Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:08872

Full Text
L

AIMO XXXV. l\lWERO 160.
Ol \T % FI-IRA 27 DE JULIIO DE IftM.
Por tres meses i idlantados 4$000>
Por tres mezes vencidos S$000.
l'or anno adlantado l^iOtiO,
Porte franco para o subscriptor
EftTftRIEIIDOS 0 SlUSCRlfCsO DO NORTE.
IUUIENCIS DOS TRIBUNSES 01 CS. ITAL.
Parahiba, e Sr.Jno Itodnlpho Coates; Natal,o Sr Antonio
Mjr.|u.-s da Silva; Aracaly, Sr.A. de Lentos Braga ;Ceac,
oSr.j. los di' ulivi'ira;Maranhan, o Sr Manuel Jos Uartins
Rbeiro Guiuaries; Piauhy, o Sr.Jos Joaqun) Avclino; Para,
o Sr. Justino J. Hamos; Amazonas, o Sr, Jcionyuto da C
Cosa.
PsKTID DOS CORi'ElOS.
Olinda todos os das as nove e mcia huras do dia.
uaian, Goianna e Parahiba as segundas a sextas-levas ,
Anlo, Bezerros, Bonito, Caruar, Altinho e Uarannuos Tribunal do commereio: segundas e quintas,
as Ierras feiras. Helarn: torras feiras e nbbados.
o d'Alh'o, azarcth, l.imooiro, Brujo, Pesquera, Ingazei- Fazenda: torras, quintas p sahbados a* lObom.
ra, Floros, Villa Bolla, Boa-Vista, Ourirury o Ex na?
quarlas feiras.
lu, Serinhem, Rio Pormoso, l."na, Barrcros, Agua Pre-
, Piiii'iiti lias i' Natal quintas (piras
.i.l.i. o. eOrreios parlero as 10 horas da manhaa.
lu/.i doronunorcio: quintas ao un-i dia
liii de orphos: toreas p sextas .is Hl luirs.
Primeira vara docivel; toreas e sextas ao mofo dia.
Segunda vaia do cu. I: quarlas e sabbados ao meio dia.
EPHEBERIDEJ DO MEZ DE JULHO.
7 Quarto cresrente as 3 lunas e :ii minlo da manlia.
11 La ilnia as lii horas p :t:t minutos da lardo.
.i Quarto minguante ans ti minutos da manha,
2!I l.ua nova as 7 huras.' 24minutos da tarde.
BUS 01 SEMINI.

riti'.wiwt III
Primeiro as -1 horas o :tll minuto
Segundo a. 2 horas c
DOJE.
da manha.
l minutos da tarde.
J Segunda. S. Thiago ap. : S. Chrslovo m.
g I erra. Ss. Symfrouin, Hlympio e II......lulo mm.
*7 (juarla. S. l'.mial. .ni medico; S. Sergio m.
28 (jninla. S. limun mi |>. ; Ss. Narciso oCelsn mm.
l'.l Sexta. S. Marimba v. ; S. (tiara rei; S. lanilla.
in Sabbado. [jejunt] S. Ilufiinm. Ss. \ln|......Seen mm
::| Domingo, s. Vima Mi da Mi de heos; S. Fabiom.
EKCBRE6I00S DI SU8SCRIPC&0 DO SUt
Alagoas, o Sr. Claudino Palian Das; Bahia, o Sr. Jos*
Martina Alvos; Rio do Janeiro, o Sr. JoaoPereira Martins.
F.M FF.ltNAMP.lX.O.
0 nroprielario do IMAMO Uanoel Pigneiroi de Paria, ni
sua liviana piara da Independen! i.i ns. C e b.
PARTE OFFICIAL
las
Ola
ni primen
niinlia inte
Une en liavia-u
dognverno. F.
cmplele esta ol
dores desta insl
Nada diroi si
CO.tW.WDO DASAItlISl.
Ouaii.-I general to .....imaiulo das
armas ato l'ormtiiilim-,na eldade
do eeiCe, 'ir. de jnlho de ISS0.
URDEN liii III \ N. 268.
O lenle general rmnuiandaiilo das anua, faz
publro para ronhccuieuto da guarnirn c llovido
pueilo
I". Que o governo de Sua Magostada o Impera-
dor Ihiiiv.i por bi'in por aviso do minisleriii guerra do 9 desic tuox noniear o Sr. major do es-
i i.lii-iuaior da segunda elasse Scbaslio tnlnnio do
Rogo Barros para rummandanlc do prsbite do
Fernando, devendn rocollior-se a est rpita! o Sr.
coronel donu-sme rorpo Antonio Gomos l.c.iKquc
se acba no cominando dudiio presidio.
2J. Que a vico-presidencia iioineon por portara .puntos e i'Slrad
de 2:! iln correle u Sr, lente coronel reformado com 700-.U009,
Francisco Rodrigues Cardosa para sen ir nlcriua-
nienle o lugar do lireclor du hospiul militar, vago
pela nomeaeodo Sr niajorllego Barros.
3". One Horneado o Sr. major reformado Felip-
pe Duarlo Pereira para coinmaudar inlorinamenle
a fortaleza do Brum, em subslitiiicao do Sr. l-
ente coronel Cardoso.
II iiii'-inn teneule general determina, qije tirando
sriu offeiloa onlnii pela iiual mandn ligar i rohi-
|. inlii i de artillccs o Sr. alferes do itl balalb i de
nlanlaria Jos Franrisro Macliadu passe a servir
romo adido na referida companbia o Sr. alferes do
II. da mesilla arma Manuel l'.iasuio Corvalho de
Honra.
Assignado./os Joaqun Cottho,
Conforme Horacio i/r duendo Coefco, alferes inLstrj
ajudantode ordens lo eommaudo.
piule dixer ithprevislu: con...... pois, ipn
nistro so ha i* haver rom asas despez
Scnliores, iwij.i me liavia occupailo com
j.'i'ln. Reconuoceiidu eu a necessidad
aos iiossos artistas a devida inslruci'a
diversos olliii.ls havia-IIIR eill ii.lnln romo
i sr. iiii-
iiioiln digno I director da
la material File J me havia apresenlado un lio cci
projeclo iiisiiiii|ii,|n aulas de noilc, que siio as que para
para o susleMlar. Isln ti qi.....u quUcra
nnbre miuislrn rvpeiidesse. Torno a dizer
trato da decisi.....m .i mesma, deci
rere nao so contraria a lodos os principios, tu i
lambem contraria aos nteresses du Ihesouro ; eu
orrupn-me -.' rom n son fnndamentn.
uleniia para regular- mvbre ministro no seu relalorio levanta aques-
a da iluraeao do crdito dos ti,ilini:iNiiis
lonisarao. e entend1 que este crdito nao
d.'
para
! ob-
, Jar
psses
rlnal
[ue .i o .s'r. iiiiii/iJn lnvqf* :-F. verdadu, quedevem ser dirigidos que inais ha de azerogo-
n.ii 'I Sr. Varquer oV (tlindu-... porque o meo vernof U fazondeiro s obrigado a pagar as des-
que, me pa- iutuntn era fazer-llte cnniurehemler n errn era que pezas da hospedara na provincia o as de coiiducrao
i arbava edo modo neiiliuin embarara-lo no de- para a fazenda: que menos se pode exigir Para
nvolviinenln da rolnma. Relaxei, pois, aquella tssn havia estas razos: primeiramente naoerajus-
mdiro quaudii vi que ella jiodia reeeber colonos loqueo governo carregasse com Lula a di*speza.
tual-
r.ini pruveito. F.sla colonia merece favores ; mase
necessario que esses favores nao seioni causa de
que -i' prejndique aos de It. Francisca, nao embara-
tes artistas plidem frequentar. Esto projeclo o esl limitad no lempo marrado na lei, q.....i de cma pela sua importancia iguacs favores a outras
Sr. ni ni si i o hala.i de adiar na secretaria. OS
ministril faz im.'iiii afllrnutliro. | Talvez que PSli
Irabalho estivos te concluido para abertura das m
desle ion ; nao aftirnio : mas essa
fin. Mas declara ao Sr. ministro
d.....nter dentro das faruhlades
Itiiiaivi inniln que Sr. ministril
ra ; s uossos artistas sao mereci*-
uiiCui.
re o paragraubn relativo a'rana s,
ti nobro minislro cou|eula-6e
Iros annos. I.-i.i razo pde-se dizer quo csls pre- coloni
judicada rom as emendas da roniniusiio, ponpie nSr. ministro, na enumerarn das ulnas quo es-
esta acaba com lodo crdito fra .las regras all tan mi andamento nu que sao nifcessanas, conlein-
i-xpressas. Mas, romo i-i ni......-i.i decidido c con- pa a acquisiriin do terreno para pdilicio da residen-
ve.....nte lr.ilar-su da materia, ti nobro miuislrn ca do presidente da provincia do Amazonas, i u
lurliua-sr upiniao de que ns crditos podein ir naosei que terreno osle .l esl nnnpr.nl un
... i.i pode sei admitilo, escolenle para habitara do presidcnle ilaqiielia
.i |e, uo sei que e\pliea- provinria. Sobre informares d ilnus diiVini-nii-s
[i.ilavr.is dentro de tres presidentes, fui romprada una excelleiile rasa para
lloiuquontO a viuda du colono .rja para bcneliciu
geral du imperio, ( necessario nbservar que Taxi ii-
deiro qiieni lira un proveilo immcdiato dellc.
Ilepois disto ha una riniiuistaiicia a que fi_neces-
sario altender: si- governo mi colono livessem
de pagar as despezas dn hospedarla na provincia r
a di1 condticco, poderiam s.-r nniiln prejodicados
liem naoeram inferiores easuossas tropas i
ni.ni.' nao i eram >. que temos actualmente
Vi. iihs consliluimos independentcs, senderos,
frente da iim niiuigo poderoso reun nina cir-
conislancia notavi-1, porque riles linliam de corto
un.I<> por >i o l'i'ln lia riiziin : pois nsoramos na-
iioelle lempo rebeldes. ICnlretanlo nos vencemos,
Iriumpliamos denossosiiiimigns, linuamos o deti-
iir ni i a ni d nulo o povo que aspira a sua indepen- tadti
na. r lu!., i.in -iiii colotlisacu.
Marcharan! ns lempos, e pela ordem das cousas
e. diz que nao poderemos huje existir sem colonos.
I'i/inins nina lei para acabar com olrafego de es-
alm dos Ires anuos,
nao sri romo eulende
i .i poss i-se d.n .i esla
i annos.
Sr .i govnrnn p.'i.lr ga
i;,Oiii),mus ndeter-
mpo, na sel queso
para jurns gara tidox : porm en julgo que nao po- H'Ht exprimir rom aquella limitaran de Ires aun....
de salisfa/.er a e isas necessidades com r-sa quaiilia Senliores, o que prnso n seguiul.....governo leni
principalmente o lempo om que os estragos as Irivi annos para despender (i.nir,l,iii:is e||L> pode
provincias gao iiBineiisos, romo moslram as follias dispor de>la quanlia de dous inmlns, nu despeuden-
diarias e as carias que todos nos recebemos. do-a eucrlivaiurnle, nu rontrabindu obngares que
Hasnrriipar-iijj'-liei rom a quanlia que a einen- leiihaiii de ser realisadas depois. Mas.se liradas
da da commissold para obras na inunirinin. V
commissao apouakconcede a quanlia de l'iUMMli
para estos ulnas, lia so fallando 1111 nutras qo
esto providenciadas com crditos especiaos, rom
11 caes da Gloria
s com a hmpcfca da cidade Sr. ministro ha ilc
aqiirlle lim, a qual poda ale servir para aeconimn-
dw algumas nqiarliros publicas, f1 esln predi
j esl romprado, ruin que agora se Irala de
comprar terreno para n pdiflrar ?
o Sr. Viiiiotlheliznrdn [ministro da guerra :
Fu rr.'iu que a rasa r alugada.
O Sr. Harqarz ile Olinda: leudo)... Al 1 i 11.1 en-
gaito ; u ediucio j esi.i comprado o presidente
leni un bello palacio. V risa ira alugada, maslioic
esi comprada.
Senliores, llevo dizer mais algumj roosa a res-
pela incuriaou descuida dosrfazeudnros ,deixando cravos,lei que tu ronillario. di iiuss,, indepen-
de s mandar buscar aos lugares ein que so aehas- delicia, pon|iie n podemos ser indipeiidentes ni'm
-.111 e ia/.i'iid a rageni por Ierra ruin milito vagar, noco aggloiuerando um numero nlinto de escra-
n que aiigineiilaria as desnezas ; era, pois uocessa- x"s ; purque essa eseravido lia di pesar milito na
rio que o fazondeiro fosso diligente neslas cousas, e l.lama de unssa rivilisario ; \'. Kxc. Rabo, Sr.
I s polo modo que esl esir olijeclo regulado as presidente, que nina das dilliculdades que sem-
1 inslmeeocs se poda desperlar sua alteiirp para pre houvu ii o contrabando 1 .1 eseravido entre
n augmentaros gastos; enln ja entin Jrminti ies '
inlerrsse dn l'a/.end.'iru. In/ nnbre simador '\>U' o
1 -.nireanin coniinunu o contrabando, at quo 1 m
nin Immdia rrssnti essa rr'.avae, n me record
[liando, mas o caso qne passit Iral'ej ; n Ioro
as despezas elTeclivas, reilsadas e. 1le.runi31l.1- as
qncliHMndo seridfeclnadas alm de.se lempo, an-
da sobrar algiima parle de.se crdito, o governo nao peilo da col
pudo mais gastar por coula do niesmn crdito. Tur- Onobre senador por Mina
lano, inaiileein-.e as obrigac c intrabidas ; mas ruin esle nbjeclo
oenipoii-se lionlem
o milito eslimei nuvi-lo dis-
despender a quanlia
v-so que, cm qqanti
nao 1
onus recabe shre ofazendeiro; masllque-sesabiMi-
du que ludo esseonus n'duz-so sa esle nbjeclo ;
o governo paga Inda a despezado transporte para
iti de Janeiro c do Iti de Janeiro para a provincia;
que mais sr podcr a/er, srnliiirrs .' [miado* .
I'allun tambero o nubre senador na abrigarn que,
se iuipOe ao [azendeiro de dar rasa de grara au to- independencia, nos nos ronstiluimu
lono. cliamos para nprogresso, uagora qui
Gonfossoquc nao esperava por esta objecrao. na podemos viversem colonos '
Pois. senliores, pe espara de cinco a........ pnr-
|ne per cinco annos o colono vai habitar na. .11.1
.pie 1...1, deu se di-.e
sarao, prc i- lirarqs para a lavoura, sem que
n.in podemos subsistir.
Ah, senliores, como i.-o ? pois nos fizemos nnssa
mor-
lz que
pode abrandar snas iras, urna vez que hajaalgnma
cautela contra s seua ra ir.
" .Sr. /). Miuiml Para l nao vou en.
o Sr. \ i^rtiiulr ilt Alboaarri/uf "I*, porqueleni
boa pataca. Hitada, v I ti ns braens ao mai. fa-
cis de adqmrar que no Brasil, e ha unir cirennis-
lanca, Sr. prosideiite; noha rerriilamonto como
110 Brasil, orn a guarda nacional, nem elei. e. ri-
nein jni/.es de d reiin e muuicipaes, nem
delegados de pulira c pedestres. Si ni, si-nhores, l
.i brasileiro estara mais abrigado das perseguirw .
do qoe aqu, l'aiere-nie, senliures. .pie nao esta-
mos na mis.a ierra ; parece-me que a consa 111
que menos nos neenpamns era ulhar para n nos n
paz ; lii^n ipiu. temos algnmas patacas nasalgibi i-
i.is, nao nos importamos nem rom os nossos li-
Ihos. Sr. presidente, nao s o flagrll dn rerrnla-
menln que n poupo homens, qualquer Que seja
sua rategnria.
1* recrulamento entre nos principia de-de a infan-
cia ;agarram-se os meninos para imprtaos aiari-
nlieiius e depois agarram-se os humens ; nu recru-
lamento nema le anliga se quer seguir, porque
sla hi diz : Nenhiini dislrieto que lenha nuilri-
grando para
de 133:2005.
n.ii) se forma
podero 1.....irahr novas porrnnta do restan- corrersobro esla materia. Mas dovn fa/er notar a ierras e vai ajudar o augmento de sua collieila, lia
11 relalorio le do crcdilo, parj qual se acha cxtiuclu uiesiim nnJiro senador quesuas observares nao
mu plano etil
muid
INTERIOR.
RIO DE JiNEIRO.
jr, SI'.WIM).
SF.SleVn KM 16 DE Jl MI DF. lSd.
PmiJencihdo Sr. Matoel Ignacio CuiuUanli de
Laeerda.
\< 11 horas da manhaa, nSr. presidente abri
a sesso com 311 senliores senadores.
1.1.la a arl 1 da anterior, fui approrada.
I.VCIIUIMI .
0 Sr. l'riiiirir'i Secretario leu:
1 in aviso do ministerio dos negorios do Imperio
ra/ar o inrr do Gastollo, s
ni a/.er cerina reparos provisorios:
islar ne.las ninas provisorias .'
e gastar pmicoi Itu mi*smn re-
as miles d aterrado de Sania
Ci inplelanienle arruinadas com as
iies eslo no municipio. Gomo
11 -1 is despeas ruin a quanlia di cbaraar
j.i'lu
luerer o Sr. ministro abrir re-
las obras .a saludas desde boje,
uiprevi.ias, com se podero jus-
tos >
pianl se ha di
lie rerln ipie nn
latorio vr-.e ipu
Gruz lie.iran
chuvas: estas po
tar 0 Sr. imnislr
150:0009 i
Para indo is.o
ditos ? Mas, su
se ellas nn >o
lilirar es.-e. cred
Fu faro eslas dbsorvac5efl porque vejo que ser-
vjro vai ser mal dosempenhado so o
cingr-se a proscripto na el. N
r redil n
11 Sr. I). Manuel :Apoiado.
" *'/-. Mrquez 'Ir Oliada : Isto parece que
pude admillir durida.
" Sr. II. Mu noel :ti mais snphismar a le.
'' Sr. Marque-,de Olinda : A respeito da colo-
ni-.i .1
de PO
Sr. presidenli
1 Senhora do no Para. Kiilenhod
a alien, n do governo sobre esle uli-
10 novas:
as snas doulrinas j forara expendidas nesi.i casa
desdi.1 que COmerou a disciISSu da lei que boje re-
una esla materia. t
11 nnbre senador nansou-se rmtilo eni mostrar
que n. colonos 111 d'veui i ir para derruhar ma-
los. Huei que s manda vir para esle lim .'
ipianil se disru-
exrlusiv de ven
que sao despex
previstas, a al
Sr. preslllenlr
11 ipieusl.is, nn ; ella:
relalorio taz. dolas raenro.
stas as In. vr. oli.frv.i.
F.ia colonia era particular : sen fundador a esta-
beloceu eni ierras propriaso deti-lhe regolamenlos,
li.s, ... hi'iii me leuiliri, rhegnu-so a formar nina
i-uinp.inliia para son il.serivuh iuieiil. Mas, nao
correndn bem as cousas, recorren elle ao governo
Sr. ministro para ser auxiliado honicm lellvo e emprehende-
dga depois dor, mereca ser ajudado. .vlm dissu, n lu
eu comocare pola colonia Ksta urna das razos por que eu
11a esla lei, me oppuz aosystema
da ; porque eninj eu dizia que nao vein c co- colonos lalvezpossa
lono iieuhiiin para derruhar matos. Isto eu dizia
ll.l.pielle lempo. Por i-su eu prefera mais que,
mullo embora se eslabolecessc systoma de venda,
llsassem-.se certas regras que habilitassoin u\ er-
1111 a concedo-las graluitameiile ; e lamento milito
tiendo acopia da consulla da soffo du impe- 'l'(e Jjubu que fazer arena das emendas da ruin
11 do eonsnlho de estado do 21 de fevereiro ultimo,
sobre a aecuroulaco doexerekio dn cargo de pre-
sidonle u vereador da cmara mm o de subslilulo
de jix municipal ou dejuiz municipal interino.A
quiln fez a re.pii.ien. -
Ouirodo niesmn ministerio, participando que para
se poder salisfazer que solicila o uiinisierin dos
negocios da fazenda em aviso de U du correle mez,
conven que d'ora em dianle se remeta at o da i
dn corrento iiipz ao Ihesouro narional s aitestados
dn exrrririn dos rmprgados do sead, aliui de
que india lugar o respectivo pagamento nos primea-
ros r.uru das ulris dr cada mez, na furnia du regu-
lamento do*27 do abril desle auno.Ficou o sead l"'1'0 ,lus genet
inieiiado. I lonisaeo ; acou
I ni nllirio do vire-presidenle da provinria de ''
l'ern.imtuiro. reinrlti-nd duis exeinplar.'S d rola-
lorio ruin que n ronsellieiro Jos Anlnni S.naiva,
ii i qualdade de presidente daquella provincia, abri
a sesso ordinaria da rcsoerlivn assombla no ror-
rente anuo.Foram remetlidos para o archiva
Dos reipierinienlos cmara Miguel Marques na Rocha e J
liardn de Abren, pedind que se Ihes conlinuc
abouar as gralillcaroes, visto lerem .el dispensa-
mssn: no p serviro ha de ser mal desempeuha-
il, u enln u Sr. 'iniuislrn lia de ser obrigado a
abrir crditos, e isso coutrario a que a coinmis-
sao prope em um si u artigo. Mas, como < nobre
iniuisir areiinu oslas omendas, vol por ella., por
que nao bul de sereu que augmentar a despesa
runlia a mente du governo. Passarci a algo mas
nhsenai.i.. genes, l'enlin de dirigir nina pergiiu-
ia aosSrs. ministros c de Ihes fazer um pedido.
Os Sis.
Irarani-sc
paiz, miiii sabedores das causas dos nossos males
e dos tneos de os remediar, principalmente a res-
aliinenlirios e a respeito da ro-
H.iii n govemo de nada ter folo
i,,, oxcetlenle par.....i cslabclecimeuto colonial: havia deh.n.....is niuil
e la mula largueza de ierra para a colonia so es-
,-,,.. tender.
l'areceit-mi' ronvenieiito aproveilaros plmenlos
pie j havia, o assciilei de fazer um contrato rom
i eiiiprrzarin. Mas observoi que a colonia nao pu-
la medrar rom os regulaineiilos que a regam. e
talvez fussu essa a rausa dn sen ,,ilr
Mas un momento nicsmo em que se diz isl le-
gtsla-seem prejuizoda lavoura, Queremns anniqui-
lar a lavoura dizendn : Venliain COloilOS e mais
de ofazendeiro exigir paga da rasa um quo rile vai colonos para mi. moralisar! Fu nao enfeudo slo
murar*.' que despeza csla Sonhorcs, n^uver-
nu nu poda exigir dn fazcndciro menos dn que fez;
OOnus vai recalnr suhre o Ihesouro, o ja elle bas-
tante pesado. [Apoiadoi.} necessario que o fa-
/endeiiu conconrra da snu parte para molhorar -na
Mirle e que nao espere pelo govet..... : \poiadoe. .
Vaquillas iiistrurroes n ha dispusirurs deque
lenha do rao arrepnnder. Para animar a \ inda de
di zerque o preeo de real o
meio real pndia ser reduzidoanda motado. Mas,
senhu.ies, um prazo de (iii.iMKl bracas quadradas
pr aquelle preeu sahe al a 30;; que menos se ha
de exigir de um colono, porque, nute-se, para cul-
iiv,ir ierras i- neressario ter um pequeo peculio;
este peculio lambem um penhor da moralidad*!
que v.i
na va
de-i inpe-
ii liar.
nao sei u que quer dizer, senhoros: mandemosen-
lO diz.r a alglilll re da linipa que nos ven lia en-
vernar ; srr talvez o melbor! Oque que nos
quer.imos Quo mcios appllramo* i O q..... que se
nos lent dado .' Nos queremos colonos mnrslisados :
mas os colonos inoralisados como nos h de vr ?
Hi/-.e que ha de ser da Furopa culta, porque os de
ugal nu se consideram da Furona culta, n que
;:. r -u coloni- huid,i para o rorrulamenlo novametite ti lar ame.
que nuil, lenham lambem conlnlmido.
" Sr. Ferreirn Panntt:Xo vi essa In.
O Sr. I itconde. U AUnuiutraat'. Nu a vioainda?
| Hito. v. Exr. leu aqu um artigo de guerra, en
poderci lambem lev essa |oi.
N., nu tumos arrnlainenlo ; a lei de runsrrip-
v'u nu existe; a le a vonlade, o armtrio, Qnem
e pobre, nuera uiseravol, leve o diain. n hrasi-
leiro entra na nnbre prulissn do exerrilu, presta-
se ni paz, bale-sc dslinguo-se na guerra : m -
esf homem >' o paria da sociedade : arabando
siV lempo, nao se Iba (l baixa, e se Ih'a do ali-
i.im-ii para um canto. Mis a cstrangeiro, nu. Oh!
us riiioiins estraiigeiios, estes leem passagem paga,
ideinyagasallio, roteam-fte os campos para ellos, por
queclles vem civilisar-nos Entretanto o brasiinr
que I-o derramad o -eu singue em favor da cansa
de .in paiz,desse n se fai caso ; para ease nn
.pie se nn ii\e..e Feilo isto. Fu j enlo deplo-
rara que live...'ni .ii|u de.privadas mutas pronos- dn colono ; o quera u n leui metlior
las viudas da F-uropa, nu do especuladores, mas I servir a salario, onde o poder ganhar, c
lianieus milito serios, .pie se prnpuuhaiu rondar metter-se em trabalhos quo nu podcr desempe- prios colonias : nu sei como ha de s.-r islo. Quonlo
Innias un Itrasil, pedind cencessoo gratuita de nh.ir. | aos bnmens incorrigiveis, lomara a Europa culta
Ierras. F llnalmente, senhores, as instjucre&noseoc- ver-se livre dilles. E qerc-los-hemns nos i .
Dizia cu que, se n-- lircssemns aproveitado estas euparam s com a titula do colonos para eslabele-l deremos enlo contar rom probidado dos colonos da
i Kiiruparnlla ti que que ella laz .' A Fu- ha vlntem, nn ha um lia de descanso, iinuorui-
ropa culta qtiereri lambem essa gente i.....-alisada : 'dado de dividir com elle, as lena, .pie al exialem
: rila faz esbirros em abandono, do dizer-lhes : < Uiui leudes
pie a patria agradecida vos di !
Seuhurrs, a provincia dn Par pspcealmenio re-
iiia-eiis.pirasduitrasii.ru o so-u i......iiemuns- clama a colunisaco; ningnem melbor du
nu. iodo como o a Kuropaculta, pie lem
ella lamb
para fazer prosperar casas colonias : e n. soborno
belil que es.a. rnbuiias lln nlert rom llleliures
. c :......."" .'"-....-.. ..-.,.,,,,,.. u,-ni,iiis- ciama a colunisaco; niugin-m meiiiur un aunas
uaiei. \otie como 6 a Kuropa culla, [ue tem -n;i< nossos proras, os'nossos soldados dispensados d
.....'"'as. na de querer q......s homens mornlisados! servio do pois de lerem acabado o tea lempo, o
eiiiiam para o Brasil, em delnme......le suas pro-i poderiam fazer, e nn ,.. colonos eareoens. A pro-
ni ii. i*.. .....-,-- ..^.. ..............i.. .,.. .._:..!.. ........_ *......
olleras, loriamos j naauclla poca centro de col- rercohjnia
m.ai mu. onde os agricollorcs podam ir buscar mui-, qusro dn
El
bra.
qill
I- I
p
I"-
lu.
apn
IZO, purque
los braros
Isl une hoje o Sr. miuislrn no sen relalorio pro-
ilonos depois de nella esidireui poralgum lem- clama como sendo o que dei odor braros lavoura j
bandonavam-a ; osnos eram exeesslvamenle en dizia ha milito lempo : l est um parecer meu
do.-, para ella, imn pxigi nnvos ri'gulameii- nu conseibo de oslado sobre este assumpto, em que
r fot declarado un o un t ral que o emprezario expond. n caso scuhores, que esta proposiro
seniassn novos estatuios ao governo : e dei I do nnbre senador urna vordado j velba entre
n.i. : ns colonos nao vom c para derruhar malos;
e preciso que o acbera preparado. Dobaixo desta
consideraco que obrnu meu antecessor; debalxn
de.la considerarn r que obrei eu. A lei, a que
alia- o nobre senador den sen asssenso, que .up-
as facilitan! aos faze.udcros
para snas actuaos fazondas. Este
.ns objectos : apta
dos do srrvirn peln senado ruin lod os son- ven- vi lu, de nada le folo llesla par
u
nuil ubis.\ COmmisso da mesa
O inesm snibur primeiln serretarin parlripnti
que o senhor senador Dantas lite liavia cninmuu-
rado se arhar iticominndado. Ficou o senado ni
I.'irailo.
Gompateccnm no decurso da t
senadores.
oriikm no nu.
Secretarios deu fatuidades de medicina do Que lera fulo o gurcruo para evlat
imperio. h" gneros que lem feilo para qu
F.ulrou em primeira disensso o passou sem de- *ejo providas de brajos i Anotad
ssao mai. Srs,
ministros, quando em opposicao, mu.- tanta impurtaiicia a i.i .pie recommondei este ob-
nuit inleiradns das lieci'ssidades du jeclo ao pie.i,bul,.
F.uiretatiiii o Sr. ministro nn sen relalorio apenas
faz mruro de se haver relebrada ocontralo. Aca-
so perinanecem anda osanligns regulainentosi ti
Sr. ministro examino esle objerln, veja que os
regolamenlos n devom ser conservados. ".I-
poiadot .
A respeito da colunia II. Francisca, declaran o las dilliculdades qu
Sr. ministro que liuha feilo mu novo conirato com procurei facilitar ati
a companbia, mas que eslava ludo suspenso em sei so o consegu
nnsequenea de du vidas proposlas pe director da nesse intuito del
> ss contralo diz u nobre minisiro que trucees de ls de
mu a llj it a 30$ : mas n declara
Entrolanto sena cunveuienle saber-so
e ueste novo r.niilrat selomou a cautela ilereser-
II-.e parle d premio para ns proprins colonos,
orno se fez cot) a as-ciaco de coloinsaen n mi-
ne minisiro nao o declara, quando fui lu m expli-
i u a psle re.p.'iiu tratando d roica lo .un o Sr.
leador Gonralves M uiio. e quandn falluu da
'oiupanbia Mucury. Kslc ibjeclo c muilo impor-
ibjeelo que j fui milito rnn-ider.iiln quando se b
a le ipn- regula esta matura, purque indas as ron
sideracoos faziam ver a necessidado dr manter :
agricujtura actual o nn deixa-la dellnbar por falla balhoso ns porlugnez
de bracos : esle objeclo toi muilo altendido as tns-
irucrrs. tis fazendeiros achara all uieijs de se
prnveiein de lu.i.ns para suas lazeiulas.
Senliures, eu nu quera por embaraces au gover-
no ; na seguir! o exornlo quo me deram o anno
passadode embararar ludas as medidas. i)cpropo-
sito se levanlavam dm idas que enlorpccessem as
discussoeg. [ Ipoiadot.} Eslava na cmara dos de-
I urup.i rulla lien. nu. livre e permuta qui
gente aqu n ponha o p.
Essa Kuropa que no rulla. que Portugal, v
nos mandando os seos colonos ; nlguma seiiio boa
'I11.1' I"0* I..... vindo o que nos auxilia o..... sen 1ra-
I". pnr.pie v.'in esses por-
lilguezcs, senhons Fporque teem aqui seus p-
renles, porque esla Ierra u Ihes estramia, por-
que aqui leem grandes favores ; nn san obrigados
aosonus nacionaes,e leem essas ranlagetrs: el es
ha de continuar a vir. No entonto
esses cid
I"
i nina dn Para, senhores, lem mullas ierra- qu.....
i.i.i abandonadas aos tigres a aos jacar*! e essa
bemns us ,'e po- provinciaa uossa [ronlclra, e ijoom -abo o que aos
erca? [fauna .
Temos urna soriodaile de rolonisiro ;....para
que? Para Icr einpregados, agentes, t-orresponden-
issalaii.uln. de bula especie!
preri.su acabar-
le.
" Sr. II. Mu noel':Apoiado ;
se i un esta cenecura.
O Sr. Vizconde de Mbuquerque .linde estamos
ns ?...k nnlo nao6 laolbor irmos para Angola?
Ru nas}.
0 Sr. I). Manuel-F.stnu qe.asi indo lambem.
O Sr.
nlava-so au governo
i parecer da ruara du. Srs. depuladns sobro us-
as materias, parecer na verdadu extenso lumi-
noso ; apresculava-so o parecer du conselho de
estado, lambem sobre estos materias, c dizia-se
que o governo ltiha aliaudonado ludo isso, nn
dosto augusta soubera aprovclar-si dos arbitrios apre-sentadns
iiipiini ller- ne-.e, p.iiuieies ipie nu dri'a providencia lie- eleven |;
niiuma. mais nada
Mi
uluuia.
poz o que agora o mesmo nobre senador acensa. Fu I putados um nrojecto sobre rodtratog de celnos
nunca esperei que viessom rotnos comprar letras nclle se creava um tutor para esta colonia; esti
pararnine.ar pnr derrubar malos. Por Conhcceros-
u nnbre senador apona que
rolnos ess traballio Nao
nn era fcil consegui-lo. Mas I apresenlado por um nobre ilupuladode acebedo eo-
inas a poltica d
I sonde de .\l'iiniierqiie:...II que e que
nao se presuma faz,'mus n. na nnssa ierra.'
le es,.. entonos, .pie sao uielhnres, iin lenham Qual n futuro qne promeUemos a nossa mori-
aiubein os inconvenientes : pnmeiro, porque runda : dade e aus nossos Irabalhadores '...i orno i que un
mis .i..,si,. oprriiii/ de nao oslar muilo longo a homem podedar-se .i lavonraf Cerlamenle queme
!""""' independencia : segundo, porque esses la- v., lamben, paracendo melhor vir para as urandes
1....." 'I'".' e,,es ,lln dn,,11111.....mnosce desperlam cidades, para aqui, senhores, ende tiste a aifande-
pinjerin uiinoa pudo s,.r recebuln : faea-o o gover- ussoszelos, poppie ellos eslao mais habilitados j ga, poficia; onde so pode exorcer o oOlrio do
no discutir o approvar ; islo muito interessante Jvor o a prosperar do que nos, os brasleiros. maUim. onde so pode licrecr mesmo o ottlrio de
ri......ne dos i.nsso, hospedes, l.sso prineri tui i-..i ruio.iis.i'.ao vii de grara cha do continuar denunciante, que se paga bem. Estt officiomais
nnbre. ministros.
que
acensaran] go-
e que julgavaiu
mal sanjvol, porque nu din agora .m povo car-
ne farinha barato i pprqne nu dan bracos la-
voura .' 1.1 sei as lltlHcilldatleS que IISSO .'.' i'll. iii-
Iram ; mas enlo para quo vieraui n, nnbre. minis-
Ir... .lar isso como possivil Para .pe- lizoratll......
rer i.....sprilo do paiz esse ilesejn quandn aerusa-
,'.iiu o gabinete de nn haver providenciado sobre
i's objectos i Hoje lenhn direito do perguiilar
ante,
rililar o trabalhn e que as ins-
novembro se fazcm as concessocs
que all se leem.
n nobre senador lambem allou nos logares re-
motos : ii nutra consa qoe lambem su tem dito e fal-
lado in.i.i i-a-a ; eat a lei qniz araulelar tanto os-
le objeclo que manda demarcar os prazns un con-
tinuarn un. dos uniros, x esle objeclo milito at-
ienden ,i inoii anien'.snr, n qual em sen. n lalorins
reconherea neressidade de .' approximareni asrn-
buiias ds mercados. E elle n s clava profun-
damente ciuivenrido-desla rerdadr
. como se esfnr-
Segundo as milicias quo eiilinlia, .pie eram exac- con pnr rnnfnrinar-sa cora ella nasdlToreutescolo-
' i-, a companbia nn gastara mm ,i \ nula des en- nas que fundn I na colonia para poder floresccr
migo ; mas a poltica do enlo Oppunha-SO a que
,e li/esso qualquer i'.iu.a, anda que fusse em he-
neOeiodo paiz ; soja elle mais feliz buje. Farain-n
agora es senliores ministros, j que cutan nada so
pi'nle fazer__
O Si. /). Uanoel : -Y. um projeclo do Sr, minis-
Iro d.i guerra sobre celnos, o que dellc '.'
" Sr. Miiri/uez de Oliinla : ... pnrq......ra ne-
pessario mostrar a esterilidad!! da poca. Seja elle
hoje mai. lili/. Fslou que n a ha de ser, e que
-as ideas, puja boudade n e poder quesliunar,
bao do entrar em ouiro projeclo, purque aquelle
esii ronderanado. lacam s nobres ministros u bem
lo paiz, repito nn ils hoi de embaa ar : mas a-
' lr- I fcil do que o de agricultor.
I'mpianln, porm, s deas que acabo do referir lual u resultado qi e espora obrralciro de sua
lian ... nleiiiiiii .iruin, mi nu se .ipa'_'.irem de lu.lu ,i. ib'iluarn a laviuira \rui In^n a guarda nacional,
ii..a. mysllrarocs,nospoora conseguiremos, Sr. recrulamento e indi esia posto para o perseguir.
presidente, ns aggrai'amos lodos osdias ns males j Bisadas.]
do iii-.u paiz: neressario araharraos non estos i At me lembro mais d um omprego exoellente
ronsas e necessario araharmns i nm essas lluses ; '' de caimpaissa : canto, dansa n lem gorgWa ; sem
e appello para a experiencia dn nnbre senador que dnvida isl inelhocdi .pie .i lavoura.
bniitcm falln e que lanloprazer den esla rasa, I Para que queremos nos a lavoura? nao nos basta
porque, quando un nosso decano falla com a euor- : n proleceo a commereio, creado c cstobidecido
-ia .qu.....ivimos, quera naosenlria prazei i por nos para dar garrote a nossa lavoura? Oque
o respeito .p.e nos merece o-nobre senailoi "" importa saber o estado da lavoura .' "s lavra-
l'i.'ln ..o saber e experiencia nu pid ileixar de [dori|s nn se divcrlcm, nao. \ ao'lbeatro qdando
' d I us jamares aoss.ius amigos
caresta lonos seno a premio qnu recebia do governo Ella precisa de esporo para ... eslender. Logo que por '.'"n bem dn paiz. [lluila bem.]
bate para a segunda o pmjerln d senado gualandi
ns v Miriiuonlns dus sorrei.irius das focHldades dr
medicina aos dos substituios das mesmai facilida-
des.
Apostalacao de Honorio Pereira de Aseredo
Coutinha
> fazendas coutralava conj uma casa commercial para irans- boas vas d.- commuuic
Para que pnriar colonos ; dava-lho o premio que n governo seus producios para s gtaudc
Iniua pudo mandar
mercados, un por
nu fazer remover esses males d.- prompto, romo ""' offeroi a, a a casa i.....miercial uuteudia-se com i slradas ou pnr agua, comanlo que seiam curias a
exigiaodn gabinetepossado .' ".. colonos,ou reeebundodriles o que [altava para distancias, lein-so conseguido este eran.le objeclo
l.iHa lo; ;Havia ,iisso muila exagerarn, apassagoro, nu bando-Ibes es.a diJTeronea e lo- Isln o o que oll desomponhau. Fallarei, por ex-
" Sr. Mrquez de Oliud Isto u que se mando suas segurancias para ser reembolsada polos emplo, da colonia dn Paran, cima da serra "
que
Anua arei u i.....i : me-.mu. colonos, lira, se buje se entre
exiga dn governo passad
pedido. Sr. presidente, o pedido que quera fazer I ,u'u coinpanhia sem declararan nenbuiua, a casa
Tcva lugar a primeira discnsso o passou para ,-. l'".' I"1'' parle du commereio o da industria, i '"uiiiinrrrial continuar com a mesilla nperacao o a
segunda sem mpugnaco, edesta para a terceira, a > Apresenlou-se lioulcm na cmara dus Srs. dopn- i companhii metiera nos sens cofres lodn o oxcessso
proposicM da cunara dos depul idos approvaudo a ''
apnsoularo concedida a Honorio Pereira de A/err-
do Gouliuhn no lugar de secrotorio da presidencia
da provincia do Pernambuco, com o ordenado an-
nual do SaDOfJS.
Ornamento para o coercido de 1S59 a lSfil)'.
Arhaodo-SO na sala iiiimodial.i oSr. ministro do
todos, e ja ha das si fallara msso, um
sobre bancos : leiibo de pedir aos Srs.
que aili.inii ru essa discnsso.
" -sv. o. Uanoel: Apoiado.
Sr. Mrquez de niuulu : l me
O
a o pre- limo clima para ns celnos, ptimo clima para in-
dns ns productos, tenas leriiii-simas c abundantes
d'agua, com mu caca o com a capital e com o litio-
ral : ris coudres as mais propras para dar bons
nierrailus colonia e naia a fazer prosperar. Nao
se considere a Inalidade someute em si, sem atlen-
en a millas oirrum-laiirias. Para aquella colonia
era necessaru cuidar-sc da estrada da Graciosa. F
projeclo I" colono nn ter allivo iinnhnm as despozas
ministros I ^B. transporte, Islo nao pude conlinnar assim. Nn
I sei que us fretes lenham subido buje de modo que
exijam aquella dilTerenra. u cerlo que i necessa-
dssoram "" otlonder aos onlns ; o nolo-se que islo om pnr esta orcasiao observare! que nn relalorio do Sr.
que este projeclo seiivapresenlado p discutida ; 1 benellcio da mesma companbia, porquoclia ai-har minisiro nn sr falla nosla osirada, obra muilo m-
mas nao jiu lodo : que isln brava para ouiia sesso. \ n|ais fcilmente quera veiiha povoar suas tena., portante n s ni rolarn colonia como em re-
negocias do imperio, fu/am sorteados para a depu- '" .eatimaria quo nn so realiza.. osla notira ; ''aren -un- necessario quo o Sr. minisiro explique l laejo rommunicacao du serian com o lilloral. Se-
ia.;n que o devia rerebn os Sr.. i.uuli i Vasconcel- i J-'" I'1 ouv. I'rnpnr aquella medida e ada-la I l!*t negocio, r necessario que o" Sr. ininislru nao so descuide du
los, Naouco e marquez de Caxias. horroroso. A ameac que aquelle projeclo enrerra I "'' lambem n Sr. ministro que no contrato se es-1 examinar como vai esla obra.
Sondo inlroduzdo o Sr. ministro com
Hilados do eslyln, luiiu u asscntn na mesa
do Sr. presidente, eronlinuou a primeira dscussae
adiada na sesso anlecedenlu da proposta dn poder
executivo, com as emendas da cmara dos dcpula-
du. e ,|a COmmisso dt fazenda dn senado, lixandn
a de.peza Borrando a receila geral dn imperio para
ii exercieio du 185'J a 1860.
" Sr. Marques de Ohnaa :Pero a palacra, e pe-
en a V l'.xr. me jnandedar as emendas l'ril.i. a.....-
camenlo pola commissao de fazenda
forma- i'; ueccssarii.....que so desvanera un que su veri- i lipulou a prestoro mcnsal de Z:0008 para a colo-
i dneila '"I"1'Jo prumpln, para que cada nm saiha ririuu "'a : mas n diz por quaiilu lempo. Eu liavia
havrr-.e ; o conimerco o a industria cspauiaiii-se; I mandado dar esle auxilio a colonia, declarando
e o coinmercio o a industria deveut vver Iranquil- |'"- luo isto nn passaria dn mez do dozembro pro-
Ins. Peco, pois, aos nobres ministros que proino-
vaoa discussu o a volaco daquelle projeclo.
Sr. presidrnle, Ii um du dizer duas palacra;
acerca de um aviso quo > nnbre ministro mandn |
ao director da facnldado de direito dnS. Paul. E' 'url'
Portante, fique o nobre senador descansado : os
O Se. Presidente Tem a palacra o Sr. viscon-
de de Albuqurique.
O Sr. Viscondt de Albnqicrquc :Sr. presidente,
en quoro fallar sempre linju para nu perder ano-
i.isln, porque presumo que se depara agora a op-
portunidade de fazer alguinas pelicoos o de regis-
trar lambem mulla opno ; pois* que, qiiaiiln ao
pie so discute, que a lei dn urcamenln, a nao sor
alguma vantagem que se tira da' discussao, para a
qual concorrem anda mesmo s empatodores, nu
sei qu il outra se podcr conseguir.
Nao emilliroi agora nina opinio nova, pois j
lenho dilu Outras vezes quo le du orcamenlo, se-
gundo a marcha dos nossos trahalbos, era melhor
que fosso uma resolucoo para cinliuuar a despeza.
I.izemlu-so-lha alguinas allerarOes 0 csciisando-so
tantos qncsloes c tonta cousa, cora prelerco de
outras materias talvez do raaior inloresso u ur-
gencia.
Declaro quo hei de votar por toda a suppresso
de despoza, o muilo especialmente sondo ella aprc-
ler un grande pfToitn sobre nossas opmiues mas o
mesmonobre senador lia de me pcrinillir quo eu
divirja alguma cousa das mas.
1. uma noticia agr'adavrl ao paiz que o nnbre se-
nador lenha prosperado na sua empieza do eoloni-
aqtl rliegam !
porveutura nao se sabe quo olios em sana necessi-
ilades rocorrem ao crdito, que aceitan letras, e
que 80 pnuliialnieiile nn as pudeni pagar as rcfnr-
mii mu mais 2 o se llnalmente nao poden re-
sacan pnr parceria ; mas atlondamos : eslaro lo- i r,,,,cat i-'K">">'-"' bra espoliados de sua propne-
dosos brasleiros na posico do nobn senador *!'. prejnwo da lavoura ? Pois nao temos nos
pnssiccl que todos sejaiu Vergileiru, cnin sua. lu- r.u."JO tanlo di prnlcc an S l.noura ?!
Mlllii p;l
res apuri
zenibro', le
, uma ipie.lau de doUS prnes.ures que pre|eu,||am
perceber a graliflcaco quo l dan aos que complc-
(l Sr. Presidente : l"ein a palacra o Sr. mar- j '"" -' annos de serv, u : o nobre ministro man-
quea de Olinda ; mas observo ao nubre senador que ''"" l'11' cs*a gratilicar i de.de o lompo que -o cun-1
as emendas da rnministu de fazenda s podero sei P'ejou o numero de 25 annos?
lomadas enlconsideraco na 2.* di.ru..n. | Sin me oceupo com esta qucsto ; umaclo do em ordi
o Sr. Mrquez de liudn:Mas, Sr. presidente, fwvcrno como muilos oulros que nn apprnvo, mas Sr, ministro, refnrndo esta coucesso. ndiz'qual
se as nhservacues qne eu lenho do fazer agora na | IK'.ln i'"r i**o os trago para i discussao, ainda quo lermojlesla clausula. Ser por ledo lempo
primeira discussao fnrein fund idas ncslas incsmas "''!' contra urna decisao que dei sobre esla mesma | que a companbia lem de durar rom os favores que
omendas ? F pur isso que as pero. (S. Fxc. satis- P|"eienco. Este, porm, nao o objeclo da minha llio forani concedidos .' Diz o Sr. ministro qui o
ido. v colonia achnu-soaqui no, mato'
i. A directora era llamburgo nao pndia do nubre senador pelas Alagoas ex-presidente da Ita-
furuecer-lho o necessario ; senos einbarai us a ului- llia. t) nnbre senador em um relalorio que apre-
iv.iin a essa suspeii.u. Sru procurador aqui na seirtou assombla geral diz que a primeira osco-
dcclarou que nao concurreria mais com auxi-| la de agricultura a platica.
O Sr. t'ansunsiio dn Siiumliii :Apoiado ; a pra-
prinripios por V. Exc. proclamados sao os que leem sentada petos Srs. ministros, (jualqner que seja
vogadu sempre nesta materia. porm, a votocao desta lei, asua execuco hade
Falln lambem o nnbre senador om escola pratiea j ser pur i orlo subordinada s circunstancias, e es-
dc agricultura. Eu neslo ponto sigo os principio
Ii a coloniac que suspeudiaqualquerprestaco. .
e COm ellrlle suspenden. Nesle csladu de rinlsas
parercu necessario rcra sen auxilio ;enlo inan-
dei d.ir-lbe a prestarn de 2:00us puume/. at de-
inpn sullicienlu para a cuhipauliia |
ru seus negocios
agora vejo .pn
que u Sr.
feilo.) observarn, o. que impugno 6 aba
Km me opponbn, Sr. presidente, a que n projeC- niinislro tomn para dar sua decisao.
to passe sogunda discussu ; o senado sabe que eu j (i nnbre ministre ostauolccou o principio de qe
tollo pouco. u o qnu agora lenho a dizer Reara sor-1 para o professor continuar no semeo du magiste-
vindn lambuin para asegunda diems-ao. pedu.do ro depois de completare numero de annos para
ao Sr. ministro que o lomo em consideraco | ser jubilado com o ordenado pnr inleiro o neces-
Sr. presidente, creio que ha um erro do rodarco sari o concuo da vonladu du professor o d......-
nu improiisa no 5 2." a respeito do credi para a rerno: adoptando assim a regra de que a aposen-
que lia erro do imprens:
o IST
o
que eu
impiossao das leu ; digo
na designaro do auno do 1S7
AlgUUI Srs. Senadores : 1837.
0 Sr. Marques de Olinda : Dora
sopponbo.
Sr. jiresidunle, eu nao posso concordar cm nina
emenda que aqui esl [lara siipnrimir-se a despeza OpposlO a toda
que faz a aula do modelo n na academia do bollas
arles.
A emenda da commissao supprime a da cunara
dos depuladns, qu.- autorisava a despeza COm a aula
do huii.rin n.
Senhores, as bellas arlos redu/em-so a imitar ou
reproduzir as obras da nalnieza on as obras du ho-
mem polos nioios du que cada uma dellaa dspoe,
como, por cxomplo, o pincel, o buril ou OCUZel.
Fstes Instrumentos na mo do homem nao podem
bem roprese::ar os objectos sem que ellos eslejam
bom gravados na imaginacao, ou om original ou em
uma copia fiel.
Pela proprledade dos niodelos 6 que as bollas-ar-
tes uascerain na Grecia, onde o bello co daquelle
paiz roprcscnlava a natureza em lodo o seo esplen-
dor: pela me,ni i razo que ellas depois da deca-
dencia I iniai'jni novo incremente na llalli; nao
fallo da poca anterior em que ellas fnram all culti-
vadas, puiquc enlo loda a civilisacu se concen-
trara nu povo romano.
Por esla mesma razio quo ledas as academias
de bellas arlos procuran) enriquecer seus gabinetes
com os melhores modelos, e por isso que nonhuma
das bem organiaadas dispensa a aula do homem n.
Siippriirindo agora osla aula, vamos mostrar que
nao sabemos apreciar o valor desta InsUtuieo. Nao
ha du sor com o meu roto que su ha de negar aca-
demia 09se meio do iiislrurro para seus alumnos.
A despeza nao lo grande que o estado nao possa
cotn ella ; a despeza de 2:40119 0U 2 2IKI3. Esta au-
la j foi prevista nos regulamenlos anteriores, nao
uma novidade, nao nina creaco nova ; o por-
que se lia do supprimir?
Diz o Sr. ministro no sen relalorio que pretendo
dividir o curso du estudos ein dous. Fu nao sei se o
quer fazer por decreto ou por lei. (O Sr. minisiro
faz acenoduser por decreto.) Bem; mas ueste caso
eu quizera saber dondu lia de tirar o Sr. niinislro
dinheiro para esla despeza. OSr. ministro aceita a
emenda da commissao ; mas como lia do fazer a des-
pera ? I) orcamenlo nao iho d muios para isso
abrir erudito? Piimeiramenles ha um artigo ad-
diiivo da commissao, que nao autorisa crditos se-
no para osobjeelos que nao sao suffloiontoraenle
dolados; o cm segundo lugar este objeclo uo so
laduna lurrnsa ; que i professor.logo que" lenha
completado um corlo numero de annos de serviro
lem direito positivo c absoluto a bssa aposentad-
na. E'justamente isso o que nao posso admillir ;
au .-ichii fundamento ein lei ou regularaento que
autorise scmelhanto principio. pelo contrario, elle
b s das aposenladorias. a
regra > que niugucm pudo ser aposentado emquan-
to poder bem servir, louve urna excepeao a res-
peito dos lentes das amigas academias jurdicas;
Piles llllllo O direito do serum aposentados logo
que cnmpleassem illaiiims de serviro ; enlo jul-
guii-se necessario esse premio, porque as canlgens
ein si memas nao ero taes que ruiividas.-em o se-
guir uma vida silenciosa o do retiro anuir mais
apparalosa na sociedade. Mas est extinel essa
academia, e por consequencia es.a regra foi urna
excepeao exigida pelas Circumslancias : a regra,
pois, que o empregado publico dore sirvir em
quanlo pudor ; e as leis de aposenladorias nao lem
ouiro efreito senao regular us vencmeulos quando
estas seju necessarias.
Fallando agora dus lentes eprofossores, servndo
z annos tem direito a ser aposentados com o or-
denado por inleiro ; ainda mais, leudo completado
i ... espaen do lempo o continuando B sen ir bem
direilo a uma gralillcaoo : mas o governo nao
i.liiigadn a dar aposenladorias Ledas as vezes que
qinzerem, e pode mosiuo depois de passados 2~i
annos nega-uf, caso assim o julgc conveniente.
I ni que, pois, funda-se n goveiuu .' O gmrrnu s
U ni ubrigaru do dar apuseiiladoria ans Icoles se
Ve que ellos ni.....StO Pm CSladO di servir; esta c
que e a dsposieo da lei e dos regulamenlos em ro-
laran a essas aposenladorias : nao se acha mu s
artigo que abone a interpretarn contraria.
Dizom os rogulamoiilns das facilidades que pa-
lenlo ser ns lentes jubilados ; mas iieiihum diz que
dererao ser jubilados ; indas as disposicoes, on dos
estatutos das faculdades, ou ds rcgulamcntos re-
lativos in.lrucru secundaria ou primaria, lodo.
reconheecm no governo o direito de recusar a apo-
sciiiaduriu emqaanto o*professor podo servir, ti
que ha de particular lias jubilaroes que, conl-
uuandn o professor on lenle no magisterio com o
consentimento do governo, tem o direito gratili-
caro particular que se liio concede, lu sei que o
nnbre minisiro podo trazor um suu favor o paren r
da maiuria da suceo du conselho de estado. Mas,
cniun n govornolivre em seguir OU nano roto du
conselho de estado e mullas vezes tem-sc apartado
doli, onobre ministro, adoptando este voto agora
da materia da seceo, doro ter bons funilainoulos
ntralo nao se eoncluio por duvidas do director da
coinpanhia. Masca chamo a nllenco do Sr. mi-
nistro para osles objectos a quo me toubo referido.
Senhores, necessario que nlhemos com muila
allcnrao para este objeclo, Eu fui muilo tavoravcl
aos favores que so concederam a esla companbia :
eu continuarei a ser-lho favoravel em seus pedi-
dos. Has lenho a observar quo ns temos outras
multas colonias que lambem precisara do favores :
e mis nn podemos, nao devenios, ser escassos para
urnas e generosos para outras. A colonia I). Fran-
cisca j nao precisa de favores para so inauler ;
ella est bem constituida. que a compaphia
quer augmenta-la o engrandccc-la ; mas para
issu os accionistas que facain chamadas o entrcni
cun dinheirO para seus cofres, o nao
tica .' ii melhor meslre
O Sr. Marquez de Olinda : Mas, senhores, eu
prncnre instituir estas escolas praticas. Contratei
ii iniii um su isso residente us Fslados-t'nidos, agri-
ii cultor milite arredilado, o qual se prnpuulia a vir
para o Itrasil, Irazendo multas machinas o lambem
Irabalhadores versados no uso o manejo das mes-
mas ; prnpiiiiha-so elle a fundar um eslabelecmen-
lo .in Minas. Acbc a occasiao propria para esla-
bclerer uma escola normal pratiea. ti Sr. ministro
nao falla disto objeclo no sen n latorio. Mas o con-
trato lez-se, o u governo deu-Iho auxilio para a
pas.ag.in, pnr que vinlia elle, sua familia o muitos
operarios o machinas. *
Fu liulia premeditado eslabeleccr lambem esco-
las praticas em outras partes, o para isso (inha man-
dado convidar os irados trapistas para eslabelece-
rem uma colonia em Pernambuco. Consta-me que
os frades esto desanimados, porque houvcquem os
dissuadisso do virem para o Itrasil. Foi uma gran-
de peda : nn sei se .nuda viin ; preciso anma-
los. Eu ja havia mandado escother terrn proprio
para n- rerebr. Estes frades oslan rCCOOUCCldos
pelos melhores agricultores : na Algeria alies leen;
ainda que nao eslejam
nossos gneros, em pon-
en tempu ellos licariam senhores da agricultura do
paiz o applicari.ini nns.as planlares us prui
dianladns no que ...m uieslies. E n
laspreseiilemenle suppo.nhoquo nos do um taln
'l'ial i.....or, pois rsi me parecendo que o lempo
das lacras magras vai romerar. Qualquer que se-
j un as disposicoes que sejam incluidas nesta le,
presnmindo eu que nao ciamos muilo abastados
de dinheiro, oque pelo contrario temos muila ne-
cessidado dille e de crdito, nocessariamenlc unsirm esses que mais rontribuiram para o pi
acharemos Cin estado de nn poder dispensar do '
pedir algum dinheiro
zes, cun sua experiencia, com sua perSQVCranca,
nuil seusmeiosr Oque acaba do dizer o ilustre
orador que me proceden ? i', que as colonias pur
parceria na Europa esto iiiloiramenti abandona-
das ; eu creio lambem que nao possvel, nao crea-
mos nisso, nem esperemos que leilhamus colonos
pelo syslemn de parceria.
OSr. I>: Manuel d um aparte.
^O Sr. V iseonile de .\ll>Hiiiernuc :Sim, senhor,
na lenho estado na posirao do nobre sonador ; mi-
'luuosea,"i'! T;10 """1' '"'-ll;'"l"".i'1'' nnitesco-l E M ,. (,u,rinad;..s que morro ne miseria
u lr!',"Jai1"'," "':,,s sabf "s "< com isl nao nos mpor amos! [dirioiudo-te ao Sr.
do a p|ue leulu, p.issadn Ns queremos irans- ,,. ,,., ;.,,.. ,,,,,. diz V. Fx. a isla V.
s- rL':i i i P"''"",'' '!S"^; N Exc- i ^- qe lem pradea da colonisacao, pois e pre-
d ii e !, "" ':"Sa r:'v01'' "", .5 ''"" am "bun ri T '" NV'",kl"-1't ft" : de qne n. neceasttomo*. Sr ministro, em prejaizn
mi,; P"inilara e dcpoisfo. confirmada a : do8 nossos concidados. uno esUo morrendoa rime?
minh.i opimao pela esludo que lenho feilo da colo-
nisacao ; o chamo em meu apoio a colonisacao da
Australia.
lucida, senhores, at domis. Euo%ae digna
SSO, senhores, oque vamos para Angola.... (i-
moVk.)
Sacndi as rosna sandalias, paro, que i-i nao
paiz para proteger; stoum paiz do pharisons.
idiii.,arn, Sr. presidente, colonisacao para rivi-
lisar-nii. !.,. I,)ue quer islo dizer ? Vr.liam, n nli.iiu
estes rivilisadures, essas cantoras, isas dansari-
nas ; islo que a nossa colonisacao o a nona n-
riUsacao : isto o que nn. tazemosj u o represen-
lanles dn Brasil!
eslejam gi'i I feilo prodigios na lavoura
acosliimados rulliira dos
perartudu d Ihesouro. Faeam como todas as
ciinipanbias ; einpalein algum dinheiro para haver
depois. Nu tluvido iue se Ihe deem auxilios, mas
neressario regular estes auxilios de modo que,
quando outras colonias pedirem, nao se Ihes diga : Pernambuco que en pretenda cslabelcctVIos, eu
n g.ivernnj gasta tanto,enao pode gastar mais.- manilei convida-los para fundarem duas colunia
i. nao se nos venha com espanlalho : -Vede quo L' lombrava-mo do Paran para a outra
a companliia cahe e a colonisacao no Brasil di sa- Fu nao me limitei a islo, senhores. Fu quera
credila-se. A companhia, por interesse seu, nao estanelerer urna escola normal de agricultura. Pa
a ha de deixar rahir; e se i,in acontecer mal vai a ra issn niemli-nie com 0 digno director do mnseii,
colonisacao savella pstiver dependente da sorle de o qual ja me havia apresenlado um projeclo, c oSr.
urna companhia ; alemde que, a colonia j so nn iniuislrn o luna de adiar na secretaria
E*!|: ,."IIV^'S ;,l ',!".....*. "Sff- File indicou logo o lugar, q......ra no .lardim P.-
dentes da ion .i.bdenmgueni. Conceda, portante. bmco ..... .,, ,', ,.,, d r
o nobro ministros favores que julgar neresnrios; !,, ,.,.;|,l
Si, ''.-" S,""'!? "'"'f'"-"^ ". "I""'/;"' ''"" 1 newei este traballio, e o nnbre minisiro, sog-
inhbuanidea, bar nutras colonias 0 governo do ,.....iaac continuar com esto objeclo
I,!'"' ; prnmnver e.i.ibelecimon.us de p,,,,,,,,,, ,,,,,,1 ,,'m.bro senadnr descansad ; luda.
ilnnia.en, diie.eiiieslngare., e na procurar o as dasquo S. Kxc. apresenlou sobreest obtecto
b m 7Z !u" ......J i"" V"' 'T"'' '' >' ** M,,os -"I- imnisterios que leem Vo-
bem constituidas, ellas que marchem pnr si. I cedido.
Quasi no.....smo estado se acha a colonia Blume-' Sr. presidente, o nobre senador fez amargas quei-
ncau. I.,la colonia lem lid nocessidade do anxi- xas contra as nstruceoes de nnrombro do anno pas-
ll_OS, e ou Ih'us dei. Mas o grande mal desta ColO-lndO, dizendn que pilas alleiidi.....nais s vaula-
nia esl as dividas que sen fundador lem rontrahi- \ gens d, colonos do que coiidro dos fazendeiros,
do c que lem continuado a conlrahir. Em 1857 liz; Eu eslava ltente s suas observacocs ; lisongeei-
11,11 a coneessao ; mas, como conheci que emba- me um pouro, porque observoi qu elle nao desap-
raeos no que ella se acha va provinham do dividas provara as nstruceoes om lodo. Ma. o nnbre sc-
euiiii.ihidas o que nu pndia salisfazer. exig que nadnr acba milito pendas as condicocs impostas
ludo observare! que o
suspendesso a viuda je colonosemquanto soacbas-
se mi. rada cun PSsaS ubrigarnes ; podendo todava
reeeber os que procuressem a colonia espontnea-
mente, COmO ai.....toieu COm muitoS que Helia se
imam eslabeleccr.
Esla minha exigencia linlia por fim fazer parar
I r.irivir.i .ni que so liuli.i l.ineadu 0 einpr.zariu
de augmentar o numorn de rolnos, sera altender
aos mcios de que dispnnha, endividando-so por
isa i cada vez mais. Elle caminbava para a sua per-
da sem o sentir, julgando melhnrar de condico,
.nu se leinbrarque psiava debalxo do peso de lima
divida quo nao poda satsfazct u que ia cr scondo
cada dia.
Ma. ou mesmo que Ibc mpuz aquella conilii o,
eu mesmo a relaxci.. .
an. fazendeiros. Ames >l
nobro iniuislrn no se relalorio diz que a parceria
preferida na Europa, excepeao de Portugal.
Isto- 6 contra tedas as noticias quo lenho, l'.sii-
marei muilo que hoje seja como diz nSr. minisiro,
II que en -ii u que na Alleinaiilia nn se poda bil-
lar em contrato de parceria. Talvez quo as colisas
eslejam mudados.
F como cu sabia desla opinio na Allemanl
que c d'undn una pode virmaior recurso decolonos,
por isso nao dei preferencia a iieiihum driles ; dei-
xei liberdade franca ans colonos, ellos que fai am o
que ipiizer.ini.
lollarei s iiislrurros: o governo inania vir OS
colonos .na eu,ia ;" paga-lhcs, pnr tonto, a pas-
sagem da
emprestado ; c quem quer
que lenha de pedir erudito nn peder deixar de
aperiar a bolsa e sor econmico, porque sem econo-
ma nao ha crdito ; disponha, paranlo, a lei o .pie
quzcr : quem forenrarregado da sua execuco ...
quizar servir ao paiz aove restringirs despezas
publicas, e mesmo reconhecendo necessidades
muilo ingenies lera do recorrer ao crdito o lia do
m us encarecer a sua economa para ser acredi-
tado.
So assim nao for. so o governo nao quizer ciiin-
prir o son dorex, do que servir qao a lei corlo as
do.pe/a* > Nn tem o governo a aulorinco para
os crditos supplomcntares .' llo do sempre gas-
tar : ocaso quo lenham dinheiro : e seno live-
rem bao de abrir crditos o fazer ludo sempre den-
tro da lei ; esse o estado em quo mis acharaos.
Nao seria mo, porm, que a assombla geral aju-
dasse ao governo cm fazer certas economas, pur-
que ha rollas despe/as que, ipnreiidu-se uulir ind-
ias, caliu um lal eiixame de'mariboudos om rima
que comdliciildadu poder u governo haver-sc.
Nao quero dizer quaes sao : adivinhom ns sonliurrs
ministros.
Minha regra, pois, ora volar por toda a suppres-
s.iu, porque ruin isln presuma que aiixiliava o gu-
ra s em | var." qualquer qua elle fusse, ,. chamar a sua al-
ien, .m para outra. necessidades qnu cu julgo mui-
lo urgentes o muilo ora rolacao cum orra-
inentu.
Estando, porm, nesle proposito de fallar, estivo
atiento hontom discussu sobre colonisacao, e'
die : Hei de tallar lambem sobre colonisacao -;
e, como ella tambera se liga a muitos objectos c
ii.i,la discussao ha toda a liberdade, rccee que
p.nle.se a accaslo agora do fallar o que livesse de
n fazer cm outras em que V. Exc. rae chainao
ordem, porque, apezar do meu traquojo o de um
tal ou qual descinb.ir.icn que lenhn, quando V. Fxc.
me adverle cu licosempre um pouco perturbado.
Por isso disse. .< Vamos aproveitar a orcasiao e
tallar sobre a colanisaeo. ..
Sr. presidente, eu entendo qne ludo quanlo te-
mos foito acerca de coloninco s podo ter um pro-
voito, que o deaprendermos cum us nossos er-
res;; e excepeao disto todo o mais lom sido pre-
judicial. A mancira por que se tem encarado a co-
lomsacan u o qnu sobre olla so lem feilo nn 6 |
um nial peln lado da despeza, anda mal pnr dis-
Irahir a nnssa jltclie das pliineira. necessidades
dn paiz.
Diz-.-o que nos nn podemos passar soni coloni-
sacao, o portauto vetilla o cstrangeiro ; mas, se-
nhores, nos somos naco ha j porto de u annos o
j lomos tambera colonos quandn estovamos, uni-
dos a Portugal. Fu suu mais velho um nacinnali-
dadodo que se .uer suppore vejo que sninus in*
dependentes ha .17 annos ; o quando (liemos nosa
iiidepeudciicia livemns reprosenlaro nacional, ii-
Velllns JUZOS, liveinOS exelillu, tivclllu. Ini.l-
dores.
(.in aiiiln me record, senlinres
OSr. /). Uanoel :E a dos Estados-Unidos ?
0 Sr. I iseonile de Mliuquenjae : Ns FstadOS-
l nidos os primeiros colonisadores fnram, perdiVo>
ine se nu proiiiiiicin bem n nglez, os Seltlers, fo-
. _n'-,n
da populacao dos Estodos-I nidos. Senhores, como
possivi I este system do colonineao ein masnnas
grandes cidades.' Onde andamos nos. senhores?
Illlde
Sr. presidente, nos cuidamos muilo em eobjnin-
r, discutimos muilo sobre estes ,v,l.una. mas
lian us lembramOfl que a nossa adminislrai de
jusiira, especialmente nos lugares erraos, incom-
pli 11, r inperfeila.
Nos queremos romear nossaselcei os, eseereto-
que, Sr. presipenle, consiste en se alargar os cir-
cuios lili'. senhores, .nulo eslnti eu .' Antes a An-
gula. t,luero antes mnrrer s. solado entro as le-
ras, dn que viver assim em uma sociedade de mona-
tros que devoran o meu Rangua I..... Mueren ain-
nus arlianins? t) que r o imperio do l'.rasil ? I pliar ns circuios liara lian ser, ni ex luidus H M-
in.i.>.l.. 11... a .'. ... ,.. I.. ,: i ,____:__ < I
de.-a poca
comparo-aeom aarlual, lia dse mn permillirque
diga que essa gente daquelle lempo, que iio era
tanta romo a do bnje e que uo requera colonisa-
cao para asna emanciparo, progredia na marcha
de milis nn ; a roprcsoiilaeo nacional de enlo
Europa para aqui e daqui para o porto a I nn era inferior de agora, s nossos juzes tam-
il imperio do Itrasil a cidade do Itio Je Janeiro
NOSSOS us cuino que culonisaram esle grande
imperio I Fi pnr ncleos, pnr grande agglomara-
cocs de popularn .' N, senliures; fui por dona-
lirias u dcscobcrlas iniicraes no Interior desle ras-
lo paiz, lar. como a de esmeraldas o ooro ate Malo-
iirosso, e assim nos deixarara ; e esl a nossa po-
pulacao derramada por esle vasto imperio. Queris
agora altender a uma s parle o abandonar o resto?
Nao entendo isto, senhores ; o nono progresso ha
de ser simultaneo.
O Sr. i). Uanoel:Nao possirel.
OSr. Viscondede Alhuquerqnt : 'nuiln possi-
vet ; eslude-se a legislaro des.es porluguezes a
quem chamis barbaros, como progredin......lies,
como lizerara no Bra.il es.o progres.u simultaneo
sr. presidente, vem-me agora da um estadista
lliglcz, que iiinijeii ..ein duiida alienado, quo, con-
versando com algiins amigos cm uma janella que
luava perto de Londres apontnva para esta cidade
dizendo : Comuma masnde popularo daqnellas
ii.in e possvel haver um governo eslavel nem se-
guranca publica. Estes senliores lao amigos das
grandes masns de popularo h do estar muilo
saiisfeiins cora a aerumulaco de popnlaeao no lim
de Janeiro e em lomo doli. Se houvesso algum
'.....o de diminuir a popularn do Ro de Janeiro,
fazenoo mais feliz esla parte que licasse, eu con-
correria para isso.
Senhores, nooossnrio ronsorvarmos a integrida-
de dn imperio, 6 necessario hemesliidaro paiz, nao
queiramos do repente ser grande sonsa, conlenle-
mo-nos cum u que somos, lenlamdnte .....Inorare-
mos as colisas, purque temos muilos recursos, (.iiieni
e que dlllidaquea, lerra-que poSSUimOSpOdCffl ali-
mentar lllllilil bem o decuplo da nossa popularo .'
t,lilem poeeni dnvida SSO, senlinres.' Pois porque
pude istn acontecer havemos atropcllartudo a tro-
che-moche para virquanta popularo ba oeste mun-
do ?
\. Exc., Sr. presidente, quer que cu manifest o
receio de que estou possuido ? Pela marcha que as
nossas cousas levam, eu receio muilo qne os bras-
leiros lenham necessidade do procurar ouiro paiz
para pnderein ter independencia; nao -ii se son nem
cnnipn hciididn': pola marcha que u. negocios le-
vam, receioque o brasileirn lenha necessidade de
procurar outru paiz p.ua poder conservar a sua in-
dependencia 0 a -na liberdade ; eu recCO inuil,
Sr. presidente, que os nossos homens se queiram
dedicar ao Ir.ibalhn rom bunestidaile Mieruinli.im
em seus esfnrcos, F nao so cuide, senlinres, quo
e-la nba e laiii :u|a as.im de linimento ; en lenho
me lumbrada que algnns brasleiros nao neGessilam
ir a Australia, au Cabo da Boa Fsperanea nem ao
Canad ; podem ir a um ouiro pai/ mais conberido.
En digo qu mrlhor ir paja Angola d que estar
no Brasil ; prometle muilo mais fortuna ; eu l es-
tivo, um paiz l saudavel como n ltra.it ;
utir me ronsloil que l houvesse robre amarilla
in ni cholera morbos. Podia-se Inmliem fallar w.i
M....ambique, que I estivo lamluin ; porm vou
io mais (lerlu : u nao n com a insalu-
bridadu do clima, (i inainr iniraigo que all ha e
lambem o melbor amigo o .Vi S ', pie ;
idos, os homens prestrnosos, e ao mesmo I.....po
fazemos accumulares de empregos, purque nos
fallo esses sabios r essrs lininens nreStimOSOS.
o Sr. ii. Minio.!:Apoiado.
ii Sr. 1 sconde deAlb%tquerque\.... faila-se na
maior exlonso dos circuios, mas n.'.a so lembrao
de que o juiz ucnuipalivel na eleirn, pnrquo este
o penhor da seguranea lo cidada a di sua pro-
prledade. Como senhores, que, -ondo o juiz
penhor da minha seguran ;a e do niin ia proprioda-
BC, -i ha do apresonlarcomo candida'o e querer ar-
rancar o ilion roto J com forra) Como que que-
quercis ter juizes que gan nlao a vos.a legnranra
e a vossa propriedado quando elle, aspiram as
eleices para degrio do ministerio, do senado, do
conselho de estado c de ii do quanl bal Nao re-
conheceis que i ueompativel ser juiz E homem po-
ltico? Nao porque o juiz soja inferior ao homem
poltico, mas por causada sua po-ie, da sua mis-
sao na sociedade.
Por consequencia, se lia alguma reformo a Fazer-
se na lei rleiloral, decretal a completa incompa-
libilidade dos juizes. Has atlendei. scnorcSvqae
n.i.isi podo ser juii emendigo ao mesmo tempe,
6 necessario revestir os juntes Jaquel la independen-
cia inherente sua posieJO.
Temos ainda oniru objeclo, senhores, para oqnal
somas luread.i. a dar tuja i nOSSa alie irn ; o lieos
permita que a altenco qu Iho devoraos dar nu
seja arrastrada e subordinada por nU ressi -
quinhns qiioqnirvrnlur.i, a.nda que brm calculados,
n i prevalecern, l'u me retiro ao > rdito, meus
seiihu.es; eu me relirn au estado misel.llel cm
que mis acharaos, causadu por un a! in.i.in emi-
nentemente criminoso !...
Senhores, se as dullcnldades quo mi coabero no
meu paiz fiissem a dn cumprimeolo da palavra do
gOVOmO purqile en nn culnprehrliiln |e ,e ]
dar o nome do governo i mu governo de m i< .
essa difliculdade seria fcil de se pxlinguir, porque
n padie da nnssa modaccnlantc i -i.ib.le. ni
na razio de s a oilava de onro. En lo vejo que
para isso seja nerrs-ari abrir-seos livms; e ii ni
medida milito simples. Mas arredilar .i. luilasdo
Rauco, cm cujo descrdito nos lomos muila parto,
isto i'uulia qiir.iau, para Iqual eu n ." vejo n
meio sean a pontual exei ario dos lei .1 milito,
a nao haver previamente uma inlelljuncia enlri-
os inleressados : c nessa intelligcncia cumpre que
se nllih.'ra OS i 11". 0 -i' i' OCUrem ; il. n'ri. d
toro,
E se isto mpossivel digo tomento;Enlo
oxerlililll-.e as leis.
A.-ii-t iiu-se lauto algni s nubre. 9011 lares, a eu
nao vejo esse mal' Eu nao qnero proeessii sem
i.nuil..ir.. ; in.i-, uma vez qne sennquei
.i razo, tenia-.. processo.
Supponhamos, Sr, presidente, que i actual .i
litarn das a.- .. i;....... de rredito fai .b-.arredilar
a nossa i......Ii : no m e-i.ui falNndo
por unta ni un na que nn quem .,( omito rlaru,
mas eslou cerlo que son i itenido qu omos for-
rados a dizer E esta c rrnlai
os conl ralos nn s'm rumpiidos; i pie aroi
re| i.. ?
c


Diario de Pernambuco Quarta feira 27 de Julho de 1859.
vcoutersina que pasas assoriacps sendo obi
das a fo/er ponto, teriam de procede! loga .1 cu
lir.ui'.i das letras em que asina ronipromellidas, e
nesse prnresso Im urna assignacao sonimaria de dez
das, siip iiinho. A letra mais proinpta en sua
execueao loquea hypolheca, e quem dover ha de
pagar; poder Rcar sera cousa alguma, mas nao
se segu que aso seja mu grande mal; *s con-
Iralastes, sujeitai-vos s cuudicosdo contrato.
Vamos agora ver quem Siio os prejudicados
1 as is letras apoptam-se, protcstain-sc e nao se exe-
cutam ; mas oque que acontece? K que essa as-
ni lugar do juro de 6 it o 411er 6' 10 e
I- miniis, 0 pobre lioinein Une contratou pre-
uolires ministros que lamucui sao deputados leem ^ prri su un, i para solfrer 1 ritas
dirigido opposc,o.> : o orador no seu papel de ri a essiics.
presentante do pon loni a direila eo dewrde di l'endo di' neciipor-sc ton.bem daqueslo banro-
zor toda n cerdudo, ncm iiifluiroo 110 seu animo pe ra 1 ,.....pn liendend.......'ador 11 grande alcance 11
quenas ronsideraroes quando se trata do desempe- a inimcusidadc do mulos que liarn as medidas do
11I10 de lo elevada inissao. Sao c a oppVisco quem Sr. ministro da fa/enda, deve di/cr ti cmara que
tcoi provocado ; ;i- prorocaves lem partido dos eulendeu ser do seu mais rigoroso dever esludar a
IrcsSrs. ministros deputados ; os ministros sena-
dores leem-se portado coni toda a moderacao.
Nao pode o orador liaver-sc no proselo ncm
pensar do passado ; e por isso vai lancar sobre os
DOSSOS ltimos lempos nina rpida \i.-la d'olhos
para tornar mais saliente a feii.au caracterstica da
poca actual, No dominio dos paixdes polticas
Mime que ; de vaiiligem sua reiormar e sai refor- que agilavam o pau cominctteram-so exceMca ; a
mondo, o se e que poda reformar; fai scus esfor- ; bustola que guiava os governoi era o Inslinclo dos
ah esto o usurario appropriaudo-sc Ja pro-1 partidos, pouco Importando que a causa publica l-
ide allteit, porque, en lagar ilc saldar a con- cae sacrificada, Para es cmpregoi publico de
11 em beneficio du proprietario, aggrava-o com os I qualquer calhegorla nunca setinha em vista n ba-(
juros, qm tendera a (bsorver toda a sua proprie- bllita oes do nomoado, quera-se un instrumento 1 rarir um fado que inuilo depe contra o Sr. minia-
o que aiinal se realisa, Quero antes rendei ceg que sorvisse aos Um polticos do partido que Uro deeslrangetros : o oradar quer tallar do Sr. Pe
[uillo quo lenho do que pagar uut juro desloor- dominara O partido saquaretuatornnu-scnolavel nnilia.nosse cnsul em Montevideo, conservado
por esta [cirio caracterstica a lei de it de dezem-1 nesia corte com q maior escndalo as accommoda
bro. essa le que maiou o direito individual do ci- Sr. ministro sobo arronjar para os ali-
questao, pan correr cni auxilio daquelles que leem
um direito garantido por luis positivas, o direito de
propriedade, que o Sr. ministro quer arrancar ;
mas nao passar adianto tem fazer salientes os re-
cursos e os manejos do ministerio o o genero de
apoio de que langa ino.
siio os oilici.ics do gabinete os patrocinados dos
sr.-. miiitros, sJo estes mofas com quem se des-
penden os diiiheiroa pblicos, que, obrigados tai-
res e com lacriflcio-da propra cbosciencta, te in-
cumben) lio ilccza de Ss. tica,
E lOCOU tiesta especie milito de proposito para re
gue/i
1 sab
por si
maro
por
ile s. Jos e I 1
I 1.11.101,1 1
1 sentenciado, 1
im bespanhoes a
'sordera, 1 por 1
n da freguexia de Morillero,
uqoisicoo do sen seubiir, 1
por crime de fci miento, ;
requerimenlo do cnsul, I
*r solo indiciado mu 01 me
do furto dccavallo, o 1 sem declaraejo do motivo.
Ph.ui 10 ii\ni:\uio. Varias pessoas nota-
veis pelas Mas lu/es, experiencia, patriotismo c
posiro social se teem pronunciado contra as me-
didasQnanceiras proposlas pelo Sr. Salles Torres
lloinem. Entre estas pesSoas conla-se o Sr. con-
selloiin Monsenlior .Miini/, Tasares, o qual, em um
acto de sen proprio punho, assim acaba deexpri-
mir-se do seguintemodo :_
Por esta procuradlo Ccita pur mim, o tsslgoa-
da, consiituio ao Sr. 1'. para representar-me na
rcuuio qne vai ter lugar dos acciunistas do Novo follas
poltica do Pauto ou de Pedro, mas sim aquella que
mellior se casa com os principios doiliroilo |........
vivas que rceoulipce a neiessidade da roloriudiido
humana ; por que s ello pode fazer a folieidaile de
um povo, romo o Brasileiro, que anda nao 1,-111 .1
vordadeira independencia.
(i povo, mxime' o pernarabncann, por ennhecer
que na" est verdadoramenlu cuusliluldn, areilnu
a n olio jo de 1818, e por ella derrantou sen pre-
cioso sangue eacrilicando sua vola,' a bonra da fa-
milia. O nomo da lberdadesoou nosseusouvidos,
e, para realisa-la entendeu-se bastear nina bandei- i
1.1 ioi a da l'unsiiiiiiuie: em lomo desteglorioso
estandarte appereceu lodo o partido liberal da pro-
vincia do imperio, epor elle as campias imam
alagadas dessngue, einnumcrM victimas fnram
|.,ii fardos lucidos de algodfio, 8 saceos lloilo dito,
0 n \.1- rassas lavr.ida<, dilas casemiras, l cai-
xoi.....i.ii'la, :jarras de barro, 12 arrobas de re-
sina de nngieo mu jiotes, i fardos, 1 parole, -' cai-
\'. s p |::lt caixintias charutos ; a urdem de di-
versos.
C.iiNSIi.MiO GF.RAL.
Rendimenlo do dia 1 a 2o l7:<(Klg290
dem do da 2U....... 1:971*211
3.Ofeslim de Bac
; I na ,-:i 1 omica.
1.10 veloz 1 mo relampag 1.
(."o banheiro morican 1
Principiar s horas.
Os senhore que eiieommend.iram bilboli
osle i'sperl le lio lorao a bond ide 1
mi iu di.1, do unlrario 1.1 rendidos.
alo a
19.4311501
dadojlei adequada para as maiores persegu
eleitoiiies e que mi ion o svslema representativo,
obra do partido saquareiua, que senipre leyepor
divisa o seu iuleresse c o dominio pela coaeco.
ii nij.-iiio se pdc dizer de oulra& le s destinadas
a llruitir ovcliiMvismo qne este partido se quiz
arrogar. Has, observa o mador, a medida do sol-
friniiiil so csgola, c foi o proprio partido saqua-
11 0..1, represen lado por alguiis de seus liiembros
menos hpaixonados, o proprio que julgou preciso
ix o as mola, da compressiio, quando, sol a
inlluencia do marquezde Paran, seiniciou a con-
ciliaeo. 11 paiz tulla i\ plaudido esta poltica
nor, .a. o lano que a ranura dos deputados
1 ominen,loo ao governo na rosposla falla do lliro-
1 0111 tino e
A cmara actual, observa o orador, im primeiro
no, con
. un juro calamitoso
Vamos, pois, liquidar nossas comas, principic-
ronta nova; nio ha nisse nenliumi desvan-
.tagem, ni 1 nosassuslemos; cumpra-se a lei.
Porrenlura os elfeitos do joro caro nao sao mili-
to mais prejiidiciaes? Ora, Sr. presidente [V, Exc.
h.l de permillir -i. vezes, fallando em nina rou-
sa, vom-me ida nutras; maseutenlio mi I
eiilra,i as economas polticas, porque nisto son
rraeo. .1.1 me parece estar 1 iido os economistas
dizerem: Quer-se limitar o juro do din
sobcm que o diuheiro i; um genero romo ou-
iio qualrpier; o nao leremos entau o direilode
n-.ii' diS.a uossa propriedade como qualquer
ouira ..-
t entretanto, seiihures, quer-sc n monopolio,
quer-se privilegios para as associares, que nao
sejam estas abrigadas pelos -na. dividas sono coi...........1110 passado que a des
a quota definida de suasacces; quer-se ler favo- liruieza
res, 1,001 o do recebimento de .as notas nss es-
la.....s publicas; e, depois de todo islo, < de tirada
ii.il 1 a concurrencia que thes possa pn^jiidicar,
ipier-sn la ni be m a faculdado de impAr o juro .1 seu
arbitrio I Pcrdoem-nio o. senliores economistas,
a ''......ma nao consiste em tal,islo querer ca-
vara iiim.1 do paiz,'especialmente dos (aviadores,
que sao os prmeiros que leora .ido riclimas d.i-
qnellesque, eomecando por miseraveis c lacaios,
loruam-se depois proprictarios e capitalistas,
grandes bomens, bem conhocidos de lodos, c que
entretanto pretenden! neulcar-sc auxiliadores dos
lai radi ros.
luem fez islo ? Somos nos feom forra}. V. cou-
sa uolavel, o ia-me esquecendo. A commisso,
lembrando-se de tantas economas, s nao achou
|l ira ellas nos tliealrns.
" Sr. l'ciimi: Num lia verba alguma paran
llieatro,
" Sr. Vi.von,/,- ,le AUi\t:Mcriinf :Nao lia ver-
ba .' I.de o al acharis o Sr. Joan 'Caclana), cora
a verba de quarenla e lanos eontos.
" Sr. l'riinn: ist.i c por urna lei
11 Sr. 1 Ueonde de Albuquerqtu : HtOHOg
Considereond6oslamos nos! Hasdizem que cuma
nolabi idade, que d.i beuoficios c nao sci que
mais.
i> Sr. />. J/iitoei d.i um aparte.
" Sr. riscojioV de AlbHquerque: Kao digo
menos, en l vou. Nos tiramos o pao ao pobre
(tallo I,---os iinpo-lo. que posan) ..,lno a lin-i tu .
laxemos eeonomia em objeotos de grande e abso-
luta noces.idade, mas do theatto nii,i; e nao me-
recemos nos o escarneo dos homons sensato, do
pai/' Mandamos contratar na Europa notabilida-
des 1I0 niu.iea, ionio, all um diplmala o oulros
las encarregados daslo, e'teanios satisfeitos,
.....il mo que liioiainos o...as 101l.1l1ilnl.oi1-; ,1
pon o de j baver dito um correspondente da Eu-
ropa que ..o contratara al o papa so cantasse bem.
[llilaridadt geral.
remos dinlioiro para lonas islas colisas, nio fa-
,'- aln ecnunniia alguma; v porque? Por.no
alo .o di/ : Ihesnuro nao gasta nana, & um iui-
posio solo-e u tirio oque concorre para, sustentar
11 alios: poi- o 1 il viciozinbo d.i ronda 1 o
iiii o oslo impOSlO sobro 11 luto ,t,t\iml 1 COHSI-
drrarrliMnl o r:. Mas islo nao imposto, islo
0 n premio do virio, e apoia-lo, > cngraiideci^-lu .
o se queramos vilordo i'icio,senlioros, qu*naci
-on mo- nos? que povo sunios li.*.' I. quoieiuos
deoiiis me venliam os belgas para no. civilisiir.'
So IIOSSOS pas han 111
oin sua- sepulturas; mas nao on. ionio nieu pai/
poli lias sepulturas dos nos.o. pas lomos .1 doi-
raniarlagrimas. I. a olio, .po o noo poro deve
a .-11a odueai ao, o o reconboioinlo e.s.i i,,l mi iiti-il
edil ......1.....>lles nos deram que cu digo que nao
ramos pela desses que nos qiierem rtrilisar.
So n dnvida niio havia essaslilograna.sp progressos
que alguus chamara civilisaro; mas liaviam cos-
llIllll'S.
.o quizermoi fazi r um examedi*cnisciencia bem
a iioiindndu, bem imparcial, naodirei qne-pararor-
rifir lodos os virios, porque V. Exc, .alie .........
somprn disse que .0 furtasse menos 001- reeonhe-
10 a impossibilidade de doixar-sc 00 furtar de lo-
! risadas ; mas para rorrigii........
1 .r possivet..,; N
Senlioros, so i- mpossivel rorrigir-nos, enlan
,1110-11,1- dessas emprezas do colonisaei
o mi 0110 ao menos 1 senem para
nislrahtr a atteueo das tiossas 1 erdadtiras neces-
sidades.
1 o podera fallar mus, Si. presidente; pnrni
paro nqui ; ralle-i purq.....piero que liquem rogis-
i*adas asminhas opiniops; c o governo i- o sena-
iram o qne quizerem.
" Sr. /' im a palavra o Sr. \ i--
e noli- de Ltoborabv.
" Se. I .-.-com/r 'de laborahy :Sr. presidente,
en lilllia pedido a palana para dar algUmaS PXpli-
cacoes .10 iioliie senador por Pernambuco, que pa-
rereu nao concordar com algumas das emendas
la comuiissoo de fazeuda, pare oxa-
1 miar mcsmu mais eirrumslanciadainenle pssos
i Hiendas; e tanto mais ipiauln poderla lamben!
emittirminha opiniao a rospetto de alguns objec- I
ios que leem de ser discutidos, muito principal-
mente a rolonBoeo. Enlo lea de reper que 1"1 i,l"'"'-;'vi' ""--
j mais de una vez Icnbo dilo ncsla toso, pois
1......me minhas opinies .1 esle respeifo nao .'"':
1 iran iielnienie expi Mas c coniprchendidaa por al
; un. dos nobre
nio, porm
:--o. en paradla no- reservo, o podere en-,
lao dar ao imUie Sr marquez de lilinda algumas
liados
OSr. Pai mi isfro (/ clrangeiros :V.
Kxe. e l.'io injusto para cora o minisleria ion.o para
eotll o Sr. l'eeallbn.
O Sr. Silreira Laho diz que eslima muito dar
lugai ao trumplio do nobre iiiiuislro, provandoS.
I '-. ,||. ,. um ,,.iiiiih los.....luiiiiistrador; mas ..1-
be-se que o sr. Pe anba recebe o ordenado de cuii-
siil, I." 0IUei.1l da sucrelara e 0lliei.1l ,;,,
nelu du nobre miuulro, o se ni......."che lodo- o.
vaiicimeulos correspoiidenles nao -e atteniia aros-
-,lilil,Indo lie le,i|e II,111;.lli, ; se ao M'. l'ee.l-
.1 liba ,, i dado oulru eiuprego, devia sol cousiderdu
re- vago u sen lugar de cnsul, porque o.le careo nao
dov
ir
ser una nin/eura ; iiia.sconni o Sr. l'eeaulia
,.i a loiio ;i dele/n du iiobie. ministros, e-lia-
ie baja quem Jina alguma cousa 1 unir liio
nallieirii.
>imo da legislatura apoiou uuaniuion ,-ui.......inis- 'ferindo-se .. um coiiiiiVarfo impresso no
Joriutt 00 tomuirrrto di- nojo, ooserva o orador
Jilo, .-> o o\a, Iu o a\,i,nia do que o o.-!\ lo i o lui-
do -I do niaio, ipo se propiinha conliuiiar a
polilica de i oni-ilia, o ; 110 segunda anuo appare-
1011 nina opiio.i, .10 1 oiiiiaii.llamad.1 pin urna gran-
de ii.iinii.i ; o, pni, fui com geral assninbro(lilf se
' Ideuioiu "''" "" "'''- ''i'"' ""'""" ; shi sequalibca de inle-
iiiein, deve ler-sc coiihei-ido
no qual se du 1^.-' un. desalio
autor 11./..0 artigo,
pal/ fllleilolo li 1
onvio a noticia i\: rol i ra liidete de
e da asceneiio do actual, composlu da minora que
Itnlia sido tanta. \.v,s derrotada! K o Sr. 1
denlo do emisellio lonli reiiuilieien que esle laclo
contrariava os principii ca do sysl**ma re-
nlativo que, para justificar o seu procediraen-
io de baver proposto a c una os uom do. acluaes
ninislros veio dizer ao parlamento pie ogabinele
':.i lido maioria. S. Exc. nao n
i-.il corda e negou a r -na,le dos fados, i." pre-
ciso coragera para contestar que o gabini te de i de
ni lo ia- a- qitcsl ies liresse oblido maii 1 ia '
: Apoiiidi]!.}
11 ter, pois, sabido do -. iu ib- mu minora derru-
a,ia e um du- grandes defeilos do actual gobile ; e
e-ie defeifo 1 sco do | uto si se alten ler ao cuar-
tee politll'0 de ead.l lili; doS lilil!.! I "o-. II." i'ia-
doi p.i,1 a fazer.
11 Sr. presid-uto do coiiselho foi semorc liberal
I at 1"--"( da enlan para r, depois que S. Exc. a-
eeiloii um lugar em um gabinete s;n|uareina, os
! seus [1i.i11 eipos tornar." ni--e equvocos. Nu lem o
. nradof faci algum con Ira a probla,lo do Sr. mi-
nisiiovila guerra; seeslivessi'convencido ao cou-
Irario, di-lo-ha com inda a franqueza; ma- S. Exc.
nao eslava em ,i i uiii-l.ue i.,- de acollar ulna pas-
la. nao ..o ton.lo justificado salislai loi 1.-111,1 lite dos
fados que por inclina sua, piolad i a toda. a. lu/es
.0 iler.iiu no arsenal rio guerra.
S. Exe. uo se ue-u mi explicar aoSr. I.andulplio
-paos os motivos poiupje, perlcncendo iiiinoria du
auno passado, aceildu um 1 argo de contianca do mi-
nisterio de i ni o,.00, 1......uelo menos equivocse
rulo., os seus principios polticos: enleiide,
portanlo, o orador, que o carcter poltico de S.
Exe. nao teio si- uilii .11 ,'.o.
Pesando o V'.lloi |i lllil ii lili -ll" do ilil-
perio, emuiiii.i o 11:, din 11111 liiiiueui de principios
descoiihecidos, une 00 11 11011:0 leiupu no e.iran-
resM-s illcilos direlos creados por lei do oslado,
diii Un. niniio legtimos que o corpo legislativo
lem 11 dever de garantir ; ah, nesle arligo, injuria-
se a,, ; ,1,/ 11.:, 11.,, a lodos tpi.ililn. nao COIllUlllll-
e.11 a iinayiuarao escaldada do sen autor, que
ipiei ife a piara 1. o pin/ obedeeam ao- .-, .- di;
- '.
Ahi injuria-sea cometeros disliuclosque seop-
pinm s medidas finaneeiras do Sr. ministro da la- la"10 .l","1' I'-";' resistir ,t urna gr.....b
/onda. olianian,li,-os de imaginaeas escald
Uanco, e em nieu nomo representar contra o pro-
eitii do actual ministro da fazenda, como atlenla-
loro de direilos adquiridos, e inteiramenle nocivo
do commercio, industria e artes do paiz.i
Trsnscruvcmos do .lima/es du Commtrce 1. -
fiiciii- :
BMieos chatos. Heredla descrevendo as em-
Icqm serviara os Armenios, sobre o
l'igrc e o l'.npliralcs d o. sopuntes delallies, que
piidein.a muitos respeitos, upplicar-se ao modo da
. 1, .1,1 usada uclualnieutu .mola sobre esses
n.r-n.i 1 o.-
\ Ciillsll ,H e.'iu de ni.'ldeil.l i III forillo de CSCU-
do, composla ee peeas de salgueiro socoliertas de
pellos, e inloliollliellle "11.0 l|ei lila, de \ ..
Iloiis lo.iiii ii. um po-tii adinnle, oulru aira/ diri-
-iin a ombarcaeiio por meio de romas, que Ibes
-i'iuiii lambiin de lomes, lisie- barcos su de di-
ferentes dimeusoes, e o- maiores podein carregai
aie:,,iu:il labilos I HUMl kilmetros
-, (luanochegam a ilabylonia, vendcni a raoileira
'a palba, o a. pollo, siio condiizidas seoslas du
uuiuiilos para a Vrmenia.
Artuabneule o- babilonios da- margeos do Ti-
gre e do Enpbrales empregain mu meiu de Iranspor-
t-, que nao e menos primitivo ; ellos reuueni mui-
to. sacio, de romo clioios ile ar. sotm- os quaes
depoem laboas. I.' assim quu lem .-ido conduzidoi
de Ninve a Uassora a niaor parle do- mouumen-
los expOstOs lo, l.iuiwi o reunidos no Musen as-
SJ lio.
M. Jaeovcm o, subdito i usso, imaginou um gene-
ro de navegaco, que por sua .implo ni,el,- -e asse-
melha inulto aos dous inoiieiouadus syslemas.
Sao barcos chatos, no iuterior dos quacs se es-
unia lilla imp, inii.ivel. 11 corpo do barco
formado de laboas ajustadas o unidas enlre -i por
lili ubi., do tollo, lies opii.un.- p,,ilein laclluienle
,n-.ili.ir e..l.i eoii.-lnic. ao u'uiu da. V tulla o bas-
presso, e e
iiranlida roulra o. choques exteriores por eaixi-
DIVERSAS PUOVINCIAS
Rpiidimenlo do dio 1 a 25 .
dem do dio 2i.......
S-910f559
Ul;lHUI
Serao imaginacesescaldadas osSrs. niarquc di
i iiiiiiia e Son/,i I rain o ; sero inioginoroes escal-
dadas os II I n,l I:,-lio I oll.ellio lie estado? l.llleH
ii'in a iuiagiiiacau escaldado, nliservn o orador, i o
que ovanca ta, .- assi-redps! Sabe-se que essaspu-
l,lie.n e.. teem -nio atl/ibiiida. no Sr. iniu.lro da
l.i/eiid.i ; s. Exe. a. lem arcuado como snas, o
proprio que as escix-vc ou usen malidalariu assa-
l.iliado.
ii Sr. minislroda fazeula entra no woo.l
" orador eslima que o nobre ministro esteja pr-
senle.
O Sr. Salles Torre lloniem minitlra ia f
li :Eslava assistiudo aolrolialho das roiuinls-
-"-: viin, nllrahdo pelos insultos que o nobre
lepulado no- dirige.
" Sr. Silreira l.obn com invita forra) ilizqueo
nobre ininislro sabe qm- elle orador tem a coragciu
precisa para repcllir as suas proiocaci^s; que o
unm-iiii e ii primeiro que di exeinplo de vir insul-
iar a mu represenianl da mu o n nradoi repi i:.
lile |" Illl.Hlte e ailil.ieil.s.l plelelleali !
A i!isell.--;m rio 11.1 e a lina, estavatll presente- o Sr.
annisiiii de cslraugeiros o os .eos amigos, que nao
leclouiaran : se o orador dirigi insullns" naoliuu-
- e ii I iukii im algunia du- amigos de s Exi .. -ei
finque e..te. -ii i cobardes?
1 Sr. iiiiiiislin i.a fa/enilo que veio ii ni a sua
"-"!1 '".''l"|- .........." ";I",V!"1........f- arrog.....a piuVurlTor a /rdo l'..... ..........'"
geiro o so se loruoii eo i loc.ldo i.ela rcspousaliilido-1 ,. ,' ...
de que por ello lo....... siguen. Esla ,-;.....sabili- i T"." Al .'."..-'."' Pi'L",'i"1" '"''.....,!a >,rova f 1'"
dad' quando possa lersignilica.-ao tiosei.lido d i:f" ......""<"""" 'l"m cscrexP., essa proclama-
', .,, .,',,, ,., ,,r,...... iillagraeaocoin que quer fazer calar a om-
. litica Pxcliisix isla saqu:
A quem bu o Sr. pie.;.lente doconselbo
i.ira ininislro dos icocos eslrangi-iros 1
laiscal .
Ao Sr,
cuspamos I 'l'o.^ que lanibem nao lem .igiiili.-ai
I.m ful li>. i .il exallado ale rerlo lemp
pie qii
i'..... iu,i,i:i a : o miuislro, pois, e o exallad.........a-
nr con ii ie;,ii -, el me da u.ieo e-i i 11,1 sen direi-
i mi,i diguilade e os si-us bros ,r
i depois ibi lempo, quanlo si'trata do qual-
quer conimissau Mn:.i le-,i, a iulelligciicia dii no-
bre minislru doudeja ciuuo a bussola movida por
nina ; i ande en: roiile elctrica.
(Jurador possa i Iralar dos ministros que pare-
cera lor mais significarn polilica. Vai examinar u
carcter pulilico do Sr. baroo de Mmil-iba ; e, rumo
nlia cune,,ida ruin o Si. .la. mu o ile Meudonca, *e-
-i lo l, a,.,, a r, ,oi l l a,, assado para dalo l nal os
fundamentos i um jin- apre nu.i o valor poltico do
le d" iu.,ie ininislro da juslii a ; o para bem
aquilatar o eararli. do S. Exc. vai ler oque il
niii.il Se. mini.-dro do- ui'gocios cslrangoiro.- no
11,1 lie |Vill /.,;.
iia.'or que o Si. minisl
estrangoiros uo lora .....ageni denegara
- I ..... i lie ene ei.l
q......
. : .
11 Ulle ,.
Acredila
I i III el,, :i
Ora, este fai lo de se i llamar para fazer parlo do
poca do ti
ronhecido pelo euinei ronienlo di rreas
0 pela- II.i .. .. quo poz em
i \e. iu i o quando presidente de Pernaiubiico inos-
lia beni o de-ejo de i o.'u 1:11 :,ir o espirito da |
s piiblieacoes lisultuosas. mima r.'|.el- r'""* "i"'* : ,'' """""''' ''"s "'"IS.....',,!s- ''"
aten.idaili'-dn agiotas com ue lo!ul'e",' da ni.ideira. (l autor deste sjsle.......ni
pr.e.......oinmeieio : p admira quo i.- i "''I*. 1 I1"1' nieio dos barcos cbalos o irans-
\ O u Sr. minislro qm o ilepulado que aim falla
nao lem ppilniitori-i nos la1.,ios, ,, d.niara a S. I \i.
qm- qiiaiuln se julear iusiihado ii orador nao so re-
cusa adar-lhe sali.-faciio pelo lucio qm- s. Exc. es-
collier.
Sebe ainda a cmara, continua n orador
Sr. iiiiuistio da la/.-ma. ainda quando nai
aoloi- di .-
: -
qualilira a pr.e......rnmmereio ; eailintra q
sini proceda, quaudu nao eslava em circiiuisl
de fazo lo.
" .v, " >r. Kili ira tu1,,, pergunta ao nobre ininislro
o o uso do ilireiio de propriedade.
N i pn : riiigar-sr ,1,- s. Exc. : pelos seus princi-
pios, pela sua independencia, esl miiilo cima da
ma iiuit.uo no nolue iiiiiiisjro; mas e.i cunvenci-
ilnqueS. Exc. lian piule fall.-n de ajo.:...; o nobre
Iru ae.iuieii.ii -su mandando vender as suasar-
i de ni,i.i, porque nao qiinria slifTrer a.
lull.i ,piel,e -n. |,|i-,| |,|.is \ ,01 piodll/.ir.
Manifesl.-im-sn signaos de ipprovarao as gale-
. -. i o Sr. presidente observa rom energa que a.
i pndciu dar signaos de
lia ii.e-nia cobre : urna wi rliegado
-en desliiio, e leita a descarga, desarma-se o ap-
1 ilellio. e a taimas sao vendidos. A tolla e os eii-
eii los de ferro, que quando muito podem pesor 3111
Lilograilios, para mu barco de lili a jll tonelada.
de copacidadv, sao reenviadas por Ierra ao pun,,
' de partida.
Pde-su por esla forma descer co reios de ros,
que .-,,,, um, ei--,\ i i- ., navcgaeao ordinaria, co
transporte custa punen mais ou menos o n
qm- o dos transportes martimos, lia tu-, auno, que
-ie syslema lem sido experimentado no canal de
V'leilllo, 110 Senlli de liomania i.alal/, e -ii.ue o
''..iu- na l'iaiisilu,una, desdo Maros Vjvar al
Sae/edin.
As vanlogens ni,lid.i- sao a- segundes:apronip-
lido, iiiin que se pode desarmar a ouibarcai-ao, e
expeiln a li lia e' o ferro em furnia de lardos, per-
miti multiplica! as viagens : evita-seo moiorpar-
te da. despe/as do retomo em lastro ; e\ploraui-se
ii- un-, que por .na punca prul'iiudiilade, rapidez
I. i nenie, o uniros ubslaculos. sao iniiavcgavi*is.
ii caixilho de laboas pela sua clsstictdade suppor-
la choques,oos quaos nu resistira um barco ordina-
rio. Elle possa sem diiuculdude -obro os bancos do
pedras c de ateta, sobre Irnncos de arvores, etc.
ti abalioaiiieiilo lijo ollerc B pergo. Podera-Su em-
parelhar uiiiilos, deixando apeuas entro cada um
o luiervallu nece...-aiio pora o Hliivilneulil dos lo-
mes. Nesle caso pde-se incluir sem iiicoiiveuien-
le o mmelo dos pillos, donde resulla urna nova
e m.iaiel ee>......nio. E' fcil do transportar de um
im para oulru, segundo fr preciso, as parles essen-
cioes da einbarcaeao, islo a lellaimperuiiavel.e
os circulo, de lelil; Clll Ulll-i.llll 1,1 e-la, que-,
deve particularmente apreciar em vista dn provei-
oi iiopoitanle, quo ..e pode lealisar.
I i'lll e.-te IIOVO SVSll mo, que equivale .1 lima
ii.Hi-loiiiia, ao lie rio., iluciiiove- ora ros navega-
reis, poupa-.-o a de.-pe/a de niilliolaluelit.i.. o de ,
unsercaeao, de que seiuprc uccessilam us ros
para a ..na fcil navegaco.
(i..er\iio du. liaren, chelos comprehende dous'
ramo., ili-iim tu. : a ndiislria dos Irausporli
11 Sr. lir. Borgus da Fontec*, un dos motores e
im miini proemiiienlo du partido liberal, vendo qu
se ia reunir o partido para tratar da verdadcira di-
receo que devia tomar em taco da ailiudrosa si-
: em quo estamos, compareceu na rounao do
dio l'J do jllullO, assim cuino en.
Falln o Si. Hi Borgcs un sentido da se orguor a
liondi ira da ronslilninte, qm- infanieraentii foi enro-
lada e vendida pelo prfida Dr. Netu, o nm elle li-
iibam muitos liberaos, qm- derramaudo si a sangue, I
qiierem ver discutida a i insliluinl.
Na i fallo i n Sr [)l !' M -- Iu- hora- como disso
a iu da. expenden o que eulendia em mulo punen
lempo,
Oiial ser o rerdadoiro liberal, aquello qm- lem :
coll.i-ieliil.l ib' que Hilo \ .1110 Iw-lll, Ijlle ll.lo qilell.l
nina discussao franca e leal ? Para que inisllfira-1
eoes".' Sei' eolll colilinilieeiies e ie||ida. ill.UIII.I-
,,;,: a desunan eniiim qm-pui: luiuiis oppdr
ubslaculu o obra da desorgauisaeu du goveruo?
\au, por corlo.
Como lioiuein o Sr Dr. '.'" sim como lodos iu.; rumo polilii o, porm, e mar-
Ivr da revoluco, tem iiuilierusu rom msu : pul pie
qilelll 11-111 coliSi leH 1.1 lie .1 e tju- pl||u. pllli. I;,e -
.le liliordade, nao ipide esqiiecer sous -ervi, os em
piul ,ii cao-,i qm- no., ha du emancipar o r'geuo-
i.h peante o minino c.iviiisado, de ai i odo com os
principios da philosophia liumanae social.
Mo devia a mala tratar de queslm iudividuaes,
,n s.-mpie m&S, e l.ililu mais quandu iiiiu su
Ul/ ,l \ e,
lh-.e a mala ii Sr. Iir. U Mili rolo.
Para que -i mol lanle insiiiiiocu X.io isto dig-
no de cavalleiros quo presaui a vordadi dos fados.
..u I.....lem isoladamt-ule .fallando, o Sr. In.
r, i. po ia eoiii.o com i s-e. lo ou 'u individuos;
mas coiiiu propiiguadut do < 'imtiitnuu- para dola
lerinus a- rutoriuasrequeridas pela., nu.-.i. n,
dado- .mi.o-, i. ni i lie a maioria do partido liberal
da provincia : incoutuslavcl, mas que au consen-
liran que volasse !'....
Son rapaz de apresenlar iitiiniiieros nomos de
pessoos ,iiie qm rem adiscussu u,i uixflHifile, se
quer ii redactor da mala, o farei.
li o que linio., a responder ao que disSC a mal.;
assim tomo ao apello do Sr. Ilr, Itoi
julho de l.'.i.
;ti7i$5
U'i
DESPAr.lfOS HE EXPORTAQAO PKI.V MESA
C.NSLLAIlO DBSTA I.IIIADE NO DA 2'
DE JULHO DE 1850.
Porto Drigue portuguez illarmonia, Bastos &
Lomos, 2-iH saceos sssucar bronco.
Lisboa-=Brigue porlugucz Sopha, Adolpho I!.
Kouf, 2 ennlieles assucar bronco.
II i, r.arc.i Iran i /1 iAzii,Tissel Preres, 1,5011
...leos assucar mascavado, 772 couros salgados.
III r.l.lil'DoltlA DE RENDAS INTERNAS UEKAE.1
DE PRBNAMBUCO.
Hemlimeiito do dio I a 25 .
Idi-m dn dio 2d......
2: ic-snir,
52IJ7 i".
Avisos maritirnos.
a. iffm
CNSUL\f>0 PROVINCIAL
Iteinlimen'.o do dia I o > .
lilelll du lIlO lli.......
ii i I71S9K
I .nSn-"i
C2 UlSiWH
Movimento do porto.
Aui io entrada n<> da Jo
liaidiiv O dias, brigue lirasileiru l'arahibann, de
I II iiiiu-ll.olas, i.ipii.io l'oiiiio Gereraiasda Sil-
la, equipagem l i, rarga earvu de pedia ; a S:i-
iluders Itiobeis o. (,.
0HSER\ VCES UETEOllOLOlilCAS.
iu v 2G lo: ii i.iiu.
o. .
lli'ii'irfilJu .I/re---/, Olireira,
Publicares a pc \ i Mu. 1 l.l'.MoMl i no
-.* ;
s* -^ % -
i. - -3 k - :
w ^ 7 v _. il 5s 51
.. 1 , lilil
ti da m Curaulus S(t lie;. .;- 19 1 ;.-, (W 758
:l s fresco 21.i ill Ti Til fifi ..!- 1
1 2 dio 25.0 2n.il 777H 758 S
:l do 1. -> 21.1 lll.'l .....: 7511
0 2-' .N ,. "1 " ..!'! u
cohpamiv imsiLEiin
DE
Piqueles a vapor.
0 vapor Crzeira do So/, rommandanle o eafii-
tii i de mar o guerra Gon ai o M meebo, espe: i
dos pin i us d n su i em segu menio aos dn norte ile
n dia 2'.i do coi renle me/.
Recebo- i desJo j.i passag.'iros, frele de dinhei-
rO e i-Hi-iilumend.ls e i.' lj:l-se .1 i 11 i ,; i ,, -
por poder en I os voluiii ilosn cb i bi
I olll .Hile, edellil I al a ve.p -r i il -ll i,, : ll I
agencia rua da I n. iu.
Para Lisboa deve seguir com mulla ir.-u I i le
a barca i laralidiu copil m ^ P. i--1 -
ges Pestaa, lem pMinpto a maioi parte daca
e p.u a o ce- o a frele ou pn i pnssogcu -. trato-so
rom Ainnritn Irtn.ios, ra di Cruz n. .'., ou .
capitn na proco do ronimorrio.
Para o Rio de
Janeiro
-i '!] Mllplel, 1 :\ ellIH'Ilte ale ll lllll lio pie-i lite lile/.O
velen,i e lelo eonliei'ido pa aillo ll.onui.ll l'.l til l.l
lili, de pn i na marcha, pringado : nado de co-
bre, lem paite d,- sen iarrogaiueiilo a bonlo para
o ie.io que lio- nlia, I rala-so rom o m h n.....- -
nal.un \i Ionio i ni/ On i liveira Atevedo, m -.-u
i-i riplot io, rua do Cruz n. 10,
Para.
A lioile nublada c ehuvosa, velitu S, veio para
erra! o ao amanhecer rondn outra vez para o s. gar para seguir ao Ro Graodi
o,-.,.,./-,.,,.,;,.,-,-,,.' -aienas nao poiloin dar signaos de appruvaeao ncm
. l,sor a. em resposta a um nobre de- ^'.^u'T.tT?3 :',,":!'1"-' ,
pinado, qm- Sr. marquez lie Oluda u.iuca u a.- 'ri'T.'L' "' "......" ^ """'f"-0' ","'" lal-
de ler dinenlo carias o un, salteado, como """''i' l"""!'"'.....'" Til '" '' "~ ""? '" _
i ie>, lembrando-se que fallara & rirrumspercao de
'/:.'...-.,,'._'';''.,,,........)........,, ,, ,....._ poder publico revelando de aule-niao as lisias du
a m
'',, .mu

Nada bal:,: de 'xlroordinario que i -
i: ei, chamosso para fuzer paite dn niiuisli rio
ao Sr. Salles l orres-llomeni em
sentalivo o livre, cun tai
elll ll
ministro .i fozendo livesse uRendido a rora. A u-
Sr. \ isconde de baet nao pro-
den coin lealdade; no nie-ma falla incorieu u
i i publii o ion lando de
Observa o i> que o que den origen) oes insidia,
qm- se lOeni im Communiratlu do ./ocio/ du Cow-
ftii o uso miiiln leeiiiiiio de um diieilo ga-
nen! i,o
emem um paiz repr.- '^'>'-o o uso m nio legii.mo de um direito gi
o que os principios qm- ''Ti f T fT":"'J doim'",": ,
himphado! emboca o Sr. ...,^:'"..:'.:''r n.:.,"'m.'o("'T" *!'.'.'':!""" r""' l|"1"'1
nd lio a eeii'ia
inde de ,\ i le :
no -la lilla inCI
bree oradores que me precedern!, i..- "ej^rc "inislro aceitando a propusta.
ludo .lo pode se, olijeelo ,|,i se- linda' .,'.'''!""> 'i'"'.'""' '''',"" '"''' '"' '''' "' '''' ,"
ivplliaioes i- i espolio dessas emendas
, iiic parecen que s Exe.
com al-
li.oi i-slo-
glinios ilas qnai
\ a de aienrdo.
\ ili-i iis.au iieiiii adiada por uo havci c.i.-o.
ii Sr. minislro do imperio rctirou-se com -as
niesinas formalidades com quo ludia :.i!u intin-
lill/ido.
(ir.hliM DO DA.
o Sr. Presidente deupera ardan dodta seguin-
te : leieoiia diSCUSSO da pin] usl.all da l'.l lll.'l 1.1 u.,-
deputados, mandando contar na reforma dn capi-
:iiu \nli.inu ll.ui,ellas llmalo, 0 lempo que sen iu
.-ileiu da dala do decreto qOe u refonnou ; le iina
c:-i'ii--.ui d. proposieao da mesma cmara aufori-
sanilo ii governo para i......eilei carta de nnlurali-
s.o an ib ciiladiiii lirasileiru ,-ius subditos porlugue-
zes .Manuel Jos Rodrtgues Pelona o uniros' o
ciuilinua
'dente.
I.evanlou-sc a sessiio
lude.
Vi dia 17 nao houvi
iio da discussau adiada na
11 hora o
e--.ei onlece-
i minutos da
CAIiBA DOS SUS. DEPUTAD6S.
SESSAO I.M 17 ni: jimio DE 1839
Pri .o/iuo o do Sr. conde d,- Baependu.
\-ll 1. 2 luna., bula a chamada e acIuMo-sc
P-..entes OS Sis. deputados abre-su asessao.
l ..la a acia da antecdeme, approvada.
ti Sr. 1". secretario d cont do seguinto
K\i'i.iur\ii :
Um ofllrio de Josd Antonio Gomes Junior.com-
launicando a remessa de um exemplar da obra que
b'ei.i publicar, que tem por titulo Regras de es-
rrpturaciio mercantil.He recebido cora agrado.
I m requerimenlo dos moradores da freguezia do
Chapeo do i va-, pedindo a concesso de loteras
para concluslo das obras do mesma freguezia.A
commissao de fazenda.
Dilo de .Manuel Lopes da Cunha Maciel, pedindo
peiniis-au p,na fazer exame do 1." anno du curso
de direilouo Recite commissio de inslruccau
publica.
Iiiin de inan Gaspar de Otiveira, pedindo ser na-
loralisado cidado brasileiro.X commissao do po-
den..
Julg.im-so objeclO de delibcracao e vo a impri-
nir os pareceres :
lia commissao do poderes, concedendo carta de
naturalisaco ao Ilr. Carrn du Villords.
lia comniissaii le inslruceo publica, mandando
admiltir o exame do 1." ann dn curso do direito
do iiei le ao tadante Ernesto Julio Bandcira de
Helio.
I approvadfl sem ib-bale um parecer Ha commis-
so de peii.oes o oidonodns pedllldo inforinoeiies ao
: averna sobre a i retoncao dos profossores ilo im-
perial coilegfe de Pedro ll.
(I Sr. Mru(t<'< d'i rus/u pede urgencia poro ser
dado para ordena lo .lia o projecto quo concede
.ma de naturalisaco a .loan Carlos de Olivcira
Soares .: uniros.
(llllll.M 1)11 111 \.
/' i i metro p.a re.
adoptados oa projeclos que conccdcm liccn-
dosembargador Jos Perreird Sonto com o n-s-
pi livo ordenado ; ao juiz de direito Pedio Inlo-
iini da Costa Uoreira com iodos us vencimenl09 ; e
que approva a pcosao concedida vscondessa do
Sepellb.l.
Se ,J II II d ll p'I r Ir .
Continua a discussao dn projecto que Dxa a fnr-
. a de Ierra paro otoo de 1860a lsoi.
U.Sr. Silreira Lobo oceupa-se em primeiro lu-
gar dos defitos que contema le das promocoes,
queoSr. ministro da guerra acha perfeila. i --
colloca em pessimas condicoes os offlciaea de 2.'
classe do estado-moior,os quaes nina ve/ passados
para aquella classe licam esqoecidos : insiste, pois,
para que o.tes ofliciaes sojam distribuidos pelo- dif
orador
salii nte o earacli r polilico c dos fados n lolivos a
i .na um .du- ministros, naoduvida allirmar que, se
algum carcter significativo su pode de.-eobnr na..
tendencias do gabinete, ludo leva a corroboraras
-na. asseer.iiHe.-, isiu qm- ii elemento liberal os-
l siipplautado e predomina i poltica saquarcma
isla.
ti e levado a pensar assim comparando o proce-
dimenlo da minori.i do auno passado com o do ac-
Inal gabinete ; eulo diziam os opposicionislas que
0 i-ram porque o gabinete nao sabia spplicar a con-
cili.'u .o ; nao se Iralava da cousa em si, porcra du
mil. i praticodeexecula-la. Oual era, pois, o de-
ver du.. corvpheus daquolla miuorio subindu m po-
der 1 lii.idi/er: Romos conciliadores, esta a
iio.-sa polilica, vamos fazer agora oque os oulros uo
soiiheram : mo.-, um conlrario, nem mais se fallou '
ellf colicili.ii im.
Islo mostra que os nobres ministros nunca qu-i
zeram a couciliacu e qm- a opposico era somonte]
por amor do poder, pur amor das vautageus do ^u-
vernarao.
i.umeiarain dizendo-sc conciliadores; nas, son-
do preciso chamar o Si. luan de Muntibo". paro
que S. Exe podesse eoulinuai a senha quulles que i
siislcnluvnin pela.- sua. tendencias exelusil i-las ma-
nilo.I.idus im senado, riscou-su a palavra sem a me-
nor dUliculdade.
E u qm- concluir d'aqui sena qm- o gabinete nao
lem principios e ,- quer fruir os gozos do poder,
sem -e importar com as nei us-idodes publicas re-
clamadas pelo pal, (
1 O ministerio, poira, tergiversa; ora diz se con-
ciliador, ma au ; o sen disl.nctivu a duplici-
dode.
Declare n ministerio que a sua verdadeira polti-
ca, a reaeco, essa polilica que recurda um passa-
do ominoso.
ll ministerio nao cogita scnio nos incins de
.-u.-ieiii.ir-su a ledo o irausc ; diz-so econmico,
mas reforma a. secreloiias com o mais escandaloso
esbanjaniento dos diuheiros pblicos, como passti a
mostrar.
O orador compara a. dospezas que se faziam com
a- secretarias de estado anh' o depois da n forma,
o diz que este facto moslra evdenlomento a leal-
dade do gabinete no curaprimento do sitas pro-
messas.
I.mi. i ii._:i-se o patz dos principios dos acluaes llli-
iii.lriis ; all estn ellos cun 08 seus einpi i _.iilos nos
cmaras suslenlando medidas damuosaa. Porque
nao vem trazer o revogaean das lois de 11 de dezein-
liro e da guarda nocional, que s podem couvira
nlygarchia comprssora
Siin tcticas com que se alcoin-ain Crditos de nia-
liobn.-iios, mas h.,,, de polticos, U pai/ lame man
de llllllll-IIS que lio poder ruoll/clll o l|IIC plnUlel-
lein quando estlO na oppo-i, ao ; \eiib.ini escuda-
dos ue.-ies principios apresenlar assuas vistas, u
povo brasileiro nao esta loo atrazado qm- nao saiba
fazer boma pos caracteres nobres que se inlorcssam
pela prosperidado do paiz,
Naquellas pocas de sacrificio, que jala foram,
houve honiens que polo sen merilu pessoal c pela
suadedlcacdo o amor causa publica conseguiram
o que miltlaies de hayoiinlas nao sel 'iim .apa/e. de
nbter. Ilefere-'-e a [bogo Anl.uiui l'eiji'i o a Eva-
listo Ferreira da Voiga, que pela sua energa
triotism.....b-i jeoi.iio salvaram o paiz o a. ras
lituices as clises tiais araiseadas qOe airan -.-.,-
Uns.
nudo causa para semellianios insulii
resentarao alguma na rasa,
s. l.x pens qm cun es-e. ineiiis pude conveit-
i ei, e at mi tal arligo se i......ac a cmara com dis-
solucao.
O ora Jur pede i cmara que nolo quanlo n Sr.
iiiiotslro do fozendo desemborocadn quando quer
eni|Hilgnr as alturas do podei ; prnmelteu qm- res-
peitario o- fados ronsumados, rarlilirou depois as
snas palacras; mas ognio, iiienospre/ando-as, quer
com os seus arlos caprichosos, fifhos dn emporra-
! iiiPiilo de suas opinies, obligar a renuncia do um
direito concedido pelo poder oxi-rutiro o legalisadu
polo poder legislativo! Nao vi! que essas modifica-
iii, .que piopoe sao iiiii vordadeira alternado que
inania direilos adquirido i
No iiiiiiisieiio Paran, quando se lralouad.-i refor-
ma jiidiciaria, veio una ii^resentaeao de Vassou-
ras, .- longo de respondercoiu iiisultns, o rhefe da-
quellegabinelee a propra cmaro derama essa rc-
I.....i ni,nu iodo a coiisideraeao.
li Sr. minislro da fazenda, porm, lian faz coso de
repteseiiiai iies e neni iiegiua ter dilo que nao care-
ca da proi-a.
Pensava o orador que n governo precisava do
poi/. que paro vjvur proeisovu do coiienrso doto
dos: pensava lamhcni que um liomem rerdadeira-
meiile laleiilo.u devia reeebei i um pia/.r,i. obscr-
\ ,u oes de oulros pensadores ; mas s. Exc. nao faz
i asu de ninguem, esli cimo de tudus cun o sen or-
giilliu o a ,-ua arrogancia !
_ Mullos ve/,., piiii'-in, osles ass.uni.-' de energa
naos de i itrema fraqneza, li nobre minislro
COIN o sen oiiipoirunienln quer exlorquir da cmara
medidas qne le,.ni ennlro si. nu 0 OrrcbOlaUlCIltO de
um ou niilro, UIOS ludo o pai/.
Nao sabe o orador com que fin o nobre minislru
injuria aosq.....iconlroriam : so sc a issu levado
obodecendo aos anligos insllucios. Val referir una
historia. Havia um mouarchu illustrado que fui
muito injuriado por um dos scus subditos; passado
algum lempo, e accedendo o monarcha a inztiga-
u,. de i uiie/.ins menos leaos, aceilou a proposta de
um delles paro que aquello subdil.....-cupasse um
lugar importante no adminislraco ; conla-se, acres-
.eiii.i o orador,que o subditoa'rrcpcndido fdralaii-
iai-se aos pe- d i soberano, dizendo Senhor, pa-
ra nina grande olTensa s nina erando reparaeo '
Ucslo historia, conclue o orador, faram a appli ai o
au UO....O pai/ !
i/mo bem, entilo bem. <) orador i felicitado por
muitos -Vi-., deputados.)
A discussao ficou odiada pela hora
II Sr. Presid nte d.i para urdem do dio :
1.-' porte.- l'rimi'ir.i discussao do projecto n. 2
desle anuo, que concede carta de ii.ituroli.-.ii n a
diversos estrangoiros.
As inalcrios anleriornienlo designadas.
2."' palie.llolillliiiai'o da diseu.so dn projiMllO
que fixa o f.uea de lena para o auno liuanceiro de
lMill a 1861.
Levania-so o ses&o s ll;: boros.
porie de um quintal, mi 50kilmetros pude cnslai
2ii a mi i'oniiu.os. leii.i a comparaeo eniru uslv
prwu e o dos transportes dn. barcos ordinarios a
iiiii renca Iri. o tvs para menos.
1.1.lo du- i.lplis.ulii. o eas.Illu ule llovidos lia
fregiH'zia da Bua-\ i.io de 7 a 2d de julho de l.i.'.i
So. iindino, branca, na-, ola em 8 de oiilnluo do an-
uo passado.lilha legitima do alteros Joai|uint Jos
Lns du Suuza, c 01} lupia Pereira de i.asti
Suuza
lu.i-, blanco, nosrdn em III i: abril de lii, li-
Ibn legilinio de .loso Romualdo \\.i Silva, .- Gui-
Ihermino Mara da Gouceico.
Raquel, pardo, cun 5 mezes de nascida, lilln; na-
tural de Clara, escrai a,
in rvina, branca, com mus ,',, noscido, lilha na-
tural di Ignacio Piulo dos Santos, .- .-..duna Mana
de Helio Piiibeiio.
Manuel, bram u.'u.i.i i,ln em 2i". de Sotetllbro do au-
no pausado lilho h'gllilllO de l'iau.'lsco Pedio da
llocba, Francisca de \ssis da Iluda lluin.i-
nack. .
Aiiiih.i, parda, com :t mezes de nascda, lilha leei-
Inni.lo l.iiiu do Silva Uarlins, e Francisca Mario.
M.iiieel, i i iniilu, na.i ido a 2u de feverciro de 1858,
ilio ll.'ltllial de 1 ellild.lde, e.i'l'.iv a.
Manuel, branco, uascido em 110 de uiaiu do correule
alio, lilei Icgilinul de Manuel .lu.iqiiim lorela
m- Mnenla e Clara Antonia Corroa de Alenla,
i i *,iinciiiu:
Carlos Aulum inm Mano Alejandrino d.i Costa,
blancos.
Murtalidti'le do din 2G :
Vngclice Mara de. Prazere, prcta,solleira, 10an-
uos, plilvsic.i.
Amonio Morques Braga, branco, sulli-ira, lil an-
in... uln oliiolil.l clirniiica.
Sebastin Jnse l'raiiciscu de AJbuquerqup, branco,
Slllteiro, 21 anuo.-, Icriinciilo mis cavidades dn
pe,lo.
Francisco, pardo, 1 anuo, convulsoes.
loubilieilo, pardo, ll me/es, convulsoes.
Hospital de caridade. Existem -17 lioniens, r,
mullieres iiaeuuiae-, 2 homens eslrangeiros, ,'1 bo-
no n- escravos, total 117.
I-orara visitados as enfermaras pelo cirur
l'inlo s 7 o d i limas da maulia, Dr. Firmo as
8 lioi.v da inaiib.i e as horasda larde de honlem.
Ulm." Sr. Manuel Pereira de Figueiredo Tundidla.
A calumnia o a arma lois iuiprolieiia. de que o
liomem pode senir-se para n ni a eu adversario :
por que gerolmenle de -en- golpes ri'sullo qm- o la-
ma, qm lagi-in, salla em senlidu opposlo ao du-
.eja.lu. li. ;n,i-o molivu da prsenle cotia.
l'elli ChcgOllO 00 IIIOII i ullliei IHielilli |nH' ilVel-.,-
V e/e-, e pe \ l.l. dilielellli'S, que Silo se lem I,, -(11-
padn ib- ii.i 11 i pi ii i de nina manera que ln-iu de-
l.iia o i'e-, i pi nutre, de deseonceiluar-me pe-l
raule o re.peiiaiel corpo de i :..., iu desla pro-'
ea, de quera at boje tpiibo promovido por lodos us
meios que o miuho acuiibouo educoriio mu aeonse-
Iha, poro ganhai a proleceao. alienta a iiiinli.i po-
.1. o de caixeiro ; sso di sde o lempo em que,
em lu e.ira'l.r serv na casado Sr. liento Jos An-
imo Pelen.i, empresloiido-me fados e redicodos,
qm- por rerlo desabuiiarioui a qualquer, anda que,
por graudus conhocimeiilos que livesse, dispozesse
de sol l.l re:,i|lai;."io I', porque nunca llame..e i li-
li1 le. ray.an aigiinin, qm- o podesse aulorisar a
viilar-nio lana ogeris.i, u manifestar Ionio picar-'
illa 1 i- de II.el! del, I eligir que. Se Slllc. se iilllsl- {
ijer.i liomeiu honrado, e mu a precisa digndadei
para ario.I n- as ouiisequeneos legos de sen prnci-
dinipiilo ; .,- non quer ser clossilicado de iiifainu de-
Iracloi o niiseravel pilouriuho da repulai-au alheia,
me decan da inaneira franca porque Ihepeeo, cs-
ses epilhetos e faclosconi que loin preloudidu e-
negrir-nie, o que em lempo Un- podero .ec lanca-
do. race, se Sun-, nao livor a dignidode de assu-
inii' a responsabilidode do que avancou.
Sun sen iii,obi. Jos i'u. Faria f.ine.
llecil'i- 211 li.-jllll,,, de |.s.,:i.
I -l.l-. i seiladu e rcconhci ido.
I .,,,:, ferreira ,-'i Siquein Van ,-. presbtero
irculard S. Pedro, ruratleiro da im
rial ordem da tosa, > iblUo cilu-
ii- in ili iiislcuceito elementar du 2. yl'o aiilu/i,
i uoro "u I.' cadeirn da freguezit de Santo-.\n
Ionio do Uerife, capital de Pernambuco, por S.
.\ o Impt rail' i", i le,
\lle.lu, que lili cun UlIlilO pluleiln lee, |ulia,l I
pelo 11:111 lili :.iple1, ii lilil. Sr. lluilni-ime
Senil'., est.HI COIIVCIICidll ipie .1 st 11 Uletlludu de
coiligraphio e ellic.oz : por isso espoittaiieawetile
;,.i-.. i ii presente.
Ilcito 5 de julho ib' IS59.
Vicente t'trreira de Siqueira I arejo.
Observatorio
.le 1859.
.o nal de uiunnli.i 211 de julliu
\ un. ,!l Miill
Se^ue em ilireilliro 0 Veleiru lu II il.V/1-
CiojUJ, capilo o pialieo .loan J,,-e de Suu/1, tallan-
do-lhe pinico mais de um Ierro do ram-gamouti ,
por ler ii te.tu j. central ido. roga-si' a- p,
que prelellllerelll c.lir.-e.l: de -e i -III. lei I eolll o.
ronsignaiarios Alraeida ti naos Uves A ti., rua da
Un/ n. i'.
Rio (iratide do Snl.
A bono nacional planeta, hojesob o rnmmaaido
In capito Francisco Goi es do Olireira, i li i un -
lo Snl, o como di- -
p.iem de grande proco, pode recebor ra -i in le
i i/u.iiei ; ii.ii.i :, o., ma da Cadeia du Hei if.- n. t!,
e-uipiiiiei de Hallar i Olireira.
Kriilncs.
ii Ulm. Sr. inspector da Ibes.....aria provincial
em eniiipi linelo da ordiim do Exm. Sr. vire presi-
de..... il.i pin incia, manda fa/or publico, que no
dia I .le ,,. i.-iu pru\iuiu futuro, peroiilo a junto da
fazenda da mesma Ihesourai i.i so lia de arrematar
a qm III III.lis der a laixa da leu i iu .1 d.i ponloilo
l'.ip.u ih.'i oa estrada da Victoria, avallada aunual-
iiienle em l:2ihl.-'.
A arrematace ser l'eii.i por lempo de um anno
e de/ mezes o coiii.n du 1." de sclembru do crren-
lo a dtl de junio, do 1891.
As pessoos que se piopu/ereiii o oslo arromlo,-an
luiiipoii eum ii.i .ala das sossoes da mesma junio no
da cima indicado polo un io dio. conipetentenii li-
le habililados, o com as -na. proposlas em carias
le, bada-.
r. para .'0:1-1.11 se mandn aiilvor o presente e
publicar pelo Diario.
Secretaria da Ihesouraria provincial du Pornam-
l'.l de juiu'de l'.-V.I. II -1 lel.,111, .1./'. ;/,;
I II ;: I ll, 1,1, ,(,!
11 Dr. \n-'lnio Francisco P.-r.-ili, roroniendador da
imperial ordem da Rosa, juiz du direila especial
du commercio desi i cidade do Recite .1.- p .mam-
buco.
Faco saber pelo presente, que.no du 21 de julho
rorrele se ba de arrematar pur venda a quem umi-
ibi, em piaea |'in|i|ii'a 1I0..I0 jo i/o, porta da sola
lili,'lu IOS II es lavo 11 n.Illu de .....no ll.llill.i 1,
do 1 i anuos de dado, avallado na qiiotiliii doris
'. o qual fina penlioia.lo a viitomn ll rra
Cavalcanli, por ev.-cuco do coronel Joo Jos ,|,-
Con ia; e na falla de laueailor ser o dilo cscravo
ar-euiaiadn polo pie. o da adjudicara
CeanV.
Al' i) fin il.l proSODlf! s. :h:ii;.i, sallP O lii.il.'
Oliuda% pur ler ;i m.ii ir parte do cu ti.1 imi niii
p rom pin :.a ir.ii ir ruin "i :><** Irmios. (Uirom ora-
[ni.:iti Cus idio .ii s Vi.uiiij.
Para o Rio ile Janeiro
segu cora bievidade i brigue brasileiro Puiiio-
n paro carga i possigeiros : a (rolar na rinda
Iru/ 11. i.
\ :'ii.:e-se o rnler brasileiro l'mnin. de ",2 to-
neladas, lunado de 1 o i.re, iiiivii e m ll llu \ -I, 11 ,
pieeu roinuiodo : que 11 preleiiibr dirija-se a 1 asa
i|e Jame.. Rvder A '.., na rua d.H.rn/ 11 (i.
Para o Rio de Ja-
neiro
segu em poneos da. a boira nacional llelrnm.r*-
pilau Molidas .tuaqulll. P.ib.'iln I paro O0l_'a p:.--
i-, Il.ll.l--e lulii Braga i\ Xllll.....S em sen e -
eripiiiiiu na rua do Vigario n. 11, oa rom o caj
no praca,
REilLCOIYIPANHIA
in.
ar.-eniaioilu p.-io pro, n no ailjinlii oe.e,. ,
E para que a_lodos rhegiio iintH-i'a moii.1 l'lilM'K SlO' <'70< 'I ViOI'
i quo soriio ollixodos nos lugares I UlIUt/lti? i!Il:ill>l (I 1 pela imprensa. ... ''
CHR0N1LA JUD.CiARIA.
Au puMifO.
Tomn en sido Humeado poro o lugar de subilo-
legade do Barro de Naluba, provincia d,- Parahibo,
lugar que orceilei, lio lano pelo honra que d'alil
poderla raber-uic, massini, por ter como principio
qm-----iodo IIIII .lew- con.......I Clim SIIO pedia pal.I
o ediliciu social ii.ii.-i do desempenhar-me do en-
cargo, que me foi confiado o mellior que uie por-
miitiom minhas debis fonos.
linii.-ianiu, quando menoso esperava, fui exo-
nerado do dilo encargo por acto do presidencia da
provincia, de 12 de muio do cnente auno, sobo
fundamento do figurar o uicu nomo em urna lisio
de criminosos dn lermo de Limneiro desla provin-
cia, publicada oiiiumdns niinieros d'esle Diaria.
i.un quaulu muito applaudisse niinlia exouora-
.;...., por diversas razops, quu piuleui ser bem apre-
i lad.i. por qualquer liomem SIZIlllu e lione-in, que
lver sen ubi cargospoliciaes pur c-ses lu;. iros dn
mallo, nao posso todava tolerar o motivo qm-a
oeea-ioluiil. o qual sol liles, l nSSS doloroso, C
por de mais injurioso : felizinoiilo son bem conhe-
Cldo no luear onde mi-ii o onde inoro.
Apressii-ine pois o protestar pcranlc o publico
con ira siuiilhaute impulacoo, qm- olios, me par......
lilha dealgum qui proquo, visto como me consla
liaver mitro .lo lue.-niu noiiie, lilho do lnado .toan
maco I il.'ueir.is de .Vlbuquerqiie, inorad.ir qui-
en na freguezia do Rom Jardn] du luesmu lermo
do l.imooii'ii, oque Ioi pena nao ser siillicieiitenion-
I.- overiguodo, anlos de se mo fulminar com una
portara sob u fundamento, que Rea apoulado.
./o.-,: Pereira FiiuHcira.
I'.ana le Naluba, 2ll de julliu de IsVJ.
:'"
Ai,- uilio 9dest.
du. vapores dosla ci lupauhia, o qu.d
mora do c islfime -,^iin.i pora o He
locando no Rahia, para pasi
loin os senlos Vdamson, lluwi.A. C
piche \.,v,. ii.
Europa um
lep.il- e
,!., Janeiro,
i. i.
rua di I i -
publicados pela i:ii|
Dado i .,- Jo uosla cidade do Recife aos 9 ih1
julho de l>n liu FraOciscu Ignacio >li i
ll.i me ira. eserii au o li/ escrevr.
Anselmo Francisca Perelli.
\. 11. .', orioinul.ii ao a. uno li. o lian.leuda para
n dia 2^ dn correle inez de julho.
= a cmara municipal desla cidade ../ publico,
que de cooformidade com o decisoo d.i presidencia
sobre a quesillo do. prolendeiiles da casa da praca
do Independencia 11. II, i-l.u.i e.-n ba.-la publico
nos das 28 o 10 do correule o 1. de agosto prxi-
mo futuro, n .nieu lamento Irienuol do mi'sma cosa,
tundo p,,r base a rendo animal d,- 7o7$5lNI, qm-
pi.mili i ,,.1,-reimi u .-ieiu.il inquilno : osprelcn-
d.iiles, quando n'.ia qtieiroin pagor no ocio di or-
remolacou lodo o valor deslo, rorrespoiidenlp on
ll ll'lllliil. del el.'lil a':e-, litar ai la. lie liad Hl'. idu-
leos, com a declara.'o foila por osles, uo s de o vapor Oyapork, commandante I". I". I
.ereiii prinripaes pagadores, como de se espera-so dos porlie donorle em seguimenU aos u
i fazer eirocliva a arremaloeao, soja qual Mr o pre- sul ato an dio :tl da correnlc m./.
po- olio chegar. Paco do cmara municipal dn i Recelie i passoeeiros, Inte dinheir .
PERNAMBUCO.
HEVISTA DIARIA.
Parece que afin.il vamos ler o calc.-iuieiilo da
ras d.-l.i .idade, se au no lodo, :m mono, em
piule, as rn.is principos.
A adminislraco da provincia acaba de mandar
aniiiineiar o colcameiito de diversos ras, para ser
e\ei litado por empreza, visto como polo mudo por
pie ia elle sendo feito, ero um nunca acaba
ii Sr. II.'111101111 d.i buje o lureciro especia-
os nobres ministre, pnr.'-ni, .pie.s fa/emfnn.li-*1'",;' ,,., .,:.,!,., ,,,, ,',,.!,.nd0 publico
menta no fern e noouro nao coulcni com o opon
de orador.
Esles homnculos que dpsprezam o. grandes
principiosda c instiuuicao pora Be apegan m aos in-
dis e oos manejos que jamis podero ser clevadi -
i altura de um syslema ligam-se poro fundare
predominio de urna olygarchia, dirigida hoje p< r
un Inumvrato fatal aos inleressesdo pai/.
desla cidade um rerdadoiroopreco, Olhea.lro as
lina-- recitas possadas, nao obstante o augmente dn
p:e o .in, bheles, lem lido grandes eiicheiilos.
lini verdade, o Sr. Ilermonn trabalha perfeita-
iiiente bem.
Aiile-honlem pelos i luiros do larde, o hespa-
ubul Agoslinho CordeirO liai nina lacada em nm
inspector de quarleirao de Pora de Portas, na fro-
minislro da ustica, ferrenho em suas dos guezia do Recife, no acto deslo o querer prender
rmn pre-si uas, a turbulencia '-"< conspiradores I |ior causa de urna briga que elle lircra com ontro.
o cada canto, como se vado seu relalorio. n orador n dilu luentc foi presa em flasranlo : o insoerloi
n lente., corpos ou sejam promovidos hacend |,-. ,,.,, ,, ,,.plln ,,,, Sl, lmllj, ,,;l jusli ,.,,,..,,,',,.. mes,,,,, dio os 2 boros do madrugada.
ft que alinde i-di/ em resposta i alguns apartes Foram rcrolhidos A casa ds detenro em 25
que, so s. i'\e. -e referia .i Rahia, naogeneralisos- du correnlc ti homonslivres, I escravo, I raulher
.. ... .u,is aeiiius,, iodo .. imperio, cuno o te/.' in i.., i escrava, sendo 1 o ordem do delecado do
ihjuslamento. S. Exc. emende qm- em lodo a parle ll." dislrcto, I dn juiz municipal .1.. I.' vara, do
ha perturbadores e turbulentos, de mancira que subdelegado da freguezia do Recife, 2 rio da fru
II orador pedo lioehea an nnbre ministro poro
seguir no sen discurso um plano differenle do de s.
I.\e. : f)l'CllpOr-.e-ll.l do pollina, e lOlllee.l decla-
.iniluqiie ju|e.i infundadas as increpocoesque os
TRIBUNAL DS RELQO.
SESSAO ORDINARIA F.5J 20 HE .111.110
ni. 1859.
riir.SM.l.M.u no EX. SR. CON3EL1IEIR0 IIIMII.INO
HE l.lu.
s 111 linios do maulia, a.liaiid.i-so prsenles
.i- Senlioie.desembargndores tiilirauo, Guerra,Lou-
roneoSantiago, silva Comes, Carlaun Santiago,
procurador da corda, o o Dr.juiz.dos feilos do o-
/eiida Uchila I ioi olea,ili, foi ab.-rla a sesso.
Passados os feilos e entregues o. distribuidos,
procedeu-sc aosjiilgaineulos seguiiles :
M'l'l I.I.M., I lilil S.
Appelloute, o jui/o ; appcllado, Manuel l.nuren-
iii He/erra.
Improcedente.
Appellanli o jui/o ; oppellada, Olliloria Mara
do Espirito Santo e outrn
lieiiii odiado.
\ppellaule, o JUZO Oppellado, .loan l'l olnl-io
de Mello r.uringa.
A novo jury.
Appellanle, i.ni/. Anloiiio de Mello ; appcllado, o
juizo,
Nullo o proeesso.
Appellanle, n juizo ; appcllado, Ignacio lenlo de
l.oyoila,
liiiprocodenle.
OlLlnFNl l\. i IU |s.
Appellanle, o. administradores dos recnlhimon-
!n-de < dilua e t,uaia--ii ; appellado, o solicitador
de residuos,
M.iini.ulm ouvir ao desembargador procurador
il.l Cnl.'iO.
io Ilr. curador geral as appollaccs
lii
un i isla
iiiii- :
Vppi llalli
appcllado, los llai lo de
H e uniros.
paro jiilgamenlo do Rcguinic
, ii jiii/.n -, appcllado, Pedro Celeslino
, n jui/i
Huiii iiiui
e da
M.u a
Ibis
V-.n/iioH-s
revista crim
^ Appellanle
de Figueiredo
A oppcllacao eivel :
Appellanle, l'.a.iliu Aliares de Miranda \ :ii
oppellado, a cmara municipal.
A- 2 lonas da larde enee, iuu-.e a ses-o.
Coniniuiiicados.
031iWER20.
PRACA lili nKf.l. F. 21 III". JULHO HF. 15(09.
s ritlis HORAS DA TARDE.
COlOedcg olli, I.les.
Descont de letras8 12 I) 11 aoanno.
/'. .1 iiiorint Presidente.
Frtmeitco Uamede de AmeidaSecretario
NOVO BANCO
ni
PERIVAAIltrCO.
im 2:. 1 >t .11 i.m 1 ni Ih59.
'i Rauco dcscoul 1 na 1 :i -eme semana a 10 II o,
auno ate o pro/., ue niPZCS, a III II ll al o de
llie/es, e lllUIO dinbeil'o .111 COIllaS lorenles simples
ou cora juro.- pelo premio o pro/u qm- se conven-
i ion.11.
COVlPAiiHiABRASILEIP.A
IU-
PAOUETES A VAPOR.
o v.iimm Ofitipoi t, inm manda nio l.l. torce:
Uce 1 te mi sessu de >~t v jiillm .Im l^r(). Slanorl
JoaoHtm tl< lii 1 \ >.i noel Ferreira Acdoti, secn'larm,
Declaraces.
Citnsrlhi ailuiiiislr:ilivii.
, p:
f 1-in nm mandas i en -;ij.t-v .1 carga ouq o rapoi
Mnii-1' i'iindu/.ir, salido ns rolumes despaeluMiH
din ;niii'i-i-.ienca al .'< respen de -iu ht'^.tti.i
igencia 1 un du l'ra liche ti 10.
Leudes.
LEILAO
lu
Quinta feira :n du rorrente.
PELO GENTE
BRJA
Ai.i'.vMir.i; v.
Bpmlimenln do .lio 1 a J ,
l.l.-iu.d.i da 2li......
lITllTUvliM
11 755$fy
0 consoinn Oilmini.lrol i\ i, poro ioinei imeiilo do
arsenal ib- guerra, lem de comprar o. uhjeclosse-
;unies :
f'aru farda-meato de diversos corpas.
Panno azul,'cavados i.ii : hacia verde, i-mo-
dos t,uoo.
Pora as fortalezas.
Raellha, ovados 500.
i'arn a enfermarla militar da Villa Helia.
1 caixa de iiisirumeiitos ciriirsicos.
(.liioin qui/iT vender toe- nhjeclns aprsenle os
siio. piopii-i.is em iiiii i [echada no Secretorio do
culi-, lli,i, In bolas do mouhoa do dia 1." de
prximo viiiilourn.
Sala dassessoes do conselbo administrativo pora
torncrimenlo d.i arsenal de pierra a de julho de
ls'.t.lenlo Jo.-v l.amenlia KinS, coronel pie.nb li-
le. Fraucisco Joaquim Pereira Loba, coronel iii-
gal secretario.
CoiikoIIio ailmiiiislralivii.
o con.etiio administrativo, para fornecimento do
arsenal do guerra, lera de comprar os ohieelos se-
guintes :
Para o ,11." lalallian de ufanaria.
Bandcira imperial de sedo 1 ; copo de krim pora I da Silva, as quaes I. .-.
a dita 1 ; capa de oleado para o dilo 1 : haslea poro
a dila 1 ; fachas dos borlas pan a dilo 1 i pos de
ferro 3.
i,i:iem qui/er vender toes ohjerlos aprsenlo as
suas propostas em carta (echada na secretaria do
n I uiiselbo s ||I lunas da uionba do dio Sido tor-
il i renle un-/.
Saladas so-..s d......nsollio o.luiiiii.-lr.ilico p.u a
f.u uecimenlo do arsenal de eiieri.i 21 ib- julho de
I89.Bento Jos" Lamenha ISns, coronel presi-
ilelile. Francisco JaaquilU l'neira Lobo, culoiiel
voitul secretario interino.
Novo H.uico ilr Pentaubuco.
0 qual oiiiiiri-o In el
' phios, o requerimenlo
Sllio, (or leillo ll
Sr. Ilr. jui/ de or-
n.-isco r.ariieirn d.i
m da rua da '
Ulm.
de li
seu arma/
legin, 15, s 10 horas em pondo du dia cimo .1. -
lo das dividas do tinado Francisca i,uueu>
aqill'll
re
r ll.-ian
nhor, cuja rclacao existe em poder d,
agente, no importan-io de S 1 '.lji'.ll rs.
LEILAO
erid
III
:. sj>S7:l.l
Descarregom hoje 27 de julho.
l'.uea inuji./a _Lindo loiiea, ceneja o ferro.
liare.i ingle/a l.li/.i llandsf.i/.onuas.
l*o I o. lio inglez llii-v bocal bn.
llana diiiainarqu. /a- lia/ella o resto.
Brigue portuguezAmalla diversus gneros.
llana an.ericaiiaMarinfarluha de Irigo.
su ni,11 o hrasileirall.n ipueia charnlos.
H)\ DIENTO l>\ Al FANIIEUA.
Voluntes entrados com [azendas 2
Culll gneros .
Ao publico.
.1 rala do l.ilcral l'ernnmimen no de sallado 23rfo
rorrenle.
Nu pus-e calor pcranlc o poder imperioso do vor-
dode, tonto mais quando involve principios que des-
de nimbo infancia advogO, e pelos quaes me ||C so-
crilicad.i.
Nada leiibo I m:i liomei,. em polilica, lliascnin os
seu. principios i se (orera os da verdadeira ln-rilo-
de, seuipre loni.uo comigopromptopara prestar o
mili fracnapoio: Pio possooesviar-mo desle cami-
nho, por que tenho que dar salisfaco ou publico
que Ule i.lbo.
lApriiniiilo-nie assim, nao leuiio comprom
com homens individualmente [aliando ; mis me
aiho mais ou menos ligado co,,, aquellos que su-
da escola o que pertenr i lenho semnre perlenci-
llo desde o ol ole, i I de lillllli.l vida polltii 0 .!(' boje.
lio qm- lenho exposto v-se qm- nao sei o que
Voluntes saliiibis cum fa/oin!
con gener
SJ
------870
117
r>Mi
------f.77
Iiiipi>rl:i<-rui.
Sumaca nacional llorlencia, viuda da Rahia, con-
signada a Antonio Lu/, de Olireira A/eve.lu, ma-
llifestull n segiinlc :
i rolos esleirs do Indio, i! coixascadeiras ame-
ricanas ; o Siqueira \ Pereira.
II caixes papel, 1 dilo labaco em p ; a Manuel
Tarares Cordeiro.
III lipas fuDiu inoidn, > ditas lirio lloroiitino ; a
Meuroii A i .
l'i ..i eos fe i ja o ; a Palmeira \ llellrn.
I rnixao sulfato de ferro
ve- js ,:.
211 .-.iK.-i. vinliu Rordeaux
I boi rica celia d i -i i
Coutiuho.
2iic.i,\nes com cliarulos
Malheiis.
dilos e 27! caixinhas charutos
de n. vzevodo.
I .-.i,\.i., charutos ; o .1. Kellcr A i .
500 qnartiulias, 100 ropos, 100 garrafa.' com prn-
lo.lll |e-tl l.lilella., Ill.lo de |i,,|',o .1 Mllmel Ito-
lelho r.arneirn de Mesquila.
AlmeidaComes, VI-
o S. liafbeitlm .\ i',
o Joaqun] de Snu/o
i o Domingos Alvos
Vntonio l.ui/
A iliri'cco do Novo Banco de Peruam-
buco coiiviiln o Srs. aciiomslus a rece-
lii-ii'in ai respectiva! achiles, entregando
o titulo* que ns representan!.
lie ordem de S. Exc. o Sr. pn -denle do ca-
\o iiii.il du Ronca do Urasil nesia provincia, se faz
publico pora eoilbeeinielllo do- sellllole. aCCiOllis-
ios, que o lliesoureiru do mesma raixa esti aulori-
...iiio a pagar d'ora em dante o 11." dividendo re-
l.iiim ao semestre lindo a 80 de junlio prximo
possodo, a razn de Iti.s.iiii por neco, <\>' coufor-
uiidode i nm a. orden. recPiiidas da cai\o ccnlral.
Caixa I dial ni Pernambuco 11 de julho do 1859.
II guarda livrns.
Ignacio Nuiles Hu; ia.
UM KSCRAVO.
(}u i uta-feira 28 o coireate
PELO AGENTE
TIIEATRO
ni;
Santa Isabel.
II.' cspeetai-nli iiitciraincnto novo
li* Mr, lie i-i mi mi
Qiarta-feira27deJnllMdei8$9.
PRIHE1RA PARTE.
1."A caixinha nioioi ill
\ 1 orla geral.
3.(i annel em perigo,
.."11 Uro de Guilherme i 11.
5."0 rosario de iiiinlio ai .
(."A garrafa inexgolavel.
ii,i \n\ parte.
I ii coi'- dn grande Mongollo.
_' \- leda- i'.o dial
el,
p,.C llesp.t -
a leqilon-
I ll i li lia.,
lie Home
oli.ll.llo,
noel I i,.
pial competentemente aulm
i Im ilu Ulm. Sr. li, jui/ de nrphoos e
ine,iludo Ulm. Sr lu-. curador gpral,
no dio cima designado As ni lona, eni psito m
-en arma/ein na r ia d,. l'.nlleeiu ii. |r,, ,|,, ,.,,,,,Vl,
l'i li,,. i 11 le So annus o perito uffioial de
poiienii -iie aos menores du fallecido M i-
iieiseu Co uibra. ^
PELO AliKMT.
HYPPOLITO
Quinla-feira 28 lie julho.
0 arenle cima referido far leilko .-ni s.-u ar-
mo/un, -iio 1:0 i,,, da Cadeia .! Santo Antonio n.
11 I'... do dii ei -a. obras de marcineiria. Ion. a, v ,-
dms, pianos, o muitos oulros Irtlgot que se torna
ib'snei-pssorio enumerar, lendo principio o Mfciido
leilou s u im, ,s en, nonio. __
I *
Urna casa terrea.
Qiiiiila Iciin 2S io loriTtile.
i agento Borja, aulorisado pelo Ulm -.i Rr.jun


\
do nrphi is e i te da vinfva da tal
lao i. mi. [or leilo so dia cima .1.- :
lo .V- ||) Imr.is pin poni em o son armazn] '
na rua do Cotlegiou. lii, de uni.i ii-1 terrea sha
na povoarao do Monli'iro em solo toreiro, nn oilaol
da igreja de S.iPenlaleao.
Conliniuicao do leilo T vpo;ra pbia tancmal.
Dos herdeiros do fallecido Ma- Uia (lo Queimado n. 38,
noel dn Silva Barros.
<{I !MA-|i;i!A 28 DO CRREME.
primeiro andar.
Esle ostabelecimcnto complolaincnle novo, -
u agona Borja, pi leudo podido concluir pela pressamentc encommondado para Paris, o d"alli
iiiiiiia riiiiva, o lettao dos herdeiros do tallecido chegado era iunho prximo passado, acha-se pro-
Haoocl da Silva Barros, por aulonsacao do lllm vido de abundantes e variados tvpos, rinbclas, B-
Sr. Dr juiz de orphios e a requerlmenlo do tutor |Cios ricos emblema, ludo escihid'o por um'dos
s. pretndanles que mais eminentes artistas daquella capital, achan-
do-sc poi isso monladade modo a satisfazer qual-
i. i transferida para o di.i cima designado s "ni
horas nn pun > i onda do restaote dos bens de fo-
lego e movis pertenccntes aos mesmos os quacs
consisten anda em 5 escraros, 1 i, us, algumas
raecas, e astim enmo a mnbilia, pranclif.es de
amarello, os carrose os aviamcutos para n i
de tariuha. a ultimara i deste leilo Ipt I i
armazem Ja ruado Collegio n. lado referido agen-
te, a lim.i r d tavnlineiiio.
Avisos diversos.
quer enromniendn da impressao que se Un faca,
nada donando ;i desojar em accio, goslo, elegan-
cia, nitidez o,ii riqueza.
ii- proprieiarios desla bella offlcina, so oflerc-
roin, piiis ao respeilavel publico, para fazereui
qualquer Impressao, quer jeja em prelo, dourado,
ou de cAres, pois que lem ao seu sorvco uin dos
priineiros artistas da bem conhecftfa lypogrnphia
iiaeiunal pnrtugucza, n qual u w sfi uin hbil rum-
positor, romo lambern nm excellenle impressor.
lis niosuioa pr.tpi iolnrios, que sao lambcui Ij po-
grnphns, podem, pois, ao respeilavel publico a sua
benevolencia o pi n, visto i i'iln e em
vista il i ti aquoza i)*j seus recursos peoiiniai ios, nao
Ihcs ser pussivol luva osen oslabclociiuoii i lo
. i qne ii uosojam guindar.
.\u nn -ii.ii pstabelecinienlo so aceita t|nab|iier
cnconimcnda de i\pos mi niilror quaosquer nlcnris
i \ ;i.i :i ,hii!i- i-, mi- que os seiis propriolarius
em retacos diiei .is eom o i'heu d.i lypogiapbia C
. nacional porlugui i.
lisS| niiii'iii, quer para encommendas do ly-
pos, quer para iraprcsscs, mostram-se n eslabe-
ciiuenlo ;. i| i. ni u- quizer ver.
u mesmo i slabclccimenlo lem ao seu i
uin bom .". isor, | bilisa por i
uin' faz.
lie ruido renriqne ili Uira \ C
Clocociitcito Ci>|)ogvaphtca
{tamamltucatia.
Domingo ;:| i.n corren lo ..- II hars do dia. por
deliberaran do ronsollio direclor, hacera sessito da
;o-riiil.li'.i ge-ral, alim de proreder-sc a elci odo
conselho que u m de fuuei iourr pina i ruluro an-
uo de 1839 a 1800.
Secretaria !.i \. '!". IV, SBdc oHio de 1859.P.
.V de .]. Couliho, primeiro secretario.
Ifoja ~ do eorn'nlo, .1- i lioraz da larde, de-
p n- il linda .1 audiencia do -ir. ni/.de paz do V
distrirfo da freguezia de Sanio Antonio, ser arre-
matada cin hasta publica na porla di- .-na rcstdeu-
1,1 nn paleo ii" Carmo.
I rommoda rom 3 gavetas e 8 gaveles, madeira
amarello, em bom estado,
I mesa redonda de meio de sala.
d cade ras joiii asenlo de palbinha,
1 cimap de I cadeiras com asseulo de palliinlia,
1 Hilo de madeira de Jacaranda por esecucao dr
Norbortn Moni/ THicira Guiniaros, contra Han iol
dos Sanio- forres.
\o Sr. Dr. Manoel Jos Fcrn andes Barros ilk-
soja-se fallar a neiic.iii de s.mi interesse na ra
do ijiioiinajo u il, querendu apparecei d--! ho-
ras da tarde nn diante.
11 dleginda Anmra d a urna ama paraen-
gommadeira >!'i mesmo, trila mii reis nipnsaes o
mesa : a- prulendentes dirijam-se ao eslaboleci-
menlo, na roa do Caos do Itaiuos,
Fngio nm cavallo na noilo di- i"> para 2 da
rncheira do largo do arsenal, com os si_:na. ^ se-
guales: melado, escuro, 1......dinas brancas o can-
ija, o um pi'' branco, por i-"" pede-se a a|gnma
pessoa que o lenha pegado ou mesmo der noticia,
dirija-se a mesma cocheira que -era gencrosamen-
le gratificado.
(i abaixo assignado declara e peco o lesle-
lemunho dos Srs. redactores nao ser olio o autor
. ii-iiia- feilas por esle 0aiin n meaa regedora
da 1r1nan1la.il1 de Sania Itita como se leiii propalado.
Os meus afazeres nao perinilleni quo preste attoii-
eo aos negeeins dasta minlia irmandade e mesmo
driles nao qnero saber. Os m ms desafri na bis
dv.'iii esiar cerlos qiie son iriuo ha mais de 11
auno-o i(iio nunca Krequ i* actos e ncril
dolli s Iridio un 1 .
./os.' i'l. tu Li Vagalhiteit.
(I Sr. Pinto de Haga .! no3 avi-
sos 'PI IUI.M
/I- r.
Dosappareeeii da casad ino Jos.'? li-
me-, houlem > do correle, osen escravo pardo
de nome Raymundo, idade :I2 aunos ponen uiais
ou nieuo-, estatura baixa, rosl.....inprido, suissas
orladas, sendo liaslanlo barbado, cujo e- ; ,i\ n \ em
do l'.n a poiieo tonino, uilicial de pedreiro,
lendo em 0:0 d 1- bracos urnas pinturas azues leims
a .[_ ilha pare nido 1 ru nn somelli inca ii
de-eonlia-seandar pela Soledade, o..i|oiii.:a ou 1..1-
minlio Novo : rnga-se ao- Srs. capitaes de campo a j
rapliiradodiU.escravoi.ua qualquer pessoa ... 1 Cabnriizinlio, queira iliri.
particular qm.....ncontrar, rerl.i de quesera gene- P'ario 11. 21. para receber unta caria di
o-am.-nie ie oiioien-a.lu pirulo l ar nm casa do | "lilia.
rniiiin 'ianle n 1 o ipiluga .1 1 11.1 roa d I
inaa/cm de assncar o. 7.
Curso Diario de Pernamlmco Quarta feira 27 de Julho de i 859.
:
a linlurarla na Soledade conmina a i ceuer
i I i gir, i uito para ptelo como para
inda- a-i mes : na loa de raleado 'I" Sr. Sed rilo,
na ra da Cruz, o na luja do Sr. Pan seo, no largo
da malriz de Santo Anli nio n. ^.
preeir ilugiiel de um moleqne para
fazer comprasde urna casa : na ra de Hurlas, so-
braden lib.
vi.. -1 se H prime".ro andardo sobrado na na
Oireita numero 9o : a tratar no segundo andardo
mesmo.
=: I aurenlinoTeixeira da silva declara ao pu-
blico e ao respeilavel corpo 'le commercio, _quo
comprou ao Sr. Ignacio Nery remira a sua lojad
miudezas sita na ra Direita o. 1.
Precisa-So 'lo una ama quo soja boa rn/.i-
nlioira.,,.,,, casa de poma lamilla : na roa do I ^^ ^ ^^ ,.,,,,,,, v|,N|,nl.SK:
CASA iNi.i.r/A. I.ivins do relig ocias, de letras arles, viagons, historia o classicos;romances Huslrad
11: rece so um moro para caixeiro de arm i tras pnblicaroes cm diversas linguas.
onde cobtanca por sejulgar bastante habilitado Globos, atlas e mappas geographicos.
em razao de ser caixeiro a mo annos em loja nesia Papel do hollanda, de peso, paquete, almasso, de cores o outros de diversos lormalos e "nsies.
iiri.i e como nao querendo continuar na misma, Piensa.-para copiar cartas e outros msnuscriplos, livrose tintas propnas _
poristo faz preciso dandolladof de gua conducta : Uvros em branco, pennas de '.anas qualidades e )nais objeclos para uso de repartir u s, i retaras i
quem precisar, far especial favor annunciar. casos de commercio, ulencilios para Icsenhoelc.
Ouem liver um engenho e queira arrondar Arllgos de hom goslo, fantasa ecunosidade das fabricas do Pars para
m
N.2-RUAD0 CRESPO-N. 2
Dcfroiilo do arco de Sanio Antonio.
BAZAR PERNAMBUCAHQ.
Una lar>a do Rosario n. 32.
O don i iloie i:il..-1.-. memo avisa ao publ e iregoozes qns l m de i
i o seu antigo deposilo do charutos finos com um variado mrlimealo das niais
cas de charutos que vom a este mercado, t qualidades le i
cimameute do Rio do Janeiro, sendo rigarros bota-fogo, ditos de papel pardo, diios de palha de
de diversos tamanhos, papel de linho para cigarros com Cuino pmpno, fumo ftatn / para raximbo "
i garras, fumo em follia paro relalho r em puna", phospliorode era c de gao, rtulos para
\h.nulos, papel ,! estes gneros vende-se por commodo

Pro .i-, de una ama que rOZnhe .
me, para dua- pessoas : na i
primeiro an I
11 engenheiro do contraa lor das obras do jra/
parlo para o -ni no vapor lgli :. em i-~> do crenle.
aso dos elegantes ; rnalos.
O Sr. thesoureiro manda lur.ei publico
(|ue se acbam a veqda todos os dias dns 9
lioras ii manhaa as 8 d;i ooite, no pavi-
mento lenco da casa 2u e ia: rasas commissionadai pelo mesmo
S inhor theicfreiro nn praca da Inde-
pendencia numero '2-1, na rua Direita
n. 8ri e na rua .11 Cadeia do Recil'e n. 2
armazem lo Sr.Fonle,ate as ti horas da
tarde somente, os bilhetes < meios da se
fjunda parte da primeira lotera do ilir.i
lio de S. [sabel, rujas ro'.las ileverSo
andar ni'irctciivelmcnte no dia
convide mcz.
Thesonniria das loferias lude jullio
,|,. R-,<|.__0 esciivao.l, M. da Cruz.
com al^-uns e- -i"nn., distante desta praca aleo
mais 12 legnas, pode dirigir-sn a rua do Crespo n.
10, esquina : lio se pTie duvida .nliaular algmu di-
. a.'- iduii 'o n ngenho.
O commissario vari-inadnr avisa ao publico,
que leudo prcsontcmonlc exeidlente pus vacriuico,
o inmirnlar di' braco a braco, as quintas e do-
mingos no li.rii o di alian.ie-a, e nos sabbados al
< II huras da manhaa, na casa de sua residencia,
do andar do sobrado da rua eslreila do llosa-
rio u. 30. ledns aquellas pessoas pa 5,queYorom
lilhos, psi ivos e gregados, di n comparecer
orno determina .....gulameulo vincule, alim de
assim podi i unse rar- presi'i i a loi. II -
ai. l.i de julliu de Ib'J.I)r. i c-eno
l)ii.< i 'mi .
agencia Grouver iV Haker.
Ilaeliinas de coser : em rasa de Samuel l'. Jo-
hlisloli >\ i .. loa da Sen/ala Nova n. ."ij.
A lien cao ao
Trala-so na cocheira da roa da Florentina que
iii do leneule-i'oroiii i Sebaslin Lopes liuiniaraos,
cada i i'allo por da e nflile a ls, niel ule do pre-
en pnrqun so lala gernluiciile, e a n elo do Imni
i:\itaineiiin s'icom a experiencia so podenl con-
(".arloi
prsenle- ele.
s e bilhelos para bailes, casamentos o risitas.
F.neadorna-se em lodos ns gnslos desde o mais simples em papel ai- ao nielhor oni panno nn pello.
Imprime-so caiioes. bilbeles, c marca-so papel rom lypo proprio o .em relevo voutade 'lo- pre-
leudeuie-.
\. reila-se o e...... o de qualquer encominenda de Uvros p nulros arligos lano da corle o provincias
do imperio, rutilo 0.- Poilugal, I ranea, Inglaterra e Itrlgira, rom a- riimlireiies mais ra lavis
Sogiieira di Soiiza & C. eiirarregaindu aproniplar acondicionar conv.-iiicntomonlc asen-
e. un meielas que foieiii feilas do ci nlro di provincia, ou de qualquer parle du imperio, sendo de Uvros
ou d uniros arligosdo eslabeleriiimiilo, e seru sompie rerunliocidos pessoas une se dignarem hon-
ra les i ni sua bonevola ronciirrei.cia, rsmorando-s.....i servi-las bem iin s nn procos mndi
em............Jen e ni o. prnnipla exeruco das iirdens que dolas rocelierem.
WtmemtrimiMmmrti* *"'
Compras.
Ao har lo.
Compram-se os nmeros 1, i, C, T, 8, 9,
Ule 12 i!" primeiro vnlnmc,e do numero 13 alo o i..
numero 20 do segundo volu..... da Galera das Or- /,' '.' s "! ".
Na pequea bija do miudezas junio Maleo de
Santo Antonio, esta-se torrando por procos n
.:di! :
"olcinlias para fumo o dinhe:
i ijxiiihas de vid JrH'.Ni
..i-
Reli
antiguidade al
i <\.\ iud
Jl
llares,
s-.is dias
ndencia us.
da Banco de
ho ni cral.
ssw b ir
Eslabctccidn em Londres
CAPITAL'
C'itieo in\\\\?cs i\c Wltras
cstcvWnfts.
'lo
COIIPAIIIIA
ACCIONISTAS III) TIIEATRO S APOLLO.
A commissao administrativa, extremamente magoada pelo fallcciracnto
de seu presado colleja Antonio Francisco Lisboi, ro^ja aos Sis. accionistas da
companliia, directores e mais inemuros da sociedadeRecreainio,aos ami-
gos do finado, o a todas as mais pessoas nue quizerem honrar a memoria
suudosa d'aquelle prestante cidado, o cariuoso obseipiio de assistirera a' missa
i' memento que*pelodescanco eterno da sua alma se lia de celebrar,por parte
da mesma commissao na ;reja parocln'alde S. fre Pedro (ionralves sexta-
li le a m.lis remida
i npressa no Poi lo :
(i i 8, luja de I.
Aceoes.
ipram-se ai la Ca \a Filial
Brasil : a i:.dar na rua do Pila: i,. 11]
' unpi un e ra os de mil de
i.la.le de |H a .!:l anuos, .-. Iido 1 0 is pecas, p i
bem : na ruado Cabug. n. l, siq^uiido andar.
Compra-se i-oupa velia de todas as pori
qualidades de crese Juanea nao impor- '
la qneseja rasgada por ser para (abrir. .
depapel: no armazem de Manoel Jon-
quim de Ulive ira y f. rua da Codorniz

Uantai lem
leva- de | n-
. p: el I- 1 srtlOll
franjas de -ida milito inndi :
Tranceln* douradns Unos para n h giu
Dados 'eran i- i '
Caixinhas de fiuis con: i acender
eliariilos
I; 'os lin'ieU de eaiino iii.' para
lilil lin.i-
I di -a
Ditas asde peilo de fustn
f'.aixinbas pi ra ros tura
... -/* i, ,, '. i niei- i. i.i cosila e jola-
ii. IO em trente do neceo da Madre de Penies de tartaruga para atar cabello
DCOS. ara al II l ihi lio
- i omnra--. urna caixa de relogioquc leuhad i': : !'--' '''''" i!"'"
..i ii.....vi palne.. .I- altura no Horro da Boa- '"'"""; Pai
Vistan, i:, i riu iro and r. eulesde un
i mipi una I rna Pin urna d 8de horraelia dem
as, menos do Becifi que seja ufi
. e, para o malo.
i i roliusln, mu-
luna nao Ion ha I. ibilidodi's : na roa i:... i lo II -
sjio n. jo, ro ai lar.
. un
'
Vendas
l' ''O le'
/
*m
i' Mr. via:i'i d Moreira Guerra conti-
nua a ir iberio sen escriplorio de
advocacia, na rua ,\ Cadeia de Sanio
\n onio ii. 11 I:, mide se prestar an
mister de sua pi Jissan i\.*-- U lea- da
manhaa s3 da larde. K ii" mesmo
mniiim.........
lacharel Jos Aniiia i.i i.i. I !.e laiualbo,
pie a!u -" euciinlt ar.t a- mesma- hua-.
i; 'a
:.:-.- t?.
_ ii Sr. Joaquim Uomiiigos > ....., niorador no
I na do I
Sannders Rrnlhers& C.'lem a lmnr.1 de Informa
a.-s Si-, negociantes, proprieiarios de casas, ea
quem mais r.uivier, que eslo plenamente autorisa-
ida dila rompaiiha para elle, loar seguros so-
liiicins de lijlo epedia, roberlos de lelha e
igualmente sobn* os objei los que runlivorein us mes-
iniis rdilicios, quer consista em mobiliaou umfazcu-
das de qnalquerqualidade.
OUerece-se a (piantia de 20-,- u
quem der noticia de alguma ama de leil
ou se encarreRdi
felra 29 i\') corrent-
as i
! 12 horas da
manhaa.
Miguel .lo Pusidente.
Manoel Gonralves de Oliveira,
Secretario.
":
si- encarregar de a procurar paia
criar urna menina nutrida e manea: a:
tratar ha rua da Aurora n. V2, primeiro
andar.
Na padaria da rua Direili n. ^i. precisa-sol
comprar um cavallo .pie seja manso, forte o gordo.
- Pl de I.....i una de lucia idade que I
roilnhnr o diario de urna rasa de pouca fa- '
i.i.- para co/inliar, podeuda d......ir em .
sua casi, ifutTcndu : na rua da l'.ruz do Uccifo I
n, 31.
I'. -.'-- i'. qnanlia de l:8tNI$, dando-sn
DEPOSITO ERAL Sl'L-AM
n\s
mm
s
i
c poeiic.-i e
atialyse dos elassicos.
O professor Torrct Baudir esta're-
solvido a aliiir um curso completo de
rhetorica e potica seguido pela anal i se
dos classicos, para todos pquelles que se
quizerem preparar em dil n nial ims ale
o lim do o rento anuo lectivo Ocurso
lera' principio no I- de a ;os.o prximo
futuro. O mesmo professor afianc.i para
o bom desempenbo de sua; l'uncciies o Ion-
goexercicio de mais de II anuos de
magisterio ,eespera continuara mere-
cer conanra com que setnpre tem sido
honrado o referido cui*so sera' dado
na casa d.t residencia doannunciante, na
ma larga do Rosario n. 2S, s gundo
andar.
Curso tle philosopliia.
0 professor Torre* Ban leira tem resol-
acBflismo para engenno,
Na
!'u
id
Itcao [erro
"n
-NGE.NHF.IR0
O. W. nOWUAN.
Estahelecida na ni do lirum,
passan i i o clialariz.
Se e-.e. Mi i!n !
libo,
nbiH'ida, e com a ti
em [Me i
No i!c|uisil> do mesuro,
n.t rua
. Pin unineiidas ib' mai
i i j.i re
coinmodida
vido al)
il.
10 abrir um curso eompieio de plnloso
pliia para todas aquellas pessoas que se
quizerem preparareio.dita disciplina ole
olim do corrente anuo lectivo. A come-
cardo I'de agosto futuro, na rua luja
do Rosario n. 2S, segundo andar.
Illfereee--e [i.ira ropeiro de nm hnlel ou casa
particular nina pns.ua que para isso se aeha habili-
i ida ; eii.-m poli nder dirija-se rua da Cadeia do
Itei'il'e n 48, Icireiro andar, da.- I Iioi.i- da Ina-
nl.a s i da larde.
= Aluga-se dous prelos le Irabalho por mez,
que sejam sadios e d boa conducta-; Iralam-se
bem ppagam-se bom ordenado: quem os liver di-
rija-se ao armazem il- Vnenie Id reir da Cosa,
n:a da adre do Dkins n M.
---- (llleieie-se nill liolll Co/illlieil .1, Ianle para
casa oslraogeira como niosn.o para particular: na
i U i Augusta ao ae da ca-a u. Sd, a qualquer lona.
Mleiican.
Precisa-so de nina ama forra ou CSCrava para o
Mivieo de por i is adentro, que saiba eiigommar
Com porfeie.io : quem esliver ueste caso dirija-se
rua larga doRnsuro, loja de miudezas n. 40, que
dir quem precisa.
Colleiio d'Aurora.
"direclor deste estahelecimenlo fa/. scienlo ao
publico, que a! aulas de primeiras letras, portu-
gus, franco?, ingle/ e latim : assioi como asde
msica o dans se arhain em oxercicio regular, e
qne segundo o programma ltimamente publicado
nesle jornal se eonlinuan. a acular alumnos inler-
nos, siini-inieriios externos ; os prelendenlos di-
rijam-se ao referido collegio, na rua du caes du
llamos.
O encarregadp da testa do S. Manoel, respnn-
deao autor da perjgnnta no liiario do hontem.que
nan podo ser publicada a eleicao porque a nao hon-
re, 0 os seos ale/ere-.....ibandi.no em que se vio
por a.luidles qo so jaclam de proleclores, sao cau-
sa de uo havoi semollnnli! eleico. Seopergiili-
lador tem Interesse que haja eleico, desse-se i
Irabalho de orgnnUa-la, porque o sen lempo pan
ludo lhe chega. Antacipo-mc a fa/.or scienle an
mlador (antes que venhacnm sua pergunlas
de iripoca' que i receila o dospeza da fesla acha-
>-e organisada e documentada, exnosta na rua Di-
reita, loja de cria n. 1:13 para ser u-ia e examina-
da por lodos aquellos que ,. qui/erem .i/i-i SC au
6 publicada a talla de meios n causa.
Jos Chrispiano n Silva.
Desapparcceu da rasa de sua senhora, da roa
do Hospicio n.V, a osera, a paula de nome Claildi-
na, com o fin do procurar senhora i.....ODlrnlo,
e nao londo maisvoltado, ha suspeiias de une >..
lenha oceuttado por proleceao maliciosa : sendo
a-siio, roga-se |ue a facam ir para a casado sua
senhora, que sr prometi nao ha ver prncedimento
algum, equandi nao, sendo adiada em poder de
olgucm, amda mesmo a Ululo de forra,.se procede-
r com lodo o rigor da 1 >i ; lia serias inforinaces
.i e.ie respeilo. E para que ilingueni se rham'e a
ignorancia, ae d o signaos sogoinlos: altura regu-
lar, chela do corpo, algumas sudas no io.l.i,.|ieni
fallante, e auppo-se ter sabido de vestido de chila
un caa pinina, rom diales de merino verde.
= Quem quitercomprar cseo- vastas, botijas,
garrafas, barricas, barra o pipa
tu Amaro das Salinas, na ruado Bom C islo, taber-
na amarello.
Aloga-se una preta captiva, perfeita rozinhei-
ra o engemmadeira, para n^i de familia : na r'ua
da Aurora n. i i, segundo andar.
Attenco.
Os arma/ens grandes, no larg i do Ais, u il o rna
da Guia, fecebom gneros para recolher por lo ii|ii
nuiles arma/ons pode-se ver a qualquer lona du dia pela
grande, obra en todas as roberas novas e quasi de
novo rectificadas, podo-so descarregar junto ao Ira-
picho novo, ou no porto das canoas, o imta-se das
descargas por aroeu modi-rados : a tratar, ou nos
meamos armaxens ou na roa da Cruz n. 17, ou na
ma do Trapiche Noo a. 1 i
Precisa-se fallar ao Sr. Jurclioo A. de Barros
ii.rroiaqiio mornii nol'onilii da lloa-Visla : na ll-
vraria us. (1 e8da praca da Independencia.
Mupi-se o .piarlo andar du sobrado n. 19, na
rua Nora i tratar na loja du mesmo sobrado.
i i rund .".i, lia
-oinpre grande sorlnieplo de
Maehin
Moendns e meias meen is.
lachas '! fern.....dido e balido o de robrp.
Al imbiques de I
Pan.i e turmas di
lindas denla las paia agua ^u::.
1 ,; Iba.
\ Un -. bronzes r parafusos.
i. uubas ra ie Jr fi-rro.
Uonhosde mandinrae fornosdp far'rtha.
\ los, i .i i: e carro i com cixos de patente,
ele, el :
I*, w. Rowman ve-se obrigado, pela excessiva
collecia que a receuednria das ri mas iiileruas ;> i-
-ele em la/i a. a deelarar 'la l'-i i fabrica
uj fa- dons esrravos meo- romo garante o juros des
dinheiro : a Iratar na rna Sova n. I?*.
Precisa-se de urna ama para una casa de pou-
ca famili i o.i | rae i du i nrpn Santo ii 17.
nabaixo assignado loui junto econtratado a
sua i leeiua na rua da Praia n. |S,eroga aos seus
i redi.re. o e .ico apresenlar as -as lumias nn pr.i-
odptl I :.:.n de hnje em diante. Itecifo l
io di I -Vi. ./,.i,ii,a, ./,..' Pinito.
Ama do file
Precisa-se de o ma ama de lea- para criar um
menino do qualrn inezes de i lad o .pie lenha lua
conduela: a Iratar na rua du l'rapiclie u. 7, hotel
lian i-e.i.
Ksl justa e rnnlralada a casa da rua lni|ie-
ri.ll ii. !H>, quefoi do fallecido liamiseo Jos lio
drgucs Pavi..... siia mulher Josopba Thoroza de
Jess, nm ios fallecidos quem so julgar i.....i di-
reilo .i ne-:,ia por do ida, liypolhoca, ou poi qual-
quer molo,i, anniilicio por esle Diario no pra/o de
15 dias, a contar d Itecifo 25 do julho de
j -:,.i.
- I -1 i praca publica do juizo dos feilos da fa-
1 hade arreiualara quem mais der a renda
'.....lal i i asa '.enea na Capunga II. 3, em lun es-
i ele, por r... .i qual fui pi'iiborada per eve<
i:.i i provincial contra os herdeiros do padro
i.en-allo Jos di oliveira : os prelendenlos com-
un a- 10 horas da manhaa do da 2S do lor-
enle mez de julho na sala das audiencias.
I. SISER k C.
H7-Ri!adoOiiviiliff-H7.
ICWO
V'ondom-so diversos in=irnmi'nlos tiv imisica
mililai por proro cummon, < una Danta supiTor :
iki raa as Cru/rs u. .'!., |i?inictrn Andar,
V'i'iid ,111' fiii'.nn iJt'
oleo O-liiilini-.T, | ii'.-i a rua largado
Rosario n. M>
K baralo que ad-
mira.
Fi/.('iulis rom toque dcavaria.
Na loja do Pregniea, na rua do Queiroado n. 2.
lia tiara vender chia- largas francesas escurase
claras, milito linas, om nm peqiu no loque de ava-
da, pelo baralo prn o de 180, 2tl, 211 e Jn o co-
vado, n ;- de madapoln a I^NOO, i-, 2S3IO c
^e'elill, pei;as de algo :.io ir i; I.i largo e lucorpa 1 i i
$, i'.-'Vln.' S-.miii, .;' ds-iiio. peas de dito tranca-
do Inanco muiln largn e ineorp'adn n Hs\ Jolhi c
-. pea.- de d loi mi J7 raras cada nina a
> c isoo a pe a, ni cas de algod i do lislr.i i
I l a44 corados n i e i-.Vhi, lencos de sedo pro-
' prios para a i de 50(1 rs.
cada um.
Grande e completo
soi'ttincnto de ronpa feita
franeexa na loja de faxendas
fmasda rua rarre;
ilnl.i-
tiniiiiri-n:
it i i olee.do algum estes animaos, os mais fortes o proprios
denosiio i ni i refer 1". para os Irabalb do i impii, cuno, para puel
exposlo icnda, e sim no epi
Ama.
Precisa-se do mnn mulher forra mi osera va
para eng inmar e ensalioar para i a-a de ponen la-
milla : a tratar na rua du tjueimadu n. :I7, luja de
fa/endas.
. Nu sobrado n. 10 da ruada Cruz em une o-
ra (1 llr. S.ui'a. nfllga-se ulna ludia sala con .piar-
los no segundo andar, propria para cscripluriu ou
morada de pessoa solleira.
ia-e de Mi.nnvi.li'o com hrovidade um
iinenlo de eem burros, os quaes si'i' vi'ii-
in leilo depois da sua chegada a esle por-
i" : estes animaos, ..-mais fortes o proprios lano
liara puchar car-
IWsM
r-aa .'
"---'' Vi".
mm y::mm
M \mmi\ de pakis i
i:>Roa Nova151
m
,r-;
-:
Froderico Gautier, clrurgiao di ni si .i,
;irii:i-M' no smi ^abini'tv lodos*os dias,
dos H h'ii-.is da maiihia nt aomciodia
ru o criic/a, at as-1 tl:i lardo lian-
do nn liver de ir cm casas particula-
res. Toiu ogua i' pos denUficios.
Preeisa-sedr :(t00g a premia sobr liy[
-.i em duas moradas do casa lonva: quom as li-
i. r, dirija-se a rua Direitaji. 30, que se dir iiuoui
pr '.....'
H
t >i 11-
It'iid^
luchas k Hainhurgo.
Amida-se ludo o ferro corlante, sangra-se, tiram-
se denle-, Min!eui--e e ,ilu;:am-se liiihas de llalli-
burgo, o applicain-so reulosas : defronte da n alrU
da J!oa-\ i-la n. Mi.
SEGURO CONTRA FOGO
VOKTIIKN ASSUKANCE company
LONDON.
CAPITAX S 1,500,000
\gcnlc C.I. AsUcy c C.
Olftueio (oiidiees inuilo tavoraveis o pr. litios
moderados.
: :- _.......,.,,.
. .;..'.
ros, prrocas, mnibus ote, em razo de uo ada-
careiu das m.o- cuino acollleceaos caialai-, leudo
de mais a mais a vantagem de -o suslentarem com
o relraeodo eapim que rieixam os meamos ra\al-
tos e liidiereui seineiiie agua, o (|Me lian pe.Jllella
economa fa/.-so o presento anuiiuc.io nicamente
para osSrs.de engeiihoque os quizerem comprar,
daieio suasordens rom aul......delicia aos seu
respondcnl.-s o dia e lugar em que lio do ler lugar
n menrioiado leilo. ser annuiiciado a chocada do
n.u 10.
Nn dia I." de agosto prximo vindouro ir i
praca publica o pscrnvo Antonio, depois da audien-
cia do juiz de orphos, pertencenle aos herdeiros
des fallecidos l.ouronro Jos Uuarlo ostia mulher.
Piecisa-se fallar a Jos Bernnrdo
Ventura, na livraria n.
du Independencia.
Tin moro habilitado prope-sc a ensinarem
rasas particular, s latim, iranio/, porluguez c m-
sica a tratar na rna larga do Rosario n. 17.
Tasa para estrangeiro.
Precisa-se alugar um sobrado de um andar, en
mesmo algum andar com COinmodos para nina fa-
milia uslrangeira, no centro desla cidada : na lina-
ria ns. G e 8 da praca da Iiulependencia.
.1. Iluuder, alfaiale,. avisa ao respeilavel pu-
blico, principalmente aos seus fregueses, que mu-
dou-se para a na .Nova n. ti!).
C c 8 da pracj
Alleneao.
-
DENTISTA FRftNCEZ.
Paulo Ca noux, dentista, rua das
rangeiras 15. Na mesma sasa lem ag
p dentiiicn.
i i- ..
Me- -
-
! ~
.---":. ........i..-
- Precisu-se de urna ama que tenha
bom leitc e seja sadia, para criar tuna
ci iiiii-.i depoucos' me/.i's, htn nutrida e
manca, agradando paga-se bem i na rua
rlaAuroru n. \1, primeiro andar.
lijas, Miitiuiii :
dirija-..'emS m- ;'. rW'#X&?M
ii lii. Casanova pode ser procurado a fc*
palhicu n*
28 Itl ADASCni ZES 8 K
No niosiuo consultorio acba-se sempre .[
grande sorlimento de medicamentos '-
tinturas e glbulos, os mais nuvoa o b
preparados, os eleineulos de homeopathia B L.
Nyslem diccionari i dos I rmos I medi- r
Vi Bina. ;.;
Mm
\oii'le-se e.l.i auna a mellior qne tem appanei-
do para lingir o calx lio e suissas de pelo na li-
vraiia univi is.il ma du Collegio n. SO, d-so junio
um impressi.. i,i cusinandoa forma de applicar,
No paleo du Terjo, casa de sobrado n. di, de-
finido de uma liniuroira. rozc-se luda a qualida-
de de vestidos do senhora com a maior perfeicao,
lano para noivas, como para qualquer, o milito
ent canta : quem pretender dirija-se a casa mima
mencionada que seru bem ser.oos: assiut como
prein\rani se bandeijas do boliiihos eufciladas jiara
bailes c casamentos.
Attenco.
I', iilou-.o na noilede quinla-feira 21 do crlen-
lo, uma puloeira do cornalinas encasl.....la em ouro,
do paleo du Carmo at o pono das i anoas quem
achou e qnizer rcstitui-la, diri.ia-se a rua Augus-
ta, no sobrado do p.scrirau Molla, que ser genuro-
saiuenie recompensado,
Precisa-se muiln fallar com Antonio dos San-
las Boas 1'" lagens, lilho d.i Lisboa, que cm lh|H
fui para a v illa de p.i,, il'Allio, consta eslnr em um
engenho, o que vive do destilar agurdente i-io
para lhe dar esi'larei'imentos sobre urna heranca
ipie Un' peileiii i', dinja-se a rna da Cada V.llia ir.
1. segundo andar,
Troca-so por predio nesla praca ou mi
um sobrado de um andar, sito na ridade de limauna
margem do no. com excellenle hanho : lambein se
.ende um alambique de robre e tea utensilios, o
pial -e .ii le montado junio ao mesmo sobrado i
ni aiei io da Roa-Vista u. 17, primeira andar.
.Manuel l'.i'irvallio dr Muiira, relira-so para Pal-
pa, dei 1 na nadadover nesla praea, nem tora delta.
Il-so dinheiro a juros sol penhores ileouro
"ii prata no lerceiro andar do sobrado n. 30 da
rua eslreila do Rosario.
Perdn" urna pulceira do Olirn no aterro da
lloa-Vi-ia, se a quizerem restituir dirijam-sc .i i ra-
a, botica 'lo Sr. tjameiro.
Jos Targino Gouealves Fialho, deixs de sei
caixeiro do Sr. Jos da Rocha Prannos ; muiln I lio
igradeee n bom Iralamento que leve durante o lem-
po quo e.-leie em sua l.otii ...
Precisa-se de uma ama secca para uma crian-; Precisa de don
ca, que so lem de desmamar: na rua da Cadeia taberna, con pratica ou
do hamo de Santo Antonio n.ll l [entrada es-
querda). .Na mesma cas,, precisa-se alagar nina es-
clava para co/.mhar o engommar, o bem assirq de
Iratar urna lavadeira Itvre ou esclava que d cunta
di' si.
= O Sr. Jos Campello de Albuqucrquc Galvo
ex-direclor do collegio de N. s. i\, Penha, morador
na Passagem da Magdalena, lera uma carta para lhe
ser entregue em man propria na rua Novan. 7,
primeiro andar.
Entre os principaes ramos de iml i raja lem : : i ro.....rlila em luda a parlo
a inrrivel vani.i i ii das machinas de coser de Singer C.J como nm faclu dciiioustrado e fora de leda
a du. ida.
lisias machinas n m iplesmenle ulois, mas lornam-se indispensavois aos dilforenles otli-
cms cinques.'emprega a roslurn : modistas, costiiruiras, alfaiales, cainiseiras, lupas do ronpa teda,
rolchoi'iros, ,-ap.iti nn-, seleiros, i liapi leos, euniros nlUeios. "
lillas alliria irlieiilares do imporluno Irabalho da costura, mas principalmente
ios sr-. fazendeiros que ellas su deslinadas a prestar iiuporlanles serviros para a aclura de scense
outros objeclos de ulna grossi ira ou delicada.
I a/eui a unir costuro qne se nao desmancha n mu descose, o ene nal de ambos os lados,
sem maioj (asn de linha do que a que seria neress u ja para a- costuras hitas com agulha.
au di\ain marca na unin das costuras, aiu la ene se Ihes pa.- pul > i na um &! ru qiu'iile, ro-
mo acunieee n,i......Inras por machinas de poulo du luva ou pniito de cad.'a, dn ronpa cosida
apenas se poder perceber n I.inli.is da mesma qnalidade n grossura san usailas de ambos os lados do panno, quer seja algodao,
seda ou lu lio, o nue i: nei essario .na que a coslui i si 'a regular c lisa.
Na.ie preciso segurar -- linhas no principio, porque as machinas se inrumbein d
i]" i lum per -i inosni i- o poni.
ii onliamenlo da- asnillas e o regulaineiilo .lo ponto por meio da lancadeira, axci mido no alio
da inachiua, se.....mbaraeii.....m o.itii, nhlade alguma.
As ngullias de que nos sen irnos sao direita. o rom um mu. monto perpendicular, n .pie as torna
lo.lile ni.o- luiie-e monos -ujeil.i- a ipiehr.u-.e e a prodii/.ir ih'-.n r.inp..- e demoras.
Nao ha diUiruldado em regularisar-se a friceau ou lensiiodas liiihas para o Irabi lo com
igualdad*', qualquer que seja a qnalidade ^" estofo, la, seda ou linho, em que se Irahallto, e o poni
deve ser liriue mi frnuxo'e mais ou menos lino ou I anto que se sigju as inslruccoes que
aeonipauhaui cada machina qne se vendo.
l-ias machinas nao servem s para uma especie d......slura. mas embainham, c fazem pn
chiiliados. i.,,- podemser .ieilnienlo mudadas degrosso para llnue vice-versa, de un.....ira que ellas
fazem rolo quauloe possivel fazer-so em uma machinado costura,oalui dissu oiiira- coosas que Ibes
I ciliares,
O irabalho deslas machinas compar nio como Irabalho de mao como a marcha eiu um camiiilio
i comparado com a de um raminhaulo a ii. execulando com perfeicao superior om uma lena "
' nm diilii nhlade poderia um Iraballiadorfazor mao em om da
II primeiro premio da exposieu geral de l*aris, assim como varios outros premios em nutras par-
es di Kuropa c nos Kslados-I nidos, furam concedidos a estas machinas.
lio i. ios us pai/e- em une so em;ue'aui as machinas do coser, sao estas preferidas, o nao appa-
receu .un.!.. Invenrao alguma de tamanhn c de 15o universal ntilidade.
A- machinas quo fazem o pimo de cada -.'m respeitadas por cansa da grande quanlidade :\<- li-
nl'.i ipie -i-ia, igualiuenti por causa deasfazerum lado alto o fcio, a qual gasla-se quaudo esl sujeilo
a frieran.
yue as nossas machinas fazem o nielhor ponto que anda esla inventada, .lo que largamente
conhecido par inuilos anuos, ha nutras machinas que podeni fazer um poni sobre panno fino smente
que imii.i a nossa, porm asnossas estiroaperfeicoadas de maueira que coseni loda a qnalidade de
costura, lano lina i.....m grnssa i rom baslanlc espaoo sobre a mesa para Miar a peca, por maior que
soja quaudo eslivercosendo.
Km algnsdos melhores coUegies da Europa e dosEstados-Unidos, o uso de machinas de costura -,.-r"-'--'oo1M'i;i
e-i boje ensillado como um ramo de educarao para a mu idade parac ilh'gios, clero, iistiluiroes de jf.os j ,,:u
candado, ele., pode ser fornecido cada um com una machina pelo niosuio preco que paga i
i: entes.
l'-ias machinas sao -imples na sua conslrureo, furtos c facois de entender o de por em andamento
0 diOirilinenle se desarranjam.
l'o.lem ser de uma i uu-iineeao mais ou menos rica c elegante ale rcpresentareni cuino ricas me-
'- de. gabinete, sendo o-seus piceos de luil.S para cuna, ruuiplelus com einliainh idciras e uulras pe as
a.ldiciuuae- e e.....pleiinuilares.
sao mis dos maislioniliis prsenles ou mimos que se podont fazer a nina senhora.
I'udom ser oncaixoladas com toda .. segurauea p ira serum remullidas para qualquer parle d" mun-
do, o que nos incumbimos de fa/ur.
II -en uso se ni desa na njo garantido por lempo de um anuo, mas sendo haladas com 0 di rido
cuida.o pudem dura de/ mi quinzi .
tis pre.es tem solo reduzidos sin 1 ei. amonio, de mancira que buje as estamos vendendo no leu
Janeiro pelo preeo da fabrica, sendo o pagamenlo .i ista.
Inslruccoes cmplelas em qualquer lingua, para o emprego da machina, acompanharao as 1.5-
pectivas vendas, assim como no i'stabelociiuenlo da rua do uvidor n. 1 iV, aundo podem ser vistas c
examinadas se taeilila qualquerexplicaco verbal, ou inatrueru pralica.
Kml.aiuliadeiras para bainhas de varias larguras o grossuras, assim como pecas para deluuar -a-
palos, c oulr.i-de ajo-lar o dolucr colchoes podem ser oblidas, as.-lin pata ronpa de panno c varias 011-
11,1.- 111.luas iiiii instrumentos addieioi.....s ligados s machinas.
lamlieui se encontrar 110 mesmo eslabelccimentu o nielhor relroz, lorcal, linha, qur de liii'uo
como de algodn, propnas para as machinas le coser, c pelos procos ordinarios des.-i-s objeclOS, a--i:n
como lamlieiu (CIUOS o oleo pruprio para u serv'o das inaclnaiias.
Precisamos de agentes pan a venda deslas machinas, nao s na America do Su!, ma- cmtoda d
qualquer outra parte, onde anda nao hajaoi Horneados, u su Ibes dar orna vantajosa commissao du
venda.
Para a lisia des procos c mais prorae ores, dirijam-se a I. II. Sinrer ('.', N. 117 Hl'A lio
ni \ iiMiu.mu ni .1 wii'iiin.
N. 11. os aiiuuiiiiiis de machinas de costu ra publicados inccssaiilemente nos jornacs des Eslados-
1 nidos, pelos preeo- de 30J e dn-;,-,io iiiusonos e ahu-ivos da credulidade publica, por seriiupossivcl
dar uma soll'rivol machina de costura por scmelhanlcs quanlias.
Piecisa-se de arenles em Puriianibuco.
DE
hiigiii
Nesle novo e
na quanlidade d
del por milito lllel
comprar.
labeliicimenio existo cxlraordina-
; lupa : 'ila, 'Me obl iga a se ven-
per

- costuma
Casacas e patetols
1 isacas de panno lino superior da ultima 1
i feilas com esmero, se de cores a
'.i.-, paletotsde panno lino de igna superioridade
'iludo sendo pi e os c de co-
ie- a 11<. SW:> i 1, Ji.;, -' J'-, dil.is de panno
Uno de dn er-as cu ..- pn >"- .1 i l-, i -?. l'.l.-; jns.
los d a J.-, ditos de I:
a lis Vi 1, de ,, loj^ di-
tos prel de sed 1 a 1 i?, litos
de cor a 7-, dte- de alpaca prcla tina a 6?i(V), di-
losdeti '.'..- de iiombaziua par-
da al de houiba/ina preta a 12, di-
ins do hrin setim de cures :i : bramante
.! puro lie1 1 ni e T-iiii, ditos
ile bramanle lambern de puro Linho pardo o o-, lg
1 ancos c pardos
a us. dilos de hrini pardea :'..vMli>, c onlrellnis a
u-, ditos do riseadinhn da lin 0, dilos o
aipaca prelos para menin 1 a Ti-,
. ifalo para 1
1)11 ,s nm una groza de pennas d'
lides 1 mi; ires o i/ias de dras
i nv a- :.. para sen
ullia. de om
anveb
seda bi riaa de lo-
i as qualidades, muili.fi ohje. iu-
acabar.
V.ei i-SC a : : 1 1 0Z0 01.> 1 1
nha de 14 anuos, com principie ,.- cagnnmado e
coziuha, e perita inucaulfr, um lindo mol'
de 15annos, multo espena lurm dav, .
dual servio de criado no hl '
do Padre l'luriano n. 1~.
MadapolD a ,000
rs, a peca
1!)Rita ilo Queimadon 19.
nder madapoln fiim
sem d.ieiio algum a :i~, corles '''' briai d'
'- miu a ls chales d merii
un, d. lindas bai >-. i imbrvia lisa muiiu Kna
- I i la uma peca a 5590S,
S e:u!c--e u:.
pra a a r. i-v ;-i i n. 32 i Mientes i
paleo du Tci ,SO I i : i. '1
com quem Iratar. '
Taberna nova de Marqws
CoM;i.
Na rua do Rangel n. 47, ha pa l vender una
i ni ,.u de niiliio, ano em ico como i re-
lalho, vende-se pelo preeo mais diminuto que
em uutA qualquer parte, assim con aiai
ii entes so ramo de i :
Aci.-Hi-s.
Ven.ieme acein s Ja Caixa 1:1 il do Han, d,.
Brasil desta provincia: no escri|
Cadeia do Recite n. 14.
Vende-se una armaco do amarello arerai-
s.nia, propria pare luja de la/enJas na rua J I It.m-
gcl n ls.
Vende-se uma preta crioal
idade, bonita figura, com uma cria de 9 me i
.pial lem muiln [eite, iIm cosm i m, cagouniai e
ro/inli.ii. e az labyrintho. leira de as-
ninos, nao i .'in viems nemdefeilos, ese v mi
partilhas de herdeiros : na lirrarin n. i'.. s ,ia
. i tudepundi lina.
Calcas.
i i!, i- de casemira preta a s.-, ditas linas a
llSOO, dilas 'nuio superior cora i >- ii 1:1-, ditas
de casemira decAresa 59500, tinas a ssmmi e su-
periores a HgHlKI, ditas de hrim silln a .ri,s2lHI, di-
las de alpaca pela llo.rordlO a llsollll. dila- de mui-
la- oulrasfazendas a 1-. I.S500, l.ssim, .',< ,- -,-.
Collelcs.
;orgurao de seda a 3*500, 5S500, C.S
de setim pelo c lacrado de cor a
u-de sarja pula bordada a i.sT.imi.
o I ord i i a Ts'i'i i, ditos de casemira
I Mudad us de i ores a s, dilos de setim de cores la-
crados a 5:500, d.ios de volhutina esfampados a
.s'i.il, dilOS de penela do cor a OrJilll. dilos de vel-
ludo de bom gOSlO e eVellelllo ipialid.lde ,1 |ll.. e .1
llJNIMI.dosdi fuslio e nutras qualidades a 2$U0
;i$2 w,
Jaquelas
CASA DE SAME
SITA EM SANTO AMARO.
Nesle estabelociniento ha as melhore'
goria sexo.
A diaria menor he do 29500, devendn o pagamento ser fello por quinzenas adianles.
llavera n maior /e!......mpenlio no tralanionln dos doentes os quai sero visitados
duas vo/os por da peles medi es proprielari is do eslabelecimeulo.
llim idacoi's para se Irataiem doeiiles de qualquer i'alho-
pelo monos
Esto uullssimoeslabelecii......loaclia-sc, ha poueotempo. augmentado lano nn material c.........n nma ~' ,: P"u ."f"1'1''1 I""' "Uu' arosluuiad.
sen pe-....., e seus pionnet......s halnhiadu. ,, vencer qualquer oi,p-,.,-......."I o .; ., i ig- ?", ,'' "-' "
noranle viluperaei u de malevolenria. oilcn :.,:,,......';!,,,,., ,. a p,,,,,,,1,,' ,,'..,1 ,, '' ">" '"'"' ":" ,h
vanlagonsdesna tonga experiencia e recon......la pn.mplidao e lldelidade na execuoao das ohns' ,- bihdadcs, ambos bomlas llguras e uimlosad
.-.;*.;.........i....i.,.- .i...... i........ ..i........i., i :............... ... .i nihliii.i !o ll. i.
Barato para liquidar.
mais impnrlanles de cngeiiharia, entro oulras pode enumorai as seguinles : machinas de vapor de lod
os lamanhos, rodas d'agua de lodos es dimetros, lodas .1.- fon...... para cubos de madeira, moendas
para caima todas de ferro o indepondontes com ns melhoramenlos que a experiencia musir ser in-
dispensav I, n is dita- roni lodos os pn aros, tacllas para engeiilio de iodos a- qualidadesc lamanhos, '
rodas, rodetes, aguilhoes, crivos u borras para fornallin c todas a.- forrageiis para engenho maeliinas
para .una- -.ir pane liolacha, ditas para moer mandioca, fi n riiihn, pontos de ferro
caldeiras, lanuues, I obras de iiiachinisiiia etc., etc.
dxeiros da
eln ella : lio II......., 1......
do Canpello n. ; d-se bom ordenado.
z= Precisa-so da quaiilia de c iinu- ,i premio polo
lempo e .premio que se convencionar, dando-sr
por garanta um predio de quasi o duplo valor, em
.la.pidas de risrado de linho a 29, dilas de bre-
l.inha branca a .S' dilas de alpaca pela de cui-
dan a e.-.
es-Semillas
- i dasa isiiM. ditas de linho a nsito, 19920,
J-2HII e milito linas a 23800.
^" Camisas
Camisas francezas brancas- e de cores a l$900o
2.S, dilas he tinas a 2$400, dilas de abertura, pu-
nhos o colarinhos de esguio muito lino de puro
linho a 39000, dila- com estas pecas de fuslo lino
a ctROO, ditas ordinaria- a Ir.
Capas.
r.npasdo panno azul grosso a 6800, dilas finas
ilc cores :i s>, Je oleado de coi
Luvas de pellica
muiln frescas de Jouviu a 2$4O0| do seda para ho-
mein e senhoras, dilas enfeitadas para seiihoras,
dilas de ti i J.i I -i ui.ia. meias de seda de peso pai i
senhora, meias brancas hnas para senhora, ditas
..lia- para hoiuom, chapos de fellroa de indi- as
pceo.-e qualidades, chapi os lino- iran e/.s de
massa ele,
\ L'iidem-se na obra do Dr Sarment, junio a
ponte nova. I:'.puada- de caranda com snusper-
lences, lll dilas para ii pal lmenlo, U jmila- de Ii
palmos,:! dila-de 5 palmse meio, 1 porla cochei-
ra de i 1 uiii.i- iie lu palmos di largura, ditas de
armazn! de uma banda, dilas de dua- larguras.
l'.-ia- obras icio as dinien-ui -1 vigidas pelas postu-
ras da cantara municipal, u ai'iam-sc em buntes-
i.ido.
Na labernados quatra cantos da Boa-Vista n.
S8, se dir quera precisa de umi.....iap.ua a -
v ca de uma casa di lionu in solleiro.
Vendc-so um moleqne de 12 a 1:1 annos de
idade, que fa/ a- compras p cu.-inha o diario de
amado a
ha
i i-
na
ueliua
Reeebidas om direiliira do
Paris.
Vestidos prelos rom babados borda.lps a
velludo o seda.......................... S
llitilS de leles ,. hrjueeS COIO l,l li.lduS.
Hite-de pei/e cun hahadiis de velludo____ |
Dilos de ditos com dilos de troco..........
Hilos de dilos a iUephanie o Victoria...... |
Unas sedas brancas lavrei, u .ovado
Islitlll e...................................
-napl liso de todas as entesa...... I
Sedas deipiadio- largos a............... i
lii.isih napl pretoencorpado a I<|fi00o..
Hito dito muito largo a I96OO o.......... :i-mm
Dflode cores deqnadrinhes a............ 1-
prela hespanhola a.................. :-
Dila preta o de cores com -i palmos de
largura .1................................ 1-"'i
Belleza da China loda de seda a.......... 1il
r.baly do lton-9 malisadas a.............. ihi
Podar de Paris o mais moderno a........ 1
i.a/e de s. hule flores a.................. 1>lo.|
Sielinxjle escocia e diana de seda a........ Innui
Seda dequadros e Hstras cen loque de
mofo a..................................
Duqueza de seda de ramagen a..........
Barege de seda de variasqualidadei.. -tihi
-'.................................. no
Meio velludo de curo a.................. 1
Velbutina de cores........................
i Urilhantin 1 luanra muito lina a.......... r
Chitas francezas claras e escuras a -^1 o :tn
Panno pretu e de cor tino prova de liman
a 38500 e.............................. -
Casemira preta lina a lSfiOII e............ :
1 en. i.dv de inivu-de-i'i.hus a 1 ara 1;
iol.'-. francezas muito Qnasa..............
Mantas pp las de linho ricas.............. -
blnnd brain a> | ri la-.......... S
Taimas bordadas muito ricas.............. s
Ricos chales de louquim bordados........ .-
Dilos de seda de coics pr.lo- e escaros.. 9
- le merino bordados a velludo......
Ditos dilos a seda a 6jj500 r.............. v-
Fcilor.
I'reci-a-se de um ieilor para um si'
pra. a : a Iralai na 111 1 da Madre de leo- n i.
V pessoa que per.leii no da ;'o do curente
: 1 api-so 11 rua 1I0 1.1,11 imadii 11 J i. ibrado,
niadas principal ma.- do bairru da Boa- Vista: a que dando o. signaos o pagando esb
quom convier esta Iransacco, liaj de indicar a lhe entregar.
sua morada por esta mesma via. Pergunla-se ao encarregado >].\ festa
Precisa-se de um homem para Irabalhsr om Manoel qual .' o motivo de nao publicar a
um silii
na rna di
em canina de boi, prefero-sedo Porto
Collegio i. 1-'.
Illllll.
de S
lele.iu
tiara o auno do 1slXl, pelo Diario, tomo decs-
1111 me
Na rua do Ollegio loja n 9, vende-so chil
cores securas a 160rs., musselina de .
rs., el 1 1 ixos derhia a SI ais,
. 1 or o loan. 1- .1 s .1 i -.. dilos le
lll le. a S III
is., 1 hap '.!- de -ni de p.e no I.-':.' I, roiq 1
osas para Irabalho a '.mil is ea la |
e oulras minia- ta/endas qu bar lo
do que ton oulra qualquer parle.
Vende-se ama uscrava crinula de ida
anuos 1.....ro mais 011 menos, cosinha, rn/\', n-
eomii. quem pn lendi 1
a rua da Cruz ll. CO, loja de cera.
. soblas em inilheims e tambem se
1. lalha a I9WO, 19600, ISSO I por baixo
iijnn lii, con oitao para un da riu-
ronlina.
Ditos ditos Ii-ns franja de -e la...
Hilo- dito- franja do la....................
Hilos dito- estampad,,- d, J.SMIII a........
Lencos de linho tana hordadus............
Hile- de algodo labyrintho de ;m .
Manguitos e tiras c enlremeios bordados
de camlu.ua............................
liolinhas d cambraia bordadas a 640 e..
Dilas ditas muito Unas de punta..........
no o ii.oes modernas......
I'eilos p.11.1 eaiui.-a de algodo liuliu___
Seroulas de hrim de algod.....lo
Camisas h ami /1- de cor > bram 1- a
l$920 > ................................
Duas de ditos de esguio tinas..........
, paiiuu pialo h-
.....1 22g ,..............................
Paleoi- de casemira clare- e escun ...
hilos ih n 1 nini setim pr> l" c de
a para punes e de 1 or com golla
de velludo..............................
Iiiins de li-ini branco o de coi .
Dilos di ai para prelo e de cor............
mira preta o de or.......'.
Collelcs de velludo casemira cgorgurao..
Kl A H\ 1 \l>i:i\ 1 -\\!n WlnN'il, H!H'n\_
li: lll S. IT. \\i ISCO,
Typo^rnpliiii deT. (.. Para acabar c >:u ns [estufa s
110TOLOS DE Cli AItLTOS
\ r>$i>i>0 o mi\he\v
G4tt o t'onto.
Etiquetas para aellas se esen re -.
papel atinaeo n. -. ji.-\r. do impressao duplo, e
quadniplo llmaro, de pese, alio 1.
linho, paulado Carrc, 1
grande e ni 'i:
' a
1.-s,
,s
s
I
s
I
;>
s


o ae i .i u Quarta eii-n ^' Je .h.lho i* i;:.'.
FAB. NACIONAL
DA RA DA
FL
14.
Grande sorlimcnlo de
de lodas as qualidades,
Tiiiiraria, MACHINAS BE COSER, garantidas.
ENTINA.
14.
Tvpographia commereial.
economa.
Piilseiras de troco.
Pnlclolsmuilo barato.
Vcndcm-so palclofls (!' brm v puro lnho branco
RlKl lio Oueimado ll. 38, pri-ls^W a libra, vendV-sc qualquer porcLat urna v"'l yFMru -ir..,-.. enlodadas comfl- t'-",'1": .I-""" ''.minuto I""''1.' I- S radauuirna
nnca por 1i rs.: na loja de miudezas do aterro da !f*-?,.c??.?0. !?a! '"," |,;!'':"lr'""" Pr'.'." dl' aS
metro andar.
i;.i.i-\ isla n 82.
|na Ii.mii conhecida ioja da Boa Fama n. :i:i.
Vndense papel porcelana multo alvo, dilo alma-i Gaibl'OS 110 ll"lpcllC (la COIlipa- (,| |!| IM'dsl I) !l() llil') PlMlll-
cn de todas os qualidades, tanto para escrover romo uajiwoimiwa [" i.i i para impressao, dito de poso, dito de peso tarjado w lllil.l. f-
e pivn para quem estiver uV luto, eom subsrrip-
to, iiiin pequeo de cores, rendado, a com ricos
l rdados, e lisos, dito de frmalo Josa, lano de
cores, como branco para impressao, rula la Baha
para bzer cylindros, para marcineiro, cartelas
para lypographa, tanto para cotnposirao como pa-
ra lyposdc phantazia, fritas em Paria, milita bem
[citas, rolos e srmacoes para cvlindros, escanliado-
ri i, cortadores de tahas, cunnos, guarnicocs, com-
ponidores de trro, pinnas, indo a prero razoavel.
Na loja das seis portas
EM
Frente do Livramento.
turulo |)ui-u oiiliiiiiur.
ranibraia- de salpica mludmho, Inanias pilo rn-
res, fazenda lina a 2-10 o covado, musselina encar-
nada muito larga a 240 o covado, cambrainsde co-
res linas i' bonitos gostos a Jim rs. o cavado, dilas
a 160, o peca com 33 covados n 5$, pecas de i assas
brancas com listraa bordadas rom 8 \- vara-a 2,s,
bretanha do rolo milito larga e Ana r.....8 varas a
-"llinlias bordadas a lG00, ditas a 19, man-
guitos bordados a $500, dilos rom gollinha a .'!?,
chales de moriu com barra a la, ahilas para ro-
bera de bonitas tintas a 20u o corado ; dao-sn
amostras com penhor; a loja est abena at as9
limas da 1111110.
Existe nesle eslQbclccimcnlo urna grande qnan-
lidade de excellentes caibros de 25, ,10 a -id palmos
, 1 si v-endem por muilo mi.....s doquoeni outra
ipial.pior paiio : quem pretender, dirija-se ao mes-
mo trapiche, que ai dar com quem tratar.
cas.
Vendem-se rhapeosinhos ricamente enfeados,
polo 1.....lico pi..o de (i o Tj, assim como boiiels de
ni muito oiii.iad.i. a > : na bem conhecida loja
da lina Fama n, 33.
.Iluminada a
iaz.
EL


Direita45
Irancezc
s.s'oo
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i.sliOO
jjfOOO
1,silln
( \n
2->00()
aratissimo
ARMAZEM DE FAZENDAS.
Una do OiK'in.ado n. 10.
Santos Coelho avisa ao respoilavol public
lem mu rompido sorlioienlo de la/ondas,
que
ende
' Vendem-si; relogios de todis as quali-
des, sendo de o uro e prata pe(|uenos pa-
ra senliora, e de patentes ltimamente
chegados : na ra da Cruz n. 55 casa de
I. Kelier&C
La para bordar.
E' enejada a racllior la que se pode
encontrar para bordar tanto pela quali-
rlade como lindas cures: na ra doQuei-
mado loja da Diligencia n. 60.
Paulos de foo.
o
Inlilulados do gaz.
Fuhri<-;i *ua ilc Tamliii ii. I O.
O fabricante doslos palitos rhama a attoncp a lo-
do- os habitantes desta provincia para que exami-
nen! .1 lina ipialidado dos mesmos palitos, o 11- ma-
cos que ae rendera por 20 rs. muito mehor com-
praceni desles, do que comprarem dos de raixas
que vein de lora, porque apenas Ira/om as caiva-
de 56a 60 palitos, a que nao acontece com os ma-
cos, pnripie enfadonhn contar os palito) que vcu-
dein-so por 20 rs., a quasi semino os palitos de
raias sao todos araados, c o resultado serem
lanendo- lora a o povo perder o son dinheir, o
que nao pode aoont.....r rom osles fabriclos 111
provincia, poiso bbriranle afianca-os por ihms an-
11 qualidade, e vende muitisslmo baralo, pelo
luto prero de 2? o ionio dos macos, esle preco
(vista da causa do logo smenle para adquirir a
fregnezia e ao bem do povo, c o fabricante tambera
em pequeas pirros vontade dos com-
pradores.
Para concluir.
0 arrematante das fazendas do fallido Jos Duar-
le deOlireira Reg,esti disposloa vender pnr indo
0 preea o rcslanle das fazendas existentes na loja
ila rna'da Madre de DeOS :i. 7, o enlro onr.is fa-
zendasflnas o grossas, tem :
Chapeos franceses pelos 5)1000
Cortes de e.i.emiras de cores .fclHMl
Hilos do ditas superiores 5SOO0
Hilos do molas lasomii.is 2gO00
i i- :nii,i preta muito superior, o rrte 5gO00
Riscadinhos francezes linos, covadu hii
Cambraia de edr, covado .(no i
l.onons do cambraia do inho, duzia 3$000
IS cias limito linas, duzia ijOOO
Ditas dilas
dil.i- IjjSOO
riios de onlotes de gorgnro linos Ntioo
Chales de louquim, aoperiores, bordados 259000
1 asdenaple preto superior, corado I$5o0
Se.iiniias de cores e quadrinhos, covado UOO
hilas ditas do dilos 1J000
eouiras omitas faxendas, que todo se vender por
preo.0 por ser pan liquidar.
Pecliincha sem ipal.
Na loja dn Pregui-a, na ra do Qucimado n. 2,
esquinado horro do Poi\e l'iilo, lem raseniia en-
testada muito larga e cores escuras prepria para
calca, collelcs e paletots polo baratissimo prceo de
1(280 rada covado : a ella, antes que so acabe.'
PltOGHESSO
DE
Duarle k Irma
/.(//i/o tltt Penha numero 8.
ueste estabelecimento lem os seguintes gneros,
nais baratos dn que em qualquer oulra parle:
aianleiga ingiera em Iwrril nonio superior a 780, r
em libra de nhi a Ial20, dita francezaem barril nu
meios a 750, o em libra a 780, rerdadeira bolarhi-
nlia americana a 4S500 a barrica, dita de soda em
latea de 2 libras, fechada hermticamente a IS700,
Irasqueiras rom 12 frascos de genebra de Hollando
- 10, un frasco 640, vinlios nimio superiores a
110 o 640, o oiii caada so [.n.i ni.iis inn abalimen-
io, eaizinnas eom 2 libras de jios proprias para
meninos a 640, qncijoa di dinerentes qualidades,
fruciasen calda, pora socca, ameixas, no/es. amen-
doas, massas de todas as qualidades. clii hysson,
i preto, presunto, paios, loacinlio muito noto,
Champannadc varias mareas, een >ja branca o pre-
ta, espermacete, licores muito linos, cognac, mar-
rasquino, vinho setubal, covada muito nova, milho
alpiste, em snmnia todo aqu se ei contra (iendon-
t. a molhados] por isso rogamos a todos os sc-
nhoros do engenho o senhores lavradores queiram
ui.indiir sem rocoin snas eucommendas an arma-
ni Progrosso, que serio lambem servidos como
su vjessem pessoalmento, tanto em grosso como a
relalho u dinheiro).
Potassa da Russia
E CAL DE LTS1.0A.
No bem conhecido e acreditado deposito da ra
da Cadeia do Recife n. 12, na para .vender potassa
da Russia oda do iiin de Janeiro, aova o do supe-
rior qualidade, assim como lambem cal virgen! em
podra : ludo or oreos multa razoaveis,
Farinha de mandioca.
Milho e It'ijao preto.
Vende-se. por menos proco que em outm qual-
quer parle : no largo da Asscmbla n. 9
Abridores de I uvas
45Loja na ra
Borzeeunii de lustre
para liomcm
i Ditos dilos para senliora (Joly)
Ditos ditos para senliora com els-
tico
Ditos da trra para rapaz i, ", o(i
Harroquim francez, pelle
Camorca ccarcnsc a li'OOO, 800 e
Aparcllios de metal para cha' eom
bandeja rica, para casamento
ou baptisado de bonecas
Xest.i loja ha nni perfeito sorlimento
de calcado da trra, bem (abricado. as- !"l'l,"s *'.....ovado," brinzinhos para pale.....
, i ralea a lsu n i-madn, Imn o- branros para alibi-
ti como sola, couro de lustre-, marro- ra a 2jga duzia, dilos pequeos para meninos a 80
a qualidade. e se rs. cada um, velludinho para vestido de lindas ra-
in i ens a HOO rs. o covado. dilo proprio para cu-
bera a Islliil. chalesesruros de la para andar em
casa a I94OO, madapnlo miiiln tino polo baratissi-
mo proco de i-, IgoOO e 5s a poca, ricas brilhan-
linas'bi incas, dilas pretas com pintas Inanias a
320 o covado, alpaca prea de cordo a 540 a eova-
111:1 do Qucimado n. "22, na loja da Roa F.
Vende-so farcllo novo rhegado ltimamente
no brigue Snphia, por com modo prero: na ra dn
Vigariu 11.19, primeiro andar.
Baralo que admira
\n Lingoeta n. 5.
losi'* Das Brandan torra os seguintes gneros :
manieiga franceza libra lii rs., ingleza l>. pre-
suntos i'ii rs., cliouiiea. 7(10 rs., loiicliiho -0o rs.,
ab-iiia, lalliaiiiu 0 m.narrao a 7211 rs., mamielada
a I?, banha de pono a ll rs., espennaceto a 610
rs., vinhudc Lisboa a 500 rs., rerveja branca a 500
! rs., vinho do Porto engarrafado em 1834 a 1>miii,
| dito Itorili-aiix o Huscatel a ls, eb hyson
preto IfiilKI, rhainpagnc garrafas 29, mei
conserva-, finetas, aniciidoas, charutos di
I!.....dan muios autores ludo barato p
ja se -abe a dinheiro eaulaudo.j
.1 ISMHI.
i igloo,
afamado | f,
admira
Jogos Vendem-se muito bou- jogos do damas com a*;
competentes podras, pelo baratissimo preco de 39 '
cada jogo : na roa doQueimadO, na bem conhecida !
loja do iniude/.is da Boa lama n. 33.
Tachas e moendas.
Braga Silva >\ <'.., lem sempre no son deposito da
roa da Mocda n. '. \, un grande sorlimento de la-
chase innon.ias para engenho, dn multo acreditado
fabricante Kdwin Haw : a Iralarno mesmo deposi-
to ou na ra do Trapiche n 4 l.
Vende-se um engenho lieni principiado, rom
lenas para 2,lilil piles o com muito bolo porto de
embarque oiii distancia da cid.ulo de Uailianguapu
2 leguas : quem pri'lender, dirija-sc .i mesma cida-
de em casa de Antonio Pinto Cuvlho.
:= Cliegliem ao barato, que csloil quoimando
por lodo o proco a troco do diuboiro visla, leliros
de soda linos o lorie.- a ls. ditos do grvala linos a
800 r*. : rhegucn meus fregnezcs, que a vista faz
na loja da ra do Collcgio n. 1
muilo barato, cniuii sejam: rl.il.is escuras linas, |i |||i|||/kv' lll'/lliu A lia naiuu
eoreshxasalC..... lo. riseadi.....s miui........-, LIHIIKS |)l ('IOS V, (10 1.01 I*S
leudo nina pee.i ;',s m i,|cis por IJOOO, cinta niiudi-
coniviflrillios..
liba muilo lina para roupiio a 220 o uado, dulas
muida- o largas a 2. 280 e 300 rs. n covado. rr-
lesileMsea.il Iranio/ eom 13 colados a 29800,
rrles de gaze de seda com 1i covados a 39500,
rico- orgaudvs do inais apurado rosIo a ls a vara,
coiie- de cambraia Inaie.i de salpicoscom 8varas
a 39500, rhila franreza para caberla de lindos de-
quim; couros de toda
vende baratissimo
Em casa deftabe Schmettan & C.
ra da Cadeia n. 07, vendem-se elegan-
tes pianos do afamado fabricante Trau-
inann de Ilamburf'O.
Vendem-se relogios de miro nglezes de patente*
no arma/em de Augusto li de Abreu, ra da Ca-
deia do Recife n. 'lTj.
Na loja d'aguia branca arharo as senhoras de
bom gosto um lindo o novo sorlimento de enfeiles
preto,-e de rores rom vidrihns o de mni bonitos
de.-elilios aos barali-i.....- piceos de 4, fie (o: na
ra do Oueimado, laja de miudezas d'aguia branca
n. IG
Chapeos enlejiados.
Na ra do Queimado, loja tic \
portas ii. :l".
do, bramante muilo lii.....de puro linhn a i*m\ a I """"" P"^".111"1 v 'l"'f do Havre um completo
vara, cambraia adamascada para cortinado, n cas- J*"rto !c *** Pf '""u""< ni""nas
sas de pauno lino de dill'erenles feilios.
AUcneao.
Na ra dasCruzes n. 21, conlinfia haver superior
milho a galKI o-neo, o :i2n a cia.
- : Para acabar, na nova toja da praca da Inde-
pendencia ii-:. 1 e :l, veiidein-sn cassas de cor.- u-
\as a llill o cov ado. cliila- de bolillo- p.ulioes a 1 ll,
160, lsii ,. Jim rs. o covado, dilas largas a 210, j->ii
e*MI0 rs.
o envado
.vadi
lencos
i, dilas de robera a ISO, 22a cilio
de seda grandes a 6-40 cada um.
.... ..:
Para crianzas.
Sapatinhos bordados m lito tinos a 29500, dilos
mais abaixo a 1$400, toncas francezas do bien mui-.j
lo linas a IJ600, dilas de laa aSOO rs.
las di- selim a ls, bonois enfeilados
calio, muito bom pannoou casemira a i-iuin, ditos
do velludo de diversa- cores a 2$5O0, ditos de pan- '
no eom bolola a I94OO, ditos de roquinhn .. 800 rs.,
rhapeos i:i Italia enfeilados a :l.<..(iil e lip, dilos
Sem ellleile milito tino- a ivolHI, dilos !'l.lliee/es i|e
palhinba modeVnos p muilo bem enfeilados, pro-
prios para baplisados ou passeio n :l-', :!s2tiu, :l-oim
o 5500, ditos de scdaa5$500p 12$. ditos do -
seda para non nos d.....cola a 2S00, ::.- e S500:
na'bom conhecida loja de chapos da ra Oin ila
n. OI. de 1!. de I!. Fcij.
CHAPEOS 110 CHILLE.
Muito em conta por ter grande
porcao.
Chapeos do Chille a 3j500, ditos a (i, s, 10,
12 I i-, ilii.isji.il,,-e/.-s de seda a 5$600, ditos de
sol de seda a7j: na. bem rnnheeida loja de cha-
peos da ra Direila 11. 01, de i'., de B. Feij.
Mais barato mpossivel.
Lazinhas muito tinas de quadrinhos miudos de
lindo.- padioes, guaes aos de seda, p.lo baralissi-j
mo prero doiiMirs. o covado, quem vir nao deka

GRANDE SORTIMEXTO
he
jRoupas fcilas e fazen-
zendas francezas,
NO
.Irmaiem o loja eom a fr<>nif
ainarolla rotulas brancas
NA III"A lili QUEIMADO \". C.
tillo de palb.i como de ollro, o de seda, todos ri-
camente enfeilados, e so vendem por preco rom-
modo ; assim ci...... para bomem, lano'de seda
prea como de feltro do iodo. o. piceos, chapeos de
sold 01......... de seda do diversas qualidades, on-
fiiies de froeo para seuboras a li?, gravatinhas de
troco a I$-80, o lianas para meninos, de diversos
preros: os treguezes viudo a esto eslabclccimeiito
nao dcixam do comprar.
A. F. da S. Bciiiz
lem para vender por procos rommodos, em sondes
poslloda ra ilo \ gario n. 27. algiridares vidrado- I
le gomos, liaras de vunes, sucos do feijao chega- !
dos ltimamente do Tollo, aman lio, luaneo, fra-l
dinho, velas do carnauba do (i, 7, 9 e 12 em libra,
em pepuenas c grandes porciies, nm selole usado,
nina roda para liar algodo a moda do Portugal,
um par do cardas para a dita, azcilO de palma a
(iil a arrala.
Attenco
ao baralo.
l'eij'io miilalinho muilo novo, sacco
Hito rajado, dilo dito, sacen
Hito amarello, dito.dilo, sai 1 o
Hilo proio, dito dilo, sacio
l'arelo, saceos grandes, 96 libras, sacro
Arroz com casca
Vendeni-so na ra da Madre de Dos n. 8.
AUcneao.
Pecas do madapoln avadadas .1 1-., 1cr>00o2S,
chitas de Indas as qualidades o muilo baratas : na
rua do Collegio n. 1.
A ellas, mos que se
acaben.!!!
22,-aOOO
ITgOOO
ljlHHI
12jlllll
'iN'llll
HjtKKl
Altenco.
Vende-so milho pelo diminuto proco do 5 o 6$,!
cigarros de palha por d.-im n milheiro, feijao
pr.io o miilaliubo a 129, farinha e mais gneros,
indo barato : no armazem da iraressa da Madre do
lieos n. I. Tanibem aluaa-sc um inulaliiifio do 15
a |G anuos : quem o pretender, dirija-se ao mes-
mo armazem.
Loja da Roa F, na rua do
Oueimado n. 1%
No.1,1 loja vendem-se muilo boas fazendas por
procos muflo .....imodos, cono sejam : brini lun- "-", lava engom
ioIi......ado do puro Indio a 1-}, 1<28A o IgliO a "
vara, dito pardo a 640-, dito de coros dciinniinadi
arranca pregfis a fiHI -., dilo de quadrinhos milito
lino a 56tl o covado, gali,;i amarella muilo lina a
320, ditas ,|r eoie- escuras a560 o covado, moias
ea-eunias muilo superiores, de core- escuras a 2o
0 ente de calca, dilas de 11111.1 s cor com linas lar-
gnrasa Ij^o covadu, casemira i\v quadrinhos pro-
Ios com dnas larguras a 2-sihi o covado, panno pro-
le a g, i>, c inulta superior a ">S o covado, case-
mira piola lina a 2 a :'..s. e m'uilu superior a |S 11
rovado, alpaca preta a ln o mu rs. o covado, dita
muilo lina que parece grosdenaple preto a 1 <% o co-
vado, bouib.i/ina preta inuiln lina a 1,S2IHI u cova-
do, nieriit selim pretn e verde a 7U0 rs. o covado,
alpaca de coros nioscladas a lino rs. o covado, ran-
qiielini preto com li palmo- de largura a 720o co-
rado, %-elbiiiinas de cores a 640 o en vado, cambra i as
francezas muilo tinas de lindos padroj a 7(i rs. a
vara, nrgandiz muilo superiores de paduns muilo
lioinio-a NM) rs. a vara, chitas (raocoza.* de i-ores
a 2III 11 covado, dilas muilo linas do padioes escu-
rse claros a a2ii o covado, cambraia lis.i muito B-
na a 5J a peca com 81/2i aras, dita para forro lain-
beni com 8 I 2 varas a peca a 295U0. Chita t'raiiee/.i
de cordaoznho, fazenda nova o muilo superior a
-!' o covado, bretanha de liuho muilo fina com ;lu
raras cada pera a 20$, brim liso paro com 20 varas
a peca a 10$, bramante de linho minio superior
com dnas varas de largura a 2.<00 a vara, atoalha-
do adamascado com dnas larguras a t$280 a vara, I
lil de liiibo liso mullo lino a Mili rs. a vara, dilo
bordado a 13280a vara, corles com 7 varas de cassa
[uniada a 2,s', moias brancas para Senhora a '*>,
3$600 o i--, o inglezas muilo superiores a ."i? a du-
zia, ditas de algodn er para bomem a 1 jjsilU o
129.100, o milito linas e encorpadas a <; a duzia,
ditas para meninos e meninas de todos Os tama-1
; olios a 2.N!I n par, dilas pretas.de senliora para se-
nliora OU padre j 2JJ5IMI, o muito superiores a .s ..
I par, ditas de laa muito elstica- c encorpadas a 2.3 o
par, dilas de algodomuiir pretas a U0 rs.
Queijosuisso
Vende -. nn 1 Ierro da Roa-Vista, junio a toja !
[landres u. 2, superiorqueijosaisau SMMI r-., dii 1
prato. vinho do Pinto engarrafada ala, aotarbi-
nli.is sorlidas de indas as qualidades, .ni 1
|JH00, manleig ingleza a NMI rs. a libra, cha -u-
periora 24200 para .acabar. -
Veiuje-se tima muala de Indo servicio, rinda
idefora.....aterrada Boo-Visla n. 17,'priaM-ira
andar.
A Scienc'ia
dop.om lloniem Ricardo, por V'ranklin : v.-ndi-'o
' a qnalro v mloi : na liviana na. II o B da piara d 1
. llldepoudenei a.
\ciido--i nina escrava d.- naria, idade :i
10/iiili.i : na 111.1 he
Com pequeo defei-
loa.j,000
Chap os de castor brancas rapados e rom p
dilos rom pi |lo siipoiioies a 12?, dilo- c|e mani.-
qiiiin a 2S, ditos de enun da Russia para atemas
do 5 a 15 anuos obra minio lina a ?, ditos do BMlla
cu;n polio piolo-, dilos do molla do inirino tu amo
na praca da Indi pendencia 11-. 11) c 21, 1 mu 11111-
pi.'io do gaz na porta.
Com pequeo loque de
avaria
25, wat e ag
Sicupn.i a IftW, 2J, 2?"^),
\] peeliinelia.
lucas sobrec.isacns de panno lino preto e
^- cor frita com iodo o aceio p gosto a 2J-
' 2V, o 30, palelols d, casemira padrfies e
modelas muilo modernos, a I8), dilos sacio-
de rasemiras escuras luj, dilos de brim par-
1". do muilo linos ,1 58. dilos le iV .- .1 :,-., Oiios
- i'.o inria casemira a j, ditos de alpaca preta
Na loja do Pregniea, na rua do Oueimado n 2,
esipiina dn becen do Peixc i'iiio, lem para vender
ricas sabidas de bailo muilo tinas o liudissioias eu-
ros, polo baralo proco de 10, 12 o 155 cada lima,
assim como rasaquinlias para menino- de diUeron-
' ios lamnnhos e Imuilas cores, pido baratissimo pre-
co de .!, 3a)2fl0, o-liiiie I$5u0^ada una, leos d
seda com pequeo deleiio, pelo preco de 640 cada
i um, o militas nutras fazendas, que ludo vende ,1
voiii.ule dos compradores; a ollas, antes que se
ai abein.
de cor a S, dil
-anos de alpaca pre
11. 22, na bem -
IlllS-
decomprar: na rua do Qniniad
conhecida loja i a Roa F.
Vende--.- oma evcellentc casa de negocio na
villa da Esrada, sorlida bstanle afreguezada, na
melhor rua por -.r no paleo da fcira, lem rommo-
dos para llena.la de pequea lamilla; t.imbi-m per-
iiiui.ir por alg una 1 asa nrsla prai .1 : os prelen-
dcnles du-am-su a rua do Oueimailo, luja io ler-
ragens 11 17, q ic ahi acharo com quem tratar.
Arados amencanot e macliinas pa-
ra lavar roupa: em casa de S. P. Jol
ton & C. rua da Senzala n.
Vendeai-seem casa de C J. Astley "'
& CompanliKi :
Cali da Russia c inglcz patente.
Salitre, alvaiadee vernizbronco.
Palhinha para marcineiro.
Vinhoslinos de Moselle i- Champagne,
Pudras de marmore para mesas o ion
solos.
i Ha liles ame
do fusljo a S, solireca-
a l'o irada- a 7s!, ditas de
morillo selim l US, dilos do merino sem lus-
tro a los, camisas e tudas as qualidades as-
sim como inglezas com peitos de linho gos-i
los modernos a 15$ e 555 a duzia, calca-de
casemira pela f. de ror a 89, 9$, lllfl o 1 :!S,
rllelos de gorguean dn seda e rasemir.i a 5S, '
11.;, 7,-- o s> padroes modernos, rollles de
fustao braneu- ,. de coi a :i/ o 3S500, calcas
dn brin- de core- unos a 38500, is e uj,
rernuAs de todas as qualidades, rolletes de
velludos de i-nr a 103, meias ernas inglezas
minio linas a 5) e 0$ a duzia, c onlras militas
1.1/1 oda- 1 roupas i'eii.is qin.. n3o
donadas.
1
1 loja da estrella.
Una do Oueimado ti. 7.
Bonecas de camursau
Mui bonitas c bem fcilas bonecas grandes de ca-
orsa, encllenles para brinquedo d
su a muila diiraeo a 800, l> e 18200
Uueimado, loja da agnia branca n. 10.
iVGEWCW
l'-ie esiabelecimeiito contina a toro mais com-
pleto sorlimento do fazendas de bulas as qualidades,
o se vendem por menos do que em oulra qualquer
parle, assim como :
Chitas francezas, o covado ]ri
Curtes de raseriiira ingleza !$400
Hilos de dita muito superior, franreza,
O Cl'llll
ra caneca, linos
m
Casemira do duas larguras muito fina,
o covado 38500
Taimas bordadas muilo ricas.
Chapeos para meninas c senhoras.
meninas por I Camisas para senhora, bordadas.
Na loja da rua do Queimado n. 37, querendo-se
acabar com certas fazendas, por i-so pretende tor-
rar e nao vender, bem como sejam :
l.aa/inlias de quadros, covadu a HU '' :|00
Sodinliasdc quadros, covadu a 00, 800 e 1JIMMI
Soda branca lav rada, invado 18100
Grosdenaple de coros, invado I^IKill
Mor..... de coros, covado 1SIIII
Cassas francezas fa/.cnda milito supe-
rior, vara
OrgandyS de coros de lindos ?ns|ns, vara
Curios lie vestidos ib- seda com baados 35$0OO
CrlOS-de. casemira de cores "i^linil
Hilos de nieia casemira a 2? IgOO
Cuales do merino bordados a velludo ll-iillll
Lencos de cassa, duzia 1)500
I usl.'io luaneo, i/.onda boa, corado liiMl
Velbiilina do rores c preto, covado 5iln
Chales de louquim 20000
Hilos de dilo muilo superiores HOtOOO
Manteletes de grosdenaple pelo 22$000
i rli s de collelcs de fustn a 400, 1-21111 e l.SfilMI
Dilos do gorgurao de soda 2(N!0
Chlas francezas linas, covado ^n
l.lvalas de troco para senhora a 152IM1 o 1?."illll
Rn'taniia de linho, pera com 5 varas 'Isimi
Mein.- linas, para I.....lm, du/ia 2;2HII
I b.-ipelinas de seda para senhora 1ll^lll
Chajieos de palha para senhora a 8$ o 12(000
Hilos de (cilio |iaia senhora a 12c f 1:! Hilos de palha de -oda para menina llbJOOO
Hilos de soda o do oasomira para homem ijOOO
i e unirs militas fazendas, que com a vi-t.i dos
Bonels ricos para meninos
Vendem-se bonois de panno muito RnOS 0 de
velludo o melhor que se pude encontrar, lano una
como ouiros ricamente enfeilados para meninos, Iqueira possuir urna liasla nucamba: na roa larga
Pecas de madapoln |
Hitas de algudw de
3>.e :;iiil.
Hilas de algodi trancado azul largo rom (3 cova-
dos por i'.sTmui.
Dilas de uns-e na do quadros rom 10 l|2 v 'ra-
po r 3g '' d.C>Cll.
Hilas do chita dance/a miodinb.1 muilo lina rom
33 o 35 covados por "500 >?
Ditas de ea estrella roai cores alegres a |/5*W
o tgOOO.
Hilas do cambra alisa lina rom mofo 8 1|2 varas
por 16500
Cobertores de laa a 1$2S0 rada um.
vende-se na rua do Crespo, luja da esquina que
rolla para a rua da Cadeia.
Cliet;neiii ao liaralo
Carteirinhas c >m agulhas franeezas rom muilo
pouca femigem i 2IMI rs. cada urna o lu.ip.is a 20U
rs a ell.i-que e.-lao so acabando, na hija da rn.i
Nova n. :l.
= Vende-se i na negrinha de 13 a 14 santa*
muilo linda o reeulliida, sabe coser, fa/-r lato rui-
llio e marcar, pmpria para nina casa de lamilla que
pelo baratissimo preco de 4 (ij! rada um na rua : do Rosario n. 22,
ilo Qucimado, na bem conhecida Loja do miudci is
da lina Fama n. 3.
is multas ...
o men- Chapeos francezes para
(.orles de calca de brim
C$500
II.SMIII
19280 iii'.'ivalinlias
llhi-ll.lla
que
vendem III11 i 1,i
na rua do
[II
anos.
Genebra e agurdente de Franca,
Pregoi de cobre e le zinco.
Vinho Bordeaiix.
F.m rasa de llenr Rrunn \ r., rua da Crnz n. III,
vende-se vinho Bnrdeanx de differentes qualidades
C0..... I.aollo, l'.li, l.enville, ls. .Iiilieeu, em caiVa
I de nina dn/i.i or barato pre o.
To.sooo cada um.
Na ruado Queimodo n :I7, loja de fazendas, aca-
ba de leeeber de l'r.uiia um coinoleln sorlimento
de chales apntanos, os quaes vendem-sn pelo pr-
eo cima mencionado.

<
aiiiii
Rissel, relojoeiro francez, vende relogios de
- ou roe prata, cimcerla relogios, joias emusi-
;; ras, ja aqu lie <.....I.....ido lia minios annos,
.- balla no paleo do IIospil.il n. 17.
Vendo-s ulna muala escrava viuda do i'ar.i
a qual -abe engommar, roser c cozinhar, moca n
boa figura : em rasa de llanncl Ignacio de Dlivcira
,*. l'illio, defronte do Corpo Santo.
Coiitinua-sca vender o rerdadeiro rap Meu-
roii. pelo mesmo prero que ge vende no deposito
/eral : na rua do Rangal n. 62.
Cognac.
Cognac superior em cotias do urna duzia, vende-
se em casa de llonr Bruno \ C. r na da Cruz n. 10.
itmviu LOW-MOW,
lino da Senzala ova n./i2.
Neste eslabelerimentocontinua a haver um com-
pleto sorlimento del......mas o moias moendas para
engenho, marhinas de vapor e laixnsde ferro bali-
do e coado, de lodosos laiuanlios para dito.
Para criancas.
Mni bonitos o delicados rliapeozinhos de merino
e selim bordados e enfeilados, rom aba cabida, ul-
tima moda, mui prnprios pora baplisados ou mes-
mo passeio, pelo- baratissimos preces de c 69000:
no rua do Queimado, loja da Aguin*Branca n. lii.
Manguitos para senhoras e
meninas
Vendem-se manguitos bordados de cambraia pa-
ra senhoras c meninas, pclu baratissimo proco de
IS o par, dilos miiilissimn linos a :l o 5g, ditos de
lil de linho muilo linos eom lindissimns bordados
a 53 ; lambem so vendem gnllinhas de cambraia
bordada- minio linas o as m.u- linda- que se pude
encontraras e4g: na rua do Queimedo, na liem
rouhecida loia de miude/.as da Una Pama n. 33.
Meias de borracha.
CTIEGAn.VS I I TIM\Ml-.Mi: mi navio FRANCEZ.
Na rua da Queimado, na bem conhocida loja de
miudezas da Roa Fama n. :!:!, j lem para vender
por preco barato as muito procuradas meias de
borracha, nicamente proprias e approvadas para
inda o qualauer enchaeao ns pernos.
Vende-se superior linlij de algodSo, brancas e
do core-, em. novello, para costura: em casa de
Seuthall, Hellor \ C, rua do Tunes n. ils.
Carteiras grandes com chaves.
CrtCS de collele de fustao, I.....ibis padioes 500
Camisas de indas as qualidades para homem.
Carteiras de perfumaras inglezas 59000
l'.azaloques de fustn, fazenda muilo superior,
Lideles ib- velludo piolo o decore-.
Paletots de pi.....o preto 16S000
Hilos de dito superior a 2\< e 3O|000 '
Calcas de rasemiras pretas o do cores,
l'soaiiillois para senhora
Palotois de ganga muito superior
Hilos de l.iiiii branco
Ricos vestidos de Ri de seda proprios para
bailo e casamento.
Hilos de seda de todas as cores.
i Hilos de cambraia com babados 58.100
Lencos de seda a 500, I$280 e 2SIMMI
l.uvas de seda para homem o senliora lglMJO
comprador
baral i.
para senhoras e
meninas.
Vendem-se riquissinias gravatinhas de seda rom
I pass.iiions para senhoras o meninas, pelo baratis-
simo prceo ile 2S cada nina : na rua dn Queimado,
na bem conhecida loja de miudezas da Roa Fama
u. 33.
A Margarida Sa-
chero.
5$500
58500
Os mais ricos manteletes prctos que lem vindn a
este mercado, vindo cada um em um rico cario
4^800'Ornado como Nitrato da insigne cantora Margarida
Sacbero, o- quaes se vendem nnicoinenle na loja
de l.oile \ liman, na rila da Cadeia dn Recite u s.
Aviso.
mwMm
j
Vendas.
----lescoberlos, I idll VaS QG lOllS aS l:.,?.rlM,d",'al'.a.do
qualidades.
Fazendas por meaos Cnnlinua-se a vender por baivo proco, alim de
liquidar as fazendas da loja da rua do Queimado,
n. 10, bav endo miiilo-orlimi-nto de ia/endas lina-,
como sejam entro nutras :
Riscadinhos francezes, corado
Chitas de cores dito.
Hilas largas francezas, cores Oas, rovado.
Ditas muilo linas, p.uli..e-de ce.-a, dilo.
Cassas e cambraiasde cores, dilo
Hilas linas, dilo
Cambraia organdys, vara
Alpacas do cores cora lislras c qnadr.is de.
seda, covado
Sedas de quadrinhos, covado
Dita de quadros largos, dito
Camisolas bordadas para senliora
liollinhas bordadas, a l$50t) e
Tiras bordadas.
Pecas de entremoios.
l.uvas Inanias de pellica para senhora.
Superiores chales de louquim.
Coitos de vestidos modernos, plianlasi.i
Cortes de vestido doseda preta l.iv rada com
babados GOSO00
Hilos bordados muilo ricos 80g000
palha para senhora com ricos
T.i logins de ourne prala, cobcrl
patente inglez, os melhnres qi.....\i.-iein no mer-
cado, e despachados boje, veodem-se por preces
razoaveis: noeseriptorio do agente Olireira, rua
da Cadeia do Reri^e n. 02, primeiro .-indar.
Vonde-se ou permula-sc por nutro maior, que
soja nn boirro da loa-Vista, o sobrado de um an-
dar n. 49, sito no canto da travessa do Lima, de-1
fronte do chafarii da rua 1
5
Vendem-se por pceo muito baralo carteiras
grandes con chave, proprias para guardar dinheiro
o letras : na ma do Qneimado.....bem conhecida Chapeos d
loiado miudezas da Roa lama n. 33. enfeiles
rieres modernos
mei.i casemira.
Ditos de casemira
Hitos iie dila superiores
Hilos do dila piola
Acaba de ('llegar .i loja d'aguia branca um novo e
completo sorlimento de lurus de indas as qualida-
des,-endo as voiilaileiras deJourin hran
1110
160
240
260
200
210
dio
500
IJOOO
640
2$500
23000
2SIMI0
18000
1S280
-25SIMKI
ir.MKM)
No armazem de Adamson,Hovrie,a C.vua dn Tra
piche n. 42, vende-se sellins para homem e senhora,
arieos pinteados para cabriolis, chicotes para car-
ro, colln ls in.ra avallo ele..
Para senhoras.
Mu boinlas e delicadas pulseiras de seda e froco,
enfeilados com lucos o vidrilhos, obra inleiramenr
le nova o de sublime gosto a \\% o par, lindas gra-
vatinhas de lino Incido de laa o seda cnin borllas
o do coros mui bellas o agradaveis a IStMi, assim
como muito bom feilos abafadores de laa proprios
e iieressarios para as senhuras rohrirem os nuvi-
dos especialmente na prsenle eslaeo a :l^ cada
um : ua rua do Queimado, loja da aguia brauca
11. iu
Presuntos.
Na rua Direila n. 0, ha presuntos de-|.amegodos
ltimos chegados a este mercado, a 480 a libra : a
ellos, que pocliincba.
Venda de um rico predio.
Vendo-so o sobrado da rua do Hospicio que faz
esquina com a rua do Camarao, e os terrenos do
fundo que dao para o boceo dos Farrciros: quem o
pretender dirija-se a mesma casa a tratar com o
cunsenbor -lose .loaquim BaCla Nev-, que e-l.i ni-
loriando polos uniros hordeiros a effectuar dila
venda.
Ronpa fcila.
400. \n alerto da Boa-Vista n. 60, vendem-se cabs
-Mdemeia casemira muilo bem [eitas, pelo baralo
prero de 28500, dilas de brim de linho a 2:........
2:500, ditas do casinetas a 2,s, paletots de casine-
ta a 5 e 69, ditos de alpaca pelos, e de fustao de
cu- por varios preros, cortes de meia casemira para
Ira rom lislras de seda n sem lislras a 2:. cortes
de brim do linhn a 2- e 2$240, o ouiras muila- fa-
zendas que se vendem mais baralo que om oulra
qualquer parle.
\ 10$ cada um.
Chapitas de castor hranro com pello o nnilo fino
sem deleito algimi : na praca da Independencia ns.
10 e 21, loja do chapeos, que lem lampean do gaz
na piula.
Cheguem loja nova to serta-
nejo, rua to Qneimado
Q.43A.
N'esle novo eslabelerimento que s,', conten fa-
zendas novas e de bom gosto, os treguezes ^ bull
ebar.iio encontrarn um rompido sorlimento de
ia/endas, o que so menciona apenas o seguinte,
por ser enfadonho anuunciar todas as fazendas : ri-
cos cortes de vestidos doseda de cores o melhor
que se pode encontrar ueste genero, sendo 3 folhos,
2 saias o iquilla, grosdenaples A- coros o muilo
boa qualidade a Ij'.mhi .- 2J, luvas de pellica de
jnuvili para senliora e para homem tU' todas is co-
res a 2SIK) o par, ricos manguitos bordados a :l>!,
dilos ruin dola i 38500, ditosa ;00, dilo- lodos
abortos a 59500 e l:500, ditos com laazinha a 78,
dilos i l?, ricos pannos para mesa 3 7 o 8$, chales
com froeo muilo bonitos a 16o 15$,*ditos mais pe-
queos a 13*1, sabidas de baile muilo ricas, as mc-
lhores que podo haver neste genero, e por preco
commodo ; assim como lambem lem um grande
sorlimento de obras follas, assim como sejam : cal-
ca- de casemira a 8, 0 p 10, dilas pretas a 7, !l e
12~. paletots de alpaca pelos a ; o 3JJ800, e muilo
linos a 09, ditos de alpaca de cor a 39500, de todas
as qualidades, collelcs de velludo prolesc de cores,
de gorgurao, de selim niaco, r. de fustao, calcas
de brim de linlio brancas o de coros, "nllinhas de
diversas qualidades, c ludno maisaqui se enconlra
tanto em fazendas como em obras feilas.
Roa da Senzala Nova n. i*2.
Vende-so om -rasa de S. p. Jmi]i>tnn -& C. vaqui'-
l.isdeliisiirparaearros,selltns e ftilhes inglezes,
raiHifi'iros < casljraes brunxeados, lonas inglezas,
lio de vela, chicle para rairos, e inonlaria, arreioj
jiaia earro de um o dons caraUos, e relosios d*onro
hlenle ingleses.
segnndi Andar.
AlItMirao.
Vende-se um avallo maitogoido aroslumado
trabalbar om earr i e joiilanionte carro o oroios,
por proco commodo: na roa dn Codorniz n. 1(1.
Tapetes para
No aterro da Bna-Virta n. 60, luja do Can a A Sil-
va, ven ilesenhos, pelo- baratissimos procos de 73, 7sini.
Kge B9500, pocas de madapol.10 de jardas lin. .-
1110 leudo cada inca 10 jardas, 1 i ill rs. 1 arda.
Escravos fgidos.
Annuneio.
Pugio no da 2:11 o rorreate, um esrrave crtoala da
idade de 23 anuos nonro mais nu senos alto, ma-
gro, pouca barba,*' romo que da imluio- de paiac
pora perna direill ;julga-se andar paresia ridadr
visto que sua naturalidade do Maranhan de ondo
a punco velo, e por consogninle nada sabe dn mato.
Rnga -s.. por lano a quem o pegar de l.v .-I., rua do
Queimado n. 1: anudo bem se recnnipi 11. ar.'i.
No da 10 ilo lorenle, aii/oiiiou--e da rasa
do abaiioassignado n lea aarrava Antonio, aaraa
bengnella, idade de 0 c tantos aaaos, alio, inagro,
u-a da barba rpida,, por s.-r qua-i toaa branca,
falla bstanlo atropelado que is ve/es rusia a 011-
lender-se : levou vestido calca de brim da qu olio,
leudo o-la cal.-a marcla 110 cus II. \l. S. seiuloe--
1.1 marca nia com linlia, camisa de nildapalln 101
a mesma marca, paleto! de brim de quadros, levou
:n os urna linlicha non a roopa de sen uso. -enl.i
calca de ra/imira, a 111 ais rniipa de Iraballm. Sup
ponbo ter tomado a estrada do Saii-I.miieuco, -
iiima mclter-se di da nn aullo so sai la) amala
quem o tronzar ao mesoae abaixo assignado, na raa
iloi'respon. 21 ser p-oorosainoule gratificado.
Recito 13 de jiinlii de ltvVJ.B. Mata da titlv.
'H)i)S de gralilirarao.
I!m das dn me/ de fovereiro do>lo auno, fugio
do poder do abano assignado 1 ana escrava de no-
mo Isabel, ib- ida lo 25 aiiiins, pouca mais nu uie-
nos, com os signai i acguinlea : parda clara o com
l.aslanle. sardas nu rosln, lem 11 cabello qu.isi cor-
rido, ba-tanle gorda, lem um dedo na man direila
muito grosso om ouisoquenea de una cajas mala -
de que leve, COstuma indar calcada e de cliab- ;
oi vendida nesta pr.ua peroSr. Domiagoa le Soa-
za Barros ao Sr. Tliomaz da Aquinn Puaaeea, ea
altano asaignido .1 houve por compra que Ira 1
Sr. Porgenlinode \quino Fonseor?^ provavelaMe
lenha fgido para Piancd por sor nalwM aasaa lu-
gar o lee -ido o.-, lava de nina senlinia viuva, pro-
prietaria da fazeni a s. Boaventara, junio ,1 povoa-
eaod.i Misoricordi 1. do Pianc : roga-ae a appre-
hensao de dila esrrava, e o abaiio assignado pro-
meiie dar a quanlia de OOj .1 quem Ib'a apresen-
lar na rua do Brum, armazem do assueac a. 2S it
Jos da Silva l.ovo.
20,000
muilo prximo d 1 estaro da via-ferr
'n-Poiitas, o qual lem bom quintal para nello se
f.i/.er qualquer arma/em ou deposito r boa agiia
para gasto : qiioni o pretender onlenda-se com o
sen proprielariO, na rua de Hospicio sobrado di
cni frente da tasa lenca
Na na do Qucimado, na loja de miudezas da Roa
Fama n. 33.
Fio tic algodo.
a 1^500
imado, na loja de 1
Espartilhos tranco/es de nova
inven^ao.
Vendom-se espartilhos francezes de molas e car-
ce os, o melhor que so pode encnnlr.ir nesle gene-
re ni bemfeitroia a na lominodidade, a quem usar
di les, pelo baratissimo pre.....le 8, 7 o 89. Eslos l.u|,, ,..,e ,|(
espartilhos sao chegados, no ullimo navio fiancez, i ,-,sl
o se encoiiir.-Mii na rua do Oueimado, na bem co-
nhecida loia de miudezas da Boa Fama n. 33.
Ilei-hog.-iiio 1 loja do Leconte, aterro da Boa-
Vista n. 7 excedente leile virginal de rosa bran-
ca, para reTresojir apelle, tirar panno-, sania- e es-
pinnas, igualmente o afamado oleo babosa para lm-
e fazererescer os cabellos; assim como po impe-
rial dolyrio de Floreara para bortoejaseasperida-
des da pelle, conservas Bescurae oaveOndado la
primavera di vida.
oirs deJourin brancas,cArd
.erial, muilo proprio I '""?c ''T" !'''!'.....""'"' "5.....a :l 2S5P
para se por as lujas qual......r negocio, por na, f/iiin Ma brancas camarellas para senliora
as lio-, S" narl ,lll:ls,l"o borllas a 19600, ditas
1.....ladas com linda- palmas,1 2g, dila- mui linas o
boioias enfeitadas com palmas e bous ,1 29500, di-
las piolas lambem de seda eom palmas e bicosen-
feitadas com vidrilhos a 2g5()0, dilas com palmas o
lisas a 28 o 1<600, dilas de lorcal mui linas com
palmas de vidrilhos a 2, dilas lambem unas eom
palmas de relio/ o lisas ,1 l-Mn q $200, ditas de
seda para meninas a 19200, ditas para homem ,1
IJ600; assim como militas outraa de diversas qua-
lidades, como de lio do Escocia brancas e decores,
brancas de castor, mui boas o fortes, c de algodo,
proprias para montara e gualdas nacionaes, aos
baratissimos procos de !,; ulc3t0opar: na rua
do Queimado, nos qualro cantos, loja d'aguia brau-
ca 11. lii.
dons andares, qua lira
11. 17.
WLMttS
1 grandes, ib
senliora.
nu-
il m
cobertos edesco^ttos, pequeo-1
iu palele ingle/, para homem e
dosmelbores fabrioantes de Liverpool, vindns polo
ultimo paquete ingle/ : em casa de Soulhall Uel-
lors A; C *
Sabo to Recife.
Sebo refinado.
Sola e pellos de cabra.
Caf ilo Rio.
palha.
Tutlo chegado ltimamente c
se vende no largo da Assem-
bla n. ll.
Camisas inclezas.
ipjsm iDiifigiairlifflignirDS,
\ isporas e dminos.
^ isporas em bonitas caixinhasde madeira enver-
nisadas.com 2 trancas a 2j, em otras caixinhasa
JS500 o |$, dminos mui bem feilos e seguros a
19500 e 1,n2n : na rua do Queimado, loja d'aguia
branca n. 10.
Loja das seis portas 5:i H
IM
Fronte do Livramento.
do velludo bordados
inglezas, supesiores para
485000
lanos de culi
Camisas de linio
liiiiiiem, duzia
Hitas francezas do 2IJ
llrim branco de linhn ninilo bom, vara
Superior madapolo de jarda, iicca
Brim de qaadros de linho, covado
Meias de coros tinas para homem, du/ia
Hilas cias superiores, duzia
\ i nde-se um mulalinho com idade de
nos, ptimo para pagem, pnr sor bonita li
excellentc cozinheiro para o diario do nina casa
na rua Huella u 20.
Manteletes prctos enfeilados domelhnr gosioenm
12 158000 Adriano A Castro rua dn Crespo n. 16.
28000
sooo
50100
59000
(5000
Milho, farinha
farelo.
e
Gama k Silva,
Vcnd
ROUPA II HA.
de panno, iodos forrados
s de alpaca pelo. ,i i
1 Palelol
lina, dil.
uporioros enmisns ingle- !"'",,,;'"1" '' :l?;.''"-i ,V:"'';"S a SS.
,..',. ... lao de coros a 385......49500, camisas
zas: na rua do Lolleio loia n. .1. cores a i rada orna
lo seda, obra
58, dilos de
dilos de fus-
brancas o de
no atorro da Boa-Vista n.60, loja, vendem-se para
apurar dinheiro, fazendas mais baratas que em ou-
tra qualquer parte, a saber: chitas francezas pelos
baratissimos procos de 200, 210, 280 e 320 o co-
vado, cilas escoras o riscadinhos do coros flxas,
polos baratos piceos de 206 rs. o covado, laa/inhas
para veslidose ronpa de meninos a 320 o loo rs. o
covado, melin-cnin lindos padrCS imitando laa/i-
nhas a 200 rs. o covado, riscados francezes dos
mais modernos a 240 o covado, lindas musselinas
cun Jimios padroes a 2W0 o colado, gollinhas de
cambraia bordadas, pelo barato preco de 640 cada
urna, pecas de cassas bordadas para cortinados com
10 raras a 39500, ditas com 8 varos a 2$, e dilas
milito linas do quadros e li-lras i om 10 varas a |g,
preta, fazenda muito superior, polo baratis-
,o do 500, 560, o mo rs. o covado, gros-
denaples prelos i 13200 o covado, velbulina preta
a Co u covado, o oulras munas fazendas, dndo-
se de todas as amostras com penhor.
\ nileui-se dons osera vn-- niocos, de muilo
bonitas iiguris, e proprios para iodo o sorvieo, alera
do que um eleiroco oulro bom ofllcial d latoei-
ro, e ambos 1-1,1,1 acostumados ao snico de cam-
po : a tratar com Hanoel Alves Ferrcira & Lima,
rua da Noeda n 3, segundo andar.
Vendo-so sanas eom milho, dilas rom farinha
3080041 ile mandioca, fardo de Lisboa em sacias grandes,
I$000 gomma do Aracaly, feiju preto n rajado, uro/, de
6SO0O casca, esleirs de carnauba, farinha de irigo para
160 engordar ai uaos, lodo se vende por menos pre-
2$000|co do que om oulra qualquer parlo na rua do
4S500 llangol n. I2.
15an- ;rr N'" esvriplorio de Manoel Ignacio de Olireira
ni ra o l^ PHho, defronte Un Corpa Santo, vende-se algo-
dao da Itahiapara roupa de escravos, saceos deaa-
sucar, lio de ilgodao da Baha, polossado Rio de
Janeiro.
Aos senhores advogados e aca-
demicos.
Na loja de fazendas da rua do Qneimado n. 22,
estn espostas .i venda as inleressantes obrasOb-
gerrarocs sobre o cdigo do processo criminal, o
as obscrvu-oes snbre o c odigo penal, |ielo eximio
jurisconsulto o finado dcsembirgador Manuel Mon-
des da Ciinh.'i A/evedu. II recouheeido talento o
llustraeo de seu autor, despensa qualquer elogio:
vende-se pelo baratissimo preco do 2$ooo cada
exemplar.
: Vende-se o sitioChaean eom evcellenles bal-
sas para capini, duas ptimas casas de morada,
grande sen/ala, com o-lribart i e cocheira, i beira
do Rio Capibaribe, com ove.-lenle porto e banho,
perio desla cidade a distancia de una legua, lican-
ilo entre Sant'Aiiiiac Poro da Pan ella : os preleu-
deiilos dinjam-so a na d.n l'.ru/os n. 31, primeiro
andar.
Alteneao.
Borzguis e saptoes ba-
ratos
Vendem-se na rua Nova n. 1, os seguintes bor-
zeguins de couro de lustre com pequeo defeilo
; para homem i 7j!~>00, bor/eguins de couro do lus-
I tro do Franca (obra de Beauquis para lioineni.com
I pequeo doioito a 7$.ri0ii, sapalies de couro de lus-
tre (obra Reauquis] para hornera a 58700.
Vende-se ama escrava mora, dn muito bonita
ligura, propria para lodo o servco, fi por proco
commodo : a tratar com Manoel Alvos rerreira v\
| Lima, rua da Horda ni 3, segundo indar.
mam a;.-- ajajaj am,- ajjtajj ajjBBjjajjBjjajBM
f^li'llW M',
*aft" N,;1 '"J'1 ^" '':l ">'< ''" 0uPtmado,
}P i vi,'i se vendi'tiilii |ior ineiins do sen va-
lor, um completo sortimi'iiii de ftzeiH
jas liiias, iiim <\<* se se poder liquidar
Aviso.
Oh! que pecliincha
para quem quizer
ganhar muilo di-
nheiro.
Fugio em das do correnle mex de janha do eo-
genlio Pagan, .-ilo na fregue/ia da \ doria, mu
mulato do uome Joan, de dado 2U annos nanea
maisou menos, rasado e rom os signa s -eguinles:
altura regular, magro, paludo, rom peana barba,
cabellos torcidos, levando um cavallo com ranga-
llia, 4 du/.ias do colbcres de sopa o cha, urna dila
grande delirar sopa e oulra de aaaaaar, assim ru-
ino un anuid di- brilliaules, um Correntia de euro,
quarcnla e lanos mil reis em sedlas, um palelol
pardo de cachiunr.i um collele de velludo tranca
nOVO, e mais peras do roupa fina : rog.i-so a queni
o pegar ou que dolle der noticias diriji-se se dilo
engenho a enlendi r-se com o abaize aigmido nu
na cidade dn Recife rua do Vigario n. 11 com os
-ous correspondentes Srs. Praga A: Antnncs
groliliraro generosamente,
Miguel Moxaodriiio da PoBSeea Calvan
Escravo fgido.
Desappareceu o scravo Jos Congo, que repre-
senta ter mais de i "i annos, balso, com falla de
denles, cnr preta, ri-se quando falla levou um i
troza de roupa de sea ara coasUale de i amiaai na
bai la escura, calca, camisa ejaqneta prala, rabas
o camisas brancas e lem de algodo americano le
ii-o.nio o nutras zoes; lem o lepo indas da (sao
esqnerla cortado e o medio n annalir alrijalca. por
ter corlado todo-- om nina machina de serrar rapim :
quem u encontrar love-o a sen senhor JoaJacoaH
Tasso.
que
mi a
SL0
para os mesmos, de excellcnle
Vende-se em casa do Saunder
praca do Corpo Santo, relogios do afamado fabri-
cante lio-keii, por procos commodos, o lambem
trancellins c cadeias para
goslo
Ricos enfeites com vidrilhos
para cabera.
Veodem-se os mais ricos enfeiles prelos e de
cores com vidrilhos, pelo baratissimo preco de 48e
6s cada un: na bem conhecida loja de miudezas
daBoa~fama na rua do Queimado n. 33.
I't'ij.io preto muilo novo a
12S a sacea, milho a 5$500 e
6$500 cada sacco,charutos mui-
lo novos a i$ a eaixa,camares
a 5$ a arroba, viudos to ullimo
vapor do Marannao, no arma-
zem de .Manoel Joaquini de Oli-
voira & C. em frente to boceo
ta .Madre de Dos, rua to Co-
dorniz ii. 10.
No da II do agosto do annn prximo passadn,
rugiram do engenfi i Sale Ranches, Ironeaa le
Nossa Senhora da Kscada, comarcada udade da
Victoria, os seguintes escravos : llamiao, i rioulo, de
2 unios de idade ponen mais nu nienn-, coi lula,
beicosgros-os c men. arrehitados, ti-m urna ciciti/
na testa proveniente le amenace de animal, panas
linas e lignina omisa arqueadas para U'\:i, --111.111111-
do, espaduado, illnia regular, o osla pctala ago-
ra. Jacintho,crioulo, de28 unios de ni.ido ponto
mais on menos, altura regular, carpreta, pavea
barba, bou os grossosofa/. corlo geilo na bocea mun-
do falla, tem nma ckatrii em nasa das faces, pomas
lina-, osinalinadu, fuma, o 6 lacador de viola. O
primeiro fbi comprado aoSr. JoaoFrancisro Rarbn-
za daSilva r.nuiar, e o segundo diz que fui escra-
voda familia dn Sr. Joio Nones, da fa/ond i do Siti o,
em haje do Florea e comprado na praca de l'er-
nambuco. Consta qn lilas escravos e-'ioiemPa-
jede Finios por portadores que mainlei o.le U vie-
ran : roga-ae asaul iridadea policlaes ecapilaesde
campo de os pegar e levar ao referido engenho, a
Itoriiardino llarbo/a da Silva ou na prar.i de Per-
uamborn aos Srs. Hl noel Alvos l-'orreira l.iuia, na
rua da Moda n. 3, segundo andar, que sorao're -
compensados com a quanliacima.
/
PERN.:-TYP. PK M.F. DE FAR1A. 1851.
MI JTIL ADO
'