Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:08836

Full Text
. 9
ANNO XXXV. \lHIRO 133,

Por tres
Por tren
adlantados 4$0OO.
vencidos SfjOOO.
I
DIARIO
SABBADO 11 DE JIW1IO DE 1850,
Por auno adiantado 15000.
j
Porte franco para o subscriptor.
PERNAMBUCO.
=s=
ENCMRECAOOS 01 SUISCRIPQiO NO NOITE.
Parahiba, o Sr.JoSo Rodolpho Gumei: Nalal.o Sr.Anlonio
terqueada Silva; Aracnty, u Sr.A.do I.en.ns Braga ;Cear,
?, u-- J.Vs dP 0reira;llarauhio, o Sr. Manuel Jos Marlins
Kibeiro fiu.maraes; Piauhy, o Sr.Jos Joaquim Avelino; Para
o >r. Justino J. Baos; Amazuiias.
CosU.
PRTIO DOS CORREIOS.
Dunda todos os das as nove e meia binas do da.
Iguaiass, boianm e Paralaba as segundas e scvlas-feira
S. Antio, Bezerrus, Bonito, Cmaro, Alliulio e Uaranhuns
as tercas feiras.
Pao d'Alho, Nazarelh, Limoeiro, Brejo, Prsqueira, lngazei-
ra, Plores, Villa bella, Boa-Vista, Ouricury e Ex as
martas feiras.
O Sr. Jeronymo da Cabo, So.inl.iom, Rio Pormoso, Una.Barrciros, Agua Pre-
ta, Pincnleiras e Natal quintas feiras
_________________I (Todos os corrcios partcm as 10 horas da manhaa.
lUOIEKCIaS 00S TRIBURIES DI CAPITAL.
Tribunal do commrrcio: segundas e quintas.
Hilario: lerdas (eiras e sabbados.
Fazenda: Ierras, quimas o sabbados as 10 horas.
Jui/.o do coni.uercio: quintas ao mcio dia
Dito de orphios: tercas e sextas as 10 horas.
Primeira vara do civel: tercas e sextas ao meio dia.
SegUOta vara do civil: qurtas e sabbados ao tneio dia.
PARTE OFFICAL
EPHEIERIDES DO MEZ OE JUNHO
1 La nova as 4 horas e 50 minutos da mauhaa.
7 Ouarto crescente as 8 horas e 28 minuto da larde.
1:> l.na ehoia as 7 horas e 08 minutos da manhaa.
Ouailo niinguai.lc aos 12 minutos da larde.
PllEAJIAR OE 110JE.
Primeiro a 1 hora e i2 minutos da manhaa.
I Segundo a 1 hora e 18 minutos da larde.
OAS di semina
fi Segunda. S. NnbcrU) b. S. Amaucio al. ; S. Paulina v.
7 Cria. S. Koberlo al>. ; Ss. Litaran e llabencio uiiu.
8 i.iuai(a. S. Salusliani. o.; S. Sereriano h ; S. Clcnpha ni.
il Quinta. Ss. Primo e Feliciana nim ; S. Melania c.
11(1 Sexta. S. Ilargarida llainha de Escoria; S. Celadlo m.
II Sabbado. S. Bernab ap ; S. Felis e Fortnalo irs. nim.
[12 Domingo. I'aschoa do Espirito Sanio; S. Onotre.
* ENCARREGAOOS DA SUISGAIPClO NO SOL.
.Maguas", o Sr. Claudino Falrio Dias; Baha, o Sr. Jos*
Martina Alvos; Rio de Janeiro, o Sr. Joao Percira Marlins.
EM PERNAMBUCO.
O proprielario do DIARIO Manoel Figueiroa de Para, na
sua liviana praca da Independencia us. b" e 8.
G(VI.H\UD V IMt!i\\CI Y.
Expediente << din s de maio.
!
hiba.
quisiro
'.instante do officin
gestado o Imperador ficou inleirodo das possoosquo pessoal monaslieo e religioso para nao sollier iu- bario de Muriliha, nao flnlia, pois, bise algmna ;
corapocui a mesa do senado na prsenlo sessao. fustas porseguices, ele. S. Exc. conclue com oais diz que ac eipressoes do Sr. baru de Muriliba nao
algumas observnces no inesmn sentido para apoiar linhain a significaran que Ibes queran! dar.
a opiniSo que emiltiro sobro* materia A palacra coneiliacao, pontiuua o orador, pres-
O Sr. O Manoel diz que considera os barbad i- ta-se a diversas nlor'pretaoocs ; para uns c a fus.io,
uhos romo soccessores dos apostlos, porque de- a amalgama de lodos os partidos; para mil ros 6
scuipenhara ellcs por lodo o mundo a inosiua mis- equilibrio, adislrihuicio dos cargos publicas sem
sao que desempciihar.ini os apostlos, que a pre- "
cvangelho; e arrscenla que o sabio pa-
uienais os chama mesmo verdadeiros apos-
O Sr, Sonta Franco desaja iufnrmacocs do gn- lulos, e nio sucressores dos apostlos ionio o or-
ronlo sobre a materia ein distussj. Esta mate- dnr fe/. Pazoudn mais algumas consideracoes no
Fiea oscilado inleirado.
iillin:il DO DA.
Entra em Ia discussao a proposirio da cmara dos
denotados, declarando que as (oleras concedidas
"'"V"i r'"i Bro,uonle d:l provincia de Para- pelas leis da asaembla provincial de Pernambuco
i cjietc de policiaca quem ouvi sobre a re- aos religiosos carmelitas do convenio do Recito es-
.- de V. Kvc. de 17 do lio comprohendidas na disnosicio do artigo 18 da gac do
con eme, julga iinpossivel a admissao de sentencia- i loi de 6 de selembro de I50. dre l.aim
dos de muras provincias na casa de Jetearan que
su se podena efTceluar acliKilnienie rom pergo para
a saude e seguraiua dos presos alli existentes ein ra idntica de que ha dias je tratou. F.nlao vn- sen
mu i grande numero, qm entreunto aughnuila tons- tara o senado contra o favor pedido para as rasas de diz
lanlomente com os criminosos reniellidos das cu- caridade, porque vista do estado do thesouro nao mano
marcas do interior, onde ha falla deprisoesse- convinha eercear a renda, opiniSo esta que ora se-
gur**, guida pelo sr; presidente do eonselbii. O que ago-
l.omo os pn-sns, a que V. Exc se refere, sao sen- ra se pede lainbem versa sobre desfalque de renda,
leudado* galos perpetuas, o so destinan) ao pre- porque Iraia-se do interpretar em sentido favoravel
sidio de Fernando, lembroi-me de fazer seguir para ea peticionarios o disposto na le, que dispensa do
'.*i!"nv".'l'n ""' ?os ",1v'os d'1 PSl-irao, .ilii de os imposto de 8 0,o as loteras cujo producto para os
dislincrao de opinies.
A poltica assim definida- fantstica, sem a sig-
nilicaco, e foi por isso que o Sr. brrao de Muriliba
qiialilicou-a de extravaganle.
O ministerio adopta apoliiica de moderadla e
tido das anas deas sobro o assumpto, S. Exc. juslica e nos diHereiilas relatorios aprsenla a ver-
que simplesmeule calhniico aposlolico ro- dadeiras necessidades do paiz.
c que nao sabe o que entende o preceden- O ministerio aclual esqnece as lulas passadas. e
trador porcatliolieo constiiucioual como disse s elassiflea os homens pelas suas manifestaroes
declarou-so em opposiciio radical por causa da ret- Sr. uuiiistro dos negocios eslrangeiros : us artigos
iad,i do Sr. Nabuco e da entrada do Sr. bariio de espirituosos que S. Exc. escrevia, a sua auialulid.i-
Muriliba para o miiiislero da juslica e pela declara- de diplomtica eram qualidades milito apreciaveis;
cao desle de que era o mesmo honiem ; o uobre de- mas vendo a versalilidade do senhor ministro, que
pulado pela Babia nao leve razio: de presidente do Kio de Janeiro e delegado de eou-
1. Porque nao tinha motivo* para desconfiar da flaneada adminislracan passada tomara agora a
lealdade do Sr. baran de Muritiba : pasla, nao podo du forma algunn preslar-lhc e
2." Porque sabia que o aclual ministro da Justina seu apoio.
nao aceilava a poltica do gabinete Olinda. (.tuanio ao Sr Sergio, basla recordar-se do emi-
sora islo deslealdade ? pergenia o orador. Iralo l'rire para aparlar-se desse eminente diplo-
O nobre ox-niinistro da marinha nao poda des-' mala ; quanto ao Sr. ministro da guerra, refero-S
conliarda loaldade do Sr. barao de Muriliba, visto o orador aos discursos do Sr. Mello Franco.
receher c transportar para
le
que era.
O Sr. Dnulas, explicando-se, diz que elle cuino
calholico obedecer'! a lodos os preceilos da igreja
o do sen chefe, mas que como brasilero constitu-
cional nao o far sem que o govornn do eslado Ibe
como S. F.xc. nao fura considerado desleal por seus
amigos quaudose disse conservador de hoiitcni, de
qe ede amauhaa.
Olanlo quc6lao liiianceira, nao havia lambeiixcao das
A discussao tica adiada pela hora.
O Sr. /'mdeme d para ordem do dia :
Primeira parle al 1 hora) : cnulitiuacan da
le-
comniissoes
M
Posta a votaco, aresolucao rejeitada.
Terminada a discussao e posta a votos a propo-
sico, rejeitada.
n mesmo presidie, mas reparos de grojas, inatri/cs, lo,-__________diga que nao vaj rom islo de enconlro aos so* ile-
e que os pouco navios, que aqu se acbain, D orador, por lano. deseja"6uvir sobre o onjeelo verers conslirnmrmTnsT qu d orador taiiibeni ju-
/ 'vem ser por ora dislrahidos do cruzeiro. emquestao a opiniao do Sr. presidente do con- rou a conslituieao polilica do imperio, da mesina
Veslas. circuraslancias resta-me aguardar a np- seibo. forma que jurn a rcligiio que professa.
porluiiinde em que possa mandar receber ahins 0 Sr. Vconded Abaeti [prndente do comelho)
-, alim do segiiireni logo para Fprnando. se dizque ser coherente, volando contra este pro-;
anles nao so offerecer a V. Exc. algum ensejo para i judo.
reiuelie-los directamente para al li alenlos os mo- "Sr Souza Franco continuando o lio de suas
livus que imprdem a conservacao delles n casa de rclloxes diz que, sendo lo grave a situacao, bem
detcnco, em qumilo nao bouver rcnipssa do presos para notar que o governo, que assim lambem o re-
3ue so elfeilua em periodos inferios e asvezescoin conliece, ja nao lenho apresenlodo medidas nosen-
iilieuldade. i lido de melhora-la e o senado esteja oceupando-se
de assumptos de importancia tan secundaria.
Observa o orador que una das queslafjg a resol-
ver a falla do trucos, que tanto se faz sentir as
actuaos; nao quer o governo. que sob falsas oppa- razio para que/o nobre depulado pela Babia se de-.. Segunda parle ; continuaran da discussao adia
rencias se confunda os amigos com os advertarios ; rlarasse em opposii ao, porque uiugucui duvidaria do requerimeuto do Sr. Franco de Almcida e Marti-
querqne as opiuioog discrimiuem e desoja da lirmeza do Sr. nfiuislro da fazenda nos seus prin-! nlio Campos.
cipios lluonceiros. l.cvanla-su a sessao as 3 14 horas.
O Sr. Saniicii .Km questiovencida.
Continuando, diz o orador, que niiinilu mniui
fnaoA ^..-*s.- ...:*... .t^ u |'|iuAirnTi que o senhor
ministro da fazenda respeitava os fados consu-
mados.
0 Sr. Silreira Lobo :O Sr. ministro da fazonda
apoio franco da cmara.
Observa que aindn em butro poni niio se acha
juu-.'niii; .....;"" notares dcpuladns da op-
posu.ao t) .Ilustre depulado pela Babia auei.JL
deque o minisleno chamasse a attencuo da cmara
para a queslao bauraria, devendo te-la adiado para
leticia do Sr. conde de faependy.
Vs_U horas feili a chamada >ac.haudo-so reuni-
los, 70 Srs. depulados abre-se a sessao.
I.ida i acia da antecdeme, approvada.
O Sr. i." Secretario d cunta do seguidle.
BxrsMum.
OQicios do ministerio do imperio, enviando as
insultas o pareceres da seccao dos negocios do
discutir naquellc momento a aclual siluacu ;
: aguarda esse exanie para quaudo se Iralar da res-
posla falla do lliroua. Limilar-se-ha a fazer al-
; guns reparos sobro cerlos pbenomenns eslrauhos
que obser-a na marcha da histori*. Vio que o au-
no passa to, na ausencia de um iniuisterjo qne aiu-
j da nao eslava organisado, se leu a falla do Ihrono ;
ora, sendo as fallas do Ihrono pecas minisleriaes,
nao sabe a razio porque esse fado se den. Vio
lainheni com estranheza que, leudo o gabinete de i
de maio oblido grande maiora as cmaras, se rn-
lirou, quaudo menus.se rsperava, sem inlervencao
do parlamento. Observa que as retiradas dos mi-
nislerios s,o explicadas, ora por desintelligencias
pessoaes, ora por nutra rarao da mesma nalureza, e
jmaisjsao exposlas com franqueza e lealdade as ver-
dadeiras causas que determinan! essas mudancas.
A' vista do apoio decidido qoc leve o aono pas-
sado o gabinete delide maio, parece ao oradorque
o adiasjgabinele nao a exui cssau da maioria par-
nao pode renunciar as suas ideas, como, pois, se
explicar a adheso quo espera a cmara ?
Ilepois de tantas explica oes
tA
o commandanle das armas.Approvo a'
i
Dito
propostApresenlada junta militar dosauiepor
Mannel Pereira Lopes Bibeiro, que se prnpoe a ven-
ilor alguns objcrlos, que sao precisos a enfermara
ilo presidio de Fernando. s
Assim responn ao olllco de V. Exc. de 15 do cr-
reme, sob n. 451.
Dito ao mesmo.Srva-se V
dos Srs. ministros,
poca nais oppurtuna ; o nobre depulado pelo'lto 0 Sr. Silreira Lobo :-0 Sr. ministro da (.zonda 0r."rZSSnkSSTZrSSZu. i SToulro Vu.*r^S^Ti^^rZ
de Janeiro aecusa o governo por nao ler Irazido chegou-se para a maioria do anuo passado. ursMBsm. ',,,: i T.L3,1L.Z,~, !' 1 '', i, T
logo esa* questio para a discussao. Es. exclama Ha outrus apartes a que o oradoV resooudo. que.! OQicios do ministerio do imperio, enviando as I T ra o ador oVc cadS frzTs ende menos"
Tem lugar a d1 discussao, e e approvada sem de- S. Exc.. una nova foulo de embaraces : sao dous quando mesmo acamara ja livesse volado sobre es- consultas o pareceres da seccao dos negocios do 7 r v ;.L /k r. i' t"l"U(- ""-"os.
bale para subir sauccio imperial a proposico da opposicionistas que exigom cousas opposlas : deve sa questio e hoje se pronunriasse diversamente, is- imperio do consclho do eslado sobre urna represen- hdo 'liiuu^.. ,ZLiZ\ P S0U
a opposirao querer urna so cousa; soja ella uui- so provaria que a cmara reconheceria por urna len- lacio dos fazendeiros de Maraj pediudo a suspen-I 0Sr londuLkn rmUevidente eonlradirrio -n
*n- ,H experiencia os resultados funestos do sysloma sao de varias leis provincia.-* s\,bre a inlelligeii- ,*'rs Uleros r o,*Viw rnfZiS. "
Agradece ao nobre depulado pelo Rio de Ja-' opposlo ao do nobre ministro da fazenda. .ca dada pela presidencia da Parahvba ao S J" do ,T n,(,'o,,, T?*ZLLTJ???a?/
ne.ro a declarara., deque o orador pro.essava as Observa ma.s qne o nobre ministro leve a cora- art. 1-da .esoluc.au de ludo.nte.nl de'IS.V.1;' ''"f. ", '1 h.?r ??*- 7 i. !
i.i.smas dou.rinas de oulr'nra. nao procede., do gen. de descarnar a triste situacao em qu.....is acha- e sobre ler du.idado o presidenl?oe Sergipe oxp- ^i'-"!^^' '"*'?*<*:"> o nobre deputa-
mesmo modo o nobre depulado pela Babia, desfi- "
U
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r

mesma cmara declarando quo os vencimenlos do
emprego de secretario das faculdades de direilo
perlencerin por iulelro a qualquer dos lentes das
inesinas (acuidades que o exerecr.
Entra em 1" discussao e passa a i* e desta para a
3*, sem debate, a proposiro da mesma cmara
provinrias. O que sobro islo se lem providenciado | approvando a aposentaran comedida ao juiz de di- gurando o sen pcnsameiilo quando diz que o ora-
nao satisfaz ; sao iiccessarius outros expedientes reilo Joaquim Feruaudesda Fouseca. dor quer acabar com as iusliiuiroes de crdito ;
m.iiseilic.izes. 0 .Sr Prndente declara esgolada a materia da tal nao lia, iiem S, Exc. poder encontrar isso no
Sobre as quesles a que so refere, piensa o ora- i ordem do dia, e designa para a do illa seguidle : seu relatoiiq.
.. dor que os Srs. ministros devem explicar-se ; en- I* 6 8* discussao da proposico da camas*, dos I All chaina o orador a altcncio da cmara pan
lous nlBciaes superiores do exercilo para fazereui "unctem ellcs francamente as suas opinies, digam depulados, mandando contar as oulciaes do oxor- o laslimoso eslado donosso nielo circulante, e pede
porte da junta, que, de conforuiidnle com o acto da que pensara sobre o dficit1 do correle anuo fl- cilo e armada para a reforma e condecoracad do ha- mais garantas para o papul fiduciario que exisle na
pcesulencia de 19 de uovembro do auno passido, i nancero, no qual se provira una renda que se nao hilo de S. lenlo de Aviz o lempo que be'ui servi- circulacio.
tein de julgar o proc.esso ioslaurado contra o sida- j realisa, ao passo que a despeza crescc. rain como proras do corpo de permanentes da cor- Quanlo questio bancaria, diz o orador que j
do do corpo de polica Mannel Jos Calisto, deven- A situoco m, como todos confessam, e o se- lo, antes de faz'ereni parle do exercilo ;
do os ditos officiaes comparecer para esse lliu no *<" ministro da fazenda anda nao julgou oppor- I Conliiiuaco da primeira discussao da proposico
o do governo, no da 4 de junbn prximo vin- i tuno dizer como se deve proced.r para nielbo- i da mesma cmara, aulorisaudo o governo para *u-| Trata-so de salvar o interesse geral contra o | so lenba pronunciado
pela Babia c o nobre depulado pelo Ro de Ja-
Exc. de designar
ra-ln!
vamos, uio procurando encob.i-la com bellas lila- dir orden para se proceder cleico para preen- neiro ; deve S Exc 4
bia nesle terreno. niandade de Nossa Senhor.. do Doslnrro, da Hitara-1 0 paiz e de vUT
Adiinra-se o orador de que um outro nobre depu- i liba, e do coronel Ignacio Accioli de Ccrquera e '
lado da escola liberal nao queira que se discutan! Silva. queni fez a reqiiisico.
os principios polticos que envolvem as mais I Dlo do mesmo ministerio, enviando
j os outros ministros se encarregarain de provar que aliasquestoes do eslado, os direilo* do dono, etc. da declaracio que na
sobre elle nio houve anda votoco. Nao i exado, arrscenla o orador, que a cmara Alegre fez Rodolpho .Sc..,.,..-
favor do Sr. Souza Franco !sado cidadao brisiloiro-4 rommissiu. de .m.le-! ..I...2"0 ~ ."?,*t,.* H*0-""?. 4ua* ."*>. f
a o raerle para as provincias. Nao
quer o orador que sobre as provincias continu a
... i pesar a ccntralisacio administrativa que as oppri-
a certidao me (an|0 dcs^a qu0 cliag g| |bcrtem desse sys_
| xiliar durante 10 anuos, a imperial con.panhia de ^ particular ; e quaos sao as classes que querem a na queslao bancaria; isso una tctica do que a res.
que na cmara nmnic.pal de Porto- lema fatal e impoltico
Jolpho Schin.pder para ser uatuiali- i y,-. quo og lllimslros ni
brasilero.-A commissao de pode- I cxcmplo est na aceita
. 1 Jos-
Dito do mesmo ministerio, coinmunicando licor
Sua Magostado Imperial scienle das peseras que'
douroaoraeio da.Ollicioii-se' ao commandanle
superior da guarda nacional desle municipio alim S. Exc. no seu relalorio censura o seu antecessor, I navegacie a vapor u estrada de ferro de Prelopolis inundaco ? Serio as classes operaras, que geiuem opposicao quer lirar partido.
de designar lambem um ofOcial superior da mesma i d assim um excinplo nunca visto em tacs docu- com a quanlia necessaria para dividir por seus ac- na penuria ? Serio os capitalistas, que devem re-, Doprus das explicacoes do gabinete aclia-sc a op-
guarda nacional para o mesmo fim. | montos olliciaes, mas nao consgnou ideas paro re- i ciouislas 7 pnr cenlo aiiiiualmenle, com o respec- i ceiar a violarn dos contrata* A opuio publica, posiebo de accordo cin ministerio relativamonie
Dito oo couselheijo presidente da rolacoo.-tCons- mediaros males do prsenle. tiro parecer da comuiisso de emprezas privile- acresccnla o orador, nao pode apoiar um syslema | poltica; mas a conciliario pode ler diversas inter-
lando de parliciparfio oIRcal do juiz.de dieilo da I 0 orador passando a lafcrir-se ao que dissera o jgiadas ; que traz em resullado tacs consequoncias, o nio pretaroes, e tanto assim oque, nao seguindu o cx-
coinarca do Brcjo bacharel Sebaslio do Begji Bar-I Sr. visconde de Ilaborabv em oulra seso a respei-| 3a discussao da indcaco do Sr. vsconde de Je- duvida que todo o paiz se pronuncie no sentido ministro da fazenda a poltica'do gabinele Paran
ros de Lacerdo, que no da 12 do eorrentc reassu-1 to dos saldos do lliesouro por este contestado em quilinhonha, rom o parecer da commissao da mesa i desta* ideas se for invocado ; proclamava a mesma polilica quando subi ao po- prosudos poVseu'falecido"mardo,"o Tk\ Vug.isln
mo elle as funeces de seu cargo : assim o comino- um aparte. regulando por artigos addicionaes no regiment o O Sr. Martinho Campo* :Deixe volar o paiz, der. I'ranc**sfcne, as provincias da Baha e Sergipe.
n ico a V. S.Communicou-se lambem ao inspector. Traa anda do que dissera o mesmo nobre sena- : direilo de inlernefiacn nas discussoes do senado. I "o vote a polica par elle, [Apoiado*.\ A polilica do gabinete aclual nao lem por base i commissao de pensoes e ordenados.
daihosniirnriudotazri.il... dor sobre os elTelos da crise coiumercial em lugla- : Conliqnacio da 1" discussao do proposico da ca-1 O Sr. Ilaro de Miuitib* \uunislro da j ntica),' coneiliacao; mas o gabinete quer o progresso re-I Dito da Joao Carlos de Oliveira Soares, pedndo
Dito ao inspeclor da lliesnuraria de fazenda.Ao -Ierra u nos Eslados-L'iiidos. i mar dos depulados sobre o augmento dos venc- accedendo aocnvile que Ihe fra fcilo, dar'a- Hedido,' o a sua polilica de juslica e uiodcraco. dispensa do lempo da lei para oaluralisa'r-se cida-
alfrrcs do 10." batalh.in de ufanlaria Bozendo Jfon- O Sr. Vitenude de itaborahy uega a iiilelligen- nieutos dos monsnnhores. ronegos c empregados guias explicacoes cunara no intuito de paten- I Nao soguo a marcha do gabinele Ir'ansndo, porque '
leiro de l.ima pode V. S. mondar entregar a guau- ca que o orador d ssuas palavras e pode a pa- A'
lia que, segundo o seu ollieio u. 319 de 21 do i Invra.
correle, convem remeller-so ao colleclor de ""' 'rendente observa que a discussao est fo-
Caruoi, afim de oocorrer ao pagamento das daspe- i ra da.malcra de que se trata, e pode que 0 orador
zsis com a enmpanhia do 8 batalho de infamara <'"'
aceilaco dos tactos consumuia-
olla se cinja.
1"
destacada na comarca do Bonito. OfBciou-se ao () Sr. franco responde a S. Exc. que as obscr-
comni.in.laulo das armas, recommendoudo-se-lhe vacocs que faz Ihe parecem liem cabidas,
que nrdenasse no referido alteres que fosse receber!" ." orador diz que no occasio da crise a renda ca-!
a quanlia mencionado. hira em Inglaterra, e cilo o algarismo de sua impor- i
Dito ao mesmo.Mando V. S. passar guia de soc-, laneia de julbo a selembro de 1857 e o de outubro
ronmento nos segundos cirurgics do corpo de sau-1 em dianle.
de Dis. Francisco Uoncalves de Mernes e Jos Au-
aulorisando o governo para conceder caria de na- lealdade o franqueza, desoja ser igualmente cor-
. Neslc sentido laz ondo algumas consideracoes e
F".0.^0 S"la "8"*, que. a forma das ordens \ conclue dizendo que livera especialmente por lim
ir para a corle. chamar a allenco do Sr. presidente "
tmpe.ioea, Icui de se
1 ao commandanle superior da guarda naci- i sobre
npeii
Dito
!'nl n! C0ll,arca dn Rin Fofmoso. Ao tenle do
batalho n. 43 de infamara da guardo nacional sob
sen ci.minando superior Jos Carlos de Meiidnnra
V -isronccllos, mande V. S. passar a guia do que
Iralo o arlige 45 do decreto n. 11:10 de 12 de marc
da
do coi.se!
aclual.dado. Vola
grandes queslocs
contra a resolucio
O Sr. Viiconde d$ Itaborahy respondeuduja by, i '-ido a ocla da anterior approvada.
Souza Franco diz que nao considera sabios as qnnn- O Sr. 1" Secretario d conta do segu
lias que existen! captivas dapara! ja ollootuadas
;--.......-" ----- -.-o que llzera smenle referencia tabella que vira
h iVV (!m;/"e *' """"" l'an ilialrirlo em mi do Sr. presdeme do con.sel.bo. ____
mi Ualnlhnia n. I.i di w"^i v s. i..- iimnni no-rrm" rssorn nnbre is rondas em
mo., em onicio de 19 do correnle. torrarnos atados-Unidos, observas. Ex
Dilo ao director do arsenal de guerra. .Poniera
Vmc ao coiis.ll.nailminisii iiivo dous livrosde pa-
pel paulado de 150 folhas cada um, com 10 e 1/2
pollega.ias de largura e 15 d 1/2 de comprmeme.
i.oii.uiuiiicou-su ao presidcnlo de referido con-
selbzt.
Dito ao juiz de direilo da primeira vara'.Remel-
lo a Vme. parao f.m convcnenle, o provesso ins-
lauradu contra o soldado do corpo de polica -Manuel
Jos Calisto. aOm de ser julgado pela junta, de une
lala o acto da presidencia de 19 de uovembro do
anuo passado, o que deveri reuuir-sc neslc palacio
no da 4de j.iuho prximo vindouro ao meio da.
Dilo ao juiz de direilo da comarca de Tacarat
Dr. Francisco Concalves da Rocha. Noobslai.lo
eslar correado aluda o pra/o de 4 mez.es, que foi
mareado a Vine, para entrar em excrcicioua comar-
ca de Tacarat, para onde foi removido, julgo con-
veniente ponderar-l'ae, que as necessidades JoVr-
vic.i publiiu) iirgein pela sua presenca all, o paran-
lo espero que Vmc. apressar sua partida: oque
milito Ihe rocoiHineudo.Coiiiniuiiicou-se ao dele-
gado e promotor publico da referida comarca.
Dito ao inspector da thesourara provincial.De-
claro a Vine, para o llm conveniente, que o Dr.
Jeronyino Vilslla do Castro lavaros partieipou em
oiRcio de 11 de abril prximo lindo, que deixava de
oxerceras funcroes do director geral da inslruccio
publica, pnr ler do seguir para a curte,
l.i-la-
'. que
da capella imperial e cilhcdracs das diversas dio- 'car o seu peusameulo poltico, que a todos os ncslo caso uio obleria o apoio da opposicio do auno
ceses do imperio, com a respectiva emenda da com- i respelos idntico ao dos seus collegas do minis- passado. ,
misso de negocios ecclesiaslicos ; | lorio. Diz o orador que devem haver mudancas, parque
i >' discussao da proposiro da dita cmara, j O orador, olferecendo ao corpo legislativo a sua o ministerio passado fez uiua completa reaccio em
quasi todas as provincias.
[Sao apoiadm. Reclamarde repelidas.)
O Sr. Franco de Al me ida : En lio o Sr. Tosta
nao transige com os grupos ?
O Sr. ltodrigo Sitia : Est engaado, quer o
apoio de todos.
(Neste ponto suscita-sc um dialogo entre o ora-
dor e o Sr. Gavio Peixolo sobre os negocios de S.
. Poulo, deque uio podemos lomar noto pelas nter-
dos principios inslilutivosdo paiz, no progresso re-1 rupcoes e alguma coufusooque rcinou.)
Hedido e nos mclhoramcnlos que as necessidades O Sr. ltodrigo Silva continuando, declaro que o
publicas reclaman!. gabinete aclual nio pude seguir a mesma polilica
Para fazer viugai osla polilica, a mesmo que fra I do seu antecessor, porque devla levar o paiz xo
iniciada pelo Sr. marquez do Paran e que no seu labysmo.
modo de entender couslituea verdadeira polilica de j O.S'r. Franco de Almeida : O Sr. Sergio disse
juslica e moderacio, qsjnjS. Exc. desoja o concurso que o ministerio era continuador do passado.
franco e le.il dos roi.roMliila4 .la liaojol i O -Vr. Hodri
T.;cr -n
di
liiralsacio de cidodio brasilero aos subditos por- j respondido.
(iiguezes Manoel Jos Rodrigues Pereira o uniros.! Sabe que pairam sobre elle algumas pre vences,
Levanta-se a sessao meia horadepoisdemeio-dia. 'l"e alguns o consideraui como um reactor ; 'mas
[ semelhanle juizo injusto e infundado, porquanto
1 nio ha homcm que nutra menos'odio do que elle
I orador.
CMARA DOS SRS. DEPILADOS.
SESSAO EST 16 DE MAIO DE 1859.
, Pretidenct do Sr. Conde de llaependij.
As 11 |/3 horas da manhaa folla a chamada c rc-
lricaudo se haver casa o Sr. presidente abre a ses-
sao.
Passando a definir a poltica do gabinete, o Sr.
i ministro declara que ella so funda na. conservacao
Nao deve Un.bem passar desapercebida a decla-
ito das pessoas que raco do Sr. ministro da marinha de ser o gabine-
eir-,'rla ^"""^ d03 ^ dol""adu31|- I 'o continuador da poltica de coircihacao, qundo
gr."*.. .__, .. .. j outros collegas de S. Exc. dizem que polilica do
diudo ,ln?i oln.-,WdeN l-ra,,r1,SCOm- .!-: ctal gabinete dTcroula da poltica do mnis-
a pensau eui remuneracao dos serviros; ierio de 4 de maio
O Sr. Danta .-Emquanto os tactos nio desmen-
tirem dovem aceitar o programma.
O Sr.tandalplw pergiinla qual esse program-
ma ; os nobres ministros ainda nio odisseram.
O Sr. Martinho Campo* rCada um tem o seu.
O Sr. Landnlpho conlinuando, pondera que
cmara nao deve retirar-se para esparar pelos fac-
as, nio depois de fechado o parlamento que o
ministerio deve ser julgado Juslica e moderacio
nao podem c.iisiiluir programma, pensa o orador.
Declaram S". Exc** que aceilam o concurso de lo-
dos que os quzerem apoiar ; podera nao ; a cmara
o ignoraca. Negam os nobres ministros, contina
o orador, a existencia dos partidos ; negar isso
negar o boin senso e a historio, desvirtuar o svs-
tcnia represoutalivo. O gabinele afinal nao se ex-
fliea : pede-lhu o orador que venha expor con.
ranqueza as suas ideas.
perma-
KXPKI.IKNTK .
Ihu oOirn do ministerio do imperio,
as liforniaruos [i.-iliil is ^ul
TJiii.Tiecli ~
,.>..--, jF.-.i(.i ,^ ~illl|.- I pl. lo..r.|.
C suas ii m" is. _A" quein loz
se referir ao augineulo das rendas no auno da
crise e nao na occasiio desla- Para luelhor fazer-
se romprehender, ocrcscenla mais algumas expli-
cacoes.
O Sr. Candido Korjes motiva o seu voto contra
o projedo que se discute, dizendo que, tendo sido
regelado aquello que allivava as casas de carida-
de do imposto das loteras, nao poda sor opprovado
o que eslava ein discussao ; o producto dis baleras
a que se rofere o projecto nio para conslrucc.io de
Igrejas, obras de malrizes eic.w como diz a le de
1850, mas sim paca una contraria, e portanto nao
so devia fazer applicacio du dita lei para o caso vr-
teme.
OSr. Viscoiute de Jequitinhonlu vola pela reso-
luoao, porque, se como dissera hnnlem o Sr. Mr-
quez do Olinda o eslado do lliesouro nao embaraca-
va que se fizessem Saspezas ulei*. oeslododo llie-
souro nao deve ser motivo para se dcxar de ten-
der a esle pedida justo.
n orador fortifica o voto que lem de dar com ou-
cuvando
a reqni-
sii;ao.
Dilo do mesmo ministerio, remetiendo o decreto
que concede a I.uz Ordan privilegio por 30 anuos
Sara ljvrar minas de chumbn que descubri na
reguezia de Ypiranga, provincia de S. Paulo.A'
commissao de commcrcio.
Dilo do mesmo ministerio, remetiendo o decreto
que exonera a Assocncio Sergipense daobrigaco
de tor efectivamente na barra daquella provincia
duas barcas de reboque.A' commissao de com-
mercio.
Dito do mesmo ministerio, enviando copias das
actas das eioicoes procedidas nas parochins de
Nossa Senhora do Desterro de Marvo, provincia
do Piauhy : e Campas do Rio Real, provincia do
SergipeA' commissao de poderes.
Dilo do mesmo ministerio, enviando umaacollec-
cao manuscripla dos actos leg.slolivos da asse.n-
blea provincial de Mallo-rosso.A' commissao de
assemblas proviuciaes.
Dito do mesmo ministerio, .miando u.no repre-
seiitara da asaembla provincial do Ro de Ja-
neiro ppndo que lome extensiva ao corpo poli-
II Sr llnHriqa SUon : N.u) gp ||esse laclo.
n Tr. rrznz, g, .\rmcigr, M o de-
e leal il.is r.>|iriioiUaij|^^|ajMajj...^^
_t> tfr. p*rrne# itr '.TtmHaa pnnnpia^uTzenuo que
nao lencionava, aprescnlan.lo o requer nienlo em I O.S'r. Ilodriyn Silva apoia O gabinele actual por-
que pede ao governo imperial algnus docu.uculos, que est consignada no seu programma a poltica
despertar o ministerio do dolce far tenle, ou antes de juslica e moderacio com o progresso reilec-
protundo lelhargo, em que pareca engolfado, es- lido.
qiiecendo-se de seguir a pralica invariavel dos par- Cre que ludo est esclarecido, lano em liuaucas ,,,,;!!!, ,''lc,as ',|,le ?! S?. n'l'"[''sll".l1uu ':"lllra o
---------.....:..-.-. lalidade, contra a poltica de concillaran. Liberal,
brasilero.A commissn de poderes.
I. PARTE DA ORDEM DO DA.
Eieirtio de com minio.
Coulinuondo a loicao das commissoes
nenies, sahem cleilos:
Diplomacia : Os Srs. Duarte Brandio, BeH e
1 ii nejar h
Marinha e guerra : Os Sr*. Peixolo de Aaevcdo,
Lima e Silva o Rocha Paria.
Redacro : Os Srs. Cunta Pigueiredo, Mendos de
Almeida e Uavio Peixolo.
S-* PAUTE DA OBDEM DO DIA,
iirlerpellaroes.
Coiilinua a dsmisso do requerimenlo aprsen-
la.lo pelos Srs. Franco de Almeida c Martinho Cam-
pos.
Le-se c apoia-se o seguinlc addilvo:
- Depois das palavrascaixos lilioes do Banco
do Brasiloccresceule-seigualmente o quantum
da sua emissin nciual equal sen fundo em noUs
do thesnurn ;i XgrieolaTTTvrioltircarin e sen fundo em notas a
uesuuro, assim como de lodos os mais banco* crea-
dos nas diversas provincias do imperio.Alcntara
Machado.
0 Sr. I'aranho* (ministro dos negocios eslran-
geiros) : Equaessio as ideas de V. Exc?
OSr. I.ondiilpho :serio aquellas que nio es-
verem muitode accordo com as de V. Exc
0 orador chama attei.rio do-paiz para esses ca-
racteres anda os mais fortes, que quando entram
para u ministerio logo se inodlllcaja.
~ "** i ii rmm piiL.I.....'" das
" Sr. Gaciiio Peixolo levanta-se para combat
lamentos de lodos os paizes, que os abriga sorupro como em coneiliacao, e por isso vota contra o
a dar exploaccs e .-.presentar o seu programla po-' querimcnlo.
litco na primeira reuniao das cmaras, depois do' n c, .. .
sua nomcacio '*' "acheco diz que o Sr. ministro da j.....
Mas, abarlo o debate, foreoso dizer alguma Pedl 1aP cousa. franca dos adversarios ; o orador quer delinir a sua enndemnar o passado c o futuro, Iludir a queslio
Estima que o ministerio deseje franqueza nas nos- p0*jS,' e .P"" i,so remonta-se uo ministerio Pa- i du -lia e desconhecor as leis do progresso A poli-
lilidades o dedicacio no apoio. e que admita a dou- !'Da_' ?M. ,na"g'rou a polilica de coneiliacao, po- J[_ coneiliacao, exclama S. Exc, ou
sent o orador a uecessidade de nianifestar-se em
prol' dessa poltlica beuellca t.1o brilbanleinentc
inaugurada pelo marquez de Paran. Querer hoj
reslabelecer a divisa do vencidos e
trina por elle orador expendida 'no auno passado, '."j00 sbi* e "eoelo- trouxe em resellado a
. I--------- ----- -^.. f-> iii^o ^uc ...lliu riuii-aii ao i ni |n. pon
iras considerarnos, que prniluz para provar que o cial da mesma provincia as vantagens conferidas ao
pedido coherente com a le era que se fund.
O Sr. Dantas observa queso ouve fallar na ques-
lao bancaria, que assim esta questio so toma um*
-. ------------------ .--------- ...... .., *...u uv .'[i.l'.JIIV UO 3I-III1UU, |I.IIIU i|ill|.|U ijoiiis
iiageiin, oque a outros objectos importantes nao se pessoas que cumpoeiu a mesado mesmo senado.
presta a dpvi.l.-i .-. 11.,,..-.,. R..-:_-.i_
. alian de lo
mar nssnilo na cmara dos senhnres de-flhadns.
Hilo ao juiz municipal do termo do Calimb.
Con. o parecer junto por copia, do couselheiro presi- '"do desfavoravel aos convenios ; refere-sc s ques-
le da relacao, respondo ao olTieio, que Vine me toes que ha pendentes entre o nosso governo e a
presto a devida allenro.
Onobro senador votar contra o projedo ; no
ve que elle deva passar, tendo cabido oque era re-
lalto .iseasns de caridad a. Ennunca-se era sen-
dirigtocm 15 de abril prximo lindo,"consultando
se podenomear um escrivio interino, que sirva no
rriino e exocuco, leabalhando no cvcl por dislrl-
l'i.irao.
Parecer do presidente da relacao.
Sr. Em resposla ao ofllcio de V.
execucoes, e irabolhe no civel por dislribuicao, vis-
to que um so esenvo nio pode dor vencimeuto aos
trobalhos do fOro. cumpre-me dizer que o oviso cir-
cular do ministerio da juslica de 2 de abril ultimo
prohibe que se ponham em concurso os ofurios d
juslica, que se.'.cham reunidos o outros, e sem au-
torisacio do podar corapclenle nio pode ler lugar o
que solicita o referido juiz.
Dito a adrainslracio geral dos esUbeleeimenlos
de candado.Hande a admimslracio geral dos es-
labelecimentus do caridade nduuilir no respectivo
hospital o menor Joio Albino Ribcro. alim de ser
convenientemente .rotado. Communicou-se
chefe de polica interino.
corpo policial da corte.A' commissao de marinha
e guerra.
Dito do secretario do senado, participando quaos
Sania S, o deplora.-, fraqueza dos nossos ministros
ame os prelencocs do cordeal Anlouelli.
Falla no direilo do padmado no Brasil e invasocs
que sobre elle se lem doixado fazer. Censura a viu-
da de padres lazaristas, de Irapislas, de barbadinhas
eirmios de caridade; diz quo essa milicia, que nos
"orno, vem perturbar a nossa orgauisa-
e conclue votando conlrn a resolucio,
Manoel quizera quo se dessem para a
moleras mais importantes, como seja,
por excmplo.o projedo das Uvpolhecas, sobre o qual
"u,a o Sr. ministro da jusBea un. luminoso pare-
cer. Nio censura oSr. presidente : pensa o orador
que, se umo molera como esta nio i dada para
ordem do dia, c porque provavcloienle o ministe-
rio nao quor: mas, se o governo nao concurda
com o projecto, oflercra emendas. Esti-se gastando
lempo com objectos nif nos momenlosos, e assim
nao ater lempo para se tratar de importantes i nados
questoes, porque vira a discussao da resposl* fal-1 Dilo d
la do Ihrono, a do orcainenio, a das leis de flxaco
le fureas de mar aterra, e con. estas discussoes'se
concluir o lempo.
iionto ao projecto em discussao o orador o de-
Ihteirada.
Ditos do mesmo secretario, communicando que
Sua Mageslade o Imperador cnsente no decreto
que (xa a furra de Ierra para o anuo de 1(08
ISfiO e nas resolncoes seguiutes : que manda con-
tinuar em vigor n'orcaiiieni.i de 1858 a lo em-
quanto nio for promulgada a loi de orcamento de
18")!) a 1860 ; que concede favores ao hospital ge-
ral da Sania Cosa do Miscrcurdia; que concede
loteras a diversas igrejas ; carta de naluralisaiio
a dffereules eslrangeiros: pensos ae major Vic'tor
Jos de Figueredo e outros, varas licencas e apo-
senladorias.In teinada.
Dilo do Sr. depulado Monteirp de Barros, com-
municando nao poder comparecer s scsses.'
commissao de poderes.
Requerinii-iito do desemhargador Severa Amorim
do Valle, reclamando contra o decreta que o apo-
seuiou e ao desembargdor Bernardo Babello da
Silva Pereira. hoie fallecido.A' commissao de
penses e ordenados. *
Dilodos empregados da thesourara da provin-
cia de Minas, pedindo augmento em seus or-
denados. A' commissao do peuses o ordi
purii. enlao contestada por varios meu.bros da op-
posicao, de que dovem ser considerados alijados os
que apoiarem a sua polilica c adversarios os que o
coinbatcrem.
(Juo fulga muito que o Sr. ministro da juslica se
explicasso, declarando que o sua poltica consiste na
conservacao das uossas nstituicoes o na progresso
maderada.
Mas so lal a sua polilica nao 6 outra seno a da
coneiliacao, inaugurada pelo Sr. marquez de Para-
n e seguida pelo Sr. maiquez de Olinda.
Assim, puis, porque nao haver franqueza em de-
clarar que a polilica do gabinele actual a mesma
do gabinele de I de maio 1
A seren sinceras as explicacoes do Sr. ministro da
juslica, a nao encobrirem ellos polilica dilferenle,
nao ha divergencia neslc ponto, porque lodos quo-
rem a conservacao das insliluiccs c o progressu
moderado.
E venlnde que inuilus mumbros declaran) apoiar
o ministerio se elle for conciliador, o outros com-
halem-u ; mas islo nio era motivo sulucicnle para
que, pediudo o ministerio dedicacio no apoio e
franqueza na hoslil.dade, o Sr. ministro da juslica
se exprimisse em termos lio vagos e dubios.
Que, procurando no relalorio da fazenda os prin-
cipios financeiros do ministerio, nolle eucoulra revi-
vida a questio incandescente da un.dade o plurali-
dode bancaria, alin da descripciu d* eslado lagli-
iiioso das nnssasHancas.
Mas, se n Sr. minislfo da fazenda respeta os fac-
los consumados, quaos os nieos com que tcnciuna
inclhorar o oslado fli.a.ieeiro, lio prospero alias
piando S. Exc. entrara para o ministerio? Se res-
dos partidos ; mas nao era ludo ; o paiz
quera mais alguma cousa, quera marchar na sen-
da do progresso moderado. Entende que o gabine-
te de t de maio nio realisou as vistos do paiz, o por
isso o arador, depois de esperar dous anuos, ne-
gou-lhe o auno passado o seu apoio.
. foi umo
randa verdade ou una eloquenle mentira : e Bea-
to caso aecusem os goveruos passados, as cmaras
e os partidas que os apoiaram.
Nio haverin entre todos seaio almas tmidas e
corruptos ; nao, mil veze* nio: es partidos
i iucamocio viva das ideas da snciedade
; gitam-se, coinbale.n-se o modillcam-sc
Observa que os ministerios nao se organisam se- i uSlIcaeao nasea a fusio, o repouso, ? calma,
gundo ns conveniencias do paiz ; mas nao entra nas Se concillaran foi urna mei.lira, preciso con-
causas quo di* lugar a osse tacto, nem lio pouco c,u'r "o existencia dos partidos que a produzi-
xaminori os motivos que deram lugar i quedo do
ministerio Olinda.
Cabio porque devia cahir ; nio podo realisar as
suas promesaas. Faz juslica ao carcter e A le.il-
dado de Sr. ministro da juslica ; S. Exc. declaro.,
qoeesquecia os odios; nao se' trata, porm, disso ;
quer quo o uobre ministro moslre pralicainento as
suas promessas ; entretanto permittiri que ella ora-
dor continu ainsislir nas suas duvida.'.
E sua opiniin que com a retirada do Sr. Nabuco
termino a polilica do conciliario.
t'u Sr. Depulado : Conciliario nio poli-
lica.
OSr. Pacheco : Oh senhores, quando se diz
que conciliario nao poltica e sim um meio, ani-
mnin-se a dizer que moderacio c juslica poli-
lica?/ r
F.stfi terminada a concliaeio, continua o orador,
o Sr. ministro da fazenda, lilho da poltica de conei-
liacao, nao adopto mais sua propna mii, Vpolilica
do gabinete a conservadora coi o progresso ; nio
ha ministerio revolucionario. Nio pode dar o sen
apoio oo gabinele, nem se pe e.n guarda ; faz-lhc
opposicao porque re.-ea que u ministerio queira re-
formas que nio satisfarn, ao paiz.
Ononlo a queslao bancaria, espercm que ogover-
llouve urna poca de discordias, de desconllon-
cas mutuas, de anorchia do poder, de anarcl.ia da
proco publica ; foi o lado trisle desses lempos he-
roicos em que se pode repousar os olhos comsalis-
facao, purque lambem havia fc crencas e eulhu-
siasmo.
Deplora o orador que a poltica de coneiliacao que.
iiiTcfoceii aquellos odios, que ac.iliunu os nossos
_ ),o... .a
torcas caudinas.
O Sr l.andalpho observa que os nobres minis-
tros fogem a todo a especie de explicacoes, lano
i geracscomo particulares, anda nio derm explica-
cao alguma sobre a demissio do presidente do Ro
de Janeiro, sobre quemo nobre ministril dos nego-
cios eslrangeiros, fez pesar urna grave aecusacao de
deslealdade.
O Sr. Sergio /ministro do imperio) :Pergenia
__ ao orador como sabe dissoque se pasaou no con-
vencedores se'ho de mitiislros.
O Sr. Landntpho responde que bastava ter o no-
bre ministro um assenlo neste conselho para saber-
se du que all se passou.
Diz aiuda que o gabinete nio explica a sabida do
Sr. Nabuco ; limila-se a sustentar que foi urna
simples questio pessoal, e que a retirada de S. Exc.
nada allerava o programma do gabinele : declara
.. onlaalanto o nobre ex-minislro que se retirara pelos
os deas a- 'endeudas contrarias que ancoulrou nos 3eus col-
dessa mo-; w**-
E os Srs. ministros nao alteraram o seu program-
ma u querem o concurso de todos I
Devia o orador estar acostumado a ver essa es-
pecie de deslealdade na minora parlamentar do
auno passado, nem admira que aquelles que tem
di-nado um lugar vago em lodos as lucirs lara-
bein o deixem na coneiliacao.
E muito importante para o orador a poscio do
Sr. ministra da guerra, porque S. Exc. aceitn urna
cjiiiniss.io do gabinete de 4 de maio ; desejava
pedir sobre isso algumas explicacoes ; notando.
porm. o ui.t -lorio u a reserva inabalavel de S."
t.io ,, u q". "3 '"roscolhop seis boje Exc". intil e ocioso ; mas alravez dessa reserva
luiuiinada. Itoiide lioineiiagens oo grande honiem
que a inicio*, e pede que alleiidom para as adhe-
ses que o acolheram.
.Nojia governo poderoso seno aquclle que at-
iende i ordem e o progresso ; se o conciliario uas-
ceu da necessidade de acabar os reaccoes, e seu Om
nao foi compleameuto realisado, a sua baudeira
uio pode cahir ; seria
domis imprudente, ainoae*
v o orador o socricio das consciencias dos nobres
ministra*.
Se corlo, contina, que una fatalidade sinislra
pairo sbreos inslituicoes.se mistor, o voto do
parlamento, todos os homens de bem devem ligar-se
contra essa invasko corruptora.
Digam ellos ao paiz : ha urna fatalidade que
Portara.O Sr. Agente di companhia brasileira 'onde : nao so trata de urna concessio nova,
n PP''ca"0 "lo urna lei existente.
u,- paquetes a vapor, mande dar passagem para a
corte, por conta. do ministerio da guerra, aos se-
Sundos cirnrgjes do corpo de soiido Drs. Francisco
onralvesrfn-Woraes e Jos Augusto de Souza Pi-
tonga, fleaodo sem clleilo a portara, que se expe-
dio nesle sentido em 17 do correnle.
Dita. O vice-presidente di provincia ronfor-
mando-se com a proposta do chefe do polica inte-
rino, dalada de hnnlem, e soh n. 513, resolve con-
siderar de nenbuin effeito a portara de 14 de mar-
co ultimo, pela qual se non.eou a Bernardo Fer-
reira de Barros C*mpello para o cargo de subdele-
gado do polica da freguezia do Cabo, e nomeio pa-
ra o mesmo cargo o segundo supplente Jos Xavier
Rodrigues Compeli, c para o lugar desle o rida-
dao Antonio Jo Reg Barros. Comnutnicou-se ao
chefe de poliH interino.
Expediente do secretario do governo.
Ouicio ao commandanle das armas.O Exm. Sr.
vice-prosidente da provincia manda communicar a
V. Exc que no requerimenlo do capilio Antonio
Josr dos Pasaos, sobre que V. Exc infonjiou era
olueio de 18 do carrento, proferto o despacho do
Ibeor seguiule : Kcqueira ao governo imperial,
lulo ao mesmo. O Exm. Sr. vico-prisidente da
provincia,_ expediudo nesta dala as convenientes
ordens, nio s paro que se passe guia de soccorri-
mentu aos segundos cirurgics du corpo de sade,
Dr. Francisco Uoncalves de Moracs e Jos Augusto
de Soza Pilonga, mas lambem para que se Ihes
de transporte para a corlo : assim o mondo com-
municar a V. Ejc. cid resposla ao seu oIRcio du >
do correnle sob n. 453.
INTERIOR.
RIO DE JANEIRO.
SENADO.
SESSAO EM 18 DE MAIO DE 1859.
Presidencia do Sr. Manoel Ignacio Cavalcanli de
hacer da.
As 10 3/4 horas da manhaa o Sr. presidente abri
a sessao. estando presentes 3] Srs. senadores.
Lida a acia da sessao anterior approvada.
EXrBDIENTK.
O Sr. 3." secretario t um aviso do ministerio
los negocios du imperio, participando que Sua Ma-
O convento do Carmo de Pernaml.uco recorrer
a cmara dos depulados cesta nttendera ao pedi-
ao approvando b projecto de que agora o senado
so oceupa. Se se tralasae de eximir qualquer lote-
ra do imposto seu voto serio contrario, como asie-
ra ha poneos dias contra os dictames do seu cora-
cao ; mas o coso era oulro.
O orador passa depois o responder s proposices
V i"' !.nla Anlonclli sobre o nosso governo. Dorador nega que
os ministros do Rrasil baratean a Roma os direilos
e preroK.iiivas da curia c do estada nas questoes
que penden, enlre o nosso governo e o pontificio.
O orador deplora a guerra 411.0 so faz aos missio-
noric-s e s muios de. rida.le ; ve ncslas e 11a-
quelles grandes vir.nde*.
-Vio se deve argumentar ceir insliluirr.es lio
candosas, ln sanias, com umou oulro tacto que se
lenba dedo era coutrar).
O orador faz mais algumas obsorvaces em defe-
za dos padres barbadinhos, lazaristas' e irmaos de
candado, e diz gue os barbadinhos sao successores
dos apostlos.
Quanto questio do padroado^pkserva que a oc-
castao nao propicia para se tratar della.
OSr. Dantas diz mais algumas palavras para
""rar-se da pecha de in.pio que Ihe pareceu irro-
gar-lhe o Sr. D. Manuel, acresceulando que mais
Ihe pareci heresia a proposico desle nobre sena-
dor, em que diz que os barbadinhos sao verdadei-
ros successores dos apostlos o que elle orador
contesta, enlcndendo que o religiio chrslio nada
tem con. a existencia dos convenios, porquanto Je-
sus-Chnsto que a fundou nio coubecia frades. Con-
tinuar a considerar pergosas certas doutriuas que
eslee e outrosfrades odmiltidos no paiz propagam,
e a inlluencia que vio exercendo sobre a sociedede
brasileira ; e por esta occasiio roenrda o que dis-
sera um delles no pulpito na provincia de S. Paulo
que o governo livre e constitucional incompa-
Uvel com a religio calholica apostlica romana.
O orador defende o direilo do padreado que rom-
pele ao estado, o diz que considera como lal o di-
reilo de recurso coroa, rccenlemenle estabcleci-
do pelo governo.
E eta viriude desle direilo que ficaram debaixo
da garanta c defeza do poder civil nao sii os bens
das igrejas, par,, quo niosejam dissipodns uu dis-
rahidus do seu verdadeiro desliuu, e uiesmu u
emissao concedida a diversos bancos pelo gabinele
de 4 de maio, porque, tratando mais de descripciu
i critica, nao se apresonlou como administrador eor-
de Jos Antonio Pereira da Silva, pedindo ganisador, apontando no seu relalorio medidas que
ser matriculado no primeiro anno da escola cen- 1 melhurum as nossos linancas?
Irol.A' commissaoi)c inslruccio publica. Assim prncedundo, o Sr. ministro da fazenda na-
E' approvado sem dbale o parecer da comniissio I da mais quer do que explorar a maioria da cmara,
de poderes mandando dar assoulo ao Sr. Jos Joa- i contentando os amigos da unidad.- bancaria com a
quii Ferreira Houleiro de Barros, depulado sup-|*ua fnebre desenpro e os amigos do pluridade
penle pela provincia de Minas. | bancaria com o pretexto de respeitar os factos con-
Arl.oudo-se na ante-salo o mesmo senhor, iu- sumados,
tro lo/ido com os formalidades do eslylo, presto
juramento e tomo ausento.
L-se e remeitida i eoinmissio de polica a se-
guinle indicara.) : '
Indico qie a commissao de polica desta casa,
lomando em consideracio o precedente abcrlo em
li do maio de 1857 pel ministerio organisado em i
do mesmo mez o anuo, e regulndose pelos usos
de oulros parlamentos, proponba medida qne, em
caso como o orcen-ido em 1857 e outros anlogos,
regulo e permita como convra o debate, asseme-
Ihando-o ao debate das interpcllacoes escripias.
S. li.larlinho Campos.
ORDEM DO DIA.
Posta a votos a urgencia requerida pelo Sr.
Franco de Almeida para continuar a discussao do
requerimeuto aprcscniado por elle, a mesma ap-
provada.
Cuuiii.ua a discussao do requerimenlo.
OSr. Saltee Torre* Homcm [ministro da fazen-
da), responden.lo ao nubre depulado pelo Rio de
Janeiro, o qual se mostr., lio impaciento exigindo
que o governo anles de ludo Irouxcssc i discussao
o questio dos bancos, dizque, se o ministerio sr
gniasse pelos conselho* do nobre depulado, achar-
se-hia porplexo o indeciso. O nobre depulado pela
Baha, presidente de Pernambuco, ligou queslio
poltica tamonha importancia que entondeu dever
pedir sua demissio ; o uobre depulado polo Rio
de Janeiro levou a mal que se fallasse em polilica
quando explicacoes tinham sido exigidas.
Diz o orador que o nobre depulado pelo Ro de
ioneiro se encarregara de responder ao nobre de-
pulado pela Baha na questio poltica. Quanlo
retirada du Sr. Nabuco, observa que S. Exc. sem-
pre se ochava em harmona com seus collegas,
a quem oliancava osen apoio em una carta diri-
gida ao Sr. presidente do conselho, que S. Exc. o
nobre ministro da justica, cavalhcro como era, uo
poda relraclar-se.
O Sr. Silreira Lobo .A caria confiden-
cial.
Conlinuando, pondera o Sr. ministro da fozenda
que toda* as inslrurces dadas ao nobre depulado
pela Baha antes e- depois da sabida do nobre ex-
ministro da juslica oiem de acenrdo com o pensa-
menlo do ministerio ; a suspoita que concebera o
nobre depulado pela Baha cun 1 entrada do Sr.
peda os factos consumados o recouhece comludo no traga formulados os seus pro'jectos ;" que venha
que o eslado lastimoso dos linancas, derivo-so da ao corpo legislativo eom toda a franqueza. O ora-
dor, amigo da liberdode polilica, da liberdade iu-
Ser islo admssvol naquelles mesmos quo se
apreseniam cmara pedindo franqueza o leal-
dade f
Nem se llovido que a opinio da cmara lem sido
conslanlonieiiie ein favor da pluralidode bancaria;
pois que assim ella provou j na sessao dc4857por
occasiio da discuss.io e mtaro da lei coinmandila-
rio, j na sessao do anuo passado continuando o
seu apoio ao gabinele de 4 de maio. principalmente
combatido pola opposicao por causa da incorpora-
ran de varios bancos.
Portanto, desde o momento que o ministerio, nas-
cido do upposuao que tinha por seu principal dog-
ma a anidada bancaria, niodissolveu acamara que
sustentara a pluralidode, oulro alternativa nio res-
to oo Sr. ministro do fozendo, depois de desacredi-
tar as nstituicoes llnance.ras do paiz, sem excep-
co do proprio Ronco do Brasil, semio una vida im-
potente de meros expedientes.
Passando conlradicio que o nol.ro ministro da
fazenda notara entre o" nobre depulado da Babia,
que dissora que se nio devia reviver a queslio do
nublado bancaria, e o uobre dopulado pelo Rio de
Janeiro, que censuro a S. Exc por nio manifestar
sinceramente todo o seu peusameulo sobre ella,diz
que a conlradicio meramenteapparente e sophs-
licn, porquanto' a optniio do nobre depulado pelo
Itiode Janeiro funda-se no fado do Sr. ministro do
fazenda ter Iratadu dessa questio 110 seu relalorio,
emquanto que o nobre depulado pela Babia decla-
mu que S. Exc nao dovra ter tratado de semelhan-
le queslio, j vencida.
Coucluiido, declara que nio pode apoiar um mi-
nisterio que, tendo recebido do seu antecessor as
Ruancas em um eslado prospero o lisnngciro em
lio pouco lempo as transformara 110 eslado mais
laslimoso.
O Sr. Franco de Almeida foi algumas vezes ap-
plaudido pela cmara.
O Sr. Ilodrigo Silca depois de explicar porque
esleve em opposicao o auno passado e porque hoje
apoia o governo, diz quo a opposicao desle anno
fraquissi.no e o governo forlissimo : a opposicao
iraca porque cunlradtoria, o governo fono "por-
que cnmiua a sustentaros seus principios.
O Sr. Silceira Lob: Com derrotas conti-
nuadas.
O Sr. Ilodrigo Silva observa que o Sr. Saraiva
dusirial, lamben o da liberdailo bancaria.
1 Reconhecc a existencia das duas escolas oppos-
las, a da reslriecio e a da liberdade bancaria ; m-
s i oiilara nomos muito uul.iveis ; mas para elle
evidente que os principios bem regulados da escola
liberal conduzem ao bem geral.
Parece ao oradur que o Sr. ministro da fazenda
devia adiar a queslio bancaria. S. Exc. tem sem-
pro sustentado a unidade, o que na verdade era
fia sua dignidade ; mas se esta pertinacia urna
virtudc para o honiem, nio o para o poltico. Dc-
ve-sc atlender anles de ludo ao estado do paiz e
respeitar a opiniio publica.
O pom brasilero quer a liberdade bancaria, o
paiz carece de crdito ; um paiz novo, precisa en-
grandecer-se. Diz o Sr. ministro da fazenda que o
: r ----- .....------------------, j ----- '.. pwa...uu .ipoij m poiiucfl uno ac inmuta ue
c o desejo de muiios, ou nasceu para o bem de to-_ conservacao o progresso moderado, e entende quo
dos. e ueste caso nao deve acabir. Pasma o orador o governo que proclama essa poltica tcm-se expli-
qu.ii.do ouve dizer que essa poltica e o naufragio Mdo nlullu claramente e merece o apoio da eama-
poiz eslava ameacado de crise com acmissio ; pe- niondou a poltica du coneiliacao por diversa
br.11 **; se o polilica de 1 ouciliocio fosse urna polil
de o orador venia ao nobre ministro para lemb
Ihe que oulros paizes teem passado por casas cri-
scs. quer predomine nelles o syslemo da reslriecio,
quer o do liberdade ; os males, porm, teem sido
muito menores naquelles onde existe a emissio re-
gulada.
Diz o Sr. ministro da fazenda que a cmara dar a
sentones; venha, qualquer que ella seja. diz o
orador ; mas se o Sr. ministro aleancar victoria
ser momenlanea, porque cima de tudo esli os
direitos do novo, que devem ser allendidos.
OSr. Salathielpronuncia-se a favor do governo.
O. Sr. Alcntara Machado offerecer um artigo
addilivo lendo por fim esclarecer um trecho do re-
lalorio do Sr. ministro da fazenda ; dividir o seu
discurso em duas partes ; a primeira justificando
o artigo, a outra definindo a sua posicio em rela-
cao ao governo.
Quauto i ultima parte, declara o orador que nao
pode prestar o seu apoio a um gabinele contra o
qual os propros elementos se conspiran). Logo de-
pois da sua asceucio tivemos um temporal que ar-
ruinou a estrada de ferro, e o morro do Castello
orneara desabar. A praca, que eslava em estado
prospero, assustou-se e lodo o commcrcio estre-
ineceu.
Recouhece o lino e a prudencia do Sr. presidente
do conselho ; mas S. Exc. muito caipura, como
disse um anligo representante na casa ; nao tem
podido suslentar-se ein todas as administraces em
que lem estado. Na regencia Forj, no miiiisterio
que se intitulo!, de justica e tolerancia, 110 minis-
terio Paran, nao fez oSr. viscoude de Abade mais
do que mostrar evidentemente o seu caiporismo.
Nao pode lambem apoiar o Sr. ministro da I
zonda, porque o paiz estremeceu quando ouvio d.
zer que o historiador severo da familia do fundador
do imperio tinha um assenlo nos conselhos da co-
rta ; S. Exc. pode ser um grande cscriptor de pam-
phlelos e brocl.mas. mas nao um bom ministro.
Ninguem avspji bisa mais do que a orador com o
das creucas ; onde esl aquello que quer acabar os
porlidos, as extremos das idast nio se confundan
as cousas : o que se quer a eUboracio de novas
Ule** quo rbenla*) do seio das sociedades, o res-
peilo ,ii cuodicoes ua nossa vida actual; o insto
uo ha coritradieoio.
A coneiliacao, segundo pensa o orador, nio es-
palhon a corrupeo ; e, se o fez, quem sin os cor-
ruptores e quem os corrompidos? Sio armas de op-
posicao nos cmbales parlamentares; por honra do
paiz, para honra do carcter brasilero nao acredita
nessas aecusnces.
Diz-se tambera que a coneiliacao concorrera para
o desequilibrio dus poderes favoreceudo as iuvases
do execulivo ; aecusem entio s cmaras possadas
que o consentirn).
Ha alguem, couiiuua o orador, que lera o direilo
de pensar cora mais acert do que cada um n do
que lodos conectivamente ; essa enlutado recom-
iversas ve-
itica de
corrupeo, nao possivel conreber que fosse re-
commendoda em Un. solemnes uccasiues.
Anles de terminar vai o orador responder ao no-
bre depulado pela provincia de S Paulo. Picara o
orador sorprendido de ver que o nobre depulado,
hovendo ha pouco lempo apoiadu admiuistracio
do Sr. Fernandes Torres na aaaamblea provincial,
viesse agora aggredi-lo rom tanto fervor. Pasma da
facilidade com que o nobre depulado esquece o seu
passado e vem aiassalhor o hornera a quem endeo-
ava. O nobre depulado por sio Paulo accrescen-
a liberdade, o legado de nossos paes ha de
'aplacentes. E pro-
voto franco e do-
ra para definir a
e se intitula de
poio 1
rae do paiz. Entende que as nossas instituires
nao oslan ameacadas, e que quando o governo de-
claro que conservar tudo o que ha de bom nio se
pode exigir delle mais.
O Sr. Silreira Lobo:Sio banalidades.
O Sr. Jnngueira pensa que, quando o governo pelo
orgo du Sr. bario de Muritiba declara que conser-
var as insliluiccs. tem todo o diraito de ser acre-
ditado.
Comprehende o orador que a questio bancaria
deve ser resolvida ; mas ella s de per si nio a
nica governainenlal: as alias questoes de morali-
dad.: c inteligencia nio Ihe devem licor subordi-
nadas.
\poiando o governo pelas suas idese factos en-
tende dever eslabelecer-se a mais severa econo-
ma dos dinheiros pblicos na ordem legal das ns-
tituicoes.
O Sr. Silreira Lob O governo j fui econmico
na reforma das secretara*.
O Sr. Jungneira, continuando, diz que essa ques-
tio ser discutida em lempo competente.
Entende o orador que a cmara deve ser parco
em conceder autorisa^ues: deve ser ouvido o con-
selho de eslado quando o governo livor de abi 11
crditos extraordinarios para que os ministros nio
sojam os nicos respousaveis.
O orador nio presta um voto engamente ao gover-
no, tem bastante independente para proceder como
Ihe dicta a sua cooscieaera.
Tratando da questio bancaria, declara-so parlida-
sava. u nobre depulado por sao Paulo accrescen- 1 J".;a.. a H ". 1 1 .t""*"T*
la o orador, cospu sobre o poder que defondeu. mas "?"*!" Sr, l.n,nistro,aa fai0oda. CUJM ld','s
-_ .-____. ^ -_=-- .!_ nao oodem ser va utaiosamoi.i.. rom ... idus avnolo
nio podem ser ventajosamente combatidas, segundo
julga.
A superambuudancia de qualquer genero traz
sua depreciado : a superambundancia de papel-
mne.la trar necessariamente o descrdito deslo
meio circulante. Para o orador a existencia de
minios bancos trar como consequencia necessa-
ria a deprecarlo do papel do governo o que se-
ria nina calamidadc para o paiz. Admiltoquese
multipliquen] os bancos, mas depois do resgate do
por equivalente em prala o
nao capaz de provar a* suas acensarnos ; porque
longo de ter feito qualquer reaccio, o presidente
de S. Paulo tem sido severamente inparciale con-
ciliador. Itatilica o desoll que fez ao uobre depula-
do por S. Paulo relativamente ao que disse a seu
respoito, islo que o Sr. Fernandos T.irres se tor-
nara reactor depois que ello orador lomara conta
do lugar-de chefe de polica.
Nas suas proposlas serapre se guiou pelo mere-
eimeuto dos iudividuus.seiu dislinccau de cor pol-
tica ; pude ter errado, mas uo couseute quuse po- papel do governo
una em duvida as suas iutenccs. Aquello que se | ouro. .
retraa e se contradiz, aquello que diz o que nio p- Diz que o Sr. ministro da fazenda daclar. 1 quo
de provar, um leitoeiro que que quer fazer leilao pretenda dolar a lavoura de bancos appropriados ;
da sua fazenda. esses bancos podem continuar a ser approvados sem
O Sr. Rodrigo Silca :Por essas palavras se co-' conlradccio do Sr. ministro da fazenda : sio pou-
ohecer quem o chefe de policia de S. Paulo. coso nao podem innundar a circulacio: cumplo re-
0 Sr. liando Veixolo observa que i.ui oceupado gularisar a emissio e tirar ao governo o direilo du
diversos cargos pblicos, em cujo desempeuho sem- j concede-la.
pre procedeu segundo a sua conveniencia. Por ora entende o orador que nio ha razio para
Rematando, declara i cmara e ao paiz que, se a ; essa guerra previa ; a opposicao soffrega: espero
fa-1 polilica aclual a cunlinuacio da poltica do gabi- j pelos actos do governo que tem o direilo de ser
di- neto de 4 de maio, como aliirm.ira o Sr. minisfro 1 acreditado quando se diz conservador com o pro-
- do imperio ao uobre depulado pela Babia, a sua | gresso refleclido.
posicio era a mesma ; ficando porm. li re de fazer OSr. I'aranho, (ministro dos negocios estran-
oppOMcao franca se o gabinete dcsmeutii as suas
piomessas ao paiz c a cmara.
O Sr. Landutplio declara qus nao sua inlcnao
geiros) diz que o ministerio lem dado todas as ex-
plicacoes exigidas pela opposicio, quando, se se li-
milassc ao asuuiplu do requcriuicutu, s se teria


Diario de Pernambuco Sabbado 11 de Junho de 1859.
-
occupado da questao heneara. Observa S. Exc que
a npposioao Icin ido muito injusta uas suas oggres-
sea visto que todos os ministros leom fallado e ex-
posto coi loaldado a poltica do gabinete. Enlen-
dc ponto), S. Exc. quo o ministerio tem obrigaefio
de responder as interpellarocs'que se lhe fazem por
)>em da causa publica. A prupria opposirito con-
fossou que a occasiao nao era opportuua o aguar-
dava-se para a discussao do voto de graras; nlo
era, pois, de estranhar que o gabinete se tivesse
abslido de entrar na discussao das oulras ques-
toes.
O orador achu stogular que aquelles que a apoia-
rnru o gabiuetc Taraui, que proclantou o poltica
da conciliario, hoslilisem o ministerio de 4 de maio
era cuja organisocao entraran] tres membroa da-
queo gabinete; estranha qua aopposiro leve as
suas aggrcssoes at a injurie. 3o o gabinete o
continuador da poltica das plisadas admiuistrares
desdo o labiueto Paran, so admillu as reformas
piis, so quor o progrosso modelado o rellectido que
inais so pode exigir *
u ministerio leas sido franco o nao esluem eon-
lrailii.au.
O ir. Ilaptista Monleiro, faz algumas considera-
cues contra o reqaeriipoaUo.
V discussao tica encerrada, nao se podendo velar
por nao haver casa.
Procede-se a chamada.
O Sr. Presidente d para nrriem do din :
Volarao do rcquerimenlo cuja discussao licou en-
eecrada ;
Continuadlo da cleicao dascoraiiiiss.'ies.
Levanta-se a sessao"as2 8/1 horas.
Hectifleai'ito.
r"or equivoco lypngraphico, publicamos lionlcm
os tr.ibafhos da cmara dos senbores senadores do
dia 17 do passado, sb o titulo decmara dos se-
nderos dopulados.
Manuel'Joaquim de Sonza Negreiros.e Filippe Mar-
ques dos Prazeros no dia 3 de agosto do auno pas-
sado.
O jury de sen toara foi coniposto dos senhores se-
guintes :
Joao Eduardo Pereira Dorgcs.
Frederico llobiiiard.
Jos Alfonso do Reg Barros.
Antonio atorcira de Mendonca.
Luiz t'.onzaga da Rocha.
Manuel Cardoso Arres.
Francisco Borges Loal.
Jesuino da Costa Albuquerque Mello,
Manoel Joaqnim Sovc.
Jos Joaquim Ferrelra de Carvallio.
Jos Cavalcauli de Albuqucrque.
Dr. Joao Cnpistreno Bandeira do Mello Filho.
E preslaram todos o juramento dos Santos Evan-
gelhos.
Depois de prestado o juramento o Sr. juiz fez ao
reo o interrogatorio seguate :
Como se chuma, que estado, idade. natiiraldado
residencia ?
Ito : Sabino f.opcs do Mcdeiios, idado 31 an-
uos, casado, residente na Cabanga.
Jiii: : Qual o lempo de sua residencia na Ca-
banga ?
Uto : Desde i infancia.
Juiz: Sabe lr e escrever?
/('" : Nao.
Ji; : Sabe porque Decusado ?
Rio: Nao.
Juiz : Conhecc Manoel Joaquim Negroros?
Rio : o vista.
Juiz: Conhecc tambera Filippe Marques dos
PrazrcsT
Rta : Conhero.
Juiz: Nao assisllo a ura barulho que houve
na (abaoga.
Ufo : Eslava delado qunndo ouvi um grande
barulho, e dirig-rae an lugar para acommodl-to,
levando nosso occasiao comigo uina espada ve-
Iba que nao era minha.
Juiz : Nao couheceu as pessoas que estavam
no barulho?
Reo: Coulicri sganlas, entre ellas o ineu so-
Por acto da presidenria de 0 do enrenlo fi '"'',"''." Fil'Pl* Marques dos Pia/oros.
pinndu no lugar do seerelario da repartidlo'di I .;''"Sabe que esse seu Soliinho sjhira fe-
ras publicas, o Sr. Thomaz Antonio Ramos Zany, '
PERNAMBUCO.
REVISTA DIARIA.
"liras publ
que all ora esciiplurario.
OSr. Ignacio Alvares da Silva Brasil, vce-
''""*"}'" IVri'. leudo sido pieso a-reqiMieao d.i
to 4mi.iU.il iIm lli.ii ii.ni i,, | j.,i.^,, lU,....
ui hotile
1 llml libertado, dopuis do assignar termo de seguir para
all
No da 9 do correnle fo reeolhdn casa de
ileleneao simcnle una mulher, livre : ordem do
subdelegado da freguezia do Ilecife.
l.-80 no Correio do Ettadns-L'nidos:
Ao contralto do que ordinariamente acontece,
as nnuudacos da primavera, nos Estados-Unidos,
iisigniilcoiilosa principio, tem tomado gradualmen-
te proporcoos desastrosas. O lludsou, e lodosos
seus amnenlcs eugrossnraiu inuloWm dos seus li-
mites as grandes cheias, o tem causado estragos
considerareis em suas inorgons. Principalmente ein
xuodeiras je conslruccao tem havido pedas de una
importancia enorme.
Na regan de Teste c ainda peior. O rio Cunne-
llcut subi inais de 2G pos cima do nivel das aguas
bailas.
A idade do llailhfort ficou quasi totalmente
mnundada.
Km hangar, o Penoscol cncheii 7 ps em l ho-
ras, c invadi toda a haixa da potoacao.
Seniolh.inl.'iiioiile lodoi os uniros rios tem aprc-
senlado iguaes enchentes.
Estes (actos s.io explicados pela ainenidado da
lemperatura.que fez derrotar rom urna rapidez ex-
traor.liuariu os gelos as aguas punco profundas
emu iianlo quo nos pontos inais fundos a barreira an-
da rosisie e suspende o Irwbordaiuanto das aguas.
I.e-se no Echo do Pacifico :
Tem cabido nove em tanta abundancia em cel-
los imutos da California, que todas os couimumca-
r.oes tem sido iplerrumpdas.
L'm corresponden i o do York Union esrrove de
Scoll Bver a 3.le marro, quo havla 8 das que os
hablanlcseslavam quasi suhniergidos em nevo, a
qual liulia n osSfegsurade 10 eX ps as estradas
do ludan Creek, Scote Volley, al oKlamaih. Um
i'hincz montado n'uui mulo, querendoavenliiror-se
durante a tornienla, parlo de Loog's Table. Pouco
andn que nao so perdosae no camnho. yualro das
lepois achou-se o mulo abrigado a urna arvore, cer-
cado de l! a 7 ps de nove.
i.in.iuiii ao chines, ainda so nao sabe dellc, c
presuine-se quo so tonha abrigado n'algum lugar
niaLs eoniuiodn, o quo torne a apparecor quando as
neres se derrelerem ao calor do sol da primavera.'
Ce-seo seguinle na ui.su de ilernc :
M. Buzer de Zuzgen (Bale liimpagiie) leudo loma-
do lugar, a 1:1 de marco ultimo, no Irem do cami-
nlio de ferro de Lieslala Bale, comeeou a imitar de
nina monona Uo exacta o siglial da partida, que o
niachinista pn/ o Irem em movimenlo, seguiiido-se
"ina grande desordeiu entre os viajantes que suba m
Coni do o cli(Ce do Irem ainda pude azer Sus-
pender o comboy. Nao houve euii-elnnto desgrana
nenhuma a ileplorar mas isso au obslou para sa'l-
var M. Bu/er de qoatru semanas de prisao, o a mul-
la do ll Irnncos. nlr-lil lias CBSUisT
Reo: Nao.
Juiz Porque razio fugir.i da pcrseguieo da
Milicia
/,',-., Nao fusi.
mi
IIJ III J.IIIIIJ llllll.iuj
imaigu
siao do barulho t.
Reo: RJo.
Juiz: Conhecc as pessoas que juraram no pro-
cesso >
Reo: Pude ronherer algumas.
Juiz : Tem algnma rousa a oppor rnulra ellas?
lile: Duas dellas sao minhas adversarias.
Juiz: Tem algum particular a que altribua a
presente aecusacan.
Ilo : N5o.'
Juiz : Tem fados a allegar, que moslrem sua
innocencia ?
Rio : O ineu adrngado dir.
Foz-se a Icilnra do processo, e depnis fo conce-
dida a patarra ao Sr. Iir. promotor, e eslo fa/endo
a accusaeio disse oslar o reo ncursn as penas do
artigo 205duplieailamenie do cdigo criminal grao
mximo por sedarem as creiiinslanrias aggravan-
tes dos !j$ 1, 1, 0 15 do ortigo 16 do mesura co-
dujo.
O Sr. advogado deduzndo a defesa, analvsnu as
proras dos titos ecoricluio pedndo a absolvicao
do reo.
Findos os debates, depoi- da replica e (replica, o
Sr. juiz presidente pergunlou ao jury se eslava sa-
lisfeito, e leudo respnsls oflirmaliva, resumi to-
da a materia da accusaeao e defeza i- propoz Soju-
0 os respectivos qussilos, o sendo estes con) o pro-
cesso entregues ao conselho, foi o mesmo conduz-
do a sala secreta das conferencias ns 5 liS horas
da tarde donde vollou as 6 horas o 1/1 com suas
resposlas. que foram ldas cm voz alta pelo presi-
'enle do jury de senlcnca, e o Sr. juiz em vista das
espostas do jiirj ao pnmeiro quisto, que respon-
d
re _
deu licgattvameule por oilo votos proleo sua
senil lo a absohendo o reo, c condemiiando a mu-
uicpalidado as rusias, c lev.inlou a sessao, ad-
diando-a para o dia soguinle as 10 horas da manliaa.
Communicados.
.... quu ful luiii
demnado pela sua imprudente grata.
archeolooia. Escrcvem de uVionue ao Cr-
ner de l'Eurt:
I ni traba Ibadnr arhnu ultima ineu le em Serqui-
giiy.junloa Bernay una moedu chamada Real de
ouro, que foi cimbado no lempo de joo II, rol de
l'ranea. chamado o 4oi [1350M). A pouca dis-
laucia do antigo caslello de Brionne, ja se acliuu
urna moeda lamben) de ouro do re Carlos VI, qua-
si no mesmo lugar una incdallia romana Nubada
no lempo do imperador Commodo, no anuo 187 de
Cbrisloe 9i0da fundaeo de Homa.
Parece, diz M. Methyei-Masselin, que fliiem
comullica estas descoberlas, que a presenra no mes-
mo lugar de nina moeda romana e nutra franceza,
distanciando urna da oulra perto de 13 seculos, in-
dicara c plorara sufhcicnlemeiile a existencia de
mu estabelcciuieule romano no lugar onde, dwjiois
na idade media, se elevou a fortalez) e caslello de
llrionne, cujas ruinas anda boje exislem.
Tombem em Acin, cantan de Brionne fui adia-
da urna medalha romana
I. um bronze bem ronserrado, representando em
perlil a caneca e o busto da imperalriz Faustiiij, es-
posa de Marco Aurelio, ostia lili, a casada com Anlo-
noPio. A' roda da cabera l-se a seguinle le-
genda :Fautlii,i Aiitjunta' No inverso v-so nina
nnilher cm p, leudo una palma na mo direila e
na csqnerd.i a cofllocopca da abundancia, e roda
Pva-vra Puta*- Esta medalha foi cunbada no an
no 189 depois a J. C. 9!)3 da fundarn de Boma.
Na nmte do 23 para 21 de abril, foi victima
dascharamas a villa Czarny Bmiiijec, no circulo de
Sandercc, na Galicia. Mil edificios foram reduzidos
a cinzss. induindoalgreja, a casa curial,.. quarlel
da gerdarmeria, o tribunal ele, 1 pessoas morre-
ram queimadas.
Ili.imimvao dos wagons dos cainiuhos de
ferro pelo 3oz porttil.
Os ensaos feilos cm dezcinbro para a illuminaco
los wagons pelogaz porttil, leudo obtiUo os me-
mores resultados no camnho de leSle em Franca,
ropeto-sc a experiencia cm obril no camnho "d
Strasburg a Pars, e obserrou-se loda a vantagem
no .syslema ; 500 kilomelros loram percorridos de
cada vez, ou mil kilmetros na ida e rolla, e a luz
do gaz nfio solfreu a menor alleraro, antes pelo
contrario se conservou constantemente bella e llxa.
So lia animal tmido e inotlensivo, sem du-
rida o veado, ao menos lal 6 a sua repulacao. Com-
tudo, uma dama por nome Boss, em Hereford-shi-
re.loi lia pouco lempo victima de um animal da-
quella especial.
Mr. Collins procurava apanharum magnifico rea-
do, que linha escapado do parque de WualtHall. O
animal rendo-so perseguido, precipitou-se'sobre a
dama Itossco ferio com as orinas.
F.sle ataque f lio repentino o valenlc que o pei-
to c o abdomen da pobre dama caraiu liltcral-
mentc forados, com luda a promptidfio se lbc pres-
larom ossoccorros, mas tildo foi intil.
Ocho m ai sthalh. a quanlidado de ouro
recebida em lio va l Mint de Sydney no auno do 1858
de 32,1;10 oncas. Era 18a7s se liara recebdo
223,215 oncas ; ha pois urna ditrerenca de 119:215
.nicas a fillor de 1858. Asonima de ouro runbado
. m 1857 foi de i 19,000 soberanos c 535,000 meios
sobcianos, total 700,000 libros slerlinas. Em 1858
Icm-sc cunhado 1,081,500 Soberanos c 486,000
meios soberanos ; total 1,321,500 libras slerlinas.
Passagciro do polaca licspanhla Maria An-
tonia, sahida para o Canal : Francisco Toixeira
Bastos.
Pussageiro da barca ngleza Floting Clud, sa-
bida para Liverpool:Joo Joaquim Gomes c sua
familia.
ilnrtalidade do dia 10 :
Manoel, preto, 17 das, espasmo
Colislo. preto, soltHfo, cscravo, 50annos, tubrcu-
lo pulmonar.
Adclaide, branca, 0 dias, espasmo.
Ilotpital de caridadt.Etistem 80 taomons, 51
iniilheres, naciouaes ; 2 escraros ; tnlal 109.
Foram visitadas as enfermaras pelo cirurgiio
Pinto s 7 1/2 horas da manhaa, Dr.flornellas s8
horas da manha, cirurgiio Pinto is G o 1/4 horas
da larde de hontem.
CHRONICA JUDICIARI.
..orce JUBT DO RECIFE.
2.* SESSAO EM 9 l)K JI'.NHO DE 1859
rnfsiiitxcu do su. na. francisco de aracio sarros
asa, d oireito rvrK-
RI!0 DA SF.Cl NtlA VAHA CRIMINAL.
Promotor publico o Sr. Dr. Joo Alindo Corra de
Olireira Androde.
E'ericao o Sr. francitco Ignacio di Ataidt,
Advogado o Sr. Dr. Antonio rcente do Nascimen-
to Feitosa.
As 11 hofas da manhaa feila a chamado acha-
ram-se presllles 18 senhores jurados.
Foram mullados cm 20$ todos os senhores jura-
dos que faltaran).
O Sr. juiz de dirclo declarou aberla n sesso de
ais do toque da esmpainha dado pelo porteiro do
jiJy.
Foi conduzdo ao tribunal para ser julgado o reo
preso Sabino Lopes de Mcdcirns, acensado por cri-
incs de leriraentos graves, feilos as pessoas de
O Exm. Sr. brigadeiro Luiz Antonio F.ivill.i,
prestimoso presidente do conselho administralivo
desla provincia, seguir brevemente para a corte
exercer o novo .argo quo orbamou a miiniliceu-
cia imperial. Cougratulando-nns com o nesso pres-
tigioso oiuigo c irmo d'armas por esta nova prora
de disliiiivao, sentimos profundamente que lao redo
lenhanios de iiilennuiper as nossos relaces pes-
soaes e de deplorar a sua ausencia.
Entretanto, a remocao quasi inesperada do nosso
exeelleiile amigo, einliendo de saudades a seus
dignos collegas de conselbo administrativo, deixii
ah uma vaga, para cujo siippriinenlo nos acodo de
prompto lembranea o nome de um inrlilar hon-
rado c experimentado, quo j urna vez exerceu
exempliineiilc o cargo de vogal deste conselho
":^""P^"'"''"'''''aL'ige''*:e actividade.
Aovinna-seque nos reteiiinos''ao"tenente-iori.-
nclJos Antonio Piulo que, a ecelleutes qualida-
des pessoaes, rene lilulos do distnecao que o
honran) c o lecoinmondam alicuc do go-
v el no.
Do zelo reconliecido do Exm. general Manoel Fe-
liiardo de Souza o Mello, que aprouve a S. M. I.
chamar pnra o ministerio da guerra, esperamos nos
que se (ara juslica oeste militar iutegerrimo que,
em lanas e lo variadas situaces, se tem sempre
distinguido por un amor decidido a causa da mo-
narchia c s instiluicaes do paiz.
Se nos (Ora preciso recordar os lilulos do honra,'
que recomiuciidoiii o Sr. teneute-coronel Jos An- :
Ionio Piulo, rclembrarionios oo distinelo general, I
qne esta freule da reparlieo dos negocios da
guerra, us serviros daqnelle esforcado sustentador'
do ihronu nos riscos da Barra-Grande, no llio de
Janeiro, as convulsoes de S. Paule e Minas, nos
piamos do Ilo Grande, c por toda paite a para onde
o govoruo o lem chamado.
O Sr. tencnle-corouel Jos Antonio Pinto um
desses raanles de quera a patria so se tem lem-
bsado as horas atribuladas do terror e do pe-
rigo.
.Mas, o nome do Exm. ininislro da guerra por
si s uma garanta de ordem e de justi;a, c S. Exc.
se dignar pesar as nossas humildes rafletes.

9 de jiinhu.
Sendo portadlo claro, que as olas promiss...
figuradas na questao, islo ossignados por com-
inereiaiiles uo malriciilados, nao sao as de que
Irata oarl. 126, a que se refere o art. 127 do cod.,
entendemos, que a estas notas no se podeapplicar
o que se acba disposlo a respeilo do lelras de
cambio.
t'hraulvu ili-umalk>a.
XVIII
i
Quando diziamos, ainda ha poucos dias, que o
lempo da critica luterana est por rir, e appello-
ramos para um faoto recente que veto par esta
verdado todos os ohos e indignar com justa in-
digno;ao sos esplritos sensatos, que subcm discer-
nir onde est o mrito e onde nio est a vocncio,
mal pensramos que as nossos apprehensoes se vi-
nara com pouco a confirmar e que tombem cm no-
mo da arle e protestarla contra a independencia da
critica : no entautn leremos sido por ventura por-
cioesem nossos ensaios da critica, o poder-se-ha
ili/er que uo corlamos pelos vicios d'artc com o
rigor o a prudencia desojareis I
Por oulro lado, nao sao as nossas patarras sem-
pre amigareis o animadoras i J algunia ros insi-
nuamos que o artista nnegasso a sua prulissao, e
se fosso a esmolar qualquer oulro ramo de vida
o pao da subsistencia, que a sua arto paga com
honra ?
A arle uma misso iiobro, eminentemente c-
rilisadora. Aquelles que se elevan) a esta alia con-
cepeo, nao se querero ceitamenle resignar a exer-
cc-la como o mercenario, para quera o pao c o
iriumphn de lodos os diis, mas, tombem v.-ida-
de que Dos nao imprime em todas as frontes o
Sello do genio, e que lia militas que se curvara
para a trra opprouiidas ao peso da mediocridad.-
e da resignacao.Para mis e para 03 oulios, para
a nobreza, como para o plebeismo d'arte, ha o de-
ver commuiu do apeileieoameiilo .1 que nenluini se
pode forrar.
O artista, que renega os direitos da critica, nao'
ronlia 0111 si inosnio, nao um sacerdote d'aile;
degrada se e abale-so aquello que vive pela ar-
le o nao para ella !
Ilavocaeoi.sqiie dcs-ioulanigcnerosas.coiilrasque-
so lirmain com o lempo e pelas circumstancias. Sao
11 lias dstinadas A gloria, unirs infci ioridade.
finos e oulras leni drelo recompensa, mas cm
grana diversos. Para uiuase oulras, ha tamben) um
deier conimum ; o esludo c a meditarao.
E, que mal ser que se admira e se" applauda o
iriunipho, e an mesmo Icmpu se lepare e se nole
t> M'^^uai^i,...,,.,-, '
I., lia por ii-iiin......... | Ml [
direlto aspirera gloria c celebidade
E, quando o arle dramtica, na .ausencia de con-
servatorios e escolas preparatorias, balbuca apenas
os seus allos myslerios, nao se reservar a criiiea
luterana o drelo de auxiliar os seus progressos i
11
_ Sabemos de fon le pura que as nossas observares
san sempre reeebidas ,0m cstranho desagrado'pe-
los dignos artistas do Santa Isabel. "Si, por ventu-
ro, .lignina vez Ibes notamos incorreceao na lingua-
geni, pouca nalorolidade as lio varias siluaeOes
do drama, dilliculdade, emliaiaro emalgiinslanees.
aceusa-se-nos para logo de pariaes.e uo Ibes per- I
millo o amorproprlo que se deem ao trabalho de i
esludar eslaou aquella scena, de corrigir este 011 I
aquello defeilo. Qucrcni lodos ser SCmpro lourados.!
e muito frenticamente.
Assim infclizincnte. E, ra a dcsallono em-
bargando os progressos com que o esludo dolara a
arte, e que todos honraran).
Mas, se temos em muito valor o juizo de tao ama-
veis ai listas, nem por islo seremos menos inflexi-
veis. Assigualar as quedas, preparar os Iriumphos.
Para os artistas jovens, que aspiran! ao futuro, a
independencia da critica. Ibes descerna os olhos,
e os auxilia descortinar os myslerios d'arte. Paia
os que sao feilos, c tem o habito da scena, nao Mies
6 menos pruveitosoo juizo imparcial do cscripior.
Salva uma di(Tereiu;a : e que os primeiros po-
dem vir .'1 corrigir-sc, e os segundas, se uo se
corrgem agora, torno sempre por lilulos de honra
a mediocridadc e o juizodesfavoravel do publico.
Nem para todos e o gooio. Mas. quem do ge-
nio, ha ainda muito lugar de honra ; e alcaiica-ln
por um esludo laboro, qno reterapere a voca.'ao e
nicile o raimo, tambem c glora.
O Iheatro brasileiro forma-se anda,'llosprolegido
de institutos, destinados a educar os arlislar, cor-
rigi-los dos flefeilos da natureza. insinuar-lhes as [
lao lanas regras darle, repousa quasi o seu futo- '
10 sobre o estimulo e sobro os esforeos individuacs. !
F. quando a surte do Iheatro lo goreutada, por-
quo 11.10 -o ha de reservar a critica, o legitimo di-
reilo de concorrer como mu auxiliar para os pro-
gressos d'arte dramtica '.'
1
Exprimindn o nosso juizo respeilo do interes-
sanie par artstico do Santa Isabel, .levemos tm-
bela um voto de louvor aos actores que figuraran!
na oceo.
O conde do Tavora, confiado aos cuidados do la-
ico loso Si. Lisboa, foi bem comprehcndidn e c\c-
cutado com arle. Se o digno actor, que, tao joven,
dte aspirar i um futuro eerto, nos tolcrasse certa
franqueza, notaramos apenas enlre os variados lan-
ces do seu papel que se inspirasse mais de ancle-
dado, e pasmo a leilura da carta do padre Francis-
co Cabra!, que vera 8.* do scena acto III.
O iesuita Francisco Cabra!, que coube por uma
inlelligentc escolha 00 Sr. Nuncs, foi igualmente
bem executado. O Sr. Nuties lem o habito da sce-
na, e uma itiiclligencia fcil.
O popel, roro em seu genero, do judeu Jacob, foi
destinado 00 estimovel Sr. Thomaz, actor conscien-
coson muito aproreilavel para a escola moderna.
Mas, forra confessar quo-o Sr. Thomoz que
alias se precipita s inais das re/es na linguagem
uo suslentou de algum modo a gravidade do
papel.
Nao se fallar de Bachel. A Si.1 D. Maria Lates
experiiii.inta-se.
Diphilii.
uesto jin i.li. 1.
As disposieos do cod. do com. relativas a letra
de cambio (j-m appliaacau as notas proiuissorias as-
signadas por pessoa, q'uo nao conimercianle ma-
triculado /
A questao agitada nao se refere nota prnmisso-
ria assiguada por commercioiite matriculado, sobre
o quo nos parece nao haver duvida, se lal noto l-
ver por origen) transaceo mercantil. Tambem sup-
pnmos nao rir questao a nota promissori.i assig-
nada por n&o commerciante, leudo ella por erigem
transaceo eivil propriamente tal. EnlPiidemos pois,
que a queslao proposta liiuila-se a nota promissoria
que. leudo sua origenvrle transaceo mercantil,
assiguada por rommerciaute nao malriculado.
O regulamento n. 737, Iraiando da jurisdican
commercial a divide em razao dos actos e pessoas
e cm rozno dos actos somonte. Em ravo dos actos
e pessoas quando a divida nu comalo tem origein
mercaiiiil e uma daS partes romiuercianle, art.
10 do rog. cit., que se fecha explicado pelo aviso
de 17 de Janeiro do 1855. Em razao dos actos s-
mente, quando csses actos so em sua cssenria
coinraerciaes, c entre ellos considera o legislador
as lelras de cambio e terrea^ 4." do art. 20doder.
n. 737.
Dosles principios eslabclecid.is na legislarn com-
mercial evidente, que ns olas promissorias as-
signadas por commcrcianlcs nao malriculedus. e
que deven) sua origen) a Iransaeeoes inrrcanlis, so
sujeitas ao foro commercial; mas dnbi nn se se-
gu que a seu respeilo lenha applcaco as dspos-
edes relativas a lelras de cambio, sendo por isso que
0 tribunal do commercin tem entendido, que as un-
tas proraissorias nessas circiimslauria's, com quanto
siijeilos ao Mro especial, nao lem assienaro do 10
dias, deduiindo esta doutriua do or. 2." do dec. de
1 de maio de 1855, que veio esclarecer a malcra,
c demonstrar qual a prolerco que o cdigo Libea-
llsa cm favor do commerci.
Nao sendo a nota promissoaria era sua natuieza
acto commercial, smenle por un privilegio inhe-
rente a pessda qua afestona, pude ser considerada
como letra, acto osseneialmeiitc commercial, como
ensina Bonnen na analise ao art. 187 do cod.
com. fr.
O nosso legislado* M rt. 427 do rod. determi-
na expriasamentp, qtn ludo quanto fico esiabeleci-
do para as lelras de rombio, servir de regra para
as notas promissorias, tanto quanto possa ser ap-
plicada. Entretanto allendcndo-se que o art. 427
subordinado aos orts. 425 e 426, aos quaes elle se
refere, se evidencia que as nolos promissorias, do
que falla, sao as de que trata o art. 420. Este arti-
go s considera como letra a ola promissoria as-
signado por commerciante ; mas dos principios ci-
ma eslabelecidos. evidente, que o termo commer-
ciante empregndo no art. 126 do cod. s compre-
hende o matriculado : porque a nao ser assim, vi-
na o commerciante nao matriculado a gozar do pri-
vilegio de dar ,1 escriplo seu, relativo a transaceo
mercantil, inteira f, oque antinmico com ort.
22 do cod. explicado pelo art. 2 do dec. de 1 de
maio de 1855.
Nem so pode entender, que o termo commercian-
te empregodo no art. 426 seja comprehensivo de
todos quo fazem do commerci proiisso ; porquan-
0 nenhum rt. do cod. applica o termo commer-
ciante scno em relocao ao matriculado, o que se
v dos arls. 21, 22 e 2. 14 e 15 do til. nico e mu-
tos oulros do mesmo cod., nos quaes o legislador
se serr nicamente do terina commerciante, sem
addiiionar-lhes o adjeclivo matriculado, c nem por
isso anda algiiem se lembrou, que os arts. rilados
comprehendao oscommcrclantes em ger.il; o por
nao ser o tormo commerciante crapregado no art.
426 comprehensivo de todos, que o tribunal do
commerci tem entendido, que as notas promisso-
rias, que sao assignadas por commerciantes no
matriculados, nao tem aceito docendial, porque nao
sao equiparadas as letras.
Prosigamos, portanln, em nossa obscura rnisso.
1, possa esta digresso de nosso assumpto ordi-
nario desprerir os espirito do lao amareis artistas,
que van todos os dias oi+aiicondo arte os subli-
msimos segredos que etja s abre ao esludo e
urna longa paciencia.
IV
A diligente ompreza do Sania Isabel eslreou a
nova asignatura com o primeiro drama do Sr. A.
J. da S. Abranchcs, primeiro lalvez 110 lempo e na
inspiraco.
ftfKwjJTff, !. fufuado .i eSluipa 'em
lo 10 sem o nome do autor, e com todas as precau-
coes para que nao fosse descoberlo, corren por mili-
to lempo revera, al que um parecer de lina tem-
pera desaflou n allencaodo Sr. Almeidal'.arrct que
se dignou reloca-lo o propo-lo .1 premio. Gracas aos
loqueada mostr do Sr. Garrct, rom pouco se deu
o drama A rcpresenlaro, o o autor coucorreu jui-
zo a cobrar o premio decretado pelo conservartorio
real de Lisboa, que foi doado com particular gene-
rosidad.' s escolas do conservatorio.
Desdo a primeir* ropreaeolacao, o Captivo de
fez revelou um tlenlo burilado para o drama c
um cultor sincero o fervoroso da historia c das
tollras patrias. O Enlre-Acto, o Nacional, o Abe-
llia e a Chroni.-a Cineraria de Coimbra, honraran)
o autor, ecoin o aceito c iniparcialidade, quo de-
vora de ser os apanagios da critica Iliteraria, lizcram
ao drama os reparos indispeiisaveis i quo o Sr
Abrancbes deu muito sera cousideroco, como ello
mesmo o confessa em seu conscicnci.iso prologo da
ediccio de 1811.
.-A,.aci'2i 'I'"' sc Passa em Lisboa entre oz annos
lDib e la77irecorda e prende-se espedir, o d'Afri-
ca. i ciijos ridos dsenos levorem o amor das
conquistas, e o ofgulho dos reis a lio* da nobreza
de Portugal.
Entro ns muilos ralenlesquc poresso lempo se
hcaram prisioneros as inaos inflis dos Moriros, e
que pouco e pouco iam sendo resgalados pelas cur-
ies, I), femando de Castro, n esposo da infeliz II.
teonor de Castro, leve a desgranado ser captivo em
tez ; c por uma d'essos aberraces do espirito que
uao se derifram.amou rom a energa de ura primeiro
amor a filhlde um judeu, a desdilofefe llaeliel. Bal-
dados lodos os esbirros o cabedaes, idos do Portu-
gal por mos do venerando jesuta o padre Francis-
co Cabial (do collegio de Santo Anio) c porgene-
rosidade de leal rondo de Tavora, amigo Del e dedi-
cado de I). Fernando de Castro, para o resgale o li-
beilamenlo deste. soubo-so cerca de dous anuos pas-
sa.Ios do capliveir.i por uma caria aiilhcutica do pu-
nho ,le U.Periiaiidu do.CasIrn.deposilada cm Fez as
maos db judeu Jacob (pnide llacbell, n liadlada
por esle as maos insuspeitas rio venerare! jesuta
Cobrnl. que elle, I). I '.-ruando, dora a alma a lieos
com opcusamenlo na patria, em sua esposa o no
lento fructo do primeiro amor de seu corceo.
I>. Leonor de Castro morro lodosos dias de dure
de angustia por um anuo iniilerrumpido Mas, o
natureza ven..- por ti.n, e II. Leonor do Castrocon-
seuteein recebero litlo, de conrtessa de Tavora. O
amor do conde de Tavora o evo,,, vida, o IIm re-
nova as gneas infanlis. Tanto verdade, que a
niiiher s 6 bella quando ama Gozara ambos as
delicias de um novo hymenou, co temo lilhinho de
I', reinando de Castro consola as maguas que an-
da san fundas no eoroco onianle ile II. Leonor de
Miro. Mas. eis qu Jacob e Harlii-I oporiara
Lisboa, e Irazeniao pie.loso niission.nio jesuta, a
esse padre Francisco l'.abral qoe ivmbollsa o zelo e
a diligencia il.-sla tnkorm nobittiuima de Jrsus, a
n.fausta nova de que II. Fernando nao morlo, e
esta presles a mirar por Lisboa. E, cito que ebe-
ga Pallidn, destigurado, o olhor incerlo, o gesto
ronlrohido, cora o furor desenliado no desordenado
do semblante, cisque I). Fernando se precipita pela
porta do collegio do Sanio Anto, alborotado de
raiva. sdenlo de sangue, blasphemandu vinganca,
e iroando dos labios convulsos o espirito infernal
que Ihc eslorce o animo !
_ Esta pungente scena honra o genio Iragico do
sr. Germano V. de Olireira ; -lhe um liiumoho
como ha poneos no genero.
Ha, porm, anda oulro lance no drama cm que
este eximio interprete da tragedia lera o drelo de
cora r-se a si mesmo. A 6." scena do V arlo, cm
que 11. Leonor (a condesso de Tavora' o cen arran-
car do fundo do carcere, em que as iras do conde o
nao sepultado, paro o Sr. Germano um perfeilo
Iriumphn sobre a natureza Exttico, impassvel
vista de II. Leonor de Castro, os olhos immoveis
e lurvados, os membros coutrnhidos, mudo e elo-
quen te como a estatua da desespera.-ao e da dor, o
Sr. Germano assombra e domina o" publico com
um talento raro, quo nunca nos fartoriamos de
louvar.
E uma scena chota de horror. A que se segu, a
7. u quasi a conlinuaeo d'esla, c nao faz menos
honra oo genio dramtico da Sr." Manoella. A
appari.ao inesperada do rondo do Tavora, Jorco
A transo, e dous soldados desarmados, inlerrom-
pem-na, e D. Fernando o arraslado violcnlaraculc
pora o fondo da mosmorra, de que o libertara a
genemsidade de Rachel.
O embalo de lo vilenlas poxoes. o d<- scoli-
menlos lao oppostos e loo encontrados, desfechom
iim golpe de morle no coraro amargurado da in-
feliz e dcsditosa D. Leonor de Coslro (a S.' I). Ma-
noella) que suecumbu oo peso da afflicco in-
limo.
Nao se dcscrcrem, nem se pinlam as angustias
de morle, que a Sr." II. Manoella dcixu aquitrans-
parecer no 'seuiblcnte, e a notiiralidade com que
ciecula o possamonlo que o autor se serve de por
cm scena. cedendo aos hbitos da tragedia amiga e
nao adviiihondo as tendencias da escola mo-
derna.
Esta cxcellente actriz lem sempre as nossos sym-
palhias. A um porte todo de elegancia ella rene
a pureza de uma diccao castigada e sentida, e um
espirito rarc e muito cullivadu.
Correspondencias.
Senhores redactores.Bem contra a minha ven-
tado venho boje pedir-Ibes que me concedan) um
pequ-no espaco nos columnas do seu ennecituado
jornal para, em salisfaeo ao publico c s ao publi-
co, cu nelle Iracar algumas lnhas cm referencia o
uma correspondencia contra mim publicada no seu
Diario de segunda feira n. 12S, assgnado pelo car-
rereiro da rasa de delcnco o Sr. leuenle-coroiicl
Florencio Jos Carneiro Monleiro, cujo nome pres-
tigioso pelos seus precedentes horrorosos, assaz
couhecidos na provincia c lalvez no imperio,
ero bastante para jiisliti.ar-me da ririiculp ioipUta-
eao que me fez era sua correspondencia ; c no
blame os ineus amigos reconhecerem igualmente
comigo esta verdade instauran) forlemcnto para que
era salisfaeo ao publico cu desse urna resposla
qualquer pelos joruaes, e nao respoodesse como
silencio e o despiezo, nica resposla que rae moro-
na e en doria dar, \,io ser o senhor carcereiro
aqu bem conhecdo.
Sinlo amalgmenle que o Sr. tenenle-coroiicl
Florencio oche-se cm uma posl;io, .mal a de car-
cereiro da .aso de deten-o. i.....nbriga-me a no
responder-lliodireclamenle, vlsl" ci"e a miun. u-
-jc'iii i-ruiin ni? iniinipal suppleiite era exercicic
imperiosamente ordeiia-me que me conserve na al-
tura do lugar que Interinamente occiipo, e nao des-
ea a disculr com um carcereiro, meu subordinado
voltando, pois, as costas com soberano orgttlho pa-
ra o raen subordinado, e respeitosamenle a fenle
para o publico, a este offerecoos documentos abai-
xo transcriptos.
Heixo de d/er algumas palavras a respeilo do
mandado de que tralou em sua correspondencia por
que OS mandados sao e sen,pro foram da privativa
r.dacao dos escrivaes; o jniz.delegado nu subdelega-
do, apenas os rubrica, e quasi sempre sem us Icr c
corngir; e declaro sobre minha palavra de honra
(oe nunca recib o uflieio do que fez meneo.
llesla-nie pedir s pessoas desla fregueza que as-
-sisliram ou foram informadas da oceurrencia que
levo logar no dia 3 do mez prximo passorin Uo
eslabclecinienlo do Sr. Marcelnd Fontes, que me
facam o especial favor de declarar por esle torio
quem deu orlgem a esla, c qual o meu compurla-
uienloncsla occasiao : apresso-me, pois, om ogra-
dicer-lhcs too i.nporl.inle favor.
Sendo eskos liiilias escripias s em salisfa.-ao ao
publico, e evidente que nao roliarei carga '
l'uliliqiicni, senhores redactores, estas Unhasquo
muilo ibes agradecer seu cuustaiitc ieilor o as"-
iiante,
Jos Bonifacio de S Pereira.
Ilecife, noc mlxtos.
I IIm. Sr. subdelegado Guilhermc Jos Pereira
A hem da v.rda.le queira V. S. responder-me ao
pe desla o seguinle :
Primeiro, o que sabe acerca do meu comporla-
raeiito no coullcto havido ncsla freguezia no da
i 1T? "1CZ Lro,"mo Psssado, enlre o Sr. Florencio
Josei.orneiro Monleiro e um caxcirodo negociante
Fontes.
Segundo, o que a esle respeilo presenciou V. S.
quando ehegou no lugar do aconlecimenlo.
Com a i esposta a estes quisitos far-ine-ha V. S
um especial favor, dando-me liccu.a para usar do
sua resposla como me ronvicr.
Sou de V. S. venerador e criado.
Jost Bonifacio de S Pereira.
necife, / de junho de 18">9.
Ijlm. Sr. flr. Jos Bonifacio de S Pereira. Em
resposla & caria de V. S. lenho a dzer-lhe :
Primeiro, que ao dragar no da 30 do mc'xnassa-
do 00 lugar do conflicto batido enlre o Sr. Floren-
cio lose Cauprojlonleiro o Coixeiro do Sr. Fou-
les, fui informado por mullas pessoas que v" S ou-
pozera^se a que fosse preso pelo Sr Florencio o
caixeiro do negociante Fontes, que en mandara rir
a minha preseii.a.
Segundo, que .piando clieguci ao lugar do col-
melo ja ah nao encontr! V. S., sendo que mui-
a?v,?roao^V;L7?uu,'lt"','am3SO 'cla innocencia do
caixeiro, avista do que lo.u.-l fes urVlXnrlaa iie-
cessanas para entrar no coftheciineuto da ver-
dade.
Pode V. S. fazero uso desla minha resposla como
bem llie parecer.
Sou com attenrao do V. S. aliento venerador e
criado,
GuilhermeJost Pereira.
Illiit. Sr. Jos Adrin da Costo Moreira.Preciso
que \. S. a bem da verdade rcspoiida-nie ao p des-
la quem fui o autor do conflicto que leve lugar no
estabele.iinenlo de niolhidos de seu cunha-ln o Sr.
.Marcelino Fontes no dia 30 do nu-z prximo passa-
do, relalivaiiieule a um negocio do Sr. Florencio
Jos Carneiro Monleiro, por cujo motivo foi preso
um caixeiro dacasa, qual o meu comporlamenlo
nesta occasiao, como tomei parle no conflicto, e
como sc portn o Sr. Florencip ; todo era lermos
cloros c precisos, dando-me liccnca para usar de
sua resposla como me convicr ; isto lhc pede quem
lhedeseja mullas felicidades e de V. S, humilde
cnado,
Jone Bonifacio de S Pereira.
Ilecife, 7 de junho e lb9.
Illm. Sr. Dr. Jos Bonifacio de S Pereira.Em
resposla a carta que V. S. difigio-mo nesta dala
cunipre-mu dizer-lhe primeiro que quem prnraorcii
u disturbio de que falla no sua mssva loi o Sr
Florencio Jos Carneiro Monleiro, que de prnpria
auloridade insullou e quiz prender n um caixeiro
do estabelecimonto do meu conhado Fonles, que
nesta occasiao nao se achato presente.
SeBindo que passondo V. ff casualmenle e ven-
do grande reunan de puvo deuiro o fura do esta-
belecimonto e uuvindu grlo de prende e arrasta
este marioh.iio o ladran, oulrou como aulordade
deparando com o Sr. Florencio que assim gritava :
informaiido-se do fado acontecido, oppoz-se a que
oSr Florencio offecluasse dila pris.o, uinslrando
com pohdez sua llegalidade, porlando-se ao mes-
rao lempo com pendencia e energa; estando o po-
to ocaliu..do. e o Sr. Florencio cabisbaixo por nao
l.var.oseu avante, lainbem relirou-sc V. S.; na sua
ausencia renovoo-se a aiianhia pelo luu compor-
lamenlo do br. Florencio, que uesta occasiao fui n-
diculansado pelo poto.
Lis o que teuho a informar a V. S., cni abono da
verdade. podendo V. S. fa/cr o uso que lbe convier
desla iiiiuha resposla.
Sou mu allcnciosaiiieiile de V. S. obrigado e
lot%Adrin dn Costa Moreira.
Sua Casa. Ode junto, de toj'i.
(Estavam reeonhecidos.
Sis. Reta lores. Leudo em o Liberal Peruam-
tucatta, qno ss mad.iras do ponle du llruinzinho
apudreceram oilo din d.-pois de ser esla onlregui-
delliiiilivameiile ; e .sendo cu o ciigcnhero que ins-
peccione! essa obra, e il.orme para que ello fosse
recebida ; recorro a seu eonceiluado Diario para
protestar contra semellianlo assei.-o; sera todava
esojar eulreler, nem provocar polcmicos de jor-
Nunca se proecloii coucerlns nos madeirasda di-
l ponte ; as quaes anda boje podem ser domi-
nadas, para ver-se que eslo saos, e so Indas de
escolliidaqualidade, e por muilo lempo anda po-
dem durar. F
0 que seu all, c ou propuz que fosse roncerlado
loi uma spala geral, que com uma inesperada ehei
doCopiboribc, licuu estragada, c para que as suas
ruinas nao ossein ougmciilando a ponto de cora-
proineltero seguranca da ponle, orce o preciso re-
paro, e submeiii o negocio ao conhecimeiit da di-
rectora, que, solicitando a necessaria autorisaco
do governo, mandn proceder ao dilo reparo. '
O que acabo de dicr, pode ser atleslndo por loda
a genio quo transita pelo eslroda del'od'Alho uo
ponto de que lalo, e por todos os moradores do lu-
gar. Nao sei, pois, como que so avanca que as
madeiras riladas apodreceroin c derom lagar a que
o Sr. director nicriiio da reparlieo das obras pu-
blicas liresse do orear os coucerts precisos.
Com a insereno deslas lnhas muito obnitaro
Vtncs. oo seu consunto leitor,
/. L. Ficlor Lieutier
IlecifeD de junho de 1859.
Srs. rrdiirtoi-rs.Jlavendo um amigo meu cha-
mado a minha llenco sobre o artigomito pora
a rdrles-do Liberal Pcrnambiuano, ahi deparel
com o seguinle era rela.-ao n ponle do Brumzinho de
que fui arrematante..... < Buta-se tambem certa
hisl.iria sobre uma ponte do Brumzinho, que sendo
feila segundo dizem os det otos de S. Ultrneo, cora
madeira do engenho do Sr. baro de Cama'ragibe
apodrceeram oitodins depois de ser entregue di II-
nilivameule pelo respe.ino arr.-malanle, que linha
o deudo pasee do Sr Mello H,-g... e que desta arto
este senhor tere de azer orcamento para os cou-
certs precisos!
Fui iirreniatanle desso obra, e minha honra exige
que prole-te solemnemente rontra oque se dzajii
que falso e destituido de todo mudamente.
Nao RfertO que a madeira da ponte fosse do
engonho do Sr. baro de Cainaragibc, nem que oilo
das depois da entrega dellniliva da obra estitesse
essa madeira podre, nem me consta que se livesM
felo o menor CObeerto nella. Acostumado a cum-
prir^vtu honra, os meus coulratos, quaesquet qua
ellos sejam, empreguei o moiur cuidado na ex.-eu-
<;ao da obra, e lian deile madeira que nao fosse de
boa qualidade. \s eslivas qu anda boje poden
ser vstase examinadas gio todas escolhi.las o foram
por inim liradas i-iu malas do engenho Poeta p.iu'n-
eenle a Illm. Sr.-' II. Iguez Concia de Araujo.
Sendo a importancia da obra de 8:0;l0j. c sendo
','.,i'"r.u'/sis .l'"!ivas, segundo o orcamento de
uinlf, naoe sdniissivel que leudo en executado to-
do o trabalho de alvenario com todo cuidado, leu-
do dispcndido inais de dous ionios de res com fer-
rogens na fund, aoilo Siar, vksse (azer uma mes-
quinba economa em estivas que tao pouco vallem.
A obra que se pretende.i fazer foi de olrenaria e
na sapata, que foi destruida por foni maiur, o que
nao me caba concertar.
Assim pois, devendo oo Sr Mello llego mullas
allences e delicadezas, uo lhc dero esse favor ao
j paste de que folla o cilado ortigo, e nem eu seria
I capaz de pedi-lo. Son milito conhcddo no lugar
.-ni que moro, e uo receto ser dosmenlido no que
vaneo.
Se a ponle do Brumzinhn acaba agora de ser de-
molida era parle pela extraordinaria cchente do
Capibaribe, nao isso culpa do arrematante a nem
den- ser allribuido a favor do engi-nh.-iro a esle.
E um fado det ido a for.-a nifetor, que lodos espli-
cam, t.-eiii,- podem bem apreciar as suas causas.
Esereveudo estos lnhas tmenle nu intuito de
resiiib.li-i ei a verdade, espero, Srs. redactores, que
Vincs. dar-lbe-ho publicidad.-.
Ulan,.
Barbalho II de juni
l Ruinan t'orreia de Araujo.
o de 1S.VJ.
OHHHERIO.
Joo da Ctinha More-ira Altes. .
Joo Fernandes Prente Vianna. .
Joo Jos de Souza........
Joaqnim Aires de Freitos.....
Joaquim Garca dos Sanios.....
Joaquim Jos di Cosa.......
.looquiu Jos Pereira Vianna [L'mbclina
Joaquina de Lima, viuva de;. .
Joaquim Miguel do Amoral.....
Jase Cu Lino Feitosa.......
Jos das i.hagas Accioli......
Jos Francisco Altes de Lima. .
Jos Francisco Pereira da Silva. .
Jos Francisco de Souza......
Jos Hvppolito da Silva......
Jos Manoel. ... i.....
Jos Pereira Santiago.......
Jos Rodrigues do Costa......
Jos de S. Luiz Bimbcrl (Domingos Ma-
ria da Conceico, mSi de.....
Manoel Francisco Lopes......
Manoel Isidro do Nosrimorilo. .
Manoel Joaquim Carneiro Leal. .
Manoel Joaquim de Sant'Anna .
Manoel Jos Vianii.i. ......
Manuel riles dos Santos......
Manuel de Vera Cruz ,Auna Maria Pei-
\o!o............
Manoel Vicente do Nascimenlo. .
Ilayinuii.il) Jos de Souza Lobo. .
Bayniundo dos Santos Figueiredo. .
Fernando Vltonso de Mello.....
Joaquim Thcoduro Aires......
Jos Francisco do Paulo......
Nicolao Vieira da Silva......
llilliS
WjHOtl
:1f1"
50(000
111151
28BSC
3IJ902
2!ISI0tl
16333
7110 por
PHACA OO DF.CIFE 0 DE JONIIO OE 1859.
S Tltl.S HORAS DA TARDE.
c.oi.icoi-s offletaes.
Camino sobre I.oii.Iii-----So 1 i 25 KI d V.
Cambio sobre Paria 390 rs. por frv. 90 djr.
Assucar mascatado purgado2/5G0 .- 2;7
arroba.
Assucar smenos2$950 por arroba.
Descont de letrasS ll.O ao auno.
Dia 1 ti
Descont de letras12 por rento ao auno.
Cornos seceos salgados--25S por libra.
Fn-le da Parfllliba pan o Canal i: portes de fura
a 32.6.
Fred. llobilliord, presidente.
P. Borges, sccretai-iu.
_ ALFANDEGA.
(lendinienlo do da 1 a 9 .
dem do da 10......
l.Wll
lisr.:
$980
2 i 5000
Si 98
llitjj'lf.6
lig748
15S000
0j:68
132S0O0
5 (090
25353G
1US151
H768
12S7N
Declara^es.
1Z21H3SI9B
10:05 Ijillll
133:1661596
Descarregam boje 11 de junho.
Barca ingleza Boniafazendas.
(alera francezaBerlliaidera.
Bar.-a,ingleza-John Martin=arroxi
Escuna ingl.-za^illnneslaobjecloi para aeslrada.
Paladn inglezr James ll.ill objcctos para o caz.
Brig.ie liaiiibiiiguez^rTIiereza = diversos gneros.
Brgin- hambiirgoe/. Capibaribegarrafies.
Escuna iianoveriiina Atlanteginebra e trelo.
Paladn lionoverianoJob aniiua Pechen)hlalas
e farelo.
Escuna nacionalCarlota diversos gneros.
Barcaingieza Midasb acalbo.
MOVUUNTO DA Al FANDEGA.
Volumes entrados rom fazendas 396
< com gneros 786
------1182
volumes sabidos com fazendas ... 82
i cora gneros ... 1G0
------2 2
CONSUI.VDO CERAL.
Rendimento do dia 1 a 9 .... 10: (86:5.202
IdemdodiaKI....... 8.57(!H2
19.061 gil
DIVERSAS PROVINCIAS
Rendimento .India 1 a 9 ....
dem do da 10.......
4:S3Mtsa
27490
1:H05g!46
DESPACHOS DE EXPORTACAO PELA MESA OO
CONSULADO DESTA CIDADF. NU DA 10
DEJIiNhODElK.
Rio da PrataBrigue portuguez tEnergicn, Rasto
& l.emos, 50 pipos agurdenle.
Ca nal=Briguc inglcz Faniiy llunlley \ Junes l'.y-
der C, 600 saceos assucar mascovado.
Canal = Brigue inglcz Express, Arkwighl & C,
1,600 soceos assucar mascaradn.
CanalRrigne francer. City Au.-k, 11 Brnnii A;
I'... 1,500 sacros assucar maseavIHo.
Canal llrigue ingle?. -Cari Urey, SaundersBro-
lliersAC., 1,700 sarcos assucar mascavfedo.
Falinonlh = Barca ingleza D. Auna, Wliately
Forster C-. 1,799 saceos assucar mascatado.
LiverpoolBrigue ingle/. Ages-, James Ryder ,*.
i:., 198 saccas algodao.
Philadelpbia Patacho americano Windward,
Johnston Palcr i C, 600 saceos assucar mas-
cavado.
Lisboallrigue portuguez Relmpago.), diversos
corregadores, SO saceos assucar branco, 25 ditos
rtiin mnanvad*; SI10 no ios de sola.
NarselhaBarca francesa cMaria .Nicols.', tissel
Frersii C, lt; cutiros verdes, c 300 saceos assu-
car mascovado.
I", vp.irlayo.
Aracaty, liiale Sauta Rila-, de 18 toneladas,
conduzio o seguinle 271 volumes gneros es-
Irangeiros, 33 ditos ditos uacouaes.
Falmoulh, brigue inglezCanoiidah, conduzio o
seguinle : 1,300 saceos assucar.
RECEBEDOUIA DE RENDAS INTEIINAS CEDA ES
DE PERNAMBUCO.
Rendimento do dial o 9 .... In:231g2il
dem do dia 10....... 1:117J121
lartg370
CONSULADO PROVINCIAL.
Rendimento dn dia 1 a'J .... 32672glS
dem do dia 10....... 5.629S22
Coiiscllin a.lniiiiistr:. I i t...
O conselho administralivo, para loriiecinenlo do
as.-nal de guerra, tem do comprar ns ohjivlos se-
guimos :
Para o 10.." balalhaodeinfanteria.
Grvalas de sola de lastre71; inanias de la 52.
(.iii.-m quizer vender toes objeetos aprsente as
suas proposlas em caria fechada na secretaria do
conselho la 10 horas da manhaa do da 15 do enr-
enle mez.
Sala das sossoos do ronsellio administrativo para
foniecimento do arsenal de guerra X de junho de
1859.Luir Antonio Farilla, brigadeiro presidente
do conselho.
<. onseiiiw ale cotuitras navnes.
lendo-se de proceder a cntralos para o forneri-
meilto por lempo de um anuo, a de.-urrer do 1." de
jnlho nroxmo, de medicamentos enfermara de
marinha e ambulancias dos navios da armada,
monda oeonsellio fazer publico, que lera isso lugar
em sessao de 15 do correnle mez, vista de pro-
posAs opresenladas nesle mesmo da al s 11 ho-
ras da manhaa, ecuui quera por menos o faca sem
pr.-jozo da boa qualidade dos objeetos, aim de
*ugctar-se a inais uutras eondiei.es como a presta-
dlo de (anca pelo contrato, pagamento da mulla
de 50 0/n do valor de cada obj.-cio nao sendo or-
| nocido da qualidade e na quanlidadc conlralr.das,
e licor-lbe cargo o exresso ou diucrenca do precu
pelo que baja, na jaita, de ser comprado no ulerea-
do ; corlo de pagai-se-lbe na cuiformdode da pra-
lica esl.ilieleeida, e de regular o forneciinenlo o
formulario e tabella, existentes o primeiro na refe-
rida enfermara o o segunda na secretaria da ins-
pece.i do arsenal do nianriho, a apicseiilorcui-se a
quem queira anles do confalo onsulla-los.
Sala do conselho de compras navaes cm 6 de ju-
nho de11850.O secretario, Alexandre Rodrigues
dos Aujos.
ss O conselho administrativo do patrimonio dos
orphaos lem de continuar a por era hasta publica,
, na salo de suas sessoes no da 13 do cor/ente, a ren-
I la de parlo das casas do mesmo patrimonio, abaixo
| mencionadas, por lempo de um a tres anuos, que
lem de deeorrer do 1." dejulho prximo futuro, se-
giuidu o quedlspoem os arls. 2 e 29 dos eslalulus
em t igor, a saber :
Ra da Lapa.
Ns.
11 -Casa terrea.
Ra do Amonio.
51Casa terrea
52dem.
53dem.
51Casa de sobrado de dous andares.
55Casa terrea.
50dem.
Ra do Azeile de Peixe.
57Casa terrea.
58-ldeiu.
59Casa de sobrado de um andar.
60Casa terrea.
61dem.
62Casa de sobrado de um andar.
63dem dem.
61Casa terrea.
Ra da Cacimba.
65Casa lerrea.
66dem.
67dem.
Ra dos Burgos,
68Caso terrea.
69dem.
Os licitantes hajaiu de comparecer cora sns Ra-
dares na sala das scceocs do mesura conselho, ...
11 horas Ua maulo... lo lueoiloujdu'iSia ID .lo cor
rente.
Secretaria do couselho administrativo do patri-
monio dos orphaos 9 de junho de 1859.Dr. I i-
cenle Pereira do Reg, seerelario.
= Pela mesa do consulado provincial se faz publico
aos prnpnetarios dos predios urbanos das freguezias
desla i'idadc, e da dos A togados, que os 30 dias
nteis paro a cobranca boca do cofre do2.' semes-
Ire do decima do auno llnonceiro correnle de 1858
a 1859 se principian! a coalar do dia 1." de junho
nndnuro, lindo os quaes Inenrrerao na multa de
3 0(0 sobre os seos.delnios todos os que deixarem
de pagar. Mesa do consulado provincial de Pernam-
buca 21 de man. de 1859.No impedimento do ad-
ministrador, Theodoro ilachudo Frene Pereira da
Silva.
Lciloes.
38::
na
Movimenlo do porto.
.Varios entrados o dia 10.
Liverpool10 dias, brigu.- nglez Success, de 199
Lindadas, capitn W. F. Ilonl, equipa gen) lU
pessoas, carga carvao de pedia ; a Scoi W'illsnn
ti C.
Rinde Janeiro15 dias, brigue ingle/. ifefejrtHI
do 116 toneladas, capiiao Charles llodg, cquipa-
gein 7 pessoas, em lustro ; a llenry Portier
6.C.
\urios tahidus no memo dia.'
Canal pela Parahiba Polaca hispa, ibola Uariu
lii/ui.,'i, capitn Pablo Recoma, cm lastro.
LiverpoolBarca ingleza Floating Cloud, capitoo
W. A. Smilh, carga assucar ealgodo.
New York(tiate ainern ano Mar y Relien, capiiao
J. P. Ilulche.-on, carga assucar.
West ldeos Balea ingle/a Mm,une, capiiao I.
Tsylor, com o mesmo lastro que Irouxo da liba
da Assiimp.-ioi. suspeudeu do laniaio.
iiltSERVAOMlS METUEOIlilLDCcIs.
nu 10 iif. jcsii.i.
| da m
1 2.lia
9 da t.
6 >.
1.Huilln- s
SSE
1*

"

Oeg.
Fresco
rEajouF.Tiio
26.1
2ti.fi
27.1
26.6
26.1
20.8 79 7:1
2h
21
21.3
20.8
mu
755.8
756

A n,iiic esleto clara vento SR, veto para oler-
ral e anles do ani.inhecer rondnu pelo S.
(ibservaloiio da arsenal de marinha 10 de iiinho
de 1859.
Virus il Nioii.
Editaes.
= O Illm. Sr. inspector da Ihesourario de fazen-
da desta provincia manda fazer publico, para ro-
nhceiiiienlo dos inleressados a reiaco inda lians-
crlpla, doscr.-dores porditidos deexercicios (Indos,
rujo pagamento acaba de ser sutorisado porordein
do tribunal do thesouro nacional del i de maio ul-
tiuio n. 78.
Secretaria da Ihesourario de Pernambuco 9 de
junho de 1859 O oflicinl-inoior interino, Luiz
t rancxsco de S. Paio e Silva.
REI.ACAO A QUE SE REFERE O ANNLNCIO
SLPRA
Joo Cardoso Ayros........
Francisco Joaquim das Chagas. .
Francisco Martina da Costa.....
Joo Aniones Crrela Lins Wanderley.
Joao Jos Pereira........
Scbaslin Lopes Cuimorcs. .
Abrahao Moreira Borhoso......
Alexandre Fernandes de Magaliacs Bas-
tos........
Antonio Francisco Segundo. '..'.'.
Antonio Fiancisco de Souza Maglhaes.
Antonio \ iclor de SS Brrelo. .
Arislides Duarle Carneiro da Cunda
Cama.......
Bernardo da Rocha Bastos
C. Sllarr & C......'.'.'.'.
Carlos do Moraes CfemisSo.
Claulino de Ilollanda Cavalcauli! '. '.
Coriolaoo de Castro e Silva.....
Filippe Antonio Tcixeira de Albnquerque
(Jos Mara Schcfler, cessionoro de'.
1 ornando Francisco de Aguiar Montar-
royos.......
Francisca Barbosa do Espirito Sonto
Francisco (toncalvcs de Amida. '. 250O0
Uuilhcrmc Jos......... 26f373
THEATRO
DE
Santa Isabel.
r.HPIK/,A- GERMAMI,
Km repita evtraorilinnrin litre dn
liN.sijcnnturii.
SABBADO lt DE JUNHO DE 187,9.
Subir scena o inognillco mvslcrlo era quolrn
actos :
(tlilBIEHIIL S IUISIIIi
ni os
Milagros de Sanio Antonio.
Terminar o espectculo com o drama em 1 acto -
OSMONGESDESANTILHANA.
Principiar s 8 horas.
A M A Xll A A
nilMINCO, 12 DE JIMIO DE 1859.
AS 41, 2 uniiisn.v T.tni-K.
/Irrita rxtrmntlinttria Hereda
assitjiuitura.
Subir scena o magnifico mysterio em quatro
GABRIEL ELUSBEL
lili os
llilagres de Sanio \nlonio
Terminar o espectculo com o drama em um
OSMOVUKS DESVYULIUXA.
O espectculo ..omecar imprelerivelmcnlc s 4
horase mcio da larde. Os bilhel.-s vender aflifeio das
7 horas da niaiihaem diante, uo liiardocosliimo.
13J310
500SOOO
135010
OOJUOO
8S10
111S50O
9S55
20SI68
8S227
76JM
81J600
11J05
2IS(t
267S660
20JI68
SOglOO
17g816
25S0O0
C4SSIN0 POPULAR
no .
allfiSSTOSO 8MO
no
PALACETE DA RA DA PRAIA.
Domingo do Espirito Santo 12 do
correnle.
Haver nesse dia ura sumptuoso baile com toda
a pompa e brilhantisrao. A msica ciecutar as
mellones valsas, schulis, polckas e quadrilhas de
seu reporlorio. O divertiinenlo dever principiars
8 horas e terminar s 2 da manhaa. Ingresso para
domas gratis e ravalleiros 2g. *
A so.ie.tade Cossino Popular continuar a empre-
ar todos os meios afim de que reine a boa ordem
e harmona que ot boje lom observado ; para o que
continuar a ser plenamente observado o regula-
mento interno e que o Illm. Sr. Dr. chefe de poli-
cio se digSDa opprovar.
Avisos marilimos.
Pora o llio (Irande do Sol, segu com* bre-
vidfede possivel o brigue Pruiere, capitn J. Rn-
drlgues de Almedo ; recebe carga a frete, pnra o
que trato-se com Araorim lrmos, na ra da Crin
u. 3,
.lft'gio!' Nossa Seiilio-j
ra do Bom Conselho,!
na do Hospicio n. 19.J
Offorecc-se 30J e enmedoria a om es-
cravo poro (ojer Ijmpeza o corregar |
aguo. Tambem d-se
20^ a uma mu-"
roupa dos cullegiaes e de mais algum
semen guc sc lae eplic.ir.
= A poiso.! que livor cartas da ilha de S. Mi-
guel psfa Antonio do Medelros,>)dc levar tura-
ra us. 6 e 8 da praca da Independencia.
Chamamos a nltenco da adminslraco do
patrimonio dos orphaos para um direito que a es-
tos perln, e e quo nao do pou.-a monta. Joa-
quim Luiz do Mello Carioca, rico proprielario es-
ta idade, fall. rio lidiando t-ni testamento a meia-
eo sua jiora a inulhcr usufruir, e por mora desla
os bens respectivos senara divididos em 1 partes
iiistituindo herdeirosem uma destas a lanas or-
phaas qiianlas fotsem necessaras para que, leudo
cada uma 4O0g, fosse preenrhida a quanlia em que
snmasse aquella porle dos bous. O respective in-
ventario fo feito sem seren envidas as partes n-
leressa.las entre ellas a referida admiiistracao e so-
raeiite soba dini ;ao de quem litera em r'JBas ser
o successorde toda fortuna de Car oro ; neranen
avultada o consta de bellos predios nnsia csulal
eseus arr.ibaldes, cumpre pois que aquella admi-
nistracao trate de eiamintro referido direito.
Pcde-sc ao Sr. thiisoureiro das loteras quo
tenha a bondad.- de nao pagar se for sorteado o
meto bilhete o. 285 da lolcri do Iheatro de S. Isa-
bel, rujas rodas andaro sabbado 11 do coirente,
por quanto certo caulelsta de na lendo ido offo-
recer o dito meio bilhete a um pobre carniceiro e
esle nao leudo todo o dinheiro deu-lho apenas SJ,
assigiinu o nome nos costos do bilhete e pedio -1!.
que volia.-no din seguinle a sor embolsado do
resto e eniregar-lhe o bilhete, islo nao fez o nosso
eautelisla ato o presenta, pelo que o Sr. Ihesoureiro
digne-se provideiiciar neste caso.
COMPANHIABRASILEIRA
DE
PAQUETES A VAPOR.
O vapor Cruzeirota Sul, commandantc o capi-
iao de mor c guerra Gervazio Mancebo, espera-se
dn: ;,orlosdo sul em seguimento aos do norte at
o dia 13.do renle.
Recebe-se desde ja possageiros, frele de dinheiro
e encom mandas e engaja-se a carga quo o vapor
poder conduzir, sendo os rolumes despachados
com antecedencia al respera de sua chegada :
acucia ra do Trapiche n. 40.
Rio de Janeiro,
O brigue nacional noniOm segu cm poneos
das, por lerseu carregamento engajado; para pas-
sageiros, paja o que overees bous cuinmodu*, tra-
la-ae com o sen rnnsignal.irto Antonio L. O. Aro-
vedo, ou rom o capillo a bordo.
Ahorca nocional Amelia segu an Rio do
Janeiro: pora o resto de sen carrcgamcnlo, hala-
se cora Antonio L. O. Azeterto, seu consignatario.
= O brigu.-nacional 'Veloz sabe em poneos
dios, seu arngamento estl ronlralado ; pora al-
gumas miiide/as trata-se con o seu consignatario
Antonio L. O. Azevedo, ra da Cruz u. 1, primeiro
andar
Babia.
O patacho nacional *Ponla d'Arvorc, pregado e
forrado de cobre, chegdo ha dios do Ilo (liando do
Sul, segu em poneos das ; paro o KRto da carga,
trala-se com o seu consignatario Antonio L. O.
Azevedo.
. Rio (raude do Sul.
O veleiro e bem construido patacho Tyqre lem
dous tercos da sua cargo promplos, e logo qm-a
leri'ho..segnir paro o Ro Grande do Sul : quem
quizer aprnveiai a orara que )he soheja, dirlja-se
a ra da t'.ad.-ia do Recife u. 12, escriplorio di-
Bailar di Oiiveira
1
-
.
REAL COMPANHIA
DE
Paquetes iiiglezes a vapor.
Noaiall deste me/ espera-se do sul o vapor
i >jne, rnmm.indanle Sauver, o qual depois da de-
morado costme seguir"para Southnmptoii locan-
do nos porlos de S. Vicente o. Lisboa, paa passa-
gens ele. trata-se rom os agentes Adamsnn, llofeie
Ji C., roo do Trapiche Novo n. 42.
N. R. Os enibrullios sse reeebem al duas ho-
ras de so fecharon) as malos ou umo hora, pagando
um palacio alm do respectivo frele.
ACAHACl'.
Sahe uestes quatro dias o palhabole Artista : pa-
ro o resto da cargo o passogeiros Irota-sc na roa da
Madre de Dos n. i.
= Segu viogem impretermente al o dia 15 do
correle obligue nacional Bella Maria para al-
guma cargo minda trala-sc na ra de Apollo, arma-
tcm n. 1(1, ou com o capillo a bordo.
Para o Rio de Ja-
neiro.
A'esc una Linda .sabe para o Rio do
Janeiro iuiallivelmenle at o dia 1K do
cotrent-, por ter quasi toda a carga
promptu, puta o resto trata se com o ci-
pituo JoSo Ferreir Pinto, ou cotn o
consignatario Manual Aires Guerra, na
ra do Trapichen. 14.
Maranho e Para.
O bem ronheeido hiato Lindo Paquete, capiiao
Jos.1 Pinto Nones segu com a motor brevidode aos
porlos indicados; para carga que llie falto trala-se
rom os consignatarios AlmcidaGomes, Alves 4 C
ra da Cruz n. S7.
l'AIIA u 1110 lir.JANKllUI
segu com hrevidade o brigue brasileiro Puritano:
paro carga e possageiros a Iralar na ru da Cru/
n. -|.
*
i

PELO AGENTK
HYPPOLITO
Hrag Silva i; C. farao leilo por in-
tervenoiiodo agente cima referido, 8e-
gunda-feira 15 do correte as II horas
em ponto, delronte da alfai-deea a porta
do armazem do Sr. Annes de 200 caixat
cotn cerveja contendo i duzial cada uma
total 800 duzias, sendo tendida a lotes
ou a vontade do comprador.
Avisos diversos.
Sortes para S. Joao.
\t liM'aria da prata da Independenria
ns.de 8.
O livrojio Pag.
F.sle evrdleiiie livro de sortes conten 80 assmn-
plos, com 440sortes, pura homens o senhoras, os
quaes sendo exlrahidas com f, nunca deiiaran de
se reolisar, porque a sibila nio mente : vpnde-se a
1000 rs.
Acasos da forlnna
ou litro de surtes divertidas, em que, por virtude
de dous dados, veni cada um no conhecimento do
eslado, riquezas, lieraucaa, auiizades, fortunas,
etc., queler, e nutras umitas, e galantes sorles
annunci.idos uo principio da mesma obra. Ultima
mpiessao expurgada dos muilos erros e defeitos
das precedentes. Augmentada com um novo u>e-
Ibodo de fazer mais de mil decimos, nicamente
cora o '.robalho de Linearos dous dados. m trata-
do 'das sinos nu dos eltcilos, c proguostco dos do/e
signos do anno : A 6(0 rs.
A Sibila de Bajara,
Sorles para os sempre drcrlilas nuiles de S.
Joo o S. Pedro, com 14 a-sumptos dos principa.
o. Ins da vida, contendo :HIS versos, em cada um
dos quaes cnrn.marao os festciroS a predcao do
seu futuro, qoe ser realisar el taulo quanto para
elle concorrer ; pre?o500rs.
l'olhas de papel com sortes para senhoras e ho-
mens, aqualro vinlcns.

-J

i |Bai j > !


\

V

Companhia de se-
guros equidade da
cidade do Porto.
Diario de Pernambuco Sabbado 11 de Junbo de i850.
3
Ageiciapdi Pt'inanihiiro.
Manoel Duarte lo
  • te autoritado aceita e effectua seguros
    martimos e terrestres, por corta desta
    companhia ; comas condiees as mal ra-
    zoaveis : na do Trapiche n. 26.
    lorto-
    ivisa-scaos fetteiros de
    SoSinto Antonio e S. J080 que
    na lojn de Nabuco & C. na ra
    Nova n. 2, tem lanternas de pa-
    pel de lindas coi es e lustres de pa-
    pel de cores proprios para illu-
    rainacSo de capellas e nincliospor
    preco commodo.
    Precisase de una ama de leite : na
    10, primeiro andar.
    ra do Collegio n.
    Ama.
    Saca-se para o Porto no
    escriptorio de Thoniaz le Faria
    na do Trapiche o, 40.
    Tlinni.i/ Ttlakcl.-y subdito britnico vai para
    Inglaterra.
    Precisa-se de una ama para cozinhar cin casa
    do pouca familia : na ra dos Pescadora ns. 1 e 3.
    Prerisa-so do urna pessoa para lomar conla
    de nma cochera ; dando-so inlcresse 011 sociedade:
    a iralar na ra d.i Cadeia de S. Francisco u. 3.
    O abaixo ossignado, londo dado cumprimenlo
    aos iiiandaijos de lovantamento e entrega que o\is-
    tom em son poder, acha-se exonerado do deposito
    da quantia de ts 1:055S250, pericltente ao Sr. Ja-
    cinlho do llego Mcirellos, o producto da venda da
    taberna da ra Ja Gacinibi u 2.
    Jordo Jos de Oliceira.
    No collegio de Santo Andr precisa-se de
    duas amas forras ou captivas, para engommar; pa-
    ga-se 20g mensaes.
    Precisa-so alagar una casatenva ou mesmo
    um primeiro andar em qualqucr ra do bairro do
    Recite; na ra do t.aldciroiro u. 40.
    FABRICA
    Ual
    de feudo i; brome
    COMPANHIA
    DE
    [||ii!i)iii;ii'io a gaz.
    Acha-se preparada para collocar canos nns casas
    para fono -cnenlo de gaz.
    O preco do ga/. c do 10$ por mil pos cbicos.
    (ls canos que so collocaicm desdo o cano prin-
    cipal at a porla da casa ou sitio do consumidor,
    ser.io cidlocados a costa da companhia.
    A collocaoo dos canos no interior das casas ou
    sitios costara ao consumidor mil reis por p [termo
    medio).
    Oscandieiros, bracos, lampones etc., sero do
    - relativos as suas classi*s e Dualidades, o as
    preces sao mdicos, e as qualidades proprias para
    lodos os fins.
    Tres pea cbicos de ga/. dao una luz igual a cinco
    volas de espermaceti' vendidas aqui do G em libra,
    consumindo 250 graos de es por mcele por hora.
    Tres pos cbicos de gaz cuslar gmente por hora
    ol reis.
    Finquanto que as velas cuslaai por hora 200 ts.
    K uina luz de azeile de coloya, do cuco ou decs-
    pcrmacele cusa i.or hora tiK) rs.
    Escriptorio de advogacia.
    O almixo assignado lendo Qxado definitivamente
    sua residencia nesta cidade, tem escriptorio de ad-
    vngacia na ra do r.nllegin n. 17 primeiro andar,
    oude pode ser procurado das !1 lonas da luanhaa as
    3 da larde em Indos os (lias uteis.
    Tralialha em coinmum cun seu genro u bacharcl
    ioo ilaptista do Amara) e Mello.
    Habilitado para o rime, civol, orphos, c coni-
    morcial, offercccscu prestimo a lodo3 que delle se
    qu7.erem utilisar.
    Tendo-se oceupado na Europa especialmente d>>
    n:lii.l.i At\ iln.idn nrxnm. ..I *....* I...I1 .. 1a.iI-!>-!..>
    stud.
    do direilo commcrcial. lera toda a Icgslaco .
    :..- ...........:_. ._ ,,._. !So poronrrera
    i: wmssM
    DO
    RECIPE A SAO FRANCISCO.
    Fai-se publico que de 11 de junno em diaul
    .iante o
    I Ircni do meto incumbido da conduriio de gneros,
    do- pai/esestrangeirose os mclhorcs expositores. ," ""' liana as tercas, quiulas c sabba-
    A,l ..gara gratis em favo,- dos pobres. ''";.''," Mda i""1
    11 escriptorio esti organisado de modo que pode
    11 ahaivi assignado lomar quaesquer causas para
    os tormos da Eseada, Sennhcni, Rio Formoso,
    Parrones e Agua Piola, e para a provincia da Pa-
    rahiba lomando a son cuidado a cobranca do quat-l
    O
    le 11
    gutn-
    di:
    Precisa-se de urna .-.roa para cozinhar em casa de
    rapaces solleirns : na ra larga do Rosario n. 28,
    lerrciro andar.
    - O Sr. credor da mossa do fallecido Manoel
    Santos Piulo, poda dirigir-so ao Novo Banco de
    Pernambuco, alim de salisfa/er sua ruriosidade, e
    quoiiln ao dividendo, sera feilo quando o Illm. Sr.
    tu. jui/. de orphos ordenar.
    = l'recisa-se de tres amassadnres : na ra dos
    Pescadores ns. 1 e ;l.
    Quera precisar de um sobrado na, ra da Ca-
    deia do ltecife, dirija-se a ra Direita n. 65, leja
    de nnrivos, para Iralar.
    - Precisase de um carrocriro : na padaria da
    ra dos Pescadores ns. 1 e 3.
    Anda fgido pelas ras desta cidade, desde o
    da 1. desle mez, um negro do nacn, com os sc-
    KuintM signacs : altura regular, a peina esquerda
    um tanto arqueada, tres labios na testa, (signacs de
    fu tena), eumoutro tallio no ladi direilo tamliein
    da testa, liem como tiiir X do mesmo lado abaixo
    da fon te : a pessoa que o pegar e levar .1 na do
    Trapiche, armnzeni de assucar n. 5, ser bem re-
    compensado.
    Em pinna publica do I)r. juiz municipal e pro-
    vedor dos residuos, as 4 horas da larde do dia 11
    do rorrcnlc mez, se arrematarlo 5 cavallos appre-
    hendidos calino ln-ns de evento.
    Precisa-se do urna ama de meia idade para
    cozinoar o diario de urna casa, prefere-se escrava :
    em Santo V/laro, ao p da fundirn, taberna de Jo-
    s Jacintbo de Carvaiho.
    Nos abaixo assiguados fa-
    /enios seiente ao respeitavel
    publico com especialidade ao
    itspt'itavel corpo do contmer-
    eio tiesta praea, que de com-
    iiihi. accordo e amigavelmen-
    ledissolveram a sociedade que
    liuhnin naloja de fazendas da
    na da Cadeia do ltecife n. &2,
    que, gyrava sobre a fuma de
    Campos & Rodrigues, leando a
    cargo do socio Christov&o Fer-
    reira Campos o activo e passi-
    vo do estabelecimeuto e Joo
    Rodrigues Cordeiro sem mais
    gerencia. Recife 7 de juuho de
    1859. Christovao Ferreira
    Campos.Joo Rodrigues Cor-
    deiro.
    Precisa-se de um pequeno.de 10 alSannos,
    p.uacaixeiro, preferindo-so daquelles chegados do
    Porto : na roa Direita n. 93.
    As seiilntres proprielnrios.
    I ma pessoa liem ennhecida nesta praea se encar-
    roga da cobranca. arrendameulos, c colicortos das
    casas, al mesmo dos despejos dos inquilinos na
    falla de pagamento com a porcentagem que se eoii-
    lenrionar; qiiem de son presumo se quizar utili-
    sar, falle com o sollieilador Manoel Luis daVeiga,
    na ra dos Pires n. 4t, que ll.e dir quem a isso
    se presla.
    Empreza deJimpeza, accioe
    irrigac^o.
    Km nnvembro do auno prximo passado, os abai-
    xo assiguados olTereieram-se por niei de seu csla-
    belecinienln dovidanieiile montado, a mandarem
    proceder a limpeza e irrigaeo das testadas dos es-
    labe.lecinicntos, de conformidade com o dispostn no
    art. abaixo iranscripidWss posturas em vigor de 20
    le nnvembro de 1856. Muitos dossenhores propie-
    tarios de estabelecimcnlos. situados na freyuezia
    de Santo Antonio se inscrevoram, mas pelo contra-
    to celebrado pela empreza com a Illina. cmara
    municipal desla cidade, acontece que algucm se
    persuade, que por vil desse mesmo.contrato nao pst
    na obrigacao da postura citada. F. sobre isso que a
    emprezn en tendn dever esclarecer quem por ven-
    tura esliver ora duvida. Em 12 de marco ultimo,
    a empreza vuVctiioa o contrato com a Illma. cma-
    ra municipal, mas esse contrato versa smenle na
    larlc da limpeza quo ontr'ora eslava a cargo dos
    " oectivos fiscaes, c nao jamis das ras annde
    i'xisi.m c-labeleeimenlos rujos proprietarips eslao
    sujeilo-, adisposii^o do art. abaixo transcripto
    estas cii.|,inslanrias fica claro e evidente que a
    nipreza pey) couirolo celebrado com a lllma. c-
    mara municipal, nao lera dever algum de proceder
    a varredura emrua do eslaU|ecimentos, eejusta-
    .....'"' lir,i'.a "fsio que a empreza nao pode dei-
    xar de pedir i allencio dos Srs. fiscaes acerca de
    mullos abusos que apparecem e qn.. alguem igno-
    rando a diwosfcao do contrato, suppoc omissa,,
    la pinte d, empreza, qnando tal ,fc.5n nio so
    llie pode allnbuir, por ser o sen contrato restrin-
    gido.
    Um dos abusos por sem duvida o engao ma-
    nifest em que muita gente est de o.ue pela esta-
    can invernosa nao deven proceder a limiieza
    quando pelas posturas, esse dever animal rontor-
    iiio se ennhece da disposi;o do artigo apuntado.
    las as claras c terminantes disposicoes do art 5
    daspnsluras que vigorara do 20 de novciubru de
    1K.M.
    Arl. 5." Todos os dimos de estabelecimcnlos de
    ponas .iberias de qualqucr na tu reza que tejan), ar-
    tistas deiqualquer offleio, saibiislaes do igreias,
    ele., eslao suieilos as seguinles disposices :
    SI." Nao iancar&o, iiem mandaru hincar ra,
    palha, cisro, cslilliacos, apuras, ou linalninlequai-
    quer residuo, que embarace o transito ou concorra
    para o menor aceio das ras a dillirullc a lirre o
    racil nreulaco do ar alhmosplierii o.
    8 2. Todas as manhaes al s 7 horas, manda-
    tiio varrer as testadas de seus estabelecimenlos c
    otncinas ale o meio da na, se do lado opposto
    hoiiver igual obrigacao, ahs toda a largura delta,
    fazenon rnndnzir O lno e vairederas para os lga-
    les designados pela cmara, o a irrigar nns dias
    de sol, as mesmas testadas iminedialamenlc que
    rorcm i ari idas : os infractores de qualqucr das dis-
    pusieses desle e do 1." pagarlo a mulla de 55, c
    o duplo na reincidencia. A cmara municipal man-
    dar varrer .as ras donde nao bajara estabeleci-
    menlos. Recite 7 de junbo do 1859.ftirio, 'iu-
    = & C.
    Empreza de aceio, limpeza
    e irrigacao.
    Pelo presento se scienlifioa a todos os genito-
    res denos de estabelecimenlos que se achara ins-
    criptos como assigaaulos da que quando nao lhcs
    eonvenha continuar na assignalnra, deverocom-
    miinirnr por esrriplo niesraa empreza, no caes do
    I; oos n. 14 ; isto ai o dia 15 de cada mP7. nao
    sendo pnis sufficienlc darem um simdles recado an
    i'iiluador na occasiao que vai proceder a cobranca,
    oque isso contrario ao que foi apresentadn por
    escripia aos mesmos senhores donosde eslabeleci-
    lilAnloi c no quo assentiram. Recite 7 de iiiuho de
    1859.Faria Fiu-.a & C.
    quer divid
    aerador.
    fin casosoxlraordidariosou urgentes,
    lonas do escriptorio, poden ambos os
    advogados ser procurados na rasa da sua
    qualqucr que soja a importancia do
    fura das
    referidos
    residen-
    Francisco Antonio Corroa Cardozo.
    F.ste anligo eslabeleriraenlo acha-se enllocado no grande edificio construido para oslo fin
    pelos Srs. Mosquita ,\- Dola, na ra do Brum n. Js, em fenle ao arsenal de inarinlia. No mesmo
    eslabelecimenln acharo seus numerosos (reguezes e amigos sempre promptos ; alambiques de cobre
    de qualqucr lamanho, simples e continuos, que alian, am seu hora inHialho, e podem dislilar 8 a pi-
    pas de agurdenle ein 24 horas, e sao da inelhor CnstruccaO possivel, calJeiras, lachas, bombas e
    cobres para engenta)*, bicas e canos de qualqucr metal para ditos, casas ou navios. Faz c colicorta
    machinas c bombas de qualqucr natureza que soja, com a brevidado e perieico possiveis, e todas as
    obras nertencenles as arles de que consta sua fabrita e fuodicao do ferio e brou/e, como sejain :
    moendas e moias moendas pata cana, de qualqucr lamanho e qoalidade, crivos e portas de fornalha
    ara assenlamenlos de engenhos, dislilacocs e tornes de padaria, boeiros c rezistos para ditas, agui-
    lioes de ferro balido e fundido, crzalas e parafisu para rodas de agua, rodas do agua todas de
    ferro ou para cubos de madeira, rodas dentadas angularese direitas, carreta* ecru/etas para moen-
    das do qualqucr lamanho, eixos, Irillios e mangas para carroea, simples c de patente, mancaos para
    estrada de ferro, escoceos e tinleneles para navios, o lodo mais que possa sor preciso e "til para o fa-
    brico de angonlios, casas e navios, de cobre, brou/e, eslanho, zinco e chumbo, ferro balido ou fun-
    dido por ler na direci an de seus Ir.ibalhos, um dos mclhorcs e mais anligo engenheiro o marhinista
    inglaa James Splara. Nao poiipaudo o dono desle ostabelecimenlo exforcos e fadigas para hora servir
    seus numerosos (reguezes o amigos, e todos os senhores que mais o quizerein honrar cora sua cou-
    tianca
    ra
    O gaz deve ser vendido por registro n vendido .10 I m Ba" ,., da -^ d ||a-Vsla n. 33.
    consumidor somentc o que diariamente for consu- Rcdffl dc |na0 do 1s-,,
    mido ; este registro deve ser guardado era ordem f)r ||0I1I0 uont,lL Fotutea > as o oras oa lame nosHomingos sen
    pola companhia isenlo de pagamento, e o consumi-L--..-,.. ......_..',_....... ,....-. .__i.'-.M| luido pelo trem especial que pan.- da vill
    dor garantido pela cirruiiistaiicia do registro, sen- ,> X; X >; x.;: :; ;; ;: i, X ;; ;; 5-.'^ para n ltecife s 10 horas da manbaa, o
    do sellado para nao ser aberlo seno era sua pre- fci ('otisllllfil-iii i-i-illi-ii liniiipiiii-illiiin *SP i Parar era ponto intermedio:
    senea. | wn>unwiiw 1u111.11 liutllt u[MiiiitO tscriptorio da via frrea 11 de junbo i
    i;o\sii:roKii>
    Aquellos que desojarem ler gaz devem fazer o sen
    pedido quanlo antes, pois que os priineiros viudos
    sero tambera servidos em primeiro lugar de con-
    formidade cora as dalas dos seus pedidos.
    As pessoas que se acharo inscsiplas devem com-
    parecer para escollierem os apparelhos que Ibes
    conven) no artnazcm da ra da Cadeia de Santo An-
    tonio onde acharo um rnmplelo sorlimenlo.
    Fscriptorio da companhia. Recite 3 de maio de
    1859.
    Licdes k francez o 3
    le passageiros aos domingos partir na se
    iformidade:
    TIIFM P.VB.V CIMA.
    >i\xiii\. Tvniie.
    Partida das Cinco Ponas 7.30 1.00
    Chegada a villa do Cabo 8,5 2 |j
    ll'.I.M IMltA BAIXO,
    Partida dailla do Cabo fi.OO IO.30
    Chegada a Cinco Puntas 7,15 11,30
    \. B. Ileixar U- hacer al nutro aviso o
    que ate aqui tem !,acido, que parle da villa du Ca-
    bo s 6boraj da larde nosdomingns Sendo subsli-
    illa do Cabo
    qual nao
    A rapazeada Patus-
    ca!
    Na nova casa de pasto, berta na ra da Crn/ n.
    17, primeiro andar, haver. no domingo, 12 do cr-
    tenle, das 5 tioras da mauha at as 8 da mesma,
    eieellcnle mi de vacca, por menos preco que cm
    qualqucr oulra parle.
    = l'recisn-se de nina ama para o serven inter-
    no e externo de urna casa de pouca familia : na ra
    do Vigario n. 38, luja.
    Madama Marthilde, franceza, retira-so para a
    Europa.
    No dia 10 fugin um carneiro todo branco,
    sem ser capado, levando aindi um pedaco de corda
    de viniera no psenlo quem o pesou, querendo
    restituir, pAdo levar a Pora de Ponas, taberna n.
    92, que se Ihe pagar o seu trabalho.
    Xa ra do Hospicio, casa n. 21, lera cartas do
    Sergipepra a Sra. I). Guilhermina Leopoldina de
    Andrade \ Sou/.a, e como nao se sabe de sua ino-
    rada, pede-se a mosnia senhora que manilo pro-
    curar.
    Ironi
    c.. i 3 \J
    no
    DIt. SABINO O. L. PINIID.
    FI'Ho ,'le Sanio Amaro (Mundo Sovo) n. C.
    Continuara as consultas o visitas do
    mo modo que d'anles. A con llanca que
    Dr. Sabino deposita na pessoa que Dea 'X.
    encarregada do sea consultorio nao ser'Js
    desmentida. ;"'
    Os pobres soro sempre tratados gra- ";
    'iiilaineiilo. ,,'
    As correspondencias sern inderecadas ,'\
    Com o subscripto ao Dr. Sabino cora' au- (Xa
    senda au abaixo assignado. K;j
    Hanorl de Mallos Teixeira Lima. ST*
    Professor em homeopalhia e secretario ''
    do consultuiiu. '"
    de 1859.
    Assignado/;. ;/. Bramah,
    Superintendente.
    THEATRO
    hf
    Compras.
    I'.otnp.ia-se uma escrava Je bons
    costumes e moca, que saiba eiigommiu-
    bem e coser, nao se olha a prero : na ra
    do Trapiche n. 14, primeiro andar.
    Compra-so uma escrava que cozinha, lava de
    sabo e engorama : na ra Nova n. 34.
    Compra-so um carro americano com robarla
    ^* i.onipra-se um carro amer
    cf fiza, que sirva para qualro peo,
    - slindo em boiu estado : na ra
    x>
    l
    Maderaoiselle Clemence d'llaiinelol
    de Monneville raudou asna rcaideucia
    para a roa da Cruz li. 9, segundo andar.
    ..
    DO
    Dr. I*. A. lobo Hoscoso,
    wmm mwAm i miudw.
    3 RIJA DA GLORIA, (ASI DO FUNDAO 3
    CAiiiit-a \ov ambos os systemas.
    O Dr. Lobo Moscosod consullas todos os das pela raanha e de tarde depoLs de 4 horas. Con-
    trata partidos para curar annualmente nao s para a cidade como para os engenhos ou oulras proprie-
    dades uraes.
    Os chamados devem ser dirigidos sua casa al as 10 horas da manbaa e era caso de urgencia
    a oulra qualqucr hora do dia ou da noite sendo por escriplo em que se declare o nome da pessoa, o da
    ra e o Homero da casa.
    Nos cosos que nao forem de urgencia, as pessoas resilientes no bairro do ltecife podero remel-
    le r seus bilhctos d botica do Sr. Joo Snunn \ C. na na da Cruzou lojd de livros doSr. Jos Noguci-
    ra de Soma na ra do Crespo ao p da ponte velha.
    Nesga hija e na rosa do annnncianle achar-se-ha constantemente
    horaeopalhicos ja heraconbeeldos e pelos precos seguinles:
    Botica de 12 tubos grandes...........
    Hilos de 2i dilos...............
    Mitos dc 3f ditos..............
    Iiilo do 48 ditos...............
    Ditos de 60 ditos...............
    Tubos avulsos cada um.............
    Frascos de linduras........,.....
    Manual de medicina homeopalhica pelo Dr. Jahr traduzido
    em porlu.'iiez cora o dicrinuariu dos termos de medi-
    cina, cirurgia etc.. etc............20J000
    Medicina domestica do Dr. Ilering, cora diccionario. lOgOOtl
    llepetoiiodo Dr. Mello Moraes.........C$000
    FUDlpO D'AORAr
    F.ste ullllssinio estabelecimeuto aclia-se, ha ponen lempo, augmentado lamo no material como no
    seu pessoal, e. seus proprielarios habilitados para vencerquabpier opposicao hostil e despre/.arem a ig-
    noranie riluperacao de malevolencia. Offerecem a seos numerosos treguzes e ao publico en geral, as
    vanlagens de sua longa experiencia e reconhecida promplidao e fidelidade na execuco das obras as
    mais importantes de engenharia, entre oulras pode enuineiar as seguinles : machinas de vapor de lodos
    os tamaitos, rodas d'agua de lodos os dimetros, todas de ferro ou para cubos de madeira, moendas
    para caima todas de ferro e independentes cora os melhoramentos que a experiencia mostr ser in-
    dispensavel, nieias dilas rom lodos os preparos, tachas para engolillo de todas as qualidadese lanianhos,
    rodas, rodetes, agnilhoes, crivos e boceas para fornalha e todas as fotragoiis para engenho, machinas
    para amaasM pao o bolacha, dilas para moer mandioca, tornos e prensas para farinha, pontos do ferro,
    aaldciras, tanques, boias e todas as obras de iiiachinisiuo ele, etc.
    Precisa-se do urna inulher lt\rcou escrava
    de meia idade, que lenha boa conduela, o Saib iBH
    engommar c cozinhar, pan casa.de familia, e pa- i W
    ga-se hora na ra do Qaeimado, sobrado n. i, Hl
    primeiro andar. ?j
    l'recisa-se de nma ama para cozinhar c en-
    gommar : na ra Nova n. 58, leja.
    Precisa-se de uma ama para o servico de casa
    de pouca familia : na praea do Corpo Santo n. 17. :\,',, \/
    $ DENTISTA FRANCEZ. $
    <$ Paulo Caigiioux, dentista, ra das I a-
    ^> rangeiras 15. Na mesma casa tura agua e <>
    32 p deuiico.
    = Aluga-se um bom carro proprin para boi, d
    Irabalhar na alfandega : quera pretender dirija-se seus amigos e dn
    ra dos Copiares n. 4, primero andar, ou ra sa capital; contina aprestar-Ib
    da Praia do Sania Hila n. 13 se
    Rodea central liomcopalluca
    no
    DR. SABINO o. L. PINIIO.
    Contina i vender-se grande sorlim uto P
    de medicamentos homeopatliicos tanto em ;
    glbulos eoian era tinturas.
    Os procos dos carleiras sao os que se }
    achara estipulados no final do thesouro 5
    hoiuenpatliico.
    Cada tubo avulsn......igOOO {
    Cada vidro de tintura. 2$000 ? #.
    Thesouro honieopalbico ou vade- .;;
    meciim do homenpatha, obra in- ".;
    clispensavel a lodo pai de familias, sij
    \i ajan tese te........114000 i
    -y.'. ::' .:'. /.':: jk -,v
    ... ............._..._..k. .. .
    2, lioltlpii Squaro, Loudrcs.
    negent Street.
    J. O. OLlVl.in.v Tendo augmentado, com lo-
    mar a casa contigua, ampias e excelentes aeeom-
    modaeoespan muito maor numero de hospedes-
    de novse recommenda ao favor e lembranra dos
    11 dimos ao Sr. i'.ermaiio Francisco de
    ;; Olivoira de fazer-nos o favor de levar a '
    .>> scena domiiiRO o drama Captivo do Pea
    <; a comedia Bilheles de l.otena. lambem i-
    r, pedimos que na comedia em lugar de re- ,"
    presentar a Sr.* D. Carniella, sulislilua a
    '< Sr.' 1). Madnella, isto lhe pede iri
    'X "' rtpaixonttdotdf I). VaaoeUa. $M
    tiSVii* Tr*"t rTr-TrTrtrrrtnFy&a
    Atlenco.
    200|000 de gratificarlo,
    a quera apprehonder c levar .i roa Imperial u. 40,
    ii-1 de Manoel Joaquini Ferreira Esteres, ou na
    ra do Iiangel n. 75 an sen senhor Manoel Paulo
    de Albuqucrque, o mulato Raymnndo, claro, deS2
    anuos de idade, estatura baixae delgada, COUI falla
    de denles na frente, no queixosuperior, poucl bar-
    ba, lindo apenas no queixo inferior um pequeo
    pincel, gosla muito de andar limpo e calcado, por
    I isso que di; suppr que lenha podido passsr por
    lorio. Este mulato fug0 da cidade do Recito R0
    da 7 de agosto do anno prximo passado, onde se
    empregava no trafico de corlar carne na ribeira de
    S. Jos, e suppoe-se que se ocha homisiado para
    Criiangi ou no engenho Mcga, na freguezia de
    Goiaana, onde lera um irrao, escravo do dito en-
    genho.
    Perdeu-se entre papis, uma obrigacao assig-
    nada pelo Sr. albires do 9." batalho de ifanlaria,
    Joan llaptisla lspo, a favor .lo Illm. Sr. capito
    i.is. e que seja lev.
    a da Cruz do Recite
    ii. 13, primeiro andar.
    = Na roa do Collegio n. 21, lercciro andar, rom-
    pram-se esrravns de ambos os sexos da idade. du 7 a
    anuos e pago-se muito bem.
    I'recisa-so comprar ;t0 travs de 3 palmos de
    rnmprido, sendo madeira de qualidade: na ra do
    Crespo u. 19, primeiro andar, das 11 horas as i da
    larde.
    Compra-se ou aluga-se um piano para apren-
    der, mas que esleja era bom estado : na ra Diieita
    n lili.
    Vendas.
    js mello.ns medicamentos
    . 10S00O
    . 1'sOOO
    . 20s09ll
    . 2'ig00ll
    . 308000
    . 1{I000
    2SO0O
    CASA DE SALDE
    SITA EM SANTO AMARO.
    DOS
    errara, que achara
    com quera Iralar.
    Alugo-sc e tambera se vende mu moleqnc de
    idade 22 anuos, ponen mais ou menos, muito sau-
    davcl e muito fon-oso, bom cozinbciro, compra lu-
    do o quo se manda comprar, com perfeicao, fui
    criado em trahalhos dc sitios desde enanca, para o
    que tem grande habilidade, o conla como' se l'nssc
    raixeico de qualqucr eslaholecimeiilo por tambera
    ler andado a vender na ra varios gneros.
    Procisa-se alegar uma ama para fazer lodo
    servico de portas para dentro : na ra das Cruzes
    segundo andar do sobrado era que foi lypographia
    do Diario velho.
    ; : Florinda Francisca da Silva participa ao res-
    peilavel publico, era particular aos seus fregue/es,
    qne inudou a sua rcsideniia da ru da Conccico
    para a ra da Malriz n. 20, onde eslar prompta a
    receber cneomiuondas dos bem coiihecidot altinins,
    tanto era capilas como ramas e mais enfeitesmiu-
    dos, c como ja lenha parle delles [citas convida a
    todas as pessoas que qnirara enfeilar bollos vespo-
    ra de S. Joo e 8. Pedro a virem comprar os bem
    conhei idos enfeitcs, que alera do mdico preco
    iro bem servidas.
    Joaquim Theotonio Soares de Avellar, I
    prole-sor particular, tem aberlo em ;
    sua casa ra Diieita n. 88, primeiro
    andar, un curso completo de prepa-
    ratorios : leudo para esse fim lentes ha-
    bilitados e aulorisados pelo govemo
    provincial. O mesmo espera dos dig- 3
    nos pais de familias a sua valiosa pro-
    leccO,proniettendo-lhes ser inransave)
    em promover oadianlamento dus seus
    alumnos.
    viajantes que visitera Antnnio \ iclorda Silva Vieira, da cidade de Carua-
    ar-lhes seus serviros n. cora pertence ao Sr. Jos Joaquim Moreira,
    e bous otlicios, guiando-os em todas as cousas que j coramercianle nesta cidade ; e se faz esto aviso pa-
    prccisoin_ennlieeiinoiilo pratii o do paiz, etc. Alem ra que o dito Sr. alteres se nao chame a ignoran-
    do porliiguez edo ingtez falla-se na casa o hespa- 'la, sendo que semelhante obrigacao Mra conlrahi-
    nhol i; francez.
    lina pessoa bastante habilitada offerece-se
    para lomar, como caixeiro, a direceo de qualqucr
    hotel cora bilhar, e todo o mais arranjo relativo
    este eslabeleciuiento por ler a mesma pessoa muita
    prati.a, visto j ler lido este negocio, oque milito
    ventajoso se torna a um dono destas casas em pos-
    suiruin caixeiro capaz de por si s dirigir este cs-
    lahelecimcnlo: queui de sen presumo se qnizer
    utilisar, annuncie por este Diario.
    HOSPITAL MILITAR.
    Precisa-se de serventes para o servico do hospi-
    tal, assir como dc enfermeiro, e ajudantc desle :
    dirijain-se ao mesmo hospital.
    = O correspondente dos Srs. Remetera Jos
    Velloso da Silveira e Francisco Tiburcio d,. Silva
    Nevos, queira mandar sua morada aliviara n. lie
    8 da praea da Independencia para se providenciar
    a entrega do Diario dos mesmos senhores.
    Consona-
    se c lira-
    JOIAS
    Cora promp-
    lidao e as-
    Nesle estabelecimeuto ha as melhores acommodacoes parase iralaiem doenles dequalquercathe-
    goria e sexo.
    Adiara menor br. de2j500, devendo o pagamento ser feilo por quinzenas adiantos.
    Havcr omaiorzelo e einpenho no tralamcnlo dos doenles os quaes serio visitados pelo menos
    duas vezes por dia pelos mdicos proprielarios do estabelecimento.
    XJU.Xti.Xi.XiJ! I.XXXXXK
    3 PEDRAS PRECIOSAS.
    S W
    5 Aderecos de brilhan- >
    2 les, diamantse perolas, ;
    2 pulceiras, allinets, brin- ?*
    3 eos e rosetas, bolees o .
    M aunis de differenles gos- -
    2 tos e de diversas pedias
    ~ de valor. C
    2 Comprara, vendera, ou "
    2 trocara plata, ouro, bri- ^
    2 lhaiiles, diamantes e pe-
    2^ rolas, eoulias quaesquer *
    .. oias de valor, a dillllei- ~,
    < ms ou por obras. p-
    M0HE1B.UIHARTE
    l.iija de iiiirives
    RUADOCABUGA'N-7-
    Recebem por todos os
    vapores da Europa as
    obras do mais moderno
    goslo lauto de Franca
    como tic Lisboa, asquacs
    vendem por
    modo como coslumam.
    ia,lXX\Xi iiJkXXXXXXiX
    S OURO F. PRATA. i(
    ;j 2
    2 ouro, meius dilos, pul- >
    2 i .iras, alneles, brincos p
    <. e rosetas, corones, Irn- L>
    Si lius, inedalhas, corren- [-
    2 les o enfeiles para velo- '
    . go c Otilios muitos ob- ...
    jeilos de miro.
    2 Apparelhos completos
    de prala para cha, han- j
    dejas, salvas, Mslioacs,
    Dcsapparcceu um didaf do duro cora as uu-
    ciaes J. A., julga-sc ter sido furtado, por iso ro-
    ga-se a pessoa a quera por ventura lenha sido \en-
    di loque o leve ra da Aurora casa junto da em
    que morou o Sr. inajor C.uslavo Jos do llego : dar-
    sc-ha a pessoa que o levar o preco porque o bou-
    ver comprado.
    Vo- llixasde llaiuhurgo a 320 cada urao de *
    2U aluguel, defronle da matriz da Boa-Vista 2C
    <-> ii. 80. 2
    Jos Nunes de Paula tem
    para vender no seu armazem
    da ra do Amorim n. 48, supe-
    rior farcllo de Lisboa e vende
    por menos preco do que em ou-
    traqualquer parte.
    pa-se. ^^ ^kV M~ ^^ seiot
    Os abaixo assiguados,. slabelecdos cora lujado
    ourives na ra do Cabug n. II, esquina que tica
    cm frente a ra Nova o paleo da malriz dc Santo
    Antonio, franqucain para cscolha do publico um
    grande soiiiineulo de ricas obras dc ouro, as mais
    em moda e de dill'i rilles go-los, cora coral, piru-
    las, esmaltes, diamantea, brilhantcs, ede miro liso
    cora gravuras, por preco mais em conla do que em
    oulras parles ; os compradores lerebero uma cun-
    ta com recibo, declarando as qualidades do ouro de
    1- ou 18 quilates, conforme a esculla.
    Serapliim Irmao.
    Pergunla-se a quem souber responder se o
    producto da raassa do fallecido Manoel dos Sanios
    Pinto so aclis rccidliido ao Banco e no coso de
    allrmativa quando se far o dividendo do que se
    diz recolhido ao dilo banco. Esla resposta servir
    de goveruo a um credor.
    da na chindo de Caruar, quando alli estove S. S.
    destacado.
    COJII'AXIIIA
    ALLIANCE
    F.slaltcleciila em Londres
    lOf Q) ti S iML
    CAJ'ITAL
    CViieo mU\voes de libras
    eslcrUnas.
    Saundett nrnt1u-rs& C.'tem a honra de Informar
    aes Sis. negociantes, proprielarios de casas, e a
    quem mais convier, que eslao plenamente autorisa-
    dos pela dita companhia para efTectuar seguros so-
    bro edificios de lijlo e pedia, coberlos de telha e
    igualmente sobre os objeelos que conliveren os mes-
    mos edillcios, quer consista cm mobilia ou era fazen-
    das de qualquerqualidade.
    NO.VI AiiQ
    Vende-se uma mulata de 20annos, engomma-
    deira e coziuh. :ra, c um prelo de 30 anuos, hora
    conneiro o eiivador : na ra do Padre Floriano
    n. 27.
    CARRAFAS VASIAS.
    Vendem-sc garrafas novas vasias muito cm coii-
    ta na ra do Trapiche Novo n. 10, armazem.
    No novo deposito do paleo do Terco u. 23,
    vende-se niarinelada c doce dc calda de" Lisboa,
    vinho do Porto muito fino, dito niuscalet, biscoilos
    c bolachinhas de todas as qualidades. tanto era lata
    como a relalho, assucar refinado do Mouleiro, e
    oulras muitas cousas, ludo por preco comn'iodo.
    A 2S000 CADA FRASCO.
    1 chegada a nova remessa dos frascos de cemen-
    to inglez para colar vidros. louca, raarmore, mar-
    lim, madrepcrola e tartaruga, a pruva d'agua o do
    calor, e se continan) a vender na mesma loja da
    ra Jo nueimado n. 10.
    Fogo artificial.
    Grande sortfmenlo do fogo de illurainaeo para
    festejar Santo Antonio, e S. Jo.io, por preeomuilo
    commodo ; na ra Nova n.20, loja do viana.
    Ermas de bolos.
    Riqnis-simns formas para fazer bolos c pudins :
    ua na Nova n.20, loja do Yianua.
    Colheres para stipa e cha.
    Riquissinios sorlimenlos de colheres dnverJauei-
    ro metal de pa |ue : ua ra Nova n. 20, loja do
    Vanos.
    Caixas dc costura.
    Riquissimo sorlimenlo de caixas para costura,
    de ludas as qualidades : na ra Novan. 20, loja do
    \ auna.
    = Vende-se uma casa terrea com 22 palmos do
    frente e um terreno contiguo a mesraa, murado c
    com porlo, tendo 44 palmos de frente e 140 de
    fundo, silo na Passagem enlre as duas ponlcs : a
    Iralar na ra estrella do Rosario n. 30, das 10 ho-
    ras al as i da tarde.
    Vendem-se os melhores queijos llamengns a
    2$000 : na ra Direita, esquina de S. Pedro n. 1 i.
    Milho.
    na travessa da Madre dc Dos ns.
    Vondc-se
    11 ell
    = Vcndc-sc
    cria menino : i
    Vende-se esta agua a raelhor que lem apparect-
    do para Ungir o cabello e suissas de preto : na li-
    rraria universal ra do Collegio n. 20, d-se junio
    um impresso gratis, ensinandoa forma de applicar.
    ltoga-se ao Sr. consol portuguc, que lenha
    cm atlenco a escuna Rainha dos Acores-, que os
    passageiros que vierara nella, apezr de trazerem
    trata para
    dejas, salas,
    ' colheres de so
    pa eih e
    IH'CCo COIIl- << muiosoulrosoujaeHiade >o.
    A prala.
    Vrr'i
    Ayres l'ereira de Rurgos Homein de Son-
    to Maior Poiue de l.eao,roncera < afina
    pianos, nrgaos,realejos ai mnnicns e caixas |
    de msica : quem precisar de seus dimt-
    iiuios jireslimosdirijam-se roa do aler-'
    eiro andar, a
    nprc o acharo
    A mesa reeedora da irinandade do: r-ISi''i'"rll'sbcin nW'os, assim como ha lempos
    c....:..:___^c i i n ; vierara passageiros do Porto com passaportcs, lam-
    SanttssimoSacr. ment da matriz da Boa UPni ;', Sl.ri., mo melier alguiis passageiros na
    Vista, convida a todos SCUS rmaOS para casa de dclcnco ot que conlessem verdade
    compaieccrera no dia 11 do corrente as lc navio Jr' d coslu!l! ? '
    9 lioras da manlun no consistorio da mes-
    ma alim de se eleger a nova mesa que
    tem de. reger o anno de 1859 a 18C0.
    O escri?ao, Joaquim Francisco Franco.
    Ky.i "- iuiipii.. ifiieiii ie le. ..t
    T' nulos prestimos ditijam-se r
    J' roda Roa-Visla n. 2, prinieir
    J qualqucr lona do dia que serap
    ^ .! pronipto para esse.- servioos
    CASA DE BANHOS.
    Neslo proveiloso estabelecimento. que. pelos noros nicllinraracnlns feilos acha-se couvenienle-
    raenle mouiado, far-se-ho tambera do I" de nnvembro ero ante, emitalos mensaes para maior cora-
    nioilidadceeconomia do publico de quem os proprielarios esperara a remuncracn de lanos sacrificios.
    Assignalnra de b.inhus fros para uma pessoa por mez.....lOfOif)
    ranrnos, de choque ou ebuviscospor mez 15J00O
    Series de cartocs o banhos avulsos aos procos aiinunciados.

    -.' ivi ..w^ M.b .v- -rstf.
    \ PEDRAS PRECIOSAS. g
    Sorvetes.
    Das 6 s 8 horas da noite. Indos osdias de traba-
    lho, 6ra os das de grande chuva : no aterro da
    Boa-vista n. 3.
    8.1.1P.
    'Recreado.
    Sao convidadosos Srs. socios para vi-
    rem receber seus bilhetes no escriptorio
    do theatro de Apollo para a recita que
    lera' lup^r ,sal>bado 11 do corrente!.
    Antonio Jos do Almeido Costa julga nada de-
    ver tiesta praea, porm quem sejulgar sou credor
    queira apresentar seus documentos legaes no prazo
    de 4 das que serao pagos na na da Prai* n. 3.
    = Precisare da qnanlia de 9 contos de res a
    premio dando-sc em hjrpotheca um engenho moen-
    e e corrente sito na freguezia da Eseada nns limi-
    Ips da do Cabo : tratar na ra da Cadeia de Santo
    Antonio n. 28.
    Aderecos de brilhan-
    Nf les, diamantes n pero-
    Wa las, pulseiras, ulfineles,
    si brincos e rosetas, bo-
    J'i loes e aunis de dille-
    rentes gostos o de mag-
    nficos brilhautes.
    Comprara, vendem o
    5 trocara piala, ouro, bri-
    f* Ihanlcs diamantes e
    r perolas, c oulras quaes-
    joias de valor, a
    eiro ou por obras.
    .cliniciiiii & BIiiniT
    JTOALHElttOS.
    Va ra da Cruz n. 5!,
    REMEDIO NCOMPARAVEL.
    1 Ni.I i:\lli lli.l.l.nWXY.
    Milharesdc individuos de todas as naroes pode::,
    uiiinliaras virtudes desle remedio incoinpai.i-
    prorar era rKjj n'i-eessnriu, que, pelo uso que
    li/.erara lem s-'u corpo etueiubrns iuteiramcule
    saos depnis de haver einpregado inulilmenlc uulr.is
    tralameiitos. Cada pcsoa poder-su-ha convelo-,-r
    dessas curas maravrOMS pela lelera dos peridi-
    cos, que Ih'as relatara todos os das ha mu ii. -an-
    ea maior parle di'llas sao lia Sorpreiideuli
    leste
    re i
    delle
    Dguerrcolypo.
    que admirara os'medieos mais celebres! Olanlas ^vstplH ". svi\l,t''>nni'4"n\*\
    pessoas recobraran, rom este soberano row.il..... ^J".l.l UOFiA ailRl lv..U\ .
    uso de seus br.....s e pomas, de.....s de ter perra a- : i^'1 r"'1 :s".,'?." 18, primeiro andar, por cuna da
    DE
    Commissaodeescravos.
    Hd iini larga do Rosario n. 22,
    segundo andar.
    Nesta casa reiebem-se escravos para seren ven-
    didos por cuiiimissiin por conla de seus senhores,
    nao se poupaudo esforcos para que os mesmos se-
    jam .iiiuidos cora promplidao, afim de i|iie at'u^
    senhores nao volfram empale cora a venda delles ;
    aUianea-so u bom IraUuneiilo assim como a segu-
    ranea para es momos. Ne>ta casa ha .selupro pa-
    ra vender escravos de ambos os sexos.
    nzgenHa los rnbricanies amerieanos,
    Gioiirer A. IkiLer.
    Machinas de coser : em casa de Samuel P. Jo-
    hnsion 4f.C, ra da Senzala Nova n. 0.'.
    . : Offerece-se um moco para caixeiro dc cobran-
    cas, dando fiador de sua conducto : quem pretender
    annuncie.
    I ni irrao da patria.
    Ama.
    Precisa-se de uma ama para cozinhar : na ra
    Nova ii. 20.
    Unjo, 11 dc junbo, se ha de arrematar em praea
    publica do Dr. jui/. municipal da segunda vara, uin
    solo contendo 400 palmos, cora frente para a ra
    da Concordia c fundos para o rio Capibaribe, afora-
    do a Joao Carneiro Hachado Ros, o qual lambem
    nao duvidar dispor das bemfeitoriu a quera quei-
    ra para edificar.
    Tem de sabir luz um volumc intitulado
    Inspiracoes do amor, solucos poticospor Ma-
    noel Braz Odorico Pestaa, para o qual se ai ha
    aborta una assignalnra em casa do Sr. Nogueira,
    no arco de Sanio Antonio, o na ra da Cadeia do
    ltecife, na livraria do Sr. Cardoso Ayres, a 2} coi
    brochura.
    i.iiieni livor un estojo malhemalicn, bem
    completo, ou ao menos um compaeo de prupor. ,io,
    eiiniiuei.. ou dirija-se ra do Crespo, loja do Sr.
    Caslro. que se lhe dir quem pretende.
    r-t l'recisa-se de urna pessoa fjae saiba eslilar e
    resillar, ara o engenho Noruega, na freguezia da
    Escoda : quem quizer, appireca na ra das Cruzes
    n.41, o fallar ciu Albino Jos Pettotfa da Cuiiha,
    ou no mesmo engenho.
    Companhia do Beberihe.
    gundo ailar.
    Adereces completos de '$
    ouru, muios dilos. pul-
    ceiras, alunle-, brincos
    : 1 llp.Tl,pm por loilos os vapo-f 'tJSF&SEi. "S
    ^ppsda Lui-opti c do IIio tle .U\-*i"
    %neipo obras do mais moilerno^
    roslo, lano de Fi-anca como/
    "-**-'.....- :'al,as.|iiaps(;
    rentes, enfeiles e corren-
    les de ouro para relo-
    gios, e oulras militas
    obras de ouro e dc coral.
    :);desla iillima eapil
    ;>;wmi(Ihii rom (oda a iiai-aulia
    Belogios patento inglez
    dos melhores fabricantes,
    dilos suissos. tanto de
    quer j(
    SW dinheir
    t
    )'na (das ppdras, p pelos precos'; "om'lMr0Te''''
    nicios chro-
    IlUatS COllllllOdOS pOSSIVeiS,'^ nomelros e tambera re-
    tendo sempre a disposict dostg TS"tadeTe'
    ) fre^uezes um bello e variadoiK trocara,
    gsorliracnto.
    A CASA M KNII H & C.* aquella que na Bauosico Universal de 1855, na seecao das industrias
    consagradas pharraaciae medicina, obteve a raedalha de ouro, designada sob o noine de mkii.m.iia
    ip'iio\k\ : ella so aprsenla pois aos pharmaceulicos e aos coramen-iantes do nosso paiz, com todas as
    garantas de uma raputaeao de capacidade e honradez a Igdo a prova.
    Do seu estabelecimento, o mais consideravel de Pars, a casi Minif.r fabrica e expede todos os
    artigas, que sao uteis proBssao de pharmaceulico e do medico. Pode-se julgar da eiteusaodos seus
    negocios e dos serviros que ella deve prestar, melhor que quolquer outro cslabeleciinenlo, pelo quadro
    dos diversos captulos dos seus procos correles geraes, lino czcessivamente til aos pharmaceulicos
    e todas as pessoas que se oceupam de sciencias.
    Substancias naluraes (drogas)
    l'iis llledicinaes ;
    l'reparacoes pharmaecuticas;
    Productos clumiros medicinis;
    Plantas medicinaos ;
    Medicamentos especiaes e de patente ;
    Preparares homeopathicas ;
    Utensilios e apparefho dechfraica
    Laboratorios de chiraica j montados;
    Instrumentos de cirurgia ;
    Instrumentos de casiilhoue vulcanisado ;
    Machinas para fabricar aguas gazezas ;
    Instrumentos de physica e di* preciso ;
    Rtulos c ornatos para phormacia ;
    Bataneas de servico, dc luxo c de analyse ehimica ;
    Vos is de vidro, cnstal e porcelana.
    nocido longo lempo nos hosplaus, ende deviam
    solTrer a amputarn Dolas ha minias que Uaven lo
    deixado esses asylus de padccimenlos, para senao
    submetterein essa opraru dolorosa orain cura-
    das couipbl,luiente, mediante o usode-.se precioso
    remedio. Alguiuas das I aes pessoas ua entusan de
    sen reenlihe. iinenlo derlararain estes resiiliados be-
    nficos diaiite do lord corregedor e oiilros magistra-
    dos, afim de maisauleiileearem sua lirraaliva.
    Ningiieiu desesperara do estado desndese t-
    vesse bstanle conjlanca para ensaiar este remedio
    constanlemenle seguindoalgum lempo o Iralamen-
    lo que iieeessitas-e a natureza do mal. cujo resulta-
    do seria provar ni onleslavelineute : Oue ludo cura.
    O ungento :< uti!, mais p:triuuli,i-
    ueuic nos seg'iiiutes casos
    Alporras.
    Catnibras.
    Callos.
    Canceres.
    Cortaduras.
    Dores de cabera.
    daseostaa.
    dos nenibros.
    Knferraidades da culis i
    Re ral.
    Ditas do ainis.
    EruprOes e escorbticas.
    Pistolas no abdoinon.
    Frialdadc mi fallado calor
    as extremidades.
    Frieiras.
    Gengivas escaldadas.
    Incbaeoes.
    Inllaniaco do ligado.
    da bexiga.
    Vcude-.se este llllglli II!
    Iiinaniuijeo da maalriz.
    Lepra.
    Males das pernas.
    dos peilos.
    de olhos.
    Mordeduras dc roptis.
    Picadura de mosquitos.
    I'olllloes.
    ibieiinadulas.
    Sarna.
    Supuracoes ptridas.
    Tiuha, era qualqucr parle
    que seja.
    Tremor de ervos.
    Ulceras na bocea.
    do ligado.
    das arli.olacoes.
    Yrias torcidas ou nodadas
    lias |iemas.
    i no eslahelecimentO geral
    luja do Sr. Cajii,
    O bacliat
    1ui\ros de med\cii\a dc \Vva vmi\er.\ c lc sciencias.
    A CASAMENIEn responde quaesquer informacoes que se lhe pecara. Encarrega-sc de fazer
    todas as despezas ate ao porto de embarque (transportes,'despezas de segur etc..) quando se lhe faca
    qualquer eneemmenda de productos necessarlo mandar ao mesmo lempo uma letra de tal valor ap-
    prnxiraa ti vainenle ou indicar era Frauda ou na Europa, uma casa enear.egada dc pagar ou de servir de
    garanta, os producios devendo ser pagos em Paris, as despezas de cambio sao ao cargo dos commet-
    tentes.
    Todas as enconiniondas devem ser feilas a r..s\ Hrxirn & C." n. 37, na Saivtc Croix de la Bree
    sonnerie, era Pahis.
    de Londres n. 224, Slrand, e na loja de lodo
    boticarios droguistas e nutras pessoas eiuarregadas
    de sua vemia em toda a America do Sol, Havanae
    Hespa liba.
    Vende-se a 800 rs. cada boectinha, ceintm uma I protesta ja contra a pessoa que o seduzi
    nslrueeo em portuguez para o modo de fazer use
    diste ungento.
    O deposito geral he ein casa do Sr. Soum, phar-
    mai eutico. ua ra da Cruz u. il, em l'criiaiubuco.
    SEGURO CONTRA FOGO
    NOKTHEllN ASSUKANCE CUMPANY
    LOXDON.
    CAPITAL St 1,500,000.
    \ genio C.l. A.st\cy c C.
    niTerece condicSes muito favoravels c premios
    moderados.
    Ifaiate.
    -'I A. H. de Torres llan-
    deira, professor do lDgua frai.c.za no
    jvinnasio d.-st.i praea continua a
    >;.-es detl.i moima I-ngua, e bem nssim
    |)liitoso)liia c rhctorici em cursos parti-
    culares na casa dc sua residencia, ra
    larga do Rosario, u 28, segufirlo andar.
    Acha-se prompto para leccionar tui
    qualquer collegio.
    Constando aos herdeirus do fallecftlo Arcedia-
    no. Antonio de Si poira do Ijinnlal, que residi na
    villa de N s. da i oncei.ao de Cuaranarim, capita-
    na dn Espirito Sanio, no imporio do Brasil, que ha
    alguem ueste paiz que desoja fallar sobre este ne-
    gocio para tratar de ajuste sobre c. resto da heran-
    ea, com ns dilos berdeiros, prevne-se a quem isto
    convier, que pode escrever a Francisco Jos Cahral
    de (.luadros, na rila do I.nrnlo n. 85, cm Lisboa
    -Porluga 1= pois qne e este o herdero aaearrega-
    do pelos mais que residen) em llio-Maior, de trarar
    do negocio.
    = No principio da ra do Caldeireiro primeiro
    sobrado a direita desoja-so alagar uma criada quer
    seja livre ou escrava, que. enlenda do servico do
    uma casa cora conde ao porem de que dormir em
    casa.
    Escravo fgido.
    Montera 5 do crenle mez fugio um moleque de
    nomo Joaquim, idade li annos, nouco mais ou
    menos, levando calca azul, camisa branca, chapeo
    do palha, ello do mato chegadn ha pouco o maior
    sigiialquc. lem leroiimhigo gran Je de uma rotu-
    ra ; roga-se aos capit.ies da campo n toda o qual-
    quer aiiloridaile a apreh.nso do dito moleque c
    occullado
    a ra
    No dia 18 do corrente pelas 11 horas
    | do din tera' lugar no escriptorio da cotn-
    |panha ruado Cahuga' n. l, a ane-
    mataeBo do ren di ment de todos os cha-
    la rizese bicas por bairros e por espaeo
    de utnaimo. sob is bases abaixo trans-
    criptas c mais condicees patentes no es-
    dar li- criplorio ; os Sis. licitantes compareeam
    |e com s us fiadores ou declararn dos mes
    mos no mencionado dia devendo ser ai
    propostas porescripto.
    liases subrn as qeaes se leve lanear.
    Bairro do Recife.
    Chafara bic.) do caes da al-
    fandega. 5:271sOOO
    Dito da ra da Cruz. :735$750
    Dito da ra do Brum. :G84.Si
    Dito do Forte do Mallos. 2:8lg500
    erasen poder, qm ni o apprehenderdirija-se
    do Cabug n. '2, quesera gratilicado.
    =s O dono do hotel de Jaboato leudo dc retirar-
    se para outro lugar, vendo o dito estobclecimeolo
    e tambera uma lab rna contigua ao dito cslabele-
    cimeiito e padaria e 2 carros para aluguel com al-
    guns cavallos, o lugar i o melhor possivel para ne-
    gocio, o o di;.i osla!,, ie, ment no raelhor ponto
    pbssivcl: quem preteudef rcalisaresle negocio en-
    teuda-so i un u propiielario era Santo Amaro Ja-
    boato.
    I) bilhete n. 1,330 da ultima parte da 20."
    parte da 1.' lotera do theatro d" Santa Isabel
    iciice ao Sr. Joaquim Jos A11'-, do Porto.
    18:502^500
    Bairro de Sinto Antonio.
    Chafariz do patao do Carino. S: i 21.^000
    Dito do pateo do Paraizo.
    Dito do PasseioPubiico.
    Dito da ra do Sol.
    Dilo da ra da Concordia.
    G:0i 50
    o:368*00
    una cabra de hite, mansa e que
    l Boa-Vista, ra da Matriz n. 7.
    Pernambucauo
    BA LARGA DU ROSARIO X. 02.
    II dono desle cslabeleciinenlo avisa ao publico
    e a -i ns amigos e freguezes qus tem dc novo pre-
    parado o seu anligo deposito de charulos linos rom
    um variado sortimenlo das mais arrediladas mar-
    cas de charutos que vera a este mercado, assim co-
    mo diversas qualidades de cigarros chegados pr-
    ximamente dn Rinde Janeiro sendo sganos hola-
    fngo, ditos de papel pardo, ditos de palha dc milho
    du diversos lmannos, papel de linho para cigarros
    rom fumo proprin, fumo francez para raximhn ou
    j igarros,-fuiuo em folha para relalho e. em porcio,
    j phosphoro de cera e do gaz, rtulos para eaixa" do
    charutos, papel de cores, todos estos gneros ven-
    de-se porcoraiuodo preco dinheiro a vista.
    Na ra do Trapiche n. 14 escrip-
    torio de Mi noel A Ivs Guerra vende-se :
    Chapeos do Cliyli.
    Ditos de leltro sortidos.
    Potassa do Rio de Janeiro em barris.
    Iinperalriz Eugenia.
    Novo deposito de niassas inns
    e grande armazem de mo-
    I hados.
    Itua llireila n. 31, de Carcia & Molla: os pro-
    prielarios desie novo estabelecimento leeui a non-
    ra de participar, ao respeitavel publico, que tem
    in lie o mais mo sorlimenlo dc massas linas c nio-
    Ihados. como abaixo denominara alguns : bolachi-
    nhas diversas, como seja, soda, aramia, america-
    na, iugleza redonda e qnadrada, Dolinho francez,
    manteigainglcza flor, e francesa, cha da India su-
    perior, passas, ameixas, araendoas, azeitnnas, quei-
    jos. cbourii as, rico vinho Imperatriz F.ugenia, xe-
    rez, bordeaux, vinho do Porto engarrafado, e em
    bar is, etc., etc., e outros muitos gneros diaria-
    mente precisos, que pelo preco devem fazer conla
    ao comprador : assiiu como acharo bom agrado
    nos vendedores.
    GIM
    loj;i nova, no aterro da Boa-
    Vista n. 74,
    que achanto o nova c completo sorlimenlo de miu-
    dezas, ricos penlcs de larlaruga, virados, muito
    fortes a 12 e 14g, ditos sera ser virados a 4, ricos
    enfeiles de hoco a 5 o 6J, ditos de froco cora vidri-
    lho a ditos de vidrilho a 2>T>00 e 3)1, ditos prelos
    de relroz com vidrilho a 4J, ricos manguitos com
    camisinha o gollinha de earabriia muito Una a 7,
    ricos manguitos com gollinha para meninas e se-
    nhora a 5, ricas gollinbas a 19600 c 24, ricas fran-
    jas para cortinados, brancas o de cores, pecas com
    15 varas a 450f>, verdadeiras luvas de Jouvin a 2
    o par, grvalas de seda c gorguro pretas ede co-
    res a 1)J e 19280, caixinha com jogo de vispora a
    i, popel almaco muito bom a '.\% e 3S500 a resma,
    dito de peso a 3(400, pennas de lauca a 1/ a grosa,
    dilas sem ser de lama a 500 rs., caixinha com al-
    neles a 100 rs., dita" com grampas sortidas a 60 e
    100 rs., sinluroes de borracha a 600 rs., tacas o
    garfo- dc todas as qualidades, colheres de (odas as
    Jualidades, lesouras e caivetes do ludas as quah-
    ades. franjas de seda c la, e linho, golees branens"
    e de cores, lilas de velludo e seda de todas as qua-
    lidades, sapaiinbos de merino, dilos do lia, loueis
    e carapueas pora crianras, linhas de carrcleis de
    3:1 30^250 lodosas qualidades, agulhas franrezas muito Unas,
    3: !55jfl501e muitos ra.iis objeelos, que se tornara enfadonho
    m."i!'fl; i00108" c so vender por meaos
    +d'>aoU qualquer loja.
    Vende-se umbonilo escravo de 25 annos para
    ente para o campo : ua ra
    ______________j uenciona-los, e se dar amostra do todos os ob-
    25:Oi."t.'>.'>0 i 'ciet>* e so vondort por meaos do que era oulra
    Bairro de S. Jase.
    Chafat-iz do pateo da ribeira. 11:2 7.;>00 ,0,, servico, morra
    Dilo da ra Imperial. 3:71 ^O Ja Pra,a-
    Ricas chapcllinas.
    O I.eito & Irrao, na ra da Cadeia n. 48, aca-
    I bam de receber pelo ultimo navio vindo de Parjs,
    um completo sorlimenlo dc chapellinas para senho-
    ra, e eslao se veudendo pelo diminuto preco de 15J
    cada nina : a ellas, queja lem poucas.
    Borzeuins Piemonlew
    14:9!S750
    Bairro da Boa-Vista.
    Chafariz e bica da ponte. 5:li9^i00
    Dito da cai\u d'agua. :<5800
    Dito da prarja. 4:470,s200
    Dito da Soledade. f.29.sOU()
    1 v^23$ono
    el."
    per-
    Escriptorio da admioistraco da Com ^O ItUl UirCllel--4'"j>
    panhia do It.-bc'fibelOdc junho de!859. Resta in a'fjuns pares 35 e 5
    N. B. lia soment las bicas urna no que servem, apezar de serem sola
    cbnfdtiz do caes Ja allaiuli'g.i ea outtale vira, para senlioras na actual
    uo chafariz do caes do Capibaribe.O estadio in vernos.!, e alim de li-
    secretario, Barllioloineu francisco de I quidarem-CC boje le vetuleui por
    Souza. (dinheiro iniml.ii -sOOO


    *
    llieguem fregueses loja da
    Boa Fama da ra Direita
    n. 64.
    uiano ae rernambuco Sabbado 11 d J mino de 1859.
    Facas o garfos com cabo de marflm muilo Unas a
    109500 a duzia, dilas de cabo preto n fl(!400, dilas
    Vendas.
    Vendcm-se saceos com farinha de niandiorn de
    a 6g, dilas de cabo de osso Uas a GgzTlO, Utas a ^on qualidade, trelo de Lisboa, em saceos muilo
    .r>silH, dilascravadas linas a 4*800, dilas de cabo [-'''ndese superior qualiihde, milito em saceos a ti.
    68, rame de latan do todas asgrossuras a 800 rs. a
    libra, barbante de todas as qualidades or baralis-
    snno piuco, fogarciros.de Ierro a l200, 13100,
    l,sT,on. 15800,2J. 2g300 e 2J600, forros de ac da
    melhor qualidade a 720, caslicaes de latao a 1 600,
    1R800 e 2S o par, couro de luslre muilo grande a
    SJbOO a pelle, marroquim a 1$900 a pello, pannos
    de tpele para mesa a 35200, allincle de ferro para ;
    armador a 2(600 o maco, (echaduras de broca para
    porta a 610, 748, 880 e' ig. ditas para armazem a
    4J500, esorivaninhas de lati a 3*500, 4$ u 4fi>00.
    bandejas grandes e pequeas, bicos brancos e pre-
    porcau e n relalho ; ludo se vende por menos une
    em oulra qualquer parle: na ra estrella do llosa-
    rio, arma/em n. 29.
    ('oiilinua-se a vender o rape. Meuron pelo
    inesmii preco que se vende no deposiio geral: na I
    na eslreila do Rosario, armazem n. 29.
    Ra Direita u. 53.
    Loja de ferragms e miudezas.
    Lamentas do vidro, obra moderna para salas de !
    goslo, o par a 9 c 10J, grelhas avulsas para foga-'
    Vendem-se escolenles burros no engenho
    Sacco, de Ipojuea, a Iralar com o propriolario do
    inesnio engenlio, 011 nesta praca coiu J. J. de Mi-
    randa, na ra do Sol u. 13.
    r= Vendc-se una grande casa e silio na povoacao
    do .Monleiro, aonde reside o Sr. Juvcncio : os pre-
    lendenles dirijam-sc roa do Queimado, loja n. 13,
    que acliarao com qiiem Iralar.
    Vende-se urna canoa nova, ronslniida rom
    inuila seguranza e boas inadoiras, a qunl pega em
    1,800 lijlos grossos ; oulra usada que pega em
    700, muilo propria para cominean decapim ; ontra
    de nm pao, com 28 palmos do omprido, 3 de boc-
    ea, muilo saa, boni amarcHo, o multo propria para
    abrir por 1er baslanle grossnra : na lloa-\ isla, cs-
    quina da iravessa do Mondes ou becrodasUarrei- ma.'rua lia Moed "'.'l
    ras, laberna de Joan Jos Lopes da Silva. ___ y*
    barricas
    proco commodo : no escriptorio de Auslin A C,
    ra do Trapiche n. 3(i.
    PAI.ETOTS.
    Vendem-se palctolsde brimde pniolinhn, bran-
    - SSSte,,^ naruadnQuei.....do ,,.22, leja
    Milho novo,
    A' ra do Viga rio deposito
    n, 0, chcgon nova porco de
    saceos com uiilho, de 25 cuias,
    que se vendem por commodo
    proco. I
    Vendem-se dous escravos mocos, de muilo
    mutilas figuras e proprios para lodo o snico, al. ni
    do que, nm oleiro e o onlro bom olllcial de la-1
    looiro, o oiiilins man .icosliimados ao tervico do
    po : a halar, con Mal.....1 Alva l'cnon.i \ l.i-
    oii.lo andar.
    eOtle-ie a loja e culruilu da
    Vendem-se esleirs da India para forrar assoa- do Liviaiiicuto n
    llios de i-asas, e barricas com farinha de milho a
    gons e miudezas de todas as qualidades, mais ha-
    do que
    roila n. 64.
    ralo do
    K-1 fe&fir?M ^ ^ d C(""PnOt" *""'
    .... .:,':
    Na loja da estrella.
    Ra do Queimado n. 7.
    Este estabeloeimento contina a tero mais com-
    pleto sedimento de fazendas de todas as qualidades,
    e se vendem por menos do que em ontra qualquer
    parle, assim como :
    i.lulas francezas, o covado
    Cutes de casemira ingleza
    Hilos de dita muilo superior, franceza,
    o curte
    Chapeos francezes para cabeca, Dnos
    Cortes de calca de brim
    lina,
    3S500
    Casemira de duas larguras muilo
    o corado
    Taimas bordadas muilo ricas.
    Chapeos pan meninas e senhoras.
    Camisas para scnliora, bordadas.
    Corles de collele de fusto, bonitos padrees 500
    Cumias de todas as qualidades para honiem.
    Cark-jras de p>rfumarias inglezas 5?f000
    Cazaveques de fustn, fazenda muilo superior,
    Collelos de velludo prelo e de cores.
    Palctolsde panno preto
    Hilos de dito superior a 28$ o
    Calcas de casemiras relas e de cores.
    l'spariilhos para senhora
    Palelols do ganga muilo superior
    Ditos de biiin bronco
    Ricos veslidos de tilo de seda proprios para
    baile e rasaiuenlo.
    Hilos de soda do lodas as cores.
    Ditos de cambraia com babados 5&500
    Lencos de seda n 500, 1|S80 e 2j000
    Linas de seda para hornero e scnliora ljjOOO
    Aleguen, ao barato.
    O Leile & Irmo continuam a torrar merino prelo
    Coraes.
    Macinhos a 560 rs., manlinl.as a 500 : no Pas-
    seio n. 11.
    = Vendc-se na ra de Domingos Pires, na casa
    de Frederico Ferreira, um carro novo de 4 rodas,
    Eroprio para engenlio, sendo de dous bois e tam-
    em de um, e serve para a estaco do vapor.
    Escravos a \ uda.
    Na ra doCollegio n. 81, terceiro andar, vendom-
    160 se 23 escravos, sendo 10 negros de 18 a 24 annos
    2S.J00 5 mulatas de 18 a 22 annns/5 moloques de 12 a 1 i [g
    faunos, urna negrinha muilo bonita de 13 anuos, Ifi
    6(500 urna linda mulatinha do 1(1 annos com pricipio de j
    68800 costura c nina prela de boa ligura enzinheira e pe-Ha
    lj2t>0 rila engommadeira ; vendc-se a diuheiro ou a pra- 'H
    ' zo, conforme quizer o comprador ajuslar.
    Fazcidas por procos coiumodes.
    NA*
    II
    ma
    7. muilo ain-guezatlu
    com os huidos acontento do comprador :
    a tiilar na raestiia ra ti. 9.
    PAISA ACABAR.
    HENRIQlEft SANTOS,
    iiciiiiadu
    por
    na
    i.-
    Recebidas em direilnra de
    Paris.
    GRANDE SOIMIEWO
    n i:
    Roupas leilase fazendas
    NO
    Armazem c loja
    ."
    16$000
    30$000
    5S500
    Loja do sertauejo *
    Ra do Queimado n. 43 A.
    f.azavequos de fuslao branco ricamente enfeila-
    dnsa 13, HelCjgOOO, dilos de uiusselina a 11, lJa
    138, meias de Seda brancas c decoros o prelas, cn-
    feiles para cabeca de senhora, de Iroco, a 4,5, 6
    . 7, 0 e lOg, dilos com vidrilbo, bengalas deludas
    5,S500 ? lualidades, um grande sortimcnlo de chapeos
    $800 ricamente enfeitados para meninos e meninas para
    ; bapiisado e passoio, por menos proco do que em
    i ontra qualquer parle; contina a ter nm grande
    sorlimenlo de grosdcnaplcs pretns de todos os pre-
    ces, que quer acabar, a lfoOO. 1,<|600. 18700, 1
    25, 28400, 3S c 38500, clially muilo fino e'bolillos
    padres a 860 e 900 rs o covado, lazinhas muilo
    miudinhas e mais gradas a 400 rs. o covado, ban-
    go de selao muilo bonitos padroes a 500 rs. o co-
    vado, sedinhas de quadros muifo fiuas a 1J300 o
    covado, palelots de panno, saceos o sobro-casaca-
    dos a 20 c 18g, todos forrados do seda a 25 i,,...,,, iiin/i ., m;.i ......-.-" '."> "" toii.u...-. u.- s. .. 2^i, o iiiao
    Tamancos a 320 rs.
    < de cores com duas
    cortes de calca de meia casemira a 2g2O0 lindos ^uVem"or7^Saut parte
    eml.s de collele de caclnmiraa 1, corles de rasa ^, H '
    de lindos desenhos a 2j), grosdenaple prelo de
    18600 a 38 o covado, ricos manteletes de grosde-
    naple preto, luvas de seda de differentes qualidades
    par? scnliora e menina, musselina toda encarnada
    a 220 o corado, cuita franceza de lindos desenhos
    a 240 a 300 rs. o covado, cortes de calca de brim
    de linho a 1 $800, lindos corles de rscado francei a
    2$800, pecas de cambraia lisa com 10 jardas a 28440,
    3SCO0, IgOO. 5 e 5S00. toalhas de lindo para me-
    sa 3g500, chales de merino lisos a 48600, dilos nia-
    lisados de lindos desenhos a 7g. ditos de touquim
    pn los, lencos de cassa muilo liunse de lindas cer-
    caduras a 38 a duzia, chapeos de sol de seda a
    G;.MHi, palelots de alpaca muilo lina a 6$, chita de
    lindos desenhos o cores filas a 200 rs. o covado",
    casemira prela de 2 a 58 o covado, toalha de algo-
    diio para mesa a 4S. panno lino de dilfereules qua-
    lidades, bramante para lenroca a 2^300 a vara, ta-
    petes para enlrada de sala 3J, meias muilo Onas
    para senhora a 3^800 a duzia, ditas para menina e
    menino de lodos os tamaitos, grosdcnaplcs de lin-
    das cores a 28ocovado, cortes de mnito boa case-
    mira a 6 e 78, calca de casemira prela a 108. saias
    bordadas a 1J600.3 c 4, ditas de balito a 69500,
    pecas de madapoln a 3, 4, 483O0, 48500, 4,^800,
    ojJOOc 6g, coherlores de algodo a 1jJ280, meias
    'luis minio linas a 5g a diizia, chally do bonitos
    desenhos a 800 c 1*. o covado, venezana propria
    para baliuns a 2S o covado, damasco de laa de duas
    larguras proprio para cobcrla de rama n 8(400 o
    covado, lirillianliiui asselinada de lindos padroes a
    700 rs. o covado, espartilhos para .scnliora, piules
    de tartaruga a mporatriz a 11$, redes de palbaa
    Gf, loucas de fil muilo bom enlejiadas a 28, vel-
    ludo de cores do muilo boa qualidade, lil liso Cora
    2 1/2 varas de largura a 640 a vara, franqiieljm com
    6 palmos do largura a 610 o covado, e oulras iiiujlas
    fazendas que se vendem por barato proco, o do lu-
    do -.dar aiuoslra:na ra da Cadeiado tlecile u.48.
    Aviso.
    Ven loja n. 7, de Antonio Lopes Pereira.de
    Al.-Un & C, doas lionitos moleques com
    idade de un nos pouco mais ou menos,
    oni aljjiiinai habilidades como seja de
    boleeiro e um del les tamben sobe cozi-
    nliar o diario de urna caja, os preten-
    dentes dirijam-sc a mesma loja cima a'
    tratar ; na mesma lia tatnbeiu para se
    vender urna mulata de boa figura com
    algumai habilidades.
    LOJA DA ROA FAMA.
    o par.
    Itediversos tamaitos, para acabar: na loja do
    miudezas do aterro da Boa-Vfsla n. 82, quasi con-
    fronle a matriz.
    SYSTEHA MEDICO DE H0LL0WAY.
    PII.ULAS HOLLWOVA.
    Ksie ineslimavcl especifico, coniposlo inteiramon-
    te do heras inodicinaes, nao coiiliii men tirio, nein
    alguma ontra substancia delerterla. tem lino .i maia
    jciira infancia, e a compleiao mais delicada lie
    igualmente prorapto o seguro para desarreigar o uial
    na conipleico mais robusta ; lie iul. iranoiil.- inno-
    cente em suas operacoos e efTeitos ; pois busca c
    remore as aoeneas de qualquer especie e grao por
    mais antigs e leazos que sojani.
    Huiro milliares de pessoascuradas com oslo reme-
    dio, muitas queja estavmu as portas da unirte, pro-
    servando em seu uso : eonsoguiratn recobrar a san.le
    e torcas, depnis de haver tentado intilmente lodos
    os Otilios remedios.
    Asmaisaflliotas noilevom enlrogar-se adeses-
    peracao ; tacan, um complenle eusaio dos efficazes
    elteilos desla assombrosa medicina, e prestesrecu-
    perarao o honelicio da saudo.
    Nao se perca lempo em lomar este remedio paia
    qualquer das seguimos eiifiimidados :
    Accidentes epilpticos.
    Alporcas.
    A npulas.
    Arelas (mal de)."
    Aslhnia.
    Clicas.
    Convnlsos.
    Itehilidade ou exlenua-
    cau.
    Debilidado mi falla do tor-
    cas para qualquereoiUM
    Dysinleria.
    Dorde garganta.
    de barriga.
    nos rins.
    I)ure/.a no vonlre.
    Etifermidades no vonlre.
    Hitas no Dgado.
    Dilas venreas.
    Enxaqueca.
    Herysipi'la.
    Pebre biliosas.
    Fobreto iuteruilenle.
    specie.
    V.-mJem-so por prero que faz admirar riquissimas
    lilas lanada.- de todas as cores o larguras, lilas lisas plicar o modo do se usar'deslas piIulas'.
    t-se por pr
    das de l.i.i,
    cora pona e sen, ella, bicos brancos de seda de mui-
    lo lindos padroes n de lodas as larguras, Iramoias
    abenas de linho par, babados a 120 e 160 res a vara,
    jarros para flores a2jj o par, atacado/es ou enlladores
    de seda de todasas cores para veslidos.dilos proprios
    para espartilhos, lesouras de todas as qualidades
    as mais (masque he possivelencontrar-se.agulheiros
    de iiiari'tm c outras militas qualidades, litas de vel-
    ludo de todas as qualidades, bolcinhas de ramii,.-a
    muilo lindas para meninas de esrola, frasquinlio
    com cardinal a melhor cousa que lem apparecido
    para tirar nodoas em qualquer qualidade de fazen-
    da. pelo muilo barato proco de2, Irancinhas de se-
    da de todas as.corcs muil lindas proprias para en-
    leitar rotipiulia para meninos e meninas, e oulras
    mu lissiuias cousas que se alianca vendor-se ludo
    por preco baratissimo : na ra do Queimado na bem
    cunhecida loia de miudezas da boa fama.
    CHEGIJEM
    Ao barato.
    0 Prcguica est Queimaiiilo.
    Na ra do Queimado n, 2, esquina do beceo do
    Peiie Frito tem o Preguica para vender por bara-
    tissimo preco um completo sorlimenlo de fazendas
    bem como sejam cortes de cassa c seda de liudis-
    simos gostos a 6S500 cada um, ditos de laa e seda
    de lindissimos gostos e superior qualidade a 7g ca-
    da um, cortes de cambraia branca com salpicos a
    3$500, ditos de'dila com flores de cores a 3S800,
    gangas mescladasdo padroes e superiur qualidade
    a 540 o covado ; chitas escuras e claras de cores
    lisas a 160, 180, 800 e 840 res o covado, cambraias
    adamascadas para cortinados de camas; pecas de
    20 raras a I1g cada urna, grvalas prelas e de'cores
    com molas mnito finas a 800 e 1g000, ditas som
    ellas 800 o lirada urna, ditas com molas muilo
    linas a 18600, lencos de seda con, algn, enfeito
    a 800 res cada um, grosdenaple de cor de boa
    qualidade a 1$800 o covado ; cortes de casemira
    lina a 6J, ditos de meia casemira a 8$, ditos de di-
    ta mais lina a 28600 cada um, cortes de brim de li-
    nho a 18700 cada nm, cortes de gorgorito para col-
    leles a 31 cada um, ditos de merino bordados de
    lindos gostos 4500, ditos de casemira preta borda-
    dos a 3<.800cadaum, cambraias lisas de 8 varas a
    38500, 4g, 41400. 4JB00 e 5g500 a peca, ditas tapa-
    das com 10 varas, a 4g, 48500, 5S800,68500 c 78200
    a pera^cortes de organdys, fazenda mnito larga e
    lina a 2$600, alpaca prela com 6 palmos de largura,
    propria para samarras e capas de padres a 800 reis,
    chales de laa unos com barra matizada a 48500, di-
    los de merm lisos a 4g800, ditos de dito bordados
    a 5S00 cada uni' lenCs brancos com barra de cor
    a 100 e 140 reis cada um, chitas francezas paraco-
    berla a 340 reis o covado, brim branco de fistra de
    puro linho a 800 reis a vara, dito de lindissimos
    gostos e superior qualidade a 18440 a vara, dito
    branco muilo fino a 18280 e 18400 a rara, cassas
    de cores de lindissimos goslos a 360 e 400 rs. a
    rara, musseliua de cores a 320 o corado, dila en-
    carnada a 220 o covado, casemira preta af, 2<200
    2g400, 38500 e 4g o corado, panno fino azul e cor
    de rap de superior qualidade a 58 o covado dilo
    preto a 2|800, 3g500, 4g, 4*800, 5 e 5g500 o co-
    vado, alpacas de seda de superior qualidade a 900
    rs. o Corado, rolos de bretanha com 10 raras a 2g,
    aloalhado largo muilo fino cora bonitos lavores
    18280 a rara, luvas do fio de Escocia brancas e de
    cores a 320 o par, cambraias napolitanas rdxss e
    azues de quadros a 360 a van, ou 820 o covado,
    riscadinhos trnceles de quadros a 180 o covado,
    bramante muilo largo a 28400o covado, velbutinas
    de todas as cores a 720 o covado, meias cruas para
    homcm a 160, 200, 300 e 400 rs. o par, ditas pan
    senhoras, de todas as qualidedes, palelots de alpa-
    ca preta a 5g, dilos de meia casemira a 88, ditos
    de pannos prelos o de. cores a 10J, luvas de seda
    para senhora a lg20 o par, ditas de seda bordadas
    de lindos gostos a 2g200 o par, merino setim de
    lodas as cores a 720 o covado, e outras muitas fa-
    zendas que se deixam de mencionar, e se venderao
    por baratissimos pregos; e se dao amostras com
    penhores
    l-YI.loto ,1,1
    Guita.
    Ileiiiorrltoidas.
    Ilvdropesia.
    Ictericia.
    Indigestaba*.
    Infla mu .-icos.
    Irregularidades da luen-
    Iruaciiii.
    tbmbngas de luda espe-
    cie.
    Mal de podra.
    Manchas u,i culis,
    llbslrnccao de vonlre.
    l'hlysioa ou consumpro
    pulmonar.
    Relencao de otitina.
    lllioiiiiia.li.smo.
    Sniiptonias segundarios.
    Tumores.
    Tico doloroso.
    Cceras.
    Venreo mal).
    \ endem-se oslas pitillas no olabolo'eimento ge-
    ral de Londres n. 224, Slrand.sena loja de bulos
    os boticarios droguistas e nutras pessoas oncarrega-
    das de sua venda em loda a Aun rica do Sul, Hava-
    na e llespanha.
    Vendem-se as bocetiuhas a 800 rs. cada una dol-
    as coDitm urna iiistrucco em |mrlugucz para ex-
    DI-:

    Ges & Bastos
    KA RA DO QUEIMADO X. (i.
    Ricas sobrecasaeas de panno lino prelo .
    i de cores com golla de velludo o forradas de
    fc seda, feila com lodo goslo e aceio a 28, i'i.-i,
    28 e 30, bem assim palelots de casemira d 5
    quadrinhos a 108, dilos de casemira oscuros,
    padroes muilo modernos, a 188, dilos a 148, rj
    ditos de alpaca preta e de. cora 4;, ditos d 3
    esguiao e linho pardo milito fino a 5$, dilos -
    de tislao de muilo goslo a, dilos de ganga p
    3 decora 58, dilos de bramante de linho bran- '
    ee a 5g500, calcas de casemira prela o de cor S
    ; 08, 7g, 88. 95 e 108, rlleles de fuslito nnii- i
    ,,-: lo bem feilos a 28500 e 3g, dilos de gorgoreo
    g de seda a 5g, dilos de melhor qualidade a Og ^
    S o 78,dilos de setim maco a 6g, ricas col- ;
    E chas de fuslito de diversas cores e milito R
    P. grandes a 68500, coroulas de bramanle a
    1 18600 cada unta, 18800, lgft.0 e 28, dilas de S
    panno de linho com borracha a 250O, eolio- 8
    les de brim branco muilo lino a 38, dilos de 3
    seda branca a 5g, calcas do brins de divei-
    B cores c padrcs 3, 38500, 4 e 5g, dilas B
    d de meia casemira, padroes mindinhos a O, I*
    !; ditas de brim branco Iraucadn de linho a 5g p.
    K e_ 68, e oulras muitas fazendas e obras que
    - so cora a vista que o freguez pode avaliar o S
    :jque vender barato. '
    "8&SS8B KEJ8
    lonels de |uunio fino e gor-
    gurilo.
    Mui bonitos bonets de- panno fino prelo eufeilados
    com ricas filas de chamalolc. Iranias de relroz e
    galao/tiihu dourado, dilos de gnrgutao furia-coros
    e de lindos gostos a i o 58, precos baralilsimos
    risla da superioridado da obra : na na do Qui iina-
    do, i.os tiuatro cautos, luja d'aguia branca n 16
    DA
    FUNDIDO LOVVMOW,
    Grosdcnaplcs de rores do quadrinhos miudinhos,
    padroes muilo bonitos a IS2S0 covado, chally de
    seda com llores matizadas a 18 o covado, lil de
    linho liso muilo lino a NHl rs. a vara, dilo bordado
    a 1g280, cambraia de linho muilo lina a 600 rs. a
    vara, superiores pautes de tartaruga para prender Veslidos prelos com babados bordados a
    proco do velludo o seda..........................
    Hilos de cores e brancos com babados....
    Dilos do gaze Com babados de velludo-----
    Dilos de dilos com ditos de troco..........
    Hilos de dilos a Slopltanio e Victoria......
    Ilicas sedas brancas lav rudas o covado
    i$200 ....:.............................
    Grosdenaple lisa do Indas as cores a......
    Sodas de quadros largos a................
    Grosdenaple pretoencorpadn a IgOOe..
    Dilo dilo muilo largo a IjoOO e..........
    Dilo de cures de quadrinhos a............
    Sarja [.rea hespanhnla a..................
    Dita preta de cores coa 4 palmus de
    largura a................................
    cabellos, muilo fornidos, polo diminuto _
    4g. dilos virados a mporatriz a 12j!. nptfiuhos de
    merino para enancas, bordados ricamente e com
    tacos de troco a 2$ o par, bonets de palha para me-
    nino a 28500, loques muilo linos a 48500, chales
    de merino liso com franjas de laa a 5g, dilos muilo
    finos com franjas de seda a 6g, ditos bordados com
    franja de laa a Tj, cortos do colloles de velludo
    muilo superiores a 7, 10 e 12$, panno fino prcl,
    Mora de limito a i, 4 o 5g o covado, casemira pre-
    la fina a 2, 3 o i> o invado, luvas de soda para
    un ninas, bordadas e ricamente enfeiladas a 2jlKI o
    par, gorgorito de linho seda muilo superior e pro-
    prio para colloles a 18 o covado, alpacas de cores,
    entestadas, para palelots, pelo baralissimn proco de
    60o covado, e alom disto um completo sorlimen- Belleza da China loda de seda
    lo de fazendas linas o gruesas, que se vendem mui-
    lo em renta : na roa do Queimado n. 22, loja da
    Boa Fe.
    He cousa mutloboa.
    Vende-se a verdadeira pomada para lingir ca-
    bellos, pelo liaralo proco de 18 a catvinha, com os-
    COvinha propria ; "tambem
    afiar navalhas a320 : na r
    conheeida loia de miudezas da
    propria ; tambem se rende masaa par.
    ua do Queimado, na bou
    Boa Fama n. 33.
    \a loja das seis portas
    EM
    Frente do Lirrumento.
    Cassas francezas, fazenda nnva, a 160 rs. o cova-
    do, e a peca a 58 com 33 corados, cortea de cam-
    braia com salpico a 3j!, dilos piuladas a 2$, lencos
    de relroz a 500 rs., luvas de seda pretis lizas c bor-
    dadas para senhora a 18. chales de merino rom
    barra eslampada a 4g, musselina branca a 2i0 o
    covado, dila encarnada a 3211, velludilho de cores
    para roupas de enancas a 800 e 1g, lil de linho
    preto. fazenda fina, a lg280 a vara : do-se amos-
    iras, e a loja esl aberta das 6 horas da manha s
    9 da notto
    AU0
    t.
    \ende-se em casa de Saundera Brothers S C.
    praca do Corpa Sanio, relogios do afamado fabri-
    cante llo-kell, por procos oomiiiodos, e tambem
    tranrollins e cadeias paraos momos, deexcellenle
    goslo.
    Ricos eni'eites com vitlrilhos
    para cabeca.
    Vendem-se os mais riros enfeiles prelos e de
    eoies rom vidrilhos, polo baralissimo proco do fgc
    Or- cada um : na bom conheeida loja de miudezas
    da Boa Fama, na ra do Queimado n. 3.1.
    Polassa da Russia
    E CAL DE LISBOA.
    No bem conhecido e acreditado deposito da ra
    da Cadeia do Recite n. 12. ha para vender polassa
    Una da Senzaia Nova n. 42.
    Nesie cslabeleoiinento continua a haver um com-
    pleto sorlimenlo do moondas e meias mocudas para j da Russia e da do Rio de Janeiro, nova a d supc-
    eugeuhn, machinas de vapor e laixasde ferro bati- i rior qualidade, assim como larabom cal virgen] em
    do c coado. de lodos us lamanhos para dilo. podra : ludo por procos muilo razoaveis. '
    RlailgUltOS. Km casa riV Kalie Scl-mettan & C.
    Vendem-se manguilos de cambraia bordados pa-i ,ua d; Cadeiii D. 37, vcmlem-se elc'Rau
    . 'I.......... ..ni.. *---.-*________. __ A^. 1 I n ... U
    Chalv de flores malisadas a..............
    Follar do Faris 0 mais moderno a........
    Cazo do s.-ila d.' lloros a..................
    Setim de escocia o diana de seda a........
    Seda de quadros e lislras com toque de
    mofo a..................................
    Duqui-za ib- soda de ratnagem a..........
    larege de seda de varias qualidades a 300
    ris o....................................
    Helo velludo de cores a..................
    i v el bu i i un de cores.........................
    Brilhanlina branca muilo lina a..........
    | Chitas franec/as claras e escuras a 280 e
    Panno preloe de cor lino prova de liman
    a 3g500 e..............................
    Casemira pela lina a l-JCOO o............
    Cassas orlandys de novos desenhos a vara
    Ditas francezas muilo linas a..............
    Mantas prelas de linho ricas..............
    Hilas de bloud brancas e prelas..........
    Taimas bordadas muilo ricas..............
    Ricos chales de touquim bordados........
    Dilos de seda de cores prelos e escuros..
    : Dilos de merino bordados a velludo......
    Dilos ditos a seda a 6500 e..............
    ; Ditos dilos lisos lianja de seda............
    ; Dilos dtios franja de. la....................
    I Ditos dilos eslampados de 28O0 a........
    i Lencos de linho fino bordados............
    ' Dilos de algodo labvrinlho de 900 rs. a
    Manguitos e tires a ntremelos bordados
    de cambraia............................
    Golitihas de cambraia bordadas a 640 e..
    linas ditas muilo linas de pona..........
    Enfeiles do troco c 'llores modernas......
    Feilos para camisa de algodo e linho___
    Scroulas de brim de algodo e de linho..
    Camisas francezas de cr e brancas a
    18920 e.................................
    Dilas de dilos de esguiau linas..........
    Casacas o sobrecasacos de panno preto fi-
    no a22 c......... ...................
    Palelots de casemira claros e oscuros___
    Dilos de merino setim pelo e do cor___
    Dilos de alpaca preros c de cor cora gila
    de velludo..............................
    Ditos de brim braurd e de cores linos___
    Dilos de alpaca prelo e de cor............
    Calcas de casemira prela e de cor........
    Golletes de velludo casemira egorguro..
    25800
    I.vi il III
    13600
    2. sgooo
    l$3O0
    29200
    185O0
    IHHMI
    900
    1SIMMI
    1800(1
    IjllUU
    800
    900
    500
    1J500
    700
    8
    340
    78000
    28500
    18000
    600
    S
    Ra do Torres.
    No escriplorio de Ciiilhomie Carvalhn r C. ha
    para vende:' litiha rnriz, por atacado e a relalho,
    o (arelo de Lisboa do regular superior.
    '^i"4K.^5KsA-!:"i 'A ti: )es3A3ttil&
    Toalfaus adamascadas. BI
    Fio di? vt-la. |u
    Bise oos. R^
    E.-to>:is. -.;
    Vendem-su ein caa de Arkwight *
    & C. na roa da G'tM 11. lili I
    liri'C) couiiuuvl.
    Biiffti{ifii"iiiH>iwimfiai
    Cheguem loja nova do serta-
    nejo, ra to Oiiriinatlo
    n. 4:J A.
    Neslo novo cstahelecimento que s conten fa-
    zendas novas o de boin goslo, os freguezes do bom
    e batato enconlraro um entupirlo sorlinienlo de
    fazendas, o que se menciona apenas o seguinte,
    pul sor eiifadonhnaniiunciar Indas as fazendas : ri-
    cos corles de vestidos de soda de coroso melhor
    que se pode encontrar ueste genero, sendo 3 tullios,
    2 saias c .iquilla, grosdenaples de rores e muilo
    boa qualidade a 1j>9<>0 o i, luvas de pellica do
    Jouviu para senhora o para hnmcm de todas as ro-
    tes a 28100 o par, ricos manguitos bordados a 38,
    dilos rom golla a 3500, dilosa 41500, dilos lodos
    abortos a 55500 o (?50ll, dilos com laziuha a 7j,
    dilos a 9a, riros pannos para mesa a7e 88, chales
    con, roco muilo bonitos a 111c 15$, dilos mais pe-
    queos a 13?. sabidas de baile mnito ricas, as ine-
    lhotes que prtde haver ncsle genero, o por proco
    omniodo ; aasim como lamben, lem um grande
    sorlimenlo de obras feilas, assim romo sejam : ral-
    eas de casemira a 8, 9 o IOS. ditas prelas a 7, 9 c
    125, palolols de alpaca prelos a 15 o 9B00, e muilo
    linos a 95, dilos to alpaca do cor a 35IX), do lodas
    de brimde linho brancas e de'coros, gollinhas de ^* o itohUniarena r"a "'
    ,squa.idades. e ludo o m aqui se encomia Vx^TZ tXoac.m.rel.o cora cortina :
    _ na ra do liuciniado, loja n. 41.
    Fumo em follia.
    Vende-se chegado recontomenlo da Babia
    menos proco do que era oulra qualquer parle :
    roa da Cruz do Kecife n. 13, primeim andar.
    Vende-so por preco muilo rumiuiHlo um mui-
    nlmde moer rafe, e ..... lorrador com mu f..go de
    Ierro : na ra d.is CruZes II. 20.
    Vende-se nina potra o um cavall.....vo e
    rom bous andaros : qu.-in quizer osi.s auiuiao-,
    dirija se a osla typographia, das 2 ^ hora.- da
    lardo, que se dir qtlCUi os ronde.
    Na luja tlt A portas, na ni;i to
    Ouoiiiiado n. :57,
    dosej.i-s. liquidar Usei;iilules fazendas, como seja,
    grosdenaple !.. or a l$JO0o rovado, uigandi .--
    euros de muilo lindos padroes a 5IMI is. o cvadu
    sedinhas de quadrinhos muilo linas a |J, nlctu
    muilo siipeiiir a 1$II0 o rovado, veslidos do soda
    de Ires b.it.ados por precoi baratos, easaveqiies *\:'
    fiisliiu muilo bom enlodados, capoliuhos pieles de
    grosdenaple, saias muilo entenadas, cltapclliiilios
    de soda para senhora a 10J cada um, un sortinun-
    to de palelots de casemira de rr e prelos do al-
    paca e brins, que ludo islo se desoja acabar, o eo-
    lio se vende a diuheiro mullo barato.
    A dinheiro.
    No armazem da ra do Queimado n. 19, vondeni-
    se pocas de riscadinhos de chita, com 38 corados,
    Erlo baralissimo prero de 4(600, corles de cambraia
    ranea de salpicos com 8 1|2 varas a 3)500.
    6/000 rs.
    Vende-se farello de Lisboa muilo superior, oin
    saceos grandes, polo preco de 6$ o sarco : no rae
    de Apollo, no armazem da casa onde se do os
    bailes de mascara.
    Vende-se tuna mulata prendada com lodas as
    habilidades, de 16 anuos de idade, con, nina criado
    1 ..ruin, muilo nutrida, assim como urna prelado
    meia idade por 800$ : na ra doOuoiiuado, loja de
    ferragens n. 14.
    Vende-se
    lano om Tazrndft roiii em obrn fe i (as.
    XAROPE M SAME M ARRAILT
    ra meninas, pelo baralissimn preco de 1 o par,
    ditos muilo linos nara senhora a 2>?i00e 48 par -
    na ra do Queimado n. 22, na loja da Roa l'.
    ft deposiio geral he em casa do Sr. Soum pharina-
    ceutteo, na ruada Cruz u. 22 em l'ciiianibucu.
    Loja
    NA
    Hua do Queimado v. 22
    Nesta loja os bons freguezes enconlraro fazendas
    boas por pouco diuheiro, como seja : chitas fran-
    cezas de padroes muilo bonitos a 260 rs. o rovado,
    riscados oscocezes muilo botillos com padroes de
    Seda J60 rs- o covado, chitas escuras do cores 0-
    xas a200rs. o cavado, dilas linas de padroes novos
    a 260 o covado, cortes de cassa pintada com 7 varas
    cada um a 2$, bretanha de linho fina a 1 9 a peca
    com 25 varas, dila muilo lina e muilo larga com 35
    jardas a 20,* brim branco de linho a 18 e1S280 e
    muilo superior a 18410 a vara, dito pardo a 800 s
    a vara, dito decores a 1$ a vara, dilo liso de qua-
    drinhos escuros, fazenda muilo superior, a 560 o
    covado, brim liso muilo fino a 103,1 peca com 20
    varas, ganga antarclla franceza muilo tina a 320 o
    cavado, dilas escuras a 560o covado, brim de cores
    de linho puro, denominado arranca pregos, a 600
    rs. a vara, bramanle de linho muilo fino rom duas
    varas de largura a 28100 a vara, aloalhado adamas-
    cado com duas larguras a 1$280 a vara, camisas de
    meia a 1, ditas cruas muilo Gnas a 18200 alpaca
    preta fina a 640 e 800 rs., e muilo tina a 1#o cova-
    do meias de algodo cru para hoincui a 1$800 o
    2,>IH), e inglezas muilo superiores a 5$ a duzia,
    ditas para meninos c para meninas a 280 o par, di-
    las brancas de seda para menina a 2$ o par, lencos
    brancos de cambraia para algibeira a 28100 e a'3S
    a duzia, dilos muilo grandes proprios para cabeca a
    400 rs. cada um, fraullim prelo de laa com 6 pal-
    mos de largura a 800 rs. o covado, merino setim
    prelo e de cor a 800 rs. o covado, meias brancas li-
    nas para senhora a 3JC00 a duzia, dilas inglezas
    mu,lo superiores a 59 a duzia, luvas de fio de F.s-
    rocia para enancas a 200 rs. o par, lencos de linho
    para rap a 400 rs., dilos de cambraia de linho
    com bico largo em olla a S, e assim outras mul-
    tas fazendas que vendcm-se muilo baratas para apu-
    rar-se dinheiro: na ra do (Jueimado u. 22 ua
    bem conheeida lo a da Boa F.
    .JMIiia do Queiniado-19
    Fazendas baraissimas.
    Chitas finas escuras proprias para casa, sendo do.
    lindos desenhos e cores fixas, em perfeilo eslado a
    160 o covado, chitas finas fraucezas para robera a
    2(0 o covado, cambraias muilo linas de lindas co-
    re a 200 rs. o covado, corles de cambraia de seda
    de cor com 14 covados por 4|.
    Armazem de fazendas.
    Ra do Queimado n. 19.
    Velludinho de flores para vestido e roupinha de
    menino, muilo lindos a 900 rs. o covado, tapetes
    para sof a 5$. velludinho para cubera de bonitas
    ramagens a 1$300 o covado, muilo largo, chapeos
    de sol inglezes, lano de seda como de panninho,
    capas de panno fino de todos os feitios.
    BEEMIS
    cohollos o desooberlos, pequeos e grandes, deou-
    ro patente inglez, para hnmeni e senhora, de um
    los melhorea [afincantes de Liverpool, viudos pelo
    ultimo paquete inglez : em casa de Soulhall Mel-
    lora & .
    Na loja do aterro da
    Boa-Vista n. 60.
    Tem um novo sorlimento de casineta
    de cores com um pc<-|ueno tuque de mo-
    fo que se vende pelo baratilimo prero
    de GO rs. o covado.
    Para crianzas.
    Mui botillos e delicados rhapeozinhos de merino
    e setim bordados e enfeitados, com aba cabida, ul-
    tima moda, mui proprios para haplisados ou mes-
    mo passeio, polos baratissimos procos de 5 o 69OOO:
    na rus doyueimado, loja da Agtiia'Hraata 16-
    de ouro patente n^lez de um dos
    melhores fabricantes de Liverpool
    chegados ltimamente pelo ulti-
    mo paquete e alguna de liova in-
    vencao cobertos e decobertos a
    vontade do postuidor em casa de
    Arkwrigbt & C na ra da Cruz
    n Gl.
    ES
    te pianos d.> afamado (alineante Trau-
    ma nn, deHamburgo.
    Chapcosinhos para crian-
    cas.
    Vendem-se chapeosinhos ricamente envenados,
    polo medico proco de 6 e 7, assim cnnin bonets de
    lil muilo eufeilados a 5a : ua bem conheeida loja
    da lloa Fama n. 33.
    Vende-se superior linha de algodo, brances e
    do cores, em nonllo, para costura: em casa de
    Sculhall. MellorA t:., ra do Torres 11. 38.
    Eni'eites prelos e de cores
    com vidrilhos..
    Na luja d'aguia branca acliarao as senhoras de
    bom goslo utu lindo e novo sorlimenlo de enfeiles
    pr.lose de cores com vidrilhos e de mui bonitos
    desenhos aos baralissimos puros de 4, 5 e 6$: na
    ruado Queimado, loia de miudezas d'aguia branca
    11. 16
    Pechiiicha sem igual.
    lloi-zeguius inglezes do tluas solas para
    invern.
    Prova d'agua.
    A 10^000 rs. o par.
    tti.niiei.To vista.
    Os melhores borzegitins que al boje vieran, a
    osle mercado : rendeui-se nicamente na loja de
    Leiliifi Irmao. ma da Cadeia do Kecife 11. 48.
    Baralissimo.
    TX.\*i>, ra do Queimado.
    Alpaca prela lina com 9 palmos de largura a 900
    rs. o covado, merino da Irlanda a lfi-IOOn covado.
    Manguitos para senhoras e me-
    ninas.
    Manguitos bordados de cambraia fina transparen-
    te, para senhoras e meninas, pelos baralissimos
    procos de 18 e l6t0 o par, pecinbas de enlremeio
    de mui honiios bordados a 13600 : na ra do Quei-
    mado, nos qualro cantos, loja da aguia branca
    o. 16.
    Carteiras grandes com chaves.
    Vendem-se por proco muilo barato carteiras
    grandes com chave, proprias para guardar dinheiro
    e letras : na ru.: do Oueimndo, na bem conheeida
    loia de miudezas da l'oa Fama u. 33.
    Luvas de lodas as
    qualidades.
    Acaba de chegar loja d'aguia branca um novo '
    completo sorlimenlo de luvas de todas asqualid.-w
    curios .le chita muilo larga a 2l. corles de cam-
    braia .le cor com babados a 2S, corles de riacadi
    franco/, muilo linos a 2^800, enfeiles de troco
    vidrillio a Cjj.
    com
    Organdys
    s delicados desenhos, e poli
    i I,* a rara : na ra do Cfuei
    Vendas.
    enn, os mais delicados desenhos. o polo baralissi-
    mo preco de ijj a vara : na ra do Uueiraado 11. 19
    llelogios de ouro e prala, cobertos c dcscobcrlos,
    patele inglez, os melhores que exislera no mer-
    cado, e despachados boje, \011dom-se por pro.
    razoaveis : no escriplorio do agente 01
    para curar cfficazmenle, sem o uso do mercurio, as molestias cit-if.as, syphilitios, o
    RIIKIIIATISMO, as KRYSII-EL.tS PERI'OUIOAS, KHI'l'CES UE PELLE PEIITIMZKS, SS l'LCEHAS IXVKTEIU-
    DAS e DEPENDENTES de um vicio SVPHI1.IT1. O o LDIPIIATICO, as SHONCHITKS e PHECMOMAS dc-
    nendoniesde svphilis, as bobas, os ovarnos, as ispigens, a ohl.ic.vo, e outras muitas en-
    ennidades dosle genero.
    As molestias do itera), lodos os desarranjos e irregularidades da jiensthiacao, a us-
    tebiv o os mais -oili Hlenlos dola provenientes, como cores pallioas, cohmiietos.'*hin-
    COS, PERTINAZ HVPOCHOHBMJ. e FALTA DE APPETITE.
    Balsamo inlallivel de Arraiill
    para cicatrizar completamente em 21 horas os golpes c KEBinasie qualquer qualidade oue
    Sejam. '
    Pos purgativos decitralo de magnesia gazoza
    em p para proparar as limonadas e em garrafas j preparadas.
    l'sla limonada a mais bem preparada que se condece al boje niio s purquo tem a vanlagein de .-o poder conservar po estomago o mais excila'do. '
    Vende-se no deposito geral, roa da Quitanda n, 58, defronlc do C'orreio ilerca
    JUtrcanlil,
    KM CASA DE
    SOfCOOO
    8
    9j!000
    75500
    5S50O
    3S800
    s
    SOUZA II1IS TOH fe com.
    igeneia em Penutmbuco ra da Cruz n. 24.

    Horte para os inseclos.
    Exposico Universal tle 1H5G.
    F.sta romposicao devida s maisperservanlea iu-
    vesligacoes o aos Ilustrados c.niselhosde inn dou-
    lor men amico, conhecido pelas suas rngens pela
    A menea, ll.-spauha, e pelos estados do norte i
    desuado segundo pens a azer um grande scr-
    vico ao publico.
    Ileslruir sem a menor dilliculdade e sobre ludo
    sem que o meio empregado possa preiudicar de
    manoira alguma a saudo, lodos os insectos que nos
    perseguom o nos affligem. taes romo persovejos.
    piolhos, pulgas, formigas ele, lal o problema que
    se aeha resolvido pelo progreseo intitulado morle
    para os insectos.
    Para conseguir esto fin, grandes esforcos se lera
    oiln al boje ; mas lodos se niio lem ,do inleira-
    menlo iufruclirosos ao menos eslao longn de cor-
    responder ao que promediara os pomposos an-
    nuncios.
    Nao sucreder Isio com a morle para os inseclos
    o espero sem modo de si>r desmentido, qucneuliiim
    insecto peder resistir a sua aceio.
    Mas esperimentei, julgue uein quizer por si
    mesmo : no fim do nina simples prora reconhe-
    eor-se-ha que a tniiha descoberla boa, de um f-
    cil empregn c de infallivel resultada ; e ento o
    bom xito (olhido convencer a iodos c sei este
    para mim o melhor dos prospectos comis seguro.
    Cada frasco de morle para os inseclos leva a nn-
    nha Urina a o nieu sitelo.
    So alguem falsificara ininha descoberla promet-
    i persegui-lo.
    EHPREGO.
    Para destruir os inseclos que se inlroduzcm em
    geral em buratos c fondas como penovejos ele
    etc., itidisponsavel um folies cuja- exlremidade se
    nlrodiiz nos buracos o us inseclos nao tardan, em
    sabir por lodos os lados e morrem pouco lempo
    denoto.
    Para lodos os inseclos que voam quasi eonstan-
    lemente, cuino moscas, mosquitos etc., etc., basta
    soprara morle para os inseclos.
    Para ositemais como formigas, pulgas, piolhos.
    lacraos, aran lias ele, emllm lodos aquelles que se
    podem alcancar basta soprar con, a ininha conipo-
    sicao ou estregar os objecloa infectados.
    Qliando o insecto tem absolvido o principio mor-
    tfero, traa de fruir e vai morrer pouca distancia
    do lugar onde fui atacado.
    Mediante o empregod,. principio se preservarlo
    as lelas preciosas, as pellos o as las dos deslrosos
    dos insectos. A nresonca de lo.....lroditcto causa
    nao so a morle aos inseclos, mas tambem os afas-
    ia dos lugares onde acoden).
    Vende-se emPcrnainbuco ua botica do Sr. B. F,
    de Souza, ra larga do Rosario n. 36a OO rs. o tras'
    cu pequeo, 15dilo medianoe 1SW0 frasco gran-
    de ; assim como o folies com ludo por 1JI50.
    Queijos do serto.
    Na roa Direita n. 91, vendem-se qnoijna do
    lao em libras e iuleiros, gomma liua de engoii
    em libras e em porcao.
    Bordados finos.
    Ha na ra do Queimado, loja di
    um cmplelo sorlimenlo de liras
    SSBBH
    r,$ooo
    39000
    35000
    3J0U0
    .yiHW
    :le-
    Crtes de colletes
    baratissimos.
    Vendem-se corles de rlleles de fuslao a 400 rs.,
    e muilo finos a 1$280, assim como ditos de gurgu-
    ro, pelo diminuto proco de 29 ; a ellos, que se
    esl.io acabando : na ra do Queimado n. 22, na loia
    da Roa F.
    \ endem-se saltos de milho a 8JS00, palha
    de carnauba a 1? o molho : debaivo do sobrado n.
    Hi, cora oilao para a runda Florentina.
    Vendem-se (10 pedacot do pos de aourello,
    proprios para inarcineiro .- iui Iravessa do Arsenal
    de Guerra U. 5.
    XAROPE F. PVSTA DE CODEINA DE BKII1H.
    As prop io.lades Botareis do Xarops e a Pasca
    de t'.OOEivv tem sido propaladas pelas sabias ex-
    periencias clnicas e comparativas de Mackmuf,
    IIvrbier n'AviiENS, Wii.i.iajis REGOar, Martin So-
    tos etc., raembros do instituto de Franca, da aca-
    demia de medicina, c mdicos dos bspilaes de
    Paris.
    Ascipeneiiciasconllrutadas pelas rcenlos ob-
    servacoos dos Srs. Aran. Vo.i.a, G. Dcvont, proles-
    sores da faculdadc de medicina do Paris, mdicos
    do-- hnspilaes de Paris ele., etc., lem demonstrado
    que o Xahope e a Pasta de Codeina de Deb mi sao
    os remedios mais eOicazes pan todas asdores uorvo-
    sas, agudas, e as vezes lio rebeldes ; c que aflrosa
    com urna rapidez mararilliosa, os accessos conso-
    cutivos cque lanlu cansara, do cataho, da tosse
    convilsa, da broscuit e da piitiiisi.a pulmonar .
    O Xarops e a Vasta de Codeika de Rbbthr en-
    cnnlram-se em lodas as pharuiacias de Franca o do
    eslrangeiro.
    Para evitar a faUillcaclo deve-se exigir em cada
    vidro a assimh ha, e onome Bkhthk.
    "4P' os pedidos em grosso casa Mnieb & C-
    n. 37, me Saitte Croix de la Iretomierii em
    Pars.
    I ATTENCiO. S
    !> Klssel, relojoeiro francoz, rendo p-logios do ...
    ! >^ ouro o prala, concorla relogios, juias e mus- <
    Z cas, ja aqui he cophei ido ha muiws anuos, L
    W habita 110 pateo .lo Hospital 11 17". u>
    KUtlJtttpttH i-\i ti i >HHU if:
    =" Coqueiros hocos, ptimos para serem m a-
    dos : no sitio da Estancia do Giqui, a 29.
    fcndejn-M duas casas nos quatrn cantos>em
    Oliuda : .loeiii quizer, dirija-se ao mesmo, a Iralar
    com Jos flolicrlo.
    Vende-se na rita da Cruz, armazem n. 31,
    um escravo crioulo, de idade 16 annos, chegado da
    dado do leo.
    de palha ricamente enfeitados, dilos para senhora,
    de palha eie feltro, enfeiles de troco para 3(o00o
    CS, dilos de relroz com vidrilhos prelos e decores
    a 49, gravalinhas para senhora, de Iroep, a '2, e
    todo o sorlimento de chapeos de seda.dilnt de sol
    para lioniem e senhora, que ludo se vender por
    menos que era oulra qualquer parte assim os Ire--
    gttezes leitham a blindado de comprar ; tambem se
    ! enenntra 11ra sorlimento de focos para 4 e 2$.
    . i Toalhas de linho para mesa.
    I por as n..),, p;a |(e|(| ,.nn|iec;ja |0ja g quair0 norias, na ra
    patinas para calcinitas de cria,,.,,"." ir.ve.semis do 9l"'ind".'.37. ,en. para vender um completa
    ser-
    tumar
    pan enfeilar easaveqiies, gollinhas com niati"uilos I". "......"\-------"' """" *"
    -.iraitj?!.; t'^rtlatrt. gllinitas para ^T* ~ l"t0aDl")S- B *" P"^ ""**>-
    da Cadeia do Recite n. 02, primeiro andar. <^>. 8n0. lj|. 1:>00. 2-J, 2v:5O o 3, mangi.ii.'s, o
    i Uechegado 1 loja do Lecouto, aterro da Boa-
    Visla n. 7 excedente leile virginal de rosa bran-
    ca, para refrescar a polio, tirar pannos, sardas e es-
    pinhas, igualmente o afamado oleo babosa para lim-
    0,fazereres,er os cabellos; assim como p impe-
    des, sendo as verdadeiras de'jouvin braras'7.Vr"de r.ial '!" ,yr? d'' l'',or''l".'a para borloejase isperida-
    des .la pollo, conserva a frescura* uavclludado da
    primavera da vida.
    caima e prelas para homcm e senhora a 2}".ihl..
    par, lisas de seda brancas o amarellas para senhora
    a1J2.SH o par, ditas cora borllas a I96OO, dilas
    bordadas eflm lindas palmas a 2$. dilas mui finase
    boniLis enfeiladas com palmas e bicos a 2s500, di-
    tas prelas tambem de seda rom palmas e bicos en-
    hiladas com vidrilhos a 2$500, ditas com palmas e
    lisas a 2$ e 1J6O0, dilas de turra! mui linas com
    palmas de vidrilhos a 2g, dilas tambem finas com
    palmas de relroz e lisas a 1S500 o 19200, dilas de
    >aa para meninas a 19200, dilas para hornera a
    IgoOO : assim como muitas outras de diversas qua-
    lidades, como de fio de Escocia brancas e de cores
    brincas de castor, mui boas e fortes, e de algodo',
    proprias para montara o guardas nacionaes, aos
    baralissimos precos de 1S al 320 o par : na ra
    do Queimado, nos qualro cantos, loja d'aguia bran-
    ca n. 16.
    Bonets ricos para meninos
    Vendem-se bonets de panno muilo finos e de
    velludo o melhor que se pode encontrar, lano mis
    como outros ricamente entenados para meninos,
    polo baratissimo preco de 4 8$ cada um na rita
    par 19000 at 3g, camisinhas bordadas para hapli-
    sados por diversos precos, camisinhas para senhora
    com gollinl.a e manguitos, saias com 3 babados
    bordados por 6$, ditas por 4*. saias de balao de
    goslo moderno para 79, e nutras muitas mais fazen-
    das, que neste eslabclecimenlo se venden, por pc-
    eo mais commodo eme em oulra qualque loja.
    Vendem-se ein cata tle C J. Astley
    4 Companhia :
    Cali ra Russia e inglez patente.
    Salitre, alvaiade e verniz branco.
    Pulhinlia para uiarcineiro.
    Buhar.
    Na rita do Trapicho n. 9, ha para vender um op-
    limo bilha, com perlonce, de a-sonln de pedia o
    muilo bem conservado, por proco i-omiuodn.
    \a loja da ra do Calinga
    n. 10, vendem-se:
    Ratina (rancezes yara homcia
    Hilos do duas solas para menino
    Sapalees de lustre con, elstico
    lloiins nrels som sallu para menina
    Hilos decoros com salto
    Camisas inglezas.
    VonJeiiise superiores camisas
    zas : na ra do Colle^io loja 11. 3.
    Relogios.
    Vendem-se relogios de ouro inglezes de palenti-
    no armazem de Augusto C. de breu, ra da Ca-
    deia do llecife n. 38.
    Ru da Senzaia Nova n. 42.
    Vende-so em casa de S. P. Jonhslon & C. vaque-
    tas de luslre para carros, ellms e silhoes inglezes,
    candeeiros e oa-lieacs bromeados, lonas inglezas,
    Bode vela, chicote para carros, e montara, arreioa
    para carro de um e dous cavallos, e relogios d'ouro
    palele inglezes.
    Abridores de luvas
    a1$500
    Na ra do Queimado, na loja de miudezas da Roa
    Fama n. 33.
    Manguitos para senhoras c
    meninas
    Vendem-se maiipuilos bordados de cambraia pa-
    ra senhoras e meninas, pelo baralissimo proco de
    1S 0 par, ditos muilissimn finos a 3 e 5$, dilos de
    fil de linho muilo linos com lindissimos bordados
    a 59 ; timbea se vendem gullinhas de cambraia
    bordadas muilo linas' o as mais lindas que se pode
    encontrar a 3 e4J : na na do Queimedo, na hora
    i ouhecida loia de miudezas da lina Fama n. 33.
    Chapeos enfeitados.
    Tem na ra dn Queimado, loja de i portas n. 37, i |.'m,,i i-I i I hns I i"iiu-i uni sorlimento de chapeos par meninas, des. da e &S|MI UiIiUS II tlllll/.es (le IlOVa
    invenco.
    Vendem-se espartilhos francezes de molas e car-
    retis, o melhor que se pode encontrar neste gene-
    ro, na bomfi-iiroia e na commodidade, a quera usar
    delles, pelo baratissimo preco de 6, 7 e 8J. Eslcs
    cspariilnos sao chegados no ultimo navio liancez,
    e so se encontrara na ma do Queimado, na bem co-
    nheeida loja de miudezas da Boa Fama n. 33.
    Sapatos de tranca.
    Na ra da Cadeia do Recite n. 45, esquina da
    Madre de Dos, existe sorlimento de calcado do
    tranca para homem, senhora e meninas, que se
    vende em porcao e a relalho, por precos commo-
    dos, bem como muilos outros calcados 'do diversas
    qualidades.
    Chapeos de marroquim a 2$ : na praca da
    Independencia ns. 19 e 21, loja que tem lampean
    ua porta.
    Era casa de James Crabtree & C, ra da Cruz
    n. 42, ha para vender ossegnintes artigos : a ver-
    dadeira graia ingleza n. 97, champagne de superior
    qualidade, lindas em norellos de sortimentas di-
    versos, arreios para carros o cabriolis, chicles pa-
    ra carro, sellins inglezes para horneas, senhoras o
    meninos, fivellas para obras de selleiros, perneiras
    de lustre.
    . sorlimenlo doslas toalhas,
    f.>ll 11-H
    modo.
    as quaes se venderao
    r. iiaiiM,iiuu |trei:,i ae i $ noa um n.i nn v;ui' j u ii r.t
    do Queimado, na bem conheeida luja de miudezas vln"o'">0i de Moselle e Champagne.
    Visporas e dminos.
    Visporas em bonitas caixinhas de madeira enver-
    ?J2Lns' c.om 8 tra"?as a2S. em outras caixinhas a
    IgaOO e lg, dminos mui ben, feilos e seguros a
    IsOOe lgzKO : na ra do Queimado, loja d'a"uia
    branca n. 16. "
    Nova invenco aperfeioada
    DE
    Bandes ou almofadas
    de crina para penteado de
    senhoras.
    Na loja de Leite & Irmao, na ra da Cadeia do
    llecife n. 4S
    Arados americanos e machinas pa-
    >'nui-so un quai i,ui urivn, na ra da l.ritz | ,r
    armazem n. 33: para ver, nacocheira confronta ao ira varroupa: em casa de S. P. Johns-
    observatorio. |ton & C. ra da Senzaia n. i2.
    da lloa Fama n. 33.
    Cognac.
    Cognac superinr em caixasde urna duzia, vnde-
    se en, casa de llenr Brunn & C, r ua da Cruz n. 10.
    Meias de borracha.
    CIIF.C.ADAS LTIMAMENTE NO NAVIO FIIANC.EZ.
    Na ra do Queimado, na bem conheeida loja de
    miudezas da Boa Fama n. 33, j tem para vender
    por precc '
    borracha,
    toda l
    Aviso.
    No armazem de Adamson, Howie, & C., ra do Tra-
    piche n. 42, vende-se sellins para homem e senhora,
    ar ro os p ral enil os para cabriolis, chicles para car-
    ro, colleiras nara cavallo etc.
    Milho.
    Vendem-se saceos com milho novo, grado e miu-
    do : na taberna grande da Solcdade.
    Pedras de marmore para mesas e con
    solos.
    Baldes americanos.
    Genebra c agurdente de Franca.
    Pregos de cobre e de zinco.
    Vinho Bordeaux.
    Em casa de Henr Brui.n i C, ra da Crnz n. 10.
    por proco barato as muito procuradas meias ca "e"de-se vinko Bordeaux dediflrenles qualidades
    hnrr-,.1.-. tnicamente proprias e approvadas pard i com" Lafolta, ch, l.eoville, Ls. Julicen, em caia
    , de urna duzia sor barato pre o.
    Para meninos de 5 a 15 annos, chapeos de
    . couro da Russia, mullo proprios para a prsenle es-
    tacao chuvnsa a 48 : na praca da Independencia ns.
    . lt e 21, loja que lem lampeo do gaz ua porta.
    Vende-seJacasa terrea da ra das Cinco Poll-
    itas d.2, aonde tem tima taberna, e um corredor
    com rolula ; a Iralar ua ra Direita n. 69.
    lualauer enchaco naspernas.
    A Margarida Sa-
    chero.
    Os mais ricos manlcletes prelos que lem viudo a
    este mercado, vindo cada um em lira rico cartao
    ornado como retrato da insigne cantora Margarida
    Sachero, os quaes se vendem nnilamenle na loja
    de Leile A; Irmao, na ra da Cadeia:do Recite n 48.
    Loja.
    Julio Cesar Piulo de Oliveira, por incommodo de
    saude, quer vender seu eslabclecimenlo de fazen-
    das al o fim do anno, a dinheiro ou a prazo : a
    tratar no aterro da Boa-Vista n. 4.
    Vendc-se manteiga ingleza maito boa a 960
    i rs. a libra, dita franceza a 800 rs., cha hysson a
    1I920, dito prelo a 1g600, ararula a 240, queijos
    V-j. ,, .. os mais novos nue "a nn mercado a 2*400, touci-
    vende-se na ra do Queimado n, 19. bnll.antina nho de Lisboa a 440 a libra ; tambem se vendem
    ejar
    360
    paleo
    Brilhanlina prela para ves-
    litio.
    Sn rt ? I""1"'br"ncas '",lo arga a mI ocova- fogos miudos proprios para meninos, para feslej
    ao dila encarnada franceza milito fina a 560 oro- o Santo Antonio e S. Joan, vinho muilo bom a
    vado, leu..os de cambraia para algibeira a 2J000 a e 4H0 agarrafa : na taberna da eslreila do paU
    do Paraizo n. 14.
    Loja das seis portas
    EM
    Frente do Lrvramento.
    Grosdenaple preto para todos os precos, manta
    piolas de linho com bordados de seda, Invuisde se-
    da prelas para senhora a 13, gollinhas bordadas a
    i 19, ditas linas a lfflO, manguitos a 3d, lencos de
    seda brancos e encamados a 800 rs., camisas fran-
    cezas brancas e de cores linas a 2$, paletols brancos
    de bramanle fino a 5g, ditos de brim pardo a 3$,
    ditos de alpaca prelos a 4 e 59, ditos de casemira
    de-cores a 5$, ditos de fuslao de cores a ij : a loja
    esta aberta das 6 horas da manha as 9 da noile.
    Pulseiras de Troco.
    Vendem se pulseiras de troco enfeiladas com fi-
    las o bicos de seda, pelo baratissimo proco de 3$ :
    na bem conheeida loja da Boa Fama n. 33.
    = No aterro da Boa-Vista loja do boceo do Fer-
    reiro exista um completo sorlimenlo de fazendas de
    todas as qualidades como seja colchas grandes pa-
    ra cama a 7J500, pecas de cambraia bordadas 8
    1|2 varas 2g. ditas para cortinados 2J, cassas Onas
    a 500 rs. a vara.ricos chales avelludadosnovos gos-
    tos e mais modernos que ha, e muitas outras fa-
    zendas que s se pode mencionar a vista do freguez,
    dao-se asamos!ras de lodas as qualidades de fa-
    zendas, isto por menos proco do que em oulra qual-
    quer parle, que so a vista s pude avaliar.
    = Vende-sa manteiga ingleza superior a laOO,
    800 e 610 a libra, vi nho superior a 480 e 560 a gar-
    rafa : no paleo do Terco n. 21.
    VILLA 1)0 CABO.
    Loja de fazendas.
    Francisco de Paula Rufino tem a honra de parti-
    cipar aos respeitaveis habitantes da villa do Cabo,
    e ao publico em geral, que no seu estabelecimento
    j annuuciado, contina a ter um vasto e variado
    sorlimenlo de fazendas, calcado, roupa feila e miu-
    dezas, ludo do m.us moderno e superiores qualida-
    des, que vende por grosso e a relalho, por precos
    muilo commodos, e talvez com difTerenca para me-
    nos dos precos do Recite, como poderao presenciar
    as pessoas que concorrerem a esle importante es-
    tabelccimculOi
    Escravos fgidos.
    No da 14 de agosto do anuo prximo passado,
    nigiram do engenho Sele Ranchos, freguezia de
    v.issa Senhora da Escada, comarcada cidade da
    Victoria, os seguimos escravos: Daraiao, crioulo, de
    pannos de idade pouco mais ou menos, crtala,
    heleos grossos e meio arrebilados, tem urna cicatriz
    na tosa proveniente de umeoice de animal, pemas
    linas c alguma cousa arqueadas para fora, esmalma-
    do, espaduado, altura regular, ee3l bucando ago-
    ra. Jacinlho, crioulo, de28 anuos de idade pouco
    mais ou menos, altura regular, cor prela, pouca
    barba, beicos grossos e faz certa gertofla bocea quan-
    do talla, tem nina cicatriz em urna das faces, nemas
    linas, esntalmado, fuma, e locador de vinla. O
    primeiro foi comprado aoSr. Joo Francisco Barho-
    za dadiva Cumar, c o segundo diz que foi escra-
    vo da '"miliadoSr.Joo Nuncs, da fazenda do Silio,
    em Paje de Flores e comprado na praca de Per-
    nambii.ji. Consta que ditos escravos eslao em Pa-
    je de Flores por portadores que mandei ede lvlo-
    ram: roga-se as autoridades policiaes erapilesde
    campo de os pegar e levar ao referido engenho, a
    Bernardino Barboza da Silva on na praca de Per-
    nambueo aos Srs. Manoel Alves Ferreira i Lima, na
    ruada Moda n. 3, segundo andar, que serore-
    compensados com a quantia cima.
    PERN.: TYP. DEH.F. DB FARIA, 185t.

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