Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:08898

Full Text
IIIO XXX7. SOMERO 212,
Por tres mez.es adiunlados 3S0O0
Por tres uiczcs veucidos C$000
^vV^
SEGUNDA
OuC
Por anuo adiaulado lftgOOG.
Porte franco para o subscriptor.
E.NCARREGADOS DA SUBSCRIPTO NONORTE.
Parahiba, o Sr. Joo Rodolpho Gomes; Natal, o
Sr. Antonio Morques da Silva ; Aracaty, o Sr. A.
de Lemos Bragj; Cear, o Sr. J. Jos de Olivera ;
Maranho, o Sr. Mnnoel Jos Martins Uibeiro Gui-
raarcs; I'iauhy, o Sr. Jos Joaquim Avelino ;
Par, o Sr. Justino J. Ramos; Amazonas, o Sr. Je-
"iiymn da Costa.
PARTIDA IS LOKKEIOS.
Olinda todos os dias as 9 1 horas do da.
Iguarass, Goianna c Parahiba as segundas e
sextas feiras.
S. Anio, Bezerros, Bonito, Caruar, Alliulio e
Garaohuns as toreas feiras.
Po d'Alho, Nazarelh, Limoeiro, Orejo, Pcsquc-
ra, Ingazcira, Flores, Villa Helia, Boa-Vista, Uuii-
curye Ex as quars-feiras.
Cabo, Serinhaem, Rio Pormoso, Una, Barreiros,
Agua Preta, Pimentcnas e Natal quintas feiras.
(Todos os curreios partem as 10 horas da manhaa )
AUDIENCIAS DOS TRIBUXAES DA CAPITAL.j
Tribunal do commercio: segundas e quintas.
Relac3o : (erras feiras e sabbados.
Pazeoda : tercos, quintas e sabbados as 10 horas.
Juizo do commcrcio: quintas ao meloda.
Dito de orphos: (creas c sextas as 10 horas.
Primeira rara docivel: tercas e sextas ao rucio dia
Segunda rara do cirel: quaitas e sabbados ao
meio dia.
PARTE Of FlClftL
GOVERVO U V ROVI\( 1 V.
Expediente do dia 4 de noveuibro.
Officio ao Exm. enviado estraordinario e minis-
tro plenipotenciario do Brasil em Londres.Acen-
so a recepcao do officio, iuc V. Exc. servio dirigir
aesla presidencia em de outubro prximo lindo,
sobn. 15, assegurando que promplaincnle satisfar
logo que lhefor requesilada, a quanlia precisa para
contratar-se urna irina de caridade.
Prcvaleco-me da opportunidade para renovar a
V. Exc. os protestos de minha pevfeita eslima e
mui distincta coitsderacao.
Dito 30 ni es me,Accuso a recepto do officio,
que V. Exc. se servio drrigir-rac em 5 de ouluro
prximo findo, sol n. 17, declarando o dia em que
leve lugar primeira rcunio dos accionistas da
estrada de ferro desta provincia.
Aprovcilo a occasio para renovar a V. Exc. os
protestos de minha subida estima e considerarlo.
Comraunicou-se ao inspector da alfandega.
Dtono commandante das armas.A vista do
que representa o commandante do corpo de polica
no officio junto por copia, qneira V. Exc. expedir
as suas ordens para que seja reforjada com pracas
de primeira linda a escolla que lm de conducir
presos para o presidio de Fernando, a bordo do bri
gire nacional D. Ajfonso.Communicou-se ao di-
rector do arsenal de guerra.
Dilo ao mesmo Pode V. Exc. mandar vender
ni hasta publica os5cavallos inutilizados da com-
panliia lixa de cavallaria, e comprar outros para
substitui-los, como prope em seu otlicio de 2 do
corrente, sob n. 9C5.Communicou-se ao inspec-
tor da thesouraria de fazenda.
Dito ao mesmo,Pode V. Exc. mandar abriras-
EPHEMF.RIDES DO MEZ DE NOVEMBRO.
Quarto crcscenlc a 1 hora c 59 minutos da larde.
La cheia as 11 horas e o minutos da manhaa.
Quarto minguanlc as 10 horas e 6 min. da man).
I.ua nova as 11 horas e 23 minutos da manhaa.
PREAMAR DE HOJE.
Trcamar as 7 horas c 12 minutos da manhaa.
S-'gumlo as 8 horas e 6 minutos da tarde.
DAS DA SEMANA.
8 Scg. S. Gregorio III p.; s. Justina v. m.
29 Tere. S. Saturnino ni.; s. Illuminala v.
30 Quarl. S. Andr ap.; s. Trajano b.
1 Quii. S. Eloi b. N'ovioncnse; s. Castriciano 1>.
2 Sexl. (jejum.) S. Balbina v. m ; s. Cromario b.
3 Sab. jejum.) S. Francisco Xavier apostlo,
i Ttom. 2. do adven!". S. Barbara v. m.
ENCVRREGADOSDASUBSCRIPCAO NO SUL.
Alagoas, o Sr. Claudino Falcan Dias ; Baha, *
Sr. Jos Mnriins Alves ; Rio de Janeiro, o Sr. J f
Percira Martins.
EM PERNAMBTJCO.
O prcprielario do mamo Manocl Pigoeiroa
Paria, na sua livraria praca da InJej
G e8.
: i.
sentumcnlos de praeas aos recrutas Cosme Jos da j gislaliva provincial os arts. de" posturas, que acom-
Mlva, Joo Chrysoslomo da Silva e Joo Francisco panhararu o seu otlicio de 31 de oulubro prximo
Barbosa, vislo terem sido considerados aptos para j lindo.
o servico do exercilo, segundo consta do termo do Portara.--O presidente da provincia confer-
inspecco, que acorapanliou o officio de V. Exc. de | mando-se com o que expoz o chefe de polica em
Iiontera, sob o n\ 971. : otlicio de 31 de outubro prximo lindo, sob n. 1191
i ao mesmoFaco apresentar a V. Exc, para resalvo conceder Joo Alves Camello Pessoa a
por dispos.ca,, ,io commandante interino do bata-1 meihames e n-, absurda con.,. .. dos qme dis.es-
hao n. 9 de infamara da guarda nacional aquar- sem que as abolhas formando os enximes ou as
telado nosta capital 2 calcetas, alim de seren em- '
pregados no servic.o de fachina do quartel das Cinco
Ponas.Communicou-se ao chefe do eslado-maior
da guarda nacional de Olinda e Iguarass.
Dito ao delegado supplentc em exercicio do tor-
mo do Bui [ao.Picando nteirado de quanto Vmc.
coininunicaacsta presidencia em seu otlicio d.o,13
de outubro prximo lindo, lenhn, tenho a reram-
mendar-lhc que continu a empregar todo o zelo e
actividade para que se consiga a captura epunicao
dos autores do assassinalo perpretado na pessoa de
Joo Fernandos de Albuquerque.
Dilo ao vigaro da fregueza do Allinho.Cora a
uiformaco ministrada pelo inspector da thesoura-
ria provincial, respondo ao officio, que Vmc diri-
gi a osla presidencia ora 5 de setemoro ultimo, so-
licitando a entrega da quanlia -distribuida para as
obras da matriz dessa ireguezia!
Dito ao cpnsclho administrativo do patrimonio
dos orphos.Mande o conselho administrativo do
patrimonio dos orphos admitir* nos collegios res-
pectivos os menores Antonio e Rosa, esta de Sali-
nos de id.ide, e aquello de cinco, sendo ambos
apreseutados pelo chefe de polica. Communi-
cou-se a esle.
Dilo cmara municipal de Olinda.Ao officio,
que me, dirigi a cmara municipal de Olinda em
27 de outubro prximo lindo, sob n. i'i. respondo
declarando que devem ser novamente arrematados
o lelhoiro. que serve de maladouro publico, e o
predio contiguo igrej de S. Sebastio, marcan-
do-so para isso um prazo rasbavel, afim de que
niegue ao ciiuheciiucnto de lodos a noticia da
prac que ser annunciada as folhas diarias.
Dito dita de Pau d'Alho.Comraunico cma-
ra municipal de Pau d'Alho que sero opportuna-
mente submstlidos dehberaco da assombia
Augusto Muniz Machado a quantia de 30,13, em que
rapoilaram s duas ancoras, de que trata o ins-
pector do arsenal de marinha no officio, junto por
copia, com data de 31 de outubro prximo findo, e
sob n.36I.
nal de marinha.
_ Dito ao mesmo. Tenho presente o officio, que
V". S. me dirigi em 29 de oulubro preximo lindo,
Officio ao chefe de polica. S. Exc. o Sr. pro-
sidente da provincia manda comiuunicar a V. S.,
emresposta ao seu otlicio de 2 do corrento, sob
n. 119_, que a thesouraria provincial tcm ordem
Communicoa-se ao inspector do arse- para pagar a quanlia do GOj'JOO res, em que im-
portou a despeza com o sustento djs prezos pobres
da cadeia do termo da Escoda no mez de setem-
, bro ultimo, corno se vi da cunta que acompankou
n. //t>, declarando, com referencia inormaco da o seu citado officio.
conladona dessa repartioo, que nao pode terlu- Dito ao mesmo. S. xc. o Sr. presidente da
gar o pagamento da quantia de 10560. imp'orlan-. provincia manda communicar. a V. S. em resposta
ca das diarias abonadas pelo delegado de polica j ao seu ofF o de 2 do corrente, sob u. 1191 que a
do termo de Serinhaem a dous recrutas, um dos Ihesoura provincial tem ordem para pagar a
quaes evadio-se em caminhoeo outro foi posto em quanlia l .83720 ris em aue imuortou a dcs-
IiberJade por mostrar isenco legal. peza feita jora o sustento dos'presos pobres da c*.
bm respitsta se me otferece a declarar, vista dos deia do lermo do Cimbres no trimestre de iullioa
nligos 12 e 2 do regulamento annexo ao decreto setembro ultimo, como se v da corita que acoi -
i). 2171 de 1 de maio do auno passado ..que, para panliou o seu cilado officio. '
serem as autoridades recrutadoras respoiiiabilisa- I Dilo ao director'do arsenal de guerra. S Exc
las pelas despezas feita.* cora recrutas, que forera o Sr. presidente da provincia manda acensara i o-
jii-aj..j ncapazes para 0 servico, pela inspeccao cepeo do officio", que V, S llie dirigi em 81 fie
dOMde, e os quo oiniverem dispensa por cireito oulubro lindo com o atlostado do fallecimeuto do
le isencoes legaes, cumpre que previamente se te- i aprendiz menor desse rsena
nha verificado se ellas preleriram algumas das, de Brilo.
prescripQoes impostas no regulamento, ou desal- Dito ao mesmo.De ordem do S Exc
tenderam as provog de isenedes, que Ibes foram { sidente da provincia declaro a V S
presentes, por quanto a falta de conhecimento de | ao seu cilicio de 2 do corrente sobn 339 uno "or
circumstancia occulla nao pode dcixir de exj- j despacho desta dala, se aulorsou o i.ispeclor da
'.l,e*!?u[*ria Uo fazenda a mandar pagar a quanlia
formigas, oscelleiros comrauns cunlrafazein o seu
instnetn.
No estado de sodo o homcm devorado pela
fome nem so quer poderia viver ; no de sociedade
satisfaz nao s as necessidados mas imperios s.
mas anda nutras que a pliantasia Ihe apresi nt i e
que o conduzora iudefiuilamente pela estrada do
progres-i ; e por isso que no intimo da sua al-
ma ha um sentimento irresislivel, quas urna espe-
cie de inslinclo, que Ihe faz temer o desemparo.
Carocendo pois para vivorda cooperaeo de mui-
las vidas, que todas obrassem e rcagissem urna-:
sobre as outras corno as laminas de metal na pilha
de Yuha; o hornera procuren desde o principio
augmentar esse grande elemento do bem, a asso-
ciacao, passando da familia tribu, da tribu aci-
da Je e assim em progressn, leudo sempro na
mente a idea c o plano de urna unidade moral em
Cujoseio podesse viver livro e feliz.
Jmpellido a produ/.ir pula necessidade de mclho-
rar o seu estado precario, cada hornera obJeceu
natural tendencia, enlregando-se ordera de pro-
ducto para que o chamava a sua organisaeo es-
pecial ; mas observou que se conseguir satisl'a-
zer uma ou algumas das suas necessidados deixara
as outras privadas dos recursos da sua actividade ;
omquanlo qe era relaco a necessidados diversas
os seus semclhantes se achavam em circurastan-
cias perfeilanieiile idnticas.
Daqui idea da troca nao havia mais que um
passo de fcil execuco ainJa para as intelligencias
menos desenvolvidas.
Cora a simples troca a civilisaco receben j um
grande impulso. O hornera nao se limitara a pro-
duzir um s dos numerosos objectos de quo pre-
clsava para seu consiimmo, se nao tivesse a certe-
za dealcanear por meio da troca os outros de que
careca. Mas livre do cuidado de salislazer diver-
sas necessidades, porque com un s genero de
pioductos consegua os outros, pode concentrar
nesse genero toda a sua actividade. E como tra-
balhava para salisfazer necessidades, e o Irabalho
uma [>ena que lera por fim evitar outra pena
maior, a sa propria nalureza o levou primeiro a
augmentar a salisfaQo lomando o produelo mais
perfuito, e em segundo lugar a diminuir o Irabalho
que essa produceo reclamava, aperfeieoando o
meio de a obler.
A perfeita satisfacao das necessidades o alvo
a que se dirigen! todas as nossas acedes Se a ne-
cessidade um mal, fica evidente quo quanto mais
completa fr a satisfacao maior ser o bem, e por,
outro lado, se o Irabalho 6 lambem um mal qu0
tcm por lira evitar outro mal maior (1) claro qufc
quanto menor fr o Irabalho, maior ser o bciU ;
c se pela tro a se o'atevc de um lado o aperfeiafea-
mento do producto c do oulroja diminuico da ira-
balho c corlo que foi ella um poderoso e fecundo
germen de civilisaco.
Mas ainda isso nao ludo. O homem^cheio de
privacOPse sem meios de as salisfazer "completa-
raento desgranado, mas nao seria mras para las-
timar, [se fosso pq,ssivel existir) o honAera sem ne-
cessidade.
LSetIj
*? Pradav,.is
!LUrfpfer,ao,
tanto iliais^.'.
vado dos meios de
Domingos-CaifcWlajjiasJrf7iTr^~s~"
tentnm, vo apparecendo outras, e
o Sr. pre-
i resposta
inir daTI|sponsabilidade, c se osla s se d quando
houve abusoTV nao pode recahir sobre quem ne-
nhuraa culpa le Ye pela fuga do recru'a.
Devol-vo, portal 'lo os papis inclusos para que
V. S. mande pjgar^a importancia referida, de que
a autori'lade rocrutadTJXaJindeninisar depois a fa-
zenda, seo resultada dasSa-veriguaces mostrar o
de-0-)fc )00 res-, importancia da despeza feita com
a decoracao da sala das SJSSOes do conselho ad-
ministrativo para fornecimenlo desse arsenal.
Dito ao director interino das obras publicas.
S. Exc. oSr presidente da provincia manda cora-
ra V. s.em resposta ao seu officio de 2 do
abuso, que anda nao foi reco.anectdo pela aetori- | corrento, sob n. 267, que nesta dala se aulurisou o
inspector da thesoui
dade si'perior.Officiou-se sobreSSle assumnto ao
chefe de polica.
Dilo ae mesmo. vista do que info- na o tenen-
lo-general commandante das armas nos oficios
juntos por copia, deve continuar o pa gamento dos
.'ii.imenlos, que competirem ao cirui'gio de con-
trato Dr. Francisco Jaciulho da Silva C icllio : o que condicoes do respectivo'contrato
leclaro a V. S., em resposla ao seu o lucio de 29
rana provincial a mandar pa-
gar a vista do compet-enle certificado, ao enge-
nheiro vil Jos Mamede Alves Ferreir, empro-
leiro do segundo lauco de 500 bracas de estrada do
norte, a quanlia de 15:810^000 ris a que lera di-
reitooditoengenheiro.de conformidade com as
a v. ., era resposla ao seu o
de outubro ultimo, sob n. 771.Cora municou-sel
ao commandante das armas.
Ulo mesmo.Tendo-me participado i1 bacharel |
\nionio Pires que era 15 de oulubro pro imo lindo
ieixrn o exercicio da vara dedirciiu, po t-lo as-
- mido o respectivo prcprielario, e pass ra a exer-
cer asfuneces dejuiz municipal c de o rphos do
termo do Limoeiro : asim o communco a V. s.
para sua intelligencia. Communicou-s tambera
lircsiOenle da relaco.
Dito ao commandante superior da guar.'la nacio-
nal de Santo Anto.Coma inorni'a^-m ioistrada
4 "seccio.Palacio do govemo de Pernambuco,
era 2'j de noverabro de 1859.
o presidente da provincia querende evitar o relar-
dainento do expediente da administrarn da pro-
vincia durante o lempo era que tem de acompanhar
a M. o Imperador as visitas dos eslabelecimen-
los e obras publicas, assira como as v-.agens que
|0 mesmo Augusto Senhor se dignar fazer para as
diversas localidades da referida provincia : Resol ve
utonsar o secrelario do uoverno. bacharel Jo
aixas,
forma luuiKi'n.i, s^m dr e
ao paladar^K^liJiJa. DO-qunlhe
- i UrlermiuahJBj
quanto maior lj/rjo'
uas necessidades, com tanto que se>.
Sasazer.' 0 i
priuieiaT" necessidii,',
iniJo
(ue
con-
a jrea-
vao
c5o de novos productos, que successlvameu
absorvondo o lempo que a simpiificace dotraba-
Iho facilita.
O cornmercio pois, queproduz o elfeilo 0 :lml
plilicar o irabalho e que deixa livre parllo iQm-
po anteriormente empregado na preduc<^s*s b-
ieetos necessaros, ainda nos appsrecc efl -mi
poderoso elemento de prosperidade.
Pelo commcicio so 'Ifectua a divisao do lra.,
mus cora disposlcoes mais ou menos pronunciadas
p.ia todas as cousas n.to podemos com ludo desen-
volver senlo uma ou poucas d'essas disposices,
que miseria n.to sera a nossa, 'sem a admiravel
commuuidade que a circulado cstabelece, fazendo
com que cada individuo, embora destituido de al-
gumas d'essas disposices, pailicipe das vantagens
de tedas?
l.-.so j muilo, mas ainda nao tudo. Tara sa-
lisfazer as suas necessidades nao basta ao humem
querer e Irabalhar ; carece ainda d'ura immenso
corpo suplemenlar que Ihe faculte o Irabalho; n'uma
paiavra precisa de capitaes. Ora.se nao existiudo o
commercio, cada familia se va obligada a ser urna
e.ncyrlopcdia em aceao de todas as industrias, e pre-
cisava paia isso de urna inflnidade de utensilios, de
instrumentos de machinas e de provlsoes; e se gra-
bas a elle cada homcm se pode entregar a um s
genero de Irabalho, i vidente a economa de cap-
laes que se Ihe deve.
Nao ignoro que mais de una c-cola tem levan-
tado um brado de reprovaco contra os agentes
d'esse_ grande elemento civilisador. que graves ac-
cusares de egosmo e de roubo tera sido feilas aos
capitalistas e corainercantes. convenho mesmo era
que de corlo modo leuham degenerado esses ho-
raens que se aecusarn. Muitos outros sacerdocios
ruis augustos e sublimes lem sicrifleado s vezes
ao tai pe culto do ouro. tem-se malerilisado a pon-
to de esqnecerera os seus principios fundaraentae-,
renegarem o passado, e venJerem o futuro- por um
presente inesqunho.
Nao muilo por isso que a elasse cornmercial se
nao lenha senipre consrvalo pura. Mas os erros
ou desvos d'essa elasse nao auiorisam a negar a
influencia benfica da circuladlo, nem a dizer d'ella
que se inlerpoz entre a nalu,rcza e o hornera para
impor um trbulo nos productos que Dos havia
distribuido com mao larga e gratuita a todas as
crealuras. A reano q,ie entre os mais; rdentes
apostlos do progresso rbenla contra essa doulr-
na, uma consecuencia merecida de ler confundi-
do o uso com o0buso, o bcra com o mal para Ihes
gravar iidisturctamente na fronte o ferrete da igno-
minia. Emprguem porra as escolas o os indivi-
duos os seus raaiores esforcos para desacreditar a
circulacaoe os seus agentes, attaquera-a na essen-
eia ou as formas, ludo ser baldado ; esse fundo
escur d'atguns abwsos nio pode amortecer as co-
res vividas com que no grande quadro da civilisa-
co se ostentam as vantagens do commercio.
Cutre as leis moraes que regulara a ordera do
mundo o presiden\ ao desenvolvimento do homcm,
a.le dacircuhvo aquella em que mais profunda-
mente se gravou o sello da Providencia. A circu-
laco-das cousas c o signal da vida do mechanismo
social, do mesmo modo que o movi.r.eiito para
os nossos sentidos a vida de toda a nalureza; e
desde o grande ao pequeo no mesmo grao em que
o moviniento necessario nalureza, a circulaco
das cousas tambem neeessaria sociedade, sua
existencia e aos seus progressos. O solo o prmei-
10 degro da industria, a industria preparatoria
das outras industrias ; mas esta industria precisa
sor ajndaJa pelo commercio ; s entao que so di-
lata por uma como elasticidade natural, e que
abrange cora os seus bracos um espaco milito para
UlciB das antigs metas.
| E com elfeito foi o cimiiiierete que inspirou as
mais longincuas viagens, ijue cunduzio o homem
'" uros de todas as regios ede todos os climas.
Poi o commercio que nos levou a aprender o em-
pre o de muitos agentes naluraes, taes como o vi-
gor e o inslinclo de certas rae.is, as leis do magne-
tismo que obrando sobre a bussola dirigem os na-
vegan tes, a totea do vento e principalmente a do
vapor, que av.issalando mares e Ierras lera de tal
modo aproximado as distancias que se nao perco-
bem quas c que lin.iI-.-ienle, segundoja phrase de
um profun lo economista, tem tornado a nalureza
qual, uma escrava que nao preciso sustentar nem
mas ainda sobre toda a Alleuiaulia, prestes ao pri-
meira -igual, a lomar partee interesse por ella.
Realisando-se esla evenlualidade, o imperador
Napoleo seria obrigado a retirar suas tropas das
margensdo Adige, eleva-las ao Uheno, e conse-
guintemente a causa italiana, em favor de quem a
guerra havia sido cmprehendiJa, se adiara su nao
perdida, ao menos gravemente comprometida.
'< Neslas graves circurnslancias o imperador
achou que seria vinlajoso primeiro para a Franca
e depois para a Italia concluir paz, com lauto
que as condices fossem conformes ao programmo,
que elle se liuha imposto, e uteis causa que que-
ra servir.
A primeira questo era saber se a Austria rede-
a pelo tratado o territorio conquistado ; a segun-
da, so abandonara francamente a supremaca que
por si havia adquirido em toda a pennsula ; se rc-
conhecena o principio de uma nacionalidade italia-
na, admitlindo-se ura syslema federativo ; se, em-
fini, consentira em dotar a Veneza de instluces
que a toinassem uma verdadeira provincia ita-
liana.
Quanto ao primeiro ponto, o imperador da
Austria cedeu sem contestaco o territorio conquis-
tado, e
pas concesses i Veneza, adrailtindo para sua fu-
tura organisaeo a posicao de Luxcmburgo vis-a-vis,
d confeJoraco germnica ; mas elle fazia en-
trar neslas concessoes, por condico, .< sino qua
non a volla dos archiduques seus estados.
Assim a questo *e achava mui clararneute d<-f-
linida em Villa-franca : ou o imperador nada de-
va estipular em favor da Veneza, e limitar-se as
vantagens adquiridas por seus excrcitos, ou en'.o,
para obler concessoes importantes e o reconheci-
menlo do principio da nacionalidade, doria pres-
tar sua adheso em favor da volla dos archi-
duques.
< O bom senso tracava pos sua norma de con-
ducta, porque nao se Iratava de raanera alguma.da
volla dos archiduques com o concurso de tropas es-
trangeiras, antes pelo contrario faze-los de novo
entrar com serias garantas, pela livre vontade das
populaces, a quem se faria comprehender quanto
esla volla seria favoravel aos interesses da grande
patria italiana.
'< Bisem poucas palavras, a exposico verdadei-
ra da negociarn de Villa-franca, o para lodo espi-
rito imparcial, claro que o imperador Napoleo
oblinha pelo tratado da paz, tanto e lalvez maisdo
que nao havia conquistado pelas armas. inislcr
mesmo reconheccr, que nao sera ura sentimento
de profunla sympalhii que o imperador Napoleo
vio com que franqueza e que resolncao o impera-
dor Francisco Jos renunciara ; no" interesse da
paz europea e no desojo de cstabelecer boas rel-
ceos com a Franca, nao s uma de suas mais
bellas provincias, mais ainda poltica, porigosa
lalvez, em todo caso, nao destituida de gloria, que
assegurava Austria o dominio da Italia.
Coni eIYoito, se o tratado fosso sinceramente
executado, a Austria nao seria mais para a pennsu-
la essa potencia inimiga o porigosa, que contraria-
ra todas as aspiraces nacionaesdesde Purina al
liorna, e desde Piorenca at aples,
nar-se-hia ao contrario una potenc
que consenta de muilo bom grado a nao ser mais
potencia allemaa deste lado dos Alpes, e em des-
envolver por si a nacionalidade italiana at as mar-
gena do Adritico.
Do que precede, .fcil comprehender, que se
depois da paz, os destinos da Italia fos3om confla-
dos homens mais preoecupados do futuro da pa-
tria COmmum, do que de pequeos successor par-
ciaes, o lira de seus exl'oreos teria sido desenvolver,
nao obstar as consequencias do tratado de Villa-
Franca.
Que de mais simples e mais patritico, na ver-
dade, que dizer Austria : dosejais a volla dos ar-
chiduques 1 Pois bem seja ; mas enlo executai
'ealmciile vossas proraessas, concernentes .i V'ene-
vel era syilttaa de vida dasjiaeoes pfimilivas; o
se ronheciam sena o asi propria, lomar.ini n
nsoiite dos seus valles pelos limites do mund
se algumas vezes so enconlravam com ouli
vos era >menle nos campos de balalha.
Ainda porm n'uma outra que
sacio eslaya muilo mais ndianlada, no mundo ro-
mano, a circulaco que existia nao era pe/feita,
porque nao era conformo as leis p n
despolisino gov rnnmontal odomesuco < nsiiln
um motivo assaz poderqso para que a .;
nao podesse desenrolver-se e o despri-zi qi^
Cidadaos vola vara industrio fazia cora
fosse entregue sraenle a escravos, isto '. a ho-
wm I
(!' 1.1 ..
inens sera cultuia na intelligeaci i
na roolado o sem interesse na ac.-o, < impcil
desse modo os raelborameutns que o Irab i!h t li
Eazsemprc aos seus produrtos. Alm diss i o rom-
meicio vive de liberdadccvm Roma nem ,i libeTr
dad>; das trocas determinava as rea o -s dos sr.
eos, nem esses, como j disse, erara devidanv
i emunerados.
A imperfeic da crcnla^io ac'uou pois so! rea
civilisaco limilando-Ihe a rea, pr iss
nessas eras au se viara as {.ramios des
luar.lo ao segundo, proineileu asmis ara-1 lie. nenies em nossos dias.E' venlade que as on-
das do Mediterrneo trazam a Roma os rei
Egyplo, os perfumes da Arabi i, os esl > 11 Ind
os quadros e estatuas da Grecia, cera o i
Hespanha, mas isso era mais uma perpetua am
daeao de impostos^era mais. um feudo pago '. rai-
nha das naces do que um commcrd i dur i
e regular. Os romanos tinham sid d< -
Uados para conquistar e governar os po\
para commerciar com o inundo ; leda a sua i-
encia econmica restringa- ad venci-
dos,e foi isso que privou o grande imperio
unidade e cohesao de i uti-r 9 que
com ura vinculo indissoiurcl lo *>ui -
bros. m
Depois quando de lodoso linha A~~-^rit--
anliga nrlude e energa daquolle poro le hen.es:
quando os seus desrendentes di gene!
van. os remorsos das s ias conscienci
no vicio ou na dcrassidSo ; quando j nao i,
hombros de soldados que q ortassem .1 conra
nem bracos que podessem dol rar o areo ou en
ahara espada que havia cnquislndo o me-
quando as matronas romanas dispntavam 1
cas cora as meretrizes ; quando a pu pura era ren-
dida era praea a quem mais dar, ;. \
esse grande calaclisma moral, o maior de lodrn
que lem experimentado o universo; e a cid
sem rival, que do alto do capitolio domina*
mundo, foi invadida por hordas de barba
como bandos de ani r M
civilisaeoes caducas.
Se na socied-.de romana [orara coulradUas as
leiSnaturaes, nos primeiros tem iM-
vasaoaos barbaros toram completameute desco-
nhecidas. J.ucias continuadas, un
Icrminavel, uma tyrannia sera liraikw, ruinas que
engendravam remas, tal o lte esbo o
' '- que o enlendimento apenas "
1 H*5 '."'d'1 passados
mas-illa lor- Ido ja aUTcerto ponto eslava :
ia amiga, pois, o commercio conlin 1011 a e

:oiilraros raaiores
Por um lado :
populaces o determinando a pr< rieda-
avel; per oirtri la lo o
o pregando o I i w
lenlos,
vemlo as
de iu.lll..
absorreudo as riquezas
bens di
re onceiti s

Bentoda Cunha Pigueiredo Jnior para assignar e 1
receria a nossos olhos este estado de desamparo
Nennuma concessao s justas exigencias d.. ho-
rnera para a sua subsistencia, nenhuma condi'-ao
para o seu desenvolvimento, nenhuma vida e-
nliura.i actividade, non hura progresso.
Ascidadese as aldeas converier-se-hiam em
. erraos ; ao ruido da vida succederia o silencio da
- j norte, porque a existencia da maior parle consu-
mir-se-hiaa produzr parles incompletas de um
1 destinado a pdrmanecere amorrer na. a sen-
pelo director do arsenal de guerra respondo ao^nf-
iicio que V. S. me dirigi em 13 de outubro prcMU-
IDO findo acerca do armamento e mais objec los
precisos para o balalho n. t de infanlaria da gu ar-
da nacional dessa comarca.
Dito ao mesmo.Ao seu officio de 25 de oulul ,ro
ultimo, lob n. 30, respondo declarando que o el. "-
fe de es'ado maior da guarda nacional desse m '-
uicipio ser substituido, durante o seu impedirae "-
lo, pelo coronel commandante do balalho n. 21 de
infantera Francisco Antonio de Barros e Silva.
Diloaocommaudanle superior interino da gua f-'
da nacional do municipio do Cabo.Ao seu oll o
28 de oulubro prximo linio, sob n. 2, rcspoi
declarando que, vista da infurmaei^iuiLL^ "r
copiado director do arsenal de-gTTeTra, su pr ,vi"
ienciaropporlunameiite sobre o armamento ns-
iso para o balalho n. 41 da guarda nacional i'es-
^,e municipio.
Dito ao director do arsenal de guerra. Mar '
Vmc ornecer os lerros necessaros para o presos,
que tem de seguir no brigue nacional U. Afronto
IJ1I0 ao inspector da thesouraria provincial.
\ isto o que Vmc. declara era seu officio de 2 do
corrente, tenho a dizer-Ihe que pode applicar aos
pagamentos demorados os 50: ltimamente conirahido, e igualmente a somma
que restar dos recursos ordinarios no cofre dessa
ihesdurarin, satisfi/cndo-se os ordenados d >s ein-
pregados pblicos, e se acaso nao forera sulcienles
para essa lim asquantias, a que acuna reliro-ine,
dever dar-se conheciincnto disso presidencia.
_ .Na amorlisa.o das dividas dessa thesouraria >e-
ro preferidas as mais antigs, como Vmc. indica
era seu otlicio de 2 do corrente, sob n. 356.
Dito ao mesmo. A' vista do pedido junto man.Jc
Vmc. odi.intar to thesoureiro pagador da repart- |
> occorrer .10 pagamento d.is respectivas despezas 110
presento raez.Communicou-se ao director interi-
no das obras publicas.
Dito ao director das obras militares. Mano o'
Vmc. f.izcros concertos precisos no labralo;io si -
toado no islhnm de Olinda, communicando-nic 1
despeza respectiva.Cornniunicou-se ao directo r
do arsenal de guerra.
Dilo ao director inlcrino das (jiras publicas. -
Mande Vmc. levantar a plaa da vi'la de Pao llo
AI ho, como solicita a respectiva cmara municip. il
"ffi-'io junto por copia.Comraunicou-se rn-
tendj :amara municipal.
Dito ao commissario vaccinadorprovinci.il.K. ;-
lio 1 Vmc um envoltorio com pus vaccini-o.
ao j-iiz noaieipoj do 1* rara.Mande Vns c.

-------jspac
e ordens a mesma lorraa usada nos d.i presidencia
era cojo nonie sao expedidos.
Esta resolncao tura a conveniente publicidad^
pura conhecimento de quem possa interessar.
Luiz lavbalho Muniz Fiuza.
COHHANDO DAS AHHVS.
Quartel general do eonnando las
tratas lo t'ei*iiaiiihi(c(, na eidade
du Recite, t; de novcmlico do IS.%
ORDEM DO DIA N. 320.
Havendo de solomnisar-sc a procisso 1
Christi.que no dia 27 do corrente lera de s
igreja do Divino Espirito Sanio, determinac
nenie general commandante da.
midade cora as ordens ra
que un bnsada^wrVEo^nwmte do
Domingos A_llo^, N,M.V j.-,-,...;,..,, C0I11
^quajTodu cavallaria, dosbalalhoes
pro no seu pousameiilo. Aunis temporarios da i'.ijeita a
jir-nos-
' p..r todo o gene-
q sacramoiilo que
doria penetrar no
, a previdencia so-
11111 esforeo sem
all a
ha a-
'inua-
:ra
te-
rmas de confor-
f da presidencia
Sr. coronel
posta do I."
. r. 2.1. c 3."
de infantera do guarda nacional deste municipio,
do 10." balalho da mesma arma do exercilo, e de
um parque de artilharia de boceas de fogo guar
needas pela companhia deoTtiiiccs esteja era para
da no largo da Ribera as 3 horas da tarde do in-
dicado da. e que depois la revista, marche a pos-
lar-se era frente da dita igreja formando alas como
, de estrilo.
0 '.#commi.'id.!nle da brigada, do entre 08 Srs.
: ofilciael dola escolher os seus res
i pregados.
Determina outro sim. que os Srs. ofiiciaes dos
corpos especiaese dos movis do exercilo, es'e'am
i presentes na mencionada igreja, ortra de acompa-
nharem a procisso.
A brigada ir m.iniciada para dar as salvas da
eosturne,
Assignado.JosJoaquim Coelho.
ContornoHoracio de Gusmo Coelho, aiferes
ajudante de ordens do enramando.
pe 'tivos era-
EXTERIOR.
grande cadeia pea qual se perpetua a especiara
meio dadestruieao dos individuos, que ralamos
nos reluzdos somonte propria o-vii,.|nca e sus-
teniados apenas pelo nosse IrabaJt ? I'u
hia o lempo, devorado
ro de appli -acoes ; a se
repara teda a redempe
sancliiario da nossa intll,
ii urna paiavra va o ir.
compcnsico; o progresso ua .
nossa existencia seria impossivi
raos de perecer por torc, olorm
mente pelo pezo do solTrimenlo,
Mas nao sao esses somonteos
isao do Irabalho. AlnuVccuo n.
lioraem a accao hifeifoctual uue aiiii..
jII'1' JnTnpercoptvel entro a mi .. ,,,...>
rpij*W*W4"liadas, lliiilo como ludo que u|ro lei., o ho
moni distingue-se, e.eva-se pelo fogo sagrado da
su intelligencia ; mass ajudado pelos recursos
da M-i.-neia e que pule conseguir 0 seu lim. a
scicnciaque excita o nosso espirito, que estimula
o amor pela verdade, que faz sabir os nossos pen-
sa m en I os da arca que os eneerrava, e que nos lor-
11a herdeiros da vida intelleclual dos secutes pas-
sados. N.uihiira homem porm est habililado para
saber ludo, e a maior parle leude mais a aprender
pela experiencia dos outros do que pela propria; e
por SSO a divisao do Irabalho tornando a oserva-
cao ou a descolierla de ura s homem cummuin
h nnnidade, lornou inovilavel a realisa-o do
gressn.
Ainda mais, uma descoberla alheia condu/.-no-
a faier urna propria, una iillagaco d'ouirem \,i'.-
nos achar coiuas em que nos ne.n pensavamos, c
sobro tudn cssas descoberlas, essas conquistas do
boraem sobre a nalureza, conservara-se, iransmit-
lera-se Jo paos a lithos, e par conse |uuiica
raulam-sc de idade era dade, do geraco em
-.ic.io. A ideacresce c mulliplica-se como se
liplica 0 cies.e o genero humano.
Piualinente se os homens anda differcm ni is
as qualidades do espirito d que as fenies do
roste ; so raanera da physonoina a alia poslo
que sujeita a algumas regras goraesnra nunca
idntica em deis individuos ; se anda quo 111-ci-
seiproprio interesse.
Sem o commercio o
emfainilias que
universo existira dividido
q.Vie ena cnmprenciMeria o mov.
de sua policff, que se r. 'sume neslas palavras:
lira vez de arriscar uraa"guerra europea e por
poderiara agrupar-se, reun r-se conseguinte a independencia diSJgu paiz ; era vez
naiououliavez nas nunca lorraar urnas, -.Ja- de despender ainda 30) milhoosT i
regulare duradoura; debaixo da sua inilueiTc^ | s angue de 50,000
asaecessidadea corabin.ira-se al cora os productos! Sooleo aceitn
mais distamos regoes; ligados por um laco, oc-
cuto os povos Iraballiara uns para oS outros sera
9 conliecerein, vivendo era paizes remotos c mu-
as vezes era pocas diversas ; o a humanidade Oca
ura principio de solidariedade que carac-
e a sua mais importante con-
lerisa a sociedade
quista,
v les a propriedade coltecliva augmentando in-
cessantemente pela extenso continua o progress-
vi dos monumentos, dos ihealros, das bibliolhecas,
dos can.aes, e das estradas ?
Vedes a propriedade individual progredindo na
sma proporco, e concedendo-nos mil gozos des-
terrara ir o
subalos, o imperador
que sanceionara 1
de seus
uma paz que s.iuceoiiav.i pela
l.riinehv-ive/. depois du secutes, a nacionalidade da
pennsula.
.< o Pio.norUle, que representa mais particular-
mente a causa Italiana, acha sen poder consldera-
velmenle augmenl^iio^e.^a confedera'ao se cs-
tabelecer, elle represiMitarTi>|nsuQro papel, mais
uma nicacondico aposta todasesftsstinlagens,
a volla dos amigos s iberanos seus Ksta los> *-^.
Esta linguagem, cromos ainda que ser compre-
liendida pela parte sensata da naci, porque sem
isto o que acontecer .' o governo francs j.i o de-
claran ; os archiduques nao sero reconduzidos a
lado
tespresaro eommi 1 as artes ul. s; e 1 cu-
ro lado totalmente a falla do seguran a e de p.iz
lelhcram por milito lempo o desenv'olvinn
I i-.-ill: r- ...
oeste mundo, |or nutro os p
biliarios herdados da civilisaco ron
d "
I
t
iiriiilaco.'
S ha po-itafwcuV.s, depois da inv.-u da --
prensa, quAiid a'scienem deijon de ser a dsi
cao de uma nica elasse para.caiilr m
bhcoe a humanidade se Itansformnu u'ui
escola, eque cqmecou 0 reina ,i,,
Cl.llisaeao, que i ,,,,,, om s0;ls aaac3 ,r,0
Cosas conquisla-.-.
lomamos to grande pan.', pela applic : .. ,-
por nnrpaaraioT c mais larde v.i.*u 'terivsirc
ele. loi eniji,., .pe- o commercio, qi'ie na me I
ii.i-ie lnha dado ,.s primeiros golpes no f. : U I5S_
mo, sopropagu par t 1, ,, ,,,,,,.. ,. os ,.
nantes que alravessavara, os mares e ostf.
teSTiopercornamomuiidod'uma*aoulrapxtr -: '
de, cranlo p..la truca das pro-lucios rolar
povosdescinhecidos ou iuimigos, foram', -
-n-.isaposu.los do progress ., os soldados
da civilisaco, os misionarios da sar.1.,
solidariedade o fralcrnida le humanas
Ao commerciodnveram a Hollanda e Porl i<
grandeza e inUueiicia cine lireram
Vos^ip^ipa^^'codU^'da1^; SM5SJK"
sendo execiitada, o imperador da Austria se
sa ios 1
Vedes a inraensilade dos mares continuamente
lala por navios que se crusam em todas as di-
es, nivegnido uns a luz do sol, outros vogan-
ras bor-.-rr-f navios
rocco
do ao nallido
^ ,
pro-
accu-
mul-
Iufluciicia d
cMiiimiereio na elvfli-
Kiteao.
Se fosse possirel que o homem vivossn inle-ra-
mente s, a sua existencia havia de ser necessa-
riamente miscravel e o seu progresso limiiidssi-
mo ; masa isso se opppe a su 1 naturezisocial por
tendencia e por necessidade.
A opinio pois ilos que 0
seu oslado natura) logo ic
ler.iram r.Vra do
so reun > ;o:i seas so-
I So se admirom de en dizer que o Irabalho
e um mal. Embora no seniHo phylosophico -
e com raz'o que o Irabalho 6 tira bem, por isso que
103 1 Q i;i.i grandes niales; embora se diga que un
bem ora si proprio, po|ue indepcndenlemenlodus
resultados productivos, moralisa n homem e pira
elle urna tente perenne du alegra c de sai le ;
d.ivi.i nao se polo .li-. llar rj ie lodos o eiiis!!
neis um sneuto, uma fatiga, um mal,
ite nos eiitregainos a elle para evitar
soffrinienlo, auira fadiga maior.
lo-
ra-
-' 1 "'
uiro
relleco das anr
, ie iv.M9,..iui> ao capricho dos .,. ..os o das ondas
conduzeui e>n ura numero de dias invariavelracnte
1
nao
. des-
ala de iodos os comprouiissos telos era favor de
ura polo ao habtente do
Xo numi
regulado o habitante d
polo opposto i
Vedes as planicies cuberas de uma vegetara"
opulenta e corladas por immensas lnhas frreas,
por onde sao os homens condiizidos de uma nacao
a outra nago cora a velocidade do relmpago i '
\e les a u.suirid.i le da noile supprmiJa com ..
luz do gaz, o pharol guiando os viajantes nocturnos
e o telegrapho imitando o raio para servir de cor-
reio instantneo t
Vedes a allianca artstica do todo o globo cele-
brada pela primeira vez no principio ila segunda me-
lado do secute 19 na exposico univorsal de Lon-
dres, nesse campo ciuque s na.Oes foram deixar
rivalidades e rancores, erros o inimisaJes, c abra-
cirem-se corno irinas .'
Vedes ascieoca, a arte ea industria apresen-
lando-nos cada dia uma nova victoria do espirito
sobre a materia, da liberdade sobre a fatalidade, do
direilosot.ro a.forja, da civilisaco sobre a bar-
baria !
Pois todas essas desrabarlas e inrenedes, lodos
esses progressos, todas essas grandes "conquistas. havia-a j
sa > na maior paito devidas ao commercio, o qual lia entao
como orgao 0 mais intimo da vida da humanidade
6 o mais lurte elemenlo para a fazer cliegar a essa
liarmouia'que o seu destino e o seu ideal.
Continua. )
/. F. da Sileeira Molla.
j. Quando os tactos fallara por si mesmos, parece
a primeira vista, intil explica-los. Entretanto quan- i
do a p.iiv.io ou a intriga desllguram os negocios os.
mais simples, torna-su indispensivel rcstabelener-
llios o carcter, para que cada um possa apreciar
c un conhecimento do causa a marcha dos aconle-
cimentos.
Xo mez de julho ulimo, qua.iJo os exereilos 1
trance-sardos e Austracosestavam presantes entre
oAdigeeo indo, o perigo reinara lamben em
)oi ostelos : porque se o exeieilo franco-sanl
por -r.i Rlueneia moral d >s sjee,i^is
exercilo Austria rT-^^affij-f"^ <>'"-
C se apoiava nao ;.) s,jbre fjrto/.vl;i 1J
lil
Veneza.
__t-Ioquietadji pot domonslracos hostis da mar-
gen dneita do P, elle se mantera era estado de
guerra na margen esquerda, e em vez de uma po-
liiica de coiiciiiscao e do paz, ver-so-ha renas
uma poltica de deseontiahea e de odio
scer
. trar
novas perluruacoos e novas desgracas.
Cuiita-se muilo com o resultado'de ura congres-
so europeo ; nos aueiosamenteo desejaraos T po-
rm diividaraos muilo que um congresso ol.tei.ha
melhores condices para a Italia. Um congresso
s exigir o que fr justo ; e seiia justo pedir a
nina grande potencia impoitenles toramissoessem
Ihe ollerecer era troca compensa, oes iguaes ? o
nico meio seria a guerra ; mis quanto se enga-
a a Italia, su ha na Europa uma potencia que faz
a guerra, por umaida : a Pranca, o. a Fianca
jcunij.rio sua rasso.
I ta Industria e commercio belgas]
era antecedente procuramos demonstrar
i qual a iulluencia du commercio na civilisaco o
quaes as incontcstaveis vantagens que n humani-
dade Ihe deve. Xo se crea porm que considera-
mos com circulaco econmica e verdadeira a sim-
. pies transferencia da nercadoria du lugar da pro-
duceo para .. lugar do consura 1. Essa circulaco
110 mundo a 11 ligo, e .1 sociedade sobs'is-
por uma organisaeo ficticia, anti-ecoii -
mtcae minoral, que cabio so cora a proprio
embora causas 1 \lianlias ressera accclerar
ruma. A aulguidade, poca de espoa.-o e
guerra, nio pu lia entregar-sc a um commercio
i
i* iri ig 1
a ctualmenle a Inglaierra'c os'Esta.los Utii C
in roiitestavcl importancia. Inspirador
tu., asas censas grandiosas ih
se etTeituam, o commercio le .
de rosssim as victorias da civilisaco.
ea usa as distancias en :urtam-se.
I c^oi-se, e a .-i-r,. Ilnalmenlc
Trnri^e vari.idis
Iraca, se^MAj
cada iiiilividiiu. ""T^-ft-iejui-zas qi|i OSpalh.l ev|;
ou dLisipam muitos ,nliif#ii_'_^ -1 1 os vi-
cios que ,1 miseria faz n.:si-er, exTTnUfc^ o ara r -..' 1.
irabalho, o goslo da economa, a n,..-
honradez. < fazem esperar 110 1 ituro
le de oirn qu os anii |,araiu tl0
. IOS : -M
de ; -1
urna !;,.) p,.
l'r i '
se, 6s pori i. c
nm me c ido 1
unas [no todo si
reo para 11; ior felitidn
nozas
^1 ';-'.
So
nao i'\:-!:>-" 1.
nmi'cio na h ivi i: 1
meiiii, e a nda cims nnir-sn-
o rj>.npur d aira at n de
nao iiaveiia estradas

s I
. ,. .,,... 1MS .
es : 1 _
era esforcos so proprios dos brntus; um cxi>i ,
crdito, esse geaio q.it anim lu .
e a riqmw.a licana i-slacionaria a ':::. ,
lua ; linalmonte nao haveria 1 1 .
piegos e il.....-.-i;i 1. a s, ,. ,,
junta rom a imniubilidad
a iiileliigencia o s.mh-.re do >.-',, j0 ,^, :,
edooperano ajuste ,,. ::, {
nao cessaria de Irabalhar,
po da sua appaH ."n. na Ierra
1 ir sequer subir ao cerebro n
m<*nto ou d'u.u
de : -
moiinteiii do l ib 1] 10
Kepoiis
assrgna a
'i'o sobre a
nuo
.assaciam leai-
s 'in pensar, >.-.-;. !
i i ?! d'um 11
.em nossive).
le lllll ,.:,.
"adaclima | .-..,. ,.;,
1 le in^val que fj ,, [mal-
ura 1 -1 familia tora condusido ., f.
progresso da fnuiiliaa Iribn, da 1- 1 :
ridade .'. na-;o e-d'ahi r- {, : >'. id >, 1
humano, tem feflo que lodos "':' l! gen
cebain u dein reciprocara ~
meaialns da su.i .nister- '"':'' ''" dircoe* im-
lem g.i.lo n'um -'. ->^"" '' ,:--"-:m.:.::;,. ..:.. ...
a religio,a = -"!:''-" ,; : l->di e de aclivj 1 ,.>.
pezo,
Ihe a
o de
re-
ls, ,1
guiare perteitO, por que as
miseria e to-i-.i o gene... Je
distilIClVOS <.i.\ .-u;io":uT?l"
I asscguravam ,1 p .
prezas coinmerc'
Nao fjllarei t *'
nidade. As.- ninK-rcio na infancia da huma-
propoives da navogaco
luce
opprossoes, i-,h.i,i,.,,s
f ditica dos anligos, nao
ara as em-
e neeessaria
en pniii-ipn
l.'ll-
I u!ia
d )s, o
i forte,
eiru. rcio
-1.
IwuiU^.i a ..ing.ul is e canoas, e
simplos coinraercio de cabotagem
i ..i.i gui-rreir., dos primeiros pavo, ; a
. da pi'.it.ig.m tirando indi a seguran.-!; e as
po leas necess; lodos da vida infeliz da ueiles tom-
pos demonsiram Mficieiilenienie a 01 .funda mi-
seria e o dimnulksJino commercio das
associjeoes. .\lm diss-j
pnm'.'iras
a ni. ;
Irec "* ai "'ll''..... eeonomicas quefaz travar ,-,
a .es nacoes, ao raes-no -. : ^
..gmenltfu, que al mesmo as condi.r'-s
es de um clima, que paiecia.11 desiinaJas .
atureza smente para,,me
doos, se tornaran. roiniuuiM al para as
mais istantes. a guerra perdeu 'os -
-,1 ''.ojaaodireilomas n.vos.si .:
!"J" [""'"""S an.;a de ene ....-,;, .'.'..,.
f i;.""-'1 ri 1"ese realiseosoiihod-nl-omas
te,"8w grandes .- sns doniru eras
" parto abolida ,. ,: ,;.,,.- ,
a uiilros homens com 1 n
ser, ,.,,. ,i!l,-re n delle em
nte-lrtim ia, ,.m --, u,t,j .,
cstivercm Inda
lioniem mandar
'< teje ol'iftodj .in
nitu seren
m< ffvml.
MELHOR ENEMPLAR ENCONTRADO
/"
MOTILADO
1
II.H
;
' bis :.
de
'
lUGfVE


DIARIO DE l'littXAMBUCOSECU.NDA FEIRA 26 DE NOVEMBRO DE 186*.
. ptanto
:abc lo e >s nao de -
| ion -
'-ules uao ir substituido por un
i | lanlu i Ij.imii.i, a [ronde, o
_!, i uidado, o abuso e a espoliacio go -
Ji era \ /. '. >- principios sa-
niado o da jiislie.a. .
... nas ai les, i"- pro id i
i -, na ,1 Iminis-
< [mancas !i;i ainla a introduzir
- i menlos, provcil isas alteraccs,
. is; i- a circula ;o, oue al l*J
i actuado sobro i civiisaco, que
m >:i dos
uno i nao ac i i su i larefa.
|ik li id sid o principal conductor
. i pela qual o lioiuem s diri -
. do seu apoi lamento pbi
i..i gi au le i ifluen -
il iiil e i:,,'.'.. lual d i i livi -
. miar, su
. neias, das artes o da in luslri i-,
. e lolas .i- rea ;.oes so inca
i nos como o
trevas ds
starn i envolvidos un noite das
. -. ina ain la nao rheg i la ani -
ta por toda a parte o ca-
lo a aurora de fclicidade
- .:.;. c o coninien io qnem guia
la verdad ra civili-
[. 1'. Silrcira da Motla.
mi.]
NTERIOR.
HAZOS
ka de guerra a 'iao **>*>-
-.. .\ntturfo Js Mtorelra
una pala-
.. nto '...- nao emillir a res| I Pai_n_na0_.( nofareccr a
i i Mires de (inalisar-s o :
i m de los, q
l_jul.
. ..-. ... da exoneradlo do Si-, coronel,
luees- CP"= reformado do
.. ;, uto do pu-
l vidam-mle apreciad is.
ira, < sabido, e
propa -. : 1V:1 daqui.
. Jam ii i.ond .como elle afllr
- ;.. a patola do Sr. oronel Bezer-
le guerra.
'ira nao poda i n n devi i esperar
|Bi: porque estar convencido de
lisciplinador do Sr. coronel Bezerra
. ronhecido, onde todas as suas Icnla-
...;; izes linham d naufragar ;
r >n il -i.-zorra est exonerado,
!,: fui Ir I para mos lao
v !>.-. M iroira, elle ja na i qu n mais
. i de laneir o seu melhorauenlo
>vi.^ indo conseguir ; e no aphan
. proj dos n i observa escollia
q ulules fa-
se acha o Sr. Dr. Moreira
#?;. > lcitos'c honestos, urna'ves con-
itum Sus eslrea foi rnpor-
fcliz : ; o pie sob os auspicios d i
lfinafoz c. sed 1 I .1
suas aggressoes ao S^. corone! Be-
iin,io>s-...'', conuuuar no exercicio de laea Innc^des
.i vista do desrespeilo e menoscabo cora que' fui
Itoie tratado.
Dos guarde a V. S.Sala das sesses d i conse-
lho da ;u 'ira na cidade d'' RaoaH 2 > de outubro
de Ib).lili. Sr. inajor Carlos do Mor,es Camiso,
cummaulanle interino das anuas.Assignado, Jos
Cocllio de Miranda Leo, lenle coronel presiden-
te do conselho do guerra.Conformo o original.
Coelho de Miranda Leo, lenle coronel.
Copia.lllm. Sr.Incluso achara V. S. por copia
authenlica o ollicio, que ino dirigi o capilo refor-
ma,lo Haooel da Colla Palco de Biito rclalivamcn-
le parte de doente que don na qualidadu de mem-
bro do consolho "do guerra que responde o l)r.
Antonio Jos Moreira. atiui do que V. S. tomando
em a considerado dovida o expedido pelo referido
capilo, se digne proceder corno entender conveni-
ble visto cmodo conteudo do mesmo officio, se
deduz suspenco loga) para o luonibro do mesmo
i'onscthoo Dr. Francisco Mondes de Amorm. Dcixo
do remetter o original do dito oflicio a V. S. por-
'1 io c uno ver do scu conteudo a requerimenlo do
seu autor tem cile de ser rsenle ao conaelho eni
,i si.i primeira sesso.
Dos guardo a V. S.Manan-. 22 de outubro de
1^59.lllm. Sr. major Carlos de Moraes Camiso,
coinmandante interino djs armas.Assignado, Jos
i o dho de Miranda Leo, lente coronel.
Copia.lllm Sr Tcndo hontora dado parlo de
doente ao major cominaudaulc interino das armas,
ulgo-moobrigado a fa/.er igual communicaijo a
V. S. para que se digno levar ao conheciiuento dos
conselnos de guerra do que fa-;o parle. Nao dovo
omittir lodavia a V. S. c por consequencia 'ios di-
tesconsolhos que pa este meu estado concurren
as acucaras de que lenhosi lo victima, ja de me di-
/oreiu estar pendente contra mim na chefa turad i
polica do que ten lio teslemunhas ; ja no i'ia 13
do correle pe'.o Dr. Hendcs do Amorm que faz
parte do consellio de guerra [ue respon le o Dr.
tnionio Jos Moreira o qual apresciilaudo-sc em
minha casa disse-mc que lambem havia de levar
dous processos c ser insultado e euxovalhado no
mesni i consolho se desse o voto contra o Dr. Mo-
reira e 'pie era mclhor que desso parlo de doente
ouiros os t'ajij iras, que oc upafaiu a vasta cha-
pada da sorra da [biapaba e do serian do Ccar,
on le linhu ierlo de oitenta povoac5cs; os Guios,
que onvenenavam suas frcchas;os Jaburs, &puya-
res que viviam sempre errantes e nao linh&o outra
arma sonao massas os Palies, que aiidavam co-
berloscom umi tnica, o t'allavam urna nguadil-
feronto Jas oulras; o- (Juexars, que occupavain
O interior da provincia ; os Mandavs e Napors,
que cullivavam a torra; os Campeos, que nao co-
man) carne humana, nas corlavam a cabera nos
carne gurda, ou por outra,
cri i a do ga lo.
Os tapuias Guaranis oceupavam as varseas do
BaixoJaguaribe, sleos o Jaguaribe, pon
d i Salgado, o os Cal ibacas a ribeira deslc :
catochisados mui i do, ou destruidos as
que sel bes fez, em virlude da ordem re ia d
1,2,, ordem que j se exocutara muitos .unios
les que ella appareresse !
Os Quixals davani-sc com paixio s rapia
Deixaiam-se aldear com facilidade na misso de
oue era proprio para
lotaui
guerras
de
an-
nimigos e traziam seuslrophcos na cuita; os Aqu- Telha. mas com n mesma facilidade abandon ivam-
giMS, verdadeiros pygmeos, mas mu ratorosos.
Alm deslastribus, muilas oulras viviam no inte-
rior; as quaes nunca foram conhecidas pelos co-
lonos, porque ao passo que a colonisaoao azia pro-
gressos, ellas mais seinternavam no paiz.
Estas dill'erentes tribus viviam soladas unas
das outris ; algnmas v.ezes porm alliaram-se com
as vizinhas, oulras conslituiam-se suas nimigas
encarnica las ; com eslas ento cnlrolinham-se
guerras continuadas, ao passo que com scusallia-
dos orara fiis.
Praticavao religiosamente a liospilalidade.
Suas armas mais usuacs eram arcos de madeira
durissima, com curdas do diversas substancias fi-
brosas, como algodao, crau e (cura, especie do
Ulnas que sabia ni exlrahir da folhada carnauba.As
trechas de que seserviam eram feitas de canoa s:I-
veslre,armadas d'uma pona mui agucada d zagaia
de madeira rija, e guarnecidas do denles eiitalha-
dos ora de um s lado, ora do ambos, succedendo
que as vezes guarneciam-as de ossos, do espinhas
de cortos peixes, e cm seguida de tancas me-
lallieas que adaptavam na exlremidada da frecha
por meio de embiras do um modo rauilo aceado c
seguro; e na outra oxlremidade amarravam pennas
para guiar a frecha na sua trajecloria.
Algnmas tribus linham porjeostume envenenar a
pona da zagua, de maneira que toda a ferida que
por ella era feila, tornava-se mortal. Oulras usa-
vam de pi (ues de madeira dura, tostada e agujada
nas duas extremidades, c algunas vezes com den-
tes cnlalhados. Usavamtambera da clavara is o
menos comprida e feila de madeira durissima com
dous gomes,da qual serriani-se com urna destreza
ello e para cujo lira antes' lal que quasi todos os seus golpes eram n >rti >s.
presidio do Ceai, no anuo Itftl, um navio hol m-.seo uilerr in io iior Iotas estas oites, durante s
de/ i'iiiroii no rospertivu nulo; porrim Mor
H
passou-me um attestado de molestia sem en pedir.
Mees guarde a V. S lllm Sr. lenle coronel
presi lento do conselho do gu ura. Manas '20 de
outuhro d: 1859.Manuel da Colla Palco de Brito
exercilo.Conformo o origi-
nal. Jos Coelho de Miranda l.iho, lente
ncl.
( Epocka. )
Os arcos erara to fortes que, para anna-los, di-
lavam-se de costas.retinhara o arco com os pos c a
corda com as raos.oassini lau;iv,uu a frecha pa-
ra o ar, onde ella descrevia una curva e ia cahir
quasi sempre no ponto do mira.
As que se entregaran) agricultura, cullivavarn
a mandioca, com que fa/.iam massa ou farinha, e
com os suecos d esta raiz bebidas fermentadas; o
j mesmo pracavam como caj e outias fructas
Esbozo histovii'ii s.bi'<-a provincia lo que deilavam a fermentar o depois bebiam com
coro-;
Ccar pulu Div Pedro 'i'ibs
Km minha recente viageni >i pro
havendo-mc demorado por a'.^u..-
d' do lo, alii ti ve o prazer de entre i .<
ami/ade com o honrado Sr. Dr. Pedro
quc_ lia anuos alli reside exercendo sua nol
> com plena acquiescencia de lodos, e qu, :i<>|
obslaule o lempo absorvido por sua extensa clni-
ca, nao cessa lodavia deoecupar-se do ludo quan-
to diz respeito historia dessa auspiciosa provin-
cia, e se refere ao seu desenvolvimenlo material.
Differeulcs Irabalhos emprehendidos nesse sen-
tido fornm-nie ofciosameiitc mostrados pelo re-
ferido Di., inclusive este de que ora me oceupo,
cuja uiilida,i lano me impressiono i, que podi-lhe
licenca para publica-lo nesle Diario, de cuja re-
daceo fazia parle ; ao que assentio por deferencia
excesso. Cultivavan igualmente a banana c cer-
tas raizes alimenticias, que variavam conforme as
lidades.
povoaces comp'iTiham-sc de cabanas dp
ou de l'ollias de certas palmeiras. reuiii-
ia, unas vezes cercadas de especies de
i trra ou madeira em estacada, oulras
JjfeS'is, alitn de portal forma diteros
iufl^cjfcd? lili, que eoiitinuanirnte andavaui na
'nurerici a-.- i.ouder ou queimar estes po-
voado
C id i ;rbu tinha.^e
caos e o mais valor
ra. Tra/.ia alflfli rfi
a respectiva autoridade
limitada.
manJhCf. e de oulras mizos
i'fe, que era um dos an-
qnal conduzin-os ger-
os da sua dignidade, e
ipo de paz era mui
Sustonlavam-so de
ijonca para
lacr^o fazia ,..
a este orgo dojornalismo do nurle, mas depois de produzidas pelos lugares ond n 'diam, assim co-
nao pequea hesilaco e de modestamente overbar!0 lia producto da pesca orla e,at \ conformo as
este seatrabalho de incapaz dessa honra, aceres- localidades. As muheres fique.tra-mi da cultu-
cenlando que m'o permitlia anda por pensar que ra deslas plantas e Ja sua prepar^ ; ellas i.i-
lalvez assim desperlassc oulras pessoas a commu- ziam farinlia para provisao xpodieoesde
nicarem-lhoobservaQes que porventura lenhao guerra ou ca-;a, carranjavam certas bel'
feilo em sentido idntico, am de com laes recti- "untadas com os suecos red,:

/
(lcacoos raelhora-lo o quanto para desejar.
Os homens de letras, porm, ajuizaro por si
mesmos acerca de merecer ou nao essa honra o
" Esboo historio sobre a provincia do Cear
escripto pelo Sr. Dr. Pedro Thber,
c mjunctura p:
'/ mura ; assim como decidiro lambem se faco al-
gn) servigo ou nao com essa publicaro, do' cuja
falla lano se rsente o nosso paiz, que cm verdade
tLniuilo atrazado em obras que se reflro sua
hUloria, quer ge ral, quer especial cada pro-
vincia.
No esparo de 1 anuos de residencia no interior
da provincia do Ccar, len Jo o Sr. Dr. Thberge
ercorrido quasi todas as suas localidades em va-
a s letras,
pregar os instantes que lhe l-
plantas : os homens s su
guerra.
As bebidas fermentadas
... : beu o Sr. Di. Moreira lo-
racao do Sr. coi
b do grande
. Dr. Moreira do actual
is intet no im i lambem da su-
ilo e disciplina que devem sor
ite a adininistraco dessa mesma
la ja so uanifestou :O Sr. Dr. Mo-
jo la.o nico que o detinha esl
: ido...
passo foi a peita e o soborno :
do animo acaudado e timorato que
los ru rubros do.seu conselho cu-
eonvinha, dirigio'-lhe o agente de
incumbido de conseguir a todo o
lirada; assim serealujou, opresen-
i.ido do Sr. Dr. Moreira e:u casi do
tuAto, e depois de o amedrentar,
cora processos differenles, instaura-
. da ri, fallir de
. .i dar n seu voto
i abrigar ao timorato meml
,- iueate um sen atlcslado quedeviajeo _
uoleslia,cuja allegaco deferia tazer i aullando os archivos das cmaras,' j'folhando o|u,81ue servem de
ada do con '.'.. i, alim de se| subsli- das grojas, e j finalmente compulsando os aotos'. En? oulras minias pa
outro capit."io, cxiroin.'iJo partidario Idos carinos. Posterior essa rumiuaco ou como
. reir*; o que de factose realisou. I ncubaco de deas, r^unindo o resultado desles
i as machiiiaojios revollantes do Sr. documentos s observacoes de historia natural e
ib as quaes pretende conseguir a po-1 de astronoma, que estiveram ao seu alcance, or-
-ua absoR'.'o. ganisou urna carta da provincia, que acha-sc qua-
' si concluida, pois para isto falta-lhe apenas fa/.er,
em alguns punios mais importantes, observacoes
astronmicas, fundadas na distancia do sol ua,
para por meio das formulasapropriadas, determi-
nar a respectiva situaco com exactidio, prelen-
dendo addicionar anda essa caria urna chorogra-
plua de toda a provincia, da qual ha elle estudado
nao s o solo, a climatologia, as seceos e os mcios
possiveis ao hornera de remedia-las.como lambem
os produelo
las fer-
esraas
jceu^avain d cu, da do Maranho.
Era 15S0, a 31
vcram ful
na para i rom pilhar o roubar. J dsso que foram
reunidos aos Canindes c Balurites, para povoarem
a villa de Montemoi o novo.
Os Cariris habitavam o territorio que lhes tomn
o rime : foram aldeados por carmelitas em Misso
reina enova, na Salamanca, boje Barbalha.no1
Miranda, liojc Crato.
(is Cariseslendiam-se pelo vallo do riacho dos-
lo iiome o do rio Baslioes. Eram inimigos di s I a-
rii'is, a quein dispulavo......espcclivo territorio.
Os Jucas ocen param as margens do riacho deslc
nome : eram rauignerreiros, e gostavam da guerra
para turem occasio do espoliar usbrancos, que ca-
Itiam na pcleja, quer fossera do son, quer do par-
tido contrario.
Estas Iros tribus foram reunidas cm 1761, para
provocaren) a villa nova do Crato.
Os L'nhamuns emlini habitavam as nascen 'ss
maii remotas do Jaguaribe. Suslentaram
tos .-unios urna guerra renhida contra os colonos ;
mas Qnalractc ou suecumbiram nos principios do
X* III seculo, ou alias emigraram para fora da ca-
p lana.
Pouco lempo depois da descoberla do Brasil, el
por occasi ioda reparlico deala regio cm rpita-
nas, de que U. Joo li'l fez doaro a alguns dos
seus vassallos, o Ion lorio, que boje conslilue o
Cear, Comprehendido ento na capitana do Mara-
nho, coube ao historiador e honiem de oslado Joo
de Barros, lo condecido pm las Decadas; mas i -
te, como i isse pobre o j i loso, nao se quiz aveulu-|
rar a vir colorrisar a suacapilania. ,\ss iciou-s
para osle lira 5 l.uiz de Mell i o Silva, o qual ar-
mn urna fioilha de cinco navios, o nella
em1581 para o Maranho cora dous filhos I
lario ; mas esta expedico perdeu-se complelamen-j
le n'uus baixo.s, com c lo um unicu navi i,
em que so salvaram os filhs de Purros.
No seguinte anuo de 1533 o donatario esc Ihen
oulro socio, Ayros i!a Cunda, que armn urna se-
gunda froiilhi de 10 navios, e parti outra vez com
OS dous lilhns de llanos. A es piadiilha chegou ef-
ferlii imcnlc i barra do Maranho, mas alii perdeu-
- sobre os baixos da entrada, que forman) o (anal.
Os naufragados, depois de lulan-m muilo com a
morlc, salvaram-se em parle n'uma ilha situad i na
embocadura dorio, donde foram ao depois recolhi-
: dos por um navio portuguez; mas os filhos de'flar-
. ros, mais infetizes, acabaran) s mos dos Pitagua-
res, indios raui ferozes da raea Tii[ii, que oceupava
| esto territorio.
Estes desastres esfriaram portal modo os avcnlu-
reiros, que nao consta mais a existencia de algunia
outra expedigo que da Europa viesse em din ilura
para o norte do Brasil.
Nesles lempos um capilo francez por neme lii-
faull frequenlava as costas do Maranho c Ciar,
commere ando com os indias, aos quacs Iralat a cora
tal boa i: que pode r.....piislar an/.ado o iulcira
confiancada parla delles. No inlervallo desuas via-
gous coslumava sempro deixar entre ellos al
dos seus companhcii s, leudo sido Monlbille
desio nuraer i.
Era maio de l'Ji rolln ao Brasil esso capilo
com novios bem equipados, e aporlou ao Mara-
nho, onde foi bem recibido; de
gressando Franca, omprehcndcu nova viagcm, c
trouxc raaisgente, com um chefe chamado Vctor]
Dos Yaux, que foi o fundador da colunia franceza
abordou-o lo destemida nenie cunos indios ue'.-
lidos nas suas canoas, que tomaran) o navio', o fl-
zeram com que se rendesse discricoa tri|
que conslava do mais de 40 homens. Oulro raso du
mcsfpo pavilho, que acha va-je fundeado em Mu-
curipo, onde commerciavo com os indios, vendo es-
se successo, o lemendo ler a mesma sorie, lerun-
tou precipitadamente o ferro, c fez-se de vela, aban-
donando iL o seu escaler, que linha ido para a les-
ra, o a gente que o montara ; mas esta falta da Iri-
polaco dij escaler, unida de muia gente, que li-
nha succn ; i urna epidemia, den lugar a que,
nao sen/o a gente que restara em numero suffleien-
le para a manobra, fosso a embarcaco dar costa
dani a doze ou quinze leguas.
(Coiiiniia.)
PERNfiiViBUCO.
RECIPE, 2G DE NOVEMBRO DE 1859,
S G HORAS DA TARDE.
BetrospeetO semanal.
O da 22 de noverabro, os que se lhe lem seguido
e ni o i lo provavelincntc lodos os que se passarom
durunle a oslada de SS. MM. II. nesla provincia,
quas i pgorgitam as i ua i de povo, que as percorre em
lodosos sentidos Ihor ordem, e possuido ua
mais viva salisfaco.
Sempre que SS. MM, se i\-rc?- nlan em publico.
o que lem sido freqiienlc, os vi vas e as aeclaraaces
i losas e espontneas rebonlam de ludas as partes.
' imam parte nao gmenle as
Classus menos favorecidas c Ilustradas da sorieda-
de, mas tambera as pessoas mais qualiOcadas, ;.-
senonns, como os homens. Tem liavtdo um ve'ida-
deuo derramametrto do senlimenlo publico.
li us fados demonstrara sobre ludido carador de
smgi loza i le sineerrdadeque preside a todas estas
demonstracoes de regosijo publico
Um d'elles foi o da pobre e sinaela offerenda d i -
pescadores, que, reunidos sol. a direccao de Jos N
do Amara! Lobo e dos capatazas de Fura de Portas
e de S. Jos, foram fazer a SS. MM. II, na larde de
2,1 do corrale. SS. MM. racabeiara-nos com agra-
do, derain-lhc a man a beijar, e foram-se elles em-
bola minios safeilos.
(i oulro fulo digno de menco foi o que 'e den
na noite de 25 do corrente.
A commissoenca regada dos festejos do bairr>
do Santo Antooo fez partir nessa noite, do largo do
Carino para o Paeo Imperial um cairo alleeorico,
Gngindo urna concha do perola, com o rio Capiba-
ficaro gravados eternamente na memoria do povo "!,l';^u,Hl;'N:'|.-v,!Jo<: I'ara saud-irera a Suas Mages-
Pornaiubucano, e lambem na memoria daquelles
;rosseiral
de Janeiro, a corda de Porl i
*j i | nha passado s mos da dynastia hcspanhola ; e Fi -
e liiL'i "Pi"-' II. astuii ,s > ilh i Carlos V, reinando nes-
tempo e dispondo das colonias doBrasi"
a re- |cai mi
randes vasilbas de barro,
Sr. Dr. Pedro "Thberge, que em tai! cadas. Ni sorra do Ibiapaba -'.i n'um fro'-.o cm e. le lempo e dispondo das colunias do Brasil, nomeou
lareceu-me ler a bosta4a pAio/eni-| ma da chapada, urna grande refini" dsl Cusir : ) I *">'): J n Dtogo Bolelhogovcrnadoigeral.emsubs-
esenvolvida, o que hoje nao com- ilhas. q1"! evidentemente foram flus Indios, porque; '" "-ao I). Francisco de Sou/.a.
acharam-se n'um lugar onde os ilonos anda nr_ Gabriel Soares, aveuliireiro de Peinambuco, de-
haviam pendrado, e onde anda fi^je nao ha" m^T- tt'\jL' outras empiezas em procura do famigerado
la communicaeo, por causa da Cilla absdAU i !'* Donrado, fez urna tara o norte por mar, a qual
d'agua riaqucila localidade. Notava-je alli arusn- nax)ie' bom successo. Depois delta, Pedro Co.elho
loado um grande numero dolas, de forma diversa.e de?ou>< morador na povuaco da Paralaba, pro-
de maior ou menor capacidade, em geral nuil SpTdV-Sw Diogo Rotelho para explorar o norte do
grosseiramente fabricadas c de um grande peso, Brasil foi \em aceito c receben o titulo de capilo
mas muilo cosidas. ''' '* n apedico : ello j linha penetrado an'.erior-
Ainda hojo existem no mesmo lugar niuitas, que "unleiMRns margens do ro Jaguaribe, onde havia
nao se podem exlrahir por causa do seu grande Pr""l^B^i."'" cjlabilecimenlo, que se vioobriga-
peso, e da desoda da sorra, que nao permute jd
vagos em esludos geograpliicos'e histricos, transportadas ; os, moradores do Cocori porm tem
que mais vendo ludo por s proprio, j con- 'razido para slias casas asomis maueiras, c vt mu-
' anhoiro-.
l.^ivii,,.-, ,..v..u,.. | |.^.ww.,uu un?, u'jdi na mus iijeaiiuaue
e polica, s,. elle fos- gens continuada?, pelo amor que dedica
contra o Sr. Dr. Mo-1 nao dcixava do empregar us instantes u
.
corrente tendo-sc reunido o conse-
; rogatorio c julgaiu uito do ro p Sr.
sendo compal|Mnnte repugnada.
ro auditor a admisso-do Sr. capilo
' ao forrado a adooccr, como membro
.a.-cilio, o auditorio immedjalamenlc
, insultado e at desafiado nao s polo
mpugnado, cjomo tamberd pelo agente
ira,que, como nos cumpro declarar,
ubru do conselho I
i redi metilo Irouxc, com fcil de
rchia para csse tribunal onde, alera
: srispeitado, a sita integridade, foi
i menoscabada a aoloridade o i
late ; alera de offbndida a dignida le
nl< ido o respeito deVdu ao lugar
:ci-M)avam o quarlel docommando das
-
acontecer, se essa casa de func-
s era perleneentca umajautoridadoarai-
pt ra coja casa de residencia nao s o
como iodos os mais meiubros do con-
'inpu a sua patulea, su dirigirn)
: acto escandaloso, e la foram dis-
ida causa do amigo pronunciado?!
-'; : abalador da disciplina, passado dentro
: i ominando das anuas desla pro
dodos iiembros de um conselli
;. a mais requintada prova de o
speto o nsubordina^o que se
: f. .. iis e da autoridade I
- elle consta das pecas olftciaes jueem
.. w i, para que possa ser deSBioiiii-
io alterado na verdade que o pro
piles a.- i\"-^i^L [
lade lomado a n-
i ,.,' guerra .<
diMMMHM.
no.-dBfro!,-
atfc";!., ; i, o
..m coiivinha aos flus
'. Jos Moreira I!
setas que lem dado a primeira
,; respeito desse fado escandaloso pra-
Odo corrente dentro do quarlel do
las armas, o que fez rom que o presi-
-lio do guerri em face do qual o fue-
inspendesse rregularmente a sua
gado pela anarchia o desrespeilo cmque
mesmo conselho.
agora nenhuma deliberaco nos consta ler
cm favor
entinto o
< desses actos escandalosos; e por em quan-
- a apreciacfto do publico os docu-
s _'.iiiles, quo os comprovam.
.'..ij. Sr.Tendo-se reunido hojo o con-
rra que ton; de responder o segundo
Ir. jUilenio Jos Moreira, para continuar
nlfcrxt, logo que foi por mim aborta a
i n-spfct: lor expoz como inqueren-
> apito llonoriano Alc-
.! i pai i fuuccionar em o dito conse-
gr do membro capilo Manoel da Cotia
'' Brito, que den parte de doente ; basean-
em ler o referido capilo Soeiro na
- I ule do conselho de iuvestiga-
.-Jo-se ve,-ido, declarando faze-lo por
tiente o tribunal ; c que posto re-
iniHir, que um:ji/. que na formaco da
ra por voto expresyu incorapelente,
d ri'fonhecer-so o mesmo^>( ; _e que n'esse sentido requernr* sus-
' ;so nos termos da le e a eonvcui
. ridade competente. Feilo isso, (Ji-
: "atoTO .- um lempo crgueram a voz em
o audilor iiegando-lhe o"dreilo de se
>. es"', buscando prova-lo foi de no-
cido, desatendido, cat mesmo pro-
iinde-se d'essa arte a mus completa
).' rnsclho, onde foram rompidas todas
a loi c
calhego-
,' i-v lUida como vi e desrespeilada minha
a : .riilide, levnnleia sesso sem forma-
ialei, por nao aspormillir o estado aar-
" > 'i>K se tomn o tribunal : O que ludo
- ,> V. S. afim do proee-ier com curapre
i i \ "'veilo o ensejo para lamben pedir
it f;tonerac,'io do presidente do referi-
rte como absolutamenic veda Je o
les tem-sn cnconlrado, err
lugares novamente explorados, colleccj s desl
vasilbas. Nos L'nhamuns, porto do lugar o o
ellas adiadas, vem-se, n'um sacco da sci j, os
vestigios bem claros do una aldcia forlificada, for-
mada toda a roda pelas talhadas queja descrec ;
c na sua entrada, que nao lem dez passos do lar-
gura, existe urna muralha do grossas madeiras que '
revelara os restos de una estacada : no recinto en-1
con I rara ra-se carearas j muito antigs, Cujas for-
mas me derarn a conhecer claramente, que era
de ludios. Nesle campo tonificado anda se '
ram com estacas soladas, no lopo (as "
acharara crneos humanos. ,
Par i i)
pa nhi jd
mnai.li-.mjo sr
do toa.,, .
'4i^T>^^rsnhHitn^^()ioiel iro Je 1G0I. ftepois^nVateW'rsr-r asslcn
nos contra ,1/cZ Redondo, un dos
sla regio, logrn sugeil i-lo ao
/, nao obstante os esforcos de al-
estabeldidos com Mel'Redondo, e
les se ochava Adolpho de Monlbille,
Uf^peo que as chronicasdo como len-
er. j) certa influencia tiestas regioes.
t .re Coelhe achava-so dominador de quasi lo-
. chapada da serra da Ibiapaba, povoada por
ande numero de indios ; mas Monlbille son be ex-
porquem tudas as classes da sociedade, sem dis-
lincco de cores, de sexos ou deidades se congra-
ciara e coiifiindem nos mesmossentimcutos de pro-
jundo ainore de sincera adheso.
Nos fastos lia provincia, o da 22 de novenibro
do 1859 ha de lor, sobretodos, um lugar distincto
e honroso. O espectculo grandioso e solemne das
manifcslages de jubilo e de cnthusiasmo do urna
populaco iulcira, nesse meraoravel da, por indis-
criptivei, passar descorado para a lela da historia;
mas para a gerocao conleraporanca, para nos |uo
foy os ao mesra i lempo compartes e expecladores
d. o magnifico drama de senlimenlo, o diada
i ga 11 de Suas M ades Iraperiaes ao Ri
ha do ser sempre urna ionio incxlinguicl de doces
e ag'r dai cis recorda
Ao r mper d i da 22, e ao primeiro signal de que
a es |ua Irilha imperial .-e achava em fenle d i por-
; as ru sda cidade comer;aram a pejar-se de po-
vo, que aiHuia para as praias, para as puntes c pa-
ra o- ei s de onde so poda ver a entrada da es-
quadrilha, ouassslir ao desembarque di' Suas Ma-
gostados Impcriaes. O porto e a cidade estavam
vestidos de gala. No porlo todas as embarcar
embandeiraram-se ; c na cidade, as ras por onde
devia passar o pro-tito imperial chavam-se lapi-
sadas do junco e de folhas aromticas, o as jancllas
decoradas de colchas de damasco.
Vl a hora indicada por S. M. o Imperador para
o sen desembarque, o morno silencio que reinava
era toda a cidade, interrompido apenas pelo loque
das cornetas, e dos clarins, pelo rufar dos tambo-
res e pelo rodar dos carros mal poda fazer suspei-
lara trrenle elctrica de cnthusiasmo que etara
prestes a manifestar-so em una multido que ex-
ceda de 40,000pps>o -.
O que se passou'depois dessa hora uipo
descrerer-se. o enlhusiasmo com que SS. MM.
II, foram saudados ao saltar cm Ierra, fui Iramcnso,
extraordinario, inconcebirel.
Rcccbidos do desembarque por S. Exc. Bvma.,
pela commisso de senadores e depulados, polo
corpo capitular, jior una infinidade de pessoas dis-
(iuctos e pelo povo cm massa, SS. MM. 11. foram
couduzidos em iriumpho ao barraco da cmara
municipal, e dalli groja do Espinto Sanio, onde
assistiram ao solemne To-Deum celebrado pela sua
'.'P"; J>-'-j feliz chegada.
" I'mii. Sr. conego Joaquim Pinto do Campos
manifeslou ainla urna vez, nesse acto religioso, o
seu reconheeido tlenlo oratorio, recitando um
discurso sagrado com lao profunda emoeao que
soube arrastar pe'.o poder da sua auto;.
vra a todo aquello inmenso auditorio pendente de
seos labios.
Osermo de S. Iac agradou universal mente a
lodos que o ouvirara e que o leein lido, o que
cortamente mais difficil.
Considerado como uma peca oratoria, O -
do Exm. Sr. conego Pinto de Cama', nao tem nada
que invejar as mclhores produches deste genero.
II exordio e.v-aliniplo, sobretudo, foi una felizins-
piraco que valcu a S. Exc. o maior numero de
applausos.
Nao nos laxemos cargo de analisar jjti todas.as
suas parles o bellissimo discurso de< txc. : mas
soja-nos licito consignar aqu aque, pioles em
que o digno orador revela a sua imagi.iaco fecun-
da, os seus profundos scnlimenlos de ordem, e a
-,... r.i romo fiel interpretefda opi-
t.
{U US
ii m
tades Imperiaes. Acbrapanhavara o carro, lirado
por douscavallos marinhos e guiado por nmTrito
lies balalhoes populares e um mmenso concurs
de pessoas de ambos os sexos. Clicgado o carro ao
Paco Imperial, o apresenlando-se Suas Magostados
janella central, locou-se o hymno nacional, ap-
o qual recilou o Cap&MtriHB aseguinle saudaco:
Sejaes bem viudo, sempre Augusto e Amado.
Imperador deslc Brasil soberbo !
Pi, Clemente, Bernfeilor e Amigo.
Naiades bellas, feiliceiras gracas,
Hj nios e flores prodigai-lhc inundas.
Jo us, prazeres, que no 1-lysio abundara,
Aqui lhe ostente o noss i regosijo,
Que vostiouxe, Senhor? o bem quererdi -
a Aditar vossos subditos, pregoa
0 dourado clarini da imnoria 1 Fama.
Bemvindo, pois, sempre Augusto e amaJ
i Imperador deste Brasil soberbo !
Sem \ er-vos, de vos longe todo o povo,
Destas margen- lo lindase fecundas
De lealdade e bellicosos peifos,
Vos araava lo ltimo I Mas hoje
Que entro si vos contempla desvelado
Torno Pai, Imperante sabio e justo,
A vos o flor, que de vossa alma encanto,
Os primoies redobra, se possivel.
Da gralido, do seu amor, seu rullo.
Sob esto amavol, puro co de Olinda,
Mi famosa de hroes, nao degenerara
Valor amigo, lealdade e honra.
oracoes lem base o vosso llironu!
Pelizes nos! E vos feliz comnosco,
Glorioso vivei Nestorios annos.
Depois della as Naiades (eram sol meninas] can-
laram allernadaraenle um hymno que se lera em
nossa Revista Diaria.
A saudaco composico potica do Sr. commen-
dador Antonio Joaquim de Mello, o hymno do Si
Dr. Ignacio Firmo Xavier e a msica do bvmuo do
artista, Sr. Joaquim Bernardo de Mendonc.
A oslo acto assistiram cerca de 20,000 pessoas de
ambos os sexos que encliiam llteralmenle o largo
do paco aas mas adjacentes. O carro peicorrou
depois as roas da cidade, sempre acomp.tnhado dos
balalhoes populares e de grande numero de pes-
soas.
Finalmente, para quo nao fallasse nada de festivo
e de satisfactorio cm todos estes das, o puraque o
povo pernambucano dsse ao mundo iuteiro um les-
tenvunho solemne de seu amor monarchia e or-
dem, nao tem llovido desde a chegada de SS. MM. 11.
no meio de-lodo este movimente, a menor scena de
tumulto, nao se tem pralicado o menor desacato; e a
polica nao teve anda necessdde de empregar ;
sua actividade para conler es nimos.
S. M. o Imperador lora visitado quasi todas as re-
partiedes publicas, e examina ludo com muita
minuciosidade eallenco. S. M. dcuuia acl;vida-
de infaligavel : sabe repitidas vezes durante o da
e recebe e fall com summa amabilidade a lodos
quanlos des.'jam ler a honra de fallar-lhc.
De S. M. a Imperatriz ludo quanlo se pode dizer,
disse-o com toda a verdade e na mais elegante
phrase o Exm. Sr. conego Pinlo de Campos no seu
sernio.
Durante a semana nada occorreu de importan-
te no interior da provincia, que tivesse chegado a
nosso conhecimento. Nosdestriclosde Ro Formo-
so e de Scrianhaem, cilciuou-se a captura de tres
criminosos.
" n mi I a ram o nosso porto, do da 10 to dia
do
Para corlaras arvores eaprompla-L^j, usa
os recursos, as industriase os meios uns machados do uma pedra diiri--,,mii., de citar a ilosconlinoa dos indgenas, o conseguio ar-
desen vol ve-las e ampla-las.
Julgando no enlanlo anda incomplela essa sua
obra, para dar-lhe essa qualidade, encetou o
Ewofo Histrico,que hoje vai sabir a lu/., o qual
sendo ura accessorio daquelle trabalho, todava
em sua confeceo luclou elle cora as difflfuldadg tro-CHifaft
raaiores pussives, difQculdades que ningueru-jjfno- eum
(.ra cxislirem no nosso paiz para escrever-^e o 7iis
lona ; principalmente o local, em que omitas vezes
se uao sabe senao infielmente 0>gir?ainda
m occorreu.
Desde a desi oberU^r^rovinci.f a
dos Uollande/.ei m-mo as (-irnicas d
la/.onJo uasajjjfi, ;,0 raciona! d'aquc
Jn ler o cunho da verdade
seus fados, nao enti
paTlimenlOS, porque a des
n!i
.es
" vincia,
K se, a nao
-culo lem si-
poueo zelo das
3 respectiva conser-
. de consultar os docu-
alcancar e a Iradigo.
aco das villas e creaco das
.arecendo os archivos das cmaras,
malrizes, a ellos recorren o
das
, ola pela autoridade competente
* K otfeudid.' ; aguardamos no
..lonas e
Sr. Dr. Thberge, esludandoos fados o exlrahindo
o que importara para a sua obra ; falta-lhe, po-
rera, compulsar arada para complemento dolaos
archivos do Aquiraz, onde devem existir nao
poneos documentos, por lor essa villa sido a sedo
da capitania, nao leudo lambem anda concluido
suas ppsquizas nos livro existenlp- na secrclaria
do Iwverno, que dato da separaeSo da capitana
i Cear desla de Pernambueo ; no entretanto que
a respeito dos fados occorrrd is da revolugo de
lsii em dianle acha-se completamente instruido
com o cstudo, que ha feilo, nao s cm livros da
referida secrclaria e das cmaras, como em diver-
sos apona raen los publicados no Araripe, ondeo
respectivo redador e oulras pessoas tom dado
lu/. artigos importantes acerca do lempo fabuloso,
islo da descoberla e povoacao da proiiucia do
Cear.
za siliciosa, composla de orJ*,4l$
escuro unidas por um cinjuoieUimbeni .''
adquir dous machadas ajilis -dras
delles da nalure i .-, r^ie o uarpa W
coriseo. L'rna,J.e,H a frma Beo.^ri' I un) than-
iif ixieumidadv grossa ; e para
v'n ichad rachavara uro pe-
raeliajoLc adaptavam o eolio
ero seguida com cipos as duas
lu-, adianto c alraz da pedia,
aun licava ella rauto)iegura nes-
iracuneiforme tem portodeumpal- | mente c por tena
T .imento. A outra, corana primeira, 6 -
11. ,ie de jado, mas tem uma coniguracao
i. aivcrsa: um cresccnlc cuja convexilade
.ia o gome, e a concavidade as costas grossas
jO machado. Da parle central da concavidade par-
I leum loco talhado lambem cm forma de garganta,
i o qual serve para a collocaco de um cabo cerno
no precedente.
Alm dcstes machados, adquir oulras podras
da mesma qualidade ; mas de formas variadas ;
as quaes sendo era s>-ral pequeas, rao parecen)
mais proprias para enfeiles ou distindivos do que
para outros quaesquer usos.
No comeco deslc esbco j dcixo) consignada a
nomenclatura das Irbus'lndias.que as chromcas do
lempo da descoberla do Ccar davam como exis-
tentes nos seus serios ; mas como,'seculo e meio
depois, deparci com outra nomenclatura multo di-
versa das tribus que acabavam de ser externiiiia-
i das pela cobica de coinmum accordo com a civiu-
'sacao europea', que nao se poda coadunar cora os
-tumos indios, darei aqu a lista das que se en-
contraran) anda espalhadas pelos serloes, quando
os coiouu^foram nnntnndo para o interior o po-
voando-o.
. j mar contra ella o grande choto Juripaii (gran le de-
monio; tanto mais quanlo estavam lodos j indig-
nados de ver a falsidad cora que elle Iratava os
seus cotnpanheiros indios, caplivando e vendeudo
como escravos nao s os prisionciros que fazia, co-
mo os proprios coinpanheiros que trouxera coras
go da Parabibae das costas do Ccar.
Coelho nao pudendo pois resistir aos fortes o re-
petidos assailo.s da parle dos Tapuias, o alm disto
achaudo-so abandonado
Ihanca dsses astros benignos, cujos influxos crea-
dores desenvolveni e aviventam os gdrmens amor-
tecidos nas i.-nlranhas da nalure/a. Os monumentos
erguidos pola caridade publica, sero padres vivi-
doirros, que lio do repetir s geracoes futuras o no-
me daquelle principo feliz, sob cujos auspicios se
operou a sua inauguracao. E os seclos cm seu
desfilar solemne, curvando-se obsequiosos diante
das suas estatuas, dirn, chcios de admiracao :
0 reinado desse principe foi o reinado de Dos
pela juslica, o reinado de Doos pula caridade, o
reinado do Dos pela liberdade. e o reinado de
Dees pelo religio. >
Tratando do nosso estado decivilisaco, e de
quanlo sabemos distinguir as raas entre as aspi-
rarles legitimas e as desastrosa.-, S. Exc. se expri-
me deste modo :
As revolucoes insensatas sao como quo pareis
medouhos que embargara a derrota ao genio daci-
vilisaeo c do progresso humanitario. Os povos
que tripudiara diauto da imagem dosangiie, ese
de todos os odios qui
trouxera corasixu, foi forjado a retirar-so fugitiva- deleitara com o espectculo das desgracas publicas,
Jaguaribe, sitio que na- i sao contraventores impos dos designios de Dos,
para o
i pnmeira, iquelle lempo ora da jurisdico de Pernambueo, e
onde elle (enlou eslabelccer-se, mandando buscar'
sua familia e mais genio da Paralaba, o fundando
urna colonia, que denomino!) Nova l.usitania, o
uma povoacao, j anteriormente principiada, com
o nome de Nova Lisboa. Mis pelos mesmos motivos
que se derara na serra da Ibiapaba, vio-so anda
outra vez abandonado de lodos os seus amigos, o
| compollidu por tanto a rctirltr-se portera para a
Parahiba era corapanbia de sua mulhor o filhos, al-
fpusdus quaes orara dt.' lo lenra idade, que, nao
podeiiro supportar as fadigas de uma lao grande
jomada, rvkjim a raorrer cm numero de dous no
partirSes ftscaes, renderam ; a alfandega res
15:151)569 ; o consulado geral 3:543s759 ; a rece-
bedoria das rendas geraes internas 3:S62#159
consulado provincial 3:238$057.
0 movimenlo geral da -lhnrli-'a^i^Tn i L
foi de 783 voluraes a saber: vo" .fumes entrado*"-
cora fazendas 532, com g.-ncros 2,202; total dos
voluntes entrados 2,734; volnm .es sabidos cora fa-
zendas 534, cora gneros 14 ; total dos polumi s
saludos l'JD9.
caininho.
Os Jesutas, q
leuco os socce.
Irahir os indios
liauisrao, ollerei.
este lira ; e, con
lo >"> ninml.
mansos
que
o-
Nao tralarei mais da grande familia dos Tabaja
ras da serra da Ibiapaba. que os misionarios Je-
suilas aldearara em 1C60, e aos quaes continuaran)
a governar e civilisar seu modo, at a definitiva
extinecodelles no Brasil.
Os Trambambs,que tinham por chefe Juripa-
riguass, em mil seiscentos o tantos foram-se tam-
bera amoldando vida civilisada. de maneira que
I anda em 1760 estavam aldeados em Almofalla.
em que ha delKiixo da direccao dos Jesutas, quando se creou
Deste apanhado da obra e das fon les
sido ella bebida, resulta que nao podo deixar de para ellos a fregezia de igual nome.
sera mesma de uma importancia rcconhccida para! Os Canindes oceupavam as cabeceiras do rio
a historia geral do nosso paiz, sendo perianto pa-'Curu, o seu afluente Canind e abas occidentaes
ra desejar que as pessoas, que porventura tenho da serra de Balurtc ; foram aldeados no lugar, em
algum documento importante, oque nao haja nella ; que ora se acha a villa do Canind, e leudo por
sido anda consignado, o coramuuiquem ou Irans-1director Simo Barbosa Cordeiro, era 176 foram
milto-u'o no referido Dr. directamente ou por m-
termedio de
.1. Witruvio Pinto Baadeira e Accioli de I ascon-
cellos.
reunidos aos Balurites, que oceupavam as fraldas
orientaos da sorra do seu nome, para cotn os Qtii
xohis da misso do Telha povoarcm a nova villa
de Monlemor-novojda America.
Os Paiacs, que o reverendo Pompeo Brasil diz
serem originarios do valle do A carac, c que aeres-
cenia torera sido confundidos com os Acris, po-
voadores do dito vallo, foram aldados em Moote-
- c.-in--.*, de respeito, e actame-uto
i; militar de uro tribunal d'essa ca
i-jUp n
Na ocoasiao da chegada dos Europeus s praias
do Ccar, achava-so este paiz oceupado por diver-
sas tribus indias, todas da grande raca dos tapuias,
que se suppoo terem sido os primeiros poasutdores mor o velho da America, porto do rio Chor, donde
de grande parte do Brasil, mas que pela iuvaso antes considero-os oriundos O conde de Villa-Flor
de outras ragas, rindas do poenle, foram vencidos governador do Pernambueo. porcin,reqn-os s tri-
e substituidos em diversas regioes. Laucados fora bus do rio Apodt para formaron) a villa do Porto-
das sujjjj^as por ossos invasor, s, os lpuias re- j Alegre no Bto Grande do Norte, donde foram com
[Wuu^si^ni^aHi'laiiicies seccas de Pauhy, Cea-] pouco lempo restituidos sua antiga misso de
fae Rio Grande draVjrte, onde nao Tirara mais Moutemor o velho ; porque a experiencia deraous-
nquiotados, provaveiT5u_'u era razoda naturezajtrou que era prejudicial lira-Ios para lugares dis-
do paiz. liantes daquelles em que estavam coslumadosa
Estas tribus distingulo-s8 ''/ a historia, por j ti ver.
anas bellas formase por um nsidoi-aracleris-li Os Quixar&s ou Quixadas habitavam o valle da
ca, visto quo nao matava. ^'omiiu os ni- Seli c Quexeramobii : parece que nao leraram
migoa ; oque porm faziaiu aos scii9^Lrlir'os mor" muilo lempo confundir-so na vida civilisada, por-
tempo de a coT?cFr.um
>ina-
roprios mor-
ios, como'ultima prova d7su7 .ifTeiea
As cbroicas da |ucll
gruido numero de tribus desias, sob d
co.-s vanadas e composlas de estrenuos guerreirT*
que viviam nmades ; entre as quaes lodavia a[-
gumas linhao eslabelecimentos permanentese at
mesmo cxercitavam a Igricullura. Cil.ao-se entre
que nao encontr o mais vestigios delles no seculo
XVIII. Tenho para mim que a denominarlo de
Quexeramobim applicada esse local tita autes a
: sua raiz desles indios, do que da palacra que signi-
(carne gorda ; pois persuado-mc que j exis-
tia i Q^nominar,^. J, rio Quexeramobim anterior-
mente ^acl *^e siber-seque scu valle produzia
observado cora grande at-
expedico, querendo al-
.ragens ao gremio do chris-
e ao governador geral para
ivessem licenca, no anuo de
t o companhia da 70 indios j
s Francisco Pinto o l.uiz Figueira,
arara para a chapada da Ibiapaba ;
estavam lo exasperados contra os
jo assassina.-am nao s os compa-
.suilas~ci3VW arabera o padre Pinto ;
Figueira loria lido a" raosma sorle Sil nao
-e ,.,... se em fgida para as planicie.? do Cear
eom os cotnpanheiros que escaparan) com elle7*3
dall para o Ilio Grande, onde se encontraran) com
o sargonto-mor de estado Diogo de Campos, que
enlao de visita nesle povoado, prcstou-lhcs o pus-
svi-l auxilio.
A Diogo Bolollio succedeu D. Diogo de Monezes
em 1608 no governo geral do Brasil. Veio encarro-
gado de]mandar explorar lodo o norte do Brasil, e
especialmente a embocadura do rio Amazona- ; as-
sim como de expellir os Prancezes, que se achavam '
cstabelecidos no .Maranho.
Martn) Soares Moreno, que, fazendo parte da ex-
pedico de Pedro Coelho, linha sabido grangearal
amizade c con Sanca dos Tapuias a tal ponto que o !
chefe Jacan.i lhe dar o nome de lilho, sendo in-
dagadopelo sargenlo-mor Diogo de Campos, qual
era a disposicao dos indios de Jaguaribe e da Ibia-
paba, responden to salisfaloriamente ao sargente-
raor son prente, que esle o indigitou ao governa-
dor geral para o com mando d'uma nova expedico
ao norte. O governador geral o encarregou com "ef-
feto descraelhaiito misso, conferindo-lhe o titulo
de capilo-mor do Cear, com o qual Martn) Soa-
res Moreno parti da fortaleza do Rio Grande do
Norte, oin ura barco, sera mais guaruico do que a
de 2 soldados, a lira de insniar menos descontan-
ca seus novos subditos, chegou com feliz viajera
ao Ceai, onde, dopuis do segurar a sua subsisten-
cia, e sendo auxiliado pelo seo amigo Jacaua, le-J
vantou uma casa de orac.io dedicada a Nossa S-
nhora do Amparo, que lomou por protectora, c
nella eslabcleceu o capelln que trouxera com os
compotenles,paramentos, que lhe foram dados pe-
lo governador I). Diogo de Monezes, tratando tam-
bera de edificar para logo um forte : ludo isto lio
lugar onde se acha hoje a cidade ao longo da cr-
lenle que a alravcssa.
Os rlollaiidezcs queja em 1609tinham eccomract-
lidoa Baha com uma frota commandada por Paulo.
Vv,ineard"ii. e que haviam sido rcpellidos, conti-
nuavam anda com os seus navios a insultar as cos-
ita obra sublime da consolidaco e prosperi lade dos
imperios.
Todos os brasileiros cordatos unem-se n'uma
especie demaldico cominum contra essas tenlaii-
livas arrojadas, que, era das de sombras o de fu-
nesta allucinacao, pozeram em perigo a segu ranea
da sociedade. A pressao dos instinclos altos
nerosos carroga implacavel sobre o impelo efl
cont das paixoes ruinosas e nefastas.
O orador falla depois sobre as ideas de dcscen-
tralisaco que leein entrado em vogo de corlo lem-
po a esta parle, qualilicando-as de impolticas e
contrarias ao bem publico, e ultima dizendo :
'Estas verdades se gravarn cada vez mais fon-
das, quando *s povos houvcrem conhecido d>' por-
to os seus principes, e ao lado da sabqdoria e po-
der do marido, a caridade e a virlude da esposa.
Symbolo de piedade, jamis a Augusta Imperatriz
conheceu lagrimas, que as nao enxugasse, afflicco
1 que lhe nao valesse, probidade que nao animasse,
mrito a que nao desse galardo ; o anjo da
guaida que a Providencia incaruou em mulhor, pa-
ra anda mais firmar os passos de seu Consorte.
Sua esplendente virlude eircumda anda o ihrouo
de mor aureola de gloria, e quera sabe o que a re-
ligio nao lera anda que dever-lhe !..... Cingiram
diademas famosos as Sanias Helenas, as Constanzas
as Pulcherias, as Clotildes, os ltandogundas, as Ca
Ihildes, as P.orlhas, as Margaridas, as lleduviges....
e gem outras, entre as quaes as mimosas Pilhas da
Augusta IrKpgftjriz poderam adiar uinsangue que
l son, taes coinoS^nchas- s Maphaldas, as
; Isabeis. ^^^ ^^
A peroraoo foi lambem -f"'iJrNCLi!'.' cemada
| e produzio um effelto prodigioso.
O estylo foi lo nobre e elevado quanlo d; man
1 dava a grandeza e a importancia do assumptu ('
I Exm. Sr. conego Pinto de Campos soube compon,- '
I trar-se da misso augusta de evangelisador, e di
' alto da tribuna sagrada, sem faltar ao respeito de-
vido Augusta pessoa do Monarcha, fez ouvir ao
primeiro magistrado da naeo a linguagem da ver-
dade com uma independencia propria dos minis-
tros da religio de Jess Chrislo. ,
O sermo do Exm. Sr. conego Pinto do Campos
agradou universal raen le a todos quanlos oouvirom
e a quanlos o leen) lido, o que anda mais diflic.il.
Itara vez um orador lera conseguido Iriumpho lo
cmplelo, apezarda gravidade do assumpto, e da
circumspeceo que exiga.
Terminando o ado religioso SS. MM. II. dirig-,
rain-se ao paco imperial, camiuhaudu com extre-
ma difflruldade por causa da multido que estar
apinhada nas ras por onde devia passar o prestito
c obstru o caminlio. Km lodo esle trajelo,
mesmo depois ],' so acbarem no paco, SS. MM.
foram victoriodos com csliondosos e continuos
vivas.
No paco piiconraram SS. MM. II. e receberam a
saudaco do cerca de cunto e vnle meninas de dif-,
ferenles escolas 6 collegios, vestidas de hrauco,
queja antes do Te-Deum linham lido a honra do
serem apresenladas, dirigindo-lhes uma deltas, II-
Iha da profe.-sora do bairrodc Sanio Antonia, um
gracioso discurso nessa occasio
A' noilc tod;: a cidade ilhirainou-se, e o pnroaf-|
finio de novo ao paco para ver victoriar a SS. MM. '
us das subsequentes at li -jo leein sido eoraple-
RFJfinSTA DIARIA
Na sexta felra, por obra das oilo horas da rioile
formou-se no paleo do Crmo a brigada palriolica
ao mando a s'. coronel liento Jos I.amenha Lin
ura dos bra v,|s da nossa independerlcia.
Compunl res denomi nados Invencivel da Estancia, Cuara-
rapet, Arr atol do Rom Jess e Tabocas, devida-
vid, unent, unilormisados, e tendo cada um a sua
frente un -o bella msica marcial.
Forra- da assim a brigada, que era ampliada por
dous ba ilnoes mais de tropa irregular, sob denomi-
naco d "Me e Dous de Nopembro e que mar-
chava n a retaguarda com dous estandartes nacio-
naes, fo i aguardada a chegada do patrio Cappari-
deixaudo a hmida zona, tinha de vlr ren-
to e homenagem aos Augustos Viutantes
pitorescas margens.
alguns minutos, assomOH ujoa magniica
puchada pbrdousanimaessob ogoverlTode
o, dentro da qual via-sc radiante de ma-
be, que,
der proi
de suas
Aps
conche
um Ti
gestad e o caudaloso Capibaribe empuiihando i
reino distinctivo da realeta das aguas, (rajando as
con s quesymbolisam a nacionalidade poltica de
- us filhos, o tendo a fronte adornada por um dia-
d orna de plantas aqualicas.
Oceupava elle a posico culminante da concha,
q ue resplendia de magnificencia, onde vinha assen-
d o era meio ; e aos seus lados n'uma bella grada-
c ao descendente, divisavam-se dous renques de
Maiades.jovcns e innocentes, vistidas de branco
i om eslemroas do llores circumcando-lhes a eabeea'
i )S cabellos esparsos sobre os bombos, c charpas
un-verdes liracollo.
Dahi parti aconcha, seguida de loda a brigada
i j de um acompanhamonlo de povo, fabuloso era
numero, era direco do paco imperial, onde por
\ ;olia das nove horas chegou o prestito do reaeran-
o.Capibaribe era visita progenie augusta do du-
le re, do Fundador do Imperto.
J ento SS. MM^lk-soliciladas pelas harmona
d s msicas, que se insinuavam polo elher como
u m concert gratulatorio da ierra ao co, oceupa-
ani a sacada central do paco, cuja frente eslava
apinhada de um povo enlhiisiasta do seu Monarcha
i que cre-eia do mais em mais, allluindo pelos dif-
ferenles pontos de entrada para aquella zona ; de
maneira que com a chegada da concha, e do res-
nedivo acompanhamonlo ficou lodo cheio o grande
largo do paco at as embocaduras das ras da Flo-
rentina c de S. Francisco, ponte nova c caes lam-
ben) novo, elevando-se sem duvida a cifra dos in-
, lividuos alli prsenles c voluntariamente congr--
,,'ados a trinta mil pessoas, de ambos os sexos, sen,
jlislincco de gerarchias, e de todas as iJades des-
, le o infante al o ancio.
Hompendo o Capibaribe em sua concha por enlre
margens animadas, c que dando-lhe carainho des-
laziam-se cm jubilosas demonslrdoes, estacionou
em face do Par Augusto; enlo rgueu-se do scu
thiono, inclnandu seusceptro cm testomunho'de
preito e homenagem. e com voz pausada, mas vi-
brante de alegra, soltou do peilo como o echo de
seus filhos, esses acentos de respeito e amor ao Mi -
Uarcha Rrasileirn.
Ao lindar, enloi u vivas a SS. MM. II, que foram
correspondidos nao com enlhusiasmo. mas com
pitrenes) pelas ondas de filhos que ocingiam, ro-
deaVam ou antis apeitavam-o por lodos os lados
locando em seguida as musitas o hvmno de Pe-
dro 11
Consecutivamente as Naiades, uma aps outra'
entoaram as coplas seguidles com vozes lao mavio-
sas, "
I OS I
""' "= inri" KguiuKa (.um vozes iao mavto-
i, lo juvens, que pareca ser o cicio dos lephi-
j por enlre as cannas das margens dos ribeitos.
tas do Brasil Pouco tempo depois da fundaco du,tan,enie fesliVos. ASilluminacSo icru conliauado
Sahe. l-> rio magestoso
Da nobre Italia gentil.
Ornea do co, mime encanto
Dad,, ai?s filhcs do Brasil.
ME1H0R EXEMP1AR ENCONTRADO
MUTILADO
ILESiVtL
.
3


DIARIO DE rERNAVBnr.OSEGUNDA FEIKA 2S DE NOVE.MBRO DE 1859.


mais !', Rmisau
Virtuosa Sol erano.
Ronde coito, erige nitores
A genio Pernanibucana.
Snrgindo ci nosso '
.\o*s*os mares so aDsara'm
"i Nossos almas exultaram.
Pisando este solo heroico,
n lita prosperidado,
llr.itar rica o pomposa
U'arsnrc da librdade.
Ao vermos a ns-cenjun.'la
A natura alvieareira
So ennlirpco o no* destina
"*ova idade Prasenterrn.
Fo'ga livroo pensamonto,
Livro bale o ooraco,
Patria, Throno, LwerdatV,
De Pernanibuco braza' .
V.issoolhar, vo.-so sorris}
Nos sublima o d valor
Nos cuche do fogo o vida
O pcito do santo amor.
Do nossos anlopassados
O nobre sangue vertido
Vivifica o ehSo da Patria
(jue boje vemos lo florido.
Por olio juramos lodos
Homar a Patrio querida,
Ser liol an vosso Throno
Dar por vos a propra vida.
E, milagro do harmona Naqoella Oorcsla viva
do liinta mil aores animadas, nao se ouvia enio
un s sussuno : atoa respirado pareca sor aba-
I ida !
. Tudo ora silencio, loda a vida havia-sc concn
irado na audioo,
Mas quando'eada urna das Naiades conclua a
rja copla, e as msicas locavam nosso iotervalto,
os vivas arrobont.ivam esponlnnoos, harmnicos o
misnos daquellos peilos, queso tinliam vida para
demonstradlo do jubilo que os assoberbava.
Em seguida moren-so em regresso a concha do
Capibariba, osb.Halhoes popularas desfilaran) em
continencia 10 som das msicas, com abandeiras
desbaldadas, pelo frente do SS. MU. II.. o oras
.idas do povo reiluiram enlao, encheram o vacuo
deixado, eas ovaees nao ti ve rain limites, e\c -
'endo em sua ranifesia ao .-ornudi-- ''--' cre-
UIDlIlUilul'. _
S. M. o Imperador acompauha lo dos Srs. mi-
nistro do imperio, presidente da provincia o seus
samanarios, fui no ia 26 as Choras da manhaa,
cavallo, examinar a imite de Caxang.
Depois do almoeo foi assistir aos exames da Fa-
uldadede Direito, vnliando as i horas da lardo,
Iti-seancou at as i o lomou a sahir e visitn al-
gumas escolas de primeiras letras, chamando os
meninos e examinando-os nos dill'erentes materias
de ensino. Vollou a palacio as 6 betas, e recebeu
os comprimen los do corpo diplomtico.
Depois do jantar, as 6 ;t| recebeu a felicitara,)
do cabido de Olinda e os comprimcnlos do difer-
as pessoas que procuraram ter a honra do beijar-
llie a mo.
As 8 horas Suas Magostados lutpriaes sahiram
para assistir ao espectculo no theatro do Sania
Isabel.
= S. M. dignou-se mandar distribuir assegin-
les quantias : ao hospital Pedro II cineo conlos do
i os ; ao collegio dos orpJios dous conlos ; a casa
bisexpostos un ronto ; e aos doenles do primei-
i Iresentos mil rcis.
Acabamos de receber o seguinlc resultado do
decase dislriclo eleiloral ; #
Depulado<.
Dr. Francisco Jos Fernandos Giliranna.
Joao Braulio Corroa da Silva.
Dr. Luizde Albuquerque Martins Poreira.
SuppUnles.
Justino F.ngenio Lavenrc.
Dr. Antonio Baptista Gilrsnna Costa.
O vapor do guerra Ilumarac leudo de salvar
io vapor hollando/, juc do lamarao salvou a ierra,
occasionou a motilaco do braco dircito de urna
praga.aqual foi logo" reuiUiida" para o hospital.
currando perigo do vida.
O Sr. Joaquim Jos Silveira, Ihesoureiro da
ssociacao Commcrcial Benelicenle, rccolhou mais
a caixa filial no da 16 do carrete a quanlia do rs.
!)692g000 pertoncenlcs ao azylo do raendicida-
de, sendo 4:500$ entregues pela cnmmissio da
Boa-Vista, 4:19j pela de Santo Antonio, e 1:000>J
; >la de S. Jos.
Fizeram ocio na facuidade dedireito, no da
>5do corrento, lt esludanles quo liveram a vpta-
ofto seguiute :
Prmeiro anno, n. 60 approvado plenamente ; ns.
ti7 e 68 reprovados.
Segundo anno, n. 64,65 o 69 approvados plena-
mente.
Tcrceiro anno, ns. 81, 88, e 89 approvados
plenamente.
Quartoanno, n. 6 approvado plenamente ; ns.
ti" e 68 siraplesnienlo
Quinto anno, ns 43 c 1 approvados plena-
mente.
Foi recolhdo a casa de detoneo no da 25 do
eorrente, somente um homem livro a ordem do
Sr. Dr. chefe de polica.
Temos visto trabalhar, diz o Journal del'Ais-
ae, urna machina engnhosa inventada porem relo-
joeiro de Fessieux, M. Joao Marta*, o que tem por
objeclo o corto das pedias ; esta machina, cujo mo-
dello em ponto pequeo muilo bonito, risco, ar-
ranca, corta, o alisa as pedras as mais duras com
nma uolavel preciso, limpando-as depois de lodos
os fragmentos.
J vimos proparar urna carregaeo de pedra du-
ra cujo arrancamento exigira tres" ou quatro das
do trjbalho de um homem, o que o inventor a-
prompla dentro de urna hora ; ella pode fazer mol-
duras, lalhar columnas, cimalhas. cornijas, n'uma
sua concha, e cun eaia papa neui howofeeiiea, /.-
se um emplastro, qr.o so pocm no dedo afielado.
Depois do 3 horas eessa a dr, o emplastro n-
serva-se por 24 horas, paasadas estas, Iwtte.-se o
dedo em agua quente para largar a pQ| B, que es-
t seca, e ropete-se a a laacu por quatro ou cinco
das.
Lista dos baplisados havidos matriz na Loa-
Vista de 20 a 26 de. novembro de correnle auno.
Antonio, bianco, aascido a 2 de maio d correnle
anno, fllho legitimo de Antonio Alves Ferreira
Sluribeca.e Auna Brilis de Gouveii Vandorley.
Elvira, parda, forra, filha natural do Florn Ja, cri-
oula, escrava.
Theresa, branca, com um mezdo nascidaj, filliale-
gitima do Ignacio Jos Pacheco, o Maria Antonia
Pacheco.
I.uiz, pardo, nascido em 20 le outubro qesle anno,
fllho natural de llcrculaua, escrava.
Innocencia, crenlo, com nm moz de nascido, fllho
natural de Isabel, escravo.
Antonio, pardo, com 1 moz de nascido, fllho na-
tural deCaelana. escrava.
Francolina, branca, [lomou os sanios oleas), nasci-
da em 20 de fevcrei.io do 1842, exposli em casa
de I), Joaquina de Souza Mag.illiaes.
Lina, croula, com 2 annos de nascida, ftlha natu-
ral do Isabel, escrava.
Calamentos :
Salustlano Ferreira Stiro, com Agostiaha Mara
do Espirito Santo, pardos.
M01lTAI.II)AI>r. DO OU 26 DO '."UtKNTF. I
Antonio, Joaquim da Silva, braiico, tfiuvp, 50 an-
uos, bexigas.
Vicencia Ferreira, parda, solleira, 19 annos, me-
nengite.
Mariana, branca, 1 anno, ver; -
Liliosa Xavier da Silva, parla, solleira, 1! Spnos,
convulsos.
Germano, branco.C mezo, inflainacao do tubo de-
b tonal.
Thcceso Francisca Mara de Jess, hran, vfura,
38 annos, cancro uterino.
Victoria na dos Santos llamos, prota, viu a-, i-- an
nos, tubrculos polmom
HOSPlT.lL DK CAMDADK. Exstem :! 10111011 = ,
49 niiilhoios naeonaes; 2 liomons ostrangeiros, c
oscravos, total 110.
Na lotalidade dos doontcs cxisloni 37 alienados,
sendo 29 mulliceos e 8 liomons.
Forana visitadas as enfermaras polo cirurgiao
Pinto s 6 horas o 50 minutos *a mmliaa, jivIO Dr.
Dornellas s 8
iiilia.i.
CHRONICA JUDICIARIA.
TRIBUNAL DAREUCO.
SESSIO BM 26 DE NOVEMBftO DE 1859.
PRESIDENCIA P0 EXM. SR. C0NSLLI1EIRO bImBLISO
DF. LEVO.
As 10 horas da manhaa, achando-se presentes
os Srs. desembargadoros Figueira do Mello, Sil-
veira, Gitirana, Lourenro Santiago, Silva Go-
mes, Coetano Santiago, procurador da corda; oi
abona a scss.io.
Passadoa os feilos o entregues os dis ribuidos,
procodeu-se aosjnlgamentos seguinles:
RECCBSOS C1UMKS.
Recorrente, o juizo ; recorridos, Tosse |& Irmaos
o ouiros.
Relator o Sr. deserabargador Silveira.
Sorteados'os senhores desembargadored Louren-
fO Santiago, l'igueira do Mello o Silva Gomes.
Nogou-so proviinento.
DILIGENCIAS CHIMES.
Com vista ao Sr. desembargador promotjirdajus- j
ti<;a, as appollaces crimes :
Appellanle, Antonio Josc Alves de Brilo ; appel-
lada, a juelica.
DITAS OTIS.
Appellanles, Manool Jacintho Pcroira eoutros;
ppellados, Leopoldo do llego Barros otoutros.
Com vista ao curador nomeado.
DISTRIBUIQES.
Ao Sr. desembargador Figueira de Mello, as ap-
pellacdes civeis:
Appoantes, Jos Francisco Poreira dja Silva ;
a'ppellados, Manool Piros Ferreira o outrds.
Ao Sr. desembargador Silveira, as apiellacocs
civeis :
terrea avallada -por......
Mein 17.Domingos Jos Alves da
Silva, casa terrea arrendada por .
dem 18.Josepba Mara do ('armo
Ferreira, cisa torrea arrendada por.
dem 19.Joaquina Clara da Cnulia
c outra, casa lerrea avaliada por .
dem 20.Joao Nicolao Gomes da
Motta, casa torrea arrendada por. .
dem 21.Joo S.lares Raposo, casi
de sobrado do dous andares ava-
liada por.........
dem 22.Joao da Cimba Magalhaes,
casa torrea arrendada por. .
dem 23Senbor Dora Jess do Bom
Fim, casa terrea arrendada por .
Boa dos Quatro Cantos.
dem I.Joao Soares Raposo, sobra-
do do um andar avallado por. .
I !em 2. Jos Roberto do Espirito
Sanio casa torrea arrendada por.
dem 3. I.uiz Corroa do Gusniaj
casa lerrea arrendada por. .
dem 4. = Oiphao (libo do Antonio
Jos d'Araujo casa terrea arrendada
por..........
dem Domingos Josc Alvo-: da
Silva sobrado do um andar arrenda-
i por..........
dem 6.Louronco Jtistiniano Rodri-
gues casa torrea arrendada por
dem 7. Antonia Mana do Espirito
Sonto casa lerrea arrendada por
dem 8. Jos fgna :io Xavier casa
torrea arrendada por.....
dem 9. Joao da Ciiulia MagalllOS
casa lerrea arrendada por. .
dem 10.Basilio Quaresma Torreao
casa lerrea arrendada por. .
dem II. Francisco Antonio BaslOS
casa terrea arrendada por. .
dem 12. Seminario Episcopal do
Olinda casa terrea arrendada por.
dem 13.O mesmo, casa torrea ar-
rendada por........
dem li.= Jos Nunes do Paula so-
brado de uni andar arrondado por.
dem 15. Jos Roberto do Espirito
Sanio sobrado do um andar arren-
dado por..........
Idorn 10 _- (,'iz Manool Rodrigues
Valen a sobrado do um andar ar-
rendado por........
dem 17. Seminario Episcopal de
Ulinda sobrado de um. andar ar-
rendado por.........
dem 18. O mesmo, sobrado do um
andar arrendado por.....
dem 20.Joaquim Francisca d'Alm
sobrado do um andar arrendado
por...........
Ideip21.= 0 mesmo, sobrado do um
andar airendado por.....
dem 22. Jos Jacintho Pavao, so-
brado de um andar av.i.vlo por.
dem 25. Jos "Gomes Leal sobrado
deldois andares arrendado por. .
Ra do Amparo.
dem 1.= Manoel Ferreira da Silva
Maia casa terrea avallada por. .
dem 2.I). Felismina Amalia d'.\l-
meida Guedos casa terrea avaliada
por...........
dem 3.= Jos Martins Lopes casa
terrea arrendada por.....
| dem i.Ordem Terceiro de S. Fran-
cisco d'Olinda cosa torrea arrien-
dada por.........
dem 5 Auna Joaquina do Sacra-
mento casa terrea arrendada por.
dem (i.Balbina Virgens do Espirito
Sanio casa terrea arrondada por. .
dem 7.Jos Ferreira Marinh eou-
tros, casa terrea arrondada por. .
dem 8. Jos Ignacio Xavier casa
terna arrendada por.....
dem 9.=Francisco Muniz das Chagas
Palhares casa torrea arrendada por.
dem 10. Francisca Luiza dos Aojos
casa torrea arrendada por. .
dem II.I). Auna Candida d'Athay-
do Albuquerque Mello casa terrea
arrendada por.
casa terrea ar-
Maria
terrea
Appellanle, Luiz Borges de Cerqueira ; appclla-
do, Manoel Florencio Alves do Moraes.
Ao Sr. desembargador Gitirana, as appellaef.es dem 12.A mesma, casa terrea "ar-
veis: rondada por.
Appellanle, Joao Vieira do Torres Bandeira ; '
ppefrado, o juizo.
Ao Senbor deserabargador Loureneo Santiago, as
appcllaees civeis :
Appelantos, Vieira & Jacome ; nppellado, o nie-
le r Jos por ser curador.
Oaggraro de pelieo :
Aggravante, a escrava Sancha ; aggratado, o
juizo.
Ao Sr. desembargador Silva Gomos, asappella-
eoes civeis :
Appellanle, Joaquim Rodrigues Campo- ; appel-
lado, Vicente Lopes da Cosa.
Appellanle, Manoel do Almeida Luna ; appella-
do, o escravo Louronco.
O aggravo de instrumento :
Aggravante, Joaquim Innocencio Gomes ; ggra-
vado, o juizo.
A meia hora en cerrn-se a se do mais foi los pola falta de juizes.
dem 13A mesma,
rendada por......
dem 15. Herdeiros de D.
Francisca da Conccieao casi
arrofc 'a por. .'.....
l<10^^-. Herdeiros de Candido Jos
da Silva Lisboa casa W-rea arren-
dada por.........
dem 18. Deao Dr. Francisco Joa-
>rjuim das Chagas casa terrea airen-
Bada por.........
dem 19. Irmandado do NossS Se-
nhora do Gaudelupc casa terrea ar-
rendada por........
dem 20.Jos Francisco Bellem so-
brado do deis andares arrendado por.
Idorn 21.Conogo Dr. Joaquim Fran-
cisco do Barias sobrado de um an-
dar arrendado por......
dem 22.Fortunato dos Santos Porto
sobrado de um andar arrondado por.
COLLECTORIA l'KOVIXCIAL DE OLINDA. "" ,2J = '*** Nu"" ?*$* ^-
brado do um andar arrendado por.
Laneamento fia Icvinyt dos predios "
urbanos Iodistrieto da collcctoria
que tcni de servir no anno linan-
ceiro de 185 isO, pelo eollee-
lor llanoel Jos le Azevcdo Anio-
rinii
dem 2. = Conselhoiro Monserihor
Dr. Antonio Jos Coelho casa ter-
rea arrendada por......
dem 25. Antonia Joaquina da Fon-
soca Lel casaterrea arrendada por.
Ra do Aljube.
Numero 1.Joaquim Francisco do
Alem, casa terrea arrendada por .
dem 2.Merenciana Maria da Con-
ccieao, casa leriea arrendada por.
I aladra, ludo quanto faz cicantcro com urna gran- Idein :._Jo0 (le Barros-Pimcnte
do economa de lempo o de mao d obra. tasa terrea arrenda)
- O lourier de Hambunio da alguna dolamos
rao
sobre as cireumstancias infelizes da navegaco do
re de Hanovre sobre o Enes :
O barco a vapor, que o coaduna parti a 17 de
solembroas 9 horas da manha. Tinliam embarca-
doo roi, a rainha, o principo herieiro, as duas
priucezas, cas pessoas da coite com o ministro do
litado, M. do ltories.
O vapor encalhou na oroia urna hora depois que
ontrn a ste do Enes. Foi visto de Norderney e
Je Norledech, mas o vento soprando cada vez
com mais forca, nenhum escaler se atroveu a a-
proximar-se do vapor.
0 capito do barco de Norderdcich procurou a-
proximar-se do vapor encalhado, e quando iraba-
ada por .
Regia, casa
lerrea
Idorn 5.Joamia
arrendada por
dem CJoao Baptista de S Porei-
ra, casa terrea arrondada por .
dem 7. l). Maria da Conceirio Car-
mino Rogo, casa tenca arrendada
por. .........
dem 8.Manoel Torres da Silva, ca-
sa terrea arrendada por ....
dem 10.Bernardino de Almeida
Ferreira, casa terrea arrendada por
dem 11.Liaudro Jos Ribeiro, ca-
casa torrea arrendada por .
dem 1 .D. Florinda Coelho da Sil-
va, casa terrea arrendada por.
r..KH3ara cnae*,,ir' cheif'' V0Por- 1ue ;a du dem 15.-Joao Reges da Silva, Floe,
I'mbdeiu para Norderney. A esta vista concebeu-
se a esperanca no vapor encalhado que fcilmente
terminara aquelle incommodo, tanto maior por
que nao havia provises de boca, e havia reccio
de que ellas fossem precisas. Mas o vapor de Emb-
dem ancorado a mil passos daquelle, em que esla-
va o re nada poude servir, porque a ambos (aliara
n m escalec.
Neste inlervallo chegou o barco de Norderdcich,
para o qual sallou o re e a familia real, porm a
ineio caminho, tambem encalhou na arcia, som
poder aproxiniar-se nem do un nem de outro va-
por: islo soprando um vento forlissimo, e cahindo
copiosa chova.
Foi por lano, preciso esperar algnmas horas al
que a mar vasasse de lodo para voltarcui ao pri-
ineiro vapor, e como o lempo melhorasse rhega-
i,im algumas proivses, e enlao poude-se esperar
iranquillamenle que a cnohente desencalhasse o
vapor, o podesse esle continuar a viagem, que de-
via ser feila dentro de urna hora.
L-se na Industrie Belga :
O ineio mais seguro de verificar a humidade do
urna casa consiste em mover nina libra de cal viva
tal como est, quando sabe do torno, posta depois I
de moida n'iim vaso largo, conserve-se osle por!
2 horas dentro da casa. Se depois desse lempo,
pesada a cal ella liver mais 5 ou 6 gramas alm da
libra um signal evidente que o casa insalubre
a inhabitavel ; se o augmento do peso nao passar
de urna grama a casa tem lodas as condiees de
salubridade.
Remedio conlra a hydrophobia :
Um guarda campestre da Saxonia chamado, Gas-
loll com a idade de &> anuos, o nao qocrendo le-
var cva um segredo lao importante publicou no
Jornal Leipsich os meios, quo tem empregado, ha
eincoenta annos, e peloa quacs atlirma ter salvado
rauitos homens, e um grande numero do irracio-
naes da raorte horrivel causada pela hydropho-
bia.
Elle aconselha que se tome, logo depois da mor-
dedura, vinagre quente o agua lepida, que se lave
bem a ferida, e enxaguando-a depoi?, se banho a-
ohaga com acido hydroclorco, porque os cidos
mineraes deslraem o veneno da saliva : elle asse-
gura que com este remedio flea o mal perfeilamen-
te curado.
A Industrie Belge cnsina 6 seguinlc remedio
paro curar o panaricio, o qual pode servir para to-
las as formas e todas as pocas da molestia.
Machuca-se um corto numero de enrocos cora a
1 moida,
Jess,
casa lerrea arrendada por
dem 16.Nicacio Jos de Al
casa terrea arrondada por.
dem 17.Delfina Mara de
casa terrea arrendada por. .
dem 18.Francisca das Chagas Sal-
gueiro, casa terrea arrendada por .
dem 19. Eugeuia Maria Marganda,
casa lerrea arrendada ppr. .
dem 20.D rsula das virgens Mu-
niz de Mello, casa tenia arrenda-
da "por..........
dem 21.Marcelina Maria de Mello,
casa terrea arrendada por ....
dem 22.Nossi Senhora das Mer-
cos, casa lerrea arrendada por. .
Ra dp Coixo.
dem 1.D. Clara Maria d'Assumpeo
Sampaio, casa terrea arrendada por
dem 2.Jos Joaquim Moreira, ca-
sa terrea avaliada por.....
Mera ".Joao Esleves da Silva, casa
terrea arrendada por.....
dem A.Antonio Jos Ferreira de
Carvalho, casa terrea arrendada por
dem 5.Monsonhor Dr. Antonio Jo-
- Coelho, casa terrea arrendada
por..........
dem 0Miguel Joaquim Foticeca de
Carvalho o outros, casa terrea ar-
rendada por........
dem 7.Joao Joaquim do Santa Au-
na, casa torrea arrendada por .
dem 8.Maria Magdalena da Trin-
dado, casa terrea avaliada por .
dem 9.Evaristo Machado Lima o
oulros, casa terrea arrondada por .
dem 10.Herdeiros de I). Helena
Gomes da Silva, casa lerrea arren-
dada por......., .
dem 11.Conego Jos Marques de
Castilha sa lerrea avallada por .
dem 12.Padre Jos Antonio dos
Santos Lcssa casa lerrea arrendada
por.......
dem 13.Joanna Maria dos
casa terrea avaliada por
dem 11.Antonio da Silveira
casa terrea arrendada por.
dem 15.Rita Francisca Borges, ca-
casa terrea avaliada por ....
dem 16.Miguel Custodio Lia!, esa
Anjos,
Luiz,
dem 26.Herdeiros de Estevao Ma-
noel da Paz casa lerrea arrendada
por...........
dem 27.Nossa Senhora do Rosario
casa lerrea arrendada por. .
dem 28.=A inesnia, casa terrea ar-
rendada por........
dem 29.=nerdeiros de Antonio Jos
do Espirito Santo casa lerrea arren-
dada por.........
dem 30 Jos do Mello Ce/ar d'An-
drado casa lerrea arrendada por.
dem 31.Deao Dr. Francisco Joa-
quim das Chagas Salguoiro casa
terrea arrendada por.....
dem 32. Miguel Joaquim Barbosa
Fonseca do Carvalho casa torrea
arrendada por.......
dem 33.Engracia Maria Joaquina
do Amparo casa terrea arrendada
9(K000 P01............
j dem 3>. Luiz Jos Gonsaga casa
terrea arrendada por.....
dem 30. Domingos Jos Alves da
Silva sobrado de um andar arronda-
do por..........
Idorn 37.Joanna Mara Macicl, casa
terrea arrondada por.....
dem 38.Francisco das Chagas Sal-
guoiro, casa lerrea arrendada por.
dem 39.Viuva o herdeiros de Jos
Manoel dos Santos, casa terrea ar-
rendado por........
dem JO.Francisco Manool de Al-
meida Calanho, casa lerrea arren-
dada por.........
dem 1.Francisco das Chagas Sal-
gueiro, casa lerrea arrondada por.
dem 12.Viuva e herdeiros do Joao
Carlos Marnho Palhares, casa de
sobrado de um andar arrendado
por ... ........
dem 3.Antonia Mara do Espirito
Santo, casa terrea arrendada por .
dem 44.Antonia Mara do Espirito
Santo, casa terrea arrendada por. .
dem \~).Antonia Maria do Espirito
Santo, casa lerrea avaliada por. .
dem 46.Louronco Gomes da Cruz,
casa terrea avahada por ....
dem 7. Irmandado do Santissimo
Sacramento da Matriz do S. Pedro
Marlvr, casa lerrea arrendada por.
dem 8.Antonia Maria do Espirito
Santo, rasa lerrea avaliada por .
dem 9.Herdoiro de Jos Francis-
co da Costa casa terrea arrendada
por...........
dem 50.Joao Goncalves Rodrigues
Franca casa terrea avaliada por.
dem 52. Antonia Prima do Albu-
querque, casa de sobrado de um
andar avaliado por......
dem 53.Antonio Prima de Albu-
querque casa terrea arrendada por.
dem 51.Herdeiros de Antonio Jos
do Espirito Santo Barata, casa tor-
rea arrendada por.....,
dem 55.Esm. bispo conde de Ira-
j, casa terrea arrendada por. .
dem 56.Mosleiro de S. Bcnto, casa
lerrea arrendada por.....
dem 57.D. Isabel daCunha Pereira,
casa terrea arrendada por. .
dem 58.-Antonia Maria do Espirito
Sonto, '.asa terrea arrendada por. .
72->00O
3j000
60$000
6O5OOO
723000
3&?000
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08$ O!
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I2O5OOO
1 5000
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COjOOO
4a3000
255000
389 00
dem 60.Antonia* Prima Uo Albu-
querque, casa terrea ar. 1111 ida por.
dem 01 -.1! r.i.-iros do V'I-enle Fer-
reira, rasa linea arrendada por. .
dem 62,Jos Mora da Tri id ide,
casa Ierren arrendada por .
Idorn 63.Viuva de Jos de. Amoiim
Lima, casa lerrea arrendada por .
dem 66, Bento dos Santos llamos,
casa loma arrendada por. .
dem 65.Manoel Francisco Constan-
cio, casa lerrea arrendada por .
Ideni 67.Seminario Episcopal de
Ulinda, esa lerrea arrendada por. .
Mein 68.Seminario Episcopal do
Olinda. casa torrea arrendada por. .
dem 69.Exm bispo conde de Iraj,
casa lerrea arrendada por '. .
dem 70.Francisco Xavier de Alba-
querquo Mello, casa lerrea arrenda-
da por...........
dem 71.Herdeiros do Antonio Jos
do Espirito Santo Barata, casa tor-
rea arrendada por ......
dem 72.Convento de Nossa Senho-
ra do Carino de Olinda,.casa terrea
arrendada por........
dem 73 Convento <\o Nossa Senho-
ra do Carmo de Olinda, cesa lerrea
.arrendada por,.......
Ron dos Gatos.
dem I. D. Anua Ferreira da Rocha
Lima, casa lerrea arrendada por .
dem 2. D. Vnna Hara da Penha,
casa terrea arrendada por. .
dem 4.Joao Bento do Vasconcellos,
casa torrea arrendada por. .
dem 5.Viuva e herdeiros de Ma-
noel Leonardo Sudr, casa terrea
arrendada por.......
dem 6.Jos do Carvalho Jnior, ca-
sa lerrea arrenda per.....
dem 7.Irinandade de Nossa Senho-
ra do Guadelupo, casa lerrea arren-
dada por..........
dem 8. Maria Joaquina do Sacra-
mento, casa torrea arrendada por .
dem 10.Alejandrina Gomes dos
Santos, casa lerrea arrendada por.
dem 11.D. AndroliiiaCladade Oli-
veira, casa terrea ai rondada por .
dem J. I). Clara Mara .a (ssilinp-
9/10 Sampaio, caso torrea arrendada
por...........
dem 1 .Sebastiana Joaquina de
Sampaio, casa torrea arrendada por
dem 16.I). Clara Mara d'Assump-
eao Sampaio, casa torrea arrendada
por...........
dem' 17.Viuva o herdeiros de M 1-
Forreira Veigas, casa terrea aralia-
da por ..........
dem 18,Viuva o herdeiros de Ma-
noel Joao de Miranda, casa torrea
arrendada por........
dem 19.Viuva o herdeiros de Ma-
nool Joao de Miranda, casa terrea
arrendado por........
dem 20.Mara Francisca da Puriii-
caeao, casa lerrea arrendado por .
dem 2.Mara Joaquina de Jess,
casa terrea arrendada por. .
Ru do Guadelupe.
Numero 1.Viuva c herdeiros de Ma-
noel Joao de Miranda, casa terrea
arrendada por........
dem 2.Antonio Jos dos Prazeres,
casa terrea arrendada por .
dem .Goncalo Jos do Santa Au-
na casa terrea arrendada por. .
dem 5.I). Maria da Conceieao Car-
valho Reg, casa lerrea arrendada
por...........
dem 6.Herdeiros do Ignacio de
I.oyolla Callado,casa terrea arrenda-
da por.........
dem 7.Liandra Francisca da Con-
ceieao, casa terrea avaliada por. .
dem 8.D. Clara Maria d'Assumcao
Sampaio, casa terrea arrendada por
dem 9.Maria do S. da Silva, casa
forrea arrendada por.....
dem 10.Paulo Francisco, casa tor-
rea arrendada por......
dem 11.Rila Qaileria da Ora, casa
lerrea arrendada por.....
Ra da Floresta.
Numero 1.Joaquim Rabello Pessoa,
casa terrea arrendado por. .
dem i.I). Clara Maria d'Assump-
o Sampaio, casa torrea arrenda-
da por ..... .
Id' o 3.D. Clara Mara d'Assump-
1 o.Sampaio, casa lerrea arrendada
I< r..........
Ido.n 4. Viuva e herdeiros do Ma-
u noel Joao de Miranda, casa torrea
arrendada por .......
dem 6.Manool Dionisio Gomes' do
Rogo, casa terrea arrendada por .
dem 8.Antonio Joi de Castro, ca-
sa terrea arrendada por ....
dem 9.D. Maria da Conceieao Car-
valho Reg, casa lerrea arrendada
por...........
dem 10. Maria da Conceieao Car-
valho Rogo, casa terrea arrendada
por ... ........
dem II.Mara da Conceieao Carva-
lho, casa terrea arrendada por .
dem 12.I). Clara Mara d'Assump-
eo Sampaio, casa lerrea arrendada
por...........
Ra de S. Joao.
dem 3.D. Maria da Conceieao Car-
valho Bogo, casa terrea arrendada
por...........
[Contin uar
" 869000
48*000
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36.J000
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1205000
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24*000
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2 5000
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60*000
363000
29000
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1203000
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se-ha).
DIARIO DEPERNAMBUCO.
7*2000
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763800
72*000
699000
723OOO
90*000
36;000
180000
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60*000
6O3OOO
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1203000;
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383 00
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1203000
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60*000
48*000
72*000
96$000
A provincia de Pernambuco, conscia do sua im-
portancia entre os filhas do Brasil, esoroa-se, ha
muilo, por altingr a brilhante posco que a Pro-
videncia lhe reserva n'ura futuro, por ventura
prximo, pondo em accao, em lao louvavel empe-
nho, os elementos o poderosos recursos que a fa-
zem prosperar, nao obstante o funesto e pernicio-
sssirao doscnvolvimonto quo, infelizmente vao ten-
do entre nds=0 egosmo casado com a indiHeren-
C.a polo bem publico e prosperidado do paiz.
O proprietario do Diario de Pernambuco, cerlo
de que nao erara sufflcienles para o engrandec-
menlo da provincia, a forlildade do scu slo, cm
que rebenla e florescc de urna raaueira admravel
a sement quo lhe fora conliada ; c conhecendo a
absoluta necessidado de um agente poderoso para
instruir o moralisar a populadlo ; recorreu aocivil-
sador vehculo da imprensa, como' o mais proprio
para inocular no espirito da populacao as grandes
ideas e saas doutrinas.
Sobessas vistas no anno de 1S25 appareccu, pela
primeira vez o Diario de l'ernambuco. que, peque-
o enlao, j moslravapor sua moderaeiio o ap-
poio ao governoo que seria depois, quando ex-
perimenlasso suas torcas, c desenvolvesse sua ener-
ga.
Com offeto, desdo 1835 que o Diario de Pernam-
buco rvalisa com os jomaos da Corle, excedendo-
os em 1854, o s Picando de novo igual olles um
anno depois, em rirtude do augmento que, por
sua vez, liveram alguns dclles.
Mas, o Diario de Pernambuco que accompanha
briosamente o progresso ca ctvilisacao, Apostollo,
como da lberdaJc e defensor dos direilos c
inleresses do Bra/.il, nao quorenda licir estaciona-
ro, vae assumir maiores proporcoes, e oceupar o
prmeiro lugar nos dominios d imprensa brasi-
iea ; pois o sen proprietario. contando com o auxi-
lio e benevolencia do seus leitores, que a dospeito
do ludo jamis o abandonaran!, nao duvida expor-
se ao aecrescirao de despeza, que o augmento do
Diario exige.
Assim, pois, o Diario de'.Pernambuco, ajudado
por seus benignos leitores o generosos assignantes,
devendo mudar de formato no 1 de Janeiro pr-
ximo futuro, passa, cm consequencia da viagem
de SS. MM. II. esta provincia, de hoje em dian-
te, ao do Thimes de Londres, contendo como ello
lat neo :>' "' ;*"
; i
' ".' 1010 uo paginas, por quo rao elle esse roousto tlenlo, qm
i> g las surge nos hortsoiil
Alem das materias que costumapublicar, o Dia-1 Qtw o noi 11 < iba prese:
rio encarrega-ae do soregar especialmente o inte- s_- nao proponha Iri ma a
resse de cada urna das provincias, corapreliendi- I leraiii pelos iropho-...-. lierneros, que. jto
dos na zona do Atagoas ao Ama/.onas, nao s para lhe possara rir de infructferas luc
comas cmaras legislativas, come para com os um conselho que do iniimo -dV
governos (feral o provincial; tnmlo par esso fim [ mos, seno rom o direito, que em .-.',:
cada urna dolas, quem doverao. as sor dirigidas todas as queixas, relamoedeno noli-'que sempre lera o poeta direita -,. \
cas que Ihes pnesam interess.ar. : raeo.
O Diario tratnia-Jos negocios das momi nadas A' essa primeira estrepite ."giiem-s* m
irovincias com a miitmiosidade e interesse do ara mesma poesa, qual mais belta/jOMal 1
irmo dosrelado; o repolle, qualquer idea de ri- niosa ocadonie, e que para non afencarda
validado entre suas rinaas, como nmmoio bypocti-1 za do ospaeo, que nos trocado para wta
la, una insinnaeao prfida, de que so servom os artigo noticioso, didxamos <\,- Iraweceirer.
inimigos da iiiosporidado do paiz, para nos enfria- 1 A essa suecode na orden Ja impcesi i
quecerom, arvorando o estandarte da desuniao en-
tre povos quo tem os mcsmoscoslumcs, seelimen-
los e principios.
A natnreza deu ca la una das provincias do Bra-
sil allributos especiaos, que so prendera entre .si por ksol insta Ierra abencoada em qee a natuie
los de fniernidado; nao se rompen, pois, all- j ra bjdos: nunca o pedemos alcanear l
/ do prism;
do Sr. Frankln Doria oulia prodvceSa q
lula :0 Sol nasceate.
Ni" lomos modo do errar da te q
bello o louco que sempre nos parece
ancas desto genero, nem se planta a inveja, onde
nao exislem nlercsscsencontrados.
Os productos das provincias do norte ocham
sempre consummo na do Pernambuco, e o grande
mercado dcsta ofiferece lacilidade do obastccimen-
to para aquellas a prazos o procos vantajosos.
Para que o Brazil possa tomar a alia posieao,
que a Providencia lhe destina, basta que o gover-
no lhe proporcione, e faculte os meios de desen-
volver sua industria.
Os dlVereiiles climas do suas provincias do nor-
te e sul, que so prestam cultura de lodosos fruc-
tos do mundo, c a vasta oxionsao de sen territo-
rio, podiam toroa-lo o prmeiro paiz agrcola, so
soiibossemos aprovcilar nos de taas vanlagens ac-
cumuladas.
O Diario, sondo, como alheio poUliro, [ da
qual indovidamonle nos oceupamos mais do que
das necessidades rea"s da v i. I a ), s tratar del la,
quando esliver lao identificada com os nlcresses
do paiz, que nao soja possirel tratar dosta sera so
oceupar d aquella.
Os discursos, proferidos durante as sossc-s das
cmaras legislativas, sero publicados com mais
desonvolvimento, e a parto cstrangeira tamboin
augmentar na razo do sen frmalo.
O Diario, consequentemenlo, ser lio til ae
particular como ao fuoecionario publico, ao moco
como ao" V'#JJ^4Ml]irne_m como senhora : trati-
r de materias religiosa, acienll(le99><0litlerarUs,
folheliin, variedades ; do arles, do recreic>r6''al-1
mente co todo .yt possa interessaraoeommerc
E ge ramenle reconhecido o augmente, que ha
(ido a mo d'obr.a de tros annos esta parte, prin-
cipalmente na arle lypographica, em que o serri-
co, qm: at enlao costava 19400, subi boje
39o as assignaliiras por anno, dos jomaos da Corte,
iguaes ao Diario, passaram a ser de 29000 pora o
llio de Janeiro, e de 80000. para as provincias!
0 sublime como
la soberna composi
que a peana feliz do Sr. :ranklii; D
lachigraphar pe ale em un
aoemo da nalureza^que nessaJtera i -
variadissim.is scen -.
em lodos os pontos se ere, 1
Ierra, sobre a niivom azul, qjie s lev.:- -.i
1 rubru le luz, u 1 sobre a ptala 1
llorn ha campestre, que como para earbgH
primeiros raios do astro re as bagan ie >-i -.
noito cm sen ldano de dissoluta lhe doi\..'...
no seioprestos so entreabre mai anin: n
da dodia o prmeiro gallo da pr 11
_ Felizmente para nossa airela mai- e
lilicaoao fui (so nos nao faina a n mi
la a prodnccdo do jm-wi poeta, con >:
a satisfaeao do d.ir-lhe entrada na :...
vncia.
Arrcdio ha cerca do dous annoi
mais urna victoriabem quo insig
1 Sr. Pranklin Doria o entramaos hoje
csse mundo lo da nossa affetaSo cora o :
joven poela as mos.
Nao subirla o tal ponto o roaldio rale- *
ha lano somos o-.va, que anda desta iri
matar-nos no curaeao um lao gneros
'Nao, nao o podo Conseguir.
Na verdado que corceo haver
pie alma lo vasia do verdadeiro
pie sonosintam lomados do uma >.-
le nma como que lava do onlhusia-.:
da segoWfteJttimlie :
As iiuvens^aVr>>Uejsm20jLjj^
Da arena afogueada, quo- formsxaai
As faixas do horisoule em eomh^
Frcios partidos pelo ar galopa ai,
Sanguo vivoescamando ora se 1
Ora cm procura do inlinio vi>.
Ouanto a nos SO nad 1 mais conhecei
-1
entretanto que o Diario coiservou seu prc;o do tinelo poeta bastara termos litio o sea
15*00u por anno. xofcde urna estancia destas para avahar
Agora; porm, que as despezas tem de augnien- mediatamente na altura de urna veearu Mvdr};
lar 50 por cenio, o Diario v-se obrgado a elevar' nada. s
o proco do sua assignatura da maneira seguinlc :! De feilose, como o pensamos, a verdad
Adimiado '. ,?*,'-M) l'or anno "*? ,)ode cxis,ir on'i,; "ag houver 1
59000 por trimestre,
j 2$0i)0 por anno.
li>000 por trimestre.
Apczar desse augmento o Diario continua a
Vencido
imaginativo atrevida som ser desregr. n
que; Irarou o quadro que ah deiuawn r
o pincel de um consumado artista!
Quem sabe so como o Phidias da
o mais barato jornal do Impoiio, sendo alias o de | tatas o poeta mesmo nao flcou embet
maior formato; visto que, na esphra do suas as- \ desse quadro quo involuotariaraenlc
piraces, pecuniarias, rontentando-ae o sen pro-1 da mente? E provavol..
prietario, apenas com urna mdica rotribuieo de! A novdade, valenta o iialuralidade d.;s>.
seus esforroao fadigas, lem em vista, s e' prin- 1 imagens que s mvseneiasderraman
cipalmcnte, o bom e prosperidado desie gigante n por essa inspiradissima eslroplie ; -
da America, que so chama iMpr.mo no nuvzu. c propredade ao mesmo lempo coa A coniianca quo o Diario tem merecido, por 35 exprimir em urna linguagen ungida
annos do existencia, de seus numerosos c benignos lyrismo. reunindo a ludo isso a esc
leitores, a maior prora da eonsideraco qno lhe cacao nunca falseada, a fon, idade da m
presta o paiz, e fundado nolla nao teme encelar e : receo doesiylo si qualidades que r
assim abrir nma nova era no jornvi.ism > duasi- encontrara juntas em un mesmo peeta,
LEino. isso muilo dislinguem o autor da referida .-
Publicacoes a pedido.
lio pag
A Proviacncia Divina, leudo collocado esta cida-
de no poni mais oriental do Brazil, destinou-a
par3 ser a intermediara entre a Europa c as ou-
tras cidados do Imperio ; e portanto devo ella, como
boa irmaa, colher as vanlagens que lhe olTercco
sua magnifica posieao geographica, de sorte que
essas vanlagens da natureza se reflictam sobre suas
irmas, e aproveitem todos os seus leitores.
Seu dever, porem, nao podendo ser perfelta-
raentc desompenhado, por nao lor o Diario, no
seu estadojactual,bastante espago para era um s nu-
mero publicar as noticias que "nos trazem os vapo-
res da Europa, e s vezes os do sul do Im-
perio ; resolveu o proprietario deste jornal, pora
mais facilidade da pobiicaco, o leitura, augmen-
tar-lhe o formato, o distribuir as raalerias, de
modo que o leitor encontr em ligar certo, e re-
gular, o que lhe convenha 1er, sera que o eruba-
EM.EVOS. N^
Livro do poesas
PELO sn.
Frauklin, Americo de .Uenczcs Doria.
Anda bom !
Estamos cabalmente justificados perante a ini-
prensa do pai2.
O juizo demasiado favoravoltaires enthnsiasli-
coque Iros annos ha aventuramos a rospelo de
um robusto talento mscente acaba de receber das
mos da pnblicdade a mais completa sanecio.
que bem o presentimos nosa inlelligencia que
onto se nos aeresenu diantedos olhos nao traja-
va o manto salado dJT mediocrdade enfatuada e
pretenciosa: ao contrario podemos, levantando a
ponta da tdjica transparente do una juventude
predestinada, reco'nhecer claramente a verdadeira
vocaco arrastada quasi fotidicamenle pelo pbarol
brilhante de urna inspira<;o, sempre viva, sempre
arrebatadora e propbclica. que essa palarra po-
tica, que anula balbucanlo escutamos para logo se
nos patenleou amenisala por esta sania oneci do
lyrismo lo raro encontrada, to felizmente prague-
jada poresses tresloucados sectarios da velha esco-
la, que no desespero de nao poder atlingi-la se
quer de levelomam a enftica rcsoUico de appel-
lida-la de chimenea, llnsora o de nao sei mais o
que, que urna exageradsima atra bilis empresta
aos labios anachronicos desses infelizes outeirittat.
Dos Ibes perddo csses ltimos arrancos do dos-
cridos, e a torra Iho seja levo !
Quanto a nosreatemos o fio das ideas comeea-1
das.
Di/iamos queanda bem nao nos haramos il-
ludido, nem lo pouco Iludido fcilmente o publi-
co quando, ha cerca do tres annos, ahi Iho apresen-
tamos una segura vocaco luterana, que apenas se
levanlava ; masque ja co to cedo pedia horisontes
sua Ierra natal, proinellia-lhc a conquista de bri-
llianles aureolas.
Sini! nao nos engaamos.
O arbusto novo, cujo rpido e florido crescmen-
lo prophetsamosvodc-o, olterecemlo ja ampia
copia aos apreciadores da divina arle a ave impl-
me cujo ensatar de azas prmeiro aponamos s
mulldes distrahidas l paira6o de aguiapor
essos regios superiores, a que dado 1 poneos ro-
monlar-se o joven trovador, cujas primeiras can-
eos ticemos a sitisfacode annuncar luz da pu-
blicidade, acaba de conquistar os louros do um ver-
dadeiro poela.
Anda bera.
Temos diantc dos olhos o scu prmeiro livro de
poesas.
Recoramendamo-lo do intimo d'alma a quem
quer que nesta poca dodescrencas e prostiluieos
conserva anda nao polludos do'virus goral ura'im-
pulso no coraco o um pnnsamenlo na fronte para
a pratiea [relativamente ao monos) asctica do bel-
lo edo ideal.
E nao urna recommondaeao suspeita osla nos-
sa : quando lodos o ignorem sabe ao menos o dis-
lincto poela, cujas paginas folheio, quo se motivos
pessoaos podcsscni inlluir aos nossos juizos lute-
ranos calaramos no intimo d'alma o enlhusiasmo,
que suas brilhaiites composices nos desperlam, e
guardaramos a rospelo do "seu livro o mais pro-
fundo silencio.
Mas nao Nao roslumamos sacrificar ajustica pu-
blicamente devida ao mrito, a indisposicos que
como naserram, devem permanecer fechadas no
iulimo de duas almas, que felizmente conhecem.
Porque a nossa pupia ofTendida nos nao consin-
ta filar o sol era pino nao deixaremos por isso do
reconhecer o seu brilho.
E, Jois, prosigamos :
E linda ; mais linda, mais bella c galante,
A torra, to vasta, nao leve, nao tem :
E linda, so erguendo rsonha e brilhante
De um leito de espumas da cor da cecem.
Se em lugar do idioma cm que se acha hnrense
sido escripia urna estrophe destas na lingua italiana
ou allcrao ombaixo dola procurar-so-hia 1er os
noraes do Metastasio ou Petrarca, de Schiller ou do
Goethe.
Na bolla phraso porlugueza era que est, fora l'a-
eilmente tomada por urna nota mais das lyras
abeneoadas do um Joo do Lomos ou Palmeirim,
ora Portugal, do um Goncalres Das ou Alvares do
Azevedo, no Brasil.
Pois do nenhuma dessaa harpas provectas forana
extrahidos os quatro versos quo acabamos do citar;
sao as quatro primeiras linhas de un livro sabido
das mos juvonis do um poeta anda novo, d Sr.
Frankln Doria.
Al na escolha da primeira poesia estampada no
seu livro, quiz provar-nos seu depurado gosto, o
joven autor.
Refere-so elloa poesa, da qual transcrevomos
os citados quatro versos, ao lugar do nascimento
do poeta.
una caneo enlhusiastica dirigida ao seu hor-
co natal, a BjBSa ilha formosa, que ahi se levanta
verde do esperances no interior de nossa provincia,
a misturar suas balsmicas exhalacoes com a ma-
rezia das aguas: a essa ilha que um da sei tai-
vez apontada ao viajante como a casinha do Tasso
ou a granja de Virgiliose o maldito cancro da po-
ltica e das ambicoes sociaes nao devoraren! mais
^
E entretanto nao se diga que essa erf
supremo esforc do laftntonao! con
mospoderomes ter esc1hido outra
mesma composicio, o encontraramM *s
qualidadcsdisiiucivas d 1 poetatmagi
dora por excelloncio, csthtica naovel
vallada na seguranea da metrifka
e natural, ora na elevacao bem zradus-:
que nao nessa extravagante fuz'o do mt&vma
u ridiculo, duplo escollio, d eiiconiru ; .::
quasi sempre quebrar o crneo uro alguns pe-ii
poetastros nossos eenterraneos. tertaa ^ > ,,-
rltaco, que avistando era seu trajelo a m -..
destinada pretenden) alcauca#-ihe e 4
manidos descambam no prmeiro iod
contram.
O nosso poeta ao contrario eleva-so m
s altaras do verdadeira sublime, h
le sem difliculdade, deseo depois quan.
goslo reclama a Icrminaco do painel, estol e\
do assim essa dncultosissiraa grada-
lao raro encontrada ; o que revella J
o^r. lronklm Doria possu", na phracede =s k
do escnplor, o sexto sentido do-bella I
Daconlcmplaco poetira de 1111.3. do-
radoras sccnatola natureza passa Sr. FnnLli
seu volme reminiscencia do maier tutu i
co da historia do poz.
Intitula-se esla sua produccSo fe*-
Anda a mesma felicidode d pensam.
ma propredade na expressao, amesaca >,'-
do tormo, que aqu roonifesla-se coi rv :
Ira ndole, quic menos commum, e, e;.. q.
Frankln prima como um provecto met
O que, porm. mais nos grada
composicao a rofleclida combtnaca
tanta madureza se opera naquell cor.-.".
entre os nobres senlimonlos de patita ;;
pos polticos compaliveis com as noacnt x
roes sociaes.
Iramos por diante citando nma por mm
as composices de poeta coudas nesvs nW
anda para urna simples ritacao :
nos desse de rosto a estreiteza do esna o u
mos direito nesto trabalho.
Portanto releve-nos o autor que sai
outras composices intermedias raaaea laewemia
goma que mais se nos recommendou prmi
tura das suas bellas paginaslalvez por rea
mo-11 ja.
Ilefiro-me ao scu canto aoPovo.
Ha de ronvir comnosco o poela que eai m-
produceo sua foi mais feliz : outras pod*r.>
parco com ella : excedo-la nenlmm*.
E que nao ha duvida-lo a demcracia s .-.
iiioxgolavol fonte para a poesa, que o dere .--
o poesa do sentimentalismo e da verdade-.
Basla citar qualquer estrophe dessa belb ca
esta por exemplo :
Vossas teridas, povo.
De nicus prantos banhai .:
Sou vosso fi 1 lio, repruvo
As injiisleas da lei;
S para vos o des'orro.
Pesados grilhoos.de forro, et.
para conhocer-so que quem falla nutiv : '
senlimentos de poela, lem direitos a J.
populartambem a mais exnressiva ie Imam.
Demos a entender queja conhedaK-a 1 -
le composicao do poeta; urna mriadr. as
como o conhecimenio que temos d ortaed
mo autor, cuja falta neste volunte fist para n< -
decepeo, para o poeta una lacuna
podo descnlpar.
(juc razo leve por exemplo o poett -
do seu prmeiro volumc as duas pr-. I
fecunda lavra intituladas 11:.: t Bania-
casa lenda popular'?
A explicaco para a omissn da yraM&a-sd
poilomns encontrar na perpht idade,
ventura achou-se o poela entre atoe
car-lhe a dedicatoria, e a hosilaco iatiau i3r 9
zcr, ou porque Id no fu:: 11 sea
o incommodo de urna se rizao :
porque quiz sor coherente perante .*
paiz. Nao fez bem : aevia ter c I
tenlacoa de rscar-lhe a dedicaori, e ~
commeller a falta de lesa publicidad; 1
scu livro um lugar a urna das suts
composices.
Anda bemque quanto a essa tem poda .
especiebem que improcedentede desenlia. ''- -
quanto lenda popularLucasque 1
poeta para supprimi-la do seu reUaae .'.:,,
na por ventura pouco meritoria? eagjM-sr.: i
do dispensar alguraa do seio das suas j-an;,
dora ter cabido osla fatal sentenea sobre outns.
Cabe aqui dirigir anda ao poeta ama terete.
sura pela rnutilaco, em que euconramas oan
suas mais recommendaveis produecesa Ds
Nao podemos alcanear a razo, que lem o >
para riscar dessa composicao aquellas vii^^
trophos histricas, que som duvida ii^iaiai^ .--
magnifico trabalho un realce, que >> purlt
comprehendo influenciado lalvez pcK> rt njjwti
que lhe inspirou o encontr dessa caanpaaipn .
lio seus papis, por isso que ella xiuJu ntMdw
lhe um da do tedio para o poela ; aaas ol-
anlo para nos est marcado come aujt ou, s_
poticos do nossa vida; porque, cunta dcie >;
brar-so, foniosenthusiastico conviva csse-fjtfi&;>-
festim de poetas I
Deixemos, porm, de parte esiis eipkac.ks.
MUTILADO


DIARIO DE PERNAMBUCOSEGUNDA FEIRA 28 DE NOVEMBRO DE 1859.
i, ii- .. .1.1 i 1 i ,iiiii.i VM'.I) >aiaUl-IIU> il.l pelma G aplcS-
i-ns tMii confluir esle rpido artigo.
i alih il ti : lencid tu ndole potica do Sr.
klin Doria, e que neccssario tornar bom sa-
ico, e especialmente aos verdadetros
eonhecedores da arto, o dedo particular -que se
para a Iraduccao ficil e exprosstva daslra-
qiulares.
1'ni sai :r esto nosso juizo ah esta oslam-
ivro urna popularbsima rancio inll-
laT)oi i Sancha.
m luvii' ah que ignoro, un nao conseive
- tas reminiscencias nucrisa lembrnnea dessa
tencha
rao uieitanil por par utas duofaoas, c aguarda iroda independencia dev servir v1 i-gr.i de accao II
ua tritura para opportunareonte cinillir sou juizoI pa
consocia indspensavcl de indos os nossis
. :u dem 2." una
ra lodo aqiiclle une aceitar sobre seus hombros o : lucio idem 3 a dita
sobre sua importancia. i importante cargo de ministro, dem Cl coroco
Dos gualda a VTS. Secretaria do tribunal do A sociedade parou no campo da Aciiamar&o de-' Arroz pilado "
de Pernambuco 16 de maio de 1859. j fronte da casa do Exm. Sr bario de Surohy, locou dem conr casca '.
vi- Idean branca novo.
os uioninciros .' Kingucm,
comn tainbom nin-
un l >!--!: i i visto umi s re Uto espressiva,
bein caraclerlsada como na cancio do nosso
upeta.
I a liberdade de acnnsolhar-lhc o rul-
saante ilesse genero, no qual pode, adqui-
muito cooeeitft, at [or ser o primeiro ojueen-
i nos Unea-ee nesse frtil terreno das tradiceof
;'r". p ivo.
Ii.i natural! la le e particular tendencia de urna
; destas que se lem levantado um Beranger,
! ran a, um Augusto de Palmeirim, em Poitu-
*
Dos seus denominadosCantos do Libertino
. los tambein neste volme, v-se que o poeta
I i] om prazer e proveilo as poesas do inosiiin ge-
\ res de Azevedo, nao devendo re-
q i as su is corro pareo com as duquelle dis-
'i poeta.
i relativamente a este nendor fatdico,
lucremos por hora o nosso poeta inuito byu>-
(i Sr. Alvares deAzeredo entregou-so talvoz de
leittira da, por sua propria na<;5o denomi-
i'sal mi''"! Byron, e por isso dispondo lambem
ua<;ao lio pasmosa como a do poeta
oas inquietadoras agonas de umsepli-
I j r. suicidou-se sem o prever.
inos anda despedir desle inspira-
dsimo livro sem tocar om urna cancio nova para
-. ein que o po -la revelloii pereitameiilc a fle-
xibilidadc do seu talento prtico, que de lodos os
injp" '- sabe lrar partido, e a todos os gneros
i m ilda sempre com imsnin (ertilidadeartstica,
naos da sua lenda popularS. Thom.
v ah nesse cntico eomo a r.rcnca religiosa
e a tradiccao nacional dio-so um ntimo abraco, e
eaminhio elegantes atravez de urna
1 ';,,';it
cnramcrcio
Illm. Sr. Jos Antonio Comes Jnior. Joaquim
Jos da Silveira, servindo de secretario.
Illm. Sr.O tribunado commercio desla provin-
cia, leudo recebido o ofllcio que V. S. lite dirigi
em 20 do passado acompaiihando um ciemplar da
obra que publicou sobo titulo Regras de escrip-
turaco mercanlil por partidas dobradas, combina-
das com o prescriplo pelo cdigo commercial bra-
sileo, incumbio-mt de em nomo dille agrade-
cer a V. S. o seu favor, e apreseutar-lhe os seus
protestos de estima e cousidcraoo, o que por este
la i; o.
Dos guariera Y. S. Secretaria do tribunal dil
commerc*w^tlo Maranhio 8 de junho de 1859.
Illm. SfT'Josc Antonio Gomes Jnior.0 secrelario,
Joaqun! Antonio da Silva Ferreira.
Illm. Sr.A Associacao Commcrci.il desla praca
me incumbe na qualiiiade de seu presidente, de
agradecer a V. S." o especial mimo que Ihe fe/ da
sua obra sobre partidas dobradas, e nao pode dei-
xar, ao mesmo lempo de louva o talento, o o es-
mero com que este penoso Iraballio fui por V. S.
^acabado.
Dos guarde a V. S. Maranhio 10 Je junlio de
185'J.Illm. Sr. Jos-Antonio Gomes Jnior.Joan
GualbertO da Costa.
Illm. Sr. Jos Antonio Gomes Jnior.3 de ju-
nlio.Uecebi a sua carta do 28 do p. p.. e o exem-
plar da obra que V. S. publicou Regras de cscrip-
luracio mercanlil por partidas dobradas, combina-
das com o proscripto pelo cdigo commercial. Agra-
doco a considcracao com que V. S. se dignou di;
tralar-me, e a remessa dessa obra, que tenho no
m.iior apreso.
De V. S., amigo, venendor e criado.J. T. Ka-
buco de Araojo.
Illm. Sr. De ordera do merilissimo tribunal do
commercio da capital do imperio, tenho a honrado
agradecer a V. S. o exi'tnplar da obra que V. S. fea
publicar com o titulo deRegras de escripturaco
mercantil por partidas dobradas etc.e que se dig-
nou otlerecer-lhe.
Dos guarde a V.S. Secretaria do tribunal do
commenio da capital do Imperio, 27 de junho de
1859.Illm. Sr. Jos Antonio Gomes Jqninr 0
IIi'i ;,..peto mertfissiii.c ti nmci-
CUtaUI : -(.
a msica ptimamente, e den ella os seguidles
vas : Viva o benemrito marque?, de Caitas J dem mascarada idem
o benemritocidaduo Jos Joaquim de Lima e Sil-lAzcle de mamona
va, que imitacio de seus illustres maiores, lan- dem de mendoim e d coc-
ise luo relevantes servu-os prestraram ndepen-' Bolacha lina
dencia do Brasil !Vivao essas glorias do exerci- Id'in giosa......
to bias.leiro Caf cm grio bom. '.'.''
Ao cm-gar a ra da Carioca a soriedade lauca ; dem dem restollio
seos oihos sobre o Sr. Dr. Jos Tilomas de Aquio' dem dem com casca
para reamraar-so o patriotismo e euti-usiasmo dos! dem moide. .
jovens com a presenra do veterano soldado da in-1 Carne secca.
dependencia, o presidente, acompanhado do lada Carvio de madira
a sociedadc e povo. que anroso ao apmhava. e ex-' Cera de carnauba em pi ."
claniou : \iva o Dr. Jos Thomiz de Aquino, o \ dem dem em velas. .
soldado veterano da independencia :Viva o bravo I Charutos bons
e honrado militar, qiu? derramou seu sangue pela' dem ordinarios
cansa sagrada da independencia c da liberdade dj; Idoiii regala.
Brasil!Viva o Dr. Aquino, cojo talento, erudi- chifres
ci o cicatrzes sao o maioi titulo o brazao que il-1
lustrar sua memoria, que o ennobrece e recom-
mendar sempre sua prole aos amigos do Brasil I
Vn'c!viud!." ,. I dem dem verde,.
O Sr. Dr. Aquino responden : Talentosos jorens uen x\,. cabra cuidos
patriotas, eu assas me lisongeio por ver-vos ar.i- u,.,,, de onca
mados por um dos mais nobecs senlimontos quclpUCCjS de calda'
honram o cidadao, o amor patria e a gloria Uo
seu paiz ; eu nao moroco elogio, por ter com mcu
pequeo contingente concurrido para a grande obra
da independencia : cumpri o meo dever, o por aso
entendn que deveis dar, nio a niiin, mas sim vi-
vas ao augusto fi 1 lio do inmortal fundador do Im-
perio, para quem cabe toda a gloria desle dia
Viva S. M. o Imperador Viva a naci brasileira !
Viva o imperio erecto sob os aupicios do cslau-
darle sacrosanto da rodempeo do genero huma-
no. |Ksles vivas foram correspondidos pela socie-
dadc a pelo povo com o mais cordial e fervoroso
eritliusiasmo : noite a sociedado den um oir.
[ Do Curreio Mercantil do Rio.
Cocos seceos.......
} Couros ile boi salgados .
dem idem seceos espichados.
COMMEBCIO.
A!".......
r..uuimentooi dia 1 a t 1:
;.en do. i; "....... 7:
ices
Idem de Goiaba .
dem seceos ....
Espanadorcj grandes.
dem pequeos. .
Esleirs de preperi
stouna nacional .
I irinlia de araruta .
Idem de mandioca .
j eijao........
rumo em folha boni .
dem dem ordinario .
dem idem rcstollio .
, dem em rolo bom .
i dem idem ordinario. .
\ Goinnia polvilho .
; Ipecacuanha.....
i l.enha em adas grandes
>


arroba
alquer
arroba
>
caada
>>
arroba

arrolia

>



>
>
cont
>
>
>
>
libra
>
>
um

libra
>
>
um
>
una
arroba

alqueire
alqueire
arroba
>
>
>'
>
>
arroba
con lo
U Di. Anselmo Francisco Piretli, commeiidudur da"
imperial ordein da Rosa ejuiz de dircito especial"
do commercio d'esta cidade do Recife capital da I
provincia de I'crnambuco e seu lermo por Sua
Magesladc Imperial, c constitucional, o Sr. D.
Pedro II, que Dos guarde etc., etc.
Faro saber aos que o presento cdital virem, em
como no dia 15 de dezembro do correte anno, I
se lia de arrematar por venda, quem mais derde-j
pos da audiencia e na sala dos auditorios urna casa
terrea na freguc/.ia dos Affogados na ra de Sao \
Miguel numero 81, com rile palmos de frente, r
Irazeira, pequeo quintal, cercado de madeira, sen-
do o solo fureiro, avallada em r>IM)$000, e urna par-
-. ._----------- WW ll| V III
le da casa terrea na fieguezia de Sao Jos na "ra ao^ d0 ."orle ".<* d.ia 29 do corrente.
5*100
9gSO0
6J000
SgOOO i dos Copiares numero 1 com vinte palmos de fren-
12J()00 | le, e quarenta e cinco de fundos, cosmha fora, quin-
tal murado com cacimba meeira e portao para
(.WiMIIA B1MSI.IIM
DE
RUJIES WII.
0 vapor Oyapock, commandauU V. Ferreira Br-
eas sfguimeole
ges, ospera-se dos porlos do su|
1 i$00fl
2000|rua dos Barros Baixos, cuja parle fui avallada em
8001302^60 ; as quaes foram piuhoradas por execu^o
2g500| do majorManoel do Nuscimento da Costa Mmiteiro,
5JOO0I contra Jos dos Santos da Silveira : e nao hacend
38*00 lanzador, que cubra o proco da aralincin ser a
275 j arivuiatacao feila pelo valor da adjudicacao com o
290 i ab.itimeiilo da le. E para que chegue ao conheci-
170metilo de lodos mandei passar editaos, que serio
Recebe-se desde ja passaeiros, frete de dinhein.
e encommendas e engaja-se a carga que o vapor
, poder conduzr sendo os volumes despachados com
I antecedencia al a vespera de sua chexada : agen-
| ca ra do Trapiche n. 40.
Para o Rio de Janeiro
segu viagern com toda a brevidade por ter parti-
da carga prompta, o veleiro palhabote OUveira
II : quem no mesmo quizer carregar o resto, en-
I lenda-sc com o capilao Jos de Oliveira Leit, ou
l !"""" iouos maiiuet pass-ir ruiim-s, une mtiiu .. n nnuimilirniltninnl .1,... r... ----- j
340 publicados pela impresa, c alV.xados nos lugares ^m o^conMgr.atario Manoel AUes Guerra, ra do
!IH)() designados 110 cdigo commercial. '
lOjtiMMI
500
400
ijOOO
3g2O0
1$600
300
1S600
{OliO
3,-JOOO
6000
1 uooo
93000
7*000
18g000
8^000
3$200
designados no cdigo enmm
Dado e passado n'osla cidade do Recife de Per-
nambuco aos vinto e nm de novembro de mil oilo
cenlo e cincoenia 6nove, trigsimo oitavo da in-
dependencia e do imperio do Brasil
Fu Manoel Mara Rodrigues do Nascimento. es-
civao o subscrevi.Anselmo Francisco P.relti.
Declara^oes.
Consellio adininislrativo.
O conselho administiativo, para foruecimenlo do
arsenal de guerra, lem de comprar os objectos
seguintes :
Para o 4. balalhao de artilheiria a p.
."M
, MeiwBwm ion
Ha '''-
"' iira:.-ti
Uboasde fff".
harmoi..... u a nattira'. i \tiprorj
\ bida a Iju^j^i,-
:c.ercaji.al paafcp.iri....... uubi.rdas, segundo o
ido o livro do Sr.Fran-
ar minucio-
b-aftiP
Wrmin.'irem is.pois.fechando o
Dori i e depositando-o como una preciosa ro-
i sobre p alcaear di hnprensa.
Ei-lo : Uiio-no s que houverem lido a pratca
i! bnns cetelos da arte.e respondam-me sehou-
rcialidade no nosso juizo a respeito do joven
Encontrar por ventura aqu ou acola um leve
. | ni consJrwcio da phrase, que s rezos
i.i.is sio ellasdeixa de ter no livro do poeta
aquellc castigado da ndole porlugucza ; faltas lao
-iras relativamente al proaria Uuguagem,
i :v. que escre,ve o autor, que, sem susto compara-
ino-las a delgadas nuvens, que fugindo rpidas
tro nasccnle deixam comludq alcan-
-''ies os resligios; mas nao ous.im em baca r
Ihante, que prottwlte diisipa-las Indas.
At aqu lemas nos dirigido ao publico; consin-
U se-nos urna ultima aposlrophe ao poeta.
- j,;\ pile no cultivo proveitoso do seu ferlil
Menlo sem se deixar aeommolter pelo virus me-
philico de um orgulho exaggerodo, a coja influen-
ittem snecumbir alguns alias felizes en-
nossa provincia. Sejam quaes forem os
is, que a poeta ftr eonqnistando, conserve sem-
l aquella-louravel modestia, que emalgum lem*
I
! ingenuo conselhode um irmao da arte, que
muito o estima; mas cujo tiome nio se lea por
cerl i nesle lugar, s> nao julgassemos altamente
ir ipria de qualqucr artigo, e especialmente de
um artigo deste genero a capa sedica c srdida do
rquea nao ser esta raziosupprimiria-
tan ssa assigriatura desle papolpode fcil-
mente ser alean-ado pelo poeto, o quanlo nos
Entretanto resta ao esperan-oso autor ler o pa-
se importar ota a asignatura; ou ler a
nssignatura sem desojar saber se existe em alguro
to do globo a mi, que a Iracara.
Com isto contamos, e por tanto desaltogados de
um re escrpulo terminamos por urna vez
enviand i i poeta nossas sinceras felcilacoes.
A. J. Rodrigues da Cosa.
Baha 1. de oulubro de 1859.
sou iDcuoibidu de g,
va jfle V,- S. que af^mpanhriu i
rtr
pres- |
cnplo no cdigo commercial, a qual V. S. se ser-
vio de otforccer-lhe, assim como de em nomo do
mesmo tribunal render-lhes os agradecimenlos por
lio eslimavel offerta.
Dos guarde a V. S.Secretaria do tribunal do
commenio da Baha 4 de agosto de 1859. Illm.
Sr. Jos Antonio Gomes Jnior. U secretario, Joao
Civ.imbra.
Illm. Sr.Como ofllcio de V. S. de 21 de junho,'
foi presente a esta directora o tratado de escriptu-
racio mercantil por partidas dobradas que V. S. se
dignou oferecer a esta associacao, e sobre cujo I
mrito pede o enunciacio deseo juizo. O parecer
d una commissao nomcada pan este exame, que:
3:l iiH,?l_'i
.>. .
uescarregam hoje 23 de novembro.
Barca americanaReinderfarinha de trigo.
Barca americanaAzilafarinha. cha. bolachinha.
Barca ingle/.al'loaliiig t;loudfazendas.
Brigne franccz=Bwlein^=f.izendas.
Brigue nacionalVelozfarinha de trigo.
Hiato americauo=Coast Pilo!farinha de trigo.
HOVIMENTO DA ALFANDfcGA.
liicontrar copia, musir evidentemente o uliltdade I [em do dia 26.
Volumes entrados com fazendas. .
c c com gneros. .
Volumes sahidos com fazendas. .
< c com gneros. .
CONSULADO GERAL.
Rendimento do da 1 25 ...
de ser adoptada esla obra, niio s pela clareza do
cstylo, mas lambem por acliar-s1; de accorde com o
que dispoe o nosso cdigo commercial.
Salisfazciido assim o pedido de V. S. esla direc-
tora se prevalere da opportundade para agradecer
a V. S., a attecao que se dignou dispcnder-lhc.
Dos guarde a V. S.Sala das sessoes da direc-
tora da Associacao Commercial de Porto-Alegre :l
de oulubro de 1859.Illm. Sr. Jos Antonio Gomes
Jnior.Jos Antonio Coelho Jnior, presidente.
Joaqiiim Francisco Dulra, secretario.
Copia.Illm. Sr.Coniinissionados por esta pra
Costado........
Forro ... .....
Soalliu........
Varas agulliadas .
dem quiriz.......
Viuhrtico pranchoes de dous
distados.......
dem dem custadnho de dito
dem laboas de costado de 35
a 40 p. de c. c 21/2 a 3 de
largura.......
dem dem dito de dito uzuaes
dem idem de forro ....
dem idem sallio de dito .
dem em obras eixos de secupi-
ra pata ranos.....
dem dem rodas de dita para
dilas........
Mol.........
Milho........
Pedias de amolar.....
dem de lilirar......
dem relilos......
Piassava em molhos ....
Sabio.........
Salsa parrilha......
Sebo cm rama......
DESPACHOS DE EXPORTAQAO- PELAMESA 0|R5 '"vaqueta (meto) .
CONSULADO DESTA CIDADE NO DA 2(5
DE NOVEMBRO DE 1859.
144
139
== 288
277
421
as- 69S
tl.508J673
878875
s73875438
>>
>
>
).
um


>

par
Papel almaco resmas 0 ; pennas de ganco 400
35^0001 caivetes 2; tinta preta, garrafas 6; lapi's 270
2j500 '. collceoes de cartas para
l^fiOftl maticas portusue/as por
\--^m mi os de aritlimetica por
"> 3^t% !-*"
'ei.di r. hi
-~'-'f"el,'_..
I.:,-r."-> i? :i du maiic...:. 4
;t;(ih) reiiremc/r.
CgOOO Sala das sessoes do conserho adcniii
2,>250 fornecimento do arsenal de guerra,23 de novemino
1609 de 1859.fenlo Jos Lamenha Lis, coronel presi-
dente. francisco Joaquim Pereira Lobo, coronel
301000 'gal secretario.
Pela mesa do consulado provincial se faz pu-
blico "aos propietarios dos predios urbanos das fre-
guezias desla cidade e da dos Afosados que os 30
^''VJ''!''; das u'.eis para o pagamento a bocea do cofre do
"'!'* I'! i primeiro semestre da decima do anno financeiro
"' r corrente de 1859-1860 so pnneiptam a contar do
Para o Araay.
Sabe o hiato Sania Rila : para carga e passage-
ros trata-se com Martina & Irmo ruada Madre de
Dos n. 2.
l^ara o Aracaty pelo Ass,
segu com muita brevidade a barcaca Mara Ame-
lia, tendo a maior pane do carregmenlo prorap-
to : para o resto, trata-se com Prenle Vianna &
C, ra da Cadeia n. 57.
Para a Baha
A veleira e bem conhecida sumaca nacional
Hortencia pretende seguir com muita brevidade.
tem a seu bordo dous tercos do seu carregmenlo .
con-
no seu
esenptorio ra da Cruz n. 1
{arralas o ; lapis tv ;__________, ,. ,. .---------------o------
principiantes 20 ; gram- I ffiLVJSf Su? f.al'a''",a".9e ^om 0*0U
Monte-Verde, ultima edi- ; 2S2S? *fi? ^ ** 9Ureira Azcvcdo- n
12^000
10S000
DIVERSAS PROVINCIAS ]
Rendimentododia la 25 2:30331 {9
dem do dia 20...... 3225Q
2:4313389
ra em sessao de 15do corrente para que examinas- Canal-Patacho hamburguez Malty, C. J. Asile;
Un has de
Vinagre
boi
) 30SOO0
caada 210
alqueire 2#500
una 800
> 9 100
lg280
um 200
libra 120
arrolta 25*000
> I05.1OO
urna 3|500
arroba H200
cento $300
50;OOI)
Terca-feira 29 do corrente.
Manoel Jos de Araujo Costa & Fitlio
Io de dezembro vindouro, ficando ineursos na mu- continuara' por interveneSo do agente
^3 por cento os que pagarem depois desse Borj., a vender emlcilSo na'rua do Colle-
Mcsa do consulado provincial de Pernambuco 20 g0 n. 21 primeiro andar, grande porrai.
de novembro de 1859. Antonio Cameiro Machado desuas fazendas finas, chegadas recente-
Kios, administrador.___________________________mente do Rio de Janeiro Bahi., que
serao entreguen sem reserva de preco a?
PubllCacO tteraria. il horas em ponto. ^
Guia Luso-Brasleiro do Viajante da Kuropa1
rol. em 4" de 500 pag.: vende-se na mi do autor
ra doVigario n. 11, broi. 3$ encad 4j.
Avisos martimos.
lendmento do dia 1 a 25.
dem do dia 20 .
Uln. Sr. Jos Antonio Gomes Jnior.Sesttun-
i o mannscriptoque v. s. (enciona publicar so-
bre as regraa pan escripturarjio raeicantil por pr-
telas dobradas, cumpre-me nao s agradecer a V.
t>. a diferenciaqusose dignou ter em uiostrai-in'o.
eomo dizer-lhe francamente que.com Bnanto verse-
sobre materia estranlta a minha prntisso, acho o
seu livro escripto cora meihodo, clareza, e indivi-
realcaudo-lhe o mrito e grande numero de
adequados \-meplos de contas, e principalmente
as referencias e ciUces quer da nosso cdigo com.
. rcs[ieclivos regulomentos, quer de avisos edicisocs
.i triluinaes do commcseio desla e dcoutras pro-
s.
Embora nao habilitado para emillir juizo sobre
aemelhantc assumpio, entendo que da publicacao
ibra de V.S resollar utitidade para a mocida-
d que se dedica nobro e importante prolissiio do
i nmcrcio.
Tenho a honra de ser de V. S. muito aliento,
i lor e criado obrigado.
Recife 10 de abril de 1851 Joaquim Pires Ma-
chado Porlella.
Illm. Sr. Jos Antonio Gomes Jnior. I.i com
I jtanlc aUcnc&o o seu manuscripto Regras de
ipluracio mercantil por partidas dobradas, rom-
las co'm o proscripto pelo codico commercial
isilciro,acho q-iu Vmr. faz um verdadeiroser-
n a publicacao doli, a todas as pessoas que
leiram dedicar"ao estudo deescripluracaocom-
i rcial, porque com toda a minuciosidade eclare-
especitica os differcnles modos porque se devem
ntos nos lieros, diarios, razio, calxa,
irecendo-roe muito aproveitarcl o seu mo-
il la de diario e razio escriplurados ent um s li-
r i: assim como lambem o meihodo fcil c prorap-
; i com que Vnic. faz a escripturaco de suas cori-
tas com juros. Seria purera conveniente, a guiri
sernos as regras de escripturaco mercantil por par-
tidas dobradas orgrnisadas pelo Sr. Jos Antonio
Gomes Jnior, e inlerpozesscnios o nosso juizo so-
bre o luereciinento de ditas regras, vamos depois
de ler procedido ao dito exame- manifestar o nosso
pensanionlo eercade seu merccimenlo.
As regras de e^ripluracao por partidas dobradas
dos quaes teiutfs conhecimonlo, lem sido escripia
segundo o gesto theoria, ou ortica de cada autor,
porm o resultado leudo, e realisa o mesmo lim
sempre rantajoso, c real como c o da escripturaco
por partidas dobradas, assim pois conlendo estas
regras as inesnia que nutras, e sendo alm disso
precedidas do que dispoe o nosso cdigo conimer--
cial, nos parece til e preferir!, mesmo porque
escripias com clareza e precisao suas regras sao
de fcil coinptehonsao. Kste o juizo que facemos
sobre o merecimento das referidas regras de escrip- [
turacao por partidas dobradas.Illm. Sr. Jos An-
tonio Coelho Jnior.Uignis imo presidente da I
praca do commercio em Porto Alegro 30 de selem- I
bro de 1859.Antonio Henriqueda Silva.Miiiuel
Heinsen. Conforme. O secretario, Joaquim Fran-
cisco Dutra Jutiibr
(Kslavni sellados e reconhecidos.)
Os poucos exemplares que restaiu de dita obra, Algodao -
veiidein-se, por preco commodo, na laja de livros
prximo ao arco de Santo Antonio, Passeio Publi- !
co n. 11 ra do Sebo casa do autor defronte da de
n. 2.
Jos Antonio Gomes Jnior.
& C, 1,400 saceos assucar niascavado
LiverpoolGalera ingleza Thomaz Blylhe Paln
Nasb & C, 23 saccas de algodao.
RECECEUOIUA DE RENDAS INTERNAS GERAES
DE PERNAMBUCO
Rcndimento do da 1 a 25. .
dem do dia 20......
Moyimento do porto.
Navios entrados no dia 20.
17:433J575 j Cdiz 29 das, crvela holandeza a vapor A,
i ii-5G9 Loo, commandanle V
CONSULADO PROVINCIAL.
on Gogh.seguio paraBatavia.
--------- Navios sal idos no mesmo da.
lS:18l$lli Philadelpliia brigue americano Fiary, capito
I. P. Wcloh, cm lastro.
17:309*4781 "~~
l.-060|t6 :
OBSERVACOESMETEOROLOGICAS.
DI\ 20 DE NOVEMBRO.
Para a Figueira com escala por Lisboa, com
brevidade por ler quasi toda a carga certa segu o
patatacho Porluguez ilaria da Gloria, de que ca-
pilao Antonio de Barros Volete ; para o resto e
passageiros, Irala-se com os seus
francisco Severiano Rabello & l'ilho.
consignatarios!
18:3
b|p861
PRACA 1)0 RECIFE 26 OENOVEMRRO DE 18
S 3 HORAS DA TARDE
Hevistit semanal.
Rio tle Janeiro.
5~7* Sele de Selembro.
Transcrevemos os festejos fcitos pela sotedade
Independencia Juvenil, publicados pela redaccao
do uonarchitta n. 97, por nos merecer muita at-
lenco os senlimontos manifestados pela njesma so-
ciedadc, e 6 o seguale :
A SOCIEDADE INDEPENDENCIA JUVENIL.
Entre os festejos que se Qzcram pelo anniversa-
rio da independencia do Brasil, lambem se distin-
gui urna sociedade, composta pela maior parle do
jovens acadmicos, denominada ludependencia
Juvenil.
Essa sociedade apresentou-se na praca da Consti-
luiciio com a msica de imponaos mariiiheiros, em
frente ao lugar em que se tem de col locar a esta-
tua do Sr. O. Pedro I, e ao romper da aurora a
saudou com hvmnos, bellas pecas de msica e gi-
rndolas ao arque retumba va com os ardenles vi-
vas a SS. MM. II., naci brasileira e a indepen-
dencia do Brasil; dessa praca seguio, acompauha-
da de excedentes bandas de" msicas, para o paco
imperial da cidade, onde foram saudar a SS. MM
II.. repeulindo os mesmos vivas : dirigindo-se de-
pois cmara dos Srs depulados, onde na porta
principal do editlctoderam os seguintes vivas: Vi-
rio os augustos representantes da nacao Vivi
os depulados benemritos une prestaran) servicos
Batatas-------
Carne secca -
lito proveito. que Vmc. tratasse com mais es- i causa saf,rarj,n da independencia do Brasi
"io, o mesmo exemplifleasse, o modo de
ipturar os livros auxiliares, lio precisos as casas
gyram com negocios complicados, nao s para
i im mais ao guarda-livros, ou eseriptura-
como mesmo para no caso de qualqucr duvida,
dar-se. mais promplamente com a oraissio, recor-
rendo-ee a elles.
Nada posso porm dizer sobre o que diz respeito
umbtnacocs proscriptas pelo coligo commer-
cial brasileiro: porque, tendo eitado ha anuos o
coimjncrrio, nao me tem sido preciso eslnda-lo,
julgando-me por isso quasi lei^o em suas dispos-
: rom ludo, sendo Vine lo versado no legis-
a-;o, de ere: [tic estejam todas de accordo com
i COdigO.
rom toda a considcracao de Vmc. alenlo,
venerador o criado. Recite 16 de abril de 185S.
Jo'io Jos de Azevedo e Mello Pilada.
[Km Sr Jos Antonio Gomes Jnior.I.i o manits-
[110 \ S. tez o favor de conliar-me, o que
i Regras de escripturaco mereoniil por
dobradas:, combinadas com o proscripto
ii. Ni.tendo conhecimen-
i -f erca de lal escripturaco nao me jalao habil- vet
lado para dar o mcu juizo a respeito da obra de V. sin
S., mas quer-me parecer que as regras, que nclle
i, pstio eicposlas com meihodo o claieza,
< entendo que V. 8. andou acertado no modo por-
( [ral i d pO-las om harmona com as disposi-
>. que Ibes di/em respeito.
cum eslima c consideracio de \. S. affec tu ti-
rador o criado obligado. Rocitc 2deniaio
i d 1858.Anselmo Francisco Peretli.
Illm"sr. Jos Antonio Gomes Jnior.I.i o inte-
Irabalho por V. b. l'eito. e anda que fes
inctoria a leitura que do ntesrno li/, porque
iccupacdes nao me pcrmittlram um exame
so, lod'avia aniino-mo a dizer que elle con-
. o c implexo de exemplos, c regras necessarias
luracao mercanlil ; o metltodo por V. S.
adoptado para as contas de juros 6 claro, e presta
: .icil ladea extracio de qualqucr conta cor-
Dalli parti a sociedade para a cmara dos Srs.
senadores, e lambem na porta principal do edificio
Hzerara retumbaros ares com os enlliustaslicosvi-
nas seguinlcs : Vivi os augustos e dignissimos
representantes da naci brasileira Vivi os se-:
nerandose benemritos anciios, ornamentos do ve-
nado brasileiro, que tantos e lao relevantes trri-
cos prestaran) causa santa e grande da ndepen- '
dencia de Brasil Viva a nacie Brasileira
Viva o augusto primognito do immortal fundador
imperio '.
E, como pelas ras porque passava a sociedade
' alguns cidadios benemritos moravaiu que presta-1
, rain servicos independencia, a sociedade paraca
| defronte porta, e ao loque da msica dava os se- i
j gunitcs vivas :
Virio SS. MM. II. Viva a naci Brasileira !
j Viva a independencia do Brasil! Viva o bene-
mrito que habita nesta casa pelos servicos que
; presin indepondonoia !
Na ra da Assembla a professora, directora,to
d.t a familia e as discipulas de uin collegio, coma
maior cordialidade, lanearam sobre a sociedade uu-
ns de bellas flores, c correspondan! com eiilliu-
smo os vivas dados a SS. MM. II. e indepen-
dencia.
Na tua do Lavrador deram-se(actos que nao po-
dem ser inllerentes a qualqucr que leuha coraco
Brasileiro |
A sociedade parou em frente casa do Exm. Sr.
almirante viscoude do Cabo-Frio : locou a msica
o liymuo da independencia o rompeu o presiden-
te da socied.i Je. o Sr Tayao Lobato, nos seguintes
vivas, que foram correspondidos com o maior en-
thusiasmo :Viva o preeminente patriota c bene-
mrito risconde de Cabo-Frio. o nuii digno almi-
rante brasileiro Viva o nico ministro e secre-
tario de estado que nos resta desse grande, eminen-
Cambios----------Os ltimos saques foram negoc -
dos a 25 d. por 1$, sobre Londr s,
395 rs. por fr. sobre Pars, nao
leudo havido transacc.es na pre-
sente semana.
O superior vendeu-se de S;809 a
9j20d por arroba, e o regular de
8$60l) a 8$800.
Assucar O branco vendeu-se de 4$5flO
a 5^201) por arroba, o gmenos
de 3500 a 3j56'K), o mascavado
purgado de 2S60I) a 2$700, e o
bruto de 23100 a J220 por arro-
ba. A entrada foi pequea, e o
deposito diminuto, tendo sido mais
procurado o brillo.
[ Agurdente Vendeu-se a 75j apipa.
Couros-------------Os seceos salgados venderm-se
de 260 a 270 rs. por libra.
'Arroz-------------O pilado veudeu-sede 3$a 3,51011
por arroba.
Azeile doce-------Vendeu-se a 3gl)00 por galio.
Bacalho- Em atacado vendeu-se a 103500,
c a retalho de lj 12? por bar-
rica, licando em ser 19,000 barri-
cas.
Venderam-se de 2$ a 2$200 por
arroba.
A do Ro-Grande vendeu-se de
4g a 60400 por arroba, c a do Rio
da Pra
do em
metra e20,0l)0 da segunda.
Caf......Vendeu-sedo Oa 7o por arroba.
Cha----------------dem de 1$000 a l$9tl por libra.
Carvio de pedra A ultima venda foi feila a 20J0O0,
nio se leudo feito neiihunia ties-
ta semana.
Ceneja----------Vendeu-se de 5>203 a 5>500 por
duzia de garrafas.
Tiremos nesta semana dous cir-
regamentos de Pbiladclphia e 100
blticas procedentes Oa Babia ;
com 0 que o deposito de 22.100
barricas, sendo 8,000 de Rich-
mond, 8,800 de Trieste, 4.500 de
Pphiladelpnia e 200 de Baliimorc,
tendo-se rclalhado de 20,5000 a
dgGOO por barrica da primeira
2."> a 259 da segunda, 18j u 20J
da terecra, el8j da guara.
Vendeu-se de 03 a 7; por sacra
dem de j a 3;00ll por arroba.
- O inglez vendeu-se de 63 a 6$500
por quintal.
- A ingleza vendeu-se a 295 por
i-culo de premio sobre a factura.
- A franceza vendeu-se g 5311 rs. a
libra, e a ingleza de 750 a s00 rs.,
esistindo em deposito 2,500 bar-
ris.
de lnhaca- Vendeu-se de 15700 a 1$300 por
galio.
Passas- ----- dem a 8$ a caiza.
Qucijos-------------Os llamengos vnideram -se de
I36OO a 2fi cada um.
Vendeu-se a llj) rs. por arroba.
dem d 1 2>b a 33 a pipa
dem de 1203 a 140f a pipa.
As ultimas vendas das ib; spar-
macele effueluou-sc a1 libra, porm ha mais de una se-
mana que nao houve oulra. As
do siearini venderm-se de 660
.1 680 res a libra.
Descont----------Reguou de 8 a 12 por cenlo
ao anno.
Q VINTO. TKRMOMKTa1
> 1 "T*
O 5- 0 -0 0 I W | ^.
a; 3 crw _cyi C ?: ^ --
t =J *5 a ~-
*^ *" *. !
----------------_ __ ---- - ----- ------- -------
I 9 O a 1 0 mm
6 da m Cum ulus m: Reg. 2I.1 ao.ti 79 76 760
, 9 tCirrus en r. 27-1 21.7 81 78 760 5
12 da' 27.7 jo > 82 80 760.8
3 da t.l >, >> 27.1 21.7 811 770
6 > 1 6.6 21.8 80 >
Terca-feira29do corrente s
11 horas em ponto.
DE
Grande quantidade de
obras de prata.
O agente Borja autnisado por urna
Tara osle porto sejuc primeiro que os que esli Pe*SOa crue 8e retira para a Luropa, tara
propostos paraalli, o hiato Exhalago: para o resto leilo no primeiro andar do sobrado n.
de sen carregmenlo e passageiros, trata-se com
Gurgel limaos, em seu cscriplorio no primeiro an-
dar 11. 28, da ra da Cadeia do Recife.
Aracatv.
Para o Piio de Ja-
neiro
A bem conhecida barca nacional Clemenlina, a
sabir com a maior brevidade : para carga e passa-
geiros, Irata-SC com o capilio Manoel Joaquim Lo-
bato, ou Guilhermc CarvalhoA C.,. no seu cscrip-
lorio ra do Torres.
Alent clara, vei.o ME, velo para o irrate as-
sim amanheceu.
Observatorio do arsenal de marinha 20 de novem-
bro de 1S59.
VlEC.lS JlNIOH.
lira
Editaes.
Janeiro.
Saiie com muilo brevidade, por ter melado da
carga prompta, 1 barca nacional Mariann
lao I.aur.ino Jacintbo de Carvalho ; receb
passageiros, para o que tem os molliores commo-
O Dr. Anselmo Francisco Peretli, commendadorda dos : os pretcndenles etitendam-se com Manoel
imperial ordem da Rosa, juiz de direito especial | Ignacio de Oliveira & l-'ilho, no largo do Corpo San-
do commercio desta cidade do Recifo de Per- lo, ou com o capitn.
Bambuco. w a -w\ '
Paco saber pelo presente, que no dia 28 de no-i JiarailliaO Ci QFa.
rembro dest-J anno se ha de arrematar por venda'9
Leilao
as
Terea-feira 29 do corrente
11 horas em ponto.
O agente Camargo (ara' leilao em seu
arraazemn 19 ra do Vigario :
e urna poreao de chapeos de pelucia de
seda da ultima moda.
Diversas obras de marcineiria.
a, cap-1 llieas carleiras de muito bom gosto.
P.?i?."-e Vidrcs e louca.
Grande porrao de (ios para sapateiro.
Importantes figura* de alabastro, tudo
sera' vendido sem reserva de preco.
Farinha de Iril
;o
l). de mandioca
I'eijao -
Ferro
Louca
Manteista- -
Oleo
Toucinho -
Vinlio-------------
Vinagre -
Velas--------------
lamente patritico, honrado e Ilustrado ministerio Pauta dos Rl'CC OS 0S DPillCiOilPS SPlie-
oue '. a independencia do Brasil, e o primeiro "i
que leve o Brasil .ruando elevou-se nacao I -Vi- POS P ppOllUCCOCS llilf ItlllUPS,
renle. Finalmente as 'suas regras de escriplura- silera, dando-lhe como
de conformidado com as disposicoes do
jsso cdigo commercial sao em minha opiniio,
que reconheco pouco habilitada, preferireia sque
at hoje tenho visto.
Aproveito a occasao para assegurar que sou com
estima de V. S. muito attencioso, venerador ecria-
do. Reeite 23 de junho de 1858.Antonio Marques
de Amorim.
Iiim.tr. o tribunal do commercio manda ngraic-
\ >.J i ollera feila ao respectivo archivo de
um ciempmrda su:, c' :a Regras de escriplura-
q
que leve y Brasil q
va o ministio da marinha que crcou a armada bra-
cilete um dos primeiros
nautas da Gran-ltielanlia, lord Cochrane Vira !
viva viva !
0 reino almirante, sonsibilisado por csse gran-
dioso e respeiloso acto praticado por una socieda-
de de jovens eiithusi.ismados, decentes e Ilustrados dem de cana
dem genebra
que sede lado na semana d<"
28 de novembro a 3 ds dezembro de 1859.
Agurdente alcpol ou espirito
de agurdente.....
dem caxaca.......
quem mais der, em praca publica porta da loja
de calcado n. 15, sita na'rua do Livramenlo desla
cidade, os objectos seguintes : a armaeo envidra-
cada de lomo pinho por 803 ; 10 meis de sola a
la de 4f600 a 54W) flean- ^ m m dfi .. d(, (.0|11.() de ,
s^ \*J*P a"'"-'a.> ll;! P"_ i ra menino a ti 10 359200 ; 11 ditos de borzeguins de
lustre ditos a 500 59500; 5 ditos de sapatos para
bomcm a 13201) G,S ; 12 ditos de dito para senho-
ra a 800 (.t;G(K) ; 103 dilos do sapatos de pai
para senhora a 211.) 2Dajiil); 4 ditos de marroquim !
para senhora a 560 243640; lio pares de ditos pa-
ra meninos a 320 37-5121) ; 23 pares de sapatos de
lustre para meninos a 50011^500; !) dilos de bor-
zeguiis d.' marroquim para mi nios a 500 5^040 ;
11 dilos de tapetes par., senhora a 500 5$5O0 : 113
pares de sapatos de como para senhora a 320 rs.
3l>jl60 ; 'JO pares dito de couro branco para sendo-
ra a 320 3.15720 ; 32 pares de dilos dito para lio- I
j mem a 5()U 10-jDOO ; 3 pares de spalos de como
! branco para senhora a U0 1jj20O ; 1 par de sapales
i (>ara homern 19500 ; 2 pares dilos de bezerru pira
nomem a I$60u 3*200; 1 par dito de raqueta por I
IJ600 ; 1 par dito de couro de bode poi 1$; tj pa-'
res de tamancos a 2io 19440; 7 pares de bolinsl
de raqueta para homern 2a500 179500; 2 pares le
ditos usados sem valor pares de sapaloi a
menino a 1$0i)0 lj[000; 30 pares de tamancos por]
acabar 2:0 69OO; o par de sapotees de bezerro
por 252OO : ^1 pares de formas novas para senhora
a 20 1 >2l)!.); 0 pares de ditas para homern a 60
5J760 ; 5 pares de dilas torradas a SjOOO lcOOO :
ti romos apparelhados a i'1 3j8S0 ; 31 peles de
como de cabra em bruto a 'l'< o renl 1 78j>4 0 ;
170 pecas de lita de lia a IjJoOO lTO.viWii); 2 pecas
de franja preta a lili) l$28J; 7 dilas de lila d
a id) 28uO: 4 libras de laixas pai a ipal n 1 i
fi^ltiO : 51 libias de linha de Oeira a 800 i >^n;
;i> libras de cera omarella n 50Q IDdOuO ; peles de
vaqueta a 35000 lsOOO; 3 1 i peles de marroquim
a lji20O4gOOO; 6 caixas com linha a 6011 3$(J00;
4 milheirus de brochas a 40;)3a>200; 1 2 duzias
de tacas para sapateiro a 640 a duzia 2880; 12
duzias de couros apparelhados a 7,s a duzi 1 b-i -
1 1 1 pello de bezerro franco/ por 3920 1; Idmac -
de linha por i$Q00 ; il marcadores poi ij dito para ilhoses por 2;0>ii; l furodor por 1 $000 : ;
grosasde suvellas para sapateiro por 3$UU0 ; 1
lar de vullvadeiras 800 rs.; 25 paros de sapatos
para meninos a640 lo:> ; 1 par de sapatos de lus-
prc para homern poi 1$; 9 ditus dito para meni-
no 0,320 2"8b: 2 pares dilos de couro para h 1-
iiiem ,. (i o l;280 ; 12 diios de spalos de difieren-
tes ojualidndea ludo por 3,> : 1 corlo de ditos ;
16 I 5 pares de soplos do marroquim para hom m
a600 3#000; 6 grosas de li velas pora sapatos I
senhora a lOO 2$i I; inri 1 'o Je forai is
II
O veleiro e acreditado 'brigue escuna Graciosa,
capilao e pralico Joao .los de Souza, vaisahirsom
grande demora para os porlos indicados por ter
parte da carga arranjada : para o que Ihe falla,
trata-se com os consignatarios Almeida Gomes,
Aires & C, ra da Cruz n. 27.
ara o Rio Grande do Siil.
Vai sabir com toda a brevidade a barca ilathil-
de : quem qui/.er carregar o resto da carga que Ihe
falta, dirija-se roa do Trapiche, n. l, esenpto-
rio de Manoel Alvos Guerra.
Para o Rio do Janeiro
0 veleiro brisue nacional Damo, de primeira
marcha, pregado e forrado de cobre, pretende se-
guir com niuia brevidade, tem a seu bordo motado
de seu carrosamente : para o resto que lite falla,
Irala-se com o seu consignatario Antonio Luizde
Oliveira Azevedo, no seu escriptorio ruada Cruz
numero 1.
COMPAMIIi ra^BlCAY*
DE
Xavogacao costeira a > a por
(i vapor nacional Tgnarass, commandanle o
segundo lenle Morena, seguir para os porlos
sul un l" de dezembro p. futuro s 5 horas da 111a-
i.li .!. Recebe desde j carga para os referido.-, por-
los, prerinindo aos Srs. carregadores que a carga
- 1 posta a bordo pela pranrha, aeompanhada
dos compeienles despachos e pagos os respectivos
fretes aqu na gerencia, deixando de seguir oque o
nao li'i'i.
':
Fretes- Para Liverpool pelo Cear a 25.

stiTocdo cm pronto, nsposideu :
v I'izo meu dever, nada leudes a agradeccr-me,
perqu um ministro de estado di ve esqueccr-se de
si e esforcar-se smenle cm bem servir naci e a
coma que ne'ile depositen roiifianca <
Kia resposta de relho almirante c do ei-miois-
Idoin idem
dem licor......
dem idem......
dem reslilada o do rein 1
Algo.;. na l." sorl
com la
>
)
>
botija
caado
garra!.1
caada
arroba
REAL COMPAMIIi
DE
11 hora a lUOSgiuO; urna porco de formas re-l]| 1 I -
'Esl^pbYecisforam penhoradosa Flix das Mcr- - Muniz, por exc I Sebastio Luiz Fen ei-
r, c serio arrematados na falta de lanzador peto
6 10 preco do adjudicar:
33 I. para que lod > os li.;: mli.- lenhatn n il
man li i p issar e lii es, que sados dos lu-
I ;arcs do costume, e 1 iblicailo? j imprensa.
1 i 1 Dad passado nesl 1 ci lade d 1 Recite ios 15 de
610 rembro de 1839.Eu Fi de Tor-
28 : escriv 1 j j espe al d) com- ;
n*.3rcii o fiz es reve.

Pe tn.
Ale dia 29 desle mez, espera-sc da Europa o
vapor T'jne, o qual depois da demora do cosime
seguir para a Iiio de Janeiro, tocando da Baha :
para passagens etc. irato-se com os agentes \ lam-
- m, Uowie & C. ra do Trapiche Novo 11. Ai.
Para q Rio de Janeiro
.1 nacional Amelia pretende seguir com
muita brevidade : para o resto da carga, trata-se'
coru.0 seo consignatario Antonio l.m?. de O
\ do scu escriptorio ra da Cruz r. 1.
w
21 da ra do Collegio, de immensa quan-
tidade de obras de prata, como sejam
jarros, bacas, salvas grandes e pequeas,
cocos, escrivanias, garfos, facas, collie-
re para sopa, "ha' e etc., e outros inul-
tos objectos que sera'enfadonhoannunciar
e sera tudo vendidosem reserva de preco.
Quarta-feira 30 do correte
O agente Camargo fara' leilo na por-
| ta do armazem do Sr. Annes defronte da
alandega
DF.
20 caixas de massas.
10 fardos de fumo em folha primeira qua-
lidade.
10 fardos de fumo do Rio.
Poreao de caixas de charutos da Babia.
50 ncoretas de azeitonas novas de Lis-
boa : tudo sera' vendido a vontade do1-,
compradores, as 11 horas em ponto.
LEILAO
Terca-feira 2) do corren I**.
agente Camargo fara' leilo em seu
armazem ra dj Vigaiio n. 19
DE
2 ptimos bicudos.
8 canarios da Belfa.
I corl de Goianna
Tudo sera' vendido ao correr do mar-
teo'aj meo dia em pon .o
Avisos diversos.
AUcnco.
i. chegado a esta cidade e pretende dcmorar-S"
em quanto c esliver a cornil va imperial Braz Jos
Maia nm dos melhores cozinieiios, pasteleiros e
sorveleiros do ltio de Janeiro aonde bem Mohe-
cido por exercer a 17 anuos as suas artes na pri-
meira confeilaria daquella capital dos Srs. viina-
Crcel ler A; Guimaraes, outr'ora Jos Thomaz &
Farnier, oflerece seu presumo para apromplar
qualqucr baile ou banquete, prestando at flanea a
boa execucao dos trabalhcs que se dignaren) en-
canec-lo, pode ser procurado as casinltas d
palacio aonde sedar noticia exacta do sua morada.
Precisa-se dedu'.s amas para servido de cas,
sendo escravas ou livro- : na ra da Cadeia de San-
io Antonio n. 11 B entrada a esquerdo.)
Ama.
Precisa-se de urna ama que s;iba
gomma; com perfe.co, p'j'.rJc-se
diQueimado ::. 'G.
k

co:uihar e cu-
be n : t:a ra
BBBk
y


I
DIARIO DE PERNAMBUCO.SEGTJNDA FEIRA 28 DE NOVEMBRO DE 1859.
,
Y-

Cabellereiro.
Jayme Eneas, cabclloreiro carlista era cabellos,
tuntinua em seu eslabelecimento na na do Quei-
mado n. 6, prirneiro andar, a receber entommendas
de cabellaras, meias ditas, chius, crescentes,
M\M\F.\S ALUZ.XVfuUiraaraoda!
tranceln*, trancas para anneis, puleeiras, correnles
[ara relogio.quadro's dequalquer gosto queso exija,
como sejain : tumulares, memorias, firmas, etc.,
te. Tambera pontear senhoras, e para isto acaba
mente de Pars um lindo sortimento de pentes
raintia Victoria, e juntamente flores a Parisina do
afamado florista Constantino, flores inleirafnente I
proprias para se enfeitarem os ponteados modernos. |
O mesrao offeroce as sentiores que pretenderen] i
ver as elegantes lYRAf\S A LUZ \\
ponteadas como justamente devem ser, a visitaren!
o seu eslabelecimento, visto que de nutra forma li-
caro ama trotadas, e nao so poder fazer um juizo
perfeilo de quanto sao bellas ; para isto tora sem-
pre o seu eslabelecimento aberto at as 9 horas da
noite.
O Dr. Cosme de Sa' Pereira,
de volt de sua viagem instructi-
% tiva a Europa continua no ever-
cicio de sua prosso medica.
Da' consultas em seu escripto-
rio, no bairro do Recife, ra da
Cruz n. 53, todos os dias, menos
nos domingos, desde as G horas
ate as 10 da manha, sobre os
seguintes pontos :
1 Molestias de olhos ;
1*. Molestias de curaeao c de
CASA DE BANHOS.
Neste proveitoso estaboleeimento, que pelos no vos melhornmontos feitos acha-se conveniente-
ment montado, far-so-ho tambem do t de novembro em vante, contratos mensaes para maior com-
modidadee economa do publico de quem os proprietarios esperam a remuneraco de tantos sacrilicios
Assignatura de banhos fros para urna pessoa por mez.....1OJ000
momos, de choque ou chuviscos por mez 15$000
Series de carios e banhos avulsos aos precos annunciados.
consultorio"
DO
Dr. P. A. lobo Hoscoso,
3 RA 1)1 GLORIA, CASA DO FU ADO 3
Clnica por am\os os systemas.
I

. Jlolestit
peito ;
3-. Molestias dos orgaos da gera- U
cao, e do anus ;
4'. Praticara' toda c qualquer
operacao quejulgarconvemen-
te para o restabelecimento dos
seus doentes.
O exame das pessoas que o con-
sultarem sera' leito indistincta-
mente, e na ordem de suas en-
tradas ; fazen-lo excepcao os doen-
tes de olhos, ou aquetles que por
motivo justo obti verem hora mar-
cada para este fim.
A applicacao dealgtins medica-
mentos ihdispensaveis em varios
casos, (como o do sulfato de atro-
pina etc.) sera' fetto, ou concedido ~
gratuitamente. A conianca que
nelles deposita, a presteza de sua
accao, e a necessidade prompta
de seu emprego ; tudo quanto o
demore em beneficio de seus
doentes.
ogooo
151600
20S090
258000
&SYSTE.UA MEDICO DE II0LL0WAY.
PILULAS HOLLWOYA.
Este mestimavel especifico, composto inleira-
mente de hervas medicinaos, noconlm mercu-
rio, nem alguma otitra substancia delecteria. Be-
nigno mais tenra infancia, e a compleico mais
delicada igualmente promplo e seguro para des-
arraigar o mal na compleico mais robusta : iti-
teiramontc innocente em sas operaooes e effoitos; ,
pois busca e remove .as doeneas de qualquer es-
pecie e grao per mais antigs tenazes que sejam.
Entre militaros de pessoas curadas com esto re- j
medio, muitas que j estavam as portas da niorte,
preservando em seu uso : conseguirn! recobrar a
baude e torcas, depois do haver tentado intilmen-
te todos os antros remedios.
As mais afililas nao devem entregar-so a deses-
peracao ; farain un competente ensaio dos efliea-
tes effoitos destaassombrosa medicina, e prestes
recuperarlo beneficio da saude.
Nao se perca lempo em tomar este remedio para
inaiquer das. seguintes enormidades :
O Dr. Lobo Hoscoso d consultas lodos os dias pola manha e de tarde depois de 4 horas. Con
Trata partidos para curar annualmente nao s para a cidade como para os engenhos ou outras proprie-
dades ruraes.
Os chamados devem ser dirigidos sua ca.sa at as 10 horas da manhaa e em caso de urgencia
i ; a outra qualquer hora do dia ou da noite sendo por cscripto em que se declare o nomc da pessoa, o da
ra eo numero da casa.
Nos casos que nao forcm de urgencia, as pessoas residentes no bairro do Recife podero remol-
ler seus bilhetes a botica do Sr. Joo Sounn& C. na ra da Cruz ou loja de livros do Sr. JosNoguei-
ra de Sou/.a na ra do Crespo ao p da ponte velha.
S | Ncssa loja c na casa do annnnciante achar-se-ha constantemente os mclhores medicamentos
'! horacopathicos ja bem conhecidos e pelos precos seguintes ;
Botica de 12 tubos grandes, ....
Ditos de 24 ditos.........
Ditos de 36 ditos....... .
Dito de 48 ditos.........
Ditos de 60 ditos...............OsOOO
Tubos avulsos cada um.............ljJOOO
Irascos de tincturas..............2$000
Manoal de medicina homeopathica pelo r. Jahr Iraduzido
era portuguez com o diccionario dos termos de medi-
cina, cirurgia etc.. etc............20*000
Medicina domestica do Dr. Hering, com diccionario. 101000
Repertorio do Dr. Mello Moraes....... rjjOOO
Preeisa-se de urna preta escrara
quesaiha cosinhar e azer os mais prepa-
re ros de urna casa de pouca familia, ou en-
sj to urna mulher forra que tenlia as raes-
mas qualidades : a tratar na ra do Col-
legio armazem n. 15.
Pede-so aos Srs. Antonio Annes Jacome Pi-
res, Manoel Pantalio da Costa, Honorato Joseph
de Oliveira Figueiredo, que lenham a bondade de
dirigir-se ao aterro da Boa-Vista 11. 27, loja do
! trastes, a negocio.
OSr. Antonio Borgos Calvo, tem uraa carta
de importancia, na livraria n. 6 e 8 da Praca a Inde-
pendencia.
O Sr. Joao da Costa Maravilha, queira diri-
gir-se a osla lypogrphia a negocio de seu interece,
O Sr. Francisco Araujo Caldas Lins, queira de-
rigir -se a livraria 11. 6 e 8 dt Praga da Independen-
cia, que so precisa fallar-lhe. """"-
Preciza-se fallar ao Sr. Joaquim de Azcvodo
na livraria 11. 6 e 8 da Praca da Indepen-
COA1PAHIUA
ALLIANCE
Estabelecida em Londres
1 M
Sorvete.
Pereira,
delicia.
Accidentes epilpticos.
Alporcas.
A raplas.
Areias(malde).
Asthma.
Clicas.
onvulsdes.
Debilidadc ou exlenua-
eao.
Oebilidade ou falta de for-
ras para qualquercousa
Dysinteria.
Dor de garganta.
de barriga.
nos rins.
Dureza no venlre.
Enfetmidadee no ventre.
titas no ligado.
Ditas venreas
1 .i \aquoc.
Oerysipela.
febre biliosas
t breto internitento.
Febreto da especie.
Gotta.
Hemorrhoidas.
Bydrp pesia.
Ictericia.
Indigesloes.
Iaflammacoes.
Ir r eg u'la rida des da
menstruacao.
Lombrigas de toda espe-
cie.
Mal de pedra.
Manchas na cutis.
Obstrneoo de ventre.
Phtysica ou consump-
pulmonar.
Relern;o deourina.
Rheuiuatism 1.
Symptomas secundarios
Tumores.
Tico doloroso.
Ulceras.
Venreo (mal),
^endem-se estas pilulas no eslabelecimento ge-
ral de Londres n. 224, Straod, c na loja de todos
os boticarios droguistas e outras pessoas encarre-
gadas de sua venda em toda a America do Sul, Ha-
vooa e Hespanha.
Vendem-se asbocelidhas a 800 rs. cada urna del-'
las, conten urna instruccao em porluguez para ex- I
plicar o modo de se usar destas pilulas.
O deposito geral em casa do Sr. Soum phar- i
mnccutico, na ra da Cruz n. 22, em Pcrnambuco. !
3*s <>* auw iww jgwawa'Ba
Mauricio Jos dos Santos Hibeiro chogado
ullimamenlc de Lisboa o com oficina do
ourives na ra larga do Rosario n. 2$, primei-
ro andar, participa ao respeilavel publico
em geral, que acaba de receber pon-ao de
objectos de o uro de ultima moda, osqnaes
sao de excellentes goslos, e seus procos
tao comraodos que admiram ; era seu esl t-
belccimento recebe nao s concerlos, como
faz com perfeicao qualquer obra que se llie
encommende, 'sem perda de dia marcado
para a sua entrega, compra naosouroco-
jt rno prata c pedras preciosas.
Joo da Silva Ramos, medico pela Un- |
E versidade de Coirnbra, mudou sua residen- %
|l; cia para o primoiro andar por cima da co-
9 cheira do Adolpho na ra Nova c continua
* a receber todos os dias das 8 &s 10 horas
9 da manha e das 3 as 5 da tarde, as pessoas
hk que o queiram consultar, bem como a pres-
lar-so com sua habitual promptdo a qual-
quer chamado para os misteres de sua pro-
b.- fissao comprchendendo a medicina, cirur- a
^ gia e partos. w
Cai\a econmica.
A direcrao da caixa econmica dePer-
namhuco convida aos Srs. associados a
reunirem-seem assemhla geral, sabbado
2o do corrente no segundo andar da casa
da ra da Cadeia do Recife n. 6, as II
horas da manhaa a fim de apreciarem os
relatnos da mesma direccao e da com-
rnissao de exame de contas, e a conve-
niencia da extincco da referida caixa
econmica a vista dos motivos que na dita
reuniao lhes sero apresentadas.
O abaixo assignado participa ao
respelavel publico que se lhe desemea-
minhou urna letra sacida por Jos Gon-
calvos da Rocha, a favor do abaixo assig-
nado da quantia de 840p90, em 6 de
setembro do corrente anno, a vencer-se
em 6 de dezembro prximo futuro, o
que previne para que pesioa alguma fa-
ca transaccao com a referida letra, pots
que o acceitante esta' prerpnido para s
a pagar ao abaixo assignado. Recite 24
de novembro de 1859. Manoel Jos
Gonralves.
No pavilho.
da casa de banhos do pateo do Carmo, todos os
dias uteis das 7 s 10 horas da noite, e nos dias
santificados ou de testas nacionaes, das 11 do dia
at s 10 da noile. Tambem ha lugar reservado
para as familias r ha sorveleiras de varios lma-
nnos para conducho dos sorvetes, que se pedirem
pwmHttm www m
$ DENTISTA FRANCEZ. *
O Paulo Caignoux, dentista, ra das La- w
$* rangeiras 15. Na mesma casa tem agua e *
^^ p dentilico. *9* |
A pessoa que perdeu urna pulceira de ouro
na noite do dia 25 do corrente, dando os signaes
da mesma lhe ser ontregue, pagando a despeza
deste : na ra da Madre de Dos n. 2.
Ainda est fgido o mulatinho Manoel que
desappareceu da casa do cscrivo Attayde, levan-
do calca e camisa azul, olhos amarellos, azulados,
rosto redondo e plido, mulatinho bem claro,
tem un pe torio voltiado para fra, idade de 15 a
16 anuos : roga-se as autoridades policiaese capi-
tes de campo a apprehcnso delle, que sero pa-
gos na ra Nova n. 14.
PEDIDO.
A pessoa que levou por engao, da sachrislia da
igreja do Espirito Santo, um paleto!, queira fazer o
favor de botar por baixo da porta da igreja os pa-
pis que estavam no bolso, visto qae fazem muito
falta a pessoa a quera ellos pertence.
Na ra larga
Hotel trovador.
do Rosario u. 40,
primeiro andar.
Tendo passado este estabolecimenlo ao Sr. Fran-
cisco Garrido, se acha actualmente montado, c of-
ferece hoje concurreocia publica muito commo-
da hospedagem em todos os sentidos. Fnrnece-sa
comida para fra por barato preco e com aceio.
llavera sempre a qnalqucr hora pliscos saborosos,
excellentes yinhos e srvele, das 6 1(2 horas da
tarde em diante : assim como deliciosa mo de
vacca aos domingos, de 2 horas da manha atlO.
Deseja-se fallar com o Sr. Laurentino Alves
Ferreira a negocio de seu tntoresse : na ra da Ca-
deia do Recife, loja n. 7, de Guedes & Goncalvcs.
=s Precisa-se de um amassador: na padria de
Santo Amaro, atraz da fundico.
== Precisa-so de urna ama forra ou escrava, que
saiba cozinhar e engommar, para casa de urna pe-
quena familia: a tratar na ra do Cabug n. 3, no
segundo andar.
^?K?5/4fs
rssfn m mu.
CAPITAL
Cinco miUiitos Ae libras
esterlinas.
Saunders Brothers & C." tem a honra de Inrorma
aes Srs. negociantes, proprietarios do casas, e a
guemmais convicr, que esto plenamente autorisa-
dos pela dita companhia para elfectuar seguros so-
bre edilicios de tijolo e pedra, cobertos de telha e
tbualmente sobre os objectos que coutiverem os mes
mos edilicios, quer consista em raobilia ou em fazen-
das de qualquerqualidade.
LOTERA
FKIlrilaC
OSr. thesoureiro manda [azei publico
que se acham a renda todos os dias das 9
horas da manhaa as 3 da tarde, no pari-
mento terreo da casa da ra da Aurora n.
26 e as casas commissionadas pelo mesmo
Senhor thesoureiro na praca da Inde-
pendencia n. H e 16, os bilhetes e meios
da nova parte da terceira loteria doGym-
nasio Pernanibucano, cujas rodas deverao
andar impreterirelmente no dia 7 do
futuro mez de dezembro.
Thesouraria das loteras 19 de norem-
bro de 1859.Oescrivao.J. M. da Cruz.
Precisa-se alugar um moleque de la 1G
annos para casa do hornera solteiro : a tratar na
ra da Cruz n. 11 em casa de J. Praeger & C.
Perdeu-seum alfinete de peito, de
ouro, desenhora, cora duas palmas es-
maltadas e tres brilhantes sobre a pe-
quea caixa de por retratos, desde a pra-
ca do Collegio at o bairro do Recie : a
quem o achou entregando-o na ra da
Ladeia do Recife n. 22, ser recompen-
sado.
Convidamos aos senhores accionistas da com-
panhia de Seguros Martimos L'tilidade Publica a
comparecerem no dia 30 da corrente. ao tneio dia,
no oscriptorio da ra da Cruz do Recife, de confor-
midade com a parle i,* do Art. 41 e Art. 42 dos
mesmos estatutos. Recife 25 de novembro de
1859.Os directores gerentes, Luis Antonio Viei-
ra, Manoel Alves Guerra.
Na noite de 2 do corrente perdeu-so urna
pulsoira de cabellos com chapa de ouro tendo ae
redor um estreito bordado, e no centro as iniciaos
A, B. R. S. I. J. F. R. S. entrelazadas : quera a
achou querondo restitui-la dirija-s ao sobrado do
boceo da Penha, quesera recompensado.
= Francisco Mathias Pereira da Costa rocebcu
do Rio de Janeiro urna factura de commendas e
hbitos de diversas ordons com brilhantes e som
elles o mais superior que se pode desojar e todos se
vendera por preco commodo : na ra Direita n.b6.
= Na praca do juizo de orphos tem de sor arre-
matadas no dia 29 do corrente mpz, depois da au-
diencia, as rendas das casas seguintes: do so-
brado do dous andares da ra da Sonzala n. 78,
por 200*000 ; oulro dito de tros andares da ra
da Cruz o. 14, por 800j>000 ; c a da casa terrea
raci-agua do boceo tapado, por GOgOO ; cujas
rendas vao praca a requerimento do Dr. curador
geral, pertenccnles aos orphos, filhos do fallecido
"o Vaz de Oliveira.
OfTercce-se urna senhora para ser amado casa
de he t solteiro ou de pouca familia : quem pre-
cisa i-sc a Boa-Vista, ra do Jasmim.casa n. 4.
ieu-sc urna pulceira de cabellos com urna
chapa *- contondo estas letras imciaes J. M.
P. I)., ra Nova at o largo da praca da
Boa-^ .a : quem achar queira restituir ra Nova
n. 38;^egundo andar, que ser bem recompensado.
Fugio no dia 24 do corrente s 9 horas da
noite, Maria, parda, de 18 annos de idade, cabellos
carapinhos e avermclhados ; tem marcas de be-
xigas, pannos por todo o corpo. pouco fallante ;
levou vestido rxo com florinhas encarnadas, cha-
les encarnado, argolas de cornalinas azues e duas
voltas de ouro com urna raoeda cncastoada : roga-
se s autoridades policiaes ou a quem oapprehen-
der, queira leva-hi ra das Aguas-Verdes n. 64,
em casa do Sr. tenentc-coronel Jos Rodrigues de
Sena, que ser recompensado.
NICA, VERDVDEIRA E LE-
GITIMA-
UtilLlUSAS Kl.NFALLtVEIS
w
Companhia do Beberibe.
O Sr. caixa da companhia (commen-
dador Manoel Goncalves da Silva) esta'
' autorisado a pagar desde boje o 23* di-
; videndo a razao de oj> por aeco.
Escriptorio da administradlo da Com-
! panhia do Beberibe 18 de novembro de
1S59.Jos Teixeira Bastos, secretario
interino.
Carroas para alugar.
No aterro dos Afogados. sitio n. 1S0 A.
Os abaixo assignados avisara ao respeilavel
corpo do commercio e em particular aos seus fre-
guezes, que o Sr. Joaquim Raimundo Alvos de Aze-
vedo deixou de ser seu caixeiro desde o dia 7 do
corrente. Recife 8 de noxonihro de 1859.Macha-
do & Dantas.
*,5?* 11 tt ?????? ? *? ???**
*Q O Dr. Casanora pode ser procurado a
?3 qualquer hora em .sen consultorio homeo-
patliieo
28=rua n.\sr.nt;zi:s28
No mesmo consultorio acha-se sempre
grande sorlimonto '!> medicamentos era
tinturas o glbulos, os mais novo* c bora
preparados, os elementos de homeopalhia e
Nystem diccionario dus tormos de medi- &?
m cia. g
Scraphim & Irnaor
Kna lo Cabula, loj: nlo ourives n. 11,
esquina que tica em frente da ra
Nova e pateo da matriz
Fazera publico que esto constantemente roce-
bendo da Europa as mais em moda e mais delicadas
obrts de ouro, as quaos do para escolher, pelos
menores procos possiveis, o passam cotilas com re-
cibos, as quaes vito especificadas a qualidade do
quer de cultura, Vpreservativo de aores 0,,ro> lan, (i,: 1 com0 dc W quilates, do que (cara
e fructos. Proco 320 r. responsaveis.
.. -: t; : -.;(; :
S Antonio Josc rerreira Alvos, medico-ci- ;'.
rurgico pela escola niedica-cirurgira da ri- m
dado do Porto, recenterr.cnte chegado a esta S
acaba deestabeecor osen gabinete d
icas e operacoes oa
ra do Amorim n. 15, segundo audar," aonde ,^
poder sor consultado ate s 9 horas da ma- ^
nha o das 2 s 4 da larde. Alem disso acu-
dir a qualquer chamado qur de noite, qur l*
de dia, com aquella promplidlo que sempre
F0LHBIB4S PAR4 8I0
Eslo venda na livraria da praca da Indepen-
d cia ns. 6 e 8 as folhinhas para 1860, impressas
i lypographia, das seguintes qualidades :
OLHINUA RELIGIOSA, contenrlo, alm do ka-
lendario e regulamenlo dos direilos paro-
chiaes, a conlinuacao da bbliothoca do
Crislo Brasiloiro. que se compe .- do lou-,
vor ao santo nomc de Dos, coroa dos ac- |
tos de amor, hyninos ao Espirito Santo e
a N. S., a imitacao do de Santo Ambrozio, i
jaculatorias e comroemoracio ao SS. Sa-,
craracnto e N. S. do Carmo', exercicio da
Via-Sacra, directorio para oragao mental,
dividido pelos dias da semana] obsequios
ao SS. coraro de Jess, saudacoes devo-
tas s chagas de Chsto, oraioes a N. Se-
nhora, ao patrocinio de S. Jos e anjo da
guarda, responco pelas almas, alm de
outras oraciies. Preco 320 rs.
PILULAS VEGETAES
ASSUCARADAS
1E 51IMIP
NEW-YORK.
O MEI.IIOR REMEDIO CONHECIDO
Pastilhas vegetaes de Kemp
contra as lombrigas
approvadas pela Exra." inspeceo do estudo de
Habana e por muitas outras jnelas de bygiene
publica dos Estados Unidos e mais paizes da Ame-
rica.
Garantidas como puramente vogolaes, agrada-
vols j vista, doces oo paladar sao o remedio infal-
livel contra as lombrigas. N5o causara nauseasj
nem sens icoes debilitantes.
Testcmunho espontaneo em abone das pamn.oc
de Kemp.
Srs. I). T. Lanman e Kemp. Port Rvron 12
de abril de 1859. Senhores. As pastilhas que
Vmes. fazera, curaram meu tilho ; o pobre rapaz
padeca de lombrigas, exhalava um cheiro ftido,
tinha oesloraago inchado e continua comichao no
nana, to magro se po/.. que eu temia perde-lo.
Noslas circumsfancias um visinho meu disse que as
pastilhas do Kemp linham curado sua filha. Logo
quesoube disso, comprei 2 vidros de pastilhas c
cora ellas salvei a vida de raeu filho.
Sou de Votes, seu amo agradecido.
II'. T. Floyd.
Preparadas no seu laboratorio u. 36 Gold Slrecl
pelos uincos proprietarios D. Lanman e Kemp,
droguistas por atacado em New York.
Acham-se venda em todas as boticas das prin-
cipaes cidades do imperio.
DEPSITOS
Rio de Janeiro na ra da Alfandega n. 89.
Rabia, Germano & C., ra Julion. 2.
Pernambuco.no armazem de drogas de J. Soum &
Companhia ra da Cruz n. 22.
COLLEGIO
BE
Nossa Senhora da Coieeieit.
Lisboa ra da Etperanta lol A.
Em consequencia da alteraco que se fez na po-
ca dos exames preparatorios para a universid ide, C
de outras circuruslancias que tem occrido na pra-
lica, determinamos alterar tambem o caneco do
anuo lectivo no nosso eslabelecimento : at aqu
era a abertura a 4 de novembro, e neste anno ter
lugar no da primeiro de oulubro ; porm, osla de-
tenninaco, era cousa alguma obsta entrada dos
alumnos, em qualquer tempo do anno.
_Os cursos ou disciplinas professadas no collegio
sao as seguintes, e assim classiticados :
Instruccao primaria.
O ensino da Instruccao primaria professado em
duas cadeiras : rua 1" cadeira o 1' gio ; na 2' o i."
grao.
Ha mais una cadeira especial de Calliigraphia
complementar, ordinariamente frequentada pelos
alumnos da instruccao secundaria.
Iiistrucro teenndaria.
O ensino da instruecb secundaria professado
em 9 cadeiras : na Ia cadeiragrammatica e lingua
latina : 2J latinidad" : 3'1 grego : 4' francez : 5' m-
glez : 6'1 allemao : 7a philosophia racional e moral,
e principios de dircito natural : 8' rhetorica o poe-
ica etc. : 9" geographia, chronojogiae historia L'ui-
versal.
Instruccao superior.
O onstno neste collegio. cUtssificado de instruccao
superior professado em 6 cadeiras : na Ia cadeira
arithmetica, algebra geometra, trignomelria c
geographia mathematica : 2'1 operacoes geraes do
commercio e escripturacao applicad.i agricultura,
industria o commercio ; 3* physica, chimica, in-
trodueco historia natural e raechanica : 4" agri-
cultura geral : 5a geographia e historia agrcola,
industrial e commercial : elementos de economa
poltica e de estadstica ccclesiaslica : 6" ciemcnlos
de dreitoadministrativo, commercial e das gentes.
lleligiao t bellas-lettras. ,
O ensino religioso o o classico de lilleralura o do
moral, professado em dras cadeiras especiaos : na
Ia cadeira a religiao : na 2' a lilleralura e moral.
RIL1.AS-ARTES.
O ensino de bollas-artes profossado em diver-
sas cadeiras, segundo as necessidades, porm sao
permanentes a prinieira para o desenlio ; a segun-
da para o er.siuo de msica o exercirios de piano ;
a terceira para flauta e rebeca ; quaita para exer-
cicios de dansa, etc.
Este collegio, estabelecido era edificio to proprio
para o objecto, e lo vasto (que foi elle convento da
"' ni^rr^i^aji" i ifnn
dade do director geral, ofl'erece por isso mesmo a
mxima seguranea c rantagens, para quem nelle
quizer mandar educar seuslilhos ou pupilos, e com-
raodidades para esles.
Os professores, em todas as disciplinas, sao dos
mais habis. Nao menos escrpulo ha na cscolha
dos empregados e dos criados.
A edueaco religiosa, que fortalece os bons prin-
cipios, fielmente mantida neste cstabclecimento.
Os alumnos ouvcni diariamente missa na igreja do
Collegio, que tem capello efTectivo. No recreio, na
mssa, no esludo, e as aulas sao os alumnos sem-
pre inspeccionados e vigiados. Os profeitos, habili-
tados com conhecinienlos praliios da< linguas in-
gleza, francesa e alloman, do o maior exercicio, e
mesmo em horas determinadas, aos alumnos que
estudam semolhantos linguas.
Os alumnos, tem quartos separados com portas
a noite du dia _4 perueu se uio
pulseira de ouro : quem a tiver ochado e
queira restituida obsequio mandar !<-
var a ra da Aurora n. 32, que se gra-
tificara'.
Compras.
Compra-se uraa janella comprida, etmUei._
nao seja muito alta, e soja servida: nesta tyi-
graphia.
Compram-se dousescravos croulos e uirt mol.
Iinho de 12 a 14 annos, que sejam da praca, assirr:
como alugam-se Iros escravos : os prelendetitcid
njara-sc ra do Brura, armazem ti. 12.
Compra-se urna rotula usada de 10 patrtl...
ou mais alguma c.usa de altura: na livraria n. U
e 8 da praga da Independencia.
Vendas.
_ Cavallo de sella.
estrada de Joao do Barros, ve...u_sc Ull. ^.X.,
le carillo para sella, gordo, de boa coi, ." t(w|..
os andares. w
ATTENCAO
Na ra da MoeJa armazem defronte da be c
Padre Alcxandre vende-sefarinha a RSTO a sac-n
V'ende-se um es-'aler novo e bem cuns'rul -
na ra da Cadeia do Recife n. 2,
Na ra Direita n 76 ha para vender em a-
vallo ru';o lora amlador.
Vende-sc urna escrava im;orlante idade f
annos, urna dita de 22anno; por 1:350$. d-ias m-*-
lecas idade 10a 12anuos, 2 m >teque pc.as idit-
12 a 20 annos, 1 escravo peca bom criad >*sem tz-
cio algum. urna escrava com cria boi co/inhetj
engoniraadcira : na ruadas Aguas-Verdes n. 4. j|
Farelo, milho, farinha.
arroz, caf, champanha. figo, manteig.t ingiezi.
tudo de superior qualidade e a commodos preros:
vende-se no armazem da ra da Madre de Deas a
12, junto a taberna do Sr. Lipa.
Na ra Direita, sobrado de um andar a. 3S;
ao p do sobrado do fallecido Ignacio Nery. vende-
se doces seceos de caj muito claro, attnanas, si-
dra, limao, c os raesmos de calda ; tambem se fa-
zem bandejas de armaeo do bolinhos. de lindo-
modelos, com figuras, "ramos c lelreiros. prepro>
para bailes o mais festejos ; fazera-se tambem pas-
tis, doces d'ovos, tremedeiras, e todo o arromo dt-
uma mesa.
Relogios.
^ endem-se relogios de ouro ingiezes, de paten-
te : no armazem de Augusto C. de Abreu. na raa
da Cadi^ia do Recito n. 36
Enfeites de vidrilho c de retrora4# cada un.
na ra do Qucimado n. 37, loja de 4 portas.
Kim do Queimado i. 25.
loja de tres portas de frente
amarella.
Caponlios d0 grosdcn3ples, difrereol^
cores, e muito gosto. *
i-Aiapeos de seda para mcninos.
l*oi\cls dc seda para menQ0S
^neVics
Liuvas
de vidrilho pretos e de cores.
de pellica para homcm e senhora. di-
tas dc seda enfeitadas, ditas lisas para ho-
mcm e senhora
para senhora com veos t
SALSA PAMULHA
ITA DE VARIEDADES, contondo o kalendario,
regulamento dos direitos parochiaes, c
urna colleccao de ancdotas, ditos chisio-
-, contos, fbulas, pensamentos moraes,
roceilas diversas, quer acerca de cozinha,
f A DE PORTA, a anal, alm das materias do
costume, contorno resumo dos direitos -
*
parochiaes. Preco 160 rs.
a srenelu dos fabricantes americanos
Grouver i. Baker.
Machinas de coser: em casa de Samuel P. Jo-
fcnston & c, ra da Senzala Nova n. 52.
Casa para alugar.
Js'i Capunga Nova, ra das Pernambucanas, alu-
pa-se polo ternpo da fesla ou por anno, urna casa
4 quartos, quintal comear-'.' e tanque:
t-ta-se na ra do Collegio n. 12.
cidadi
consultas medicas, cirurg
3
Ligo a humanidade afDicta. Os pobres serio | | dp Rangel n. 35^.
indid
Contra constipantes, ictericia, afecc.oes do figado,
febres biliosas, clicas, indigesloes, enxaguecas.
Hemorrlioidas, diarrhea.docnras da
pelle, irupcoes,
J'UOVKNli:\Ti:S 1)0 ESTADO IMPUBO 00 SANGCE.
75,000 calxas deste remedio consommem-se an-
nualmente !
Bemeilio da natnrezn.
Approvado pela faculdade de medicina, e recom-
mendaao como o mais valioso catrtico vegetal de
todos os conhecidos. Sendo esias pillas puramen-
te vegetaes, nao contem ellas nenhum veneno laer-
curial oem algum oulro mineral ; esto bem a-
condicionadas ora caixas de folha para resguardar-so
da huinidade.
Sao agradavois ao paladar, seguras e efficazes
era sua operacao, e ura remedio poderoso para a
juventude, puberdade c velhice.
I.oa-so o bdlieto que acompanha cada caixa, pelo
qual se ficar coiihecendo as multas curas milagro-
sas que lera ell'ectuado. I). T Lanman & Kemp,
drognistas por atacado eni Nova York, sao os ni-
cos fabricantes e proprietarios.
Acham-se venda era lodas as boticas
cipacs cidades do imperio.
DEPSITOS.
Rio do Janeiro, na ra da Alfandega n. 89.
Rabia, Germano & C, ra JiiliiO n. 2.
Pcrnambuco, no armazem de drogas do J. Soura,
& C-, roa da Cruz n. 22.
E chegado loja do I.econle, aterro da Boa-
Vlsla n. 7 o excedente leite virginal de rosa bran-
ca, para refrescar a pello, tirar pannos, sardas e es-
pinhas, analmente o afamado oleo babosa para
impar e fazer rroscer os cabellos ; assim como p
imperial do lyrio do l'loronca para bertoeijas e as-
peridndos da pelle, conserva a frescura o avclluda-
do da primavera da vida.
Precisa-se de un cozinheiro que saiba lr e
escrever, preferindo-se portuguez : a tratar na ra
Remedio| sem igual, sendo reconhecieo pelos
mdicos, os mais iminentes como remedio infal-
livel para curar escrophulas, cancros,rhoumatsmo,
onfermidades do figado. dyspcpsia, debilidadc ge-
ral, febre biliosa e intermitiente, enfermidades re-
sultantes do emprego de mercurio, ulceras e erup-
coesque resultara da impureza do sangue
CAUTELA.
D. T. Lanman & Kemp, droguistas por atacado
New York, acham-se obligados a provenir o respei-
lavel publico para desconfiar de algumas tenues
imitacoes da Salsa Parrilha de Brislol que hoje se
vende neste imperio, declarando a lodos que sao
elles os nicos proprietarios da receila do Dr. Bris-
lol, tendo-lhe comprado no anno de 1856.
Casa nenhuma mais ou pessoa alguma tem di-
. reitO de fabricar a Salsa Parrilha de Bristol, por-
e todas as enlermtdades, que o segredodasua prepararn acha-se somonte
CUa\>c\inas
sem elles.
B. OUCaS para uaptisado muito Gnas e dr
gostos.
r randas de seda de (odas e iargurag> ^^^
cas de todas as cores e do seda.
IlCOS dc scda iargos e cs(rotOS( brancos e d
cores, ditos pretos.
1**"^ de madreperola com plumas e sem
ellas, obra muito lina, ditos parame-
ninas.
Avisa-se as i animosas mais de familia
que Nabuco t C.cora loja na ra Nova n.
'1. rceberam ura sorlimenlo de capellas
^ brancas o de cores, proprias para as me- ~t
"V ninas irem a recepcao de SS. MM. _____9r
/'vwvv^ ^r^r^^ir^ta^
'' -*- "jE 3r> ^TT ^ar. ^r. 11 Una do Qucimado 37
Loja de 4 portas.
Chegou a este estabelecimonto um completo sor-
timento dc obras feitas, como sejam : palelots de
panno fino de 10g al 28$, sobrecasacas dc panno
lino preto c de cores muito superiores a 35>. um
para os dormitorios : estos cada um sua oseada. To-1 completo sortimento de palelots de riscadinho du-
dosos quartos e corredores dos dormitorios, sao bnm pardo e brancos, de bramante, que se vendem
ptimamente ventilados : porque tem janeilas para
a ra, ou para o lerraco, onde o edificio forma qua-
tro faces, rada una com dous andaros.
A sala dos actos, livraria. etc., sao no pavimento
superior. No pavimento baixo a igreja,c no quadro,
que foi amigo claustro, em roda do jardn!, a sala
do estudo geral; as aulas, escriptorio, cozinha, ro-
feitorio, ote. Estas casas sao lodas cebollas as
suas entradas, por um bom syslema de arcadas,
que sustenta o lerraco superior. 25jjt, ditas depalha de Italia muito linas a23jf, cor-
0 edificio lodo lluminado a gaz, e pouso des- i tes do vestido Je seda em carto de 40f at 150$.
le. ha a maior fiscalisaro o seguranea. Todos os ditos de phantasia de 165 at 35S0OO, golinhas ae
lugares de despejo tem siph&cs, pulo que nao se co-1 cambraia de 1-5 al 5?. manguitos de 1j500 at 3j.
nhocc mo cheiro. Esta medida, a conslrucco qna- organdys escuras c claras a SOO rs. a vara, raimiii
drada do edificio, a sua posi^ao em siiio alto, en- francezas muito superiores e padroes novos a 72i>
costado ao sul, o solado por todos os quatro lados, a vara, caserairas de coros para colletes, palelots <
o todas as mais condicoes hygtenicas, que possirc, cairas de 3#500 at At o co vado, panno lino preto e
tornara esta habilaco a mais salubre, pois ha nella de 'cores de 2>>0O al 10g o corado, corles de colle-
nuii poucas dooncas, o nao foi invadida nem da cho- le de velludo muito superiores a 0 e 12jJ, ditos de
lera, nem da febre amarella. | gorguro c do fusto brancos de cores, ludo por
A pensao dos alumnos 6 dc 1S| mensaes, fra as preco barato, aloalhado de algodao a 1S280 a vara.
por preco commodo, ceroulas de Iinho de diverso-
lamanhos, camisas francezas de Iinho c de panni
nho do 2 al 53 cada urna, chapeos francezes para
hornera a 8$, ditos muito superiores a loV, dito
avolludados, copa alta a 13-3, ditos copa baita a
10$, chapeos dc feltro para hornera dc 73 cada ura, ditos de seda e de palha enfeitados pa-
ra meninas a 103, ditos de palha para senhora n
12S, cliapelinlias de velludo ricamente enfeitadas a
em poder dos referidos Lanman & Kemp.
Para evitar engaos com desapreciareis combi-
naces de drogas perniciosas, as pessoas que qui-
zerem comprar o xerdadeiro devem bem observar
os seguintes signaes sem os quaes qualquer outra
preparaco falsa :
Io O envoltorio de fora est gravado de um lado
sob urna chapa de ac, Irazendo ao p as seguintes
palavras :
D. T. LANMAN KEMP
SOLF. AGENTS
N. 69 Water Street.
New Yovl.
2" O mesmo do outro lado lem um rotulo em pa-
pel azul claro com a firma e rubrica dos proprio-
das prin- ^obro a
do
illondidos e tratados gratuitamente. ; Quem perdeu urna pulceira dirjase ra da
- Palma, stima casa a contar da ra do Can", junto
Precisa-se arrendar um sitio que tenha gran- j a sojurda cocheira, que dando os signaes a re-
de baixa para cap m ae da ruaJPraia n. C.
ce'
rnlha acha-se o retrato e firma
inventor C. C. nristol em papel ciV do rosa.
4o Que as direcoes juntas a cada gnala tem
nma phenix seraelhanle a que vai cima do pre-
sente annuncio.
DEPSITOS.
Rio de Janeiro na ruada Alfandega 11. 80.
Baha, Germano A" C, rita Julio n. 2.
Peinambuco no armazem dc drogas de J. Soum A
Compatihia ra da Cruz. 11. 22.
Escravo fgido.
No principio desolembro do correte anno fugio
do engolillo Tracunhaem, comarca de Goianua, um
escravo crioulo, bem moco, olhos grandes e abo-
tuados, testa granue. cautos nimio finidos, baixo.
corpo regular, cor fula, e barbado ; posto que o
dito escravo fosse surrado. anda que pouco, toda-
va deve mostrar alguma cicatriz as nadegas :
quemo pegar e levar ao engenho cima dito, ou
ao engenho Dous Acudes, comarca de Nazereth,
ser bem recompensado.
despezas extraordinarias. Passando de 16 anuos pa-
garan I4f.
As pessoas das nossas provincias do reino e das
ultramarinas, ou do imperio do Brasil, lem em Lis-
boa, muitos individuos do qualiflcac.ao, que os |>o-
deni informar da veracidade do que tica exposto.
Em Pernambuo podeni dirigir-se aos Srs. Feidel
Pinto A C*
Lisboa, 10 dcjulhode lS'J. 0 director-gcral,
Joaqxim Lopes Carreira de Mello.
Precisa-so dc ura cozinheiro, que entonda per-
feilamentedestaarte, que seja limpo o do boa con-
ducta, e nao tenha vicio dc beber : para tratar, na
praca da Independencia n. 22.
Idiomas uglez e francez.
Eneas Bruc, professor de lingoas, lem a honra
de informar ao respeilavel publico, que contina a
dar lie/jes dos ditos idiomas, tanto na sua casa
como na daquelles que se quizerem utilisardo sen
prestimo. Rerebe tambem discpulos lodas as noi-
tes desde as 7 al as'J : na ra da (.111/ n. l2, ler-
cero ailar.
OfTercce-se um rapaz brasileiro para caixeiro
de cobranca 011 mesmo nrmazens, o qual d liador
a sua conducta.' a pessoa que precisar, dirij i-sc
ra Augusta n. 32.
Precisa-se alugar urna escrara que compro :
o cozinlie o diario para urna casa de pouca familias
trata-se e paga-se bem : na roa Nova 11. 10.
A parte que o Sr. Joo Geroncio S tares d
Oliveira Carvalno tem em urna casa terrea sita nr
roa das Calcadas, oulr'ora Manoel coco, acha-se po-
nhorada pelo juizo do commercio. cscrivo Bandei-
ra.
No sitio da rapella da Senhora da Concetco
da estrada de Joo de llanos, precisa-se dc m
hornera que saiba do planto de capita p
bom silaiio : a tratar no mesni 1 sitio, ou no pateo
de s. Pedro n. 4.
No dia 26do corrente das 7 horas da manha
ao mcio da, desoppareceram da ra do Cald lirei-
11 de-ia cidade, da porta da taberna do Sr. Ven-
tura, dous ravallos com caugall do un aU-
zo cavilo, magreiio, de idade de 8 annos : o ou-
tro castanho escuro, com signa' bramo na tsta e
a junta de um i!'" ps i nchaja : quem o pegar I!-
re-o ao engenho Carnijde Jaboalo 1 u nesta ci-
dade na taberna do Sr. Ventura na ra do Caldei-
reiro, que ser bom recompensad .
Envernisa-se raobilia mais em conta d
|era outra qualquer parle: >.. corles do casemiras de coros do 5 at 0-3, gresdena-
plcs de coros e pretos de I36O at 33200 o cova-
do, esparllhos para senhqra a 0, coeiros de case-
mira ricamente bordados a 123 cada um, lencos oV
cambraia de Iinho bordados para senhora a if'e 12/
cada 11111, ditos lisos para hornera, fazenda milito
i superior, de 12 al 2(>3 a duzia, casemiras decoren
! para coeiro, corado a 2SS00, barogo de seda para
; vestidos, covado a 1-3400, ura completo sortiinont 1
de colletes de gorgorito, casemira preta lisa e bor-
dada, e de fusto de cores, os quaes se vendera por
b irato preco, velludo de cores a 73 o covado, pan-
nos para cima de mesa a 10-3cada um, merino al-
cochoado proprio para palelots e colletes a 2?30O .
covado, bandos para armaeo do cabello a I90OU.
sa vns dc tpelo o de marroquin para viagem, e un
grande sortimento do macas o malas de pregara.
que ludo se vende volitado dos Ireguezes, e ou-
tras muitasfazendas que nao possivel aqu raen-
'; mar, purctn cora avista dos compradores se mos
traca o.
Millio novo
Saecas de milho a G?000 : na ra Nova n 52.
l\a loja
das seis por las em
cm frente do Livramente.
ROt'PA l'EITA.
Palelots do panno preto, fazenda fina, ditos d>-
easemira de cores coro polla de velludo, ditos dr
alpaca pretos, ditos do brm branco c pardo, dilos
de fusto de cores, (alcas do casemiras "pre'as edr
cores, rolllos de velludo preto o de cores, ditos de
soda, gorguro e d.1 casemira bordados, camisas
brancas e de cores linas a 2a : a loja est aborta
das horas da manha s 9 da noite.
Vende-se em rasa de Saunders Brothers SG.,
praca do Corpo Sanio, relogios do afamado fabri-
cane Roskell, por precos commodos, e tambem
tranceilins ecad fias para os aiejmos,ieexceUen'.r
gosto.

/*
\
MUTILADO


V
DIAlllO DE PKKXAMBUGO. SKGUMIA FF.IRA 58 DE NOYEMRHO DE 1859.
fazendas moder-
nas.
DEPOSITO DBflAXOSFRi11
DOS
Vendem-se un rua Jo
tes de casemiras de cores linas a 53500, ditas
da una s cor muilo linas de 3 eGj, corles de col- [ miudezasdo Joaquiro Antonio Dias de Coslro.
lele de velludo de cores a CJ, ditos diio prelo a 55 ]
v $8. cok-lias de algodao adastr.aseadas a 53, bri-
Uiaiilina branca ocovado 480, casemira dequadii-
ulos o covado lj, pariitos para mesa muilo bonitos
modernos a 65, coi les de barrge com Ires ordens
de babados a 153, chapeos de priantasia para ho-
rnero, sendo de gorguriio de seda a 73. ditos do
Chille de a 25J, ditos de fellro de >500e 5, ca-
misas de cambala de linho para senhoras, ditas
de esguiao muilo fino, ditas de cambraia bordadas
com mangas, ricos corles do seda de lodas as ro-
res, manteletes dos mala modernos, grande sorli-
luciiio de perfumaras inglesas legitimas, joias de cobertos edescobertos, pequeose grandes, ecm-
coral rerdadeiro, oleados de diversas, coi es imi-1 ro patente inglez, para homem a aentfora, de um
lando marroquim para etkrir mesas, forrar almo- : dos melhores fabricanlM Je Liverpool, vindos pelo
fadas, travesseiros, ele., etc., ebem como um com- *ttglez: em casa de Southali Aiel-
...- -.....i* ....,..... .-.. ~. ~.
Rua do Queimado n. 57.
\ 30 portes de vestidos de seda que cnstaram
00$; 69 corles de vestidas de" pbanlasia qaecus-
tardmSOS ; n 8$ chapclinhas para senhora: na na
do Queimado n. 37.
Mais afamadosabricanles da Europa.
ESTABELECHENTO DE
Rua Nova n. 27 esquina da Gamboa do Carmo.
Neste eslabelecimento acha-se sempre um completo sorlimenlo dos mais ricos c mais bem
construidos e fortes pianos os quaesse vendem debaixo de loda a garanta.
O teclado tem a elasteidade desojada, o exterior desses instrumentos o mais oleante nossi-
vel casvozes sao magnificas. Ha tambera muilo lindas HARMONAS e SKRAPHINAS proprias para
acompanhamriilo ao piano o para rpialro miiose igualmente os ha apronriados para gretas, capellas
coliegios ele.
JHachBas de (slnra
rieS.W.Singer&C.de New-
York, o mais aperfeiceado
sy sienta, szendo pospon-
to igual pelos dous lados
da costura, garante-se a
seguranca das n achinas e
manda-se ensinar as ca-
sas de familia, bem come
se mostram a qualquer ho-
ra do dio ou di iiuiti' n< s-
ia agencia: nicos agen-
tes em Pernambuco Itavm,,ndo darlos i.eile ir-
mao, aterro da Boa>Vista n. 10.
Em casa deRabeScl mettan & C.
ruada Cadeia n. 37, ven-Iem-se elegan-
tes pianos do afamado fabricante Trau-
ma nn deHamborgo.
--------- ^
Barato que admira.
Velas de espermacete a 750 rs. a libra cm caia
c a retalho : na rua Nova n. 52.
A 1)00 rs. a peca
de fita ile velludo de um dedo niinimo de largirs
com 10 1|2 varas, bandos de cuna para senhora
minio l.ons a 400 rs. o par, pulsen-as de contas
para senhora ou meninas muilo-lindas B 160 rs.
para acabar ; na loja de miudezas do aterro da
Boa-Vista n. 82, quasi confronte a matriz.
Espartilhos.
Fub.
u-,rnha de millio americana, em barricas, che-
ada no ultimo navio dos talados Unidos : nos ar-
mazens de Tasso Irmaos.
28000 e2$o00 a peca.
Algodao trancado americano
para loalhas e roupa de cscravos,
nn loque de agua doce : no armazem
:iadoQueimado n. 19,
K
n
853
braneo, proprio
com um peque-
de [azendas
es moes paiwni.es
Os mais ricos vestidas de seda de
tinas saias pieles bordados de cores
beldados mopnos para bailes, rnde-
se nicamente no segundo andar do
sobrado da esquina da rua do Qui i-
mado por rima da loja do Sr. Pregni-
ra ; na inesma casa se recebeu pelo
navio Belem, chegado ltimamente di
Franca um variado sorlimenlo de la-
zondas de modas, as lunes se ac'iam
desde j ,'i venda.

Hoje principalmente que a odadovai ostentar um aspecto assas magnifico e pomposo com a 11 jfltSfJ 1IbW\M \X
enea de SS. MU. II eque em todas as salas e sales elegantes i seriedad pernamburana vai en- : Vifv-'* ^UlJiUiJli .11V UOsLili, >i\\Mj
com enttiiisiasmo anda maiorno gozo dos encantos d'arle, cliama-se a allemao de lodos liara este #\ oe f,J\
de deposito, que olferece lanas disposi'oes e condiroes lo suneriores nar n me niieein ,\o sl ~/n nvp\ TrfTi n nm wiv \ n lN
presenf;
trar cor
grande deposito, que oirerece lanas dsposi'.oes e condicoes lo superiores "ponfo que objeclodc'
gosto relativamente a msica.
Na inesma casa concerla-se e atna-se com perfeicao os mesmos instrumentos.
Na loja de Gama & Silva, no aterro da Boa-Vis-
ta ii. G!, vendem-so espartilhos de linho com car-
nleis pelo baralissimo preeo de G$5U0cada um.
Vestidos de seda.
Vi ndem-se cortes de vestido do seda com 2 e 3
babados, armados, de 20 a Ojeada um, sendo que
scu valor razoavcl era de 80j : na loja de 4 porlas
da rua do (Jueimado n. 10
3-5 5*3 S
-- -a
=, -s S
o ?

Na loja do Preguica, na roa do (ineimado n. 2,
ern-se peras de chitas linas de cores fixase de
- olhiiios padrees com 38 corados cada nina, pelo
baralissimo prece de 5$8oO, c cm. retalho a 1('I o
i raalo.
Borzeguins de sclini

Vt'nde->e um carro t!i' i unas palenle inglez,
sil ic^au forte, largo bastante para petsoas,
' i de fa/.enda de seda de bonito gesto e er,
ludo novo, sera ter sido ainda servido, muilo d-
jente e proprio para a espem de >. M. I. : uspre-
tendi nti s i di ni vo-lo a qualquer liora na cochei-
ra Jo Miguel, aterro da Boa-Vista.
I^1933igdggg&
Bella-Visla
O.J" ^ ^ y _
" r %'c-% C- "5 5
= = = Z.

broncos para senhora,
chegados ltimamente de Franja, obra
primeira qualidade : lia rua Nova, loja de calcado
liancez n. 7.
liarlos Mario, da casa de liarlos Valais, joalhei-
ros de Suas Mageslades Imprtaos, tem a liorna de
pxltciaar ao llustre publico que se arda ncsla ci-
dade com um completo sorliunnlo dejlas, que
ae acha cxposlo no eseriptorio tos Srs. Amorim \
Irmos, rua di Cruz n. -i, segundo andar, llece-
hept aulaaibcm obras relhas om troco.
O Antones, roa da Cadeia do Recite, vende
I r precus commodos, o scgninle :
'.asacas pretas francezas.
'laicas dilas ditas,
i oliles ditos dilos.
Filas de velludo pretas lavradas, proprias para bor-
dar becas,
?'tas, flores e oulros enfeiles para senhoras.
Tambera vende um bom cavado russo cardao.
Coberasde ciiia o 2S.
Rua do Queimado n. l*.
^endem-se cuberas de chita a 2#, corles de ria-
-ado fraucez a gOO, lencos de cambraia pora al-
ira a 2ga duzia.
Cbeguem ao barato.
I.eile c\' Irmao conlinuam a tonar na rua da
Cadeia do Becife u. S, pecas du cambraia lisa com
II* jardas a 4&5O0 c 5, lencos de cambraia de li-
nho a 3s a duzia, cambraias muilo linas e de lin-
dos padroes-a 60 a vara, meias finas para senho-
r.T a 3-5N)0 a duzia, ditas croas Inglezas para ho-
iat-.ni e meninos, chales de merino lisos a i"i()(), e
bordados a 6f, palctotsde, alpaca preta e do cores
a ->9, ceroulas de linho e algodao, camisas ioglc/.as
kaiite superiores a 60*. a duzia, organdys de lindos
II ;ia da P raia numero SL.
V'endem-se ncslc novo eslabelecimento
i ,),..-'/ da Bella-Visla, gneros de primeira qna-
r<_\ lidbde como sejam manleiga ingle/a, dita
ranceza, vinhog superiores de lodas asqua-
<:> Kdades duque do Porto, Madeira secco, Xe-
a rez, licores linos, marrasquino, champagne,
'* conservas, queijos, louciu"
'loas, passas. ligo
i %; ditas de carnauba
c-1.1 % -. '" 2

(^2
Cha, amen- *
velas de si prmacele, .>
e massas de todas asqna- gg
^ lidades e outros mullos mais gneros, tudo <*r
$ por presos mu razoaveis. jg:
5-oc -
- 'A .
B
>)
rr! f! f
r;
a 6,000 rs.
kM
1
desenlies a 1$100 a rara, corles de csssa (hita a
3g, chita feanceza a 2tl| ^olMl e 00 rs. > coci-
do, pecas de uiaT!>iTiO varas a i;?M)n, .',
r>&j00, C,7 e 8$, chitas inglezas de cores lisas a 200
rs o cavado, loalhas para mesa a3c -S, corles de
talca de brim de linho a 2$, dilas de meia casemi-
;aa2-j2O, vestuarios bordados para meninos, e
otras muitas (azendas que se vende por barato
preeo.
Em casa de N. O. Bieber
i C. rua da Cruz n. 4, vende-se
i.llampague de sunerior qualidade de marca acre-
ditada na corte.
I inia branca supeiior em oleo, latas de 25 libras,
por commodo prero caixas de latas.
Vcrjiiz e verniz copal.
.vljiodozinho da fabrica Todos ng Santos ta Bahia.
i:rilbantes de diversos lamanlios e de primeira qua-
lidade
Brim trancado de linho todo
prelo,
fazenda muilo superior; garente-se que nao des-
teta : na rua da Cadeia do Recite n. 48, loja de
J.fite 4 Irmao.
Bandeiras naci-
Vendem-se borzeguins para homem .i
para senhora a btHl, dilos para menina
(>>, dilos
de 2 a :t,
iiieniuo a
sapato.es para homem a !-, dilos para
;l": : na rua do Cabug n. ;.
Polassa da Russia
E CAL DE LISBOA.
No bem conhecido e acredit.ido deposito da na
da Cadeia do Reeife n. 12, ha para vender polassa
da Russia e da do Uio de Janeiro, nova e de supe-
rior qualidade, assim como lambem cal virgem em
pedia : tudooor urecos muilo ra/oaveis.
4 poi'liinclia es! se aca-
llando.
- 5 -= =- _
^" "2." 5 3
O r, ^^
I* __ Z ~

fcrc
C/2
e-a
m
en
x

LOXDRES
em garrafas c ni cas gar- \
rafas.
[|j CJ.Astlej &C.
| Seguro coolra Fogo
<4
os para vi
draca.
MinaH
ES
AGENTES
Z 'l! C J. Astlev A 6j a ca xa: na rita larga do
Rosario armazem de louca.
Vid ros para caixilhos.
Na rua larga do Hosario loja n. 28 ar-
mazem ele laura, mandam-se botar vidres
! ^' em casas particulares por preeo muito
commodo, assim como vendem se vidres
a retalho rio temanho mais pequeo at
mus de t palmos.
1 llfiideii'as nacionaes.
Muito proprias para festejos por occa-
, sio de SS. MM. II a esta provincia
No armazem do agente Pestaa
-?S
4
o
er
oo
Relogios ile ouro
inglezes. de patele, rendem-se por preeo muito
commodo : no armazem de Rarroca & Uedeiros,
rua da Cadeia do Reeife n. i.
i
Vende-se
m Folha de cobre e
amarello.
W. Esu,mo ei11 barra

h
oo
en
en
(; gos de cobre.
ffl Alvai?
loja de tres portas da rua Diroila n. 10
de
Na nova
rendem-se ricos cortes de vestido de seda blancos
o de cores com duas saias, os mais modernos que
lia no mercado, pelo diminuto preeo de l(Mi, cada
mu
o m
Modas para senhoras.
Gosto do Rio de Janeiro.
\. 10Aterro la Boa-VistaN. 10.
Ricos eiieito.- para eabeca, polseiras de contase missangas, cronolinas para soias i malakofT, ca-
misinbaa com mangas, dilas sem mangas com collarinhos ue guipure, alflneles com corronles para ca-
liello, grampas para segurar o chapeo, franjas de seda modernas, enchimentos para cabello da ultima
moda, Crocos de seda de todas as qualidades para enfeiles, plumas de todas as cores para chapeos
ou toncados, capas e inanias de lia, vidrilhos o missangas de todas as cores, tiras bordadas de bom
gOSlo e linas. Sabidas de baile muilo modernas, b^como um completo sorlinienlo de sedas, bareges,
miisselinas, usioes do mais moderno gosto, capinhas do fuslao para senhora, vestimentas completas
para criancas : no armazem de azendas do mundo Carlos I.eile A Irmao.
t
iade e Verniz copal.
Folha de Flandres.
ralhinha para marci-
neiro.
Vinhos finos de Champa-
nhe e Moselle.
Lonas da Ilussia e Brim
rua do Vigario n. 11,
vendem-se por mdico preeo tanto por
atacado em iluzias ou a retalho.
Brilhanls |
N. 11JRua do CrespoN. 11;
jj Jos Mara da Silva Lciuos socio !
Metal ffl j negociantes i
m ^ importadores de joias no Rio de j
e Pre- W' ^v JiU,,'1'0' cm a ,,tn,a ^ artici- i
l l)iU' ao rcspcitavcl publico dcsta
| .j capital tpic se acha na casa cima )
. J mencionada com urna linda c\po-
j sitao de obras de brilhanls do I
^ mais apurado gosto c qualidade, ]
g constando de ricos diademas, (i-
J tas, collares, pulseiras, broches, ]
i bivaseargolas, brincos, ancis c !
allinetos, cruzes c tos de grandes
if/U. pendas, commendas e hbitos de
ae-vela: no armazem g[S diversas ordens c differentes
de G. J. Astlev & C. 18 i 1 obras tudo de brilhantes c pedras
m M
5-^-^F^:-
coni avana.
ditos d
dilos d
cambraia com duas saias a (j! cada
tarlalana bordados de lindos goslos a
Chapeos prc*
/~
naes.
Vendem-se na rua do Queimado n. 7, bandeiras
nacionaes de varios tamanhos, muilo bemfeilasa
"00 rs. cada urna.
sorlimenlo de cha-
peos.
Chapeos de castor prelos de superior qualidade a
1U5, dilos fpince/es de seda a 7j?, ditos de castor
branca*a 14$, dilos de velludo a 8 e 9$, ditos da
lonira de lodas as cores muilo linos, ditos de palha
ingieres de copa alta e beixo a 3 5$, ditos de fel-
lro, um sortimento completo, dn 2$50 a OJOO,
dilos do Chile de 3951)0,5, G, 8, 'J, 10 e 123, ditos
de seda para senhora, dos mais modernos, i 12$,
r'iapeliiias com veos do ultimo gosto a 15, enfei-
les linissimos para eabeca a $ii)0 e 5?, chapeos
de pal lia escura, massa e seda, muito proprios pa-
ra as meninas de escola, sendo os seus precos mui-
lo em cunta, ditos para baplisado de meninos e
paoaeiM dos mesmos, lendo diversas iiualiJadcs
para cscollier, bonets de galao, dilos de marro-
>.]uim, dilos de velludo, dilos enfeitados, chapeos
delioa qualidade para pagem, chapeos ilc sol de
seda para meninos de escola, e mesmo para senho-
ra e para homens linalmente oulros miiilos objec-
os que seria enfadonho mencionar, e ludo se ven-
de muilo em coula ; e os senhores freguezes vis-
la da fa/.enda ficaiao rbnveiiiidos d.i rerdade : na
:i conhecida loja de chapeos da rua Dircila o.
lij. de Bento de Barros l'eij, **
INabucoiC. com loja na rua Nova
n. 2, acabamde receber pelo ultimo
navio francez um lindo sortimento de
borzeguins para senhora, como sejam :
Borzeguins de setim braneo com salto.
Hilos de setim prelo com salto e sem
elle.
Ditos de pellica preta gaspeados de
lustre.
Ditos de durarme gaspeado de lustre.
Dilos todos de duraque pelo e de cor.
Vende-se um carro de rodas, muito bem
construiJo e forte, com assenlos para 4 pessoas de
-dentro, c um assenlo para boleeiro e criado fora,
U.. .forro de panno lino, e tudo bem arraigado : para
lallar com o Sr. Poirier no aterre da Boa-Vista, e
no eseriptorio de James Crabtree \L., n. 2, rua
dailruz.
Cassimiro Lopes Brasileiro, morador no Cho-
la Menino, tem para vender charutos de cheiro a
~>OU0o cenlo, encoixodos.
I3g, dilOS tle cassa de seda de lindissiiiios gustos a
gura, propiio para colcha a 152" 0 o covado, chal-
Ij de lindissimos goslos a 1$ o invado, laa de flo-
res com patlres hotos e muilo lindos a 720 o co-
rado, cassas de cores muito linas a C40 a vara, ris-
cadvs franceses largos dequadiosa200rs. o cova-
do, grnsdcnaples de todas as cores o 2? o covado,
camisas francezas com peitos de fusta o a 2j800
caria urna, enfeiles com flores para eabeca de se-
nhora i 7' cada um, ditos de vidrilho prelos e de
cores o mais moderno que ha no mercado a 5$000
cada um, ricas gollinhas com manguitos de pafoa
a um, gollinhas de Iraspasso a 2$ e 29500
cada urna, organdys decores a OS.I a vara, palctots
prelos Oe panno (no a 25$, dilos de ditos a 20s;
dilos de casemira de cores a 200, cortes de case-
mira de cores a 538K), ditos mais finos a 7j>. cha-
les de merino bordados finos a 81800, ditos lisos
de franja de seda a 53500, dilos de louquim o 25
R S25, lencos de cambraia de linho c dados a 10$ cada um, e oulras muitas fazendas
que se deixam de mencionar, e se vendem por ba-
ralissimos precos.
Hacliinismo para engenho.
Xa funilieao de ferro
DO
ENGENHEIRO
/>. W. BOWMAN.
^stabelccAa na vua do
Brmu \iassana o c\iariz.
Sercxeculam todas as encommendas de machi-,
nismopara pngenho,coma superioridadej rcco-l
nhecida, e coma devida nresteza e cominodidade i
em pre o.
-No deposito do mesmo,
na roa dos C.uararapes, defronie da fundicau,
sempre grande sorlimenlo d
.Machinas de vapore rodas d'agua.
Moendas e meias moendas.
Tachas de ferro fundido e balido e de cobre>.
Alambiques de ferro.
Pardea e formas de assucar.
Bodas dentadas para agua e animaes.
Criros e boceas de tomaina.
Aguilboes,bronzes e parafusos.
Bombas e canos de ferro.
Moiuhos de mandioca e ionios de farinha.
Arados, rodas de carroca com eixes de palenle,
etc., eti.
Superior ao melhor
presunto de fiambre.
l/i liguas de vacca em salmoura vinJas
deLondre?, vendem-se nicamente no
armazem de Luiz Annes defroute da por-1
ta da alfande/ra.
iXova invencilo iperfeicoatla
Bnnds ou alinofadas
de crina para penteailos ile
senhora.
Vende-se unicamenle na ruada Cadeia do Reeife
n. 48, loja de I.eile & Irmo.
ende-sc superior linlia de algodao,brancas e
do cores, em novello, para costura : em casa de
SeuthaU Mcllor A C.rua do Torres n. 38.
Fil
com 2 1)2 varas de largura a 800 rs. a vara : na
rua d 1 Cadeia do Reeife n. 48, loja de Leite Si Irmao
Arados americanos e machinas pa-
la tararroupa : em casa de S. P. Johns-
ton iS C. rua da Senzala n. 12.
Sndalo.
Ricos leques, pulceiras, bengalas, Lo-
toes, cliicotcs como tambem essencia de
sndalo : no a trro da Boa Vista loja n. 7.
Na ruado Queimado n. l>
Chapeos prelos de pnTncira qualidade, e de forma
elegante a IOS cada um.
rr Vende-se um sitio com 200 palmos de frente
e 200 de fundo, no lugar da Torre, margem do
Rio Capibaribe, com urna grande e moderna rasa
de virenda, cocheira, estribara para 4 cavallos,
gallinheiro, cacimba com tanque e bomba, baixa
para capim, lodo murado na frente, e lado com
porlo de ferro : os pretendenlcs podem diriair-se
ao agente Pestaa, que se acha aulorisado a dar
as necessarias informaces, ea tratar da venda sob
as condicoes cstabelccidas ao mesmo pelo legitimo
:.
:
f.R:WDEE VARIADO SORTIMEMO
DE
^Fazendas inglezas c francezas c reu-i
pas feitas recebidas em direitora
Armazem
DE
NO
eloja l
asios
Baralissimo.
A 3$5U0\ 4^506 e 4$800.
PARA ACABAS.
Vendem-se na rua do Queimadc n. 19, os se-
gnintes algodaozinhos, a quasi por melada de sen
valor, algodao trancado americano com 20 jardas,
muilo superior a 3g500 a peca, dito liso americano
muilo largo com 20 varas, "pelo barato prrro.de
3">IHIo SSOOapera.
= Vende-se farinha tle mandioca em saceos, de
boa qualidade, saceos com milho, ditos com feijao
inulalinho, dilos com airo/, pilado e de casca, cou-
rinhos de cabra, tudo por preeo muito commodo:
no armazem da ruado Hangeln. 62.
Meias tle seda de peso
para senhora, brancas e pretas, e para meninas,
brancas e riscadas : vrnde-se na loja de I.eile J
liman na rua c|a Cadeia do Reeife n. 48.
Vendas.
Relogios de ouroe prata, cobertose descobertos,
ptenle inglez, os melhores qttte existem no mer-
cado, e despachados boje, vendem-se por preros
razoaveis : no eseriptorio do agente Oliveira, rua
da Cadeia do Reeife 11. C2, primeiro andar.
n. 2,
E pechincha sem igual.
Na loja do Preguica, na rua do Queimado
lem para vender pecas de algodao largo com l raras cada urna, pelo barato preeo de 1, peras
de cassa lisa lina a 250U : a ellas, antes que 'se
ac bem.
linas, sendo ludo vendido, alianca- ^
do e por preros commodos: "na m
rua do Crespo n. II, segundo
Tamlicm se presta a
quaesquer objectos a
andar.
mandar
amostra
%m
NA BA Df>0UKlMADO N. 40, FRENTE DA
LOJA AMARF.LLA E ROTULAS BRANCAS.
Um completo e rico sortimento de Bobreca-
sacas de pannos prelos e de cores a 28, U0
I e 353, casacas de panno prelo muito lino a
3 ^08, 4f>S e 509, palctots do mesmo panno a
S 24 o rij;, dilos do casemira a 1 i, 10.S e 18?,
|3 ditos saceos d.is mesmas casemiras pelos e
I de cores a 10$ e 12^, ditos de alpacas preta e
^ de cores a 4 j', diios de brim pardo a 4-350(1 e
pj 5tf, dilos de brim prelo a 5j>, ditos brancos a
R 50, dilos de esguiaodo ultimo gosto cor de
3 laranja a o.-?, sobrecasacos de alpaca muilo g
| lino a 7J> j 9.}, sobrecasaca de panno lino ^
h prelo para meninos a 15, 18 o 20, dilos K
g| de casemira de cor a 8 e 10, calcas de ca- j
g semiras de cores e pretas .1 8, !)", lOg, 11 S
p e12, calcas debnni de cor a 350it, 4 e 5$, K
| dilas de brim bronco lino a 0? e 7, colletes &
tle gorgnr.10 de seda o de casemira de cores e
M preto a 5jJ, 6. e 7?, ditos de velludo a 10 e H
j 12, camisas inglezas lano para homens co- .
g mo para meninos de lodos os tamanhos, se- g
3 roulas de todas as qualidades, chapos de
M sol de alpaca a 5, manteletes prelos de muilo S
m bom gesto a 30g e 40*, casareques de fuslo '
'A bordados compridosaJfetg, chapeos de castor
n Napoleio 8, ricos manguitos de punhos
B a i
': ira
bordados a 39500 b a 4g, ditos com gollinhas
5 e 0$, gollinhas de Iraspasso bordado e
..aiisparenlc a8$, cabs
Je meia casemira
S padrees modernos a 5, colletes de fuslo de
H cor ede brim bianco a 3g e 3g500 e oulras
M muitas fazendas e roupas feitas que serio pa-
ra lentes a presenca do fregus.
'''-'- :--.v- : I"-.;..--.v.; ;:.;-:...,:;.:;:;.::. : ;':
Vendc-se:
Mercurio doce.
Betroz
Lio ha de roriz.
Dila em uovcllos.
Cera de Lisboa em velas.
Gracha ngteza.
Couro de lustre.
Lazarinas e clavinotes.
Chumbo em lencol.
l'regos de ferro'de todas as qualidades : no arma-
zem de Jos Antonio Moreira Di'.3 & C, na rua da
Cruz n.26.
toque de avaria
Pecas de algodao trnnrado,' azul, com 32 cora-
dos por 450() : vendem-se na roa do Crespo, loia
da esquina que volta para a rua da Cadeia.'
Fazendas de bom gosto
Receben-so pelo ultimo vapor da Enrona corles
de vestido de seda de delicadas cores, com 2 baba-
dos e 2 saias bordadas, lindos enfeiles de llores e
froco para eabeca de senhora, bonitas chapelinas
de seda para senhora e meninas, assim como ti-
qusimos cortes de collote brancos, de velludo e
seda bordados para casamento, dilos de velludo
prelo bordado e de cores bonitas ; havendo outras
muitas fazendas, e ludo se vende por preros mais
baratos do que em oulras parles: na rua' da Ca-
deia do Reeife. loia 11 50. de Cunha e Silva.
Chapeos c roupa
fcita.
Cama & Silva, no alerro da Boa-Vista 11. 60 ren-
den) : '
Chapeos de fellro muito finos prelos e de cores
pelo barato privo de cada un,.
Palelots brancos de bretanha de linho muita Dea
a .i?(MK).
Dilos de casemira mesclada a 7.
Hilos de casineta a 6.
il'SS8 Je nu''a casemira muito bem feitas a '<
Pata concluir a liquidarlo das fazendas
da e\ ti neta firma de Leite & Correia,
MmIiW A llinPfll^aC vendem-se as seguintes fazendas, por
: muito menos de seu vaior, na ja de
quatro portas da rua do Queimado nu-
mero 10.
Braga silva & C, tem sempre no sen deposito da
rua da Moda n. 3 A, um grande sorlimenlo de la-
chase moendas pare engenho, do multo acreditado( mero lu-
fabricante Edwin Uaw: a Iraiarno mesmo deposi- Sedasprelos lavradas, superior qualidade,
lo ou na rua do Trapiche 11 wciin
Pechincha
a lJM00cada.um.
Cobertores de laa ; vende-se na rua do Crespo,
eseytna que volta para a rua da Cadeia.
i'
a
Vende-se para fechar cenias sacras com farinha
de manJieca pelo baralissimo preeo de G por sac-
ro : na rua da Cruz 11. 2(5, armazem.
Fazendas com pequeo lo-
que de avaria.
E' peeliinclia.
Na loja do Pre^uira, na rua do Queimado n. 2,
ha para vender peras de fmissimo amollo largo
inadapolo, pelo baralissimo preeo de 5, 3*500 e
39000 : cheguem, antes que se acabera.
Chapeos de castor pretos
c brancos
Na rua do Queimado n 37, rendem-se os me-
lhores chapes.de castor.
15600
2$00O
IjJCO
800
320
160
20
200
23000
2400
-SO0O
1?280
240
160
240
2^000
5S00O
egouo
34000
2.3000
3g000
400
2S5(K>
Relogios.
De novo chegaram os afamados relogios inglezes
de ouro.de patente, e estao a venda no armazem
de Roslron Rooker & C praca do Corpo Santo
n. 48.
Dilas ditas a 23 e 2g500.
Hilas de brim de quadros a 2 e 2\[>00.
Palctots de panno preto lino.
Sobrecasaca do dito
Calcas de casemira prela a 7#, 83 o OS.
Dilas de cor a 63500.
Pianos
No armazem de Adamson, Howie o\ C rua os
Trapiche n. 12, vende-se solinspara homem e pe-:
nhora, arreos praleados para cabriole!, chicotes'
para carro, coleiras para cavallo ele.
\a loja da estrella.
Rua do Queimado n. 7.
2OJ0O0
9
3
3
3
3
s
$
3
Saunders Brothers & C. lem para vender em sen
armazem, na praca do Corpo Sanio n. 11, alguns
pianos do ultimo gosto. recen l i mente chegados
dos bem conhecidos e acreditados fabricantes j'
Broadwood &Sons de Londres, e muito proprios
para esle clima.
Saias balo
Vendem-se as melhores e mais commodas saias
balo quo so pode encontrar por 5< para acabar
na ruado Crespo n. 16, esquina da rua das Cru-
zes ; na mesraa loja ha ricos cortes de cambraia
branca bordadas, dilos de phantasia que se ven-
dem por precos commodos.
MUTILADO
Esle eslabelecimento contina a estar sonido de
fazendas de todas as qualidades como sejam
Ricos cortes de vestidos de seda de 3 folhos
e 2 saias, e Aquile
Palelots de panno
Ditos de dito muito fino
Dilos de casemira de cor
Ditos de alpaca pretos muilo Onos e mais
abaixo
Ditos de ganga e de brins
Calcas de casemiras pretas e de cores
Ditas de luim braneo e de cores
Colletes de velludo preto e decores.
Ditos de gorguro muilo finos
Ditos de fustao
Camisas francezas de lodas as qualidades
Capara homem
is francezas bordadas para senhora
Loques da melhor qualidade e do ultimo
gosto
Mantas e grvalas de seda de lodas as qua-
lidades
Chapeos de sol de seda inglezes
Ditos de castor para cabera muilo linos
Dilos prelos os melhores que lera viudo
ao mercado
Taimas pretas do ultimo goslo
I asemlrasde cores para paietot
Corles de casemiras inglezas
Ditos de ditas francezas
Ditos de ditas muito Unas
Chapeos Amazona para senhoras e me-
ninas
Rua da Senzala Nova n. 42.
Vende-se em casa de S. P. Jonhston & C. vaque-
tas de lustre para carros, slns e silhdes inglezes,
candeeiros e casticaes bromeados, lonas inglezas,
lio de vela, chicote para carros, ( montara, arreios
para carro de um e dous c\ alie s, e relogios d'ouro
I -tente inglezes.
covado
; Grosdcnaple preto muito bom e largo, co-
vado
Dito dito mais estreito, covado
Camisetas de cambraia para senhora, urna
Tiras e ntremelos bordados
; Sortimento completo de chita de cores,
covado
Dilo de chitas largas francezas, bons pa-
droes e cores lixas, covado
Gangas do cores escuras e claras, covado
Corles de calca de meia casemira'a IgOOO e
Meias cruas para homem, duzia
Dilas para dilo muito superior, duzia
Atoalhado adamascado muito largo, vara
, Cassas de cores lixas e padrees vistosos,
covado
Riscadinho francez, covado
Musselina de cores das, covado
Oales dn laa com palma de seda, um
Corles de ralea de casemira fina de cores
Dilos de dila pela
, Ditos de collete de gorguro com palma
de velludo
i Ditos de dilo de gorguro e seda
Ditos de dito de merino bordado
Lencos de seda pequeos para pescoro de
senhora
Panno prelo, covado
( Dilo superior, prava de limao, covado 3j> e 43000
Superior brim naneado de linho, braneo,
I .vara IjJOOO
Dito do de cores, vara 800
Meias brancas para senhora, duzia 33000
Ditas para dita muilo superior, duzia 4J$000
Lavas de pellica para senhora, em bom
estado, um par IgOOO
| ATTE^AO. I
; Kissel, relojoeiro francez, vende relogios de ^
ouro e prata, concerta relogios, joias e mus-
fj cas, ja aqu he conhecido ha muitos annos, *
habita no paleo do Hospital n. 17.
Xa loja do sertanejo, rua
do Queimado n. 43 A.
Rcccberam em direiliira de Franca, de encom
40$000 i menda, os melhores chapeos de castor rapados,
25(000 sendo brancos o pretos, e aa formas as mais moder-
nas que lem vindo ao mercado, e por menos que
em outra qualquer parte, assim como tambem lem
um grande sorlimenlo de enfeiles de vidrilho pre-
los e de cores pelo diminuto prero de 4$ cada um,
assim como tem chapeos de sol "de panno a l20l)
cada um em perfeilo estado, aberturas brancas mui-
lo linas a 320, ditas de esguiao de linho a 1$ urna,
cambraia preta lina a 360 o covado, e avara a 560,
e a 60, cangas de cor a 540, brim braneo de linho
a 13200 a vara, colletes de velludo de furia-cores
pretos a "400, ditos pelos a 8 e a 9$, calcas de
casemira de cor a 7,8 a 11?, ditos pretos a 7, 9 e
12$, colletes de gorguro a 5 e 6$, saceos para
viagem de diversos tamanhos, meias cruas, por ser
grande porco, a IsO, ditas a 1600 e 23 a duzia,
finas a 3 o 4$, chapeos enfeitados para meninos e
meninas e senhoras por qualquer preeo, e tudo o
mais aqni se encontrar o proco, e nao se deixa de
vender
Para liquidar,
Na taberna nova da rua do Rangel n. 47, ven-
dem-se superiores vinhos de Lisboa e l'igueira de
480-at S00 rs. em garrafas, e cm caadas de 3J50O
ot 59OOO. Caf primeira sorto 20 rs. por libra o
por arroba 73200. Manleiga inglesa de primeira
sorto de 800 a ipOO. Cha hysson I36OO. Presuntos
do l'orlo a i>0 rs. Massas unas, como bem, macar-
an, olelria e talharim a 480 rs., bem como todos
os sortimentos pertencentes a um estabelecimento
desta ordem.
S
2J100
5$500
03000
>'ende-sc rap Meuron pelo mesmo preeo que
se vende 110 deposito geral : r;a rua do Rangel
numero 62. "
>
r


A

4
--i
GRANDE
yp)aiM
Gama & Silva, no aterro da Boa-Visla n. 60, vcn-
!em as fazendas'segunles, porprecos baralissimos
para apurar dinhciro :
Cassas francezas rauilo finas, cores (Isas,
corado
Melins para vestidos de lindos padroes,
covado
Chitas largas aiiudinhas, lindos padrees,
covado
Challysde seda com lindissiraos padroes,
chegados pelo ultimo navio francez,
covado
Ditos miudinlios muito bonitos, covado
Fular de seda, covado
Merinos para vestidos muilo lindos, co-
vado
Chitas encarnadas adamascadas para co-
berta, covado
Cortes de phanlasurpara Vestido, fazenda
muito superior
e 15a e seda muito bonitos
Ditos de cambraia com babadus bordados
Ditos ditos
D03 ditos
Ditos de cassas miudinhas, padroes mo-
dernos
Tecas de cambraia lisa com 6 1[2 varas
Laa de quadros para vestidos, covado
Chamelote prcto muilo largo, covado
Grosdenaples prelos muilo bons
llirospenlos de tartaruga imperalriz
I.uvasde seda enreitadas
Pentes de massa virados, o outras muita
DIARIO DE PF.RNAMBUCO.SK(.1UX1)A 1F.IRA 28 DF, NOYEMBIU)
SiO
160
10
ljOOO
720
19000
400
220
esnoo
12$O0i>'
s
DE
N.2-RUAD0 CRESPON. 2
Dcfronle do arco de Sanio Antonio.
@.
Attencao.
Acha-se. neste porto em franqu:a, para tomar
agua, o hrigiir francez Snnl'.\rnip>, <-i:o se desti-
nava Marlenira, com urna carga de burros e mo-
las muilo superiores ; pivine-se, pois, aos scnlin-
res compradores, que se dirijam a bordo para ver
os ammaes e lser negocio .- para qualquer infor-
tnacao queiram dirigir-se ao cscriptorio de Amo-
nmlrmaos, consignatarios do dito navio, na ra
da Cruz n. 3.
Grande sortimenlo de rou-
pa fe i la
Constatando em superiores sobrecasacas de pan-
no prelo lino, casacas, paletots de lodosos i i t i o s,
cores e qualidades, tanto de casemira como de al-
paca, seda e brim, colletes de velludo e outras
qualidades, calcas de casemira preta, de cores, c
de brim bronco muito tino, paletots de casemira
liara meninos de 10 a 15 anuos, completo sorti-
menlo de vestuarios para meninos de la 7 anuos ;
todas estas fallidas sao viudas em direilura, de
urna das pnmeiras casas de Pars, e os precos sao
os mais razoaveis possiveis : em casa de J. Falque.
EUSAL desdemos lempos primitivos ale 1850, por Cesar Cania, 12 rolamos irf Folio en-|lua do Crespo n. 4.
de mais de 90 magnificas eslampas, obra em que nada se poupou para o leitor ciicon-'
ronronees Ilustrados e ou-
NESTE NOVO EStABELECIHENTO VENDEM-SE
Uvros de religiao, sciencias, de letras artes, viagens, historia e classicos .
tras publicaeoes era diversas linguas.
Globos, atlas e mappas geograpbicos. t
Papel de hollanda, de peso, paquete, almasso, de cores e outros de diversos formatoc ratos
Irensaspara copiar cartas e outros manuseriptos, livrose tintas proprias. "* -
Livros em branco, peonas de varias qualidades a mais objectos para uso de repartiedoi-secretarias
casasde commercio, iileneilios para desenlio ele.
Arligos de bom gosto, fantasa
presentes etc.
Cartees e bilbetes pira bailes, casamentos e visitas.
HISTORIA UNIVERSAL d
riquecida
ecuriosidade das fabricas de Paris para uso dos
..r
elegantes t< ornatos,
Trelo a 6000 a sacca de 00 libras : na ra No-
va ii. 52
Irarnella crudicao, esludo solido e leilura agradavel.
AI.MAN'AK de lembrancas de Caslilho para 1860. assim coiiio
poupou p
completas desde o seu co-
2^000
9
t
fazendas
que se venden mais barato que em outra qualquer
parte, dando-se as amostras com penhor.
Capellas e grinaldas de
flor de laranja.
Vende-se na toja parisiense, ra do Crespo n.
10, capellas c grinaldas de flor de laranja, e enfei-
tes de flores, froco e vidrilho.
Queimado n. 40.
Grande e variado sortimenlo
DE
Fazendas francezas e rou-
pasfeitas recebidas emdirei-
tura pelo ultimo navio.
Dao-se as amostras com penhor.
S
350O """''" >"> """v* *-- -aiiuiu pura ioou. assim como colleceoes
3$l)1) MANUAL DE COSTAS j.i feilas para compras e vendas de assucar, algodo etc
Encaderna-se em lodos os gestos desde o mais simples em papel al ao mollior
38200 lmPr^e^cnf^el^to.omarc-sepapel com typo proprio e em relevo
dolmi^oTftBttH,[ e,rrmond? J '-ros e outros arligos tanto da corte e provincias
uo impera, como de Portugal, branca, Inglaterra e Blgica, com as condieces mais razoaveis
em panno
vontade
ou pelle.
dos pre-
Rieos cortes de vestido de seda de cores
de 2 saias..............................
Ditos de ditos de seca prelos bordados n
velludo...:.............................
Ditos de ditos de seda de gaze phantasia..
Ricas romeiras de fil e de seda bordadas
Taimas de grosdenaples bordadas........
diales de louquim brinco bojdadosa-305e
Crosdenaple de cores de quadrinhos co-
vado........:.........................
Dito de dito liso covado..................
Seda branca lavrada covado lgfiOO a......
Crosdenaple preto lavrado covado........
Dito dito liso encornado a lg600e......
Dito ditocom 3 palmos de largura a IJ600e
Sarja de cores larga com 4 palmos de
largura covado a........................
Gaze de seda da Clima de flores c listras
rifado a ..............................
Pollar de seda de listras gesto novo co-
vado....................................
Selim de escocia e diana de seda covado
Chaly de llores novos desenlios covado..
Barejedeseda de varias qualidades co-
vado....................................
Mi o velludo de cores covado..........;.
Velbutina de todas as cores............".
Selim de todas as cores liso covado .....
Biilbanlina branca muito fina a.... ......
Chitas francezas claras e escuras a 200 e
Casemira preta Ba a lg400 e............
Panno prelo e de cor lino prova de li-
mo a 33500 a..........................
Cortes de casemira de cora &Je..........
Cassas orgaudys de novos deseuhos a vara
I litas francezas muito linas a..............
Manguitos de cambraia transparente bor-
dados muito ricos......................
Colinlias de cambraia bordadas de ponta
Ditas de dito bordadas a 600 a............
Tiras e entremeios de cambraia bordados
liicas mantas pretas do linho para senhora
Ditas ditas de bloud brancas e pretas___
Chales de sada decores, pretos eroxos___
Ditos do merino bordados com franja de
seda....................................
Ditos de dito dito de la..............-......
Ditos de dito liso dito de seda............
Dito de dito dito de 15....................
Dito de dilo estampados lino listado seda
Lencos de cambraia de linho bordados li-
nos .......................................
Ditos de alisodao de labyrinlho 800 e....
Capellas brancas para noiva..............
Enfeites do vidrilho prelo e de cores......
Aberturas para camisa de esguio do linho
Ditas de dito de algodo brancas 2 de cores
Saias balao modernas....................
Chapeos francezes forma moderna........
Gravatqs de seda de ponta bordadas a vel-
ludo ....................................
Camisas fraucezas de cor c brancas finas
aljj800 e................................
Ditas ditas de fustn branco e de cor......
Ditas ditas de esguiao muilo finas moder-
nas .....................................
Seroulasde brim de algoeio e de linho..
S

8
8$000
1J200
1-Mlli
23(500
2$500
2|500
lj500
15000
I5OOO
lfOOO
900
500
50n
Este
seu pessoa
norante vitiiperaeo'dc"malevolencia.
uhllsshno estabelecmento aclia-se, Ta pouco lempo, augmentado tanto no material como no
w-^T'!'10i,ari,s hblhld Pra vencerquafquer opposico hoslil e desprezarem a g-
?eiacao de malevolencia. Offerocem a seus numerosos tregeles e ao publico em geral as
llS^^Sl^. S?SSi![^,ICia ? ""I Promptidao endeudado na exc'uco das obras as
OS tann s^ r^ r'' ^ i;!11?'-,C,1,rC MS ?6dC W*?*!' seguinles : machinas-de vapor de lodos
mS^SS^^JuJSSSAS'i d,amelr08- ,tod? deforl uu P" cubos de madeira, moendas
paracanna toda de ferro e independemos com os mclliorameiitos que a experiencia mostr ser in-
^^J^^^^^tt^J^Tn^nUaS^tU>u as fern,8ens Pa en8enho- "Chinas
*!drt .2,?n ii? laeiras, tamiues boias e todas as obras de machinismo etc., ele.
Taclias para eageo
Fundi^aod ferro e bronze
DE
;..........".....;..... ..-..
PEDwsiaom J. Lehinanii&BIuiu
;-
Ol'RO E RELOilOS.
:
l
briihan-
e pero-
Adcreeos de
j tes, diamantes
H las, pulseiras, alfinetes,
[ brincos e rselas, bo-
' i toes e aunis de diffe-
i renti e de mag-
nificos brilhantcs.
Compram, vendem e
trocan prata, ouro, bri-
lhantcs, diamantes e
JOALIIKIllOS
:
:
:
:
i\'a ruaa da Cruz 11. 55), segun-
do andar.
:
:
Refeliem-por todos
res da Europa e do
re obras do mais moderno gosto,
tanto de Frailea tomo desta ulti-.:
na capitanas quaes vendem com
toda a garanta na qiialidadc dos
metaesedos pedras, e pelos pre-
Aderecos completos de '
ouro, meios ditos, pul- 5
ceiras, alfinetes, brincos :
e rosetas, crdoes. Irn- i
ac vil,,, ce,in8i medalhas, cor-
ws Iio de Janei- 'vcs de oilr,) i,ara r,,|- j
gios, c outras militas '
Obras de ouro c do coral. ':
[".elogios patente inglez
dos melhorcs fabricantes,
ditos suissos, tanto de
ouro como de prata.chro-
: u,^mi,ni(,s eos mais commodos possiveis, ten- i ""'"iros "eios chro- i
, perolas, contras quaes- V iSBJip5 ,|J w ; norae,ras c lambpm r,>- ^
-. querjoias de valor, a ^IlipiC 8 (ll>pOM(,IO OS ll'e- i logios horisonlaes de ou-
: dinhelro ou por obras. : ruez^S 11IU lidio C Variado SOi'- ". '" e de P Vendem
.....
ment.
e trocan'.
vi.'.
.
1
700
800
501)
320
2500
7000
ToOOO
1|000
500
t
1$500.
3

s
75500
7JO90
OctlOO
4o50l
85000
u
1-3000
8
9
S
i
05000
8500
g500
25500
8
9
, Del
Neste estahelecirnento ha para vender-e um completo sortimento de relo-
outios taes como flautas, \ iolcs etc., etc A casi recebe directa-
mente dosmelhores fabricantes de Paris, eportanl pode vender mais barato do
que cjualqucr outra pessoa *
Venliam ver as pechinchas antes que je acabem.
Roupa feita para homens e meninos.
VAREJO E ATAC
Francisco Antonio Correia Cardozo,
teni un grande sortimenlo de
tachas de ferro fundido, assim
como se faz e concerta-se qual-
quer obra tanto de ferro fundi-
do como batido.
Vende-sc urna prelo de na;o Costa, boa fi-
gura, e ptima lavideira e quitandeira : na ruada
Cadeia do Santo Antonio n."26, segundo andar.
Cha rapan ha.
Vende-se superior champanha da marca muilo
acreditadaf.&G : em casa de MonoelSilva San-
tos, na ra da Cadeia do Recite n. G2, segundo
andar.
Lencos e labvrn-
tho
Na loja ao pe do arco de
Santo Antonio,
rerebeu-se ricos lencos de labyrinfo,,proprios para
as senhoras que tiverem deassislir os bailes.
Loja da boa f no
aterro da Boa-Visla n. 74.
Vende-se ricos manguitos com cantisinha e g i-
linha a 4!) e 0?, ricas gnKirhas de bordado .iberio1
al?ni) e 1g800, tiras bordadas i 800 e 1|00,
pintes de tartaruga virados muilo fortes a 12-,
ditos imitande tartaruga a 2f, ditos de tartaruga!
sen ser virado a 4-3 04)600, ditos imitando a I},
peca de franja para cortinado com 15 varas a 41500,
papel almace a 3$ o 3J500, dito de peso Uso e
pautado a SgSOO a resma, penas de lan;a a Ifi e
500 rs. a groza, caixinha com jogo de vispora ai,'
botoes de. madrcpcrula a 000 rs. a groza, ditos do
mais lino que ha a 1^120, ditos de lauca a 160 rs.
caixinha com alneles sortido prateado de rabera
chata a 300e 120 rs., caixinha com grampos a ifiO
e 100 rs., macos com 50 grampos a 80 rs., ditos
com menos a 40 rs., sapatdes do Aracoty para
meninos a 1^120 rs., ditos de inarronuim para se-
nhora a 800 c 900 rs. o par. ditos de lustre a I440
e 1 $600 e um rico sortimento de franja de seda,
la c linho, galoes brancos e de cores, bjeos e reti-
das, ditas a imitacao de labvriniho e mais com-
pleto sortimento de miudezas
menos do que em outra
Para igreja
Na loja da aguia de ouro ra do
Cabugn. i B
Vende-se luco de Labyrinlho muito largo proprio
para altar, assim como trina, galles e volantes >
arguras por preso muito en. corita.
tc-ias as
Leques.
Na luja da aguia de ouro ra di Cabug n. 1 l
vende-se os ricos leques de madreporola de ruuilo
gosto. assim como de outras qualidades chegai..
ltimamente da Europa.
Luvas de pellica.
Na loja da aguia de ouro da ra do Cabug n. 1
B, vende-se luvas de pellica muilo frescas para ho-
rnera u senhora, ditas fio da Ksceeaia o uUO rs.. di-
tas de cores a (00 re., ditas de algoilo a 2M r.-.,
ditas de seda enfeitadas para senhora a 1$0U e.
l0l)U, para meninas a 1J o par, assim cerno tape-
tes para laoternas de cima de mesa 3$5Wa\ crl
iihas com quairo arratinlias com estrato futo a
| JSfOt), ci outras muas mnin prtfimafian n gosto e
que se
qualquer loja.
vendo por
boa qualidade e que
barato preco.
a visla do llegue/, se veude p>r
~-"
Por difTerentes precos reste-so um
homem da cabeca aosps: na loja de
Nabuco&C. na ra Novan. 5.

IfAttencq ao segundo andar
to sobrado ta esquina da
ra do Queimado norcinta
da loja do Sr. Preguigaj
entrada pelo becco do'
PeixeFrito n.l.
Cortes de vestido de duass ias de
cambraia deeor mallo linos a 5jj003 |
Ditos de gaze de duas sfias phanta-
^
5^
ec"
Vendera-sericos pentes de tartaruga virados, a
moda a Imperalriz a 105 cada um, Fazenda igual
aos de 20f, assim como bandejas linas, tanto re-
dondas como quadrsdas, ca arlas e (rigideiras de
lodo o lamanho, forradas de porcelana a 480rs, i
libra, bulles de familias de todo preeo," clavinoles
e espingardas linas das melhorcs que lera rindo ao
mereado: na na Direita.'loja delerragens n. 3.
| Aos cigarreh'os e cha-1
'V
uv i\J-)l[
Roa da Senzala ltova n. 42.
Nesle cstabelecimento continua a haver um coma
pelo sortimenlo de moendas e meias moendas par-
engenho, machinas de vapor e tabeas de ferro bali-
do e coado. de lodosos tamanhos Dar dtu.
nuciros.
Campos & Lima tem para vender caixas
com fumo americano do muito boa quali-
dade e n preeo com modo : na ra do Cres-
po n, 12.
i ra Tan "i iai*min
^cndem-se easaveques e roupoes de cambraia
bordados, o melhor que existe neste mereado, c
por preco commodo : na ra do Crespo n. 23.
= Qualquer destes dias deve chegar da provin- i
ca de Alagoas, para ser vendida, una barcaca nova |
e bem construida, com as melhores mrdeiras, e
bem provida de bons massames, com eapacidade
para 700 saceos : quem pretende-la dirija-so ao caes
do Ramos, andar terreo em casa de Prxedes da'
Silva Gusmiio, com quem podcrio tratar.
Corles ce vestidos
de seda
i
II:
i
I ma senhora hbil e que iem estudado os me-
lliorainentns possiveis relativo a doces, araba de
preparar doces flnissimos de guiaba, com lindas
o com gosto especial, estando em latas e em
caixes, e girante um anno de duracao inaltcravel
debaixo de qualquer temperatura : este doce de-
nominado Goiabada Imperial ; prerino-se as pes-
soos que queirm obsequiar algum amigo nada
t mais digno e nem do melhor gosto do que um pre-
' sent deslc doce pela sua especial qualidade e tam-
bem por se acharem os caixes cas atas forradas
de papis lithographados com o melhor gosto e
oceio possivcl. a autora muito grata flcar aspes-
' seas que deiem impulso a este lao grande ramo de
industria, e tem em vistas mandar buscar alguns
apparelhos que se tornarao indispensaveis havendo
procura deste rico doce. Senhores estraogelros
maudai para a vossa patria doce raro e sem riva
O deposito unic i na ra Direita n. G,
Livramento.
su a
Ditos de velandinas escossezes a
Ditos do aeda duas saias a
Ditos do 3 folhasa
Ditos de blondo de 2 saias bordado
de cor a
Chales de froco ',', ponas a
^ Ditos dito de 5 pontaso
f$ Cfiapeospara menino conde de Ta-
^ ris a
<| Ditos para menina de crep a
5g Bonets para menino, russos a
w Basquines para senhora de fustao
cotnoridos ultimo gosto a
Ditos ditos de cambraia Qnissima a
Vestidos para meninos, de seda com
basquine de cambraia bordado a
Ditos para ditos todos de seda a
Vende-se nina armneo no bairre de San-Josi-
(iropria paru urna grande taberna ; na ra Direita
n. 80, se dir quem vende.
. iTfia.
Vcndem-se velas de espermacete em caixa a 7W
rs. a libra, e a relalho a 720 : na ra das Uroami-
rasn. 16. &
Vende-se urna excellente taberna com pnatua
fundos no paleo do Carino n. : os pretendcnles
dirijam^ni mesma.
Vende-se na ra do Cnllegi n, 5 o bom dme
de banana e arar e de goiaba fino por preeo mais
barato do que em nutra parte.
NA LOJA
20|MB
agooe
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0OSOO9 S
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8>0((0 3'
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2,')0itO S&
ir,5tioo
20 das
oitao do
\a roa do Queimado n. 37 laja de \
jioi-, -acaba de recebar pelo u!ino na-
to dr Havre um completo sorti-
ja seda de 2 saias, 2
lal.osqnacs se vendem
VIO A
mea)
batea
par pre<\ ,i.-oilo.
Botica.
No holel inglez quarto numero
Ciando sortimento de casacas de panno, sobrecasacas de dilo, paletots sobrecasaros, ditos de ca-
5,
s*?ll.?.cor^s-sobrtll'do de panno o phantasia, ditos Coacheman de duas vistas, ditos l^rd
,-----..._.,., ....^ wvuviivwviiu wu uiiuo Moma, unuo i c>u I3Ulin
di osfeitiossobrecasaco, paletots de brim de cores e brancos, ditos de riscadinhos francezeSJ dilos de
tetla do norte etc., etc., calcas de casemiras pelas f de enres rtii - e de cores, ditas
colletes de seda preta, ditos para baile, ditos de phantasia, vestimenta;-
quelinhas de panno e merinos pata meninos, calcas de casemira preta
de seda de cores e pretas, ditas de selim de una c tinas voltas.
Raleas de casemira preta selim 9$ c...... llgOOO
103000
4J500
53000
I
iogooo
Ditas de ditas decores 8$ e................
1>ita de meia casemira ...................
Di|as de brim fino e varias qualidades 3# e
Colleles de velludo, gorgurao, casemira e
selim....................................
("asacas de panno preto muilo fino 309 e..
Sobrecasacos e paletots de panno preto fi-
no 24 e................................ 35*000
Paletots de casemira mesclada golla de
velludo.................................. 185000
Ditos de alpaca preta muito tinos........ 10000
Ditos da merino setim pretos c da cores.. 9SOO0
Ditos de meia casemira.................... 7c0l)0
Ditos de alpaca pretos e de cor forrados.. 6j500
Ditos de brim branco e pardo finos........ 6jJO00
Ditos de brim de quadrinhos linos 3j500 e 5$000
Dito de alpaca preto ede cores............ 3$50l)
Itelogios de ouro patentes......,......... g
Nos armazens de Tasso Irmaos ven-
Arroz de casca.
Millio novo.
Farinha de mandioca.
Taboado de cedro.
Velas de carnauba.
Ditas steannas.
Marrasrjuino de zara.
Licores finos.
Champagne marcas acreditadas.
Conservas.
Farelo de Lisboa.
Descokrta.
Fil de seda liso.
Vende-se na ra do Cabug o. 2 It, loja de miu-
dezas de Joaquim Antonio Dias de Casiro.
Continua-se a vender fazendas por baiioa
DE
ei^ftiiMiim i rmmmo> m imm.
Sila na ra Imperial n. 118 e 120 junio a fabrica de salmo.
DE
Scbasliao J. da Silva dirigida por Manoel Garneiro Leal.
hJ Smpre ,Pr?.mP,0S alambiques de cobre de difTerentes dimencoes (de
W a JOOO, simples e dobrados, para destilar agurdenle, aparelhos destilatorios continos nafa resti-
ar e destilar espmtos com graduaco at 40 graos (pela graduacao de Sellon Cartieridos melhores sys-
teraas boje approvados e conhecidos nesta e outras provincias do impario, bombas de todas as dimen-
Coes, asperanles e de repucho tanto de cobre como de bren/e e ferio, lunieiras de bronze dciodas as
dimencoes e fetios para alambiques, tanques etc., parafusos de bron/e e ferro para rodas dagua portas
para fornalhas e cr.vos de fero, tubos de cobre e chumbo de todas as dimencoes para encmenlos ca-
mas de erro com armarao e sem ella, fugues de ferro potaveis e econmicos, lachas e lachos de cobre
fundos de alambiques, passadcicas, espumadeiras, cocos para engenho, fulha de Flandres chumbo en!
leiicol e barra zn.co em leocol e barra, lsnces o arroellas de obre, leu, oes de ferro "lta ferrsuecS
e inglez de todas as dimensoes, safras, tornos e folies para ferreiros etc/, e outros muitos ortisos wr
menos preto do que em outra qualquer parte, desempenhando-sc toda e qualquer enconune da
presteza epeifeicao ja conhecida e para commndidade dos Iregue/es que se di-narein
com a sua confianca, achaiao na ra Nova n. 37 loja de ferrugens pessoa
das encommendas. '
Bartholomeii Francisco de ftnza, roa larga do
Rosario n. 36, vende os seguinles medicamentos :
Hob L'Aflcctcur.
t'ilulas contra sezoes.
Ditas vegetaes.
Salsaparrilha Brist A.
DitaSands.
Vermfugo ingle/.
.tarop do Bosque.
| Pilulas americanas (contra febres}.
i Ungento Holloway.
Chape! iVias de seda c de!1^?^;^^,,,
Vidrosdc boca larga com rol has, de 2 oncas a 12
libras
Assim como tem um grande sortimenfo de papel
para forro de sala? o qual vende a mdico preco.
Joias... joias.. joias.
As instanefas de algumas familias notareis des-
la eidade, Marcos Wey!,(da casa de Domingos Mou-
linho, joalheiro ourives, ra dos Ourires n. 27, no
Rio de Janeiro] chegou com um completo sortimen-
to de joias do mais elegante gosto. Sendo esta ca-
sa favoravelmente condecida como casa de con-
fianca, c pelos productos superiores da sua fabrica,
seria fcil convencer-se do barato e das boas qua-
lidades das joias. Completo sortimenlo de conde-
coraedes brasileiras de brllhinte, ouro e prata dou-
rada, a precos commodos. Recebe-seem troco to-
dos os objectos de ouro, prata e pedras iinas em
qualquer estado : para tratar, no hotel inglez.
Na ra da Cadeia do Recite, primeiro andar,
n. 50. vendem-se :
Caixas com velas stearinas proprias para illumi-
nacoes.
Litas com ditas de carnauba superiores.
Courinhos de cabra.
Meios de sola.
Farelo de Lisboa.
Pomada.
Toalhas de panno de linho de difTerentes lama-
velludo para senhora.
Ricas cliapelinasde seda e de velludo
para senhora: na ra do Q&eimada a. 87,
loja de A partas.
Golas e manguitos.
Ricas golas e manguitos de cambraia
na ra do Queimado n. 37, laja de A por- j
tas.
Manteletes
Ricos mantelete
IOS
de brim phantasia e brancas
completas para enancas, ja- "lC0' manteletes de gi'osdeiiaplc 1'1-
ie cores para dilos, .aratas camentc bordados i na mu do Queimado
n. 37, loja de 4 portas.
Pentes de tartaruga.
Ricos pentes de tartaruga paca atar
cabella ruana da Queimado n. 37, loja
de \ podas.
Camisas francezas
Ricas camisas francezas lano de pea
de liaba cama de algatta e de fusta: nal "iJBfJSR bord
ra da Queimado n. 37, loja de i portas.' Contaa douradas.
Bonets para crianea
Ricos bonets de marroquim para crian-
ea: na ra do Queimado n. 37, loja dc'i
com
lonrarcm-nos
habilitada paia lomar nota
Aterro da Boa-Visla n. 10.
Industria norte-americana.
ramio marroquim para o forro interno dos carros, almofidas, travesseiros
etc., dito grosso pelo ara cobrir carros. ~
assenlos de cadeiras,
Ferros tle enfiommar econmicos.
F.sles ferros
sao hoje usados as principaes pracas da Europa e America,
o carvao, sao popnos para todo o trabalho delicado ou grosseiro.
economisam o lempo e
Chafalia.
, k baixo g Este ingrediente anda desconhecido ne;ta eidade (
;ecoatmesmo por menos do seu valor, | milia, reparticees publicas, marcinoiro8.Siros.eS'.
4 perlas g a todos os movis que tiverem sido enveraisados nindi
maior faciliade, lornando-OS como novos :
mao, atorro da Boa-Vista p, 10.
aflm de liquidar coritas : na luja
na roa do Queimado ti. 10.
AttenQo.
Na taberna nova de Luiz Jos Marques, ra do
7E' e nln'/nouivM t?, r\t'\ en8;,rraf'^n for I .No aterro da Boa-Vista n. 10 ha fitas para hbitos
720 rs. e mo possivcl haver lao bom nem tao ba- : sortimento de obras fritas cara homem rinda*
ralo. M.lho em saceos grandes i StfOO, dinhei- ; panno lino ^ >w,, V"."
rooua prazo, como coaviec ao comprador. |^ irffiil0. n u>u" t( M
da maior utilidade para todas as casas de fa-
seu misler C tazer revives o primitivo lustre
i em lempo muilo remota, o que se faz cora a.
no arma/.em de tz/.endas de aavmundo Curies
podas.
Luvas de camurca.
o
Na loja da aguia de ouro, ra do Cabug n. 1 B,
vendem-se luvas de tamuria proprias para mon-
tana, assim como de pellica Jouvin muilo novas,
para homem e senhora a 2J500 o par, ditas de al-
godao a 2i0, dilasde seda eufeitadas para senhora
a 2$500, ditas de lio de Escocia a 000 rs., enfeites
de vidrilho pretos e de cores a 3, i e 53, capellas
brancas para menina a 3>, enfeites de flores para
senhora a 4, 5 e C ; asim como perfumaras de
todas as qualidades, o mais rico que se pode en-
contrar, e a visla do freguez se fara lodo o ne-
gocio.
Para os senhores canociros
Na loja da aguia di* ouro, ra do Cifbug n. 1 B,
vendem-se lindas bandas com borla, proprias para
fardanicuto dos senhores canoeiros.
Enfeites para senhoras.
Na loja aguia de ouro, ra do Cabug ri. 1 n.,
vendem-se os lindos enfeites de vidrilho prelos
de cores, ditos de velludo cores escuras, com vi-
drilho e sem elle, ditos de froco de todas as cores,
dilos de flotes e laco de lilas, ludo do ultimo "os-
to, chegado nesles ltimos navios i Europa, c se
vende por baratsimo preco.
Caixinhas proprias para
minio.
Na loja da aguia de oupas rita do Cabug n. t B.,
vendem-se as lindas ratN,inhas com ainendoas de
eres, surtidas, do mais udo gosto que se pode
Apilos.
Palhetas lixadas.
Palhetas para clariuela.
Linhas de roris e de nmeros.
Itolhas e rolhes
Cadeirasesofis, assento de pathinha, de cu-cl-
ientes gostos.
Condeces, actales e 'estas de rime.
lindas de arcos de pao.
Bocees para seringa.
Cal de Lisboa.
r M-, %tM1
45llua Direita45
O proprietirio desle cstabelecimento reconhe-
cendo que com a excelsa visita de SS. M.M. 11. a
esta eidade tem de sedar um estrago horroroso de
calcados, em conseqiiencia das frequeutes paradas,
marchas, contramarchas e formidaveis passeios s
brilhantes lluminacdes, e condoendo-se das bolcas
naturalmcutc pouco fartas, dos bravos officiacs e
pracas dos patriticos batalhoes, cojos nomos 1ra-
zem memoria os feilos gloriosos dos nossos avo-
engos, deliberou, em homenagem a lao felizes das
bailar os precos do sen excellente calcado, a sa-
ber :
Para homens.
Borzeguins aristocrticos (lustre) 03000
Borzegums zouavos, obra fortissima [becerro] 8JU00
bS'.XtO
Itorzrguins cidadios (hezerro e lustre]
Bonegtiios econmicos
Sapa loes baledoics
Para senhoras.
53000
seis porlas em
rcnlcdo LSvrameata.
BARATO.
Pecas de cambraia branca de .-lpico para vestf-
doa3;500, ditas hordadas proprias para corlinadi.
e babadas com 8 1 [2 varas a 2|, ditas de cures. f.i-
zenda lina e lilas seguras a l a covado, chale-,
de merino eslampados a 4?, goltinhas bordaaa a
500 rs., ditas finas a l, manguitos litios aT5*H>.
ditos com gollinha a :Jr : a loja est aberla das ^
horas da oanhta s y da noite.
Vcndu-se um carro americano de4 rodas, asawi-
to para duas pessoas. piulado de novo, em bem .-
lado de use, leudo as rodas solidas enera, i..iu
arreio para um cavallo : nacocheira de A. P.our-
gois. na ra Nova, a tratar cun V. A. de OUrera
na ra da Aurora n. 26.
Vende-se farelo de Lisboa, em saceos grandes
e de superior qualidade," por menos preco que se
vende em outra qualquer pane : na ra d"u Rang.-l
n. 62, aimazem.
Eserayos fgidos.
ara
Borzeguins para senhora (primeira classe) 5*000
Ditos (segunda classe) 4;GoO
Ditos para meninas (primeira classe) 4jOOO
Vendem se formas do folba de ferro
para purgai: assucar, levando cada urna
lia ariohis: no arraazera de C. J.
Fitas para habitas.
e todas as. ordens. bom como tira complelo
rranca, er.r.v, paletots. casacas e sbjcasaM de
iroa/e Je rj Je Baymandu garios Leiie
por
encontrar, proprias par.v raimo, que su vend
preco bar.itissimo.
Vende-se Uotft carioca cora um excellente
"-~ boi ji esperimciikado ao scrvicodcsia puta
ver e.tratar,
numero 18.
para .
ni)3d.aiia da ra lar-^ do'Bosario
AkalrlcK
"cullrn-se barns de alCAkfto, nos.
lAndoade & Caansollo, na.miada tbui
X%Q-s no largo d;, \s-iiDhu? n <)>A.
[Astlev &C, ruada Cadeia do Recite.
a ra Direita ii.28vende-.se riquissimas cai-
xiuhas proprias para presentes lano dietas romo
v.izas. cousa do ultinio gosto, principalmente para
as senhoras do bom gosto assim como tambcui ricos
papis proprtos para cibrir presentes tanto redun-
da como oval; tambera se ipromiitam bandejas de
lodos os lmannos a vontade dos compradores, o
eiiio n mais moderno que pule haver, c inuitos
entras ebjrctOSproprio para a f.sla ludo por mi-
de Deos-na'os preco que coieulra qualquer parle, a dinbeiro
Ja visu.
armazens de
Fugio do engenhoCajabuss o mulato Bicar-
do com os Signaesseguinles : estatura menos-que
regular, idade 20 anuos, cor bron/.eada, cabellos
crespos, testa pequea, lem falla de um denle na
trente, corpulento, pescoco bstanle curto e falla
milito descansado ; este escravo natural do 1'ar..
e foi comprado nesta praea ao S"r. Francisco Xavier
de Oliveira : quem o pegar ou delle der noticia m
abaixo assignado, ser generosamente recompen-
sado. Hecife !7 de novembre de 185.
Manoel ttarbo&t da Silva.
Fugio do engenho Covos, boje 23 de novem-
bro, o escravo Francisco, cabra, alto, cheio do
corpo, cabellos anclados, rosto algum tanlo aes-
carnado, espadando, con: urna pequea rotura ci-
ma do umbigo, anda algum tanto curcuiulo, pecea
grossas, pes grandes e lies graudes e largos ; levou
camisa e seroulas de algodo azul trancad, cha-
peo de couro j velho. I'.sie escravo c di sertiiu e
foi comprado no Recife ao Sr. Antonio Jos l'erei-
ra : auem o pegar love-0 ra Direila n. 14, .li-
sera generosamente recompensado, ou ao mesase
engenho cima. Acha-se tambera rugida desden
da 15 de OUtubro a escrava lula, crioula, repr-
senla lerdc idade 45 anuos, pouco mais ou menos,
lem os signaes. seguinles : cor pela, j pinta, bai-
xa e chea,do corpo, lem em ambos os lados do
rosto signaes de fistolas, proveniente de dor d
denles, lem pelas peinas ftidas ou marcas se j
estirercm saas. Fsla escrava levou alem da roupa
azul do servico vestidos de chita e chales ; foi
comprada no Hecife, leudo sido do Rio Formoso :
o abaixo assignado roga a todas as autoridades po-
liiiaes, o que alem da paga licar eternamente a-
gradecido. Engenho ('.ovas %l de noverabro. de
18>9:Francisco ios More ira da Cosa.
Fugio no dia 18 de oulubro do crlenle ansa
um escravo erioulo, de altura regular, secco Jo
corpo, rosto coraprido, bem barbado, el nos peque-
nos, muita falla de denles, bastantes cabellos bran-
cos na barba e em cima do beico junio ao narr,
lem urna cicatriz procedida de urna espinha, quan-
do falla d um geito na bocea para o lado da mes-
illa cicatriz, nteslrc de assucar e carreiro* quem
o pegar pode levar ao engenho Concordia, cima
da povoaeao da Luz duas leguas, ao seu seniur
Jos .lleudes Carocho da Cunha, que ser bem re-
compensado
200$ de gratificaba.
Contina a oslar fgida a escrava Isabel, que es
dias do mez de (everero do coi rente auno, se au-
senlou do poder do abaixo assignado ; lem ella,
pouco mais ou menos, 30 anuos de idade, de cor
parda clara, com o cabello quasi coriido, bastante
gorda, e lem na mao direita um dedo muito grossa
em consecuencia de una enfermidade que tev-.
Foi vendida nesta naca peloSr. Domingos de Son
za llanos ao Sr. Thoinaz de Aqutno Fonseca, e o
abaixo assignado a borne por compra que fes ao
Sr. Pergenlino de Aquino Fonseca ; provavel qne
tenha fgido para Pianc por ser natural desse lu-
gar e lev sido escrava de urna senhora viuva, pro-
pietaria da fazenda S. Itoatentura, junto a povoa-
cao>da Misercoidia de Pianc : roga-se a appre-
henso de dita escrava, e o abaixo assignado pro-
melte a qoanlia de 2(M)5 a quem lhe apresentar M
ruado itrum, arma/.em n. 28. Declara-si' lanabflM
que lera de proceder contra quem a deliver de
baixo de qualquer pretexto.
nt da Silva I.oio.
Escravo fgido de bordo do bri-
gue brasileiro Carnacuan.
Pedro, idade \'i anuos, cor fula, naco Naga, al-
tura regular, levou calca de algodo riscaJo e ca-
misa brinca com peilo riscado, chapeo do penan
prelo, parece ser erioulo pela falla : pede-se ,s
autoridades pocuea e capiles de campo que del-
le soubereKi, e prendei e leva-loa bordo do mea
mo brgue que se acha tundeado :ic forte do Uat-
los, ou ua roa di Cruz do Recife, n;> cscriptori dfi
Amerim Iraiaes.
MOTILADO


.'
Litteralura.
DIARIO PE rEnNAMCUCOSEGUNDA FF.1IU 28 DE NOVEMBRO DE 1859.
Raas legendas TAiiiica.
Aio ha espectculo niais inteiessanlc 4o que
evocar, depois de Voliicy, o genio do passado., per-
"trcndo-se as planicies o montanhas fAtci, es-
-* lena dassica das ruinas, esse solo to despo-
jado, case camfteriode tedas as ragas, essa lona
maltratada pelos barbaros, qae parece cercara
frente envergada sob reeerdaedes grandes e iris-1 j i7." ^my^iwmlm^uTYiSSiirm
.1 i -i estirados sermoes* sobre a vaidade das causas hu-
iuranle se:s me/es do mino pascado as nimbas ni;,nas
hutas se estragaram as tuinas que jiincan o soto
os gladiadores. O ihatro est nteiro ; a esses i essas petnOcacoes representa"! o irmao que contra
magnficos vestigios s fallam o espectculo e 80 (odas as leis divinas e humanas, ia casar com n
espectadoras. j irmaassim esmo o raaraboul e as teslemunhas
; sao deste casamento incestuoso, todos fulminados e
leste. O camello que
ment nao escapou
...ostram com gravidade o
bslado. Mulls vezes dislrahwne, no pateo ou no pedaco de pudra que representa o pobre animal
miarlo da casa em que eslava alojado, a dedror Dalii veio oiiomc lo Hammam Meskouinc ba
insrrpcocs latinas quasi apagadas das paredes, mo-
numentos de pedra, proprios a recordar-nos o nada
r~w.--.. n m.i.i uaMn C9UIU o maiauoi
Em (juelma abundam as ruinas romanas ; sao deste casamento incestuoso,
to eommuns, que despiezando a antiguidade CO-1 petrificados pela colera" celes
mo verdadeiros Yaiikees, o genio c os habitantes levava os presentes do casan
tetn-as utilisado para levantar casas e edificios do petrificacio o os rabes mostr
tetarlo Mllil -li viin Hitpihi_nin un in!..r mi im .....!..... v.nJ_. ......___._
da Nuniiilia romana, hoje provincia de Constantina.
Ol meus olliosestragar.iin-sc a decifrar as insrrip-
'.'ies latinas quasi apagadas jlo lempo sobre as
pudras vermiculad.-.s romo i esponja, caberlas de
**tyrioes. A essa lembranoa, as corujas dos perli-
*ose dos templos pagaos ainda como que se espa-
' 'jaai Bomeu cerebro, o a poesa dos seculos se
*ueul<>a nos bicos da minlva penna.
A oiinlia primeira cxcnrs.o, necropoles afri-
anas foi s ruinas de Hamniam-Meskoutino, em
traneez, banhos dos malditos, dos condemnados,
aldas celebrcsem que as legues romanas, fatiga-
das pelas marchas sob nm sold fogo e os comba-
<*esucessan1es, vinharn refocilar-se, o repararas
Perlo de Guelma, achnm-se as ruinas
ilml. Poi all, a acredi tormos Salluslio,
de Su-
que J i-
. do
rifados malditos ou dos condemnados. Todavia,
eis a verdadeira legenda rabe, lalqual a ouvi con-
tar pelo sabio Mae-Carty.
Brahini e Palma linham dous filhos cujo nsria-
mcnlo apenas fura separados pelo esparo de tres
celheilas.
Ali, o primeiro dos quinze annos, era o maisbel-
_ ,, ., .-._---, ., ... ..,., .. ,-i..... mi uu> iiiini/.L .iri!M'>, era n inais 061-
urina tatema os scus Vhosouros Soolgumos pe- 1o cavalheiro da sua tribu. Ningnem melhor que
Oras rei'iirilnm a > ivn nuin .,, n., j...____...... ,, ""-"" 4"<-
dras recordam a Suthul de Jogurlha. De resto, um
autor prolendeu que Suthul apenas tinha sido um
dos bohos de Cal.una.
Part de Guelma para Meskonl'.ne comdous ami-
gos munidos como eu de boas espingardas, porque
muilos habitantes haviam-nos aconselhado que
nos armassemos contando-nos a seguinlc his-
toria :
Um medico, viudo de Paris para estudar a orga-
nsacao projectada de umeorpo de mdicos france-
zes quo deviam ser repartidos entre as tribus ara-
bes di/.imadas por lerriveis molestias, viajara alm
isrfapartBUs. Orac.as .fflcaciadessas aguas.de Mt.z.Anil.riCm companliia de um dos scus col-
te Z,?,i 1 n","s:'v1 ^ fen- lesas de HOne c de alguns spahis, quando os ca-
^, P T"':0", P! f al lviad0-.Lra :'s- vallos pularam pasando ao lado de um magnifico
ZL ?Z>i,"ex X2 C *" Lea0 Pre, delad0 eslda- 0svallospasVaram
*Lt ,k ?', i ,- "''P'essa. Mas o medico francez assenlio o pare-
j*f* 'hermaos de MeAooUne.stemlra Bono cef do roUarem c do irem ,.ei,jn,,r s0 0 1e5f, era
-V1? dir.gw.do-.ne para de pedr0i C0I|11( 0 |e8o das Tulhptia8> 011 de carnc
.- ,. ... osso. Poi dito e oilo. Os srtahis carrezaram as
Iftofc.wd.Uopiltoresco como a Irada que espingardase oram posUMe om frente d. Mo,
essa a immensa plan.ee de Droan, cojos li- distantes alguns passos. O animal, perturbado as
miles os olhcis nao alcncam, e costea o encost
rugoso dos montes Eduugh al o lagoFetzara, onde
omorrer os contrafortes de Atlas e deitar-se co-
mo o dromedario que cali sob o peso do
lirdo.
Oepois de ter passado o burgo de Penlhievre, so-
be-sc a estrada a pique da garganta do Fedjoujc
'H*e atravessa urna das mais bellas cadeias do
illas e desenvolvere parallelamcnle amiga via
onuua que ia de Heppona a Cirte (Constantina)
\lguns rabes estavam de guarda aos rebanhos
le pastavam nos llancos escarpados do Aian
Jiouga.
V garganta de Fodjouje faz lembrar um dos mais
'listes e dos mais gloriosos fados da guerra de
Constantina. Os batalhoes fran ezes dizunados a
daetape desde Constantina, foram atacados por
ana porco d>! Arabas que os erivaram de balas.
1 >3 feridos caliiam no despenhadeiro no fundo do
pjal achavam a raorte. A senhora de um capitao
bilocada em um carro de ba^age.n levaiitou-lhe a
iMberta e olhou com tanta intrepidez como jangue
rio para os incidentes dessa horritel lula ; feliz-
mente foi poupada pelas balas. Emfini, sahindn da
suas meditacoes. vendo-se assim observado, sen-
I tou-se e poz-se a olhar cora a mesma curioaidade
para os indiscretos. O leao Illa va com mais prc-
dileccoura magnifico macho -da companhia dos
espectadores, eaoqualnao tarjara milito a pro-
| var sua sympalhia. Mas os nossos espectadores
acabaran] com a entrevista e voltaram as costas ao
leao quo como ainda nao tinha satisfeilo a sua cu-
nosidade, acompanhou-os o espago do tres kilome-
tros como um caozinho. Vendo quo os viajantes
I cram nfaligavcis e que fagiara sorapre como urna
: mcragem do descro, o leao prcto fenunciou ae
segui-los o dcsappareceu.
Apegar os nistras predieces, nao tiremos
, niusjeiiconlros o podemos admirar com toda a 80-
i guranca os encantos da natureza africana. Nunca
a \i mais esplendida, mais magestosa e mais se-
| doctora do que no trajelo de Guelma a Meskou-
l.ne.
O Scibouse, que amos costeando, rolava suasa-
guas coberlasde loureiros rosas, por um verde valle
plantado de oliveiras. I.ogo que os nossos cavar-
los passaram o rio a vo o nos acharaos como for-
izas perdidas no meio das moatinhas, conlrafor-
i^rigosa garganta do Fedjouje, o pug.llo de bn-itetdo pequeoAtlasVcujWoVmis"evados"cor-
TuL^n" a eSSa sa"Suinole"u rel,raua P" '^am o liorisonte ao paVqueos oiteiros fugiara
a^ .ii f 6in Prospectivas infinitas do lado do deserto. Nem
W.n^f;rSTprB ?"fe.fcz-8. *Iecer umapessoa vlnha animar cssas solidoes selva-
^8 Por urna aborta que azem oso.- geBs, outr'ora percorridas pelos exercitos romanos
teos.os oll.os encantados descubren, as ondas, do eob, ros de ferr, e pelos Numidas de Jugurlha e
Sil .^f11 se em o azul do eco c pare, de Traefarinas. DmiCUI abandonada ^z com
-Ia?So,tP t |!,al!SBIatear" ^ q"e b""*nte se Pe antiguidade paraos
' ,s,;lel,n,n,c"1 d Puraagem_com ten.pos modernos; o instillo deJU-j-Amer, re-
K?lo pa faZCm h Suanueoes rUgio dos orphus d(,ixados p(1,os cu|onos a
!:, ,:________, .:..!_____....._____I .neia.d!1 Constantina, e dirigido por curas, padres
Por oulro altaixamonlo dos oileiros moslra-se um
annlio azul do Mediterrneo ; o infinito do co,
do mar e das montanhas.
Alm do Fedjouje a perspeclivi taabem bella.
< ,,,i ^, :. 'ii i-i .---------~ 7. "!" "! u?su t.ispersao r neiiei o meu
^Sj?e*aIS n,a' har* 1l!-l2"SC !nfln,-, "na,B0 d0 MfSo abandonado, onde
jn immensos espacos e nao e dolido ao sul senao
pelo curan io monte laia, e do lado do Guelma
pelo cume radioso da Mahouna, cojo abaixamenlo
iaz com que os rabes digam que a burra do Borak
K projihela alli dcixou o signal da sua sella. A
Maimona e entras montanhas as cercanas de
:-ueliiia foram o Iheatro de una insurreicao rabe
:m 1852, poca assignalada pela expu'lsao dos j
I raneczes da Algeria. Porm Moulesso, o senhor I
ia hora, e Vouledra, o pai da forca, nao leudo ;
soccorrido os niusulmanos como formalmente ha-
viam promeiiido aos fanticos marabouts, foram
s rabes vencidos ainda una vez e submelte-!
am-se.
Aaldeia dcHelliopolis do casas occullas pelas;
plantas trepadeiras, est collocada como um oasis !
no roe.o do deserto. L'm colono rico de llelliopo-; mo -nihusiasmo que Christorao Colombo gritando
na reuuio em sua explorarlo bomens de todas as lerr" '
s : Negros. Arabos, Italianos e Uallcses. ls
fizerain-lhe nm jardim magnifico, defazer H";IS.
i scurecer o do Paraizn Inrmctnt Vimos ilohnivn a medida
Vegros fizerain-lhe un jardim magnifico, de fazer B8US em ebullka
Paraizo terrestre. Vimos debaixo a lnf','1
Agosliohos e freirs Agostinhas, que infelizmente
nao souberam dirigir bem csse eslabelecimento.
Pobres orphos de Mez-Amer, oque foi de vos,
depo.s da vossa dispersao? Deilei o meu cavallo
do instituto abandonado, onde crescia
multo capim ao pe de urna cruz de ferro toda on-
ferrujada.
Emqnanlo eu senta o coraco conslrangido an-
te essa ruina da civilisacao frnceza, os meus ami-
gos linham parado ao pedo famoso oileiro, tomado
e retomado pelos franceses e rabes na retirada de
Constantino.
Emflm, arrancamo-nos a todas estas recordaroes
pungentes e lorgamo-nos & galope para Meskouli-
ne. Os nossos cavallo.s levaram-nos por urna es-
trada eslreita aborta na rocha sobre um abysmo, o
fundo do qual sorri um vallo fresco, c murmuram o
Oued Cerf, e o Oue.l Bou-Handcm, cujas aguas
reunidos formara o rio Scibouse.
I'm dos nossso exclamou Uetkouine, com olmes-
--ihusiasmo que Christorao Colombo g
.' ao descobrir as plagas da America.
3 riamos urna nevoa espessa formada
elle domava um cavallo fogoso ; atirava perfeita-
mente a lanca na caireira, e feria com loda a des-
treza urna hyena ou urna pantera; e essa coragem
brilhante nao fazia dcsappareccr nenhuma das ara-
ras da jiivenlude.
Aurida (llosa) sua irania, era bella corno a flor
de que tinha o nomo, fresca como o roci da madru-
gada ; scus ps eram ligeiroscomo os da gagella '.
as raaos eram maclas e brancas como leite; os
olhos scinlillavam como estrellas no seio da noite.
Amavam-se ambos com toda a pureza e ternura.
Os pruuciro3 ardores da mocidade, longe de enfra-
quecer esses lacos sagrados, eslreitavam-os cada
vez mais.
Embado as mocas da tribu provocavam. Ali
com os olhos e com sorrisos ; debalde as ruido-
sas dansas, Amida se via rodeada de jovens ca-
valleiros amigos de seu irmao a rendcr-lhe home-
nagens ; e esses dous coracOes ficavam incensiveis.
lara Ali, naohavia moca.queigiialasse era belle-
za a Aurida ; e Aurida dizia comsigo que nao ha-
via hornera coraparavel a seu irmao.
J, csse sentimento tao terno que Ihes enchia as
almas, pmlava secreta perturbato. Aurida co-
rava com os beijos do irmao Ali ficava trmu-
lo como a baste do asphodelo quando tinha entre
as suas o mo ardenle de sua rmaa.
Km pouco foi completa a revelado ; esse amor,
ate cntao lao locante, nobre epuro, tornou-se urna
pai.vao incestuosa e culpavel.
Ouem o acreditara? Os pais nao procuravam
extinguir esse amor sacrilego.
I.' por que Brahim era rico e possuia immensos
rebanhos que cobriam as margeos do Chadraka,
quando iam alli noite matar a sede antes de vol-
larem ao donar. Essas leudas, esses bois e esses
escravos, todas essas riquezas de Brahim uno se
reparliriam se oinnao o a irmaa se unissem em
hymineo incestuoso.
Entretanto Amar, o cadi. era nm homem de
uem, justo e subniisso lei de Dos; resisti s
culpareis intences de Bahim, aos rogos de Ali, is
lagrimas da moca.
Horror l'm manha o cadi foi adiado morto
na sua leuda e no se pode discobrir a mao que o
havia ferido.
O virtuoso Amar leve por successor um hornera
poderoso e considerado, que tinha aniisade com
Brahim havia muitos annos.
D'ahi a pouco o casamento de Ali e de Aurida foi
annunciado publicamente e o cadi nao se recusou
a auxiliar essa uniao culpavel.
Fizcram-se os preparativos do casamento com
pompa ; ante a luxo ostentado pelo veiho Brahira a
consciencia publica calou-se.
Fixou-se o dia ; de toda a parle chegaram ca-
valleiros ricamente trajados ; leudas hospitaleras,
de brilhantes cores, levanlaram-se ao longe na
anicie, pelos cuidados dos escravos do Brahim
E para que os lio meus nao penara a memoria
dessa punicao solemne, para quo sempre a ira re-
leste se mostr presente e nao satisfeita.Deos per
mitte que as fogueiras do festim ardam eternamen-
te, e que urna fumaca espessa e aguas ardentes sa-
jara do seio da trra e que graos brancos, serac-
Inanlesaos do couskoussou, cubrara o terreno.
Urna explicaco scientiftea das aguas thermaes,
dos saes alcalinos, c das conos calcreos do lleskou
kine, poderia valer esse engenhoso romaneo rale
atlnbuindo todas as revoluces do globo a crimes
comraettidos pelos hoinnis'?
Muilo lempo antes da nossa oceupacao, os ind-
genas linham reconhecido a efllcaca das aguas
thermaes de Meskoukine. Os enfermos bebiam essa
agua, lavavam-se ocas ello, e levavam-a em garra-
linhas o.i em pellos de bode.
Para curar as enfermidades inveteradas, as sa-
cerdotisas aiflbesfaziam sacrilicios religiosos a mar-
gem das fontes. Anida hoje as negras marabouts dio
aos. que s sasidolatris,.
i Depp'js da'lat accendido velas cm torno das for-
tes quojberfamam com cacoletas cheias de aromas
subanotfem as victimas, de ordinario um carneiro
ou urna ave qualquer, a purilicaco, a uneces de
ojeo e de folhas do henn. Ento o sacri'licador,
vollado para o oriente, encosta a faca sagrada sobre
o pescooo da victima e corta-lh'o; o sangue guar-
dado pelo doenle, que banha com elle todas as par-
tes enfermas do corpo, e leva para casa o cadver
dos animaes inmolados.
Se bom musulmano, a cura 6 corlo. Entretan-
to, para que o sacrificio tonlia bom xito, neces-
sario que as penas dos frangos vollem sobre a fon*
te e quando carneiro, que osle tenha, agonisan-
do, certas cripitaes conhecidas s pelos sacrilica-
dores. E o segredo dos deoses.
Essas ceremonias idolatras terminam-se com das
as de negras, acompanhadas pelo bamboula e por
gritos homveis capazes de assuslar os proprios dyn-
nouns ( demonios. )
Segundo dizem os rabes, o ruido subterrneo
que so ouve passando-se sobre, a planura das fon-
tes 6 produzido pela msica infernal dosdynnouns
genios quedevem oppor-se ao nosso eslabelecimen-
to nesse paiz, do mesmo modo que j deitaram por
Ierra lodosos estabelecimenlos romanos cujas rui-
nas juncam o solo de Meskoukine. Oulros rabes
pretenden! que os cones das fontes representan) as
leudas petrificadas dos seus antepassados, aquelles
que aifcctam urna forma rrigular sao homens, mu-
llieres, meninos, ouonimaesda tribu.
Outra verso qiier que Salomao tenha confiado
a guarda dos bauhos que elle tinha criado em di-
versos pontos do globo, a genios surdos, raudos e
cegos, afira do que nao podessem nem ver, nem
ouvir, nem contar o que nelles se passasse. Porera
vede a maravilha I
Ha dous mil annos ninguem lera podido fazer en-
tender a essses dynnouns surdos e obstinados que
salomao morreu, c elles conlinuam e conlinuaro
a aquecer os banhos atofim dos seculos. Vproxi-
mando-sc o ouvido do orificio das fontes, pode a-
crcditar-se com elfeilo era um inferno habitado por
urna leg.ao de diabos, porque sobe ao rosto um ca-
lor sulhciente. e fere-nos o lympano um ruido slri-
denie. As nossas bengalas rnettidas na agua co-
bnram-se logo de um verniz calcreo de urna al-
vura d.slumbranle. Todos os objectos deixados por
algum lempo nagua, cobrem-se de curiosas petri-
iicaSoes. Tinhamos vontade de cosinhar o nosso al-
moco nessa raarmila natural acquoeida a 100 graos
a exemplo decenos banhistas ; mas a sola dos
nossos sapatos que era muilo fina ja come<-ava
grandes fogueiras ^^^2 arde7 .%-.* pru^rcraon^ ^?J
ban ueles uicessaiites. o tmuLniKinn r,.pv-, nn,! n,,-----:______:.:.._,uu;'."-'"tiiie aesa torna-
Jos seusajoupas do juncos entrelazados, esses na-
loracs de'f oiiiboueton ede Fezzan que compensara
t sua fealdad physica com urna coragem, urna
ed.cacao toda prora e urna bondade real,
;;jo segredo os brancos perderam ha muilo
inpo
Ap-
pelas
de llainmam-Meskoutine. Mas
e avancavaroos, levantava-se a corli-
ban ueles iucessanles, o kuskoussou" ferva em
immensos vasos ; assavam-se as brasas bois e car-
neiros inteiros. Os mancebos casavam as suas cali-
ces com a bulha da fantasa ; o rinchar dos ca-
vallos, os gritos da multido misluravam-seaossons
agudos do llioul e da dherbouka.
Silencio alli vem o cortejo !
Vede a noiva, como bella, e como eclypsaesse
enxame de mocas que a rodeia, apezar de virera
com os seus mais bellos briucos e seus colares de
cravo da India, entrelazados com mbar e coral.
Ouvi psscs gritos alegres, esses cantos de amor e do
festa Quem fallara de crime e de incesto ? O co
nunca esteve to puro, os raios do sol nunca enfei-
taram com luz lo viva o cio dos bosques e a relva
das planicies. Dos raesrao perdoa essa uniao de-
sacostumada.
Nao, Dos n5o a perda 1
De repcnle, o co so obscurece ; o raio solea as
nuvens : ribomba o trovo : aterra treme e amea-
ca abrir-so. Fogem todos cm desordem ; mas nesse
momento supremo os dous amantes nao esquece-
ram osen amor; Ali opera a noiva nos bracos e
na de vapores, e urna uiultido de conos donde sa-
l, ara as aguas e cima dos quacs elevara-so duas parece desaliar a colera celesle.
lories columnas de vapores, i,os appareceram. Os I Olhai nao os vedes ainda dan'io-se o
pts dos nossos cavallos faziam estalar um chao so- supremo beijo! Os corposoulr'or.- !mad
noro que o minado al a superficie pelos fogos la mocidade e amor crimin
subterrneos e pelo curso das caldas. Apenas chc-
l herma es,
. um Circo ro- ,....."*iw luou'. uei.\aam airaz oe si eones
M as portas, o mais nteiro que tenho visto "e Pedra calcara, niuito semelhanles aos chapos
na Algeria. Quasi todos os assenlos esio intactos, Ponludos dos italianos, que parecem montar guar-
assim como os bancos, os tribunas reservadas ao "a no lugar abandonado.
i-ro-consul eos dous fossos cm que sefechavaiu os
i.uroaes, os leo,;s, as panlhcras que lutavam com
aFOaLHETMI
"m 6ll ni
DnlfiWIL 00 DIARIO DE PERHAMBUCO-
da no lu
Os rabes, sempre imaginososesses eterno
contadores das Mil e nina Noitespretenden) que
sua, por menos harmonosa que seja, ha urna har-
a do alTeclos, ha urna cnmiuenioraco solera-
ISBMn
27 DE NOVEMBRO DF. 1659.
' BU 22 Ir. SOVEHBao. \ CHF.CAD.i DE SS S1M. \ FS-
ti PKOviscu.nn sor. kat nos ixnaes de
naouawcco.
Escrevemcs sob
i-rofundo.
a mprossao Jo um pensamenlo
Occasioes ha em que a imaginario do folhui-
'usia percorre solfrcga o mundo des idealidades
'ademadoras c brilhantes. entio nm cont phan-
uslico essa liaguagem que Ihe sabe dos labios, ao
litar elle os olhos no painel maravilhoso da natu-
reza e d'arte. Ha, por ventura, urna ereacio a re-
-alur-lhe de cada trago, a Iransparecer-lhe -vivida
inosa pelas regioes vastas, que o engenho c a ins-
arso loe lenhatn podido patenlear n'ura d'esses
n..montos de raro sciilimenl.ius.no, de ranssiina
i-cuudidade potico.
O qne se diz rntao opraz a muitos que se delei-
'ain com essas risoes de lao superior altraclivo ;
s passam depressa essas poucus horas de indell-
nivel dislrac.-ao ; e o peso das conibinacoes e dos
pensaui' ntos quasi maleriaes, que o i.iundo real
-'ferece no desenrolar continuo de suas aceas lo
itivas, ura tormento de sobra para fazer des-
ipparccer de todo esse prisma formoso com que
umtos se eosbeveriam.
totras vezes. porm, o homem para rresslvel-
* diante do um q.iadro que lhe falla mais ao
'i.mod'alma. m jubilo espontaneo dilala-se-liie
"l todas as libras o roa a,i aureia-lhe fervoroso
luma torrente de gozos inddllniveis; e as pala-
vras. qupso Iheouv.ni, perpassam pelas mulli-
ww que um rigosiio commurn reunir n'um s
dilar, n'um soutimcnlo nico e de inapreciavel
anscendencia.
Sao palavrascssas, que, ao ariiculal-as oescrip-
t publico, ao proniincial-as o folhetinista, nin-
-inm ha que a nao comprchcnda.bem que nao posea
'valiar-lhos de loda a importancia ; pois que esse
smo que as lancara ao papel li.lvez arrstra-
lo, geni o saber, para um espectculo novo, que
!Se ahsorrc a contempladlo, e cojo sentido ultimo
n va i perder-so no echo immenso de um cmliu-
-.asmo sem igual.
Se o homem do povo.ha, para lodo o povo que
i garata em tacscircumstancias, um assumplo su-
ma para captivar-lhe, a attenco. O que se l
nlao, como pensar o sentir d'um SO individuo
immhcmuo todos, porque tod-spensam e sciilera
w mesmo modo.
Nao ha a essas horas um co.ito phantaslico .
mn pagina de recordados novas que se vai encor-
ar para sempre historia do.-se poro. s "lo-
Iradiccoes do sen passado, s alegras puras
sea presente, s esperancas indefinitas esuavis-
-. nas do seu futuro.
Se^ealio se ergue o folhliiisla ; se a voz lhe
r.aenta iostmetiva do fundo do peito, ao deler-se
o n'um delicioso enlevo, ao mirar qnadros de
eedivel bell.v.a, que l!u? avullara djanle dos
, que se lhe abrem intelligenca e imagi-
i -.ao, corto que elle vai filiar para lodo?, pie
V. para alguns; e, dirigin.lo-se i ;oda a sociedade
ui- est prompu a oscutal-o, rm -ada palavra
ne, um quasi poema das glorias nacionaes.
Fal-o'-hemos boje ? Surgir para nos um thema
de amplissimas propon-oes, ao elaborormos ueste
momento um artigo para as ultimas columnas des-
te jornal ?
Mal iria o escriptor, se lhe nao aponlasscm s
vetes, no longo dos quadros, essas luzes lo ma-
gestosas, lio intensas, lio penetrantes, que mais
(loque ludo lhe exaltara o espirito, arrebalando-
lhe os seniidos na profusio de graciosas ima-
gens.
E boje ludo serlo pouco, ltenla urna idea "su-
blime oro o folhetinista concebe, que nao pode
comprehender, talvez.em loda a suaexlensio, mas
sob cujo imperio vai escrever agora ; porque o pen-
samenlo o profundo, o os impresses nao o sao
menos.
Ser um painel iraperfeilo Embora!
Ha fados que se prendera urna serie ininler-
rompida de concepces, cada qual mais alta e do
mais raro valor lacios desses contam-se por si
raesmos ; e quera osescreva sempre feliz, se a
iisp.racao brola-lhe d'alraa, ese a historia qne
ello traja est indelevel na memoria do io-
dos.
duas pedras colossoes, mon-
ligo divino /
Junto delles, esso pedra mais ^
victima de sua culpada indulgcnSa
o anda pelo turbante.
Hmo e
,>or tan-
apenas
Iba para irmos visitar as antigs thermaes.
Os romanos linham edificado numerosas thermaes
junio das aguas quentcs. O valle de Meskoukine
est coberlo de piscinas em ruinas. A melhor
conservada lem pelo menos (O metros decompri-
menlo, urna legiao toda poderia banhar-se nella
em um da.
A esta hora, os soldados romanos sao substitui-
dos pelos da Algeria e da Crimea, que vera cica-
trizar as fondas em Meskoukine. Os civis pedem
igualmente a essas aguas thermaes a cura dos seus
rheuraalismos ou de suas phthysicos.
N3o podendo o hospital conter todos osdoenles
ou fingidos doentes. cstao armados para esse fim
tondas em urna encosta deliciosa perto do eslabele-
cimento Passe quasi todas as noites em Meskouki-
ne embalado pelas notas dos chaces, dos panteras
e dos leoes c com os olhos fitos era urna ruina ro-
mana embranquecida polos raios da la Que de
seculos so virera em urna noite do meditaco no
seio da velha Numidia, anle esse espectro d velh
liorna, que apparecc no meio das ruinas de suas
cidades, envolla em suas brancas roupagens e dei-
tando-se como um exorcisado na poeira do s'eu im-
perio dos primeiros albores da manha !
Nesse momento os animaes ferozes colam-^ um
opoz outros ; no liorisonte
a*, tend* e na "*>"'" i"">""" ue uiuiuus iijomaa que servio,
gourbis agarrados "aos flancos dos despinhadeiros SS.Ud, d'"m1.o refugio aos Christips persegui-
A actividade humana expelle a preguica e a volup^ Jr pelos N di?*Jl P?dra da,s P.nQloiras paredes,
I un^iii .uto ili ni... *
,----- Mt.w*. *vlUa no liorisonte iooarccc n huma < iio
-docas- un rabe ; o branco traje do ura moukereVstea Anaslamf-nfS o nosso caminho para visitar.
uraraosso; comeca-so a distinguir as tondas t"na l*iaJr$*a Aa D,hainos lJomaa que servio
Jfl G O C1ui,
reconhecem-
Fauna, mortos em um abraco convulsivo. niim as Imres v vis ,n I of.Vn fr .' 9 q aS bn"
zagera suissa com a rudeza africana. A natureza
singular desao paiz so procede por vivos con-
Irastes.
E' sempre o grosseiro feroz que combate, ou a
bailarina bayadre) o oasis risonhoe colorido apoz
o deserto rido e sem piedade. Os sitios de Ham-
mam Meskoukine lembram aos tour3las os Pyre-
neos e os Alpes : mas os Pyreneos e os Alpes nao
possuem essa luz africano que occende urna forna-
Ina na escavacao de um rochedo, faz vibrar lodos
os lons, o verde vivo de urna mouta de minias do
mesmo modo que o verde paludo de ura bosque de
aroeiras, diflerenca as cores mais delicadas. Mes-
koukine a decoracio de um paraizo terrestre.
Ouem nao se tentara esquecer no fundo dessas so-
lidos africanas, cscolhidas com razio pelos ano-
choretas do thristionisnio s vaos agiloroes da vi-
da civilisada, se alli se achasse urna Era ? mas
nado de Evas deixam sempre una l'erida no co-
rarao ; se alli se achasse um amigo e um restaura-
dor coiifortavel 1
Os meus dios possovom-se bem rpidos en. Ham-
mam Meskoukine. Pelo manha, eu tomova como
todos os domiciliados no hospital, os meus banhos
minoraos e deogua quente, porque cm Meskoukine
poro o p\ ura
hoouly de fina
desordem em tour. a vc.dode dos seus detall.es. Os
homens eslao sentados cm roda, com os pos de-
baixo dos burnous, ouvindo um cleik a contar urn
episodio da guerra de outr'ora ou urna historia
myslenosa de Djennouns, criamos leudo na cabera
o vermelho charhia rolam-se no p; as mulhers
apanham lenlia, cosinham ou se moslram mutuo-
!e os prsenles do senhor, um annel de praia
"*, um pedoro de panno o laraagens, um
! fina cara, um espelho enfeitado de Tu-
nis. Excepto os delestaveis caes rabes que la-
iain .- ...as dos nossos cavallos e os pombos
trocazes que voam quando passaraos, a nossa pre-
sei.ro nada perturba nodouar.
tis Aial.esdeiiom-nos um olhar canhaginez sem
uiicrromper os seus discursos, sem incomraodarem-
se na sua preguicosa posicao de macaco, esahi. s
dessa pastoral, desse quadro da vida bblico, com
que conlrastavaraos. escollados pelos lotidos dos
kelbs, o pelos olliares meio curiosos c meio assus-
lados dos jovens moukres de ros'0 pintado do
coloridos de honro. r
Pomos estrada que devia conducir-nos Anoa-
sulmano viajante para no limite de um
nao so sahe da formalhi. Assa'do -por"nm"soTde ^Z^7t^X! Foeiho'cnferra
... .U114UC .iiuinii. pelles de bode cheias d agua, e comeram nm ti
que ^nviCvemama,a' raan,e'ra d-quelles peixes \ fle-chose paro opasiguor a sede l andane q^
muito-urioS TI qU,nlC- 4A pC,SCa '' l,n,n bebe ura 8Ip- de camdl- nao Palera e con!
U es h ll n, Meskou"ne-. Apanham-se excel- nua seu caminho. O paiz do silencio, do rcolbi-
rui, Zama"lnlCri0r,''S dM aguas quen- ment, da simplicidade1 c da hospitalidade a em
LCs.'.^a_,on,PPral."ra 6 menos elevada que no su- mais que os paizes do orgulho. da.miseria e (h ph?-
perl.ee e o pescador para comer inmediatamente
o seu peixe basta que o conserve na regio supe-
rior do rio d'ogua quente.
Depo.s do alrcoco, os banhislas de Meskouline
airigem-sc pelos campos plantados de olgodo en
carilindos dos eternos loureiros rosas, ao desfi-
ladero de Leao, para beberem agua ferruginosa
Essa agua chea de proloxydo de ferro, dizi-me o
ajudanle-mr do cstobeleciraenlo, curo mais doen-
tes do que as aguas dos banhos. Corre com tal
abundancia que poderia bastar paro proviso de
Paris, endireilar multas espinhas dorsaes e calafe-
tar milito peito dbil.
O desfiladciro do Leao lem trrenles no Invern.
No verao. seus enormes seixos esto immoveis:
seus carvalhos, suas vinhas virgens, cujas forles
raaos furam a rocha, ficam em secco. Esso dos-
filodeiro selvagem, aborto na exlrcmidade de um
bosque, d una idea da soiva vigorosa, da exube-
rancia do solo africano, los lados eslo espalha-
das fustes, espitis quebrados, ruinas de algnm
burgo romano. Eu (Icaria rauito lempo a meditar
no da em quo visitei esso desfilodoiro, se nao fora
o receo de que o leao alli fosse beber ao mesmo
lempo que cu. Pergunlando o mim raesrao o que
respondera ao lefio, se elle me lizesse a pcrgunla
que o lobo da fbula fez a o cordeiro, e nao tendo
adiado replica concludento, mandei-nio mudar
prometiendo nao voltar senao em boa companhia.
Com efeito, vollei outras rezes com ura velho ca-
cadorda frico, coberlo de cicatrizes, que me con-
tara as suasbalalhas do Tell e do Sahara, os seus
razzias (esso carador tinha servido de modelo para
o Smala de Horacio Vcrnet e tinha orgulho dissoi
os seus rigosijos, os seus cantos do victoria depois
SFsEiS'H rspw i tsssssfis %& SSSS&
ao, este com urna lebre. aquello com ura frico como no Italia. O cadver de Romo, em toda
lanlropia Mulheres rabes em paloquins correga-
dos por machos, com o rosto protegido dos ardores
do sol por um panno vermelho que a envolve cora-
plclomenle, passarr. ao lodo de n, olhando-ncs
pelos buracos do seu lalika. Essas bellas mouk-
res foram comprados talvez por nao menos de dous
mil francos. Oulras infelTzes esfarrapadas cami-
nhavora de ps descleos adionle de um rabe got-
toso, montado em um burro que arouto com o mes-
mo chicle de que noite se serv com a mulher
t o pobre moukre comprado por duzenlosfranros,
O nosso ciceroni que al eolio tinha camin.oda
odiante de nos, para bruscamente, e pesando era
um dos cavallos pela brida, exclamo : Monorf isto
e, nao sei mais, perdi o caminho. Tor mais que gri-
temos, o infeliz nao enlende palavra do frai.cez pa-
ra lazer-lhe eiitcnter a lingua e encontrar o cami-
nho, o boticario, a pezar dos meus protestos huma-
nitarios, administia-lhe urna sova de pauladas que
o rabe em onsc.encio, sem mecher-se e depVs
decide-so a can.inhar odiante de nos c faz subir e
descer morros procura de Announo que nos fucia
como umo mirogcm. Derepenle o Atabe enterra as
largas esporas no borriga do seu cavallo, d um gri-
to e! vemo-lo ir parar ao pae um valle e de urna
colima coberla de ruinas.
Nos lombem largamos a galopee soltamos excla-
mados enthusiasiiras. impellindo os nossos caval-
los paro o meio de urna respdtavel e vasta cidade
romana, que parece antes adormecida ou petrifica-
da do que cm ruinas.
Um lemplo pagode capileiscorinthyos arlistica-
menlo esculpidos est quasi intacto. Venus e Apol-
lo defenderam-osem duvida contra o genio da des-
: um prtico que una a planura eollina
---------. ---------.------.. ....... ..., 1 |ui ni. *.\UU Ul.I
chacal, oulro com urna panlhera o aquoU'outro com
um leozinho. Em Franca nao se sabe que a Al-
geria possue centenares de Gerards, seja loslemu-
nha o colono de Selif que j lem morto 20 leoes.
Eu nao quiz sahirde Hammam Meskoukine, sera
dar um passeio s seccas ruinas.
Segundo me linham dilo, as mais bellas ruinas
romanas da provincia de Constantina, eram as de
Anouna, da mystcriosa Anotina, cujo nomo antigo
ignorado, e cuja historia est envolvida na maior
obscundade. Seria ella a antigo Tibii c leria da-
do o seu nome, aqnte libilitand, s aguas de Mes-
koukine ?
E' muito duvdoso, porque Anouna est a cinco
leguas dessas thermaes celebres.
Era por urna dessas madrugados farinosas, em
que a natureza, tarjando galas do purissimos in-
cauto, se levanta garbosa e opulenta em lodos os
1 pontos de seu dilatado domininio.
Ura reo de azul magnifico, estendido pela am-
pl.diio do esparo, debrucara-se em orlas d'ouro e
era franjas de diamante : era o alvor singlo de ini-
thares de estrellas, realcando corasen delicadrssi-
mo esmalte o quadro pomposo do firmamento, que
se-ia rcflectirnasondasebeiiloasde Atlanlicd, unas
aguas diaphonas de rios soberbos.
A creacao no silencio da noite sempre nm li-
rroaberto s nvesfigaQes do philosopho e aosso-
nhos do poeta mas n'esse momento a ereacio ex-
pandia-se n'um liyi.itio de indisivel conter.tamen-
to, porque a placidez, que o cerca va linha alguma
COISS de mais significativo <-. de irais elegante do
quo o movimonloe o tumulto nas horas aguadas
do dia.
Oreo era ura panorama lindissimo era-o (erro
no or sereno que o bafejavo, no perfume das brisas
que lhesopravarad'era lomo, era coda suspiro da
alma quo se transportara de jubilo, em cada flor
de esperanea que do desabrochara do coraco gene-
1 W -. Era-o ainda o mar, ao arrenicssar-sc impe-
tuoso o vastissimo pelas praias o pelas cosas, ao
quebrar-se nas rochase nos recites, ao balancar-se
merc dos ventos, como ura vulio gigante que se
reclina era seu leito immonso, e que so movecom
geslos de senhoril magostado.
Mas esso preceder to agrodivel da auroro, esse
madrugada cono a sonharara apenas iraaginoeoes
privilegiadas.se despertava fagueira para toda a na-
tureza, assomava mais galante e feiliceira para um
povo, quo as horas moras da noite, quasi ao rom-
per do crepsculo, j se derramava era ondas, ja
so precipitara em cardume polas procos, pe-
las ras, por todos os pontos de urna das mais pil-
loroscas cidades do mundo.
que esse povo, esses habitantes de urna Ierra
ticmdila, mal podiam conlcr na alma urna esperan-
za que os abrigara a todos ; o nos preludios d<-li-
r.osos do romper d'alraa descobijara j o prologo
esplendido de urna festa sera exemplo, que dentro
em pouco se lhcs deveiia abrir aos mos vivifica-
dores do sol.
Oue baria de extraordinario entio ?
Possava-so esto scena arrebatadora n'uma das
provincias do grande imperio, que se eleva lao
prospero c lo llrente na America do Sul. A Ierra
l'.'j sorri lio grgulbosa de sua propria louranio.
que pelo primeiro vez se engrinoldra de loiros e
se adornara de capellas vinosos, ,10 soltor o grito '
de progresso e de liberdade, urna das preciosissi- !
mas jotas que mais fulguran) no liorisonte incom-
mensurovel do Sonta Cruz.Sobeis-lhe o nomo,
que o tetn a historia marcado em letlros bem risi-
veis ; e nao lia maisdeixa-la desoppareccr no olvi-
do, quando lanos broses fallam por ella e em i
honra dello.
N'uma torra tal, um quadro desses de superior i
magnificencia : e basto dizer que semelhanto qua-
dro se dcsenrolava entre nos em Peanombuco, nos- \
la bella cidade, nesta capilal incantadora'.para
coraprehender-so quanlo de primor e de mi- i
rao havia nesse espectculo que sera duvida I
indescriplivel, e que est cima do todo o encare-i
cimento.
As multiddcs inipellidas por ura pensamenlo no-
bre, por urna aspiracao magnnima, nao se deixa-
vom dobrar s necessidodes do repouso c do quie-
tacio: Dentro em pouco aquellos massos de po-
pularao' comprimidos e agglomeradas, por todos os
pontos que dominaron) o liorisonte e d'onde se di-
visavo c> mor, fitaram porlia olhos inquietos para
um vulto que lhes apparecia de ionge, no ploino
quasi inopercebido das ondas, ao surgir atravez de
urna eminencia solado.
l'm signal que poz era olvoro.o a cidade, vivas
acclamacoes que lhe soovom por'todos os ngulos.
bradosunsonos do publica sslisfacio, denotavara
que ero chegado o momento de urna Visita Augus-
ta ; e todosqoeriam contemplara entrada mages-
tosa da csquadrilha imperial, que venios laobonan
rosos e frescos vinham coiiduzindo enlo pora o
porto d'esla cidade.
Jo se adelgazara o maulo de indeciso crepscu-
lo. Fachas do purpuro ede rsmeraldo, alongndo-
se, era contraste cora lodos as oulros cores raradis-
simosde um opparaloso prisma,subiam nascxire-
mas do horizonte ; e o mar era dentro em pouco
um espelho de prodigiosa forniosura, ondo se es-
maltaran) os raios multicores do sol, que ja doira-
va todo a exlenso da torra e do firmamento lon-
gincuo.
Enlo o painel foi umo poysogem romo pouquis-
simas ho'hi, romo nenhuma, por corlo, se descor-
linou jamis menle afogueada do poeta c do ob-
servodor ottenlo,
Vta-sode longo urna linha de barros a vapor, que
rompiera as ondas do Atlntico ; e um U'elles, mais
sumptuoso o elegante, sulcava cora donaire esse
esteiro lo ampio que se lhe abra de par em par,
como satisfeilo de to preciosa viagein.
O pavilho quo symbolisa un imperio famoso,
esso emblema dos glorias c das grandezas patrios',
balanca va-se ufano, iremulava sobronreiro, ondea-
ra era dobros ligeiros, ao passo quo grossos colum-
nas de fumo subiam e so enovelavara nos ares, pa-
ra onde s'elevavom do muitos punios da Ierra' in-
numeraveis girndolas, como signos precursores
de urna solemr.idade faustoso, como indicios ine-
quvocos de um gozo sobrenatural.
De um lado e d'oulro d'cssa esquadra que se n 0-
va lo gravo no seu caminhar verdaderamente so-
berano, desfila va m em linhas recias innuraoraveis
barquinhos, jangadas c oulras pequeas embarca-
coos. que em preilo mogesladc dos Illustres Vi-
sitantes, do Imperador c da Imperalriz do Brasil,
muitos Brasilciros, muilos Pernombuconos, filhos
do povo, endurecidos no Irobolho e nas fodigasde
urna vida rudo, dirigiam solcitos, vidos de espe-
ranea, repassados do alegra, o com os olhos litos
no nico objeclo de suas continuas COgitacdcs.
L'm pouco mais tardo a esquadra surgio'mais vi-
sivel para una rnultidao nimensa de espectadores,
que cm frente entrada do barra o em muilos ou-
lros lugares, proprios para a completo aprecio.ao
de una lio seductora perspectiva, bradaram no fer-
vor do mois puro patriotismo, inspirados por urna
dea fecunda que se Iraduzia nos votos solemnes
do enihusiasmo.
A osse lempo, os fortalezas e os navios de guer-
ra, os homens de Ierra e os homens de mor, cida-
daos de todas as classes. de todas as dados, povo e
tropa, sedenunaavam interpretes de um s princi-
pio, de una s ideo, de urna s irapressoo intima.
Salvas, gritos enrgicos, brados de generoso amor
pono, explosoes de frvido transporte, demonslra-
coes cloquenlissimas do ura regosijo perenno :eis
oque lormava enlo a primeiro parle de urna bellis-
siina scena quo mais adianto se completara do lo-
do no phrencsi (permillara-nos esta expressiol, na
devocao popular.
Depois, quando os Imperiaes Visitantes se acha-
ra j prximos a entrar a barra, havia era todo a
cidade urna ogiloroo inexprimivcl; ernzovom-se os
grupos, opinhovam-se as turbas, e desdo os simples
artistas ato os homens alistados no servido publico
o na milicia nacional, ero nm movimento 'constante
que se rcproduzo na variedode infinito dos quadros
que essa manha deixava observar com lano es-
plendor.
Esso dia e o dia 22 de norembro, fadaJo para
ura aconlccinicnto que ser sempre nico, prodi-
gioso, nos fastos da historia pernarabucana.
tem quizera o foihelinisla pinaruma a urna to-
das as circunstancias qne cntao so dorara, quando
a csquadrilha imperial, demandando o porto desla
cidade, ah rnlrou ovante, no meio de tantas mos-
tras do brio e de pundonor nacional.
S.io, porm, traeos bem debis essos que o penna
ndonlo scropenha por fazer sobresoireni a discrip-
raode loo maravilhoso successo.
O folhetinista quo so, preza de brosileiro, e que
nao esquece o timbre do nome pornambucano co-
nhere que objectos d'esla ordem sao para os pri-
meiros pintores da natureza, para os mais dislinc-
los cultores do bello e d'arte.
Sobra-lhe o desojo c o enihosiasmo ; o, pois, li-
mitando-so ao quo se lhe figura o suprasummum
.la siena que a todos deixou transportados n'esta ci-
dade, vel-'o-heis agora como espectador sincero do
mais extraordinario de lodos os fados na serie dis
feslevidndcs pblicos, u das manifcslaces poi.u-
lares. '
a parte era que visto, impoe respoito eadmiroeo.
i: cadver de um hroe, e a moite nao dmno o
hroe; consogro-o.
E impossivel que nao se sinta um homem com-
movido com a eloqucncia dessos ruinas, deitadas
entura sitio selvagem, longe de todo o habitado.
E o consorcio da solido e da lembranea. O" si-
lencio paira sobre essas ruinas. Montes us, horri-
velniciitc fendidos, que parecem ter arrancado do
desespero os entronhas visla da queda da cidade
romana, fazera um circulo triste a Announo. Menos
sensiveis que os montanhas, os valles cobertos do
trigo o de cevada, vem insultar Roma com suas ri-
sonhas colheitas ot no meio das ruinas quechorm
nos agua pela barba achar um indgena que conhe- tros montanhas
ffassss i. 9- .:"" i **~ I sc:?Px>is JKSSSt
xam o numero dos omos que riveram os pessoas
e acabam assim: Que seus ossos descancem bem !
rom ?m,V S ? : a"1 ."cccssan. ndar-se coberlas de espinhos que porocera ararrar-se anos
vcoos P Pa" na S Ca'nr nS CSCa" c *'met cerrar-nos alli pora queches conlosle-
ahi'iuin Hoc-, 1____ 1 ,nos scra tiu^idoo hisloria do lempo presente. Ern-
umm^!^ISS^l^vh^*Fmm^Mm lim' acudimos essa poeira secular; poeira a m-
de um caminho. Sorprendemos a aldeia era
sua tineau.
l'resse.)
borear na golelo, deixando nas aguas do ancora-
douro esses vosos lao bellos, que ainda ha pouco p"iombuto de boje era dianlo pode contar cora
rompiam altaneiros o ploino iramenso do Ulan- ? u Cl'3v. "i;"s ,en s,cu, annacs ,,s'oricos. Se
tico. Ja lliesobravEin padrees de herosmo ede valor bel-
................................ lico ; um novo titulo de gloria se lhe gravou para
As corporacoes mais elevadas!'desde a m'nlci- Sf,"\]nC "S ffl0?/>"e ennobrecem a primeira uaco
palidade, osdeputados, arlasse dosdeserabar"odo-ia ca "crldl;">al. disseramus antes a mais
res e jnizes, dos lentes e dos professores pblicos; C m8S llbcral dt ,odas-
igrejo so lona do celebrar o Te Deum, que essse
aconlccimcnto feliz roclomava como oceo de gro-
os ao Todo Poderoso : lodos os corporo. es,d-
zeraos nos, diversas ossociares representadas'por '
commissoes de sen seio ; os Ilustres, os titulares ;
lodos, como umo s voz. so prepararan] para essa
receprao que lhes derera excitar ainda mais o
amor patrio, a dignidode do paiz e a honra do loda
uma provincia.
Urna pagina, porm, era a pagino de oiro que se
inserena n'csso poema de lano mimo, e de lao I
inesliraavel prero.
---r.------------0...ww ^.v .jw^ h'iiii'o lu.aiu
presenciaos lestemuiilias, e que a posleridade leri
como timbre c l.;o preciosa na successo dos se-
culos.
Quando se souber que os nossos lio coros So-
beranos foram aqu recebidos com lana dedicocao.
com lano enihusiasmo. com lo ininiilavel al'ccto :
quando se souber que todos, grandes e pequeos,
sabios e ignorantes, ricos e pobres, se agglomero-
rara cm torno d'Elles, ao entraren) no pavilho, ao
porlirera d'ahi poro o lemplo, 00 sairem dclle para
o paro : quando se souber que pelas ras do Iran-
cii.t ;..*....1.... .1_____. *r .
O sol dwdejava quasi era pino.O largo doClle-
gio trasbordando de povo, de lropa.dennuraeravel
niullidao do cidados, aprcsenlova aos olhos pers-
picozes um quadro riquissimo o verdaderamente
sorprehendedor. As cosos qne rodeara esso esporo
lio elegante, as que se dilatara pelas ras do
Collegio eda Cadcia, alm do lodos que dominara
alarga exlenso de oulras ruis contiguas; nftVre-
ciam uma perspectiva que impossivel descrever.
Innmeras familias dos mais distinclas, de Iodos os
jerarchias soiiaes. se apinhavam nasjanellos e nos
varandas, que do lodos os contornos se divisaran)
ricamente preparados, adorerodos com pompa e
opulencia notareis. Os padrees artsticos, quo em
frenlre do caes e no centro do paleo campeara des
lumbrodores c esplendidos, radiaran) cura primo-
moroso csmoltc em mil torrentes de luz vivissimo,
que ainda mois realcaram oo fulgor imperecivel de
tanto ornlo, de tonto atavio, de Ionio flor, de Ion-
io riqueza que era loda a parle era poro fascinar.
.Alli mesmo no caes o concurso dos expecladores
exceda a loda a expiesso : e em linhas regu-
lares, nos seus poslos compeicnles, a briosa guarda
nacional se ostentara garrida e sumpluosa, prepa-
rado, romo convinha, para um dia de festa nocio-
nal. Do lado opposto do caes da Alandcga, era o
mismo expeclaculo do seduzir ; o em toda a ex-
lenso que a vista alcancava, erara sera exemplo'o
opporolo e a satisfaccio geral.
Essa hora p raza da" para o viuda de SS MM 00
caes do collcgio, eslava a soar: esperavam-n'a so-
fregos ; o lodos aquellos que um movimcnlo irre-
sisiivel arraslava para o lugar, d'onde se contem-
plara o esquadra surta no porto, suspiraran) lam-
ben) polo momento -m que SS. MM. '^^n rio .m-
spiradas pe
Oue poderemos dizer, porm, que esleja em rola-' "'""i', arrebalamento, e Ionios meninas, immer-
cao com o que se rio depois ? Sas no mesmo senlimeiilo indelininl, coniinha-
Apeqas o galeota imperial appareceu visla de : ratn ''''"s ,JS Angustos Visitantes, e os acompanha-
dos-, po passar pordel'ronte da All'andega, o povo ''"" .''(",, 'altos milhares de cidados, al o paro
tropel, derramou-se anda mais ancioso por '"'l'0lii11 ? Quem so- nao extasiar, ao conliecr
era
tropa soltara de momento ., momento, eram
uma oreheslra ruidosa, porm bom rinda ed. ine
lavel harmona, era occasiio de lano fervor de
tonto prozer, de lo singular conlentomento
A scena que enlo se desenrolou na ierra o no
mar, ninguem a poderia bem descrever: nio so-
mos nos que onsaremos pinla-la. o Pa do povo ten
lras.le.ro quo a oslo hora se diriga, junio de Sua 1
Esposa ..tuoso, de Soo Delicado Anjeara 0|^ vas
gardo desembarque, tinha diante de k urna Dro-
vinno in.eiro, o curvar-se-lhe afiec.uosa e -
sada de jubilo en, tontos penhores desummo.es-
peiloede profundo oratomento. Era o poro cm
SJi&Fl SSd T1,id:, qe entio soCja
nn,n f", V**! ** P^'>0 O Grande Filho do
* Fui,dador Jo Imperio, e Sua Excelsa o
Augusl.. Consone. Era osso povo que so expanda
ora lanas moslras do liberalismo, e que correspon-
uia ao concert de senlimenios, que oulros irmios
ao mesmo berro, da mesmo ierra, levantaran) em
sua lingiiogem rudo, porm sincera, aeompanhan-
uo os Illustres risitanlcs, seguindo-os rcspeilosos
era suas lanchas, barcacas c jangadas.
Oue expeclaculo ha ahi mais paihelico I iide
ja se vio uma scena lio enteroecedora p'admirarel!
QuoMonarcho foi j recebidoern seus Eslados romo
0 foi enlre nos o mois popular dos Monarchas!
Razo linhom o razio leem lodos para prochraa-
lo lol...
Dah poro dianle foi todo um quo.iroquc o imo-
ginoro apenas pode conceller, que mal de acredi-
tara, a nao ser presenciado por una popularn
immonc "iw inninn., ...... '
Fi'ua de balde o tentar uma desrripru de ludo-
quanto se passnu n'esse dia, que ainda est t."i i-
perlo de nos, e que nos hade licar sempre na me-
moria.
O que lodos fizoram, o que houvo, enlo n
ni havido desde aquello momelo, cm fes
demonsir.il os de publica sslisfacio, em pro-
de inexlinguvel conientamento, objeclo do
mois paro ura folheliO).
DiPo-homos d'oulro vez:foremos sobresair,
quanlo podermos, o que ha de bello, de surama-
raenle potico, era Ionios monumentos que esta ca-
pilal lstenla aos olhos do lodos, como penhores
I significativos do seu paludismo ; e se a penna
fr, como sempre, iraca e deficiente, desde ja
uma desculpa, em atlcncio aos bons desejos.
Se o inoiiarchio lo ouspiciosa sob o feliz rei-
nado de um principe magnnimo e verdadera-
mente popular, que devoremos aspirar mais sob a
rolacio poltica e sociol f Piada : Pernambuco
essencialmcnte monarch'la: os pernorabuconos
nao cedera a primozia a oenhuns oulros, em toda
a exlenso do Imperio.
r. d.
MEK> -TVP BEHF. BK F&Rli -185
MUTI1AD0
M