Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:08899

Full Text
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5S0 XXXY. HOMERO 213,
PoMi-cs mezesadianlados |0O0.
Por tres mozos uncidos 6$t)00.
TEEIJ FEiSA 29 BE HCYMBJi0 BE I
Por anao adianlado 10S000.
Porlefraaco para o subscriptor.
ENCARRUG.VDOS DA SlBSCRirgAO DO NOKTE.
Parahiba, o Sr. Jo5o Rodolpho Gomes; Natal,
o Sr. Antonio Marquosda Silva ; Aracaty, o sr.A.
d> Lomos Bragt Cear, o Sr. J. Jos' de Oliveira
Haranho, o Sr. Ilanoel Jos Martina Bibeiro
Guimaries; l'iauhy, o Sr. Jos Joaquim Ave-
lino ; Para, o Sr. J ...........-; Amazonas,
o Sr. Jeronymo da l'.>sia.
PAttllUA HO> (.OKttblUs-
Olintla todos os das as 9 12 horas do da.
Iguarass, tioiannac Parahiba naBsegundase
sextas reiras.
s. Anio, Bezerros, Bonito, Caruar, Altiuhoc
Garanbuns as tercas feiras.
Pao d'.Vlho, Nazarelb, Limoeiro, Brejo, Pes-
queira, Ingazcira, Plores, Villa Bella, Bou-Vista,
uricurj e l'.\ as quartas-feiras.
Cabo, Serta haem, Rio l'ormoso, Una, llarreiros,
Agua Prela, Pimenteiras e Natal quintas felfas.
[Todos os con eids partem na 10horas da manba.) I
AUDIENCIAS DOSTRIBUNAES DA CAPITAL
Tribunal do commercio: segundas e quintas.
Relaeiio : trras feiras c silbados.
Fazenda: (erras, quintas e sabbados as 10 horas,
.luizo do commercio: quintas ao meio dia.
Dito de orphaos : tercas e sextas as 10 horas.
Primcira vara docivel: tercas e sextas ao meio dia
Segunda vara do civel: quartas e sabbados ao
meio dia.
EPIIEMERIDES DO ME/. DE NOVEMBRO.
Quarto crescontc a 1 hura c 59 minutos da tarde.
La chela as 11 horas e 45 minutos da inanhaa.
Quarto minguanle as 10 horase 46 min. damanh.
La nova as 11 horas e 23 minutos da manba.
PREAMAR DE 1IOJE.
Prcamciroas 8 horas e 10 minutos da manba.
Segundo as 8 horas e 5i minutos da tarde.
DAS DA SEMANA.
28 Seg. S. Gregorio III p.; s. Justina v. m.
29 Tere. S. Saturnino ni.; s. Uluminata v.
JO Quarl. S. Andr np. s. Trajano b.
1 Quint. s. Lloi b. Novionense ; s. Castrkiano 1>.
2 Sext. jejum.; S. Ralbinav. m ; s. Cromacio b.
3 Sab. (iejum.) S. Francisco Xavier apostlo.
4 Dom. 2 do advento. S.,l!arbara v. m.
PARTE OFFICiAL
ministerio lt> Imperio.
KXKOIEXTE HO Dl.t 18 DE 01 TI'DO.
T'J soeco.Ao inspector de saudc do porto,
comniuntcaudo que sendo ouvida a seccu do
conselho de estado sobre o oftoio do seu atile-
cess ir, relativamente aos emolumentos das ear-
i .- de saude, foi de parecer, coni o qual S. M o
irador se eonfom.ou, que a parte dos referi-
.: emolumentos,que erapereebida por um dos
secretarios da mencionada inspueco, pertence
ao fuuccionarie que excrce o nico lugar de se-
cretario, por ler sido cxliucto o oulro, \ islo co-
i nao estando o novo regulamenso em execu-
(o na parle que estabelece veeimentos para
os empregados, e sendo feitoo servico que per-
icona aos dous pelo tnico que o regulameolo
-rvou, JUStu que llio pertcnoain tambera as
Ministerio la Justina.
Conselho de Estado.Seccao de Jutica.
Munitoria concedida ao negociante da Babia Jos
Peroira da Silva Carvalho.Opposico do cre-
dor Ryder 6; CRecurso para o conselho de
estado.Resoloco imperial conformando-se
eoni o parecer da soeco respectiva
Senhor! Jos Peralta da Silva Carvalho, nego-
ciante matriculado na Babia, aprosentou-so oo
liiiiuual do commercio respectivo, e allegando
lu' 8pus ciudor.es leudo reconhecido sua boa f c
a possiblidade do pagar integralmente seu passi-
vo por ser o saldo constante de seu balance
EXCARRE6AD0SDA SI 'BSCBIPCO NO SIL.
Alagoas, o Sr. Claudino Falco Dias ; Babia, o
Sr. Jos Martina Vives ; Rio de Janeiro, o Sr.
Joo Pereia Martins.
EM PEI'.VAMBl (O.
O preprietario do diario Manoel Fisueiroa de
j Paria, na sua livraria praca da Independencia us.
6 e8.
ciou-sc iiomesmu seniido 5s deuiais autoridades lar ao ao vapor da armada nacional Ijualemy .que deseja. Os Italianos agora conhecem indo o
la
' scelo.Ao director da faculdade
de di-
122:4915049, entretanto queso a este accordo
se oppunha um credor de 20:253,^00^ quando os almoxarife lo hospital militar a quanlia de res
outros representavam um crdito de 353:996jj066 lOOOjpara occorrer ao pagamento das desposas
pedia a moratoria. O tribunal mandou logo sus- daquelle estabeleciment na primcira qainzena
pender qualquer execuco, e nomcou dous ere-| do presento niez.Communicou-se ao comman-
ctarcs de grande quanlia para verificaren] vista dame das armas,
dos iirros e papis do peticionario, a exactido do
seu balanco.
ius Momeados deram o parecer constante islcrio d imperio era 19 de oulubro lindo, de-
da provincia. I na barra de Catnama.
Dito ao mesmo.Pelo seu officio de 2 do cor-1 ------------
rente, liquei inteirado de haver V. Exc. manda- i Rispado le Periiambuco.
do eliminar do numero dos recrutas Manoel An- i circular aos nuatro vinarios denla capital.
Ionio Ue Olivera que se. ver.l.con ser desertor ; ,.,. Sr._Junt0 ^J;, y. s. dous cn,osde
do 9 batalh.to de infantera e ter o non.e de Ma- ris a dislribuir pelos pobros niais Iiccessila-
it," i n ,' ^ i dos de sua fregueza, que para esto fin nos to-
cio 'i ,1." M? S,?Pn0rvdr 8Ua r" *"" enrcgucspor S M o Imperador, parocendo-
I ^ ,r U!C'r V.Lxc mformar nos conveniente que V. S. tenha na matar cons-
sobro o incluso requenmenta de Geraldo CorrOa dcr0(;n0 mvSt e viuvas, e destas as que
' 11 'i.', > ..- a .i a c i forcni niais sobreca regadas de familia. Qucira
( v -m ""P orda thesourana de fawmda.- acensar-nos a recepeo desle.
Ai 91. do pedido jimio, mande \ S. adianlar ao | Ueos guarde a y1 5._Palacio da Soledade 96
de novembro de 1859.Joo, bispo diocesano.
Dito ao niesiiio.Remello por copia a V. S.,
I para sua intelligcncia, o aviso expedido pelo mi-
EXTERIOR.
de (1. B v. ([cu' do Ihcorseguinle ;
Meretissimo tribunal do
Londres, segund.i-feira, 31 d'oulubro, de 1850.
Napoleo III, n'uma carta a rei da Sardcnda,
j clarando que a cssa thesouraiia compele iis'cali- determinou definitivamente as bases em que
o cumuiercio. Os sar as despezas com as obras geraes e fa/er os res- de s. Paulo, communicando que sendo un- abaixo assignados, nomeados por este meretissi-| pccllvos pagamentos. documento (irme,
vida a seceo do conselho de estado acerca dore-] 1i" tribunal do commercio para, na qualidade
qtierimenlo iin que Joiio Crispiuiano Soarcs, |dc
lente da mesma faculdade, pedio ser reconduz-
do no exercicio de sua cadeira por ter mais de 25
aunes de servico, foi a mesma seceo d parecer
com o qual S. M. o Imperador se conformen,
que por ora nao pode ler lugar a prelenco do
s ipplicante, por quanto, nao se tratando de urna
jululacao, como remiineraco de serviros pres-
caso previsto pelo art. 25 dos estatutos,
pediros pagamentos. documento lirme, claro e sincero : e se asse-
Dito ao director interino das obras publicas.i 'clha a um appello benevolencia do monar-
l'ara cumplimento do aviso junto por copia, ex- cna '1 fl"0 e dirigido. Parece que o imperador
icdido iielo ministerio do imperio em 19 de ou- : dos l'rancezes, desesperando da sua habilidade
lados
i. sim das vanlages oulorgndas pelos arts ^5
ber aos que livor em 25 anuos de exercicio effec-
tivo do magisterio, nao lliu pee ser contado,
pira completar estes25 anuos, o lempo despen-
dido no servico da secretaria do governo da re-
ferida provincia.
21 -
4J seceo.Aos directores das [acuidades de
art. 119 do rcgulamenlo complementar dos res-
pectivo^ estatutos, cuiiiprindo que, alem da lista
dos candidatos inscriptos para os lugares de su-
i jtitutos, c da exposico do proeesso das habi-
liiaeoes, rcmettam secretariado estado os n-
meros das gazetas em que forem repetidos os
edilaes pora o concurso dos mencionados luga-
res.
Ao director interino da faculdade de direi-
ITI.
credores do commerciante matriculado Jos
Pereira da Silva Carvalho, examinaren] a exacti-
do do balanco por este apreseulado, aiim de,
vista do relatorio circunstanciado dos mesmos
abaixo assignados, ser negada ou concedida a mo-
ratoria por elle pedida, vem agora, em cumpli-
mento do que Ins fora ordenado, apresentaro
resultado dos seus trabalhos.
Logo que aos abaixo ssiguidos foi entregue
o officio do secretario desle tribunal, incluindo o
requermenlo e mais papis ilo referido impelan- 1 [iracas do corpo sob seu commnndo, alini de es- "!'C' sem .um governo estabelecido ; com ludo,
eJos Pereira da Silva Carvalho, o cscriplorio collarcm um criminoso at a comarca de Guian- i,,,:"s 'ia alli anarchia, nem dessas licencias que po-
na no dia 7 d ocorrenle.Communicou-se ao che-! dcn? *?wcejr a reprovaco do mundo, como de
fe de polica. ordinario succede as rovoltices. Os chefes do
peio ininisieno do mp...
lubro prximo lindo, convert quo VfflC me in- em .r*W>lir O povo italiano de que elle tem
forme quacs as obras geraes, a que se dever op- j "?'' POSSvel em favor de sua causa, est an-
plicar a consignaco, que para ellas se deslinar, i ciso do destacar de seu lado chele que o povo
remetiendo ao mesmo lempo urna demonstraco escolhera.
do seu estado e os respectivos planos c orcamen-! Temos pensado que Victnr-F.mmanuel tem
los. I mostrado falla do energa nos acontec mentas
Dilo.no coiumandanlc do corpo de polica. 1" seguiram paz. Toda a Italia central tem
Faca Vmc. apresentar ao l)r. chefc de polica 4 8e '"SurS'do contra os seus soberanos, e perma-
- se dirigiram, e ah por elle lites foi 'fran-
queado com a melhor vontade e boa f todos os
seus livros e papis : o com olios confrontando o
dito balanco acharo apenas a differenca de. ..
612g550 en fvorda niassa fallida, e isio porque
o impetrante eonsiderou n crdito do credor Do-
nylas Mello & C. 17:818^230, que, segundo sua
conla 1 I: I78$330, e do creor Hermano Byndcr
& C. 26:561^93 era lugar de 28:489jj143, e
de Bu ni & C. 29:457237, em lugar de......
3 I: i57^237, quando citos os abalimcnlos do cre-
por
dilo da massa, resulla apenas um debito de .
"".'Se ludo mais conforme e exacto :
ver que todas as partidas lano do debito como
do crditoeslavan de perfeito accordo c confor-
oic as partidas dos livros diario e crreme, devi-
to do ltecife, declarando, em resposta ao officio Jmente escriplurados com toda a clarezae lim-
emque coramunica haver sobrestado na publica- poza, segundo as regras e esiylo conimcrciaes ;
cao dos edilaes do concurso para o prorimeuto i'1''0 'i1'1', pois, ciitcndem os abaixo assignados :
da ultima vaga de substituto d.i mesma fai uldadu l0, que n impontuatidade do impetrante em sa-
que nao sendo a dita publicaconina iormalidade lisfazer de prompto as obrigacoes conlrahidas
--.ricial ao processodu concurso senao no caso
ci baver prejuizode tereciro, cumpro nesta hy-
polhesc, espacar o prazo, e que nao leudo ne-
iilium oulro candidato existente na capital da
provincia representado contra a sobredi la urois-
so, se prosiga nos trabalhos ulteriores do pro-
i ssd do concurso.
25
4a soeco.A seccao d.i conselho de estado,
relatar o Sr. marquez doOltnda, para consultar
sobre a seguinte questo :
Se o prole.-sor impedido por motivos juslifica-
iu direiio de perceber a gratiflearo conce-
dida em virlude do disposta no art. 10 da lei de
15 de oulubro de 1827, adra do que se possa re-
solver sobre a preteneiio de J" de Moral S, pro-
fess.or publico da liba do Governador.
Ministerio la ra/eatia.
EXPBOIETE DO DIA 15 DE ormino DE 1859.
A' directora das rendas, mandando declarar
no administrador da mesa de rendas de Manga-
ratiba, em solu^o > duvidas que expoz: quan-
to primora, que nos arts. 3o 5 1", i" e 7" do
cegulamenlo u. 2,433 de 15 de Junhn ultimo esi
claramente determinado que seos berdeiros col-
laleraesdenlro do 2" grao, por direito cannico,
mencionados no art. 6 % V do decreto n. 410
do 4 de junlKi de 1845, forem notoriamente co-
nheeios como taes, nao preciso iuslillcaco
lguma para a poseo dos bens; se porm nao o
forem, sao admittidos a juslilicr essa qualidade
hereditaria nos termos do ni i. 4"; podendo os
le de accidentes extraordinarios e impre-
vistos c de lona matar ; 2", que tem elle fundos
bastantes para pagar integralmente todos os
seus credores, mediante alguma espera. E asalta
sao de opirilo que o dilo impetrante Jos Perei-
ra da' Silva Carvalho est no caso de obter a mo-
ratoria que pede. Btbia, 20 do novembro de
1858.Por procuracofoslron & C.Uich e
Colle /.' -cru & c.
Era vista do que, convocados os credores, la-
rrou-se a acia de fl. J i d'ondc se ve que o nico
opp anta tal a (Irma Ryder &C., por entender
que a moratoria nao eslava nos termos da lei.
Levado este helo ao conheclmento do tribunal
pelo officio do juiz de direito commercial de fl.
30, deu o desembargador Qscal o seguinte pare-
cer a fl. 30 v.
A vista das diligencias procedidas acerca da
pretonro do supplicanle, lem elle direito a ob-
ter a moiataria pedida por lies anuos, conformo
a convenco constante da acta fl 13, c disposio
nos arts. 900 e 901 do cdigo commercial. Ba-
lii.i, 13 de novembro de 1858.Espindola.
Em seguida o tribunal proferio a seguinte de-
eiso:
o tribunal do commercio, atlendendo ao
que Ihe requeren o commerciante matriculado
Jos Pereira da Silva Carvalho, na sua petieo
de (1.3, par obler de seus credores moratoria,
como faculta o arl. SS do cdigo do commer-
cio, icndo o mpelranto provado a sua impossi-
blidade de salisfazer as obrigacoes conlrahidas,
o lendo-sc procedido s mais diligencias recom-
mend 9 arls. 899 n900 do referido cdi-
go, e constando dolas que o dito impetrante lem
agentes >an lazenda, como ja foi declarado por metas suQlcientes
arisi
tone
dando o recurso j parle, dixa-lhes salvo o di- crditos:
reilo de babililacao, na forma do arl. 40: i
hloao mesmo.Faca Vmc. apresentar oppor- | movmenlo popular sao firmes e moderados, o
tunamente ao Dr. chef de polica ditas piucas ; Povo pocifleo, a ordem publica foi conservada, o
do corpo sob seu com mando, alim de escoltaren) "s poprios cslrangeiros se achara em seguranca
um senlenciado, que lem de seguir para o llio n,as cidades, onde cessou a velba autoridade
Grande do Noile no vapor que se esperado sul. s" |>,"ls estes do bem estar da Europa, c te-
Communicou-se oo chele de polica. '. moi ril*o de crer, que as popular-oes italianas
Dito ao commandarUe do 9." balalho do in- BMWe*ram as sympalhias despartidos pouco a-
fariiaria da guarda nacional do municipio de f!,0S. l apoiarem as mudancas polticas. N'es-
Uliuda.llaja Vmc. de informar sobre o officio 'le Pan "ao e necessario di/.erquo Victor-Emina-
incluso, que me dirigi o inspector da lliesoura- n"el lom aP"' de todos, excepto de urna frac-
ria provincial em 3 do corrcnle, e sob uumero iC* msigniflcanle, se acceitar a soberana que
357. Ibe lora oflerecida. Nos sao bem conbecidos os
Diloao consellio administrativo para forneci- manejos da lyrannia papal, para que os habitan-
nientdo arsenal de gueira.Conveiii que o con. los d;l Bomania nao prosgarn no seu intento
seibo administrativo para fornecimento do arse- de nnicl"ila"'a nem 'cnios sympathia alguma
nal de guerra faca os annuucios necessarios para |P*? roni os Svcr"os patentaos dos ducados,
a compra de um Ionio grande, ou dous medio-' A 'ierdade de pensamento e de aceo, um go-
errs, do cozor farinha, como se indica nos ollicios j vcr" BOtiivel e viril, una orgaoisaco nacional
junios poi copia, submellendo ao conhecimenlo i c uma P0ii,.:o na Europa, eis o que os italianos
desia presidencia os oll'erecimenlos, que so flzc- "tejam, e nao s a Inglaterra, mas, nos oire-
rem, para definitiva approvaco. | mo?' "la's dc uni eStado continental se lem re-
Dito ao conselho de compras navaes.Convm >osiJado de os ver bem succedidos no seu pro-
que o conselho do compras navaes remella i Ps"o por uma unio com a corda da Sardenha.
thesouraria de fazenda copia dos termos do con- '' ,,ls- Viclor-Emmanuel exltilou em dar o passo
trato pela forma indicada no officio junto por co- '?lrcvldo de e*fUar fusao d(> fluotro legacoes
pia.Communicou-se ao inspector da thesouraria 'c,lsla do chefe da igreja o de tres principados.
de fazenda. Nao o vituperamos por isso. Sua posico era e
Portara.0 Sr. agente da companhia brasilei- i dini(1- Livrara-so do temor de uma aggres-
ra de paquetes a vapor mande dar transporta na l!?0,0"?1!".'"*" 7t'r "le' das. a'"ma? francezas, por
|t.e ell.-s tem a desojar da Franca, c desejam ac- ten<1" P8 ?,re,M tendido (e o que se beija;,
um solio cujas cortinas sodegalo de ouro,
enobre-a. A oulra cousa a chamada con-
i-so de S. Pedro, islo a entrada par ar-
igreja subterrnea (aqu em quasi todas as igre-
ja- ha um subterrneo, onde est o corpo do
e onde ha
para dizer-se as missasj onde-
tcina de alfandega e um mesmo padro rao^neU- esIi' os corf'os Jos Jous Apostlos; esta con-
ro ; o centro director estar em Boma, rom posto f|S?o forma una o?pecie de circulo, que se fe-
de represonianies nome.idos pelos sob.rarn.scon- rlia pelo altar papal, que Ihe (ica inminente
^^JnXS,^ cm rod ^a W*",le '", eonduWo
snispeitas de dedicaco a Austria, possa ser con- |iaia subterrneo duas escudas, urna de um
traslada pelo elementa que resultar da eleico. lado outra do outro, tambera de fino marmore :
A presidencia honoraria deve ser coofenda ao rento e viole duas alampadas, sunenta.los or
fopSttirse^sTra^^^^^^ COr"OS.da fT^ d?PS,aS ,"1 da
ceitaros melhores termos que possam obler.
As cotrlieoes que o imperador estabelece -ao
pouco niaisou menos as que lodo o mundo sabe.
A Italia deve ser composta de milites estadosin-
dependenles, unidos por um laeo federal, cada
estado deve adoptar um syslema particular de
representaro e reformas Batatares ; a confude- santo, a quem dedcala a isreja,
h-;:u ri,,c.lll""1',r Principio da nacionalidade la- mts outros altares para dizer-se' a!
liana ; nao ler mais que uma bandeira, um sys-
cia moral do Papa augmenle-sc na lal
parapeito. brilhavam, como sempre, ornadas toi-
(iiesmoseja capa/, de fazer concessoes conformes ^i!i de llores oloriferas, em lu^ar notm deaze-
'TvZ1 e SeZaddeii::;!rSr^,das a S,r- % tSSL^ velas enfeitadssno^
uha ; a duqueza de Parma chamada a Modena e l?llblerraneo va se a estatua de Po 6.,
i .Monona i- i ----------..--.,
foscana, augmentados talvez com uma porco 0Dra ,,e ^anova. de joellios dimite do Apostlo ;
do territorio restituido ao grao duque Fer- esta confisso foi feita pelo archilecto Carlos
"a/-ldo->> ... Maderna, or ordem de Paulo V. As 4 horas-
Com pequeas concessoes do espirita dc lber- ,i, ... i,' ,- ? nora>
dade sao essas as condicoes essenciaesde Villa- '\r, e Par,u com os meus bo,ls am,8ns- P3"
Tranca. dres Macedo e Laranjeira, para ouvirmos as prt-
dc mo dolas, o faze-la dar a nacionalidade
de Vcneza, a sua representacao e um exer- la real, onde o me.-tre gerente das rentes pontt-
cilo.-.qui-quer dizer que Venen ser italiana ficacs, de joellios diante do papa e da curta ro-
C nao austraca.
primcira opporlutiidadc, para a provincia do llio
Grande do Norte, ao sentenciado Manoel Fran-
cisco Pereira e a duas [iracas do corpo de polica,
que o vo escoltando, sendo as passagVns pagas
ao chele ?"c. e'l,! "a^
meio dcas
da Italia, da
res de subd
lido, a am
,;.-, i, -". ro unios suuicienies para pagar integralmente, e
m tte 2. de Hembra ultimo, recorrerda m n- ,,. obtevo osseulimenlo da raaioria de seus cre-
.ca, se Ibes frfavoravel, porque o ar Ia, ve- dores representantes de mais de dous tercos dos
ido o recurso parte, deixa-lhes salvo o li- crditos: concede a moratoria requerida por es-
to de li,b,!,.a,ao, na forma do art. 46; ,, paco de 3 ai.nosde conformidade cora oaVt. 901
quanto asegunda duvida, que. no caso do art. do citado coligo, o nom^a para nscaes da con-
-,.', nao tora lugar o pagamento da dizima da Idtlcla do impetrante duranto o prazo da mes ni a
fn^i"J' 0."*.? 9?n?Su da,"',l,'m I""' '"oratoria u3 credores Rich Latham & C. c SS.
a1.1 ti ;, l"'":';":;K"" Davempott. C, Bcando estes obrigados a quan-
mesrao cdigo.
de que das juslificaces de que traa o rilado re- ,,, u,es ncumb o arl 90* do
^ulr.mei.t.ii.aus.. devem mbrar os diroilus doJ Facam-se as compelenles"parlicpac5es, ,
da tabella a.mexa a le de 30 de novembro de pnios impetrantes as cusas. Baha era sessaodo
I0"".. iiibunal do commercio de 13 de dezembro de
Apjuizde orphaos, rommumeando que, era I18a8.Tococei/us./'./. CesimbraGodinho.
deferimento ao requenmenta de Joan Bernardo Ribeiro lodri.jues.
Kogueira da Silva, foi-lhc declarado que os cura- Desla d
dores de herancas jacentes e mais olllciaes do
ji'.izo devem tirar porcenlagem das cobranzas de
juros das apolices da divida publica e das acedes
de companhias, na forma do art. 62 do rcgula-
menlo de 15 de junho ultimo, deverdo ser as
apolices conTenienlemenle recolhidas.
apossara da mais rica planicie
'itiga.cidade de Milo e de milba-
irosperos 9 industriosos. A gra
a deferencia coinmum exigan!
aquella provincia. Communicou-se ao 'chefe 1"c elle nai' ie ?pj"5 assentimento do do-
de polica. i tentado que lbe i..5t?UUJi laes beneficios.
Dita.O Sr. gerente da companhia Fernambn- Nl!l" S,|ia UD1 acl do cavalheirismo collocar
cana mande dar passagetn para as Alagoas cm uni mo soberano n necessidade de abandonar
lugar destinado para passageiro do corerio a 8M.a Pa,arr* penhorad. Por mais inleressado que
A no-so respeilo, agora que 0 imperador fran- """"V'1* pela f,|Uarla. vez. em nome do Procu-
z signiBcou o seu desojo, est clu
paramentos, e suLiu na sed i a gestatoria at asa-
lte d
papa
em t
ro'qe'ii'- tador fiscal os tribuanos da Santa S, que nao
nhumdos negocios de Inglaterra se misturar lera al ento cumprido com seus deverc* eaue
ao^na^Se SU ^genTo^tnid^e ^J^f^.do no di. de msnhi ficaro'entV
na deliberaco. ues a0 llic0 apostlico. O mesmo mestre j;i
A Inglaterra nao deve entrar em um congresso fez as ,res primeras eitor5e3 as janellas (loges!
s para ractificar ou registrar uma decisoj esta- j do vaticano, di/endo", a cada cilatjao: Primo
"'sThaun. congresso, deve ser de modo que Pr0 1^'"5. secundo pro secura, tertio pro ter-
nelle os argumentos ou os plenipotenciarios exer- lia;>-- omnes junum et censuum Camer., Apos-
eam influencia nos seus resultados ; de oulra llica: debitares compareaut in eadem Cameri,
Rde nacional nos obriga a absler- corara Cardinali Carnerario et Clericis, adjura
debita solvendum, qut sunt parali illa recipere.
nos de interlercncia.
[Times.'
Variedades.
Beli^;ia>.
Extracto do Ecclesiasiico do Maranhao.
1"
BelizarO do llego Barros.
o imperador Napoleo se tcnba mostrado erala-
Dila.^ presidente da provincta, conformando- m? 1"'PIerlaI e"afdor a sua fe para com osAjus-
sc com a proposla do chefe de polica de 3 do i ,nac0!i- Isl enlrelanlo e, olhando-se a materia
conenie, sob n. 1,2:0, resolve nomear a Miguel : on,f? duas personagens reaes e pondo de parlo
Correa Calheiros Pessoa para o cargo de priraeiro ?s dliellos1 dos l)OVOS- Desejramos que Vctor
suppleule do delegado de polica do termo de Ou- r-m,;in,1(,l rsse menos escrupuloso, mas resbei-
riciry.-Comniuneou-sc ao chefe dc polica | atnos os seus escrpulos. Elle besitou ondea
Dita.0 presidente da provincia, allendendo [besilacao era de faci uma recusa o o resultado
ao que requereu Francisco de Paula Lopes Res i c, q."P Estados Italianos com toda a probabih-
primeiro escriturario da mesa do consulado \uf T0,'*ri0 .n088CUS nSOS senbores, sendo
leudo vista a informaco ministrada pelo ins- ??dpna ul"c0 roi""do aos pretenden tete da
poetar da thesouraria de* fazenda em data de 29 /'P"." A
de oulubro ultimo, sob n. 775, resolve conceder-' ^omtudo muito se tem feto para dilTicullar o
andamento da restaurarlo e os termos, que te-
rim amplamento saiisteito aos Italianos ueste
ultimo anuo sero agora olbados com Irieza c
i dcsconfianca.
A transferencia do Averno das mos do Papa
eo exilado duque para o protectorado da Sarde-
riba pun faci consummado, posto que nao lo-
nham assumido o ii|ulo real, dccretoii-se por
uma convenco popular e aceitar provisoriamen-
te pelo re quo estariam para sempre dosempe-
Ihe 3 uiezes de licenca com vencimeiilos na for-
ma da lei pira tratar de sua satide.
Dita.O presidente da provincia tendo vista
o ofllcta-que lite dirigi o commaudante super-
ior .l.i guarda nacional do municipio do Recife
em 29do oulubro ultimo, com referencia ao do
cemmandanlcdoesquadrodecavalldra n. da
mesma guarda nacional, determina que ao cida-
do norneado lente da segunda companhia d o
mesmo esquadrao, oque veio contemplado na
- 17 -
A" Ibcsouraria de s. Paulo, indeferindon pre-
tendi de Manuel Joaquim da ('.once fio, fiador
(toex-adminislrador da mesa de rendas de s .
bastido, Bernardo Jos de l.orena, a quelite sop
restituida a quanlia de 528>, iinporlaucin de reti-
das lancadas H nao cobradas, que ba ii regular-
mente dbil ola pela dita thesouraria aomi
nado ex-admiiiisirador; visto nao constar que foi
o supplicanle quem solveu o aieance, e sim um
terceiro por cunta do cx-adminislrador; uevendo
a inapectora mandar restituir aquelle ex i
de alcance a quem de direito fr, c exigir em
lempo oppoiluno do"dito l.orenn, caso soja con-
demnado, us joro-, rnmposlos na forma do arl.
''\ do cdigo criminal, petas metas romp
um dos (piaes so echa determinado no arl. 33 do
< itado cdigo, cono, lem sirio declarado pe: or-
denscm vigor.
18
Ao ministerio dajusra, communicando, para
que se sirva dar as providencias convi \ icnli i
informar do ro^tiHadu ao Ibesouro, para seu pro-
cedimento ulterior, que considera o prnvim nlo
r:tn correco do juiz de direito da comarca de
Jabnrahy, em que raullou o juiz municipal ba-
charcl Manoel Bernardino Baptista Pereira, que
ftinccionoii m s aulos do inventario des bens do
finado tenente coronel Dionizio I.uiz de Abren
Rangel, aticnlatorio do poder administrativo, e
no caso d i sm i nssado pelo governo imp rial, n
conformidade do ait. f do decreta de 7 de eve-
reirodel857, listo como ao juiz de direito em
eorreicao, nos exercicios das ntlribiiieoesoiie Ihe
. onfnre o art. !' 5 1" do den >tn :
d 1861, nao nabo a faculdade de impr n
sim a de fiscalsar e at recada au do mp islo]
exiniinando se os o los, mralos, litutasuu do- Ex
cumenloa o ou nao os mposios devidos;
faxe-los payar no caso em que as leis r regua-
mentos o< aitlorisan para assim proceder, rom<
por exemplo, no sello, ou providenciar, no ra
contrario, -obre o pagamento, islo .
ecisaorecorren o credor dissidente por
s'u procuradora ll. 13 v.
l'oratn na Balita mesmo ouvidos o recorrenln e
o recorrido. As razocs do recurso se acham de
fl. 3S ate 11. .",^ : nao sao SUScepliveis de
transcripeo, mas par, ce o recrranle fazer con-
sista a principal forca do sua argumentaco, em
nao ur sido guardado o arl. Mis do codig'o com-
mercial, quando exig' per enneossao de morato-
ria b prova dc pie a mpossibitidade de- pagar de
prompto procede de accidentes extraordinarios;
impreiistos ou de forc maior. Mas esle ponto
parec o que se ocha victoriosamente com-
batido as razocs do recorrida de| os de ll. 66, e
nos mullos nilestadns dos prlmeirus mdicos da
Babia, que demonstram a existencia de molestia
ma, prolongad.i o seguida de opera-
graves, era que a vida do recorrido corren
minios serios pcrigos. Demais, a mam-ira por
que se etreclu.....>ssa roncesso de moratoria
milito > ni i ivor do recorrido. Ainda se nao ii-
nha v-eritii-adn execuco alguma, elle convoca os
credores pitrlicularnienle, oestes, coniexcepce
do recrranle, rcconhccemaboaf' do recorrio,i
coucedem-lhe i espera, e assim que ello ped
era juizo a moratoria. Frniiquea seus livros
ai h m bem escriplurados, e que demon--
Iram a verd ule do balanco, o lera por si os votos
do tribunal, do fiscal u de todos os outros cre-
dores.
I m
proposla approvada por portara de 30 desetem- s,,;.' Pnmc,ra ugcicao. _
Dita.O presidente da provincia, fondo vis-
la o que requeren Antonio Francisco Pereira,
capilao da quinta companhia do 1. balalho de
inlanlaria da guarda nacional do municipio do
Recife, e a informaco ministrada pelo respec-
tivo commaudante superior em 31 de oulubro
prximo lindo, sob u
sitivo, nao se oppunham simplesmente a una
raudanea atneacada. Pela le publica da Europa,
como fi aceita'c approvada por lodosos Estados
modernos o povo da Italia Central est justa-
mente denlro des seus direitos. Tem-se descar-
tado do corlas insliliticoes e estabelecido nutras,
IrS4T resolvercforniar^wo I nacional elles nao podum ser chamados a
et h;rc quarto pro quarla dilatione ad sartum.
instante l'rocuratore fiscali. Acabada a cita-
cao o papa leu a forrauli seguinte: a Protesta-
ttoneni hanc mam in mnibus admttiimus; om-
nia. que ad sartum leciumi|ue jus Snete. Se-
dis el Camera' Apostolicm servaudum, per ean-
A 11 dejunlio o vice-gereniede Roma, isto <''" Selera ejusque ministros hujosque gesta
, ovigariodo cardeul vigario, adrninistrou o sunt, conlirmamus; ac tempus et tmpora notr
baptisroo e o chrisma na baslica de S- .loo de ecur[ere "' Ictrimentum junum Apostlica; Se-
l.airo. ao cathecumeno mahometano Kussn declaramus.
Kaa, de nove aunos, natural da ilha de Scio, Acabalo islo o cortejo pos-so em marcha, at
recebendo o nome de Joo Mara Pilippe An- chegar defronte da estatua de Constaniino/que
dra Doria, foi padrinbo o principe I), l'ippe eslembaixoda escadaria real, onde praspe-
Andra Doria Pampliily ; a-mai de neophylo ramio que se Ihe rena o cardeal lliesoureiro e os
baptizou-se tarabem, chrismou-see commungou, membrosda cmara apostlica, que vem de re-
cbamava-se Fatiraa Kascin, de 35annos, icce- ceber os impostse s vassalagens das trras sub-
beu o nomedeMaria Margarida Isabel. Estas raeilidas ac dominio da Santa S (isto continta
ceremonias se fazem aqui com lano esplendor e ainda por lodo o dia da festa). 0 procurador fis-
magnificencia, que bem demostram a alegra, cal entao protesta diante do ^papa contra a oceu-
per ten-
papa .
de que se possuo a igreja, quando recebe em sen pseo dos ducados de l'arma c Piacenza,
seio mais um lillio. i cenes ao dominio da igreja, da maneira seguin-
A 21 liorna festejou com todo o regosijo o I le : Consuetum eral, Batissirae,Paier, nho-
anniversario da faustissima coroaco do papa, dierna anniversaria celebriale qua feudatarii
todas as casas, quasi sem excepeo, estsvam es- Sandra Romn Ecriesiae tributum do rao-
plendidamento illuminadas, assim como os se- re prsestare lenentur Camera; Apostolice, per-
minarios, conventos c as grojas. Home missa solvi eiiain censura in recognitionem supronii et
cantada pelo cardeal de Andrea na ca pella Si\- |direcl dominii Sandra Sedis su per Ducalus Par-
tina, a que o papa assistio rom todo o cortejo,' raice el Placenis. Verura.cum bujusmodi pos-
depois do que o vive-deie do ssc.ro collegio re- sessio, plurirais ah hinc annis per secularem po-
novou ao santo padre, em nome de todos os em- testa lera oceupata loen I et delineatur, hinc est,
nentissimos Srs. cardeaes, os protestos de es ti- quod ego Sanctialis Vestrra el Cameir Aposto-
ma e amor, e os votos, que fazera aos ceus, pela licoe Procurator fiscalis generalis, contra oceu-
conservacao da sua augusta pessoa. Pouco de- paiionem et oetentionem nrradirtam protestor,
pois recebeu elle de lodo o corpo diplomtico as eundemque slalum ad Sanclam Sedem Apos-
homensgens e os senlimenios de sua profunda lolicam pleno jure speciare declaro, enixe rogeos
venerado. A mesma honra liveram os minis- Sanetitatem Vestram, ut bae tneam prote-tatio-
tros de estado, a prelatura romana, o principe nem benigni admitiere veln, el juslissimam hanc
assistente ao solio, o corpo de guardas Robres, Sanclae lloman,. Ecrlesia? causara defender <%.
os conselhros deestado, o senado, a magislra- netur. iia proteslalus est hae die 2S Junii an-
lura romana, e a ollicialidade superior das tro- ni 1859. O papa responde assim : Protes-
pas francezas e pontificias, que esto aqui do latinos admitliraus : quencumque hadenusges-
guarnicao. Sua santidade respondeu-lhes com t la pro tueodia dominio el possessione status nos-
o riso nos labios e alegra no coni(So, agrade- tri Parmensis et Placentini rata bebentes confir-
cendo-lhes infinitamente, e exhotiando os a te-
mesmo posto o sobredito capito, de contaran- "nc!"al el,es n:,n podem ser chamados a contas.
dade com o que dispOe o art. 71 da le n IM-> de s 2?a' ,|U1' s,'l"!"' '''miilisara de rrime a
19 de sclemlfro de 1850, e arl. 83 do decreto n accSo dc c"rg c Brunswick na sua primcira
revolucao nao se pode ingerir era repelltr os sa
superior da guarda i ,dnle1s polica en, que os govenios da Ita-
| lia Central desennenm. Mas do que islo, podc-se
duvidar que os ltalianosienliam sympalhias em
lodasas elasses da Franca excepto a do clero.
~2 de25 de oulubro do mesmo armo.Comiiiu-
nicou-sc ao commandaule
nacional do llecife.
Hita. ii presidenta da provincia allendendo
ao que Ihe roquereram o altores porta-bandeira,
Ismael tiaudiuicio Furlado de Hendonca e o le- Os Francezes ainda que accitem o despotismo
nenie i|uariel-mesire, Gustavo Uziazenn Furia- n5o Iio de tolerar a superstico e a estulticia
do de Menddnca. ambos do balalho 17 dc in- elles devem ler una liberdad de sua propria na-
lanlaria da g larda nacional do municipio de Pao Une/a ainda que toda autoridade se concentro
d Albo, resu ve conceder-lhes passagem para o em um feliz, chefe. Ellos sabem quo os aovemos
batalbao n. 10 da mesma armado municipio de [decebidos da Italia lem todas as fallas que dos
Iguarass. Communicou-se ao commandaule iruem o seu antigo rgimen, e quer elh s seiaru
superior do Ppo d'Alho cao de Olinda e Igua- bonapartislas, constitucionalistas ou republica-
nos, eiles igualmente despregam o svslema que
prevalece era Holonba ioi Modena Sem o seu
Expedie
Officio ao cd
He d secretario do Governo.
mmandante das armas.lie ordem
de S. Exc. nSr. presidente da provincia declaro
a V Exc, era resposta aoseu officio de do tr-
renle. ..eb n. 68, que, por despacho desta data,
se autorison p inspector da Ihesouraria de fa-
zenda a mandar indemnisar a companhia lixa de
cavalleria da quanlia de 2l500 res, quedes-
suca 'ii) penden com n coifducco de varios obiectos do
ido, 2o de ostode l859.--u- rospeclivo qua\lel en. Santo Amera para o ars?
em seu ci-
1 : iIopxi lo, e mais qm dn pro-
. consta, parece seccao que deve negar-se
p1 "l menlo no recurso.
M. 1. mandar oque for dejuslica.
S;,!:i ,! ronfen nrias da gcccio de jbsiiea do
Ihn di estado, :;"> de
un ao ii igua>j.\ueondede Mnnmaini- iodo ol
(''' L'unlia /' ,_| unfuim
GOVEBXO 3>A ROVINCIA.
podiente lo dia 5 is novembro.
naudaiitc das armas. Sendo
melhor ; los p ipris
pxercilo deixa de desojar que suas victori-s le-
iibaiu un bom resultado. Se Solferino muda a
condico da Italia, produzir matar noiucdo que
se ios-e um Iriumpho puramenlc pessoal on o pre-
ludio de um dos militares de halados de que a
historia da moderno Europa se recorda.
O imperador djis francezes deve pois determi-
nar por unta vez bs principios em que elle quer
eslabelocer a qn/slao italiana c torna-Ios ronhe-
cidos antes quifehogue lempo de ac So. A gran-
de difllculdade est as assemblas italianas. Se
eslabelecerem o seu fundamento, e recttasreni
ndmitlir os seus anligos chefes ; se ordenaren]
que seus generaes defendam o geu territorio p
estes generaes obedecerem : se lodo i
Exc. o Sr. prcsineuln da provincia manda com-
inuiticar a V S em resposta ao se ollicio de ,CT Bm. sc (, ,.x
..do correnle, sob n. .1,1, ,,,>. por despacho bir un espectculo de unio e firmeza aos olbos
desla dala seautorison o inspector da Ihe- \ do inundo, s,ra urna dillicil larcia para 3 Franca
Murar de fazenda mutiujmt a .los Mas os paludarios da legitimidad, milito ani-
Antoiuo Moreird a quanlia de 2:000^)011 -
sonro o pagamento, islo e, preveiiirj!
dos fados ?s estaces liscaes con -. s !
o
i ionio que toda a
i : -idencia seja
do nina s qililidndp e fon, ato,
quacs u iimbe a ceSranca dos -tos, e a im- '' nominado almasso. como
i-"-: o penas as retara de estado dos ne-
perio, -:! i---- \ Exc de dars
o isso .c na cor-
: ':!:-
-vuiouio worciro a quanua no z:uwij}UUU res, mi- man. O lempo esl dando a sua balalha O esli-
portancia de mu masiro para o hule Parahiba- do mal seguro do paiz, a inevitavel sumo ,:- da
no surto en. .Maceo, como \. s. declara em seu emprez, a incessante, ainda que ltante aceta
ii?.^C!ni.L .. ,.. ,>. ..i- ,., d0 '"'"'." M.wri das duas casa, imperies
ao capitn
lo poito. De ordo,,, deS. ,r,io cedo (alve/ eomccaro a appincer p-
i xc. o br. presidente da provincia conimunicoa d
\. S em ie-.oe.--la no seu officio d" l d
u acontecer que lodos, excepto un pequeo nu-
marniis solemni haedie, beatorum Apostolorum
Patria- et l'auli conscrala marivrio -. nihil etiam
rem conlianca em Dos hurnilhando-se no espi-
rito de oracao e amor, deineepsin bujusmodi eorum patrimonio-
Nesle mesmo dia assisti e tomei parte n'uma rendo et vindicando, omnipotentis Dei pra-sidio
das ceremonias mais tocantes, que teulio vista, I psumque Apostolorum ope frcli, ad eMtemum
celebrava-se na igreja de santo Ignacio a festa de I usquo spiritum prselermissuri.
S. Luiz Gonzaga, novico da companhia de Je- j Findo o que, o cor|ejo*contini'ia, ao veslibu-
sus, c patrono dos estudanles, as seto horas da lo da baslica os sinos repicara, as msicas rotn-
manba todos os seminaristas e cotlegises, que pem, e o povo cornaca a se crapurrar, nao por-
frequentam as aulas do collegio romano, reun- que nao tenha espaco, mas para so eollocar em
ram-se cm urna das salas dc espera, eramos es primeiro lugar depis dos soldados, alim de ver
francezes, oglezes, irlandezes, americanos, ia- bem de porto o .apa ; ao entrar na igreja o co-
Itaos e'c, em fim de todas as nscoes, forma- ro entcou o Tu es Petrus elle vera capel-
mi s alas, e assim desceios igreja, que se com- la do S, Sacramento, faz oraco, e Vem para o
munica com ocol'egio, j achraosla duas ira- sen ihrono. que est no fundo da groja ; lo^o
mensas filas dos dous lados da greja, que se es-; inmediatamente os cardeaes deixa
lendiam al a porta (esta igreja raaior duas ve-
as que a nossa calhedral ah) um cardeal disse
a missa, emquanto que o coro, composlo dos
meninos do hospicio de S. Miguel, execulava
melodas de arrebatar; comecou a distribuir-se
a commiinlio, erara ito horas, s nove ainda
nao se tit.ha acabado, e era o cardeal de um lado
e um oulro padre do oulro, mais de duas mil
pessoas approximarara-se da taima santa.
Passo agora a descrever-lhe a festa dos Apos-
tlos S. Pedro e S. Paulo, a 29, o que n.ta
liz o anno passado, por ter sido atacado de fe-
bres. A baslica do glorioso Apostlo rnala
esplndidamente a damasco venncllio rom gales
de ouro, pora duas cousas chamam especial-
mente a atlenco, tima a estatua de S. Pedro,
(debronze, foi fundida do' bronze da estatua
de Jpiter Capitolino, e l collocada pelo papa
Paulo V.) ctijo pe sebeija, de maneira (ue j.i
est gasto, io numerosos tem sido os b
que se Hiciera dado! diante da estatua estavam
ra seus assen-
los, e vem prestar por ordem obediencia ao papa,
isto ,beijar-lhe oannel,assim comoos arcehispos
obispos, qnelwijam ojoellio, eos-abbadesmiva
dos, o reitor do hospital do Espirito Santo, e os
penitenciarios de S. Pedro beijam o p. pa -
pa enlo o Deus in adjutoriuinaa que o co-
1 sponde, e assim coraecain as vesperas,vde-
|ios do llenediamns Domino o paitada, aben-
cao a lodos os assistentes, o a ceremonia acaba-
se pela bencao dos palitos para os arcebispos e
bispos, que lem o privilegio de traze los.
Porm, seas ceremonias na igreja esto aca-
badas por hoje, nao o esto as de toda a cidade ;
s Ave Mara tola a cidade eslava niagnilicamen-
le Iluminada, e, o que mais, o eslava tambera
a cpula e toda a fachada de S. Pedro ; um
esp ti culo maravilhoso e digno de ver-so, nao w
pude formar uma idea da belleza e grandeza du
uma tal illurainacao lea meu lio, como a des-
creve o abbade 'auras, na sua obra Les
Trois H o raes > Imagino o n:ois grandioso
y
dous immensos caslieaes de metal, ornados de! templo do universo com suas proporc,oes colos-
baixo relevo em prata, de um traballio precioso' sa s, rom sua cpula de 142 metros' de altor,
sustentando duas grandes i chas enfeitadas, tiuojeom sua immensa praea, coreada de urna duplica
columnata, e todoesteedG oconvenid era utua
montaoba de fugo Milhares de lu/es sao rella-
na facha la exterior do temple o do prticos
a partir dtbaixo at a exireraidade da cruz da
- Est! lures desenliam os baixos relevas
e i Iti : is w edificio,raarconde as linhasar-
ardem, e mais outros dous porm nao da mes-
ma qealidade: a estatua tem na cebica uma
liara rica, toda robera do pedias preciosa-, se b
revestida de alva, oslla e capu fa asperges, toda
recamada de ouro, 5 alampadas grand -s de prata
macica arde::; tarabem, a estatua est sentaia,
MUTILADO



m
MARIO DE PERNAMBUCO. 1KRCA FEIR -20 )K NOVEMBRO DE 1859.
na janella.
la frauta.
N i..........'. m l: > i soIII
Instes cnticos. Seria verdadoiro esse soflrmen
clnlKlouicas, timaiido-se onde e 1 i;*- su curvain,
parando onde ellas^arara, e acibanlo onda aca-
bara. Esle esperlctilo, que (ere lano a alion-
lo, nao alegra nem sotisfaz s aos olhos o ao
Mmfio, ce falla tambero ao espirito, parque,
eomo diz ruonseignenr Gerbert: Esta cpula I- u"1"!' 8ua & gema? Seria apenas urna im-
pr a.iu dessas que produzem as noites de luai
as almas de natureza entristecida 1 E depois
perguntava-oio anda qual era o inleresso que
ino prenda a eisas tristezas, dures senli las no
"lo, ou poesas lo imaginaban ; e dcbaldc que-
ra rarrer esses cuidados do pcusameuio ; nao
poda!
i s dcsaurochem n.i existencia o iiv*.o amor,
cu lcsii|iplico, Juanita, nao esperJicenios estes
liimina la parece ser nina tiara brilhanie posla s i-
bas o tmulo do poscador da Gallilea. A alam-
pada, una caverna, ten) sim brillio propheticu, porni
a illuminac.o do tmulo do Aj>oMlo devia ler
seu apogeo : ella devia cliogar al ao esplendor. All mesmo adormec; e, quando pela manha
Mas ero vez de relirar-me lambem, deixe-me I momentos de gozo em urna explieacao que os
finar, pensando e pcrgunlandp-me que dor lama- mudara em longos dias de padecimonta. Cosemos
riba seria aquella que a esse moco inspirara to a vida em quanlo podemos viver; o meu segro-
do seria la morte no momento <>ni une o sou-
liesses, c o remorso de una vida inleira seria' o
raen futuro !
E ello chorara, e be java-me Com Unta suppli-
ca iiiis olhos humedecidos con tanta triste no
rosto, o sua voz era lo repassada de angustiosa
(locura, une nao me aniniei a suestioaa-lo mais.
Alem dissn, a certeza de que en era somate
amada lazam esquecer ludo o mais
Depois desse da, ou fosse que realmente se
IHHw beui dizer-se, que lia dms illum'uiacijes, um ra de solinundoo-roe o rosto, acordei so- houresse consolado, ou que consepuisse occullar
un anlos. dous periodosa 1. comecou soilo ^'llada; quiz erguer-me, mas a calmea pesa- melhor os soffrinmntos intiaioa que em segreao
' i va-nie, e o coi po doia-ni'. Ilenni ininhas lor- o mar I viYsavam, Jaciniho lornou-se monos triste
eum quarlo, c .le rogo couerto, co sor te que as i;aSo consegu caminhai aleo espelho; minhafa- n durante oito noites mais eu pu.le ver recouie-
gaandas Knbasde ai directora sao distincias peta ce era lvida, meus olhos rodeavam-se de mu garem csses seros calmos e soregados, onde ha-
luzs novo e um quarlo teut lujar la trans-1 circulo ; ''.....'" '' meus labios paludos estreme- va coniecado a usssa felicidade.
fnrraazone ;o momento da segunda annun-
c i re ii
ccrain em um gemido.
ciado pelo grande sino de S. Pedro, ao primeiro |)oiie-me, e era ponco consegu dormir. Quan-
jolpu a luz se propaga na cpula, na cruz, na do accordei eraro Ires horas da larde; achava-
facliada e uascolumnatassemdemora.de sorteque '"'' ''"'' Hi,'s !l"''' i;i mullo adianlada para que
ultima badalada o rla.o est feito, nenhuma 'e al,renJ _sso na loja. Resolv nao ir. Ves-
lii/. se cominuiiica mais!
Como isto se opera, me ncomprehensivel.eis
como o explica o abbade Gaome : Trezenlos b
sessenta e cinco pieiriui fobreiros da contraria
Ali que meu amor devera morror no berro
que o embalara. Era a esperanea derradera que
su balancava .niela nina vez na miitha vida para
depois tumbar na sepultara, onde sinto que em
breve a seguiroi,
Eslavamos na semana sania,
li-iiie, petitei-me... paraque? Eu conservara o habito que me havia ensina-
rremciiiio abr a janella ; porque Iremia? E do minha mai, e, procedendo assim, parece-me,
poique coivi 'unido pncotilrei na do meu visi- renda um culto a sua memoria ; porisso dirigi-
nho 'i sen semillante melanclico lito em mim ? me igreja do Parlo para coufessar-me.
Elle eoriejoo-mo retribui-lhe confusa, e quiz (tostara daqnella greta ; ella Km sombra, ha
tugir; masseiiti-iue presa aquello lugar, e.... a lana calma naquollas pandes antigs, tanlo re-
de S. ledro; su-pensos por curdas, operara este nuilo voio ene......ar-rae anda alii reclinada; e eolhitnenlo naqueHesaliares escondidos nasora-
tieilo mgico, sera forero apercebiJos, um se- lambem na janella prxima encontrn o meu vi- bia alli a alma sonle se lo religiosamente en-
gredo delles,. nina das glorias do genio Italia- s'"' ,. ,
- .. i-.. i .!% fa sc&iiliiie manliaa evanuu-ine redo, mas
no. Esta segumla con-ia de milhares de novas nko ais disperlada pelo desojo do traf
lampadas, sao novas gnnabJas de luz e de um balho, p ir ;-- > liquei em casa. A mulher q.........
b'illio mais olVuscanle, io serle que primeara, servia Iruuw-uie o almo>.o, depois o jamar, mis esperar que vagasse um lugar no confesaionaiio;
sein ser retirada nem apagada dcsappareca o ; '. toquei. Nao me senta com neces- nina senhora idosa levantndole passou junio
intnn o i,nti.|.> ,..l ..I.rn m,l. V. i. 5l!'''Jl' ,l,! aim-iito. de iiiin, e apoiilou-ine para o conessioiiario
torna-se pallida elo ra rao da segunda. Nmb Mas duranle o da mteiro a janella fronlcira donde se erguera. Para elle dirigi-me, equando
nioaienloa cuiz, que domino a cpula, pane- fechada,e a noite dehaldea placida me ia ajoelhar, um solueo abafado fe/.-me luvau-
bha do estrellas scintillanies, desodas da aboba- mudez e o lmpido luar coividavam as scismas lar os olhos c otliar atravez dae grades..
da celeste, e a baslica reprsenla verdadeira-1 ,?.?.7i:.S......lelancolico cantor das noites pre- Um semblante pallido, onde se lia a expresso
1 ..-.-
a ''-J de malo ue ibi cetebrou-au em Na-i Ur. .Mnimo dos t Sniuei.j
peles, na espolia Palatina, o seu casamento com valcooti.........................
a pnnceza 1). llieresa Christina Hara de Bour- I Vigario Jos Teixoira de Mello.......
bon, irma da ramha mai de I), babel 11 de II, s- l)r. Ilodrigo Caslor de Albuquerque
panha.e do re D. Eeinando de aples, boje fal- : Maianlio...........................
le(ido- Dr. Antonio Borgesda Fonseca.......
50
41
31
NVsin ceremonia figurn como procurador de | Escrevcm-rios de Caruar, em dala de 22
I). 1 edro 11 o coude de Syracusa, principe real ; do coixenle :
das linas Secilias e irmo da nossa impcralriz., Continua tranquillo este lermo. u fado mais
A i dcsctenibro do mesmo anno, isto e, uui impoitaule que temos a registrar a eleicao de
anuo depois da chegada de S. M. teve lugar na dcpulados provinciaej, que lem lugar no da O
capella imperial a ceremonia das boncioa nup-; o numero dos caudidalus era creseidn : iodos se
cl"':s- ., julgam com direito 9 mererer os suraios .los
Ueste consorcionascetam qualro fi l.os : a 23 elcUorea deste doslricto. quenao lem onde enca-
de levereiro de I8u o principe n Pedro Alton- char-se, recorre un Bonil
su, fallecido a 11 de julho de lt7 ; a princeza
I). Isabel Chrislina Leopoldina a 29 de jullio de
18ili : a princeza 0. Leopoldina Thereza, a l3do
char-s
A eleiro foi plclciada Ci
nlia.
suppu-
(i escrutinio foi por trez viv.es consultado
julhode 184/ e a l de Julho de 1848 o prince- resultado foi oseguinle :
e D.l'i'dro All'otiao, fallecido a 11 de Janeiro de
880.
1."
Por fallecimenlo dos dous principes, a Sra. I).
Isabeiassuuiio o ululo de princeza imperial co-
mo berdeira picsumpliva do Ihrouo.
Foi taiiibem durante o reinado do actual im-
perador que se aerara : a revolurao di Babia,
era lt'J7, gcralmenle conhechla por Sabuada, a
do Rio Grande do Sul em 1841, asde Minas e do
S. Paulo em 18\, e linalmeiiie a de Pernambu- Braulio.....................................
co em 1848. Mariins Pereira............................
Simplesmei.le ossignalamos osles Cactos, guar- Baptista....................................
dandu-nos de commcuta-los, porque corneja li- J. A. Figueiredo...........................
zemos ver. nao pretendemos u'esle simples ar- Padre Figueiredo..........................
ligo entrar em nina apreciac"
l>\ Francisco Jos Fernandos Ctlraira...
los Braulio Correia e Silva ..............
I)r. Luiz de Mbuquerque Uarlin Pereira
Dr. !". de Paula Baptista.................\
Manuel Francisco de Azevcdo Lira.........
Dr. J. A. de figueiredo...................
Vigario ge ral A. C. e Figueiredo..........
2."
e o
Ci
13
;.i
:l
.I

: i
i-
i
cao poltica -o
To pouco descreveremos os episodios lamen- Martins Pereira............................. d'x
levada, que sem duvida auracaochegamaissin- lavis qooacoinpanharam estes tristes aconte- Baptista................... ->
la e eloquenle ao lluoriode Dos. ciu.eulos : fura preciso para islo referir lodos os 'suipliiics
Pomas pcessnas se aeliavam all quando .he- horrores, que da parle de sitiantes e sitiados ap- |. Justino Eugenio l.aveueie; 6 i
riie, por sso nao tive de demorar-no; milito em parecern! como um protesto civilsa^o as- 2." Anloirio Baptista Glirana Cosa..... 55
cenle, asseenas de proseripcio que enlo se Do esultado da votaco so v que'a'i
deram.
apoiou sempre a elei. o dus dous
primeiros e a
De todas estas revolucoes reslam anda boje rek'ira ,i tere
vestigios desoladores. O Sf Lira reliro-se no segundo escrnlinio
Durante o remado do actual imperador em o para nao prejndear a eleicao dos seus dous amT
lirasii lido senstvel desenvolvimenlo industrial e gosMaitins .' Braulio
mimil. Alguinas cdilicacoes monumenlaes que Os elei lores formaram duas chapas ; aqu se
:
e de casas, que se eslendem ao longo do louro que os meus olhos dram melancohc s, embor
Tibre, como diz o mest-e Hoiaco : ilavu animados enlao do febril lampejo; minhas faces......
Tiber porm envolvidas as irevasda uoito, ''[''" vl'<- '3 '' ,ne".s la!,io? ":"" fo8,,eiros '' Cinco semanas se p'assaram i#'depois que vi
.,..'., ,. ,, avtiiu jados mostrando perolas nos meus. dentes quebrar-se dcsfeiU nanon .!. um remorso anl-
a direila o vu o granilloso o ssnlunenia .levan esmalirln i,,,...,.. i r ."l?;s".
, i o i i -. ...' Il"1'1 ISI"''iie.a de iniuliu juvenlude Ah 1 que
cano, que f-z uro contraste coro o bulbo da lia- Bi-me da minha duvida, e pppois clior< i, sem eu era rnulo feliz para que oao viesse a ser mil
silica, nulo isto (az nascer na almi stnmeniosi8?r porque chorava. vezes maisdesgracada I... o coraran nao poda
vagos, ella reflecte, entra em si, e conhece, que, ;'rrf -T"10 ''''-"l" P? J"- MlB,,a eoBi,er Se ,"sbur'1 lamanha foUeidado.
ii i i ii mro. f"f! as nimbas oratoas, c adormec. Ha treze dias ano nao me levanto da cama. O
assim comoo so a lua eae>le ns nao b:j baui ; finando nenr.lein.imsnl.Vi.........i,. .|,-.vi ,.,.'.....r..: ._!
. '. i ........rui i na manii.i.1 seguinic acnava- o.pe loi prolnn.io >toi mortal mesmo, cu o sin-
noasulado ceu, so para agradar ecatlssr praziK "r- ::.: ::- Ia4a, porm Irisle a nda. lo.., E.-om ludo nao condemnoa mao que o des-
J. de Figueiredo, jiiiz municipal do Bonito.
Presidente d > collegi i
tes uliunos annos com a immediata proteceao
do imperador, que nao pode nern sabe recusn-la
rodas as vezes que sejraia de soccorrer a huma-i J. J. Bezerra de Mello.........J.
nidade D pobre o desgranado, seja nacional ou Secrelai ii s.
estrangeiro, sempre encentra no monarcha do Francisco Quinlno da Silva Vieira........
Brasil um amigo que sen le os seus padecmentos [A. J. N. do Valle.........................
103
.vos campos na guerra; uas tioes no ardor;
As palmas e os louros lambem sao de gloria
Pacifico emblema, trausumplo d'an or.
Rellecli que nao po leri.i continuar a Bear em
casa, c que me era necessario ir lojo. V, de-
m.-I-;. qu v dia flear! "meu visinho nao linlia
du o s u canto < a sua msica depois ;
roo vi n do-o? Nao conservara fechada a
sua janella quando sabia que cu ficra urna lar-
Miallilea. Kllas ero poneos momentos lero dos:.- f,^"^'' .^'fj ,':")il a
parecido, nua a gloria, que ellas proclamara,na
aos boniens, maa que alegrando os, ellas publi
camas grandezas do CreadorCceli ennarioni
glori m Doi.. assiro tambera oslas luzea oao
biilharo suno para proclamar as grandezas da
nrac e a glora inmortal du pobre posea lor da
pde-se odiar aluuem
por
qui
jue nos
pois, para a loja ;
canegou
amou ?
nunca mais lornci a ver Jaciniho. Coilado!
devo le padecido minio lambem ue agora
oomprebendo aquella tristeza co : porq que lan-
o amei no seu paludo rosto !... nslante
Mas porque nao vem-me ver ? saberia que eu
mas duranle lodo odia nao o odeio, que perddo-lhe o mal lamanbo que
procurando suavisa-los, j com patarras doces e j Dionizio Rodrigues Jacobina............'.'.
sinceras, j com dinheiro, que mais de urna vez I Francisco de l* da C. Bastos..............
Teve lugar ante-hontcm, domingo 27, a pro-
cisso de Corpas-Ohruti, com o brlho com que
Id:!
61
12
1!
lem pedido emprestado nao sendo para outro Tev
li m.
Para coribecer-se a que subido grao chega a soe essa procisso ser o na entro nos, e que duisla
magnanimidade do imperador, basta considerar- voz cresccu ora magniludc pela presenea .le S.
se a abnegacao que de si proprio faz pelo bem U. o Imperador.
do seu povo. Disto livemos urna prora cloqueo- ; SahlnJo do'templo do CoUegio, lomou a direc-
lissiuia, quando se Iraloii da conslrucco de um cao da roa do mesino uomc s guio pela di Ha-
palacio digno do monarcha americano'; por esla deiaedesembocen nol..r"odo paco imperial, por
occasiao disse elle que a construccao do palacio onde descreveu urna nllipsoide tomando de novo
poda se adiar, em quanlo que o dinheiro que o segumcnlo da rm da Floronlina, s bio no pa-
cora ene se despendera meliior seria applcado leo do Parairo, o coiilinuou a marcha pela Ira-
vel ? .. respon.lj meu-tio... n,ais porto e nias distincin
Nodialijuvo rnissa pontific.l com assisleneia pssou-me uo pensainento urna id
, ,| i i i i gain-,1. Quiz dei\ar de ir ouvi-lo da mi
da rainba de Hespai.ha, de lolco corpodiilo-
iiina idea de vin-
ca.,
matico, e de urna mu.ti lao innuinoravcl de fiis,
que nao se saciam de orar junio do lumu'o Jo
Apostlo : a msica a rnaior, que lia em Ro-
ma, porque sereunem lo los os cantores de quan-
la igreja lia, formara dous coros, cada um com-
peti de nao menos de ubi la pes'soas, imagine
as armonas, que eu onvi s ires horas, que se
passam do p compensan) bem o incoromodo,
esta-se lo enlrelido, que nao se sent. A lar
de bouveram segundas vsperos com assisleneia
d*a!gunscardeaes. A festa finalisou con fogo
de artificio no p-sseio publico, ao Monte l'm-
viscondes de Sapu-
ria SDeus sabe osenliroento que ia alli den- Srs. ministro o imperio
tro, quando, esquecendo-se de si mismo, como j c*hy e da Boa-vista.
O aeompanhament foi numeroso, e com o
aceio moiorposskel; a hopa irajava os si us uni-
Mas, para quu recordar anda tantos exemplos I formes ricos; asmas estavam pojadas de poro
de amor e de caiidado, quando lodos tero pre- de todas as gerarehias e dos lous sexos; c as
varan.! is achavai'i-se apinhadas de senhoras.
sent as rirludesque oruam aquello cora;u de
rei...derei, na dizemos bem, de christao ?
1.1 man l.aa
minio i. mpo, al que n la escondeu-se. Era ja a febro queima-me a fronte,
muilo larde. Quando me deitei, estar lo con1 E ossim deve ser. Desfe
a a illuso que oa-
is sonhos, morra a vida que nao pode
ci, que es lo ve mafinilico, principalmente p>' liave ios singolanienle cumprimentado.
Olalla Ja bella pj-ic.j >, em que ello osla.
Rosa beanca.
.lofiil di* itina ewstuveira
[Fragmento.)
S
l.u leiihn nina roseira branca junio janell
du solo em que hab lo.
(.uan.lo minhas faces erm rosadas, quando
ihajanel- momentos de agona lenta emano se Jai gastan- Christo, deocia al a choupaua do pobre paia
la i< rouserva-la fecha la como elle linba .feilo do minha vida?... isso mata-lo-hia lambem e eu r"' "';i amiga consolar os soll'redores.
sua no da antecedente. quero que ello viva, para que lenba quero me
'; im saber como, sem sen!:-!o. abn-a rezo na sepultura, quem prenda coro mo amiga
ilegna vend i o meu visinho, que urna corea de saudades na minha cova.
-' ; roe vio lambem. Em pouco nao restar de mim mais duque nm iei...derei, na dizemos bem, de christao Nesto mesmo dia,"pe is6
Mas porque cessou elle essa msica que bu cadver fri e mirrado. Esla losse secca e con- Duas nobres qualldades tem o imperador,que S. M. o Imperador, arompanhado de seus -
gosiava de ouvir? liuua vai apagando os tenues laivus de vida que I sempre acompanbarao asna memoria : a da f aos, do Exm. ministro do iropet eu se-
ermanecemos assm silenciosos e mudos por; me pulsa mndano coraeao. Ardc-mo o peito, e orangelica e a do amor pelo seu paiz, que o creta rio, e do Exm. presidente da provincia, di-
faz nirelar-se cora o mais humilde de seus con- igio-se a covallo cabra d'agua em Apipucos,
cidados. passaudo nessi digresao pelrj Poco da l'ai
Alm deslas qualldades de um coraco bem Monteiro, Arraial, Casa Forte, &.
formado e educados iros saos principios da moral Em Apipucos demorou-se S. M. por um i
e da religio, o monarcha brasileiro presa-sc de no sitio do Sr. lente coronel Sebastian Lopes-,
ser o cultor e amante pro'cclor das leins pa-1 tanto quanlo ol absolulamenle preciso para apre-
L,j Iras. Em diversas associaQ&es entre nos fuu- ciar, de um mirante que all ha, a perspectiva
;_ | dadas todos o vecm representado no seu nonie bellissima que a cidade do Itecife c seus ari
nos donativos que faz a bem de sua prosperi- des desenrollo vbta do espectador,
dade, e mesmo quando pode dispor de algunas Nes-e passeio visitn S. II. a igreja da Eslan-
horos de sua afadigada vida, ainda lodos o veem ca, aniigo forte de Henriques Da*, e ;i I.
animar com a sua presenea as reunios littera-1 dedicada N. S. da Assumpco das 1
rias dos nosses jovens estudiosos. .ene- .. : ; i ,;-' ; o'l 0 le -iii.il i.
E' que o imperador reconhece, e mu bera, As dez horas pntrara S. M. o r no
que sobre a illusiraeo assenta-so amoralidad.: paco, de volla desse passeio aos arrabaldes, in-
do um povg. o seu alianlaiuenlo, a Sin civili- I uo pelas OI1Z OUVir luissa com S. \l. a i ut|
safa o ; e sendo a mocida.le o esleio do futuro, triz e luda a sua comitiva igreja de S. l'i. Pc-
len|.. !
.....- '....."
' "ii i essa noite nimias seguiraro-se, aile que rais sonha-las!
"",'. '" '"' sean menos ainda amo vez, no momento
tra im domingo tarde. Como de costume derradeiro de existencia, ou podesse, por entre
achava-m n im nossosjanellas, omando-nose os sonhos frise embaciados da morte, entreve
sorrindo-ni s nos nos sorriamos], dopois dc-'tios
............ -
A aragpin comecou a soprar cada vez man for-
seu plido s. mdante, miiih'ulma su desprend
na contente du torra !... eu morrera amando !
i le, e lo forte que nra leneo escapan lose ifa man ________
\delle, veio rol indo parar junto de mira. Apa- Por vezesum moco paludo, se-. 'tente tra-
nn.'i-o, e moslrei-lh o. i jado ,le preto, trauspoo a grada do erailerio do
i litando leslampulc para o tethdo,: Caj, colleja fra mas polidamenie guarda na
cun ado ao peso [ tira .
nelias pirccam desabrochar essa: irest ibicuu-
das ao Irilho de uWoibos audazes, eu amara as do mesnio s mtimento que |he Iremia rra voz.
as encarnadas. Ru nao litiha modo. Sorri-mp e elle rio-ae
Mas depois que vi meo semblaulo cmpalli le- ''''"' '"'' PUI seguida nos (..Hamos, e desse dia
cijo e descoradas as minhas faces, coraccei a
amar a rosa branca. \ .Am '. poique embor desse dia em
la lo de manhaa diante vivessemos em intima nniao. nunca falla-
ingio-se a mim, e quando o recelen iremia, e possagem e eneaminha^so para m ibre sepul-
sua voz mal m'lia Imtbuciar um ngradecimento. tura qu si solada. Urna pedra a cobre a-
Quanlo a mim, nem mesmo onsava respon-1 quella sepultura ; mas umnajjajj diz ao mo-
'!(-'!',"l!.", : os quem ali dorme ; sir-o-aKuves-em, julga-
I tcamos assim alguns momentos ; depois i lie riam, ser urna irma ou una tn i
senlou ->e lalv /, eu acredito.
mas seria inen-
a mentira para com os morios re vello,
ania cresce melanclica e debruea seus
anguidos ramos sobre a lousa : a aranera da ma-
-,-.:..., -i., hom.-nagi-m,
ijuo me e dado render lao sem incauto ;
K' da minh'alma a vivida linguag i,
Juc en: l-enidizer-te se afervora tanto.
i lia:os patricios! una voz sement :
Sois llrasileiros, >"is Pernanibucanos :
Viva da Patria n Iris esplenden.e !
1 rhereZa, Egregios sdberanos!
A illuminaeo do bairrodo San Jos foi collo-
rada quasi na embocadura da ra do Forte, nin
pouco arredada da Crele da matriz nova, llcan-
do intermedia a esta e ao armado.
Compo-se ella de urna pyramde simples,
mas com seus vislumbres ou longos do obefiBCu
de l.uxor, assenlada ii'um pedestal quadrangolar
que e abracado poruin cinto de muralhas de ar-
cadas; o qual alonga-se desse pedestal deiando
intermedio um passeio ou contorno exterior.
Esse cinto em forma de um polvgno levanta-
i > io n'uui piano cima do solo cerca de cinco
palmos, elova-se rorrespondeiitemenle al a
altura da base da pyramide, que, pelas grandes
arcadas e,ui que elle aherto,lien patente vista
sendo os respectivos ngulos cortados em lce-
las, de nenio que s\ melrisa:n-se p.ri. it.uiiciito
eom as domis arcadas, cujas formas c diraen-
soes .-."ni reproduzidas nellas.
Estas fculas angulares sao oeiuipadas aoner-
te pelos retratos de Vieira e Vidal do Nogreiros;
e ao sul pelos deCamaioe Ibiwi que Dias. Sob
estes retratos ha inscripcoes em versos palrioli-
cos, que consignamos aqu.
Sol o relralode Vieira l-se:
Se os Ionios fe as palmas traduzem victoria
Nos campos da guerra; das lides no ardor;
"

Sob o de Nogreiros :
Ouvi-lhe esic canto, que enva linguagem
- Do jubilo immenso que n'alma lhe entren.
A Pedro I i, fiel homenageiu,
Rcspi To a'oltiipvnmte, .n,r q jp lhe enviou,
Sob o de Camaro :
AssimPernaniIuico.de feilos honrosos
as paginas d'ouro lem raro brazo;
ic E o mondo q'escula-o, nos livinnus pomp
Alii v o timbre de nolire naco.
Esobo de llenu ue Dias :
As flores qu'enfeitam padrees populares,
: M&o murena-as n lempo, .ue rpido 0a:
Da patria que livre.wos hvresaliares
A raca dos bravos sen canuco entda.
Nos pontos angulares superiores da base da pv-
ramide avullam qualro estandartes nacionaes.
que ol.liquaii.eiile se desprndelo ao vento; e
......slgio, urna csp'uera de verde e amarcllo al-
ternadas entre sise slenla garbosa. COmoosjm-
bolo da nacionalidad.: brasilea.
Diffcrpiites niaslros distribuidos circularmente
e em posco anterior s arcadas, cora laiuleiras
nacionaes no tope, serven como de columnata
ou perislyllo pyramide.
Nodia 21, como j dissemos, dignnu-so S.
M. o Impera.lor de receber varias commissoes,
que apresentaram-se no paco imperial, afim de
felicila-lo emnomedas corporaeocs que repre-
sentavam.
Por essa occasiao recitaram-se dilTerentes dis-
curso*, que aqu reprodnzremos, a cujas ex-
pressoes S. M. O Imperador agradeceu benvo-
lamente,
ihor!
0 cabido da calhedral da anlga capi-
tal dcsla provincia, a heroica Cidade de Olin-
<', em una palavra o clero pernambucano,
de (jue elle justo centro commura, nao "po-
diam seren mpassiveis. e nao compartijbarem
a i extremo jubilo resultante da sobremaoeira
ilirosa vi/Ha de V. M. Imperial a osla patria Jo
lanos, ta.) bravos e benemritos defensores dr.
Augusto Throno dos Excelsos Progenitores do
V. M. I., c do de Vossa Magostado m.snio.
A vinda do Idolatrado Monarcha do Brasil a
Pernambuco, Vencza da Amrica nao um fac-
i commiiin que possa pasear desapercebido, e
sem ser altamente comroemorado.
Ha 359 anuos que a nossa chara patrio se
acha constituida, alguinas das nos-- de mais ir-
mas lem inlo por vezes a honra e gloria de se-
ren rizitadas p lo s. u Augusto Soberano. S a
I ovincia de Pernambuco, ondea dedicaban dos
seus Qlbos para com Elle lora sido sempre le-
rada a ultima provauca, e do mesmo modo ha
sido s i paralello, alias at boje resenlia-se
privaeao, e deplorara anula ser della con-
siderada digna.
}'. M. 1. se deixou compenetrar do grandioso
principie' '
cumpic prepara-la de modo que as esperanzas dro (Joncalves do Recito.
U.ua
Por ssn era meu priineiin CUIda lo de
regara miuba roteira... Ah! quaulas vezes nao
leal ella sido orralhada pelasmiuhas lagrimas!..
i Isso aconlecia quando por entre suas lolhas
rerdes cu descobria albura bolo. No entanio
u teten amar ..< boioes de rosa! mas depois
qoe leixei de ser casta e innocente, como
ser BBorenle e casto o bulan da llr,-amei mais
as rosas aberlas. F.sfs assenSelbain-se mais a
mim.
Porque eu sou urna fldr descorada e mureha
que o vendaval de um senlrocjlto ard ule o apai-
xonado crestn na primuira manha d\ vida,
a minha exist ticia o a historia do urna fldr :
e.i \ou eonla-la.
S
Como es que, sem os cuidados de go-
loso jardjneiro, cresce ro nos ermos da serrana
ao capricho da aragera que a inclina, e guiadas
pelo raio de sol que hms larde Ibes bade rreslar
as lolh.i.s, nos quinze anuos erhei-me na mundo
seto :ai que meguiasse,sem ler um seio de mai
anudo me fosse refugiar dos pengos da vida.
Por inli rraedio de urna ramarada de inf
fui recebida con., costureir em casi de urna
modista, onde placidos o serenos correram-me
os primeiros uiezes do abandono social em que
me linba dcixndo a falla de meus pas.
'aun .. modesto lucro de um trabalho ronstan-
te ou va a pxistencia passar dcscuidosa e desaper-
billa. Tinha aliu;ado este sotao, onde me re-
cotna noite para dormir. Aqu, solitaria c con-
lente, eu adormeca sem medo porque antes de
deiUn>me rezara por meu pai e por minha indi.
Eu na alegre ; era quasi f"!i/!
Urna noite, porm, depois de me haver deitado,
vamos de amor; sorviaraos gostsos a felicidade
com que esse seiilimenlo alindava a intimidado
de nossas alin.ls,. areilava-mo-la como ella n< s
vinhn, sem indagarraos de sua origem. E para
que? nos nos eoiiipreliendiainos tanto. .
Tres mozos passaram-se assm: quando eu
ehegava noite ja o encontrava esperando-roe,
sentad < junio minha janella. Ahi (icavainos
raje son hadas possara ser una realidado nos Depois deste ado religioso, seguirn) carro
dias que hao de vir. ss. M.\!. II,, o foram a igreja do Pilar, memora-
Cremos nao ser necessario registrar aqu o vel per haver sido eregida no lugar era que ou-
gro de estima em que lido o monarcha do tr'ora existir o forte de S. Jorge, onde um ; i-
ulii tro a geada tria das nuiles, balaii'e.ando-lbes Brasil ; qualquer coisa que dssessemos llcaria rihado de Porliiguezes resisti a um exereito da
as u.llias, espargem na sepultura ptalas murclias I muilo a quera de todas essas inanifeslac, s que I Hollandoao concento de S. Fi ncisco e a res-
raneas. i nao poucas wsxs lomos presenciado. Anda pectiva ordem lereera, a capella do Terco, ao
convenio do Carinoonde S. M. o Imperador
osas llancas. i nao poucas vezes temos presenciado.
Como boje fui bontem, o arannh ainda o moco 1 ullimaraenle nao vimos no remblanle do iodos
ir rezar naquella campa porque s alli que os fluminenses deseuliar-.se o sentimenlo da
mais intima saudade quanJo leve elle de partir
para 0 norte.' Nao lomos noticia das deinous-
Jacinthu pode ainda conversar com Jnanna.
v. c.
iraces nao dessas demoos'races ollieiaes
quiz ver a celia, em que oulr'ora bal itara seu
antigo meslre Fr. Pedro de S. Marianna, boje
bispo de Chrysopolis. e o Uado bispo de Mara-
nho, l'r. Carlos de S. Jos, irmo daquelle seu
D. Pcilro 11.
Esbor.0 bi'igraphico, )
Si descrever a vida de um amigo ou de qual
parte .la imite quando liavia loar; e quando. as quer outro hornero um encarg por domis pe-
moldadas pelo apparato'das cortes, massince- meslroa matriz nova de S, Jos, a do SS. Sa-
ras e expansivas, com que os nossos Vnoos cramenlo da Boa-vista, a capellinha d D
do norte o lem festejado Nao nos recordamos e finalmente a Coime o dos Militares.
ainda do acolliimenlo que receben nao ha mu- Nest'a igreja mandn S. M. o lni| rad
tos annos quando seguiu viagem para as provin-jmar, pelo .Sr. Feij, secretario do Exm. mlnis-
noitpseram escuras elle sallava para o meu quar- noso, quanlo mais nao ser o enumerar ospnn-1 cas do sul do imperio, e algumas oulras do! tro do imperio, as dilTerentes msc
lo, e em quanlo eu me enlregava ao meusero, c,paes aconleciraenlos que se lom< dado na d'a- nosso lil toral ? I existem no grande qua dro piulado no forro do
O que mais resta-nos dizer, quando lomos coro ora 1781, por ordem do; r o ca pi-
is altoqne as nossas palavras ludas essas lao general Jos Cesar de Menezes.
no Irab.ilhn que Iraza da luja, elle lia romances M"elle, que pelo voto do povo acha-se rollocado
que sabia eseolber ; oulras ve/es ajudava-mn nu '':" u,,,u altura d'omle elles mal pudeni serapre-
j meu s'iviin mu graea quasi infantil, at que a l'i'".l."s '
hora de separarmenoschegasM\ Enlao beija- v,'"' '' P'3, urna analyse completa da vida do
va-rae na fenle o retira va-so deixindo-me sau- f'npcrador, que aqu pretendemos trucar: esta
. mas conlente e feliz.
Ah que essa fehpidado era muilo grande para
que pooesse, sem transbordar, conler-se no cp-
raciio ou eu nao linba solTrido ainda bastante
para [e me fosse dado gosa-la Por sso quan-
larofa perteurer mais tarde ao historiador, que
dia por dia, como seu eseapello, aprofundar-se-
ba no esludo ainda das menores circunislaiicias.
o historiador lem um reinado inleiro, pode
apreciar os furtos pelas cbnsequenrias queso
lo ires,nii une ella se esvabia. quando a vi des- sog'nrom, podo mesmo penetrar as inleneos :
fazer-se como a nnveni dourada que o ultimo rain lem espaeft, tem vagar, conveuvlaa eslender-se ;
do sol, fuglndo, muda .-m veo de lulo as sombras ''' "!'s ','';'1 ''S| ac as acaubadas columnas d'esta
da larde, senti que non coraco preparava-se rev,s,n. falla-nos lempo, e sobre todo falla-nus
para morrer-rae no peito Ao" menos, porm, u,n dos ramos mais proHcuoa paro o historiador
resla-m tima consolarn : a
nlio feliz que lve na xida.
ros romances que o meu amigo lia nos serOps
de minhas noites de felicidade eu va "que nunca
eratn duradouras intimidades coi
ranea do so- ~!Io assun'pto poltico. As conveniencias im-
I.....m-nos esta falla, ou'antes o calculo impoe-
nos esie silencio.
Consideraremos, pois, a vida de D. Pedro 11
como a rida.de um humera, pela mo de Deus
ou du desuno enllocado cima dos outros ho-
ventuia nascida nessa solidodc duas almas nun- ""'""i I'" ,i reinar e zelar os seus nleresses.
ca visjora, e a existencia que se acreda immor-
le.iouia esvacce-so como no dispertar de um
repare que pela fresta da janella, .ue se linba sonhu cor de rosa.
entreaberto, penetrara um lmpido rain da la. Fellzes aquellos .110 conservara anda nm per-
Eu amava muilo as noites de ln; fume dessa flor que vram rourchar-se. i'; urna
Levantei-ine, abr a janella, o ahi deixei-mc consolaijo bem Irisle ; mas urna consolacao....
licar deluucada, mirando a la to branca, i> o Tinha eu observado que onieu visinhobaviaal-
co que pareca um extenso lenrol de seda azul. B,,ra lempo soifria caladameule : bem vezes
Nao me lembro em .ue pnsava, nem sci o sorprehend olhando-rac em um sorrso de
mesmo se o fazia... l-'.u me julgava lao feliz! amargor nos labios ; sen semblante nolire nao
To pouco nao sei n lempo que ahi permane- poda mais 00 ullar esse padecimcnlo ; nao era
ci, porque logo depois que ebegue, comecci a mais aquella tristo resiguaco que nelle se-lia,
ovviro som de urna frauta, nao muilo longo, porm a dor transbordando do segrede que a pre-
aoas disiento sufllcienlemente para que podes-.' lendia esconder. Mais enera feliz, e a felicidade
1 faz egostas.
Urna noite, porm | o foi ainda o pgoismn, '
essa tristeza que eulo me assuslava, dcsperlou-
me receios. Com ludo na la lhe quiz pe gomar ;
e, s escutando a voz secreta do chime disper-
tado, suppuz que o ahorro, imeuto de -mini
I m dia ha que se tornou nolavel para o Bras.
0 dia 1 de Janeiro de lSUS. em que chegou o
principe regente, que depois fundou o imperio
americano.
liescondente de una das Ires principes casas
remantes da relha Europa, a dos Bourbons o as
de liraganea e Austria, trouxe corasigo aquelte
principe o germen do mais lisongeiro futuro pa-
ra o grande paiz, que mais larde, lalvez i.onns
nossos dias, pude vir a necupar um importante
1 igr uo mappa das nacoes.
avaliar-lbc o encanto todo.
u que toeava nao ri> mas era urna msica
lo inelaion.il a, lo suave, que a pouco e [mu-
ro seiiii-me enternece-rme, c... parece-me que
lmrei .
Julgo ainda estar ouvindo-a !
Brasil era ainda colonia de Portugal quando
aqu chegou u imperador Pedro I.
Nao citaremos as numerosa datas que succe-
deram sua chegada ; fora islo entrama po-
ltica, que tere erres, lera virtudes, mas cuja
analyse deizjmoa de parle.
D. Pedro I tinha por esposa- D. Carolina lo-
sepha Leopoldina,.Vxfhiduqueza d'Austria. D'es-
te consorcio cinco lilhos nosceram : D. Mara da
111a
proras inequvocas da affeico do um povo in-l Essas insenpees referem-se batalha dos
leiro .' montos Cintrara] s na qual o exereito bras
Terminando este ligeiro artigo, compre-nos de forea de 2:50o homens, e sob o mando de Vi-
ainda enumerar os differeutes condeeorages eir, Camaro, Nogreiros, Henriqucs Das, vnto-
com que os soberanos estrangeiros lem mimo- nio DiasCardoso e o meslre de aampo general
sea lo o imperador D. Pedro II, prestando assm Francisco Barretto do Menezes alcan^ou assigna-
uro culto de respeito estima as suas cminen- I a da Victoria, no dia 19 do abril de l* s, contra
les qualidades ; sao ellas as seguinles: Grao- o exercilo batavo comnoslo de 10:5 Cruz d is irrdens da Legio de Honra, de Franca ; tos aguerridos ao mando do general Segismm
de todas as da Bussia ; de Leopoldo I, da Bel-j Sabbadi leve lugoo a primeira represenla-
gica ; de Sanio Eslevo, da Hungra; do Ele- rao das tres armunciadas, no Santa Izabel, lendo
pitante, da Dinamarca ; de S. Fernando, e de ido a concurrencia de especiada
S. Januario, da$ duas Sicitias; da Real do Sal- como se espera va.
vador, da Grecia : do Leao Neerlaudez, de Hol- ss. UM. II. ahi se dgnaram de comparec,
lauda ; da Muilo Nolue e antiga Ordem da Torre I e conlinuoram a receber as proras mais exube-
0 Espada do Valor, L'-aldade e Mrito, e da Con- rantes do amor dos Pernarobuc.inos s suas pes-
ceijo de Villa-Vicosa, de Portugal ; di Imperial 808S.
Anglica Coustaiitiiiian.i de S. Jorge, de Parra a ; Recitara m s,> r.'ifferpnles poesas anlogas a vi-
da Agina Negra, da Prussia : da Estrella do sita de SS. MM. II., entre as quaes, a seguinle
Norte, edosSeraflns, da Suecia ; Cavalleirodas do Sr. Dr. Antonio Rangcl'do Torres Bandera.
Ordens do Tosao d'Ouro, da Hspanba ; e da An-
nunciada, da Sardenha.
[ Do Espeiho. )
PERNAMBUCO.
vi.1.1 substituir naquelle rosto a 1 xpresaaocalma ? ,' d,'""s ramha de Porlugual e boje folle-
que a ventura d, e com arrebatara culo do des- ? .". Jonuario, rondessa d'Aquila, D.Paula,
HEVISTftOIftRfi
No dia (i do correle, estando (rabalhando em
una alvarenga o preto tiento, escravo do Sr. Ma-
nuel Custodio Peixolo Soares, succedeu escorre-
gar da borda da mesmn, cahir ao mar e moner
a togado.
Por portara de 2:1 do correnle foram de-
mltidos Antonio Lopes de Souza do cargo de
subdelegado de polica do districto de Ortigas o
Conten las, freguezia de S. Sebastin em Ouri-
cury, e Francisco Antonio Delraondes do cargo
de primeiro supplente do mesmo subdele-
gado.
Anfe-hontem s 8 horas da noite o pardo
tallecida a 10 de Janeiro de 18:18, I). Francisca, I Luiz da Molla Silveira encontrando-so na ra do
Ah sim ; min-
ea consegu esquecer essa msica queixosa que1
Pareca iraduzr os solucos pungentes de urna al- peito, de amor proprio olVendido, eu lhe disse .
maem cu.;. seio.,e liaMam de.spedacailuasesiie-, Jaciniho ero seu lime, 1 tu i nao me i"""''-'-"Je Joinwlle. e D. Pedro, bajo Impera- Hospicio en. logar solitario com a parda Anua :."" "'"", ^
raneas derradeiras da existencia ; era mesmo a mas !... dor00 Brasil. Felicia, deu-lhe urna punhalada por nao ler ''"'-"-'-'
ultima queixa de urna renla descorada c 1. rdi-
da que o peilo arquejante soluta va morrendo... Ello olhou-me admirado, e. vendo lalvez pin
Era ja muilo tarde, sup'ponbo, quando me re- lada^em meu semblante a expressao convicta do
coHii. A frauta linba calad > assuasqu relias.
I.
Senliorl a saudaco de um povo 1
Que em bemdizer-te se af 1 I n:o,
Bem dispi nsara de urna lyra pobre.
o lo ruda ibrar, o debi
E tal, porem, o jubilo que sinto,
As conlemplar-le a Regia Magpstadc,
Ao ver-te aqu, da patria no recinto,
Immorlal Defensor da Libeidade.
Qv.c- ni'esie.eco da lyra enfraquecida,
Para lembrar-me s que s Si
E's lu soroenle a inspirarn querida,
Que batoja o cantor Pernambucano.
Flho do povo que teu nome aclama,
Eu quizera, Senhor, ueste momento,
N'iiiu ludio iMMio celebrar-lea fama,
Erigir-te na patria um monumento.
Audaz enlao percorreria o mundo,
Com os olhos liles no porvir, na bis.
V. do Brasil sob este co fecundo
o dccantar-lc a gb .
Na pia baptismal receben o principe os nomos
de Pedro de Alcntara, Joo, Carlos, Leopoldo,
Salvador, Bibiano, Francisco, Xavier de Paula,
ella querido prostor-so a seus desejos libid- Nao o posso fazer :direi sincero
Na noite seguinle nao psperei que o rain da
la me viesse convidar .1 respirar o ar fri da mu-
l : logo .ue cheguei aqu, corr una a janella.
\ fraula nao se fez lambem esperar muilo lempo:
a mesma msica, n.ais sentid lalvez, penetrava-
me nos seios da alma ; depois calou-se ; e una
v..z giave, porm sonora, um pouco alquebrada,
mas cheia de urna certa doriira, e nao sei que de
sentidas substlui aquella msica melanclica.
Finalmente, ludo vollou ao silencio mas eu
ouvia sempre, e dentro de mim repeta pssecan-
10 que tinha toda a lerriuia de urna rancio ma-
lernae toda a religio dos cnticos sagrados
Um incidente fez-me rollar a cabeca, arran-
cando-me desse como que xtasi en que me
submeigia. Tmlian aborto a janella de um solo
que pouco dislava do meo, e ao clareo da vela
que ardia sobre urna mesa, distingu um hornera
que pareca olhar-me. Tinha elle nina frauta na j tenho t
mao, o que me fez conhecer o autor das melodas mim
une II.e dizia, penden a rabeen no seio, o muso- Leocadio, Miguel, Gabriel, Raphacl, Gonzaga.
i.nn. antes que um gemido, escapaiido-se-lhedo Conlava apenas um auno quando sua mi mor-
peito, tremeu-lhe nos labios em quanlo urna la- ,eu, n 11 de dezembro de 182(1 -.cinco annos de-
gn.na rolava-lhe 10 longo face paluda I p03, a 7 de abril do 1831, teve de separar-so de
Eu nao comprebendi essa godo de piante des- seu pai, recebendo nesla separacao osceplro do
'"'r'"" aos.......- '['' ""' i;;'"1"11- p insist com manir imperio das duas mais conhecidas parles
azedumo na arcusai^o que lhe diriga. ^- jn mundo.
J7. 1 v ""'',S "P0"0000 de ""'" n() me Durante a sua maioridade estove frente dos
amas Lssesilencio umaprova dclua carnal;., destinos do Brasil o conselheiroJ Bonifacio de
Elle ergneu 9 rosto, ondo o maispungerfte ex- Andrade e Silva a cujos cuidados I). Pedro I
pressao Irad izia |uanta dor se pode eontei den- conflou a educacao de seu llho, O depois roarquez
tro da alma, c com voz melanclica e trmula, de Ilanhaem. s mais respeitoreis meatres da-
mas repassada de amarga imposioao, diss quelle ,.,,,.,,.,, e.-meraram-so por darem ao prin-
- Se tenho urna culpa, Joanna, de amar-te pe ma edoeacio diana do povo sobro que em
nimio !
breve cometaria a reinar.
- Mas se verdade que me amas, porque lo i A 23 de julho de 18d foi proclamada a sua
conservas Irisle sempre, junio de mim? 1 maioridade,c prestado juramento 110 senado as-
Ol I nu me interrogues, Joai.ua nao bus- sumi o poder lendo apenas a dado de 1 anuos
ques saber a causa dessa tristeza quede balde'emeio, Poi inaugurado este reinado coro urna
nosos.
l-'oi preso em flagrante delicio pnrum soldado
de cavallaria, que seacba de ordens ao Exm.
presidente da provincia.
Luiz da Molla, hornera do idode de 60 annos.
j por mais de um 1 vez tem cumplido sen tenca
por guaes .rimes o iguaes motivos.
lluniein ,'.s (i 1/2 horas da larde cabio na
ra da Boda fu!
P'
Meu intimo sentir-roe bstanle;
A nada mais aiia!.iii.;ar-inc. quero,
Ru a mais nao chega a musa dissonanle.
Quando, Senhor, um solio que sal
Itrillia formoso 1 m pedestal seguro,
Veem lodos nelle a poderosa dea,
Que fu me e. presente e no futuro.
roa da Roda fulminado por urna apoplexia um m vasto imperio que teu Pae fundara
parlo criado do Sr. Debourc. Da Allanlida gentil no solo ameno,
O Sr. Dr. Joan Jos.: Pinto acolo, immediala- Vtmli mesmo ima esperanea raro,
Baro pcnhoi .le um exist] -
mente, mas foram baldadas os seus esforz!
que o infeliz eslava nimio.
Ni visita Mu s. M. o Imperador fez a Pa- I Do norte ao sul uma s voz e<
culdade de Direito, exarainou minuciosamente
Bibliolheca da mesma, notando a falta de alguns
livros necessarios para as materias que alli seen-
sinam, assim como a inulilidado de outros ao
IIHMIIU lili).
Lis o resultado da eleicao para dcpulados
, irovinciaes, no dcimo primeiro districto [Garan-
tentado esconder-te, Um dia lalvez, ai de geral amnyslia, de que rcsultou a paelie'co Je funis), composto do96 cleilores :
saberes que dor essa que troca em sol- | provincia du Uaranho, que eslavo enlo rovo- Deputadua;
Gonselheiro Jos Benlo da Cunha e F-
qoe lamanha docura enlornavara-me no alma. tas de pranto as alegras que d la sflfocao lucionaria.
/) moco pareceu sorprendido de vr-me, cor- lias em quanlo o ignoras, em quanto teus labios Umanno d pois, isto a 18 de
IrjotHfno polidamenie; e retirou-sc fechando leem sorrisoo,. < o q nlo D os [ni -gimas foi sagrad ido,
julho J^ 1841,
gueiredo............................
Francisco Raphaelde Mello Reg,....
v dos,
83
r.s
Para votar-te um cntico solen
Em toda pai lo frvido n
Dos Brasileiros saudacao pe' une.
lloje que Haurica lo formosa
Te contempla, Senhor, enihusii -
lloje que surge altiva e sumpluosa,
E que to beija as maos arre!.da I 1 .
Hoje que junto do Pcliz Co rl ,
Da Augusta Emperatriz, doc ventora
A um povo, que por ti s'ergue l 1 forte,
Toa Presen; i, j leu Poder augura :
lo na iiiture/a e na razio, que sao
immutaveis: de que se um pai lem omigacao
de pinvrr as necessidades de seus lilhos, maior
e o dever de ura Soberano para cora osseussub-
Foi M. M. 1 o primeiro Monarcha, nascido no
Brasil, que por Sua Paternal sollicitoUii Bouve
por '.aun de ser lambem o .ue se lembrot de iir
ionrai as heroicas plagas pernambucanao, para
ver com seus proprtos Ihos e poder ao depois
remediar as .- tas necessi La li s, por que inceeean-
Iemento tem clamado e invocado a sua poderosa
'.-: le este povo, que era todas as pocas, des-
peto de quaesquer soffrimentos, nunca desmen-
lio os singulares scnlimontos de pura religiosi-
1 le o cyvisrao sem par, que sempre o ha dis-
linsuidn.
Imperial Senhor, Pernambuco em si tero ludo
que se lhe i.'/, preciso para seu engraudocmen-
lo, a de presente, mis Peritambucanos, leal -
pie tndo, porque temos prximo de nos e>
sobre nossos corai;oes choros de amor, do grali-
1 de esperan-asa V, Jl, 1 a Sua Augusta e
-a Consone, ri souro de ineffaveis
-. O grande da j.1 ue novembro de 1859
para esta provincia constituir mais nina bri-
lhanie poca ,\ sua historia.
Se o reconhecimcnlo e regosijo por quaesquer
finezas na vida rominum estao na retacao direc-
ta da importancia deltas, sem duvida as que V.
M. I. acaba de liberalisar ao povo pernambuca-
no, rindo collocar-se no meio delle para apre-
cia-lo Je perin, nao tem lmites, e effec|jvomeQ-
lo deve transbordar o seu proprio coraco. lla-
lli o cabido da calhedral de Olinda, emesm
clero Pernambucano, donde alias s pelos meios
evanglicos dimana a instruceo, ojie lhe diffun-
de, nao devia ser indilferenle a effuso des
scnlimenlos, que o anioiam e conslituem o seu
maior orgulho, quando se considera prximo do
mais Orlhodoxo, Sabio e Bondadoso dos Uoaar-
chas do actual Mundocivilisado, que no Solia
do seu Augusto Imperio un-Vor.ladeiro Iris
Paz c Genio de conciliarao, o Symbolo da Ordem,
a \ii.-i de Allian^a, assim como mui justo mol-
vodo inveja pira muitas nacoes cultas, que por
cerl nao possuero frente des seus destinos
uniros com lo raros e dslinclos predicados.
I', rmiila-nos, pois. V. M I. de depositar nos
degros do Solo excebjo do V. M. 1. esses inge-
unos scnlimenlos da piellacorporaco, que temos
a salsfaceao de vir ante Lile representar.
Dignc-se erafim, Senhor, de bem acolhc-los,
como lilhos du respeil du amor e da gratido,
ellesd porfa, nos wus fiis interpretes
e eu mesnio ufanamos de tribuannos Augusta
Pessoa de V. M. I., a Excelsa Iraperalriz, a impe-
rial Dymnas'ia, em urna palavra aos principios
monarebicos conslitucionacs boje par sem duvida
congeuitos do todos os verdadeiros cora^es
b -iros.
O cald) por nos representado supplicaa Gra-
ca de beijar a Liberal e BeneBcente Mo de V.
1 M, 1 e da de Sua Consulte, a Excelsa Impera-
z les[ vasto Imperio da Sania Cruz.ODeo,
1 Dr. FrJncisco ioaquim ./us Chagwi.
Sei,L/n !
If adminislraco geral dos estabelecimenios
de cVridade, por si eem nenie des desvalides en-
I treaues ao sen cuidado, rom respeilosamsnte
bejjar a Mao du Vossa Haseslade Imperial.
i.iuando os favorecidos da fortuna corren] pres-
: su rosos a depositar aos ps do Throno de Vossa
Magostado as devidas homenagens e congratula-
ees pela alta honra que Vi llageslade hou-
I ve por bem fazer a esta provincia visitando-a ;
os miseros encravados no Dito de dor nao po-
.lendo appfoximar-se, Vossa Magostado lmpe-
i rial em sua incomparavel bondade e raridadv
l evanglica, sem ler anda repensado das fadigas
da viagem, dignou-se ir mesmo procura-loa em
asylos, consola-Ios com a sua veneranda
presenea. Elles reconhecidos erguem os mirra-
dos bracos ao Oco, ecooi humilde fervor de to-
ldo o coraco suppliram ao Eterno que prolon-
gue por mui tos e mui felizrs annos os preciosos
i dias do sen Augusto Bemfeitor, e do toda a Im-
perial Familia.
Senhor I A oracio do pobre agiadavel a
Dos ; a adminislraco Geral dos eslabelectmen-
los de caridade er Jirmemenle que essa ser
ouvida, e jamis cesSar de acompanha-la ca
e-piiio o verdade.
Scnbot!
os professores do Seminario Episcopal des-
la dtocese, Jes quaes sou o director o neste te-
lliz momento o orgao, vecm pressurosos saudar

f
r
r
r
N
S*
k
MUTILADO
I


MARIO DE PLRNAMBLCQ. TEll^A FEIRA 59 DE KOVEMBRO DE 13,9.

s
8 B. I i' S. "!. i lmpeutriz, o upr nos
os do Throno a expressau intima c ingenua
ii i mais indisivol prazer c do reconhccimenl
.i.ais profunda pela honrosa Visita que V. H. I.
- 'i gitou Gtcer a esta provincia to colebr
- suas recordaces histricas, e que seraduvida
ka de despertar no Espirito Esclarecido do V.
M. I. gloriosas reminiscencias.
Esta \ i-u i, Senhor, ao passo que abre os nos-
sos corarnos ao prazer, r- lambem esperanco,
porque as visitas dos Soberanos virtuosos nunca
sao >! i. is, nem para a sociedade nm geral,
nem para os cidados benemritos e zolosos ser-
vidores da patria; nm lestemunbo solemne do
amor de V. M. I.aos Pernambueanos: do nobre
c magnnimo desojo de eonhecer por Si Uesmu i
- -,ias necessidades pata opportunamente re- ou menos,
lia-las c do zolo, desvelo o dodicaco pa-
tritica com que \'.Jt. l-Piomnvcu o bem-estar
dos bous subditos e a prosperidafle nacional.
Nos o compreheiidomos, Senhor; e esta hon-
das, menos
lista particularidad; nao se.i urna
curiosas esta atrevida experiencia.
Abaixo da barquinha ser suspenso um bote
urna
:. la ullura uo leneuo inais productivo, que
Ilca ao Bid des.a diviseo.
o, gneros rnais venda veis nos feieassao
linios : farinha, em todo tompo, milho.fei-1 metolico do salvacao, na qual se colocar
jo, rapaduras, asurar caf, agurdenle, fumo, machina de Ericson.
loica e nulas principalmente do novembro em I Oeste modo, a im encao do Noweguer, que nao
diente, que as ha superiores o abundantes. servio para a agua, tora todo o presumo no ar.
Os gneros que lambem abundam as feiras, Esla machina est destinada a fazer mover nm
mas qu iso importados dos serios sitos, edos propulsor, construido segundo o principio dos
poitos mais prximos sao os segualos : gado hlices, e cuja funceao ser de regular o poder
raecura, cavanar, o de oulras especies, solas, i de subir e dcsccr.
(3)
professo est adaptado proa da harqui-
nlia, coiu o arenca de um auglo de 45 graos.
De urna roda pregada na sua exlremidade par-
lem vinle laminas disposlas em forma de lequc,
com o comprimeuto de ps, as quaes rao alar-
gando para as extremidades, onde cada uma tem
No povoado tem 12 Injas, e vendas de fazen- 11[2 pes de largura.
das, inoilridos, miudczs, ferragens, plvora, c! Cora este engenhoso apparclho julga M. I.ovvo! da por .
urna padaria, havendo ainda diversos eslabele- poder descer e subir vontade pata procurar as dem 5. A mcsm'a, casa lna ar-
rimemos de artistascomo terreiro, caldereiro, differentes correntes do ar. rendada por
couros corlidos, queijos, carne soecs, peixe sec-
co, dito salpreso, baeatho, carne charqueada,
sal, cocos seceos, ferro, cobre em obras.
0 numero de pessoas que negociara, compram
c passeam as feiras, c de duas mil, pouco mais
por
dem 21.I)eoI>r. francisco Joaquim
das Chagas, eaee terrea arrendada
por...........
Id.-m 22.Joo Flix. Machado, casa
Ierren arrendada por ....
dem 23.Hordeirosdo Joaquim Jos
(tabello, casa de sobrado de 2 an-
dares, arrendada por.....
Ra dosQuarleis.
N- 1-Luii JosUonzaga, casa terrea
arrendada por. .......
dem 2. O mosmo, casa terreo ar-
rendada por........
dem 3. Joo da Cunta Magalhacsj
casa terrea arrendada por. .
dem 4. Viuva de Antonio de Paula
Hornea Romba, casa terrea arrenda-
ra, que fas hoje palpitar de jubilo os corceos de funilciro, foguelciro, sapateiro, pedriro, alfaia- A torca de asecnsao ou de dosecnso desta me- dem ti.Ii mandado de N. Senhor d
mu railho de Brasiieiros, que habitara esta he-1 lo, ourives e carpina. ll.i em diversos lugares china de 300 libras, e quando se considera que I Rosario, cese Ierre arrendada por
roica provincia, a mais brilhanle Estrella do Din- a guns mineraes mino : podra de cal e dilta de basta n'um balo ordinario a perda do quatio li- dem 8.Antonio l.uiz Pereira Bastos
doma Imperial : osla honra que dar uma pagi- I cantara, murmorc e (Inissimo, geSSO ou saibro, bras de lastro para o fazer subir, ou de abrir por casa terrea airendada por.
nade ouro pera a nossa historia conlcmpora- l o alvo que delle se faz
nea permanecer serapre viva em nossa leni-
branca, acrisolar ciu nossos peilos o amor
respeitoso, a reneraco, dodicaco c lealdade,
que por dever, e mesmo por sympathia j con-
sagrramos ao Augusto Herdoiro do Fundador do
Imperio, do liero dos dous mundos, do Liber-
tador de idiis povos : ao Sabio e Virtuoso Priu-
que preside aos destinos desta grande Na-
: a V. M, 1.: a S. M. a Imperatriz : e s Se-
renissimas Princezas, preciosos e charos Penho-
res da pcrpeluidado da Uymtiaslia do V. M. I., e
da Mooarchia Constitucional, qual eslao liga-
dos os deslinos do Brasil.
Mormente cu, Senhor /Termina V. M. 1. que
( confesse nosla occasiao solemne mormeule
bu, que alm do devej e da sympathia, Leuho ou-
tro estimulo podcrosUsimo, oda gratiddo ; por- a populaco acha-sc animada para reparar una cada,
que n'um da de perigo e de Infortunio que tire falla, que contra a vontade delle, o do digno pa-l Bepos das sanguesugas
roa de Manoel Auto-
casa terrea arrendada
az uso pira o caiamento um instante a vlvula para o fazer descer, nao i dem 9. Herdeiro.
das rasas. para ademirar que com uma forca de 300 libras nio Cuimbra, cas
A obra da capella est sob a direccao de *udaz aroneuta cont poder subir ou descer! por...........
sociedade denominadaUniao Religiosadeque instantneamente, com tanto que a sua machina dem 10.Os mesmos, casa lerrea ar-
presidente o Sr. commandante superior Jos funecione com a promplido e regularidade, que rendada por ........
do Carvalho de Araujo Cavalcanti. A factura olle ihe presume. dem 11.Osmesmos,easa terrea ai-
delta osla encraregada ao insigne artista pedrei- M. Lowe conla atraressar o ocano atlntico e -rendada por .
roo porluguez Arouca, que nessa capital den lomar Ierra em Frange ou em Inglaterra, deven- dem 12. I). Antonia Mara do' Espi-
uma prova no arsenal de ninrinha, c em diver- do fazer esta viagein no espaeo de quarenta lio- i rilo Sanio, casa terrea arrendada
sos sitios, dos seus talentos, c pericia na sua ar-1ras- por...........
le. Aquimesrao edificou no cernilerio um ma- O lloniteur des hopileaitx de Pars, ensina dem 13.Viuva de Vicente Fereira,
si leu, que guarda os restos moraos da primeira o seguinle raeio de diminuir a doc resultante da casa terrea arrendada por .
M>nsorlo do rapitao Passos, que em verdade picada das sanguesugas : 'dem 14.A mesma, casa terrea ar-
um artefacto em scu genero digno de rer-se. E': Hetlem-se as sanguesugas n'um copo moio d'a-| rendada por........
artista ijue sabe ter. o leni livros de archltectura Sll;l ffi;, c rolla-se o copo rpidamente sobre a dem 15. Manoel Rodrigues,casa te-
por onde rcgula-se, e es teda. Os ompregados da parlo em que ollas derem sor applicadas, o do-i rrea arrendada por.
sociedade tcmjsido solicilos em suas obrigagoes, e cuto apenas percebe a scusogao de uma s pi- dem 16.Cypriano Jos de Santa An-
em minha vida, cncontrei o allivio c a salvagao
na Clemencia de V. M. I.
Os professorea do seminario episcopal snppli-
cam inci'ssantonieiiie Aquelle, por quem, na
p!nase ilo.s Livros Santos, mpoiaiii os Princi-
pes, e q iO/leoi em sua Mo oouipotente o coa-
rao dos uonarchas, e os deslios do povos, pa-
ra que derrame sobre V, M, [., s. M. a Impera-
triz .i i nperial Familia endientes do suas gra-
nas; e continu Iluminar a V. M I. olim de
que. prom irendo e manlendoHrtcliz allianga o
harmona da Igreja cot^o Estado, da Religio
ilii a com a Legislagao, da Mouarchia com a
Liberdadc, possa plorar este imperio ao fastigio
la grandeza, da prosperidade e da gloria.
Sao esti's, Senhor, os nossos sontimentos ; e
os da-brilliante o esperangosa porgao da moci-
dade desta vasta Diocese, a quem doutrinamos e
educamos, para sercm un dia dignos Ministros
do Sancluario, e os sustentculos do Aliar c do
Throno Constilucional.
Digno-se, \. II. l. aceita-los, permitlindo-noa
a disliucla honra de beijarmos a Augusta Mo de
V. M. I. oaego, Dr. Joaquim Francisco de
aria.
0 nosso correspondente da povoaco de
Curenle, da comarca de Garanhuus, dfz-nos o
seguinle:
i
'i R.eil o llci cobrado que do presente mais
se ouve era lo los os ngulos desle dislriclo, e
que vem repercurtindodos miis longiuquos lu-
gares dos nossos serioso liei I
Desde o mais pobre al o mais opulento, do
mais humilde ao mais orgulhoso, do menor ao
maior; o grande o pequeo : o moco o relho, e
Com ospeeialidade as inullieres, que em lempos
de novas celebres tomam sempre a vanguarda
rarcra todas, tirarse
na, casa terrea arrendada por.
dem 17.Justina Maria da Conceigo,
casa terrea arrendada por '. .
dem 19.Francisco das Chagas Sal-
gueito, casa torrea arrendada por .
dem 20.Vicente Ferreua da Costa,
casa terrea arrendada por ....
dem 21. Francisco das Chagas Sal-
rocho de Garanhuns, causara nao pequeo dezar copOrecebendo a agoaqne.se enloma cni
aos brios dos Correntinos. esponjas ou pannos.
5c livesse mais lempo tocara sobre a polica, ~~ "assageiros da da barca brasileira Boacica,
c a .- le i priedade. |,J'"' Joaquiui Dorado
Foram rerolliidos no dia 20 do concille ~ Passageiros do patacho brasileiro OrozimboA
casa de deten ;ao, 9 homens ; sendo G lirres e 3 sabido para o Rio de Janeiro, 1 esclavo a unir-
escravos, a saber: 7aordem ilo Dr. chele de oa'"- guciro, casa terrea arrendada por
po ii ia, 1 a ordem do subdelegado da freguezia Passageiros do vapor inglez Stanley, entra-1 dem 22. Joaquina Francisca, casa
de Santo Antonia e 1 a ordem do da freguezia do de Liyjppool, William Bucley, Ueuelpn .la-' lenca arrendada por
Je San-Jos. "es, Jrtru Blackrrordfos, ludrsck Aucliu, Irlm '
No dia 27 foram recolhidos mesma 2 ho- Goiiug, William Cohe, Robcrt Cohe, Challes
mens livros e 1 oscravo; sendo 2 a ordem do Cohe, William Way, Irlur Sibrcr, William Luris,
delegado do 1' dislriclo ola ordem do subdele- [ Honus Basckms, Eduard Billingur, Georgo Gln-
- i o da freguezia do Recife. calis, George Bollte Joccph Imnbul.
I i/ rain acto na Faculdade de Direilo, no! Mohtalioaok do du 27 uo wiiiieme :
dia 28 de novembro, 15 estudaotes que liveram Maria Theresa de Jess, branca, viuva, 55 an-
a seguinle votago : nos, gastro intente.
Primeiro anno.
Ns. 69 e 70 reprovados; n. 71 approvaJo sm-
plesmente.
Segi^ndo anno.
N. 71approvado simplesmontc ; ns. 70 c 73, rc-
provados
Terceiro a un o
Ns. 90, 91, 92 e 93, approvados plenamente.
Ouarlo anno.
Ns. 09, 70 e 72, pprorados plenamente.
Quinto anno.
Id.'in 23.Libralo Rogerio de Maccdo
casa Ierren arrendada por. .
dem 25,Manuel Rento d'Assumpgio,
casa terrea arrendada por. ." .
dem 27.Irmaiidade de N. S. do Ro-
sario, casa terrea arrendada por. .
dem 28.A mesma, casa terrea ar-
trrendada por.......
Mana Francisca do Espirita Sanio, branca, viuva,. dem 29 Isabel Joaquina de Santa
- 50 anuos, tubrculos pulmonares. Auna, casa terrea arrendada por.
Cari Herghot, bronco, solicito, 40 anuos, ama
aiipulco na pcrua.
Joo, blanco, 1 mez, febro cerebral.
2
Joana, parda, solicita, 20 anuos, cscrava, febre
perniciosa.
Laorinda, pela, escrava, 8 anuos, febre perni-
ciosa.
Jaciniha Maria da Conceigo, prela, solteira, 42
Ns. ''> e i i, approvados plenamente. anuos, tubrculos pulmonaies.
Fizeram cxnme de rhelorica, no dia 2fi) Atalibia Francisca Alvos de S, prela,
de novembro, 21 esludanles, que obliveram o 20 anuos, pthisica.
solicita,
seguinle resultado :
Approvados plenamente ... 5
Approrado simplesmento. 10
leprovado.......... 3
Total.....2
i Joauo Burgard, branca, casada, 51 anuos, febre
amarella.
1 Constanciaexpostaparda. G mozos, dcnii-
co.
Luciana Hara da Paz, parda, solleira, 26 anuos,
tubrculos pulmonares.
Joanna Maria do Espirito Samo, parda, soiteira
n Vil nritiiw rill.t..,..^
do scguinti
nos comentarios e novidades... todos, que se en-1 Fizeram exarac de geometra no da 28 do 20 annos, pthisica.
no erabro, 12 esludanles, que liveram o resulta-j Vicente Ferreira da Costa, pardo, casado, 05 an-
uos, diarrhea.
! Joaquina Maria da Conceicao, branca, casada, 59
anuos, perilonite.
M VlMiOlRO PUBLICO.
Mataram-sc no dia 20 do corrente para o con-
sumo desta cidade 11 rezes.
conii.nu o primeiroDos lo salve o Re!
K que, mcu charo, nao est exlinclo uoscora-
edes dos nosso- poros, rom especialidade os do
centro, ossenlimenlos primitivos de amor e obe-
diencia ao Imperante; e elles sem d oser ruina-
rem as pochas, porque para ellos o Imperante
Rei desde os E -Res Nossos Scnhores al a poca .
constitucional dos Imperadores, querem por forga I ~ Fizeram exame de pbilosophia, no dia 28 j No dia 27 do mesmo ln9,
que e nosso adorado Mouarrha sojaum Rec denorembro, 12 esludanles, que liveram ose-, No dia 23 do mesmo lio.
Approvados plenamenle .
ApproradossimpUsmcnle.
Tola!.- .
2
10
12
nem Ihes v a guem explicar que o Brasil nao
reino que seria1 escrever n'ara.
Oo homens do sertao sao cssencialmeule im-
pltcanles ao Irnmbnlho, mas porque iguornm os
bens reaes que ainda assim eslo fruindo a
bra delle, o porque foram nutridos com o suc-
culonlo loile do absolutismo.
guiule resallado:
Approvados plenamente ... 2
rorados simplesmenle 7
Reprovadus .......... 3
Total....... 12
Hospital de cabjdadb. Exislem 6 ho-
mens, 53 mulheres nacioaaes ; 2 homens eslran-
geiros, e 2 escravos, total 121. '
Na tolalidade dos doentes eiistem 35 aliena-
dos, sendo 28 mulheres e 7 homens.
! Foram visitadas as enfermarlas pelo cirnrgio
Pinto s 7 1|2 horas da raanhaa.pelo Dr. Dornl-
._ por.
Ideo: 32.A mesma, casa terrea ar-
rendada por .......
Kua do paleo do Rosario,
N. 3.Irmaiidade de N. S. do Rosario,
Casa terrea arrendada por. .
dem 5.A mesma, casa terrea ar-
rendada por........
Berco da Bien do Rosario.
N- I.Leandro de Sampaio, casa ler-
rea arrendada por.......
Mein 2. l.uiz Jos Gonzaga, casa
terrea arrendada por .
Roa do Bom .lesos.
N. 1.Vicente Ferraira da Costa, casa
lerrea arrendada por.....
dem 2. Jernimo Jo.io Piulo, casa
lerrea arrendada por ....
Mein 3.Jos Clirisptra d'Assumpgo,
casa tema arrendada por .
dem -i.Joo Antonio Pereira, casa
lerrea arrendada por.....
dem 5. O mesmo, casa lerrea ar-
rendada por........
dem 0.Manoel Lias Das de Araujo,
casa terrea arrendada por. .
dem 7. Manoel Jos Correa, casa
lerrea arrendada por.....
dem 8. mesmo, casa lerrea ar-
rendado por........
dem 9.o mesmo, casa lerrea ar-
rendada por........
Mein 10. Francisco das Chagas Sal-
gueiro, casa lerrea arrendada por.
[dem 11. Manoel Jos Concia, casa
lerrea arrendada por.....
dem 12. Dr. Antonio Vicente do
No entretanto tem sido be ni singular o prazer, Fizeram exame de geographia, no dia28 do las s 6 horas e -0 minutos da manha. Nascimento Feitosa, rasa tenca ar-
que se ha man festado no poro desla comarca, e torrente, 12 esludanles que liveram o .seguinle Fallecen uuia miillier alienada de pthisica pol-1 rendada por........
o desojo qim iodos mostrara a porfa do rerein c resultado: i monar c um homcm de diarrhea. Moni la ^nnoel Jos Concia, casa
beijarom a mo So Chee da Nago, que so dignou Approri(ios plenamenle ... 3 -----------_^_ ierren av 'ada per .
CHRONICA JDICIARIA.
[quando menos se espera va| visitar as provincias
d j Norte.
Muitos Bcaro como desejo, o lalvezcom uma
nao lisongeir inperanca dev-to ainda.
Nem lodospodem ver o Imperador.
O que ceilf e incoulcslavel que a benfica
inlluencia da cnegada de S. M. ao nosso sido lia-
vados simplesmenle.
Total.
9
TRIBUNAL DO COfflIVlERCIO.
f--so no UithHUerchnnts Magazine: Lina SESSA0 ADMINISTRATIVA EM28 DENOV
nota de Banco photographada. URO E 15'J.
Deu-se ha pouco Mnnpo uma circumslancia cu- puesidexcia do exm. su. hkskhiurcauoh
de chegar lambem nos:quando um bem rom riosa cm M. Aguda, cujo talento na arle pho- souza.
Ierra todos dello participam, uos mais tarde, lgraphica lite lem grangeado celebridade Euro-
oulros mais ceco.
11
pea
As 10 horas da manha, achando-sepresentes
osSenhores depulados Basto, Silveira o Unios
Elle apnslou que hara de imitar urna ola do i faltando o Sr. doputado llego, o Senhor pre-
Banco do Franca de modo que a sua dilfereiiga sidente duclarou aborta asesso de mero expe-
da verdadeira nofossc perceptirel. No prazo a- diente, lendo designado odepulado Silveira para
a de feriis JU3tiido a nota Dcou prompta, e foi posta ao lado servir de secretario
Ja verdadeira em cima da sua escrivaninha. Foi com rala ao senhor desembargado!- fis-
O jui-c e o jury lodos estarn] proniptos a apro- cal, o seguinle requerimento :
ven. rcm-sc .do mais pequeo indicio que os le- De Jovino Garneiro Hachado Ros o Lino de Fa-
rasa i n un accrlo verdadeira. ras, pedindo o registro da escriplura publica de
O caralheiro que haria apostado tomou ambas sua sociedade, que ajuntam.
as notas na man, alim deas examinar a luz forte Informado pelo Sr. desembargador fiscal osc-
alravs davidraga, por alguina casuatidade elle guile requerimento:
as mudou ou baralhou do urna para a oulra mo, Do Jos Peres da Cruz e Jos Victorino de Pai-
e quando voltou a col I oca-las no mesmo logar va, pedindo o registro do sen contrato social.
d oudo os ha'ia lirado, nem o mesmo M. Aguda, Declarein a firma que deve usar a sociedade.
n nenhura dos que se achavam presentes po- Foram aelinitivameule despachados os seguin-
Corrcnle una das mais bellas o imporlanlos
localidades desta comarca.
Edificado;in urna baca, circulad
montaphas, p Correle offerece de quaiqucr lu-
gar que para elle se aproxime o viajante o mais
lirflo panorama, quer do Pao Forre, quer do
Mondes, Ara ou I'o A marcho.
1 loa estes Sitios eslo Sobre eminencias que
dominan! lo la hacia, onde est fumado o Cor-
rete.
E dessas eminencias que se v o impagavel
rio de que lira o nome o poroado, serponiean-
do-o por quahipcr lado, ora mais oslreito, ora
mais largo, e sempre lmpido, sempre magntico,
passaudo s '
d
r
in
oilo a de/ leguas de trras, que offerecem pro- dos para darem asna opiniao. Oiitro de Joo JoaquimAlvos, pedindo por cer-
Iiorcoes para 16 engenhos d'agua, desembocan] escusado dizer-se qne o Banco de Franca en- : lidao o theor do registro da nomeacio do Sm-
alos oulras v";1 os melhores peritos para sua verilicago mas paio Silva \' Companhia.Gomo requer.
,; cfcilo. Oulro de Manoel Marques Camoch, slisfa/en-
o corrente disla dessa capital 5S leguas: de! balao moxstro.Emquanto a Inglaterra sel do o despacho desle tribunal do ido corrente__
Maceio 26. o ao sul da sede da comarca 10, e du prepara a enviar aos Estados-luidos o Le va- i Como requer.
Papacaca 12 i iban dos mares, a nago americana, lambem se Nao havendo nada a lratai-se, o Sr. presidente
Extrema com o provincia das Atagoas pelo lado prepa a segundo di/, o Conrrier des Elats-itts, encerrou a sesso.
oo sul, principiando sua divisan na i.agoa do enriar & sua mitiga mi patria o Leriathau dos
Emrgdio pela chapada da Serra do Cavalheiro aros, balao monstruoso qne o areonauta T. S. C. SESSO JUDICIARIA EM 2S DE NOVEMBRO
al o final desta, onde encontrando o riacho Mim- 'l),,v'' acaba du construir mysteriosamente as presidencia no exm. su. desembaacador
lai'i-Merim rai servimlo este de diviso al con- visinhaiieas de Nova-York. As dimensoes desle | souza.
frontar com a Cteoeira das Rseadas no rio Mu:- aerstato sao to superiores sdos baldes cons- Ao meio-dia, prsenle f*Scs. desembargado-
daii, o dahi em direceo ao Norte at Munguba. i Iruidoaat hoje, que s o fado dasu apparigio res Villares, Silva Guimaros e Guerra, e osSrs
O po'lo mais prximo a osla povoaco o do is ares far poca na hisloria das riagens
Pillar, que della dista 17 leguas.
lassaudo soberbopor entre as aguas do Munda, I ul'ra,n dizer qual era a falsa ou qual a verda- les requer m en tos :
lo Riacho de Palha, do da Ara, do Pacavira, do de'- m de Sampaio Silva & Companhia, pedindo
rao Amarello, do Timb, do Caruar c do du Pal- All eslao ainda as nulas de dpus mil francos o registro da procuraco de scu couslituiile Joo
ineirns, que cru::ando-se lodos ellos por cerca do cadauma, o todos os conhecedores sao convida- Joaquim Aires.Registre-so.
)lO a de/ legua; de tenas, que offere
es para 16 engenhos d'agua, de:
DO Concille, formando em mullos pon
tantas camboas.
o,casa terrea rcen-
los Santos,
. ,casa terrea ar-
lilem l i.
dada por
Mein 15. \
casa Ierre.
dem 16.O n...
rendada por .
dem 17, Dom.ugos Jos Alvos da
Silva, casa terrea arrendada por .
dem 18.Mosteiro do S. liento, casa
lerrea arrendada por .....
dem l). Joo Baptista da Silva
Mangiiinho, casa lerrea arendada .
dem 21. Mauoel Antonio Re/erra,
o Joanna Candida de Jess, cas i
lerrea avahada por ., .
Mein 23.I). Alexandrina' Gomes dos
Santos, casa lerrea arrendada por.
dem 24. Faustino Monleiro, casa
terrea arrendada por.....
Estrada de Sebastin Lopes.
N. 1.Joo Pedro Adour, casa terrea
a: ronda la por........
dem 2Joao Baptista da Silva Man-
guinho.casa terrea arrendada por .
Ra do largo do Amparo.
N. 2.Antonia Maria do Espirito San-
io, casa terrea arrendado por .
dem 3. Joaquina Marques de Sou-
za, casa terrea arrendada por .
dem 4. Antonia Maria do Espirito
Sanio, casa lerrea arrendada por .
Mein 5. A mesma, casa lenca ar-
rendada por........
Mera 6. Olegario Mendos e Rufino
Mendos, casa lerrea arrendada por.
dem 7. Bonifacio Jos da Silva,
casa lerrea arrendada por. .
dem 8. Manoel Antonio das Nevi -,
casa terrea arrendada por. ..
dem 0. Ludgero Teixeira I.ojies,
casa lerrea arrendada por .
720UOU
7o000
G l;000
489000
30*000
8*000
72-5000
309720
30g720
24S0O0
24jOOO
2.
i ;,suo
24
2i,
-
28j8 11
_ J88 ;
36;000
: i
2;
30j>720
3ftj720
219000
24S000
2!:0Jo
I2S000
219100
y, : ;l
G 13000
30:0(10
2i$00:i
aigcoo
2s
8JOO0
38$000
.
15
I5O3O0O
: ;
36$000
3
,243000
2 3000
:: n
36JOO0
SCJOOO
3 IgOOO
263000
383400
363000
72000
003000
983000
6 ;
racoes Culurus, .. .ii ha lempos em que eapetam
pelas revoluroes. Mas os homens sao 1 a meemos
em toda a parte, em lodoo (empo.t emquanto os
10.-iun.es se nao alteram ou por canoas sempre
racadas no correr dos secutse depois de lo-
d.i> as degradaeoes, ou pela pmdencia dos es-
tadistas que comprehendcn uma siluac&o, e o
alcance de sua misso.
As revo'ueesnunca saoobjectodeesperanca
cabera que pensa, ao coraeo que palpita ; nao
objecto de calculo,nem recurso proficuo do patri-
la. 1'.' o transtonio da na tu reza moral ; o em-
bate de lodasas paildes desregladas e levadas ao
maior excesso ; a nenia de todos os rostamos,
o cumulo de lodos os vicios, e o Iranslorno de to-
das as cabocas, 6 a raorte social nos arrancos da
desesperaco. Ella nao reforma cousa nlgiima.mas
ames ludo distroe. Quandu depois della appare-
i.i-ni 03 costumes, nao sao elles reformas que se
espere, nem ha nina sociedade reformada ; urna
quem como todos os Brasiieiros igualmente ludo-
esperamos.
Ven ha ni pois lodos os ijne sentern e pcnsaui
com calina nosla harmona em que rriamos, e
na presenra de loo Auguslo Monarcba, leuham to-
dos, cada um concorrer com o seu nimio, rada um
cSrregando sua pedia para o edificio social que
nunca se acaba de construir, a se aspira cada ce
ngranVece-lo, presenciemos nossos costu-
mes, nossos defeilos, nossas necessidades male-
1 i.os eniornes.que do estudo e cumpnrarodaqnil-
lo que ouve e daquillo que veo Monanha Brasilei-
ro, ha de com disi ornin.ouln lonnnr exactos jai
/o;, e rom sabrdoiia fazer cada vez mais promo-
ver o progreaso moral emnlcrial.dondecomrazo
esperamos a grandeza e prosperidade desle pai/..
Sabalo 26 Jo corrente s 5 horas ik taruV,
urna onlen.nca de cavalbria den aviso ao pro-
nova sociedade, novoscostumes. A velha socie-(fessor .le Fra de Ponas Amonio Kufino il'An-
dade morreo, esmagada sob os pesos do seus vi-
cios, estrangulada sob as rodas destruidoras da
levolin ,10.
me ser o iiu.io oas mise- direila o pvofessor, mu; j Ihe havia lwiiulo .1
^Ufftff^irlJSrA^ r8' e '1U -'emou-se por a,-
le todas as desgranas, i: s a s,,n 1!ni lliver onlenado b. M.
lerfponnn^fl n liAei'nnnan .i ., ,(, ,11 < \ otx 11 1 1 s -i 1 < 1 > .1.1 i > I i...^.> !..>..._ .n. ^___
drade Luna, para que uo soltasse aula, pois S.
M. oluiferador n ia visitar. Um quarto d'hora
A rcrolucao porlanlo s ludo destrn : nao se tlepcis,entra o Sr. D.Pedro 2. na refer la .ulu.
ove esperar por ella, nem della alguma cousa, e sentava-SS na ca-leira magistral, leudo sua
porque ella s podo ser o 1V0.10 das mise- .hreila o proessor, que j Ihe havia beijulo a
ras humanas, p nunca de vontade nlgunia nnr-l J .
que nunca foi a di r
menos o cumulo de
norte, a morlo desgranada c horrorosa que della A comiliva imperial tomou lugar em torno
pude esperar uma geraco,nina sociedade; e, se ()o Imperador.
ha vida, s para uma sociedade nova e futura, c m .' ,
mas vida mullo incerla. i 'V AL Per8"nlou logo (|iiauios alumnos lu.hr,
Quando ella nao assim loo horrorosa, quan-l* CiC0'a. esendo-lhe respondido rom o livro da
do ella nao mala a sociedade, lao pono p-1 matricula que 51, pergunlou de novo quantos a
de reforma-la, reformar os coslumes. Quando frerjueniavam regularmente. Disse o profcsor
ai pois de tima revolucao commum, anda Oca a ___ sociedade vel ha,ella Qca a mesma.os hnmens con-
tinuara sem dill'eren ;a. (is vicios arraigados nao
-" deslrem por um golpe violento,seno quando
com ojie se ileslre o individuo aquein do
Sao smenln remedios moraes os leuhos radi
caes,que produzem seu effeitos com u andar d
tempo, que pdcni reformar os coslumes, p rque
o habllonuse adquire n'um dia, e 6 s oelfeito
longa e constante pralica ; ei !,l ;
que 4G. S'. M., tirando dalgibeira nm pape!,
nello escreveu cora lapes algumas cousas. Era
i 1 mandou que o professer Ihe apresen-
lasse os meninos da das-e mais adianuda, e pa-
ra junto dello foram iramedialamenle os aluna-
nos Iraiicisco Gonealve Seisas Jnior, Affonso
Xavier de Macedo, J-s Ana-lacio da Costa,
IOS 1 10,,,-arios a ontros'ha'l'U,;, i'i,, ia:,-un,!;.0'' *" UJ ^^ ndS l\' ?M X &
Esperar porlanlo da revolucao. esperar smen-1 fl*aCeao eAllso Lapiuhno Uorajelres Lessa.
le o suicidio. Appellar para'ella appellar para Moodou .">. M, que o? meninos lesscm, o que
a chimera : porque iiinguem chama o irovo.e o alguns fizeram, coda 1111 do sua vez, e, ao con-
o'XZrSsVraSram do exlremo **%! S' ^ ** = a Pintn o o, el-
mal, o exlremo remedio, perdera sen lempo em ll's sal"ar" de grammatie, respon.leu-lhe o p o-
uma v,a esperanca.se ella se nao realisa rasual- ^"'Sir '|c nnalvsnvam gramm&ticalmente, e re-
''",'"'' i"'" "> desgracado dos fados. Os ho- torquindo Ihe S. M. se lambem o nao sanan
inons que sentme pensaui,aquellos que ton-, von- r-r/..i- I,..;,.. ,,.,i^ 1:. u r
tadeecnerKia.nnnfaperdmera concorre, com ?Z' '' -'"" e",,!' d,ae ll,e Profe 4
snasluzes, seus esfor^osa melhores resollados so- sm' l"""tl" alguns e nao lodos os a'urrnos.
riaes, em v./,< ronfiarem indolentementedo cor- Enlo S. M. arguio em analvfc grammalical
rer dos lempos, on1. eiifraqueridos pelos decep- aos referidos discpulos alternadamente, obiemln
i^KI^t9^l^^:A fP? certas s suas re,gun,as. S. M.
le, sola n remo, cruza os bracos, e deixa ir o bar- corr,i;10 pronuncia na palacra assim e assistir,
co diseriprao das aguas.' rerommendaodo aos meninos que fizessem so-
Peli/mentej seforam ostem] que se es- bresohir bem o som dos dotis S S.___ re-
perava uo extremo mal,em que se anpellara para ,,,: i n, ., '
" remedio extremo ; felizmente porque depois 1,;,".'l cll.e ProPr, pronunciadas mu.las rezes
das decepees e dos desengonos, em uma perla 9S "as P*wrras.
coiitimra, .ni urna certa f, vieram-se assenlar InquirinJo S. V!. 0 qne Skbiam os neniaos
'"'Nao"o''!r''?S '?,'ra",-i,!i-. ,. em arithmetiea, respordeu-lhe o professorqoe
nao nn le nos homens, nao ha confianea 11 elles jn- _._._, ,,; ; '..',.
'' refdedo : mas |,a f.ha aonfian.auun humera, ronl8v',m ate complexos, e os neis ate di-
n'um s hornera. v'-'ao c,n nmeros inleiros. Mandcu S. M. qiie
E umhouiem que cslacima de todos os Brasi- um delles eserovesse na pedia uma muhipUcseo
leiros: c> un, hornera que. eomo oiilros moilos, de complexos, ,\, wobas, libras e ceas por
ama esle paur, mas n respeto do qual au se .., ...i:j. 1 ,. ., '
d caso em que osseusinleressesnaoeslejara im 0*/JU*lla.le9 iguaes, o que fot rapnlamen-
interesse de lodos ns Brasil) iros o Brasileiro lt erri'l pelo alumno, ao qual S. M. pergan-
le amo nos Brasiieiros nao s is subditos, lou como se f.izii a operaeo, e leve em respe s-
mas liinben, como ses ,- id......, o Bi .sil ta a verdadeira solucao ; indo o menino prat.-
'" ,"">l..... pelosseus estados e | la pr lira de ._. c \. ,
mar esta nacab desdo os mais ver les anuos C PeraSao. -s- W-. que pela ras posta unba
. lempo.Ora que nao ha conl s ho- "dicido que elle a sabia fazo-, disse: bem,
rnens : ora que caneados de todas as decepees, isto se prolonga por causa das frsecoes, e mau-
''! !';n V,;v"-~'"1;':s se '"'jwm sombra de nos- don que oulro menino \m sos inalitiuroes, ese volvem para o centro de lo- .,. ;.,:,.. 1 ,,
las as luzes, soja a f inlero, inteira a conlianca IDerof 1"t'-,ros. dictando elle rpidamente un
nonionarchaBrasileiro.preslemlodoso seu opoio Pr*nde numero, e ser rio com a mesma ederida-
a applicaeode suas Unes,porquen'elle se nchnra de escripto pelo alumno.
nao s o isceniimenlo na escolha dos executo- Conclu la a operaeo, disse S M bom
res, como a idea e a vontade para tf bem, o en- Bnmr, n .,'.V -
grandecinieulo, a gloria do Brasil. como a verifica J\o que o menino enuncien a
as monarchias no monarcha queso concen- re-ra T'o a arilhemelica ensina.
Iran e apurara todas as luzes. m povo multo )*aii proeurou S. M. informar-se Jo que
nK''';V;i-rT'Trlla^iv'i,s'-r'i\i,'i'1m- pr-- sabiao os """nos sobrecjcpipta.o professor .lis-
muigae applica as ideas usnecesMdadas da iiarao; I. .. ,.
ui.....vo que loo cedo nao dcixar de ser novo,! I8""6 Ja s*Diam e*creva dictndose, e nedt* a
como nos, nao pode esperar I m seno S. M. que es experimentasse sobre a peVa.
cima ; embora as ideas so eniciera de qunlquer inio o Sr I). l*edro 2.* abri um livrode
inaS 'Jra'a^'pde0 ser UeV K h8lori .-*- *" 'I- fo-
nos viudo do throno. rai" eecnpU por rjous alumnos com perfeita
As necessidades do paiz sao conhccidas, os mo- enactido.
les sao palenles : os cansas, os ralze 1 di ssc mal, Ordenon S. M. ao professor que atguisse os
Je'jj a. duran, lanl .anuos discpulos euMloiilrinn. o que sendo exeeuudo.
S. SI. comprelieruleu islo, e do ha muilo que
comprehendi.-u o ..'.'anee esua misso As ideas
depois de agglomerodas fermentam, o agora nesse
desea neo de espirilos, agora nessa fe unnime as
insltuices, 111 ssa confianza e descanco na impe-
rante, o imperador eslnda cien cuidado n prud 11-
cia as necessidades do paiz pira bem fazerpromo-
ver os remedios.
Nao po.lia ser melhor a poca escolhida ; S
H. para fazer sua ra em ao norte. Mais prximo
aosul.j o visitn, j o con u melh(ir;
sua presente riagem ao nort, vem con pleiarsua
lluslracan e plenamente habililo-le ; ande
obra do ciigrandecimenlo e gloria a qoe esla lia-
rn est destinada o oiron;ar.
Em l'eriianibncn, nessa lena, onde nasrem to-
das as ideas grandiosas que sao i> por muilo
Conlinuar-se-ht .\
Os gneros de cultura sao algodo, canna, ro-
is, lamo, caf, arroz, milho e leij'i ..
S.1o ompregados no Irabalho dessa cultura, pe-
la maior parle, bracos lirres, harendo-os em
grande esralla, ea ii)0 ris diarios o salario.
Tem 5 engenhos, que fabricara aesucor, sendo
um do alteres J080 do Barros Corroa, oulro de
Joaquim Salgado de Vasconceltos. oulro de fran-
cisco Jos de Mello, oulro de Jos Prxedes I.eile
de Veras,sendo esses d'agua, o o que prefaz o
(uinlo perlcnce a Jos do Goes.
Kxislemno dislriclo 24 engenhocas de rapadu-
ras, que podem animalmente por uracalculo apro-
ximado, ser dolas vendida
vola 350 ps, seu maior dimetro de 180 pes, ; Entrando em julgamcnto a appellaro em que a S^ndeza de uma nacao.
1 dimetro horisonial lem 104 ps. Tem ca- sao : Sao os paires mais fellzes aquellos em qne se
pacida le para receber 725,11:10 ps cbicos de Appellantes, o presidente e directoras da coi- PUnprcm os devores mais nela forca dn eoslume
gaz, quepodero sustentar 22 toneladas e meia. xa filial do banco ,1o Brasil nestaprovincia a-
il peso do batSo com sua rede, sua barquinha, pelladas, N. O. Bicber & C eJ Keller cC
seu bpie rj salvacao, suas
seu Opte de salvacao, suas machinas etc., nao Relatado o felo, e sorteados os Srs. supplen-
exce le de Iros toneladas e meia ; M. I.ovvo por- les Velloso Soares e Buarque, ftcou adiado a pe-
anlo, podo (erar o peso de 10 toneladas ingle- dido desle.
sem passageiros, forte, provises de bocea ou Contina adiado o julgamentodos foitos que o
laslra ia arcia. rorapi na sesso passada.
Nada mais houroatratar
A Ci;/ of Ne\v-York, conseguintemenle cin-
CO rezes maior que o mais poderoso balao al
agora construido, o to superior ao grande
ididas mil cargas, que se- Atlntico, com n qual 11. Wise fez ltimamente
gundo 11 proco corrente, importa na quantia de B iagera de S. Luiz ao lago Ontario, como vapor
reis 6:000,5000.(Agora caro amigo, fai uma I t*real-Eatter o ao Great Republie que, ha
cotila de proporcao e maude-me dizer quonlo so's anuos, fez a admiracao de Nova-Yoik. Para
tecca a cada um).
Os engenhos que fabricara assucar podem le
de renda anuual cada um, a quantia de res....
6:000000, coiisumido-se as feiras e mais mer-
cados cerca de 400 arrobas.
OCorrenlelem 8 sitios de frucleiras, cojos donos
sao os Srs. commandanle superior Jos de Car-
valho de Atinjo Cavalcanti, Jos Prxedes I.eile
de leras, Antonio Pinto Correa, a Viuva de Ma-
nuel remandes, Manoel Ternandes de Almei-
da, Manoel Joaquim do Oliveira, Francisco Cha-
ves e Francisco Ignacio Bczerra, podendo reuder
os melhores de 200 a 3W)J reis animaos, c os
ouiros nao excedendo de de 100 a \'J) reis.
Naose porque se nao ha de criar o gado roc-
rum cavallar no Crrante, havendo para isto lan-
as piopori'oes, sem ofiensas das lavouras !
i) Conenie. tem mais de leguas de catingas
nu campo npropriado para a cri.eo o e3Se ter-
reno compreh-ude o riacho da Palha, Agua-Bran-
ca, Esperancn, Cacimbas, Corongo, Bczerra, San
Joo eRiacho Salgado, em toda a sua exlenso
al Barra, donde, com alguma despeza, nao mili-
ta, porm deveria partir um tr.nesso de cerca
pariindo do aoligo da situocSo de Ignoi io Alies
da Cosa a terminar na Serra da Areia com uma
legua de extenso. Por essa forma, que nada
ten rJe impraticavel poder-se-ha criar sem of-
a construeco dcste imraensc balu foram pre-
cisas li.tliio jardas do panno entroncado, ou
51,000ps, o que equivale a um cumplimento de
11 mil has.
A parle superior, ontfl est a vlvula, como
mais lacil de romper pela pressAO do gaz, lem
triplicada espessuri, e est ainda torllflcadj com
dous-furros. Cera mulheres lalrez nao podessein
cozer dia e noilo por espaeo de dous anuos para
ajiintaros ramosdosla machina de umeompri-
mento desmedido ; para as substituir emprega-
ram-se dezasetc machinas de costura, que tra-
bolharam com tanta solidez como resulari-
dade.
A rede que deve guarnecer o baldo de corda
de ranhamo, feila de encommenda, com a resis
lencia de 60 toneladas ingle/as. Cada corda-
desla rede pode suppurtar um peso de 500 li-
bras.
A barquinha, feila de junco da India, o Rea ;
sa redo a 20 ps de ( in umerencia e \
de profi ruiidade.o dever ronler 111:1 fogo deca.
Esle fogo de 2 ps qnadrados acqueeerS sem fu-
go, e permillir aos viajantes o subir a alturas
aiaqu consideradas como fabulosas. M Lowe
Cunta poder chegar, protegido ('; esio fogo,
sem ser incoramodado al as regies. em que a
jela.
Bkco Rakof.l,
Secretario interino.
COLLECTORIA rilOVlNCIM. 1)1- O.INDA.
I.aiii/aiutMito da deelma los preilius
urbanos do dlstrieto da eolteeto-
ria que lein de servir na anuo II-
naneeiro de ISi iSUO, pela
eolleelor Manoel Jos de A/.eve-
do Anioriin.
Iddem 5.Viuva de Jos Gsrmano Li-
ra, casa lerrea arrendada por 2$000
dem 8.I'auslina Maria dos Prazeres,
casa lenca arrendada por 2000
dem D.Marta Aires de Sania Anua,
casa lerrea arrendada por. 30OOO
dem 11.Francisca das Chagas, casa
terrea arrendada por..... 30;000
dem 1 II Antonia Mana do Kspiri-
to Santo, casa terrea arrendada
P'"' -........ 48$00;)
dem 1;>.Arsenio Antonio Carneiro
da Cunha, casa lerrea arrendada
^P'"" .......... 25W0
dem 10. Hecolhimcnlo da Coucoico
das Freirs, casa lerrea arrendada
,.por 7- 2ij0W>
,ldem 17.Padre Ignacio Anlonio Lo-
bo, casa lerrc.i arrendada por. 48jOOO
dem ls Francisco Amonio de Sou-
za, casa terrea arrendada por 2500i
dem 20.Merdeirui de Anlonio Jos
do Espirito Sanio Barata, casa do
sobrado de um andar, arrendado
do que. pelas mposicoos.la lei ; eemquanlo mais
por brio, pelo exemplu o em respeilo a opiniao, do
que pida sua sanrco.ell.i nao se pralica.eniquan-
in estes motivos nao se fazen habiiuaes em um
paiz, a lei nao garanti dos di re tos, o instru-
menta mais adequadn 1 violencia o ,10 crime.
Nao legislando-so sobre os eoslnmos, que se
reforman os mos. Cadn scula lem nm eslimulo,
motivo ou forca de necn. Esempre uma torca
irresistivel, como o nina (brea ou leda nalur-
za. (luaesquer pffeitos que ella produza em um
paiz, couvm nao conlraria-la, mas dirigi-la, ap-
piica-la bem, que ella produza necpssanamenle,
elfeilos salulares. A prudencio do estadista c do
legislador como o engenho dos sabios que tira
das mais violentasteis da natureza, apphcacoes
io proficuas .i humarridade.
Do abuso vem sempre a reforma.c sempre as-
sim que em loda a pariese formara as grandes
colleieoesile bus ; luas em qoanto a mente do le-
gislador nao viro desregiamento dos costme-, e
nao dnise a essa niela o alcance da lei, a novo lei
ainda novo instrumento do abuso ; porque urna
medida nao cotila um abuso, se por um syslema
bello combinado,ella nao se dirige indirectamente
ao, ou aos mos coslumes que o produzem. K por
isso quo temos tantas leis, P cada di.i mais urna,
para ronler um abuso n cada dia mais abuso c
menos cumprimcnlo della.
K porque o paliativo uma cura Ilusoria, e em
qnanlo olla nao radical,o enfermo se abale cola
vez mais. !; porque sem se allendor causa, 11.10
se deslrem os effeitos. K' porque nao se allende
ios motivos, torca de impulsando secuto, s cir-
cuinstancias e genio peculiar dn paiz, K" porque
esquecemos a lira* da historia, e em vez de lirar
dessa riqueza aciimulaili pelos .-eculos as piiuii-
eias donde deven tajir consequem-ias que se
appllquem prollciianjeuln ao paiz, vamos copiar
de eslranhns nASaws ronteinpor.ineos preceitos que
nao sabemos .Conde vem nem a que atlingen, que
causas os prodiiziram.
as decepees, no desespero detod as esfor-
cos, qneixam-se dos homens, e esp ron ts jc-
fez lambem S. SI. algumas perguntas sobre es-
le assuropio.
Pergunlou pir ultimo no professor 10 liiiham aquelles 'alumnos Je escola, esoj
liriham viudo para a aula preparados ou prin-
cipiados : o professor responden que os tres ar-
gidos haran entrado no meiado do anno de
1857 en diante, e respondern! Ihe os meninos
que nao linhan vindo principiados, declaran lo
nessa occasiao o professor que apenas um viera
mal principiado, como ludo se vio do livro de
matriculas, que apresen ion a S. M |. S. M.
lornou a tirar o papel e escrever em lapes suas
p obse vacos; e ergueudO-se para retirar-so dis-
i,ra,.o a,,la foram a gloria do Brasil ora Per- se-llie o (rofessor que en cima baria uma oulra
nambucot nesta Ierra do comroocoes, de lanas tn-1 ...i. i. r .,
solemias, de tantas excitacocs. S. H. est vendo aul?. (, exo ll'ini,'"lu le eta regula por sua
com seusolhos, e ha do eonhecer que oqni ludo MUUter. S. M. decarou que Bao linha vindo
effeito de grande patriolismo, de grande desejo Uisllar essa aula, suppomlo laWez que nao era
de impel,,-o,.aua carreira do lodosos melho- au!a pnblrn, mas particular, o que suscitando
ranelos, de lodos os progress maten es e um- > '. .. ,,' ,. ,'
raes. S. M. conhecer por sua propria vista qoe Pr"r';f:sor' declaren aS. h\c. o Ministro on o
aqui, e com Pernambuco todo o norle, coaio oufro pnsidenle da provincia que a aula a qua se
lano j vio no sul, S. M.dizemos.ciinhccer que referia tainh-m era publica.
os Brasiieiros s tem solfreguidao para nao veri s \i roiirm, c 'i- r: ln.. 1 ...i >.t_
,1 i~. ... -' teiirou so a> O oras a tarde, acnon-
mal olgiim sem prompto remedio, o iioe lem silo I '
'causa, a nos,,, soffreguidao, de lodos os nossos !,oa i10113 dl e?c0,a pada de gente na tnlra-
Iransiijiiius e commoces polticas. ''a sabida da imperial visita,
Sejam pois bem viudos os augustos i i mies, i1 I ----------
o fervoroso enthusiasmo cora que Pernambuco | PaDaeaeA
em torno dos Mnnarchas Brasiieiros, donde es do- o,,,,.., t -- 1 1 *"' -
ram con. seguronea lodo o bem. ^ ''"": Garanhuns] que ir ant-
Esta provincia ainda mais qoe as suas irmaas ^ :^- vf^"r*- >'> ocupar uma das im-
nimi. J,..i. D.1.1 c m portantes columnas do seu mu lulo, o acredila-
c o ,, 1 "nifesio-seaoMonarcna oDiario m se earidade, o amor que eon-
com n.,. dedieacan eenlhus.asmo nao communs. ^ s as ^ ,,:,;1S c dsva,1MJ8i ^J.
';.' 'ft m' c"';"^ivo;ha,aisne-:lun Vismeinsl esperarlas, que lenho ate
cessidade de ex pansa o. ngor, ,.0I. a vM|a (lo ^s ^ >u\ w^ pni_
Em lodos os lempos, em todas ns cousas, nossas rlncia, de ver elevado ao maior <;i fto de prospe
ideas sao mais exaltadas, nossas paixes. sao mais ridade, o grandioso e celebre eslabelecimenlo
ardentes. O Monarcha Brasileiro sempre foi amado de Papacara. A obra da Divina Providencia, o
lili' '-i((> Ilfllil m*lft flfTAm iloiini.- i!o Itnl.c .li_ I-aII v~. J______ .. 1 _:..- i 1 !.,._
sta
en-
..... ^ ...-,,..................^.., ,_ui-s 1:1119, laivi'A, us 'i.io fliinm iiuio au se
o Monarcha Brasileiro absorreeu concentro em si, pedera descrever as suas consequencios. lin-
n anies e omijeclo de todo o exaltado sculimento vas, orphniidodes, homens armados para sevin-
pernambucano. garem, era o que se observara e se tenia. Asau-
Eslas monifeslo^oes do sentimenlo peruarabu- loridodes em campo para desordenar c plantar a
cano aos augustos visitantes nao se observa s nos moral.ponen alcancaram ; porque nao pode haver
gestos o nos palavras.nem o seu conleiiiamenlona moral sem haver religio, nica que faz obran-
physionomla. dar o coraeo do homcm. Eis que a Providencia
..,,. ,.-.. v, jiu......o. 1 m n.Mini u scuroe 101,101.100 ,e i'apacac.i. a onra na Divina l'rovidencia,
pul esle povo ; mas agora depois de taas dis- | collegio quero dizer do Bom f.onselho : elabon
russoes, de lanas lulas, de lautas decep- va. com arliOcio, milito principalmente nes
coes, nao pode miorer o seiiluneiilo destopo- comarca em 1833, em consequencia das disse
VO : resta-lhe 11 ni so objeclo de -sen emprego, poes civis, lalvez, as quaes ainda boje nao 1
O llnnaivh ttrasiiioriilib^i.ree aii pnrionnlm ,.n. e .....,....;.. .1..................... .___,_______;.. -:
[iliysionornla.
Nao ha aqui militas grandes fortunas accumula- fMvina loca o coracao da pr
im w.i/iiiii- ............................ .......... .....u,,
i das, e sao niiumeos os uecessilados, os que sof- igreja peiuambucaiia, e elle cede e couv
mas assim en missinnario apostlo : esto logo obedece,
rimeia auloridode da
convida um
o o re-
da torca da
povos. torna
nos bem disso.
liosos Pernambucanos do-se por bem pagos, ^n sen humilde retiro, e armado
porque ao Monarcha a que assim se dedicara, de palacra da verdad", (unifica aos ,......... ...,..
su.i .-abedoiia, patriotismo e Vunlade, ludo e .- Iraiiquilia a provincia, pr*sta extraoi dinaiiosser-
I delle esperara, com a maior nbnegai;u e ton- vicos ao governo, poupando-ihes o dinheiro,
. (lauca igreja ganhaudo-lhc os almas, o a na<;o asvic-
No ha quem nao sinla que a auguslo i i>i: i mar- lorias da paz!
cara uma poca a maisnolarel pa-ao iiuilc.pora i E assim percorrendo es ser I des, toca nesta
I o Brasil. Para o norte dizemo8 porque s;.....laiores con na. e lugo ouve fallar do estado moral ds-
I suas necessidadesseussnUrimeiitos. porque todos I la iiiiuha freguezia, penelr.i que pessimo, mais
couhercm, esetitem no August Monarclia Brnsi- 1 que npressadamenie se dirige a ella, examina
leiro sabedoria e prudencia lian coniinuris para, sha lorallidade, seus habitantes e qual'o sua rdii-
| vendo, Iludir e eonhecer por si, 6em je engaar, cacao; pensk. reflerle que n melhor new de
n uma poca a mais propicia, os meios que devem
fazer esle paiz grande e glorioso.
K luis, un dos oganse o mais ai,ligo dos senti-
rneiilos e deas de Peinan,bino o do norte, nos
que senpre, at onde lem ehegado nossas toros,
cacao ; pensa, reflertc que raelhor
lomar este Ionio, que nos fni dado pela Divina
Providencio, bom. digno de ser habitado com-
binen na sua alia inlclligencia, que ,, melhor
raeio era levantar um cruzeiro jimio a elle, un
...v. ,...-,.. ,viii i in ^ i-i" nuosffa lui^ro, eslabeiei iiiieuto de educaco (le meiiiiias, irm:
com calma e prudencia tomos advosmlo a causa pouco mais a.liante viria a ser o baluarte da iiiii-
'''' P"Ogn -- i brasi ro, r os i: lercsses do norle, ral de Jess Cluisi,,. i; esle hoje u collegio di
ngora, no remaneo da paz, no calma de ledas as Senljor.-i do Bom Cnnsi-llin de que verbo a fallar.
pauoes, in uniao ccougratulamenlu de lodosos i Logu nelle eslabelceeti r>n. Brasiieiros,senlimos quo se obre lambem pranos] meninas exiernas, r i.ulrh p..r.i as inleinas. log5
urna nova poca, p arrebatados peln enthusiasmo admillio o numero de tinte i- iros meninas des-
"""u teaon do ordinoridoncorreromos rallidas para srrnm alii educadas e instruidas,
rom osnoss<^eforcosadA-ogaido esta grandecau- dau.k-lhe |Mra sua dirercaa i iulruM-ao ae-
sa, esses grandes nleresars, is hunii Je horas bem cdwadac e de algiuua inlclligencia.
rema i tessoa do nosso Augustii Monarcha, de I que nao faz invpja a algumas da prae, deixandu
\.
MUTILADO


(^
mais de dnzenlss cabecas de gado vaceirai porsou
patrimonio.
Ehoje o grande collegio de Nossa Senhora do
non Conselho, o primeiro (tasto genero nos ser-
toes desta provincia, emesmn dos provincias une
'onipn! este bispado : este estabelecimento ou
-ollegiode educandos lem por lim principal am-
parar e receber as orphinhas desvalidas, de 7
atJ2 annos de idodo, as qnoes all acham edn-
racao, pao para comer, rotipn para vestir, reme-
dios as ooencos ; emflm numerar suas utilidades
senamnao acabar. Al aprendem a lr, escrever,
contar etc., cozer chao, labyrinlho, cacuod.bor-
dar, marcar de todas as qualidades. fazor spalos
....com que se torna neressario e til a uma be*
matrona, finando em 1855 por disposicao da Di-
vina^ontaderecobemosum inimigo commum, "
bolera que sahindo das margen*do Ganges -
1011 minias provincias do Rresil para Dos se
wngar dos nossos pe.codos. das ullrages feilosa
re isiao : augmenten nesla frogn.^ia rnnsfder*-
vetmonio o numero da orphondode, e a este
jnai niiao havia quem se nppuiesse, pois zom-
*Y Omcdi('0 eda medicina, e fa/endo descer
o tmulo o medico, mandado aqui pelo pover-
no morrera lanibem o capelln do collegio ; ve-
TMiciria a tnorledo digno capello padre Leoea-
uio. tiqPl nulorisado pelo F.xm dTocesano do
^ministrar o rollogio ; e logo reeebi m-dem do
-'overno do ir admitlindo e recebendo as orphas
esvallidas, sem olhar a idade. condicf.n e lugar-
tfecem mais65orphas, e fui continuando a diri.
-'-r o collefrio ate entregar sua direcan ao mui I
iiigno capelln padre Antonio Carneiro de Almei-
>la : apenas o Rvm. Sr. padre capello tomn
posse conlieceu quo necessaria era a vo"
tilico Miguel >i Purillcaco Gomes, o ste o .li.i-
hmu do lugar ermoem <\ se havia colloraJo, e
nao sendo aiiciidido seguio a victima, sendo es-
la salva, porque vendo lalvez o termo final de
sua existencia entrn em vasa de urna familia,
de cuja piula foi injurioaaineire dcscomposl e
desaliado ; chegand a tal ponto o furor desse
Brasileiro degenerado, que resisti a pedidos, e
a admoeslocoes de innmeras pessoas que o ad-
raocslavam.
O eidodo ultrajado por esse empreado publi-
co vai dar sua queixa Durante o Sr. l)r. delegado,
e deste se espera a reparaeao de tal altcnladtl
criminoso, e por demais ciiininoso, por ser coin-
meltido porum oficial de fazenda. E gcralmeulo
dito que o peine pai de familia lera do ser victi-
ma int'allivel, de sen dito inimigo pela conduela
desreglada e criminosa de que este delado.
Queiram,Senhorcs redactores, publicar as pre-
sentes lianas pan prevenco da policio, a evitar-
se mais esse enme.
I.'ma te.-temuuha do atlcntadit.
DIARIO DE PEn.NAWBUCO. TERq VEIRA 29 DE NOVEMBRQ DE 1859.
livm. misionario pelos estragos causados nos
povns, com ofToito nao lardn n apparerer nova-
iriente o Rvm. niissinnario'em Papacara, a pe-
do dos Eims. Srs. hispo o presidente.E gracas
nos seus esforcos, o earidade dos cliristaos, bo-
tando abalxo a igrejinha que linha feito, ndificon
un Erando e magesloso templo, mais tres cum-
plidos espacosns dormitorios, encanen as aguas
jmtavpW ot"., o nesla necosioo, depois de seis mo-
zos de trahalho, eleven o numero das meninas
internas a 112, frecuentando a aula eviena 9f
MUITA ATTENCOII (*)
A iagralidao um vicio contra
* i nature-.o. Os animaes mesmol
sao reconhecidos.
.1 ingratido e aguillo que mais
[ere urna alma nobre; _< n. maior
< moiuunwiidade da natureza.
ConselheirO Bastos.
Srs. Redactores:Sabem muilos pessoas des-
la cidade, que os nieus gratuitos ininiigos, apro-
veitando se da sabida que liz para cobrar algu-
mas dividas da nimba cosa, espollioram boatos
, desacreditadores do estado do nieu negocio, o
ilta do luena verdade me acarretnu muilos e serios em
bareos. I'.m tal estreitesa me collocaram, que
me resolv a patentear aos meus credores todas
as minhas lcltras e escripturacoes, oim de os
tranquisar.
Ncstuconjunctura sou chamado pelo Sr. leen
le-coroncl Joo Vicira de Mello c Silva, que at
entilo, era por mini considerado como amigo
muno especial. Obedec ao sen chamado e ape-
nas chego o sua casa vcio elle rccehcr-mc em
lian-porte de amizade, e abracando-nic esireila-
nienie disse-me; Siro, meu I"/: amigo, eis che-
gado o occosiao de cu I lio ir pagando os grandes
-------- --'-->---.-, .. iij >t|'rii'in ii: un
lo venerando e respeitavel prelado, cojo COraco
Tornado dobem fazor. jamis se pode egqnceer
mu s momento de suos lilbas desvallidas. ,i
lando-Ibes dinbeiro para lomarem estado, afim
de deixarom o lugar para nutras ; j mandando-
lh>s innpns para vistirem, e tambein alguin di-
iilipiropara nielhor serem alimentadas
Jw possn deixar com todo o respeito o alten-
cao de louvar aos mu i tos dignissimos Frepresen-
tanles do provincia, e ao I'.mii. Sr delegado do
governo que nao se lem esquerido entre tantos
IrahaThes e despezas, desta' pobre orphandade, e
aqui nao devo como orgo desla freguezia^na
parte que me pertence, deixar de lomar a moi-
io boa direcen e forma em que se acha este
grande estabelecimento por seus empregados,
quer ecctasiasticos, quer internos, qner externos,
*' m"l2 P'inripalmente desde o dia 23 de agost
-de 18")0, que c administrado, regido o guiado
pelo muito digno padre.capello Antonio Carnei-
ro de Almeida r procurador dispensario JoSo
Boptista r.rasa. Son lestemnnha dos cuidados,
dos sacrificios que tem bdlo em diligenciaremos
meios nos crises de serra porque temos pos-
so lo das desvollidas lerem diariamente fori-
ina, carne, rapadura, e o mawnecessario pora
iavia entendido, e que concluida a cra-
me entregara o meu capital prolegen-
ipi
i j se
pra e
.do-ojou na robranea das dividas.'Desta vez con-
clu > o Sr. Virara, provo o quantolhe devo, o o
quanto Ibe sou grato, pois sou seu verdadeiro
amigo.
Arredilando pamente no quanto n.e dizia este
hoiiiem original, pois alm das suas adocicodos
palavras que por mim dara o propria vida, en-
trcguci-lhe lodos os letras e documentos da mi-
aba casa para elle faz.er o seu negocio, e nesla
occasio pergunlei-lhe que destino doria elles
lettros se nao etfoctuasse a sua prelencuf A is-
lo respondeu-me o Jncomparavel amigo Joo
Vieira que s n.e as cntregou a mim para o meu
bom amigo [suas palavras) ir enleiider-se com
seus credores e salvar a sua ropuia>\io comuro-
meltida. Dada esia resposta relirei-ine Irahojuil-
lo.
Eis Oque comigo pralicou o meu bom amigo,
esse amigo quesomente provariaa sua gralidio
a quera tivesse prossa de ser enforcado e nouves-
ss preciso de ura carrasco.Apenas de posse
das iniulns letras vai ao Sr. Gibson Ih'as entre-
a dizeudo que eu Ih'as mandara, e eui conti-
una, carne, rapaanro, o o mais necessario para oa uizenilo que eu Ib as mandara, c era conli-
seu sustento, o que ningnem pode negar, salvse | '"''tito vai com o seu sogro o portuguez Antonio
tiver espirito de conlradico do que sempre des- Domingues Pinto o honrado-Sr. Joaquim Can-
gracadamenle ha para denegrir com cores fal- ^ido, prnprielario da casa em que teulio niinha I
SOSO lim iicIa a l,.,,,....' am ....Un. f.ll.. Ioi.1 o 111V.. i-... -.._ I l,., > n,lll^lk.lil .1., I...-.. n^.... All,.
graeadaniente lia p...
as o fim justo e louvavcl) ou quizer faltar a
vordode.
Trinla e tantas protegidas all se tem educado
' sabido, lendo j casado a miior parre dolas, e
nutras tem saludo sufficientemente instruidas, e
algumas al para ensinar suas irmas e visinhas
no lugar da habitacao de seus pais.
A ignorancia, Srs. redactores, a mi e a fon-
te dos vicios : e era neste eslado em que eslava
esta canto da provincia at 1853. poca da pri-
uiera rfisso apostlico do livm. frei Caetano.
Ignorando o; proprios pois, na maior puto, os
rendimentasda f pora ensinar a seus filhos, c
ses a seus netos : mos gracas a Divina Providen-
cia hojejii se observa meninas instruidas o ca-
pazas de inslruiem. devido este gi
a quem ? Ao muito Rvm. capuebinho. I
oja, e oirerece-lhe :03O de luvas para elle
passar-lhe escriplura de arrendamonlu da casa
por nove anuos, pagando elle por cada auno
l:20u$00 is. II U Sr. Joaquim Candido despe-
ino esses deus ambiciosos com a dignidode que
Ibe propria.
Era plano desse meubomamigo, dessa amigo
nunca assaz despresado, que se me abrisse (si-
lencia afim de que elle', j de posso da casa em
que esl a lojo, podesse comprar os dividas da I
casa por pouco mais de nada, crguer-se, e [azer
fortuna com a minlia desgraca, o dos meus fi-
lhos I Era sobre taes alicorees que osle hornera
inqnalificavel quera fundar o idculo edificio
, ,. do seu orgulho basolio. e pagar-me os grandes
este grande bem favores que elle niesmo confessava devei-me, e
........^..H..chinho. K se ao I de que muilas pessoas o sabem I
ojudei tanto oa primrara como na segunda mis- tKio porm niulode admirar que esse indi-
bm ao Kvd. fre Caetano, tambera o Rvm. padre l wdno houvesse pralicado islo comigo, quando
-lose Antonio dos Santos .essa secretario ila visl- ; ao l"in- Sr. Manoel de Sou/.a l.eiio, que o lirou
lo. muito se inleressou e al boje nao deixa de !,J|) f' e da aluiocrcvagein. se acaba elle de de-
alcancor algumas esmolas do Exm. prelada a fa- clarar inimigo 1 J est affeilo em morder a nioo
vor do Collegio. i beinfeitora e a minha que se me eslenda. Quem,
Julgo, Srs. redactores, ter dado urna idea da Pois, precisar de un traidor e ingrato, j sabe
porte moral do collegio dos educandos desta mi- | ondo encontrar o maior delles.
iba freguezia. E o que me dz.era do seu muito digno sogro,
mn<< ..;.:..!.., ..i...~:~ i\.....:.. _..^ ni,. ...
o ^viiiiuvuinbg i i. yi' iui i[UU IIUU
v>... u uii.iil-9 iini.iuus cuiii ricas imagens, me queixe de porluguezes, que anda acham de-
3 sinos, a bem desenipenhada eritalha em lodos Tensores, como ura pobre brasileiro que leve a
un: adrairavcl throno, um rico caixo oa sacris- sem ceremonia de di/.er, que os porluguezes lecra
- ojudado a brasilciros no coramercio !! Entretan-
to nao me aponlar esse animoso defensor um
s brasileiro protegido por portuguez, que, com
honrosas axcopces (como j mostrei de outra
vez) lodos cavam a ruina dos brasilciroscommer-
ciantes. Porm a maior miseria que achcm
brasilciros para defensores e comparsas, como
sao o tal correspondente comee, bom amigo Joao
Vieira de Mello e Silva.
Retiro-me nesti dala para o serijo a cobrar
minhas dividas ; assim pois, qualquer resposta
que me seja dada ser dovidamento relorqnida
na minha volia. O respeitavel publico que se
aguarde, no caso previsto, para a minha outra
vez.Sou Srs redactores,Domingos de Souza
II ar ros.
.--------_ ^.....,,.., ,.,., ..vunii.iuuiMi cuma-
na, feito por Uin perito otlicial, que lhe soube
dar tal cor que ningnem diz de que raadeira ,
as duasordens de grades, e o rico coro com 2
relosaos lados, toda a igreja fcila de pedra
e cal, assim como todas as frentes do edificio,
irabnlbando agora o Rvm. padre capello cni
mais obras ulilssmas. O quadro das casas do
grao paleo em numero de treze, eslo de tal ma-
m-ira guarnecidas de ral que nao ficil o tem-
poral poder penetra-las. O capelln tem traba-
jado com mildflkuldades, sendo a principal a
lalla de dinbeiro, e elle varias vezes lem adian-
tao do seu pouco ordenado de que pode dispor,
roubaas horas do seu descaneo paro vigiar aos
J-perarios, eiiifim o que na falta do Rvm. Sr.
padre misionario melhor poda preencher seu
Jugar.
Aqni de nutra conso nao se falla senodaroa-
rovilliosa sympalhia e amor que os povos em
gerol sentem para o nosso magnnimo e cari-
nboso monareba, se contara delle taas cousas
dos nossos visnhos do Rio S. Francisco) jue os
povoa vivera impacientes para ve-la. Corre aqu
noticia que S. M. 1. visitar Sanio Antonio, Ca-
ruam e mais villas ; mas nos seitanejos teremos
-afortuna de velo?
Ah s o Imperador por um especial favor de
lieos ; chegasse a ver o nosso Bom Conselho "
Publicacoes a pedido.
SADAGAO
\ AlCISiA I'ESSOA
S. M. O IUBERADOR DO BRASIL
O SR. O. PEDRO XX.
uitado porccnlo c taas meninas desvalidas Ergue a fronte, cidade magesloso,
ali de certo qee as irmas de earidade decreta- Vcncza Americana, ergue o teu eolio,
las pela asscmbla desde o anuo retrasado, nao i 0,1C Monarcha que rege os leus destinos
-tardaran] a tornar conla do estabelecimento com ^ou ,eu cc" azul, piza em leu solo,
immcnsas vimlogens dos reos proprit-torios, que1,. ,. .
lau.ueiu se ouiiiariam a etrcar suos (Ibas guando afilela gemas ro as algemas
Al. de corto, que as 96 bracas do encanameiilo !n dura twravido, quando convulsos
"'-aguas potareis, feito pelo Rvm. misionario, s leu" llll,os choravam lanas magoos,
-m camos de barros ; fica.ian. substituidos pe-fDuros fe,ros P^M*-lh nos pulsos ;
ios canos de Ierro, e s assim a povoaco c as Teu profundo gemer, la miseria
i-oltegiaiias Icriam agua constantemente nos cha- Nocoracao de um homem fore e de...
[anees S rinalnwnte, Srs. redactores, se S. U. I. Oh mais que um homem liberal Monarcha,
penctrasse dentro do Collegio, vista das suas Mais que um Monarcha sublimado Here !
i m mensas propon-oes, nao lardara o Imperador I -.. ,
"leva-lo ao numero de duzenlas meninas pelo 0.M rd,roJ",!1^?uom solli!ra1,
menos. ;0 brado do \PI1IAMjA-, etnrno bnllio
Oueiiam, Srs. redactores, desculpar estas mal jCetM-Iheo nonio, e tu Veneza niinha,
lra..aoas linhas. pois confio na Divina Providen- K,crla do 'in ereS< '
M. UlI. 11. a Pernainbuco, ha de augmentar c
attingir aa lim dd seu instituidor.
Breve tal vez tornaiei a incommodar Vmcs.,
ibscie'.e.-ido-lhe.s os festejos e os casamentas
do dnss colli-gi.ui.is, que o Itvm. padre capello
pretende celebrar, para assim saudar efeternsiar
a usiio do Imperadora esta nosso bello provin-
cia de Pcrnamburo.
Papacara 19 de noven.bro de*i89.
O rigario .h.ao Clemente da Rocha.
Esse povo que vedes lo altivo
De cojo nome rheia a nossa historia,
Derra.na. por \s todo o seu sangue.
Pela Patria, Senl.or, por nossa gloria 1
l.eo do Norte ador.nocen rugindo,
.Vo menor estridor ei-lo disperto,
A juba < sacudir, bravo, indomavel
as suas ganas o aliysino ceilo !
Ei-lo proslrado i vossos pes soberbo
: O povo, que pasmara o velho inundo,
Qu'cm Guararapcs s com cen soldados
Mil soldados vencen de Segismundo !
Seus filhos veteranos, cuja cousa
Abalara o Brasil de sul norte,
Aqui encontrareis em cada pit
De vossos ilhos throno venerando !
Em cada braco erguida orna columna
No solio do Brasil vos sustentando I
O povo vos sada eiuhusiasnndo
I Vendo a copia do Pai no sabio Filho ;
; Seulior, cobri-o dessas vossos luzes
Das luzes do saber de eterno brilno !
1". a mim, Senhor, mandai um roio ao menos
lia bondade que tanto vos sublima
E crde que smente a confianca
Que tenho em vos que vos fallar me anima !
RecitoNovembro1859.
Por seu'fidelissimo subdito,
Jovcniano da Costa Monteiro.
SAUDA^-iO DOS ItOWlSTWOS
S. M. O IMPERADOR
POESA
DE
Joo Coimbra.
Nos somos a raca valenle de humanos,
Une o mundo coniendo se eleva por si.
O ai tor no A l lie neo Pernambucano.
1
Oh Nr.iiK TiTELun cheto de galas,
Throno de opalas nos mostrando a luz ;
Sabio hoxarciu que nos guia os passos,
Fraternos laeos opontando a Cruz.
Bemvlndo a trra do BRASIL formosa,
A guia ORGulbosa que transpoz os mares:
O povo heroico vos sada a croa.
Que sempre araou-a nos feslins, milhares.
Salve da patria Defensor Guerreiro,
Que foi pnmeiro neste solo a vir;
Bcrnvinda a estrello que annuncia a auroro,
Que vco ogora neste co luzr.
Das de glorias, de celestes rosas,
Sempie vcosas nos concede o Re ;
Piis ao throno defendemos gratos,
Heroicos fados de justica e le.
Sim, defendemos a feliz bandeira,
Grci brasileira de gentil Semior ;
Onde se inramam brasleiras.tlores,
Festes de cores, de bondade e amor.
I.ivre estandarte que a NacSo sustenta,
(i povo o oquenla no aqueniar dos brios ;
Ao sol da pulria confiae conquistas,
\ ede na? vistas de herosmo os' ros.
II
Foi d'aqui que os soldados valentes,
Se lancatam, correado contentes,
A livrar deslo Norte o lorro ;
Ao 'uzil nao curvaran as frontes,
Eram raios do sol sobre os montes,
Eram lavas de um grande vuleao.
l'oi d'aqui que a progenie brlhante,
Foi luctar n'oulras tenas distante,
I.i nos prados dos plainos do sul;
Como livres lizeram-se grandes,
E toparara recaudo nos Andes,
K rairarara dos nuvens o azul.
Foi aqu que osle povo guerreiro,
T)o BHAS1L o celeste luzeiro,
Na batalha oslentou lucidez;
Pe tremer de vergonha os sicarios.
Que infesta vara da palia os erarios,
Expellindo da ierra ao franecz.
Foi aqui que se deram balalhas,
Oue o fusil Irabalhou as metralhas,
Pernajibcco exultou de altivez ;
Este povo impenhando a coragem,
Deu na guerra valenle bafagem,
lliimlhando em seus ps o hollandcz.
A fumaca da guerra excitava,
O seu uome, que a gloria inlranbava,
Na victoria, raiando a fallar ;
Nao teiniam da guerra os furores,
Ao rufar corajosos tambores,
Ouc vieram por fim nos livrar.
Foi no campo, que os bravos vestiram
As roupagens, que os bravos brandiram,
Ao tinir das espadas a voz ;
Albuquerqies, Morenos, Vieiras,
Tinham balas velozes, certeiras,
Assombravara da patria ao algoz.
Na peleja nos ares as flechas
Esculpiam das dores as brechas,
O combate, correndo atravs, v^ '
E os Indios diziamvencemos,
Das victorias os hymnos cante'"
Esquejamos da gloria o re-''
E os ginetes corriam
Misturadas as balas iT- %
Aos mandes do febril Camahao ;
E IlENiuyiE tambem como bravo,
Abatendo era seus pes o batavo,
Ergueu livre gentil pavilho.
E Mara de Solza, a herona,
Que seu nome no mundo Ilumina
Da coragem virente tropheu ;
Ello vio cora seus filhos a morle,
Laraentou de infelizes a sorte
E o martyrio que a vida soffreu.
E chamando depois oulros filhos,
Que inda o roca conlava de brilhos,
A vinganca pedio do hollandez;
Os sicarios iremeram dos bravos,
Se lizeram humildes cscravos,
Batalharam somente urna vez.
N'outros tempos, que a historia annuncia,
Esta raca vassalla vivi,
Fez-se livre, liemeu Portugal;
Nestas plagas se erguiam bandeiros,
Dos navios as azas veleiras
Vnha o vento lhes dar o phanal.
III
Patritico co e trra augusta,
Salve mil vezes, apontando a historia ;
Teu Ncme Tutelar nestas conquistas
Tem da patria ovaces, e palma e gloria.
Monarcha do barsil, eis vosso povo,
Onde o throno descanca com valor;
Cada braco aqui est, Vosso escudo,
Cada brado que sae vos sagra-AMoa.
21 de Novembro de 1859.
AU ANDtUA..
Rendmeato do dia 1. a 2G .
dem do dia 28 ... .
:49:129SI2i
1.'1:7589130
302:8872C)
HOVIMENTO DA ALFANDEGa.
Volumes entrados com fazeudas lc8
c cora gneros 732
Volumes sahidos com fazendas
t cora gneros
112
35J
920
95
------------------------- .vucii.ii o niasii ue sul a norie,
i clores.Quando n povo Pernambura- Sacriflcaram ludo..... o sangue ea vida
pnssiiidn de regosijo pela feliz presen- A' este grito INDEPENDENCIA OU MORTE.
n ..I .i< P.i^- ;-i
  • i Correspondencias.
    Srs. redm
    no acha-se pi..,.
    ea das Augustas l'essoos de SS. MM. II., quando v.,.: r>
    sta povo leal e generoso respeita como deve i n"scs,'n E?t0r ~2-*1 Ke"oroso'
    presrara dn ExceL Monarcha dos Monarchas;' 5LSil2S25 ESS*!
    ^S, Cres. i.^N.nien.o eml SSaSSUSStSFT
    l'ieg.idn na thesourana de fazenda, que segundo
    cAtataj fora preso por jn.ador, assim como j Filho do sol dos tpicos ardenles,
    fura esnancado por autor de carias anonymas, E' vosso Imperio regio inflada !
    nibos. eu-sc em um dos beccos da rua de Dorias Tendes, alm da c'ro que voscinge,
    no iioiie de 2 do i oriente, e ohi espern o um Croa de lomos mais formosa anda !
    'dado pacifico, pai de numerosa familia, e olfi- ,.r ,
    cM do girada nacional, paro^esponco-lo poro o \lnlcn0* 'J F-ul0Pa u "< ,mPe"
    que r-sUva rom cele, sendo o mo.ivo h .ver es- K P"r Z, T P~2J,0,M'
    le ridadao defendido o 'urnas sebes, a quem T U,"T'T, Podt?r.,udo ?Pll'oa
    tn das J.I enrrenu- m o di.o MR..el m pleno Rodeado de Jlcs gloriosos !
    lia as obrigavn n assiyuuein urna pioci.raco em l as pligas do norte Vs pisasteis
    ronco, .> m-iiv nina folhs de papel no mesmo es-! Sobos rof- Ilecife loo rsonhos ;
    a.J.i : pas-v pois na referida noilc dn dia 20 o Aqui os venios da r.oresti amiga
    i-id.-idv vi iinn dcv><. raiwravcl empregadn pu- [ Vos virio erobaarnos doces sonhos !
    AMiMIii?
    .issim ludo que Dos ha plantado
    No jardim da existenciafallece :
    Aleo lirio vo fundo do prado
    Louca virgem que amor desconhece,
    tkiveira f. mello.
    Amanha dos.harens meiga odalisca
    Do ti, talvez, que servam mil perfumes,
    Mos conservo u rubor de um be jo ardenle,
    Como o bejo de orvalbo a llor dos cuines.
    Amonhicasta perola de amores
    Pode a mo de ura avaro denegrir-te...
    Desamparo o seu leilo e d-me a vida
    N'um sonriso dos tcus...vou possuir-te.
    Ainaiiban'alva tela em que escroves-te
    leus quadrosnfanlis, que amor bordou,
    Pode a lagrima dosolhos escapada
    SuQocor ura porvir, que alm raiou.
    Amanhaherona em llreos galas
    Pode o inundte ver com mais sorriso
    Desampara os saldes, minha convivo.
    Oh pisa em seus florees, que eu tambem piso !
    Amanhaherona dos meus sonhos,
    Podes malar, no peilo, a mocidade ;
    Mas repara para mim, vivereu quero,
    Quero o presente por vivaz saudade.
    Amanhaminha estatua de venturas
    Pode a delirados horneas tcabater.
    Estatuaquo de Deus irouxe rellexos,
    Em feu regaco a fronte eu vou pender.
    Por tanto, minha estatua, bem descreas
    ll'uma aurora que surgela-vo, loucan...
    Medito n'nm sorriso em vus de cassa,
    Minha estatua, descreas d'amanha.
    1859.
    Muniz lavares.
    OUHKCEO.
    PRACA DO RECIPE 28 DE NOVEMBRO DE1S5
    S TRES HORAS DA TARDE.
    Cotaces otTiciaes.
    Descont ue letras9 O/o ao anno.
    Colaeiies ofliciacs no dia 20 depois das 3 horas
    oa tarde.
    Descont de letras9 0/0 ao anno.
    Assucar bruto bbm2*200 por arrobo.
    Francisco Uamede de Aimtida
    Secretario.
    Descarregara hoje 29 de novembro.
    Brgue francez=Belem=fazeodas.
    Barca inglezaFloating Cloudfazeudas.
    Barca inglezaAuna objeetos para a mpreza
    da cidade
    Barca americanaAzeliao resto.
    Barca americana Reindier farinha e bola
    cbinha.
    Hiatoamericano=Coast Pilot farinha de trigo.
    Bngue nacionalVelozdiversos gneros.
    Inipoilaiii.
    Palhabole nacional Oliceira II, vindo de Ua-
    cei consignado a Manoel Alves Guerra, manifes-
    lou o seguale :
    1:000 soceos algodo ; a ordem.
    Hiate nacional Santa Hita, viudo do Aracaty,
    consignado a Martins & Irmos, manifestou o se-
    gumte:
    lOcaixotesal garrafo azeite, 29! con ros sal-
    gados, 2:176 meios desolla, corlidos, 146 saceos cera de carnauba, c l ge-
    rininns ; a ordem de diversos.
    Brigue inglez Klisa reire, viuda de Terra No-
    va, coasignado a Johnslon Pater & C, manifes-
    tou o seguinle :
    1992 barricas bacalho ; aos consignatarios.
    Palhabole nacional Dous A migas, vindo da Ba-
    ha, consignado a Antonio I.uiz de Oliveira Aze-
    vedo, manifestou o seguinte :
    2 caixas pecas de panno ; a Soulhal Mellors
    & C.
    100 barra e 100 meios man taiga, 133 coixas
    sordinhos, 1(0 presuntos, 3 caixas chapeos, 1 cai-
    xo charutos ; a Antonio I.uiz de Oliveira Aze-
    vedo.
    1 caixo corles de renda ; aMonsen & Viaona.
    -It gigos champagne, 1 cai.xa retogios ; a Ra-
    chfheislim.
    3 caixas chapeos de fellro ; a Frreira & Mar-
    tins.
    20 caixas espermacele; a Palmeira & Beltro.
    11 pipas fumo Virginia, 2 dilas lirio florentino;
    a Meu ron & C.
    11 caixoes charutos ; a Domingos A. Malheus.
    2 dlosditos; a Jos Antonio da Costa & Irnios.
    20 fardos fumo, 1 caixo cervejo, 8 caixas fa-
    zeudas diversas, 1O caixas velas de espermace-
    le, 43 caixoes 3,935 caixinhas charutos. 2.00
    quartinhas ; ordem de diversos.
    Barca americana .-lse/i, vinda de Philadelphia,
    consignada a Malheus Austin c C, manifestou o
    seguinle .
    2,100 barricas farinha de trigo, 400 ditas l.ola-
    cbiiilias, 20 caixas vermfugas, 22 ditasclw'i, 15 di-
    tos fazendas, 100 dilas massas, 10 ditas salsa, 1
    fardo algodo ; eos consignatarios.
    2i caixas relogios, 1 barrica c 1 caxa lam-
    peo es, 6'J caixoes cha ; a Tboraaz J. Har-
    deng.
    2 barricas e 1 caixa larapeoes ; a L. A. Si-
    queira.
    8 caixas machinas para cozer ; a S. Johns-
    lon.
    5 caixas livros c mappas ; a II. James.
    2 caixas pistolas e retes ; a Porrott.
    1 crnica cora seus arreios ; a H. Forsler
    L C.
    139caixas fumo; a diversos.
    Barca americana Ilenddur, vinda de Phladel-
    phia, consignada a Malheus A. i: C, manifestou o
    seguinte :
    20 caixas fazendas. 17 ditas cha, 860 barricas
    bolachiiihas, 2,452 ditas farinha de trigo, 476 bar-
    ris breu, 300 ditas banlia ; aos mesmos.
    Brigue nacional Veloz, vindo da Babia, consig-
    nado a Antonio Luz de Oliveira Azevcdo, mani-
    festou o seguinte :
    50 caixas licor. 1 caixo c 200 caixinhas charu-
    tos ; aos consiguatarios.
    10 caixas papel ; a A. Stolzembakh.
    1 caixa fazendas ; a Manoel dos Santos Das.
    1 dita yelbulioas ; a Henry Gibson & C.
    1 caixo charutos ; a Jos Antonio da Cuaba &
    Irmos.
    2 ditos ditos; a JooKcller& C.
    100 caixas licor, 10J dilas velas de espermace-
    le ; a D, Alves Malheus.
    2 caixas charutos ; a Joo Keller&C.
    49 Larris manteiga ; o Leraos Jnior & Leal
    Res.
    400 barrs farinha de trigo, 9 caixas mercadoras
    1,000 molhos e 400Jbelas de piassaba, 100 fardos
    panno de algodo, 132 fardos fumo, 30 mangotes
    de mino, 1 caixo com chpos de fellro, 35 ditos
    e 1,108 caixinhas charutos; a ordem do diver-
    sos.
    CONSULADOGERAL.
    Reudimento do dia 1 26 22-387*483
    dem do dia 28......2:15006
    Rio de
    capil
    car.
    Navio saludo no tnesmo din,
    Janeiro patacho I Orosimbo,
    o Francisco de Souza Velho, carga ossu-
    m
    o
    = a
    3 t
    O 00
    c
    s: IC -X Cl
    C-l>i S"
    Horas.
    = Z Atmospherav^
    Direcco.
    ? 1 1 Intensidade. j.
    SiSK^g 1 Centgrado. -
    rs.- m i is. 10 t* i* c; Reaumur.
    00 QC Oo OO 1 le ~ -x c Fahrenheit
    5C -x. 1 -1 ^1 i zz rz. V- ~ -^- : fygromelr 0.
    -1-1-1=1
    * ooSb Barmetro.
    V -r
    3) ~
    c .

    i bri idade, iem o seu bordo
    bule do seu carregamento : para o resto que lho-
    falla, trata-se cora o seu consignatario Anlotiio
    I.uiz de Oliveira Azcvedo, no seu eserptorio rua
    da Cruz numero 1.
    Para o Rio Grande do Sul.
    .).*)' fahir com Iodo a brevidade a barca Ma-
    liitlde : quom quizer carregar o reslo da carga
    que lhe falla, dirija-se rua do Trapiche, n. 14,
    escriptono de Manoel Alves Guerra.
    Para o Rio de Janeiro
    segu viagera com toda a brevidade por ter par-
    le da carga prompta, o voloiro palhabole Oli-
    veira II ; quem no mesino quizer carregar o
    resto, entenda-se com o capitn Jos de Oliveira
    Leite, oucomo consignatario Manoel AlvesGuer-
    | ra, iua do Trapiche n. 1 .
    Para o Arara! v.
    Sahc

    DeelaraQOes.
    Conselho administrativo.
    0 conselho administrativo, poro fornecimento
    do arsenol de guerra lem de comprar os objee-
    tos seguintes :
    Para a colonia, de Pimenteiras.
    1 forno grande de ferro pora coser farinha, ou
    2 mais pequeos do mesmo metal para o mesmo
    tira.
    Para a capella do hospital militar.
    L'm frontal.
    Quem quizer vender toes objeetos aprsente
    as suas propostas em carta fechada na secretaria
    do conselho s 10 horas da rnanl.a do dia 5de
    dezembro prximo vindouro.
    Sala das sesses do conselho administrativo
    para fornecimento do arsenal de guerra 28 de
    novembro de 1859.Denlo Jos Lamenha Lim,
    coronel presidenta.Francisco Joaguim Perei-
    ra Lobo, coronel vosa! secretario.
    ie o hiate Santa Hita : para caiga CTWSSa-
    geiros trata-se com MartinsA Ir roo rua da Ma-
    , oro de Dos n. 2.
    Para o Aracaty pelo Ass,
    i segu com muita brevidade a barcaca Maria
    . Amelia, leudo a maior parte do carregamento
    prompto : para o resto, trata-se com Prente
    Manna & C.ruadaCadeia n. 57.
    Para a Baha
    A yeleira e bem conhecida sumaca nacional
    Horteneai pretende seguir com muila brevida-
    de, tem a seu bordo dous tercos do seu carrea-
    mcnlo : para o resto que lhe falla, trata-se con o
    seu consignatario Antonio Luiz de Oliveira Azevc-
    do, no seu eserptorio rua da Cruz n. 1
    THEATRO
    DE
    ^aoia
    Lees.
    LILAO
    2.a pedia da assisaatara.
    TERCA-FEIRA 29 DE NOVEMBRO DE 1S59.
    I.1NIIA DE ClI.VHOl NiX, 2. acto.
    l'n.in mi Regisbnto, 2. acto.
    A terceira c ultima representaban lvrca lera
    lugar no da 2 de dezembro, anaiversario de
    S. M. I., cujo programma ser annuncado.
    O resto dos bilhetes asto venda no eserpto-
    rio do theatro
    _____Ma
    erea-feira Mido corrente.
    Manoel Jos de Araujo Costa i; Fi-
    nito continuara' por intervengo do
    I agente Borja a vender em leilSo na rua
    ;do Collegio n. 21 primeiro nadar, gran-
    de pqrcSo Je suas fazendas linas, che-
    gailas recentemente do Rio de Janeiro
    ,e Baliii, que serao entregues sem re-
    serva de prero as 11 horas em ponto.
    Avisos martimos.
    C0MPAMII4 l'EIflAMBl'CAYl
    PE
    Navegaeo eosteira a vapor.
    O vapor nacional Iguarassii, rommandanle o
    segundo lente Moreira, seguir para os por-
    los do sul no de dezembro p. futuro s 5 ho-
    ras da nianhn. Recebe desdo j carga para os
    referidos portos, previnindo aos Srs. carregado-
    res que a cargo deve ser posta a bordo pela
    praucha, acompanhada dos competentes despa-
    chos e pagos os respectivos fieles aqui na geren-
    cia, deixando de seguir a que o nao tizer.
    Terca-ieira 29 do corrente s
    11 horas em ponto.
    DE
    Grande (juantidade de
    obras de prata.
    O agente Borja aut.irisado por urna
    pessoa que se retira para a Europa, fa-
    ra' leilo no primeiro andar do sobra-
    |do n. 21 da rua do Collegio, de immen-
    sa quantidade de obras de prata, co-
    mo sejam jarros, bacias, salvas grandes
    e pequeas, cocos, escrivanias, garfosr
    facas, collieres paia sopa, "ha' e etc.. e
    outros muitos objectosque sera' enfado-
    nhoannunciar e sera' tudo vendido sem
    reserva de preco.
    24:537557
    DIVERSAS PROVINCIA?.
    Rendimento do dia 1 a 26 2:431389
    dem do dia 28...... 272jJ515
    2:7033904
    DESPACHOS DE EXPORTAQAO' PELA MESA
    DO CONSULADO DESTA CIDADE NO DIA
    28 DE NOVEMBRO DE 1859.
    Lverpool=Barca ingleza Olindav, Patn Nash
    & C, 2 3 saccas algodo ; James Crabtree &
    C., 80 saccas algodo
    Ballimore=Brigue inglez ..(Elisa Greive, Johns-
    lon Pater & C 2,020 saceos assucar masca-
    vado.
    Exportaco,
    Aracaty, hiate nacional Novo Anglico, de
    37 toneladas, canduzio o seguinle : 453 volumes
    gneros estrangeiros, 78 ditos ditos nacionaes.
    Penedo, hiato nacional Beberibe, de 31 to-
    neladas, conduzio o seguinle : volumes de g-
    neros estrangeiros, e gneros nacionaes,
    RECECEDORIA DE RENDAS INTERNAS
    GERAES DE PERNAMRL'CO
    Rendimento do dia 1 a 26 18:181$!
    dem do dia 28...... 675g072
    BEALCOMP>iIBlA
    Paquetes ingiezes a vapor.
    Al o dia 29 desle mez, espera-se da Europa
    o vapor Tyne, o qual depois da demora do eos-
    tome seguir para a Rio de Janeiro, tocando do
    Baha : para passagens etc. trata-se com os agen-
    tes Adamson, Howie & C. rua do Trapiche Novo
    n. 42.
    Para o Rio de Janeiro
    a barca nacional Amelia pretende seguir com
    muita brevidade : para o resto da carga, trata-
    se com o sen consignatario Antonio Luiz de Oli-
    veira Azevcdo, no seu eserptorio rua da Cruz nu-
    mero 1.
    18:8505211!
    CONSULADO PROVINCIAL.
    Rendimento do dia 1 a 25
    dem do dia 28 .
    18:363)5586
    1:6103361
    COMPAMIIA RIMSL.EIRA
    DE
    O vapor Oyapock, commindaute I". Frreira
    Borges, espera-so dos portos do sul em segui-
    oient.i aos do norte at o dia 29 do corrente.
    Recebe-se desdeja passageiros, (rete de dinbei-
    ro e cncommendas e engaja-se a carga que o
    vapor poder condu/.ir sendo os volumes despa-
    chados com antecedencia at a vspero de sua
    chegada : agencia rua do Tra:iichen. 40.
    Poro a Figueira com escolo por Lisboa, com
    brevidade por ter quasi toda a carga cerlo segu
    o patalacho Portuguez Mario da Gloria.dc que c
    capito Antonio de Barros Valenle ; para o res-
    to o passageiros trata-se com os seis consig-
    natarios Francisco Severiano Robello & Filho.
    Teroa-eira 29 do corrente s
    11 horas em ponto.
    O agente Camargo tara' leilao ern
    seu armazemn 19 rua do Vigario :
    De umaporcao de chapeos de peluda
    de seda da ultima moda.
    Diversas obras de marcineiria.
    Ricas cartearas de muito bom p-osto.
    Vidr.'S e louga.
    Grande porrao de fios para sapateiro.
    Importantes figuras de alabastro, tudo
    sera' vendido sem reserva de preco.
    Quarta-feira 30 do corren e.
    PELO AGENTE
    PESTAA.
    Arkwrgbt & C faro leilo por interveoco-
    i do referido agente no dia cima designa lo e pc-
    ! las 10 horas da manho porta da 'alfandega
    ! DE
    | 200 caixas cora superiores "passos muscateis che-
    gadas e despachadas recentemente.
    19.-979S947
    Movimento do porto.
    Aracaty.
    Navios entrados no dia 27.
    Terra Nova 28 das, barca ingleza Tasto, de
    258 toneladas, capito R. Kearney. equipagem
    15, carga 3010 barricas com bacalho, a Saun-
    ders, Brothers & C.
    Navios sahidos no mesmo dia.
    Para por Maranho brigue brasileiro Henrique
    capito Jos Manoel Vidal, carga fazendas e
    mais gneros
    Navios entrados ou dia 28.
    Londres 40 das, barca ingleza Donnn Arma,
    fle 286 toneladas, ca*pilao John Cohu, equipa-
    geni 1 carga azendas, a Whalely Poster c C.
    Macelo 6 dijs, Barca brasil oir Donara, de
    62 toneladas, capitn Pedro Nolasco Vieira de
    Mello, equipagem t|, em lastro, a Amonm
    Irmos, velo receber jpratico e seguio para o
    Ass.
    New Port= 53das,brigue InglesITary Rer, de
    163 toneladas, capito Vi. Cooper, equipagem
    9, carga carvao de pedia, a Scolt Wilson C.
    Terra Nova30 das, brigue inglez Icinc, de 238
    tooeladas, capito A. Sleele, equipagem 13,
    carga 2780 barricas com bacalho, a James
    Crabtree & C.
    llabor Grace 30 das, barca ingleza Flectuing,
    de 2J9 toneladas, capito R.G. lluight, equi-
    pagem 13, carga 3000 barricas cora bacalho,
    a Saunders, Brothers & C.
    Liverpool 70 dios, barca ingleza Tury, de 400
    toneladas, capito Barclay, equipagem 14, car-
    ga trilhos de (erro, ao capito, vco refrescar, e
    seguio paro Madras.
    Li\erpool27 dios, vapor inglez Stanley, de 570
    toneladas, capito Goble, equipagem 32, carga
    fazendas, o mais gneros, a Saunders, Brothers
    c
    Italtimore 35 dias, palhabole americano John
    Griffith, de 181 toneladas, capito M. Conklin,
    equipagem 7, carga 1500 barricas com farinha
    de trigo e mais gneros, a Whailley Foster& C.
    Liverpool 56 dias, brigue inglez Eral Gra-g
    de 2i2 toneladas, coplo John Woof, equipa-
    gem 13, cargo fazendas e mais gneros, a Saun-
    der, Brothers & C.
    Para este porto sesue primeiro que os que es-
    lo propostos para alli, o hiate Exhalaco: para
    o resto de seu carregamento e passageiros, tra-
    lo-se com Gurgel Irmos, em sen eserptorio no
    primeiro andar n. 28, da rua da Cadea do Recite.
    Para o Rio de Ja-
    neiro
    A bem conhecida barca nacional Clementina,
    a sabir com a maior brevidade : para carga e pas-
    sageiros, Irata-se com o capito Manoel Joaquim
    Lobato, ou Guilhcrme Carralhojt C, no seu es-
    erptorio rua do Torres.
    Terca-feira 29 do corrente.
    O agente Camargo ara' leilaoemseu
    armazem rua do Vigatio n. 19
    DE
    2 ptimos bicudos.
    8 canarios da Belga.
    1 cori de Goianna
    Tudo sera' vendido ao correr do mar-
    tello ao meio dia em r>onto.
    Quarta-feira 3U do corrente
    O agente Cimargo fara' leilo na
    porta do armazem do Sr. Annes de-
    i ron te da alfandega
    folba
    Rio de Janeiro.
    BSahe com muito brevidade, por tor melado da
    carga prompta, a barca nacional Marianoa, ca-
    pito I.uumino.lacintlio de Carvalho ; recebe car-
    ga e passageiros, para o que lem os melhores
    ommodos : os pretendentes entendam-se com
    Manoel Ignacio do Oliveira & Filho, no largo do
    Corpo Santo, ou com o caplo.
    MaranhO e Para. Avisos diversos?
    pnmeira
    DE
    20 caixas de massas.
    10 fardos de fumo em
    qualidade.
    10 fardos de fumo do Rio.
    Porcao de caixas de charutos da Babia..
    50 ancoretas de a/.eitonas novas de Lis-
    boa : tu^io sera' vendido a vontade
    do', compradores, as 11 horas er'
    ponto.
    O veleiro e acreditado ibriguc escuna Gracio-
    sa, capito e pratico Joo Jos de Souza, val sa-
    bir sem grande demora para os portos indica-
    dos por ler parte da cargo amajada : para o
    que lhe falta, "trata-se com os consignatarios
    Almeida Gomes, Alves & C, rua da Cruz n. 27.
    Para o Rio de Janeiro
    O veleiro brigue nocional D.imf.o >, l primei-
    ro. marcha, pregados forrado de cobro, protei ta
    Roga-se aos Srs. proprielaios da tabolea
    e ourives ou qualquer pessoas particular, a ap-
    prehenso de ura dedal de ouro que (oi roubado
    , na rua Or. ila n. 33, de dcnlrojde um bah do
    ijoias ; os signaes do dito dedai sao os seguin-
    tes : lanianlio regular, bem fornido, cora tres
    : letras iniciaos Si. T. C.
    : Precisa-sc do n:lico,s Je ajfaale para obra
    Imi'ida: oa rua Vova >i. C9.
    I

    1


    S,
    r
    MUTILADO
    /
    >


    *N
    DIARIO DE l'ERNAMBUCO. TERCA FEUU 9 DF. NOVEMBRO DE 1859.
    ()
    V
    FOLIlttlUS t'UU i 800.
    F.sio i venda ha aviaria da praca da inde-
    pendencia os. 6 e 8 as folliinlias para 1860, im-
    pressas ncsta typographia, das seguintes quali-
    dades :
    M^OUllSHA RELIGIOSA, cohldo, alm do
    kalendario e regulamenlo dos Jufilos pa-
    rochiaes, a continuacao da bibliothcca do
    Cristiio Brasileiro. que se compile : do lou-
    rof ao sanie iioinc de heos. con a dos c-
    ". los de amor, hymnos no Espirito Sanio e
    ,-, N. S., a imitacao do de Sanio Imhroziv,
    jacilalorias e commemorico ao SS. Sa-
    cramento e N. S. do Carmu, exervicio da
    Va-Sacra, directorio para orar o mental,
    dividido pelos riias da si iM.-in.i. obsequios
    ao SS. eoraciio de Jess, ssudaces (lev-
    las s .hagas de Cbristo, oracoes a N. Se-
    nhora, ao patrocinio de Jos c anjo da
    goarda, responco pelas almas, alera de
    outras oracoes. Preo 320 rs.
    COMlM^IIiA
    Estaltclccid cm I.oiuhcs
    CAS
    lABQ
    rv.
    mu,
    a
    lUH&S
    II
    UTA DE VARIEDADES, conlendo o kalenda-
    rio, regulamento dos direitos parochiaes, e
    urna colleeco de ancdotas, ditos chista- |
    sos, contos, fbulas, pensamentos momos,
    receitas diversas, quer acerca de cozinha,
    quer de cultura, e preservativo de arvores
    e fructos. Preco 320 rs.
    MJrlTA DE PORTA,a qual, alm das materias do
    costurae, conten o resumo dos direitos
    parochiaes. Preco 160 rs.
    agencia dos fabricantes america-
    nos Grouver & Itakcr.
    Machinas de coser : em casa de Samuel P.
    Johnston & C, ra da Senzala Nora n. 52.
    O segundo espectculo lyrico das tres recitas
    ter lugar hoje 29. e o terceiro no da 2 de de-
    zembro, cojos programmas serio annunciados.
    Urna das herdeirasdo tallecido, Honrique Puppe j
    i, rao, pergimta ao Sr. Manuel Thomaz llodri-
    giM8 Campello, barao do Uio-Fornioso, e lesla-
    menteirodos bens do dito Girao, fallecido em no-
    vembro de 18*7; se falleceram do cholera algum
    dos alhados do mesmo Girao, o qual deixra
    cera mil ris para cada um dos alilhados, quoJ lotera
    apresentasse certido de baptismo, e atteslado
    de boa conducta de seu respectivo pancho ; ten-
    do-se separado as partilhas dous coutos de rois
    em moda corrente. para os meamos alhados ;
    e se falleceram; se nao deve reverter para as
    sobrinhas de Girao o ditihciro daqiiellcs que dei-
    xaram do receber, por seren herdeiras constitui-
    das era seu testamento das remanecencias dos
    bens de seu tio; e por que nao presta conlas em
    juizo de sua testamentario? Sr. teslamcnteiro
    nao se deve afligir-se cora esta simples pergunta,
    por serbom christo, cumpridor de testamentos;
    e por estar ccrlo disto o seu lio o nouieou 2" tcs-
    tumenteiro; e por j ter recelado a pingue vin-
    tena.para o que muito choromingou em minha ca-
    sa cuja vinlena lendo-lhe sido tirada pelo tribunal
    da relaco do destricto ; mas depois eom direito,
    em virtude do decreto de 3 de julho'.de 18o, que
    baiifon no lempo de seu mimoso ex-rainislro de
    juslice. A' casos que parecem de proposito. O
    tribunal da relaco tirou essa vintcna, e depois
    apparece o dito decreto. Bastante prejudicados
    ticararo os meus innocentes filhinhos. Se o Sr.
    baro permiltir liceuca voltaremos, pois temos
    muito que tratarmos respeilo do cuniprimenio
    das mais disposicoes testamentarias, como seja o
    i -abament da capelU do engenho para a qual
    nreu tio deixra cinco contos de ris, e quc# depois !
    de sua morte anda se nao deu um s prego; leudo
    o mesmo pedido em seu testamento,|que antes de
    completar-se tres annos depois de sua morte esl-
    vera acabada. A referida herdena pede desculpa
    ao Sr. baro, e voltar a quesillo se der liceuca,
    e se os dignos redactores desla i'ulhn, conlinua-
    rcm a dar um canlinlio para que se trate anda
    desla questo, visto o direilo que assiste a herdei-
    ra em pugnar .pelas cinzas de seu tio, e pelo seu
    pespita direito; e por que sempre esta folha tem
    sido um esteio dos desvalidos.
    I'ma das herdeiras de Girao.
    O JDr. Cosme de Sa' l'ereira
    devotta de sua viagem instructi-#
    tiva a Europa continua no exer-
    [cicio de sua prolissao medica.
    P- consultas em seu escripia-;
    [ro, o bairro do liedle, ra da 8
    Cruz n. 55, todos os das, meos
    m
    CAPITAL
    ^UCO \i\U\ittCS
    estevUuas.
    Saundcrs Rrothers& C." lem ali
    formar es Sis. negociantes, proprietarios de
    tasas, eaguem nais convier, que esio plena-
    mente autorisados pela dita coinpanhia para
    etlectuar seguros sobre edificios de lijlo epe-
    dra, cobertos de teiha e igualmente sobre os
    objectos que contivcre'm osmesmos edificios,
    quer consista em niobilia ou emfazendas de
    qualquer qualidade.
    Nesle provditoso estabelecimanto, que pelos no vos mclhoramenlos fcitos acha-se conve-
    nientemente moudo, far-80-hao lamb ni do Io de novembro cm vanle, conlralos mensaes para
    maior commodidaae ejeconomia do publico de quem os proprictaiios esperam a remuneracao de
    tantos sacrificios
    Assignalara de banhos frios para urna pessoa por moz.....lOglW
    muios, de choque ou chuviscos por mei 15^000
    Series de carlees e banhos avulsos ios oreos anniineiados.
    totei trovador.
    L
    rio
    O Sr. thesoureiro
    blicoque se acli
    onradetn- Na rua Largo lo Rosario 11. 4G,
    pribieiro andar.
    Tenli) passado esto eslabelecimcnlo no Sr.
    Francisco Garrido, se aeha ac.lualmculo montado, ;
    e offerece hoje i concurrencia publica muito
    conimoda hospedagem em lodos os sentidos. ,
    Fornece-secomida para fra por barato preco a
    .com aceto. Haver sempre a qualqucr hora pe- i
    liscos'.saborosos.exceliciites vinhos c srvete, das j
    6|lp2 horas da tarde cm diante ; assim como
    deliciosa ino devacca os domingos, de 2 horas
    da manha at 10.
    =-Trecsa-se de urna ama forra ou escrava, que
    saiba cozinhar e engommar, para casa de urna pe-
    quena familia : a tratar na ra do Cabug n.;!, do
    undgoso andar.
    1/
    DELICIOSAS E l.\r'ALLlVEIS.
    ' .......-' 'ji''ieSBaa
    d^*?mSL&^x*
    aJBfe^"
    manda tazer pu-
    n a venda todos os das
    dis l* horas, da manbaa as 5 da tarde,
    no pavimento terreo da casa da ruada
    Aurora n. 2 c as casas commissionadas
    pelo mesmo Senhor thesoureiro na pra-
    ca da Independencia li. I i elG, OS;
    biihetes e meios da nova parte da terceira
    do Gymnato Pernambucano, cu- j
    jas rodas deverao andar impreterivel-.
    mente no dia 7 do futuro inez de de-1
    /embro.
    Thcsouraria das loteras 19 de no-
    vembro de 1859.O escrivao, J. M. da
    Cruz.
    NICA, VERDADEIRA E LE-
    GITIMA.
    5
    ULSiPAI ILH\
    ^\X>^o caracas"
    fs

    1 eKE MPfo Evaaro ^
    pilSLasTegetaes
    ASSUCARADAS
    1
    1S
    -= *& JT
    ;sde a
    8V(i
    jeras
    soore de 53
    !no6 domingos, d
    te as 10 da manhaa,
    seguintes ponte* :
    Molestias de olhos ;
    1-, Molestias de Coracao c
    peito ;
    12K Molestias dos orgaos da gera- ^
    cao, e do anus ;
    *-. Praticara' toda e quiquer^
    operaco quejulgarconvenien- >-
    t-t para o restabelecimerito dos gS
    eus doente. ^
    Q exarae da pcMOai queo-con- SI
    iltarem sera' feto indistrncta-
    oaente, e na ordem de sues en-
    8 tradas; fazenio excep^ao oe doen- tes de olhos, ou atpiellesqce por
    motivojustoobtiverem liore mar-
    cada para este Um.
    A applica^ao dealguns medica
    jmentos indispensaveis em^arios ?
    casos, (como o do sulfato deatro-
    i pina etc.) sera'feito,ou concedido n@
    |gratuitamente. A conlianca (pie r
    nelles deposita, a presteza de sua -/"
    aocSo, e
    i de seu em
    demove em
    fftes.
    (kbelfereiro.
    Remedio sem igual, senJo reconhecido pelos
    mdicos, os mais iminenles como remedio infal-
    livel para curar escrophulas, cancros, rheumalis-
    mo, enfermidades do ligado, dyspepsia, debili-
    dade* geral, febre biliosa e intermitiente, enfer-
    midades resultantes do amorago de mercurio,
    ulceras c erupcoes sangup.
    CAUTELA.
    D. T. I.anian & Kcmp, droguistas por atacado
    New York, arham-sc obrigados a prevenir o res-
    peilavel publico para desconfiar de algumas te-
    nues imitacoes da Salsa Parrilha de Bristol que
    boje se vende ncsle imperio, declarando a lodos
    que sao elles os nicos proprietarios da receita
    do Dr. Rrislol, Ocndo-lhe comprado no anno de
    1656.
    Casa iicnhnma mais ou pessoa algHHta tem
    direilo de fabricar a Salsa Parrilha de Bristol,
    porque o sogredo da sua preparacao acha-se so-
    menie em poder dos referidos Lanman vk Kcmp.
    Para evitar engaos com desapreciareis co-
    binacoes de drogas perniciosas, as pessoas que
    quizerem comprar o verdadeiro devem bem ob-
    servar os sjeguuiles -ignaes sem os qnacs qual-*
    quer outrapreparaee falsa :
    Io O envoltorio da tora est gravado de um
    lado Sf.b urna chapa de ac, tra/.eirdo ao p as
    segantes patarras:
    D. T. LANMAN <* KEMP
    S0LE AGENTS
    N.m Water Street.
    New \ovk.
    2" 9 mesmo do outro lado tem um rotulo em
    papel azul claro com a firma c rubrica dos pro-
    prtetarios.
    3" Sobre a rolha acha-se o retrato e firma de
    inventor C. C. tristol em papel cor de rosa.
    4o Que as direedes juntas a cada garrafa tom
    NEW-YORK.
    O MF.I.IIO'I REMEDIO CORREGIDO
    Contraconstipatoes, ictericia, ajfecries do fajado,
    febresbiliosa/, clica*, indigestes, tnxaquecas.
    Hinorrhoidas, diarrliea.doencas da
    pelle, irupcoas.e todas as enfermidades,
    PROVENIENTES l>0 ESTADO IXPCRO DO SANGOS,
    75,000 caias deste reracdioconsomuiem-se an-
    nualmente 1 !
    Ueuictlio la iiitin"e/.:i.
    * Approvado pela [aculdadc de medicina, c re-
    coramendaoo como o mais valioso catrtico ve-
    ' gelal de todos os conhecidos. Sendo estas pillas
    puramente vegelaes, niio contem ellas nenhum
    veneno mercurial nem algum outro mineral ;
    estao bem acondicionadas em caixas de folha pa-
    ra resguardar-se da humidade.
    Sao agradaveis ao paladar, seguras o elicazes
    em sua operaro, c um remedio poderoso para o
    juvcnlude, puberdade e velhice.
    Lea-seo folhelo que acompauha cada caixa.pelo
    qual se ficar conlicccndo as mullas curas milagro-
    sas quetem cffectuado. D. T. Lanman & Kemp,
    droguistas por atacado em Nova York, sao os ni-
    cos fabricantes c proprietarios.
    Acham-se venda cm todas as boticas dasprin-
    cipacs cidades do imperio.
    DEPSITOS.
    Rio de Janeiro, na ra da Alfandega n. 89.
    Rabia, Germano & C, ra Juliao n. 2.
    Pernambuco, iioarraazem de drogas de I. Soum
    & C, ra da Cruz n. 22.
    E chegado toja do Lcconlc, aterro da Boa-
    VTsta n. 7 o excellcnle leite virginal de rosa
    branca, para refrescar a pelle, tirar pannos, sar-
    das e espinhas, igualmente o afamado oleo ba-
    bosa para linipar c .izer cresccr os cabellos : as-
    ! sim como p imperial do lyrio do Florenca para
    ! berloeijas e asperidades da pelle, conserva a fres-
    cura o avclluda-do da primavera da vida.
    Cura radical.
    O abanto assignado, encansavcl no estudo da
    cura radical da morphea, eryspela chronica,
    asihnias, escrfulas, rheum.ilisuio e carocos
    estevos, lem a satisfa^o de convidar a to-
    das as pessoas. que de tacs molestias soll're-
    rem, a curareri-se com elle, promelendo-lhes
    tola a garanta na applicacao e prolicuidade
    'de seus rcmciiios do substancias vegetaes com-
    ; postos e preparados em seu laborarlo chiraico-
    cwurgico na ra do Sebo n. '.i, bairro da Boa-
    Vista, onde deve sor procurado das G s 'J horas
    Sa manbaa v das 2 as Ja farde. 1'icanJo todava
    celias todas aquellas pessoas, que com o abaixo
    assignado contratare.il taes curativos, que. Ilies
    : ser restituida qualquof quaniia ou donativo, que
    ; liouver de receber em pag, no csso de nao ef-
    feclu.ir, como se comprometi, a cura radical das
    referida;: molestias, com a condico pi^rm das
    Paslhas vegetaes de Kemp
    m contra as lombrigas
    approvad.is pela Exm." inspeceo de estudo de
    Habana e >or militas outras juncias de hy-
    giene publica dos Estados L'nidos c mais paizes
    da America.
    (flranlidascomo puramente vegelaes, agra-
    daveis visla, doces ao paladar sao o remedio
    inallivel coulra as lombrigas. Nao causam nau-
    se.isnem sensaeoes debilitantes.
    Tcstemuiiho expon'.aneo cm abone das parti-
    lhas de Kemp.
    Srs. D. T. Lanman e Kemp. Porl Byron
    12 de abril de 185'J. Scnbores. As pastilhas
    | que \ mes. fazem, curaram ineu lilho ; o pobre
    rjpaz padeca do lombrigas, exhalava um ebei-
    ro [elido, linha o estomago incitado e continua
    comichao no nariz, to magro se poz. tiue eu
    tema pcrde-lo. Nestas cireumstancias um visi-
    iiho meu disse que aspasti|has de Kemp lnhani
    (malo sua illha. Logo que soube dioso, com-
    pre 2 vid ros de pastilhas e com ellas salvei a
    vida de meo filho.
    Son de Vmcs. seu amo agradecido.
    W. T. Flo'/d.
    Preparadas no seu laboratorio n. 3G Gold
    Slreetpelos uincos proprietarios D. Lanman e
    Kemp, droguistas por atacado era New York.
    Acham-se venda em todas as boticas das
    principaes cidades dd imperio.
    DEPSITOS
    Rio do Janeiro na ra da Alfandega n. 89.
    Rabia, Hermano & C.rua Juliao u. 2.
    Pernambuco,no armazem de drogas de i. Soum
    Si Companhia ra da Cruz n. 22-
    No dia 20 do corrente das 17 horas da ma-
    nbaa ao mel dia, desappnreceram da ra do j
    Caldeireiro desta cdade, da porta da taberna do
    Sr. Ventura, dous ravallos eom cangalhas, sen- i
    do um alaz.io caxito, magreirao, de idade de 8 I
    anuos ; o outro casianho escuro, cora signal i
    branco na lala e a junta de um dos ps encha-'
    da : quem o pegar leve-o ao engenho Carnij de
    Jaboalo ou nesla cidado na taberna do Sr.
    Ventara na ra do Caldeireiro, que ser bem
    recompensado.
    Envernisa-se mobilia mais em conta do
    (pie em outra quabiuer parle : no paleo do Car-
    ino n. 2.
    ~ Precisa-se de urna ama no pateo de S. Pe-
    dro, por limado mareineiro, segundo andar.
    Ni ra Relia n. 10 precisa-sc de urna ama
    para rosinhar o comprar para urna pessoa.
    Precisa-sc de urna ama para casade pouca
    familia : na ra do Jardim n. 22.
    = Anda esl por alugar una casa com um pe-
    queo silio no porto do Jacobina, na Capunga,
    contigua do tinado padre Capistrano : quem a
    pretender dirija-so ao pateo do Terco n. 32.
    COLLEGIO
    DE
    Xossa Sentara ta Ctmeeirao.
    Lisboa ra da Fsperanca n. 101 A.
    Em consequeiicia da alteracao que se fez na
    poca dos exames preparatorios para a universi-
    d ide, e de outras circuinstancias que tem occor-
    ea e\|iuslo. Lu Peiiuuibu o podiiu dingir-se
    aos Sis. Feidel Pinlo & C*
    Lisboa, 10 de julho de 1659.
    O difeclor-geral,
    Joaqxiui Lopes Carreira de Mello.
    Precisa-se deum cozinheiro, que entenda
    perfilamentedestaarle, que seja linipo e de boa
    conduela, e nao tenha vicio de beber : para tra-
    tar, na praca a Independencia n. 22.
    Idiomas iuglez e francez.
    Eneas Bruce, proessor de lingoas, tom a hon-
    ra de informar ao respeitavel publico, que eonli-
    ua a dar lindos dos ditos idiomas, tanto na
    sua casa como na daquelles que >e quizerem iili-
    lisar do sen preslimo. Recebe tambera discpu-
    los todas as noitcs desde s 7 al asi): na ra da
    Cruz n. 02, terceiro andar
    ()il'ereco-sc um rapaz brasileiro para cai-
    rciro de cobranca ou mesmo armazens, o (pial
    d liador a sua conducta; a pessoa que precisar,
    dirija-se ra Augusta n. 32.
    Procisa-se alugar una escrava que com-
    pre ; o cozinlic o diario para urna casa do pouca
    familia e trata-se e paga-se bem: na ra Nova
    n. 10.
    A parle que o Sr. Juo Geroncio Soares
    de Oliveira Carvalho lem em uuu cusa terrea
    sita na ra das Calcadas, outr'ora Manuel coco,
    acha-se penhorada pelo juizo
    erivao Randeira.
    No sitio da .capella da Senhora da Concei-
    co da estrada de Joo de Barros, precisa-se
    de um homein que saiba do planto de capim ;
    paga-se bom salario : a tratar no mesmo sitio,
    ou no pateo de S. Pedro n. .
    Offerece-so para ama seca de. urna casa es-
    trangeira de pouca fr.milia, ou mesmo brasileira,
    urna moea porlugueza, de 20 a 22 anuos de ida-
    de, muito bella : quera dola precisar dirija-se
    j ra Imperial, confronte ao n. 27, que achara
    ! cora quem tratar.
    Irmandade de N. S daConcei-
    prapliim k Irmao.
    Ba d< Calius, lojs* ce ourives
    n. I I,
    esquina que ica em frente da ru i
    Novo e palco da matriz
    SP'azom publico que estao oMsl.Kiii'inontn i
    beodo da lv.iii- pa as o lis em moda p mais
    cadas obras de o uro, as quaes dan para y
    Iher, peles menores procos possiveis, e passain
    i unas com re ibos, : paos o esp I -
    a qualidaje do ouro, le 14 como de It
    quilates, do 'i'. (leal is.
    3
    Aiilouio Jos l'erreira i I res, inedico-::i-
    '- rurgico ; b!.i la raedica-i rurgca da ci-
    d Je do Poi I i, fr
    ./.ido a es-
    la ri! i !, acaba le c >cer o sen gabi-
    nete de consultas me licas, cirurgicas e o;e-
    % re.'ioes na ra do Ami rirn ::. ri, segund

    andar, anude poder ser consultad i al Ss
    9 huras da manha e das 2 s 1 da tarde.
    Aiem dsso acudir a qualquer chama'!
    qur de noite, qur de di, com aqnell
    promptidao que sempre e\iu'e a hrtmani-
    da le alRicta. Os pobres serio allcndidos
    * S tratadas gratuitamente,
    docomme.c.o.e- |,
    Precisa-se arrendar mu sitio que lenh*
    raudo baixa para capim ; na da ra Praia n. 6.
    C t t > i t > i *.<
    m
    i
    '
    cao dos Militares. ^SK?pHEKf3i;pisg_sss?r Nao tendo sido possiret reuiurem-so no da 271 _m .,,inxo asjgaj3 avisam ao res
    tavel corpo do commercio e em particul
    seos freguezes, que o Sr. Joa [ulm Raimundo Al-
    ves de Azevedo deixou de ser si i caixeiro d
    o dia 7 do rorronto. Recifo 8 de noxembr
    185 l. Machado k Dantas.
    o Dr. Casanova pode ser procu
    a qualquer hora eu seu consultorio ho-
    meopalhico
    28=RUA DAS CRUZES=28
    o_\[niesmo consultorio acha-SC sem-
    pre grande sorlimento de med\caiueii-
    lOS m tinturas e glbulos, os mais no-
    {voa bem preparados, oselemenl .
    homeopalhia e System diccionario vi
    ilcrmOS de medicina.
    Compras.
    Comprani-se dous cscravos rrioulos e u.r. .
    latinho de 12 a 1 i aunes, que sejam da pi
    assim como alugam-s i tres i scravos : -
    denles di rija m -se ra do Drum, armazem n. 1^.
    Cmorara s;: :n )".ias de orno de
    20; : na
    n. 38.
    i ua
    lea foja >e caiubii
    indas.
    o numero de irmos preciso para so proceder a
    a eleico annunciada : sao de novo convidados
    a se reunirein no dia 3'J s 8 horas da manhaa.
    28 de novembro de 1859.Jos" Caelano da Sil-
    va, secretario interino.
    = No dia 22 do corralo desapparoceu de
    casa o molequc crioulo, laloeiro, de 18 anuos
    de idade. lera os signaos seguales : o dedo
    grande do p esquerdo muito aberto, o una
    grande marca de escaldadura as cosas, na-
    tural de Barreiros, para onde j fez oulra fgida
    o armo passado : quem o pegar entregando na
    ra de Apollo n. -i, ser gcalilicado.
    Sorvcte
    NO
    Pavilhao da casa de ba-
    nhos do pateo Car id o.
    Todos os das uleis das 7 s 10 da noite, c nos
    das santificados, ou de testas nacionnes das 11
    do dia al s 10 da noite. Ha lugar reservado
    para as familias. Tambero ha sorveleiras de va-
    rios tamaitos para couduccao dos sorvelcs, que
    se pediiem para|fra.
    Perdeu-se na noite de 23 do correnta urna
    pulseira do ouro esmaltada de azul e verde,
    desde a ponte da Boa-Vista, porto das canoas,
    ra das Plores, pateo do Carino. S. Pedro c ra
    . Direila al o pateo da Pcnha : quera achou-a
    ' querendo restituir dirija-se a ra dos Coelhos
    i n. 15, que ser recompensado.
    i Coinpanhia li\a de cavallaria.l
    Tendo desapparocido desde o dia do corren-:. $Ja loja da aguia deonroda ra do Cabuga n
    le o soldado A.idrelino Arselino da Silva, que } vende-se luvas de pellica muito frescas |
    cenduna pira o qiurlel o livro das acias do hfracm senhora ditas fio da Escosaa a600 r*.
    conselho econmico da dita companhia, o abaixo d'ta3a?1 cor3 ;1 rs., ditas de algodao a 2. t
    assignado gratifica generosamente a quem lhe 'iifflla* *| enfei,.adM ?Sra senhora a
    trouxer esse livro ou lher der noticia exacta do $ S60O. M" meninas a |j .. par, as
    Santo Amaro 29 de novembro de 1S59. c1'"',''nl'cU;5 P""'1 lant' 5 de 'lraa mesa i
    Porfirio de Cauro Araujo, :2otK, cesnhascora qualro garranchas
    uno estrato a t>200, e outris mullas mais perni-
    a visla i .
    AUenco.
    Vendom-se c concertam-sc carrmhos Je
    muito fortes, proprios para a rcraoro le til
    ua ra da Concordia confronte a relna^o, ou
    na ra Nova n.l, loja de rerragens.
    X mu bem acredi-
    tada tinta preta.
    F.m garrafas e meias deronie do S. FraiKis
    lypographiade l". C.d L. e Silva.
    Lavas de peluca.
    mesmo.
    O capito, JJanoe
    Allia. mariasde gusto e boa qualidade e que
    Precisa-se de. urna ama para cozinhar para ca- ; freguez se vende poi barato preco.
    u.iuc,,: uu ......-J...^.-. -- ga de homcm solteiro : a tratar na loja de miu- -II '
    rido na pratica, dclerminainos altciai tambeni |'4IIl i'i'^'l
    o comeeo do anuo leclivo no nosso estabelcci- deza=. do ierroda Boa \isla n.oz. | (|j (| |t i
    a\ ISO v P .*
    Rogo a todas as autoridades policiaca, pedes- ->a loja tiil ilgUiad.: OUI'O rilU
    ment : at aqui era a obertura a de novem-
    bro, e nesle auno ter lugar no da piimero de
    oiitubro ; i.'- '. e.-la deterniinaco, em cousa
    rada dos alumnos, em qual-

    algum a om
    quer lempo
    i'- cursos
    legio sao as b
    s professodas no col-
    im classillcados :
    afeara.
    ,.L._..o pilinaria professado
    na" 1" cadeira o *
    r
    ruo; no
    nmn phenix semellionte a que vai cima do pee- pessoas enfermas se submellcrem as regras hv-
    seiite annuncio. giennicas, que pelo abaixo assignado Ihes torero
    DEPSITOS.
    Re, de Janeiro i:a ra da Alfandega n. 89.
    Raliia, Germano & ('.., ra Juliao n. 2.
    imbuco no armazem de drogas de J. Soum
    .& Companhia ra da Cruz n. 22.
    Escravo fgido.
    No principie de selembro do corrente anno
    ugio do engenho Traciinhaeiii, comarca de Goian-
    it, umescravo crioulo, bem moco, olhos grandes
    oados, lefia grande, castos nimio hmdos,
    baiao. corpo regular, cor fula, e barbado; .posto
    iuescripias, como cestuma com os seus doenles.
    ltecife 2 de novembro de 1859.Diabetv.
    Ha janella do becco do Ouvidor da casa de
    tres andares da esquina, cabio um allinete de
    pcilo'com um camafeo de coral : na mesma casa
    ; se recompensar o adiado o restituico.
    = Pede-se ao Sr. subdelegado da freguezia do
    Poco da PaneUa, que lance suas rieles para um
    tal Sr. Gustavo, morador na mesma freguezia,
    que maltrata sur -senhora quanlo possivol, co-
    mo aconteeeu nemoile do da 26 do crreme, que
    lhe deu mulla pencada, faeendo grande gritara
    Japme Eneas, cabelleroira e artista .em cabel-
    los, eonnua em seu eslabelociroenlo r.a rua do
    'Juei-mado n. 6, priroeiro andar, a leoeber en-
    ..omaiendasde cabelleiras, ineias ditas, chinos,
    ceE" MARH\F\S A LUZ\\(i,
    ima moda) trancelins, tranco* para aunis, pul-
    eciras, conrentes para relogio,quadros de qual-1 U,,,"B
    >piergosio que se exija, comuaejam : lumulares,
    |mcraorias., firmas, etc., etc. fambem pontear
    .^ellhoras. Cipara islo acaba de receber pelo na- i
    vio Benita,.chegado ultima mente de Pars um
    lindo sorlimento de penti-s rainha Victoria, c
    jiiiilaraeule fieres a Parisina do afamado florista
    Constantino, flores inleiramciAe proprias para
    - irifeilarem 03 peiileados modernos. O meno
    otl'erece as ses-hores que prelendercm ver as
    oa de Nazareth, sera bem recompensado. = Nao tendo batido audiencia do uiz muni-
    j .l'rancsco Malinas Peram da Costa receheu eipa! da primeira vara, boje a ultima rroma-
    d<) Rio de Jane:ro urna factura de commendas e ; tacc da casa da rua imperial n. 1 15.
    hbitos de diversas ordens com brlhnnies o sem
    ellea o mais superior que se pode desejar e lados A1I1Q.
    secadero por preco commedo : na .ua.Di-.eita ,preciSi1.5e de ,lia ama qHe sej, ,,0l cmM.
    '= Ka praca do juizo de erabos lem de ser;ra : r?, r"? do*liegi arn matadas "no dia 29 do cXnlO mez, depoi! L^J^^lt> V *ma8Sa,l0r! "'' ^ da
    da .audiencia, aa rendas dae casas seguts: ^ ,, !* ** m ,. ,-
    do -sobrado de dous (andares da rua da Sen/a^! f A "^ "C'K, 0? n" '"" *\Be",>V***
    defroHle da igreja: ijuem a pretender dinja-se
    ao lir. Rufino na secretaria do polica que elle
    dir quem a altixr.
    la r. 78, por Jfltjoo ; outn .cito de treaenda-1
    res da ruada Cruz n. 1 i, por BOOgOOO ; e.:da
    casa terrea nieia-agua do boceo tapado, por'
    60|09>l ; cujas rendas vo praea a rcqiieriinoato
    do-Ur. curador ge/al, perteneoules aos orpli&es, \''"t .
    ilhos do fallecido Joo Vaz de liveira.
    Offereca^se urna senhora para ser ama-de
    casa de homom olleiro ou de pouca familia :
    quem precisar dinjn-se a l!ua-\ -t.i, ruadoJae-
    inim, casa n. 4.
    I'iigiono dia 2\ do corren;..- ,s 9 horas ,]i
    noite, Haria, parda, de 18 anuos de dado, cabel-
    lusiarapiiiho.se aveinielbadiis ; lem mareas de
    bexigas, pannos por todo o corpe, pouco fallan-
    te ; leveu vestida rOxo cora floriMlias encuna-
    das, chales encarnado, argolas de cornalinai
    azues edua vollas de ouro com sua inoeda en-
    .legantes MllllFAS A LLIZ \V pon-
    adas como justamente devem ser. a visitarem casloada : noga-ae 4* autoridades policiaea ou a
    o seu estabeleemeuto, visto que de oulra forrar. 'J"e'" o appreliender, queira leva-la a ruadas
    l'.caro araairoladas, e nao se podet a/.er um A8uS-rdes n. Gi, cm casa do Sr. lenenle-ro-
    uo perfeilo de quanlo sao bellas; para jslo '""^ 'os liodriguefi desena, -fio sera recom-
    ter sempre o seu e*labelecmeilo aberto at as Pcn*adO.
    Urna senhora porlugueza j de idade, de li-
    ma conducta exemplar, se offerece para adminis-
    casa de pouca familia : quem de sen
    piesiiuij se qubter utilisar darija-ae ao callegio da
    Mi roca.
    Penleu-sc .urna p'ilceira pequea, de cera-
    es com eufeites de euro peodooles : quetw a acheu
    querend*! resiitui-l.i, pode lov.-la ru.i da Crut
    u. 2 ,u n:a/.ein. que se gratificar.
    Preetse-se de afliciaes (te earapias e trab.i-
    Idores: na am|iina os neiueios, sitie do Sr
    l heuorlo.
    j= V'eiide-fie doce de e ij nov* a ljOtK! a libra ;
    eui Olinda, rti.i de Uathias Perreira u. )2. assim
    uno t.'imhem se eonXeilam castsnhas para en-
    eemmendas, e outras quaesquei quaKdades de
    disces.
    S boras da noite.
    vejr YTTT WTTTTTTT -Trrr!-T--rY"
    Casa para alagar.
    Xa Capungn Nova, rua das Pernambocanas,
    aiuga-te pelo lempo da (esta ou por anuo, urna
    *
    >
    )
    >
    DENTISTA FRANCEZ.
    Paulo Gaignoux, dentista, rua das I.a-
    rangeiras 15. Na mesma casa tem agua e
    p denliiico.
    isa com quartos, quintal com "cacimba etan- 'XXXXXt.i.Xi.i.ttXi.XXtXt.9.i.tt i tXK
    que: traU-se na rua do Collcgio n. 12. ~ A pessoa que perdeu urna pulceirade ouro
    Convidamos aos senhores accionistas da i "a no,te d,> da 25 do corrente, dando os signaes
    companhia de Seguros Martimos L'iilidade Pu- a mesma lno aera oniregue.ipagando a despeza iao acabando.
    blico a comparecern no dia 30 da corrente, ao de*le : ?a roa f "',llll-> de Dos n. 2.
    Anda esl fgido o muloiinho Manoe
    Vlerro da Boa-
    isla n. 2.
    \'endm-se caixinhas de peras secas a 2$809 0
    ditas de laos a 2)7000, dilas >le amexas rainha
    Claudia a 2JSi),i, ditas de muscatol, presuntos de
    La mego chegados nltimamenle, muito novos a
    500 ris a libra para acabar: a elles que se cs-
    roeio dia, no oscriptorio da rua da Cruz do Recite,
    le conformidad" com a parte 2.J do Art. I e
    Art. 42 dos inesmos estatutos. Recifc 25 de
    novembro de 1859.Os directores gerentes, Luiz
    iulonio Vieira, M a noel Alces Guerra.
    Na noite de 24 do corrcnle perdeu-se una
    pulseira de cabellos com chapa de ouro leudo
    ao redor um eslreilo bordado, e no centro as ini-
    ciaes A R R. S. I. J. F. R. 9. entrclacadas:
    CSia lugiuo o muiatiiiiiii Manuel que
    desappareceu da casa do escrivao Allayde, levan-
    do ealca|e camisa azul, olhos amarellos, azulados,
    rosto rdenlo (; plido, mulatinho bem claro,
    lem um p lorio voliiado para fra, dado de ]r, :1
    10 anuos: roga-se as autoridades policiaes e eapi-
    laos de campo a apprchensao delle, que serio pa-
    gos na rua Nova D. 1 .
    PEDIDO.
    quem a acliou querendo rcstilui-la dirija-se ao A pessoa que levou por engao, da sachnsli.i
    sobrado da becco da Pcnha, que ser recompeu- Jagreja do Espirito Santo, um palctot, queira
    sudo.
    = Preciia-se de
    una ama, que tenha bom e
    abundante leito, para criar urna menina de 4
    :0''..'s; paga-so bem: na rua das Cinco Ponas
    sobrado di esquina defronte di motriz nova de
    SJI.-J'JS.
    fazer favor de botar por baixo d porta da igro-
    ia os papis queestavam do bolso, visto que fa-
    zem muito falta a pessoa a quero etica pertence.
    A quem convenha una barcaea de lote
    de IS caitas e de boa marcha, c bem bpparelha-
    <3, dfiji-se rua do Vmorni n. 1.
    Antonio da Costa llego Monleiro, deixou de
    ser caixeiro do Sr. Joaqilim Jos de Paira, desde
    o da 1:1 de novembro do frrenle auno ; os mo-
    livoa que leve para assim fazer fu promover as
    inellioras deseos interesses. A prove ta o onsejo
    p ira agradecer ao mesmo senhor as maneiras
    urbanas o atteiicinsas com que sempre o tralou
    durante o periodo de 9 a 10 anuos era que fo seu
    caixeiro. Pernambuco 2-S de novembro de 1859.
    _-1) abata > assignado faz publico para conhe-
    cimento de quero convier, e com csdicialulade no
    corpo di> commercio, que lem contratado com-
    prar ao Sr. Antonio Concia dos Simios a taber-
    na da rua di Rosario da Boa Visla n. 51 : se al-
    guem se julgar com direilo i impedir liste nego-
    :io, comparec nn mesma taberna ti i praso do 3
    das. Itecif 21 lie novembro d.- 1859.Manotl
    I.k;.z Ribtiro.
    O ensino da ...
    em duas cadeiras
    21 o grao.
    Ha mais urna cadeira especial de Calhigra-
    phia complementar, ordnariaraenle frequentada
    pelos aliiiiinos da instrueco secundaria.
    Inatrueco sec/i(/(ii.
    O ensino da nslrucco secundaria profes-
    sado em 9 cadeiras : a lJ cadeiragraminali-
    ca e liiigna latina : i" latinidade : 3'1 grego : 4''
    francez : 5' ingles 6" ollerao : 7a philosophia
    racional e moral c principios de direilo natural :
    8'rhelorica e poeica etc. : 9a geographia, chro-
    nologia e historia Universal.
    Inslrucro superior.
    O ensino ueste collcgio. classiticado de iiistruc-
    cio superior professado era 6 cadeiras : na I*
    cadeiraaritbmelica, algebra geometra, trigno- I gruido andar.
    media e geographia inatliematica : 2' operaces ___ Utsa
    geraes de commercio ccscnptuiaco applicad.i
    agricultura, industria e commercio ; 8* phy-
    sica. chimica, inlroduceo historia nllura
    inechai'.ica : i'' agricultura geral : 5" geogra-
    phia e historia agrcola, industrial c comnier-
    cial : elementos de economa poltica e de es-
    latislica ecelesiastica : 6a elementos de direito
    adminislrative,'comraercial e das gentes.
    teiiijio e bellas-lettras.
    i- ensino religiosoC o classico de lilteraliira c
    de moral, <: professado em dnas cadeiras espe-
    ciaes : na 1" cadeira a religio : na 8" a litlera-
    Itira o moral.
    BF.LLAS-ARTES.
    n ensino versas cadeiras, segundo as necessdades, |io-
    iv.m sao permanentes a primeira para o dese-
    nlio ; a segunda para o ei.siuo de msica e exer-
    cicios de piano; a terceira para flauta e re-
    beca ; quarla para exereicos do dansa, ele.
    l'.ste collegio, eslabelevidoem edlicio lo pro-
    prie paro o objecto, e lio vasto [que (o elle con-
    venio da oKlein de S. Reinaldo), o sendo, como
    , prepiiedade do director geral, offerece por
    SSO iiiesuio a mxima segiiranca e vanlagens,
    para quem Helio quizar mandar educar seus li-
    Ihos i n pupilos, e coiiiiuodidades para estes.
    lis prokssores, em ledas 'as disciplinas, sao
    dos mais habis. NiO menos escrpulo ha na
    escolUa dos empregades e dos criados.
    A ',lu.-a-.;o religiosa, que fortalece OS bous
    piHicijios, 6 lielmeiile maiitda ueste estabele-
    ciiiieulo. Os alumnos olivera diariamente missa
    na igreja do Collegio, que lera capello ell'eclivo.
    No recreio, na missa, no estudo, e as aulas sao
    os aliiiiiuiis sempre inspeccionadas e vigiados.
    Os prefeiu.s, habilitados cora conheciuientos pra-
    tcos da-i liuguas iugleza, franeeza e allema,
    do o maior exercieio, e mesmo em horas de-
    terminadas, ios alumnos que estudara seinelhaii-
    tes linguas.
    Os alumnos, lem quartos separados rom [lor-
    ias para os dormilones: estes cada un sua es-
    cuda. Todos os quarlOS e corredores dos dormi-
    lor.'.s, janellas para a rua, ou para o terraeo, onde u
    tres o mais pessoas de pegarem o meu escrava
    Pacifico, cabra, moco, alto bastante, com eraros
    nos ps. Fo escravo do engenho d'agua de
    Iguarass do finado lleiiriquc Poppe (iiro, lera
    pai por iiouie Jaao Congo meu escravo e mal
    forra pornoine Mara, lavadeira. consta-mc que
    lem sido visto Irabalnando pelos sitios da ponte
    de L'choa c Agua l'ria.e que cosluma estar na
    encruzilhada da matarincira, e protesto proceder
    contra quera o lver azilado ou empregado era '
    seu serviQO sem ser par ordem minha : quem o
    pegar leve-o so meu sitio da estrada do Arraial
    ou na minha Olaria da rua do Coto vello que pa-
    garei lodas as despezas e trabalho.
    Marcelino Jos Lopes-
    Precisa-se de urna ama que cozinbe o en-
    gdinme para casa de pouca familia : na rua do |
    Qoeimado n. 30.
    Ama de leite.
    Precisa-sc de urna amado leite para criar hu
    menino de G mezes : na rua das Cruzes n. 41, se-
    do Cabug u.
    IB
    Vende-sn bicode lanyrinth < muito larzo pro-
    pro para altar, assim como trina, gall
    [antes de todas os larguras por pceo muito eit
    conta.
    Loques.
    Na loja da aguia de ouro
    rua
    de
    do Cabug n.
    madreperola de
    ppareceu da casa de seu se
    nitor no dia 2C do corrente. indo fazer
    e algumas compras, o mulat'iilio Firmi-
    no, com-idade de 11 anuos, cf tlva,
    bastante vivo, levou vjslido camisa de
    madapoln c calca de um brim cftr de
    cinza, presume-so? qae lr-t seJuzidO e
    que estara' oeculto em aljjuma parte :
    roga-ae as autoridades policiaes a sua
    captura e quem dHle der noticia e
    o trouxer a rua do Collegio n. 15, se-
    ra' gratificado.
    Na noite do da i4 perdeu-se urna
    pulse!i a de ouro : quem a tiver nchadoe
    queira restitui-la obsequio mandar
    levar a rua da Aurora n 52, que se
    gra-tiicara'.
    Preeisa-se de urna preta escrava
    que sa ba cosinliar e fazer os maispre-l
    paros de una casa de pouca familia, ou
    entao urna uitilher foira que tenha asi
    mesmas quatidades : a trati roa rua do I
    Cul-legio armazem n. 15.
    O Sr. Ajilono Borges Galvao, lem cuacar-
    la de importancia, no Imana n. eS da Praca a
    Independencia.
    O Sr. Jeao da Cisla.Varavlha. queira di-
    rigir-sea esta lypogrphia a negocio de slu inle-
    reee,
    O Sr. Francisco Araujo Caldas l.ins, queira
    dergir -se a livraria n. 608 da Praca da hiJe-i
    pendencia, que se precisa fallar-llie.
    B vende-so os ricos lequi
    muito gos'o. assiiii como Je nutras qualidades
    chegado ltimamente di Europa.
    H i li i*lti
    Vendero-so ricos pentes de lartaruga virados,
    a moda a Imperatriz a lti-i cada um, faz
    igual aos de 2-ij, assim como bandejas ..
    tanto redondas como qu idra las, caQarol is
    gi leiras do todo o lamanho, forradas de porcela,
    na a 80 rs. a libro, bulles de familias de
    linas das melho-
    a na Direila,
    pruneiro an-
    proprias para illu-
    preeo, clovuiotes c esp
    res que lem viudo ao :u
    loja de lerrogeus n. 53.
    Na rua da Ca da
    dar, n. ", venieni-sfl
    Caix is coii velas slcarinas
    minares.
    r.iis com ditas de i suj erion s.
    Co'ivinho? de cabra,
    Meis de sola.
    Prelo de Lisboa.
    Pomada.
    Toalhas de panno de linno de diler -
    mdnhos poro mesa.
    Polhos lisos e bardados.
    Cootas douradas.
    A pilos.
    Palhctas.lixadas.
    l'alhetas paro clnrinela.
    Linhas de roris e de nmeros.
    Huillas e rolhPS
    Cadeiras e sofs, ass nto le palhioha^ d
    celtentes gostos.
    Condecas, acaf e$las de vime..
    Rodas de arcos de p.io.
    Bocaes para seringa.
    Cal de Lisboa.
    >aratissima.
    A 3$500, i:>500 c <58U(i.
    PARA \CABvn.
    Veiideni-se na rua do O'ieiuiad n. IH, -
    guintes algodaozinlios, a qnasi por me: -i- .Je -.
    val .r. Mgodilo trancado nnierieano cn-.n ~. if-
    das, uiuilo superior a 3$.Vj(l o pe -a, dito liso a mo-
    rir no muiln largo coro 20 varas, nelo ba ..:
    proco de IjjJOe f3 10 a pi .;a.
    Meias de setlii d<
    ara scuhora, brancas
    peso
    w..^,,,., .,,;- ,..:,,,,.,,-,u. para scuhora, brancas c putas, e para m..f,aa
    -1 rec/.a-se tallar a., sr. Jf.aq..i,n de Azevedo brancas e riscadas: ven-Je-sc na lo
    ere.ra, nalivrai.a 0e8 da Pra;a doli.de- & l.mao ua rua da Cidca do Recifc n 8
    pendencia.
    com dou;
    edlicio forma qualro faces, cada urna
    andares.
    A sal.i dos ario*, livraria, ele, sao no pavi-
    mento superior. No pavimento baixo a igreja, e
    nn quadro, que fo onligo claustro, era roda do
    jardim, a sala do esludo geral ; as aulas, escrip-
    torio, cozinha, refeilorio, ele. Estas casas soo
    todas eoberias nossuas entradas, por um hora
    sysleroa de arcadas, que sustenta o (erraco su-
    perior.
    O edlicio todo illuiiiiiiado a gaz, e pnuso
    deste. lia a maior flscalisaeao e seguranca. To-
    dos us lugares de despejo lem siphoes, pelo qu
    nao so eonhoee ino cheiro. Esta medida, a cons
    Iruivfi.i |uadi.ida do edificio, a sua pdSrao em
    sitio alto, encostado ao sol, e snl.td*r por todos
    os qualro lados, e todas as mais condices hygie-
    ncas. i]ue possue, tornara esla habitado a mais
    salubre, poisha nolis mui poncas doeneas, e'nao
    fui invadida era da cholera, nem da febre ama-
    rolla.
    A pens.'io th)s alumnos de 12,"? mensaes, fura
    as despezas extraordinarias. Passando do l an-
    uos p igor.io I j'.
    As pessoa? dasnossas provincias di reino e
    das iillramariiias, ou do imperio do Brasil, lem
    cm Lisboa, muitos Individuos do qualinc' 5 i,
    que os podom informar Ji voracidado do que
    e^3^
    Jooo da Si
    Universidode di
    sidencia
    da cocheira do
    4fid
    ^:^*^.
    pea :\
    vi llamos, medico
    Cmmbra, mudou sua re-
    para o primeira andar por cima
    Adolpho na roa Nova
    !f continua a receber lodos os dias das 8 s
    JlO lonas da manhaa e das :l as 5 da larde
    i
    Relogins
    tos patente
    /r'.
    as pessoas 'pie o qneirara consultar, liem
    comoa prestar-?ccom sua habitual promp
    lid."n> a qual quer chamado paro os inf-
    ieres de sua profissan comprchcndtrodo a ,
    medicina, cirurgia partos. *
    (wpihii do Bcberibe.
    O Sr. e^'ix.i da coinpanlii.i \jo niien-
    dador .M noel (onr dves di Silva) es-
    ta autorizado a pagar desdeij >je o -i")-
    dividend a ra/.ao d- .").< p ir necao.
    l-.'script irio da adrcinistracS ) da Cim-
    paidiia iu Celierilie 18 de navuinbi de
    18)9.J.iseTeix ira BiStos, teci-etano
    interino.
    CnrrocAS para a
    No aterro dos ifogaJos, -.;; .-. 12 \.
    le ourae prata, cobertose dcscoLs-t^-
    inglcz, os mclhorcs que existe ,i
    mercado, e despachados !.
    pn s r.i/i.aves : no csc i| I r U .m .; 51
    velra, rua da Cadcia uo Recito o. 02, i .
    and ir.
    ugnp.
    y
    Peros de algodao trancado, azul, com 2 co-
    rados por aiKi: rcndeiii-se na rua do Cfesp
    toja da es tuina luJvoIla pata a rua da Ga
    RelogiiKs.
    j De novo chegaran os >fmad4is reiogios in-
    ~ es .te o re. de patente, i- esle ;, ... ,
    armazem de R slro <. iko Jv C pra i
    -.' lo r. 18.
    MUTILADO
    N
    IU8II
    >


    /
    DIARIO DE PERWAMBUCO. TEBC* FEIRA ifl DE NOVEMBRO DK 1859.
    N. 2fiU DO CRESPON, 2
    Defronlc do arco de Santo Antonio.
    MISTE NOVO ESTABELECIMENTO VENDEH-SE;
    Uares de raligiao, sctancias, de letras arios, viagens, hisloria e classicos ; romances Ilustrados e
    (Mitras pubhcacoes en diversos linguas.
    das o mappasgeographicos.
    -llanda, do poso, paquete, almasso, do coros e oulros de diversos formatos e rostas.
    para copiar cariase outros manuscriptas, livros climas proprias.
    ai liranco, ponnas do varias qualidades e mais objeclos para uso de reparliedes, secreta-
    rias e casas de commercio, ulencilios para desenlio etc.
    de boro gosto, fantasa e curiosidade das fabricas de Taris para uso dos elegantes : orna-
    - ole. ~ '
    s o bilheles para bailes, casamenlos e visitas.
    BIA UNIVERSAL desde os lempos primitivos al 1850, por Cesar Candi, 12 volumes, in fo-
    lio, enriquecida de mais d 90 magnificas estampas, obra cm que nada se poupou para o
    icito encontrar nona erudioao, oslado solido o leitura agradavel.
    VE2U.NAK de lembrancas de Castilho para 1360, assim como eollecccs completas desde o seu
    comeen.
    ' DE COMAS ja foilas para comprase vendas deassucar, algodao etc.
    na-se em lodos os gostos desdo o mais simples em papel at ao mellior em panno ou pelle.
    -se carios e bilheles, o marca-se papel coni typo proprio e era relevo vontade dos
    pretendentes.
    Se o ticargo de qualquer encommenda do livros c oulros artigos tanlo da corte eprovin-
    imperio, como de Portugal, Franca, Inglaterra e Blgica, com as condiccoes mais ra
    . >i;ivi ig.
    ti
    iiLa
    Este ulillssii i estabelecimepto acha-se, ha pouco lempo, augmentado tamo no materia
    -----i pode enumerar as segu-
    s de vapor de todos os tamaitos, rodas d'agna de todos os dimetros, todas de fer-
    de madeira, moeudas para canna todas de forro e independentes com os me-
    e a experiencia mostr sor indispensavel, meias ditas com todos os preparas, la-
    lo ludas as qualidades o tamaitos, rodas, rodetes, aguilhoos, crivos e boceas
    rnalha e todas as fetragens para engenho, machinas para amassat pao e bolacha, ditas
    er mandioca, fornos e prensas para farinha, ponles de forro, aldeiras, tanques boias e
    : i'liri; ilii !> 'ipn miem r ol nln
    '.ras do marhinismo etc., ele.
    : ,......~ >..
    -JBHLiS PRECIOSAS.!
    i _
    . recos de brilhan--
    manes o pero-]
    las, ulseiras, alflnetes,:
    a e nsitas, bo-**
    anneis de diffe-;
    rostos e do ni.
    ' ruantes.
    H
    tsnm, vendem ej
    prala, ouro, bri-
    diamantes e.',
    , e entras quai --
    as de valor, aj,
    io ou por obras..
    J. Lchniaiiii & Iiiii
    JOALHhIROS
    Xa runa da Cruz n. 59, segun-
    do andar.
    Receben por lodos os vapo-
    res da Europa e do Rio de Janei-
    ro Obras do mais moderno goslo,
    lano de Frasca como desta ulti-
    ma capital, as* quaes vendem rom
    toda a garanta na qualidnde dos
    metaesedes pedias, c pelos pro-
    ras mais com modos possiveis, ten-
    do sentare a disposicao dos l're-
    gnezesum helio c variado sorli-
    niento.
    t.
    01R0 E RELOGIOS*

    j Aderaros completos do:!
    ";ouro, meios ditos, pul-j
    ;ceiras, alflnetes, brincos]*
    ' o rosetas, cordoes. Irania
    eolios, ntodalhas, cor-2
    rentes, enfeites e corren-jj
    c loes de ouro para reto-a
    igios, e otitras muitas^
    ninas de ouro e de coral."
    ; :
    ; Relogios patente inglesa
    dos inelhores fabricantes.-^
    .ditos suissos, tanlo dej$
    i [ouro como de piala,cltro-:..
    'nometros c meios cltro-!-'
    . nometros e lambem re-'
    i ;logios horisontaes de ou-:.
    -iro e de prala. Vendem
    I e trocara. \
    '-......- ........' >
    Neste estabelecimento lia para vender-ie um completo soi lmenlo de re-
    de orno pat'nte inglez CSuisSO para homem e senliora, bons relogios dou-
    lose faldeados de ouro, ricos aprarelhos de metal para mesa do mais lindo
    9 e modelo; assim como tambem acharaoos Srs. msicos excellentcs instru-
    ios para banda militar e outros tees como tientos, violees etc., efe casa
    directamente dos melhores fabricantes de Pars, eportantopode vender
    g barato do que qualqucr outra pessoa
    Venliam ver as pechinclias antes que seacabem.
    Oiieimalo !i. Id,
    loja de lres portas de frente
    ama re la.
    a\>on\\os
    l'ma senhora babil e que tem estudado os me-
    Iltoraraentos possiveis relativo a doces, acaba I
    de preparar doces finissimos de goiaba, com lin-
    dascores o com gosto especial, estando em latas'
    0 em caixes, e garante um anno de duraoo
    inalleravel debaixo de qualquer temperatura ; j
    este doce denominado Goiabada Imperial; pro-
    rinc-se as pessoos qunqueiram obsequiar algum
    amigo nada mais digno e nem de mellior posto
    do que um presente deste doce pela sua especial
    qtialidade e lambem por se acharein os caixes e
    as latas forradas de papis lithographados com o
    melhnr gosto e aceio possivel. A autora muito
    grata litar s pessoas que derem impulso a oslo 3_iUV\S
    to grande ramo de industria, e tem em vistas >!l' Pellica para homem e
    mandar buscar alguns apparelhos que so loma- I ,'las ^e scu"a enlejiadas, ditas
    DE
    dejgrosdenapl -, lil rentes
    cores, e muito gosio.
    *-i\\pcos dc S(,da |)ara meunos.
    nets
    Vi
    de seda para meninos.
    B\* ss^ \ **
    3 de vidiillto pelos c de cores.
    iRoupafeita para liomens e meninos.
    VAaiUJO E ATACADO-
    No hotel hujlez quarto numero 5.
    > nhora,
    lisds tiara
    homem e sonnoia
    rao indispensaveis havendo procura deste neo
    doce. Senhores estranseiros mandai para a vos- CAlHV'W 1Y\S
    ISO ,,
    sem ellos.
    sa patria doce raro e sem rival O deposil
    nico na rita Direita n. 6, oitao doLivramcnto.
    Botica.
    Francisco "e Souza, ra larga
    para senhora com veos e
    Grande sortiroento de casacas de panno, sobrecasacas de dilo.paletots sobrecasacos dilos d.-
    lo cores, sobretudu de pannoc phanlasia, ditosCoachemanns de duas vistas, ditos lord
    obrecasaco, paletots.de brim de cores ebrancosditos de riscadinlis rancezes
    semiras pelas o de coros, ditas de brim phanlasia
    de phanlasia, vestimentas completas
    T HICIVH
    costos.
    para baptisado muito linas e de
    i;..,Km ditos fe
    ditos de lella do norte etc etc., calcas de cas
    lasia e brancas, Golletes de seda pre'ta, dilos para baile,ditos
    para criancas, |aquellnhas de panno e merinos para meninos, tabas de casemira preta cdocore?
    pata dilos, grvalas do seda do coros o pretas, ditas de setirn do urna e duas vollas.
    odtea- u ranjas de teit d?lodaa e ,nrguraSi lran.
    cas de todas as cores e de soda.
    m k, CT de seda largos e cstreitos, branros e
    decoros, ditos ptetos.
    Ijct^ULa ,]0 madreperolacom plumas o sem
    e!!a<, obra muito lina, dilos para me-
    ninas.
    GRANDE
    Bartholomeu
    do Rosario n. 36, vende os segu otes m
    nienlos:
    Rob L'Affecteur.
    Pillas contra sezoes.
    Ditas vegelacs.
    Salsaparrillta Bristol.
    Dita S.inds.
    Vermfugo inglez.
    A'arope do Bosque.
    Pilulas americanas (contra febres). *
    Ungento Holloway
    Pillas do dito.
    Ellixir onti-asmalltico.
    Vidros de boca larga com rolltas, do 2-oucos a
    12 libras
    Assim como tem um grande sorlimenfo de pa-
    pel para forro de sala, o qual vende a mdico
    preco.
    Joias... joias... joias.
    As instancias de algumas familias notareis Cassas frneczas niiiiio linas, cores lisas
    desta cidade, Marcos Weyl,(da casa de Domingos
    M_oulinlio, joalheiro ounves, ra dos Ourives n.
    27, no Rio de Janeiro] chegou com um completo
    sorlimen-to de joias do mais elegante gosto. Son-
    do esta casa favoravelmenle conhecida como
    casa de conllanca, o pelos productos superiores
    da sua fabrica, seria fcil convencer-se di) barato
    o das boas qualidades das joias. Completo sor-
    limenlo de condecorarles brasileiras de brilhin-
    to, ouro e prata dourada, a preoos commodos.
    Recebe-se em trac todos os objeclos de ouro,
    prala c pedras finas emqualquer estado
    no hotel inglez.
    DE
    ummmk Elfiit fETOfS.
    Sita na n\\\ Imperial n. 118 e 120 jimio a fabrica de salmo.
    BK
    lindos padros,
    lindos padrees,
    pnilres,
    210
    16
    1G0
    Gama & Silva, no aterro da Boa-Vista n. fio, Cj^Ixrti.lrkfv I ,|( P!l.. 4 ,1' *! \ f\
    sas;5'z!3i;"r'....." ""*- ocasliiio j.ila b\\\<\ ungida porMaiioel CarneiroLeal.
    Neste eslabelecimento ha sempre pn
    [de 300 a 3:000*] simples o dobrndos, para
    para restilar o destilar espiritas com grada
    mclhores systemas boje approvados o conhe.
    do todas as dimongop; a^perantes o do repuch
    di' bronze de odas as dimencoese fcitios pan
    tratar,
    para
    para co-
    I* 0
    1*000
    . ; o
    220
    Atlenco.
    Pordiffercnles precos veste-se um
    homem da cabera aos pos : na Iota
    do Nabuco & C. na ra Nova n. 2.
    =fl
    S~S 5"S-S
    s s -: i
    - ~
    5 M
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    5.-H g-
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    5 -y.
    c
    'y.
    o
    'y.
    9
    45llua Direita45
    O proprtclario desle eslabelecimento reco- i
    nhecendo que com a excelsa visita de SS. MU.
    II. a esta cidade tem do sedar um estrago hor- '
    roroso de cateados, em consequencia das fre- i
    quentes paradas, marchas, contramarchas e for-
    miJavetlpasseios s briihantes illuminagoes, o
    condoendo-se das boleas naturalmente pouco '
    fartas, dos bravos ofiiclaes c pracas dos patri-
    ticos batalboes, cujos nomos Irazem memo-
    ria os feitos gloriosos dos nossos avoengos, deli-
    berou, em homenagera a lao felizes dias bailar!
    so prcros do seu excellente calcado, a sabor :
    Para homens.
    Borzeguins aristocrticos (lustre)
    Borzegutns zouavos, obra forlissima (be
    zorro)
    Borzeguins cidadaos (bezerro o lustre)
    Borzeguins econmicos
    Sapates balcdores
    Para senhoras.
    primeira classe)
    onvado
    Melitis para vestidos d
    covatlo
    Chitas largas miudtnlns,
    ornado
    Clialljsde seda com lindissimos
    chegados polo ultimo navio francez,
    corado
    Dilos miudinhos muito bonito-, i ova I i
    Polar do soda, corado
    Merinos para vestidos muito lindos, co-
    rado
    Chitas encarnadas adamascadas
    borla, covndo
    Cortes de phanlasia para vestido, fazenda
    muilo superior 16$000
    Hitos do la i o -oda milito bonitos 1- '
    Diios decambraia com babados bordad is s
    Ditos ditos
    Ditos ditos
    Dilos de cassas miudjnhas, padroes mo-
    dere -
    S' Poras do cambraia lisa rom 6 1|2 varas
    La a de qnadros para vestidos, covado
    Chamalotc preto muito largo, covadu
    Grosdenaples pilos muito hons
    Ricos pontos do tartaruga imperalriz
    l.uvas do seda enfoitadas
    Ponles de massa vitados, e oulras militas f
    das que se vendem mais barato que em outra
    qualquer parte, dando-seasam ostras com penhor.
    omptos
    I
    [ra
    conhecidos nesla
    ho
    i'
    alambiques de cobre de difiranles dimenroes
    ra destilar agurdenle, aparelhos destilatorios conlinos
    uaco at -50 graos 'pola gradi
    pela graduaro de Sellon Cartier) dos
    e oulras provincias do importa, bombas
    lauto de cobre como deLronze e ferro, lorneiras
    ...para alambiques, tanques etc., parafusos de bronze o
    torro para rodas d agua,portas para fornalhas
    proco do que cm outra qualqi
    quer encommenda com presteza e peifeieao ja conhecida
    para i omnioiiidade dos Iroguo/os que se dignarom honrarem-nos com a sua conftanca, acha-
    rao na ra Nova b. .ti loja de ferragens pessoa habilitada para tomar nota das encommendas.
    3o5l
    3$00
    g$000
    3S200
    2.3OOO 1
    S
    s
    5
    iU
    DEPOSITO !)E PI\1\0S FORTES
    DOS
    ais afamados fabricantes da Europa.
    ESTABFiECIBEJVrO DE
    1!.
    Iilt(
    A
    1)^000
    -
    6JJ000
    r.-u .1...
    pellas c gnumas ce
    flor de laraija.
    Vende-se na loja parisiense, ra do Crespo n.
    10, cap ellas egrinaldas de flor de laranja, e cn-
    fi iles de fli re?, froco e vidrilho.
    Mauricio Jos dos Santos Ribciro che,-
    '^ltimamente do Lisboa e com ofllcina deffi
    irivesna ra larga do Rosarion.23, prin
    " 10 andar, participa ao reeneilnvnl riiilv^n"
    receber
    le ouro de ultima moda,'os quaes
    xcellentes gostos, o seus precosag
    1 0>
    I
    Borzeguins para senhora
    Dilos [segunda classe)
    Dilos para meninas (prime-'
    4;C(iO I
    l;0()l)
    ao rcspeilavel publico
    '; em gorat, que araba il
    -'objeclos to ouro d
    1 do e
    lao commodos que admirara
    belecimcnto recebe nao -
    .. 1 iz cora perfeicao qualquer
    n mi o lo, 'sem perda di

    Ra Nova n. T esquina da Gamboa do Carmo.
    Neste eslabelecimento acha-se sempre um completo sortimento dos mais ricos e Dktis
    bera construidos e feries pianos os quaes se vendem debaixo de loda a garanta.
    O (ociado lem a elaslicidade desojada, o exlerior desses instrumentos 6 o mais eleganlc
    possivel easvozes sao magnificas. Ha tambem muilo lindas HARMONAS e SKRAPHINAS pro-
    pnas para tcompanhamcnlo ao piano o para qualro raaos e igualmente os ha apropriados Dar
    igrejas, capellas, collegros etc. r r *
    Hoje principalmente que a cidadevai ostentar um aspelo assas magnifico e pomposo com
    a presenc.a do SS. MSI. 11 e que em todas as salas e salos elegantes a sociedade pernambucaua
    vai entrar com enthiisiasmo anda matar 00 gozo dos encantos d'arte, chama-se a altencao de todos
    p;:ra osle grande deposito, que offerece tantas disposicocs e condieocs lao superiores para o que
    e objecto de gosto relativamente a msica.
    Oa mesma rasa tontera-** s(ln*-*a com perf*ta9o os mismos ntromentos.
    37 Itua
    ai-
    nado 57
    Loja a

    de 4 purlas.
    Chegou a este estabelecimento um completo
    sortimento do obras taitas, como sejam : pale-
    oits de panno fino de 16g at 28$, sobrecasacas alguma outra substancia delecteria.
    de panno lino prelo e do cores muito superiores "i-'1" mais lenra infancia, e a complei
    a 3o?, um coraplelo sorlimento de paletols de delicada igualmente proniplo c seguro
    riscadinho de brim pardo e brancos, de braman-
    te,-que se vendem por preco coraraodo, cerou-
    las de linho de diversos lmannos, camisas
    francezas de linho o de panninho de 2$ at 5;!
    cada urna, chapeos francezes para homem a 8$,
    ditos muito superiores a IOS, ditos avelludados,
    copa alta a 13>, ditos copa baixa a 10, cha-
    peos de f el tro para hornera de 45. 5-;eat 7>
    cada um, d^tos de seda e de palha enfeilados pa-
    ra meninas a 10JJ, dilos de palha para senhora a
    12$, chapelinhas de velludo ricamente enfoita-
    das a 25$, ditas de palha de Italia muilo linas n
    25$, cotes de vestido de seda era carlao de 40$
    at 150$, ditos de phanlasia de 169 at35$O0O,
    gollinhas de cambraia de 13 at 59, manguitos
    de l$500at5, organdys escuras e claras a
    800 rs. a vara, cassas francezas muilo superiores
    e padroes novos a 720 a vara, casemirasde cor-
    tes para colleies, palelotse calcas de 3-500 al
    4$ o covado, panno lino prelo e decoresde 25500
    al 10$ o covado, corles de cllete de velludo
    muilo superiores a 9 e 12$, ditos de gorgurao
    o de fuslao brancos de cores, ludo por proco
    barato, atoalhado de algodo a 1^280 a vara,
    corles de casemiras de cores de 5 al 9-9, grosde-
    naples de cores c prelos de 1>60 al 3p200 o
    covado, espartilhos para senhora a 0$, cociros
    de casemira ricamente bordados a 12;) cada um,
    para so-
    para l.o-
    at SOS a
    covado a
    covado a
    PILULAS nOLLWOYA.
    Este Ineslimavel especifico, composlo inteira-
    mente de In rvas medicinaos, nao conlni mer u-
    ' -
    mais
    o para
    desarraigar o mal na compleico mais rol
    0 inteiramente innocente em suas operacoi s o ef-
    feitos; pois busca e remove as doencas de [ual-
    quer especie egro por mais antigs e 1
    que sejam.
    Entre militaros de pessoas curadas com este
    remedio, muitas que j estavam as portas da
    111 orle, preservando emseu uso: conseguirn]
    rara saude o forras, depois de haver tenta-
    do intilmente lodosos outros rem (dios.
    A- mais afilelas nao derem entregar-se a do-
    raeo : facam um competen) ensata dos
    officazes effeitos desta assombrosa m dicina, e
    prestes recupi rarao o beneficio da saude.
    Nao se poica lempo em tomar este remedio
    pata qnaiquer das seguinles enfom
    Accidentes epilpticos.
    Alporcas.
    A toplas.
    Superior ao mellior
    presunto de fiambre.
    > nas de va cea emsalmoura vindas
    >{?.^Londres, vetidrm-se tnicamente no
    jai de Luz Annes deirontc da
    g?: te da al fndela.

    HlVCflfaO ipor
    coada,
    Bandos ou almofadas
    Se crina para ponteados de
    senhora.
    Weade-se nicamente na ruada Cadeia do Iie-
    aeH. 48, loja de Loite i Irmao.
    ^t'ende-se superior linha de algodao, bran-
    ib^o cores, em novello, para costura: ora
    <-** de Scutball Mollori C, rita do Torres
    _. m.
    Fil
    c.'jm 2 1(2 varas de largura a 800 rs. a vara : na
    lia Cadeia do Uecife n. 48, loja do I.eile &
    '.rrao.
    Arados americanos e machinas
    pata lavar roupa : em casa de S. P. Jo-
    seston & C. ra da Senzala n. i2.
    Trroie-se*m Oraler novo p Irn: constru-
    a da role' 1 do Rcci -
    Sndalo.
    Ricos leques, pulcciras, bengalas, bo-
    lOes, chicotes como tambem essencia
    de sndalo : no aterro da Boa-Vis la loja
    n. .
    RELOGOS.
    Vende-se em casa de Saunders Brothers &
    C, praca do Corpo Santo, relogios do afama-
    do fabricante Roskell, por precos commodos,
    e lambem tranceliins e cadeias para os mesmos,
    de excellente gosto
    Cavallo desella.
    No sitio da capella da Senhora da Coneec,o
    da estrada de Joao de Barros, vende-se um ex-
    cellente cavalio] para sella, gordo, de boa cor,
    cora todos os andares.
    ATTENCAO
    Na rita da Moeda armazem defronte do bec-
    (o Padre Alejandro vi nde-se farinha a 6*500 a
    sacca.
    Na roa Direita n. 76 ha para vender um ca-
    valio ruco bom andador.
    Vende-se urna cscrava importante idade
    25 aunos, urna dita de 22annos por 1:350$,duas
    molccas idade 10 a 12 anuos, 2 molcqucs pegas
    idade 12 a 20 annos, 1 escravo peca bora criado
    sem vicio algura, uraa cscrava com criaboa co-
    zinheira e engommadeira : na ra das Aguas-
    Verdes n. 46.
    Farelo, milho, farinha,
    arroz, caf, champanha, figos, manteiga in-
    gleza, ludo de superior ipialidaiio e a commodos
    'tocos: vendo-so ncarmatem d.i na da Madre
    lencos de cambraia de linho bordados
    nhora a 9e 12^ cada um, dilos lisos
    mem, fazenda muito superior, de 12
    duzia, casemiras decores para coeiro,
    2$00, barege de seda para vestidos,
    1*400, um completo sortimento de colletesde
    gorgurito, casemira prela lisa e bordada, e de
    fusto de cores, os quaes se vendem por baralo
    preco, velludo decores a 7* o covado,. pannos
    para cima de mesa a 10* cada um, merino al-
    cuchoado proprio para palelots e colleles a 2*800
    o covado. bandos para armaco de cabello n
    1*500, saceos de tapete c de raarroqtiiin para via-
    gera.eum grande sorlimento de macas e {malas
    de pregara, que ludo se vende aventado dos
    freguezes, c otitras muitas fazendas que tiao
    possivel aqu mencionar, purera com a vista dos
    compradores se mostrarao.
    Ulillio novo
    Saccas de milho a 6$000 : na ra Nova n 52.
    Na loja
    das seis portas em
    mal de).
    Asthraa.
    Coliras,
    Ci vulsoes.
    Debilidade ouexionua-
    1.01.
    De'bilidade ou falta do
    tarcas para qualquer
    consa.
    Dysiiilci ia.
    Dof de garganta.
    do barriga.
    -nos rins.
    Dureza no venlre.
    Enfeimidades no ventre.
    Ditas no ligado.
    Ditas venreas
    Enxaqueca.
    Herysipgla.
    Febre biliosas
    Febreto internitante, IVenereo
    Febreto da especi -.
    un],'.
    Heraorrhoi
    Hydrope sia.
    Ictericia.
    Indigestes.
    Inflammacocs.
    1 r r e g o a rid
    menstruacao.
    Lombrigas de loda --
    pecio.
    Mal do podra.
    .Manillas na culis.
    Dbstrineao di>veilre.
    I'hlysica ou consump-
    pulmonar.
    Relenco de ourina.
    Itheumalsmo.
    Symptotnas secunda-
    rios
    Tumores.
    Tico dolor iso.
    Ulceras.
    (mal
    Vendem-se oslas pillas no eslabeiecimcnlo
    geral de Londres n. 22 Strand, e na loja do
    lodos os boticarios droguistas e oulras pessoas
    encarregadas de sua renda em loda a America do
    Sul, liavana e Hcspanha.
    Vendem-se asbocelidhas a 800 rs. cada urna
    deltas, con lem nina instruccao em portuguez pa-
    ra explicar o modo de se usar dostas pillas.
    O deposito goral em casa do Sr. Soum
    pliarmaceutico, na ra da Cruz n. 22, em Per-
    nambuco.
    Tasso Irmaos
    'A
    I
    Encielopcdica de Gaspar Antonio^
    Vieira Guimares, gerente ^
    Jos Gomes Villar.
    -
    N'estenovo eslabelecimento de fazendas finas para senhoras e homens ha de
    ludo bom e por menos do que em outra parle qualquer, como se provar alim de fa-
    zcr muito negocio.
    Ricas sodas, laas, linho e algodao.
    Chapelinas para senhoras, manteletas da todas as qualidades, camisas para senhora,
    saias balos, di las bordadas de fustao, boas ligas para peina de moca.
    Boas chitas, boas cassas organdys, enfeites de flores, dilos de vidrilho, manteletes
    para menina, roupas para meninos e meninas, chales para senhora de lodas
    as qualidades depontas redonda, chales de touquim preto e de oulras coros,
    chitas finas superiores, roupocs decambraia linos bordados.
    Um variado sortimento

    palotots,
    as quali-
    de roupa taita, sobrecasacas superiores de panno fino de cores e preto,
    cateas mancas de brim, de casemira preta e decrese colleles de todas
    dados.
    Camisas, seroulas e cateado Metlier.
    , Filialmente ueste estabelecimento lia de ludo e por precos admiraveis avisla da
    qualidade, e pede-se a todos os senhores de engenho que qoando vierem a praca di-
    . rijam-se a esta estabelecimento se quizerera comprar boas fazendas e por precos
    em eulra parte n.o se vendem.
    que
    --'

    Superiores charutos
    suspiros o havaneiros, guanabaras c suissos, cigarros bota fogo a 110 rs. o maco.
    i *.''-V-
    ,Ti\i: ;
    t!e
    em frente do Livramente.
    BOL'PA FEITA.
    Paletols de panno preto, fazenda fina, dilos
    de casemira de cores com golla de velludo, di-
    tos de alpaca prelos, ditos de brim branco e
    pardo, dilos de fusto de cores, raleas *de case
    miras pretas ede cores, colleles de velludo pre-
    to e do cores, dilos de seda, gorgorito o de ca-
    semira bordados, camisas brancas e de cores
    linas a 28 : a loja est aborta das 6 horas da
    manhn is 9 da noite.
    Na ra Direita, sobrado de 11 ni andar n.
    33, ao p do sobrado do fallecido Ignacio Nery,
    vndese doces seceos de caj muito claro, an-
    nans, sidra, limo, c os mesmos decalda-.tam-
    be m se fazem bandejas de armaoo de bolinbos,
    de lindos modelos, com figuras, ramos e lolroi-
    ros, proprios para bailes c mais festejos ; fazetn-
    se tambera pastis, doces d'ovos, tremedeiras, o
    lodo o arranju de urna mesa.
    Nos armazens
    ve nde-se :
    Arroz ele casca.
    Milho novo.
    Farinha de mandioca.
    Taboado decedro.
    Velas de carnauba
    Ditas stearinas.
    1 marrasquino de zara.
    Licores finos.
    Champagne marcas acreditadas.
    Conservas.
    Farelo de Lisboa.
    Relogios.
    de l'.'.-''. 1: '.:.
    jjtiluti .
    Sr. 1. ja.
    Vendem-se relogios de ouro inglezes,
    tente : no armazem de Augusto C. de
    na ra da Cadeia do Recife n. 36
    Enfeites de virilhoede relroz a
    \m na rito d" Queimnil 1 n.3T, ''ji
    de pa-
    Abreu.
    5? cada
    -'...
    Conluiua-se a vender fazendas por baixo -
    . preco at mesmo por menos do son valor,
    $ alim de liquidar rentas : na loja do piulas
    ^. na ra do Qneimado n. 10.
    lescoDei
    Fil de seda liso.
    Vende-so ra ra
    ...:,. i,.-- -.. ) ,1
    do Cabug n. 2 R. loja de
    1 \... ,-, -\ : ,._._,
    DO
    Lfl
    ijji
    e YBMSm 1PJMT Wm S ftPSUUBML
    S RA DA GLORIA. CASA DO FUHDlO 3
    CAVwlca \or s\m\ios os systemas.
    pela mariha ede tarde depois de 4
    a cidade como para osengenhos ou
    Horas,
    outra-
    as 10 botas da manluta e em caso de ur-
    por escriplo em que se declare o nome da
    O Dr. Lobo Hoscoso d consultas'todos os dias
    Contrata partidos pira curar animalmente nao sopara
    propriedades ruraes.
    Os chamados devem ser dirigidos sua casa al
    gencia a outra qualquer hora do dia ou da noite sendo
    pessoa, o dama eo numero da casa.
    Nos casos que nao forera do urgencia, as pessoas residentes no bairrodo Recife podero re-
    moller seus bilheles Kogueira de Souza na ra do Crespo ao p da ponto velha.
    Nossa loja o na casa do annnnciante achar-se-ba conslanlement eos melhores medica-
    menloshomeopatbioos ja bem oonhecldos e pelos presos seguintes:
    Botica do 12 tubos grandes...........1000<
    Dilos de *4 ditos...............181000
    Ditos do 'W ditos..............20J090
    Dilo do 48 ditos...............S0OO
    Dilos tU> 60 ditos............... IW
    Tubos avulsos cada un.............1$000
    Frascos de lincturas........,..... -JjOOO
    Manoal do medicina homeopathica peta Dr. Jahr Iraduzido
    era portuguez com o diccionario dos termos do medi-
    cina, cirurgia ele. ele............20j0ta)
    Medicina domestica do Dr. Bering, com diccionario. 105000
    Repertorio do Dr. Mello Moraes......... 6$i*X>
    1
    I
    i
    r
    MUlllABO
    N
    luina


    puni m t'nnxAMBtco. ti-:r<;.a feira 29 de kovemwvo de isw.

    *
    1
    1
    Ra da Scnzala Nova n. 42
    Vende-sc cm casa de S. Y. Jonh^ton & C. ra-
    quetas de lustre para canos, sellins e sillirs in-
    glezes, candeeiros e caslicacs bromeados, lo-
    nas inglezas, fio de vela, chicote para carros, e
    montara, arreios para carro de um e dous cval-
    os, e rt'logios d'outo patente in&lczes.
    >a luja
    das seis portas em
    9
    i
    pp.
    PSSEIX
    m&t
    Jj
    I
    I
    fraile do Livraueiilo.
    BARATO.
    Pecas de cambraia branca de salpico*para rea-
    tido a 33500, ditas bordadas proprias para corti-
    nado e bailados cora 81 \2 varas a 2, ditas de co-
    res, fazenda fina e tintas seguras a 210 a cora-
    Ido, chales de merino estampados a 4;, gollinhas
    ; bordadas a .">();) ra., ditas linas a 1-?, manguitos li-
    nos a 2k5O, ditos com gollinlia n 3$ : a loja es-
    t aberla das 6 lloras da maoh&a &s 9 da noilo.
    ^AlleiicAuao segundo amar-g
    U do sobrado da esquina da
    m ra do Queimado porciiri
    >C.J.Asllev&C. 1 dal1f (!o ?1'- Pregue
    ______J___________ ^^r entrada pelo becro do
    "SIS Pcixe Frito n. 1. |

    -
    I em garrafas c meias gar- 1
    rafas.
    Seguro coaira Fogo
    gp Cortes de vestido de duas s ias de
    cambraia de cor muito linos a 5$000 ^
    ate de duas saias phan-
    LONDRES
    AGENTES
    f C J. Astley fe Cornpanbia. j
    Rologios de o uro
    inglezes. de patente, renden-se por prero milito !
    commodo : no aromen de Barroca & Mcdei- '
    ros, ra da Cadeia do Recife n. 4.
    JMHKIMI*:**.** a i .. l*i_
    * i r i Ai *BS
    '*& Ditos de
    ;^ tasia a
    hw Ditos de volandillas escossezes a
    TV Ditos do seda duas saias a
    *g Hilos do 3 fallas .i
    7*5 Hilos de donde do 2 saias bordado
    || de cor a
    i*J Cales de froco 3 ponas a
    3| Hilos dilo de 4 ponas a
    * Chapeos para menino conde de Pa-
    la ris a
    **; Ditos para menina de crep a
    g Bonets para menino, russos e
    jjis Basquincs para .senhora de fustao
    38} compridos ultimo gosto a 255000 *'
    ^ Pilos dilos de cambraia lnissima a 200l) "^
    4j5 Vestidos para meninos, de seda com 9|
    basquine de cambraia bordado a 152)000 <;
    f Ditos para dilos lodos de soda a 205000
    a -*. ^a.
    MS000
    18S0O0 ta
    bOOO g
    70500l
    eogooo "
    !2g00
    20|000 ...
    - s
    \ i i
    .8CO0 i
    500 |
    0
    iiciia.
    Na loja do Preguica, na ra do Qaeimado n.
    2, vendem-se peras de chitas linas de cores lixas
    de oscolhidos padrdes com 38 corados cada
    urna, pelo baralissimo prece de 5$SU0, c etn re-
    talh'i a 160 o .'ovado.
    Ven Je se urna preu de naco Costa, boa
    figura, c ptima la vadeara c luitandeira : na ra
    da Cadeia de Santo Antonio n. 26, segundo an-
    dar.
    Chara panha.
    Yendc-se superior charapanha da marca muito
    acreditada C&G |; em casa de Manoel Silva
    Sanios, na na da Cadeia do Recife n 62, se-
    gundo andar.
    cy
    AlGETICI\
    DA
    Borzcfiias de sclim F
    brancos para senhora,
    chegados ltimamente de Franca, obra lina, de
    primeira qualidade: na ra Nova, loja d
    7.
    caba-
    Valais, joa-
    Ibeiros de Suas Hageslades Imperiaes, lem'a
    honra deparlicipar ao illustre publico que se
    adanosla cidade com um completo Bortimento
    'fe joias, que se acha exposlo no escriptorio dos
    Sis. Araorini & rmeos, ra da Cruz n. 3, segun-
    do andar. Bcccbcm-sc lambem obras rolbas em
    troco.
    0 Andinas, ra da Cadeia do Recie, ren-
    dc por picos comino.I.is, o seguinte :
    Casacas prelas franec/as.
    Cairas ditas dilas.
    Colleles dilos dilos.
    Fitas de velludo pelas tarradas, proprias para
    bordar becas.
    "iias, lloros e oulros enfoiles para senhoras.
    Taiubeiii vende un boni eavallo russo cardao.
    LOWMOW,
    i i ir i y /
    Uua da Seiizala i\ova n. 42.
    Ni -le slahcleciinenlo continua a haver um
    comapleto sorlimento de moendas e meias moen-
    das para eu3enho, machinas de vapor e taixas
    Para concluir a liquidacao das L.zendas
    da extracta firma de Leite & Correia,
    vendem-se asseguintes fazendas, por
    muito menos de seu valor, na loja Je
    quatio portas da ra do Queimado
    numero *0.
    Sedas prelas lar radas, superior qualidade,
    covado lgCOO
    Grosdcnaple prelo nmilo bom e largo, co-
    vado 2g000
    Dito dito ma3 estreito, covado IgOOO
    Camisetas de cambraia para senhora, urna 800
    Tiras e ntremelos bordados 320
    Sorlimento completo de chita de cores,
    covado
    Dito de chitas largas francezas, bons pa-
    drdes e cores ixas, covado
    Gangjs de cores escuras e claras covado
    160
    210
    200
    ferro batiJo e coado. de todos os tamaitos Cortes de calca de meia casemira'algGOO c 24000
    Coberlas k cima a
    8.
    ae-se
    Folha do cobre e Metal
    amare.Uo.
    Eslanho em barra e Pre-
    gas de cobre.
    Alvaiade eVeraiz copal.
    Folha de Flandres.
    Palhinha para marci-
    neiro.
    Vinhos linos de Champa-
    nhe e Moselle.
    Lonas da Russia c Brim I
    de vela: no armazcm
    de C. J. Astley & C.
    Fazenda rom avaiia.
    pechincha sera igual.
    Na loja do rreguica, na ra doQueimado n. 2,
    lem para vender pecas dealgodiio largo com 16
    varas cada una, pelo barato preco de 1, pecas
    de cassa lisa lina a 2$500 : a ellas, antes que se
    a catea,
    Tachas e moendas
    Braga Silva & C, tem sempre no seu deposito
    a ra da Moeda n. 3 A, um grande sorlimento
    ie lachase moendas para engenho, do mullo
    acreditado fabricante Edwin Maw : a tratar no
    mesmo deposito ou na ra do Trapiche n 41.
    .y.-i.VSfrf'.L. ,'.';., .-;.
    /(./[
    Vendem-se velas de espermaeete m
    700 ra. a libra, e a relalho a 720: na roa das
    rangei as n. 16.
    Vende-sc urna cxcallenle taberna com pou-
    cos fundos no paleo do Carino n. !) : os prcten-
    denies dirijnm-se mesma.
    Vcnde-se na ra do Collegio n. 5 o bom do-
    ce de banana e arar e de goiaba lino
    mois barato do que em oulra parle.
    Ra do Queimado n. 19.
    Vendem-se coberlas de ehita a corles de ris-
    cado fram a a 'J500, lencos de cambraia para
    algibeira a 2X i
    para dio.
    Casaveques.
    Vcndem-sc casaveques e roupocs de cam-
    brai bordados, o melhor que existe neslc mer-
    cado, c por preco commodo
    n. 23.
    = Qualqucr destes dias devej chegar da pro-
    vincia deAlagoas, para ser vendida, umabarcaca
    nova e bem construida, oom as melhores nir-
    deiras, e bem prvida de bons raassames, com
    capacidade para 700 saceos : quem prelonde-la di-
    rija-se ao caes do Hamos, andar lerreo em ca-
    sa de Prxedes da Silva Gusmo, com quem po
    derao tratar.
    Cortes de vestidos
    de seda
    2J>00
    JOOO
    1J280
    210
    160
    210
    2.;()00
    SgOOO
    i*
    a esta se
    bando.
    \a na do Queimado n. 37 loja de \
    portes araba de receher pelo ultimo
    navio >indo do Havre um completo sor-
    * %ZM< i a 9fi"i a va/, I timoiit de vestidos de seda de 2 saias,
    asa- mwvv 15 iiflSIll (l|fC^a. 2 haliadoscdc aventados quaesseven-
    ia.
    Meias cruas para homcm, duzia
    Dilas para dito mnilo superior, duzia
    Aloalhado adamascado muilo largo, vara
    Cassas de cores fixas e padroes vistosos,
    covado
    lliscadinho francez, eovado
    Musselina de cores fixas, covado
    Chales de laa com palma de seda, um
    Corles de calca de casemira fina de cores
    na roa do Crespo Ditos de dita pela
    Dilos de collete de gorguro cora palma
    de velludo 3{>000
    Dilos de dilo de gorguro e seda 2JKI00
    Dilos de dilo de merino bordado 3g000
    Lencos de seda pequeos para pescoco de
    se n llora 400
    Panno prelo, covado 2g50
    Dilo superior, prora delimao, covado 3$ e ijOO'O
    Superior brim trancado de linho. branco,
    vara 1g000(
    Dilo dilo de cores, vara 800'
    Meias brancas para senhora, duzia 3-5000
    Ditas para dila muilo superior, duzia igOOO
    Luvas de pellica para senhora, em bom
    eslado. um par IgOO
    o
    Na nova loja de tres portas da ron D.:.
    101 vendem-se ricos corles de vestido i! 1
    braneose do cores coorduas saias, es nais-ana
    demos que ha no mercado, pelo dimis
    code lOOgcada um, dilos de cambraia 1
    saias a 6g cada um, dilos de larlalana koru
    de lindos goslos a 13g, dilos de caspa ds s>p-
    lindissimos goslos a 7j cada um, damas*
    com 6 palmos de largura, proprio para ;
    I92OO o covado, chally de Ikidissimos ges
    lg o covado, la de flores com padrees ::
    e muilo lindos a 720 o covado, cassas muilo finas a 640 a vara, riscados fram
    gos de quadios a 200 rs. o covado, grosd
    de todas as cores a 29 o covado, camis:
    cezas com peilos de fustao a 2$800 c 1 '
    enl'eiles com llores para cabeca de senhe a
    cada um, dilos de ridrilbo pelos 11 de 1: t
    mais moderno que ha no mercado .1 5g0 fj
    um, ricas gollinhas com manguitos de pa -
    cada um, goWnhas de traspasso a 9 e .
    cada una, organdys de cores a CS;) a rara,
    lots prelos de panno lino a 259, dl
    6g000 a "2(^. (,ilos de casemira de cores a 20:-,
    de casemifa de cores a 5>800, ditos mai
    a 7*. chales de merino bordados finos ;
    dilos '
    dilos lisos de franja de seda a BgSOO, di
    louquim a 251 a 93t, lencos
    nho com ricos bordados a 10$ cada um, e
    tras multas fazendas que se dehaoi
    nar, e se vendeni por baratissimos preces.
    Madiiiiisio \\m eisge^
    Na fiindioao de Cerro
    por preco
    blanco, proprii
    Algodo Iraiuado americano
    para loalhS roupa de eseravos, com
    queon loque de agua doce : no anna/.eni
    zondas la ra do Uiioimado n. 19.
    Cheguem ao barato.
    *>
    o
    ATTEN(A0.
    ENGENHEiRO
    D. W. BOWMAN,
    Kissel, relojoeiro francez, vende relogios ^"Briim \iS3Ul&0 O cll&vl'^
    LSUUL..;:XJUL.k
    paleo do IIospnu u, n. <^
    leiii por preco commodo.
    X-i: Chapelinas de seda e de
    velludo para senhora.
    O Leile & Frmao continuam a loriar na ra I Hil'aS chapelinas de Sdla e de Vellu-i Heccberam cm direilura de Franca, de encom-
    ; da Cadeia do tlecife n. 18, peras de cambraia li- (lrt ....,.., <(>i|iitii na pii-i ila ftiuini-i -1 con 10 jardas a 4#5O0 o 5, lene is de cam- "" }!'} \ S.UU'0, d IUa 00 HMUMOO sendo brancos e prelos, e as formas as mais mo-
    l. .5/, loja de 4 portas.
    de ouro e prata, conceda relogios, joias e_ *} Se exceulam todas as c
    msicas ja aqu he conhecido ha muilos ^Uinismo para engenho*co
    annos, hab.ia no paleo do Hospital n. 17. reronheeda, e com a devi
    ade em prego.
    No deposito do mesiiio
    Na loja do sertanejo, ra
    do Queimado n. 43 A.
    s encoromenda:
    . m a superior,
    reconhecida, e com a devida presteza ecom
    didade em prego.
    Yendo-se um carro americano de
    * l senlo-para duas pessoas. piulado de
    bom estado de uso, leudo as rodas solidas e no-
    vas, com arreio para um eavallo : na cocheia de
    \. Bourgois, na ra Nova, almiar com P. A. de
    (lliveira na na da Aurora n. 20.
    Barato que ad-
    mira.
    Velas de cspeimacete a 750 rs. a libra, em ca-
    xa e a relalho : na ra Nova n. 52.
    Vende-so rap Meo ron pelo mesmo prego
    que se vende no deposito geral : na ruado Ran-
    gei numero 62.
    Pechineha
    a 1$000 cada um.
    Cobertores de lia ; vende-se na ra do Crespo,
    esquina que volla para a ra da Cadeia.
    Vendem-se na roa do Cabug n.2 B., loja de
    miudezasda Joaqiiim Antonio Dias de Castro.
    = Vende-se farinha de mandioca em saceos,
    deboa qualidade, saceos com milio, dilos com
    feijao iiiulatinho, dilos com arroz pilado e de cas-
    ia, courinhes de cabra, indo por prego muito co-
    mmodo: noarraazem da ruado Kangcln. 62.
    REIV1EDI0 IHCOMPURliyEL.
    UNGENTO HOLLOWAT.
    Milharesde individuo; de todas as naeOes po-
    d.'in leslenninhar as \ irludes deste remedio in-
    comparavel e provar em caso neeessario, que,
    pelo uso que delle ftzeram lem seu corpo e racra-
    bros inU'irainenie saos depois de haver cm]
    Vlltil'l ttllAli"10 do inulilineiite oulros tratamentos. Cada pest.a
    IKl flllvllv'(l"a px>der-e-haconvencer dessascuras maravilhosas
    pela leitura dos peridicos, que Ih'as relatam
    todos os dias ha muitos annos ; e a maior par.'
    deltas sao to sor prndenles que mcjimpe so
    medios mais celebres. Quanlas pessoas reeo-
    braram com este soberano remedio 0 uso de seus
    Dragos e pernas, depois de ter permanecido lon-
    go lempo nos hospitaes, onde de viam soffrera
    aniputaeao Dellas ha mu i las que havendo dei-
    xado esses asylos de padecimentos, para -
    submetterem essa operago dolorosa foram
    curadas completamente, mediante ousodesse
    preciosoremedio. Algumas das taes pessoas na
    enfiisan de seu recouhecimenlo declararam es
    tes resultados benficos diante do lord correge-
    dor e oulros magistrados, afim de maisautenti-
    careni sua lirmaliva.
    Ninguem desesperara do estsdo de saude se
    .Na ra do (.racimado n. 37, vendem-se os me- tivesse bstanle conflanga para ensaiar este re-
    medio constantemente s'eguind o algum lempo o
    : meniraiaio que oecessitasse a natureza do mal,
    cojo resultado seria prova rincontestavlmente :
    Que tudo cura.
    No armazem de Adamson, Howie C. ra u"ucnto lie uil, mais partica-
    o Trapiche n. 42, vende-se selins para homcm lanuento nos se$;uintes casos,
    braia deliaho a 39 a duzia, cmbralas muito li-
    nas e de linios padrdes a Co a vara, meias li-
    nas para senhora a 3;500 i duzia, dilas cruas In-
    4 rodas as- '.'!!S Para homem e meninos, chales do meri-
    e noro' em n* ''sos a 4^50^. e bordados a (ij, palelotsde
    alpaca prela e do cores a 5$, ccroulas de linho
    e algodo, -camisas iuglezas muito superiores a
    1 : i duzia, organdys do lindos desenhos a
    ljlOO a vara, cortos de cassa chita a 3$, chita
    franceza a 2 o, 280, 300 e 00 rs. o cora lo, pocas
    de madapolo com 30 varas a 4JJS00, o, 5$.0,
    6,7 e \;.', chitas inglezas de rores lisas a 200 rs o
    covado, loalhas para mesa a 3 e j, cortes de
    calca de brim de linho a 25, dilas de meia case-
    mira a 29210, vestuarios bordados para meni-
    nos,'e onlras uiuilas fazendas que se vende por
    barato preco.
    Era casa de N. O. Bieber
    i C. ron da Cruz n. I, vende-se ;
    Champagne de superior qualidade de marca acre-
    ditada na corte. "
    Finia branca superior cm oleo, hilas de 25 11-
    _ bras, por commodo prego caias de { latas.
    Verniz e rerniz copal.
    Algodozinho da fabrica Todos os Sanios da Ba-
    bia.
    Brilhantes de diversos tamaitos o de primeira
    qualidado
    Golas e manguitos.
    Hitas olas e manguitos de cam-
    braia : na ra do Queimado n. 37, loja
    de \ portas.
    Manteletes
    Pticos manteletes de grosdenaplc ri-
    camente bordados: na ra doQueima-
    do n. 37, loja de i portas.
    Pentes de tartaruga.
    Ricos pentes de tartaruga para alar
    caiiello: na ra do Queimado n. 37,
    loja de 4 portas.
    Camisas francezas
    Ricas camisas francezas tanto de
    peiO de HllllO COIUO de algodo e de fuS-ra"it0 bo"3a40'rs. o par, pulseiras de ceas
    Ia. i..i ...... ,l :,.,J. ti i:. I Pnra senhora ou meninas muito lindas a 160 rs.
    UlO: lia da dO QueilliadO n. 37, loja de para acabar na loja de miadesaa do aterro da
    Boa-\isla n. 82, quasi confronte a matriz.
    dernas que lem rinde ao mercado, e por me-
    nos que em oulra qualquer parte, assiin como
    lambem tem um grande sorlimento de enfeite,
    de vidrilho prctos e de cores pelo diminuto pre-
    go de 43 cada um, assim como tem chapeos de
    sol de panno a lgOO cada um em perfeito esta-
    do, aberturas brancas muito finas a 320, ditas de
    esguiao de linho a lg urna, cambraia prela fina
    a 360 o covado, e a vara a 560,e a 610, gangas
    de cor a 540, brim branco de linho a I92QO a ra-
    ra, colletcs de velludo de furta-corespretos a
    7g KI0, dilos prelos a 8 e a 9$, calcas de case-
    mira de cor a 7, 8 e 11$, ditos pelos a 7, 9 e
    123, eolletes de gorguro a 4, 5 e 6j$, saceos pa-
    ra viagem de diversos lmannos, eias croas, por
    ser grande porcao, a 19500, ditas a lg600 e 25 a
    duzia, finas a 3 e i$, chapeos enfeilados para
    meninos e meninas e senhoras por qualquer pre-
    go, e tudo o mais aqui se encontrar o preco,
    e n5o se deixa de vemnde.r.
    A S00 rs. a peca
    de fila de velludo de um dedo rainimo de largura
    com 10 1(2 varas, bandos de crina para senhora
    Machinas de vapore rodas d'agua.
    Moendas c meias moendas.
    Tachas de ferro fundido e balido e do c
    Alambiques de ferro.
    Pardea o formas de assucar.
    Itodas dentadas para agua e animaos.
    Crivos e boceas de fornalln.
    Aguilhes, bronzes e parafusos.
    Bombas e canos de ferro.
    Moinhos de mandioca c ornos de farmBSi.
    Arados, rodas de carroca com eixos d
    ele, ele.
    na ra dos Guararapes, defronie da fund
    sempre grande sortimenlo de
    Farelo a 6;O00 a sacca de 90 libras : ra r*
    Nova n. 52
    Aos cigarreiros e cba-
    ruteiro
    _ Vende-se para fechar conlas saccas com fari-
    nha de mandioca pelo baralissimo preco de 6$
    por sacco : na ra da Cruz n. 26, armazem.
    Fazendas com pequeo
    toque de avaria.
    I-'.' pecbiiu lia.
    Na loja do Preguica, na ra do Queimado n.
    2,ha para vender pecas de finissimo e muilo
    largo madapolo, pelo baralissimo preco de 5jJ,
    3^500 e390O0: cheguem, antes que se'acabem.
    Chapeos de castor prctos
    e brancos
    simado n
    II11 rea chapes de castor.
    Aviso,
    penhora, arreios pratcados para cabriole!, chi- Alpoicas.
    coks para carro, coleiras para eavallo ele.
    Na loja da estrella.
    Ra do Queimado n. 7.
    I sle estabelecimento contina a estar sorlido
    de fazendas de todas as qualidades como sejam :
    Ricos corles de vestidos de seda de 3 fa-
    llise 2 saias, e Aquile
    l'alelots de panno
    Ditos de dito muilo fino
    Hitos de casemira de cor
    Ditos de alpaca prelos muito finos e
    mais abaixo
    Dilos de ganga e de brins
    Calcas de caserairas prelas e de cores
    Dilas de hura branco e de cores
    Colleles de velludo pret e de cores,
    Ditos de gorguro muito finos
    Dilos de uslao
    Camisas francezas de todas as qualidades
    Capara horaem
    misas francezas bordadas para senhora
    l.eques da melhor qualidade e do ultimo
    gosto

    20g000
    408000
    258000
    *
    9

    9
    9
    S
    Mantas e grvalas de seda de todas as qua-
    lidades
    s
    8
    g
    i
    Chapeos de sol de seda inglezes
    Ditos decaslor para cabeca muito linos
    Dilos prelos os melhores que tem vindo
    ao mercado 8
    Taimas prelas do ultimo gosto $
    Caserairas de cores para paletot g
    Corles de casemiras inglezas 28100
    Ditos de dilas francezas 5500
    l'iios de dilas muito finas 9000
    chapeos Amazona para senhoras e me-
    ninas
    Madrinas de costura
    a*, de S. M.Singer &C. do
    t*f New-York, o mais aper-
    feicoado systeraa, fazen-
    do posponto igual pelos
    ISO) dous lados da costura,
    '">' garante-se a seguranca
    das ir achinas e manda-
    se ensinar as casas de
    familia, bem como se
    moslram a qualquer ho-
    ra do da ou da noite
    nesta agencia : nicos
    agentes em Pernambuco Raymundo Carlos Lei-
    te & Irmao, aterro da Boa-Vista n. 10.
    Em casa de Rabe Sclnnettan &
    C, ra da Cadeia n. 57, vendem-se
    elegantes pianos do afamado fabrican-
    te Traumann deHamburgo.
    Vende-se farelo de Lisboa, cm saceos gran-
    des e de superior qualidade, por menos prego
    que se rende era oulra qualquer parle : na ra
    do Rangei n. 62, armazem.
    Caimbras.
    Callos.
    Canceres.
    Corladuras.
    Dores de cabega.
    das costas.
    dos nieinbros.
    Enfermidades da culis
    em geral.
    Ditas do anus.
    Erupcoes e escorbti-
    cas.
    Fstulas no abdomen.
    Prialdade ou falta de
    calor as extremida-
    des.
    Prieiras.
    (engiras escaldadas.
    Inchacoes.
    Inflamarao do ligado.
    da
    Iunauuiiacao
    da matriz
    Lepra.
    Males das ponas.
    dos peilos.
    de olhos.
    Mordeduras de reptis.
    Picadora de mosquitos.
    Pulmdes.
    Queimadelas.
    Sarna,
    Supuragdes ptridas.
    Tinha, em qualquer par-
    te que seja.
    Tremor de ervos.
    Ulceras na bocea.
    do ligado.
    das articulages.
    Veias torcidas ou linda-
    das as pernas.
    Brim trancado de linho lodo i1 ]m*' .
    prelo, Bonets para enanca
    Ricos bonets de marroquim para
    manca: na ra do Queimado n 37, lo-
    Bandeiras naci- jil *|nIS^pawaflM.
    de ouro, ruado Cabug n. 1 B.,
    fazenda muilo superior; garante-so que nao
    deslila : na ra da Cadeia do Recife n. 48, lo-
    ja de Leile \ Irm
    naes.
    Vendem-se na ra doQueimado n. 7, bandei-
    ras nacionaes de varios lmannos, muiteubem
    feitasfa 50 rs. cada urna.
    Na loja agui
    vendem-se os l'yitWl'llitiK^-lle vidrilho' prelos c
    do cores, dilos dt,
    dril lio e sera ellej
    ditos de (lores cJ,
    lo, chegado ncsles
    vende por baralissimo prego.
    Esparliihos.
    Na loja de Gama & Silva, no aterro da Boa-
    Vista n. 60, vendem-se esparliihos de linho com
    carrileis pelo baratissimo preco de 68500 cada
    um.
    Vestidos de seda.
    Vendem-se corles de vestido de seda com 2c3
    babados. armados, de 20 a 403 cada um sendo,
    4
    Vende-se este ungento do estabelecimento
    geral de Londres n.224, Strand, e na loja de
    todos os boticarios droguistas e outras pessoas
    encarregadas de sua venda em toda a America
    do Sul, IJavana e Hespanha.
    Vende-se a 800 rs. cada bocelinha, contm
    una inslruceao em portuguez para o modo de
    fazer uso deste ungento.
    O deposito geral he em casa do Sr. Soum,
    pharmaceulico. na ra da Cruz u. 22, em Per-
    nambuco.
    Fazendas moder-
    nas.
    Corles de casemiras de cores finas a 55000, di-
    las Je urna s cor muito finas de 3 e 68, cortes
    de col'.ete de velludo de cores a OJOOO, ditos dilo
    prelo a 53 e 6S, colchas de algodo adasir.asca-
    das a 53, brilhanlina branca o covado 4b0, case-
    mira de quadriohos o eovado 19, pannos para
    mesa muito bonitos e modernos a 63, corles de
    barege com Ires ordens de babados a 153, ch-
    peos de phanlasia para homem, sendo de gor-
    guro de seda a 7, dilos doChille de 4 a 2_5JJ,
    dilos de fellro de 4$500 e 53, camisas de cam-
    braia de linho para senhoras, ditas de esguiao
    muilo fino, dilas de cambraia bordadas com man-
    gas, ricos corles de seda de lodas as cores, mn-
    deles dos mais modernos, grande sorliaiento de
    perfumaras inglezas legitimas, joias de;oral ver-
    dadeiro, oleados de diversas cores imitando
    marroquim para cobrir mesas, forrar almofadas,
    Iravesseiros, etc., ele, e bem como um'completo
    sorlimento de fazendas do mais apurado gosto e
    melhor qualidade, vendendo-se ludo por baiios
    pregos, no armazemde fazendas de Haymundo
    Garlos Leite & Irmao, aterro da Boa-Vista n. 10.
    Fub.
    .. Farinha de milho americana, em barricas, chc-
    iada no ultimo navio dos Estados Unidos : nos
    armazens de Tasso Irmos.
    sor limen lo de cha-
    peos.
    Chapeos de castor prelos de superior qualida-
    de a 10-3, dilos francezea de seda a 1%, dilos de
    castor brancos a 143, dilos de velludo a 8e 93,
    dilos da lontra de lodas as cores muito finos, di-
    toa de palha inglezes de copa alia e baiza a 3 e
    >.-', ditos de fel tro, um sorlimento completo, de
    M500 ,i 6*500, ditos do Chile do3#50O, 5, 6, 8,
    9, 10 e 12J, dilos de seda para senhora, dos mais
    modernos, a 12J, chapelinas com reos do ulli-
    mo gesto a 15?, enfeites (inissimos para cabeca
    a <">00 e 5?. chapeos de palha escura, massa'e
    seda, muilo proprios para as meninas de esrola,
    sendo os seus preces muilo em coala, dilos para
    baplisado de meninos e passeios dos mesmos,
    leudo diversas qualidades para escolher, bonets
    de galn, dilos de
    do, dilos e
    para pagem, cnapeos ae soi aeseaapa..
    nios de escola, e mesmo para senhora e para ho-
    mens ; finalmente oulros muitos objectos que se-
    ria enladonho mencionar, e ludo se ven do mui-
    lo em conta ; e osscnliores freguezes vista da
    fazenda ftcaro convencidos da rerdade: na bem
    conhecida loja de chapeos da ra Direila d. 61,
    de lenlo de. Barros I'eij,
    Vende-so um carro de rodas, muilo
    bem construido e forle, com assenlos para 4 pea
    soos de dentro, c um ossenle para bolceiro e 1
    criado fora, forro de panno lino, e tudo bem ar-
    ranjado : para fallar cora o Sr. Poirier no ater-
    ro da Boa-Vista, o no escriptorio de James Crab-
    treec Cassimiro Lopes Brasileiro, morador no Cho-
    la^ a'"'""' ,em l'nra v0,"ie-' charutos de cheiro
    a 6;000 o con lo, encaixados.
    o^nTi^. ludo at> uUjino gos-
    ulUroisnavios de Europa, e se
    |Cai\inhas proprias para
    mimo.
    Na loja da aguia de ouro, ra do Cabug n. 1
    B., vendem-se as lindas caixinhas com amen-
    doas de cores, sortidas, do mais lindo gosto que
    se pode encontrar, proprias para mimo, que os
    vende por prego baralissimo.
    Alcatrao.
    Vendem-se barris de alcatrao, nos armazens de
    Andrade & Campello, na ra da Madre de Dcos
    n. 18, ou no largo du Assembla n. 9 A.

    >s "b velludo cores'escuras, com vi- | qlle s,.u valor razoavel era de 80$ : na loja de
    eej dtos de froco de t^das as cores, | porlas da ra do ueimado n. 10
    Ruado Queimado n. 57.
    A 30$ cortes de reslidos de seda quecustarara
    603; a 163 corles de rostidos de phanlasia que
    custarara 30; a 8$ chapelinhas para senhora:
    na ra do Queimado n. 37.
    cobertos e descoberlos, pequeos e grandes, de
    ouro patente inglez, para honiem^ a senhora,
    de um dos melhores fabricantes de' Liverpool,
    vindos pelo ultimo paquete inglez : em casa de
    Soulhall Mellors C.
    SLesniodesparisiennesI
    nacionaes.
    Muito proprias para festejos por oc-
    casiao de SS. M.M. II a esta provincia
    No armazem do agente Pesta-
    a
    na ra do Viga rio n. 11,
    lites de marroquim ditos de rellu- vendem-se por mdico preco tanto por ^ IdTor'cimTd
    nfeitados, chapeos de boa qualidade !. t j ', r t \, .^ mado por urna d
    , chapeos de sol de seda para me- JtaCad0 em duzas ou a retallio. w ca ; na mesma c
    Os mais ricos vestidos de seda de
    duas saias prelos bordados e de cores
    bordados proprios para bailes, vnde-
    se nicamente no segundo andar do
    sobrado da esquina da ra do Uuei-
    da loja do Sr. Pregui-
    casa se recebeu pelo
    W11iriHr-rai 'i* novio Belem, chegado ltimamente do
    M aRWRZKWmWmWmSmftltt*mSM\ g* Franca um vanado sorlimento de la-
    ,_k Irl i ^ zendas de modas, as quaes se acham
    1E i \ende-se um carro de 4 rodas palente n-
    5, glez, construegao forte, largo bastante para 4
    8: pessoas, forrado de fazenda de seda de bonito
    , I gosto e cor, ludo novo, sem ter sido anda ser-
    ! vido, muilo de ';eule e proprio para a espera
    de S. M. I.: os pretendentes podem vc-lo a
    qualquer hora na cocheira do Miguel, aterro da
    Boa-Vista.
    en
    Siv.ii
    Brilhantes


    98
    Attcncao.
    Acha-se neslc porio em franqua, para lomar
    agua, o brigue francez Sant'Anne, que se des-
    tinara Uarlcnica, com urna carga de burros Je |
    muas muilo superiores ; prerine-se, peis, aosse-
    nhores compradores, que se dirijam a bordo para
    ver os animaos e fazer negocio: para qualquer
    informago queiram dirigir-ge ao escriptorio de
    Ainorim Irmos, consignatarios do dilo navio,
    na ra da Cruz n. 3.
    Grande sorlimento de
    roupa feita
    Consistindo em superiores sobrecasacas de
    panno prelo fino, casacas, paletois de lodos os
    leitios, cores e qualidades, lano de casemira
    como de alpaca, seda e brim, colleles de vel-
    ludo e outras qualidades, calcas de casemira pre-
    la, de cores, e de brim branco muilo fino, pale-
    tois de casemira para meninos de 10 a 15 anuos,
    completo sorlimento de vestuarios para meninos
    de 3 a 7 annos ; lodas estas fazendas sao viudas
    era direilura, de urna das primeiras casas de Pa-
    rs, e os preces sao os mais razoaveis possiveis:
    era casa de J. Falque, ra do Crespo n. 4.
    Taclias para engenlio
    Fundico de ferro e bronze
    PE
    Francisco Antonio Correia Cardozo,
    tem um grande sorlimento de
    tachas de ferro fundido, assim
    Jos Hara da Silva Leaos so-
    3 3B ci de Julio Lujc&C.,negocian-
    Ics iiuoortadorcs de joias no Rio
    II de Janeiro, tem a honra depar-
    v ticipar ao respeitavel publico
    *? desla capilal que se acha na casa
    S cima mencionada com una liit-
    ^ da exposico de obras' de bri-
    M Hianles do mais apurado gosto c
    " qualidade, constando de ricos
    diademas, fitas, collares, pulsei-
    ras, broches, bixas c argolas,
    brincos, ancis e alGnetcs, cru-
    ! Bella-Vista
    JlVuii da Pvaa numero t
    R Vendem-se neslc novo estabelecimento^
    da Relia-Vista, gneros de primeira qua-|
    gSlidad como sejam mnnleiga ingleza, dila"?
    (franceza, vinhos superiores de todas as qua-Xjg
    Idades duque do Porto, Madcira secco, Xe-lj
    Campos & Lima lem para vender
    xas com fumo americano de muito ti
    p qualidade e a preco commodo : na r
    ^ do Crespo n. 12.
    Loja da boa f r
    aterro da Boa-Vista n. TI
    Vende-se ricos manguitos com can
    golinha a 4s e 6?, ticas golinhas de
    .iberio a l$i0 e lb00, "liras bordadas a
    l$00,pcnies de tartaruga virados muilo f
    a li'-, dilos imitando tartaruga 2g, d
    tarlarugasem ser virado a o e 48500, ditw
    lando a I?, peca de franja para cortina)
    15 raras a 48500, pape! almoco a 3$ e 3? .
    de peso liso e paulado a 300 a resma, p
    de lana a l#e500rs. a groza, caixioba
    jogo de vispoia a lg, botoes de madtepen
    COI) rs. a groza, dilos do mais lino q i
    1-120, ditos de louca a ICO rs., cai\id.;.
    alunles sorlido prateado de cabeca chata :
    e 120 rs., caixinha com grarapos a 160 e ll
    magos com SOgrampos a feO rs., ditos i .
    nos a 0 rs., sapaioes do Aracaly para a
    nos a 13120 rs., dilos de marroquim para
    ra a S00 o 900 rs. o par. dilos de lustre a I
    e 1 $000 cura tico sorlimento de franja d
    da, la e linho, galeas brancos c de cores, .
    [e rendas, dilas a iinilaco de labyrintho e-
    completo sortimenlo de miudezas que ser
    por menos do que em oulra qualquer loja.
    Na ra Direila n. 28 vende-se rqui:
    caixinhas proprias para presentes lanti -
    come razias, cousa do ultimo goslo, pn
    mente para as senhoras do bom gosto assim-'1
    lambem ricos papis proprios para cobrir p:
    les lauto redon da como pval; lambem 1
    promplan bandejas de lodosos lmanlo.- 1
    lade dos compradores, ofeitio ornis m>
    no que pode haver, e muilos oulros obj
    prios para a testa ludo por menos preec -.:
    entra qualquer parle, a dinheiro a vista.
    Eseravos fagidos.
    Escravofgido de bordo
    brigue brasileiro Camact?
    Tedro, idade 45 annos, cor fula, necio f
    altura regular, lovou calea de algodo" r!
    camisa branca com peito rscado, ena]
    panno prelo, parece sercrioulo pela falla
    se s autoridades policiaes e capites '
    que delle souberem, e premier e leva-lo a
    do do mesmo brigue que se acha futid
    forte do Mallos, ou na ra da Cruz do P.
    escriptorio de Amorim Irmos.
    Fogio do engenho Cajabuss o mu:
    cardo com os signaos seguintes: estatura
    j nos iiue regular, idade 2.) annos, cor bren..
    i cabellos crespos, testa pequea, lem fall is
    denle na fenle, corpolento, pesclo ha-
    curto e falla muilo descansado ; este escr.
    natural do Para, e foi comprado nesla pa
    Sr. Francisco Xavier de Oliveira : quem o n
    011 delle der noticia ao abaixo assignado, cr
    nerosamenle recompensado Recife 17 da
    veuibro do 1839.
    Manoel Barbosa da Silva.
    g do de brilhantes e pedras finas.
    M> sendo tudo vendido, aliancado c
    por precos commodos: na ra do <
    g Crespo n. \\, segundo andar.
    H Tambcm se presta a mandar ff
    m quaesquer objectos a amostra m
    idros para vi-
    apor precos mu razoaveis.
    draca.
    AC^a caixa: na ra larga
    do Rosario armazem de louca.
    Vidros para caixilhos.
    Na ra larga do Rosario toja n. 28
    armazem de louca, mandam-se bolar vi-
    dros- em casas particulares por preco
    os brancos na barba c em cima do beQO ji
    ao nariz, lem una cicatriz procedida de ama
    pinha, quando falla d ura geito na bocea p .
    lado da mesma cicatriz, mestre de assuc
    carreiro : quem o pegar p JJe levar ao 1 ;.
    I Concordia, cima da povoao da Loa tnt
    ,guas, ao seu senhor Jos lleudes Cam..
    ! Cunha, que ser bem recompensado
    200 S de gra icacac,
    Contina a estar fgida a e sera va Isa'.:;'
    em dias do mez de fevereiro do correnle :.
    se. ausenlou do poder do abaixo sssignade
    ella, pouco mais ou menos, 30 annos do Ca .
    de cor parda clara, com o cabello quasi
    bastante gorda, c tem na mo direila um
    muilo grosso cm conscqucncia de urna eofei
    dado que leve. Foi vendida nesta praca pel
    Domingos de Souza Barros ao Sr. Tboou -
    AquinoFonseca, e o abaixo assignado
    por compra que fez ao Sr. l'ergentino de Ac.
    Fonseca ; provavel que lenha fgido pera I
    c por ser natural desse lugar c ter sido ase
    BORZEGUINS
    a 6,000 rs.
    Vendem-se borzeguins para homem a 6f, dilo
    para senhora a 3f5t)0, dilos para menina de 2 a
    sapaloas para 3$, homem a 4$, ditos para me-
    niuo a3j> : na ra do Cabug 11 .|9.
    Potassa da Russia
    E CAL DE LISBOA.
    No bem conhecido e acreditado deposito da
    ra da Cadeia do Recife n. 12, ha para vender
    polassa da Russia e da do Rio de Janeiro, nova
    e de superior qualidade, assira como lambem
    eal virgem em pedra : tudo or urecos muito de urna senhora viuva, proprielaria da faze;...
    como se faz e concerta-se q ual-,
    fllier obra tanto do fprrn fun- lmi,,t0 commodo, assim como vendem luma 3 !2 arrobas: no armazem
    uei omaianiOUe ierro lun- ,sevdro8 arelalho dotemanhomaispe- C. J. Astley & C, ra da Cadeia
    dldo COIUO batido. qeno at mais de 6 palmos. Recife.
    razoaveis.
    Vendem-se formas de folha dester-
    ro para purgar assucar, levando cada
    de
    do
    Boaventura, junto a povoaco da Miseriro-
    l'ianc : roga-se a apprehe'nso de dila es-,
    c o abaixo assignado promellc a quanlia de
    a quem lhc apresentar na ruado Brum, arr::
    n. 28. Declara-se tambem que ter de pro
    contra quem a detiver debaixo de qualquer
    texto.
    Jo" dn Silva Loic.
    MUTILADO


    m
    DIARIO DE PERNAMBUCO. TERC4 FEIRA 29 DE NOVEMBRO DE 1859.
    .Liltei'uliu'u.
    A mulhcr.
    Esui hoje, ein loda a parte do mundo civili-
    zado reeonherida a importancia e a influencia
    da mulher na sociedade.
    Secme historiador indagamos o motor das
    guerras rr.ais encaminadas se como revolucio-
    i.!:': ni as origens das iransformacoes salem
    em qualquer genero, pe tendemos
    lara fonte donde dimanan os icios gran-
    los do hornera, encontramos sempre, directo ou
    lamente, a mulher a il?. r o caminha .
    adro sublime nos la o i alursza
    . variadas est.ic.oes do auno. A' visinhanca 1o vos ama
    a muiber. tambera nos apparece debaixo de
    rjuatro formas, todas reveladoras de inspirago.
    A primavera da mulher nao Ihe deixa eonhe-
    cer ncm oque seja, nem o que \alha. O uni-
    verso eslende-se-Iho risonho defionte dos olhos.
    A inteusidade do amor, que encona, nao a dei-
    xa avahar as extremas iioQuras.de um senli
    10 profundo, como a luz denasiada que ce-
    sa, e nata deixa ver pela sua forca. Urna polka
    Dgura-sc-lhe um co de pozos. Urna quadrilha
    onde os olhos se Iroquem rpidos, onde as mos
    scaporletn iioperceptiveis, exprime-llie ornis
    intimo deis seus de.-ejos. Ahelha deida, corre I se una rehgiao.
    I tas buso das decoras que advinha,
    ninis por insiinel do que por neces&idade da
    alma.
    Nao profunda as elTaifcs, correa beiradellas, a
    -se; e feliz, porque" mtindo para a ven tu-
    inigrua universal. Naoaun a uinguem ver-
    daderamente, porque ama a todos, o a nido. O
    s u passado foi li nlem, o seu futuro lia de ser
    nia, o seu presente destina-se a nutrir a
    (anta misteriosa, quo Dos lhe lancou no pei-
    lo, e que 30 depon regada coin lagrimas, caffa-
    eora lisos, vem lormular-se no amor.
    A' primavera surcede o esto. Dos quinze aos
    irinlaanaos a mulher opparece-nos no vigor do
    seu sentimen.o.
    O amor virgen: transformcu-se-lhe ja n'um
    amor applieado. Nao ama o seu amor co-
    mo a dice apaixonada .le Frederico oulie, nina
    um certo e determinado homem. A felicidade
    para ella ji se nao estende ao ruido das fustas,
    . ao tumultuar dos bailes. Nao aspira sbo-
    menagens universaes; quer s as do bomeiu. a
    11 entrega o seu corago. Vum hninem s
    seibo cifra o mundo telo. Tudooque a vir-
    gen dra de meiguice para nuantos a seguiam.
    esparge ella tnicamente sobre o seio rdeme do
    lapidez dos srec^sos. fc assim. Lancera os ein cu,
    olhos por esse espigo todo. L\' o bulo asqueroso da mulher, e por onJe se
    O que veem nosedificios que se levantan), nos onlola sempre.
    caminhos de ferro que se ciuzam, as obras A mulher deve ser sagrada para o mundo. Se
    da arle que fulgurara comtoda a formosura ? O cabio, foi P"que a desgrana a derribou. Quan-
    que veem dando causa ao mundo material e mo-N r*18 Passar uma mulher assim, lembre-vos
    ral ? A mulher, ella cluc a 'a,la dessa mu,,ier *s!a pozada a lagrimas
    Quando leamos nos os I.uziada?, a Jeru- da sangue. O depravado nao foi tila, foi o que
    ,0 Paraso IVdido, as Medilaces, as poz. n'umabalanga o amor, e a boma im
    Harmonas sonao fosse a mulher? Poetas, e e"a ""iate, que aindo finba mais de
    onde bebis a inspirago, e que amor traduzis < quo elle de infame, sacrificou-lhe a t
    res nos vssos cantos? Historiadores, sabios,; lais preciosa : porque a vida quenoslanto apre-
    bomens de letras, artistas, onde que ides pro- ciamos, e que somos incapazes de Ihe dar. adiara
    ciliar os vssos pens:.montos? Nao ser ao peilo ellas pouco para, sonindo-se, a p9rderem por
    Onde ides descancar a cahega que! "' ; Hloncio, pois. e respailo !
    ros abraca ja de tanto pensar? Onde i4es.de-! IV a mulher, segundo o brevissimo e>l .
    po
    sen
    daco
    A mulher em ludo A mulher em loda a pre sublime
    parte 1
    luar lem 1 oveja Je nao seeticonliar j 1. 1 do luibilUao l'aris. Seguramente, wi sua po- <: i almo ida, irem-,
    sigio, em sua fortuna, em sua vida, ludo con-de columnatas que
    .1 l iiiim:. (|l) lelllius
    1:11 e satisfazem. Ao
    corra a exprimir a idea da seguranza c do Lem- I niesmo lempo um vdo c um repouso do espirito;
    estar, se uo da facilidade. B entretanto, lam-luravdo em seguida dosi
    bem elle senta a Irisicza, nao eala tristeza en-
    irona e vulgar, que se nuDe de raidade, que so
    as lgeiras columnas,
    11 m repouso em sua belleza exactamente o quo
    c a idoia ou o amor de.Dos, um vdo pata elle,
    vem e barcas ue- ;h,. ii.nu. 1 udu o bella
    ne.-la luz e sobre estas 1 lag zoes.
    Frm encantadora das barcas com os saceos
    de trigo amontoados no meio. o so! reflecte em
    suas bordas, de grande prazer vi-las VOgai
    metade na agua, motado na luz. Os homens que
    consume em inuteis lamentos e que foi outr'ora o um repouso nclle. o que traduzeai estas recebem os saceos, coserlos de honets eneara-
    um contagio ; porm, osla melancola mais sa, podras, o que di/.em em sua lioguagem. E' a 'los, de rabas ai
    que ri o tormento das almas delicadas, c que lem mosma impresso desperla na alma'.
    por motivo,como ello o diz, a fuga do lom| o, a Asnv< se nnin 1 im e cantaru ibas >..
    >
    -1 :il a
    ade do passado, as aspirai w 11 1 Irars, como
    r, o 1 mi r, a 1 cid le. 1 R li jo< >g \'n im na
    d ir do i us, cerca '> rio' ndigiosa. o 1 -. is azas a?
    1, lem nlgiinti < vezes, romoi
    fugiti as 1 nioi le. Dir-sc-liia que 1 15c
    e vivor pone) no mundo. l'm-
    hol ca.
    A* cut rn, di
    I (loresla sagrada e
    u ni lado v-so o l'u-
    . 11 po em jugo > t'.i/ raier anda u agua o a Ii
    -so 1 vida inleira em preparar-si para vi- mulo Vragi
    i-se um perfeilo esl ;ar em me foram como lixo lodo Ho !
    se urna habiinco : 1 :., Ri Pa|, .,
    rece que cada dia os preparnli- que (ieram ou Folhorii
    regaeadas al o alio da cocha.
    entram n'agua at os joeihos.
    Anda um commentario dos quadros de Clau-
    dio !
    1 orno efce tinha admirawlranole sentido a
    belleza deslas scenas., do niowruenio dos pono,
    1- lia, no meio desla pura nlhmosphi
    lirilho, a poesa incitare] derramada por.so
    uwla ni'Uvidade, o encauo doste movimento.
    lana SUi irl.
    M ostra-se aiu la
    is de haverdes gasto um pedaco de vida no de- iQue llll,ia (le fijZcr-1> campo que me era dado, vos 5P lorninam, <\u<- no da immedialo so 1 o- pregado en mura u retrato do volbo SeJ-iow. Na
    .vohimento de urna idea, recuperar esse pe- J me sobrava, para a considerar debaixo de ; ^rosiMSido^'a'K olpo'nd etSiiJr^rSKl^ttS
    co de vida que vos fugio ? todos os ponlos, em .ueeha se eneonlra, sem do a um araigo, que ll.c communicara o nasc-1 gicos fnneraes. Conserva o mU d" Savcl
    A mulher em ludo A mulher em toda a pre sublime ment do sen primognito, elle osrrovio : Hon-ltem longos cabellos n lonaa barba bra-1,.1 .-,'r
    ment do seu primognito, elle osrrovio : lion-
    E agora, m'uihas estime veis leitoras (dado o Ils,,n **<* vimos ludo aeima de nos, e jS hoje triste
    \ terceira quadra, dos trinla aos cincoenu aso de que alguma se digne ler estas Jinha-). '^vv^t^ri^S^M^r^ '- m{,n^'""}" "'" l""""'! P,,,,s1vpl "m f10^ de lll",:'" d" rccolnimentr
    longos cabellos p long.i barba brama, ar
    e saturado de experiencia, meiieiando a
    ncrescenlarci mais que uma ola d'->
    I ultima riagem aos Pvrincos Francezos e Hespa
    11I1 oes.
    Ku me demoro, esceeveelle,c moassontos
    poi 11 ni quarfu de hora abaixo do cabeco, cima
    do rallo d'Aran, que corda OS montes da Gatalu-
    n ha. Luz lopida a vaporosa do sul E' indis-
    annos, abrilhanta a mulher non ais bello dos fago-vos um pedido que mereco, e que na vos- iros.... Singular momento! nao achas ? fa
    ""- do destino, e como se son lgubre oflici
    seus aiiributos a maternidade.
    Ja leve o lempo de aprender na experiencia,
    j leu pelo grande livro. Na malernid?do en-
    eontra-se mais do que um senlimenlo, encontra-
    ez
    sa primavera me dispensis ao trenos um sorri-1 menos que eu, que son apenas mero espeeta-
    I dor; mas, te asseguro que mo sorprende pen-
    sar quo a li mesmo que eu fallo de leu lilho,
    sbreos meus pebres escripios,que no tesso qc comecamos a occupr o lugar, onde eslava-
    so,que no vosso esto inspiris algum amorj
    oulono me deis algum til conselho,a que no mus aiostumad
    oosjO invern... o que ha de ser ? que
    us a ver, a encontrar nossos pas, al
    E' ainda oulra face, por onde a sociedadde-1" invern me eneon.mendeis a Dos
    ve iiiullier inlinilos ber.s. A criar^ao e a educa-
    Qao dos affeclcs perlence mi, e sem mais nao
    ha homens. Quando a d>de avenga, a mulher
    reve-se no inicio das suas cnlranhas. E depois
    admiram-se de que o primeiro amor desle mun-
    do soja o amor de mai Como nao ha de ser se 1
    o Gibo foi um pedaco da alma que a inulhor lan-
    cou de si I
    O fdho reprsenla cuniulalivamonte multas
    afleigSes. Retrato fiel do amor conjugal, sim-
    boliza o complemento dos dous amores, reuni-
    dos nelle. Corre por diante dos olhos da mi, ao
    ver o filbo, tolo um passadoformoso, em que as
    scenas se avivam, em quo scordas ainda tocam,
    senio feries c vibrantes, ao menos harmoniosas.
    Haveis de fazer-me nido isio. Ouem asnera,
    sempre alcanca, e eu sou ambicioso.
    I). Antonio da Costa
    Do Are/tiro Universal.]
    no vos- qiieoulros wm iollocar-se na primeira linba,
    on le pareca que estaramos sempre. Momento
    d reflexSo, que nos faz ver os limites desla vida
    Faginas da jiivenluilo d'um pensador
    ntonilo.
    Fragmentos solare n arte o aplai-
    Ios]>lti:i, si> peiisniieiiKis liversiis, nehados desee
    lao rhegodos a nos do ambos ns lado.-! fslas lujas ou arma
    dcixassc um sello no rosto.
    L'rgel, agoslo de 1858.
    Casas all 19 e eslreilas rom bilces c lucios
    salientes. Viollas em que pannos estendidos de
    cada lado, se reunem e forman; urna especie de
    abobada irregular. Muros brancos, pnuras aber-
    luras. N.i pavimento terreo das casas, grandes
    ias do arcadas profundas n sombras. Ah cesseml
    senridado. sem apparencia, se oc.cultam
    para penetrar se do senUmente de elevacao de
    paz sublime que estas alturas inspiran. oso
    ve mais do que cimos puros nadando 110 ether, c
    elevando-se para perder-se na tranqullidade
    planicies desapparp.ceram o sao esquecidas.
    Sim OS barcos pciISBmenUlS, OS cuidados TU
    res, iodo o que amesquinha e rebaixa o no
    ..... ; ara a uJin liumuiii com ellasdesappa;.-
    entre os j:j>is
    l'oiinell
    de IIr. Alfredo ',ll!'1 yvI maisricaedourada. N
    (Tontinuaeao do n. 271.
    liuysdael.) bosque. [Museu do Belvedere,
    em Vfenna. *^
    E'como a harmona de um som melanclico e! JO?Z^^l "L'i'lT* CS,a >"!iir"' pr"
    , P .. lund.i na nalure/a, osla nanireza sem luz 1 sem
    dore, que retine anda depois de lindo ja. Anda monlanhas, onde as achou Ruvsdael para com
    pos nebulosos, quando inuilos raios di
    dos, cos oscuros, densas novena de cor
    me, deixam passar uma dubia elaridde. L'm ri-
    beiro negro alravessa o primeiro plano ; es-
    qnerda. um bosque ; aliu, um caminho somc-sc
    soba espessa cumiada de grandes faias. De que
    a sol pal i- 'USnu meditativa de uma al
    ir unfor- ",ua foi na mais aiiiin ida 1
    o sentimos com os ouvidos da alma ; ainda o go-1 ellas penetrar a alma Representa sempre lem-
    7.mos naquelles momentos meio vivos, meio
    morios, instantes deleitosos em que a creatina
    humana, deprendendo-seda trra, sobe em so-
    nhos as regioes sublimes onde s o espirito do-
    in 111 i
    leffoitooesle caminho, one se oerde r.ouco almo conliecimenro, ello conta a si mesm.....ine
    1 ossoenganar-me, mas nao sel o quo acho pOUCOna sombra I Eno fundo airares dos Iron- sent; pinta como viajante os espetacolos o-
    do melanclico no amor maternal. Ha naquelle eos, soba1 sombra folhagem, briixulea a pollida r,rsos quo se passam a seus olhos: Belvoir-
    . :.. arvo- Cas!*e e ca"
    criaugas cedo seroo o que hoje sumos, O nos o
    que seremos eiilo '. Km rerdade, pouca cousa
    esta passagem..... Os pensamcnlos de M. Alfre-
    do Touiii'll sobre a nalureza Icera nosei que
    graca melanclica e mysleriosa. O* Iranquilli-
    dade! di/, elle ion um fragmento ; docura in-
    sinuante o triste! calma da luz, do eco, da it-
    niosphera do outomno A cada instarle, sem
    vento, som anuido, folhas se desprenden) e ca-
    hem ligeiras sobre a corrcnle quo as leva. O sol
    lanha a cumiada das arvores de uma luz
    iihum niirmu-
    rio na agua, neiihum anuido lena '. U ho-
    niem o tnico ser animado, trdejile, na nalu-
    reza moribunda ; quando se calla irnlo em lorno
    delle se caifa. Nao ha eslaco, nao 1,,, pnn;,i-
    vera orinis eheia dcsciva e de esperaugas
    no>as, lepida, florida, embalsamada, que para
    miui iiniu os meamos encantos que o ou-
    lomno
    Ksle senlimenlo da nalureza, que parece e-
    alma na solidao rev esle
    em alguna fragmentos
    ein que Mr. Alfredo Xonuellc Gxa suas nnpres-
    ses de viagens. Quando visita a Allemanha ou
    a Inglaterra, quando, no uliimo auno do sua vi-
    lla, vai ver os Pyrineos, e com el lea Iravar inti-
    ello
    rmiios. que parecem querer antes
    oviiar uS olliares que atlrahi-los.
    Os homens coberlos eom g andes bonets en-
    carnados, as mulhercs do saias zoes, deaven-
    lal lisiado, coroilho de vellido, de caboga co-
    l'i'iia rom um lengo ranco preso sob a barba e
    nvolveudo todo n pescogo, como rccnlhidas. Um
    .'nnin mocelo dansandu com uma rapariga di-
    1
    Iherensina-ihe com abragose com beijos os mys-1
    tc-rios da alma E' ao [ dessa mulher que o
    lempo passacomo o relmpago, que os dias sao
    horas, e as horas minlos. Os instantes alropel-
    lam-se 1. idos, porque sao de felicidade. O mal,
    queencerra o genero humano, quebra-se acs
    ps della Se o jogador acaba de perder n'uma
    carta os resl s da iorluna, se o assasaino vai,
    ainla banhado no sangue da victima, pedir que
    Ihe lave as maos ensanguentalas, se qualquer
    malvado, que seja, fogepara junio da mulher a
    quom ama, nao encontr celia urna censura,
    acha semjire urna amiga, como as mulheres sa-
    bem ser. Em lugar de o reprehender, laslima-o
    Ko o leva pida reflexao nem pelo raciocinio,
    encamiofaa-o(sem elle se aperceber) pela can-
    dna, le da rima que nenhum poder da trra
    pode promulgar. Com um laclo lino, que nas-
    ceu com ella, sabe.conduzir o homem ao cami
    nhoda verdade. O aihcu que nunca pensara na
    Providencia, fica-lbe parecendo impossivel que
    nao baja, cima deile, um ser donde dimanas-
    se aquee anjo,
    o O sacrilego aiheu sem lei, sem sizo,
    Con templo-le urna vez, que cnl.io conhece
    Que forga haver um Deas, e um paraizo.
    Diza o nosso grande peela,
    Ao p da mulher, que o eleva dos sentidos
    o da incompreheusibilidade, o atheu sem se
    convencer que Dos existe, sonha-o, e ama-o.
    O sceplico, deslesque vemos a cada passo, e
    que encontramos lodos os dias, seres gastos pela
    vida da materia, eneonlra, sem saber a manei-
    ra, a crenga iiie Ihe fngira. O que muilas vez.es
    deixa de conseguir o culelo do algez, o sccego
    da sectedade, produ-lo a mulher com um beijo
    O arrependimenlo, paia que ceios de leis sao as
    vzes notis, vai da-lo a mulher com os encan-
    t s de urna nguagetn, que s ella sabe fallare
    uinguem mais.
    Dizcm que as rcvoluges transformara o glo-
    bo, e que as descoberlas dao ao mundo urna face
    nova ; que as arles abriilianlam ; dizem que
    ludo caminha pelo progresso, que ludo vi pela
    gitmas, que o lilhii ho, sem saber, Ihe furiou das
    faces que beijava.
    ISo ser esse raco melanclico a duvida pela
    son do mesmo lilho ? Todos nos temos mo-
    mentos lelizes c desgragados na vida. Nao ser
    a pena destes momentos ; nao ser a dr do fi
    Iho, que a mi, antes delle padecer, estar
    soffrendo ?
    De joeihos, homens da ierra, dianle da mu-
    lher mi, porque sem ella nenhum de vos exis-
    Tclano.As Tres Idades.Londres,Brid-
    gewater-Gallery.
    L'm primor de poesia e de graca. A' drcita
    um grupo de Iros meninos, dous" adormecidos
    um sobre o oolro, o lerceiro subindo sobre pi-
    les, e dependurnndo-se em un lronco desfolba-
    do. Encantadora Iranquillidade de somnoedo
    brinquedos, exprimindo admiravelmenlc o d
    cuido e o carcter da Infancia Mais longo, um
    mancebo amolado na rclva, robusto, moreno, |Uft0 ,u tf d 0,UlIlcia e qucgosa
    in ,ui rT r li CSi'e"S'' Mle."iX' ainda esta nobresa A nago livre v elevar-ie a
    . 1^1 t,"n r 'n"-'. a ""a rapariga ?!" cima de s. e rrcoi hete existencias 13o ricas; lao
    lina.poique sem ella a sociedade sena um cabos, mM* nieelb?. Esta, de roslo granoso, feliz, doiI,illoaoras queexceden tanto o nivelcommum
    mundo de nnleria semaflectosnem amores, por- f*** J^LFL*aZ*" .,,c(mfcc,,w cabellos rfuanto este rasiello se eleva cima da grande
    que emfim o amor de todos os filhos. que is- \ SlStSlf. aP"mda TLf^oTl ffi8Ce ^ %*%% S ':
    .em, nao chega ao de uma s mi. De joeihos 1 tem na mo umanaui!,. que.lhe chega bocea r.TubeVdadeTa mimdo?1 qo soZVt
    A mulher tem igualmente o seu invern. De-I nol"',os" abandono da mocidade neste grupo ores por sua posu-o e riquezas
    pois de haver amado o amor, o homem do seu ^'Tl c.? l?am- ('"CS h le".....' mm~ Bslecoslclio para mim o sy'mbolo do poder
    1 cebo tem um que de vigor c da expressao pro-
    grandioso 1 ffeilo. Esta coustruccao feudal domi-
    na um rico c frtil campo, que 6 seu patrimonio,
    h. necessario vera magestade deste caslello, a
    extenso das'planices quo o rodeiam, a pnsico
    segura, beio escolhida, eslas niassas poderosas,
    para ter-se urna idoia da altura em que est a
    a aristocracia inglezac do pudor territorial que
    anda conserva.
    '',>" Estes grandes eslates, osles parques inmensos
    tn ni., I ,,
    son a proteegao dos costi los, a que se prenden!,
    dao uma alia idoia di importancia di
    Quanlas maculas, quantosdesejos vis ou m
    quinhas pr.....x-upagos de almas emboladas leem
    profanado som respeito estes temidas serenos !
    Nao consorvam os vestigios.
    As maculas dos homens desapparecem ese
    apagara mais rpidamente doqu a nove ao so!,
    ic permanerem sempre puras e frescas, (ante eler-
    na de frescura ede pureza para a alma que sab-
    anle da groja. Expressao de serio quasi severo,
    rva o ar fri, lano mais admiravel quanlo Quando o joven viajante assim se enebriara
    mais se sent debaixo a forga o ardor. I'alres con a serenidade das alias mootauhas e coma
    em grandi' numero, cobertos de graud s ein- luz do nicio da, quando suba os cimos nevosos
    peos, involvidos em vestes negras e molise- da Maladetta e da Foreanade, liuha boro pouco
    "!',;- A cathedral vasto eJiticio sombro o lempo a viver ; seus dias estam contados. Nesla
    issigo romano, do XI socolo, retocado, alie- mesraa excurso, Mr. Alfredo TonneUd s'eniio o
    tde-em todns as sentidos. primeiro accesso de febre que devia maia-o
    < interior c uma nave mnito elevada... Keste tffi-?,.etTd;*^& [,roIon?arn s";!
    recinto nao penetra seno alguna raios de luz per-: 2. ,, na f ou'i/l """:0 tf*-*0.?"
    didos, eslranlios, penetrantes, de uma claridad* < 1 ',. o \ b'-,iT\, ,T i 1 I" '"' "
    e de uma cor sii/u.ares. do Rembraud. me- V^S^n c^TtoT ** ^
    ndional. Rc.corda-me a synagoga de Praga, um
    culio cioso o sombro. Sobre estantes enormes
    missaes, diante do sancluari 1 grandes alamp ul >s
    de cobre, um que de gigantes) 1, sombro e lerri-
    vel, que lem u-.n cui llar, e faz uma pro-
    funda impressao.
    ue volver n casa, em rours, o ao primeiro 1110-
    rrienlo do repouso, manifestou sua fulminanlc iu-
    lensida le.
    A 14 doselembro de 1858, Mr. Alfredo lon-
    nell esl iva airma em Vaeelnse, evocando a me-
    moria di' Petrarca, e a 14 de outubro eslava mov-
    i ; o que delle resto, d esto volunte incompleto
    como sua can eir, chelo de cousas diversas do,, ,
    sen espirito. Nao um livro. nao c uma obra.
    .. a ''*"" I i' um complexo d,- paziaas esclarecidas coma
    hdade das doiitrinas religiosas e do eolio mas ,,-i,,.. |uz & um:i a|| SeViao me
    ate um rude materialismo. Al banca es irania d" ilurlo ..-1 -.-,,!;, ......i.,...! ,
    , ..... 1 '"'ao, c.ii.i:. pagina.-i-iolamum pensador sizio.
    de carcter decidid cora ,, con)passivo. fantico das coosas elevadas, dpta-
    Eu nao esperara cousa lao do de nm instincto religioso da belleza, umndo ,',
    I uma exquisila iiitelgencia da arte, um scnlt-
    Um pouco aira/, da cathedral, sobre urna pra- nenie rellcclido da nalureza.
    Tudo lem o cunho da devogo hespafihola,
    sombra, ardente, exaltada, sera encantos. Ellos
    lera apanhadne poderosamente concebido
    imaginago exalta la
    a aos,oira de o.
    admiravel...
    funda o calma de Giorgionc. Contempla a rapa-
    riga com um olliar lerno, onde a un (enipo se
    rcflectem um seniiuiouio do melancola, e um
    instincto da fuga do lempo, que ella ignora :
    nifanra mu delicada, indicando juo o homem
    COnhece mais que sua joven cor panlioii a. oque
    sobro ella exercV
    cor, de grandi
    poderoso relevo
    corago, o lilho do seu ventre, ilepois de ter alra-
    ressade a vida a amar,quer tambera que a amera.
    Tem direito a isso.
    Rodeada de uma familia, que della proveio,
    todos os respeilos sao poneos para Iba seren tri-
    butados. No instante de dei.xar a Ierra, lega
    patria urna geraeo que a servir, e que ser
    origem de novas geragoes. Dizem os impios do
    espirito, que a mulher de nada serve. Seia ; mas
    ti. 1 .1 uo fiuauro deixa ver o azul do veo e no secundo
    lembrem-seque e della que sahem os res e os plai'10 nm f#|h| .lssonl,dai ,,,,,:,.; i^cra-
    povos, os sabios, os poolas, os legisladores, a | neos, talvez de ditas amantes, que outr'ora pas-
    humanidade loda. Quando saciailajde amar nolsaram o lempoc nos meamos enlevos o folgue-
    mundo, se volta para o amor infinito, a socie- Jo-Grande expressao de melancola o de pli-
    losopnia no lodo da composicao. O grupo esl
    sobre uma ramada de densa "lolbngom. Al.ni,
    urna ribanceira re vosa e sombra, a campia de
    um verde carregado, depois o inmenso azul do
    co. K a riqueza, o esplendor do sul transpor-
    tado lela, e esle fundo lao lepido, lao rigoroso
    I de tom, augmenta a poesia da scena queso pas-
    sa no primeiro plano.
    Assim prosegue esle espirito joven, e comniou-
    la com a mesm a mistura de imaginago vivifi-
    cante e de sagacidado refleclida a msica e a
    11 e para
    desla grande aristocracia ingloza. I. preciso ve-
    lo para comprchender esle paiz. Em parlo al-
    guma a inleg i.iadi- deslas grandes existencias
    senhoris (em sido conservada da idade media aos
    - is dias, como neste paiz, que marcha fren-
    lc de lodos as \ ias modernas.
    Com o lempo oslas potencias mudara a nalu-
    ca,palacio episcopal. Pequeo jardim. onduve-
    getam alguus ps do railho, algunas arvores, ape-
    nas ag:.,.ias por urna brisa a ib > sol ardente.
    lia um senlimenlo de profunda melancola neste
    silencio nesla calma e solidao, no seio de viva
    ida luz. Sobre o muro uro grosseiro ;
    gio. Sicitt umbra Iramit hiimo. Goza-se de
    uma jmila a vista do bello vallo do Scgre 11-
    nuudado de luz. cutre os suaves pendores da
    monlanhas Do cioso hnrsontn
    bre palacio episcopal. Nelle p le p tssar-se vida
    melanclica, solada, s. i. a vez primeira que
    comprchendo a melancola no sul.
    < los is, agosto ''- ls:'s.
    < liosas, pobre cidade insignificante de cin-
    zcnlas casas baixas, de brilhantc branenra, co-
    bertas de lelos verraolhos, postas em ala ao
    longo do mar, no fundo do golfo. Un forle ar-
    ruinado entrada, o sobre o rochedo i!'> rabo
    alguns pannos de muro do forte da Tnndade,
    destru lo pelos l'rancezes.
    1.' evidentemente, ora Densamente que anda
    nao eliegoii proeisao, plena poste a si mes-
    mo ; as vezes apenas formulado. Ainda uma
    ez, nao buscarei urna philosophia nestes Wrag-
    tnenlos, nao existe nelles, e se existe, mi passa
    do esboco, de senlimenlo ; manifesu-se por in-
    tervalos, por rdos, em uma pagina sobro o rfers-
    nir, segundo a linguageio de llegel, sobre o con-
    .'iiio c mysterioso movinienio das cousas, em
    um hyninofinal resurreieao, inspirado do Faus-
    lo de Goethe, quando os cantos do Alleltaa pene-
    Ir.im no laboratorio do doctor. Entretanto,lies-
    las paginas, tiestas discriproes da nalureza e d.,
    arle, lia, parece-me, um espirilo, tima imagina-
    go, uma alma, e para diz.er tudo, o que encanl.
    uestes Fragmento menos lalvoz o que o auti*
    fez, q io o que poderia fazer.
    Ainda ama patarra.
    A anuos a esta parle, flla-sc da mocidade coa.
    seve idade, quasi com desdem ; repi escolam-na
    algumas \e/.\;s como entregue toda inleira s dis-
    Almocei em 11 n pequeo pavilhao, lauda
    do mar, o mais porto possirel deste formoso | 'mceoes vulgares, procura dos gozos materiae.-.
    quadro... o fcilmente esquecida dos cultos mais elevado.-,
    Cd 1 perfeilamente claro, mar I igei ranete as- i 'l"p s^' "J encanto, a uo broza e a forca da moa i-
    FOLHETIM.
    ,\A0 SE DEVE BIUXC \!i COI! A DOK.
    Por .llatlnuie E. de Girardiu.
    dado deve nella recondenar o ente privilegiado da
    creago. E ja mesmo depois decerrar os odos,
    ainda a lembranga doce da que foi nossa mi,
    nos fica para sempre como uma estrella melan-
    clica a acompanhar-nos por loda a vida...
    Nao desconhego que a mulher tem defeitos.
    INec.essariamente devia de le-los. Passa por gran-
    des pai.xes, porque possuo virtudes immensas.
    Respeitemo-la como ella fazendo s excepgo,
    iiuando a mulher, chegando quadra do^rre- ar!S Hlterario, a,Soma honia Pastorl eD.ioo,
    ' ,. ,1 1 '," lenipestade e Olhello. Analvsamio, una, re-
    pendimento, se esquece delle, para abetar sou- Comp6ee lalvcz acresceola ; d/i anmesmo te-
    irs ; quando se aprsenla de fronte erguida, po especimens'dc critica e de arte, ou melhor,
    orgulhosa diante do mundo que escandalisoo, sua critica em si mesma una arle,' uma livree
    maldizendo aquellas a quem a desgraga ferio ; I vi
    quando emfim deslembrando-se do que foi e do
    que fez, traz pelas ras da amargura aquellas
    ulrTirTOTa 1,------ao. Quanlo rcsa e os ||;ros ,,,, su5 u,n;1encia, mas pernia-
    bnllio. Esld griiiu ue un ,.com u frcnie j,, movimento de seu secuto.
    ir o fundo ^omfcrio da paisa- Por iss0 os slgluu,s uo 5Ua lufloencia clao ain la
    gim.e^eMa cercano a,. o do e.^aro admira- jom p6 vivos 0 verdadeiros ainda hoje o nao un.
    1. t. meio^ymuo\0 vasoeuma lembranga; por isso oque
    boje nos sorprendem por sna respeilavel ma-
    gestade. >
    felersbough, outubro de 1857.
    Nao ha nada mais encantador que as ceremo-
    nias da cathedral de Petersbough. As callu'draes
    inglezas sao rodeadas de uma pintoresca mistu-
    ra de ruinas, casinhas e verdura. Nesla encontra-
    se com a mais completa reuniao.
    A" drcita da igreja restos de claustros, bellos
    arcos de ogiva primitiva; adianlc em lodo o es-
    paco relvoso e sombro que cerca a igreja e que
    era oceupado 1 "i suas antigs dependencias,
    circulan) lunr:; irregulares entre panos de meros
    jardins e bellas choupanas. Arvores coloridas das
    limas do oulono estenden seusgrandes ramos;a
    rideira, ^^' verde vivo, de fotha larga tapeta os
    muros, sobre as ruinas o as lem mcio encober-
    las. As aves cintam neslas arvores como se
    fosse 11a primavera. Helias casinhas, reluzenles
    com a brillio das vi Ira as, das portas piuladas,
    das stores, meto occlillas as ruina- ao longo das
    rielas. Algumas sao tapetadas de asovinio e a
    M. Alfredo Toiuiell prosegua nesle estudose-
    vero c encantador ora em viagens, ora no seio
    de sua familia, ein Touraioe,
    longo do mundo o
    perata pela brisa. Em Ionio deste mar admira-
    vel, a bella baha de llosas dosrrercndo sua vas-
    la e graciosa curva ; esquerda, o cabo que for-
    ma a mua extrema de Albere no mar ; lodo o
    ouiro lado bardado de monlanhas longinquas que
    desapparecem no Itorisonle ; eslas monlanhas, e
    principalraenle a radeia dos Pyrineos, ie una
    cfvaporosa, delicada, luminosa, exquisita, ap-
    proxiniando-se tinta do co...
    De cima do um pequeo' molhe de madeira,
    que se langa dentro do mar azul, contemplei, as-
    pirei. por iodos os poros a luz, o ar, a belleza,
    os mimos de loda a nalureza. I'.' como a appa-
    riiTio do neio-dia quo se eleva ante mim, o sen-
    lidt desta nalureza que desperla, o arrastamenlo
    itiveneivel que opera...
    Que differenga da natureza allemaa, com sua
    mysleriosa frescura, com suas itevoas, o Waldle-
    ben, o profundo valle da Floresta-Negra, os reti-
    ros, o vago scismar, a impressao mais interior!
    Aqui iodo''' patente, tudo luminoso, ludo ene-
    bria i) penetra o homem de lao doce caricia, que
    ludo esquece pira goza-la. A Ierra nao nada
    aqui ; p le SO! 'CC8, rida ; ha a luz, a agua, o
    co ea forma : uma flor do belleza sobre loda3
    as consas. Vuluptuosidadc phisica e eslltetica
    ates climas Passei urna hora deitado.
    Tudo isto parece to natural gente do paiz e
    aos marinheiros ralates que vao e vem, coni-
    carga Ihe cresce junto porta; algumas vezes prebenden lo ben o repouso, que passam sem
    llores raras Ibes ornan o vestbulo__ I jneoramodar-me, ,' me dizem : Ka sr muera
    n prtico da cathedral magnilie.o; a altura Dous navios clteios de trigo, desearregim ; vai-
    dade de lodos os lempos. Com effeiio, pode ha-
    ver as ledras como na vida uma mociuade
    aveulurosa, pouco escrupulosa, prompla a ludo
    tentar pela fama, cedendo fcilmente ao ardor de
    gozar, e icmeudu pouco o officio e os lavores fa-
    cis.
    Tina vida como a deN. Alfredo Tonnell nao
    prova que pode haver tambem em alguma parle
    nalurezas seras, inlelligancias felizes, quo se
    apressam menos, que fazem menos ruido, e que,
    no silencio, conservan intactas as preciosas for-
    gas noraes, que sempre acabara por dominar
    nesle mundo .' M Alfredo Tonnell como que
    un exemplar desta oulra mocidade, para quem
    o citl'o ila arle e da bell eza nao tima palana
    e cuja apparigao seria o indicio certo de uma
    nova era. Cabio sobre o campo de balalha do
    pensamento c da vida ; mas, entretanto, talvez
    fosse juslo crerque elle nao o nico, que Oti-
    lios, que nao conheceraos. sob formas dilTercnles
    e em condignos diversas, tom osmesntos gosio-,
    os mesmos inslinclos, o mesmo amor pelas cou-
    sas delicadas ou elevadas da arle e do pensamen-
    lo. E cre-lo, seria unta doce esperanca, oblida
    com a morte desle joven desconhecido.
    Cailos o: Maz.mh..
    [Revista dos Dous Mandos.
    I
    Era una vez um seductor que procurara o
    que fazer. O invern tinha-SC passado alegremen-
    . btilhantes conquistas ; mas linba chega-
    do a primavera, e se a primavera a eslaco dos
    es. nao O a das seduccoes. M. de Lusgny lin-
    ha licado s e sem ter que fazer era Pars : aos
    prineiros raios do sol, todas as suas felizes vicli-
    lioham voado, levando a sola que as linba fe-
    rido, e era-lhc necessario esperar que o vero,
    0 verdadeiro veto, chegass? para ir ler com el-
    las as aguas, ou parai sita-las nos seus castal-
    ios. As correspondencias cram activas; todas as
    maiiiias chegavam das provincias inquietas, in-
    nmeras carias; mas o que sao os prazeres ta
    correspondencia para um seductor'! l'm embaro-
    ia lisongeiro e mais nada. O enfado de arranjar
    1 r ordem de datas c de cores (M. de Lusgny
    linda n gaveta das lomas e dasmorenas ; elle
    que em geral as lomas sao ms ecoqucltes
    i-so que as morenas sao boas e sensiveis),
    1 ufado de arranjar por ordem todas essas cen-
    suras amorosas era apenas compensado pclopra-
    zer de merece-las. Domis, csses coraedea que
    erleneiam, esses orgulbos que elle havia
    submeliido, essas imaginares que linba perlur-
    , j nao podiam interessa-lo. Todos os con-
    adoros se parecem, para ellos o passado na-
    isam cada. Pr din de novas victorias ; s
    i r esse prego sabem conservar o seu prestigio.
    Allrahir mais diflicil que seduzr; triunphar
    ifacil que reinar ; usurpar nada conservar
    t : 1 lo. o propriu imperador Napoleao nos des-
    . 1 a triste necessidade tic suas balalbas con-
    tinuas, seria inleressanlo que dando-nos osegre-
    do dos conquistadores, nos desse tambera odos
    seductores.
    Como homem de boas fortunas, uinguem ade-
    viuha qual foi modelo que Lusiguy lomou O
    duque do Lauzun, oir alguem? o primeiro que
    i insoleocia o meio de agradar' o marcena!
    do Kiclielieu, que professava pelas mulheres
    tanto culto e lano dosprezo? o raarquez de Le-
    t riere ? lano mais perigoso quanlo era sincero
    1 a quem se podia amar quando cessavam de
    adora-lo ? oconde de.... celebre seduclor do
    imperio cujonone ninguem se atreve a dizer,
    porque elle einda nao acabou de seduzir ? Nao,
    ' e nao.
    Nao era nenhum desses grandes meslres :era
    um personagem niuito mais antigo, muilo mais
    respeilavel, muilo mais hbil que todos esses,
    j' ':ioe quem lodos pases hroes sao mis sim-
    io aira professorque fez da seduego uma
    arte immortal, um dos mais profundos csludos
    physicologicos; aquellos seduziam por insliucto,
    raas elle seduzia por principio. E deixou o mais
    bello cdigo de seduccao que a peilidia humana
    pide imaginar. E urna collecco de receilas
    nifalHveis, um sy-tema ; mas para ler-se a
    chave desse syslcma, preciso saber-se o sc-
    gredo dessa linguagera. l'elizmenie, poneos son-
    ganadore tem lido aida de estuda-le. O perso-
    nagem tpic H. de Lusgny tinha lomado para
    modelo era ura seductorda anliguidade muilo
    celebre pea habilidade, variedade de meios, lo-
    di s mais engenhosos uns que os oittros l ni se-
    duclor da anliguidade? dir ainda alguem, 6 sem
    duvida Theseu que nao se assustou de uma riva-
    lidade com o dos dos infernos, Theseu que sedu-
    z.io Ariana e a bandunou-a para seduzir sua
    irma Phebia, qde de cerlo nao pareca muilo
    diflicil de seduzir ? Nao, nao foi Theseu ; foi um
    seductor muilo mais lerrivel ainda ; foi Juiter...
    II. de I.usignv era o honi'in mais magnifico di
    improvaveis que nunca possam ser suspeilados ; x ede, diz ello, que admirai el encadeamento ,l)a Biud
    Paris, queniguen podia lutar era opulencia com ura medico velho, um preceptor tmido, un neslas ideas! Leda.'Seduzida por Jpiter melamor
    "e, quan-do a Danae j eslava seduzida, M. vizinho obscuro do campo, eis os seductores das phoseado em cysne. lera por lilltos os dous irmos
    anea sbita. Oh M. de I usigny nao
    precisara de publicar suas victorias : nao* linda
    elle,quan-do a llame ja eslava seduzd 1, H vizinito ouscuro uocarapo, eis osseouciores uns phoseao em cysne. lera por untos os uous irmaos ,-,,1M(ie metilo em dosdenbar o charlatanismo
    de I.usignv loniava-se de rpenio um simples preciosas1. Ah I haveis de convir que Jpiter era iclesles.Casior ePollux.e a mais bella das mulhc- da faloidade bastara que se observisse tuii a
    eleganic, e dba, loalilicando esset genero de um observador bem profundo. res Helena mulher de quem elle se oceupava" para se ad-
    conqtuslas : sao as mais simples, porque so nao quiseramos oulra prova alem dessa oulra Senlido allegonco: da harmona nasce a uniovnj,8r 0)jiaca |10ra em que'clla comocava a
    cuslam dinheiro.
    Se, pelo contrario, tratara de fazer-seamar por I boleira. rbula diz : Jpiter transfoimoii-se em
    uja delicadeza se assusla chamran, para seduzir ligina, princesa da Eiocra..
    uma dessas mulheres cttj
    cora muilo espalhaf.ile, romanescas bellezas que I Comprohemieisa engenhosa maldadedessa alogo-
    a vaidade nao pode deslumhra:, mas a quem um rio '.' que nos cnsina esse myslho .' Significa que,
    senlimenlo generoso deve conmover, que viven com ns mulheres lolas.com as princesas da Boocia,
    de sonhos ede harmona, que aniam as rlese a
    gloria para quem os felizes do mundo, os ricos,
    os principes, os res, nao sao perigosos, mas que
    trerncm de einogo a voz. sonora de um illustre
    poeta, que derraniam ternas lagrimas ouvindo os
    accenios (le upi Mozart inspirado ; que se enihu-
    siasman vislade un bello quadro ou com a lei-
    tura de um hora livro, cuja existencia leda ideal,
    ,. 1 i.il.i.. \t mi ^ .. HUltf v 111 ', melamorpbose anida mais espiriluosaiueiiie zoni- na belleza a Europa lera por limo Huios Eucoe gma-lo
    Rhadamanto. os tres juizes do inferno. Senti-
    gorico : lio poder uascc a embriaguez. Oue differenga como (odas as patarras dessa
    Juno a preciosa seduzida por Jpiter,sob a for- mulher, todas as suas maneiras, toda a sua pos-
    ma de ura curo lera per filho Vulcano: Da ira- soaesiavara mudadas.
    qiieza o da hypocrisi.i nasce a fealdade e a inveja. tiio'en mais a meama voz, o mesmo olhar, u
    O necessario lingir paivto.
    U. do I.usignv va lamhem olypo da mulher am-
    dciosa na imprudente Semleque morrn veiima
    .'
    1 seo orgulho. I 111 dia pedio a Jpiter que Ihe a ji-
    ja que necessario dize-lo ; o decano dos se- e a quera s a idealidade pode seduzir... miau M.
    due.ttoes, o paide toda a raga engaadora, Jpi-
    ter, o Lovelace da anliguidade, o tlom Juan
    olympico cuja sciencia era to tarrife! e que
    conhecia lo perfitameote o corogao das mu-
    lheres, que sabia lomar a forma, a qualidado e
    o defeilo que podiaagradar a cada una dolas.
    M. de I.usignv liuha csludado Jupiler a fundo e
    o linba acompauhado era todas as empiezas.
    de Lusiguy chamava era seu auxilio ludas as ri-
    quezas de sua imaginago, loda a poesia de seu co-
    rago : fazia-se vaporoso e romanesco, torna va a
    ler as Sleditiiriies de Lamartine cuj >s versos cila-
    va a proposilo ; romegava a caniar Rossini o Bel-
    lini; lodosos seus suspiros eran harnoniosos
    I Alemena lem por Gibo 11 ere o! es: I) dever produz
    o Irahaldo.
    Porm cis a explicag'o mais singular: Danae
    seduzida ocla chova de bur d luz PerSCil.C pa- Passa
    parecesse em loda a pompa desuagloria eo fogo ladino por exeellencia, que deslrue os monstros
    do co para que olhou, consuraio-a. Assim mor- | que liberta as mogas presas : Perseu, o l>. Quizle
    rom as mol,eres que lem a paixo do poder Itei- '. da antigui ladel O que significa slo? Isso quer di-
    natii um dia, masem sustos; elevam-se pelo fa-lzerque da cobiga nasce o desiuleressc, que do
    vor.maspara lornarent acahirpela caliinioia;ehe- ihesouro, amuado pelo avaro, sem os socrrese
    gara al n senhor, tocam o sceptro, insacam a co- os 1 enlucios.
    roa, raas no delirio que dolas se-apossa, nao veem ral o syslcma de M. de Lusiguy o nada mais
    ao p !" iliri.no o abysino que deve haga-las. divertido do q......tivi-lo applii-ar a cada uma das
    Quanlas Smeles nao lia na nossa hisioria Iguez nossas eleg mies as suas d< 11 iiuinagoes mytholo-
    Sorel mora depezar.Gabriell'd'Estres mora en gcas.
    venenada, a diiqueza do Chaleaurona indignamen- Quem acreditarla, diz-lhe alguem, que a
    Era lodo amor e melancola : fazia-sc lueixo so le perseguida, a princeza des Urnins criielnn ule bella Ce.....ittinia de C. lau espirituosa e lao rica,
    para aer escolado, infeliz para ser amado :e em desterrada,e lanas outras ambiciosas celebres ra- vai casar con aquello advogado 15o teles o
    nlias epliemeras, rujo Um trgico fa pied ide; sem li que ha ponen foi eleilo depuiado '.'
    contar louas as 1 utras Senels bui le/as d 11 is- Nao me admira, 1 -; indo M. de Lusiguy :
    sus das 1 os advogados do pressa sao niinislros e inade
    I", tu li tu, na virtuosa Uemone, que Jpiter nao moiselle de C"*" urna s.niele.
    seduzir seno lomando as feigoes de sen es- Direinque a Sr." U'^esilouca por aquel-
    poso Amph} iri.to.M.de I.usigny \ 11 n lypo da mu- le hespui
    que s si' pode engaar rom o nomo
    en 1 euguiar n raa
    enerosamenle ao
    marido : lomara o dever cu rapuce dos seus pro-
    c aprender engenbosamente todos os segredos i quanlo rcprcsontaVa esse papel, invocara seu
    eiiipregados pelo senhor do trovao na arle dse nteslre Jupiler, que se liuha melamor* phosead
    azeramar. Sabia o porque de lodas as suas o era cysne para seduzir Leda por sua can-
    metacorplioses, Iha-as expnllicado, nao como dura, por suas queixas melodiosas; o H. de
    tantos mommenladores lem feilo, oraoa histo- Lusny dizia, era honra das mulheres, que a
    riadores cnaturalistas, mas como moralistae se- ealhegoria das L^das era un.a das mais 11.....e- .
    ductor. Elle nao pensara, porexcmplo, que : rosas: punha nossa classe militas heronjas conhe- Iher honrada, que s se pn,i
    Danae fosse urna princeza presa cojos earce-1 cidas pela suadedieagao a grandes artistas : Ma- do dever ; e por isso quando qm
    reiros Jupiler uvesse corrompido ; pensava que ra Sluart que anin o infeliz Itizzio ; Eleonora | mulher homsla, nedirava-se g
    a chava de ouro era umsymbolo e que Danae era j de Esl que leve piedade da loucura do Tasso
    o lypo da mulher cubigosa e vaidosa, que nao
    o da mulher cuoigosa e
    comprehende nenhum dos sacrificios do'corago,
    mas que conhece lodos os clculos do inleresso;
    que nao scjjpoda momcover, eslumbrard mas ; que
    nao se leva por juramentes temos, nas que cede
    logo proraessas bnlhanles.... E quando M. do
    Lusigny enconlrava no mundo uma dessas mu-
    lheres para quera a mocidade, a belleza e o espi-
    rito nada sao en amor, que nao veem seno a
    fullona, dizia comsigo :Danac Danae o a mu-
    lher era logo elassifleada na categora das Daaos.
    F.ulo, para ossa conquista elle nao desenvolva
    iieni cuidados, nem espirito : dcixava descanear
    sua imaginago seu corago e hypotheeava
    urna de suas "ierras, l omava empies: lado uma
    somma consideravel, e ostentava durante alguns
    mezes um luio fabuloso : em Paris nao se talla-
    va seno nos seus cavallos, na sna mesasunid-
    liiosamenlc servida, nos seus lacaios impoh Mia-
    dos, nos seus movis, nos seus apelles, as suas
    cortinas e na sua baixella. Para as Daaos uma
    baixella seberba uma seduceo iercsislvel :
    r mais bella gola de tima rluiva" de ouro. Quan-
    em oossos diis as sen horas do tal que pertnil-
    lem aos nossoa famosos pintores, aos n -
    grandes compositores, aos nossos brilbantes poe-
    tas, de celebra-las, canta-lase ama-las.
    Se, por oulra, quera seduzir alguma belleza
    positiva, sem imaginago, sem espirito c sem
    alma, uma dessas croaluras baaos que nao
    vivera polo pensamento, cuja existencia toda
    material o que nada enfeuden das delicadas
    susceptibilidades do anor, M. de I.usignv b-m-
    brava-sc do rapto do Europa.
    Precisara tentar uma preciosa M. de Lusiguy
    fazia-se logo humilde e-hypocrila ; lembrava-s'c
    do que para seduzir Juno a preciosa, o senhor
    do trovio tinha tomado a forma do mais mes-
    quinho e triste dnspassaros, linha-sc nictainor-
    |ihosnado em cuco Que ligo Que ,
    mordaz havia nessa metamurphoso! Cora effelo,
    para que uma preciosa ouso amar un homem,
    preciso que este seja feio, desconhecido, rays-
    lerioso; urna preciosa nunca distingue os IwmenS
    |CClOS.
    Conhecia a fundo esses ni'bres coragea rlieios
    de eoiagem o de lea'dade que s SO paplh al:: II -
    ea de lealdade e do coragem.ei o amor co-
    meen pelo reconliocimeiilo e pea adniiragu, a
    iiuem s a idea de um b ifl io pode lison
    ir, ar e que achara etu sua neressidadi erois-
    mo o seo tnico perigo. Elle su ii 1 o segredo '!- -
    cara' le'es sublimes ; sale. 1 que n 1 cir-
    curastanria em que podem ser levados a con pro- Vi lor
    melter sua honra... 1 salvara de oulrem.
    1101 que caula lanibem.
    urna l.eda, responde i.u.-ignv .
    i... -,.,-> -i ie o IV eslava para
    quebrar, mas que Ere lori o G. soi curreu-o.
    Advinlio porque, espondii ..inda M.deLu-
    S 2II'
    mesmo porte. Outr'ora ella era negligonle, tinha
    parecer fri, tudo a enfasliava ; hoje viva, ale-
    gre, quasi folgazona.ludo a faz rir. uma maravi-
    a vida eslendida ora um camap,
    nunca sabia seno aos domingos para a rossa,
    nao gosava de msica nem do dansa..... agora
    anda lodo o dia p, carro, cavallo, nao
    perde Cesta, te camarote na opera o aprende
    anadar. Que aclividado a iitelamorphosec com-
    bleta ; e o que hade mais interessanteque ella
    nem se iiuer d pela niotamorpbose, imagina
    ler sempre sido assim, quando ihe demonstrara
    at quo poni seus noves hbitos sao dilVorenles
    dos anligos, ella responde ingenuamente :
    Outr'ora eu nao podia sabir, era obligada a
    fazer rompaunia minha mi.
    Di ronladc de se Ihe responder :
    Mas sua mi ainda mora com rosse.
    l> pois a gente lembra-se que preciso respei-
    tar-lhe o erro e diz :
    I'.' verdade, no oulro lempo vosse lingia-se
    pregiiigosa para ficar sempre era casa : devia cu3-
    tar-lhe muilo.
    quer seduzir Aleraene, mas nao o
    elle
    conseguir.
    Nao sales oque discubiiram na casa i].
    orgulhosa I 1 meza: no quinto andar mora um
    esliulanle que.. ..
    Silencio! a respeito da altivez de Juno
    1 u Be i bem n que dev" pensar.
    r si diz :
    - 1 iinpreheiides como aquello paeonen ,1
    lo por 11111a 1
    Quanlo a mulher que coineea a amar a M d
    Lusigny, de roqnetic mundana passa a mulher
    sensivt, a mudanga muilo mais fcil de moti-
    var. Para licar-se em >.<~;i, ha mil pretextos.
    Adquirc-sc de ie eMe orna sade muilo delica-
    da que exige ns mainres uidados ; lem-se una
    tossezinha nervosa ereceia-sn o'fri ; lem-S'
    " los doentes n nao se pode supporlar a luz.
    ; Aieiu dis-o eu liuiici gostol de sociedade.-.
    , quan le l.i ia era por comprazer : a?desculpa
    . mprehende-se.
    umfiralo- Quem 6 casada enmarido lem negocios.
    metter sua honra... para salvar a le oulrem. i s 111 dti I respono elle, cmnmio- Quem c casada comando lera negocios.
    Como se \P M de I.usignv tinha lomado Jupi- dos os h -. lem ser amados, porqu nao 1 uo deve dispensar as relagftrs.
    lera" iphcagos loaras que vos da- 'Alguna amiga perOda poda responder:
    mos como gracejos, sao para elle cousas mu gra- laminiiuniu| 0-1
    ^"< elle fez dess 1- motan orph u I 1 "'" nxil o do amor. Mas, mmba amiga, sempre 11 veste mando,
    con*cienei sodeqm os vezes falla rom om pouco !l '' elle sempre leve negocios c sempre leve ne-
    de pedantismo. J>iz elle que ten pi ras de ludo M. de Lusigny alera ...... syslema singular, cessidade de relagoes. Mas ella conlenia-se cora
    citianlodissesse.euiiaudo Icniconfianea com mal- li 1 inania nirala u-as Miigular, nao so | diz.er:
    le pedantismo. Diz olio que lem ; 1 ras do lud
    [iranio dissesse,eqiiaudo I
    quanlo dissesse.equando tencontianga com qual- usina urna inania Miiti.! umus >, b|.uii.
    quer, mostra-lhe umqua rativoe* | live -; l'hosnei-.- para agradar | _Tens razao de fugir do mundo, que est
    cativo quo fez a esse rcspeilo e que n s parecen a urna 1 como loiiibera se diwitia r,n nom;nsip: '.
    muilo : |ue a Ira ,-la depois de Ihe ter agr r 1; ,; ._,._,,
    alegoras -" P ra nos mi 03 de io en pre- I !--
    commuos que ten prctengoes a delicadeza ae alegoras sao pi
    linguagen, empregan erapre essas expressao jadospoi ) ter;expl 1 tai I as suas all
    do lodas essas maravilhas havian produzido o I um mancebo nobre, bello, rico e da moda;ellas ra dessas sedueges ; 6 a p.ie M. de Lu;
    seu effeiio, quand" eslava bem verificado que[querern mores subaltefnes t ei '-';'' pedante v-
    i
    jm.ss vtip.ivk n d: i vt* 11 .i
    MUniABO
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