Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:08830

Full Text
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AUNO XXXV. NUMERO 127.
o Sr.J. Jos de Olive
Ridciro Guimares; P
Por tres mezei adianlados 4$000>
Por tres meiei vencidos SgOOO.
DIARIO
SMUIADO 4 DE jrxlIO DE 1859.
Por anuo Untado ISJJOOO.
Porte franco para o subscriptor.
PERNA
BUCO.
AUDIENCIA DOS TRIBUNKS DI CaNUl.
Psradiba, o Sr.Jo ) Rodolpho Gomes: Natal,o Sr. Antonio
Marques da Silva; A acaty, o Sr.A.de Lomos Braga;Ceara,
ra;Maranho, oSr.Mnnoel Jos Marlins
uhy, o Sr.Jos Joaquin Avelino; Para,
t
PlfiTID DOS CORREIOS.
>-...._...... .. nuniui .. ..... Olinda lodos os dias as nove e meia horas do dia.
ITE. Iguaia.ss, Goianna e Parahiba as segundas e sextas-huras
S. Anto, Becerros, Bonito, Caara, Altinho e Garanliuns ; Tribunal do mmniereio: segundas e quintas.
uas tercas feiras. '.' Relaco: lenas feiras e saddados.
Pao d'Alho, Nazareth, l.imoeiro, Tlrejo, Pesqueira, Ingazei- | Paleada: Ierras, quintas e sabbados as 10 horas,
ra, Flores, Villa Bella, Boa-Vista, Ouricury e Ex as ; Juizo do commercio: quimas ao oieio dia
quarlas feiras. ] Dito de urphos: trras e sextas as 10 huras.
o br. Justino J. Ralnos; Amazonas,- o Sr. Jcronymo da Cabo, Serinliaem, Kio Formoso, Una, Barreiros, Agua Pre- ', Prinleita vara docivol: tenas e sextas ao meio dia.
ta, Pimenleiras e Natal quintas feiras Segunda vara do civcl: quarlas e sabbados ao meio dia.
__________________________________(Todos os correios partem as 10 horas da manhaa.
EPHEIERIDES DO IEZ.DEJUNHO
1 La nova as 4 horas e 50 minutos da manhaa.
7 Quarlu erescente as 8 huras e 28 minuto da larde.
15 La cheia1 as 7 horas e 58 minutos da manhaa.
23 Quarlo mingaanle aos 12 minutos da tarde.
PREAMAR DE'llUJK.
Primeiro as 7 horas e 42 minutos da manhaa.
Segundo as 8 horas e 6 minutos da larde. ,
DIAS D SEMANA.
90 Segunda, s. Femando re ; s. lilis p. ni.; s. (Jabino.
31 Terra. S. I'elreiulla v. : S. I.upieinob. ; S. Cando.
1 Ouarta. S. Firmo m. : S. Felinto : S. Severiano b.
2 Quinta. Aaaencao dn Senhor : S. Krasmn b. m.
:t Sexta, s. Ovidio l>. ; S. Paula v. m.; S. Invino ni.
I Sabhado. S. Franrisro Carariolo : s. Quirino b. ni.
"> Domingo. S. Marciano m. : S. Bonifacio b. ni.
ENCIRREGIDOS DI SUISCntPQaO 10 SUL
Alagoas, o Sr. I.laudino Falcan Dias; Baha, o Sr. Jos
Martina A Ivs; Rio de Janeiro, o Sr. Joao Pereira Martin*.
KM PI.HNAMRIJCO.
O proprielario do DIARIO Mannel Kigueiroa de Paria, na
sua livraria praea da independencia na. (i e 8.
Ai assiRuatifra para este Diario. 2l'Xll~d'AUe' des,rib,'i,ln
obre a fronleira
obre as margena do Mediterrneo de
|ua podessem alraveasar em un instante
de transporte e outros inelhoramouloi de um lie- e|
noticio directo laroura do paiz,
ESTADO woM.rvHio i: b.\ni:os.
< V ftrdeni de Carlos, sobre que vou agora rda-
assim como a illminaro de assiijnante, mai
azein-se unicailente na livraria d pra- "* Alpes ou embarcar era Toulun onde basta um
__. i .T e a______i trajelo de 21 horas liara chegar a Genova. Assim
ca da Independencia n. 6 e 8, e nenlmm mvime.iio das tropas ja romecnu. e na hora em
vigor tem ai nota* on recado dados uOS que Iho nscrevo, provavel que as uossas van-'do de nussn eirouaoo esl long
recebedores e distribuidores a tal res- e".^?u.^l'.s!':'a"j?. 1"''I*.0 u'7'l,"r.i" pi,!",""'ez
iilaeao, fnrcou a emissao rini do que careca de -apilaos que a industria procura, por meio do seria realisavel um eraprestian a jure d
illaao dos valores renes creados pela in- 'crdito, sempro niuilo maior que a soninia dos capital o condicoes taca, que fu
dustria. meios de perniularocs que a circularan supporla. do que a simples einissao d
A emissao do banco central, que em 31 de ju- Distribuir
mar a vossa atieiic'io, liga-se urna das quesles Iho de 1896era j de 21,000:000$, comprebendidas Hieles re
ni iis gravea r complicadas da aelualidade. ll esta- as caitas de-S. Paulo e lloro Prulo, subi em 30 de cao, que
perniularocsque a enrularan suppoila. do cas.inp s, nissao de_noens eouewas paca cf. 100.000 que elles o ntrigados a faltieeer-
....."! *"" "ruin ;"'"-:1 ''' '"";";,,"- ^SSSXSS^SJ^mo!lSlmmt N*ln*e, creio que tic-.rei'habilitado para
oanles e perturbar e depreciar a circula- no e l.o. le nbr.u.. o harao Je lto.hsch.ld ; e o au- ,10SSV1.| ,!,.;, Vi oceasio elTecluar miad
admiti, seni trasbordar, seno quau- torison ao mesiuo tempu para comecar a por logo
lijados determinadas de nineda. onde seos signaos em pcakei i|ualquer dos dous expedientes indica-
i 1 i, coiii dcapezas ordinaria* correlas, leudamos en mi
mala vantajoso'ag nossosagentes ai 200,000disponiveis, abundas
-nos
com
posivei vanlageiu da occasiao oBecloar quaiquer
das operains que se verilii-ar ser a mais convnni-
enie aos fileteases do tdesouro. e por acuberto de
peito; astirn como o pagamento
e valido pelo ri cibo impKesso ;
qualquer outro meio de pag;
subscriprao nu ica loi aceito
lido. .
------- ....,,... ....,
tem ,i rertc/.a de que ser repellido pelo governo rentes existencia do papel moeda, perdoravel re- nacional e a s.imma dos eapilaes circulantes bou- dito Sem influir na circulaeao c nos procos: sao i UO empresumo urna parle dos grandes saldos que
pieinonte/., apressa-se expdicio das tropas e em liquia do naufragio do primeiro banco de circula- vossem crescio em urna razio juslilicaliva desle esltl n'speito os auxiliares inolVensivos dos bancos de lindamos disponiveis, segundo Ide fora auggerido
Pars nossos quarleis se eracuam, em consequeneia cao que se lundou no Brasil. Todos os ministros progresan tan accelerado da einissao. emissaar. t n I"'';1 minisiio em Londres, a quem esas medida pa-
Ve/o enlretanlo, segundo as cominunicacoes
lelegr.ipdicas que o Avon Ira/. S 800,000 em letras
i1 por tuilo qiiaolo eo teuho dilo a V, E\c. sobre es-
uiiulrnrlo ; foi a ultima ib'ssas previses que acaba soffrerain urna grande boixa.
oe sabir iiiteiramenle das negociacoes. Ha dous Eis-adi omo eslao as cousas
dias, a guerra certa e tudo nos indu/. a crer que mecou, mas quusi inevilavel
na(jisejpassar nina semana antes que se tendan nao tardaran a ser disparados.
dnUPlS |Mnic^us liros. (oesde mediai-ao o decongresso naiifragaram dian-
Para que sns leilores saibam como as musas se le das paixocs que se cmbalem na Italia. Resta
prazo.
teem passado.voa narrar-lhes com a maior clareza saber qual ser a posicao das grandes potencias
e brevidade qile Me Wr possivel, os fados que ac- que nao eslao envolvidas directamente no can-
il mi de nos ser revelados as rcenles disousses Hielo.
do parlamento iog|ez. All se aeda a historia das I Disse-lhe que a Inglaterra protestara contra a
iiiguciafos e esta exposicao s fazia desde logo iiilimaciio enviada pela Austria ao l'ieinoute. O ga-
prever o resultado que se uiaiiMcstou poneos dias bnete torv licou lauto mais sorprendido por esli
i constante das uacoes, que pela pressao de ac- menlc acresrentam n capital da sociedade. Por OO- Segundo o relatorio do auno passado, o remane-i Neslo ponto acdei o queslo quando me cucar-
a guerra nao eo- eonlecimentos extraordinarios se virain redo/idas a' Irn lado nina parle consideravel do capital de gy- eenledos nossos empreslimos na niac de Londres reguei da pasta da fazenda.
os primeiros tiros fazer uso temporario do papel como agente das ni, que anlos servia exclusivamente n alimentar as era da JS 6,345:500. ... Assignalaraqui qual seria a Medida que em mi- '
Todas as proposi- i permutacoes. opennoes c.omnierciaes, se havia flxado e iinmn-i Em 31 de ile/.embrn de 1858 es:a divida nchava-se nha opiuio devera ler sido preferida, lendo-se em
< Com elleito, a coodioao essencial de que noces- blliaado em numerosas emprezas, que o nao des- reduzida a < 5,192:909 [labolla numero 7,1 por se vista as sobras existentes no tdesouro, e os recursos Jo taueiiv' qu ellos di
sita em toda a parle a industria para erescer e prenden a reuovaui seno no flu de longos pra- leiem olfocluadu no decurso do anuo as seguimos do empreslimo da estrada de ferro, de que se pode- nuete nao oosso '
ri4 I... IL...n.l|n k ..,_ _....._.i...i.. ,. j:.*.i. i I. '.
Ctl
nossos meios tiiiauc.eiio* om mo dos agentes, e
pie nieldor V. Ex*, ver pelacnuta coirente do mez
deixar do dizer a Exc. que.
prosperar a estabilidade do valor do instrumento zos. umoiltsacoes
da circulaeao dos seus producios. Basa condicao Poi tiestas circumstancias que'se precunisou, Uo empreslimo de 1821 77,000
preheuedida pela nioeda melalica, que pela malo- como meio de remediar a escassez de eapilaes, a i 1829 1U.500
ria preciosa de que coiuposla o equivalente uiii-1 fiiudaco de novos bancos de emissao, cojo papel j 1889 6,300
versal, a medida uniforme e quasi iuvahavel de converlivol em nutro papel laniheni irrealisavel e 1813 :Mi,600
lodosos outros valores, o pro.luctn-tvpo a que elles ,j redundante devia servir de instrumento mar- 1852 13,200
deimis. ; acto, quan'n na sessao de 18, pouco dissimulara asi se reduzem, como a mu denominador r.oiuiiiiiin. O vilhoso a nina mais ampia distnduico do ere- I 'iue importan! na somina ieSt 152,H00o correspon-
Foi na sesso d 18 de abril que lord Malmers- suas sympathlas para com a Austria. Assim lord I papel bancariosimples pfomessa de pagar a mu- dito gerador de eapilaes. E' impossivel compre-I dcui a um capital real de 6 152,368 ( laliella nu-
bury e lord Dcrbyi na cmara dos lords, e M. D'Ls- Derbv no banquete que acaba do dar o lord maire, danao pode substilui-lo na circulaeao seno com hender como a multiplicarn artilirial de signaos : mero 8.)
a condicao de ser convertido nesse objeclo real,! representativos da moeda poderla fa/er as vcxesl Por esta ultima tabella so condece as ai a! dinartaa a mi dan hiiImi m mHnmiH mm I.'.------i., i ^n^ i''nriTiinrih!~ni"inii dos valores produzidos pelo trabalho 0 pela ecouo- niporlaiicias das diversas ai.....lisacoes, e ve-se vanlageiu em qualquer negocio tendente a solver o Austria acaba de cnnlralar com os Rotnscbilds
raeli na cmara dpacaiumuns apresenlarain o re- desaiiafou o sen descoulentamcnlo e sua colera, a
Minio da siluacjio (xlerior. Nao se .poje llegar que podio de qualilicar de crimiaom o procedimeuto
reina na lingiiageai dos ministros um cerlo azedume da Austria.
i outra a Fraaca,1 axedume que so dissimula sob A |inguagem do chele do governo prometi espe-
formasjpnlidaajidas que Bao se disfarca. quando se rar que a Inglaterra permanecer neutra ao menos
ataca aSardenlia.i As preferencas dogaiuuele lory pelo luomuulo.
incliiiavam-se evii'entemeole para a-Auslria.no mo- ; yuaulo l'rossia, ahesilacao que ella apresentou
ment ero que as )>xplcacoes foram dadas. Resul- I em se prenunciar contra a resoluco do gabinete de
la das palacras des ministros que se se deixar a Vicua, lizera temer aqu que ella nao su pronun-
luglalerra s inleifvir por sua mediaco no conflic- < ciasse contra nos. Mas sabe-se boje que ella ajuutou
In sobreviiidn eu|re a Franca e a Sardenha de um os seos protestos aos das nutras potencias, c como
ladu t Austnadi* outro, este conflicto seria hoje as suas obrigacoes federaos nao Ihe iiupoea lei de
.ijuslado. Com epeilo, quando lord Cowlev foi : coadjuvara Austria quando as suas possessoes na Ila-
Vienua, depois de: se liaver entendido em i'ariscom iia esliverem amelgadas visto que os oslados austna-
i> imperador iNapjileo, esse diplmala fora iiiui eos sao os nicos enllocados soba garanta dacon-
lieui acolhulo, as suas proposicoes foram acceitas e federaco, todos se lisoiigeam aqui com a idea de
elle eslabelecern e bases de um contrato que, na que ella licar com as armas nos hombros sem to-
Ehrasedos ministres iuglezes, seria nfallivelmenle mar parle na lula. Comludo niiigueui deve dissi-
ero succedidn. \ mular que na Alleinanha a causa austraca lem
liesgr-cadameirle a mtsso de lord Coxrley nao era mullos partidarios : a Baviera. a Saxonia, a Slavo-
i laiament dclinili, nao linda um carcter ollicial, I nia, Wurlemberg, so pronuncian com energa por
e uo meio das obscuridades que reinavam anda so- essa causa,- e poderla acontecer que a Prussia fos-
bre aquesljto, a prbposicllo da Kussia que pedia ai si^ arrasluda por pouco que a guerra na Italia se
reunao de um congressii, olmgou todas as polen-' prolongaste.
cas a aceita-la. JDosdu entao .comecoram nter- Resta a Russia cujo conipnrtamentn nao dovi-
mjuaveis dUQculdanes. A Sardeuha leve a pratcn- iluso : entre o imperador da Russia e o imperador apoio na Ierra e arriscadas a baquearen ao piimei-
cao de fazer parle do congresso, preteoco sustenta- Napnloo ha um plano de campanha commun I ro sopro das tempestades cominerciaes.
da pela Franca e dccisivamenle repelfidapnla Aus- concertado n anuo passado na entrevista de Stulte-
tria. A Austria por seo I ido exigi que o Pie-' gard e do qual a questao da Italia nao passa pro-
monte se desarmaste iminedia.ianieule e o Plmente vavelmente da primeira parle. Sem tentar a pro-
resuoildeu que nao se poda desarmar fin preseiica J fundar este mysterio tenho como cerlo que a sym-
dos immeusos ano meiilns d'Auslria. Esta ultima I pal dia do governo nisso dedicada inteiramenle
|ioucla declarava que nao altacana o Piemonle, aos actos do goveruo raucez, quo nao teria levado
cslereapondia por ; eu lado que so obrigava a nao as musas lo longe se nao livesse lido esta certeza.
altaew a Austria. V rerdade, em ludo islo, que A Russia que se tem a vingar d'Auslria, e que
o goveruo do Viem a se embaracara mui pouco com [ lalvez s leuda prnpeslo o seo congresso para fa-
us *?"""*"** reg ilarus do Piemonle, pnlcncia \ zer naufragar a mediara ingleza, guardar certa-.
i/ihJ inbnsf Cira l.i.r ^muj, Austria o que a ment nina f'"i--a||||||||y '"", 1,11110^^1 para roma 1 As uscill
franca. Ale SI' piulo espci'aT r]e ella na prt'dUI'la "a'lirlU1
oceasio nlgunti para suscitar Austria ambara-
quo reprsenla a primeira requisico do portador
* Como, porui, toda a sociedad* cirilisada pre-
cisa de um ineiu qualquer de circularn, podo a-
conlecer que a moeda inconvorsivel swppra as funr-
ces da verdadeira moeda at cerlo ponto e siempre
imperfeilamenle, comanlo que a sua quanlidadc
corresponda exactamente s necessidades das tran-
saeces, donde lira o seu valor do cotivencao. An-
da assim, essas necessidades sendo sujeilas va-
riar por mil circumstancias diversas, a sua relaco
com a papel liduciario variara do mesmo mojo,
produzindo oscillaces nos preeos a nos cambios.
Se, alm desla causa ordinaria de Oucluaco, no-
vas qu.iniid.ido-. de moeda Ddociaria fossei discri-
cioiiariauQiile accrescenladas que j exislisse, 011
soja pelo estado 011 por bancos de eniissn gem las-
tre m.'lalico e sem dopeneiicia de principio algom
regulador, uesta dcpoUiose, nao podendo o limille
das exigencias reaes dos eseambos ser mais reeo-
ndecido o rospeitado, appareceriam em toda a sua
iiitensdado as perlurbaces e desordens do um
systema liclicio de circulaeao feila om arterias de
papel. Adain Sinith, o fundador da enca, as
onmpai'011 a estradas areas sem iieudum ponto de
Estadeleridos comludo os novos bancos ao lado
igualmente que at 31 de dezemliro de 1858 t
mos resgalado do latal dos nossos empresliin
na ler dtsposlo para o tolal reembolso da divida de alm da escassez desses recursos para a poca em
1BW, nada importa hoje, que a operaran que anida que indec.linavel fazer a operaco rclaUva ao em-
su pode com felicidode alcaocai. est Hilcua.ncnle preslimo de 1s*!t, istn v, por lodo este mez at 15
concluida, esuilindo seus efleitos, como mais adan- d,. marco, .1 situarn llnauceira em geral na prara
e vonaia. ... ,. de Londres a mais dosauimadora, e, em somma,
Uimpre-ine. sim, informar-vns do quo foi possi- ,,-, verdadeira crise pan lodos os fundos do todos
vel fazer na siluacao melindrosa em qoe me acdei. ,hS "overuns.
quando recoiideci a escessez dos nossos recursos na I ( k me0 desia incerteza e desconflanca geral
praea de Londres, para pagamento das despezas or- ( qe diversos governhs da Kuropa appellain para a
um
tiuha- I empresliuiode 1829 : e vi que as inesperadas edil- empreslimo de < 6,000,000 a 50/n c a 80 M Us
us, que vas do mez de dezembro, Irazendo a roma de todas j delalhes ostensivos desla oiieracao lo desvantaiosa
las sem esperar que livesse lugar a depresso even-
tual do sen valor, nn futuro, por excesso de quan-
lidado, hypolhese que alias nao se poderia mis
verificar. Mas o banco do llra-.il, logo que se abri-
rn! liaras fon les abu luanles de emissao, alm da
sua, oom-n eslabeleeimenlo de outros bancos, per-
deu o poder de sustentar o valor do meio circu-
lo torneado na seguiute proporcu.
Pelo tdesonro nacional. ..*.# SW,96476
Pela Inesouraria de Peniambuco. 18,500x0*0
.* da Rabia.
as rcmessas fritas ao thesouro compra
ra Inda e qualquer operaco de crdito que uelle so Klll,d so informado, este empreslimo nao foi lo-
qo.zesse tentar. Umnio pelos Hothschlds sob sua responsabihdade ;
....-----....... D ah se me dizia : apenas se encarregaram elles de nffcreco-lo a praea
32,0000*0 el" scgmido dos dous expedienles-a proro- por boa commisso, e iiteramente por conla dogb-
irchende-se I W;oeinprestiino por novos eonaonsnao so con- renta da Austria.
u,
inqiiietava ; o auf he fazia exigir o d,.^n..
antecedente do Piei lonte, o appello que osle fazia
aos meios reroldcio larios.orgauisando corpos d vo-
luntarios e chaman lo a si de todos os pontos da
Italia os numerosos descontentes prestes a se re-
voltarnmcontra o ji gn d'Auslrii. I
Eis ahi os pontos lobre os quaes reinara o desar-
cordn no momento em que os ministros ioglezes
expozeram u situac io o posto que por outra parte
esiivessem de inte) igeneia sobre as quesles que
doria examinar o Mingresso, era evidente quenada
se tarminaria, se n 10 se achasse o meio do sanar
esta dilUeuldade dn
eos sobre as suas fronleiras orientaos, c opiuio.
geralnienle admiltida aqui, que se a ruiifedoraen
germnica se prenunciasse pola Austria, a Russia
lomara parle pela Franca.
Prnriirci exnor-lhe mui iinparcial e tria mente a
verdadeira siluacao sem me preoecupar de minha
qu.ilul.idtf dofrancez que me faz desojar o triuinpho
dasnossas armas. Tendosidn domasiadainenlfl par-
tidario da paz, porque a guerra, na miulia opiuio,
devia despertaras paixes revolucionarias i|iie s
Com seiuellianie circulaeao, mesmo em cir-
cuiuslantias ordinarias, uenliuin contrato pode re-
pular-se preservado de grande perda no diado pa-
gamento ; lodas as eslipulaces loniam-se alalo
rias ; os que vendeui a prazo, os que arrendam, os
que enipruslain, sao cruelmente losados na liqui-
darn por una mudanca 110 valor do papel com
que nao coutavaui ; cada urna das operarnos do
commerciu pude uccullar um falliineuto sob a ap-
poreucia de um ganbo
oes dos oreen-; turiiau-we n nlij^io
1 da, especulacao ; t\
asonima de < ItO.lkiO lomada coinpandia da es- OauafOSBOS* pajaro mcsuiojur de 1 II 0. como se
, trada de ferro de D. Pedro II, por conla do osantes- I "'""haiu algiimas objeccoes que cumpre uaoduisi-
anle coulraliiudo a circnlaiao de seus propnos di- ; t,uo de 1858, e que se conveiicionou pagar caui- "lular- .
Hieles, quando isso fosse necessario. Ksse poder, biode 20. Para sso sera iiec.essario obler prwio accordo,
para ser eflicaziuente exercido. presuppe, cumo i O termo medio dos cambios porque se Maneta- ,ac'.10 expresso, dos bundhnlder, ohrigaudo-os a
clausula indispensavel, o privilegio da omissn, por- rain os saques foi de 25 8. 1":e'''"' atiaixo do par os toad* que rcpreseulem o
que de outra maneira linio o que o banco Baase Tendo baixado o preci i
110 sentido de alear o valor da moeda pela reduc- e exislindo em ser grande
cao da quanlidadc das olas seria complelamenle 1 os nossos depsitos em .....
annullado pelo proeedunento em senlio inverso | remessa 011 venda se lem podido elfectuar desde o "T- e,'rl" "a" "0 ellesobjei^ao ; mas quem pode
dos bancos iudepeiideules. Quando elle se contra- anuo passado. 1 alllrmarque eiilao neslejam? Se assim nao Bern-
ia icoiuir auaixu auparos ooiias que represenieui o
codo pao brasil na Europa ; reinanecenledo omprosliniu, contra o que haviaiuos
ido quanlidade desle genero I cul11 A'111"* !*; ,
mi Londres, iienliiiiua nutra : s'' esliverem os 6ou<< Masa occasiao, cimo do
ijuan
iriaui
hisse, os outros se- expandiriam : o va/10 dnixado \ Alm ilos cinco empreslimos cuja somata apresen-
1. pela retirada do seu papel sena preeiic.dido pelo jim, ha mais, como sabis, um do valor nominal de
. dos outros. F. tacto averiguado pelos linmens de < 1,526,500 conlrahido em 1858 com garanta dn
estado mais competentes dos paizes cominerciaes i governo imperial, em virlude da loi n.912 de 20de
essa tendencia irresislivel que leva os pequeos ngnsbi de 1857. para a compauhia da estrada de
bancos rrvaes a aprovoitarem-se,. para exagerar a ferro de I). Podro U.
sua emissao, do ensejo em que medidas prevenli- Na sesso de 7 de'julho doamn lindo, o meii I-
var sao lomadas pelos gr.ndes bancos pan conjurar luslre anlecessor den no senado conla das ranlaaoiis el[Peu|cule do empre
o pertgo. ^ oblidas na negociarn desse empreslimo, e no an- ; ra '.'"''" n"' ""'""s "MU angWO. seno n
Alm deslcs. oulrns empreslimos serapproxi-
mam, nu eslao j decretados. A Sardenha precisa
de fc 2,000,000, e julga-se queda balde recorrer a
osla praea.
Falla-se lamhem que a Russia precisa de um
empreslimo ; que o imperador Napoleo pretende
elfectuar outrn dentro da Franca.
Sob a pressao de tao anilladas exigencias, ena
li-iibiltdadede urna guerra, beiupode V. Exc, sup-
pur qual deve ser em poucus dias a sltuacao.da praea
de Londres, justamente quando temos nos de re-
lecer. peiem, ipiererao sem do.ida receljer ao par. correr a una operaco para resgale do nosso em-
i.ni.1^.1 I..,.' 1.1..... .II...I .. -i.. .....1....... 11. .1,-L.il,. ______.- ... ,.^1 ..* .
pre/.a-se n iraCalIio ho-
neslo que coudiiz leulanieule riqueza, e profere-
se explorar a mina dos valores lacertos em detri-
mento dos legtimos ulereases da industria e da
moralidade publica.
c< Mas nao smenle sobre o commercio que re-
Cuuio se Ibes prunicllcu, e ao qje teem elles direilo
neoulestavel.
U expediente da prorogaco nesla ultima hypo-
teso, pois, pododelrimeulo o'credilo do llrasil
S Ja se v, por lano, que eslas succinlas cousi-
doracoos sao destinadas a mostrar que prima [ocie
1 expediente do emprosliiiiu, visto termos de recor-
cadeni as consequencias do papel-moeda ; todas as '.'/. ST rw coiitrarm. liavemos limo do que Halo loriiou-se diiplament
classes da popula.o estao sujeilas sua perniciosa ,n ., .5. ..1 d" cll"i"0-nos prescnleiuenle lerasses do Imperio, porqumilu ao mes
em siluacao peior que a onlerior a 1853.
< A circularn em papel liduciario coinpiinha-se
desarinamcnto anteripadn. As- | o verdadeiro perigo da Europa. Hoje quo a torca
si ni lord Hnlmerati.iry indicava urna combiuaeao | deve decidir, Caco votos para que ella diga prpoip-
quo poda aplainar a difflculdade. j lamente sua ultima pdrase e cunto com a valenta
A Sardenha nao ira parte do congresso com o Idus nossos soldados, tan experimentada na Crimea.
mesmo titulo que a 1 grandes potencias, mas seria
representada om ui 1,1 commisso especial coiuposta
de militares e que I sriam por nica missiio regular
as bases do desarin trnento geral. t. esla ultima e
v esperanra que o: ministros ioglezes tinham (cito
brilhar como uuico inoio de impedir urna confla-
gracao.
I^m os eaminlio: de ferro e os lelegraphos as
rousas ando depre isa dous, mi tres dias eVoois da
sessao era que os 1 linislros iuglezes se explicaran!,
nosso jornal ollicial eonlinhii a nota seguime : O
As outra- noticias empallideceiu ao lado das que
acabo de dar. Xa Inglaterra a dissoluco do par-
lamento devera ser pronunciada boje, c nesla se-
mana que vai coinpcar, quo os eleilores teem de
pronuuciar-se sobre os diversos candidatos. Mas a
preoi-eupacao dos negocias exteriores domina os es-
pritus, e quasi nao purmiltir que a queslo se le-
uda estobclecido nos ineeliiigs sobre o nico terre-
no da reforma eleiloral. O que seria uiisler In-
lalerra, e um parlamento que leuda manira para
undar um governo qualquer, de modo que nao es
pnpuiacuo eslao sujeilas i. sua perniciosa
influencia.
n ls salarios das classes operaras pagos em um ,,,
papel diminuido de valor, as'defraudara departe Sj^MIM '(,'00":00"S rdp 2ta1do flie*uru-
dos fruclos do seu taadaldo e Idos causam inespe- 1 "! }S,. a *a Uat*- C?D,,n*r*1 e ,do BraDsl1-
radanienlo grandes d.lliculdades o Mffrimento* |.ela bl^totaf t uSESF^E d" SSSatS&M?!.
subida dos preeos dos arligos de subsistencia. Sen mi^^i^"0010?* ^fa le .i0,00O:IK)0g em
a ""'-.....-------- c fortilicavara o cre-
governo de S. H R itanuica fez s quatro potencias j teja discripeo de lodas as coalsoes que se for-
os proposicoes seg hites I mam.
1" Oue se eflmtuaria com antecedencia um de-
sarmamenlo geral 1 simultaneo.
" "". V.ue uosar lamento seria regulado por urna
commisso militar, ou civil, iudepeudeule dn con-
gresso. F-ta com nissio seria composla de sois
lonunissarios, un para cada urna das cinco poten-
cias e o sexto para a Sardenda.
3" Que apouas esta rutnmissio seJivosse reu-
indu ecoaierado sua larofa, o congresso se reunira
por sua parte e proeederia a discussao das quesles
polticas.
4" Que ns representantes dos estados italianos
lelo congresso, no mesmo ins-
tos represen-
Hilulanieule
quo uo congresso de l.a\ bark
cao o Mouiteur acresceula eslas
seriam convidados
lauto da sua reuna a (asceionar o
laules das oinco gra ides potencias,
da mesma maxieira
em 1N21..
A plirases signiticaiiv.
A Franca, a Hufesia e a Prussia adherirn! as
proposicoes de S. t. Urilannica.
Esta nota foi publ cada a 21. O que se tem no-
lado sobre tudo, que a adheso mais importan-
te, a d'Auslria ao tinha anda chegado. Assim,
no jornal, na bolsa e por toda a parte,.o boato de
urna recusa formal desla potencia era muilo acre-
dilado. Com efluik 1, houtem 22, o llmulrur pu-
blicou urna nova 1 ota concebida nesles termos :
A Austria nao 1 dlierio a proposicao feila pela
Inglaterra e aceili pela Franca Russia e Prussia.
Alm dlseo paree a que o gabinete de Vienna re-
solveu dirigir una couiiuuiiicaco directa ao gabi-
nete de Turin para obter o desarraamanlo da Sar-
denha.
Em preaenna i stes fados, o imperador ordn-
nou a concantracao de multas divisos sobre as
fronleiras do Piorno ite, >
Einllm, esta man o jornal ollicial publica urna
ultima nota nao menos significativa que se exprime
leste mudo : O (overno austraco julgnu dever
dirigir urna uommu lirauao directa au goveruo sardo
para convida-lo a [nlr seu exercuo sobre o p de
paz e a licenciar s voluntarios. Esla communica-
o devora ser trm>! mitlida a Turin por um ajudan-
te de campo do gei eral Ulular, commandanto em
edefe do exerr.it au itriaco na Lombnrdia.
Este oiliciol deve ia ser enrarregado de declarar
3ue esfieraria a resf asta durante tres dias, e que to-
a a qpspoi dilato ria seria considerada como urna
recusa.
A Inglaterra e a lussia nao hesitaran a protes-
tar contra o procedimento tido pela Austria nesla
circiimslancia. ( Acreacenlo para completar esle
poni, que se espalt a hoje o boato de que a Prussia
protestara iguale.ei le )
Em 1 onsequoncia desla ola, o Mouiteur indica
ilc que maneira o imperador reparti os diversos
cominandos de sua 1 tropas.
O iiian-chal Ma| lian comraanda o exercito de
Paris. Unarlel gun iral em Paris.
O raarechal l'elli isier, duque do tlalaknfr, com-
nianda o exercito d( obsorvaco, cujo quarlel gene-
ral esl em NanCy.
1 mareuhal Castdllane commanda o exercito de
I-yon.
II marechal liara juay d'IIiliers commanda o pri-
meiro corpo do ex rcito dos Alpes.
O general da d visao llac-Malion commanda o
segundo rorpo. "
1 iiian-cdal Ca irobert roiumanda o torceiro
corpo.
O general de div sao Niel, ajudanle de campo do
imperador coinmai da o 4'.corpo.
o priucipo Napoleo tari o commando de um
rorpo separado.
o marechal Ran Ion he nomeado major general
do exercito dos Al es.
O que o MoniU r nao diz, porem c o que lodos
saliera, e que o exercito dos Alpes ser rotlocado
soh o commando i nmediato do imperador.
Poslo que a Frai na nao livesse fe i lo algn* ar-
mamentos eitraord nariosaproniptava-so desde mui-
to tempo pora esla guerra : divisos intuirs foram
liepois de Sii Roliorl Peel, nao don ve una s
adinmi-irarjn que estivesse segura no dia seguiu-
te, e mais que duvdoso que saia das eleioos
actuaos una maioria que scj.i sujicieule para fa-
zer viver um gabinete.
o rei de aples esl anda muilo doente e sua
siluacao parece quasi desesperada. Ilualguiis dias
espaldou-se o boato de sua morto, mas acaba de
ser desmentido, posto que nao se conserve espe-
rauca alguma. Julgava-se que o momento de sua
morle desse o siguol de nina crise revoluciona-
ria. Al j parece qu graves tumultos manifesia-
ram-se na Cecilia por oceasio da falsa noticia de
sua unirle.
ti ministro da Algeria e das colonias, M. Chasse-
loup-1, inliat parle amanhn para Argel e espera-
se brevemente a sua visita em iiussa possesso afri-
cana.
INTERIOR.
colar
duvida ellas levanlam depois o preco dos salareis,
mas islo nunca se verifica na mesma propnreo da
baixa do papel e da alca dos gneros alimenticios.
E sabido que o eucarecimenlodassudsisleiiciasn
seguido sean de longo, pelo movimenlo ascen-
dente dos salarios.
O governo e o primeiro que supporla os re-
sultados do depreciamenlo do papel Pela percep-
cao -iosimposlos elle o mais importante dos ere-
dores, do mesmo modo que pelas despezas que lera
de fazer o inais imporlante dos consumidores. Cu-
mo credor tica siijcilo sorte commun do lodos
os outros, solTre com elles a violaco dos contratos,
recebeudo em pagamento valores inferiores aos
que calculara. Como consumidor nbrigado a des-
pender mais para adquirir mesma soinma de pro-
ductos e salisfazer o mesmo numero de necessida-
des. A estes males vem ajuntar-se as perdas mais
ou menos ronsideravris qut. supporla com as re-
, issas de fundos para pagamentos dos scusempe-
nhos do exlerior.
< Sobre os funccouaros pblicos os iiiconvenieu-
les do papel-moeda sao mais sensiveis anda. Se as
classes que viven de industria indepeiideuie tem
o expediente de augmentar u preco du seu traba-
lho, o mesmo nao succode ciasse uiimerusa dos
que prestara servicns ao Estado, e que ronliniiam
a receber os meamos veucimeolos, quaesifuer que
sejam as alleraces dos valores.
Para moldurar nnssa situaco monetaria os go-
cemos passadnsoncoiilravan obstculos iusupera-
veis que tornavam iuexequiveis as suas combiiia-
ces e frustravam seus esforcos, al que em 1s(0
aedando-se a quanlidade de papel-moeda ao nivel,
nu aluixo du movimenlo da circularn, a leudo t,|rc"lanlH pode convidar a reimprlarb da moeda,
parado antes suas lluctuaces, o poder legislativo | 'loando lem sido exportada para saldar a balanoa
llxou pela lei de 11 de selemdro daquelle auno, en- I d" '''miuercio no exterior.
tre elle e o miro, a mesma relaco que enlo ocur- '. Tornamos atraz, desle modt ao systema puro
so natural das rousas havia j'estabelecido. n "imples do papel-moeda. de qu- nos procurava-
En 185:1 attendendo-se ao deseuvolvimenlo "
consideravel do DOSSO commercio e industria, com-
parativamente aos periodos anteriores e opportu-
1110 passo que
por meio delle a corapanliia da estrada de (erro nh-
liuha OS recursos que nu paiz n.in pudia adiar sem
grande dilUeuldade, e de que precisava para empre-
hender as obras da sua segunda sceco, sem duvi-
da a mais imporlante em lodos os sentidos, essa
operaco viuda libertar o tdesouro dos enormes sa-
crificios que teria de fazer para deseuipendo dos
inetaes preciosos auxiliavam
i.i e P"pcl- j compromisos a que o sujeilara a garanta de saque.-
Actualmente a somma geral do papel moeda om- 1 dada pelo meu digno antecessor o annn passado, no
pregono como instrumento circulatorio podo ser intuito do sustentar o cambio nesla oraca o uuc al
computada em cerca de 90.000000g ; e os me- o mez de julho montava j a s750000.
laes desappareccram iuteiramenle da circula-
cao !
* O Estado impoz-sc o grande sacrificio de ap-
plicor 46.0O0.OOS oxUneeao das suas iiola, aliin
de possuir una circularn sa e solida, como o re-
querem as necessidades do commercio o dacivili-
s.ii'an. Mas, & medida que cresce a soinma da di-
vida ennlrahida gradualmente para esle efeito,
cresco anda mais o mal' quo se pretendo remover
deliramos por meio do empreslimo do banco
Ii.IKHI.OimIj (j,, p,np,.| moeda, e ao mesmo lempo
o0,O00:00iij> de outro papel, tambem irrealisavet,
ven oceupar o esparo que aquelle dcixara na cir-
" "cao. e islo era bnelicio de associaces parlicu-
0 pruducto real deste empreslimo, pois, no va-
lor de < 1,425,000 foi, por accordo eosa directora
da dila compaiidia, distribuido pelo meu antecessor
emj de agosto de 1858, da seguiute maneira :
'J: 750,000 para a casa Mau Mao-regur i C."
475,000 para o banco do Brasil.
200,000 para as despezas do thesouro de Landres
ft 1,425,000
Esta dislribuii;o devora ter-so veriGcado, segun-
do as ni'deiis dadas dusle modo :
lares. Houve um augmento de 76,47 0/0 na massa
do papel-moeda durante os cinco aunos, entretanto
que o iinsso moviineulo industrial avahado pelas 1
importacoes a exportacoes em igual periodo eflo-
rece urna dilterenra de 40,01 0,0. tendo sido as
sommas reunidas de ambas 16l706 303g Mexer-i
'-"io de 1853 a 1854, e as di 1857 a 1858 de
22b,407:322S0O0.
, O instruinenlo circulatorio nio pode augmentar
na razo arildmelica do acrescino dos producios
que faz circular, porque asevolires da moeda sao
multo mais uumerosas e rpida, quo as do pro-
ducto. i~1 Y
< Preene.hida a circulaeao com essas olas irrea-
lisaveis, emigraran! os inetaes, eo seu relluxo tor-
nou-se impossivel, ponpie s a 'edueco do meio
circulante pode convidar a r
RIO DE JANEIRO.
Do relatorio do Sr. ministro da fazenda apresen-
lado cmara dos senderes depulados. Bienios os
seguimos extractos:
s Augustos e dignrssimos senhores representan-
tos da naci.- Comeearei o relatorio dos negocios d ?,e. ''l'reliender-se conjuncla.neiite o me-
j.--------SET. j. j lliorainenlo do systema de crdito bancario u do
da repartirn de que me aclio encarregadn, expon-
do-vos as bases em qiu" me (un lei para orear a re-
edita o imperio no futuro exorcicio de 18C01861
em 46.034:767.
A recoila dos tres ltimos exercicios, com ex-'
cluso dos depsitos, foi a segrate :
1855-1856. 38,6:U:356105
18-161857. 49,156:4143721
1857-1858 49.437 40338:0
Termo medio. 15.742:751$887
Computando em I6,034:7o7g os recursos de que
podera dispor o futuro excrcieio, liz apenas um li-
geiro augmeiilo sobre o termo medio do ultimo
Iriennio, como de uso fazei-se 110 lliesouro, pela
esperanca de que o mnvimento das rendas publicas
reassiimir a S1,a rarreira assendenle, e de que
continuareis a aulorisaco para a arrecadaco dos
2 por cento addieciouaes sobre a exportseao dos pro-
ductos agrcolas o manufacturados da industria na-
cional
O exercleio de 18571858, cuja liquidaco esl
a cnncluir-se, ou nao deixar saldo algn, ou lega-
r pouco mais de 1,000:0009. Era consequciica de
causas accidentaes e passageiras. as rendas lem si-
do pouco prosperas no excrcieio crrante : calculo
que a sua diminuirn vjru a Ser de 6 a 7 mil coutos
de ris comparativamente s do anuo precedente.
Mas o exerricio do 18561857. cujo saldo foi
11,879:6173081. supprir siillicienlemoule o delicil
que por ventura possa daver. nao s no prsenle
exerricio, como no que lem de comecar em julho
prximo, se proloiigar-se a aeco das mesmas cau-
sas a que me refori, o que nao de esperar.
A despeza geral foi oreada em 15,950:72632*6,
e da sua rnuiparaco cora a receila, resulta um sal-
do de 81:010)711.'
Esla margem de 84000 apenas, sem duvida
iiisiiuicieule para enllocar o tlmsonrn era estado de
fazer face s necessidades imprevistas.
A aulorisaco legislativa para a cnbranra dos
2 por cento sobre aexporlaco. do que cima fallei.
lera de expirar 110 ultimo de junde deste anno. A
suppresso definitiva desla parle dos impostes serla
juslilicada, se se liouvesse verificado a expectativa
de saldos consiijeraveis no excrcieio correte Com
elfeilo, a abundancia de recursos excedentes s
prnseos do servios nao poderia ter nutra applica-
ciin que uo fosse o allivio dos coutribuintes. Mas,
infelizmente, nao tendo os fa los correspondido s
previsora do orramentn, uo ha motivo algnm
plausivel para desannar-se o thesouro de recursos
que se tnruarain indispensaveis, sobretudo quando
se allende ao incremento progressivo das despezas
preslaroem junde
agosto
* outub.
.2 356,250)Z%
> 356,250

f 37.500
200,000.
118,750.
I 2
a
meiu circuanle existente, fuudou-sc o Rauco d
Brasil era virlude da le de 5 de julhp desse anno.
I 111a das Incumbencias priucipaesdo novo eslade-
leciuicnto fui o resgale gradual do papel-moeda do
Estado, devendo salisfazer com os seus bilheles,
que seriam recodlos as eslaces publicas, a defi-
ciencia du meio circulante, que se (azia ento sen-
tir, e preencher o lugar que o papel resgalado li-
nda de deixar. Mas este danco, de um mechanismo
novo c anormal, por falla de base metlica oftere-
ria diiliculdades de exeeuco que si urna profunda
circunispeccu e atilanieni poderiam remover.
. Era preciso camindar sem preripilaco e gra-
duar a emissao de modo que nao aireclas.su o valor
do meio circulante preexistente, nem odstasse a
entigreci espontanea dos nielaos para os nossos
mercados, o que nao deixaria de acoulecer, se elle
livesse a prelenco de formar com os seus bilheles
todos os oanaos da circulaeao. Era preciso que em
suas exoanses nao ullraprssass o liuiiie Iracadu
pela esfieciaiidade de sua estructura, e pulo estado
excepcional da circularn do paiz, porque de oulra
sorle dilliniltaria a cnservaco do seu fnudo dis-
ponivel, prolongara dedaixo de noine dilferente o |
mos libertar, e acbanio-nos mais expostos do qu
nunca s repentinas e incalculaviis oscillai;oes dos
cambios e dos preeos.
* Oulr'ora a quanlidade do pipei era condecida
e determinada ; o governo a potia diminuir, mas
nao augmentar, nem mesmo temporariamente.
Hoje- o limite est fora de toda a preriso : os no-
vos beos podem elevar a emissio altura de seu
capital social, sem restrieco alguna, no que res-
paila ao fundo disponivel.'uma viz que possuam li-
lll|os de divida publica e acres da companhia da
estrada de ferro nn valor dos tullirles em circnlaco.
'ra, qualquer das frequentes cises monelaris e
commerciaes deixa o bildetc sen garanlia sulli-
cienle de conversibilidade ininadiata, porque em
semelhames emergencias os mencionados molos ou
nao acham compradores, ou sao rebatidos de urna
maneira ruinosa.
Em presenca das difliculdadrs oriundas da con-
currencia e do prsenle estado nnnetario, para o
qualat cerlo poni contribuir, o banco do Brasil
senlio 3 neressidade de conlrahi-se, e em iifTicio
datado de 23 de abril ultimo diegio-sc, por inter-
medio do seu illustrado presideite, ao governo im-
perial, solicitando providencias que o habilitlo a
desnnipenhar regularmente os lins imporlaiilissi-
mns de sua instituirn, a que esio ligados os inle-
resses do thesouro nacional.
Somonte medidas legislalvas qnc estatuara
predominio do papel-moeda, cora toda a sua eo-' regras e coudiroes ao excrcieio delegado adminis-
raiiiva de ms consequencias, auuullaudo o bene- 'raivaiiienle da faculdade de onitlir, perlenccnte
hriu do resgale das olas do thesouro.
A faculdade de dilataron cuulrahir a sua emis-
sao privilegiada, rera encomiar em tomo de si a
perigosa concurrencia de oulros bancos indnpen-
dentes e rivacs ; sendo caulelnsameutc dirigida,
podia liadililar o novo estabelecimento a cumprir
os seus importantes destinos inoirensivameiite, enr-
rigiudn em lempo ecom elTicaz liberdade de aeco
qualquer excesso que os tactos rcvelasseiu.
A incumbencia que a lei de 11 de seiembro de
uo Balado, podero tornar nien s anormal a circu-
laeao, dar facilnlade e seguraica s operares do
banco sem prejuizode direilus aiquiridos de emis-
sao, e assentar o crdito sobe alicerces em que
seus inconlestaveis beneficios nao sejam agou-
renlados por seus perigos paa a sociedade in-
teira.
No ctanlo, como nao julgase o governo con-
veniente que no meio das circunstancias quo aca-
llo de descrever, cuiitinuasse aobanen do Brasil c
18i6deu aognveruo, de mantera relace lixada s suas filiaes a faculdade une lies (ora concedida
mitre o ooroe o papel do thesouro, retirando da I pelo decreto de 5 de feveretro d! 1856, de araplia-
circulaca una parte desle para elevar o seu va-I rc|n a sua emissao ao triplo di fundo dispomvel,
lor pela diminuirn da quanlidade, paseara assim
virtiialmeute para o banco do Brasil Como essa
quanlidade era enlo muito inferior an inoviraeulo
das transronos, o a superabundancia do meio cir-
culante s poda prorir da emissao do novo eslabe-
leei monto, obvio que a elle ainamente caba des-
de ento ataldar a pletdora da circulaeao, cncur-
lando o fo s suas operacoes e recudiendo os seus
propnos bilheles, ale que o equilibrio se resta- 1 exercerom opera.esdedesconl e de deposito irri-
foi esta aulorisaco revogada pdo decreto de 30 de
abril prximo lin'do, fu-ando a unisso limitada a o
duplo do capital dispouivel e au valor das notas do
tdesouro regatadas.
Cumpre-me nesla oceasio informar-vos que,
pelos decretos na. 2,38:1 a 2,4(Xde2 de abril ulli-
1110, foram aulorisadas todas as sociedades anony-
mas que haviaiu requerido a sol itieo-poracao para
belecesse
< Maso banco linda de pagar o tributo da inex-
periencia : seduzido pelas perspectivas lisongeiras,
que oflerece a principio a distribuirn exagerada do
pondo-Ibes o guverno algnm,is clausulas restricti-
vas, mas acnuselliadas pelo aerease da snlidez o
segiir.iuca dos propri.is eslabeleiimeiitos. As neces-
sidades dn crdito e as nncessilades da circulaeao
que mister fazer cora a colouisaco, com as vias'crdito ; Iludido pelos clamores e exigencias da sao duas cgusas iulciraineulc dslinctas. A suuiiiia fuicciuuario que Ihc infonuasse com urgencia se
-------------t 3.6.250
i* dezenid. 336,250
Posteriormente, por orden de 9 de ouludro, se
mandn entregar mais a Mau Mac-Gregor A; C.*6
60,000 das 200,000 que o governo reservara para si
da lerceira prestnco, qoe se verilcava noprinieiru
desse mez, reeoiiiinendando-se que essa entrega fos-
se feila com parle da ultima prestarn, que havia
do ler lugar no primeiro de dezerabro ; e como o
banco do Brasil, das 'Jt 475,000 rom que lirn, re-
den Jz* 200,000 mesma casa Mau, mandando en-
tregar o resto ao Union B.uik of Loiidou, a dislri-
buico a final veio a ser esta :
1,010,000 para a casa Mau Mac-Cicgori C*
275,000 para o Union ll.uik.
140,000 para o thesouro.
i 1,425,000
Occorrra a principio ao meu digno antecessor a
lem branca de passar para a conla do governo a maior
parte das sommas restantes do emprestirao, depois
de pagas as 810,000 sacadas pela casa Mau, o
quo teria sido summameute conveniente para cou-
Irabalaucar o debito do nnssa conta con os agentes
no lim do mez de dezembro, dabililar-nns para rea-
galar lodo 011 a maior parle do emprestimu de 182U,
da que maLs abaixo tratare!, e consolidar o nosso
crdito era Londres. Nao o fez, poriu, provavel-
menle porque ochara mais vaulageiis na dolibera-
co liual que toniou..
Tendo verificado, quando loniei conla da direc-
i-'jii dos negocios da fazenda. que as y I o.imii ou
1,292:;107S692 ao cambio de 26, que o thesouro re-
servara para si, nao haviain sido anda pagas com-
panhia, rccominendei aquella repartirn que arli-
vasse o exanie das contas desse empreslimo era que
se devem encontrar dilferenles despezas com ello,
loi tos pela nnssa agencia em Londres, parase provi-
denciar sobre o pagamento das referidas y 140,000.
khpkkstiso he 1829.
Pelo J 2 do arl. 16 da lei n 938 de 23 de setem-
de 1857 foi o governo autorisado a fazer desde logo
as operacoes de crdito que fossem necessarias pa-
ra cumprir o contrato desto empreslimo, islo pa-
ra re-gala ros ttulos que delle reslassem lio dia 1
de abril do crrente anno, que era quando expira-
ran os 30 annos de sua duraco.
To providente disposi^o em urna poca ainda
remota daquella em que deveria aproveitar, e na
presenca da prospera siluacao linaiiceira era que se
achava o nosso thesouro, dcixa lien ver qiianlo
fosles zelososdo crdito do paiz, habilitando o go-
verno o liberlar-se dessa divida a lempo de u (azOf
sem os inconvenientes de ora resgaics inminente, e
quando podia lirar dos saldos que linha sua dis-
posico vaulageiis para qualquer operaco que tcn-
lasse.
Entretanto, por motivos sem duvida plausivois,
foram adiadas ate iiovcmbro de 1858 as providencias
nerossarias an pagamento do empreslimo.
Nesse mei O meu digno antecessor, leudo de res-
ponder a um ullicin era que o nosso ministro em
I.muiros requisita!a instruirnos a respeilo da ope-
raco que devia ser executada, pedio a esse zeloso
' Iii! < Alm dascircunislariasdilfceis em que pode-
remos arhar-nos na oceasio de elfeclua-lo, como
adianto se ver, acontece que o reraanecenle do
enipreslinn de 1829 una quanlia muilo insigni-
canto para que um governo, romo o do Brasil, ap-
pareca na praea de Londres levantando um iinm
empreslimo, para poj esse mel paga-la, e, o que
anda mais, nao ser hoje possivel fazer um em-
preslimo igual ao de 1858, pelo .que loca a seus ter-
mos e rundirnos ranlajnsas. duvdoso mesmo
que se o possa conseguir mais de92, sendo a 41/2
como deve sor.
x A operaco mixta, de converter os ttulos de 5
O.'o do empreslimo de 1829 em oulros de 4 1.2 pa-
gando-se aos portadores que nao auiiiiissein con-
versan o valor de seus ttulos, e aos que anuulssem
a dilTereuca que houvesse entre esse. e os dos titu-
les dos empreslimos de 1852 a 1858, oflerece tam-
bera inconvenientes.
i Supponhamos que os nossos empreslimos de
1852 e 1858 eslejam a 95 ao teinpoda operaco, co-
mo esl actualmente o de 1858. O exacto equiva-
lenle de nina apulice de 100 daquelle empresli-
mo de 4 1/2 para o possuidor de unta apolice de <
100do empreslimo dn 50/o, ao qual se oferece*
opro ou do pagamento ao par, ou de receder em
ttulos de 4 95 urna quantia igual diSerenea
|ue lde resalta da Iroca dos dous ttulos, sera ci
novos ttulos de 4 1/1 JU 105.5-:!.
Esta pronorro seria tanto maior contra os nos-
sos litlos de 4 i 2, dados em Iroca dos auligos de
' 0/0. qnanln mais baixo eslivesse ni oceasio o
preco do mercado dos aclames empreslimos de 1852
e 1858 : alm de que, cumpre nao perder de vista
o que sempro succede em operacoes desUnatureza;
islo que os bondhnlder* sempre exigem, como se
dizfar (munmintprocos mais (avocareis para
si do que aquellos por que sao colados os ttulos da
mesma especie. Assim. na hypnlhese tigurada, os
novos Ututos de 11/2 s6 seriam retenidos a menos
de 95, o qne folia subir u equivalente a 106 e 107.
1 sacrilirio, pois, nesla operaco bem se v que nao
ser pequeo.
Mais aceilavi-l e vautajosa ser antes nina ou-
lra operario, quo lamben! sa pode chamar mixta,
porque a divida paga era parte vista e em parte
a eredilo, e na qual lodas as chancas desfavoraveis
do mercado quer a respeito do actuaos empreslimos
de 1852 a 1858, quer a respeilo dos proprio empres-
limo cujo remaneceuto se Irata de resgatar, nen-
liuina influencia lera no tocante ao meio substituti-
vo de pagamento ; isto pagar ao par aos porta-
dores dissidenles, e otferecer aos oulros novos rou-
/ion. por mais 10 annos ao mesmo juro de5(l (i.
cordado que deve-se calcular, como a peior
das dypnlheses que nielado ou dous. tercos dos bitn-
dholdrr* preferiro talvez receber ao par as suas
J 100, para emprega-las. coran mais Ihe couvier
nos fundos que meldor perspectiva llies offen-cam
na oceasio ; e para fa/er face a essa evenlualida-
de, compre que estojamos preparados cora fondos
i-m Londres; e perianto nao podemos em parte
sndtrahir-nos a neressidade da remessa desses fun-
dos, al porque essa mesma evenlualidade, de pa-
irar ao par a motado nu dous tercos dos bnudnol-
i/er Para mais aggravar a posico duvidosa em que
estas nbservaroes me colloraram, quanlo a operaco
I ue seria preferida pelo nosso ministro em Londres
recodemos aqui as milicias de que a paz da Europa
se achara alunarada pelas compliraces, que entre
a Frasca o a Austria tinham trazidn'os negocios da
l.omdardia, e que o efleito que ns recelos por lo
delirada situaco lindara prediizide sobre as tran-
san os curninercias de todo o genero, especial-
mente no Slnrh-ExchanQr, linha sidn visivelinenle
sensivel, dando lugar a baixa de lodos os fundos,
inclusive os brasileiros, que nao puder.uu escapar
a sinistra influencia da poca.
Na mesma oceasio recedia eu um officio, em que
o chefe da legaco de Loudres dizia ao meu digno
antecessor :
Entretanto nao posso deixar de lembrar a V.
Exc. a necessidade que ha de se continuar as rc-
messas de. fundos, porquantn as y 215,000 que por
esle paquete rieran era letras, mal dastaram para
pagar o alcance em que j estamos com os nosaos
agentes, como V. Exc ver da cunta crrente que
vai por esle paquete.
a Pedi essa cunta ao daro Leonel, quando ha
puncos dias estira eoin elle, e vira a sader que Idos
oslamos devendo y 326,000 c tantas, liaveudo ape-
nas um crdito de y 80,000 0111 letras anda nao
vencidas. Assim, as y 215,000 que. V. Exc. man-
dn, batanearan! apenas a nnssa conta at esla data.
Domis, as despezas extraordinarias ainda nao es-
tn concluidas, alfn das ordinarias que al o 1." de
abril tereinos de fazer.
Por cnnseguinio fnlgn saber que V. Kxc. lem
dado ordeta para novas reinessas de l'oriiauducn c
Radia, alm das que pretende fazer pelo p.niu,oic do
Janeiro. s \
Calculadas as cousas de sorio que/Salvas as
preslimo de 1829. Se muitu antes de se complica-
ren! as cousas aqui, e Inrnarem-so lo dilliceis as
circumstancias do mercado monetario de Londres,
quando Uve a honra de lembrar a VrElC, era meu
olllcio ostensivo numero 12 de 29 de selembro ul-
timo, a approxiraaco do vcnciuicnlo desle empres-
limo, fui de opiuio que o seu remaneceute fosse
puntualmente remido .0 pago, na forma do respec-
'UiUstHiiJ. lilil) I *B*JfW*,_v*jto4as que se
icnain no ilo-ouiV'. in ri'c'iTrrcfms a qualquer
muro expediente, a siluacao actual vem cada vez
mais em apoto daquella minha opiuio, que nos le
na poiipado os embaraces em que ura mis adiamos,
sem mesiiiu fallar da benfica influencia que essa
medida traria a lodos os empreslimos brasileiros en
circulaeao, e em geral ao eredilo do Rrasil. Jaco,
pois, votos para que o paquete .Ivon seja portador
de quantias por conta do governo imperial, que va-
nhain anda a lempo para habilitar-me a realisar a
operaco que nos bate porta, e realisa-la pelo
modo mais vantajoso que as circumstancias meper-
liniiirem na oceasio.
Os trocos que cima deixo copiados definen me-
Ihor do que eu poderia fazer o verdadeiro estado
das uossas relceos flnanceiraa com a praea de L011-
dies, ouando Uve a honra de ser chamado para os
conseldos da cora.
Pur elles, c pelos que jaeui outro lugar mencio-
nci, se v :
1." Que os expedientes de que se oceupou o meu
digno antecessor nos seus despachos ao ministro em
Londres, expedidos nos mozos do noxembro e de-
zembru do anno passado, a saber: a negociacao de
um emprestimu de juro de'4 1/2, para pagamento
do de t829 : o espacamenlo desle pagamento por
mais 10 anuos, emittindo-su simplesmenle novos
oiipnns ; o a operaco mixta de convertar us ttu-
los do mesmo empreslimo, que sao de juro d 5 0/0
em oulros de 4 1/2, resgalando-se as apolices da-
quelles que nao quizessem estar pela conversao, pa-
gaudo-se aos outros a dille-renca entre n valor des-
sas apolices e as dos empreslimos de 1852 e 1858,
encontraran! todos serias objeccoes no estado ex-
cepcional en que se achava a pr'aca de Londres.
2." (Juc a molhnr providencia que, na opinin do
nosso dito ministro, tora para desejar livesse sido
adoptada desde principioa do pagamento integral
do resto do empreslimo, visto que lindamos aqui
para isso meios sulllrienles, tornou-se impralicarel
desde u melado do mez de de/.embre, por isso quo
o cambio, que al oliln allingira a 27, cniuecu a
bnixar pmgressivamenle. Seria imprudencia inqua-
lillcavel da parle do governo. so se presentasse na
praea a tomara forte somma de mais de 'i 800,000
que erara precisas para esse pagamento, e para o
das despezas ordinarias a cargo dos agentes, ja fe-
tas e que se iaiu fazer.
3 Que na irapossibilidade do realisar esta pro-
videncia, e na incerteza da operario que deveria ser
preferida, visto que todas estav'an sujeilas a rir-
cuinslaucias mais ou menos variaveis, do mercado
de Londres, que nao podiain ser devotamente ava-
hadas polo governo imperial, era arriscar muito os
itiiercs-o. do thesouro, senao leviandade, dirigiros
passos que o nosso ministre deveria dar, para con-
seguir urna qualquer negociacao.
.N oslas circumstancias, pois, expedi-lhe os se-
giiintes despachos:
Ministerio do negocios da fazenda. T de Janeiro
de 1859.
Estou do pnsse do oliicio reservado de V. S.
numero 20, em que communica ao meu aotacesaor
as suas vistas acerca do raelhor expediento a seguir-
se para desempeuhar-nos do empreslimo de 1829,
cujo prazo expira no mez de abril prximo.
llavendo urgencia de urna decisao sobre esto
assuuiplo, foi V. K. autorisado pelo despacho do
meu antecessor, de 8 do nnverabro do anno passa-
do, a execular qualquer dos meios ahi lembrados
para o pagamento do empreslimo, ou tratando com
o liaran do Rothschild a emissao de novos coupons
para espacamenlo dn empreslimo por mais 10 an-
nos, ou a recorrer a um empreslimo de juro de 4
i/2 0/0, e com capital o coudicoes toes que tornas-
sen pro i. ri! el esle plano ao do emissao de novos
cotsaona.
No reservado de 10 de dezerabro, insisti o meu
antecessor em dar preferencia, ao expediento mixto
de converter os juros do emprestimu de 5 0/0 em
41/20,0. e pagar aos portadores qUe nao annuissera
runversao o que Ihes devido nns tormos do con-
trato. Para esle elfeilu se negociara um empresli-
mo condicional, que seria realisado smente al a
concurrencia das quantias quo fossem necessarias
para o reembolso dos portadores flue nao couvles-
sem era ser pagos com os novos tulnsde juro re-
duzido. Seria isto urna especie dn crdito aborto ao
governo para inuni-lo dos meios de fazer face a
urna das alternativas do plano em questao. Esto
fora o expediente de minha preflerencia. se o con-
juncto de circumstancias que influciu sobre opera-
coes desta especio o pudesso favorecer. Mas eslas
circumstancias, por sua nalureza variaveis, nao po-
dem serdevidamenle avahadas agora pelo governo
imperial ; o cora justa razo o meu antecessor dei-
xou ao criterio e zolode V. S. a npreciacao do esta-
do monetario da praea de Londres, c a op^ao entre
OS meios mais adequados a fazer honra ao nosso
coraproniisso, sem mingna dn nosso crdito flores-
cent o, alisti-indi-so de Iracar-lhe um plano que tac-
tos imprevistos turnariam' inexequive, c talo quan-
do novas providencias seriam Urdas.
Nesla coujunrtura, cheia dh urgencia, limit-
me a confirmar a aulorisaco dada a V. S. no su-
pririladu despacho de 8 de nnverabro, e a remel-
ler-lhe os poderes era documentos separados, que
o dadililam a negociar om qualquer das Iros hypo-
theses lembradas, que sao
1*. O empreslimo para pagamento total do de-
vido.
-s-;-c----/I
r- -
MUTILADO


-w*.
2




i
Si

2*. .V operado mixta da renovarlo dos mulos realisado na thesourarU provincial o paganienlo
o/Jaro convenido, c pagamento aos dos ordenados, como coslume fazcr-seao seguudo
is a converao coni o producto dii til de cada ruez. grassou o boato de que bavla
) CmOrestimn riimtitic",*! i niio h..,"..,.;- j _^.^.^i-______f.i, j_ <-. i .
Diario de Pernambuco ~- Sabbado 4 de Junho de 1859.
---------------#_ -------------_, rD.iJ.----- wwv uvo VIUCIIOUUD, IUJIIU U lUJluilHI l,lli-5l' ,111 &l'L'll[)U
porta ores opposlos a converao coni o producto dU til de cada ruez. grassou o uoato de que avla
do cr dito aberro do eraprestimo condicional, n que suspensao de pagamentos por (alta de diulieiro em
im me reDro : 3 prorogacao do emprestimopor cofre. Estamos bem informados que esso boalo
anuos eomrmissao de novos couus.conio infundado .nnrnue nnhnoa A, ii.r,, ;, .*,>-
iuu reun .. ,.i..iuB,.,.au uu empresumo por colrc. tslomos bem informados que esso boato
Uannoseomemissao de novoscoupous.como infundado, porque a pobreza da tlicsoiiraria pro-
vantejoso Mr ao Ihesouro. vincal anda nao lol, que d lugar a suspensao dos
niais
mais ventajoso
t R amello por este panuda ao* agentes brasi-
luiros nessa proca < 72,1108
pagamentos ordinarios.
- jciih m- Por occasiao da clieia de domingo, Coi encon-
- ..e teT',s- A remessa Irado no CaiangS, boiando sobre as aguas, o cada-
t sem dunda mais que moito diminua, compara- ver de un carpira, que all morava, leudo ubi fe-
livam nlo aos saldos de que dispon o thesouro, e rmenlo na cabeca. lgnora-se se um afogamento
que* cnam depositados no Banco do Brasil, e deu lugar amorte, ou so algum assassinalo.
comp ativamenie & soramados servicos que so tom Informom-nos que a polica proecdou a coroo de
de pag ir nos mores prjimos em Londres. Inlen- delicio. wipu
conar enviar'imbiaesi no valor triplo ouquadru- -No da primeiro dosle mez foram recolhl-
plodoque eirectrvamente envo. 0 ulliAo mez dos casa de delencao apenas S lioin,n, ambos
do aoi a apNSonUtoam aspecto l.songciro ; es ex- cscravos, a ordem do subdelegado da rcguezia de
portar es de cof.-dcpois de urna safra prospera, Santo Intonio "8i ut
.on.ee J-am em 'arga escala o cambio pareca r- Homero nao "honre pris.o alguma.
ue a ; r. quando repon mmente sobrevicram chu-, Temos a salisfarao de timuncior ao publico
vas co .osiss.mos c prolongadas at esta data que" desla capital, ,,c ataba de aqu chegar o Si.'sc h
irruiu) (vpaesu-ada.de ferro de 1). Podro 11. o professo'r de calligraphia, que lauto na Babia como'
ornan I Matareis quas. todas as rus de com- na rr.c do Imperio ble grande ..onfeada, eT
"7% SluSTdoi. a in.errupcao da remessa do ?$%$&?** "'" ""^ ^ "Mo
rinriii il orlim de oxnnrlnoim n mir.,* ,t,i,-,i,,i., c.........
-. ............ -...........^<'|".t>v na 't-uicd un
pnncip il artigo do exporlarao, a maior demanda
le cam liaes, e a baixa do cambio. F.in pro-coa
lase i cidenlc o governo nao julgou dever agra-
var a si urio e eoi.Uibuii para maior alteraran ani-
dado C mbio, concorrendo enm os tomadores do
omine ci : o que alm disso poria em perigu a
r.serva do llauco do Brasil, aipeacadu de ser ataca-
da logo que o cambio descesse abjiso de 2(. Estes
fnctoa io Mlucienles para explicar a V. S. a ro-
z.io por que, leudo anda n lliesouro soniuia cou-
sideravtis a premio no banco o suas liliaes, restrin-
gi a S 7.000 as remos... por este paquete.
Sel do, porcm, de esperar a cada momento,
que ees .o este ennlratcnipo e que com elle desp-
Iareean seos elTeUos momentneos sobre o cani-
lo, no iroxmo paquete e nos seguinks cont fa-
zcr rem sas mais avultadas.
i Keo i guardo a Y. S. etc.. ele.
Viniste w (Jos negocios da fazeniia em 7 de feve-
reiro le 1859.
Est u de posse do oftico de V. S. dalado de 7
de Janeiro, no qual, respondendo ao ullimo despa-
cho reservado (lo incu antecessor, entra de nove na
apreciar-ao comparativa dos expedientes que lem
sido lembrados ou recommendados, para salisfazer
os nossos cmpenlios relativos ao emprestmo de
1829.
E incoiileslavcl que o expediente mais convcui-
cnle ao crdito do Brasil leria sido pagar integral-
mente o emprestmo de que se trata, com os sal-
dos de que dispunba e anda dispoe o thesouro.
Mas eu llevo cier que a oppiehcn'siio da dillculdodc
de mover nara Londres os fundos ilecessarios a es-
so operario coustituio o motivo principal porque
adoplou-se um plano ditlerento. Essas difflculda-
des. de pouca importancia al 23 do de/.embro,
crekeram depois repentina e consdera\ cimente
cora p (acto, que no meu despacho uulecedento j
refer a V. S., sto com as copiosas e prolonga-
das chin os, que, arruinando as estradas, impediram
a chegadf dos cafs ao mercado do Rio de Ja-
neiro.
Immedialamenlc augmentou a demanda dos sa-
ques ; o cambio despendo 27 a menos de 20 1/2, e
se entio o thesouro laiubem cnlrasse na praca em
rbcura de avultadas sommas, a depresso do'com-
i seria incalcutavel e o governo excitara grande
rUiuor enlrc os concurrentes.
Esta conjunciura lirava-me a liberdade de npo,in
entre o pagamento do emprestmo de 1829 com'os
recursos ordinarios do lliesouro e os uulros rucios
indicados ; e por isso limile-ine a dar ,i V. S. as
instrucjo^s c autorisagoes remeiiidas pelo paquete
dejaoeiro, tanto mais que a falta da lempo tornava
urgente urna decisao qqalquer, e que muito Iraca
era a miiiha esperanca de ver melhorar a siluacio
do nosso mercado em Janeiro. E com etteilo, Ion- Ja. retirou-se^di t~hea7ra pTra' Wvci-"aTtalii' 'S
ge de subir p cajnbio neste mez, tai declinando pro- nal dn Raer.) '
l'or urna correspondencia escripia de Turin
consta que a populara daquella cidade em lugar
ee queiniar, segundo o cusime, a lisura do carna-
val, queininu um boneco imilaudo um croata com o
uniforme auslrico.
Coiumunicom de aples em 8 de marro. De-
Mi* do fatal tremor de Ierra de 16 de dezenibro de
v~ ^ -*+* y i^tuuio "iaic ni i i., lili UCVIIUUUU U[(j-
Sressvanien,le ale 251/4, nao spela durado dos
fWitos dos causas cima mencionadas, como un:
Sem quL, a calligraphia possa hoje aspirar a im-
portancia a que ebegoe depois do rcuasciinoiilo das
leilras. eallingir o grao de perfecao que conseguio
antes da providencial uvenrao da impreusa, nao
deixa todava de ser muilo considerada entra os po-
ros civilisados.
!. na ver.lade, a instante necessidadn que a cada
miiini uto experiuicula o luunem, no circulo da vida
poltica, scienlilica, .ouini.'ivial. ele, de traiiMnil-
tir seus pensainenlos por escipln, o eoin rapidez,
exige que enha elle urna lettr.i nao S inlelligiml'
como expedita.
A boa lellia lem muilo mais influencia do que ge-
ralmeule se pensa : por mais correcto e cloquele
quo seja mu discurso, sendo escriplo com m lellra
muilo pardo dnseu valor, se que mi cansa e mili-
tas ve/es aborrece a quefll o l. Todo o ninrnmi.
pois, que tender ao apereieoainenlo da lellra, de
modo a tornar a lellra bem crrenle e ao uic-ino
lempo bastante legivel, deiescr por lodos procura-
do abracado.
Neste caso est o inethodo ralligrophiro do Sr.
Seuly, como o aileslain valiosos ducnmeiilos pasca-
dos por importantes autoridades da Babia, lu de
Janeiro o lluenos-Avres.
l'elicilamosao publico pela prxima abertura do
curso desse metliodo : os proessore.s primarios, e os
emprogados pblicos ecaixeirosde escupa, devem
mais que todos correr premurosos n iuscrevpr-se.
Consla-nos que o Sr. director da inslruccao publica
Iciu-llie prestado bom arnlhiiiienln e coadjuvaeao.
L-se no Curreio Mercantil:
A seguale apreciafo a reapeito de inglezes que
ciui ao Brasil construir estrados de ferro foi escripia
em Londres por um iiiglez muilo Ilustrado, e bou-
ten a publicou o Jomui do Cownereto tanibeiii in-
su-peilo :
* .;.....ba mulos inglezes que, sendo aqu em
posires subalternas hnmeiis prudentes, mo.l. la-
dos, aleta o perspicazes, apenas se pilliain no Kra-
* sil em exercicio de. poder pardea as cslribciras,
< loniam-se arbilrarios, airngaute>, despticos, in-
slenles e cios de si, pensando nicamente ou
quasi un mmi prureilo ou conimodo pessoal: n a
consoquencia que emprozas que. promeltiam
nimio cahem em desereililo, n as pessuas que na
boa cdoram o sen dinheiro pora ellas snlTreui
graves prejuizos, sem fallar no mol que se tac s
propriasemprozas.
Por ama carta escripia de Genova em 12 de
marco soube-se o fallecimeeto de Um'. Humas.
Ella morreu no da 11 naquella cidade ciu conse-
quencH do nm alnque de apoplexia.
HmJ. Diluas (Ida Perrier) debulou rom ronde
suceesso no theairo Htnaimane. Uepai*doslrium-
Chos que ohteve em .i/ario Tudor Angelo falj.-u-
!-__------....... "- "' w *' v uciruimu ue
it7, cujos ellmtos foram too desastrosos, o solo do
paz parece nao poder assenlar; porque dous aba-
lo violentissimos, que felizmente nao causaron)
daimiifi algum, se fizeram sentir em Cosenza, na
i* a* t-.i,ii..... no Abrusio ultc-
coosequencia dasvaslas espccolacoesda cisaMou,
llac Grego e C. ppra o Rio da Piala. UesUe unto
desapnarecu (oda a possibilidade de alterar a deli-
berajjao quecommuniquei a V. S. peio ultimo pa-
quete, e reduzi-ine.a lomar os saques precisos pa-
ra occorrer s despezas ordinarias do 1 quarlel de
Janeiro, coiijuiiclaiuenle com as sobras das remessa
anteriores destinadas a cubrir o delicil vericado no
baloneo de dezembro. oommo aigum, se llzeram se.
Para csse elTeito sao remetlidas por este paquete Calabria, orna villa de Aiuolrice
tS 0Si, a8enles nessa praca letras no valor de rior.
L"?4,;0?0 T e",es aefiC0"lill'a"1 H" o pontual ao mesmo lempo o Yezuvio. que nao lem ceisa-
pagameiito dos diversos serviros e encoinmen- do de eslar em erupcao, ha mais de dezoilo mezes.
continua i expellir por muilas craturas novas, que
Qnanlo ao empreslimo de 1829, V. S. compre- Se lei" abcr"> "a Parle 'nfer"r hende muilo bem, a vista do que acabo de expor s,sa euor,ne ?e I", que dcslroe os campos si-
que nao posso seno repelr o mesmo que no meu" S- lnc "!aCU0 meridional de moutanhi ;
despocho de Janeiro lhe declare!, continuando a nianeira que a bella estrada construida em 1M2,
dcixarao seu alilamelo e solicilude pelos nleresses '}"" '"'.rm Ia ?"l)lr.de carruagem at o obsrvalo-
do paz a ampia liberdade de ocraoque a urgencia meleorolngiro situado na base da pyramide, a-
do lempo aconsclha o exige, mo'rmente quando se V- "*! *"' cor""Si' ,',nl 1"'1lru Pontos differentes.
traa de nperocoes quo podem ser profundamente '""""p. nunca o \ezuno altraftio lao grande
inodillcadas por rircumslsncias variareis e impre- numcr. de visitadores,
vistas do mercado monetario. Lomo nm replica das polavras Vira Yerdi,
Dos guarde a V. S., ele. ele. que geralmcnte os Lombardos Venesianos lem a-
Agora,senhores,comprazo-me em annunciar-vos ?.0flau com" dl,lsa de opposao aos Austnacos.em
gnravalao mal agurada pelos ,nc de. tes q lar- 'w"X ^'nW L \ *t*VE t***V
gnmente acabo de trazer 'ao vosa conl.ecimento. c UTu",L oarc^ e"alisaV^ "^
eKedexarnTcom passo a dcmonslrnr-vos. a toda a '. ''", "" ?""* realisavei.
expecutira das vantageus qoe rozaoveme. e se ~ IZO? KT """^ "0S Vai'reS ,ransallali-
podiam esperar de umo operacio que deve a ser g? ir"tfn S! a,rnVssar oc,'a" <'' ua'-
realisodo,soh a mllucnciadis mais desfavoraveis r^ ^ Tro" S qUe commu,"ca
circinsTncias. Do conlralo celebrado pelo nosso u h,. i .nn>.i. !. i ,,
ministerio em Londres com a casa commercial N. JLi^^Zl'^t^,l V^1'^ mm'
M. de Bothscl.Ud e Sons, em dala de 23 de Teverei- toPdn ^ 1JeiTraUv"s "" "JS
ro do correte anuo, que ochareis annexo a este re- I^a.?.^l^'lj,'..?"e.e"e )ulga *om r?oie
ro do corrente anuo, que ochareis an.iexo a este re-
latorio, veris que soas principaes disposcoes con-
sistem em odiantarem os nossos agentes o gover-
no imperial os fundos precisos paro fozer face
eventualidade d pagamento de contado que fosse
exigido pelos possuidores dos ttulos do emprest-
mo qnando oo mesmo lempo que o anniinciasse-
nios Ibes ofToreressemos a opcao de novos 6bnds
aa par com o mesmo juro de 6 por cento por mais
20 onnos.
Pelo adianlamenln possivel, eso pelas quanlias
effbrtivamcnlc adiantadas, abriram os agentes uiua'
Cnnta de juros, razio de 5 por cento ao auno.
F.ste juro rifeavel ; porquanlo. sendo elle3os for-
necedores dos fundos para pagamento de apolces
de5 por rento, nao iteveriam tcrmc.iorinleres.se'
pelo lempo do seu desembolso do que os possuido-
res desses ti tu los'.
Este debilo flcar em aborto por espaco de qua-
torte mezes, a contar du 1." de abril prximo pas-
sedo, durante os quaes, e no caso de nao seren lo-
madas todas as .ipoliccs que licorem em niaos dos
agentes, elles pndero emilli-las rior conla do go-
verno imperial sesliverem auparon cima delle,
s*Ivb se receherem .do ministro ordem em con-
trario.
Pelo que reipeita comniissaoque os agentes de-
vem perceber por todo o traballte da dupla opera-
roi de pagameulo e subsliluirao dos honda, 6 ella
de 2 pnk rento, nao leudo sido possivel ao nosso
ministro Cbnsegui-'la menor, porque os agentes lhe
respondiohi que s ao governo do Brasil se presta-
va tn a fazor urna opeb j.i dcsle genero, mediante
2 por eentb dtcommisao, eqneassim praliravam,
por serem nossos afeiUes, citando o sen recente
procedimento com o goyerilo austraco e oulras ope-
ratdes mais favoraveis a elles, que baviam feilo com
diversos governos.
Os nicos encargos, por lano, a que flcou sujei-
ta a opi'raco lie que me oceupo, limitam-se a 2
por cento de commissao sobro 508,11011 do roma-
ncenlo do emprestmo de 1829, o que monta a
tiniludo o mais osso contrato, celebrado soba
preaaio de circumstancias lao crilns para o nosso
ministro, e lio desanimadoras para os nossos agen
>,.i,,iu<.;> ro,t.....us, i, u, i i-i i'itu, i-, ,^ n onyrctn-
lo (afora otros encargos que otierram), e mal po-
de obter que se 1 lio emprestasso um milhao, e mes-
mo assim as suas obrigares cahiram abano do
peer da emisaao ; quando a Sardeuha fez passar
urna le autorisando um empreslimo de milhao o
meto de francos a preco de 79 por rento, o Brasil
appareceu na roesma prora, dizendo nos seus ere-
dores de meio milhao eslerlino : Ah tendesoque
tos devo, ou aceilai novos lilulos oo par, se assim
o prefers.
* P*riao, por tanto, que realisnmos na conjunc-
iura ebeia de dilliculdades, sustos e receios em que
nos achumos, foi ledo quanto nosso digno represen-
tante aa corte de Londres podia fazr, de accordo
eoia os desejos do governo imperial, e sein aug-
mentar o puus do thesouro, alem dos que actual-
mente lhe proam do empreslimo de 1829, como
lhe recommendei no meu primeiro despacho cima
transcripto.
Segundo snas ultimas rnmmunirores, tivenios
> pagar 48,IHIO das 508,000 que constilniam o
resto do empreslimo ; porquanto at & vespera do
seu veneimento hariam cneorrdo ao troco das
k',.?pohces Por,adores de lilulos no raldr de
4MJ.IMHI. Oa jornaes mois acreditados de Londres
celebravam esse feliz resultado em termos que mui-
to honram o nosso crdito nessa praca.
(J'ornal do Commt'rcio do Rio.)
PERNAMBUCO.
para atravessar o Atlntico no prximo vcro. Ha
quatrodias umo das machiuas do Dutchcr. empre-
godos em fazer cordas, esl ocrupnda na encom-
mend.i que lhe fez o novo aereonauta. As cordas nn-
rnmmeiidadas tem de grossiira desde 10 linias al
urna ],ollegada. Ellas sao compnslos de 36 los do
mellmr linho de Hollando, escolbido com o maior
cuidado, e podem resistir oo esforro constante de
30tt libros. A seda para o bailan foi tirada de urna
imporlaeao rcenle feila das Indias orientaos para
Nova-York ; ella nolavel pela forra c lirmeza do
seu tecido, e igualmente pela ana Ugeireza. O bal-
lio construido, em Lanrasler sobre o modelos c
com os opparelhos empregados por M. Wise, o pai
dos aereonautas. Elle licora provavelmcnte conclui-
do no principio de maio.
A primeiro viagem de cnsoio lera lugar de Chi-
cago o provavelmenlc se oU'ectuar no liin de maio.
Jl. La Mualo lem intencao de atravessar um
dos lagos, e de viajar pelo menos, cero millios por
cima do continente. Upalquer que seja o juizo que
se fora sobre a pralicobilidado de um tal projecto,
6 orcoso confessar que o seu aulor prosegue nell
com profunda seriedade e provaudo assioi que elle
er o resultado como muilo possivel.
M. I.o Monloin est preparado a armar ludo nes-
la aventura, sem esperanca possivel da fazor nen-
huma nutia cousa antes do conseguir esta. No do-
rimo nono seculo, ninguem pode rir de projecto
algum, por mais absurdo que elle possa parecer.
Conseguinlemenle, s resta esperar.
Se M. La Slonlain rliega a atravessar o atlnti-
co rom urna canoa acroa, seu nomo ser natural-
mente Iransiniliido i posleiidade de emola com os
bomeiis mais famosos. Senio....
parece que Abdel-el-Kadcr vai publicar urna
especie de memorias, que ello lem escriplo ; O Ex-
tmir couvidou um lilleralo (ranee/ para o coadjuvar
nesla empieza, aii.n do que a sua obra possa appa-
recereni liugiiagem e cslyllo conveniente.
! T 1,assagciros do biate Flor do Uraiil. entrados
daParahiba: Jeronymo U. Lobo, o Balduino Jos
t launa.
Passageiros da galera fraiieeza Uerlhe, cnlia-
dos do Havre : Charles Hardy, lzidore llandiguuz
11. M. Steffens, Jeau Kiieuler.
nbecida pelo decreto n.9(i, que poza disposiio
da guarda nacional os quatro classes do exercilo
paro dolas serem tirados os majores dos corpos dea-
la arma civica, lalvez um dos primeiros baluartes
de segur,oir e defeza do EsUdo.
Assim se v claramente quo alta c a mieso da
guarda nocional e suainsliluicio, cqueo principio
de disciplina militar para os c'urpns da guarda na-
cional de nccssidade publica rigorosa, lia niajor
de ata eorpo da guarda nacional, um chcfo dd
disciplina, ora mantenedor da ordem, regulador
fiscal do servico o objectos pblicos, c lambem um
dos pontos dn unidade onde a aceito passiva se iden-
liflca com a activa, isto f, onde*o principio govir-
nado se identifica com o principio goveruonte por
immediala obediencia. Eis-aqui portento 'a impor-
tancia de um oOicial de Italia, servindo do niajor
na guarda nacional.
A necessidade dos majores de linho para os core
pos da guarda nacional rroscem a propnrcao qu-
crescem s necessiJades publicas ; o servico de
aqnarlelainento da guarda nacional, um servico
activo de necessidade crecente e de ordem publica,
c se em rasos mais ordinarios em que o servico do
guarda nacional nao rogulodo em aquarlelauenlo
o leirecouhere a necessidade dos majores de liulia,
pela razio dupla estando a guarda nacional aquar-
telada, como est, o necessidade dos majores se
torna absolutamente indispengavel, e quanto mais
se apurar o principio de inmediata obediencia e
disciplina entre o povoeo poder, lano melhorse
lem jiisliflcado a ra/o da lei a bem do Eslado e
poderes ConsUluidos.
I m ollirial de liaba serviiolode majorein algum
dos corpos da guarda nacional, oecupa um lugar
iniuiineiitomcnte superior ao lugar que llio deu-
do no exercilo.
Este principio conforme a lei. c tem a sua ra-
zan na impiirlaiicio dos servicos que piesiain osof-
liciaes de linho coate inajons da guarda uaciouil.
Hoje peala cidade um ciaadao guarda nariual
um militar completo, um soldado moralizado e
bem disciplinado : a disciplina da guaila nacional
e a mesma do exercilo : u syslema o ililleronle.
Ilustrar o modo porque se li'lii conseguido disci-
plinara guarda nacional nesla cidade com .i disci-
plinado exejcilosein oempregoda chibala, for-
mor una coroa de louros para cada un doaoOiciaea
delinha, que aclualiuente seivem de majores na
guarda nacional deste municipio.
Assim so ve claramente que lu^sic n.oviraento mi-
lilar entra una grande -omina de Irabalbo, que
para o qual 6 mister : I ." habito prolissional. 2 "
contentar iinineusas volitados por diffcereules mu-
dos. 3." manter a nxisluucia do rorpo com todas as
suas rouliiigencias. 1." linalmonle respunder im-
medialamenlc pela disciplina instructiva e Bacal do
mesmo corpo ; tiestas condiees se ocha enllocado
0 major Josi' Gomes do Almeida. porque lem habito
prolissional, tem mcios para conciliar uilercsses
particulares da guordo nacional com o inleresse pu
blicosemqii,-sofl"ra um e nutro sensivelmenle,
lodo animado do sentiueilto de accio e conservo-
cao, tu,.lmenle elle inca.isavcl por amor da ins-
1 rucean, prosperidad!! o liscalisacio du rorpo.
Em lio penoso Irahalho, quo se" nio dere a.ipp-
lo senao como obra de una piofuiida dedicacio c de
patriotismo, segue-sequeo.!.0 balolhao lando alra-
vessoiln o longo lempo du cena de seis anuos em
servico de oguarlelomoiilo o guornicao, subjeito i
disciplina de lioha no rigor da epidemia ebolerica e
da lome sem recaraos de rida sullicienles. esuien-
U; dispondo cada um de seus briosos soldados do in-
sigmcante sold de 590 rs. diarios ; por um lado
lulando com os horrores da epidemia, que devorara
insl.iiitaiieamenle o vida mois vigorosa, por mili o
lado passado de fome, e tiritando do fri na Torea
de um invern rigoroso...
Ncsle mar de terreros ed'agonias.cmque osonti-
meulo da caridade se achara na maior actividado
lepiesentado nicamente cusa de seus dignos of-
liciaes, e dos zelosos cuidados do Exm. Sr Viscou-
de commaiidaue superior, queden a estes soccor-
ros um carcter publico, autorisando o systeiua de
commissi.es d'entre os olliciaes por dislriclo de
companhias, alm de oulras providencias, que com
muita ulilidade, dora este dislincto Peruainbucano :
digo, eoncluindo o flagello epidmico, a vollando a
cara aos estragos horriveis que fizera, chuverom as
condecoracues e ogradecimeutns pblicos, porm
por fura da esphera da guarda nacional ; que licou
lutaudo com a fonje, com os aquarlelamentus c
percebeudo aiuda o sold de "590 rs. diarios desde
aquello lempo al quando o exigirem as necessi-
dades publicas.
O 3." balalliao nao se qucixa, n.o falla mesmo na
impossibilidade de poder salisfazer cada um de
seus soldados as despezas domesticas do dio com o
sold de 590 rs.. onde urna libra de carue cusa a
exorbitante quautia de IDO rs., ora mais. ora me-
nos. Nao ; o 3." balalliose agora talla desles sa-
cnlicios porque csli dominado da dolorosa un- 1
pressaoda retirada n ptrda de seu atajar, urna das!
suas entranhas vilaes, quo curtamente lhe ser atsas
amargurada por servicos e amizade.
, Esenao licain no dominio do silencio lodos osles
sacnlicios, anida para que cnate, que o 3." ba-
lalhaoem malerias de dedicaeau publica, patriotis-
mo obediencia e moralidad, lem sido elle mais
dedicado pela prosperidode do paiz, em favor dn
qual est no liruio proposito do fazer anda majores
sacrificios.
Entrolaiilii ludo icio lem nm ltale bem *iiem*ri-
u ee com osle ututo, Exm. Sr. Wsconde com- !
mandante superior, que a commissao reprsenlo
com a maior inoderaco, para que a valiosa iutnr-
veni.io de. Y. Ex. possa obter do governo imperial
a perinissao de c.untiiiuar na coiiimissio de major
i i ",ba\alna0 capilao da 1." classe do exerci-
lo Jos Gomes de Almeida ao menos em quanto
polo exercilo se nao poder [azer o servico da guar-
uieao desla cidade.
Ima demonstrario minucioso de lodos os sacrifi-
cios fetospelo,)." batalhio na execucao dn servico
publico, seria por demais para urna reprerentaco
moderada ; e assim deixa i margem oulros muitos
sncrilicios, que alias .Ew, como a priincira sent-
netla da guarda nacional deste municipio podera
com mais rario ovalia-los, fazendo valer uns e ou-
lros ante o diere do Estado a favor do dito major
Jos ijomos de Almeida, era remuneracio aos va-
liosos serviros prestados por este dislinclo official
aoJ." batalbau.
,. Um G. N. do 3."
Heclfe 1/ de maio de 1859.
Nao linulsaremos seo dar urna noticia acerca
dos motivos que se attrbuo a cxalln<;au du Liberal
em relocao mouorrhia e ronsliluiio.
zem aue u redactor em chele daqelle jornal
mais doudo por una cousa chamada popularidode,
do que macaco por banana, eque, teniendo que o
Sr. Dr. Borges da Fonseca, pondo-se testa ilo pe-
ridico 'oro, e fallando na suo afamada repblica,
o caruncbpso projecto de constiuiiute, lhe roubasse
essa sonhada popularidode, nao quiz dar partido a
aquello senbor : creou um papelucho, intitulado a
Iniparcialidade, sombra do Liberal, e come -ou a
pregar a constituale a bandeiras despregadas,' o ao
mesmo lempo priacipiou a cscrerer no sou tiidua-
Irioto orgno opnies anarcliicos o idos ameaca-
doras.
Cerlaraenlo.quo se gritar com todas as forras,
que o Imparcial nao faz causa commum com a
fenle do Liberal, que mais umo aleivosia nossa.
os bem; alm de serem individualmente conde-
cidos os redactores do Imparcial, alguns dos quaes
fazi-m parte da redara do Liberal, olfereceiiios
alten ao dos leitor. s para a proclamaeao que se le
nofiRadrda/n. Cl de 28 do corrente! Combine-
so as BUSS OXpressescom asquese lem em alguns
artigos edictonaes do Liberal ; rom especialidade
as i-iladasjio nosso primeiro artigo, repare-so bem
na brea com que se procuro fazer acrcdilar que o
Liberal l'ernamhiicaiin n OrgSo dn partido, i: fi-
lialmente medito-so bem na lingiiageiu por*nibos
empregada, quando tratara da administrarn do Sr.
barau de Csmaragbe, a digo-so se ou nao rorda-
de, ludo quanto a respeilo lentos aventurado.
U Obsercudor.
Ricife, di de maio.
Coiupitillsiu di- |i:i<(,i.'i*-s.
Ninguem coutesla a indecliuuvol necessidade de
'"'!".'.'' '.' Baba btiasileira de. paquetes a vapor.
Eje nao s una neci-ssidade paro a coinuieicio,
a para M particulares em geral, mas lanibeni nina
nei-essiclade politica do mais subido alcance. Y. ^a-
bido que os cofres publko? i-oiicurrcm com anilla-
da quantia para suslenlaco dos paquetes ; e cons-
ta-nos, que crescendo as despezas com a navega-
cao de rapores ile maior lotacao e brea, precisa a j
componan de acresci.no da subvenca dada pelo
governo imperial; mas velando a co.uponbio den- ,
llmente os seus interesses, o o economa do esla-
do, busca rduzir umo das verbas mais avultadas
da sua despeza, qie por cerlo o combustivel dos
vapores, olim de ue s exija do governo imperial
o que justo e razOavel tr. Nessc intuito nomeo.i a
directora urna pessoa asss habilitada paro averi-
guar que reduccio possivel fazer-se no i-onsum
do carvo, j emprimando qiialidade mcllior, j
melliorando o meio de o empregar.
Asss poralouva- esse zulo da directora, que
assim musir ser a compaohia urna empreza pa-
tritico, e nao avara de lucros exaggerados ; a es-
lomos convencidos que a directora colher escol-
ente maullada da sua medida, porque um sua exe-
cucao est incumbido o Sr. Joaquim de Paula Hun-
des Alcpforadn, homem de reconhcc.ida actividado
o iiilolligciicia. e zelo com que desompeulia as
commisses de que se eucarrega.
Al aqu don elle prova disso, maniendo com o
dislinclo commandante do Qgapock, o Sr. r' F. Bor-
ges, peifcla l.ormonia.
Becifo 2 de jiiuliu de 189.
BimtUieut.
OJHJMERIO.
PAOA. LK) RF.f.IFE 8 DE JUNHt) DE1S59.
AS TKUS HURAS DA TAUDE.
l'.otjeoes oMiei.ies.
Cambn sobre Londres2o d 90 d/v.
Desco.ilo de letras10 par Canto ao auno.
r'red. Uobilliird, pmsinenle.
P. Borges, secretario.
ALFANDEGA.
Rendimento do da 1 .
dem do da 3......
9:01731 as
2l.94iJ0:lll
83*Wfr38
Dcscarregam hoje 4 de junho.
Barca inglezaBonila=fazendas.
Patacho inflirrfiaron fiinadm
Patacho inglez=James lliillcdem
Barca brasiluiraAmelia diversos gneros,
llngue iuglezAntigua=carrao.
Brigue suecoLa Pialalaboado.
Bngue inglez-Mury Wer objectos para a es-
trada.
Escuna inglezaHonesto rem-ia
JiUVlMENTO DA ALFANDEGA.
Vuluiues entrados com iazendas 173
com gneros ... 190
____303
Volumes sahidos com fazendns ... 92
< c com gneros JJM
------591
CONSULADO CEBAL.
Rendimento do dia 1..... 98**720
dem do da 3.......' 3:18ljN88
4.166)006
Meviinm
les, como capitalistas, incontestavelmente honro- i.,c :',"?','', K"UI, l,r'K ^ .
so ao Brasil e ao seu crdito finaneeiro. cnraia ?f' fda bf a. "'" } *-.
uando a Austria recorra prae. de Londres por uer" i^mZ Frfn, le ,ol"", .''u"*, pl' ^''eU-
seis milhoes eslerlinos. offerecend-os a 8tl porcen- ^"'foiilm Lciinliard Melher kiuip u
HotpUal de caridade.Existem 54 homens, 50
mulhercs, nacqnaes; 2 escravos ; total 106.
Foram visitadas as enfermaras peo cirurgio
l'nto as7 e 3,4 horas da manhia. Dr. urnellas as
7 e 1/2 horas da manlioa, cirurgio Pinto as 7 ho-
ras da uoitc de hontem
J/aladouropuifico.MaLirain-se n dia 2 do
corrente para o cousumo desla cidade 51 rezos.
No dia 3 do mesmo da 72.
Alortalidade do dia 2 :
Auguslo, pardo, 8 mezes conviilses.
Mauricio, prelo, oscrai o, solleiro, 70 annos, d'iar-
rhea.
Mara, parda, 4 horas, espasmo.
Pergcntino, branco, 1 mez, convulses.
Patricio, preto, solleiro, esclavo, CO annos, gaslr
entorile.
Dia 3.
Francisco Jos, branco, solleiro, 3C anuos, Jebre
amarella.
Francisco, pardo, escravb, solleiro, CO anuos
fraldode.
Julia, parda, 18 mezes, pulmouile.
Manoel de Jess Primo, branco, viuvo, 80 annos
aslliiua. '
Joaquim, prelo, escravo, solleiro, 00 annos, bc-
palile chronica.
Manoel, pardo, 6 mezes convulses.
Ignacio Marn da Puriflcaco, branca, casada, 50
annos, cerebrite.
REVISTA DIARIA.
0 fado de harer anle-hontem s 8 horas da uoi-
te sido preso na ru do Caldeireiro, pelo inspector
il* quarteirao Jos Patricio de Siqueira Varejao, o
guarda nacional Francisco de Dos Carneiro, deu
jugara que um sargento e algumas pracas do bata-
Ihao aquortellado no fortaleza das Cieo-Pontas
arommellcssem os dous policas que o conduziam
a prisao, trovando com elles urna renhida lucia, al
que oonaeguira.n arrebatar-lhes o mesmo preso.
Este fado alias des.igradavel, e desmoralsador
da polica, que entre nos j nao goza de grande tor-
ca moral, digno da atlenrao dos 8rs. eomman-
daqtoa de batalhes da guarda nacional.
h deploravel que a guarda nacional, exagereran-
do oh seus pnrilegios, r assim degenerando o til
um que determinou a*sua instituieo. pena real-
mente que a noaaa guarda nacional v mostrando
tantas quedas pora aiarreliat...
Mo se leudo hontem, por motivos especiaesf
Gommunicados.
O Sr. Icnente-coronel Francisco de Miranda Leal
Seve, chote do 3o batalhio da guarda nacional aquar-
telado na fortaleza das Cinco Ponas acompanhado
doSrs. capilacs Ounlero eTavora unidos por urna
s vonlade, dirigiram-se a S. Etc. o Sr. vlsconde
cam mandante superior da guarda nacional para lhe
fazer sentir a necessidade em que cava o batalhio
com a sahida do respectivo major por deliberarao
do governo.
Motivos que animaran) a commissao 1." Con-
veniencias publicas urgentes. 2. unnime vonlade
da ollicialidade e mais pravas do batalhio. 3." o
dever de gratidio para com'o referido major.
A presenca effecliva de um chele de disciplina
erD-tfaucoro da guarda nacional oro servico activo
llfi aquanelameulo urna necessidade publica in-
diclinavel ; eata razio tirada dos motivos da lei
da creaco da guarda nacional, e sabiamente reco-
A1NDA O LIBERAL ESFXS AAQUES AO 110-
m .\A11CUA E .1 C0NSTT1 LlCU.
"i" Pcns3|n>s que o artigo publicado no io-
rio de Pernambuco de 28 do rorrete, sob a epi-
grapne = O Liberal ameanmdo o mnnarclia e '
coiisliluirao do imperio apostmosse tanto a si.a
redaccao, e mu.to menos imaginamos que esse ar-
tigo que casualmente vio a luz do dia. em que lam-
bem por una catualUadt rhcgou vapor inglez
(que alias era esperad no dia 30) fosse altrihiiido
a urna minga para acorte, e intriga esla manejado
pelo txm. barau de Camorogibe, que nesse artigo
leve tanta parte, quonta Plalos no Credo.
Mas o que quereni ? Enlendeu a redaccao do Li-
beral que nada so pode esciever em conleslacao de
seus desproposilos, que nao seja inspirado ou in-
niienciodo pola pnnieira auloridade da provinel
raune.ii a conleslacao das horesias proferidas pelo
Sr. Dr. I'eilosa sobre a liberdade de Do.is niieauo
>'dn philosophica, foi attribuida plano poltica do
Sr. oonselheiro Sergio. ,
Deste calculado pensar nao ha queni o lire Nem
proprio Dens, quando ticrr liberdade.
Nio bou*ecalculo em puMiear-M o aomoarliM
no da 28. porque se eteerasse o vapor uigtei es-
te nano autecipou a sua chegada. como o publico
e notorio : e nem lao punco foi escriplo por ordem
nem sob inspiraco de pessoa alguma.
li cinismo com que o Liberal se aproara defon-
sor da consumirn, clamando......... ,-. illegitim-
daileda vice-preiidenca do Si. bario de Com ara-
gibe, aft passo que em artigos edicloria.-s, c em
commuiiirauYis auiencu o tbrono e 3 cuiistiluirao
rcvolioii-iios o levou-i.os esereror o artigo, 'o
ape;ur de ser um inoiilode faUidades, tanto alll-
gio a sua redaccao
Nio avaiicaraqs urna meiiiira, nao levantamos um
falso lesleiiiuulio. As proposices a pensonienlos
exli-alados dos Liberaet e que serviram de prova
epigraphe do nosso artigo existem iinpressas nos
nmeros cladiui ; e em quanto nio se prorar que
all nao ha ameaca bem directa ao uionai-cha e i
conslitiicao, hio de permillir que continuemos a
sustentar que o Liberal prega doutrinas subversi-
vas da ordem publica.
Nao dizendo que o Sr. bario de Camiragibe
quer intrigar para a corle os seus adversarios, que
a deslroe o que tem publicado o Liberal uos n-
meros citados no artigo om qneslao. Ero preciso
que se inverlosso u adagio rerto eofont. eteriula
manent.
S quem nio liver ldo os diversos arUgos
edictonaes do Liberal, com as suas passagens de
' oi-memn, a celebre mata para a curte, poder a-
credilar que ha da nossa parle desojo de intrigar.
Diz o redactor em chelo do Liberal pois pelo de-
do se conhece o gigante), que tem despendido cx-
forcos para suslenLir a constituicio. Mas quaes sao
as proras dosse seu dito?
Ser (como disse o Sr. Dr. Flix Peixoto) oler
concurrido com o seu coiiting.juto para a revnliiran
de 48, cujo ultimo pensamento ninguem sabia aat
seria '
Scri o harer pregado at 0 anno de 1853 a cons-
|tiluinrte soberana e livre ; colinda essa bandera e
gora procurar dcseiivolv-la, dando o thema no
Liberal para ser desenvolvido no Imparcial, pape-
lucho que ninguem ignora ser fifho do mesmo
pai ?
Nao possivel que um jogador deconstiluinte,
um agiota na pra^a conslilucional, seja crido, quan-
do se aprega amigo e sustentador de urna insl-
luicio, para cuja reforma diz que se deve'trabalhar
com empenho.
Nao basta que o redactor em el.efe do Liberal d-
ea que o partido conservador o primeiro revolu-
cionario da provincia, porque seus precedentes se
ligara lodas as tentativas de rcvoluces que se
tom dado na provincia: preciso que rite essas
tentativa*, essas rcvoluces em que lem elle figura-
do, se nao qur passar por aleirosu.
Duvidamos que possa provar essa impulacao, por
que nao lera fados com que a sustente : 'e neslas
questes s vale o res, non verba.
Quando muito nao passuri o negocio do tenti-
tivas.
Os eonserradoret tenlam _as rcvoluces, e os li-
beraet de Pernambuco as poc em campo c as pro-
clainam I
Rendimento d da 1 ..... 357g48
dem do dia :t .... vsg507
!3:)J987
DESPACHOS DF. EXPORTAC.VO PKLA EBSAtX)
CONSULADO I1ESTA CIDADE NO DIA 3
DE JINhO DE 1859.
Ncw-YorkHiato americano llary Releo, \Yha-
tcly Forsler& C, \fiW saceos assucar mesca-
vado.
LisboaBrigue porluguez Relmpago'., T. de A.
Fonseca i l'ill.io. 60 saceos assucar branco c 10
ditos dito mascarado.
Creenock Brigue inglez Spray, James Craldrce
ii C-, 700 saceos assucar niascavado.
CanalBrigue inglez clceui, James Ryder & C,
170 saceos assucar inascaraou.
Lverpool=Bar'ca iigleza FloaUng Cloud,Southall
Mellor 4: C, 70 saceos algodio.
CanalBrigue sueco drele. Henry Forster &
C, 300 saceos assucar mascavado.
New-YorkHiale americano alale Weston, Hen-
ry Forster i\ C, lilil saceos assucar mascavado
BFXEBEDOR1A DE IIENIUS INTERNAS UEIIAES
DEPEBNAMuUCO.
Reo di lenlo do dia 1..... 997g65
dem do dia 3....... 5.S7J99(J
J-585j4
CONSULADO PROVINCIAL.-
Rendimenl. do dia 1..... 806028
dem do da 3....... 2.878j975
3:B85f2u3
Movimento do porto.
Savia/ entrados no dio 2.
Parohiba 8 dias, biate brasileiro Flor dn Brm,
de 2( to..elai|as, capillo Jojo Francisco Marttus,
equipageni I, caiga toros de mangue; o Justino
da Silva Boa Viaja,
Havre de lirace 11 dias, barco ingleza Fleeliring,
de 219 toneladas, capitn H. liiiighl, uquipa-
geiu U, carga 21390 barricas com bacalh ; a
Saui.de.-s llrolbas ci '-
Havre de i.ra.e 31 dios, galerafrai.ccza llerth, de
itoT toneladas, cpiln Laine, cquipagem 18, car-
Ka fazeudas e liis geueros; a Tissul Fieros
cVC.
Rio de Jauoiro 12 dios, barca ingleza Dittern, de
lil toneladas, i.-pitio Bouch, equipagemli, em
lastro; a Paln s.-isb&C.
llainburgo10 da., barca hamlnigueza Preciosa,
de 250 tonelada!, cjp.lio I. Kiar, equipngem 13,
carga fazeudas mais gneros; a N. O. Bieber
-Yaiiu ahido no mesmo dia.
New-York llana ingleza Spiril afilie Times, ca-
piloJohu .Maiia, corga assocar.
Liverpool Barc ingleza llemoyeiw, capilio \V.
\Yillian, cfinj a iiesu.a carga que trouxe du Val
paraizo. Sujpeiiiieu do laii.ur.'.o.
Aa.ii. entrado no dia 3
Ha...burgoOS da, brigue hamburguez Thereza,
de 120 tonelada, capitio P. 1. Dirks, equipagem
8, carga fazeudas e mais gneros ; a C. I. As-
tley k C.
As peasoasque se propozerem a esla arreniaia-
cao coiiiparecam na sala das sesses da mesma jim-
ia no dio mimo indicado, pelo meio dia, compelen-
lemente tiabilitadas.
E para constar se maiidnu aflixar o prsenle e
publicar pelo Diaria.
Secretaria da Ihcsooraria provincial de Pernam-
buco n. 26 de maio de 1859.U secretario, A. F. da
A iihn miacuo.
flmulas e.-peciaet para a arremataran.
1.*O concert da ponte de Toporo.-.'.'for-so-ha
de conformidade com o ornamento opprovado pela
diretloria em consclho na i'mporlanda de 2.893$.
2."O arrematante dora principio as obras no
prazo de um mez, as concluir no deq.iotro, am-
bos contados na forma do art. 31 da lei n. 286.
.3.'0 pagamento da importancia do arremala-
cao, realisor-se-ha em Iros presloi.es iguocs cor-
respondendo codo urna a um terco da obra e a me-
dido que elles se forcm courlulndn.
4."As madeiras antes de ser einpregadas serio
snbmetlidos o approracao doengenbeiro.
5."As madeiras arruinadas licorio perlencendO
a reparticao das obras publicas.Conforme.O se-
cretario, A. F. ,la Annunciaro.
- A cmara municipal desla cidade faz publico
para cotilo-cimento de quem interessar. e em obser-
vancia da lei provinci.il n. 129 de 2 de maio de
1814, que nesla dalo dirigi urna proposta a Exm.
pri'sidente do provincia, para s. Kxc. veriicor a
Ulilidade do desapropriacio do cosa de sobrado,
que foi incendiada, sita no aterro da Boa-Vista, per
leu.-o.ilo ao coiilin endador llciniqic Marques I.ins.
A planta do mencionado bairro, que determina a
deuiohcao do predio, est cxpota na ante-sala das
Sessoes da mesma cmaro, para ser consultada.
Paco da cmara municipal do Becife Ll, di- maio
de 1850.Manat Joayutw do Rege t Altunuergut
presidente.Manuel Fcneira Arrmli, serrelan'o,
_ o lll.o. sr. inspeclur da Ibesuuraria provin-
cial, em cumplimento das ordena em vigor, man-
da convidar aos proprielarios baixo mencionados
a euliegaiem na nieMi.o tl.esoiiruria no prazo de311
dios, atontar .Indiada prilu'eira publicacio do
presente, a importancia da quota rom que devem
entrar paro o calcan.enlo do largo de S. Pedro, roa
d'Aguas-Yerdese Irareasa dos Hartyros, conforme
o despacho nalei provincial... ;l")Ul
Adverliiido, que n falla da enirega voliinlaria se-
r punida com o duplo das referidas quola* na con-
formidade do art. ." do regulamentu do 22 de de-
zembro de 1851.
Largo de S. Pedro.
Ns.
2 1). Auna Hara Francisca de Paula.
4 Domingos Jos da Costa.....
ti Padre Francisco Joaquim das ..bagas
8 \ i., va de Antonio Francisco dos San-
ies Braga.........
12 Paulo Jos Comes.......
I Ordem terreira do Carino. .
lli Join Cliiisoslo.iin Pacheco Soates.
18 Domingos Jos Fci reir.....
211 Irn.ai.dade de S. Pedro.....
22 dem dem.........
21 dem idem.........
, 20 dem idem........',
2 Idem dem.........
20 dem dem.........
1 Antonio Francisco Pei-era .
3 Emilio Jardn. Calcio.....
5 \ iuvac l.erde.osde Josdetilveia.
7 Manoel Fernando* Uaseareabae. .
9 Anlouin Mara daaPouba u Uonia
Concalves Franca......
II Herdei'ros de Manuel Joaquim Pe-
reira ..........
13 Jobo Pedro da Rocha Pereira. .
15 Rodolpio Joo llrala de Almeida.
1. Ordem lereeira de S. Francisco. .
19 Rita Joaquina de Unura ....
Una d'Aguas-Verdes.
Ns.
2 Antonio do Silva Cuimarics Jnior,
i Thomaz de Aquino Fonseco. .
ti Jos Pedro Velloso da Silvcra. .
8 Jos Francisco Fernandos. .
12 Manoel Feruira Anlunes Villana. .
1-t dem dem........ .
10 Coelano da Rocha Pendra. .
1S Irmandade de N. 8. do Rosario. .
20 Domingos Joaquim Ferreira. .
22 Jo'aquin Coelho Cintra.....
21 Franeisca Theodora da Cunha llego.
26 llcrdciros de Hita Maria dos Pra-
zezes ..........
28 Domingos Percira Lages. .
30 Bortholonieu Francisco de Son/,.. .
32 Ordem lereeira de S. Francisco. .
31 dem dem.......i .
3ti dem idem.........
38 Viuva e he.-.leiros do Manuel Anto-
nio Cerdoso. .......
40 Padre Joo Capislraoo Noguera. .
2 Ordem lereeira de S. Francisco. .
4 i Antonio Morciru de Mendoura. .
10 Joio Xavier Carneiro da Cunha. .
18 Domingos Anlunes Villoca. .
50 Jos dos Sanios Nones.' ....
52 Jorge Borges Alaes......
ni Maanea Doroli.ea Joaquina. .
56 Irmandade dos Almos do Becife. .
Wl.lanoel Joaquim Muniz Barata.
6* Jos Luiz Pere-ira Jnior. .
04 Manoel Fraucisco da Silva Carrieo.
06 Jos Joaquim de Lima Jnior. .' .
05 Urden, lereeira do Carruo. .
70 Jos Anlouio Bastos......
72 Manoel Jos Percira Com-alvrs. .
4 Fraucisco Jos da Silva Moia. .
.0 Irmandade das Almos do Recite. .
<8 Moslero de S. Bcnlo.....
80 Francisco Jos de Aojo. .
82 Joaquim Jos de Parias Noves. .
80 Jos da Costa Honrado.....
88 Jos Lopes llosa.....; ;
90 Tiburcio \ oleriauo Baptista. -.
92 Joaquim Dias Fei.audes. ,
91 Francisco Antonio das Cbagas. .
9G Viuva a herdeiros de Miguel Jos
Ribciro..........
98 Moslciro do S. lenlo. ] [ [
ion Francisco Anlouio das Chagas. .
102 Senhorinha Mana Quintal. .
101 Joaquim Jos Pereira dos Santos. .
1 Anlouio Fcrrera Pinto. ;
3 Viuva de Isino Jos de Azcrcdo.
5 Francisco Antonio Bastos. .
7 Benlo Jos do Costa......
9 Manoel Ferreira Antumes Yillnca.
11 Joanua Francisca de Menezes. ." .
13 Paula Joanna de Miranda. .
15 Claudino Marlinha do Sacramento.
17 Seminario de (llindn......
19 Orden, lereeira de S. Francisco. .
21 \ ...ro e herdeiros de Jos Diego da
Silva. ........
23 l.oure.ieo Cavalcaplide AlbuquCrquri
20 Capella de Saul'Ai.na do Cabo .
27 Joaquim Silveiio de Souza .
29 Bernardo Heurique.....
31 dem idem........ .
39 lo.io Baptista de Oliveira. ". \
35 Dr. Antonio de Snuz.i Cune Limo.
37 Miguel Francisco .le So. i /a llego. .
39 Fraucisco Antonio ,|as Cbagas. .
11 ITizio.neto de Jos Jacintho Sumir
43 ller.leiru de Joio l.eile Pila Orti-
gueira..........
Ij Theoduro Antonio de Jess Borges.
.7 .loan Piulo-de Lomos .....
19 Francisco Manoel de Almeida Cdta-
nho ......
51 Herdeiros de Jos Hara de Jess
Miiniz.........
53 Manuel Ignacn das Calllelas .
- Herdei.o de Jos Maria Jess M.uiiz
59 Dr. .loa.. Ferreira da Silva. .
Travessa dos Ma.lvrios.
Ns.
2 Antonio Ferreira Braga.....
4 Romana Maria de Frenas. .
6 Marlinho Jos de Suuza Rogo. .
5 Joaquim Pacheco da Silva. .
1 Ir..cisco Ramos Moia.....
3 lleidciinsde Rila Mario dos Pro/eres
5 Francisco Antonio das Chagas .
E para constar se mandoii allliar o presento e pu-
blica, pelo Oinrio.
Secretoria da lliesouraria provincial de Pernam-
buco 2Hde maio de 1859.0sccrelario, .A. F. da
Annunciaro.
75n00
eejlKlM
unm
23ga0
21,61)0
35000
72>0O0
:is000
25|20
7gQ
18|J000
75000
27gllilO
75S606
50S400
34J200
*..'MIII
4.sS0tD
2S200
15(906
7200
1DS80
4I800
1898116
210600
lo^UOtl
25J2IH1
UOClKlil
18j(M"K)
188(101)
258200
97J2IMI
2J5200
3fig000
3lg600
2IJC0O
08000
2S8.SOO
219000
19S800
1S,000
:i$fNMl
275000
90|000
2|tn()0tl
72S00O
18M000
1(i,<200
27OXHI
aos proprielarios dos predi0< u bonos das fregoe/ias
desla c.dode. e da dos A fugados, que s 30 dias
uteis para a eebranca boca dn cofre do 2.- semes-
tre dadecima du anuo finaneeiro corrente de 1858
B 18911 se principian! a contar do da 1. d6 junho
vindouro, lindo os quaes incorrerao na mull de
3 0|0 sobre os seus dbitos todos os que deiurem
de pagar. Mesa dn consulado provincial de Pernam-
baca 21 de maio de 1t>59.No impedimento do ad-
niinisirodor, Theodoro Machado Frene Pereira da
Si/ra.
Directora geral ala instiiu-.ao publi-
ea da pro%incia.
Por esla secretaria faz-se constar a quem inle-
ressar, uue em virtude de deliberarao de S. Etc. o
Sr. v ice-preside 11 te da provincia, tica prorogsdo o
prazo da inscripc.io dos que se queiram oppor ca-
deira de inslruccio elementar nvamele creada
na villa do Buique para proceder-se ao concurso,
quando liver lugar o das cadeiras do Pilar em Ila-
maraci e Salgueiro.
E para que cl.eguc ao conhecimento dos inleres-
sados. se mandn publicar o prsenle.
Secretaria da instru -..a publi.a eui l."dc jiii.l.p
de 1890. o -1 iretario. Fraucitco Pereira Freir.
- O lllni. Sr. inspeclur ta ihcsouraria provin-
cial manda fazer publico, que do dio 4 do correte
em d.a.ite pogom-se os ordenados e maia despozos
prov.Kcioos, vencidos no atexde maio prximo lin-
do. Secretaria do llnsouroria provincial de. Per-
..ombiico l."de junliu de 185.=0 secretorio,
Ae/oiiio ferieirn (f'liiniiiiri.ic.
iiis|n-i-i-ao do ursennl de inarihu.
Faz-se publico que o commissiu de peritas exa-
minando, na forma determinada no 1. gulamento
baado como deore...... 1.3S4 de 5 de fereroir
de 1854, o como, macl.inha, caldeiras, apparelhos,
maslieaeio. veame, amarras .1..coros do vapor
Pemnwtga.i cumponh... Pernamboeana de nare-
gacan oste...., oohou todos e-les objerlos em esta-
do regular, .1 exeeprao do primeiro casco] por j se
ir deteriorando, e ler snlTrulo alguns rcme.njos.
luspeccio do arsenal de mariuha de Pernambu-
co, em :t de junho de ls.>9. o inspeclur. Klizia-
na Amonio don Santos.
THEATRO
DE
Santa Isabel.
15.aultima recitada assig-
natura.
SABBADO 4 DE JUNHO DF. 1859.
S.ibirA seno o drama em 5 actos :
^s%:
IPM % Mm
di:
Janeiro,
sabe muilo breve a escuna Linda, pois alm de
ser navio pequeo, tem a maior parte da carga
prompta para o reste arata-se com o capiliu Juao
Ferreira Pinto, ou no eeeriptorio de Manoel Aires
1 tierra, ruado Trapiche 11. 14.
Para Lisboa pretende sabir mprelerivelmen-
te no dia 15 de junho 0 brigue porluguez Relm-
pago : para ani pequeo reslo da carga e passa-
geiros, trata-se noin oa consignatarios Thoma? de
Aquiuo Fonseca & Filho, ra do Vigario n. 19, pri-
meiro andar, ou com o capilao na praca,
Leiles.
tai
Segiuitla-fuira ( de junho.
PF.LO AGF.N'iK
HYPPOLITO
faro leilao em seu armazcm sil na ra da r.adeio
de Santo Anlouio n. 11 C, os 11 boros em punto
de um sem numero doohrasde marrineria, vidros
e umo grande quaul.dadede objectos que su loma
desnecessario enumerar.
LEILAO
DE
21.
:ttvjooo
.O-IMK)
7SS000
2Ng8fK)
035000
285000
186000
20>700
lliOO
28g80f)
.Kiaooo
252IKI
27j|000
2X.WIK)
18(KKI
2:^200
218000
,1)5200
28J800
28BBD
2S8K0O
13l00
1S00
14SI00
aiSbQ
23S
isfioo
r.7Cnt.o
.-!0-(HIS
I55000
'."0-3200
21J600
.Visimi
1 i,v-.iiii
iOjeJIfl
223)501)
28jJMI0
SaHno
lSjtHK)
I.JIK)
18J00
3CS000
siacon
lSjf 00
28JXI
1 s.;.ii
KljJOO
Mcloo
iftjooa
1 siooa
2140(I
3li(MIII
2isfiKl
ISjOlKi
I051I00
Siguuda-l'tia G do^corrente.
PELO Af.fc.s]VE
PESTAA.
O referido agente vender* no dia ..cima designa-
do e pelos 10 lioros da manhia a porta da alfauir-
Ka em lotes S vontide doy compra dores -i
100 rafias com qi.eijos tlamenros desembarcados
110 mesma ocios.;'.,., de qualidode superior que
por cerlo animar ao consumo.
* ?
Terminar o espuclacnlo com a graciosa comedia
em 1 acto :
TRiBLAQAOE VENTURA
l'iino.pior.'i s 8 horas.
A empreza" agradece aos Srs. ossignautes a eoad-
juvaeae que Ibes presloram, e rogo a todos que se
dignarcm continuar a protege-la, queiram mondar
reinrinar suasassignaturas no escriptorin do thetro.
Acl.om-se em ensoios os dramasCaptivo de Fez
eA Pobreza Envergonhada^que brevcnienie st
biraoasceiio.
AMASAA
D0MIN6O, 5 DE JMI0DE1859.
sll.'i nnins mrvKL'K.
Subir sceua o magnifico drama cm4aclo.se
um prologo :
JOCELIN
0IIMUMIEIIK, l)\ )\\IITIM( \.
V.v"L:DEVUELemPrr.o0 ^ *~<~*=
O espeitaculu coniecaii impreterivolnieiile s 4
horas a meio. Os bilhelee roMor-se-hao das 7 ho-
ras da iiia.ili.1.1 o... dionle, 110 lugar do costiiine.
Fio americano.
Teroa-feira 7 do corrente.
NO.\ltM\ZF.M DO AGENTE
No referido dia c pelas 10 hfs'a maub.Vi o
mencionado geme vender.', em seu arihazem por
coma de qoeru perloncer e em lotes routade Il.,s
emupradores
380 fardos com fio americano proprin pni-a rede de
pescara em nmeros conforme as amostras
far.'i leilio fin dia cima dssi
da ru
CASSINO POPULAR
NO
MAQWWUO lU.0
no
PALACETE DA RA DA PRAIA.
Doniiiiiio docorrite.
llover neste dhtlHrila rom toda a pompa e mag-
..ilude ; os carines estario venda no lugar do ros-
lont%, para damas gratis e cavalleiros 2g; deVer
prinelrar ai 8 e terminar s 2 da manhia.
A soc.edodo Cansino Popular julga conveniente
para pleno conhecimeiilo do publico darpublicida-
de a .llallis arls. de seu regulomenlo interno, ap-
provado pelo lllm. Sr. Dr. chele de. poli, i,., os
quaes enulinuaroo a ser lielnenie observados.
Art. t" Sem atlencin de pessoa ou seto, sao
obligados todas os pessnos que frrqiieMtarr-m o bai-
le Cassino Popular a porlar-se cota luda a decencia,
civilidad'', prudencio e moralidad.'.
Art. 6 F. absnlutomei.le prohibido :
$ 2." Polavros e acedes que offendam a moral.
S ;l. Ainenras ou palavros oiensivas.
S 4." Inlrometter-seqnolquer pessoa em ronver-
sacoes de oulras quando estas nao queiram ser ou-
vidas.
S 5.a Fumar no quo.lro do baile. .
jj Entcar no baile com armas prohibidas.
7." Ser vedado o iugresso a todas as pessoas
que nao se apresenlarem com a devida decencia.
Ar. 9. Os que infi .jir.-ni qnalquer dos artigos ou
paragraplios ontecedentes serio udfnoeslados cora
prudencia e urb..nid..de pelo irteslre-sala ou direc-
tor, e quaiobiuan fnrein attendldos deveran recor-
rer aoluiidode, que imuiodialamcnle far sahir
os infroctores, e redar-lhe o Ingresso no baile.
leilio hn dia cima dssigiiado no seu apnazein
ua do Collegio u. t s 10 horas em ponto, do
inle : mnhilias de jacorand, efita d mogu
cada, planos, gnarda-roupas, camas para c.i-
pora meninos, aparelhos para janlar e para
v|'i,llllllv. iii.iumua uc jOC.KitllUcl.
estucada, planos, gnarda-roupas," camas para c.i
sal e para meninos, aparelhos para janlar e pan
cha, ricos vasos de porcelana para flores, loillel.s
dn mogno, qma enorme qiianlidade de loolhas de
linho e guardonopos, aparadores, caduiras de ba-
taneo e sem elle, grande porjao de. (amancosde lo-
dosos tamanhos e assm. como nutro iuu'1"- ob-
jectos que desneeeSsarrrr-TninuaCiar; tarfVbin I.a-
..'U ulba -negrai com una cria e .lo.is ...sros.
ludo ser vendido sem reserva de p,-e,-,. algum
Avisos diyersos.
OBSEKVACES METEOnilLOlilLAS.
OA 3 DS ll'N.IO.
I
6dam.
9
1/2 dia
3dat.
6

Nimbus
a
.lu....lilis
en:
M

su
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41 k qj *,
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2ti.l 20 K /! 7S -
20.0 21.3 .SO a ,
20.1 20.8 71) l
25.5 20.4 ra '
ff e>
mm.
57.5
57.8
58

Declarares.
A noile estere nailado o de oyuaceiros, vento
ESE, veiu para o tcral e ao amanhecer rondou pe-
lo N.
Observatorio dolrscnal de marinha 3 de junho
de 1859.
Viscas J.ston.
Iditaes.
O lllm. Sr. insertar da thcsoiiraria provin-
cial, em emprime, o da ordem do Eim. Sr. pre-
sidente da proviuciide 5 do corrente, manda fo-
zer publico, que nidia 10 de junho prolimo vin-
douro, perantc a ma da mesma lliesouraria, se
ha de arrematar a o}cm por menos llzcr a obro dos
reparos, pintura eilcalrnnmcnlo da ponte sobre o
rio Tapacur, avatida em 2:893J.
A arrcmatori.0 sea dita na forma da lei provin-
cial n. 343 de 15 drmaio de 1854, c sob as clausu-
las e-peciocs abaiiicopiadas.
i
= Oc^o.isell.n administrativo do patrimonio dos
orphos tem de continuar o prtr em hasta publica,
na sala de suas sessoes no dia 0 do corrente, a ren-
da de parle das casas do mesmo palrimono|nbaixo
mencionadas, por lempo de um a tres annos, que
lem de decorrerdol." dejulho prximo futuro, se-
giimlo o qued.spem os arls. 28 e 29 dos estatutos
em vigor, a saber :
Ra do Pires.
Ns.
13Casa terHajmei-agiia.
Ra do Torres. i
37Cosa de sobrado de dous andares. /
38Casa de sobrado de dous andares.
39Cosa de sobrado de dous andares.
. Una da Lapa.
40Casa terrea.
41-Idem.
, Ra do Codorniz.
zCosa terrea.
43-Idem.
Rua da Mneda.
4 iCasa terrea.
45dem.
40dem.
17dem.
Rua do Amorim.
48Casa terrea.
49-ldein.
50dem.
Os licitantes hajam de comparecer com seus fia-
dores na sala das secones do mesmo consol bu, s
11 horas da manhia do mencionado dia 6 do cor-
rente.
Secretaria do Consclho administrativo do patri-
monio dos orpbios 1." de junho de 1859.Dr, ('-
itf Pereira do llega, secretario.
=; Fel mesa do consulado provincial se faz publico
PUBLICACIO LinF.UAIilA.
Acl.o-se venda na linaria n. 8 e8da prara da
Independencia o 1." volumc C0R0GRAPH1A
l.islorica. clironograaliK-ai peaealojdca, nobiliaria e
politica ilo imperio do liras.I, contend, nores his-
loi.'.is e politicftl, a cunleajar dndescobrimenln da
a.niri.-a e particularmente do Brasil, o lempo em
que foram povoodas as sois difiranles cidades.
villas n lugsrea; seus govornadoresv eatirigemdas
diversas familias bcssileiras e seus appeUidos.extra-
hida dn amigos majiuscriplos histricos e geneal-
gicos, que em eras dill'erenles se pudero obter?: os
tratados, as bullas, carias regios, ele-etc. a historia
ios ministerios, mo poltica, o cores com que ap-
pant-eram ; a bullira das i.savuibleas tunimtiariaul
vitalicia, o timbeni urna eipesjivu da histria-in
indepeudeiiria, escripia e enmprvada rom doru-
mei.tus no-d.dos. e por leslrmiii.bat occulaces que
alada reslam, e dos nutrus u.ovimeulas pulilicus :
desrnofogoograpliiw, nagei|s, a bislorbt das mi-
nas e quinto do uiiin etc. ,.(,-. ali.u deque se lenha
um coubociinento exacto nao s da gcographia do
Brasil, como da sua historia civil o publica ; pelo
Dr. Mello Jloroes (A. I. de), pelo preco de 48000.
Breve deve chegar do Hio de Janeiro o segundo vo-
lme.
Avisos martimos.
Para o Rio de Ja-
neiro
solio rom n maior brevidode possivel o bem ronhe-
cidn emniln veleiro p.ilhohole Artista, do qual
capilio J ga o passageiros, para os qnais (en. evcclleii!es
couimodos, Irala-M com o proprietario na rua da
Madre de enc n. 2.
= Pora <> Rio Aran* do S..I, seue com a bre-
vidade possivel ubrigue l'razeres, capitio J. Ro-
drigues de Almeida ; recebe carga a frote, para o
que trala-secom Amorim Irmius, no rua da Cruz
n. 3. *
CoDipanhia Pcrnambucaa.
Em consequencia de no ter
sido possivel embarcar a carga
j tratada por causa do mo
tempo, a gerencia da compa-
nhia determinen transferir a
sahida do a apor Persinunga
para osporlosdo norte no dia 5
de junho e recebe o resto da
carga al o dia 1- as8 horas da
tarde.
-t Domingos Alves Hatbeus, teqao de seguir par
ra Lisboa no pnmeiro pMqete, .illrj de ir buscar
suo niullier que olll se aoh. gravemente enferma,
deixa por sena procuradora* a seus amigos os .Srs.
Joaquim Jos da Silveira. Antonio tunes Bodriguea
e ao seu guarda-livroa Jos Ijidoro Marlins, snn-
do o 1 encarregaila de pagar eoisignar todos os
ttulos de crdito do sua casa..; o.T da expedidlo
dos navios que lhe foreui CQnstgnado ; e o 3." de
lodo o expediente de sua casa.
l'iecisa-se de urna ama para asa dapouoa
lamilla, proienndo-se captiva: na rua eslreiu do
Rosario o. 2S. segundo andar
, Prerlsa-se den.ua ama for.a ou Motiva, g
- "geirea, na- S
que engamu.e cOrh inlrfbicS
hi nO-se bem : no rua da Cruz do kec
O bacharal a. R. lk Torre |Tan-
deira, professor de liuyua frunceta nu
vuinatio dest.ipru.-i continua a lar li-
coes detta mesma llagan, e beta aturo de
philosopliia e ihetortctem curios parti-
culares na casa de sua residencia, rua
larga do Rosario, n 28, ttgumlo indar.
Aclia-ie p.-on)|ito paro leejiooar em
qualriuei- collegio.
Precisa-te de urna ama de Lsile pa.
ra criar urna menina de 3 iaczet, a qual
tera' boa paga o trataraguto : na tun da
Aurora n- 4i4. nrimeiro ailar.
ose UoaValves l'urms, U. Jeao^ia Ferre-
ra Campos Torras, D. Joaquina francolina
nacellar Torres, D.Harianna Teixeira Bacel-
lar. Manuel Teixeira Bacelar.e aaaia familia,
pai e miii, esposa, sogros,lias, .iranios, do
tinado ias Guiicalurs Torres .Juntar, diodo
sob o mpressao'deineoimolarel-drtr por lo
prematuro, quanto inesperado passamanln,
r'Saara-se reconhecidosa dar um leatemu-
de ratido a todaa aonellas peaaoas que
no dia ii de maio ullimo, se rtigniram s-
sistir aa funeral daqelle finado oa igreja
matriz do Corpo Santo, arnapanhando dalli
o cadver ao cemiterio publko,. ogradereci-
loenlo tanto mais sol.:.une rjuante foram bero
nolotaoso estorbos com rjoe a, empanlia-
' pat%aaucurTencia desse acto lie dolo-
roso, fatsaprlndo-llies Jouvar laiila dodicr.io
muilo esprniatmenli! aos dignos Illms. Srs.
major e mais olliciaes do esqnadrao de e-
Hlliria da guarda nacional peta selir.iludf.
dislioc.-ao e cari.losos ariiUmaotos que tive-
ram, honrando as cin/.o do tinado seu irmao
d'armas, cuja prora deamiaade eoffeiroes ti-
ca gravada no coro, o dosanounoiantos,a par-
da memoria do mesmo loado.

O capilao de mar a guerra, garuando Veira
de Rocha e sua u.uler D. Mara Candida Lu-
machi lloclla, pungidos de angustia pela pre-
matura marte de seu flhn Caoiano Luntarhi
Veira da Rocha, na cidade da Granja no Cea*
r, con idam a lodos os seus prente* e as
pessoas da sua auu.de para a*sslireai a urna
missa que se hade celebrar segu.da-feira 6
do correntona igreja du '-orpo Santo, as 7
horas da uianliaa.
Aurelio Augusto de Carvalhoi cordialmeale
agradece a todos os seus amigo,- e collegas
aue se digumam de acompaunnr o cadver
de sua presada lilho ao cemiierio, no da 3
)' juuhu curre: ,.
Joab Christiai'subdito
prussiano vai a Eropay levan-
do sens dous filhos- metiles.
No dia 1 do corrente depois da au-
diencia do juizo de orph3o tem de te ar-
rematar por venda um sobrado, de um
andar na rua do Notario da frttguezia da
Iioa-Yiita n. 32, cout totaocorridp.r'lr*-
peira na frente e atraz, *m cliiot ibrm-
roi, com 25 palmo de frente e S2 de
fundo, cotinia oo otao, quintal mura-
do com porto para u rua de Domingo!
Pires, cacimba propriti; a requerimento
de D- Maria Bernarda da Nevn inen-
tariante dot bens de teu (i un do marido
Joao Miguel da Costa. Os licitantes cotn-
parecam as 11 horas do referido di.i.
k
r
i
Jt
_.?**Qssm.mmmu KM\ A f^ f\ "~ .-'^T ** 'jftg
,,
r


V
I I
i
JoWN
para vendi-r
tra^jualquer
LO
Diario'de Pernambuco Sabbado 4 de Jnnlio de 1859.
mes de "Paula tero
no sen ;armazein
ilstrua do An .oi'ini n. -48, supe-
rior farello i e Lisboa e vende
por menos pi 90 do que em ou-
parte.
OSr. thesoure
ix manda fazer publico
(KWSULTOMO
Dr. P. A.
que se acliarh n vt nda todos 05 dias da 9
hora da manhaa os 8 da noite, no pavi-
mento terreo da t ata da ra da Aurora n.
i*nu cata coin siwionada i>elo mesmo
Senlior thcoure 10 na praca da Inde-
pendencia niiiui'io 22, ate as 6 horas da
tarde soinente, o bjllietes e meios da ul
tima parte da 80.' e primen a da pninci-
ra lotera do the tro de S, Isabel cujas
rodas deveao andar uipietcnvelmente
>o di* II do coi rente me/..
Thetuuraria d; i loteras I- .lejunlio
de 185.-O eteri vo.J. M. da Cruz.
Attenco
Todos os dovedores no abaixo assignado vcnliam
pagar as cuntas no plazo do 8 dias dn dala desle,
k 11,11) viudo, usar doslmeos judicial-.- ; cpara que
se nao clianiem a igncjraucia, faz publico por rale
Diario, aoiidc me achrao das 9 iioras da manhaa
a 4 da Urde, na Na. ib Praia jaula ao Sr. Higino
de Mirando, dolado dojsul, em sen escripiorio.
VJohn llnnnellu.
oga-ee ao Sr. Jo Chrispiano da Silva o fa-
vat de arraunriar a su a 1
a negoi io de seu tolere i
morada para ser procurado
ae
"\
V
A\iso,
a-so da ra da Cadcia do
da Traa junto ao Sr. lligi-
Jobn %niiiielly raud
Recite 11. 16. para a ra
nu de Miranda, do lado to sol.
Rrecisa-fe alugar nina
ama que leuh 1 boui leite: na
la ra da Cad a do ftece n.
(53, annazem.
O Sr. Manoel Rodrigues de Car-
ralbo Rntnires teiilia a bondade de vir a'
ra da Caduja do .1 :fe n. 57, esciitito-
ridj para' um negoci 1 de seu nteresse em
Portugal
i) secretario da rmandade de N.
S. da Boa-Viagetn da povoncao do mes-
mo nom, 11?, icienta a todos os seus ca-
ros iraios que no tewe lugar a reuniao
da mesa geral renunciada pata o dia 20
dame/, p. p. por causa'da miiili cTiuva,
ttAo iresente de novo convida para
domingo 5 d Corrjiite comparecerera
1 falta no respectivo consistorio ai l
hora*, da rntrnlma.
Roubo.
^anneidio Sa. ;,1 tina, da comarca do Pilar, ib
rarallb, roiibaram, nu di 1 Sdr abril iilliino, dous
ranlto&dn estribara,* ralos mssns, 1110 pombn o
0 oulro ruui o9 caniz freto*, e liados uhslradns, bas-
laule Rodos, edm lodos os andares : quem os pe-
gar oa driles souber, traga-os a esta Ivpngrophio
nu ao ajenie da Parahiba lio Porto do Mallos, que
ser lieiu recompensado. Os diloseavnllnv norleti-
1 em ao Sr Dr. padre LindlphoJosr Cunen das Ne-
a qiicm ge podein 1 irigir na l'araliiha, que
ixuulnienle tmlo rerompe sari, quandn issim me-
Ihor a .mais cnmmndu seja ao descubridor.
HISMsBO 1PMTOM) I (D1P1M1DML.
3 RIJA DA GLORIA, CANA DO FUNDAD 3
CA'miea \or am\os os systemas.
O Dr. Lobo Mostoso d consullas lodos os das pela moiiha e do larde depois de 4 horas. Con-
traa partidos para riirar animalmente nao s6 para a cidade ionio para os eiigenlios ou outras propric-
dados ruraos.
Os i'bainndos devem ser dirigidos ana casa al as 10 horas da manhaa e em caso de urgencia
a .mira qualquer hora do dia ou da noile sendo por escoplo eni que sa doctore o iioiue da pessoa, o da
ra e o numero da cata.
Nos casos que nao forem de urgencia, as pessoas residentes no bairro lo flocie poderao rerott-
ler seus billieles a botica do Sr. Joiu Souiiii i C. na ra da Cruz ou loj.i de luios do Sr. los Noi
ra de Sou/a na ra do Crespo ao p da ponle vellin.
- Naasa loja e na casa do annnucianto ianar-sa-ha constantemente os melhores
hoinonpalliiros ja liem rnitberidos e pelos precos .segiiintcs;
Botica de 12 tubos grandes........... 10J000
hilos de 24 dilos............... 1f|00d
Ditas de W> dilos................ 20$09ti
Dita de 48 ditos.-.............. 25J0lHl
lutos de fitl dilos............... 3IISMII
Tubos avulsos cada um............. I^IKHI
laseos de linduras.........'.....ggOO
Manual de medicina linmeopalbira pelo Dr. J.ilir Iradu/ido
em porliifruez i oni o diccionario dos lennos de medi-
cina, cirurgia ele. ele............20*000
Medicina domestica do Dr. Hering, com diccionario. lOQUIl
llepertoriodo Di. Mello Moraes.........liglHll)
gnei-
medicnmenlos
FUNDIQAO D'AURORA.
Este ulilissiinn estabelcrimnnlo aclia-sc, lia pouro lempo, augmentado tanto no material como no
snupessoal, e seus proprictarios habilitados para vencer qualquer opposirao hostil e desprezurem a ig-
norante vilupcrar.io de malevolencia. Offerecem a seus numerosos (regu'ezes e ao publico em gonil, as
vanlagensde sna lnngaexperiencia e rcoonliecida promplido e lldelidade na execueo das obras as
maisiinporlanles de engenharia, entre outras pude eiiumerai as si'guinles : machinas de vapor de todos
os lmannos, rodas d'agua de todos os dimetros, todas de (erro ou para cubos de madeira, moendas
paracauua Indas de ferro eindepeudeiites rom os mellioramcntos que a experiencia mostr sor in-
dispensavel, meias dilas com lodos os preparos", tachas para pngeobo de Indas IS qualidades e lamanhns,
rodas, rodetes, agiiilhoes, crivos v boceas para (ornalhae todas as ferragens para eng.nlio, machinas
para amassai pao e bolacha, dilas para moer mandioca, tornos e prensas para (arinha, puntes de (erro,
aaldeiras, lailanes, hoias e lodosas obras de machinisnio etc., ele.
(ASA DE SALDE
SITA EM SANTO AMARO.
1M>S
^^4 ^^^^ % ^%^
Nes| estahelecimento ha as melhores acommodacoes para se tralarem doentes de qualquer ralhc-
gona e sexo.
Adiara menor he de 29500, devendo o pagamento ser feilo por quinzenas odiantes.
llavero o aiaiorzelo cempenhono tralamento dos doeules os quaes serio visitados pelo menos
duas vezes por dia pelos mdicos proprietarios do eslabelecimenlo.
2 l'KDR.VS PRFDIOSAS.
C
3 Aderoros dp brilhan- )
'j t piilceiras, alfineles, brin-
cus e rselos. |,loes e j>
H aiHieisdedilferBiilesgos- >-
^| los e de diversas podras
...: de valor.
C0MPANH1A
DE
liluminfiCto .?/
Acha-se preparada para enllocar canos as casas
pora foruciBienlo de ^az.
ii piero do ga/. de 10$ por mil ps cbicos.
Os canos que su coiiocoicm desde o cano prin-
cipal at a porla da casa nu sitio do consumidor,
serio enllocad...- a cusa da companliia.
A collocacao dos canos no interior das casos ou
sitios custar ao consumidor mil ruis por p (termo
medio).
Oscandieiros, bracos, lampeocs etc., serio de
procos relativos as suas closses o qualidades, e os
procos sao mdicos, e as qualidades proprias para
lodos os lins.
Tres ps cbicos de gaz dio urna luz igual a cinco
velos da espermaceti1 vendidas aqui de 0 em libra,
consiiniiudo 25(1 graos de espermaceti! por boro.
Tres ps cbicos do ga/. costar soinenle por hora
30 res.
Kinquanlo que as velas cusam por hora 2011 rs.
V. una luz de a/.eite de colyo, de cuco ou de es-
permacele cusa por hora 100 rs.
'I gaz deve ser vendido por registro o vendido 30
consumidor soinenle o que diariamente Ihr consu-
mido ; este registro de\e ser guaidado em nrdcm
pela componbia isenln de pagamento, e o consumi-
dor goroiilido pela rirruinstancia do registro, sen-
do sellado para non s.-r abeilo senoo em sua pre-
seura.
Aquellos que desejarem ter gaz devem (aer 0 sen
pedido quanlo antes, pois que os primeiros viudos
serio tambera servidos em primeiro lugar de cun-
(urmidade com as datas dos seus pedidos.
As pessoas que se acbam inscsiplas devem com-
parecer para escollierem os apparelbos que Ibes
eoiivem no armaz.-m da ra da Cadcia de Sanio An-
| tonin onde acharan um rmnplclo sorliineuln.
Escripiorio da companla. Reciie 3 de uiaio de
185.
-^ Preciso-se de urna ama j idosa, que sailia
co/inbar e engoasatar, pora casa de homeni sollei-
ro no ra do llangel u. 13.
= I'u^io no aiez de fevereiro do corren te auno
do engeiilio Levada na provincia das Alagoas fre-
guezia de Camaragibc. o escravo Francisco, de na-
ci Angola, idade de 60 anuos pouco mais ou me-
nos, com caballos brancos, estatura haixa e penias
grossas : quem o aprehender pode enlrega-lo nesla
praca a Manoel Ignacio, do Oliveira Filho, na
praca do Corno Sanio ou no referido ongenho ao
Sr. Tlumiaz Josde Gusmao Lyra, pelo que ser
generosamente recompensado.
Precisa-se de urna pessoa que te-
nha bastonte prnticadeesciipturartio p-r
partidas dobladas : quem se julgar ha-
lilitado dirija se a ra do Codorniz em
trente do becco da Madre de Dos armn-
zem de Manoel Joaquitn de Oliveira & C.
= No dia 4 de junhn se ha de arrematar em
praca publica do Dr. juiz municipal da segunda va-
ra, um solo conlendo 400 palmos, com-fraiilc paro
a ra da Concordia e fundos para o'rio Capibaribe,
aforado a Joan Carneiro Machado l(in, o qual lam-
bem nao duvidor dispor das bemfeilorias a quem
1 queira para edificar.
Gompanhia do Be-
beribe.
M0REIRA&DU4RTE
KXXX tx.xxxxx.txxxiJ.x.
OL1IO E l'HATA.
^
I.nja ile onrives
RUADO CABUGAN 7-
Rccebem por todos os
vapores Adereces completos de ^
j ouro, meOS ditos, pul- ;>
^j ceiras, allinetes, brincos r
-.. e rosetas, cor.loes. Irn- w>
3 Conipraiu, vendem, ou
-3 Irucain pialo, ouro, bri- x
2 Ihantes, diamantes e pe- )>
2 rolas, e nutras quoesquer ;"
! joiag de valor, a dinliei- iX
i ros ou por obras. r*
-I'':
gio e oiiiios ramios ob -.,
' jeitos de ouro. ;
3 Apparelhos cmplelos C
- de piala para coa, han- './,
' dejas, salvas, caslicnes, ;
; muleras de sopa ecni e ."'
vendeiii. por preeo com- muiiosouirosoi.ieci.isde '-I
, H Piala.
mudo como cosuimam.
^vTTTrrrTTTiTvTrs*
obras do mais moderno
gosto tanto do (Franca
como de Lisboa, as quaes
Neste proveiloso eslobelccimenlo. que pelos notos melhoramenlos (eilos acha-se cnnrenienle-
menle montado, lar-se-h.io taii.beiii ib> 1" do noveinbro em anle, conlralos uienaaeB para inaior enm-
nmdidade c ocononua do publico de quem os proprietarios esperara a remuneraran de lanos saclicius
Assignolur de bonl.os (rios para urna pessoa por me/.....' lOgOOO
. \ iiiornos, de choque ou chuviscos por niez ljOOO
Series de carloes e baulms avulsos aos procos onnuneiados.
PHWAS PRECIOSAS. &
2, Goldf.H Squat*, landres.
Rcgrcnt Stioot.
J. <5. 0LIVE1IL\ tcido augmento.lo, com lo-
mar a casa couligua. ara dos e eicelleutes accom-
modaroes para niuilo mi or numero de hospedes-
de novo se recomnienda ao favor e lembranca dos
seus amigos e dos seulmt-es viajantes que visitera
esta capital-; contina a ireslar-lhes seus serviros
e bous offlcios, guiando- >s em (odas as censos que
preeisem conheciuieiilo i ralic do paiz, etc. Alcm
do porlugaez edo inglez falla-so na cata o hespa-
nhol e francez.,
A adminlsfrocao grol dos eslabelecimenlos de
candado previne aos inq lilinos do patrimonio dos
mesmos estabclecimento que slo atrasados no
patarrento das rendas, i ue se al o dia 30 de jo-
lino do crreme anno na i saldarem os seus debi-
los, irao as respectivas :asas nuvamenle prcn.
Adminislrajo geral do estabeleciraenlos de cari-
dadeSO demaio de 1859 O vscrivao,
.Iiioho lote Comes do Cumio.
Continua a receborf-se enrnmmendas de ban-
dejas enfeirtdas com bonlios das uiais escolhidas
qualidadc.:, e -precos ajis razosv*is; e lamhem
aproinptam-seVjdj'n, f.isleis de'nStn. tortas, pio-
de-Io, e os superiores bolos finos de farinha de
trigo,ou de massa beoj reparada, ludo com deli-
cadez eaceio, sendo o uais em coula do merca-
do : na roa da Benita uj 2&,
== baeharel Antonio llogeriu freir de Carva-
llo leas aborto n sen o*rriptorio de advogacia na
villa de Agua-Prvla : kpiem o qoi/.er encarregor
do parnci)iio do titn causis?.pudedirigir-se na
mesma villa, casa de sua residencia, das 9 horas
da mauluias 5 da lardi.
Pagase beni.
f2rlsa-se nlugar mu; cosa ou m sitio, sen-
do perln da prca, que leudo bn, ...u,ndos para
ramilla non se du>ida toqtproi se agradar: quem
tiver .poje dirigir-se a Uecie, arajazem de fari-
nha de trujo, de Jos Uarte das Neves, qaesedir
quem o pretende..
. Desapparec'ii de i m sil,. ;, i 1'onUi de Ucltoa
jumo ao sitio da Itaroji.ia ib ,- l.enbe.uiu cavnllo
castrado, de cor caslanl o eacuru, U^ndo uat dos ps
broiico e aj Olios e ca a quem o ochar, queira
levar ao dito sitio, que ser recompensado.
Bartholoineu Frarri- /3 faz siente
a quem cohvier, que dhegad o e'sla cidode o Sr.
Dr. rTiilies da Cosa, o utial esta residiido rio hotel
Irahcsco oride di wrwdllas de chirurgia. e priu-
ctpalmentfi de molestia! d'olhos ; lodos os dias das
1 noros da manhaa em diante: as pessoas que de-
sejarem fazer operar-s, podem dirigir-so ae mes-
mo senbor, aquellas pie o desejarem consultar
em sitas casas, devem dirigir-lhe o chamado por
escripto. r
Hotel Adolpho.
Huallireita n. 4.>A.pvimc\ro
fttiAar.
O proprielaiio desle! hotel avisa an respeavel
publico e aos s.ms fregijozcs, que lem bous quarlos
e Halas para alugar, fnfnece-se comidas mensaes
""ki ? 0U m*s""i a|uieos, jontares e lanche
cha,cafe, com preSlnage co)a, e preces roznareis.
-= HesejS-se(allsraloaqiriui Buasui de r'ignei-
redo, natural deS. Pedio do Sul, bispado de \ izen
ni a pessoa quo souder! delle far.i favor dizer na
ra dnOueiiuado, laja i. 18, de Manoel Ribeiro de
Carvalbo.
COMPAHHIA
Adere.os de brilhan-
JOALIIF.IUOS.
\n ruada Cruz n. S,
Y| les. dlilll
';/ los, ptllSi
/* brincos
enllantes o pero
mi lula indar.
l,ccei. ero- JjJ
les :'ij
ios;
XV-'P Ade,
ivi ouro.
e rosetas, bo-
loes o aunis de diffe-
renles goslos e de mag-
nilicos drilbanles.
S VIM-
Aderecos Completos de .
uro, meios ditos, pul- t.
ceiras, alfinetes, brincos ^M
e rnsetas, eordoes. ^an- J^
relins. medalhas, edr- ,),\
Comprara, vendem e
trocom prata, ouro, bri-
/ Ihantes diamantes e
| pernios, o ouiras quaes-
j quer joias de valor,
^2 dinheiro ou
w
l;.iles( ultima capilal, as quaes.
);mmuIi'iii com luda a garanlia)
Vna qualidade dos meUtes i-'(
Itelqgios patente inglez \
dos melhores fabricante
dilos suissos, tanto d

por
das pedras, t polos prrro^ ^SSST^SfiSSi \
I1WIS COIUlUOdoS pO>SVPS,-^ nomelroa fl tambem re- WP
Zs a m sempro a disposicio dosjfi l^"
rJrestiiPZfsHmliello e variado,^ trocam.
logios horisoitlaes de oti-
i pralo. Vendem e
sorlimeiito.
A CASA JtEMhll rS'.."e aquella que na V.xpnsic.io BaiveiHl de lRTiTi, na sereno das industrias
consagradas o pharm.icia e medicino, obteve o medalha de miro, designada son o rinnie de vfdiliu
n tiONn* : ella se aprsenla pois aos pharmaceuticis e aos cnmmerrinnlcs dn nosso paiz, com Indas as
garantas de urna repulacao de eapacidade e honradez a lodo a provo.
Un sea i-slalielccinienlo, o nnis ronsiderav.1 de l'aris, a cvs Slltira fabrica e. expede todos os
amigos, que sao uleis I proliss.io de pharuiac.iilico e de nedini. I'nde-se julgar do eitcusao ros sena
negnems e dos serviros que ella dte prestar, nielbor que qualquer oulro eslobelecimento. pelo uiiadro
dos diversos enpilulos dos seus precns correiiles gero.s, livr,, eu-cssuoinentc mil aos pl.armoceiiticos
"las ns pessoas rtue se uceupam de scieucias.
Subsr.incins iioluraes [drdgas) ;
l's medicinoes ;
l'reparaces pharraaeeiilieas;
l'roduclos chimicos mcdiciuaes;
Plantas medicinas ;
Sledicamenlos cspeciaes'e de ptenle :
l'reparncies hopieonalbicas ;
Llensilios e opporellio de chftuica ;
I.aboro'.orios de r'ninica ja motilados;
Instrumenlos de cirurgia ;
liislruiiieulos de casi'illinne vulcaiii.sado ;
Machinas para fabricar aguas gazuzas ;
liis'.ruuielilos de plusica e .le |.recisao
cintillos ornatos pora phartuocia ;
r.olaneas de servil.., do luto .- de onaljse rhiinica ;
i Vas is de \ idro, ci vslal porcelana.
LAvrofe de HMAieiiui de. pUrmaeU e de sciencVas.
., ,i,. I! nAS V M,KN,K|1 ""I'"'"1" fiaesroer informce que se Iba perrp. Kocarrega-se de fazer
Indas as despeas ate ooporln de embarque (transportes, desp.zos de seguro ele.,] quaudo se Ihe o
qi.ol,|,ie, ei.cnn.menda depriK.ncins imcenarte mandar o., inesiiio lempo urna b-lra de tal valor an-
pnnimalivantenle nu indicar ein Kium-o oona Knropa, lima caso eucar.-eg.ido de pagar ou de ervir de
.lia, os producios devendo ser pagos em 1-oris. os BetqiCzas ,le eombio sto ao corgo dos (..niinet-
Icnles.
Todas as i
n pAH|l(;"'on",">l"lilS',!v',,,, serfeilasarvsAHKsiKn A C.n. 37, ra Salle Crolxde la Bree

E
Cjiada.
l'reciso-se de urna criada para lodo o snico de
pollos alanlrn, e para cosa de pouua familia': na
ru. do i.lucimadp n.37, hija.
Escripiorio de advogacia.
Oabaixn assignado loado Pitado, definiivamenle
sita residencia neslo ciliado, lem escripiorio de ad-
vngacia na roa do Gollegio n. 17 pnmeiro andar,
nudo pode ser procurado das 9 horas da manhaa as
3 da tarde em Indos os das uteis.
Trabalba em cuiiiiuum com seu genro o baeharel
Joo Bautista do Ainaral e Hallo.
Habilitado para ocriaia, civel, onaUbs, e rom-
mercial, oirereccscit presumo a lod03 que dille se
qiiizerein ulisor.
Tando-s.....capado na Europa especialmenle dn
estii.lo do direilo commeraal, tem lodaa leaMaeag
dos pai/.cs esfrangeiros e os melhores expositores.
Advogam gratis em favor dos pobres.
(l escripiorio est organisad de modo que pode
o abaixo assignado lomar quaesquer causas para
os termos da l'.s.-ada, Serinliiiem, Rio Fnrmosn,
Itarreirose Agua Pela, e para a provincia da l'o-
rabiba lomando a spu cuidado a cobraura de qual-
3uer divido, qualquer que .,,-jo a importancia do
evedor.
Ion casos exiraordidarios ou urgentes, foro dos
horas do escripiorio, podem ambos os referidos
adrogados ser procurados na rasa da sua residen-
cia no ru do motriz da lina-Vista n. 3;.
Recite li demaiode Lsr.'J.
Dr Amonto !orne>da Fonteca.
Xa ru da Cadcia, detronle da relacao, labor-
a do I). S. Campos' na superiores bichas hotnbur-
gu./es pora vetider-se e olugar-se, em poreo ea
rclalbo, precocommodo.
Manoel Luis da ('.osla voi a Europa tratar de
sna saitde, c durante a sua curia ausencia deixa o
sen eslabeleciuienlo gyrondu da niesma forma que
al o prsenle, licandn encorrogodo de seus nego-
cios osen mesmo actual caixeiro Joaquim da Costa
Piulo, sob a adininislrarao do Sr. Amonio Pires de
Oliveira ; e como seus bstanlos procuradores aos
Srs. major Manoel Joaquim Gomes, Antonio Prieto
e Francisco Cavares da silva.
Atlenro.
Prcrisa-se de una ama paro o servir de casa e\
dos pessoas : a Indar na ru Helio ii.'m.
Saca-so para a Babia ; na ra da Crnz, anna-
zem n. 33.
Joan da Silva Boavilta e sua senhora n liram-se
para Europa alim de trataron] de suas sondes, li-
cando sua casa no mesmo gjro de negocio em qu_
estar, licandn por seus procuradores, em primeiro
lugar Joaquim Kranciscn de Aleni, em segando Jus-
tino da Silva Boavisla, e em lerceiro Jos Antonio
Fernandos e gerente da casa.
F. Edluiaiiu, cidadio sardo, rclira-se para a
Europa.
= Precisa-sede uma ama para cozinhar e en-
gommar : na ra Nova n. 58, luja.
y--, oiisullorio cculral iiomeopatiico>
x' no &j
DB. SABINO O. L. PIMO. :"
tFilluatde Santo Amaro (SUindo Novo) n. G.S?
fx^ Conlinuam as consultas e visitas do mes-
mo modo que d'antes. A conllanca que o
.. [ir. Sabino deposita na pessoa que fien
<" encarrcicada du seu consultorio nao ser
desmentida.
Os pobres serio sempro tratados gra-
tuitamente.
j As correspondencias serio inderecadas ??
S rom o subscripto ao Dr. Sabino com" au- [
M* sencia ao abaixo assiguado. ;
llaaoei de Mallos Teixeira Liwta.
2?t Profcssor em homeopalhia e secretario
"i do consultorio.
eado a discutir sobre a exi ellencia do melfeodo 9eul-
ly, em lugar de obedecer a seu preceitos, nia-
lariam koje mais adiaalados do que eslaram no
primeiro dia.
ii dele do repartirn de escolas cuidoa desdo
o principio em desvanecer os primeiros *ympiu
mas de-te inconveniente, e os baa mliaaea-
l.is de liomeus Iraquejados no ensino lizeiom o
resto.
Brevemenle abrir-se-ha em cada aula mu cur-
so de 10 alumno, para cnsiiinreni este metbodo, e
o Sr. Si-ully ..lierece-... para insperi ...no-Ios espe- campo
Venda.
os primeiros eusaios de
Vendc-sc a taberna do ra da Soledade junto o
nadara, brm sorlida, e ofraguezo.la paro a trra, e
faz bom negocio : a (rain- no I alterna grande do
Soled ade.
Vendem-se dous escravds moens. de mullo
bonitos lisui-as e proprios para ^odo o servteo, alem
do que, mu oleiro e o nulroilioui olli.iol de la-
loetro, e anillo- esl.ei aeoslinodos ao sateiro do
a iralar om Manoel Alies lertaraA ti-
nta,
rito do Mocda u. 3, segot.d.. andar.
cialinetile, alim de dirigir
seus discpulos.
Repartirn de cteolmi.
Buenos-Ayres, 30 do abril de 1858.
Ao8r. GuUberme Scullv, profcssor de calligra-
phia.O abaixo assignado, chele da repartirn das
escolas do estado de Buenos-Ayres, tem o Mazar
de dirigir-se a Vmc. para dar-lite um publico tos-
lemimbn de gralidao pelos serviros prestado* ao I Vende-se na ra do Oueimadi a. 19, hrilhanlina
Ki'liiiliiia pretil para ves-
tido.
OSr. caixa da companltia (commen-
dador Manoel Gonralves da Silva) esta'
autorisado a paRui- desde hoje o 22- di-
videndo a razao de 3.^100 rs. por ncdo.
F.scriptorio da adminisli:>cT\o da Oom-
)iiiiiliia do Bekcribc 2."> de maio de 18.">9.
O secretario, BarthoJomeu Francisco
de Sou/a
REMEDIO 1NC0MPARAVEL.
IMilUNTO llttl.l.OWAY.
Militares de individuos de Indas as nceles pdem
leslmunliar as virtudes d.sle remedio lucoinpara-
vel e prorar em coso iiec.issario, que, pelo uso que
delle lizeram lem seu rorpo e mera uros inWiramciile
Saos depois de hover empregadn inutilmenlo oulros
Irotomeiilns. Cada pesoa poder-se-ha convencer
dossas curas maravilhosas pela leilura dos peridi-
cos, que lh'as relalam lodos os dias ha niuilos ali-
os ; eaniaior parle ddlas sao to sorprendentes
|oe admiram os mdicos mata celebres. Qnantas
pessoas recoliiaroin com este soberaiin remedio o
uso deseos bracos e peritas, depois de ter perma-
necido longo lempo nos hnspilo.s, onde deviaui
sofriera amputarn Helias lio inuitosque havendn
deixado esses osylos d-paderiraeulns, para senao
siibiiieiierein essa operaron doloroso (.iran cura-
dos completamente, mediante o usodease precioso
remedio. Algumas dos loes pessoas na enfuso.de
seu reeoiihecimenln decloraran estes resultados be-
nefleos dionle dn lord enrregedor e outros magistra-
dos, alim de mais aittenteoarem sua HrmaUva.
Niugiiem desesperaria do eslsdo desande se li-
vesse bstanle conllanca para ensatar este remedio
cnslanlein- ule s.guiido alguin lempo o Iralonn u-
lo que iieressilasse a iialure/a do mal, rujo resulla-
do seria provar iiiConlestavelmenle : tlue ludo cura.
O ungento lie til, mus uarttaular-
mentr nos seguintes rasos.
iMpnrcas. Innamibariu da niastriz.
Lepra.
Males das pernas.
*i's
Botica cculral lionieopalliira
Caimbras.
Callos.
Canceres.
Hurtadoras.
llores de cabera.
das costas.
dos neinbros.
Eiifermidades da culis em
geral.
Hilas do antis.
Eraprafea e escorbuiicas.
PistlirkS no abdomen.
Erialdodenii (alladecalnr
as exlrentidades.
Prieiras.
Cengivas escaldadas.
Iuchacoes.
Inflamarao do figado.
da bexiga.
dos pe
de ollio
cites,
os.
Mordeduras de reptis.
Picadura de uiosquilos.
Pululos.
Otieimadelas.
Sarna.
Siipuracoes piilridas.
Titiha, eih qualquer parle
que seja.
Tremor de ervos,
ulceras na bocea.
do ligado,
das arliculaces.
Veas torcidas ou nodadas
nai pomas.
Vendase dale ungent no eslabeleciutenlo gera.
de Londres n.224, ilrand, e na luja de iodos os
boticarios droguistas e outras pessoas oncarregadas
de sua venda em luda a America dn Sul, llavana e
Ilespanha.
Vende-se a 800 rs. ruda borolinha. cnntm tima
inslriiccoo ent portugus para o modo de fazer uso
desle ungento.
O deposito geral he em casa do Sr. Soura, phar-
inaeoutico. na ra da Cr. u. i. em Pernambuco.
SEGURO CONTRA FOGO
HOKTIlEItlf ASSUKANCF. COMPANY
LONDON.
CAPITAL Si 1,500,000.
\gctc C. I. iVstlcy c C.
eoiidices iiniilo favoraveis c premios
fB. SABINO O. L. PIMO.
Cnntina a vender-se grande sortimenlo I
^ de medicamentos Itomeopalhicos tanto em
i<2? glbulos coinn em tinturas.
j^j Os precos das carleiras sio os que se i
;;1 arham estipulados no final do thesouro
NI liomeopalliiro.
* Cada mito avulso......1)5000
?*5 Cada vidro de tintura. SOO
.-'< Thesouro homeopailiico ou vade-
?j mecun do homeopalba, obra in-
bS dispensavel u lodo pai de familia-,
=: Precisa-se de unta ama de leite para acabar
de criar urna criane.a, pago-se bem ; quem se adiar
habilitada para essa lira, dirija-so a ra Imperial
n. 167, segundo andar.
$ DENTISTA FRANCEZ. g
.-.o. Paulo Caignoitx, dentista, ra das La- *<
->*> rangeiras l. Na mesma casa lem agua e "'>
^Z I"> detililico.
fe
1
-;:?
o
OTerece
iliine-.
EIfSI.\AA El HEZ LICES
Por um t.ic/ soinente em Pernmnliu-
*o. e revelser dM*iulos at o
iiiit IO do eorrente suez
Por Cuillierme Siullj, profcssor de calligraphia.
A iportageia c certeza que pode ter qualquer pes-
soa em adquirir aper.eirnamenlo na arle de calli-
graphia nao podem ser dentis publicadas nesles
dias de eminencia comiuercial. Depois de urna car-
rcira professioual de. cinc* anuos na America do
Sul, leudo leccionado pelo menos a li.OOO pessoas
de todas as idades, inclusive banqueiros e corredo-
res, negociantes drogados, professoras, professores
pblicos o empregadus pblicos de varias classese
numerosas senhoras, cuja habilidade para cscrever
lenhu conhecidn ser muio notovel quando seguem
um tnelbodo conreninenlc, lenho hojea honra esa-
lisaciio de annnnciar que das primeiras autoridades
recebi unaninies proras de reconher.imento de que
.. meu sysleina o mellinr e Je mais fcil acquisi-
cao, reunindo ao mesmo lempo elegancia e perfei-
ean. Tendo dedicado anuos a pralica e estudo des-
la arte, son zeloso pelo sua geral adopcon ; a ma-
ncira desnatural por que ella geralmente ensilla-
da, nao so arruina a constituirn como acauha o
corpo, nio se cuidando em procurar um systema
que com poucas lices os proprios pais podem com-
muuicar a seus lllhos, c, sendo perteilo, jamis
dello se podem esquecar. Ajuventude desle paiz
lem tlenlo natural para cscrever bem, e pelo meu
metbodo qualquer pessoa com a inaior facilidade po-
de vir a escrever como eu escrevo.
Tomo a liberdaJe de publicar Sigan das militas
pmvasa favor do meu mclbudo. Durante a tninha
oslada no au, f.tcilitarei ao publico a aequisicia do
ineii sysleina. a qualquer hora do dia, de sore que
aquellos que das niiuhas lices se queiram utilisar
nao se desviem de suas ocenpacdes ; alm disse,
com algumas breves InstnjreOea ininhas, cada um
em sua casa mesmo pode exercitor-se un meu aya-
lema, copiando .- meus ezamplarea. As pessoas
I que qui/.er.-ui fre.pieitlar a inhiba aula, ou prerisa-
1 rom de meus serviros, letiliaiu a buudade de diri-
ja-se ra dn Raugcl sobrado n. 17.
Huillirrme Siiilly.
0 Sr. Vi, Scully acaba de abrir nesla corle um
n-iuo publico, ulroduziudo as escolaso seu bel-
lissimo e efneaz systema calligraphicu pudendo
ae^uror-lbe, paro a sua solisloco, que desde o
prsenle os professores de escolas podem ler cer-
leza de Iransmillir aos seus alumnos tita lalho de
letlra inglesa correlo e seguro, de que qnasi lodos
careciain.
O abaixo assignado aproveila esta occasiao de of-
ferecer a Vmc. a seguranza de sua estima muitn
dislincta.O. F. Sarmiento
Mu.iicipalidade de Duenns-.ijres.
Biienns-Ayres, 10 de abril de 1858.
Ao Sr. profcssor de calligraiibia (".uillieiineScul-
'v,A enmmissio municipal de educaran lem vis-
to com satisfar., o progresso que no curso de cal-
ligraphia, de que a nionicipalidade o encarregou,
leemifcilo os professores e ajudanles dos escolas
municipaes : e norlanto, ei.....une da municipali-
doile da cidade de Buenos-Ayres, Ihe grato dar a
Vmc, este lesiemiinho de recniheciineiilo.
_ Heos guardo a Vmc. por mullos anuos.Gabriel
Fuente, presidente.Juan Antonio Martnez.
lector F. Varillaatonto Pillad, secretario.
Presidencia- da Baha.
Tendo os alumnos de um e Oulro sexo da escola
normal desta cidade litado grande proveito do me-
tbodo de escripia por Vmc. seguido no-curso que
por ordeni desta presidencia Ibes deu, e cujas pro-
vas licain archivadas na mesma escola, sendo pie
fin geralmoole reconhecida a superioridade desse
metbodo sobre qualquer oulro de caliigrapbia.o pre-
sidencia, comprozeudo-se cm dardisso um publicu
Icsleuiunlio, prevalece-se da occasiao pora mra-
lo pelo esmero e zelo com que desempenliou Vine,
aquella larefa, est'orcaudo-se pora que os alumnos
adquiressem lodo o grao possivel de instru-, an.
liaos guarde a VmcPalacio do governo'da Ba-
hio, 2 do novembro de lftift.-lodo Lias Futra
tansansaode Sinimbii. Sr. Cuillierme Scully.
zJirctori(t de imtruro publica.
itio de Janeiro 1 de marco do 159.
Eu abaixo assiguado, atleslo que o Sr. Gilhcrmc
Scully no mea de novembro de I88 e us de Ja-
neiro c fevereiro de 1S9 ensinou as professoras e
professores pblicos desta cidade o seu systema de
calligraphia com incansavel /elu de sna parle, e
grande aprnreitamento de seus discpulos : lodos
estes escrevem boje com excellcnle leltra, c podem
iransmillir o systema que Ibes fui ensinado ; o Sr.
tiiiillieruie Scully prcslou portanlo em meu jiiizo
muitu bous servicus provincia dn Itio de Janeiro.
Conselheiro, TAoiua: t>'oiit< dos Santos, direc-
tor de inslruccio provincial.
Agradecimento.
Os abaixo assignados, professores pblicos da
imperial cidade de Niclberohy, capital da provincia
do llio de Janeiro, tendo esttidado por sollicilude e
conla do governo da mesma provincia com o Sr
Cuilbcrme Scully o seu systema de calligraphia, e
conseguido em vinte lices comprehend-lo o a-
perfeicoar a mi leilra que antes tinham, fallariam
indiibilavelmenle a um dever, se espontanea e so-
lemnemente nao tcstemunhassem an seu disliuclo
meslre os sentimentos de considrrocoo e estima de
que se acham possuidos pela ninahildade com que
sempre os Iratou ; e por isso os abaixo assignados
subscrevem oslas poucas linbas e as olfercrem au
mesmo Sr. Scully, nao s como mais um iriumphu
conseguido por seu admiravel svslema, como loni-
Itein para dar lestemmihu de "seu cavalleinsmo e
rara habilidade.
fSegoem-aa as sssignaturas dos professores.)
Imperial cidade de Nicilterohv, aos 23 dedezem-
bro de 1858.
= Acha-se fgido o escravo Marcelino, crioulo,
baixu, eorpo regular, cara larga, ps apalhcladus,
lem una eyeatriz cm urna dos far.s fugiu nul.0
do abril do rorronto anuo; o abaixo asstgoad, sen
ligilinio senhor, roga ns autoridades qne o beam
appruhender, e os capities de campo que o captu-
raren! Icrcm-no ao engeiilto Cumbo da frequezia
da \arzea, que ser recompensado.
Joan Filiiieira deMenezes.
Precisa-se de 3:0009 subre liypolheca em bens
de raiz : a pessoa que qui/.er dar anuiiiicic sua mo-
rada^ou dirija-se ;'i travessa do Carmo u. 10.
Tem de sahir luz um volumo intitulado
Inspirecoes de amorSolucos poticos, por Ma-
noel Braz Odorico Peslaua.'as assigaluras a 2 :
acha-se cm casa do Sr, Nogueira. ra do Crespo e
no Recife ra da Cadea linaria do Sr. Carduzo.
Um moco pnrluguez com as habilitadles nc-
essarias para lomar cotila de loda c qualquer es-
criplurarao mercantil, cujo se aeha empreado ora
unta casa comrncrci.il, deseja sabir da tucsiiia para
se arrumar em nm.i nutra: qualquar negociante
que se queira Utilisar do seus serviros, queira dci-
xar carta fechada neslalypographia'com as iniciaos
A. lt.
Precisa-se alugar um molcqiic ou mulatfnho
para unta casa de puuca familia, oque eslu seja es-
perto : a fallar na ra da Lingoela n. 2.
Hoga-se ao Sr. fiscal da beguezia da Boa-Vis-
ta, que laj|a por amor dos moradores da ra do Jas-
mira do mandar abrir unta valla, que de csgolu as
aguas que se achara na mesma ra iutpataudo o
transito publico e damnificando a saudc.^Tm itto-
rador.
Arremata^ao.
Terra-fcira, 7 do crrente, pelo juizo de or-
phaos desta cidade, cscrivio Cuimaries, vai pra-
ca para ser arrematado por venda, o cscraru A-
mancio, parao, com 15 anuos de idade, seni acha-
ques ; cuja arremalacao se procede a requefimeolo
de herdeiros dos liuados Francisco Autonio Freir
e sua mulher, sendo tambem interessado o orpliao
Abilio, lilho dos mesmos nnados.
= Fugio nu dia 2 do correte unta preta da Cos-
ta de nome Julia, com os scguitttes signaes : alia,
chela do corpo, sem lalho algum m cara, pomas
filias e falla tnuito alrapalhada ; foi vestida de ca-
misa e saia de lia de quodros : quem a pegar le-
ve-a i ra da Cruz do Recife n. 53.
A pessoa que auDuncinu no Diario de hontem
it. 120, querer fallar com Jos Chrlsptaoo da Silva
pode dirigir-se a ra ireita n. 133, loja de cera.
Guarda-Iivrrus.
Pessoa chegada do nio do Janeiro, habilitada a
lomar a seu cargo qualquer escripluracio, otlerecn
seus serviros nesla cidade : quem precisar, dirija
caria fechada casa do Sr. Jordn Jos de Oliveira,
em fenle a ra do Vigariu, cutu as iniciaos A. A. s!
Lices de piano*
O profcssor de piano a malhematira linnrique
Morena, no aterra da Boa-Vista n. Ifi, di tiros
em piano a canlo : quem precisar de seu presumo
pode pror.ur.-i-lo todos os das, das S da uniiihao ba
9, e de larde das 4 s it horas.
preta ruta pintas bramas imito larga a 320 o inva-
do, dilo encarnada fr.Snraza ntuilo finia GO u co-
rado, 1. tiros de coiiibraia para atgibeir a 2$000 a
du/ia. ,.
Vcitde-oe urna lina propried.tde de casa de um
andar e sotan ha ponen recilidada, com groado
silio murado, no principio do ladeira do S em
Olinda ; assim como um silio pol- detraz do semi-
nario : quem qui/.er eutenda-se nkni o sen praprie-
lario Jos da Silva Mendouca Viaima.
Clieguein fregueae!* loja da
Boa Fama da rua|l)reta
n. 64. I
Faros e garfus cora cabo do marflm milito finas a
lU-viO o duzla, ditas de cabo prcli^ a c.slOO, dilas
a 6S, dilas de cabo de osso finas a UgSOO, dilas a
JilK), dilas rraradas linas a -WSOll, ditas de cabo
prclo e bramo a iljiOO, dilas a2H800, dilas a iaUO,
ditas para sobre-mesa linas a 4$5Q0, M, e 58500.
psde ierro a ill. 800, 900, \, 1W0. I98OU e
IsSlHl, rama de vento muito larga a .8$, ditas a7
09. rame de latan de todas os grussiiraa 800 rs. a
libra, barbante de Indas as qualidades por tutralis-
simo preco, fogareiros de ferro a 1S200, 1S400.
I-56O0. Is800.2. 23W0 e 2^600, tetros de am da
melhor qualidade a 720, casticaes del lalao a 1j600,
ljiisOO e o par, couro de lustre muito grande a
4*000 a pelle, marruquira a IjJWH) a pello, pannos
de tele para mesa a 3$200, allinete de ferro para
armador a 2(00 o maro, fultaduras de broca pant
porta o OiO. "20, 880 e' lg. dilas para armaaem a
JJ500, escrivaiiinhas de lalao a 3a5lil). 45 u 4$800.
bandejas grandes e pequeas, bicos braceos e pro-
tn por baratisslmo proco, linos e ordinarios, ferra-
gens e miiidezas de todas as qualidades, mais ba-
rato do que em oulra qualquer parte): na ra Di-
reita n. 61.
Na ra das Cruzes n. 28, segundo andar, tem
para vender urna mulatinha recolhi a com 1C au-
nas, sem achoques neni vicios, engorama e cozi-
nha, e s se entrega a familia capaz.
Rita da (.adela de Santo Antonio, defronte do
S Francisco, tvpographia de F. C. deiLdmks c Sil-
va, para acabar com os restantes
'Btf.HETES DE CHARlTdS
a 59000 o milheiru c a 610 o cenlo : papel almacn
n. 2. greve, do impresso duplo, o quadruplo ai-
maco, de peso, almacn paulado, de Itrlio, paulado
corre, resina e jesti, de hollando grande, mciio,
e ineiof hollanda, etc., etc.
A Margarida Sa-
chero.
Os mais ricos manteletes prclos'qu lelo vipdo a
este mercado, viudo cada um em m A iatio
ornado como retrato da insigne cantora Manan,la
Sachero, os quaes so vendem nnicaineiite ira loi
ilo Leite & Irmao, na rita di Cadcia do Recite u 18.
Grande pechiacha.
Grande sortimcnln de espingardas do 2 calinos,
tronchadas, a 25$. pistolas para algibeira, o jugo a
20|, pannos para meso de muito bom goslo a 5$ :
na ra Nova n. 20, loja do Vianna.
Vende-so o melado de unta casa lema, na
fregue/.ia de S. Jos ; a iralar na rita da Cadcia de
Santo Antonio n. 11 A, ou na ri|a imperial n. 151.
nmo mnbilta de amarcllo. completa, com mullo
pouco uso, e por preco oiumodo : a tratar na 1ra-
vessa do Carmo u. 3.
-.
ii. casa:*,.
escravos.
Ma ra larga do Rosario n. 22,
segundo andar.
Nesla casa recebent-se escravos para seren ven-
didos potcommissin por conla di' seus snhores,
nao se poupandn esbirros para que os meamos se-
jam vendidos com prumptidao, alim de que seus
snhores no soffram empate cun a venda dalles :
alanca-se o bom tratatneulo assim como a segu-
ranza para es mesmos. Nesla caso ha
ra vender esrravus de ambos os sesos
O li.a-liaiet Antonio Atines
Jacome Pires continua a ad-
vocar : ra do .ltaugul n. 0,
piTmeiro- andar.
sempre pa-
fclabeleciia em Londres
CAPITAL
Cine n\Ul\6es de libras
esterlinas.
Sanmiers Brothers C." tem a honra de lnrormar
aes.Srs. negnelanles, proprietarios de casas, ea
quem mais ninvler, que eslo plenamenlc autorisa-
drts pMa dita rnmpauhia para effecluar seguros so-
bre edificios de'tjoln e podra, robertos de lelha e
igualmente sobre os objectosquecoitlirerem os mes-
mos edificios, quer ron.-isla em raobilia uu inifazen-
das de qualqtterqualidade.
Kerjcin Iba fbftr*i-tnta aiiieri.i.nos
Grouver i Baker.
Morliiii is de coser : em rasa de Samuel V. Jo-
hiislon (i C, isa da Srnzala Nova n. 53.
S *.v, \.J <, iTnTt* i i i .. -
f pilas de llainlnirgo a :120 cida tima de ->
J aliiKuel, deroiileda matriz da ltna-Viala >*
* n 86. ^
*$trtt i sttrmrfm' i t H Hf
= 100$000 a quem apprehetider o escravo Salva-
dor, fgido de burdo da barca Santa Mara Boa
Sorlcf, em lius de uovi-nibru nu principio de de-
zembro, inarinbeirii, alto, bem prelo, e lem unta
orclha de menos : deve ser entregue a Manuel Cun-
colves da Silva, na roa do Cadeia do Mrito.
r Praca-se alugar urna ama que faca lodo o
servicp de portas a dentro : quem pretender diri-
ja-se a praca da Independencia ns. 36 e 38.
Precisa-se de urna mulher capaz para fazer
compauhia a urna senhora, e mais algumas direc-
coes : quem quizer, dirtja-se a ra da Santa Cruz
n. 21.
Ltn moco habilitado propc-se a ser adjunto
em algum cullegio, c ensatar em casas particula-
res, lingua nacional, francs, laura : na ra larga
do Rosario n. 17.
Precisa-se de urna mulher livre ou es.rova,
de meia idade, que lenha boa conduca. u saiba
eugorainar e cozinhar, para rasa de familia, e pa-
ga-se bem : no ra du Queiiuado, sobrado-n. 41,
primeiro andar.
Precisa-se alugar tima mulher que engomme
com pereii-ao o ligeireza, paga-se bem. a tratar
na ra da Cruz do Recife n 53.
ECoIlegiodoBomCon-
selho, ra do Hospi-j
ci n. 11). .
itlbrece-se JOS mensaes a um criado
de serrico boiso, prefere-se captivo.
Precisa-se para urna padaria distante da cida-
de seis leguas, de um bom masseiro e forneiro
tratar na rita da Cruz n. 18, segundo andar.
= Precisa-sede unta ama de leilc sem lilho :
rita de Hurlas u. Hi.
l:
Coiisulloi'io liomoo|inlliiro
VA,
Ra das Cru/es n. 28.
O Dr. Casonova pode ser procurado a
qualquer boro poro isilai doentes u pia-
dor operarnos (nicamente de parios por
falla de lempo.)
Nesle consultorio endem-se medica-
uieulos tioms e us mais bem preparados,
cm carleiras, tubos avulsos o tinturas e us
S complanles litros.
N. H. Os luedicanicntos deste consnllo-
rio sin. superiores aos que se lem vendido
ale boje cin lodo 0 imperin e os que du-
vidarem podem espirinieiila-los para se
convencer, porni sao mais caros do que
t'til pUlM qualquer parle.
ffrjA kU
DE
H&LABAB.
Vende-se esta a;ua a melhor que lem apparecl-
dn para Ungir o cabello e sitissas de-preto: na li-
viana universal na dn Collefrio n. 20, da-se junio
"jo jtnpri'sso grqlis. ensillando a formado applicar.
de francez e
piano.
Prcrisa-sc de una ama de leite para
criar unta enanca rcremiiascida : na
rita da Palma na segunda rasa das
duns que ficam i-oladas em tnnle da
campia que vai para a rosa de delen-
ciio a qual aiuda au tem numero.
Precisa-e milito fallar com o Sr. tan/-S..a-
res de l^ui&aroiioibim a negocio de internase .1"
mesmo senhur, sobro urnas Ierras que tem na ilha
do S. Miguel, na travessa da Madre de lieos a. 9,
ou oiiminciar sito morada por este mesmo jornal
para ser ptucurado.
ATTENQO.
Precisa-te alugar um primeiro andar
que tnha salas espacosat e que s pos-
sam demolir os rernirtimentos para at
I fazer do tamanho que ftjr preciso, para
' = Precsa-se' aetiraifaiuaparaiiservi'co'de'csa|normacoei em casa de J. Falque, ra
poma familia : no praca do Corpo Santo n. 17. do Crespo n. 4.
Madcmoisrlln Clemencc d'IIannctot
de Manneville miidou a sua residencia
para a roa da Cruz n. 0, segundo andar.
novo curso de cailMrapbia. Quem quizer arrendar o ongenho Cinipapciro
NoAflcioiin de lliienus-Ayres, ns. 17 e ildefe- disiantu 3 leguas 1/2 do Hecifc, ira au engenhn
Paulisla, que achar com quem tratar.
encontramos o segiiint
o inelliodo Scully (6'or-
. ei en o ,|o corrento anuo,
a resp#ilit da evcelleneia d
nio Mercantil l'l de maio]
" Ja s.\o visiveisus feli/cs resultados do curso de
calligraphia quo a muuicipalidade fez seguir aus
professores s ajudantea das escolas publicas, que
todos, em numero de vinte, vio adquirindo. tiaoa-
uma letra maleza bellissima a desembaracada. inas
lombem o anee mais, o conuecimnto da arle do
Iraiistuitlir a outros esta prenda com igual per-
feicao.
< Ha professores de C0 a 70 omos que se leem
sujeitado o esta apreiidisaguin e cujos ensaiqs em
nada se (lilfercucam : oulros levara vaiilanem sobre
os joven-, o que uioslra a possibilidade de adqui-
rir-se esta arte em qualquer circuiiislancia da vida.
Kste facto, ja fra deducida, faz-nos recordar
que ha cm Jjtuenos-Ayres centenares de pessoas, so-
bretodo entre os Europeos, e particularmente os
Vascos, que leem adquirido fortunas considerareis
e nao sabem escrever. e que iinse resolvem a ad-
quirir esta arle por julga-la de penosa acquisici ou
polo amor proprioque os faz olliar como liumilhati-
te o remediar aquella falta de sua educaran ele-
mentar.
< Seus amigos prestar-lhes-hiam um servi.o fa-
/piido-lbes cotihecer o syslotna do Sr. Scully a fa-
cilidade de adquirir lio'iudispcnsavcl coitheciraeu-
lo em mui pouco tempo.
A ia de fevereiro dizia a mesma folln :
^ A commissao de edueacio da mtinicipalidade as-
sistio hnnlem na Escuela' Modelo ao eiicerrauciilo
do curso ralligrapbico que froqneotaram os pro-
fessores c ajudanles das escolas municipaes, fican-
du inulto saii.-feia rom o bom culo que eoroou
s.ii eiupenho era dar aus professores lauo perteilo
de leltra ingleza e um mclbudo claro ellira/. para
o sen ensino.
D'oraavante todas asestlas municipaes offe-
recerio sos pois do familia a garanti deque seus
filhos adquirirn um exc. lenle talhu de letlra. (Is
mesmos professores lerSo desde hnje a ailtorldadc
de otcinlo, que a que menos resistencia encon-
Ira, e o direilo de exigir dos alumnos loda a quali-
dade de esforros desde que elles mesmos liioram
eSsrts esforens Tu 10 dias, e que, apezar das dos-
vautagens da idade e de hbitos inveterados, con-
seguirn o que desejavam.
Sabemos que o Sr. Scully se musir iatuMeito
coma boa roolade cun que ns professoresouviram
sousconselhos c com a irrepreliensivel conducto
com que se purtaram.
Mies melbndus de pnsinar urna arle eni titui-
lissimo pouco lempo leem por principal auxi-
lio urna especie de f.inalismo do alumno, que, con-
lian.io no profussor e applleando seus nnrn senti-
das o cada leltra quo tem de formar, oteruln no
rentada em 20 dias u que devena fazer em um
anuo.
O espirito de dmaUMlu e critica o nnrle de
Vestidos prelos com habads bardados a
velludu e seda..........................
Hitos de csr?s e broncos coro babados....
Hilos de gazc com baados de Terrado....
Hilos de dilos rom dilos de froeo..........
Ditos de ditos o Stephanie e Victoria......
Micas sedas brancas tarradas o cavado
lgOOe........... .............,........
Crosileiiapb-iiso de todas as cores a......
Sedas de quadros largos a................
recisa-se de ulliclaes de alfaialo ; na ra do ICrosdennple preto encorpado a lMOOe
adou. 2, scgitndii andar. Hilo du.. mui lo largo a 1>W0 e..........
lNa loja da ra do Quei-I
raado n. 10, vende-se
Ricas chapelinaa com veos de todas as %
cores.
Bonitas barejes de l e seda a 610 rs. o
corado.
Momios vestidos de phantasia a 20$.
Superiores chapos de sol de srdajiiglezes.
Cambraias du organdy superiores a 000
rs. a vara.
Vestidos brancos bordados para baplisado.
Lencas do c.irahraia de lialto Bialtasupe-
riores a o a dutio.
Musselinas pretas proprias para luto.
Superiores chales de touquim cofll duas
palmas.
Guarniro.es de fil prelas com golla e man-
guitos.
Bonitos fusles de cores proprios para rou-
po de senhora.
Superiores peilo? de liulto para camisa.
=: \ endo-se na ma de Uemtgos Pires, na rasa
de Krederioo Fcrreira, um carro noto de 4 rodas,
proprio para engonho, sendo do don bois t tam-
bera de um, e serve para a-enlacio do vapor.
BENRIQlftSAffros
Rerebidas em direura de
Paris.
= Precisa-se de urna ama de meia idade paral
lodo o semen de casa de hoinem soltciro : na ra
das Cruzas u. 20.
= Precisa-se de
Queira
Ninguent faca negociu cura u escravo Jos,
crioulo, que ba poneos dias veip da villa de Porto
de Pedras, provincia das Alagoas, por este escravo
perlenrer boje ao Sr. Manoel Antonio Lopes Mnri-
liba, em llacei ; e para que nio se chame a igno-
rancia faz esle aviso por este jornal.
CASA
Na ra Dimita n. lfj, loja; se dir quem aluga
una casa terrea.
Compras.
Cnmpra-sc um carro americano com cnboila
lixa, que sirva para qualro pessoas, e que seja lev,.,
oslando em bom estado : na ma da Cruz do Herie
tt. 13, primeiru andar.
- Compram-se moedas de 20: na ra Nova n.
i. loja.
Vendas.
ilo
Na loja do A portas, na na
Queimado n. :J7,
deseja-sc liquidar assegnlnles fazendas, romo seja,
grosdenaple de cor a 1S200 o corado, orgarflys es-
culos de muito lindos padroes a 500 rs. o cucado,
-edinhas de quadrinhns muito finas a lg, idera
muito superior a lj)ifNi o novado, vestidos de seda
de Iros babados por precos baratos, casavoques de
fusiao muilo bem citteilados, capolinhos prelos de
grosdeDaele, saina rauin tafeitalas, chapellipnos
de seda para senhora a 10$ cada um. mn sortimen-
lo de paletols de casemira de cor e prelos e de al-
paca c brins, que tudo islo se deseja acabar, e eo-
lio se vende a dmheiro muito barato.
Peehincha magnifica.
(ItlMIElRO DE CONTADO)
5'--Rua Direita-43
iSem Acf cito pava \\omcu\.
Borwrruint piemonteze* 35 a 42 .$000
Sapatoes com elstico 000
laessy.-teiuas ; e se us professores livesseiu come- Borzeguiii para menino sol-i c vira i.sOOO
i

2*806
1M0O
19600
Hilodc cures dequadrinhos a............
Sarja prcla hespanhnla a..................
Hila preta e dn cores com 4 palmos de
largnra a................................
Belleza da China toda de seda a..........
Chai* de flores matisadas a..............
Follar de Pars e mais moderno a........
Cazo do seda de flores a..................
Selim de escocia e diana de seda a........
Seda de quadros e listras com toque de
mofo a..................................
Duquesa de seda de ramagem a..........
Barcge de seda de varias qualidadei a 30(1
res e....................................
Meio relludode cores a................'.
Velbulina de cores........................
Hrilhanlina branca muito tina a.........
Chitas francuzas claras e escuras a 1H0 e
Panno preto e decnr lino prora de limao
a .SfDOO e.............................;
Casemira prela lina a IJOOO e............
Cassas urlatidys de novns desanos a vara
Ditas francuzas muilo linas a..............
Mantas prelas de linho ricas..............
Ditas de blntid brancas e prelas..........
Taimas bordadas muito ricas.............-.
Iteat chales delouqcini bordados........
Hilos de seda de core* prelos e escaros..
Ditos du merino bordados a velludo......
Dilos ditos a sed a JSOO.e..............
Ditos ditos Usos franja de seda............
Dilos dilos franja de I*....................
Ditos dilos estampado* de 4J800 a........
Lencos de liiihufino bordados............
Hilos dealgndo labvrilillio de 900 rs. a
Manguilose tires c entremeins bordados
de cambraia............................
Ooliuhas de cambraia bordada a 640 e..
Hilas dilos muito linas de pona.....:....
Knfeitet defroroe flores modernas......
Paitos para camisa dr algodao o linho___
Seronlas de brim de algodio e de linho.,
Camisas francesas de ror e brancas a
lUdll e................................
Dilas de ditos de csguiio tinas.......-..'.
Casacas e sobrecasaeos de panno preto fi-
no a 92 e..............................
Paletea de casemira claros e esruros"'..
Ditos do merino selim prelo e de cor....
Dilos de alpaca prtros e de cor com golla
de velludo............................
Hilos de brim bronco e de cores Anos___
Hilos de alpara preto c de cor............
Calcas de casemira preta e de cor........
Colletes de velludo, casemira egorgurao..
1|300
T200
15(500
lfOOO
900
1500(1
1*100
18000
80O
900
500
"
'340
75500


MUTILADO
II sTOIV/CTI


=-- V
Diario de Pernambuco Sabbado i de Junho de 1859.
B. NACIONAL
DA RA DA
FLORENTINA
Grande sortimento de IjMim.MT K.""^ de lodas as qualidades,
Tinturara, MACHINAS DE COSER, garantidas.
14.
Na loja da estrella.
Ra do Queimado n. 7.
160
240
Este ostabelecimento tontina a tero mais com-
pleto sortimento de fazendas de todas as qualidades,
o se vendera por menos do queem outra qualquer
parle, assim como :
Chita*francezas, o covac o
Corle u caseniira ingle a
Ditos de dita uiuito si perior, franceza,
oorte
Chapeos francezes para i :ibera, finos
Corles de calca de brim
Casemira de duas larg iras muito Tina,
o corado
Taimas bordadas muito -icas.
Chapeos para meninas e senhoras.
Camisas para senhora. I rdadas.
Cortes de collete di' fusl o, bouilos padroes
Camisas de todas as qual dades para hoiuenj.
Carteiras de perfumarias inglezas aftOOO
Cazavequs de fuslo, fa onda muito superior,
Colleles de velludo preu e de cores.
1'aU'tnisde panno prelo
Ditoa di- dito superior a! 8J e
Galeas Fazendas por procos oommodes.
NA
Loja do serlauejo
PAI.ETOTS.
Vcndem-se palelolsde brim de puiolinho, urli-
cos e pardos a 59 : na ra do Uueimado u. 22. loia
da Boa Fe.
;j.t;.i:3a;. --
I;
iiu
Ispailildns para senhori
Paletols ile ganga muito
Ditos ili biim bronco
Hii-os vislidos de fil de
baile e casamento.
Ditos de seila de todas a(. cores.
Ditosde cambraia com b ibadus
Lencos-Je seda a 500, 1J 80 e
Luvas de seda para lioni im u senlmra
iupenor
i eda proprios para
Ra do Quemada) n. 43 A.
Cazaveqlies de fustn lirancn ricamenle cnfca-
dosa 1:1.1 le 168000, dilos de inusselina a 11, 12 e
13, meias de seda brancase decores e arelas, en- S
(cites para cabera de senhora, de froco, a 4, 5, 6,1 f
f.$!j00,7, 9 elOS, dilos rom vidrilho. bengalas de todas i
08800 as qualidades, .....grande sortimento de chapeos M
1j}2s0 i ricamente enfeilados para meninos e meninas para i i
baplisado e passeio, por menos preco do que ein S
:i$r,lHI unir qualquer parle; contina a ter nm grande H
sortimento de grosdonaules prelos de lodos os pu-
cos, que quer acabar, a 1S50O, lSfifX). 1700, 18600,
29, 29400, 3g e 3*500, challv muito lino e bolillos i
padroes 60 e 900 rs o corado, laa/inhas muito f.
iniidiiihas e mais gradas a 400 rs. o corado, bare- V
ge de seln muito bonitos padroes a 500 rs. o eo-
vado, sedinhas de quadros muilo finas a 1 $300 o
corado, palelols de panno, saceos e snbre-casaca-
dos a 20 e 1S. lodos forrados de Seda a 25$, e ludo
o mais aqu se encontrara' do bom e por menos do
que em nutra qualquer parte.
Na ra do Collogiu, loja n. 9, lia para vender i t
camisolas de laa viudas do Porto, proprias para IB
cscravns a 1j!G00 rada una : a ellas, que o lempo : H
' proprio, calcas c camisas a 1$ cada una peca* i
ft
PARA ACABAR.
Crosdenaplesde cores de quadrinhos miudiuhos,
padrees muito bonitos a 18280 o corado, chally de
soda com llores matizadas a 19 o corado, filo de
linho liso muito lino a 00 rs. a vara, dito bordado
:';j a 1$280, cambraia de linho muito lina a 600 rs. a
para os insectos.
E\posi<;ao Universal de 1S50.
Esta romposicao devida s mais per.servantes in-
vesligaees e aos Ilustrados consehosde um dou-
Cheguem loja nova do serta-
nejo, ra do Oiit-imailo
n. fci A.
Ni'sle BOVO rslal.el*!citrii'nln rpio s rnnlcni fa-
Zt'hdas novas il* toui guslo, os ireguctlM dn Imn
i
500
108000
30$IHMI
SfSOO
51500
48MX)
58500
28000
igooo
Vcndem-se 13 esc aros de 7 a 40 annos, en-
tre ellos ha pardos e o >lns, de preco de 700$ a
1:800$, assim como 8 -aeraras de 14 a 24 annos,
enlre estas pardas e pre as, com habilidades e sein
ellas de 1:4003 a 18800 : na ra Direila n. 60.
Aleguen.
ao barato.
SORTIMENTO
M
Roiijms fritase lazendas
NO
Armazemc loja
DE
fiesl Bastos
vara, superiores paules de l.-irlaruga para prender
cabellos, multo fornidos, pelo diminuto prero de
4$. dilos virados a imperatriz a l-;. sapalinbos de
merino para criancas, bordados ricamente e rom
tacos de froeoa 2$ o par, bonetsde palha para me-
nino a 295110, loques multe tinos a 4$5O0, chales
de merino liso rom franjas de laa a 5$, dilos milito
linos voto franjas do seda a 0$, dilos bordados rom
- franja de lia a 79, cortes de colletes de velludo
muito superiores a 7, 10 e 12$, panno fino preto,
. prora de liman a 2, 4 e 5$ o corado, casemira pre-
la lina a 2. 3 e 4$ o corado, luras de seda fiara
'' meninas, bordadas e rrauriite enfeitadas a 29-500 o
par, gorgurao de linho c seda muito superior e pro-
prio para colleles a 19 o corado, alpacas de cores,
entestadas, para paletols, pelo baratissimo prero de
1640o corado, e aleni disto um completa sortimen-
te defazendas finas e grossas, que se renden mili-
to em coala : na ra do (Mimado n. 22. loja da
Boa Fe.
U>r meii amigo, eonheeido pelas suas viagens pela | ,. barato encontraran o ni coptelo sorliinenlo de
fazendas, o que se menciona apenas o seguate.
America, Hespanha, e pelos estados do norli
destinado segundo pens a fa/er mu grande ser- i
rico ao publico.
Destruir sen a menor difiiruldade e sobre tildo
sem que o meio eiiipregadn possa prejudirar de'
maueii-a algunia a saude, lodos os inseclos que nos
persegtiem e nos affligem, lees cono penovejos,
piolh'is, pulgas, furraigas etc., tal o problema que
se acha resollido pelo progresso intitulado mora
para os insectos.
Para conseguir este um, grandes esteros se tem ditos a 9o, ricos pannos para mesa a 7
folio ale boje ; mas todos se nao tem sido inteira- \ com froeo muito bonitos a 16 '
por ser eabdonho annamciar lodaa as fa/eudas : ri-
cos cortea de rostidos de seda de cores o molino-
que se pude enroulrar nesle genero, sendo 3 folhos,
2 saias e .-iquilla, grosdeoaples de rores e miiilo
boa qualidade a 1J9U0 e 2$. luvas de pellira de
Jouvifl para senhora e para liomem de lodas as co-
res a 2$tki o par. rices mangantes bordados a 3$,
dilos rom gila s 3*500, ditos a i9500, ditos lodos
abertes a 5*500 e 69500, dites rom laazinhi a 79,
8$. chatos
15$, dilos uiai> pe-
na a. a no o.. imado n. o. He cousa muito boa.
Ricas sonroeasdeas de panno fino prelo c .Jl Vendc-se a verdadeira pomada .para lingir ca-
nn l\c\\ ue orescom golU de velludo e forradas de -5! bellos, pelo barato preen-de 19 a caixinha, com es-
I airalTl^rtl l -"ay^ll 1*C -: -"eda, feila com lodo goslo e aceio a 22, 25$. eovinha propria ; laiiibem se vende massa para
1 JlJImif^Ua U ' y' quadrinhos a 10, ditos de casemira escaros,
y-: padroes muito modernos, a 189, dilos a 149, RU
mul infriiclirnsos ao menos eslao longo de cor-lquenosa 13. sabidas de- baile muito ricas, as n'ie-
r.sponder ao que promelliaiii 03 pomposos au- Inores que p.'.dc liaver nesle genero, c por proco
nuncios. j eommoilo ; assim romo lainbem tem um grande
Nao succederi tsto com a morte para os inserios sortimento de obras feilas. assim como seiam : cal-
e espero sem medo de ser desmentido, que neiihuin ras de casemira a 8, 9 e 10, ditas pretas a 7, 9 o
inser,, poder resistir a sua ac.o. |2, palelols de alpaca pelos a I e 3J800, e muito
Mas espenmenle, julgue quem quizer por i | linos a 9, dilos de alpaca de flor a 3*500, de todas I
e urna simples prora re (inhe- M qualidades, colleles de velludo pretes e de cores. I um lindo cabriotet aaericano de
As vietorias.
Acham-re venda os mais lindos padroes de Tic-
loria de laa, matizados e lisos, pelo baixo prero de
100 rs. o corado na na do Queimadn, loja do mi-
lirado amarello n. 29 ; esta fazonda iuteiramtnile
nova, por isso d.io-se as amostras.
(i/ooo rs.
Vende-so brollo de Lisboa minio superior, em
sacros grandes, pelo prero de 6$ o sarro : no caes
de Apolle, un arma/eui da casa onde so da os
bailes de mascara.
:= Vcnde-se una porrao grande de travs de boa
qualidade, de 40 e 45 palmos de ronipridn e 111
pollegadas de largura, ludo quina viva ; tamben)
nina porro de louro do mesmo cninprmeiito e
lar-iira. e porcan grande de lahoado. de leafn e
amarello, alguus distados de nilieica, uiuitn lea)
para fundo de barrara, islo ludo de muito supe-
rior qualidade : quem quizer, n-ude-se por ataca-
do e a relalho, nimio em cunta em Pura de Por-
tas, armazem de Juhu Doonullv.
Vende-se
o par.
De diversos tamanhos, para acabar : na loja de
niiodezasdo aturro da loa-Yfsla n. 82, quasi con-
fronte a matriz.
a par
aliar navlhas a 320 : na ra doOueimado, na ber
conhocida loja de uiiudezas da Roa Fama n. 33.
SISTEMA MEDICO DE II0LL0WAY.
PILLEAS IIOLLWOYA.
F.sle ineslimavel especifico, coniposlo inleiramen-
le de berras medicinaos, nao roiiiin iiN'i-rurio, nem
j alguina outra siibslanria delecteria. Ileiielino i mais
O Ij-ilei Irmao continuaiii a torrar merino prelo lenra infancia, e a compleirao mais delirada be
e d tote mu duas lirguras a I96OO o corado,!
corles ile caira de mfia casemira a 2$200, lindos
rrles de rllele de caCfiimira a 1, corles de cassa
^ ditos de alpaca prela e de cota 4$, dilos -
m esguio e linho pardo muito lino a 5$, dilos
i de fuslao de muilo goslo a 5$, ditos d ganga fr-
ite cor a 59, dilos de bramante de linho bran- .
eo a 58500, calcas de casemira prela e de cor S,
a Og, /$, 8. 95 e 10$, colleles de fostao mili- S'
3 lo bom fcilos a 2500 e 3$. dilos de gorgurao
~ de seda a 59 dilos A* ih..1!..-.t ,,.,li.i ,.1.. r.o K
Na loja das seis portas
EM
chas
seda a 5g, ditosde melhnr qualidade a 6$ ET _
7,dilos deselim macao a $, ricas col- 9n,.u
js de fustn de dirersas roios e muito gf! f
Frente do Livraincnto.
Cassas franrezas, fazenda ora, a 160 rs. o cova-
1 a pera a 5 rom 33 corados, corles de raOl-
eo ui salpico a 3g, ditos pintadas a 2$, lencos
Ricas
de luidos deseubos. a] 2$, grnsdenaple pretn de
16tHba j$ 0 corado, jicos manteletes de grosde-
napleiprnte, Nicas de seda dedilferenles qualidades
pare senhora e monin. mussolina loda encarnada
a 220 n i-orado, chita- ajice/. de lindos deseuhns
a 240 e 300 rs. o cora o, verles de calca de brim
de linho a 1)800, lind s cortes de riscad franr.ez a
28800, pecas de camhr ia lisa 1:011110 jardas a 294 o,
35*10.'-18500, 5 e 5S6I 0. toalhas de linho para 1110-
-a 3f50O, chales de m ri lisos a 4000, dilos ma-
U-odns de lindns dse ihos a 7$. dilos de tooquim
proteo lencos de casa minio finse de lindas cer-
caduras, a 3$ a do/i.- chapeos de sol de seda a
69800, palelols de alpaca mullo lina a 68, chita de
lindos de-enhos e coi "S lilas a 200 rs. o corado,
casemira prela de 2 a 5 o corado, toalha de algo-
dao para mesa a 4$, anno lino de dilferentes qua-
lidades, bramante M a lenroes a 2$3O0 a vara, la-
peles par entrada de sala a 3$, meias muilo finas
para senhora a 38801 a duzia, ditas para menina e
menino de todos MU rtanlius, grosdenaples de lin-
das coros a 2ocovalo, corles de muito boa case-
mira a 6 8 7?, ralea le casemira prela a 105. saias
bordadas a 18600. 3 4, ditas de balan a 095011,
peras de madapoln 1 3, 4,4*300, 49500. 4J800,
aS5M e 6$, rjiberloi 's de algodao a 1$2H0, meias
rruis limito Oikis a $ a du/ia, chally de bouilos
.flesetfhos a8Q8 e 1$ o corado, veneziana propria
para tollinas a 2$ ac vado, damasco de laa de duaa
larguras proprio pal a cnherla de cama a 2$|illl o
cnvario, biilbonlina isselinada de lindos padroes a
700 rs. n corado, es| aililhos para senhora, proles
de tartaruga a torpe alriz a 11$, redes de palha a
6$, (nucas de fil n uito bem enfeitadas a 2, rel-
indo de cores de mu lo boa qualidade, fil liso com
-21 '2 raras de largor a 610 a rara, fraiiqneUm com
6 palillos de largura 1 640 o corado, e oulras multas
fazendas que se ron em por barate prero, o de lu-
il" n. 43.
igualmente prempto e seguro para desarraigar o mal
na riunpleii o mais robusta ; be iuleiimenle inno-
cente em suas oprares e i-ucilos ; pois busra
remore asdoenras de qualquer especie Ogrio por
mais antigs e leazos que sejam.
En I iv milhares de pessoas curadas com este reme-
dio, multas que j oslara ni as pinta- da morir, pre-
servando em sen uso : ronsogiuram recobrara saude
e tercas, depon) de liaver tentado intilmente iodos
os uniros remedios.
As mis afililas naodevom eniregar-se a deses-
poraiiio : faraiu um compelenle ousaio dosofiirazes
efleifoe desta aasombioaa medicina, e prestos retu-
perarao o beneficio da saude.
Rio se pena lempo em lomar osle remedio para
qualquer das segoinles eafermidades :
Accidentes epilupCOS.
Alporras.
Auipolas.
Arrias (mal de).
Aslliiua.
Clicas.
CoHyglaes.
Debilidade 011 uxl
cao.
Debiliilade 011 falla de fur-
ias para qualquer cousa
Dvsinlerin.
Utirde garganta.
de barriga.
nos rins.
Dureza no entre.
F.nferinidades no teiilre.
Ditas no ligado.
Dila.s vi'iiereas.
Enxaqueca.
Rerysipela.
Pebre biliosas.
Fobrelo inlernilonlo.
\ illdelii-se eslas pilnl.i.
Peluvlo da especie.
Ci.lia.
Ilemorrhoidas.
HrdropeMa.
lcloricia.
lndigesles.
Inllauuuarues.
Irregularidades da mens-
Iruai.'.ao.
Lombrigas de toda espe-
cie.
Mal de pedid.
Manillas na culis.
Ilbslruri-aii de reir.
l'hlrsica ou runsumprao
pulmonar.
Rtenro de ourina.
Itheiiuialismu.
Syiuplonias .segundarios.
Tumores.
Tieo doloroso.
Difieras
Venreo (mal).
rer-se-ha que a niinlia dnscuberta boa, de um f-
cil emprego e de infallivel resultado ; e enlio o1
bom xito colindo convncela a todos e. sei osle
para niiin o melhor dos prospectos eo mais seguro.
Cada frasco de morle para os insectos leva a 1111-
11 ha firma e o meii mete.
Se alguem falsificara niinhadcscoborla promel-
lo pursegui-lo.
EMPREGO.
Para destruir os insectos que se iiilroduzem em
geral on buracos e fondas como persovejos ele,
ele, indispensarel um dilles cuja evtreniidade se
inlroduz nos buracos e os inseclos nao tardam em
sabir por lodos os lados e morreo, pouco lempo
depois.
Para todos os insectos que. ronm quasi conslan-
toioenle, ceinn moscas, mosquitos ele, ele, basta:
soprara morle para os insectos.
pan os dentis como formigas, pulgas, piolhos,
se
couipo-
rodas, sem co-
aa ra da
de gorgurao, de selim macan, o do fustn, calcas! hera, com o son excedente cavado :
de brim de linho brancas o do ooros, gollinhas'do Paz 11. A, rorheira amarella
dirersas qualidades, e ludo o mais aqu e encomia 1 V eudeni-se d..us teilns deamarelin, de goslo
lano em fazendas como em obras feilas. | moderno : ni ra do Arago 11. 25.
- 32ES
aasssa
XAROPE M SAUDE DE ABRAILT
para curar eiricazmente, sem o uso do mercurio, as molestias rrtMis, s^miilitics, o
HiiKiinrisno, as evsipki.s PKiuonicrs. kbi vcks hk pkllk pf.rtin ues, as i lcehas mmu-
ins e hkpksiientks de on viciu sihiiilitico e liuphatico, as mbunchues o muaosus do-
pendenles de svcinus, as sobas, os u.un nos, as ispiiins, a oi-il.hao, e oulras muitas .1-
de Sjk Remira; ^dSeTrnted nhos a ^ | ^ "J* ** ^. -- --* "SSS7Z^t principio se preservaran
., duas de brim branro trancado de linho a 5$ ^ J" ^ as telas preciosas, as pedes e as laas dos destrofos
& c 6, e oulras mullas fazendas e ubras que ,; '0m||iA ^^ g% J| /Mk m dos insectos. A presonca de meu drodnrlo causa
H so com a vista e que o fregu/, pode a> aliar o Sed^S U K I \vLcL 11 M M ^C nao s.'. a morte aos insectos, mas tambem os a fas-
pie vender barato.
- :-...'
lionets ele panno ino e gor-
gurao.
Mu bonitos bunels de paono lino pelo enfeitadas
com ricas filas do chmatele, trancas de rolrnz. e
gal.in/inlio do.irado, dilos de gorgurao furia-cores
e de lindos gosios a 4 e 59, procos baratilsimos i
rala da superioridad)' da obra : na ra do Queima-
do, nos nualrn cantos, luja d'aguia branca 11.16.
Fl)r\DICr\0 LOVVMOW,
lina da Scnznla Ntva n." 42.
Nesle e^ialielerimi'nlo continua a haror um enm-
plelosortimento d>' munidas e meias moendns para
engeiilio, luaeliinas de vapor e laixas do ferro bati-
do e i-uadi., de lodos os lamaiilios uara dito.
Manguitos.
Vendem-se manguitos de cambraia bordados pa-
ra mollinas, polo baralissimo pirro de 19 o par.
ditos muilo linos para senhora a 2S-500 e 4$ o par.
uarua duOueimadn n. 22, na lujada lina t.
Capellinas.
. O l.eile & Irmo na ra da Cadeia n. 48, aca-
b.iin de refrAer pele ultimo navio rindo de Paris,
un> complete sorlim inte de chapellinas para senho-
ra, e eslo so reodei do pelo dimiuulo proco de 15$
cada urna : a ellas, ipie j tem poucas
\'endeiu;se 6 escr rus fle 13 a 30 annos, de bo-
nilas figuras, propri is pora rampo-, a dinheiro ou
a prazo, ronforine e cnnvcnciouar : na ra Vellia
"da boa-Vista, casa i 69.
Vende-i.' una e.scraxa mora, de bonita figu-
ra, que engnmma p reitainaiitr, coziuha, asga de
forno. faz bolos e d ees, urna dita para tedo o ser-
viro de casa, o una linda inulalinha do 8 anuos
na ra Voflia da Bu -Vista, casa u. 60.
LOJA DA BOA FAMA.
\ endeni-se por pi 'co que faz admirar riquissiinas
fila lar radas de tod; s as cores e larguras, fitas lisas
com pona e i, ni lli, bicos branens de seda de mui-
lo lindos padrees e le todas as larguras, Iramoias
abenas de linho para babados a 120 e 160 res a vara,
jarros para flores a 2j o par, atacadores ou enfiadores
de seda de Indas as c >res para vestidos,ditos proprios
para esparlilhos, l snuras de todas as qualidades
as mais masque Ue osslvel encontrar-se.agulheiros
de marlim e.outras i mitas qualidades, fitasde vel-
ludo de tudas as qua idades, bolcinhas de camurca
muilo lindas para ueniuas de escola, frasquinlio
com cardinal a mellor cousa que tem apparecido
para tirar uodoas en qualquer qualidade de fazen-
da. pelo muito barat > prero de 2J, trancinhas de se-
da de todas as cores muito lindas proprias para en-
feiWr ropinha para meninos e meninas, e oulras
muitssiwaa colisas (ue se aiianca. vender-se ludo
por preco baralissn o : na ra do tjueimadn na bem
no cslabelorim.'nto ge-
ral de Londres n. 2(, tStrand, e na luja de lodos
os boticarios droguistas e oulras pessoas cncarrega-
das di sua venda em loda a America do Sui, Mava-
ua e Hespanha.
Veiidem-se u iMirelinhasa 800 rs. cada una dol-
as roinlm urna iiislriinan em pottuguei.par.) ex-
plieai o modo ilese usar dcslas pllulas.
O deposito geral he no rasa dn Sr. Siniiu pharma-
ceuticu, na ra da Cruz n. 22 eiu l'ernaiubuco.
^^
Loja
wmwm
herios r di-sriiiieiiiis, pequeos e grandes, de o)- !
ro palenu- ingbz, para li.nilrlii e senhora, de um ,
ultimo paquete inglez : em
Ion A: C
Vende-se em casa de Saunders Brothers & C,
prara do Corno Sanio, relogios do afamado fabri-
cante Rnskell, pnr preens rommodos, e tambera
tranrelliiis e cadeias para os musaos, de exielleute
goslo.
Ricos enleites com viilrilhos
para cabera.
V'cndem-se os mais ricos enfeites prelos e de
cores com vidrilbos, pelo baratissimo preco de 4$ e
65cadaum : na bem conhecida loja de miudezas
da ltoa Fama, na ra do Queimado n. 33.
Potassa da Russia
E CAL DE LISBOA.
Nn bem cnnhecido'e acreditado deposito da roa
da Cadeia do Recite n. 12, ha para vender potassa
ila Russia G ila dn Hio de Janeiro, llora c de supe-
rior qualidade, assim como tambem cal virgen] om
pedra : ludo por procos muilo razoareis.
Em cusa de itabo; Scl-mcttuii & C.
ra ila Cadei n. 57, vi-mlein-se eiegan
ti-s iiiuii.is do atamudo fabricante Truu-
iiiiiuii de llamburgo.
Chapeosinhos para crian-
cas,
Vonilom-so rliapensiiihns ricamente eufeilados.
79, ai
na bem conhecida loja
tenuidades desle genero.
As molestias do itero, lodos os dosarranjos e irregularidades da mensthi m i o a
tkru e os mais snlfriinenlus dola prnvenientos, como cores palluhs, cohhiseios
eos, peatnraznrocaoBBMA e falta ue mtuui:.
HIS-
aa.vs-
la dos lugares onde acndem.
Vende-so em IVriiambuco na bolica do Sr. B. F,
de Souza, ra larga dn Itosario n. :10a 500 rs. o tras
co pequeo, l$dilo medianoe 1$500 frasi-u gran-
de ; assim como o folies com ludo por 1$250.
Vende-se a loja de fouileiro n. 43, sila na roa
Direila, com poneos fundos, e sem elles : quem
pretender, dirija-so a mesma.
*A ~kt? n 'jt 'g"g tt w m y^f
Toalhas adamascadas.
Fio de vela.
Itiscoitos.
Estopas.
Vendem-se em casa de Ai'kwigtit ^
& C. na i-ua da C.w. n. l, por
lirerocommodo.
^
?W
Balsamo infallivel de Arrault
para eicalrizar completamente em 24 horas os oolpes c FEsiDAsde qualquer qualidade que
Ffe purgativos de cilralo de magnesia gazoza
em popara preparar as limonadas e em garrafas j preparadas.
Esta limonada a mais bem preparada que se conhece al boje nio so pel goslo co-
mo porque tem a vanlagem de se pnder conservar nn este)uago n mais exiliado.
Vende-se no deposite geral, ra da Quitanda n, 58,defroule do 6'oroeio Mtrcantil,
EM CASA DE
SOUZA BASTOS Agencia em Pernambuco ra da Cruz n. 24.
ntanBKB
-'.-
Bordados finos.
Na ra Dirrila n. 06, eiidem-se osnams de
ambos os srvos, rom habilidades ou sem ellas, de
Unas as idades e coros, tanto a prazo como a di-
nheiro, e encontraran una franqueza, que ': cnslo-
SO enrinilrai-se rio quem principia iiiui somelhau-
ie genere.
ilos melhoies fnhrir.inics de Liverpool, viudos pelo pol......Jiro pr..... de (i e 79, assim coma bonete de
casa de Soulhail Mel- na muilo enfeUados'a j
da ltoa Fama n. 33.
Vcude-se superior linha de algodao, branens e
ra costura : em casa de
do Torres n. 38.
NA
V 1 1 a 1 'eiiae-se superior ni
a a loja do aterro da ffliawffiwr
Boa-Vista n. 60. Enfeites prelos e de cores
0 Prepib est Qucimando.
Na na do Quein ado n. 2, esquina dn becco do
Peive Frito tejo o 'reglura para veuder por bara-
tissimo preco um i ompleto sortimente de fazendas
bem como sejam c
barato.
Ilua do Queimado n. 22
Nesta loja os bons freguezes onconlrariio fazendas
boas por pouco diuhniru, enmo soja : chitas (ran-
elas de padroes muito bonitos a 200 rs. n envado,
risrades rscocezes muito bonitos com padroes d
seda a 160 rs. o airado, chitas escoras de cores fi-
jas a 200 rs. o corado, ditas linas de padroes noros
a 260 o corado, cortes de cassa piulada com 7 varas
cada um a 2$, brelanha de linliu lina a 149 a pera,
com 25 varas, dila muiln tina e muilo larga rom '35
jardas a 209, brim branco de linho a 18 e 13280, e
muito superior a 1g440 a vara, dilo pardo a 81X1 rs.
a vara, dito decores a 1j a vara, dilo liso de qua-
drinhos escuro*, fazenda muito superior, a 500 o
invado, brim lisn muilo lino a 109 a peca com 20
varas, ganga amarella franceza muilo lia a 320 o
cavado,ditas escuras a 560 o corado, brim de cores
de linho puro, denominado arranra pregos, a 600
rs. a vara, bramante de linho muilo uno com duas
varas de largura a 2$400 a vara, aloalhado adamas-
cado com duas larguras a 1S280 a vara, camisas de
meia al9, ditas ornas muilo linas a 1S200, alpaca
prela lina a 640 o 800rs., e muilo lina a 13 o inva-
do, meias de algodao rru para hnmem a 1880O e
28400, e inglesas muilo superinres 1 ig a duzia,
duas para meninos e para meninas a 280 o par, di-
las brancas de seda para menina a 2? o par, leos
urlicos de cambraia para algibeira a 2400e a"3|
a duzia, ditos muilo grandes proprios para cabera a
400rs. cada um, franklim prelo de laa com Opal-
inos de largura a 800 rs. o cavado, merino selim
preoe de cor a 800 rs. o covado, meias brancas li-
nas para senhora a 3961X1 a duzia, dilas inglezas
muilo superiores a 59 a duzia, luvas de liu de Es-
cocia para crianras a 200 rs. o par, teneos de linho
Tem um novo sortimento de casinetas
de cores com um pequeDO tuque de mo-
fo que se vende pelo baratissimo preco
de 360 rs. o covado.
Para criancas.
Mui bonitos e delicados chapeozinhos de merino
o selim bordados e eufeilados, com aba cabida, ul-
tima moda, mui proprios para baptisados ou mos-
mo psanio, pelos baratissimos procos do 5 e 60II0:
na ra dn Uueimado, loja da Aguia Branca n. 16.
com vidrilhos.
irles de cassa e seda de lindis-, para rap a 40li rs., dilos de cambraia de linho
simn gosios a 6S5 X) cada um, ditos de laa e seda
de lindissimos gosios e superior qualidade a 7$ ca-
da um, cortes de 1 imbraia brauva com salpioos
38500, ditos de dil 1 com flores de cores a 3S800,
gangas mezcladas e padroes e superior qualidade
a 5*0 o covado ; hilas escuras e claras de cores
flas a 160, 18,>210 e 240 rea u covado, cambraias
adamascadas pan cortinados de camas, peras de
20. jaras a 118 cad 1 urna, grvalas pretas e de cores
com molas muilo ina a 800 1$000, ditas sem
Uasia 800 e 1g ra la urna, ditas com molas muito
Unas.a 1J600, lentos de seda com algum enfeilo
a 800 reis rada u a, grosdenaple de cor de boa
qualidade a 18801 o covado ; cortes de casemira
fina a 68, ditos de meia casemira a 28, ditos de di-
ta mais lina a SttM 0 cada um, cortes de brim de li-
nho a 11700 caga. im, cortes de gorgurao para rol-
letes a 3g cada un, ditos de merino bordados de
lindos goslos 4850*, ditos de casemira prela burila-
dos a 31800 cada 1 m, cambraias lisas de 8 varas a
3g500.4$, 48400,, 88U0 o 58500 a peca, ditas tapa-
das com 10 varas 4f, 48500, 58800,68500 e 7800
a peca, cortes de o gandys, fazenda muilo larga e
lina a 28600, alpai a prela com 6 palmos de largura,
propria para san^rras e capas de padres a 800 reis,
(hales de )aa llnoi com barra matizada a 48500, di-
tos de merino lisi s a 48800, dilos de dito bordados
^^" ca a 100 e 140 reis c. da um, chitas franrezas para cu-
berta a 240 reis o covado, brim branco de fistra de
puro linho a 800 reis a vara, dte de lindissiinos
guste. e superior qualidade a 19440 a vara, dito
branco muilo fin a 1280 e 18400 a vara, cassas
de cores de linc salmos gostus a 360 e 400 rs. a
vara, mussolina te cures a 320 o covado, dila en-
carnada a 220 o c ivado, casemira prcta a 9,2S200,
28400,38500 e 43 o curado, panno lino azul 11 cor
de rap de super or qualidade a 5J o covado, dilo
praio a 2$800, 3;|5U0, 4$, 4aB00, 59 e 58500 o co-
vado, alpacas de seda de superior qualidade a 900
rs. o covado, mi is de brelanha com 10 varas a 2J,
atoalhado largo muito fino com bonitos lavores a
18280 a vara, luvas de lio de Escocia brancas e de
rnres a 320 o par, cambraias napolitanas rxas e
azues de quadros a 360 a vara, ou 220 o covado,
nsi adinhos franeezus de quadros a 180 o covado
bramante muiln largo a 2*400 o corado, velbulinas
de tedas as cores a 720 o covado, meias cruas para
hnmem a 160, 200, 360 e 400 rs. o par, dilas para
seuhoras, de todas as qualidedes, palelols de alpa-
ca prela a 5$, ditos de meia casemira a 89, ditos
de pannos pretes e de cures a 10$, luvas de seda
para senhora a 1(200 opar, dilas de seda bordadas
de lindos gostus a 28200 o par, merino selim de
toda as cores a 720 o covado, e oulras muitas fa-
zendas que se deixam de mencionar, e se vendero
por baratissimos precos ; e se darao amostras com
penvrus
de 01110 patente ingle/, de um dos
uielhoi es fabricantes de Liverpool
chegados ltimamente pelo ulli- r
mo paquetee alguns de nova n- [j
vencao cohertos e descobertos a *V!
vontade do possuidor em casa' de
Arkwright St C 11a ra da Cruz
n 61.
Na loja d'aguia branca acharan as senhoras de
bom goslo um lindo e novo sortimento de nilriles
prelos e de cores com vidrilhos e de mui bonitos
desenhos aos baratissimos precpsde4, 5e 69: na
ra do vjuriinado, loja de miudezas d'aguia branca
n. 16
Pechinclia sem igual.
"f lio 17.0iiiiiis iiiult'/os do duas solas para
i memo.
Prora ttagua.
A 10000 rs. o par.
\Vm\ieAro vista.
Ha na ra dn Oueimado, loja de 4 portas n. 37,
um cmplelo sorliinenlo ila liras bordadas muiln
proprias para calcinhas de enancas, IraiTimirn 1
para rueilar c.isareqnes, golliuhas com manguitos
^i: .,;.":i;'uu.\K".sl'.'f'" llJt,2?*.Cr,!"S 8*' P libra, loieteho erosso a 480 a libra. Iingi.ir.i-. ni
;mjo, S,.2.viO e 39, manguitos, o i superiores 1
No paleo da matriz de Santo Antonio n. 2, ha
1 para rendir nina armarn tuda eurldrarada, com
' balean de amarello.
Vende-se bauhad
600, B00, 18. 1
par 19600 al. 3,<. eainisinbas bordadas para bapli-
sadns por diversos ptacos, camisinhas para senhora
com golliulia e manguitos, saias rniu :t babados
bordados por Og, dilas por 49, saias de balo da
goslo moderno para 79, .....liras miiilas mais fa/en-
das, que ueste .-slabelecinienlo se veiidem por pre-
co mais commndo que em outra qualque leja.
Vendem-se em casa de C. J. Astley
iSt Companhia :
Cabo da Kussia e inglez patente.
Salitre, alvaiade e vernizbranco.
Palhinha para marcineiro.
Vinhosfinos de Moselle e Champagne.
Pedras de marmorc para mesas e con
solos.
Baldes americanos.
Genebra e agurdente de Franca.
Pregos de cobre e de zinco.
1 porro derretida a 480 rs. a
naso a *
0 ll a libra : na 1 na do Itangej 11. 35.
com bicolargo em vulu a 29, c assim oulras min-
ias fazendas que vendem-se muito baratas para apu-
rar-se dinheiro : na ra dn Queimado n. 22, na
liem conhecida lo a da ltoa l'.
19Ba do 0ueiinado--.9
Fazendas baralissimas.
Chitas Unas escuras proprias para casa, sendo de
lindos desenhos e cores Bies, em perfeito estado a
160 o covado, chitas finas francezas para coberta a
240 o covado, cambraias muilo linas de lindas co-
res a 200 rs. o f ovado, cortes de cambraia de seda
do or com 14 covados por 4|.
Armazem de fazendas.
Ra do Queimado n. 19.
Velludinho de Iteres para vestido o rnupiuha de
menino, muilo lindns a 900 rs. o invado, tapetes
para sof a 58. relliidiuhu para robera de hondas
ramageus a 1S300 o covado, multo largo, chapeos
de sol ingleses, tanto de seda como de pamiinho
capas de panno lino de lodos os feitios.
Aviso.
No armazem de Adamsnn, Howie, & C, ra do Tra-
piche n. 42, vende-se sellins para hnmem e senhora,
arreins praleados para cabriolis, chicotes para car-
ro, colleiras para carado etc.
Livraria econmica.
N. 2BA DO CaESPON. 2
Dcfrontc do arco de Santo Antonio.
Manual de contas.
Pira compra e renda de assiioar, algodao, couros,
o oulros objeclOS do peso, obra mudo recommen-
darol a todas as pessoas que uegociam com ditos
feneros, e aos senbores de engcnhns, pois com um
anee de viste poden) saber o importe de quaesquer
porrao de arrobas e libras, e que pelo methodo
usual levara mais tempu a fazer; 1 volumc bem
eiicadernado por 58 vcnde-se na livraria cima
indicada.
Grande pechincha, com avaria.
Na loja do Preguica, na ra do Queimado n 2,
ha para vender madapolo fino com pequeo toque
de avaria a 49 o 4S500a pora, algodao branco com;
16 varas a 9, 29 00 e 38500 a peca.
Manguitos para senhoras e me-
ninas.
Manguitos bordados de cambraia fina transparen-
te, para senhoras e meninas, pelos baratissimos
prerns do 19 e ljOlO o par, perinbas de eiilienieio
de mui bonitos bordados a 15600 : na ra dn Quei-
mado, nos qualt'o cautos, loja da aguia branca
n. 16.
Carteiras grandes com chaves.
-Vendem-se por preco muilo barato carteiras
grandes com chave, proprias para guardar dinheiro
e letras : na ra do Queimado, na bem conhecida
loia de miudezas da Boa Fama n. 33.
Luvas de todas as
qualidades.
Acaba de chegar leja d'aguia branca um novo e
completo sortimento de luvas de lodas as qualida-
des, sendo as verdadeiras de Jouviu brancas, ce* de
caima e pretas para liomem e senhora a 28500 o
par, lisas de seda brancas e amarellas para senhora
a 18280 o par, ditas com borlotes a IjVOO, dilas
bordadas com lidas palmas a 2$, dilas mui finas e
bonitas enfeitadas com palmas e bicos a 29500, di-
las prelas tambem de seda mm palmas e hicos en-
feitadas rom vidrilhns a 28500, dilas com palmas e
lisas a 28 e 18600, dilas do lorcal mui linas com
palmas de vidrilhos a 28, dilas tambem linas com
palmas de relroz e lisas a 18500 e 19200, dilas de
seda para meninas a 19200, dilas para hnmem a
1S600 ; assim como mudas uutras de diversas qua-
lidades, como de Bo de Escocia brancas e de cores,
brancas de caster, mui boas e fortes, e de algodao,
proprias para montara e guardas nacionaes, aos
baratissimos precos de, 18 at 320 o par : na ra
do Queimado, nos quatro cantos, loja d'aguia beju-
ca u. 16.
pma imiOTnsm.
Visporas e dminos.
Vsperas em bonitas caixinlias de madeira enver-
nisadas, cun 2 trancas a2jj|, em oulras ramullas a
18500 e 18, domius mui bem feitns e seguros a
l950Ue 1S2H0 : na ra duQueiuado, luja d'aguia
branca 11. 16.
Nova invengo aperfeif oada
DE
Bandes ou almofadas
de crina para penteado de
senhoras.
Na loja de l.eile 1l Irmao, na ra da Cadeia do
Recite 11. 48
Arados americanos e machinas pa-
ra lavar roupa : em casa de S. P. Johns-
ton & C. ra da Senzala n. i-2.
Os melhores borzeguius que ate hnje vieram a
oslo mercado : vendem-se nicamente na luja de
l.eile \ Irmao, ra da Cadeia do Itecife 11. 48.
Baratissimo.
X. 19, vuv do Queimado.
Alpaca prela lina com 9 palmos de largura a 900
rs. o covado, merino da Irlanda a 18400 o en vado,
rrles de chita muito larga a 2g. cortes do cam-
braia de cor com babados a 2S, cortos de lisiado
franee/ muiln linos a 2S8IX), enfeites de frucu cun
vidrilho a 08.
Allennio.
Organdys
s delicados desenhos, e pidi
118 a vara : na ra do Queii
Vendas.
rom os mais delicados deseuhns, e polo baralissi-
mo preco de 18 a vara : na ra do Queimado u. 19
Relogios de ourue prala, coberlnse desenbertos,
patente inglez, os melhores que exislem no mer-
cadu, e dsaspacliadus buje, vendem-se por precos
razoaveis: no eseriplorio do agente Oliveira, ra
da Cadeia do Hecife n. 62. primeiro andar.
Ilechegadu a loja do Leconle, aterro da Boa-
Vista n. 7 excedente leile virginal de rosa bran-
ca, para refrescar apelle, tirar pannos, sardas e es-
pinbas, igualmente o afamado oleo babosa para lim-
e fazerrrescer os cabellos; assim como p impe-
rial do lyrio de Plorenca para bnrtnejas e asperda-
des da pede, conserva a frescura e oarelludado da
primavera da vida.
Bonets ricos para meninos
Vendem-se bonets de pannn muiln finos e do
velludo o melhnr que si' podo encontrar, tanto uns
como oulrus ricamente eufeilados para meninos,
pelo baratissimo proco de 4 o 6J cada um na ra
do Queimado, na bom conhocida loja de miudezas
da lloa Fama n. 33.
Na ra larga dn Rosario, passandn a botica do
Sr. Itartliolomoii, a segunda luja de miudezas n. 40,
tem para vender rap linn muiln fresco, dilo Paulo
Cnrdeiro, dito grnsso, dilo meio grosso, dilo de
Lisboa, dito princeza da fabrica du Rocha, e lodos
estes raps rendem-se em uilavas c libias: na
mesma loja vende-se linha de carretel a 200 rs. a
duzia, e a carrinho a 20 rs. ; veudem-se lamluuu
labyrinthos francezes e bicos-da mesma qualidade,
proprios para loalhas e fronhas, e,. mudas mais
miudezas Indas em cunta ; d-se amostra para as
senhoras escolher a sua vontade: cheguem tregue-
zos ao "bom e barato. ,
Luslres e candelabros.
O m:iis ricoe sumptuoso que pode ha-
ver, ueste geuero, existe ua ra da Ca-
dec do Hecife 11. 57, p:im vender.
Vende-se um lindo carro patente inglez, che-
gado ha poneos dias sem a inda ler servido, po-
dendn andar rom um ou dous ravallos, e quan-
do se quizer al qualio miidanras, para aromiuudar
seis pessoas. Igualmente p venden! uns arreins
palele nglet lamhoiu sem uso. para um raVallo,
por prero commodo, por sen dono se retirar Nn
sobrado amarello, na esquina dn Irem de guerra,
porta para o lado da roa da praia. Tamben se ven-
de na mesma caza, huui bonito guarda vestidos.
Vinho Bordeaux.
Em casa de Heur Itrunn 4 C, ra da Crnz n. 10,
vende-se vinho Bordeaux de dilrerenles qualidades
como l.afolle, Ch, I.envill.-, l.s. Juliceii, em caixa
de urna duziaunr barato prero.
FABRICA.
de machinas e caldeiraria,
FUNDIQ40
de ferro e bronze
de Francisco Antonio Correia
Cardoso.
Este antigo estabelerimento acha-se enllocado
no grande edificio construido para este lim pelos
Sr-. Mrsquiu & Unir, na ra dn llruin n. 28, em
frente ao arsenal de marinha. No mesmo estabe-
lecimenln acharo seus numerusos freguezes o
amigos sempre promptos : alambiques de cubre de
qnalquer lamannn, simples e couliuiios, que aflan-
ram seii bum trabalho, e podem dislilar 3 a 4 pi-
pas de agurdenle em 24 horas, o sao da melhor
construnco possivel, caldeiras, tachas, bombas e
CIIF.CADAS LTIMAMENTE NO NAVIO FRANCEZ. CODres para engenhes, bicas e canos de qualquer
Na ra do Oueimado, na bem conheada loja de meU| pnra di(l3, casa3 ou navios. Faz e concerta
miudezas da Ba Irania n. 33, j tem para vender; machinas e bombas de qualquer nalureza que seja
pnr preco barate as muilo procuradas meias ea 1 Cm a brevidade e perfeirao possiveis, e todas as
borrarha. uiiiramente propnas e approvadas pard obras pertciicentes as arles de que consta sua fa-
luda e ojialauer enchacao nasperuas. brica c fundico de ferro e bronze, como sejam :
Vende-se Uin carro de COnduzr moendas e meias moeodas para cana, de qualquer
(eneros : no cae* do Ramos n. 14. lamanho e qualidade, crivos e portas de forualha
- Vende-se o sitio Cselo, ua estrada de San- P" assenlamcntos de engeulios, distilacoes e for-
Cognac.
Cognac superior em caixas de urna duzia, vende-
se em casa de Heur Bruun & C, r ua da Cruz n. 10.
Meias de borracha.
Figaeira.
I'erreira & Martin* com armazem na Iravessa da
Madre de Dos n. 10. tem venda o melhor vinho
da Figueira que vem a esle mercado, em pipas,
meias pipas o barris do 5 osles ltimos muito prn-
prios para casas particulares, desembarcado hnje
do brigue Helianpiiiji), procedente de Lisboa ; a
qualidade mui superior e o prero arconiuiodadu.
Camisas inglezas.
Vendem-se superiores camisas ingle-
zas: na ra do Collegio loja 11. 5.
Relogios.
Veodem-se relogios de ouro inglezes de patente-
no armazem de Augusto C. de Abreu, ra da Ca-
deia do Hei u'e n. 30.
Ra da Senzala Nova n. 42.
Vende-so em caso de S. P. Jonhston & C. vaque-
las de lustre para carros, sellins e silhoos inglezes,
candeeiros o raslicaes bronzeados, lonas inglezas,
lio de vela, chicote para carros, e montara, arrelea
para carro de um e dous ravallos. e relogios d'ouro
patente inglezes.
= Vende-se a prnpriedade de 4 andares e sotao,
na ra da Cruz do Recite n. 53, perlenceute aos
herdeirns do Uado Jos Gonralves finio ns
retendenles podem apparerer na r.ia Imperial n.
2, defronle do viveiro, das ft ate as 10 da manhaa,
e das 2 al as 5 ila tarde : a tratar com Antonio
Conralves Pereira Lima a venda do dilo predio.
Abridores de luvas
a1$500
Na ra do Queimado, na teja de miudezas da Boa
lama n. 33.
Manguitos para senhoras e
meninas
Vendem-se manguitos bordados de cambraia pa-
ra senhoras e meninas, pelo baralissimo preco de
1$ o par, dilos muitissimo finos a 3 e 5jJ, dits de
lit de linho muito linos rom lindissiinos bordados
a 5* ; lamben) se vcndcni golliuhas de cambraia
bordadas muilo Unas e as mais lindas que se pode
encontrar a 3 e48: na ra do Queimedn, na bem
conhecida luia de miudezas da Boa Fama u. 33.
Chapeos enfeilados.
Tem na ra do Queimado, luja de 4 portas n. 37,
todo sortimento de chapeos para meninas, de seda e
de palha ricameute enfeilados, ditos para senhora,
de palha e de feltro, enfeites de froco para 38500 e
6$, ditos de relroz com vidrilhos prelos e decores
a 49, gravatinhas para senhora, de froco, a BS, e
lodo o sorlimenlo de chapeos de seda,ditos de sol
para hoineui e senhora, que ludo se vender por
menos que em outra qualquer parte assim os fre-
gue/es lonham a boudade de comprar ; tambem se
enconlra um snrtimentn de focos para 4 e 28.
Toalhas de linho* para mesa.
Na bem conhecida luja de qualrn portas, na ra
do Queimado n. 37, tem para vender um completo
sortimente deslas toalhas, as quaes se vender i o
conforme os tamanhos, e por preco muilo com-
modo.
Loja das seis portas
EM
Frente do Livramento.
Grosdenaple prelo para todos os precos, manta
prelas de linho com bordados de seda, luvas de se-
da prelas para senhora a 1?, golliuhas bordadas a
19, dilas Unas a 18600, manguitos a :lj, lonrns de
teda branros e encarnados a 800 rs., camisas fran-
cezas brancas o de cores Unas a 23, paleloLi bramos
de bramante fiun a 58, ditus de brim pardu a 3$,
ditns de alpaca pretes a 4 e 59, ditos de casemira
de cores a58, ditosde fusto de cores a 5|: a loja
est aborta das ti horas da manhaa s 0 da uoitc.
Cortes de colletes
baratissimos.
Veuilein-se .orles de colletes de fusta o a 400 rs.,
e in u i lo linos a 182N1, assim como dilos de gorgu-
rao. pelo dimiuulo preeo de 2 ; a elles, que se
eslao acabandu: na ra du Queimado n. 22, ua-loja
da ltoa le.
Veudem-se molas e. rodas para narros, lanter-
has i' velas para dilas, colleiras meslias, dilas fal-
sas, bridad, bridaos, chicotes, ele., raquetas muiln
grandes e de superior imatidade, para cuberas rtr
carros, na ra Nova n. 01.
I Vendcm-au queijos a lg600,*diln em libra a
OiOrs., velas de espermacete de 0 em libra a 700
rs., garrafas vastas a 3go cenlo; na taberna debai-
xo do sobrado u. 1G, com oilo para a ra da Flo-
Tenlina.
XAHOPE F. PASTA DE COOEINA PE BEHTHr!.
As propriedades notaveis do Xaboi-k e a Pasta
de Comuna tem sido propaladas pelas sabias ex-
periencias clinicas o comparativas de Magendif.,
B ln etc., membros do inslilulo do Franca, da aca-
demia de medicina, e mdicos des hspilaes de
Paris.
As experiencias connrmadas pelas rcenles ob-
sairvafoes dos Srs. Aban, Vigla,G.Dimont, profes-
sores da faculdade de medicina de Paris, mdicos
dos hospitaes de Paris etc., ele., tem demonstrado
que o Xabope e a Pasta de Coueina de Bestb: soo
os remedios mais elficazos para lodas asdores nervo-
sas, agudas, o as vezes tan rebeldes ; e que afirola
rom urna rpidez maravilhosa, os accessos conse-
cutivos e que tanto cansam, do uatahrho, da tossb
convi'ls, da bbiinciutk eda mmisicA niLMoaan,
1) Xabope ep Pasta de C.ousina de Bkrtmi' en-
conlram-se em lodas as pharmacias de Franca edo
eslrangeiro.
Para evitar a falsillcacSo deve-se exigir ero cada
vidro a assiunatdka, e o nomb Behtii.
Dirigir os pedidos em grosso casa Meds* k C*
n. 37, ru .S'unte Crut de la Urttonnerie em
Pabis.
> j ? '(iTff rryyTT-TyTrrrrT rrrTAAK
><*
>
>
t'Anna, e mui prximo ao Piteo da Panella, com
boa casa de monda, una grande Senzala para es-
eravus, e una excedente estribara, tundo duas np-
liinas baixas para planlaeau di' rapim : quem o pra-
lender. dirija-se a ra do Sol n. 23, segundo andar,
uu a ra das Cruzos n. 3, primeiro audar, que
arhar com quem tratar.
nos de padaria, buoirus e rezistos para ditas, agui-
Ihes de forro balido o fundido, cruzelas e parafu-
sos para rodas de agua, rodas de agua lodas de
ferro ou para cubus de madeira, rodas dentadas
angulares o direitas, carretas ecruzetas para moen-
das de qualquer lamanho, eixos, Irilhos e mangas
para carroca, simples e de patente, mancaes para
\_ ..- la" estrada de ferro, escovens e boleneles para navios,
eiKHJ-Se leiJUO millall | e tudo mais que possa ser preciso e til para o fa-
lihn lif.-lliiT i.i'.>ln o umiienlln brico do eugenhos, casas e navios, de cobre, bron-
IIIIO, 1)1 illltO, pl eiO C dlIiarellO, ze, esUono, sJeo c chumbo, ferro batido ou fun-
por menos preco do " I melhures e mais antigo engenheiro e machimsta
Ira (Illi'lHIlier parle : lll Tila (1a iatlet James Spiars. Nao poupando n dono desle
r>_ i i < ,.. eslaboleciroento exforcos c fadigas para bem servir
Cadeia do llecife u. 3, arma- seus
/.em.
numerosos freguezes e amigos, e todos os se-
nhores que mais o quizercm honrar com sua con-
, flanea
ATTENO.
Kissel, relojneiro francez, vende relogios de Z(
' ouro e prata, runoerta relogios, jolas 6 musi7 '
cas, ja aqui he mohecido ha muitos annos, t
? habita no pateo do Hospital n.-i7.
y4.iAi.i ,t JL 4.9 fUi.-S.Jiii.it.i. 114.K. .>
: > ende-se um mulequo carruceiro e um negra
de meia idado: na rus Velha, casa n. 60.
Esparlilhos traueezes de uova
invencao.
Vendem-se esparlilhos francezes de molas e car
retis, o melhor que se pode encontrar nesle gene-
ro, nabemfeilruia e na cummodidade, a quem usar
dedos, pelo baralissimo preco de 6, 7 e 8>.' Estes
esparlilhos sao rhegados no* ultimo navio (isucez,
e s se enconlram na roa dn Queimado, na bem co-
nhecida teja de miudezas da Boa Fama n. 33.
Vende-se o engenho Cachoeira, silo na fre-
gui'/.ia de N. S. da Gloria do Goit : quem o pre-
tender, dirija-ge ao mesmo engenho, ou nesta prar
ea na rorheira do Sr. Molla, na ra de Sanio Ama-
ro, que achara com quem tralar.
iva remessa di
* cimento ingle para collar toda a qualidade de 8
. louca, vidro e tartaruga, provad'agua e do ^
'^! calor, que se estn vndetelo na mesma loja
'-'da ra do Queimado o. 10, de Leile & Correia.
Em casa de James Crabtree i C, roa da Cruz
n. 42, ha para vender os sognhrtes artigas : a ver-
dadeira graxa ingleza n. 97, champagne de saperior
qualidade, lindas em novellos de sortimentos di-
versos, arreios para carros e cabriolis, chinles pa-
ra carro, sellins inglezes pnra homens, senioras e.
meninos, ti\ellas para obras de selleiros, perneiras
de lusire.
Pulseiras de Troco.
Vendem-se pulseirasde froco enfeitadas com li-
tase bicos de si-da, pelo baratissimo prero de 3$ :
ua bem conhocida loja da Boa Fama n. 33.
= Vende-se urna negrinha de 16 annos, que
cos' e engnmma bem, por 1:4009 por ter um pe-
queo defeito ; um cabriuha dn 19 annos, ptimo
co/.iuheiru.; um mnleque de 12 anuos; um cabri-
nha da 8 anuos, c um dito de 10 annos, lodos por
procos rommodos : ua ra Direila n. G6.
Vende-se urna moler de 14 annos, pouco
mais ou menos, e por mdico preco : trala-se na
ra da Cadeia do Recite, luja de ferragensn, 56.
:= Vende-se um temo de rmfas inglezas, de pa-
tente, para rarro de 4 rodas, sem ainda seren ser-
vidas : na ra do Crespo n. 4.
Escravos fgidos.
No dia 14 de agoste do anno proiimo passado,
fugiram do engenho Sele Manches, freguezia de
Nossa Senhora da tacada, comarcada cidade da
Victoria, ossoguiitesesciavo*; Damiao. crioulo, de
25annosde idade pouro mais ou nteste?. crtela.
beicos gmssos e meio arrebitados, tem urna cicatriz
na testa proveniente de sjni *oice de ani|n. pomas
linas e alguma cousa arsueadas para foraj, esUalma-
do, espaduado, altura regular, e esta b'cando ago-
ra. Jarinlho, rrioulo, de28 aduos de,idade" pouco
mais ou menos, allura regular, c*prela, pouca
barba, beicos groases efaz cerlo geito na'liocca quan-
do falla, lem urna cicatriz em urna das faces, nemas
linas, esnialmadn, fuma, e e tocador de viola. O
primeiro foi comprado aoSr. Joao Francisco Barbo-
za daSilva Cumur, e 6 segundo diz que' foiescra-
voda familia do Sr. Jubo Nunes, da fazenda du Sitio,
em Paje de Flores e comprado na pra^a de, Pei-
nambuco. Consta que dilos escravos wtaoem Pa-
je de Flores por portadores que mandei ede la vie-
ram : roga-se as autoridades policiaes erapitesde
campo de os pegar e levar ao referido engenho, a
Bernardino Barboza da Silva ou na orara de Per-
uana buco aos Srs. Manoel Alves Ferreirai Lima, na
ra da Muda n. 3, segundo andar, que sero re,
compensados com a quantia cima.
*
J\
A
PERN.: TYT. D M. F. DE FA.WA. 18M.
ji-CTiiiijaii

A Al I
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