Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:08861

Full Text
ANS XXJLV. NUMERO 158,
_
v
QUINTA FEIRA 11 RE JULUO IE 1850.
Por tres mezes rtdiantarlns 4$000,
Por tres mezes vencidos S$OOOt
I'or anno adiantatlo ." .o<:0.
I'urte franco para o sulisiTiptor.
CNCIRHE6MD0S DI SUSCRIPCaO NO NORTE.
Parabiba, o Sr.Jnao Rodolpho Comes: Nalal.o Sr.Anlonin
Man(iifs da Silva; Araraly, o Sr.A. d.' Limos Braga
o sr.4. Jos d- Oiiveira; ttaranho, o Sr.Maiioel Jos Martin*
Kiboiro Guimares; Piauhy, o Sr.Jns Joaquim Avelino; Par,
o Sr. Jusliuo J. Humos: Ama/una}, o Si. J.r.uivio da
i .1.1.
PARTID! JOS CCRvid-
01 inda todos os dia* as nove e mria huras do dia.
IguaiassO, boianna e Parahitia as segunda* e sextes-feira*
s. Anto, Bezerro*. Bonito, Caruar, Altinho a Goranhuna Tribunal do crame
L'IENCUS JOS T.RISUNiES !U CilTS.
II 1 Ii-r as teii
i;
o: segundas e quintas.
lacio. Ierras feiras e sabbados.
Cear, Po d'Allio, Kazarcth, l.imneiro, Brojo, Pesqueira, Ingazei- Fazenda: torras, quintas e 'abbados as 10 luirs.
1.1, II.....s, Villa Bolla, Boa-Vista, Ourirury e Ex Das futzn do romicrrn: quintes ao meio dia
guaras (eiras. Dllode orphos: Ierras e si utas as 10 horas.
Cabo, Serinhcm, Bio Pormoso, Una, Uam-iros, Agua Pre- Prinieira rara docivcl: torras e sextas au meto dia
ta, Pimenteiras e Natal quimas foiraa Segunda vara do eivel: quarta* a sabbados ao meio dia.
(Todos os correios parirlo as ID hoTas da manha.
EPHEIERIOES DO JAEZ DE JUIHO.
7 Quarto cresrenlc as 3 horas e : minuto da manha.
1 l.ua clima as lo horas o dd minutns da larde,
tft Quarto minguante aos t> minutos da manha,
2'J l.ua nova as 7 horase diminutos da tarde.
% PREAMAB DE IIOJR.
Primeiro as -i horas e ti minutos da manilla.
I Segunda as :l horas e ii inimitosda larde.
JltiS U StMNI.
I i Segunda. S. Sabino m. :
I:! I'erra' s. Joan Gualberlo
|;i Cuarta, s. Amullo p. m
I 0.....la. S. Ituavenlllra dout. si 'rallen li. oard.
I Sexta. S. l'.amillo do l.rlis fundador: S. Capitalino dar
16 Sabbadu. \ ihora do (larmn. Triumphn da S. t'.ru/
17 Domingo, ii aiijii Custodio do Imperio, s. Aleixo.
Sidrnnin e Abundio mm.
; Ss \.i'.m,i i. iviu mu.
Ss. Jo.l e l sdras prot.
rali'o
ERCaMECaOOS CJ su.cs5*t nw
Alagoas, o Sr. Glaudino Paleto Di -; Babia, Sr. I..-
Martin Alvos; Bio de Janeiro, o Si JoaoPeci ra M
ES ri i:\ >.miii ico,
0 propretario Ao DIABI6 Nanorl i igaein i de Paria,
sua liviana praca da Independencia n- i. B,
INTERIOR.
RIO DE J1NEIR0.
-ii lli- jlllllm.
( senado approvon I......ion sem debate em V dis-
i-i.-sao a- proposices da cmara dos depulados que
a| provam as peusos concedidas a U. Balbina Emi-
lia da l'aivio, li.no lesa de 1'r.itiiaudaliv e a I).
Mara Bcnvjuda Pinto llamos.
Ka cmara dos d.....dados fundamenten hontemo
Sr. Bastiste Honleim uin requerimento, pedindn
informarnos ao governo a respeiln de 10:000$ que a
directora da estrada de ferro de Ii. Pedro II rere-
Im o do empreleiro Pricc, e se essa quantia eqn-
valr-ntc s vantagens que poda aulerir a nicsma
companhia da responsabilidad* a que o ditn emprei-
leiro eslava ligado pela solidez e reparos das obras
pj i mu anuo : s..- essa quantia, que fni recebla em
i iude do nicsmo ajuste, a titulo de desenntn, ,-
ei|mvali'iitu multas .ni que inrorven o emproitei- |"doo direilo que lodo 1
ro : que eausas icom determinado ns desastres e
deshin.au dos maleriaes dados desde t sna iuaugii-
1.1 10 : e quaes as provi lencas lomadas para a ces-
s.i-io dessas desgranas. Peno adiado por leroSr.
Teivi'ira Jnior pedido a palavra.
I ni seguida o Sr. Augusto de Ottvoira requereu
para entrar em dscussau as propostas do govemu
c .iv.i.ao 'I,- forras de prufereiieifl sos requeriraeii-
tos ; nao leudo porma cmara annuidS a esso pe-
di lo, runlinnuii a discussao do re.po-riAoilo do Sr.
P1111 Lima, adiado na sessiiu de 18 ddWrrentn, pe-
dindo ao governo mua relaro de todas as demis-
soes e iionie.ie.'ie.s das autoridades poleiaes que lem
lido a provincia da Babia durante a adniintstraeao
do aclual viro-presidente. Oraiam O Sis. Antil-
nesdfl Campoa,.Junqueira, Pinto Lima e Pio/a ; li-
en 1 aiuda a discussau adiada .
J
ConllSUOII leml."il lio senado a 2' disCUSSo do
01. menlo para o futuro auno Bnanceiro na parle
relativa ao ministerio do imperio. Orou nicamente
o sr. I'erreiia Polilla.
do-
zra-
Goiitiiiuoii hontem na cmara don depotados .1 3"
dis.-nsso da proposla do governn que. lixa aforra
naval para o auno Bnanceiro de Im'i'I a liiiil. Or-
ram os sis. ministro dos negocios eatrangeiros e
Vbolardode Brilo.
t.oniiiiuoii tambera a i.' disrusso.dn art. :i da
proposla dn .governo que lisa as forras de Ierra para
0 no'smo anuo linau-eiro. iiru.irn os Sis. Junquoi- "ios rio paiz qualrn moedas diversas I
1 1. laptista Monieiro c Poixolo de Azevedo
Ainlias as discussoes Rearara adiadas.
1 lll' jlllilll
se contra esso arlo gobernativo atlenlatorio dos di-
reiios do cidadao, dos direilbs do lionicm, pois
eahe a iodos us oito millioes d habitantes du im-
perio.
Lemhrando-se-llie ent aparlcs1 que 110 ministerio
do Sr. S00/.1 Pian o hypolheso igual se havia da-
du para cora alguna iiegoeiantes do Marunh.o, o
orador Ir ns 1,11,1 ni-, ,|.1 Sr. Son/a I'rain o a que Su
referem, e declara que esse sonbor hara priH'edi-
do por insiiiuarao, eno |or ordem, dando apenas
a soa opiuiao romo economista, e siljrilandu a
queslo ao cnnsulho de estado.
i> direiio de omisso seii.i.i diri-to natural, o*
bancos o exercemuo por delegaro ueni por ron-
cessao do governo.
(i que o governo fan smplesuienlc rarificarse
rsses lian,,,-, sociedades Riionymas de 1
bilidade liniada, oirereeeui siiulrioulo 3 iraiilia
Estado para sr Ibes cousentir a uxstencin na for-
ma dos seus estatuios.
.Voirovado- 1,-s. os banros fuuruoiiam .-ni Mi-
nios, o approvaeo nuis-
liiio- um empenbo dogoverno, sobi......|iil
terminam iiu>resses ipie se constitiiom tio
dos como a propriedade.
lira, a propriedade iiingiiem a pode olfi'nder, "
um dos dneilos iianfcriveis que qs aiUuridades
ii-iii pornUso prolegi*r; nem mesmo noscasos
excepcionaes da neeessilade esse direilo pertle sua
importancia ; moa indemnisarau neressaria para
que possa .1 autoridade ehdora da utildade |iu-
Idiea privar alguom da sna propriedade
Enlrelanlo a proposla do governo, matndoos
ba.....is, esiioiiia desse direilo us accionistas que
iiilli1.- lem seo- ^apilaos.
s,. i-s., ,; ,ipp|ie.avel aos bancos approvados pelo assiimplu
antecessor d.....inistro actual, anda mais u ao
banco do Brasil, com cojos accionistas honre um
contrato dogoverno sobre bases voladas por urna le.
E aqu liorador evelanin :11 paz esl cansado
de goveroadores mais sabios dn que a le !
Se o miujsterin '| loria eslabi*lecer no paix a nni-
dado monetaria, o ouro, era voz dessa proposta, cu-
r isse elle do resgate do p ipel-moi da. Essa proposieo
do orador d lugar 1 um uparte que 11.10 ouvimos,
mas o ministro e os seus amigos s considralo os ban-
cos euuio esialieleei'iii-uios montados para ranla-
geni. de seos ai:eionslas, n nao atteiidein aos gran-
des serricos que cllcs pn-stam 10 paz.
Pulan.lo euto na qneslo ecououiica, o oriMor
moslra que, adoptai a a medida do governo, inria-
circularfu)
illimilada : ouro, papel dos bancos conversivel em
I ouro, pr.na. p.iprl-i.....-d.i ineouversivel. Pela ua-
linv/a das colisas esse papel, que constilne una di
que i".....sgaladu iodo o papel-mueda, lau^iii- cOnpteli v iinuiudiata ruina comprar ouro a ."i;0Uil
,1,1 -e desparte sobre .> pa um onus coo^ider iwL, a.oilavo, para d-loa iaotl 1 ; iiiiuca porm o pude-
a inassa de sacrlirios.....cssarios para esse ri ?ga- rao fonsi-giiir bancos de eniissau si i
le em provciln dos bancos. Mais trauco, pois, terin sido o proccdnieiiio do
Kssas prapusirt-s nao sao emlldas, c menos ministro se, liruie em suas doulriias, rjesse oiu
andi desiiBvolvidas sem reclamari.....1 coulirina- uome dellas pedir ao parlanienlo o reslabulucmcu-
riies, chegandn s ce/es aquellas a grao de subida tu da upidade liancafia.
111,01,1.ule. que exige a iiilerveiiru do presidente Enlaonio len.i ,1 ministril oapoodo orador que
chamando ordem os interruptores. que acabara de fallar, mas ao nonos ..1 essa sup-
X prudencia du goierno du Brasil dianle da pressao fosse proosto com asraulelas^levidus, rom
01 de reuiir o sen paucl-njoc-da resol
a fa/.e-lu em pra/O lollgo, auno a anuo. |ior par-
les diminutas : nesse nentido fui pacluado u n sga-
le eom o bailen do Brasil. Su hoj' o rsgalo se
lizesse iltcgralmeiile, como aconseihan Os un mg-
nadores da medida proposla, os dictamos daqi 'lia
pnusa- prudencia legislativa elaudicariam. u absurdo
pois desla propusirli dei\a provado para us bair-
ros a obrigrau da rouversibilidade de suas notas.
Se orador acha que uo [M'ideyconcebi'r lumen
. -1,. i'ui que Me iiiruuiba 11 "dover da cuii-
veiisibilidade suas notas, que valor trm os ian-
I is lezrs alleg idos dilos ad piiridos '.' I'.-.-, di-
reilos 11.1,1 podiaui ser adquiridos .....itra o prmr-
pju fuidaiuenUil ^^ liisliluiru bancaria, a conver-
t bilidade.
Vlm de que, nao lia aboso nenbuiii da f publi-
ca para coiii os caiaes que se enipeiiharaui nes- luim
ses bancos i, qnu ha, quan lo iiiuilo, a su-; i-u-
.-.'1,1 de nina dadiva, saspeusau que, salvaudu osio-
lere-si pblicos, em nada coinpruiuellu esses ca-
p......-.
I 01 dia neressariiiiHMile havia de rir em que o
inii'ie.-si' juidii-ii tornara imperioso o diver de at-
lender essa dadiva, o orador eiitende que em
|--;,i ordeui < mclhor anlecipar esse dii
du que espeiar n coac ," desl 1 nei cssidade.
V'erilirando enl.....pe' rniistituc o embaraco da
ai iialol.ile. o orador mostra que, exslindo na :ir-
eulaau menos de D.HDD.ililiis de papel do Estado,
. "hI,IIUi):DDII.< de paprl dOS li.ilons ; de 0111 ro lado
sendo a baxa do cambio de -J7 a 'l\, isto de cer-
glalurra i:ouseuiu separar llobert l'evl de su
nai.
.Nem -e supponlia 'pie a classe il negociaM-
les ganha 1.....1 h superal......I;.....ia do .....io circu-
lante: -e i-nia'i vende 10.os, e r aviillar 0 alga-
rismn .le sens supuoslos lucros, lambein paga mais
raro nau m as pruprias mureadorlas .pie revende,
loa- laiuli. 111 Inda a siunm.i de siuviros de queca-
rei......pie i.*ni de comorar.
Nem se exagure lantu a pcesso quo o projeclo
quer e;i.i|ie|e,-er i'-, quando inulto, orna reirc-
rao de I.ii.mi Eonlos 00 de |il D II .11 naa du"pa-
pel exisleule, u 1--0 realisadn dentro de tres an-
uos, 'i uno-, pois, que cabera niosmfl i layoura,
insigiiilraute : anda quando ella leulia de pa-
gar o juro du Pino, |iiii'.|n.iniii aluda admitlimlo
i|lie l,nje s paglll' 11, eulllu I,'lll de sup;,.il'l.'li' ||l
ii ii 'Ii de ireria :o. da o,.....la, paga de frito II.
lllelil.i, a.r eulie .ipailes ,n.' lli*,! r,oIe-Iaiii. \lu-li.i Vssilll ilis'iilida a quostafl erniiunijC* -
que esses bancos ti'iu r.....'orrido para o deseuvol- *Lm' oci'ilpa-se rom a quesliio nridM*
i le un iprealna He pois de d* que
lislador, oiilru tanto .ironlece enm os oulros bancos ns inandnu u vabir que aqu If-ra i ir.io*
rxisleiib'sporapproraraodogoicruo. gura, frotes, lacios de iiegoetanls. I
xada importa que a coiieesso U-uha sido 011 nao mente os ai pie i rlaram uio vu
u del id i respt iiu au- direiliH adquiridos; enm a
ni! 'innisar'io ueressaria dos intrressi-s romproniet-
lldos, euii-egiiiria milito m.uores vanl i^eiis, v pelo
menos consolidara i moralidade publica no paz,
que -einpie ".uili.ir.'i rendo re-p, dala a le, que -,-
abalar .....ossariaOientu rendo que licam
em urerteza in'teriisses dimanados da le.
II.orador nesse sentido desenvoli
semp
su I
.U-
gratuitn O -le ,p.....-i;, iiji.i ; eumpru respeila-la
eno -ir n parlameuimirasileiro queiidarai
paz a luiie-ia lejo de desvirtuar usaetps.d
i el Mu,
se. porm, o Sr. ministro da fazeuda, Brineuns
seus priiiripius de liounslidade a ess/s lianros, lias
suas idas relativas a uudade bapviria, .|..... r.s-
li'ii.n essa noel.ule llbrjSBIldu /Cs,.- |,ai.,,, .i um
ilOII- en.|| .lie ,.||,., nan pu.|e|ll/e |IUllj||lu a ellll.ll
.ni liquidaiio, ,. ,i lenuiiiar siti rxisledfia, mellior
lena uiiivesM. pro/edido ruin franqueza,
pe.luid.v3o parlaiiienlu .....a/lei ue-se seulido.
I.iilieaiiln a/ reparar qij iinnea a--nn procedem
: proiriiram sempr*1,
I loa-, I ,-.il' .11 u l|l|e


-il.t,- ,], ni ,- .
l>e;0 IU.ll |1,.110 l
t'uv i
aiuda -i i, luanti 1
vimeiiln da industria
lem nuiles idn buscar
cao, I -'rula de ferro,
ra do morcado, ele., i
'pie militas emprezas ote
IM rapllai'S pava sua i.-alisa
'-Irada de .\l,oi^aratili.i, pra-
atlllelli'a des,as ampie/ i-
a.i..uin,I,.- a- reforma
, o.ei se Ibes d lelln
ea de ID ii ii. segue-se quo o papel superabunda na orramenlo para o pr
cirriilaeo eui uin eicusso do vena do 10 U/0 ou icn adiada, depois di
!l,iiDil:liiiu-. imperio e H. Manuel.
A mi'dida proposla impura aos beos a nrcossi- ------
dado de reiraliir gradualmente denlro de res anuos A cmara dos depulados adoptou honlem a pro-
a ampielan do i-redilo na impm lan.ia de '.1.111111:111 ()>. | posta do governo que li\a a forra llhvaj para ii.ui-
leiin slo, u unrn jpparecer natural, imprcteri- "" Bnance.....le I tul a psiii.
velmenle. Conliiiiioii adisciissn dn projeeloque eslabelece
e interpretarn, moslra 'pie di*\e a eha pro -
der-sr pelo exame du elemeiiln grammatiral, lu
elemeulo logiro, dn elemento histor.....Ii>t>njeilaa-
i, eapiiaes de que do a proposta a essa aualysi-, sustenta no.....--ii
que o po/eram na justamente interprelaliva, purquanlo \^'- impoe ai
i larga escala ,ins banco encargo aigum hovo, explica um elicargu que
elle j.'i lillba.
A le Ihe di/, que nagar elle suas n das i ai ni.....
da crrente, miro un papel moeda. Mas o valor dn
papel niuel.i -ei i fantstico, no dover-,e-ba dizei
de uso que se disse ni Inglaterra : um
esterlina nao c una quantidade nbstrarla, masa
1,'pie-eiila n de una ei'ii.i quantidade de ouro .'
o o oler entente quena lingiiagemda leibrasileira
papel moeda lanibein quer dizer, em altenro lei
dn padro monetario, orna uilava do ouro, pelo
que denominamos ($000.
Pelo elemento historien isso anda mais se pro-
va; Inda a uossa legislaco. lodosos eslori'OS dus
------- UU--.IS legisladures constantemente tuve por lim
no senado a 2 Uiscussao dn dar-nos a rircular* melallira ; nao se pode pois
-'ule aun,i Unanceiro, e anda admittir que d"sn.....lindo i pensamenlo creas-
'ii 11 ni o.. Sis. mini-lo do
oieis iiil.. pe hr ,m ,.....merrio
i-.iii'i'i.ini. foraui sem duvida a
Meressidade Ae recorrer em i
Se buje ,e pretender de sulillo (eeliai-ll
esse recurso, que sonima de males nn resultar
dessas li.piida.oes .piando lanos lilulos de valor
l'oruiii i.ui ele. na tirara em busra i.....iprado-
res '
I i que ser da lavoura. que linio earere dos
beuelirio, du eredilo para ii/.-r frente sexigeurias
que a aliirmeiilaiii .' E em Irorodessos iiironveiiieo-
i"s imniriisus, .pial a rantagem da medula propos-
la o orador nem urna >.'. nem um meihora-
uieiiiii della dimana. I'.omu, p.us. sem ao menos a
autorisaro de unta rantagem, dar-se um guipo de
Estado violando lautosdreitos '
r.onliniioii lioiiieiu
ni Ira
llei'l.e.iln
os di
.anule ,.o.i u In
i!. I I.ele.
Se -e .i|l,va o ute/esse publiro, so so invoca a
salvarn do estado, -/ha uin remiso para que pos-
sa ser Irgiliino iiqu/i^im lal causa se drcielar, n
da llideuiln
ii orador, que cafinerou a fallar s 1 limas, linda
unasohse/r.1 lusuiais nesse sentido .
ilisritrso, pTOTui^lendo riiuliliiiar em urrasio mai-
pporluna -e/uiiia tez lio- lr dada a palavra.
Depos di roladas Srm dbale as materias qm
libra liiiliam para aprimeira parle da ordeni do dia, con-
inuoii bonlem no senado a segunda disrussiin do
oreaniento para o [ir.'-enle anu liiiaiii'eitu, na par-
lo relativa ao ministerio do imperio, (Jrou nica-
iiniacji Sr. \ iscondc de Vlbuquerque.
i'.iiiiinouii lii,ni, in na raniara dos depulados a
"iit'.'ira disri
Sis. Paulino de
pi exp,
mercados a que sao mandad
lin.
Alfellilellili,-- a i-- i.
11 lu i! lau enil-ldera\e[ COIMA -'
>. -i sustenta qut pa
ha/ idas, u orador obseri a que
le,--.i- pl',1. .i- ii,-
\i --1-1,1 (a.-, dilli-r.....a- |ni- i
cslraiigeira Ibes h......--> fi iin lanos t lio i
tinos pagamentos.
Mas repara elle que ., -,(,., ,),. .,..,,
i ni 11- do norte foi iiesw anmi a..
do i-.ii. diminuir, [.....Il.i |,..,|u, i, ,
i a Smt.OuU .nrul.a-. ruerno. .,, ,.
.ilion ,. i ai;,i. -linio ib. |,00U e.yil ... i,..
a estrada .le Ierre : 'I' II
lira, ,'--,- auxilius lelio de ..'II.i -,.l......
que .-Mi-a/,-, para compensar a esl
p.lle.lu- ||.,-- ,- g,>||OrOS eli: i ,.||-| j-l.......i .
de IHTjT, e I..--' ralOfl da -- elu i... i.'lr "I.. .
- jo p.u-1 m nter o cred lo d
exrluil -i- dilllruld -i- do pre
- reten le, (lridas a nei --
aiia/adu
ap:, i,Im-
apail i -I
nmpaiiliam <> orador em quasi i.-l.....ru d
i no lucio des i,, ,..].,: ,.,.,,. rii,. ,.,
1 lo adnillainus iloa-(,:
lem entre -i em val res guaes de impod
pxporti.....: -, -e del em urna dellas baita .
bio?Segnir-se-ha,dicum doscnnlnMi i
aln ha superabundan' ia .!. no., da. sti ,
ra que ba entre camb u real cambia nmniu.i!
U orador declara que e para etltai a i
Kssas pi ioiiisi.-,,,.. -ai
.....
de
ItV!
primeira disrussiin da reforma Dancana. Oraran) progressii ubin querumpre adoptara
di la proposla : que. quando nnlite......-lia pot Un
Soo/a r Hanoel Dantas,
renos folbas de Valparaizo al 27 de mao.
i, bancos n rio comprar diversas pruridenrias sobre bancos de omissau, de- raro de gov.irno. Dorador lea auloridade qui
Grande a expectacao publica pcoduzda pelo pro- rula saSr"la da naivto, que liu de ser pago, de-
jei'.o relativo a emissoes banrarias; acamara em praeiar-siwia ; o perguiil:.....ralo -.o governo
que ia esse projecto rnlrar em discussa rio pois a- l""1'' 1''erer essa defreciaro. Para provar que ella
- "' infallivel
ser pa-
ciar-se-li.i
pod querer essa deitrecacao. Pan
suas galeras e'lribunasatopeladas de espertdores, "''''' l,ll|l|'\1'1. ooradorciia a auloridade de eco-
romo us oerasies mais animadas dos. fervorosos """n-t'-. !' as palavras de......lelles analysando
eerlatnes da poltica. proceder do govci mi e du banco da Inglaterra n i
lis tralialhns do dia rr.in.'caram o acabaram por ""l."1'1 crise moiielana, argumenta com a-toinpa-
liroteios. l) primeiro suscitado pelo Sr. Baptisla '''-''"' '''' !"'"" J....."''' esustcnla que nao -,, ,
Mu ileiiu sobre a forma dada pelo Sr. Torres ||n-
niein sna proposla, hzcildode nada nina das suas
ilisin-i. o,-, nao artigos esperiaes, porm paragra-
plios de um artigo linu'o, detl lugar a que se |/essc
Iriinra du regiment, qu parece condeinn.ir esse
svsl'ina.sidopiado alies confirmado por una inli-
uidade de precedentes.
Dopoia de terem fallado algiins oradores da nppn-
irine um ministerial a esseespeito,entrou-se na
qin ;io capital.
lio- oradores em grande numero inscriptos, o que
rompen n dbale foi o Sr. Ilr. flr. r.irran. llovido
nao .
de em um paiz emquea i nula u ieni diversos
uislmmeulos mantei Rltcclivamuto a mesma re-
lor euiie cites, quaudu lanas causas
instante determinar o desequi- porlaci
, nameiili
lem pule dizer se a falla de nao pdi
ttcu de v
poilein a
librio.
Na actualidade nius
.ida
Nu Sel.i llei',-s irn que
a 21 para eniiili.' a 27 ; aelia-lo-bo a 27, pelo m.'S-
ll|,i preiu pul- que u lian de dar.
Dorador no neo de apartes e de conteslaees
nesenrolve .sa- proposices aulrmaudo qu- a ia-
\ i ,1 i cambio denuncia sempre um desequilibrio na
circularn, desequilibrio em que padece o meiu cir- preferenc i 'la proposla
ctilante fraro, pois rilo o' quo superabunda, o que
e exressivo.
Belirada, pois, tima parle dosse meio circuanle
fraco, deslruido assim o excesso, o equilibrio ai-lia-
se reslaboluvido, e o cambio subir.
los apartes que atlribuoni o estad.....dual a dese-
quilibrio da imp.iiiaeo e da exportaran, o oradiu*
responde queu focto actual o excesso do pip 1-
mue la ; a.- .in ileiuais, se a iiu[.orlaeo exeede
evjioriaeu.n.iu ba remedio sono diminuir n 111-
p.o-ib- le ii Si. lana., requerido a retirada d.
-en reqiiermnnle. UrsramosSrs. Gomes de 9ou-
/.i .. Paraiia-u, licalldu a dlSCUSSo adiada.
- :i -
lida pelo Sr. depulado Baptisla Monteiro a
erea dos bancos sobre as
nutras materias dadas para nrdem do dia. assim se
roncen, e coube a palana au Sr. Hr. Paulino Soa-
res Sini/a, que passou a defender o projertn
i) orador romera protestando da sncendade, da
.-eno evitar esse futuro, aeeila-la-hia o sea patrio-
n : i,m o ; por quinto a ctperenria do paiz U u -
'"irnia-siM......in.ninda por Buenos-Ayres, e n.....|ue o nosso cambio, que a pnnciio fra .1,-
sem cites urna insumirn para dar papel incouvcr- |iie piblicamns no/arntJ do Coiamereto dciido 60 pencos por Ir. fu pri.ere--n.im.me cabindo
sivel. mez passado, da derrota completa das fon-as subie- cabindo at chegar ao par de 27. em qu-
Quando a ia/jio diss,, o nao conrencesse, citara 1-1 las < mira o governodn l'.bil. ladores du paiz, qureado atalhar o mal < i
No du l di;abril oexercilnlegal, rnminandado remedio, a-.-uia,,,,,, ,., p,,,, onadrao iiinmi
pelugeliel-.il ViilaillTe, aniqilillull p.-lln de Serena' Valor da lioss.-l Uloeita.
os siiidi; ,1,1.1. do norir, capitaneados por I). Pedro Costuma-se drzer cnin o au> baacann
i- i.aino, reiiraudo-se para as provincias argenii- nao ba receto de moer-abundancia as emis,,,,- ...
ni- os que esi-aparara dessa jornada. bancos lem ns limites dolas marcadas ra le......
Ao un-.'iin lempii qm- os r.->uluiiouarios dnnnr- nn poden lian-; nie-ino dando
le erara assim derrotados, riam-se lamben balidos moeda, porque o panel-mo.-d i
os do sol junio -
una auloriaade brasileira, de mullo peso na que.--
lu, a dn Sr. Son/, i Franco, que em ollicio dirigido
ao banco Busrjnta que c du sen dover inanlor o
cambio a 27, e (lie alianra para esse lim a coadju-
Cita.
i.iirinln aos oulros bancos, o orador recorre a o
grande principio da ulilidade publica, du Interese
publieo qm- dovo sobrepujaraninteresse particular.
\ adlllilllstiain. /i-Iadura enuslaule dn nlerosSO
publico, est pois; aulorisada a nao attendor ao iu-
leresso individual quando cora aquello r repng-
nanie seno para, nullillcau.lu-o, dar-llie a m-
.l.viinis,'i.-."i,. mis easiis emque ella fu- devida.
papel-
me i1
....ii ,1,-uii uorroiaiius, viam-se lannieiu iiaiiaus iniuMa, porque o papel-m.....la existenle e una
do siij junto a Tlrapegl. quantidsde Bxa.que o governo nao pode alterar
hslasduas viclonas po/eram termo .nena ,i- mis nao ,u licitas no. a- emi-'i s .. mi
siado
Aqu poreo o orador nao re oiiliere que ,e.i ii
forrado suas convicroes, que nicas o podiam de-'caso de dever-se essa ndemnisaco. ti nteresse
lerinmara eurolver-secm nina questao dcsta gra- parlicolai que comprometi o inlcressepublica nu
vtdade. dimanade uin controlo, nasce de urna simples con-
Para ello os tactos econmicos sao como ns los cesso do governp : se essa concesso livesse sido
de urna cadoia, prendoiu-se nos aos oulros. As-jonerada dn eiicargSs, cunipricia nderanisar os -i-
siin. mr excmplo, o phenomenn da produeco, tac-1crificios folios para splis farao desses eucargos ;
leo nivel da xporlaco, o isso necessa- lo inleiramenie domestico de um poro, ra er pro- como porem foi meramenh; gratuita, como foi ape-
iconlecer porque mua praca com inercia I vun.i, consequencas na balanea do comuieruo, no as de nina faculdade, pode ser revogada desde
que contra ella bradaro inleresse publico
slar cnnllniiamentc a dever a nutras pra
- cambio.
equilibrio qm- se reconhece procura da superabiin-1 ras a augmentara sua divida : pude i-sn aeoii e- mel circuanle como a grande roda que pe
ilainia du p ipel, da inann de nauda, e purlanln m- cer por algum lempo, mas lia de nerissariainenle ('"1 moviinenlo ludas a- industrias, il.-t.-i itnfi i, pois,
iearia escassez do nurn. Nao esl i-so examinado ; terminar. Indas as relares di compra, da venda, da locaco,
lu Lll ia |i.uere-ll,e, alleiid"ii lo a que i|e,les ulll- Ueeiipaii lo-se i'uin o ell'eilo da lei quaiilo la- lnM salarios, iiidue na renda publica, Un pagamen-
leinpos a exportarn leui sido inferior 6 ira-| voura, o orador, que deixou demonstrado que o re- lo dos encargos iiarionaes, e sendo assim compre-
vil no c.lnii. ,v repblica rollara, ao seo
normal, o a cnnlianea arha-se restabelecida.
\ fragata austraca Sotara, em riageat sclenti-
iiea, linha sabido de Valparaizo para Gibrpllar.
Na sessn de honlem um > discursh foiouvido
acerca da queslo do meio circuanle: In) odoSr.
Iir. Machado Dielho, qm- defeiidvu o projecto,
ll orador comerun i
n acensara de anti eennomien, d
in a lodos ns uleresses do paiz, c lamo que nu
olTerecia base alguma para defeza, e que assim
grave responsabilidade se sujeilavam os qui se hn-
> lom suhmellidu s inspir.....es du Sr. midiitro da
piola, an, que '......ro que lera sido mais procura- medio que u pr,
i principio era profundo silencio, o orador Bautista ''" P?ra saldar a balanea dn cumraerco sendo re-
. as rtrcumstai
encarou a queslo pelo lado jurdico e pelo lado "'''mi" para os mercados Importadores. aos Jiancos o dever de retirar ila circula
conomieo. oepois de mais algunios obsertaroes, o ora lor -o de papel india existente, mi ID u i) de sna m.is-
Uianioao lado juridiro o- orador deefara que nnn- ''"" '."''P"Pndo qiie >rja ouyidi a rommssan de I sa, moslra que o sarriiicio impnsto lavoura por
CIO em discusin aprsenla para ben ie-.-e que mm medida que uulende com o meo
acloaesdo paiz se reduz a imporcirculante, despert lamas in ..:. reluctancias
retirar da circulaco o axr
Es,es principios exctam multiplicadas reclama-
ees, a que o nrador responde allegando o excmplo
de militas liacoes at das mai- liberis, como a In-
glaterra, em que tal doulriia lem sido accclta e
posta em pratica.
iiepois dessa xposiro o orador examina
ida i-ira a doulria do Sr. lirro, que considera
piania- -- esl., presenciando. I a faquldade de emittir como direilo natural do indi- allirmar e nada provar. provincia a prot
.Viuda mais, purquanlo ha um rnnfnsao de ideas viduo,......nfunde as nuias bancarias cmn a- nbri- A algunsapartes que aqu o iuturrompcm, o ora- nioed i, e assim par
ca oo parlamento brasileiro se liavia apresentado
projecto mais unportanl e mais revolucionario.
Mais taponante, porque llillgiiem lia ii i pai/. ],-
bn mi rioo, nacional ou estrangeiro, mijos inleres-
ses nn se ligiieiu a esse projecto, G porque eum-
pnr saber-sc quo valor i un a pti os inleresses que
iiaseeui da lei e uella se Ii, iiaai.n orador al i .' mi
projecto um desrcspeltoao poder moderador, pnr-
qu mo, assoiiiido elle no inestnu artigo distp ,-
ili.ers.is relativas a diversu- estabelevimenlos, nan
pule ii direilo desani'.'n exercer-Se i mu a deuda
liberdadi-desde que a'eori entender conveniente
sanecinuar uma e nn nutr.
l"m projei-io de lo eonsideravel alean,-, o orad ir
admlra-sedo modo porque o mlnistr......presetila
acamara, mm se tazer carg doexemplo de Peel]
que, leniln de propor an parlamento brtlannro pro-
jecloda mesma nilureza, mas de milita menor al-
eante, iijnslii-.iii apieseiilundn a suuima de eslu-
Consllltliro, o n ,1.
pa o lesiu ,i.i sessn
llonle.....i liouyi
numero legal.
-e ivqueiimelilu i
io no seriado por falla de
"-s i reslriceo du crdito insignifii me. 11,10 ,-\ ,-
l--r.i obriga. u Oe pagar nina par.- mu diniu ila
do capital que Ihe foi franqueado pelos batiros,
issn em longo prazo.
Inlerrompcm-n iparlcs allegando fados.
1 : lo
1 or .i hontem em 'I,
ma lian
Pediraiti a palavTi eonlra osSrs. r.arro, Para-
la, Dantas, Mirlinho lamaos, Vccioli de-lama,
' Sai-ana, I eiuan l-ida i'.unha, Pranrn de Almelda,
Pacheco, Benevides, P. ilciaviano, Silveira Lubn,
j Paula Sanios, Alean ara Macha lu. I', iplisla Monlei-
ro. Uros pie, Landillplio, Abelardo de Brilo, Au-
i guslo i.lia,--. Pian, ISCO Gainpos, lama lluarte, l'm-
! lo Lima e AguiarRarros.
Pediram a pal ivra a favor ; Srs Gomes de Sou-
I za. Paulino de Souza, .Neiuas, Barbosa, Teixeira
lis tactos, responde-Ibes u mi lor, provam ludo
qu mili se qui/er cutan, onirahdu o., es une del-
I--, moslra rom o exemplo da Inglaterra que. aiuda
aiiguieutaiidii a ex loria.; 10, podu-so dar ou inanier-
-e a elevaro do pri-ro do ouro,
l'.oin o orador levanta-se contra os que de con-
tinuo allegara que u pa:/ e novo, que est mu cir-
elia omslalnla- ano) niae-, ,- a--iai rejielb
..lean qu,. ., Ibe qunira lazer dos principios e ri'-gras mai* ltaos do
geraes.Us priiiripius Aj sriencia, exclama, sao 111- rxercito fraut
dependentes dos lempos dos logares.
as-1, e iii,.;a!i-1,| 1, qu,. nao comprnlieudo a dill es, letras,efc. n oradm mostra com grande '^r responde que a opjiosli-i.....a queslo d
ronca que se d entre capital e crdito, emende numiirt de exempos que assim nao que as no-I lo, por exemplo, lera diloque oprojeclo illegal.
que uma itulancia de meio circuanle uma I las bancal is s,io vordadeira moeda, pois solvem a- l'i'i......Ifendij direilo, .1. ,- isso nn
ranlagrni. lie felo, pai 1 ,.- irrellertidos tttd 1 cor- div las, -, aceitas em pagamentos, quando u nao mais do que dizer E' Ilegal, porque illegal.
1-. usa elle, assim qualicaudo u que lem
o- e uitr o ,s. i| un-11 direilo de que se
1 o orador que o procodeu para goiu o on
quera liavia respou Ii
Heseja q le a npp isico Un- declare ,. en
que a circo tiz deve ser de pain 1 -
\u nrador surcede o Sr. llantas
quantidade q.....ixisle \i foi reconh ., len-
te para o Hiiovitnento da, nossas in
A es-a nliji-i-.-o di/ loe O papel, quan lu Ral
conversivel, depon de laucado no nrralari
rolla taocedn aos que o eatiltiran : lea ni nrrula-
ro, prejulir lll.ln-a.al,- que OS pagamelil......
rollar aos cofres dos bancos. Aasaasa de
nei-, -sana 1 !h certa* rjrcumstanrias cama
cordando quo a opposirao pode ser superabundante em oulrss, parque 1,1
illegal, de funes- menos numero do transaeoes, no porque 1
ileseniulvo u ,y-teina de rnnias rmenle- aaa >
sas bancarias. que dispensa uma erandeauan
delle.
Huiros combatem a medida para niinler o etnta-
ei -is qu.- tiniiam oplnies coucordes cun lo do papel moeda, auataatam qu.- se,, bajan a> 1
formadas pela ojisewaro dos fados e mr aun por suas notas, atngnem querr
ai-una leilura qu,-pudiaiu I. r. I --1 i.-ponsabdi- ber o papel moeda me un ei-11, 1 ,,, KsUda. U-ora
dad,- quera elle evitar apie-i-iil.indii os liiii.ljiiien- dor 11,'u, lem BSM receto ; au papel 111.....la a 1
10-ila soaconvieco. leidar ,1 s,-,, vaiur. abra-aa orna mai. rasU eirmla-
1. estaque oprojeclo econmico, legal, sus-1 cid; i de todo o imperio, a da* provincias en, qoe
odos os 1'11,-n-,-. pul,lieos. I nao lia bancos, a dos povoado* qm
tdversarios at agora nao lem feilo seno as nulas delle, ; am 1 harer as traosaernes d,
rao po l.-i.n realisai n-'- 1
para 1 pequea quantidade dell.-
fazeuda
as delle
lis
robora
1 clrculanl
v perabiiudaiii'
facilli indo .. crdito, apresen!
. 1
-. pode
salai
nina iir-
ilic era ,
sobem :
llVldade lio ll l'l-.l.'. nes. qoe
aeompanlt 1 la de siuisiras reac
lo los -.- .,: ,- encare :em,
todos ni suciedad* parecen] -s.....11 mais,
Poi essa illusn que domnon al a opinio dos
ri'......s ingle/es, quaiul.....njpiam era hostili-
l'ieui quena reformar os Imncais iuglezes, u
sin as ||,|r,IS dee.llllloo ou de I- ira
11 ora bu mu -loe louvado n inmisiro qu
cons- I
ni ie ues.aurnn-
res, i ira rom o
grand bene-
ii 1 du o dev,-,. lirine as -11
1 1 ludas a- diili.-tildado, e claill
auxilio d 1 pa: 1 un mo realizar o:
llcio.
leve ser mixta, s,
Entretanto era uma queslo que importa nao me- *or de papel mu,-1.,,., ,
. nos aos soberbos palacios dn que ,is humildes chon- beb-pida no terrem em que a collui
appli- 0i prorlamayam coran ns maiores iniuiigos dn paiz, panas,.....-ador declara que nunca cumprin um de- Sl' dlscufe!.
toe Ihe teria sido a invaso do um ver com mais profunda convieco do que o val ia-
'.. /.er agora,
ntretinlo. toda essa prosperldade epheioora Essa conseicneia era-lhe indispensavel para qu.
da :,
Ita i. pender
o nao pu le
lite de
el'
projecto que
1-ia- ucnaes, uo porem em materias ii- con
i Jnior, Aginar, Almeid.i
V ieira. Piu/.i, Costa Pililo,
uin dO
, Uliveira,
Pendra, Alhaydc
Lili/, liarlos, Aug
I ,1 ias reclamacoes o Inlerronipeni no enunciad 1' '''' \nr raleram ,i Hespanba u ,1 Portugal terem -1- elle,que lem acompanhado u ministerlu en.....i'eL.
dessa proposiee o orador Ibes responde, e cutral do em nlguiu lempo os pazes mais artosem inein de.um amigo, se separasse nessa occasio. Quarra
Saiulo aqui alallia lo o orador cora apartes que
Ihe di/.em estar justificado o projecto no relatorioda
reparlnn da fa/.enda. no meio de apartes que se
lioeam, o orador responde que, pelo contrario, do
rol.dorio nada resulta por onde se justiAqne o pro-
jeclo asa mostr a su* noi essidade.
(> ministro eonterenciou com e,s,is eommissoes,
e o resultado foi araaorn dellas apreseular -um
iraltalho um lano diversu du projecto primitivo, e
aqui pede ao minisiro que Ihe diga com um i ou
11111 tino so aceita o Iraballio da commisso.
Nad* respundendo o mlnistrro, jmenla o orador
0 ror-se obrigado a laucar-se no campo das con-
jer.luras para saber sen uiini-lei iu quer aiuda o -eu
irahilbo, se aeiiaa modillcaeo que Ihe oi odere-
1 idi. pela maioria,
(i projaeto i o quedo mais revolucionario se lem
apresentadu mi paiz, pois fere de fenle a ennsti-
loi_o e direilns que nao dada au poder poltico
destruir.
Enlrelanlo esse projecto uma necessidade para
oSr. minisiro da fazenda, alientas as anteriores ma-
nilestaeocs de sitas opinies: o lano o que quan-
do o orador SOUDe da subida de S. K\i\ ao poder,
previo e disse lOSSeusamigOS que eslava em peri-
i'n a existencia dos bancos approvados pclu sen re-
decessor, \
Nao o orabaracava a declararn feia por s. Eic.
deque respeitaria os belesrnsiiuiniados, poisfdc-
los desla ordem, que leeui loutinuidado e proloA-
gam-se indeflnidamenle, nao sao da nalure/a diis
qm- se pndeni por priideneia poltica approvar. .Mas
se lara o Sr. minisiro da fazenda e para o sen rol-
loga du imperio, usa da.-: suas Opioies anlerior-
inenle adoptadas, liavia essa necessidade ; so para
11 ir. minisiro da tuarinha lalvez cxlslsse, ignoran
orador se as mesma* conriccoescommunga o Sr.
Prannos, minisiro dos negocioseslrangeiros, e pe-
de-lbe que eom um moiiosvllabo de allrmaeo ou
de nagaeo o lire dessa incerteza.
(alando-so o Sr. Paranlios, o orador, tomando
ola du sen silencio, dirige-se ao Sr. minisiro da
jusiica, que rumo rhefe da magistratura dn paiz, de-
vendo recommeiidar7llie orespelto s b-is, nao po-
de mostrar-lhe esse exemplo fatal, nao capaz de
considerar nem de mandar que considerem romo
millos os bancos approvados, tomo nao aceitaveis
einjiii/o as Ma* obrigaees.
0 orador entra entao na queslo do direilo de
emisao, lamealandoa anarenia moral que reina as
mus altas regios dn pudor. Se nao fura essi anar-
ebia, nao leria elle no relatorio do Sr. minisiro da
la/enda, que lambem jurisconsulto, a seguinte
pirase quo nao pode entender: Faculdade de
enillir, que foi delegada aos banros pelo governo.
Na opinio do minisiro, a faculdade de emisso
< um direilo mageslaliro ; se alguem pode delegar
essa faculdado, seria uma lei votada pelo poder
competente, as i-amaras, rom a saneco imperial.
Para que essa faculdade fosse lima delegaren dn
governo, cumpria que 11 governo livesse esse direi-
lo como proprio : nauo.trndo o governo, ionio o
delegarla ? r.omn pois escreveu o ministro essas
palavras?
0 direilo de emittir lem uma fonle mais nobre i '''"dad
dn que uma concesso dn governo 011 das cmaras
gozramos delle como Portoguezes, antes da inde-
pendencia e da consliliiieo ; gozamos delle como
Brasileiros, depois da constiluico. Os lilulos que
entao se emilliara, letras, prdens, notas promisso-
nas. nunca oram de contestada legalidade.
Porqae do frito a liberdade .' o direilo, arestric-
eao a ncepcao :a reslriceo de osar do sen cre-
in
irpulados, llcou
requerimento.
liun-
: um,
, 1111-
que
3.. .-^.,........^,.,.u.,.v \iv sai uu sen 1 le-
do por meio denotas pymissoria* nu poda ser
presumida, era neressar que lei positiva a creas-
s'i, porque em toda a sociedade constituida, e com
a uossa conslituieo ainda mais positivamente lodo
licito, menos o que 6 pusitivaiiienle vedado pur
1 'i 1.
E esse direito to positivo que Indis 08 dias
esli sendo exercido ; u minisiro o sabe, nunca len-
tou oppor-se-lhe, nem a lal se ofoutaria.
Depois da expuso o desenvolvida dessa doutri-
"n.'orador lembra uma determinacao do governo
nundando vedar a um negociante da Diamantina
a omisso de vales de pequeos valores, Icvaula-
sr
il
A sessn na cmara dos depulado* OSlevo
lem animada : dou> uradores foram ouvidos
o Sr. Gomes de Souza, era favor da proposla
tro, o Sr. P.11,111.igo i, eonlra ella.
ii Sr. Gomes de Souza, que o auno passado lia-
via leltonni nolavel discurso cm favor da liberdade
'naneara e contra o exclusivo do banco do Brazil,
abundando assim na- idea* miuislei i.ies eulo eni
roga, si-niin a neiassidade de responder argiii-
rao de incoherencia que Ibe poderia ser laliada,
e 11 le/, recordando o lodu da soa opniao eraitiida
0 auno passado. C un effeila o orador j. o ame,
passado tihhn sido propugnador da conversibilda-
de. eiilendendo al que o banco du Brasil de'via ser
compellidu a dar ouro pelo sen papel, e n.:i papel
por papel II orador pois j u mino passado liavia
dado ,111 lia, ,i opinio que boje sustenta ; longo d.-
haver incoherencia, ba pnis a mais completa rohe-
retlcia entro as suas palanas Jo eulo e a sua
opinio de boje.
Entrando na queslo jurdica, o orador suslenia
que a iiilerprela. n nns.....lile nore,111.1 quan-
do lia obsciiridade no leiln de tima lei ou quando
parece ella incompleta ; a interprelaco e igual-
mente bein rbida, e at nee.11,a' quando do
complexo das diversas disposicos de uma lei, era-
l'ura eada uma de per si pareea clara, resulla al-
guma ConfusO ou loiilradii-i- ma issu u
se droin a lei du lauco do Brasil.
De feiln, se eaila uma de suas disposii-oe* pare-
ce elara, evidente qm- 1,-ndo elle p..r lim 0 r. s-
gale do papel-m.....la, para iiuisnlida
culanie, e lende-se-lhe, umrvlstas de
cedido yantageos, implica ronlradicco u liavcr-
so autorisado o mesrao banco para trocar os suas
nulas pelo papel que elle devia regalar, contri-
buiudo ainda mais para apresen ar-lbe em concur-
rencia uma moeda Iraca lunm o proprio papel-
moeda, desla art depreca-lo.
Invocando a lei de iSiC, que allirmou ao brasi-
leiro que desde que livessedous bilbete* de 25000
linha direilo a uma oilava de ouro de ti quilates,
' que habititOtl o govrrilO para realisar essa allir-
mai-ao, assim posta sob a t publica, o orador exa-
mina se essa obrgaco.passou em 1851 do go-
verno para o banco dn Brasil, encarregado do res-
gate du papel-raoeda, e primeiro eslabolccc eslo
dilemm* : ou essa obrgaco passou para banco
do Brasil, ,. ento cumpre-lnc execula-la e dar
ouro aos possuidores do seu papel que o preferir
rom, mi nao passou para o banco, e enln nao
1 'le .-,ie concorrer para desmentir a lei de lslii ,-
didieiiliar ,1 soa oxoeueirT)
Aqui u orador iiilepxnupido por grande nu-
mero de apartes e de apoiados, que coulinuam
em grande parle do seu' discorsu. No meio delle*
" orador aflirma que se nn pude admillir cunto
licito um fado que vai derogar uma lei.
Se ns bancos nu foroui "bridados a dar ouro pelo
*eu papel, se puderem Jiagar papel eni papel, se-
i'-lia que 11,uilas VCzeS podero jt.ig.u na
Hi quando devercm 20.
Perdero o embaraco que poderia cohibir as
suasemissoes quando excedessenio lmite da pin-
dn, -ia : poderiara emillr quanlo quizessem... los
aparte* que aqu o acolliem dizendo-lhe ''i'"-' |ssa
cmlsao nao esl entregue ao arbitrio do banco,
que lleve esio Iba no limite (lo duplo, o orador
responde-Ibes qm- a prudencia minias vezes] ira-
por a esses bancos nao eliegarem ao limite que
Jlu's e facultado por lei, e que essa prudencial ini-
ca se dar se as saas notas nao furem conversi-
veis 1 111 ouru. J
Aos que arguno iilam susu?nlatido qm- ao\gover-
no incumbe resgalar o papelrmoeda, a assim cum-
prir a obrigaeo d-.' tiiauler u cambio, ou o valor
de jyOOO por oilava dn ouru, u orador responde
presentandoo nenhum resultado dos esfonos do
governo nesse sentido, puis cerlo que, medida
que o governo fosse resgagtando o papel-moeda,
o- bancosiriam ampliaudu a sua emisso, de mu-
do a enchet com papel seu a lacuna que o go\ or-
no assim operasse, c isso assim continuara at
a
Austria no pode servir du exemplo nem do moslra
em -is-umpins balo-arios.
lia uma snperabiiiidiicia na circulaco, um oxees-
so e desequilibrio dn papel.
A circulaco du papel mi Brasil compdc-se di :lo
o lautos mil ionios de olas do lliesuuru. o exen-
denle compoe-se de notas dos bancos Ma, o papel
do Ibesoiiro por si nn o que con-liiue o excesso
eslava elle seiilmr du mercado : as emissoes Ifanea-
r:as, essas sini, que foram posloriores, su a, me
Irvuxoram e.--i execssii, e al depreciaran) o pa iel-
moeda do Estado.
Oque cases bancos lizerain, e de que lraram pro-
eilu os sens accionistas, hade ser boje admit.d
lanc,imlo-se o sacrilicin da depreejarao -obro o paiz nuezas lie uu
iiiloiro, ou ha de se querer qm- ess. sacriflci.....- pujad iodos
ta sobre os bancos causadores da depreciaran, | gg'0 pr.n je 0lns
11 na Gracia, quand
Entretanto cumpre reparar que, quando o Ins-
trumento da 1 areola n metal precioso, o lem va-
lor proprio, a sua superabundancia pouco dura, .-
exporta in m proporcao necessarla para deixar wi
. piando, porm,
a ino.ida- frac.i, conserva-so ella no paiz pro-
duzndo o, siuslros resultado* du seu excesso.
Por.......1 de-.e inconveniente, o papel-moeda,
creado pelos governos, 1. ni uma razao de exis-
, leiii-ia, uma defesa, a necessidade da circulaco:
flesde que superabunda, ha um vicio econmico
que cumpre corrigir.
N 10 s,. enganera os que reera na abundancia do
nielo circuanle 11111.1 vanlagem : a desiolu-rla mes-
mode uma mina de ouro nau iraz em resirltailo se-
na.1 a il.-uie. i.i.'.iu do miro, uu a eb-iacu propor-
cional dn valor iii, uiiiia, mercadorias. lss,, he de
toda a elernidade.
Em Roma, quando Julio Gesar invadi o erario
I publico, e reparti ntreos seus partidarios as ri-
rande conquistadora havia des-
lieos
de. Das na explicarn do procedimeiilodo governo cdo han-1 circuanle; rom a abundancia do miro da Vinerea .' estar engaado, quizera que suas conriccoes l'usseni
gusto de co da Inglaterra, quando ni cus,- de 1H57 se tez a x industria em Inglaterra multo activa, mais iltusoes, quizera que,passadoalgum lempo, o paiz
llenriques, Sampaio \ lumia, Salalhiel, Icmissou de I millioes da libras esterlinas inrotirer- ne> do que mu Pratica, c entretanto possue ella on sen- da- prosiniridades que o autor da proposl 1
(opinio e ; B8rnsa da Lunba o Diogo clbo. sivels, bascada na experiencia que liavia feitn sen- | mullo menor quantidade de meio circuanlo
r;.....Sr- '-'nao, que apresenlou um requer- lir que na massa da circulaco sempre liana essa
suoiina qm, nunca im levada c.nxa para ser ro-
cada.
Aos argumentos lirados do exemplo da Inglater-
ra pede-so em apartes ao orador que opponba o P"** restabeleeiT-su equilibri
procedimeillu da Vuslrla ; elle porm declara q 11
dos, ind,i_'aeijes e 111 1 1 >rilos em q...... liana firma- i
do, que esclarecessem a conseicneia e o
legisladores, t nu menos acalmassem a
os inleresses legitimo*. urou o .ir. i.arruo, que apresenlou um requer-
ministro porm aqui apresenlou o seo projecto I IDC,"P V?r* d"" i"' y projecto comraisso di
n ; descarnado para ir s commissoe* da casa. I conslituicao. Depois de urna queslo de ordem, eui
! que tomaran parle algn
adiada pela llura a dscu
los abarles que acolliem as suas palavras, e dos
- n orador se [elida, ruiielufl elle que a oppo-
sirao est convencida de que a rireularo deve ser
mixla, isto deve.cumpor-se de metal edobilhe-
lOS COBJ el'sIVels
E'continuandoosapartes, oorador admira-,. ,i--
que os qm- tem essa opin u nu concorden] com
ello cm aceitar os meios que a esc/ila metlica indi-
ca coma lie, es-arius quando em nina circulaco
dn desequilibrio il".-
110 sen- ii i, prosperidades que u autor
Ibe quer ufar, dlSJesse a elle orador .V
que queras esionar ; piizera que soure a esta- mvsia se di o loconrenionle
loa du Sr. minisiro da fazenda, mandada le antar : elemento* que rorapoem.
pelo parlamento, como o parlamento ingle/, o de-1 Lembra elle que a actividade humana naos,.
c.reluu para \V. Pili, n p.llz agradecido inscrevesse desenvolve a esntO o an acaso ; OS plieiiomeiius que
como fe/, na daquelle estadista : < No raelo de bn- della resultara sueccdeni-se, e delle* un* nao se
las dilliculdades, ucnhiim ministro fe/, mais do que oneadeiam ; nao uascmu, pois, dos que us proce-
elle drese,-r o ccfmmercio, a Industria, as .-irles. deram ; outrosse oneadeiam, e sao snecessivaroen-
Inlill/.nielile sua convieco que pelo contraro, o teelTeilOS e causas, llalli tira a observaran que ha
ministro cora a sua proposla leva o paiz a um decli- ''''s 'l'1'1 a razao humana, esclarecida pela experen-
qiiaudo'especialraenl. .
bre ,,s caplaes qm- ..elle se cuvotverara. mas s ,,,,,", ', ''v Al"v''"l^ "' ILl ".'^'"J"" '
-ubre uma parle ll"- lucos, naoquej Uvera,,,, mas .'', '' "^, !, "V"'^! '""'"" ^.^"r"
iciiuo iioj'. o ouro da California e da Australia
o l"U" qil" se calcule m,, :| || II aogmelHD que
e -ai iilicio nu recaa su
Iverain, mas su,,
as
ipie pretendan aulerir
11 orador e partidario da liberdade banca, ia, mas
quei a lixidez da 11......1), quer a eslablidade das
lorionas, quer, euiiini, honra e Bdelidado nos paga-
metilos.
A eslo nrador, ouvido con, applausos geraes dos
de ,11a opinio, e inlerrupc'ies qua-i conslaules dos
-us ad versat ios, mas pur lodos Com altenco, se-
re de desastres
Nes.,, quoslo oorador uo pertenco a partidos,
pe lellce ,111 pai/
Depois desse exordio anlmadissimn, o orador en-
tra na queslo- declara que a da interprelaco
esl inleira, que os sustentadores da medida pro-
posla nada lem adiamado. Desee lambem i d*-
cussao histrica, e como o Sr. Paulino citou
lordadc dn Sr. Souza Franco, cita a auloridade
du Sr. viscunde de llaburaliy, a quera pres-
la a, mais sinceros homeuageiis de considera-
c.io e de respeiln. (Ira, das palanas dess,- insigne
-1 estadista, auloridade capital na materia, minino
'. rlnrse Pfonptamei......levar- quc ,-., Coi lencaodos fundadores do banco obr-
ibjecius o mesiuo aconte- ga-lo a trocar suas nojas ei.....iro, c tanto que no
senado liaveudu sido iiroposi
existe um papi'l ronverivol ;
mesma mantera se,: equili- mos'mesmoMaVte nSr'amii
o superabunda desapparece na ,.........._..........,.................'..
iiesie.siiiijnins lempos lem lido o meio ctrculauli
no mundo, provindo dahi es-,, elevacao depreco
nos gneros alimenticio* que por Inda liarle se la-
mente.
Se issu acontece quando o meio circulante '. me-
'''"..... '" ainda quando mixto. Uto composto
era pane de metal, em parle de notes1 conversi-
o que naodeveremos prever quando o meio
Veis
guio-sc o Sr. Paianagii
. s; Ec- '"'"......';-!','" fwart. pois presl-1 circilante Mr"p"apel uconrersivel. e os bancos po- ma*exHiie"eli
dente da provincia do Maranhao, sent a necessida- derem umilti-lo desordenadamente?
10 cir- de de conierar explicando que, emlwra muito o no- 11,,,-, 1,.,-... -,
- nal,,.- ., poder acompanhar governn nesla q.res-: 1,. ,,'., i "?* P' Vn-
cunipriro.seudcierde reprsenla,,,,, d. na- enu r I t t' ''""i "* l'T"u ""' l""1''''"1
emitni ii.'siuden.idanieiite quando Ihe estao marca-
dos os limites das sua* emissoes. Do meio dessas
Xquestao antes de ludo o jurdica, quost&o de cunt
lei; e ronhecido o qoe a le di/, o que a lu quer. d Ii
I cede
I
ao.
uo podo admillir-sc-lhji' rnnlesteco
Us bancos 110 Brasil existentes.descansan) descansara na fdn governo ; sobre essa base'assen-
laram-se inleresses; o governo, protector dolles,
11,10 os pode enfraquecer. A lei dizOuro OU papel-
mueda. v simples leilura do artigo em que so tar-
ca ao banco a obrgaco do remiras sua, nula. Pas-
ta pnis para repellir a pretenco de que ser sm-
plesmente interpretativa a dcrlaraco do que ser
1 ninpi HeIii a la/i-i- u pagamento das suas nula.- eu,
ouru.
Nao uma interprelaco, um direilo novo que
se quer eslabelocer.
o orador passa a desenvolver cor,, diversos argu-
mentes dcduzidos da leilura da lei, do* malulos
do baen, ib, acrordo celebrado enlre o Sr. n,rus- ,j,, riil|l|J|;
1ro da la/enda de lN.,1 c ns direclores dos b.iniii-
eniu oxislentet na i idado o quo nram refundidos
no banco do Brasil, que uo I,,,uve nem lenca,, de
Ibes impor o onus da conversibilidade das suas no-
las exclusivamente en......u. Como, pois-; ba du se
Ibe inpor agora essa obrgaco
tenes o orador
'l'-iia, umie en
abe b-mbrando o exeinplu
um inquorifo a que se pro
laven,lu sido proposla uma emenda no sen-
tido de iiupiu'-llie essa obrgaco, foi essa emenda
rej.'ilada.
O banco leve por lim principal favorecer 0 com-
mereloe a industria ; o governo servio-so delle
para o auxiliar pelo resgate successivo do papel
moeda na razode 2,000cotilos por anuo,/ na sus-
teutacuo do padro monetario.
Ilouve p lis um contrate synallagmalivo sobre
essas con.iic.'.ies: como ho deestas soriniovdis
por va de interprelaco ?
Tanto nao lei interpretativa que at a sua for-
ja tivoraos uma lei nlerpre-
i laliva, a doacio nddicional ; como foi lanzada essa
lei ia palavra aJ, dizossa le, em sua redaecao
interprelaliva, deve ser entendida dale modo.
(i projecto uueliojc se discute repelliria uiiu re-
d.iC'o dessa forma.
i' em que circitmsiancias quer-se assim alterar
sscondiccoes da existencia do banco. Perdcrmo-
i-i.................
preferido pelos legisladores
'l.iraiu a fuqdaco dn bal.....
ia ouro. hit mercado, o le-
ceiliu- ,-l.i,,, .,...:, i c,.,ui.., .-,-, uu e.i-i,-i ra gu lateo. terueill o-
', le.ni'iiu.es deca,,,,',-,,,! que o baen ll4 [h.st,- ,, iulUlar ,........
e, ,'w i' i' 2S..*" M 'vemplo inieiro fall*-se consla.....mente de lio-
Sl?!^^ 'i iI">""";- ""-ben Peel; mase,,, qnecircumstanciasal.eruultu-
> im" n V. .'i I I V"' S" -""''";-''- berl Peel as condicocs do banco inglez
'aiii. Mitao ja dar uma dcpreciacau de tu u .. .
ni ii ii as nulas do b......u, e forzoso foi suspender
:.....'iao : o remedio nao foi cmplelo, cumpria
que igualmente se recolhesse uma parle das quan-
tum emiltidas.
Continuando OS aparte
amor dess.,, oscilaroe* d,
da, algtimas legisla oes.
orden
obrigi
, o orador diz, que mr
valores detidas uioe-
uossa anliga, a das
"es, dispiinliara que so cumprisscni as
. es pecuniarias, nao pelo valor da un.da
ta do pagamento, mas pclu seu valor do dia
Primeiramente era no selo da prosperldade da
Inglaterra, em que mis nabalo causado seria ne-
cessan intenie amortecido; cm segundo lugar sa-
bc-se que u baen de Inglaterra vive pur conces-
s.i.'s lemporara*, renovadas de praso em praso .
Peel espcrnii que llndassc um desses praSOS, que se
Iratasse da ronovacao delle* para impr a re-
forma.
O nrador sustenta que ao governo ; que inicom-
be i, desempeiiho da palavra do governn que pois
lendn ,-lle lixado o padro monelario, edeclarado
que quero possuia 4$ em notes do ihcsouro linha
lireilo a uma oilava d.
I roseguen) os apartes entre os quaes d mais re-
pelido o de que o governo luto de resgalar o pa-
I" l-m.ii da na (azo de IgOOO por oilava de ouro.
!eu'ie'un!"i' ,"7,,;l"''" ossa divida do papel- as dado-se deprecacao anafog.....s
-- ... legado funesto que o paiz esl souren- ,.....Vl/, c a opinio dos memorescc
litro, riimpria-llio tazer
ta promessa, evitando a deprociacao do pa-
raiubeui tas Anltlbas liauce-
chamados
monistas
boa a sua prontc
pe dn(lltesuuro
lido dessas previscs serian legaes, uo porm o
que se quer. .
ii banco du Brasil npoia-se na rligo docnnlra-
1 ni i" da b i ; na oulros apoiam-se na c du gor
remo, Se o Sr, minisiro da fazenda, Bel s suas
convicroes upposlasa liberdade banroria, uo quer
admittir esses bancos, cuja existencia perturba as
en,ubi,,acns eco,,nunca, ba-eadas na CXislenC a de
un banco nico, cnli.....ra mais franco declara-lo,
e mm procurar acabar com ellos, mpoiido-lhes um
unus qu,. nao Ibes foi imposto na opn -i da sua fun-
daeo, o onus do troco do -en papel cu ouro, onus
,, que esses banciis, a quelll llu C rule edlila -olla.I a
emisso simples, nu podero *ujeilar-sc. baen
du Brasil ao menos lem a emisso dn duplo, e cm
cillas circumstencias do tripiu; pude, pois, sem
ludoso mais iuiquo.
Aqui cite o orador a auloridade ue Jcffersoii : na
oreasiao da independen ia dos I alados-Unidos re-
i esse sinistro imposto, V principio as
nservaroni ao par da prala, mas logo a
foi siniiu iu rpida que ns 72 millioes
I.....Ha iepie.-eiii.ua j i'i.ni -valan
correu-
notas -. i
di'cadem-i
de dnllais
uma unposicao
pagOU anu es,,-
mais de t inilhoos: fo^ m,
de 66 mili.....s de dollrs que
prejuzo.
Esse imposto que luip- os bancos us lanran,
nos e os nussos consliluintes o havenos de* pa-
gar.
lluliiplic n-s as interrupcea durante essa x-
posiro, o mador diz qoe ellas o nao sol pro,, .
pie Iiiiji- se da, q
nu excede a 90 rail eonlos, e o muvimentO enu-
mere,a I i- de quas o doblo.
Reronhecc Dorador que ns banco* no crean) ca-
pi.ies. mas faciltlaudo u crdito, habililandu mr
niein delle a arro industrial, preslam eonsideravel
beneficio; nem ve elle os pongos qm- se aliguram,
uo os v rae,ni,, na liberdade bancaria, quando os
bancos nu poslem fazer emi -s desordenadas,
devem conier-xc em liiniiie, determinados pela
prudencia, sob su fin cutes garantas du responsabi-
lidade.
A pnipu-la ainda uo est rolada : mas basta a
SII.1 8|...... lila. .i.'i,na que \ i Ha j de ,l;;ul,i lla-
zendu snislros resultados.
Se quanlo'ao banco do Brasil a medida proposl
dora, quando a questao to grave que na In- uo sendo interpretativa excede os poderes do Ie-
ia, nao pude repellir
Km um paiz em qu
a circulaco un- ,i
brin : o elemeulo qn
propor, o da superabundancia
Km um paz ......pie ha um
s ha dous recursos, retirar d
it au- I11'!, ou procurar conciliar 03 dous elemenl
deiiieraeiite, sera grandes Iraiistornns nem saerilr-
cos, siibsiituindo-fhe ..... papel conversivel
l'ni e-se ,i systema preferido pelos legisladores
do Brasil quando decrel
Nessa poca appareci
gi,ladoi' dalli COncluill que a lliassa de papel-llioe-
d i eiislenle na circulaco j era iiisullicienle para
servir o moviinenlo de valores que se cllecluoii un
paiz : e appnveitendo a opportunidade, tratou da
creacinde um eslabeleciineuln de eredilo que rom
papel conversivel viesso satisfazer a essa necessi-
dade de iiieiii-circiilanie, e ao mesnio lempo me-
II,orasse a circulaco remndo por esse seu ppelo
papel inciuivi rsivcl que nella exista.
Toda essa exposirop do orador nterrompd*
por apartes, entre os quaes o mador mostra que a
tendencia permanente de nossa legislaco "i dar
estabilidade ao meio circulante : que essa tenden-
cia appareceu na lei dacrtaaco do banco; que uma
lei uo deve ser entendida de modo a eonlradi/.er
lodo um svslenia de legislaco; que eiulim o en-
cargo laucado sobre 0 banco da retirado parcial, dn
papce-mueda (icaria prejudlcado SO essa retirada
losse simplesmciitu it'la siibslitiuco de um ppela
outro papel.
He lint a|iarle que Ihe dado declarando que elle
argumenta no principio da nnidade bancaria, que
a sua doulria econmica, o orador se serve para
allirmar que a adpeo da conversibilidade necessa-
rla indispensavel ou para consolidar a nnidade
bancaria, ou lar-a dar um correctivo em bem dos in-
i.-ress.-sque irendeiii ao meio circuanle, plu-
ralidade bancaria.
Tein-se afllrmado que o meio circuanle nao esli
depreciado, ou que pelo menos risso problemtico.
i) orador sustenta que essa deprociacao uo duvi-
dosa, que o. cambia a denuncia e allirraa Seso
apreseular un, individuo enm < de papel em uma
das nians, e na oulra cora mua oilava de ouru,
inconlestevel que por esse ouro comprar mais do
que cora aquello papel, n faci pois, da depecia-
co, esl irarado, porquantoaleidiz que ije igual
a nina oilava de ouro.
Raso phenomeno altribtiid'n pala oposicao i es-
cassez, domiiii, e nao ,i superab|uidancia do papel.
O orador passa a mostrar a iuexactid&o dessa pro-
posieo; mas .tules lembra que em discussaoe em
circumstencias anlogas na Inglaterra, havendu um
orador sustentado a mesma opinio, houve quem
lourasse o sen patriotismo, mis nao quera deixasse
de censurar a sua opinio. ,
A moeda o denominador commnm de lodo* o*
valiees. Iju um paiz era que badilas mnodas di-
b rentos, a desproporco entre ellas, a sua supera-
bundancia, nao inde -er determinada pur numeras
lixos, resultado uin,.....mparaco cutre seus diver-
sas termos miro papel olijei-ius a comprar.
Desde que necessario mais papel do que ouro par.,
comprar os mesmos objcclos, ba superabunda de
papel,
Ouanto ao excesso d i iraporta^o sobre a expor-
lai-o, o orador examina primeiro o que ha de exacto
nesla proposieo.
\ relatorio >\^ Sr. ministro da fazen I i v que
.i- valores importados no anno de 1858foram de....
1:10,000 contos. o os exportados foram de 96,000
pon is, b.iveudo pois urna diflerenca de:l4,t>00eon-
los, a cujn pagamento so otribuc a dilllculdad
i ,ssa aclual siiu.i, au
Mas, primeiro repare-se que esses'valorea nn se
poden assim i oraprar: os objectos que recebamos
pela iiupuilacio nu Imliain no paiz quepan aqui
Ouanto aos oulros banensj o orador, fatigado s, l;)
duvida pela diseiissn,,, j leudo chegado a boa,
nada diss.
Hontem nao honra sesso n senado-par falta de
numero legal.
Continnou'fanlom na cmara dos depulados ,,
segunda disruss&o da proposta dogoverno qm- lixa
as for.as de Ierra para o auno linanceiro de Im^i ,,
1861. Orou o Sr, minisiro da guerra.
r.onlinuoit lambem a primeira d-cns-o. do prn-
jecto que eslabelece diversas prnvidencii), sobre
bancos de emisso. Orou amente a Sr.. Aacnado
Coelho.
Ambas as discussoes ticaram adiadas.
O debate honlem D* cmara rauanu un pourv
de terreno ; ein vez de tirar no campo das qu,--
loes jurdicas e econmicas era que o temos \i-
passou um pouco au campo da politica, embara
com toda a relaco s questes Bnanceiraa,
t.oubc a palavra ao Sr. Marlinlio Campos, pi.
comei'u'i cura un exordio sobre o ala pie contra
elle dirigido pela iutprensa iiiinisleri.il, contra CU
jas invectiva* o orador proteste com o faci de i i
oleicao, emque nao interven) a policial
u constante Ihema daobaerraces de s. Kvc.
a lalla de esclareciineulos em que o ministro em
ssumpto.de tente ira torteocia deiiou cmara .
o minisiro nem anllenos qoiz que a cantara lives-
se para esclarccer-se asluze* do conseibo de esta
do, nao quzcommunicar-lhe os parecer* que ba-
ria elle interposto.
Mui diverso oi o pocedimento do ministro in-
glez Roberl Pecll, cuj iniagein parece ler a moli-
\\.\ de alguem. Anies de apretenur sua proposla
pata reformado Banco de Inglaterra, Peel (m com
que bouvesse, al com dous anno* de inlocedanria.
uin inqucrilo, que nao foi ochado sullii ii-nle, b.iv.ii-
du ao depois outro : em Inglaterra, nessa ierra de
todas a mais rio em economistas, esta* idea* de-
ram lugar a diuiiiriio- esUidos e multiplicadas pu-
blicares, Peel aprese dou-a* ao parlamentoapoia-
das era uu, relatorio desepvolrido, eapoiado emio-
da* a- desej.neis ililo 'lliacoes.
Aqui I. mis a palana dn Sr. tllinislro da a/. oda
c a auloridade do Sr. reonde de Iiabotabyl Nem
um auxilio, iieni.uin esclarccinie.nln \,, relatorio
do Sr. minisiro d.a fazenda apenas ba duas ou Iros
paginas de va deca,jaco r-
Tem-se dito que o pmjecln examinado polos nove
memoro* de fres eommissoes, s tevecontrasi n
vote de dous dos cora uissarios ; is,,, inexacto :
lia, primeiro, ll voto em separado dees doa* inem-
bros das eommissoes, vote multo bem pensado .'
concludeittissimo : mas alm disso, o Sr. Iguiar
,u com reslricroes, Ora, as rcslricroes op-
posl i- por uin dislioclo jurisconsulto que com lan-
o tlenlo oceuna Um i c* letra ein uma de nossas
escolas de jurisprudencia nao podem ajsenter
nao em um ponto que exclue, da sua parle, luda
io ao projecto Quinto a oulra membro, o
sr. sampaio Vianna, den elle uma alte prora
independencia do seu carcter no voto appacado a*e
apresenlou, D3Smedidas que prppoz, e qu\ o collo-

MUTILADO
A
dn i- na i \isieiiie nao | eio de tal depre. .
Iii questao econmica assim aprej
arad.ir qu i, ,|,-, lara que mal
locam os o ic com a Sr. Piran uj nd.-m
encarar na posirn dejuzes; tntrelaaln oorador
declara que aOS que a allegan Cnllllapor elle l.iri-
bcni uma lei.
yutes de ia/.-lo, porm, ao* qm nann-
eipio jurdico que te .leva aempre aulaadcr a le
no sentido mais benigno, -11. decter -
de que aceite esse principio na applieaoaa das i'.,,
que o que mais benigno a uma : -, nui,
oneroso oulra. \ iolerprelaru n, ., --
que das palavras da leiresiiltsm dual 1111. -111 -
-1* : no caso actual nao te dao meaie .
porm ires.
lailn com o DiftHo o orador i!, line obrir
cnnira a le fazer a que ella prohiba : obrar
em fraude da lei fazer O que' ella nao qui/ q .
li/.esse, emb.iia expressamenle o nao probibissi-.
Isto poste, sustenta, no meio de a;,a,es que -e ',
multiplicara, que o banco pagando o seu papel enm
papel, embora pateca Bear nua termo* d lei, m.-
la u seu espiriio, o peasamento con, ana m m-ii
lilnido
DepoisdaleidelSiB, a papel moeda la n
a lei da iiistiluiu d binen nu e unta evpi -
indefinida, lem am valor legal, positivo quei
i; iiiina oii.ua d......ro. tira, d o baaeo uma ui-
lava de uto p,,r i; -
Acompanhando as rireamsteatrUs .da apoca era
que foi funda,o obanco, a, palavra* entao aroferi
das polo minisiro qoe prapoi *** Fuatdacie, ostei
'Sino dellas, a/ sentir q,,. ,, peu-inietilo da
conversibilidade sempre esleve em teda* asi
,- I 'os, quer quando o Sr. rlseonde de Uaborah ,
i papel inconvensiiel dtt^ q2havia reconberido a oppocteinidade
,si'" P- | inslitiijeo por j apparecrr na circula,,,,
~ I metlica, quer quando estipabM que i buco li-
ve- em seus cofres um lastro metal,en, em mi,..
da ou em barra, para icrorr.r as n........ -
Iroco : e einiiqi repele e reprodaV, ao man
contesta, nes dos sens ,,'iutlrarios, que na Hngn I
legal dn iu/, as palavra* moeda rorrenl.
SU* delinii.....i le de L84C : i- igual a uma
lava de miro.
i


a
Diario de Pernamboeo Quinfa feira 14 de Julho ?*
rain em eoropleloAsaccordo com as ideas do pro-
(i 11n.
vi carencia do dados o inf.u macos, que o mi-
nistro iijn quiz dar s cmaras, o orador, que do-
elara Dio partilhar da apiniao dos qu6 dosaeredi-
lam os dados estalislicos orn"cdos (irlas uossas
n i-.i 111, ."m-s publicas, e os mappas que aoompanham
os relatnos, rio-se obrigada a colher informa cues
Bacagc coulra a mdicos a os seus rereituarios
mortferos, por es| rilo da classe, desoja qno S. Exc.
evite a appleaeao le laca cpi'igr.immas e abandone I mili
o bou projeeto.
Se o governo quurregular asoperaresdo banco,
fara-o dentro dos seus.estatutos o das obrigaodes
do scu contrat-
se acha que o resgato do papel-moeda' como so,
i" aiurniiiro un projeilo de lei, aulorisando o mes-
lo governo .1 routrahir un emprostimo de dons
para o gasto da guerra.
Nu rebebemos noticias directas do Paraguay.
; Pelas folhas de Montevideo remos pfriu que o go-
bern daquella repblica coh-hrou uno o Sr. I'ena,
plenipoleuriario do da onfcderaeao Argentina, mu
tratado do cxlradico pata ... desertores do exerri-
que o babiVilain a duvidar da cxVctidiio das que o' osial.cleccti'oiu 1853'JJ lcnio oc'onvm sor acedera-, tov da mai 111I1.1 dajpuerrac mercante de ambos os
Sr. ministro aprosenlou. I do, poca nosse sentido as loros o o voto da enmara, oslado.-.
m, por exemplo, o ministro calcula un; So o ministro enlende, e nisao esti de accordo ol O presidente Lpez achava-sc enfermo. Eucan-
M.joo cotilos a inassa du mcio circuanlo existente orador, su na actual organisao banoaria nao c a sequencia disso, expedio oseguinte decreto:
no paiz em 1888, sendo dcstos corea c 30,00(1 em mais convoniente no pal* c aos proprios bancos, O presidente da repblica : Nao llie permillin-
nuro : calcula igualmente Tn\JW,tH)0 onlos o lucio ; aprsenle urna proposla a esso respeilo, que ser [ do su 11 gaude alferlada continuar por mais lempo
r ri ulanle boje existente. aceito, estodeda e tlve admitlida con applauao.
1 Ira, au orador cunsla que a somma do mcio en- ------------------
rulante d hoja do 0T,OuOconloe, nuaque tem-ae I lloniem nloboure sestto no sonado por [alia os
de descontar delte 13,000 conloa que Relio servio-' numero legal,
do de lundo nos diversos beos ; e puis apenas li- ------------------
cam na cireulacao de 73,000 contos, somma niuilo A cmara dos di pillados approvou honlem em se-
infi-rior de 1853. o discussao, depoisdeorar o Sr. I ramo doAl-
,\ una observarn que em mela roa Ihe dirige o meida, art. 3 di proposin do governojiic nxa1 as
mil Sir, 0 orador respondo :So osles dados s.'io [oreasde Ierra para 0 anuo linanceirode Islilla Itfoj.
inexactos, mais ama razioteuho dequeixnr-me do Entrando em disc sso o ari. i". Ilcou esta adiada"
\. ixc, que nao quiz habilitar-nos rom os dados pela hora. armas da captol an coronel da iutanlarin da prava,
oflleiaes. Em seguida continuou o primeira discussao d.....idadn Venancio Lpez,
V a prsentacio desses dados, pan habilitar a ca- prnjeclo que ostabelece diversas providencias sobre Ir. Os cid idos 11.......ados nos nrligos an-
mara e estaboieccr at mesmo a nppesico, nao bancos de emisso. | tenores gozariio dos sidos mensacs estabeleoidos
Sr. primeiro secretario perqu esta liulia sido ela-
borada fin scu seio,eagoraa dircoloria 11110 fa/ia
mais do que levara presenoa dos poderes do 1-1,1-
do urna maiiifestaco dos accionistas do baen, reu
. 1.1 livor uno se pedia, ora obrigacao ; 11.10 osla
moa no lempo em que a parcialidad poltica dis-
|i'i sava indulgente os ministros do Irsbalho de as-
111 esclarecerem o rolo das enmaras : boje mais
dii ii I o laboriosa a posii .. de miuislro.
Nem so inlgue que o orador recorre a essas quei-
nnlra falla de fnformaees por estar em don-
Ja quanto ao projoejo; nao, lia de rotar contra
olio, visto que nao osiove em suas mios evitar que
oo apiesentado, o que ja e um grande mal.
Sement mostra essa insistencia, porque ao m-
ni-iro b?ria sido facll eolher todas as informaroo
lirn somonte o Sr llartinh'Campos, que con- polo derroto dosl
cluio seu discursoeom a soguinto 1....."ao: Arl. 5." Ipi
l'roponho qui a cmara decida previamente so ras da mal
slariin sentido do priij"olo oro disous- I presido.....da rep
sao -.ni ai rordn dos bancos 1111111 prejuizo doscon- maos n juraon
e se se pode legislar eom prejuizo dos direilos dui
sociedades rommi reaos baucarias, constituidas nos
-arias, satisfazer a quantas Ihe toram pedi- '' rdrle.e nas provincias na confOrmidado do rod-
- Ihofaltou vontade, o deferencia para con, gorommercial, si m accordo dos mesmos cindopen
j 1 amara.
Recordando a declarae&o feila por S. Exc.de
Iralos [eitos em Is:! entre os mucos r.nminereinl o rtenj rlns ros| octivos i'mpregni
do Brasil, cnlAo oxisteutes nosla corle, ......Iros Vrt.fi." l> n-vi-rendo bipu do r.oriro o anxi-
banroe das provincias eom o novo banco do Brasil, liar do l'araguaj as nnloridadi-s rivis e militaros
o entre pstes o o ministro da fazenda u Sr, Joaquim. conrorrere h solemniade do arl.....enrinnado un
.loso Bodrigues l'ino-, l,ojo viseando de llabnraby: artigo anterior.
r'1.11,1 nio, .-i.-. Main 10 de 1tC>9. I.vri.o-
J.VxroMn l.o'iv. \irotaa Yastfiez.
\- o.iio 1.1.- do 1 lulo oto-.domos un Jornal de i
do lorenlo lomos 1 a rresi entar uno o goven n da-
rorloria, rircumslancia muilo allondivel para dj
Iruira contradieco que se enxerga : e prtenlo
que dreeloria nao correra dcear nao resignando
o son posta, n qual poda muilo beiu conlinuar
a ociiipar
Pedio a pala, ra fin seguida o Sr. Juo Jos dos
liis o deelarou que 11.10 pretenda discutir as pro-
poataa apresenladas por entender que ? assemblCa
decidiro se ellas iatu de encoDlro rcpresenlaco
eom todu u peso do despacho diario do govento, el dirigida aogoverno pula directora do banco : mas
alinde cuidar do seu reatabelecimento, rom pre-1 que, obedecendo ao devor de responders censo-
ria audiencia o deliberac&o do 1 onselho do estado : ras que a osla dirigir o Sr. Bibeiro Silva por nao
Resoli i. b pecreta : Arl 1." (i cidado Mari- f ler consultada n assemble aun-- do obrar de molu
no Culi/alo/, ministro da fazenda, Dea nomeodo \i- proprlo, julgava salisfaze-loinleiraineiitc lemjiran-
cc-presidonle ocidenlal da repblica no exercicio do que os estatuios do banco runferem
do poder execulivu. a essa faculdade, sem previa consulla do -
Arl. '2." Nomea-se para sccrolario do gOTcrno accionistas,
o cidado Francisco Sanche/. Nesle ponto foi o mador interrompido pelo Sr.
,\rt 3." Encnrrega-se do conimando gcral das | llilieiro Silva, que se diss- penalisadn por naoter
sidoourido pelo Sr. dii -. alias vera S. S,
que o seu voto de censura nao so dirigir repre-
soniacao allioiola. mas iinicamonle illiislrada di-
rectora, por nao terna prpceilto conjnucliira con-
vocado a issi'inbloa geral como lio do din^ir-se
/ob SI altos pm i lado.
iiSr.Joo Jos.do* liis, lermii seque
quanto s priiposl is em il n.y-o, u u la\a i opi-
n'.n 1 naii, oiual rio ii00 .1 iliroctiiria, n o:!.'mo a-
derisocs da assouibb'a, saheria cunipru: 1
dever.
1 acerrada a discussao, requeren oSr. Virosa no
a volaoo das proposlas fosso l'oila por oscrutiuio
M'i lelo.
Piiioidoiolo-o a 1 -o-, 101 approvada a proposla
'! Si Di. V/ambiija, por 7I volosconlra I3.i.
1110 da deprecia...... mas por -- aiv ui-ino lo .1 insiuuacjies de algons prelus forros, que jior
multiplicado por lo, lermu da velocid^de das evo-[ali andn ntilulando-se feliceiros, o aconselhan-
do o suicidio ao- mfoli/.i-s escravos ionio moio do
da mooda.
-mi, dada actualmente
una depri i.ii-.oi d.- lu
nidos alias pelo seu molu proprio, e nao pela di- 1.....:enlo na niassa do papel-mnoda ('alculada em
os sol -
dala.
onlar-so-|iao amnnha II bo-
snia da residencia par ico 111 du
.iil'lo'.i, nkim do proslaroiu na- stias
ilo da le para entraron! uu exor-
1,000 contos, a depiociai ao nao siinplesnienti
do '.i 111111 ionio-., poii ni a i- 0,000 contos iL'piodo/.i-
dos do/ \ o/os.
Enldo o orador passa a ler, transcripto do um
autor, um esboce dos males provenientes da dopre-
ciai au do pnpel-moeda, e termina dizendo que
elle um imposto horroroso, um imposto que, para
Jar ao banco l.niKl contos de lucro,sobrecarroga o
paiz com um prejuito de 00,000 contos.
l'ara provar a sua assoroo, o minislro diz que,
sondo o excelso do papel-moda de 9,000 contos,
os bancos desse excesso aponaa tirara t,00d coutos
dejurn ; os o lio ro dos seus accionistas; mas
csse mesmo ,:\' esso ro[iroduzido do/, vezes polas
ovolu'r. da cirCulaoo van causando por onde
pn--.uo um piijui/o i^unl a Oii.UllJ contos, como
licoii demonstrado.
Infelizmente esso systema tgual nodo Adig -
na da l.uizana, que, gara eolher o duelo, corta a
arrore pa a raz,
Entrando na apreciarn dodireitn que s
liaucos 'loi--'.it- reccnleiiiei 5, u orador
101 oiilioi o qoo a tarefa do governo, xeladordel
OS pul 11. 1 tolo-, --1 -. o 1 o!o lll l-!'i> '11,111 lo poSS
,11. -i- 1 .ola nial' *. quando, porm, iiu-
ol ossa i 0:0ana'.''. prevalece o inloresse [in-
\ dem que < inleri se pat lien
501 rospeilado, resbalando ogovnnm lodo 11 pa-
l-inoeda dn I -i.hIh, S. I \e. ri'Sfinnde que nao .
1 1 1 10I que daina a rirculai o que 1 -- papel
loi ti ionio 1 oi.1 :ii-ulio uni p.ua 10,001 11-
do
que rcspcllaria os tactos consummados, o orador
lamenta a demasiada condescendencia com que
aCeitOU urna dea que nao era sun. que Ihe foi im-
posla a do projeeto, que envolve u esquecimenio
ib -uas promos-as formaos e respeitadas pola im-
1 rensa ,
A.jiu .liiij.-o o orador aos Sis. viseondo de
Abael o barao de Muritba, que sai das mais pu-
ras o invejaveis rcpulacSes da nossa magistratura,
o lhos podo o seu apoio para restaurara tuipoitan-
jja o dignidade do pudor judicial, v approvaoao
do--o projeeto envolve a declarar o qoo nao je-
mos poder judicial, pois que esso poder deve sor o
correctivo conlra o abuso do parlamento que qui-
zerfezcrleis relroaclivas, leiscontrarias conli-
iHieao, leis olfeusivas da boa fado governo e do
pai/ nos mus oonlralos.
Convertido em le csse projeclol que modo ha-
veri do cxeenta-lo lnlervira a nolicia o aforen
armada contra a directora dosbi.....>s que Ihe nao
qui/ei'oin obedecer : o nao lho devoran obodoi-or,
porque a obediencia a onlens llegaos, nao s nao
i' dovida, como at 6 crime 1 Mas nao estamos no
dos Mapoleos, nem na epi ca das violen-
cias.
Oever-so-ha pnis recorrer ao poder judicial ; mas 1
poder o-io, para julgar do direito dos bancos, re-1
correr a oulra oousa que nao ao sen contrato com
o enverno,que lhos impn/ obrigaees determina-!
i!.i-, o lio- assegurou urna pxisteucia detrinla an-
uos?
Virusa o orador ao minislro do multiplicar li-
bollos do acensa, ,10 coulr.i son autive-sor ; no son
relalorio, nosariigos cscnplos debaxo de sua ins-
piracao, nianiesia-so o.-s,i tendencia : lambem clin
ireco no modo por que o ministro quallicaa
faculdade do emisso ds bancos por son anteces-
sor approvados.Sao delegarcS da faculdadu do
o nillir Nao repara S. Exc. que coiu
iio oiTende os seus melbores alliados
-oia. .l anies de-sis li.t\:,uii si,lo ftpprovados
o iiros bancos de emisso; oproprio minislro o
l.-lo leiueclondo ao banco Corneli l'illio o
Comes o direilo de emitlir lotros hypothecaras ao
portador; o oqueisso sanio o mesmo que a
ei n-s,:io de noia- ao portador vista, 011 de pra/o
o." o lixo So o caracterstico densas uotas passar
denlo do desappropt iaco por ullidade publica,
Sala dassess6es,a do julho de L800.Jforliu/iiJ
neutral que
do 111
ilevem .
*0 paquete ingloz Ucrsej/, entrado honlem do Itio
da Pial 1. lroo\e-'ios dalas do Buenos-A\res ale
2~ 1 de Montevideo al" DO lio me/, lindo
A Repblica Oriental prosegua em perfota
nao obstante n proxiindade immediala dos lisia-
dos 1-111 que actualmente se agita o fado d^ guerra.
Piel o seos pnneipios, o governo oriental mau-
linha-se deliberad!......ule un pnsi
coiivpni n um p.i./ novo, lu chi i'
como do amargas tfcos, que Ihe
horror ,'s lulas u ale iaes.
Iloa.s-oniiu linaluieule n grierno, chmo e
nha aosTnioies-e. o digniiadoda' Bepuhliea, a
admiuistraco exelvsiva da alfandega, que, como se
. era virtude de contratos anteriores, estara a
careo un sociedado denominada do lss.
Pala esteiini. por intermedio do enoarregado di
negocios de S, II. BKlannica, colebrou o niosnn
governo um accordo com a referida sociedad.1,
obrigando-se a 1 nln gar es a a- rendas dn papel
sellado e patentes, dorante o lempo preciso pira
amortizaran dn quanlin .le qoo o credora.
-V commisse ce fazenda do senado deu o .011
parecer, conio se esperava, favoravel ao cr.nl;alo
sobre n .lvida da Repblica, celobrado no.-ia ;dr-
lo oiilre os Srs. aaiao ilo Mai o |t. \ii'lre.s La-
nas, considerando essa negociai ao de iminem
noticio pira o paiz.
u sedado approvou o dito i'o'nlralo, cuj \'
em o s depend! agora da sancoo do po.br exe-
culrvo, que seguramenlo uo se domorar,
lu virtude do acto de que nos occuprnios, a
divida do Estado Oriental nao excedo do ivnco mi-
Iboos de i' -. lories, Rooudo o- jespecliios juros
ii'lu/ulos a nonos de lie/enlos mil osos an-
nunos.
Todas as rendas prsenles o futuras, destinadas
essa acensa- I'-"'' aquelle sojvicu pelas enmaras ,1o general
os chofi'S da I o'uos, e-lao luios, Peni e uno lo.no iseulas de
qual piel 0110-. e disposiciiu da n.o a. ,- lonas
o pli.pil.d.ido- publicas li_\[ olheeadjs guiilionle
pelos mesmos i gisladores. \ datar do da l\ '!.. discussao
', em q .o leve lugar n appruiacao dosle
rontralo, nao lucia .-ido |i i-.-ivel reuiiii-.-o mais
.1 cmara dos senadores em Montevideo.
Pal. ce uno 11.1 so-sao des-e da, om l|llc devia
quella repblica, por 11111 decreto, lornou a abiir o
I Oilinolilo do- (oolos do Slll.
I ni Valparaixn letelugar um aeeiitecimenlo de-
ploravel. .Na m ile do 0 vio ionio ultimo -en in-se
juina loirivol exploso, voando eom ella o parque
do arlilharia.
II deSCUdU d INll -o!.lado 1 causa de ipie -e 111-
loioliasse o pal.l da plvora, I iodo/indo n loolle
d'-O pe.....is.
1 n'.oii lloniem dos portes do Sul o vapor Pi
iiir./, i, ;o dai is ilo p. :io Vlegre al
0V. do, o do llin brande alo o do cor
uni.
Nada <]< nlere........rrora na provincia.
ttauei..... /.'.mi. le.e lugar aulo-hmilem a
01111 .10 extraordinaria dosncoionslas do Bm o., do
Brasil, requerida por alguns desi.-s directora.
Oceupon a jii'sidoiiea o Sr conselliejro O
11 ai val!,,,, o -.1 mi......le societarios os Srs. depula-
iio \ malo o l'ires d.t Silva.
Abolla a so--01. apiisenlon o Sr. Ilr. Azamhoja
nina proposla a no -a, para qoo a droi loria il 1 Bau-
, 10 li, a-so orea 1 .-aila pola n-s.'nib'oa geral ib 11.
accionistas do representar aos altos poden-, .o 1 .-
! lado imilla as medidas linauooias apresenladas
oimai'a do- Srs. deputadns polo Sr. ministro da fa-
zenda, no da l do passado '; demonstrando nos tor-
mos mais iv.-p.-iii-. -
I. c.iuo ,.-iae. 10......las forera adoptadas flcan
v ioh da a le; da creaco do Banc : r por
eon-i pioncia lainliem violado o contrato celebrad..
entro aquello estabelocimeulo c o governo impo-
So 11.1.0 dji manir silencio .la cmara, loroou bo-
je a palavra obro o projeeto acerca .lo me01 circu-
lan!.- o Sr. ministro da lazenda.
s. Exc. em.....uu por declarar que o governo nao
so di-sii.mi.oa as dillii oldades que alliolilava 1 nln
a apresenl.......I.--. projoclo. l'reconceilos, in-
lorusses mal eiilenddos, ideas falsas, que nc.slo.s
dons ltimos uniros .-o lem propalado, o .om qno
1. oo.-v airado o espritu publico, ludo la elle
11 .0 fronte.
Ammava-o, porm, recursos o(uo liuha : con-
tra aspi'eoccupao.'ios,a lluslrn.o da ci.....ira e ..
, bulu si is< de pa./ 00ol.1 o- oii. 11 --1- do algnuias
oinprezas, iuli-rcsses parlicul....., o rraiide uile-
I -.' do i .1,......
I anlo do mi. 1. -- 1 1!
os, nunca 'cousogutria n menor ridorma : a
. II iSSaS II. I-lado. I.....loa-, a .--
-i-' IrallCO, nao 1.1,.1:11 sido ai..... .lila- -e I. -o 1111,-
. -i .- e ll-
. paiz : que o.-.-
-1.....' o-, o.'........pie
o paiz retirar-so para
que o prujecln impo
I"
j-
I.....lucios e servir s Iransa
papel cinlim, anterior no di
I ve 1 a saei iticio do lud
dar lugar no dello.-.
\ con'rnc ao da 1 irculai a
aos bancos, lera por lira o ro-inbclccor o equilibrio
entre ns].....lucios 1.....genle .le -un pirinola:
abaixar o pn-o destes, fari acudir ouro Iran-
-ni..'ies. o os bancos nao lero de o comprar por
um proco alio, como se lem diio na argumentacao,
I --a eolill o oi a nini"leni |i|.'Jlidii'ai poi- 011-
ganaiu-se nos.' osquo coufuudom meio circuan-
le e capital, como taiidieni os que d.'o. no crdito
um valor que elle uo lem. So Irabalho en eco-
noma rrcnm capilai : os pri duelos nfto se eom- '
-. Iji.....un pruDlII lo- : -o 3X10010* de olena i
salino.i ilireaplvetro, resnscilanflo depoislivres.
Ib/eiii que um do- fnzendeiros daquellc lugar lem
perdido d'sio molo mais do quaronlu e-eiavos om
seis mezes.
o banco do lira/il apresontou um dividendo'
do libj.iiii) por ni-, a-., correspondente no primeiro
semcsl re desle anuo.
No da i do correnle derara os bldanos um
baile nos salos do clube Du mnense : no da i ti-
zoram o mesmo os americanos inglezes.
Ksie uliimo estere explendido, e um dos niulho-
ros quesom dado no Biodu Janeiro.
.Vomeacdes. Porarn Horneados ;
O Mr. joo da Cruz Sanios, repetidor de lalim
do intrnalo do collegio do n. Pedro i,'
i) 2.' escriturario di recebedora da corlo, An-
tonio Krancisco Chaves Pllho, laneador da inesma
r.n el ..loria.
O amanuense Antonio Lobo dcSouza Bastos, 2."
turario da inesma.
i) Sr Joo Antond da silva Pereira, amanuense
la alfandega de Pernamb ico.
II Sr. lulo, oncio Salnsliano da Silva, nilmini-
Irador da- cap il / a- .11 alfandeg i i .- Ala
ii lu. .loa i s. rio:oi. juiz do direilo da comarca
I- Rragantina. na provincia do S Piulo.
ii lo .loa., i.oilo-i ni.- do Vguiar VVilochor, jni/
:i da coman i de Taubal, ni mesma pro-
vin.11 ;
ii Hr. I.i'opol lino Del fina de Vbreil, jui/ muni-
cipal e do nrphns do lernio da oseada, provincia
do l'ernanibuc).
ii m. Pedro do V lea niara do Mello Frant, estttr
vi. do un do termo da pilla i.liri-iioa provihuiri
le Urnas I eraos.
t) Si. Ju-iioo Augusto I .iieira, labelli dn pu-
blicojudicial e ion i- o e* rivao rl.....phaos do lc-
ulo nos.ini iieui, provincia da Babia.
t padre Jacob do Santa Mana Magdalena Leito,
rigari e/ja i\>~ N. s. do Doalerro do liani-
i.lo do Ro de Janeiro.
ti padre Jos l'iiielori, vi^.nio da freguezia de
Sanio Antonio de l'a [iiequer, TheresupuRs, do
- i biapadu.
ii padre .i....o Krancisco da Costa S iguera, i ga-
rio da freguezia de N. S. do lio/ario dusQuatis, .1..
mesmo hispado.
i) I." lenle Alvaro Augusto do Carvalho, cem-
inand.iiiie .' hiatu tpilmribe,
II I." lenle Alllollo l.aiios
ulfrouladu i
. na
o Ir
alias
-
rilo
I do
-non
tain-
do, .
,) li Ilijia- os O I
e elle nppoSlll ao il.lere.-i
lasses da piqnll.ieao, pn Jll
-o um
para
nal :
l " Om a \ ene
emliarac - a.. '. iiieo
cumia las
1.1.1. lil- 1. hvi
la/i-r o B il, o :. i-lii
. dessi s i.....lulas irar graves
e grande prejuizo .."- -. us a. -
-i.el
de mo om nio sem ondosso, sem rosponsaliilidnde linlai-se ".a questu oleilnral do d.-parlainnlo i\.\
di-quem as passa, esso carcter il-se taqlo mas ploridn, que lino loi disculula por falla de lempo,
noli- dos liamos r....... na.- letras li'pothecarias varios, individuos lizeram algumas nianile!.......-
o. iieodldas peio Sr. minislro. lira mombnts da man.ra lio-,le i-nlo di-ixa-
l'or fallar na approvacm disso naneo, o orador ''"ll J'' coinp.u -c.-r na cmara seis daquelles -t.
.'levado a ocenpar-so com a approvaoao .os 181 nhores.
I, neos, siiniiltnnonuioiiio publicadas, o declara I
I -la mlerrupco das
........,..........o ... .:_!
do senado
que a S. I ic. .leonlecou oque acontece na gesla-
iodo lelo, eoineos, as vezes una nascem enfeza-
.los, uniros elo o-de vida, sve/es lodos eii,e/,a-
ib.s : < o parlo le s. Bxo. a/ nascer duvidae, pre-
lelldellllo lilis i|no lodos Iia-i el all molli... uniros
qnenasceram vivos mas nao rivedouroa ; ba mes-
ii.o quem pretenda que homo mulacato dn pari,
is o i'., .(uese quiz impingir aos lierdeiroa nni vez
ib l'.-io om fossil.
s. Exc. apaixonado dos bancos i\^ deposito,
pando mesmo a experiencia nao nioslrassc o- pe
i i-dolles, eom e--o iiam os s. Iac. nos |iioien.|e- dei-s.-iia uni.-.i exclusivamente eom as nacoos
ri i la/er r.-cnni- al no .erlo XII. onl que eiam laPS que a aceilem, e que reciprocaiuciite a re-;
. I O lleilileoli.n.o
siim-
mnuionie prejudicial, estando pendentes de sua
resninao n| mptos importantes, .ono ...
Halados .lo iieutralisa.o o ]ieiioola do Ion
Com o Imperio, o restando apenas alenns das do
BBpz da proroeacao. -
ii Sr. Candido Juauicn apresenlou Scamnra do.
represenlanlcs de que o niembru, o soguinto pro-
JCCIO de le :
Vil. I. A r.opul.li.a Uri.nial do fraguay.
rom i.nto o seu lorntorio, derlara-se noulialisada,
Arl. l:' A neulralisaco da B.publica onl
i'
I adinillidos, o etiliio o melln1 seria l'a/er
nos recuar a pocas anda mais rudimentaes, om
que loes depsitos se faziam nas raaos dus label-
h..-.
Vollaiulo i falta de dados o ufurniarf.es neCOSS
o orador [iodo ao minislro que Ihe diga que
piejni/os I.-.m solo dados a-' paiz por osses bnn-
ei-' que parlo loem elles lido nas qiiobias que
leom afligidon praca, o nas consequenclasda crise
de |is7 t s. Exc. fcilmente podena colker essas
oiirmaeoe-, o- earlonos dos ll liuili.o'S do eoliniiel-
co lio-eslao patentes. Mas, sem informaco algu-
iii.i presentar a., parlamento um projoclo como i
nxpor-sca queso, responda .. que a Robcrt
I' i-. responden Waller Senil quando contra elle
leve do defender o- bancos eacossezi 5.
Enlrelanloo oradorallaooa que qualqner meio
que ., minislro emptegM pira ..lisiar a sabida do
ouro, nimia qiinudo violenlanieiile se apode-
i i-.o do fundo do l.an'o, nao vi poderia conse-
guir.
I.n^o no primeiro annu .la exisiencia do banco es-
sa lendepcia d.....tro para sabir dos cofres dclle se
senta, e era a principal preoecupacn do seu pri-
meiro presidente, o Ilr. Lisboa Serrn, achar-lhe
incio do esioiva-la.
He anuo a auno a prencriijVaoo r. rresceu a pon-
i que, sendo presidente do I.anco n Sr..tisconde
de ltaborahy, cliogou a proporcesque assustaram
a esso senil.ir, ilolorininnram oei.vi um a vir em
seu soccorro com papel-moeda. \
Aqu o orador lemlira que o Sr. ministro bnvin
prudentemente qualiUeado na aesso do anoo pas-
sado o .Sr. Souza Franco de haveromittido mooda
lal-n, por ler acudido ao bauc. do Brasil com nina
qnantidade do papel-moeda para occorrec s ne-
..--. iia.i.-s do troco, Com a mesma accusaeo, nos
mesmos leaos, podo ello dirigir-so an minislro da
fazendj deenlo nao Sr. visconde de ltaborahy
pois toram dados *o banco os bbeles do 509 que
r.im s.-r substituaos, para que ello ocoorresse ao
Hoco o salvasso o miro dos seus cofres. A Icndoii-
eia da sahida do ouro pois antiga, necessara,
nivencnol, eenlo nao foi Ipmbrado agora o mcio
prnposlQ.
llorador ve nossa proposla nina obrigacn im-
posta pin nina commissio do senado ao minislro.
s. Exc. nada quera conira os bancos, acollara os
lacios consummados ; a coniuiisso fui desenterrar
un velho projeeto do Sr. viseonde de Albuquerque,
apresantou-o sem entender-so com s. Kxc, hm.-.iih
o Obrigou a nao cumprir sua palavra.
A inlonco do projeeto simples o clara ; 0. a
par da centrasacao poltica e administrativa, crear
a eeiiirnlisaeo econmica, fazendu rebentar ns
bancos ltimamente creados, porque teem i 111 peo-
cado original; nasceram de maos profanas, devem
u.orrer.
QuandO porm esliverem osles morios, o banco
do Brasil, para nao seguir a surto dolles, pacluar,
o desde que humor pactuado resurgir poderoso.
Porque, em vez do entrar nessas vislas, n iiunis-
ro naolibertou-sede urna tutela que nem ao mo-
tos O respeita? '
Voliando necessidado do informaco, o orador
pergunla a S. Kxc. a qunuto so lem elevado as emis-
sos baucarias em diversas pocas, qual a retacan
desSas emissea com o fundo de reserva desse ban-
cos, com as snas carteiras, e qual o cambio nessas
diversas pocas.
Sao dados esses indispensaves para que se possa
avallar o mereclmento do projeeto
Embra mnito rcspeite a auloridade do minislro
p do Sr. viseonde de ltaborahy, que preferem a cir-
eulacao melallica, o urador Ihesprcere a aulorda-
de de um sem numero de economistas que dan o
sen apOO cireulacao mixta.
II Orador fundo-so mais na autoridadodo primei-
ro economista, do Brasil, Bernardo Pereira de Vas-
concollos, de cuja opiniao iroferida om 25 de juuho
ile 18-16, faz leara, e da qual aproveilamosas'sc-
gllinles palacras :
Quando na cireulacao de um paiz ha metal e
papel-moeda, o valor do papel-moeda flucta uii-
to mais.
Tcm-se dito que a mooda a medida dos valores,
oque o ouro e medid* nvariavcl. Iuvariavell
Quantas vezed j lem elle variado K quando a Ca-
lifornia, a Australia, os Montes Ouraes e tantas ou-
trns regies aurferas, estao boje revolando os seus
sogredos, quando a Hollauda providente j se preoc-
cupou com a necessidado de desamoedar o ouro,
pode-se dizer que elle invariavel
flepois disso o orador le una extensa demonslra-
eio em que so compara a ola do banco o a letra do
cambio, o se musir quo lodos os caracteres que se
podeni apuntar para dislingpi-las do-su em am-
bas ; quo pois nao ha dinerenca entre essas re
presoma,-oes da obrigacao do pagamento.
I.eiubra que o anuo passado, na questao dos sa-
ques, nao poupou aopposicac censuras ao ministro
jmr ter querido oslabebcor um cambio artificial :
.na, na opiniao do orador, o projoclo uo lem por
lira senao eslahelecer cambios arliliciaes perma-
nentes.
Sustenta que o di'eito de emitlir e um direilo in-
dividual que Dos Ihe deu quando Ihe impuz o de-
vor do Irabalhar e do ganhar o pao.
O orador lem a niaior enn-idorn. o ao minislro ;
considera a repulaco de que goza, o talento que o
orna, como urna prupriedade de todos, quo lo,los
devenios zehr: ha ainda mais entre o orador e S. Ex.
a confraternidade de estudos, ambos sao mdicos
1 mbrando-se dos eplgramma de Moliera i<
m iiilenliaui
- Arl. !." Sobro a base i onsi
anteriores, autorisc-st: o poder
vai a i iieiio rom as^mteneias amigas
mente eom a Franca, Inglaterra, Hi
I -la,:. --1 indos da Alneriea do Noli.
.aoja, iniciada com o Imperio do Bn
fedoracor'Argeuliua paran noutralis:
publica.
-. Arl. ."ii poder execulivu procrala que nos
tratados que so celobrarrjfl so eslaheleen o princi-
pio da aibiuaieiu de iiaees amigas, [rara desva-
nos a.iigos
lliv-o paia I
-ll o
rao da bo-
l..--. nao ser.*
de sua instituirn.
I inda n Icliira dn proposta, 11 dio n Sr. Bel
Bibeiro r Can aillo au Sr. presidente algnni dos
vi- directores piosonlos para nfnrnia-lo seadrer-'
Via i!ir _li!o Uloa n o--, na. o ;o govor-I
no. ono so allirniava, soinlo nes>e i'aso oonvoiron-
lo ler-s.'.dola eoiilieeimeulo para regularii ado da,
I Ol I. o da mal. ra.
n Sr. Joo los .o.- Res director do Ra ce de-
ciaron que. so aassembla nexigisse nuo Sr prosi-
rioulo julgasso io re-.-aiio. poderia salisa/oi ao pe-
dido do Sr. Bil cirn'do 1'jirvnlhn.
I'oi eiiio ida pelo Sr. Yiri.it.....mo seg m I" se-'
eioiaiio a repiesi na. -o o.....ni abril prox mo pas-1
. iilondoia n directora deier .ni .en nomo di-
rigir ao Sr. ministro d.^ lazenda.
II Sr. Mendos de Campos jlisliflcou o i Ib :
una .mira proposla que, na sua opiniao,
o iiiesinn liin da du sr. Ilr. A/fimbuja, poique au- ha iix.ni/. i'.ai
lorisando a direcloria do Banco a i;epreseiitar aos iran
poderes do Estado em defeza dos nleressis amea- s.
-al..- desse eslabolecmciitn, -,iii...ina a iuleni
''''--""- """?* i'unid,.-, sem como que uuplr |,,.|-isoeda, cumnic iec.nl....
adiroclona a forma porque derena obrar lem descuidad.....dos ns nossos
"c -|":ui"- Idesasl.o do bae dol
i -.' .. pniiulisun
li i. --. ..
Nao mllrift que
l'.-lu .-o a, a-., lie |
llllere.se.-, qunlldn
nal o claro ce leda
di.nal a todas as industria
se ni algum ras de perign inminente vi
governo s cmaras pedir-lhes autorisac
laucar na circula.....rime ou Irinla mil eolitos d
papo|-inoeda.eom|.ioii,eli inl..-s. a Iroca-lo poroiltr.0
papel, o 1 om -oti.o das cmaras Ihe diranao v ...
. pois seria una viulaco da pu-
blica, a ruma i.e ldus os servicos, a oseiilaeu lo
aralos porque cnim - lo, o imposto na sua forma mais atroz e mais ini-
.|iia ; porque seria desigual, porque rustara sacri-
- minio ni.non no u modo de urre.
o ijue lodol la I eloler.
Pois issu que noiii uas circumstaurias mais ur-
g ules da publica n.-i .--.-olad.- so .. in-odoria .
'iino,lo. queui sustento [uc est concedido iros
- !...
ti bnncoja!;, a -e com o direilo de depreciar n pa-
pedo I stadu, de laucar cobn u publiiu essa in-
mensa lili I i -li-lio.
0 papel mooda nunca exislio em ura Estado se-
n.'.o con.o un recurso da des pera. ;esempro|
. I -lados eo..'!|u-iii.li.s a depiolav i I e\| eillenle lem
ioh. cuidado, lugoqiieas circuuistaunas lhos por-
inilloui, de relira-lo, do descartar-so dello. Entre
i.-encargos i guvenio est o do dar nina i.....da,
um meio de facilitar as permutas une de continuo
si* operara entre pruducluies e consumidores ; pu-
rni no desuiupeiihu desse oiirargu ii sen doxer al-
loiidei a que ,. iuoi do inanli nha seinuru o -en va-
lor, sem u qual peiluibain-se lodos os contratos, nao
fortunas, nao ha bn-i para as
icoes comiiii i. us.
: .-.-i dever do- gnveruos dn povos a quenl
in!eii/es un n-lalii as nei.lil ulna ella ni... -o. .le p.a-
]oe dejt,.- lio 80
..... i iiu- .:
Mil
ven
'- ni- i-nt. iiiiein .pie a abundancia Ou meio
ulanle e ... i. i ili o do :i oii.. i-M .'--- IO>
I mh i. assomi .iiani-se a quem a un povu lla-
i.i i or uih.-.. a i: ...- ce [.rsenle algumas
- i a/ias que Ibo siip|iris-.iu a falla do a-o a. U
lioinom nao so alimenta cun lapol-moeda, nao ve-
le papel uioe.la, oscniupos un. so fertlizam com
papel-moeda.
ii; limo -orn -o assiin fossi bastara para ocenr-
rer a indo m iltiplicaran inlbiilo ns lirasde papel !
Aos que i ni falladn dos coutralos, o ora-
dor declara que lanibem a respeita; mas .....-,,so
.:.i quo se quor (azor applica'o desse grande prin-
cipio rutnpro autos indagar: U que importa a ap-
provaoao do governo dada s so, ,edades anolivnias?
I ni que eoii-i-io e--a approvaoao f l. um acto do
-nprom, nspoeoo do ..n.-iio a liein dos int.-i
ses puhiicUS.
Redozida n approvaoao .1.....lalulos de um ban-
co a esses le nos, onde o contradi f
A emisso ou .- dueiio eoinmiim, no .' j.i ,v ilegio.
' Se o uu .ni., eoiiinoim, a loi pn lo o no. o regulansar.
o ....ercicio in Ib- de modo a nao proju.licnr a so-
\--in: rogulnrisa ella o oxercicio .lo cer-
tas industrias, assiin a liberdade do el.-iliu : e nao
-o poder oppor loi que queira reformar ns coh-
ili'insiio magisterio ubslaruhi alguiu de direilos
adquiridos ; poisdo conlrariu ciimprina coudemnar
as naceos a nunca podcreiii realizar a reforma d.-
gis; ..o v ciosa.
Se i..... -,o lian o i ..-.'.....1 mu 111. o si lll piivilo-
concedido adini-
I iiislrnlirniiienle
Ileso ;s ,,.-...-,. demonslrai'oos, o orador na sua pe
eir da Rocha, leu c ibsti
. i.. .... in ilien as da iiiesnia
coiumandante .la rw > ola a vapnr
tlr. -i.... i Joaq...... .ooiv.'-a,
sle- I d:i ........... -.010, i- .0 .
me lieina da .'..lie.
1 \i\ lili
lu! da see. o d
faculdade.
I ousia mais que foram Humeados:
A.liildo ib- niuieua classe da |eoa,-o do illdl'eS,
rotarlo .lun Ai lime de Souza luii'-a. olDcial
il'al ronda.
Inio 1 un Pars,o Dr.Eduardo Calado, [removido
.I.- Londres.
Secretario da legacaodn l'.i, o. Sr. Jos Har-
qui do Son/.1 Lisboa, que era al Itdo de primeira
el.Ie elll l'illls.
Vdddo, servindo de secretario do Paraguay, o
Si. i.arlos lloplev Taylor, qi.....ra adddq de pri-'
,0 :i classe na tkinfederaco Argentina.
y.'.oooi .'.o.-.l-'.uiii removidos :
O juiz dn direilo Joao Krancisio da Sil v .1 Braga,
da enmarca da Boa-Vista, em lVrnamhuco, para a
de Paranagu, n 1 Piauhy.
0 juiz de direilo li.uo 1-... .1 Earia l.ein'S, da
na de Paranagu, no Piauhy, para a da Bo.i-
V i.-la. em l'ernaiiil.ii.o
II 1." I.nenie Mame le Simo.'- da Silva, do c.uo-
mando ib> luaie para o dacurreta a va-
por l'l/l I o
11 I." i.-.....in- Aurelioliarrndo Fernandos d S.
do vapor r-.'.H'i.oia para a con'elaj \ j[ior /'iirin-
/..''..,.'
I'.mi' i-.i--...-. ;- mis
llel.nao que lia. ,1111 pedido
ilcapiEio do mar
Pois bem, men pobre Natal di/ elle um .lia eom
iir pe-arnso no obslundo servo, agora "que j nao
ieniio o sutiioioiiie para mira, o nao te possa -u-
tonl.'ir. s.-ti'i preciso quo n'ns separemos,Ao I'"
iliiiluirn '. exclama o prelo ii'uina admiraco eslu-
pda. Oh i-- A.1,-1/ Bine, is/ comlteo,nao tt-
Sem ni us -o explicar,-oHe sali, p.-issa iodo o da
fura, o voliu i nuile (arregado do prnvisoos : no
oulro da o mesmo : no da seguinte como 00 an-
ulo ; e nssim coctiniiou : quando o coio.-
diante Ihe pergunlavn ; como ello poda obter os
viveros, qu Irazia, Natal s Ihe responda : nao ha
in.VJado ; iNnial (.17. 11J0.
Comtudo seu nnligo senhor quiz saber como o
prelo ohiinha laes mr-ios de subsistencia, o epols
do algumas diligencias soube, que Natal, gra.- 1
sua forca, ia lodus os das ao porto e alugava-se
para desembarcar as cargas dos navios.
Entretanto M. li... nao goatavo de viver assim,
o aprovettando-se dn offerecimanto de um eapilo
do navio einbnrcoii e sabio do Rio do Janeiro, dei-
\ .u lo o pobre Natal, quo chorara o so arrepellara
clamando contra a ingratido de suu amo.
II,1 pouco lempo o paquete dacarreira de Livo.ur-
ii" chegando a Marseiha, Iroiixe entro outrospaasa-
V'iros um liomein qoo pareia ler -"ili anuos cujo
oslado je un in- is era seguramente ponco lisongei-
ro ; porque lendo sallada oa ierra uo pode ajus-
lai 1 iiinguem n transporte da sua malla, a'ri-
se un necessidado de carregar eom ella s cusa-.
t -1 ..i.. e_''-ii o or nada me nos que n comedan
0 lo applaii'ido mu Balara, mas dupuis tan mal-
Iratado pefaforl me 0 riajnt^linliadadd 11'ns du-
ziMilos i-1- 1- .-- ni rarrogJ&o, qnandu .1.....n caf
v i.ioiio ihe. -alio um piolo dbgvnlerueaie vcstinlo.qno
havia mais de Seis m :zes, a all postar-so desde .1
ni.oia al.'- a lardo a ver n-is-ar gente,
1 -:.- preio nrocpita-se dianle du viajante, arrbn-
ca-lhn a mafia dos bomliros, e a dei no chao, e
abraeando-a estrella oente, exclama : mou bora se-
nhor, meu h.un amigo lomei flnalmenle a eneon-..
ii 11-vos ; i,,, lano leupoquo vos procuro, eagora
j vns nao dcixo !
Pode-so julgar qual a sorpeaza o alegra do po-
bro recem-ehegado 1 uando rocnheceu N'aial, fu
antigoiservo ; mas que agora rhama-se Mr. Natal ;
poique ello ove o lalenlu do fa/.or fortuna.
Veliaudo-so alian.lona.lo no Rio, o desconsolado
preln eorAinuon 110 .-ou nlHcio do ganhador, doj.uis
-'Hiiiia renda, o em seguida um cafe, o
: -! .lili 1 u.Vlou 011 iluli-'ir 1 ; mas o corajoso
prOtO IIUII M Sf es.-lie.- Ol de S -:| .'lllll^o SOUllOI' O
doS.le ;]-.:,'. .-sin l-n- do u>ll capital Cospelta-
v el, v .-o leu ..- 1 o. ., 1 .....nlue pariio para Frau-
.1 para procurar oc un-ii me ; eme. aunOs 1 ,-
ion em pesquzasiui lois, porque ..- agencias dra-
mticas, liavia mili 1 lempo, que nn salnam do 11.
I aloque rudimento voio oueoulr.i-ln deseiii-
I' uc .11! 1 carroando s c islas su i malla de ria-
gem !
Passageiros do vapor brasileiro OvyaimrJjr, en-
Ir.iilo dos purlos do sul : Ilr. Jo-e AilguSl la-ar
Nabiieo, suTi soiibora. Iros lilbu- o 01I0 esi-ravo-.
Mr. \iiioinvjjrarv all.o do M'iee.lo, sun senhorn o uru
esiraco, prWoiio leuonie Jonqnim N. I'. Pereira
da lanilla, c.-qnlo Jos<*' Podro Nulas,n l'eroira d 1
l.unlia, llisnorlo Ignacio do l'lliveira, Joo .11 iplisl 1
da Cruz. Ilenjqiie \. .le Alcncaslro, laiiz l'eroira
Sudr, Joo l.ourciro do Souza, Miguel Baptsia
do Aliueida, Francisco Baplata do Soliza Paraso,
^Antonio Jos RodriguesGuimarjes, Jos do vimoi-
da, ( arlos Taque, .1. >: |.i|/ di Cosa. .|n.- l'.iuljn.i
M. .I.- Honra, sua m. e 1 i'rmo, Hranciseo liuari*
,1 is Nevos, Ilr. Antonio B. ilo Gasiuo, sua sonhu-
1 1 e I eseiava, ll. Iiaiie.-linn do Mello l.allieiros,
1 li. I.uiza Candida d( Araujo, Salvador l.oilo \ 11l.1l
-.'ilion-a, Vlexandreios Ribeiro, Joo .los
da Silva l.nimnros, |lr. Antonio C. S. de \--.-
l'.arvalho, enpilio Joaquim Pereira do Mendonca,
Vntouin Jos Una i,, i.oimbra. II. Hits Mara "da
.silva, 1 lilho o 1 (scravo, I praca. do excrclo.
Sogncm pera o s ll :
In Francisco U. raas n um cscrayo, Dr. Uanoel
Joaquim do Mello Hedeiros, Jos Joaquim da Silva
-ubiiveram a exo- Caslrp. Pedro Francisco AdeJino Rritn llantas, Joa-
quim Jos .Barbosa um lilbo. Abraham Israel,('.ar-
lan/ 1 Barros,
-. fe.
I lile .llb-lilolo
lau o--
SOIS e.-ol'
L'lhoiro Souza
Sr,
entre as
... o ."
si ll pi
c.-r ns dissideiiein- que po-sam dnr-
potellrias tino colicuram para a liei.ll
Kepubllca iieulralisada.
Siibmeiinln no exame de moa .
ei.il, deu .'sin .-ni dala de 20 .1. passado
cor favoravel ao projeeto, que. entrando em di
cu.--ao na sessao di' 20, fui approvado por 10 \.
tos COnll :i h.
o governo do Bcnos-Ayres; ao que parece, or-
eupou inililniuonle a lha de Martin Garca, o ira-
ta de furlilicn-la. As folhasde Montevideo, e prin-
cipalmente a A'ociou, dando 1 oino averiguado que
a dita Iba pertent-e ao territorio oriental, reclamara
COUlra sen,el liil. oceuparo, e inslam para que 11
governo proceda uesle sentid.c
Lu Bu.euo..-A\ res. como na Confederaco, trn-
la-so da ginira. .'s da guerra, declarada ba mais
do 11111 me/. Ai'liv nin-so os pn-p.u'alivns de parte
a paiio, mas nn possvel prever quando come-
carao as Jiostilidadcs, ja porque, segundo iiii-, a
cslai.i du iuvernn o nao permiti, j porque, sc-
gundn uniros, cnnvenepcias pelilicas de carcter
1. -1 1 col., a. onsi lluim a demora.
o i|ue consta onlretanlo 6 que .. governb d.\
Confederarn ocaupa-sc empenliadainenie com os
aprestos bel.i. os, organisandn o ... o exordio, qui-
se di/ inoni.ir'liojo a20,000 liomens,c iortalocen-
do a soa marinha,
Bucnos-Ayres igualmente prepara-so, esgotandn
todos os recursos de quo podo dispor, c concen-
tra as suas forras sobro a frontcira.
Todo .pois indica disposi>*o recipreca para o
combale, faltando apenas nuo aoe a hora deste.
Apostlos decididos da paz, fazemos aincoros rolos
liara que os nimos se loneilicui nimia, re-labolc-
cendo-se a harmona entre povos rnios,cuja iuos-
peridade desoamos.
Em Bucnos-Ayres aubnm de punto as persegui-
cos contra os adversarios da aitoaco. Todos os
redactores da Aa/urmo Pacifica foram presos ,-
orcados a suspender a publicaeo da folha. L'in
dilles, o Si- .loan .los Solo, cOnscguio evailn- ,
acbava-so em Monlovid.-n.
0jornal /.'fann EUra%greestaraaroeaeadd de
igual sorlo. Sons reda, lores leu. sidoj cliamdns
ajinzo, o presos vanas ve/.s.
iinliii lid 1 luoar na Babia Blanca nina invaso
de ludios. COJO numero suba a lOtl. Foram re-
pelhdo, mas rom ramio perda do arabas as par-
ios. Eram capitaneados por Calfucur o outros
caciques', al agora considerados como alijados de
Buenos-Avies
Nu ViMiiii-i-o'i i'l Piola de Montevideo, do 29
i do me/, passado, l-sc a seguiule uolicia, que se
lacha oBleialmenlo couliriuada nas folhas do Itue-
I nos-Avies :
0 eaudibo rimes. Trahndo a nnoceiite
nnliani'a do general L'rqiiiza, aquelle faccioso,
junio a do/i oliiciaes nos que mais so lem acredi-
lado por seos crimes, c assassinando aleun., solda-
dos que guardavam n estancia de Plores, conse-
guiram euii arcar--.: epassara Biienos-Ayres, cu-
jo governo havia .mandado un vapor de guerra
para reeobo-los.
A J(i all chegaram, seido reecbidos con. ac-
ilamae.o o luisanas, eom excepeo do.lun l.arlns
Gomes, quo publicou um Brligo furioso aecusando
Plores do trahdor, ladino, assassino, etc.
I Prete que a juslica do co reno n.iquellc
ponto todos os mal vados de iodos os partaos.
Sao de 25 do passado as ultimas dalas da Con-
tederario Argentina.
< genera) ll. Juan P. Lupos foi Horneado 1 0111-
mandanlo ero chefe da vanguarda do ejercito de
opera......
Coiiiinnnvn a passagom do forras do Paran pa-
ra a provincia de Sania l-Y, nudo chegaram igual-
mente contingentes das do mais provincias.
Segundo o rVdctonai Aratntino, descobrio-se
nina conspiradla no Rosario. A polica prendeu
um individuo, uu momento mesmo em quo aca-
bara de chegar do s. Nicols mandado, segundo se
di/, por l'aiiuoru. lieniilrno-so-lbe um 110.lie. du
cravosde ac harneados, perfetamenle apropria-
dos para era carpo a- de arlilharia, um alphabeto
especial para commiinicar-sc com u dito Paiiucro
o urna caria le crdito p. r sommas avultao is.
AssuStodoaO principio, pedio depois perdo,COn-
fessando o delicio. I'.m consequencia daj revela-
edesque fe/, foram preso- n. Benjamn Conzalcs c
mais quatro ou sois individuos.
II Sr. Ilr. Puna iniha seguido riagem :,na o Pa-
raguay
No da 12 do passado chegou an Parani -. mare-
chal Sania l'.r 1/. As lolli.i.- o s.iu.l.n.1111 coiu eiilliu-
.-nsmo.
I'mn enra de 2 eoTnrr.unien qno o general I r-
quiza, troi io da intentara o cavallaria, liuha
marchado con direceo ao Diamante, fronteira .le
Buenos Ayros Nao sabemos pnrin aloque ponto
soja exacta esta notici 1
n governo da Confedoracrin apresentot to
si lio,...,' 1 i,, -i palnv ra o Sr
Franco.
s. I .
d.
linio-a qilosln da inl.'l | .
du Banco cuino .1 do al-aiue [alai da
11.1111 .-iras .le ipo- .-i- iralova.
I as.,ni d.-poj- ,1 ,0.1,11. ,,r .. roprr-sciilaco dos .-o-
do I ., i-onlr .lias, lirmada 11 1 dirojln
quo, como .i.-.'ii.-,..,,. .1 los anaui ou de gozanun
o espci al fai'iildades conced la- por le uu m'anej de si ..-
panlia e os Iransan n-s ennunrcini -.
a uogucia- ^in ha divergencia quasi nonliuma, accrescenlou
" urador, em que a pretexto do nterpri ;..
quor privar ,1 associn......1,. direilo d 1
11. .o do snas notas ein uioeda crrenle, notas do
i!.- -..in,. .11 .un... cono, lio-l'i'.r pnsMvel. V-- m 11
' loi .', o- agosto de |s:.:. assim silem
lido sem a niel..o \\a parle dos go-
v erm s ti.ii,... ios tai i .1 do seus agentes,
denles .].. Banco,
Qnalqnei inlolligr-neia diversa consliliiina direito
no. ...lio i.o pode ler .'Ibilo sobro o P..1111,1 sem ac-
ei ido des seus accionistas. Praii ar contrqi i.....1 :a
olb-iuler pnncipi... i. ,... o \ 10lar Oiroitos e li-
li n --.-- 1 loados .-..'ii a lo do- contratos. Para que
laes abusos -o nao comniellam inisler protestar,
dllijlll.to 1.-.; til........ lepl o-, nlie oes ,0... pdeles do
Estado.
ireeilpoii-se depois s. EXO. elll di lll. illsl 1','lr il II.--
Iiia.1,1 dos nn'ios propOSlOS para reler o ouro 110
paiz sem harer equilibrio enlrc a sun imparta ... r
exporlaiio, e lerniiiinu ponderando o risco que
cuie o Banco se passar o projoclo dcxsoffrcr con-
soeiiiivas nliiT.e ..es ,i medida quesuccedurum-se no
poder re|iresculnul.-s du 11111 uu de nutro credo p..-
litieo.
Illileiido de novo a palavra, obserrou o Sr. Hcn-
.bs de Lampos que, vista da represcnlaro .no
a.al.av a de ser lula o t.'ua dirigida ao goverun no-
penal pela directora da lino o em abril prximo
passado, .- sendo osla obrigada a representar agora
uu sentido proscripto pela proposla do Sr. Dr. A/am-
buja, se moslraria cuntrndiclora, > seria lalrez
rompellidaa resgnai .. seu posto : o quo
dor desojara evitar. "*
II Sr. Hr. Azambuja Riistnntandn a sin pro;
.-le.-poiidendo ao orador que a impgnala, 1
que, com quanto lvosse i.nia a con llanca uosmem-
bros da directora, desejava por meio d sua pro-
posta habilitar a inesma a levar ao ronhecimenlo
dos poderes do Estado o eiii I.'rmos r,-s| eiiosos que
os accionistas dn Banco, euxergam mi medida pro-
posta p.'b. Sr. ministro da fazenda, urna violacodo
contrato bilateral existente enlreo governo en Ba-
en do Brasil, que o Banco segundo a Orara mpos-
Sbllado do satisfazer nos lins da sua iiisliluieo, a
.I.- proteger .. rormnercio, o as industrias do 'paiz ;
o quo desojando que estes pontos fosso.....s mais de-
senvolvidos na represeiii.-ien, que havia redigido
n sun proposla, em .pie uo va a menor OlTcilSa n
qualquer siisceptihilidnde.
O Sr. Bibeiro Silva oblendo n palavra comerou
por declarar que, se nao era signatario da peticao
dos arcionislas que haviara requerido ,1 presenta
leunio, 1110. era porque nao parlilhasse asna opi-
niao, mas por entender que directora antes cor-
ra 0 dever, sem a. issn ser compelila peina ac-
cionistas, de representar aos alfs poderes do Esta-
da .nutra a adopoo un projeeto que o apellida
baiicaro, o q.....pinino, ella nao quizesse faze-lo
sem nuv ir a opinii. ib.s seus coniinill -ule
nn querer assumir Inda a responsabilidad..
.1 1' dlSCUSsO dn arl.
Inlcli/.n.i-iiio a-pi.-ile banco, que achura o ..uro
no valor lo l-^iilln oilnva, d.-ixou-Iio-lo no valoi de
Dr. Azambuja -ff, dilferenca que prova a inassa de projuiaus sof-J
por fenr mais do poilu linios pe.., paiu. ulares nulo Ihcsoufo.
ompromssos Voj..iu...., pon m, oque so fez uesse inlniln : red
medidas li- primeifua loi do Isit, o rnciuihecoiidoofaolodessa
01 .ni ia-n ,la mooda, deleriuuou que licasse nos-
si: ponto, o guiados o- legisladores por indas as
ni ia, recoiihe.. ndo .no .. i|ne
irn a .. 1 do urna uioeda .1 a >v.. supra-
mela, o soit \. 1 --.. em nla.o ..s valores
quo te demoler decretaran! que se retirara da
cireulacao ,. parlo do papel-moeda que superahuii-
. lo,!.i a ve/0110 o canil... 1 lix --- cao.lava
dU 0010 '.,,:...,- mais do que S Ole...
Qando ha una circulaeao nnialica, esse .-. .
de mi..,!.; n.n, litera poi iituilu lempo a n.-u a ....;
que appare o osse nxci sso, u ouro 1111 1 la as-
siinic a sua de mei ...loi ... .1 exporta* o
o leva, ou o uxo 0 1 ou.....10 em sell s.'IVl o. (.-i:.ni-
do por.in a nioedac popel, o recurso nico, logo
que .e .i., bxcesso, .- .a retirada.
Se o pel,.,ii.,elllo da 1.1 de IbO foi lnalll.ro pa-
pel inoeda existente, ,dando-lhe apenas lixidoz, .-
Salido i i.i SSO a reinada parcial, veo. depois
a le de Is.l [ rohibir que om en. iiu.-laii.ia algullia
':/'....-' .1 governo novas emissi -
l.mliui, em 1853 a loi que en..... o banco,.miran-
do em via do mais couipleln nielboramenlo, dc-
eieoii o resgale desse papel leiilaniente, por par-
les, porm que coiiliuiins.se, quaosquer que fossem
as rircnnislancias, c nn j. como na lei d^ 1840,
-i nniio a qual a retirada s so faria qnandu mos-
trada necessara pela baixa do cambio.
ii remedio dessa le era um pallalivn, o, da de
1853 era ellicaz, lento, porm -uro. Nunca se po-
llona supp.u que o ospao.o que a.-sim era pelo res-
gale aliono alargado, o para .ojo preoiieliim.-iilo
viria a ni..oda melallica, viosse a ... r precnchdo
por papel incooversivol da eruisso do banco.
Entrando na queslo da inlciprotaco. oSr. mi
l.i-lln estallle, o elll pillo po IIUC es-1,1 illlel'lirela-
..io o necessara e justa. A le dizque o haneo ser
ubrgado no pagamento do suns notas em ouro ou da se pode dzer
"ia- em papel-moeda ; nn di/ porm opeo de quem o- os
li. a os.-., forma de p.i-ain.-nlo. lira, que nao podo
Sor s. nal .i opean do portador da. inda, nao suple
duvda nenhunia : se assim nao fosse, a lei envol-
vera absurdoc eoulradceo : s.. assim nao fosse,
soguia-se que lodos o-v oos dos legisladores do
p.u/, quo lodosos sons e..|orcos para nos airan.-nr
ns males do pa; el-nioedn licaran
ujos sal.o ios. cojos ordenad ..
.-panel uioeda .-apelan iii.i.uit', para qi|em '
- m % da oxisloui a se dilliciillam, ludo
encarece.
Au. ndi-iidn n lodos esses soiViiuionlns njuo de '
da .-in da roci-.-seeni. o goverun nao quiz esperar
para 111 lis lardo, nu quiz ro.iiai dianle da obrig.1-
i o de pedir ao poner legislativo a lei que deve i
- : a I..nonio do panel-loo: I i.
r--.i Jei eile a propoz, lu intimamente convic-
io est da sua necessidado que resotveu fazer dola
iiiiosloode gabinete o como tal declara-la.
Terininou hmitei...... -. nado n discussao do or-
eamelilo da l'palll.iio do inipeiio. depois de falla-I
nln .- Si-, liaran ilc Quarohiin, Cansansao mar-
que/ de lll inda, poram a ppno,idas todas as .-ni.-li-
li...- da ollilol ,io do la/, lula e as da eainain ll-.s
ilopnlados com que......isma coinmissu bai a cou?
i ,;,. cida- mando db corveta a vapor RfUaonit,
na Amazonas dn com- i ,
k\>' Siqueira Lima, cadete i ito v. Perrcira Pas-
cadetc (Idneo P. .N.'guoira, primeiro leen I
o snerilii-a- <> eapilo de ira-ala S.-i-niidino de Goinensoro da Vlalloel Jos de Me ll IMS. Di
.
10, do
de in.
lugar de
'ill.in.i da
uvola n vapor ParitaUiht
ii Hr. Antonio Jusii de Souza I!
ii.ll da -".lean,i da l'.n ublad
ole.
Condt Fnrami......lecorados :
Com o ollicialalo da Rosa, as vi-. eapilo Car-
is BoMies do iiveiia Nery, Anlonio Jos de Cas-
tro, Vnlonio de Krrilas l'aranhos, o eapilo de mar
o guerra h'ranrisro Antonio lioncalves Cardosoa,
inspector ili arsenal !.- marinha de Lisboa
i. oo 0 habito da iuosuni
bolle Peieira <\.i Si!; a.
- Pertw,i o p.-i,lo ila
Lili- (..iialoaun a pena,
liad ..
Commnlufiies__foram rommu
I ni .I.HI--1I.III is. par.. .1 Asyln do S.i.ila Li
jTia
ordom, .. Sr. Raphael
a Itamingns Suilberlo
a que fui condein-
oid.'.do. a poun. a que l'.u coudomnado M. mine"
\ ..uara dos depnlados oeciipou-se honlem com Morques Vianua
da proposta do governo
que li\a as i,,i,-.i- ,!,- Ierra para o auno linanceiro
de Imii a l-.nl. .....u Sr. Sarafea.
Conliiuoii depois a !' discussao du projoclo que
ostalieloco diversas providencias sobre bancos d
i n .ni smente .. sr. iniustro da fazenda.
Ambas as disiu-ses 11,111,1,11 adiadas.
CORRESPONDENCIAS 1)0 DIARIO DE PERNAIBUCO
Itio, <> ile ialbode 1850.
Na iiuiiii i dos ..pinados fui dada para ordena
... 30 ilo 110/pa-sa.o a primeira discussndo
i., s.l :o baio-os, iprcsciitada peloSr. n
in. .i.i fn/endn. As galeras eslavam rheias a nao
caber mais mna s ,.-s...a : a maior parte dos so-
nadores .niiav.i-se presente, o havia urna soiihnra
i.-;.:'.,..( iribuiia. Onisova-so no semblante
de iodos a impaciencia. Posto em discussao .. pro-
joclo, pedir..m a palavra conira 25 deputadns, i.\
la..o ffi Pompeo o del,al.. ,, s;-. i .lilao
lu plisan perpetua a nena de morle a i-,
el av a. .In.-eplia.
\,. o..-/ passado reiiiler.ini :
A alfandega da corlo l.Sl.lTnSil
\ i i ira. suU.-a. i i
Ucolisiiladu .... ."ni, TI ns s-.
A mesa provincial 22V:i;s'Nl
i', ini... acosada nioeda li 1 l-n'. era ouru
I": i I15IC in ; imi.i.
i
BCC,
REVISTA Ol&Ria.
acto, d.veria convocar a assembla geral
CioiliStas como li/aiain as directoras Jos uniros
bancos ; porcm agora sem deitar do dirigir-lbe
um voto de censura compiebeude a reserva ou o
silencio da directora na pro-culo e melindrosa con-
jeciur, om que siisienla-se urna le que oliendo
directa c positivamente gs direilos do banco do Bra-
sil, firmados na lei n. (ls:t de 5de julho de 1853, .-
lio doerelo de ,'11 de leoslo di, mCSmO nllllo, quo
ronslituem a base do contraloj rilado, pois .pn-
foram aquellas ns condiriies proposlas ai s arcionis-
las dos exiinctos banco Cummereal edo Brasil,e
por ellos aceitas para so rmisliliiir o actual banco.
Qno nossa l.-i c decreto tem-se arrimado a asso-
ciaeo bn cien minos, durante os qnaes impossi-
biliiindi-i lem havidn para se lroc.ii ..- notas dn
banco poranelal, o se lem recoiihecido que ^ li1' da
citada bu, muilo clan, eterminante,, nn inpunha
ao banco o obrigacao de trocar a- snas notas a voh-
i..de du portador, como agora
de uma nlerprelaoao que olio
ein dizer que o fela fbrliori
i.iuo na., parlilha a opiniao dos que dizem que
scmelhanle interprelaco ser/Tiui lienoflcio para o
banco, pois que em v isla d.-u/cu. unislaio las depois
ha impossibilidade de salnazer a exigencia da lei
nova, e que nesle caso o fal beneficio .-. torna em
piesi>nlo luiioslo que o baen deve rejeilar.
Que a proposla do Sr. Mr. A/aniboj.i devia ser
approvada porque prenchia vordadoiramenle ns
luis dn reunan ; mas que qui/ora que a Ilustre
direcloria ......lem explcita na exposica dus m i
les e desgracas que han de seguir adopeo da ine-
.Inla do Sr. ministro da fazenda, que ba do inenu-
loslavclmenlo ubrigarosbaurosa exerceruma forte
compressn sobres pa.,a paro contralor ou reco-
Ibei as eiiiis-oes ; e para ip.....pniz lique bem
innulladus ; o
banco, em tez de ser-Ibes um auxiliar nossa lana,
conlraria-la-hia, pin.- de que servira quuretrasse
ello da cireulacao 4,000 con los do papel-moa
os ondosso substituir por 50,000 contos ?
Como adiuiiiir que os legisladores que queriam
remediar ns males do papel-mnoda, obstar aos s.-iis
estragosdecrotassem ocreacao de uma fabrica de
papel-moeda i
t)s que coulcstnm essa interprelaco enlrinchc-
rau-.e nu sentido lill.ral das palavras da lei, e
nao reparara nu equivoco om que eahciu qua"do
ii.vnni a si nudo da palacra papel-moeda, E' papel-
moeda lodo n papel nao i onvi isivel. 'lano -.
o sentido da palavra que ns legisladores do 1846,
ainda quan lo Qxaram o valor relalivo do ljj o do
ouro, uiniilvornin a exprossao/iajieJ-HiQeifa.
A obrtgaco do tro... em ouro eslava poisvir-
lualmeiiie contidn na aulorisaco de emitlir confe-
rida an i,aneo, a par da obrigacao imposta de roiuir
por I o papel-n......la ; cumpla que fosse l'.llo em....... o
desse pagamento, on por oulra, que o papel do banco
- o ir, onlieeido l ilion i o e de su a Ilustra
i", di'" o o o. ,-, rrespondera especlaliva.
Consta .pie a oppnsii .. parlamentar, querendo
arregneulnr-se inelhor .lo que eslava, rcrorrea
serle.para designar. qual o urador que doveria
encelara discussao, visto como ligava-se grande
impoilaui-ia ao piimeiio discurso que se pr.iniin-
i-iasse -..le a materia,o niuguom quera .-.roa-
lo da lanilla, .pie dev el ia li alar o gUSO ao pes-
coeo do .
d'Ilustre paulislaiio conrliiin a sua orarn ri
lelidn ..olan,.-nln da dlseii--ao. n'.illl do ir o pro-
joclo coniinlssao de .....stiluico, centra a qual
dizem ..- nppoMcioiiistns, elle perca. I) requeri-
moiilo foi regoilado, cuilinuaiido a discussao, om
.pie lem loma.i., parle ..s mais disluiclosoradores.
II..je falla o Sr. ministro da fazenda,
l'.is-.u o projoclo I sobre sso quo ainda na-
.V v enl.ole porm e que lo.los
o falla na n lirada do ministerio, anula
mesmo que .. projoclo passe, o que lambem 6 cor-
IO| bn de ser por pequea mnor.i : a opposicll
osla lorio.
Rosna-so lambem em dissolnco da cmara, mus
es.e lualo nao toio lomado fraude vulto. Veremos
qual o desfecho de^bl.ln esso DCgOCO, O que esl
' Uando a pr.....rupacri do oloiiisa o -
palliou pelo imperio, bu osla provincia uma das que
o....- picnccupada -o moslroii, orgauisando-se
uma rompuuhia destinada a .--. lira ; mas al hn-
,, o i In lem filn a respectiva din'ctoria, om rebi-
no i.n: da ,..o a.ao. 0 iiogociu parece que
' que o espirilo do associaeo,
lo e \ aellanle.
de colonisaro, ao
IICOII .-in preilieup.l
Por estas e u ilra
permanece entre ni
li. a direcloria da rompanbi
ll. nos Sglial de vola...
lN.r acto do governo geral oSr. Thoraaz Anto-
nio Mneiel Monteiro, pa m Q .> nv.o do arsenal
de L-iiorra d.sla provincia, para almo rilo dn lias-
pital inillar.
. Por nnlom do Si. chefe de polica o Sr. 0r.
elo den aiile-honlom cerco na .asa dn Sr coro-
nel .lo-.- Pedro ^ ellos.v. em virtude do denuncia, de
all-o nelmr ncculi n tenenle-corone-l Eustaquio,
con I,moa lo por crime d.....muir inoeda falsa na
cireulacao,
A diligencia foi frustrada quanto a priso do r..-
i'eri.i.i leoeiii.-coroini, sendo apenas aprehendido
algum ai mmenlo.
ii Sr. Anlonio -luso do Castro, rommercante
I raca, foi agraciado polo governo "geral rom o
otUcialnlli de or.b'in da Rosa.
I.e-se no Journal \-pi.piiliui.es do i.oiueiina cuiiliocom por urna
in-ie experiencia apralica dasrequisices austra-
cas : i ju-iu que lodos conheeam lambem a Iho-
iii.
ii imperador Francisco Jos raclillcou a lii de
mao ns nisiiuceos, .po regulan! a admiuistraco
do. sons exordios no paiz nimigo. Depoi
Darlos l'igiio.rodn Mn-
ui, unu praca du ix'erciln, euma dita do marinha,
I'assageros da barca brasileira CltmeiMiio,
rinda do Rio Crande do Sul Norborlo Pilippe
\/'.v-e.iu Bocea e J .ao Jos Alpnso.
Passageiros i a barca brasilefra lleltna, vinda
da Haba : Uanoel Dufan, l-ranesca A.de Sonta,
.: Iim esclavo. ,
Passageiros ib. brigno portugnez liNalta, vinda
lo Piulo Uanoel dos Saulns, l.uiz Antonio de
Siqueira, Vnlonio Goncalves da Costa Lima, C se
miro Pinlode Carvalho, .lose Fernandas do Vnio-
rim, Vicenta Pereira da silva. Anlonio Alvos .1.
Cosa, Holpliino s. Rodrigues o sua senliora, Zel-
rino Uoreira, Scverliio do Gonveia Braga, .Manuel
Rodrigues,. Antonio Julio de Sen-a. Doafigos o-
- Vnluncs,' Vnt inio lluarte, Manuel Kerroira da
Hucha.
Passageiro do brigue escena bjaslleim Joven
Irlhur sabido para Hacej ; Manool Rio (Je Jordn.
Passageiro da baca americana ^imi PUofl
snliijo para l.ovv-Vork : l.stosn f.nl r.
Vatadonro publico.Mataram-so no da M do
cu rento par o consumo desla cidade Oi ro/i>s.' .
No da 1:! do mesmo 9.'
Miirtulitliiil,- ilo rfin 1:1:
Manool Antonio, brauc), sntleiro, 2(1 anuos, lirber-
enio pulmonar.
\_ islinhoFrancisco Barbosa Gnimares, semi-bran-
eo, tianilOS, o.islro intorilo. i
Vivara, braueo, 11 mezes, gastro-iiiieriio.
Manool, pardo, 5 mozos, enlerite.
Catuliiio, pardo, 18 inezes, desynieTia.
Mara Francisca, parda, viuva', pbthisiea,
I mbeliua, branca, I anmi, phlhisica.
Hospital de caridak, tistem t hoiens, 55
iiiulli.'ies nacin ios, i homens esirnngeiros, in<-
i.i.'i- i-.i-iiii o-, I nal 11.,
Foram visitadas as enfermaras polo cirurjiio
Pinto ns 7 I 1 horas da mauba, Ilr. Firmo as 7 ho-
ras da uiaiiii.i.i o a. li loo as da lardo de hnnleiii.
Fallecen um soldado do polica de gastro ntcrilu
agudo.
DIARIO DE PRNAMBUCO.
conlimiado, ou substituido provisoriamente a
..rolad.
! cuidad.
xislslenti
.I,- sequeslrar ti
i..
au-i
lumandante deva ler o
xas publicas ns
las e ivii-
Scicnlc de quem o nu ser 0 lespnlisiivel por CSSI -
niales.
Finalmente o orador, para lermiuaro suudiscur-
euiso, se piopiinba a desvanecer a impresso que
poderia ler causado na assembla a proposico do
Sr. .Mondes Campos, que ..un elle eslabeloCOU um
diloinma para a dreeloria moBlrar-se contradicto-
ria ou resignai .. son puslo.
Que no -. o entender a direcloria nao sera con-
tradictoria representando, mesmo em sentido op-
l''s''. i ;o oI li o- o........ lela polo
fosse conversii .-1
Na interprelaco proposta, .- que pois necessa-
ra o justa, nao so crea direim novo contra n ban-
co ; somenlc torna-so mais claro a obrigacao j
existente do sustedtar o valor do son papel, eoudi-
. o eom que lho fui feila a couccsso de emlli-ln.
Como se ainda fosse pone..,era ve/, do una, quer-
so mais seis fabricas de papel!...
As profinsii o.-s do orador om diversas OCCasies
sao a. olln.lns por apartes e oinileslai.oos de us, o
ciiulirmni'.ios do utios ; o.en.unios porm dar cnu-
la .!. He-, porque o oi.ulor nao sa desvioudoseu
discurso para entrar om argiimenlaeo com elles.
Aqu, pm exemplo, houvo erando numero do
aparios, especialmente quando s. Kxc. so referi
no. bancos creados nas provincias. Proseguiudo
porm .. orador, sustenta que das el radas ideas que ,
se batiam disseminado acerrado meio circulante e
da nu. a do crdito linha nascido a appprova fio
pretendejior meto ii,. estabclecmentos liancarios auormaes c .pie po-
orador au hesita dem sci falalissiuios. Nao -o reparn que em ma-
i.iia Ar emisso n livre concurrencia seria n nnnr-
chin, a nao haver para iodos ns liaucos o corrocli-
vn .1, cunvor.sn omoiiro. Sim si: rnparou que,
eioborii entre os economistas baja opines a favor
da unidade o lambem da pluralidad.' baucaria, nos-
se pontu lodos eslavam do a. curdo, uns e oiilno
oxigiam a ronversblidade.
Sobro dous principios chama S. Exc. a alien o
1." A inuoila, o agente dn cireulacao, propon-io-
nn-so seiiipte s necessidades que bn do seu serv-
\ superabundancia do agente da cireulacao,
-' .' luel.illi'n, .1.-npp.in e pela exporlaro : se e
papel, cnuipcii-n-se diniinuiu.lo do valor toda a
moeda-papel iui propori-o .lo sen excess
2." A somma de productos sen pie considora-
volineiiie superior mas.a .i,- men.. irruanle no-
para muilo brev
Acha-se na opposiro o Sr. senador Pcrreira
l'eiina, o que lem admirado inulta gente, un.....s
mim, quo j. de cnu.a iienhiiina me maravilho
nesie nosso imperio do Cruzeiro. So alguma me
po.l.s.,. hojo inaravilli.il seria o ler aliado favor
do projeeto o Sr. depuiado pelo llaranhao Joaquim propriedades do Cslado, e todas as m o
.....oes de Souza. das devem entrar na eaixa do exercilo.
lu um de-ios ltimos das o Sr. II. Mann.-l
aggredio acremente no senado o Sr, baru de \lu-
uiiba. \. lio Injusto o noble senador, pois em ver-
dad.' o illnslrc minislro da jusi. a ,' um dos n -- -
. ai ,,1-lores mais puros.
A sin iedade Defensora da Consliluico /
una ropro-enlii.o i .amara dos depulados contra
n projoclo hancajo do enverno, u depulado l'a-
clie.o foi .. encarregado de a npresnlar.
Lu n noilo de ^l'. do passado rouniram-se em
casa du Sr. presidente ducouselho ns depulados
que apoaiU n lullil-lei
I.....In que a luaiona o de pouCOS linn,
No ni. pioprioi.-..- lugai n procissao de Cor-
Pelo Oaapnck entrado hontom dos porto-do
sul tivonios dalas das diversas provincias d'aquoUo.
lado .lo imperio que ponen niliantam.
lia cdrlea ultima dala de do correle.
A cmara dos depulados j so necupova da refor-
ma baucaria de Sr. ministro dai fazenaa, que m
sen discurso pr. fondo na aessab do li, deelarou fa-
zer do.mesmo projeeto queslo ministerial
Feila esia declararan, os Srs. Bts. Paranagu.
Dantas, o Aramio o Mello pedujam deuiissoes, ..
pi......un da presidencia du M.ir.inho, o oulros do
.bolo do polica da Bahae Matanhao
ii banco do Brasil renuio-se no .lia em assem-
i.i.'.i gem, e ...i- 7 votos cortara 185, decidi que
a direcloria repre-ieiiiasso contra o projoclo dn go-
vernn.
V cariada n isso correspondente, nos referimos
quanto dentis nolieias.
Ha Baha lomos dalas de 10.
V directona do banco da Rabia, represeolou con-
ira o projeeto lo Sr. ntinislro da fazenda.
ii Diaria .// Daftia deelarou estar informado quo
oe 'or ,, sr.,dopiila.b S. e .Vlbu.piorqno rehollara a pro-
M. 1. em raza
No que respeita aosuieios do providenciar as ne-
cessidades do exarcito, as nslrucces delerminam
que -o Ik.ir niinodinlamenle com as autoridades
provisorias da paiz oquecomosmoque poder for-
uecer, lixando um plano que nssogurc a regularda-
dodosl'oiiiei iinenlos -al'un do queso possa dispen-
sa mo antes as requisiedes ao governo imperial,
evitando sempre que soja possivcl qualquer despeza
ulterior a carg do lliesouro austraco. -
Quando for necessario qualqu.-r forneeimento, o
e.iiniiii.arin encarregado dn adniinistraco, deve
logo roqiiis'ita-l.i s autoridades, lornaiido-as res-
p.-!-... ..- pe 1.1 A.lClldo O proiliplldo (lo lol'IICI 1-
111 un lo. II lliesnio pioees-o ,1, v.'l ler lu^ar, qnaii-
Sdenca d'aquella provincia,
lia- Vlasoas nada lia de novo.
Conimunicados.
o dn for noc
san., levantar qualquer contribuirn
pn- o gui orno auslriacochama
;.,/..- Chrisll, que nu .is-islio S
de oslar anda anejado pela morle de seu augusto em diuheiru
eilliliado o lei do aples. liaSSUaS in-ll He. oes, pnlip.ir O 00Z, a OplOtO pil-
No domingo seguinte liouveram lambem pro i.-- ilo a e os soutiuicntos dos hahilaiites : mas na., ha
soes das uiali/i's r S. Jos e Candelaria : e do-
.' ...na para move-los ; poruuonto ns evoluc6es do
producto at chegar a., consumidor sao muito ino-
no. repelidas do que as evolneoe- da nln. da. I eui-
-. i.eonlieii.lo .pie oslas evolucoes .-o iguaes a
do/ ; de un.ilo que uma quanlidade do inoeda, pot
elfeito do sua-. necesarias evolucoes, servo para
mover mcrcadorias do dez ve/es maior valor.
Se is.ii verdad.', pode-so allirmar qoo lodos
lameiilain a dcprrci.'u o da inneda ou a baiva do
cambio, mas p..o, im devdamenlc ti I. a
' \n I.--I-' il-' lo .1 \------- .1. e. -II, -I,-,-i ., et-, .,1
vendo la/ei-seiio uimcdftlo a Irasladou das
imageus da freguezia do ss. Sacramento, da Or
dem Terceira do Carme para a ,-u.i bjreja, que
a.-ai.a de se apromptar, nao piulo ler lugar a cere-
monia por cau-a dn man teiiipn.
A groja do ss Sacramentolevou annos a se
inir, mas licoii un. templo magnilico.
I m dos lugares, que conrorre muita gente no
Rio do Janeiro a Sania Casa da Misericordia por
...a.i.iu da visiln, que todos os anuos o de cOSlll-
uie l'a/er-so ao respoi iivo hospital lio da 2 do ju-
ll.o. Iste auno porm as chovas nao peruitlirara
que coiiipniei esseni minias pessoas.
(i consolho da ..o iedade \nvili.nloia das ir-
les suspenden seus Irabalhos p.u nitodias, o no-
inei.ii uma eoiiiiuio |.ara dar os pe/amos ss.
MM. II. pelo fnlleciui.'ulo .! S. M. o re dn-, linas
Sicilias.
ii.- ratoueiros eonlinuam a exercer a sua pro-
/i-.-i/o. se indo .-ia l.. eaio... Na madrugada de
-I dn passado assallaram algnmas casas do Km
Comprido, atjadanhaudo algumas galliubas o pe-
rita .
No da 2IS, lambem pela madrugada foi assaHada
i cas., da Sra. viuva Quililo, un ra do Mala ca-
relios.
" No da 24do mo/ Rndoao collocar-se na res-
pectiva liuha o Irem do pa-si^i nos ,1,1 estrada da
.rro de 11 Pedro 2 ", um dosj liomens ocenpados
lo -.o se, V leo trOp.-iOII .'Cllln. pa ...I lldu-1 llO OS
carn.s por cima, l'.u roincllido para a Santa 1 i-i
da Misericordia, onde falleceu duas lunas depois do
ali t.-r rhegado. ,
l ni grupo .le ca--..nas. qud eguia um .lo.
bataliioes de guarda nacional epoisdo recolbida .1
procissao do Corpo de lieos, ferio morlalmenle um
moleque osoravo de l'iilaiio C.n-lelloes, morad.u
ra de s. p. di,. ,\,i cidade nova.
(1 l'ernlo morreo puncos minutos depois.
Vpparecerain onl 1 1 los b 1 escravos no m.-s-
11111 da, em uma a/eiula do municipio de S. Joao
do Pi incipe, ion In ." dadn om nutras varios 1.,,.
..............,11,01.1.. o......-i 1 ...,--, Vil.
ningiicm que nn considere isto seiiu como uma
rapia urgaiiisada, e rcgularisada, nicamente pro-
pina dos lempos ..s mais bal liaros.
Kiilrcos pri.ilue._oosda Fram;a mais .111 1 ..
na.. ... pode doixnr de mencionar em primeira li-lj
nha as obras dramticas; porque pomas cidades
importantes oxislem em ambos os hemispherios,
que nao lenhain um ib.'aim fraucuz ; essa a ra-
/.1.1 p.u .pie lanos comediantes iian>e/es lem mul-
las re/es i. i., a tulla do mundo. >
M. 11... um desses artistas -cosmopolitas, (aria era
IS38 palle da cunq.....I11.1 liaun/a lia l'.alavi.i onde
-en lalonlo, romo pfimeiro galn Ihe linha ai-
1 raido todas a- sympalhas do publico, veidadeiro
publico Ar nababos, cuja almila, o era Iradii/ula
om bollo o generosos minios a......lo que os ven-
cimentos do M D... nao erara rolalivanienle mais
que um verdadeirn accessono isio quor dizer que
i-llc linha escravos-, cavallos c urna casa perfeta-
menle posta.
Knfre os escravos do feliz comediante harid um
grande cafro.ospecic de hrcules negro i;uc do n-
ti 1 nu um bol com o punlin, o do quem o preceden-
to senhor se linha desembaracado cuno do um cu-
lo perignso ; mas que o artista linha saludo .lomar,
loniando-o manso como mu cordeiro o delicado io-
nio um cao. Chamava-se Natal, nomo doseu p.u/.
Alguns anuos d 'p.ns o comuicdanto quiz deixar
.lava para ir America, o rendeu todu seo pes-
soaldecdr; mas.exceptuou Natal, queem razode
seos serrieos o da dignidade do seu carcter leve
a caria de alforria. cEnforro exclamou alegremen-
le n prelo a esta noticia ; ento cu livre de nao
mais deixar-te, di/ elle a seu senhor, cu sejuir-j
loda a parte U pobre prelo, j se v, liilerpre-
lara a liberdade seu modo, e o artista nao pdde
forrar-so dello.
Natal 0/ lauto, podio lauto, quo sen -elilior ..i
obrigada adeixar-se acorapauhar por lio alo o Rio
de Janeiro.
No brasil, infelizmente, o comediante nao to\-e a
mesma fortuna que na colunia hollando/a: ns es-
peran.as, .pie elle liavn COlICOllldO lln se le.llisa-
. 00 ii.-.o.o -I- pon li ou- > u, 0.1 ...... recui
Caniliilalura prox iucial.
V Jil do uoveiuhrn rada um dos Vi circuios olei-
lor.ios da provincia chamado a oscolher sons de-
pulados provnonos, o os pre tendentes desde j h-
rfio solicitar seus culos.
Ilo.ojando ser ololo memhrn da assembla pro-
vincial desie Pernambuco, a nn lendo um circulo
especala que me dirija, soli.ilo do eada nm dos
circuios niiiilia admisso no numero dnseleilos;
o aos meiis amigos a iiilerposi.o do sua iiillu-
eu-ia.
11 que farei ou 11a iissombla provincial? Si nao
li/er mais, nao (nroi 111......s do que o tom fetto lo-
dos os depulados prnvinciaes desdo ls.
.Miuli.i aspiraeu .'. forado ranillas turcas? Eslou
jiislilicndo com o l'ormigiieiru de candidalos que por
Inda a parle se niuo. Quem ha ahi Ojie so nao jul-
guo habilila.lo para d.-pillad.) provincial, e minias
.on-as mai-
So nao poss offercer a provincia grande somma
eouliecni.-n ns, sabe-o ella que lenho muila in
dependencia i> inoralidade para balor em brecha a
mus ole.,ida ilale/,1 om quo Os abllSOS se nens-
lel.-ni ; e Indo pianln posso [iromoller se servo,
acolham-me.
a representarn uo deve ser patrimonio de niu-
oueiu,,. em pocas como a nossa cumpre escolher,
o nan codera ninpenhos.
Se oe. upar u n a-seuio na assembla provincial,
farei por justRcar a eoOBanea, que om mim livor
depositado ''ir, ubi, que lu grande honra mo
llzer.
Recite, 12de julho do 185.
Dr. ilnton'io Borgesda r\tnmu.
COM-UERCiq.
PRAGA li" UX11T. 13 lll'. .ll'I.IIOHF. 1859."
s Tiirs iirin.vs da tarde.
taiti_v.es officiaes.
Descont de lelras 9, l lll e 1S p.u- eenln ao
auno.
Camina sobre L. ndros 2~ .1. f.O e DO d'c
/'. t uincini -Presidente.
Francisco Vahtede deAfmeidaSecretario.
Al.I ANDF.GA.
Rop.dimenlo do da l a 12 ,
Ll 'in do da 1'!.....,
157:061117:1
12:208j01
lf.9 29318T.
Dcscarregm boje II de julho.
r.s-una iiRle/a. In.....ysfazondas.
Barca portuguezaLindadem.
liana ingleza Uindooforro o carian.
Brigue inglez Willam ^= ferro e objeclos para
o gaz.
escuna baraburgueza Vlexandirem -1
mi mi Ann


ro
Barca americana.'.miradfMriniia de trigo.
Pal ichn a nortean i I istorn Slar=milh i o
Barra americana.. Imperador tarinha e fjelo
liai 'a portugueza :'ralidao alivofsos genero"
i' (rtuguez^-\matia=ceboUp o btalas,
lian .1 brasleraRecifodiversos gneros.
iroviiiENTO dv ai r\Ni)i;i;v.
\ nlumos entrados eom hzendas .
rum eneros .
Voluntes sabidos com fazendas
com {eneros
i caixoles dem ;
l eaixote idciu ;
1 caisote dem
1 eaixote ideo
146
168
------611
177
681
------839
Imporlut'aOi
Vapor nacional Oyapork, viudo dos porlos do sul,
manifestou o seguinle:
li caiiss ignora-sc a Isaac Curio C.
I caixa ignora-se ; a Francisco T. de Lacorda.
i- emoles ignora-se; a N. O. Biober t".
1 caixoleidetn : a Joio Anglada Jnior.
a Anlonio Jos l.oal liis.
a Fermn A franjo.
j Fredcrco Velloso i'.oop.
ao cnsul da 1"ranea.
i eaixote dem a Denomerico A. do Rogo.
. i siste dem ; a Domingos de Soqza Leao.
i cajxotcs dem : a Jno Pcrrora Vilella.
I eaixote dem : a Celestino Gomes do Oliveira.
1 eaixote dem ; a O. de Souza Franca.
I eaix&o idem ; .i Jos I., Kourgard.
1 caitio idom ; a Jo..-i.......alves Halreira.
I caxo dem; a Antonio Pereira de tllivora
Ramos.
I caixa joias ; a Jos Lololm.
I tanto ignora-se; a Untoida Domes Mves i\ i:,
i eioiiruiiiii idem ; a Arkwright A C.
I nduine dem ; a Squera & l'ereira.
1 volnnie idem; a Trjano.V. ti. M. de u.
I volme dem ; sJoaoJos de Carralho Morans
:i volantes idem ; a Lento* Jnnior & l.oal Res.
I pacote dem a Francisco Alvcs de i inlio \ c
1 pamte idem : a Polycarpo Joa l.avoe.
I parole dem '. a Jase Barboza de Helio.
. canudo ignora-so; a Cumariiesci Ulivoira,
CONSULADO Gl'.ltAL.
Rendimento do dial a 12 .
Idem do dia 13.......
Joaquim l'l eodorn Pereira de Oliveira.
Miguel Kermano dos Santos Pereira Bastos.
Bernardo Francisco de tauiar Montarroyos.
\ todos os fuaes c a cada u n de per si, bem ro-
mo a linios os inloressados em geral se cont ida para
comparecercm no primoiro andar da asa que to
cadete, cm a sala das sess i I > jury, lano no re-
ferido dia clinraleotno nos mais das seguintcs cm
quanlo durara sessao, solas penas da lci se tal-
la rem.
V. para qu chegue a noticia a tulos mandei pas-
sar o presente edital, que ser lido o afiliado nos
lugares mais pblicos e publicado pela imprensa, e
lambem remetter sos subdelegados do termo para
publicaren! eniaiidareni fazer as notifleaces neces-
-anas aos jurados, aos culpados e aslostcmunltas
[ue se achan m nos sens districtos.
Cidade do Recite lidejullio de 1859.Eu Joa-
quim,Francsco de Paula Esteres Clemente, esenvio
do jury o suhscrevi.
Dr. Joo Jos Pinto Jnior. ,
Dcclaracoes.
(lorreio geni.
Helaran (Lisiarlas seguras viudas do sul pelo va-
por Qyapock, e das existentes na administrarn do
correio, para os senhores abiixo declarados :
Vnna Peres Campello.
Vnlonio Aunes \ icira do Soluta.
Antonio Mu iz Sodrdc Acngo.
Hallar & Oliveira! <
Carlos Spihdiao de Mello e Mallos.
Dinamertro Augusto do Bogo llangcl
Francisco Vnlonio de S Brrelo Jiiuinr.
2:1.727-1 vi
S:024|96
DIVERSAS PUO\ NClAS
lli'ndiuii'iiio do dia 1 a \- .
I deis do dia 1:1.......
gg!48
1-7I2J671
A
I-712J671
Diario de Pfirnambuco Quinfa fera U de Jullio de !8?>9.
Allencilo.
3
N. H. i'- embrullios so se recebe n a c ditas lio-
ras antes de M> tecbarem as malas un um i hora pa-
gan.lo um palacio alm do respectivo (rel.
Para Macei.
Sabe dentro em poneos dras, n multo
veleira e bem condecida barca Recife, a
qual ti'in a maior parte de son carrega-
ment prompto, para > restante da carga
trata-te com Manoel Francisco da Silva
Carrico, ra do Vigario n. 17,
andar.
pt'uneiro
Cear.
Sali com umita brevidade omuito ronhecido e
veleiro patacho Bom Jess, por ler mais de meia
carga prompta, para o resto a Iratar ruin o pro-
prtetariu na ru i da Madre .1" De w n. i.
Leilocs.
Olilll
DESPACHOS DE EXPOBTACAO PELA MESA li.i
CONSULADO DESTA CIDADE NO DIA 13
DBJUI.HO DE 1859.
ConoraItriguo sardo Daino, Bastos & l.emns,
600 saceos ancdr branco e i l- pipas aguar-
ilenle.
Marselha Barca tranceza Eslher, E. A. Burle
& C, GOU sarcos assurar maseacadn.
Rio da PrataPatacho nacional Maa Jos.'..., Hal-
lar jS Dlivcira, 2l barrricas assucar Ufen-.,.
Pnrto Brigue portoguez Harmona,^. G. Mi-
randa Leal, 10 barricas assucar branco e II ditas
dito mascavado.
Nuri' Barra tranceza Rip tirando, Manoel .VI-
i es Guerra, K) cauros -
Lisboa = Brigue portuguez l.aia III', diversos
earregadores, 71 arrobas o lii libras tapioca, 26
pranehoes rinhalico.
RECEBEDOR1A HF. RENDAS INTERNAS CF.RAES
DE PERNAMBUCO.
Rendimento u dia 1 a 12 .
Idem do dia 1!......
CONSULADO rilOUNf.lAl..
Rendimento do da I a 12
II. iu ilu da 11...
Francisco Carlos Branda >.
Franciscode Paula Barbosa Lele.
I i o dsco Velloso da Silveira l'elles.
Justino da Silra lardoso. 1
Joaquim Mauool Ferreira it' Soma.
Joan Vicente da SilraCoslai
Jos Antonio Pinto.
Padre .luso Antonio dos Santo- .ess.1.
Jos Belsario llenrique de Smua.
Jns Moreira da Sili a.
.los.. Comes Ferreira Ros.
.los.'' Pacheco Perern Jnior.
Manoel Duartc Rn Ingues.
Pe lio Ferrei m i nelho.
Cecilia Ros i Pereira do Brito
Crrelo.
Pela administra 'li ii/ publico, que uo dia l dq corrente, pelas 2 ho-
ras da larde em poni sern techadas as malas qae
tem do ron.ln/ir o vapor PeraiHja eom destino
a Macei a r.nuandar.
o abaixo assignadn laneadnr da mesa do con-
sulado provincial f.i publico,que vai-dir prinripio
no dia 1 1 dejulho cnrretite ao [anc.amenlo do doci-
iii.i urbana, e dos iniposlos de IV'q sobre dirersns
eslabelecimentos d U)j sobre casas de mo las, de
perfumariis e de vender plvora, e deOjj sobre
c isas de jogo de bilhar das froguezas do Recife c
Boa-Vista, que lem desorem arrecadados no anuo
linanccm corrente de 1839 altGU. Mesa doconsu-
II lo provincial de Pemamhuco 12 dejiilho de I859s
0 lancador, Frttnritco Varneiro Machada Ato.
Junior.
-Citiisolliit mlitiiiiistralivo.
O conselhn adminslralivo, para tqrneciniertto do
asoual de guerra, lem do romprar os objectos so-
guinles :
Para > quarttl general.
Venezianas S.
P'trii o ., battilhao '!<' nrtilheria..
Corroas de cintura de couro branca de luslrc para
msicos e tan bores 10.
/'i/r/f o forte ta Buraco.
'.i 3g750 Bandeira imperial de hiele grande 1; driea de
bandeca 2.
Para a ttcriplnrarm d,t enfermara militar de
39.773J628 Villa Delta.
loto^ii: 1 i.vro par receituario com lihi follias. sondo de
' papel do llollanda paulado; 1 dito para entrada
il:::lSH7 sabida das praros, ron, 100 i"
Avisos diversos.
i.ullu
IGKNTR
OLITO
\Vli:iU'K Korster \ (".. continuaro o
leilSo de nullio no caos d'Apnllo armazem
do Sr. Jo r Antonio lo Aeaujo. por in-
lervenco do agente cima referido ;is 11
horas em ponto.
BJEWLM
Sexla-feira 1S dejallio.
PELO AGENTE
HYPP
[ritiandade de S. Jos d'Agouia.
ii rrntarioda irniandade de S. .los.- d'Agnnia,
por detiberacn da mesa regedora, Faz scentr i lo-
dosos rmos e ao publico, que por motivos fui
transferida a (esta do scu padmeiro para o dia 7 dr
i prximo fulro, pede a coadjovario de
lodos os sens irmos odevotos, para que c faca
[o rom ,i maior pompa o decencia que fur
possivel, convida a todos osseus irmos para que
comparecam no i i da irmandade.....la-16
lo correte as ;i horas da manhaa, as da i irde,
. as 7 pora assislir a si i Razoura e Tc-Deum de
V s. lo i u oo. c n i dia 2i) para a testa e Te-Dcnm
de Santo Elias.
- Iiapiiacl Palhares. dentista, avisa ao respei-
lavel publico desta cidade, que oslando hospedado
no hotel Francisco, juntou-se o lllho do done do
hotel cmais outros, o foram s suas perfumaras
que Irouxera da Europa, lendo pago os dtreilos, e
ourinaram dentro dos vasos o mus entras porcu-
nas que Dzeram, que para nada prestaram, que as
na ra, assim r.....o o quarlo que lite dera
nssnalho sem nada mais, o i' inauha pede-
I 5t i por este bom agasalho, de-lbe I.s. ewe-
Ini I.. Ihco troco, rcsponJeii-ine que se fallas."
em Iro.-o man l.ira-iii'' pur pola oseada abaifo po-
lo- apiH pretos : porlarfio, peco as auloridades que
em considera io*la| priM.aediinenlo, aliin de
mo seren os eslrangeiros inallralodos, pois lenho
riajado por linio esle inundo, ran eucoutre .un
pro -c h.....uto iaual.
' Nevos & lllivcira fazcm scieule a quem pnssa
inliTessar. quo no dia 2 do correnle comprar.un ao
ao Sr. .lo.io Teixi ira ih1 Souza Lima o son eslabcle-
cimento sita na la dos Pires n 28.
Viuda nina vez mars roga lu o Sr. Sebasliao
VltoAsu !"' Reg Bar n vil i la do (.ineiniado,
loja u. 10.
\i> amiso iIm orili'in i[ii iliberal Peraaiu-
fes c casftinoiilos.
^Dissolucfio
No palpo do Ter(n, easa.de sobrado n. 62, de-
ii ojio ilo nina liul nrrira. cozo-se toda i qualhla-
de do vestidos de genhora rom amalar perfeico,
lano para novas, romo para qualquer, e milito
cm conla : quera pretender dirija se a cas i ai ima
mencionada que sern liein servidos assim romo
preparam-se bandeija's de oolinhos enfeitadas para
de soeedadc.
A casa commoreiol que lem gyredo na pra id
lio de Janeiro stjb a llrma de Magalhes t Costa,
lid amigan Imenie dlssolvida no dit < de juoho,
pi la retirada do SU o da Costa, tiran-
do o activo opassivoda inesma rasa, que conti-
nua no mesmo gyro i m g iciu a cargo sob a lir-
ma individual di Joo Jos. Fernandes Magalhes.
Recite id de jullio do 1859.
f)E
(0.
..
mm muz&
N.2 RUft DO CRESPON. 2
Defronte doaretrdeSanio Anotiio.
XESTE NOVO ESTABELECIMEXTO VENDEM-SE:
Livros de n cas, de letras artes, viagens, historia e classictis ,- romances ilustrados e nu-
-:- linguas.
Globos, aliase mappasgeographicos.
1 11 -W 11! I r 111 <|n cn(f*(Illf' Papelde bollanda, de peso, paquete, almasso, de cores e outros de diversos formatos
i/taautuyau UO sutHAiauc. Prensas para copiarcarlas.....tiros msnuscripfos, livros e tintas proprias C
Livros era branco, prunas de varias qualidades e mais objectos para use de KpartirSps, seerelaria p
casas de eommercio, utenctlios para desenlio etc.
l,rtigoS'de bom gnslo, fantasa ecuriosidade das fabricas de Paris para uso dos elegantes; m
; resenics etc. v
Carios e bilhetes para bailes, casamentos e risitas,
.8 8048910
'Il-SMH
I m seu arma/rin sitnna rua
Antonio n. 11 C. s 11 liaras em ponto
asente r.....lera un liili u segninle :
Loma.
Piano.
Hohilias.
Eseravos de amito- -. :i lo um
rosnbeirn,
a do Sanio
O II :
['xcellenlc
Movimento do porto.
ATat OI mirados no din 1 .
Itio de Janeiro c polios intermedios 5 das a is
letras, vapor lirasilei|i> Oi/apock. rommamlanli' 0
segundo lenle Francisco Ferreira Borges
Porto30das, brigoo portuguez Amalia, de 270
, toneladas, eapttao .loso de Souza Amollas, pqu-
pagem l. carga viuho e mais gneros ; a Ma-
noel Joaquim llamo, r Silva.
1 ireetona e Malaga 5H dios do primeiro, e 38 do
ando porlo. briguc liespanhol Tkemnlen, d
166 toneladas, capito Francisco Casis, equipa-
gom 12, sarga rlnho, msssas e msis gneros a
Vranaga Bryan.
Terra Nova u das, barca ingleza Tamo, de S50
toneladas, capitn R. Eearncy, equipagem 1"',
carga 3,500 barricas rom liaealho ; a Saunders
l'.roli'IS & C.
Bio Grande do eul33 das, barca braslera i'-
ineiiini.i, de 2tis toneladas, capitn Manoel Joa-
quim Lobato, equipagem t:t. carga 12.ntio arro-
l.asde carne ; aCuilherme CarvnhO .V C.
Baha"> dias.Jiarra braslera llehnn' de 335 to-
neladas, rapito Matbias J. Rihoiro, nquipagom
11, carga varios gneros; a Braga, Vntunes \ c.
IlamluirgnOdias, pal.olio dinamarquez t:<-.ei-
/'/, de 100 toneladas, capilao 11. Von, Appens,
minipagem 7, carga fazendas; a Prenle Vianna.
.Y./ci saAdo no mcsiaoifi i.
Canal pela ParabbaEscuuadinamarquezn /trance,
capitn I. II. Keager, em lastro.
Macei Brigue*escuna braslera Jone Arthur,
capilao Joaqun] A. ii. Santos, carga dtOerenles
gneros.
Sew Yorl> lliale Americano Pilot. capilao I. Ilot-
chkeos, r.ii-o.i assucar.
Terra Nova Barca ingleza tVwcea, rapito llenn
Uruli'v, em lastro,
oiisr.iiVAi.a'ir'.s \n:r'..iiii)i.ni;ii'.vs.
lilv 13 DE II I no.
thas di' igual papel e
: lambem pautado ; I dito para inventario rom 50
l'olhas, papel alm.no; 1 dito para recoila o despe-
za com 50 iolhas, Uo mesmo papel ; 1 dito para cor-
respondencia olli.i.d i- Irruios rom SU folhas lio
dito papel ; 1 dito para bitos enm 50folhas,dito;
1 dito para entrada ccabida degeneras, com50fo-
lhas, dito dito ; I diln de nitradas t sutil las de me-
dicamentos rom ."ill folhas.
Qumd quizer vender raes objeelos aprsente as
suas proposlas em carta techada na secretara do
conselhn s U horas da manlia do dia 2\ Uo cor-
rente inez.
Saladas so-so,s doconselho adiuinstralivopara
fornecimenlo do arsenal de guerra 13 de ullio de
1859. -lienta ./" CaufeiiAu .in*. roroiiel presi-
dente.Francisco .looi/mm Pereira Labot coronel
vogal secn ano interino.
Sexla-feira lodo wrenle.
DE
(Hijctlos potito \islns hpsu' iiit'irit!o,
como spjniii: faqneiros tlf prata o tic
melal priaepe \rdatleiro, deRiarlini
de diversos gostosf-feilies, assin fo-
no oiilnis iiiuilas obras de toral r
aullen- proprias para, homeni p. se-
ttlioras.
I'KI.O AC.l'.NT!'.
Imraiio ii. 2023 tic /*,- comirn* da rompanhia dramatiza, que ora
repr.....ral i no Ib 'airo de Santa Isabel, foram desa-
piedadainoiile prrjinlir.il is era sita reputarn com
a pulilir irn feila pnrura il 'Sses amigo* .;' ordem
o inserta nd Liberal Pernatubarano n. 3023 : --/r
menlo, que revoltn seuo & familia losque
, ao mono- ,is ;i.--.. i- ii-.o,is. ipie nao
deixarde reconhecer iielln o dspeitit do Seu
. i j :. :~ por nao ler podido de nutro modoeonqni
i um lias, que prcloudeii cortejar
ii servicos, no intuito lalvez de criar [no sen
entender direiin sun gralUlo, se torna anda
mais revnllanle, quando se considera que, sob n
irelefto il i manuleuco da ot lem, (oram os fac ..
pie puldiroii aos,.,uno./-..'- o n forl >ri violenta-
o prejudir idos em sua repula ;ao liomens artis-
tas, rerdade, que mais i] que prcleu lido
amigo da ordemf i sabeiu apreciar c respeilar, Tsii-
do-nos sido revellado por esses dignns artistas o
Tarto t ii iiual dou, c por que os conliccomos de
porto, somos levados a recorrer a estas columnas
para repeli-lo, sentindo qiieo pretextado ann
se tivesse encapotado lo nlciranieute, ja
oceultando seu importante nomo o ja temendo-sc
- iei tirar os iios injuriados, para Ibe ronven-
cermos pelos meios coinneb i.:-"- que somonte adul-
terado, nono oi. so lli"- podeiia argir a antora
de um fado humoral.
n i noilo doitia 7 do correnle, do i- c im <- que
fazem parto da cnnipaiibia que aclualraonte Iraba-
:lia no Santa Isaliel, sahiram das ojto ara as nove
la n.jito ;> p.is-n.ir, ,'. por ipie livessem di-
rigido -rus passos .i ruadas Agua? Verde
ram no jardtm, de quesera iluvida qn'u [aliar o ami-
go da ordem, urna vez que o nem estado de sottei-
io dos mosinos cmicos a5gEravavfl esse arto, c uem
as tl."iros que abrillianlavara n jardim linham a Bor-
le das sensitivas para nao poderem ser colhidas.
Ah chegados, equando conversavam nnlrc si, '-
\ rasa commerdal de fazendas que lera gyrado
na praea do Ro de Ja.. o urina de Ha-
galues A Cosa, foi amigavelmenle dissolvida no
'lia 30 do juuho,' pola retirada do socio .los,: i ran-
! i i o-t.i, ti.. i ii. lo o activo o passivo da nies-
tna casa, que coAltuua rom o mesmo gyro de nn-
i, a cargo de Joo Jom Fernandes de llaga-
llirs, dan lo milo.-o na ni 'sitia a Manoel Pendra
Fernandes Bravo, sen eaixeiro, licaiidn a tn<
- lu d ii\o .la liiiu.i ilo .lo.lo Jos I er-
n.indo. M i.'.illi.io. ,\ i .
Re ife 13 .i.- ullt i de 1850.
Precsa-se de. urna atoa que saba engommar,
escrava ou forra, para urna rasa eslrangeira:
>ndi r dirija-sc rua il" frapi he n. s.
. .: Sexta-teira, 15 do correnle, depois da au
ca lo Sr. ttr. ini/. iuiini.ip.it i!.i primeira vara, iro
o praca ... reo :.i- I sobrado n. li da rua "^ iva,
perleiicenlc a interdicta ti. Joaquina Mana Pereira
\ launa.
I> abaixo assignado respond aoanuuneio pu-
blicado no Diariiwlc 13 do corrente, e declara que
lu pola polnia para appreliend
imeuli

idos os leo :i..i simples em papel at
bilhetes, c marca-sc papel rom lypo proprio i
ao melhnr em panno i i pedio.
m rel io v oiitadi' ilo. pro-
I ncadci:. i-se io,i |.
Iiupnm
lendenles.
\rieita-seo encargo de qualqner encommenda de li'.io. eoulros arlgos tanto l corte e provini
do imperio, como de Puitu Inglaterra o Blgica, com as condircies mais razoaVei .
No_'non.. ,!. So i.-1 ,-. c. enrarregam-so de apromptai e acondicionar convenienlomenle
ruin un-mas quo forera fi-itas do centro da provincia, ou de qualquer parlo do imperio, mi,do de livros
ou ii, outros artigosdoeslabelecimeuto, e sernsempre reconluNddos pessoas que s,- dignsrem hon-
ra-Ios cora su.i benvola cunciirrencia, i--jii.-iaii-lo-s,- em gurvi-las bem nao so i m pre
como na nielbnr o mais protnpla execu ... is recebaren).

Perda.
,\.i noite do da 8 pul. oir lie cabello,'em-a-loada i-iu ouro, desde -i
rila da t.oin irdia ao Pire.s, quem acha-la queren-
i, !,,'_ ilo reslitni-la pode dirigir- P i n. 2.
Vlleneao.
vendo quem pnssa provar q.....i abaixo assignado, i':' ^ ;-
abusandu da autorisucfia que lem, apprehendaes-
io nasscio, para le-los em
extorquir carcera-
i itnr do aiiuulicio
ipresenlo um fado, sequer que prov.....pie alle-
ga ein sen annu 13 de jolln de ltO.
- Vndr .\\olmo da Costa, cap
A directora das obras militares lem di
tres lesouras novas em subsliluiro de onl
I rn
r.ir.viv. e dalii aliusil ..... ni
ni : p oanlo espeta que
Pedido.
TIIEATIM)
DE
lauta Isabel
EIIPRE/.V- ER1IWO.
8.a recita da rov assi^nalura.
S^VBBADO lli III. .11 I UO DE 1859.
Irir a scena a nova e muto inieressnnte
anlnrsado pelo lllm. Sr. I'. I.nrinl, que se retira
para Europa no prximo paquete, tara lotlao no dia
cima dasignado nn seu armazniu da rua do Col-
leg...... lo.o id Imras em pon,,, de objectos de
marliui, melal principe, prata. coral e mbar, cou-
sas poiiro vistas nesln praca, ruja venda ser effec-
Inada em lotes a volitado dos rompradores e sem
irsoii.i de preco algnm. Tambem haver nina
enorme por ao de chales la e manguitos de li-
nho. ii referido agente pe^eaosSrs. proteudenlos
o obsequio de vrera ruin anlecedencia examinar
.lilas nliras, pois que grande quanlidade e no da
nao haver.lempo iifliciente para evaniina-lns, em
ruinadas na cubista ilo quarlel da issim
como o retalhamonlo e mais concerlnS no quartel
do Hospicio : as prssoas que >> propo/.erem a i-\---
cuco desles Irabalhos, comparecaui na referida
diecloi a, das ti horas da ni inha m dianle, tona
Iralarem a respeilo. Un-, doria a- .
1-1,!, julho de 1859. 0 drecl ir,
Manoel Zouacio Bi
rVtten^o.
Pede-se ao digno empre/.arioa do ieatro de Santa
Isabel de leva anda mais una vez sri ia n 1 .-1
m.i. rCaplivu de Fez tazendo outro i paito do mu-
do de l'.n ora, c nao o Sr. I.ishoa, pois nssim o .lla-
ma ser mais i pul Os Gi romanistas.
Atlencao.
Consta-nos que o actor Lisboa acha-sc desronl n-
lede estarna einpreza doSr. Cenni...... c n razan
ilo Dyphiles nao tallar continuadamente doli j
entra- viram al onde chega n descoco do Sr. Lisboa, que
quer-se julgar ura actor de meriln rsnm icnpaiis.
11 apreci olor da rua de lionas.
Fugin no dia '.i de jnnhodo corrente anuo, a
piola Mara, de naco Costa, a qual lera os signaos
sexuinles : edr prela, magra, acara lachada, fal-
Pede-se no Sr. Germano F. de Oliveira o obse-
|iio de levar scena u dramaA litroa Heredila-
ia ou o Pengo dosPovos acumpanhadu i\-< Corne-
liatts Filhos .I.- Xdo e Eva.I m do- de29.
Sicca-se para o l'orto e Lisboa no
lSct-iptoriodeCarvallip Nogueira v\ C,
i
Na rua dol.ivrament n. 21."lia sol"pretil i
correeiros, preparadas o moda tranre
ni, i tambera se prepara a feitioa IffiOR
Na casa d,,- exposlos precisa-se de ama- pa-
ra amameotar, naga-se a loa por me? comida,- as
-- as que esUverem neslas'circumsUncas, en-
leudam-se rom a da mesma casa,
Joo Uypoll...... Mrira Lima pr.-tnidr mu-
dar- se da freguezia de Jaboato, e por i-
o i ;., imiita per rasas no Recite, ou preto cni ou-
tra qualquer parte, a propriedade Duas i ees,
ligua apovoacode Jaboalo, com bom eereadee
miiia ierra de plaulaco, c lem urna graade otaVia
de i. Ilia solo.- pilares e lesouras, boa para toda i .
obra, c il nina li...i eiigenhora'dirrfaztr nsucar ; a
\ sta do oiii;-i ., tur se \ i-mi i ,
da i ai '- : quem 'preleii -
uuuciaute em Jaboalo..
Attencio ao bm geral.
Tiata, na rorlieira da rua da l'loronlina que
-,"i do lenente-cornocl Sebastin Lop*e i.niin n
cada cavallo por dia e noite a !?. metade da pi.--
rque se trata geralmenl itndohnni
iiaiameiito srom a experiencia se podera rm-
vencer.
Rngamns ao Sr. Cermann F. deOliveira o favor] Os nliaivo assi;;n:nlos futm loentK
i dramatiCigano Paclieroassim aomuilo respeil.ivcl corpodoawiToo.
prime! ro andar.
ate, ai i-a ao respeilav
aos sens treguzes, que
1 pu-
iiio-
rii.i di Ct ti/, n. i-3
.1. Hender, alfai
, i'l'o... principalmente
li-itl---' para a i na \,,\ ,i n. lili.
i'.-l justo e tratado ura terreno na Capunga
na na da Ventura, pcrlencenle ao sr. Jos N'azario
I dos a npis, quem se ni ir i.......limito ao mesmo
ii-i-i'im annuncie por (-des s das.
Barilio uiiii i rancisco de Souza .retira-se pa-
ra a Franca, deixando por seus procuradores 09
Srs. Jus Pedro da Silva c Jos Cactauo de Car-
ralbo. ,
Pedido.
corno a ioJos Sons amigot conbccidoc,
quereos desta provipcB, queraoi tu da
mais, que aeltaro-se estamiecdoi com
lam-lbe alguna denles s iperiorcs lia frente, quando
,/i.o prelendeu lambem cother /'.ices, o para um anda melle os pfs alguma co is i para di otro, un-
ta! lint sol na va entrada, pie. I lie leudo sido n>- |a0 parece r-oxcar, usa de pan:.....nrolad i na
rusado, foji bastante, para dccidi-lo a protestar que ca, i> algumas re ; fui enerara de Ma-
so tingada por qualquer forma, : com o auxilio de noel Jos de Barros [por alrunha o Bel> i moi I n
qnaesqner meios. em Fra de Perlas, o qual fall......i ha i i i lempo:
^ raque o fado est historiado como elle se quem a appreheuder e leva-la ao Mondego, casa de
dou, peder o u i ser arredilado era rronte do portan do sitio ^o fallecido Sr. I.uiz fin-
sua n.ii-ra-o, r jusiirai-s-do patrocinio que qui> mes Ferreira. ou na rua da Cruz dn Beeife n. 51,
oulorgarasca.....has.' Ninguem o allirmar sequi- lorceiro andar, icr recnm|.....sado. Protesta con-
zer al tenderque por ler u amigo da ordem o co-1 ira quera a liver acout i l -.
racao embebido do devorador .....ne, que lio- Precisa-se de urna ana que sailia rozinhar.
rnie
le
>quencia (
istns i- i.-iiio
mtela val
dia em Irr-
I.ima :
artos, original do Sr. I. I!, dos Sanios
VBVTO. ri.iiMuMv.ino
a ^

o. -2 : a ^3 S k, ;
"~" i S Cq ^s S V 1 w ^
-* ' ^ 5 ' ^
. 9 , . mra
<1 ta ro Canralofl s 11,j. S 'ii. 1 Vs 71 7r,s.
" ,. 211.1 211 s 707:1 75H -
1/2 w > 2li ti .:!.-: sil 7 1 759
:t ila i. < -. 20.1 20. s 7'.l )v
ti i i " 25.5 21.1 7s ... _^
A noilo cine clara a principio toraou-se milita--
da orliuvosa, vento S, veto para o terral e ao aina-
nherer rondn pelo S.
Observatorio da arsenal de marinha Viio jullto
de 1869.
Vna.is Ji \ioli.
ER\l.HVYEZL'HREI.
PEBSOS UiENS
Manuel da Vega................ Lisboa.
'i rund' d'Aveiras.............. Oliveira Vasques.
Fr. Francisco \avicr do- Sera-
phins Pitorra, religioso do s,
Francisco da provincia dos
llgarves...................... Nun--. .
Francisco da Vega............ Ileuua/.
Leonardo *\\ V'eiga............ Correa Vasques.
iGutbertn da Silveir;.......... Valle.
Candida, (lina do Francisco___ I). Mannela.
Isabel, sita-criada.............. 11. Carmela.
Esperdio, triado .1.. rondo ... Pinlieiio.
Julin, negro cserov do Fran-
cisco ............ ............ Francisco.
I'm oiiiri.-ii (la casa mal........ Normanda.
o corregedor...........:........ jlibeiro.
Ilomens da ronda.
A ari o paSSq-SC 1 lu l.islma .10 17118.
Km seguida representar-se-he a comedid em 1 ar-
lo COUpIcIS :
Qn\TA-FF.lli !'i 1)0 C0HREXTE.
Na na d Collcgio ii. (5.
PELO AGE.VTE
l_
Editaes.
11 Dr. Jno Jns Pinto Junior. juiz municipal sup- .
penle da segunda vara e preparador dos proces-
aos dojurv do termo dosia cidade do Recife, ele
I .o o saber que pelo Dr. Bernardo Hachado da
Costa Doria, juiz de direito da vara criminal da co-
marca desta cidade, me foi cnmmuAieado ler desig-
nado o dia 1" de agosto prximo rinaouro polas lu
Loras da manhaa para abrir a terceira sessao do
jury, que Iralialhar em das consecutivos, havendn
procodido ao soricio dos S jurados que leem de
servir na referida sessao, em couformidade dn arl.
:126 do do regulamenlo n. 12(1 de 31 de Janeiro de
1852, foram sorteados e dosignados os cidados .,-
guinles :
Freguezia de s. Fr. Pedro Gouealvos.
Anioiiio Joaquim de Paria.
Antonio Pereira do Oliveira.
Antonia Jos Salgado. '
Joaquim Dadivo Telles de Souza.
Jos ConcalvOS Leal Jnior.
Joo da Cunta Wanderlcy.
Manoel .los da Silva.
Sanio Antonio.
Sebastin Lopes Guimaes Junior.
Mantel Pereira Lima.
Cosme Damin dos Santos.
-ios.'- Thomaz de Campos Quan'sma
Jos r.onralves Malveira.
Solero Seralim da Silva.
Manoel FgueirOa de Faria.
Joan Carlos do Lima.
Boa-Vista.
Caetano da Silva A/.evedn.
.tos Ferreira Penlia.
Manoel Rodrigues dos Anjos.
Antonio de Moraes Gomes Ferreia.
FraBCjSCO Sergio de Mallos.
Jos Eosfaquo de Amorim Lima.
Jos Antonio de Azeredo Sanlns.
los da Silva Gusmao Maia.
Joaqnim Oaldino Alvos da Silva._
Dr. Antonio de Vasconcetlos MeneVes de Droiumnnd,
Frederco Carneiro l.co.
Jos Rodrgaos do Passo.
San-Jos.
Ilerculauo Jos omes. .
Jos de Castro deOliveira Guimares.
Dominos dos Passos Miranda.
logados.
Joo I.uiz da Silva.
Joaquim Coelho Cintra.
Poro da Panilla.
Vnlonio l.o(ics Guimares
Anastaciu rrancigcu Cabral.
Dr. Manoel dn llarros Brrelo.
Vanea
l'irniino dos Santos Vicira.
> S. Lourenco da Malla.
Francisco Cnrreia de Barros.
Jos I.uiz de Andrade Lima.
Jos Filippe r.orreia de Castro.
Antonio da Silva Fragozo.
Santo Amaro de Jaboalo.
Antonio Pereira da Cmara Santiago.
Antonio de. Souza Leo.
Francisco Gomes do Rcgo.
Jos Fernandes da Cruz
Murbeca.
Mano. I tornillo Rodrigues Campello.
DABQ AQUATRQ)
N11MA HOSPEDARA.
leiniinai i n espectculo rom a linda comeda
ni 1 acto :
A FJDAttGAEAJARDINEIRA.
Principiar s 8 lunas.
<) (pial aolorisado pelo lllm. Sr. Dr. juiz do or-
pliosea requerimeulo'dn nrentariante e lulor
dus menores ilo fallecido Manoel da Silva Canos.
[elao no dia a lugar cima designado .is lu
horas em ponto do- movis o bens de folegn abai-
xo declarados.- *~
l escra ;l ditos para o servico de invada..
1 negra para o metno.
1 buis mancos de ca ro.
2 garrotes e 1 be/erro.
:! vaccas parideiras.
1 cavallo do.,ela.
2 ipiarl.ios.
rano, non sena i el Ii ni i -.
1 aviaieuto completo para fazer farinha.
grandes praucl.....sde amarelln.
1 santuario rom (i imagens.
Todos o- movis, consislndo em nina rica mobilia
de Jacaranda e uniros muitos objectos de marri-
neiria, e bem assim hinca, ridros, rryslaes c
WM.i grande quanlidade o.- diversos artigos, qhe
a meiieioua-los'seria enfadouho.
lalilitou a cabera, certameule nao hesitara ante
meios pie servissem ^>' abrigar os pobres artis-
tasnrripiarein de varreira, o deixar-ihes fran-
a ti i nlrada dn jardim, e cumplelameulc livrc a
riillioit.i das llores. I te assim nano, porque ra-
zan sondo rerdadeira a historia quo contou da or-
ga quo emprestan aos cmicos, o em que nn i
.....nte terian tambem inlerv indo i.. ., nao
nj le nn a fallar do perfume, que rilas livessem
spargido Couclumos allirmaudu ao amigo da
ordemque as familias honestas, a cujo incom-
mndn qniz socenrrer-se em su a burlesca narrarn,
o os lioni'-ns rosjioilavois so rcvollan verdad.',
mas contra aquellos que s>- prevalerem '\'- ura
bem sagrado pn-a, sua sombra, salisfazerera .i
litis minoraos ; contra lodos aquellos que tra-
o eiirap.il.i-lainonio ferom seus alfei nados
nos trovas ; contra apioll,-. llnttmente que hesi-
taiii o reman auie a resp ms ibiltdade de seus (eKos
edilns.
Dignein-se, Srs. redactores, !'. inserir em seu
jornal estas Ultras do leitur e assignaule
0 verdad < ila tlrs-nn!r,i.
Victorino Jos Cnrreia de si turante sua au-
sencia den i por seus proriu i ires m uta praca, os
Srs. \nlnnjn de Vzevedn Vl'lariiho, Jtauoel Jos
da sih a o Joo Baplista Ito Iri ui'S.
Pola admiuisl rei so la/, publico
que as malas que lam de rondnzir n vapni iiva-
;o. k para o- par *s do ion le serio fechadas boje
as d lonas da lar le.
.iliunel JosLeite liquidatano da
casa comtnercial de Le te iV Correia, rojja
para casa di pouca familia: na rua do Caldeirciro
ti. 60.
Nova Injii tli- furiileiro,
na rua da Cruz, do llorn' n. :!7. contina a ler sor-
liinento de vanas oleas, o junlamente folha de
Flandrcs, estanho, chumbo, ramas de vento, ver-
111/copal, dito do tartaruga, dito preto para pintar
canos de passeio. e rende-se pela 'quanlia de IgOOfl
cada garrafa : ludo cima vende-se mais barato
j.-s para trahalhar, e
d os meninos forros ou captivos para aprendereut n
ollirio.
O Prcguf^a rsl.'i (iifiniaiiilo.
.Na loja do Preguica, na rua dn Queimado n. 2.
esquina do l.....codo Peixe Frito, i"iu paraavender
ricos corles de mc:a casemira de cor para calca a
2j o i<'tt mi ii casemira entestada
milito larga e cores escuras pelo barato preco de
1-2vi u covado, corles de brlm de puro linhoa
l-sn:i ,. ajeada corte, corles de casemras linas de
cores pelo baratissiini) | nlKI e ti^! cada cor-
le, ditos pretos nordados linos a s- a s-.,ri cada
corte, velbutinas le cores is para vestidos de
senhora polo liar,iio preco de SOO eOUOrs. cada co-
radlo, cassa o seda d1 boml is (oslos e superior ta-
zn 11 polo preru de s:i.i n una r-. ra la c n lo. leu-
como -i comediai) recrutamenlona Aldei. l -
ramo- na bou lado -1 Sr. Germano a realisaeo do
podido.
0< frer'na-' iJi/ii.-.
ft abaixn assignado previne ao publico, qoe i c. ,
Indo c qtralquer.....Hato quefor feitu por sua,mu- loJa de 'ZOnuas linas na rua doCaOUga
Iher, Mario Magdab iza, que tonda atalie-lna 8, sendo afirma locial de qoe usasa ;i
aaTSt&SS^ J T&**h Bu^Retfe-S d.. ju!...
leninguins i ignorancia la/ o pt de IBOJI.Antonio t.orn'ia faomet de AI-
senie. Villa do Calm lude julho de 1859. meida.Antonia Carlos Pereira de Rui-
llermilln Aureliano Chaves de Souza. i>^ i
gos rom-i: de Le >n.
Anda est para alugar a 1 ido n.
iniz, ridadan Brasileiro, reti-
llenrique Jn
ra-sc p.u-a a Knropa a Iratar de sua sande, levando
em sua i.....ipauhia sua mnllier I). Haria do Rosarlo
por -ons procuradores, em priniei-
mdo Jn\ ,.-
cife 12 de
61 da rua t\^ Ciiia. proprio para Diniz, deixaiido por -.os procuradores, em priniei- ''"""" marcineiro, ou mrsaSt para acougue a- m
rn lugar nSr i Jos JNuiz, em segundo Juve- como o solio do mesmo sobrado, tana ka*
nal Jos Dinz e Justino Jos Diniz. Un;" 12 de coromodns: na*ruaida Senzala Notaa.jL
nlliu delb. i. o m rapa/ para admtHlsl
O abaixo assizuado tari leilio de toda a sua|",8umenR*nho' 'l"-nl '' Bador a -".i coadada
icarand e de seus objectos de coznha\ na rua do Qaeimado, loja n. 13.
.o. consequencia de sna retirada para a Europa no = Pfecisa-se de onr caixeiro hbil patt lomar
lia 20 de j lo corrente aun,,. Recife 12 de jn- onlade umauberjia.i mesmo rompca :
Ibu do 1859.llenrique fosDiniz '!,n f'""'; 'I11'" perccbi i-.i ordenado ranl
Seram Soares da Silva, depositario do-espolio I"""1 esUver ueste ras,., dirija-sc a labeoa i.. ,>i
i do Rangel.
Avisos martimos.
Lisboa.
Vai sabir com inuila brevidade o briguc porlu-
guez ... Supina : para carga o passagniros, traia-se
rom Carvalbo Nngucira 41 C., rua da Cruz 11. 40,
priineirn andar, ou com o capilao na praca.
Para ;i Bahia.
A veleira e bem ronhecida escuna Canelota,j>
pretende seguir mpreterivelmenle at u lim da
presente semana, lem dnus toreos deseo carrega-
menio a bordo, para o resto qu
rom o son consignatario Antonio Luiz do Oliveira
w.v.-lo, no seu osrriptiirio da ruada Cruz n. 1
PaTa Costa d'Africa.
Esnera-se da Bahia nestesdiasobrigue portuguez
Oiiiium,-. u qual lera aqu poucos dios de demora,
recebe passageiros livres os quaesse obrga a bu-
la-Ios em Oninm 011 nutra qualquer parte que se
coiivencinnar, Irati-se C(.....1 seu consignatario
Antonio Lu/ de Olivi ira A/.i-vedo, no sen esi-rip-
lorio rua da Cruz n. 1.
le mandaren] pagar setn dbitos, e es-I
pera dos msenos senliores continenla
comprar na mesma cusa.
Fugin do engciiho Venturoso -do era Agua-
l!.r-la, o pi-xto Joo, i-ii.oilo, de ls a 2il allos, hn-
nil i ligura, altura' regular, bem preto, rom talla de
orna uiiha em um dos pi's, fuma charuto ou cigar-
11 rons iiiiomenle, coniiu/.io uma espingarda e eslfi
restdn do caira o camisa de algodo azul, foi visto
no c.iiio rom drecco a esta praca : roga-se asau-
loridades polir.aese mais cepites de rampo sua
aprelo-nro pelo que se gratiti -o nn engenno aci-
ni.....i ii.i largo do l.vrament n.20.
Taiwan ii. .i. bjiv, sucio greme da casnrom-
merciit Fox Brothers relra-so para Inglaterra dei-
xando por cus procuradores bastantes cora lodos
is poderes em primoiro lunar n Sr. llenry Gibsou
o ein segundo o Sr. Jnhn O'Connell Doyle.
Da-so comidas particulares na rua da Paz,
preco mais cnmiundo qiteem oulra qualquer parlo,
lambem so nirererc na mesma casa a quem nao t.i-
verquem renha buscar podo vir almoear ou jaular
a qualquer hora ser servido muilu bem, na mesma
casa faz-se cortitiadosc copulas para camas fran-
ce/as.
Quem '[ni/' -is rn_'oiilios c iramiir
ou Sania Cruz
aos Srs. devedores a esta firma o obsequio -'" ie,'''',"' ''" ''IM;i!;'1 com barra muilu
... j.: a la duz i. pecas do cassas adamascadas pro-
prias para cortinados com 12 y.uas judo baratissi-
iii,> pro--1 de ss -i peco, alpacas de cores*pi
para paletots polo preco de 500 r-. o corado, brim
| ar I i milito Uno a 7211. 800 c iss is linas
i\>' roros o bonitos padro-'s a [00 rs. a vara, o min-
ias nutras tazendasquo s vista dos freguezes po-
dem avaliar a sua barateza.
Pctireha sem igual.
Na loja do Preguica, na rua do Quoimado n. 8,
esquinado becco do Fcixe Frito, tem rasemira en-
testada muto larga e cores escuras propria para
cal a. rolllos o paletots polo baratissimo preco de
!'j--i cada covado : a ella, antes que se acabe.'
\ondo-.so um cabriole! deduas rodas com ro-
bera, limito lorie o d molas maria- : na nn lima
do Paulino achara rom quem Iratar.
Vend..... urna linda mulatinlia rom prinripio
le cos trae e igommadn, c rozinha bem o diario
de uma casa, uma negra do Para, de 22 minos d
i-lado, coznheira, engommadeira e doceira, alian-
cando-se a l>-a conduela, um lindo mulalinhn de
5 anuos, de elegante llgura, proprio para criado,
o bomcopeiro por ler j servido no hotel trance/ ;
o- protn.Ionios dirijaut-se a rua do Padre Flora-
o/. do minio boas lonas, cmliarquo Jim- i |,,( |( >-
lio e minio porto da estrada de ferro,!.
' Mai.....I Jos Bernardo 'Ir Paiva, lendo de faz.
ai rematar o diln espolio no dia :t do corrente, co-
uda os pretendemos a comparecer no referido dia
pola- I' rasda manhaa para o indicado.lim ; as-
sim como convida nos credores do dito fallecido
Paiva .i aproscnlarem -oas emitas para se delilx rar
o que for mais conveniente.
Vluga -o uma parila rozinheira: qnempre-
teiider dirija-se ao alerro da Hoa-N isla, lerceiro
andar n 1
.\TTEXC.VO.
Pede-se ao Sr. Cermano que rephi anda
vezo lindo drama Pedro Sem, conllando a parlo ^''
Lourenco a onl ni artista de sua rompanhia. pois o
publico uo est ilisposlo a oiivr as asneiras que o
Sr. Lisboa diz ni II i, e i-i-i Ibe pedo
n ., r ladeiro mrito.
Vluga..... um p -pi.-iio sili i na melhor eslra-
dada l lina casa de vvenda, cocbera
o estrinaria : quera o pretend r dirija-se rua do
' gario ii. 31.
I ;s abaixo leclaram, que des
de abril prximo passado lomoram a gerencia da
sua rasa cominercial, ce^isaiid i desde eulio os po-
den ipn-linliaio os -- -. Vnlonio }' Souza e S,
Leonardo Schuler e Joo JnsA de FigueireJo. Be-
eife I do maio do sy.l.Feidel /'. i i\
11- abaixo -- laram, que desde :n
do corrente ressara n ns poderes quo oiSr. Franris
Edlmann linba, comn constava de un ;
datada .1" 7 de divembro de 1858, feta em Pars.
Recife 31 >'.r maio de l>">9.I i ,\ C.
II im, que des
dia 20 d ipassai am por \ enda aos Srs.
Mello, Lobo & I o seu armazem sito na ruada
Cruz n. 63, rom tolas as mercaderas e armarn. I
Re if< ii ,1 mai ide 1859. -Feael Piulo & C.
Fugio no da (i ducorrente do ungenho Roaci-
ca um moleque du iionle Eslevao, idade de Iv -i SO
anuos, altura regular, clicio do corpo cara larga,
aleijado da raao esquerda rom um dedo corlado .
roga-sc s autoridades policiaes c rapitles de cam-
po a appmhenso do mesmo escravo a nlregar no
eugenho cima ou ao pateo do Carino n. 1, a Joa-
quim Uanoel Ferreira de Souza,que sero geni
nclito gratiQrados.
Contratadores do gaz.
Os contratadores .k obrasdogaz avisam as pes-
- que liverem quaesquer emitas contra ellcs
l'-i.-tu aprpsenta-las antes do da l do correnle,
porque dVvendn partir para.o sul o son agente nao
podero rerlicar e alt nder a nenhuma reclama-
rn na sua au-on. ia.
: li-so a premio 3.000$ rom hypotheca em
lado nesl i praca, e a quem convier esta
qnaiitia annuncie por este Diario sua mora
- i procurado.
Pecdeu-se na nolle do ti .1.....irrente da rua
Ima.
= Precisa-se de uma mulher I
pan rozinhar o diario de uma casa de
uiilia : u i rua dn (.iiu-iuiado n. 35, IgBS
so dir quem prec -
^r l*r,. -1-. de 1:300$ a juros i ; I..'o
.i,--.,- hvpolheca em ou ii caplj
inulatiiiiios de a 27 ai
mcnlOS no-la piara, 'uo .itianram a Condtiria da
pessoa que toma : quem quizer annuncK
pi o irado.
1'. um hnmem can
dnzir agua cm uma crnica para o hospital |
: quem o-1
ao no-sino hospital, ijne achar com .;.:.
Vluga-se um urande sitio <" n i rasa
di' viveuda, com coziuli -
baila para' rapm e lasi mies a -
na campia ^'.i Casa-F quem
0 prel
;,. is.
.-.- .-i\ i-
ro interno de casa de tarailia: a tratar na i ,
1 .iA.;, ,'. |'.. ...;, i,- 17. ..
Precisa-se alugar u
. na la da l.adi i.
GABINETEPORTUGUEZ
LEBTLRA.
n -o lendo reunido numero legal >\>' sea
accionistas dn Gabina le Porte
a .'.....i-lmana da assembla i
paia o diado hoje, o II.m. Sr. pio-idenle n,
fazer nova convocacao laraodia 17 da
as lll luna, dn ui.uilv'ia, srcotiflcar qo-
ia depois da marcada --.-io ... i Irabalhos rom
o numero de son:, ...
determina o art. :t2 .los ostalulos.
Sala das sessoes do Kabinele Portujgii -
tura em l'i'inamliui o lll do julho do ls.YI *
n.a:... ,i i assembla geral,
.i. i. /
Terrenos e predios.
Qniala-feira l docoiTcnte.
PELO AGENTE
o referido agente anlnrisadn polo lllm. o l-'.xm.
Sr. iir. juiz especial do eommercio e a requerimen-
clo e
falta Irala-se 'o do curador Usen! da massa fallida do .tus Duartc
>lr Oliveira Regu.far leilonu dia cima dos
do s lu liotis m poni no seu armazem da rua
dn Collegio-ii, 15, dos terrenos e predios j an-
nuiriados, roja venda nao so oiloriiioii fin conse-
quencia da [alia do concorrentes ; entretanto espera
(pieos Srs. pretendentes desla vez nao dcisaru
de com parecer atim do que se conclua a vendados
referidos terrenos o predios.
o Icil.lt) anmiuciado paraho-
je 1 \ lo corrate, fica traRsfe-
rdo, por motivos asss valio-
sos para o ti i a
TlM-ILUtA lillMM'.UKRKXTK.
Rio de Janeiro.
II veleiro e bem conhecule brigue nacional lla-
ni. ni. pretende seguir rom mu ila brevidade, lem
prompto o sen c irregamenln, podendo apenas recc-
i.er alguma carga miuda : Irata-so com o squ con-
signatario Anloiiio I.uiz do oliveira Azovedo, mi
seu e-criplorio roa da Cruz II. 1.
PARA RIO DF.JAN1 IRn
segu rom luc idade o brigue brasileiro Puritano:
para caro.-, ,- passageiros a Iratar na roa da Cruz
II. .
loi.....ngenho e muilo perla da estrada de ierro,,-. "" Imperial al o Beeife nma pulseiradecabellorons-
drja-se a Sanio Amaro casa do coronel l.-iiiienli.i, II ||Q i\a\'i| J'1C:1 l'X /i Ul'l'K' lando de Ires trancas rolcas engastadas em orno
queesla aulorisdo a fazer qualquer negocio. ilili! LlVTClf t(|i>t| H( 1 Mjill' com o respectivo atacador do mettmo melal: qupni
- Precsa-se de um bom felnr para um sitio 1 rcr acnado e a quizer resliluir derija-se a rua
n. 48.
REALCOMPANHIA
ni.
Paquetes iiiglezes a vapor.
No dia 15 des!o mo?. espera-se do sul o vapor
Avon, ronimniidonle RWetl, o qual depois da de-
mora do ros tumo ftftguir para Soutliampinn; to-
cando nos portoa i!1 5. Vicente 6 tisboa, para pas-
sagons pie trala.-se rom os agentes Adamson llowie
,v rua do Trapiche Noto n < '
Leilao
A 18 do corrate,
i'UM CHANDE II MU.
I) prepnslo do ageute Oliveira tar lelo por or-
dem do Sr. t'.arlos Schmellati, de toda a mobilia e
mais phjeclus pcrleiirentes an Sr. -loan Joaquim
Gomes que ltimamente seguin para a F.uropa, enn-
Bstindo em nina li.-in construida c completa mobi-
lia do Jacaranda, de posto moderno, 1 encllenlos
pianos de ptimas vo/.es, onlra inollia completa de
amarelln, alcatifas q tapetes para sala, espoliis
dioiia.los, lantoi n is, r.-in-loeiro americano, Uiucado-
res,i'ommodas,lavatorios, ral,i,les, batirs parajo-
go, marquetas, guarda-vestidos, lodo para casal,
ramas de ferro grandes e pequeas com cortinados,
ln.-r.-o para menino, camas de rento >\r sola com
rinar.'io, mr-i clstica para jaular, cadeiras i.m-
ii /as i.ira janl.lr, aparador, o anatas e ropos para
miiIio eagua, frucleiras, doceiras n guarda queijos
deri vsi.il.inu lindoaparelho dobrado de loueadou-
rada para jantar, machina para engommar, mesas
para o mesmo uso, carrinho para menino, rmanos,
torno de folha para boros.deposilos de folha para fa-
rinha etc., caixa de trramente, banheiros, 1 bemba
de cobre para Cacimba, um carro el cabriole} novas
o completos de arelos, e outros muitos objectos:
segunqa-feira 18 dn corrente as 11 horas da ma-
nhaa, na ponte de l.'choa, sitio rontigtto so da K>:id.a
I.-o olli-oi .!,- II. |..,,|,.
rio da praca : a Iratar na roa da Ma lie de Meo.
II. 2,
Fugram no noite de |2 para 13 do correnle
do sitio do Toque grande da Torre, dous eseravos
um de nome Lourenco, representa ler ito iinnos,
bem preto, sen-,,, ustalura regular, barba nnquei-
o,c outro de nome Anaslliacio, reprsenla t,.r ^^
anuos, tiein preto, cheio do corpa, estatura regu-
lar, barba noqueivo e bigodes, majaes do rosto sa-
lientes, espados largas, pomas linas, rom nina-
cicatriz grandeem um dos p.'-s oqnoohrigaa man-
queijar .piando anda muilo, ambos estes eseravos
-a -1 no aios, o .I,- nome .Vnasthaco pertonecu .o.
sonlnir do engenho Allianra d i c imarca do ISonlo,
aonde tem mulher o lilhos, c o nulro preto de no-
mo Lourenco i-do Campia e perleuceu aoSr. Jos
Plorenlino Cavalcanli, consta que elles viio para o
serian o que ronrordaram viajar SOlUUUte de nulo :
quem os aprehender leve-os a roa da Cadeia de
Santo Vnlonio n. Id primoiro andar on ni sitio du
Toque ou na rua do l.ivraincnlo na loja do Antonio
Pruno Soares C, que ser generosamente recom-
pensado.
I :u liotnetn rom muila pralica de cultura de
eannas e rocas prn- qualquer instrumento agrenla
de engenho, o qual asseula ou apona qualquer ma-
china, fa/ pelo inellior syslema os asscnlamentns
I'- assucar e agurdente, Irabnlha nos .....sinos .
eiislna o. eseravos, ludo rom perferao : qiieinpre-
proenre-o na i ua ,!,, I.ivramenlo n. 3.
Precrsa-se de uma ama boa co/inlieia, para casa
do punca familia : n.\ rua do Amorim n. 37.
Paga-se bem.
Precisa-se alugar uma prela que compro c eni-
lllie o diarin de uma casa de pequea familia : quem
a liver pode dirigir-se rua do t'.ollego n. Jl.
I'recisa-se do uma ama do leid- : na rua do
CabugA n. I 1.
Pede-se a commisso liquidadora da ettiurta
sociedade de lecidos, quo haven lo alguna capil es
em caita do alitumas vendas que --o ti/eram do va-
nos terrenos do sitio perleiiceute a mesma socie-
dado, que baja do dividir entro os accionistas : as-
sim e\i^e
l'ni dos axcioni
O commssario va.rciuador avisa ao pu
que leudo presentemente excelteute pus vaccinieo,
o iiiuorular de braco a braco, as quintas o do-
mingos no lorreao da altandega, e nos snhbados at
is II horas da manha, ni casado sua residencia,
segundo andar du sobrado di rua estreila do losa-
rio n. 3(1. lodos aquellas
filhos, eseravos e agregad
como determina o rooilamouto rigente, atim de
assim poder conservar-se o tluido preservador. Re-
cifi 13 do julho do 1859.Dr. Joio Xepomuceno
dn r.olle;
i fe n. 34.
V'cnde-se superior manteiga ingleza a"O, B I
19 a libra, da tranceza a 72o, queijos multo novos
a 2iJU00, dit" lundrno a IMM1 a Ultra, rh muilo
superior a 2.;2O, dilo lino a 2$560, viuho Lisboa a
lim rs a garrafa, dito l'igueira a 480, dlo do Porto
a iiii. prerunlo a on rs. a libra, dito fiambre a
BOU rs., ralo muilo superior a 21U. chocolHe de
Lisboa a l.s a libra, dilo fraur.ez a 9600, vinhos
engarrafados de todas as qualidades, esperjnaeel! n
a twO rs., rhoitricas a 7*1 a libia, charutos finos
de todas as qualidades, ameixas france/ss -i I.S2SII
a libra, dores em latas de Indas as qilaudn 1 es,
outros mullos gneros de superior qualidade.
V'ende-se um escravo prelo de naco i i,
muto mora e de bonita llgura, rom principios de
padeiro e pedrero: a tratar na roa da labiado
i n. i'i. segundo andar.
P*VWa
Grande porhinc-ha chegada'a esta loja
gens, pelo ultime paquete nglez ; reloj
de ferra-
ios rober-
los o iiosroiieitos niniio i-ons reguladores: na rua
Nova n. 20, loja dn v iaitua.
(lamas !e ferro.
Grande sortimento do ramas do fono do unido
boa qualidade, pila urna .- duas .....,i,n, por pro-
co muto COUllllodO, oir arabar : na rua No\a u.
20, loja do V launa
n. 21 loja ou na rua da Cadeia do Re-
Allt'iirfio.
Precisa-se de um sacerdote para capellaoda no-
voa.-.'io do Pe l'etimb freguezia de Tacuara quem
'-'ner ueste raso dirija so rua do Oueimado II. 6,
luja, que achar com quem Iratar.
RUA DA CRUZ NO RECIFE.
Loja tlf barbeiro n. I>S.
Para qnem nao li'in |n>>scs, tralis.
Joaquim Bonifacio Slorcira de lana lira lientos
-ni causa/ a menor ddrpela ligeireza que emprega
em dita arlo. aSSm como tem balsamo para diSSI-
par dores cansada- polos ,Ionios, e. o ui.-mo expli-
car o meo para o uso do dilo balsamo ; Peni as-
sim contina a sangrar o a deilar ventosas, indo
c..... a melhor perfeii ao que o ionio rula na sua
arl".
Precisa-se de um rapa/ portuguez ale lli an-
uos do idade para sor raixer i do urna taberna, leu-
do ib -- i pralica : dirija-se a ruados Mar-
l) rios n. 36.
I'n-i isa-se de urna ama para o servico interno
de rasa : na ma da Cadeia do Santo Antonio n. 11
li, entrada'ao lado esquerdo,
1ti'^i;ad,
loma-so a liberdade do aronselhar ao Si. nglez
que tanto tem apr.'uuado a sua facilidade de ensi-
llar a tallar a lingua ngleza,qtte primoiro Se habili-
te a aprender nos-a lingua portugueza, para en-
da
.!.!<
Veudem-sc queijos londrinos muilo frescos, em u" poder prcencher aquillu que.....annunciado
caitas de des: no armazem de Adanison, li Um que ja cahii
cv I'., na rua do Trapiche Novo n. 2.
Vonde-se nm balean iodo de aniarellocom 2
palmos de comprimeulo e 3 do largura, urna ta-
ldela con 22 palmos de COIllprilllOIIIO o urnas gra-
des i mili.-n de aniarello proprias para escripl
n l rua Nova n. 21. loja.
\ otiloio -o arados americanos por proco mu-1
lo r.....modo : no caes do llamos arma/ens de fari-
nha ib' trigo dos Sr*. llenry Forsler ,V C.
Vendese lainhas d Alagna superiores em
binas o i relalh i : no armazem da viuva de Ana-
. .\ llamo, roa >'. i l'raia n. 7b.
Uuga-se um arl I izcm ira rua do \]iollo n. 27:
a tratar na ma da Cadeia do Recife n. i. escriplo-
riode ItaiToca A; sledeiros.
.....i .o---------
Pharmacia.
Quem precisar de um caixeiro ilr
botica com umita pratica de pharmacia,
para aqui ou mesmo pura fo-M da pro-
vincia, annuncie para sel- procurado.
Precisa-se de m.i ama
ATTI-XCAO.
le leite forra ou escrava, naffa- ""
. i i i a i
se lii'iii
ii. 12. lerceiro andar.
11 --i- Jos Camp lio do Mi.o pierqnc I
LieoesdasG huras ila iiianlij/i
alt- (' da larde ultimo corso p
nao atlinilli' discpulos u>-
potsdodia 17 tlot'tirreiili'iiKv.'
O discpulos podem receber UcAei .1
qualquer hora desiU: as 0 IteiM la n'1.1-
nlia ale ,is lll, nn rua do ltau^d n. ^7
e das 11 horat as 7 da tarJV na rua
Cadeia n. u.
Coudires.
Por 1(1 lice* inclusive patinas papel
e urnacolleccSo de extmpl u.s.
Pagamento adiantad
Todas as pessoas que.coatratamn por
lirios deven) conclu-las no dia 30 do
corrente mez, antes de se retirar.
Guilherme SculU,
Professor de uABgriiphia.
Ten.lo de entregarle uma carta ao
Sr. Auionieda Silva Lisboae inorndo-
se a morada desse senlior.^ pede-se-llie o
obsequie de a vir OU maular buscar 1111
alerro da Boa-Vista 11. fili loja, 01.1 no
armazem do Sr. Aiaujo, no largo Ja A
sembla n. A.
Fucio no da fl (lo torrente o etera-
vo criottlo de nome .Manuel, de idade 20
a unos, cor-fula, biixo, gordo, ros'o lar-
goolnos grandes e rasgados, tem uma
Cicatriz minto visivel em uma das I i-
e provavel que ande na cidade ou pelo <
arrabaldesda mesma : quesn o pe;;ar po-
de leva-lo a seu seohor Euzebio li: pliael
llabellono seu sitio 110 Caldeirctio 011 uo
escrtptorio de Francisco SeTenano Ra-
bello & Fillio, no largo ua Assemblei.
Constando a admiaistrarSo dos ,,
tabelecimentos decandade que os her-
detros uoExm. marquez do Recife tra-
que se digne -
pie n publi-
... Sr. Cermano para
regir a pronuncia dn Sr. l.i
is pus, que liverem ro csi rom os ourdos aturdidos de lana asnc-
dercro comparecer ras quo conliiuamente di/.O verdadeiro apologis-
ta de sna eni|ire/a.
Quem precisar alugar um escraro pai 1 lo ln ..
servico, diria-sc rua do n.....mado, oa de le
'.ireo- o I
lora di
ler a bou 11 1
'2, a nogon
de se
0110 llie
dirigir a rua
diz respeilo.
Ilireita,
i.un de p.irtdiiar os bens do patrimn 1
ol) do hospital do Paraizo, sea prima em de-
clarar que j 1 man lou citar ditos her-
s para >> termos de um 1 ac < -1
que se pede a nulhdade da sentenca que
. 'Iilivci .1 n dltOl In'r le r-)S, oiitii ile ntie
naoseja allegada ignorancia dos que por
ventura lizerem Iraii-an; 1 1 le
ditos bens.
Precia t-s de uma triada
- interno de um 1 -
-,,.,,-, a 1 ..
Al.ciu'iio.
\nali ,1: is segu y 11 > n Pilar das Magoas una
li.irra.a.!,- l^'j construi;ao, que se atliain-a aos se-
nhores queipn/orein runtratarcarga paran nesmo
lugar, lenliam ahondado de d rigircm-se i rua No-
li Iniit de V
\


Diario e Pernainimco Quinta feira 14 de Julho de 859.
FAB. NACI
Grande sorlimonlo do
DA RA DA
NTINA
I
Caminho de (erro.
Un i as propriaspara i" empregados do caminho
do forro de P< raambuco ou particulares que eos-
iniiiniii viajar 11.1 va forrea na ruado Queimado
loja do iniudezas da Diligencia n. 63.
Ama secca.
Precisa-se do tuna mulher forra on oscrara para
ensaboar e engommar em casa de pouca familia :
na ra do m imado n. -7, luja de wxendas.
1013
ja
Compras.

Caixas jle folha.
Ycndem-se paitas do folha dV Fland'es
ro rommoda na ra da Cadeia do llecifo,
n. 64.
Caixas rom vid ros.
Vendem-se caixas com vidrns por proco commo-
do : na ra da l'.adi'ia .1 llecifo, loja II. li.
Vende-se urna esrrara de nacan, a qual en-1 de rores a 100 rs.,
gomma, ensaboa e i o/.inha o diario de nina casa,
ldocom muii.i pcrfeico : a Iratarna ra da Con-
jccicoda Boa-Visla n. 10.
Vende-sc una linda ncgrinha cora M anuos
i dejdjutive com bom principio do roslnra, muilo
esperta e sodio : na ra da Cruz n. 37.
n
de (odas as quaiidades,
garantidas.
A i me i< flu Burgos;
Compra-te um guindaste todo de
fe ro e com todos os pertenec : quem o
tiver dirija se a ra da Cruz do llecife
n. 60.
Gompram-se 3(1 pos do coqueiros para so mu-
dar quem liver anniiiirn' para ser procurado.
Gompram-se esi raros de arabos os sexos, do
idade de ln a lii annos, sondo boas penas, paga-se
na ruado Cabug n. u, segunda andar.
fcies pelos c de cores
com vidrilhos..
Na loja d'aguia Inania ai harn as senhoras de
linin goslo un lindo e novo sorliini nlo do enfeiles
puto- pde cores eom ridrUhos a de mu bonitos
ilesenhos aos baralissimo! preces do i. 5e 6&: na
ra du Queimado, foja de uiiuqazas d'aguia Inania
n. 16
Pechiiuia sefli i D
Vendem-se saceos cora milho coya Meuias a I B^rzegnBS I12,Ic7.cS lili lillas Sillas liara
(Jf, ditn eni cmas a 320 rs. : ua na das Cruzes n.
iliM'ino.
' \ i'iidi ii; em suii loja na ma do Cabug n. 8, .al,un
de i.airas fazendas por procos rnminodos, as
-""'-- camisas francezas com peilos de lindase
ras pinturas a l-U.m, dila* Inanias a 2S2|0,d-
las rom peilos do fusto a llgflO, ditas cora peilos
'" esguiau de linho a ilsoiin, peilos para camisas
ins de mussulin i a IRO i -..
filos de esgnin a !)60 rs., luvas de pellica brancas
deJoiivin muilo (i- .. as a 2ji00, dilas de sed i.para
homcm a 1*280, ditas para senhnra a 1s2m). dilas
enfeiladasa 2*240, chales de velludo de 13>c de
I5S, grvalas de seda de dlforonles; i.......s, rlinh
de cires a 700 rs o cucado, dito de seda a Is. sar-
ja do seda de cures a *| a curado, fular de d i n
Fumo de Garanhuns.
\a ma Dimita n. 76, vondo superior fumo de
palitos do paz, asmis Garanhuns, i llegado iillimaiuenle
uporioresu^ lem apparecido tiesta provincia pela |CabrOS 110 I raiUclie (l;l Clllllp.l-
apidiv do logo quamlii se risram, pelos quaeg o fa-
Palitos de fago
lie-
que
Ico covado, brim do seda para calcas, rlleles o
paletols de lindos padrees o l200 o cavado, eeroo-
jas bem feilas froneczas a l>GOO, 2, 2j5lllle.de
3a, pecas de esguiau do finii linKoTJa l\-iun a
2U95UO, damasco de lu a MU r... do duas largil-
qualidade superior a l!i*0, palelnls frao-
Kstes palitos sn aliluladi
superiores iiuT i
r
brirante aliaura a qualidade a lodosos seus fn
zes pelo es|.....o de ilnus annns ; lodos oqnell
pretenderen! comprar dos ditos palitos, hasta si'i ir
a diia fabrica o fazer aencommenda ao fabricanlc,
que prnniplamenle serna levados para quaiquer
parle denlre desla cidade, mas nao fora della : ren-
de pelo barato preeode2$ o cenlo dos maoi
do os maros grandes, e tambera vend
pessoas que fot ni na dil
ii -. ii i l'ua-\ isla, na ra do Tuinbi n. d.
bem
las ,<
' rzi de indas asquaiidades
pacas, casemiras c pannos,
sacas francezas bcui eites u
curtes de col leles de fusto,
i procos, de briis, al-
oe cores e prctos, ca-
da iilluna muda a :I2?,
sed i. gorguran, seliin,
Vendas.
ii, junio ao sobrado novo do Sr. Figueinla.
Vende-se um sitio em Bemflca, com casa para
grande familia, amargem dn Capbarrbe, lemarvo-
res de fructo algum terreno para plantarn : us
pretendentes dirijam-so a ra do CoJJegio n. 3, se-
gundo Mular.
=: Vende-sc o engenho Cruz de Maltha, silo na
freguezia de Agua 1'reia, com lerrenos de muilo
lina pro lin rao. bom cenado, malas ao redor do
cercado, portii os de vaneas, e carregos com su ni -
cenle i r pacidade para safi-ejar-si- lies ou quatro
mil paos o angenno esl bm montado de machi-
na, vasos di' asseiilamenlo. assinl menlo de rela-
ma, lein lambem hom alambique de cobre, boa es-
tufa, o commodos para qoanta se queira fazer, por
ser a obra que & nnva a bem construida, edilieada
Prora d'agua.
A -10*000 rs. o par.
WiiiVve'ivo v vista.
Os mellioii's borzeguins que at boje vieram a
este mercado : rendem-an nicamente na toja Je
Leilej Irinao. na da Cadera do Recito n. is.
casemira, peluria e do t'ctudo, nssitn romo collet
liilns das iiio-ina-: l.i/eu.las, cortes de cesemira a
, 'yitni, lina.- a 6$BO0, a superiores a os. tambora lia
I calcas irancezas'de casemiras pretas o de cues ,
I enfeiles de lluros para ctbcea de senliora a "S50II,
e perfumaras nuas de ludas as quaiidades para Oa
loilels de bom gogto.
155Aterra da Uoa-Yista~t~>.
* ni asa de Porier vendem-Se dous cabriolis du
I nulas, ruin llin asseulo alia/, IIIII eom cubera e
os Dora um e dous cavallos, em bom estado.
-" .
i
i
Chapeos enlejiados.
Xa ra lo Queimado, foja
portas 11. M.
una.
I sisle nesle estalielecimento nina erando qiiau-
lidade de excellenles caibros de ^".. !u e III palmo.
que so venden] por muilo monos dn que em mina
quaiquer parle : qiiein pretender, dirija-se ao mes-
mu irapicne, que aedar com quera tratar.
iiibefi? Mude a iciiliio .-is JL .i' }-e; >,-M \Aj ,*r>jL ]&'^'^"
a fabrica procurar; fabri- ^%WimS^i OTPfiPi.'SB^
isgr Aliiieida & Rurgos. Mj
,_."._. Km sua luja na ra dn Cabng n. S, $S5
i&^ resta anda nina pequea [inrcao de ?sf5';
'^ X lii'im do II iiuliiir^o linn de 211 varas u.
jSfe I, que aiiiiuiii-iiiram vender a i-v-il a 'j
'^T-f peca. Veuliara aules que se acabe. '^*
MHlilHWIIHiS
\ rinliMN-sr duas iitulai mli i> Rendo unri I *
Mi iihiii- *ni i dfl t iriiiVv ellas ruin lial'ilida-
dva 'i1"'"" proi*nilirdirija-si* o loja da csi|iiiia mi
alern-da Boa-Visla n. <2, i|Ufl ah acharfi cun
'ni Iralar.
Na laboran da ripi dns Maiiyros n. *'*' vendi-su
alelrla, macarran t- lalharm, nnj.i muilo novo a
GO rs, a libra.
Vndese
Na roa da Cadeia do Reci-
te i*. iO
de superior qualidade, cjl
prceu cora modo, porjunli
gado iillimameii
a leallio.
Bom e haralo.
Xo aterro da Roa-Vista, loja da esquina do becco
do i orii-im. existe um rompilo soriiinonlo de fa-
/einl.is uovas e baratas, ionio seja, pecas de cam-
braia de vestidos com s> l[2 varas a 2j, peeaa de
caasa de cortinados ruin H l|2 varas a S?, niusselina
encarnada a 320 n rovado, goUuihas limito linas a
l>li'IH. e lint s illiinelltn de cliitas HOVaS e c.....- li-
\asa liiil ejuiii-. o rovado, anuirs luuilasfazeu-
das que se vende muito barato.
P:\R\ PADRE.
\endi'-se um ornamento do duas coros,
braiui.....ncarnado, cmisislindo em rusnla, i
manipulo, bolea f frolllal, ludo de dain.isi n di
assim cuino nina alia de hralliallle de lilil
I'i ''!. ronunndii : ua ra llireila i...........
la igreja di
Santos.
por
sendo
-I da.
-oda,
o, por
> oilan
Terco, padaria de llenrique lose dos
til' \
DMHDIS,

i
II
Vendem so pulaeirasde rropo pnfeilaJns com. fi-
lase bicos de seda, pelo ItaraUssimo prpeo di '<
lu'in rpnhocida l"i;i ''a Boa Fama ti. 33.
GRANDE SORTISETO
l"K
na liein coniecida lina da Una l'.uua u. 33. \\ i* i
em doze tesonras e duas tacanires, e una mei-agua ... i.iv'iic.' um'.-i-' li*/n
emind.....loroprimonlo da obra, tem cinco casas fl|I 4 \\V A 1IA /'H2llr HUl!|,|s l(ll,l> (. ia/.t
de lelhapara serradores, c lem- errenojpara fazer- |if!.\l LU3 IIU \IiLLl. -'('lul'K l'l"i 1>'I'/'W
se urna boa sola de gados, por ser.lisiante do en- ,, ** iivic3 iii.ii> c/,iir,
Cliegou pelu ultimo vapor do Havre um completo
sin lmenlo de cliapeiK para senhoras e meninas,
lano de palha ionio de ii Um, a de seda, lodos ri-
camenle enfeitadps/e se vendem por proco rom- Boa-\isla n. 18, 4jija.
modo; assim como para l.nnn-ui, lano'do seda
pela como de folin. de indos os procos, chapeos de
sol de panno e de seda de diversas quaiidades, en-
feiles de Irnon paia senhoras a (i?, gravatinhas de
lioco a ls-^i. o loucas para meninos, de diversos
-: ns freguezes vindu a este eslabelecimciito
nao deixain de confprar.
Si
ptima f;i/iin!> para vi*ud*i ti- nmliora, polo miiiuto |>ro;o do mua (lalnea < uioia a vara : a*siiu
romo \t inl'i.'i mi' <| u.il'i U'-r irooo razoavol urna
|Min-.".ii ,it> r.n-a-; piiiaJas t'iiurlallm- : H0 aterro da

Taclias e moendas.
Rraga Silva ,V i'.. lem sempre no sen deposito da
ma da M.....la n. :l A, um grande Sortimcntu de la-
chas o uioenda- para engenlin, du nioilu arredilado
fabricante Edwin Haw : a Icalarno mismo deposi-
to mi na na doTrapicho II i.
Claudio liulieu\ lein para vi'ndir, em sou es-
Criplorio, as nielhores n nciiinas ipie na para cr-
iar capim, pelo liaratissimo pivcn de Ni.s.inu cada
nina : islas niacliina-, nan sau neo'itsarias a
quaiquer cocboira, como lambem ><>" niuilu ule s,
| porque peio -o inisier se pode aproveilar lodi u
lelraco do eapim maduro, o que incniitesta>*elnien-
ie o de niais subsiancia pan os cavallos.
Millioe farelo.
A7>(KH)osaco.
Na mi do Vi ..re. o. Q ronden saceos com
millni e (liles enm (arelo ; i OOl a risll -' eol. I
.i.uiije/a dos san ..-. *-*
Delicadas clia|ieliii)s
para seuhoi'as.
\ loja da ra do I respe n. 15. acata do terek r
de Pars o ii.ais delicado nrlimenlo tfeehapclina-
de seda paja senliora, romo taiobeiu rito resii los
braucos de ranibraia bordados, dilos de tai..
urlicos e matizado, dilos de liarege, e t'mlfi- h
zondas de mullo goslo, que se vendem p-u |
'irnos.
\ eiidein--e .iia.i..s aniel ir.anos pelo liai ato ;a
en de .IIHHlil ; no caes do llamo-., ailila/cli- de I .
liuli.i de tupi do~ Srs. Henrj l..i-iej >\ i .
Feijo iniilaliiilio
-o man novo que i- powvel enconlrar-*
desembarcado do brgueDamvN>, v me
se no Porte do Maitos, armaKen de H<-
meteiio, IrinoiVC. confronte aotrapi-
cliedo algodSo n. IS.
Baratissimo
AP.r/iaZEIYi DE FZEND&S.
]
i/.on-
i-nlio, o imbarqoe dns asscaresfeilo nos porlos
de i na du Barreiros, lagares para onde os sraho-
res van a vollam no roesmo da em lempo de vcro;
a. lila-se parle em predios no llecife ; o engenhu
movido por auiniaes : a iralar no nwsmoenge-
iiij. com osen proprielario.
Iiaiuisco daCqnha Vacilado Podras.
Oh! que pechineha
paraquem quizer
ganhar muilo di-
nheiro.
Feijo preto muilo novo a
lisa sanca, inillio a r.S-"(K> e
(S.'iDO cada sarco,i-liarnlos mui-
lo novos a ls a caixa, eamarAes
a ."S a arroba, \indos do iillimo
vapor do Maranho, no arma-
/ciii d Manoel Joauim de Oli-
veira fe
ila Madre
dorni/ n.
Muilo em coula por ler grande
|ion;o.
Chapeos do Chille a 3S500, dilos a 5, 0, 8, 10,
12 e 1 i^. dilos frailee,. di seda a r.o;iiii. dilos de
sold seda a 7j : na bem coiihOfid.'l hJ3 de cha-
peos da ra lliieila II. til, de ii. de II. I'.ij.
Boncls de panno lino e gor-
gliro.
Mu bonitos lioneis de panno Uno preto pnfeilad -
com ricas lilas de chamalole, trancas de retrnz e
e.ilao/.iiilio doiir.iiln. ditos de gorguran fnrta-curos .
e de lindos gnslus a e 5s, procos baralilsimos
vista da superioridade da obra na ra do i.luenia-
do, nos (lualro cantos, loja d'aguia branca n. lli.
Arados americanos e machinas pa-
ra lavarroupa: em casa de S. I*. Jolms-
ton & C. ra da Senzala ". 12.
Veinl'.'in-se eili cata de C. J. Asi lev
A C.i impon lii n :
Cabo do Russia c m;le/. patente.
Salitre, alvaiadee vernizbranco.
Palhioha pura marcineiro.
Viuhot finos de Moselle e Champagne.
I
Vrnutzeni '
:ijtl:u->ll:i
N\ RL'A I)
luja rom :i IVente
r>lul:is hranciUi
' QUEIMADO N. IC.
lil-
il)
edrns d<
solos.
boceo Baldes amencanos.
Diarmore pai;a mesas
ion
i'iia do Co-
S DE COSTO
para molimos.
\p|i.ii-i s depnrcollaua o metal principe, mui-
lo lfi.-. odolicados, liih ilealmooo come janlar,
proprms parase mimozear urna menina, por seren
i>< primoiros desli*s poneros ipieom ndo em qua-
lidade c prtslo, i* nutras louilas quaiidades iik brin-
quodo?, Lauto para meninas romo para meninos,
quo s com a, vista os frogiu'?es pirdoro aprooar
adelicadoxa na na do Queimado, loja de miude-
zas da diligencia u. i'.:\.
Cohertasdc chita e'
lcncofcs.
Vendoin-sc coberlaa de chita o lencoes de brim,
por pri.i;os*liai.iii.
Peiies virados.
Vcndem-M ricos peales virados imitando larla-
ruga a2j20O, o um rico .-oriiiiientn de rendas a imi-
ia.;,"io de labyrialho, que rende muilo em cenia
para acabar: no alono da lloa \ isla, loja da boa
le II. .
' ^V
DO
ASS.
A lenlo do piladlo nllom Jess, defrnnfe do
trapiche du nlgodao, vende-so sal do Ass de mili-
to lina qualidade : a Halar na ra da Madre de
l>..... n.i
Ao barato.
denebrn agurdente de Franca.
Pregos iie cobre de zinco.
Vinho Bordeaux.
Km casa ili- l!> nv Bninn & .. ra fia Crnz n. 10,
rende-so rinho Dordoaux de diln-rentos quaiidades
como l.ai'nlU-. CU, Loiivillo, i -. Julici-n, em caixa
do una dnzia uor barato pro o.
- Vendo-so o sitio il.i iravossa dos Romi
fregue/a dos .\iopados u. 21, rom a fronte para u
i tu : qiiem i pr**ti*nder, enlonda-so com sou pro-
prielario r.aetann Pinto de \ pras, na alfande^a ui
Ja cidade,onde em pregado.
Na loja de \ portas, na ra do
Queimado u. 37,
deseja-sc liquidar assegulnles fa/endas, como seja,
rosdenaple de cor a Isiiino 'ovado, organdys .--
uin> de muilo luido- pa ti.'' .. 500 i -. .. i ivadn,
sedinhas de quadriulms muilo linas a I.S, dem
muilo superior a l$(0n o cavado, vellidos de seda
de lies ii.diados por preeos baratos, casan-.pus de
fuSli......llilO hl !n ellleil.ldo-, l.lpi.l illln.s pn! ..
leuaple, saias muilo enfeiladas, chapellinhos
de seda para senliora a 111$ cala um, um s>
lod-pfllelnls de casemira de core prctos eilc.,,1-
paca' cDrins, que ludo isto se desi a acabar, c en-
t.in -e vande a duiheiro muilo baralo.
I
y> Kissol, relojoeiro franco/, vende relogos de ^
> ouro e prala, corcerla relogios, oas e iniisi- >
J cas, ja aqui he conhecido lia muitos aun
K> habita no paleo do Hospital n. 17. y,
Y..S- : : i> SJ
\ eode-se nina eseiaxa linea de multo bonila
figura, propra para lodo i servido e por prece
rommodo a Iralar eom Manuel Alvos Ferrejra Li-
ma : iiiadaMneda n 3,segundo andar.
Cognac.
Cognac superior em caiasde urna ilu/ia, vende-!
se em i asa de Henr Brunn i i., r ua da Cruz n. lo.
Ileas sobrecasaras de panno tino prelo o
de cor folla com lodo n a em ,. goslo a J-.
-'S. o :;ii, palelnls de casemira padroi it
iiiodelns muito modernos, a IS, ditos saceos
de casemiras escuras IOS, ditos de brim par-
; doiiiuiln tinos a "is. dilos brancos a ">-, dilus
. de no ia casemn.i a 73, ditos de alpaca preta
; de cor a [g, dilos de fuslao a i'. subrera-
sarosde alpaca preta foaradas a 7S. ditas ![ '
\- merino seliiu a u.-;, Jilos de miarin sem los-
I Iro a ir> sin .oio.i\n.'|./.is con peilos do linhn
losninderViosa lg e">5 a diiia, raleas de
I casemira Weta r Ii rnra8f>.9S!, IOS e lis,
culi,Mes deSgorgui.....le seda r raseinira a "..-.
Ii>, ; j ,. ssl p.iiii..,.s modernos, colleles de
[uslao brancos e de cor-a 3/ > 3$00, calcas
de luin- de cees linos n :!>>uo. s < .".s.
remlas de Indas as quaiidades, colleles de
\ellin|iis de cor a lilH. meias croas nglezas
mu! linas a BJ a du/i i, p nutras mina-
la/ i,.!..- .- ronpas feitas que nu viio men-
i ionad -
'.....:-
Bonecas de cainursa.
\! bonitas e bem feilas noneca^ lerandU^ ile .
Ionios para hrinquedo do mouinas \i
"ua un .1 mu, 15 o l.v 00 : na ra *
.1 a11 i.1 branca ti. US.
MxIftNClA
A. F. da S. lieiiiz
lem para vender por piceos rommndbs, em sen des
pi.siioda ra do \ gario 11. 27. alguidares vidrado-
do gomus, liaras do vimos, saceos de feijo diego-
dos nliimainente do l'orlo, amarello, bronco, tra-
dinlio, v.ia- ,!,. carnauba de (i, 7, e \ em libra,
em popiuna- e grandes porcoes, um solle \\<.^\ 1.
nina roda para liar algodo a moda :> Portugal,
um par de cardas para a dila, axeile de palma a
ili a gai rafa.
= Vendem-se rarrncas n liois (tara as mesillas :
a halar na ra da Cruz 11. \ segundo andar.
Taboado de cedro
nos armazens de Tassp Irmiios.
Fernandos & fithos
para vender farnha di
das marcas
SSSF
V. Fontana
to superior qualidade e talega-
da pelo iillimo n.i\ io, nos s'cus
arina/eiis do becco da .Madre de
Dos 11. .) fi ll>.
Oueijo londrino
na jna
iVrit.'/.N ;i moia pataca covadd, dilas muilo ii-
nasa ^ti. isto para acabar; no alerto Ja Boa-
Visla 11. IS, loja.
Milito o farelo.
Vendom-sn sacros grandes com mlho rarolo
11111 Mu bom o barricas comboluobiiilia para animaos
por baralo privo : ua taberna pratido da Soledade.
.Vende-s' urna larda encarnada o urna ralea
para o uniforme du gnardn nacional do ca vallara
na loja ib> sirgucini llamos, ra dn Cabug.
Botica.
!(
la-do Queimado n. ID.
do Crespo o. 15,
como igualineuii
superiores
da llalli.',
lo
s.oi/.i, ra larga di
minies niedicanienlos
lem
Irigo!
Harlliolonieii Franrisco .1
Rosal o o. 36, \ ende os so
lloli l.'AlVerl......
Pillas ronlra sonos.
Dilas 1 egi laes.
Kalsaparrilha l'.ii-lol
'llilaS.iuds.
Vermifugo iie.de/.
I'arope do Bosque.
Pilulas americanas contra tebres
Vssimcomo lein um grande snrlimenfn de papel
para turro de sala, 4 qual vende a nindien proco.
Calcado de Mi lies.
A nova loja
de Burlo
11 81i*SVw Sauloa^oollio avisa 1.....tpeilaret pul.lico, ,,n.
n \| ll I ajil^ji lem n.-is^punp'.i tu sorlmeatode uutenaaa, rende
muilo baralo, ionio sejam: rimas esraraa fina-.
cues li\a- a llill o ii.v.nln. i >cailinlio inindiii!,..-.
Ii 11 1 urna ; 1 38 corados poi l$flfl|l, 1 lula inunli -
nli.1 muito lina para roiipio a BOe rftvada, rbilas
miudase largas a 211. 880 300 r. u corado,
les de riseado franeei cora 1;1 coradoa a LgBOO,
crleS-dc gaze de seda, enm 11 rovados a 35M1,
1 u- organdys de mais apurado goslo'a ls a rara,
ii.n.s d,. rambraia braoea de salpu-ns rom Braras
a 3^500, rbila (raiin/a para robera de luid.
senhoa a S40 o rovado, brinaiiih | ira palelnl e
calca a 180 u invado, leu. os brancos para .1!, il.. -
1 1 1 J.sa ilu/ia. ditos i. ipieiMis para memam a ni
rS. cada un, velludinhu para vestida de linda- 1 1-
magi*ns a stm rs. 'o rovado. dita prnpri para >-
lieiiaa 19300, chales escuras de lia para ao.l.o .
rasa a 1> o(l. madapoln muilo lino pelo l.aratii-
mu pie.o de 1^. x",ii ",^ .1 ] e.a. roas hritaan-
tinns brancas, dilas pretas eom pinlai
320o rovado,alpaca prela di i irdao i 'lo ra*i
do, bramante rhiIo uno e de puro linho a IjJftu
vara, canibraia adamascad! para cortinado,
sas .le panno lino de dTerenlcs i- Uok.
Vendem-se na ma
rharotos de II.nana,
por procos ra/.oaveis.
Bordados linos.
Xa loja de qua Iro porlas, ra i
Queimado n. 'M.
lia um completo sortimenln de bordados em li-
ra-. iiiiLc-inea--. indo muilo proprio para enfeilar
caxaveques, roupiuhas de eriancas, Iravesseiros,
ele., assim como lodo sorlimenio de manguitos
bordados para diversos procos, todo sorlimonlo de
iinlliulias, e entre ellas lia mos para 58, .as mais
lindas que se pude encontrar, ramsinhas bordadas
para baplisados, de diversos procos, e lamln*m ha
um completo sorlimonlo de Inalhas <\<' linhn para
mesa, qne so vende muilo em cunta, eonforme os
la nianhos.
de calcado franco/
Jnior vV .Marlins,
a 800 rs. a libra:
Pi
das f.ru/e
41.
Presunto para liambre
a siiii rs. a libra : na riia das Cruzes n: 41.
\endem-se duas\carrncas novas propriaspara
Irobalho dj1 iiigeiiho, sao de roiislruccan forte :
a Iralar na ra dos Pires 1 mu Manuel Joqilim Car-
neiro l.eal.
Na Soja da oslrolla.
Ilua do Queimado n. 7.
1 eslalH'lecinti'iiio contina a it
nmucui Low-pw,
a i ni.i .o- faxendas de
i se vendem [i.ir menos do qui
part. assim como :
- lr..nce/as, i, invado
Ci;. s u- casemira iugliv.a
Hilos o. lila ni lo superior,
o curie
iiii il Son/ala Xova n." VI.
Nesle estabel cimento conlinua a liaver um en ni-
I'1"1" 'rtiaienlo il i......ndas e meias mnenitas para ..chapeos franceses para cabe
" Corles de rale.....E.rim
Casi nina de unas lar".ira.
ii us corn-
udas as quali
em uuli.i qualquel
160
:
ugenho, machinas i'.i' vapor e laixasde
do e coado, ile lodos us tauanhos para dito.
Para crianea.
Mni lioiiilos e delicados cliapeo/inlios de merino
-eiiui bordados e enfi ii.nl.i-, enm aba cabida.Tll-
iiiiun- '""a moda, mni pmprios para baplisados ou mes-
ino passein, pelos baralissunos procos de 5 e i;-uii(i.
na ra doljueimado,loja da Agua ruanca n. lli.
Manguitos para senhoras e
l.un e/a,
, finos
nillilO lina.
Cg50fl
r,s-,a:
I-JMI
meninas
Vendem-se manguitos bordados
ra senhoras e meninas, p.
Para acabar.
Na ruado Collegio, loja n. 0, ha para vender ri-
cas paiipoliui de seda propinas para rostido, do
bonilOS padn es. a [J o invado, i. as sedas lana-
das a 1? o i ovado, camnalas Iran e/as innilo. filias
di coresflxas a iki rs. a vara, cortes d casemira
escura 3 musselinas de unes muilo largas a
^-il i. invado, grande sorlimenio de cintas miiidi- ] Usboa, dito pnnee/a
nhas a 180 o 2IHI rs. o covado, cinta de caberla mui-
lo lina de bonitos padroos a ill o covado, brim liso
muilo lino ptra lencoes t 500 rs. a vara, chapeos
de -ni de panno als300 cada um, ditos de fellro a
i o5f, lencos de seda a IS.'chales de merino sem
Relogios de ouroe prata, cobertose dcscoberlos,
patente inglez, os melbores que esisteni no mer-
cado, e despachados boje, rendem-se por piceos
razoaveis: no escriploriu do agente Olivvira, ra
da Cadeia do llecife n. Ii-, prime.ni andar.
ATTHNCAO\
Vende-se na ra larga do llosario n. 40 loja de
miudezas oseguinte: rap Paulo Cordeiro, dilo li-
no, grosso e mciogrossodo Kslevo l'.asse, dito de
iln llio, tiras d
propnas para toalhas, e bicos lambem proprios|
ra ii niesnio liin.e muitasoutras miudezas maisein
.o ni I a do une em quaiquer pa te.
Ealma a 4(500, ditos rom palma a 8 o !).S, dilos de
ia e seda a 3J500, ditos de alendan a Ij, dilos de
chile de cores e roxoa IS. bros de linho de cures
a (ti a vara, dilos brancos a J280 c IgOOO, ditos
de algfldao a 360 o .1011 rs.. capoles de panno paro
riagem maito linos a bS, grande sorumento de
roupa finta i.aia esclavo, calase camisas a Ifcada
peca, luvas do seda de cores par homcm e senho-
ra a lciini o par, e unirs minias fazendas que se
vendem por menos de sen valor.
Vendem-se dous escravus, Bendo um mulati-
iihn, bonia Bgura, de 20 annos de idade, muilo ro-
busto, proprio para jiagem, e um moleejue bonito,
dado lli annos, propriospara lodo o sin vico assim
da praea como para o campo: no aterro da Boa-
Vista n. 5, segundo andar, indicar-so-lia qum
vende.
de rambraia pa-
liaralis.-inni proco de
ls o par. ditos unili--im<> finos a 3 e 5$, dilos ,|,.
tilo de linho muilo lino- i aun lindissimos bordados
a as : lambem se vendem pilinhas de rambraia
bordadas mniln linas e as mais lindas que se piulo
I encontrar a 3 e 4$: na ra oo Queimedo, na liem
ronhecida loia de miudezas t'.-i Boa Fama n. 3 I.
Meias do, borradla.
CREGADAS II.TIM \MF.Y1 f Mi NAVIO PRANCEZ.
Na ra do Queimado, na bem conhecida loja de
miudezas da Una lama n. 33, j. lem para vender
I por preco barato as muito procuradas meias de
borracha, nicamente prnprias e approradas pira
inda e ipialiiuer euchacan na- pernas.
Vende-se superior linlia de algodo, brances e
do coles, em novello, para costura: etn casa de
Seulhall. Itellor & C. ra dn Torres n. 38.
Manguitos para senhoras e me- i
ninas.
Uanguitos bordador do cambraia fina tranparon-
le, para senhoras meninas, pelos haralissimos
proros de 19 v IjjOl ti par, pecuilia.1 de enlremem
de iniii laonitos bordados a IH'.ou : na na do Que i-
litado, nos quatro caulo^, loja da oguia branca
Mlarloiras grandes com chaves.
Vendem-se por preco muilo barato* carleiras
grandes com chave, propriaspara guardar diuheiro
......rado yajiOO
I alma- bordadas muilo ricas.
Chapeos para meninas c senhoras.
Camisas para seiihora, bordadas.
Crll'S de lidete de (lisian, ImlulOS padloe- r,|l|l
Camisas do todas as quaiidades para homem.
1......nas do perfumaras ingieras 5900(1
Cazareques de fuslao, fazenda muilo superior,
i.nlli tes de velludo preto e de cores.
Palelnls de pi.....o pelo 16000
Dilos dedito superior aS8g e 30$000
Calcas de casemiras pretas e de cores.
Kspaillhos para senliora 5i00
Palelols de ganga muito superior 5$500
Oilos de biira branco 4$SO0
lli. os vestidos de hlii de seda proprios para
baile e casamento.
Ditos deseda de ludas as coree.
unos,),, camnala com babados r>$."vn(i
lames de seda a 500, 19380 e 2000
lanas de seda para llOIUem e senliora ljlIKK)
Carroca.
Vendem-se duas canucas da alfandega, novas,
paraboi ou cavallos: noolerrodo Boa-Vista n. .v>.
55 Aterro da Boa-Visla 55
Km casa de Porier sempre lem um sorlimenio
de gelozase alores, e coucerla as diia-.
Camaro secco
Sa/irnOr
Desembarcado honlem,
Vende-se ou permnla-se por nutro maior, que je letras : ua ra do (jueimad
soja no bairro da Boa-Visla, o sobrado do uiu n- loia de miudezas da Boa lama
dar ii. II, silo no canto da Iravcss.i do l.illia, de-
fronte do chafara da ra Imperial, muilo pn prio
pora se pomas lojas quaiquer negocio, por Orar
muilo proxil.....la estaro da via-lerrea, nas Cin-
co-l'onlps, o qual lem bom rpiintal para nelle se
fazer qaalquer armazem.ou deposito e boa agua
;aslo : quoni o pretender entenda-se
na bem conhecida
u. 33.
Vende-se em ea-a de Saund'-rs Brothers i ('...
pa. i dn l.nrpo Santo, relogios do alaniado labn-
ranle Boskell, por procos commodos, e lambem
Iraureliius ecadeias paraos mesinos, deexcellenle
KOStO
Ricos enfeites com vidrilhos
para
sen proprielario, na ra de Uospirio sobrado de I completo sorlimcnli
dous andares,
ll. 17.
Luvas de todas as
quaiidades.
com < Acaba do cnegar 'i loja d'aguia branca um novo
tiut lic,a em frente da casa terrea
i
,n?!
I
\&
*
Robertos o descoberins, pequei os e grandes, de oli-
vo plenle inglez', para hnmei i senhora, de um
dos melbores fabricantes de Liverpool, vuelos pelu
ultimo paquete ingle/: em ca-a de Sou Iba 11 Mel-
lon i C
ISabo do Recife.
Sebo rclinadt).
. Fio do algodo.
superiores queijos do reino a 2!, e Superior man
loiga ingleza a )0 rs. : na na lnula n. 14, es-|Gnlfl .. nbllpe ,1,. .;i|,i-|
quina de S. Pedro .
Que pechineha, na Iravessa da Madre de Dos |]jll'('' ;|o It'lO.
n. 1. anna/.ein, eigarros de palha a3JS00 e 4f o I., .,
milheiro, farjnba do mandioca, feijo preto mu- l'.Sieil'as (le palilQ.
lalinlio, iinlbo, ludo por proco loininudo.
le linas de ludas as quaiida-
des, sendo as verdadiurns deJouvin brancas, edrde
caima e pnia- para I.....lem e Bcnhora a 2$5O0 o
par, lisas de seda brancaseam.uell.is para senhora
a Ig280 0 par. dilas i..... borllas a I96OO, ditas
bordadas com lindas palmasa -S, ditas mu tase
bonitas enfeiladas com palmas e bicos a 29500, tu-
las pelas lambem de seda cum palmas e bicos en-
feiladas enm vidrilhos a 25O0, dilas rom palmase
lisas a 2S e I56OO, dilas de lineal mili linas cmi
palma- de vidrilhos a 2J, ditas lamn 111 tinas cun
palmas de relia./ o lisas .1 Islill e l-Jilll, dilas de
seda para meninas a 19200, ditas para hornera a
1,-iiiiii. assim romo umitas nutras do diversasqua-
lidades, como de to de Kscocia brancas de cines,
brancas de caslor, mu boas chirles, e de algodo,
piopnas para montara e guardas naciunaes, aos
baralissimos procos do !,: al :2il u par: na ma
doQueimado, nos iiuolro cautos, luja d'aguia bran-
ca n. 1(.
para cabrea.
Vendem-se os mais ricos enfeiles pelos e de
cores com vidrilhos, pelo baralissiino precodc lge
69 cada um na bem conhecida loja do miudezas
da Boa Faina, na ra do fjueiuiadu n. 33.
Polassa da Russia
E CAL DE LISBOA.
No bem conhecido e arredilado deposito da ra
da Cadeia do Becife n. 12, ha para vender polassa
da Hussia o da do Bio de Janeiro, nova e de supe-
rior qualidade, assim como lambem cal virgem en
india : ludo por procos muito razoaveis.
Familia de mandioca,
cija o
ra do Calinga n. l(i.
Beceberam pelos ltimos navios rhegados do!
II.iv re 11 seguinlo
Bolinas do lidies le bezerro o pellica para homem.
Hilas lodo de pellica br.....a para senhora prop oa
para casainculns nina \i pie.
Ililas ib- pellica prela para senhora.
Hilas de -1 1 ili 1 blanco pan1 senhora.
Hitas lodo de durat|Ue, prelo > ores para homcm e
senliora.
Sap ilos de setim branco enm saln para senhora,
obra deliradissiiua.
Bolinas de cainnrca prela para liuniein, o nnlros
muilo-calcados das mclhorcs fabricas de l'ai -
\ ende se o on^enlio lliainaulo. inuelile o car-
renle, silo na frogue/a de S. I.ourenen da Malta,
lermo do Becife, dislanlc desla praea 7 leguas, rujo
iilin lein boasvarzeas, exrellou'les Olallas, com
- leri '-, ptima agua, iHim rio correle, lendu
as-mi p 1 ..o..e- ..ti i safrejar grandes safras, lan-
o iiia.s por s.r noi 1, leudo i...- safras o pn
lenileule dirija-so a ra da Madre de lieos n. 32,
ol a ra de Hurlas 11. 21. que adiar cum queiu
1 ral.ir.
Vende-se um lindn moleque de I anuos,
muilo proprio para pagem ou copeiro, e om negro
bom 1 ainu-n : na ra Velha d.1 Boa-\ isla 11. ('.I.
Ra do Codorniz n. s.
Vendem-se batatas em glgos de 1,000 cada um.
Vendem-se dous escravos mocos, de muito
lionilas figuras e pmprios para lodo o snico, aleni
do que, um e olein) e 11 uulrn Im.....tibial de la-
looiio, e ambos lisian aco.-i111nad.1s ao servico do
campo : a iralar com \l........1 Alvos Kerroira .V la-
ma, ra da Mnoda n. 3, Segundo andar.
A Margan da Sa-
chero.
(is mais ricos manteletes prclos que lem viudo a
ele mercado, rindo cada um em um rico carian
ornado como unalo da insigne cantora Margando
Sa.iieni, ns ipiaos se vendem nnicamenlii na loja
de Leile A linio, na na da Cadeia du Recite 11 48.
Aviso.
No armazera de Adamson, Howie.S C.rua do Ta
piche n. -2. vende-se sellins para homem e-senhora,
arreios praleados para cabriolis, chicoJjPS para car-
ro, eolleiras oara cavollo ele.
Para senhoras.
Mu bonitas e delicadas pulseras do seda o frort,
enfeiladas rom bieos e vidrilhos, obra inleiramen-
lo nova c tl' sublime posto a :(; o par, lindas gra-
va ti nhas do inn lerido de 15a seda enm borllas
o de rores mu bellas e agradaveis > l$500, assim
romo muilo bem foilos abafadores dn liia proprios
i' necossarina para ;<< senhoras cobrirein ns ouvi-
ilos espeeialmente na presente estacan a :IS cada
um : ua ra do Oueimado, luja da agua brauca
PKOGItESSO
DE
Diiai'ic v\ Iriiio
Mais barato que em
quaiquer parte.
A 7.S o s.icco.
Vende-se milhn muilo novo, em saceos grandes,
viudos de l'eiiiandii : no trapiche duArailjO, pello
ila alfandega.
.uos de damas.
Vendem-se minio bnn- jogos de damas rom as
competentes pedras, pelo liaratissimo preco de 33
. a 1.7 ioi:u i,a ma do()uemado, na bem couheclda
loja de miudezas ^.i Boa lama n. 33.
Cr.-naiinhas para senhoras o
meninas.
Veoleui-se ri.pitssiiil.ls ;:rav alad.as de Bella Cum
passadores para senhoras meninas, pelu baral s,
simo preco de 2J cada nina ua roa do nueimado.
na bem conhecida luja de miudezas da Boa Tama
. 33.
r.'ir/.t'juius para senhora a
SS(M).
Pa ra da Cadeia do Recite n. 18, loja de Leile
A. liman, ven.lem-so superiores borzeguins para
-ellluua a "MIU u par.
Chegtieni loja nova do serla-
nejo, ra do Qnejinado
n. 43 A.
Nesto nuco eslabeleeimenlo que s eonlin fai
/ni.i is novas e de bom goslo, os freguezes dn bom
o bat.io encontrarn um coniplelo sorlimenio de
fazendas, o que so menciona apena- o seguinle,
pur s-i-r ciitadnlilio aiiuunciar Indas as fazendas .' ri-
cos cortes de vestidos de soda de coroso melhor
que se pode enronlrar ueste genern, -1 ndo 3 tullios.
'i sala- e aipiill.a, grnsdenaples de cures e muilo
; boa qualidade a IjlHMl e 2^. luvas de pellica de
.iiun'in para senhora o para honieni de indas as *>>-
a J.viiio ii par. ricos manguitos bordados a 3$,
ditos com golla a :l-oi"i. ditosa 1*500, dilos todos
abenosa -iiu e C500, ditos com laziuha a 7>,
i dilos a ll.--, neos pannos para mesa a 7 s-r. chales
com finco muito luininsa llio 15$, dilos maispe-
\ qnenqs a 13a, saludas do baile inuilo ricas, as me-
lbores que pode baver ueste enero, e por preco
ciiuiuindo; assim como lambem lem um grande
soitlmeulo de obras utas, assim cuino sejam : cal-
cas de casemira a 8, '.I I"?, dilas pelas a 7. 11 0
12."-, palelnls de alpaca prctos a & o It.-Mlll, e milito
linos a 99i ditos de alpaca de cor a .'IVillll. de todas
as quaiidades, colleles de velludo pretose de don s,
Je gorguro, de setim maco, e de fusto, calcas
de brim de Linho brancas p de cores, gollinhas de
diversas quaiidades, e ludo o mais aqui -o eliroulra'
j lano em fazendas como em ulnas feilas.
Ra da Son/ala .Nova n. 42.
Vende-se em casa de S. P. 4nnhslnn \ C. vaque-
las de lustre para carros, sellins e sillines nglzes,
randeeims e raetieai'S bronzeados, lonas nglezas,
lio de v ola, cie.ile para carros, e montana, arreios
para carro de un e dous cavallos, e relogios d'ouro
i palele inglezes.
EM'UCO
ri i
5Ilua ila Linguela 5
Di -i i vez o progresso do Penlia n. 8. poi.pi.
ipi.uiiu existir o afionta nao se I -va o i rogre.....io
coilla : ludo all se enconlra por MejMHl uio :u
quaiquer paile: velas de eaperniareiV a hmi I
i laruios do afamado Brandan, chourien ma-
nnvrnielada, superen- manleiga i,, i.m. ule mo
iiiiuienisii sorlimenio que > nfaddnho mi
ii di--. nao levo o pri greasa rm co il i.
URO PE
Contiia a ser na Mira do Sr. les} da i nu
los, na ra Nova n. 53, o unii ret4*
dairo xaropq du bosque, garrafas EpfAAO,
pequeas 3$000.
Imporiaiilo para o mililiin.
I'ar.l a cura de plilisn a em -reli-
les graos, qm>r motivada por constiparn, i
., pioln/. eScail. de ..lli .ue. : .'.r Ue i
dos e peiln, palpilaeu no corarn, connota
uoiicliite, din na garganta, e todas .. BoteMias
dos orgos pidmoian -.
Si)!irioi'!iai'i'(H|iiiiiilr;iiic(7
A -l.sTirt a peH
\ ra Direita n. V.
LOJA DV ROAFVMA.
V oniloni-so por preco que faz admirar rtarissima*
lilas aviadas de indas as rores e largaras, Blas lisas
COin p.uilae s, ni ella, luco- lun ... de Mtla le mui-
lo lindos padiues ,. de todas a- largura!, Iranuua.
ana las d. liiiliu para bailados a I 211 o l((( reis'a \ ata,
jarros para l.....-1 f a par.alaradores ou .-niiadote.
de seda de lodasas cores para le-l idos.di los prop Hi-
para espariilbos. lesiniras do indas |. i|iia|ida,|, .
as mais linas que he posfflveleneonlrar-se.aguUteiros
demarflin enutras mailaa quaiidades, BUsdevel-
ludo de indas as quaiidades. Iniciaba* de caniur.-a
muilo lindas para meninas de escola, frasquinlio
com cardinal a melhor colisa que lem appaiecid..
para tirar nodoas em quaiquer qualidade fa>.-ii-
da. pelo muilo baralo preco de S, (rain inlias ib
da de indas a- cores muilo lindas proprias paia.m-
feiiar roiipinha para meninos e moninas, o oatras
luins-iiuas imi.j. .pie se alian, a vender-se ludo
por pie.-., baralissimu ; na ra do ^urimado na b.-iu
eoiiliei ida Una de miudezasdl ba lama.
Escravos futidos.
Vendem-se relogios de ouro inglezes do palele*
no armazem de Augusto t de Airt-u, ra da Ca-
deia do Becife n. bj.
lua-
JEIIJ
loja nova, no aterro
Vista n. 74,
que adiaran u nova e completo sorlimenio de miu-
dezas, ricos pontos de tartaruga, virados, muilo
1 1$, dilos sem ser virados a i--, rnos
rico?
(orles a 12 i
enfeiles de (ruco a
E. economa.
Ilanlia francesa igual a dos jarros de porrcllana a
SfS60 a libra, rende-se quaiquer porcio at uina;
nina por 160 rs. : na loja do miudezas do aterro da
flo-Visla n. 82.
Feijo mulalinlio e
rajado.
Milu MimflIMpDS.
Tudo chegado ltimamente e Visporas e dminos,
se vendo no largo da Assem-
bla u. !.
Camisas inglczas.
Vendem-si; superiores camisas
is : na ra Ilua Aovan. 18.
Visporas em bonitas caixinhas de madeira enver-
nisadas, com -J. trancas a 2$, em nutras raixinhasa
IgOO e IJ, dminos mu bem feilos e seguros a
l9500e l$280 : na ra do Queimado, loja d'aguia
luaiii j n. 16.
por menos proco que
: no largo da Assembl
a
rolo.
ei.....ilra qual-
i n. 0
Milbot
Vend.---,
piel parle
Abridores de lusas
U500
miudezas
da Boa
Na ma do Queimado, ua loj
Pama n, 33.
Ksparlilbos I ranee/es do nova
inveucao.
Vendem-se esparlilhos francezos de molas e car-
retis, o melhorquo se podo encontrarnestegene-
ro, na beml'inlroia e na COinmodidade, a quem usar
delles, poli baralissimo preeode 6a, 7oda. Estes
esparlilhos sao rhegados no ultimo navio bancez,
e sii se encontrara na ra do Queimado, na bem co-
nhecida loia de miudezas da lina lama n. 3:1.
Hechegado a loja do Leconle, aterro da Itoa-
Visla ii. 7 endiente leile vreinal de rosa luau-
Largo da Penha nninerflft.
Ni si,- esiabelecimeiiio lem os svguintes gneros,
mais baratos do que em quaiquer mitra paite ;
manleiga ingleza em barril muito superior a 780, e
eui libra de Mili a 1-dJH, dita rauce/aem barril nu
lucios a 750, o em lib a a 780, rerdadeira bolachi-
nha americana a <:iin a baruca.dila de suda em
alas de '> libras, lechada llcrmetiCMnenle a l$700,
frasiiuuras cum 12 irascos de genebra de Hollando .
a 6$8O0, um lias,,, 640, vinhos muilo superiores a '" B. ditos de vidrilho-ii .("(e.b. .i....s pro)
100 e Cid. o clin aada se tara mais um abalinieii- "' '""' r..... nlnll.o a 4$, JICOS mangullOS cum
lo, oaiiinhas com i libras de fleos proprias para k?nusinha c gollinha de rambraia mmto hna a .9,
meninos a 610, queijos do ililTereiiles quaiidades pujns eom gollinlia para menina---------
(nielas em calda, una secca. amenas, no/e I,.......II- I1"01-1 '' riCOS gollinhas a 1961..... 2, i nas han-
do,-, ma-sas de ludas a-quaiidades. cli llVSSOn, I"." Barl.....!'[["'. brancas O de cues pe, cum
e preto, presumo, palos, lourinhn muilo "novo, vl.....' feM. verdadeiras luvas de Jouvm S|
chainpanlla de vanas marcas, cervina branca e pie P ", a> ala-a. ,..,|,, P gorguro pretas o de cu-
ta, espermacele, Inores muilo Unos, cognac, mar- ',' >S Ivf. 'amnlia romiogo e Vispora a
i.i-.puuu, vinlio seinbai. corada muilo nova, mlho I"'!"'1 dniaeo muito bom a Jfl e SgaSO a n -ii a,
alpista. em summa ludo aqu se enconlra (leuden- '"" d" P*8" a SI00, pinna- de lauca a 1/ a grosa,
le'a mlhados : por ssofogamos a todos os se- dilas aemserde lan.-aa 500 rs.. raisinha comaHi-
til......sdeengi-i........euhores lacradores queiraoi ',';; ,IS '..... >" ";"' grampas soriutas a 60 e
mando, -om receio suas eneommendas .,,..,- .. nlurues de borracha i.....1 rs., i......
/ni Progresso, que sor
Eseravo fgido.
Desappareceu o eseravo Jos Congo, que repre-
senta ler mais de annos, baiio, cum Mu ,,,
demos, cor prela, ri-se quaodo. falla: levos uau
ITOXa de roupa de .sen il-o 11 i|i-(.illte de i aluisa- de
baila escura, calca, camisa e ja piola prela. cairas
o camisas brancas e lem de aTgi dao aniericano de
l.-cado e .Millas ,1/n.s : lem o depn nde\ i\a lilao
es.pon.la corladoeo medio eannolar alegado., poi
li'j i miado lodos om una inacliiiia de serrar eapnn
quem o encontrar leve-o a seu senhor Jo-e Jacouio
200,000 ll.
Ustrino fjjitlo.
Pugio um eseravo do engolillo
... Maiijaiiio da po-
6$, duos do [roco-com ridr-1 rearaa de Camaragil.....m o 1." de Janeiro d.. cor-
rele .inn.; de 21 annos, crinlo, bonita Bgura, de
onr fula averinelli.ida, lem (alia de um denle dn
la lu supe, iUt. ,|,. ii.une Clemente : sakin naarta rom
nina calila bura de nonio Joanna lem rosi,, lo lo
picado de bexigas e at (eridentn : quem a di
brir e o lev ai ao mencionada engenho ou eja !' i
namburo ma do Queimado a. 17, loja, i
mencionada gralilicaro Je 200t.
lambem
se VieSSem pessoalulellte, lalllo eill
relalhu (a duiheiro .
Calcado baralo.
'i."Ra Direita i
Bor/.of'iims para senhora (sern
defeito)
Ditas da trra ."i'i, ,") e 36
Para eriancas.
Sapalinhos bordados muilo linos a
queiram
an arma-
sel v dos como
grossu como a
i,s7IKI
wooo
Na ru'a do Madre lo Dos u. '3, vende-sc
mnlalioho c rajado, muito novo e baralo.
eijao M. A. Caj A; t.., vendem fraudes tapetes supe-
rioresde meia sala > 25S, ditos regulares de lindos
V" i ^- ..-*. > ... ii,-, -, desenhos o 12?, corles de cas-sos de luidu> nadroes
idroSCOinaCO para eSpelhOS, com W covado*i a 2.5OO, chapeos de pallunlia ..-
talvc/ os in.is superiores que leiiliam vidn a eSle follados, para crale as a "i/, manguitos e cimisi-
mercado, nao so por sua grossura, como por sua nhas para senhora a 7a, camisinbas com punhos
qualidade, de grandes e pequeas diuiensoes, em bordados para meninas a 4$, japonas proprias para
porcSO 8 a relalho, 0 a proco coinmodo. 'quem embarca a S c lOg.
I_ 1 ___________, .lisian, i evcelb'lile leile V lieioal de losa |
..oa das seis portas spar'rcfri.....v'""; iTrrrsaras'
"fi"- J -^k '-' i ipinlias, igualmente o afamado oleo babosa para
l.M le fazercrescer os cabellos; assim cuno
Fronte do Lvramcnlo, l Sf^lw, iSaS^Si
primavera da vida.
ns de seda, obra Jmiolc i*<>ac nnon nuiniwic: l-hai.....s da Italia enfeilados a 3SS
;. 5j, dilos de "OUC5 I ICO pdl d IIU.IIIIIO sem enfeite muilo linos a 2g500, dito
Um rs., sinluroes de borracha
garios de todas as quaiidades, colheres de lodas as
quaiidades, tesouras e ranivelesde indas as quaii-
dades. franjas de seda e hu, e linho, gnles brancos
o de cores, lilas de velludo seda de lodosas qua-
iidades, sapalinhos de merino, ditos de 13a, loucaa
o carapucas para i riaieas, lillhas du cairelis de
todasas quaiidades, agul!>as francezas muilo tinas,
o miiiins mais objeclos, que se lonem enfadonho
uieiiciona-los. e se dar amoslra de lodos os ob-
jeclos, e se vender por menos do que em outra
quaiquer luja
Vendeo incln nnvn chegado ltimamente
mi brigue Scphia, por commodo prcijo: na ra do
\ loarlo n. Ii), primeiro andar.
ROUPA lili A.
Palelols de panno, iodos forrad
fina, ditos de alpaca pretos a
brim pardo a 3$, ditos brancos a 5$, dilos de fus-
tn de cures a .i.-i..... is500, camisas brancas ede
cores a 2)j cada nina.
Vendem-se duas e-cravas i um habilidades,
sendo urna mulata perfcila mucamba : na ra Ve-
llia daltoa-\isla n. O'J.
Chapeosinhos para crian-
cas.
23500, dilos
mais abaixo a l400, loucas francezas de luco mui-
lo linas a l$600, dilas de la a 800 rs. e laiOO, di-
las de setim a IJ, bonels enfoilados a 2?. dilos de
galio, muito bom panno mi casemira a 1.~6IMj\} dilos
de velludo de diveisa- cores a 2$500, dilos de pan-
no com boluta a |S)400, ditos de o njuiulm a MK) rs.,
iiiii e :?, ditos
is h all. i /es do
Vendom-se bonels de panno muito finos e de palhinha modernos e muilo bem enfeilados, pro-
velludo o melhor que se pude encontrar, lano uns priospara baplisados ou passein o :!,-, 3g2O0, 385001
i oiiiii niitios ricamente enfeitados para meninos, a IS500, ditos.de seda a 5$500 el 2g, dilos de sold ra da Cadeia ll. 37, vemleni-se ciegan-
pelo baralissimo preco de 4e 6J cada um na ra seda para meninose osela a Sg400, 3 ls"..... tes piano do afamado fabricante Trau-
Vcndem-se cha].....sinhos
peto mdico preco de (' c 7c*
libi muito enfeilados a 5o ~
do Boa lama n. XI.
Em casa de Rabe Srlunettan
ricamente enfeitados,
assim como bonels de
na bem conhecida loja
& C.
a
ilo Queimado, na bem conhecida loja de miudezas na bem conhecida'fojo de cha].....s da ra liireita
da ilua Fama u. 33.
'n.61. do Ii. do ll. leu...
inuiin deHamburgo.
No da 1 i de agosto do auno prximo DOS,
fugiram do engenhu Sete Ranchos, fregnezU de
Kossa Senhora da Encada, comarcada cidade di
Victoria, os segundeseseraroi: Damiao, cruuilo. de
25 anuos de dado pioicu mai- ,,,i menos, e.'.rfnla,
bei.-usgrossose nieloarrebit.nlos. lem amad
na testa provenienlede iiinco.ee de animal, penms
linas e al-u ma cu-a ai.ni. ai I as para fora
i... espaduailn. altura regular, o eii bin-andn ago-
ra, jaoiniiin,cnmiio, deS8 annos de idada ;
mais ou menos, altura regalar, cratela, pata
barba, boicots grossos e fazcerlo geito na bocea quan-
du falla, lem Una cicatriz em nina das faces, pernas
linas,esmalmado, fuma, e tocador de viola, o
pi ineiro bu comprado anSr. Juan t'raneiscu Barbo-
za daSiha l'.umani, e o se^uiuhi di/ que foie-cta-
roda familia do Sr.Jpio Hnaes, da Jareada do Sitio,
em l-ajoC de llores e comprado na praea de Por-
nambuco. Consta que ditos escravoa e-iaocm Pa-
je de l'l.....s por portad, .rosque mandei ede lavo-
rain : roga-se as autoridades polii laes e rapitaes de
campo de os pegar e levar ao referido engenho, a
Bernardino Barbbzarda sirra oa aa braca dePer-
nambuco aos Sr. Mtjnoel Aleas Pi mira >v Laau.na
ra da Muda n. 3, segundo andar, que sero re
compensados cum a nuaniia cima.
PF.RN.: TYP. DE M. P. UE PARIA. 185f.