ferro batido e coado, de todos os tamanhos
para dio.
Carro.
Vende-se um carro americano de rodas, as-
sento para duas pessoas. pintado de novo, em
bom estado de uso, leudo as rodas solidas e no-
vas, com arreio para um cavallo : na cocheira de
A. Bourgois, na ra Nova, atraa* com P. A. de
Oliveira na ra da Aurora n. 26.
Barato que ad-
mira.
Velas de espermacele a 750 rs. a libra, em eai-
xa e a relalho : na ra Nova n. 52.
Vende-se rap Menron polo tnesmo proco
acabem.
?"IMT-SM"**!L*a{ H *R U c WC*[ O-.5-
Fazenda com avaria.
L pechincha sem igual.
Na loja do Preguica, na ra doQucimado n. 2,
tem para vender pecas de algodao largo com lej116 se 'ende no deposito geral : na ruado Kan-
varas cada urna, pelo barato proco de 1, pecas! Scl omero 62.
de cassa lisa lina a 2500 : a ellas, antes que'se 1 [
Linhas do gaz.
Vendem-se na ra do Cabug n.2 B., loia de
miudezas do Joaquim Antonio Dias de Castro.
= Vendo-so farinha de mandioca em saceos,
| deboa qualidade, saceos com milho, [ditos com
! feijao mulatinho, ditos com arroz pilado e de cas-
i ca, courinhos de cabra, 'udo por preco milito co-
i mnioilo : no armazem da ruado llangeln. 62.
: REMEDIO ENCOiVIPARAVEL.
UNGENTO HOLLOWAY.
Milhares de individuos de todas as naeoes pn-
dem tesiemuiiharas virtudesdeste remedio in-
| comparavel e provar em caso necessario, que,
pelo uso quo doli izeram tem son corpo e mm-
bros intiii iinionie saos depois do narer emprea-
do intilmente oulros tratamenlos. Cada pesoa
puder-so-ha convencer dessascuras maravilnoas
pela leiiura dos peridicos, quo ibas relatam
todos os dias ha muitos anuos ; e a niaior parle
dellas sao lo sor prndenles que (ucniupe so
medios mais celebres. Cuantas pessoas reco-
braran] com esto soberano remedio o uso de seus
bracos e pomas, depois do ter permanecido lon-
go lempo noshespite.es, onde de viam soffrer a
amputaco I Dellas ha nmilasque ha vendo dei-
xado essos asylos de padecimentos, para seno
submellerem essa oporaoo dolorosa foram
curadas completamente, mediante ousodesse
preciosoremdio. Atejuraas das taes pessoas na
enfuso de son reconhecimento declarajcam es
tes resultados benficos dianto do lord corrego-
dor e oulros magistrados, a ti m de mais autenti-
caren] SUS lirmativa.
Niiignoni desesperariadoestsdo do saude se
tivosso bastante con&anea para ensaiar esto ro-
modio constantemente sguindo algum lempo o
mentratato que oecessitasse a natnreza do mal,
cojo resultado seria prora rincontestavelmente :
Uue ludo cura. ____ -----
ungento lie til, mais particu-
larmente nos se sruintes rasos.
Tachas e moendas
Braga Silva & C, tem sempre no seu deposito
(Ja ra da Moeda n. 3 A, um grande sorlimenlo
de lachas e moendas para engenho, do muilo
acreditado fabricante Edwin Maw : a tratar no
mesmo deposito ou na ra do Trapiche n 4i.
Pechincha
a 1#000 cada um.
Cobertores ce 13a ; vende-se na ra do Crespo,
- equina que volta para a ra da Cadeia.
Miiia alloiinio.
Vende-se para fechar conlas saccas com faii-
uha de mandioca pelo baralissimo prego do 6j>
por sacco : na ra da Cruz n. 26, armazem.
Fazendas com pequeo
toque de avaria.
l." pechinrlia.
Na loja do Preguica, na ra do Queimado n.
2,ha para vender pecas de finissimo e muilo
largo madapolao, pelo baralissimo preco de 5g,
3$500 e 3^000 : cheguem, antes que soacabem.
Chapeos de castor pretos
e brancos
Na ra do Qucimado n. 37, vendem-sc os me-
Ihores chapes de castor.
Carlos Marn, da rasa do Carlos Valais, joa- [
Iheiros de Suas Magostados Imponaos, lema
honra doparlicipar ao llustre publico que se
acha nesla cilade com um completo sorlimenlo
de joias, que se acha exposln 110 escriptorio dos
Sis. Araorim i Irmaos, ra da Cruz n, 3, segun-
do andar. Becobem-se lambem obras velhas em
troco.
O Anlunes, rua da Cadeia do Becire, ven-
de por preoos commodos, o seguinte :
Casacas pfelas francezns.
Cal-as ditas ditas.
Golletes ditos ditos.
Filis de velludo pretas lavradas, proprias para
bordar becas.
Filas, flores e oulros enfoiles para senioras.
Tambem vende um bom cavallo russo cardo.
Caberlas de chiia a2s.
Rua do Queimado n. l).
Vendem-se cobertas de chita a 2$, cortes de ris-
cado francoz a 2J500, lencos de camhraia para
algibeira a 2S a razia.
2S000c2So00 apeca.
Algodao trancado americano branco, propric
para loalh g o roupa de escravos, com um
quena loque de agua doce : no armazem de
zondas da rua do Queimado n. 19.
Cheguem ao barato.
O Leile iS; irmo continan) a torrar na rua
da Cadeia do Hecife n. 48, pecas de eambraia li-
sa com 10 jardas a 43500 e 5g, lencos do cam-
hraia de linho a 33 a duzia, cambraias muilo fi-
nas o de linios padres a 6i0 a vara, meias fi-
nas para senhora a 358OO a duzia, dilas eruasIn-
glezas para homem e meninos, chales de mori-
llo lisos a 4g500, e bordados h 63, palclols de
alpaca prela e do cores a 5$, corontas de linho
I e algodao, camisas iuglezas muito superiores a
' 6O5 a duzia, organdys de lindos desenhos a
llJlOO a vara, corles de cassa chita a 3$, chita
! franceza a 240,280, 300 e 400 rs. o corado, peoas
I dejnadapolo com 30 varas a 4$0i), 5j, 5g."j6o,
6,7 e &J, chitas inglezas de cores lixas a 200 rs o
covado, loalhas para mesa a 3 e 4, cortes de
calca do brim de linho a 2$, ditas de meia case
mira a 2-;240, vestuarios bordados para moni-
nos, e oulras nimias fa/.endas que <;e vende por
barato preco.
Em casa de N. O. Bieber
& C. rua da Cruz n. 4, vende-se ;
Champagne de sunerior qualidade de marca acre-
ditada na corte.
Tinta branca superior em oleo, latas de 25 li-
bras, por commodo preco caixasde4 latas.
; Verniz e verniz copal.
: Algodozinho da fabrica Todos os Santos da Bi-
hia.
Brilhanles de diversos tamanhos e de primeira
qualidadn
Brim trancado de linhotodoi
preto,
fazenda muito superior; garanle-se que nao
desbola : na rua da Cadeia do Recife n. 48, lo-
ja de Leile & Irmao.
1600
2g000
lguOO
800
320
160
Casaveques.
Vendem-sc casaveques e roupdes de cam-j
brai bordados, o melhor que existe neste mer-
cado, o por preco commodo : na rua do Crespo.
n. 23:
=: Qualqner destes dias devej chegar da pro-
viuda de Alagoas, para ser vendida, urna barcaea
nova e bem construida, oom as melhores mt-
deiras, c bem provida de bons roassames, com |
capacidade para 700 saceos : quem prelcnde-la di-
rija-sc ao caos do llamos, andar terreo em ca- ;
sa de Prxedes da Silva Gusmo, com quem po
deriio tratar.
Cortes de vestidos
de seda
Na rua do Queimado n. 37 loja de
portas acaba de receber pelo ultimo
navio vindo do Havre um completo sor-
timenlo de vestidos de seda de 2 saias,
2 bahados c de aveutal.os qnacs se ven-
Fara concluir a ttquidacao das Idzenus
da extincta firma de Leite & Crrela,
vendem-se asseguintes fazendas, por
muito menos de seu valor, na loja de
quatro portas da rua do Queimado
numero 0.
Sedas prelas lanadas, superior qualidade,
covado
Crosdcnaple prelo muilo bom e largo, co-
vado
Dito dito mais estreito, covado
Camisetas de camhraia para senhora, urna
Tiras c entremetes bordados.
Sorlimenlo completo de chita de cores,
covado
Dito de chitas largis franeczas, bons pa-
dres c cores lixas, covado 240
Gangas de coros escuras c claras, covado 200
Cortes de calca de meia casemira aljJ600 e 2&O00
Meias croas para homem, duzia 2500
Dilas para dito muilo superior, duzia 4;000
Aloalhado adamascado muito largo, vara lj280
Cassas de cores lixas e padres vistosos,
covado 2i0
Riscadinho francez, covado 160
Musselina de cores ixas. covado 240
Chales de laa com palma de seda, um 2-3000
Corles de calca de casemira fina de cores 5J00O
Ditos de dila prela 6g000
Ditos de collete de gorguro com palma
de velludo SjjOOO
Ditos de dito de gorguro e seda 2$000
Dilos de dito de merino bordado 3J000
Lencos de seda pequenus para pescoco de
senhora 400
Panno prelo, covado 2g50O
Dito superior, prova de limao, covado 3 e 4j?000
Superior brim trancado de linho, branco,
vara lgOOO
Dito dito de cores, vara 800
Meias brancas para senhora, duzia 3#000
Hilas para dila muito superior, duzia 4$000
l.uvas de pellica para senhora, em bom
estado, um par IgOOO
| ATTENCAO. i
> ** de ouro e praia, conceda relogios, joias e -\
msicos, ja aqui he condecido ha muitos
> annos, habita no pateo do Hospital n. 17. -^
Ilachinismo para engento.
Na fu nd i cao de ferro
DO
EXGENHE1RO
Z>. W. BOWMAN.
lsla^e\cc\\a na v\\a Ao
llrum \>assai\(Vo o e\iarv..
Se execulam todas as encommendas de rr.n-
chinismo para engenho, coro a superioridad
reconhecida, e com a devida presteza ecorcr.
didade em preco.
No deposito do mesmo,
Machinas de vapore rodas d'agua.
Moendas c meias moendas.
Tachas de ferro fundido e batido e de cobrv.-
Alambiques do ferro.
Paroes e formas de assucar.
Rodas dentadas para agua e animaes.
Crivos o boceas de fornalha.
Agnilhdds, bronzes e parafusos.
Ilombas e ranos de ferro.
Monillos do mandioca e fornos de farinha.
Arados, rodas de carroca com eixos de patenta,
etc., ele.
na rua dos Guararapes, defionie da fundico,.
sempre grande sorlimenlo de
a sacca de 90 libras : na i. j-
dem por preco commodo.
: Ghapeliias de seda c de|Na loja do sertanejo, rua
do Queimado n. 43 A.
velludo para senhora.
Ricas chapclinas de seda e de vellu-
do para senhora: aa rua do Queimado
n. 37, loja de 4 portas.
Golas e manguitos.
Ricas golas e manguitos dC Cam- co de 4g cada um, assim como tem
braia : na rna do Queimado n. 37, loja
de 4 portas.
Manteletes
Ricos manteletes de grosdenaple ri
Itcccberara em direilura de Franca, deencom-
menda, os melhores chapeos de castor rapadoss
sendo brancos e pretos, eas formas as mais mo-
dernas que tem vindo ao mercado, e por me-
nos que em outra qualquer parte, assim como
lambem tem um grande sorlimenlo de enfeile,
de vidrilho pretos c de cores pelo diminuto prc-
e mailgllltOS de Cam- JO de A% cada um, assim como tem chapeos d<
sol de panno a lg200 cada um em perfeito esta
do, aberturas brancas muito finas a 320, ditas de
esguiao de linho a Ig urna, eambraia preta lina
a 360 o covado, e a vara a 560,e a 640, gangas
de cor a 540, brim branco de linho a 1;200 a va-
ra, colletes de velludo de furla-corespretos a
7g40O, ditos pretos a 8 e a 9g, calcas de case-
mira de cor a 7, 8 e 11$, ditos pretos a 7, 9 e
1 CaillCnte bordadOS : na rua dO QuCima- 12g, colletes de gorgorito a 4, 5 e 6g, saceos pa-
ra viagem de diversos lmannos, eias cruas, por
ser grande porcao, a 1&500, dilas a 1JJ600 e 2J> a
duzia, finas ase 4g, chapeos enfeilados para
meninos e meninas e senhoras por qualquer pre-
co, e ludo o mais aqui se encontrar o pre^o,
e nao se deixa de verander.
do n. 37, loja de portas.
Pentes de tartaruga.
Ricos pentes de tartaruga para atar
cabello: na rua do Queimado n. 37,
loja de i portas.
Gamisas francezas
Ricas camisas francezas tanto de
peio de linlio como de algodao c de fus- i !"'',tocbo"3 a, 40rs- far- ??Sf
' t\ B i i para senhora ou meninas muito lindas
tao: na rua dO QueiIliadO O. 3/, lOja de j para acabar ; na loja de miudezas do
500 rs. a peca
Farelo a 6;000
Nova n. 52
Loja da boa f no
aterro da Boa-Vista n. 74.
Vende-se ricos manguitos com oamisinh*-;
golinha a 45 e 6r, ricas golinhas de bordado .
aborto a l$4O0 e l|800, tiras bordadas a 81
IgOO,(lentes de tailaiuga virados muilo fecSM
a 12$, dilos imilando tartaruga a 2g, dito ti^
larlarugasem ser virado a 49 e 4500, ditos ion-
lando a 1}, poca de franja para cortinado com
15 varas a 4500, papel alma ;o a 3g e 3J50O, (.ti)
de peso liso e paulado a 3g500 a resma, p
de lauca a lgeQOrs. a gio/.a, cairiuha coa
jogo de vispora a lg, boies de madreperola a
600 rs. a groza, ditos do mais fino quebs-a-
1120, ditos de luuca a 160 rs., caitinha eos*-
alfinetes sorlido praleado de cabeca chala a 386
e 120 rs., caixinba com grampos a 160 e 100
.macos com 50 grampos a 80 rs., dilos cora mo-
nos a 40 rs., sapa loes do Aracaly iiora mne-
nos a 18120 rs., ditos de marroquini para st-^iv
ra a 800 e 900 rs. o par. dilos de lustre a l^UH
chapeos de je jgcOO'e um rico sortimenlo de franja dse
da, la e linho, gales brancos e de coros, bit
le rendas, ditas a imitaco de labyrinlho e sjsas-
complelo sorlimenlo de miudezas que sevenE
por menos do que em outra qualquer loj.
Na rua Diroila n. 28 vende-se riquissimas-
caixinhas proprias para prsenles tanto chaics-
como razias, cousa do ultimo gosto, principal-
mente para as senhoras do bom goslo assim.cam
lambem ricos papis proprios para cebrir preseu-
tes tanto redon da como oval; tambero. ae-&i
promplam bandejas de todos os tamanhos ayo*1
lade dos compradores, oeilio o mais moder--
lio que pode haver, e muitos oulros objecloa-oro--
prios para a [este ludo por menos proco que 9a.
oulra qualquer parle, a dinheiro a vista.
Bandeiras nacio-
naes.
Vendem-se na rua do Queimado n. 7, bandei-
ras nacionaes de varios tamanhos, muilo bem
feiUtsga 800 rs. cada urna.
Aviso,
No armazem de Adamson, Howie & C. rua
lo Trapiche n. 42, vende-se selins para homem
e penhora, arreios prateados para cabriolet, chi-
cles para carro, coleiras para cavallo etc.
Na loja da estrella.
Rua do Queimado n. 7.
Este estabelecimento contina a estar sorlido
de fazendas de todas as qualidades como sejam :
Bicos corles de vestidos de seda de 3 fo-
lhose 2 saias, c Aquile
l'alelols de panno
Ditos de dito muito fino
Ditos de casemira de cor
Dilos de alpaca pretos muilo finos e
mais abaixo
Ditos de ganga e de brins
Calcas de casemiras pretas e de cores
Ditas de hura branco e de cores
Colletes de velludo piolo e de cores,
Dilos de gorguro muito finos
Dilos de fuslao
Camisas francezas de todas as qualidades
1 | .ira homem
misas francezas bordadas para senhora
l.eques da melhor qualidade e do ultimo
gosto
Mantas e grvalas de seda de todas as qua-
lidades
Chapeos de sol de seda inglezes
Dilos decastor para cabeca muito linos
Ditos pretos os melhores que lem vindo
ao mercado
Taimas prelas do ultimo goslo
Casemiras de cores para paletot
Corles de casemiras inglezas
Dilos de ditas francezas
Ditos de ditas muilo finas
-peos Amazona para senhoras e me-
ninas
208000
40$000
25g000
9
9
- 9
9
s
0
Alprcas.
Cambras.
Callos.
Canceres.
Cortaduras.
Dores do cabeca.
das costas.
dos ineinbros.
Enfermidades da culis
em geral.
| Ditas do antis.
Erupcoos c escorbti-
cas.
Fstulas no abdomen.
Frialdade ou falla de
calor nas exlreinida-
des.
Fiioiras.
Congivas escaldad as.
Inchaces.
Inflamaco do figado.
I
2ft400
DjJOO
95000
Machinas de costura
Inflammac&o da bexiga.
da matriz
Lepra.
Males das pomas.
dos peitoe.
de oihos.
Mordeduras do repite.
Picadura de mosquitos.
Pulmoes.
Queimadelas.
Sarna.
Supuraeoes ptridas.
Tinha, em qualquer par-
te que soja.
Tremor de ervos.
Ulceras na bocea.
do ligado.
das articulaooes.
Vcias torcidas ou noda-
das nas ponas.
m
sortimenlo de cha-
peos.
Chapeos de castor pretos de supenor qualida-
de a 10JJ, ditos francezes de seda a 7J, ditos de
castor brancos a 14jJ. dilos de velludo a 8 e 95,
dilos da 11 iita de todas as cores muilo finos, di-
tos de palha inglezes de copa alta e baixa a 3 e
5S, ditos de fel tro, um sorlimenlo completo, de
2500 a 6*500, ditos do Chile de 3*500, 5, 6, 8,
9, 10 e 12tf, ditos de seda para senhora, dos mais
medernos, a_12jj, chapeliuas com veos do ulti-
mo gosto a 155, e ufo i tes finjssimos paca, cabeca
a 4S-wfTe 55. chapeos de pallia escura, massa'e
seda, muilo proprios para as meninas de escola,
sendo os seus precos muito em conta, ditos para
baplisado de meninos e passoios dos mesnios,
leudo diversas qualidades para escolher, bonels
de galo, dilos de marroquim, dilos de vellu-
do
portas.
Bonets para crianca
Ricos bonets de marroquim para
crianca: na rua do Queimado n 37, lo-
ja de"4 portas.
Eufeitespara senhoras.
Na lojaLguia de ouro, ruado Cabug n. 1 Ti.,
vendem-seStis lindoseneitcs de vidrilho pretos e
de cores, ditos de velludo cores 'escuras, com vi-
diillio e sem ello, dilos de froco do todas as cores,
dilos de. flores e laco defitas, ludo do ultimo gos-
lo, chc<)do nestes ltimos navios de Europa, e se
vende por baralissimo preco.
Caixinhas proprias para
mimo.
Na loja da aguia de ouro, rua do Cabug n. I
R., vendem-se as lindas caixinhas com amen-
doas de cores, surtidas, do mais lindo gosto que
se pode encontrar, proprias para mimo, que as
vende por preco baralissimo.
Alcatrao.
Vendem-se barris de alcatrao, nos armazens de
Andrade & Campello, na rua da Madre de Dos
n. 18, ou no largo da Assembla n.9 A.
de fita de velludo de um dedominimode largura
com 10 lr2 varas, bandos de crina para senhora
de conlas
a 160 rs.
acabar ; na loja de miudezas do aterro da
Boa-Vista n. 82, quasi confronte a matriz.
Esparlilhos.
Na loja de Gama & Silva, no aterro da Boa-
Vista n. 60, vendem-se esparlilhos de linho com
carrileis pelo baralissimo prego de 6$500 cada
um.
Yesdos de seda.
Vendem-se cortes de vestido de seda com 2e3
babados. armados, de 20 a 408 cada um sendo,
que seu valor razoavel era de 80$ : na loja de 4
portas da rua do Queimado n. 10
Hua (lo Queimado n. 57.
A 30$ cortes de vestidos de seda quecuslaram
605; a 16s corles de vestidos de pnautasia que
custaram 305 ; a 8,$ chapelinhas para senhora :
na rua do Queimado n. 37.
cobertos e descoberlos, pequeos e grandes, de
ouro patente inglez, pora homem a senhora,
de um dos melhores fabricantes de Liverpool,
vindos pelo ultimo paquete inglez : em casa de
Southall Mellors & C.
Bandeiras nacionaes.
Muito proprias para festejos por oc-
casifio de SS. MM. 11 a esta provincia
No armazem do agente Pesta-
a rua do Viga rio n. 11,
vendem-se por mdico pretjo tanto por
s ou a retalho.
B4ft
, ditos enfeilados, chapeos de boa qualidade fi ,ii,7-
rapagem, chapeos de sol de seda para mc_ atacado em duzia
Brilhanles
Vende-se- esto ungento no estabelecimento
geral de Londres n.224, Strand, e na luja do
lodos os boticarios droguistas e ontras pessoas
oiu arregadas de ua venda em loda a America
do Sal, llavana e Hespanha.
Vende-se a 800 rs. cada bocelinha, contm
urna instrucco em porluguez para o modo de
fazer uso desie ungento.
O deposito geral lio 0111 casa do Sr. Souin,
pharmaeeuiico. na rua da Cruz n. 22. em Per-
nambuco.
Fazendas moder-
nas.
de S.M.Singer &C. da
New-York, o mais aper-
feicoado systema, fazen-
do posponlo igual pelos
dous lados da costura,
se cnsinar nas casas do
familia, bem como se
mostram a qualquer ho-
ra do dia ou da noite
nesta agencia : nicos
agentes em Pernarabuco Raymundo Carlos Lei-
le & Irmao, aterro da Boa-Vista n. 10.
Em casa de Rabe Scbmettan &
C, rua da Cadeia n. 37, vendem-se
elegantes pianos do afamado fabrican-
te Traumann deHamburgo.
Vende-se farelo de Lisboa, em saceos gran-
des e de superior qualidade, por menos proco
que se vende em outra qualquer parle : na nn
do FaDgel n. 62, armazem.
Corles de casemiras do cores finas a 5?500, di-
las de una s cor muito finas de 3 c 0$, coitos
decollte de velludo de coros a 6J000, dilos diio
preto a 5$ e 6, colchas de algodao adasmsca-
das a 59, bri'.hanlina branca o covado 480, case-
mira de quadrinhos o covado 15, pannos para
mesa muilo bonitos e modernos a 65. corles de
barege com tres ordens de babados a 159, cha-
peos de phantasia para homem, sendo de gor-
_ gurio de seda a 7o, ditos doChille de a 255,
garntese a seguranca dilos de fellro de 1->j00 e 52, camisas de cara-
das rr achinas e manda- ra!a de liun? Pilia senhoras, dilas de esguiao
muilo fino, ditas de eambraia bordadas com man-
gas, ricos cortes de seda de ludas as cores, man-
eletes dos mais modernos, grande sortimenlo de
perfumaras inglezas legitimas, joias decoral ver-
dadeiro, oleados de diversas cores imilando
marroquim para colirir mesas, forrar almotadas,
travesseiros, etc., ele, e bem como um'completo
sorlimenlo de fazendas do mais apurado gosto e
melhor qualidade, vendendo-se ludo por baixos
precos, no armazcmdc fazendas de llaymundo
Garios Leilo& Irmo, aterro da Boa-Vista n. lo.
nios de escola, e mesmo para senhora e para ho-
mens ; finalmente oulros muitos objectos que se-
ria enfadonho mencionar, e ludo se ven de niui-
j lo em conta ; c os senhoros fregueses vista da
fazenda Dcaro convencidos da verdade : na bem
contienda loja de chapeos da rua ireila n. 61,
de Denlo de Barros l-'eij.
Vende-so um carro de 4 rodas, minio
bem construido e forte, com assontos para 4 pes-1
soos de dentro, e um assento para boleeiro c
criado fora, forro de panno lino, o ludo bom ar-
ranjado : para fallar cim o Sr. Poirier no aler-
ro da Boa-Vista, c no escriptorio de James Crab-
Iree &C, r. 42, rua da Cruz.
Cassirairo Lopes Brasileiro, morador no Clin-1
ra-Mcnino, tem para vende.i charutos de cheiro
a 6;000 o jenlo, encaixados.
Allencao.
Acha-se neste porlo em franqua, para lomar
agua, o brigue francezSanl'Anne, que se des-':
linava ? Marionica, com urna carga de burros(e
muas muilo superiores ; provino-so, pois, aosse-
nhores compradores, que so dirijan) a bordo para '
verosanimaes e fazer negocio: para qualquer i
Uiformaco queiram dirigir-se ao escri(itorio de
Amorim Irmaos, consignalanos do dito navio,
na rua da Cruz n. 3.
Grande sortimenlo de
roupa feila
Lesmodespvarisiennesf
Os mais ricos vestidos do seda de ?
! duas saias pretos bordados e de cores ^
bordados proprios para bailes, vende- ^
se nicamente no segundo andar do
sobrado da esquina da rua do Quoi- M
mado por cima da loja do Sr. Pregui- g.
ca ; na mesma casa se recebeu pelo ^S
i navio Beleni, chegado ltimamente de f$$
Franca um variado sorlimenlo de la- jg;
zondas de modas, as quaes se acham *-~
desde j venda. 9
Vende-se um carro de 4 rodas patente in-
glez, construeco forte, largo bastante para 4
pessoas, forrado de fazenda do seda de bonito
gosto e cor, ludo novo, sem ter sido anda ser-
vido, muilo de lente e proprio para a espera
de S. 11. I.: os pretendentes podem ve-lo a
qualquer hora na cocheira do Miguel, aterro da
Boa-Vista.
Escravos fgidos.
Desappareceu da casa de seu se-
nliornodia 2G do conente, indo taer
algumas compras, o mulat'nlio Firasi-
no, com idade de 11 annos, cor a5v.,
bastante vivo, levou vestido camisa ce
madapolao e calca de um brim cor di
cinza, presume-se que lora seduzidc^ b
que estar'oceultoem alguma paie-:
roga-se as autoridades policiaes a ssr.j
captura e quem delle der noticia
o trouxer a rua do Collegio n. ibr se-
ra' gratificado.
Fugio no dia 24 do correte s 9 horas-
noile, Maiia, parda, de 18 anuos de idade, cabel-
los carapinhose avermolliados ; tem marcas m
bexigas, pamuL por lodo o corpo, pouco fallad-
le ; levou vestido rxo com llorinhas encari;-
das, chales eiicawiado, argolas de cornali
zoes o duas vollas de ouro rom una moeda
castoada : roga-se s autoridades policiaes ou s
quem o appreliender, queira leva-la rua das-
Aguas-Verdes n. 6i, em casa do Sr. leiieuli.
ronel Jos Rodrigues deSena, que ser reeorp-
pensado.
Escravo fgido.
No principio de sclembro do correte tu
fugio do engenho Tracunhaem, comarca de Goiaa
na, umescravo crioulo, bem moco, ollios graodcs
e abouados, testa granee, cantos muilo fundos,
baixo. corpo regular, cor fula, e barbado; pos'.c
que odlo escravo fosse surrado, anda que pou-
co, todava deve mostrar alguma cicatriz n.
nadegas : quem o pegar e levar ao engenho ac
ma dito, ou ao engenho Dous Acudes, coma:
ca de Nazarelh, ser bem recompensado.
Anda esl fgido o mulatinho Manoei
desappareceu da casa do escrivao Allayde, le.
do calca e camisa azul, olhos amarcllos, azulados,,
rosto redondo e plido, mulatinho bem claro,
lera um p lorio volitado para fora, dado rte
16 anuos: roga-se as autoridades policiaes o :
tos de campo a apprchenso delle, que seraop:.-
gos na rua Nova n. 14.
Escravo fgido de bordo do
Bella-Vista
Consislindo em superiores sobrecasacas de
panno prelo fino, casacas, palotots de todos os
lelios, cores c qualidades, tanto de casemira i
como de alpaca, soda e brim, colletes de vel- i
ludo e oulras qualidades, calcas de casemira pre-
la, de cores, e de brim branco muilo fino, pale- .
lols de casemira para meninos de 10 a 15 annos,
completo sortimenlo de vestuarios para meninos ,
de J a 7 annos ; todas estas fazendas sao viudas
em direilura, de urna das primeiras casas do Pa-
rs, e os precos sao os mais razoaves possiveis:
em casa de J. Falque, rua do Crespo n. 4.
d se
NAlRua do CrespoNAl
Jos Mara da Silva Lcnios so-
cio de Julio Liitje & C, negocian-
tes importad ores de joias no Rio
de Janeiro, lem a honra de par-
ticipar ao respeitavel publico
dcsta capital que se acha na casa J j $g$g@$jgeag$$j3 gg^jiS
cima mencionada com urna lin-
da exposico de oBras de hri-
lliantes do mais apurado gosto c
qualidade, constando de ricos
diademas, filas, collares* pulsei- 3|
ras, broches, bixas e argolas,
brincos, aneis e alfinetes, cru-
zes e lios de grandes perolas, m
coinmcndas c hbitos de diver- S
sas ordens e differenles obras tu- ^
do de brilhanles c pedras tinas", ^
sendo ludo vendido, aliancado e
por precos commodos: na rua do S
Crespo n. 11, segundo andar. S
Tambem se presta a mandar W
quaesquer objectos a amostra, m
1
m
ai
^IVwa AaPraVa huuicto ^2
y> Vendem-se nesle novo eslabelecimenlo-^
Ojda Bella-Visla, gneros de pnmeira qua-*
lidade como sejam manleiga ingleza, dila'
.franceza, vinhos superiores de todas asqua-f
flidades duque do Porto, Madeira secco, Xe-1
rez, licores tinos, marrasquino, champagne,j
sconservas, queijos, loucinho, cha, anien-8
pdoas, passas, figos, velas de soermacele.j
f ditas de carnauba e massas de todas as qua-j
lidades c oulros muitos mais gneros, ladoj
jpor precos mui razoaves. i
Vidros para vi
Taclias para engenho
Fundigo de ferro c bronze
Fub.
Farinha de milho americana, em barricas, che-
aada no ultimo navio dos Estajos Unidos : nos
armazens de Tasso Irmaos.
draca.
AG|a caixa: na rua larga
do Rosario armazem de louca.
Francisco Antonio Corrcia Cardozo, Vidros para caixilhos.
lem lllll grande Sorlimenlo de \ Na rua larga do Rosario loja i
tacllas de ferro fundido, aSSilll armazem de louca, mandam-se bot:
PE
n.
28
ar vi-
BORZEGIMS
a 6,000 rs.
Vendem-se borzeguins para homem a 63, dito
para senhora a 3^500, dilos para menina de 2 a i
sapatoas para 3$, homem a 4$, dilos para me-
niuo a33 : na roa do Cabug n.'.'.t.
Polassa da Russia
E CAL DE LISBOA.
No bem conhecido e acreditado deposito da
rua da Cadeia do Recife n. 12, ha para vender
polassa da Russia e da do Rio de Janeiro, nova
e de superior qualidade, assim como lambem
cal virgem em pedia: ludo joor procos muito
razoaves.
Vendem-se formas defblha de^er-
levando cada
armazem de
Cadeia do
brigue brasileiro Camacuaiu
Tedro, idade 45 anuos, cor fula, naco Nag-
altura regular, levou calc3 de algodao' rscado a
camisa branca com pelo riscado, chapo ,
panno prelo, parece ser crioulo pela falla : pte-
se s autoridades policiaes c capites de can
que delle souberom, c prender e leva-lo n bo>-
do do mesmo brigue. que se acha tundead,
forle do Mallos, ou na rua dn Cruz do ftecife,
escriplorio de Amorim Irmaos..
Fugio do engenho Cajabuss o mulato -
cardo com os signaos scgunles : catalura me-
nos que regular, idade 20 annos, cor bronzet
cabellos crespos, testa pe -una. tem falta do un
dente na fronte, corpolenlo, pescoco bast
curto c falla muito descansado; esto osera-.
natural do Para, c foi comprado nesla praca sv
Sr. Francisco Xavier de Oliveira : quem o |-
ou delle der noticia ao abaixo assignado, ser ge
ncrosamonle recompensado Recife 17 de e
vembro de 1859.
lanoel Barbosa da Suca.
Fugio no dia 18 de oulubro do eorrcnle a --
no um escravo crioulo, de altura regular, :;
do corpo, rosto comprido, bem barbado, ol
pequeos, muita falta de denles, bastantes cabe!
los forneos na barba e em cima do boi;o jaoft
ao nariz, lem urna cicatriz procedida de un
pinha, quando falla d um geito na bocea pf
lado da mesma cicatriz, mestre de assucar
carreiro : quem o pegar p^ie levar ao engei
Concordia, cima da povoarao da luz duas '
guas, ao seu senhor Jos Mendes Carn ::
Cunha, que ser bem recompensado
2008 de graliieacio.
Contina a eslar fgida a cscrava Isabel,
em dias do mez de feverero do cotreule 0:.:..
so ausentou do poder do abaixo assignado,
ella, pouco mais ou menos, 30 anuos de idada,
de cor parda clara, com o cabello quasi corrido, .
bastante gorda, e Um na mo direila um ded.
muito grosso em consequencia de urna c-nferml
dade quo leve. Foi vendida nesla praca pelo Sr.
Domingos de Souza Rarros ao Sr. Tliomn
Aquino Fonseca, e o abaixo assignado a!;
por compra que fez ao Sr. Forgenlino de Aqu
Fonseca ; 6 provavel que lonha fgido para Pian-
c por sor natural desse lugar c lersido escravo
de urna senhora viuva, propriclaria da fazenda 5.
Boaventura, junio a povoa{o da Misericordia de
Pianco : roga-se a apprehenso de dila escrava,.
e o abaixo assignado promette a quanlia de 2005
! a quem llio apresentar na rua do Brum, armazem
n. 28. Dcclara-se tambem que lera de procede-
I contra quom a delver dc-baixo de qualquer prj-
j texto.
, Jos da SUta Loic,
/
UEBiVEl


8)
DARIO DE PERNAMBUCO. (HARTA FF.IRA 30 DF, NOVEM1RO DE ISjO.
LUeralura.
;iu caradores, pie
A Inslnici'o c o Clero-
< PcTcorrei a tcrra c -acharis ciliados som
-muros,sera sciencias, som arles e som rei ; ho-
- sem habtaoos fizas, som uso, sem conho-
' \ in i i, I 03 d> corpn, som
' los ; m >s nao encontra-
.. j o sera sacri-
religiosas, i
1,15 exprcss i a
Ira Ira : i e impoi
r u'iu o ilra entilado superior,
nilo, mi
> ha iim nico pata
lilindados ; n iim unir, om
itrozose nao possa
ir I > adiaiitaiucnlo ou atrazo di sua rcli-
: d i m lior o i va >n ir apcrfeicoomonto do
o oslado do pereieo e progresso da sua
Osa ;ao.
juem se podo eximir de pagar esto tributo
lor. O se -plico nao existo : mais ou me-
lodifieado, o sentimento religioso eslende-so
i i a hum.iui lado. Aqui o Qmnipotcnte
n is seus eftVilos, alera a causa, acola
-i indeterminada o raga, chamada o
i. O espirito investigador do hornera leva-
aindagar o porque, a razio sufficicnte da
a de (odas as cousas; de gradarn era
i chegou a urna barreira, d'ondo a intel-
;i humana nao no lia passar, e all, no
' cido, eslava a causa suprema, poriue o
, o infinito, ,o myslcrio impcnetravel :
os.
lo do eairanlc esse poder superior, oho-
:. quo so reconheceii sujeito, e merco da
: le suprema, procurou humilbando-se,
abranda-la pela submisso e pelos rogos : por-
na sua mente imperfeita, nao comprehendia
- un violencia, o julgararss tornar propi-
iudade c mi ipplicas e hurailhaedes,
i va qtioosanmaes inferiores o conseguiara
mesmns meios.
kesim o temor foiopnraeiro incentivo do cul-
s egosmo, une nascia com o homem e que
! do o aeompanhar mais liel do que a som-
. foi a origein dos primeiros sacrificios ; ado-
i o que o poderia destruir, como o scl-
! : i Coloinb'i, :ie o ameaoara cora a
i, ou Qararaur, que lerava comslgo o
fen e a morte.
i [uan'.o viven solitario tributara rfo erra i a
_ divind id \ o o n cada canto pira onde
cs^ enooalrava h n lugar apropriado para o sa-
:. Mis nao era > seu destino viverna 30-
, a sociedade tidlu de ser creada de elo-
tes espalhados, a tamita precisara lomar
a tribu devia nascer : (oculto, que ot
\ acompanhiva o homem, e suba aos ecos,
lado como ello, linha de participar do seu es-
- icial, o elcvar-se de entre a nova reunio,
. man i os votos do lodos.
-lo oslo lempo, qu.mdo a devoco tradnzi-
remonins comecou a tomar vislumbres
rganisa^o, o si) coincidi com a orjanisa-
las sociedades, foram eseolhidos, de. entre
-, i lis : ipeitaveis para representar seus
Herante a divinda le, e para Iho dirigirs
iraos. \ medida que o homem ia
liriiilo o conhecimento da propria fraqueza,
. iconhocendu lambem, quanlo ora incapaz de
. iicar com o Crea lor, o delegara para ura
Sai lo solcmno, os que Ine parecnm .cima do
i, o melhores ao que a ganeralidade, como
os productos do reino vegetal o animal
...: i o man mimoso e beni crea lo para He-
las c holocaustos. Taes foram o--primeiros
montos d > sa ;erd >ci >.
ho principio os ancios, que a dado o os co-
inenlos torna va m venerandos, depois os
pela vir! ide se faziatn notareis, ullitiMa m
[ao um trabalho especial e estados apro-
: is ngeitavam a este mlsler : primeiro os
riarchas o os chefes do tribus ; depois os sa-
tos, os brahmanes, os fncquirs e os sacriti-
res ; ltimamente os padres, os ministros e
ios.
, ; i i mos assislMo a rerolucoes tre-
motivadas pela religiao, e instigadas
- :- sacerdotes : boje que temos visto mi-
; do hoinons assassinarem-se porum dogma,
[nlciras nadarem em sangue por amor de
p>io de doutriaa, nao nos causara extra-
za :is seguintcs patarras, com que um livro
go define o poder daquellas corporacoca nos
metros iioriodos do mutilo :
Ldoptarara pira siodireito exclusivo, de s i
rem pedagogos lis nacoes, de Ihes ser-
.o mdicos, do juizes, do negociantesc de
;. Os actos particulares ou pblicos,
recebi im a sua sanceo erara repula los
. ;s, e infructuosas as negociaces, que se nao
avam ais seus conselhos. Chegaram a Ic-
*s c au lacia a potito do levantar inos sacrilo-
,s cabecas dos soberanos. Na Ethiopia o
: era bastantemente imbcil para consentir
>stos ambiciosos fanticos malassom o re,
osa autoridade sua nicamente, quando o prin-
. malaventurado desagradara orJom sacer-
- '"- fl)
Effectivamenle, nos primeiros lempos o saccr-
ra tudo: a sciencia, a poltica, a civilisa-
". i provinhaoi delle. Nom poda deixarfde ser
. mulo a oscripta sJ nao conhecia, e que
cabedal dos sabios consislia uas tradic-
, quem sono olios, os mais idosos c os me-
upados das cousas da guerra, poderlam
rvar, em lana copia, osconhecimentos Ios-
iras geraces Depois, quando os
ripios perpetua'vam os netos, quando a
ra deixava enlalhar no seuscioas aeros que
am urna existencia mais duradoura, e ao
Ihes dava o papyro, onde, seno nos templos
icelhiam os escnplo's e resguardavam os mar-
Ionios da historia c do saber Onde, se-
lugares, cujo a.lito era prohibido aos
proitfiod
nheria !
E p ir isso, que se nos remontamos aos pri-
meiros periodos da humani lado, so, all'aslanJo o
tenebroso veo da historia, tormos India, vere-
mos os brahmanes, classe erudita, constituir o
corpo scienlilico daquella vasta rogiao, o conser-
var nos mystorios docullo. nos alicorees da reli-
g a >, como e:n monopolio, o sabor daquellas
ai is,
N is successvos sddicionaraonl s, que recebin
a theologia impbera de enio appareeom iradu-
/.tos iis dados, com que a sciencia se iaenrique-
eendo. Tolos os fados que nao po-liamsor ti-
liados n'ootro; faotos, todas ns ideas, que des-
pontavam no annuveado horlsonte das suas s-
cic la les, roeebiam uma sogra<;ao respeitosa, In-
indo-SO em unos densos o tomando corpo do
i i io<, que invadiam o i irrcno mystico da
sua adoraco.
U30U- i g -i.il, a que vimos suuiutiitureiu-ao us priuiuirus uio. o luuuilu Uu uc^uoa o lauairiaa, que so
poros. Kema o Grecia, patria do guerenos < desmoronara com pavoroso estrepito, ameaQando
de sabios, Dergos de Cezar e Plato, ao ainda \ sepultar em suas ruinas o que nascia vaioroso,
aos templos depositar a sciencia e no seio dos' mas recente e dbil ; o novo mundo, o do chris-
augures colher verdades dosconhecidas. Romi tianismo, que saecudia a ompoeirada ncranca do
deve a sua existencia aos agouros, aos agouros I quaroiiiajseculose que sobresanando dos destrozos
lambem o fratricidio, que maculou o seu nasci- da antiguidade formava delles o magostos> po-
mento : a voz dos deuses intrepertrada p-lossa- \ destal, base da preponderancia inconcussi, que
cerJotes, a origein do cnthusiasmo guprreiro, o havia de ler sobre as geraedes futuras.
porque do grande parte das guerras civis, como J.Vssib, ros de sangue mar^ram com letras
dhas os felos dos dois combaten! s ; I > 11-
6 .ii lambem, ojio encontra a explioai;o de der-
rotas e a causa suili/iento do grandes" a:on'eci-
mentos. (2)
Quando Romo., a poni de ser invadida pe'i< s
Gaulezos, salva pelos gneos sagrados; quan-
do as entranhas palpitantes das victimas os l-
inspices propbolisam o resultado das balalhas
felizes, quando o cdigo importado de r
pxtranhas se rae abrigar nos penetraos do ca
lolio ; anida para os deuses e seus ministros,
que o povo se volla reconhecido, agradecenJo-
ria as armas orara designaos o o trjumplio nao
m lu. los i ; ir inuito lempo. De um
eppresso, a violencia, o ferro e o sup-
; do outr i a i, o s iffrimento, a
ibnegaco eo marlyro : mas de ura lado, o ca-
dver querendo saccu lir dobaldo o salario il'
s, c do outr > lento reagina1
Ira a ignoran-ii, a eman iparao das classes qi-
primidas, a fralernidade o o m ir.
Qualro mil anuos de facanhas larradas nos
manuscriptos, admiradas pela Iradiccdo, exalta-
das pelos monumentos, cahiram quasi de repen-
te : e um homem crucificado entre dois ladros,
uma duzia do pescadores de um lago, que ape-
A. arvore, a monianha, o rio, a podra, entes
novos, objeclosfque ?eesploravam, erara deiflca-l Ibes os beneficios que recebe.
dos sob o aspecto do animal que tinha com elles I Sempre protegidos c acatado.-
ligaco mais intima, que all costumava appare- grandes recursos c livres das in
cor ou que mais predilecto Ibes era. I ternas, aqu, como sempre, sao c
A metempsyeose indica fundada no seu poly- que mais apurara o espirilo e deixando aos pro- as so aperceb nos mappas, alguna homens p.is-
theismo nos raea com facilidade esla marcha ad- (anos ,a cultura da eloquencia forense e das ar- lo das toras e reputados em monos doquesal-
miravel por veredas dosconhecidas: a grandeza tes militares, reservara para si a philosoptiia e o leadores, substituiram a isso tudo, um ouiro
da vegelaeao, a luxunosa magnificencia que a estudo onde o seu poder arraiga a existencia. edilicio de alicorees to solidos, quenemosca-
naluri'za o'stentava naquollas regios abencoadas \ A Grecia, que tem do mandar ao mundo os taclismos do universo, nom as rerolucoea dos
traduzida pela collossal magnitude dos templos ; grandes philosopbos e historiadores, que tem do povos poderara derrubar ainda.
e dos deuses. A architectura, que apenas des-1 dominar com o ponsamento o mundo, que lio- i ^ K'que a espada, como afoico, podo segara
abrochava, masque a semelhanea das cranlas] ma lentou dominar com a espada ; a Creen, ain-
da que pelo son deslino civilisador leude a pro-
pagar a sciencia, e eslender os beneficios da ins-
Irucoo a todos, reserva ainda para os sacerdo-
tes grande cabedal de conhecimonlos, e nao des-
que tem de ser hroes, deixava aperceber nsse3
primeiros eusaios, um futuro de gloria, abra o
s"io dos montes para fundar os templos de que
ainda vOmos resquicios as ruinas de Kllora; e
carao pouco segura da sua recente existencia ba- : conhece os favores, que receben dos manuserip-
seava-so na brulalidale das massas, como mais ; los sagrados.
tarlo no floreado das arcaras havia de indicar | Os lomlos sao anda o smcluario do saber, e
OS seus admirareis progressos. 03 philo.siphos vao no recinto sagrado ex por
Alli, que nasciam os primeiros rudimentos do I doutrinss e instituir escolas, como para pagar o
mundo notamos ja a preponderancia sacerdotal' tributo devido aos lugares onde receberam
apoderar-se da sciencia econvorte-la era proprie-
dadesua. Alli o Brahmn era formado porum
vasto lyrocinio, que constitua a iniciaeao: c
aquello a quera a natureza prodigalisava menos
intelligencia era expellido dos templos, o prohi-
bido do culto, como indigno de interpretar as
vonlades dos densos.
Eugnc Pelletan, doscrevendo o oslado da In-
dia nos lempos primitivos, expressa-se assim a
seu respeito:
Protegida pelo clima e ajudada pela_ natu-
reza amiga, foi a priraeira, que se ctevou civi-
lisaeo e ao pensainento : creou cdigos e dog-
mas", ou antes confundi cdigos e dogmas na
theologia, por que cutio a religiao era a scien-
cia. O padre era o sabio.
E em quanlo que Brahma fazia nascer o guer-
reiro, o lavrador h o escravo, a quera dava rau-
primeiras luzes.
tj|>e lancarroos os ollios para o povo cscolhido,
coevo ao nasciraenlo do mundo e que o accom-
panha em todas as pocas, se forraos ah estil-
lar a importancia dos ministros sagrados e o im-
pulso, que elles deram sciencia, se nos taber-
nculos sacrosantos tormos solelrar os primeiros
passos, que den na phosophia o povo do Deus,
se no Deuteronomio ou no Cntico dos Canti tos,
forraos descortinar os mais elevados preeeitos
planta danininlia, mas nao llie arranca as raizes,
nem a inhabilita de reproduzir-se : mas a pala-
v, a, a convicoao a boa sement, que apenas
cabe na Ierra" ciesce dosassombr.ida, c alToga
as hervas ms, que vegetara em redor, cornos
branos relentes das suas raizes robuslas.
E* que o homem similhando o Creador, o ani-
mado com particluas suas, nao poda sor atoi-
coado pelo ferro, como a pedia ; educado torca
como o vegetal ; nem sujeito e domesticado pela
lome o polas priragdes como o irracional: dis-
tincto do reslo da creaejo pela alma o pela iu-
telligcncia, s por meios, que fallassem inlel-
ligenciae alma polia ser levado e lvalo de
f>rma, quo nao abandonasse em breve o irilbo,
que Iho ensinassem.
Christo dissera : ido o cnsinai as nacoes ; e as
nacoes sujeitaram-se polo ensino, submclteram-
se pela civilisaco; seclos depois Mafoma disse:
ide e dominai as nacoes ; e as nacoes, embora
curvando-se por momentos aojug'o do conquis-
urea, traeos, uoscuuufcuius, calumniados, pri'P i-
gando oreinsdo de Dos, pela autoridade, pela
instruccSo, pelas cerimontas e pelo exemplo, e
ensinatido a dar a Cesar o quo de Cesar; porm
nada mais : nem o culto do imperador, nem o
sacrificio dos sentimentos e das convccs [i).
E todava, quem risse homens, que mal se
distinguan] do vulgo, caminhar onsados ao en-
contr de fivr.s, espanto do railhoros de especta-
dores, quera os visse encarar a mora sahindo
lellas f.iuc ei .anguenladas, e entoar os
cnticos da f>5 ao som dos gemidos do seus irmos
rados e agn i sanies, quera os visse subli-
le herosmo, Iluminados com urna aureola
divina litar ns olhos noseos, despresando
rigos que os cercavam; e sacrilicar impassiveis
esposas o fllhos a uma morte horrivel : quem os
visse fa pantar homens, que ha pouco
nom so dguariam deixar-lhes beijar os eothar-
nos, reconheceria, se a idolalHa o nao cegasse,
que a palavra o a inspiracao, mas palavra e ins-
pirac|o verdadeiramente divinas, erara 3 que
poderiara operar somelhantes prodigios.
E foi tudo obra de Christo ; os hroes quo mor-
riara nos circos, as naoesque se convertiam, os
poros que se civisavara. Syrabolo ou homem,
liccao on realidade, existisse ou nao exislisse, os
resultados existen) e proclamam para elle a ve-
ncraeao das geraces todas : e digam embora os
cegos, quo osse que crucifiearam no Calvario nao
era um Dos c homem : a natureza licou t.io ex-
tenuada de torcas depois de o crear, que arrojou
para longo os m ddes e.nunca mais se aireveu a
esbocar ura semclhante i 5 ).
Hirese destinara para a reproduceo, o sabio, I das nos livros dos sanctuarios. E o sacerdote,
o brahmn, que havia de ser o sacerdote, era que tora de reger urna nacao guerreara, ao mes-
condemnado ao celibato e s ligado a tuna espo- nio lempo que com a espada a conduz a regios
sa puramente iotellectual, as escripturas sagra-I dosconhecidas. rasga-lhe cora a peona o veo dos
das dos bedas. Tinha de intregar-se a cultura grandes mysterios da philosopliia.
das sciencias moraos e da poesa; ainda ah nos lor, bem dopressa se iseraplaram do seu poder
extasiamos peranto uma oorporacio grandiosa,
que ao mesmo lempo, domina o corpo e a alma ;
Salomao, o rei sabio, e David o rei poeta, rao
aos templos pedir a sagracao sacerdotal, e o
lustre da condiccao ecelesiaslica.
Na historia e a pliysica, na moral e na hy-
giene, as conquistas dos homens ticaram grava-
di alma e producc.io das ideas c nao ligar-se
como os ontros aos trabalbosdo corpo e mul-
tiplicaco da especie. O brahmn era a iutelli-
genca, a sua allianca devia de ser com o esludo,
porque d'abi tinha de nascer a sciencia.
No Egypto, paiz das fbulas c das pyraraidos,
auebraram as suas cadeas.
Na historia primitiva do rbrislianismo, no seu
descnvolvimenlo e progressos est syinbolisada
a serie de alternativas, que so succedem s ly-
rannias. A alma de um povo, pode eslar em-
brutecida, adormecida at, e a materia domi-
nar pola biutesa; mas, & voz do um Hessias, des-
perla desse lothargo o erguc-so tremenda e
grande a pugnar pelos seus direilos a reconquis-
tar a sua posico.
O que era o mundo quando nascou Jess
Christo ? lira corpo caneado pelas guerras, gan-
Neste povo abeneoado'todos s ramos da scien- grenado pelo luxo, corrodo pelas falsas religioes
criticadores, e o sacerdote reconhecendo, que a
sua misso o obriga a maiores trabalhos, do que
ao resto do povo, tracto de so Iho elevar pela
iutelligcncia, como para se lomar mais digno de
do imaginoso c do grande, ainda ao sacerdocio communicar cora a dvindade segundo lhe pres-
cumpre a cultura do espirito e aquellos estudos,
que > elle, pelo seu isolamenlo, podo prose-
guir. Ahi, j a sciencia so n.io acha espalhada
por toda a roligio, como na India, nao so mis-
tura com todas as suas creaces, mas, embora
presi lindo a tudo, condensa-sc o toma corpo no
misterioso Mermes, a sciencia especialisada, cu-
jo culto venerando consisto mais as abstracos
da inteligencia.
Tonara, apezar d'esla separacao, Izis e Oziris,
divindados de maior vulto dos Egypelos, dovem
ainda o nascmonlo ao estudo dos homens.
primeira prendem-so os conhecmentos terres-
tres e lodos os tactos do seu dominio ; ao se-
gundo, synibolisado no Hilo, fecundador admira-
vel, ligam-se materias de ordera differente, e
que tiram origein do soio das aguas. A geome-
tra necessaria o'um paiz, era que as innunda-
c Jes, alterando a face da torra, exigiam medidas
que lhe remediassem os estragos, nasce ainda
ca tem dignos sectarios as phalangos dos sa- dilacerado pelos ambiciosos. O imperio romano,
que chegra ao sou apogeo, vacillava c estre-
meca ; a idolatra, que tinha altares em todos
os paizes, carava a ruina moral dos povos ; o
povo hebreo mesmo, que mais conservara res-
peito pelo Deus de seus paos, eslava lelalhado
em muitassertas, sadduceus, phariseus choro-
danos, que dispulavam entre si o governo das
almas ; e os povos todos rugiam enfurecidos
prestes j a repellr o governo forreo, quo lhe
lar nnlia do mundo.
creve a posieao que oceupa.
Malcra para bstanles voluntes era o objeclo
deste nosso primeiro capitulo : largos tractados
existen, onde espalhados colhemos os elemen-
tos de que nos servimos. Muitos povos da an-
liguidade deviam de ser estudados, c estes mes-
mos, om que to de leve tocamos, carecan do
mais prolongados estudos; mas se nos deixasse-
mos ir atraz dos nossos desejos, e nao do que
comporta cora a natureza desles artigos: escre-
veriamos muitos voluraes e nao ura pequeo
esludo.
Assim, pondo de parle os Assyrios, os Medas,
os Persas, os Carlhaginezes, e utros povos de
importancia secundaria, Picaremos aqu por om
quanlo para analysarraos em breve rpidamente
o clero desde a era cbrisl at nos, qual o estado
em que actualmente se acha c qual o em que de-
yeria eslar ; como e quanlo poder Influir na
inslrucco, o quaes os meios de obter um bom
sobre as lagos do templo, quando se lembra, fue
tudo isso, que est ao redor, intercede por elle
perante o Omnipotente, sent renascer em si a
e3peranca na misericordia divina.
Quem ha, que nao coDheca a Jerasalem d<
Tasso, o Paraizo de Milton, o Inferno de Dante,
ou os Martyres de Chateaubriand ?
E, auem nio tem pasmado diante do primeiro
poema de quo ha memoria dos Evangelhos, a
que todo3 tecm pago a justa homenagnm, anda
mesmo os que mais extraviados tem andado das
cousas catholicas ? (C)
Quem ha que nao conheca Beelhoven ou Mo-
sart e os compositores sagrados, cujas msicas
inspiradas repercotem ainda hoje, cheias de su-
blimidades, na memoria dos que as ouvram;ou
que lendo Bossuet, Fenolon ou Pascal, nao se
lenlia extasiado peranto cssos talentos, que fo-
ram roligio colher inspiraces, e que lhe de-
dicara* osseusescriptos.
Em todos, c em ludo, ella deixou signaos im-
possiveis de apagar; menciona-les, seria nao a-
cabar; clogia-los, seria uma loucura ; descreve-
los, seria imitar em phrases doscoradas e em cs-
tylo rasteiro, o que to elevado e grande se acha
n'uma das obras de mais vulto desto seculo, o
genio do ebristianismo.
Nem era misler sahir das nossas fronteiras pa-
ra reconhecermos o benfico infloxo que o chrs-
tianismo exerceu sobre as sciencias e artes.
Tres grandes templos, memoria de (res gran-
des balalhas, nos fallara da architectura, e na:.
longe dallos se destacara ontros, senao de igual
valia, ao menos, nao indignos.-de menco. A
Batalha, Santa Mara do Belem o Alcobaca, ain-
da eslo de p, embora pose ao nosso seculo ; e
nos atiesten o que podia enio o cintel guiado
pola pedade .
A msica e a esculptura, nao sao tidas ero me-
nos preeo occupandose de assumptos religiosos,
e ainda hoje na nossa cathedral se exocutam of-
licios o raissas, que nos fazem honra ; como n'al-
gumas galeras, que possuimos se encontrara
quadros mysticos do nossa lavra, que nao se en-
vergonham de comparecer ao pe dos estra-
nhos,
Sao bem conhecidos os varoes illustres no pul-
pilo, notareis na sciencia,eloquenlos naescripta.
modelos na vrtude, que devoraos aos ministros
da divindade, c nao ser mstcr recordar os no-
mes do Sanio Antonio de Lisboa, do padre Anto-
nio Vicira, do S. Francisco Xavier, de Fr. Ha-
noel do Cenculo, do padre Antonio Pereira, -
quelles, que ainda se prezam do norae de porto -
goez, to (Ilustre em si, to Ilustrado pelos que
ousaram. Ainda as cinzas de Fr. Francisco de
S. Lail nao eslo frias de todo, c d'aquclla cam-

y
/
ii.
Nada temos a dizer das entras religioes. Urnas
morreram antes do nascer a nossa, nutras lao
grande golpe soffreram com a sua apparico, que
prostradas em Ierra, mal se desenliaran, do solo ,
em que jaziam. nica e verdadeira, e por isso'.
universal, lodos os nielboramentos e auxilios,
que a inslrucco podia receber de cousas religio- ]
sas vieram da ruligio chrsla. As suas portas
foram baler muitas rezes os que pertendiam en-
sinar as turbas; do seu seio nasce rom muitos dos
grandes homens, que ainda hoje respeilamos c
cujos beneficios gozamos ainda.
Dezenove seclos conta a doutrina doEvange-
Iho, e bem curia tem sido a sua duracao, se 0-
lliamos ao progresso de todas as sciencias e ar-
tes, qos sua sombra leen crescido e augmen-
tado. Nao ha conhecimento algum, ramo algnra
do estudo. trabalho nenhum, que nao tenha te-
cebido o seu inlluxo poderoso, que nao tenha re-
vivido cora torcas que lhe pedio.
A novas lenas os missionarios levaran o saber
e a civilsimo, em quanlo no mundo velho a li-
bertado o o am ir tamben operavam transforraa-
i jes; porque como osEgypcios, tambera a socic-
.1.1,- tem tido a sua nietompsicose, mas, mais su-
blimo, tora aproximado senpreohonem da per-
feicS >. De feras fez escravos, de escraros homens,
de'liomens chrstaos. Na rudo implantou o saber,
no descrente acrenga, no que vivia desanimado,
nada encontrando alm da norte, incali a espe-
rance da vida eterna.
A podra prestando-se aos arrendados primores
los templo s, creou nova vida.e sob OOSCOpro de pa veneranda surge anda um brado rcspeitavel.
Miguel Angelo tomoii formas celestes para nos que pugna pelos direilos luteranos, que a igre-
fallardosC.o.s; a arvore nobilitada j depois que [ja conquistoo pelos seos to relevantes traba-
iii|i(i/tu,i n riiuuaoo munoo. -------- lii .
K oque loi depois? Uin homem chamado a Jera nasciraenlo cruz, deixou esculpir imagens, Uios.
do seu clero, k archileclura, mais aperfeicoada [ resultado para semelhaule fim. E, agora quo as
j do que na India, a archileclura, quo nos es- I nacoescomecain a antever inquietas a viuda do
panta construindo as pyraraidos, ou creando as! Messias ; agora que a historia marea uma das
sphingcs, motiolithes pasmosos, vai ainda nos suas divisos e offerece ura momento de dos-
canco ao historiador, descaneemos nos tambem
e tratemos de preparar os olhos cosHtmados ao
| crepsculo das religioes antigs para encara'-,
templos o para os templos lalvoz implorar o
nasrimento.
Educados pelo paseado os sacerdotes proveer
o futuro, c nos seus (orculos deixam crer aos! som screm deslumhrados o grandioso tiiaro do
profanos a existencia dos conhocimentos do por- aslro da ehristandode, que vai surgir, na Juda.
vir n'aqmlla corporaco, que do ludo dispoem. II
A arle de contar o lempo fillia do esludo dos ; Em quinto Augusto conserva o ii'.pcrio roma-
sacriticaJores : e as sciencias todas prestando no e intenta empolgar uas garras dafs eoas aguias
homenagera, como os homens, aos cultores da ; o dominio de lodo o mundo conhecidV, um t Iho
diviodade, vera augmentar a grandeza do pe- do povo, um li.qiue.ui. sem posieao ne sociedade,
destal, en que a posteridade admirada solelrale que nao adijuiriria lugar nos* archjvos nacio-
progessos gigantes. naos se nao fosse um capricho imperial ; ura
Bastantes malos causara o sacerdocio enio, | pobre lilho de artista se prepara parar oppor um
como, mais ao depois, os causn tambem : as outro maior poder ao que ento assombrava os
discordias civis proviubam muitas vezes das suas povos, arrancar-lhe o governo das almas, e cou-
ambicoes, as derrotas na guerra dor preconcei- i quislar cora a palavra. tudo o que eptao se eoli-
tos que incutiam no vulgo a respeilo dos deoses, \ nhecia de torras, c o que mais ao diante bavia
e lodos conhocem a batalha, em que os Persas de engrandecer-Ibes os limites.
..i rimonies et coulumesreligieuses loude-
tiples du monde.Ansterdan 1789.
collocando frente do exercilo os animaes ado-
rados pelos Egypcios os derrotaram completa-
mente, obrigando-03 a nio lactar para nao com-
inctlor um sacrilegio.
verdade, que foram grandes os prejuizos que
provieram d'ellcs; mas os seus beneficios foram
tantos c de tanta monta, quo forcoso tribu tar-
Ihes o respeilo, a que lizeram jus por trabalhos
importantes c de valia impagavol.
Egostas sao, em geral, as davidas todas dos
homens, todava, quando a humanidade tambem
lucra com o fructo d'xsta paixo, o liel da batan-
ea d historia deve sor mais propicio o a censu-
ra menos severa.
Em lempos menos remolos, duas grandes na-
coes, que por largos annos anibicionaram o do-
minio do mundo, nao so esquivaran! a esta le
Este hornera Christo, o ungido do scnhnr, o
filbo de Deus, o gerado da Virgom : esse artista
a idea de paz, que nasce por entre os ruidos
das guerras, o pensamonto que despedaza as ca-
deas da obscundado c que vai, forte cora o seu
poder, derrubar os dolos e pregar a f.
Mal ferida e profiada devia de ser a batalha
dada entre essesdois principios-, o novo c o ve-
(2) Um exemplo bastar entre muitos; Ten-
do o cnsul Flaminio dado a batalha de Trasim
sera consultar as gallinhns sagradas, sup-
poz-sc geralmente, que o mau xito d'esla bata-
lha previera d'esle descuido.DupuisOrigine
dos cuites.Dolados de sagacidade superior, os
ministros dos deuses, aproveitavara o (iliavam
na roligio, todos os resultados avoraveis ou
desfavoraveis dos negocios pblicos.
vida, quando-desespera va de viver, caneado dos
seus excessos ; um corpo, que creou alma nova
com a luz o que recobendo o conhecimento de
novos horisontes com a inslrucco, j se agarra
vida em que encontra prazeres nao sabidos,
sensaces anda nao experimentadas.
Obra dos martyres c dos apostlos, que depois
devia de ser ajudada, c desenvolvida, prejudi-i
cada tambem as vezes, pelo clero, a religiao de
Cbrislo operou esla roudanca, rcmetleu para as
trovas deque tinho nascido os falsos cultos ei-
vadosde errse supersticoos, illustrou os povos,
ciritisou as gentes e disse aos que procuravam
a verdade : Segui-me, a verdade sou ou.
Dois autores notareis tracam rpidamente, o
estado da humanidade nos principios da nossa
era, o de forma, que pouco mais nos deixam a
dizer : a sua autoridade, que vera em i
apoio de tal pozo, que mal cabido orgullio
loriamos se aqui nao Ibes prestassemos a home-
nagem dorida
< (i ebristianismo, nascido das calamidades
do imperio romano, consolou os desgranados,
que se refugiaran! no sou seio. Jess Cirislo
veio ao mundo no momento, cm que os roma-
nos, outrora seohoresdo mundo, se tinho tor-
nado escravos de lyraimos odiosos. Impedidos
de Tiberio para Caligula, de Claudio para ero
precisavam que Ibes rocordassem a doce espe-
ranza de una outra vida, quo Ibes fizesse sup-
poriar a de ento. O povo, quo s conhecia na
torra senhores implacavcis, procurara orna asylo
no co : a religiao eio consola-lo e ensinar-ihe
a solrer. Os pagaos oppressos, despojados, que
abracaram a f, arruinaran! o paganismo com o
exemplo das suas virtudes. ( :l)
,4f, A par do poder .da espala ergue-sco das
ideas, que independenlo do sou rival, sustenta o
progresso as alleracoes que elle so tire, para obs-
tar a que arillo, e ento a narraco adquire um
novo elemento, a historia da igreja. A igreja re-
presentando o povo e admiltindo omaneipaco
lodos os infelizes, todos os que paderem pela cn-
quista e pela forca, nao desiroe inmediatamente
a escravido, mas oppoem-lbe una doutrina que
a roprova, e um Dos que a condemna.
Bom dopressa Noro e Domiciano acham-se cm
fenlo de Podro e Lino : os primeiros domin id i-
res do mundo, londo por si a legalidade, lio dif-
ferente da justifa, e representantes da cirilisa-
co anliga, que, nos circos coborlos do gente,
brada : Os ehristotooi laes .' os segundos, po-
que haviam do consolar os renles lembrando- As bellezas do quadro foram grandrs, grandes
lhe um Dos de perdao ; o livro ensinou as ver- i de mais para resistirem aos grandes defeitos ; a
dades .veladas e dogmas sacrosantos da f: o
hornera depoz os '.rajes brutees, que o revestan,
o, ornado com os vestes dos calhecunenos, s
levo palavras de amor na mesna bocea onde exis-
tan! antes maldicoes e blasphenias.
Quem ha ah com o coraeo lo impedernido,
que ao entrar sob as aadas golhcas de um
templo da idade media, nao sinla girar-lhe as
i is o respeilo divino, e nao curve a cabeca di-
ante da magostosa inspiracao, que den vida a-
qucllas moles de podra Quem ha que nao reco-
nheca, ao sentir desprender do orgao, crea%ao
christao, torrentes de harmonas, que vo echoar
pelas abobadas sagradas, o infinito poder da ro-
ligio ? Quem ha ahi, lo desamparado de si, que
ifn ereia em Dos, que nao reviva nasjd.a eter-
n,a, ao perpassar esses templos, ao ver n luz do
sol no poonte coar-se mclaffcolica polos vidros
corados das osguias jauellas egivaea e porder-se
niis sombras, qu e rastejam ao longo das paredes
dos claustros!
O templo o o orgao foram obras do cttristianis-
mo : o templo o In-a.-o quo se ergue
eos; o orgao a voz, quo implora a mi
cordia divina; e o homem, que malfiJipcrccb
inslrucco ganhou immenso com a religiao chris-
ta ; nao teria chegado mesmo ao ponto, em que
a vemos, nem teria forras para progredir no fu-
turo se ella nao fosse. o que nos basta, era
o que noscumpra ver. Ao domis, j as gera-
ces fzeran justica, o castigo j lhe foi applica-
do, esevero talvez cm demasa ; o horror da
' posteridade encarregou-se do resto ; agora nao
seremos nos, que vamos refocilar nesses restos
gangrenados, levantar o seu asqueroso involu-
cro, nem syndicar das suas ulceras.
Pobre humanidade, que tem por sini polluir
tudo o que bollo, marcar o ferrle da ignomi-
nia no que ha do mais santo O seu bafejo ehe-
gou tambem s doulrinas doGolgolha : c Jtoje,
que se doria arrependor, que com horror devia
repararnos archivos do passado, a liyo que re-
cebeu severa de mais, nao obsta a que desoje
FOLMKTOI.
S LO SE DEVE BRINCAR COS A DOR (')
l*or llunlame E, le Girardiii.
11
(Continuacao 1
pois como quer provar qu nao a emba am
-mentiras, o quo conheccu perfeitanente a
M dossa excluso voluntaria, a amiga prfida
-se para H. de Lusigny, oceupado em deso-
n'um canto do salao, exclama com a mais
rna admiracao :
Ah esll "por aqui, W. de Lusigny Que
tem levado f Ninguen mais o v !....
Essa amare! exclamacio quer dizer : Eu sei
paseas a vida aqui.
sessasduas metamorplioses nada lem de
..ir todas as noites s companhias para cu-
rar uma possoa quo nos agrada, ou icar
.isa todas as noites para esperar por u na
:a a quem amamos, nada tora de rigoroso;
lar os gostos durante algum terapo, um
ocio bem fraco ein amor.... Mas mudar o
tor, o coraeo, e todas as ideas e crencas ;
ter as antipalhias, abalar os odios, devorar
eeios, desnentir-sea si mesmo a cada Ins-
i um esforco ben penoso, c era justa-
rle o sacrificio que M. de Lusigny achava
prazor em exigir. Lembra-vos ainda issa
lessa do s...., lao desdenhosa, lao ca-
isa, lo imperiosa e algumas vezes to fu-
-, ante a qual Carlos S.... treaiia como um
caro treme ante osenhor; essa imperatrz,
', que morria de despeito do s reinar
eusalao, essa mulher espirituosa que nao ti-
ispirilo, cuja conversando era lao fatigante,
permittia objeceo nenhuma, e que dei-
-, tva de pedir a qoalquer para jantar, sopor
se cm eerto dia, nao tinha esse alguem sido
u parecer, m >sa ; essa protectora olficio-
: protega contra a vontade do protegido, o
para huroilhar fazia dianle do gente, as per-
las mais embarazadoras, a quo madame de
chamara espirituosamente porgunias de
coza ; que d/ia ir exemplo una senhora
a : Senhora fulana, a sua heranea consi-
avel'? Ou ento pergunlava a una estran-
l eslabole-ida a nuito lempo em F'ranea
lame B... do que idade reio para Paris ? Ou
io, interrogando com indiscnco um mance-
bo quo linha tido algumas conle'ndas coma ta-
la dizia-lhe :Senhor T..... est bom agora
corn seu pai ? o Porgunlas muito penosas de
ourlr, e que s osieis tora direto do fazer, por-
que s elles tem o poder de torna-las agradareis,
porque podem duplicar os bens das viuvas, na-
Mraiisar os eslrangeiros e reconciliar as fami-
lias Lembra-vos essa mulher orgulhosa, nao
assim ? pois muito bem I M. de Lusigny em mo-
nos de tres mezos, tinha-a mudado completa-
mente. Era uma submissao, uma docura, uma
complacencia do quo todos estavam maravilha-
dos. Ello, ao p de quem o pobre Carlos do S.
Hcava toJo trmulo, trema ante M. de Lusigny,
Apenas so altreviaa orguer os olhos quando elle
eslava presento ; bem longo de procurar domi-
na-lo, ora suas opinies, esperava que elle as
enunciasse para formular a sua. O recelo de
desagradar torna-nos lo tmidos c o amor cura
to dopressa do orgulho !
Por que astucia havia M. do Lusigny oblido
esse triumpbo ? O que soubera elle dizer a essa
imperiosa belleza para torna-la de repente to
dcil ? Tinha emprogado uma astucia bem sim-
ples c cujo elfeito nunca falha ; tinha-a enchido
do lisonj.is e achara meio do corrigi-la no pro-
prio cxc'ssodoseu orgulho. So ouvia discutir
com muita vivactdade, e decidir qualquer ques-
lo do un) modo por demais arbitrario dizia-lhe
baixinho :
Na vrdado, miuha senhora, admiro com
que generosidade despendo o seu espirilo. E
muita bondade sua dar-so ao trabalho do per-
suadir esses sujeitos ; julga que elles podeni
comprehende-la ? Um tolo velho como S. A...
o uma paleta como a Sr.a de D... esli l em
estado do sustentar uma convorsae.io com uma
mulher superior como V. Exc. ?
Essas palavras era ni mgicas. A datar desse
da, o lolelro do velho Saint-A.... e a patela da
.Sr.' de D..... podiam contradizor a vontade ;
ella nao se uva mais ao trabalho de persua-
di-los.
M. do Lusigny linha tambem um modo do ad-
mirarlo que era muito hbil ; sabia fazer >ppa-
[ualidades que gabava Qngiudo reconhece-
las. ') qui" me agrada en V. Exc., di/.ia elle a
essa mulher altiva, que com muita nobroza
as feiees, lem algumas vezes no olhar muita
docura.
Isso nao era verdade, as nao tardava em
se-lo. A qualidado nascia do elogio.
Antes d
gara que V. Exo. linha um carador imperioso,
uma vontade de ferro.
Ah tinha essa idea ?
E durante algn lempo fez com que a evi-
lasso.
Olanla destreza nosla palavra qu
dores da opera. Ella era bonita, coquolle, golo-
sa, de uma vaidado a toda a prova, isto quer di-
zer que nao resista a lenlaco nenhuma. Era
celebro pelos seus Iriuinphos infinitamente va-
riados ; aecusavam-a de tor devorado milites
patrimonios e com iromellido muitos morgados.
Tinha paix&o pelos diamantes, como se tem pai-
xao pelas flores e pelos chales da India ; com
capricho, como so gosta das litas, gostava de
rendas, chapeos, plumas, fazendas ricas, relo-
gios de Breguct, joias cinzeladas, cadeias de eu-
ro, jantares opparos, brilbantes festas... emfim,
gestara de tudo... excepto daquellesque lhe of-
fereciam essas riquezas e esses prazeres para
screm amados. Tal era essa feliz mulher.
M is faca-se-lho justica ; desdo o dia em que
M. de Lusigny se oceupou dola,s amou a elle.
Foi ento que comecou o spplicio da ronver-
so.
Uma palavra djlla foi bastante para mu Jar es-
sa existencia louca cm uma vida austera. Primci-
ramente comecou a chorar todos os seus pecca-
dosotn detalhe um apnz outro, c choreo muilo :
dopo'8 renunciou asvaidades do mundo, venden
as joias, os chales, o deu o valor delles aos po-
bres, isto ,- a seus dignos pas.
O que nao os impedia de exclamar com amar-
gura :
Este homem nos lem arruinado !
Ignoraram entao a generosa doaoo que elle
linha feilo sua lilha, para consolidar,
di/.ia, asna converso.
Depois de ler assim ann i quitado corajosamen-
te 33 pravas aecusadoras de um mo passado,
Stephania havia querido elevar sua alma altura
dos pensamentos daquolle a quera amara. Tinha
aprendido a ortographia. Copiara paginas intui-
rs de Massilon, para familiarisar-se com os se-
gredos de um bello eslylo.
Os prazeres do Pars se lhe linham tornada
odiosos. Gostava de ver o o por do sol na planicie
3) ltaynalHistoria PhilosophicaVol. X.
( l] Cesar Cant historia Universal = Intro-
dueco.
5 Volnov explica a origem daregio ehrist
pelo utudo'das constellacdes; segundo ello Chris-
to o *4[irgem n" sao mais do que a Iraducco
de duasreuniesde estrellas que existen! no fir-
mamento. Christo, Osiris ou Adam o mancebo
que otl'erece um ramo; pomo da arvore da scien-
cia, a Eva, Oziris ou Marta, enllocada no Zodiaco
com o Ululo do Virgom ; e o eolio que se pro-
fessa hoje, em quasi ledo o mundo, nao 6 mais
do que adoraco symbolica do sol.Hedil
sobro as ruinas dos imperiosCapitulo do f.hris-
tianismo.Nao era para nos, nem osle o lugar
de senelhantes discussdos ; aponamos esla opl-
niao, como um laclo do dominio da historia e que
por vir appello nao devia ser passada em claro.
como outr ora,
Custou-lhe mais a nietaraorphosoar em prfida ttulos au sito : a parlilhados,
co/ne/e a boa candida Molina de IV.., essa gra- por direlto de primogeuituro.
ciosa moca lo ingenua, que pareca, segundo di- Os liliios mais mocos np eslo mais reduzidos
ziaui, o modelo da estatua da Hedestta Molina ora
o ideal da mulher amanto quo so souha aos 18
anuos, masque s so procura aos cincoenta. N.io
era muilo viva nom muito espirituosa ; mas ani-
mada pela ternera, iiilolligeule polo coraeo;
pouco pensativa, porm calada ; aonsirel o nao
apaxonada, nada sabendo imaginar, mas saben-
do aeredil irem tudo a proposito ; se.n idea ne-
nhuma propria, mas capaz de adoptar as ,| >g hu-
iros cora amor; sem alegra, suas; sorrindo
quando qualquer sorri ; sem melancholia pes-
soal, mas enlristecendo-so por complacencia :
incapaz do occullar qualquer consa o de ter o que
oceultar; candida o imprevidente como nina
criauca, n.as razoavol e resignada como una mai
do familia... pura, nao como o lyrio.de urna pu-
reza orgulhosa; inebriante e regia ; porm pura
como a Margarida, de uma pureza mystcriosa e
modesta que se ignora, que nao sabe o que so
pode admirar. Ah quem pedera boje reconhe-
CC-la. Como esse ooraeaozinuo ingenuo SO cor-
rompen depressa. Uno admirare! falsidadc! que
picante zombarial Como mente hoje essa voz to
vo'.tar aos erros antigos.
E ainda as feridas goltojam sangue, e ainda Se
vcera de um lado e de outro os resquicios da lu-
la. Foi h'itilera quasi que ella succedeu ; ahi
esto os monumentos, ahi est a pedra, ahi est
o papel, ah as tradic.coes, ahi os odios apena-
amortecidos, ahi as armas depostas de ha pouco.
ahi ludo, o que nos obriga a nao esqticecr os pc-
rigo3, os prejuizos os rimes de uma guerra re-
ligiosa.
E ser lo necessaria urna seria influencia de
sacerdocio na instruccao publica, que este empe-
nho se justifique, e estas prctoncoes se funda-
menten ?
RODRIGO P.VGANIH.
Archivo Universal.
^6) Cada um dos pas de familias deve prepa-
rar uma posteridade, que seiba o Evangelho fa-
zer-lhe sentir o pozo das grandes verdades, quo
elle ensina, e grava-las na ment do seus ti-
lhos.
Volt.iireEdico do VellTom. 3 pag. 175.
dia enganar-se por muito lempo. Nao tardn
a adovinhar que havia entre a Sr." de Alberto o
a Sr.a do Carlos do Veremonta mesma dilerenca
que existe entre uma languidez vaga e um desa-
nimo profundo, entre inquietaeo sem causa e
desespero sem remedio.
Com elfoito, a Iristeza tranquilla de urna, essa
tristeza que ousava moslrar-se, nao provinha de
,';-- -1^::^^;^^^ 5 v^-
n0V' tura, masque est caneada do procura-la ; eu
pens que a alegra potica c nervosa da outra,
era a dolorosa coragem de uma almaierida que.
nada espera, nada desoja, o quo ja nao procera
a ventura, por que perdeu-a, porque sabe que a
ventura so se entrev na lorra um dia ou uma
hora, para perdo-la. Era a firmeza estoica, a re-
soluco vilenla de uma mulher desencantada,
de arlos de Vera- rIue supporla a vida por dever, mas que acha a
torca de viver em uma insensibilidad)! volunta-
se
Nao estamos nos
ila igiialdadc N i
aos modestos ttulos de viscondes e bordes. Se
i o ivmao mais velho conde, sao lodos condes, se
' marquez, sao todos marquezes ; mesmo se
: principe, sao tojos principes.
por ventura, sob o rgimen
foi
! ror Segundo os principios da [
; i los os homens sao irmos... c lo.les os irmos
guaes... Logo os irmos de um conde dovem
ser condescomo ello. Foi SSJ) ao menos o que
reza ganhou cien a revoluc.lo dejulho.
A du pieza foi depressa receber as,loas senho-
ras o cada qual COineQOU a examina-las com cu-
riosidade.
Es;a visita era um acontecim liara
tro anuos quo a joven viuva
moni nao apparecia as sociedades ; a cunhada
pareca loda orgulhosa de traz-la de novo ao
seo gremio.
s rvia-llie de companheira de muito bon gra-
do, comquanto mais idosa fosse que a cunhada.
Porm a Sr." de Alb rio d i Vercmonl 6 uma des-
sas mulheres fras, serlas o trislcs.fque amara as
I ice que at eniao nao havia mentido Admirai ( sociedades apaixonadamenle, como todas as pes-
com que desempeo a prfida diz mal daquellas inanimados; porque os aborrecidos se fa-
niesmoa quom prefere, com que franqueza es-
lende a mo urna mulher, cujo marido est
segunde C.aplivando ; viste o olhar que ella deilOll ao'fo-
liz Ernesto respnudoudo a Julio : Na i, esta nol
nao oslarei era casa : maneira engeiihosa de zer a Ernesto : Estarc. Sabis a razao p
nlogou cm Pars o palacio? para inorar em
(rente do madama ('.., que tem riumes delta o a
quem faz morrer do nozar. M. de Lusign
conhecc-la, dizia Lusigny, eujul-|de S. Diniz, ou no Mont-Calvare; nao saboroava
mais os vinhos do Champauho ou do Rheno, Imi-
tas, lagostas, ou pasteleos. Alimenlava-se de um
pouco do leito puro o do um pao modesto ; sua
cabeca humilhada nao traza mais penachos, nem
flores. Usava '\^ simples chapeo; envolva a
anieaea fronte cora os reos ilo arropendinionio, abriga-
lerrivel I Como poderia urna mulher conservar! va-se sobo chapeo de sol da penitencia... Aspa-
um defoilo que o horaeni a quem ama ainda nao j sia Iraiisforniara-scem Lavalliere.
.-.om jtistca,*aborrccera-se com6igo mesmo. Fo-
gn uns dos oulros; para so dvertirem precisam
dos mais, porque os aborrecem. Ksses espirites
11; >rpeci l' 3 -"-' i i do barulho quo es desperta
do movimento que Ihes faz sentir a existencia.
Sao muito mais vidos do festas > prazeres do
que os cara teres cstouvadns. Mis ramo corara
om pouco rtesl frivolos em contr.idicco
c :.! o sen piule procuram loda a casta de pre-
oucaiitado com indos esses manejos. Chama ais- textos frivolos para eiilregarem-so a elles sem
]-) Vido Diario n. 239.
di scobrio e que o afastaria delta se chegasse a
descobri-lo Assim o pavo orgulhoso motaraor-
pnoscava-sc em pomba.
Do todas as nieiarnorphoses operadas pelo
amor de M. de Lusigny. a mais maravilhosa
sem contradirco, era a da pobre Slephania
Meunier, que tornara triste o aborrecida, sob
pretexto de converso, porque H. do Lusigny
ponha as conversos no numero das suas mais
bellas melainorphoses. A infeliz mulher faza
pedade. Gracas aos sermes do H. de Lusigny,
sua vida era om longo spplicio. Filha de uma
poiteira ambiciosa, e sabe-so at onde a arabi-
Uraa s palavra havia sido sufllconlo para ope-
i ir esse prodigio, mas torcese convir quo era
admiravel essa palavra 1
Un dia que chovia horrivelmeiite, e que um
encantador passeio ao campo ftcra Iranstorn i lo,
M, de Lusigny linha ido ver Stephania ; ella es-
tara enio em toda a pompa do luxo e das ful-
las. Achou-ado nuito nao humor. Persuadio-
Ihe quo eslava triste, que o papel que re presen-
lava uosle mundo nao era o que Iho convnha.
Elle contemplou-a por muilo lempo em silencio,
depois levanlou os olhos ao co com uma exprs-
sao de dor iridizir el: emlim, com um suspiro
so espirito, o estfi todo orgulhoso de ter t.
formado a innocente bonilla em manandlO, a p-
dica Virginia em belimeuo.
Pois que, dizeis ros. existe esse homem? t
um monstro horrivel. Um Don .lun, um
phst'opheles ? Tranquillizem-so, nao n
Don Juan, nem um Mephistophcles, nem um
monstro horrivel ; muito siuiplesmentc u
gilimisa que ostaborrecido, e pie se (./. -
lor, porque linha muito espirito para se
conspirador.
Agora que o couheceis, talvez vos ntoresseis oslara nossa noile moilo bem ve
pela ullioia aventura leonlecda ha dous i degrosden .guarnecido
Estavamosjuntos em i asa da senhora du pieza helos, estova perfeilamenle acabado,
de.... Havia alli nossa noile quasi le.I is 03 i; >-
mena amovis que compoe a sua sociedade habi-
tual; tf. Berrycr, M. Solvandy, M. de Pastoral,
M. Eugenio Sue, M, do Saint-Beuve, o pr
i;..., lord I.., o marquez de L. 15., o e con i \1-
l'reio do al. As convorsiQCS ostavam nuito ani-
madas, o U. de Lusigny pela sua parle i
mullo oceupado cm cortar na pello alhoia [-nu-
do annunci iran a senhora de...
cao pode levar umaporteira sem principios, Slo- profundo, pronunciou estas palavras : Pobre
phania, desde a infancia, tinha sido destinada a aojo decahi lo o mais nada. Estar feilo o m-
abrilhantnr era sua presenca os bailes e bast- lagre
III
Annunciaram as senhoras condessa Albcrle do
Verimoni e Carlos de Veimont. As duas i
das chamavam-se assim : boje a n >d
reinors is ; o conseguein en ;ei li isaiiienlo dar o
nomo de coni| i icencia sua .- nsa lutilidade.
Sem ler asi ..ares, a Sr.' do Alberto
de Vereinont parece bello. Uma paltidez extre-
ma, olhos e cabellos negros doo-llioumo physio-
nomia notovel ; depois lera esse falso ar Senti-
mental o romanesco que deve nascer necessora-
meute de gr&lidc triste/a, junta a gran le arte.
Nao esqueramos dizer que n senhora do Vcra-
fazer niont, que iegne consciencosamente a iui !'. e
[u fallo era l m i raesti i i
Oe
- ba-
a pe [ue-
na coroa de lyrio estn liada de I s que
. leava ns trancas-do cabello era du raolhor
gesto.
3.V irmaa era l.i i bonita, linha a lez loo fi
as faces lo rosa las, sorriso lo fit i, lit liara as
gra ;i e vivacidado que M.
io quizaba talamente reconhecer nes-
( na tu lesgro ;as eran la i cel -
rseu, lan is vez s inleres-
sira. vulgar de ; ligar
das dll 13
! a que eslava Irist'i era a infeliz,
'] i !';\ ;' '. ;
erro. I
na, em urna abnogacao completa. S ha duas
maneiras de tratar a dor ; o embrutecimento, ou
o aiordoamento.
1'. necessario. so so lem liberdado de soffrer.
entregar-so a ella como urna presa, como a vic-
tima c entrei:uo ao carrasco, doixar-se atormen-
tar, torturar ; dar-Ihe ao mesmo lempo lodo <>
sangue e lodas 83 lagrimas. Entao rahe-se ante
ella anniquilado, embrutecido, porm consolado.
Se a pessoa nao pode pertoncer-lhe iiileirameii-
le, enlao deve-se ropelli-la, nbafa-la, vencer a
forca de oceupacoes, do movimento e ile mide,
i: necessario entao recorrer a todas as distractoes
-is. como s lulas polticas, aos liego.
s viagens; S I i lasas ag lacees indill'erenies co-
mo OS prazeres da vaidado, as obrigaeos do
mundo, es trabalhos artsticos, osvsiudos scien-
lificos ; emlim a lodas essas oceupacoes in-
leressantes em que o coraeo nenhuma parte
tem, mas que ompregam as horas, que alimen-
ta m os olhcs com imagens variadas, que capti-
vara a memoria com palavras novas, queas
lam o espirito do observador apezar seu, que
perturban os recordoces, que cnvelhecen os
imprcsses, que nao consolam sem duvida, mas
que oo menos n.-.o deixam lempo de pensar-se e
rrcr-se. Esse movimento rpido quo leva
a existencia parece precijiitar-lhe o curso; o gen-
io tllnde-se. Acaba-se por cier que vivendo-se
Uo depressa, se morrer mais cedo.
Uai ia ura instante qu M. de Lusigny observa-
va a Sr.'1 de Carlos de Veremont, e ja lhe pene-
tra va os mais intimes pensamentos. Lia B
rosto gracioso un grande pozar, uma vergonha
s.creta do haver podido resistir a taes desgracas.
Adevinhava que essa alma de moca tinha dito
um adeus rrevognvel a toda a enoi;o doce, a
lodo sentimento affectuoso. Elle pensara que
ella lonava tambera a divisado Valentina de Mi-
lao.Nada 6 ni mira, e mais nada-ha;
mas nao o diz, como a nobre viuva, com as ve.--
,. ;. luto, os ilhos banhados de lagrimas, o co-
transido de amor; di-lo vestida para um
bsllc com o coraeo extinelo e os olhos seceos.
pfcWVTYP. DE H i Wt*AHI.\ lSj
llffiVl