Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:08827

Full Text

t
f
ANNO \\\ll. N. 26.

I'ol- 3 iiK'ze adiantado V.S'OOO.
Por o mezes vencido* VfloOO.
LIMA FLUA 51 UE JANEIRO DE .;>,,.
Por auno adiantado ljOOO.
Porte franco para o subscriptor.
DIARIO
1


l

*

l

'NCVIIHICUADOS DA SOBSCWPCAO' NO NORTE.
rahiba, o 8r. Gecverio V. da Natividad* ; Natal, o Sr. Joa-
qu A 1. Pereira Jnior; Araealy, o Sr. A. de Lomos Braga ;
Cear, oSr. J Jos deOlireira ; Maranh-o, o Sr. Joaquim Mar-
ques Rodrigu: Piaubj, o Sr. Domingos rlerculano A. Pessoa
Cearense; Para, o Sr. Jusuario J. llamos; Amazona, o Sr. Jero-
njmo da Coala.
PARTIDA DOS CORREIOS.
Olinda .- todos os dina.
Caruaru Uotiiio e Garanhuns: nos das 1 e 1S.
Villa-Bella, Boa-Vista,Eiu'eOuricury : a 13e28.
Goianna e Parahiba : segundas e sextas-feiras.
Victoria e Natal : nasquiotas-feiras.
AUDIENCIAS DOS TRIRUNAES DA ( Al'ITAr..
Tribunal do commercio : quartase sabbados.
Redlo lercas-feirag e sabbados,
l-'.i/piul.i : quartase sabbados as 10 horas.
I ni/.. do commercio : segundas as 10 huras e quintas ao meao-dii.
Juio deorpbaos : segundas e quintas is 10 horas.
Primeira vara do eivel: segundas e seitas ao meio-dia.
Segunda Tara dacivel : querale sabbados ao meio-dia.
l.l'IICMIIIltiI.N DO ME/. DE JANEIRO.
7 La nova as 8 horas, 48 minlos. 49 segundos da tarde.
14 D.uarlocre*oenie a 1 hora,24 minutos e48 segundos da Urde.
22 La clieia a 1 hora, 10 minutse 48 segundos da mantisa.
30 Ouarto rninguaateas S huras, 16 minutse 48 segundos da m.
l'REAMAli l(i: lln.lK.
Primeira as 11 horas e 4i minutos da manhaa.
Segunda as 12 horas e B Diinutosda tarde.
DAS DA SEMANA.
28 Segunda. O SS. Nome de Jess ; S. Cvrillo b. ; S. Lenidas.
2o Terca. S. Francisco de Sales : S. Papias anidado m.
30QuarU Deriicacao da Ba2ilica de S. Pedro dos Citicos.
81 Quinta- S. Pedro Nolasco ; Ss. Cyro c lacio inni.
1 Sexta. Jejum. S. Ignacio b. m, : S. Pronin presb.
2 Sabhado. >ff Pur hacer,< da SS. Virgem Mi de Dos.
3 Domingo da Quinquagesima. S. Braz b. m.; S. Celerino diac.
i:\< \i;iti i.mmis da si bschiih:.\o \o mi,
Alagoas, o Sr. Claudio* Falcao Das ; Babia, o Sr. D. buera!
lio de Janeiro,oSr. Joo Fretro Martins.
EX PERNAMIHCO.
O precela rio do DIARIO ManiwlFfueiroa de feria, na aua
livraria Ptaca da Indeptndencia ns. o 8.
Ds onlem de S. Exc. o Sr. presidente da provin-
cia se roa-oda fazer publico, que mo se liaremo en-
contrado, nflo obstante as ma lores diligencias e
iHTerectmenlos, oro ou mais mdicos qoe queram
ou possain acedar a commisso de ir preslar os soc-
carrea de sua profissao a pessoas alacadrs da epi-
demia na ridade da Victoria, convida se pelo pr-
senle qoalqoer professor do medicina, que nao to-
nda aindasido convidado, a apresentar-se ao me-mo
Km. Sr., afinado para all parlir sem perita do
lempo, medanle lodo a qiialquer auxilio, ou tjrali
**Jt>* qee solicitar, e que serSo imme listamente
sethmetaL.
Secreta, ia do aoverno de Pernambuco, 3(1 de Ja-
neiro da 1S56. Joaquim /'res Machado Portetla,
nicial-miior lervindo de secretario.
PABTS ornciAL
J MINISTERIO DA GUERRA.
Janeiro. Ministerio dos negocios da'gncr-
ra, en 14 de Janeiro de \H.V,.
Circular.lllro. e Exm. Sr.leudo cm vista o
governo imperial prevenir abusos que, com prejuizo
ila faieiula publica, so dao na eoncessn de Iranspor-
le por mar a ofliciaetdo exercitoqiie viajam do urnas
para oulras provincias nlo encorporadas ; deleriiiina
que o transporte seja concedido por ronla da mesma
fazenda. smenle aquellos ofliciaes que viajaran) cm
commisso do servido publico ; enmprehendriido se
no numero destes os promovido' de uns para oulros
corpos, a os transferidos por conveniencia disciplinar;
ma nao os qoe ojorem a pedido sen, e por mero in-
lereste pessoat, nem os licenciados para qaalquer lim
como j* se echa eslabelendo. E comquantu o go-
verno imperial 11,10 estoja na precisa nbrigaco de
conceder transporte familias dos ofticiaes ns clr-
cumslancias precitadas ; todavia, jalgaode de eqa-
lade que a dos comprehendids na especificada con-
ditjiio favorecida, os acompanhe quando a n dureza
do desune delles o comportar, determina que a con-
cessio do transporte por coula da fszenda publica
se faca extensiva s pessoas da familia dos ditos ofli-
ciaes : eolendendo-se por laos para os soltetros, a
viovasua mai.qoe-for por elles alimentada, e para
os casados, sua* molher, filhos menores de 18 anuos
e filhai soltnir.ii, por seren esla as pessoas que lem
dirailo ao meio sold do oflicial, por fallecimeuto
deale. conforme dispoein as leis de (i de novembro
de 1827 e ti de jnnlio de 1831.
Dos guarde a V. Exc.Mari/Hez de Caxias.
Sr. presidente da provincia de.....
OOVERNO SA PROVINCIA.
Expedante do da 1\ de Janeiro.
OfiicioAo Exm. presidente das Alaaoas.Ha-
tendo Jos Joaqun) de Goaveia contratado vender
ao arsenal de marinh.i desla provincia varias madei-
rat, entre as quaes eslSo compreheudidas 00 pran-
che do sicopira e 100 de vinbalico, corlados as
maltas de Camaraqibe, pcrlencenlcsa essa provincia,
osqeaes nao podim sem permissao de V. Ec. sor
enviados para aqoi, vuu ro?ar a Y. Exc. a expedirlo
das convenientes urden-, para que se niio ponda im-
pedimento algum a condcelo da referida madeira,
urna vez qoe venha ella acompanhada de suia pas-
eada pela aoloridade policial do losar. Contmuni-
coti-se ao inspector do arsenal do marinlia.
DitoAo Exm. juiz especial do commercio, corq-
muiiicande-lbe, que sestindo conslou de parlicipJ-
cjto da secretaria da justira, fura concedida a l'ran-
oi** fgjaeio de Torres ttajidera a serventa vita).
Ii*artyoflicio de escrlvSo daqnelle jnizo. Igual
rSMXrm&nJtejJatrroi felta ao Exm. presidente da rrt-
lacito.s *
Dito-i.Vo Exm. presidente da retaceo, communj-
i-andii-lhe qoe segundo conslou da parlicipa^Ao d,i
secretaria de juslica, lora S. Exc. por decreto dol.
do eorrenle reconduzido no lusar da presidente da
raalo desla provincial'arlicpou-se a lliesoura-
ria de (azanda.
DitoAo Exm, commandanle das armas, envi-
ando-lhe para ter eiecur.;lo na parle que Ihe loca S
urna ambulancia, a poic.lo do arroz e de bolacha que I conla do gewerno no vapor que se espera do norte a
elle requisila. Manuel l.uiz que servio de meslrc no brigue de
DitoAo mesmo, para mandar entregar ao cirur- guerra Cearenae, e a dous desertores, sendo um do
giao Kranriaeo Jos Rodrigues os medicamentos cons- lia talli Vi naval e outro do corpo de imnerines man-
anles da relacao junta. nheiros.Commnnicou-se ao coniniaiidante da es-
llilo Ao mesmo, para entregar a Jos .Vives Te- I laro naval,
norio que segu para o Bonito, a quaiilia de '008 DitaMandando admillir ao crviijo do exerrto
rs., e bem assim duas carleiras homeopatliicas, as como voluntario por lempo de G anuos, o paisano
quaes deverlocoiiter tinlura de campliora. Manuel JoscMoreira. qne perceber alen) dos ven-
DiloAo ronsellio administrativo, para mandar cimentos que por lei Ihe compelirem, o premio de
comprar com a mainr brevidade possivel 10 ou *!) htOOJ rs.f-'izeram-seas neceasarias coinmuaica(oes.
pe^as de liada, qoe dever ser conservada em de- I Dita{lecnmniendaudo as aoloriilades locaes que
psito no arsenul de guarri. preslem luda acoadjutacSe'a Jote Alves lenorio
DitoAo director d> arsenal do sneiT.i, para en- qoe se dirige a comarca do Bonito em eommiealo do
treaar ao r. Ignacio Firmo Xavier 8 barres d* ma- ROveru.
delra das que extatwn *^oaij;a< iiaquelt arsenal.
DiloAo juiz relator da lana da josUta, tran>-
millindo para ser relatado m esslo da mesma jimia
o proresso verbal do cometa Mauoel i'n Christo.
Commuuicoii-se m marerhal commandanle das
armas.|
DiloAo juii municipal do Bonito.licando in-
leirado do routeada> do tea ortelo de 20 do correte
agora recebido, em resposta lenho a dizer-llm que
facoj partir bms para essa comarca o facultativo
Francisco Jos Rodrigues com medicamentos, alem
de orna ambulancia que remello pelo porlador doseu
ollicio, p de lachas que Vmc, reqoisila.
hiloAo jia municipal do lermo de Nazaretli.
Acabo de receber o seu ofiicio de 0 do eorrenle, c
inleirado do seu contendo passo a responder-llie, di-
zendo que acabo de nfliciar ao Dr. SymphronioCesar
Coulinlio para encarregar-se de prestar os soccorros
desua pinlissAo as pessoas pobres que forero accom-
mellidas da ppideinia, deveudo elle entender-se com
Vmc. e com o juiz de direilo dessa comarca a quem
ofiicio, para concertaren) sobre o melhor e mais
promplo meio de serein preabadns os ditos soccorros,
para o que desda j os autorisn a mandaren) aviar
por conla do govcriio as boticas que abi exislem as
receitas necessanas aos indigentes. Vou olliciar o
Exm. bispo diocesano a rrspeito da bencao do lugar
dp.tin ida para o ceiniteriii dessa cid ule.
Espero do seu teto, atoe de commum accordo com
o dito mdico e juiz ddireilo empresue lodo o cui-
dado para que as pessoes pobres nao liquen) em des-
amparo e sejam soccorrid'as a lempo.Fez-se o ex-
pediente de qoe se Irala.
DitoAo director las obras publicas, para man-
dar continuar com a obra do raio do sul da casa de
deleucao. Coinmunicoo-se a Ihesouraria pro-
vincial.
Dilo-Ao capitan do porto, transmillindn por co-
H|a o aviso de i do correte, no qual o Exm. Sr. mi-
nistro da ni irmlia nao .n exige que Ihe sejam envi-
adas quanlo anles as coatas da praticagem desla pro-
vincia relativas ao anno (inanceiro de 1891 i 1855,
mas lambetn determina qoe de 3 em 3 mezes se re
- 95
OfiicioAo Eim. marecbal commandanle das
armas, rccoriime nlHiidn a expedico de toas ordena
para queseja adelido a compaitliH de artfice* o me-
nor da companliia de apreudizesdo arsenal de guer-
ra l'r.iiiklm Francisco Brrelo, que foi classificado
mancebo.Communicou-se ao director do mesmo
arsenal.
DiloAo inspector da Ihesouraria de fazenda, re-
comineuilandn que mande aprompUr com a maior
urgcnc, a lim de serem remedidos ao Dr. Olega-
rio Cesar Cabossn', em Cimbres e ao Dr. Carneiro
Monteiro, emSanlo Auiao, os medicamentos cons-
tantes das relacOss que remelle.
DiloAo mesmo, para mandar entregar ao pro-
curador do Dr. Olegario Cesar Cabossu', em eun-
missao medica em Cimbres, a quantia de qoinlienlos
mil ris.
DiloAo commandanle da establo naval, man-
dando por a di-i'n.ie.i.i do inspector do arsenal de
marinba, que a requesila com urgencia a barraca
'ri.-i, c/-,i,i lim de ir prestar socorro a galera ba-
leeira norte-americaoa, Schorling, Starr, qne
encalhou em frente a barra de Goianna. onde te
aclia em perigo de naufragio.Commuuicoa-se ao
referido inspector.
DiloAo presidente do consellio adminislralivo,
c ncedenilo que a acia de cada sesslo daquelle con-
selho seja approvada e assignada na aessao imme-
diala.
DiloAo inspector da alfaudega, ditendo ficar
inleirado de liaver naufragado na barra de (ioianna
a galera americana Schorling, Starr, carregs-
da de azeilc e declarando que expedir as conve-
nientes orden-, para que boje as quatro e meia lio-
ras da larde sejam aprcsenladas a Smc. as ft pra-
cas e o ollicial que rcquisttuu.Ofliciou-se nesle
le sentido ao ni i cr bal commandaute das armas.
DiloAo Dr. Auguslo Carneiro Monteiro da Sil-
va Sanios, em cimmissao medica na entalle da Vic-
toria.Em respista aosseus ollicios de lionlem le-
nho a dizer-lhe que convenhn em rrue se monle ja
o liospilal para Iralameolo dos doenle. Cun a maior
urgencia mande, apromptar os medicamentos que
mellan) iguaes contas a reparlicao da marinba. e requistou.Maiideiaiigmenlar o destacamento dahi
animalmente um bulauco geral.
Dilo-Ao juiz de direilo do Bonito.Acabo de
ter 3 ollicios sous, e lico inleiradu do seu conleudo.
Anles de rccebe-lotj liana ordenado que para essa
comarca parlisse com a maior urgencia o clrnrgio
Francisco Jos Rodrigues com medicamentos, c
agora faco seguir o facultativo Jo< Alves Tenorio
com carleiras hoineopalbicas.
Os facultativos que ahi existem podom distribuir
entre si o IraNalho, de modo que sejam prompla-
mente sorcurridas as pessoas atacada*.
Pelo porlador*Manocl Crrela Villa-Nova, a quem
maudei pasar o frale dos cavados conforme diz.
Vine, remello os medicamentos o gneros constan-
tes da relacao que enviou.
Espero desente4a*iierrridale qna nao popara
eforr/M para que tVtot* ifiants tile- alalhados os
eleilot do mal.
DitoAo Dr. Adgnslo Carneiro Monteiro da Silva
Santos.Fico inleirado do qoe communic-nie Vmc'
em seu ollicio de 22, boje receido. Remetlo-llie a^
tinturas de opio c de pimeuta, 3 libras de acido c
Irico e I libra de maguezia alva que Vmc. requi
silou. '
Parece que nao fui conveniente a remorao qi
Vmc. procura fazer dos doenlcs de Cacimbas pa i
essa ridade, pois seria agglnmerar focos de iofecrao.
O que recommendci-lhe foi, que montas* urna en-
exemplares ilos formularios approvados por decreto | rrmaria onde julsasse ntcessario, sendo os doentes
Enlrelanlo
de
n. 1680 de de novembro ultimo, para os consllios lra,.i,ao ,Jo lugar em que estivessera.
de investigado, inquirida} e disciplina. mnito confio do ten zelo e discricao para provi-
denciar conveniente e acertadamente soccorrendo a
lodos. .
DitoAo mesmo, aulorisando-o a mandar passar
excusa ao remita Jos de Lima Monteiro da Silva,
que se aclia addido ao segundo balalhao de infan-
laria.
DiloAo mesmo, recommendando a expedido de
suat ordens, para que o escrivao de orpbaos do'lermo
de Pao d'Allio, Ignacio (jomes de Souza seja inspec-
cionado pelos cirurgies do corpo de -ande do exer-
cilo existentes nesla cidade, enviando S. Exc. a pre-
sidencia o termo da ins^eccao.
DiloAo inspector da Ihesouraria de fazenda,para
comprar com urgencia, afim de serem enviados ao
juix de direilo de Caruaru' por Manoel Correia Villa
Nora, a quem pagar c ti ele de .' cavados n impor-
tancia de 3QJ00 rs., os medicamentos e objectoa
constantes da relacao que remede.
DiloAo mesmo, para mandar comprar duas car-
leiras liomeopalliicas, alim de serem'enviadas ao juiz
u> direilo de P.io d'Allio, que as requesila.
Die^Ao mesmo, para mandar entregar ao cirur-
giao Francisco Jos Rodrigues, qoe sesue em coin-
miss.lo para o Bonito, a quantia de lioo- r-., e bem
asiin urna carleira bomeopalhica.Izual para man-
dar entregar ao r. Ignacio Firmo Xavier a quan-
tia de 200 rs.
DitoAo mesmo, para mandar pelo porlador do
prosele com urgencia, ao juiz municipal|do Bonito
OS FIMOS DA I0RTI NA. (*)
Por Paulo Feval.
CAPITULO XX.
Esa Parto.
_ Os Des (iarenoes oceupavam no liolel de Sainl
Ceorges um aposento situado do terceiro andar. Era
urna vasta cmara conlendo dous Indos de madeira
euveruizada, seis cadeiras j imiilo nsidas, e urna
roniuiod* de gavetas rebeldes. Era lalvez o meio en-
tre a indigencia rustica, que reioava em casa da ve-
llia Ricarda, e o luxo ostentado onlr'ora no caslello
Des tisreunes ; mas se lia lugar em que se possa ter
saudades mesmo da pobreza be urna cmara de hos-
pedarla.
Ahi ludo he fro, lodo respira exilio e abandono.
Se os movis s,)o ricos, se as paredes sao forradas de
sompluusas alcatifas, se os ps calcam a ISa mi acia e
brilbanle do tapete, o effeilo lie anida o mesmo : alrns
desse fausto trivial ha algumacousa que infunde re-
pulsao. Estes movis por serem bellos nao sao ami-
gos ; ahi nunca se acha o hom aspeclo da habitaran
da familia, e estes penales desconliecidos nao nos
sorriem. Nunca se onvem passos amados nesses lon-
gos corredores ; ficemos sus no meio dessa mullidao,
e nossocoracao cerra-se do angustia. Quando entra-
mos oo havia ciuza no fogao ; o relogio dorma, e a
emanaran do vacuo, cheiro impossivcl da definir, of-
fendeu-noc o olfato.
Ue Iriale para os coiilenlet, deslenla os que pa-
decen). N.lo sei se pode dizer-ae que seja bnm para
repouso, nem mesmo de um da. O Inglez be o ni-
co que ah vive naturalmente, e acha-se melhor do
que em casa prnpria.
Vaulier disse-nos exactamente o que se pastara na
cmara oceupada pelos Des Carcnnes desde que ciie-
Sirsni. Elles nlii estavam ociosos e como deslerra-
ot. A caslellfla conservara sobre a familia sea po-
der desptico, e lodos linliain partido de Anjoo por
sua ordem sem oulra explicaran ; lodavia durante a
viagem ella dera a entender que seu lim era lenlar
um ultimo passo para com I'eler Bristol. Esperara
al o ultimo momento para fazer ao marido a com-
monicajao relatia1 a Camilla ; nao porqne previsse
o resollado negativo, pois ale enlilo Des Carennes
nunca Ihe desobedecer, mas porque o ma.1 qoe a
minava turdamcnle dava-lbe preguira.
A resposla de Des Carennes causou-lhe profunda
admiraran. Com effeilo, depois da catastroplie o cas-
tellao pareca mais do que nunca incapaz de resis-
tencia. Sua vida limitada a dous aclos : dormir e
comer, nao era mais do que urna vegelaro imbcil.
Ao principio a castellaa julgou ter oiivido mal, t,io
inverosmil era essa resposla honrada e firme ; mas
nao lusislin porque tinba lambem oulro intento.
Sabio para ir onde sabemos. Des Carennes ficou
om instante no mesmo lugar em que a mulher o dei-
ra^ duba a cabera inclinada sobre o paito, e pa-
reca escutar os passos penives na castellaa que des-
ri* lefiamente a escada. F. proponen que os pas-
tos arast*vam-se, a respirar.lu do pobre 'Des Caren-
nes lornavase mais livre, como se mo invisivel le-
Vide Diario n. 22.
DitoA cmara mnnicipal do Rente, remellen lo
as actaa que aquella cmara requistnu dos collesios
eleiloraes de Serinhaem.l'io d'Albo e Rio Formozo,
e delta de ir a deCaranhans porque anda nao foi
recehida na secretara da presidencia.
DitoAo mesmo, concedendo a aulorisacAo qne
pedio para fazer de novo publicar o artigo'11 das
posturas sobre a limpeza publica e particular da ci-
dade. visto ler-se dado engao na publicaran de se-
melhante arlign.
CorlaraDemillmlo os subdelegados das fregue-
zias do Altinho e Rapoza. por assim convir ao ser- lural. que nuihun proprlelario"
vico publico.Commonicoo-se ao chele de policio, edificio que se julgar mais apl<
llii,,.Vmiean lo,de conformidade com a proposla reccndo-se-lhe olaloeuel que el
do chele .le polica, para o careo de Subdelegado do
primeiro deslrirln da freguezia do Allinbo a Dio-
nizio*>'erreira Jacobina, e pira igoal lugar no se-
gundo distrirlo de S. Caetaiio a Joao Francisco
Ponles.Inleirou-se ao supradilo ebefe.
DlliNomearulo para o lugar de ollicial ebefe da
quarla seccao da secretaria dn'guverno, ao bacliarel
Jos lenlo da Cimba c Fgucireilo. Fizeram-se
as necessanas communicace*.
DitaAo agente da coropauliia dos paquetes de
vapor, para mandar dar passaqam para a corle por
ruin mais mln piar i-, r vuu la/rr seguir para ab
marsuu oo dous mdicos.Espero que conlinue
\ mea desenvolver sen zeloe actividade.Oflciou-
se nesle sentido ao juiz municipal daquelle lermo,
e ao commanda ile do corpo de polica para man-
dar reforjar a destacamento.
DitoAo Dr. Olegario Cesar Cabossu', em com-
miso meifira eai Cimbres.Nesle momenle rece-
bo osea ofiicio de 20 do crrenle, e lico inleirado
do sen conleudo.liuiiiedial a mente mandeiapromp-
lar o enlregar a.rseii porlador as rcqnisjoes que
fez Vmc, de cojo zelo e actividade espero que se-
am prornplame ito soccorridas as pessoas asacadas
ia epidemia.I'asso a nfliciar as autoridades desse
'prme par te *>forrarem em anxilia-lo.
l'ii-sfo aesion. Etaolititnmeuto o neAnftlrio
e boje Jecr.imni ndo-lbe este eslabeleci ah r?m lios-
ital paraos accommeltidos da epideona, e previno-
.he que eslou tratando de mandar para ah mais
um medico ou esludanle de medicina.
DiloAo delegado de Cimbres. Constando bave-
rem apparecido mais casos de epidemia nesse lermo,
nui terminaiitemenle recommendo a Vmc. que se
empenbe com lodo o esforco cm coadjuvar o
facultativo, que abi esl, no soccorro s pessoas ala-
cadas do mal. Nao ha crise em que urna aulorda-
de esleja mais religiosamente obrigada a comprr
seus deveres do que a presente, em qoe se traa de
soccorrer a bum.inidade. I-ln espero de Vmc. e ins-
tantemente Ib'o ordeno. Iguaes ao juiz municipal
d'aquede lermo, ao subdelegado, ao vigario e a c-
mara municipal.
DiloAo delegado de Sanlo-Autao. Ficando inlei-
rado do cunten I i do seu o>fiicio de limiten), lenho a
dizercm resposla,que appro'vn as medida por Vmc.
lomadas no sentido de minorara inlensidade do mal
nessa cidade, recommendando ao mesmo lempo qn
nao cesse de dar todas as providencias que de accor-
do com os mdicos, o juiz de- direilo, e mais autori-
dades dessa comarca fentenderem conveniente ; e
conten) com a nimba appprovacao.
Vou mandar mais um medico para ahi, e cenvem
qne se eslabeleci o hospital no lugar que for consi-
derado mais vantajoso, na certeza de que he mu lia-
se negu a preslar u
o para esse fim, offe-
laluguel que elles pedirero.
NAo deixe Vmc. de organlsar logo e logo a compa-
nbia de pessoas para os enterramenlos.
DiloAo delegado de Barfeiros. Cerlodo conleu-
do do seu ofiicio de 22 do eorrenle, lenho a dizer em
resposta que approvo as medidas iwir Vmc. tomadas
uo sentido de vedar a inlroduccao da epidemia nesse
termo, recommendando-lhe ao mesmo lempo loda a
diligencia cm se preparar os pontos mdicos indica-
dos em o cilado ofiicio. Espero que continu a des-
envolver o seu zelo e aclividade em beneficio das
pessoas pobres.
vanlasse-ihe o peso que opprimia-lhe o coraran. As-
sim respira o captivo que perde de visln por um
lisiante seo carrerpiroideiapUdado. Pouco a pouco
sua fronle ergueu-se, um relmpago de pensameuln
brilhoii-llie no olbar ; elle leve como um sorriso, o
ilirigo->e ao canto do quarlo onde estavam assen-
lados a vellia e os dous mocos.
Deem-me um lugarxiho, disse elle, quero es-
lar aqu entre vosss.
Assentou-se na cadeira de Rolando colre mi Ri-
carda e Camilla.
yoanlo eslou bem aqu'.... murmurou elle.
Depois a nuvem pareceu detcer-lbe de novo sobre
o espinlo, e seu olbar sombro perdea-se oo vacuo.
Os dous mocos conlemplavam-no com respeito tris-
te. A velha Ricarda lomra-lhe a man e alagava-a
eulre as suas.
Coilado '. sei o que elle lem, disse ella em tom
de terna rompaixao ; qtwr somcr.
Nao, re-ponden Des Carennes meneando a ca-
beca ; nAo lenho lome boje.
Camilla, Rolando o a valha Ricarda Irocaram om
olhar.
Oh '. oh .'... comecnu a boa mulher.
Nao leve lempo de acabar, e ficou pasmada vendo
grossas lagrimas correrem pelas faces de Des Ca-
rennes. *
Thomaz, mcu fillio Thomaz !... exclamou ella.
Esle cobrio o rosto com as mos e balbucioo :
Desejo que Dos Ihe perdoe !... eu he que sou
o culpado... Cm lioiiiein honrado deve ter a forra
de fazer o bem e de repellir o mal!
Havia seis.semanas que nao proferir urna pala-
vra razoavcl. Os do os mocos ea av r.aram estu-
pefactos-.
Miulia mi, conlinuon Des Carennes desco-
bnndo o rosto, eu a expelli de minlia casa. I'orqoe
ama-me Vmc. anda
A boa mulher lancnu-lhe os bracos em lorno do
pesclo, e quiz diaef :
No fo-le lu...
I'odava cu a nmava raoilo, minlia ma, nler-
rompeu Des Carennes, cujos solucos enlrecorlavam-
llic a voz. Crea-mc, en amava-a muilo !... mas ex-
pelli-a, nao se leve negar... A fraque/a pude ir al
ao crime... Em um mesmo da deixei retirarse mi-
nha mal, e reneguei meu irmilo... O casligo devia
vir. e veio : seja feila a vonlade de Heos/
Rolando e Camilla lendo os ollios hmidos nao
Dataran lomar parle na conversarlo.
Tambem amavas leu irmao meu pobre Tho-
maz, disse a mal Ricarda. Quando elle parti, os
nulros iusullarani-nn e ainal Jicoaram-no... en nada
ludia que dar-lha... Chegaste elle nccultameule, be
verdadp, porque eiiverannhavas-te de leu bom cora-
cao, o nicllcslc-lhe na rogu um bilbete do banco.....
Ileverdade! lie verdade er.clamou Des Ca-
rennes sorriudo eolio as lagrima', roderam lomar
minha casa, meu caslello, nimba riqueza ; mas con-
servo essa lemhranca, qoe he o meu talismn contra
o desespero.
Meu pai! mcu pai'.... disse Camilla aperlan-
do-llie a man contra o corac.lo.
Rolando linba a onlra ma'o, e beijava-n silenrio-
samcnle. A velha Ricarda e os daus mocos pensa-
vam : lora envenenada a alma desle homem I
Nao eslava unit ahi madama De* Carennes a
quem esse pobre engaado chamara lano lempo sua
providencia, a inromparavel Julia o nio genio des-
sa cata decahida nao eslava mais ahi, porm nin-
uem formulava contra ella a accusac.io merecida.
Ali! quanla raziln tinba Vmc., mioha rali,
lornou Oes Carennes, de preferir meu irmao Joao
miro !
Amo-le mais do que a elle, meu lilho Thomaz,'
responden a velha, agora que es o mais desgranado
de lodos.
Sim..... d'sgrarado. nuii desgracado repeli
Des Carennes com ar sombro. Mas, 'queiu dizer-
Ihes ja tudo o que teolto aqui, conlinuou locando
no poilo, pois io ousaria lalvez fallar quando ella
liver voltado.
I'oz mao sohre a rabera de Rulandoe pergunlnu :
Nao me queres mal lu, a quem eu condem-
nara'.'
Sempre esperei em seu bom corac.lo, meo lio,
responden' Rolando.
O ex-castellao sorrio amargamente e lornou :
Al)! ab mc bom corarao/... Se nio f.ira a
deagraca que cabio sohre mim, leras sido soldado,
Rolando... eis c que meu bom corarao teraa feito
por li... meu bom cnrac.10 eslava com um envolto-
rio de ferro... ;u senta is vezes que elle lenlava
(imillas revollas ; mas era tao cobarde meu bom co-
ra(3o lia-lava urna pal ura para reduzi-lo ao ti-
lenrio :
Apoio a cabera no encost da cadeira, e de olbos
meio fechados onlnuon com acento brando :
Todava ten* razan. Rolando... se en lvesse
estado totinho rreio qoe leria feilo duas pessoas fe-
lizes... pois mu tas vezes segu a vosss de looge em
seus passeiot ao parque... Via-os entrar em casa de
minha mi, e bem sabia que ella era sua cmpli-
ce... Voltava ao caslello mu pensativo, e dizia
contigo : Nao bu crime desunir tao bellos amores V...
Mas no caslello lomava a acha-la... Era um sondo
de ambiro insensata. Foscas, alravez das quaes
eu va correr um rio de ourn .'
E agora, nlcrrorapeu-sc com deslenlo, mais
nada!... Foi necessaria a miseria para defender a
vosss contra mim!
Pois bem! exclamou a velha Ricarda, a qual
piscou os nlhos ios dous Dlos, viva raUo a mise-
ria!... Eras pobre quando casaste com la primeira
mulher, meu fillio Thomaz, p lembro-mc de que a
melancola nao liuba entrada em tua cazinha. Ro-
lando lem bons bracos, sua mulher nao morrer de
fome... Oh! baja anda pranos um di.i de tes-
tal... Dame la mao, filbinha!
Rolando e Camilla cslenderam soas miles Ircmu-
las, as quaes a boa mulher reuni as suas.
Thomaz, queres abenjoar esta uniao'.'... meus
dous netos sao dous noivos?
DiloAo juiz da pM residente da junta qualifi-1 ma, quanlo ao estado da epidemia all reinante,
cadora da freguezia da cidade da Vicloia, dizendo |>propmiha com urgencia a medula que julgar mais
em primeiro lugar, <*Wi segundo as infiirmaroe- of-
licaes, nao consta qae a epidemia ten ha -s desen-
volvido naquella cidade, de modo que possa embara-
rar os trabalhos da Mtyeclva qualilicarau e em se-
sundo lugar que no havrndu anda o governo man-
dado execolar a nova lei das elcires, dtwo a meu-
convemenle ailoplar-se lano para all, com de
prrc.iiran para a capital.
ilo Ao commandanle do corpo de polica,
dizendo que, visto nao ter apparecido quem se pro-
ponha a fornecer os sapatos necessarios aquelle cor-
po, mande Smc. fazer seinelhanle fornecimr-nln em
cioi.ada qualificacao ser feila de conformidade com dinhcro pelo trelo estipulado na tabella n.3, anne-
a lei de 19 de agesta da I81(>.
PortaraNompjijd a lunacin l'essna Esleves da
Silva, para q lus^r 'ii^alicaiile da botica do hospi-
tal regimental defla provincia. Parlicipou-se ao"
mireclml cuinmao.Ta'ilt) OAreiaAo Exm. prasjdenle Ao Part, partici-
pa udo eme no Ma**rM9)ual Lindo l'iKfuelc fo'am
embarcados dispaslajV *t **, Lxc. lies caixea
com peras de bnm, Malos ua corte com destino
aquella provincia, bem faino dous volumts com di-
versas miudezas par o arsenol de marinba alli es-
tahelecido, e roga*bla ^0t^m sirva de mandar pagar
o frele de semlh*utr eandoertro, o qual esta' de-
clarado uo conhecimanlo que remelle.Communi-
cou-se iin in-prr|.,r do arsenal de marinba.
DitoAo Exm. commandanle superior nacional do inuuiciti*o-4o' Kecife, recommendando
a expedicao de -ua- ordens, para que eeja dispen-
sado do senrico activo o ;:aarda nacional Polycarpu
Moreira de Azevedo, em quanlo esliver occupamlo
o empretin de inspeclor dje/quarleirao na freguezia
da It.ia-Visla.Commelacnu-se ao ebefe de po-
lica.
DitoAo Exm. nfCtBibal commandanle das ar-
mas, Iran-miiiindo com Copia do aviso da reparlicao
da guerra de 2G de dezambro uliimo, o modelo pa-
ra a esrriplurarSo ilelrvro de assenlamenlos dos ca-
vados da cnnipaohia tnta de cavallaria desla pro-
vincia.
DiloAo mismoN(K> se leudo podido al esle
momento encontrar em medico qoe queira fazer urna
visita a' freguezia d Sanio Amaro de Jaboaiao, on-
de se suspeila ler ja apparecido algnm caso da epi-
demia, solicito de V. Bce. a nomeaca.i de ara me-
dico militar, que do era parlir com a possivel bre-
vdade.
DiloAo inspectordtliteaoararia de fazenda, pa-
ra mandar entregar a sMt'Hamaaldu da Silva, que
vai em commisso medica a" Cimbres, a quantia de
rem mil ris, e du is carlefras liomeopalhicas.
DitoAo mesmo. recomtp-.nilan.lo que mande
fornecer eom urgencia at Dr. Cnelaoo Xavier Pe-
reir de Brilo osohjecto*. eouslanles da relacao que
remelle.Igual forneeimanlo. se mandou fazer ao
Dr. Ignacio Firmo Xavier.
DitoAo mesmo, par mandar apromplar com
urgencia urna ambulancia c una peca de bala
que sao requisiladas fiera*gado do termo da Es-
cada.
DitoAo mesmo, inleirando-o, de haver o ilirec-
lor do arsenal de guerra participado que no da al
do eorrenle. fallecer a menor Mara, Hllia da Afri-
cana lvre Mauricia.
DiloAochefe de oRea.Ein resposla ao ofii-
cio qne V. S. me diri*, em data de 23 do eorrenle,
c no qual se refere s noticias que Ihe commanicara
o delegado do lermo le Sanio Anillo, a respeilo da
epidemia reinante, cumprc-me declarar-lh que ja
lenho dado para alli as providencias que asrircums-
(anciiis rediman) e que mo v3o sendo reqoisi-
ladas.
DiloAe director 4o arsenal de guerra, recom-
mendandu que manda fornecer ao doulnr Imiacio
Firmo Xavier, -'i camas para n enfermara eslahe-
lecda no convento 4os C.armlitas, de'tinadas as
pessoas qu. p,n veiil-a. .'it-:-. accotnir elidas da
epidemia- rein.inte.
Dito Ao mesmo, Iransmitlimlo por copia, nao
t aviso da repartir da guerra de 15 do eorrenle,
mas lambem o conbecimenln da plvora que pelo
arsenal de suerra da corle foi entregue ao meslre
do brigue nacional Firma com destino a esla c a
oulras provincias do imperio, afim deque faca des-
embarcar a referida plvora, logo que Ihe inslar
liaver chegado o referido brigue ao porlo desla ci-
dade.
Dilo A o nie.mo, re niel leudo por copia o aviso
de 2S dedezembro uliimo no qoal o Exm. Sr. mi-
nslro da goerra recommenda a prompta remessn
dos arligos que, em virlude das ordens imperiaes,
devein ter enviados por aquello arsenal para muni-
ciamenlo dos corpot existentes as provincias de
Alagoas, Paralaba, lim tirando do Norte e Cear.
Dilo Ao commandanle superior da guarda na-
cional do Bonilo, recommendando a expedicao de
suas ordens para que o commandanle do baialbao
n. 2(> de infamara da mesma guarda nacional man-
de apreseular ao delegado supplenlc daquelle lermo
10 pracas do referido balalhao, commandadas por
um ollicial inferior, para fazerem a guarnirse da
respectiva cadeia.
Dilo Ao commandanle superior da guarda na-
cional do Rio Formse. Ero vala do que expende
V. S. em respmta ao meu ofiicio de 12 do eorrenle,
lenho a dizer-lhe que, lendo o lente curonel com-
mandanle do 2. balalhao de arlilharia prestado ju-
rameulo peranle esla presidencia mudo antes de
liaver V. S. tomado posas desse commando superior,
nao havia eulo a quem facer-se participaran ; nao
sendo por lanto procedente a rolo por V. S. aliar
gada para nao Icr-me Iransmitlido a proposla do
referido lente coronel, lano mais quanlo com-
muiiicou-lbe ello ja liaver prestado juramento, co-
mo V. S. confessa.
Dito Ao presidenta da commisso de llvgiena
Publica, remidiendo coplas de dous ollicios do dou-
lor Carneiro Monteiro, em commisso medica em
Santo Anio, para que inleirado do que elle infor-
xa ao regulamento provincial de 2 de dezembro de
1833.
Dito An vigario de Agoas Bellas.Inleirado
lio que Vmr. ino commnmca em seu ollicio de II
do eorrenle. 'a respeilo do apparccimenlo de alguu-,
casos suspeus do cholera em. vario* ponlus dessa
fregnezia, leuln a dizer-lhe, qoe nesla dala ollicio
ao inspeclor da Ihesouraria d* fazenda para a-
promplar com urgencia nina ambulancia, que de-
ve ser remedida para essa villa com loda a possi-
vel brevidade. Ollieiou-se a respeilo referida
Ihesooraria.
Dilo Ao delegado do lermo de Sanio Anlgo.
Logo que cliega'rem a e?sa cidade cinco cargas com
varios gneros remettiJos desla capital para soc-
corro das pessoas accomincllidas da epidemia na
comarca do Bonito, Vmc. as fara seguir ao sen des-
lino sem demora, mandando apena, para isso cin-
co cavalgaduras. Remctlo-Ilie inclusos 159000 rs.
bata pagamento do frele das ditas cargas ale essa
cidade.
Dito Ao Dr. Pedro de Albayde Lobo Moscoso,
agradecendo n onerecimenlo qun fez presidencia
de mil excmphuvs i! Iradoccaa do lialamenlo lio-
meopalluco prcservalivo e curativo do cholera, alim
de serem convenientemeiile distribuidos.
Dito Ao delegado do segundo districto desla ci-
dade. Em consequencia do seu ofiicio segu ago-
ra para essa freguezia de Jaboatao o Dr. Joaquim do
Aqnino Fonseca, memhro da commisso de hvgiene
publica, afim de examinar os doentes que Vmc. sup-
pe atacados da epidemia.
E romo ella j se acbe bstanle adiantada na ci-
dade da Victoria, conven) que Vmc. faja observar o
que a respeilo,da emigracao Ihe ordenar o mesmo
presidente da junta de hygiene.
DitoA' Antonio Juvenrio Pires, joiz da r-.
manila de de Nossa Sen hora d'O* de Ipojnra, dizen-
do que louva muilo a sua lemhranca de construir
alli um cemiterio a cusa dos rendimenlos do patri-
monio daquella irmanda le e das esmolas que poder
ohler, e que continu a empregar os meios de leva-
la a cll'eilo, certo de que vai olliciar a respeilo ao
Exm. prelado diocesano, que nao dcixar de appro-
var seinelhanle idea. Ofliciou-se nesle sentido a
S. Exc. reverendissima.
DitoA' cmara municipal do Recite, remellen-
do a acia do collegio elcitoral de Caranliuns, a qual
acaba de ser enlregoc na secrelaria do governo.
Portara Mandando admillir ao servico do
exercilo, como volnnlaro, por lempo de seis anuos,
o paisano Jos Francisco da Cosa, que perceber,
alen) dos vencimentos que por lei Ihe compelirem, o
premio de 300J000 rs. l-'izeram-se as necessanas
commiinicaces.
Dila Concedendo ao arrrmalanle da obra do
Dos guarde a V. Exc. Recife 30 de Janeiro de
lK">i>.lllm. e Exm. Sr. rnnselhciro Jos Benlo da
1.indi i c Fiupiro lo. presdeme da provincia.
llnro da Boa-1 ia.
RISPADO DE PERNaMBFCO.
D. Joao da PirificafSo Marque* Perdigao, conego
rearante He Santo .Igostinho. por gru da Santa ,sV apoitulica, bitpo de Periuimbuco da
conselho de S. M. imperial e Constitucional, etc.
A lodos os nossos diocesanos sandp, paz e benrao
em nome dp Jesua Chrisln.
Sendo iodubilavel que nao devatatos atribuir .
coulinuacjiu do Hagell. a* "o* opprime, senAi a**.
merecido castigo das ii'.*s"as graves eoipas, que re*
cuito nos re-la, scuSoconUnaarmu* a implorar a Di-
vina clcmenci j per me ele nossas humildes e fervo-
rosas sunplieas? gim, amados filhos. be esle o ni-
co meio a que llevemos recorrer. Mas para que as
uii-s.s supplicas possam subir ao llirono da greca, e
ser aovillas pelo Dos das misericordias, he iiidis-
pensavel que as nossas cc,es nao desdiuam das us-
nas palavras. Ab! Nao diga de mis o Senhor como
oulr'ora por horca do seu propheta. Esle povo hou-
ra-me com os seos labios, mas o seu coranio esl
longe de mim. I.onge, longe de nos ama lao justa
com j terrivel exprobraro.
Deleriiuiiailos pus n sincera deleslacao dos nossos
crime-, animados do verdadeiro espirito de peniten-
cia, nao cessemos da exorar a infinita misericordia.
Purifiquemos as nossas cnsrienetae, rortaler.imo-nos*
com a digna i copea dos -audaveis sacramentos,
instituidos para nossa sanlifiearao, e assim dispostos
vamos reunidos a' caja do Senlior, ao seu santo tem-
plo, impetrar o perdas) do nos- .s peccad.is, a px-
linccao do casligo qoe nos fere.Ped, vos drz o Se-
nhor, ped e aacebercis ; balci a' porta e abrir-se-
vos-lia.
Tal be o ardenle desejo do nosso coraco, e para
que elle lenha o suspirado eneilo, determinamos que
na nossa rathedral, as malrizes e conventos das ci-
dades do Recife ede Olinda se repiiam as preces que
ja te lem celebrado, nos das I, 2 c 3 do prximo
mez de fevereiro pela manala hora que lor mais
conveniente. as demais freguezias da dlcese igual-
mente serepetirao as mismas preces, logo que li\e-
rem noticiada prsenle delermiuacio os reverendos
parochos.
Ministros do Senlior, le os primeiros a dar o ex-
cmplo aos demais liis, inslruio-os, exhOrtai os em
Inda a pacieii i.i doalrin : nao Ibes causis nenio
mais leve escan lalo ; compri poulualmente o vosso
ministerio.
Palacio da Soledade 30 de Janeiro de I86.
Jo'io, biapo diocesano.
CoaiaiANDO HAS ARMAS.
Qoartel general do commando das arma* da
Pernambuco na cidade do Recife em 30 de
Janeiro de 1866.
ORDEM DO DA N. 10,,.
O marerhal de campo, commandanle das arma,
determina que o Sr. primeiro ririirgian rapdao do
_ corpo vigesiino-primeiro lanro da estrada do Mo d'Albo, i Sou/a P'11"- "Que encargad de fazer diaria.
Manoel Thoma/. de Aibuquerqoe MarnnbSo, mais menle as visila.s de saude no nono balalhao de iofan-
qonlro mezes de prorocacau para a enneluso da-1 l.'fia. subslituindo nesle serwco ao Sr. segundo ci-
quella obra. l'izeram-, as necessanas commu- i r"ri-1Jo lenle do mesmo corpo, Dr. Miguel Joa-
nicaees. | q"im de Castro .Mascarenbas, que tica encarregado
___________ de fazer iguaes visilas nc ilecimo balalhao da mes-
Como quer que spja, a paz aera disponan*, co
foi a lomada de SeOaslopol, mas, a*
que se fazem preparativos, boje para itlo. i
um resallado mais on menos remolo, i
lavel, nao se devem perder de isla o*
preparativos de deleza que a Rosta pa a*a ara.
e a instalaran dnradaura dot alUade* ata Cnaa**, e
os seut preparativos centra as costa* da Haitieo.
tenlo uma alia signilicacjto em quauto too* mun-
do germnico arfa) Vamar ama resulucao no enlido
do direilo aaroaaru.
Con) eiteilo.ainda repetimos, a paz be poxsrivel por-
ae O alvo da guetre, islii be, a salva guarda da
rqura e a diminuirn do Mcr da Rumia ue d'wa
cmvant attingido, porque moderarlo das palea
cas occidentacs batas-a de duvida, porqne so eami-
batm agora para (oreara Husciaa cawa arar por
tratado solemne os resaltaos)* ja otXidoax ma* be
preciso para loma-la fcil, qaa aAKeaBanfca adkeri*)-
do s garandas fundamentes qne exige srea**** da
F.uropa, fara conliecer claramente a Hastia qaa) ella
lllm. c Egm. Sr.Acensando a recepcao do ofii-
cio de V. Kxc. com dala de It de Janeiro corronte,
se me nllerecc responder a V. ExC, qoe nao 'iVeoo-
ijiuo empregar os me os de ter prstilos segui-
rem para essa provincia M nuitiran .ivte por V. Etc.
foreui requisilados, como farei o que estiver meu
alcance para salisfazer nos desejos de V. F^\c. quan-
lo a ida para ahi do barcos com farinba e carne secca.
Dos (iuarde a V. Evr. Palacio do governo da
na arma, durante o impedimento do Sr. segundo
cirnraiao leuenle Dr. Rozendo Aprigio Pereira Cu-
maraaa,
Uelermiiia, aolretim, o mesmo marecbal de cam-
po, que no dial.' de fevareim prximo Tindouro se
paoerevi>ia de. meslraaat corpot r"o oierr-i; exis-
tentes oesla guarmcilo e as compaohia* li xas pela
qrdem seeninlo : s (i.liaras da manhaa an balalhao
segando, os (1 !-2 ao balalhao nono, s 8 i\> an ha-
do governo da ldano dcimo, ludo de infinitara ;
llahia I!) do Janeiro de l!SVi lllm. c Exm. Sr. pfe- panhia de artfices. A's 3 da tarde i
sidcnle da provincia de Pernambuco.Jcaro Tilie- de cavallaria e s i ao b.ilallio quarlo de aililbaria
c as '.) a cimi-
a companliia liva
rio de'Moncorco Lima.
a p na cidade de Olinda.
Josi Joaquim Coetho.
cinco da mesma carruagem, e sua primeira idea foi
que era uma mulher elegante acompanliando um fa-
milia de protegidos. Depois, nao sei porque a mu-
lher elegante pareceu-lhes repentinamente uma dou-
da fgida e recondnzida pelos seus amigos. Fizcram
entrar a familia Des Carennes porqne tinham or-
dens a respeilo. Os servos de I'eler Brstol estavam
habituados a abrirem a porta a muilos iufclizes lo-
dos os dias ; mas era a primeira vez que viam essa
mulher 1,1o brilhanlemoirte ataviada, de olhar eslra-
nho e quasi espaDlado. Era impossivel deixar de ob-
serva-la ; pois ella linba certo ar ameacador para si
mesma e para os oulros.
_ (.loando os Des Carencias alr.ives-ar.un o vcslibulo,
Vaulier ronvocava para mesma nuil- lodosos mem-
brosda Iribo Ricardo, bem-como quisiera o amo.
A castellaa estremecen reconbeenndo o homem
que dera o primeiro gorpt > meio da festa ; Des Ca-
rennes recoiihecen-o lambem. e abaixon os odios li-
udamente.
Escrevi ao senlior PelerlBristol, disse a castel-
laa em voz baixa para pciIir-He ama audiencia.
Pelcr Brstol nao d audiencia, senbora, res-
pondeu Vauliei san.lando, desde a manhaa al i
noile recebe aqoelles que nceessilam delle.
Necessilamos delle... balbucion a castellaa.
John disse Vaulier dirigindo-se a um servo,
conduza esle joven senhtr e esla senhornha pre^
senca do pairan.
Quem ? eu ?... exclamou Rolando apandado de
improviso.
En ?... repeli Camilla espantada.
Facam o favor de seguir esse homem. lornou
Vaulier mostrando-Ibes John.
Camilla e Rolando cou.iili.n.iii; com a vista a .Mr.
Des Carennes.
Van dias Ibes a cislellaa seccamenle.
Os dona moco- nao moTeraro-se. ,
Vao, mens pobres filhos, murmurou Des Ca-
rennes a sen lurno ; DOiSJ sor le esla de ora em dian-
le as maos de Dos.
Camilla e Rolando seguirn) o servo.
Saonder, lornou Vaulier, inlrodiiza a senbora
e o senlior na sala de espera.
Des Carennes c a velha Ricarda seguirain logo a
S.liinder.
Venha traigo, senhor, disse Vaulier offere-
cendo galantemente o hr.ru castellaa.
Um criado os preceda t abra as portas dianlc del-
les. Emfim chegaram a um salao esplendido e hri-
Illm. e Exm. Sr.Teudo-se determinado, na con- j
formidade do plano incluso, liaver uma eeiDmissSo
de beneficencia para preslar os precisos soccorros aos
que forem accommeltidos da epidemia que infeliz-
mcnle lem j assaltado esla capital, vou mui confia-
do no patriotismo e reconhecda philanlropia de V.
E\c., convida-lo |>ora que se digne ser um dos rien
nombras da mesma commisso, qoe organisada com
a promplidao que espero do zelo c dedicarlo de cada
um delles, procurara entender se com as commissoes
especiaes que lenho nomcado para cada freguezia,
afim de auxilia-las no sentido do referido plano. Fa-
zendo V. Exc. mais esse servido humanidade, pe-
nhorara mais minha gralidao.
lllm. e lxm. Sr.De posse do ofiicio do V. Exc.
datado ile boje, em que me convida para membro da
commisso de beneficencia, que deve prestar os pre-
cisos soccorros aos qoe forem accommeltidos da epi-
demia qua infelizmente (em ja assaltado esla capital,
cumpre-me scientificar a V. Exc. que. acedando
com salisfarao o encargo de que esse governo majal-
ga digno, e pondo a sua disposicao qualquer presu-
mo que em mim possa adiar em quadra lao calami-
tosa, em que os esforco- e providencias da adminis-
Irarilo devem ser correspondidos pela philnnlropia,
candado c dedicaco dos particulares, Iciilio de rn- |
gar a V. Exc. tambem, so digna indicar-me os no-
mes dos mais membro* da referida commisso, para
que com elles eu possa Piilender-me. bem romo dos
das commissoes especiaes, afim de eslabelecermos o
accordo c combinaran das medidas que forem de
ini-ler. e possam preeneber a lio louvavis vistas
de V. Exc. *
bellos renles, deixavam rellpclir a rlaridade nos con-
tornos puros e altivo* de sua fronle.
Camilla e Rolando pararam porla ; Peler Brstol
CORRESPONDENCIAS DO DIARIO DR
PERNAMRTJCQ.
PARS
l de Janeiro de ISjfi.
O conde Eslerazy foi encarregado de subinellcr
as condcoes de paz ao czar Alexandre II. Dizem
que o gabinete prussiano apoiaria em S. Pelersbur-
co as proposires auslriacas, c o seu cmbaixajor na
corle da Russia ser o auxiliar cinpenhado do conde
Eslterazv.
Os estados medios da Allcmanba pelo ergio da
Baviera, da Saxonia real, c do grao ducado de llesse
fazem lambem promessas Inspiradas pelo mesmo de-
sejo de pacicacao.
FCsIas proposicOes confiadas ao diplmala auslriaco
seraOas scguinles: exclusa de lodosos navios de
guerra do mar-Negro, dcsinoronamonln das pracas
forte* situadas as cosas desle mar, renuncia da Rus-
sia ao protectorado dos principados, assim como a lo-
dos os anUgoadireilM de internar nos eslados do su!-
ISo, cesslo da parlo ilaBesserabia sobroa qual se a-
cham as boceas do Danubio.
Eslas condie-s confirmadas por garandas maleri-
aps. e por um tralado serian) a soluto da qucslo
oriental. A respectiva aceitac.ao pela "Russia anda
esla em suspensao: depois das ultimas noticias o
conde Esteral] comniunicou os seus despachos a
chacellcria ratea soincule a 27 da dezembro, e o ga-
llineto de S. Pelersburgo tom uma dilaro de 3 se-
manas para se pronunciar.
te e quasi Iriomphanlc ; foi Camilla quem respon-
deu-llie :
_Ese obstculo nao existe mais, senhor ; Rolan-
iicenou-lhes que se approiimassem, e elles obedece- l do uo partir.
ram. Pelcr lirslol moslraii-lbea duas cadeiras coito- ] Adcvinho rxclamoii Peler Bristel vivamente.
cadas em sua frente ama de cada lado, c disse-lbcs O senlior Rolando ven pedir-me os dous mil francos
Des Carennes ia responder quando abrio-se repon- Ihanle de luzes, Ires vetes mis bello do que o famo-
linamente aporta da cmara. Todos aquelles que ; so sabio de l.uiz XV do caslello Des Carennes. Van-I
ahi estavam jnlgaratn snnbar, poique viram apeare-
cer a castellaa bem vestida, brilbantc e ufana como
no lempo de sen esplendor. Tinha nos labios um
sorriso orgulhoso.
Acabaremis esses desposorios oulra vez, disse
ella com acento ebeio le sarcasmo, minha rarrua-
gem espera porta, e sao horas de irmos i casa de
Peler Brislol.
F'oi cousa singular a chesada da Tamilia Dej (a-
rennes habilacao do pulunlu banqueiro de Bos-
ton. A legan, ia da castellaa razia sobresabir o po-
bre estado em que achavam-se seus companheiros.
Com effeilo. Camilla (nha nimia sen veslido de chi-
ta e Rolando s-u vestuario de caca ; a velha Ricar-
da lian eslava mus nem menos garrida que oulr'ora,
e Des Carennes Irazia o Irage de aldea* e. o chapeo
de palha qne lomara algumas semanas anles par*
suhlrahir-se s pesqoizas dos seus bons pareules.
Os servos de Peler Brstol os yiratn descer todos
lier con lu/io a castellaa alo o divn, couvidoii-a a
assenlar-se, saudou-a profundamente c sabio.
Nese mesmo momenli Pelcr Brislol re.-eba cm
sou aposento a Camilla e Rolando. J distemos que
o quarlu de Pelcr Brislol lesdourava a magnificencia
desse sumpluosn palacio ; e todavia os dous inoro,
alii chegaram mu Irenu.los : Rolando quasi lano
quanlo Camilla
Havia realmente em l'jter Brislol alguma coosa
que inliindia respeilo e limar. 7\an fura sem la/o
que a tribu Ricardo desfarrando-se na ausencia do
respeito exagerado que prtdigulisava em face do ban-
queiro americano o appelldara o grande Lama. I.em-
bremo-nos tamben) de qu; Anloiiina comparara esse
boiiii-in com os lypos maraviUinsos que admrala nos
litros de ravallaiia.
Eftava .i-..miado no rallo da chamin ; suas bar-
bas longase luzidas eahiau-lhe sobre o estofo som-
bro do roupao ; liuba a cibera dc>xoberla e seus ca-
que se asscnlassem ; elles obedecern) anda. Peler
Brislol recoslou-se na poltrona, poz a man .iberia so-
bre as palpcbras para conlempla-los melhor. Isso
durou algum lempo, e o embaraco dos dous pobres
mocos eslava em seu auge.
Vracs. amam-sc ha muto lempo '.' pergunlou
emlim o banqueiro americano com negligencia.
Camilla ficou vermelha como uma rereja, o Rolan-
do carregou o solirnlho. Peler Brislol rruzou as per-
nas uma sobre oulra, deixou recatnt a mao, e lornou
dirigindo-se ao rapaz :
Vmc. devia ler vindo ver-me mais redo... li-
ndamos trocado alguma- palavras l no parque .. ha
oilo dias pelo menos que espero sua visita.
Veio-me a idea de recorrer vossa senhoris.
respondeu Rolando ; mas linhamos cahilo lao pro-
fundamento !... Fallou-me o animo.
Peler Brislol sorrio, e disse :
Esta moca, nao neg, era rica ; mas Vmc. que
nada linba, qne perdeo '.'
Rolando mordeu os beicos.
Havia contado com o ilole '.'... lornou Peler
Brstol.
Senhor !..... exclamou Rolando empallide-
cendo.
Modere-se, inlerrompcu o Americano, nao Ihe
quero mal, mas nao lenho nenhuma razan bem po-
sitiva para interessar-me por Vmc. e niio tolerara
orna falla de decencia.
I'erdoe-me, senlior, disse Rolando com voz
firme, pois desla vez armava-se de loda a sua cora-
gem, eu Tinba aqu como supplicanle... Conlaram-
me que no ronsdho de familia vossa spnboria Ipslc-
ininihoii a meu respeilo um nterosse mu generoso de
que sou-lhc agradecido. O objerlo de nossa vi-
sita...
Peler Brislol bocejou, fez um gesto que Inlheu a
palana nos labios do Rolando. Camilla ja nao espe-
ra va mais.
Deixemns o objecto de sua vsiia, disse o Ame-
ricano com f.ulig.i. Minha linda senhoriiba, Vmr.
lera consentido em casar com o senlior Ricardo Du
Cuerel?
Senhor... balbocion Camilla.
Bem eniendido, ronlinnon o Americano, se sen
pai Ibo houvesse dilo : Quero !
Seria a primeira vez que eu Ihe desobedecesse,
senhor.
Mas ler-lhe-ba \ me. desobedecido !
Camilla besilnii,
Nao, nao be assim'.'... leria chralo minio....
mas...
Sabe, iiileiroiiipcu-sp elle, que easa lalliinenlo
he um successo mudo feliz para Vmr*.'.'... I provima muilo as distancias... Aposto que Mr. Des
Carennps nao oppc-se mais sua nniflo... Ade-
viuliei '.'
Meu lo deu seo consenlimento esla larde, dis-
to Rolando.
De veras''... esse negocio esla 1,1o adiantado
assim'.'... Spiii duvida aproveilou-se o instante em
que madama Des Carennes laviava-sr>...Mas n.lo res-
ta anda um nbslaculo ?... Vmc. be soldado, meu
charo, e lera de parlir brevemente.
Na verdade o Americano dizia islo com ar conleii-
qup ciinlnu-me.
Rolando era bem pouca cousa relalivamenle a esse
Cresos de alem-mar ; todavia leve um sorriso deade-
iilioso, e disse sem colera :
Nao, Mnlaor, nao venlin reclaniar-lhc os dous
mil trancos que conliei,-lhe... Esses sao o pao de men
pai... Mas Dos be bom, c Camilla disse a verdade,
nao parlirei.
Que fara eniao ?
Isso inleresa-lhc muilo1. Pergunlou Rolando.
Jimba linda senhrinna, disse Peler Bnstol,
lenha a bondade de explicar-me esse euigma... Dir-
jo-me a Vmr. porque sen primo esquece-te frequen-
lemenlc da silunrao em que estamos nm para com o
onlro... Vmc. he mulher, e saber corvar-se a neces-
sidaile.
Cora effeilo, Camilla era mulher, pois .orno e disse
b'ud menlo :
Meu Dos, bastara que vossa scnhnria livean
a phantatia da saber,.. Tinbamos mu vzioho cha-
mado Pedro Tassel, qoe era o nico aMio da mi...
Rolando e Pedro Tassel lem a mesma idado c foram
junios ao sorleio... Vossa setilinria nao sabs como
l'az-se isso eulre mis ; b.i'lar-me-ba dizer-lhe que
Rolando escollieu vulunlariamenteo numero que de-
via l i/in^t'.' li o Tassel soldado.
Apre !... exclamou Peler Brislol, cis uma ge-
nerosidade inleiramenle romanlica !
Ella era bem empregada, ronliniinu Camilla,
e o puuro bem que podemos fazer oulr'ora, senlior,
fui-nos relfbuindi. centuplicado depois da nossa dea-
graca... Pedro Tassel Oesrobrio nosso reliro, e foi
com a pobre mai e a nona despedir.e de nos, par-
lindo para reonir-seao regiment.
Oh! oh disse Peler Brislol eafatvando-se por
conservar sna friea scoptica, aase Pedro Tassel he
um rapaz mudo honrado !... Desojo que ana velha
ni: nao mona de fome em sua ausencia... Ouanlo a
nona...
Senhor. interrumpe') Cunda com voz ennuno-
x 'la. 0 generoso capricho de um homem mu rico
proporcionot noiva de Pedro Tassel os meioi de
dar pao u velha mai do conscripto... Vossa spnhoria
nao lembra-se mais do le laucada um da cen gui-
neos sobre nina mesa da hospedara do Cavado
(tranca* .'
Cerlamente n.lo, responden Peler Brislol le
vantand >-se, nao lembro-nie mai*.
Den uma rolla peloqnarto, e tornando a aasenlar-
e dianle dos dous moros, disse :
Enlao osla entendido ? Vanee, vao rasar... po-
bres como Job, sem nada Ircm no prsenle, nada
no futuro... V dar n luz fillio*. crcaluras desidio-
sas que nata lerao eilucicilo, nem bom Iralampiilo !..
Inlcirompcu-sr e accrescenlou repenlinemenlc :
Senlior Rolando, f.ira-me o favor de vir fal-
lar-mc.
Camilla volloa-se pira que Rolando n3o viste que
ella linlia lagrimas nos nlbos.|Kolaiido levanlou-se, o
Americano lomou-lbe o braco e condu/io-o ao outro
lado do quarlo. Fallou-lhe um instante em voz
baixa. Camilla rujo olhar inqaiet segulh avida-
mento essa srena, vio o nnivn recitar c empalli.lecer.
I'eler Brislol catiliniioii a fallar ; Rolando abaixou a
cabeca em silencio.
Muilo bem disse Peler Brislol em voi alia.
se apropria dellas e que as impora peta
ella nao as uhliver pelas negociacet. be ma*)** qoe
nao fique encerrada na^ sua neu(ralidade. be nmtor
que a Austria nao se obstine nasaa imobttidede.
Ouanlo ao que diz respeito a *aa poltica interna,
o.....i-lro austraco formn uma commisso acar-
renla de rever toda* a* ordeoancas publicadas l-
poisq> Jo' II, concernenlesas releres das autori-
dades poltica* e das autoridades eccIeMasteta*. e de
pr.'poc as modilicares exigidas pela concrdala. J*
urna das ci.usequeiicias previtus de ac.iba de realisar-ae. No Bate o* hairitaote de
I/.ger, todases Gregos ojo anides pastaran ceso o
seu pastor Afrente para a reHgiao ereca unida, ou
catholica geego, e dest'arle te coltocaratc sob a anlo-
ridale o papa.
O aabinele acaba de submetter aV cmara* do
commercio e da industria um projerto de lei relativo
ao exercieio da industria. Segunde o* termos desle
prnjeclo a liberdade de indo-tria n3o ser subinelti-
lo a oirTras reslricrrs mais do que aquella* que ne-
cessilaii) cousidera^oes de polio* ; assim as prett*-
ses que supe a oliserva^ao dos reglamenos de po-
licia s,', poderO ser exercidat em virlude de ecea-
toe* expressas; quanlo as oulras bailara ama am-
pies dorlaracAu. As corporaofies forasvaala* sao *u-
primida*, e nenhnma proliislo ser sejeita raia-
coes de corporaces, dejuranda* ele.
V Austria anda nao se explica sobre o qne ella
pretende in tacante eos principados danubianos,
cuja reorgam-.ir.ui oecapa a Franca, a In*sjiearra, e
a Turqua, lina caria de Const.inliaopla Ine-
neiidcnria Bilga no* s.bamnajlrou a analyse de u
projecto de constilaifa?; a snlerania do Salla* aera
manlida lal rosne he,sem ingerencia alguma na ad-
minislriicao inletior do paiz, n Moldavia e Valachia
-tra i reunidas em so telado gover.iado por prin-
cipe nomeado vitaliciamente. A nattneacJln lera la-
gar pur va ila aieaca*, o principe eleho deven ter
do paiz, todo* Ptinaaralps seiHo excluido* da candi-
datura.
O governo sera' represen la I i vo e composta de duas
c.irjaras, formar-se-ha om exercilo narional, aa for-
talezas do* principados serao reconstruidas, e as
priacipaes occapadas pela cuaroicSo terca. Emfim
o Irib lo |>ago a' Porta sera' regulad* na eleicao de
principe por toda a duracao do se reiuado.
Na Inglaterra a reano do parlamento esla' laxa-
da para 31 ,le Janeiro prximo. Segando s Time* e
ministerio parece decid le a presentar se alea
cmara actual dos coromuns, salvo usar da f.ical-
iaro da di-.-iliirao na primeira ocrasiao que poder
razoavelmente justilic.ir esla medida. Diz elie qne
esla resoloc.ui lie mu* conveniente atas circumstaa-
cjan prsenle,se o parlameiilo liver uma linguagem
inspirada por om patriotismo finia*, te digna do paiz
e das rircumslaucias, o povo aera' unnime para a-
poia-lo com enlhosiamo; spelo contrario viees* a
fallar aos seus deveres, a acceder ao* maos conselho*
d f.icraoe da demenri*. o povo dara ao appello do*
ministros uma resposta nao duvulca, manleria o di-
reilo do paiz **o|ilenrao de um* paz que depois da
lanos sacricioso garantiste contra ama agresMe fa-
llir.
Anuncia sp que um dos prmeiroi arte* da cma-
ra dos r minum. no romero da estn ter' a eleicao
ile um novo presidente em tubilitnicao de Charles
Schaw l.efevre, que deve ser nomeado par ; foi elei-
lo como Speaker em 1S39, ua occato de Aber-
rrombj. N3o se sabe ai ma qual era' o soceesser
nesta funcrao, uma das mais importantes de toda* a*
funrrocs polticas. Falla-te em Frederir Thesiier
como devendo rennr uma maioria na cmara dos
commnns, mas corre u boato do que Fiteray, o pre-
sidcnle dos ronsellins, sera' aprsenla lo c sustenta-
do pelo velho plido Whig. O Iralamenlo do Spea-
ker be de liuiil libras sterlinas por anuo, sendo apo-
teulado como par, e 5 mil libras slerlmat de peiiso
vitalicia.
Nesle momento, ao passo qne a Franca parece
accessivel as ideias de pacilicacao, he de observar
que a Inglaterra, n.icfto muilo menos milHar. *e
musir muilo mais belicosa. Senle-sc qne no paiz
em que loda a gente n.lo he toldado por le e por
una especie de in-linclo. ot luto* de familia te re-
senlein de ama mancira menos geral e menos rim-
palhieu ; que as paixes belicosas etlo ahi mais a
commodo, sendo menos a tvertidis ; que abi te abe
melhor o que cusa guerra as finanzas du estado,
que o que ella rusia s pupularoes, e no be porque
ronlpslemos que o nnbreza inglexa lenha pago rom
n seus lulos a gloria que adnuirio em ama lata que
destruir' os seus privilegios bierncliicos.
Alem disto esle a0adamenlo da Inclatrrr* para
com a par (em a sua origen) no mao humor e no in-
leresie brilanico que ella qocria fazer passar aden-
le do interes-e eiiroppu. Desde o comer; da guer-
ra ella represcnlnu um papel,que nao esta'i
Vollotl para junio da ciamin, deixaado a Ro-
lando como espantado, c lomoa aiseutando-ee ao
lado de Camilla :
Agora, niinhi linda niocinba, lemot decenver-
sar tambem.
No pnmeiro {momento, conlinuou elle filian-
do cm voz alia, Vmcs. poderlo amaldicoar-me por
quo destaro projerins mu temos... ma depois ver*o
que paila se faz ne verdade conipro-lhes a ventora per bom preco '.
Rolando cahka sobre nm aetenlo, e pareca ful-
minado. Peler Brislol poz-ee a fallar em vez baixa
rapariga, a qual Tez como o noivo, e perdeo logo
suas bellas cores, Isso durou mais tempe para Ca-
milla que para Rulando.
Muilo bom, diste aiuda o Americano araando-,
loca-lhes azora refleclir... Dou-lhes ame hora....
Vmcs. me inform.irao de sua decsao. .
Seus labio* toraram a mo fra Camilla, e elle
saiiilou a dolando sorrmdo : depois saMnedeixoe-
os sea.
Tinham uma hora para refleclir, ejanpenleire
do relogio havia dado melado da volta. Estavam
cada um em seu lugar mudos e como entorpecida*.
Camilla, pergunlou emlim Rolando rem vez
aderada, que lo diste esse homem para tornar-te Mo
Irisle'.'
E a li. Rolando, pergunlou a rapariga lambem.
que disse elle para abaler-le as*im ?
Rolando tentn l?vantar-se, e vacillou prestes a
cahir de cosas ; alravessou o qoarlo apoiandese no*
movis e chegon a noiva, a qual cslpndeu-llic atmaot
chorando.
Cimilla, minha pobre Camilla, murmuren elb;,
somos muilo desgranados 1
Sim... mai desgranados repeli a moja.
Rolando cabio sobre o atseuto que Peler Krislot
deixera, e atlrahio rapariga contra o corarlo bal-
hucianilo :
Elle ama-tc, nao lie verdade f
Assim in'o disse, responden ('milla rom ro
su (Tocada.
Oh aquelle homem be om demonio!.... ex-
clamou Rolando, cujos punhos cerraram-se convulsi-
vamente. Achou um meio de enesdear-me e co-
rarao.
A cadeia que elle achou para li, pergunton
Camilla erguen.lo ao cea seu- bellos eflaot, he lao fer-
ie como o acoque faz-me sua prisioiipira?
Meu pai que be infeliz la na America ... disse
Rolando.
M?u pai que padece aqui a' minha vijla... die-
se Camilla.
Ssinlio, tomn o mniceb.i, em um paiz que
I nao be sua patria... enfraquecido ja pelo soffrimen-
lo.... prdiudo a Dos tornar a ver seu filho, do qtal
lembra-se e ao qual ama !
q
Abatido pela queda, dizia de sua parte a mora,
cnvelherido xinlo anuos cm poucas semanas.... ro-
deado de prenles que sao ininiigos!...
Alas emlim, que le diste elle. Camilla '.'
Disse-me que' pelo preco de minha mao rc-li-
(nir a riqueza a meu pai... E a li que diste elle?
lii-se-mc que renonciasse a li. Camilla... ,.
te-inc que em pagamento detso sacrificio (aria meu
pai rico o feliz.
Ambos choravam e suas maos eslavam unidas.
Qne responders. Camilla, prrguulon emlim n
mancebo snlurando.
A mora lornou rol.rindo o rosto rom as ananas:
E lu, Rolando, que responders?...
(CoHtinttar te-ha.)
nnn
r
IIIRIUFI


DIARIO OE HMMMIUC QUINTA FEIU 31 E JAMIftO t I86

h

rao cora a opiniSo que se nutria acerca do sea po-
der, e que'ella propria parlilhava. Em Ierra, agto-
ria da suas armas, com ludo mui real e mu bri-
lhante, erapalideceu drale da gloria das armas
fraucezas; no mar obstculos imprevistos paratisa-
ram o formidavel desenvolvimenlo dos seus recur-
so- navaes.
Estas duas circunstancias devia reagii sobre o ca-
melar altivo do povo inglez, o dabi resultou, entre
un, um desejo inmoderado do continuara guerra
atim de proporcionar urna coropensajao s suas ar-
mas, e entro oalros uin humor intralavel que avil-
lava todas as glorias, deaconhecia lodos os servjos,
e promete para prxima pamplona uiii.i cxhibij3o
de forjas inglezas capaz de redotir defioilivameole
o czar impotencia.
Eltas teem para com a Turqua umjinleresse que
se manifest de urna forma tal, que justifica as lamo-
sas conversa* do czar Nicolao I aom lord llamillon
Seymour, querem a ruina das proviuci.is transcau-
casiaoai, porque sita un caminho para as posae*-
bAes inglezas da India para urna omnipotencia ma-
rtima que clles ambicionara, lie esqoecer que a
Inglaterra e a Franja lixaram no coaaejo da guerra
o alvo que se propuuham alcanjar ; airan ja faz a
guerra cora uin peusarnailtn justo e ganero-o, quer
menos liurailhar a llussia do que impedir que seja
urna ameaja perpetua aorepouso do mando ; quau-
do a Franca se declarar salisfeila, a Inglaterra ja
sao lera Tora de su inleresse particular, motivo
plausivel para conliiiuar a lula ; a Franca em todo
o caso nunca pora ao servir de ama ambiro es-
Irangeira os seus ejrcitos o os eus Ihesourus. en
sua prudencia prevalecer no da em que for preci-
no optar urna paz gloriosa e ama guerra idtern.i-
navel.
I al he hoja preponderancia franceza que o suc-
cesso desle mez he a volts a Pars das di vi-oes do
oxercilo do Oriento. Um dos eloqoenles escriplo-
res da Franja contempornea disse qae, para llie
revelar a patria, um pai devia tomar o sen lillio em
um da de grande festa publica,"de grande mulli-
da,i on Pars, e mostrar-lhc o povo armado que pas-
sa, as baiooelas semillantes, a bandeira tricolor...
nos momentos sobreludo di- especlattva. neslc for-
midavel silencio que se opera de reponte sob o im-
menso occeano de povo, inclina-se para elle e Dio
di/.: olha, meu lilho, hit: va. eit a Franca, eis a pa-
Ira, ludo islo he coro Um so hutnem, a intima alma,
o mesmo cora jilo,|lodoi niorreriam por asa s," e cada
uin deve tambem viver e morrer por todos... Os
que passam la em bai.x, qu estao armados, que
vollam, cumbaterSo por nos. deixanlo seu pai, sua
velha ma, qae leriam necessdade dellcs... Tu Ta-
ras outro lano, nfle le esquejas nunca qae a (na mu
lie i Franca.
O menino recebe urna impressao duradoura, v
a patria... Este Dos invisivel em sua alia miniado
he visivel em seus menibroi e as gran Jes obras em
que se depoz a vida nacional. He urna pessoa viva
que esle menino apalpa com o dedo, e sent em tu-
das as parle* ; nao pode abraja-lo. mas ella, ella
o abraca, > aqnece com a sua alma espalhada na
raollidao.
Ic urna bella cousa para a l reH .ler em Pars
a sua gloriosa e immortal paOA^^Hlada em uin I
ponto.; lodos os pontos, lodosa ajares juntos dos
lliermaesde Cesar i'-onluuina a Louvie, no campo
de liarle, do arco do Triumpho praja da Concor-
dia, a historia da Franja e do mundo, l'ois liem,
lodo este Paria se agitou, reveloa a franja a seus
tilhos, no da em que lornou a ver as aguias glorio-
samente voltadas de Sebastopol. Foi um maravi-
lhoso espectculo o desle enthosiasmos unnimes,
destes acolhimeotoi Iriumphanles, estas ovajes fra-
ternaea. estas ardentes syropalias, estas bitas viudas
calorosas, estes vivas, estes bravos, estas palmas,
estas chuvas de flores e do louros, para estas heroi-
cas I egiCet de. jo ven soldados bronzeados pelas ru-
des fadigas da guerra, para astas velhas bandeira) da
patria enegrecidus pela plvora dos combates.
Um grande povo que sada desla sirle aquellos
dos seus que lem ido levar ao longe face do man-
do as suas ideas de generotidade c de juilija e a sua
gloria, bebe oeste facto a oansciencia das sois for-
jas, seule-se prorapto a prosegair na obra corneja -
da, o tinguen) duvidar qoe no dia em que elle
consentir a paz, he qua na sua alta safiedoria crern
o repunio inleiraraeWle seguro. Sesta circums-
tancia nova a voz soberana de Napoleao III se fez
anda ouvir, provocando ao longe urna iminensa re-
percassao, ao pasto que produzia em torno da si
urna rmojau profunda e indesoriptvel. Inda ao
encontr das suas jovens falanges, ja vellias de glo-
ria Me dirigi ama bella c elegante allorurao.
He de esperar que esta allocujao acolhida pela
T'raoja inteira. e s pode dizer, pela adhe-fi i una-
nimejda Europa, chegar al S. Petersburgo, qae
para abi levara ao mesmo lempo a vontade dos po-
vos oecidenlaes de' proseguir na lula empeuhada
tanto lempo quanto a Kussia resistir, e de tornar a
entrar no lar nacional assim que o inleresse da Eu-
ropa" e o futuro das sociedades civilisadas forem ga-
rantidos.
* I'rova nova das resoluces enrgicas do Occiden-
te, vai reunir-se em Pars um conselho de guerra
cutre as differentes sammidadesmilitares das poten-
cias alliadas, para ajuslar as operajoes da cainpanba
prxima, lem-se sentido loda^ importancia de una
unidade perfeifa na direejao. das operaces, o com-
niando em chefe de tudas as forjas de larra ser de-
volvido aofmarechal Pelissier, o cumulando das
forjas navaes se-lo-ha ao almirante Lvous.
Em .Madrid, o Estado e o fraccionainento dos par-
tidos acredtalo o boato ja espaldudo desde longo
lempo de ama prxima modilicajao ministerial, mas
ludo anda he vago e indeciso a esle respeito. O
gabiuele he evidentemente caracterisadp por Espar-
ren) a O'Donuell, todava o primeiro he mais pro-
gressista, o segundo se inclina mais para a consli-
luijao de um partido medio, cre-se que ambos per-
maueeerao simultneamente no poder, e que a ran-
dificajao se limitar sobslituijao de alguns mem-
bros do gabinete, ale dizem que esta modilicajao nao
lera lugar immediatamenle, que o ministerio lem
de resolver provavelmeule diversas quesloes finaii-
ceiras, que urna razau mais alta he a causa desle adia-
menlo, a saber: o estado desande deO'Uonnell
que inspira receios com as suas alternativas conti-
nuas de bem e de mal.
As corles hito eslabelecido como "parle iulegrante
da constiluijao a le eleitoral, a le que regula as
lelajes dos dous corpos legtlalivos, a lei provin-
cial, municipal e administrativa, as Icis orgnicas
dos irihunaesde juslija, as da iuipreusa, da milicia
nacional, do conselho de Estado, e s se devem se-
parar aepois de ler disentido e votado todas. As per-
lurbajes da C.alalunlia se v3o aplacando pouco e
pouco.
O reino de aples anda se ada em grande asi-
laesp.
Revista Iliteraria.Fragmento de historia.
Jeronymotiavonarote por Mr. Perrens. o mundo
das lellras assim como no mundo da poltica os es-
pirilos esclarecidos e elevados se vollam voluntaria-
mente umitas vezes para a Italia, esta Nobe das
iiajes como o chama o ramle poeta inglez, choran-
do desde muilo lempo j sobre seus generosos li-
Ihos, que naj parecer renascer as gcrajOcs de
hoje. 4|
A academia franceza decrelava o anuo passado
urna das toas coroas a um poeta que eiuprehendeu
felizmenlea corajosa larefa de traduzir a olica im-
murtal de Uanle, e eis que osle anuo ella deu a mes-
ma recompensa a um sabio historiador, que dado em
nosso lempo de aclividade rebril a placidos e serenos
estudos evocou com mrito, um fortuna, urna das
maiores liguraa desla mesma cidade florentina,
um dos hroes do seculo \V, Jeroiivmo Savona-
role. '
Jeroiiyino Savonarole por mulo, lempo esquecdo,
al por muilo lempo ignorado, raeobrou d'ora em
vanle em nossos das o lugar importante a que tem
direito na historia desla poca de Iransijao que se-
para a id.ide media' Maaaatnoderiia. Efla phase da
vida da humanidad* suma das mais curiosas para
i'studar-se: conslilne urna transformajao radical dos
lacios, das ideas i ^^^Hbidic-, reno ao mesmo
lempo a c cavatieirosa do lempo passado e o came
liire dos lempos novos, enlemleii o ollimo appello
as crazadas, vio sabir do uaJa.essa machina admi-
ravel qoe d aras a pensameiito e qoe a pernea ..os
qualro venios do mundo j vio appareccr no da im-
neiisidade do oeeana atlaatk* outro mundo que
rom os seos novos horisoetes vinha contribuir de
urna maneira inesperada a cevolucao inlcllectiial ;
vio especialmente agllar-se as ideas religiosas entre
Joao Hum e Luthero ; vio elevar-se nm homem de
um grande iopro.quasi do genio, que empreheiiden
urna lula cootra o papa representante inconlestavel,
mas infiel das antigs tradicees da igreja, urna lula
nao somante cootra as pessoas, nem tao pouco contra
os dogmas; con Ira a disciplina ecclesiaslica e contra
^os vicios do clero, em fin urna lula, que se livesse
triumphado, teria podido previuir, impedir a refor-
ma de Luthero, ou diiiiiuuir-llie singularmeule o al-
cance.
Jernimo Savonarole, em preseuja d.i corte pon-
lilicia de Alexar.dre VI, pregn a reforma ecclesias-
lica, Como homem do sen lempo: a Iraiisiro da
idade media ao espirito moderno nao foi em' pane
alguna mais seusivel do que no seu genio e no scu
comportamento, e se elle foi o precursor da Reforma,
foi mao grado seu e sem que o souhesse, se rencle-
ria aos pesdo proprio Alexandrc VI, su livesse po-
dido suspeftar cm que obra punlia a mao.
Foi a 21 desetembro de lique no mcio desla
Ilalia tao impolcnlc, lo fraea apezar de lodos os
ama lula ar.lenlo desde a sentenja da excommu-
nli.io pronunciada contra si al a fogueira de 23 de
ma o de li'.IH.
Todo o sen valor foi ao principio revelado aos
eus superiores e euviado por sua ordem ao conven-
io de S. Marcos em Floren ja, eucarregado da edo-
cajao dos novijos, vio chegar a si lodos os frades
da sua casa, todas as grandes personagens da ci-
dade em uto grande numero, que foi obrigado a
deixar a cadeira de professor pelo pulpito do pre-
gador.
A sua ciencia profunda, a sua simplicidada, a
sua pnreza de costumes, a sua benevolencia para
com lodo*, o seu renome, o designasam prompta-
menle a>digndade de prior. Urna vez elevado ao
posto entnente, tornado em Florenja urna potencia
ao lado dos Mcdices, pregou a reforma ccclesias-
lica, denunciando a todos os excessos do clero e
sublevando coleras e iras.
ianle da dillieuldade desla larefa que elle se
trajava a si proprio, coniprcheiideu que o bom xi-
to eslava ligado aos primeros resultados que elle
nhtivesse cm torno de si, e ci-lo come jando a re-
forma do clero calholico pela reforma do convento
de S. Marcos, dando aos frades pregadores admira-
veis regras de proceder, e elevandoa* a um lao al-
io poni de sciencia e de santidade, que allrahiram
a si innumeraveis novijos.
Tanda ohtido um brevo qua reuna todos os con-
ventos da Toscaua, lornoii-so o principal dellcs, e
a zona dos seus Irahalhus se alargou enlan singu-
larmente. A autoridade da sua palavra do alto da
cadena evanglica, atacando a rorrupjao do clero
e dos clirisiaos, e reinoiilando-se a fonle, pediudo
conias a esta corle impudente de Roma, em lodos
os rimes, que o orgulho, a cobija, a devassidao se
osleulavam publicamente, cxprobrava-lhe todos os
males passados, presentes e futuros da Ilalia e do
mundo, e a lornava responsavel por elles perante os
homens c perante Dos.
Aletandre VI quo tinha o eyoismo do mal nao se
senlio ofleulido, mas aquclles que o cercavam se
senliram molestados, e para seduzi-lo, Ihe manda-
ram olTerccer a purpura que elle recusou, allron-
tando dcst'arle heroicamente as ameajas do futuro,
Enlretauto, l.oureujo, o Magnifico, morrera, nao,
como se diz, sem ler recebido do prior de S.Mar-
cos a absolvijSo. A entrada de Carlos VIII na lla-
lla arrasluva a expulsao dos .Me,lic.es da cidade flo-
rentina, cuite JertMvyrna omnipolc ile entra na vi-
da poltica, o loma parte activa na orgaoissjao do
novo goverao, depois se oceupa com a reforma dos
costumes florentinos, e tal he o ascendente das suas
predicas qae produziram ama profunda e completa
revolujao.
Todos os hbitos do luxo mais exagerado i,,rain
repentinamente abandonados pelas rergas da absti-
nencia mais austera, lodos os esplendores dos trajes,
lodas as riquezas das hablajdes l'orain proscriptas, e
fj/.iani-- frequentes procissoes, as quaes se leva-
vam porfa as grandes pracas de Florenja lodos os
Ihesouros de luxo anligo c de luxo moderno, retra-
tos piulados ou esculpidos, manuscriptos, collec-
joes de poesas licenciosas que desappareciam as
lchammasde urna immensa fogueira.
T !?_<_....-.- i:..;.... ........
de volos um con-,elho fiscal de Ires membros gratui-
tos e bicnial, o qaal lera toda a adminislrajao da
companhia.
3. Que se emitan) j mais 4,009 acjes de dOO
cada urna, licando assim o capital elevado a 1,200
contos fortes representados por 12,000 acjoes.
G." (Juo as chamadas de capital sejam feilas na
razao de ta ", ou de 203000 por aejao, e pelo me-
nos com inlena! os de til) dias.
a 7.a Que os estatutos sejam reformados no senti-
do apuntado pela cnmiuissAo.equese pague actual
directora o alcance em que estiver depois que as
canias forem tpprovada*.
u S." Que a uavegajao le- le j continu na costa
de I' : Iu_\il com o vapor l)iauc do l'orln, c entre
Lisboa c o Rio de Janeiro com os dous vapores D.
Mara II e D. I'tiro II, como al aqui.
0.1 i i:i.' -, irale de construir um terceiro vapor
igual ao D. Pedro II, logo que um siillicieutc nume-
ro das novas acjoes for distribuido.
10. Que seja Horneada j urna commissilo per-
manente de Ires membros, sendo propostos cinco,
licando suplientes os dous ltimos, coin poderes
ampios e extraordinarios para levar a efleito eslas
medidas.
Concluida e-la missfto, 1 commisso permanente
seus elementos de prospernladc, apezar da glora
radiante das as rlese das suas lellras,. no mcio
do.[.i pennsula tao solVredora em consequcnci.-i da
ausencia de qualqiicr espirito nacional, c da riva-
lidade de lodfls os seus innumeraveis principados,
era Florenja, soba autoridade dos mlicos, nasceu
Jernimo Savonarole. '
Volado a medicina, senlio-se chamado a vids reli-
giosa, e a 21 de abril de 1 W, enlrou na ordem
de S. Domingos, escrevendo ao pai que lomava o
habito monstico como urna egide contra as infe-
ras do mun lo, contra a niquidade dos homens,
como o refugio de um iualtravcl repouso. Se foi
a psz profunda do claustro que elle sonhara nica-
mente, se anda nao tinha pensado na renovacan
da igroja, islo he, na reforma do clero |ielo reforma-
dor c na dos liis pelo clero, o restabelecimenlo
dos hons coslumes pela fe e a graja, era destinado a
amargas decepjoes, pos nunca exislencia foi mais
aguada do que a sua; mas eremos que a voz interi-
or jase tinha elevado no silencio das suas medita-
jes.
Com efieito, a sua existencia corneja desde a sua
lomada de habito, e as suas tres grandes phases,
ella foi sempre cada vez mais activa e mnior. Na
primeira fui exclusivamente consagrada aos negocios
puramenie religioios, na segunda alar^ou-se, abra-
cou os negocios sociies e polilicos, na lerceira foi
Enlretauto, os Iimigos do grande reformador se
agitaran! ; Alexandre VI embahido por elles, es-
crcveu-llie uini. caria cheia de elogios, que lermina-
va por um convite fo'mal de ir u Roma para se jus-
tilicaMas fallas que se llie irnpulava.
Jeronymo vio claramcutc'que era um lajo e Ion -
se de procurar deixar Plaraaea, cownuou a fallar
livremente da corle pontificia, at que um breve do
papa veio prahihir-lhe quo pregasse. O prestigio da
perseguija eugrandeceu-o anda mais ; o seu reno-
me jaula parava cm Florenja, na Ilalia, passava
as monlanhas o 09 mares, e a Europa se oceupaudo
desle frade, qai reformava os costumes e a religio
de um estado pela nica forja da sua palavra, cque
ha seto anuos tinha um povo iuleiro pendente dos
seos labios.
E elle, di/endo que nao poda viver sem pregar,
persuadido de que devia fa/.er triumphar a causa
de Dos, fechou os olhos sobre asdesgrajas que po-
diarn acontecer, e se mostroa resoluto a allrontar
urna morle que aceilava de anle-mao, con tanto
que ella nao tosse Intil. Assim. reassumio o cur-
so das suas predicas, e fez em Florenja redobrar as
suas austeridades. Alinal a sna desobediencia at-
Iraho-lho sobre a caheja os raios da excommu-
ahao'
Desgrajadameute para si e para sua causa, discu-
ti a bulla de Aletandre VI em vez de recusar a-
bertaniciile a autoridade de um papa indigno e de
um clero corrompido, e appellar para um concilio ;
e desde este momento vio-se qae ja mo bavia para
elle senao recuar a hora fatal e inevilavel.
Entretanto, a excommunhao nao se isolou em
Floren ja, e aoiruado*por syrnpaUias nao equivocas,
recomejou a pregar ; novos breves partera de Ro-
ma, novos protestos Ihe respondem do alto da ca-
deira de S. Marcos.
At entao lodas as fallas de Savonarole, inevila-
veis em urna vida tao agitad e tao exposta, nao t-
nham impedido que a sua influencia resististe aos
ataques e al que crescesse pela perseguijao.
A sinecridade das suas couviccet prescreveodo
a estima de todos tinha feito urna parte da sua for-
ja. Era chegado o momento cm que impcllido a
seu pezar a actos sem oulra conclusao mais do que
o ridiculo on a derrua, elle te va obrigado a de-
via r-se da lio lia recta, e detcia pela mesma do pe-
destal em que a adrairajao publica o bavia enllo-
cado.
Um ,', .i', i- -.no cloquale, suscitado secretamen-
te, se pnz a pregar contra elle, o povo se dividi,
talvez Savonarole livesse triumphado, mas u fran-
ciscano o dcsaliou c Ihe propoz que .travo-sa-e
com elle urna fogueira para fazer ver par mojo d-
la prava qual dos dous tinha raz.m. Savonarole
aceitn, l'cz-te a fogueira, mas de repente o domi-
nicino teraiversou, urna discutsao se prolougou por
algumas horas, e urna grande chova embargou a pe-
ngosa prova.
Rcalisado- o golpe de estado, tendo Savonarole
medo da fogueira, abdcou o seu poder, o povo pas-
sou do sen enthusiasmo ao desprezo e ao insulto,
furioso de ler sido privado de um bello espectculo
e (16 um grande mila^re, o perseguio com ultrages
ale o seu convento, e o profuudo c atroz Alexandre
VI que de longe tinha disposlo ludo, e que sem du-
vida provira qne o espirito poltico de Savonarole
recusava esta estpida prova, acahou bem depressa
a obra da vinganja popular.
O infeliz reformador posto em torturas, ao cabo
de urna lula admiravel entre a fraqueza da carne e
a energa de urna alma corajosa, confessou qne ti-
nha sido um falso prophela, e que havia seduzido
o povo com mentiras. Condemnado ao fogo, foi
queimado sobre a mesma praja, em que evitara a
fogueira, deixando a po-leii'l i I urna formidavel
queslo a resolvar. .
M. Perrens estudou com lodo o cuidado do um
benedictino todos os elementos do problema, re-
cousliluio com um verdadero talento de historia-
dor os (rajos da grande figura, c cm lim rom urna
cloquencia nleiramenlc digna da elevada recom-
pensa da Academia Franceza, decidi que o seu he-
me lr.il.nlo desde tanto lempo na historia como
obscuro ambicioso c fantico em coragem, e apezar
das suas fraquezas c do scu desanimo era um
grande un h i, e diz :
t Os homens celebres nunca sao lolalmcutc de
orna peca, a conlradicjo he o homem. Jeronymo
Savonarole leve urna vida de uina pureza, de urna
unidade, de um desinteresse que Ihe sseguram ulna
gloria dura '.mira, s leve um pon- menlo.a v ola
dos chrislaos a disciplina dos primeros lempos ; se
foi um lho insubordinado da igreja, foi incontesla-
velmcnle um discpulo fiel do Evangelho. Nanea
cuidou cm fazer propaganda com as armas, s tinha
conlianra na santa propaganda do exemplo, julgou
que vendo a vida pura c ,i. fclicidade dos Florenti-
nos convertidas, a christaudade esclarecida pelos fla-
gellos ds Dos se entregara successivamente is
saasdoulrinns. Via, mas pathelica illusao A sua
gloria ser o ler acreditado no poder da verdade e
do bem sobre os homens, c ficar especialmente ad-
miravel por ler resistido as sedacjcs do orgulho
oflendido, e por nao ler renegado, como outro fra
de a far.e-lo, a f de seus pas e de sua juventode,
am de nao ceder a nlnguem c tirar vmganra de
seus iuimigos.
He a mais billa larefa do historiador tomar nes-
lc longo perigo da vida da liumanidado as parles
menos conhecidas, menos esclarecidas, mas falsa-
mente appreci.nl.is, e dar-llie o carcter de verdade
adquerida, he a mais bella larefa lambem vingar
os grandes homens dcsconhecidos e ignorados, e res
lituir-lhe esta pura illuslrajao que Ihes he de-
vida e que faz a honra eterna da .muro/1 hu -
mana. f |
M. Perrens comprehendeu de-'uma maneira su-
perior os seus deveres de homem de ledras, de his-
toriador e de poeta, foi beber o seus documentos
nat fontes verdadeiras, nao cscreveu urna palavra
que nao seja apoiada com provas, nao fez^pma c-
lajao que nao fosse rigorosamente indicada, c sobre
esta obra de sciencia severa laucn lodo o inleresse
de urna nairao.no sympathica, sempre repassada de
um senlimcnlo poderoso, inuitas vezes de grande
eloquenca.
Honra a esle mancebo lanrcadoda Academia F'ran-
ce/.a, que souhe em naasi poca de estudos superli-
ciaes condnzir mais um i pedra a esle mniiumcnlo
immorlal e sempre por acabar, que lem gravado
sobre lodas as suas faces em caracteres indeleveis,
para n manr hem das idades futuras a narrarao dos
allos icios das geraces successivas da huinaui-
dade.
(.. M.
resignara seus poderes as mao* da assembla geral
na qual reside ledo o dircilu e poder sobre a com-
panhia de navegic.lo a vapor l.uzo-Brasilera.
Resolvi'ii-se dopoisque os Srs. accionistas fossein
ao consulado porluguez delegar seus poderes nos
membros da commis-Ao cima propusla, visto nao
poderem os accionistas aqui residentes resolver se-
nao como individuos, por nao ser esta reuniao de
conl'orinidade com os estatutos.
A cornmissao dove sor eleta hoje ao meio dia no
-alan ,la Praja do Commereio-
17
Companhia /.uso-tlraxileira.Rcuniram-se hon-
tem ao meio dia, no salan da Praja do Commercio,
os-accionistas da companhia l.uso-rasileira de na-
vegacao a vapor, alirn de proceder eleicao da
commisaao que auiecedenlemcnle tiuham resolvido
investir de poderes ampios para |iromover compe-
lentemenle a adopjao das medidas proposlas e vo-
ladas na reuniao de anle-liuulcm, e para tratar da
distribuidas das novas accocs.
Resolveu-se que a cornmissao que ia ser elcila
fosse composla, nio de Ires membroseffecvos e dous
supplenles, como se havia decidido na reuniao an-
tecedente, mas de cinco membros efleclivos ; o ou-
Irosim, por proposla do Sr. Viclorino Pinlo de S
Passos, que houvesseni'Commisscs espeeiaes, cada
urna de dous memhros, para ajudarem a promover
a disd ihuic.o das novas acjcs.
Para a prime ira cornmissao foram elvilos os
Srs. :
Dr. Adolplio Mannol Viclorio da Costa.
Joao .los dos liis.
Joao Augusto I'errera de Almeida.
Manoel Monlciro da I uz.
Joaquim Jos Rodrigues tiuiui iraes. -
As coininis-C.es auxiliares para a dislrihuijao das
novas acjoes licarim assim compostas :
I. Visconda da Hsirella.
Bernardo Ribeiro de Carvalho.
liaran de Morsira.
Antonio Joaquim Dias Braga.
Joao llenrquo Ulrich.
Francisco Antonio de Carvalho Uihciro.
I. Josc de Carvalho Piulo.
Josc Alexaiidrino Farrujo.
i. Luiz Antonio da Silva Goimaraa*.
Francisco Augusto Mondes Mouleiro.
I>. Bernardo Jos Bizarro.
Manoel de Almeida Cardoso.
7. Domingos Jos Ramos de Faria.
Manuel Jos Comes de Oliveira.
8. Jo3o Percira de Azevedo.
Jos de Souza fieves Juuior.
9. FranciscoPinlo Bessa.
Antonio onj.ilvcs Guiuiaracs.
10. Jo* Anlomu do Andrade Baslus.
Anlouiu Aniones de Campos.
11. Jos Joaquim de Barros.
Francisco Ignacio Mendes.
12. Antonio Julin Valerio.
Antonio Fernando da Costa.
13. Jelle de Araujo Coutinlio Viaiina.
F'rancisco Firmino de Castro Lima.
II. lieroardo Jos da Cunha.
Bernardo Augusto Vieira de M ndonc.i.
I). Joaquim Francisco da Rocha Aviutes.
Antonio Dias da Silva.
lti. Domingos Gomes Flores.
Antonio Jos Fernanda* Das.
17. Bernardo Jos* Luiz de S.
Joao Antonio da Silva tiuimaraes.
Em seguida volaram-se agradecimentos :
Ao Sr. Dr. Antonio Jos Cuelho Louzada, procu-
rador cm Portugal dos accionistas aqui residentes,
pelo queja tem feito cm favor da companhia.
Aos Srs. Bernardo Kiheiro de Carvalho, Joao
llenriquc Ulrich, visconlo da Eslrella, Dr. Vicio-
rio da Costa (relator) e Joao Jos dos Reis, mem-
bros da cornmissao cncarregada de propr as medi-
das a lomar para o bom andamento da companhia,
pelo bem que desempenharam n sua larefa.
Ao Exin. Sr. bardo de Mnreira, que presidia
reunas, pela boa direejao que dea aos seus Ir-
balhos. '
me apto, na forma da lei, para representar qaal-
quer localidade, e a Vine, desde j etncedo lodos os
poderes qoe em direito me do permiltidos para a-
presentar-me ahi em qoalquer circulo, oude baja
falla de candi,I.dos a depulacao ( o que davido ). E
se fr eleilo pode mandar um vapor a minha cusa
Irazer-me o diploma, que Ihe prometi unas boas
ahijaras.
Nao he preciso di/.er-lhe o meu ionio, hasta que
os eleitores saibam que sou aquetle sen correspon-
dente da Cenr, que o auno patsado Ihe pedio as
testas em verso, e que agora Ihe pede volos em
prosa.
Outrosim, coacedo Vine, poderes espeeiaes para
fazer qualquer transaejao, qiV (enka por lim aga-
zalhar-lhe dentro anda do mais atenuado circulo,
que por ahi houvcr, urna vez que baja probabilida-
de de que assim circulado potsa ler um triumplto
legitimo e um resultado brilhanle.
Tendo contratado passar o da do Res fnra da ci-
dade, alim de pagar as boas feslas com que me oh-
sequiaram, e esperaudo-se amanilla a (bagada do
Cuanabara, que deve ser o condulor da prsenle,
limilo-me ao exposto, pedindo-lhe desculpa da pou-
quidade; proincllendo-llie, porm, profuso nos
360 das que anda nos restara no eorrenle auno, se
elle nos tratar olliciosaineute, obsequiando-nos com
saude perfoita c diulieiro s niaos chcias, como pre-
via e instantemente Ihe pedimos ; <: anda agora a
Dos cvorami,-.
i .le o sol de cincocnla e seis
.Mu propicio nos aqueja,
One guarde a minlia caoeja,
Por ser de muila valia,
Da qualquer epidemia.
Oue d a vossa majxa
Tudo que p'ra miin desejo ;
Dc-lhe as cousas que eu ovejo,
Como fortuna c UJos,
E o livre de tormeutos.
Oue o faja deputado
Por crculo largo oa estrello
Oue nao soffra dr'de peilo,
Nem Icnha constipa{des;
E viva isemo de rniroes.
:i.
20
Por decreto de 11 do eorrenle inez foi nomcado
juiz municipal c de orphMoi dos termos reunidos de
Paraluba c Piracuruca. no Piauhy, o bacliarel Ben-
jamim Luiz da Silva Moura.
Tivcram merc da serventa vitalicia dos ollicins
de labelliao e esenvao dos orphaos dos termos de,
tmarapary a Bencvente, na provincia do Espirito
Santo, Jos Joaquim do Almeida.
labelliao de notas e esenvao do orphaos da villa
de Mana Percira, no Cear, Augusto Olegario da
Silva.
Por decretos de l.'i do dito mez foram ra/ormados
na forma da le:
O tenente-coroncl do exlinctu 11 balalho da guar-
da nacional do municipio da Cachneira, na Babia,
Joao Fcrreir.i Lima, no posto de coronel.
O major do exmelo:!" batalhao da guarda nacio-
nal do municipio de Baepeudv, em Minas, Anlonio
Ribeiro da Luz.
O major coininaudanle do :l'esquadro de caval-
lana da guarda nacional da provincia de Santa Ca-
Iharina, Jos Luiz Coelho Ramos.
Foi concedida a demissao que pedio o bacliarel
Simplicio llemetcrio Machado do lugar de jaiz mu-
nicipal e de orphaos dos termos reunidos de Para-
hiba e Piracuruca, no Piauhy.
Boltlim do cholera. Fallecern) do cholera
no da IK do eorrenle 13 pessoas, sendo ( homens e
-_ mulheres livret, e i homens c I mulher eteravos.
Mnrlalidade total dos cholericos al ante-honlem
v.ll, sendo : ,
LOSO; homens 1,234, muflieres 7ti
Lvres.
Escravos .
CondiJOes inc.
2,108;
i,H.->
l,:>2:!,
2"i,
2782
.VO
1,1133
Aiiiicoces.Foram nomeados qualus cscrip-
luranos para a llie-ouraria do Maranhao, os prali-
canles Candido Falirico Comes de Castro, Jos Pi-
res de Maraes Reg e Francisco Solero dos Reis
Jnior.
(Jornal do Commcrcio do Rio.)
RIO DE JANEIRO.
Ifi de Janeiro.
Companhia l.uso-Brasileira. Rcunio-se hontcm
no salan da Praja do Comnicrch. grande numero
de accionistas da companhia do uavegajao a vapor
l.u/.o I'.rasileira, alim de esolvcrem sobre o parecer
da coimnissao noi elles nomeado para propr as me-
didas que julgasse convenientes a bem da orgaiiisa-
jo, regularidade e economa do. servijo da com-
panhia.
Lido o parecer da commisso, e depois de varias
considerajes de alguns Srs. accionistas, approva-
ram se as segoinles concluses daqiielle parecer :
1." Que a companhia de navegijiio a vapor con-
tinu.
2. Que a sede da direejao seja no Rio de Ja-
neiro. .
3. Qae a assembla geral to rena ordinaria-
mente nesla praja, nina vez cada auno, no Mez
de marco.
4." Qae a assembla geral nonreie pluralidade
COItRLSI'ONDENCIAS DO DIARIO DE PER-
NAMItLCU.
CEaRA'.
I n tu le/a 5 de Janeiro.
Depois de Ihe haver feilo as miulias despedidas no
linal do anuo de IS')), compre-:nc encelar a carrei-
ra ilo |,res. u!e. principiando por apelecer-lhe o gozo
de felizes entradas delleem succeasao de alegres fes
tas, para o que liz ardeules votos, como na minha
ultima poticamente ihe sgnifiquei.
Poda lambem noticiar-lhe u modo porque as pas-
sei, dando-Ihe conta dos pequeos entretenimenlos
que live, porcm na la aproveitaudo isso aos seus le-
lores julgo iiiopporluuo referir-lhe. Basla di/.er-lhe
que esta capital conservou-se cm perfcila paz du-
rante os das festivos em que pelas reuni das fa-
milias augmenta o pra/.er e os gozos. Ilouveram
toires c bailes, c temos uniros decretados para o dia
de Res e para o dia 12 do eorrenle. sendo este o de
que mais se oceupam os epicuristas e amigos do pra-
zer : he dado pelo conimendador Joaquim .Mondes
por occasiao da chegada de seu lilho Dr. Joaquim
Mendes formado om sciencia* sociaes e jurdicas, c
que por inconvenientes ficou adiado de dezembro
para Janeiro. Como nm outro baile, queden o anuo
passado pela chegada do Dr. Manoel Mendes, foi
um dos mais pomposos e cxplcndidos que aqui se
lera visto,presume-si; que este se nao exceder nao ha
de ficar a quem do primeiro. Das noticias chegada*
ale u prsenle do interior da provincia mo occorre
cousa digna de especial menrao. Uefeio um corres-
pondente do Ctarenu, de Sobral, que all naSerra
Beruomassassinaran a um mojo por engao; (les-
tes qui /no t/uu, libera nos Domine.
A saude publica presentemente vai sem altcrarao,
e permita o reo que ISili a con-erve inalleravc.
>s foUtas publicas que sao orgaos de partido) vao
apresanlando alguna acrimonia em suas discusso.;
esl-me parecendo nue sao preludios para se elioca-
rem por ocrasiao da exccuj.lo da lei da reforma elei-
toral, (pie se approxima.
Eslou recriando r,ue esta eleijgo nao venha rom-
per a intento cordiale cm que vivamos. t:erlo me
parece que as aml ijoes tem crescido e que alguns
fashionalilcs, prclciidendo apresenlar-ae candidatos
por aquelles circuios onde jolgam ler atinencia,
preparara os delicados enrpinhos pan suporlarein o
choque da maoria dos sull'ragios de seus conedadaos,
com igual curagem e ardmciito aquello com qne os
alliadus disputaran) palmo a palmo as muralhas de
Sebastopol. *
25
Chcgou hoje o vapar l'aemtdus pulo- do sul, o
nao live a lumia de receber o sao jornal, como he
de coslume, e por isso ignanacaavuiina ultima me-
receus honras da pitHicajo.
Nao ha cousa tao poderosa como o habito, pois es-
ta pequea falla causou-me lana unpressao que vou
escrevcr-lbo esla assim um pouco einbarajado, al
porque sendo puncas as-ra**s iiileres-aiilos que le-
nho a referir-lhc hesilu na esculla daquella por on-
de devo comejar.
l'iim'ipiare pelo nosto estado sanitario, que nao
he tao lisougeiro como Cica para desejar, apezar de
quo nao sao graves os iiicuauaodos que nos aflliuem.
Subi exlraoi ,linai imenie o grao de calor de 7 do
correle em diaule, cerrou-so tthmosphcra e apre-
sentaram-se logo em campo as onnslipajoes.dcfluxos
de pelo, e as febras gstricas. Islo seria o menos
senao eslvessom ltimamente grassando as diar-
rhcas ou desyuterias, como cm medicina mellen no-
me sa deva dar a'esse sito piten* precursor da epi-
demia reinante, a qual segundo participarnos ofli-
ciaes demorava a lio leguas distante das villas do Jar-
dim e Milagres da comarca do ('.ralo, o re upando as
margeos do ro S. Francisco suas inimediajos.
I'cli/inenie para aquella lado da provincia ja tem
apparecido chovas, o que deve ser de nao pequea
v.iiiiagciii para ir purificando a alhmosphera aoles
que se apreseute o mal.Alm disto o povo desla pro
viuda que se lem sempre mostrado corajoso na*
grandes crises porque tem pstsado. mostra-se de
animo a nao desmentir avista do terrivel mal, as
provas que ja lem dado as pocas de provajes
O goveruo da provincia por teu lurno tem animi-
do as autoridades das localidades ameacadas, fazeu-
do-lhes ao raesmo lempo remeta de medicamentos
apropriados para o tratomenlo da molestia, caso in-
felizmente all lenha de apparecer.
Nesla capital o cxcessiva-#ra'o de calor ha tres das
que lem descido algume eousa, porque desde 23 para
o a' que lern apparecido a,sumas chuvas, sendo a de
hoje-urna das maiores, prometiendo a mudanrado
lempo, que anda so conserva fresco que esle bene-
ficio continuara'.
De Quexeramobim, Battiftt e Cauind, ja temos
noticia* de haver igualmente chuvidu, o se tivermos
a fortuna de que feche ja o invern em toda a pro-
vincia presumo que a epidemia levar garrote la'
mesmo por onde se acha.
Vai-se rc.ii.ando o presagio de bom invern que
muilos fizeram la' pelas suas experiencias, entre as
quaes apuntaran) o crascimaalo extraordinario das
mares, que se seguirn) ao dia 7 do eorrenle, as
quaes lanjaram suat aguas a pontos muilo eleva-
dos.
O fado mais extraordinaria que occorreu nesta
quinzena foi um quo menciona o Pedro II, da ex-
plofiio que se deu cm uina casa na povoajao do Li-
moeiro do termo de S. Bermrdo, por occasiao de
socarem-se fogeules ; de que resultou o incendio da
casa, e a morle nao sdo fogueteiro, pessoa alias
de boa familia, cuino a de maa joven senhora casa-
da e lilhs do Sr. cornual B?.iyi, aqnelle l'aliecen im-
mediatamenle, esta porm dttroii ate* dias, c anda
recebeu os soccorros da rdigio.
Como Ihe bavia promollidn.ao correlo auno que-
ra ser mais assiduo e minucio.o, para o que me li-
iiha disposlo culheudo alguns elementos para as mi-
nlia* missivas, mas nao me foi possivcl desta vez dar-
lhe uin quadro completo, coaio desejava do sjstema
de arrecadajao das rendas geraes e provinciaes du-
rante o anuo passado ; todava vou aqui dar-lhe um
esbojo pelu que toca ao reiitlimenlo da alfandega.
lleuden esta de julho a de/emlim do anuo pastado
177:20l?)5tl rt., dos quaes parlencem l53:180JB34rs
aos direilos de exportajao, 17:37S8I4 aos de impor-
ta jao 1:2909300, a despachos martimos, e 5:387911)3
a renda do interior. Apparece um augmento de ren-
da comparativamente aos 3 anuos anteriores na im-
portancia de Wi:jl78S22 rs., pelo que toca a irapor-
tajao e de 8:II1-5771, de exporlajao. O rcudmenlo
desla repaiiicao no exercicio passado foi de reis.....
297:1123092 ra.
Aguardo primeira opporlunidade para Ihe re-
melter o quadro da renda provincial, que lambem
levn um accrescimo nao pequeo.
Desde hontcm que se espera aqui o ,lfarque: de
Olinda, que nos afianjam achar-seja, no Aracaly.
Pela minha parte desejava fazcr-lhe urna recepro
promposa, e a Ingenies, mas o^cxeraplo do fogueticro
do Lmoeirc, cuja morle refer escaldou--ne a me-
moria para foglr de lacs brincos por inuito lempo.
He bem cerlo o adagio que mais faz quem quer do
que quem pode.
O nosso paiz tem feilo mais progressos uestes ul-
timo* 5 anuos do que nos 20 que os precedern) ; a
chegada do Marque: de Olinda aos portos desla pro-
vincia ha urna das provas desta verdade, e mais pro-
varei alada quanto a mim o progresso em lodos os
sentidos, quando me record que a nao ser o impul-
so d'elle, eu nao estarla boje com as honras de eon-
lar-me em o numero de seus correspoudentes ; hon-
ra na verdade que muito me honra, mas que me pc
aqui na banca a boas 11 huras da uoiln com a penna
na mao a contar-Ihe historias,que a continuaren) por
mais 3 annos, teremos de passar alm das de Mil e
lima Noiles, inclusive alguns dias, porque nem sem-
pre poderei conseguir que os laca mensageiros li-
quem aqui emprasados as minhas ordens de um dia
para oolro, como desla vez acontece com a barca
Imperador, que deve partir am minia as 10 horas,
segundo os despachos lelegraphicos.
Segundo o que acabo do referir-lhc, nAo he mais
preciso, c seria urna redundancia, dizer-lhe que es-
lou vivo, mas cumpre que Ihe diga, porque sei que
aprecia muito a minha saude, que nao estou bom ;
porque en havendo defluxo* nesla trra o seu cor-
respondente loma sempre orna boa 'lose, e se Vmc.
livesse enlhesourado um numero de contos de reis,
igual aos espirros qoe leuho dado hoje, era um dos
homens mais felizes do presente seculo ; o que por
certo muilo Ihe apelejo.
./ revouir.
de ter valorpedir-lhes-hei que continen) a pu-
blicajaode tuas inspira jes :he impossivel que
imagiuares que-lem creado lao bellas cousast
elles possuara.
Kesla-me fazer um volhe elleqUe lodos
aquelles que lera escripia alguma cousaem quem
o pens,enlo labula,patenteem suas produjoes ;
he s assim que podemos apreciar quer grao de il-
luslrajao que existe, quer o eslado de nossa lillera-
lura.
Uma nova era abrio-se para o paizbasla de rai-
scraveissonhos polilicos, hasla de lana utopia mi-
seria que lem empecido o nosso desenvolvimenlo.
0 Brasil exige que seas lilhos concorram para seu
desenvolvimenlo. lebremo-uos pois de nossos de-
veresej soltando o grito deavante !esse gri-
to do seculo, c como que sabido do comarchemos
altivos, e confiados na Providencia pela senda do
deseuvolvimcnto c do progresso.
L'niaopa/harmona, c amorseja nossa divi-
/.aperscvcraiija em nossos esforjos, c o Brasil
sera grande !
r.
I m a feilircira.Temos na na de 11 orla- uma
svbilla, que a rusia do albeio vive de predizero lu-
luro na carleira dos lolos : din ella que o Sr. Dr.
Honrado la ha de ir i
Os hanles, que passciam na ra da Alegra
das 0 em dianle, dirigindo pilherias assenhoras, que
estao as vanadas para a Seu salvo lerem opporlu-
nidade, conservaron! com.... lenham sentido em ti ;
rccommendamos-lh'os ao nosso agente.
Recebemos as poesas, que nos brindou urna
nossa patricia poetisa ; a seu lempo se'rao (leuda-
mente apreciadas. .
> Os senhores que na ruado Alecrim passam
vida folgada, e milagrusa com ninas.... tenham mais
sentido no Sr. subdelegado que nao dorme.
mnibus da Passagem.O inspector da Pas-
sagem inora no /.ccos.e eis porque foi esbordoada
uma prela sem sofl'rer um padre nosso o delin-
qucute.
He conveniente quo o destacamento da Ca-
puuga prohibe os banhos no porto do Jacobina du-
rante o dia, a menos qae nao seja com decencia.
Grande parte da fieguezia deS. Jos esla inlran-
sitavel; as chuvas liavidat nesles ltimos dias intimi-
daran) a* ras,rujo- passeiosde muilas della-.ein uus
lugares mu altos, e em oulros mu baixos, dolor -
niin,un alagados, pelos quaes s podem passar os
que nudam de pes niis, ou us que quizerem expor-ie
a molhar spalos, caljas, ele : on- pedajos de lij-
los, coin que os uece-sil.idos arranjain una especio
depinguella, coiieunein inultas vezes para queja
se Icnbam dado escorregos que deslocam um p,
quedas que roiiliindcm o pobre diabo do sarla-mar-
linho que se melle a passar por ellas.
Se lodos csses passeios eslivessem da mc-ni.i al-
tura bem cstariamos ; mas os proprielarios de mili-
tas casas por ahi nao se lem prestado a elevar as res-
pectivas calcadas que eslo abaixo do nivel dellas,
lalvcz a espera os seus inquirios, ou que ocaljam-
enlo das ras Ihe chegue as portas.... ora esla O
caljamcnlo pode passar-lhcs pela ra eos passetos
licarem e. como os da travessa da ra Direila
para o largo de S. Pedro, os da do Carcereiro, do
Serisado, e nutras e oulras.
Convm pois que o Sr. fiscal se conveuja de que
cm materia de concert de calcadas nao deve ha-
ver excepjao desla ou daquella propriedade, mesmo
da cmara ou de quem for. Antes que chegue o ri-
gor do invern he bom que S. S. corrija esse de/eilo
couslrangendo os quo se nao quizerem prestar ao
nivel menlo os passeios em frente das suas
casas.
A proposito do Sr. fiscal, muila gente carece
saber quando se linda o praso de quinze dias por
S. S. dado para se apresentarem de casa ora as
casas desta fieguezia ; pois do seu edilal. publicado
uma en fiada de dias em seguida, por falla de dala
nada se pode colligir a respeito, ser a contar da da
ta do Diario '.' e cm (al caso, serado da primeira
ou da ultima publicajo desse edital'.' Esperamos
pela decifrajao desse enigma municipal ( modus m
rebtu ).
Na falta de caljamcnlo das ras desle la-
do da cidade, uAo seria bom que por.c se li-
zesse o mesmo que o Sr. fiscal de Sanio Antonio,
lao incal-,ivel na boa polica municipal do seu dis-
Iricto, fez por ahi ha dous annos I Decerlo era um
importante servijo se se alerrasse de areia ao menos
algumas ras, como S. Jos, Nogueira, Assumpjao.
Calcada-, c oulras que licara coin qualquer porjao
de chuva lo cheiasd'agua ou lama, que nao podem
absolutamente ser esgoladas por esse reguinho man-
dado fazer na ra do Nogueira ; e cuja lama, lem-
perada com galos egallinhas moras, como se v
no principio da ra de S. Jos, e com certai espe-
ciara* mu i odorosas que gente, que serve para tu-
Nao obstante tolas as medidas lomada* para em-
bargarse a entrada da epidemia nesla cidade, alinal
ella jaso lem manifestado ntrenos, fazendo algu-
mas victimas.
A'visla da triste siluajo em que nos adiamos, sus-
pendeu-se a quarentena a que estavam sugeilos os
navios que chegavam a esle porlo, dos lugares onde
reina o flagello, e deram-se as providencias que a
sciencia recommenda para combaler o mal.
Acham-se montadas Ires enfermaras com lodos os
requisitos : uma no bairro da Boa-Visla, oulra no
de Santo Anlonio, no convenio do Carmo, e oulra no
do Recife. no arsenal de marinha.
A polica e os encarregndos das enfermaras lem
a seu ditpor os meios de prompta condujao para qual-
quer doente.
Alm disso, S. Eic. nomeou uma commisso cen-
tral de beneficencia, cranosla das pessoas se-
grales :
Exm. e Rvdm. Sr. Bspo Diocesano.
Monseuhor Francisco Muniz lavares.
Senador BarAo da Boa-Vista.
llar 1.1 de Capibarbc.
lllra. Sr. coinraendador Luiz Gomes Ferrcira.
S. Exc. nomeou igualmente para cada urna das i
freguezias desla cidade uma commisso de cinco1
membros, sob a denominaran deeoutmaio de be-
neficencia paroclaal
F'regueza do Recife.
lllm. e Rvdm. vigaro o Sr. conego Placido Antonio ment !
o nico lim de alerlar aquelles acrianitUs oulr'ora
lao prestrnosos, tao dedicados .o Gabinete, hradaa-
rto-iile9 M|Val 0 frncl0 dt VOMOf in^in,, ttcti.
ncioi.que entregue em maosirabcces.amear* ilum-
nenlo ruin !
Craode responsabilidad* pesa tobr o lllm. Sr
," de Alm'da Soare. de Lima Batios. Bate
cavalleiro, qae lomando a direejao do Gabinete nao
os mais litongeirot auspicio., ba.iai.do-lhe para o fa-
zer prosperar, lnlhar a tenda que Ihe dajxoa Iraca-
da o seu d.gmssiino anlecestor. limloa-te a recitar
nao sei quantat disrurtos, e tuppondo ler aati- ,
sempenl.ado a mis-o de que se incumbi, abando-
na o Gabinete para se dedicar ao Hospital Porlu-
guez, sobrecojo asumplo lambem ja tem disenrsa-
do largamente.Queramos mais obras.No entre-
unto, o Gabniele acu-se, por a.-im dizer. enlrruac
a iliscrijao dos dous empregadot as-alariada a
direcloria nao funeciona regularrnenle. o moviien-
lo do eslabelecimenlo nao ,L. publica ha 6 man* os
annuaes dos subseriploici por cobrar desde outui.ro,
acquitijo de obras uenhuina, as estantes que foram"
eucommeiidadas pela Iransacla directora, por pa-
gar, a de-| filo das exigencias do Sr. Pinlo, a machi-
na astronmica de Coperoico a concertar ha Irrsanc-
zes, as aulas fechada* sera aulorisarae do eons*llH
os bataneles trimensaes squecidos, a acqaisir-ao d
casa contigua, loo til como neressaria e por todas
ossocos detejada, parerc que par rertos e drtermi-
nados fins he deprczada ; o conselho sem reunir-,
apezar de reiteradas convorires ; eis aqui asa-
lo de abaudoiio em que jas lao alil eslabeleci-
m. Sr. cnmtnendador Josc Joaquim de Oliveira.
n C- Mn..^ I. ii Si .____I a..ulu ,1.. CSI...
da Silva.
II
I lim. Sr. commeudad o Mmoel Gonjalves da Silva,
lllm. Sr. Dr. Antonio Joaquim de Moraes e Silva.
Rvdm. provisor Jos Tavares da Gama.
Fregaezia de S. Antonio,
lllm. e Rvdm. Sr. vigano Venancio Heuriques de
Rateada.
lllm. Sr. Dr. Jos da Cusa Dourado.
lllm. Sr. commendador Domingos AITonso Nery
Ferreira.
lllm. Sr. commendador Bento Jos I','ruando- Barros.
Manuel Figueira de Faria.
F'regueza de S. Jos,
lllm. Sr. vigaro Loarenjo Jos Con m de S.
lllm. Sr. Eduardo Frcderco Banks,
lllm. Sr. lenle-coronel Joaquim Lucio Mouleiro
da Franca,
lllm. Sr. brigadeiro Joaquim Bernardo do Figuei-
redo. .
lllm. Sr. labelliao Francisco Bapsla de Almeida.
Freguezia da Boa-Visla.
lllm. e Rvdm. Sr. vigtrio Manoel Joaquim Sobrcira.
lllm. Sr. Dr. Antonio I rreira Martin- Ribeiro.
lllm. Sr. coronel JoSo Francisco de Cluby.
lllm. Sr. major Jos Jacinlho da Silveira.'
lllm. Sr. Joaquim Francisco Duarle.
Renovou as recomraendajes acerca das visilas
domiciliarias, olliciou ao Sr. Dr. chefe de policia e
cmara municipal para que ordenen) ios seus agen-
tes a ui.iiur soliciludee aclividade no cumplimento
dos sous deveres sob pena de re*pon esto Tespeilo tambem expedio novas providencias.
Falleceu no dia 29 pela volta de 8 horas da noite
o individuo que i ni mi annunciamos ler sidd ac-
cominetlido .lo cholera na ra do Duro. Fallecen
no mesmo dia na estrada Nova um homem vlndo
de Tabocas ( freguezia da Victoria ; hontem pela
inanhAa, om malulo viudo da Gloria de Goita foi
atacado da opi leniiana Riheira, u morreu a t hora
da larde oo Hospital.
As noticias da Victoria anda sao pouco satisfac-
torias. O mal nao tem augmentado, mas persiste
no raesmo grao do inlensidade. A Talla de certos
recursos para combaler a molestia, e o scepticismo
da popula cao acerca da cscolha uos meios de cura-
tivo, he lambem uma das cansa*do estado allliclivo
em que se acham os habitantes daquella loca-
lidade.
Os sacerdotes que all estro, inclusive o inssio-
nario capachinho enviado por S. Exc. tem prestado
grandes serviros, ja animando a popularao, ja pres-
tando todos os soccorros e.spinluaes. Transferiram-
se em prucissao as Imagen) de urnas para nutras
grejas com ura acompanhaineiiln de mais de qualro
mil pessoas'. _
O Dr. Carneiro Monteiro adiando se enfermo re-
colheu-se a esta cidade no dia 29 do eorrenle as 9
horas da noite. acompanhado pelo acadmico de
medicina Cesar Coulinho. Assim ficava alli ni-
camente o cirurgiao Rodrigues, que naquelle logar
licara provisoriamcnle por ordem do governH
Mas porque se nao rene o conselho 7 0 conselho
nao se rene, porque sendo sua maiora dedicada
ao lllm. Dr. Almeida, enleude que luda vai bem, r
mesmo que be ruin emente nao haver setsAo, alia do
nao seren incoininod.idos por algum impetUneMa
propuguador. pelo cumpiimenlo da lei encao
/osla de a ver /arada ; a minora desneilada por
ver a directora usurpar as atlribuires do conselho,
c convencida pela experiencia de que a* suaaretfa-
inajes nunca sern alleudidas pela maoria, teta
abandonado o seu posto : Oue cumpre, pois, ao*
acrionislas amantes do eslabelecimenlo ?
I.'iuipre-llii nesla emergencia, laucar mo dore-
curso consignado no art. 12 S 2. e era ultimo casa,
da ultima p-rte do arl. 20 do* estatutos, para esa as-
sembla gei.iL e-colherein uin presidente coa atcans
conhecimentos, c um nnselho iodependenle, dl-
c.ido o capaz de eb-gor uin direelor que B.1o sejome-
dico c provedor de hospital, um viee que votan I a
nairienlese preste ao dr-emponho de seu* deveres,
um I. jerrel.no r.,m ni ai- h ,|nlil,r,w, i: mu a. ir ais
dedicado ao eslabelecimenlo, e fiuahoenlc um Ibe-
suureiro menos oceupadoe quo sem r.....u laattaun
lo aceito este pesado encargo.
Para completar o numero das assigoatara* prw
criptas no arl. 20 podem contar com do
Cote... do iMff.
27dejaneiro.de IR*.
i1"-
i tnliiou nu-
do Ihe lanja ( mesmo de din I, sao ellicaz preserva-
PAGINA AVULSA.
Se eu achasie uin cirrulozinho
Onde encaixar-me podesse,
>; so coragem eu livesse
Para expr esle corpnho'.'
Oh qne h m deputadinho !
Para o povo defender!
Que Icis qt o havia faz
Para o sen uiclhoranteiito :
llavia ser um porlenln
Na Iribunir--combaler.'...
Todava nm lnli i perdido de lodo a esperanca,
porquaulo nao lendn a menor incompalibilidade, e
nao me faltando o desejo, ao menos por ser para
mim nm fructo nove, que ainda nao saliureei. julgo-
Ja principian! ]N'uma padara das Cinc-
Poulas des(rocou-se umasedula falsa de 2"s|KM). Con-
vm, que a policia no perca de vista o- con liaba no
distas, c passailores de sedulas f ilsas.
O Sr. subdelegado de S. Jos acaba cora os
disturbios de certa /enda de Santa Rila.
Na ra do Padre t'loriann ha uma casa de fa-
leira, que embalsama todo espajo com os perfu-
mes de tao nobre prolissao.
Fugio da Capuuga mentada em um carneiro,
uma mulatinha forra, que vivia uiarlyrisada de
a joule* pela ttotnriH-Xsz. *m que se achava.
Louvorcs mil aos douscominercianles, que soc-
correram a companhia dramtica em scu transpor-
te para a Baha. Ella re'ra-se por n.lo ter aqui
do que subsistir.
Antes de linulcn foi nm malulo clniala lo na
ponte do Recife por um sollado.
Senhores redactare::Enlhusiasla da poesa
cncho-me de um vivo prazer lodas as vezes que ve-
jo no meu bello lorr.io natal despuntar um estro no-
vo, sublime como sua rjlni e'a giganle.formoso como
o sol que nos aclara !
Enlao me cnsoberbejo mais de pertencer ao paiz
das heroicas fajanhascm' |uc os feilos dos Cama-
res, dos Viciras, e dos Das, se enlrelecem com os
cantos da poesa, com os vos do genio, com a cul-
tura das ailes e da sciencii, com o espirito religio-
so, animando ludo o sacre logo da liberdade c o
mais esclarecido amor da patria !
Nesscs instantes detejo -oininunicar a ludo, e a
todos o meu enthnsiasinoe rom uma voz lurte e
vibrante saudar frenetiso aojiiovoastro quedesponto!
Foi o que me succed-u leudo na Pai/na de se-
gunda feira 2H as duas mitiosas poesas que lavem
o Vaqueiro e a Velha
A# primeira.belliissima intajao,se se pode cha-
mar imitaj.lo um pensameito novo, da Vivandei-
ra de Palmeirim; porm loda potica,lem esse aroma
brasileiro, esse foso de impirafla que s pertence
ao slro dos trpicos A segunda mimosa flor de
suave aroma ; pode entrelecer-se no ramalhete que
tao m ino-o forma o poeti autor da Moreninha.
S uma cousa sinlohe l|iiorar o nome do autor da
primeira,e qne a modedia de ambos assim lenha
occullo dous podas.
Se para esses dous patrkius ( nao podem deixar
de ser Brasileiros i o pedico de um deconbecido po-
tico contra o < hulera que nos bate porla.
A praia por Iras da ra da Praia estancando um
montao de dctcomcdiinento.', e iminumlicias, que he
quasi absolul un iiie impossivel, se o cholera conti-
nuar para dentro a rua da Praia, e.todas mais, cujas
palas sao oulros tantos foros de pulrefajilo, nao se-
jam invadidas por lao medonho flagello !
Ipojuca.J foram aponlados ao lllm. direcl)
geral interino da inslrucj.io publica, pelo Rvm. vi
gario fe Ipojuca us Ires cidadaos, quo l-m de com-
por o airculu Iliterario. Convm da meanursorte i c
nomeado o delegado literario, visto ter- se runda, o
de Ipojuca o padre Duarle, que o era. II* de urgen
le necessidale, que seja posta em concursa a cadeira
de. inslrucju primaria d'aquella freguezia, o nos,
que temos cabal conliecimeuto d'aquclle lugar lem-
hrainos noollicial, masrespeilosainonle ao lllm. d,
rector, que em quanto nAo for'ella posla em coucur
so seja conQada aos cuidados do Religioso Fran-
ciscano l'r. Jos de Santa Leocadia da Mtilta para a
ir regen,lo, visto que desde que vagara lem ensi-
llado com zelo gratuitamente : a mucidade de Ipo-
juca minio g.mh.ir,i r..... lao preslimoso e iucausa-
vel preceptor.
A Providencia Divina, que auxilie esses religio-
sos, que agora se acham cm Santo Aman em soccor-
ni espiritual dos moribundos. He tiestas crises, que
mais fulgura no peifo dos ministros de J. C. o amor
da candado. -Nossa's bejaos sobre lao virtuosos sa-
cerdotes.
O Sr. Dr. subdelegado da Boa-Visla que tao
presuroso acode aos lugares, que inister se faz a sua
preseuja, svndiquc do que vai pelo destacamento da
Capunga.
Nasesquinasda na dos Drogas (Capunga' rea-
ne-se um bando de vultos, que nao se parecern cora
os da Ierra. Quem ser.lo ".'
Pedimos ao Sr. do jogo das bolas, que por amor
de Dos faca com qua os laes jogadores uo in-
commodem com lana algazarra os visinhos.
He chegado iucoinmodado de Santo Anillo o
Dr. Carneiro Mouleiro.
Espera-sc da Babia mdicos e acadmicos : o
povo viva tranquillo, que o goveruo lem feilo ludo
por minorar o rigor da epidemia: Ora, me is irmos,
moslrai que sabis resistir os embates de qualquer
iuimigo : se nao (andes coragem como haveis da en-
carar para os nossos irmaos, que podem mui bem
salvar-se. se nao os abandouardes'.' Falla-vos a tran-
quilli I i.lc de consciencia '! Recuiais que nao seris
felizes na acjau t Correi quinto antes aos ps de um
sacerdote, confessai-vos, muni-vos, armai-vos, e es-
perai tranquillos em vossas casas pelo inimigo. Elle
he lerrvel : lie verdade ; mas lambem he cobarde ;
investe e recua logo que encontrar-ves de bayoneta
calada ao limiar de vossa casa. O que quer dizer
cholera '! O qae quer dizer esse grito de agona, que
ouvimos em nos*as mas ao som das armas no dit 2
de fevereiro de 19".' Tudo be a mesma cousa. Alli
morre-se, aqui morreu-se ; a quesiao he de lempo.
Se resislirdes corajosos, caridosos, a nossa capital
quando'uao fur isenta de perdis, ser.iisenta de gran-
de numero de Milanos.
Nos vos consideramos em bravura como o soldado
francez : por ventura elles recuaram adianto da pes-
te, lome e guerra '.' Nao, que Sebastopol foi lo-
mada.
Essa mnrlaiuladc que tem infezmenlc-havido pe-
lo centro ficai certos, he devida ao mcJo em gran-
de parle."
Se n'uma rua ficar insepullo um cadver, essa rua
ser victima, e Dos, meus irmaos, nao pune a quem
se presta caridosamcute a dar sepultura aos seus ;
e se pune be por que .nao se prestan) por vou-
lade.
Correr? Pois seris esses serlanejos, que julgam,
que correado serao isenlos do mal".'
O c/iolera su tem de horroroso o nome : a moi-
pha ja cabio cm csqiiecimento entre nos, e no en-
lanto os Lazaros ahi esta recbeiado.
A febre amarella nao vos causn lano terror ;
mas ella ainda mora enlre nos.
Porque haveii de Mear braucos quando se vos di-
que um cholenco lica azul, verde, encamado, c ama-
rello '
Dlzei-nos : de que cor lica um besiguenlo '.' Nem
se sabe a cor ; cabe aos pedajos, india, fde, e no
entanlo quasi sempre ha hexiguentos uos bospi-
laes.
A morle nao lem cor ; se o cholenco em poucas
horas muda, cm poneos dias reslabelece-sc quando
ha animo.
Fogi das comasanas, do excesso das bebidas, das
noiles perdidas, de cnchugar-dc* nc corpo o suor,
das ceias pesadas, dos excesstusexutun Irazci os
ps aquecidos, e o estomago, fugi dos bandos frios,
fuma), Iraiispirai, Irabjlhii, conversal c couliai. Ou-
vi pela mauliia antes de irdes para o trahalho vossa
missa, confessai-vos sempre que possais, a mastral
alimi que sois chrisUlos;
Dos, medico, goveruo e coragem deve ser o em-
blema do voso pavilbao ; arvorai-o comenlhusias-
ino, que quem liarle fugir de nos h. de ser o moliuo
do cousa ru un do cholera !
Hoje ha na matriz da Boa-Vista m fune-
ral pelo repouso eterno do Dr. Amazonas, fallecido
em Papacara.
lie falsa a noticia de que fallecer em Papaca-
ca o acadmico Godov : acaba de escrever coin dala
de L~i do coirente.
I Ion',,mi caltio na Ribeira
rinheiin da Gloria do Goil.i. Acudiram o Dr. (Jar)
e seu mano que empresarara lodos os recursos, que
a occasiaonll'erccia, indo o doente pira o hospital; o
Sr. inspector desenvolveu muila diligencia n'eslc
negocio, dando roupa sua aii.enlernio. e preslando-
Palo vapor porluguez D. Pedro II, qoe lionlem
locou em nosso porlo, recebemos jornaes que alcan-
ram, os do Rio a 20 e os da Babia a 21 do eorrenle.
As noticias de que foi partidor sao de pouca im-
portancia. Alera das que se encontraran em oulra
parle, eis o que mais ha :
Por decreto de 27 do passado S. M. o Imperador
houve por bem dar por acabada a misso especial do
Sr. visconde de Abacio junto a repblica do Uru-
guay, e nomea-lo sen enviado extraordinario e mi-
nistro plenipotenciario em mioto especial junio da
Confederajao Argentina.
Foi nonleado por decreto de Ij do crrenle o Sr.
Francisco Jos Alvos para continuo da tbesuuraria
de Sergipe.
Devia partir no dia $>as tres horas da larde o va-
por brasileiro San Salvador.
Da Babia nada lia digno de menrao. O cholera I,
continua em dccresciinenlo as diversas villas, cna|f~
cidade eslava quasi exlinclo, tendo o uumero diario ?
duas a tres victimas.
Necrologa.
Nada lao merecido como a lagrima l
sobre a memoria do homem que nesl
cur-rado cumplir os seus deveres, nunca I__
Iros caminhos senao os da honra. Fllame* do cirur-
giao Lino da Pcnha de Franja, victima lo cholera
morbus. em Piassabussu' ; des-e (Jigno cui.idao, qae
conipreheudr-ndn o valor da slguilicara patria e
Inmunidad?para mclhuraaenle servi-laa dedico-
se a arle de cirurgia, e sempre sem usura se presto*)
ao goveruo. Erara justamente os dout meios, pales
quaes poda mais vanUjosameiite |x'ir em pralica aa
suas intimas conviceoese era servijo le arabo*
sacrificou seus das.
Enlre os bous lili,,, era o Sr. Lino da Penha de
Franja um exemplar de religiosa obediencia e de
amor, amando exlremosamenle a sua viuva m*i,
Sra. D. Anua Joaquina do.Sacramento, reparta cotn
ella, nao obslanle a longilude em que hihitav*. o*
fruclos de scu Irabalho, o que prova*que o tea neta
formado corarlo nao se esquecia do carinho* e f-
fectos maleruacs prodigalisado* era a poca da ja
ventude.
Nascido cm Peruambuco, veio decorrer parle de
sna existencia no solo i"tal ; retirando-se depoit pa:
ra Macei, onde viva estimado de lodos, conclut a
sua misso sobre u Ierra, expondo-se aos rigores de
uma epi tema aterradora, da qual fallece, resistia-
do heroicamente aos lerriveis soflrimcnlo*, em beee-
licio de seus seinelliante, pois j a Hedido de mal
nunca deixou de soccorrer aquelles que invocavam
os seus oflicios ; occullaudo a dor -urna-te animo-
sanien'.u para o enfermo a quem diriga o Iralamen-
to, e perto da morle, corajosamente o animava por*
a vida.
Proinpln em soccorrer os uifclizes atacados da iao-
leslia, e pobre c o uro cr.uii para elle nivelado* ao
mesmo plano, porque junio ao enfermo elle via o
homem e nao as suas vaidades.
Com 12 anuos deixou o cirurgiao Lino da Penha
le Franca de existir entre os honens. poror a* saas
acjoes lica rao gravada- na memoria de todo* o* que
o coajneeeran, e scnlem a sua falta, mormenle a des-
valida mai, c sua alma subindo ao reiao da ajarla
"ccebci.i de Dos a recompensa que os hon
Ihe souberam dar na Ierra....
Recife 29 de Janeiro de 1SjC.
ottimcrcio.
O vapor Imperador boiilem chegado a nosso por-
lo i ouve-iio-joi ii,n>. que. aleanram os do Para a IS,
os do Cearia 21, os do Maranhao a 22, e os do
Piauhy a 9 lodos do correte.
Apezar de ter lido o vapor entrada franca, e as
malas se acharen) no correio as '. horas s recebemos
cartas e jornaes as ti da larde.
Do Para nada eucoulramns nos jornaes digno de
meglo. llavia-se desenvolvido o cholera na cida-
de da Barra capital do Amazonas.
No Maranhao havu-se desenvolvido a chilcrina
benigna, e eis a respeilo o que diz o l'.ubltcador Ma-
rahence :
Con-liui.lo medica. Ha mezes que reina en-
tra mis uma epidemia desynterica : porein de no-
vembro para ca vai ella atacando com mais violen-
cia e era raaior escala. Em alguns pimos do inte-
rior tambem tem ella apparecido com bstanle in-
lensidade ; porein felizmente, auasi que na lolalida-
dc dos casos cede aos meios therapeulicus conve-
nientemente applicados, contando-so poucas victi-
mas, que quasi se reduzcm a crenjas e velbos. Nao
be isso motivo para que o povo se aterre, pois nao
lie islo cholera, nem prenla prxima do tal lu leu
Errante, e outro conselho que damos ao povo he que
se deixe de andar tomando lindo, c oulras charlata-
nias, que Ihe poderao causar damno em vez do be
neficio que esperara.
As chavas leas continuadamente irrigado as pro-
vincias do Para' e Maranhao oque muilo lem ani-
mado aos seus habitantes queja' tanto se temiara
d horrivel secca' que os amcajava.
Pela leilura dos jomaos do Piauhy vimos que ain-
da alli se senta a tome em graudc escala.nao leudo
al 9 do eorrenle apparecido chuvas nenbumas.
Xo Ceara' as chuvas tambera linbam sido copiosas;
infelizmente ja' se la/.ia seuljr as villas do Jardim
e Milagreso maldito erranteo choleracom al-
guma inlensidade.
.Cada vez que nos vemos obrig.idos a inscrever em
nossas paginas um fado de assassinatn, lamentamos
que ainda elle* >e praliqem entre nos.
Le se no Cearcnse o seguinle :
u.lssasiinalo..No dia 2') achou-se no raminlio de
Mecejar.a, porto desla cidade, o cadver de um po-
bre velho por sobrcnoine M ingabeira, que pelo ra-
me verificou-se ler sido assassinado com urna cace-
tada n< cabeja. A policia empregnu immodialauen-
te as precisas diligencias, e consta-nos que Toram
pegados qualro individuos suspeitos.
Ipil.C 'ir.municdin-nos que no dia 1 do cor-
rale fura assassinada urna mulher velha por um tal
Pedro Teixeira. O Dr. Victorino, juiz de direito.
chcgou netse mesmo dia, pencas horas depois. d
Do Rio Grande do >Tie o Paralaba nada ha de
novo. Na ultima em a villa de Pombil haviam ap-
parecido alguns rasos de cholero i benigna.
i-KACA DO RECIFE 30 DE JA.NEIBOAS3
HORAS DA TARDE.
Colajfes otliciae*.
Nao bouveram colaccs.
Frederiro /tobilliard, presidente.
CAMBIOS.
Sobre Londres, 2S l|2 a 2H 3(1 d. por la.
Paris, 31S rs. por f,
Lisboa. 92por UN).
Rio de Janeiro, ao par.
Aeches do Banco. 10 0(0 de premio.
Acjoes da companhia de Beberibe. .VialNai
Acjoes da companhia Peruambucana ao par.
ir Llilidade Publica, :) purrcnlu de premio!
k Indemnisadora.sem vendas.
Disconlo de leltras, de 12 a L> por Di n
METAES.
Ouro.Unjas bcspauhulas. *.
M,e la- de l>'iiH) velha-. .
fjll)0 novas .
I5KW. .
Praia.Pataches brasileiros. ,
Pesos roliiiniiarios. .
mexicanos. ,
2M> a 2K-,i
. inv*n\
- ISWNJIl
. 9jtNN)
. atamai
%nra
- t-w)
-il.FANDEGA.
Heudimento dodia 1 a 29. ...
I(l*iii do dia 30......
i?; om tu 1111 c a > o -j .
UMA LEMBRANCA.
Araba de expirar umjoveu, que tinha nesla cida-
de profundas sympalbias : amado geralmenle por
lodos, que linli.uii a felicidade de o communicar, o
Sr. I rauco de S expirou no verdor dos anuos dei-
xando aps si vestigios de uma lembranja dura Ino-
ra. Acadmico do anuo, era sinceramente con-
siderado por seus lentes, e elle rertamenle, que nun-
ca desmeollo o bom conceitn, pie sempre delle fi-
zeram. Tinha talento para poesa, e fem seus
Irabalhoa deaeobria-se muila naloreaa, estvio, c
forja.
O Sr. Franco de S era orphao ; mas esto estado
nao o iiiquielava por cario, visto a sua numerosa
familia cm Maranhao, donde era lilho, adopta-Ib
como (al.
Nos o vimos muilas vezes cm diversas reunies
acarinbado e querido o uns pnssivel, ludo devida
sua conduela illibada e inanciras, que canlivava a
todos que o ronheciaili.
Den a alma ao Creador na madrugada do dia 27
do correle.
A Ierra Ihe seja leve.
Recife 29 de Janeiro de lsA.
itf. /'. i:. /..
MW5IK,
f6-J9-2K
H.->:T22Mt
Utsearreqamhoje :l dr laneiro.
Barca ame nana Miqneluntaiiiilia c bren.
Barca ioglezalimilyhaca I h. o.
Garopeira brasileirai'rrafiofomo e charoles.
IMPOTACAO
Barca americana Miqaeton. viuda de Nev Vori,
consignada a Roslion Kookei c\ C, manifesloa ese-
guiu te :
IV) harris breu, 100 saccas piraeata da India, 97
meias caitas chi, 1,000 caixat logo da Chin, O bar-
r-. banha de porco, 1,150 barricas fannba de Irigo ;
aos consignatarios.
1 caixa culi lana ; a W. J. Saworx.
Brigue dinamarquez Sidn, nn.li de Valparaso,
consignado a Viuva Ainorim & Filbns. manifesloa o
sesniule :
3 voliioies chapeos de palha ; aos oon-igoala-
rios. t
Berganlim brasileiro Mariannn, viikL do Km .lu
Janeiro, consignado a Manuel Ignacio de Oliveira,
maiiifeslou o seguinle:
100 pipa* faitea; a Manoel Ignacio 4c Oli-
veira.
2 caixas champe ; a Luiz Pedro da* Nevcs.
I caivote livros ; a Vicente Jos de Bril.
."> fardos com fazendas, i ranas cha, 4 ditas cha-
pos, ." dilas rape, 2 votum.es vidros, .50 saceos caf ;
a ordem.
I caixa chapos : a J. Saporili.
1 secretaria, I piano, 2caixa lonja, fifiO barricas
Varias ; a ordem.
Escuna brasileira Linda, viuda do Rio de Jaaeirs,
consignada a Eduardo Ferreira Bailar, maaifeslna
seguinte :
1M voluntes barricas vasias, (MI pipa* vastas; a or-
dem.
CONSULADO GERAL.
Keudim-nto do da I a 29
dem do dia 30 ,
9b: 1898131
2:3.,|S79|
tWaSataags
DIVERSAS PROVINCIAS.-
Rendiinctiiododi.il ,i) t j:MCJII
dem do dit 30....... fUAK!
j:r*S|-_>s

*
\
l
a
t
\
DESPACHOS DE FAI'OUIAI.V) PELA MK-.t
DO CNSUL IDO DESTA CIDADE NO DU
30 DE JANEIRO DE ISifi.
LondresBarca ingleza Rosario. Me. Calmaal vv,-
Companbia, 2,1)00 ponas de bei c 1:220 saeteo
assucar branco e raascavado.
Bucnos-AyresPolaca hespanhola Prompta, Bai-
lar lV Oiveira, 280 barricas assucar hranco c mas-
ca I".
GABINETE PORTUGI EZ DE LEI TI KA. LisboaBarca porlugueza Constante. liado & \jt-
0 Gabinete Porluguez de Leilura, esse eslabeleci- mosc Ihomaz de Aquino Fonseca, .sj saceos as-
mento, cuja ullidade nio pode ser contestada, prea- j anear hranco.
lo S. Jos um fa-, do, sustentadneugraudrcido a cusa de alanosos Ira- LisboaBarca porlugueza Tejo, Ainorim Iravao*
bulbos c sai rificios de alguns Portuimczcs amante
da instruejo e do progresso das lellras, agora que
honrado com os visitas e ollreiidas dos mais disliuc-
los litteralos de Pernanibuco, muilos dos quaes j
coula era seu gremio, pareca marchar placidamen-
llie todos os socorros. O arremtame da larinha le ao grao de prnsperdade a que devia alliugir, con-
tra lodas as previspes corneja a sua diseensSo com
lal velocidade que em breveciiesar ao orcaso se Ihe
nao aecudirem prompta e ellicazincnlc. Oue fala-
lidade 1 :
Sem habito de escrever para n publico, ignoran Jo
mesmo as mais simples e.trviaos regras da gramma
tica, mas contristado pelo deleixo e relaxajao a que
vejo entregue este estnbelecimento, eu ouso lanjar
uro da penna .e esla ousadia me ser perdada) com
eslava ale essa hora 8 da inanhaa, com o armixem
fechado, de sorto i|ue ao lempa foi oue fez-se no
doente as fricees.
No neceo do Tnmhi.i ha quem surre um me-
nino todos os dias com correia c bol'.us, por
mijar na cama : dna* incontinencias, uma de om i-
na, oulra dr malcadeza. !
Alt amanh'ia.
& Companhia, .O saceos assucar branco mat-
esvado.
LiverpoolBarca ingle/a iiGeiievieve,Roslron Ruo-
ker t Companhia, t>73 inolhos de pa-aba.
Ilha de S. Miguel Patacho porluguez t Alfredo,
Thomaz de Aquino Fonseca, O saceos attacar
brauco, c Jos Jacinlho de Medeiros, 22 meio* de
sola. *
LisboaBrigue porluguez Tarnjo lu, Manoel Joa-
quim Hamos e Silva e Jos Anlonio de Carvalho
30 barricas e ">0 saceos assucar branco a matee'
vado.
HavreBarca franceza Goslave I, Feidel Pin-
to & Qompanhia, 2 barricas assucar branco, e Ea-
gen Didier & Companhia, 20 pello* de carneiro.
miitii ftnn



SIMM DE FiMMIBUCO QUINTA FEIRA 31 01 JNtlRQ DE 1866
X
i
I
Exportacao .
RD de Janeiro, brigue brasileiro Iris, de t!>3
toneladas,'eonduzio o seguinle : l;OO taceos, 150
barricas e 100 meias dilas com t>,5it) arrobas e 17
labras de aisucar, 1,258 ucea* milho, 3,6)0 meios .te
sola, 00 caitas telas de carnauba, 1 barrica 32
quartinhas de barro, 16 copos efi moriugaes para
agua, 6 caiioes boceles de doce secco.
KleKBEUOKlA Ul IIKNUAS INTERNAS <>E-
UA.KS DE PERNAMBUCO.
Kendimenlo dodia I a 29 21:'.V7">5!)1(
dem do da 30........ TIjT.K
22:!) 17-3681
CONSULADO PROVINCIAL.
Reudimeulododia 1 a-II NI:jOW;.'->
dem do da 30....... 1^9100/18
.s:l:7o252
RIO DE JANEIRO 20 DE JANEIRO.
r'ocharam-su as IrausaccOes liqje para o paquete
I). Pedro II. liuaiulo o cambio lirme a 27 3ii d|.
Pas-aram-se quaulias mais que regulares esta
cotacAi'i. uogocUndo-.c lamliem nina quanlia peque-
a a 27 5|8 a 90 dias. a dinheirn.
Veudeu- fretou-se urna embarrara.! hainburgucza para o G-
nala 50)0 devcndo carrejar na Babia.
Cambio*.
Loudres 27 3ii a 60 o 'JO da?.
Pars 3j0 ris a !)0 das.
Lisboa 97atBOInuominal.
Hamburgo I.U 9!) da*.
METAES E FUNDOS
METAES. Onras da patria.
Iiespa liblas
PBLICOS.
. 288801) a 299000
29S-50O a 23b00
o Peras de b>il)l> vcllias. laOOO
Moedas de Ij. .
Soberanos.....
Pesos bespanlioes .
da patria .
Patacoes.....
98000
888IH)
I890
I892D
15920
09000
3000
1^960
18960
Apoloes de 6
provineiaes.
107a lOBtf.
101 a KU ".
(Jornal do Commerrio do Rio.)
MARAN1IAO.
26 de Janeiro.
Agurdente caxaga, pipa,
i) estillo
liquira,-'Trascos.
Algoille amurillo algiulox anuh.i.
bom, voragica.
u macliina.
Arriu eiu casca, alqti:i -.
descascado grado, ari.iba.
Awriear brauco I quali iadc. ariolia.
u 2
3M*Madi>.
i> retinado.
.Manados, libra.
Bois vivos, uro.
Cacito, arroba.
Caf ni casca bmn. 10 libras.
o pilado bmn, arroba.
Carne seca.
Cascos abatidos, barricas, una.
i pipas.
Charutos, mi.heiru.
CIlifres inteiros, ceoto.
ponas, rento.
Cobre manufacluradn. libra.
Cravo do Par, arrima,
girofl, libra.
Cavados de carga, um.
Doce secco su de calda libra,
familia de Mandioca d'agtia alq.
i) secca.
de araruta, libra.
Kava, alqueire.
Feijao. u
Pego arlilicial, foquclcs, du/.ia.
Fumo demolho bom, arroba.
de corda bom
a ein tulla
Genebra em garrafa on botija, du/.ia.
fm pip, una.
(iorama de mandioca, alquuire.
da peixe, arroba.
elstica em bruto, arroba.
Ipepacuanba em p. libra.
em rai libra.
Jalapa, libra.
I.enha de mangue, adas, rento.
Licores em garrafas uu botijas, .I.i/.m.
Millio, alqueire.
Oleo de cupalub.i, libia.
Papasaios, um.
Poreos grandes, un.
pequeos ii
Sabo de andirobu, alcoba.
denominado ingle/., airaba.
Sal em paneiru-, alqueire.
Salsaparrilba, arroba.
Sapalosde couro branco, par.
Tabocas para foguMes, cont.
Tapioca da Para, dqncire.
Tarlarusa entri-mn, libia.
^aV carr;anba
V4^> 10. .7000
115*000 .
410
.13000
;,-;iim
.vjooo
000
232IKI
-IHK)
39200
23200
18800
110
iMfeOOO
18000
69000
.5801)0
jjlHIO
1(H)
108000
Hixiti
58000
100
800
59OOO
300
301000
320
IpIiOO
l-3'KKI
900
28500
29800
23OO
iooo
103000
63000
i.N lili I
l2.ri3lKH)
:fe>200
169000
118000
.v-onu
1.5000
39000
19000
3(4 K
l-MKK)
280
dala, he claro que ai
acha proscripta, porl
crrante, esperar oj
criprao. Nestes lerna
especial do cominero
lavel despacho se di|
se o seu protesto por lerm' o jusiillcada a ausencia
Jo mesmo devedor, seja e )le Intimado por carta de
edictos na forma d le: u< tes termos pede a V. Etr.
dererimenlo pele queE I V- M.Procurador, Fran-
cisco Esleves Alves.
Recile 15 de Janeiro de Rio.
Nada maissecuiiiinlia t. Mita pe I i cao aqu Irans-
tripta, a qual seodo-iue i 'rusentada dei o segointe
despacho. ,J I
Nao tem lugar.Reeiq de Janeiro de 1856,
A. P. Perelii. !
Nada maissecoulinliaa n/ilitode'pacho aqu trans-
cripto, em virtude do qj a( o supplieaute me fez a
seguinle replica.
I Hu. c E\m. Sr.Cun o mais profundo respailo
vern o supplicanle replid) >r ao despacho de V. Esc.
siippoudo que V.Exc. iillelirira sua pretcur.io lalvc/.
por se ter engauaJo .ijni devida venia) sobre a
data do vencinienlo dafiola promissoru junta. So
V. Etc. atteuder que aclla fot aaccdd coi 6 raezes
de dala, vera que so al30 da jaVeira le 1851 estara
vencida, o coniaudo-^e o quiiquennio de-sa ultima
inesma note proinissoria nlo 11
ato que so a SO de jauciro do
prazu uecessario para a pres-
os pude a V. E\c. Sr. Or. juiz
10, quo reformando sen respei-
Eiie do deerir-lhe como ha re-
|ueriiloE R. M.-*?,'rociira lor. I". C. Alves.
.Nada mais se eouli ''!> em dita re]ilica aqu trans-
cripta, a qual sondo-i, 'lo apreseulada dei o SegOinte
Jespadio :
Tome-se por termo o protesto do supplicanle, e
juslilique este a auseuc ia do supplicado.
. Recife 19 de Janeiro de 1856.Anselmo Francisco
Perelti.
Nada mais se rouli nha em dilo desparho'aqui
transcripto em virtule lo qual se lavrou o termo di
protesto do llieor seguid (e :
Aos 19 de Janeiro .le lr,<56, licita cidade do Reci-
fe de Pernambiico em uieL' escnplorio Veio Francis-
co Esteves Alves, procurau'or bstanle de Francisco
Custodio de Smpaio, pe ante inim e as (eslemii-
ulias abaito assigiiMtlas, disse^que por parte de
causliliiiulc proteslava pelo usonleada em sua peli-
rilo relro-,
un na ni --111,1
e protestou
lo termo.
Eu Matimi ino Francisco \)uarle, esetivao priva-
tivo do jui/.o eouiiiierei.il o ,esftcvi.liMtMlSto Es-
teves Alves, Noberlo Alves Cjavalcanli, Jos Cypria-
110 Aulunes. ;
Nada mais se coiilinha eu-1 '"lo termo do protesto
aqu transcripto, e leudo o supplicanle produzido
suas tesleuiunlias, fora^.n-ine os autos conclusos nel-
lei profer a senlen '.'a seguinle :
Allcudeudo a ji Jslificarilo de fls 5 a lis 6 verso,
juUo provada a ai isencia de Joaquim Francklin de
A,:oj.j 1 r.|n em lugar nao sabido, e in.iudo que
para o liiu deelar ido na pelirao de lis 2 seja o mes-
mo Aloiijiiri .jo citado por edictos, passamlo-se a
respectiva carta com o prazo ile 30 dias e rusias.
Recie 21 de Janeiro de 18511.Anselmo Francisco
Perelli. /
Nada maif/ se coulinlia em dita senleu^a aqu
trans ripia, em virludc da qual o oscrivao que esta
siib-creveu,/ mandou pastar a prsenle carta de edic-
tos Con o rato de 30 dias, pela qual e sen titear
se chama ntima e liei por intimada no supplicado
devedor a senle cima declarado le. iodo o conleudu
na peliejlo a termo le protesto cima Iranscriplu.
Pelo que toda e qualqucr pesaaaBHrentei ou ami-
gos do dito su, iplicado o peder fazcrscienle do que
cima lica esposiu; e o porleiro do jin/. > lixara a
prsenle nos logare..do r.oslume e ser publicada
pela imprensa. S>
Dadne passada nesla cflif'le do Recife de Per-
namhuco aos -'i do jauairo :l*a ISli.Ku Maximia-
110 Fraucisco Duarle, escrive.-' o subscrevi.
.lastima francisco Peretli.
i. v. i--.. .(. r ,i -, 1.--.' i,(un i'"t |..i m' tic -11
inte proleslava pelo i-ouleudo em sua peli-
ir, que l'a/ia parle do j presente termo para o
iiasma requerido ; e I como asslm o dis-e
tou, assignou com .: | Icslemuulias o presen-
&cctacacot&.
10801H)
39.100
.1.3000
I8)W0

18800.1
281.
48000
SdoOimetttobo $>oro.
i\aion entrados no da 30.
Rio de Janeiro e Babia9 dias I|2, vapor porluguez
D. Pedro lio, commandante o !. lenle Joa-
quim Vlegas do ()'. Passagciros para esla provin-
cia, Jos de Pina, Guilhenne Dias Braga. Jos I', -
reir da Silva, Fr. Joaquim do Espirito Sautn.
Parahiba3 dias, hiale brasileiro Fiordo Brasil,
de 28 toneladas, ineslre Joilo Francisco Marlins,
equipagem 3, carga couros ; a Vicente Ferreira
da Costi, Comku 1 escravo a entregar.
Para e porlos inlermedios41 dase ( huras, vapor
brasileiro Imperador, commandante o I.- l-
enle Jos Leopoldo de Noronha Torre/a >. Pas-
sageiros para esla provincia, alteres Beulo Jlaciel
da Cruz, alferes Pedro Alvaro Pereira da Silva,
Juao Pereira Reg, Domingos de Nogueira, Anna
Joaquina da Conceic-io e I lilho, o preso Jos Gar-
ca Fialho com 2 soldados de polica, soldados.
Seguem para o sul, ocapitao Alfonso de Almeida
e Albuquerque, sua seiihurt, 2 criados c i escra-
vos, capitn Ivaymundo Goncalves do Abren, l-
enle Orlos Jos de Escobar, alferes Jos Theo-
lonio de Macedo, sua senljpra e 2 lilhos, cadetes
BANCO DE PERNAMBUCO.
O Banco de Peiiiirr|)iico sacca a vista
sobi o o do Brasil no Rio de Janeiro. Ban-
co de Pernambuco de dezembro de
1855.O secretario direcrao, Joao
Jgnacip-de Slfcdoiioa RegVS^,,___
OTiancode Pcniambiico toma Jinlit'i-
ro a juros, de conformidade com o.< seus
estatutos. Banco de Pernambuco 2- de
Dovembro de 1855.Joao Ignacio\$e
Hedetros Reg, secretario da direccao-
Parante a cmara municipal desta cidade esta-
r em prage nos dias 29, 30 e 31 do crrenle, a
conslruccao da estrada para o remiten? publico, 01-
t ada em 3:SO08 : os prelendeules podoin compare-
| cer no Paro da mesilla cmara, nos indicados dias,
I niiinilns de tiauca idnea.
Paro da cmara mu.iicipal do Recife em sessao de
28 de Janeiro de 1856.Barn de Capilianbe, pre-
sidente.Alanoel Ferreira Acrioli, secretario.
Mauocl Ferreira Accioli, juiz de paz sapplcn-
le da freguezia ilc San Jos, em exerciciotie corre-
le auno, ias da mantilla, e continua uos dias deterjas e sex-
t-as-feiras de Indas as semanas, i-s mesmns ho-
ras.
O lllm. Sr. capillo do porto, cuinprinjn a ordem
do Evm. Sr, presidcnle da provincia, datada de
lionlem, referindo-se ao disposto no' aviso da repar-
icao da niarinhii de do Crrante mez, manda dar
poDlicidada aos esemplars das Iraducijoes, que a,
esla acompanham, de cinco avisos aos navegantes rc-
laii vaiuenle a navios e pharues.
Capilauia do porto de Pernambuco. 2 de Janeiro
de 1856. /
' O secretario,
llcraiuti-e fodrigu$ dot .lujos.
Eu. Jos Agosliulio Barbla, cdadlo brasileiro,
Iradiiclor publico e niler/prele commercial juramen-
tado da prara, ele.
Cerlilcu que rae foi apresentado um impresso em
inglez, o qual, lilleralmeiile Ir.iduzido para o idio-
ma nacional, diz o sego/inte :
TRAUUCCA'O.
Aoiso atis nacegantes.
,'N. 26.
Cosa do norte de llespanha.
I'harfil izo em liijon.
O governo hespanliol acaba de participar que uo
dia 15 de juuho ultimo il855 um pliarol lito de
111n.1c.1r11al11r.il seria ucendid*na M-inlianca da
allermiiage de Santa Catalina, protimo .la entra-
publico que, em virlude do um andancio datado em
30 de maio ultimo. as seguiules ni 111 lauras lecni (ido
lugar 110 canal do Principe, u saber :
A embarcacao-ph.irol Tongiie mudon-secomo Ires
quartus de uiilba para o lado do Noroeste, em um
umlo de 10 brabas na pleamar. A embarrarao tem
um pliarol claro etbiilhaiile por cima, e por baito
E nada mais conlinli.i ou deelarava o dito impres-
so, que lipin e Oelmenle Iraduzi do proprio a que
me retiro, e depois de ha ver esamioadn com este e
adiado conforme, o i..i oei a entregar a quem m'o
aprescnlou.
Em f do que pastel o presente queassiguei e sel -
lei com o sello do meu olllcm, nesta minio leal e he-
-Ujoninlio Barbota, Irnduclor publico e in-
- lercial juramentado.
ama luz encarnada como dantes, o actualmente acha-1 mica cidade de S. Sebatil do Rio do Janeiro, a
se com as segunde. marras e demarcares : Min-ler-1 vinlc e quiltro de dezrinbro do anuo de Nosso Se-
Easl-Mill para rom o ceiuro ,1., estarn da guarda- | ulior de 1855.
costa na baha Wes'gale S. i li2S! (L;a igieja
velha de Mrgale, a appaienie largura d?sua !orr
abarla para o lado do Leste do pliarol Piei Sul ; a ba-
usa Sanale* N. 0.1| N. ; Spit de N. E. a S. E.
I|2S.
Retommeiida-se aos martimos que passem sem-
prc ao uorto'di'sta cmliarcarao-pharul.
A boia Tonguo do nordeste mudou-sc c usa de
meia millia para oOejIe eui l|2 bracas rom a igre-
ja d,eS. Pedio em una linha enm a groja nova de
Mrgate S. 1 1| S. E.; balisa lloocklon, iluasvezcs
seu apparente romprimenlo na rMremidade ile Le-
le de Nower-llale Grove S. i 3|(, S. 4). ; a boia
IVorlii-Tongue O. 3il, N. O.; balisa de Shingles N.
E. I|N.
A ii lia Tougue do Norte mudou-se como meia mi-
lita para o Uesle em 1. loaras, com a evlremidarle
ifo tlesle do Cleve-Wood, apenas aberlo para o Den-
la. Moinho-Wesl, Birchinlon, Sul ; Moinho-Sarr,
duas vezes seu apparente comprmanlo aborto para
o Leste da balisa Margale-llook S. i 3|4 S. 1). ; a
boia nobaito de Nordeste Pan, O. i l|2 N. O. ;
Girdler-Spil N. 3(1 N. O.
A embarcando de pliarol Girdler mudou-se como
a l|8deuroa milha para o Sul em 3 i|2 loara, un
mar baixa. A embarcacao leib um pliarol rcvolven-
le como danles, c actualmente acha-se com a torre
de Ash-Gliurch igreja. meio raininho entre Geor-
gcs-Farw e lieculvers S. I]! S. E. O extremo oc-
cidental de Cleve-Wood aberlo para leste da esla-
Sdo oriental de SI. Nicols guarda-cosla S. 1 3| S.
E.; a balisa de Koddiog-Roa, seu apparente coin-
primentu aberlo para leste da lorre Norh-l)>vn S.
E. 1|1 S.: hoin do baito Shivering N. N. O.; a
boia do baito Wcsl-Pan S. 1 l|2 S. E.
tillocaram-sc mais duas boias ncsla vizinhanr.i,
a saber :
A East-Tonguee, boia, quadrados. pretos e bran-
cos, collocou-se em brabas, rom a primeira casa
prxima a leste da igreja de Si. Nicols em linha
com aeslaedo de oeste de Guarda-Cotia S. Nicols
S. O. I|'i S. 4) inoinlio Uiosler ocsto em linha
com a pona do oetle de Casl-Clill da baha Weaioa-
teS. i :t|1 S. I).; a boia Wel Tougue I). 1 1(4
N. t). ; a boia Wedge i). I2 S O.
O Giidlcr Oesle: urna boia encamada em 1|2
bracas com a torrada igrrj.i Astl apenas aberlo |\ra
o oeste ila villa Reculvers S. I|i S. l. A parle do
oeste extrema" do Ce vaWood abarla para o oesle
do Margale-loolk baliza, o coinpriiueuto apparente
da bali/.a S. 1 3|i S. E.; boia N. O. I|l N.; a baliza Girdler e a boia Soutb-Gd-
ler em un'.. > C S. E.
II da do baixo North-Pan. lia inleuro que 110
primeira de oulubro proaimo, pouio mais ou me-
uos, a boia de quadrados brancos e pretos desla es-
lacdo, ser retirada ecmseu lagar collocada um boia
piulada de prclo.
Todas as demarcares sao magnticas.
Assignado.John ll'tisltiit/loii. livdrographo.
KEPARTICAl) BYDROGRAPHIC DO AI.MI-
RANTADO EM LONDRES,.
A 12 de agosto do anuo de Nosso Seuliorde 1855.
E'le aviso rclerc-se aos seguales ni ippas do al-1 Pata o Rio de Janeiro segu ajftbrevidade o
miraniado: ranal da Inglalerra, n. l,5!is; mar do I bera conliecidu brigue brasileiro Damao, j. lem
Norte aci-al, n. 2,3:!!); rio Taniise. lolba aeganda, grande parte do seu carregamenlo promplo ; para o
n. I1OO1; Inglaterra K. C. folha 2, n. 1,610 ; reslo, passageiros o cscravos, Irala-se 11111 o con-ig-
mar do Norte, folha 11. i, n. 1,106; S lista de pha- notario Jos Joaquim Das Feruandc?, ra da Ca-
RO DE
Janeiro.
O brigue iiacioual^t/aria Luza va
seguir rom brevidade, lem a 1 /iTo>-rrat;-
do seu carregameoto ngumpip; para o
resto que i he falta, passagciros c escra-
vos a frele, aos quaes ra as mclliercs
accommodaroes, tratase rom o consiguilario Anta-
uio de Almeida Gomes, na ma do Trapichen. 16,
seguudo|andar.
RIO i. nmm. \
Segu pata o Kiode Janeiro com mu-
I la brevidade, por ter a maior parte da
carga prompta, o veleiro pataclio .
Prancisea: para o resto e passageiros,
taata-se com os consignatarios Novaes &
C, na ra do Trapiche 11. \, primeiro
andar.
PARA O RIO DE JANEIRO.
Segu uiii inulta brevidade por dej parle de seu
-o icgaineiilo promplo a beni firitajoldj barca Mn-
tildCt capllflo Jeronyma Jos Te1t*s, para 1* rrslo,
passagciros, e cscravos a frele. para que lem ctcel-
lenles commodos, Irata-se no eseti|4ta*io de Mauocl
Alves Guerra, na ra do trapicha n.,4.
PARA O PORTO.
A barca /'Tiiuiniz.sJ / vai salur com minia brevi-
dade ; para carga o passageiios Irala-se enm Barro-
ca k\ Castro na ra da Cadeia do Recife 11, 4, ou
coin o capilao na prara.
Para o Rio de Jaoeiro 'segu empoucos dias a
polaca brasileira Zelosa II, pregada* lorradade co-
bre, c de primeira marcha ; lem meia carga prom-
pla : para o reslo trata-so no escriplorio de Isaac
Curio <\' Cumpauhia. ra da Cruz 11. 10.
Para o Uio de Janeiro
segu em poucos dits, por ter a maior paite da car-
ca prompta o brigue C'oHceioiW,. smp ildo Joaquim
ferreira dos Sanios: para o reslo c eacravos a lele,
para o que lem bous commodos, trala-se 110 esrnp-
lorio de Mauocl Alves Guerra, ua ra do Trapiche
o. II.
Augusto Rodrigu 1 itaves. Antonio Jos"BaMwta^aJa do norto de Gijon na provmna' de Oviedo na cos-
1 Jnior, l 00 Sol
e 1 escravo, Jo/C Tiloma/, Ferreira Noves
Antonio Vicente Ferreira da Fon-eca, Fr. Joao
de 3. Tiloma/, de Florencia, Fr. Jos do Amor Di-
vino, D. Anna Jamiaria de Suuza llitanrourl e 1
criado, Silveslie Francisco Meira e I criado, Fran-
cisco Co'Uio da Costa c I escravo, Manuel Lopes
Rodrigues liuimardes, Antonio J. Gunpello J-
nior, domingo* Carlos da Silva, Juvrnal Calino
da Cosa Jnior e I criado, Antonio Lopes Teitei-
rae.l criado, Dr. Manuel Cactano Pereira Senna,
" ardo Pereira, Komdo .Malvas, Victorino da
^mm 26 soldados c recrulas, Jl escravos .1 en-
tregar.
BabiaOdias, palacho americano bby Eliza-
belll, de lili tunela las, capitn A. Phinny, equi-
pagera 8, carga 350 barricas com 1'ariuha de trigo ;
a Malliciis Auslim & Cumpauhia.
Navio saludos no mesmo dia.
VaiparaitnBarca hamburgueza c Tmbola, capi-
Ido G. M. Meinzott, carga assucar.
Lisboa e porlos inlermediosVapor porluguez ol).
Pedro II, commandante o 1.-lente Joaquim
Viegaa do O'. Passageiro desla provincia, Fran-
cas l.ui/ da Cosa.
rae. 1
Ejloar
_^jfnva.
""***lrir
Mat*.
1
O lllm. Sr. inspector da Iheeoerarla prnvin-
. id, em cuinprimento dn reolurdo la jonla da fa-
zenda, manda fazer publico que no dia II de feve-
reiro prximo vindouro, vai novamenle a prara para
ser arrematado a quem por menos flzer a conserva-
cao da estrada do sul avahada em 5:1008000 rs.
A arrematara.! sera feila por lempo de 10 Inezes
aromar do Io de marro rio correnle anno.
E para constar se mandn allixar o prsenlo c pu-
blicar pelo Diario.
Serrelitria da Ihesouraria provincial de Pernam-
buco i!5 de j ineiro de 1856. O secretario, A. /'.
r'.l7inUr!da<-oo.
O lllm. Sr. inspeclor da t beso urania provin-
cial, em caniprimenlo da resoluto da junta da fa-
/.enda, manda fazer publico que no dia 14 de feve-
reiro prximo vindouro, pcraule 1 mesma junla vai
novamenle a praja paro sel arremalada a quem por
menos llzer a contervardo permanente da estrada do
nnrle por lempo de 10 inezes, a contar do I-de
narco uo trrenle anno, c pelo preeo de 1:201-5728.
E para constar semandoa atlitar prsenle e pu-
blicar pelo Diarlo.
etaria di Ihesouraria provincial de. Peruani-
bucoBde jaueiro ilc IS,(,. -11 secretario, .1. /'.
14'.tnnuniiaco.
O lllm. Sr. inspector da Ibesouraria provin-
cial, ein cumprimenlo'da re.olurao da junla da fa-
zeod, manda la/.cr pubiio q.ie no da i de fove-
reiro prolimo vindouro, pcranle a misma junla vai
ninameute a piara para ser arrematada a quem por
menos fuer a conservado perinaueulc da eslrada'do
Pao d'Alho por lempo de 10 mczes.a conlar do 1 de
loarlo do crrenle anuo e pelo preco de 1:0005000.
E para constar se mandou allixar o prsenle e
'publicar pelo Diario.
Secretaria da Ihesouraria provincial de Pernam-
buco 25 de Janeiro de 1856. O secretario, A. F.
d'Anunnciaro.
O Ur. Anselmo Francisco Perelli, commemlador da
imperial ordem da Rosa e juiz de direito especial
Jo comraercio desla provincia por S. M. I. e C. o
Sr. I), Pedro II, a quem Dos guarde, ele.
Fajo saber aos quea presente caria de edictos vi-
rom, em como Francisco Custodio de Sampao me
dirigi a pelicio do Iheor seguinle :
lllm. Sr. Dr. jaizde direito do commerrio.Fran-
isoo Custodio de Sampaio, sendo credor de Joaquim
""fo 1" *'"""' Je Albuquerque pea quanlia de
1*19480 esoiis juros, importancia d'nma letra ven-
cida em .10 de jaueiro de 18-51, e nao teado o sup-
plicado ale o presente salisfeilo seu debito, vera o
supplicanle protestar ju licialmeule conlra a falla de
pagamento, um da que nao posea alegar prescrp-
c5 em aeu favor a requer a V. Etc. que tomendo-
rte tle H-.fuji-.j.
A altura do pliarol he de 170 ps cimt '
nivel do mar, e ser eieivel do convez de um na-
vio, em lempo claro, na distancia de 10 a 12 mi-
lha*.
A posirao do pliarol est na atitude de :t", 35',
13" iNorle ; longiludu 5", 37', 16" Oesle de Greeu-
wich.
Assignado.John 11 asliinglon, bydrographo.
ileparli'-iio hyirographira do afmirautado em
landres.
A lo de julho de 1855.
Eslo aviso aliecla os seguiuies mappas do ilmi-
rautado ; baha de Biscay.i. n. 64 ; baha de Gi-
jon, 11. 1, elisia de pharocs hespauboes, numero
155 a.
E nada mais ronliulia ou derlarava o dilo docu-
mento, impresso 110 idioma inglez, ao qual me re-
porto, c depois de haver examinado cum este e adia-
do conforme, o tornei a entregar a quem m'o apre-
senlou.
Ein f do que passei o prpsenle que assignci e
sellei com o sello do meu oflicio, 110.1,1 mulle leal c
heroica cidade de S. Sebastiito do Rio de Jaoeiro,
aos vinle e quatro de dezembro do auno de ,'iosso
Senlior de mil oilocenlos e cincuenta c cinco.
Jote Agoslinho Harbosa, traductor publico c in-
terprete commercial juramentado.'
Ku, Jos Agoslinho Barhu*a, Cidadao brasileiro,
traductor publico e nilcrorcle remunrela!Juramen-
tado da prara :
CerliOco que me foi apreseutdo om docuineuio
etcriplo em inglez, o qual, Iraduzido para o idio-
ma nacional, diz o seguinle :
TKADUC4.A'(J.
.4ciso aos naccganles.
X. 2T.
Costa do Sul da Franja.
I'harul fixo em Marscitle.
O governo francez acaba de participar que depois
do .lia 15 de agoslo prximo futuro, lyn.. luz Uta
encarnada ser arendid* na lorre rcceulemenle
construida na Pouta do Sul do molhc ou qaes do
porlo de Julielle em Marseille.
O pliarol cha-se collocadocm una elevarn de 81
pes icima do nivel do mar, e ser visivcl, em lem-
po claro, em nina distancia de 8 milhas.
A torro acha-se na lalitnde de :T\ 17', .Vi" Nor-
te ; Jlonglude 5, 21' ; 26" ao Oesle de Green-
vtich.
Assignado.John H'ashinglon, hydrographo.
ttepartirto hi/ilrographica il" iitmirantado.
Londres, 27 de julho de 1855.
liste aviso altela os mappas do atpiiraulado se-
guiules : eral do Medterrane >, n. 2,158; Pala-
moa lo Vcnlimigla, numero 1,188 ; iiau.loll lili.
Rion, numero 118 ; porto de Marseille, numero
1.50 ; assm como a lisia dos pliares do Mediterr-
neo, numero .11 a.
E nada maiscontlhha ou deelarava o dilo docu-
mento impreso, qua bem e lielmeule Iraduzi do
proprio original impresso no i lio oa ingle/., ao qual depois do dia primeiro
me reporto, e depois de h.iver examinado com este e
adiado confirme, o tornei a entregar a quem m'o
aprescntoii.'
Ein f do que passei o presante queassigue e sel-
lei xom o sello do meu oflicio, nesta multo leal o
heroica cidade de S. Sebastian do Rio de Janeiro,
aos vinle e qualfu de dezembro de anuo de Nosso
Senlior de mil oiloceulus e cincuenta e cinco.
Josi Agoslinho llarboia, traductor publico e in-
terprete commercial juramentado.
Fu, Jos Aijostinho Birbosa, cidadao brasileiro,
Iraductor publico e interprete commercial juramen-
tado da pi.ii; 1 :
Certifico que me foi apresentado um documento
impresso em inglez, u qual lilleraimenle Iraduzido
paca o idioma nacional, diz o seguinle :
V. TRADUCCAO.
Aviso aos martimos.
N. 28.
Eulra-la no Rio Tamise ; canal do Principe.
A corporasio de Trinilv-Honse de Londres faz
roes brilannicos, ns. 5 e o.>.
E nada mais contiulia ou deelarava o dilo docu-
mento, que bem e lielmeule Iraduzi do proprio ori-
ginal impresso em inglez, ao qual me Mporto, o
depuis de haver examinado com esle c achado con-
forme, o lornei a entregar a quem m'o aprescnlou.
Ein le 1I0 que passei o presente que assignei e
sellei com o sello do meu oflicio. nesta leal e heroi-
ca cidade de S. Sebasliao do Rio de Janeiro, aos
2 dedc/.r;mliro do anno de Nosso Scuhor de 1855.
Jos Agostinlio Barboza, traductor e interprete
commercial juiainenladu.
Eu Jos Agoatinoo Barbosa, cidadao brasileiro,
traductor publico e interprete eommerrjal juramen-
tado da prara. Certifico quo me foi apresentado um
documento impresso em ingle/., o qual, lilleraimen-
le Iraduzidu para u idioma nacional, diz o seguinle :
IRADICCO.
Aviso o* navegantes.
N. 29.
Antoradouro de l'inegari, MuttacAutsell Htta-
dis-l'nidos.i
Embarcacao-pliar il uo Rauco Succonnessell.
A directora dos pin,roes acaba do publicaros se-
guiules avisos nos Esl- dos-Luidos:
I." A emliarcar.io-plierol no banco Succnnoessell
fui enllocada 110 seu ligar 110lija !7dejunhod 1855
a 1-1 1 collocada em 6 bracas de agn^, quasi meio
cijial entre SOCCOUlleiSetLe Clilridge (baixos) coiu
seguiules demarcar ios : o'pnarol do Cabo Poge S.
'*." S. O ; Oesto Chop 1) .' do S. O.; pona Nobs-
ue 4). I|2 X. O. ; a I ua na pona do Noroeste du-
f ,co Jloise-Slioe E. 3ji S. A embarcaran que
iui slra uina luj lix : ara 4* noite lem armnialu ile
escuna, e lem um globo ou bola un lope de cada
1 fcslro : o oome Succonnesselt esl piulado com
.ras encarnadas de ambas os la los da embarcacJu
por baixo o casco esla pintado em quadros aller-
los de cores encarn na e am'arella.
Inslrucres para livrardos baixios.
As emba.-cares que vera do lado do Oesle com
isliiio ao canal do norte de Vinevard Souiid (an-
' -1.1 Ionio devem razer com que o pliarol de Ponte I
Xoosque venda a demorar ao Oesle, c seguir inver-
nando aorumo de l.'Esle ale que o navio do pliarol
demore L'Esle l|4S. K.; c enlilo governar para
aquella embarcarilo, e depois de passar por ella, o
rumo he E. X. E. al ao pliarol de Poinl-Gammnn.
Deve eaver lodo o cuidado em fazer bous csses
rumos.
Anciiradouro N'ewburvport, Uasgachussctls.
2. lima boia iiNtiii piula la de prelo e branco
era traeos perpendiculares lacha-ae collocada em 5
bracas em frente a barra de Newburyport, o phra-
ro de Oeste, demoraudo Oeste Ii4 S. O., dislanle
2,267 jardas.
Inslrucres.
Embarcaces com destino a entrar por cima desla
barra devem Irazer esla boia ein linliacouio pliarol
do Oeste e correr para ella. Este lumo leva a en-
trar em sale ps, na mar biixa.
Enlretanlo ne-la liulia, v-se urna pequea luz
quasi locando a parle do Ull do pliarol do Oesle. De-
pois de passar a bina. O rumo enlao lio N. O. .>
Ij2 ao Oesle at passar una boia a meio canal,
piulada de lislras perpendiculares prelas e brancas
para a boia encarnada nos Rorhedos Prelns, e depois
Oeste 4 l|2aoSul ; passanlo urna boiana pona
Joe-Xoys, digo em frente aos baixios do Joppa,
pintada de preto (que se deve deitar pelo lado de
solavent., e nina boia encarnada.na pona de Jou-
Xovs ,que devedeixai do lado de eslibordo, para a
boia de cima de meio canal piulada com traaos
braucos e pretos perpendiculares : c depois entro os
dous (Piers) caes para o ancuradouro. Esles caes
sao prximos a cidade.
Bote destilo proxhno a Gravcs-Lcdgc na baha de
Boslon.
'!.' Acaba de collocar-se nina- embarcaran com si-
no prximo a Graves-Ledge na baha de Boslon,
para avisar embarcantes da sua proximidade ao
principio ou borda. Acha-se Tundeada, digo o sino
peza como cinto cwl., acha-se pendurado na aliora
de 12 ps cima da seperlicic do mar, loca pelo 1110-
viineoto do mar e pode ouvir-se na distancia de urna
milha.
A embarcacao he pntala de prelo, o ein 'ambos
us lados de una forma acuna dellc as palavras
oGraves-l.edge se rhain dislinctaiueiite pintadas
em lelras brancas, acha-se fundi-iiila em coosa de 10
braras de agua, e quan.lo fundead.i rom vento N.
E., o pharol de Boston demora S. S. O. I| ()., o
pliarol de l.oiig-lslaiid O. S. f). I|2 S., a boia da
barra Grcal-Fawrv O. :i| S., Hotel Nalnul N. N.
O., a baliza da liba Decr quasi Oesle .-' S.
lodosos ruino- e demarcares nlo magnticas.
Assignado.John Washington, bydrr.giapho.
Repartirse ligUrograplnn do al'miruntado.
Londres, II de agoslo de 1855.
Essc aviso refere acs segoinles mappas do alroi-
rantado : America do Norte E. C, n. 2t>8 lista dos
pharoos dos Estados luidos, 11. 67 a.
E nada mus continlia 011 deelarava o dilo doeo-
ciimentu impresso, que bem e fielmente Iraduzi do
proprio original escupi no idioma inglez, ao qual
me reporto, o depois de haver examinado com eslo
e adiado conforme, o lornei a entregara quem me o
apresan tou.
Em f do que pastel o prsenle que assignei c sel-
lei com o sello do meu oflicio, nesta multo leal e
heroica cidade de S. Sebasliao do Rio de Janeiro,
aos 2 de dezembro do anno de)fy"8S0 Senlior de
185.5.Joto Agoslinho Barbosa,', traductor publico
e 111I. rprele commerciid juramentado.
Eu Jos Agoslinho Barbosa, cidadao brasileiro,
traductor publico e interprete commercial juramen-
tado da prara, ele. :
Certifico que me fui apresentado um impresso em
inglez, o qual, litteralmente Iraduzido para o idio-
ma nacional, diz o seguinle ;
TRAIHjCCAO.
Aviso -ms uaceganU -.
N. 30.
Costa do llespanha.
listreilo de Uihraliar.
Allera(ao no pliarol I arifa. "-'
4) governo hespanliol fez publico que, a conlar c
le seterabro prximo futuro
deia.
Para o llio'de Janeiro salte com
milita brevidade, o bem vonbecido bri-
gue SAGITARIO, o qual tem a maior
parte do seu carreja ment prompto :
para o restante e passajjeiros, trata-se
com iManoel Francisco da Silva Carriro,
na rua do Collegio u. 17, segundo andar,
011 a bordo eotn o capitCio Mauocl Jos
Rioeiro.
Para a Rabia pretende sahir cun r.iuila brevi-
dade o hiale brasileiro oAmeliau por ter j parle de
sen carregamenlo promplu : para i) reslo, Irala-se
rom o eirconsignatario Autoniu Luiz de Oliveire
\/iv. edo.rna da Gruz n. I.
CEAR.V.
Segu nesles dias u hiale Bxalgcie ; anda pude
leccber carga : a halar com Caelauo Cyriaco da C.
U., au lado dn Corpo Sanio 11. 2j.
Gear e .'ti arail a o.
Segu com brevidade u paladn Sonta Cruz, ca-
pitn Marcos Jos da Silva ; recebe carga e passa-
genos: a tratar com t'.aelanu Cyriaco da C. M., ao
lado do Corpu Sanio 11. 25.
-. Para Lisboa Iprctcn
vidide a nava
le, capilao o
na mesma qL .
ja-se aos consguaUrios "l'lioina,: ritf Aqoiuo l'ouscra
i\ Filho, ou ao capilao, na rua do Vigaro 11. 11).
RIO DE JAMIi.
Vai sabir com milita brevidade o novo
e veleiro brigue DOUS AMIGOS, tem a
maior parte da carga prompta : para o
resto epassajjeiros, trata-se com os con-
signatarios .Novaes A: G., na na doTrapi-
:lie n. 5i-, ou como capilao ua prara..
hir com a maior bre-
mrtpyueaa aConalar
... 7- o^ Res qii'-.o
e pas-agem, diii-
batidas, fundidas, {riandes,
rasas, c tundas ; c e::i ambos
&tl0t$.
C. J. Aslley & Companhia farilo leilSo, por in-
l"i venrui 1I0 agente Oliveira, do melhor sorlimenlo
de fazeudas de algodite,.laa. liuho e de seda, anuir
parle proprias para a protma qu, resma : setta-
fcira, I dr fevereiro, as ll) horas da iiianlio.i," uo seu
arma/.em, roa da Cadeia do Recife.
GRANDE LE1LA DE V1NH0S,
Tasso Irmos fa/iem leilao, por inter-
vent-ao do corrector Uliveira, de vinlio,
dos melliores autores do Mediterrneos
em lotes a vontade dos compradores : se-
gmida-feira 4 de fevereiro, as lOlioras
da tnanhaa, no seu armazcm da rua do
AniOriin.
5f^to totv$o%.
a actual luz revolvente na poma do sul da ilha Ta-
rifa, ser mudada para nina luz lita de cor na-
tural.
A posirao do pliarol continua som alleracBo em
36, &,&" N., e lo'igitude 5', 36*, :t7" oesle de
Greeuivich.
O novo inachinismo illuminadnr hecaladrioplico
da primeira ordem, a lu/, e-laudo a 132 ps ci-
ma do nivel do mai, polo vci-si na distancia de 20
milites,
Assignado.7u/.n II asliinglon, bydrographo.
Ileparliriio hgdrographica do uliiiirantado em .
I.ondrvt
Aos 21 deogostode 1833.
Esle aviso lem referencia s seguiules direccOet
e mappas do almir. na lo : cosa 1I0 sul de Ile*pa-
iiln de Gibrallar p,ra Alicante n. 1186 plano do
eslreilo de Gibrallar, 11. I2 ; c igualmente os map-
pas geraes do Atlntico e Medilerraueo com o plano
mis direcpTes de Totino, o 11. 2 na lista dos plia-
res.
0 Sr. Joatpiim Octavinno da Silva
iiueia dii igir-se a esta Iv pographia a nc-
gocio seu.
Precisa-se de injaa lavadeira me la-
ve de varela, e d eonlieciv.ii'iitus de sua
pessoa: na rua de Hortas tt. Ii2, casa de
trente azul.
Do onceuho Poeta, no diaf.tio correle, fu-
gio um mulato arabralhado, de iifiie 18 auuos, alio,
cara espiuhosa ; leven um oavnlo roro, sellado :
quem o pegar e levar ao dito enaenho, uo 110 Recife
na roa de Apollo 11. (i, ser* gratificado,
trmandadedu DIYyio Es-
pirito .Sanio.
A mesa regedora da irmandae}e4.i Divino E-piri-
(0 Sanio, convencida de que na IribulrAo em que
se a.-hain ns haliilanles desta cidade -tnico refugio
lie a Clemencia Divina, lem re-olvido conservar
aberla a sua igreja todos os das alo es horas da
noite, e nella ctpuslos a venerarlo dos liis que
quizerein recorrer ao me lico cele-lial, o emblema
do su Divino l'ai'roeiro, e a milagrosa imagen) do
Menino Jess oulr'ora padrocire" llesti Igreja. Pos-
snii as orares dos verdadeiros crentes ser l.lo fer-
vorosas que aticndidas pelo Allissimo, arre lem de
sobre nos a calamidmlo que nos .lineara.
Irmaodade do Divino Es-
pirito Santo.
A mesa regedora convida aosjcos charos irmaos a
comp*rccerem ein sua igreja no dia f de fevereiro as
2 l|2 lloras da lardo, para cneorporados, irein acoin-
panhar .1 prucis|ao de Cinza, cm satisfarn au couvi-
c da \ meravel or.lcm lerceira de S. Francisco.
8. ^ebastio na matriz da
Boa-Vista.
Nao te podendobonleni cantera ladainlia ao g|o-
riozo S.Sebastiito, eomci se liavia auuunciado em
rajilo de e-lar a igreja armada para o oflicio fnebre
ficou traosferido para boje, e esperamos o compare
ciireulo dos devolos para que supliquemos ao ines-
1110 sanio, no- livre do flagello da peste.
Tundo una senbora casada de se retirar desla
para .1 cidade da Parahiba, precisa de nina ama sec-
ca inlcirime)ile capas, (a quem se dar bom paga-
mento), que*equeira prestar a acompanha-h al
aquella rulado, alim de cuidar de urna criauca de
I auno de ida le. e dado o caso de nao querer all ti-
rar, ser para aqui recondoxida : quem a isso se in-
jeilar, pode dingir-se ao paleo da matriz, de Sanio
Antonio, casa de I andar n. 2.
No paleo da malrii do Santo Antonio, rasa de
I andar 11. 2, precisase de um bomcm ou mesmo
de unir mulher. que se queira prestar na actual qua-
dra ao servc,o de eufcrineiro, e se liver praliea lis-
si, lauto melhor ; fazeiq-se boas vanlageus, o quem
quizer pode dirigir-se a mencionada casa.
Iloje principiar atestar etposla i veneraeRo
dos liis, na igreja da Madre de Dos, a milagrosa
imagem do Sr. lloin Jess das Portes, aquellas pes-
soas que .quizerein implorar a clemencia do Allissi-
mo, achaio a inesma j'greja aberla das 7 huras as 9
da noite.
Precisa-se de urna ama para casa de pouca fa-
milia,para lodo oseiviro, tanto do rua como decasa,
ou forra ou captiva : na rua do Livramento 11. 3f>,
leja.
Iti--.ii.li Deppermann vai fazer urna viageui a'
Europa, deitaudu por seu bastante procurador o Sr.
F. F. Timin. /
l'recisa-separa o sorviro interno, de urna pes-
soa pie cozinhe e engomme : na rua Nova n. 17.
.@^#-'8Qg.f::^388SSfet;
9 4) Dr. Carolino Fraucisco de l.ima Sanios, 9
58 desejando ser ulilnoquanlo caiba em suas
forcas, ao dislriclo que Ihe cnube por sorle ;;-
9 em consequencia ila epidemia do cholera, 55
B rog aquellas peinas qve se queiram ulilisar ti
; de seu presumo, para que nal se vejam ft
S) amearmloi <|p incommodus suspeilos, o pro- i.
0 rurem iuiiiiedialamenle cm rsa de sua resi-
% deucia, na rua das (antes u. 18, onde o acha- y.
;:;. rio sempre disposlo a prestar; visto como, $
0 segundo he de longa ob-ervarao, qualqucr SJ
^ perda de lempo pode ser nimiamente preju- g
Ti dicial.
S.-,9@@SS*-30 !
Prei'isa-se ije trahalliadoies para o
seivico dift ras desta cidade, paga-se a
H(HI rs. diatios: r|iiem estiver 110 caso
il i rija-sea casa do ahaixo assignado, na
rua de Santo Amaro, casa de um andar.
Joo dos Sanios Porto, administrador
gerat da companhia de Ribeirinhos.
instruegao.
Aauliida rua de Apollo continua a
dar liccdesde insti'ucwio primaria, latim
e francez. do I de fevereiro.
LOTERA da provincia.
Sexta-feira 1 de feverei-
ro, pelas 10 horas da ma-
uhaa, be infaUivel o an-
damento das rodas da ter-
ceira parte da terceira lo-
tera do Gyinnasio Per-
nainbucano: os nossos bi
lhetes e cautelas esto a
disposico do respeitavel
publico, as lujas j an-
nuneiadas ; os premios
maiores de 50,000 rs., sao
pagos no escriptorio dos
abaixo assignados, c os
menores as lojas da rua
do Colleg'io n. 15, e' rua
do Rosarioestreita n. 17.-
Oliveira Jnior % C, can-
telistas.
TAI XAS DE PERRO.
Na litndirao' d'Aurora cm Sanio
Amaro, c tainhcn no DEPOSITO na
uta do Brum logo na entrada, c defron-
te do Arsenal de Mal nha ha' sempre
um grande sorliniento de taichat Canto
de fabrica nacional como estrangeira,
pequeas,
os logares
existem guindastes, para carregar ca-
noas, ou carros livres de despieza. O
precos sao os mais commodos.
Tendo dr enrerrar-sc as cuntas com o forne-
cimenin do lazareln, quem liver defater alltuma re-
clamarao, ever apresenlnr ale o I. de fevereiro
na provedmia da saudc.!) -ccrelario,
Pedro I'iinncly.
Antonio Joaquim Coeliio, snbdito porluguez,
relra--e p.ra lora do imperio.
Jacinlho liento de Suu/a, subdito porlusue*.
relira-sc para (ora do imperio
I'recisa-se do urna ama para ca*a do poura la-
milla : a tralnr no oil.lo- .lo l.ivramcnlo n. l, pri-
meiro andar.
Precisa-sede um (rabalhador-que emenda do
-rr\iro de reliuarAo, forro ou e.-aav.. : na rua da
Concordia n. S.
O Sr.. Marcelino Santiago de Vasroncello* L.
A. eoSr. capilao Uilario de Aibayde Vasconcelloj
Leilao de Airiuquerqoc leein duas cartas em mito de
Joao Itulino ile Mendonra, na rua das Granes 0. 'JS,
lerreiro andar.
Joan Alves Patio relira-se para Ilha de S.
tligael.
4) Sr. Joao Ferreira de Carvalho leflha a l"'n-
dado Oelirar a sua mobilia do depo-ilo da Lfngogta
n. C, uo prazo de S das, Invalido a quanlia de llfcfiiU
que nao Ignora dever.
MGREGiVCiO'.
O escrivao da rmandade ,e >. s>. da Coucei^ao da
Congrciiaro, por deliberara.) da mesa regedora, con-
vida a todos ns irmao- da mesma, para que, qu.irla-
feira de Cinza, 4i de fevereiro, se dignen compare-
cer no consistorio a* i. horas da, larde para irir.os en-
corperadoi acompanliar a procissilo de Cinza.
Sociedad; Homeopathica Beneficente.
Km consequencia de oceurrencias etlraortlinaras
o presitlenle da lociedade convoca aos Srs. socios p:i-
ra urna sessao boje, pelas I horas da larde, no con-
sultorio central hmiieupulhico, rua de Santo Amaro
Muiid-i Novo1 n. (.
No cru/.eiru da ir-reja de N. S. do i'erco, que
serve de malriz freiruezia de S. Jos do ltecife,
acha-se ctposla diariamente al as 0 horas da noite,
a sacrosanta imagem do Senlior IIun Jess dos lc-
samparadus ; ah pois recorram lodos os liis, alini
.le implorar. 1.1 ao llivino Salvador nos ampare, e
nos livre do t.-irivel llauello da peste.
As pessoas que se quiereni engajar para o Ira-
lamcnlo dos iloenlcs do hospital da rua da Aurora.
dirija-te ao alerrd da .ia-\'isl.i n. 13, das 7 as'.) ho-
ras ila nanllAa, e das :! as .', .la larde : em casa do
Sr. Dr. Caelanu Xavier Pereira do Brito.
Na na Direita, sobrado do um andar n. 33, ao
pe da bollen, vendeuise doces seceos mancaba, de grotael e ninraruja assu', ludo bom e
bem secco, e lanibeni de calda, e fazem-sa filliBzes
de ciringa : quem precisar pode mandar encommen-
dar, quo ser bem serv lo ; lambem se fazcm ban-
dejas de bolinbos do melhor cosi que for apetecido,
fa/,-se irroz de leile, pao'-dc-lii, aU'niim, e ludo
qnanle for preciso pira sobremesa.
Ordecfi *;lo dia
DOS
*
4) commandante em chefe das larra- mascaradas
em operaros au sol de MalakolT lem determinado n
seguale: Nos das 3, le."ule fevereiro havera
grande parada a pe c a cavallo, no maior aceio pos-
snel, das praras mascaradas cm aclividade c despo-
nibilidade, milicias e linha, ravallaria de bonlo,
arlilharia marho c femea. emlim prara ah-nma de-
ver licarno quarlel, sendo so dispensadas as da r-
beira e as mais que mo poderem sabir .le sens pos-
los. Depois da parada e marclia haver-. bailo a ca-
vallo na rua da Cadeia de Sanio Antonio, nao leudo
inresso na lice aquelle cavallareiro que no perlen-
cer a ravallaria de bordo, sendo lanradn fiira e pre-
so conforme as penas que marra o reculamente,
aquelle que enlromellido l se aprsenla!. 4) quar-
lel cerier.il dar urna divisa aos mascaras admilti-
dos, que -era distribuida pelos romniandantes do
corpo-, o que ser anounciado. Quarlel ceneral ao
sul de HalaluAT -JS de Janeiro .ie 18-16.
0 secretarlo da (rmandade de S. Jos d'Ago-
iiia, em nome da mesa regedoTa, roca a lodos os sens
oharissimos innSo acoinparecerem no consistorio da
iriuaii.la.lo UO da l> de fevereiio as3 lloras da larde,
para encorpnrados acompanhareni a preciasgo do Cin -
/i.e a.jiielles que per mulivns nao po--imruiiiparcre
e lenham capas ein sen poder, lenham a lioudade de
manda-la- entregar na rua ealreita do Rosario n. 19,
mi ua rua do Rancel, na rasa do ex-thesoureire Joa-
qtiiin JacHiiho para com lempo seren distribuidas.
Despja.se rallar com uruencia ao Sr. Manuel
it.ipli-ta Corrcia, e como se ignora a sua morada, ro-
ca-se .'e fallar na rua do Amorilll n. I, no liairro do
Kcrife, e o mesmo ao Sr. Joo Nogueira de Aze-
vedu.
Antonio Jos da Hoclia faz iciente ao Sr. An-
lonio J..S J-'rrreir.i, lavra.lor do encenlio llomlim,
que no dia Js .l.i oorrente chegou em sua casa o sen
i escravo Manoel, BengulUa, a pedir que o annua-
leiulite n cmpra-ie ; e como esle um queira reepon-
1 s-.liih-ar-se por fuca, ou qualqjer nnlia evenlaall-
I dade, faz o presente, afinado Sr. Ferreira mandar
procurar o dito seo escravo.

?. l'KDIl.VS PRECIOSAS-
:
*
Aderecos de brllhanlet, *
; diamantes e perolas, pul- 5
o ceiras, alfincles, brincos ->
* o rozelas, boles c aunis '''
? de diliercnlcs goslos e de
v diversas pedias de valor. *
a
i <:
Compram, veudeui ou
J' Iroram prala, ouro, bri-
8 Ihanles.diamaiilcsc pero- .,
>' las, e oulras quae-qurr S
2 joiasde valor, a dinheire !
<.' ou por obras.
:-- .<. ..
MOREIRA i RUARTE.
LAJA DE OIRIVKS
Bna do Cabug' n. 7.
Recebera por
^-^^-sflMUHHi ilJleti
OURO E PRATA-

* Aderecos completes de X
c.; ooro, meios dilos, paleei- ; i
* ras, alfinetes, brincos e *
rozelas, cordes, trance- *
*. lins, medalhat, correnle* *
#q_ e eufeiles para relogio, e
*.\j ^ oulros moilos ebjectosde
dososvaporesdaEu-1 Arp%re,b.7 c,p.e.-. I
ropa as obras do mais JO+tfSl ^.^ s
moderno gosto, tan- grtK^aSgtl
to de Franca como $&*
de Lisboa, as quaes vendem por
neeo < otnno(b> como c(%fiimam.
Grande e rico
panorama dio-
rama.
-\\Rl\D0(;RESP0iH2r\MR.
I) proprielarin desle panorama declara ao pu-
blico que lodos os dominaos lem de apresenlnr no-
vas vistas ; portante as pessoas que anda nao viram
as que estilo cxposlas de-de domingo, devem apro-
veitar atesabbado, para que nao aci>nleca como ja
acontecen, de eliminas pessoas lerem licadn com
seulimeiilo de nao leretu viste o Calvario e oulras
vistas que a semana pausada 'Cslivcram expostas.
Este e/labcler.imenlo eslar.i aiierto todo es dias das
i) ,'i horas da larde ale as l> da nalte, e uo doinin-
Sos e dias sanios de guarda das (1 s 10. A entrada
e cada pessoa he de .jflO is., e as ciianeas al a
idade de 8 anuos, peilencenlesa familias que quei-
ram honrar estaveslabelecimenlo, leem entrada gra-
tis. ( proprieleria desle cslabclecimcnlo aOaaca
oue he o melhor panorama que aqu tem apparec-
do, c apezar le ter luto fjrau.le concurrencia juica
mo tirar bom resultado pela razie do ler feilo gran-
des despeos ein montar um r-lalielecimenlo que
em ludo agrade ao publico, assim miso lem agra-
dado a lodos os que o lem frequeula lo : (as vistes
al rabilado ctposlas sao as sccuiulus:
Ijrandc ci la.lede Londres, capiial de lu-
glaterra, vista da lorie de San-Paulo.
Una rii|bissiina vista da cidade de Nao-
tes, na Ftanca.
Glande liomljtjiilMir.eiil.i de Sweaborg,
ua llussia.
Grande batallia de Tchernaia, na Hus-
sia.
A linda [iraca da Concordia e Caropos-
Elysios na Franca, Vista de lia.
Tomada da grande torre de Mrlakoll. na
Hussia.
Cidade de Cdiz na llespanha, vista da
grande baha.
O porto de .Marseille na Franca.
O lindo palacio dasTulherias ein Paria.
Gtdade deS. Francisco, na California.
UO (YullSl
BICAM).
Sexta-feira 1 de feve-
reiro, vespera de Nossa
Sen hora da Saude, he o
indubitavei andamento da
referida lotera, pelas 10
horas da manha, no es
pac oso saifio da roa da
Praia n. 27. Os meus bi
lhetes e cautelas que esto
no resto acham-se venda
as lojas jconhecidas do
respeitavel publico. Per-
nambuco 50 de Janeiro de
1856.O cautelista, Sa-
lustiano de A quino Fer-
reirq.
Attenco.
(I abaixo assignado loma aononeiar que compra
escravos sejam mocos : na rua da Saiedade n. t.
Manuel llornes de Mtndonca.
Fazein-se calca, collclcs e casacas de merino
france/. para lulo, por proc.o commodu : ua rua Po-
a ii. '.
I'rerisa-se de urna ama para fazer o sertico
interno de nina casa : na travesea do Corpo Santo,
loja .le calcado n. -JS.
Precisa-se de urna ama para comprar e coii-
nhar ; na rua da Praia n. i.
4) abaivo assignado participa ao respeitavel publi-
co, que acbando-se pastando a fesla no Monleiro,
llenando sua rasa na rua Nova, segundo andar do
sobrado n. ^5 fechada, suecedeu que hoje -Jl do cor-
renle, viudo a praca (o que he de coslume vir lodos
ns dias para seu negocio acbasse sua osa toda
aberla e arrumbad,] a porla da sala que communica
para o gahincle da mesma. e isnalmciilc anombada
urna gaveta de una eommn.la onde se achava um
pequeo liahu que laiebeiii foi airombado, conlen-
do o semiinle : ^r.MMT em moeda papel, conhecimen-
(o do Itanco, ouro e prala. una cadeia de ouro para
relogio, chala, com :'. cornalinas encasloadas em ou-
ro, uih Iraocelim de ouro enm um patsador c ir.,..
que prende o relogio, nina curenle de miro para
relogia em t pedacos. urna chave de ouro para rete-
uto, um alliucle de ouro pequeo para o peito com
pedra crisolita, (res annelloes lavrados, leudo um as
iniciaos J. II. A. II., o qual eslava empenha.lo, e
oulro com o primeiro nome por etlenso do abaixo
as-:jiiulo, pesando esle5oilavas, e mais alcnmas
picas de ouro de menor importancia ; ludo islo foi
roobado, deitando u roubadnr 7 chaviuhas de gaveta
cm cima da inesma commoda arrumbada, sem duvi-
da para ver so al^uma lellas poda abrir as gavetas
sem la/.cr maior rumor : o imite assignado ruga as
autoridades poli'-iaes se !i_i.cm fazer as neerssarias
pesquisas alim de se descubrir o autor de semethanle
allenlado, e ofl'erece a qualquer pessoa que der no-
licia cerl.i ilo ronbo. on parle Melle, ou de sens au-
1 ires a quanlia de 5001} de nialilicacan.
Justino l'rreira de Andrade.
A aula denominada Sania Rosa, que exislia na
rua Augusta, para o ensillo de meninas, pelas Mitas
da firmiuo J. f. da llosa, muilou se para a roa do
Vigario, segando andar da casa do Sr. Thom.iz de
Aqiiino Fonseca ,\ Kilho por cima de seu escriptorio.
aun.I" receberao ifs meninas que sens pais Ih'as qui-
zerein confiar para entinar o que sebero, o vem a ser
o seguinle :
l. ensinarao i ler, escrever, conlar, ele.
J." coser chito, lal>\ rinllni, cacund, bordar de sus-
to e aeolchoadu, marcar .le (odas as qualidades.
ll..' topete, lapeceria, malix, mi{ann,a e ouro. ele. ;
e lambem se lai qanlqiier destes objectej a feilia
por preces raioaveis. A aula principiara un dia I.
de revereiro.
Alugi-sc mu primeiro andar na rua Augusta,
defronle do chai.ni/., be muilo fresco, lem mnilo
bou-, commodos e mo be devacada, lem boa vista
quem o prcleudcr.
que lica por baixo :
Irabalhar com boi.
ii abaito assignado, inven tos bem dei-
tados por seus fallecidos pais, dr detMivei-
ra e sua mulher, pede a pes. pessoas aqui ao
ltecife, em cujo poder etitlir as pt Cm bastan-
te- que Ihea lem dado os coherdeiros. Andr de
Oliveira Fisueiredo. da cidade da Fortaleza, provin-
cia do Cear, e Jos Mari* de Sonta, da Iregaexia da
Escadn desta provincia, para seren jantes sos oelee
de inventario que te est procedeado pelo joizo de
orphlos desla cidade eslrivto Brilo, de tmim o faee-
rem al o da 31 dn correnle mu, efim de evitar de
sob-earreear anda mais aos berdeiro da conlieua-
c.io das cresriilas despezat qae seri o annnncianle
obrigado a fazer com carias precaloria*, etc. Reci-
fe j de Janeiro de 18."i6.
Honorato Joseph do Uliveira Fifioeirrdo.
Sabbado, 26 do correnle, um prelo -n-itoe fi-
car oa leja de fazendas uo arco da Coeceifao n. 0,
um caitfln com louca, e levoa 3 caifas, dizendo elle
qae seu tenbor as man.lava buscar para eseolber
unta, e que quaudo vojlassc pagave sea imparle, e
ruino ate boje o n.lo icnlia feilo, o annaiKiaale roga
ao dilo senlior do esetavo baja ter a bondad* diri-
gir-se a dita loja para tallar a respailo.
Joo .la Silva Ramos, medico pela L'aiversida-
de de Coimbra, contina a receber em tfta casa, na
roa .lo Calmea u. Ili, das8 as 10 horas da ra lehii.
e das :l as i .la tarde as pessoas r/oe o queiram ean-
sullar : bem como a sabir a qaalquer hora es que
soja fiTciurado, e a faaer viagens para o melle qaan-
do seja chamada.
3Ht912&. zMMm
Al riBLICO.
No arrtsfl I do fazendas bara-
to Collafio n. S,
vi mi -se um completo sortiraenlo
di' HT.eoAn, linas e rrroasaa, por
j- |):-ccos mais haixoe uk) que emon-
li'; Ira (|iialqucr parte, tanto cm por-
C'"ics, como a ictallio, a Ili a n cando-
si: aos coni|iradoreJ um s preco
pai-a lodos : este estabeleciment
ahrio-sc de combiuaco com a
maior parte di casas commcrciacs
ntjle/.as, Irancczas, allcmaas e suis-
sjis, para vender fazendas mais em
conla lo i] i te scigm vendido, e por
islo ol'cicix'ndt rjHe maiores van-
laijens deque outro oual<|iier ; O
l>i o -.rielarlo desie importante cs-
l.ilji'l.cimrnto convida a' todos os
seus patricio, e ao publico em ge-
ral, para fpte) eenham (a' bem aoti
seus mleresses) compi-ar fazendas
& baratas, no armazcm da rua do
Collegio n. 2, de
Antonio Lu/, dos Santos & Roli
. I'recisa-se il<; um limem diligente, qoe se en-
csrrccue de fazer compras e lomar a administracao
de urna cozinha onde deve haver multo asseio e or-
dem : quem pretender, dando fiador a sea condncla,
dirija-sc roa dn Pocinho casa terrea de vidraras,
das 9 horas as i da larde.
Precisa-se de um rapaz para caiteiro de nina
taberna : na rua Imperial n. #1.
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|A CO, preservativo e ovlico ate cholera
*' morbns, aecummodedo a iiilelligencia do
povo, cada folhelo...... 3IMI
l'.arleiras de 12 medicamentos
4* para o cholera, a e l-JstWO.
vfr i., oura de linlura......190(10 '
f. Tobos avulsos, a 300, 3041 e OtaXI ,
t*v Carteiras de iodos ot lmannos
jA mnilo em/.ma.
K. li.Os medicamentos homcr-opalhi-
4pj eos que foreni comprados por conla do go-
(tf ven.o desla provincia, lero o abalimeulo
1L de -ii por cculo sobre o valor de qae ordi-
^) nariameule se vendem ao publico.
Agencia de contabilidade
commercial.
i:iirislovao uilhcrme Breckeufeld, habilitado
com os conhecimenlos praticos. qoe em materias de
commerrio lem adquirido durante mudos aneesqee
as lem exercido nesta praca como caiteiro, caarda-
livros e gerente de negocios proprios e alhetot, de-
rive aos negociantes desla e dat oolrat preces do
Brasil, assim como a oulras qaaesqaer peseeas sea
prvstimo para o lim de dirigir todo o qoe se refere
conlabiliiladc, como sejam : rever e ajoster eenlas
i te qualquer nalureza, organisar balances e regola-
nar quidares de fallimcnlos, de sociedades, ra-
(eios, reg'jlacrsde avarias, inven Unes e partilhaa
amigaveis de qualquer especie de bens, eilrehUcoa-
las crrenles com juros ou sem elles, por ese Ota es-
cripluraces a ti azadas, lomar coala de qaalqoec
i:uv.i c-cnpliirac.lu por partida ilobrada, mista oa
simples arbilramenloa* ju.liiaes, cntralos ceasaaer-
riaes .le qualquer nalure/.a, ele, ele. Eneerrege-ae
nutro -un ile dirigir qualquer negocio jodicitlatente
quer peranle o joito commercial, qur perenle o
tribunal do cominerci em primeira o segaaaa ins-
lancia, para o qua lem a coopeacio de oes dos meia
habililados advoga.lus, c de nal os probos e iattlli-
geules solierUdore- .lo loro. Para esle fin tem o
ii.i'.uiK'iaiiic alierto n seu cacriptorio na roa de Ca-
deia ile Sanio Antonio n. i\, onde pode ser procu-
railo .la- s lloras >la mandila as i da tarde. 4) aauun-
i'i me e-per merecer desla e de oniras preces um
a.'.iiliimertlo, sendo o
' reconbecida ul.lidade.
ku eslabvleeiatente da
Velas estearinas, pedras de mar-
inore pura incs, ]>apel de ptso
ingle/., papel de cuibrulbo, oleo
de Indinen em lotijaj, chicotes
para carro, pianos de armario,
lona ebrini de vella, cemento ro-
mano, armamento de todas as
quididades, cabos de ludio c de
mandila, pi\e da Succia. cham-
pagne e vmbos lino do Rendo :
vendem-sc no armazcm de C. J.
Aislicv & C, rua da Cadeia n. 21.
C. STARR4C
e-poitosauciilc aiiuunciaiii que no .-cu extenso cs-
abclucimcnlo cm Sanio Vniaio.i nnlinuam a (aburar
dirija-sc ao mesmo uu a Liberna Cl a ma\m per(ei.;o e puuiiplid.io, toda a quaida-,
assim como um .arroietro nara le de inacliinismo .ara o uso da agiicullnra, na-
vegatjiio e manufactura; e que para maior rommwln
Pretende-se comprar a l .Lerna .pie possue An- ''e numerosos fieguczcs e do publico cm eral.
Ionio Jos (lomes de Oliveira. sha na rua de Sania i iccm aberlo cm unidos grandes arroaiens de Sr.
Rita, casa n. 1 ; c sealguem se j ligar com direito a | Mesquita na rua do Brum, airar do arsenal de ata-
ella por qaalquer onus a que esleja sujeila, dirija-sc j r
noprato d 3 dias por delraz da .lila taberna, casa
ti- collegas do fallecido llr. Joaquim da Sil-
va Araujo e Amaiooas, cenvidam a lodosos
seus amigos, c os do mesmo finado, p.-i
lirem a miau solemne, qun se lemdc
na matriz da Boa-Vida no dia 31 (do curren
as S horas dainanhiia.
sjanaaaaWnanMSHannnnVH^HH
Precisa-se de um feilor que seja bom Irabalha-
dor paia lomar conta de um sitio com alguns escra-
vosj' na rua da Praia, loja de fateudas u. dO.
terrea u. 1.!, que Olidos os quaei nio se lica raspen-
savel por cous.t alguma.
No dia :i(> do correnle appareceram i cavallos
com cangalbaa: qnem for sen dono, dirija-seii ls-
lancia, delrax da igreja, em casa do Anillo Ferreira
Saldanha, quedando os signaos eqrlos se Ihecnlre-
garao, pagando as despena.
Na noite de 2i para :"i do crlen-
le, Ibrtaiain do quintal ila casa grande
de quatro janellas c urna porta, logo na
etilrada da rua di.- Joao Fernandos Viei-
ra, tima grande baca di- rame: a pes-
soa que a entregar na inesma casa ou
della der noticia, seta' 'tatilicada.
DEPOSITO 1)E .MACHINAS
construidas no dilo seu eslabelccimeuto.
All acbarilo os compradores um complete sorti-
meiilo de moendas de caima, com Iwlos os melhora-
nentiis alguns delles nuvos c originan) de qae a
experiencia de muilos auuos lem mostrado a neces-
sidade. Machinaste xapor de baita e alia prsalo,
laixas de lodo laniaiiho, lano batidas como fuudi-
das, carros de niAo c ditos para rondu/ir formas de
assucar. machinas para moer mandioca, prenses pa-
ra'ditu, fornus de Ierro balido para (arinha, arados de
ferro da mais approvada cou-li iiec.lu, fundos para
alambiques, envos e perlas para fornallias, e anta
iulinidade de "liras de ferro, que sci ia rnfadoako
enumerar. .No mesmo deposite cxislc nina po.ua
inlelligenle c habilitada para rereber todas as en-
cominendas, etc., etc., que os annunciaulcs contau-
ilo com a capacidadede suas oflicinasc miibinisene.


i e pericia de seus ofliciacs, se compromcltem a feter
Precisa-se alugar urna ama para casa de p mea cxecular. com a maior presteza, perfcicAo, etaela
familia, e se for escrava ser melhor : nu rua dos conformidade com os modelos ou descubes,e inslruc
Qaartei n. 24, loja de miudezas. ces qae Itiet forem fornecidas.



-1
DIARIO DE PEMMUCO QUlNT* FCIRA 31 OE JNEIR3 De 1856
Tcrceira edicao.
TRATAHEITO EOMOPATHICO.
Preservativo e curativo
DO CHOLERA-KOR3US.
PELOS DRS.
oa instrucc^io ao povaparasc podercurardosta enlerinfdadc, tdnii.u-irand.-- .-medio mi i 'eflica/cs
para alalha-ls, emquaolo se recorreaoinedico.on mesmo paracura-l-iiidar-" "lie desle nos logares
em une nio os li,i. '___
TRA1 ZIDO EM POUTUGUEZ PELO l>!. P- A. LCi>" MOSCOZO.
Ksles.doos opsculo.! conlm as .ndieaces ma- claras o pi.-ci' a*, o pela si: a -un pie- o i.incisa evposi-
rao eslaaqaleanr" lo todas asuitelligeucias, nilo pelo ; ',/. i v>-ilo as m>'neuralivoi,eouio prin-
cipalmente au* preservativos que lemdado os mais ealisla. tocios i-sullados cm toda a parle em que
elles lem sido portoi em p ralles.
Sendo o IralamentohomsopeWico n nnicoque lem da.ln aramios resoltado, no curativo desla horri-
velenferroidade, iolaaroosa proposito traduzir cestos dous i.iiporl.ii-lcs ,p-iio::l -. rm lingua verncu-
la, para deat'arle facilitar a sua leilnra a quem taoie < francor.
Vende-se nicamente no Cnsul lorio do Iradliclor. ra Nov n. ">_>, por Jolln,
os medicamentos preciaos e bnlirJa
liv.i e 2 frascos delintora rs.'2.,-j000.
una i */-* < .'- ------------------ < | Vende-se nicamente no Consultorio do traductor, ra Nov n.52. por 2HMKI. Vendotn-se lamhem
nedicamentos preciaos e bnlicM da.4n lalMTiniii iun frasa. do !i .1 1 .-, mu 1 lila de 30 lubos COQi
O Dr,
sidade
na rita da
eiro, medico pela Un ver
'idee, continua a residir
13-
*
SOtUE El MINUTA.
FABRICA DEFIARETECERALGODA'O,
A qual oceupa diariamente para mais de
200 aprendices ou obreiros nacionncs
de 10 a 12 annos de dade parar cima.
CAPITAL 500:000.?000.
Socios em nome collectivn gerentes responsavois
ssenhorea,: Antonio Marqaesde Amorini. Justino
l'ereira do Varias, Maooel Alves Guerra.
Firma social: Ainnriin, ferias, Guerra & C.
Asociedade lem j numerosos assignanles, que
prefazem para mais do valor da nielado do capital.
Ella continua a admiltir no decurso dcste inez
socies de 1008 ale 5.-O004.
As pessoas assignanles das primeiraslistas, qnede-
/ejain contribuir para a prompla realisacao da fa-
lirica sao convidadas a nao demorar suas'respcclivas
assigoaturas, qoe devem ser passadas no livro da so-
ciedade.
Nolim do crranle oa socios" aereles re lmanlo a
primeira preslarao que sera' de 10 por cont do ca-
pital subscripto, e passaro os competentes recibos.
As vaolagens que a fabrica offerecera' loco que
ella esliver em plena andamento sarao :
I." 12 por ceulo sobre o benelicisnannu.'-l que ca-
da socio recebera', alem do seo dircilo sobre n fun-
do de reserva, que ser de 4 a 7 por ceulo do ca-
pital.
2. Occopaco diaria a mais de 200 operarios, ou
obreiros nacionacs.
3. Consumo de 30 a 40 mil arrobas de algodao
nacional, oqual al agora nao tomoolro comprador
onao o exportador.
i." Toeidodo qoalidado superior liso ou lavrado
a 310 a vara, em lugar de 260 ou 280 que so venda
' o da Babia, e hoje nao lia mesmo a mais de" 320 reis,
preco da ultima venda.
A facilidade das entradas, que nunca serio de
mais de "JO por cento do capital subscripto, permute
a todas as pessoas que) poderem dispor de urna ecu-
nomia nieusal de 55 pmez, entrar como socio
de tOO.
Sendo as entradas de 10 por ccnlo o os pagamen-
tos espacados de pooco mais ou menos 2 mezes, se-
rio precisos 18 a 20 psra sor realizado o inleiro pa-
gameoto de cada sobscriprao.
Os seohores que re-idem fora da capital, e que
quizerem entrar nesta til sociedade, pdenlo diri-
gir soas carias de pedido a qnalquer dos tres socios
gerentes, ou ao socio de industria I'. .11. Duprat,
que lem em seu poder o livro dassubscr.proet.
Elles declararao os seus nomos por citenso, do-
micilio e o nome do corresponde^ nesta capital,
cucarre?adn de effecluar o pasamento das entradas
das preslaccs, quando forem reclamadas.
lima copia impressa da escriptura da sociedade
sera' entregue a cada um dos socios na occasio de
eflectuar o pagamento di primeira preslaeo de 10
por cento do capital subscripto.
i'oruambuco 3 de Janeiro de 1850.
F. M. Dupral.
Illm. Sr. presidente o mais membros da com
missao de hygiene desla "provincia.IM/. Paulo l.niz
Gaicneui, dentista franco/, quo precisa 1 bem de
seu direilo, Vs. Ss. serem servido examinar a pre-
parado do i|ue se servo para chumbar denles, e de-
nominou massa adamantina, em ordem dwverilicar-
se que a dita preparadlo difiere inteiramente de to-
das as eonhcidas. Pedea Vs. Ss. sejam servidos de-
ferir-lhe como requer.E. R. lie.
j/'au/o Lviz Gaigiim.i.
A roasa denominada pelo SOppticanle- Adaman-
linae por elle apreaenlada coniiiiissn do hygic-
ne publica, difiere debidas as apresentadas iiessa
mesma occasiio por oulros; sendo a confrootac.o
feita na presenta de lodos. Sala das sessoes da com-
miiso 30 de julho de 1855.Dr. A. Fontera.
: DENTISTA FRABCEZ. S
. Paulo Gaignnuv, dentista, estplielendo na
w raa larga do lio-ario n. 36, segundo andar,
-. eolloca denles com a pressiodoar, c chamba %
% denles com a massa adamantina e oulros me-
taes. Z
REPERTORIO DO MEDICO
HOMEOPATHA.
EXTRAIIIO DE RUOFF E 1>0E\-
NINGHAUSEN E OUTROS,
pesio em ordein alpliabetica, com a descripc5o
abreviada de todas as molestias, a indicarlo phvsio-
logica e Iherapeulira de todos os medicamentos I10-
meopathicos, seu lempo de accio e concordancia,
seguido de um diccionario ia signilieacio do todos
os termos de medicina e rirurgia, e pomo ao alcance
das pessoas do povo, pelo
DR. A. J. DE MELLO MOP.ALS.
Os Srs. assignanles podem mandar buscar os seu
exemplares, assimeomo quem qui/.er comprar.
<^ O DiVifirino inudico, mudon \$)
<& a sua residencia pata a na Nova (g)
n. 23, primeiro andar, e conli- (fr
nua no exercicio de sua prolissao. j*
ftagtaerreotypo,
elctrolvpo e
i stei*eoscopo.
No aterro da Boa-Visti 11. 1. lerccirn andar, con-
1 linna-se a tirar retratos por lodos os svstcma. anli-
I os e modernos, c alii se acha um rico lerlimcntn
de arlefaclos de ouro, e nutras qualidades para a
collocacio dos retrato'.
PL'BLICAgAO' Ull'ERARA.
Repertorio jurdico.
Esta publicarlo seni sem duvida do nlilidadc ao
principiantes que se quizerem dedicar ao exercicio
do foro, poisnella enconlrarAo por ordem alpliabc-
lica as principaese mais Troquentes oceurreucias ci-
vis, orplianologicas, comnierciacs' eocclcsiastirasdo
no--o loro, com as remisses das ordenacoes, leis,
avisos ercgulamenlos por que se rege o Brasil, e
bem assim resohice* do- Travistas ulicos e moder-
nos em que se lirmaro. Conlm I scmelliaiitenienlc
as decisoesdasquesles sobre sizts, sellos, velliose
novos direilns c decimas, seni o trabalho de r,erorrr
i collecco de M*aa< leis e avisof avulsos. C.onsla-
r de dous volume-0111 oitavo, grande fraucez, eo
primeiro sabio ;i luze rstn i veni(a por K.-S na U,ja do
livrosn. t e 8da piaca >\.i Independencia.
Mascarada uni-
versal.
AS RAP, ZES E MOCAS DE
GOSTO.
Hale a porta o carnaval, c um rapaz do algnma
reputacao nao pode dispensar um traje completo a
carcter, assim como inda a moca qne l'or do hom
goslo niio dispensar rollocar um* bella mascar em
sen lindo semblante, e enroopar-se n'um rico ves-
toarioda rrie de Delinque VIH; para oque o an-
nopeianle oflerece a rada um ou cada urna, por alo-
"el ou venda, e por eommadas procos, aliin de che-
;.ir ao alcance de todas as bolsa-, o mais completo
-oriimenio dos mencionado! trazes, para cavalleiro
oa pello do serulo de t'.lovis. Garlos Manno, Manri-
que IV.I.uiz \l>', da convenci nacional o do ron-
solado ; as espadas r laucas de pao bnlliam romo
ac, c nos traces remeninos os bullanles c perolas
-ao parfeilamenle Imilados ; emlim todos os (talos
encontraran mide escollier, na ra do Collegio n. IS,
primeiro andar, onde se v meada urna ItANHEI-
l(\ ENCARNADA. As pessoas qoe qui/.ereni ver
o bom aceioe bom goslo dos vestuarios, prnlerio di-
rgir-se a casa do annuncianje das ti as llora da
noile, que a acharan ricamente Iluminada, emliora
nao qoeiram alocar os mesmos vestuarios.
Uassa adamanlina.
lie con I ren le reconbecpa a evrellcncia desla
preparacio para ehomliar denles, porque -en- resol-
lados sempre folizes *io jado dominio do publico.
Sebaslio Jos de ninoira fjz uso dcsta preciosa
mas*;,, para o lim indicado, e as pessoas que quize-
rem lionra-lo dispondo de seos servicos, podem pro-
cura-lo na Iravcssa do Vigaiio n." I, toja de bar-
hciro.
I J. JAREe DENTISTA, I
9 continua a residir nariin Nova 11. 19, primei- Q
?, ro andar. a
O SOCIALISMO
PELO GENERAL ABREU E LIMA.
Ainda exiatem alcuns exemplares enquadernadot,
e acbam-se 11' venda na laja de livrnsdos senboros
j llicardo de t'reilas ,\ (',., esquina da ra do Collegio,
,e em casa do .olor, pateodo Collegio,casa amarclla,
I no primeiru andar.
No sobrado da ra do Pilar n. 82, prerisa-sc
alugar una petaoa livre ou escravs, que sailia cozi-
nliar alsuma rnusa. para ser em pregada ueste c
n'oulros serviros ordinal ios de urna casa de pequea
familia, a ovcepcilo de engommado, preferindo-se
desla ultima condicao, cdo sexo masculino ; paga-se
lioui agradando.
Lotera cloGvm-
v
nasio Peroaiis-
O guarda-livros
brasileiro.
Oaulor nesta obra musir os dillerenles melhodos
de escripluracao al agora ronlieridos, nao so ao
evmmercio em geral, mas cm especial ao commereio
.1 relalbo, o de um.. maneira clara, sucrinta c cen-
forniealei. O guarda-livros braflleiro mostra ex-
leu.-ameiilr a maneira romo ge escriplora as parti-
das no Diario e nolros mais livro-, cm partidas do-
biailas, mida e sinarla. I imhem m..-u 1 o quanio
lie imporl.inlo um livroffero/ilaifor-osle be um
livro iniporlanlo r|oo la/, dessppjrecer 11......-usa- dif.
I lii uldados que bao psra qoe urna 1 asa de relalho le-
i tilia eso plumean recular. Alem disso be um qua- Bilhetea
I din perfeito em qoe o negociante observa em um Meios
, lauca de vista o movimenlo mensal de seu.commcr- Tercos
1 co. O autor mo poupon evforcos para no lodo a- (.loarlos
1 tur perfeila esta obra, t) mramo lem lonsa pralira I "
da commereio do Brasil. O autor do guarda-Hrrn*\
I brattlriru conla com a valiosa protecc.io nao so dos !
Illms. Srs. asgnenles que j e ilignaram sobeere-
I ver, mas Iainlii'iu com o de lodos aquelles a queir. o I
seu Iraballio se lome til. O autor juica esta obra !
de muilo proveilo a nobre prolissao de gvarda-li-
iros de que he humilde membro. E*per- obra por lodo o crranle mea do Rio de Janeiro. Ke-
cebem-e assicnaluras neala |irara, ra da t'.adeia
Velha do Iterile. Inja 11. J. I'reco (ij pacos no en-
Iregue da obra, e esta sera distribuida pelos dicni.-
simosSrs. atsignantea, e n,lo se vender avulsa.
LOTERAS DA l'ROVIMIJA.
O catitelista Salustiano
de Aqu no Ferreira
avi-a ao respeilavcl publico, que leudo sido alterado
o plano das presentes loteras da provincia para
.iHH) Inlhrlcsna importancia de :'i:IKHr-, i,., resol-
vido fa/.er tilines os proco* dos Inllirirs e cautelas
como aba vo se demonstra, iyquaes sao pagos sem o
descont de 0H0 por cento da vlei nas^tr> prin^eiras
sottes grandes em quanto etVlir ( plano aeloal,
pelo qoal s-'io cttrahidas as luUrJys desla provincia.
Blleaealaoeipoatoa i venda naiWlas do co-lume.
S sobre os tros primeiros premios eran lf, era seni l.i-
llieles inleiros vondnio- em orisinajci
(.luinln
tli levos
Decimos
\ ICOSIIilO-
TsrtO'l
:tpuu
jfOO
1.-mu 1
I-lio
IWIIl
760
Iiiii
Itecebo por iuteirn
(:I1(K1NUK)
:l:IMINMMI
-J:IKINMNI
l:.VHINHHI
l:JIKI.NHHl
T.VIS.IMHI
tiorjsooo
:IIMI.^HH)
< eaulelista
.s'.i/i/j.ifl/io dr Aquino lerreira.
mnpta&.
rande baile d
Diarios a I mi
a-, ahegar ao
snaseaiMs
as noites de e .*> do fevereiro, na casa
em que loi o Recreio Militar, (naca da
Boa-Vista n. 56.
F.sla casa he a mais apropriadl para diverlirnenlo-
desle genero por ter alem de trc evcellentes salas
para baile, lodas as commodidades evici.las para os
suinpluosos o magnifico! diverlimenlns, que devem
er tugar nos dia> cirna referidos. As S horas da
noile todas s salas e de mais aposentos estar.lo bri
manteniente adornado e Iluminados, llavera boa
msica, e a irelhor ordem, visto que os directores
silo o mesmos dos .liverlimcnlos que liveram logar
na ra da l'raia pola Paacoa. As entradas ato : pa-
ra liuiucm l'-. e para seuliora l>.
adame Scasso
sitodista^
No aterro da feoa-Vista
n. 29,
avisa ao rcspcitnvel publico, que alem de sna ofllei-
na de apromplar vestidos para casaincnlos, bailes,
Ihcalros e ]> sseio, e os mais portenres para completo
toilette de urna senhora, que de boje cm diante (em
aborto o seu HlabelecimenlO, o qual se acha sur-
tido de fazendas de modas segointes: curtes de ves-
tido de seda com o titulo de poupelina. ditos de lar-
lalana com baba.los proprios para bailes, chapeos de
seda para senhora, crep preto, lites e nobreza de
todas as cores, chales de casemira lisos e bordados,
ntremelos de carobraia, hahaduhos de cambraia de
bonitos padrft,*bico verda.leiro nho. um rico sorlimcnlode lilas de soda, cazc e cros-
deuaptile lavr.idos e de lodas as largara, dilas de
velludo deludas as larznras, esparltlhos, luvas de
louvinpara homens c senlioras, dilas de soda lisas
c bordadas para senhora, ditas lisas para homein,
ditas para menina, meias mnilo linas de seda para
noiva, ditas para hamem, dilas para meninas, pul-
ceiras de cabello de gosto o mais moderno, enleites
p-ra cabera, romeiras e chales de relroz bordados a
matiz, calus de llores de lodas as cores, romeiras
pretal para luto lisas e bordadas a vidrilho e man-
guito) da misma qualidadc, camisol.is e manguita*
de cambraia bordados, e linalmenlc ludo o mais que
di/, ro-poil,. a modas e ao bom gosto.
Preciaa-aa alocar |iara o serviro de una fimi-
lia ingle/a, urna prela que saiba lavar, engommar a
coser : na ra do Trapiche Novo h. 10.
LOTERAS DA PROVINCIA.
t> rautelisla Snlostiano ileAqoino Kerreira lomoa
a rosolucilo de vender os seus bilhetea e cautelas as
pessoas que comprara para negocio, sondo a quanlia
de IIKI.71 para cima, dinbeiro .1 vista, pelos preros
abaixo notados, na ra do Trapiche 11. :Mi, secundo
andar, cm quanto existir o plano aclual de t, bilhetea im Importancia de 21:000f, fiesnda estes
procos firmes. Elles sao pagos seni o descont do
oito por ccnlo da Ici nos Ir
Compra se papel para embriilho
rs. a libra ; n ra do Ko-alio n, 6.',
palee da Santa Cruz, na pad .1 ia.
Compran.*; dousjBoloquos d.c idada de li> a
IS auno., de bodilai-Ugoraf; e una necrinba tam-
bom da mesma i.lafle : na coebeira que Toi do Pedro
Allaill, no largo du Arsenal.
Compra se efleetivamente brome, lalilo e robre
volbo : no deposito da fiiudicao ,1a Aurora, na ra
do llrum. loco na entrada n. 8,e na mesma fundi-
r;lo, em Sanio Amaro.
FolhiiiliaK
PARA 0 CORRENTE NNO.
rolliiiihas de alfjibeita roiilentlo o al-
matiak administrativo, mercantil e in-
dustrial desl provincia, tabella dosdirei-
lospirochiatp, 1 estimo dos impostes ge-
raes, prov'mciacs e municipaes, extracto
dealgumas posturas, providencias sobre
incendios, entrado, mascaras, cemiterio,
tabella de feriados, resumo dos rendi-
tnenlos e cxpnrlaco da provincia, por
500 rs. cada urna; ditas d porlaa 160;
ditas ct.elesiasticason de padie, com a re-
ta deS. Tilo a tOOreis: nalivraria n. 6
e 8, dapracada Independencia.
Capas de burra-
cha.
Vende-se tuna casa terrea em bom estado na
l'nnle Vellia n. CI: a fallar na ra do Sol n. 15.
Os ptimos e verdadeiros charutos l.anceiros
de marca C. 1*., checados ollimamente da llahia ;
vendem-se iiniramonle uas falrions da ra estrella
do Rosario n. "., c Lingneb n. 1; por preco com-
modo. #
.. v<,.n,l,'-*o (.11 arrenda se um lio na estrada do
Espinheiro, o .pial lera moro novo : quem o pre-
tender, dirija-se ao ntaamo litio.
Para bailes de
mascaras.
\ endrm-c liona lindos vestuario, proprios para
bailes, o una bonila rabvlleira : na iiiadofjuei-
ma.lo, Inja 11. 17.
aeixe
II lo- peixc socio ;
neceo.
ni lili doChicilll ni". Inja
grandes,
Bilheles
Meios
Torcos
Qnartoa
Oainlos
Oitavos
Oecimos
Vicsimos
bucano.
Aos 6:000.v, 2.000.S e l:OOO.sO0OO.
Corre no dia sextaJfeira 1 de (evereiro
prximo.
Os billietese cautelas do cautelista An-
tonio Jos ltodii;iit~i de Sotr/.a Jnnior,
nao estio snjeiios at disconto dos S por
centolla lei, os quas se acham a venda
nas lojas da praca ila Independencia ns.
, I", 15c VO, railtiicita n. ISruada
l'raia n Ti, ruado Crespo o. .
Os premios sao [jagos logo riue saia a
lisia geral.
Billietc nlciio T.s'11>; 1
pruneiros premios;
i;sioo itecebe por inleiro 6:000)000
-i^im 3:0003000
-'iNll J:IKI>I(I(I
'/SO a l:OU8000
18360 .. o licXMlsOlH)
MO .. T.VisOOO
,"s" (KHt.NMHI
^w :100900o
n AULA DE LATI.H.
O padre Vicente Ferrer de Alhu<|iiet-
aue contina com sua nnlajBe lalnn. do
a 2 de Janeiro emdianie.^ela mesma
maneira e sob as codiroes ja um ini-
ciadas.
O Sr. Joaqoim Vital do Amaral queira 1.0 pra-
/.o de 10 das, (por ja ter sido avisado or escripia/,
tirar os seus penliores que se acham' om mando
abano assignado ha mais de X annos, e o 11,10 fa/en-
do, piisa a vende-los para pagamento do principal
e parle dos juros. Recite 25 de Janeiro de IK.ti.
J. C. Leal.
No dia 19 do corrente, urna prela cojos si"- .
naes nao se est presente) dirigio-se ao segundo an-
dar do obrado n. 1 da ra esteeila do hVarin, om
no!nede ama senhora de nomo l>. Marianna, rnnhe-'
eida da familia que no mosmo cima mora, de quem i
disse a mesma preta ser.escrava, pedindn que Ibc
mandaste para amoslra alguns vestidos da moda para ,
por elles fazer oulro, o que ronseguio levar a's pecas'
seguiiiles : nm vestido de seda de quadro. de coros
dilloiculos com dous hallados recortados a torro, um '
rounl/xle cassa com assento branco e rom ramageos;
encarnadas e pardas, urna loalha aborla de renda e
circulada de luco igual a mesma ronda, ludo em urna
madeja; mas leudo a dita pessoa que empreslou
di os ubjectos necessidaJe delles, mandn saber da
dita senhora para quem ella supp.il que live-so man-
dado pedir, foi-lhe por ella respondido que laes oh-1
lelos nao havia mandado pedir, d'onde veio a con-
cluir-se que ludo era falso : roga-so porlanto as.-...- :
loridades pnliciaes quo apprebendam ditos ol.je. los, !
caso sejam encontrados, e cratilica-so com .,(.-000 a I
quem descobrir a autora de scmelhaiile rouho.
A viuva do finado Domingos Aflbnso Ferreira '
oseosr.lhos, conviduma lodos oa seos credore, nua
no da ultimo do prximo mez de fevereiro coi......-
recerem por si ou por seus procuradores, na villa do
Cabo, emcasadoSr. Juliao l'ereira Mallos,,, afim
de convencionarem nos mcios des paeamenloa de
suas dividas, e alli arhar.io com quem Iral.u conve-
nientemente.
Otlereee-sc una ama porlucue/a pala ra-ade'
nm hornea, salle.., ou de penca lamilla : quem pre-
nsar, dija-sc a Boa-Viab, beeco dos Verrelroa
n. 1.
Meio bilhete
Tercos
Qiiarlos
(.linnlos
Oitavos
Decimos
Vigsimas
(i:000$000
r.,S."i!)(l ."iitMlO.S'OOtl
s'iOll 2:000.S0(I
l.sxoo I:500s000
l.sO l:-200. 900 7O.S.00O
7(i( (iOOsOOfl
. od roosooo
O referido caulclisla declara (|uc Spa-
ga nos seus bilLetcs nteiros, os 8 por ccn-
lo como lem annunciado.
LOTERA DO RIO DE JANEIRO.
Acliam-sea venda nm pequeo niunc-
.10 de billiclts da lotera ; as lisias espe-
ramos hoje 011 aiiianliaa pelo vapor na-
cional: os premios sTio pagos a distribui-
caodas mesillas lisias.
Manoel da l'nnle Araujo, subdito portugus,
o seu fillni de 9 a ano:, .lose, rcliram-sc para bira do
imperio.
CONSULTORIO ENTRAl I

(3 Gratuito pata os pobres.)
K Uva dr Sanln Aman, 'Mundo-Noro) n. 6. )3t
( Dr. Sabino Olegario l.iulcero Pinho di 1
consultas lodos os lias desdo as S horas da "
manhaa al as > U tarde. J^
Visita 09 enfermos em seus doini. ilins, das j^
j^ horas "ni .liante; nas ,,n caos lepeulinos t
>h <': molcsliasagudas egrave* as visita, sci.io 3
K frita- em qu ilqucr hura.
JS Aamoteitiaa nervosas merecem Iralamenlo M
m especial segundo meio* boje aconsc-lbad* gx
k< pelos pralicos modernos. Estes mcios exis-St
yi_ lua 110 consultorio central
lOlffiOVATHlCO,
::,
- :.:-.
-.mm&m;m%
WB3&
D.Thomazia deAlhayde AlbuqucrquelMcllo.
professora de primeiras lettraa da ra do Kaugcl,
naden na residencia para a ra du Grases, rasa
n. 22, primeiro andar; recebe alomnaa pensionis-
tas, externas o internas; ensjua a lor, ewrover e
contar, grammalica [rartuguez.., arllhmelica,- dou-
Irina ehriatSa. coser, bordar, labyrinlhar, marcar,
bordar do linha, Ih e se.|a, fazer (apeles, ele. Ru-
tina com toda a delicadeza e doeilidade, e laz lodos
os esforcos para os sena adianlamentos.
ti canil ll-la
Salutliono dr Ai/uinu Ferreira.
Precisa-sede ama ama que saiba coiinhar e
fazer servico interno de una casa : na ra Oircila
n. lid. secundo andar.
I)eseja-se saber onde mora Antonio ,1a Silva
Machado, afim do se Ihe entregar duas corlas viudas
de Lisboa : na. Cinco i'onlas n. 71.
Nogueira
Jos Noguira de Soasa modou wa ofiirina de
cncadcmacao da ra du Collegio para a ra dn Cres-
po confroule ao arco de Sanio Antonio, edificio do
Sr. cnmmenda.lor UagalhAes Itaslos.
]\og-ueira
Jos Nogoeira de Souza lem a s.ilisfjc.iodeaiiinin-
ciar ao respeilavel publico, que abri um novo esla-
helccimenlo de livros c mais objeeto* tendentes ao
nie-ino, na ra do Crespo, confronta ao arco de San-
io Amonio, edificio doSr. roinmendador VagalMei
Bastos, onde espera receber prolercao de seas
frocuezes e amigos, c do publico rm geral romo al
hoje.
Ordem terceira do Carmo.
O prior e mais irmos da veneravel ordem terceira
do l.armo de-la ridade. conlrislados pelas nolicias
qubcorrem por lodosos locares da capital, das vio
I lunas que lem frito o cruel flagello do cholora-mor-
I bus em diversas paragens da provincia, haodelibe-
j rado evpor lodas as noites na icreja da mesma or-
doin, as imageiis do Seilhor liceo Homo e de -na
I mai SS. a Senhora ib. Scledade, afim de que os liri-
I derramando aos pos daquelle Senhor suas lacinias,
possam alrancar de sua ini-tracao um preservativo
a esta lio morlifora infecc^o ; havendo eolito no dia
j de sexla-lnra a adorc.10 dos Pasaos do Senhor rom
I nina pralica recitada pelo reverendo padre meslre
Ir. I.inodo Mmile Carmello. Esperam pois a con-
currencia de seos irmiios e devotos para l.io piel,,*,,
acto. Iei.do principio a dita espoiicao no dia 30 do
concille.
Ordem terceira do Carmo.
t) prior da veneravel ordem lerceha do Corroe
desla cidado convida a lodos os seus cbari-sinios ir-
mos em ceral, a comparecern na icreja da mes-
ma ordem, paramentados rom seus hbitos..... dia
I. de fevereiro, pelas 2 horas da lardo, para acorapa-
nliarcm a prori-so de Cinza, alim de satisfazer ao
convile da mesa regedora da ordem terceira de S
francisco.
Ordem terceira do Carmo.
Avisa-se a todos os irmaos Icrreiros de N. S. do
Crin, que nao livorcm hbitos, para os fa/er, afim
de a-si-lirem os actos da quaresma c prorisso de
Iriuiiipboda mesma ordem.
dous vestuarios
le velliulina.
i Alucain so dous rico* vestuarios de velbulin.i, en.
bom r-i.1.1,.. paia baile ma.qnr, por barato prona :
na run do (lueiioado 11. 10, em lenle do boceo'da
: Congregacao.
Embarca para o Rio de Janeiro a escrava \n-
! lonia, parda, de Domingos Rodrigues de Andrade.
Precisa-se do um bom oleiro : na cocheira qoe
I foi do Pedro Altain, no largo do Arsenal, adiar com
quem tratar.
Precisa so de urna
brevidade a povoacao do
ruara, para condusir bus
na ra do Crespo n. 10.
GRATIKICACA'O.
Oa'-se 204000 de gratflicaco a
inculcar urna ama de lei le loria
Alug.i-se metade de urna
ra Velha
boa
rata Tanai! a peos quo pretender, dirjase i
aterro da Boa-Viila u. 70, taberna do Almeida.
Precisa-se de urna ama de leile, Torra ou cap-
tiva, qoe tenha bom e abundancia de leile paga-se
bem : na ra das Cruzcs, taberna n. 20, se dir meea
qner. M
Precisa-se de um caixeiro para taberna, que
errea na lenha pratica do mesmo negocio : na ra da Cruz
n. 2S.
Francisco Copos Noguira relira-se para fora
od imperio.
Precisa se do lima criada para o servico de urna
adepoura familia : em Santo Ama..,, em casa
caa
o Sr. coronel l.amenha.
pessoa que queira ir com
Paocllas, dislricln de i'.a-
medicamentos: a tratar
crava, qirV lenlia boas p.alidades e I
le'U
tpiem
011 es-
lom
c: (|iicm prclcndei dirija-sua ruado
CollcglO n. 15, arnia/.em.
Precisa-se de nina ama
urna casa do pones familia
11. 36.
Precisa-se de una ama que saiba cozinhar e fa-
zer o servico de nina cata e fazer as compras : na
ra Nova n. 41, primeiro andar.
Na Boa-Vista, ra Velha 11. Si, precisa-se de3
olliciaes cJiaruleiros,2de tres por dous e I do lo reis
Vendein-se mnito boas capas do borracha, pelo
diminuto proco de |-> ; na ra do Crespo n. 9, lj.
deJoAo Morena I.opcs.
RelogioiS patente nglez:
vendem-se no arma/em de Roslron Kooker ,\, l'.om-
panhia, esquina dn largo do tlorpo Santo n. s.
RELOTtIOS
Cobertor edescobertos,pe-
quenos egrandes,de ou-
ro, patente inglez.
Vendem-se no esrriptorio de Soathall Mellor &
Compaiilua, na rua da (Ja lea d Itor.fe .1. 36, os
mais superiores relocios cuberas c desrobeilos, pe-
queo e crandes, de ouro, paleulc inclez, de um
dos melhores fabricantes de l.iver|iool, viudos pelo
ultimo paquete iucbz.
IECHAHISHO PARA EHGE-
NHO
NA FNDICAO E PERRO 1)0 KNGE-
NUE1RO DAVID W. BOWNIAN. WA
ItUA DO BRUM, PASSANDO O Ul\-
IARIZ,
ha somprc um gfande soiuinenlo dos seguinles oIh
jeelos de mechaoisnios proprios para eiii.ei.lios, a sa-
ber : mornilas c meias moendas da mais moderna
oonstrueeo ; la'uas de ferro fumlido c batido, de
superior qualidade e de lodos os lmannos ; rodas
dentadas para agua ou animaes, do todas as propor-
ces ; crivos c boceas de fornalhao registros ,1o bo-
eiro, aguilhOos, hronzes, parafusos eci.vilhoes, moi-
11I10 de mandioca, etc., etc.
NA MESMA FL'NDICA'O.
fc*e\ccutam todas as cncommendas rom a superior
ridade jconhecid.i, ccom a devida prstate com-
nitulidade em pr*(;o.
Reloo'ios.
Vcndem-se re'ogio de ouro paltnle ingle/.: 110
escriplorio do agenteUliveira, ruada Cadcia do Ite-
cife n. (t. primeiro andar.
Navalhas a contento.
Na rua da (.'adera do Kecife n. S, primeiro an-
dar, cscriplorio ,dc Ausnslo C. de Abren, conti-
nuam-se a vender a K?sOllO o par (proco fivo, as j
bem eonhcidas e afamadas navalhas de barba, feilas
pelo hbil fabricante que fni premiado na ex,)osirao
de Londres, as q'uaes alem de durarein extraordina-
riamente, nlo sesenlem no rosto na accao d calar;
vcudom-sc com a condicAo de, n.lo acradando, po-
derem os compradores.levolve-las al 15 diasdepois
pa compra resliluindo-se o imporle.
ARADOS DE FERRO.
Xa tindicao' de C. Starr. & C. em
Santo Amaro aclia-se para vender ara
dos rJ- ferro de -srr" uualidade. ^
Vende-se czeellenle panno preto a :.s por cada
eovado, o mais bralo que se lem vendido : na luja
de i portas n. protima ao arco de Santo Antonio.
SYSTEMA MEDICO DE IIOI.I.OWAV
\
n. 1 i.
Vende-se aro em cimbeles de nm quintal,' por
prec,o minio caminado : no armazein de Me. Cal-
moni & Compendia, praca do Corpo Sauto n. 11.
Mascaras.
Vcndem-se a 1 000, l.sCOO e .sOOO de
rame: na rua da Cadeia do Reciten.
I"..
homila do
Araeaty.
Vende-so no erntt.zem de I). R. Andrade & Com-
pauhia, na da Cruz. 11. 15, ciccllente gamma do
Araraly, cm saceos de 1 arrobas, e por rommodo
preco.
Vende-se mnilo superior feijao cm sarcas, tin-
ao ultmamelo dn Aracalv : na rua Nova, laja de
Joao Fernandos Prente Vianna n. JO.
endom-se sarcas com farinha de mandioca
m.r.o em conla : na rua da Praia 11. lili A, armazcm
de'Anlonin (.mies de Carvalho.
Vendem-se lingoas a lis o ccnlo, carne a
MOO c (!.' a arroba : na rua da Praia n. '..
Liqnidasjo.
( arremtamela loja dar..., do Crc-po 11. I, jun-
to a casa nova da quina, confronte ao arco de Sanio
Antonio, querrndo acabar com as fazendas que e\is-
lem, vende barato para liquidar, sem perda de lem-
po. Princesa prela de boa qualidadc a :1IH) rs. o
eovado. alpaeas linas de superior qualidade a S00
rs. e I? a cavado, meias pretal do algoda,, para se-
nhora a JIM r*., suspensorios too rs. ., par, corles
ilc cassas linas Irancivas a l.-SOO, e >(O0 milita li-
nas, lencos de cambraia linos a "JOO rs., ditos de seda
da India minio linos para homem o senhora a 1-iOO.
romeiras de cambraia lina de lacos <\K seda para se-
nhora a -J>, manteletes de seda lios a i. mantas da
seda para senhora de superior qualidade a cortes
de rllelos de laazinha para homem a 500 rs., lencos
de seda branca mnilo linos a I?, cries de hastio
para rolletes a 6iU e StKI rs. do superior qualidade,
corles de vpslidus de Cambraia o seila muilo linos a
59 e (i;, cries ,lc cambraia rom baba.los linos a :l>,
ditos de eambraia de cr a gOO, brclanha de ludio
do (i varas a per?, lina, a :&00, chales ile tarlalana
a 8(HI rs. I^^imI, dilosde cassa e seda muilo linos a
28500 e 39. lila para vestido do senhora a :t() o eo-
vado, ra.uhraias do cores finas a :ttt e 500 rs. a va-
ra, pecas de tilo.para mosqueloiro de 'JO varas a :l>
a peca, cortes de meia easemira do superior qualjda-
de a 18000 e 25 u curie, meias para senhora tilias a
JiOc :uo is. par. madapalao e algodaozinho. e
oulras niuilas hiendas que por serem mallas n.lo se
podem mencionar, e qne se vendem por lodo o preco,
na mencionada luja.
'i Vendo-se um ou mais vilellns : na lahenri dn
Andr, na encru/ilhada de Bolem.
\ endcin-se sacoas com milho mnilo bnm, e dfii-
lao cinco quarlas, medida velha, pelo preco de ">.-,
sem sacca : na rua da Cadeia do Recite, casa n. 55.
Vende-se una rica caholloira em muilo bnm
eslado, propria par. imacens ou mesmo para inasca-
r.nlos: na praca da Boa-Vista, liberna n. I.
Cera del carnauba.

Attencflo.
A ende-se muilo haralo solirivel vinhn, a pre.;o de
iOt) r<. a garrafa, e em ranadas a J>s.sn : na nuiSMi
lia, taberna n. lO.
Senzala Vell
Vende-se cera de car| f 1"lba de boa qualidade, por
menos preco do que em onlra parle : na rua da Ca-
deia do Recite, loja 11. .Vv. defronleda rua da Madre
de lieos. -
Cal de Li boa barata.
Para fechar cuntas v ndem-se barris com cal de
Lisboa, pele diminuto roco de XyM), assim como
ha una porjio da dia r. 'sola, oplima pira caiar
pelo sen hrilhantismn e doracao, e eiirhe-se urna
barrica que lenha ido d hacalhso por :l. : na roa
da Cadeia do Beeife n. at
Tinta preparada em oleo.
Na rua rio Trapiche Nnv 1 n. IS, em c.i-ade E. II.
Wyall, vende-se ctcellenle tinta branca, preparada
em oleo, om lalas de -JS libras.
Eixo8 e arreios para
carros.
Vendem-se superiores eizos c arreios para carros :
na rua do Trapiche Novo n. 18, casado K. II
Wyalt.
Candelabros e lustros.
Acha-se veda em casa de E. II. Wyall, na roa
do Trapiche Novo n. IS, um compleio.intmenlo de
candelabros c lostros bronzeados de .1 o s luzes.
Vinho Xerez e Porto.
Vende-se vinho \erezc Perl) em barris de quar-
(0 : em casa de E. II. Wyall, rua do Trapiche No-
POTASSAE CAL VIRGEI.
No antigo cja'bcm conliecido deposi-
to da rua da Cadeia do Recife, escriptorio
n. 12, ha para vender muito superior
potassa da Russia, dita do Rio de Janeiro
c cal virgem de Lisboa em pedia, tudoa
precos muito favo aveis, com os quaes li-
carao os compradores satisfeitos.
Reoslos
inglezes de pa-
tente,
OS melhores fabricados em Inglaterra : cm casa do
llcnry tiibson, rua da Cadeia do Recite n. .">J.
Taixas para engenhos.
Na fundicao' de ferro de D. W.
Bowmann na rua do Rruin, passan-
do o cbafariz continua haver um
completo sortimento de taixas de ferio
fundido e batido de 3 a 8 palmos de
bocea, asquacs acham-sc a venda, por
preco commodo e com promptidao' :
embarcam-se ou crregam-se em carro
sem despe/.a ao comprador.
Relogios de ouro
ingle/es ce pa-
tente, de sabo-
nelee devideo,
dictados polo ultimo paquete, v endem-se por preco
razoavel ; em casa de Aogosla C. de Abreu,- na ra
da Cadeia do Recife n. 18, primeiro andar.
Tahoado de pinho da Suecia. alcalrao e ntie.
Me. Clmont \ Compauhia, lendn recebido um
carrcgameiit,, desles gneros pelo hrig.ic sueco/1.
Thereza, de (ioihembourg, vndenlo bs mesmos a
relalho por precos baratos: olaboado acha-se reco-
Ihido no armazem dos Srs. Carvalho Irmo, rua
do llrum.
(partas franee-
Plfil'LAS HOLLOWAY
Kslc ineslima iSSt pocilico, composto inleiramen-
tc de hervas meKiuaes, nao conlm mercurio, nem
algnma oulra sobalancu deleclcrea. Benigno a mail
tonra infancia,a-a complei^So mais delirada, lis
igualmente promplo e seguro |.ara desarraigara mae
na cumpleietn mais robusta ; lie inteiramente inno-
cente om suas opecacocs c ell'eilos : pois busca c rc-
inove as docncas de qualquer especie c sro, por
mais antigs e tenates que sejam.
Enlrc milhares de pessoas curadas com este re-
medio, mullas que ja cslavam as norias da inortc,
preservando cm seu uso, conseguirn! recobrar a
salido c Torcas, depois de haver tentado intilmente
lodos os outros remedios.
As mais afilelas nao devem enlrccar-se a desespe-
raran ; faca.n um competente eosaio dos otiica/es
elleilos dela assombrosa medicine, e prestos recu-
peraraoo beneficio da saude.
,Nj se pcrcaJ*i$io em lmar case remedio par
qualquer dasseguiilesenfermidados :
Tehro toda especie.
para todo o servico de
na rua de Santa Rila
\rcideiilosepil pticos.
Alpnrcas.
Ampol.i-.
Arelas niald'..
Aslhnia.
Clica-.
Convnlsoes,
Heliiii i.i.ic ou estenua-
cao.
Pebilidade ou falla de
forras para qualquer
rousa.
IJosinlcria.
Iior ,1o Garganta.
n de barriga.
nos rius.
lluro/a no ventre.
Eufermidades no ligado,
i, venreas.
Envaip.cra.
Ervsipela.
Toiirr biliosa-.
,, iiileimiltcules.
Vendem-se estas plalas .10 eslabclecimoula gera
I ,in Londres, n. Ji, Urano", e na loja de lodos os
botica.ios. droguistase nutras pessoasoucarregadas
de sua venda em toda a America do S11I, llavanae
despalilla.
Vende-se asbocetinhaa aSiMi r--. Cada ama dola
conten nma instrnc*j3o em poriuguo/. para eiplirar
n modo do se usar deslas pilulas.
(l deposile geral he om rasa do Sr. Soum phar-
naceulico, na rua da Cruz n. JJ, cm l'ornam-
buco.
iota.
Ilcniori hoi.las.
Ilj.hopisia.
Ictericia.
Indigcsk.cs.
InllaniiiiacMcs.
Irrcgnlaridade damens
Iruarao.
Looibrigas ,1o lodaespc-
ci.
Mal-de-pedra.
.Manchas na ouli<.
Ohstruccao de vonlre.
Phlisica 011 coiisumpcao
piiiinanar.
Ilelencao d'ourina.
Rheomalismo.
Svinplo.i.as secundarios,
Irinurcs.
Tico dolor.,-o.
Cceras.
Venreo mal.
Mil lio c tari nli.
em saeeas.
Vendem-se saccas com milho e farinha mnilo
perior, e por barato prego : na rua de Santa R,
[.liorna n. *i.
Vendem-seduas uesiinhas crenlas!, mnto lin-
das, de idado de 1 a IS anuos, com principios de
varias habilidades : na rua Direila n. -1.
Vende-se feijao em sarcas grandes, chegado do
Aracalv : na ruada Cruz n. ,'li, primeiro andar.
Bichas de Hanibnrgo.
Na rua eslreita do Rosario n. J, loja de barheiro.
Contina haver muito boas bichas de Hamhurgo, que
se vendem aos ceios e a rotalho, c tainhem se alu-
gain por commodo preco
Fazendas pretas
para a qua-
resma.
Cries de seda prela lavrada enm l(i cavado- a al-
eu.n taque de mofo a IJ? o corte, sarja de seda pre-
I a I7IHI o eovado. dita a J5, dita hespanhola legi-
tima a 297OO, grosdeuapole preto a fj.tOO o eovado,
dito superior a 13700, dito adamascado superior a
29500, sarja de seda adamascada a 1300, cba.nalole
prelo para vestido a J?, velludo preto a 39500, dilo
a i?, .tilo muilo superior a 5$500, selim preto ma-,
cao a 39300, dito a J>S(I0, mantas pretas de hlonde
de seda a 11?, los prolos grandes a '.!.-. ditos muilo
superiores a II9. um completo 10.li.nenio do pan-
nos prelos .los preros seguales: panno preto de
29300, 39, 39500, 19, .">-, (i?. 99 o l (ir. o eovado, ca-
semiras pretas a 1*7(10, J>, 29500 e :i-v o eovado,
assim eoiiio um completo sortimento do chapeos pre-
los francezos de muilo-uporior qualidade, enres de
rollete de easemira prela horo'ados a .rs o e.'.rlc : na
loja do sobrado amarello, nos qualrn calilos da rua
dn (Racimado u. J'.i, de Josillorelea Copos.
I^ipfts vasias.
Ni rori da Ouz n. 50. vende-sc uina |iar<<'io de
pipas \a-i.is, muilo em conla.
Madapolao com a varia
Pecas de madapoUo com loque de avaria a dous
mil res, dous mil e qoinhentos e Iros mil reis : na
loja das sois porta em frente do l.ivramento.
Vende-se urna preta de
ccom algumas habilidades:
Guia, taberna n. !).
ao barato:
Na roa do Crespo, loja n. I, vendem-se por todo
o proco fateilda de primeira qualidade, para acabar
nao se olha a proco.
zas.
nacao, moca
na rua da
NIGO DEPOSITO.
Vende-se a verdadeira c iiicotnpamvel
agua denlifricc do Dr, Pierre. muilo elli-
ca/. na coDsetvacuo dos denles e bom lia-
liloda bocea : ni Ixilica dos Sis. .1. Soum
i\ C, nico deposito que existe nesta c-
dade .provincia de Pernambuco.
as de ouro
As mais csco'!i(l;is.
usabaixuassignados.com loja doourives na rua
do Cabugii 11. II, confronte ao paleo da malrizerua
Nova, fazem publico, que oslan rerebondo conlinua-
lamente muito ricas obras ,le ouro dos melhores cos-
tos, lano para senhoraa romo para liomens c moni-
os preros continaam mesmo haralo--, e passa-so
contascum responsabilidade,especificando a quali-
dade do ouro de I i 0.1 IS quilates, licando assim su-
jeilos os mesmos por qualquer duvida.
Seraphim c\ Irmao.
KCONO.MI \.
Vendem-se raisascum alelria com 25 libras
propria para -opa, por diminuto prec., no caes da
ulfaudega n. 7, armnxem de Jos.- .Iuipiim l'ereira
de Mello. w
Alfjodao monstro a !)00 rs. a vara.
Vende-seo verdadeira nlgodao monstro, com 9
palmos de largura, pelo baraiissi.no prero de 1100
. a vara : na rn.-i do Crespo n. 5.
Goqueiros.
\'eu,leiu-se coquoiros pequeos, proprios para
plantar : a Iralar na rua estrella da Rosario 11.19,
segundo andar.
Vendeni-e superiores cartas francesas para vol-
larole a .VIO rs. o baralbo : na rua do Qncimario,
lja de miadezai la Roa Tama n. 38.
Cousas finas ede
bons gostos
NA-LOJA DA BOA FAIA.
Vendem-se ricos loques com plomas. bolota,e
espelboa J>, luvas de pellica de Jouvin o melhor
que pode haver a laHOO o par, ditas de seda ama-
relias e brancas para homem c senhora a 1;J80, di-
las de torca I pretas e com bordados .le cores a 800
rs. c IrJllO, ditas de lio de Escocia brancas c de to-
das as coros para homein e -enhora a 00 rs., dilas
para meninos e meninas muilo boa fazenda a 3J0,
lencinhos de relroz de lodas as cores a 15, i-meas de
lila para senhora a (iiO, peines de tartarusa para
alar cabello, fazenda muito superior a .">9, dilosde
alisar (ambem d tartaruga a '5, ditos de verdadei-
ro bfalo para alar cabello imitando muilo aos de
tartaruga a IfSav, ditos de alisar de bofalo, fazen-
da muilo superior a 320 e .VOO rs., lindas meias de
seda pintadas para enancas de I 1 :l annos a 15S0U
olpar, dilas de lio de Escocia lamben, de bonitas
cores para criaiteas de I .1 10 anuos a 320 o par. es-
pelhos para parede com encllenlo- vidros a 500,
700, 1/e 19-200, loocodorescom pos a ImOO, lilas
de velludo de lodas as cores a 160 e -JiO a vara, es-
covas linas para denles a 100 rs., e linssimas a 500
rs., ditas linssimas rom rabo de marfim a S, Iran-
ias de seda de todas as cores e largoras 320, OO c
500 rs. a vara, sapatinhos de laa para crianzas de
bonitos padrOes a 24(1 c 320, aderecos prelos para
lulo com brincos, e altineles a 19, toacas pretas de
seda para enancas a l>, Iravessas das que se usam
para sczurarcahello a 1?, pislolinbas de melal para
criancas a JOtl r.., lalhcleiras para azeile e vinagre
a 29200, bandejas muito linas e de lodosos lma-
nnos de 19,29,39 e49. meias brancas linas para
senhora a 910 o 320 o par, dilas prelas muilo boas
a 100 rs., ricas caisas para rape com riquissimas es-
tampas a 39 e -Jj". 111, meias de seda de cores para
homem a ti-10, charoteiraa muilo linas a 29, slOcs
para bengalas a 10 r., pastas para guardar papis
aSOOrs.. oculos de armacao ileacopralca.lose dou-
ra.losa (iill, l> e I.v-JIMI, lunetas com aro de blalo
c tartaruga a 500 rs. e l>, superiores e ricas benaa-
linhas a J?, c a 500 rs. mais ordinarias, chicotes pa-
ra oa vallo pequeos e grandes. Sizenda multo supe-
rior a tiiO, 800,13,199OO, I95OO e 29, atacadores de
cornalina para casaca a 320, pcnles muilo linos para
sui-sa a 500, escovas finas para cabello a 610, dilas
para casaca a liUl. capachos pintados para sala a
UN), metas brancas sornas para homem, fazenda
superior a 160, 200 210 o par. camisas de mcia
muilo liiras a 1c e 19200, lovas brancas encorpadas
proprias para montana a 240 o par, meias de cores
para senhora muilo feries a 220 o par, ricas aboloa-
durasde madrcperola e do oulras miiilas qualidades
o sosias para colletos e palils a 500 rs., livelas doo-
radas para calcas e cufeles a 120, ricas lilas linas
horados c de todas as largura, bicos linissimos de
bonitos padroes c todas as larguras, ricas franjas
brancas e de cores para camas de uoivas, tesouri-
nhas para costura o mais lino que se pido encontrar.
Almde ludo isto oulras inuilissimas censas muito
proprias para a festa, c que tu.lo se vende por pro-
co que Ta/admirar, como todos os freguezes j sa-
hom : 11.1 roa do Ouoimado, nos quatro cantos, na
bem contienda loja de tniudezas da Boa l-'ama
n. 33.
I.HONOR D'AMBOISE.
Vende-se ocxccllenle romance histri-
co Leonor d'Amboisi:, duqueza de Brcla-
nha, 2 voluntes por l.sOOO rs., na livrarial
n. G e S da pracijda Independencia.
Meias pretas pa-
ra padres.
\ endem-se superiores meias do laia para padres,
pelo baratissimo precode I^MXIn par, dilas de al-
eo.tilo prelas .1 (id o par : na rua do Oueimado, Inja
de miudezas da Roa Tama ... 33.
Moinhos de vento
nmhombaMlerepuxopara regar borlase liana,
decapim, nafundirade I). W. Bowman : na roa
jo llrum ns. (i, 8e 10.
Corles de cassa para quem tiuei dar les
tas por pouco dinheiro,
Vendem-se corlea da cassa chita de bom goslo i
28, dilosde padroes francezos a2?itHl, cassas rosas
para leviar lulo, dilas prelas do^padres miudus a
2o o corlo, alpaca de soda do qaadros de ludas as co-
res a 720 o cavado, lencos de bico lano piulados
como bordados a 320 cada um, grvalas .le seda pa-
ra homem a lo e I96OO ; lodas estas fazendas ven-
dem-se na rua do Crespo n. 6.
TINTAS DE OLEO.
Vende-se tintas de oleo sortidas da me-
lhor qualidade que tem v indo a esta pra-
ca e por preco commodo : na casa.de
damson llowic dtC, rua do trapiche n.
i2.
Vende-sc junco qe primeira e segunda serle c
palha preparada rom toda a perfeicao, per preco
mais barato quo em qualquer parle ; visla do com-
prador nao se deisara de (a. er-negocio : na rua das
Cru/.es u. 16.
mascaras;
Vendem-se mas-aras de rame, lano para homem
romo para senhora a I95OO cada nma : na rua do
Collegio n. 1, easa de J. Calque.
YeurfeTse um cabrinlel em rm so ; a Iratar
na rua do Callelo 11. 21, primeiro sudar.
\o cscriplorio de Domingos Alves
Maliiins, lia para ven.le por comraodos
precos, os artigosseguintes:
IIcoseelegantes pianos.
Bezerros engraxados.
Ditos envernizados.
1' lor de Tilia.
Piassava em molbo.
Camisas de meia
de pura Ka.
\ endem-se superiores camisasde meia de laa, pe-
la I-ralo preco de 39: na rus do Qoelraado, loja
de uiiude/.a, da Roa Taina o. 33.
MOEXDAS SUPERIORES.
Na fundicao de C. Starr & Compimliia
em Santo Amaro, acha-se para vender
moendas de cannas todas de ferro, de um
modello e conslruccao muito superiore.
FARINHA D MANDIOCA.
Vende-se superior farinha de mandioca
em saccas tpie tem um alqueire, medida
velha por jOOO reis: nosarmnoens ns.
>, 5 e 7, e no armzcm deaVnte da porta da
allandega, ou a tratar do escriptorio de
Novaes Companhia na ruado Trapiche
n. ."i, primeiro andar.
\endo-secal de Lisboa ltimamente clu>gada, as-
sim como potassa da Russia verdadsiaa : na praca do
Corpo Sanio .1. II.
VIMHO XEREZ.
vende *e superior vinho de Xerez em barra do
lli.eioeasa Jo E. Kl Wyall: roa da Traiche
n. 1f.
AGENCIA
Oa Fundicao Low-Moor. Rua d
Senzala novan. 49.
Nesle cstabelccimento continua a ha-
ver um completo sortimento de |moen-
das c metas moendas para engenho, ma-
climas de vapor, e taixas de ierro batido
c coado, de todos os tamauhos, para
dito.
I.ABYRINTHOS.
Aj ruada Cruz n.-3. primeiro andar, conlnoa
a haver sorlimeuto de boas obras de labvrnlho m
venda.
Vendem-se cm casa de S. P. Johns-
ton & C., na rua de Senzala Nova n. 42.
Sellins inglezes.
Relogios patente nglez.
Chicotes de carro e deinontaria.
Candieirose casticaes bronzeados.
I.on asingle/.as.
Fio de sapateiro.
Vaquetas de lustre para carro.
Ra ris degraxa n. 97.
Vinho Cherrv em barris.
Ca'n/as de ferro.
COGNAC VERDAEIBQ.
nde-se o verdadeiro cognac, laclo em aarrif,
no ero garraroes: ua rua da Craje o..10.
Pipas vaKias.r"
\ ende-se porcilo de pipas vssias pr savias para en-
cberdeacuardeiile. a pre.;o de 175 cada orna : a
ir.dar no r-cnpiori-, do Mauosl Alves Uaerra, na
rua do Irapiche n. II.
LIQUIDACAO*.
O arrematante da loja de miodezas da roa dos
(luarieisn. 21, qoerendo acabar as mindeua que
cvislem. vende barato alim de liquidar sem peda
de lempo. f
Franja com bololas para rorlinados, peca M00
I pe paulado, resma, de peso 3gooo
Hilo de peso, resma
I .la de cores psra bordar, libra
l'enlesde bfalo para alisar, dza
Telas douradas para calca, urna
(.roza de obreias muilo linas
Leneaa de seda linos, ricos padroes
(.ana de linhas de marca
Meias para senhora por
Pcnles de tartaruga para segurar cabello
(rozas de canelas finas para pennas
Ditas de botoes linos para casaca
Meias pretas para senboia, duzia
Dilas dilas pra homem
Caere encarnado muito fino, libra
l'apel de cores, maco de 20 quadtrnos
Duzia de cohetes
i.spelhos de todos os numero, duzia
.inhas de nov dios grandes paro bordar
Ricas filas escocezas e de sarja,' lavradas,
largas
Meias croas sem costura para homem
Dilas de seda u. 2, peca
Trancas de seda branca, vara
Caitas de raz, duzia
l'ecas de filas de cs
l.apis finos, groza
Coran para vestido, libra
Topeas de blondo para menino
Chiquitos de merino bardados para menino,
e oulros muitos rticos que se lornam recommeda-
veis por suas boas qualidades, e que nao se duvidara
dar um pooquinho mais barato a aquello senhor lo-
cista, qoe queira a dinheiro comprar mais barato
do que se compra em primeira mSo.
Vende-se azeile de calzo em bojtias, pelo pre-
co de 1?00cada botija : oa rua da Cruz u. 22.
26700
7SO0O
39OOO
100
900(1
1*300
240
340
IJOOO
28000
2500(1
:i2(KI
2980(1
1580O
600
731)
asooo
19000
900
3*300
180
400
19600
300
29400
19300
ir-ixi
19000
Desappareceu no dia 27 de Janeiro de 1856 um
prelo de nome l.uiz, de nacao Cabinda, idade pou-
co mais ou menos .">6 anuos, estatura baisa, grosso
do corpo, com ralla de denles na frente, olhos gran-
des e vermelhos e algeos cabellos brancos oa cae-
ta, lendo na freule mais, com auia das rnaoa nao nao
abre bem os dedos, pes pequeos, lem urna cicatriz
cm urna das pernas, proveniente de urna queda : le-
vou vestido camisa de alaodao branco com mangas
corlas, calca de ganga a/.ul ja velha, e por cima des-
la roupa camisa e calca de baeta azol, levou mais
cinco pecas .'. rouna : roga-se a qualquer nntoridade
policial e rapiues de campo que o apprebendam, e
sendo couduzido ao seu senhor rua do Sebo n. 37
na Boa-Vista, generosamente ser., recompensado.
Desappareceu no da 17 do crreme, da casa
do advogado Francisco Carlos Brand3o na roa do
Collegio n. 1(1, una soa cscrava de nome Anna, ca-
bra, de idade de 16 anuos, pooco mais ou menos, a
.nal lem sido vi-la nesta cidado e nos arrabaldes :
rosa-sc a quem a conhecer, que a faca prender e
conduzr a casa do dito seo senhor, e eos capilaes de
campo, e oulras pessoas que viven de prender escra-
vos lbulos, promelte-se urna boa gratificarlo. Os
igiii.es da referida esclava sao os segoiutes:" plida,
(nido iljnmis marras de beniga no rosto, boa esta-
tura. >ecca do corpo, fall om pooco gaga, e bem
vestida.
No dia IS do corrente fugo do engenho Fra-
goso, lerino de Olinda, om mulato de cerca de 20
annos de idade, arahncolado, cabello corrido, sem
barba, e lio sapateiro ; quem o apprebender leve-o
ao dilo enseuho, ou a rua da Aurora n. 11, que se-
ra recompensado sonorosamente.
Contina andar lucida a preta Merencia, cri-
oula, idade de 28 a 30annos, pouco mais no menos,
com os signaos segninles : (alta de denles na frente e
nma das orelhasl rasgada proveniente dos brincos:
quem a pesar leve-a a rua do llrum, armasen] de
asnear n. 12, que ser bem gratificado.
T'ugirain na manhaa do dia l!l do crrenle dou
o clavos um por nomo Theodoro, preto, crioulo, pes-
cador, bailo, corpulento, com muitos cabellos bran-
cas pela barba e peilos, idade 35 anuos pouco mais
ou meno; oulro de nome Jorge, mulato, baiio,
-coco do corpo, pouca barba, quebrado da verilha '
tem do lado esquerdo do rosto uina cicatriz, este es-
cravo fui do Sr. Manoel Tliomaz es-carcerciru ;
ennduziram rom sigo urna caita, na qual levaran!
loda roupa que linbam, caifas e camisas de algodao-
ilnho de lislras. camisas de madapolao, urna .lila de
baeta encarnada j. usada e cobertores ; roga-se as
.miorillle- polioiaes e capilaes de campo queosap-
prebendaiii e levem i rua da Concordia n. 26, arma-
zem de SMleriaes qne serao generosanienle recom-
pensados.
J'ERN. : TVP. B U. F. E FARIA.-186
'
'

4




II
l\ II
nV
I I \s\
wi1\ im a r^i
k\r*r\Ki-m a r^/^
Til i*rn AfVV