Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:08839

Full Text
iv

M
AHO XXX\. NUMERO 130.
Por tren meses adlantadoa 4$OOO.
Por tres mezes vencidos SgOOO.
H AH11 1 lmi 1 ira .n uitr fKi isav,
Por anno adiantario 15$000.
Porte franco para o subscriptor.
DIARIO
eicmiecioos ii suiscmrcko 10 norte.
Parahiba, o Sr.Joao Bodolpho Comes; Nalal.o Sr.AntomV
Vr'f16?^ 2 *!S A.rara'y- Sr.A. de Lomos Braga.Cear, Pao d'Alliu, Nazarelh, Umopiro,
OJJT.J. Jos* de 01iveira;Naraiihao, oSr.Mannol Jos Martn. ra, Flores, Villa Bella. Bua-V
liikoiro(,iiimoiaes;Piauhy,o.Sr.Jnsij Joaquim Avplino; Par.i quarlas feiras.
aUDIENCIaS DOS TR1BUHAES 01 CAPITAL.
i ,. PARTIDA DOS CORREIOS.
Olinda todos os das as nove e meia horas do dia.
i Iguarass, Coianna e Parahika as segundas e sexlas-feiras ]
'. S. Anio, Rezorros, Bonito, Cmaro, Altiulio e uranhuus Tribunal do rommerrio: segundas e quintas,
as lenas teiras. Relaoo: linas feiras e sabkndos.
Brejo, Pesqueira, Ingazei- : Pazcnda: ierras, quintas e sakkadns as 10 horas.
-Vista, Ouricury e Ex as Jaizo dueonimercio: quintas ao meio dia
-------1-"~ ..... -.! quarlas feiras. Dilode orphaoa: Ierras e sextas as 10 horas.
tLZtl Amponas, o Sr. Joroiiymo da Cabo, Soriiihem, Rio Formoso, Una, Barroiros, Agua Pre- Primeira vara do eivel: Ierras e sextos ao neto dia.
la, Pinienleiras e Nalal quintas feiras Segunda vara do eivel: quarlas e sakkados ao meio dia.
________(Todos os correios parlein as 10 horas da manhaa.
Cosa.
PARTE OFFICIAL.
EPHERERIDES 00 IEZ DE JUNHO
1 La nova as 4 horas e 50minutos da manhaa.
7 Qnarlo crescenle as 8 horas e 28 minuto da tarde.
15 l.oa eheia as 7 horas e 58 minutos da manhaa.
23 Qnarlo oiinguanle aos 12 minutos da tarde.
PREAMAR DE IIOJF..
Primeiro as i horas c 5 i minutos da manhaa,
i Segundo as 4 horas e 30 minutos da tarde.
DAS DA SEMANA.
113 Segunda, s. Vntonia f. padrooirn da provincia.
I i Lena. S. Baailio Magna k. doulor da igreja.
I'i Oiiarla. S. I.xhia m.; S. I.aiulilinii ak.: S. Mijdeslo m.
Hi (.minia. S. Joo Francisco Regia ; s. Aurelian b.
17 Soxla. S. Thcrc/a rainha de lian S. Manuel ni.
i 18 Kabbado. S. I.ennein ni. ; S. Tribuno a Theoutom.
119 Domingo. S. Niquelina f. v. ; S. I nesiim ni.
ENCAIREtADOS DA SUBSCIIIPf0 NO SUL
, Alagoas, o Sr. Claudino Falcan Das; Babia, o Sr. Jos*
Martina Al ves; Rio di'Janeiro, o Sr. Joo Pereira Marlins.
EM PF.BNAMBL'CO.
O propietario do MARIO Manoel Figiieiroa de Paria, n
sua livraria jiraea da Independencia ns. (i e 8.
i..' .,m.' '~ 1V, ."*- L' i Vi'"'"'"s ''r'1-- 11......: a'1"11""; } l'ialqiier enprezarm particular,. lacio alguna dados ostaUsiieos que acaba de ler ao oradorapplaode-.nl polo que nucir ao Sr. vis-
toa queeomm pela reparlirao do imperio sera to- por ler visto talharam os seus clculos e ler aoffndo | senado. 1 ,,,,. e liaUorahy a respeito de ceon,i.,
uiada na deuda ronsideraeao. e o Minado aprecia- projmxos na empresa que se propoz.se julgue auto-1 l) orador pondera que S. Kw. esl engaado, e ti primeiro ponto do programla .los
a opportuindade. da rtsadn a vir pedir ao governo o aos corres pblicos prova-o enm algunas notas que lanibcm tiaz, ex- | devora ser severa economa ; mas, en
Iraliidas de documentosaiillieiiiicos. varo, nao ira o
Minea Uvera
sentir.
Ministerio do Imperio.
txKuiRjna no ma 27 he un. divisan do respectivo ministerio como medida da' a indomiiisaao dos prejuizos que sonYeu! Oeste
lo presidenlo da provincia dn Periiamburo, de- niaior conveniencia. modo riamos animar emprea imprudentes o tirar
iai.iniio.qiie.de eonformidadn com a imperial reso-l Convciioieo da imperiosa neeessidade do alien- a responsabilidad!! aos emprehendedores para lau-
nieaojde z.jiiu corrento, tomada sokre parecer da dor aos assiimplns de urgente solueu que Vossa ea-la ao governo ; riamosdestruir o principal esli-
''''j1'1"''"' ni'giu'ios do imperio do cnnsrilio de es- Mageslade Imperial se digna de rerniumendar sua nulo das empiezas, .[iie o suci'esso industrial, o
lado, Home s?, o Imperador por In-iii declarar eunsidi-rarao, o senado nao liesitir em prestar o bom xito dolas.
milla a eleican de vercadoros feita ullimamenle no seu.apoin a quaesquer medidas que a experiencia As rircumslaueias'do nosso Ihesouro nao compor-
iitivo municipio de Flores, nao por ler servido para dos negocios publicas livor acnnselliadn ao gnver-
ella a qiialilicacao de 1856, mas por ter sido a me- no de Vossa Mageslade Imperial como iidspeiisi-
sa parorhial organisada segundo a lei de 19 do" veis, nu seja para devidamento proteger a agrieul-
agosio do 1816, i|uando devfra-se observar o pro- tura modilicando noasa legulacoo hypotliocaria o z
ruase da le novissima de 10 de solomillo de lCi5e animando a incorpotacu de bancos de erudito ler-
Instrurroos roipedidas.Bara sua exeenrao em 2:1 do ritorial que prcsium capilaes ajaros razoaveis ; ou
agosto do ISak, cuiiiprMo porlanlo que se proceda soja para vulgarisar os eohnocimenlits olis a la-
a ora clonan, roora : mi seja para legalisar os eKWlos dos easa-
---------- Mieiitns nao regulados pela actual legislarn, un in-
GOVFH\ OX PROVIXCI V. ,e"-'*S" da moral publica e do futuro d colonisa-
N. li.-lllm. v txni. Sr.-Tenhoa honra de par-' ^ : ou.SL'Ja "oaloienle, cslabelccendo e dellnindo'
ticipar a V. Re. que esta comarca continua em paz C01!' mais Pr(!c,san '' efflcacia as mutuas obrigacoes
elaiiibem duranlo os tres ultimo me/es iienliiin! !' a""e,,os culte os colonos
assassinalu lem sido commellido, uu nutro crime ro.;
giave. i lilO menor altenrao mcreccram ao senado nao se pude fa/.er favoresdispunsaveis
lieos guarde a V. Exe. Tilla do Gaiauhuns 24 "l";"-'-,'loer medidas que o governo '
de uiaiode 1859. '"de Imperial livor como necess;
lllni. eF.xni. Sr. conselheiro liaran de amaratri Jt ?"Ke^ c,im',.'.i|l !>"'': cin
tal curiosidade, o isso bom para : p;lss,,m de simples ouTcinas de diversas manufaf-
luras.
i ministros (l orador abslein-so de fazer por eniqoanto obser- \ Pasaageiros do vapor kiasiloim frdsewv aV>
i.ja oksor-. vacos sobro as reformas das socrolar.as; guarda sl, sabido para os portes do Norte: Jorge Vicio,-
que e ra. y aulonsaeao para as isso para/>ccaawo mais opposluoa, e linaita-sca ler Pcrreiri I opea
rolaras exista desde milito, s mu trocho do rolalnrio do Sr*. aiinislro da juslica Antonio C. de
prudencia do no qoal (alia do exeosso de desoeza que se d com a ivreirade
Para poder contrariar a opiniio do or.dorde que rekinuas daa iSA ^^^r o l.m' i^^'Z^ Z^m^r^^ \ZZ ^rSbSJ^tt^&'^Si
ve rcico ,,,. cninci. ,o com a crise fra o de maior .......silos anteriores Hnkan, lido a prudencia do no qoal falla do exeosso do de.peza que se d con a P i, de' XZovldcTlWto \lv s ,h Si ', I o?!
renda entre us,.....ikie sonador devora oRcrecer adia-lu. recelando aggravar as drspezas niililicas roornVi da re^oecliva ecroi nii i V .," .a *{? "-1 -".
amlu-m dado, .obre a renda arrecadada ,,ses ou- quando navi. necessnladas urgc.es TSlSSZ I ^^Vg^ho es, em con- ,^ *& e do] ra "torto
SJB^JEifiJiSfTllPS.H."*-^ despezas enm reclama-1 Iradicnio com o ,...- diaaera balpouco o Sr. presi- Sot dVs. TrS
..i,. i-t.in. cir. conseineiro liaran de Lamaragi-s r ,------.......,,..........
be. dignissimo vice-piesidonlo da p.oiiiicia.O luiz '"."" ;'1="".s inelboranieiitos, que
INTERIOR.
iniiuieipalsen'iiidodoiuizde dircilo.-Jwio Vun- P"pl0a de orden, e a fon
i iVo. Uuarlf Jnior. possam dar manir soioma de gar
eseguranca individual.
.' t> senado coadjivar leatme
i Vossa Mageslade Imperial com i
j me, quer da le eleilnral. quer
, municipalidades daquella, por
RIO OE JANEIRO. I 'em revolado em sua exococao
SE\4l)0. abusos qiiocoiiMire do promplo
SV5S.VO EM 19 DE M VIO DE 1859. !'''.,: d''sla' I',"r ";"' (c,r Pro!,,!'iJ".
pr.; i..,,;, j. d u i Indas as vanlageiis c bcnelicios
11 fintela do Sr. Manoel iynacu) Caoalcanli de perar.
:.n,,.._ p- acer'i"- Osonado cooperar para que estas corp
rf ... m "'!'"" r"'1",,aa """ nav''"-i melliorcorrespoiidam ao son liui. tornando
wEEEI sunlT"'L' P'1 for",ar r;,sa P">e aguamada, e acl,am-se presentes 29 Srs. sonado- cessidades sempra deseemos da adminiatncau e
,'______. | polica de nossas capiloes, cidades o villas. i lirmavj
..onipareccndo pnrem mals um, o Sr. presidente
abre a scsso,
l.ida a acta da sissio anterior approvada.
Nao ha expediente.
0 Sr.-?\ awrertriolO o segiiiuto projeclodo res-
posta A falla do ihrono :
' Seulinr.0 senado nos enva augusta pre-
seuoa do vossa mageslade imperial para em sen
nomo Iho rendermos as devidas gracas pela ben-
vola inaiiifesincao do jubilo de vossa mageslade im-
perial ao abrir a asseinkla geral legislativa. Essc
seiitimanbi c kem proprio do innnarcha esclarecido : riacs da armada
!'!iK?o,',S1i"'r!,rt'','-U''S,re S"a pa,ria .U '"' "'es"lu I Ti0 ....."rla"le3 assiimplns, que leem oceupa-
lompo amis certa e ellleaz garanta
-** V ....."."" -"iioiiua ".u-^j uosp.ii.n-i ui.serva qun nos r.siados-1. indos o movunenln com-Ma seo ordenanca. Se os tres se unisseiu diz o ora., ,iu rf. .,..;;. .X" r-J"*?
dos so com a eucadernacao de urna memoria sobre marcial de Janeiro deste anno foi sxtuplo do do an- dor raforinoWa si n ao Sr viscnde d" .labora v 1 .d f.Tr?.i T HT??' ** *'*
poraeues,ca.iellns! : n anterior, e na Inglaterra este MwKmentO lem oaponUodo pan O Sr.W.nSS O L|S *?i'n ''"t!,n{" d-as jil.-ria dadas
PERNAMBUCO.
. .------,............porlocao, ailirmando-se em um i pan
. acka-lo em erra quando elle orador ka das af- artigo do Kconomitt, autoridade uiuilo accilavel pa-1 O nokro sonador enlcnde que Indas as dosencaa
.?.V!f.'}'!" aJSu'.s "uTos pames linlian li- ra o nobre senador, que, apezar da crise, o mov- que io pesando
REVISTA DIARIA.
lia villa do Cabo escrevem-nos o seguinto :
Esl-se instaurando o prncessn do individuo,
que sendo laucado ao chao, e l'sniurrado pelo in-
glez, ennhecido por Trila Diabos, a esto ferira le-
lemente.
Esse inglez diabo, realmente Iravesso : tem
,- suas -avalhadas grossas. Como encarregado do
^acowaobma nomeaeao do Sr. ministro da fa- pentodos uperarios da ilba. fazia um cJmbio de
tacao como na exportaoo de ambos estes pizes 1.". na falta de coiilianca" na administraca,. actual; 0 Sr rUcondede Abaeli diz quo nao ro fazer-se dTescilla ',"' "";C" '1U'' *'"''"' & *"* *"*
aior cifra lauto na impor- Kulnndo antes que estas
CHRONICA JUDICIARIA.
TRIBUNAL DA RELAQIO.
SESSAO F.XTRAORIHXARIV F.M II HE JIMIO
DE ia59.
CRESlnF.N.UA 110 KXJI. SB. (.llNSKI.nr.ISO F.H1F.I.INO
IIB I.K.AO.
As 10 horas da manhaa, acbandn-se prsenles
os Srs. desemhargadores Silveira, Cilirana, Guerra,
Lourenco Santiago, Silva Gomes, foi aborta a sos-
san.
Proposlo o habeas-rorpu- de Lourenco Paes dos
Alijos, ei.iicederam soltura ao paciente,' e manda-
ra ni prem libsrdade.
As 11 huras e 1/2 da maullad encerrou-se ases-
sao, por nao haver mais nada a tratar.
"toli
penal
- Interprete fie! da naco, o senado so congra-1 reia
lula com vossa mageslndo imperial pelo estado de L
soi ego e iniiiquiliduile do que lem gozado o piiz e
com vossa mageslade imperial eleva ao Todo Pode-
roso os seus votos de fervoroso agradeeimeiilo por
esse motivo.
< Folsuinmamenteagradavelao senado a dccla-
iieao deque a Justina e moderacao con'tiuiiam a ser
oiidicoes caraclorislicas da politiea que o governo
de vossa mageslade imperial se lem proposto. Taea
culidicoes nianieslaiii de nianeira incoliloslavel o in-
leresse e imparciaiidade com que vossa mageslade
imperial procedo no dcseinpenlio de sua elevada
muslo.
O senado rende a vossa magestade imperial as
merecidas grana pela sol itode com que lem culti-
vado com lodasos potencias estrangeiras benvolas
rolarnos, o, corlo de que para maule-las vossa ma-
Gommunicados.
Clironien dramtica.
XIX
A empreza dramtica levou pela segunda vez
scenao drama trgico do Sr. Abranchy, cujaexecu-
cao nada dcixou desojar,
u
Seguio-se ao drama a espirituosa comedia i >u
hii.iikii pon ni as nonas, cm que os Si-s. Vasques c
Thnmai disputaran a primazia.
" Sr. Thomiiz revolou o genio cmico, que nao
lhe adeviiiharamns ainda.
tjoaiiln no Sr. Vasques, conherem-ihe lodos urna
la coiisuoimadasabedoria cm 2 do Janeiro de l58
a celekraoao de urna convenci com sua magesla-
de a rainlia da Gra-Brctanha, leudo por objeclo re-
gular a decisaode rcdamacOes ha muilo pendentes
nutro os dous guvcrnns.
O tratado detinitivo assignado pelos plenipo-
tenciarios krasileirus com os presidentes da Cnule-
derarjo Argentina e da Repblica Oriental do Uru-
guay a 2 de Janeiro deste auno foi sum duvida nina
medida reclamada pela convenci preliminar de paz
de 2i de agosto de 1828. 0 seado contla que com
ella decididamente se firmo om bases solidas a inde-
pendencia do Estado Oriental e se garanlam suas
boas relacoes para com o imperio e a Confoderacu
Argentina.
l).senado, seuhor, considerar com adcrida at-
li-ncao o impnrlaule assumplo relativo s allrikiii-
eoes dos cnsules na arrecadaeo das heranons dos
seus uai'innaus, doqual com particular sojioi'tude se
occii|w ogovemude vossa magestade imperial.
< o senado auxiliar com o indispensavel zelo os
esforens do govenio de vossa mageslade imperial na
burga discusso a quo lem dado lugar to pondo-
rosa materia, no intuilo'do chegar-sc a um accordo
saliefactorio.
< O senado acompanhaa vossa magestade impe-
rial na profunda magos que afflige seu paternal co-
racao em prosenca dos reanles e privacoes com
quoflagella o novo a caresta dos geueros 'alimenti-
cios, aggravada pela secca em uus lugares e u'ou-
tros pilos excessos das ckuvas.
A coiilianca com que o povo aguarda dos pode-
res supremos do eslado o elloilo das medidas que
do em combater a crise que o atllifee ser elRcaz-
nieniu corresponda. As uumerosissimas causas de
sumelhaflJtB mal, cuja apreciaco o illusirado go-
\ erno de vossa mageslade imperial e a assembla
geral legislativa se eonsagran com o desvelo que
sempre deve inspirar o iuleresse dos povos, nao po-
dero infelizmente ser de lodo removidas sem lempo
e persevi-ranca.
O senado procurar altenuar to tristes suffri-
nioiilos cora as providencias que seu patriotismo lhe
suggerir, nao dcixarnto de dar o devido apreco
providencia por vossa magostado imperial aconsc-
ihada de proteger a livre concurrencia dos gneros
aluiioi.iieiiis contra quaesquer espoculaces illi-
cilas.
K emigraeo de colonos uteis c industriosos
que suppram a falla de bracos que lauto sent a la-
vonra i urna medida de alt alcance, de que depen-
do a prosperidad!! da naeo. seiu duvidasumnia-
mente lisongeira ao senado a certeza de que o go-
n-rnu de vossa magoslade imperial se tem desve-
lado em promove-la, como promplo remedio ao mal
que geralraenle se deplora.
O zelo o as animarnos do governo de vossa ma-
goslade imperial, apoiadns pelos meios e recursos
com que o senado lenlmente o coadjivar sobre as-
sumplo de tanta gravidada, prodiizirao do certo to-
dos os benficos resultados pelo concurso eIRca de
nossos agricultores, com o qual lem o senado a bom
fondada esperanca de contar.
O senado sc'apraz em reconhecer que lem sido
! continuaran a ser objeclo dos constantes esforeos
do governo assumplos de reconhecido interesse
para o bem do paiz. Attostam estes ISo impoitan-
les factos o desenvolvimenlo das colonias existen-
tes a croarao de oulras em lugares prximos aos
mercados : a abertura de novas vias '
des de medicina do imperio, diz que osles euipre-
gados foram anligameule igualados em seus venci-
menlos aos lentes siikstilutus das mesmas facilida-
des : enlraianlo que boje pela reforma dos estatu-
tos dellas.liuido-se-lliH.s augmentado o Irabalhu fo-
ram ellos enllocados em condicn inferior a daquel-
lesecom menores vencinienls. E perianto, sobre
isto que vai sukmelter coiisideraco do senado
um projecto da rosoracio igualando o ordenado e
gratilicacu dos secretarios aos dos substitutos.
A asseinkla geral resolve !
Os venoinienlos dos s<
o preci'ileii.julga lauto mais necessarios os escla-
recimeulos a que S. Exe, se referi qoanto ob-
serva que o parecer da couimisso de fa/.enda
que acoinpanha a roaolucao da 1857, ha quasi dous
anuos, tira, nao SmOflte as tircouislancias do paiz
sao koje oulras i|iie nao eram eiiloo, mas tanibnin
as circiimslaiicias da conipanliia ndem ler boje
vanado, isto ou a compaiiliia podo hoje querer
prescindir desle beneficio, ou pido ackar-se em
laes Circunstancia, que o nao mureca.
Por outro lado, S. Exe. nota que no parecer e no
projecto su inclu! como (atondo parto da somma so-
bre que devo recabir a garanta pedida a quantia
do NU0:OOIrjOI)0, destinada a eslakelecer na raiz da
serra as obras necesarias a um novo svslema de lo-
comocao, cun osqnaes se compleU o. S.OOthtajO*
lixados na resoluon. Nao existe anda iufnnnaeo
alguma a respeito, nein o orcameutu, 111401 a planta
dustn obra prujeelada, que nao se sako luesmo se
ser reilisavel ; so o nao Mr o 11 nao importar nos
00:0(10$ calculados, deve-so fazer urna redueco
Os venoinienlns dos societarios das faruliladua """wVoi'-"e|"auo. oevo-aa lazer una reduccao
de medicina do impelo sero igoaos aos que por- ?P Sl ''"" u o"*'6"10 dcvc l,ab'r os 7 ll/fl
cebemos substitutos das mesmas facilidades; li- P*""""'
cando revogadas as disnosicoes om contrario.
Paco Jo senado, l9de'maio de 1859 Jubim.
Pica sokre a mesa.
ORTiEM DO DIA.
Entra em Ia discusso o projecto enmara dos de-
pnl.idns. mandando contar aos oficiara do exerrilo
e armada, para a reforma e coudornrai o do habiin
do S. Bcnio e Aviz, o lempo que kem'servirn cu-
ino praca do corpo de permanentes da corle antes
de fazerem parle do excrcilo.
O Sr. Fermz declara volar contra esta resalarlo
por entender que so nao devo fazer extensivas aos
olticias do corpo do permanentes, ou conlando-se o
totopo de servico nesie corpo. as condecoradles da
orden de Aviz ; visto que o governo lem 'muilos
oulros meios de remunerar osles olficiaes quando
o nicrciara. O orador julga ver nisto una tenden-
cia para abastardar todas as instituidles, c, a pas-
sar o proccdenle, pedira tambera o mesmo favor
para a guarda nacional.
Posta natacao, a resr.lucan approvada em 1"
! discussari para passar 3*.
Continua a I" discusso, adiada em 30 de 111II10
do anno de 1857, da proposicao da mesma cmara
aulorisando o governo parj auxiliar durante 10 an-
uos a imperial compankia de navegaco a vapor e
estrada de ferro de Pelrnpolis com a quantia n,-
cossana para dividir por seus accionistas 7 por ceu-
lo animalmente, com o respectivo parecer da coin-
missao de nmprezas previligiadas.
O Sr. YUconde de llaborahij deseja saber se
existe na casa alguma inforiuaco do governo sobro
esto negocio, pois Iho parece grave garanta um ju-
ro por espaco do lo nnnos a um capital de. .
1.0(10:0003001), como aqui se pede. Diz ji s.) oppo-
zera a nina nutra resnliieo que linha lamben por
um gravar o Ihesouro piiklicn, rujas circunstancias
nao sao faroraveis, sendo por tanto necessario nao
torna-las ainda mais dilllceis : c quo ha de oppr-
se igualmente a esla. A coiitinuarmns assim o re-
sultado seria, 011 individaraso-nos, ou laucar novos
nposlos para occorrer a todos estes cn'ipenhos ;
quer, pnis. que o governo soja oovido o di1 alguns
esclarecimeiilos sobre osle projecto, sem o que nao
lhe dar o sen voto. J recusen os favores pedidos
pela companliia de Mucury, apezar do muilo que
aqu so disse em seu abono, o quando a respeito
dola as circunstancias eio oulras que nao as que
se do no caso presento. Alli nao era se nao a ga-
ranta de > mi emprcslimn pelo governo, cin que nao
taavia risco desde que se alllrmoii nOSta casa que
essa companhia podia por si mesma fazer face aos
seus empenhos ; aqui urna empreza j reamada,
que; leudo despendido urna certa somma de capi--
A vista dislo o orador do parecer que esla reso-
luoao com lodosos dociimoulos que aacompauhan
deve ser remet ida a una cummissao, para que pe-
ca ao governo os necessarios esclareciuientos sokre
a materia, ou mesmo que se peca logo directamen-
te ao governo estas inforoMODea, para que o senado
Oque habituado a dar o seu'voto.
O Sr. Sonsa Franco diz que annuiria opinin
e lenikranca do nokro presidente do conselho, que
O Sr. Vueonat de Ilaborohy, parecendo-lhe ou-
vir que o nobre senador q,ue araba de senlar-se li-
nha fallado n'um senador directoj geral das linan-
cas do imperio, ere todava que isto fra engao
yois a nao s-lo sera indigna de ser proferida pelo
nokro sonador urna semelhaiite idea, A qual elle ora-
dor nao se rebaixar a responder. O nobre sena-
dor pelo Para a queni respondo, nao-querendo doi-
xar o seu crdito em naos alheiaa, veio elle pro-
proprio glorificar a sua aduiinistraeao, dizendo que
o exercicio do 1857 a 1858, o da crise commcrcial
havia sido o do mxima renda para o imperio e nu
a diminuico desta era devida as medidas da ac-
tual administraran.
O orador observa que as medidas lomadas du-
rante o administraco daqnelle nobre senador sao
Quanto as censuras do nobre senador pelo Rio
1.raudo do Norte sobro asnomeiicoesfeitas, cumpria
antes de ludo examinar se os mocos nomeados li-
nkamoii nao as nec.ossarias habili'laoes.
O Sr. Manoel d um aparle negando a res-
peito do alguns.
O Sr. riconde de Abaet pensa o contrario, sao
ocos muilo habilitados.
O Sr. O. Manoel contesta.
O Sr. visconde de baeli [continuando]:.For-
mados om dircilo.
> Sr. Manoel d 11 m aparle.
OSr. ciscnndede Abaelf observa ainda. quanto
entrada do Sr. Salles Torrcs-llomem para o mi-
nisterio da fazenda, que muito para admirar o
que sobre isto enunciara o nobre senador a aucm
responde.
...... r>ui-iuu!i ooiiiurmar, em cniscqueucia de se
decidir pela denegaran de aeco decendial ronlra as
olas promisorias assignadas por comnercianles
I nao matriculados, devemos as-jgnar como causa
daquella errada cooclustio a da cm que esl o
cuuimiinicante, do quo cnustilue um privilegio ron-
cedido ao devedor conmercianto a arrio decendial,
quo so dr contra suas notas prnnissnrias ; dir-
llie-hemos, por isso que essa aeco nascc da natu-
reza do Ululo, porque se demonstra o dekilo, an-
tes do que de privilegio concedido ao devedor. c
jue em vez de ser lida cono favor ao negociante
devedor por semelhanles ttulos, vem a ser un be-
neficio ao credor, que por clles tenha do deman-
dn-lo em juizo.
Assim que no Oro commum, segundo o dis-
bacharcl Tarquinin Braulio de Snuza Amarante, pa-
ra obler o grao de doutnr, e foi approvado.
I.o-se no Illuttmled Ijiixdon Aries :
Escrevem de Constanlina em 8 de abril:
Comecou desde a ultima segunda fera o ra-
madhan. isto a quaresma dos Miisiilmanos. Ella
foi anuuncada, segundo o coslumo ao som do ca-
nhan.
Durante esto mez, os Mahomelanns snnbrigados
por sua lei religiosa, a jojuar desde o momento cm
que a la comerava a sabir 110 horizonte, ataquel-
le, cm que na tarde seguintc, ella apparece de
novo.
No intorvallo, que separa estes dous instantes
clles nao deven comer, nein beber, non fumar etc.
lia nimio poucos quo faltara a este preceilo sa- Po naOrd. I. 3 lil. 25 S 9, Lamben se assignain
W0.- 10 dias escriplos parliculares, anda mesmo que
" JIV'"'?.0 viajantes, dos doenles, dos ve-| nao lenham forca de es'rripturas publicas, depen-
edor
crise c que em nenlnim paiz do mundo tomaram
aiuda o seu desenvolvimenlo normal ?
Os effeilos da crise continuara ainda. e a elles se
cacao eo nXZZ^Z^ if* e0""uH_ ""* "5 *=5 ^-S ^' **-
&r,n^^^^"J.t,Xit- ro ofertorio pretende que o governo cosa dos
pretende quo o governo a cusa dos
cofres pblicos a habilito para fazer aos seus accio-
nistas a deslribiiican do um dividendo que ella nao
pode com os seus recursos proprios. E observe o se-
nado que ainda assim este dividendo nao ser em
beneficio do seus accionistas prinitivos, daquolles
que emponh.ir.irii seus capilaes para a execuco da
empreza, e sim dos que boje possuem estas acones.
dos corresponden seguramente ao empenho da as-
seinkla geral en felicitar esle vasto inperio lio fa-
vorecido pela nalureza
Nonenos agradavel foi saber o senado que a
navegacao a vapor auxiliada pelos cofres pblicos
ten ganho incremento e facilitado o commercio in-
terno. O contratos celebrados com algunas com-
padhias.eque ainda penden da opprovacao da as- lr
ietoe7eenelh0rre|8,n,anl0 PUdem ^U" "l'S, -" do gr3 akailmenio
Com razio, Senhor, ten a saude publica mere-
cido particular cuidado do governo de Vossa Ma-
geslade Imperial, pois que isso inporta a conser-
vaco dos leaes subditos de V. M. Imperial, e o se-
nado se une respeitosamenle a Vossa Magestade
Imperial pora dar gracas A Divina Providencia por
nos nao haver visitado no ultimo anno com a repe-
lioo das epidemias que tantos males causaron.
leinlo-as comprado por um diminuto valor en ra-
cm que ellos se tecm
praca. Por todas estas razos tlij o o-
rador que nao'pudo volar pela resolucao que se dis-
cute.
Um nokro senador, continua o orador, disse que,
quando se traa de emprezas nleis, nao se deve,re-
parar se sao taesou taes as circumstancias do Ihe-
souro publico, para Ibes dar o auxilio de que rore-
companliia. Se isto passar, na segunda discusso [anillaran
di c^sa ffiSS ''a ^ "VllJ.i' """' ,on"D.ifsau P| P 'fe diaer francamente ao sn.d" dei-
oa rasa sobre ello. O orador pedo ao Sr. presiden- xando uulrns en
u. ao conselho que se record de alguus factos pas-
sados rerciitemeiile, para se convencer da ulilidu-
do desta medida, o que conduziria a dar ao seu
discurso una conclusao difierentc da que lhe deu.
A estrada da companhia Unio o Industria nao
poden dar um randu resultado de ulilidadu publi-
ca sem a estrada de ferro de Mau, que o seu com-
plemento, visto nao leroutra passagom para o em-
barque de suas cargas para o grande mercado da
corle ; e os ltimos soccossos occorridos por occa-
siao das grandes churas, que doixaram inlransita-
vois quasi ludas as estradas da provincia, fallan
mull. f_...._ 1 *. u .
nuito a favor da estrada, do ferro de Mau, que en-
lao presin grandes serviros. Os dinbeiros pbli-
cos deven ser aprovcilad'os, applicados para esto*
grandes estradas, e nao para caniuhus de lama,
que para nada serven. Se, pois. o Sr. presidente
do conselho reservar para a segunda discusso a
encuno da sua leinbrauca, o orador volar por
ella, nao o fazendo porm na pnneira, en que se
trata da ulilldade da medida, porque para elle isto
esla prorado.
o nobre senador pela provincia do Rio de Janei-
ro, continua o orador, fazendo a resenta das des-
pozas publicas nos ullinos cinco annos, leve em
vtsia li.rnar scnsivel que no exercicio de 1857 a
IH18 subiram ellas a un algarismo muilo elovado
o accresceiilnu mide est a juslilicacoo deslas des-
pezas ? Em que so despendeu lio grande somma ? O
orador respondo que estas sommas foram dispen-
didas para nos dar a paz no exterior, a segnranoa e
sustentarn da ordem publica 110 interior, o de'scn-
volvineiilo da riqueza e prosperidade do paiz ; para
evitaros grandes alalos da ullima crise commer-
cial. pela qual, quando todos. os paites snlfriam, o
Brasil atravessava inclume c sem perigos ; eis
aqui om complexo a melhor juslilicaoo das despe-
zas a que se refere o nobre sonador,' alen do que
esl consignado nos rotatorios e nos kalancos-
0 orador diz que sent quo esto mesmo nobre
senador polo Rio de Janeiro se houvesse prevale-
cido de un engao quo existe na synopso dos des-
pezas do exercicio de 1857 o 1858, dando 22:0009
para a eucadernacao de una nenoria impressa,
para con isto lhe irrogar urna censura : ha nisto
um engao visivel, que elle orador procurar escla-
recer, alm de que todos saben que estas despezas
nao sao mandadas fazer pelos proprios ministros, e
sim por funccionarios de coutianca, *pie podero
dar as explicocea>nccessarias o examinar onde es-
t o erra desta addico.
Dir tambein mais algumas palavras para de-
monstrar os frequentes engaos em que cano todos
os dias o nobre senador pela provincia do Rio de Ja-
neiro a quem responde.
O orador affirmara que o exercicio de 1857 a 1858
cem. O orador contesta seraelhanle proposicao e 1 Mra o de maior renda no paiz, e S. Exe. replicara
acredita que o nobre senador a quen se refere nao que isto havia tamben acontecido a oulros paizes,
tralava de emprezas e pretcncoes desta ordem. Nao oprcsenlando agora para conprorar a sua comes-
cursos, que nao sao preprios para o
senado, e sin para oulros auditorios.
O orador insiste ainda en pcrgiinlar en que se
gastaran os 50,000:000g do exercicio passado. Onde
a justificaran deslas despezas?
Declara que nao len n ventado a nenhum dos
nombra da administrara,1 transarla ; mas quer
avilar no futuro esla marcha do desperdicios, por
que e o seu dever ; que nao volar por autorisacoes
nena por augmento de despoza alguma, estando ao
contrario danoslo a approvar quolquer economa
aos tliulieiros pblicos, porque entend: que nao ha
amulo de dissipar o patrimonio e esperdicar as tor-
cas do eslado.
Declara mais que nao dar o seu voto c o seu
apoio ao ministerio actual se lhe parecer que quer
continuar na mesma marcha de disslpaoo do seu
antecessor; e deseja que o ministerio lome islo como
um conselho de amigo, e nao como invectiva de
npposicionisla.
O orador termina prometiendo que examinar
amhcm opportunamenlc a questo da descida do
cambio, que lhe parece nao sersomente o resultado
das chuvas, e menos de dcsconfianca na adminis-
m.dir!C, COmn SP *?** mas sin das
medidas adtennrmente tonadas e postas em execu-
co pelo ultimo gabinete, que nao deseja que se-
jam :oiilin,iadas. Vola pelo requerimenlo. aflm
de se poder conhecerse o ininislero actual qner ou
11.10 segiiu una narcha econmica, conveniente e
de maior zelo pelos dinheiros pblicos.
O Sr. Presidente d a palavra ao Sr. D. Monoel
mas observa que esLi discusso ten eslado inleira-
uiente tora da ordem, e rccunnendi ao noble se-
nador que se cinja materia que se discute.
1 fr: D- "'?'"*'' diz que a discusso que tem
havido ten toda a ligacio con aquillo de que se
trata.
O Sr. Presidente observa ainda que a malcra em
discusso o adiamenlo.
O Sr. D. Manoel diz que vai tratar delle. Vola
pelo requerimenlo apresentado para que o governo
soja oundo, nao porque o orador cntenda que isto
necessario, desde quo no Jornal do Commercio tura
puklicado um rolatorio qoe o orador lora, expondo
o estado muito circunstanciado da companhia: mas.
se apezar da poMincio desse relalono o senado
julga ainda necessarias novas inforuiacoes, venham
ellas, mas venham con brovidade, porque o nego-
cio de que se irali nao someule de iuleresse par-
ticular, muito do inloresse publico; c cumpre nao
demorar o sua solucao.
0 orador nota no senado tendencia para diminuir
as despezas publicas; nota igualmente quo o gover-
no noslre-so egora nais que ecoaoinico, e islo
quando ha pouco so crearan sen jiistificaco nu -
lo grandes despezas con as reformas das' secreta-
ras de estado, dando-se rroscidos ordenados a me-
ninos que foram nellaadmillidos c a mocos anda
ha pouco formados.
merecimonto por sua grande inlellihencia, por
s"" mlegridade e por seos principios de justici.
O'.Vr. ManoelFelizardoeoutros .- xpoado.
O Sr. MUconde de.Abarte :O Sr Salles Tor-
res-Humen esl inteiranente no raso de servir
lien ao paiz ; elle ten diantc de si un grande fu-
turo. (Apoiado*.)
O Sr. I). Manoel.Futuro de nscriptor depaut-
phlrt'hi e... /'nao ou vimos o resto do aparte;
ti Sr. Presidente insiste .inobservar que a dis-
cusse assin nao podo continuar, que ella est in-
teiranente fora da orden.
O Sr. Pimrata Bueno diz que nao duxida votar
pelo requorinento: nao v nisso inconveniente,
comquanto tenha o seu juizo inteiranente tornado
sobre a questo do quo se trata. O nobre senador
chama a atlenoo do governo para ella, que do
su,n"la'"'Portancia. Sent contrariar ao Sr. vis
conde de Ilaborahy no que dissera enn referencia
00 objeclo. Entendeo orador que as circunstancias
do Ihesouro nao podem ser netivo para que se
neguc o auxilio podido. Nao concorda que o bene-
ficio nao tenha de aproveitftr aos accionistas prini-
tivos. mas sin aos que, cono se disse, leen con-
prado as accoes com grende abatintento ; isto nao
e exacto : mas, quando fosse, era estrauho ao as-
sumplo.
Diz o orador que o que cumpre examinar se
a empreza 011 nao ulil. Ninguem poder duvi-
dor que o estrada en questo de grande vanla-
En these, as enprezas nallogradas nao deven
ter auxilio : issin en sentido absoluto, nos nao
110 caso presente, en que trola-sc do una empre-
za, a primeira que leve o paiz no seu genero, e i
qoal o governo deve auxilio, onbora tenha sido
nallograda.
A estrada de Mau Mra a princra tentativa de
estradas de ferro. Fora una empreza nal calcula-
da, porque estaremos sobre isso inexperientes
as chegou a rcalsar-se. Esta estrada cono o
compleneiito da estrada da conpanhia Unao e
Industria Acha-seem circonsianrias crilicas ; ne-
cessila de grandes obras, aue nao pude realisar
sen o auxilio do governo, auxilio que a conpanhia
pede, e que, se lhe for negado, motivar sua liqui-
dacao ; porque nesse caso os accionistas preferem
aproveitar por tal nodo urna parlo dos seus capi-
laes e diminuir o seu prejuizo a perderem ludo e
assim, a primeira tentativa de eslredas de ferro
110 paiz perecer mngoa de um pequeo au-
xilio !
O orador chama a alienlo do senado para o ca-
so de se proceder liquidaco da emproza c do se
ler de lazer na serra de Pelrepolis as obras neces-
sarias poro que a estrada da companhia Dflo e
Industria possa aproveilar ao commercio c aos fa-
zendeiros que por ella exportara os seus productos.
O orador pedo 00 governo e ao Sr. presidente do
conselho que rellictam bem sobre islo.
') Sr 8ouza Franco dizque, A vista do que ob-
serva n Sr. presidente dn conselho sobre o nenhum
ronhecmenloquo tem das circunstancias da em-
preza. apezar do ler tantas vete, transitado pela es-
trada de que se irata, sendo natural que em algu-
nas densas occasioes livesse lido, cono auccedera
M orador, a curiosidade de colher inforuiaces a
tal respailo, nao insistir en oppor-so ao adianen-
10 na forna proposla. Se, con elfoilo, en alguma
de suas viogciis o Sr. presidente do conselho
festa.
O anno nusiilnauo sendo lunar, elles leni 19 an-
uos com ."151 das e 11 ron 355 ; do quo resulta que
o ran.idli.ini avanea altcrnadaineiite 10 ou lidias
cada anno.
No comeen do dominio francez, manifesla va-so
todos os anuos un cnthusiasmo fantico na poca
do ramadliam, seguindo-sc depois rcvollas e ata-
ques.
Agora o mez sagrado passa to tranquillo como
os oulros.
Guapea acuj de Nova-York.Wall-slreet c
Rwadway cm Nova-York s,io duas vas de repula-
cao universal. Wall-SIreet vcrdadeirameiileo cen-
tro eo coraeo da especularan americano, dos ban-
cos, do commercio, das industriase de lodos os ne-
gocio! que Ibes sao relativos.
E 0 cambio, a bolsa do novo mundo, e este lu-
gar aprsenla, das nove da manhaa s tres horas da
tarde un aspecto de aclivdade febril, raro nesno
em Inglaterra, comttido pode ser ken comprehendi-
dodo espectador, que se quizer lenbrar que os An-
glo-Americanos sao especuladores como os Ingle-
zcs, e ardenlcs como os Francezes.
A ra eslava a principio situada no centro da
cidade ; mas em conseqiicnria da rpida oitcnsn
de Nova-York ao norte e .10 oesle. ella acha-so ago-
ra quasi u'uma das suas extremidades.
Ella romera da parlo baixa do Rrvadwav, per-
lo da igreja da Trindade, e termina no nes do
East River. Esl guarnecida do alguns bellos mo-
uiincnlos en podra c narmnro, oceupados por ban-
cos o adminislracoes de seguros. No fin do Wall-
Street abundan os fardos de exportoco. ahi que
ven abordar essses vapores inmensos capazos de
recebar romnndainenlc milhares de passageiros,
alen de carruagens. waggons, c reeanhos, e que par-
len con una regularidade de mnibus lodos os
quarlos de hora para Rrooklyn.
O Eosl-River, entro Nova-York c Rrooklyn
mulo largo e nuito profundo, para que possa ser
passodo poi una ponte.
< Rrooklyn una cidade tranquilla, aceada, ele-
gante, oirereceudo o nais nolavel contraste con
Nova-York. E para a grande cidade sua viajaba o
qne Claphan 6 para Londres. Conipoem-se princi-
palmente das residencias particulares dos mercado-
res e negociaules, que desejam adiar a trauquilida-
de e o desean.-,,, sera cumludo se afastarem do thea-
Iro de sua artividade e de suas fadigas.
Rrooklyn o Willians-bong, actualmente reuni-
dos, contara una poptilaeo do 200,000 almos.
Os bancos do Estado de Nova-York, tendo o
son estabelecimeiito principal, 011 sua succursal em
Wall-SIreet 011 as vizinhancis sao ein'numero de
294. O total de seus capilaes. segundo n almanack
americana deste anno de 107,449:143 dollars, pou-
co mais 011 menos 547,245:715 francos-
t No primeiro de Janeiro de 1858 havia nos Es-
tados-Unidos 1422 bancos, cujos capilaes formavam
urna somma de 391,022:790 dollars.
lados.
Pelo J 4 arl. 217 do reg. n. 737 cabo arro de-
cendial notas promissorias ; por amor deslas,
que bem podem ser escripias, ou assignadas por
negociantes nao matriculados, que o dito artigo se
refere ao 428 do cdigo parador entender, que
por ttulos laes, em que como llovedores se apr-
sentelo negociantes sen dislinccio de natriculados,
00 nao, se possa usar da aeco" decendial ; so un
foi para esse fin. cscusada loria sido a referencia
do rcgiilaiuento aquello artigo do cdigo, havendo
antes feito ao 22 deste mesmo, que Irata especial-
mente de Iodo, e qualqucr titulo de transa,-oes
mercanlis passido por negociantes (os matricula-
dos) nos quaes j estaran conprehendidas as no-
tas pronissorias dos nesnos.
Para tirar todo o escrpulo ao connunicanle in-
vocamos o art. 261 do citado rcgulamento, que ex-
pressanentc declara conpetir lanben arelo de-
cendial aos escriplos particulares; o que faz resol-
ver a questo pela alfirmalira, e domis servir pa-
ra convencer ao commumrante, que aeco decen-
dial para os escriplos particulares nao ten son fun-
damento nos privilegios concedidos a negociantes
natriculados, para que se podesse dizer, cono fez-
lo o connunicante, que so taes negociantes pnr
suas notas pronissorias possan ser accionados de-
cendialncnle.
P. dc.V.
Fuen Sr. Jos Bonifacio de Sai
Pereira.
Li a carta que Sr. Jos Bonifacio de S Pereira
fez inserir em o numero 133 deste Diario ; o, ter-
minada aleilura. tivc corapaixo do triste teslmii-
nho que de si deu, osse senhor, que, se fra inspi-
rado por ininigo seu para vlr ante o publico dar
na copia de si, nao representara melhor o seu
papel.
Eoj verdade cusa a crer que un honen, a quen
una faculdade de dircilo conferio o titulo de ba-
charcl viessede motil proprio aos prelos apregoar-
so de inslrunrenlo lo passivo do cscrivo com
quem servio, quando subdelegado, que. sobre ru-
bricar mandados ou alvars, que continham absur-
dos, sen uen ao nenos le-los, consenta que s
naos desse escrivio fosse parar, para ter o des-
tino que lhe aprouvesse son previo conheclnenio
seu. a correspondencia olcial qne lhe era diri-
gida I !...
Entretanto de suppor que as cousas se nao pas-
sassem assim, c qoe o Sr. S Pereira. vendo-sc
coberto de ridiculo pela revclaco, que i ao pu-
blico, de una orden sua que' nandava voltar e
prender un individuo no nesno dia, nesna ho-
ra, e no nesno momento, abundando en seu losa
s*n*o, recorre-se aquella nisaravel estrategia para
rehakilitor-se, sen allcnder ao nenos que csso
publico 6 bastante Ilustrado para conprchender
que, fatuo como c se ostenta en sua precitada
carta, o Sr S Pereira, so nao houvesse certeza
crTuii I,?!, ".etall.ra destes bancos era de do nolivo por que deixara do ter plena execuco
1.0 Otni:0o de dollars, e en papel de 158,2D8:30i! o exlravaganto airara que publiqbei en o numero
*""<'* 1128 deste Diario, reclamara por ella con o ardl-
llrvadway, una das mais largas, e, sok cortas nenio que lhe proprio.
relacoes, una das mais kellas mas do mundo, som Mis nao admira que viesse dar nais esse
coiilradicao, a mais esplendida roa da America. I leslemmiho de s o lioniem que o prime
1.11a i guarnecida de palacios de podras, de ennfessar que nada vale pessoalmentc e que
marmnre, do ferro, que sao dignos do hospedaren! escreveria a caria, que me provomii a eacrevi
1
am na I


:

S-rtuz l\> \A\J IV1UU11IUUVU
\
*e M altura da posicao de juiz municipal supplrn-
tetm ejercicio ; desortequc, a hito ler permillidn
a fatalidade que o Sr. S Peo ira 5." tupplenle du
una das varas municipacs desla cidade, vicsto a
assum-la, por lerem-na rcjcitado os que o prec-
delo, su a mcrcc deixar-sc-hia zurzirimpunemen-
te por qualqucr que se propuzesse a occupar-se de
actos seus lio tresloucodos, como esse que pre-
Icndeu explicar du modo Uo digno de las-
tima.
Deixemos, porm. de parte essas miserias do Sr.
S Percira, c admiremos a necessi lade com que,
tiara provnr que nao promover um disturbio era
ivor de um caixeiro do Sr. Fontes, recorreu elle
ao te3temunlio de um cunhadn do meimo Sr. Fon-
tes, pessoa que, sobre ser lnleressoda em que so-
melhatite oceurroncia so explicajse de maueira a
ser innocentado o fmulo deaou prente, foi una
das que maior parle tomara uvsse disturbio, como
podom oiieslo-lo quanios opresonciaraui, inclusive
0 Sr, Barroca que, em minha presenra o na do sub-
delegado do Recite, o cotifessou ao S'r. chela do po-
liefl interino, Dr. Thoodoro Machado Freir Pe-
reira da Silva.
puirera nao mais oceupar-rae cem o Sr. Si Pe-
rcira ; mas eorre-me o dever de roferir-mo a al-
gumas proposices suas quo carecen do re-
paro.
o Sr. S Pereira, fazcmlo choro com mous de-
tracloies, (allnu em precedentes mcus que qualill-
coii di' horrorosos. Pois bom : eu o desalo a que
retire um so fado que revele scmelhonios prec-
danles;, mas sob sna propria ropousabilidade, tem
rebaos nem rodeins, de modo a habilitan-mo a ar-
rastrarla A barra dos Iribuuaet do paiz, e ln"rar
que na lironzcada fronte se lhe imprima o ferrete
de calumniador.
Jaclou-se o Sr. S Pcreira de sua superioridade
sobre mim. Entretanto pela iniclligouria sua mer-
co esta a quem do mais bionco esludanle de prepa-
ratorios comoaltamenle o denunciam lodosos seus
actos, e especialmente a carta c o airar a que me
limbo reportado : pela porrao de auloiidadc pu-
blioa, que por capricho da sorle Iho cahio nas
raaos, nao me elle superior ; nislo como, segOQ-
dn narlign 89 do regulamento de 16 de agosto de
1 :>;>, apenas sou subordinado aos Srs. cholos de
Ponda, pois que esse artigo assim se exprime
OadmiHislrador o chefe do estabete.imeuto
com subordinaran ao chefe tpolicio, maspoderd
dirigirse inmediatamente qumlquer uutoridade
criminal, eMttem suas correspondencia* com o
admiuisirador usarao de officios oh requisite*
nao de portaras oh orden pela noticio social
nada devo ao Sr. S Pcreiraso sua nierec ten
urna carta de bacharel em diicito, bera ou mal con-
ferida, eu sou tenenle-cnronel da guarda nacional
posto que me foi dado em occesso era rcmiiucra-
<;ao de 2t tonos de servidos, de sangue e dinheiro
prestados ao paiz, desde 1830, nas quadras eman
mais ruco correram suas iusuluirocs, enuobre-
n-ine o peilo a enndeenraco de eavalleiro do
Cruzeiro, cun a qual hniiru-iiie noaso adorado
immarcha em 1841 em lesleinunho rio apeen, em
que se dignou lomar alguns desses servicos=com
quanlo nao posaua eu liojo a grande fortuna deque
dispnna a nao ser a inespenencia dos primoiros
anuos, todava nao troco meas lores pelos do Sr
S Pereir.i visto que bem chegain para que viva
eom dignidadf e independencia, e meo emprego fi-
nalmente que o de administrador da casa de de-
leiicn, e nao de carcereiro como estpida e ma-
lignamenle cliaiuou o Si. S Peraira nada me de-
saira, por quanlo para biti^conhecer-se de que im-
portancia elle basta ler-se rom criterio o regu-
lan-ente en virtude do qual u cierro, cujas dispo-
sires horuinnisam a caridade com a jutlica de uia-
neira a re'veUrem que nas sociedades chrislt a
administrarn publica se nao esquere de que os
horneas sao irmaos onlie si, ainda iiiesmo quaiulo
lera de os punir.
E note o publico que se insisto na dilTcrcnca que
se da en I re o emprego que excrco c auuolie que
me querem emprestar iuimigos lo rahecis como
0 Sr. S Pereira nao porque ligue a isto a mnima
importancia, sinto que, em minha opiuiao e na de
toda agente que sabe prezar-se.no ha emprego que
rebane o homem, senao quando elle nao o sabe
excrcerou quando o myslilica c reduz a instrumen-
to de torpezas o espceulaeoes ; massim e somonte
para demonstrar que nem mesmo nesle ponto tem
ratae o Sr. S Pereira o aquellos de quem sua
merco se fez echo.
ciciu lerdilo o que me cumpria acerca da caria
que com referencia a mini o Sr. S Pereira consi-
gui se imprimisse nas paginas desse Otario e
portaulo vou terminar, accrescentandn apenas que'
se nao reccasse me suppozcssem a quem do pro-
gnato do secuto actual, ao parallelo quo eslableci
entre mim o sua mare nddirionra cu'i cirrums-
lancia de bem poder declarar quacs os mcus pas
Ilcito \i de junho de 1851).
Florencio Jos Carneiro Jonleiro.
poaietenikla o a olygarehianiovou-me a curiusi-
dade de coninltar antigs alfarrabins e illuslrar-ine
com as tradcocs conservadas por reinas curiosos
e versados nas genealogas da provincia ; e vim a
saber com grande pasmo que o Sr. Dr. Antonio Vi-
cente do Nascimcnlo Feilosa c Cavalcanti. A no-
bilissiuia estirpe de Inhamuns, da qual procede o
Sr. Dr. Feilosa, est ligada porlagpa.de sangue mui
eslreilos com a familia cujo predominio tito enl-
mente guerreado.
Ksta verdade, que o Sr. Dr. Feilnsa tem occulla-
do at hoje, por modestia, mostra toda a luz da
evidencia o patriotismo, o desioleresse e todos os
oittrus senlimeulos elevados desse conspicuo cl-
dado.
Bem longe de enfeilar-so com os lanejoufa seus antopnesados, o Sr. Dr. Feitosa traja modesta-
mente a casaca du homem do povo,
denles e os punlius cerrados, (seinelliaiido u li-
gre, prximo a anemessar-sc sobre a presa)or-
ileinoi-me imperiosamenle que me pocesse fora
de sua casa Obedeci, pois, a isla inliuiacao, que
Den revela os hbitos,as insumios, e al a educa>
cao polida do Sr. Abreu.
Eis, aqui tem, pois Vine, a historia da minha vi-
da desde que enlrai em casa do Sr. Abreu nao
fallando em varios episodios, em que na toearei
senao no caso de ser provocado) : eulre tuiii, e o
Sr. Abreu, o publico que julguc.
Souc Ymc. milito aliento venerador c criado.
Antonio .luauslo Xocae* Yieira.
11 do junho de 1859.
guaira tina
lil'UC tUllHU uc toou.
00
Senhore redactores.Y.m 8 do Janeiro do corren-
le anuo eterevi a Vmcs. urna carta que foi publica-
Em vez de sabir a campo com a lanca cm ristre dal.no se.u P'"rio de 2" d*> mesmo mez.
empunhnmjo a espada gloriosa du alguui dos f.ra mtiiha intencao cscrever-lltes logo
i nutra, mas
seus avoengos mais Ilusivos, ei-lo a manejar a sua |"m "MWin quo fui obrigado a fazer provincia do
penna de ouro para aniquilar de todo o prtdv- r?ar*' "ln nlL' pennillio assim pralicar. Hoje, po-
atinio. | lumi Mu,'i graeas a lieos, acho-me restituido o esle
OSr. Di. Feilosa, vestido a cavolheiro, com toda : auclll.'"au" orrto onde nasei, vou complolor a obra
a ormadura de um guerreiro anligo, embracandoo I'1"" l.""'',<'1. isto vou acabar edesmascaiar o
escudo cm que traiisluzisseni os brazes de sua VP,. desla,viaBar d>' Mamanguape, Fn'derico da
Almeida e Albuqucrque Mello e suus dignos rmaos
6 prenles.
Antes, porm, de o fazer, permutan) Vmcs. que
diga-Ibes al^uma causa sobre una celebre corres-
pondencia, ou aules libello fumoso que n inosme
_ vigario em minha ausencia publieou em sua del'eza
dos talentos e virlu-'','! [^V*}&****. Capitel desla provincia de
Ha pretenciosa e op- I I9l,".fer.ere,ro passado.
preclarissima linhagem,baria de ser um vulto
magesloso !
Mas elleo homem pbilnsnpliodespresa essas
cousas vans do tempos queja l foram ; troca o pa-
pel de lyranno pelo de extremoso pal do povo ;
respaila a conslttuicao que deseonnece os privile-
gios, i^ so consagra a uobreza i"
des; zumba de nina aristocracia pretenciosa o op
pressbra ; e no silencio de sou gabinete, ou nas reu-
nios polticas o Iliterarias a sua missao consiste
em moralysar e salvare sen bom povo. Y. anuo que
elle se musir ron toda a magaificeneia dojeo ca-
rcter nobre. Negando com alineo a liberdade de
Dos ou debell.indo a olijoarchin, esse grande vullo
levar sen nome posteridade ; i; um da, quudo
a calumnia e a iuveja lveremj cedido forra da
razio, a naci nlcira aponlari para una estatua
erguida pelo recoiihccmcnlo publico, e bradar
ufana :F.is all o grande homem, que em vez de
se deixar Iludir pelos ROSOS delirados que ollcrece
" oli/garchia, preferid lula'r braco ;i braco com os
rigores de urna adveisidade que nanea leve Um.
K assim que para os grandes genios os lomos da
rietpria enp sodepoisda mnrtoquasi sempre. i;
quando a populacao, no delirio c plireucsi do sen
enlhusiasnio, despedazar as cadeias odiosas que lhe
estn raleando os pulsos, nao encontrar mais que
os restos inanimadas de um cadver ; a em lugar
de llores e applausos, as lagrimas e suspiros, re-
pastados degratidao e de saudade irn confundir-
se sobre a teosa do sepukhro........
Opraieiro e*tuporado.
Senhor redactor.Peco a Vine, o obsequio de
publicar no seo Diario a caria inclusa, obsequio
pelo qual, alciu do* mais queja lhe devo, me eon-
tcs.sn--De V. S. multo alenlo venerador o creado.
Antonio .\nijusio A'ocae Yieira.
II de junho de 1839
He lanas aecusaces que liz ao vicario Frederico,
especificando os tactos por elle pralicadns, apenas
a tres procuroo responder, dcixaiido asoutras per-
fcilamente intactas !
A respeilo deslas toda a sua defeza consisti em
maltratar e injuriar atrozmente (o pie por cerlo c
mui proprio de um cura de simas) ao meo amigo,
o lllm. Sr. Dr. Joo Cavalcanti de Albuquorquc,
mui digno juiz municipal e delegado desle termo
ao qual por torca quer fazer responsavel pelo que
nao disse nem esereveu como Vmcs. bcmsabem;
que soll'rtra, mandoii a dila Melena cominillo, ar
islo misino S. Rvni
Km i mn sexla-teira pola manha, oslando as
duas pobres crealuras tranquillas em sua casa, eis
que Se Ibes aprrsciita o vigario porguntando se os
horzoguins estarn) promptos, c respoudendo o na
rido que nao, pela raziio cima declarada, o reve-
rendo dirigio-he palacras injuriosas, e conio acu-
dtate a mulhor a justificar o marido e repellr as in-
jurias iiut lhe eram dirigidas, o vigaJo voltou-se
para ella e depois de umbem a descompr milito,
empurrou-a com (aula torca que fui ella cabir no
meio da casa.
E nao contente do assim 1er pratlcado, fez que
o irmao, subdelegado do lugar a mandasse prender,
como com cffeilo fot presa, sendo sola no dio se-
guinte por pedido c empenhos do padre Theulonio
Baptista Espinla. (Eisoulro tacto sobre o qual na-
da disse o vigario Frederico, ecomo baria do di/-
lo, se consta le documentos que exutemora juixo?
Eis aqui, seiihores redactores, quem 6o viga-
rio Frederico du Aducida e Albuqucrque Mello. Ca-
rcter violento, nao admira que so leona constitui-
do Inlmigodo digno juix municipal edelegado, puis
sabe que nao paciuar rom os seus desmandos.
Depois de assim lee mostrado em minha primoi-
ra cun quem o vigario Frederico, eu dase quo
rese vava para nutra o mostrar quem sao os rmaos
0 mais prenles do meslo vigario que eom elle t-
tem liga para guerrear as autoridades de que se re-
ceiaru.j
K pois preciso ouniprir a minha palacra, embota
ti'iihain de ohover novas injurias e insultos sobre o
ilion amigo, o inou digim juiz municipal e dclogadn
do Uamanguape, poisestou corto que iodos se irn
quebrar contra u seu rrepreliensivel comporta
ment.
lis Drs, Jovilae Antonio da Cuoba, irmaos do vi-
gario Frederico, quando estudanles, mandarames-
pancar ao carreiro Joaquu de Sania Anua polos fa-
cinoras Manuel l'ernaiules e Ignacio l'.aipora, ucaii-
do o oll'endlo bastantemente maltratado e al com
una tacada, desapjrecendo mesmo do lugar sem
que ninguein mais o lenlia visto em parle alguina.
t) uiesuio Di. Jmla leudo pedido Jos Paulo
Digiiem-so, seiiburos redactores, dar publicidade no, loui.i saqin-s sobre a praea do Rio de Janeiro,
a oslas liulias que minio grato lhe er e recebe dinheiro a premio a 01' II ,
Juo Alfonso de Ahiuiieii[iii\ ---------
Recite 1:1 de junho de 1859. NDUfl RANPfl
ri asw'im 4 o.
KM lt DKJIMIll DKlsU.
O Raneo desronla na prsenle semana a 90 0 ao
atino al o prazo de 4 metes, e a 1fl o o al o de li
me/.os, i: loma dinheiro em cuntasconvnlos simples
ou com juros pelo premio e prazo que se couven-
mas por maior (pie seis a mi volitado do mesmo vi- '"
gario, nao lhe foi possi.el descubrir um s fado Uj S,l,a "'" 'av:,li" al"->" a'arello, duendo que
criminoso nem mesmo Hielo ou arbitrario que pe- "'l".c!'.'a '"'iiuienlar. levou-o para a eida.ie da
lu meo amigo lenha sido pralieado. 'arallll,a a '' vendoo. sem eansealimento do do-
Cansa indigna, o. senhnres redactores, ver n pro- i "" a" &ua,da-B>0j da allandega ou ao sou ama-
cedimento do vigario frederico para com o me,, i nuM* J.....Cl,a *
amigo. ''" le* pur alguma esporteza desla especie que
Ao passoqne eu denuncio os seus nios feitns, I','"'" V"""1", da Cunlta, sendo Juit municipaj do
iionieamlo as victimas de sua violencia e brulalida- I Ve ,'' ". :U|,WI1I ?* Ialr"|l'a, a provincia
do Dio Grande do Sul, foi chicoteado na propria
cadena do ioito dando audiencia publica.
O coronel Joan V.ilenlim, Francisco Ricardo, Jo.'io
BapsU do Paula, Sebaslio da Kiinha Vascooccl-
los. Andr Corcino e Joo Kagado, prenles do vi-
Bario Frederico, (oram casa do padre Jos Paulo
. Monlciro de Liana no anuo de 182 0 entrando ah
violentamente deram urna tremenda turra em ia-
rigario Frederico se foi ja convencido di- haverfal- "'',li"a dollal- '!" >oju elle morava, por tor dito
lado verdade, referiml.i um mesmo fado de dous 25" OWadesque nao acrcditavaui aquellos se-
de, elle nao podendo dzer o mesmo do digno juiz e
delegado ao qual rtdcia de morle, procede como
todos osmaldizonles, (azcndo-lhe arcusaces vagas
que nenlium homem sizudo pode admiltir e que s
proprias sao pan revelar o carcter mi daquelle
que as produz : .< La haine impuissaiile se soulaije
par la mrdisance.
Com elTeilo que valor podeni ler as palavras do
modos diversos, j dirigilldo-se ao F.xni. presidente
d.1 provincia, j ,in publico, sendo ambas estas po-
Sr Jostionealves Villa Verde.No numero 12:1 'r,'s,' Prnvergonha e confuso de seu autor, publi-
do liiario de Pernamhiico, de segunda feira SOdol .*? '',in un' ""'S!|to numero do peridico Im-
pro\
mi
d
feila por iniiti e por Vine, examinada, eslava ira nao
nos termos de ser condemnada. Vine, nkorotpon-
deu urna nica palau-a e por tanto eu de novo (e
agora directamente) provoco a Vmc. para que des-
ea discuss.au.
Como, norias, possivcl quo Vine, ignore lodo
ou alguns dus incidentes que mi! levaram a sor cai-
xeiro do Sr. Miguel Jos de .'
relatar.
sao as acensarnos teilas por elle
i redactores, ezpresaas pelas suas
proprias palavras :
Foque temos acensa do Sr. Joao Cavalcanti,
moco (Ilustrada e bem educado como sem o menor
amor-proprio, elle mesmocoufessa? [Talvet Vmcs.
naui Oeste sein o menor amor-proprio, mas oinlini
[lerdoem ao pobre vikario, nem lodos sao capazas
de ludo. Como ha de fallar o homeiii que j dist
ser falta de irreverencia a adoraeu de tnagens
quuido desfiguradas .'
, I l'm s pasto [contina o vigario Frederico fal-
Acbando-me sem emprego em litis de outubrn do lando domen amigo) ainda nao den que nao fosso'
atino passado. o Sr. Uno de Faria, que tambera por um absurdo, nina lourura, um desmando um s
esse lempo eslava desarranjadn, eonse; '
Abren, aqu Ih'os vou
aores, e depois pachtndo-a pelos eaneilos, arras-
lar.ini-na para fora e ah levanlarain-lbe os vestidos
expundo-a desconiposta aosolbosde todos; e como
o padre tendu na mo a imageiii do Crucificada, pe-
diste que nao Ibes lizesseni seinelhaiilo ilesfeita, um
delles Ih'a loinou datraaos dando-lhe. dous ou lies
golpet de pea. A pobre mulher seria ccrlainenle
mora, se aos seus gritos nao livessem aecudido dil-
erenles poseas que a levaram sem sentidos para a
rasa duThercza l'eixohi d'onde depoLs fura condu-
ztda em urna rede para a cidade da Paralaba.
Altercando Joaquim kadrigues da Suva Mello
rom o carreiro Luiz Conrado, ao que clianiou beba-
do poi nao ler bem dirigido o carro que cunduzia
chegaramo coronel Joo Vatontim ea fallecido Ba-
silio Christoro de Vasconcellos Falco e deram no
pobre, carreiro batante naneadas, apparecendo el-
lo depois rom uuia tacada, a qual disseram os of-
fensores que fraoceasionada pela circuuislaiicia de
ler cabido sobre a sua propria taca !
Pelo ui ima vea nal.iberalseobor-
do Em nosso connniinicado inserto no Diario, sob
a epigrapbeA foi ha opposicinnisla e o bordan da
nligarchialimitamo-nosa mostrar que nao existe
na provincia o falladu predominio de familia, eque
o Liberal Pernambucano apregoando-o, fa/ia "ca-
ve injuria aos bros-desla boa Ierra. Abslivcmo-
nosde allusoes ofliciaes. e podendo talvez qualiO-
car ac especularan o lol apostolado, preferimos mi
devassar as inlences alheias, Bem longe de mos-
trar o nosso airerro olygarchia, negamos o exis-
luncia della, e lastimamos que a folha, que se diz
nrgiode um partido, eslivcssc a dar tamanho vul-
to mesquinha questo de um appellido, em vez
de limilar-se a censurar a gente m que d'elle
0 iieral, porm, deu-nos o troco em multo boa
especie. Chamou-noseniprei/eiro, que nem linha
direilo a um bom salarin pelo baixo seruiro que li-
zea : cmpreslou-nos ealimenlo ianobeis, e quo-
lilteou de chafas ridiculas, escrneos no bom senao
as nnssat humildes rcflexus, que alias nao furani
contestadas.
Est visto que o Liberal no desconhece ; se nao
nana de rnnfessarasem-razn de su injuria. F.s-
qnece-sc entretanto das ponas severas de Talio, e
so por meras conjecturas julga-se aulorisado a im-
putar urna vileza a oulrem.
Se tosemos dar ouvidos a maldizcnles, ach'aria-
mosrazoessobejas para aventurar, nao conjectu-
ras latterauas, mas unas corlas historietas de em-
preitadas, de salario pingues, que alteslan os
senliinenlos elevados de quem dirige oliierat
Dizem mfislinguasquc um patrono assaz contie-
ndo om nosso foro tomar por empreilada a re-
dar-cao de rerla folha rom o-tim nuil licito de fozer
valer a influencia quedahi resulta para olriiimpho
da Ehicana nas quesles forenses. O litigante de
una causa m, vendo-a perdida, l vai entrega-la
ao bom patrono, que se apresta em prevenir com
sen juizn luminoso a son lenca que se deve dar... E o
magistrado, despresando os interestes puros do pa-
trono, ronla de antemo que o seu conceilo tirar
mercdn tal jornal...
So nao fosan calumnia um boalo, eomoseria ren-
dse a empreitadu I?
Maso homem s por si hara de fazer da folha o
seu joguele, quando outros ah eslo figurando
de membros da esclarecida redarran? K seria a ob-
jjccao.inas os praguenlos respodem-na a rircomo
damnados. ti frarn rio palro a rangloria. e para
salisfaze-la assentou elle que deria ler junto a si
rertos rapazes (*) que a seus tlns se prestam dcil-
mente. Ainda hoje nao esl bem definida a parle
activa que ellos toinam nadirecrao do partidor re-
uaccoo da folha ; mas corlo que a troco de lou-
vaminhasquc recebe, e da honra desojada de ler
sequilo, o pairan nao se esquecc de nspira-los com
as reutelbas bnlhantes do seu genio. Collocado no
alto romo principio e considerando os pupillos ele-
mentos, o pairan estimula os seus bros com o
pbaiilasma horrendo da nlijt/arrhchia, pinu-lhes a
titeado com negras cores, lembra-lhes que o pai;
o^ciaino Ibes pertence... eos rapazes pasmaiu
de oliiqueticia lo sublime, e ao seu pensamenlo
assomam as esperanras risonhasdo futuro...
Mas ah nao param os inventos, lo imaginarios
como o predominio.
Governava o paiz um ministerio cujo chefe era
desabridamente acrusadiLpelo ieral como o re-
presentante do elemento uzitana, prenle por ali-
nidado do elemento dalgo, e por cunseguinle iui-
mign dcrlaradn do elcineiilo liberal. A gente cor-
dala trema de susto vendo a hora em que estonia-
va uma tempestade norrivel sobre a cibeoa da tal
ministerio, digno da geral execraran pelo fado ni-
co de conler em seu scio o peior dos elementos.
De repente (cslranha traosiro !] a atmosphera li-
beral mostrase serena e lmpida, o ao lemeda nu
rio estado, que cnto j navegara docemenle, via-se
un nauta que era acrlatnado comp o hamem-na-
fo. o os liberaos saudaram-no contrictamente
COMO a um santelmo. Era que Neptano com o seu
tridente tinba refreiado a furia das ondas, quera
que a nu sustenlasse o equilibrio, e por feso a sal-
vava dos cscolhns conduzindo-a.
* 10r """"es nunca dantos navegados
E os semi-dcuses qUe faziam curto aa grande rci,
baleram palmas exclamando contentes viva u ho-
mem Principio e viva o /lomein-uaeo.
Mas porque que Neptuno se abrandou ? Xeste
ponto ha versoes mui diflcrentes.
Contarn os maiedicos que levado de oblacoes ce-
deti Htpeuno. ( Nao se atrarem a dizer que houve
salario, porque um ente lo alto o nao recebe '
de Abren : parece que este senhor dissera ao Sr.' Accusari.es desta orden s nreiudicam a quem os ll'rrr que de lodos se linha apoderado, delorou
l.ino que linha precisan de mu guarda-livios, pois faz, pois todos cuncebem que sao ulnas du odio c "
que a sua escripia eslava em borro desde a dala da do despeilo.
abertura do eslabelecimento abril de 1838); e o Sr.. Mui dignos de censuro seriam cortamente o so-
lano, em resposla, lornou-lho que condeca uma nhor chefe de policia e o Exm. presidente da pro-
pessoa (era eul que por poucu dinheiro c debaixo vieta se, procedendo o meu amigo como falsa-
da direcrao dalle Sr. Uno, se enrarregaria de fazer \ mente diz o vigario Frederico, cnnseilisseni em que
a escripia. Ficou por tanto ajustado entre os dous : conlinnasse a exercer at hoje os cargos de que so
que sena eu o cnc.irregado dessa tarefa. acha revestido.
Comecei, pois, (sem ajuste) a Irabalhar em prin- Mas, como nao ha de queixar-sr o vicario Fre-
cipios de novembro, ahrtndo no livroDcvedures derico, se o meu amigo nao coiisenlio que o sen
i.eiae>as romas aos diversos devedores que, des- eucarregado de negocio pereorresso ebrio as ras
de i. romero, linhain levado blendas a crdito, e desla cidade pedindo etmolas para S. Francisco \a-
acatiado esse seiviro, principiei com oDiario,I vier, assim como OS seus irmaos Belizario, Eneas
sempre deaixo dos usas c direccao do Sr. l.ino e Francisco pediam em uulros lempus pora S. \uo-
(visiu que era a pnmeira escripia que eu Itzia.] Es- Hemna
lavamos em lins de marco desle anuo: oDevedores
Ueraeseslava ja comfSO coolas abortas, noDia-
rio e Razo osla va ni ja laucados 8 meses de
escripia (desde abril a novembro."inclusive); eu li-
nha, pois, feto nao s esto servioo, mas todo o ou-
Iru do escripterio, tinba exlraliido cuiilenarcs de
COOtas. que o caixeiro de cobraucas ia levando lo-
dos os dias, linha exlrahidu dus Borradores tu-
das as lactinas das foseadas que se veudiaiu pora
fura ; linha folla a correspondencia, linha escripia
iseguio entrar, arlo nao pralicou que nao fosse uma violencia uma .,5o ,e"'1"' .d,'.' cl,ol,-'ra '<<" innodo vigario Eneas
como pruueiro caixeiro, em casa do Sr. Miguel Jos vinganca, uma perse-uiro ele udiono de Albuqucrque e Mello, aproveilando-s.
do terror que de lodos se linha apoderado, delorou
a menor Cuilliorinina. (Iba legitima de Jos Mario
do .Nascimento, huiucui do vcrguuho, o qual vendo
quo nada podia obrar contra tac mandos, abando-
nara a casa al ao prsenle.
Jos.' Francisco. Francisco Antonio, genro do co-
ronel Joo Vatontim, o fallecido Beliziirio, irmo
do vigario Frederico, e outros do mesmo jaez, in-
timidaran ao ponte Amonio lveo, obrigaudo-o a
fugir de casa para que mais livrcmonle podettem
gozar de sua mulher e Dinas, tocando na partilha
que lizeram a mais velba de nome Auna ao Jos
Francisco e a mais mora de 12 a 13 anuos ao irmo
du vigario ofallerido Belizario.
o mesmo Jos Francisco autor de todas estas nial-
yadezos, furlou una escrava para as parles do Bre-
jo, o foi vend-la em casa do fallecido Feliz de
Mello Azevedo, e como o dono, seguindo-a podes-
se descubrir onde eslava u a reivindicaste, Jote
Francisco em vez de entregar o dinheiro que nbr
e|lo hovia rceebidn, passou a Flix de Mello una
leltra da quantia deCOOa que ainda nao foi pago.
Talvez, senhnres redactores, Vmcs. estejam linr-
rnrisados de lana inoldade e perversidad entre-
tente ainda nao disse nem nielado dos crimos c
demos
Como nao ha de queixar-se o vigario Frederico,
seo meu amigo n.o coiiseute que elle, seusirmns
e prenles praliquem, cnnio onlr'ora, arlos immo-
raes e arbitrarios pur domis ollensivos dos direilos
de lerceiro?
A populacao inloira bcmdiz ao meu amigo no
qual encostra a garanta precisa contra os desman-
dos dessa gente, que & smenle quem contra elle
clama.
dessas enancas .pie l tem, que eslava resolvido a es qu
nao dar pela sua escripia uia de duzenlus mil ris '
animaos !
A iomia era por domis fulminante para nao pro-
duzir alguma exploso. Dirigi-me pois aoSr. Abreu
em uma carta, dizendo-lho que asua escripia, mes-
mo para mim principiante, nao podia valer menos
de fiXKl (puis que para quem nao fosse principiante
devia valer mais), c que se elle nu quera dar mais
de 200-5, seria bum que m'u lizesse saber de um mu-
do directo, porque eu, por esse proco, nao eslava
resolvido a servirlo.
Elloclivomenle o Sr. Abreu confirmou o que tinha
mandado dizer, islo que nao dava mais de 200g
annuaes : despedi-me ; mas o Sr. Abren, creio que
porconselho do scul caixeiro, nao me pagou os
8 mozes de escripia a razo de 200S annuaes. mas
sim a razo de .(00, de sorle que por esse tacto Dea
bem patente que o Sr. Abreu nao pode negar que a
escripia Valetta muilo mais.
Anda lhe nao disse que a escripia do Sr. Miguel
Jos de Abreu estova uma miseria, pois que o Sr.
Francisco Antonio de Assts Ges (que al lins de ou-
lubrn do anuo passado fr-i o 1" caixeiro do Sr.
Abreu dcbiiava-se noBorrador, elle e as outros
disneas, pelas diversas quanlias de que linham
preciso c que tiravam da gaveta, mas nao credila-
va a caixa por ellas, de surte que nunca as sabidas
da caixa conferiam com as do borrador, resuliandu
d'aqui que, sendo uecessario conservar caixa o
mesmo saldo e nao prejudicar a conla de mercadu-
ras goraes, era neceasario quasi lodos es meses de-
bitar a caixa por fazendas vendidas por umasoinma
igual aquella que o borrador dizia que linha sabido
da caixa, mas cujas sabidas nao constaram desla!
frobalho fastidioso eincommodo, que o Sr. Abren,
na sua nliu siiliedurin (elle que osoreve capeo por
chapen, e pailn por palelut':, enlende nao dever re-
munerar !
Desempregado, Iralei dc'ver se podia enipregar-
mo ; mas para itso noeessario esperar, e romo
eu, pagas as minhos dividas, eslivesse sem dinhei-
ro no lim de oilo dias, leudo apenas, u inlerina-
menle, conseguido nesse espaeo de lempo arron-
jar-me como revisor do jornal em que lhe escrevo,
prncorcide novo o Sr. Abreu, cdisse-lhe quearei-
lora as suas condiriies. Ora, estas condiroes erara
cscrever nicamente nos dous livros Dia'rin e Ua-
zao. sem me embaraear com o oulro Irabalho e
isto a razo do200#)0) rs. annuaes. visto que o Sr.
Abreu dizia (risum lenenti* I) que tinba quem lhe
lizesse ej_wrvjro por semelhaulo preco : nao
lhe disse que aceitara essas pondi^oasaomeafodes-
de que as aceitara, e emquanto me conviesse, por-
que sso eslava entendido, e era por cousequencio
intil, vislo que um contrato como uma le. Uto ,
vale s desde a dota m que se fez, assim como'
uma le obrigatoriasomenle desdo a sua publica-
cao, brando cm ambos os casos salvos os aclos an-
teriores.
Aflirman outros (e esta verso partee mais cor-
rente ) que Neptuno, cansado de lutar rom os po-
Foi, pouco mais ou menos, um mez depois da
minha segunda entrada na casa do Sr Abreu, que
N me. opparceou no escriptorio a examinar a escrip-
ia, e a dizer que ella eslava mal feila ; e eu que s
vi nesse fado ama tctica machiavelica para d'al-
gum modo allonuar d'anteino una- tentativa de..limiion-sea fallar do mi procedimanto do mutuo
"l': m.r-l''u_an!1(!avel' 1ut' n'e propunha fazer, re- Francisco, mas nao se allreveu a negar que deixara
a igreja abandonando toda a saula ceremonia que
solv cnto publicar o tueu arligo, a que cima se
allude.
o pare,
de lutai
testado, andando de baixo para cima e de cima
para baixo, assentou de oblero equilibrio, llrman-
do-se para esto fim no capital, j que se nao podio
firmar jamis no soto.
Parece claro qoe se houvessc salario ou emprei-
tada, nao melliain-lhe o queixo os semi-deuses E
j vimds um jocoso lamentar o papel que elles'ra-
zem netsa al hada.
Dezemo-los porm em santa paz, o peraqios ao
Dos das tempestados quo reprimo os impelos de ol-
gum dos sius pupillos mais fogoso, que rom dicte-
rios levianlos peder dar motivo a represalias, que
queremos evitar por nosso parte.
Correspondencias.
Srs. redactores :A leitura do communicado in-
serto no seu Diario sob a epigrapheA folha op-
{') Nao fazemos alluso a alguns membros cujas
intenroes c qualidades respeitamos.
Tendo esperado cm rio pela resposla, dirigi-me
aoSr. Abreu dizcndo-lhe que pelo novu svslenia
de escripia que elle queria inaugurar, depois do
bataneo a que esl procedendo, o Irabalho dupli-
cava quasi, vislo que ludo quanlo se laucar no De-
vedores Cernes, tem do ser igualmente laucado no
Diario, o que prtanlo era jnsto que o estipendio
augmenlasse na mesma proporco, porque do con-
trario me nao conviiihn continuar, c eu precisova
de lempo pora procurar nova orromoro. O Sr.
Abreu respondn de manso qne aslimiva que eu
fosse muilo feliz : era evideolu qne eslava despe-
dido. Ilepliquei ao Sr. Abreu que visto sor essa a
sua rcsnluro, era bom que arraotassemos as nos-
sas conlas : o Sr. Abreu respondeu-me que me
nao devia nada, e teve al o destacamento de dizer
que eu desde a minha segunda entrada em sua Casa
nao pegara em penna para escrever, quando, tendo
sahido em lins do marro, e deixaudo a escripia
prorapla at o raz de novcniluo, depois da segun-
da entrada eslo laucados nos livros mais qualro
mozos de escripia, por cotila dos quaes somonte re-
ce li i viole mil ris cm dinheiro, a dous palelots de
brim I Propuz ao Sr. Abreu que a escripia fosse
examinada por duas pessoas, uma cscolhiba por
elle e oulra por mim, que decidissom se ella esla-
va, ou nao, bem feila : o Sr. Abreu respondeu
evasivamente a esla exigeneij alias justa, dizendo
que os seus livros nao eram de taberna, para an-
dorrea por fora do escriptorio : repliquui-lhe que
para esse exame, nao precisevam os livros de sa
hir do escriptorio; nao respondeu I bem saboell
que esse exame dara em resultado, nao s decla-
rar-so que a escripia eslava bem feila, mas de
mais a mais que o Sr. Abreu linha obrigarco Ja me
pagar o que se julgasse justo.
Finalmente, fuado cm lodos osintrinclieira-
nienlos a que se acolheu, emenden que era che-
gado ocaso do responder a razos e a argumentos
com vozerias, com injurias, com calumnias, e at
com ornearas; c, com os labios arregarados, os
Concelco inveniente enferma, c pensando que
MlecMse, fabricara um papel ou testamento falso,
fazendo-a declarar que lhe devia a quantia de 170
o que para pagamento da mesma lhe deixava lodos
os teas bous, podendo a dito Jos Francisco entrar
logo no posse delles mesmo em suo ida.
Com enejlo opossondo-se e.-le homem perverso
dos poneos bous do pobre raulher. foi com ludo obri-
gado a par lili a-Ios com Joo Baplista o qual disse
que a dila Carlota tambera lhe devia ; mas, Srs. re-
dactores, quando todos routavam rnm a morle da
pobre mulher, eis que ella se reslabclece, e sendo
Informado do que se tinba passado, manda seu to-
brinho Manuel Pereira do Nascinienln casa dr Joao
Baplista para exigir dalle o falso papel, ou testa-
mento feito em seu nome, o qual fura nessa ocea-
sio queimado pela mulher do mesmo Joo Baplis-
ta para assim evitar qualquer serio criminal.
Inleirodo Jos Francisco do que hara acontecido
traa de perseguir ao pobte Nascimento. tobrinh
de Carila, moiidaudo-o prender pelo subdelegado
eVla;"o"n7o'v'es'do";oto':/'" tZXSXJS^ 0^!\ *"*** V""'''^' ?''
odiado o vigario que como !D"S'"f"m<,fd.e'lul! fu' nanimente absolvido
itidaloso.ncnte sen...r-so,, ^^ a,''J"r>'-
.Noii queiendo, Srs. redactores, cansar-lhes mais
a paciencia referido uniros fados criminosos oeste
hoiuein, concluir i a seu respeilo, dizendo que ex-
iste em juizo iini processo contra elle porcrirae de
bancorolo (fraudulenta intentado pelo negociante
dessa praea Domingos Francisco llomalho.
_ Passorei agora o outros prenles mais do vigario
Frederico, dando a preferencia ao subdelegado
Francisco Iticardn.
Por le provincial sao osborcaceirns obrigados a
despacharas siras barraras quando sahem rirrega-
das, sondo esle servicu (oilo graluitamonle pete
subdelegado ; mas nao obslanle a dispuso o da
le, o Francisco Bicordo recebo de iodo um 1g 2 e
al SsOOtt, e conforme a ocrasio I
i: tal a honrslidade desle homem, queappareron-
do uma bosta sem dono, jio duriduu justificar que
era sua.
Como subdelegado receben de um morador do
engenho B. Vista um i-avallo mellado para o nao
. e exerce, nu obslanle os clamores e queixaa
du vigario, seus irmaos e prenles, genle por lo-
dos odeiado pelos mos feitos que constantemente
pralicavara.
Podcri deixar.da ser odiado o vigario que entra
montado a cavallo e cora a cabera cubera em um
lugar sogrado, qual o eeniileri, morada dos mor-
ios, como fez o padre Frederico, merecendo ser re-
prehendido por esle acto de prufanaco al por um
secular, o cidado Jos llibeiro do Prado ?
Poder! deixar de ser odiado o vigario que, esque-
cido de seus devores mais sagrados, lenta forrar
uma mulher em sua propria casa; como pralicou o
padre Frederico cora Calharua de tal, amasia de
Conrado Joaquim de l.ima Flores, quando eom oslo
fora prncura-lo para baptisar urna menina, aprovei-
lando acin-umsloucia de ler ella licado s por ler
sabido Conrado para ir chamar o sacrislo alim de
abrir a igreja que ainda eslava fechada, sendo tal o
furor do mesmo vigario que vendo-so rnpcllido pe-
la dila enharina, nao duvidara de empregar a tor-
ca, do que resultou licar "'
Poden deixar de ser
o padre Frederico ia esc ai id
porta de Cusma de tal, moradura na ra do Olho
cu Uf.' lucailJo guorra para fazer acorte a sua
tilba Alexandriiio, -resultando apparecor a mesma
dellorada. crime que por S. Itvma. fui imputado a
Ueiijanun de tal, Hlhodc Thouiaz Itoerra, que por
isso fui obrigado a deixar a Ierra do seu uasciinen-
to, rollando muilo depois casado com uma pri-
ma ?.... r
Oh nao. mil vezes nao. lim tal vigario nao pu-
de deisardeser odiado e detestado,
Talvez, Srs. redactores, Vmcs. j nu se lorabreni
do que na minha priraeira carta Ibes disse acerca
do vigario Frederico, pur isso permillam que repila
aqu o final da mesma para que nielhor possain
apreciar o carador violento desse homem perigoso.
< lendo sido publicada no seu Diario uma cor-
respondencia na qual os irmaos do vigario eram
secutados de nada haverem feito como eufermeiros
do hospital dos cliolericos ein Mamanguape,nao obs-
tt foleteZ, ^j,^^^ S^rancis^0 ^ ^ "**
Hisull.ir de da aus neiOi*i.iiili*s Luiz Vnlrnin i^m. i
calves ao qual alrribuio a dila orrespo dencto \JgS2* nd, P,'dro >-opes morador
( A esta aecusaru o se den resposla alguma. O J" ,'L\u P"r '" reCOb,d dcUe
vinario ca luu-se nonme n tarn f.. ,o,> .... wsia.s.
gario calluu-se porque o tacto foi muilo
blico.l
pu-
t Lunfessando a um rapaz que se lhe apresentara
na igreja para casar com uma rapariga a quem j
linha delineado, o vigariu levanluii-o por nao saber
rezar, e cuino a raadrinha lexandrina, lilha do v0-
Iho Antonio Dezcrra da Cenceico, lhe lizesse a res-
peilo algumas observarles, all mesmo a uiallralou
de palavras. (Esle tacto toi explicado por S. Rvm.,
como era natural de modo iuteiraruenle inexacto/.
F.ui o dio quarta-teira de travos do anuo prxi-
mo passado, como o msico Francisco de lal nao se
quisessa prestar a acompanhar a lieo que devia
cantar o vigario, esto o inallratou, e abandonando
lodo o acto, relirou-se para a casa, sendo precisos
mullos pedidos c eniponhos para que vullasse.
(Hespondendo a esla ascusaco, o vigario Frederico
enlao se pralicara. Que exemplo edificante I j.
Como o marchante Manuel Bernardo robrasse
de uma sua escrava o valor de uma poreo de car-
ne que lhe havia comprado sem pagar? iicou o vi-
gario lo despeilado contra elle que nu s nao
qmz pi estar-so a ir confessar sua velba m.ii na
hora da nimio, allegando uo poder ir a p a uma
distancio de 100 a 150 bracas, senn tamben recu-
sou baptizara uma lilhtnhado mesmo, in articulo
morlis, sob o protexto de nao ler padrioho. Lina
acensaran dostas nao mereceu uma s palavro do
vigario Frederico : S. Ilvm. bem sobe que ainda
vive o Manoel Bernardo para ludo confirmar.)
Tambera deu liceuca ao padre Francolino Coti-
lo Vianna para casar a Jos Fidelis da Silva com
Hara Francisca da Conceieo, uo sendo ellos -eus
freguezesesiiii moradores na villa aa Independen-
cia onde uo linham podido conseguir oseo intento
por se ler a isfo opposto o pai do iiubenle, Francis-
ciscu Fidelis da Silva, que trata ogura de oiinullar
este casamento, visto ter sido controlado sera as-
sisteiicia nem I cenca do respectivo parodio. (O
vigario explica esle faci dizendo que fora encuna-
do pelos nubeutes que se disseram seus freguezes,
e que tal o pastor que nao reconheco as suas ove-
Ihos )
Eu nao acabara, Srs. redaelures, se quizesse
narrar-lhcs lodos os mos feitos dn vigario Frede-
rico, qne ousou aecusar falsamente ao meu amigo
o lllm. Sr. Dr. Joao Cavalcanti apresenlando-o
como homem grosseiro. violento e arrebatado, de-
feites que s uelle pdem achar-se reunidos : mas
onilliu sempre reforiri'i a Vmcs. o que pralicou com
a pobre india Helena o seu marido portio lhe le-
na) concertado um par de borzeguins em mo os-
tado, segundo o que pela mesma india foi declara-
do em juizo.
f Nao admitliudo roncerlo os lae- borzeguins
mandn dizer o vigario Frederico ao marido de
Helena que os remontasse ; mas como alie nao ti-
vesse dinheiro para comprar os aviamentos preci-
sos, por se ter levantado da cama de urna docnca
De Benlo Honorato que baria deflorado uma mo-
ra receben 10*000 para o nao prender, e fazeudo
urna vesloria no sitio do Indio Joo l.ourcnro mo-
rador no Breginho, lumou-o para o pagamento
das cusios.
O capitn Policiano nada Oca a dever ao subdele-
gado Francisco llicnrdo.
Dando una queixa contra o capito Francisco
Bruno Jaconie Bezerro por ler ido esle com forra
armado destruir e cortar madeiras em torras anas,
na occasio das proras, uma das testemunhas dadas
pelo proprio Poneiann, de nomo Manuel Demetrio
da Silva, jurou l-lo visto tirando do renlo as ma-
deiras em questo.
Igual prova de m t den o dito eapilo era uma
arcan de demarcarlo que intenten contra o mesmo
capito Bruno, pois, procedendn-se vislnria, reco-
nheceranj os lomados ler elle procurado alterar os
amigos limites pora o fim de apossar-se de parle do
terreno do seu vizitiho.
Kis-aqui, Sr. redadures, quaes sao os iuimigos
do actual juiz municipal e dolegadu du Ierran de
Momangnape, Dr. Joo Cavalcanti de Albuqiierque,*
primando entre lodos o vigario Frederico sacerdote
Uto pouco escrupuloso, que alm dos fados vergo-
nhosos que cima licam especilirados, nao dovidou
apresrnlnr-se no jury desla cidaoe defendendo a
Manoel Ignacio da Silva, acensado de havercom-
inotiido o criase de bigamia, pelo qual o mesmo
tribunal o roiidomnara a dous anuos e qualro me-
tes de prisao, uo obstante os estoles teilos pelo
referido vigario para o livror !
Iuimigos desla ordem honrara a quern os tem e
mal iria o meu amigo se como juiz e delegado p'o-
desse ser elogiado por genle lo corrompida e des-
moralisada.
Aprsenlo fados, Srs. redactores, porque eslou
muuidu dos uecessarius documentos para os tro-
var, entretanto permutara que por mira e era no-
me do mau omigo ropilla as injurias c insultos do
vigario Frederico, dcvolvendo-os intactos para que
os reparta com seus irmaos e prenles.
Sou, sciihores redactores, seu venerador e criado
O Destituido.
Mamanguape 6 de junho de 1S59.
Srs. redactores.L'm dever, ao qual me nao pus-
sa sublrahir, oliriga-me a vir boje oceupar as pagi-
uas de seu mui ronceituado jornal. Tendo o ae-
ro/ Pernambucano por diversas retes se oceupodo
com meu nome, ltimamente fe-lo arguiudo-me de
provocar scenas violentas na casa de deteuco na
qualidade de prezo ; nao posto por agora dar uma
total resposla ao calumniador que lauto me lera ob-
sequiado, porque cumpriudo resignado uma sen I en-
ea que a lei roe impoz, s a hei de lindar por todo
correr de julho proximu vindouro; pois para esse
lempo que aguardo minha defeza peanle o publico,
ao qual peco q.ie suspenda o mo conceilo, que
tero feilo de nitn, vista do que leru dito o meu
gratuito detractor.
Publicacoes a pedido.
Vos Ulitis Srs .limo liara lin-iU-ii-n
l.ima e Germnno Franciseo le lili
velra. ()
l.a rulado, sois um sonho
Que ninguein ainda soiihou,
Sois llor que nimia no mundo
Casta c pura nao broten,
i.'ue o bafo da negra inveja
Mal aberla vos lisuou !
Sriij oito ledras gravadas
P'lo Senlutr no coraco,
Km alguus'slo apogodas,
Aid'elletl "ue lim lerio?
Iii-lu as paginas do Biblia
T as tullios du Alcorn !
Ptor do Gulgnlha regada
Pelo sangue de Jess.
Naseorieis de uma lagrima
Cabida do alio da cruz?
un lim Une airares das lagrimas
A caridade Iransluz!
A rosa dosfolha e pende,
0 lyrin esmorece r cabe,
A ventura tem espinhos.
Tarde rom a cedo vahe,
itsim l a raridade.
Mal entra, logo sabe !
1-ni poneos Ierras brolaslos
Toe candida e virginal.
Como all vos domouslrasles
Km Ierras de Portugal
II Senhor llom Pedro \
K a prava mais reaj !
Aos conflns do mundo inleirn
Ksleiulois a vnsva luz :
So na Kuropa o Asia brilha,
.Na America seduz !
i ilbo como resplandece
Nos Ierras de Saula Cruz !
I. que no Brasil souduso.
Rssa ierra noata irasa,
Anude o sol lo furtuoso.
1 a vida lo luiiea.
Anudo a plaa lodo o anuo
Sustenta o brilha africano
Km lodo o seu esplendor ;
\ caridade partilha.
Da Ierro de que lllho
Essa vida, brilho e amor!
I/u era foi que asenten o rhn
D'uui lirado que aqui se erguen?
(.liieni foi que era remlas piafas
fio benigno o acolheu *
l'oslos vos, l.ima e Oliveira.
I.onge em Ierra hnspilaleira,
(.loe escu'.asles nnssa voz !
Ilnus nomos abencoados
Ka Ierra e no co gravados,
l.o por lieos,aqui por nos!
Tu. lima, o amor da patria
Too corarn inflamiiinii,
Mas a li, liliveira.
Une bom anjo le guin
Wosla tonda sacrosanta
D'uni.1 caridade tanta .'
Fui a caridade s 1
Procedei lo elevado
One nao lique sepultado.
No esqueciineulo o no p!
.\o, que as orphos do osylo
Krguem sua vos lamben,
E mil vezes abencoam
A esmola que de l vem!
Team voseas nones lembrados.
Eternamente gravados.
Em seus tennis eoroces !
E gratos a osles favores,
Pedrm por seus beinfeilure?,
Km fomentes oraeoes!
San Miguel18-. Bku. Ciuiiu..
0 ASVLO hA IXFAXCIA.
.Vs Srst luao alaria C'ordeir. l.ima c
Gerinnno l-rmu-isi-o le Ollveia,
<|iu- auxiliara.ii este pi instituto
eom a v ultudu qunnlia de noveeeu-
tos mil ris.
K nnile aquellas janellas
Ksclarece-as branda luz :
ruar que sabe por ellas
Tem destelas que seduz.
(Jueiu mora all ? essa (rente
QttOl rosto de penitente,
E severa a mais nao ser ;
Por acato o raslidade,
Tosida l da cidade
Alli se iria esconder ?
A la que vai raminho
Da estrada de ignoto reo,
Vio aquello albergiieziuho
E n seu gyro suspenden !
Fallou-lhe? se a la tala,
O brilho da nova gala
Que agora deixa mostrar,
Deve ser phrase cloquele,
A que respond' reviente
A luz do pobre solar !
Mensageira das alturas,
II que frique risle alli?
Nao ditas I essas docuras
Qne iguaes inda le nao vi.
Traben te, oh loa, o segredo
Se absorto me vs o quedo,
Sei leus risos Iraduzir.
Caiiiinhasi vai mensageira,
A Dos conlo prazenliira
i .mamo acabaste de ouvir.
Diz-lbe l que a orphande le
All se vai hospedar ;
V. a maga caridade
Lhe vai o pi.iulo enxiigar.
Era inda ha ponen este solo
Vasto erma, onde o eoasolo
Nao va o uiis'ru snrrir ;
Cobin-lbe orvalho sagrado,
K u lorro al>enroodo,
Essa flor vio logo abrir.
lisie singlo murmurio.
Une a nos, la, eaplirou,
Sao preces l do tugurio
Por quem Ih'a esmola envin.
Olha, oh astro, l no prado,
A ttoriiili.i que ao sol nado
Exhala os perfumes seus,
Nunca li-tii lanta flagrancia
Como a oraco da infancia
Hiera ao tobo de Dos.
O Senhor nurindo os rogos
los cora, oes iufaulis,
ios bemfeiloros, Seus fogos
III ii ni i na ni quaes rnbis !
IJueiii vai no trame da laca
De que se alela a desgra'oa
O grato mel espolhor.
naos ostros do firmamento,
Sao do terrqueo armentu
Pharoes d'allo seiutilar.
T, que vens l d'outras plagas,
rih aslro de tanta luz I
Itoas aureolas mogas
Nao viste por Sanio Cruz ?
San na linda Pernambueo,
E o pronto pobreza emulo
E' quem as faz refulgir ;
i.iui- as viste, diz o enleio
Com que paraste o passeio
P'r'as veres c relleclir!
1.4. dous asiros de bouanra
Oliveira c l.ima ^o :
C, pilonaos do rumian, i
A quem nao te pede ein van!
As asiladas que os choros
Em dores festivos coros
Mu.laiam do gratulan.
Sto dizendo qu'essas olmos
Nos caritativas palmas
S encontrara galardo !
F l, oh la, que enviste
Estet coros infanlis ;
(Jue paraste e que sorrisle,
(.tur taras, oh asiro ? diz !
Ah !... vais eterna morada
Sordos dous advogada
Por ambos interceder;
Bem hajas, que os leus anhelos
E os dettes anginhos bellos,
Ilo de unidos mais valer.
E' noile ; aquellas janellas
Esclarece aa branda luz
O rumor que sabe por ellas
Tem derufa que seduz !
Mura all a pobre infancia ;
Sao horas de nessa estancia
Se cnloor a ora. o ;
Ouvir, que venha quera senle.
Como .solemne e cadente
A locante invocaeo !
30 de novembro de 1858.
F. M. Si-rico.
Clonar.
AI.FANDEGA.
Rendimenln dn dia 1 a 13 .
dem dodia II'......
lfi5:70CJ68
16:608,016
Docarregara hoje lj de jiinhu.
Barra inglezaBnnilofazendas.
Ilavoa dinaniarqiieza Preciosa fazendas e ge-
nebra.
Barca inglozaJohn Marlin=fazcndas.
Calera lianrezaBerllieforinha de trigo.
I'na. In, linnoveriatioJohaiiiius Pechen diver-
sos gneros.
itrigue hrasileirnSagitariodem.
Barra ingleza":\orlcrthoiibaealho.
Barca ingiezaNorialbaealho.
Escuna porlugiiezallaiuh.i dos Acores diversos
gneros.
ItOVIMEXTO DV Al FANDKUA.
Volumes entrados eom fazendas .
Com gneros .
Volumes sabidos com fazendas .
< t com gneros .
CONSOLADO GERAL.
Rendimenln do dia 1 a 13 .
dem do dia 11.......
. as
----5
. 1157
. 473
(en
rw.o!s7iii i
!l3:llllli'
87:385*410
DIVERSAS PROVINCIAS
Rendimenln do da 1 a |:| .
dem du dia 1 i.......
3:7<5f8BI !
lni&J
_3|8FjJ3mi
DESPACHOS DE ETFOBTACAO PELA MESA Do
CONSULADO DESTA CIDADE No DIA 11
liEJl MI DE 1839.
Rinda PralaBrigue portugus .Enrgico... Baste
A l.emos, lu! borricos assucar tiranco.
Warsclha=Barra franreza Fraurois Joseph, J. P.
Adour, 1,2011 socios assucar mascavado.
CanalBarra ingbva cBillern, Paln Nash A C
5IMI sacros assucar maaeavada.
Canal Brigue inglez Express, Arkwighl A C,
1.101) sacos assucar mascavado.
C.iiinl-jRrigue inglez Earl Crey, Sauuders Bro -
lhers\ C, 2H) soceos ossucar uioseavodo.
CanalBarra inglesaPliiati.ig, Soulhall Mellor A
C, '.MUI saceos assucsr numeavade.
Canal=-Brigue inglez -Mary Weir, Johnslnii Palor]
A C, 1,4Q saceos assucar brauco.
Liverpool Brigue inglez Ygncs, James Rjder A I
C, 117 saceos algodo.
CanalBrigue ingle/. ..F.inny lluntloy, James Ry-
der A C, 1,11111 sacens ossucar mascavado.
Morsellia Barca france/.a-Maria Nimias, F. Suu-
vage A C, (17(1 saceos assucar brauuo e 20(1 ditos
.liio mascavado.
Ilueiios-Ayres = Barca hospanhola Constancia,
Viuva Ainoritu A Filbo, 4UU barrios assucar
bronco.
Ev|ioi'lueo.
Bio Grande do Sul, brigue nacional fPrazetes,
de 3(12 toneladas, rnndiiziu o soguinle : =r (II pipas
cachaca,l.Oa barricas assucar, l.O cocos cora
casca.
Phijadolpbia, patacho americana de 25! toneladas, cuuduziu o seguinle : 3,0(
sarcos assucar.
BECEBED01UA DE RENDAS INTERNAS ERAES
DE l'ERNAMBUCO.
Rendimenln do da 1 a 13 13-235$SK
dem du da U....... i : rode llanca |,o|o contrate, paganieuln da mulla
de "i0 0.'(i do valor de cada objerlo nao sendo tor-
nenlo da qualidade e na quanlidade eonlraladas,
e licar-1 be cargo o excessn uu dillerenca do proco
pelo que hoja, na jalla, do ser comprado un iniro.i-
do ; crrlo de pagar-so-lhe na ronformidade da |ira-
lira eslobeleeida, o de regular o fornecimenlo o
fornnilario e tabella, existentes o priraeiro na refe-
rida enfermara c o segunda na secretaria da ins-
peccie do arsenal de mauriha, o apresentarcm-se a
quem queira antes do controlo consulta-Ios.
Sala do ron-elho de compros navaes cm li de ju-
nho de 1859.0 secretario, Alczundre Rodrigues
dos Aujos.
Pela recebedoria da rendas internas desla ci-
dade se faz publico que no correute mez de junho
poca do pagamento, tem mulla, do segundo
Semestre do exercicio do 1858-1859 dos impostes
seguimos : decima addicional* das corporaroca de
mo mora ; imposto de JO 0/0 sobre lodos as cosas
de negocio ; dito especial de 80$000 sobre Iodos as
casas que vcuderem om grosto ou a retalho, perfu-
maras, confeilorias, ruupo, calcado o trastes fabri-
cados cm paiz estrangul): depois do que sern
cobrados com a mulla de 3 0/0 : oulro sim, que os
devedores de rendas dosproprios nacionaes ; toros
de terrenos e de mariuha, barros do interior e laxa
dos eseraros, alim de evilarem a cobranraexeruli-
va, venliam pagar na mesma recebedoria o que es-
liverein a dever do mesmo evereicio Ileeebodnria
.le Pernambueo 1." de junho de 1S5.O adnrinis-
Irador, Manoel CtMuiro de Sou:a Lacerda.
TlIitRO
DE
Sania Isabel.
EMI'KE/V fEKUVM).
3.a i-pcila da nina assijsnatiir;i.
OL'ABTA-FF.IRA 15 DE JLN1IO DE V.'J.
Subir trena o excelleuledrama eui 5 actos e 6
quadros: '
HARI.4 J0A!\\A.
mi-ESS; 50 JOTO
DOMINA!/.AO DOS ACTOS.
1.Os dous raso montos.
2.*O rpubn e o engeitadn.
* 3."Ella esl louca.
i.0A doudo eoat juizn.
>."O medico desmascarado
PEIISONACE.NS.
Berlrand, nflicial de carpin-
leiro.....: .
Bem.........
Appiani........
Theubaldn, conde de Bussieres
l'm medico.......
Cuilhernie, criado. .
Berlingiiet. 1
: Camponezes.
Crnsmcm..)
l'm magestr ido.....
Ira enfermeiro.....A alie.
I ni criado.......Jesuino.
Sophia, rondi'ssa de Bussieres. II. Carmela.
Maria Joanna......|). Manoela.
"harina.......n. Jesuino.
Marg.irid.-i.......|). Viccncia.
Convidados, campoiiezes, etc. etc.
Terminar o espectculo com a comedia em um
acto :
UMA III I III lt
sm\ 2>BA8 SO^.5.3.
Piincipiar's 8 horas.
i
Cfrmano.
Tlioina/.
Nones.
Lisboa.
CartaNko.
Pinheiro.
tirreia Vasqurs
Francisco.
Ribeiru.
15:1 iOl;t
Avisos martimos.
CONf.UI.ADO PROVINCIAL.
Rendimenlo do dial a 13
dem do da 1
13.935|88J
C.iOjtUl
5H;086S523
Movimento do porto.
Navios entrados no dia 11.
Terra Nova20 dios, barca ingleza Nnlherlon, de
250 lanelallas, capilao Thomas Ealos, eqnipagem
13, carga 2,Sill barricas cora bacalbio ; a Jamos
i rablree A. C.
Trieste TI dios, barra ingleza William F.dWard,
de 208 toneladas, caniliO James Ailken. equipa-
geni 15, carga 3,000/ barrirai com fariuha de iri-
go; a Sauuders Brothers & c. Sejjnno para o Rio
de Janeiro.
Aaaot sbulos no mesmo dia.
Portes do norliVapor brasileiro C'ncciro doSul,
coiiimandaiile C. Mancebo.
-
OBSEHVACliES METIIEOROI.OlilCAS.
mi 11 he ji'NMii.
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A no le .-sli-VP nuli .Kl.i di* a ^i acetre s. V Pll
SSSE, e assim omoiiheceu.
Hbsorvalnrio da arsenal de morinha 11 de junho
de 1859. '
VlFBIS 10MOII.
Editaes.
lis liscaesilas qualro fregueziat desla cidade, etc.,
ele.
Fazeni publico, para ronhecimentn de lodos os
proprietoros de casas cojos passeins vulgo calcadas
estiverem arruinadas, que a cmara municipal por
emular de 0 do correute. Ibes determinaran! que
li/essein exocular o art. 18 do til. 7 das posturas de
30 de junho de 1819, rujo artigo terminantemen-
te ernooni o dever aos proprielarios de concertar
as calcadas todas as vezes que ficnreui arruinadas,
sob pena de pagaren) a mulla de 4$, e o duplo na
reincidencia de coofonnidade rom o ari. 1." do lit.
14 das citadas posturas. Pelo que, cumpre que ut
Srs. proprietarius prncedom quanlo antes aos res-
pectivos colicortos dos passeios de seus predios que
por ventura arbarem-se arruinados, cortos de quo
pelas corridas que lerio de fazer, se mandarj la-
vrar termo de ochada contra todo aquello proprie-
lario que nao lenha concertado o passeio arruinado.
E paro que nao apparera ignorancia, mandorora
lavrar o prsenle que sera publicado pelo Diario
Cidade do Recite 11 de junho de 1859.TOs lis-
roes, Manoel Ignacio de Olireira Lnbn.ilauoel
Itiat/tiim da Silra Llibeiro.Joo Xacier da Fonse-
ca Capibaribe. Tliomaz Augusto de Vasconcellos
Albwjuerque Uaraulio.
Rio Grande do Sul.
O veleirn e bem construido patacho Tygre tem
dous lercos da sua carga proinplos, e logo que a
receba, seguir para o Rio tirando do Sul : quem
quizer aprnvei Uro praea que lhe sobejo, dirija..
a ra da Cadeia do Recite u. 12, escriplurin de
Hallar li Oliveira.
Para o Rio de Ja-
neiro.
A escuna Linda sabe para o Rio de
Janeiro iniallivelmenre al o dia IS do
corrent-, por ter quasi toda e carga
iji-orapta, para o ieto tratase com o ca-
pito Joao Feneira Pinto, ou com o
consignatario Manuel Alve Guerra, na
ra do Trapiche n. 1 V.
COMPANHIA BRASILEIRA
DE
PAOUETES A VAPOR.
O vapor Oyapnck, eoinmandouto F. F. Bnrges,
esnera-se dos porto do norle em seguimenlo'aos do
sul al ao dia 1Sdo oorrenle mez.
Recebe-te desde ja passageivos, frete de dinheiro
e enrommeudas e engaja-se a carga que o vapor
poder couduzir, wndo os volumes despachados
com antecedencia al i vespera de sua cheg.nda
agencia ra do Trapiche n. 40.
PARA O RIO DE JANEIRO
segu rom brrvidode o brigue brasileiro Puritano:
para rarga e possageiros a tular na ruu da Cruz
n. 51.
Coar Maranhio e Pan
O bem ronherido hiile al.indo Paquete, capitn
Jos Pinto Nuoes, segu eom a maior brevidode
sua porlot iiidirados ; para a carga que lhe falla,
trata-se com o. consignatarios Almeida Gomes, Al-
ves A: C, ra da Cruz n. 27.
Para a ilha de S. Miguel
Seguir at 25 do crtenle a escuna llaialta dos
Acores; para o reste da rarga e patsageiroa tra-
ta-se com Barroca ii Medeirus, na ra da Cadeia do
Recite n. 4-
Leilocs.
Declaraijoes.
COMMERCIO,
Caixa Filial do Banco do Brasil
cm Pernambueo.
Em 14 do junho do 1Hr.il.
Directores da semana os Srs. :
Antonio de Sloraes Comes Ferreira c Francisoo
Joao de Barros.
A caixa desenla leirasao premio de 9 0,'0 aoan-
() Pelo acto de caridade que pralicaram promo-
roiidn em Pernambueo urna recita tbealral a favor
doasylo d'Iiifancia Desvalida desla Iiha, eque pru-
duzio a avultada quantia de de uovecenlos c qua-
tenta mil ris insulanos.
Coaselko ndiuinistrulvo.
O conseino administrativo, para fnruerimenln do
arsenal de guerra, tem de comprar os objeclos se-
grales :
Para a fortaleza do IIruin.
600 cocidos de baelilba para sacros de pora.
Para proiiiuento dos armatens do arsenal de
guerra. '
arrobas de verde crome, 5 arrobas de alfaide,
5 arrobos de oleo de liuhaca, 1 arroba de cera bran-
ca, 12 duzias de lixa surtida, 5 arrobas de rola da
Haba, 1 arroba de lineal, 20 resmas de papel almo-
ra, II garrafas de tinta de cscrever, 20 macos de
brelas.
(Juera quizer vender laes objeclos aprsente as
suas propostal em carta fechada na secretoria do
eoiisellio s 10 lloras damaiiha do dial8docor-
renle mez.
Saladas sessoes doronselho administrativo para
forneeinieiito do arsenal de guerra 1:1 de junho de
1859.Lu; Antonio Papilla, brigadeirn presidente
do c.ousflUo.Francisco Joaquim Pereira Lobo
coronel vogal secretario.
( ..iiscllio administrntivo.
O conselho administrativo, para fornecimenlo do
atona! de guerra, tem de comprar os objeclos ae-
guiules :
Para o 10. balalho de infantera.
Grvate! de sola de lustre 72 ; mantas de lia 52.
Oucm quizer vender laes objeclos aprsenle as
suas proposlas em carta fechada na secretaria do
conselho as 10 horas da manhaa do dia 15 do cr-
reme mez.
Sala das sessoes do conselho administrativo para
fornecimenlo do arsenal de guerra 8 de junho de
1859./.ni; Antonio Facif/u.brigadeiro presidente
do conselho.
Conxeltao de compras navaes.
Ten"do-se de proceder a contratos para o forneci-
menlo por lempo de um auno, a decorrer do 1. de
julho prximo, de medicamentos i enfermara de
niamilia c ambulancias dos navios da afinada,
manda o onsclho fazeij publico, que lera isso lugar
em sessoo de 15 do correle mez, a vista de pro-
postas apn-si otadas nesle mesmo dia at s 11 ho-
ras da manhaa, e com quem por menos o faca sem
prejuizo da boa qualidado dos objeclos, alm de
sugeilar-se a mais oulr(is cundinos como a presta-
LEILAO

PELO AGENTE
wtmnm )
llenry Roper, capilao do'bri-rue inglez Sprar
naufragado nesle iiorlo, far leilo por ialervenrno u
do asente a.ima referido por conla e risro de quem
perlencer em presenr do Sr. rnnsnl de S, M. Bri- I
tannica e por autoriatrao da nspec^ao da alfandega
do casco do navio no estado e nn lugar encalhado,
tendo lugar o leilo na porta da assiciaroo rom-
uiercial, ao meio dia em ponto.
PELO AGENTE
HYPPOLITO
Sevia-feira 17 do corrente o agente cima refe-
rido far leilo na porta do armazein do Sr. An-
uos defroule da alfandega por ordem do Sr. Domin-
gos Alves Nalheus, de 7 pipas com vinho do Porto,
principiando* o Icilo s 11 horas em ponte.
Quinta-feira 16 do corrente.
O AGENTE
f
Borja (eraldes
far leilao nn dia cima indicado no seu armozem
da ra do Collegin n. 15 10 horas en ponto, de
cunta e ordem de uma nettoa que te relirou para
fura da provincia do seguinte : mobilia. lonco, vi-
uro, rrystaes, visos de porcelana, aparadores, guar-
da vestido, guarda roupa, loilleles, rsndelabtas,
serpentinas, um rompilo Irein de rosinho, e assim
como de uui cahriolcl eom seu encoptenle cavallo,
ludo em muilo bom* estado, cuja venda ser ef-
fectuada no mesmo dia cima desiguado, sem re-
serva de prero alguni.
KA\ IT ll A r\r\



rr
:.- *


isiariu uc luiiciiiumu.
j
Si


;
v
\uui iu iv
....
Aos Srs. acadmi-
cos e Iliteratos.
Quinta-feira 16 do crvente.
PELO 4GENTE
HVPPOLITO
seu rma/.em silo na rus da Cadcia de Sanio
i,,-""1? n- c- ? referido agente vender em lei-
1 u "? a."e for"m do dialini-io advogado ur.
-,..'. Soul Maior- e Pflra e**me dus cun-
1.1.L? j eils"' em miu do referido agente o ca-
^fla"ll,mes"'4s obras : .na mesm" occasiao se-
yoicndulas oulras muilas obras que se Inriiam
oosnocessari enumi
leilao s 11 horas em
Pra-las devendo principiar o
BAZAR PERNAMBUCANO.
Ra larga do Rosario n. 32.
O donodesle eslabelecimento avisa ao publico e a seus amigos e freguezes ana (em de novo pre-
parado oseu amigo deposito do charatos linos com um variado sorlimcnlo das mais acreditadas war-
caa de charutos que veiu a este mercado, assim eomu diversas qualidades d.' cigarros rhegados nro-
ximanionte do lt,o de Janeiro, sendo cigarros bola-fogo, ditos de papel pardo, ditos de pallu de niUllO
de diversos lmannos papel de l.nbo para cigarros con. fumo proprio, fumo francez para caximho ou
^garres, fumo em fnlhn para relallin e cm pori.an, pliosplioro de cera e de gaz, rtulos para caia de
fi1ariiins, papel di'con-Modos estes gneros vende-se por commodo preco dinl.eiro a vista
"' uv; .miiiiw \*v ii.>u..
FABRICA
DE
l iioras em ponto.
LILAO
Qnarta-fcii-d 1 o do lorreule.
PELO GEME
PESTAA.
o referido agente vender por conla de quem
perlneer no da cima designado o pelas 10 horas
'ln manhna porta rio arniazein do Sr. Ai.....s do-
fioiile da alfaudega em lulo, vunlade dos com-
pradores
OcaiMsconi superiores queijos flamengos desem-
barcados proxitnaraenle do navio francez Bcrlhe.
MM!HHIMI(SHMM&
fundicao de ferro e brome
nr.
Francisco Antonio Corrcia Cavdozo.
Avisos diversos.
Sortes para S. Joao.
Na livraria da praca da 'Independencia
as. G c 8.
.0 livro do Paye.
Ksle exfolente livro de sortes conlein 20 assum-
ptos, com 440 orles, para noincns o senhoras as
quaessondo exlrahidasrom fe, nunca dcixan de
iIS? r* ?0tv>c a sibila ni0 """"e : vende-se o
19000 rs.
Acasos da fortuna
ou livro de sortes divertidas, em que, por virlude
le dous dados, vem rada um no conhecimenlo do
slado. riquezas, heraucas, amizades. forlmias
etc., que lera, c nutras muilas, e galantes serles
annunciadas no principio da inesma obra, ultima
impressao expurgada dos mullos erri.s e deleites
das preceden les. Augmentada com um novo me-
Ihod.. de fazer mais de mil decimas, nicamente
com o trabalho de lmar os domfdados. (Im trata-
do das smas ou dos elTeilos, e prognoslico dos doze
signos do anuo : A C-iO rs.
A Sibila de Rajara.
Sortes para as sernprc divertidas noiles de S
Joao es. Pedro, com 1 f assnraptos dos principaes
actos da vida, conlendo SOS.versos, em cada un.
dos quaes eoconlrarao os fosleiros a predican do
sen futura, que ser rcalisavel tanto quanlb nara
ello concorrer ; preco 500 rs.
Kolhas de papel com sortes para senhoras c ho-
men, a qualro vintuus.
O abaixo assignado procurador
bastante dos lierdeiros de Jos Joaquim
HeuotoGuimaraei, fallecido na cidade
deMaiuanguape da provincia da Paral.i-
ba, tendo de a-mular o inventado e par-
tilliai dosbens deixados pelo dito Gui-
ruares, previne a quem interetsar que
se no tac;a iraniano alguma acerca dos
mentios bens, alian de evitar-e futuras
questoeajudiciaes.
Antonio Ribeiro Guimai aos.
O publicudor das certidoes de ea-
sameDlot e testamento assigna logo que
seja publicada a certidao que l!,e possa
manar a tua bonra e dignidade, ao mes-
mo lempo aisevera que espetem l ngo
se alijam rorque logo verao o eito.
O carne seca.
Aoia de leile.
Proeisa-sc de urna ama de leiie : na ra do Ran-
,P"i : 18, ]ihmeiro andar.
I'recisn-se dn uina mnllier idosa que saiba en-
gnmmar: na rraia do Caldeireiro, casa de sotan de-
frmHe da casa n. 9.
= IU>ga-se ana herdeiros do fallecido Francisco
i.onealvps Rodrigues do apparecer na ra do V ga-
rio ir. 10, aflm de Iratar-se sobre a heranr pcrlen-
cenlo nos mesmi.s herdeiros.
jp l'HTsa-se de dnus ainaradores de primeira
nroern : na padaria da ra larga rio Rosario n. 18.
. rreelsa-sn alugar dous escravns: na fabrica
dejiabao por traz da igreja de Santa Rila.
. v"em precisar de um rapaz pnrlugnez para
riudo ou bolceiro, procure no escriplorio de Clau-
Uio Ilubeiu, que achara com quem tratar.
Vnrcina publica.
Transinisso do fluido de braco a braco nos sab-
Dadij na residencia docommissario vaccinador, se-
gundo andar do sobrade da ra eslreila do Rosario
a. .w, e as quintas e domingos no torreo da al-
fandega.
a=a P|rde"-Se 'l09 5 l'oras s r e. m.-iada tarde do
oa de santo Antonio, na igreja do Carino, urna
mipoira de ouro, lingindn urna pequea concha :
quem a liver adiado e quizer restituir, haia de leva-
la a ra do Huspicio n. 9, onde ser asss recom-
pensado.
= No diaS7 de maiodo correnle anuo fugio do sitio
ao engenho Camoicama, freguezia do Cabo de Santo
Agosnnho, um cabra de nomeJos, com os signaes
seguintes: alto, meio seeco do eorpn, cabellos au-
iiacados, denles limados e falta um delles na fren-
|e, pes grandes e urna marca de frriria cm um dos
joeihns : recommenda-se tanto a pnlirja romo aos
capiiaes de campo, que o apprehendam e levem
ra Oircita n. 11, ou ao mesmo engenho cima,
que ser bom pago o sen trabalho ; julga-se estar
para Pcdras de Fugo ou Scrinhem.
. loaquim Leocadio Niegas, guarda do
almoxarifado do arsenal de marinha, lenha a bon-
uado ippareeer na ra das Crines n. 28, segundo
andar, que o lite deeja fallar a negocio que nao
Do sitio do Joio Hatheus, no Toco da Panel-
la, fugto no dia 6 do correnle maz de i'unho o es-
cravn prclo crioulo, de nomo Jos, lllho d serl.io
do Rio do Peiie, d'oude reio de pouca idade, re-
prescnU lerliannos. pouco mais ou menos, al-
io e secco do corpo, leal denles grandes e sabidos
para ff.rada bocea, falla descancada. prosista, lo-
ca viola o gaiata : quem o pegar queira leva-lo ao
referido sitio cima, ou alraz da matriz da Roa-
visia, sobrado n. 18, que ser recompensado.
Precisa-se de :i:500$ ao promio de um por
eento, que se pagar mensalmente, dando-se por
garana Ir* esersros pecas em hypolheca, ou es-
cnplura de renda condicional, por espaco de 18
n1e7.es, flcando os eseravos em poder do douo, que
prestar flanea idnea : aniiiiiuie.
Na ma da Florentina, terceira rasa viudo do
iheatro n. 6. precisa-so de una ama de leile.
' No da H do correnle pei*deu-se de tgurass
al a ponte do engenho Paulisla, urna carteira com
zaig em sedulas e nina moeda de lg em prala,
orna ordem para o Sr. major Belarmino da Cunha
llego Barros, e urna carta, para o dilo senhor: quem
achar a dita carteira c a quizer restituir, pode entre-
gar no Kerife, na ra da Cruzn- 3fi, ou em lioiao-
n 1, na rna do Meio n. 30, que receber urna boa
gralUl cacto
< iiiivelhus da rommadi o PKoleita
rna Brochadas.
Nao lenhas negocio rom quem lein os seguinles
defeilos: homem que come 15 libras de manleiga
em S das, homem que tem arsenal cm casa, hu-
uiem que se veste de mascarado em diasde grande
galla, homem que fornico rrianeas na roda, ho-
mein rico com fllhos captivos, homein que limpa
cacimba quaodo est chulado, homem que toma
conselhos de capitn liberto, homem que igno-
rante e tem lilaucas de advogado, homem que
quer tre marquezas para elle s dormir : vivir
"mpre bem. Amcm.
Precisa-se de urna ama de leile ainda mesmo
com cria : en Fura de Portas, ra do Areal n. 26.
0 Sr. Jos de Souza Pinto Oltveira, tem una
rarta rinda do Rio de Janeiro: na ra da Cadeia
do Recifc n. 50, primeiro andar.
= No dia 13 do correte desappareceu da casa
do abaixo asignado, morador na na da Penha, no
primeiro andar da casa n. 23, um mnleque crioulo
de nome Joio, de Idade de 14 annos, com oa sig-
naes seguinles: grosso do corpo, estatura rua,
nlhos grandes afumaendos c amarellacos, ps apa-
Ihetados, levou camisa de riscadinho de algodio,
calca de brim de edr j dcsbolada : quem delle
souber e o pegar, leve-o casa cima, que ser
gralilicado.
JuiH/uim Pereira Bailos.
! >o aJS !" c '2W*i,n'> dw-e enllocado no grande edificio conslruido para esle fim
tl&l!2^&?^L1*n*d0*?m .fB"Ul '" WI le marinha.' .No mesmo
. slabelecme .lo acharan seus numerosos freguezes e amigos sen.pre promplos : alambiques de cobre
dcqunlqu.-r lanianh... simples e coi.liuiios, que aliajnain seu bom trabalho, ,. nodem disl lar 1 a i i-
pas de agurdenle em 21 horas, e sao da melhor conslrucco possivel, caldeiras, lachas bombas e
cobres para engenhos, b.cas e canos de qualqucr metal para ditos, casas ou navios. Faz e concern
n achinas e bombas de qualqucr nalureza que seja, com a breridado e perfeieao possiveis 0 i0das as
obras perlencentes as arles de que consfa sua fabrica e fundicao de ferro e brnnze, coino seiam '
inoendas e meias.moendas para cana, de qualqucr tamanho e qualidade, ciims e norias do fornalba
para assenlamenlos de engonhos, dislilacoes e tornos de padaria, boeiros e rezislos para' ditas aoui-
1.....' "' fefM ba,1lll *; fund]'1!'. eruzelas e parafusos para rodas de agua, rodas le agua Yodas de
Trro 011 para cubos de madeira, rodas dentarias angulares e direitas, carretas ecruzlas para ninen-
esrr1','li f1""' '"n"1n,,n' TI*' ,r"'S '"anri"i I"1 "" siml'les p "'" P--""'"e. mancaes para
eMrada de ferro, esenvens e boleneles para navios, e ludo mais que possa sor meis,, ? || ,-, ., r,_
bnco de engenhos. casas e navios, de cobre, bronze, eslanho. zinco e chumbo, ferro balido ou fun-
dido por le, na dir.-ccao de seus Irabalhos, um dos melhoivs e mais amigo engenneiro e machinisla
scfisl,n "Z '"'rS' "" '""'l'-1'"1" "!'" ><>.....s.abelcmenio exforcos e fadigas para bem .servir
seus numerosos freguezes o amigos, e todos os Monona que mais o quizeren. honrar com sua con-
(MSl'LTORIO
DO
Dr. P. A. Lobo SIoscoso,
li MOTMIB 1 (DPIEIEilDilE,
3 RA DA GLORIA, CASA DO FUUDO 3
Clnica por anillos os syslcmas.
O flr. Lobo Hoscoso d consultas lodos os das pela niaiiha c de tarde depols de A horas Con-
d"des^rura-s* '""'a curara""ualme"le nao l,ura a cidaiJ'? > Pa" "S engenhos ou oulras proprie-
Os chamados devein ser dirigidos sua casa al as 10 horas da manha e em caso de urgencia
a outra qualqucr hora do da ou da noile sendo por escupi em que se declaro o nome da uessoa o da
ra e o numero da casa.
Nos casos que nao forem de urgencia, as pessoas residentes no bairro do Recife podoro remol-
ler seus bllheles a botica do Sr. Joao So.inn \ C. na ra da Cruz ou i luid de livrns do Sr. Jos Koauei-
ra de Souza na ra do Crespo ao p da ponte reina.
Nessa loja o na casa do aniiniicianle aciiai-se-ha ronstanlemente os niclliores medicamcnlos
homeopalhicos ja bem conhecidos o,pelos procos seguinles:
llotiea de 12 tubos grandes.......
Hilos de 24 ditos.........
, Ditos de 36 ditos. *........,
Hito de 48 dilos.....
Ililos de 60 dilos............'.'.'. 305000
I ubns aviilsos cada um.............1S000
Frascos de lincturis.............*." 2>lRKI
llanoal de medicina lionioopalhica pelo Dr. Jabr Irado/ido
em poriugitezcom o diccionario dos termos de niedi-
cina.riroigia ele., ole............20J000
Medicina domestica do Dr. Bering, com diccionario. lOgilOO
________________Repertorio d.i Dr. Mello Nones.........($0U0
FuNWATmoRjT
Este ulillssimo eslabelecimenlo acTia-se, ha pouco lempo, augmentado lano no material como nn
seupessoal, e seos propietarios habililadns para vencer qualqucr opposico hostil o ri.-spn/arem a ig-
nrame vilnnoi-ac.io de malevolencia. Offer......m a seus numerosos freguezes t ao publico em geral as
vanlagiMisde sua longa experiencia e reconheeida proinptido o fldelidade na execnco das obras as
mais importantes de engenhana, entre oolras pode enumera as seguinles : machinas de vapor de iodos
os lamanbos, rodas d agua de lodos os dimetros, lorias de ferro ou para cubos de madeira moenrias
para canna todas de ferro e indenendejiles com os nielhorainenlos que a experiencia mostr ser in-
uisponsave me.as ditas com lodos os proparos, tachas para engenho de todas as qualidades e tamaitos
rodas rodetes, agu hoe.s cnyos e boceas para fornalba e todas as ferragens para engenho, machinas
^ J T '"'0 ac,'a- d!las Para ,"l'l'r mandioca, ionios e prensas para larinha, ponles de ferro,
oaldeiras, lamines, boiase todas as obras de machinisnm etc., etc.
1 osmio
lsOtHI
2OS08II
25J00U
COMPANHIA
DE
Illiiminncifl a gaz.
Acha-se preparada para collocar canos as casas
para foroccimento de gaz.
O preco do ga c de 10J por mil pS cbicos.
Os canos que se collorareni desde o cano prin-
cipal al a pqrta da casa ou silio do consumidor,
scro rollocados a cusa da companl.ia.
A collocacao dos canos no interior das casas ou
sitios custar ao consumidor mil rcis por p (termo
medio). '
Os candieiros, bracos, lampeos etc., scrao de
precos relativos as suas classes e qualidades, e os
procos sao mdicos, e as qualidades proprias pora
todos os fins. '
Tres ps cbicos de gaz do urna luz ignJl a cinco
velas de espormocele vendidas aqui de 6 em libra
consuraindo 250 graos de espermacete por hora.
Tres ps cbicos de gaz cuslar somente por hora
30 reis.
Emquanlo que as velas custam por hora 200 rs.
E urna luz de azoile de colova, de coco ou de es-
permacete cusa por hora 100* rs.
O gaz deve ser vendido por registro rendido ao
consumidor somonte o que diariamente fnr consu-
mido ; este registro deve ser guardado em orden
pela comp.-inliia sent de pagamento, o o consumi-
dor garantido pela circuinslaocia do registro, sen-
do sellado para nao ser aburlo genio cm sua pre-
senca.
Aquellos que desejarem ter gaz devein fazer o sen
pedida quanlo antes, [iois que os primeiros viudos
serao tanibem sen idos cu primeira lugar decon-
foriiiidade com as dalas dos seus pedidos.
As pessoas que se achaui inscsiplas devem com-
parecer para escolherem os opparelhos que Ibes
convein no armazem da ra da Cadeia de Santo An-
tonio onde acharan um cmplelo sortnento.
Escriplorio da-companhia. Bece 3 de main de
185'J.
--^ -j~ ^.^ _^am^ t p^^<<_ i>l-i; ~ii
Lie-Oes de francez e
piano.
Mademoiselle Clcmence d'llaniiclot
TK' ('e Manneville inurioii asna residencia
"-^ para a ra da Cruz n. 9. segundo andar.
Prerisa-se de nina mulher livro ou esrrava,
de lucia idade, que lenha boa conducta, e saiba
eugommar e cozinhar, para rasa de familia, e pa-
ga-se bein na ra do (.lueimado, sobrado n. -Si,
primeiro andar.
= Precisa-so de urna ama para o servico de casa
de pouca familia : na praca do Corpo Sanio n. 17.
Escriplorio de advogaeia.
O abaixo assignado leudo fixado didlnilivamente
sua residencia insta cidade, ten, escriplorio de ad-
vog.uia na roa do Collegion. 17 primeiro andar,
onde pode ser procurado das 0 oras da manha as
3 da tarde em lodos os dias uteis.
Trabalha em commiim com snu genro o bacliarel
Joao BapUsta do Amara! e Mello.
Habilitado para ocrime, clvel,orphos, e rom-
mercial, olfereceaeu presumo a lodos que delle se
quizerom ulitisar.
Tendo-se m-cupado na Europa especialmente do
estudo dodireito comniercial, lem toda a legislacio
dos paizos esirai,gorose us melliorcs expositores.
Advugam gratis em favor dos pobres.
O escriplorio est organisado de modo que pode
o abaixo assignado tomar quaesquer causas para .
os termos da Eseada, Serinhaem, Rio Formoso,
Barreiros e Agua l'reta, o para a provincia da Pa-
rahiba tomando a seu cuidado a cobranca do qual-
3uer divida, qualquer que seja a importancia du
ex-edor.
Em casos exlraordidarios ou urgentes, fora das
horas do eseriptorio, podem ambos os referidos
adrogados ser procurados na casa da sua residen-
cia na rna da matriz da Boa-Vista n. 33.
Recife 11 de maio de 1859.
Dr Antonio llorgrt da Fonseca.
-" >\>'-'.;c 5:.'',--' y- :;-.;<
m Coisullorig central litticp'ii'o$|
y.
no
x:
DR. SABINO O. L. PIMO.
i\/ H'j Ciiiiliuuam as consullas e visitas du me- ,,:
JTJ mo modo que d'anles. A oonlianca que o fS
.--, Dr. Sabino deposita na pessoa que Oca >'
h onrarregada do seu consultorio nao ser i,/*
5U desmentida. \>
'.r-i <>s pobres sern sempre tratados gra- X,
ijg tiiilanieute. -
3 As conospondencias serao inderecadas : ":
?? com o subscripto ao I ir. Sabino com" au- .
5j sencia ao abaixo assignado. l<
Z Maitoeldeilaltos TrireiraLima. ;*
jf*i Professur em houieopalhia e secretario 'Xs
.':
-y.
do consultorio.
Botica ceuli'al homcopalliica
DENTISTA FRANCEZ. ?|
Paulo Gaignoux, dentista, ra das l.a- ** raugeiras 15. Na mesma casa tem agua e -""O i
i dcntilico. >V

s/ re
_ Precisa-se alugar una ama para fazer todo
servico de portas para dentro : na ra das Cruzos
segunda andar do sobrado im que foi tvpographia
do Diario reino, -cor
COMPANIEIA
ALLIANCE
Eslabclccida cm Lontli-cs
i&sp i im.
CAPITAL
Cinco miVhues Ac Hutas
estertmas.
Saunders Broihers & C tem a honra de Informa
aes Si-s. negociantes, proprictarios de casas, e a
quem mais convier, que oslo plenamenteaulorisa-
dos pela dita riimpanliia para eflectuar seguros so-
bre edificios de lijlo epedra, cobortos de telha e
igualmente sobre os objeclos que conlinrem osmes-
loos eriiiicios, quer consista em uiobilia ou cm fazen-
das de qualquer qualidade.
m
\&
DR. SABINO 0. I.. TINIIO. ,}','
Contina a render-se grande sortimenlo ij;':
;; do medicamentos homeopalhicos tanto em i .':
ir: glbulos como em Unturas. '..
,*'$ Os precos rias carleiras sao os que se ?w
r- acham estipulados nu liual do thesouro ra
ii"A homeopathico. :"
?)! i'.ada tubo avulso......lgflOO |^
?S Cada vidro de tintura. 2000 5*>:
.-. Iliesouro hnmeopalhico ou vade- LX;
~;; ineciim do homeopalha, obra in- fC'
T^* dispeiisavel a lodo pai de familias, : "
."; viajantes ele........11J000 ',XS
HOSPITAL MILITAR.
Precisa-so de srvenles para o servico do hospi-
tal, assim como de eufermeiro, c ajiidanle desle :
dirijam-se ao mesmo hospital.
Conserla-
sc e lim-
JOIAS
Com promp-
tido e as-
pa-so. ^w ^aV m~ ^a^ soio.
Os abaixo assignado*, eslabeleridos com loja de
ourives na ra do Calinga n. 11, esquina que tica
em frente a na Nova e paleo da matriz de Sanio
Aulonio, franqueiam para eseolha do publico um
grande sorliineulo de ricas ol.i'as de ouro, as mais
em moda e de dilforlliiles gestos, com coral, peril-
las, esmaltes, diamanles, brill,antes, e de ouro liso
com gravnras, por proco mais em conla do que em
oulras parles ; os compradores locebero una cun-
ta com recibo, declarando as qualidades do ouro do
I i ou 18 quilates, conforme a esculla.
Straphim & Irmo.
gona
dua
CASA DE SAUDE
SITA EM SANTO AMARO.
nos
este eslabeletimento ha as melhures acommodacoes para se tralaiem doeules de qualquer cathe-
A diaria menor he de 2*500. devendo o pgamelo ser feito por quinzenas adianles.
llavera o maiorzelo eempenho no tralamenln dos doeotes os quaes serao visitados polo menos
vezes por da pelos mdicos proprielarios do eslabelecimeiilo.
<4 PEORAS PRECIOSAS.
W r
<3 Adorocos de brilhan-
*j tos, diamantes e perillas, )-*
^ pulceiras, allineles, brill-
o< eos o rosetas, botes e
< aunis de dilferontes gos- S*
"; tos o de diversas pedias ;
o( de valor. C
5 w
3 Cmpralo, vendoin, ou 5^
< troeam prata, ouro. bu- '
, < lliaules, diamanles e p,-- >
13 rolas, o oulras quaesquer ~
<( joias do valor, a dinlni- '
^ ros ou por obras. S->
H0KEIRA& DIARTE
Luja de ourives
RUADOCABUGA'N-7-
Recebem por todos os
vapores da Europa as
obras do mais moderno
gosto tanto de Franca
comode Lisboa, as quaes
veudem por preco com-
modo como coslumain.
g ?.lZJt.2.3.XiJJLXAX
"( OURO E PRATA. %
3 r *J
< Adorocos completos de ^
^ ouro, linios ditos, pul- >
3 reiras, alunlos, brincos
<3 e rosetas, ooidi.es, han- Z
"i Bolina, Inedalhas, corren- >
2 lo 0 loleiles para rolo- >
* gio e oulrus miiilos ob- ^
3 Apparelhos Completos C
<4. de prdla para cha, han- C
- deiis, salvas, caslicaes )
; cuberos de sopa echa e g
inuilosouliosi.bjeclosde 'Z
3 plata. w
v Y---rrrTTTTTTTTT S
Vende-se esta agua a, melhor que tem appareci-
do para (ingir o cabello e suissas dej.relo: na li-
vraria universal ra do Collegio n. 20, d-se junto
um im;iresso aratis, ensillando a forma de applicar.
Ama.
Precisa-se de una ama para cozinhar : na ra
Nova ii. 20.
Aos senliores proprietarios.
I ma pessoa beinconhecida nesta praca se encar-
rega da eobraiioa. arrondamenlos, o concorlos das
casas, al mesmo dos despejos dos inquilinns na
falta de pagamento com a porrOnlagom que se con-
voncionar : qilom de seu prest po se quizer ntili-
sar, falle eom o sollicilador Manuel l.uiz da Veiga
lia rna dos Pires n. 44, que Ibe dir quem a isso
se presta.
= O Sr. Antonio Soares da Cunha Nobre tem
una carta na ra do Crespo, loja de Campos \ Li-
ma n. 12.
_= Prcoisa-se de una ama de leile : na ra do
f.ivramento n. J7, sobrado.
I llixasde llamburgo a 320 cada nina de *
<<- "'"""el, defronleda matriz da Boa-Visla ^
DO
RECIFE A SAO FRANCISCO.
HHi rHHHHI^
CASA DE BANHOS.
i ?Psl*P^n7'loso/,?,aWTmen/^q,^^ acha-se convenienlo-
gSfcg***.*?^*1*.1*!" d" X" lenovembro em van.e. contratos meneaos para maior rom-
modidade c economa do publico de quem os proprielarios esperara a remuneraran do tantos sacrificios
Assignalura de bandos fros para urna pessoa por mez.....' 10SOOO samllclos-
_. J ? momosi, de choque ouchuviscos por mez 15aO0O
Senes de cartoes e banhos avulsos aos precos annunciados.
I Lehmaun&Blunf^^2^^
i ___________ '*: 01R0 E REL0G10S. W
JOALIIRIROS.
'Xa rna da Cruz n. C9,
se-
Kuiidn andar.
Rccelicm por linios os vapo-^
P 0110 E REL0G10S.
Adorocos completos de W
ouro, moios ditos, pul- $
ceiras, alunles, brincos ^
e rosetas, cord.es, an- J,
cilios, inedalhas. cor- i
,'i les e anneis de difTe- gSl*eS a tui'Pa C 0 Kl0 ll Ja-'.f "'"es. onfoilo.se corren- ^f
K, rentes gustos e de mag- m0 Ol.PHS lio HUS lUOtlorUO^ ^, "$ 9
H nilicos brilhanles. ^)>20S|0, UlUlO IIC Il'anca COtUO^ obras de ouro e de coral. Srf
yfdeslaultima capital,as(|iiaps'(:; -
pendenrom totla a gsruUaSfS&SfilSJSSZ*
v Coipprom, veudem o
<('( Irneain prala, ouro,- bri-
./* litantes diamantes e
}/'' perillas, o oulras quacs-
\i 'l"er joias de valor, a
R. diuheiro ou por obras.
j na qualidade dos iiielacs e1
idas pedeas, c polos precos
luais COIlllllOdOS pOSSVeS,^ nometroa o tambem"rel
ditos suissos, lano
ouro como de prata,clin
iiomelros e meioscliro
..... --............. r........, ,.,,;^5 noo.elros e I
'r!^^!!;C^!Sp0S^d?Sfe ro-edepralo!
);ricuezps um bollo c \ai'ado^
gsoi-limeuto.
'r\ logios horisonlaes de ou-
ro e de pialo. Venden)
trocan..
..,,,, ?f%t ME>'I1'-n *c:' aq'";l"> que na Bxrosico Universal de 1835, na seceso das industrias
!J^!u apreseuta DOis aos pharn.a,-eulicos e aos commcrcianles do nosso paiz, com todasTai
garantas de urna reputacao de capacidade o honradez a toda a prava.
Do seu eslabelecinienlo, o mais consideravol de Pars, a cvst Mimkii fabrica o evoede lodosos
arligos. que sao u.eis a pro.issao de phar.naccutico e de medico. Pode-se julgar da exl.us^dos seus
ZStZZZSESHZV** ""v" |,r"s'nr' ,n""'"r I"" ,1":ll,'l"r lw<^l^mto.^eto%,S
dosdnersos captulos dos scus preeos crlenles genes, livro eseessiramente uiil aos pharinaceuiicos
e.< todas as pessoas que se occupan de sciencias. p.iuriuaicuiu os
Substancias naluraes (drogas) ;
Pos medicinaos ;
Preparacoes pharmaceulicas ;
Productos chimicos medicinaes;
I Plantas medicinaes ;
Medicamentos especiaos e de patente ;
Preparantes homeopalhicas;
Utensilios e appareiho de chfmica ; oe viato. crvstal e porcelana.
Lvros de me Averna de \>\ia uiuvcin c de sciencias.
ia.. .. ^.CASA N1ER r,;!,Pjn'"le a quaesquer informaeoes que se Ihc peeam. Encarroga-so de fazer
todas as despezas at ao porlo de embarque (transpones, despozas de segur etc.,) quando so lhe faca
qualquer encommendn de productos nocessarto mandar ao mesmo tempo urna otra de tat valor an-
proi.mativamente ou indicar em iranca ou na Europa, urna casa encar.-ogada do pagar ou de servirle
garam.a, os productos devendo ser pagos em Pars, as despezas de cambio sao ao cargo dos "mniet-
lonnrr,(,Te0m1'rR.sne0mn"'DdMdCTCm "*''""'AS*Ue* *C*Bl *'rua So,n" Croi*d< Laboratorios de ebrnea j montados ;
Instrumentos de cirurgia ;
Instrumentos de easuthone rulcanisado ;
Machinas para fabricar aguas ga/.i zas ;
Instrumentos de physica e de prerisao ;
Rotulse ornatos para pharmacia ;
Bataneas de servico, de lusu o de analyso cliimica ;
Vasas de video, crvstal e porcelana.
Jos Nuues de Paula em
para vender uo seu armazem
da rua do Amoriin n. 48, supe-
rior farello de Lisboa e vende
por menos preco do que em ou-
tra qualqucr parle.
REMEDIOINCOMPARAVEL.
UNGENTO HOLLOWAY.
ilhareede individuos de todas as nacOes pdem
i'-iemiinharas rirtudea desle remedio Uteompan-
ve o provar em caso necessario, que, pelo uso que
delle zeram tem aen Corpo omembrosiuleiramoute
saos depois de haver enipregado inuliliiieute uutros
tralamenlus. Cada pesos poder-se-ha convencer
dessas curas maravilhosas pola leilura dos peridi-
cos, quelh'as Kdalam lodos os dias l.a muilos an-
uos ; o a maior parle dolas sao liio sorprendemos
que admiram os mdicos mais celebres. QuantaS
pessoas recobraram com este soberano remedid o
uso de seus bracos o pomas, dejiois de ter perma-
necido longo tempo nos hospitaes, onde deuam
SOffiera amputaco Dellasha muilas que havendo
deixado esses asylos de padecimeulos, para senao
submetleriio essa operacao dolorosa foram cura-
das completamente, mediante o naodesse precioso
remedio. Algumas das laes pessoas na enfusao de
sen reconheciiiionlo declararan, estes resultados be-
nficos diante do lord corrogedor e uniros magi>lra-
dus, alim de mais aulenlecareiu sua liru.aliva.
Niiigueiu desespera, ia do oslsdo desndese li-
vosse bastante coiilianea para ensatar esle remedio
coiislanlenionle segiiindoalgiim lempo o Iratamen-
lo que necossitasse a nalureza do mal, cujo resulla-
do seria provar inconlestavelnn-nle : 0"e ludo cura.
U unifaento he til, mais particular-
mente nos s. iiiill.-s casos.
Alpnrca
Cauubras.
Callos.
Canceres.
Corladuras.
Dores de cabeca.
das cosas,
dos meinluoj.
i'.ifennidades da culis em
geral.
ibtas rio anos.
Eraprdes o i'senrbulicas.
Fislulas no abdomen.
Krialriarieou fallado calor
as extremidades.
Frieiras.
Gengivas escaldadas.
Inchacoes.
Inflamaciodo ligado,
da bexiga.
Inflammaeao da mastriz.
Lepra.
Males das pomas,
dos pellos.
de ulhos.
Mordeduras do replis.
Picadura de mosquitos.
Pulmoes.
Qaeimadelas.
Sania.
Supuracoes ptridas.
Tinha, em qualquer parle
que seja.
Tremor de nerTOS.
Ubi-ras na bocea,
do ligailo.
das arlicularoos.
\ eias torcidas ou lindadas
lias peinas.
I-'az-so publico quedeH de junin em oanle o
irem do meio incumbido da ronduio de gneros
s porenrrer a linba as tercas, quintas e Mima-
dos de cada semana.
(I de passageiros aos domingos partir na seuin-
le cnuforuiidado:
TIILM PARA CIMA.
IIAXIli. TVRI.E.
Partida das Cinco Tontas 7,30 100
Cbogada a villa do Cabo 8,45 US
Tlll-M RABA It.VIXO,
Partida da villa do Cabo 0,00 lo,;)0
Chegada a Cinco Ponas 7,15 11^30
N. B. Deixar de haver al mitro aviso' o trem
que ale aqu lom havido, que parte da villa do Ca-
bo as 5horas da larde nos domingos sendo substi-
tuido polu trem especial que parle da villa rio lab,,
para o itecife s 10 horas da manha, o qii.il nao
parara em ponto intermedio:
Escriplorio da via frrea 11 dejunho de 1859.
Assignado/;. //. Brmmak,
-Siiporinlendenle.
Quem livor um eslojo matliemaliro, bom
rompilo, ou ao monos um oompaco de proporeao
ennuiicie ou dirija-sa rua do Crespo, loja do Sr,
Lastro, que se lhe dir quem pretende.
Parten para a Europa liicardo Partas, James
Southward e Lduard Gafiney.
LOTERA
Atlenefio.
O abaivn assignado perrieu no dia 1:1 do correnle
a quantia de 87/, da rua do Sebo at o silio do fi-
nado Luiz Comes Eorreira. sendo em olas do ban-
co, limado 5II.S, 2Me l(l. d do thesouro 59 e 2 :
a pessoa que as achou, querondo restituir, ree.ber
de graiillcacao 30* : na rua da Cadeia de Sanio An-
tonio li. 11 C, agencia de loiloes.
/ose Ifonoriilu de Medeirns.
Escravo fgido.
Ilonlem 5 do correnle mez fugio um mnleque de
nome Joaquim, idade 11 anuos, pouco mais ou
menos, levando raba azul, camisa branca, chapen
de palha, elle do mato chegado ha pouco o maior
signal que lem ter o umbigo grande de nina rotu-
ra ; rnga-so aos cariites da campo o Inda e qual-
quer autoridaile a nprehcnso do dito mnleque e
protesta ja contra a pessoa que oseduzir oceultado
em seu poder, quem o apprhender dirija-se a rua
do Cahug. n. 2, que ser gratificado.
agencia dos fabricantes americanos
Grouver & Raker.
Machinas de ooser : em casa de Samuel P. Jo-
hnslon & C, rua da Sonzala' Nova n. 52.
Dagucrrebtypo.
Systcma norte-americano.
Na rua Nova n. 18, primeiro andar, por cima da
loja do Sr. Caj, alhuate.
Companhia de se-
guros equ idade da
cidade do Porlo.
Ateieia pin IVi-namliuco.
.M.iiiool Duarte Kodripue?, formalaien-
te autoiisarlo aceita u eli'ectua seguros
martimo* c terrestres, por conta desta
companhia ; comas condiroes as mais ra-
zo veis : rua do Trapiche D. 26.
Companhia do Beborihe.
Xo dia 18 do coi-rente pelas 1 i horas
do diatera' lugar no eseriptorio da com-
panhia ruado Cahuga' n. 1G, a arre-
matarlo do rendiraento de todos os cha-
(arizeschicas por hairros e por esparo
de umanno, sob as bases abaixo trans-
criptas e mais condicres patentes no es-
criplorio ; os Srs. licitantes comparecam
com seus (adores ou declaracao dos mes
mos no mencionado dia devendo ser as
propostas poresenpto.
liases sobre ns <|iiaes se leve laucar.
Bairro do Recife.
Chafai-ize hica do caes da al-
fandega. 5:271,^000
Dito da rua da Cruz. 6:736|750
Dito da rua do Flrum. .":C8is"50
Dito do Forte do Mattoi. 2:8i I OO
18:532j,-.*)00
Bairro de Sanio Antonio.
Chafar do pateo doCarmo. 8:i2l.^000
Dito do pateo do Paraizo. 6:9i JJ750
Dito do I'asieio Puhco, :68ji00
Dito da rua do Sol. 3:I5&|<54
Dito da rua da Concordia. 5:53f!50
25:0S-j)5O
Bairro de S. Jase'.
Chafariz do pateo da ribeira. 11:2i7j'500
Dilo da rua Imperial. 5:7i2$250
U:959s750
Bairro da Boa-Vista.
Chafariz e bica da ponte. 5:I29|400
Dito da caixa d'agtia. 4:59j800
Dito da praca. 4:470$200
Dito da Soledade. f.29.s600
U:823.s000
Eseriptorio da adminislracao da Com-
panhia do Reheribi! 10 dejunho de 1859.
N. B. S se fornecera' agua as canoas
e embarcacoes as ditas bicas do caes do
Recife e do Capibaribe.O secretario,
Bartholomeu francisco de Souza.
Fugio iioutem 12 de jiinlio, o mulato aeal.o-
clado de nomo Marcelino, que lem d idade 9 an-
nos, c altura om relaiao a idade. reforcadn do
corpo, tem o cabello, corrido, cara larga e nariz
chato, nlhos bstanle pequeiios, o losta tan.l.em, e
quando falla mais apressado gagneija : quem o pe-
gar o levar rua do Crespo n. 11, ser gralilicado
= Na livraria ns. li e .S da piara da Independen-
cia, prerisa-se fallar aos Srs. Antonio Jovencio Mar-
ques, Alejandre Jos Comes o Manoel Antonio Ro-
drigues Samico, lodos da pqvoaeao de Afogados,
para negocio que lhe di/, rospeilo.'
Na noile rio dia 12 do frrenle mez fugio da
casa de sobrado da rua dos Marlyrios.i junio a igrefa
do mesmo nomo, urna eirava rio l.rigadeiro Mnnz
lavares, d.....une Ignez, parda escura, cbenos
crespos, cabeca pintada, losl.i pequea, rom falta
de um denlo na frente, estatura pequea, levou
vestido de chita, saia do algodio, camisa de mada-
poln e lauro de seda : quem a conduzir a referida
casa, ser recompensado de seu trabalho.
Ama.
Vende-se esle ungento no estabclecinienlo geral
rio Londres n. 2J, Mi.md,., o na loja de lodos os
boticarios droguistas e outu pessoas enearregadas
de sua venda em loda a America do Sul, Harona e
llesp.-inha.
\ ende-se a 800 rs. cada bocelinha, conlm urna
inslruceo em portuguez para o modo de fazer uso i
desle ungento.
Odoposilo geral he o ni casa do Sr. Snum, phar-
i"ai-eulieo. na rua da Cruz n. 22. em l'eriiainbueo.
w SEGURO CONTRA FOGO
NORTHERN ASSKANCE COAIPANY
LONDON.
CAPITAL X 1,500.000.
AgenteC1. \st\iyeC
Offeroce rondices milito favoraveis e premios
moderados.
OSr. thesoureiro manda fazer publico
que se acham a venda todos os das das 9
hora* da manha as 8 da noite, no pavi-
mento terreo da casa da rua daAurora n.
aliena casa commissionada pelo mesmo
Senhor thesoureiro na praca da Inde-
pendencia numero 22, at as 6 horas da
tarde somente, os bilhetes e meios da pri
meira parte da primeira lotera da ir-
mandade de Nossa Senhora do Bom Par-
to da igreja de S. Sebastio de Olinda.
cujas rodas deverao andar impreterivel-
mente no dia 22 do correte mez.
Thesouraria das loteras 11 de junho
de 1859.O escrivao.J. M. da Cruz
LOTERA
PROVINCIA
fi Sr.. thesoureiro das loteras manda fazer publi-
co que em ronsequenoia de se ler reformado o pla-
no para aexlracao das loteras f.ri mistar alterar o
proiodoalguiis bilhetes da primeira parlo da pri-
meira lotera da innandade de Nossa Senhora do
lUun Partoda igreja de S. Sehasliao de Olinda que
ja se achavam improssose por Islo ienhiinia du-
nda se pode suscitar nos bilhetes da dita lotera
que se ai-harem emendados eom tinta pela porque
o meamoSr. iheaooreiro por etlesse responsaliili-
sa. Thesouraria das loteras 11 dejunho de 1858
O esenvao, J. Jf, da Cruz
Pedo-se ao Sr. snl.dologndo da Boa-Visla que
lance suas rielas para a rua do Hospicio, confronte
a rua do Cunarn, que seajnntam varios meninos
e alguns moloques. OS quaes loom feito algum dai-
no a algumas familias eom os busiaps que holan
na mesma. [sto lhe pede: :m morador da mesma.
I.eeuona-se om casas pnrlicularos, primoiras
letras, porliiguez, franco/., Ingl,.z e italiano : na rua
da matriz da Boa-Vista n. 34!
Precisa-se de um criado que soja boleciro
no aterro da Boa-Vista n. U, segundo andar.
Ama.
Precisa-se de urna ama para casa do homem sol-
leiro : na rua do (.lueimado n. Mi.
01 abaixo assignado, tendo ile ir a Porlii"al
tratar de sua sade, enearroga como procuradores
dos negocios de sua casa : cm 1. lugar a seu lilho
Antonio Martina de Seabra Lomos, e em ,no
lllui. Sr. eapilo Domingos de Souza Barros 'o
mesmo miga presentemente nada derer a nin-
guem, mas se alguom se julgar sen crodor, aare-
seiiiesn.H conlas para sorcm pagas, e islo no prazo
de tres das, ou enUio em sua ausencia aos scus
ditos procuradores. Recite 11 de junho do 185.
Francisco M. de I.emo>.
= Quem quizer arrendar o engenho Conipapti-
rn protimo ao engenho Panlila, no tormo de
Olinda, dinja-se ao mesmo engenho Paulisla. que
achara com quem tratar.
== Jos da Silva Mendonca Vianna. cidado bra-
sileiro, segno para a Europa aflm de tratar de sua
suude.
Allcnfo.
Oaem precisar de um rapaz! portuguez para rai-
xoiro de qualquer eslal.eleciinenlo, excepto taber-
na, dirija-so a rua da Conceico n. 19.
= (is douiores em medeeina Prudencio de Brilo
Colegipe e Manoel Alvos da Costa Brancanle podem
ser procurados para o cwrcieip de sua proBssao, a
qualquer hora, em sua casa na rua da Cadeia de
Santo Antonio n. 11, segundo andar. Dio consul-
las das 7 s ) lloras da maiiha.eau.s pobres gratis,
Constando ao abaixo assignado ler alguns va-
les passados em seu nome. cujas firmas sao falsas,
o cpio podem ser mandados rernnhecor, o seren por
engao ou boa f recoiihecidns, faz este aviso a
quem competir, para prevenir incumniodos.
Jusf Compeli de Afii'/Mcr>/ae Oalctio.
z= O Illm. Sr. iuspeciorda thesouraria do fazen-
da desta proviueia manda fazer publico, que no dia
1* do correnle se ho de arrematar peranle a mes-
ma thesouraria uito.mesas que sorviram ao seu ex-
pediente. Secretaria da thesouraria de fazendn de
Pernambuco 13 de junho de 1859.O oflicial maior
interino, l.uiz Francisco de Sampaio e Silva.
lltferece-se una boa engmmadelra : na rua
das Cruzes n. 24.
Olferece-se uina ama de muito boa conducta
para casa de pouca lamilla ou de homem solteiro:
quem della precisar, dirija-se ao aterro da Ba-Vis-
ta n. 37, segundo andar.
O senhor que apanl.ou um incerado de carro,
no dia 11 do coi-rento mez, do Forte do Mallos at
o ekabrb de Fora dn Portas, sendo a viagem se-
guida pelo caes de Apollo, roga-se de entregar na
rua da l.ingoeta n. 10 ; nao queira incommodar a
polica, pois sabe-se pliysicamenle quem : na
mesma casa precisa-se de urna ama que culenda de
co/.inhar,
O hachare! A. B. de Torres Ban-
deia, professor de lingua franceza no
gymnaso desta praca continua a dar li-
ciies desta mesma lingua, e bem assim de
phiiosophia e rhetorca em cursos parti-
culares na casa de sua residencia, rua
larga do Kosario, n. 28, segundo andar.
Acha-se prompto para leccionar im
qualquer collegio.
2, (ioldeii Squai'P, Londres.
Hegenl Street.
J. 0. OLIVF.tltATendo aiigmeniado, rom to-
mar a casa contigua, ampias a excedentes accoat-
modacoes para muilu nriior numero de hospedes__
de novo se reeommenda ao favor e leaabraxtca dos
seus amigos o dos Senhotes viaj.uile.s que visili-m
esta capital; eonlina a preslar-lhes seus servil ns
B boas oflh ios, gni.inrio-os em todas as eousasque
precisen eenbecimenlo pratieo do pai/., etc. Alem
do portuguez edo ingles falla-so na casa o hespa-
nhol e francez.
Altenco.
200jg000 de ijrati(ralo,
a quem apprelienJer e levar rua Imperial n. 10
casa de Manuel Joaquim l'erreira F.sloves, t.u na
rua do llangel n. 75 ao sen senhor Manoel Paulo
do All.iiquerquo, o mulato Raymundo. claro, de 22
anuos de idade, estatura bailad delgada, eom falta
di'denles i,,-, frente, noqucixosuperior, poma bar-
ba, tendo apenas no qneixo inferior um pequeo
pincel, gosla milito de andar limpo e calcado, por1
moque de tuppdr que lenha podido passar por
forro. Este mualo fugio da cidade rio BecUe no
dia 7 rie agosto do anuo prximo paseado, .....le se
empregava nu trafico do cortar ramo na rilicira rie
S. Jos, o suppoe-se que se aeha lioinisiadn para
Cruangi ou no engenho Mega, ua freguezia do
Goianna, onde lem um rian, escravo do dilo en-
genho.
No primeiro andar do sobrado n. 21 da ruado
Ai-.i_-.im, pnr cima do estabolecimenlo de rilas,
precisa-se do uina ama que saiba cozinhar o cn-
gnmmar. tendo boa conduela : a iralar nu mesmo
sobrado.
= O abaixo assignado, cnnimorcianle desla pra-
'.a, seientiflea ao publico, que nao existe om cir-
cularan leira alzuiua de seu acnilo, garanta ou on-
doco. Kecife 15 de junho do 285!).
Uanoel da Silva Santo*.
r J"r.peisa-sc tomar a premio a quanlia de 6 ou
N:IMllJl)l>00, dando-so boas firmas ou hvpolheca om
um engenho distante da praca 6 legoas, e perln-
cente i comarca do Beafe :* a quem convier esle
negocio, annunii,- por esle jornal, ou dirija urna
caria com as inieia.s A. B. F. livraria ns. 6 eS
da praca da Independencia.
= A mesa administrativa da irmandado do San-
tissuno Sacramonlo da matriz de Sanio Antonio,
convida a lodos os seus irmaos para comparecerem
domingo. 19 do correnle, as 9 horas da manha,
nn consistorio da mosma, aflm des elegera nova
mesa que tem do reger o anuo de 1859 a 1880=0
esuivao, Jo/f Flix d Urilo lacedo
Km casa do abaixo.assiguado appareeeu nn
da 11 do cirrente um escravo crioulo de nomo
K.istaquio, procurando an abaixo assignado para o
comprar, o disse ser perlcnronle a Jos Cvriaeo
Gomes, morador em l.ago do Canholo ; pn'rlaiil..
avisa-se. a seu senhor que quanlo (ates venha lo-
unrronlade dito escravo, nu negocia-lo corlo rie
queo abaixo assignadn nao se responsabilisa por
qualquer cousa que possa acontecer ao dilo escra-
vo. Cidade da Victoria 12 dejunho de 1859.
Alerandre Jos de Uellatula Cnralcanti.
Precisa-so de uina ama para casa de familia
de riuas pessoas ; nao se quer pessoa muito moca,
o piefere-se oslrangeira : na rua do Queinudo'n.
16, primeiro andar.
= Slanoolf.uiz da Cosa, om razio de autores e
rapidez do sua viagem, nao leve lempo do despe
dir-se peeaoalmente de seus amigos, o que faz por
meio do prsenle aimunrio ; roga por isso o quei-
ram desculpar dessa falla involuntaria, e Ihes olfe-
rece oseu limitado proslimo na cidade do 'orlo.
Joaquim Francisco da Silva Carrie.o, em eon-
Sequencia da rapidez de sua viagem, nao leve lem-
po de despedir-se de todos os seus amigos e co-
nhecidos, o que. faz pelo presente aaauado ; por
isso roga a todas essas pessoas o desculpem dessa
falla involuntaria, e lhes olfcrece na cidade do Por-
to o seu diminuto presumo.
Attenco.
Joz Custodio Braga, deixou de sorcaixeiro desde
o dia 3 do crrente do abaixo assignado;
Antonio da Silva Pontes Guimaraee.
KSCRAVO FGIDO.
Ha 11 dias que se acha fgido o escravo lldoriro,
de cor prola, crioulo, um pouco alnlcimado, esla-
tura regular, magro, peroas arqueadas, lem falla de
denlos ; este escravo t,a um anno, pouco mais ou
menos, qua veio da provincia do Maranhao, consta
que se aeha para as bandas dns Afogados, o quo
lem apparccido aqui no Recife : quem o Iroiuer
nesta cidade i rua do Sanio Amaro (Mundo Novo'
n. C, ser bem gratificado.
= A pessoa que tiver carias da ilha de S. Mi-
guel para Antonio do lodeiros, pode, levar livra-
ria ns. C c 8 da praca da Independencia.
Compras.
IiEBEIUBE.
Compram-sc acrf.es da Companhia de Behenhe :
as lojas, rua do Oueimado n. 8, c rua Nova n. :i.
Compram-sc dous queraos possa ni es o no-
roa : no pateo de S. Pedro, sobrado de um andar
n. 4.
Compra-se urna escrava de bous
coitumes e moca, que saiba engommer
bem e coser, no~se olha a preco : na rua
do Trapiche n. 14, p.-iuieiro andar.
Compra-se urna escrava que cozinha, lava de
sabao e engnmma : na rua Nova n. 84.-
Comprase um carro americano cun coberla
asa, que sirva para qualro pessoas, e que seja leve
oslando om bom estado : na rua da Cruz do Re ii
ii- la, primeiro andar.
= Na rua do Collegio n. 21, lorceiro andar, rom-
prain-so eseravos de ambos os sexos da idade de 7 a
11) anuos ii paga-se muilo bem.
Vendas.
Fogo artificial.
Grande sorlfmenlo de fogo de Iluminaran para
festejar Sanio Antonio, c S. Joao. por preco muilo
commodo ; na rua Nova n. 20, loja do Vianna.
Farelo a 3S500 o
>'a rua da Madre de Dos n.
*J3, vende-se farelo de Ham
burgo saceos com 0 libras a
r>#50o.
Agulhas inglezas como no tem vindo
ainda Pernambuco em lindas carleiras
decouroda Hussia, allineles braneos.dou-
rados, pretos o de caberas do loura, lorio
novidado de Londres, e se vender nica-
mente na loja da rua do Quciniado ii. 10,
de Leite & Corrcia.
Vondem-se palacios hespanlioes ~brasilcirns :
ua rua da Cadeia do Recife n. 4.
= Vende-se uina escrava mora, com algumas
habilidades e sera vicio algum quem a pretender
dirija-se rua do Cabug, loja n. 3.
Castanhas do Ma-
ranhao
a11(1 rs. a libra, 3$200 a arroba, manleiga franceza
aSmi, dita ingleza a 960.1 $180 e 1i00 a libra,
queijos do reino a 1$800, ditos do serian a 960 a
libra, eagomma lina se acaba : quem quizer, nao
se discuide ; o lambem se vende um caixo de
amostras, proprio para taberna : na rua Direila
n. 91.
Vende-so manleiga ingleza a 060 a libra, dita
franceza a 800 rs., cha hysson a 1S920. dito prelo
a 1g600. lates com duas libras de bolarhiuha de so-
da a 13800, louciuho a 440, queijos dos moldures
que ha no mercado n 29400, vinho muito bom a 8011
c 480 a garrafa, azeile doco a 640, e vinagre de
Lisboa a 320, fogos miudos para meninos, para o
S. Joao : na taberna da estrella do paleo do Paraizo
D.14.
Farinha de milho.
Ao aterro da Boa-Vista, junt a casa queimada,
i chegada nova porco de farinha de milho muito
nova e fina, que se vende pelo diminuto preco de
100 rs. a libra, c 3a a arroba.
Algodo da Baha,
proprio para roupa de eseravos e saceos de assu-
car ; nico deposito, no escriplorio de Antonio l.uiz
de-Oltveira Azevedo, rus da Cruz n 1.
Jacaranda superior. *
Vende Antonio f.uizdc Olfreira Azevedo, no seu
eseriptorio. na da Crnz n 1 -. para vr, no seu ar-
mazem da rua do Vigario n. 20.
Jogos de damas.
Vondem-se muito bon: jogos de damas com as
competentes pedras, pelo baralissimo preco de 3
cadajogo : na rua do Oueimado, na bem conheclda
loja de muido/as da Roa Fama n. 33.
(ravatinhas para senhoras e
meninas.
Vendem-se riquissimas graratinhas de seda com
passadores para senhoras e meninas, pelo baratis-
siinu proco de 29 cada una : na rua do Oueimado,
na bom eouhecida loja de mudezas da Boa Fama
n. 33.
Realejos e violes de patente.
Os melhorcs que lem vindo a esle mercado, o
lambem earrinhos proprios para passcio, ou condu-
zir meninos para a escola por serem cobertes : no
aterrada Boa-Visla. loja de miudezas a. Ht.
lllUlliu llIll-l'/41.
Km Jalas grandes e pequeas, e ta.ul.en. so rende
sjiesaa, meias lidias, quartas e nucas, a preco do
ijuCOa libra : a ella, antes que se acabe ; nu ater-
ro da Boa-Vista n. 82, loja du miudezas.
Milho c farinha de man-
dioca.
Vendo-so milho e farinha de mandioca de Sania
Calharina, chegada rio llin de Janeiro un brigue
Sagitario... de superior qualidade, por preeo mais
un conla que em qualqucr'outra parte ; no' aun i-
cm grande do Sr Paulo Lopes, uefrontc da ese,i-
dinha da alfandoga.
Venid-m-so ilefronlo de S. Francisco, tvpo-
graphia do P. C. do Lomos t. Silva, os restante-.
RTULOS UK CHAHUfOS
de dilTorentes cores o parirnos a 5J em milheiros,
e a t 10 rs. em pantos, papel bom de imprcssao do
d.irorenles tamandoa, papel grove, almaco do linho
almaco paulado, de peso de differenles qualidade.'
coinponidores de ferro, dilos de pao, cunhos envia-
sadps. escovas de lavar formas e tirar proras, i) pos
de difTerentes corpos, linhas, regretas, tima para
obras avulsas, ele., ole.


Mg| IWfetM* -----

-
.WJL
_______- ____-
^
>
30 g-5 S gg.2
sis!"!
fin--
Q = =^
cc-o cr"3
Vendas.
Vcndem-se ssrros enm farinha do mandioca do
boa qualdade. tarlo do Lisboa, om saceos ninilo
1 grandes o superior qnalidade, milho em saceos a S,
UotO. sacros rom jtouima do mandioca, foijiin
j mulalinho, prelo o rajado, muilo novo, om sarros,
faltona do Irigo propria para animaos a :rj o sarco
I rom 5 arrobas, esleirs de palha do carnauba om
poican o a rclalbo ; tildo so vendo por monos uno
-ni oulra qualquer parlo : na ra estrella do Hosa-
! rio, arma/.eni n. 29.
Continua-se a vondor o rap Mournn pelo I
na taberna da na
Vendom-se pama nova
do Itaiagel n. 7.
V onde-se superior lililij de algndao, tironeos e
do cons, em dotuIIo, para costura : om casa de
Seutha II, Mellor i& C, ra do Torres n 38
GARRAFAS VASIAS.
A ondem-so garrafas novas vasias muilo cm con-
la na na do Trapicho Novo n. 10, arnia/om.
XAROPE E PASTA W. COI1KINA DI. llKBTllft.
A* propriedados notareis do Xaiioi-i. o a Pasta
de Codeisa tem sido propalada! pilas sabias ex-
periencias dioicas o comparativas ,je lUaESMl
Barbikr 11'Aiiif.ns, W11 i.iAU-- Gkesort, Martn So-
X.X S X.XX : cStksB
S ~ = -1 2 *
= 3 s 7
2 3 a l l I
Cortes de colletes
baratissimos.
Vendem-so cortes de rlleles de fuslao a 400 rs.,
e muilo linos a 1J2X0, assim romo ditos de gorgu-
rao, pe diminuto proco de 2 ; a ellos, ajilo *e
oslan acabando: na rua doOucimado 11. 22. ua Iota
da lina F. ,
\011den1-so dous oscravos moros, de muilo'
.. bonitas ligaras o proprios para lodo o'se'rriro, alera '.
ioxitc membrosdn instillo de1 Franca, da ata- do que, un oleiro o o ,1ro bom nlHc.al de la-
lamia de medicina, e mdicos dos nospilaes de loe.ro, a ambos oslan aooslumodos ao servio,, dn
,____ raiup : a Halar cora Manuel Alies Fercira V L-
as experiencias cnniirmadas pelas rcenles ob- ma, ra da Moeda u. 3, segundo andar.
Vende-te a loja de entrado da ra i
do Livratnento n. 57, milito* afre{;iiczada
i que o Xaroi-k o a Pasta do Cohkixa do Bertiik sao com os fundo? acontento do cotntirador
Loja de erruyen C, milldl-Zas. oarensc^maiseOIcaiesparatodas asdoresnerro-1a,-,.. na m J !
-IB, agudas, e as venes tan rebeldes ; o que alfroxa uat,lr na mesilla rita n. 9.

Pars.
mesmo preco que so rende no doposiio geral : na 1 serrarnos dos Srs. Aran. Vicia, G. DraoxT nrnfcs*
j ra estrella do ltosano, armazem 11. 29. ; sores "da faculdade de medicina de Pars mediros
Ra Dil'eitail. 53. doshoapitoesdei,ari8ete.,etc., tem demonstrado
S g 3 =
c
a -3

.sai.
* 5\ O
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o 2
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-fTTTTTT TTrryTTCT^fig!
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|-J I O w O
r "> -* ">
> S" 2 2
= o E" 2
5 3-S o c B
=-e.Es
o & J
'* j 2 S -
I lis
l.anii-rnas do vidro, obra moderna para salas de'
goslo, o par a 9 c IOS, grelhas avulsas para anaa-
reros, espingardas linas do caca, o muitos nulms
gneros proprios deste eslabeleoimonlo, por bara-
tissimos pircos, que s a visln do comprador se po-
derlo reconlieeor.
Coraes.
Macinhns a 560 rs., mantinbas a 4S500 : no Pos-
seio n. 11.
= Vende-se na ra de Domingos Pires, na rasa
de Frederico Fcrreira, um carro novo de 4 rodas,
Eroprio para engenho, sondo de dous bois c tam-
em do um, c serve para a eslarao do vapor.
Fazcndas por focos coiumodes.
NA*
Loja do sertanejo
liua do Queimado n. 43 A.
Cazaveqiies de fustn branco ricainonle onfoila-
dosa DI. 1 i r lii.s-iKin. ditos de miisselna a 11, 12 e
139, meias de seda bramase decores e protas, on-
feiles para cabera de senbora, de froro, a 4, 5, 6,, r
7, 9 o 10J, ditos com vidrilbo, bengalas do todas f-J
as qualidados, um grande sortimento de cbapens i
ricamente enfeilados para meninos e meninas para
baptisadn c passcio, por menos prero do que em
onlra qualquer parle ; contina a ter nm grande
sorlimenlo de grosdenaplos prelns de todos ospte-
cos, que quer acabar, a lgoOO. 1$G00. l7(M), 1S800,
2j, 29400, 3j e 38500. eballv muilo lino e bomlus
padroes a 860 o 900 rs o corado, laa/inhas muilo
miudinbas o mais gradas a 400 rs. o rovado, bari'-
ge de selo muilo bonitos padroes a 500 rs. o co-
rado, sedinhas do quadros mui/o finas a 1 300 o
corado, palelols de panno, sarros o sobro-easaca-
dos a 20 e 18<$, todos forrados de soda a 25J, o ludo
o mais aqui se encontrara do bom e por menos do
que em outra oualquer parle.
2.^> e o ..
Il-ili
Si
vi a
- o
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O O O
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CSC
fN ^
c:
lis l
sas,
com una rapidez, mararilhosa, os accessos cense-
rulivos c que tanlo cansam, do catahuiio, da tossf.
cootixsa, da brom.hitk eda rmaisicA rcLaoaut.
O Xaroi-k e a Pasta de Cohf.ina de lliinu. en-
contram-sc em todasas pbarniacias do Franca e do
eslrangeiro.
Para evitar a falsilicacao deve-sc exigir em cada
vidro a assicnatira, e osme Bertiik.
Dirigir os podidas om grosso a casa Mf.nif.r 4 C *
n. 37, ru Sanie Croix de la Bretonnerie era
Pars.
Sm
h IIENRIQLEJrSiVroS ^
5 *2i <. c~.
Rua do Torres.
No eaeriploria do Cuilberme Carralho & C. ha
! para vender liaba rori/. por atacado o a rclalbo,
i e farelo de Lisboa do regular e superior.
' t ?
Toalba ndamateada?.
Fio de vela.
lfcoitot.
Estopas.
*if Vendem-se em casa de Atkwiglit
'^ \ C. na niadaCnii n. 61, por
>? Di'eeo commodo.
Fumo em folln.
PAR ACABAR.
PAI.ET0TS.
Vendem-se paletots.de brim de piiroliubo, bran-
cSa P"*?08 a "^: "a rua d" yueimado n. 22, luja
da Boa Fe.
IS

-
^SI2
Choguem 'reguezes loja da
Boa Fama da rua Direita
n. C4.
Facas e garlos com ralio de marfim muilo finas a
10S50 a dada, ditas de cabo prelo a 6$ (00, ditas
a OS, ditas do cabo de osso linas a l$200, dilas a
59400, ditas cravadas finas a 49200, ditas do rabo
proto e hranro a 39200, dilas a 2S80l), dilas a 21600
dilas para sobre-mesa linas a 9500, 55, c 5S500!
nsde forro a 610, 800, 900, 1>!, I9IOO, lj200 e
laiOO, rama d venlo muilo larga a 8g. dilas a 7 e
09, rame de Ulan do lodas nsgrossiiras a 800 rs. a
libra, barbante de todas as qualidados pnrTiaralis-
-iuio prero. fngareros de ferro a 19200, lgiOO
1,S'i60. lsSlMt.is. 2S:JO0 o 2$000, forros de arada
iiielBOrqaalidade a 720, castiraes de latoalgOOO,
1JS00 a 2j o par. couro do lastre milito grande a
4j000 a pellc, marrnquim a 1$900 a pello, pannos
de lapele para mesa a '.ijQOO, allinelc de ferro para
armador a 2*600 o maco, fechariurasde broca para
porta a 610, 720, 880 el g. dilas para armazem a
4J:i00. o.scrivaninhas de lalao a 39500, 4J a 4$8O0,
bandejas grandes e pequeas, biros branrns o pe-
los por baralisslmn proco, linos e ordinarios, ferra-
gent! e miudezag do tocias as qua|idades, mais ba-
rato do que em oulra qualnuer. parle : na rua Di-
reita 11. 64.
Na loja da estrella.
Rua do Queimado n. 7.
Esle estabelecmenlo contina a tero mais com-
pleto sorlinioiito de fazendas de lodas as qualidados
o se vcndoiu por menos do que cm oulra qualquer
parle, assim como :
i hilas francesas, o corado
Corles de easemira inglesa
Hilos de dila muilo superior, france/a,
o corle
Chapeos franceses para cabera, finos
Corles de caira de brim
Casemin de'duas larguras muilo fina,
o covadn
Taimas lMirdadas muilo ricas.
Chapeos para meninas e senhoras.
Camisas para sonhora, bordadas.
Cortes de collcle do fustn, bonitos padroes
Camisas de lodas as qualidados para homem.
Carteiras do perfumaras ingle/as 5900(1
Caxareqoes do (ustao. fazenda mnito superior,
Colletes do relludo prelo e de cores.
I'aletol.sde panno prelo
Ditos de dito superior a28 e
Cairas do rasemiras relas e de cores.
Fsuarlilhns para senhora
Palelols de ganga muilo superior
Ditos de btim branco
lliros rostidos de fil de seda proprios para
baile o casamento.
Dilos de seda de todas as cores.
Ditos de cambraia rom hallados
Lencos de seda a 500, 19280 e
huras de seda para homem e senhora
Tamancos a 320 rs.
o par.
Dedirorsos tamaitos, para acabar: na loja de
miudezas do aterro da lloa-\ fsla u. 82, quasi con-
fronte a matriz.
SISTEMA MEDICO DE HOLLOWAY.
PII.UI.AS HOI.IAVOVA.
Este ineslimarel especifico, coinposlo nleramon-
lo de horras medicinaos, nao conlin inercurig, nem
algunia oulra subslancia deleeteria, Benefino mais
enra infancia, o a compleirSo mais dilicada he
igualmente prompto o seguro nara dosarreigar o mal
na compltelo mais robusta ; he inteiramente inao-
conte em anas operaces e effeitoa ; pois busca a
remore as doenras de qualquer especie e grao por
mais antigs a tenazas que sejam.
Entre inilbares de peasoaa curadas com este reme-
dio, militas queja eslaram as porlas da niurle, pre-
servando em son uso : conseguirn! recobrar a saude
e forras, depois de harer tentado intilmente todos
os oiilros remedios.
As mus aflictas nnderoni entregar-se a desos-
peraean faram mu COrapeteote ensaio dos ollica/es
elfoilos dosta assombrosa medicina, e prestes retu-
poraiiio o beni'licio da saude.
Nao ge perca lempo em lomar esle remedio para
qualquer das seguinles oiiforiuidades :
Crosdenaplosde coros de nnadrinhos miudinhns,
padrees muilo bonilos a 1j!2sil o rotado, rhallv do
soda com lloros matizadas a 19 o corado, flli'i do
linhn liso moilo fino a 800 rs. a rara, dito bordado
a 1,9280, cambraia do linho muilo lina a 600 rs. a
rara, superiores paules do tartaruga para prender
cabellos, nimio fornidos, polo diminuto proco do
4;?. dilos virados a imperatri/. a 12?, sapalinhos de
merino para enancas, bordados ricamente e rom
tacos de frocoa 2g o par, bonetsde palha para me-
nino a 2*500, loques mnito finos a 4$*>00, chales
de merino liso rom franjas de laa a 5f, dilos muilo
finos com franjas de seda a 6g, dilos bordados com
".:.;; .3$ franja do laa a 7, cortes de colletes do relludo
g muilo superiores a 7,10 12$, panno fino prelo,
>3'i prora de liman a 2, 4 e 5$ o corado, easemira pre-
f, ta lina a 2, 3 o 4$ 0 invado, lavas de soda para
meninas, bordadase ricamente enfeiladas a 29500 o
par, gorguro do lirilio o seda muilo superior pro-
prin para colletes a 19 acorado, alpacas decoros,
entestadas, para palelols, pelo baratissimo proco de
6(0o eovaclo. a aloni dislo um completo sorlimen-
lo de buendas linas grossas, que sn renden!.....i-
ln om conta : na rua do Queimado n. 22, loia da
Boa F.
Hecousa muitoboa.
Vende-se a rerdadeira pomada para fingir ca-
bellos, pelo barato proco de 1 a caiiinha, com es-
covinha propria ; lamhem se rende niassa para
aliar aeradlas a 320: na rua doQaeiatado, na bem
couhecda loia de miudezas da Boa Fama n. 33.
Reccbiilas em dircilura de
Paris.
Vende-se cargado receatemenie da Babia por
menos proco do que cm oulra qualquer parle : na
rua da Cruz do llecio n. 1:1, priim-iro andar.
. Vende-se ama poltra a um cnvalln novo e
rom baa andaros : quem qui/er este* .mimar?,
^ dirija-so a osla Ixpograplua, das 2 as i horas da
. : tanlo, que se dir quem os reale.
Na loja tic A portas, nn rua do
Queimado u. ,7,
: desoja-sc liquidar as seguales fazendas, romo soja,
i grnsdonaple do e.lr n 1S*I o invado, orgainhs --
^ euros ile muilo lindos padree* r 500 rs. o rondo,
if.: sedinhas di'qiiadrinhi.s muilo linas a 1$, dem
vWwwinfliwiMM *jm*m -N**..r '!""'" S"P' l,"r '-"" a rovado, veslid sdo sedn
l?L&f&ffi7f&-???&vi-'f&3!f$2& '!"s ,"'":"l;,i l"'r r^ *?"* "-avoque, de
Instan minio bom enfeilados, rapnlinhos prelos de
Chcsuema loja nova to serla- SHdT- "'" "iJL.*rffJtoM- *(!<
rua to Qneimado
nejo,
n. A\ A.
I
GRANDE SORTIMENTO
Roupas leilase todas
NO
Armazem e loja
DE
Ges & Bastos! ^^0.1*
Frente do Livramento.
Cassos francozas, fazenda nova, a 160 rs. o cora-
do, e a peca a 5-5 com 33 corados, cortes de eam-
Aeeideules epilpticos.
Alporcas.
A iplas.
Aroias mal de).
Asthma.
Clicas.
Coaralsoes.
Ilebildade ou cxlenua-
can.
Debilidade ou falta de fnr-
cas para qiialqiiorcousa
Dysinteria.
fiordo garganla.
do barriga.
mis rns.
Dureza ao reir.
F.iifermidades no voulro.
Ditas no ligado.
Ditas venreas.
Kiivaquei-a.
Herysipola.
Pebre biliosas,
l'ilirelo ntemitente.
Febreio da especie.
Celia.
Ilemorrhodas.
Ilydrnpesia.
Irleriria.
Indigeslors.
liiHamiiiaciies.
Irregularidades da mons-
truaeao.
Lombngaa do toda espe-
cio.
Mal do podra.
Manchas na culis.
Ibstrucro de reatre.
I'luvsiia ou consumpcao
pulmonar.
Belenrao de oiirna. ,
Rheirmalismo,
Symploraas segundarios.
Tumores.
Tiro doloroso.
Ulceras.
Veneren (mal
\ endeni-se 'estas iiilulas no estabeleeimento ge-
ral de Londres n. 221, Slrand. o na loja de lodos
Osboticarioa droguistas e nutras pessoas enoarrega-
das de sua venda em toda a America do Suf, llava-
na o Hespaiiha.
Vendem-se as bocetinhas a 800 rs. cada urna dol-
as comlin nina iuslrm-cao cm porliiguoz para ex-
plicar o mudo de se usar deslas plalas.
O deposito geral lie em casa do Sr. Sniim pharma-
ceulco. na rua da Cruz n. 22 eui l'ernaiubucu.
160
2$400
6$500
19280
3$500
500
16S000
aogooo
5J500
5$500
4$80ll
5$500
2$000
1SO0O
Wt
Loja
NA
S NA RUA DO QUEIMADO N. 46.
Ricas sobrecasacas de panno lino prelo e g
g de cores com golla de velludo e forradas de ki r ri-r.------:"."""=;
,., seda, feila com todo goslo e accio a 229 25S salpico a 3$, ditos pintadas a 2$, loncos
:- 28 e 30, bem assim palelols de easemira de S' / ,r,'lr"z a 50 "luvas de "^a prel-"* lizas e br-
- para senhora a 19, chales de merino com
a 4S, musselina branca a 210 o
arnada a 320, velludilho de coros
enancas a 800 e 1$, r.i do linl
_ de fustn de muilo goSto |M, Jims de'eana Prcl- tie cor a 59, dilos do bramante do linhn hra- r' kraf e lo,a Slu abcr,a das 6 horM da "** as
% co a 5S500, cairas de easemira prota o de cor g!9 da D0lt"
H a 6$, 7$, S9.95 e 10$, rolllos de fuslao niui- -
$ lo bem feilos a 29500 o 3$, dilos de gorguro g
ile seda a 5$, ditos de molliorqnalidade a 6$ ^
H '' 79,dilos desetim maeo a 6$, ricas col- tr
chas de fnslio de diversas rores o muilo -'
g grandes a 69500, reroulas de bramante a -
S 19600cada nina, 19800, 1$9i,0 e 29. dilas de
panno de linhn com borracha a 2$500, eolia- H
g tes de brim branco muito fino a 3$, dilos de Q
soda branca a 5g, calcas de brins de diversas B
cores e padroes 1 39, 3$500, 4 e 5J, ditas
- de mcia easemira, padroes miudiiihos a 49, 8
ditas de brim bramo trancado de linho a 5 si
^ e 69,contras militas fazendas o obras que '-''
|<| si'icom a vista que o fregaez pode araliar o t
5J que vender barato.
a i .-
Boncts de panno fino e gor-
guro.
Mui bonilos boncls de panno flnu prelo enfeilados
com ricas lilas de cbamalolo, trancas de reros e
galaoznihn dourado, dilos de gorguro furia-coros
e do lindos gostos a 4 o 59, procos haratihumos
rista da superioridade da obra : na rua do (.lueima-
do, nos quatro cantos, loja d'agua branca 11 16
UA
FUNDILO LOW MOW,
Rua da Senzala Nova n. 42.
Nesle estabelecmenlo continua a haver um com-
pleto sortimento de nim-ndas e meias moendas para
engenho, machinas de vapor e laixasde ferro bat
do e coado. de lodosos tamanhos para dito.
Vestidos prelos rom babados bordados a
velludo e seda..........................
Dilos de coros o bramos rom babados___
Dilos de gaze rom babados de velludo___
Dilos de dilos cosa ditos de troco..........
Hilos de dilos a Slephanie a Victoria......
Bieas sedas brancas lavrsdas o covadn
18200 e..................................
iriisdenaple liso de lodas as cores a......
Sedas de quadros largos a................
roedeoaple arelo encornado a IfjtOOe..
Hilo dilo minio largo a I96OO e..........
Dito de cores de quadriiihns a............
Sarja prela hospanliola a..................
Hila prela e do coros cmn 4 palmos de
largura a................................
Belleza da China toda de seda a..........
Chalr de llores malisadas a..............
Follar de Paris o mais moderno a........
lase do seda de lluros a..................
Selim do escocia o diana do soda a........
Seda de quadros e lislras com toque de
mofo a..................................
Duqueza de seda de ramogem a..........
Barcge de soda do varias qualdade; a 300
ris e....................................
Mein relindo de cores a..................
Velbulina de cores........................
Brilhanlina branca muilo lina a.....'..:..
Chilas francozas claras e oscuras a 280 n
Panno prelo c de cor lino prora de limao
a 38500 e..............................
Casemira prela lina a 1$600 o............
Castas orlandys de novos deseabas a vara
Dilas francozas muilo linas a..............
Mantas prelas de linho ricas..............
Ditas de binad brancas c prelas..........
Taimas bordadas muilo ricas..............
Ricos chales de louquim hnrdados........
Ditos do seda de eoros prelos e oscuros..
Dilos do merino bordados a velludo......
Dilos dilos a soda a 0g500 c..............
Ditos ditos lisos franja de seda............
Ditos dilos franjado l....................
Dilos ditos estampadas do 2$soo a........
Lencos de linho lino bordados............
Dilos doalgodao labyriulho de 000 rs. a
Manguiloso liros e onlrcmeins bordados
de cambraia............................
I Colindas de cambraia bordadas a 6i0c.
Dilas ditas muilo linas de pona..........
Enfoiles do froro a llores modernas......
Paitos para camisa dealgodo e linhn___
Semillas do brim de algodae e de linhn..
Camisas francozas de cor o brancas a
18920 e ................................
Hilas dediles de esguiao linas!...!..'..'.
Casacas e sobrecasaeos de panno proto li-
no a229 o....................
Palotots de easemira claros e oscuros...!
Ditos de merino selim prelo e do cor___
Dilos de alpaca preros e de cor com goll.i
do velludo............................
DilOS do brim branco e do coros linos___
I Dilos de alpaca prelo o de cor...........'.
I Calcas de easemira prela c de cor......!.
! Colletes de velludo easemira cgorguro!.
Bordados finos.
1
&
9
s
s
2800
igeoo
1?600
28300
3S0OO
18300
2;200
19500
I8000
000
I8000
19000
15000
800
'.lllll
Nesle novo eslahelcciiiienlo que s conlm fa-
zendas novas e de bom gusto, os froguo/os do boro
barato eaeoalrataa um completo sortimento de
(aseadas, o que so menciona apenas a seguale,
por ser enfadonho aannaciar todas as fazendas : ri-
cos curios do vestidas do soda de cores o molhor
queso pude encontrar nesle genero, sendo 3 tullios,
2 saias a aquilla, grosdenaples de rores o muilo
boa qnalid.ide a ljyiiO o 2g. luvas de pellica do
Joiivin para senhora a para homaro de Indas as co-
res a 28HHJ o par. ricos manguitos bordados a 35,
dilos com galla a 300, dilos a I>"i00, dilos lodos
abortos a 5.3M10 e 64000, dilos coro laziulia a 79.
dilos a '.la, ricos pannos para mesa a 7 e Nj, chales
com finen muilo bonitos a 16 u 158, ditos mais pe-
queos a 13?, sabidas de baile muilo ricas, as uie-
Inores que poda haver nesle genero, c por proco
cumiando ; assim roma lainbem tem un grande
sorlimenlo de obras feilas. assim enmo sejam : cal-
cas de easemira a 8, 9 o IO9, dilas prelas a 7, 9 e
199, palelols do alpaca prelos a 9 o 38800, a muilo
linos a U9, dilos de alpaca de cor a 3j500, de lodas
as qualidados, rlleles de velludo pretoso do coros,
do gorguro, do selim maco, e do fuslao, calcas
para senhora a10g cada um, um sorlimen-
lo de palelols de easemira do cor o prelos e de al-
paca o brins. que ludo isio so desoja acabar, e en-
lo se vendo a dinheirn muilo barato.
Toalhas de linho para mesa.
Na bem eonhecida loja de quatro portas, na ma
do Queimado 11. 37, tem para vender um completo
sortimento desms toalhas, as quaes se vonderSo
conforme os lamanhos, e por prero muito com-
modo.
\ : ATTEN(iO. I
>~ Kissel, rolojnriro franroz, vende relnginsde
*^ 011ro c'prala, ronrerla relovios, jotas e mus- S>
| cas, ja aqui he conheridn ha nmilos anuos,.^
>* habila no paleo do Hospital n. 1f.
~ enue-so urna mulata prendada com lodas as
habilidades, de 16 anuos de idade, rom nina cria de
1 oiinn, muilo nutrida, assim como urna prela de
moia idade por 800$ : na rua do (jueimado, loja de
farragena n. 14.
Ricas chape!linas.
O Lelte <& Irmao, na rua dn Cndria n. 48, aca-
li.'iiu de ri'ri'lnT pelo ulliuio iiavin virniti itf l'irw
de brim de linho brancas o de coros, gollmhas de jllm complo.o sorlimenlo de '
1!
7,s'000
28500
1,S(MK)
600
XAROPE DE SAUDE DE ARRAULT

\ endo-se ei* casa de Saunders Brnlhers 4 C.
praca do Corno Santo, relogios do afamado fabri-
cante Boskell, por preros rommodos, c lambem
Irancellins e cadeas paraos mesmos, deexcellcule
goslo
Ricos enl'eites com vidrilhos
para cabeca.
Vendem-se es mais ricos enfoiles prelos e de
cores com vidrilhos, pelo baralissmo prero de 48 e
65 rada um : na bem eonhecida loja de. miudezas
da loa Fama, na rua do Queimado 11. 33.
Potassa da Russia
E CAL DE LISBOA.
No bem conheeido e acreditado deposito lia rua
da Cadeia do Recfe n. 12, ha para vender potassa | ua na r.,la do Queimado, loja de 4 pnrlas n. 37,
da Russia e da du llio de Janeiro, nova e de supe-I um c0"'Plc' sorlimenlo do tiras bordadas muilo
riiir qualdade, assim como.lambem cal virgem em Pri>I'"as para calcinitas de criancas, Irarcsaeiros
Manguitos.
ra
dili
Vendem-se manguitos de cambraia bordados pa-
nioniiias, pelo baralissmo proco do 19 o par
los mallo finos para-senhnra a 2>500 e 48 a par:
..a rua du Uueimadn n. 22, na luja da Boa F
san
cbenos e descoherlos, pequeos e grandes, de 011-
ro patente inglez, para homem c senhora, de um
dos memores fahncanles de Liverpool, vindos polo
ullimo paquete inglez: cm casa de Soulhall Mel-
lors 4t C *
Para criancas.
Mu bonitos e delicados rhopeozinhos de merino
e selim bordados e enfeilados, com aba cahida, ul-
tima moda, mu proprios para haplisodos ou i'nes-
1110 passoio. pelos baralissimos preros de 5 a 69000-
J""" do Queimado, loja da Aguia'Branca n. 16
podra : ludo por presds muilo razoavt
Em casa de Rabe Scl-mettnn & C.
ru;i da Cadeia n. 57, vendem-se elefan-
tes |ianos do afamado lubricante Trau>
mann dcHamburgo.
jGhapcosinhos para crian-
cas.
Vondom-so rbapoosinhos riramonlo enfeilados,
pelo mdico pre.-o delioj, assim como bonete do
lilo muilo enfeilados a 59 : na bem eonhecida Iota
da Boa Fama n. 33. '
Cheguem ao barato.
O I.eiio 4 Irmao continuara a torrar merino prelo
o de cores com duus larguras a I96OO o covado,
cortes do calca de mcia easemira a 2S2O0, lindos
corles de collele de cachimra a 19, corles do cassa
de lindos desenhos a 28. grosdenaple prelo de
I96OO a 39 o covado, ricos manteletes de grosde-
naple preto, luvas de seda de difTerentcs qualidades
pare senhora e menina, musselina toda encarnada
a 220 o covado, chita franceza de lindos desenhos
a 240 e 300 rs. o corado, cortes de calca de brim
de linho a l$8O0, lindos corles de riscad francez a
28800, pecas de cambraia lisa com 10 jardas a 29440,
39600, 48500. 5 e 58600, toalhas do linho para me-
sa 38500, chales de merino lisos a JOOO, ditos ma-
lisadns de lindos desenhos a 78, dilos de touquim
prelos, lencos de cassa muito linos e de lindas cer-
caduras a 38 a duzia, chapeos de sol de seda a
69KOO, palelols de alpaca mullo Oria a 6J, chita de
lindos desenhos o cores flxas a 200 rs. o covaao,
easemira preta de 2 a 59 o corado, loalha de algo-
do para mesa a 4S. panno fino de differentes qua-
lidades, bramante para lenrocs a 28300 a vara, ta-
petes para entrada de sala a 3{, meias muito, linas
para senhora a 38800 a duzia, dilas para menina e
menino de lodos os tamanhos, grosdenaples de lin-
das cores a 29 o covado, corles de muito boa case-
mira a 6 e 79, calca de easemira prela a 10j, saias
bordadas a 1$600,3 e 49, dilas do balan a 69500,
peras de madanolo a 3. 4, 49300, 49500, 4(800,
58500 e 68, cobertores de algodo a 1$280, meias
cruas muito finas a 58 a duzia, challv de bonitos
desenhos a 800 e 1S o covado, veneziana propria
Iiara bolinas a 2J o corado, damasco de la de duas
argas proprio para coberta de cama a 28400o
covado, brilhanlina assetinada de lindos padroes a
700 rs. o covado, espartilhos para senhora, pentes
de tartaruga a lmperatriz a 118,.redes de ajama a
Rua do Queimado n. 22
Hasta loja os bons freguezes enrnnlraro fazendas
boas por ponen dinheiro, como soja : chilas fran-
cezas de padroes muilo bonilos a 260 rs. o covado,
riseados oscocezes muilo bonilos com padroes d
seda a 160 rs. o covado, chilas oscuras de cores II-
"a*2n0 rs C0Vlul0- dilas "lias de padroes novos
a 260 o covado, cortes de cassa piulada com 7 varas
cada iim a 28, brrlanha de linhn fina a 149 a peca,
com 2a varas, dita muito fina e muilo larga com '35
jardas a 209, brim hranro de linhn a 18 e1*280 e
muilo superior a 18440 a vara, dilo pardo a S00 rs.
a vara, dilo decores a 18 a vara, dilo liso de qua-
drliihos oscuros, fazonda muilo superior, a 560o
corado, brim liso muilo fino a 1(9 a pora com 20
raras, ganga amarella franceza muilo lia a 320 o
corado, dilas escuras a 560 o corado, brim de cores
de linho purn, denominado arranca pregos, a 600
rs. a vara, bramante de linho muilo fino com duas
varas de largura a 2S4O0 a vara, aloalhado adamas-
cado com duas larguras a 18280 avara, camisas de
meia a 1{, dilas cruas muito linas a 18200, alpaco
prela tina a 640 o 800 rs., c muito fina a 19 n cora-
do; meias de algodo cru para homem a 1$NH) o
2>40O, e inglezas muilo superiores a 58 a duzia,
dilos para meninos e para meninas a 280 o par, di-
los brancas de seda para menina a 28 o par, lencos
broncos de cambraia para algibeira a 28400 e a"38
a duzia, ditos muito grandes proprios para cabera a
400 rs. cada um, franklim prelo de la com 6 pal-
mos de largura a 800 rs. o covado, merino setim
prcio e de cor a 800 rs. o covado. meias brancas li-
nas para senhora a 396OO a duzia, dilas inglezas
muilo superiores a 59 a duzia, luvas de fio de Es-
cocia para criancas a 200 rs. o par, lencos de hnho
para rap a 400 rs., dilos de cambraia de linho
com bico largo em volt a 29, e assim outras mul-
tas fazendas que vendem-se muito baratas para apu-
rar-se dinheiro : na rua do Queimado 11. 22, na
bem eonhecida lo a da Boa F.
Aviso.
No armazem de Adamson,Howe,&C,rua do Tra-
piche n. 42, vende-se sellius para homem e senhora,
arreios prateados para cabriolis, chiclos para car-
ro, colleiras para cavallo etc..
$ \a loja da rua do Quei-|
de orno patente inglez. de um dos
mellioi es fabricantes de Liverpool
chegadus ltimamente pelo ulti-
mo paquete e alguna de nova in-
vencao cobertos e deicobertos a
vontade do pottuidor em casa de
Arkwright 1S1 C na fu da Cruz
n. Gl.
Manguitos para senhoras e me-
ninas.
Manguitos bordados de cambraia fina transparen-
te, para senhoras e meninas, pelos baralissimos
prec.os de 19 e 19614) o por, pcoinhos de entremeto
de mui bonitos bordados a I96OO : na rua do Quei-
mado, nos qualro cantos, loja da aguia branca
n. 16.
Carteiras grandes com chaves.
Vendem-se por prero muito baralo carteiras
grandes com chave, propras para guardar dinheiro
e letras : na rua do Queimado, na bem eonhecida
loia de miudezas da Boa Fama n. 33.
Luvas de todas as
qualidades.
Acaba de chegar i loja d'aguia. branca um novo e
completo sortimento de luvas de todas as qualida-
des, sendo as verdadeiras de Jouvin brancas, cAr de
caima e prelas para homem e senhora a 8500 o
par, lisas de seda brancas o amarollas para senhora
a 18280 o par, dilas com borllas a I96OO, ditas
bordadas cum lindas palmas a 28, dilas mui finas e
bonitas enfeiladas com palmas e bicos a 29500, di-
tas prelas lambem de seda com palmas e bicos en-
tenadas com vidrilhos a 2S500, dilas rom palmas e
lisas a 28 c 18600, dilas do torcal mui finas com
_,, palmas de vidrilhos a 28, dilas lambem linas com
i nado n. 10.venip-so S1 palmas de relroz e lisas a 1S50c l!>2ft0-di,as d
t VVCI1UC SL. ,. soda para meninas a 19200, dilas para homem a
Mg incas chopelinas para senhora, com veos pfts 600 assn> como muilas oulras de diversas aua-
Enfeiles prelos e de cores
com vidrilhos..
Na loja d'aguia branca acharan as senhoras de
bom goslo um lindo c novo sorlimenlo de enfoiles
prelos e de cores com vidriihos e de mui bonitos
desenhos aos baralissimos procos de*, 5 e 69: na
rua do Queimado. loia de miudezas d'aguia branca
ii. 16
para curar ellicazmonle, som o uso do mercurio, as molestias ctvnkas, svriiiLiTicvs o
HiimivTisMii, asKiivsiPKns rElomc*s,EBlrcoESl>E PW.I.K rKiiTiNA/F.s, as iLi.uaisiNrr.rnU-
oas e iiEP.SDKNTKs o ii m vicio SM-HII.ITU.0 e LiaeiiATico, as bronciuies c rairaosus de-
pendenlcsde svpiiilis, os bobas, os oabibos, as iipisess, a opilac.ao, e outras anulas en-
fermidades desle genero.
As molestias dn itebo, lodos os desarronjos o irregularidades da menstiii-h "\o a hvs-
teiiia e os mais soltrirneulos dola provoiiiontes. como cores paludas, corrimestos ba\-
l.os, PERTINAZ IIVPOCHOMIIUA C FALTA HE APPETITE.
Balsamo inl'allivol de Arrault
para cicalrizar complelamenle cm 2i horas os solpes e FERinisde nualnner qualdade nue
sejam. *
Ps purgativos de cilralo de magnesia gazoza
em p para preparar as limonadas e om garrafas j proparadas.
F.sla limonada a mais bom proparada que se conhece al boje nao s& pelo goslo co-
mo porque lem a vautagem de se poder conservar no estomago o mais excitado.'
Vende-se no deposito geral, rua da Quitanda n, 58, deJrontc do t'orrcio Uercantil,
l'.M CASA DE
fcoi ZV IUSIOS fc com.
Agencia om Pernambuco rua du Cruz n. 24.
BSsaKsss:%j
168.
.":
;2sj Guarnicoes de cambraia proprias para lulo. "
/?, Meias do cor mniln finas a 39500 a duzia. i
>2 Vestidos brancos bordados para baplisados. ^*k
~ Superiores vestidos pretos com babados. r^*-
S2 Brilhantinas pretaspara vestido a 320 rs
Sffi o covado.
fflj Lavas brancas inglezas muito superiores f
para homem.
.i.
iS, loiicaa de fil muito bem enfeiladas a vel-1W? Bonitas bareies de la e seda a 600 rs o ro-
linio de rnrn Ha niuilA Uf.4 n..i;a^a- il/. i;-------^. V _._j. v n2l^
ludo de cores de muito boa qualdade, 1116 liso com
21/2 raras de largura a 610 avara, franquclim com
6 palmos de largara a 640 o corado, e oulras muitas
fazendas que se rendem por barato preco, e de lu-
do se dar amoslra-.na rua da Cadeia do'llecile n. is.
Para acabar.
Rua Novan. 1.
Vendcm-sc os melhcres calcados nue lem rindo
a este mercado, e em perfeito estado, como sejam:
Borzeauins franeczes de seda c laeo do
fabricante llliex 138000
Borzeguins de merino setim do mesmo fa-
bricante 128000
Sapatos rasos do duas solas com salto e
laeo, dilo 69500
Dilos de urna sola, de laeo e sailo, dilo 58500
Ermas de bolos.
Riquissmas formas para fazer bolos e pudins :
na rua Nora n.20, loja do Vianna.
m vado". ........."~m
J Lencos de linho para mao a 9, 59 c 6*9 a 3$
3 duzia. ~,;
S? Os rerdadeiros lencos de palha inglcza a S^
>r; 19000. l
^r Novo sorlimenlo de entremeios bordados. BB
3 Camisas inglezas de linho e de algodo de ',-
g lodo lamanho. ~'
Jjj; Cambraias organdys muilo superior a 900 'S?
-& rs. a rara. 3j
?H.,;osso lis.i muito lina imperial al9a vara. -"lj
Colheres para sopa e cha.
Rqiiissimos sorlimentosde colheres dorerdaaei-
rn metal de plaque : na rua Nova n. 20, loja do
Vianna. '
Caixas de costura.
Riquissimn sorlimenlo de
lidades, como de fio de Escocia brancas e de cores,
brancas de castor, mu boas e fortes, e de algodo^
propras para montara c guardas nacionaes, aos
baralissimos procos de 18 al 320 o par : na rua
do Queimado, nos quatro cautos, loja d'agua bran-
ca n. 16.
Visporas c dminos.
Vsporas cm bonitas caiiinhas de madeira enver-
ian c 2 ,ra,lr:,s a 2?. em outras camuas a
18500 e 18, dminos mu bem feilos e seguros a
19500 e 1S2-S0 : na rua do Queinado, loja d'a-ua
brama u. 16.
M" invenfo aperfeif oada
DE
Bandes ou almofadas
de crina para penteado de
senhoras.
Na loja de Leile i Irmao, na rua da Cadeia do
Recfe n. 48
Arados americano, e machinas pa-
de lodas as qualidades : ua rua Nova n. 20 loia ri' ,a '''rroupa : em casa de S. P. Johns-
\ launa '" ""!.-_ *. | ton & C.
rua da Senzala n. 12.
seni
Borzegiiis in^lczes lo duas solas para
invern.
Prova d'ayua.
A10#)00rs. o par.
l>in\icTo \ vista.
Os mllenos borzeguins que al hojo vioram a
osle .orondo : vendem-se uiiicamenle na hija de
Leile4 lrmo, rua da Cadeia do llecife n.i8.
Vendas.
Relogios de ouroe prala, cobertos e descoberlos,
palele inglez, os molhnres que exisloin no mer-
cado, c despachados boje, vcudem-se por preces
razoareia : no escrplorio do agenle Oliveira, rua
da Cadeia do Recite n. 62, primeiro andar.
He ehegado a loja do Locante, aterro da Roa-
Vista n. 7 excellento loite virginal de rosa bran-
ca, para refrescar apelle, tirar pannos, sardas a es-
pinnas, igualmente o afamado oleo babosa pora lim-
e fazer crosccr os cabellos; assim como p impe-
rial do lyrio de Florenea para bortoejas e asperida-
des da pelle, conserva* frescura e oarelludado da
primavera da vida.
Bonets ricos para meninos
Vendem-so boncts de panno muito finos e de
relludo o melhor que se pode encontrar, tanlo uns
como outros ricamente enfeilados para meninos,
pelo baratissimo preco de 4 e 6t cada um na rua
do Queimado, na bem eonhecida loja de miudezas
da Boa Fama n. 33.
Cognac.
Cognac superior em caixas de ama duzia, rnde-
se em casa de Henr Brunn 4 C. r ua da Cruz n. 10.
Meias de borracha.
CHF.GADAS LTIMAMENTE NO NAVIO FRANCEZ.
Na rua do Queimado, na bem eonhecida loja de
miudezas da Boa Fama n. 33, j tem para vender
Eur preco baralo as muilo procuradas meias es
orracba. nicamente proprias o approvadas pard
toda o iiualauer enchaco as pomas.
A Margarida Sa-
chero.
Os mais ricos manlcletes prelos que lem rindo a
esle mercado, vindn cada um em um rico cartao
ornado com o retrato da insigne canlnra Margarida
Sarhoro, os quaes se vendem nnicamcnle na Inja
de Lcle 4 Irmao, na rua do Cadeia do Recfe n 48.
LOJA IIV BOA FAMA.
V endem-se por prceo que raz admirar riquissmas
filas lacradas de lodas as cores e larguras, lilas lisas
com pona c srm ella, bicos brancos de seda de mui-
to lindos padroes c de todas as larguras, tramuias
abortas de linho para babados a 120 e 160 rcis a rara,
jarros para flores a 28 o par, atacadores ou enfiadores
de seda de todasas cores para vestidos,dilos proprios
para espartilhos, lesouras de todas as qualidades
as mais liuasque he possivelencontrar-se.agulheiros
de marfim e outras muitas qualidades, litas de vel-
ludo de todas as qualidades, bolombas de camuroa
muilo lindas para meninas de escola, frasquinlio
cem cardinal a melhor cousa que lem apparecido
para tirar nodoas em qualquer qualdade de fazon-
da. polo muilo baralo preco de SJ, trancnhas de se-
da de todas as cores muito lindas proprias para en-
tortar roupinha para meninos e meninas, e oulras
muilssimas cousas que se aflariea vender-se ludo
por preco baralissmo : na rua do Queimado na bem
eonhecida loia de miudezas da-boa fama.
= Vende-se urna pequeaarmaco e um bal-
cao : a iralar na rua do Collegio'u. 6, primeiro
endar.
para ensatar nsarecjnee, goHianxa com manguitos
MLfVE&SJFSiSjlmm P"f. gollinhas para
* 'W n1*'-1*500' *? S5* e :5. mai.giiil.Si. n
par 19O00 al ,1$, coniisuhas bordadas para bapli-
sados por diversos procos, eamisiuhas para senhora
coirigollinha e manguitos, saias com :i babados
bordados por 68. dilas por 49. Mas de balito de
goslo moderno para /9, e oulras muilas mais fozon-
das, que nesto eslabelecimenlu se vendem por pre-
co mais commodo aue em oulra qualquo loja.
Vendem-se em casa de C. J. Astley
& Companbia :
Caho da Itussla e inglez patente.
Salitre, alvuiade e veruiz branco.
Palhinha para marcineiro.
Vinhos linos de Moselle e Champagne.
Pedras de marinare para mesas e cn-
golos.
Baldes americanos.
C-enebra e agurdente de Franca.
Pregos de cobre e de zinco.
Vinho Bordeaux.
F.m casa de Henr Brunn & C, ma da Crnz n.lO,
rende-so rlnbo Bordean* de differentes qualidades
como Lafollo, P.h, Leorille, Ls. Julicen, em cai*a
de una duzia nnr baralo pre o.
Para meninos do 5 a 15 annns, chapeos de
couro da Russia, mullo proprios para a presentees-
lacao chavos* a to : na praca da Independencia ns.
10 a 81, Inja que tem lampean dn ga/. ua porta.
Borle para os insectos.
Exposico Universal de 1856.
Fsla roinpnsiean devida is masperservanles in-
vesligaces e aos Ilustrados ronselhos de um d.m-
lor mea amigo, conheeido pelas suas viagons pela
America, llcspaiiha, e pelos estados do norle i
destinado segundo pens a fazer um grande ser-
vico ao publico.
Destruir som a menor dilTu-uldade c snhre ludo
som que o moio empregadn possa prejtidioar de
maneira algiinia a saude, todos os inserios que nos
persegiiom o nos aflligom, laes como persovojos,
pininos, pulgas, forangas ele, tal o problema que
se acha resolvido polo progrosso intitulado morle
para ns inserios.
I'ara conseguir esle fim, grandes osforoos se lem
feiln ale hoje ; mas todos se nao lem sido inleira-
fnenle infrn.-lrnsus ao menns eslao longe do cor-
responder ao que promeltiam os pomposos an-
nuneins.
Nao succodera lsto com a morle para os insectos
e espero sem medode ser desmentido, que ncnhiim
mseclo poder resistir a sua aeclo.
Mas esperimelite, julguc ocm quzer por si
mesmo : no lim de nina simples prova reconhe-
cer-se-ba que a minba descoberla boa, de um f-
cil emprego o de infallivel resultado ; e enlao o
bom i-*ilo colindo con vencer A a todos c aeri esle
para mi ni o molhor ilos prnspeelns e o mais seguro.
Cada Irasco de morle para os oselos leva a nii-
uha firma e o meu sinete.
Se alguem falsificar a minha descoberla promet-
i pi-rsegui-lo.
F..M PREGO.
Para destruir os insectos que se introduzem em
geral em buracos e fendas como persovejos etc.,
ele, indjspensavel um folies cuja ezlremidade so
nlroduz nos buracos e os insectos nao tardam cm
sabir por lodos os lados e niorrem pouco lempo
depois.
Para todos os insectos que roam quasi conslan-
tcmente, como moscas, mosquitos etc., etc., basta
soofara morle para os insectos.
Para osdemais como frmicas, pulgas, pininos,
lacraos, aranhas ele, emlim lodos aquellos que se
Armazem de fazendas.
lina do Queimado n. 19.
Sanios f.nelho avisa ao respoilavel publico que
lem o melhor sortimento de fa/.endas, c vende mais
baralo do que em oulra qualquer parto, como se-
jam chilas escuras linas a 160 rs. o covadn, risca-
ilinlois miados, leudo cada peca :I8 corados a .$600
dulas fi-aneo/as linas a 210, 280, :I00 e :120 o co-
rado, cortes do cambraia de cor com babados a 2,
e.iries do chita larga a f, cortea de rascada francez
lino a 28S00, curies de larlalana eoaj 14 Corados
por 3g500, cambraia chinen a 200 rs. o covado,
cambraia de cor imitando challv a 200 rs. o (ova-
do, hrinzinhu de linhn a 180, proprio para roupa
de meninos, lencinhns para meninos o meninas a
80 rs. cada um, lencos do cambraia para algibeira
a 29 a duzia, ditos du cambraia de linho a :)800,
dilos com bico largo para senliora, ricos organdvs
com o niaior apurado gasto de Varis a 15 a rara,
lindos ehallys do soda a 1g o covadn, ricas cuber-
as nvollodailas a 108 oada una, lieos manteletes
e sabidas do baile princeza de Gales, ricos cholos
do louquim brancos, ditos) de merino com duas pal-
mas, capas de panno fino de diversos fcilios, cha-
les de loa escures para andar cm casa a KiOOcada
un. chita de ramagens france/a para robera a 210,
riscadinhns muilo linus para rnupao a 220 o cova-
dn, velluinlin decore
vado, brilhanlina hi
ros a GO c 730 o covado, brilhanlina prelo propria
para lulo a 320 o covado, madapoBo patente a 48
a peca.
Rua da Senzala Nova n. 42.
Vende-se om casa de S. P. Jonhslnn & C. vaque-
tas de lustre para rarros, sclluis e silbos inglozes,
eaodeeiroa e casiieaos broii/.oados, lonas inglezas,
fio de vela, chicle"para carros, montara, arreios
para carro de nm e dous ravallus, e relogios d'ouro
patente nglezes.
Manguitos para senhoras e
meninas
Vendem-se manguitos bordados de cambraia pa-
ra senhoras e meninas, pelo baratissimo proco do
1S o por, ditos muilissimo linos a 3 e 5S, dilos do
lit de linho muilo finos com lindissimus bordados
a 59 ; lambem so vendem gollinhas de cambraia
bordadas muilo linas e as mais lindas que se pode
encontrara 3 o .18 : na rua do Queimodo, na bem
eonhecida lua de miudezas da Boa Fama n. 33.
Abridores de luvas
a1$500
Na rua do Queimado, ua loja de miudezas da Hos
Fama n. 33.
Chapeos enfeitados.
Tem na ma do Queimado. Inja de 4 portas n. 37,
lodo sorlimenlo de chapeos .para meninas, de seda e
de palha ricamente enfoiladns, dilos para sendera,
de palha e de follro, enfeiles de troco para 38300 a
68, dilos de relroz com vidrilhos prelos e de cores
a 49, gravatinhas para sendera, de froco, a 28, e
todo o sortimento de chapeos de seda.dilos de sol
para homem o senhora, que ludn se vender por
menos que em oulra qualquer parte assim os fre-
guezes leudara a hondade de comprar ; tambera so
encontr um sortimento de focos para 4 e 8.
= Vende-se muito superior done de guiaba fino,
pelo baralo preco de 19100, muilo approrodo para
doente por ser de goiaba puro : na taberna nova
das Cuco Ponas n. 82, junio as casas cabidas.
Loja das seis portas
F.H
Frente do Livramento.
podem aleanoar basla aoprareom a minha coni'pn-
sieio 011 esfregar os objoclos infectados.
Uando o iusecln tem absolvido o principio mor-
life '- J- *'
Grosdenaple prelo para lodos os precos, manta
prelas de linho com bordados de seda. Turas de se-
da prelas para senhora a 19. gollinhas bordadas a
19. dilas finas a 18600, manguitos a 39, lencos de
eda brancos e encarnados a 800 rs., camisas fran-
cezas brancas e de cores linas a 2S, palelols brancos
lfero, Iratade fruir e vai morrer pouca distancia de bromante fino a 58, dilos de brim pardo a 38,
do lugar onde foi atacado. i ditos de alpaca prelos a i e 59, ditos de casemira
Medanle o emprego do principio se preservarn de cores a 53, dilos de fuslao de cores a 5$ : a loja
as lelas preciosas, as pellos e as las dos destrosos es' aborta das 6 horas da manhaa s 9 da note.
dos inserios. A oresenca de meu droducto causa
nao s a morle aos insectos, mas lambem os afas-
ia dos lugares onde acodem.
Vendo-so cm Pernambuco na botica do Sr. B. F,
de Souza, rua larga do Rosario n. 36a 500 rs. o fras-
Esparlilhos lrnncczes Ge uova
invenco.
Vendem-so espartilhos franeczes de molas e car-
rolis, o molhor que se pode encontrar nesle gene-
re, na bemfeilroia u na commudidade, a quem usar
dellos, pelo baratissimo proco de 69, 7 e 8}. Estes
espartilhos sao ehegados 110' ullimo navio fjancez,
e s*. so eneimtram na rua dn Queimado, na bem cu-
nhecda loia de miudezas da Boa Fama u. 33.
CHElEM
a loja nova, no aterro tlaBoa-
Vislan. 7-i,
que aeharaoo ora c completo sorlimenlo du miu-
dezas, ricos pontos de tartaruga, virados, muiln
lories a 12 o 118, dilos som ser virados a -19, ricos
enfiles de finen a 5 o 6J, dilnsde froco en 111 vidri-
lbo a 8. dilos de vidrilhn a 29300 o 39, ditos prelos
de relroz com vidrilbo a 48. ricos manguitos com
camisinha cgullinha de cambraia muilo lina a 79,
ricos manguitos com gnllinha ara meninos e se-
nhora 159, ricos golluhas a I96OO e 2, ricas fran-
jas para cortinados, brancas n do cores, pecas com
15 varas a is300. verdadeiras Turas do Juuvin a 29
iros para vestido a 000 rs. n en- 111 par, grvalas de soda e gurgnrao prelas ede ere.
rama isseluioda de ricos lavo- res a 18 o 19280, caisinha com jogo do vspera a '
19, popel almacn muilo Lnin a 38 e 38300 a resma,
diln de pesn a 3$ 100, ponnas de lama a 1/ n grosa,
dilas sem ser de lanea a 500 rs., cajxraha coni alii-
I"1DS n ^ rs-' d'la" ('"m rampas surtidos a 60 o
100 rs., sinturoos de borracha a 600 rs., tacase
garios de'ludasas qualidades, colheres de lodas as
qualidades, lesouras c caivetes de todas as quali-
dades. franjas de seda o laa, e linho, galos brancos
e de cores, fitas de velludo o seda de todasas qua-
lidades, sapalinhos de merino, dilos de laa, toncas
e carapucas para criancas, liabas de carretois de
todasas qualidades, agulhas franeczas mullo Unas,
o minios mais objoclos, que se toruain enfadonho
menciona-los, e si' dar. amostra do todns os ob-
joclos, e se vender por menos do que em oulra
qualquer luja.
Vende se a armar So da loja da rua
Nova n. 1, sem os calcados franceses e
as roupas feitas ou cora urna e outra
cousa, do modo que convier ao compra-
dor : a tratar na mesma ou na de n 10
da me Na rua do Trapiche n. 14 escrip-
toriode Manocl Alvet Guerra v.nde-te:
Chapeos do Chyli.
Ditos de le tro sortidos.
Potassa do Rio de Janeiro era barril
Xa taberna nnva das Cinco Ponas ... 82, jun-
to as casas ridula-, vendem-se muitos bons gene-
ros, tanlo para a torra como para o mato, e por" me-
nos prern do que em outra qualquer parle ; apra-
veitem freguezes, que sero servidos com muilo
agrado c boa vontade.
Para acabar.
Rua Nova n. 1.
Vendem-se todos os calcados existentes nesta le-
ja, pelo cusiu e com prejuizo.
Camisas inglezas.
Vendem-se superiores camisas ingle-
zas : na rua do Collegio loja n. 3.
Relogios.
Vendem-se relogios de ouro ingieres de patente-
no armazem de Augusto C. de Abreu. rua da Ca-
deia do Recite n. 36.
Pulseiras de Troco.
Vendem so pulseiras de froco enfeiladas com fl-
eo pequeo, 18 dito mediano e 18500 frasco gran- tea o bicos de seda, polo baralissmo proco de 38 :
de ; assim eomo o folies com ludo por 18230. '. na bem eonhecida loja da Boa Fama n. 33.
= Vonde-sa manleiga inglcza superior a 19000,
800 c 610 a libra, vinho superior a -180 e 560 a gar-
rafa : no ateo do Terco u. 21.
Alvenaria grossa
Rua Nova n.18, loja de M. A. Caj & C, ven-
de-se continuadamente lijlos de alvenaria grossa,
inanda-se bular em qualquer obra em qualquer ma-
r, e sem pre encon liaran os compradores a quan-
lidado quo precisarem por se fabricar grande quan-
lidade un 11-,lmenle.
= Vendem-se tres carros de passeo, um cabrio-
le! cparelhasdecavallos, junio ou separado, i vis-
la ou a prazo : a tratar no pateo do Paraizo n. 10. f ao publico em geral, que no seu eslabelecimento
Pai*a SdlhoraS jannunciado, contina a ter um rosto e variado
Ricos enfeiles
um : na rua
aS v ,a. j muilo comraodos. e falvez com dilforec para nie-
lendem-sc as casos torreas d= "= <- =-^- ---------
VILLA 110 CABO.
Loja de fazendas.
Francisco de Paula Rullnn lora a honra de parti-
cipar aos respeilaveis babilonios da villa do Cabo
I t~ ..........v.uu,., vi......... a .?, uiu .r.-ei e iiiruilii
sorlimenlo de fazendas, calcado, roupa feila e miu-
ules de flores para cabeca a 5J cada dezas, ludo do mais moderno o superiores qualida-
do Crespo n. 16, loja de Adriano & des, que rende por grosso e a relalho, por preces
as ras do Sebo
n. 27, o Cruzes n. 8 : na rua do Collegio n. 10.
Chapeos de marroquim a 28 : na prae;
nos dos procos do llecife, eomo poder presenciar
as pessoas que concorrurem a este importante es-
-----------w praca da tabolccimentn,
na noria "S" j" qU6 Wm '""P"80 Em casa de itmf* Cnbltre C- ru:> <"a Cruz
\ 2S000 r\n v fbsrn i 5'P' ha para ,eVder os?,;2n:nte* art's : a rer-
V A.,.,1, T FRASCO. dadeira graza ingleza n. 97. champagne de superior
lo toew S .T9**1 f S 'ra!*0S e CCmPn- 1ualidadp- '"h" em novellns de^ sorliraenlos di-
fim mad enero?] I.I?, '"T' mnrmore- m"- "rsos. arreios para carros e cabriolels.xhicotes pa-
lot ,1 ,IS"i' prora d-agoac do r. carro, sellins inglozes para hom.ns, senhora, e
ruadVQuCoSo nmi. VC"dCr "* ""*"" ^ ^, d"fre\fi,'ellaS ^ br" ^ *"""" *"**
Escravos fgidos.
No da 14 de agosto do anno prozimo passade
fiigiram do engenho Sele Ranchos, fregaezia de
Nossa Senhora da Escada, comarcada cidade da
ii'.-: T s7",i"U's "scraros : Damiao. crioulo, de
2oannosde idade poaco mais ou meaos, corfula.
beicosgrossosemeioarrcbitados, tem urna cicatriz
na leste proveniente de um coice de animal, pernas
finas ealguma cousa arqueadas para fora, esmalma-
do, espaduado, altura regular, eesti bucando ago-
ra, iacintho, cnoulo, de 28 anuos de idade pouco
?aK,'iLen0S' al,ura reK'r. cor preta, pouca
5"?,it, .'?*grossos e fal cert0 Sei, n ><"* W-
do 'ana, iem urna cicalnz em urna das faces, pomas
Bas, esmalmodo, fuma, e tocador de viola. O
primo.ro foi comprado ao Sr. Joo Francisco Barbo-
za da'|va Cumar, e o segundo diz que foiescra-
vo da 'milia do Sr. Joao Nuoes, da fazenda do Sitio,
em Paje" de Flores e comprado na praca de Per-
nambuco- Consta que ditos escravos eatao em Pa-
je de Flores por portadores que mandei ede l vio-
ram : roga-se as autoridades policiaes e capitesde
campo de o* pegar e levar ao referido engenho, a
Bernaftino Barboza da Silva ou na praca. de Per-
nambuco aos Srs. Manoel Alves Forreara a Urna, na
ruada Moeda n. 3, segundo andar, que serao re-
compensados com a quantia cima.
PERN.: TTP. DE M. P. DK PARIA. 18M.
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